Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18167


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Full Text
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Qui.U.i-fcira 18 do tfiuilio de 1390
XI MERO 131

i
E
PB6PEIBDAB1 BE M&N61L FiGSSSSeA SABA & fILHQS
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLJ DE VASCONCELLOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGA1ES OKDE NAO SE PAGA PORTE
Por Ires mezes adiantados.
Per seis mezes adiantados.
Tur noAe mezes adiantados
Por rjm auno adiantado
TkLEGKAMMAS
SE
81000
151000
22#500
30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQ0ES NA
FRANCAE INGLATERRA
Os Sr?. Mayence Favre & G/, residentes em Paris18 ru de
La Grang6 Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16J500
Por um anno adiaatado .... 33^000
Por trimestre vencido..... 9#>000
Numero avulso de dias anteriores. $200
::.:?::: :s::::ls ::::::::
Rio de Janeiro. iG de Jun ho, s 5
horas e 4O minutos da tar de (recebido na
esta<;o so,e 50 minutos da noite.
Na Cmara apresantou a commisso
parlamentar um projecto relativo a
veracidade das accusatjes foitas Al-
andega.
O Sr. Baptista Franco retirou-se
do exercico da inspectora daquella
repartiQo, pedindo substituto em-
quanto procoder-se a inquerito sobre
as accusaces "do commercio de roubos
praticados por empregados da Alfan-
dega.
O ex-inspector est addido ao The-
souro Nacional.
Fo nomeado inspector do Arse-
nal de Marmita desse Estado o capito
de mar e guerra Francisco Forjaz de
Lacerda em substituido ao capito de
mar guerra Jos Pereira Guimaraes.
que exercia aquelle cargo.
__ Foi descoberto o roubo de......
40:ooo$000 feito no palacio d Itama-
raty por um criado do presidente da
Repblica.
J tinha comprado urna casa de joias.
New-York, 16 de Junho.
abe-se na Florida, que seguiram
para Cuba expedices destinadas a
operar contra os hespanhes.
Resolveu o governo de Madrid
submetter novo processo a guarni-
rlo aprisionada da goleta americana
Competidor.
__ Foram presos anarchistas que
incitavam o povo a dynamitar as auto-
ridades e o exercito legal.
Roma, 16 de Junho.
1
O orcamento geral do reino para o
anno financeiro de 1896 calcula-se na
receita um excesso de 12,600,000 ly-
ras sobre a despeza.
Massaouah, 16 de Junho.
Regressam Italia os generaos Del-
mayo, Massa, Leisetti e Valles.
Rio tlu Janeiro, 17 de Junho, as
5 horas e 0% minutos da tarde (recebido
na Estacao as 8 horas |e 4O minutos e
entregue as 9 horas da noite.)
Es uve em demorada conferencia
coui o Sr. presidente da Repblica o
Sr. ministro da Justica, a respailo
do roubo havido no palacio de Ita-
maraty.
_ Ja sao conhecidas as nomeaces
para membros do Supremo Tribunal
Militar do almirante Guilhobel e do
marechal Machado Bitlencourt.
Solioitou exonerQo do cargo
de inspector do Arsenal de Marinha
o almirante Duarte, tendo o respec-
tivo ministro acquiescido.
Ser substituido o referido almi-
rante naquelle cargo pelo contra-
almirante Marques Guimaraes.
Sera embargo de conferencia
entre o presidente da Repblica e o
ministro do Interior, nada ha ainda
com referencia nomeaces para o
Supremo Tribunal Federal.
__ O corpo diplomtico offereceu
ao Sr, ministro das relaces exterio-
res Dr. Carlos de Carvalho, um ban-
quete realisado no alto do Corcova-
do, donde os representantes das dif-
fer'entos naces all congregados ti-
verara de apreciar largamente as
bellezas naturaes da bahia do Guana-
bara e da cidade do Rio de Janeiro.
A f8ta correu anunadissima com
troca de brindes ao Dr. Carlos de
Carvalho e civilisacao moderna.
O governo do Estado de Minas
acaba de constituir nesta capital, re-
presentante, afim de embargar a in-
timagao feito pelojuizo seccional ao
a administrador de suas rendas, para
que este cesse de cobrar o imposto
de exportaco destinada outros
Estados.
New-York, i7deJu.iho.
Um individuo affectado das facul
dades mentaes poude penetrar no ga-
binete do director do Banco Amster-
dam, fazendo-lho a exigencia de en-
tregar-lhe G mil dollars ; e sendo re-
pellido, desfechou um tiro do revol-
ver sobre o director, matando-se
aps.
EXPEDIENTE DA l.1
ni a da Justica,
directora da Segueta. .Augusto d
Negocios Interiores E^naio.
KLT"
Olivera, 1- Secretario Jo Se*
Cuba, 17 de Junho.
Os revolucionarios tomaram a of"
fensiva.
Proparam-se para invadir Hava-
na, e no entretanto perseguirlo o ba-
talhao hespanhol Valencia, que dei.
xou no campo 31 mortos e um oli-
cial prisioneiro.
Madrid, i-7 de Junho.

O marechal Martnez Campos re"
verteu ao servido do exercito.
Roma, 17 de Junho.
O general Baldissera regressar a
esta capital, logo que esteja organi-
sado o corpo colonial, que se compo-
r de voluntarios brancos.
O general Barattieri foi ab-
solvido.
A oppo8Qao interpella o governo
acerca deste facto.
No combate de Abbigarim
morreram 3.61o soldados e 367 offi-
ciaes, o ficaram prisioneiros 2.766
italianos.
PARTE OFFIC1AL
Ixstrcccao Publica.
Dia 15 de Junho de l8g6
expediente do Ex/u. Sr. Conselhiin Go-
vernador do Estado
Portaras:
Expediente do Dr. Director
Offlcio:
Sr. Aggeu Cesar da An'rade De orlem
do Exro. Sr. Con elheiro Governador do Es-
lado roao que vos dignis i' formar obre o
assump'o do inclu n oitno <1o Cooselho Mu*
nicipal da Canliolinho.
ao mismo.Autoriso-vos a mandar pa-
gira Marciano Ferreira de Albuque que a
quantia de 1800 00a que tem dlreito, conf-r-
i me te verifica da coitta ju Goverao lo Estado de Per-
nanibuco
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Exm. Sr. Conselheiro Dr.
Governador do Estado
Dia 13 de Junto de iZg6
Portara;
O Governador do Estado alt.nden lo ao que
requeren Manoel Diogo Coaves, fiscal do 1.*
disiricte da lluminagao publica desia capital e
tendo im vista o attestado medico que exb.
bio, resolv* de accordo com o disposto no art.
1 do Regolameoto da Secretaria dos Negocios
da Industria, concederlas 45 dias de licenca
com ordenado pa a tratar da sua sade de
pessa de sua familia onde Ibe convier. Fi-
xeram-seas necessarus cctumuuicagas.
Oficios :
Ao Dr- director geral da Secretaria da Fa-
lenda. Autoriso vos a mandar entregar ao
tbesoureiro da 3." Directora da Secretaria da
IaJustria, major Antonio Peregrino Cavalcan-
le de Albuquerque, a quantia de 3748900, afim
da occorer ao pagamento da pessoal empra
gado Da liuipesa do jardn e pintura do edili
bo do Palacio deste Governo, devendo correr
a despeza pela verba do art. 2." 1." o 16 da
le orcamentaria vgente.Communicou-se ao
Dr. director geral da 3* Diectoria.
Ao Dr. director da 2' Directora.Re-
commeod^-vos que providenciis no sentido
de, com mxima urgencia, ser feita remessj,
em grande quant.dade, de tubos da lyrnpua
vacciniea do Dr. coroioissario la 4." circuir.s-
cripcao san tana, conforme a soliciacao cons-
tante do otflcio sob n. 14 de 8 do correte.
Expediente do Dr. Director Geral da
1." Directora
ulici s :
Ao Dr. director geral da Secretara da Fa-
zenda. Rogovos digneis de providenciar no
sentido de ser pela repartico a VOS30 cargo,
Informada a inclusa peticjlo em |4Ua tlenriqua
de Morgan So-.ll, reqaer o auxi 10 do Estado
para a construc{ao da 26 kilmetros de linba
frrea que sao necessarios a usina Muribeca,
devolvendo-na opportunamente.
Ao Dr. Jirector geral da 3.' Directora.
-De ordem do Exm. Sr. Dr. Conselheim G-*
vemador do Estado, rogo qu vos dignis de
providenciar no sentido de serem prestados os
esclarecimentos de que trata o offlcio junto,
em original, qoe opportunamente devolvereis,
sob n. 299, de 11 do correte, do Dr. director
geral da Secretaria da Fazeoda.
O Governador do Kitaio, atlendendo ao que
requereu Manael Eladio Pereira Uo Ligo, es-
crivao do civ-rl e privativo de execu^Oes ci* i
por6mezeH a lieeaca que me (01 conced ^MianM n., pr-.,iti, extraord na-io de 2 do
le n. 160, de 15
8 ,oi "^ne^
ao Dr. juiz de
xnuo udo. Communicou'se
nreiiu do Limoeir<-.
O Governador do Estado resolve proro-
gar por mais 10 dias o praso marcado ao ba-
ctiarel Lupicino Amynthas da Costa Barro?,
para rasumir o ex-rcicio do cargo d* protno-
lor publico do municipio de Garanliuns, para
o qual foi nomeado por portara de 15 le Maio
oliimo. Fizeram-se as necessarias commu-
nicacOes.
O goverrwdor do Estadn, attendendo ao
que requeren Minervino Ferrao Castello Brao-
co, auxiliar do agente da poli ia martima, e
tendo em vista o attestado medico exnibido,
resolve concede loe trinta dias, com d-us
teryos da respectiva gratificaca-, allm de tra-
tar de sua saude, devendo entrar no oso da
mesma licenca bo prazo de 15 da. Com-
municou'se ao agente da polica marti-
ma.
OfQcos :
Sr. Dr. director geral da Secretaria da Fa-
zenda.Mandai pasar a folba junt, na iuk
portancia de 1.000J003, do pessoal oecopado
00 servigo da illuminasao elctrica da Casa
de Deten.So, no mez de Maio lindo, corr-n-iu
a desprza por conta do crdito aberlo pela,le
n 167 i verba do ar. 2.' 5 2." o. 10 da le
Jo ornamento vigente. Coosmunicou se au
uogentieiro en arregado da illumina&o ele
i'tnca da casa de Detencao.
-^ Ao niesmo. -Mandai abonar, pWo mini*
rao, a ajuda ae custo a que tem dreiio o ai*
feres do 3" bataltio de inlnott'ria Eetadoal
Joo Izldo'0 de Albuquerque, visto ler segui-
do em deligencia para o municipio da Victoria
em 2S de Janeiro do correal* anno ; corren-
do a desbeza pela verba do art. 2.* 1." n.
41 da lei do orcamento vigente. Communt*
cot-se ao commaodante do 3.* otal ko.
Sr. lente coronel ccmmaodante interino
do 3.# baialbio de infantera cstadoal.lian,
do seloc&o ao assumpto de rosso ottic o n.
1328, de 13 do ur rente, declaro-vos que tic
approvado o acto pelo qual extlui^-les Jo m-
lado effectivo do batalliao de tos-o coxman-
do, a praca ioao Claniino dos Santos.
Sr. Dr. questor: policial inteiino.Re-
commendae ao delegado da logazeira, as pro-
videncias necessarias afim de aue o cldadSo
Joao Francisco Brendao, Qao soffra a menor
violencia ou aggresa por parte das autonJa-
iiades deo niunicipio.
Mutatis mutandis.Ao juiz de direite de
Ingazeira.
Ao mesmi. Chegando ao meu cooheci*
ment, por offlcio de 14 do crreme, Ao juu
de direito de Palmares, que em 12, tambem
deste mez, (ora all espaucado O individuo De-
meirio Lopes da Silva, reeorameudo-vos que
providenciis para que o delegado d.qu-lia
municipio preste in'ormacOes circuraslancia-
das a respeilo do facto, cumprindo que nin-,
desde logo, as dehgencias necessarias, alim
de ser processado e devidamenle punida o or
mlnoso.
Ao mesrao. Constando que quatro pra-
cas do 1. e 3,* corpes de po icia qne v obam
de Correte?, conduzinde um sentenciado es-
espaucaram e fenram gravemente em Gara-
nti?, o idadao Antonio Alves de Olivera, re"
commendo vos que mandis recolbelas a
prisa j nos respectivos quarleis, am de serem
procesaadas e punidas pelo crime que comme-
teram, e bem assim que sobre o facte sejam
prestidas informales aj delegado do mesmo
municipio.
fdutatis Mutandle. Ao Dr. juiz de di-
rei'o e promotor publico interino de Ga a-
0liUQ8.
Expediente do Dr. Director
Offl'-i is:
Sr. Dr. director geral da Secretaria da Fa-
zenda.=0 Exm. Sr. conselheiro governador
do Estado manda communicar--os que, em
d.la de 13 do correte, o bacbarel Joao Maitins
de Andrade, promotor piblico do municipio
de Panellas, entrn 00 goso da liceoga que
Itie foi concedida por portara de 11 do cor
rente.
Ao mesmo.O Exm. Sr. conselheiro go-
vernador do Estado manda commuoicar-vos,
para os devidos fio?, qu*, em 10 do corrente,
o Dr. questor policial noraecu Arthur Leo-
polio Nunes de Mello para exercer o cargo de
amanuense da Secretaria da questure, durante
o impedimento de Francisco Xavier ae Barros
Campello, que entrou no goso da licenca de
um anno, concedida por portarla de 29 de
Maio findo.
__Sr. lente coronel commaodante interi-
no do 3 bataihao de iofanteria esladual. O
Exm. Sr. conselheiro govereador do Estado
mana commnoicar-vo?, para os devidos lin?,
que na petigao da praga do bataihao de vosso
coramando, Francisco Jos Cypnano, exarou
hojejo seguinte despacho :
Seja submettido a inspego mlica nos
trra s Jas orde s em vigor.
2.* directora
Expediente do Exm. Conselluiro Gover-
nador do Kstado, no dia 15 de lunlio
de I896.
Actos :
O governador do Eitddo resolvs suspender
ata ulterior deliberagao, as Instrucgtjs que
biixaram em 1O de Dezembro do ann> passa-
do para fiscilisagao d Lycea de Artes e Of-
flcios a cargo daSociedade dos Artistas Me-
cnanicos e Liberaes.Fizeram-se as devdas
communica^Oas.
Officios :
Sr. Dr. Rodrigo Antonio Falcao Brandao.
D. Secretario da Fazenda do Estado da Bihia
Satisfaz ndo o pedido de vosso offlcio sob n.
128 de 3 do correte mez, traosmittovos nes-
ta diversos exemplarea impresaos das Leis e
Regulamentos deste Estado.
Retribuo* vos os protestos de sabida com*
d:ragao.
Sr. Dr. Celso Florentino Hanriqoes de
Souza, 1* Secretario da Cmara dos Do uta-
dos. -Remjtto-vos um exemplar da rasa ugio
enviad com o vosso offlcio 0. 116 de 13 do
corrente mez, a qual foi sanccionala sob n.
186.
Mutatis mnlaadia ao Sr. Dr. Eduardo
aza pelo crdito
cura te, aborto pela
Maio finio. Commun.cou-se
geral da 3* directora.
de
ao Dr. director
Secretaria da Industria
Expediente do Exm. Sr. Conselluiro Go-
vernador do astado, do dia Ij" de Ju-
11/10 de \8g6.
OfBcios:
Ao Dr. director geral da Secretarla da Fa-
zenda. Autoriso-vos a mandar ntre>ar ao
tbesoureiro da Escola Industrial Fre Cneca
1 onforme solicita o Dr. Directo'- em offle o sob
n. 154 de 12 do correte a quantia de.......
10.000SOOO, afim de occorrer ao pagamento do
pessoal operario e de fornecimeoto dorante a
p imeira quinzena do mesmo mez, deendo
essa deepeza correr pelo art. 2- 2- 27 da
lei orgamentaria vigente. -Coomunirou-se ao
Dr. Director da Escola Industrial Frei LV
eca.
Era additamento ao expediente do Sr. Dr.
Governador do astado, dodia 13 de
iun/io de 8g6
Portaria '
O governador do Estado t: requereu o bacharel Antonio Cao lido Slles,
uxiliar do Demograpbtsta da Iospectoria de
Hygieoe, resolte de .ccordo com o ait. 71 do
Re.ulament) da Secretaria dos Negocios da
Iodoslna, c nceder-lhe 60 dias de licenga
eom metade do ordenado, para tratar 4a sau-
de de pessoa de sua familia, lora deste Es.
talo. -Fizeram-se as necessarias communi-
cagoes.
Administrado do Exm. Sr. Dr.
Alexandrc Jos Barbosa L.i.
ma.
Expediente do Dr. Governadtr do Estado di Per-
nam&uto do dia 17 de Dezembro de 1895.
D creto :
O Qjvernidor do Estado, attendendo ao qoa
-qoereu Joao Adelt otea ie Azevedo, alfe-ts
-* 2- ea.aJBadraa do corpo de cavila-ia, f 130-
'.0 em vita^rresoltalo da tnspergio ru>rWa
que foi stbmeltwo, resolve refarmal-o na*
qoelle posto, com a pensao a que tUer direito
visto r.i otar mais de 19 anoas de servlco.
O Dr. lati de M lio Fllbo, Secretario da
;ust:gi Negocies Ioteriorea e [oslrorcao Pu-
blica astim o lenba entendido e o faga execu*
ta'.
R metteu-se cepia ao ScretaModa F.x-nla
e commaoicob-se ao commsadanle interino da
cavailaia.
Expediente do Dr. Secretario da Justica Neg
ciot interiores e Instracgo Publica, do da
17 de Dezembro de 1H95.
Portarla:
O S'. Superintendente da estrada de fe-ro
do Recite ao S. Francisco aigne-se de dar pas-
iagem de ida e volU, po- cuota m carro de 2* classe, ta estagao das Cloio
Puntas A de Prsie-es. a seis pragas do 3 ba-
1.luo de infantera Bsladnal.
Oficios :
aioo proxinj paseado, p^r ter seguido para oBa.,Px rta T.-h.a,. ^, o
sul ua, republice. por eeasiao da r.voita. iajbauba do Bru,n
Ao mesmo.Sol c.lj vos 1
Ao Di ecter da Bibl.otbaca Muiclpil da Ca-
,i,ul Federa!.Acensando o recebimeoto da
vusea cana de 9 do corrente, sovk-vos, da or-
pem do Exm. S-. B'. Governad>r do Estada,
com desiioo a essa bibholbeca algoni exempla-
rea Imp-e-sos das leic, rea orios e outros tra-
nsios coocerneotes a admioistragao deste Es
taiio.
Ao P.-rsMsJte do Superior Tribunal.So-
lie tJ qoe pro'ideociets 00 sentido de ser 10-
s'.-oida a inclusa petigo de graga do senten-
, ia jo J aqoim Teltes de Meoeses, coro a certi-
dao do su processo am de pidar o Exm. Sr.
Go?e'oador. conveniente nenie babtliudo. re-
solver sobre o perdSo que o referido seaUa-
id j solicitan no recto da pena qoe e-tl cum-
prindo go pesidio 00 presidio de Femando
d-o oo' a.
Ao Dr. Suba Unto de Procurador do Es-
tado.S' licito o vosso pir cer sobre a con-
u.ti couitaute do offlcio aqu jamo do tsbel-
iao de notas do muoielpio de Taquaretioga,
litado de 28 de Novemoro poxioa fiado.
Ao Secretarlo da Fatenda.Jomma^C*
90', para os flns canvenieotes, que nesta dit
jrjsnquei as faltas dadas ,pelo bacbarel Jos
UiManoo Bezerra Caroeiro Cavalcaote, jaf de
lireitj do municipio da Gloria de Gaita de 17
19 do mez de Setembro do cor ente aio)
ao mesmo.Rogo vjs disoe s expedir
as oe essariis ordeu* no ssotilo de ser paga
par c u a do o. 71, 5 i- do art. 2. do o-ga-
nenio vidente a quantia de 2:1101' 90. con-
stant' da lOClusa d^montragao apre^eulada
pelo contador da Repartic&o Geral dos T-leg'a-
unos e provenlene de telegram uas expedidos
por est o;-etsria no me de Outnbro ultimo.
Aproveltanlo o anseje, compre-.ne declarar,
vos que na mesa dem ustragio acba-se coa-
signada a quaniia de 101/H'iO, tanbem prove-
Olate de lelegrammas expedido :or cunta da
secretaia a vosso cargo 00 meo:iooadj mez.
ConmnnicoU'se ao cantador da Repattg4o
Qe-al dosTelegrapbos.
Ao mesmo. Pego qte T's dlgceis d-> p o
videitiar &Bm de que a secretaria a vo.so
limti Gujrda Local e da Regional em refe-
rencia ao lempo de servigo de TQiago Jos
de Sant'Aona como pregada Guirda Locil de
Ltojoeio eos 187 e daquella outra corpira-
g&j.
Ao nf8cuo. Solicito-vas ioformagoes a
gesneito do lejue-imento juito em que a ex
praga do exilado corpo polica', Bjrnardo Jos
da S.lvi. pede o pagamento dos venetmentos,
qae delxoa de recebir, no periodo decorndo
de 9 de Feverel o a 31 de Margo doanni pro
xttoo pisfaJo, por ter segaido pa-a o sol da
repblica, por o:casiSo da revolti.
Ao mesmo.Solicitj-vjs loformagOes s
re-pelto do reqaerlmeoto junto em que a ex-
praga do extlucto Corpo Policial Jos Domin-
gos de Campos, pede o pigemeito dos veoci*
mentos que del xou de receber, no periodo de-
corado dt 9 de Fevereiro a 31 da Marco do
remello do -eqo-riavnt) junto, em que
praga do extiocto Co pj Policial Anonio Le-
t&o da Silva, pede o pagamento doa veicim-n-
tos que dcix'.-u de re:eber no periodo decorri
.0 de 9 de Fevereiro a 31 do Marg> do amo
proxiuo finio, por ter segallo pira o sal da
repblica, por o-vasiai. da revalli,
Ao Secretarlo iulerloo da Industria. -
GommuniJt-vos para vosso conheclm^n o. q
em u i.a demo3str.i(') qoe accomn 'nnou o < Ci-
clo que me fot dirigido pelo coo alor da Re-
partigao Geral dos Telegrapbus, eio ti ao 00r-
reo^e, acba-se consgnala qdaoii 1 de 19*830
nrovenieote da "traus iies5 de tele .'raimas
exped los por essa secreta ii dorante o m'i
de Ootubro ol tmo.
A'coaimaniote do 3- bataihao E doal. Bm resposta ao vosso oflino o. 804.
de n je datido, re:o rmendo voa qoe mandis
mmediatameuie transportar pa-a o nvpia.
de 3. Agaida o cornetairo so commaodo Saluetiaoo Florentino de Barro*,
que acba-se accommltilo de varilas, o as*
sompto, nesta data me dirijo ao Sonre pro-
vedor da Sota Cjsa.
Offic ou se ao Provedor da Santa Casa de Mi
-eicordia.
Ao rxe-rco.Recommeodo-vos que man-
lele apreeectar ao major ciro.-Kiio da forg es-
tadoai fin de ser iospec:iooado o cabocoroe
ti Joao Reten de de uima. Offlciou-ae ao ma-
jo: cirurgi&o da fo'ga estadoal.
Ao commaodaote do corpo de ca'al a-ta
M-recendo severa pooicj o alferes do ro-ae
ob vo-so commando Francisco Jos Lios,
pelo facto nquaiificavel de que me d-.-t>s
scieocia por officto o. 91, de boolam s)aU< o.
de oarer desiespeitado a familia de um capi
uc-leneoU, em dlis da semana alitma, a bor-
lo de um vapor surto no porto, teobo resolv-
Jo qne sejo aqoelle alferes reprehendido em
ordem do dia e conservado em priao rigorosa
por t iota das; o qoe vos commuuico para os
devidus fioe.
Expediente do Director da I. Directora
OQicios :
Ao Superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco. -O S'. D,-. Secretario
da Ju-tga manda traismit r-vos, em suLsu-
g3o ao ptsse qoe re -nenes es, a portara de
passagem da ro-ca qoe em 12 do correte se-
glo pira Agoa-Preta, e declaro-vos que elle-
divamente os couomaodantes dos corpos nao
po em em vista do regulamenlo em vigor ;e
quisltar passageus.
Ao commaodaote interno do 1* bataihao
E-ta)oal.U Sr. Dr. Secretario da Jusng
manda devolvervos a reqouigo que, em 13
do correle, flz'stes au soperintendrnte d
estrada de ferro do Reile ao S. Praocisco
para o traosporte da fo>gs qoe seglo para
Agua Prata, e declaro-vos que em sobstiiui-
-gao expedlo portara ao mesmo superintenden-
te, urna vez que em vttta do Regulameot) en
vigor uso poiem o0 commanoaues dos corpos
reqoisilar passaseos.
Expediente du Dr. Secretario da Justica, Nego-
cios Interiores e Instracgo Public, do dia
18 dt Dezembro de 49>95.
Officios :
Sr. Dr. Secretario da Fazeoda.Rogovos ex
pedigoes as necessarias o-t'ens no s. ntido de
6>;i955 coost. nte do decomeoto joulo e pro-a
emente do fornecimeot de anlgos deexpe-i
dlenU a esta Secretaria tu mez de Uutubro
ultimo, devendo rorrer a despeza por centa do
art. 2. % o. 23 do crgamtnto em vigor.
ao mesmo Commonico vos, pira 04 Uos
conveniente-, que em 2 do correte o Dr.
Qaesior Policial interino oomeoo para o logar
ae guarda estra-aumeratlo da C.s de De en
gao Leocadio Alextnduoo Bello, em substr-ui-
onerado oa mesma data.
Ao mesmo.Solicito-vos a expedigo de
ordeos no sentido de ser escrlptu aua a impor-
tancia de 4:250*000, provenieois do foroeci-
ment de cinco mil metros de aUoiao nacio-
nal, feito por Joo Rod'igues de Moora pira
vestimenta dos presos pobres da Casa de De
rengao. tm 20 de Maio do corrente auno, con-
torne os docorneotos jontos.
Sr. major Jos Domiogues Coliceira, mui
digno 2.* Secretario do Ijst.iot 1 Arcbeologico e
Ge igraphico Peroambucaoo. nemetto vo?
junto copla do parecer do ebefe da 2.* secga
iia Alfaodega e da circular n. 33 do Ministerio
dos Negocios da Fazeoda, de 16 de Agostj de
1894, acompanbadas pelo offi:to de 13 do cor-
rete, tambem por cp a, do Dr. lnspec:or da
mesma Alfaodeea, pelas quies veris o modo
por qoe deve ser feita a requi^lgao da quantia
te 5:000*000, concedida pelo governo lederal.
como suDveogo ao Instituto de qoe sois digno
2.- Secretario.
Sr. D-. Qiestor Polichl interino.Recom-
mendo-vos que ao jois de di ello do maoicplo
ue TiroDina enviis 08 piesas que solicita
uo offlcio jonto por copia, de 13 do correte.
Sr. Commaodante interino do 1.- oata
ibSo estaaoal.-Bm vieta do resoltado da n-
gpecgSo medica a qoe lol soomettida a prega
do ot .1 >3 sob vos o commando. Ju.- da Coa-
la Fiaino, :ommeado-vos que le coocaises
20 das oe liceug com os vencimeutos a que ti*
var direlto, para tratar de sua si 1:.
Sr. Commandaaie do 2.* batalbSo esta-
loal.Transmitiiodo-vos os papis ref e .te
ao pagamento qoe solicita Jo&o Rodrigues de
Moura, da qu.ntia de l:413*39, proveniente
de 261 pares de botinas fornecilos ao batalbao
de vosso commando, recommendo qoe infor-
mis se taes artigas eam effactivamen e ne-
cessarios e se o foroecimento foi feito de a-
cordo com as disposigOss reguUmenia es em
vigor.
nfnrmar'^s al8 ora5a8 l,oe 8 a^npanbam.
a tei presss
. -O o mea tele*
gramraa de boje ao caefe da primeira u'aqael-
las e?t'gfj8.
Ofhnios:
S-. I ispecto' di Alfandeg.Transmlitindo-
vos a inclusa relagao dos senunciados viodos
do presidio de Femindo de No ontii, com os
qaaes foi de-penlida a quant a de 831*305
proveniente de ameaUgao e dieta dos mes*
mos na Casa de Dtengo, do an e o mez da
Noverxbro prximo findo, pego ^ie providen-
ciis no sent 10 de serem os cofre di Estado
indemiisa1o8 U'aquella imoorianea.
Ao Secretario da Faaen ia.Cimnconi-
co-vos para os devidos fios, que em 12 do cor-
rete assumij o exercico oterioo do cargo de
luiz de di'eito do muoicipt.i de Correntes o
ctlado Eduardo Goaes de Lima na qualida*
de de jais do l. distncto d'aqulle municipio,
por ter viodo a esta capital a ser?lgo publico o
respe..t vo funccionaria bacard Fraacsco Xa-
vier Paes Brrelo.
Ao Sei'et rio da Paien-'a. -^omaooico
voa, para os devidos fios. qoe em 12 do corra-
te detxou o exercico do cargo de juiz de di-
reno do municipio de Corrsntes, por ter sido
chamado sta capi'ai i gervgi publico o ba-
charel Francisco X*vier pae* Barreito.
Ao mesrao.Por determinagao do Sr. Dr.
Governador do Botado pego-vos c,ue providen-
cien no sentido de ser abnala ao tnsate do
1.; bataihao de Iofanta-ia estadoal Enllm Fer-
rei-a de Mello, a importancia de tres meies de
sold, deveodo ser iadeonisada por descontos
measaes da 3. parte do solio daquella ofi-
cial.
Ao Secetaio da la-lus ra.Transmlttia-
do-vos o offi;io unto ro- copia do c mmandao-
te do 1.- batilbao estadoal eom re!e-ea :ta ao
traosporte de variolosos para o hospital de
Santa A;U3da, p?go que providenciis ao sen-
tido oe ser sMisfeita a reqaeigia contila ao
alladido cilicio.
Ao gerente ioterico da Comsanhia Per-
oimbucana de Navegagao.De posse de vosso
oicio de 17 do correte, dec'aro qo o Sr. Dr.
SecretaMo ticoo sciente de que o varor Una
dessa Companbia segui-a < 4 boras da tarde
de amaoba para o porto da Babia, eom a escala
do costone.
Ao commaodante do 3.- batalbSo de la-
fanaria estadoal.Podis f-ze- a fubsttaigao
da p-ag Marcolino Jos dj Hi.-a-lo e S lv. q^e
faz 1 a te do ueatacamento do muocipio di Vi-
ctoria e de qaem trotastes em officto n. 816, da
noje datado.
Ao mesmo.Providencial para qie quan
do o corpo de cavallaria liver de dar a guarda
oa Casa de Deteogu, seja commaodada por utD
&f&:ial do batafnao de voseo ccmmaodo.
Expediente do Director da 1" Directora
Ao coonnundaote do 3.- batalaao de infanta-
ria estadoal.O Sr. Dr. Secretarlo da fustiga
manda teclarar vos, em resposta o voso offi-
cj o. 809 de 17 do correla, qoe opp rtaua-
mecte ser satisfeito o pedido qce Bztttss de
orna paaio'.a para a cundo g5o de .ragas enfer-
ma'-.
Ao S-. rommandante do 3.- batalbao da
infamara estadoal.O 3\ Dr. Secretario da
Jostiga mana declarar em resposta ao vosso
offioip c. 807 de 17 do corrente, qae o prego
das passageus de 2.a classe de ida e volta des-
ta capital a es^gao de RiDti.-io te 3*100 e de
Ida sumen e 2iC0.
Expediente do director da 3.' Directora
Ao D\ dir br do laslitutJ Be ijamln Con-
stant.-Incloso remetto-vos, em none do Dr.
Secretario oa Jus'.ig-, Negocies Iatenos e la-
struegSo Pobltc, o requ-'lm nm de Jo3o Ba-
ptista da Silva P axedes, em que s .lie ti o pa-
gamento da imporlaocii de loOiOOO, prove-
niente de concertos e eparos por elle feitos 00
eocaeameoto do caz desse edificio, afim de que
prestis nformaga".
Expediente do Dr. Secretario da Justica. Negocio
Interiores e Instrw.cdo Publici d dia 20 i
Dezembro de 1895.
Expediente do Director di 2.' Directora
Oficio:
Sr. Dr. Presidente da Inspectora dos Tnea-
tros.^Ds ordem do Sr. O'. Sec-etanu comnu-
n co- ves para os Una convenientes, que oa pe 1 -
gSo em que Antonio do Livramento requer per-
misEai para realfiar alguns espectculos no
tbeatro Santa Isabel, foi pelo mesmo D Se-
cretario laagado o seguate despacho : Ds-
ftido, pagando o peticionario a contriauigo
do estvlo .
Expediente do Secretario da Justica, Negocios,
interiores e nstruccao Publica, do da 19
de Dezembro de 1895.
Acto:
O Secretario da Justgj, negocios loterlos
Iosirucgao Puoica resjlve transferir o capnao
da 2." eompinbla do 1.- batalbao de infanti
ria estadoal, Anillo Gomes de Si Nivses, pap
Igual posto na 1 companbia do 3.- r;atalno,
na vaga do capillo Jos Ponciaoo da Macedo,
que foi reformado.Piseram*se as commuji-
cagdis necessarias.
Portarla:
O Sr. Soperlnteaeate da estrada de ferro do
Recife a Llmoeiro digoe-se de aa- passige"
por coala do Bsiado, em carro de 2 clssse, da
Portaria :
O S*. eogenheiro director da estrada de ferro
Central de Peroaoioocr, quei-a dar pas agetn
de ida, em carro de primer' classe, aa es agio
do Recife a de Caruar, ao juiz de dimito ba-
charel Amonto Cosario Cardoso A y es, sua om-
ine-, quatro finos menores, urna coobada e um
creado, com direlto a bagagem qae apresaotar
devendo correr a despeza por conta do Es
ludo.
Offi:ios :
Sr. D-. Secretario da Fazenda.Sollci o-oa
a expedigo de ordeos li n de qne pela verba
competente seja paga a Maooel Fr,usco da
Silva Branco, jois de direi.o oterioo do mam-
cipio de Caruar, a graiificago a que tem di-
relto pelo exercico daqoelte cargo, durante o
periodo de 1 a 30 de Novemoro do correnta
anno.
-~ Ao mesmo.Communi".-.-vos, pira os de-
V: los Qos, que em data de 3 de Agosto deste
aono, assumio iute iosmeote a vara de direlto
do munic po de Cabrob, na quilidade de jutx
do l. distncto respectivo, o ciirdao GougalC
A ves B-aodao.
Ao mesmo.Pego que vos d gneis de pro-
videnciar atin de qoe pelo a.-t. 2.- 1 n. 40,
da lei d- o-gameoto vigente seja piga ai dea-
pacbnte da Altandega, Miros Jo da Silva, a
quant a de 71*830, fia que trata a anta jama,
proveniente de d spicios acareo, de dea
caixs8 com apparelbos destnalos a9 se vico
au h-opome neo.
Sr. D qiestor poli:il inte-lno. Re-
ommeoi. -vos que fagies po- em libsrdadeo
sentencalo Manoel GueJes Momei o, que se
acba recolbido na Casa de D teugao, lodo ul-
timameote do piesldlo de Fernando, visto f star
contemplado oa anolstla autorgada por decreto
o. 310 de 21 de Outnbro ultimo ; e bem asim o
de nome Manoel Jos Perer?, ex marinhelro
nicion1, perdoado pelo Dr. Prts dente da Re-
publica.
Sr. commandaote do 2 batalbao esta-
doal. Havendo o Saperior Tribunal de Justica
concedido babeas corpua ao Dr. Aotooio Mol-
oarl Lurlo qoe se acbava pre'o na Casa da
De'.engo e tioba de seguir pira a Capital Pede-
al, pruvidenciae afim de que o teneme do ba-
taihao sob vosso commando. Antonio Peregrino
de Faria, que bavia sido designado para con-
lusil-o, restitua aos cofres do Esiai'o a quantia
de 20040A0 que receben como ajada de rusto,
urna ves qne a ella nao tem direlto por baver
deixado de se re*l'sar a viag m.
Sr. conmandan e d, 3.- batalbao esta-
doal. Providencae para qae no dh 27 do cor*
reate, s 7 horas da noite se acn 00 edificio
sm qae funecima a Sjcledade Ui'S> Typogra-
tnica PernamDu -ac, ra M re lio D as o.
32, a banda de msica do b ta bio sob vosso
commando, afim de losar por o ciaiJ-j lia sel-
sao magna que aquella Saeud d realisa am
a .laoulsacio do 3.* aaulveraario de sui inslal-
laclo.
:r
-


