Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18146


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Full Text
ANUO JLXV11 JNUM-BUO 89
QARTA-FEIRA 22 DE ABKIL DE 1891
L
-

I
$'
y.

DIARIO DE

PROPRIEDADE DE MANOEL FIorJEIROA EE FARIA & FILHOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes achantados
Por seis ditos idem
Porumanno idem.
Cada Damero avalso.
*
61000
121000
231000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA:
Os Srs. Amede, Prince & C, residentes em Pars, 34 rae de
Proveace.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados.
Por nove ditos idem .
Por um aono dem.
Cada Damero avalso .

13500
201000
261000
1100

TELEGRAMMAS
caracte
(Continua)
a) A historia do Estado em relago com a hia
loria da humanidade.A blstoria do Direito e do
Estado, e da sociedade fundamental para este tira
ede resumiese ntesla lei: nma sociedade que
caminha de ser exterior para ser interior, de
viver isoiada e absoluta qo sen Hm para entrar
em relacao bumana com as outras sociedades a
fin fundamentaes, ao passo qae essas mesmaa
sociedades se desehvolvem segando a sua nata-
reza e em relacao com a sociedade poltica.
Quem seguir atentamente a historia da huma
idade e dos potos na humanidade. como socie-
dades polticas, ha de observar nos perodos
grandes e pequeos, esta lei constante que te
conforma com as leis geraes da historia, e escla-
rece a historiado direito civil no seotilo strcto.
Por exemplo, no mundo antig o hornera fun-
den os seub direitos privados e pblicos como
sna personahdade cinl, na saa propriedade de
ser homem, porm na qualidade mais restricta e
puramente poltica de ser cidado
Todos os direitos, mesmo dentro da familia e
sobre o solo eslribavam nesta qualidade e s nel-
la, por direito commum.
lo mundo moderno, desde a idade media, o
'andamento dos direitos privados e pblicos ci-
fra se n'uma qualidade mais interior mais inalie
avel mais humana ; a de homem livre ; e as
rincipaes revoluces modernas teem o seo lago
a tendencia para converter este principio em
lei commum ao direito publico e privado.
Bata lei creou nos estados modernos um direuo
vivo superior e reg lador do direito escripto, e
fcaseado, nao no soberano, mas na Jurispruden-
cia commum, na equidade, na opinio, uto e,
as restantes sociedades fundmentaes e na sua
idea propria ao lado di sociedade poltica. Has
eite mesmo direito commum e os seus orgaos, o
Bconsolto eo publicista, nao se exbimiram as
Brraces.as pretences illegitimas, as doutri
. vagas, em qnanto o mesmo direito no sen
jcioia, como torma condicional e reciproca
i toda a vida nao se legitime e dctermoe no
i pelo mrito e tira moar pelo sentido
religioso de urna maoaira -brjinica oa doutriua
ena vida.
S2fiVZ,G fABIICLAB 80 SIAB2C
RIO DE JANEIRO, 21 de Abril a 12
horas e 56 minutos da tarde,
Foi nomeado inspector da Tnesouraria
do Rio Grande do Norte, Luii Emygdio
Pinheiro da Cmara.
Foi nomeado coronel commandante
superior da guarda nacional da comarca
de Timbaba, n'esse Estado, Isidoro Ca-
valcante, sendo reformado o actual.
Partiram no Aconcagua para Per-
nambuco os tachygraphos Natividade e
Horacio., e no Thamea para a Europa o con-
selbeiro Manoel Pinto de Sousa Dantas, o
Barao de Alencar, o Conde de Mattoainho
e o director geral da Repartidlo dos Cor-
reios.
MSTROCClO POPULAR
. I2EALIA S7mDS8
PARA A VIDA
11) KAN PRELIMINARES
(Continamelo)
SEGUNDA PARTE
vi
(DS.IA DA HUMANIDADE HAS SCAS SOCIEDA-
DES FONDAMKNTAK8
6
poro e Emado Hnmano-Eilado
terreno
S es povos reunidos om sociedade humana
representara a suprema pessoa poltica, o Povo
io sentido pleno: s a humanidade constitoida
em Estado publico competente para emittir
opinio decisiva sobre a constituigSo e os esta
dos particulares dos seus povos. Os pactes in-
ternacloaaes celebrados entre estes, antes da
reaoiao e constituicao ultima, posto que obri-
gam no seu lempo como con lices histricas
para ella, lemcom'.aioo carecter Je provisorios,
e todos aguardam a sua revisao, ou confrmacao
ou annullaco, qne ba de ser proferida por
aquelle loniquo, verdade, mas, indeclinavel
tribunal de todos os povos n'om Povo e Estado
terreno.
117
A divisan e 0' limites geograpbicos naturaes
determinara na historia a juntarem-se primeiro
em povo e estado unido os povos visiohos de um
continente parcial, para d'abi.e seguindo a mes-
ma lei formarem em ultimo grao sobre os estados
unidos de partes maiores da trra, um definiti-
vo estado e governo da sociedade humana.
Assim como toda a vida histrica progride em
seu caminno ascendendo e tornando se gradual-
mente plena desde o individual e particular al
a esphera mais comprehensiva, assim tambem
succede o mesmo na vida histrica do estado,
con sociedade para as condifies da aossa com-
mum bumanisaco
Um grande tolo de vida carece de larga pre-
parajao oara a sua plenitu ie, e o maior o que
carece d m:is larga. Anda se passaram secu
los em graos intermedios de povos e estados uoi-
dos, antes da nossa humanidade ebegar, em vir
lude do m condicional, a co stituir se em so-
ciedade total poltica, e antes de reaisar sob
ama coostliuico e governo interior a idea uni-
versal do direito, cono urna pessoa juta dentro
e lora, em baixo, em cima, e de todos os lados.
118
Cada povo na trra e na historia tem 3eu di-
reito peculiar e estado como forma de suas res-
pectivas condices humanas; aquella que resulta
de loda a sna vida interior e exterior, e em vis
ta da qual organisa segundo as suas circumsian-
cias, o seo estado e governo. Por consequencia
cada povo tem no seu estado, um conselho para
definir o direito ; um tribunal para conhecer do
tacto em relago ao direito ; um governo para
to-nar effectivo e eficaz o direito definido e jal-
gado superiormente ao conselho, ao juiz e ao
ministro flea a representaco do povo todo, a
pessoa solidaria viva e activaba condiclonali la-
de total do povo,
Esta organisacJo fundamental representa o
povo na suaanidade, mediante urna constituico
coja base nao arbitraria nem estabelecida por
motivos temporaes mas qae em seo principio e
em iieinitivo para a humanidade, urna s e a
nica legitima. Es:a forma resulta por urna
partea nalureza do direito, e por outra da na-
lureza da propria humanidade em seu "
condicional sobre a trra.
fABTE 0FF1CIAL
(iorerao do Estado de Pera
baeo
IXPBDIBNTE DO DA 13 DB FIVERSIBO DI 1891
Actos:
O desembargador governador do Estado,
a vista do exposto pelo director geral de Obras
Publicas em oficio de hoje sebo. 39, resol ve
prorogar por 4 meses a contar do dia 1 de Mar
(O prximo vindouro o contracto da empresa de
lluminaco a gaz do Recife celebrado em 26 de
Abril de 1866 e Ando em 3 de Abril do anno
prximo paseado atim de continuar a mesma
empresa no fornecimento desta illuminaco, vis
to nao estar ain la resol vido o novo contracto,
autorisado pela lei o. 1901,. de 4 de Junho de
1887.Fizeram se as necessarias commuaica
{6es.
O desembargador gove'rnador do Estado,
resoive nomear o tenente Firmino Ricardo de
Moraes da Mesquita Pimentel para o posto de ca-
pitao da 2 companbia do 4* corpo de cavallana
da gnarda nacional da comarca do Cabo. Com -
mumcou-se ao respectivo commandante supe-
rior
O desembargador governador do E tado,
atteodendo ao que solicitoo o cidad&o Manoel
Joaqoim Xavier Ribeiro em oficio de 13 do cor-
rate mez, resol ve exon-ral o do cargo de mem-
oro da Intendencia Municipal de Bezerros, e no-
mear, para substituil-o o capitS> Jos Faustino
da Silva.Fizeram-se as necessarias communi-
caces.
O desembargador governador d > 'Estado,
resoive nomear os cidadaos Tomaz d'Aqnlno
Alcntara e capitao Antonio Gomes Ribeiro para
exercerem os cargos de membros da Intendencia
Municipal do Al trabo Fizeram-se as necessa-
rias communicacee.
O desembargador governador do Estado, re
solve exonerar, a pedido, Joo Pinheiro de 0!i-
veira do cargo de memoro da Intendenta Moni
clpal do Atinho.-Fizram se ?s necessarias
commnaicaces-
Officios :
Ao commandante das armas.Transmuto-
vos oara vosso conhecimento e devidos Bns, a
inclusa copia do oficio o. 68 de 18 do correte
que me dirigi o jais de direito do arcbipelago
de femando de Noronha com relacao ao senten-
ciado militar Feliciano Jos do Nascimento.
Ao mesmo.Para os fias coavenientes re-
metto-vog a inclasa copia authentica da certidao
de bito do sentenciado militar Joao Alves Fei-
tosa, que pelo jais de direito do arcbipelago de
Fernando de Noronai me foi enviado com oficio
n. 51 de 30 de Janeiro ultimo
Ao Dr. chefe de polica. Providencial para
qae seja qaaato antes restituido a liberdade o
cidado Joao Arthulino de Moraes, de quen tra-
tastes em oficio de ti do corrate sob n. 355.
Ao inspector da Thesourana de Fazeoda.
Communico-vos qae o desembargador remo
vido por decreto de S9 de Janeiro Ando para a
Relacao do Recife hachare! Francisco Laiz Car-
valbo de Andrade, assnmio o respectivo exerci-
cio no dia 10 do correte.
Ao m-i-mo. Commanco vos que o jaiz
substituto da comarca de Timbaba, bacharel
Antonio Osario Cardoso Ayres entrou hontem
no goso de licenca de 3 mezes que Ihe conced
nUimamento.
Ao mesmo.Communico-vos que o jaiz mu-
nicipal do termo de Pao d'Alho, bacharel Joao
Baptista Correia de Oliveira, em SI do correte
entrn no gozo da liceDca que ltimamente Ihe
conced para tratar de sna sade.
Ao inspector do Arsenal de Marinha.Com
a inclusa copia da informac&o do inspector da
Tnesouraria de Fazenda, a 124, de 18 do cor-
rele, respondo ao vosso oficio n. 12 de 9 deste
mez, em que solicitases solac&o sobre o contra-
cto dos artigos de forragens, sobresalentes e cu-
tros artigos, necessarios as dependencias e aos
navios oa armada estacionados no porto desta ci-
dade.
Ao mesmo.Transmiti, para vosso conheci-
mento, a inclusa copia do oficio n 62, de 18 do
correte, qae me dirigi o jaiz de direito do Ar
cbipelago de Fern-codo de N ronha, com refe-
rencia ao marinheiro nacional Joao Candiota.
Ao director do Arsenal de Guerra,Con-
forme solicita o general commandante das ar
mas em oficio n. 2.600 de 21 do co -renie, aato-
ris'j-vos a mandardes saiisfazer o incluso pedido
de dous revolveres para o 14* batalbode iofan-
tat la .Fizeram-se as necessarias communica-
fes.
Ao inspector do Thesouro do Estado.Eo
vio-vo8 os inclusos documentos referentes s
passagens concedidas pela ebefatora de polica
nos carros da Companhia de Trillos Urbanos de
Caxaug durante o mex de Janeiro ultimo, atim
de fazerdes effectivo o devido pagamento na im
portancia de 30*400, conforme o oficio do res-
u-ctivo engenheiro fiscal de 10 do corrente.
I'jmmooicou-se ao eneenbeiro fiscal.
Ao Dr. jniz dos fettos da Fazenda.Decla-
ro-vos, em resposta ao vosso oficio de 19 de Ja-
neiro liado que aos avaliadores privativos da
fazeoda do Estado, Aagusto Xavier Caroeiro da
Cunoa e Cleomenes Lopes de Siqu'ra cabe o
recebimento intesral das castas a qae vos refe-
rs no mencioiado offi :io, visto como a amplia-
do feita ao decreto n. 304 de 5 de Abril do ao-
no passado, com relac&o ao contador e ao distri-
buidor desse joizo as causas de valor inferior
a 500*000, de que trata o art. 196 do decreto n.
1,735 de 2 de Setembro dt 1874, deve ser. exten-
siva aos petictocaios.
Ao director de obras publicas.Approvo o
orcameoto annexo ao vosso oficio de II do cor-
rente, sob o. 31, para a obra precisa na ponte
sobre o rio Canma no interior da villa de Bar-
reiros na importancia de 4:0004200, e kutoriso-
vos a pl-os em pr-ici na forma da lei.Commu-
nicou-se a latenlencia Municipal de Barreiros
Ao commissario geral das goardas locaes.
Traosmlttiodo-vo8 copia do abdxo assigoaJo
em qae diversos habitantes da paroebia de Afo-
gidos repre-entam contra o procedimento irre-
gular da praca da respectiva guarda local, de
uome Fuao Seabra, bUtorso-vos a elimiuardes
nao s a referida praca, mas tambem tolas as
qae se comportaren! de modo inconveniente.
Outrosim, sobmetto vossa considerafio co-
pia das nformaces q e sobre o aaaumpto pres-
taram o Dr. chefe de polica e subdelegada do
! districto de Afogados.Remetteu-se copia ao
Br. chefe de polica.
Ao mesmo.Em solacio do assumpto de
vosso oficio n. 42* de 30 de Dezembro ultimo,
recommendo vos a expediento de ordena no sen-
tido de ser apreseutado ao Tbesooro do Estado
o pret relativo ao sold das praca do extiocto
corpo de polica que en S. Beato prestaram ser
vijos de 8 a 23 de Hovembro do anno prximo
pa8sado, e juntamente para que da importancia
do mesmo pret seja descantada a quantia de
40*000, foroecida s mesmas pracas por um ct
dadao all residente, sob fiaaca do respectivo
delegado, como se verifica do sea offi -io. or
copia, anoexo ao da Dr. ebefe de po.icia. o.
2,322 de 13 do .referido mei de Novembro.Pi-
zeram-se as necessarias communincoes.
Ao mesmo.--Em resposta consulta conti-
da em vosso oficio n. 431 de 3 de Janeiro fiado,
declaro vos que nao sendo mais o vencimentos
dos guardas locaes pagos pelas collectorias. tor-
na-se desneerssaria a formalidade de que trata
o art. 30 do regulamento de 9 de Outabro do
auno prximo passado, mas de toda a conve-
niencia qae as respectivas autoridades policiaes
assistam ao pagamento, assim como que Ins landa"Valonea, no cargo de collector das rendas
seja remettido o mappa a que se refere o art. 981 do Estado, no municipio de S. Bento.Commu-
do mesmo regulamento, visto, nos termos ao nicou-se ao iospecior do Thesoaro do Estado.
art. 21. estar a guarda local dos municipios im
mediatamente subordinada 4 direccao e visitan
cia daqaellas autoridides.Communicoa-se ao
inspector do Tbesooro do Estado
Ao inspector de hygiene.Informe, com
