Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18162


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Full Text
II
**
__-----------
ASIIO I^XXIM
Sexta-reir 19 de Iitnlio de i9G
MHIHO 139
"X


i
L
sff
REDACTORES-AISTOXIO^WITRITVIO PINTO BAXDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEIXOS e M.VXOEL' ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE* gNAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adianlados.
Per seis mezfs adiantados.
For noAe mezes adiantados .
Por um anno adiantado .
i5*000
k 22&500
301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQOES INA
FRANgA* IN''^ATERRA
Os Sr?. Mayince Favre & C.\ residentes em Pars18>ue~de
La Gtange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por am anno adiantado .... 33|000
Por trimestre vencido..... 9$>000
Numero avolso de dias anteriores. 200
D1AH10 E PEfiMItliCO
RECIFE 12 DE JUNHO DE 1896
Exportado inter-ewtadual
Considerando que, sendo -
vre, Uto isento de direiloe, o
commercio de cabdagera as mer.
cdorias nacionaes (rt. 7 o. 2
da-Coastitultao) nao pode ser
tributada por un: Estado a sabida
de taes me/cadorias de um porto
seu par* o de qualquer outa Es-
tado da Lolo, incoas1 itucionaes
sao, potras leisorgameotarUs da
baha, que violan* esse pie*
ccito
Ris o que resa esse Accordao era que o Su'
r. reino Tribunal Federal rmcu a doutrioa cena-
tucicDal relativamente a exportagao entre os
Estados, conforme se le no artigo, que sob a
epigraphe A Ruina dos Estados publicou
A Noticia do Rio ce Janeiro, em sua edljao
de 29 do passado.
Voltamos a nes oceupar do assumpto queja
discutimos era uosso editorial de G do corre-
te por con irgo de que cumpnmos um dever
cvico, reclamando do Coogresso Nccional era
nome dos Estados araeagados de completo de
aastre, providencias immedistas e assegura-
doras de seu- direilos.
Nao erigimos um principio a desobidiencia
s seotencas judiciarias, siraplesmente porque
taes sentencas firam de modo directo os nos-
eos maio es interesses. Jamis escreveremos
palavras que sitvao de incentivo a desorgaoi-
la.ao da darmonia dos poderes.
O remedio que nosso appello reclama in-
discutivelmene legal. Ao Ciragresso incum-
be, ex-vi do que preceiroa o n. 1 do art. 35
co nosso Cdigo Fundamental vetar na guarda
da Consi.tuic.ao e das leis ; e, no caso verten*
ts, nao pelas loa orgameotanas dos Estados,
mas pela decisao profundamente errnea do
Supremo Tribunal.Federal/o o nosso Estatuto
Violado.
Em que pese aa Ctmmercio de Pernambu*
co que, aecusaodo-oos de transviados do ca-
lumbo que anteriormente seguamos, afirma
cora ura injustig clamorosa termos no edi-
torial de 6 do correte basteado a bandeira
te guerra a producto nacional, nao abando-
naremos absolutamente defeza do sSos prin-
cipios constituciooaes.
sao dignos de garantas e "de protejo de-
cidua os altes interesses do commercio e da
lavoura; mas as medidas garaolidoras devem
aer decretadas intelugememente, para que nao
se promova, em beneficio t'esta ou d'aquella
classe o depauperaiuenio da communidade.
E, cerlo, ser esie, o resultado tiistissimo
da completa execugao do iojusiitlcavel accor-
dao.
Dir-seha, por ventor?, que o Supremo Tri-
bunal dtcidiu essa especie, que a sentenga
profeiida apenas esiabelece a inconsti'.uciona-
l:.dade das leis orgamentarias da Babia, lela
que ooeram de impostos exporl gao nter-
estadual.
Has de.de que se considere que estes im-
postos figurara nos ornamentos da totalidale
CUS Estado?, nao procede, a allegago capcio-
ta, a menos que se pretenda f -rinutar a bypo-
tnesi maimissivel d-, pro'erindo seatengas
contraiicorias s.bre quest&es ideoticas, con-
lessar-se e\ponlme mente o Superno Tribu-
nal Feiera' inapto e carecedor de criterio.
Por consequf ncu, o accordao lavrado na ses3o
ele 23 de p usada no recurso ioterposto pelo
negociante D P. Moreno contra a Fazenda da
Babia, pie ser cansideralo como deciso ta-
xativa, O, sobre ser contrario aos preceitos
Coost ibCi.aaes, importa pura t slmplesmeote
a ru na (dizemol-o com proposito que mais
adame tei a justilicago oecessaria) do todos
os Estados.
Aj Commenia de Pernambuco-, urna va
que affirma termos hasteado a bandeira de
guerra prodcelo nacional, simplesmente
porque em nosso edictorial de 6 demos a ver-
dad eir interpretarlo aos preceitos de Taossa
Lei Bsica, referentes a competencia, por parte
dos Estado, para decretar impostos sobre a
exportado no Comm?rcio de Pernambnco.,
referimos, compete, para que possa fazer-nos
aecusago tao grave, demonstrar a falsidade de
nossos argumento', a mi f qu, por veotnre,
se esconda nos periodos que temos escripto.
A's coaslderages que expendemos no ar-
tigo anterior temos a accrescentar as seguin
tes, boje, que est a nossa vtsta o accordo do
Supremo Tribunal.
V se que a sentarla proferida baseou-se
as palavras: sendo livre o commerc o de
Cabolagem as mercadorias nacionaes que fa-
aem parte do n. 2 do art. 7/ da Consliluigo.
Assim destacada?, evidentemente ninguem
poder com vantagem contestar a Interpreta
cSo que a taes palavras den o Supremo Tribu-
nal ; ms, pubordlnemol-as aos outros vocabu-
los do texto, reproduzam33 a regra constitucio-
nal por inteiro, e a inanidade do fundamento
do accordao ficar patete.
Diz o ootw Estatuto no art. 7.* :
da competencia exclusiva da Unido de-
cretar :
1." Impostos sobre a importado de merca-
dorias de procedenc a eslraogeira.
i* Direitoi de entrada, sabida e estada de
navios, sendo uve o commercio de cabolagem mnradorlas nacionaes e as eslranjeiras q tenham pigo o imposto de mpirticio.
Q'Imd, diantr do lett) constiiucionil, dar
de ba fe s palavras ciladjs no accorddo a
interpritagao que Ibes dtu o Sgprerao Tribu-
nl ? No evidente, claris.-ini', iatiscuti
ve!, que taes palav-as apenas q jere n dizer
que, erabora perteoga exclosvjmente a Un^o
a decretagao de direitos de entrada, sahida e
estada de nav os, coimudo a ella, Umao, e
vedad* a decrelacSo di taes direitos subre a
entrada, a fallida e a estada de navios que
fagam o commercio de caboUgem, transpor-
tando raercadorms nacionae--, oo estrangeiras
que j teulidiD pago o imposto de tiuporla-
gao f
Quera rasoavelraente arQrmar que direitos
di entri la, salud i e estadt de navios, sao
impostos que recadera directamente sobre as
mercadorias transprtalas?
O pensaraento do legislador conBtituinte,
foi, p>r constquencia, uoicaiu-nto sentar de
impostos o commercio, isto a oavegagSo
de cabolagem.
E lauto e esta a verdadera niorpretagao do
texto constitucional, que a Constitu gao exprs*
smente prreeitua no nico do art. 13 que
ajiivegagao de cabolagem seja feila por na-
vios nacientes.
Mas aimit'amos mcraentan^amenta a hy-
pothese absurda de que se retirara a impostos
que rec.iam directamente sobr-; as merca-
dorias as palavras citada oo accordao.
Sendo assim, urna vez qup, para perfeita
inielligciici do lexio, nao podera Ues pala'
vr.s ser destacadas do conjunclo do art. 9.a,
nao 6 ai :da palpitante que a tnleng&o do le-
gislador Constituinle foi unicamenie vedar
que taes impostos fossera decretados pela
Uoiao, por isso uiesmo que da competencia
exclusiva dos Estados decretar imposios so-
bre a exportaedo de mercadorias da sua pro-
pria produegao f (Cooslituigao art. 9. n.
1)-
Nem se lembre alguetn de diter nos que o
vo abulo exportagao apenas significa o t anco
de mercadorias destinadas a venda no estran-
geiro. A Constiluicao nao o erapregou para
que desse modo Toase interp etado, urna vez
r|u>>, segundo o que j dissemos no editorial de
6 do correute, rerindo-se explcitamente no
n 1 do art. 9 a importagao de mercaderas
de procedencia estrangeira, implicitameole ai-
mitte a importagao de mercadorias de proce-
dencia nacional e, conseguiutemente, a ex-
poitagao ioter-estadoal.
E quer ver o Commercio de P. rnambuco.
o motivo pelo qoal arSrraamos que a execu-
gSo completa do accorlao do Supremo Tribu-
nal tena como resultado a ruina de todos*
os Estados i
Quaoto aquellas, cujos productos sao con-
summid js dent do paiz, nada precisamos di-
zer, porque evidentisssima a verdaie de nos-
sa assergao. Quaotc, purera, aos que como
Pa-a e S. Paulo, te.u vastissimo commercio
de expirlagao para o eslraogeiro, temos oe-
cessidade de demonstrar o doloroso enran-
ciado.
Desde que a Conaliluigao declara que os
Estados somente podera decretar impostos de
exportagao sobre mercadorias de que sejam
productores, urna vez posto em execugao o
accordao, que denega aos mesraos Estados o
direto de laxar os productos que eiportem
para outros pontos do territorio nacional, cla-
ro est que o commercio ezp rtadur, a ten-
tendo a grande supariorilaae dos impostos de
exportagao, sobre as Uxas de transporte,
preferir remellar as mercadorias para oulros
Estados, por cujos portos ser feila a expor-
tagao para o estrangeiro com absoluta isemp*
gao de direitos.
Negar-s*ha, por accaso, que seja esta a
tristissima coasequencia da execugao do ac-
cordao 1
Que o Commercio de] Pernambuco medite de*
sapaixooadaraeot-; no que vimos de dizer, e,
por certo**tiao continuar a acensar* nos de bai-
teador da bandeira de guerra produegao
Nacional.
E se o zer, nos cabera o direito .de appel-
lidal'o o defensor da ruina de lodos os Esta-
dos do Brazil. ?
PARTE OFFICIAL
Gov/erno 4o Hitado de Per-
nambuco
EXPEDIENTE DA 1* DIRECTORA DA SECRETA-
RIA DA JUSTICA, NEGOCIOS INTERIORES E
INSTRUCCO PUBLICA.
Dia 9 de Junlto de i%g6
Expediente do Exm. Sr. Conselluiro Dr.
Governador do Estado
Actos :
O Ooveroador do Estado attendendo ao que
requereu o lente coronel honorario do exer-
cito Joaquim de Gusraao Coelno, director do
presidio de Fernando e tendo em vista o ai-
estado medico exhibido, resolve con:eder-lne
tres mezes de liceoga, cora ordenado, na for-
ma da lei, deveodo entrar no goso da referida
licenga dentro do praso de 40 das.
U Governador do Slalo attendendo ao
qne requeren Fabrlcio Gomes Peretra Palma,
escrivo de orpbos e 2- Ubelliao do publico
judicial e notas do municipio de Timbauba e
tendo era vista o aitestado medico exhibido,
re olve conceda*-Ihe s---ia raez-s de licengs
em 'ujo goso lever entrar dentro do praso
le 13 dias. -Commuriicou'de ao juiz de di'
reito de Timbauba.
Offlcios :
Sr. Ministro da Jusllga e Negocios Interie-
res Conforme sol il u o Ur. juiz de di-
reilo do 5" <1 istncto rrimioa!, em olfli-ia de
hontera datado transraitiovos, para os devidos
finj, as CM'tilts do mndalo t* prisa) i>r-
veiji va cootra o Dr. Antonio Molinan Lau-
rui, do parecer do r. promotor publico pe-
diodo a pronunen do raesrao Dr. Moiina-i
como iiicurso tas penas do art. 33?, n?. 1, 5,
8 e 9 do cdigo penal do despacho de pronun-
cia proferido pelo Dr. juiz do 6* diatricto rau
niclpat, e, finalmente, do despacho proferido
em grao d do refer lo Dr. Molinan, como fncors nis
penas dos ctalos e arta, do cdigo penal
ni processo inicia lo por queixa do Sub Di*
nul'imento do Brazil ia New York 'fo Ins
C, represetido pelo sea director geral J.
Sanco ea.
Ao raesrao. Passo s maos para que te-
nha o corvenieule destino a inclusa caria nre-
catoria citatoria de diligencia civel, expedida
pelo juizo do civel desta capital justiga d
Iteino de 'onugal para citagao dos herleiroa
do padre Bianoel Mureira da Gama, a requer-
manto de Antonio Jos Pereira e seu tiln de
itfual nome.
S-. Dr. Inspc or d Alfanlega. "ora-
munico-vos que alteo lendo ao que requer-u
o teoeiile coronel lonoraio do ei.erc.to Joa-
quira de Gnsmao Coelho, director do presi lio
de Fernando e tendo em vi*ia o atiesta lo m
(lico por elle exbibiio.resolvi por acto de hojn,
conceder-Ihr tres mezes de licenga com orde
nado na forma da lei, marcando'lhe l't dias
para eotrar no goso da refer la h enga.
ao raesmo. Passo s vossas maos, para
os devidos finso inclu o termo de exarae dus
irenems. modicamentos, drogas e mais arti-
go s qu* forara remetlidos por >saa Repartic^o
prs o abasleciraenia do atmoxarifado e pilar-
raacia lo presidio de Fernando, all chegados
no dia 25 de Abril ultimo a bordo do vapo
Una.
ao raesrao.Transmitto-vo', para vidos Hos o incluso orgmento da quantia pre-
cisa para occorrer as despozas cora o peasoal
empregado no presi lio de Fernn lo correan
pondente ao mez do .'ulho viodouro, o qaB
acompanhou ao offi'io n. 351 do director K
raesmo presi 1 o.
Ao mesrao. -Transmilto-vos para os de-
vi loi fina o incluso pedido de gneros a raai*
aingoa precisos para o abastecimiento do al-
moxanfado do presidio de Feruaodo, confor*
rae solictou o respectivo dire.lor em or-ra
n. 337, de 5 do corrente.
Sr. Dr. juiz de direto das ex'cug5es cri-
rainaee.Transmuto-*vos para os devidos fins,
a inclu-a certidas de bito do sentencia lo el*
vil Thoro Francisco dos Anjos fallecido em 8
do corrente no presidio da Fernando de Noro-
nha, onde se achava era comprmelo de
pe"a- ...
__Sr. Dr. juiz de direito do municipio d,>
Boa Titta.-Declaro-vos, era solugao a con-
sulta constante da segunda parte de vosso of-
flcio datado de 16 de Maio ultimo, que os
promo ores pblicos los municipios do inte
nor, na qualidade de ajudante 'lo procurador
dos Feito?, sao eir.pregados do Juizo da Pa-
teada, e, como taes e^tlo compreheodidos na
resiri gao de que traa o art. 70 1- da lei
n. 15 de 11 de Noverabro de 1891, para o ef-
feito de perceberein a porcentagem deduzida
da arrecadagao da divida activa e sello de he-
rangas e legados, conforme a legislagdo era
vigor.
Sr. Dr. que8tor policial interino.
Manda por a disposigao oo Sr. general cora-
raandanle do 2- uistricto Biilitaros ent-ncia-
dos militares Terenno Fernandas Ramos e
Norberto Manoel da Silva, que se achavam re
colhdos Casa de Detengo desta capital,
viudos ultima nente do presidio de Fe oando
de Noronha por c neluto de penas.
S'. General c.mraan laote do 2- listricto
militar, -uommunico-vos que se achara reco*
lindos Casa de Deteogao deta capital,
vossa disp'Bigo, os sentenciados militares
Terenco Fernn les Raraos e No bert. Manoel
da Silva, vindos ltimamente do presidio de
Feroando de Noronbi, por concluso de pe-
nas.
Junto encontrareis a gula de sentenga do
prim ir desdes sentenciados, deixando de
vos enviar do ultimo por nao rae tjr sido
traosmiltida pelo direc or daquelle es abeleci
melo, a quem recommendo que m'a remetta
na priraeira opportuoidade.
Sr. Dr. director geral da Secretan da
Fazenda Mandae escripturar no quadro dj
divida passiva, a Importancia te 251S90O. de
que tratara as cootas e os documentos juntos,
devida a Eslrada de Perr de paasagens coo-
cedidas, por cona do Estad durante o mez
de Margo ult rao, aflm de ser opporionamenie
aulorisado o pagamento. Commuoicou-ee ao
Superi tendente da Estrada de Ferro de S.
Francisco. B ,
Ao raesmo. Man lae oagar a E. S. Levy,
a importancia de 83SJ33, de que trata a coma
junta, provenie.-.te do aluguel do l.- andar do
predio em qie fuocciona a repar Igao da poli-
ca martima, correspon tente ao me* de Maio
Ando; correado a despsza pelo producto do
imposto de que t ata a verba do art. 3-,g
3.- n. 7 da le do orgamento vigente.Com*
municoo-seao agente da polica martima.
Ao raesm^.De accordo com as infor-
magfjes annexas ao vosso oficio o. 30, de 16
de Abril flnd->, mandae pagar ao corooel Joo
Rodrigues de Moura, conforme a conta e dv
comentos juntos, a importaocia de 7 2108150,
proveniente do fornec ment de rages de
forragens, medicamentos, cravos e ferradoras
cavalhada do extinelo corpo de cavaliana
durante o mez de Janeiro ultimo ; correndo a
despeza pela verba do ari. 2 1- o. 43 da
lei de orgameolo vigente.
Ao mesrao.A' vista das intormages
annexas aos vossos ofBcos ns. 33 e 116, de
16 de Abril e 12 de Maio ltimos mandae pa*
a ao coroo:l JoSo Ro lrigoes de M rara, con
/orrae as duis contas e documentos junio*, a
importancia de 13 710J401, proveniente do
fornecimento de pega- de fardamento ao i-
batalhao de infantera Estadua", durante e
mtz ue Dezembre do anno lindo, correodo a
despeza pela verba do a t. 2., S 1 o. 43 da
le do ojgaraento vigeole.
Ao rae.-mo. Pela verba do art. 2. g
1- o. 4) da lei do orgamento vigente, mandae
pagar ao corooel Joo Rodrigues de Moura, a
coula junta, na irap rlaocia de 6 1841500, pro-
venien e do fornecimento de rag-a de forra-
ens cavalhada do esquadrSo ^r^avallana,
dorante o rae de M io ultimo, i
Ao mesrao. De accordo cora -s infor-
magdes annexas ao vosso otficio n. 31, de 16
de Abril lindo, mandae pagar ao coronel Jo&j
Rodrigues de Moura, conforme a conta e do- i
cumentos juntos, a importancia de 6:48ig200,
proveniente do foraecimei.to de ragOea de;
forragens, melicamentos, c avos e ferraduras
a cavalhada do esquadrfto de cava'laria, du-
raote o mez de Fevereiro nllimo ; corr ndo a
r, (i
,p
~ila
tatis
2.' e 3 baja-1
Sr. Ten
rio do i." I
dipza pela verb do art/S l- n. 43 da
le do orgamento vignte. ,
Ao raesrao.-Man lae ioleranisar o cofre
do 3* batalhao 1a'infantera Eslaluil, da ira-
portincti de 40gdf)0, coifform* o recibo junto,
provenientj de objeotos fo-oecid >s po Medei-
ros Layine &. C, para o expedienle da res
pecliva Secretaria, durante o raez de Maio
lindo, corrtrado a despeza pela verba do art.
2-, l- n. 42 da lei do org nento vidente.
Sr. jTenenta Coronei-Cominandants inte-
rino do balalno de infantera estadoal.
Declaro va, era resp>sta ao vosso ofli':io n.
637, de hiitem datad", que a p-ag que ttver
corapieiajUf/fc.' lempo de servigo e nao quuer
coniinuar^fued'ante a vantagem de qae trati
o an. 6.", i2. do Regularaento era v gor, deve
se -;rj d^i/a ajttix a que te:u direito.
"utilij idHandfs aos coraman lantes do<
hOas estatoae?.
nente-Ooron 1-,'ommandante iot:-
luiaiha > de infantera estadoal
Providencial para que s>-jara excluidos d i es
lado effccivo do Daiaina de vosso coraman io,
o cabo de esquadra Aniouio Feliciano de S raza
t as pragas Jos la ul do Nasciraanio e T -
tuliano Ferroira do r^iscimenio, qu> fazam
pirte do destacamento de Cabrob ; comprimi
que sajara imraediaiaraente recolhidos Casa
de Det-oeao e posios disposlgao do Juiz de
Direuo interino daquelle Municipio, visto acha-
r-ra-ae prouncados no ari. 301 nico io
Cidigo Panal. Ciraraunicou se ao Juiz de
Direito interino de Cabrob.
S-. fr. Questor Policial interino.D^cla-
ro-vo9, em resposia ao olficio n. 119, de 5 do
corrente,v|ue poleis autorsar o Administrador
la Casa de Detengo, a fazer acquisico de
200 metros di algjiai oxford para a vest-
ment das detentas; cuinprmJe que, oppjrtu-
nameote, rae seja remetida a conta afira ae
ser auionsado o pagamento.
Sr. Dr. Juiz de Direito do Municipio de
i Beoio. Jonstando que em a noile de 31 do
mez prximo passado, as pragas do destaca-
iii-nl' policial desse Munic pi aggrediram a
diversas pessoas e que o soldado da GuarJa
dunicipal Osorio, na raesraa occasido disparou
urn tiro que ferio gravemente a Haooil Fe -
reir, recorainendo-vos que me prestis ra nu-
dosas taformigOis sobre essis uccarrenoias
que diligencela a prisa) dos resp .nsav-i .
Iual ao Dr. Piomotor Publico e ao Dele-
gado de polica.
> Sr. r. t?roraotor Publico do Municipio de
Qnjnnna. -Transmitirado vos copa do olicio
120, de 5 lo corrente, do Dr. Quesior Poli
cial interino, e bara assim a do de 30 de Malo
lindo, do Delegado desse Municipio, com refe-
rencia ao espaocara nto de Joaqutin Carioso
Oas e de ter Francisco Xavier Carneiro de
Alouquerque ge ap .derado da tres cavallos
perieoceotes ao mesmo i'ardoso, recora uendo
que informis sobre o faci narra lo nos refe
ridos oJBiios.
Igul no Sr. Juiz do l. Dislriclo do Mu-
nicipio de Goyanna.
Expediente do Dr. Director
Oiftcios :
Iras pequeas despezas IT-ctuada cora o ser*
vigo da ra:sraa repatigao, devendo ser oppor-
tu amnle prestadas as respectivas contas.
Coraraunicouse ao D'. Director Geral da 3.*
Directora.
D-. 1. S celan') do Senado.- Em res-
posta ao oficio sob n. 433, de hontera datad",
declaro-vos fi<-ar aciente ia Cummuniragao que
fazeis de nao ter sido approvado, era sessao da
raesma data, o c ntracto celebrado com Al*
herto Prend & C. pira o servigo de illmioa-
gao desta capital de que t-ata a mensagera de
raeu antecessor, de 5 de Abril ulurao por nao
se acnar noi termos da le n. 73, de 18 de
Maio do anno paasado, cujas disposigoes con-
tinuara era inteiro vigor.
Ao Or. Direc or Geral da 3.' Direc'oria.
Declaro em resposta ao otclo sob n. 301, de
hontera datado, que as contal a que vos refe-
ri devem voltar a esia Directora, atira de se-
r-'tn por mim re.netlidas Secretaria da Fa-
zenda a p-op rgo qoe fr autorisando os res-
pectivos p..garaentos.
Expediente de Dr. Director Geral da
1 ." Directora
Offlcio :
Ao Dr. Director Geral da Secretaria da Pa
zen la.De ordera lo Sr. Dr. Governador do
Estado, rogo qie vos dignis de providenciar
para que pela repirtigo a vossi cargo seja in-
formada, cora urgencn,oa3surapio que se coa-
tero em o oficio junto por copia sob n. 305, de
bontera dtalo, da 3.a Directora uesta Secre
taria.
Admiaistracao do Exm. Si*. Dr.
Alexandrc Jos Bat*i*osa Li.
ma.
Expedienle do Governador d Estado de Pernam
buco do dia 4 de Xocembro dt 895
8r. DrcvJfcs de iretro-das Execogoas ''.ri-
rainaes.Da ordem do Exm. Sr. Conaelhairo
Governador do Estalo, coramunico-vos que se
achara recolnldos Casa de Detengo, viodos
do Presidio de Fernando de Norooba, os sen-
tenciados civis Liodoipno Hotrigues Captivo e
Rivmundo Calixto do Nisciraemo. pir vos r>-
quisitados em oficio de 29 de Maio ultimo,
Joaquim Paulo de Saot'Anna, Jos Melchiades
Pereira de Souza e Joo Jeronjrao Lopes da '
Silva, por concluso de penas, conforme as in-
clusa-' guias de sentenga. i
Sr. Dr. Juiz de Direito do 5." Districto
Criminal.0 Exm. Sr. Cooselheiro Governador
do Estado manda commuoicar-vos que, nesla
data, encaaaintiou ao Sr. Ministro da Justige, e
Negocios do Ioterior, as ceriidOes do iheor do
mandado de priso preventiva contra o Dr.
Antonio Molinari Laurin, conforme solicitasteg
por officio 4e bontera.
Sr. Dr. Juiz de Direito do Municipio de
Panelias.-Teedo o bacbarel Joo Martins de
Anlade, promotor pub ico desse Municipio,
communicando qu3, era 20 de Abril u timo,
renuociou o resto da licenga era cu)o goso se
achava, e veriflcando-se de vosso oMcio de 27
le Maio findo qoe o reerido promo or navta
reassuraido o respectivo exercicio era 24 desse
mez. o Exm. Sr. Consel eiro Governador do
Estado recomraeodj-vos que io frmela sobre
tal divergencia de dalas.
2.* Directora
Expediente do Exm. Sr. Conselluiro Go-
vernador do Estado do dia g de Junho
de 1896
Ofcios :
Ao Sr. Joo Gongalves de Azevedo. -De
oosse do vosso olicio de 5 io correnta mez,
declaro ficar selente de haverdes na raesraa
dala reassoraido o exerciclo do cargo de Pre-
feito do Municipio de Goyanna.
_ ao Inspector Geral da Instrucgao Public.
-Tendo era vista o que expuzesles era orficio
n 61 de 6 do corrente mez autoriso-vos a pro-
rogardes por mais triota diis o praso marcado
a professora publica Mara Digna de Albu-
nuerque Marannao flm da assumir o exercicio
d cadeira de eosino primario do sexo feml-
oino da cidade de Rio Formse
Expediente do Dr. Hirect.r
Officioa:
Ao Dr. Director Geral da Secretaria d
Fa*enda.-Da ordem do Exm. Sr. Conselheiro
Goveroador de Estado, communico-vos para
os os convenientes, que o Atuaoueose da Bs-
creuria da Escola de Engenhana A rehilan de
S iu. Mendes entrn a 6 do correte 00 goso
da licenga qne Iba foi concedida, lando aasu-
mido na raesraa data o ejercicio interino do
dito cargo o cldado Gaspar Saloroiano Cavai-
cante Odios, conforme partielpoa o respectivo
Director era otfioio de bontem.
Ao Prefeito do Municipio do Labo. -3.
Exc. o Sr. Conselheiro Governador do Estado
manda remetter-vos exemplares das leis a re-
gulamentos, a que al'udis era otlcio de 5 do
corrente mez, que assim fica respondido.
SECRETARIA DA INDUSTRIA
Expediente do Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado do dia 9 de Junho de
1806.
Offlci t :
Ao De Director Geral da Secretaria da Pa-
zenda.-Autoriso-vos, de accordo com o art.
24 do Regulameoto do 1." de Oatub-o do anno
passado, a mandar abona', mensalmente, t a
qoaotia de lOgSOOO, ao Ttiesoureiro da 3 di
rectora di Secrerarla da IniuHria medanle
requisigao do Dr. Directo-, para o tira da oc-
correr tf pagamento de fretes, ctrreloa eou-
Officio:
AjS-. MiO'stro las RelagO>a ExterioresD-
posse do A so Ci colar' desse Ministerio, soo
a. (0 de Si de No>erabro oltimo, vos decla-o
ticar sciente de qae o te. Presdeme di Rep-
blica, axeitando medunti a claosjli di M*
procilade. a propona oo governo da Confede-
ragan Saissa, aejretoa que as uccessd.* do-
ciiidss da meama Cinfeienc*, qoe se abi-
era de 1 de Janeiro ue 1895 era deante seiam
regiies oslas dispo'igles a qoe ae refe-
re o a t. 2. do regcl.ment annexo do D-creto
0. 835 de 8 de Nov.mbro de 1831.
Expediente io Dr. Secretarlo di Jtutca, Seg
ci>$ Interiores e Instrucgao Publica do da
4ie Deaemhro 895.
ActJS:
O Sioretarlo da Jast'ji, Negocios latertores
e Instrucgao Pablica de accordo cera a cia-i'oU
4* do termo de obrigagao firmado eo SO de
Abril de 1871 entre o ti > ver no e a Soctedae
dos Artlstis Mecaamcos a L'beraes, resol e
oomear o bacbarel Frao.lsco Augosto Pereira
da Costa para servir o loga' de fiscal do Lyceu
de Artes e Oificios cora o direl o ue lnspe:cio-
nar o estabele inen o e o reglm?o Jas e colas
a cargo da me-mi soc edide.
Fiveram-se as commuaicagOes cecessaria?.
O Secretario da Jusiiga, Negocios loteno-es
e Iostracga Putoli a, satlsfazeodoo pedido co-r
tidoim rlelo de 30 de Noverabro p oxime
passado do Dire.tor da Escola Normal para
Seonoras a cargo da Sociedad Propagadora da
lutruego PuDiica, na BOa Vis a, resolve no
mear os segaio'es coraraissario5, para comp i*
rem as bancas examinadoras dasdiffereotesde-
ries da mesma Es *ola, a comegar a (anecio nar
ao da S do corrate mez : Prolessores Augus o
lo Mauricio Waoderlej para o co-so peo*-
ratorio e Francisco Carlos da Silva Fraxoso
dar a i' serie ; bacbareis ASonso de Barros
Csvalcaole de Alboque-qoe para a S' serie e
Pedro Celso U mOa Cavalcaote para a 3 .
Pixeram-se as ommonicacOes aecess rizs.
O Secretario da Justiga, Negocios Inie-
riores e Iostracgao fnblica atteodendo ao qoe
requereu o clJado Manuel Gongalves de Si-
joeira, EecrivSo do Ju y do Municipio de S
Beoto reaolve prorogar po- dez das o praso
qoe Ibe foi marcado para entrar 00 goso da li-
cenga que Ibe foi concedida por Portara de 6
de Noverabro oltimo.
Commooicoo se ao D-. Jalz de Direito do
Municipio de S. Bsnto.
Officioa :
Ao Sr. Dr. Inspector da Alfandega do Esta-
do.Para os fios cooveoteuies t-aosmuto-ios
a inclusa copla do cfficio que em 14 deNovem-
oro ultimo foi dirigido ao Exm. Sr. Dr. Gover-
oador do Estado pelo Vice*C)osol do Brasil
em Liverpool, relativamente ao manifest do
vapor Marloerr em viagem a'eqaelle porto
para o d'eeta capital.
Ao Dr. Secretarlo da Fazaoda.Segoodo
me parit:tpou o Dr. Juiz de Direito 'o Mun
cipio de Itamb em officio de S de Nivemoro
flodo o Bacbarel Joaqoira Velloso Preire de
Meoiooga, promotor publico u'.qoelle mouici-
po loterrompeu o exerclcio de seu cargo nos
lias 18 e 19 do refe i lo me* oor motivo de
molest a reassomiado o 00 dia SO. sendo subs-
tituido duraule o seu impedimento pelo clda-
do Lan da Veiga Pessoa Cexir qne para tal
m foi oomeado pelo mesmo Dr. Jan de D
reito.
0 que vos commumeo, pa a os devidos
dos.
Ao mesmo.Solkitoves a expedigao das
nece'M'las ordena 00 sentido de ser p giB
pela folba competente, a Manoel Francisco da
S Iva Braoco, Jan do dietruto do muoinpio
de Caroar, a graiflcagao a que lera direito,
por bever exercldo lolerioameale a vara de di-
reito ".'.qoelie mobi ipio, a contar de 1 a 31 de
Oulubro olUm), conforme consta dos do'omeo*
tos anoezo*.
ao mesmo.Oramooicovo", para os de-
vidos dos qoe em da'.a de S3 de Noverabro
prximo rindo assomio o exerclcio do cargo de
promotor pobli'O do municiolo de Cimbres o
bacbarel Salvador Celso de Aiboqoerqoe, para
o qoal foi removido do de S. Beoto por Pona-
ra de 30 de Oatobro oltimo.
Ao mesmo Solicito vos a expedigao das
necesarias ordens no seat do de ser p ga a>
tenente do S- batalbo de infantera estadoal
Antonio Peregrtao de Partas a qozotia de 35
proveniente ds vjuda de custo, pelo mnimo, a
qae o mesara tem direiti por ter deaa^ado em
3. Bento, devendo asseotar a desposa na verba
do art. S* % l* n. al, da lei do orcamento vi-
tante.
ao meimo.Communci.vos pa*a os nos
convenientes, qoe o Dr. qoestor policial ioterl.
no Boraeoo em 16 do mes de fovembro rindo.
Jos Egj'io de Medeiros para o logar de guar.
da extraoumera-lo da Casa da Dteog3o.
Ao mesmoC< mraaolco.vos pa-a os lias
convenientes, qoe o Dr. qoestor policial Interi-
no, aomeou em 28 do mes oe Noverabro lindo
Luiz Ro Irlgnes Mandes da Si va, para o lugar
de gaarda extranumerario da Casa de De eo.
Slo.
Ao mesmo. Re-n tto.vos junto o panto
dos emp-egados da Binlio nec^i Pobhca do Es
jado, relati.-o ao ruer, te Njverabro proxime
nado, ahaa de vos di/inirdes de providenciar
pi'a qie Ibes sej.m p'gos os vea^ixealos cor.
respoadeotes ao referido o:ez.
Sr. lente.c ro :el Amt i.o Vespaclo Cor.
deiro.Arcoso o recebimealo de vosso oflkio
de 15 de Nove obro Hado sao que cleat fliaee
ao Ex p. Sr. Dr. goverua lor 10 Estado ter oes.
a da a prestado juramemo di ca go de sob.
prefe-to ds moolclpio do B-ejj e assumido em
seguida a resoecliva admo.airago em consa-
queccia do f I x melo do corooel Anzolo Mt-
nobo dos S otes
Ao cojraaodeole do I- batalhao de lo.
ra-.terta estadoal. Acbando.se no Estado da
Kaahyna o I sargento do iiracto corpo poli,
cial aie.iterio Escobar e constando que est el-
le lootilisado para o servlc^, r-i i parque nao
pola ser re-onheciio 00 e-t.doeirectvo do ba
taihao soo vosso commindo, dete-mtno que ac
referido sargaoto mandis passir tolode bai.
x-, pcaado sem effe'ti a nota de d-sercSo va.
10 como ao tempo rnj qoe ella se deu oa bavla
le qoe aotoruas^e a proeler.se criminal
mente ero taes ca-o--.
Ao commaodante da S- baialho.-Em se.
logo ao vosso officio p. 490 de 3 do corrente
a>clar>.7os qoe-podeis excluir do etado effec
tivo ao batalhao de vosso coronando o 3 sir
geoto Prxedes Limeira Guimarae', qoe devera
ser ap-eieotido ao D-. questor o licial, afim
de ser posra a disposigo das jusfeas do mu.
nicioio ae S. Bento.- Commuaicoo.seao tulz
de dlre o oe S. Beoto e ao Dr. quesior poli,
cial ioterioo.
Aocommaolaote da 3 batalbo de ln.
rao ter a es aio.l. -T-a-.smitto vos para os de
vidos Oo copia da acta da lospeeco medica a
qoe era 18 de Noverabro finio f< 1 'obmettido
o i- sa-g-oto do ba>albao sob vosra comman.
do Allomo da Silva Pragoso.
Circola-ea aos juizai de direito doa munici-
pios Co Esta lu :
S'. jan s... Para vosso eoobecimento e
fina coaveoleote, commoijico.vos qae, Sr. mi.
otstrodas relagOea ext'riore-, par aviso o. 10
de S6 de Navemb'o oltim'<, dea feeoia ao
Bi-D. Sr Dr. governader do Estada do Deere
to zbaixo traosclpto :
Decreto o. 2(98 de SI de Noverabro do
1895
Appli a as so c-s 'j de cldadaos
sonsos as r 835, de 8 ue Noverabro de 1851, a qae
se refere o sea art. Si.
O presideoie da Revolica .01 Estados.
Laidas do Brasil, aceitando a proposta do go
verno da Coofeder.-g Sotss com a clausula
de re iaccilade, deceta :
Ar>. ( as o:ce fa lecidos oa Brasil, qae se abrt-em de |* da
Jtne ro de 1896 em diante, se-o regidos pelas
d so-islgfis a qae se refere o art. 8. do decreto
0. 856 de 8 de Nuvemo o de 1851.
A*t. 2- L>goqus eessar o accordo qns dea
losar ao preaeotj dece o, as sa-cessoes qae
estiverem em rqo'd gao passaro para e reri.
en do decreto a. S.33, de 15 de Janbo de
18^9, oa do qae eat4-> vi^o-ar.
Cipilal Peleral, il de Novamb-o de 1893,
7- da Repblica. p.-odana ;. de Maraes
Bar-o'.=Ci'los Aoeusto de C"a lo .
Expediente do Dr. Director da 1* Directora
Officios :
Ao Dr. Qoestor Policial ioterioo. o Sr.
Or. Secretario meada transraniir-vas capia do
telegramma que re:ebea dojaiz ds direitj in.
termo do Maatcipio de Aga< Preta e cotnmoni.
car-708, para os fios coo eiientes, qae ptlo
ferio nelle relatado far seguir para o mesmo
Moolciplo ama forca de 40 pregas sob o com.
mando de om olli lil de om dos batalboes d
ofamaria.
Sr.Teoeote-corooel comaa^n lacle ioterl.
no do 1 batalbia de iafaota-la estadoal. 0
Sr. Dr. Secreiario da Jostiga manda commooi.
car-vos, pa-a.os fios convemea es. qae a Secre.
tana ds Pasenda acba- e abilitada a abonar
ao tenente do na'albo sob vosso commando,
He calano Herval de Miranda Heonqoes, a im.
portaocia de trea meiei de so do, qoe Ihe de.
ve- ser descontada mens.lrae re oa rarlo da
tj ga parle do masmo sold.
A o commaodaote do I* bat >lbSo estadoal.
O Sr. Dr. Secretario da Jastiga maad? com.
momear vas, para os &os cooveoieates, qne a
Secre a'ia da F.zen la acbs-.-o bab litada a abo.
nar ao alfares do batalhao soo vosso comaaaodo,
Caeaoo Soares d js Sa t a. a importancia de
l-es mezas de sol Jo, qae ibe levar ser des.
coatada mensalmente ni raza J., lerga parte
do m-smo sold.
Ao commanlante do 3- baUlba. 0 Sr.
-. Secretario da Josiiga manda cm-nuolca:-
voa, p .ra os fios cooveolentes, que a Secretarla
da Pazenda acna*se bab luada a > lTd tua- o pa,
garaemo da qoaotia de 164610 e escipturada
de SI 4162 a qoe tem dtreita o caplio Jos Pon.
ciano de Macedo, como gratifica^ao de com.
man lo dorante os meses de Mjio e Agosto
oltimo.
Expediente do Director da /. Directora
Offios :
Sr. Dr. Presideate da laspectaria dos Tbea.
tros. De ordem doSr. Dr. Secretario ennamu.
oico-vos, para os Hos convenientes, qne na
peiiga em qoe Bstber R. C. Mi lar requer per.
misso para realiaar om especiacolo no Tbeatro
Santa Isabel em a noiti de 6 do correte, eza.
roo o raesmo Dr. Secretarlo o segolete daspi.
cbo : Sim, mediante a Contrlbolgo do 68.
t-fta.
Expedienle do Dr. Govermdor do Estado do dia
5 de Desembro de 95
Decreloi:
O Goveroador do Estado, at'endendo 10 qoe
reqnsrea Aois o Gomes de M^oezes e tendn eo
vista a in'orm gao prestada pelojos de direito
do Moolciplo de Floresta, resolve provel-o na
serveotia vi'alela dos o tunos da i" tabelliao
do publico, judicial e nct s, escrivo do clvel
e execogOes civeis, Crimea e annexos do mei-
mo Municipio, devendo a-suuir o exerclcio
dentro do prazo de 45 dias.
O D.*. Juno de Mello F.ibo, Secretirio da Jos.
liga, negocios Interiores e 1 i.-tru-gSo Publica,
assim o tenna entendido e faga expedir al ne.
cesaariaa commonlragOes. Commuuicou-Se ao
jais de d'reito do Maa.clpio de Floresta.
O Governador do Es ad a teodeodo ao
que requeren o capno reformado do eitincto
Corpo policial, Jos Tbeotoaio Pereira de Car.
valno, e osando da sotonsaga concedida pela
lei n. 106 de 19 de Jonha do rorrele anno.
iitsrmma qae a peoso a-nuai o 492400Q
qoe o mesmo C10180 pe-ebe 'o *n reforma
qoe elevada a 1:1404000 corespojoome a to.
talldade do ordenada daqatlle posto, segando
a tabella em exe og) ao tempo em qne foi re.
formado.
O D-. Jalla de Me lo P Ibo. Secretarlo da
Justiga, Negocios Iaerrares e lost oegio Pabll.
ca assim o teab entendido e faga executar.
Remet en se copia ao D\ Se ttirlo da Fa.