,


*

fc
Diario daPernambaco Quinia-feira I* de J1111I10 d> 189G
Expediente do Director da I' Directoria
Officics n

Sr. Dr.anaa'.o' plcM.iatriO'.0 Sr D -
Sectane d^aat'6*' tntoia oannimia- <>*
em rejceiia-jn -" ofncicn'a.- 861
corrale, n*xp do 2.* tatiMd de lataotoru tatodoM tu aea i-
do de vos airen aprese* o>. 1 ojoo e 'us
prscaj. aflm d' ir bosc.r a Vicio l o In ii-
doo de nome.ilaooeJ Ri>dri?ued de fl cuaeofem
roohecido potll*>el Peweira.'oa J j Ha*-
la qu; al 11 ee actu preso coso c.-imicos) i o
oiau'cipio de timb.
Ao mermo.O S.\ D\ Secretario d* Ja
tifa manda comroooi'ar-vof, pan, os nos -oo-
veo*ota* oue a Sgrela'! da b'aieoda aiba- nstilit.da a paga* a J- Fe-naadefl d.i S; v. Pn
lo a qc? i ia d" 07D4CO. p-owoieoie da a teo
forrt-'dO' enf rraaru di Caea de De.t*ocao.
S\ con lUandan'e do I.' batalnapaoviiit
dokl.O 8r. O'.&ecreU'i da fot tica man'a
commoni -or-tua, pira o js conven niea. qu- (
no requeramos da pr,c do baiai04o sot> ja-t
i a i con-m arto, Manoet
' roa naf a n^cw* wpufca : Saja Mae i-
do a loipe can aaatiaa asi tr, oue t:ios j.-
rueoa aniuor.
Expetitne do Director 4* i.' Directo**
OfiBctt:;
Josqotm di SI a ex de Mendonca. Ao Eim. Sr. Or. Gnrena*
*r*.i
Luir MFfWisa-Reg .Ao portetro para ao
trabar.
Hanod Kernandrr Haaca^nbaa Requeira
a qunflt oomper.
Uael DeOlinda aV Dores. Cerulirrw
Sr. 0-.-ofaiilaU-.daLa-peetoMa doa ltia
in'.wDtattfiD tg Df. S-rir lulo o.i J ;t-
t c, rerm"0Q*a. aara oa ta* coof en
i a, qo-tH-petiea* era qn -S'Cioiaie M i >*
P,o dua Ojatario* Cigatrei/u reqier per.i U w
04*t '>a m u b espe uco'o no lOal |
I aitl, em II de Ja-ei'O v o.loare, foi l o rfonaui e .4*p--c- a i D fe-idj mejuul*.-
co itriDoig di) efiyio
directora geral do thesouro do
estado de pernambuco
'Despachos do dia 16 de iun/io di
l8g6
AaiocUcao 0*nn.:riat, Joaquirn V. Pre.ira
si.
Anin o 4s,'Siha Coulo. Julio da Oltaaira &
', a o trat. Informe-o Sr. D'. adiD'B'Birt-
lor tln Mectbailona.
Joao'.'yllo do Cama, Job* O lon i. Pi-
re?, Dr. V ceote Ferrer B. Waoirl Marques &. C.,,Carlos Sindeii e BarrosiJfaS'lHi-:
ler.-Hja \i3ia o Sr. Dr. procurador lii-
cal.
Francisca Britjil lo U. Cavalcaot, colector
de Co t, Liopuldo Jos Felippo Santiago.
Infvnaa u r. Ur. sui ui.reclor d coniapiJi-
dade.
Sirviodo d) protocolla.
Amaro A. Baudottx.
Etvi n. im
O CONGRKSSO LECHSLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta :
Art. i. As estradas'de ferro privilegiadas ou
garantidas pelo Estado de Pernambuco sero classi-
cadas :
a) de i.* cathegoria aquellas para as quaes fr
justificado um trafego provavel superior a 8.0O0.O00
de passageiroskilmetro e 2.500.OOO toneladas
kilmetro de cargas inclusive animaes ;
b) de 2.a cathegoria aquellas, para as quaes for
justificado um trafego provavel superior a 3.000.000
passageiroskilmetro e 1.000.000 toneladaskilo-
metro de cargas inclusive animaes.
c) de 3.a cathegoria aquellas para as quaes for
justificado um trafego provavel nunca inferior a
300.000 passageiroskilmetro e 100.000 toneladas
kilmetro de cargas inclusive animaes.
NaS estradas d'esta ultima cathegoria, quando
forem ellas de interesse puramente local, poder a
bitla, de accordo com as iastrucces annexas, ser
reduzida a o,m6o entre trilhos, comtanto que em
epocha alguma possa o seu desenvolvimento total
exceder a 50 kilmetros.
Art. 2.0 Os auxilios concedidos, pelo Estado a
qualquer estrada, embora a companhia ou empreza
que a tiver de executar seja estrangeira e os capitaes
levantados para esse fim o sejara no exterior do paiz,
serao sempre estipulados em moeda nacional.
Art. 3.? Todos os auxilios serao determinados
com a base .mxima de 40 contos por kilmetro, em
media, para a9 estradas de 1. cathegoria, 30 contos
para as de 2.^ e 20 contos para as de 3.', e consisti-
ro em subvenfes computadas : para as estradas de
1.* cathegoria em i/a, para a9 de 2.* em 1/3 e para
as de 3.* em i]4 do capital fixado de accordo, com as
prescripces cima estabelecidas, e fianca ou garanta
de juros de 7 *[s ao anno, que se estender respecti-
vamente a 1J2, 2(3 e 3[4 do mesmo capital, durante
o praso .firmado de accordo com as disposicoes do
i. do art. $*.
Art. 4. Se bem que os auxilios prestados obede-
Cam s delimitacoes do artigo tantecedente, ser re-
conhecido, para fins adiante estabelecidos, como
capital total, o que for preciso construcco de
todas as obras, acquisico. e montagem de todo o
material, fixo e rodante, da linha telegraphica, da
superstructura metallica, e bem assim a.todas as des-
pezas accessori.is, taes como .desapropriaces er. in-
demnisa{5es de beratoitorias durante o periodo da
construcco, embora seja esse capital superior aos
mximos determinados conforme as bases estabele-
cidas na primeira parte do messr artigo.
Art. 5/ Alm dos favores de que cogitam os
arts. 2.' e 3. conceder o governador:
i.* privilegio durante um praso mximo de 30
annos, contados da data da nauguracao do ultimo
trecho construido, sendo vedada-dentro deste praso a
concesso de outras estradas, que corram na raesma
direcco, dentro de urna zona de 15 kilmetros, con'
tados perpendicularmente-para, cada lado.do eixo.
Fica, porm, entendido que essa prohibico nfto
exclue a concesso de outras linhas, que, derivndo-
se de qualquer ponto da primeira, sigaro dicecc5es
diversas ou que, desenvolvendose em direcces
differentes, venham cruzar em um e ponto-com as
anteriormenle.construidas ou concedidas
Qualquer estrada executada de accordo cm o
que cima ficou estabelecido, poder construir esta-
coes e manter trafego nos primeiros 20 kilmetros a
partir dos pontos iniciaes, ou de cruzamento, embora
fique todo esse trecho situado dentro da zona garan-
tida na 1.a, parte do presente..paragrapho, nao tendo
por esse motivo a estrada. ou estradas primitivamente
concedidas, ou j construidas direito a indemnisacao
de especie alguroa ; comtanto que, a partir dessa dis-
tancia, nao toque a ultima estrada em mais ponto
algum das zonas anteriormente privilegiadas, salvo
ajuste previo com audiencia do fiscal do governo e
approvaco d'este.
2.0 direito de desapropriaco na forma das leis
em vigor,
3. os terrenos devolutos situados margena
da estrada e que forem necessarios construcco de
seu leito, ou de suas dependencias.
4.0 uso das madeiras.e outros materiaes exis-
tentes nos terrenos devolutos e que precisos f rem
construcco.
5." isenco de direitos de importaco, que so-
licitar do,governo federal, nao. s para todo o mate-
rial especificado no art. 4 como tambera para o ne-
cessario ao seu consumo, inclusive carvo de pedra,
tudo de accordo com as disposicoes estatuidas pela
Unio, ficando entendido, que a isenfo relativa a
carvo de pedra cessar quaudo dentro do paiz forem
descobertas e exploradas minas que com vaatagem
possam fornecer todo ou parta do carvo necessario
ao serv co.
Se o governo da Unio recusar ao material da
estrada o favor de que cogita o presente paragrapho,
perder o direito s vantagens que lhe sao conferidas
pelo art 37, ticando equiparado a um simples parti-
cular, ainda mesmo quando se tratar dos. transportes
de malas e quaesquer agentes do Correio.
6r preferencia em igualdjade de condicoes para
a construcco dos prolngamelos e dos ramaes.
Art. 6." Nenhuma estradaj ser, concedida sem
que o seu tracado esteja incluido no plano de viaco
frrea do Estado, que fr adoptado, salvo os peque-
os ramaes de^interesse puramente local cuja con-
veniencia for cabalmente derapnstrada ao governo,
que ainda assim s os poder permittir si de forma
alguroa prejudicarem elles s linhas j concedidas,
construidas ou incluidas no plano geral
Art. 7.0 ToJas as estradas, principalmente as
de 1.* cathegoria, obedecero em absoluto ao typo e
normas das instrucces annexas, exceptuadas as per-
mitidas pelo art. 2. das meemas- instrucces e a
alinea c do art. 1 das presentes disposicSes.
Art. 8." Nenhuma concessjo poder ser feita sem
precoder concurrencia publicaje sem ser a individuo
ou companhia que, alm de idoneidade, offereca as
garantas geraes adiaate determinadas e outras espe-
ciaos que convenha ao governot exigir.
Art. 9. .Na proposta que. o preteudente apre-
sentar. especificar o prazo do privilegio, inicio e con-
clusoda: obras e juntat todos os esclarecmentos e
docunjentos necessarios justifipafo do trafego pro-
vavel e c'assificaco da estrada, pudendo o governo
nao s exigir maior numeriisdaquelles dados, quando
offerecendo o concurrente supenoridade de condi-
C5es sobre os demais, forem todava oraissos ou in-
sufficientes os que apresentar. como mandar organi-
sal-os directamente por conta do interessado.
Art. 10. O custo dos estudus de qualquer estra-
da, realisados anteriormente -sua concesso, e bem
assim a importancia dos trabalhos previstos na ultima
parte do artigo anterior, sero levados conta da
subvenco e. d'ella descontados no momento de seu
pagamento quando houverem sido executados direc-
tamente pelo governo
Art. 11. Urna vez assignado o contracto, o con-
cessionario, ou companhia, nao poder transferil-o a
outrem sem previa approvaco.do governo, que, no
momento da transferencia, ter o direito de alteral o
em um ou mais pontos, porm sempe de accordo
com as presentes dispasicoes.
Art. 12. Si o coatractante, ou pessoa quem
transferir o contracto, for estrangeiro, desistir de
todos os privilegios e regalas que possuir como tal,
ficando para todos.os effeitos e execuco do mesmo
contracto,, exactamente como si nacional fqsse.
Art. 13. A garanta de juros ser paga smente
durante o prazo do.privilegio, livro de quaesquer im-
postos, em semestres vencidos em 30 de Junho e 31
de Dezembro de cada anno, e, no mximo, at o fim
do 3.0 mez do semestre seguinte.
Art. 14 Parte da subvsnco, ou toda ella, quan-
do fr precisa, menos as quantias resalvadas pelos
arts. 9.0 e io.", ser applicada na acquisico de todo
o material, fixo e rodante, superstructura raetaUioa e
linha telegraphica.
Art. 15. Si a subvenco nao for sufr .tiente-para
a acquisico de todo o material especificado no artigo
anterior, o excedente ser retralo do capital garan-
tido e a garanta dos juros relativa a esse excesso s
se tornar ieffectva depois de satisfeitas as exigen-
cias do I.* do^artigo seguinte; no caso contrario
as sobras sero. applicadas na construcco dos pri-
meiros trechos da linha
Art. 16. A subvenco s se far effectiva par-
cialmente e na proporco do material que fr sendo
adquirido-.
A parte relativa a cada fornecimento ser divi-
dida en dnas prestages, urna de 80 "[, e a outrai de
20 "p; pagaveis, a 1.' immediatamente depois'de
chegadu, verificado e inspeccionado o material pelo
fiscal, a 2.* depois de achar-se o material rodante e
o das officinas em estado de funecionar, e o demais
applicado aas obras.
A compntaco do valor de cada fornecimento ser
feita pelo otcamento previo o^ue tiver servido:de
base fixac'. da capital.
Art. 17. Na hypothese da ultima parte do art.
15, isto iquando a subvenco fr superior impor-
tancia do material, o pagamento do excesso ter
tambem lugar em duas prestages do 80 "[? e 20 ?[,;
sendo a primeira depois de concluido o servico de
terraplaaagem do trecho em que fr applicado, e a
segunda inmediatamente depois de entregue ella ao
trafego.
Att. 18. As chamadas de capiral sero feitas
proporco que forem precisas e as importancias sero
recolhidas a um estabelecimento bancario do Estado
para serena, empregados medida que forem neces-
sarias, mediante permisso ou determinaco do go-
verno.
Art. 19. Antes de ser encetada a construcco
do primeirp trecho da estrada, poder o eoncessiona-
rio ou companhia realsar urna chamada de 10 /0 a
12 [. do capital garantido, para occorrer s despezas
preliminares.
Essa- parte do capital comecar a vencer o juro
de 7'[. da data em que pelo fiscal forem approvados
os documeatoscomprobatorios de ha ver todo elle sido
convenientemente empregado.
Art. 20. Os juros obtidos pelos depsitos, de
que trata o art. 18, revertero em beneficio do con-
cessionariq ou campanhia, que s comecar a peece-
ber a garaatia de 7 ct. por partes do capital, a partir
da data dainauguraco de cada trecho ou seceo era
que tiverem sido applicadas.
Art. ai. O capital total, o capital garantido e a
subvenco sero fixados de accordo com os arts 3."
e 4/, e diante dos documentos de carcter geral,
especificados as instrucc;es annexas, que sero ap-
provadas pelo governo, si depois de examinados pelo
fiscal nenhuma alteraco ou modificaco fr exigida.
Art. 32. Todos esses documentos, urna vez de-
finitivamente approvados, nao podero ser alterados,
total ou parcialmente, sem acquescencia do governo!
sob pena de multa, ou resciso no caso de reinci-
dencia^.
Art. 23. Os planos especaes e mais desenhos de
detalhes necessarios construcco de todas as obras
d'arte, edificios, suas dependencias, perfis da va
permanente, etc., sero sujeitos approvaco do
fiscal um mez antes de dar-se com eco obra, e si
findoesse prazo nenhuma communicaco tiver sido
feita ao coacessionano, approvando ou exigindo mo-
dificacoes, fica subtendido que forara approvados.
Art. 24 Si forera exigidas modificares pelo
fiscal companhia ou concessionario, ser obrigada
a executal-as sob pena de multas que variaro de 113
3\A do valor da obra executada, sem as modifica-
c5es, e que reverte o em beneficio do capital garan-
tido, que ser d'ellas diminuido.
Neste caso poder ainda o governo, si entender
conveniente, mandar demolir a obra e executal-a di-
rectamente por conta dojcapital garantido.
Si a companhia espontneamente fizer alteracoes
nos planos e desenhos, depois de.approvados, perder
o direito garanta de juros sobre o valor da obra
assim executada; si, porm, as alteracoes foremfreali-
Sadas com approvaco do governo e dellas resultar
economa na execuco, a metade revertar em bene-
ficio do capital garantido, que della ser reduzido, e
a outra metade em beneficio da companhia ou con-
cessionario.
Art. 25. A subvenfo ser considerada para
todos os effeitos como mero adiantamento ou empres-
timo feito pelo governo ao concessionario ou compa-
nhia e ser garantida por hypotheca da entrada ao
Estado, mediante ttulos preferenciaes sem juros, no
valor d'aquelle empresc moou adiantamento, os quaes
sero recolhidos ao Thesouro do Estado na medida e
proporco que forem por este satisfeitas as parcel-
las d'aquella impo tancia.
Os pagamentos da subvenco sero feitos em
apolices da divida publica estadual ao juro de 7 0/0 ao
anno, emittidas sobre o valor e garanta desses ttu-
los.
Essas apolices sero resgastadas^ ou directamen-
te palo Governo na medida e proporco que forem
resgatados esses ttulos, conforme dispe o art. 27,
ou pelo concessionario que as entregar ao Thesouro,
recebendo como quitaco os ttulos correspondentes
ao valor das apolices recolhidas-
Os juros dessas apolices sero pagos integralmen-
te pelo Governo at realisarem-se as previsoes da
primeira parte do art. 27.
Art. 26. O pagamento da garanta de juros s
ter lugar em presenea dos balancetes de liquidaco
da receita e despeza do custeio da estrada e depois
de verificados e approvados pelo fiscal, ou diante dos
documentos a queallude o art 19, quando se tratar
do pagamento da fianca relativa parte do capital
garantido mencionado na mes 110 artigo.
Art 27. Logo que os dividendos excedara a 7 /
do capital garantido, os excessos sero applicados se-
mestralmentt, conforme permittir sua importancia.
i." No resgate dos ttulos, e, em consequencia
das apolices por elle garantidas, de conformidade com
a segu da parte do art. 25.
2.0 No reembolso ao Estado de todas as quan-
tias qne o mesmo houver dispendido com o paga-
mento dos juros dessas apolices,
Fica entendido que soniente depois de resgata-
das as apolices e os ttulos comecar a esttuico dos
juros.
Art. 28. S.itisfeitas as disposicoes do artigo an-
terior, quando os dividendos forem superiores a 7
do capital total, menos a importancia d'aquelles utu-
tos, o excesso ser destinado nao s ao reembolso
da garanta de juros paga at ento pelo Estado,
como tambem ao das despezas executadas com a fis-
calsaco.
Art. 29. A reverso da estrada para o Estado,
depois de findo o prazo da concesso, ser regulada
da seguinte forma :
1 Si findo aquello prazo tiver o concessiona-
rio reembolsado, de conformidade com os art. 27 e
28, as importancias de todos, os compromissos at
ento realisados pelo Governo, e houver cumprido
satisfactoriamente todas as clausulas de seu contra-
cto a juizo do mesmo Governo, ser-lhe-ha concedida
urna prorogaco igual a 1/3 do tempo da primitiva
concesso, sem garanta de especie alguma, a nao
ser o privilegio de zona ; vigorando ainda durante
esse novo prazo as obrigaces contradas pelo con-
cessionario em virtude das clausulas de seu contra-
cto, e correndo as despezas de fiecalisaco por conta
do custeio.
Esgotado esse novo prazo passar a estrada com
todo o material fixo e rodante, linha telegraphica,
edificios e dependencias a ser propriedade do Es-
tado,
2.0 Si, porm, esgotado aquelle prazo nao hou-
ver o cancessionario satisfe:to.as exigencias dos arts;
27 e 28, reverter a estrada para o Estado, pagando
o Governo urna indemnisacao igual metade da d-
fferenca entre o capital total e a somma de todas as
importancias'que forem ainda devidas ao Estado.
Fica entendido que si a somma das quantias de-
vidas for igual ou superior ao capital total, a nenhu-
ma indemnisacao ter direito o concessionario.
Art 30 Antes de terminado^ o prazo do previle-
go poder o Governo encampar a estrada, se assim
exigir o interesse publico, procedendo determinaco
do poder legislativo do Estado.
Si a encampaco tiver lugar depois de decorrido
um periodo superior a um terco do prazo, o prego
da indemnisago ser igual ao capital total menos a su-
' bvencao; si, porem o fr antes de decorrido esse
periodo,- pagar o Governo, alm da indemnisacao
que vem de ser regulada, urna gratiflcaco igual a
tantas vezes maior renda liquida annual realisada
at ento, quantos forem os annos ainda precisos para
completar o terco do prazo da concesso.
Art. 31. O Governo reincidir o contracto, sal-
vo caso de forca maior, cuja procedencia s a elle ca-
bera julgar :
a) si deorridos seis mezes da data da assigna-
tura do contracto, nao estiverem recolhidas a um es-
tabelecimento bancario do Estado as importancias
das chamadas do capital garantido conlorme precei-
tuam os arts. 18 e 19 ;
S) se dez mezes dapois da assignatura do contra-
cto nao for encetada a construcco em um trecho de
10 kilmetros pelo menos ;
c) si durante a construcco houver raorosidade
no proseguimento dos trabalhos, ou nterrupco por
mais de- 90 dias ;
d) si persistir o concessionario ou companhia em
alterar, sem consentimento do Governo, os projectos,
desenhos, typos de obras ou do material fixo ou ro-
dante e orgamentos j approvados ; ou si usar de m
f e repetidas detengas na execuco das ordens trans-
mitidas pelo fiscal;
e) si for excedido por ma3 de oito mezes o pra-
zo determinado no contracto, para concluso de to-
das as obras ;
f) si em qualquer epocha,.depois de entregue ao
trafego toda a estrada, ou parte della, mantiver o
concessionario por mais de 6 mezes em mu estado
de conservaco o leito, obras d'arte, material fixo ou
rodante e a via permanente, de forma a haver perigo
na circulaco dos trens, ou si por este motivo for o
trafego interrompido por mais do 15 dias ;
g) si tentar o concessionario ou companhia pre-
judicar por mais de trez vezes as receitas liquidas,
com a neluso no custeio de despezas nao contidas
as especificages do art. 39, ou si usar de dolo na
organisaco de mais de trez dos balancetes seraes-
traes, exigidos pelo art. 26 para pagamento da garan-
ta de juros.
Art. 32. Pela nao observancia das clausulas do
contracto e para as quaes nao se communicar pena
. especial, ficar o concessionario Sujeito a multas que
variaro de 50$ooo a i:O0O$O0O, conforme a impor-
tancia da infraeco.
As delongas dos prazos estipulados no contra-
cto sero punidas, por dia de excesso, com o mximo
das penas ; podendo o Governo em qualquer caso
rescindir o contracto, logo que a totalidade das mul-
tas attinja a 5 /0 do capital garantido \ ou a impor-
tancia da fianca qne tiver o concessionario recolhido
ao Thesouro, si a resciso tiver lugar nos casos (a e b)
do art. 31.
As collisoes entre trens ou entre locomotivas
sero punidas com multas de 5:oooSooo a 10:000$,
as quaes em caso algum podero ser relevadas, fi-
cando alm disso, o concessionario obrigado a in-
demnisar, por sua conta, as familias dos mortos, ou
aos inutilisados, em consequencia do accidente, ra-
zo de 5:oOO$ooo por pessoa, alm das despezas de
tratamento e enterro.
Si o concessionario recusar-se aos pagamentos
cima determinados, ou protellal-os por mais de um
mez,, sero elles effectuados directamente pelo Go-
verno e as importancias descontadas da garanta ou
fianca de juros relativa ao semestre em andamento
e subsequentes
Si a colliso produzir mortes, ser sempre
applicado o mximo da pena.
Os casos successivos de deterioraco, desfalque
ou extravio de mercadorias, bagagens, encommendas
e'mo trato, ou morte de animaes, durante otrajecto,
ou emquanto permanecerem sob a guarda da estrada,
sero consideradas faltas graves e punidas com o me-
dio das penas estabelecidas na primeira parte do
presente artigo, sem prejuizo das indemnisaces de-
vidas aos prejudicados.
Art. 33. As importancias -das multas que nao
forem imposta*; por forca do art. 24, sero desconta
des semestralmente da garanta de juros, ou de
quaesquer quantias qu forem pelo Estado devidas
ao concessionario, no caso de resciso do contracto.
Art. 34. No caso de resciso do contracto 1
i." Si ella tiver lugar antes de encetada a
construego, perder o concessionario direito nao s
ao previlegio, subvenco, garanta de juros e os de-
mais favores que lhe houverem sido concedidos por
forca do contracto, como ainda a todos os depsitos
que tiver recolhido como cauco ao Thesouro do Es-
tado ;
2." Si porem, ella tiver lugar durante o pe-
riodo da construcco, ou depois de entregue a estra-
da ao trafego, pagar o Governo urna indemnisacao
igual ; no 2." caso do capital total menos a importan'
cia de todas as sommas que lhe forem devidas, inclu-
sive as multas, nao podendo a quantia assim deter-
minada t-er superior a i/l da differenca entre o ca-
pital total e a subvenco ; no 1. caso, a differenga
entre o valor das obras executadas e do material
comprado at ento e a somma de todas as quantias
e multas que forem devidas.
Art. 35. Quer no caso de resgate, quer no de
resciso do contracto, as indemnisaces sero pa-
gas em apolices da divida publica estadual ao juro
de 6 % ao anno, as quaes comecarao a ser resgata-
das annuahnente com os excessos que a r^nda liqui-
da da estrada que a garantir, apresentar sobre a im-
postancia total dos respectivos juros, respeitadas as
delimitacoes estabelecidas na primeira parte do art.
27.
Art. 36. Havendo desaccordo entre o Governo e
o concessionario sobre a iutelligencia das clausulas
do contracto, ou sobre a avaliaco das indemnisaces,
quer sejam as relativas a resgate Ou encampaco,
quer resciso, ser a questo submettida diciso
de dous arbitros, sendo um nomeado pelo Governo o
o outro pelo concessionario
O desempatador dessa commisso, escolhido por
annuencia entre ambas as partes, ser um -Juiz do
Superior Tribunal de Justica do Estado ; na falta
d'essa annuencia, o Presidente do mesmo Tribunal.
Todas as decisoes relativas a indemnisacao se-
ro exclusivamente baseadas no orcamento previo
approvado pelo Governo, conforme dspoem os arts.
3 e4-
Art. 37. O concessionario obrigar-se-ha :
a) a observar fielmente as instrucces annoxas
e outras complementares que forem posteriormente
expedidas ;
t) a construir de accordo com todas as regras
da arte e principios da sciencia e manter em penfei-
to estado de conservago o leito. obras, d'arte, edi-
ficios, dependencias, linha telegraphica, etc de
forma a tudo conservar em condigoes de perfeita se-
guranca e regularidade :
c) a manter em perfeito estado de conservago
o numero de locomotivas, carros e wagons de todas
as especies que o Governo exigir, devendo ainda,
quer na acquisico quer na substituico do mesmo
material, obedecer s indicacoes sobre o typo, quali-
dade, systema de freios e at procedencias determi-
nadas pelo fiscal ;
d) & cumprir as determinaces do Governo so-
bre a quantidade de trens, horarios, syetema de tari-
tas, Valores das bases, numero e importancia das
classes; nao podendo fazer alteraco de especie al-
guma sem previa approvaco ;
e) a executar com a maior regularidade, segu-
rnca commodidade, todos os transportes de pas-
sageiros, animaes, bagagens e encommendas que
trans tarem pela estrada ;
f) a transmitir com o abatimento de 50 / so-
bre a tarifa em vigor todos os telegrammas expedi-
dos pelo Governo e consentir na fiscalisago imme-
diata do telegrapho, por agentes especiaes da polica,
nos casos de agitaco ou alteraco da ordem pu-
blica ;
g) a transportar com abatimentos :
de 50 ,r :
i.* As autoridades, escoltas policiaes, bagagens
e animaes a estas pertem-entes, quando em viageni
a objecto de servigo publico ;
2. As forcas de qualquer natureza e municoes de
guerra, nos casos de conllagraco intestina ou de
guerra externa ;
3.0 Os colonos ou immigrantes, suas bagegens,
ferramentas; utencilios e instrumentos aratorios;
4. Todos os gneros de qualquer natureza, en-
viados pelos Governos Estadoaes ou Federal, desti-
nados a soccorros pblicos exigidos pelos seccas, in-
nundaces, pestes, guerra, *ou outra calamidade. pu-
blica.
de 75 'L
Todas as sementes e plantas enviadas pelo Go-
verno para serem gratuitamente distribuidas pelos
lavradores ou despachadas pelos particulares, quan-
do se destinarem introdcelo de novas culturas no
Estado.
h) a conceder gratuitamente, alm do transpor-
te em carros especiaes para os agentes do Correio,
malas e quaesquer valores pertencentes ao Estado,
nos trens ordinarios, duas passagens de 1.a classe
e duas de 2.* com direito a 50 kilogrammas de ba-
gagem, e nos trens de suburbio 10 passagens dia-
rias, sendo 6 de i.a classe e 4 de 2.a, sem direito a
bagagem.
Art. 38. Sempre que o Governador ou qualquer
dos Secretarios do Estado exigir, o concessioioario
pora gratuitamente sua disposico trens especiaes,
ou carros reservados, nao podendo o numero desses
trens exceder ao numero de 15, annualmente^
Igual direito assiste ao fiscal, quando viajar a
objecto do servico.
Art. 39. Sero consideradas como despezas do
custeio da estrada, nao s as effectuadas eom o tra-
fego de passageiros, animaes e cargas, com a con-
servago de reparo do material rodante, officinas,
estaces e todas as dependencias da via-ferrea, taes
como armazens, depsitos, leito e obras d'arte, cora
a impresso de todos os documentos, regulamentos,
horarios, tarifas, tabellas e relatorios, como tambem
as relativas a parte da correspondencia, sel i os e se-
guro dos edificios e suas dependencias ; dependendo
esta ultima de autorisago especial e antecipada do
Governo.
Art. 40. A fiscalisaco da estrada ser, execu-
tada pela 3.* Directoria da Secretaria da industria,
por intermedio de um ou mais engenheiros, nomea-
dos pelo Governo e por ello pagos at realizar-se a
hypothese do artigo 28, in fine.
Art. 41. O exame, bem como o ajuste de contas
da receita e despeza para pagamento semestral dos
juros garantidos pelo Governo e o descont das quan-
tias que a este forem devidas, inclusive as multas,
ser feito por urna coraraisso composta do Direc-
tor ou Superintendente da estrada, ura empregado
do Thesouro, d ;signado pelo secretario da Fazenda
e o engenheiro fiscal, que a presidir.
Art. 42. Todos os livros da receita e despeza do
custeio da estrada e seu movimento sero mensal-
mente examinados pelo fiscal do Governo, que os
visar, se estiver a escripturago em termos e "as
parcellas nelles escripturadas de accordo com as e s-
pecificages do artigo 39 ; a esse exame assistir o
Director ou Superintendente.
Alm dessa verificaco, o concessionario ser
obrigado a permittir, em q lalquer epocha, ao fisc al
ou ao Director da 3 a Directoria da Secretaria da
Industria a verificaco de todos os livros prestar
no momento;os esclarecimentos que forem pedidos.
Art. 43 Mensalmente apresentar o concessio-
nario ao fiscal mappas contendo todo o movimen-
to da receita e despeza e, annualmente, um relatorio
circurastancia lo da tod >s os trabalhos era execuco
appen-ando. quadros, conforme modelos approvados
ou indicados pelo fis al, consignando : as quantida-
des e custo das obras feitas do material emprega-
do,-jo tempo medio de duraco do que houver sid o
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Diarlo de Pcrviambnco 4|uinlu-feira I* desun.* de 1896
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substituido, estatistica do trafago, abraagendo a
receita e despeza do custeio convenientemente es-
pecificada ; e peso por qualidade da mercadorias,
animaos, bag-agens e encommendas ; numero de pas-
sageiros de cada classe, percursos medios e totaes;
quantidade, percurso e aproveitamento do material
rodante, coasumo de combustivel' lubri cante e ou-
tros materiaes, medias de trafego, tarifas e despe-
- zas medias obtidas
Art. 44. A companhia ou concessionario ser
obrigado a acceitar como definitivas e sem recurso
de especie alguma, as decises do Governo sobre
as questes que se susciUrem relativamente ao uso
reciproco das estradas, as quaes por ,qualquer mo-
tivo tenha este ingerencia.
Fica entendido que, em qualquer caso, tera o
Governo direito de examinar e modificar, como en-
tender conven ente aos interesses do Estado, as es-
tipulares para este fim foitas.
Art. 45. Para renovaco do material fixo e ro-
dante ser formado um fundo de reserva, por meio
do deposito de 3 ./* da receita liquida, em estabele-
cimento bancario designado pelo Governo
Os juros dessa quantia sero accumulados em
beneficio do proprio fundo de reserva.
Art. 46. Nenhum quadro da pessoal ou tabella
de vencimento ser posto em pratica ou modifica-
do, sem previa approvaco do Governo.
Smeute em casos extraordinarios e urgentes
noder temporariamente o concessionario admittir
pessoal.alm do e-pecificado na tabella em vigor, ca-
bendo-lhe levar o facto 1 inmediatamente ao conhe-
cimento do fiscal, a quem competir verificar a con-
veniencia da medida assim adoptada.
Art. 47. As financas exigidas para assignatura
dos contractos, sero sempre calculadas razo de
2 ./ do capital garantido e restituidas na proporco
do custo dos trechos ou secces que forem sendo
entregues ao trafego.
Art. 48. O concessionario nao poder em caso
algum contrahir emprestimos ou effectuar quaes-
quer outras operaces de crdito, por conta dos ha-
veres da es'rada, de sua renda, ou da garanta dos
juros, sem que proceda autorisaco do Governo.
As permissoiis para esse fim so sero concedi-
das em casos especiahssimos, e do fo ma alguma
podero prejudicar ou aggravar os encargos assumi-
dos pelo Governo.
instruccOes a que se refekem a alinea c
art. i. e o art. 22 e outros
DO
Art. 1." Em todos os tracados sero attend das
as seguintes condices:
I Bitola 1,"00 entre trilh >s.