urgencia, sobre o pedido, aqu junio, de medi-
camento e utensilios para a pharmaeia do pre-
sidio de Fe roa a do de Noroaba.
Portarlas:
Os cidadaos agentes do Lioyd Brazileiro, dem
passageos de prj por coma do M nUlerio dos
Negocios da Justica aos ex-senienciados Pedro
Antooio e Laiz Carlos de Franca Ribeiro, o pri-
meiro para o Estado do Ceari e o segundo para
o do Maranbao.Communicou-se ao inspector
do Arsenal de Marinba.
O Sr. gerente da Oompamia Pernambucuna
faga transportar ao E-tado da Parabyba, por
conta do Ministerio da Guerra, dous fardos pe-
sando 97 kilegrammas. contendo cobert>res de
la para o 27.a batatbao de Infantaria all eslaclo-
nado.Communicou se ao director do Arsenal
de Guerra.
O Sr. gerente da Companhia Pernambacana
faca transportar ao Estado do Rio Grande do
Norte, por conta do Ministerio da Guerra, om
caixaj mediado 670 decmetros cbicos, canten-
do diversos artigos destinados ao 34.* batalbo
de infantaria, aili estaciooado. -Commanicou se
ao director do Arsenal de Guerra.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem em carro
de 1." claese, com direuo bagagem, por conta
do Es'ado, da Estacao de Cinco Ponas a de Una,
ao jaiz municipal do termo de Flores, bacharel
Cicero Tercio Torres Tavares
Mutais mutandis de Palmares a Garanbuns.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem de ida e
volla, da eatac&o de Cinco Ponas a da Escada,
em carro de 2.* ciaste, por conta do Estado, a
pra^a da guarda local Jos de Aodra ie Lima.
dem idem idem de Una a seis pracas Ja
guarda local e providencie qaaato a > transporte
de tres reos que ellas teem de con iuiir para o
termo de Qaipapa, afim de serem submettidos a
julgamento.
MtUatis mutandis de Palmares a Qaipap.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagem de 2.*
classe de viada e volla, por conta do Estado, da
estacSo de Gamelleira a de Cinco Ponas, a duaa
pracas da guarda local e providencie quanto ao
transporte de um reo qae ellas teem de conduzir
para esta capital.
dem dem idem com direito a bagagem, da
estaco de Cinco Pon tas a do Cabo, ao cabo de
esquadra da guarda local de nome Maaoel Jo3
Baptista.
dem idem em carro de 1.* classe. da esta-
co de Una a de Cinco Pontas ao commissario da
guarda local do municipio de Palmares Antonio
Cadena Baodeira de Mello.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao Ltmoeiro, d passagem em carro de
1.a classe, por conta do Estado, da estaco
daquella cidade a do Brum, ao commissario da
guarda local Josino Alexaadrino de Oliveira.
EXPEDIENTE DO DIA 24 DE FETERE1HO DE 1891
Actos :
O desembargador goveroador do Estado, resol-
ve nomear Jos Manoel Robalinbo para o posto
de capito da 5a companhia do 8* batalbo da
reserva da guarda nacional da comarca do Bre-
jo em substituico de Gaudencio Rodrigues de
Araojo que (alleceu. Commuoicou-se o com-
mandante superior.
0 desembargador governador do Estado,
resoive nomear Francisco de Paula Prudencio
Machado para exercer interinamente o lugar de
es creyente da patromoria do Arsenal de Mari-
nha, perebendo os vencimentos qae por lei lbe
competirem. Fizeram-se as necessariis com-
muaicaces.
O desembargador goveroador do Estado re-
soive recondozir o bacharel Alfredo Serapbico de
Assis Carvalbo no logar de jaiz municipal e de
orpbos do termo de Cimbres, por tempo de 4
annos na forma da lei.
O desembargador governador do Estado,
resoive nomear o bacharel Firmino Antonia de
Soaza Vianna para o car^o de jaiz maaicipil e
de orpbos dos termos reunidos de Iagazeira e
S. Jos do Egypto, por tempo de quatro annos
na forma da lei, em substituico do bacharel
Manoel Raymnndo de Araojo Pinheiro que foi
oomeado juiz de direito. Communicou-se ao
respectivo juiz de direito.
O desembargador governador do Estado,
attendendo ao que requereu o bacharel Hygino
da Silva Gusmo, promotor public da comarca
de Po-d'Aibo e tendo em vista o attestado me-
dico exhibido, resoive conceder-Ihe dous mezes
de leenga, com os vencimentos a que tiver di
reito para tratar de sua saude, devendo entrar
no go o da mesma licenca no praso 15 das.
0 desembargador governador do Estado de
conformidade co n a proposta do Dr. chefe de po
licia em oficio des.a data sob a.371, resoive ex
onerar, a pedido, o cidado Silvino Alejandrino
di Costa Lias do cargo de 2 sbppleote do dele-
gado do termo do Rio Forojoso. Communicou-
se ao Dr. chefe de polica.
O desembargador governador do Estado,
tendo em vista a proposta constante dos oficios
ns. 89 e :0 de hontem datados do inspector ge-
ral da Iostrucco Publica, resoive nomear os cl-
daioa Antonio Jos da Silva Sarment e Isacio
Matheus de Almeida para exercerem os cargos,
o primeiro de delegado do di -tricto litterario de
Apipucos e o segando de Palmares, em substitu
gao de Joo Cesario de Mello e do bacharel Ma-
noel Henrique Wanderley que fleam exonerados,
send'i que aquelle por ter mudado de residencia
Co nmunicou-se ao inspector geral da Iostruc-
co Publica.
O desembargador governador do Estad ..
resoive dispensar, a pedido, os cidadaos Joo
Flix Pereira, Dr. Leopoldo Mariabo de Paula
Lopes e Pbilemon Augusto da Roa dos caraos
de membros da Intendencia Municipal de Palma-
res. Comoauaicou-se a Intendencia de Palma-
res.
O desembargador governador do Estado,
resoive nomear os cidadaos caiuto Isicio Ma-
tbeus de Almeida, servindo de presideote, Ger-
vasio Feiix Pereira, Antonio Camillo da S,lv3,
Raymuado Fialbo e Alfredo da Cunba Brando,
para exercerem os cargos de membros da Inten-
deicia Municipal de Palma-es.Fizeram-se as
necessarias communicacoes
O desembargador governador do Estado,
attenuendo ao que reqaereram Manoel Figuei
roa de Faria & Filaos, propietarios da empreza
do Diarto de Pemambuco e contactantes das pu-
blicacOea dos actos officiaes. e tendo em vista a
informaco do inspector do Tesooro, n. 155 de
21 do corrente, resoive abrir um credit) da im
portancia de 240*000 verba do artigo 2. 65
do decreto orgameniario vigente afim de occor-
rer a, pagamento do que devido aos peticio-
narios, provealeote de iinpress^s feilas por or-
dem da secretaria d'este governo.Remetteu-se
copia ao inspector do Taesoaro.
O desembargador goveroador do Estado,
resoive exonerar o cidado Antooio Possidooio
de Oliveira do cargo de collector das rendas do
Estado, do municipio de S. Bento, visto nao ter
prestado flanea, conforme preceitua o artigo 12
do regulamento de 7 de Jalho de 1879.
__O desemba'gador goveroador do Estado,
resoive reintegrar o cidado Franciico de Hu-
Oficios
Ao commandante das armas.Transmiti-vos,
por copia, o oficio n. 35 de 19 do correte que
me dirigi o director do presidio de Fernando
de Noronha, com retago ao fallecimento do
cabo de esquadra do 2. batalho de infantaria
Manoel de Franca Oliveira.
Ao inspector da Tnesouraria de Fazenda.
Autoriso-vo3 a mandardes pagar a Joo Evange-
lista Ja Silva, a quantia de 1:200*000 prove-
niente do aluguel de dous carros, qaeestiveram,
d'esde o dia 1.* de Janeiro fiado at 10 do cor-
rete, occopados na condueco de variolosos
para o Hospital Santa gueda devendo essa dea-
peza correr por conta da verba < Soccorros P-
blicos Communicou-se ao medico eocarre-
gado do H ispital de Santa gueda.
Ao mesmo. -Declaro-vos para os fins de-
vidos que u'esta data defer a petico de Luiz
Leopoldo dos Gaimares Peixoto coocedendo Ihe
senco de direitos do Estado e municipaes por
espaco de 10 annos em favor de urna fabrica
para explorarlo de drogas productos cbimicos e
preparados pBarmaceuticos da flora brazileira e
estrangeira que o mesmo cidado se prope
fundar n'este Estado por si ou companhia que
orgaoisar ; comprenendeado a iseaco de im-
postas a fabrica, seus edificios, rmaseos de de-
psitos, machinismos, appareibos, exceptuada a
materia prima importada do estrangeiro.
Ter a empreza para os fins legaes o valor de
100.000*OOJ.
Mutat mulandis Intendencia Municipal
do Recife.
' Ao juiz de paz do Ia districto de Limoeiro.
Declarando o aviso do Ministerio dos Negocios
da Juslica, de 6 de Janeiro nodo, em vista de
consulta, que o escrivo de paz deve ser oomea-
do pelo juiz a qae competir o exercicio no anno
em que se der a vaga, e urna vez empossado,
nao pode ser privado do oficio seno em virtu
de de sentenca que importe a perda do lagar ou
lei que o extingua.recommendo-vos que deis pjs-
se ao escrivo desse districto Henrique da Silva
Ferreira (tabello, visto como em favor do mesmo
milita a inteligencia dada pelo mesmo Minis-
terio.
Ao eogenbeiro fiscal do Ia districto de en-
gennos centraes. -Em resposta ao oficio de 12
do corrente, em que solicitaes pisaes permanen-
tes as diversas estradas de ferro deste Estado,
declaro-vos que nos termos do aviso do Mioiste
rio da Agricultura, de 28 de Setembro de 1885,
s podero ser elles concedidos mediante requi-
sito a este governo sempre, todas as vezes que
vos dirigirdes i servico s localidades servidas
pelas vas frreas ou vapores martimos.
Ao superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Fraocisco.Providencial para que,
p. r conta do Estado, sejam dadas as passagens
de ida e volta oessa estrada, que forem requisi
tadas por F ei Caetano de Mcssina para os ir-
mos da ordem, com direito bagagem.
Mutatis muland ao engenheiro chefe da es-
trada de ferro sol de Pernambucot
Portarlas :
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Recife ao S. Francisco d passagens de ida e
volta, por conta do Estado, em carro de Ia clas-
se, da estaco de Gamelleira de Cinco-Pontas,
ao commissario da guarda local daquelle muni-
cipio.
dem idem idem de Cinco-Pontas de Uua,
ao commissario da guarda local do municipio de
Palmares.
O Sr. soperiotendente da estrada de ferro
do Recife ao Limoeiro d passagem, por conta
do Estad j, em carro de Ia classe, da estaco do
Brum daquella cidade, ao sub-commissaro da
guarda local de Afogados de Ingazeira, e previ
dencie quanto ao transporte, em carro da 2a
classe, de urna praca e de armamento e farda-
ment que ella conduz.
nossos. Estabelecido em Pars ond- muren da
peste em 1631, G. C. Frey (ou Frjus) med) e
pbilosopho, cuji8 obras publicadas em Lyoa
sao frecuentemente citadas por Comnius, mere-
ca talvez ser entre nos objecto de algum estu-
do- Foi pelo seu intermedio que Comnius te ve
conhecimento da educaco e das ideas do nosso
Montaigne.
Si fosse possivel (e para isso bastara eatudar
conscienciosamente as obras de Comnius) co-
nhecer todos os projecto8 de reforma qae no ri-
te da Europa se agita vara na poca em que, em
Franca, a velha Umversidade, algum tanto en-
torpecida na ratina, via-se combat la ao mesmo
lempo pelos jesutas, os oratorlanos e os borneas
dePort Royal, fica-se admirado do numero de
idiB justas emittidas por certos espiritas. Fi-
car-se-hia sobretodo escandalizado com a pro-
digiosa leatido dos progresso*. pedaggicos e
com a forca qae os velhos hbitos oppdem as
ideas de progresso.
O grande mrito de Comnius em Materia di-
dctica geral coasiste em ter elle concentrado
ludo quantj seas predecesores tinham escripto
sobre a pedagoga e ter formado um systema co-
herente e adeqoado a esta mistura de christia
atamo e de bacooismo qae caracierisa seu ponto
de vista.
EXPEDIENTE DO DB, SECB.KTAB.10
Oficios :
Ao presidente da Intendencia de S. Bento.
De ordem do desembargador governador do
Estado, commuoico-vos que a 18 do corrente foi
resolvida a consulta a que se refere o vosso ofi-
cio de 14 do mesmo mez.
Ao 1 jaiz de paz do districto de Alagoinba.
De ordem do desembargador goveroador do
Estado, remetto-vos, conforme requisilastes em
oficio de 9 do corrate, um exemplar da lei so
bre o casamento civil.
BIBLIOGRAPHIA
Jcan Amos tome alus tSO'-
IttJO
8A8 IDEAS HUMANITARIAS K PEDAGGICAS
PELO SR BOBERT
Director adjunto dos correios e ttlegraphos
em Argel
(Traducco deJA. Hygino de Miranda Jnior,
autorisado pelo autor)
(Concluso)
Sob o ponto de vista pedaggico em particu-
lar, o pensamenlo de ^omoius tinba, no que con
cerne a iostrucco popular, um ponto de apoto
serlo na tradico notavel do sen paiz e da sua
igrtja, Os Tcneqoes, os Irraos da unidade em
particular, tinham cultivado de um modo admi
ravel sua llngua materna e a educaco popular
tioha, desde os seculos XV e XIV, conquistado
entre elles urna situao fluresceate, devido cer-
lamente a urna Biblia em lingna vulgar e a um
culto nacioaal qae no scalo XVII tornaram se
oojectos da ira dos jesutas.
A esta tradico vem se reuoir o grande mov-
meato inaugurado no mesmo sentido pela refor-
ma germnica, movimento do qual a famosa car-
ta de Lntbero s municipalidades da Allemanba
(1624) tornou se o mais memora ve1 documento.
Qaaato a iustrucco secundaria, Comnius ti
nba qae levar em conta primeramente o grande
movmento do humanismo' do qual E-asmo tor-
nou-se o representante mais eminente, e bem
assim as tradijoes classicas seguidas por ho-
rneas taes como Sturm em Strasboarg, Trotzen-
dorf em Goldberg (oa Silesia), etc.j em segaa-
do lagar anda liana qae levar em conta a edu
cacao jesutica que, at mesmo no seu proprio
paiz, imha comtalo a deenvolver-se a partir
do flm do secuto XVI e que a victoria da Mon-
tagae-Blanche havia tornado predominante, ou
antes dominante. Todava nos pases protestan-
tes pata onde o exilio o conduzo, ComBius nao
leve occasio de eotrar em iuta com ella e foi
de prefereocta a educagao classica em geral, tal
qual se acbava ento orgaoisada ua Altemanha,
quo elle procoron reformar.
Seo espirito dmgio-se crot a tul" qnl
quella poca ja ha va de escnplores pesuj
ceosarando os vicio da educaco publica eem
e das coa saa
Alm disso os seos trabalhos sao devidos a
a ama grande idea patritica e religiosa. Como