mJSm


f$B~
*^5*P
"


I
I
*?tnr o e Pernamboco #exta-feira 1*4 ce Jimlio de 1$9G
Oficio :
\a Goeroadir lo Botado do Amaiona?.
Ka r.spos'.a ao voiso cflicio <:e 19 Jo m?i
oltlrxo, oabe-me sBlentiflcar-voi qus a guale
(alta de pessoal para *&" trafcalftca dalaveura
dillicut aotwejiaoeira o auxilio qae aollcl'aea,
nao mjendo, entretanto, este Gove: oo impedir
o livre exe-cwio de neito de locomoc/ao, ga.
rantido a ta-flos os b-awMros qoe de'te Estado
queiram troonferir-ie tara ooiro pele qae o
oflicial iocnaotdo a> menciar vo ua trito para
a fo--;a publhw Owse Bstado,ra loda fac,
lidade. de levar atim a coa misaao.
Expeliente do Dr. Secretario da Juslica, Nego-
cia Interiores e Instrucco Publica.
Pjriaria :
O ?r. D*. Director da Estrada de Ferro Ceo.
trl ele Pdrnatnboao di^oe-s- de dar passagrtn
de 1 la e volta, ur conl. do Estado a orna pra.
ja, ata a esiagao de S. Caetaao da Raposa.
OIBC09 :
Ao Secretarlo da Faieorfa. Solicitc-oi
iufomacbes a respelto dis cootis jo.otiS.na im.
po-tancm to'al de 58*700, provenientes "e
transportes r.oaeedidos por coala do Estado Da
Ennda de Forro do Recite ao 8. Francisco,
dar.ateo anea da Ootabro ultimo.
Ao mesmo. Sjtictto-vos intorina$*e3 a
refptito do pagament das cotnasjur_ta. a
Importosla de 107^910; proveniente de traes,
portee concedido?, por < oota no fijado, na Es.
traa de Fer-o da ReMfe ao l.imoe ro, dorante
o o-et de Oatabro prximo Hado.
Ao mes-no. Soltcito-vo a exped cao da*
cecersarias ordena atim .eqae pelo a-t. 1 l-
n. il da le do o.-gauecto vigente seja paga to
alferia do 1- bataibao de Infamara estadoal,
Jzidro Gjmsi de S. a qnaotia ae 11*000 pr..
veniente da ajda de costo, pelo mnimo, a qoe
teoi direilo por ter i lo eo diligencia o Mam.
cidio de Barreiros.
r/l_ Ao mesmo Transmtttiodo vo6 o Incuso
reqaerimeolo do bacbael Argemlro Ma-tioia-
no da Cunta Glvar-, actualmente jola de al
relio do monlcipio ae Panellas, pego qoe in-
formis sobre o qaaninm a ser arbitrada ao
meneo. jalz de direlto, com" ajada de coito a
bb nomeac-ao para aquelle cargo oo man cip.o
de Seriobaem.
Ao mesmo.-Solicito.vos expedigao da--
necesarias o dos, para qoe *oi dignis man-
dar pagar peta serba do an. 2- S t o. 5o da
le i;, til do o-cimeo:to vigate, a quaoua de
688')0 importancia de despeas leitas con o
expeliente e asae.o da Biblioiheea Pailica do
Eela o, no me* da Novembro prximo rindo,
ao con ervador da mesma reparlicao Joao Fran-
cisca Evangelista da Almeda.
Ao Dr. jota de direlto do V distrirtici-
minal.Core a lodosa cenidao qoe an 'o so-
viada pelo secretar o dos Negocios do lotero-
e Jusuc do Halado do Rio ae Janeiro, por orn-
eo n 613, de 6 le Njvembro flnd, relatl*-*
a data da p xao preventiva do reo M*riaono
Antonio Bietos, coodemoaio pelo ja y da Bar-
ra Mmsa do mesmo Estado, fica sHisieita
requmcao coostaLta de vos*o da 17 de 0.t*
bro ultimo, a qoe respondo.
Sr. Presidente da Sociedade Propagadora
da Iaatroccao Pobllca ds Boa-Visii.Acenso
o recebiaaento de vosso otBclo de 3 do corren
;e, ifc o quel me remetteis om exemplar do
aovo rrgolameoto da Es.uU Norma! a cargo
desia sociedade, de coolormidade com o actaa!
regia eo de eosloo dado a Escola Normal Ofi-
cial pelo Cxm. Sr. Dr. Governador do Estado
Oolro srm, fleo ecleote de qoe tero corueco
boje pelas 6 Doras da tarde, os oxames a effe-
cta mento.
__3-. tener.te coronel J>s Perelra de Aran
, \crosndo o recebimento de vosso cBc o
de 16 ae Novemb-o Rodo, declaro-vo< qae ti-o
scieute de baverdes oes^a ata aa e-cirio do cargo de prefelto do monieipio de
Belmoate e oein aSbim os cidadios qaa con-
stiioeiu o respectivo cooceibo.
D-prebeadendo-se pela redarcio do Anal do
vosso citido offi:io qoe o *ob^ preeito e'eilo
renonciara o man Jato, conato' qae remeiuia
a rt'specivi rocrcaoicacao, atim de qoe (eub
lagar nova elHcao para eee ca'gf, que nSo
B6d3 ser exercido pelo tleitor ahodtdo na-
qut-lit ofiiclo.
Expediente do Director da 3' Directorio
Officio :
Sr. Dr. Dr. Jo5o Viera de Araojo, m. D.
leoie la Facollade de Direlto coaaodo em oome do Dr. Secreta-io da Juslga
Negocios latenores e IostrorcSo Poblica o
vosao ofocio da-.ado de 16 de Novembro prxi-
mo pa sado, satisfaco o pendo Lelle coudo,
remetieodo-vos om exeruplsr do actoal regnla-
meno do lostitato Benjamlu Constant e ootros
mais qoe con li dlsposicOea oao revogadag
por aquelle, deixaniode renett*r-vos tamben
a le n. 1 VJ7 de 10 de Jolno o^ 1880, qoe ap-
provoo o regtmeoio tirno de 19 de Abril de
1876, por haer exeme om exemplar eo :a
deroa lo com ootros, os quaes (atem parte da
legulc5o existente no arcQivo daqoelle e^ta-
belecimeoto.
Expediente do Governador do Estado de Pernam-
UU(0 do dio 6 de Deze tnbro de 1895.
AC :s:
O Governador do Balado atteodeodo ao qoe
reqoereo Us Ottooi Ribelro Franco, eneote
coroiel ccmmaodanle do corpo de cavallari,
teodo em vial o resaltado da lospecgao aie-
aicae cooileracdo na relevantes serncoa
prestados i>or esae ol".ial a ordem publica e
a delcia do principio da aatondade reeolve,
refortnal-o oaoueiie po^to coro o fol-io ptr in-
lelro, devendo o presente aclo Btr opportona-
mente aobmetlido a approvacao do Cougrea^o
Legi-iativo de Esiado.
O Dr. Jo'io de Mallo Filbo, Secretario da
Joalica, Negocios iotariorei e Iuetroecao Pablr
ca, assim o teoba entsdido e o faja execn-
Rexetteu-ee copia ao D-. Secretarlo da Fe-
ie&da.
Expediente do Dr. Secrelario\da Jusliga Neg
cioi Interiores e Instrucco Publica, do dia
6 dt Dezembro de 18'J5.
Acto:
O Secretario da Jostra, Negocios Interiores
e Instrucco Pobllca reolve comear o cldaiao
Joaquim Pompeo Pessoa para servir de rom*
miasurio nosexajjes da Escoa Normal a car-
go da 8o:irdade Propagador da Ioetroccao
Pobllca oa Ba-Vista, em sobstltoicao ao ba-
cbarel Pedro Celso U boa Cavalcate, qce foi
dispensado a pedido.
Flxeram-se as commanicatoea neceesarlas.
Porlaria;
0 Sr. Eagenbeiro Director da Estrada de
Ferro Central de Pernamboco dignt-se de dar
Dissagem de ida e volta, em carro de l'clas
ae e por cont do Eatado, da es agao doi Reci-
te a Ja Vicicria as S'as. DD. Balbina do Re-
g Dtotaa e Uaria do Reg Dantas.
Officio :
= AoSecretirln da PaiendaCommunico-
vos para oa devidrs nos qoe por officio de
Dontem ao Dr. inspector da Alfandega, solici-
lei a exptdicSo das necesa-us providencias
para qoe seja eotrf goe ao thesooro do Estado
3 qoaDtla de 5:000*000 posto a dlsposlca* do
Exm. Dr. Governador pelo geverno Federal,
pira Botneucao ao Io-ttnto Arcbeologico e
Geog!-apt>ico Pernambocano.
BJ Ao meamoGommoolco vos para os1 nna
convenientes que o capilo Bellarmioo Fernau-
des da Loada Almttaa, aesnmio ro da 6 do
correite o commando interino do corpo de ca-
val'aria f-tadoal, por ter sido rtfoimitlo o
coiuaiandaote tffecilvo do reletldo cepo, l-
enle-.oronel Joa Ottonl R beiro Franco.
- Aop^8dr:;p ,.o Superior TribunalEm
vista do t fflelo jonto do Dr. jola de direito do
1.- d trino criminal, do qoal coDPta acbar'se
n'esse TnDBal o preceaso do sentenciado Jeo
Gomei dos Santos, pego qae vos dignis .Mi'
denciar oo sentido de ser lodosa petlcao do
rc-ferilo fentao^ado com m pec ceso menctooadas o i an. t. do D.-crtto 'u
1566 ce 28 de Margo oe 1860.
Ao comm^odant do 3.- CaialhSrj-Tn >
amillono copia doutn:o de i do car oa d
subdelegado K> 4.- diairlcto do moniolpio il i
Cabo, lecommendo-voi que ".man ieis batear
presa a p-aci M'Ooei Pedr) Ferreua di .ala,
de qoem o mesmo oflici raa e a tacaea pu
nir evenaMn e.
aorueemoP.'0vi'n il atim de que se*
ja excloida oo Mato eBectMo dcMiaina.i aob
voaao commando a prag Vicente rt Nisciruento eveodo odemorsar a Fazanda d.>
qoe eatiter a tever. >
Ao n eamo-Mandile apresntar ao D-.
qaest-or riuaa iraca* do Be'a*B a ob vso
cjmmandj ali n de comuzlrem un preao par.
o mofliopio ue JaboaiaoCommnmcoa-de ao
Dr. qoestor poli<-l-iI Imerioo.
Ao meem D'Claro-v;s em re?posu ac
ofli tuur '.o deatdcamenlo 9eS. Jo Je Barreiroa
a praga Pran._i-.-o Joa de Arau|o Je qui irau
o reqaerloMDto qae res devolvo.
Expediente do Director da 3.' Directora
Oficio :
Ao qoeatw palir I interinoO S-. Dr.,
Secretario da Jost ga manda communlcarvos-
para os flns cone-iieote?, po. la cooslante de vosso cfficio o. 535 de 5 do
crrenle.
Ao ge ente da Companbia B bian.Pe-
C vee,a nome do Sr. Dr. Governador qoe
concodaea passagem de Ia classe a bord) do
vacor Marinio Viiw.oi1e di porto d'eatil
capital ao de Aracaj por ao $f. cani Ao juii de di'eifo do manlcipto de S. Bento
O Sr. Dr. Secretario da Jcinilga man- decla-
rar-vocero resfoa a ao 'fflcio de 27 Je No-
vembro finio, qu* eo 1" do meamo mz p'o-
videnciou no sentido de destacarem oease oo-
e M o'i-cia e am inferior do 3.- bala-
rhiwia iiffifa-i tadoal.
Espediente do Director da 3. Directora
i l'V-ius.-
Ao-d.rector do instillo Benjamn Con-
a aotG uammico-vos em nome do D'. Se-
eret*rtrjcla Josiga Negocios Ioterlor-a e lJ
-lrr,rt.. lJulii.-a, qoe, seg o Jo Ir. formo u o D -
S'JUWaeilo i Induatria, nm r*lgio au vosao
rorrtMo em cfflvo de 9 de rlovemb-o
flnd", pibero aa duaa obras a qoe admita v.o
t.i lo 1111 io, aer remettld a para a Bibllomeca
d'aa.e >ajjinelBCHBeato, catwndo-voa providen
ca' ra-a qn Hitan obra vos sejaoontr^goea.
Expediente do Dr. Secretario da Justka, Nego-
cio* Interiores e Instrucco Publica do dia 7
de Dezembro d 1895.
ACio :
O rt-r.(vUr.a 4 Jostija N reg e Iisi-ocgao Publica de aesordo com a
!ico--"t\ 1o Dr. qoestor policial Interino, re-
'o a* reraove o ba:barel Blas doa Santoa A'e-
v-,1. *' 8Ha Jonor do rarg> de delegado 'o i
'laUi-to da capital pira o do !, eo leoetne
Uiih'olomeo Sopnolrt' Wallare Co'IOi) Meir.
le Vaajoocll s dr> de dei^gdo do 2 dist'ic
la paao -dol.- Cia*nao|.:oa-8e ao Dr. qaee
tor policial Uite-iao.
Despac/ws do Governtsdo Estado do din
io d* iunho de i8g6
Manoel da Paixo llura s, sentenciado, pe*
dindi co,jia de seu piocesso. *o S-. Director
4o presidio de Fernand > para entregar ao pa-
liciontrto a cer'lo junta.
liacliarel lesuina '.laro doa Santos* Silva,
pedlndo para continoar no exarncio do cargo
de juii do 1 distnct. do rnunicioio de Pal-
mare?, (Clenle), do qual foi oibulhado con
tra todoa os principio de juaUca e disposi-
g.a iis Ini8 vigentes, e llie sfjra igualtnenle
pagos oa vencimemoa a qu se julga cora di-
reitf.Ao Governo falla competencia para
mtorvir nos negocios peculiares do municipio
e determinar que o supo lcnte seja mentido
no c.rgo de juiz do 1- districto do municipio
ie Palmares.
Elvira de Souza Bandeira, professora pu-
blica, p-.diodo prorogagao de prazo. -Remet-
tuto ao Sr. inspector gerl Ja Instrucgio Pu-
blica para atlander.
L'sb Ha da Albuquerque Mello, professora
publica, pedindo tes aiezes de ueenga para
iratar de sua sale. Rqoel-a por inierme-
dio lo insp-otor g^ral da I'alrucgo Publica.
Maria Digna de Albn<|uerque Marannao, pro
fessora publica, pedilo nova prorogagao d-
praio. Era data le hontem uo'ots. i o iih-
pector geral da Inatrucgao Publica a prorogar
por inai* 30 d aa o prazo marcado peticiona'
ra para asaomir o exe'Cicio.
Matbildd de Azev.^do Villarouco, profesaora
publica, pedilo prorogagao de prazo.Re-
mellido ao Sr. inspector g ral da Iusirucgao
i'ublica para atlenler.
i aqaitn Ttieo-_oro Rolngues, sentencalo,
pe-lindo para ser requisita lo de Feroan-lo,
para ir a capital do riatado do S. Paulo tratar
le sua a. fezt. Indeferiilo.
Ju(^ Vieira de Sana, sentencalo, pdindo
para ser requisitado de Fernando para ir a
capital lo EaUdo de S. Paulo, irutar de sia
defesa. -I idaf.-ndo.
Abilio Augdato d Nor.inh e Silva, capit&o
4 i -xt-rrito pe-ndo para ser adiinili-io na
qualidade da ouvinte do l- anno do curso SO'
lieri r ila Eacola de B genha'ia d-^aie Estado.
Informe o Dr. director da Eacola de Enge
n liana.
Bacbarel Jesurao Claro dos Santos e Silva,
pedindo nara ser deapacbada asna reclama*
gao de 20 le Abril ultimo. Teve hoja despa-
cho a reclamagao a que ae refere o peticiona-
rio.
O POKTEIRO,
C. Moraes.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta :
Art. i O estudo de msica no Instituto Ben-
jamn Constant e Escola Normal passar a ser feito
de conformidade com o plano seguinte, ficando abo-
lido, nos mesmos estabelecimentos de educafo o en-
sino de msica instrumental.
Art 2." Esse plano constar de preliminares ;
principios complementares, escalas intervallos, tona-
lidade, modalidade e transposices; solfejo indivi-
dual, entoado ou simplesmente rythimitico, segundo
as aptides do alumno, noges sobre a formaco dos
accordes consoantes e dissonantes, cantocoral.
Art. 3. Alm do ensino dessas materias, os pro-
fessores, trimensalmente, sjro obrigados a fazer
preleccjoes oraes sobre assumptos musicaes, compa-
tiveis com o desenvolvimento de seus discpulos.
Art. 4.0 O ensino de nocoes sobre a formaco
de accordes e exercicio de cantocoral ser encetado
quando o alumno estiver habilitado as outras mate-
rias consignadas na presente lei.
Art. 5/ Para a conveniente execugo desse pla-
no de ensino, o Governo, respeitando os direitos que
possain ter adquerido os actuaes professores de mu-
sica dos dous estabelecimentos de educado, manti-
dos pelo Estado, conceder quelles que substitui-
rem a estes professores e que devem ser escolhidos
dentre os nossos artistas mais conceituados, todos os
direitos e regalas dadas ao corpo docente dos mes-
moa estabelecimentos.
Art. 6. Revogam-se as disposices em contra-
rio.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernambu-
co, 5 de Junho de 1896.
y os Marcelino da Rosa c Silva,
Presidente.
Celso Florentino Henriques de Souza,
i.' Secretario.
yulio Antero de Medeiros Flirtado,
Servindo de 2.0 Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 10 de Junho de 1896.
Dr. Joaquim Correa d'Ar.u-jo.
'
Lei ii. 181
0 CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Decreta :
Art. i.' A' forca publica do Estado para o excer-
cicio'de 1896 a 1897, se compor de 1250 pracas de
pret e 6 officiaes, distribuidos segundo o quadro an-
nexo n. 1.
Art. 2.0 A referida forca ser dividida em dous
batalhSes de infantera, com as designacSes de 1. e
2/ e urna Companhia de Cavallaria.
Art. 3.0 Esse effectivo poder ser elevado ao do-
bro, no caso de graves perturbaces da ordem publi-
ca ou rmminente perigo para a Constituico da Rep-
blica e do Estado.
Art. 4.0 O Estado-maior de cada um dos bata-
lhes se compor :
$5 i. De um Tenente-coronel commandante.
2." De um Major fiscal-
3.0 De um Tenente ajudante.
4.0 De um Tenente secretario.
5. De um Tenente Quartel Mestre.
Art. S. O Commandante da Companhia de Ca-
vallaria ter a graduaco de Capito e ficar imme-
diatamente subordinado ao i. Batalhao por interme-
dio de cujo commando s^ entender com o Thesou-
ro do Estado e com a Secretara de Justica.
Art. 6 Toda a forc;a se denominar-Corpo
Policiale ficar sob as ordens immedatas do Go-
verno do Estado.
Art. 7TAlrn dos officiaes de que os compe o
Estado maar de cada batalhao ter o Corpo de Poli-
ca um cirurgio, com a graduaco de major e um
ajudante com a de Capito.
Art. 8/ Os officiaes e pracas da forca publica
percebero os vencimentos da tabella annexa.
Art. 9.* O Governador do Estado fica autorisado
a reformar o actual Regulamento da Forca Policial,
fazendo as alteraces que entender convenientes de
accordocom as exigencas do servgo e da adminis-
tradlo.
Art. 10. Revogam-se as dsposfes em contra-
rio.
Senado do Estado de Pernambuco, 8 de Junho
de 1896.
Francisco Teixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
1/ secretario.
y oao Baplista Regueira Costa,
2.- secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 10 de Junho de 1896.
Dr. Joaquim Correa d'.Vraljo.
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RECEBBDORIA DO ESTADO DE PhRNAM-
BUCO
despachos do dia 10 de lunho de
i896
Jcaqnim Antonio de Aio-ira, Mano! Alonso da Maraes. M'iao-
11a oa CosU Rfgo Moolel'O, Bvarisla M.-odpi> e
ootros. Bellarmino Pinto <* C, Ma-ia Jo- Mu*
nu, baenarel Jatu Natareno Caroero Caxp-liu.
V. Alboqaerqrjp & C, S- atiro lis Lopes,
Ignacio Pfirei'a B'anaao, M Santos. Joto Mana Pereira, Joa 1 Bapiig a Kiooei-
jAi;., Maxim. Antonio de Aimema, Antonio
da Suva Ramos. Antonio riri de Sooia. An-
tonio de Soozi & C Armar Lapa, Jo. Gcm-'s
Pvrreira M.ia, Manoel Joaqun Kerrera nos
Si-.103, I.ao Baotista do Ama al, J e Qil Rq-
drigrje. -Informe a l." Seccao.
Prancisca Laonnla doa Pratere, J-.s Marce-
lino da Ro?a e S Iva, Paulina das Cuagss Be
ierra, larootzi de Petrolioa, Ernesto Demeiiio
da Coiti Amorlm. -Deferido.
Seonorlobi de AraujosS Iva.Certitique se.
Ufases Pooce de Len.-Como pede.
Dia II
Maooel Alves de Seoaa, tono RiI-jus Tal
xeira, Minoel da Silva Nogoeira, Mana dos
Santos Fitoeueo, Jos Benelicto Perreira, An-
moio Ja. Baodeira ios de Paula Piulo, AOillo
lo>6 Correa.D ferido.
Predenro de Carvalno. Isabel e Carvalbo
Scxsp, Cosm> B.lbina de Lima, Migoel Porte.
Informn a 1 Si cao.
Herraogeoes Cavalcanle Cabral. CertlB-
ijoe-se
Francisco Soa-e de Faria*.A' 1." SeccSo
para es devjoos or.
0 porteiro,
Custodio B. da Silva Guima des.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA IND08TRIA
Despachos do Gonselheiro Governador do
Estado do da Q de iunho de l8g6
Francisco Solano de S, concessionario do
lote n. 98 da 1.* seccao ds exime: Colonia
Suassuma, pedindo p..ra a fatenda estadoal
metade de seu debito. Informe a 3.* Directo-
ra da Secretaria da Industria.
Joao Pedro da Silva, contractanle da cons-
trucQao do pontilnao do Rischo Duas Pedrn,
pedindo pagamento da qoantia 3 8448436, se
KUnda e ultima medigao da referida coosiruc-
gao.AttendiJo por officio d'esta data ao Dr
director g-ral da Secretaria da Faenda.
A Companhia do Bebenbe, pedindo para se
maudar retirar o apparelbo da Companhia
Drainage, existente ua casinba n. da travs-
sa do Tiralenie-. por estar demolidn.lofor
me a 3.* Directora da Secretaria d In la-
Irla.
Reis & Santos, pedindo pagamento da quan-
tia 4:2475640 de materiaes fornecidjs nos m
*es de Janeiro Fevereiro e AbrfT prximo pa<
sado para a Secretaria da Iodustna.Inforiu-
a 3. Directora da Secretar. da Industria.
- Dia 10
Mara Joaquina Fernandos, que pelo Diario
ce Pernambuco de 7 do mez corrent, teve
conbecimento de que Trajano Sturt Borbur*
ma ioculcando-se de concessionario do lote n.
100, ex-Colooia Suassuna pedmdo provi'en-
cas contra s injusiica liavila relativamente
posse do referido lote.Informe a 3.* Dire-
ctora da Secretaria di Industria.
O porteiro.
Archias Mafra.
A' U.0D4 ordrm A j.ouio 'Jo-re. 1 da Silva,
remetUdo pelo deleeado de polica do Muid,
po ae Crranles, como oenteoc ado tvaliio do
E.tado de Alagoaa.
A'o-damdo delegado do 1- dist-icto da Ca.
pl'-al, Manoel Perpiimo da Lux Barb aa, coma
gatnno.
A crdem do subdelegado da fregoezia de
Sanio Antonio, Praocfsco Cavalcante de Sooxa
Net., oer emorlaaoex Pedm Anljnio, TVbUs
Antonio 'ios Sanios, Antoiio Perr#ira da Silva,
Amonio Praoclsro de Preitas e Th?tnai Jcs da
Roca, .-orno desordeiro'.
A' ordem do snbdelega'o do 1 lislricto da
f'eiioexia de S Jote, Antonio F-aacisco de
Panla. odo gstooo.
A' o-dem do subdelegado do 2- distr cto des.
ta ultio.a frepu^xa, Josepba M;ria da Caocei.
cao, per disrnrbiDp.
. Commonicoo-me o sobdele^do do 2-
dHtricto do Pogo da Panella, que no <"\i 8 do
correte me?, por volta das 8 horas da nolte,
00 logar Becco da Estrella, do mesmo dietrlcto,
tres individuo* descoobecirto, armados de fca,
aggrediram ao cidadao Anioolo Ferrel-a da
Luz, de q iem roobaram a qaaotla de Qoventa a
olto mil :6s.
Aquella ao'.oridade, tomando conbecimento
Jo facto, p'og/u aas necessi-las diligencias
3 de capturar os crimiuji03, quo evall.
rm-e.
Em cilicio datado d. 3 do rorredt. commu.
otcoc-oe o nVIegado de doI e a do Municipio
de Bom Conseln^, qoe em flos de Mato cliimo,
no logar deuomioaJo Crox de S. M'goel, foi
encct'tdo o cadver do celebre criminoso Lulx
Perrera de Aodraie, ccQbecido Jote Praacisco
e los Sala.
A mesma aatorade, loga que ie*e conbaci.
ment do fado, rrovideocicu do seDtldo de ser
o cadver vistor-lado e dep is Inhumado e pro.
seroe as demai-i diligencias qae o cara exige.
Sade e frateroidade.
0 Qoestcr,
Antonio Pedro da Silva Marques.
SENADO
Questnra Policial
Secgao 2' N. 123. Secretna da Questura
Polici-I d. Esta o de Pernainbuco, 11 de Ja
de 1896.
Ao cidad&o Dr. Jn.iquim Correa de Araujo,
M. D. Governador d. Estado.
Participo ves qae luram boolem reooibMoa
i Casi de Detenc*oosegite uiiriMus:
35.' SESSAO EM 12 DE MAIO DE 1896
Phesidenci.v do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
(Conclusao)
O Sr. Albino Melra :Eu estimara
autos, Sr. Prosident, ouvir de novo s->bre,
esto projecto o honrado Presidente desta
Casa: to competente se manife3tou elle
quando pela primeira vez se oceupou desta
materia.
Alm disso, S. Exc. pode fallar com mais
autoridade do quo ou, porque suas ponde-
raijes uJo lucorrem ua disposi^3o de par-
tidarismo a outrance que o Senadc,. com
tmanifesta iitjustica, teima em me af
ribuir.
Mas, vendo que ia encerrar-se a discua*
s5o o S. Exc n&o usava da palavra, ani*
mei-me a pedil-a, para expor ao Senado
algumas considei-agos sobro este assumpto,
Das duvidas que eu tenho de expor-
uinas se referem & materia mesma do pro-
jecto, sua substancia, outras sua forma
e redac;ao.
Entramas ua priinoira paite.
Trata-a .1 da creagao de um banco de ere
dito real com garanta do Estado : o quo
quer diz-r, que o Thesouro vai tornar um
oorapromisso na importancia de dez mil
contosde capital e juros de 6 "y. B baata
este enunciado para despertar no raeu es-
pirito as mais serias repugnancias.
Sr. Presidente; eu nao ou entendido
em bancas, e por iaso o Seoado me desool-
par aUuma tieresia que provavelmeute
eu touio de proferir : v tudo por oonta
do sincero deaojo que eu teuno de acertar
em bom dos iuteressea de Pernambuco.
Como se funda um banco?... De dua
ma: ou um individuo bastante rioo
^S
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1
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Diarlo de Perytamhuco Sexta-feira 19 ?Ic < :13111o de 1896
3.
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qua empresa seus-capitaos nesto ajeaero de
; ou un grandissirno niimora, que
rsuaiado saus paquanas capitaes, apiada-
os e;u can: num para uma eiplapa;So, can-
preciadas, ello 3 propSe, muito ao can-
trario, a e nittfr navas., na importancia
adera do dai mil cantos de res; !...
O Sr Antonio I'erxambuco :Tambem
q
ello gere os seus proprios
diaheiro osju mas na, e ello ula Ion
quen dar- cantas sinlo asi mesa..
Na sajada hypothaso, o casa muda de
fi<*ura : "a publico nao caniia seu dinheiro
aallieia directo, siala quanda o jula
supuro, aastanto garantido.
E :-ia o iypatlioso do qua cuida o pro-
jocto.
Mv un banco nlo limita sua* transac-
ges As foraas re .o* da sou numerano :
da
elle obel;co le geral da comimnercio,
onde o crdito ora elementa da vida. O
banco tambora negocia a crodito: olla
d nos B -us mutuarios ora dinhairo (rara-
mente), ara titules quo emitto, e nao sla
outra cousa simo promesas do paga
me.it a. .
D' Mido so v>'', que a garanta qua o ban-
ca dev; oaforeaer dup'.a : olla devo se
referir aos accionistas pala san dmli au->, e tro/.ont as cantas,
ao publico qua recabo as lettras do banca.
Atas, e .uoconaiste ossa garanua r
Regulnrmonte, essa garanta ea.isist
1.- as liabilitagd-os o na lioaestidado
gerente da banca : 2.- nos unmoveu qua
assegerara o bom resultada do suas opo*
i. Mas, coma os iininoveis nada afr
rantem si o negocio nlo tlver sida
bem foito : so'ue-se, qua a primeirade to
miias ost as aptidoos, na cri-
terio e na probdada da gerente.
Dando .-o concluo que, consideranda ai
, narmalmonto, a iatorvoaglo do Es-
tada 0111 um bao para garantir os inte.
- nolla compra.nattidos n&asejush
O Estad1.-) nao e tutor, era dos acci J
nam das quo rocab9in as loltras# do
banca ; o lio-acio bancari.o um rima do*
cooi-nercia, cama outra qualquer ; o a
serte da cornmeroia ite, d i qualqoar esp
ci quo seja, correr o risco das a go
uo faz.>
Parque raslo ala garanto o hstaaa
osjnter oaiproaiottides numa otnpro
ficio.
O Sr. Albino Meira :Diz V. Esc, que
o banca tora do laucar na praga daus mil
cantas do res em diaheiro, pas ten de
comprar duas mil apatices para dep
na Toesauro.
Issa, nos bom o suspeitamos, uma es-
par ui;a umita Falla/. ; parque be n pos-
sivel, qua ossa* apalicas ja estojara ora po-
dor, siuaa do banca, das seus futur as in*
carporadores, da cujas ralos passario para
o Tuesauro sera nava desamadlas vinteni.
Alm dissa. ^uppondo raosrao que o banco
a3 tenlia de camprar, nada naa garante que
ossa compra te railisar aqu. Ella pada
ser feita u'outra praga; o assim escapa i
BOSSa o promottio) banolicio.
Depais, ni a ser ilaus mil contos. Duas
mil apollos camarara-->e boje par mil o
M i-, nao quoran la di- -'ii :; este panto, O Sr. .\\to**to Pernamiit-co : Si a 3
la cama carta que as nossas elassos prestares succ3saivas. O rautuaria qua
laa ariosas procisan sabratudo de dinheiro ; nao as pagar voc o sou ca.iU-ue'.a liqai-
me parece, que issa nao da aa ban-o, que dado.
sa projecta, u:n curador dojna-o-;si lado do O Sr. Albino Meira :Eu naa fago
ordo ii publica tal, qua o Estado devu uf- questao da numera. Ou sejam duas, ou
frontar os consolaos da ra ais eloaioat.-ir sejam tres, preciso qua issa oque deler-
prj.do.icia para garaatir-llio capital o minado,
juros. Trata-sa do una pena a impar ao mutu-
E pansa assim, porque alo veja que sa- aria remisaa, o toda clareza o precisa o
jaimpassivel, uem mes-no dillieit, qua tase pouca nessa materia.
Maco s 3 institu e flerosga sam ess a g irar Uma voz que V. Etc. {pira o Sr. Pernnn-
tii... bazo) canoorda quo s dapais de faltar aa
Um Sr. Sen\dor : Nio qu idra actual pagameut.a de 3 prestaces sa^uidas podo
i -npassivel. So n a gara uia da Estila, as o contraotante ser punida cara a lifudaoo
lettras do banco 1180 torl > "i>. da seu contracta ; eu na f ac questla qua
O Sr. Albino Meira: fia prava do a emanda seja feita j. O prajosto pode
|u i-s i ni a impassivol que alii est o sar approvado como so ach, o a Ilustro
Banca de Credita lleal da p, e prampta a cam QissAo de rodacala re digira este g l.
Finalmente ossa beneficia, anda que
fassa real, seria ephemora. momantaae i !
ta fugaz, que Perna-nbuca DA O teriatam-
pa de sentir-lne os effoitas.
Cam ofTaita. cs^o dinhaira, que os pa3n
pui lar 'sda apalicos rtirasso n par
venda dellas, seria immodiataraenta ompra-
gid> as navas lettras que o banca torada
emitt r.
O Sr. Antonio Pernambuco :Em toda
caso provocanam sompre urna alta no pre-
ga d'ollas.
O Sr. Albino Meira:Essa altateria a
daragaa de um rolarapaga ; parque, pira
pravooar amanara ornis prafoada 1 ;-
prociacio, alii estara o caaioga do u na
nava onissla pronetteula elevar-so 6
niii'iiril de de mil cantas.
Aindamis. Srs. : o nu-naradis ipolieea
estadoaes t i I it tlment o de augmentar o
augmentar matto, em muitos rail cantas
i'ii voz: Como assim?
O Sr. Albino Meira : -C r'.a n tata.
As qua at faram a nitti las o pastan om
circnlagla raferom-so s primolraa presta-
i-, a i ti. iu >r a prestar a a pa i-a i s tu
i ag a qua aa co.idi;los da n >ss a raei a
oparmittam.
>>i |>ar alguma circumstancia anarual.
ostraardiiiari i accido ital, t >r.i ira-SO actual
de aocarda cam a dsclaragla da V Etc.
Entre os 8.- e 1. ha uma manifaata
sjit noraia qua precisa fazar dasappi*
recar.
Pela 8.- o fundo de rosarva espacial
atp.ora ;o de ite 'u.'Uiii das garantidas offdf
isso n .o i ibera o pela banco aa Euala. Ora, aua fun la de
banca pr atogid a-. parque, aaal de-caqtaa roarva espacial cooattuid pelos juros
o que i a da aiai >ir >, >3 do funda de rasarva canvartidos em apa-
za do Baga o eteeidoa f IgOes, quanda muita asseguadaa, das can
Dir-se-ba queemprezaa desea ordent oa^Uractos feitos. -Domado que, quanda ti-
emittera titul i vorera do ser faitas as ultimas pristages,
Mas, qu i ihibe? Quera a 8 gayerno tara de emittir nafas.
quo prohibe a una ompreza qualquer, cama .\ssim, quanda o banco qua se pr.aj cta
a um individuo, assignar rier a so inatallar, echar o mercada
qualquer titulo o divida i Beaaaa tltBl03!inundada de a-a novo diluvia dj apalioas
eatadoaos, a difllcultar'lha, sinfta aimpas;
i ittras, val
E ossos titules
podem ser d laoonta ias, caucionado) e aa
pastad em circula.- "io ; caula:-
|ue inspiraren as respOCV is Ut"
mas.
Sr. Presidente : nesses noso-ias cabe
sibilitarlho, as operago la.
O qua para a bmea intfio 1 Avolu .lava
a ma desee diluvia, atiraoda na me
sarberbado, nui nulos oindit... O
, "garantir capital, i ba de concordar eommijo, que
exa rupuloas anudos e ; lo tora lagar o principio
melle a quemT&o confilo ao igopathiae : S-Bii>a*ttttiara Saai,,, c0 .los que entram om trana E ais ah porque cu disse hontemem
ac
d
issim coiv.a aquellos quo entram om trana E os .ah parque ou diaaa bontemem apar
i o banca, inqoirinda do ost ido te, quanda oral i o b>arado Praaidento da
autos que eom ellooatrem >maogo Senado, qua, u otea tmpmtaste m
: ,m>, talvoz ou naa recusan i mau v at >
o.
N8 J sei, pais, quo necossid-;d lia de to
: o Hitado a-si a .a armo ro-p aiisabili-
as de cap >ra o
jui- a r -, jetivo.
a ue se propSe Bse bancot... A em-
p,. ,.jo;i 11 i > s a lav aura,
como s industrias.
Ora, nosji temos ahi mais d i um
funcelouanda regularme uto, e prestala
mencionarei aeot i o li meo i i Cro-
dit-> le d i .> li uo a i' tpular. Bntretanl a.
ellos nlo pr do garanta .i
parase instituir, ousalidar o pr .sparar.
Alloga-so, que o primoira des=os b
Buapendeu, au restringiu seus empresti
mos.
sabermos, que arga-nenas
._ tjrar d preciso sabor :
1. si elle i u lo definitivo, de modo
qua devanaos "considerar o banca om li-
quida a a : ou si um mera nci lente -a i
vidadaqu ... >elecimeato, devida s
a 4e momento : quaas os-
8 a projocta.
Caai affaita, o banco quo sa prapuzosso
emprestar lavoura o s induatri
imbuoa aaainil cantas da reis om di-
O, prestara a osio Estala ta
vantes sorvieo, que talvoz volease a peaa
icarregar o" Ehesaara cam a
tia d'esso diuhoira. aind i cam bj 1S pr > i V
bili 1 ides do un pr -jai/, a do alguma
i i coal as M is, pira nova ou OS-
s ie da tita. a-. IU la i aa di fi lid i i I
-1nli ir os sou- Ilustras patrn i
qua pausa, a quadra ala poda s -.-
i-a. (.\ .' \f i i I
inhamos, porm, ua ou ostou ora
arr a ueste pauta. ..
L'm Su. Senador .-Est en orre mani-
fest.
O Sr. Albino Mshus>Suaonhamaa qua
a apacha prapioia; domada que,
banco se instituir, Caea aegocio lucrativo
Eu voltai-ei o.uia quosio da garanta.
bamos, qua sa apresentam cavolhoi-
rcumstanciaa que dorara lugar a essol ras na as,a praaa o so propdem a mear
,li;en0. parar un banca. Atiram ao publica o seu
,ro < primoira questao alo Ua nenhu-f prospecta, e canvi la u as cipu;
. \ a i -mas que a Banco de
Credita RealHypotbecario na est em li-
quidagSo. Elle apenas entrou u'ura pru-
den hlraento dianta das circumatan-
cias melindrosas da nassa morcada. E
ta:i- lado quo ello continua a
acceitar propostas, que vao guardando
para resolver loga qua as circumstancias
Resta pais a segn a questao: quaes
sis as cansas desso retrahi nenta momen-
tneo do banca f