II Raio rninimo das curvas, i5o,m0O,
III Declividade mxima 1, 8 /*.
IV Extenso mnima das tangentes ioo,raOO.
V Extenso mnima dos patamares iO0,"0O.
VI Largura ordinaria dos cortes 4,m00.
VII Largura dos aterros 3,mfc>'
g i.* As curvas voltadas em sentido, contrarios
sero 1-gadas e por urna tangente.
2 As rampas e contra-rampas sero media-
das por patamares.
Sj 3.' Tanto quanto possvel ser evitado :
I emprego de curvas de raio mnimo e ram-
pas de mxima porcentagem nos tunis, pontes e
viaductos.
II O emprego cumulatvo das condi?5eslimi-
tes para as curvas e as declividades-
III O emprego da porcentagem mxima as con-
tra-rampas, procedendo-se de modo inverso sempre
que o tracado no sentido geral da exportarlo for
em subida.
Art. 2.* As condices presentemente estabele-
cidas so poderlo ser modificadas em casos excep-
cionaes e depois de previa e especial autorisaco
do Governo do Estado.
Em caso algum, porm ser permittida a adop-
co de b tolas que nao sejam de i,'nuO a O,m6o.
Art. 3.' Na organisaco dos dados necessarios
escolha dos tracados sero observadas as seguintes
dsposcdes :
I As plantas sero feitas na escala de 1/1:000
contaro : os raos, graos e desenvolvimentos das
curvas, a configuraco do terreno por meio de cur-
vas de nivel, espadadas de 3 em 3 met os, em urna
zona nunca inferior a 8o,mOO para cada lado da di-
rectriz, nos casos ordinarios e ioo,raoo, ou mais
sempre que fr preciso para a perfeita representa-
do do terreno.
Alm disso, dentro dessa zona, serao indicados
os terrenos pedregosos, as divisas das propredades,
as casas, cercas, acudes, ros, mattas, e tudo quan-
to interessar a boa escolha do tracado.
II O peral longitudinal ser construido na es
cala de 1/400 para as alturas e 1/4:000 para as dis-
tancias horzontaes ; e assignalar, nao s todas as
co-as do comeco o fim das rampas e patamares,
como ainda os pontos de curva e de tangente.
III As secces tranversaes sero desenhadas
na escala de 1/200 e espacadas de forma a fornecer
o maior numero possivel de pontos para a ligaco
das curvas do nivel,
Art. 4. Em nenhuma estrada de propriedade
do Governo, por elle subvencionada, ou smplesmen-
te fiscalsada em consequenca de favores concedi-
dos, poder ser iniciada a construcco de trecho al-
gum, sem que antecipadamente tenha sido approva-
dos pele Governo.
I Todas as plantas e perfis organizados de ac-
cordo com as condices cima indicadas.
II Tabella dos alinhamentos, com a especfica-
ces das oxtenses das curvas para cada tamanho de
raio, das declividades e dos patamares, com as res-
pectivas porcentagens sobre o desenvolvimento total.
escala de
III. Urna planta e perfil geral na
115:000.
IV. Calculo do desenvolvimento virtual, em re-
laQo ao trabalho mechanico, nos dous 1 sentidos da
directriz e separadamente para os trechos entre es-
tafes.
V Relaco das pontes, viaductos, pontilhes,
boeiros, edificios, etc., acompanhada dos projectos
ou typos, com indicaco de todas as dimenses, po-
sqSo em relaco ao eixo da linha, especificaces das
alvenarias, cubaces e ornamentos respectivos.
VI. Tabellas da terraplenagem, distribuico,
transporte medio geral e classificaco approxmada
dos materiaes a remover.
VII. Relaco do material fixo e rodante com
todos os desenhos explicativos que se fizerem neces-
sarios, custo total e das unidades, typos, elementos
e forca de traccao das locomotivas.
VIH. Orcamento detalhado e resumo geral.
IX Cademetas authenticas de todas as opera-
ges effectuadas no campo, com indicaco dos trechos
onde se houver procedido ao estudo de variantes.
X- Relaco das coordenadas geographicas dos
povoddos, villas e cidades atravessadas pela linha.
Art. 5.0 as estradas de propriedade do Estado
a construcco poder ser iniciada, logo que estejam
estudados e oreados os prmeiros cinco kilmetros,
sempre que assiin entender conveniente o engenheiro
em chefe, devendo, porm, preceder approvago do
governo.
Art. 6." as estradas de propriedade particular
a construcco s poder ter comeco por secces de
dez kilmetros e depois de approvados os estudos e
orcamentos de um trecho nunca inferior metade do
sua extenso total; e nenhuma variante poder ser
adoptada, depois de sanecionado o primitivo projecto,
acquescencia do governo do Estado, a quem sero
de antemo apresentados os respectivos estudos e
urna justificaco circumstanciada de sua superiori-
dade sobre a parte que houver de ser abandonada.
Art 7 Urna vez approvado pelo governo do
Estado o projecto de urna estrada de ..ferro, conside-
rar-se-ha iniciado o processo de ex-propriaco por
utldade publica de todos os terrenos e predios
comprehendidos, total ou parcialmente, nos planos e
plantas dessa estrada, que forem precisos para a con-
strucco de seu leito, edificios e mais dependencias,
nos termos das leis n 9 de 12 de Junho de 1835, 129
de 2 de Maio de 1844 e 509 de 29 de Maio de 1861.
Revogam-se as disposices em contrario.
Senado do Estado de Pernambuco, 5 de Junho
de 1896.
Francisco Jeixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto de Olive'ra,
i." Secretario.
Luiz Sci/asar Moscoso a Veiga Pessa,
2.' Secretario Supplente.
Palacio do Governo do
em 11 de Junho de 1896.
Estado de Pernambuco,
DK. JOAQUIM COKHKA. Io'AlUL'JO.
jLein. 1&3
O C.NGRES50 LEGISLATIVO DO ESTADO DB PBRNAMRUCO
Decreta :
Art. l. Subsiste a aposentadoria que, no
cargo de Procurador dos Fetos da Fazenda do Es-
tado, era 9 do Dozembro de S^:). foi concedida ao
Bacharol Joo Francisco Texeira pelo primeiro
Governador Coronel Jos Cerqueira do A-guiar
Lima.
Art. 2.a A penso arbitrada em virtude da
mesuia ap jsentadoria, ser augmentada na razo
do tempo em que posteriormente aquello Bacharel
exerceu o cargo de 2.' Procurador dos Feitos da
Fazenda, considerada a penso primitiva como
correspondente a 10 annos de effect vo exercicio'e
o augmento della e calculada sobre os vencimen-
tos que lhe serviram de base.
Art. 3. Compete ao Bacharel Joo Francisco
Teixera receber do Estado a importancia da pen-
so que deixou de perceber entre a data em que
lhe foi cassada a aposentadoria o de que se falla e
aquella em que passou a exercer o cargo de 2.
Procurador dos Feitos, bem como a difforenca en-
tre a penso que estabelece o art. 2. da presente
lei eo que corno tal percebeu dos cofres pbli-
cos (Estado e Municipio,) desde a data em que foi
aposentado no cargo de 2." Procurador dos Feitos
por diante.
Art 4.' Nao sero exigidos velhos e novos di-
reitos, em virtude da presente lei e nern to pouco
sellos e qualquer outro imposto a pretexto de
novo titulo, apostilla ou averbaco.
Art. 5.* Governador do Estado fica desde
j autorisado a abrir o crdito que exigir a exocu-
co da presante lei.
Art. 6." Revogam-se as disposices em con-
trario.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernam-
buco, 8 de Junho de 1896
ose" Marcelino dx Rosa e Silva,
Presidente.
Celso Florentino Henriques de Souza,
i.' Secretario.
Ajfonso de Barros Cavalcanti de klbuquerqut,
2.0 Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 11 de Junho de 1896.
Dr. Joaqcim Correa de Aracjo.
SENADO
3>. SBSSO EM 25 DE MAIO DE 180-i
Presidencia
do'Exm. Sr. Dr.J Ermirio
Cei.vr Coutinho
A' hora logal, feita a chamada, veri Lean*
do-so estarem presentes os Srs. Eduardo
de Oliveira, Bario de Nazaretli, Salazar
Moscoso, Caldas Barrlo, Albino Silva,
Antonio Pernimluco, Velloso, Sorra Mar
tins, Errnirio Continua o Albino Meira, o
Sr. Presidente declara aborta a sessio.
E- lila e approvada som debato, a acta
da sessSo natoce lente.
O Sr. Io Secretario procede a leitura
do soguinte
EXPEDIENTE :
Um o:ucio do Bxm. Sr. Conselheiro Go
vernad >r do Estado remetteudo um exom
piar Ja Le n. l'j.'.A archivar*se.
Una peticao d? profossoro publica Do-
natilla jjalia Guimaraes de Albuquorque,
solicitando ficar em disponibilidade.A-
5." Coimnisaao.
Outra de Arthur WeTselensa da Silva,
propoiidp-ae a introduir ueste Estado
500.003 migrantes sob certas clausulas.
A" 4.*.Commissao.
i'io ao expediento do Sr. 2." Secre-
tario.
E- lido, sendo approvado sem debate o
seguinte :
189Q?AR5CBR N. 122
A 1.' Comraigst o, a, qum foi presente a
petigSo de ManjKi Ciernen tino Correia de.
Mello em que recaer, isenc&o de impostos
ostaduae por ^5 annos para explora o fa-
brieo de tijolios e de ca, vem daase* p*~
.recer pel^aod segmnto :
Considerando que nao se trata do urna
urna industria de difficil e custosa explora'
cio ;
Considerando que outras muitas fabri-
ees do productos similares existem no
Estado e quo sustentam-se sem favores do
:.iosrno ;
Cousidorando I que, si for concedida a
i 1 -5o que pede o supplicante; ser um
pr.joodento aberto para outros muitos que
se julgarSo com direito a igual favor, do
que resultar prejuiso para as rendas do
Estado.
E' de parecer que soja ndeferida a
mencionada pjtigto.
Sala das Commisses do Senado de Per-
nambuc, 25 do Maio de 18 16.U Ermin
Cou/iii.'ip..{hio Jos da Silva. -Luiz Sal
zar Moscoso da Vtiga Ptssoa.
S&o tambem lidos, sendo dispensados da
impressao a requerimento do Sr. Baro
de Naiaretu e approvados sem debate, os
segoiates pareceres :
"1189Jparecer n. 123
A 5.* Commissao, a quem foi presente o
parecer n. 120 doste anno approvado era
sesso de honteui, de parecer que fique
redigida nos seguintes termo a resolugo
2ue iniciara pelo projecto u. 9, tambem
este anno, com as emendas feitas pola
Cmara dos Srs. Deputados :
O Cokresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
Decreta :
Art. I," O Governador do Estado fica
autorisado a abrir o crdito supplementar
preciso para occorrer s despeas consig-
nadas em os as. 1, 2, 4, 5, -6, 7 e 10 g 1."
.art. 2, da lei n. 121 de 1895.
?a- Art. 24-fiioatambem o mesmo Governa-
. I dor auioriMKdo abrir; o rdito wpplep-i
ado pelo G>vornador dentro os Bachareis .tualj e moralmente para exercerem o
formados ha mais de oifo annos pelo me- cargo.
nos, o que sa tenham tornado distinctos g 2." SSo inamaviveia como os juizes de
por seus conhecimentos jurdicos. direito e servirlo por um quatriennio, fin
Art. i." Fica revogado o artigo 78 da Lei do o qual, terao direito reconduego, si
n. 15 de 14 de Novembro de 18)1. provarom ter.exercido o cargo com intelli;
Art. 6. Revogam-se as disposiges em gencia o integridade.
contrario. | g 3.' Era cadi municipio haver um jui
ala das Commisses do Sanado. 23 do municipal, e no da Capital, tantos quautos
Maio de 13 W.Regueira Costa.Bardo de forera os juizes de direito.
Xazarelh.Caldas Brrelo. g 4." Para sub3tituil-os, nomoar o go-
vernador todos os anuos, at o dia 15 de
Janeiro, dousJoidad&osjquaUficados, que re-
sidara no municipio, os quaes, por sua vez,
sero substituidos pelo presidente e mais
lugo da Cmara dos Deputados, iniciada merabros do Concolho^Municipal, pola or-
esto anno pelo projecto n. 17, concodendo : dem porque forara votados.
aposentadoria ao Procurador Geral do Es- | Sr. Presideuto, nao duvido que, luz dos
tado, u I, mtom approvado nesto Sonado principios fundamentaes do systema que
em 3." discussio, de parecer quo so lhe nos reg, se justifique a existencia de juizes
por eleico ; mas, a experiencia, ilhi dos
factos oceurrontes, ja nosdove ter conven-
cido da inconveniencia entre n6s dessa for-
1893parecer n. 125
A 5.' Commissao, tendo presente a reso-.
de a seguinte redaego :
O
Coxgresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
Decreta :
Art. 1." Fica o Governador do Estado
ma de investidura de juizes, que podo, sem
exagero, trazer nos em vez de juizes, sira-
plesraento instrumentos de partidos.
Prero a creacS-) de juizes municipaes
com as prerogativas que a emonda lhes
autorisido a aposentar com o ordenado d, parque assm pens licarJo maisgaran-
que actualmente percebe, ao Procurador tidos os direitos que ellos cabera defen-
Arminio Cariolano der contra as violencias de quem quor que
Ger 1 do Estado, "Dr.
Tavuros d03 Santos.
Art. i. Revogmn-so as disposiges em'
cintrarlo.
S 1 das Comraissos do Senado, 23 do
Mu do 1893.Regueira Cusa. -Bardo de
.V(iz-ireth.'Jalda liarreto.
1896-parecer n. 126
A 5." Commissao, tendo presente o pro'
joc\o desto Sonado n. 27 do orronte anno,
bente n approvad? era '3.* disousslo, de
parecjr que fique assim redigido :
O CONORESSO
Legislativo do
Pernambuco
resolve:
Estado de
Art. 1." O Governador do Estado fica
autorisado a aposentar com todos os ven-
tmeutOB ao bacharol Virgilio do Gusmao
Coelho no lugar do Secretario do Supe-
rior Tribunal de Justiga.
Art. 2.- R3VOga'.n*se as disposi;oes cm
contrario.
Sala da CommissSes do Senado, 23 do
Maio do 1893.Regueira Costi.Bardo d*
ffaxariih.Calas liaireto.
O Sr. Presidente declara que as reso-
lugos do que tratam os pareceres ns. 123
a 125, iro opportunamente sanego, e a
do que trata o do n. 123 Cmara tambem
opportunamente.
O Sr. calilus Bnrret :Sr Presi-
dente, como tem presenciado o Senado,
varias indicagos tem sido foitas oste anuo,
na sentido de additar-se emendas Cons-
tituyo do Estado.
Fazendo parte da 2.* Commissao, a quem
cumpro emittir juizo sobro ollas, me pa-
roc'u do bem alvitro apresentar um pro-
jecto, que procurarei justificar, e no qnal
se rao affigura ter concatenado todas as
alterages, que a oxp>riencia aconscllia
fa/.er-se na inosin Constituigio.
Apresontal-as bti-guard indo a ordora do
artigos, que np n*eu eutendor exigem mo-
lo. .
Assim. o art. 57, g 11 do nossa lei fun-
damental deve ser concebido nos seguin-
tes tormos: Ao Governador do Estado
competo moderar ou perdoar aspeaas i .1
post is por crimo do jurisdieco comraun,
quando a terga porte dellas, pelos menos,
j tenha sido cumprida, ou quando pro-
var-se, mediante processo, a existencia de
um orro judiciario.
O art. 57, de que fallo, concedendo ao
chafe do poder oxecutivo a attribuigo do
minorar o pordoar penas, carece ser emen-
dado, para o fim do restringir-se aquella
attribuigo, que por domis ampia eque
?de chegar ao ponto de nullificar o po-
vr judicial ..
Um Sr. Sexador :Apoiado.
O Sr. Caldas Barreto :Nada conhogo
mais*iobre e elevado quo o perdo cum-
pro. porm, attenler-se a qua nao se trata
a |ui do perdi de urna injuria, do urna of*
, fensa pessoal, mas, do perdo da pena,
saneco legal, imposta pelo poder social
como remedio, na phrase do Sil ve Forro,
contra o mal do crirao.
O Sr. Albino Meira:Apoiado
O Sr. Caldas Barreto :Tera-so pres-
tado a mais de urna interprotago a dispo
sigo constitucional, de que me oceupo ;
entendem una que na expressSocrimes
commuusque ella emprega nioseacham
comprehendidos os criraes de responsa
bilidade, e outros opinara qu < ella ape-
nas antinmica de crimes politices e mi-
litares.
Pensando cora os priraeiros, dei emen-
da a redacgJo, que acaboi de 1er.
seja.
Ao art 76 O Superior Tribunal de
Justiga ser coraposto de novo juizes, com
a denominaeao do desembargadores, poden
do esse_ numero ser augmentado por lei
ordinaria, quando assim o exigir o servioo
puoheo o por meio de representado de
seu Presidente.
O extincto Tribunal da Relac&o era coin-
posto de onz ; d ;sornbargadores, o mesmo
assiin nao deixavam ser demoradas as
doci^os dos feitos, que lhe oram submotti-
doso que, fcilmente so compreheudo,
acarretava Aspartes litigantes incoinmodos
de toda especio.
Cora a nova* ordera do cousas, ficou o
Superior Tribunal de Justiga reduzido a
sete jui/.os ou com duas turmas dejulgado
res, porque o seu Presidente n5o to n vate
as qujstes civeis ; do modo que, muitas
ve/.'s, por suspeiges ou outro motivo logal,
de necessidado cliamar.se para o Tribu-
nal juizes do diroit fim do Invor juiga-
mentcaso este que s muito excepcio-
nalraente devoria dar-so.
Alm do iucouvonionte quo venho de
apontar, accrosce que nao descubro a raz&o;
porque a Constiluigo do Estado ontendeu
prohxar o numero dos juizes do Tribunal
Superior. Estar o Estado condomnido a
ficar estacionario, nlo acompanhand o a
evolue&o social o progresso em suas ml-
tiplas m.'nifostacoos, que o systema repu-
blicano promette?
mentar necessano para pagamento do pes-
soal do Juizo dos Feitos, Recebedona e
Alfandega.
Art. 3.- Revogam-se as disposiges em
contrario.
Sala das Commisses do Senado, 23 de
Maio de \\9tS.Cuidas Brrelo.Bardo de
Nazareth.Regueira Costa.
1893paecer n. 124
A 3." Commss5o, a quem foi presente o
parecer n. 119 deste anno, approvado em
sessao do hontem, de parecer quo fique
redigida nos seguintes torraos a resolugSo
3ue iniciara pelo projecto n. 13, tambem
este anno, com a emenda feita pola C-
mara dos Srs. Deputados :
O Congresso Legislativo do Estado de
Pernambuco
decreta:
Art. 1 Compete ao Procurador Geral
propor ao Governador do Estado a reino*
gio dos Juizes de Direito sempre que fr
perniciosa a permanencia dostes em seus
municipios, de aocordo cora o disposto no
art. 80 da Coustituigao do Estado.
Art. S." E- tambera da competencia do
mesmo Procurador, no caso de irapossibi-
lidade pnysica ou moral de algum Juiz de
Dip i' > para exercer suas funoces, reque-
rer p -ranto o Superior Tribunal a neces-
saria fnspecg&o medica, para o fim de ser ,
pelo Governador decretada a aposentado- '<
ria, ou disponibilidade, a que tiver direito
o juiz imposibilitado.
Art. 3.* Somonte em casos excepoionaesy
por motivos ponderosos, ouvido o Supe* *
rir Tribunal e com a clausula de nfio se*
Snejudicar direitoadquiridos, poderao 09
uizes de Direito permutar os respeotivo
miuicipios. >
Art. Mf O Prowrador*Geral sernome'
Ao art. 68 accrescente-se:
Decretada pelo Sanado a procedencia
da cccusago do Governador, ticira este
desde logo suspenso de suas funeges.
Toiu esta emenda por fim uniforrasar
nossa Constituiyo com a Federal, e com
as de outras Estados, aesta parte mais
consoanto aos pr ncipios democrticos do
rgimen republicano. 1
Decretada pelo Senado a procedencia da
accusaglo, certo nio poder o Gover-
nador, sem graves inconvenientes, para a
justiga, comparecer ante o poder judicia-
rio, armado das attribuicdes que a Con-
stitu do lhe conferio.
Nao parega alguem contradictorio css
modo efe externar me, por isso que j urna
vez foi aqu agitada esta quest&o, em occa*
sifio era que eu tlnha asseuto no Superior
Triouual de Justiga e onde manifostei'ino em
favor da nao suspensao do Governador.
Em faca da Commissao Constitucional,
ria me era dado interpretar o sentido do
que foi preceituado, sino obedecendo ao
principio diota retrngend'i, e para evitar
no futuro caso indentico, confeccionei a
presente emenda.
Ao art. 71-O poder judicial dele
gado :
IA' um Superior Tribunal de Justiga :
HA" Juizes de Direito.
IIIA' Juizes Munieipaos.
IVAo Jury.
Ao art. 77. 1 Alm das attribuico os con-
feridas por osto artigo a o Superior Tribu*
nal. cabe-lhe. mais, constituir-so era Tri-
bunal de Revisti.
g 1." Nossa qualidade compote-lho co*
nhecor das rocursas em causas civeis, in*
terpostos de so-ntenga proferida em segn
da e ultima instancia.
2." Nao se dar a revisio quando o
valor da causa for inferior aleada dos
jui/.es.
3.- E' permettida a roviso n03 seguin-
tos casos:
I. Injustin da sentn ;a evidenciada dos
autos por preterirse do defesa essencial.
ou por contraria direito expresso.
II. Nullidade iilenojure do titulo, ou pro
vas, em que se fundou a aeco.
g 4." N o julgaraonto revisor toinarao
parto todos os juizes. inclusive o presiden-
te do tribunal, que ter voto.
Esta emenda consulta a una elevada
conveniencia publica, porque incontesta-
vel que a roviso dos feitos pode vir muitas
rezes reparar erros, oriundos de falsa com.
prehensao de textos jurdicos, o at filhos
de outras causasolla ,tem por objoctivo a
applicagio da genuiuu oxpressao da lei ao
facto controvertido.
Nao ha quem dasconhei;a os bons fructos
quo produziram os recursos do revista nos
tempes do rgimen decahido.
O Sr. Albino Meira -.Apoiado.
O Sr. Caldas Barreto:.... e porque
del les nos Lavemos privar ?
A revsao o supremo recurso conc di-
do 3 partes, que so aprosentam era juizo,
para bem couv.'ncol-as de que o poder so-
cial tanto, quanto ellas, interessado em
quseja o sew direito roconheeido e man*
tido em toda a sua pleuitude Dessa con-
vicio iiasc < a tranquilidad e oera estar
social, que dovo caracterisar todo Estado
bem organisado urna condigo de exis-
tencia para a sociedad.
A Constituigo Federal, reconhecendo
estas verdades, inandou que fossem revis-
tos os procossos lindos, quando so quos*
tionasse sobre a validado de tratados e leis
federaos, e quando se contestasse a vali-
dado de leis ou de actos dos governos dos
Estados em faco da Constitu ;o.
Si olla admitto a possibilidade de urna
errnea- interpretago de um tratado, ou
de urna disposigSo constitucional, nao
muito que se estenda aquella possibilidade
hypotheso de uraa falsa interpretago do
urna disposic&o de lei civil, mximo na au-
sencia de uin Cdigo.
A quostao, pois, de revisSo dos feitos,
para mim se impe de modo indoclinavel.
poder
o asseiu-
A independencia deste
rada :
IPela inamovibilidado dos juizes, os
quaes s podorao ser removidos para mu-
nicipio de igual entrancia, si o pedirera,
ou si fr polo Superior Tribunal, mediante
processo, julgada inconveniente aos inte
rosses da justiga sua permanencia nos mu-
nicipios en quo livorjin jurisdiego.
II. Pela vilaliciedado, de que s pod;r5o
ser privados, si forera condorauados
perda dos cargos por sentenga definitiva
ida era julgado.*
O Poder Judicial, delegado da Beber inia
n icional, e tendo por uiim&O a defesa dos
direitos do cldado, precisa agir eiu es
phera prapria e indopoadente isto um
dogma poltico, e como bal nao mais se
sujeita dscussfio.
Com a inamovibilidade e vitaliciodado
dos juizes assegura-se aquella independen
cia.
Ao art. 72.iFicam supprimidos juizes
de districto As attribuiges que este ar-
tigo lhes oonfere, passarao a ser exerci*
das por juizes municipaes, que terSo mais
seu cargo preparo ejalgamento das
cansas eiveis de valon n&o excedente
5008000, com appella#o neoessarla para
osijuize de direito.
jl." Os juizes municipaes serio nomee-
dos pelo governador do Estado dentro os
hachareis em direito, formados ha mais- de
Ao art. 78 : accrescente-se n3o poden-
do aquellos voncimentos ser diminuidos.
Aqu nao fago mais que transcrever a
dUposigSo contida no art. 57 g 1.- da Con-
stitu ; o Federal. Si ella, orno urna me-
dida em prol do sua magistratura firmou
como preceito constitucional que os von-
cimentos da magistratura federal, utua vez
marcados em lei, nao poderiam ser dimi-
nuidos, visto quo com mais razio esse
preceito tera cabimento em relagao ina*
gistratura estadoal, que est muito mais
sujeita eventualidades, e mes no s vio-
lencias de outros poderes.
Ao art. 79 Os juizes do direito serio
nomeados pelo Governador do Estado,
d'eutre os indicados pelo prosidonte de
Superior Tribunal em urna lista nao exce-
dente de 15 nomes.
Faro parte dosta lista :
I. Os que j teuhara sido juizes de direito
e quo se proponham a exercer de novo o
cargo, nao estando, a pedido, aposentados
ouera disponibilidade.
II. Os que tonhara quatriennio de juiz
iLunicipal ou de pro uotor publico.
III. Os que tenham trien lio do juu dis-
trictil exorcido co 11 distinego e sejam
for nados ora direito. u
Sr. Presidente, sao estas as condigos
que se nieafiguram mais acertadas para a
inv -stidurado alto cargo de juiz do direito ;
a experiencia tem demonstrado do modo
nais eloquonte que nao procedem as ra
sea que, pri.ueira vista, militam em fa-
vor do concurso para esse fim.
O que nos tem suecedido eom a exigen-
concurso I'Na o se ter podido, ha
multo tempe,, ha mais de u:n anuo, cre o,
n.omear-se juizes para diversos municipios.
E si estes nao podem ter juize* de direito
otlectivos o si tora de ficar vagos, luelhor
ser quo sejam supprimidos e seus terri-
torios annexados a outros, em que a justi-
ga seja distribuida pela forma por que a
lei o quer.
, Mas, nao este o principal motivo, que
condomna o concurso ; o seu maior delei-
to eati em que elle, quando multo, poder
firmar a prova da capacidade intollectual
do- concurrente, -que neo a nica, ntn
mesmo a primeira, que deve distinguir o
magistrado.
Ao art. 80 Deve este artigo ser redi?
gido nos seguintes tormos : Os munic^ta-Js,
segunda e terceira entrancia
A Capital enatitue rauniafpio de temeifa
dous annos, w< que seja idneos iirtetlee-* entrancia ; de negunda sero s munici-
pios, cuja sede fr servida por estrada de
rferro ou tiver por mar" fcil communicagSo
com a Capital, e de primeira serao todos
os de mais.
81." E da competencia do Presidente
do Superior Tribunal a classificagao do3
municipios.
S 2.* S admissivel a permuta de mu-
nicipios entre juizes de direito da raesraa
entrancia.
A yaga aborta por qualquer motivo no
municipio da Capital ser preenchida pelo
juiz do direito mais antigo de segunda en-
trancia ; si ella se der em municipio de
segunda entrancia, ser preenchida pelo
juiz de primeira, sem quo, entretanto, seja
para o juiz obrigatorio o accesso.
A investidura ao cargo s poder dar.so
em muiiicipo de primeira entrancia.
De comprovada inconveniencia tera sido
na pratica o systema mandado observar
pela Constituigo quanto forma por que
permittida a reino;;io dos juizes de di-
reitosalioutando-so desde logo a do fica-
rem os municipios sem juiz por grande
espago de tempe e que mauifestaraente
contrario boa administraeio da justiga.
Nao Lavendo entrancias, a faculdade
concedida ao juiz, para requerer o muni-
cipio vago no praza de trinta dia3, tras
como consequeucia immediata a abertura
de novas vagas, o quo d em urna confu-
sao, ou conti-aiansa do magistrados, sem-
pre perniciosa aos fins, a quo se prope a
lei, que nio creou municipios para o me'
lhor commodo dos jui/.os e sim para a
mais fcil distribuya.0 da justiga s partes.
Julguei, pois, attondor a um justo recla-
mo, creando, ou restabelecendo as antigs
entrancias, ainda que por nevos moldes.
Sao estadios a percorrer at chegar o ma-
gistrado Capital, que, em tegra, o seu
maior desidertum.
Bpos como criterio para clasificag" o
das entrancias, os meios mais facis de se
ahogar Capital.
Por esto systema do romogo dosappare-
co a possibilidade de permuta de municipio
cen ortbiisa do direitos adquiridos.
Ao art. 81 As vagas quo se dorara no
Superior Tribunal de Justiga serao previ,
das pelo (jovernador d o Estado d'entre 03
aere juizes de direito mais amigos, s;gun-
do a lista organisiJa para oss; fin pelo
Presidente do Superior Tribunal <1 o Jus-
tiga.
Sr. Presidente, cima do iateresse indi-
vidual do magistrado est o, por so:n duvi-
da, as elevadas conveniencias sociaes, quo
o 1 podem ficar morco, si ni do acaso,
a > menos da antfguidade, que pode muitas
vezas achar-se desacoinpanlnda de outras
e Midite* imperiosas, o que si o impre-
scindiveis para collocar-se o Tribunal Su-
perior de Justiga na altura de poder pro-
ferir a ultima palavra uas diliceis e inex*
trie-iveis questos do direito.
Nao nova a idea que a omenda externa
no rgimen passado ella produzio o; rne-
lhoros resultados, (iracas olla, forara
aproveitados nos' Tribuuaes Superiores
magistrados, quo erara verdadoros juris-
consultos, e sera]iro escollados ora lista
de quin/.e nomes.
E qoem nio v que o accesso, pelo sim-
ples lajjso d- tempo, mais om embry.io to-
do estimulo para o estudo e applicag&o da
intelligencia aos difficeis problemas da
scioncia ?
A lei n3o (i feita s para o momento. .
Acredito sinceramente que aos actuaos jui-
las de direito raais antigs sobrara predi-
cados para fazerem parte do primeiro Tri-
bunal do Estado ; mas, isto nao mo con-
vence do que, no foturo, nao se possa dar
o casa de ter direito a accesso tao honro-
so aquella quo tiver menor inorocimento.
*j -
Ao art. 93-A este artigo accresconle-
so : tend recurso voluntario para o
mesmo Govoi-nador das deraais dolibera-
g'.s, de que trata o artigo preceJeate.
Esta disposigao, quo aprsente como
comppleraentar do art. !)6, neiu do leve
contrailiz a nutonomia do municipio, cellu-
la, como definida, da ropublica federa-
v.t.
Para mim nao deixa do ser um pouco
surbj.il a distinego entre o que diz rospeito
ou interessajao Esiadoo o que diz respeito
ou iuteressa ao municipio.
Da oliminacao dosses interesses, que
provm, ao quo parece, a adrainistragao
contralisadora ou descentralisadora.
Qual dellas ser mais apropriada em
vista de H033O3 hbitos e'educaciopoltica.
Som tormos* absoi-atsmente eonh cimen-
te das praticas do $el( goaernement, pens
que nao pederemos, sem serios inconve-
nientes, oomegar por urna completa des-
entralsago .administrativa. Domis, a
emenda nio passa de um simples correcti-
vo principalmente para os-municipipies do
interior.
Ao art. 101.Addicionsse : incorapa*
tivol o cargo de Prefeito msnicipal com o
de Deputado. ou.Seuador Estadoal ou Fe-
deral.
Nio necossita justificagao a presente
emenda, to evidente sontolha sua razao
do ser.
O chefe do poder oxecutivo municipal
nao pode sera prejuizo de suas funeges,
abandonal as para curar om outra parta
de interesses de outra ordem. Sbrele va
que as razes que determinara a incompati*
bilidade do Governador do Estado cora os
cargos de Deputado ou Senador, de alguma
sorto prevalecen!, ao menos at certc
po*:to, om reiag5o aos Prefeitos.
Sem a declaragao de incampatibilidade
para o caso, nao podem 03 Prefeitos ser
eleitos por districto eleitoral de que faga
parte o seu municipio ?
Esta considoragao suficiente como jus-
tificativa da emenda.
Ao artigo 131Este artigo deve ser sub-
stituido pelo seguinte : Esta Constituiglo
poder ser omendada por iniciativa do
qualquer dos ramos do poder legislativo.
1.- Considerar-se-ha proposta a emenda,
quando sondo apresentada por quatro Se-
nadores ou Deputados, fr acceita em tres
discusses por dous torgos do votos, eia
uina e outra cmara.
S 2.- Esta proposta dar-so.ha por appro-
vada, si no anua seguinte o fr, mediana
tre3 dis^usses por maioria de dou3 torsos
de votos.
3.* A proposta assim approvada, publi-
car-se-ha com as 3ssiguaturas dos Presi-
dentes e Secretarios do Senado e da Cma-
ra e incorporar-so ha Constituigao, como
parte Integrante della.
Incontestavelinonte a reforma constitu-
cional pelo modo porquo acabo de propor,
muito mais simples do que o estatuido
pelo artigo 131, som eomtudo autonsar,
ou pormittir, ser ella golpeada por um
falso patriotismo. Alm de>quo nao pego
por ella brevet, pois nada mais fiz do que
transcrever, mtitrus m'itnnit, o quo dispe
para si a nesma Constituigao Federal.
Acredito ter dado os motivos justificati-
vos das einend is, qu 1 tenho a honra da
submetter a consideragao do Seuado.
[Minio bem, WHMli b m).
Nh ^ Di MU
SL
Rio brande do Sal
No dia 4 ao c.rn o*e segalo de Por.'o Alegr*
pa B g e em-Til C-into li com a c ato
ao cmdsjl o c-.rooel Kl re, offi 1a s de
gnaroicaj e ele t.ooi os establecimentos mili*
Ures.
O gene-*, que deve le- corta dean-a no poa-
10 que dcstlra-8-*- cueRoa os da epgolot) t>
Patout*, seodu-ihi p-8iti1a ao desfffibirque
do Mec-aes. eo que la, as ttvn(at cooti-
sero divididos em tres- olasses -prime-f*, ': ^,X'J'^.i k', ^i1*
eeunda e terceira entrancia *- t?1llc?Te8 *lM bJm"'> "nicte*.
rindo i bo'a o roronei S'quetr Meadas.
Viudo S. Etc. i trra, ama coomtitio da
I HEfitfEL I-
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Diarlo de Permmifonco Qiiinta-fcra 18 i