Fchete, na Atlemaoha depois da batat&a de lena;
como a Austria dep is de Sadovra; como a
Franca depois das desgraca3 da anno terrivel,
Comnius sentio a necessidade de urna grande
reo-ganisac.au nacional e foi no intuito de pre-
paral-a que elle escreveu seu primeiro tratado, a
Grande didctica, escriptaem tebque, de 1627
a 1632.
Os Tcbuues exilados alimeatavam a esperan-
za de poder aiada rollar a patria ; estavam de-
cididos a proceder antes de tudo a reorganisacSo
moral da sua nacionalidade, pela resUuraso das
suas igrejas e das suas escolas. Des Je eoto, en-
sinar depressa, agradavel e slidamente, por
meio de metbodos novo- tudo o que aecessario
para formar cidado uteis a patria, creles fiis
igreja, apresentou-se como o primeiro dever
d'aquelles que guiavam o povo, e Comnius era
contado como um dos mais zeloaos.
A Grande didacta nao a nica obra theorica
que Comnius escreveu sobre a pedagoga geral.
Em Elbtng (na Prussia) elle escreveu de 1642 a
1667, urna obra que um pouco ambiciosamente
intiiulou a Ultma patarra sobre o metkodo das
Imguas (ilelhodus linguarum novissimaj, obra
oa qual sysiematisou de um modo novo, todas as
ideias sobre o ensino das linguas, taes como ellas
se tinham desenvolvido na sua imaginagao desde
1631, data do primeiro livro escolar escripto ten-
do como objecto o estud do latim, sobre a base
do parallelismo das palavras e das coasas (a la-
ua ou Porta da iingua latina).
Passamos agora a esbocar a uaturesa dos s r-
vi jos especiaes prestados por Cemaius a cada
um dos differentes graos da educaco.E' in-
til dizer que nao podemos mesmo por alto exa-
minar as trinta ou quarenta obras quu compre
hendem a Operas didctica. Limitar-nos hemos
as o iicagoes mais geraes-
Comnius dividi a educaco completa em qua
tro grandes escolas, comprehendendo cada urna
seis annos : escola materna escola primaria ou
popular, escola secundaria ou latina, escola su
perior ou universitaria.
Vou cu .r as palavras do Sr. Dr. Andreini, au-
tor de urna historia manuscripta da pedagoga,
da qual teve a bondade de me comnuuicar um
fragmento.
Comnius oceupou se alm d'isso (e elle tem
o mrito de ter sido o primeiro a fazel-o) da
crenca antes de nascer, isto durante a gravidez
materna, Ni sua schola materna (ou schoia mater
ni gremii) pede que a me se submetta a um re
gimen conveniente, que evite a emoces, os exer-
cicios perigosos, que rogue para que seu filho te
nha um espirito sao em um corpo sao (mena sana
in corpore sano)
Ainda nao tudo : ella propria deve amamen-
tal-o por ser o systemo das amas de leite ama
cousa condemoavel, contraria nalureza, des-
agradavel para as mes, fatal para a crianza,
etc.
Estas prescripces hygienicas altrah.-ara
ramio a attengo de nosso sabio colega.
< No seu livro sobre o ensino malerno ou do-
mestico, Comnius segu, de alguma sorte, anno
por aono o desenvolvimento da crianca e indica
esao a passo o meio de ajadar ao despontnr das
m'.dades. Elle tem a gloria de ter sido o ini
ciador da ideia dos livros com ligaras para a in-
strueco da primeira idade e em part.cular de
ter sido indirectamente o promotor dos Jardins
das criancas, enja realisajo teve lagar em nosso
secuto.
t Foi, com effeito, a leitura do livro de Com-
nius qoe Ievou Frderic Frsbel, o o'ganisador
dos Kindergarten, eenio em tolali Jade pelo me-
os em parte, a realisar os proeessos que adoptou.
Foi o pbilosopho Kraus que fel o fazer esta lei-
tura si devemos dar crdito ao seu genro Kraase
e ao philosopho Leonhardi.
Q jauto ao ensino popular era preciso es ere-
ver um volme completo si quizesaemos enume
rar tudo quanto elle deve a Comnius, oa para
fallar de um modo mais exacto (porque a influen-
cia histrica de Comentas foi quasi nalla) todo
quaom elle lbe deveria, si dous seculos atrs, as
ideias do nossa reformador tivessem sido loma-
das em coQSideracv. Educaco universal, isto ,
que comprehende todas as enancas dos dous se-
xos ; geral, isto dada de 7 a 12 annos a todas
as criancas, sera distineco de classe e de des
tino social; obrigatorta, gratuita, nao latcal, por
exemplo, mas integral, isto eocyciopedica, to-
dos estes pontos acham-se indicados la maneira
a mais cabal e a mais clara na Grande didctica.
O estado d'este livro, quaado se o faz approxi-
mar das ideiss actuaes, conduz as mais interes-
sant-s consideraces sobre a educaco civi a,
moral, religiosa, etc. Quanto ao programma dos
estados que Comoias tracen para a escola po-
pular, elle pode aiada hoje, segundo a opinio
dos entendidos na materia, ser considerado como
om modelo. Seu metborio aprsenla duas passa
gens caractersticas sobre as qaaes nunca se in-
sistir por demais: una a que se refere a m-
tuicao, isto a percepeo seosivel, o modo de
fazer o discpulo entrar em relacao com as pro
pnas cousa- e isto pelo maior numero possivel
de 8eotidos ; o segundo o qae diz respeito ao
eosino attrahente, a tueora do ensino por meio
do recreio, mas o recreio serio.
Nao ha um s de3tes pontos cujo deseavol-
vimeoto nao seja de nalureza a ioteressar aquel-
lea qae 3e occapam desia materia e obrigal-os
a fazer muit-is refl^xes otis. Um graade nu-
mero de ideas modernas com as quaes a justo
titulo nos orgulnamos (passeios scientificos ou
indu*triae3,jardia* botnicos, colleccesjde mo
dUM, de diag-ammas, de peca* anatmicas,
museos escolares ou cantonas ), se acnam cla-
ramente enunciadas por Comnius.
4 Todava o idea niaii adraravel que Com-
niasaBfeeDPu e raali ou, to a de transformar
sosioo em ama sorte de encyclopedla e
pa.ticular o divorcio das paiavras _
(e urna forma bacooiaana), a lentido e a dan-
calSe dosfeiuios. a predon.oi.ncia concedida d-dramatisar em seguida esta enciclopediai, w-
uo X de orna sociedade chribtl aos amores 1*+.* ??. .e_x.P2lc. J>?iITSl
paganismo, o rigor excessivo da dsciplina, fto.i
RatOch, con Helivig e Juog achavam-se na pn-
(neifa fila dos pesalmistas.
Quaatos ou'.ros nao existiram cujo3 nornes
nao sao mais conhecidos da pessoa al/uma I Ct
tarei apenas um, porqae apezar de ser d* on-
gem alleraa, pode ser con-idrado coaw um m,
ambolr#e'e fallada. Cada aula dovia a seu tur
ao exhibir, ao mesmo tempo que recitisse os
trechos corr, spondentes, todos os objectosdo
mundo -najun!, uduslrial e moral. Esta idea
foi. itsiramente reaiisada por Comnius oo li-
vro qae dflbommoa ce -Schola luius ou a esco
la mudada em recreio, a eocy;lepedia viva,
obra coasideravel que se acba contila nos Ope-
ra didctica*.
Comnius e flear, dii ain la o trabaloo
maouscripto j citado, o pai do metoodo intuiti-
vo, deste methoio escolar que dos ensioa a
compreneuder e a pensar por nos meamos, que
dos manios faz harneas em lagar de fazer ma-
chinas ou papagaios. E' ceno que elle nao ia-
ventou a instituigo que to aoliga como o
proprio homem, mas foi elle o primeiro que for-
mulou a tbeoria do valor pedaggico deste me-
thodo e fel -o com urna nitidez, urna eloquencia
qae anda hoje merece qoe se lbe preste atten-
c&o. Quinto as suas ideas sobre a dramatisa-
C&o do ensino, ellas nao foram ainda objecto de
conaideraco alguma e Acarara at aqu sea>
echo ; quanto a que se refere aos exercicio*
sceaicos ella acha-se encluida dos nossos pro-
gramlas modernos.
Comnius traba a intenco de escrever para
cada ama das seis claeses da sua escola popal ir
um volme que deveria ser o sammario e a ba-
se das materias a easinar em cada urna de lias.
As circumstancias polticas, porm, nao per-
mittiram aos bohemios de reconstiturem as
suas escolas ; pelo que tornoa-so intil publicar
e mesmo terminar esses livros. A obra llus-
trada conhecida universalmente pele nome de
Orbis Pictu8> considerada, em virtude da
forma latina de seu titulo, como principalmen-
te destinada a servir ao mesmo tempo de livro
de figuras na escola materna ; e de livro de
classe diviso superior da escola popular.
Este pequeo livro bastara para assegurar a
Comaiue ama gloria immorredoara no mundo
pedagogi o. Com effeito o Orbis Pidas foi
publicado em 1658, em Naremberg e de ento
para c, iraduzido e reeditado um numero in-
ca leu la vel de vezes. Da transformaces em tran-
gfjrmaes, acaboa por s ficar da oora primiti-
va o titulo e a ida que reprsenla : a de urna
encyclopadia elementar illustrada com toda- as
cousas visiveis da natureza e da arte.
Accrescentemos que a popularidade mesma
do Orbis Pictus* s servio de gloria a Come
nis em detrimento da que Ihe devia valer a
ideas grandiosas a que Mzemos allaso ao co
m. go. E' assim qae os sonetos de Petrarca pre-
judtearam a gloria de nao sei que poema pico
sobre o qual elle proprio fuadava a esperauca
de escapar ao esqnecimento. Foi o Orbis Pe-
las qae fez mudar a verdadeira figura de Co
mnius na de um bom Comnius de conven-
ci, de um Comnius das familias.
Nunca acabaramos se quizessemos enumerar
todas as cousas que saturara do aeio do Orbis
Pictus. Limitemos-nos a dizer qae a obra
moito elogiada do reformador allemo Base
dow, isto o Elemeatarvrark, do (im do secuto
XVIII, nao mais do que um Orbis Pictus
revisto accommodado ao gosto daquelle tempe
e corrompido (como a dista Goethe) por meio de
addices de valor mais do que duvidoso.
Este obra deve sobretodo ser julgada, nao
por ella propria. mas pelos germens de pro-
gressos ulteriores que cootenba. Na Allemanha
est-s'j de accordo para julgal-a como o ponto-
de pirtida da pratica de por-sa a illustrac) a
servigo da infancia.
U na das passagens mais nota veis do systema
de Comnius, consiste na idea do estudo exclu -
8ivo da liugna materna durante os dez primei-
ros anno-- da vida e a adiamen'.o dos estudos la-
tinos at o dcimo terceiro anno. As linguas vi-
vas achavam-se eolio cadas entre o dcimo e o
dcimo terceiro anno.
A esse respeito deve-se notar que Comentas,
longe de ser um utilitario, um oarbaro hostil
em principio aos estados latinos e gregos, pelo
contrario era um graade philolago. Eil ligara
tanto mais attenco ao estudo do h'ira quanto
via oeste estudo nSo somente o vehculo de toda
ciencia, mas a nica iingua universal possivel
emqaaato o progresso da sociedade nao permit-
tisse o estabelecimento de urna Iingua universal
completamente racional, adeqaada, harmnica,
etc., tal qual, depois de Luiz Vives, do padre
Merseooe e de alguna mais, elle tinha concebid
maito antes de Leibnits.
Comoias gostava pois do estudo do latim, e-
consagrou a maior parte da sua vida e dos seus
esforcos a simplificar e systematisar o estu io
desta bella Iingua. Todava coutrariameute
opmio universalmente admittida, elle pensava
que s se devia C3tnecar o ensino do latim de-
pois qne o espirito tivesse adquirido, pelo esta-
do directo das coasas e o uso da Iingua mater-
na, urna maturidade suficiente. Pois bem, foi
devido ao estudo dessas ideas as obras de Co-
mnius, que o director da escola alsaciana de
Par.z, o Sr. Riader, um dos primeiros educa-
dores franceses, que neste secuto se tem oceu-
pado do autor, foi pouco a pouco levado a orga-
nisar sobre a mesma base o bello estabelecimen-
to creado em Pariz depois da perra, estabeleci-
mento que merece ser chamado tanto de escola
Comniana cemo de escola vlsaciana.
Se nos fosse possivel abordar aqu o detalhe
do ensino secundario, teriamo? que constatar
que Comoias teotou crear um methodo comple-
to, segando o qual oj trechos classicos deviam
ser substituidos, pelo menos no comeen, por urna
serie de textos rao J oros de composigo sua, do i
quaes sentimos nao poder dar aqu ama ana-
lyse.
Basta apenas dizer que os tres primeiros an-
nos teem cada um sea texto, saa grammatica e
seu diccionario. Os tres textos denominam-se
respectivamente o vestbulo, a porta o
atrio (atrmm) do edificio da lingaagem. O
discpulo, ja formado pela escola popular, j ao
facto das ousas. devia achar-se perfeitameote
prepar.do, julgava Comoiu3, para estadar fru-
ctuosamente as palavras nos textos encyclopedi-
cob que represeolaram a Iingua como tuneco
das cousas, isto nomenclaturas razoaveis do
un verso material, industrial a, moral.
Crear urna escola puansopnica completa, um
ensino setenario compara vel ao que os positivis-
tas do nosso secuto conceheram sem todava
terem chegado a por em pratica, tal era o sonho
escolar de Comoias. Houve um momelo em
que elle julgou chegada a hora de realizar o
seu sonho : foi piando a princesa da Transsyl-
vania, Suzanna Lerantfi e sea filho Sigismundo
Rbkaczi coavidaram-n'o em 1650 p ra ir refor-
mar a escola de Saros-Pat;:k, na Huogrla do
Norte. Comnius escreveu inmediatamente seu
Esbogo de urna escola pansophica (recente-
mente traduzido em allemo) cujos tres primei
ros annos deviam ser consagrados ao estudo do
latim (til qual cima o defioiuaos, isto o ves-
tbulo, a porta e o atrio) eos outros qua-
tro a urna sabia repartico dos estudos eocyclo-
pedicos ou paosophicos ensinados por meio de
tratados especiaes, cojos ttulos e cunteudo elle
indicoa cuidadosamente.
Porm Comoias liaba coottado demais nos
hngaros, ainda maito superflciaes e incultos,
apreseotando Ihes um programma to transcen-
dente e apenas realizavei n'aquella poca >03
ceotros os mais intensos da civilisaco occiden-
tal, em Londres, em Amsterdam, etc.
Nao fallamos de Pars, oude os jesuistas por
poro liberalismo e com om admiravel resuelto
para com a inerdade dos pas de familia flse-
ram n'este poca fecharas escolas de Pon Royal.
Comnius vio-se dentro em pouco obriga to a
renuociar aos seus quatro aanos de pansopna e
leve muito trabatho para organisar os tres annos
preparatorios.
Em 1654 deixoo ella a Hungra e omitas illu-
ses que para tioha levad; em t650 oo se-
guiram com elle o caminho da Polonia.