Tanta quanto rao fa pasTcl invest--ir.
ellas sao duas prin-paes. Nos sabe
que, em rogra, o banco fa/. seus amprti-
mos em lettras : lettras om que o mutua-
rio redu/. a dinheiro vendondaas ni pr
ou dando-as om caugao.
Mas, para qua ossaa lettraa encontrem
collocaco, e preciso qua na praga haja
dinheiro era uma corta abundancia e desa*
cupado.
Ora, foi justamente issa o qua l'altou :
Em primeiro logar, o tarda e prolonga-
dissi do inverna retardou descamraunal-
mente a calheita da safra de cannas : de
modo ([uo estavamos no ira do anua, e as
entradas de assucar oram quas nullas. E,
como no Recifo nos podemos dizer : ps
de su rt pal a"ireni; a canse quencia era,
que a praga resentia-so de uma falta ater-
radora de dinheiro o do movimenta.
Em segundo logar, o pouco dinheiro que
procurara collocaojaa era arrebatado pelas
apalices estadoaes, eraittidaa para emprea-
timoa As usinas; as quaes, vendendo-se par
baixissima e e gas-indo da garanta
da Estado, sedu/.iam os capitalistas
isas candiges. ao banco aSo poda
eonvir aggravar ainda mais a situaoSo da
praga, engrosaando cora as suns lettras a
onda d- apolicas quo a assoberbava.
Por nutro lado, aos crditos da
nao poda eonvir o.tpor suas lettras a uma
dej- i huiuilliante, o que teria si 1 a
inevitavel si elle nlo tivesse tomado o al*
vitre que toman. Concorrendo cam as
apalices da Estada, ou suas lottras n\i
adiara n tomadores, ou loriara, de se su-
jeitr dasho irosa catagla que aquellas
obtiuhan; cataglo que teria de baixar fa-
talmente, si a concurrencia se tivesse dado.
esti 9 ;oadigoes, pargunto eu : a insta-
Inro do urn novo banco, emissar do novas
c "abundantissimas letras Iiypothocar as,
melhorara a situaro da nassa praca? ..
Me parece quo na.
Eu tenbo noticias de que inais da um
propietario, depois do ter coutractado
coin o Estado o einprestimo necessaria
para montar usina, tora demarado at hoje
a otlectivdado desses contractos a espora
o estado da nossa pr.
E-u resumo : o que que esperara essos
contractantes ? Evidentemente elles es
parara, que as npalicas ostadoao3 alean
melhor cataoo. Mas, para qaeiato s
precisa, par ama le econmica muita
can |uediminaa aoffertadei
titules, e mgmante a sua procura.. E pira
qu: iua .-.. roalsa, prociso quo dosap,j i-
- causas do phenaraeno cantrario.
;eroes da depreeaofio
actual da.-; apalices, e cancumitantou
das letras liypathecari is, s'ia a pouca abun-
dancia de dinheiro o a grande maesa des-
ses titula- a precurarom collacaglo. La_-a.
verdaae o que onsiaa o Medicina
oontrarns curantar a precisa :
dinheiro em maiar quanti-
confiar-lhes seus capitaea
O quo so pasear i
Si o publica ac de confiante, o sabaarave
o capital pedida aaa so eamprohondo a
que titula 0 lisiada so aprosonlar.i gara*
lindo m aofHtel.
Si essas cavalhairas sla c aahacedaros
porfeitas desso goioro de industra, o slo
conhacidos n'este Estado como harneas do
urai nrobidado oxomplar: s os accianis- niaticas ,
toda libordodo, sara temer raalindrar ma-
ula o trae.
E' mu temeridada quorar faroar a crias.
Deto n al a paaaar. qumla is ooaii'
goes da no- < m do me lar > qu m 1 >
essa ooda do titulas tiv r di ainuida e ap-
parae irem cepita**
v -v i|a irpor igia de
u n aovo i i :: i i 1 > i i
na s ir di.cil, o livel.
O oommercia bancari > i a I a ia causa
dascaniecida, ne-n siqu ,-r nava: e dota-
das as suas especies a quemas jar
offarece aos cepita o Ale empr ig id
ij me a de credit a real.
Um -r. i:\ador : Si osea
rautidas pal i propria nata
reza da negocio, naa ha periga para a Ba-
lado ora prestar lhaa sai garanta, i'.- i
s r pur im int i i il.
O Sr. Albino Meiba: Sr. Prejidea-
to, ou tanha nuita meo da 'amias
i 1 > muit >
cara a a >aiz.
a r -i i ir ti i > i ih S >n i lar, di-
zenda : >i o aeg aci i o v '
taos na oarram risco, para dea 11
empenha cam que se Lhes quer dar maU
i / i ni a.
Sr. l'r isid tata, qu irem que o E
garanta o- is de um banca. Para
qu '... l11 -i a i > '
lav aura e 6 industria.
Pai-bon: porque raslo na taz o Es-
tada Braatmiaaf esees e Si o
i ISs i >. -i a a >bb i s ilvaqao exige
un auxilia par p Irte do '. IU
ro que esse uixilia > directa-
moir .
Que neo ba desee !al irmediario }
Si, i mi i, qn i r -v -
:lj)j' 'Si i 1 IS
parque asi i nio ha de tr ict ir dir
: a mutuari a.
Pe a aya la g iranti i o ban -a
i um //'va".'^da Estada; pais qua, a
ser o pe juana dapasit > qu i i i mea
faz, o qu or traz & < idas as opa-
n inda-as a roapondaado por
'*
i ir i, om tra staa las- de o 13001 >-. m na
10 da don da qua os da cam pr
pasta-.
A ) 1 aos da emprestar grande la.- au-
1 es, muitos mil cuitas d
|,;1-, 1 a 133 a da cr li' I i- al. Si
iscap npres.
1 1 1 ,.: ir t un 1 ; '.1
pequea lavoura: porque nao o faremas
1 11 Porque b irem >- ir in-
terven ;la do um terceira ?
Par ventura essa interven-lo girante
inolhar os iuterasses da Estada ?
Xa s\-.-h 111 pr a pasto pola projooto o
Est al atora, certa, jnete aa banca um
liso il que vela polas seguranzas das opora-
odes. Mas issa fiscal nlo tem voto deeisi
vo : ell) pado ser vencido, o a operarla,
quo ella reputa ruiaasa, far-.se ha contra 1
BOU ventad3.
auxilia directa ista nao sa di : o Es-
ta la examina par si maemo o negocia, s0
d o dinhairo da.iais que sa canvonca que
ella a I a-autelala.
O Su. Eduardo de Ol -eir : fi' um
nio de V. Etc. O ban: a t ;ia a mxi-
ma interesse om quo seus uegacias pros-
perom. Nora so carapr 'I1011J > quo olla
possa projudicar a simesmo. Nis*a est
a 2 irantia da Estada.
O Sr. Albino Meira : Finalmente es-
tamos f allania do possa as incartas, proble-
de moda qua ou pos^a fallar cara
dade procurando eraprego ; 2." que so sus- a i.1V0Ura.
panda essa emiss&o de titu
Ora, o banca que se projocta nfio vera
por em circulagla -dinhjiro novo...
O Sr. Antonio Pernambuco: V. E.tc.
naa a. O banco tem do langar
na eirculajSo dous mil contos, poi
de comprar duas mil apo icos para depo-
ne Tltesauro.
O Sr. A bnio Meira :Elle nao augmen-
ta de.um vintoai o numorario acta
disponivel. E, om vez de dimiauir a gran-
de quantiiade de ttulos, desses ttulos de-
tas so julgara bem garantidos polas quall
dades ^essaaos dosses cavalheiras, dupen*
sara muito bem essa tutolla do Estado.
Si, par ... 1 publica receba inditlerento
o pr'ajecto desses cidadlas e os capitaes se
rotrahom, te que obedecara a alguui seuti-
monta de desc > Esta qua 6 a
verdade; porque capitaas ocasas nio tem
mativo para recusar urna callocaca segu-
ra e reudasa.
Ora, essa falta do confianga pado se refe-
rir au s pesadas, au s causas; isto ou
o puqlica alo canda nos homens que se
propoem a -incorporar o banca, ou nao
confia ua genero de explorages a quo ellos
s querem entregar.
Na primeiro casa, pergunta ou: devo o
Estado garantir esses capitaes ?
Pais uns homens, em qnem ninguen confia,
em quena o Estado deve confiar 1,
O Sr. Teixeika de S :Quera n fazer
do credita do Estado ruupa de francez.
O Sr. Albino Meira : -Cora que di-
reito quer o projocta, que o Estado en-
o seu crdito o o seu dinheiro
guarda e direcglo de haraans a quera o
publica na caufia o seu ?
Um Sr. Senador : O projocta nlo cui-
da dis^o.
O Sr. Albino Meira :Bu na faca
aoa haurados autares da prajecto a
injustiga do suppor que esta sua intenglo-
Estau apaas figurando as hypatheses
qua se podem dar.
^Tjiie cu digo que, si os capitaes fo
gora, si o publica nlo coalia as fundado
res da banca, o Estada nao deve ser teme-
raria. C ama qualquer cidadia elle tama
r de s >r prudente e cautelosa.
.Suppanhamos, porm, que aSa esta a
liypotbese; e que o retrahiraaato da pu-
> tem par motivo uacaafiar elle no
i da empraza.
- ni a.li :am_se um pou-
c a.
A vezos uma omprosa, pola geuora do
ia ncila embancados um .
tad a remuneradar.
atanto o servico que olla sa prapoe
executar do tal ordo n, to iadispan
savol aa bam estar e a sa da ca-
moahfto, quo o Estala, representa .id a urna
cammunhV), cuja 1 isim li-
gada a ssa o npreza. na pode daixar da
auxilial-a casta das cafres pub.
Isi > soto a d ido 1're n6s cam as ora
prozss d navegaoSo e i nas~ferraas.
Esta M 0 banco qua s pra-
j tata i
Um Sr. Senador :Incont uto :
faroecir dinheiro barata .1 Ltvoara e s
mtr 1 Ht6s u o t uacess
dado vital.
O Sit Albino Meira : Na panliaem
duvida que assim seja, quo a lavoura o as
industrias- precisa n de dinheiro. Apezar
do que ou me inclina a crer, quo a sua
mais urgento nocosstdade nlo 6 tanto de
diaheiro, cama d) bragos, principalmente
. 1 na eonversei cam um agricultor,
que ala Ib esta queixa iuvariavel,
uniforme : Nio temnt bragas.
E'carto, que o dinheiro na abunda;
mas fora de duvida, que a falta maiar a
de bragas. Tem succedido muitas vezes o
agricultor ter o dinhairo na gaveta, o ter
grande parto da safra perder-sa no campo
por falta de bragos : mas nlo me coasta
que em fabrica nenhuma o trabalhador te.
nha deixado do trabalhar por falta de di-
nheiro.
guem.
Dizetn, que o banca nao pado ter into-
ressa ora fizar maos negocios.
Si se tracta da propria instituidla, da
banca representada pela calloctividade in-
do visa dos seus accionista, isto uma ver*
dade. Os accionistas de um banca, carao
taoi. nio padera querer sino que elle
prospere, fiaras :a, e d pingues'dividendos.
Mas urna causa o banca, tomada om
naa callectividade; e outra sla os sous
directores. Estas, incantestavelmonte, pa-
dom ser animados a tontar cantra os Inte-
resses do banca, sacriicindo assim os do
Estada.
Mil caminhas, oscuras, tortuasos, podem
ligar a ruina de um banco aos interesses
individuaos das saus director os.
era o Senado deve exigir, que entre
nesses raeanlras, que nfoizaente nao slo
de.cauhecidas entre nos. Par ventura
nunca se va sahr um director rica o opu-
lento do meio das ruinas da respectiva
banca ? .
Urna seria da opera;5as infalrzes, fetas.
cora uma certa arte, bastara para arruinar
um banco o enriquecer os seus directores.
Em conclusa : st o Estado dove om,.re-
gar o sau crdito em beneficio da peque-
a lavaura o das industrias, faga-a directa-
menta. .
Esse *'rcito, que moia dijzia da individuos
so prapom a prestar, esse ntersse ora au-
xiliar a lavoura cusa do Estada me paro-
ce grando d mitf.
E o caso de dizer : limen dantos.
Par tuda issa eu me sinta ora serias dif.
acuidades para dar"o meu voto a este pro-
jocta. .
Entretanto, carao ou nao sot anda que
sarte o aguarda, visto cama ainda alo vo-
jo accantuada a feglo do Sanada a seu
rospeita ; senda passivel, por conseguinte,
que olla vonha a ser approvada ; eu pego
licenga aos sous signatarias pira fazer al-
guraas observajas em relagaa su 1 forma
o rodaeo: para que, caso venha a sor can-
venido ora lei, saia escaimada do poquo-
nos descuidas que encerra.
O g 3." diz : -? Estas empresti W
foitas em lettras hrpathecirias aa par o
na prestagfio da roerabalga em dinheiro...
Temos aqui duas ira "oes cora a mesrao
verbo ligadas pela conjuncalao. Ora,
essas duas aragdes ost 10 canurai las de tal
forma, quo evidentemente o sujoito do uma
o da autra, par esta forma: Estes om
prest-nos seria Caitas era lettras hypatho-
carias ao par, e aas prostagoas do reem-
bolso serla feitos (osses omprastimas) ora
dinheiro ..
Entretanto, eu croia bom, quo esta nlo
o pansaiueiito dos...
O Sr. Eduardo de Oliveiba : O quo
tora de ser feita e a dinhairo slo as pres.
tagos de reembolso.
O Sr. Albino Meira :Eu vi logo que
assim ore : mas par issa mesmo que
convom carriglr a cansteucgla da phrase-:
de modo que aquellas prestages de re-
embolsa, que na projocta figurara como
um oampleraento circumstaucial da lam-
pa, venham a oocuppar o lagar da su-
jeto queala da segunda oraga.
Esse 3." precisa de-uma reforma total
para ser. caraprehendido.
O S l. diz :" A falta do pagamento de
prestagessuccessivas, de reembolso obri'
gara a l quidagao do respectivo contracto.*
Pauso, quo dev-emos determinar o nu*
mero dessas prestag5es nSo pagas ; e no
deixar isto ao arbitrio.do banca.
li es.
Mas. si os juros do fundo da resarva,
i- a-nv:. :i 1 > 0111 apolicas, servara da ,,ga-
rantia .do Estada' claro, que o ban-
co na os deve racaber. Elles devora
flear depositadas no Tnosauro, pas que
a o lugar de todos os titula, lados em ga-
raotia. Djsm que a baaco os receb
na garantem mais o Estado.
Entrataota, na g 1.- est i escripta, que o
b jik- a te a dirail a a recabar -a-...
0)Sa Antonio Pernambuco :Todo -
quella qua dep asila em garanta titulas na
turo, tam iliraita a > ro >ctiv as ju-
>-;. I a regr.i.
') Sr. Albn-a Mbira:Pois bam : si
a nodra San alar o itanJe, qua assim devo
ser; si 1 biaco deve tor a direita de r si
i.ia.iio 10 Xhasaura rasaba* os ju*
su.is aiali(J ni a sa diga ni lis que
*|s 1 1" a, -..-,-j ridj g irantia aa Estada.
U ua -.11- .luis c au-1- deve das ipp
ir >jecta. Si --- h i ira- devora ? 1
rantir a Estado, > Estada deve ter a diroi-
to d im seu podor. si. poi
d'sa a a banea i diraito le -v 1! il as.'
lader talles, mtaa m > 1 i
0 S 8.- do ni ado qu j ellos des ipp
au iiora das garant i.s.
Dinh r > g uraatndo > E -' 11 > a mas
d > ij 1 ir 1 eu nao ompr ib
I 1 I i.- diz :
$ 0.- Di pro le a liquida da r : : 'il 1 je-
. I 1 1! 1.1 so, 1 ipois de i-r a u .1 di-
la at 10.]- da capital realisado, -
dalu/.ira >).] para o tundo va.
tiquid ) daqu -11 ) [ira luc a.
assim cooo 1- jaros do fundo d; r
e.n apalices, O >.i liiuiraa um l'unio da i-e-
esp;.-i 11
N 1 s '.-i 11 > in abr 1 d :-' E ba um 1 pa.
1 ivr 1. qu 1 ou au ala sei o q ie ella qu ir
m eatia., si nada sgniici, deye sa(
elimin id 1, ao moa >s p >i- a a r 1
iras i : e i aquella adjactiya"liqui-
da, que vara juncta a a substantiva
d inte .
.1 I n > iri > lir 1 111 I nbro do J -
um ilquida, do qual 20-j.deveua,
ser coa vertid as en fui la da i-'-.;r.a.
Quoraada em seguida o proj icto
nar. ira i o [aa excad >r, dassas 20.J- e da's
,dostia idoa a dividendos saja convor-
tid > 8 1 ti n tila la da ros -A-Vi espacia., lia >
t om mais cabimento r -,> i.- a rospeita
das* ex adonte o qu la;
il a c i-.v 1 in a tere a as ura excadaate .li"
qtfia o ,\J 2.- da Drojeato na mo
I xau B 11 impressS a. Diz
J.- O criteria regular da enaprestiino
ser a renda liquida da pranriodda ou f i-
brici, servia la o i.11 a a.el da o- 1rm.i1. do-
van.1 1 a roiaea entre a quantia empresta-
da e as baa dados om hypothoca nio ser
infer >r d I 1 para 8.
I", n primeiro 1 igor, ou dasejara var or
mili 1 lo aqualle adieottjro regular, qua
iigar 1 na principio dasto .
Por ventura o projecta admitte outra
criteria para essas iraprestimo, que oSo
s jj 1 a rea.la d 1 propriedad i '
A palavra 'regular, indio una cousa qua
deveservir da rogra ; o todi va/, que
n6i a empr queremos sigu car quo
a par dessa rogra admittimas excepgoes.
Si assim na a si o prajecto quer que
om leda casa, o omprostima soja regu-
lado pela reada do iramavol, acha prudea-
to supprimir, oar intil e parigasa, aquella
pal ivra regular qua pode induzlr o in-
terprete a erro e provocar quostoes.
Si, par in, o prajecta quer que al 0 da
reada da iramoval o omprestima passa sor
calculada sabr outras bises, que o banco
possa tor outra criteria para medir o
quantum da emprostimo a fazer ; ontlo
de uma imprudencia manifasta deixar ttus
tutros crittriu* assim no vaga, indetermi-
nados, entroguos a a arbitrio da banco. Si
o prajecto admitte outros, preciso datar-
uiinal-os, prorisal-os>.
Ha ainda ahi outra palavra, quo .ae pro-
vocar reparos; e essa renda liquida .
Permittam os honrados signatarias do pro-
jocta, quo eu explique os meus roceas
sobro este ponto.
Como se avahar ossa renda liquida
de ama prapriedade de rural, quando olla
fr oceupada pelo proprio dona ?
Era primeiro lagar, essa prapriedade
pode estar, como se costuraa dizer, de
loga marta Ou par falta de raeias, ou
por outra qualquer moiivo, o praprietaria
pado achar-so ou do todo ioactivo, ou dar
ao cultivo de suas trras um desenvolv
ment mnimo. Entretanto essa proprie-
d ide p >de ser do un grande valar mtrinso
ca. Como calcular lao a renda .'
Um Sr. Senador : Issa hyp athese
rara.
O 11. Albino Meira:Nio & tanto as-
sim: e a existencia dosto projecta bom o
d a onteuder.
Si na hnuvesse ahi muita prapriedade
agrcola a pedir dinheiro para poderom
sar convenientemente exploradas, para quo
sous donos passam tirar dellas toda a rou-
da do que sao capazos, nlo se explicara a
existencia deste prajecta.
Per canseguinto ou isisto em perguntar :
neceas condigas, como avaliar a renda
desea prapriedade, o sabretuda a renda
liquida 1
O Sr. Baro de .Vazareth :Eu respon-
der ai a V. Exe.
O Sr. Albino Meira :Qual e essa ren-
da liquida ?
Si n 1 os- >u em erro, renda liquida a-
quella que fica depais da tiradas todas as
despezas feitas para a obteugao do pro-
ducto : ella representa o juro do capital
omprazada, o aisso so distingue da rauda
bruta
Assim, si os productos de urna fabrica,
vendidos, dio 50 cautos de reis, esta sera
a renda bruta dessa fabrica. Si, porm, a
fa jricaguo dessas productoa exigiu a despe-
Za do 30 cantos, a renda liquida dessa fa-
brica sera de 20 contos.
Nestos trmas. anida mais creseom as dif-
liculdades que eu encentro para saber,
coma ser avaliada essa ronda.
Cora effeito, entre duas prdpri dad -s que
teuli un a mesma renda bruta pade dar-se
uma euormo diderouga quant a i ronda li-
auida. Sj%imald3puor de torras forteis e
escaagadi, si s seus partidos de canna,
oslivei-ein as proximidades de fabrica e
offerccarea facilliaia oanduegia, si o sou V.
combusti|eVou aBa fpa motriz, fr ba-
rata; as Has dospezas de producaio ser.o
por issa, o por outros motivos facis de
imaginar, muito menores.do que as quo
ter da fazer qntra fabrica em candigoes
oppostasj.uujajj-opriedado onde a cultura
tem de comooVr par uma dispendiosa es-
trumagao.o irrigago das trras.
Renda liquida !----- Mas entao ser pre-
ciso que qizen,doiro tenha uma escriptu-
ragojegulaa, como qualquer casa de na-
gociaf^or onde se passa conhecer a reca
o a dospeza de sua fabrica.
Sam laso eu nao sei coma se ha do co-
nhecer a renda de sua prapriedade.
par issa, Sr. Presidaate, que eu pro-
fariria, que o criterio para os empresti-
mas fassa o valar intriasoca da praprieda.
da qua se offarecer era garanta. A reada
liquida, alm da inc jrta. variavol canfor-
me as estgdes, podeadasar maiar ou me*
no* segunda urna intinidada do causas,
u a criterio muita prec irie, e pade oxiar
0 baaca, e cam elle o Estado, a dalorosa
surpreza, a grandes revezos.
Baixa, par exerapla, repaatiaaraente o
prego do assucar, prega qua tinha estado
alto, muito alto. Por essa motivo osfa-
zandar.os na poda n saldar saus compro
sea banco tara de liquid ir uma duzia
da contractas: na o pader fazer sera
grande prajuiza, parquea ronda da pro-
priedade dasapparecea dotad-.
dor intrnseca, porra, do imraovel
rural ossa, apazard) ala ser inalteravol,
coni'ulo iio esfri sij;ito a quodas rpidas
e profundas: aa anas oaaillaadea alo pouco
sensiveis ; e, ain La qn mde u aa pr apried r
de estoja suj lita, par causis aaarnnes, a
una gran la dop 1, isso vai ee reali-
sanda paulatinamente, o aSo de ua salto.
Mesmo traotaado-se de prapriedados
arr andadas, a base malaegara; parque
a valar 1 icativo do um pro lia rustiea es
imsujlitO 1 v ira '> 's muita profun-
das rpidas. E, apezar de qua o valar
1 acativo hl le muito 110 >: lijo de ve ida do
ira noval, tadavta nlo affscti coa muita
f >r; 1 o se 1 val ar intrin
U a raail da osirad 1 de Ierra pada aug.
mentar muita o aluguel das casas aqu;
assim cana a si rples mudan ja de uraa
al.
Alia disaa, Sr. Presidenta, ma parece
qua ha u aa certa antiaa oa onira a prin-
ciii a d tal a Je y seu dual: pois qua, esta*
la ao principio que o criterio pira
as a apresura as sej 1 a renda da mmovel,
couclao d 1.11 > 1 lar que o quanto
do* e nprest nos deve s r calculado pelo
quo val) nnavol: di mala 11; sosa
emprestar > meta le desa 1 valor ..
Aa is dous criterios, dais m r
didns: > valor da predi a o sua ronda 1-
qui la.
O Sa. Eduardo de Oliveira: A randa
entra cama u na das bases pa 1 liar o
'val a.- d 1 proari ida lo : pais clara qua o
|u i d -i- m dar r inla 1 iv 1 il ir mais.
O su. Albino Meira:Valto entSo aa
que 1 1 issa. Dasdo quo a randa ua cr-
t ra niui'.a fallivo), ou, par outra, un
ele.n a at 1 de cal :ul > muit ain; jrt a, e
n > 1 1 1 a : 1 s.
E era s'1 ista, Srs., o qua tinha a dizer
sobre (rapto.
Parea is rail altohavadaa obaary ~, -
taris vi st a, q 1 lia o mu,10 em dar
o mau voto a esto projecta.
E1 tratanta, aguardo anda oavos escla-
rec nonios par pirta das seus Ilustras
. is.
I -r. EVlxelrnde *:Sr. Prasi-
. quilla, en outras Estadas au o-u
outra p irte bauvor uatici: que, p ira ,0 Es-
tado da P;rainju;> palor ins.ituir um
banca de crdito real, precisa fai canea
dar os a.nplaa l'avaroi canstautes dasto
p.- ajee la ....
O Su. albino Metra: -E uma verga-
O Sr. Tixeira de S : dir-se-ha :
o estada da codita publica o eoramercial
daqu alie Estado tem eahiio em inSm -
do abatimonto.
O Sr. lbtso Meira :Apolada.
O Sr. IARO de Nazaretii :E' a poli-
tica que tem f
o Sr. Tixeira de Sv : Piraca-ma qua
estau em terreno aautro.
Si o projecta poltica >u atraz doliese
oseando algum im alinea superior,
eutla ou daad >j da dar qua nao lhe toca
mais.
(i'r iCam-se offlM apiri"!
Mu, S.-. 'residente, depais di baixa da
i so anta qua tivoram as apticas ejattfidas
oa ultima empresti na a fivar das usinas,
6 notaval insistir-se ainda em fazer navas
gara de lottr is hypathoc uas...
L'm Su. .-minador :E a que tam ista?
O Sr. Tixeira de S : ....e um banca
cam as la.-gas conceasoes, qoe cantora a
deste pi'oieat a ; rjpia, o mes-a o qua di-
zer se a oi.i.iiigi caminorcial : o crdito
publico mi Pernambuco est dasceada
muit >___
O Sr. Asento Meira : J est abatida.
O Sr. Tixeira de S :Sr. Presidente,
o Ilustre relatar da pro jepto, meu prosado
amigo, paracau-mo tor dito qua estava in-
comiuadada cora a impugnae&o que sa ti
alia lavaatado contra o prajecta, aa 3.
discussio : alo foi isto f
O Sr. Albino Meira : Nlo fai isto,
nlo.
O Sr. Tixeira de S :Mas dissa que o
sou prajecto era to rigorosa, qno caover-
saudo a respeito dolle. cora alguas ban-
quoiras, estes lae disseram quo, como es-
tava formulado o mesmo prajecto, irapos-
sibilitava o estabeleci ueato do banca.
O Sr. Albino Meira :E' o casa da :
timeo Daaos.
O Sr. Tixeira de S : Eu dosejava
que o nooro Senador moncionasso o nomo
do bauquoiro, qua lhe faz osta revola gao ;
saado do argumento fundado aa opaio
de urna autoridad3, deve mencionar a au.
toridsde.
O Sr. Antonio Peanambuco :Ello disse
que a emissao devia ser na raslo do decu-
pla, conformo dispe a decre-to n. 370.
O Sr. Tixeira de S: Isto seria o
caso da superlativa cam garanta de juros.
Mas, Sr. Presidente, quera ou saber
qual foi o banquoira que declarouao han-
rada Sonador quo esto projecto impossi-
biliiava absolutamente a organisaga pro-
pria da banca. .
O -i. Antonio Pernvmbl-co d apartes.
O Sr.Tixeira de S :------ ura argu
monta de aut andado.
O Sr. Antonio Pernambuco d um
aparte.
O Sr. Tixeira de S :Apezar do mul-
to rayapa om materia baneara, acha, quo
esta projecta doixa margara a negocios
henearlas enarmes. {.Gonlinmm o <1p.11 tes
do Sr. Antonio Pernambuco).
(fnteirupces).
O banca vae fazendo um funda de apa-
lices at o valor de 2:000 contos, autorisado
a emittir at 10:030 cautos, do aioda quo
quanda tivercorapletado essa omisso eata
que tora rooalliJa es daus rail cautos
de apalicos. [Le].
Ora o jura da 8% das dez rail cantos,
importa o juro do 40 % om relagio aos
daus mil representados em apalices.
Cans iguintomente disse eu o dissa bem
quo o Baaco auforo lucros de 10 %...
O Sr. Antonio Pernambuco : O lucro
de 10 %.
O Sr. Tixeira de S:E' por isso que
o prajecto pode fazer ossa reparliglo 10 %
era lucras samestraes; 10 % para divi-
dendo, 20 % pira garaatia do Thesoura,
sla triata, e 10 % para un fundo especial
de reserva : o ainda pens que mais ; quo
os juros da b inca vera a ser 40 %, parque
anda arrecida o das apalicos, deposita-
das na Tuesoura.
OSr. Antonio Pernambuco: V. Exc,
azeudo ura calcula sobre calculo.
[Ka mil ro -p-rifs d me>m S Seaod ir 7 M
nao p'rm.ltem QitViT o oradoi).
O Sr. Tixeira de S :Eu, senhoros,
oo vejo coatestaQa ao que diz o nebro
Sonador, (pira o 'Sr. Amonio Pernambnc^).
Exc. veja bem o capital do banco re-
colhido em garanta dos juras e, quanda
terminar a eraiss-la de 2:000 contos....
O Sr. Antonio Pernambuco :Cera o
fundo de reserva.
O Sr. Teixeixa de S...elle-vae for-
mando a garanta do Thasouro propor-
gao que far e-nittindo os oraprestimos at
10:010300). Por exerapla, se emprestar
23:000 cantos rocolher 1:0008000 emapoli
ees no Tliosoure; rocolhidos que sejam ..
2:0003000 estar consumada a eraisso.
Nao isto exacto. Diga-rae.
O Sr. Antonio Pernambucg : E' exac.
to.
O Sr. Teixei&\ de S : Agora pargun.
vez anterior
representara
projecta
da
to: 8 -j. de 10:0009000 nao correspandera
a 40 ]. de daus mil ?
(AiwrN apires, n'erri/pc'i-).
Pois alm destas 40 (., disso eu, o ban-
co rocalhe nws os juras das apalices, quo
consttuem a garanta do Thasouro ; logo,
[tai era dizer que o baaco lucrar mais
de 40 '\. com a emisslo e nlo exacto ?
O Sr. Antonio Pernambuco : E' exac*
to.
O Sr. Tixeira de S : Pois um banco
que tem essa readimeato precisa de garaa-
tia de juro3 ?
O Sr. Antonio Pernambuco d um
aparte.
O Sr. Tixeira de S: Si o baaca
como acabamos de ver tem as garantas
das emprestimas, sa tem raais de 40 -i. de
lucros que necassidade te n da garanta do
Estado ?
O Sr. Antonio Pernambuco: V. Exc.
- 1 f tila nos lucras : as projui/.os que pas-
sa ter V. Exc. nao falla.
O Sr. Tixeira de S : V. E-c. mas-no
quera diz qua os-emprestimos s podem
sor feitas aa rasv> de metade do valor dos
bens.
O Sr. Antonio Pernambuco:Mas nao
pode o ser feitos om absoluta.
[Ha outros apa^fei prAnijidts e interrup-
C'S).
O Sr. Tixeira df.S : O quo me pa-
rece qua o banco oo prev, nlo visa os
tins a que se destina ; encbrense muif >
cousa cam a protacgio lavoura o s in-
dustrias, porra vejo que essa proteco&o
fantstica o tra praduzida muitos erras
praticadas em boa fe.
' i/i irles, in Disse, Sr. Presidente! aa
que falloi, qu; o crdito
nioedo o o Ilustra relator
c mtostou esta mi 1 1 asssargUa, duendo
qua o crdito nao era meada mas que are*
presentara. Diga euoura o quo ouro
vale.
S o crodita faz officio de maeda, o abu-
sa do crdito o mesmo qua o abuso da
moed 1.
Tomos un exomplo ban recento. Quan-
do o cambio eslava a 27 d. quo o ouro va-
lia tanto que lha ora preferido o papal e
qua ora dado como traca mesmo, compra*
va n-se libras a mais de dez mil'reis ; par*
q 1 p '11 abundancia de ouro era eirauta*
;'i o ; ora o mesma (pode succoder como
crodita. O credita um instrumento
Ba transacedas ; cara o credita, cam es-
Lettras ernittidas a Ilustro relatar faz
camprar eng >a!ias, casas, etc...
O Sr. Antonio Penamuico :Par meio
de quo?par meio dellas.
O Sn. Tixeira de S :Par tnoio dallas
que reproseut lito.
Mis a iliusti- ar ehegou a diiar
qua eu fallei da crdito geral, da credita
individual.
Ora ungueal poda sua;. ar que eu me
refor rdito particular mas ao- mar
cantil, ao baneara e ao bypothacario. A
classidcagSO -i -ntilica do cradito, ofto in-
0 particular sab o pe ita do vista ora
qua o encare co laneoda meada.
O Sr. Antonio Pernambuco di ua
.a.1 irte.
O Sr. Tixeira de S : Essa hyp >l
de quafallou O nobre Senador rafere-sa ao
credil > tntfl.
O Sr. Antonio Pi-.rnamruco :N io vai
'ir sobro o inlivuluo qu; garanl 1.
O Sr. Tixeira de S:Mas sobra o
individuo quo exor-o e-sa iralissa. Par-
iem, dos:,es ttulos d; crodita
ni ircantil, hypothecaria e 'jan-aria, os de
ue fallo. Eu :i retira pois uo s aos
qu 1 podem correr cama carro a maeda.
O Sr. Antonio i'kiwamhuco : -Sla os ti-
tulas da crdito que re a as mae-
das e os val ares.
O Sr. Tixeira de S : Quando os bi*
Ibate aupaas. quo kerv-em
que servem a cir-n!a -a > da crdito afta'
o a procura de numeraria, ellos fargos i"
mente desenlie 11 110 de-e amo. Qu arara os
nobpes Sanadores paateger ars industrias
cara esse aystema '
O Sr. Antonio Pernambuco d um
aparte.
O Sr. Tixeira de S:-Enin, estou
voiido qua o ou ; s 1 quar qua esto pro-
jecio passe. F.-t isso no animo do Soni-
do; mas 1 a e> meu voto por-
que estou vira aggravar a c ilaiaidade publi-
ca da depreciadlo da moeda. Manda pais
mesa a deelari$O de quo vota contra,
convencido de qua cumpra meu dever.
Adia-so a discusso pola hora.
Fica cara a palavra o Sr. B.ir a d3 Na*
'zaretli.
O Sr. Presidente levanta a sess5o da-
pois de dar a seguinte ordom do di para
15 : 2." discussio do parecer a. 00, 3.* da
projecto n. 24 o coutiauagao da ant ca"
dente.
tSAON Di MlO
SUL
Espirito Santo
Nidia 23 lf tu iu.f u) 0h9toQi ''oaa qie a
i r^c-(irii o 0. vo, ro.li8iado-38 a ottlaiH pa (a do
--pe t ro proi"-amiia. i^'p a paseeuia c.vi-
ca 1*00 a di-B-cao toa Sr* 0* Pisa'ia Puvoib
e C e o Nuaep, a qudl,tii.-rjia pa- e alom-
a-a ita Es;.ii 1 No-t a! cera o sea uaifoor) azol
e bra co, fcjmpu huas j*la '.enta D. Eola-
i|i Mar-a-a. ps aiumaa e laomas de todas aa
es: -aa publ c 3 la tMne cota 01 resjaciivos
p o'eo e:, me Dhre ao Qaeyreaaa, di Uuai-
-ipaldsdt-. di Hag'stratsjkv, eoiieofleiro?, offi-
i.a 1,de da corpa policial- la accin nos pa-
blicfe e np rsea aatee de oatrai classea.
rif p-rs to acampa 'alo por gna-ia musa
n p9!ar, i u Ir* batidas da msica, doas par-
t alctre e a da polica i-cbaado-se a ruaa do
i ice alo mfata s e ebeias e povo e djs ja-
o-ila- va-D-se oaaius seotiu-.a.
Cargad i o 1 r st- o eaa frai.ta re Idancla do
D*. H >ni> Frpire, ah jiao. e.o jJIO't a o Dr.
f-yar-h-i direrlor (a last-occ a PoMicn, rec tou
quai.-as flO nle?,qaa t.ve. aua. o3 maia-
18 applaasoa. se "O cff.vecilos aj S-. P:esi-
leofe matos e oounea .ams.
Ao D Hoolx Freir
E vei de exe:ra56'3 tenlfs aip aofoa I
Nao vos po.agem re o xas ro aalado ;
Alma pc;!'acai sicriBtastes
Ao publica 8>ieK>e bem do Eitadr.
Aa c8ccli.
Naa temos doaa tnndoa e Ioigar
A Ll, a Jujnc-i e o Direito .
ao.. traag-esroi-e if vaa emo O'Caa ;
Aos boaesio s reademos prei 1 !
O Povo.
Ao Dr. Grjciaoo N3v;g
EsieiU de e-'DTfnc', Ip fau^tnos 1
Moste snccpsaor de outri illasirado;
Aoale a ignorancia e aoira as let'ras,
E ia 1 que boj ar o natso Esta-lo.
A Mocidade.
F Uta teoeki d.is fe'r t g6a^ e a;elam cO's
qu e e ieu o D". Moa z F re qoj pona- cioa
e iceuaoM alio, ncao, ni qu d meraoa os mais
."lina oo lo*. hod-> OJ Oxvarea los bOTius
pi tico* >.e 9 8>frao affi-aiaodo qae
< ra 1 id" o 8 u e.-ferg 1 1 tai d d oafaa aa eo
E -iio, p ssse er.ai qae na cessana de pagoar
alo s a e-H:rud,riaient'i eujoe eerj.-i **l*ra a
-n gran aa pa a com os -pos -r-ncMdao, dos
qu < ( n-as provai d ipnoa a eiurca leai re-
CPldo.
Kaco-b i'ao-lo-8' 0 Dr. M >oiz ao pre.-tito.se-
uii e>ip para o pilado ontfe ee ach-va o Dr.
(in laai Ncve-. Ai .maos os manifestaates
as sal*--s do edlBcto,, ama menina da escola da
orjf-aor."*ltfa Aip?, dirigi DJia laaiacio
aa D'. (iraiiano.
D-pois deemaito correeooadids os vivas la>
va.atados D'lo D- Po. as ao D*. Gervasio Nevos
l-u o D-. Bi0t<.ti 1 O! vai a pronaio- pabllco
de A fre o Cbave* oca bello discurso, do qoal
dpg^Dvalveo en Uagaigem. II e a le e carrela