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Club GixeUal procurlo e Ibe expo. os fsctoava do move! pollco qas
paseados em Bag entre empreados do cora- Lima,
o co-ouel Telle*, cooclulodo por pe ir
gui >j o Dr. A el lea
merc) e .
i reparacSo das violeocias por este pralicadas.
A'lh.ra oa tarde lecebeu a ofncialldade
da ea.rnica\ em cojo neme falloo o coronel
S.mpaio, agraaecendo S. Exc. te sudac6-s
que ice cram dirigidas.
O general tero sido moto vieitado, tendo a
tarde cea'erencia lo largamente con o mare-
L. No trota da ta^e cbsgou tambem de Bag
O coronel Ci'los Telles, qoe a nolte apresen-
too-se ao genial Caoluarla e com elle coofe-
rencloo por **oaco de tres cora e sem .asis-
tencia e no i itfoem.
O resoltado deesa conferencia nao transpi-
roa goardando-se coxpleta reserva a respe!
to sendo correte, poten, ane lodos o f.ctjs.
aeccdldo ha pooco em Bas e a qoe se acna
lieada a pes^oa do coronel Telle-, avolia de
importancia o atintalo de que toi victima o
Dr. Fraicisco favares.
_ O co-onel TePes seguio a 8 para Bag
O general Canoar.a, em vagn especial,
tambem seguir oo da 9 para Bag, onde con-
tincara na dtsempeoho de soa mlssiio ; caso o
general Cunea-i. cao fose all, vina a cida-
de de Pel-tae o geoeral Silva Tavares.
gm Bag o general Caaioana (uvir* o geoe-
ral Silva Tavares, que, segando consta, agio
com prudencia, declarando se respoasave pelo
comp-omisso oe pa com o goveroo federal
lmpdindo seos amigos e cempanheiros de
oaalauar desacota e o depotado federal co-
ronel Alenca tro. commandaote do reffnneiit.
de c.vall.'ia, qoe deu afylo em sua casa ao Dr.
Francisco Tacares e lo'.erveio peraote o curo-
B6_ e'jioarao ebegoa a Pellas, de passa-
(em para Porto Al>g-e, o vice-prndente O
Estado Dr. Carlos Barbota.
Di.em aoe o Bm de so. vtagem i capital
conferenciar coro o Dr. Jado de asi'looe-
noite de 14 do corrente a
D-. Ju 'O Ma-iH.
vasio, fa-
o auditorio di-tinctoa bonens de
letras reponanles da Imprenaa, e tu lo que
Xa de aJa kcu us diversas clas>es so-
O orelecciooirt eocantou.
Mnilas atssoas, nao podendo reprimir o en-
thosiasmo, applaodiram o orador, qoe foi vi-
f"KSWi?Vo o respei.av.l diocesano
Revm. D. Ovi'iio-
A lerceira cooferepcia eHectoala no da 8
nrduxio a rneaata irooreseio no auditorio, e
isteve mono cottcorrid. acnandose treeen es
o bispo presidente do Estado, secretarlo do
do lalerior e conspicuos repreaentaotes de lo-
Realtsoo-se
seganla coofe-eacia do D-. Ju or
A icreia caibedrai fleo sem logar
Vi.i-
do
*Fol1 exonerado, a pedido, o Dr. Jos
ra da Cooni, do lugar de desembargador
*g[o un^Voio que ne.se tribuna, tere f.-
in'atel o Dr. Aicidea Lima.
A proposito. Reforma, de Pj-te Al-g e
dino.Kia Jafeaaaod.qoelletrlban.l no |el-
nenio do Dr. Aludes Lto-.'i d.re.t*
da comarca do Rio Grande.
_ a presidencia da S-. desembargado-
James F aoco de Soma, reooio- h'oiea. e
eeesio ordinaria o Soperur Tnbonal do Esta
So lertindo na mesma seaSo oa desembarga-
S?re" Epeminooiat B-.aileuo fttwn, *a-
Z Aniones R as, Garlos Tnompson Flores,
Paniioo Gbavea e Vieira da Cuona.
P FoUbroeit.da a oiscaa.SJ ^"'J^ P":
gentaia pelo desemb.rg.ior D-. Antooio aq
tnias Ribae procurador geral do Hlalo, con
Sf! Dr icides de Meodoaa L-ma, ju.i da
comarca do R'o G-aode.
Antes de ser ioiciada a disco sio o Sr
Vieira di Conna, pedilo a palara pela or
dem le.ao a prel-orn.- do deseofanbaaeo
duiatoi d)s dccaroeuos a elies add.clon.-
do ,"m referencia ao protesto teM^"""
'Alddes Lima, pelo Dr. Antonio P. de S
Dr.
dera t ido
tal
da-
za loii diairictal de Jagoarao,
nnelleca-go sem as formaladea para tai am
DrwStpu! pela lei. .ciando irregular esse ad-
d c'oca.ento. qoe dit ser 'da wr. .orpreu
Par. o Trioonal, depois de esi.r eotregoe a
'% sS.'io.tiflc.nlo-ae. declaren que jou
n ir Punlioo Gbates, relator, cix nao .e ier
ninai adoleci dos docomeotoa por enteu-
SSmS. nao"'prudicando alies , Se ea imn.m no emlanio inporieu par.
jolgamenio da qoeUia, por coosulu rem
de
O
pro
Sonre o iacidente fallaram inda oa Sr >. F o-
rea, Epaminoaoas e Vieira da Ginbi notamen-
te, eodo atlnal approvida a prellm nar.
Bm seguida cometa a .iheos-ao sobre a de-
nuncia apresen'ada pelo Sr. Antenas Ribas.
O Sr. Paulino Gbe', tratando do pro:edi-
melo dj jan responsaDili-do, cita a opino
ha dux pu')li-aia pela A Fcderacao, do Dr.
Seve-mo de Freitis, em relagS) a questaique
se rtid.ule.
Fai a apologia do voto a des'obvto, remon-
tando a iras remotos para provar a sai or'gem;
e maoifesia qi> em soa opiniaj o presidente
do Bstaj tiuna a facoidade, ba^audj-se od
art. 3i da Ci'istHuigao Fele-al, de modifica- o
p o:es'o do jury, visto como a saosutuicao do
voto secretj p-lo oio a deacobeno, e as re--
irccOes das recusado-s de |orados oo farem
pnncioios e.seociaea da ioilitugio.
O D'. Alcid^s Li n, invocanflo a facoidade
qoe concede aos janes o art. ti da le joii-
diaria do Estado, tuodou.e errooeamente ; f-
r'o asslm oe f ente a le, in:orreado as peoaa
do art. Ju8 lo cjJigo peoal; e obroa por ms-
oiraco de seulimenio de odio ao presidente do
Botado.
.. E, tprocorando demonstrara assercio qoe
avaor,*. da que o juix reaponsabiliaado manu*
ntia aa mala cordtaes relagO-s com o presiden-
le do Eitado, reUgOss qoe forsm cortadas de-
pois oe urna caria que eli#, Alcides, Ibe eecre-
cra, filiando sobre a necessidade da rev-ao
da conslm ao e deb por dlaate, o ij con-
cenen a idea de embarazar a oiarcba aimiols*
tr.tia do Rio G ande, oppoodo obslacoios ao
goveroo.
O joit respooaabilisado apontado como (he-
fe 'j partido dissilcnte oo Rio G-aode; e, oo
ardor do su pauo poli ica, sendo o iniicadj
fuccesfo' os Dr. CaBtilbo", procara por todos
os meius hogar eoDre elle o deaprestlgio, em
btn-licio prtprio.
O odio, poie, exercido oo iolerease individual,
polo coos tol- elemento para ser o crime capi-
tlalo oo art 207; e ae o crime nao 16- caoi
(olido nesse ?rugo, em qual ouiro deve ser ?
No an. SIO nao ; porgue o jai. .p-cessadj
t o errou levaio por indolencia, fronxldao ou
negligencia no exercicio do seo caigo.
Nem oo aii. 1S6, porqoe elle nao exceden os
Itiii e* de soas fuoc^Oea ue magisuado.
Usoo de am direiio qoe Ibe confera a p*o-
cru lei jadiciaria do E-itado ; mas o.oo de.se
direilo para commeiter um cite; e por i.jo
vota de acce do com a pena pedid oa deaoo-
cla, qoe a commioada oo art. 207 (prevarl-
O Sr. Plores aceia a dootrloa de qa, oo
exercicio de anas loocgOe leoba o magistra-
do o oi'oito de apreciar a valuado de c oe
que impliquen) com o ramo juncarn.
Trata-*e na queaiao verleut- de um caeo de
jurisdiccio, e uo de u u cr.me comraim Ja
fncciouanoa prevaricadores, vendo, m proce-
dimeot) du Dr. Alcide-, oao nn acto de prc*
vancaca i, uta- on Co de caa.ter poltico,
de poiie- exhc rollado.
Se vi8?e a iaieocao de prevarietcio, con:o"
dara com o parecer do D\ proco-ador do Ba-
lado qoa-.to a claaslflcacao do dlicio, pire-
,-en 'o-rio que o ari. I2S do cdigo m> Ibove
adapta ao caso ; e asalm vota palo aDUso o ex-
cesso de ailriroicOea.
O jou responaabilisado croCsd-*a em soa
opioiao, com mi f, nao se bateado com a aja"
comspecc&o que deve cara t rlaa* am aag s-
irado ; poii, oa coavocagio do jar j, f<-x a re-
dacgo do numero de juixea de faci; e ama
vex que o jai. oao deve d..:olir a booiade oo
nao boodade da le: compre-lae esecu.a. -j.
Na proceden n assim o Dr. Ahiles exce-
den se da preroaativa de lo'erprttar a lei.
O Sr. Vie ra da G nba a:ba qoe nao e dee
ms.tii- na classiticacao de prevancira-.
G joi. repoosab usalo procedea cootra a
liiteral dispo'igao da lei; o olio ea paix5o
pa tidaria podem ser .'go dos cootra o jan;
mas, segundo opioiSo 4a ootavl jo-iscoosoi'o
qoe cita, p-ra existir o crime p-eci.o qoe
ers-3 ea imeotoa sej.m caracwiaaiOJ pleoa-
mete; oeceaaario qae >aalqoer ac do ju'.i,
i o exercic o de soas foorgOes, qos 'ecebt id-
apiragOea em senliraeotoa de fava mamo cu
ioimisade, ieob. orna maoifeatagaj exieroa,
para coaaitalr elemeato de crime.
E quem sera capa, de peoelr.r n. conseleo-
ca de quem quer qoe aej n.ra de l arrancar
o rea-e'o iie toa mtencAo?
Da prova te.temoobal coottda no. aotoa oada
tran parece coe tosaa admiilir a soppoelgSo
de ter sido ooilo a deie-mnaote do omcedi-
ment do joix respona'biia.do; apenas dn-s;
joe file praiic a o crime movido por odio ao
presidente do Estado, com o flm de recom-
meodar sj oo .uffraglo do. membreo comea-
dos da opposigao; mas, pelo fado de ser de.-
OBMERCn
Bolea Commercial do Pornam
* buco
COTACES OFFICIAES DA JUSTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 17 de i unto de 18 g6
Nlo ho cotagio.
O presidente,
Antonio Leooardo Rodrigue.
O secretarlo,
J0S0 Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
O btncoa abrlram com laxa de 9 7,8,
.Obre Londre. 9) di*, sem acbar.m lomadores
fljeram-se pequeoos oaeocios a 9 lo,l6.
Cotacet de geoero
Para o agricultor
Assncar
7e:to do presidente po E a'o, poie d'abl
mfa-ir qui livease la e igao de bost Ihal'r,
cororoetieo Jo crime ?
.Qj il o crime p-atha 10 pelo jo. ?
Ser o i' abaso commimdo oo art. 226 T O
io ao, po m, a9o exceden os llnlies de sas
fancgOss: o >.ua fe. fui errar coasiderao lo
mim'e-iame.'ite incoa-Uln lond a le j dicta-
ra Jo Estado, cujo ari. 8 loe da a facmdide
de oao applica- os ar aos qie jalgar iocois i
(o'inaee. exerceado po-ta ito, no aeu prjeedi*
meato, ama attnooigi- le^ai.
Ao compulsa' os a tig^a vacilloo oara fjr-
m codgo, atieo cuj pena pudesau ser applicada
ao caso; nem exlstem os movis c-inloosos
previstos pelos artigoi 2)7 e 210.
Para defender o desprestigio lei o t ibu-
nal s poie recorrer a um meio : reobhe:er
em eroviroeolo a c natiiucio lal.dale da le
jo uuiaria do Ssialo; e em casi de aova de '
onedieucia, oai&o devs ser res.joa-aDil salo
aqae le ja1..
Vota pela desp-onuacia.
O '. Spa 0100 1 lis def 111 la O voto a deseo*
berto e aa rM'flG(6*a d 8 recusa.O m.
O joli loco-reu em deihto, deixaodo de
executar a reforma jaliciaria do E la to, vi-
lando, assitr, a lei; mas i.Qo ba prov.s soffi*
cenles para claseiHcar o delicio no att. 207;
e por oo esiar p.-ovada a exisieajia do ooiu
00 do io eresse pesaoal deve eer commmada
pena do art. 226, pir ter excedido o jolz dos
Umitas de anas foncgOes.
Coto .se oe-le resumo, tres votos diver
gfn'es bcofe oa aore lag) do o-ocelime-.t)
do D ai..-: i-< Lima, os S-s. Rib-s e Pa-iiiu
Cbav s qoer|>m a p-oooo'.la no ari. 207 ; es
Srr. Plores e Eoaminonla no a-t. 226 e o Sr.
Viera da Cunna propo. a deipronnocia.
Venca a pr> nuocia no arh 226. cujo (exto
O neguinte
Art. 226. Ex eler os limi'es d.s fanego-*.
propnas do emprego.
Penas le aaspeisao de cargo por seis m.1.
.ea a um aano, al n das mala e a qui lacor
ror.
A viova e os berdeiros do commeodado-
Heliodoro Ateveio Suata, aitendeoio ao des.
e:,vjlvi.ue-to do aucleo colonial de Santa Ea.
lalia, literam doago ao Estalo do Iota colonial
o. 8i, atim de ser construida um cap'ila e-.
cola ou seminario.
Realhou-ie 00 da 7 c m mximo espen,
dor a priclaso de Coros.Cnrias, a que com.
parecen avoladii>simo numero de seobo-a-.
Ho-e tambem miasacampil n prg B-n
jamn Goaiuat, celebrada peh b.-pi D. Clau
dio.
A cjIooi ilaltica f-siejiu o aoolverear:o
da C >natiioigo po iti a la aua pi:r:a.
-O o a ca^i al off re eu ao Dr. Paa-t-
Neves ae Soita, jdt da comarc, o sea re
(ralo.
.Na nnit' de ti pira iS cabio a pr me;-.
gea'anesu cidale, qu > a caatiaoar, cu a fa1.
ta a'^goa, graodes pr-jiiiwi ira cau>ar a le-
iljsin.i pastcnl.
E o S. G 1: r.el abundantes geadaa cabi las
nos :timos diaa, o v odo aag-av^r os offei-
ios d lona i seca, qoe tamos dennos j) iem
cau-alo e ba de c osar ao tnaoicipio como a
Campaoba eui ge al, onde esta ae Lze.ido seo.
Ur iQieoaameo e.
O Clan Nival Rio.Gaodeose telegraoboo
ao Dr. Prodeoie pediudo prolecgo para a
manoba mercaotil nacioaa- aesi- Estado, qoe
rsta seo lo prjodlcada com a oicu-re ca e*.
raageira Iseota de imposto*.
A ele gao previa do- canIMa'os do part
do repobliraoo aoe cargos mooicipaes, realiaa.
da em Pelotas, ro vivamente pleiteada.
Poram escolnidos pjf fa t* maioria ; para in.
tendele, o 'ir. Amero L*. vas; paravue.ia
teoaeote, o D. Cyprlao) Barcellos ; e para
con:elbeiros iods o. ca ida'.os da mesma
cbapa.
A apuragio lermiacu as 5 horas da tard'.
A elelgao ae proceder oo dia 2 de Jalbo
p-XI'.O).
No distrido Tihym. monicipli do Rio
G-aade. foram degolados em orna ta-rerna co
logar Albaruo, o Ual ano Lu'.. K110, aua es.
pora, loaca ba lempos, um rilo de 10 aooos e
um mascats Que ts'.ava aIIt no-pedad -.
SopnOe-se qje os a.sass'.oos comiaett;ra n o
.rime pa-a rouoar, oo aenu aioJa descober.
toj.
D> Ric.G-aade sequo a auloriJade coa fo-ga
para ryndi ar ao (acto.
2i do cor-
iiecessita o
Varzea do
Porro Sui
IReeeblineoto de propostas -Sero
recebidaa uroposias, o*a coouicgOes cousian-
tes das publicagOes respectivas :
.\i Sec euria da Jusdga, al o dia 22,.do
crreme, para o fornecimanto durante o tri-
mestre de Jul'io a Stembro vindouro, d ra-
C!S e dietas aos presos pobres da Casa du
Deieng).
inesrna repartigS), t o dio 21 da
correnb", vislo ter siJo anuullad* arecodin*
te. p.ra o foroeciraunt 1 de carviio c.riitr e
outros artigas necea8ari >3 aa se,rvigo di illu-
mmago elctrica da C isa de Uelengao, no
prximo exercic o floanceiro.
Na Secretaria di Industria, no da 2J;
Julho proximor para reparos de diversawi mi
tea.
Ni mesma Secretaria, no dia
rent, para os reparos de que
bairro da eatrada de Goyaiina, na
l'xulisia.
-- Na Scretaria Ha Estrala de
le Permmbuco, no lia 22 do corrente, para
fornecimenlo n 1 si-mostra da Julh. a Dezem-
bro, dos arligos coataotes da rehgao que ser
fajullala na gencia da Eslral, nesta clda-
de.
No Sacretaria do 2." batalli) da infan-
laria slaloal, no dia 1', para fjrnecimento do
segundo inestre lo correnta anni, ao ran-
cho das pragas dos cornos aatadnaes.
Na Secretaria da Estradi Sol, no da 22,
para o fomecime .lo da caro de C ir tf ne-
cessario moma Estraditia aegu.-. io saina?-
ire desta anno.
No Secretaria da Industria, no din 28 !.>
correntp, para os reparos de que aecessila.u a
esirvlt a ponta de 'ampo G'in le.
Classe Typiagraphiea l'enitn
bacana i* circular da directiria da l'nio
Typjgraphica l'ernimbucana, os nossos collegas
la Gazata da Tard ss manifeslararn om aua
egi de hno'em oestes termo, que ex-
praasam sua acqoiescencia s vistes d'aqu-lu
classe e accord} nunca duvjlalo da Imprensa
esta cade :
Da conciliunda 80Cifldade Unido Typigrj-
phiea, r-iceoenos unt bem elaborada c.aria-
cucular, maquil a mas Da aociadade soli-
ci a, nao f dos qae pertancem a classi tyn 1-
graphica, como aos proprietarios de folhas dia
rio, o auxi io para acq-jisigSo de um predio
para mearna socielal.
A l'nio Typograp'ica, que ja conti 5 anno<
da um vi la licunda a prove os*, mmien lo a
conliesi en scus memhros e aunliando-ns pin
lodas as d ffi uldade.a qua se Ihes antolham, 6
digna de favir so'icitaia Tola classe iy
n g'a|)hlca -leve uoir-se para a consemga 1 de
tO alevanlado lim.
Por ser ba tanle extensa de xatnos de pu.
blicar dita c-rta.
Socicdarie S. Vicente de Paulo -
-Obsequiosamen e envu-am-nos 0 segmme
pogramma da feala -(a Confere ca e f.'ln.-
Cinto iIp S. Lniz de Gonzaga :
A ftsia cedida da 4 lia de retiro espinilla, << mnlrix
aa boa VWia, nos diaa 17, 18, 19 a 23 da Ju
nbo, < 5 1|2 Poras di t'rde sob a direcgo do
Rvdm. Sr. padre Jos de Mari*, -narrando-
so este piedoso xrcicio o;n -i b ngo do
Sinnasim Sacramento.
No da 21, as 10 h >r*s d manh', hav^r Da
nesina inatrix missa solemne calebrada pe >
Rvlm. Sr. vigario da Bi Visa, enrr, as s-
tencia axmtiSeal do Kxm. Sr. Hispo Oiocp
sane, send > n can'o execuiado pelos alumnos
do i.ollegio S ilesiano e estando prsenles todos
os ovamos patrocinados c >m a banda mu de S. Lnu e os socios da Conferencia 1 m-s-
ma inv icag, orando ao Evaiigelbo o ftvdrn.
r. padre Juse de iria.
Aps a misas, sari trasladada em solemne
procisao a I uagara de S Luiz de Gonzaga
para a capellinlu do Patrocinio n Coelbos,
percorrpndo as seguioles ru^s : Arago, Stnla
Jruz e S. Goiiga'o.
Na seda .'O Falroci >o sari servido aos p.
qu*nos patrocinados um molesto alrauco-
A's3 hiras da lard, sahi-a os rresmos
preced ios da banda musical de S. Lu>x em
passeiatn, p>rdivraa3 ras da Cidad.
as 7 noras da noule no sallo d > Patrocinio,
sa realisa'a a seaai solemne de annversario
da C'inferancia de S. Luiz de Gonzaga.
Curapriinenmi-Velo hornera runp>-
raentir-nos a artista da Compinhia Saos >n -,
E iza Hassi di Urfila que esira boje na Afri-
cana
Somos rauito gratos geniilaxa da graciosa
arlisti.
Juiz do 6." Distrlcto Municipal
-Aauneticia civil deste juizo lar lug>r
amanh, sexta-feira, por ter sido hontam da
feriado. .
Mudancas de consulto-los-O Dr.
Carneiro Leao peda'noa p>ra communicar aos
seus clientes que mndou a su* residencia para
a 1 ua Fonnosin 9 A, e o seu consultorio
pa a a roa Duque da Juxias n. 71, t-* ao
dar.
Igualmente, o Dr. Domingaes da Silva
pede nos para qua 8Cienlirtquamo4 o publico
que tera acora o seu consultorio a ra Baro
da Victoria n. 37. saU posterior.
~hec:da---=''-hegiu an'e-honlam da Cs-
pital Pe toral, onde se a-hava ha Igum lem-
po, o talentoso mog Francisco Uarretlo do
Mpnezp., alu-nno da acola militar.
navidades Iliterarias Acaba de
anparecer na Capital Federal t.' elicg.o
dos Chromos da B. Lopes, o que realmente
1 urna pr vo da acceitago que lem mereci-
do esta poeta, p 6 motivo para que sejm re-
novados os apphusos com qua foi recebida a
l eliegao dessa livro.
Domingos de Magilh3es acaba de ediclar
um livro do D\ Erlc.o Coellio. e que se ioti-
tola Pornographia conira pirnographia ;
e fez circular j a 2.* edicgao di Humem,
romance de Aluizio Aevelo, nidamente un-
preaso era Paria pela ca A mesma conhecidn ca^a irata de eliclar
o 2- volunta da Musa Alegre, livro d- Eu-
genio dp Carvalho, assuu como fazer 2.* edic-
go do 1. volume.
A no'a elicgo 6 delicada ao j rnaMsta Jo
vino Ayres qui faz parte da redargfto do
Paiz
Brevemente ser posto ver.da naqu-lla
cidade ') anligo rgimen,, livro cujo ucorl
Lmhas, fuocconar.do regu'armenle para Sul,
Norte e Centro.
Passaselro-a llegados do sul no va*
por loglez lmar :
Do Rio
Joo Pimsniel, Isac Pinto, Pulo F=h-e,
Manoal Monteiro Bons e 74 passoa ..a Compa-
nliia Ljriea anjone.
'..negados do sol no vapor brazilairo
Brazll :
Do Rio
Jos B d;> Moura, Rufio Mchalo e sua
senhora, Basilio S. Silvi, Emilia S. Queiroz,
Manuel 1.'. Albuque que. Ani tro P. Lanos o
mimar Eumco, Siivino M. Lonceigo, Jcaq'i m
E. da Gloria, Domingos F Cali do, Manoel
Machado, Jo-iquim Procpi-, Paulino F. Fer-
nn les, Antonio Jo qunn Correia, Antonio L.
Kerr.'ira, Jos Lopes, Antnio M. da Silva, Fe'
IhminaM. da i^oncpiga-, O y npio P- Martins,
ax-pmgas e 2 mnibpres.
Da Vctor a
Joao G- Pires, Porplyrio Pelxoto Cas*
tro.
Da Rana
D Epam n.nlas Jacome, Coso lio D. da
Silva, Alvao ta Si'veiri, Or. Jos Pinheiro
Lyra A. Lugari. Amonio de Miranda, Clempn-
lina da 1 onceico, Domingo 1 Coe bo Flora da
Mello Sant s e l lilha, Eduardo Bragt da ta 'osla, lente Veris^imo J. da Cosa, T.i,-
ma3 a M-iria, 6 pragas e 1 mulher.
De Macelo
Pedro Wanderlay e sua senhara, Marii Mi-
se oeculta sob o pseudonymo de eSeotonio {qnes, Bernardo A. da Silva esuasenhir,
e 6 dictado pelos hvreir* Cunha & Irmo. i ldunea P. Silva e I lilil, laurino Baptiaia,
A avaliar pela voga qua uveram esses arlh 'Simo icio Silveira, Alfredo AlmeUa, Francis-
gos quan lo outilicalos no Paiz. de crer j co Ribeir su senhora e 3 finios. Manadas
que o livro faga cerlo fif-cesso. Dores, J. M. Carva ho Nev-.a, H. An*
O illu3lre senador Qointino Rocayuva O i drena,
qu-m prpfacia o livro.
Parioba de higo 1,150 bar i-a. a Cempiob'a
de Pan Ihacio.
Pogos da Cbin. 80 amarrados a Joao Fer-
n.nde. de Airaeid.
Ferrageoa ttt o amos Miranda & so sa, t
a Compaobia Ferro Carril de Pernamboco.
Kerosene 4 200 canas ordeo.
LampeOaa. fe-r.gena e vidroa 99 velamos a
Antonio foto da Silva eC..45 a C Halli-
'loqj JO fardos a Beltro a Coata.
Marcadoras S volaxes a o.1em, 17 a Ma-
onel Cel'aco e C, ii i- Rafino da Ponseca,
17 a R. M daCo taeC. R- Soarese U-
Maizma 50 cala* Cauo Medeiro e C
Oleo 15 barita a Lopes Araojo, 26 a Aoto-
olo Pinio da S Iva eC.
Pregos 1,0 barricas H. Foster e C, 30 a
Miranda A Sonta-
Ps ae ferro 30 feixes a A. Silva e C.
Tecidos 6 volames a A. Bltlo e C. i a L.
Tjocintto 60 barris a Joaqolra Perrelra de
Camino a c, 30 a Lopes Albelroe C., io a
Ferreira Rodrigoeaa C-
EiperCafo
Recife, 17 de Ja nbo de 1896
para o exterior
Ador, para
usinas, por 15 kilos.
CTTJtallBdo. dem dem .
Braaco. por 15 kiloe .
gmenos, por 15 kilos. .
Hascavado, po? 15 kilos .
Bro.o, secco por 15 kilos.
Melido.......
Retames......
I
A
4*500
3*800
3U00
*
SitOM
1*700
I
A
5*500
40C0
4*000
A
2*200
1*800
Visitn Honlflffl urna hora da lar.lp S.
Exc. o Sr. G-mcral Aifiu Osear, digno Com-
oandame do 2. liiatricio Militar visitn o
qua t-l do 2.' tittallia.t -la infantaria esiadua'.
cncontrand > lu io na melhor ordem e em per-
feti es'ado de assio.
S. Exc. foi g-niilmenie recebjdo pela ofli-
cialidade'Uqu"llP bal-lhao.
Ada Btaaiier-Esia distincta canlora da
ompanhia Lyr;ca Sansone teve a fineza de
vir lioniem ao nosso escrip'orio titilar-nos.
A aetria Al* t-nnr, soprano legTo, por
divarsng vez*-s tem feiloouvir a sua excellenle
e maviosa voz n Cipai F-deral e Europa p
seinpre com os m-tores successos pelo que
eremos que aqu ser da aesroa forma applau-
1 ida.
Gratos pela gentileza da visita.
Oltutit Dioersano- Na quinta-f-ira,
18 o errema w.i, aa 1 h2 lura da tarde,
no Pglacio Episc ipal da S.leda -o reunir-se ha
a Dirncioria Cen ral de-aa Pm Obra.
Th tines-T iira nooa re-.eouo nela aetn.
U a i.t rteal h^l-z< d t qne o vap ir T ia-
nes hOio 10 na I" a i 8.ras da tarie do Rio
ip JanPir..
< ..inp.nlii de BomlaelrosO ser.
v.(;'i Ueiia cojjpanlua para Uo;a e o aegum.
te:
Eaiito-nlo- o Sr. aire-e* almoxarife Ma-
oopI itiaq-im dp A'ti"iu'riu.
Di csaieai h a o I *'rg> 1 to cnefe de ser-
vgi antete oe tasaa Banesur.
Gn'da ooqoail oc->.i ch-f-* de bomba
h--t debaxbi MtMtw M-cha lo do-- Sar t s
Goina p-aoT'patri S -.befe de bomia Mmi-l Luiz Pslro de Aze.
v do
II1 f >rme n 3.
I.cicna ajiio'ernn rteaise Hoje 18,
corre flHtreieriveiinnta a Imeria Rio'Gran-
ine ti* plano A do preram raaior de.......
30 ODOS030.
Socicdatle tn'o Benelleente dos
Prufpssores -\ dire:to'i 1 dpsla aocieadp
rpiine-se Hoje as 4 hnr s da tarde pra spasao
ordinaria, em ua sdp 4 ra do Visconde de
Innauma ". 13. 2- anda-.
r ssagreirosCbegadc. do u' co vapor
DraP|ro t"e.,iB.I.: :
D- R o Cai'iioiioa Fprrpira Di.
Oe MaceiiJUfiuo da S Iva ePtdodeAl
opua.
S^h'-ios pa-a o sol ro vapor allemao.Para-
uaa :
io-w T. Fieoeiredc, Alberto Freo, D-. Jo
[al io-o MatiDS Jooior e soa senhora, A. D. L'.
anepira J. D Carvtlhal. A. th Ritlencoort,
Ar bar Ho il*r e t criado, J. Jos de OitveUV
Eernandpa e ppdro da Costa L'.bo.
Telesraniaaias retidos Acham-se rf-
tido na eaiagao do Telegrapho Naciooal os se
geinte* telegrammas :
toe tfai-ao. para Tbeoloro.
Ua Pjranyca; para Jooqom Americano.
i hegtdos
'amp'rias* :
A. L"
da Eur pi no vajur francez
Do'Havra
Liver-
AlIodilO
Foi vendido a 141000 os ISjJl-t. .ylen^
ijm iM o media.jo_e_2*000 o de 2' soite.
aiftatll
Pr pip de 480 litros 180* nomtaal.
Agurdente
por pipa e 480 litro 105* nomimah
Coaros
Saceos salgados oa baae de 12 kilos 1*000...
res nominal e refugo 666 o kilo.
Verdes 560 rea, nominal.
tnraiauba
CoU-.e 26* a 36*000 por 15 kilos.
eT
Por 1001003 ;oomlnal.
Impwrtaa;.
N.W-York e eescaia vapor inglenRomai P io.
oe, entrado no di. 13 do correle e coos'gaa
do a J. Pater &C m. ,.
Agua-rai 29caixa' a Alo no Sun e C, 30
a Miranda e Sonta, 2;i a Gnlm.raea Braa e C.
Da everniz 13 canas a Compaobia Ferro
ii-ll de "or umbuc). ,
Brea 6 oarncae 4 ordem, 20 a Goimaraes
Braga e C 100 a A. Silva e C. 50 a A. P.
Silva C, 20 a Baltrii e Cosa.
Bacaibao 795 barrica* e 400 melai dilaa aos
coualgii.uro'. 26 22 melaa diUi, 20 calxa. e
jj me a a ditaa a BiackbQ'n L.
adelrai i8 .oiomia a M. P- Pedroaa.
Csodieiros 2t o'oaei otiim.
rogu 4 canas a Paria Sobrlabo t.
No ta?or naciooal
pool, carreearam : ...
Lojo Filbo, 2,000 aaccoa com 150 000 kilos
de assocar mascavado.
C P. Casc&o, 1,000 saceos com 70.000 kilos
de assncar maacavado.
V. Neeseo, 105 000 kilos de ca'ocos de algo
dao 25 fardos com 5.000 ditos de irapos e 100
dtto'a com 16,000 ditos de realdoos da algodao.
Para o lolenor
No logar nacional Alberto Cuaba, para
o Rio Graone Jo Snl, carregaram :
A IrmaVia & C., 25 ppis com 11,885 litros
de agoardeote.
No vapor nacional ltanema, par. Para-
naena, rarregaram :
Beltrao & Irmio, 3,000 cocos, fraJls.
Para o Rio de Janeiro, ca'regon :
P. de O'iveira Mal., 10 pipas com ',200 litro
de alcool.
No vapor inglez P.. Prlnce, para Siotos,
C*J.r<3ibsoo Keiller, 300 saceos com 18.000 kilos
Borle & C, 25 barricas com 1 8:0 kilos de
aseocar branco.
Pa-a o Maraonao. earregar ra :
Borei & C. 4 caitas com 20. kilos de rap.
po oate i). Aiioais, para o racalv,
carregaram :
Pooseea lmioi & C, 50 ca'xaa com i.iiJ
kilosde sabao.
M. Bsoaiv & C, 6 barricas com 550 kilos de
assncar branec.
J. M Morei-a, 15 barricas cero 8C0 kilos de
de asmesr retinado.
J. S. n'Amara 1 & C, 31 barris com 1,210 1.tro?
de mel, 10 caixaa com 80 ditos de licores, 6
ditas con 60 dios de cognac, 15 earrafoea o 50
caitas com 625 Uros de geoeora, 2 pipas e 16
barris com 1.918 litros de troclas.
No niate Crrelo do Natal*, para Natal,
earregarain :
Madera & C, 2 barris com I7i litros de vi
oagre, 20 barris cora 860 ditos de vloee de
froctaa e 20 calzas com 160 ditos de geoebra.
Pooieca I-maos & C, 50 caltas com 1,150
kilos de sabao.
= No hlale Adelinaa, para Micio, carre
garam :
P. Vianoa & C, 5 ca x.s coa 75 kilos de
vellas.
Par. Mossor, carregsram:
A. Muia & Silva, 20 barris com 7S0 litros
de agurdente.
Na barcag. Santoui, para Parablba.
earresaram:
P. Valeote & C, 109 calzaa com 60 kilos de
vellas.
FoQseca Irmaos a C, 100 cutas com 500
kilos de vellas.
Na barcag Tbemes, para S. Luiz, car
regaram :
C. Pinto & C-, 10 caixss com 60 litro de ge-
oebra e 2 barris e 1 caita com 98 litros de
vlobo.
Reudiincatos publlcoa
ALPANDEGA
Mea da Junbo de 1896
Henda ger! :
Oo dia 1 I (6 981 013*760
dem de 17 65:776*371
Hanaan, eqaipagem 6 carga v.noa cueros
Pooseea I 0,108 & C-
N.vio. aaliidoa no mesmo dli vt
Santos e eacalaVapor alienan ParagnaF.
commaol.nte A. Boe; ca ga varios geoe-
roa.
S. Tn mu-Barca americana B.vlatoo,. ca-
pi'f o John S rol ; em lastro.
Sootnampoo e eacoiaVapor loglet Tamar,.
conmaniaoie T. Cooaiaitioe; ta ea vario-
geaeros.
Pork- v legre e esali -Vsnor brs.Helro .1 ane
ma. cmmanda.te B. Tnom; ca gt vanoa
gneros.
ParaPtaeht poriugoez Prederlca. capitac
J. Matbus; Car
Porto e eacalaEs^ooa portugoeta Vnrora di
Vouea, cpitlo Maooel S. Carnario; ca-g>
varios geoeros.
Ea'ios entrados io dia 7
Rio de Janeiro e escala8 das, vapor braiilei-
ro Pnelo, de 451 tooeladas, commaoiisn-
te Francolino Duirte, eqo pieem 35. ca a-t
varios ceneros; a Amorim F roaodes & C.
S otos e escala7 d'.ss, vapor Italiano AiaC'-
ti. de 1441 toneladas, coaircaadatte Ej.ico.
eq'oipagem 55, carga varios gneros; a bta
koujn & C.
Navios aarildos no mes ro dia
Manaos e eacalaVapor bratileiro Braiil.
cojimandanle P. Silva ; carga varioa geoe-
10).
Saolos e escalaVapor allemao i
mandante Kodeobold; carga
ros. .
Saotos e escalaV p >r ingle Romn Prince.
coramaiianto W. Beomaal; carga vanos g-
neros. T
Ntve BrunswickBarca beapaoboja J. H.,
capiio Paolo Roig ; em lastro.
BarbadosLugar ingle. Frid of tbe Cnaaotl.
lapttaoR. Hollcn; em last-o.
Mercado anlcIpsU de ...se
oercido no di? 13 d
bail.
Da Lisboa
Anto ioS. Viunas, Manoal Alvas Limeano,
Aiitoni-i Silva, Joao Cnrdairo da Arruda.
- Saludos pa'a Europa no vapor logias
Tamar :
Par L'sboa
Maooel C. Borga?, sua senhora e 4 Slb03,
Jo.-4 M. Carner-, Joaquun Ferreira de Axe-
vado, Jno Cbctsliao .
Para Sou hamoton
Ernesto Slove Hoyes, R. Nielsen, Lirs
Maj.
Jasa de aJetencfto Mivunento dos
prezos la (asa dp Deimicao do Rcife, Estado
da Pernamiitcc., 't le Junhodp 1896.
Ensilara 385, entraram 5. sahira-o 19, etis-
'.eai 37 i.
\ saoer : nacl^oaes 3(5, ranlhf.res 7, eslrau-
eeiios 3'*. mullicas 0, touti 37i.
Arravoados 353
P-ons 33). doeuier2-, loucos *, loucaa 0
total 353
Uovitiiento da enfermarlaNao hoove.
tn lamento civ/ll O escnvao dos casa-
mantos qua funeciona nos districios do Recife-
Santo Antonio, S Jos e Afogalos alRxou na
repartilo do registro dos casamento, ra
do Imperador o. 75,1" andar, editaes de orocla-
iKas de casamenlos dos segninles contraben-
a. :
2" Publcaco
Philoraeno Raymoo lo Nunes de Lima, vio-
va, professor putlicc, com Mara Piras de Ca--
valho Pedros. SOiteira, na'uraas < residente na freguatia da S. Jos.
1.' Publicagdo
Jone Roares B'auJao, viuvo, empregado 03
corumerc >, restdenie na fregueiia da t, Jos,
com Adelina Adalgtaa AH---8 da Guarda, sol-
t-ira, residente na fr-guezia de S Antonio,
oaiuraes d>-s!e E>-ta O resofctuo escrivfto do registro de casa*
mentos da Boa-Vista, Graja, Pojo e Vanea
arBxon ua re|iariigao do registro a ron do Im-
pera-lor n. 41, l.' andar edilaes de proclamas
los seguinies cc.nir-hanies :
2' Publcaco
Cailos Frederico Henriq Bondin com Ma-
ra Luia Nunes de Araujo, solteiros e resi-
dent-s na f'eguezia na B Visla.
Ama o Bonifacio Pereira da Carvalho, resi'
denie na frrguezia do Poco da Panella, cora
Datnaaia Mona da Cooceigai. solteiro3 e resi'
de les na freguetia da B. Vis ..
Mnoel Ma q'fs Miciatra, viuvo residente
m Rio Forraoso, com lemence Looise Mar-
cier, solieira e residente na freguezia da Boa
Vial.
1 Publcaco
Venancio Caldas Pamba com Elvira Eutha*
lia da rosia Pinlo. solteiros e residentes na
fregaecia da B. Vista.
Pedro San'-'ligo Calix'o e Laiza de Franca
117 comp. com farioha a 6W rt.
(5 comp. com (albos > 3*000
Han di meito ao da 1 a 15
70*200
165*0*0
888J250
8-l.t4.900
| 9.033*150
Vmii:i,<
var.os
com-
gent-
Renda do Estam
Do da 1 i 16
dem oa i7
160:893*161
3:7i7*Ji9
50 laraojas e 20 cocos,
de assncar nraoco
Basilio Rodn troca*.
o varor fraoce. Campias*, para San-
tos, carreearam :
Silva Goimaraes & C, 500 barra enm 3 550 ,
Uros de .guaneo e, 10 pipis fwnSjWO anos
de alcool e t.000 saceos com 60.000 kilos de I
a'suca' mascavado.
No vapor nacional Jacublpe, pira Ara-
C3iu carr-*iiaram '
Fonse:a Imao & C, 100 caixaa com 2 300
kilos de sabio. _
No vapor iogle. Cearense, para o Pa
r. ca*reiaram :
Silva Goimarais & C, 300 barricaa com 12,273
kilos de ...sucar nraoi". ,,.,
.Nova Maia & C 10 ipas com 5,60) litros de
alcool e i ditiH cm 2,i ditos de agurdente.
J. A. Koosdca. 700 caixas com 9.t00 kilos de
s vap;r nacional Brasil, p.rs o Para,
C*p"caneir & C 275 barricas cora 175,000
kilos dea^u-ar branco.
Para MaoSo*. ca'regar.m :
A. Irraaos C, 40 barra com 3,820 litros de
gaardoate e tO saceos roa 2,975 kilos de
"j? Ca-relro.se barril cora *.350 litros de
aguardante e 50 s.cco* com 3,000 kilos de
ascear bna:o.
1.047:790*131
164, 610*780
Total 1.212:430*911
2' i;cao da Alfaodega de Pernamboco, 17
de Junbo de 1806.
u ebefe da scegao
L. F. Codeceira.
O inesoureiro
Lola Manoel R. Valonea-
llovitueut do porto
Navios entrados oo da 16
Rio de Janeiro e escala6 das vapor braxilei-
ro Brasil, de 1999, commandaote Ferreira
oa S.lva, equipagem 64, carga varios gneros;
a Pereira Carneiro & C-
H.vre e L sboi19 d'a, vapor fra'.et Cam-
pias,* de 1793 toneladas, commaodanie A.
Viel, equipagem 40, carga varioa gneros;
a Ffl'ix Baodalra.
Fuidea am coLsmtra)
Santos e escala8 dia,";vapi.r ingles Tamar,
de 1715 toneladas, commaod.nta T. Coas-
tantioe. eqolpsgem 75 carga varias gneros;
a Amorim Irmaos & C.
VaocooverliS das, barca noruegoanse P.-ln-
ce Regente, da 1315 toneladas, capil&o J.
Sorreoseo, eqoipeeem 17, ca-ga madeira; a
AltoOr B. Dallas (rribaJt).
Pelotas23 dlss, paiacb dinamarqus Jor-
gi.De Vsnoe. de 16. toneladas, capitio N.
.'rer-oe do d'a :
Carne verde de 4>> a 1*200 ra. o kilo.
Soinos de 1* a *200|dem.
Caroeiro de 1*200 a 1*500 dem.
Paricft. de 600 a *200 rs. a cola.
Milbo de 990 a 1*000 rs. a eaia.
Feiao i e 2200 a 4*200 a cu'a.
Navios esperados
De Cardiff
tarca 3oro"guenst Auriga
Bar.a oorueeoense Fclkvaog.
Uarca noroet\u^n?e T-rio.
Btrca noruegueuse Winoea.
Barca nornegeense Sal*.
Barca noroeg .ise Dacia.
iarca noruesnens Holdem.'
Do Rio de Janeiro
Bar:a p>r ugueza Mana Emilla.3 ,
Dj" Rio Grande.do Sal
Pauch 3h;ap3nbol Admi-al Tromp.
De; Terra.Nova
Luear inclex Heldra.
Logar ingle Bmulator.:
Lagar ingle. M nni. %
De Ha -burgo
Ligtr allemao Splnd.
r e Pelotas
Patacho naconpl Javme.
Jaucbo bol ande. Margare'.bi.J
Patacho allemao Einar.
Patacho naciaoal Honsoote.___________
Macno alit-maa Toaoa.
P.ttrhoaMei a. Rodvlp.
P.labo portoeoc. Joven Ireoe.
Pata, ho din-miro1-. Ature.
Pairta ticte eacional A'lindo.
B'cooa ooruegoeuse Jorge Amre.
Vapores a entrar
alKZ UE Jl'NtiU
Vlcby de Triette, a 18.
Alaiit do sol, a 18
Jordouan da Eu-opa. a 18.
Liguria ca Europa, a SO.
WarILorg ca Eoropa, a 20.
I una do sol, a 20.
Tn^rre.-a do sol, 21.
G--lilao* ae SewYjrk, a 21.
T-gro da Eoropa. a ti.
?em-od jo sol, a 22.
H.rantaj do ne-ie, a 23.
", v le. da Enropa, a 26.
Enor* de Liverpool, a 25.
S. S.lvodor do sol. a 26.
Ore;o do sol, a 28.
Ilaparica da E>ropa, a 28.
Vaporea a aalilr
MEZ DE JNHO
Genova e ere. Alac i a > 18, as 4 hora--.
Sanios e esc. i;amp!n; a 18, as 4 boras.
Saolos h eg<-. Raman Prince a 18, as 3 boras.
Rio e San os iNi-by a 18. as 4 boras.
Sergipe eesc. Una a 18, as 3 ho-cs.
Va paroi.o eesc. Ligo-u 20, as 2 boras.
Cantes e es*. C rdooac 20, as 4 horas.
Rio e Sanies Warlborg a 21 a? 3 boras,
S.oothatrp'Oii e esc Tnames a 2', a- 12 Dora?.
B-hla e Rio Gililen a 21, as 4 noras.
Boencs- Ayr-s e esc. T-gus a 22, as 12 b.
Rio e esc. Miran ao a 23, as 5 ho a'.
Bienos-Ay-es e esc. Clyde a 25 as 12 boras.
M-naos e esc. 3. Salvador a 17, as 5 hora?.
Plvmoolb e asa. O cana a 28, as 12 boras.
Rio e Smtos I'-pa:ica a 30, as 4 horas,
O movifoento dssie
iu^bo foi o segulnte
Botnram : y
49 bols pesando 1.0165 kilos
155 kilos da peas a 30 rs. 4*65"
5 compart. com mariscos a 150 rs. *7a0
5 ditos com eamaroae a 160 ra *750
37 columnas a 900 rs. 31*3(0
6 cargas com gailinhas a 750 re. 4*500
10 casBoaes com galiionas a 750 rs. 4.50o
i2 cargas com mllbo verde a 450 rs. oiOn
1 carga com ameadoim a 450 *450
5 cargas com batatas a 45 rs. *900
i cargas coa bananas a 450 rs. *9u0
13 carga com macacbeirae a 45> rs. 51400
1 cargas com cebolinbo a 450 ra. 4450
2 cargas coa gerimas a 480 ra. *900
13 cargas com verduras a 450 rs. 5*8oO
2 carga com canoa a 450 ra. *9U0
20 cargas com laraojas a 450 rr. 9oo
2 cargas com inbame a 450 *90
2 cargas com lonjas s aS) ra. *9 0
2 cargas com melancia a 4B0 rs. *300
1 cargas com melao a 450 ra. *45o
3 cargas com diveraas a 480 ra, 1*3,0
80 cargaa com fariaba a 300 rs. 1*500
15 cargas com milbo secco a 300 rs. 4*500
6 cargas com retio a 300 rs. 1*800
12 Sainos al* rs. 12*000
78 logaras a 300 rs. 21*50'
12 comp. com suinelros a 1*800 18*000
8 comp. cora stiaeiros a 1*500 rs. 8*400
8 comp. coa fressuraa a 9J0 -s. 74200
71 comp. com raaendas a 2* rs. 142*000
20 comp. com comidas a 1*050 rs. 21*000
49 como, com verduras a 460 r; 22*050
Aneoradoni'o Interno
a
!
1
3
<
u
a ,
Crusador Nacional
Vapor