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Diario de Pernambuco Quarta-feira 22 de.Abril de 1891
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EO sino pdQwpico nanea auegou 9 S3r ot-
gamsado. ^ ^ t_
Se podessemoa pmmw em amaste o eaM
inperior, venan que fciii^omw eeBfa va a*
licar, a todas a saieames, nasdimqmi Dama
mittido sobre amm ; ile mierm jasa
cada sci enca eeraawfvaaiBaaaannaeape a rata
nos anlogos ao Ms*buit. ao ./ornta a-eaA'rim
Bata tbeoria servad obi** a, sigua aplate
es mais interessaaHadci amisa io teaungaas
ParsDezem&a de MsV
REVISTA DIARIA
Oliveira Martin* em ttadrld -R -cea-
teme;-tj o sooerbo sali do Amonen de Midr d
enob u-se lamremeniedo quja ttapaaaa tem
de mais disuado e illustre Da arte, oa lltteratora
as scienciaaa oa poltica, para oovir o grande
eaenrtor pattugBea Oliveira Martins, que se
com oliera exn a dir .-(So a fazer urna da*
coq i-aa com q*e all se solexaisa o cente-
nario U Ctiristovao Colombo.
O Sr. Onveira Martins hoave-se brilbaate-
nlii. inniipi-J"J~ tuiairimante ao que era.
de esperar do seo grande talento e profuudo sa-
ber ; elogo que eotrou na sal*, fw acomido com
repliadas aalvas de palmas.
O primoroso trjbal&o do historiador laiitaao
lm4 gr publicado no livr do cenleoano
Uto podendo aqui reproduirJ-o, limtamenos a
Iraoeerever algumas rae anas mais eloquentes
siameses.
A ee opea martima, que te'mioa com o des
eebrimeoto da America, cometa as praiaa ga-
taico-raiitaoas. m bispo de compostella, para
oppor-se as piratarias dos Normandos e rabes,
chama mariabeiros italianos, que se poem a
frente de frotas de pascado-es e as transformara
em marinha de gnerra. Mas Urde Portugal j
independie e a soa sitoaco litloral deter
mina a su aceto martima contra a meia lu.
O infante D. Htoriqae o bero da marrana
portuguera exploradora, commercial e eeerrel
ra- a vontade em situacao de dar forca con-
creta a todas as vontades, que consumera omeio
ambiente ; o hero*, que na realidade nm ins-
trumento, e na historia nm symbolo de om novo
e de nma poca. __
Buscando o Preste Joao ao longo das bru-
mosas costas africanas, os Portuguezes Iropeca o
aom Porto Santo, com a Madeira e com os Aco-
res Vem depois as fiagens torneana e conti-
nente. Para eseas viageos nao^ervia j o trire-
mo-bardado o greg-js, ortal*a oftNnsiva, era
lio pooco a ato debela, oa*io onerano, poniao
mcapas para a manobra ; a arte porlogueaa bavia
descoberto a caravella- .
. O intrate D Hinque, nao s tem a glo-ia
deiiaver sido a alma destas empresas : cabvlne
ootra bem graads, a de baver deixado as mo-
dernas nacoes cotonisadoras modelos perennes
de rgimen e iostiwicnes proprias para ligar o
desttoo de trras recempovoadas ao destino da
metro pole. .
D Joio II. o que os res cathouco chama
ram eikombre. sansfax tambem grande aspira-
cfto providencial do povo Doriogaes.
. E' certo, qne despresa as propostas da bo-
lombo, ce to qae Dio tem a audacia que m-
mortalisoo a Isaoel de Castella : porem, se nao
se atreve como os neis caslelhanos a laucar os
seos subditos as immensidadea d om mar de*-
conhecido, persisteote, tenas como bom portu-
goez pro8egue bateando o Preste Joao por trra
e por mar, cada vei mais convicto de qoe o ca-
minho das Indias- nto pode escapar a perseve-
rare bravura los sens capiiaes.
Qaando Golombo ebega s novas trras (qae
ainda se chamara Indias occidentes?) pelos oa
res de ose,e Vasco da Gama ponco depois as
toca pelo extremo opposto. oomoque os doos
bracos gigantescos de um s oorpo, abragam
victoriosos a presa perseguida dorante tantos
a rra os.
Por soa parte MagamSes, embarcado! em na
vios hespanbis, empreheodendo a soa famosa
viagem, representa um novo symbolo da radis-
soluvel unio de bespannoes e portogueies para
a empresa maior, que registra a historia, para o
ue nos servir de eterno titulo de gloria era
tedas as idades, seja qual fr o destino que nos
esteU reservado.
Batrondosos appUusos robnram as ultimas
palavras dj eminente publicista.
rabrkaro driMurar O Sr. Luiz
Andrade de Alboqn^nue Maranbao enderecou-
Bosaslinhas que se seguem e para as qoaes
caamamos a atten$ 1 dos rateressadoa:
Srs redactores.-Deseisndo awr experien-
cia de om melhoramento da maxio importan-
cia para a fabricogg de assucar da OMM e 10
mesmo teinpo compativel com as torgas dos agn-
coliores qoe nao poseam dispor de capitaes
aofficientes para a acqoisicto de apparelbos
iperfeicoados pretendo sao- r se sao applicav-^is
ao noss systuia de aseentameotos de taxaaa
fbgo no os tornos de qoeimar bagajo verde j
boj-: adoptados s caldeiras de vapor.
Como me consta que orna pessoa residente
o Recite appareceo uo eogeobo Capibaribe, 4e
S Lonreofo, propondo ao capitao Antonio lava-
res Gomes de Araojo faierem sea eogenho esse
melhoramento, peco-vos, come meio de tazer
ehegar ao conh-'cimento des pessoa 00 de 011
trem qoe teja habilitado, que facam inserir na
Uniste Diaria de vossa couceitoada folha urna
eclaracao pediodo a quem se proponhaa fizer
iMilTii melhoramento que se dirija em carta fe-
chada a Lui de Andrade de Alboquerque Ma
rannao, eogenho Mnssorab, em Goyanna, di-
eodo aonde pode ser encontrado para tratar a
reppeito. _
Peen-vos a inserso desta declaracao na He
tu! 1 Diaria do vo.'so jornal como meio de cha-
mar melhor a atttnco.
S^ qoizerdes prestar- esse obsequio ser vos-
ba eternamente grato. Voseo assignante obri-
gado.{Assignado.) -Litis de Andrade de Aiu
merque Horanhao.
tjr^veHjntem manirestaram-se em grese
os officiaes e api-endites de sapa.eiro das divc-
pas fabncas estabeiecidas ne>ta cidade, os q e.
-ex'giam augmento de salario.
O moTimeotn generalisoo-se em pooco tempo.
Ateons patrftes. entre os qunea os nonraios
egociantes Srs. Braga k S, prometteram acce-
der ao pedido dos grevwtas, caso os ootros dc-
os de fibri-a o fixessem.
Caaa da moeda-Durante o mex de M.ir
co lm..rirolo a Ca?a da Moeda S.107.8W estamji
kas de i$ 5# e 100 r*is. ne valor de 86i:000# ;
li.Wt 000 sellos d*> 300 MO, 100, 80 e JO ris,
o valor de l,SiO:78MO0O e 70 0O0 .-arlo* poe-
(Ves de *0 e 8d ris, no valor d- 4 WiMJOl
Total da producto 13 719.8W (1,099:148#).
Primavera. -Desse povoado nos dirigram
na data de 14 do correte a segrate coma.oni
- celo:
Maaoel Mara de Olivei.-a, residente em ura
aibo "tnominado amaneo psrteocente a este
districto de Primavera, da comarca da Escada:
xarcia a profissio de carpioa; mas por fim dei-
io este meio de vida honrado para viver a costa
ae doos filhinboa, um com cinco annos e ootro
m sote, obrigando-os a ser dangannos de cor-
da e andando de feira em faira dando especa-
ealos.
No satisfeito com os lucro? qoe as duas
Cfiaocas Ibe lavara, coa-egoio da Sra. Ballarmi-
a do Espirito sinto, por meio de promea.-as
vant-.iosaa, a entrega de u na soa fllha de idade
de seis annos; g-ranundo elle mndala easiuar
a ler e a eecrever por soa raulber e d'ella faier
ma graode artista em gymnastiea.
A p< bre m5e illudida pelas palavras de Ma-
aoel Mana e levada pelo interesae de ver soa fl-
|M nrodar de sorte. accede ao pedido; e 00
domingo 5 do correte, depois de terminar o es-
tectaco'o de cavailinbos condoli M-inoel Maf 1
ameoina para sua caaa e em camioho teve a
iarbandade de violal-a iofdmemente, teodo an-
da a coragem de levar a ana esposa a pobre me-
*i infeliz eenhora indignada peto proceii-
eoto infame do mari lo, teve qne abafar a dor e
a colera aierronsada pelas ameacas -errivela
ue elle Ibe lana; co -pnndo porem o dever
Varado de urna mae de familia e candosa, to-
moo a menina a sea caidado.e tratou-a por espa-
lo de 6 dias e occaltuneote mandoa avisar a
mee ua crianga o qoe se bavia passado e esta
ledo a buscar apoesenteo-a 0 digao sobielega
4o capillo Lima lioei'O, qoe depoi3 de proceder
a corpo de delicio foi pessoalmen e a casa de
Hauoe.l Mara e effectuoo a soa pristo.
flecolnido o criminoso a ama mise-a casa tem
egurancae em soldados oara o vigiar, pois e
xisiem ira pracaa nesta povoacto e estando
duas em diligencia, pie evadir-se a meia noite.
Sr. subdelegado esta procedeudo aa forma da
W, i^jdo fteito um auto de perguns a multier Nones Cootinho, Portonato D. de Prerlas, loa-
do aonslro, a qual narrou o facto cora tola mi- quira Thamar da Caahi. Fraoklio Jos da Saot'
lidadm. |Aanav Igoci Perro, Uutw Saie. Olagario
stamm kaotiaeoiada em am eogeobo Cesar taeern. Raphiei Zipate, Hsoriqoata 4).
p dttfotemkados deata ceiaarca.: mas como, de AiOHida. > noel M. dos detttos, Goajtaalioo
ba He aera asm saer a polica qoe Jos ca Hosca Spfcigaaia arta da Coooeifito, 4
:1 Idatm-mm parettoa em Garapoii de ce- pragas el immigrantes.
9P
Bi wm paramas mm tjwaBoioi aa b- prdyds a -
a de Cwmuu e na coa arca de Taquarettoga Cnigede do arte no vapor eazlonal Una
onda devct dirigir soae aetcwtza. D;odam de* Saatoa t libo, Pedro Mootetro.
as
lie
1* UaMamv# ejae om* povoacl cerno Primar-
que eaata meta e lentas casas de negocio e
estaa al|mn com capital superior a viole
ceatos, toado ama popaiagto to eresciia que
ultimacente o professor que aqui chegou em
menos de 8 lias matricolou 11 meninos e bre-
vemente attinir ao numero deeti; aao Otaato
um lugar deste nto tem ama cadea publica, nto
tem orna ponte e a que existe est prestes a
deeabar, toado eaicameate 3 oracas para faier o
polictamento de tolo o districto e de orna feira
que composta com ans de i.OJO oessoas.
A 3. Bxc. o S#. govornador do Esiado, roga-
mos ee queira duBK-s; delangjr suos vistas
providentes para esta povoagao fljrescente cajo
Jeseovolvimento rpido careos de ser fomentado
e dispor de condices de segurtoga, aQm de oao
ser eotorpecdo. __
Ca Bepakllcano *<
Sale oiub reuae-ae boje em sesso ordinaria
horas e lagar do cmtome.
Oaavde atawlasaal> Club B^ien:
los Om' ues da Guarda Nacional realisou ao da
10 do correle orna seesio extraordinaria.
Dapots da app-ovacao da acta da aatonor ses-
sto, foi lido om tolecraauna da capital federal,
ao qual se declara va q-u a guirda nacional
deste .uado seria reorgaoisala de accorle com
a diq ielia capual, dirigndo por essa occasio o
ir. capillo presiaeate palavras de coQgratuJagao
aos seos associados pela importancia da medidao
posta em praiica e pela qual o Club bavia traba-
ib ido di rigindo menaagens ao presidente da
Repblica n ao Cnegreaso Nacional
Poi, pelo mesmo, proposlo e oosnimemante
approvado que se cooced.-sae o titulo de socios
oe lamentos ao geoeralissimo Manoel D-'Odoro
da Fooaeci e ao omoistro da justica, e qee se
elogiaase ds servicos preeladoa palo coroael Tei-
xeira Jnior.
O D.. Maaoel Aatero leu deas telegraramas :
om de felintafto e agradecimento para o pre-
sidente da repblica, e oatro para o Patz.
Duraote os rate.'vallos da sesso tocou a ban-
da marcial do Arsenal de Guerra.
Dr uiegario Pinta -Chegou da capital
federa pelo Espirito Santo, o lluatre Sr. majo"
Or. HrxnJaoo Olegaric da Silveira Piotodigpo
director engenbeiro coefe da Estrada de Ferro
Ce a ir J da Cernambaco.
Softlcieaiement8 couhecido neste Estado, onde
captou multas sympalhias como ajudante da or-
dena do Srgmeral Almeida Barreo, engeabei-
ro Bacal da ealrada de ferr de 0 iala e uUima-
raenta addido militar lo governador dePernim-
ouco, o dislioiio Sr. Dr, Olegario continuar em
a eua nova cmanselo as iradicgs honrosas
|ue deixoo entre o6s.
Sauaamol-o affecioosamente.
Ckecada-A bordo do paquete Espirito
Sanio ebeguram oa aosaos dgaos coesudaoos
D.-. Jote Mara Moscoso da Veiga Peasoa. ex-
juis de direito da comarca da E'cada, naste Es
tado. e actualmeate desembargador da Relagao
de Matto Grosso, e Dr. Guedes Pereira.
Cumprimentamol-os.
Aoclarai) cooaaaerclal Agrleela
H -je, as 10 horas do Jia, devem reunir se os
memoros dessa associago para ouvir a leitu-
ra do relatorio e pro:eder-3e eteicl) da nova
directora. .
rjmwi Ifnjfl irlo 6 praga, no trapiche Fon-
seca. diversas mercadorias, salvadas do iDoeodio
do mesmo trapiche.
Hevrata do ^lorte Pubicoa s> o e. 5'
(anno I) d'essa interessante revista, rallada a
am pessoa! competente e habilitado.
Eis o respectivo seminario :
Cootribuigaes para a historia do Direito :
Clovis Bevilaqoa.-A Educago Nacional: Ar-
Idor Orlando.Naufragio : Izidoro Martina Ju-
nio--.0 Principio Psycnologico noEnsino : Olin-
Iho Vctor.Deacripiivos : Fern ndo de Castro.
Nota da Direcao.
Agradecemos a oficia de nm exemplar.
vapor aiiranhfBte Procedente <1
America do Norte chegou hontem, tan e, o
apor Muranhense.
Vapor Braall-Por offisiosa commooica-
po qoe nos fea a Ropartlgo G=ral dos Teie-
craphos, sabio boolem a uoite do po-to da Ba-
t a esse vapor em viagem para o norte do Brasil.
Calamento civilNo joizo dos casamen-
to do 2. districto loram hoatem affixados edi-
taes de pro damas de casamento dos segointes
contrabentes: m ,
1. proclama.-Bacharel Theolonio Carlos de
Almeida, murador na fregueiia do Recito, com
D. Therea de Lima Retamba, moradora na fre-
guena da B01-Vista.
FaiieriBaenio-Succumbio ante-bontem, e
hontem foi dado a sepaltora no cemiterio publi
co de Saoto Amaro, em coja eapella foi depoulta-
do o sen cadver, o prestimoso eidadio Domin-
gos Tneoloio Rsgoeira Pinto de Souxa, depois
de orna v da qoe me fea na sociedade em bom
nome e attrahio-lhe estima e censideraclo.
Deixa viuva e Albos, e era irmto do Dr. Ma-
noel Nicolao, procurador fiscal do Theaouro do
Estido, e Jos Julito. joii dos orphSoe d'esta ca-
pital, e sogro do Dr. Milet, lento da oossa Facal-
dade de Dreito ; a todos os quaes dingimoe os
nossos petamos.
Mociaro Comaaereial arcala
Realisa befes as 10 horas do da essa associago a
sessSo coflvocacia.
A reaoiao tea logar na ana ade.
U ntrplo Povtagnea\LanbS 6 llo-
ras da larae, no saio do Gabinete Porlogae'
reooe-se essa associaclo em sesso de asserobl^a
TV, afim de tomar conhecimento do relalorio
da directora, e do parecer Bacal, e segoidamente
proceder a eeiglo da nova directoria.
Tribunal da Jary Nao funcciooou hOD-
tem etae tribunal a falta de comparecile a'.o de
jurados em numero legal.
A aesslo foi adiada, para hoje s 10 horas da
maool.
Tbamea-Ante-hoatem s 3 horas da tarde,
segundo telegramma recebido pela respectiva
igencia, sanio esse vapor di porto do Rio de Ja-
neiro.
inMituto Arcaeoioico e Ctoogra-
pbiro Peraambueajio Amanbl s horas
do costme reone-se essa aasoclaglo em seeslo
ordinaria.
vacetnaco en Aragadoa-Nesse po-
voalo ao Largo da Paz, n. 88, vaccinam boje,
no espaco das 11 horas ao meio dia, os Srs. Bas-
tos de Oliveira e Vieira da Cunda com vaecina
animal a todos que o queiram e all comparece-
ris para lasa
ijoaloee Effectaar-ae-hlo os segointes:
Hoje:
Pele agente Plato, ao meio dia, i roa ae
Bram, de kerosene salvo do incendio; as 11 ho-
ras, de ama baJibira-
Pelo agente Gusmlo. s 11 horas, 1 roa Mar-
ques de Olinda, n 48, de objectos diversos para
{amantas. _.
Pelo agente Pinto, as 11 horas, a roa do Vif-
roude de Goyanna n. 151, de movis, loucae.
vidroa, etc.
Pelo agento Bitto, as 10 i/i, 1 roa do Soce
ko n. 70, do estabelecimenti de motilados abi
coUocado.
Pelo afete Silveira, s 11 horas, ra es-
treita do Rosario a. 18 de am predio.
lasa* rnoenreaSero celeoradas :
H >je :
A's 7 horas oa matriz do Corpo Santo, pela alma
de Antonio Loorengo Ferreira da Cruz.
Amaa&l:
A's 8 horas, na matrix da Boa-V'sta, pela
aira* de Antonio Gomes de Oliveira e Silva.
Faa***ro-Ch 'gad ja do sol no vapor
naciuiMl K-pinio Samo.
Dr. Emilio J. Aotrau. francisco Pires Castro,
tinenta Jen>ny no Rabello De Lauare, soa se-
nbrae4hhus. I clete, Dr. Manoel Meaalio
tnnto, Saloman L Guiaba -g, Jos Demetrio de
Britio Ioglez, desembargador los Mana Mosco
so da Veiga Pessoa e soa seahora, Jos F. dos
Santos Miranda. Mara dos Dores Peroandee, Dr,
Olegario Hercalano da Silveira Pinto, saa seaoo-
falixard Hera, Hara Prancwoa. Jos Aatoai-)
Pereira da Cuma, Cicero de aviara, Anteara
ftmeiro m*na Maaoel Migamles, ClemeaU o
de Souaa, M raoal Adelo, Lata Caraeiro, Be
nedicio Ferreira Albino, Quinao Francisco do
Carmo, Joanna Mana da Conseiclo, Joviaa Fer-
aeira, Dr. Hiracio Mala, Joaajmm dos Santos,
Jos Lamego, Antonio Can lido Salles, Dr. Ma
noel Ferreira da Cuuha, Horacio da Cuaba, 6
pragas de polica. oreaos e 1 mulheras.
Lotera do Balado ae Peroaabuco.
Eis o resaltado da exiracglo da 8* sene da W
lotera deste Estado, em beneficio da Santa
Casa de Misericordia do Recife, em 21 de Abril
de 1891-
10U9 15:000*000
3359 1:500*000
8317 600*000
105 ttiWOOO
5439 110*000
Esto premiados com 90*000 os segointes no-
aleros :
23*3 5443 6503 6865
Esto premiados com 60*000 os aeguintes n-
meros :
966 1326 1784
2170 9911 4684
47W 711 9847
11133 11315
Esiio premiados com 24*000 os segalutes au
meros:
10421 lOizi 10423
1014 1025 10426
10127 10128 10439
Esto premiados com 18*000 os seguales na
meros :
3351 3352 33*3
3354 3355 3356
3337 33R8 330
Esto premiados com 12*000 os segointes na
meros :
8311 8312 8813
8j14 8315 8316
8318 8319 8310
ApproximagOes
19428 601000
1030 60*000
3358 45*060
3360 45000
8316 30*000
8318 30*000
Todos os nmeros terminados era 29 esto
premiados com 12*000.
Todos os nomeros terminados em 59 estao
premiados com 9*000.
Todos os nmeros terminados em 9 e 0 estao
premiados com 6*000, excepto os terminados
am 29 e 59. ..
Ser extrahida a 9' serie da 3 lotera no da
28 de Abril.
Hospital redro 11-O nsovimento de*te
astabelecimenlo de caridade, do dia 20 de Abril
fbi o segrate :
Ei/.raram "
Sahiram *
Falleceram 3
Eristem 5*'
Poram visitadas as respectivas eatermarU 1
-elos Drs.:
Cisnelro s 10 1[2.
Barroa Soarinho as 7 Ij2.
Berardosll l|2.
Malaqaias -11 i|4.
Pontuai s 91|2.
Vieira da Caoba s 9 1|2.
SimOes Baroosa s 11 lj4.
O cirnrgilo dentista Numa Pompuio s 8 i|
oras. o
O ajodante do pharmaceutico eotrou s 8
i 1 manbl e sabio as 5 da tarde.
botera do Botado do ram-Par*
A 14' serie da 44" lotera, deste Estado, cuic
oremlo grande e de 250K)00*, ser extrahida
no dia 25 de Abril (sabbaao).
Lotera do Retado de Peraambueo
- A 9' serie da 2 lotera deste Estado, ser ex
Tahida impreterivelmente no dia 28 de Abni
terga-feira), 1 1 hora da tarde, no coa lis-
tono da igreja de Rosea Senhora de Kosano,
ie Santo- Antonio.
Lotera do maranhao A 14' serie
la 4* lo'.eria. deste Estado, cajo premio grande
de 300:000*000, ser extrahida no dia 22 df
Abril (quarta-feira.i -._. .. ,a
cemiterio roJtlIeo -Obituario do da 19
do correte. ., .
Um feto, Pernamboco, Recite, morte mtra ate-
Maria Francisca Paes da Gloria, Pernamboco,
38 annos, casado, B01-Vista, lesto da aorta.
Deoiato Vicente Ferreira, Pernamboco, 50 an-
nos. eolteiro. Boa-Vista, anemia.^
Mathilde tifia da Conceigio, Pernambuco, II
anaoj, sorleira, BOa Vista, rofeopio purulenta
consecutiva a ferimento.
Benedicto Jos Soares, MaranhSo, 30 anno,
solleiro. Bj Vista, tonda incesa.
Joanna, Pernambuco, 4 meses, Graca, cetumv
86M- _
Joanna Maria Paes Barretto, Pernambuco, 27
annos. solteira, S. Jos, postlas malignos.
Jos Simfles d' Albuqaei*ue, Pernambuco, 38
annos, solteiro, Graja. febre paludosa.
Luixa Fancisca d'Oliveira, Pernambuco, 16
annos. solteira, S. Jos, tubercolose.
Aoalgisa, Pernamboco, 7 meses, dentigao.
Joto, Pernambuco, 32 mezes, Recito, bronchite
capillar. _^
Severioo, Pernambuco, S. Jos, ao nascer.
Mathilde Maria da Gooceicto. Pernambuco, 28
anuos, solteira, Boa-Vteta, toberoales palma-
nares. .
Maaoel Marta dos Santos, Parahyba, 19 annos,
Boa-Vi3ta. enterite. *___ -,
Jlo Fraocisc do Naecimento, Parahyba, 16
anaos, solteiro, Boa-Vista, anemia.
M POUCO DE TDO
Rolla, Antonio da S Iva Girio. Artbur i. Meeba-
Sob o ltalo deEdocacto Maternapublican
o Jornal do Comaercto.
r reseniemeoto, o pai de familia coasome saa
acvidale em latas cada vez mais absorventes
da vid Nao tem era os lazerea, nem a U
berdade de epirit \ nem a paciencia qae exige
a edacac&o oe seu niho o mais das vezes dele-
ga esees cuidados aos msslres, aos quaes o
cjofia.
A mli, porem, cojo confito a torna mais in
qaieta e prndeme, lira 4e seos affectos a auto
ndade e a torce para desempenbar se de to im-
portante trela.
Visto como o pai j alo goveraa com firmeza,
preciso que Jia persuada em ternura e ose
para com seu amo de toda a materna diploma-
da.
8' asaim qae. deas vezes mli de seu filao, se
appuca a facer delta nm homem, e se mais Urde
elle coasegne vencer satXessivameate todos *s
jugos, por certo soffre pelo menos anda o de
saa mli que, nica, pode maule! o em salotar
dependencia e cooati uir essa religilo do lar, ca-
paz de resistir a todos os septiclsmos da vida.
Se aseiffl toda a edocacAo, na qual a mulber
nto toma parte, nca'cortamente incompleta.
Sera ella, faitarto sempre ao menino os cuidados
materiaes de qoe carece ; haver sempre ama
parte do coraeto e a mais delicada, qae Acara
tem callera.
Oe grandes estabeleciaientos universitarios ou
religiosos devem resigaar-se c. m esta lacoua
que sao importan les para preeamer. O ensino
pode contribuir para a edcelo, porque todo
quanto cultiva o espirito moralis; a religito
pode elevar o ideal moral e eotretr nobres as
pirages ; mas nem este nem aquella tm a for-
1 e tocadora da familia.
H1, entre a instraegio propriameate dita e as
ga
,- pracas de .-wdade, a educago physica e moral,
ra e 1 fllho. Francisco Walter, Arthar Goocalvee meios dogmauca qoe urna, menos mystica que
Mrrtins. Adelina Gongalves de Sousa.Jee Cesar a P"'
de Almeido, Silvm R de Oliveira (avraor), pe
Candido A. de Mello, Msnoel A. de Mello, Carie ae
ootra ; pormmuilo mais praiicp, afim de pre
irar a mocidade para a vida rea). Eis porque
ctualmente lio vivamente sao atacados os gran-
des in aruafbs, eis porque Umb. m ba qaem gos-
de educago, manter a ordem, a hy^iene, o bem
estar das cnangas ; soente ella pode ter essa
vigtlaooik minuciosa que. longe de prejodicar
soa digaidade, sobremodo a hoara; poraae, nes-
ta ordem de coasas, as mais homildes rancc3s
ganham de valor pela graca e importancia dos
servigos prestados.
B laa isso verdade, qae a mlis dos alam
nos a filis se dirigem pnmairo que ao director,
por mate devotaio quj eja, persuadidas como
e.-to da fue ama rauluer sabara melhor qae
elle ouvir e compreheadar as mil recommeada-
g6ss saggerlas pea teraara, sempre 01a pouco
importuna.
Mas ana ialueocia, loqga de limitar-Be a essa
ordem material aslsode ae pelo coatrana ao es
pinto geral da casa, de que ella a alma; com -
munica a todos ama parte de saa solictale, e,
por s as exemptos. anda mais do que por suas
ordens, ensina a cala ura os seos deveres : cria-
dos, discpulos, profesores, tolos soffrem esse
ascendente moral, qae ella deve ao sea devoia-
meoto. A boa preieoca, a polidez, o respeito
pelas pessoas e coasas est 1 as ar qoe ella res
pira, e raramente se v a em soa casa estas li-
ceng.is de liugaagem e de maaeiras, que consu-
mera um brinco para os collegiaes, o qual nem
sempre a presenca dos meairee moditica.
Para sa consagrar iateiramenta saa obra,
porque sempre devota se sera reserva e se en-
trega em clenlo, a malber reaaacia la distrae-
008 mundanas, allivia a pesada carga te seu
marido, compartidpando de saas respooaabili-
daiea e preoecupagoes.
Quantos confl.ctos desarma, qaantas impra-
dencias repara, qnaatas dnvidaa dissipa, com
aqaelle senso pratico, am He tacto exquisito
que d'elia fatem am guia segare e affeetooso I
A educago alo um poblt ma de rigorosa
lgica, am tecido de concessoes habis e de
reaegoes prudentes, am mixto de firmeza e de
radutgeooia qae se eontrabalaocam entre si.
Tambem em a inhuma oatra parte que oto
seja em ama insiituigao, tem a malber occasio
de levar a effeiio esse espirito de ordem e de
sacrificio, essa vista penetrante, essa actividade
iaFatigaveL qoe Ibe ato aliributos naturaes.
Esas deroamento oeculto aob e lecto domestico
um d'essea herosmos fobsearos modestos,
familiares mulber, que Ibe parece ou3iar pou
co eaforco, mas para o qual os horneas mais
fortes se reconbecem incapases.
A mi pois, ama educadora consammada
ni familia e, na escola, um importante auxiliar ;
sem ella, o professor pode ornar o espirito de
coobeciaenios uteis, mas nao sebera completar
a educago intellectoal pela educago moral.
Or, visto eomo os graadaestabeleeuneDtos
estao privados d'esse precioso concurso, cou-
demnto-te a e alisar a metade de aeus pro
grammas; porque, sem a p-eseaga de nma mli.
ato ha familia, e sem a familia uo ha edaca-
gio verdadeira. E talvez po.'sa-se aftiroar que
os defeilos notados na mocidade actual provm
do enfraquecimento d'essaa fortes e Miniares
tradigoes do llar, a melhor escola do dever, e a
mais segura garanta da moradade.