*.


____0i_

I I --,
Diarto de Perniimbnco Sexta-foir 19 de Jim lio de 1SOO

1
is mal patriticos peoaamentos, aaadando un
orne dos liabiiao-es daqoella tocalldade os Dre.
onix e Graciano.;
ralln pjr ultimo o D'. Graciano Nev*s que
lepis da agradecer as fellciugoee qoe Ihe eram
(rgidas diese qne beai compreaeodeoao a
randa reponsblidade qoe assunlra ao en
rar oaa o governo do Estado goveroana com
i le e iodo larla ?elo san p'ogresso e engrao-
lecimenio. Ceocloio levantando vita? ao poto
> o Batano do Bspinto auto.
gablodo o prestito de palacio dirigise para
> ponto doode parti, o )ard m muonpal, onde
iflnal disoiveu-se, deoois anda da ouiras ma-
ilfeitagOei lestiva, e de aeretn eervidoa no Clob
Ubletico es alomos da Escola Norial e das
iemal8 escolas de do es e refrescos.
Dorante o mea oltimo, entraran nea'e
porto da Victoria ii embarcagei, eejdo: 11 a
vapor, 39 oaeiooaea e 5 estreogeiraa.
Sablram 41, sendo : 39 a ispor, 36 oaclooaes
i 5 eatraogeiras. _.
O nomtro H sabidos 44ieem traoailo 1.698.
A rena da Aifanlega foi no mea de Malo
^cKdo da calxa de 138:486*113, oa mesma
epartigio. ,
O Presdeme d Estado recebea a recla-
xacio do govtr a :o da Babia sobra a qof 8 lo
dos nossos I-miles com asee Estado.
S. Exc. embora finba joiao Armado fohre o
assnmpti', vae astotar no?amente a qaesiao
oara reptloar, soateutando os oossos direi-
l0, A companhia Marei'a da Vascoocello,
que est em Pe rnamr-oco. pedio o tbeatro Mal-
oomene para aqoi trabalhar em Jolbo.
Baha
Os Drs. Loi* Viauaa a Rodrigues L'ma tm
-ecabldo moitas feliMtigoes d Capltil Federal
e dos Balados, o prtmeiro por ter assomldo a o
segundo por ter aeixado o overo da Babia.
A oppjsigao receben o novo governaaor
em especiaim .-jopathica.
O goveroe, no inulto de paelnear o ser-
5o do Efctvto, nilenle enviar para all um de-
hesado regional, pessoa de sua loteira coonao-
ja qoe lera oleos poderes a levara a forca
oolicial que julg*r oecessana pira bou xito
la missio. .
O delgalo regional distribu' a forc* sob
soas orden uos non os prio:ipaes do aertao.
oode mam lr necessana para garanta da
paz. j
Para tal flm, as g ira-se qoe o goveroo do
Estado noraea-4 lamoem notos joizes de dfei-
0 e prepaalor para a comarca de Lengois.
O cove'iiador Dr. La x Vianoa eai resolvido
a pregar md a energa, aft n de coo seguir
a Iraoquilldade em todo o sertii do sul ao Ks-
udo.
A Cama a dos Depulados votoo por una-
imldade. orna mocio de louv.r ao Dr. Rodri-
gues Lima. .
Ao ooocelbo municipal foi apreseotado
am projeeto loriando de nentiom effeito a re-
'orma do .-nsioo panuco, decretad i pelo conce-
ibo qae ttudou o au mandato, sobrefunda-
lento de ni; estar a mesma retorma confjrme
le do e.isino esadoal e a Constlluiclc.
Consia qoe o referido concibo pretende en-
r.GMMERf.lO
Bolyu Commercial de Peraam
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praga do Rtcife, 11 de Zunho de l8g6
Cambio sobre Lmlres a 90 d|V, 10 1(8 d|V
por 1*000 do banco.
e presidente,
Antooio Leonardo Rodrigaei.
O secretarlo,
Joao Leopoldo do Reg Villar.
(amblo
Os bancos abr'a com a taxa de 10 d,
sobre Londres a 90 d|v, subile em seguida
at 10 1|4.
Mala urde o mercado afronxou recusando os
bancos lacear cima de 10 1|8.
Letras particulares feram neeoclalas a 10 3,8
bavendo compra lores so fechar a 10 5|16.
Cotacoea de ;eueroi
Para o agricnl'tr
Assucar
L'slnis. pjr 15 kilos. #
Cristaltsiido. dem dem *
Braneo, por 15 kilos 4M00
Jmenos por 15 lelos. 31800
Haecavado, por 15 kilos 34000
Bruto, secco por 15 kilos. t&Ofl
Melado........ I*
RtUmM....... 1*'00
a I
a 41500
a 6*000
a 4*000
a JiOt
a J700
a 2*200
a U8'10
tender-se con o goveroo para a creacao, em
breve, da guarda moolclpal, qae terl impor- '
taoie oreaoisagto, flcan cretaria da Seguranca Pnbl:c, oara a mana
teoc da orde da capital e ttscaiisa(io das
posioras mool :ipaes.
Es a fo-ga sari formada de passoal escolni-
do, venceooo boas diarlas, cootrlbulndo o Ev
tado coa] a metade da mporlaocia necessarla
4 mt maouteoc\
T>mbdm corre qoe na coofecgto do orga-
meoto ser diminuida a taxa dos gneros de
prlmelra necessldade. "?
Bm sessio do mesmo coocelbo foi aproaeota*
do projeeto ao ortsando o Inndente a levan-
tar empreetlmo t 2 000 cootos, p.ra ser dis-
tribuido pelos poprietanos de terrenos bal -
di.a o capital, afliide e&Vluir-se a coa-
sirorgio de novos predios, sjD bypo beca d a
MaVM.
O Sr. Lola Tarqo'ulo, que apresenlou a re*
fe-Ida proposta, p'oximaronote subiiettera a
leliberagio do con :elio um projeeto robre o
servigo de Pools, tea lo apresdotido am oatro
cranlo om banco auxiliar.
Anda nao est determioado o da da m.'
o f-'s'agio oara a entrega do prseme ao D .
Rodrigues Lima.
A entrega t-ra logar no Polj beama Bahia-
iio, em sessao solemne, coovidaaio a commie-
so o pa't.dj federal,correLg oaanos e o povo
para as'tirem a asta fest-, da qoa' se'l o de-
pntalo Vergae de Abren o orador otfi mi.
Na mesma occaslio ser off'reciio, rm oome
do pulido federal, ao Dr. Brbasa ae Soux,
ex-.:nefs de pol.cia, em vdlusj e imporlaote
orinde.
A bao la de mdica do regineoto nol-'ial
maadoo fazer o retrato dj maestro Carlos Or
mes, que foi coilocado oo salto do respectivo
qoa-tel.
Ao acto da iaaogu*>}o do ret ato assUtia al
offi laliaie do m^smo regimeaio, locando a
banda de musici.
Fui aqu lavada i sceoa oo Polytoeama a
revista deoomioada Abacaxi, coaira a qoal
iosorgio'se a Impreasa bmi.na pela licencio-
sidade das sceaas e sitoacO-a porosg'aptiicas
de que est laja da a mes na revista.
A Impreasa folm ooa-a en termos incisi-
vo*.
liso, escrevfla o Gorreio de Naiclas bon-
roo a Imp-eosa, qae. procedeodo po- couvic
goes, se eacoat'oa accorde oas me'e:idas coa-
demmgO -a a esa* baixa obra de sorda eaae.
co'.agao. com a <\a il, a pa- de oa ra< do g-^ne-o,
teteu desg-agaia neie ccnsegaldo amirt-;
jo tbeat'O oa runal.
uta, porm, bem mals brilbante qae essa
da imprensa, posto em parte J'eil i aenvase
foi aaosaacla espresalva, eloqueot. esmiga-
dora das seotioras tabiaoas aa aeguoda exh
Digao da iodeceotlaalma revista, degradante e
seasoabillSAima bambocbat', viva altestado do
multo a qoe ni cpui federal tara Jcacl lo o
taeatro. e que de ce 10 bavu de meliod-a' en-
tre os a* naioraes sos ept bllilades da fami-
lia Pablan desacoatima'a a essas exhlbigOes
llceaeiosas e lubrica-, ue sea nato al. mais
apropriadas ao Iiv.e prjg amma dos cafs-.o-
ceno, oode todo si De m'ite e para o ide sao
apenas coovidadis os que oada ie.n a pirder
em maieria de rodor.
AlsodSo
Foi vendido a 1SJ700 os 15 kilos.
Aleool
Per pipa de 480 litros 1804 oomtaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 105 nomlmal.
Calaros
QSeccos salgados oa base de II kilos 14000...
ris nominal a refugo 666 o kilo.
. Tardes 560 ris, nommal.
Carnauba
Cota-ae de Ut a 36OOO por 15 kilos.
MeT
Por 100SOO0 nominal.
Exportaeo
Racife.il de Jnobo de 1896
Para o exterior
No vapor ingles Arcbitect, para Liver-
pool, carregaram :
C. Peres & C., 5.000 saceos com 360,009 Kilos
de assoear masevado.
= Na vapor allemao G. Bismarck*, para
Bremen, carregou :
V. Netisen, 660 kilos de sipo de boi, 6(1 ditos
de borrieba e 18 saceos com 1,231 kilos de
caf.
No vapor allemao Sanios, para Lisboa,
carregaram:
A. Fe mandes & C., 320 saccas com 3,642
kilo* de algodao.
Luir, le Macedo, 1 caixa com 24 kilos de
doce.
V. Neeseo, 1,194 couros slgalos pjsaodo
1,438 kilo*.
Para Hambargo, carregou:
P. Powder Factory, 1 caixa com 20 kilos de
doce.
Para o interior
No logar nacional Alberto Cuaba, para
0 Rio 6-aole Jo Sul, carregaram :
Loja A Maeira, 100 barricas com 10,400
kilos le asiocar brinco.
A. irruios k C-, 80 saceos com 3,750 kilos de
assucar miscavido e 100 ditos coaa 7,500 ditos
de asfucar braoco.
S vipor nacional Itaoema, para Porto
Alegra, carregaram :
P. Cumeiro & C, 500 saceos com 37,500
kilos da a.sucar braneo.
No vapnr inglez P.. Prime, para Santos,
car-e ;o i:
H. 3 Ka la, 300 saceos com 18,000 kilos de
aisocar nraoco.
No vapor nacional Alagoas, para o Rio
da Janeiro, aregaram :
A. Cosa & Fluz-, 1,003 saceos com 60,000
kilos d? assucar braoco.
No vapor uaclooal S. Francisco, para
Mossoig, c. re|aram:
8anos Araujo & C 60 calas com 1,380 kilos
de i b.'.
Joaqalm Sa'gueirai & G, 35 barricas com
1,364 kuos da assucar branco a 15 ditas com
870 i. i lo i de aaaucar refinado.
Ha', accrescentoa a ctala folia, ae falit-im
seaboras segunda do Abacaxi nao falu-
ram... SMHttena.
Cadelraa, camarotes, galeras, 'a'o eslava
repleto coa o representantes dj aexo biroa*
do, que se olj arreceoo dai Imprudencia'
do Abacaxi. e qie patas apilausaa dmeos-
Irou aprecial.o basianie, gostando de ver pe*
oas de actrises oas furias de um deseov cao-can e oovir ditai eras em dilogos de es-
cmalo.
As gale las. enta. cobo se o Pjlj'.tieama
fosse urna P;aga de Tju-os ou pelo m oo< om
Mabile, om ci' de la joa-sa^ oa am A
Csar, Bo de alale, diveriiram-ae a va.er ex-
iglodo boa sa s das co-istaa oeiusseaa ver os
sceoa das meias pratu man> maia do rja-
ellas qolteram moUrar, b'tanii librrimas, bisando os balalos seosnaes e at
ap..iaulinio... (juim oa;reiiu-) aapin-
ees e palavm... incaadesdeutes i
Reallsou-se oa da 24, na pac arebi-
apis opal, a reaaiSa qae S. Exc. R-vmi. o
Sr. O. Jerooy no bavia ccavo:ado para trata-
da escola saiesiaoi.
Qraodamante coacorrlla de cavalbras e le
seanora- a reuna i, qae fjl p'esldida pelo vir"
ta)Sj preltlo, expos e tilo de candado e de palf.. tnno pelo (a um
it craogas desvainas, e ter.m ion loaJj um
appello aos deis desti a-cbiliocesa pi-.. aoxi'
lur-LQ a ion ugJj da a aa osroW aa lyii da
dos salesiau9<, e aue dirigida par estes vino.
sos paire8 eu^anioaassem a iaf t ab.ln, a instra;gaa e a i tale.
O efliiio deste a?peilo na a.senbla foi prc
fonda e geral.
A iJ. Etc. Rival), 8egi'o-.i3 sn eeareiario
aa leilura de exoiicigd^s dilli eaies i oataret>
deasas escola ', caja I m iaj sa lev.; a is sao-
timeatos ba oioitirioi e >:nbolivo3 de O B o, lerninaidi a reunii deoais da sar entia-
da a Ave Mina de 3os:o. oola Ra n. Sr.
Dr. B uoo, com aojflaoa'iifl'j.o a o~gao e
a>uta.
A obra caj f ente se pos o no-so si-to )-'
prea-io oeasn pira qoe nSi saj de mala to-
dos os in'Olivos, em que devem collabo-ar
lo ios os eaplritas, e qae Jominam lolai os co-
ragOes em oome da candida sob as mltiplas
faces cao que eita virtila lili ,ini oj aavoi.
sealo qua pan a iafinela abm Iniala, de'am-
parada, taaavia la, s escola otfl;m> urna
prov aaacia, cajos o-oI:im de -r-^-inrac j e
e lo:aga. pelo amor e pelo t-aDalba. sede;-
preajem .v goraada a cadoaalidade.
Oa fro ta quj est a es:olas esto s prolo
sir, sai a d re go solicita e esfagada do< p.*
d ei silesia i ti. vj i ia s'eu plaui pidagagl-o i;i'pi-a na nemacaOiia
divido do irauainos. no aprovetianenio das
vo'acO^s oa nilim. 3 na a l.a^gi lo livr>
con a ofijna, aa prevideacia da aap'icago
otliltaria para o me o sa;ial em qae o indivi-
duo al Iota'.
REVISTA DIARIA
Senado-Nao houve aale-hont-m sessao
por tarem apenas comparecido os Qrs. Sa'a'.ar
Moscos-, tfarao de Naxar<*tb, Cadas Barreno,
C. Pialo & C-, 5 pipas e 25 oarria cjOi
4,600 litros de a^uaMeote.
Para Ucio, carre Joaqaim Salgaeiral A C.. 3 barricas com 180
kilos de assoear relioalo e 35 ditas com 3,674
kilos de assucar braoco.
A. G'ui A G., 2 canas com calgados..
Para natal, carregaram :
Jo quim Salgoeiral & G.. 21 barricas enm
1.320 kilos de assucar refinado.
A. J. Feroaole?, 9 barricas com 5i0 kl;os de
(00.0.
Alves de Frailas Ir cao, 3 calxas com 60
kilos de sabio.
Para o Ceara. carregaram :
G. de Mallos I-mao, 2 barricas com cbaca-
Iboa.
I. S. d'Amaral A C. <0 barris com 880 litros
de vldagre e 50 iitos con 750 ditos de vlnoo
de fmetas.
Fonseca Irmios A C, 25 caiaa com 325
kilos de sabio
J. Bailar A C 10 barricas com 1.030 kilos de
assuca- braoco.
No biate Doste Guarde, pira r Ara'i'
ty, carregarim :
Joao A. Pooseca, 60 calxas com 1.441' k o
de sabio.
M. Lma A C.,66 barricas cem 4, 10 J'j:
de assoear braoco.
J. S. o'Amaral A C, 114 barra e 56 calxas
com 4,718 litros de vlnoo da fruitas, 178 ditas
e 66 garrafes com 2,800 ditos da geoabra, 6
c.iiis com 60 ditos de cognac, 1 pipa e 19
barra com 1,120 litros de vinagre.
M. C B. da Mello, 10 barricas com 750 kilos
assoear refinado.
No blae Argeailoa, para tfoisor, car-
regaram :
Si.ntos Araujo A C, 140 calxas com 3,220
kilos de sabio.
M. ViegaaA Pilbos, 20 birria com 1.800
litros do agoardente.
Para Uacio, carregaram :
Saotoa Araujo A C., 200 calxas com 4,600
kilos de sabio.
M. Viegas A Filbos, 5 garrafes com 80 litros
da eoebra.
Joaquim Salgneiral A C., I barrica com 90
kilos de assoear refioado e 2 ditas com 210 di-
tos de assucar branco.
J. S. d'Amaral A C., 1 barril com 40 litros de
vinagre, 1 dito com 40 ditos de vlobo de frucus
e 2 caixas com 16 ditos de geaebra.
Na bareaga C. Parablbaao, para Para-
blba, carregaram :
Jorge A Dias. 4 barris com 320 litros de vl-
obo.
Na bareaga Pa-agaass, para Parabiba,
carregaram :
Gast'O Lemos A C., 15 caixas com 100 kilos
de vella*.
Na bareaga D. Sioba, para Natal, car-
regou :
Julo A Pooseca, 120 caixas com 2.880 kilos
de aabio.
Para 11 icablba, carregaram :
T. Lapa & C., 40 calxas com 32 litros de vi-
obo de froctis.
Na barcoga Judlib, para Macelo, carre-
garam :
A. Fernn les 4 C, I toillete.
Fonseca Irmics A C., 150 calxas com 8,800
kilos de sabio.
Para Alagcas. carregaram :
Fonseca I maos & G., 200 calxas com 4,600
kilos de sabio.
Na ba'cata Estrella d'Alva. para Mar-
goey, carregaram :
Ate vedo C 40,000 cigarros.
Na bareaga S. Manoel, para Alagoae,
carregaram :
Madeira & C. 2 barris com 1,376 litros de
vlnbo.
Rendlmeoo- nubllcos
ALFANOEGA
Me: de Junbo de 1896
Renda geral :
Do dia 1 i 10 684 408*706
dem de 11 44:1214595
-----------------728:5304362
Renda do Balado:
Do da 1 i 10 94:2674290
dem de 11 8.0044498
Antonio Pernambuco, Albino Si/*a e Velleso
A r-uniao foi prasid da p-lo Exm. Sr. Bario
de Nazare'h que chama para oceupar a cadei-a
de 1." eecraiar'o o Sr. Antonio Pernambuco a
aos termos do regiment mandn proceder a
leimra do expedien.e e entrarse na ordem do
dia.
Foi llda a acta d -, a-rn debate encarrada a sua discus^lo.
O Sr. 1 secretario procedeu a lonura do se-
guinte expediente :
Om ofBcio do Exra. Sr. Conselheiro Gover-
nad r do Estado, coramunicando fic*r scienie
da nio approvag.lo do contraclo de luz elctri-
ca para a cilade do Recif' celebrado entre o
g varno do Estado e os Srs. Alberto Freod
&C.Inteiraio.
Outio do Cooclho Municlpil do Recife, le
volven (o informada urna petlgao da Oompa-
nhia de Fiagio e Tecid >s Je Pernambuco. A'
quem faz a requisigio.
Nio houva expedienta do Sr. 2.* Secretario.
Nio havendo quem qu zese utillsar se da
palavra na hora do expediente, passou-se
ordera do da.
Fncer/ou-se Bem debita a 1* discussio do
projicto do Sen do n. 35 deste anno (creogio
do cargo da cura lor e defensor dos presos po-
ores).
E^gotou-aa a nrdem do da.
O Ir. presdante dis olveu a reunio dando
a seguinte ordera dia :
Votagio das malarias engarradas o 2.* dis-
cu'So dos pareceres ns. 175 e 176 e do pro-
jicto n. 41, iodos das'e anuo.
Effactuou'^e hont'raa 49." sessao sob a pre-
senciado Exm. S'. Dr. Ermirio CexarCou-
tinho.
Esiiverara presentas os Srs. Bario de Naza-
ret'i, Balaste Moscoso, Callis Btrretto, Albino
Silvi, llegaeira Gos'a, Gonslaocia Poatnal,
Edu ijono a Erinino Coutinli >.
F^rauB ap,>rovadis as acias la sasso de 8 e
la reunilo de 9 sen lo Ii la, e, aem debite ap-
prova la a da reono antecedente.
O Sr. I sseraiarl > proceden a leilura do
aeguint' eipedienin :
Um ofHcio d i Exra. Sr. C nselheiro Gover-
nador do Es'ado, ramjttenlri tres exemplares
ii* Lei3 n 173, 174 e 180 e um exernplar da
resolugio nio sanccionad* s>ibre Riotasrem de
tempa para aposeniadoria dos fuocciouarios
pblicos Iateirado.
Outro do 1. secretario da Cmara dos Dipu-
tados, env ando a resolugia all iniciad* pele
projHcio n 31 deste nn > (reforma da Instruc*
-.lo Publica).A'5.* coraraissio.
ulro do mesmo, envando a resolugio Ini-
ciada palo projeeto n. 43 desie anno, transfa-
rindo a sie d- municipio de Pinella por Li*
ga dos Gatos. A' 2 corarnissao.
Nio nouve expediente do Sr. 2 secretario.
O S'. Caldas Barretto usando da palavra pe-
dio que fosse inclu lo aa ordem do da da
prxima sess.'io o pr -jecio do Senado n. 31 de-
clarando o Sr. presi lente que opportonamente
seria attendido.
Nio haven lo qnera quizesse mais se utilisar
da palavr, na hura Jo expemnie, pa30J-se
ordem do dia.
H. Weoer, ejuixageuj id, o*rj|a vanos geue
roa; a Victor Nee8o C
N w Yak e escala!6 d **. vaaor allanio
A-naiti de 1930 tou>la1a*. rommaodaote
J. Kidanh M, eqol >a en 29, carga varios
generoa ; a Han y Pora'e- A C.
Ra de Janeiro e es ali-7 liaa, vapor ojeloial
ioamar. de 779 loiaUdas, comnaolao-
te Paulo Nooes Goerra, eqaioagem 28, em
laalro a Peralra Caroeiro & G.
Nivlo sanido ao mesmi dia
M mtevi !o voor noroegaense Mana, ioc
maulante J. Lnot; car^a varias geoeros.
Mareado Maieis>ai de a. Saaie
O movicoento deste mercado ao da 10 de
Junbo fot o segrate -
En ira rara :
40 bola pesando 7.1S1 kilos
130 kilos de pene a 30 rs 349oo
8 compart. com mariscos a 150 -s. 14200
8 ditos com camarbaa a 150 rs 14200
37 columnas a 9 K) rs. 3UU0
-a-tras com gailinbas a 7-50 rs. 4750
9 i*8suae8 com iralliohas a 75 rs. 44050
4 "?'gas com milho verle a 4W rs. 14800
l carga com amendolm a 450 4900
1 *?rgas com batatas a 45" rs. 4450
i ci'g?s con bananas a 450 re. 4450
7 carga com macacbeira a 450 rs. 34'50
1 cargas com cebollnbo a 450 rs. 4450
10 cargas com fcenmas a 450 rs. 44500
14 cargas com verduras a 450 rs. 643< 0
1 carga com caona a 450 rs. 4450
4 cargas com laraojas a 450 ra. 1480
3 cargas com inbame a 450 14350
2 cargas com lougas a 45o rs. 4300
I cargas com melaocia a 450 rs. 4900
1 cargas com melio a 450 rs. 4450
5 cargas com di versea a 450 rs 24250
80 cargas com rariaba s 3 W rs. 244000
20 cargas com milbo aecco a 300 ra. 64000
15 cargas com feiao a 330 rs. .4(500
11 Sainos a 14 rs. K4000
74 lagares a 300 rs. 22410)
12 comp. com soinelros a 14500 184010
8 comp. com sci2- vue a 14500 rs. 84400
8 comp. com fressaraa a 9 w a. 742
7i comp. com razendas a 24 rs. 14:4000
20 comp. com comidas a 14050 ra. 21400
49 como, com verduras a 459 rs 224051'
H7 comp. com feriaba a 600 rs. 704200
52 comp. com tal boa a 34000 1564010
Rendlaeato do dia 1 a 9
5744500
5.06946'0
5.6444100
Procos do da :
Carne verde de 400 a 14300 rs. o kilo.
Salos de 14 a 14200 dem.
Caroeiro de 14200 a 14500 dem.
Pancha de 600 a 14200 rs. a cuia.
Milbo de 900 a 14000 rs. a coi a
Peliao oa 21200 a 41800 a caa.
Navios esperados
De Car JirT
Barca noroegaense Auriga
Barca ooruegueose Folkvang.
Barca ooroeguense TVrzo.
Barca noroegaense Wlnooa.
Barca noraeguense Sais.
Barca noroegnpnse Daeta.
Barca noroegoeDse Hoidem.
Do. Rio ue Ji.eiu
Bina pmu;oexa Mana Emilia.
Dai Un Gran le do Sal
Patacho bJ3panbolj4dri,iral Tromp. |
ne Terra Nova
L'igar ingles Heldra.
Lagar Ingles Bmoiator.
Logar ingles M nni.
De Ha-nbarg*
Lagar allemin Splod.
De Pelotas
Patacho nacional i.y ne.
Patacna bo lindes Margaretbi.;
Patacho alleeio Braar.
Patacao naciaaal Hinsoate.
talacho a Hernia Taina.
Patacho allemii Rudoip.]
P la oo portogaez Joven leoe.
Pai*' no 1 n.marju-z Amre.
Palnahota oaciooal A'ilodo.
E'caua naroegaense Jorge a ore.
Vapores a entrar
MBZ DEJUNHO
Saot 8 dd f\ a 11
lolerldg^. do sul, a 13.
Actor de L'verpool, a 12.|
Alagoas do oorte, a 13.
Hamo Prince de N w Vark.la 13.]
Peragu-fSU da E.'oo, a 14,
Cerans< do norte, s 14.
Micby de Trieste, a 15.
Tama do sol, 15.
Jampioa- da Eoropa, alo.
Baul. do sol, a 16.
AlacriU do sol, a 17.
:. rdouan da Europa, a 18.
LigU'ia ia Eoropa, a 20.)
Warlbarg ca Europa, a 20.
I >nna do sol, a 20.
Trame.- do sol, a 21.
H-raoi.i o do note, a 23.
. :iy le. da Europa, a 25.
Eiiior de Liverpool, a 26.
S. S.lvador lo sol, a 26.
Orean. do sol, a 28.
Vaparea a sahlr
MEZ D? JUNHO
Cear e esc. S. Francisco a 12. as 4 horas.
NwY.it Colendge a 12, aa 2 or s.
Sootbampton e ese. -Timar, a 15, as 12 horas.
L'sboa e Himbargo Saotos a 13, a3 4 b ras
Rio e e-c. Alagoaa a 13 as 5 hars.
Rio e Saotos P<-?gaas;u a 15. aa 4 horas.
Rio e San os Amalfl. a 16, as 4 horas.
Manos e esc. Brasil a .7. as 5 horas.
Genova e esc. AlacM a s 17, as 4 hora'.
SantoB e esc. Lampina a 18, as 4 horas.
Saotos e esc. llaman Prince a 18, as 3 hars.
Va'paraizo e esc. Liguria a 20. as 2 horas.
Sanios e es". Cardooao a 20, as 4 oras.
Rm e Saotoa Warlbarg a 21 as 3 boris.
Soothampon e esc Toames a 2, as 12 horas.
Rio e esr. Miran'.o a 23 as 5 ora.
Buenos-Aj-es e esc. Clyde a 25, as 12 horas.
M-ioios e esc. 9. Salvador a 27, as 5 horas.
Plymootb e e-c. Oreaos a 28, aa 12 horas.
Viieoraclouro Interno
-i
<
s
o
NACIONALI-
DADES
102:2714788
Total 830:8024090
2.a secgSo da Alfandega de Pernamnuco, 11
de Junbo de 1806.
o ebefe da secgio
L. F. Godecetra.
O tbeaooreiro
Luis Manoel R. Valenga.
RECEBBDORIA DO ESTADO
Renda de 1 4 10 80:2784231
dem de 11 4:4784254
Total 84:7564485
RECIFE DRAINAGB
Renda de 1 10 1:8954115
dem da 11 4
Total
1:8954115
Hovimente do porta
Navios entrados oo dia 11
Saotos e escala11 das, vapor allemao Graf
Bismark. de 2406 toneladas, commsndinta
Crusador Nacional
Vapor Nacional
Nacional .
Alemao. .
Noraeguense.
* ingles .
.
Barca Norueguense.
Americana
Portugueza
Ha<. hila .
ramarqueza
Allemi .
Noruegoeoae.
Escuna Portugueza .
Lugar Argentino
Italiano .

inglez. .
Palhabote Portuguez.
Patacho

Allemao .
Nacional .
Italiano .
MOHES DB I-M-
BAHCAgiO
B. Constant. .
S Francisco
1-apoan .
It?uama .
Aguamar .
Amalfl .
Munio. .
Arcllete!. .
Tapase .
Falkevaog .
Fhorgoy .
Emilia .
Oyller .
Bojlston .
Nova Lide .
Vas o daQaana
Bl Eortningoaa.
J- R.
Richard ; .
Pol y Stot *, y
Broderoe. T^
Princ. Camelia .
D. Maria.
Alberto^
Roma.
Flora ....
Metaor .
Thetis .#.
Prlda of thsC.
Tres amigos. .
Fredenco .
Marnbo VI. .
Falke .
Rival. .
Armenias .
procedencia] consignatarios] carga
Rio de Janeiro.
Fernn i .
Rio de Janaro
Porta-Alegre .
Re e escala .
New York .
Montevida
Liverpoi c esc.
Cardoff. .
Cardiff .