francex .
* ioglez
a
*

*
Barca
NACIOXALI- KOMBS BB EM-
DAIOES EARCAC.AO
B. Conatant. .
una ...
Beb^ribe. .
Campias .
Archlctel. .
Acto r
Tapase
Romn Prince.
rense. .
Fhorgny .
Emilio
Gjller .
Nova Lide .
Vas o da Gama Rio de Janeiro.
procedenciaI consignatarios carga
Portuguesa
Rio '-e Jaoeiro.
Aracj. .
Ceara e escala.
Havre s eacaln.
Liverpoo c esc.

Cardoff. .
Ne\v-York. .
Maraulio e esc.
N-AvYor'k .
Cardiff .
Port Falbol .
.....municijes bellcas
C. PernamDucana >

Flix Bandeira & C.
Blackburn & C.
W Sdna & C.
J. Pa:er & C.
Genero?.
CarvSo.
Gneros.
*
Escuna
Lugar
Allema .
Norueguense
Portuguesa .

Argentino.
Italiano .
ingle.. .
Palhabote Porluguaz-
Patacho
Allemao .
* Naciooal .
I'atano
Bl Eormiogosa.
Pol y tt-'t ,
Broderne. .
Princ. Camelia
D. Mara. .
Alberto Cunha .
Roma. .
Meteor .
Thatis .
Prlde of Iha
Trea amigos.
Marohe VI.
Falka
, Rival.
Annettin
New Por .
Cardife .
Pellas. .
Porto .
Pelotas .
Montevideo .
. New Port .
. A ordem .
C- Terra Nova.
. Pelotaa .
. Pelotas .
. PelotaJ .
. Pelotas .
Barca
Dinamarqus, Jorgian & Ann Pelotas.
Fondeo. ao|lamara
Noraeguonse. Prince Regenta. Va couver A. B. Dallas
Wilson Sons & C.
Fonseca Irmaos tz C.
C. de Beberlbe-
Amorim rmeos ftC '.arvao.
a a
a > a
Companhia Pernamb Garvo
Lopes Q. & Irmao?.
Nova Maia C. Vagio
Amorim Fernandes& C. Goteros
Amorim Irmaos &. C.
E. S Levy
E. F. de Larrarga Carvao.
Gumaraos & limaos
Goima'aes & C. Bacalho.
Nova Maia & C X.rque.
. S. Mai.....
Nova Maia & C.
Amorim Irmaos &C.
S. M- Mala ....
Fonseca & rtelo & r%
Mtdsira
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0*,m
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IViuro de Pernambaco ttuiitti-fcir a 1*> de Jiaiiho de 1896
5
r*
\
Roeoa, soltein: e res,denlas na (resuena d-i
B. Vista
Comtnisa&o d rneltinrainento de
Porto dti ttelfe Reeife. 16 da Juntio
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cnit Baromelro Temi do Hunu-
nruiiu
6 DI. 25,'0
9 26'i
12 6.-3
3 t. 2t'2
6 26,'t
a. )
751-0O
759,-50
759 ."50
73$,-00
753.-00
vop'ir
1781
20 32
20,32
20, Ti
dad,
SU
aO
Si
Thermom-tn desnbr! EnoHgrecido 59',"2 rrai.-.lo 41 B
Temperatura mxima 2700.
Temperatura ininuui 2r,50.
Evaporado ein 21 uoras ao sol 5" 5 som-
bra 2- 8.
Chuva 9".6.
Direcc&o do vento
SK e ESE alternados de rucia noite al 0
h. 40 ra. ila manlia; S-SE a altrnalos ate
lh 10 ESE 'I h. 41 m. SE ci 2 h 04
m. ; SSE tt 2 h. 21 m.; ESE c ni intenup-
r,>s d>i SE b E no 7 ti. 21 m. ; sE at 8 b.
SE e SSI altero 1 s ale 10 li. 18 ID.; SSE
e SE alteriVMlol te 0 n. 16 m, da larde ; S e
SSK alternados a 2 I). 31 m ; SU ESE
alterna los at 3b. 26 in., ESE i 4 n.07iu.:
ESE SE alia'nads al 4 h. 40 ; SSK com
interruptor ,te S e SE alternados at 10 li.
18 m.; S cun tata rupv-'S <1 SSE al 11 li
38 m.; ?S' e S8 eUemado' at-s m-ia noite.
Velociaile media .tu vento a "3* por se-
gundo. |
Nebulosidaie mJia 0,63.
vada dedicafo causa
que rene os nossos esforcos,
prosperidade e futuro de nossa trra
c imo pela defesa das instituicoes re-
publicanas
Recommeniando-o aos vossos suf-
fragios, o partido republicano federal
representado pelos abaixo assignados
espera e solicita de vossa lealdade po
1 tica o mais decidido apoio a essa can-
didatura.
Dr. Francisco de Assis Rosa e Silva.
Miguel Jos d'Almeid* Peruambuco.
Francisco Cornelii da Fonseca Lima.
Dr. Aiarcionil/o Litis.
Herculano B ande ir a de Mello.
Arminio Coriolano lavares dos Santos
Dr. Antonio A Ivs Peretra de Lyra
Luis de Andrade.
Jrs de Medeiros e klbuquerque.
Jos de Cupertino Cocl/io Cintra.
Francisco Ttixeira de S.
\os Marcelino da Rosa e Silva.
Julio de Mello Filho.
poltica | cafez-e* deste distreto n&o teem produ-
pela z'do em quan'idade que chega para ser
f
Eduardo Augusto de Oliveira.
BOLETIM DO PORTO
Das
Horas Altura
Pra mar ou
Baixa-mar
P. M 16 la Juntio 8 li. 15 B. M. .2 h. 25 m. t. 0-.65
PERNAMBUC0
I'ublicu forma
Senhor oKcial do R'glstro Hvpotbeeas.
O Club Interna tioaal di Ki-cife qu 'rea 11 as -r
das regalas di le numero cauto e sat-nU e
tres da des (te S-temoro de mil otto ceios e
noventa e tres, istj quereudo aiqnirlr li-
reitos e contramr oorigiya, rom) piSSM ju
Tilica, na to'int lo ait di'seie d le ci-
tada, vos apre-n!a s-*.us E-titUios pgbli auop
DO ):ari > de P.r,iatnbUi:o* Je vmte e se 8 do
Mato do eorraat- anuo, nu'Diro cento e des Uto,
jornal ofliei-l deste Esta 1 para o riin de s:
lazar sua inscripta i ou legiitro no livro espe-
cial a vosso carg ludj de a'o rdo com os ar
tigos u n, douj. iras, ijualro e deiesele da re-
ferida le, e para publica ooior:edad', requar,
que (eito o n-tfistro, sjja esta, com a rspa
ctivos despachos publcala >r-s vetes ni rnes-
mo jornal ofli-.ial o Pede o>ferimn'o.Recifi*,
) de Juntio de 1893. ft. Dir Mora do Club .
Baro de i a*alone, Presi tantaJos J. da
Co ta Hay-, V'ivv.Presidente. .Vire lo omes
Leal, PrniiKiro Secretario.Jo- Salaiar da
Veiga Peasoa, Segundo Secretario. Aiihnr
Augusto di Alenla, Tnosourt-iro.-Jos P-
rente Vi nina Jote da ilri L'T) N U1. -H.
Aeberlin. Aniomo Duningos Pin'o.Pedro
Joi Pinto.Claudio Dubeux. Smuel Jotes.
H. da S iva Liyo -Custodio Martm?. A tj
nio Bjrgps L al vJasiello Branro, Directores.
(Bttava devida!D',nie sellada com sello Kednral
e EstaJoil) Conforme cain o original que me
fot aprcseirado pi'a redunr a publica forma :
dou l. Kecile, 16 de Junho d* 189J. Sub-
screvo e auigoo.O onlcial, J >ao Silveira Car-
nelro da Cuua3.
EXTRACTO
Denominicd}, Jim e sede da Sociedade
I
Club Internacional do Racife. tenio p>rflm
proporciotiar aoa neus somos reuniOe familia
res danr-antes, concerwa musn-ae*, leilura da
jo*naes livro^, jogos licites a facilitar ouiras
distraec*, qua ni) repugnem a na ureza la
sociedade a sej im autorisa tus pela assembla
jeral dos sjco*, ou p;la DiraeUrta.
II
Modo pelo qual as -ciedade admit :stra-
da e represntala activa e pas.iva-
mente em juizo em geral tas sitas
relacots para com terceiro.
A administrarlo dj Jlub compete una Di-
rectora cjinpo-ta de uro Prestanle, uin Vice-
presidente, um p'iineirj Secretan*, om se-
gundo Secretario, oin Tnesou eiro e duze Dire-
Clores de m-z, mellante eleio.
III
Respondan subsidiariamente, ou uj, os
seus tocios pelas obrigafdes que os re-
presentantes cjutrahirem expresto ou
intencionalmente em nome da sociedade.
Nao consta dos Estatutos que os asociados
Bajara responsaveit subsidiariamente pelas
ObrigacOes eonlrahi las pelos represealaaies em
nome da soci-la le
Sabr selloRecif-, 16 ie Junho de 189i.-
Antonio Borjjs Leal Castello Branco.
N. 6221Pair. 10 lo Proticollo n. I B.
Apreseniado no da 16 de Junho de 1893 Jas
6 s 12 da tarde.
O otfidal Joae Silveira Carneiro da Cuolia.
Regstralo no livro especial de assoclacao
Bob o. 3 pagina 2 Reeife, 16 deJoohide
1896; O ollic.al, Joao Silveira Carneiro da
Cuaba.
Certifico que flea a cniva io n'este registro o
Diario de Pernamhueo de 26 de Ja o findo,
no qual f>ram publica los os Estatutos do Club
Internacional do R:cife que serviram de baso
para o r gmrj suprs, nj termos da I-i n. 173
de 10 de Setembro de 189J, bem como a peti-
io, que me f<>i di-igida, d .n lo d'el a publica
orina -o presntame.
RdCife, 16 Je Junho de 1893.
O offlcial,
Joo Silveira Carneiro (a Conha.
I.n-n los Catoa
AO PUBLICO
No Diario de Peruambuco de 3 do
Torrente, > ut> rep esen 89*0 asigna-
da por nmitoa habit-nte da histrica
Villa de PanelUs, peiiudo aos illnatra<-
a digmo 'ongressstas d'este E tado' o
auxilio em prl de uma causa que
mente a ditos habitantes interessa e nao
ao cotnmum do municipio.
Tendo sid i en um dos que assigna'am
a reprea ntajo que os habitantes d'e-^ta
localidad* zeram ao Concelho '.este
Municipo. o qual pireua v>-z fez-uos
representar ao Coogrvsso du E-tado, pe-
lindo a trausf rencia d* s le, de Pa-
nillas para L> dos &w>n para o
que ll'gamos rz5sjastas e ommuos;
e como fiiisemos pelis referidos Srs.
Panellenss contestados tao discottez-
mete, veuho a imprensa, n&o aceitan-
do a luv para urna d'sc ssSo, mas pr >
testa pelo que de atacante aos senti-
raentoe d >s Ligo?nses fot por aquelles
escripto e, em attenga i ao respeit .vel
ptblico, ju-tificar o nos?o procedimen'o.
Daiois das primeiras p 1 vr s dirigi-
das ao Illustre Corpo Legisl tiv > di
Citado, comecaram os represejtantes
Pan lense* dizendo do noss> procedi-
mento : fdis c politicagem bastarda, pretensao in:qua
e injusta ,que goccorremo-nos a falsos
pretextos, illaqoeand a b* f dos Re-
presentantes lo E tado, pedamos a tran
aferencia sliiidids, aligando fal ame te
ach, r se toda aquelU Villa infestada
pela epidemia das varilas .
Fa!turara propisi alneo'.e verdade,
ou engapa'am--e...
Nao foram conveniencias de urna po-
litic represen'aco, teem as ignat'iras de
membros d'ia tres parid 8 poli'icos que
militara no Estado.
Na? soccorreroo-nos ae falsos pretex
tos era p elend-mos Paquear a boa
f de nos-os Legisladores, pois nao apro-
veitamos todas as Pcesque nos sao en-
sinadaa ; fel zmente no aeio do Congres-
so Estadoal ha quem oooh'c;a de Penellas
a de Lago de Hatos e que pode fazer-
tios a deviia juatica.
Faltaratn prop sitalmante a veri.da,
exportado p'r outros lugares, inclusive
Penellas, de onde tem vindo contos da
res para effectuar compras a fazendei-
ros d'aqui, voltarei a imprensa p ra
coefessr perdiio o conca to que o pu-
blico Viaja vo'ada a estas lio has.
Saiba o respeitavel publico que a
agricultura do Lago dos Gatos sem
exagefaffto superior a de PanelUs e que
0 commercio alm de nao lhe ser infe-
rior comeci a deaenv dver-se prometien-
do ser em breve multo superior. E pura
provar nao hav-r exagerajo em miahs
afrniativas o rum-ro de estabelecimen-
tos ceinmerc;ae8 d'aq 'i excede ao de Pa-
nellar.
LagSa dos G.t's tem actualmente 16
estabelecimentos comm^rciaes inclusive
urna botica cojo froprietario titilad ,
um hot-U.nho decentemente amnjado,
onde se p ele encontrar o possivel a urna
1 calidade o'eatas alturas e urna 1 j de
cabellereiro as m'smas oondi^s ; tem
lua.s sapatarias e qiatrj fabricesde fogos
arlific aes.
Cont tem Srs. Panellensea que t6eai
mandado proprios a nossa local dade, em
d.8 de sabbido comprar a carne verde
q'ieh im'nte ruptamente em maso ar;ou
gii'8 escolha. ao pisso que n&o a en-
contrara nos d>as de feira tambn na
sua localidaie ?! Onde pois a vanta-
gem commereial ?
lielativamentd superioridad do
Templo, que me ia esquecendo tractar,
cedo os louros locilidade de Paaellis
por ser de jmtic ; mis...
Jdlo;o haver dito o qua m%is re deva
tomar era c nsidarscao relativo as duas
1 calidales a fim da n&o ficar o publco
ajuizn lo pelai ioverdades contidas na
representayJo dos S s. Pinellenses.
Srs, habitantes da historie* e ve'ha
Villa de PaneIIa8. Se a pirta histrica
dessa Villa trouxer al^uma influencia
para vos'a caus<, ser urna influencia
funesta para ella, pois histrica, p >r
urna rebelliao rmada contra o Gjverno
em terapos passados.
Se a causa de aotiguidade fjsse t&
iuabalavel e imoirtaote quanto S. S.
auppOem e tpregoam, a Capital de nosso
Estado seria hoje a velha e legendaria
Oliod.
Basta pir esti vse.
Laga dos Gitos, 10 de Junho de
1896.
Pedro Soares Lyra.
t
O Dr. Queiroz Barros, ra do Carmo ol
i- 40, recolta o Alcatrao e Ja'aly, de
lio rio do Prado, contra aslbma e co-
(Urluche.
SAUDADE ETERNA
: mu um ::
6- ANNIVERSARI0
KD1TAES
Joao Caelano de Abren
man ia celebrar urna raissa
por alma de sua eerapre
i'-iuhra ia psposa Mara
Paula de abren no
da 19 do -orrent-i na ra"
diz de Santo Antonio, as 8
hiras da uianhS ; desde ja
agradeco a todas as pes-
seas qua se dignarem as-
MU**.
Reeife, 16 de Jooho de 1896.
9/ SeccSo Secretaria da
.Iiiilioa, negocios Iaterio-
res e Instruccao Publica
do Estado do Pcrnaiubuco,
eoi 1 de Junho de 189K
Ao Com tuereio
Os abaixo assignados, dectaram que,
nesta data, dissolverana amigavelmente
a sociedade qui tinham com o Sr. Jos
Vieira dos Santos, e que, gyrava nesta
praca, sob a firma de Re3, Vieira & C.
ficand > a liquidaco do activo e passivo
da mesma Sociedade a carg dos abaixo
a8aignadoa.
Aproveitam o ensejo para fazr seien-
te ao commercio e o publico, que le-
v-dos por inforraac3es, enja loaxact'.do
verificaiam, fzeram em Abril ultirai um
annuncio com referaocia a diasolu^o
que agora se realiza, em vista do que,
oontiouam respeito do seu ex-soco o
Sr. Vieira, a f.zer merecidamente o
mais elevado conceito.
Reeife', 11 de Junho de 1896.
Jos Atiayde da Silva Rcis.
Candido T. dos "eis.
4
A
Parabcni
18 DO CORRENTE
"olh-u hoje mais orna riaooba prinavera no
jar 11m Je sua preciosa existencia, o estima-
vel cavalheiro e amigo Dr. Cassiano A naro
Lopes, a quem eovio sinceras felicitados, fa-
zen io votos para qu* frua ideo icos das no
auge da maior fe ici Ud.
Jose Ferreira Leile.
ublicalw i nm\)
Ao eleltorado do 3. districto
Illm. Sr.
O partido republicano federal cha-
mado a pleitear no dia iodeJulhoa
eleifo de um deputado cmara fe-
deral por esse districto.
Consultando os mais serios nteres-
ses que devem dictar a escolha de um
candidato que mereca essa hon-a, sao
to recentos e vivas as recordaces
dos valiosissimos sor icos que deve
este Estado ao distincto pernambuca-
no Dr. Alaxandre Jos Barbosa Lima
que outro nao poda ser escolhido, em
prova do reconhecimento que todos
os bons pernambucanos lhe devem por
aquelles inolvidaveis servicos e pelos
mais altos ttulos que o recommendam
a gratido do partido, o qual lhe
prestou o mais decidido apoio no pe-
riodo em que elle governou este Es-
tado. ->
O nome do Dr. Alexandre Jos
Barbosa Lima tem urna significado
perfeita dos requisitos que o fazem
digno dessa distineco, ella traduz a
confianza do partido que n'elle v um
Em nossa representarlo nil alle-
gamos que aquella VilU e-t va infesta-
la da v-rolas; prova n tal asser$&o
oos-a ti'aq'vlla peca e sen&o, acca tem
as qualidades que nos p*etendaram col-
lar.
1) rribad .b de sua p itencia por injus-
tos e falsos, voltam os taes prejudicados
ao ponto de sua partid.
Q tanto aoa ootros tpicos da repr-s-
sentac&o dos Srs. Panellense, provaria
ra-liior ao publico as inverdadea cooti-
las all, se elles quizessem responder
com espirito de jnstic* quant dista da
sua localidade a S. B nedicto papa, teus pontos mais prximos da va
terrea e quanto da uossi A Coioau ou
Janira.
Relativo & cadeia de Panellas ser m>-
melhor que a de Liga de] Gatos, se
bem que a d'este 1 ga- u&o seja as
cood (Sei qu dva ; d de Panell&a,
teem se da p.sso qua da deste lugar, n;m urna s
vez.
E no en tanto os S 8. P^nelleoses di-
zam na sua representac&o que nao tm
aqui nina c*sa para cadai* !
Disseram ainda que Lag5 dos Gatos,
n& > conta urna casa p* a funcci?nar o
Ooncelho Municipal !
Como estar m os Srs. Panellensea
com as ideas embadas qiaodo affirraa-
ram com anas asignaturas semelhantes
inverdados 1
N&o sahem que acba-se aqui reserva-
do um pr-dio superior era construcc* e
as e o ao de Panellas no qual nao ser
to acd entrar sem as respectivas cha-
ves ou a rombamento para favorece
papis importantes do archivo ojB ar
mais salubre?...
Disseram aiud* os Srs. Panellenses :
Laga dos Gatos n m ao menos tem um
cemit eio (morada|los mortos ) (!!!)
Admira tsoanha frsgilidade I Cusa-
me acreditar que o Srs. Paoeense
bouvesa-ra ^.insciente neuta tamanho ro-
erio de inverdadea.
Digo ao publico que Lagoi dos Gatos
tem um cemiterio construic" com pe-
d-aa, tijollos e ca', com cerca Je oito a
dez palmos de altura e cem o qual, a
municipalidade n&o despendeu um s
real, ao passo que o de Panellas foi
construido s custas do Municipio.
Ao testemuaho do publico, provoco de
alto e bom aom para que veoham pro-
var o contrario destas minhas afBrmati-
vas.
Agora, algumas palsvrss a espeito
da dvcantada agricultura e do flores-
oente commercio da histrica Villa de Pa-
3eosSs. Panellenses requererem
tullas.
Tbesourar a do municipio e esta certi-
ficar que os tendimentos d'aquelle dis-
tricto equiparam-se os de Lig* de
Gatos, nos Lagoenses,despresamos nossa
caua>.
Se os Srs. Panellenses provsrem que
C-mliotinlio
// ii m lolt qai mal y pense.
Constando" m- por communtca^ao particu'
lar i mesmo ortictal que um ente abjec-
lo que nesse lugar existf", procura morder-
me o cakanhar como qulquer reptil as*
sanhado o fax devido aos seos Instinc os
mos, venho urna ve por lula tirar*lne as
vendas dos olli s e faier lhe s-mtir que a sua
nojeota baba jamis me attingir; piis, se
sin a lhe resta algum ceitil da sentimento
basta lembrar-se dos fados ociorndos na
graja do Jupy, qua al coram*me as faces em
recordar-lne tunanha pervarsidale ; isto
quanto a -ua vi la inuma, quanto a publica ah
esi todo o p vo do municipio p-i-a attesiar,
as lisuras* de qua samp-e foi 'iseiro e visei-
ro na celebre ar e do Padre Vieira.
Se esta ilia nao servir como caustico para
s-u males phy icos e moraes, esn-i forjado
a lan -r m&j dos recursos qus temos para
desecopana- qu iquer animal.
^Recif*, 17 de Junho d> 1896.
Aggo Cesar de Andrade,
------------o
Ao Cotuniercio
Fausto l^: Araujo declaram, para
os fins convenientes, que n'esta
data venderam aos Srs. Moreira
Ramos & C. o seu estabelocimento
commereial, sito a ra dos Guarara-
pes n. 14 livro e desembaraza-
do de qualqu-r debito ou onus que
possam apparecer e avisam aos que
se julgarem seus credores a compa-
recer dentro do prazo de tres-
das, a contar desta data, no mes-
mo estabelecimento para serem sa-
tisfeitos.
Reeife, 15 de Junho de 1806.
Fausto c-< Araujo.
Ao Cananaereio
Moreira Ramos & C. declaram,
para os fins convenientes, que nesta
data compraram aos Srs. Fausto
& Araujo o seu estabelecimento
commereial sito a ra dos Guara-
rapes n. 14, livre e desembara-
zado de qualquer onus ou debito
que possam apparecer.
- Reeife, 15 de Junho de 180G.
Moreira Ramos & C.
Clnica inedieo-cirargica
DE
DR. DOMINGUfiS DASILV\
r,Rua BarJo da Victoria n. 37 (sa'a
posterior) onde dar diariamente consu-
tas, das 11 d manha as duas horas da
tarde.
EDITAL
De rrdem do Eim. Sr. Conaelfceiro,
jovemador do .atado, f*o pub ico qu
fioa abert. nes'a secn taris, por e?paco
le 8 dia, contados desta data, arrBO, visto tw aido anoullada a que
'o aberia por odital de 20 de M.io u -
timo, para n f.r ncimento de curvSo Car
difT e srtigos ab-ixo declaraJoa, recesa---
ros ao tervi; i da illumiosp&o eleciri *
dj Cesa do D^teecSo, no prximo tx-
oicio ii iftocei'o que deerre de 1 de Ji-
Iho do correte ann a 30 de Ju.nh) da
I8b7, mediante es chuiulas aeguiatea :
1 a Cada prrponettJ dever apr sen-
t r sua propuata em carta techada, devi-
d mente sellada, datada e ast>igoada com
s precoe eicriptos por ezteoao e sem
e oecd -.i, juntando o ooabeoimento da
aaeSu pr;visoria da quaotia de i0' SO JO
que depositar no Thesouro do Estado,
>erdemoo direito restiiu;(So d asa
qoanMa ae, caita a sua proposta e c ra-
ndaio para aasigoar o contracto a iato
ie recatar.
2.* Todos oa art;g03 deverlo aer de
primera quali lade e postos na Casa de
Dtetelo palo cootraataot-, por conta de
quem correrSo as despesas do transpor-
te at aquella ettabolacimeato.
3 Os firnectment-.a serBo feitos me-
diatita pedidos assignados pelo engenhei-
ro enoarregido do servico, dentro do
prsso ranino de des dia1, sob peoa d;
omita de 10'10X) 2005000.
4.* Qualquer artigo que for recusado
pela sua m qualidaie ou por nSo estar
4a acoordo com o contracto, ser devol-
vido ao fornecedor que se obrigar a
aubstituil-o mmediatameotu. Pela n-
t'racco desta clausula foa o contractaote
o-:o multa que lhe ser imposta
juizo do referido engeaheir^.
5 NSo serlo acceitas as propo tas que
n&o offerecerem as garantas e qualida-
den esenptas neste edital.
6.4 O coatraccaote recolher aes c i-
frrs d> Thesouro do Es'ado a quanda de
2:000000 em dinheiro oa apolice da di-
vida publica, para garanta d.s maltas
a da boa execucSo do contracto, que se-
r assigaado deotr i do prato de tres
dias a contar da data daquelie em que
for acceita a saa proponte.
RTICOS A QUB SE REFERE 0 PRESEN-
TE EDITAL
orjr-r to de amonaco kilo.
PoUsaa caustica, '-ilo.
Alcool, 1 tro.
Verruma, arte.
eooeito para oleo, oro.
Armario ptra ferramenta, om,
Kanca pira e> cripta, orna.
Cadnra acs'riac, umi.
O diraefor,
Affonso V. de Medeiros.
* industri. saecbarina de Panellas o- ao seil honrado devedor.
Aos Senliores Mcrcieiros em
Geral
Nao vae 1 inge a nocha em que a
nossa classe sent nao-sc lutlibriada
por dois membros di classe de Esti-
va, leve hombridade de rcpellir os
seus insultos, pondo em sitio os seus
estabelecimenlos commerciacs, deixan-
do assim de fornecer-se dellcs a maior
parle dos membros da nossa classe,
infringinJo-llies deste modo o casti-
go que mereciam.
Pois bem, temos agora motivo mui-
to poderoso para, compenetrando-nos
do nosso dever, ter egual procedimen-
to com urna casa eslabelecida no lar-
go d'AIfandega, fronteira porta prin-
cipal desla roparlico. a qual sendo
credora de um nosso collega, cuja
probidade jamis poder ser contesta-
da, procura sem motivo com que pos-
sa justificar-se, embaracar a que os
credores em raaioria, recebam a im-
portancia que lhes cabe segundo a
proposla apresenlada.
Em taes condicoes Srs. Merciei-
ros, convem rep*llir um destes parias,
que sempre lera para qualquer um
dos nossos collegas desprolegidos da
sorte, a sede miseranda da vinganca
que deseja exercer com esle a que nos
acabamos de referir.
Este pedido vos feilo por quem
conhecendo de perlo a victima desse
bere, nso exila, apezar de humanita-
rio que em desejar para o algoz
analphabelo, urna sorle mais deses-
perada do que a por elle promovida
osmais illusti es paladinos pela pro- perior a'de Laga dr-s Galos equeta
***
Dr. Carneiro Lcao
Medico, partoiro e operador.
Residencia. Ra Formorsa n. 9, A
Consultorio & ra Duque de CaxiaS,
n. 71, !. andar.
Consultas de 11 s 2 horas da tarde.
Especielidade: Pebres, partos e mo-
eatias de enancas.
Telephone n. 325.
Aos Srs. Silva Mar-
ques & C.
Felicitamos estes illustres cavalhei-
ros pola atlitude brtlhante que assumi-
ram relativamente ao nosso collega da
ra do Barao da Victoria.
E' na verdade invejavel, o proce-
dimenlo desles senhores! A sede de
vinganca tal, que nao trepidarao, se
possivel for, mettel-o no fundo de um
carcere por toda a vida. Olhem, se-
nhores, para o dia d'amanha, que tai-
vez nao seja igual ao dia de hoje,
lancem am olhar rpido sobre o pas-
sado e vero mritos exemplos ; nao
procurem fazer hoje o que nao dese-
jam que lhes seja feito amanh; lem-
brem-se que a infelicidade nao esco-
Ihe o gordo nem o magro.
Quem assim procede, com um com-
merciante que ha longos annos traba-
Iha e onerado de numerosa familia,
o que nao far cora qualquer outro de
nossa classe que tenha a infelicidade
de se constituir seu devedor ?1
Santo Deus!!!
Alguns mercidros.
A directora da Companhia
Rectense de PaniflcacAo
Em que verba est incluida a im-
portancia de mil e tantas barricas
com farinha de trigo desapparecidas
o anno paSsado ?
Porque o relatorio e a acta da ses-
so deste anno, sobre isto, nao fala-
ram ?
Aguardamos rsposta.
lluitos accionistas.
ASTHflA DE 4 ANNOS
D. Delfia Eugenia de Jesu*. tra-
vesa de S. Sebasti&o n. 47, Castello,
curada pelo Alcatrao e Jatahv de Ho-
norio do Prado.
Deposito : Ra dos Andradas 59.
IVingruenase illuda !
O Xarope de Alcatr&o e Jatahy, do
pharmaceutico H morio do Prado, o
nico preparado que com poneos meses
de propaganda attingio a ama venda
meus.l da 18.600 vid-os, com tendencia
de augmento, porque CURA e o proprio
deeote o propaga entre os conhecidos. Q ''-* p-r- l.mpaif ) no.
Carvlo Card.ff, tonelada.
CarvSo para lampada de arco Siemiosu
Spositivo e negUivo de 6 amperes,urna,
lobo para lampada de u:o Siemens, >
ama.
Lampada incandescente de 110 volts e
10 velas, u uta-
Lampada incandescente de 110 volts e
16 velas, ama.
Fio flezivel, duplo iaolado a seda, metro.
Dito solado & algodSo e borracha de
0,-00150, dito.
Dito isolado algod&o borracha de....
0,002, dito.
Dito iaolado alg.dSo borracha da 0,003
dito,
[c'erruptoren para seccSo de 20 lampa-
das, nm.
Interruptoras para seects de 50 lampa-
das, nm.
Interruptoras | ara s: ce lo de 10 lampa-
das, am.
Interruptores para seocSo de 1 lampada,
am.
Corta- Jrcnita part 10 amperes, urna.
Ditas para 50 amperes, urna.
Abat-jous de porcelana, am.
Dito de gatb, um:
Aranhas, ao.
Arandelas, ama.
Supportes para lampadas incandescentes,
am.
Isoladores pequeos, am.
Metal fj;vel sobreoellente de 1 a 10 am-
pares, "gramma.
Ligado de fuiivel da 50 e 2:0 ampe-
res para dyramo typo 11 II, ama.
Eicovas de tela Smeos, jogo.
Oleo de mamn*, litro.
Dito mineral n. 1, dito.
D to mineral a. 5, para cyliodro, dito.
Kerosene, dito.
<*rax d> Rio Qraade, ki 9.
Fita isolaote, pe?.
S'rra-fi), ama.
So da d'ostaoho. ki o.
Estepa inl it, dit .
Asbeacoi-gacbeta, dito.
Asbcs.os.pi.pe'Si, dito.
Borraoba em lencl, dito,
Chambo em lenool, dito.
Lima e oiaiS^r.
Chav.s diversas, urna.
Tijolo para lixpeta, am.
Lix esmeril, to'has.
Co a ti>, aoa.
Catza de tarracha, aoa.
Fieira, am?.
Galvoaomstro, am.
Pilha, urna.
Tintas diversas, kio.
Pxe, litro.
Oleo de 1 nha;a, dito.
Vnrois para bronsear, frasco.
Verniz ,-a-a botiDaa, dito.
Brooha de n. 1 a 8, urna,
Tijolo refracta-i?, ao.
Barro refractar:, kilo.
Tabos de c-ystal para indictr o nivel da
caldeira, um.
Arruelis de borracha, ama.
Lubrifioadore de metal, no.
Qrilhas de trro f mdido, ums.
Correi da sola inglesa, rastro.
Toroo da ato, um.
Serra para farro urna.
Se-rots, no.
Tobos de borracha, metro,
zmpalo para kerosene, ao.
Cabo para lima, duzis.
Talas' para limpeaa. daiii.
Secretaria da Industria
3.* Directora
Por esta directora ae fas pnb'ico qua
no dia 2 de Julho prox m 1 hora t a
tarde, recebemsi prooostas ea cartas
fechadas, devid^mente s:liados, para 11
reparos de qm precisam as seguinles pin-
tes :
Estrada de O inda a Goyan'8.
Ponte de Paul-st*, or^-dnem 620$ 100 ;
i'onte de Fr goso, or5da em K840f;
Pode de Desterre, oread em 257S100;
Ponte de Iijuiras, oreis em 445J5f)0
Pon-e de Tabatmga, oryad em 645S700,
Ponte da Pasmado, oreada em 207J9"0:
Ponte de C.ga-fogo, or?d em 4155800;
Poote do Aratac, orjada em 14<50O
Ponte de Rojuari, arcada em 8235900
Poota de TracuDhaem, orc 1:69 400: |
Poi.te do Rio ivforto en Qjymna, ore
da em 1:303*500.
EVrada de floyanDa a Itamb :
Ponte de Agua da Bicho, orcar'a em....
3 IOS 200;
Ponto da Urm, (primsirr.,) oreada en
691S900;
Ponte do Uraa (segunda.) orcid em..
69^500;
Ponto ae Capibaribe-mirim, oreada em..
2:222*00;
Ponte de Po-aoarello, eo 2:600)51400;
Ponte da Pai Jj5o. oreada em 3:371*400;
As propostas podim ss referir a di-
verjas, ou a cada urna de per si e divesi
ser esoriptai por extenso, sem rasura,
emenda ou vioio, de qualquer especie,
sendo regeitalaa as que se resentiren
das seguate* faltas :
1.* As qua excederera os p-e;oi do or-
namento ;
2.a As que bazaarem em precia da os-
tras propostas ;
3.* As que n&o forem org*oisadaa de
accnd) com o pesen e edital ;
4.' As 6roadas por psssoas que j te-
nham deixado de cumprir contractos
com esta rep>r cao ;
5.a As que d&j offerecerem as garan-
tas e qua'idad-s exigidas oeste edital.
Ha veo do duas ou mais propjstas em
igaaldada de c mdiyoei sobra caria obra,
ser p eferidr a do oncorren^e qu ; me-
Ihon-s provas deido.eidade ollirecer
Os concurre itea dsverSo, a'm detsa
idoneidade exigida para direcfS. e exe-
cogo das obras, indicar o lujar de ta%
residanc a.
Niogaem B3r admittido a c:..c irrec-
cia aom qne pr-ve ter depositadj no Tos-
souro do stado, at a 11 horas diquel-
la dis, quantia orrespondaota a 5 /*
do valor da obra, importancia que per-
der si, etcolhid* a sua proputa e con-
vidado para asaigaar o contracto, a isto
se recusar.
Para boa garanta da execoc&o do con-
tra'o depositar o co.tractante no The-
souro ama caucSo qne ser prviamaate
arbitrada por eata directora.
Nesta repartifSo es'ar a disposicSo
d.is aenhores concurrentes, das 10 s 3 da
tarde, u orcamento respectivo.
Reoife, 16 de Junho de 1896.
O director,
M Britnel.
Fornecioiento aos Cor-
pos Estadoaes
De ordem do oonselho econmico fajo
publico qua no di i 19 do corren te, ao
meio da, recebe-s-, oa secretaria do 2
batalh&o de ioiaotaria estadoal, onde
fuoccionar o meemo conselho, propostas
dos gneros abaixos declarados para for-
oecimentu do segando semestre do cor-
rente anno ao rancho das prayas dos cor-
pos estadoaes.
Aa propostas deverSo ser aprsentelas
ao concelho em cartas fechadas e vi-
damente sellad p, contendo alm dos pre-
sos das mercadori. s mencionadas a de-
c!arar;&o de sigeitar-se o Gintractante das
clausulas do contr c'.o abaixo transcrip-
tas :
Carne verde, kilo.
PSes, dito.
_
Sao elausnias do contracto
1.'
Os extractantes sSo ebrigados a for-
necer diariameate e com a necesaria
promptid&o as diversas mercaduras que
Ibes toram devidamenta solicitadas para
o rancho das prayas dos corpoa estadoaes
2.'
As mercadorios ser&o de piimeira qua-
lidade e devem s*r entregut s nos respec-
tivos qaarteis doa corpoa coda quer qce
lhes sejam, contaoto que se achem den-
tro do permetro da cdade.
3.*
O forneoimeoto ser feito pelos coa-
traotates por intermedio do agente do
rancho, em vista de pedidos por este as*
ignados e rubricados pelo fiscal do
eorp i.
4.'
Quacdo for qualquer merosdoria re-
geitaia da m qaalidade ser devolvida
ao contrataute que a substituir imme-
d-.atamei-ie sob pena de malta de 25 */.
do valor da mesma mereadoria que pelo
colra ser comprada por conta do con-
tactante pelo prego que for encontrado
no mercado.
Em igual malta incorrer&o os contac-
tantes pela demora da entraga das mer-
cr.doriaf.
5.*
Na hypothese do final da primeira par-
te da c'auaola antecedente os ortrae-
tacei ficto obrigsd s ao pgame :*.o das
meiodoii s compradas logo que seja
apreantada a respectiva cont*, oompe-
tecleoeiti vis-da pelo fiscal di corpo,
aob pana da cer d soontada su i importan-
cia com o augmett) de iO /* do prima-
ro pagaoento ^ue tiver de lhss ser effec-
toado. |
6.o
As oontas do fe rnecisaonto para o at>