E* de P Pinto de Abrea :
Aojo da guarda
Un berc pobre d'Arte. Trata de carmim
ma colcha de II e sem bordados 4'ouro.
Guarda-o, qaal avaro o fulgido thesouro.
Urna bella mulher, nnm abalar sem m.
E aoite invernosa I Qal trute bandolim,
Ella gome a cantiga que acalenta o choro
Do fiho adoentado; semelhante cfl:o
Se nne vos da chava, montona, ruim.
E Indo j dormita Pea tempestade
Nevrotica s'alira s portas da cidade ;
R^lampagoeia; treme o rbido irovio I
A mil eonchega ao seio o tremolo filbinbo,
Afoganrio-lhe a dr nas ondas de cariobo
Emquanto manda ao co por elle ama oraglo.

A csoamis8ao de eslu lo do projecto da graode
va terrea transiberiaaa, feito de snmma impor-
tancia nao s para a R-iasia, como tambem para
todo o mundo civiltsado, terminon ba pooco os
seus traualhos. A camraisso, tirada do seio da
sociedade tecbniea imperial, tormulon as suas
conclueGea qne serlo submettidas approvago
do governo.
A linba pela qual a commis3So se pronunnou
parara, de SUtouat (Urali) e por Celiabinr-ls, Kur-
gan, Petropirfosk, Omek, Kolimsk. Kalivan,
Tom?lt, Aeusk, Krasoojiok:, UJiosk inferior,
Irkuttk, din8k, chegar at a eatacio termo e
porto ao mesmo tempo de Vladivostok (em rus-
90 : seohor do Oriente) situado sobre o mar d >
Japio, etlre a proviacia russa do Amur ao nor-
te, o reino de Corea ao sal. e a Macinria (Cbioa)
ao ste.
Vlaalvosk, enja via-ferrea traosiberaana re-
serva-lhe am brilbaate futuro, jas boje em um
atado de abandono, qoe contrasta com a sem-
pre creeceete civilisacio das cidades visinlias
japoneses; o qoe nlo certamente nm mrito
para a grande potencia europea, a qoe a cidade
pertence. Mas de presente a atteocto do gover-
no se volver necesariamente para a senhora
do Oriente, destinada a ser em poneos aanos o
centro de todos os gloee-koiters os dona man
dos.
*
Professor' O qae ama ilhaT *
Meniao, timbeando E* um logar a que a
gente nc pole ir sem am bote.
*
ggVariages de rabeca sobre ama amiga an-
8fnte : ...
Amelia-* Sabes, Chiquitma, que Cecilia, tem
medo do escaro I
Chiquioha Ah I Pensei qae tivesse aoles
medo da luz.
ITuma lirraria, um roceiro :
Tem alguma reviBia estrangera para minha
malber?
Aqai est o Secuto XIX.
Nao ( quero ama deste mez.
N^outra livraria: __, M
T^m alguma obra nova sobre a Philosopma
Positiva? ,
Nao, seuhor; a ultima, ] ba dons annos, e
o Positivismo f erante o Secuto do Dr.
O Dr. Ah essa deve couhecel-a, pots
son o seo autor ; e por sigoal que bem soei em
escrevel-a. ..
Livrero E eu teoho suado por vendel-a, e
nada 1 >