New York .
Cardiff .

Port FalboU .
Rio de Janeiro.

Montevideo. .

New Por .
Cardie .
Pelotas. .
Porto -
Aurora da Vooga Rio de Jaoel o
Pelotas .
Montevideo -
Terra Nova. .
New Port .
A ordem .
Ttxra Nova. .
Pelotas .
Rio G. do Sul.
Pelotas .
PelotaJ .
Pelotas
at
.....muoigoes bellcas
C. Pernambucana Gneros.
Guedea Perelra. .

Pereira Caroeiro & C.
H. Forster & C.
Pereiaa Carneiro & C. Xarque
Blackburn & C.
W Sdos & C. Carvao.
Pereira Carneiro & C
Wilson Sons & C.
Fonseca Irruios & C.
C. da Babarlbe. >
Geoe-os.
Amorim Irruios & C. Carvao.
a

Jos Baltar & C. Xarque.
Pereira Carneiro & C.
Companhia Pernamb Carvao
Lopes O. & Irmios.
Nova Mata C. Xarque.
Amoiim Fernandes & C. Gneros
Amorim limaos & C
Amorim Irruios & C
E. S. Levy .... Gneros.
Mendes Lima & C. Macalho.
E. F. de Carranga Carvio.
Guimaries & Irruios
Ooimaries & C. Bacalho.
Nova Mata & C. Xarque.
Rosa Carvalho & Rio *
V- S. Maia. ...
Nova Mala & C.
Amorim Irruios &C.
S. M. Mala ....
. Proceden-se votagio das seguintes mita
ras, encarraoas oas reunOos de 9 e 10 d >
crreme :
Projeeto n. 36 do Secado (organisagio da
l'sta dos cand datos a juiz s de direilo), em 3
discussio, sendo approvada a emenda substi-
tutiva do S'. Bario de Nazareth
Parecer o 163 que adopta com umi emenda
a resolugio iniciada na Cmara p-sl j projeCt'
n. 23 leste anno (ispsnsa de idade para m
trcala na Escola Normal, seodo approrado em
2.a discussio com a emeada do Sr. Antelo
Pernambuco;
E mais os seguinte pareceres, todos appr.
vados em 2.a discussio :
n. 164 doplsnio a resolugio inici.da na
Cmara pelo proiecto o. 21 de 1895 (oflicios de
jiilig.i di Recife) ;
Nn 165 -Iiem a iniciida pelo de n. 101 de
1895, da Jamara (pagamento de 2308DO0 ao co-
ronel Pedro Secundino Barbosa da Silva) :
N. 163 Ilem, a iniciada pelo n. 15 deste
anno, da Cmara (reconsiruegio da cadea de
Tiquaretinga e construegio de urna cadeia em
Qoip p);
N. 167-Ido n a iniciada pel de n. 27 deste
anno (.tagamen'o a Luiz Carlos da losia Vil*
lela) ;
N. 173 -dem a inicia U na Cmara pelo de
o. 36 desto anno (ju ilagio do profes or l'edro
Pereira de Souza Lemos); sendo dispensado
do interjlicio a requerimento do Sr. R''goeira
Costa.
Projeeto n. 35 do Senado, finalmente em
1.a Jiscas'i i (crenndo o cargo de defens)r e
curador dos presos pobres)
Submeitidos a 2.a Jiai-asaio, loara sim de-
bate approvada as seguales mi i-us :
Par-cer n 175, a -(optando a resolugio Ini-
ciado na ('amara pelo poj"Cto n. 155 de 1895
(agoa potivel para a victoria) sendo dispn-
salo do intersticio a requ-rimento do Sr. Ha-
rao de Nazaretn ;
Pirecer o. 17o, dem a iniciada na m-sma
Jamara pao projeeto n. 26 ti 1S9J (apotema-
doria do lenent-o-coronsl HeineWio M ciel
da Silva) sendo dispensado d^ intersticio a
reqaerimeoto do Sr. R-gueira Costa ;
Proj-clo n. 41 do Senado, (iisponbilida e
da professura AHna Umblina de Miranda.
O Sr 1.a S'cretano proceden leilura um
offlcio do Ia secretario da Caara dos Depu-
la ios cxrnraunicand > haver si lo lli approva-
da a re.-olugio inicia la n ale Senado p-lo prj-
jecio n. 38 leste anno, >-om a s-gainia amo-
sla- suppnma-se o ari. 68..A' 5-a ouin-
ini-sio.
Vem i mesa, sendo Ii Jo e in lo a imprimir
o seguiole parecer :
1896-Parecer n. 178
A 5.a Jomm'ssio le parecer que seja
adoptada a ementa offerecida pela Jamara
dos Deoutados ao projneto D. 3S, iniciado esta
aoo, no Senado e q/ie manda supprimi.- )
art. lii Jo Regulameutj de 15 e Julho de
1835.
Sala das Com nis-6es do Sealo, 11 de Ju-
nho de 1803.-R'ga-ira Coala.Caldas nr-
relo.
Esgot-io-ae a ordem lo da.
A de hoje : 3 a lis ussio dos
de ns. 173. 175 176, Z' U era-nla ao p
jecto do i 36, 2.a do de n. 31 nica da
m-nda da Cmara ao projeeto ao SmaJo n.
3S.
i trua'-u dos n.-p-iiii'ios Enectuoo.
le iioniem.a hora legal, a 57.a Sesafto orlina-
ob a presi lencia Jo Em. Sr. Or. Jos
n
das aMu las emendas adiada para se discutir
nov-mente oa sessio seguate de accortfo com
o disposto do art. 116 lo R-gimenlo Interno.
Submettidos a discussio os %% 10 a 27 f.irum
sem ilebate approvados.
Entrando em discussio o % 28 foi approrado
sendo po'm regeitaila a era^n la soh n. 33 o!-
ferecirta pelo Sr. Joaquim Guimaries.
Pontos em discussio o a". 1.* da-' Disposi-
g>8 Geraes e seus foram sem debate ap-
provados.
Subra ttilo a discuti o art 2.a foi appro-
vado com urna emenda sob 3 0. 31 fferecida
pelo Sr. Eslaclo Coimbra.
Subra- tudo a disctalo o art. 3 o, f A sem
d bate approvado.
Entrando era discussio o 1. fo approvado
cora ona emenda sob o. 35 offer-scida pelo Sr.
Enlacio Coimbra.
O art. 4 o foi approvado sem debat.
Posto mi iliscussio o art. 5 o Sr. Estado
Coimlra enviou mesa urna substitu va sob
11 36 a qual foi approvada, ficando vista disto
prejudicado o referido arligo.
Entrando em discu-sio o rt. 6." os Srs. Ma-
noel Jardim, (aspar Par-=8, Estacio oimbra e
Joaquim Guim'ies envarara a ra-aa emen-
das addit vas sjb ns. 37, 33, 33 e 40.
Encerrada a discussio depois de lerem ora-
do os Srs. Lopol o Lio, Estacio Coimbra e
Celso de Sauz, loi o referido art. approvad3
bem como as einen las as. 37 e 40 e regeita-
das as de ns 38 e 39
Annunciidi a discussio da Tabella A o Sr.
Kst co oirabra enva a mesa o >egunte re-
quericnento : R qu-iro o adiaraeiito da dis-
cuti das Tabellas a e B por 24 horas ..
Apoiado s e requerimento foi elle sem de-
bale approvado.
O Sr. Gaspar Peres enviuu a mesa a se-
guinte declartgio : D claro que volei con-
tra o imposto de 2 ",', sobre o de emprsti-
tos conirahiio' por soci-da-ie anonyraas em
lebeoiaret, inf riores a 100S009
Em seguida foram submetiidos a discussio
e sera leate approvidua os seguinles parece-
res ji 'Oipressos o joaal da casa :
N. 193 Da 9 a coraraissio reduzmlo o p'O-
jeco u. 20 desie anno, vindo do Senado e ap-
provado oesia Cmara com urna emenda sub-
stitutiva.
N 191 -Da raesmi coraraissio, redigindo o
prajeelo 0. 51 do co rente auno, luiciado n;sta
Cmara.
Na 1 mais h.vendo a traiar, o Sr. Presidente
levantou a sessio e designou para hoje a se-
guin e ordem do da :
2.a discussio da emenda acrecentada ni 3.a
d.i projeeto n. 48,1. do de n. 57, 2.a do de o.
40 e 3.a da de ns 7 e 119 do auno passado,
3.* do de 0. 8 do anno passado, vindo do Se-
nado e contiHuagio da discussc do projeeto
o. 56.
Denuncia O Dr. V,ccri.no R'gaeira
P ir o de dous 3- pr rao'or publico d->u ca-
pual, deu ituu em data de 9 do co-reote
pernote o U Jo-qnim do> Santoi Lesea Ja-
oj'. juiz do 6- aist ico ma ilapal, 'ie Djs-
dii > Basilio de Luoa, J .1 a S vero de Mello,
La.i il unes de Fuaeireao. Jo Anloaio Or
pa-eceres "' Ma iuei da S Iva Oliveira, vulgo C-rcal ;
aj pro- Aq1ji JisSiutjs Colmb a. va'go L-itli ;
Antooio de Ca-valbo Mooieiro, v-jlgj G.11 j
uraoco ; Manoel d Moara Iglesias e JoSo dea
Pasaoi da Costa Lima, como i icurso no art.
14 > do Cod gi Peni, por ler-ra faisiDeado e
p em e-n cirtiolagaa apelles da divida publica
do Estaio.ao val r de quonentos ris.
Providencia prompta 0 Illuite S*.
za Pinheiro Ramos.
Foi lida e sera dbale approv'daa acta
se8sio de 10, oSr. Pereira T-jo usou da pa-
lavra para .nviar a mesa urna ementa assim
concebida-aga-se reeeberio e nio reclara.-
rio.
Nio havendo mais quem qunesse se utiUsar
da palavra sobre a acia, fo ella approvada,
leodo O Sr. p-esdenu declarado que ia ser
fe 11 a a emenda proposta.
O 1 "Secretario procedeu a leitura de se-
U me expediente:
Offlcio do governador do Kstadr, rerneU-ndo
tret reslugOss sauccionadas sob u*. 1"3 1/
e 180 e outra nio sanecionada.
As nrinieirasmandou-se archivar, e a ultima
a 1 commissio.
Outro de Gaipar Menetee comrau ii ando ter
sido fundada urna associago sob a denomina-
gio C-m^reeso Acaiemico composta de estu-
dan es Ja FaculdaJe de Direlto para o flm de
patrocio.r as causas criminaei dos presos po-
bres e funiar e maoler urna Revista. -nter
rada.
F>ram lido indo a imprimir os seguales
parecer?.
N. 195, a 3.' comml4s5o concluindo pelo
deleriraentode ama petigio da corapanhia de
Beheribe (P. ojelo U. 83).
N. 19J Da 1.acommissio concluiado qie se
adopte o ubstlu'ivo do Sealo ao projeeto
n. 9 desti Cmara com urna emenda no floal
do art. 2. Jo refer lo sub titutivo.
Foi lulo, apoiado jnlgado objecto de delibe-
ragi um projeeto sob n. 63, apresenWdo pelo
Sr. Celso de Souza autorisando o governaler
do Estado a de;pender a quantia de 12O00S
com a construegio de urna cadeira e a recons-
truccio de um agole nv Villa de Ourleury.
Na hora oo expediente usou da palavra o
Sr. Leopoldo Lins pira pedir que se comple-
tasse a coraraissio de Faienda e Orgaraento
v.sto nio estarem presentes os Sr?. E'pldro
de Figbeiredo e Julio Amero.
P irara para tal flm n meados qelo Sr. pre'
sidnie os Srs. Joaquim (uimaries e Rodri-
gues Porto.
Nio havedda mais quera quizesse se uiilisar
da palavra passou'sa a ordem do da :
Submeitidas a votagio aa materias cujns
tiacussfi'S ticararn encerradas, f.ram approva
das. _
Sbraeltidaa 2.a discussio o projec'on.7
do correte anno iniciado nesta Cmara, com
a ementa que Ihe foi offere:ida pelo Sr. Es-
tado Coimbra.
Subraettido a 2. discussio o projeeto n. 119
do anno paseado in ciado nesta Cmara, sendo
dispensado de ioterscio em virtu-le de reque-
rimento do Estacio Coimbra.
Subraettido a 3a discussio o projeeto n. 38
do correte anno, vindo do Senado, c-.-m urna
emenda offerecida pelo Sr. Leopoldo lina.
Subraettido a 3.a discussio o projeeto n. 4S
do corrente anno, bem como a emeoda que Ihe
foi offerecida pelo Sr. Moda Silveira.
Submettidaa 2a discuisio o projeeton. 16
lo correnta anno vndo do Senado, leodo o Sr.
presidente declarado que oportunamente seria
elle enviado a sanegio.
Submettido a 3.a discussio o projeeto n. 16
do corrente aune, vindo do Senado, lenuo o Sr.
presidenta di carado que opporluoamenie se-
ria elle enviado a sanegio.
Submellido a 1.a commissio o projeeto n. 40
do corrente anno, iniciado nesta Cmara, foi
sem dbil- approvado a dispensad) do loter-
itic o em virtude de requerimenio do Sr. Leo-
poldo Los.
Continuando a discussio do projeeto o. 56
do corrente anno, iniciado nesta Cemara, fo-
ram submetiidos a discussio o 3." e eus nu'
mero Jo art 3. os Srs. Pereira Tejo a Es a-
co Coimbra enviaram a mesa emendas sob os.
27 e 28.
Apoudas estas emendas e continuando a dis-
cussio, oraram os Srs. Leopoldo Lios,Joaqaim
Guimaries e Estacio Coimbra.
Encerrada a discussio a postos a votos o re-
fer lo 3." e seus nmeros, foram approva las
bem como as erosnias soh os ns. 27 e28.
Entrando eiu discnssio oa g 4, 5, 6 e 7
forem sera deba!-* approvados.
Post> em discuusio o 7 A foi approvndo,
sendo porm, regeitada urna emenda sob 11.
29.
Submettido a discussio o 8. ro sem de.
bate approvado.
Entiando em discussio o J 9. oa Srs. Esta-
cio Coimbra, Gaspar Peres e Francisco Tibur-
cio enviaram a mesa emendas sob ns. 30, 31
e32.
Encerrada a discussio do referido g bem
como das emendas, depois de lerem orado os
Srs. Leopoldo Los e Estacio Cclmbra, e pro-
cedendo-se a votagio em primeiro lugar da
emeoda snppressiva sob n. 31 verificou-se ter
havido empate.
A vista disto fleon a materia do teferido e
4, { nio ter precedido a devi la cordeagio.
B' digno de lo ivor o proc d me to o tilos,
tre Dr. p afeito, scudindo aos jlatos reclamos
da innpreosa.
Cruzador Bemjinlo Constant
Aaie.iiou(-m eiiir^u em o isa 1 aocoradoaro es.
se vaso Je guerra aoe em 16 do mtt passado,
pai lio do Rio de Janeiro em vlagem de ios.
traego.
O impo-t.ale vaso de guerra commaniado
pelo rapliio da fragata Jo-q 11-n Rilrigaes
Torres, qae tem como immsaia'o o ca->l ii.te.
i-nte Manoel Pereira F. Jaaior e tras 339 pra.
ga.
O Bexj.min Constant dexo-a.se a'guos
das ao nosso porto, poaeado o pabli:o titi.
(al o at domingo, da at e qoal ae aebiri ex.
posto a tolas as peaaoas
Vapor Tintinar Telegramma rec bido
pela agencia da Mala Real leles, diz qae o
vapor Tamar sabio do Rio de Janeiro ao da 10
a i hora da lard.
Dr. Burros Caraeiro==Pel? declaragio
qae val pu-I cada oa secgio competente este
illoste fscoltalivo declara a seus amigos e
clientes qoe moloo de residencia previsoria.
mente, rara a roa de Gervasio Prea n 30
Obulu diocesano S. Exc. o Sr. O.
Macicei dos Saotos Pereira, lllastre e vlrtaoso
bispo desta dioce-p, eoderegoa-oos bootem ama
cirla em qae explica qoe possivel 0S0 te-
nbam chegado ao reo des too moit.s convites
que eaderegou a diversos cavalheiros oo intui.
to de assietirem a ediUcaote fes a do talo
Docebauo, qoe anoaalmeote se realisa aeita
eidale.
D'aoi o pedirnos 8. Exc. que em seu oome
Ji.-iamo.nos ao publico (alendo um convite ge-
ral alim de assiaiir a ailalida festa, qoe certa-
uen'e. por lio boni molos, t3o rjrajlhica
a todos 08 bjoa Hlbos desta trra, qoe se iate.
ressam pelo sea engranJeclmenta moral e coa.
teqaeotemeate pela saota religtio em cojo selo
v.vem.
Ni) pe denos melbor expressar esse convite
do qae dando i ettampa os proprtos termos da
carta de S. Exc. Rvma. qae fio os segua-
les '
< Palacio da Suledsje, (( de Ja ib ? de 1896.
II ras. Srs. red dores.T Ve a satisfagas de
dirigir a V S. am convl e para a festa aonaal.
da obra do Obaio Diocesano*,assim como di-
rig convites a todas as pe.-soaa desta cidade,
-ojos seatimealos me la-pirara?] a confiangs
de qae se iateressariam por essa obra.
Sendo po'slvel, norm, que muitos convites
dSo ebeguem a seas destinos, po- falta de en*
deregos certos, veobo pedir a V. S. e obse.
qnlo de fazer am coavi e geral, ios aate, alie*
gaodo mesmo o qoe cima deixo dito.
Sera um bom servlco prestado a essa obra,
ju- teoho tant) a peito, e mais am obsequio a
qoen cum sincera coasideragio De V. 9.
amio creado e obrigioissimo f M.noal, os.
po de O inda .
PaiSsamento fa eatrala de Joio de
Barros hcou.se hontem s9 horas da mioba
o talentoso Dr. io- Fernandes da S .va Manta,
qoe ultimameote exercea o cargo de juiz subs.
ututo da comirca de Ara-aama no Rio de Ja.
oelro.
Maito joven er o finado, pois, apeoas con.
a va 29 ano. 8 de iiiade, era casado e n&> dei-
xa rJlnos.
O s?o enterramento reallsou-se bootem mes.
mo pelas i horas da tarde perante cresclde on*
mero de aaigos e pareles de toa familia.
Nossas condolencias.
NOvos TintaosO acreditado egraod
Hotel Commercul de p-opriedade do Sr. Ma-
noel Garca, sito i roa Lirga di Rosario, acaba
de receher ama importante remessa de excel.
lentes viobos pirtogoezes para mesa.
Aos G.jfo lei'ores recammeodatms os mes-
mos viohos que sio difereotee marcas e aos
S a. Manoel Garda & C, agradecemos a of.
feria que flieram.oos de algumis garraias.
Encontrado mortoEn flns de Malo
ultimo, 00 lugar aenomnado Croa de S. Mi.
guei, municipio de Bom-Conselbo, fui eocn
irado o cadver de Lolz Ferreira de Andrade
que tambem usou os Domes Jos Fraoctsco
e ios Sus, celebre cr'miaoso autor de gran,
de numero de mortes ferimfntos e roobos pra.
ticados no interior feft- Estado,
As anto-ldades competeo'es providenciaram
sobre o fseto.
Hudanca de consultorio Comino,
oicoo.ncs o Dr. Velloso que mudou o sao con.
salto io med co.clrarglco para a roa Bstreita
do Rosarlo 17, I' aodar, oode seri encont-?.
do de i aa 3 horas da tarde.
Companhia lyrleaNa prxima tergs.
letra e ireara 00 iueatro Sauta lea bel a com-
pathia lyrjca Saoaooe com a opera Africis
que na Capi al Federal, f gando tm affirmado
joroaes d'ahi, (o exciUentexeate represen,
lada.
AgaardamoUa.
"i