i-ii'i i r-
HfGVEl
-i i..., -



1PT-
-
Diario de FcviialR terco Quiita-Tci? 4-9 e dkmho de 150ti







olio serio pelop ci-ntpaotantes estreidas
em doplicata e a presentada! menaalmen-
t que as mandar pagar dentro dos dea
primeiros diaa de cada mea, dep is de
devidamente ootderidao pelo fiaoal; fi-
csndo ais contraotantes salvo o direito
de suspender o fornecimento urna vea fio-
do sae praao aern que tenl&o embolsado
g mpo'tfcneia da conta do mea anterior,
e de reaciodir o contracto ae o pagameo
to demorar-so per maia de trinta diaa.
Oa contractantea ficSo brigadoa a for-
necer pelos meamoa pretjos daa mercade-
ras contracta das aoa vfficuea doa corpoa
medianta pagamento a vista oa em vir-
tolde de vales por elle a asaignadoa e ru-
britadua pelo fiaoal, pagaveia ata o dia
5 do mez sabsejaente, mediante sonta
eupecal para cada nm delles.
8."
fL Pelas kfraccSes das clausulas deate
contracto, cujan penaa nSo te achem es-
pacialmente determinadas, oj contraotan-
tes fieSo snjeitoa a multa de 208000 a
1008000, que lbea aerto impoBtas peloa
commaedantea doa oorpoa.
9.
Ficum obrigadoa oa oontractantea a fa
ser as meamaa coodicBea o foraeci man-
to do taea mercadotiaa iue for jolgado
caiessaiio para o rancho da qualqaer oo-
tra forja estado! que por ventura poasa
ser creada, aendo neate caaj feita a en-
trega doa geaeroa no respectivo qutrtel.
10
Oa contraotantea nSo terSo direito a
icdemnisacBo algoma por eaceao de pre-
co das mercadorina, quaeaquer que aejam g-j-j a- 1 1 U ^ O 1
aa condiceea do mercadr, o que tambero JCiSir.B QC F CITO oUl
alo poderlo allegar para eximir-ss do I
camprimento do contracto, que vigorar
pelo te sipo de seis mezea a coatar do Ia
de Jauho a 31 de Dezembro do corrente
anno.
Se os contractantea recuarem-ie den-
tro do praso estipulado na clala 10.*
a faaer o fornecimento a que a&o obriga-
daa pagarao a multa de'lOOSOOO a 5000
conforme for arbitrada pelo conreino que
tora em attencSo o valor do contracto, d-
candj este ipso fado roaoendido.
12.
4.* Aa firmadas por pea-oas que ja te-
nham deixada de campri-r- contractos con
sata repartic&o ;
6.a As qua oto offerecerem as garan-
tiaa o qualidades exigidas oeste edital.
Haveodo daaa oa maia propoataa em
igoaldade de oondifSea, aera preferida a
do concurrente que melhoies provaa de
idoneidade offarecer,
Oa cor carrentea deverSo, alm deesa
idoneidade exigida para a directo e exe-
cuc-So daa obras, indicar o lagar de sua
reaidencia.
Nenhum concurrente sei admittido a
oonenrrencia aem que prove ter deposi-
tado no Theaouro do Estado, at s 11
hora daquelle dia, quantia correspon-
dente a 5 s/ do valor da obra, importan-
cia que perder si, eapolhida ana pro-
posta e oonvidado para aasignar o con-
trato a iato ae reousar.
f ara boa garanta da execoc&o do con-
tracto, depos tara o contractante no The
aoo.ro urna cauca o que aura previamente
arbitrada por eata directora.
Nesta reparticKo eatarSj a disposigao
doa aenhoraa concurrentes, daa 10 s 3
horas da t rde o ornamento e as plantas
reapectivaa.
Becife, 28 de Maio de 1896.
M. Brunet,
Director geral
dePeinambuco
EDITAL 3
Fornecimento de enrvao
Da crdem do Sr. director engenheiro
chele se iaa publico que s 2 boras da
tarde do da 22 do correte ter lugar
nestfv estrada a concurrencia para o ter
oeeimeato de carvlo de Cardifi necea sa-
ri i ao servico desta mesma estrada no
semestre deate anno.
Oj pr posentes deverSo apreaantar-ie
at 1 hora da tarde do dia cima indi-
Par* garanta da multa a que se refe- cado, traaendo auaa propoataa em carta
re a clausula antecdeme, oa oontraotan- ; fechada, devidameote selladas, e acom-
tes reco.herSo previamente fco coire do panhando o conhecimento da cauc-So pro-
corpo que for deaignado a importancia visoria de 500-AOOO que depositario na
que fdr est palada a qoal a poder ser theaouraria deata eatrada.
dalli leva-tada, depoia de determinado o O carvSa ser de primeira qualidade,
preso do contracto e de liquidadas todas i tres vezea peneirado e posto pelo oon-
ss coritas a elle relativas. tractaoto em Cinco Pontas dentro doa
3. carros da Eatrada de Ferro do Becife ao
Oa contraotantea ren'inciar&o todos S. Franci-o, correndo por sua conta
os casos fortuitoa ordinarios e extraordi todas >s despeaos at aquello ponto.
narios, que pode m ser previsto- e todas Oa fornecimeotos si ro feitos por pe-
os sol-toa ou inslitos, cogitados cu nSo didos aaaigoadoa pelo almojarife, r ib.-i-
cagitados e fico em todos e em cada cadoa pelo director eegenh-.i o chefe
nm dees sempre obrigadoa aem que I dentro do praso mximo de 10 diaa sob
passam delles valer-;e nem allegal-oa pena da malta a juiao do director enge-
em tempo slgum para alguna effitj.qual- nheiro chefe.
quer que elle a^ja ; bem como qu s-j O contractante ficar sujeit pres-
quer pardas, prejuisos cu falta de meioa tacSo de urna flanea, que pra garanta
salvo se for csasionados por incendio ao aea contracto, ser fixada pelo mes-
caauai, destraigo por conveniencia pa- mo director engeuheiro chefe.
blice, DiiuadajSo ou rebelliSo, caaos em Secretaria da Eatrada de Ferro Sol
ae devora ser feita a competente prova, de Pernembuco, Palmares, 11 da Junho
per.nte o conceiho.
Qaartai na Praga da Bepublira, 15 de
Jonho ce 1896.
Je So Alfredo Figueira,
Tenente secretario.
Secretaria da Industria
3.a directora
Por esta directora se fas publico, que
D dia 23 de Jonb) 1 hora da tarde,
recbese prepoatas em cartas fechadas,
devidamente Bailadas, para oa reparos de
ue ntcessita o boeiro da eatrada de
na varzea do Pauliata, oreados
de 1896.
O aeoretaro,
Js da Cuti/ia Liberato de Mattos
Secretaria da Jnatica, Xege-
c oh Interiores e lastrueco
Pabllea do Estado de Per-
n de 186-S.a directora i.'
leceo
De ordem do Exm. Sr. Conselheiro go-
vernador do Estado faco publico que,
dentro do praao de qaareota das, a con-
tar da data d j presente, se aoha aberto
eyenna, na varzea ao rauuaw, orsaaoa|De|U Beoret!lrft 0 o-">carao para o pro-
m 5:2718C07. vimeoto da cadaira de Mineralogi e Q60-
As propoataa devem aer uriplUFOir |ogia 0 lnititato Benjamn Constant.vaga
pela exocera^ao concedida ao engenheiro
eooootrrao oa propo mentes, oa modeles
dos improseos, livroa etc. e se prestar
as Para garantia da bua execuclo do con-
tracto depositar&r -os cantraaUotea no
co|re da eatrada ama quantia fizada, plo
Qrector ena;e'>heiro ehefe, de ecordo
cosa a imp^rt^aoia do toraectmuntj con
tratado.
Secretaria da Eatrada de Ferro Sal
de iPernambuoo, Palmares, 10 de Jnoho
de 1896.
O Becre'ario,
jfos da Cunta Libralo de Mal tos.
.a Seecao1.a Direetoria da
Seeretaria da Juati^a, \e-
gocies Iateriores e Insiru-
ccSo Publica du Estado de
Pernatnbuco, ein 1 de Ju-
nho de 180.
EDITAL
De orfletn do Exil. sr C oseltieiro Goorna-
dor ao Bdia<*o qoe tai abe-t, po-
e-p o de 6 das a c otar da poblica(ao i.>::?
e'Uai concorrencia am de st"?tn au-e^-nu-
da.- propos t*S, oeviddmtDle Eellada?, un sai*
ts (erbadae, i ara o to i e meato dur.nte o
trimestre de Jlioo a Setembro viedooro dt-
ra^Oes e dietas aos preros pi bres da Ca3a de
bcieiig-,0, mediante aa i'ond.cOej abano etpu-
ludas :
i.
O conirattaote (.bri*a'ss a fazer o Lrnei.1-
mente ctm K^oeros s&ob, de boa qoalid i rus, meuoioaaoes Das taaellas ns. 1 e 2, de
accordo coiu o regobmento da C-ma ce Dc'.ea-
cao de t de Mire de 1885.
.
Tatito as rfcCee cono as dietas serao entre*
rus- na porta do m.beie'imeoto a nm em*
p-egado oa empreado.-1, enca-reKaioi pelo aa
miDistrador de bs recebe-, o3o senao permit*
tido ao contra tanie ou aos seos rapreBtntautes
ter ingre8K0 no eftaDelejimenlo.
3'
O ncrot-ro das racOfs e mu qoalidades se*
*3o exigidas do conira^tan-, por mel de om
vais aesijinado pelo .dmioistrador, eo i'as die'
tas po' meio de nm ootro vale, aeslgaado pe*
lo medico.
4.
Aj races e dietas 't-iu-adis pelo medico,
por eua ma quaiidaoe s ra> de prompto suD
s itoiilas ptlj cer,tractaiit>- sob peoa de ama
mulia de tni mil rei.-. (IlOOUO), qu.nao nao
a8, s-iMo, : ei>'e i a o, a suDetituicao fei a a
(oa costa, pelo admioirirtdor do r-uteleci-
meato, e dtscou udo o sea v.Ij-, alm da aul-
la.
5"
O cootratbote obni-ado a,fi,rnecer, inde
peoueme de isdtmoisfcio. o barbautr- uecegsi-
no para fjimula- as r>rs de carne e baca*
Ibo, torrador^ icouibo para e caf.
6.*
As rc-.-i e dieta dos presos pobrer, de que
se irta, nao podere exceder de seis
ceoto res (600), diarios com exc pc*o das fot*
Decida aoa presos uiiliares. qoe Berio pag e,
de ccnformidade com o dispo^io no avi'o co
Mioiiterio da Guerra de 2 ue Mjo de 1858,
7.'
0 cootract nte nao podera receber a impor-
tancia do tooeciuieoto M'o to raet aoierior,
,em qoe teuba pago o levpeclivo sello.
8.
Har tarantia daa muHaj, e da bja cxecocjo
do contracto, que sera S-Unado dentro e 3
diai, a cotitir i ajutlle em que for acceiti soa
pronoeta, o contraciante recolcer aus cofres
do E-tado a qoaofa He nm cont Ce rea......
(t.OODO'JiJ.JeD diobiiro oa upolice da divid
paoliCi federal cu cstiduii.
O Directo',
A/fonso V. de Medeirot.
DECLRALES
De^tilla^ao Fragoso
Optiosa aequialcfto
A commisaao abano asignada competente-
mente soterisada por aisembla geral de 8 de
JenbP le 1896, cbama connorreotes a compra
dos be o 8 aa Coapaobla D^stillstaj Fragoso,
par* a Itqaidacae da referida Compai hia, como
ibmo se decais.
Um magnifico eo.eobo com 27 kilmetros de
permetro, competeolemeote dema-ra o, com
expleDdidas maltas, lograiliu-o e terreos para
noto agio de caiei.-as.
Urna deitiilagao em perfeito estado, de
syftema allemao, moeoda loglexa, esleir, ba-
lai'C, etc.
A aestillacao tem capaeldade para 12 pipas
diarias e a trabaibou dorante u a ?af-a.
Anrtr Hara Pinbelro,
W. H. tilion.
Por roenrasio de Antonio Lois d sSaotos,
Joao L. doa Santo1.
Commis aocloMelhoramea-
to do Porto do Recife
EDITAL
De crdem do eoeenn^iro ebefe da commiseo
'. M-ltio- o en o d" Por o do Recife, fago PU-
hli< o ou-', de co (ormidade com o 5 ao ari.
18 du R-goa nent qoe balxoo om o decreto
n. I.Im d.- 29 Ue Noembro de 1890, do dn 7
docori-eot^, ao me o da, na re-pe Uva repirti-
(ao recenem-se p-opo.-tas pa*a foroacimento
dos materiaes e mala oDjeitos oeceaearies as
i0 b cargo a meama commixsao, cuja rea-
c-i < >e acba oa lecrtisria i diaposico tos pro-
ponente-, eoo aa se^njaiea cuudicea.
.* O* prponeoiee oeverao epreeotar ae
anas propoataa em cartas fecbaaa, at a bora
cima indicada.
2.* As propoataa cevero ser feit.a am du-
plcala. 8endj uxa aellas competentemeote
eataiDpiibatia.
3 Oa proponeD.es deverao apreaeotar as
amostras di s objeitoa.
V* Aa prop.)-td3 deverao ser fe,tas, sesonio
a ordeui atpnaDetiua. tvatema de pesos, m.dj-
iia.qui tidade e qaalp'sde, de accordo com a
raUca.i qaa >e acb na Secretaria.
5 O- pro oneotes ae obrigarao a fo-necr
deiJt*o ae 2i burj oa objectos pedid oa, aob
peoa de milita ce 20 '/. sobre o valor des pe-
didos.
o.1 Oa p oponeotes ee obnearSo a entregar
os obiectja pedidos, oca losares qce Ibes fo em
SfJRDaSOS.
rsecetaria la commi89aD do Melooramenlo
do Porto do itecife, em 16 de JuUio de 1898.
O Secretario,
Auelii) Tnvarpg.
Estrada de Ferro Sol de Per*
oamboco
De crdem do Sr. Dr. director engenLei-
ro chefe ae faz publico que o mesmo ae-
nhor director mandou crear em cada urna
das etta<,i5e3 deata aatr.dn ujj livro em
que aerSo lanoadaa qoBeiqoer reclama
r5i8 qne tenhsm de ser dirigidas di-
rectora, devendo oa aeohores interessas
dos abonar aa suas queixaa c.m duaa
teatemunbas idneas.
Esse livri acbt-je a cargo dos senhores
pgeatsa
Secretaria da Eatrada de Ferro Sol de
Pernambuco, Palmaros, 10 de Junho de
1896.
|O secretario,
Jos da Cunha Liberato de Mattos.
THEATRO
S
extenso, sem rtsura, emenda ou vicio
de qualqaer especie, Beodo regeitadas as
qne se resentireni daa seguintea l<as :
1." As que excederem os pregos do or-
namento ;
2," Aa qoe ee basearem em preces de
otras pro postas;
3. As que nSo forem organizadas de
accordo com o presente edital;
4." As firmadas por pessoas qoe j te-
thao deixado de cumprir contractos com
esta repartidlo ;
5." As qoe nSo cfferecerem aa garan-
tas e qaalidadea exigidas natts edital ;
Ha vendo duaa on maia pro postas em
cgusldade de condicSos, ser prefeiida
a ce cencorrenta qoe melhor proras de
.doneidade offerecer.
Os concurrentes deverao alm desaa
icceidade exigida, para a direcgSo e
ejr.ecuc.5c das obrtB, indicar o lugar de
i residencia.
Ner-bam concurrente ser admittido
corcurrencia, sem que prove ter deposi-
tado no Thesourc do Estado at s 11
Loras daquelle dia, quantia correspon-
dente a 5 / do valor ce obra, impor-
tancia que perder, ee, escolhida sua
prepoeta, e convidado para ssiignar o
contracto, a iato ae recusar.
Para boa garantia da execugao do con-
tracto, depositar o contractante no The-
scuro, urna caugao quesera previam n-
te arbitrada, por eata directora.
Nesta repertic;o, estarlo dupiaiySo
dos snhorea concurrentes, das 10 s 3
liora. da tarde,
respaotivas.
Recae,"3
o ornamento e plantaB
de Juoho de 1896*
O director,
\M. Brunet.
Secretaria ta Iq^ ustna
3* Directora
Para ooobecimento doa interesaadoa
fajo publica que, ao da 28 de Jonho vin
douro, 1 hora da tarde, recebe.m-se
cesta direetoria propostas em carta fecha
da, devidamente aellada, para os repares
de qua necestitam a estr.da e a ponte
do Campo Grande, oroadoa em ?:938901
As propoitaa devem ser escriptaa put
extenso, sem rasara, emenda oa viiio de
qualquer especie, sendo refl-eiUdas aa
que ae reseutiresj daa seguintes fa.tas :
1.a Aa qne exoederem os prec-os do
crsamento;
2.a Aa que se baaesrem em presos d
ostras propostas;
3.a As qoa nsjiJoisni wganiaadaa do
Ufor*0 com o proaotto odital;
Lua Lombard.
Os candidatos deverSo, na forma das
inatruocSea approvadfti p"r ('creto de
3 de Margo ultimo, '-'t
qoerimontoa pa...cu n i .Cijpoo par o
referido concr.i> >.,. n,Mmo Exm. Sr.
Couaelheiro (ioveroador, instruidos doa
seguintes documentos:
1.* Cert'dSo de idade, titulo oa diplo-
ma qoe prove maioridade legal;
2. Folha corrida ;
3.* Attestado de moralidade, paaaado
pelas autoridades do rruiic po em que
residir o candidato.
O director,
A. Gomes Leal.
COMPANHA LYRICA
saxsoxi:
AMANHA, SEXTA-FEIRA 18
Pela primtira w em Pernambeco, em recita
extrao di-ana, a grajde opera-bailo :
AFRICANA
Scenarics, guarda-rcops, adencos novos.
AV8I|4.
StBlO
1 recita de aesigoaiora.
Veneravel
Irmaodade do Sanliseino Sacramento da Ma-
t> z de S. Jos
De oidem do lrmio escnvio eerviodo de -ais,
codviju a t. doa oa oo-ai a carlf simo?, traaos a
comparecersm qoiiia-fera 18 do correte,
pelas 6 boras da tarde, em o noeao consistorio'
para, reooidos, etf'(toar-se a eleigo da mesa
regedora do anco de 1896 a 1697, sendo esta a
terceira coavoccc&o.
CoD8iatorio, 16 de Junbo de 1896.
O eecrivio n.termo,
AdIooIo Carlos borro-ieu dos Santos.
Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco
Feruecinieuto de Junho De-
zembro de 1886
De ordem do Sr. Dr. director enge-
nheiro chele se taz publijo qua at s 2
horas da tarde do dia 22 do corrente re
cebem-se propostas n Btcretaria desta
estrada para o fornecimento, por contrac-
to, no Bemestre de Junho Deaembro
Jesti anco dos artigos constantes da re-
lac^to que ser facultada ao exame dos
interesaados r.a agencia deata mesma es-
trada na cidade do Reoife. Oa preponen
tea deverSo apresentar-ae t esta reparti-
V&o k 1 hora da tarde do dia cima indi-
cado trazendo auae prop atas em cartas
fechadas devidamente selladxa, datadas,
e snignadas com ob presos eacriptos por
ex'eoso e sem emendas, rasoraa e cous
qoe davida taya, acompanbando-as, tan-
to quaoto poaaivo!, as respectiva amos
tras, principalmente acs artigos, cuja
qualidade nao esteja expresos na rea
9S0 cima referida.
Para ser admittido a concurrencia cada
propeoente tara, na tbesour ri* da natra-
da am deposito da quantia de com mil
r.-s, pordendo o direito de levantal-a
aquello qoe, preferido para o forneci-
mento de qnalquer artigo recusar-se a
asaignar o contracto deatro do praso de
8 ias contados da data ob ano hoover
recebido o aviso qoe para tal fim lhe ff>r
expedido.
Na agenoia desta estrada so Recife,
Arsenal de Guerra
A commiseo de compras dette Arsenal re-
cebera prepof tas no da SI do corrente as II
Oons da manb para o foroecimeoto aj provr
meoto do Almoxanfado, dnraoie o Bemestre ae
Juirio a Oezemb-o deate anno, de tintas, drogas,
artigos para illominac-aos para facbma e ran-
cho; madM-is, metaes, frrrameolas, insignias
e artigos diversos, desenmlnades em llati qoe
ae acba na Secretarla deata B particao, -ib-
poeigao dos negociantes qoe deeejarem con-
correr so forcecimeoto aliodido.
OOaervagOes
Os proponentes deverao se habilitar na for-
ma do Rego'"mento. A p-opos:'a deveria
ser tm doplicata com relami a cada especie de
a-tios, 'raxeodo do aito o nome do propeoente,
a ineic.eao da csaa commecil, o numero e a
marca das amcetrae, a declarecao. exp-esea de
se eojeitarem aa multas do hsgolamento ea
vigor.
Os proprneoles meoclcnarao no subscripto
de euas proccalaa a e&pecie do artigo p-opo.-t <,
numero 9 merca das amostras qne aprsenla*
rem e data da eefBSo do cenaelho. Todos os
artigos serio postos no Arsenal por tenia pro-
aria, de coefo-mi ale com os pedidos qu loes
forem feo* de primtira qualidade e com a
muima p-omp.idao.
8ecretriA do Arfenal de Guerra de Pernam-
buco, f m 16 de Jcnbo de 1896.
Jo: Fran:isco Riodro Machado,
Secretar!
Apolices do Estado
Teodo deaapparecido tres apolices da divida
do Estado de na. 3,297 do valo- de ce- m'l
ria. r. 129 do vlor d cem mil rels.e cutra
de n. 230 do valor de qoinneotos nil ria, ser*
'encen > ao finado aobdi'O por logues Maroel
God r> Panlo, de cojo espolio se proceden a
irei:aa{;ao pelo joiso de uzeles a requer
men'o do Consol de Portugal, pede-ae a quem
aa lem ach-do o favor de 1 s entregar ao mesmo
Ooo-uiado, para evi'ar des eza pata o mesmo
espolio com a cbleoco de aovas apolices coxo
permite a le.
Recife. 28 de Malo de 189.
KAJRITXttOS
Boyal M Slem P ckb. ompany
O paquete Thames
Commandante James Brander
E' esperado do
sol at o da
1*1 do correte,
setuindo depois
da demora indiapeosavel para
9. Vicente, Lisboa, Vigo, Cher-
boorg e outhaapioa
O paquete Tagus
Commandante \V. H. Owen
E'esperado da
Europa at o dia
XS do corrente,
,e segoira depois
da demora do
costme para
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
O paquete Clyde
Commandante F. Messervy
E' erado da Europa at o
ola 85 do corrente e seguir
'depois da demora iodispeoss
vei para
Bahia, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
Eete paquete oi completamente reformado
para BobBtitoir o Magdalena, que, por esta
vlagern vae directo do Rto da Prata a Lisboa.
Ruda: 2o eos pro os das passagens
Ida Ida e volta
A Llffioa i* caBse 20 30
A' aoQ'.liaui..iou i' ciasse t 28 4 52
Gacu'otee rsssrvadoj para oa-paasa-je:^
Pe.-n amosco.
Para carga, passagens, encommendas a di
phetro a freta, trata-se com os
AGENTES
ki
morim srraf.o
&C.
'K'd
--na-N.S
Couipanhia
Santa Thereza
de
Abaateciceato-d'tgna e Ipz cidade
Olioda
ASSEMBLli'A GERAL
Sio coaiidadoB os Srs. accionistas a se rau-
oiram ao dia 1 de Jolbo, o> andar do pre-
dio do-Gaos da Compaub.a Parnambocana o. 2,
sflm da coabeceram das contas da Gompanbla,
soprOTarem o parecer, a oovirem o Relatorio
ds Dlr*ctorl8.
Recife, 16 ds Joobe da 1896.
A. IVel'/-*iiioes,
Director,
Pacifte Slcaiii i^vigatiou lom-
iin
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Liguria
Espe-a-se fa
Euri'-x aleo
01a SO do cr-
reme, e segoir
rl depoia da de-
mora aocooiome para Valparaso com eacala
por
Babia, Rio de Janeiro o Montevideo
Para carga, paagagena, encommendas e di-
nheiro a fres traa- AGENTES
Wllson, Sois lt, Limited
10RA DO COMMERCIO- -10
L* aandr
Hamburg t Suedamerikanis-
che DaB;pachiffabrts-Ge-