Falleced o decano dosreporters de Londres.
Alfredo Clyatt, qoe pormats de 60 annos occi-
pou-se com o resumo dos debates judieianoe.
Elle bavia assisti ra a taotos processes, grao-
des e pequeos, qoe teve cabedal para memo-
rias que dizeic sao to iateressintes como ae de
Asetatio tambem a todas-as exeeucOes de cri-
minosos durante meio seclo; e a aojea cuja
narragio, nto pode communicar 1 imprensa, sol
a de Mme. Pearcey, gas boeve ha alguis mezes,
porque a imprensa foi excluida desta circum-
stancia excepconalmente.
Foi mesmo talvez em virtude desta excepgto
profissional que Alfredo Clyatt veio a morrer.
olla, Aniooio ua o ivj oinu, anuur 1. a 11 usa- miii..i"r"i- --. ,-. B
do. Adolpho G-imarles, Dr. Joaqaim flaeds C/ le jee se lhe. depare a preseaga de nma mal nas
u ** 2- ... "j.aa._._j. n. -.,. na limau>fl asi rala rranhaum a sMllir>*
utill ella u." w f**o w *< ;~~r~** r>HWar. ^ _.. -
7edim Ftihj, Joaquim Poales "de Miranda Pi- ct$e leigas livres, as qnass contiauam a edaca-
Ibo, Antonio Pinto, soa senhora e-A filaos, Por-
t nato Sampaio, Ch-istraa da Conceigio, Maria,
Thomazi', loTiaiano, Joaqaim Marta de Atevedo,
*
^0 da familia, com mais austeridade e menos
fraqueza, poru com igual sjlicitade.
Com efTeitO; tmente urna mli pode, nas casas
SPORT
Dery club de Pernambiica
A iBsenpcfie para a corrida do dia 9d do cor-
rente no iwrbj Chib de Pernamboco a se-
gu ole :
CoofOlacio Pitbagoras, Tiberio, Galn, Ger-
fiai, Urano 2.*, Mtheroy, Tado-, Alll-Stopar,
Seny e Tambo.
Estado de Pernamboco.Faceira, Bonina, De-
legado, Supilanga e Moemi.
Prosperidade.-Po Brasil, Teiegramma, Pyri-
lampo, Potos e Phariseu.
Prado da Estancia.-Torpedo, Diavolo, Cora,
Biito, Teresopoles, GaliWo e Atila.
Internacional.Vesper, Apollo, Gipsi, Prince
sa, Argollo, Eiffel e Gambeta.
Experiencia. -Viflage, Mirante, Topy, lloaro
e Phariseu.
Emolacio.-Gal. Vingador, Pirata, Tiberio,
MT-Boy, Vivas, Conforme, Mosca e Tado-.
HD1CAC0ES UTEIS
sMedlea
Dr. Joto Pauloespeoiilista em par
tea, molestia da senhoras e da criaaeas
oom pratica eos hospitaee de Parta e de
Vienna d'Auatria, d conaultaa de 1 s '
horas da tae, Largo do Corvo Santo n
19, 1. andar a reside na estrada dos Afflie
toa a. 30, junto estacAo do Espinheiro
Chamado* a qualqaer hora. Tolephone n
190 Ceasaltorio e 467 na resideacia.
Dr. Taoare de- Mello, medico pelo Fa-
euldade do Rio de Janeiro, d consultas
das 12 s 3 horas das tarde, no largo do
Corpo Santo a. 15, 1." andar: recebe
chamado a qualqaer hora na saa residen-
cia no largo, da Pao n. 41, em Afogados.
especialidades: molestias de palle e bj
philis.
Dr. Jeaqmm Low-mro medico e parteo
ro,coaauHeiide> eua do Caitug n. 14.
l. smda de 12 s 2 da tarde;- residenoi*
ao Moateiro.
O Dr. Simplicio Mauignier. Clnica me
dco-cirurgica. Especialidades : molestias
pulmonares e partee. Roa Marqoea de
OH. la n. 27, 1. andar, consultas das 11
a 2 horas e na Casa Forte (Poco da Pa-
nella) das 6 s 9 da man ha e tarde
Chamados por escripto. Telephone n. 392.
O Dr. Lobo Moscoso d consalta em
saa casa ra da Otaria n. 39, das 10
horas da manha 1 da tarde. Achando-
se (ora do servieo publico offereceae pan
acudir a qualoaer chamado com prompti
dio para tora da cidade. Especialidade :
operacSes, partos e molestias de senhoras
e de meninos.
Dr. S Pereira, ra da impera tria n. 8,
d onsultas medieo-cirurgaoaa todos os diat
das 8 ao meio dia, menos nos domingos e
iif.s santificados.
O Dr. Cerque'ra Leite continua a dar
consultas todos os dias otis, na ra Nova
n, 32 de roejo-dia 4 2 horas d*. tarde ;
depois dessa hora encontrado em saa re
sideocia a ra do Barita de S Borja n. 22
Oeenilata
Dr. Fen-eira, com pratica nos prince
pos hospitaes e canica de Pars e -Loi
dros, d consultas todos os dias das t
horas ao meio-dia. Consultorio e res
denc roa Larga do Rosario n. 20-
Dr. Barreto Sampaio, oceulista, d co
soJtae de 1 s 4 horas no 1. andar a.
casa ra Bario da Victoria n. 51. Resi
dencia a ra 7 de Setembro n. 34, entra
da pela ra da Sandade n. 25.
Drogara
Faria Sobrinho t C, droguista por atfc
cado, ra do Mrquez do Olinda n. 41.
Francisca Manoel da Silva & C, deposi
arios de todas as especialidades phanca
ceuticas, tiutas, drogas, producto chimi
eos e medicamentos homeepatioo, ra d-
liarqaes de Olinda n. 23.
Cara* de areparaSaria
O bacharel J. Thiago da Fonseca lec-
ciona em collegios, e casas particulares as
eguintes materias : Portugus, Fran;
Ingles e Historia.
A tratar n'esta RedmcgSo, ou em sua re-
sidencia ra da Palma n. 57.
PDEMCQOES a pedido
Ao publico
Nos sbaixoassignados declaramos pelo pre-
sente a quem inieressar possa, que com o Sr
Joao Corra Mauricio Lima Filho morador em
Aguas Bellas, e alli estabelecido com casa de
negocio, e que leraos lido sempre transacOes
commerciaes e nao com seu digno pai, que como
notorio nao negocia all e nem em parte al-
mima.
Rtcite, 21 dt> Abril de 1891.
Manoel Coloco & C.
Deip/iino Lope da Cruz.
Antonio Pinto da Suva <- C
Jornal do Brazil, propriedade de Hen-
riqae de Villeneuve & G., roa Goncalves
Dias n. 56.
Folha de grande formato, a sabir em
principios do Abril de 1891 sob a dire-
cto do conselheiro Rodolpho Dantas e a
administracSo de Henrique de Vi lenenve
oom a colleboracao de conbecidos escri-
ptores nacioeaes e estrangeiroe entre os
quaes os Srs. Drs. Gusmao Lobo, Sancho
de Barros Pimentel, Ulysses Vianna,
Constancio Aires, Aristides Spinola e ou
tros o no eetrangeiro, Joaqaim Nabuco,
Edmundo de Amicis, Oliveira Martins,
Tbeopbilo Braga e outros.
Da correspondencia financra e economi-
ea incumbiram-se:
Em Londres, o eminente ex-director do
Thesouro Nacional, BarSo do Rosario.
Em Par s o abalisado economista Paul
Leroy-Seaulieu, membro do Iost.tuto,
professor do Collegio de Frange e reda
ctor chafe do Economitte Franeis.
Da direcclo da Parte commercial en-
carregoo-se o Sr, conselheiro Soasa Fer
reir, o antiro e proreoto redactor ohefe
do Jornal do Commercio.
A Critica stientijUa jfioar a cargo dos
Ilustrados proesaores Benioio de Abree e
Henri Gorceix.
A Critica Grantica aar teita pelo Dr.
Antonio de Soasa Piolo.
O Jornal do Bratl, tora eim d'isso
correspondentes especiaos osa tedas as
grandes capitaes da Europa e da Amri-
ca, e es todos os Estados da Repblica.
A empresa or aniso ceas especial es-
mero o servico de reportagem e o lele-
graphico.
Em Pernambuco aseigaa se o Jornal do
Brasil (pelo preco de 1W00O o subo e
8(J000 por 6 meses) Praca da Indepen
deacia na. 37 e 39, loja do negociante
Antonio Augnste dos Saatos Porto.
PROTESTO
O abaixo assigoaio ten-
do lido em um edital do Jui-
zo dos Feitos da Fazenda,
para venda da casa n. 23 A,
no Encanamento, freguezia
do Poo da P&nella, perten-
cente a Jos Felippe de Hol-
landa Cavalcanti, no qual
se diz ser dita casa edifica-
da em terreno proprw, apres-
sa-se em declarar ^ue a casa
pertencente ao referido Jos
Felippe de Hollaoda Caval-
cante tem o n 25 A, e edi-
ficada em terreno arrendad
so mesmo abaixo assignad
que protesta fazer valer
seu direito contra quem ar-
rematar a mencionada casa.
Joao Joaquim da Costa Leite.
i
Advogado Oliveira Fonseca
Mudoa sea eseriptorio para o sobrado n. 4 da
praca de Pedro II.
Marca registrada
\ 8-. ExemplartSOI
Tem o prsenle quadro a formula de orna ban-
deira, a qaal destina-se a servir de dstico ao es-
tabelecimeoto de fasendas,pertencente a Joaquim
Luiz Teixeira di C. silo roa Duque de Casias
q. 56, os seriales caracteriscos, a bandeira
tem o fundo de panno azul claro, no centro urna
immeosidade de estrellas dispersas, feas com
pannq branco; contm alnd t neste ceoiro da
bandeira um dstico a especie de nm arco em
que se Id a seguate palavra : -Loja das Eitrel-
1 is, feitas estas letras dest i distico, tem o n. 56, feito bambea] de pan-
no branco as letras, fecha oa guarnece a bandei-
ra um friso largo de panno branco.
Recite, 4 de Abril de 1891.
Joaquim Luiz Teixeira & L.
Eslava sellado com estampilha de 400 ris.
Cen Seo que entrando no eiercicio do mea
cargo em o dia 4 do corrente encontrri o presen-
te modelo do estado em qae Ee acba.
Secretaria da Junta Commercial do Recite, 4
de Abril de 1691.
0 secretario,
Benedicto V. Palba.
Certifico que foi registrada sob o n. 282 em
?iiUiJh 4o, Si agacho a Junta Commercial em
sesso de hontem.
Secretaria da Junta Commercial do Recite, aos
17 de Abril de 1891.
0 secretario.
Benedicto V. Palha.
Eitsva collado com duasestampilbas represen-
tando o valor de seis ruil ria, compeieotcmente
iautilisadas, e ao lado o sello da Junta Commer-
cial do Recife, do Estado de Pernamboco.
Marca registrada
283-Sr gando exenjfor-KI
Tem o presente-quadro a formula d'ama
bandeira, a qual destina-se a servir de
dstico ao estabelecimento de fazendas,
pertencente a Joaqaim Luiz Teixeira & C,
sito a roa do Duque de Caxias n. 58, os
aeguintes caractersticos; a bandeira tem
o tundo de panno azul, no centro urna
immensidade de estrelhnbas dispersas,
feitas com panno branco, contera ainda
neste centro da bandeira um distico a es-
pecie de nm arco em que se l a seguate
palavra Loja das Estrellinhast feita estas
letras de panno branco, abaixo deste ds-
tico, tem o numero cinooenta c oit (58)
foito tambem de panno branco as letras,
fecha oo guarnece a bandeira um friso
largo feito de panno branco.
Recife, 4 de Abril de 1891.
Joaqaim Luiz Teixeira & G.
Esteva reconhecida a firma pelo tabcl-
liao Jos Bonifacio dos Santos Mergulhao
e sellado com estmpilha de 400 ra.
Certifico que entrando om exercicio de
meu cargo em o dia 4 de Abril correte,
encontrei e presente modelo oo estado em
qae se eche.
Secretaria da Junta Commercial do Re-
cife, 8 de Abril de 1891.
O secretario,
Benedicto V. Palha.
Certifico que foi registrada sob o n. 283
em virtude do despacho da Junta Com-
mercial em sesso de hontem.
Secretaria da Junta Commercial do Re-
cife, 17 de Abril de 1891.
O secretario,
Benedicto V. Palba.
Esteva collado duas estampilhas apre-
sentan.io o valor de 66100, competente-
mente inutlisada, e ao lado o ;-e:lo da
Jauta Commercial do Recife do Estado de
Pernambuco.
Ao eomnereto
Os abaixo aBSigoados commnoieam ao era
mercio, ao publico, a seos amigos e fr2ii--.
qae formaram urna nova sociedade, admillinds
para seos socios soldarlos os seos amigos e in-
leressados, os Srs. Joaqaim Rodrlgusi da Fon-
seca e Silva e Coastanuuo Nunes de Souza Cam-
pos, continuando a mesan tirmaflanes, Fon-
seca & C, sob a respoosabilidade dos socios so-
lidarios Alexandre da Fonseca Fernandes, Joa-
quim Rodrigues da Fonseca e Silva e Constanti-
no Nones de Souza Campos e o socio Manoel
Noces da Fonseca. em commandita ; todo de
accordo com o contracto qoe val ser registrada
oa Jauta Commercial desta Draca.
Recife, 1* Je Abril de 1891.
Alexandre da Feeseca Feraandes.
Maaoel Kanes da Fonseca.
' f*.
1
1


.