1


1


"---------------------
Diario de Pernambnco Sexta-feira 19 de Fniilio de 189B
5

'!
'
X
Photographla > Sr. li-i-Mi Cir-iiico
de Vaieou*ell*a li'as oTerecea-Oi om pho-
tograpnia da tt ra:a Corrale, en Olala.
trabalno eucaiait) pelo pbotagrapbo Taeodo-
ro Soirei.
Agra-lecirtog MU offa*ta.
EslradUde Ferr > de S. Francia
SO J.u:e*b K-O v-io ao uosso escripiorio
om eavalbeiro qu< pslio-uos cOiinas-amo* i
atleii;i> d-f qoan i-omnalisse provileociar
para o facti qie la ce-t i temoo a esU parte
86 obse vava ua e^'.iciode C'OW Pontas e em
ootras estac s dasa estrada de (ro, de g-
glooaeracjio de erre**dores e ooiraa p-sgoas
do oj*o uue, rogundo'ge a po.'ta de a-olda
das mesoin es aco-s, impedan* o llvre trau.-iiu
dos pagaderos, euire os quaes, seme-re veein
senboras.
Oaai u -a 3 reaaltavam azem desegrada-
vela, como oam almeota sec-mp ebeoie ; peio
quf, prj'.uetieinos ootielar o lacio, soliciaodo
para elle i pro i Haca de qae careca.
Tc'Ij, porejj, nontem opportuoidale de e .*
cootrar-uos com o Sr. D Ltii Joe da Sil'a,
dig o tngeatieirj Bical da mearca via-ferrea,
prcferimo" expor lr tos de que usa maia promptamtQte ser.a
dada a neessana providencia.
Etl'e: ivauoe.ua, cono eaoeravmoe, o D .
Silva acei o> orno ju-ta a reclamadlo, e a.-se-
gurou nos q ie bm em mesmo, comecaria a
pdr 63) praiica ug me los de faa-^r com que Ceg'
sem sr-iu. I:i .u:e> (acius e aa qaeixa- jus a
que dab .iffo'ium da part* dos pjssaieuo
Concelho Municipal-Na ae ca c w
ptente poblemos noje una raclaorji-i-ao ej-
derec/ada leoOon elbo Uooicipal utaia cida*
de a Jomara dos DeiO'ado->, a proposti dus
impostos ctnst.nte1 oo 3' o. 8 (prados de
corro.' ) e 8- (dcima-) do ar. 3* do p o
jecto da le -tu or|-ameiiio eaiadoal, ora em ms-
ewaio.
leon o inupeclar do theatro -
Em u o dos o tiino e-p-ct-Lulos audj qie-
brado o eoco-lo di cal.ira a. 1 do lueair.
Santa I-abe1, o S-. l)r. direclor o-denou que
se Bz'sse o uece-sa*io coocerio, porem ente fui
de tal moei.-a feto, que aa parte posterior 4o
encost licoo una esoecie de gaii.no de (erro.
No espectculo de aotcbjotem safiejeo
qaa tma s-u lora, Ijcatiria de ama cadeira d>
Begonia B^rrai', teoio oece.-sariaaie i te dr
pasasr por jau'o j tal gao^oo, fol victima ;
tete o de Aos Dcaotoa aviramos, e ao D*. diector do
tbeatro, a oe u jo puolico pedimos proiiJeo-
cias.
Lotera do amorRecbenos un car
tao ac.iipaniia io iie papis que con-litoeai
nmjogo com o Ululo iclmi, e qua oe:".aa-
as Doltes d.- Sanio Annio e de S. Joaj.
AcDa-a-" a vv.. a nj bazar A lie da, L vraria
Fraticeza, tt:.
JJG bIop.
Cjla^fitato Vaccinieo do Estado
ScD a direccio io O 0:iavio de Pe; as, r.a
I .. oo c ti i-.te.n tu -fie de-t- 1 i-iuuo a 15*
eessao de vaccioa^a) animal directa, send i
vaccioadas 13 pessoas e preparados 15 looo
grossos com polpa-accioica g ycerloada, para
serem disiriba ios pelj fmedicoa e pe-soas qoe
D sede rto loat'tnin oUCHareoi.
Escola publiea do Montolro ?o
portara do Sr. O'. soD-prefeito, aatada de 31
de Vate timo, 'ol transfer ia a escola pubii
4o sexo maacoiiop da roa do Paj^ana p.ra
pivia^o do Uoule r onde s-> aeba foucc ooan-
do BOb a egencia do professor Otlmiro S. d
Finas, ni 8la da antig e cola.
K.a i lluslraeion EspaolaA. Livra-
ra Leopoioo .MI ven a t!frr-.o-nos o n. 16,
DDO 40, da La mostracin Espacola y Amf r -
caca, inponanle revista illastrada de bellis-
art, lllterctor, etc.
I-az o seeoirte soaimario do (exlo:
Texto.-Ctiica general, por D. Jos Fe -
Blodez Beur.Noestos rabaooB, por D-
G. Reperar.Furcia y Afra, por el Exre e
tisimo S conie de Coellc8oo y etlrelli
cuento, por D. Narciso Campillo.El a'tti'e-
ro, sos prestles y roturas aplicaciones, por D
Jcsii Rol igaez M tre!o.-La marina espaola,
por D. Adolfo Limos.El miedo, poesu. po
1). Jos Rilao?or amooa rxuodos. Narra-
cloriM cosmop .utas, por D. Ricardo Becerro
de Reogoa.Sueltos.Libros presentados
ol. Redactor) por autores editores, por G
HAnuncios.
Aeradecid68.
Plpao -Acha-je dtetribuldo 0 n. 1138
d,0 Pip4]>. interessante peridico inslral e
-iiDtnoriito de poblica(ao em Lisboa.
Gratos a Livraria Silveira pelo offereeimaat.
de om pxemplar.
fardina da Praca da Repblica
Aloaa^ familias (ttqoeataoras oo jardim d
pr.t^f da Repubira pedem nos para cbamaro's
a utec^aj di aoioiidade competente para a
'alta de iiluminar,o qae 4 noite nota-se no
jif imo jardim que alig o !. da capital.
IIactivameote temos observado que a nao
ijei' os caodleiros do gradeameatu nao coiio*
rae aocender-se oatros blcos, e devido a ser o
iardtn moit.i g-anie suced qae o pavilhio
reiipecdvo e toa immedUcOeg rjeam .em tre-
vaa
E' digno de ser attendtda esta recl*ma(ao.
Companhia Pernamboeana O
paqatte '. Francisco egae Deje para os por-
tes do norte at o Oa'4.
fi'ioa social. Rglst-*-se.
Oe Silva Coelno & C. paa idntico reeistro.
Seja 'muir lo.
De Jos Constante e Angosto Pe-oandes
L'ma, socios comcouenteg da firma Constte
& Lima, para o registro da mesma firmaAf
teodidoa.
De J j- Rolrigaes Mia & C, pa-a o regis-
tro de sua firma social.Situ.
O Sr. oregideo e dfsigooa o S'. deputado
Gabriel [Idefooso das Nave Car los:; paa f
aera dlstriooicao do litro liarlo* da casa
commerc al de Ulioto J Or. secretano se declarado impedido.
Nada mais haveodo & tratar se o S-.
presidente eooerrou a sessSo ao meio
da.
rUBLItlfjlsS 4 PEDID!)
Ao eleltorado do 3. distrioto
Illm. Sr.
O partido republicano federal cha-
mado a pleitear no dia iodeJulhoa
eleicao de um deputado cmara fe-
deral por esse districto.
Consultando os mais serios interes-
ses que devem dictar a escolha de um
candidato que mereja essa honra, sao
to recentes e vivas as recordacoes
dos valiosissimos sor ic;os que deve
este Estado ao distincto pernambuca-
no Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima
que outro nao podia ser escolhido, em
prova do reconhecimento que todos
os bons pernambucanos lhe devem por
aquellos inolvidaveis servicos e pelos
mais altos ttulos que o recommendam
a gratido do partido, o qual lhe
prestou o mais decidido apoio no pe-
riodo em que elle governou este Es-
tado.
O nome do Dr. Alexandre Jos
Barbosa Lima tem urna significacao
perfeita dos requisitos que o fazem
digno dessa distineco, ella traduz a
confianca do partido que n'elle v um
dosmais llustres paladinos pela pro-
vada dedicafo causa poltica
que rene os nossos esforcos, pela
prosperidade e futuro de nossa trra
como pela defesa das instituices re-
publicanas.
Recommendando-o aos vossos suf-
fragios, o partido republicano federal
representado pelos abaixo assignados
espera e solicita de vossa lealdade po
litica o mais decidido apoio a essa can-
didatura.
Dr. francisco de Assis Rosa t Silva.
Miguel 7os d'Almeida Peruambuco.
Francisco Cornelio da Fonseca Lima.
Dr. M'arcinil.'o Lius.
Herculano B ande ira de Mello.
Arminio Qoriolano lavares dos Santos.
Dr. Antonio Alves Pereira de Lyra.
Luis de Andrade.
Jos de Medeiros e k.lbuquerque.
ios de Cufiertmo Coel/u) Cintra.
francisco Jeixeira de S.
]os Marcelino da Rosa e Silva.
julio de Mello Fil/io.
Eduardo Augusto de Oliveira.
Da Aolone* & Pereira para o registro de soa cursos multiplicaram-se de modo que at
hoja poneos sao os contribuintea que
trn pago impos'.os, pelo qae o concelho
nao pode realisar um s dos rauitos me-
Ihorainentos j votados, e de cuja falta
se resecte a nossa cidade do Recife.
Forcoso.porm, reconhecer que mui-
tos dos contribnintes t_n razao ; nao
pela inconstitueionalidade de taes imp is-
tos, como allegara, mas, por velatorios
que sao, mxime na presante quadra que
a "irise economica-fiuan-eir pirece que-
rer esmagar as classes conservadoras.
Isto, posto, o cou:elh.j est resolvido
a atteuder na ena futura Iai orgamenta-
ria a muitas das reclamar;5e8 qae lhe
paracem justas, alliviando assim as cas
sos contribuintea, especialmente a do
commercio, que j c&o aggravadas com
os pesados impostos federaes e estdoaes ;
para a consecujo daste just intan'o,
espera o concelho que sejam eliminados
do ornamento estadoal es dous suprac-
tados impostos, al4s que lhe pertencem
po- dir to adquirido cx-vi da Constitoi-
(io do Estado e da le d. 52, pois q ie
de outra forma o concelho ver-seha na
terrivel contigencia de le-luzir os venc-
m ntos de seut antigos erapregados, o
que urna clamorosa injusticia, oa, na
melliir hypethese, deixar de manter os
novos ene rgos que lhe possa a Conati-
tuigSo, taes como : escolas, juize dis-
t'icues, juzea de direito, da fzenda
mnaeipal, escrivaes, pr< curadores, fo'ga
municipal e outroa com que despende
ma s da 500:0 0000.
Nut e, porm, o concelho municip 1 do
Recife a grata esperanza de que essa
Ilustre corporaj&o, aquilatando a sua
justa reclamaco, providenciar que seja
elle htten ido, dando assim essa lustre
corporaSo mais urna prora de sea reao-
nhecido zelo e patriotismo pelas cousas
deste haroioo Eatado, Concorrendo igaal-
mentepara que a municipadade do Re-
cife pos'a conseguir as suas melhores
intenses, dotando este municipio de
grandes e uteia melhoramentos que tam
em vista.
Saude e fraternidade.
Joaqaim Alves da Fonseca,
Presidente.
Francisco Carlo8 da Silva Fragoso,
i' secretario.
Miguel de Abreu Macedo.
2- Becretario.
Olinda, faa saber quem interassar pos-
sa uua noa termos do artigo 24 da lei
o 35 de 26 de Janeiro de 1892, aba-
e inatallada no Paco da Muaicipalida-
de, a commiaiao de alia.amento eleitoral
Gustavo de Figneiredo in-
tunei
Segunda feira 15 de Junho, na ma-
triz da Boa Vista, as 8 horas da manhS
trigsimo dia do fallecimento de GUS*
TAVO DE FIGUEIR5DO ANTUNES,
resar se-h5i missas pelo descanso eterno
do mesmo, t&o prematuramente arranca-
do do seio dos que o idolatravam.
Racife. II de Junho da 1896.
Ao commercio
Forjado a sahir em vinte e quatro ho-
ras da eat&co de Frexeir.-s onle soa es-
tabelecido afim de evitar o desacato de
que fti amaleado bontem, pulo presen-
te convido a todos os meus oradores a
reunirem-se na sala da Aocia$5o C>m-
mercial a 2 ho as da tarda de 11 do
correte p ra analysando a minha es
cripta e conh^oedores, resotverem de
cooformidade com a exigencia do caso.
Rr-oife, 10 de Junhe de 1896.
J. C. Moreira-
Protesto
CHRONQ JD1CIARI
Junta Commeroial do Iteeife
SESSO DE 5 DE JUNHO DE 1896
Presidencia do Sr, deputado Commenda-
dor Joaquim Lopes Machado
Secretario Dr. Joaqaim Theotooio Soa-
res de Avellar
A's 10 horjg da maob fol abarla a gesan,
estando presentes oa Srs. depotados taoeate-
cororrel Go*eel do Amaral, coronel Rodrigue-
de Morra e Gabriel Caldoso, s soppleote com
meodador Gaimaraea Rastoa.
Lida e approvada a aceta da sessao anterior,
passou'se a tomar coobe:imeolo do seguate
EXPBDIENTE
OffieioB:
Do Sr. director da Secretaria da Jo9t gocios interiores e Iostracao Poblica. de 2 lo
correte, commaolcaodo para os fius coove-
titeotet', qoe, por portarla da mscoa data S.
Exc. o S-. rorgelheiro Dr. goveroador do Esia
do regoiveu cooteder a extoeraedo penda por
ABdr Pinhfiro n'Atouqoerqae Ac Verde do
:a-go de 1.- illi-ul la e-ioo da Secreiaria
d'esta Joota e noaieoo para sobstitoilo Vi'
Ctor Aogogto 3 ia-e3 d'Avellar, conforma a pro-
posta do presiente da mesma Janti.
Do Dr. -er-re'.irij oa Jama Commercial do
Es'ado de S. Paalo, de 1.* de Abril oliimo.
reo lei'ojr:!.5) dos commerciaotes ma-
t'ieobd >s no I.- trimestre do correle aono.
bsm como dios exemplares do re alono A*
mesma Jaut-..Accaee-se o receblmeato e ar-
cbive-se.
Do D-. Secretario da Janla Commercial de
Pono Aleare, da 5 do mes passado, remetien-
do a relacao dos commeclao'es matriculados
na masroa Junta, de Ootabro de 1895 a 30 de
Abril ultimo Ac use'se o receblmeato e ar*
chive-se.
Da Jonti dos Correctores, dando de 2 do
correte, rtnetteodo o bole im das cotcOen
officiaes, rafal atas a semana de 85 a 30 Jo
mei passilo. Para o archivo.
Fo-arjj apreseaiadoi i rabrlc os sega at :s
livus:
Diario da tilinto Jardim & C. .
Copiador de Jos Rodrigues Mila & C.
Tiveram despachos as seguales peiicOes:
Da Anta oj A Pereira, esiabelecidos a ra
Marciiio Das a. 4, pira o arcblvameGto de sea
contracto de socletade mercantil. Ar^hiva-se.
De Fj'H & C, estabeleoldos no pateo di
iats Cis> Q- 2> >ara registro, alias a-ctuv.-
aeoto i fa contracto de sociedale mercatr
.111.Sfja o.- '..'.J:.
De ios .sodrlgjss Maia & C. pgfa o archiva'
mento seo contracto de sociedade em com-
manrilig, gaariaado asegrelo dale:-'Jomo
pedem.
De s-i- Ci-ihok C. e8'8behcidos i roa do
Bisio ?..ri,fjDa n. 1, para lieailcoarcaivamea*
to.Deferidos.
HDd Ij Coastaa'.s e Aagasto Pernaades
Lima, componentes a Arma Cooslante & Lima
para l^oal fim.C.aqceomo rem.
i:.n S de Junho de I96
Exm Sr. Presidente e mais membros
da Gomara dos Repinados Esladuaes.
O Conceibo Municipal do Recite, vem
com to 1a a considerado que lhe merece
essa Illuatre cor,>oraco, reclamar contra
os impostos constantes do | J.- n. 8
(prado de corridas) e 8.* (decimas)
do art. 3." do projecto da lei do or meito estadoal ora em diacussSo
Sabe essa Ilustre Curporaco que o
prlmeiro doa referidos impostos fui sem-
pre da exclusiva competencia das muni-
cipalidade (divertimentos publico*) entre-
tanto o Congresso Estadoal, na lei do
orjamento vigente taxou-o com 10 0[0
sobra o movimentj das poules, pelo que,
na irapossibilidade da podar a ir pago
este novo tributo, tas associa^Sis v-
ram-se furcados 4 fathr as saas portas,
com grande detrimento do publico, que
se vio prvalo d'esta diveraSo, e ao
mesmo tempo occasiaoando semivol pre-
juizo a municipalidade do Recife, em
quantia superior a. Rs. 50.000^, que
bgarava na sua lei orcamentaria, como
verba certa para occorrer ao pagamento
daa suas mltiplas daspezas.
Ralat vamente ao aegundo ('dec mas)
sabida tambera que este imposto fo ga
rantido as municipalidades d'es'e Esta-
do pela lai n. 52 de 3 da Agosto de
1892, que dea organisacao aoa munici-
pios.
Este direito,assim consagrado por urna
le especial, foi depois de dous annos
tirado ao municipio do Rec fe e Oliuda,
mentido, porm, em todos os outros, aem
que primeiro tivease sido revogada a ci-
tada lei, limitando-se o Congresso Esta-
doal, a apossar-se d'elle por urna sim-
ples dispoaisao da lei do seu orcamento.
Este facto, daria logar a que o Conce-
lho uzassse das attnbui^Ses que lhe
confero a conatitaijao do Eatado no
n. XIII do art. 95, porque d'elle resul-
ta, como con8eqneacia manif-sto prejui-
zo aos seos direitoa, nao fallando ja na
anomala de arr a mesma materia regida
por duas leis differeutes, isto as deci-
mas dos predios dos municipio do Reci-
fe e Olinda par urna lei annual, e ao dos
demais municipios psla lei n. 52 cima
mencionada.
Esperava, porm o Concelho que tao
inaanaveis damnoa fosaeru corregidos'no
projecto do ornamente de qae ae est
oceupando essa Illustre Corporaciao.
Intalizmente, porm, assim n5o sueca-
deu.
O primeiro imposto Boffraa com erTuto
alterajio, que o tornou peior, por isso
qu o projecto manda cobrar 10 cyfS
sobre o val r dos premios, o qua quer
dizar qie recahe ella exclusivamente ao-
bre um s individuo, o proprietario do
animal ; o segindo 6 conservado om
toda a sua integridade 1
Concelho Munioipal do Recife vio*
ae o anuo passado em serias difficulda-
des para oq uilibrar o seu orjamento vi-
gente ; tal foi a differeno encontrada
aa sua receita por effeito da retirad*
das decimaj, fl assim foi levado forjada-
mente a augmentar certas verbas ja
existentes e a alaptar outra3 novas.
Este procedimento^do concelho, alias,
jasti-ado palas razSes expostas, foi ata-
cado descommunalmente por todos ; a
grita foi geral, a impreusa aecuaou-o,
as reclamarjuei succederam-se, a os re
E'
um meio fm-ll de administrar o
Oleo de bacalbo
Hio Jaoelr.', 6 Noveiiibro, 8?7.
I Im*. Srs. Scott A Rowoe : Teobo o praser
da satisfacer a V. s. eni nlolbeg em poncas
p.lavras a niobi opinlao sobre a Eoala&o de
Scott* Do emprego qaa teobo felto daste pr*
oarado, s teobo qaa me luuvar; alcaocel
sempre o qoe pona raxoavelm?ote esperar da
ana idmiol.-tr.go. Eiiu msio fcil e sgtada-
vel da admiois rar o oleo de Osado de bacalbo ;
A Kmalsao Scct eu ge al bem aop.o tada
pelos doeotes. adoltcs e criancas.
De V?. Ss. Att. Veo. Obs.
D*. Carlos Teise.
Muanla de residencia
O Dr. Barros Caroeiro avisa aos seos ami.
gos e clientes, ter mtalo provisoriamente a
saa residencia rara roa de Gervasts Pires
o. 30.
Srm.
Membros da Associacffe
da Pratcagem
S- abaixo asiigDadas, protestamos om o
direito que noa aasirte, contra a venia felta
iilicilameate por Anouio Lutx Goncalves Per*
reir, da propriedade de ierras Rlacbo-Sacco,
denominada Bagenbo Oriental, no manicipto
de Agaa Preta e pertencente to espolio do
vigano Faosto Freir de Cavalho, da qual so-
mos Ugitimas berdeiraa.
Elvira Caodida de Cirvalbo.
Joaquina Felicia d Carvaleo.
Haria Candida de C .nralbo.
Virginia Candida de Carvalbo.
Lomos no Tratado de Therapentica
do professor Troasseau, que no trata-
raento das se ticas, qae nao sSo causa-
das por accidente oa nSo provom de mo-
lestia constitucional, se obtem quasi io-
variavelmenta um grauda allvio, e mui
frequentemen*e a cura, empregando-se
as Perclas de eesencia da therebanthina
do Dr. Clartan.
RectlficacEo necessaria
No ab ixo assignados dos mora lores
do 1.* dis'ricto de Afogados, publicado
hontem neata sec^So, a quinquagesima
assignatura Luiz de F.-aoca [Jallo o
no Lu'z de Franja PasiSada Mello,
como por engao foi publicado.
Os abaixo assignados agentes de Compa-
nlilns de oavegacao e congnatarios de vapo-
res e navio?, vm pal* presenta testemonbar-
vos os seos mais siuceros agradaclmentoa pe-
las acertadas e pru tantea molidas por vos to-
madas como membros da dlgnissima corpora*
ao a que perteoceis, por occasiao da oltima
grave dos trabajadores, empregados oo ser-
vico de amarrabas e desamurragao das embar'
caes oo incoradouro interno.
Ao perfeiio cumprimanto de vossos deveres,
ao vosso zelo, dedca(ao e amor ao servido,
bam como a vossa prudencia, calma a ener-
ga, deve o commercio de Peruambuco nao ter
assistido a perlorbac&o do servico de navega
Cao em nosso pono.
Damos disso solemne tegtemunho vos
apresentamos os nossos sinceros agradec*
ojelos, na esperanca de qne sabis ter o mes*
roo pracetinoento era casn i-i*ntico.
Recife, 8 de Junho de 189b'.
Borstelmzan & C.
Amorim, Irmaos & C
H. Borle C.
Pereira Caroeiro & C.
P. P. Blacburo k C.
C. Blackboroe.
P. Bndira-
For WiUon, Seos &C.
Limited W. R- Philippe Manager.
Heory Forster & C.
Jos Ignacio Guedes Pereira.
Johnsion Pitar & C.
Silva Guimaraes & C.
E. S. Levj, por Hermn Londgren & C
Pedro d'Abe.
Nova M lia & C.
P. P. M. S. iaia.
Baooel G da S Iva.
Lopes Guimar*s Irmaos.
A. Ulysses de Carvalbo.
Amorim, Fernandas & C.
P. P. V. NeeseB Utleve.
P. P. Pcbm&n &C.
Manoel G. de Barros.
G. Winrock.
P. P. Boxiwell Williaos & C.
C. P. Choacte Dajor.
Joao de Aquino Fonseca.
Fonseca Irmaos & C.
Brtwns & C
Arlbur B. Dallas.
H. J. Perraao.
Q latro criancas atacadas c'e toase re-
belde, em casa do Sr. coronel Jos Lo-
pes da Costa Moreira, largo de Catumby
n. 81, curaram-ae com o JatahyHo-
norio do Prado.
Vidro lfJoOJ as boas pharmacias.
Bu era aasim
MILf\GRE
Fazem mais da oito anooo que o S
Anselmo Pinto da Costa, residente na
roa do Hospbio n. 236, nao dorma se-
nao recostado em quatro travesseiros
Nao aa levantava. Tnha falta de ar,
muita tosse, deitava escarros viscosos e
aanguiaeos, ten lo febre durante eertas
horas do da.
Grabas ao AlcatrSo a Jatahy, boje
anda a cidade toda, est engordando, a,
de dia para dia faz diCFerenca para me-
lhor. U
Est contentissmo e reedita esta mi-
lagroso remedio a todos os seus co.habi-
dos.
O Morrhuol Cuapotcaut representa,
sob fraco ro'ume, todos os principios
aetiv?8 do oleo de fgado de bacalbo tri-
guero, com excluso da parta gordu-
rosa.
Este producto sa impoe, pois que as
cranlas, aa san horas e mesmo os rapa-
zas nSo podem reaolver-se a absorver
essa bebida desagrada val.
O Morrhuol Cbapoteaut, em pequeas
capsulas, supprime qualquer sabor des-
agradavel ; debela depressa a tosse ; o
appetite se desenvolve, fasendo voltar
as forcas.
Vamos tranacraver, com toda a im-
parcialidado qaa nos habitual, urna
observadlo do Dr. Cazenave, da Paria,
rectificando urna nota publicada recan-
temente por alguas collegas da impren-
sa attribuindo-lhe a cura do Sr. Carn
com o Xarope de Quina Farraginoso de
Grimault & C.
Foi o Doutor Debout que obteve
esaa cura, disee o nosso collaborador,
com a admiravsl preparado de Gri-
mault que, durante maito tempo, recei-
tou nos hospitaes da Paria contra a ane-
mia e a pobreza do sangue, aempra com
o maior xito.
EDITAES
Estrada de Ferro Sul
dePernambuco
EDITAL
Fornecimento de carvo
Da ordem do Sr. director engenbeiro
chefe ae fai publico qae s 2 horas da
tarde do dia 22 do correte ter lagar
oeste eatrarla a concurrencia para o tor
oeeimeato de carvSo de CardiS nacis-
rio ao servico desta mesma estrada DO
aemeitre deate anno.
Oa propoaentea deverSo apreaentar-se
at 1 hora da tarde do dia cima indi-
cado, traiendo saas propoitas em carta
feohada, devidamente selladas, e acoro,
panhando o oonhecimento da caucSo pro-
visoria de 500*000 que depositarlo na
theaooraria deata estrada.
O carvSa ser de primeira qualidade,
tres vezas pen airado a posto pelo con-
tractanto em Cinco Pontas dentro dos
carroa da Estrada de Ferro do Recife ao
S. Francisco, correndo por sua conta
todas is desposas at aquelle ponto.
Os foruecimentos serBo feitoa por pe-
didos assigoadoa pelo almoxarife, rubri-
cado pelo director engenbeiro ohefa e
dentro do praso mximo da 10 das sob
pena da milta o juiso do director enge-
nbeiro ohefa.
.0 aontraotante foar sojeitc i prei-
ta^So de urna fian$a, que para garanta
ao sea contracto, ser fixada pelo mes-
mo director engeuheiro chefe.
Secretaria da Estrada de Ferro Sul
de Pernambuoo, Palmares, 11 da Jooho
de 1836.
O Bicretario,
Sot da Cunha Liberato de Mattos
cojos trabalhoB deverSo durar vinte das
contados deata data.
A referida commiasBo incumbe de
eonformidade eom oa ns. 1 e 2 do arti-
go 25:
1.a Rever os alstameitos preparados
pelaa commissSas Becciooaaa afi n de ex-
cluir o uomea dos cidadBos qoe nSo te*
nham provado as qualidadas de eleito
e iilimiaar os mencionados oas informa-
S8aa de qae trata art ga 19 da referi-
da le, deaJe que nao haja prova em con
t*J!T.
2 Resolver as reclamacrles qoe fo-
rem apreaectaJaa aobre a aclus^o iadi-
vidae e no ioclusBo.
Sala d ci^a! de Olinda, 10 de Juiho da 1896
E'i, Lucio Jos Monteiro, secretario
do Concelho o s ibac-vi.
Jodo Francisco da Lapa.
O Dr. Jos Cavalcante de Alboquarqne
Ucooa Juia de Direito doa Feitoa da
Ftzeoda deste Estado e Pernsmbac
etc.
F* saber "acs que o presente virem
que em pra$* publica deste joitro se h-
de arrematara qaem mais der para pa-
gamento da mesma fasenda no dia 12 de
Junho do correte anac.
O predio o. 45 a raa do Coronel Suas
sana, fregusaia de S. Jos, medindo de
Ireote 4 metros e 5 cantimetroa e du
fund 5 metros e 60 oeitimet-oi, porta e
jaoella da frente, 2 saas, 2 quartos e pe-
queo quintal avaliada em ].500$GOO
na execu';3o centra o vigario SimBo de
Aievedo Campoe.
O predio n. 30 a ra d AagumpgBo
freguesia de S. Jos, madioio de irente
4 metroe e 5 centmetros, de taodo 1S
metros e 20 centmetros, porta o jaaella
de frente, 2 aalat, 2 qaartos.coainha tora,
quintal morado avahado em 1.2C0A000
oa execncBo contra Marianco da Coste
Teixeira.
O predio a. 35 a ra do Bom Gusto,
fraguaaia de Aogados, medipdo de (rea-
to 3 metros e 80 centmetroa e de fundo
6 metros e 55 centmetros, porta e janel
la de frente, 2 salaa, 1 qaarto, quintal
em aberto avaliada em 40$000 na exe-
cucBo contra Manoel Jos da Costa Ca-
bra I.
jJ'J predio n. 6 a Estrada de Luis do
ago f-a gueaia da Boa Vist*, medindo
de frente 3 metros a 70 centmetros e de
(ando 7 metros o 75 centmetros, porta s
janella de frente, 1 sala, 1 qaarto, cos-
nba interna e qaintal em aberto avahado
em 200000 na ezeeucBo cont.-a Constar-
oia Zeferina de Oliveira.
O predio n. 7 sito no Castalio a Estra-
da do Giqui JaboatSo, freguesia de
Afogados, medindo de fraote 4 me'ros e
20 centmetros e de tundo 10 metros e
30 centmetros, 1 porta e 2 janellaa de
frente. 2 salas. 2 oaarton, eosiaba inter-
na 6 peqodnd aitio em aberto avai'aio em
200(9000 na exec 9B0 contra Clemente
Jos da Silva.
Urna arm.cio de amarello ancaxiihada
e envidra cada do eatabeleci ment n. 24
a rna do Bom Josas, freguesia do Raoi-
fe avaliada em 1.2005000 na execuySo
contra Ignacio Francisco Pereira.
*3RU*8a armaelo com balcBo de frente
o da lado com p-dra marmore e l ba*
Edital
O oapitao Joo Francisco da -Upa,
presidente do Concelho Munioipal do
lanca romana existants no estbale-
cimento n. 20 a raa Larga do Rosario
avaliada, em 1.2O0SO0O na execaeo
contra Joaqaim Conrado de Aguiar.
TJma armacBo envidracada de om lado
e a primeira parte do sitio existente no
eatabeleci manto o. 78 a roa da Impera-
triz, fregaezia da Boa Viata avallado em
1.0001000 -a execogao contra Hygino
Gomia Ferreira a portenoente a Domin-
gos & Fernandos.
Urna armacBo de amarello envidraba-
da avaliada em 4O0.JO00, 1 baleo de
volta em 1008030, 1 fitairo em JOOflOTJ
1 relegio de parada em 205000 oxis-
entea no predio o. 265 A, a raa Jm-
porial na exccujBo cotitra Mana da C*r-
mo Gams.
Urna armacBo e balcBo doamarao ec-
vernisado existente no predio o. 30 a
raa de Vidal de Ngreiros avahado em
600S000 na exeoa$Bo contra Aagasto Pe-
reira de Lacerda.
Urna armacBo, baloSo e temo i peso
exiBtantas no predio n. 1 B, a r.ia de
Santa Rita ava'hdo em 6005000 na ex-
ecocBo contra Felicissimo da Paula.
Urna dosia da cadeiraB do junco en.
varniaadaa, 3 aparad orea a 1 fiteiro ava-
llados em 5005000 na execoco contra
Seixaa &c O, e pertencente a Jos F.
Le te, existentes no predio n. 8 a tra-
vessa das Cruxee.
Urna armacBo s baloSo de amarello en-
varonado existente no predio n, 56 a
roa do V.aconde de Iahama avahado em
5005000 na exeouco contra FariaB
& C.
Urna armacBo da amarello envidragadr
existeate no predio n. 4 a ma de Marci-
iio Dias avaliada em 3005000, 2 daaias
de cha<.osde Bel de alpaca por 1201000
na execac&o contra Manoel Domlnguea
da Silva.
50 tabo b de amarello com 3 metros
da oompri ment cada ama existentes no
predio o. 35 a ra da Iuperatria (Boa-
Vista) avahadas por 6008 300 oa execa-
cBo contra Marianno Jet rav-res.
Orna armatjSo, baloSo, pesos a medida
do esUoalecimento n. 149 a roa de Vi-
dal de NegreiroB avaliado em 300$000
oa exeeacBo ooatra Aaavedo Lopes & O
iUm cofre da ferro existente no predio
n. 42 a ma Lrga do Rozara avallad >
em 200$000 oa exeonglo coatra Jordfto
Antonio Pereira.
20 fftboas da amare'Io com 5 met.-os 'e
comprimeoto e 30 ce timetros de larga-
ra exiatentaa no predio n. 32 do Ces
do Oapibariba avahados por 2008000 ua
oXfcCucBo coatra Angelo Cast odio da 0!i
veira
80 alqaairos da cal preta pi* 645000 a
20 ditas branc* por 898000 existeots no
predio n- 60 B, a ra da Br3o da Victo-
rii fraga saia da San'o Antonio na exe-
oacBo coatr Manoel Ribeiro d PaixBo.
2 arnnrin por 30-5.XX) e 20 barras de
ferro por 605000 exiatentaa na predio c.
2 Largo do BarSo de Luoana oa execa-
olo contra Manoel Joaquim dos Sanfcs.
Urna cama francesa de madaira da ama
rallo enveroisada e empalhada de novt*
extt-nte no predio n- 18 a ma do Coa-
elheiro Pere'ri, freguesia da Santo An-
tonio avaliada em 2005000 na exacacjto
contra Manoel Joa do Nascimentt.
Um cofre da ferro axis ente no pre
dio a. 12 a ra de Maris e Barros per-
tencaote a Antonio Rodrigue* da Costa
a avaliado am 2005003 na exacugSo coa
ira Manoel Ferreira Alagos.
Urna armacBo, baleaj, pe das do estabelecimecto o, 9, a travesea
Real da Torra, hoja a ra da Rio ava-
hado em 1205000 i a exasugBo contra Mi-
guel Pereira da Silva.
. Urna meaa quadrada de amarello, 1
carteira a 1 armacS> peqiena e 1 arma-*
rio existente no estabalacimento n. 49
ra do 8 m Jasas pertoocaote a Mendos*
&c Filho avaliada em lOO-jJOO n> exeiv-
qSo contra Antonio Dias Martina.
2 consolas da madeira, 1 mocSo, 1
commoia enverniaada i preta, 2 espe-
Ibos om a moldura eatragada perteocan-
t; a Agostinhj Alves e exutaate no pre-
dio n la Praca do Goida d'Eu, Boa
Viata, a-*aliados em 8O5O0 nu exica-
cBo contra Luia Antonio Alvts da Pon-
tc-cBo,
Urna meza grande de amarello e 1
carteira existanta no predio o. 59 a roa
do B >m J-aiis avaliado em 60$000 na ex.
acucBo contra Franoisoa dts Chagas o
Sdva.
Urna armacBo e balcBo existente nrj
predio n 39 a ra na Cadeia Nova, SI
Jos, ava'iado em 705000 na exeeuclo
contra Manoel Joaquim Cava.'cnts.
2 fitiro* grandes de ma eir amarello
envermsadas por 508000,1 relogio de pa
rede por 158000, 1 mesa com tampo de
padra por 1O5C00 existentes a raa da
JoBo do Kego n ..avallados na exocucta*
contra Moura ck. C.
1 balcBo de madura de amarello com
tampo de padra a 6 gnchoi da farro
exiatent? no predio n. 77 A, a ma Con-
de da Boa Vista da mesma fregaezia ava-
llado em 1005000 na execucBo contra
Manoel Paulo de Albaqaerque hoja Ma-
mede Paalo de Alboqaerqaa.
E para que o'iegua a o eoobecimenta
de todoa maodei pausar o presente que
ser publicado a atfixido na lagar do
ooatame.
Dado a paleado nesta cidade do Reci-
fe, do Estado de Pernambuco, aos 26 da
aio de 1896.
En, Jos Luis da Costa Rocha, escri-
vSu o subscrevi.
Jos Cavalcaota de A. Uohos.
Estarla de Perro Sul
de Peraambuco
Farneointento de lunko Po
zemliro de !<
eng'**
De ordem do Sr. Dr. director
nbeiro ebeie aa faz pabliao qua at fts 2
horas da tarde do dia 22 do crrante re-
oebim-aa propoataa na secretaria deata
estrada para o fornecimento, por contrac-
to, do semestre de Junho Desembro
Jesta anno dos artigos constantes da re-
lacSo qae ser facultad.! ao exame doa
iotareBiados na agencia deata maama es-
trada na cidade do Raoifa. O proponen
tes deverBo aprescntar-Be Deata repart*
cBo k 1 hora da tarde do dia cima indi*
cdo trasendo suas propostas em cartas
fechidas devidamenta salladas, dtala*,
a aaaignadas com os procos escriptos por
extenso e sem emendas, rasuras e cansa
qae duvida faga, acompanbando- is, tan-
to qnanto paasivo!, as respaotivaa amos
tras, principalmente acs art gos, cuja
qualidade nBo esteja expres-a na rela-
cao cima referida.
Para ser .dmi'.tido a concurrencia cada
ptop.-io-.iita far na thesouraria da estra-
da um deposito da quantia de cao mil
ris, pardeado o direito de levantal-k
aquella qae, preferido para o forneci-
mento de qualquer artig> recusar-se a
aesignar o contracto dentro do praso de
8 dias contados da data em que houver
recosido o aviso qae para tal fim lha for
expedido.
Na agencia deata estrada no Racife,
eacontrrBo os propo lentes, os modelo*
dos impresaoa, hvroa etc. e ae prestarlo
as informacoea nacessarias.
Para garanta da boa execocSo do con-
tracto depositarlo oa contraolaotes no
cofre da estrada urna quantia fixada pelo
director engeaheiro ebefe, de accordo
com a importancia do fornecimento con
tratado.
Secretaria da Estrada da Ferro Sal
da Pernambaoo, Palmares, 10 de Junho
d) 1896.
O secre'ario,
Jos da Cun/ui Liberato de Mattos.
O Dr. Joa Cavalcaota de Albaqaerqae
Uohoa, Jaiz de Direito da Fa-enda do
^Ei'oda da Pernambaoo, etc.
Fez jaber pelo presente qua no dia 12
de Jucho do correte anno, se hBo de
arrematar por venda a quem mais dar oa
seguiotas bens paohorados por exeoaca)
da Fazanda do Eatado.
Fregosla da Smto Antonio
A armacao,pez s, balangae mais atan-
oilios existentes no estabeiecimauto n. 10
a ra da Pedro Ivo pela quantia de.....
2435000 por ser a teroeira praca*
Pertenaa-n a Loarenco Braga & Q.
O sobrado do tre andaras n. 20 a rar
Larga do Rosario taodo no pavimeoto tea
freo, 4 portas de fraote, Beodo 1 da *s-
cada em eaio, peqin o quintal morado
com 1 qua rto, no 1." andar 3 jane lias de
rente oom varaoda de farro, 2 Bala*, 2,
quartos e cosinhafra, no 2:' andar 3 ja*
nellas de frente, com varando de ferro,
2 aalas a 5 qaartos, no 3.* andar 3 j mel-
las do frente, 3 quarto-. e cosioh-, mede
do frente 9 metros e 30 centmetros o do
fjudol7 metros a 30 c*ntimetros pela
quantia de 16.2005000 por s>r a tercei-
ra pnca-
P-rtenoe a Antonia Franoiaca de Albn-
querqua o outroa.
Freguesia de SBo Jos
A me.'agua de n. 24 F, na travesea
da Via. Frrea oom porta e jaoella a




-


1
JllIBlHl


?'



-p




r*.<*, v." *: ?
Diarlo de Peruambneo Sexta-feira 19 de o un lio de 1S9G
frente, l na! 1 qoarto, ooainba e
quoo) quintal murado, meda do freo
3 metroi 70 centmetros e de fundo 6
me' ro e 35 centmetros avahada eon...
1508000.
Pertence a Amaro Jji dos Prazeres.
A cana n. 152 a roa Marques do Her-
tal com ;>crta e janella de frente, 2 sa-
la*, 2 quiirtos, coiinba extorca quintal
murado e este com 2 quartos, mr.de de
fren e 4 metros e 50 ceatiiietroa e de
fu ido 14 metros e 20 centmetros av. lia-
da em 4 OO^OOO.
Pertence a Luis Ferreira de Almei'a.
A C;na de n. 12 no Pontal da Uaiaa-
ga com porta e janella ce frente, 2 sa-
las, 1 querto, cozinha interna, paredes
de tabo s, mede de frente 3 metros e3)
oentimetrcs e de fundo t metros > 50
centmetros pola qaantia e 45|5003;
utra com as mt-imis diu-eosGes e
commodidades pela roesraa cuanta de.
455000 por ser a segunda praca.
Pertence ai a FrancitCi J r da Abren.
Fregueeia ra Boa Vista
A casi n. 8 na tr.ivossa de Jo5o di
Barros coin 1 pjrta e 2 janolas do fren-
te, 3 quarto;, 2 salas, cocinha fora i
quiitl em aberio, mudo da frente, 6 me
trn e 20 centmetros e de fundo 6 me-
tros, de taipa avallada em SUJOOO.
Pertercu a Epipbanio da. Silva &Iago
Bibes.
A casa n, 115 E na Estrada de Gi-
qu' a Jaboato fregaedia de Afogados
com 2 portas da Ir: te, 2 silas, 1 quar-
to, cosinhu intona da taipa, e quintal
careado, mede de -e- !e 5 metros e de
fundo 8 metros e 20 centmetros avalla-
da em 4C0000.
Perteiici a Ovidio Cypriana Regueira
da Costu.
Fregupzia do Poqo
A casa de n. 6 t Estrada de Sant'Aa-
na de dentro com 3 janel>s de freute,
2 portas e 2 janellas no oitSo, 2 sals, 4
quartos, cjiiib fra o quintal murado
com 1 puerto, aseda da trente 6 meres
e 6 tros, e de fudao 11 metros
e "<0 centmetros avallad em 4.000J0O0.
PerteoCa a Ju Jaoome Ttsao.
A c sa de c. 29 a ra da Casa-Forte
com iota e j n;l!as de fe-te, 2 si.lae,
2 quarto:, Cosinha e 1 quarto este-no,
quinta1 morado, mede de trente 5 metros
e de fundo 12 metros e lo centimuros
pe- vimento da cadeira de Mineraloga e Geo- |?e|P'iH' a VaPPA Klll A* Par.
ote logia Jo Instituto Benjamn Constant.vaga *S"dUa UC ICiTU MU BMtaO
avdiaJa em 3.5O08O0O.
oaquim
M.
Pertfi.ee a herdeiros de
do Espirito anto.
A cata do n. 7 n.i Estr da de Pedra
Mol com 3 j*aellas de frente, 2 portas
ro oit-, 2 salas, 2 qupitia e cosinha
interne, raede de frente 6 noiros e 30
cen*netros de fuado 7 metroa e 50 cec-
timetres avahada em 300,$GOO.
Pertence a D miao Mari* do Rosa
vio.
As case* de cg. 21, 23 o 25 na Eetra.
da do A*ud-v tendo Cfda urna, porta e
janella de frente, 1 acia, 1 quarto, e 1
corredor qu^ sarve de cosich, mede ci
fren'e 3 metros e 75 centimetros de tun-
do 5 meirDS avahado cm 700500 cada
nM.
Partenc.m a Jos Francisca do Seg
Maia.
O turren^ onde foi edificada a ca de
n. 16 em Apipucos Eatrd i do Acude
o qual meia de (rente 8 metros e 80 cen-
tmetro* e de funlo 12 motr<< e tO cen-
tmetros pela quantia de 4()$500 por ser
a terceira praca.
Partee ce a Pedro Ramos LeitSo.
E par constar passoa-se edital na for-
ma da le.
Dado e passado cesta cidrde do Re-
cite de Pernembuco, aos 23 do Ma'o de
1896.
Eu, Jos da Costa Reg Lima, eecri-
v5o sabscievi.
,] t Oavloante de A. Ucho*.
Secrelaria da Industria
3.a directora
Por esta directora se fas publico, que
DO da 23 de Junho 1 hora da tarde,
rerebe-B 3 prepostas em cartas fechadas,
devidamente salladas, para os reparos de
que oioeasita o boeiro da estrada de
Gcyann. na varzea do Paulista, oreados
em 5:271|C07.
As pr-postas devam ser escriptas por
extenso, em rasura, emeoda ou vicio
de qualquer especie, sendo regeitados as
que se ressntirem das aeguintes faltas :
1. Ah que excederem ospregos do or-
namento ;
2, As que se basoarem em preces de
entras pro postas;
3. As que c3o forem organizadas de
accordo com o presente edita!;
4. As firmadla per pessoaa qoe j te-
abo de Xdc de cumprir contractos com
eita repattirSo ;
5." A cLe nSo cfferecerem os garan-
tas e qualidades exiid&a na^ta edital ;
Ha resido duas on mais propostas em
egualdade de condicSos, ser preferida
a ao ccrctrrents que malhor piovas de
idoneidade offerecer.
Oa concurrentes deverSo hiera deBia
idoneidade exigide, para a direcySo e
execocSc daa obres, indi?ar o lugar de
aua residecC'S.
Netihum coecurrente aera admittdo
ccrcurreacis, sem que prove ter deposi-
tado no Thesonrc do Eatado at s 11
bcraa daqnelle da, quantia correspon-
dente a 5 "/* do valor de obra, impor-
tancia que perder, se, escolhida aua
proposta, e convidado pira aaiigoar o
contracto, i iato so r'cusar.
Para bos ga'tntia da execu$ao do con-
tracto, depositar o contrectante no The-
Quro, um. caugSo q>;e s>-r previam n-
te arbitrad, por esta directora.
Nesti repartilo, estsrSo dupos'tjlo
dos aecbores cotiCnrreotes, dos 10 s 3
hora da ta'de, o ornamento e plantbs
respectiva a.
Recite, 3 de Junho do 1896- ,J
O director,
\M. Bruna
Secretaria da filtica, UVego-
c o* lateriores e IastrueciO
Publlea do Entado de Per-
u'iul) c<>, em IO de Junho
de 18f)B-S.a directora 1.*
seeco
De ordem do Exm. Sr. Conselheiro go-
-rernt,dor do Estado fago publico que,
dentro do praso de quarenta das, a con-
tar da data fu presente, se aoha aberto
neita seorettria o concurso para o pro
pela exoneracSo cunedida ao engeobeiro
Lait Lombard.
Oa candidatos doverSo, na forma das
iostruocSea approvadas por decreto de
3 de Margo ultimo, dirigir oa sena re-
querimeatoa pedindo a ioscripcSo para o
referido concurso ao mesmo Exm. rr.
Couselbeiro Governador, instruidos doa
seguiotea d< comentos :
1.* Cert dSo de idade, titilo oa diplo-
ma que prove maioridado legal ;
2. Folha corrida ;
3." Attestado de morslidade, paasado
pelas autoridades do municipio em que
rrsiir o cendidato.
O director,
A. Gomes Leal.
Secretaria ds Lidustna
3* Directora
Para oenhecimente dos interessadoa
f-co publica que, no da 12 de Junho vin
doiTo, l hora da tarde, recnbem-3e
nesta directora propostas em carta tecba
da, devidamente Bellida, para oa repares
de qu.) neces itam a estr da e a ponte
do Cnmpu Grande, oreados em 2:938^901
Aa propostaa devem ter escriptas por
extenso, sem rasara, emenda ou vi;io de
qualquer especie, aecdo reseitadaa as
que se resentirem das segnintea faltas :
1.a Aa que excederem os precos do
orcameotn ;
2.a Aa que so basearem sm precos de
outras propostas;
3." As que nSo forem organizadas de
sccordo com o presente edital ;
4.a As firmadas por pes-oss queja te-
ibam deixado de camprir contractos com
esta repartigfio ;
5* As que cao cfferecerem aa garan-
tas e aualidades exigidas neste edital.
H.vendo duas cu maia propostaa em
iguaidade de condi^Sca, ser proferida a
do eos c;rrent3 que melhnea provas de
idooeidale < ff-rcer,
Os eocc'Jrrentes dererSo, alm d?s36
idoueidae osigida para a direcgSo e exe
cagSo des obras, indicar o lugar de sua
residencia.
Nenbum concurrente ser adnittido a
concurrencia sem que prove
De crdem do Sr. Dr. director engenLei-
ro chefe se faz publico qee o mesmo ae-
nhor director mendou orear em cada urna
das eeta^Sss derta ertr^da aja livro em
que sero lanzadas qaaesqier reclava-
1,8-s qne tenham de ser dirigidas di-
rectora, deven'lo oa aeohores nteres*
dos abonar aa auas quuxs c.m dvas
testemunbas idneas.
Ease livu ach-~>e a cargo das senhores
agentes
Secretiria da Estrad de Ferro Sul de
Pernamkaoo, Palmaria, 10 de Junho de
1896.
O teiretario,
Jos da Cun/u Liberato de Mattos.
Companbis
De tillagao Fr-go-o
Optinia nc<|iii.*iit;au
A OOBBiisbSO ai. lio a-f-Kuada Bumpftent"
mente sa'orisjtia po- asue-ioi aer^l de 8 ie
Jmhodel896, cti uia con^urreule* a compra
d"9 Dei a oa CoapaL.tiid D-atilla(A) Pra^unu,
|.ar a Hqniftagao da referida Conipa. na, ctmo
baixo 6e tieclats.
Un magninno en.eaho c m 27 k I.raet-cs de
perim>tro competeaiesseote dema
explendidas ma'.tsp, 'ogiadiU'0 e ter.-eoos pa-a
xplo ac^io de caieiras.
(lia deaiillacao em pr-rfei'.o eetaio, e
eysiema allamso, moeoda i^Uxu, esteira, ba
iaiiC<, elR
A di-si ll.-cSo teto capacidade para 12 pipas
dunas e f trabaihon dorante ma ~A a.
Anir Mi-la P.nbeiro,
W H. Hion.
Por .-.ornracao df Anlorio L'iiz d 8 Santas,
JoSo L. lio. Sso'o*.
M&rca registrada
JoSo de Aquino F->> s^ca, commercian-
te importador d kerosene e establecido
nesta cidade, requer o rgitro d pre-
sente marca que destiuada a h ai_'iia-
|Ur como genero de seu commercio o
kerosene inexplo ivel denominado
Luz el-snal.
Descripco da mares : TJm rotulo de
lar deposi- forma rectangular, raedind 3$ centime-
Fara ^assageDB, cirga, frete e etc., trtta'-ft
Consignatarios
Borstelraatm &C.
18Ra do Commrcio'18
1* andar
CHAI6Kt)RS REfJiVIS
CompaDhia B'ranceza
Naveg^co a vapor
o IJavre,
Linha regular enrre
Pertiamboco, Macei,
Jane ro e Santos
O VAPOR
Lisboa,
Sabia, Rio de
Campias
E' pt>rado da Europa at o
ais 1C de JudIio, e sepnr <(e>
poi8 a* utcetaria demora para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
Rcge- aos-'Srr. -oriportadoroe de carna palos
aporea deata li'jda, qneiraro apreBent deo
ro 'rengas qaqaer reclaarseao fonrerDente a c
'ames qoe por ventera ieobD avecidc para os
ortos do sel. Jn de j. pode^am dar i lampo
8 provideuciaj as.
Exoiraao o refPrido prsso i ccapanfiii
eHDOOsollis sor axtravios
Recebe carta: a tratar core o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rut d<> < !t.ir Boyal Mau stB m P ckb. uomDaoy
O paquete Tamar
Commantante T. Constantine
tado no Theaouro do Estado, at a 11
hora daqoel'.e dia, quantia correaron'
dente a 5 */" do valor da obra, importan-
cia que perder si, eacolbida aua pro-
posta e oonvidado psra aasig'nar o con-
trato i isto se reoosar.
Para boa garanta da exesccSo do con
tr.co, depos ta- o contrsetante no Tbe
souro urna caut;So que sr previamente
ar itrada por esta direstoria.
Nesta reparii'sSi estarSj a disposigao
doa aeDhorca con:urrcn*es, das 10 3 3
horas da tarde o orcamtcto a aa plantas
resijectivaa.
Recite, 28 do Maio de 1893.
M. Brur.et,
Directur geral
Secretaria da fusUfa, Xego
dos lateriores e Instrue-
cS Paltllca do Estado de
Pernambueo, em 5 de Junho
de 1896.
EDITAL
O Exm. Sr. Conselheiro governador
do Eatado mande faaer pob'io p ra os
devidoi fina e em observancia do^art-go
25 do regulamento ixcedido em 23 de
tros p r 2e meio, encimado pe. titul>
Lu Celesti 1, eutre a^pas, d'Spos.o em
arco de c.nulo em L-t ra. maiuscuUs de
tres centmetros, em vermelho cirrega-
po ; e Ij!o abaixo a palavra nexplos-
vel, em caracteres preto, m nusculoa,
diapostos era curva rever, t sentido
obliquo em dir^eco mais ou menos ao
can'o superior d reito do papel, com or-
natos.
No centro em plaoo inf rior, v urna
pequea rotsa, sobre que se acia collo-
cado um candieiro de p, com re-ipiente
de forma esphar.ca, tendo ao ldo a chi-
min curta e t^-rinnando em beijo, com
o respectivo abat-jous.
A lado direito e suspenso nos ares
um :-njo de cabellos lauros e solt?,
azas branC .s, cora figura de adalto, con
vestes encarnadas e um manto ama-
relio c>m fites verdemarioho, presos na
cinta ao Indo inuob rto. Com ambas as
mos s-gra nma lata de f -rma rdetaa-
gular, da qual ?ahe o liquido com qoe
encfce o recipi-nti do candieiro No
mesmo plnno da mesa acha-se urna caixa
de karosene com o presente rtulo na
.face anterior: ao lado esquerdo ve-se
Janeiro de 1893 para cxecacSo da le n. um outro candeir0 8obre alta tripeca de
15.de 14 de Novembro de 1891 s que se ferr0 com ffrand, abat-jous obe.t'o de
acba vago o cargo ao Jai da Direito do He 0 eQCarnadl, cJoai frin;ai da
mumcipio de t abrob em conaequeoca m(JSa c0 expedlD(j0 Q,en8a az. A
1 'mesa tena o p extremo esquerdo ( a
quem olha) eobre urna tira de tapete
E'eBpercdodo
p nI at o da
15 oo correte,
'tequiado depois
para
Lisboa, Vigo, SouthaEpton
e S. Vicente
Bate p'auete foi completamente reformado
ra-.i SQbetl'.or o < Magdalena, que, por tsa
a vse directo ao Rio da-Prata a Lista.
SedoooSo eos procos dai isa
Ida Ida e volta
A t *0 X "0
a' i- as sa