sellschat.
O ?apor Itaparica
E' osnerado da Europa at o
ta S8 de Juoho, e eegolr de-
pois da Decesaaria demora para
Rio de Janeiro e Santos
Entrar 00 porto
N. B. NSo ae attendera mals a nsDbuma
reclamsgao por faltas qne nao forem rommu
nicadas por escripto a ageocia at 3 das dspois
da entrada dos gneros ua, Alfandega.
No caso em que os volumes sejam desrarrs-
gados com termo de avaria, oecessana a pre-
seoga da agencia no actu da -bertora, par
poaer verificar o prejaizo c faltas se aa bou-
ver.
para passager?, taran fr.->!e e etc., trata-se
om os
Consignatarios
Borstelmauo &C.
18- Sua do Ccrimereio18
1- andar
ijjiupoMi nniiiina s 1-
Wtoi
PORTOS DO SUL
Macei, l-'enedo, Aracaj e ^Bahia
O pi.qaetu
Jacuhype
Commandante Marianno de Andrade
Segu co dia 18 d o
f correte, as 4 hora da
larde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nbeiro a frete, ata s 11 boras da manb do
da da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a clacsola 10.* dos coabecimeotos qoe a
segointe :
No caso de bsver alguma reclamacio con-
tra a Compaobla, por avaria rn perds, fleve ser
feita por eaenpto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de t.-e das depois de Gna-
liaada.
Nao preceden Jo es:a formalidad?, a Gompa-
nbla (lea isania de toda a respoDsabilidade.*
ESJBIPlORio
Ao Caes da Companbia Pernambocana
a. 12
Llojd Brazileiro
.\vescff transatlntica,
eosteira e fluvial
O VAPOR
Maranho
Commandante G. de Castro
E'esperado des
portos do norte
do dia 2* de
JoDbo, e segui-
r para os por-
tos do sol ao mesmo da.
Aos Srs.carregadores pedimos asna atteocSo
p?ra a clausula 10a dos coobecimentos que a
seguate:
Mo caso deba ver algoma reclamacio contra a
compaobla por avartss on perdas, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois it iioal:-
aada.
Nao precedecdo esta ormaudade a corepa-
obia rica isenta da toda a responsabilldade.
Aa paeasgeos to tiradas no mesmo escripto
rio, at s 2 /2 horas da taris do da ds sabida
do vapor.
Atten^ao
As passageas pagas a bordo custan-
maia 15/*
Para tsrga^paaeageos, encommeDdaa e va
oras trata-se "com os
AGENTES
Pereira Garneiro 8t C.
6RA DO COMMERCIO-6
i."andar
Norddentscber Lloyd
O vapor Wartburg*
Espera-se d a
Enropa at o dia
SO do corrente
e secolr depois
da demera nece.-ta'ia para
Rio de Janeiro e Santos
Eotra- 30 porto
Para paesgece, carga, frete, etc., trata-se
com o
AGENTE
V. Neesea
Caca do Ramos n. 4
LEILQES
Compania P. de Aavegafo
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo 9 Aracajii
O paquete Una
[Commandante Aleides Albuquerque
Segu no dia 18 do cor-
rete, s 4 boras ds tarde.
Recebe carga, eocommeadas, passagens e di
nbeiro i frete at s 11 horas da manb do dia
ds partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carregadores
para a claosola 10* dos conbeclmentos qoe a
legolnte :
No caso de baver algoma reclamaco con
tra a Compaobla, por avaria ou per Ja, tefJ ser
feita por escripto ao agente respectivo do porto
da descara,!, dentro de tres diaa depois de rica
1sada.
Nao precedendo eata formalHade a Compa-
obla Bes isenta de toda a responsabilldade.
ESCRIPTORIO
No Css da Compaohia Parnambocana
*>. 12
QolDt,*fei-a 18, deve ter legar o leilao do
e geuo Bolre Ros em Jab a'Qo.
No meamo da e em contiooago, eilao de
1 grande cbaca-a, com cus de sobrado e boaa
accommodscOes, qaartoa tora e sitio com gran-
de te-reDo p-no da cidade.
No mesmo da oo ante!-, orna grande casa
de peneio mobiliada e oscopada por hospedes,
cSereceoao graude vant^gem por compra oo
por socledade.
Os predica ani umiades para quinta-feira
18 do correte rao ca Una do Betlro c. 2 e 10
cooforme o doucio ne-ta meama columna dos
leil-a, por occasio do leilo do eogcnbo En-
tre Hioa em Jaboaio e 1 casa de peiito co
Recife.
3 Leilo
Do sitio denominado Alto do
Hachado no Fundfio, em
Deberibe.
Qaiata-feia 18 do corrente
A' 1 HOA DA TARDE
NO MESMO SITIO
O EgeDte Onveira, pur mar.dado e 88.i-;encia
de Exi. Sr. I)-, juiz jb aire lo oe Oltoaa, ven*
der em 3.* Iclls o tido & i:na, serv iuo de
o.se o prego obti lo o 2.- It-.io.
Os Srs. prettndente.i d=tde, j pode-So, exa*
minar o referido ntioe
Leilo
De boca preoioa em cbos proprio?, e g^aedes
tcneboa ca i lu do Retiro, raa.-a^em aa Ma-
gdaleca, fregueiia dos Alegados.
Quinta-feira 18 do corrente
AO MEIO DIA
A' ra do llom Jess n. I.
0 agen e Pinto lev.ra lelo por a!v,.rde
HceDga ao llm. > Dr. juiz ae cirelto da prc-
vedo la, em virlude do eguenmtn'.o oe D.
Laonaua de inur Regaaas, luveoiariante e tes-
tameoteira doa bens euadoa por .- o marido
kfto da Silva RegaJaa. oa immcveis cima
mencloaaooc, teu inur, do graude tobraro da
lina o Reii'o o. 2, com grandes acccua0.oda-
c6es, qoaitoa loa, icirantes e outrae depen-
aeociae, e s.tio granae, bem como a casa terrea
o. 10, com soto t qu o ai 1010 murado, tudo
em Cos propnoa, pooendo serem, deaoe j,
ezamioad09 e comparecerem ao acto do leilo
c,u:o a-Itira 18 do co.ieote.
Ao meio dia
em
Veoae-ee oa t.-.tpasaa-se tm Itilo ou
particular:
Urna grande casa de per.-ar. com boas salas
e 16 qustloa tidos mobiliadcs, oceupaaos, loa*
<*s, vJroa e cry-'.aea, quart.a para DucDOSa
a:a fretca com 3 j.nellas de frente, 10 altas
no cilio, paaaando ps
88 IlLlldS.
Quinta-feira, 18 do corrente
Ao meio da
Agente Pinto
NOARMAZiM A'RA DO BOU JESS
N. 45
Os pretenderles podem, desde j, ocler qaal-
quer nformaco do mismo agente.
Retirnao-se oa Conos oa referda pesno
para fora oa cidade, e acbaodo-se dita casa
moLtada ba 20 acoca e bem aaalm afregoezads,
nao [ -m doviaa em faier sociedade dsde j
com quem queira admioistrai-a, enitnJ.-r-ae
co armaiem da itu do Bom lesas n.. 5.
Leilo
LINHA MENSAL
Vapor Cordouan
E' espe'Sdo..
da Europa at o
da 19 -eJuobo
efcni 4o depoh
ja demora pr>
cisa ara
Bahia, Rio de Janeiro,Santos, Montevideo
e Buenos-Ayres
Entrar oo porto
Previne-se ainaa aoa Srt /ecebedores e me-
ra aorias qne o se atteuder a reelamaefies pe
fal as, qoe forem recoDbecida^ na occasio da
lesea rga dos volumes; e qoe dentro do 48 no
as a contar do dia da descarga das atvarengaa,
deverao faier qualqaer reclamaco conosraen-
ie a volumes cree norventora tenbam segni'lc
paro os portos do sol, afira de serem dadaa a
umpo as invidencias necessarias.
Roga-se aos Srs. passagelros de se apresesta-
ao ns Tespera da cbegae uo vapor para to-
ma m as saas passagens.
- Para carga, passagens. encommendas o -II-
obeiro a frete, trata-ae com
OS AGENTES
H. Burle & C.
' 42RA DO TORRES42 !
1.* ndar
Do eugenko Entre Rios
Situado no municipio de Jaboato, O
qual limita-se ao norte com o enge-
nho Manass, a oeste com o enge-
nho Cumbe e ao sul com o engenho
Soccorro.
Ijuiiila-feira, 18 do correte
A'S 11 HORAS
No escriptorio do agente Pinto
KUA UOM JKSIJo N. 45
O ageoic Finio levar a leilo por autariss*
jjc Iilm. Sr. Dr. D.r-itor geral da Secretaria
aa lodustria, em \i tu.e da deliberar'.' do
axcu. Sr. Dr. Goitrn.iior ao Estado, o eags*
Dbo Eotre Rio-, qoe faz paite dos mmcvtia do
tx*oucieu colonial Su.-8:U; a.
O refrido eogecto e movido a agua, tem
boas trras, (u-a de mvenda ce pedra e cal, o
mais btmteito.'Us de ane; ptiio ca cidada
da usioa.
Ha prebndenles pedem de^de j examinar a
piaata cxirteuie no am-zem da roa dj Bom
Jeacs n. 45.
Leilo
Do importante sobrado o. 30 da rea do Ro*
sano da Boa-Vista, cem oito para a roa da
Inteodeacia, cem grtdeameDto e pottio de fer-
ro, teodo pavimento terreo, andar e Bota, pin-
tado b elfo, lem agua e gaz emanados e cem-
peteutea caeti'oa.
Sexta-feira, 19 do corrente
4's \\ horas
O leiiAo ter logar no mes-
mo sobrado
Aa cbves para vi, se acbam defnntp, casa
n. 11.
O agente Minios, fara lenSo por aut sqSo,
do aobraao cima, o qaai le a'eiado. e n vo e tem ptimas accorxmodSr
gOeo e magoiBcas vista, em terreno proprio.
Agente Pestaa
Leilo
Da 154 t|l B3X3 com cbarotoj de diversis
marcas, tfi-calxas inteiras, I queijos loodnnos,
1 dito do reino, 1 guarda restide de amarello,
1 i-aportan!-* cama da ferro, 1 toilette de Jaca-
randa, 1 puno qaasi novo, e outro-i objecios
qne se'So vendidos ao correr do martello.
Sabbado 20 do corrente
A'S 11 HORAS
No 1." andar roa do V-igaaio Tenorio
b.26

A

.

i
L





I

Diarlo de Pernamtitic m Qninta--Vira 1S de finilu de 1990
39
Leilao
' De movis, lou?>, vtdroe, hiendas miada,
zas, perfaorurlas, traquee, quadros, e a unos
ootros aligas, ero pequeos lotes a vontsde
dos compradotes e ao correr do martelo.
Sexta-eira, 19 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
NO AHMAZEM DA RA DO BOM JESS
N. 45
Viva 3. Joao
Os atbeles qoe lee teta denominacSo, q*
corrlam com a lotera de Paroambuco, do da >
correra com a Niclooal qne ae extrabir no da
2. *o correoip, doa qaaes 01 premios se pag>*
rao emOMnia.
320:000
AVISOS DIVERSOS
ARRENDA-E am eogeobo distante da
estacao oe Tapera, iresqoa-Us de lego, moeo-
te e corrate, com toa m.cbioa a vapor, oxcel-
lente moeuda asieotada am cdomoas de ferio,
grande asseotamento de caldera?, casa do
porgar, fleailacao, tanque para mel, te-reao
molto lerlll para aarejar-ae tres mil pa:s de
assocsr, matas abundantes, cercado com bom
pasiis com nma grande laga e dous acodes.
Vende-se a safra, formas de (erro a o>adeira,
bemba e mombo de puiar agua.
O pretndante lera inlurmacCes do hotel
Rlbeuo, f-ontetro a eeltcAo referida, acslm
como condoejao para cerrai o fngenbo.
Peciaa-se de urna ti coeinheirs, de orna
copfira e de ama criada para qoart a* A tratar
Da ra da oledade o. 88 A.
Venderse duas vaccaa tuunoas, boas>e
reohei, tratar na Magaaleoa, marcearla'
iOUrelrkj_______________________________________
,"7"= Precisa-se.ce nm cosiohtiro e de om co-
pel ro, a traiar no Caes oe Capibaribe n. 30,
serrarla._________________________
Precisa-se de orna c* cosioeiro e de
um cope.ro no Caes do Capibaribe n. 30, atr-
raria.________________
VeDdemse na roa da S. Mncalo u. 23
vaccas looriois paridas e amoladas.________
Vende-se om destorcedor par. caaos, a
.ratar Da ra Imperial p. 180._________________
Precisa-Be de orna criada para andar com
rtoflg, a tratar na ra do Caldelreiro D. 20.
AUwa-se o armaxem a 111 da tua de S.
jorge, perto da estacao de Limoelro e *o caes
Ba mesma ra 0. 139.
f
Jos
de Yasconcellos
i* DDiversano
Galdioa ae Vasccncellos Mello, manda dlxer
missas por alma de seo priado irmio do con-
vento de S. Francisco as 8 1/3 oras da manba
do dia 18 do correte, e convida os prenles e
amigos de sen presado iranio 4 asslstir; flean-
do desde j tiernamente ag adecida.
t
i. Emilia da Uva Heves Cirne
O Dr. Adolpno Cune, seus ti Dos e soas cu*
abadas, agradecem do intimo d'alma a odas as
peescas, qoe Qteram o caridoeo obsequio de
a8ii;t'r ao entrramelo de (na deeditosa rru-
Iber, mai e irma, Emilia da Silva Neves Cirne,
e de novo as convidan para assislir as
missis do 7* da qaa aerao rasadas oa matrii
da Boa.Vi?ta no da ?exufeira, 19 do correa-
je, as 8 borss da manba.
t
Antonio Xogaeira da silva
JoeepDa Lecpoldit.a .V *u i a, Ju.quim rio-
go'ira da Silva, -en- irmio- e p.-imoa adrada-
cem do intimo d'alma. aa peasoaa que se da
naran acimpaubar os restos mortaes de sen
prsalo esposo, irmio e primo a so* ultima mo*
rada, e de ooto os convidam para assislir i mis-
e do 7 da que ter losar na igreja de S. Pe-
dro, lo dia 19 do corrente. as 8 boras da ma-
nba, pelo que desde i coofesaam sna gra-
tidao
t
Dr. Silvia* rav lante de albu-
querqne
Eugenio de Barros e toa mulber mandam
rezar miseas na mat-iz da Boa-Vista, 8 bo-
ras da maoba de 13 do corrente, por alma do
seo ioolv davel amigo Dr. SUvino Cavalrante de
Albuqoe-que.
Aos parales e amlcoi. seas e do Boado, que
(oren as9iettl*as, protestam eterno reconbeci
ment.
t
D.
Luisa Cavaleante Peres
Caaapello
7 U
0 bacbarel Gaspar Uctoa, soa muleer e faino?,
convldam aos (eos prenles e os Je sua fina Ja
tma, conbada e ta, D. Loiz- Cavaleante Peres
Campcllo, para aseiatirem lo sabbado, 20 do cr-
reme, as 7 boras da manca, na matriz da
Boa Vista, 7* da do fallcmeete da mesma,
ama rci-sa. pelo qoe se cenfesaam desae ja
eternamente agradecidos.
SOOj&OO
Urna pessoa empregada no commerclo. per
dea da roa do Brum a roa do Noguelra (pela
liana de Caxiaf) a qu.ci a ac.ma; pede a qaem
a tenca acbado o especial obsequio da a resti-
tuir, pois lbe faz seasivel falta por ser ebefe de
familia e pobre. A pessoa pode ser encontraba
na mesma ra do Brum n. 65, e gratifica com
c ncoema mil ris.
Aviso
A casa sita na Estraos Velba de Sanio Amaro
n. 13 A, temi sido annaoctadi om basta publica
oo Diario de 6 de Jonbo de 96, vem o acaixo
asaignado contestar sob'e dita venda, pola nao
pertence a Antonio Nogaeira A C. e sim ao
abaixo asslgnado, como piovar.
Joao Francisco Nogaeira.
Taverna
Vende-se orna no Arraiai, a roa de S- Joao
o. II, man |(regueiada e de pouco capital
tem grandes accommodacoes para
familia.
Precisa-te de um qne ten ha pratica de bal
ci, traiar na roa do Qaeima o n. 97.
Ama
Nr roa do Arago n. 30 preclsa-se de orna
ama qoe cosinbe b*m para casa de peqoena fa-
milia._________________^_^___^__
Avisos
Aos aeoborss po->u dores de relogios que
acbam-se ooi consenos na Caponga, roa uaa
Crloolas, UDbam a bondade de vir rettral-os no
praso de 8 das ; Uoao o qnal, nlo terab dreit >
a reclamaciio alguma. _____________^^
Engenho
Vende-as en aren a--e o Caoanduba em
JaDoato, 1 legaa oa eAm.au, mono bom a'agu-
com ezteoias trras e matas para aafrejar al
I mil p&es de assucar. Tambem sa vende a
botada e a safra rondad', a tratar na rna de S.
Francisco n IC.
Liquidagao
A lo ja Patria n Amrica tea-
si* le liquidar diversas la
sendas de snodas ehasaa ai
tencas de seos fregneies pan.
grandes abatinaentas d pre
ees.
Ra de B. da Victoria 1
Pernambuco
BC08 incander-centes
Palent HELIO5.
nico representante
A. C Coimbra
19 Boa Barate da Victoria 19
1* ANDAR.
P-eclsa-ce de orna para coainhir e qoe com*
pre Roa Nova o. W, 3* andar.
Fogos e sor te s
PAKA AS FBSTEJA' AS NOITUS DE
S. Joao.
S. Pedro.
N. 10, BA DA IMPERATllZ N SO
k Considerado
O propietario dene antigo e conbecldo esia-
beleclmento, participa eos eos amieos e f-e-
gueses, qoe tem om grande e variado c rt- -
ment de fogos e sones, aaciooaes e estran
Reros, propnos para salao e jar nos, livros de
sortee es mais espirituosos como sejam :
Sea Anostacio, Mequetrefe, Crote-o, Lama-
rio, A Cbave do Fu oro, Feiticeira, Pjlbonwa
Trez Jacar!, Disparates, Sortee com sorpre-
sas, dados para jagos, baiausinbos, giorooa
para illnmio>cOes, caras duras de diversos U-
manbos, papis de cores, versos 6 estallos para
sor tes, etc. etc.
a do Maia
Loj;
FarelJo barato
Ven da-se no Largo do Mercado o 11, 54x00
sacco.
A o commercio
Marcellioo Domingos Neves Amorim. se co
da firma Domneos Amonto & C, previne acs
cedores e ao pobiieo que se arba extincta a
meema fJrma e dissolvida a soeiedade, que sob
ella girara, ama v z qoe se retira oesta data
commigo o socio Maooei Nones do Valle, en
forme o distracto que boje asslgosmos; flean-
do responsavel pelo activo e passtve da extinc-
ta Arma, o ex-socio Jos Tbeodoro Aragao, a
qaem tambem fica e car regido o registro do
mesmo distrete
Recife, 16 de Jonho de 1896.
Marcellino Domincnes Neves Amorim.
Ao commercio
O abaizo assignado, tem > fetbado a sua
mereearla a rna Vidal de neereisoa o. 157,
por lallecimenio do gertnle daqaeils eatabsle-
cimeDto, pede a qaem se jalg qoe oo praso de tres dias, a contar des a data,
aprsente soas contas documentadas sua de
S. Jorga n. 118, acu de serea veriticadas e
promover-ae ao sen pagamento.
Recite, 18 de Jonbo da 1896.
_________ Manoel AI ves de Senas.
Fazendas baratissimas
Grande abalimeito
Ra do Cabug n. 2
Recebemos nm grande e vanadisslmo sorti-
mento de sedas pretas, brancas e de toda as
cores, eaxemiras lisas, pretas. lavradaa 6 de
r6 es, e co v palma de seda, voales de lioho,
la e algodao, caxemlraa (fnna-ces), camisa-
para bomem, de fl-oeila, brancas bordadas,
(linbo), estoancB para meninos, cretooe ne
TOO ris o covado, coberto'es de la a 1 1500, asllart bos de ns. 31 50, (puro liobo),
bico preto a 14500 a pee;, e uiuitaa cairas fa-
tendas qne se torna impossive a nonciar
Ra do Cabujz o. 2
_________JOsQOIMCARNBiROA':._________
Cartoug-m Brazdeira
Participamos so tommerciae ao publico qoe,
desde o da 13 deste mes. moaamos a oosaa
Fabrica de Calzas pa'a a rn M>'bisa de Alba*
qoerque, antiga das Flu es n. 37, oode sp-ra-
mos receber aa ordena e saiiafaser qaalquer
encommenda eom prompunao.
Recife, 15 de Jonbo de 1896.
Silva Pinto si a
PeJese so Dr. Carlos 6raca,da vlr boscar
nm doenmeoto de 17 do Setembro de 1894, i
rna Bario d Victoria n. 18, loja.
Egenho vendatem Ala-
goas
Vende se o engenbo D is 1-mSos, movido i
vapor, de forga de 10cavadas; caldsira mull-
inbola/ de SO, com ools aaeeoMmentos, op Irnos
terrenos para cannai e com proporcO s Dar
mais de 4,000 pies, duas desiill cea para
agurdente e alcool, ambasem montadas, cas?
de porgar para 400 paes. mais ce 200 formas
de madetra e ferro, cass de bagaco, dila de
virenda a mais tres para empreados, bois, ca
Jallos, rama carngas.
O referido engenbo lem molla agua e com-
hosttvel e tka em orna soca moito apropriada
at para collocar-se ama asma, sendo que flc<<
t margem da estraua de ferro a ja lem desvio
na porteira do engenbo.
Para melbores informaces o< pretendenles
dirijam-se aoSr. Jos Custodio Loureiro, Msg-
ralena, rna do BemBca n. 6 oa em Macelo,
da Praga da Satni o- 71.
Confianca obsequiosa
Estando paralizadas as loteras do Estado de
Pernambuco, com nma das quaes, a S* de Ja
nbo rorrelo, se tfeveria extraWr a rifa com a
denommtc&o cima, Soa, por teto, transferida a
meaaw rite para leresiraecAacom a lotera na.
cionalJ.ft* de 15 conloa, a cual te ez'rabir na
Capital Federal a 30 deste mss.
Recife, Junr-o, 96.
Cosinheiro e criado
Preclsa-se na roa da Palma n. 40.
DE
Campos & C
N. 35-RUA DUQUE DE CAXAS-N. 35
Em frente do Diario
Os proprietanos deste bem montado estabe
lecimenio previnem ao respeitavel publico qot
para bem servir aos seos fregueses teem no re-
ferido estabelecimento om esplendido e varia-
do sortimento de casemiras pretas e de corea
o qoe ba de malbor em la, L-ins de puro lint (
de todos oa padrees, e por pa-os rasoavaia.
Possoem boas artistas, peic qoe se jalean
habilitados a satisfaser com tod> gosto, esmera
perfeicAo ao fregus mlaa exigen te.
Ma mesma alfalataria aineam-^e casacas,
Aviso as nviais do Familia
_ a a_| laju a o mellior alimento para as crianzas de tenra idade.
r f\ IX I r\ o alimento o mais completo nao precisando senao agua
LCTEA para a sua preparacilo.
N_> A T I O? alimento o mais seguro para facilitar o desmamar.
Ei O I L t c o nico alimento recommendado por todos os mdicos.
Exigir o nome NESTLE sobre todas as caixnhas.
LEalTJE GONDENSADO
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas. O mais rico em Creme.
Kxifrir o ninbo de passarinho. sobre todas as caixinhas.
U._ SJSrCT-l sfr l#-.u Km PARS, 16, Ru du Fnrc-Koyal.
TlENRI NEOTLE em VEVEY Km LONDRES, AS. Cannon Street, K.-0
Ada u do BHAZIL em lodu u Pbvmiciu, Droguiu, Casa Importante* de Especiara e Armazeci de Coi.
BIXDALHAS de PRA.TA, de PRATA DOURADA e de OVKO
Academia de Hedicina Paria, 12 de Jonbo 1891, Academia daa Sciencias Paria, 1" de Abril 1881.
Vj^i*^ VBRDADBIRO ESPECIFICO mw %0^
contra a PRI8O d VENTRE
O t ratamento pela Caucarine nao lmpoe a modicacao dos hab toa de cada
todas asoccaale.-C'waradicalmente:
um.e pode ser seguido por todos em
A PRI8AO de VENTRE CHRONICA.
A PRISAO DE VENTRE da liiilberea
qoe etilo grvidas oa dio de mamar
AS DOENCAS oo FIGAOO,
A atona do wtestino.
AS HEMORRHOIDAS, as mas digestoes.
Uva ou duas Pilulaj A Morra 0 CNVIA-SE ORATUITAMtNTI A AMOSTRA
Dirigir-te oo acrefer : CASA M. X%avaXWOB, Pbinnaden i Bourge CPranco.
DgPOSiTQ PERNAMBUCO : C rfa Drogas i Productos Chlmicos.