Declaracao
.
O abaixo aasigoado, procurador de Jes
Alvares de Soasa Soares, previne s quem
possa intereasar, que es boas do Antonia
droao da Silva Maia e saa mulaer. Affotf
so Aagusto de Brito Taborda, e 1 >. Anf
ounciada de Brito Tabords acJuuB-ss 30.3
geitos ao pagamento da juanta de......
13:2224170, juros e cuotas, em qae fe-
ram coademaados por seotenea proferida
pelo Tribunal da Relacao da Porto Alegre,
.atado do Rio Grande do Sol, aeerca d
iue, corre presentemente ansa aoefto ae
juico commercial desta cepita!.
E para qae ninguem invoque ignoran-
oia ao que tem occorrido, moa a presenta
declaraf&o.
Pernambuco, 8 de Janeiro de 189
Antenor Basxeos de Aufrim
-
i
>-
i
Dr. Freitas Qnimaraea espeoialiata em
tebres, molestias pulmonares e de erian>
can, d oonsnltaa de 11 i 1 hora da tarda
na roa Duque de Caxias n. 65, 1/ andar
e reside no Cajneiro n. 4. Telepbena
n. 292.
\
mX

-JP


arte de Pemambnco
(
%*,
ta-ftra 22 de Abril de 1891
* p
Consagrado da uuprens
O ext rordinano progressivo consona
do afamado Peitoral de Cambar prora,
escrsve o Diari de Notioku, da S. Pan
lo, que nao ba e nem houve preparado
medicina! que offereon to bons resalta-
dos.
Tambem o Mercantil, importante folba
daqnella capital, bonroa este conbecido
medicamento cora urna liaongeira aprecia
cSo, de ue eztrabimos o segninte tre-
cho :
c Pela aua grande eficacia e proressivo
oso qae delle fasem hoje as prmeiraa no-
tabilidades medicas, qoaai um dever da
imprensa apon tal o aoa doentes.
OS AQENTEb
Francisco TSaueel da sllva & C.
Instituto 19 de Abril
Collegi fundid em 1883
Ra Sete de Setembro, 13
O DIRECTOR
LUIZ Porto Carreiro.



Cuidado coma falsifica gao
Acabo de verificar que o elixir ante-febril Car-
doso est sendo falsificado por algoem e em
quanto nao descobro este algoem para contra
le ioteotar a respectiva acco nos termos da
tei, previno ao publico qae lenha toda attenco
para os frascos que trazem o nome do autor
Manoel Caraoso e do E xir Cardoso, cujo depo
sito na ra Estreita do Rosario n. 17.
Recif.,6de Abrtfde 1891.
Manoel Cardoso Jnior.
i


ix-jioaito (eral
Man or Crdon



i
i'S YICTIMAS BAS FEBRES
O Elixir ail-febril Cardoso, appro
vado em 21 de Margo deste anco pela Inspectori;
Geral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem boj',
apresentar-se numanidade soffredora do mun
do iateiro, como taboa de salvaco que ao infe-
ii naufrago lhe enviada por mao omnipotente!
O Elixir ail febrll Cardoso, appli
sado em muitissimos casos de febres, tem, corar
por magre; levantado do leito da dor a comple
;os moribundos.
Kste remedio, composto smente de vegetaes
Inteiramerte inofensivo, anda mesmo namait
mimosa^-tenra enanca.
As" senhoras, no estado de paridas, ou no pe
i odo de in,;ommodos naturaes, podem salo
lm receio aigum. -
Depsitos
Drogara dos Srs. Francisco Manoel da Sv
k O:, ra Mrquez de Oiind n. 23.
Pharmacia Martins, ra Duque de Caria*
a 88
Pharmacia Oriental, ra estreita do Rosari
n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario di
Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilie Lopes & C* Rosario larg;
n. 31.
s cana do autor
Cardoso Jnior, a ras
estreita do Rosarlo u. 1 7
Attestados
Scieatificamos ao respeltavet publico que alea
dos attestados a que damo3 publicidade hoje
foram curados 661 variolosos.
Pedimos aos incrdulo ''ara rem examinar
es tratada pelo Elixir antl. -il.
Dos innmeros attestados q e temos, dame-
am seguida principio a sua pujlicaguo ; e istt
bastar para que sejam conhecidas as virtude-
do Elixir anti febril Cardoso.
Curados de diversas febres 1:153.
N. 111
Recite, 17 de Abril de 1889.
Jilm. Sr. Manoel Cardoso Jnior. Atiesto
aob juramenta, que acbando-me seriamene ata-
cado-de orna febre forlisslma, acompanhada di
dores de caneca e em todo o corpo : fiz uo do
sen preparado denominado ante-febril, a conse-
ibo de um amigo, cujas melhoras fui logo encon-
trando horas depois do uzo do medicamento.
Afirmo ibe de que 6 horas depois j nao sen
ta mal s dores decabeca. a para provar lhe a ef-
Rcacia d j sen medicamento 12 horas mais ou
menos depois, estova j sem febre e prompta-
meote cumprindo com mmbas obrigacoes.
Porianio veoho agradecer lhe por meio desta
declaraco e ao mesmo tempo affirmar-lhe de
que seu preparado de orna eficacia admira-
vel.
Son de Vmc. um criado grato- Jos Emiliano
de Oliveira Prates.
N. 112
Atiesto que acbando-se meo filho Miguel, de 7
annoa de ldade, accommettido de febre, empre-
guei para debelal-a oElixir anli-febril de Ma-
noel Cardseconseguiodo com o em prego le
to poderoso medicamento Tel-o hoje restabele-
cido completa mente.
A con seibos de um amigo, que me torneceu
am pouco daquelle elixir, devo tel-o empregado
a, porianto ter experimentado o sen benfico e
ilutar effeito.
fJPor ser verdade firmo o presente attestado e
orare i se preciso for.
Recife, 22 de Maio de 1889.Sydrouio Silvano
Nones Sette.
N. 113
Recife, 20 de Jonho d31890.
DJia. Sr. Manoel Cardoso. Jnior Attestc af-
_ativamente que acbando-me atacado de urna
'febre cuja causa ou syntomas ignoro, fi nzo de
sen valioso medicamento denominadoAbU fe-
brilcujas memoras fui encontrando pouco de-
ois de ter uzado, e acho-me perfeitamente res-
dbetecido.
Portato affirmo-lhe que a ter occaslao de pre-
cisar nao procura re outro remedio, aseim como
siguem que p.'ssa soflrer do mesmo mal fare
tamba recommendaco.
Son de Vmc. criado e respeltodrrJos Au-
gusto da Silva Mondonga.
N.i
AMesto que tendo meu tilbo Joio da Silva Ca-
bral sido accommettido de ima febre que o
pro&tob de cama por espaco de mais de um mez,
t sendo medicado por diversos facultativos, sem
obter resolta io satisfactorio, veio afinal me-
lboiar e Bear completamente restabelecido com
uso qae fez do preparado do Sr. Manoel Car-
aseo, a quem, nao oftendendo a sua modestia,
peco Heenca para reieirar-lhe o protestos mais
slncerue de grado e recoohecimento.
Recife, 5 de Julbo de 1889.Alexandre Jos
da Silva Cabra.., r ^
IUm. Sr. Manoel Cardoso Jnior.-Estando eo
aaiHtifln com a erysipella e estando com grao
de eb. e, fiz uzo do elixir snti-febrll do 8r. Ma-
aoel Cardoso, ebegaodo apenas a tomar quatro
aozes, desapparecendo de um todo a febre ; das
aepois, adoecendo meu fllhioho com 7 annoi,
tambem eom muita febre, recornr-me ao elixir,
negando apenas a Ibk dar tres dozes.
Approveitondo a opportonidade para agrade
carao Sr. Manoel Cardoso a ana grande deseo
serta que tao favoravel para mim e minna fami-
Ma tem sido mil e para as preseas que tenho re
Iscdes de anisad e iuformando a elle.
Podendo o Sr. Manoel Cardoso Jnior fazer
esto p uso que Ibe convier e como sempre--
goa de Vmc. atiento, criado e gratoJoto Bie-
nio de Jess.
(Esiavam sellados e recorhtcidos.)
lia fc*tlea e PkMwacta 4Jta>
tatrazaSe eacoBtram especificas para
a cansa todas as nmlcatiss, se par aca-
so pode dem 8*7 desaobestos.
Po*s* meaos w fc>i desoobertc.
O fsHi ai dt tnuiuhitViitlaman a as-
trebiee d'aata*rvsre faaisaaaca, mda-
Jeitot se-
as para da
por acaso
reconhecidos
milhares de
ci 47W
em si mais qne
aipar toda s incredu
j nlo estivees al
pelo stemunho un,
petatea.
. A historia de suas extraordinarias cu-
ras se soba inscripta e transladada com
as innomeraveis certidoes e attestayfJes en-
viadas de todas as partes do mando ha
bitavel: entre esta grande sgglomeracSo
de testemunhos, se comprehenae cartas de
eminentes mdicos clrigos, legisladores,
oradores pblicos, mecnicos, advogades
e letrados, n'uma palavra de pessoas per-
tencentes todas as classes e profissoes
da vida.
Todos falam em substancia, qae a toase,
as coo8tipac.oes, os broc chites, as esqui-
nencias e a tstbms, etc., se alliviam e
curam mediante o uso deste admiravel e
prodigioso remedio, d'nm modo infallivel
prompto e radical.
Como oabastia contra as falsificagoes,
observe-se bem que os nomes de Lan
man & Kemp venham estampados em let
tras transparentes no papel do livrinho
que serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-Be a venda em todas as boticas e
drogaras.
a^[Br. Bastos de Olive ra
Mrcd operador epsrUir.)
Tem o ten eoasoltorio a roa do Marques
de Olinda a. i, l0 andar, onde pode ser
procurado todos os das atis de 1 as 3
horas d larde.
DA consultas em ana reaideacia roa da
Imperatria n. 21, 1 andar, das Z as 8
horaB da manhS.
Chamados a qaalquer hora.
Telephone o. 365.
Escola publica
A do sexo femenino regida pela pro-
fessora Lusia Steple est fanecionando
ra Formoza n. 33.
Consagra^oes medicas
O Peitoral de Cambar na abalisada
opiniSo do Ilustre clinicoflaminense Dr.
Julio Augusto Oamacho l.respo, am medi-
camento empregado c m grande prove
to as diversas affec^Sea das vas respira-
torias, especialmente quando chronicas;
segundo o eminente facultativo da Baria
Mansa o Sr- Dr. Urias da Silveira, c um
auxiliar no tratamento da fysica palmo
nar. >
OS AGENTES
Francisco nanor I da SllTa A c
BDA DO MRQUEZ DE OLINDA N. 23.
O Juiz de direito Joo Baptista Q'i
.irana Costa encarrega-se de contrahir
eooprestimos com o banco de crdito rea)
de Pernamboco, para os Srs. agriculto-
res d'esle Estado, adiantando as des-
bezas mediante mdica retribaico ; po
le ser pro cu ud o a roa do Barao de S
Borja n. 46.
Dr. Alfredo Gaspar
MEDICO
Operador, partairo trata com espe ciali
dado de molestias de senhoras e ere m<
Consultorio o residencia roa da i mpe
atrix n. 18, 1 andar.
Consultas de 8 as 10 da manbS.
Chamados (por escripto) qaalqaer hora
TBLEPHONE N. 226
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usand<
o excellents preparado de Manoel Cardse
Jnior.
Aa cartas qne lhe tem sido dirigidas
pelos i'ornaes de miaor circulacao, attestan
% eficacia.
Depsitos:
Drogara dos Srs. Francisco
Silva & U, ra do Mrquez
n. 23.
Pharmacia Martins, roa
Oaxias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita dt
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, roa do
BarSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes ra larga
do Rosario n.31-
Manoel da
de Olind*
Duque
Oculista
Dr. Barrete Sampaio, oculista,
ex-chefe de clnica do Dr. de
Wecker, de volts de aoa via-
gem A Europa, d consultas de
1 as 4 horas da tarde, no 1*
andar da casa n. 51 roa de
Bario da Victoria, excepto nos
domingos e das santificados.
Telephone 285.
Residencia roa Seto de Setem-
bro n. 34. Entrada pela roa da
Saudade n. 2*
Telephone 87.
Dr. Nunes Coimbra
ClnicaMedico Cirurgica
Especialidades : febres, partos, moles-
tias de senhoras e de creancas.
Chamados a qaalqaer hora na sua re-
sidenciaCamiaho Novo n. 163, junto
estscio ; ou no sea consultorio, roa Mr-
quez de Olinda n. 56, on ie d consultas
das 11 s 1 Loras.
Telephone n. 387