Pe .v.'' reo.
Pira carga. Laaaiaeas, sofemojendas e '
nhfiro a (reto, trals-se :on
AGENTEN
\ mrii & C.
una us N. 3
O paquete
pava bacbsrel Pedro Jorge de Sonsa para
o da Pedra.
A vaga de que ae trata aera preenchi-
da pelo Juis de D reito mais anfigo den-
tro es que reqoererem remojSo no piaso
de G0 das, a con'ar da data da pu'l.ca-
c3o do presente edital; se nenbum a re-
quer o provimento aera feito pela forma
determinada tto artigo 21 do regulamen-
to citado o de accordo com e acto e ioe-
truc;5ea de 12 de Agosto do meamc anco.
O director.
Affbnso V. de Medeiros.
O Or. Antonio Joa Ueeriquea Lima Jais
substituto do Commercio do municipio
de Recife e capital do Estado de Per-
nambueo em virtude da ei.
Fac.3 saber aoa que o presente edital vi
em oo delle noticia tiverem que Jos
da Silva Nunca acba-Be rehabilitado, me*
diante o respectivo processo, e pela seo
tenca do the^r sepuinte :
Santero
Em vista do requerido a folhaa 442
por Jo da Silva Nunea, doa documen-
to a constantes doa aut a e nos termos do
art'g) 86 do decreto n. 917 de 24 de Ou-
tubro de 1890 julgo o mesmo Jos di Sil-
va Nunea rehabilitado, afm de que contra
elle cesem a cterdiccSes da alleacia.
Pasee se a competente carta de rsha-
bilitaQ&o. Cuatas como do direito. Pu-
blique se no cartorio
Rec.fe, 25 de Abril de 189?. Laviao
Vieira de Macedo Lima.
Nada maia as coctlnha em a dita sen-
tere1* que mandei execotar pelo despacho
do tbetr seguicte :
Dospscho
Oumpra-se a eeatenca de fo'has.
R-cife, 9 de Maio de 1896 Henr-
qa>-s L'K .
Nada maia ae continha em dito despr-
cho, em virtude do qual paseou-se o pre-
sente, para conheci ecto de todos e fias
legaes, e que ser publicado pela im-
preoea e afSx do do lugares do coatume.
Dado e paseado nesta cidade do Reci-
fa, capital do E tado de Pernambueo,
ao primiro da do mes de Junho do
xnno de mi oit en toa e noventa e aeia,
Ej, Gfus'avo A'oerro de Bnto, esori.
vftu do COiimeiCio ea^reV.
Antonio Jos H nriq >es Lima.
DECLAhACES
Companhia do Beberibe
prde se aus Srs. concessionanoa de peona
o'aga. de msndarem saldar seos debites al o
tira do correte mes para evita: qoe Ibes 6eja
inierrompido o fo;necimPi to d'aess.
O R-jjol m-r.i dispOe qoe o pagamento *eja
fe: o ni s 3') us sab^eqoeoies a trmioacao de
a a in ; e-ire, oo escriptorlo da Companbia.
Teodo e*ta COtopanhla de satufatei compro*
rDixsos impeno-os en*, poess flzss, oto pode
deixar de exigir des Srs. cqoceeslcnarlo o Del
comprimeoto de seos deve ee.
Recife. 1 de Jonbo de 1896.
collocado em sentido transversal, na
qual tambera d^canc> a tripe",' Sobre
que se echa o lampeao.
Nfrente inferior do quadro em lijba
horisontal v-s ai palavrasfabricado
expresamentec:m lettras minsculas
brancas em fuado vermelbo, limitado por
ornatos dou'ados ; em seguida IC-as a
palavraparaem lettras, e logo abai-
xo, sobre urna f*ixa dourada, com orna-
tos, o nomeJoao de Aqu no Fonaeca,
em lettras clieas raaiusculns, com tres
corea, aendo preto, vermalho e brauco,
ting nd< esta un sombreado. Na parte
nfericr, em ultimo logar, -se a palav: as
Pernambueo, em lettras minuscl inicial mauiscula, brncas, com som-
breado preto, e em fundj vermaiho.
Recife. 24 de Abril de 1896.
Joao d'A quino fouseca.
A presente marca fi registra-
da sob n. 48, e~o vi tuda de despa-
cho da J mta Gommercial em sessao de
21 de Maij prximo fndo. Pagou de
sello Estadual a quantia de sete ral e
quinhestos reis, como consta do primei-
ro exemplar.
Secretaria da Junta C>rrmercial do
Recife, 9 de Junbu de 189o.
O secretario.
loaquim 1'heotonio Soares de Avellar.
Pagou seta mil e quinhentos mil reis
de-egistro, c oto me outr> exeraplar.
Recebsdoria 96 -9 >.
A. Albuquerque.
Per reir Lima.
Soya! Hangrisn Se:j Kavigatien
Gompany Wu Ltd.
O VAPOR HNGARO
Z'chy
E" esperado de
Trfeefe ateo dia
15 do crreme,
jsegoindo f ppois
d a indspenta-
>vi-i demora para
o porios da
Bah.i Rio de Janeiro e Santos
Para carra, pasta^ena encomraendas e di*
Bbl.'o a fret iraa-se enm os
OS AGENTES
Henry Forster &C
Roa do Commercio n. 8
l'andar
Lioyd Brazileiro
\'.ivegacito transatlaatlca,
oasteira e fluvial
O vapor
Alagoas
Commandante Florindo Dias
E' esperado doj
portos do corta
no da l*S de
Junbo, e segui-
r para os por-
to! fio sul ao dia seguate.
Aos Srs. carregadores pedimos a aoa alteo cao
psra a clausula 10* doa coubecimenlcs que a
segote le:
No caao debaver'algoma reclamacao contra a
companbia por avarias on perdas, deve ser feita
por escripia ao agen'e respectivo do porto da
tescarga, dentro de tres das depois de finali-
zada.
Nao precedecdo esta foroiaiidade a cocepa-
:t'd iica isenta de toda a rcsponaabilidade.
As parspRenssSo tiradas no (reamo escripto-
o, st as 2 /2 Coras da tarde do da da sablea
lo vapor.
Atiem^ao
A8tpassagens pagas a bordo custam
nais 15/-
Pera carga,' paisageo, encoramenda e va-
lores trata et um o."
AGEME9<
Pereira Carneiro & C.
6RA DO COMMERCIO-6
*. andar
Hamburg Suedamerikams-
che Dati pfchiffahrts-Ge-
sellschit.
o VAPOR
Paraguass
li' i =rerado oa Eorops a i
I 1-1 iio frrente e 8.ugoir?
lepols ta demora necans
Rio de Janeiro e Santos
Entrar no j.orto
psra
P* mi e-f f anda sos Sr3.recebedonw ae mer
ra jorias qne se attendera a reciamacOe por
fallas, que forem recoahecids* na occasiao da
lescarga dos voiumes ; e qoe dentro de 49 bo
as s contar do dia da deacara das aivarenga,
devero faier qualquer reelamacao concernen -
e a voiumes que porventnra tenham seguido
para os portos do sul, aira de aerem dadas a
tsmpo as providencias necesssrias.
Roga-se aos Sra. passagelros de se aerssaDU-
rca us. ves pera da chegac* uj vapor para to-
tea rsm es anas passagens.
Para carra, passageos, encommendas e Dbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
!. BrtHor
Nrddentscher Lloyd
O vapor Wartburg"
Bscera-se d a
Europa ate o dia
20 do correte
e seguir depois
da de'Jior^ oece^asrl para
Rio do Janeiro e Saetas
er^s
do Santa Crnx n. 17, oo correr do mercado,
com grades accommodagO-s e molo rr\*co,
com trrico, qoarto com baohelro de azolvo,
agua encanada e cairas dependencias.
Sabbado, 13docorrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No armazem ra 15 de Novem-
bro n. 39
ASTIGA DO IKPriflADOR
O agente O ivetra legalmeole aoturi?a lo, ven*
der em Jeil&o oa S eooiados cima descriptos,
e Vcnde.ia livres e de.-ombar Qzd#.j, de qual*
qoer ooos.
Os Srs. prel- rder.'es deste j 1, pod^io ir
examinar es sobradop, eervindo ue bufe o pre*
o do 1.- leilfto.
Asate ireim
Leilo
Pa;a
con o
Entrara o porto
-geae, raga, frete, etc., trata-se
AGENTE
Neeaea
V.
Caes do
Ramos n. 4
riDce Lineo Stearaers
lnmr lnott "Vew-Castle-oa-
Tyoc
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- luidos e o Orazil c Rio k
Prala
E' es-'ir-rlo a 13 de
Jti bo de 1896. esah.ade-
pnia Ga teu,cra ne' e!Ea:i
ata
Rio de Janeiro e Santos
OVAPOF. INGLEZ
Prince
Bahie
R
ornan
?ara carga e passaBe*"-1 trata-fe com es
AGENTES
Johnston Pater
e Comp.
Ra do Commercio n. 15
Hambuig-Suedanierikams-
c h e Oamptschififahrts-
Geellscbaft.
O vapor Saatos
E-pfra-se d ">
sol aio dia 1S
de correcta e e-
u'una depois d;>
aemora necesea-
ria para
Lisboa e Hamburco
Pa^a
2om es
pa3?ageop, carga, frete, etc., trata-se
Consignatarios
Borste'man & C.
RA DO CO--MERCIO N. 18
1.- andar
PORTOS DO SUL
Macei, penedo, Aracaj e Babia
' psqaete
Jacuhype
Commandant 2 Marianno de Andrade
Segu no
correte, s
tarde.
1 18
horas
do
da
De S oevis e excellsotes c sss terreas na
i'rpguezia da B'aCf, sent : Ura sita -oa do
Barao do Itima'ac 3. 2, do Es i nbriro, com
cornija e parapeto, rom 2 salas, z qu: r.os. co-
eioba ex eoa qoarto fora iooMi/uo a coaioba,
coiotal, em solo proprio, etc., e 'tira s:ta
traversa da Ba'xa Ve-de n. 7, lamb-m nova,
com cornjs e paraneito, tendo porta e jaaella
<*e f'ente 2 sallas. 3 qoartos, cosinb 1 fjra, qoin*
tai morado, c cita >, en tolo prepno, etc.
Snbbado 13 do corrente
Vs \\ horas

armazem & ra f5ki\'o-
vembro c. 30
O agen'e Oiiveira, legalmeue IQtorlsadO
pelo proorietirio, verde- em iH'ao a-- 2 casas
cima rtfscripias, l-vres e de emb-
Os Srs. pre;endenie8 desse ja, poderlo ex*
amioar as referidas cssas.
Recebe c?*gs, eocommeodas, paisagensedl
noeiro t frete, at s 11 horas da maob do
dia da partida.
Chama-se a attenc&o dos Srs. carregadores
para a clansola 10.a dos conhecimentcs qne a
segoints :
No caso de baver algnma reelamacao con-
tra a Companrjla, por avarla ro perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dantre de ira; das depois de nna-
lisada.
No preceden ;o es:a formalldade, a Compa-
nbla Oca isanta de toda a responsabilidade.
ES3RIP-0R1O
Ao Caes da Oompanhia Peroambuoana
o. \2
LEILOES
U Gioss Lis o SteamiFS
E' easersdo do norte
-'ia i4 oo corrente e
DOT-i es portos do
at o
er^birS
Cear, Para e New-York
depois da de.; o- neesosar a
O vapor iriglez
i
earense
p-ra
cargas e passgecs trata-se cora os
Agentes
Johnsioh Pater < ^*
'"s do (oteiti rcio n. 15
Este vapor Iluminado luz el-
ctrica e offerece optunas accommoda-
cSes aos Srs. passageiros.
N. 8.NSo fe atieodcr mala a nenboma
reelamacao po: faltas qoe nao forem coturno,
criradas por eteripto a agencia at 3 das depui
da eutrLdi des gneros La Alfandega.
No caso">m que os volemes sejm descarr"-
gados com termo ae avaria, neeesseria s pre-
seoca da agencia no seto da bertors, para
poier verificar o prejuio e (altas se as boc-
ver.
LINHA MENSAL
Vapor Cordouan
E- esperado.,
da Europa at <.
dia 19 deJuobo
'"'gni do depois
ua demora pre-
cisa para
Babia, Rio de Janeiro,Santoa, Montevideo
]e Bueno8-AyreB
Entrar no porto
Terga-feira, 16 grande e variado leilo
de bous moveu, porceilanas, crvsiae^, espelbos'
roupa branca e j.'ias, tu io liovj e de apu'-do
gos o, no I.' anda- do sebrado da roa do Im
perador n. 3i.
Em coDilonaco, em frente so memo sobra-
do e s 1 hua- om cano de & rodss smerca*
co, arreoa e cavallos.
Qaloti'fel'a 18, deve ter logar o leilo do
erigonno Bolre Ros em "aca'o.
No mesmo da e em cootinoacao, leilo de
I grande cbacara, com caa de sobrado e boas
acorrmo^aiO', qnartos fora e sitie com gran*
de te-reno petto da cidade.
No mesmo da on ante?, orna grande casa
de pernio moolada e o:copada por hospedes,
cSrecendo grande vaotagem per compra oo
por 80ciedafle.
A gente Festaa
Leilo
De 16 si'eos Cima ro avarlado com acoa
do mar, raar.'-> r&C com l'O kilos cada ama,
viudas ne N'Vf-Y.ik lelo vapor cArcblc-ic,
entrado Oftte porto no cor ei.te mea.
Hoje
Sexta-feira, 12 do correte
A'8 11 HORAS EM PONTO
No 1. andar ra do Vigario Tenorio
_______________p. 26 _________
Agente Otveira
Leilo
De 9 importante predloo na
freguezia da Boa-Vista
SENDO.:
Um grande Importante sobrado de S anda
res, nove, com graodts accommodacUes, no pa-
tee da Sama Croa o. 10, com agu e gas enea*
nados, esquina da roa dos firer, em terreno
propno, com S janellas de frente, etc.
m dito de I andar timbem novo, ello ro M "" < "> d0 Bom itiB n' w-
GRANOB K YAHIADO
LEILO
et
De movis, espelhos, loncas. lap e?,
talberc?, colliercs de meta], vasos
finos, porccllanas, crystaes c mais
objectos de urna casa de familia,
ludo novo, perfeilo c de apurado
gosto. Bicos encandesecnte e ma-
las para viagem.
A SAriER :
Sill de visita
m IlDtfe eseelbo r Dde e doorade, t nobi-
lla me jeoeo, 1 raeriesos, 1 lampa-
da com atosjeor ,1e n>, 2 moooree, oo:d-o8 a
ole", 1 ri '0 tap-te grnae ceo t;> rie tala, 2 di-
tos Si-fse?, lanQ-is para cortinados e ricos
cortinado*,
Qoirto do toilette
Um 'i o eua"ta eaaacas com porta d?. eppe-
Ihos v ol- > biaoote, toilette com pedra, 1 lavato-
rio com bae*a, va-vnla e depsitos para gua,
1 liada cuaroigo. 4 cadeiras de carva bo e 1
Cfimi de fe-ro e cobr' com lastro de aram:.
G. bnete
Ump Uoda i sretaria a- camine, 1 tinle'ro e
po"a pepeip, 1 cadelt de rose*, panos para
me^D, 2 radeires de bataneo a sof <\ juoca e
1 cjDp tstofato e forrado de ctagrem.
Sala de jantar
Un rico ruar'j lonca, 1 m'Sa 'laflira, i
apara Jo-(lito'-'), caJeira.'zitas p-*ra u eoinos
ir a mesa, 12 ca it-iraa de puirio, apaare.
(bos ti: o? para (h e |Btar, 2 ponas oicoutos
de metal, e-pos, clices, Kar-!.fai e (u'rcsob-
ectoa de fino crystal, tlriere e colbr-res de
metal, Ualfioaeraareaneaos 'e i'nb", 1 core-
ro, tr*ro ne o-'. e c isartei pon f *"* ve-
las e 2 fo?5es a i-z.
Todos e"te; objeetoi rio nevos, ccmple'.a-
m-n's novos e por armar. '
Ter^a-feira, 16 do corrente
Agaie Pinlo
*\'o 1.* andar do sobrado da
risa do Imperador n. 39
Em c0ntinua9.R0
A!ud movis com peuco eso
S6ND0 :
Um piano fo-te, 1 mobilia, 1 gvarda vestido
de amareilo, 1 cama f.-ancei-', 1 lavati'io, oa-
delras avol-as, di: s de balaceo e ouiros mal-
tes move?.
0 leilSo prnciptcTi e 10 1;2 horas em
ponto.
Em frette ao sobrsdo da :na do Lxpeador
n. 32, ante bavera lei5o de bous movis, no-
vos e de apura >o osto, bem corro porrf llana,
erjitees. m^iaes. e-^eibos, quariros a oieo, 1
sarapnina, 1 piano e lapeies.
Agente Oliveira
2o Leilo
Segunda-feira, 15 do cor-
rente
A's ti hotai
No es'abeieclmento de roapss feitjs fareodaa,
. movei?, o>a hias de c.s!u-a nova e mais
Dt:1' cilio da alfaiaiaria denominada T.csou-
ra Parisiense e sita ra da Imperatriz
n. 19.
O agfne aMroa. legnlmer.te au'orifEdo pelo
S. Antonio de Gasa ao Accio'j Rilo?, levar
a le ao, a retalbo, io*as as 'copos fe as, re ta-
inos de casemira, duas machinas de costura
novas, e?pelho, ferro* ^e eogommar, fogarii-
03 para alfaiatana, carteira e outros mnitos
obfjectos que estarao pdientes no acto do lei-
lo.
Agente Oliveira
Leilo
Da 1 importante suio co Porto da Hadcira,
com L'sixa de capitr, divergs fruc.eira 13 ps
de ceqnetros, bua casa de vivenda e pertencen-
te ao espolio de J ker Henry Hurk, medio o 22
metros e 38- cenllfnetroa de largura e fundos
at ao rio.
Sabbado, 13 do corrente
A' 1 HORA DA TARDE
\o l'orto da Hadeira
0 ageuie cima p r mandado do Kxm. Sr.
Dr. jota de fii-el'.o ae orphaos de OlinCa, liva*
' a leilSo o importante bitio cm c?sa acitna
descripto.'pe'tc-n'ente >s epolio do fi.duJo-
ker Heury Bk, podend.-j desde j, ser ex-
aminado i,elos 8re. romprr.do ts.
Veode-se oo traspassa-ee em Itilao ou em
particular:
Ume grande c:sa de pep^So, com boa* salas
e 16 q jarlos todos mcbliados, occopados, loa*
es, vil'os e crytaes, quart s para D nos.
,uj ei ca08da, r^g sro e enes atuent. a gas,
aa fresca com 3 j celias de freme, {0 citas
no cilio, pausando pela frente bonds para 'odas
as linbas.
Quinta-feira, 18 do corrente
A6 meio dia
Agente Pinto
NOARMAZiM A'RA DO 3011
N. 45
Os pretender-tes pedem, desde a, oDter qoal-
quer loformiicao do msmo agente.
Rttirsnflo-3e os tonos da referldi ptsuao
para fora da ctdade, e acbaodo-sa dita casi
me: tala ba 20 ancos e bem aeslm afregoezada,
nao pO.m duva em faier ao edsde dfsJeja
com quem queirs adm'nistrai
' -FUS
-
I
t, a eoend >io
1

iiiGrti

-T--------





~*-etc0***
WWkWa
Diarlo de Peroambnco JSexta-feira 19 de ti mili o de 1896

\
Leilo
Obras de Direito
Do eagenho Entro Mu. Vende-se, por prego razoavel, as se-
Situado no municipio de Jaboatfto, o guites obras :
qual lmita-se ao norte com o enge- Gazeta Jurdica do nolavei junscon-
nho Manass, a oeste com o enge- su]to Carlos Perdigao, colleccao com-
nho Cumbe e ao sul com o engenho pj^ em quas 49 volumes, Oplima
VINHOdeBUGEAUD
Soccorro.
(Binta-feira, 18 do corrate
A'S 11 HORAS
No escriptorio do agente Pinto
KUA bOU JKSa N. 45
Oagen'<-Pinto levar a leilJ por sutorisa
gersl dn
encadernafao.
Consolidacao das Leis Civis de Tei-
xeira de Freitas, ultima ediccao, um
grosso volume.
LisboaDireito Mercantil, 2 gros-
aolim. Sr. Dr. Diredor gersl da Secretaria sos vullimes, obra rara.
^X^.^^^^^i^J^'. p[elender' T^'sc f
Dtio atre Rio?, qoe fu parte ^V^^'^n'oTmovido a agoa. ex S. BeutO, 18, COm O respectivo pro-
boas trras, ra*a de viveoda de pedra o cal, e
mais bttnleito-ias de arte; pulo da cidada
da usioa. .
Os pre.eodeotea podem desde ja examinar a
plaota existente no a m zem da rna do Bom
Jesos n. 45. ____________
^NI-NUTRITrai
[COM OUINAj
[E CACAOi
prielano.
Agente Oliveira
2. Leilo difinitivo
De i ton sobrado de 2 andares si o -ra de
Pedro ivo b- 16, (reguera de S-uto Autcnio,
com 3 jaotlLs de ('enle, varaoda de (erro co -
rida qu'rui, toa cacimha. reo^endo aoooal-
mente a quiotia de 1:110400o, educado em
ttrreno p-oprir, ftc.
Sabbado, 13 do correte
A'S II HORAS EM PONTO
\o aratazen ra 15 de !
?eaabro u. 39
O agente Oliveira ccmr.eteoiemete actorisa-
do pelo p-oprtelario, vender em leilo o so-
brado cima menr.iondo. servindo de biS a
cf-ria do !. leilo dr 7:0004000.
O 8rs. prneodenies d-8de ja, podero el-
iminar o re(erido predio.
Precisarse de urna para o. ambir e que com
pre Roa ova o. 45, 3o ao ar.
Ctimmodo para pequea
familia
Aloga*se na iua de Horias o. 66, 1' anta'.
J J Melicharek
tem a boora de participar a feos amigos e no-
aeroBos fregoexes qae araba de teceber granee
sortimento decaeemiras Anas, dosroais acredi-
tados fabr cantes francezes e ingtezes. assim
como tem peritos ooerarios para fabrico J-
roopss pa'a bomens qu atbam se babilitadcs
de txecutar qualquer encommeorta com brev
dade e esmero. Roa Ba'&o da Victoria n. i8.
Agente Oliveira
Leilo
Do H-jtel Repnblicaoo roa Duqup de Caxias
o. i: A, (ojtt'ora ra das Crnies
Teic^-feira, 16docorrete
A'S il HORAS
O agiote O ivei-a [O- enrodado e asistencia
do Exir Sr. Or. jais de direito do commercio,
levar aMiotodas as bebidas, gneros, mo-
vis, toalfea. giar-*anapoa. laiherrs. rolneres
de sopa e cha, i-eos de cos.oba e o.I os ouitoa
cbi-ctos, exi^ieot s oo eslabtle^ ment cima.
c cal h' tel fo. arresto por Manoel Joaqu.m
Alies R beiro, contra D. Julia Bezerra oe Al
teqoerqoe Birros.
O Uilo ter em lotes a vonlad* dos Srs. li-
citantes. _^__._____________
A plices do Estado
Teodo desajpar-cido tres arolices da divld
do Estado de os. 3,297 do valor de cem mi
ris. p. 119 do v.lor de rem mil ris, e cui-a
de n. 230 o valor de qo nbeotoa mil ris, per-
tencente so finado sobdi'O ponogoez M;-' c
Goces Paulo, de cujo espelio se procedeu a
rrecadaco pelo juizo de nozeotes a requer
men as tem acbado o favor de s entregar ao mesnu<
Jontciado, para evitar des.eta para o meso o
espolio com a obleocao de novas apolices cono
permit'e a le.
Renfe. }8 -. Maio d" t89fi.
Leilo
De 1 cab iol.t americaoo de 4 rodas, cober-
te, erm 4 as-entos, S laiteroas e ar.e.os para
i cavado, 1 cavallo rodado p-oprio prra o
mesmo.
Terca-feira 16 do corrente
A'S 2 HORAS
Agente Pioto
Eai (rente do sobrado da ra do Impe'ador
d. 3t, por occasiao do lento de movis, loofia?,
vid ros a meiaes. ____________^_^^^
f^^"
AVISOS DIVERSOS
Veode-se om carro fechado, novo, me-
diante pagameoto me' a.l; o mo'bo di venda
a pes0 ter de re.irar-Bepara fa da cidade,
i tratar roa da R ida v. 45.
"" ARRBNiM-aB um eogeobo disUute da
eutacao e Tap'a, tres qoa-t 8 de legua, moeo-
te ecorrete com toa machina a vapor,ixcei-
knte moeoda as^eoiada em o lomoas de rer.o,
ara'-de a-sentarcemo de caid-ira?, casa de
po gar, desailago. aoque p*ra me, te-reno
niDiioferiil para safreja'-Be tres mil pa-8 de
essoci-r. malas abundantes cercado com bom
casto, rom urna grande lagda e dous acode.
Ven'-.e-se a rbf-a. fo'mas de (erro e madeira.
comba e moioho de poxar agoa.
O pre eii*n'e ter mr<>'mc6e3 no bo el
Ribeiro, f on ero a esugaj referida, ateim
como coodnrcao para corre: o eogenno.____
__ Pre.'is*'8e de oma rriada para andar cem
I'?oca. a traar oa roa do Caldeireiro n. 20.
A'Oii-s- o armazem o, 111 da rui de S.
Jorge, perto da esiaco de Limoeiro e do caes
na mesma rm o. 139.______________.
Engenho venda tm Ala-
goas
Vndese o esgenbo Deis I mos, movido
vapor, de forca de iOcavallos. caldeira motil'
tubolar de 20, com dos asseotamentos, opiimos
terrenos para carinas e com proporc 8 osra
taais de 4,0t0 paes, doas destilUcOes para
aaoardente e alccoi, ambas bem mootadas, case,
de porgar para 400 pes. mais e 200 formas
de madeira e ferro, caa de bagvgo, dita de
v.venda e mais tres para empreados, bois, ca-
vallc?, carros e carrcfias.
O referido engenho tem moila agua e com-
bostivpl e Hca em urna zona moilo apropriada
a' para co!!or>r-se orna nzlna, sendo que Oca
i margem da estraua te ferro e j tem dtevio
na porteira do engenbo.
Para melbores inorrxajOas o prelecdenles
dirijam'se aoSr. Jos Custodio Looretro, Mag-
ralena, rna do BemBca n. 6 oa em Macei,
da Praga da teatriz n- 7t._______________
mim
Sementes novas de herta-
MOZAIBOS
Vende-se ni roa do Commercio n. 3 '
Fornece se catalog-os.
Salitre
Vendem de qoallJade garaotida, a prego sem
rival.
ALVARBS DE CARV4LHO &. C.
Ra Doqne de casias n. 86
Chal.t a venda
Vende-se om novo prqoeno chaiet, silos-
do na es'ago do Arraial o. 32, peno da esta-
go da U og belra de Cima ; iratar no mes -
mo rbalet.
A qoilqoer hora._________^^____^__
Travs
Contrata-se o forneetmento de qnalqoer
qointidade de travs de madetras as tlbida
de todts as dimensoes e comprmanlos : para
in|oro2a5ej, roa o Crespo o. 8. loia.
Bico8 incande.'CPntes
Pat- ni .HELIO.
nico representante
A.OCoiuibra
19 Ba Barfto da Victoria 19
___________ ANDAR._____________
PovoaCaO do Berro
A luga-se
Urna casa e sitio, t"-n e a moderna, poni
so lado, ten-io 2 salas, 4 qoa-ios, cusinba ex
lerna ao laio da Igreja u. 2fi7, a tratar ru*
da Praia a 53
O melhor e mais agraoavel dos tnicos, receitado pelos mais
illustrados facultativos de Paris, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENQAS
do ESTOMAGO, CONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & 5, Ru Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPIS PHARMACIAS
INJICTION GADE
Cura certa em 3 das sem outro medicamento
FAKIS 9, Boulevard IPetmin, 7 PARS
OetjoaltM fim tjidas a nrinr.iivip'- FbavmnoipA i 8>w* IFILL&S DIGESTIVAS DE FANGREATINl
de DEFRESNE
Pharmaccutico de i" Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Paris
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
tivo, '(no se conheca, visto corno tem a propriedade de digerir em
pIJ tornar assiinilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, masjSJ
,! lambem o pfo, o amido e as fculas. i-,)
cfctfl Boalquor que soja a causada intolerancia dos alimentos, alteraco, ou|tt"
auui sueco gstrico, inflammarao, ou ulceratoes do estomapo, outi
'i<> i'Uustino, 3 a 5 pilulas de Pancrcatina de Defresne depois da co-fip
Jij" pre alcancam os melhores resultados o sao por isso prescripl; s
sJ|!"!'u's modico contra as seguintcs aiTeccOes:
Idit
iS Palta de appetite.
i^Ms digestee.
* Vmitos.
Flatulencia estomacal.
' Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
Gastrites.
Gastralgias.
Ulceracoes cancerosas.
Enfermidades do figado.
Emrn agre cimento.
Somnolencia depois y comer, e vmitos que acompanham a gravidez
| PArSsfeATINA fJEFSESE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-jjf
radazinhas depo3 da uuunua.
F.m toa k DEFRESNE autor da Pcptona, PARS, e ea todas as Pharmaciasj
Wedalha de honra
0 OLEO CHEVRIER
deBinfectado pe'o Alcatrio
tn.co e t*tnm.cQ, o suo mu>to
autlmenU m proprtedadei d
DIPLOMA DE HONRA]
0 OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
t a uflic* cepircAo aue ptrm.tto
I0'ministra' o rerro tem pro-
dunr Pnalo de Ventie, ntm
ncommodo.
, BIPOSITO pral ea PAQ
II,ni do Fub'-lontm-rtrf. }|
B RANGO. LOIRO
!E FERRUGINOSO!