I ELIXIR POLYBROMRADO DE YVON
2 i Esptcico soberano contra as Affecces Nervosas
' Este Elixir i o nico cujo emprego permltte de continuar por muito tempo.e sem interrupcio, o
| tratUmento brotnurado; nunca d lagar ios accidentes cerebraes e cutneos que semprc aconipa-'
' | abara o uso do Bromuro de Potassium administrado so, qualquer que seja a pureza cliimira d este sal.
indicares: HISTERIA EPILEPSIA DAHQA de S. GUY
> CSHYULSOES- ASHA-IHS0HIHIAS-HEVRAL6IAS- ESPERMATHOREA
6L YCOSURIA DIABTES, etc., etc.
PARS : Yvon Em PERNAMBUCO i COMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIWCOS.
Licenciado pela Inspectora da Syffiene do Imperio do BraziL
- VINdeMOITIER
(Uldico, grilUlnU ia cci/mla di rttl l QBetot it 4*tii
DIGESTIVO, TOKieO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
ESTE
IO FOI PRECONIZADO POR T0t. A, IMPaBltSA 1D!CA
COMO SBVOO O MAIS PODEROS
' tiAQuiiufRaia^
jLsla.^.
'Jta.il-
Tnico empregado para curar
ANEMIA,CHLOROSE
EMPOBRECIMENTO DO SANGUE
Soberano contra as Pebres
| houyvet, Pharmaceutico de 1' Classe, THOMPSON Succ'r
PARS 44, ra des Lombarts, 44 PARS
Depositoi ara PeuMMIUOO l Q i* PB8la t MIODOCTOS CilMICOS
M MAS PRINCIPABS PHARJiACIAS
55 A1I10S DE SUCCESSO
58 recompensas das quaes 17 diplomas
de honra, 16 medalhas de ouro, etc.
ALCOOL DE HORTEL
RICQLS
nico Verdadeiro Alcool de Hoitela
Soberano para curar Indigestes, Dysen-
taria, Cholerina, Dores d'Estomago, de
Coracao, de Cabeca.
Algumas gotas n'nm copo d'agua assucarsda
formain tima bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sede e saneando a agua.
E fvualmente cxcellente para os domes, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preservativo contra as
como Febres, Cholera, etc.
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
Deaomto em PKRMAJfBDCO :
dr i os as a pboddotos os i aiooa.
FAS1ICITE DE PEBFDHilli IIGLEXi
EXTRA. FINA
VICTORIA ESSENCIA
O perfume mais delicioso do mundo.
ULTIMA NOVIDADE PARA O LEN?0.
^ BOUQUET POMPADOUR
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FLEURS DE FRANCE!
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Tnica e refrescante. Excclleate contra as
picaduras de insectos.
ELIXIR E PASTA DENTIFRICIOS f
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Pos sem mistura chiuiica alguma, para o rosto, '
adherente e invisivel. j
PARS, 23, boulevard dea Capucinet.
En PERR1BBUC0 C'di Drogase Productos Chlmicos. !
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NOVA MAMADEIRA
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MEMBRO DA ACADEMIA DE MEDICINA
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Mar-alh. d* Ouro, Parla IttS
Adoptada nos Hospitaes de < arts
Oapoalto geral : P. LEPLANQUAIS
, Bouteoard magenta, Part.
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KiSASTHWA
Oppress&o, Catarrho
eom os CIGARROS CLRY
e os POS CLRY
Tveram as mais altas raconipensas
ftada por atacado i Dr CLRY m Harulha (Franca)
* rUMHatjoo i C" de Droas a Productos Chimlcotv
Compadre
Compadre voc diga-me onde compra gene-
ro h para sos despeoea?
Ea Itie digo :
Ha moito' snoe* qoe compro m om arma
yem, e nc me coosta qaa niogafem seja mi
bem servido em ouira parte; cemrro til!, po
qoe eoe< ntro o qoe p-ecipo, don a nnia e man
dam-me ludo a rteu gostr-, ja v nesta condl
eniin ksti'eito.
Km recot> Dio ha qaem veBda mi8 harac
e lodos rs K*nT0-< sao de pimer' (nalicadeB
Loa moUifcij dlversis qualida^ps. o bom V'nbo <'e rtesa d
serra o Esl-ella. o bom vlnno do Porto os
mal baua mais alta qnslida ie, os i^oos licor i
es o tomcbainpaDa, finalrteot^ nio qoaoto 1
od- aeprjar p8ra orna boa eopeosa.
S teem lambtnr> ora completo sonlmento de
obras vane, como se]am C*atw M'a .-.om
pras, balaios cara pspeU roupeuos, berc^s e
tioda* caotiras.
ObriK"0 comradre pelo qoe me fita, po-qce
vid- esta rxuito cara ; von mandar comprar o
qoe precizir neene armaiem.
Pois roaDde comprar qoe
OLEO HOGG
de Figado Fresco .1 BacalMa
O mais rieeitao pelot Mdicos do Hundo intetr*.
O mesmo em EMULSAO
com Hypophosphitos de cale soda.
Contra as MOLESTIAS de PEITO. TOSSJC,
TUMORES, IRHVPCES de pellas, etc.
Exigir O FRASCO TRIANGULAR
OGrGr, PHAB1I". Parit, B AS PHABaACJl.
ww
wwppw
ORGAOS OE ALEXANDRE, PereiFUsl
81, Ru Lafayette. PARS
ORAOS BARMOMOS lesdc 100 Ir. al 8.000 fr.
Para SALAS, EGREJAS, ESCOLAS
Orgaos com maos duplas (modelos novosj
UEOALHAS 1 T001S S fIP0SI{OES
lipifa" franco lobre pedido do Catalogo illoitrado
i
de herta*
ha de Bear satla-
Olne anli BO arrrai-. de
l'ocaaa Meadea C.
RA estbiTa OU ROdARIO (JCHTO a
IGREJA)
Sel oDde omid't
H02AIC02
Vende-se n roa do ommerno n. S
Foroece se cattalojfO^_____
uompia he
Orna moeoda, macboismo e cAo~ de forca da 6 lavaliua. tatar na -ue Doqoa
d Canas loja de Sonsa Lima C.
Sementes novas
Ccove manteiea.
Couve nsbica
Coove soiea.
Coove bombarda.
Coove tronchla.
Con ve penca.
Couve morclaoc.
Coove maca.
Rfooino p al o.
Repolao B rurto.
Ra beles.
Pepino?.
Abubor.-
Brlogelas.
Tou.= t-a.
Cbicona,
A sed.
Nabos.
Beldme^as.
Mastroco.
Alface liza e repolboda.
Cueotro de toceira.
Mostarda braoca a creta
Ceboliobo.
Salsa e agrlo.
(aonras.
Aipo.
Espinaaes.
Espareos
PimeoiCes doces
rmazem de Po^as Men-
Hes 4r C.
RA E8TKEITA 00 ROSARIO N. 9.
Arcflioo Jacqa*8
Convida-se a en s obor qo 6 oegociinta oa
Est ana Nova d>-C-sn g s ?ir dar eomnrl'
memo ao su dever, roa oa Madre ae di
n. 31.
Gaisieiro
iPrecha-se de om com-prailo damolbados, a
raitr na ro da Pioreotma B. i
Ama
IPrecUa se re orna-.para conchar e compra
oa roa das Fores n. 25 lioiorarm. ___________
, Sortiojfiito compleo de
ma> deiras de Pinho, ns
Sen aria Nacicnal de C li*
aco da Silva, no Caes da
Rea;eDer?9ao n. 24,
oaaoa
Veao>.reaoetiomiaa*i *ik. aoGireo, aova,
prea4t>iJ>Qaaoros, a t-atar a roa do Rsogrl
n.S3.
De nma ama para cotinbar aa> cap de fsmi
lia, a tratar oo Laro do Paraso a. 16,1*
nrtB'.
Acedes entre amigos
Estando paralizadas aa loierus desi* Estado,
com a oltima da qual no correnta mea se deve
na extrubir a rifa com a dr oorainac/do cima,
i oro l'es premios correepondi-ndo ao da sorle
Krandeom rtlotlo de caro, Oca transferidas
u.esma rifa para ter extraccao com a oltima lo-
tera nacional que bo eztrabira na Capital Fe-
deral, no ultimo do correte.
Recife. t5 de Jonbo 86.
Olinda
V nde-se, por preco rasoavel, o sobrado n.
ii, de 1 andar, com eotao, tito a roa de S.
Beoto, oa cidade de Olind, em bom eetedo de
coDservicSo. grande quintal, commodos para
nome-ona farxilia, t-atar na ma de S. Pedro
U.rtyr da mesma cidade, obrado d. 5, junto
ao me cado.
Leis Dao sanecionadas
Congresso das Damas
RUADOCABUGA'NS. 8E 10
Jaciilho de Almeida
Tendu nm benito e variado cortlmentode fa-
senoas Anas e modernas, e feto orna grande
encommenda p ra os prncipaes mercados da
Eo'opa, o proorietarlo deste estabelecimento
reeolveo liquidar as exmentes com grande aba-
imeoto do valor rea', e pede aos seos boorados
e anuncios fregoeses a supprtrtm-se do bom
pelo barato.
Negando ssocclo a rarestia
O CONliRESSO DAS DAMAS
Resolven veoder barato
Ra do Cabug ns. 8 e 10
Ama
Precisa-se de orna sma qoe cosinbe bem.
tratar na ra Deque de Casias 'a 97.
Travs
Contrata-se o torneetmento de qoalqoer
quaotidade de tra?es da madeiras escolbidss
p todas as dimensOes e comprimantos.: para
in|ormag6e, raa no Crespo n. 8. loia.
Fortunato Porto .
3 e 5-PRAfA DA INDEPENDENCIA3 e
Bllhetes de loteras naeionaes
E
Estampilbas estadoaea de todos os valorea
Descoma-p bilbf tea i remiadoa.
100:000000
Grande leria
DA
CAPITAL FEDERAL
Extraccao em SO do correte.
500 con tos
Em ii de Julno.
Remette-se biibetes a qoem solicitar, e d--a
lolormacoes.
O Sonho de Ouro
Regulador aa Marinha
Neate bem montado estabelecimento
de reiojoaria enoontra-ae o maior aorti-
mento de relogioa de toda a claaae o qoe
ha de maia lindo e aparado gosto ; instru-
mentos de eogeobaria, machinas photo
graphioas, objectos par dentistas, curi-
ves e relojoeiroa, caizaa de mueica, pho-
nographoa, objeotoa elctricos etc. etc.
AinCa maia : nm bem montado atelier
para ooncertoa de relogioa de algibeira,
parede, torrea, ohrooometoa, joiaa gal-
vanismo e qoalqoer instrumento tendente
a arte mecha nica.
Roa Larga do Rosario na. 0 e 11, oo
Pateo do Paraiio.
A. *. C. Aranjo O.
Gaixeiro
Precisa-se de nm que tenba pratica de balcao,
tratar na loja n. 97, roa Doqoe de Caxiis.
Povoacao do Barro
Aluga-se
Urna casa e sitio, frente a moderna, porlo
ao lado, tendo S salas, i qoartoa, coaioba ex-
terna, ao lado da Igreja o. S67, a traiar a raa
da Prala n. 63.
Move9 Austracos
Pre$o em competencia
Yende.s momlus de janeo, cadeira- e on-
tras peces avolsa^, i raa Larga do Rosarlo
0.39;_______________________________________________
Olhemo Temo!
Pslo t Oh mea amigo, faz favor ?
Pois dSo.
Diga*me ama caos t
ODde comproa estas mercadonaa, qoe laev
abi dentro da bolsa ?
Porque oao me dea a preferencia ?
Nao sabe que ea vendo mais em conta do que
qoalqoer oatro f
Qoal, Sr. Antonio I Ea eston acoatomado
Da venda do Moreira, daquekle moco qne 6 es-
t ihelscido A raa da Fio reo ti na o. 8 qn< veoda
mono mais em conta do qne voc f E a prova
esi sqol- Olbe este prexooto A ca toa 800 ris
o kilo. Chamo premnto, porque anda oto en -
cootrel em lagar algam, xarqae nestaa con-
dicoes.
Caf I veja, voc vende por WOO o kilo desta
qoalidade? _
Azeitonas, batatas portogams, viobo Fi-
gneira, collares, branco, Porto, fejao, sim 1
feijao, porqoe oesia poca nao b fejao I Mas,
a sim mermo, >ej a qoalnade
E sabe qoanto dei por ama cala I 3*60011
E' admtravel, mas a ve da e, e a log.
Ab t sim, vo< aqoi oem ama coas* tem, qoe
oeiedsarta para os fregoeies qoe moram em
arrabal-lea
Sabe o qne ? Tabella da trens e bonds*
A' loen, nossn amfeo. _________
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Gal Virgem de Jaguarfce
A 9^000 a barrica
Para fabrico do aaanear vendarse ni
Companbia Exploradora de Producto3
Calcreos no Caes do Apollo a. 73.
O
a.
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Oh
ce
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P
CU
co
I
c
a
CU
?
cO
i*ssm
O
Vende-se
U.xa linda capella de cedro, entalbada, cons-
tando de tres oratorios e mais om pa-a o sacra.
meoto, am sitar, i tratar i roa Nova com o
Sr. Girald.
Instrumentos e msicas
So'timemo completo, barato e moderno 11 i
Vende Edaard Paiva & C, roa Bar&o da Vic-
orla n. 13 (defroote da matriz de Santo An-
oto.__________________________________________
Gomprasase
Urna pequea casa de tijolo, qoe tenba qaia-
tal grande, com fracteiras e terreno proprio,
qoe teoba trem oo bonds i porta, tratar no
pateo do Paraiio o. 42. _________^_
Salitre
Vecdem de qaalldade garantida, a prego sem
rival.
ALVARES DE C'RVALHO&C.
Raa Dnqne de Caxlas n. 86
Taverna
Vende-se ama na fregaasia da Boa-Vista,
com poaco capital, tratar na Estrada de JoSo
de i arres d. 34.
Ama de leite
Precipa-ie de ama. a tratar na venda do Viei
ra.raa Larga do Rozarlo, n li.
Casa n. 88, ra da
Gloria
A ab-ixo assignada, herdeira de D.
Carlota de Araujo Lobo, vem desde j
prevenir a qaem interessar posea que
nulla a venda da casa cima, porque
D. Mura Coimbra do Naacimento nlo
tem nenbum direito de requerel-a. A
eacriptura de adop9&o, em que baseou-ae,
nlo oi insinuada, e, portento, nao pro-
duz nenhum effeito.
Cautela, poia; a abaixo assignada j
est promovendo a sua habilitaco.
Recife, 15 de Junbe de 1896.
Marta Ihereza de Araujo.
ingenuo
Traspasaa'aa o arrenlamento por 5 aonos do
engenbo Santo AKOsticno, vendendo-se a safra,
9 borren, 9 bols mansos a 1 carro, negocio dt
vantsgem para o comrrador, a traiar a tas Di*
reita d. 16. viado branco.
Engenho
Vende.se o enRenbo Fortaleza, na comarca
de Jaboatao, distaute orna legua ta estacao de
Morenos, u preiendentes podem procurar in-
furmscoes oa rus Estrela do Rosario o. 19,
tratar com sea proprietario oo engenbo Cabra
Velba.
Bancos para jardim ou paia
corredores de igreja s
Vende.se qoatro novos, de madura, com en.
costo, mediado 12 palmos cada nm ; a tratar
na roa do Apollo o. 14. i- andar.
Pharmacia
pbarmada Pa'
Precisa-ae de om pratlco na
ria, raa do Boa Jesoe n 31.
J. Melicharek
tem a honra de participar a seos amigos e na*
merosos fregoeses que acaba de receber grande
sorttmento de caeemiras finas, dos mais acredi*
tados fabricantes, franceses e inglezes, assim
como tem peritos operarios para fabrico de
roopts para borneas que achare se bablitados
dt eze'atar qoalqoer encommenda com Crevi-
dade e esmero. Raa Bario da Victoria n. 48.
Pharmacia
Preci-ave de am perito priico para o recei.
toarlo, Botica Prancazs, 12. roa do Bom Jess.
. Presentes aos meninos
NOVO SORTIMENTO I
Carrinbos lindissimos, 4 rodas.
Velocipedes g-an es e peqoeoos.
Caixinbas de msica, ptimas e baratas.
Chicotes a laoteroas, para carrea.
Brinquedos e jogos.
Na loja de mosteas e lostramantos do Paiva.
Raa Nova o. 13.
Dentes
Termina a orrivel dor de dentea osan-
do o excellente preparado de Manoal
Cardoao Jnior.
Aa cartas que lbe tem atdo dirigida
pelos jomase de maior circulaco, attoa*
tama eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoei da dil-
va ck C., rna do Marque de OHnda
o. 23,
Pbarmacia Martina, roa Da^uc d
axias n. 88.
Pbarmaoia Oriental, raa Eatreiu dt
Koaarien. 3.
Pharmacia Alfredo f erreira, a roa dt
.ao da Victoria n. 14.
Pbarmaoia Virgilio Lope*, roa Lar
do Kaaario n. 13.












3*fa*rto de PeMiSiafcnes* Qninta-fcira 18 de t9uhi>
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IIJCIOSO E S AVE VIM-IO KAKA MESA
Decebido direci mJo lavr ilnr Dr. Jor !i .o M igalhaes
om Alrobapa, Portugal).
Vendc-sc cm (|inli?, dccim is c a rotallio por pivci> exoej)',ionaes.
Gasa Especialista em Gneros Ali-
a
... ;j-
Mtua Barao da Victoria-3
TFXEPH MWE 323
FS Al
l
i i
puvui m Mosaico
DE
9
ib
3B.XJJK. XDCWX^OS^X^OL, 3NT. 240
Escriptorio e amostra
13 --- iraca da Concordia 15
Mozaicoa de 1 a qualidade fabricados ccm cal
privilegala pelo goveruo Federal.
Aictite-se eiicommendas, mod ficiid<-se os dese-
Dhcs a vontade do corepiador.
Sena crmpetencia de presjo no DrszU por ser a
fabricada da* pe 1 eiras du proprietario.
Becife, 28 de MaioOe 1896.
fe
NOFFENSIVO
!^ FEEIDAS W
HAMAMELIS 1
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(AVELEIRA MGICA) t-
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O GRANDE
PURIFICADOS
SALSAPARiLA
DE
BRISTOL
CURA TODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
E FFI CAZ
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Liquidacao de fazendas
LOJA DO POVO
19RA Io DE MARCO-19
Cachemiras para vestidos a 30 rr. o covado.
Setiteias furta cores com om nc'ro de largar* 50") r?. o ovado.
Brics rara ruupa de hornero e de menino a 5C0 r. o ovado.
Brilhaoiioas lindos padrSts a 6f 0 rs.
Cretona francs para cob rta com om metro de largara a 600 w. o corad >
Flaoel'ss para vestido o para camisas a 500 rs. o corado.
Casemira prela fina para roopa, f senda de 88 03 p>r 4-J000 o ovado.
Eapaitilhos couraca a 80000, 105000 e 15$000 un.
C. ru'mdos de cambra-a bordados para cama e jaoella a 12$300 e 1 1.5)00 o par.
Ditos de crochet mui'o fiooi para cama e j mella a 14$0OJ o par.
Reta'hos de seda por pr*ci baratissimo.
Sedas braceas larrad>s para no: vas a 38000 o covado.
Capellas cotj veus para noiva sa 125000 e I55C00 ama.
C jichi s trancas de damasco e reefeet para t d a os preooi.
Atoalhado Iranoo bordado a 3S00O o metro.
Brampote de lit.ho 4 Urgaraa 3;5 00 o metro.
Madf.pt i miito largo com 24 palmos a 128000 a peca.
Oo'trs de cambreia br-ncas bordados 18800O or.
Cortes cachemira bordadas a sed de- 60J000 pjr 308000.
Me 8 ciaa e e coes p>-ra hornees, senh- ras e meninos a 12"0'.0 a doaia.
Cicisa de rrf'Sf, de IX para tenboras a 65 00 ume.
lOamizas de fl oeila p-r homrm a 2$000, 400 e 6^(000 uro?.
| Mnt Ib.s pretaa e de o. ro>, a 2)5500 urna.
iTupetea grande e poqueooa para todos os preos.
Sobretodos de um i e duas vias.
j B des B hia a 201000, 25(0)0 e 305000 ama.
Gravitas finas, grande pechiocha a 18000 nm.
C li nobos de lmho p to a !2)J0l 0 a duz:s.
C>misas de lioho com pregas a 72)5000 duela.
Ditts com bardado braoco e do cor dff rentes pr<9*8.
Meiar de l e seda pira homem a 45000 o par.
Braron t- iiso, utjs largura a 800 rs. o metro.
Dito '.raneado ama largura a 14000 o metro-
Ctcbemiras e meribt pelos, lisos e lavrados a 25000 o covado.
Todos tsUs art'gjB liquidamos par m ito meco< de sao valor por lerem
mere dorias do anno pars>dj qus en'raram em bilaco com g;ane raducg3-> de
prec a pra acabar I
N.19 R'A 1.' 1>E MARCO N-
Para as Creancas.
Tenho feto uso constante do seu preparado Emuls'o
de Scott com grande aproveitamento para as creancas
e pessoas com estomago delicado, cujo estado de saude,
necessita O uso do oleo de figado de bacalhau. O seu preparado
excellente. Dr. Manoel Antonio Affonso Res.
Inspector de Saud do Porto do Estado do Rio Grande do SnL Presidente do Conselho
Municipal da Cidade do Rio Grande. Delegado de Hyjriene publica. Ex-interno do Hospi-
tal de Misericordia, do Hospicio de Pedro II e da Casa de Saude Calta Preta no Rio de
Janeiro.
"A Emulso de Scott de oleo de
figado de bacalhau com hypophos-
phitos de cal e soda especialmente
adaptada para as creancas. Os hy-
pophosphitos fortalecem o systema
osseo e a combinac^o com o oleo
de figado de bacalhau nSo tem rival
para eliminar os germens das escro-
phulas e outras enfermidades para
dar vigor e rebustecer e para pro-
teger os corpos das creancas con-
tra os ataques das numerosas doen-
cas a que a infacia est exposta.
Em todas as epochas da vida a
-
Emulso de Scott
produz forcas e carnes. Desterra as impurezas do sangue.
Cicatriza as lesSes pulmonares. Cura a Phthysica.
A venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitacSes.
Scott & Bowne, Chimicos, New York.'
Dr. Manoel Antonio Affonso
Rio Grande do Sul, Braz
Res.
1.
-19
LOJA DO POVO
CAPPAR1NA
44-RUA DU MBA0 DO TRib'SiPEKHU
Mohnas a vapor.
Mcendas.
Rodas d'agfw.
Taixas lunJidas e batidas.
Toixas b tida sera cr.ivaijao.
ESPECIFICO CKAIIVOS P3SVESFJ0 DAEE7SIPELA
DE
H. ROUQUAYROL
ApprnvHilo pela Junta de llygiene
A CaPPAf'NA, pMiuu.todi llora brasil ira om remello ne tffe:io prodigioso nao s pa,
;a a turu a* fe. y i- como para prevenir o seu tfrp:a-n joier.io.
A '.A'PahISA, a'in deetas proprirdacif e pre(iojs, icm vanlaueps sobre os demais reme-
dios acmfelra os at boje psra o mesmo fia8 a de evitar a fo-n.agSj e tciiior a mtru trt-qot-n.
les i a E-f;H'.ela, como tambem de < tf.tr a oso : os bracos as pernae, os eecrolo, lolestia coobecida sotre o uome d? iilepbantiascs
Ery^ipela b-anca.
A GAPPABINA recoabecido Lojs como o mtlbor e mais seguro remedio para cura da Ery-
sipela nos escrotos e oatraa irilamacO-s qoe posaam upparecer oeste ur^ai.
A CAPPARINA de igual eflk.scia p.ra corar a Lyxpbaiiie.
N. B.'Jada f'aaco. actmpsDbado por iostrarcdts e altesiad.is qns sao ootraalanas
vat da verJadeira eficacia oetie novo mei icimento.
DEPOSITO
Botira Franceza
Ra do Bora-Jesus n 22 (ant'ga da Cruz)
T'OrS, I&LSESm
A MBSD1GA DB PABIZ
POR

.tss de mmm
^It*.-W*r


SEGUNDA 1>ARTE
* ~;; ,
lA.-. ROSA E MARA
XL*
(Centinuato)
^""Relea c senhor este 'cj-o Je in-
genuidades, relea com attecc&o e nfle-
xSo, agora que est prevmido, e ve
que nS( pred o ser professor u F.-
cn'd'de de Di>-eito de Pariz p ra com-
prehender a cullidp.de deeta act >.
Gilbert experment*va um injuieta-
5I0 bera visoha da angu-tia.
Se o visconde f-llavH vrdade, todo*
os seua bellos pr eetos cahirtin por trra,
elle fi;av'a rnraobliad> ni existencia
mais que -mw|uinha que I' e iippunln
a* mulher, rp^ftfda p?oaUbide d'A -y-
oes e pelo tabe lil .
Entretanto, a p lavra ?iiilida^f\ox>-
ftida pelo peado-G aocey, a^ucara-lhe
b cutido.
j- Nullidade lepetia em voz bix .
E,"lentamente, ca o r^sto eotre aa
mloa, poz-se a reler o leztameDto, que
lhp appare"a sob um trpact) absoluta-
mente mvo.
Operart-se uui trabilbo enorme no
bou espirito.
De repente, o ex-forcado aoltou urna
exclamacSo, que f?z G lbert erguer a
cabeca.
No lea mais clise elle. Nt
procure tnais nada !... Ah;i!...
Achou o que ?
O que ? O meio de lanzar m5o as
quat'o miih5es e quinientos mil francos
deixados pelo conde d'Areynes !...
Os olhus de Gilbert fuzilar-m.
Devras ?
Sim ; e n5o me enctrregarei de
dar-lbe somente e.m mil francos por
anno, se me casar com menina Marie
Blancbe, mas dous milboes duzentos e
ciacoerta mil francos...
Explque-se, honem ds D;us !
Ha pouco pronunciei a palavra
nullidade... e isso quer dizer que o tes-
tamento atacavel, urna vez que
sallo.
Ah se asaim fusse esclamcu o
mrido de Henriqueta.
E' isto 1 A clausula que deixa
menina Marie Blancbe o gozo do usufru-
cto do capital, a partir do di* da tua
maioridade ou da que nidi p e. ^lm dt su1* mort!, caso
rila t;var filbo?, implica o acto da nul-
lidadi O marid) dd s:i fiiha, apoiad
11 o f ir. o de ijui o testador agio em de-
trira^n-o d a descendentes de sua mu
!ii3r, p.'e lavar a quest&o aos trib inaes,
que-receberio, sem hes tar, ai reclama-
'^oas d) supplic, eetatuindo uo senti-
do affi mativo. .
NS. *atra ergaaado ?
Dj forma alguma I Vou mjs lon-
ge anda: a cond'$ao expressa d um
cas ment sobo ragimen da separijSo
de bens, constitue um segunda oasoder daroaglo indscutivelmenti legitima,
nullidade... {Pronunciada a nullidade do testamento,
O usufruct qua se prescreve no fim
de trinti anuos, nfto um bem rciissi-
vel, e, mesmo sem a p escripgo, pao o
seria, porque est sub)rdinado a b:8
indeterminad s e indetermioaveia.
O contr.cto que se pudesse asaign r,
respailando as condicjSds impostas pelu
testador, 8 ria o ponto de partida de um
procesio intentado no futuro, reclatiandu
para sua mu'.ber um capital a qae, lo-
galmente, ella tem tlireito... Ha:nulli-
dade, repito, e estou sorprehendioV> com
o silencio do tabe'lio da famil a d'Arey-
nes, que devia ter dado logo eora a
cousa !
E' amigo da Sra. Roln..
Isso explic o silencio... Dais,
nada o obrigava a fallar, quando o tes-
tamento foi redigid) longe ddlle.
Em resumo : que devemos
S'guir o p-m iro plano
afastando do nosso caminbo q
obstculos...
Minha mulher... murmurou
bert.
Recusar-sa-hia a dar o seu consen-
t'ment. p< menina Marie Blanche...
T4vez.
Mas o senhor disse-ms que tinha
um m:io de s.nar a difficuldade... meio
que eu no precisara ennbecer-.. Em-
pregue-o... Urna vz livre o cam.nho,
use dos seus di'oitos de pi... A Sra
Marie Blaocbe Iba obedeser, e sou eu
quem, no momento da assigu tura d 1
contracto, levaatare a lebrj, qua nos
(rara quatro milbSes e quinbetitoa mil
francos, d vid dos fraternalmente...
O tabelliSo nomeado admioistrador
da fortuna nao sa tambem um obsta-
culo? perguntou Gilbert.
Nao ; elle n-d pode contra urna
q
G.l-
cessara logo a sua geat&o...
Que t-.mpo du ara a questo ?
V-i depressa ; basta que confie em
raim. Eu sei o que preciso para acti-
var as cousas...
D.r-lhe-he plenos poderes.
XLI
N > fim de alguna segundos o pseudo-
Grancey tornoo : -*%''
Agora, nada de impacienta.....
D-me tempo .. Quanto ao senhor, to-
da a circum8pecao, para qua nao haja
uspeitas...
Descanse... Minha attitude ser
de urna c.rreccSo perfeta. Ouca gora :
Eu o aonunciei como um passaro taro ;
proceda de modo qua a Sra. Rolliu e
Maia BUncbe fiqasm encantadas.....
Fllei da sua familia... Disse que o
S'nhor, desojando temar lugar entre os
sportman de primaira ordam, veu pedir-
me cooseihos acerca da inst.ilajSo das
suas c hi.alarias...
Est dircito.
Lance, como por acaso, algumaa
palavr s nesse sentido e m stre-se o que
um gentleman mpeccavel...
Nao tenhi medo ; ha d^ ficar sa-
tiafeito com o seu faturj gearo...
Nem maia ums psUvra... Vem
gente...
Com eflvito, o criado particular abra
a porta do gabioete de trabalho e pre-
vena ao se i amo que aa senhoras esta-
vam na sala.
Gilbert e seu hospede des:eram e jun-
tarara ee m e filh em urna peque-
a sala toda cheia da flores, perteocente
aos aposentos de reeepcSo.
' Querida Henriqueta, qawid< Ma- '
ATTENQAO
LOJA B ARMAZ8M DAS ESTRELLAS
Tendo ce electuar no pieximo inez
de Juilia seu balimjo, liquida por presos
resumidos asseg-uintes merca Jor.fcs :
M*dpol3o de 12$, 15, e 2CS 8, 105e l.
S*ds escossezas ortida? da f>$ a 15200 o novado.
Cachemiras lisas da todas as cores de 3$ 1 li e I$200 o evado.
Sed.s thamalothd. s da Cir-s ti presa de 43 a 1$5'JU o O'.du.
Suri ka da (Ores de 35 a 1:.(0 o cavado,
Dimecs d9 soda, cores !ind>s e araadas de 4$ 5$ o ovado.
Seda indiana com Iitd s rhroagtus do 2S a 7.0 lea o covado.
Fu8t5o de oore de l a 400 tia. /*
Brim de linho de cores de 3$>00 a 1(J500 o covado.
Reps francs, para c.be.'ta, ds 25 a 12O0 o covado.
Ganpa adamascada, fina da 4C0 a 5"0 i?s o cc.vaiu.
Ag( dJo fino e la-g.) da 125 a r-$.
Sarj i (.1, za prata e azu! da 10$ e 1 :S 65 e 85.
C-'rande quaniida.it; =le meiac, coliarinhos, re
talhos de eda, cacheajira, etc. que se vende baratou
simo.
A LOJA DAS ESTRELLAS acaba de receber da Europa um esplecdlj
do e rariarto antimento de sedas p'e-a, lisas e lavradas
Tambm recebau 11111 variadiesima eortimeuto de tapetes, j'-t?, edeo e e
teiraa Irarcas a da cores, cortinados pra cama de sclteiros e cesadru, capas da
borracha p -a invern, itc. eto.
Vende a nrecos sem compelencii
LOJA E AliMAZEM CAS ESTKELLAS
Ns. 56 e 58iua Da<4ue de Caxiass. C e 58
Telephone n 210
Hit oo mm
ROD9
o fogo das for*;
lenha e bagaco,'
CoDlira a raanler em seus depsitos completo sorlimento de ulensil/.s para asinil
eirpre por procos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de diderentes systemas e tamaohos de Robinaon e 'otros fabri'
Ibf, de 2 a 12 cm vallo?.
CALE1RAS A VAPOR mullitubulares de Fletcher para funecionir cora
nalbas da tarhas.
CALDflRAS A VaPOR Corni*h e tjpo locomotiva para funcionar com
para gua.
b0MIA3 de motap-rontinu
M JSD/iSe meas moondas, garantidas.
TACHAS de Ierro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARADOS de differenies Bjsiemas.
iniV.ACOES pura fornalhas.
MACHINaS para descarocar algodo de li a 50 serraa cora alimentaJcrcs e empasta*
> vocla e dos agricultores.
FaX'Ddo parte da direccao de sna fabrica o Sr. eugenbeiro Augusto Clara, vantajsa*'
rreote coDbecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de mootagara de grande numero
L'inaa funecionando deste Estado, incumbem-sj de mandar vir ,e erigir gar.-ntiodo a pro.
Jucgfo o qcahdade do as.su ar.
A VARELHOS e meioa apparelboa de vacuo.
DI TILLaOES completr.a paraalcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grandes
e peqceus (br.ca-.
52 RA BAR0 LO TtMMPHO. 52
dores
re Blancbe, dissa Gilbert, apresento-
lhes o Sr visconde de Gianc^y..
O antgo pr^ticanta de advogado i cli-
nou-se, completamente deslumhrado pela
radiosa belleza de Marie Blaucbe.
A m 9a estava realmente ideal, com
um vestido branco, desnhando-lbe as
formas elegantes e virginaes.
A branoura levamenta rosea da sua
cuta e a sedosa cabtll-ira de um ca-ti-
nho escuro de-tacavam-lhe o brho vivo
dos olbos cor da s-phyrs, t2o doces e
attrabentes.
Henriqueta, completamenta vestida de
preto, ainda era brlla, apezar dos seus
Cabellos prematuramente brauos.
A Sra. Roll n possuia um tacto muito
fino para nao deixir transparecei- a um
estranbo as gravts dissaii^ois que exs-
t am entre ella e o marido.
O conviva que Uilbert acabiva de lhe
apresentar tinua todas as appareucias de
am homem do mundo.
Ella receben-o cora esa gentileza n -
tural das donas de casa.
No fim de alguns momentos o criado
disse a phrase sacramental :
O almoco est prompto...
Da Grancey offereceu o bra9o Sra.
Roll d, Gilbert tomou, sorriodo, o de
Marie Blanche, e os qua'ro psrsooagens
entraram na tala da jantar, end < o
pseudo-visconde achiu-se mesa entre a
mili e a fi ha.
Hanriqueti tioha as melhoivs raz3 s
para desconfiar de todos aquelles que
Gilbert ch-mva seus amigos.
Entretanto, era rbngada a confessar
si propr;a que o visconde de Grancey
nada tinba de dessgradavel ao con-
trario.
Elle mostrou-se de urna alegra dis-
creta, arrancando, por duas ou tres ve-
zes, um sorriso dos labios de Henri-
queta.
Marie Blanche, essa r j.'.t^nment9
e achava encantador o novo amigo da
seu pai.
Quando, dep is do tira ),'', elle pedio
peruiissao para vir aiguma vezes apre
sentar seua respeitos s duas senhoras,
Ilenriqueti leapondeu-lhe qui o acolbe-
ri om muito prazer.
E ao deixaraaala, con Gilbert, Gran
cey poda sa g mais fivoravel imp:eso.
Urna vez s com o sen futuro cum-
p'.ice, Roll n perguntou :
Euto, est satisfa.to ?
Diga an'es qu^ estou enthusiasm.
do A menina Mara B!ar.chj urna ma
nvlhi Quant) S-a. RoUia pareca-
ma quo o s.nhor nrlo a sabe apreciar..^
Creio que se poderi cj hdbilid.da,
obtar delta um c-nsautiment que dis
pensara de recorrer ao emprega da
radios violeutos...
V-se bem que nao cooheea minha
mulher Erofim, eu s pee que tente..,
mas estou certo de nada alcm^r...
Qiem n^o errisca nu paiisca !
* *
Hara cinco mezes qno X-a-^a Rirat
se installara sob a fac -: Saiat-
Sulp ce.
Decidir re finalmente 'p-crarer 4
Roas, a joven enf^im ir- d n*ylo da
B'cis, maB nao ti ve a re posta de saa
amiguinha, e c:m isto se inquietara;
muito.
(Continua)*
I
i
. 1


--






Typographia do Dtario

uetm \
-r-


Full Text
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