KXCEIT&D POU TODAS Al
Oelebrldades Medicas |
DA FItANCA DA EL ROPA
MOLESTIUrDO PEITO,
AFFECgOESES;-OFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, CEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES, RACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DB HYOIF.NE DO IMPERIO DO BRAZIL.
AROPEPHENICADOIALYCO PKENICO
DO B' DCLAT
Toase, Catarrhos, Grippe, Bron- | I Antisptico poderoso, Hygicne do
i chitos. Tsica, Coqueluche, etc ^0 toucador, da Bocea,, Curativos, etc
6, Avenu Victoria, Paris, Pharmacia____________________
F(irlBat Porto & Cl.
3 e 5-PRACA DA INDEPENDEjCIA3 e
Bllhetes de loteras nackonaes
E
Estampilba8 eg'adcaeg de todos os valoree
Descoma-fe bilbftes cremiados.
100:000i000
Grande literia
a wsm
CAPITAL FEDERAL
Extracto em SO do correte.
500 coritos
Em li de Julno.
R-mette-se biletes a quem solicitar, e da-te
i(orms{6eB.
O Sonho de Ouro
e 8IR/QA DA 1'ctDBPENDEWC'A- 3 e
OS EXCELLENTES PRODUCTOS
*e Oriza
ORIZA-OIL
ESS-ORIZA
QRIZA-POWDER .
Apres^ntarc-se aos consumidores soh
um aspecto novo. Esta modificaco so
fez paTi periHitliraos amadores e aprc-
iaaorfs da
pERFUAIARIA ORIZA
de reconherer os productos 6EM1N0S.
Outrot tnnunciot n'este diario fio o ftc
ilmlli dn notis etninht e frasee*.
L. LEGRAND
11, place de la Madeleine
PARS
klB pedida madar-tt-ta i Cataiego Ulugraii^
l
SAUDE DAS SEMHORAS
OE
(DTerente do Apiol)
A APIOLIlf A o mais poderoso
enuaenagogo conhecido, a o mais
apreciado pelos mdicos. Ella pro-
voca e regularice o flux o mensa!. Caz
desapparecer a interraps&o e a sup-
presaao d'elle, bem como aa dores
de cabeca, a lrrita'^o nervosa, as
crispaces, aa dores e clicas que
-companham as apocaos mtmtruoet,
compromattendo tao frequ en temen te
a sao.de das senhoras,
Mm PA.IW3. S, Ham Virlmnam.
lica
s
Coave manteiga.
Uoue riEbig-.
Coove ? ika.
Coove bombarda.
Coove tronchada.
Coove penca.
Coove marciana.
ve ases.
Rppolbo pe alo.
Repoloo pe corto.
Rabaoetes.
PepiDOs.
Abobora.
Brlugelas.
Tomates.
Cbicorla.
Axedas.
Nabo*.
Batraagaa.
Uaatnapa.
Alface lita e rerolbnda.
Ccentro ^c tocetra.
Mostarda branca e prcta
Oboliobo.
Salan p agrlo.
Cnoaras.
Aipo.
E-P-P'3.
Epar' 8
Pimenife- noce
Armaem de Poijas Meo-
des ir C.
RA ESTKEITA DO ROSARIO N. 9.
Era Maricota
Venrie-te orna grinde can < oro srmaclo pa-
r n-goco, cas de raocboe eczeira, todo bem
conservado, o preleodeote encentra com qoem
Iratar oa cidide de Olioda, roa da oa Hora
n. 17.
Jintre amigos
A rifa de om piano que fol transferida pa-t
a oltlma lotera do Estado do mex de June
Qca de novo transferida para a oltima lo> 1
do Estado o mtz de Ago^lo do corrite auno,
por no tr panfiadn tonob os OilbPtPS.______.
Olinda
i TbtolcDio Amancio de SiOiaCavalcaote verr
a impr*nsa declarar ao poDUco quo 'ora .Vdn-
te assiwna.-.se-ba T: eotjnio Amancio de S c.
a Rolim, per ter encontrado peesoa de iu;l
nome, asslm resolveo para evllir dovidas lo-
teras.
10-6=96.
Thertonio Arraniio de Sodh Rn'lm.
Confiancja obsequiosa
Estando parali adas ss loteras do Estado Pernamboro, tom orna dasqose?, V de Jo
nno ro-rente, fe devena extrabir a rir eo i a
dtnommssao cima, He?, por isto, trar ef n a a
mefma rila para terextrarfio com a lotera na.
conal J 8" i e IStoIi, a i.ojI fe ix raDir na
Capital Federal a 30 desie mex.
Recife, Joor-o, 96.
Cosinheiro e criado
Precisa-s^ na roa da Palma o. 40.
4LFIAUBIA CAZIAS
DE
ampoK & *>
N. 36RCA DUUE DB CaXIaS-N. 35
Em Irent do Diario
8 propitetanos leai** bem roootado estaba
ifcimento prevloeoc ao respeiuvU poblico qo>
uara bem servir sos reos tregeles teem no rt
lari" egtabelecimeoto om aupleoduo e varis-
de sorumanio oe c^semiras p eias e de cure*
o qo ua ue malnor em la, lbs de poro llobi
de iodos os padroee, e por prt** ra8or>aai-j.
Possoem doos artistas, p*,: qoe se )olan
rjabilitaaob a aanslaxer com loa. gato, esmer
pertelcao ao fregoex mus exgeme.
Ma mesma alfaiaiaria alugam-se casacas,
MOLESTIAS DA BOCA l DA G* MANTA
PASTILHAS de PALANGI
deChlorato de Potas9a
e d'Alcatr&o
Approvadat pela Junta d tygiene
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
qtie se conhece para combater as mo-
lestias da boca, taes como a inflam-
macao das gengivas, as aphtas, a
seoftura da lingua e do paladar, e
egunlmente as rrolestias da garganta,
como a inchagao e ulcerar;5es das
amygdalas e da campainha, a rou-
quidao, etc. Elias sao muito procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregado/es de sermao e outro* ora-h
dores pblicos, etc.
PARS, 8, rao Vivienno
I KM TODAS 48 PHAHMACIAa
CHLOROSIS, ANEMIA,
HEMOGLOBINURPA,
Anemia aps de
Hemorrliag-ias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
o medicamento por excellencia para as su-
pramencaooadaa lndlcacoea na dose de 1 a 2 oo-
lberadaa idaa para cal) antea de cada releicao.
PARS : J. DAUOZ, 13, bouleiird da li CtaHIe.
te HHUMBUCO : V fc OROCIS a 'RODUtOS CMWCOB.

CHLOROSIS, ANEMIA,
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hemorrhagias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
o medicamento por excellencia para as sn-
pramencionsdu indicacftes na dose de 1 a 2 co-
beradaa (das para cal) antea de cada reelcio.
Uta : i. DALLOZ, 11 kMlnart li Ckaplli.
( nu*mmm.- r> mu paDovcrot owbcdl
a/-"
AGUA
Mineral natural Purgativl
RUBINAT
rFonte do Doutor LLOUACH^
N Antlytis da Academia ce Medicina de Paria prora que a |
dita agua cont^m 103*914 de substancias nas das qu.ics
SULFATO HE SODA J.8LFATO DE MAGM..-..
96s265 T 3u268
r^"*
^
^*
^ Eaigir sobre o letniro .v
^f^tSourcelj^aM
Engenho
Vfode.se o en fnbo Portalexs, na comarca
de Jaboatao, distai.tf orna letua da astsc&o ne
Morenos. Oe preiendenles podem procorar n-
rrmscoes na roa Estrella do Rosarlo o. 19, e
tratar com sea propnetario oo engenbo Cabra
Velbs.________________________________
IMiarniacia Boa-Vista
Praca BBaelel Pinbero n. 18
O i-i.a ma >oii.-ii J. > Lo.i d Bitvs, o<*<'
conheii>o oeata capital, cooj;i.oolca acs 8-0"
oomerosos (regoexee e migo e ao illoairsdo
corpo medico testa capital, qo- lenrto-8* mo.
da o a roa da Conreicao n. I, rontumara t
aorir a Pnarm^cu boa V sta, a qu--lq"er hn a
da noitp, tenejocamna elect'ica e e^soal bab
litado oara bem sainfatel
Aluga-se
O V andar e sota oo 8' brado a roa oo Rao.
gel o. 44, calado e piolado, a Iratar La ra Di.
reita o. 3, 3* andar.
creosotado **
de GHAPOTEflUJP
O MORRHLOL CREOSOTADO con
tm os principios activos de creosoto I
de faia E' um raicrobicida poderoso e I
constite o remedio mais efncaz contra
as Bronchites e Catarros rebelde', a
Tica laryngeanu, a comump(o o la
todas as molestias de peito.
1 PARS, 8, RU VIVIENNE J
)Ldwa todas aa PharmaciaaJI
ENXAQUECAS
Cura instantnea
pelas PILULAS
AHTI-rlEVSALGIClS do Doutor CRONIER
hiir. ItOBIOUET. I islut.itMtiu. ,r. diltIliUM, Puu
Em PERNASBUC C de Oroaas e Productos Chimicos.
iMovei" Austraca
Preeo stm competencia
Vende.8-- momli"-d> aaoua. caOatra e oo-
fas pecis avoisa.-, i roa Larga oo Rosario
n. 3.
Bancos pa
corredores de igrejas
Veode.se qoalro novo?, de madi-i's, cem en.
costo, mediado 13 palmos caa om ; a tratar
oa roa do Apollo n. 14. I- aot-r.
Escola to,mal
N 4 000
A pFBsoa que enunmm-va e f< roera comda
ao 8r. Pe iro Co"oian'- F'iho, cnnnnu > a Bs*
r-ola normal, pene po fW. yop anore; a
na da Ceoror-i* D. 7B a i.eto'ln saUao qoe
n" ipn _
A.XS Precisa-se a^ oos, par todo rveo nomps-
ti.o ae casa de p-qo-na f-m lia. P^ga et uem.
Trata-ae a roa iiova n, SO, 2* aodar.
t
Fernando Cionc* Ivs Ferrelra e
Nilta
St timo da
tllsLoel Gor.calves FeTtira e Silva, Alexan*
dnaa t^imHiiel G'jocal'* FTreira, Pedro Gon-
c-.lvfB Fer-retra e io* oiolber, Benlno laoogil*
vp', lmbe\ Gorpalfes Fvei>a, Haooel Zafar*
o Gd..(>Uea Ferreir, Itw u pl o Dulya e fu
iijitlbe'. polondaicenie perorados tradr.cem
i laaaa as p- fs;- qu- acompnaaram ao Ce-
ta ue io Pubili-o os retios mo-Ues do mu mal
logado tildo, irnoe cuutiado, Ferotdo Go..
Calces Ferreir e Silta, (oovidam aos seos ptv
rei'te* e amigos pira saci trecu s a.issas qoe
manriar;. (elrr'-a' 001 (va nu.a, 7 i/i lloras
aimanbS douia ii do corrrr.ie, Kfx'.a-i-iira, no
C.toio Jo Carme, igrauoteooo tiuL.erao;enle
ata qoe ctmpartctrtm a este ailo oe caru'a'Je
e relialr.
Uunavo deFigueiredo .Vnluu s
30 ca
alaria F. de Oliveira ADton*s, seas Albos,
eoieadoe, genes e Dora, cocv.dam aosteuspa.
reates e pessoas ae mutae, para assistirem
a* missas que maodam ceVebrar na segoada-
Feira 15 do cnr'eute, na motriz da Boa.Virla, s
8 bcras, pelo eterno discaoco do eeu lembrado
oeto. albado e sobriobo Gasiavo de Fi^oeire.
do Antones.
Agraaec:m sos que comparecerem a e-se
acto.
f
Gil Clementino de Uollantfa Ca*
\aleante
Segundo anniversario
Emilia Uendes de Hollacda Cableante e seds
Pinos, m-ndam retar ama mista pela alma de
sea uaoca esqaecido marido e psi, no da 15
'do rorrele, eeeaodn anaiversarlo de sen Das-
sameolo, na rxariz de Sanio Antonio, s 8 bo*
-as da manb, e convidam aos seos prenles e
pes.-cas de soa amisade para :eb sti-em a este
acio de relialo e carinade, pelo qoe se confes-
ara desde j agradecidos.
t
Isabel Emilia da Silva Fragoso
Francisco Carlos da Silva Fraeoso. Joo Te*
lespboro di Silva Fragoso, Jote Alves Lima,
Ma.ianna Adeia de L y jila Fragoso, CaseUno
Amaro Lopes Jonior, Jaqoim Oiioto Bastop,
Demetrio de Araojo Bastos, Virgilio Alves da
Silva Rebellc, Aotooio AHpio de Suoza Rioelro
e soas familias agraJecem recenhe idos a todas
as pessoas qae re i ikoaram de acompanbar ao
cemiterlo de Santo Amaro o corpo de soa ido*
lalrada e t i mai, at, -ogra e na, Isabel Ea i*
lia da Silva Fragoso, e de novo Ibes pedem o
carldoso obsequio de assistir as miasas do 7"
da, que devero ser celebradas oa matriz da
Boa-Vibt-i e oa capella re S. Francisco de
Paola, emCazaog, as 8 roras da manba Co
da 15 do rorrele.
Ama
Precisa se de orna ama qoe toslobe bem, a
ratar na ra Drqoe de Caxias r. 97.
Leis nao sanecionadas
Congresso das Damas
RA PO CABGA' 99. 8 E 10
Jaciilho de Almeida
Tendo om bonito e variado sortlmeotode fa*
tenoas Bnas e aoieroas, e feto ama grande
eocommeoda p ra os principaes mercados da
Ba-opa, o proprieiarlo deste esiabilecimeolo
resolvea liquidar as existentes com grande aba-
i men'o do valor rea a pede aos seos boorados
e niiiinctos freguezes a eopprlrem'se do bom
pelo barato.
Negando sancho a ra-f stia
O CONtiRESSO DAS DAMAS
Resclvea vender barato
Ra do Cbug ns. 8 e 10
Fgos e sorljes
PAKA AS FEsTSJAOAS N0ITE5 DE
Santo Antonio.
S. Jco,
S. Pedro.
N. iO, RA DA IMPERATRIZ, N 20
A
O propr etario dette antigo e conbecido esla*
belecimei.to, piriicipa aos ceas ami03 e fre*.
gaeiea, que ten um erande e vamdo >ortl*
melo de fogos e sones, aacioaaes e estran*
Kiros, propnos para sali e jurJius, livros de
sortea es mais eepi'iooscB como seiam :
atu Anostacio, Memet'efe, Crote-o, Lama-
ro, A*Chave do Fu-uro, Fetireira, Pytnoaiza,
Tre Jacar), Disparaos, Sortes ca. sarpre*
tas, dados p.rj jjgop, baraozincfis. giornos
pa.-a iilomio*;6es, cana duras de diversos ta*
nunbos, pipis de cores, ve-oa 6 estallos para
otes, etc. etc.
ia do Maia
Loj;
Fazendas baratissimas
Grande akaiealo
Ra do Cabug n. 2
Recebemos um grenie e variadisslmo sorti*
melo de sedas arelas, brancas e ae toda aa
cores, caxemiraa lisas, p-etas. latraas 6 de
co es, e cob palma de seda, voales de linbo,
l e algodo, caxemiraa (fu'ia- eh camisas
para bomem, de fiaoella, brancas e cordadas,
(linbo), vestoarice para meninos, cretonea de
tOO res o covado, cobertoes de la a 1(1500 e
24500, collarlcboB de os. 3i a 50, (paro linbo),
bico preto a 14500 a pec-i e maltas outras taa
zeodas qae se toras impossivel a-.nuuciar
Kua do Cabug n. 2
_______J0AQC1M CARNEIRO dt C._______
Furto
Ha das trabalbaodo dona pintores no enge*
nao Cambe de Balio, ao retirarem-so ssdoxi*
ram orna parda da casa do mesxo engenbo,
'e-u'-ando levarem 2 pares de bnocoa de oaro
com b ilban es e 1 annel ae ou o com brilban*
te, (revioe'ae aos S*s. joalbeiros e casas de
commercio de oa-o, a qaem forem aprsenla-
dos ditos objecin, que teem as ioicu.es I. F. e
R. qae os apprebendam e telegrapbe oara o
termo de Iu&rass, para aquelle engenho, qae
ser galiflcado generosamente.
Ootrosim. pedimos a aiteor,ao da polica para
a appreheuso dos ref-rldoa obiec 08.
Damarcatjao de ierra
Pelo epgenbeiro C. C. C.rlini, escriptorio na
r-iade da Fs-aia. na "oa >*o Rio o. 12.
Olhem o Temo!
fs o I Ob mea amigo, (az favor ?
Pois nao.
Diga-me ana caosa ?
Oode cemproa estas mercadorias, qoe Iaev
abi dentro da bolsa ?
Porque oo me dto a prcf Nao ; be qoe en vendo mais em coala do que
qoalquer outro ?
Q al, Sr. Antonio I Ea estou acostamsdo
aa veoda do Mi reir, daqaelle moco que 88'
tabeheido A ra da Floreotlaa n. 8 qae veoda
rxu'io mais em coota do que vor I E a orova
es' aqol. Olbe este prezooto / cueicu 8G0 ris
o kilo. Cbame prezooto, porque anda nao ea*
cootrei em lugar algum, xarqus nestas con*
digoes.
Cal I teja, voc vende por 24009 o kilo deata
qoalidade ?
Azeiiooas, batatas pcrtogunas, viobo Fi-
gaeira, collares, branco, Pcrtc, fejSo, siml
(eijo, porque oesta poca nao ha feijo 1 Ma?,
a Bim mesmo, veja a qaalidade
E sabe finanto del por urna cala 3460011
E' admiravel, mas a verdade, e a logo.
Ab I sim, voc aqol oem arca coeaa tem, que
necesearia para os f-eguezes qae moram em
arrabaldes
Sabe o qae ? Tabella da trena e bends.
A' logo, nosso amigo.
Instrumentos e msicas
Sortirxeoto completo, bara'o e moderno 1!
Vende Ednard Paiv? & C, roa Barfin da Vic*
oria o. 13 l-fronte da matriz de Santo An-
Dio
Precisa-se
De ama ama para ro-inhar em c^sa de fami"
lia, a traa- no La-go do Parano o. 16, S*
ndar.
Ca i eiro
P-p -i-a-se de om com oran de molha tos, i
rat'r i < rn= p r- r-^'n. n 8.
vrOuB*- u s Vai o- iuu mas, ase
Drei.h'P, tratar na Magdalena, n.e-cearia
Lou-eiro.
^C^-J.VJjcyCOU
Vende-se
U ra linda capella de cedro, eria'bada, cons-
tando de tres oratorios e mais um para o sacra*
ment, um altar, a tratar a roa Nova com o
S'. Girald.
canoa
Veode.se a deoomioada S. Francisco, nova,
pegando 150 saceos, a tatar i roa do Rangt I
o.53.
Olinda
V-nde-se, por prejo rasoavel, o sobrado n.
11, de i andar, com soto, tito a roa de S.
Bento, na cidade de Olinda, em bom estado de
'jonservafiao, grande qoiotal, commodos para
oamerosa familia, i tratar oa roa de S. Pedro
M rtyr da mesma cidade, sobrado n. 5, janto
ao me.cado.
Alug
a-se
Urn 1* aodar ra ce Domingos Joe Mar-
t ns n. 36. com bastantes comandos, tratar
na oresma roa n 50.
Sortimento complelo de
madeiras de Pinho, ns
Senaria Nacional de CJi-
a.ac da Silva, no Caes da
Regenerecao n. 24,
Casa de Refeifo
De fielisrminu Pinto
Travessa das Cruzes n. 8
O conbecido Bello acaba de fazer tcquidgo
iesle bem meo a*o h- tel, tendo a dlrecco da
cosmba um hbil mestreda arle culinaria.
A ade^ caprichosamente montada para sa*
; efbz-r o gesto mais exu.rt-.
Amabiltdade, presteza e precos mdicos.
Precisa-se de orna para cosiohar, roa Lar-
ga do Rosario n. 30.
pAma.
Precisa se de ama nara co-iobar e com pra
aa rea das Flores o. 25 tintara-ia.
CalBranea e % ir-
gem
de Jag'aaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
Caes do Apollo n. 73
Cabras
Aviso
Aona M reir, modista, residente roa da
UmSo o 34, cfferere i s seus tracalhos e o de
atraate, as Exmts. Familias, rompromeiienlo-
se a seu ottida e pontnal nos 8*-U8 cootrartos.
Amas
Precisa-Be de duas '< s, a tratar roa Ba-
rao da Victoria n. 6r\ 1* 10 ar._________
Ama
Precisa*ae de ra-a ama que compre e cob-
nhe, na rna da Concordia n. VI____________
AllUh-t*e
O segono andar tom sota do sobrado ru>
10 rWgel n. 44, calado e pintado; Iratar oa
roa Dire a n. S, 3* andar.
Veocie-se doas empecines, no Pateo do Mer*
cada n. 12. oo G'qoa o. 81.________________
FarelJo barato
Ven Jfe-sa no La-go do Mercado n 12, 54200
eacco.
Pharmacia
Precisa-se de om pratico na pbarouca Fe-
ria, r.aa do Bom Jp'us n 35._______________
^C*Ai*VJLiij*a
Na leja n 5. roa B^ro da Victoria, pra*
cisa--e M orna ama pa*a osinbar e um meni*
no p Liquidaco
A loja Paris n'Aatserta* actai-
tio ale liquidar diveroata I-
irnda* de asodas ehaaaa al-
toucao de eeas tregese para
dea abatlaneaitaa d
aa*
Rm da B. da Vaesaria 1
Pernamouoo

%
--

i

i


Dlftr;



i*
&
P?rantliaea* Sexln-feira 19 de Emilio de 1&96
DELICIOSO E S AVi: VtiXHO PARA MESA
Recetado directamente da afamado lavador Dr. Joc E. .le Magalhaes
em Alcobac.i, Portugal).
Vendc-se em (punios, decimos c a retalbo por procos excopcionaes.
Casa Especialista em Gneros Ali-
menticios
mmzm
1-Kua Baruo da Victoria-3
TELEPHOAE 323

E' a descoberta o
EL1XH M. MIHATO
PROPAGADO I'OR
D CIRLOS
Elle cura tuda a i>juhil?.
Elle cura o rheuractism?.
Elle curn a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morphea!!!
Procurar: ELIXIR M0R.4T0, pro
pagado por
DEPOSITO YM ira&KAMIl( A GOMPAHHIA OH 08 GAS E PRUDOGTQS GH1H
Ra Marq< tz de Oliuda 24
GRANDE
EL AMERICANO
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygien
CM da cidade do Recife.
Accommodacoes magnificas, todas com janellas para rua.
Esplendiaa sala de refeice*, a mai r e mais arej-da nesta capital
A cobinba acha-te a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro braaileiro, ambos especiali>tas na ar-
te culinaria.
Os proprietarins d'este grande e luxuoso astabeleciment tendo a certeza
Uque com os elementos que cima offere-ae acha-se Lalilitado a satiafazer ao
BJais diBceis dos appetites e bota-o ao despor do publico offereceudo-se para pre
yaxar banquetes, jautares etc., dentro ou tora do mesmo estr.belecimeoto.
PRECOS HASOAVEIS
FALLASE D1YEBS0S IDIOMAS
S
Represenlacoes
Conimissoes
62-EA DO BOM JESS-B2 i
trmtagtrT'"n"rJl :l
BBOBHBmEZ*- rar*--z
Tjr: BZ!XEZ&A~i. 11,11
n Hausnsr
Con'iia a roanter era seus depsitos completo soriimento de ulensil/,s para osina-
eu) pre por pm.-os mdicos.
MACHINAS A VAPOU do dilTerentes sy3tema3 e lamanho da Robinson e tef, de 2 o 12 ca vallo*.
CALDEIRAS a VAPOR mnltitubulares de Fletcher para funccionor com o fogo das for
caldas d" ihi ha?.
CALDslRAS A VaPOR Cornish e typo locomotiva para funcionar com lenha e baKtcc
RODS para fua.
hOMRAS de motup-'ontino
M')BNDfiSe raeias moendas, ftarxntidas.
Tai HAS de Ierro fundido e batido, cravadas e caldeadas
ARa DOS de di fifi rentes sistemas.
(RIVaCOES pora fornalhas.
MACHINAS par descarocar algodao de H a 50 serras com alimentadores e empasta-
Cores voota e {dos agricultores.
F. ndo parle da direcc&o de sua fabrica o Sr. eugonheiro Augusto Clarh, vantajosa
tro te ccobecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagera de grande numere
U.-inus fnnecionando deste Estado, incumbenrse do mandar vtr e erigir gar.tmdo a pro
docc/O ) qoahdade do assu ar.
A PARELHOS e meios apparelhos de vacuo.
CI*TILLAC;OES completas paraalcoo! e agurdente a vapor e a fogo n, pata grande
e pe 52 RA BARO DO TRHJMPHO. 52
fc

M
O
#
PEBIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
AVELEIRA MGICA,
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
O
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?3 1
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DO
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INCHA95ES |^
H
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r-.
<
INOFFENSIVO
O GRANDE
PURIFICADO
SALSAPARRILHA
DE
BRISTOL
CURATODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
H
H
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EFFICAZ
^.
PMULSAO VEKMIF1GA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH\RYlA titlaso pelasscola" ::::::::: i mum da easia
afprovad pela inspectora de hygiene
Esta Emulfo faz expellir completamente em poucas heraa 03 vermes in
teetinaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrigae. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creancas sem repugnancia. Em sua composicao uao entram substancias mina-
raes que de mandrm de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultosjcolheres das de sopa. Criancas "eolheres das de ch. Deve aer
lomada pela manb bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou 9g
coro agua adooada. i
Preco 1/2 vidro 15000
, 1 2000
Duzia de 1/2 10000
< 1 c 205000
DEPOSI7X) GERAL Pharmacia Ferreira
Maciel Pinheiro22 PERNAMBUCO
CAPPAR1NA
SSFECiriCO CDSATX70 E P3S7EHT170 DAEfi78X7ILA
DE
H. ROUQUAYROL
Approvado pela Junta de Uygiene
A CAPPAF1NA, produto flora hnsil i a oto remedio oe tffeiiu prodigioso nao e pa
'a a cora da E-js pela como pira prevroir o seo rp>p>a eiimeoto.
A CAPPARlriA, alm deetas propriedade e pre ios?, tpm vsntageDB sobre os demais reme-
itog crrjfeiraoj ai boje para o me$ai fio.8 a de eviur a foraacao de umorts molotreqoto
es ia fi'vslpeli', como lambem de (bsiar a d tfo ma;ao rja< diversas paites doc.rpo, i.tsco
no: os bracos as peroar, os escrotos, molesta c, cbecida sobre o ueme ds Llepbantiasrs
Krvs'pel b-aoca.
A CaiPaBINA recoobecldo boj romo o rcIbor e mais seguro rer/idiopa^a cura d E y-
sipeU dos escrctos e onfas u fljnnac-a que i.ojsid apnarecer nesie or a.
A CaPPARIN* de >guai eflila para corar LjmpBaiite.
N. B. Cada f aco', acompunbdo por ioglrorcOts e alteeud.ia qns s3o ont^s tantas
as da verJadetra eficacia oette oovo medlccDirnto.
CEPOITO
Botioa Franceza
Ba do Bom-Jesus n 22 (ant'ga da Cruz)
JfOLSETIM
1 17
i MEFIIGA DE PABIZ
POR
2AVISE DE MOITTEriIT
SEGUNDA PARTE
ROSA E MARA
XXXVII
(roiiiinucao)
o- Tu o amas multo, minba filba ?
De todo o meu ora ci... quasi
|Dlo quan o k mnha mai e a vosse-
oec ..
Tens rasio*... Li ciano urna al-
na ;lrinca e leal... Luciano o que b
de tuais nobr u<> mu do : um houj- m
botVBto e til Antei raesmo que elle
nos rommuni a.-se a sua i.fi>ig*o por ti,
m f toa m3i deslavamos que o filho do
Conde de K inoel i'qssp cumpa' in-ir o
Shi de tua vida Escrei o Sr. de
wnoel, tea padrinho e rai-u mi iga ha
diZisete anoos, cju-uIimJo-j sobre a
iwias eperaLCas.
Estar cero d* respos'.a... Oieie-me
que apprvava tudo Cooi nimio praz^r
Mas, ae Luciano, que tem ceseaete an-
uo*, j um hocjein, fihinbs, tu anda
atittito crianca...
Ciian9 excLmou Marie Blaucbe
escandalisaf>.
Na idade rnente, coDtinuou o ab-
bade d'Arrynea ; bem sei que tens a ra-
zio e as solidas qual dades de urna mu-
her. Mas isso r.o bast Anda s
mu to nova para sen s mai de f miiia...
e depois, devemos agualdar que Luciano
obtenh* urna posicio indepeodruta...
Aotes de pens.r no casamento, convm
esperar os teus vinte idih s. ..
Esperarei... esprarei... d;sse
vivamente Marie Bi.nche, e Luciano
t.mbem esp r>r... prometteu-me.
E bi de oumprir a miaba pal--
vra, interrumpen com urna voz apaixo-
nada o rapaz, que c>bava de abrir a
porta sem ru do e appa>ecia no limiar.
Mar:e Bl che, aorpreheodida, nio
pode onter um grito de alegra.
Eslava rubra de em-co.
B miodo sejas, meu filho -dis98
o abbade d'Art-ynes ao sen pupi'o, este*
dendo-lha a mi. Ch. g*a a prupo.-ito...
E quai to me nniu frhz por encon-
trar aqui, boa e fort-, a Sra R lliu fez
L .ciano.
Ainda um poiKO fracs, iespond lenriquet, off ecendo as faces no ra-
pas que se approximava vivamente.
Abrac-u-a com uma affei\j ti da fi-
lial e, he* taiite, voltou as para Marie
Blancbe.
Esta, co-ado a sorrindp^ stoudeu-lhe
i rrf.o en'uvada.
Abraca lu noiva, disae o bbido
d' Myne-, uma vez que ab ao. Me he a
mi... qua ser tua um dia .
Luciano u2o a foz esperar e encostou
i s lab os na fronte da moya.
Agor d ze : o que ha de novo T
Fui satisfeito, replicou Luciano, e,
como lhe mand i diz r em carta, sob
condicoes muito vant.fosas... Seis mil
francoi por anno, um aposento no asyl.<
e refeiyio & mesa do d rector, que um
excelleote bomem...
Esplendido fez a Sre. Rollin.
Para comecar nio m)... Alm
disao assiguei contracto apenas por dous
araos.
Fzeate bem, porque em dous annos
podes completar os leus estudos.
LucLne tornou :
O Dr. Giroux um especalista,
cajos conselhos ser-me-bio mu to pro-
ve tosos. E' um obirv dor e um in-
novador sempre em 1 .ta contra a rot na.
' ibe censuro umi cousa...
Que ?
Ser ao poaco duro com os seus
doenes... Prefiro, no tratamento de
pobres, aerea privados de lazio, p -
ciencia e a docura ao emprego de mei s
violentos. ..
Pens como tu. A casa impo:-
t nte?
; De primeira ordem... Pode con-
ter duzentos enfermos; ha qnatro m-
dicos empregtdos n> est bslecmeoto...
Suu en o primei.'o adjunto.
E no que respeiu morlidadtj ?
Como aasim ?
Quero dizer : o Dr. Gir. ux, nio
estando sob fiscalisacio administrativa
alguma, ser, como muitoi doa seas con-
frades, homem de odies e de intrigas de
familia, capaz de so tomar cump.ice de
sequestr.co'es rbitrarias e por conse-
g inte criminos a T
Nio creio, respondeu Luciano, mas
no funda i tsbj que var com oa aegredo? do Dr.
Giroux, caso elle oa j.ossu*. Pode
muito bem ser, porque o dinbeiro, Sua
Magrstade o D.cbeiro, torna o homem
capaz de uma infn dde de cousas vis ;
mas durante os tres dia* que pastei no
asylo nada descOLfiei...
Ha, entret nto, um compartimento
que o doutor nao me quiz mostrar...
Ignoro o motivo dessa abstencao..
quero crer, porm, que etse motivo nada
tem de suspeito...
Rmfim, fosse coma fosee, nada te
comprometiera, na assim ?
Certameote... o director de um
asylo particular o nico responsavel
pelos a-us at-tos. Os mdicos adjuntos,
quaesquerque Eejsm os seus merecimen-
tos, sao considerado8 como empregados
ds salario, enmprindo as ordens de sea
ebefe, sem mand to aspee al...
E quando parte pata Joigny ?
perguntou a Sra. Holln.
A pesaba que eu vou substituir,
deixar o estabelecimento no fim do mez
do Jane ro... Davo chegar ao atylo n-
tea da sua pardi, afim de lhe dr tem-
po a passar-me o servico.
Faltam, portaoto, cinco mezcs...
Cinco mezes, sim, senhora...
Henriqueta tinha si levantado.
Approximava-a a hora de voltar ao
hotel.
Se eu estivesie prevenido da tua
visita, disse o abbade d'Areyao* i sua
prima, teria avisado Plagie, afim de
guardar o almoco...
E eu acei-ara de bom grado, ae
nao houv sse dado minhas ordens em
caa... Para outr* vez te eacrevere,
ainda que seja uma palavra...
Eat dito e nio demores muito com
isso.
O mais breve possivel.
flenriqueta e sua filba se retirar.m e
Luciano, chmado pe a seua deveres
p ofissiocaes Salpetrire, rettrou-se
tambem, pouco depois.
O lei or deve ter observado que ne-
nhiim dos nossos personag^ns fllou em'
Gilbert Rollin.
Nio foi porque o esquecessem, m s
O mais importante do norte do Bazil
ILLMNADO A LUZ ELECTRIC*
Di'poDdo capriebosameote dos primeiros eicTien'c-s k^i icesu, iloriDiae o
paladares mais excntricos e a necesiidade bv^unira.
Nada deixaodoa desejar a eeie eMatelecla.enio o preferido p>.l mais Ka eocledado,
pf roamrov aoa, Qor nao Ine regitea elneios.
D spoodo de r.m ppfsoI rab Hado, qoer os aite te t> i obar, qo* r ro modo de bera
evir, eria este etabelecimeDto na alta-a de :er o ooicu que pode oesas.ombradmeDie irva.
lisar con o- melbores hoteis da En'opa.
Acar co se vico (oliosio confiado a coxiobeiros naclonaes e esirjntei os, enCOOtra
a > os senhores ajan'ei aitt< iti a Hjspedarla pitlo-esca B by^ieoica. cem banDc, etc.
PrfCOS rasoavei. aerado < 'io',nrlil3'ie.
HANOfili G\l\CItV & c,
PERNAMBUCO
SARAO BUSSO
TA."5TXWXDS DPA.3B.A.3SA
Appiovdda pela Exm.a JuDia ce Hvgiened., Capita
Federal
InnuRieros certificados de mdicos d'sticctoa e de pes.Cas de todo erit
rio attestam e preconuam o
Sabo russo para turar queimsduras
NevralgiasFspinhas-
ContusBesDores rheumalicas.
DartbrosDores de cabeca.
EmpigensFerimentos.
Caspasr anos=Sardas=Cliag.isRcgaSj
Erup^Ses cu'aneas e mordeduras de insectos venenosos etc. etc.
A onica e melh.r AGUA DS TOILLET, reunindo em si todas as pro
priedadesdas mais afamadas
Venem as priacipaes pharmacias
e casas de perfumaras em Pernambuco.
Deposito pharmacia dos Pobres.
Jos de Azevedo llaia db Silva
Rua Larga >Jo Rosario n. 28
para nao se oceuparem dos actos odiosos
de que era capaz esse homem terrirel.
O abbade d'Areynes, logo que as vi-
sitas so ret rtram, curvou a cabeca en-
tre as mioa, procurando afastar do es-
pirit) a suspeita horrivel que lhe atra-
vesaara a m ote como um clario si-
nistro.
Henriqaeta teve razio, pena*va
elle. S doua filh-s do mesmo pai e d.
mesmt mii, e sobretudo, dous g-meos
poderiam se pirecer cataj Joanu Riv.l
fiirma que se parecem Ma o Blan,:he e
Rosa, a joven enfermeira do asylo de
al enados de Blois.
Louco que sou continuou, er-
guendo-ae e mediado com um passo lar-
go o gabinete de trabalho. L lft pos-
sivel ama cousa dessas Demais, qual
seria o movel de tal crime? Vamoi, a
natureza tem myateri s ioexplicaveis,
incomprehpnsiveis f.. O desprezo que
tenbo por G Ibert Rollin n3o deve ir al
calumnia Nad* de euspeit. a infun-
dadas !...
E o antig) viga o de S iat-Ambroise
paz-se a t a bal bar.
Depois de ter pasando uma ou duas
sema-as em intimidada qu-j diana com
o supposto vissonde do Grane y, Gilbert
Rolha scaoou por comprehinder que ti-
nha sido logrado e que, oa re udade,
ejsi personagem que o fizera tremer e
na ra'oeira do qual elle cahir* como um
patBho, absolutamente nada stbiade
seus aegredo8 e *p oveitara-se, c m m-
ravilb sa habilidade, de uv loiiiueu
c njecturas. tepou ando sobre as incom
ple-as revela53es de Seivis Duplat.
Uin marotu, sem a menor prova do
crime commettido, acabava de o mys-i-
ficar e de o txplorar nos grandes pre-
mios o caso de se servr desta ex-
o !
Seotio menos odio que admiracio por
este tnestre-cantor de primeir* ordem,
til> hbil em explor r ^eg.ed 8 que nio
cenheiia, e resilveu manter com elle as
mesmaB relacSes cordiaes, afim de apro-
veital-o um dia.
O leitor por certo j lbe adiviohou os
planos.
Quera, gr jaa o viscondo de Gran-
ee y, chegar a goaar di unn boa pirta
dos r^ndimentos em cuja po.si entrsria
a filba na maicrdad^, ou pela mortQ
de sua mii ou no d a de seu e amento
Afim de apressar essa posse, Gilbert
s vio um me3 pratico : cas r Mario
Blancbe com o visjo.de G.ancey.
Este esteva prompto par. todas aa
tramaccSes p asi veis.
M**, desejado-o paragnro, o marido
de Henriquet
quo esse n une
um hom?m de
> gu na s<
e de Gmn (
se a 8jg irar da
ey, ir zi lo por
conscir-nc a trga, nSo
estava CJmp omettido grave nente eu}
negoci i aljim ; do contrari podia re-
sultar par* elle, Uilbec, un occas io do
casamento, mutas d ffi :ull -r'ai.
Por conseguinte, ant*>s l> qualquar
reiolugo drfini;v, tratou de se infor-
mar em Amboise.
As inf)rmac33s que teve fora-a exeel-
lentes e corroboraran* as p 1 .rras do
pseudo-Grancty.
A familia de Grancey pe ten-a mais
an'ig* nob eza e possnira outr'ora magni-
fica fo-tuoa, esbanjada pe ^s seus ltimos
rrp-esent ntea.
Djs esplendores de out 'ut nao ret-
Uva ao ultimo da r. c sen> um bello
nome.
Gilbert nio exigia mais nada.
(Continua),
Typographia do Dsaro
-
i


i


Full Text
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