Medico
DB. TAVARES BE MELLO
1
formado pela Faculdade do Rio de Janeiro,
tendo-se dedicado com especialidade a
therapeutica moderna das molestias de
pelle e svphilis, na polyclinica geral, a
cargo do Dr. Silva Arauje, onde servio
como sen anidante ; da consultas de 11 as
3 horas no largo do Corpo Santo n. IB ou
andar, e recebe chamados a qualqaer hora
,em sua residencia, largo da Pas a. llid
""______J
MEDICO HOMEPATA j
Jr. iHtar SImh
Especialidadefebeos, molestias
das criancas, dos orgaos respAto-
rios e das senhoras.
Presta-so a qaalquer chamado pasa
{era da capital.
AVIHO
Tedas os chamados devem ser di-
rigidos pharmacia do Dr. Sabias,
ra do Bario da Victoria n 48,
onda se indicar sua residencia.
ADVOQADO
Dr Ciodaldo Lopes
Escrlptsrto
Ra Estreita do Rosario a. 4
Cirurgio Dentista
DR. ROBERT P. RAWLDSON, for
nado pela Unversidade de Maryland no;
stados-Unidos, tem aborto o sen cnsul
x>rio, na roa Bar.. > do Victoria 63,1
lar. Telephone n. 71.
Consultas das 10 s horas da tarde.
ac
EDITAES
O Dr. Julio Augusto de Luna Freir,
juiz substituto do seccional do Estado
de Pernamboco.
Fas saber, qae, por conveniencia do
ser vico publico, mudou as audiencias des
te juizo para as qaintasfeira,ars a au-
diencia do Dr. juiz seccional.
Recife, 20 de Abril de 1891.
Eu, Augusto Xavier Carneiro da Cu-
tira, escrivao o escrevi.
Julio A. de Luna Freir.
O Dr. Antonio de Olinda Almeida taval-
cante, juis seccional do Estado de Per-
nambuco.
Fas, saber, que, por conveniencia do
servico, mudou as audiencias deste juizo,
para as quintas feiras as 12 horas do dia.
Recite, 20 de Abril de 1891.
Antonio de Olinda Almeida Cvalcante
O Dr. Jos Juliao Rigueira Pinto de
Soasa jais de direito privativo de or-
phSos e ausentes da comarca do Recite
em virtude da le etc.
Faz Babor a todos que o presente edita!
virem ou ('elle tiferem conhecimento que
D. Laura Barrete Carneiro Campello, in-
ventarianto mei'eira dos bens de sea fina-
do marido JoSo Rodriges Campello me di-
njio a peticSo do tfaeor segainte :
IUm. Sr. D. Juiz de D.reito de OrphSos
Laura Barrete Carneiro Campello, inven
tariante dos bens deixados por morte de
sen finado marido Jofio Carneiro Rodrigues
Campello cojo inventario corre pelo carte-
ra do escrivSo Olavo Ferreira, havendo
V. S. por sea respeitavel despacho profe-
rido a fl. 46 dos autos mandando qae se
lavrasse termo de acceitacSo de heranca
por parte dos orphSos a beneficio do inven-
tario, cumprindo a inventarente promover
a liquidacSo do espolio e convocar os ere-
dores para a solu ja. das dividas do casal
inventariad?, vem esta requerer a V. S
qae se dign de mandar affixar os edita es
respectivos polo prazo e na forma da lei,
convocando os credoreB do espolio para se
apresentarem perante este juizo dentro do
mesmo prazo, cobrando mediante a exhi
bic&o de seas ttulos de dividas a impor-
tancia d'estas sobpenade, de o nao se-
ren nSo serem mais attentidos, nem res-
ponsavel o casal inventariado por elles.
Nestes termos pede deferimento. Es-
pera recebe r Mrce.
Recife, 7 de Abril de 1891.
O Advogado, Antero Furtado.
Estava sellado com urna estampilha de
200 rs. legalmente inatilsado. E, mais
nlo se contidha em dita peticSo depois
do que se va o despacho do theor se-
guinte :
Na forma requerida, menos qaanto a
comminacSo por n3o ser de direito.
Recite 11 de Abril de 1891.
Jos Juliao. E, mais nao se continua
em dito despacho em virtude Jo qual o
respectivo escrivao passoa o presente edi
tal pelo theor do qual chama, cita e hei por
intimado a todos os credores do expolio do
inventariado JoAo Carneiro Rodrigues Cam-
pello para que no prazo de dea diaa a con*
tar da data do presento comparegam ante
este juizo e no inventario dos bens do re*
ferido finado JoSo Carneiro Rodrigues
Campello equerendo o que por a bem de
seas direitos sob pena de nSo o fazendo
nao serem a Hendidos no mesmo inventario.
E, para constar mandei passar o pre-
sento que ser publicado pela imprensa e
affixado no lugar do costme.
Dado e passado neata cidade do Recife
aoa 14 de Abril de 1891.
Eu, Olavo Antonio Ferreira, escrivao o
Bubscrevi.
Jos Juliao R. Ptnfo de Souza.
O Dr. Tobas Gabriel de Oliveira, juis
municipal e do commeroio do ter me
de Goyanna do Estado de Pernambuco,
em virtude da lei etc.
Fas saber aos que o presento edita!
virem ou delle noticia tverem que no dia
b de Maio do corrate anno, a 11 horas
do dia em a casa das audiencias deste
juiso, vio praca para ser arrematados,
por quem mais dar, o CANAL DE
UOYANNA, anas .aemfeitorias e draga,
avahados em 80:000#000, ficando o arre-
matante subrogado em tedos os direitos e
obrigat.oes qne eompetiam aos exeoutados,
como sejam : a construcclo de nsa casa
aa docks do Canal, o alargamento e
aprobadamente da docks, obras de cons
servacSo da ponto sobre o rio Morto, or-
eadas pota repartilo daa Obras Publicas
esa 16:000.0U0, ma ociosa paca conser-
var agua na docka na snxa mar devaado
todas ersas obras acharaawe promptas
em Oatnbro'do corrate sano; orno tadr 4t% dtasesedisi
consta do contracto lavrsdo entre o em
presario 4o Cans o o Govcrno deste Es-
tado e portaras do* mesmo Governo, bens
estos que vio-A praoa para pagamento da
execugSo que movb o Banco Industrial e
Mercantil do Rio de Janeiro contra Ma-
noel Poly carpo Mor eir de Asevedo e
outros.
E para qae chegae a noticia a todas
mandou passar o presento que ser lido e
affixado no logar do costme e publicado
pela imprensa.
Dado e passade neata cidade de Goyan-
na em 10 do Abril do 1891.
Ea Franciscj Ribciro Costa Vascon
cellos, escrivao o escrevi.
1b'>ias Gabriel de Oliveira.
1.* seccao.Secretaria do Governo do
Estado de Pernambuco, em 18 de Abril de
1891.
Faco sciente que acbam-.e n'esta seore
taria as patentes de guarda nacional do
governo provisorio nomeando os cidadaos
abaixo declarados:
Miguel Alexandrino da Fon seca Gal vio,
tente coronel commandante do 80. ba-
talblo de infantaria da guarda nacional da
comarca de Gamelleira.
Manoel Gomes Cvalcante, tenente-co-
ronel commandante do 76." da de Tim
baba.
Jj|Beliarmiuo Goncalves de Noronba Fa-
rias, teaeute-coronel commandante do 77.
do Lucen a,
do 84.
ua
da de Itamb.
Seraphim Anselmo Perera
tenente coronel commandante
de Tiaba'ia.
Anteogenis Affonso Ferreira, tenente-
coronel commandante do 82." da de Pal-
mares.
Antonio Paes da Silva Rosa, tenente*
coronal commandante do 53." da de Q*
ranbuns.
Bario de Caira, coronel commandante
superior da de S. Lourenco da Matta.
Manoel Cabral do Mello Cvalcante,
najor commandante da 18.* seccio do ba-
ta lhio de reserva da de Timbaba
Jlo Manoel Carneiro da Cunha, tenen-
te-cnronel commandante do 87. da do
Cabe
Germano Brasiliano Emery, tenente-
corond commandante do 9. corpo de ca
vallara da de Pacollas.
Jos Jovi-.o Marques, tenente-coronel
commandante do 4l. das de Floresta e
Tacarat-
Adelino Cvalcante da Junba Reg, co-
ronel commandante superior da de Itamb.
Jlo Flix Pereira, tenente coronel com-
mandante do 10. corpo de cavallaria das
de Palmares a Agua Preta.
Olympo Firmino Teixeira Cavbante,
major commandante do esquadrlo de ca
vallara das comarcas de Palmares e Agua-
Preta.
Christovam Alvares dos Prazeres, tenen-
te-coronel commandante do 12. da de Vi-
ctoria.
Pedro Secundno Barbosa da Silva, te-
nente coronel commandante superior da da
Victoria.
Joio Claudiano de Njoza Varejlo, ma-
jor commandante da 4." scelo do bata-
Ihio de reserva daa de Palmares e Agna-
Preta.
JoSo Qninttno de Meuezes Gal bardo,
major ajudante de ordena, secretario geral
do commando superior das de Palmares e
Agua-Preta.
Gratuliano doa Santos Vital, tenente-
coronel commandante do 60. da de Obn-
da. .
Maroolino Evaristo da Rocha, major
commandaute da 5.a scelo do batalblo
da reservl das de Palmaros e Agua Preta.
Manoel de Araujo Lima, major ajudan-
te de ordena, secretario geral do comman-
do superior da de Itamb.
Manoel Xavier Carneiro da Cunha Fi-
lho, tenente-coronel commandante do 1.*
batalhio de artilbaria da de Jaboatao.
Feiippe Nery de Faria Leite, major
ajudante de ordena, secretario geral do
commando superior da de Timbaba
Manoel Tavarea do Luna, major aja-
danto de ordena o secretario geral do com
mando superior da de Victoria.
Joio Corris Accioly Los, .tenente-co-
ronel c malandante do 34. daa de Palma*
res e Agua-Preta.
Luis Cvalcante Ucha, tenente-coronel
commandante do 44. da de Rio Formoso.
Joaqun Francisco Cvalcante Los, te-
nente-coronel commandante do 47. da de
Itamb.
Manoel Cyaneiro da Costa Res, tenente-
coronel commandante do 28 da do Cabo.
O secretario,
Francisco de Aui Pereira Rocha.
$.* seccao. Secretaria^do Governo do astado
de Pcnambaco, em 16 de Pevereiro de 1891.
EdiUlOfixm. Sr. deaembargador governa
dor do Estado, tendo em visra a fei n. 1,901 de
i de Junbo de887, e o acto de 7 de Outubro de
(890, faz publico que neata secretaria se recebe
-ao, at o dia 18 de Maio prximo, ao meio dia,
oropostas para o servico da illuminaco a gas
carbnico correte desta capital, devendo a con-
currencia versar nicamente sobre o preco da
.enda do metro cubico de gas e fazendo os pro-
poaeBtes expressa mencSo em suas propostas
de acceitarem sem a menor alteracao as clausu-
las que segaem, as quaes faro parte integrante
do contracto queso ti ver de lavrar.
Cada proposta deve ser acompanhada de do-
cumentos prorando haver o proponente deposi-
tado no 'hesouro do Estado a qoantia de 5:0004
em garanta a assignatora do contracto, si kV a
sua proposta preferida.
Jolgada a concurrencia, se restituir o deposito
aos proponenles preiudicados e o do proponente
preferido ser elevado a 80:000*, por occasiao da
aesigoato/a do contracto para garanta da lie)
eiecuco do mesmo contracto essacaucao nal
permanecer nos cofres do Estado ates expiracao
do contracto, e podar em qualqaer tempo, i
vootode do contractaute, ser convertida em tito
los da divida publica do Estado ou do Estado
Federal.
Clausulas
Mais/
Da qualidade do gas
I O gas ser carbnico, extrsbido do carvo
de pe Ira ou outras substancias queoposssmoar
oas condigoes em-qus elle exigido pelo pre-
sente conlrscia.
II. Antas de ser laucado na rede de caoalisa-
cao o gas ser expurgado de todas, as materias
nocivas tanto stada anblies cono abo* con
jertscao dosBcaaaaieatoe eappareinos.
UL A tus do gas ter o poder llumiaante de
dea vellaa de spermacstedas que qoelmam sete
gammas e oitenta centi refpondendo a ceojo e vloto graos togtsses.
IV. Bese podar iflarniaante ser varifieadO em
photometro aserto, queimando se o gas do mes
mo bies que o da ilummscao publica em cddi
occasilo.
se conheeer a poder lluminante medio da dees
di, nconendo o contracuate em malta,! como
abaixo se estatu, sempre que a media da deca-
la, for inferior a 10 velas- aasaa coma aempreque
i media de cada noite, tomada iaoUdamente, for
inferior a aove e eito desioHS de veis. <
VI. A presso do gas em 'qualqaer ponto dos
docanan-eatoi publico tjamaia ser laeoor de
vinte millimetros, nem maior de quatro milli
aielroe.
j Titulo II
Doa bieosida sttomacSo rwblicai>;i
VII. Dentro do prazo improrogavel de dose
meses contados 4a dala da assigaatora do con
racto, o contractante dever ter substituido to-
jos os actuaes bicos da lluminacio publica por
biooB rasgados, calibre A 1/2, manidos de rbeo-
metro bnmido Giroud e oonsamlodo 160 litros de
'.ros. Urna tolerancia -de- 2 *. para rnaiB e para
menos concedida n'aquelle consumo.
VIII. De futuro esse aovo tico. poder ser
tambrm substituido por outro qae se reeonhecs
melhor. A subettoico poder ser preposta
pela empreza, mediante approvaco do governo
do Eblado, ou ordenada por este, correado em
qualqaer caso as despesas por conta d'aquella.
IX. Bm quemo nao estiver compleitmeate
feita a substituido de que trata a clausula 7a, as
experiencias pbotome tricas de que trata a clan
sula 4- se faro com o actual bicode lluminacio
publica. Semejantemente, 81 de futuro se vier
a mudar o novo bico, por elle continuarlo a ser
feitas as experieDCias photometricas, euiquanto a
aova substituico do estiver completa para
rodas as lanteraas da iiluminaeao poblica.
Titulo III
Da fabrica, suas dependeacnas, c&nalieajo e
lanternas publicas
X. O contraMameq>aoanzir o gas em urna o
mais fabricas, segundo melhor lhe approuver
;omtanto qoe jamis'posa elle invocar a uni-
dade de fabrica para iseniar-se de fornecer gas
onde lhe for reclamado tanto pelo Bstado carne
pelos particulares dentro do permetro da illu-
mina(o publica actual e rea a acoraacentar, qae
ser marcada na planta que elle deve assignar
por occasiao da asignatura do contracto.
XI. 0 contractante mantera sempre a sua fa-
brica ou fabricas, gasmetros e oficinas em
estado de attender a todas as necessidades de
'.:.o da llnmiaacio puoiica oaparticular;
era aa baterins de torno que forem precisas de
sortea haver sempre ama batera pelo.roenw, de
reserva; empregar os apparelbos mais moder
aos para a aparac&o do gaz, continuando, perm,
jmente com os actuaes emquaolo elles basta-
rem e satiafiserem as neeessidades do servico e
da boa apuraco ; maoter em bom estado o
actuaes gasmetros e mantera ostros onde Ibe
convier para melbor regularisar e eervlco da
distribaicao ; mas os gasmetros que montar
fora da fabrica sero ligados a esta por um con
ductor virgem, de eorte qoe nem mesmo durante
0 da a regularidade da emisso possa ser per
turbada pela operaco do eocbmeato desses ga
wmetros; lera todos os mais apparelbos preci-
sos para a regularidade do servico ; mantera
sempre a rede de canalisacAo publica e deriva
c6es at a porta dos coasaav.uores em bom esta
do e com os dimetros correspondentes ao con-
jura o.
XII. O contractante mantera todas as actuaes
laniernas da illuminaco publica e aseentars
outras a medida que for autonsado.
As lanternas publicas se oempocm de columnas
on arandelas de ferro fundido e da lanterna pro-
oriamentedtla-
As columnas e arandelas actuaes sero con-
jCrv; ,.s emquanto esliverem em bom estado,
>bdo depois substituidas pelo contractante por
lutras do typo qne ser appruvado pelo governo
As columnas e arandelas accrescidas sero
logo do lypo que o governo adoptar.
As actuaes lanterna: propriamente ditas sero,
Jeo.ro do prazo de tres anuos, contadas da data
da assigoatura do contracto, substituidas pelo
-jonlractante por outras do typo actual da cidade
le Pars, i to lanternas com vtdros curvos e
refiexos na parte superior.
As novas lantorn.8 que se assentarem sero
logo deste lypo.
Todas as lanternas publicas sero sempre
mantidas em permito esudo de asseio e de pin
tura e numeradas com alga riamos de metal;preta
aos vidros.
XIII. Para a remoco das actuaes lanternas ou
olioeacj de outras preceder sempre ordem do
governo. No caso oe remeco correr a despea
la remoco por conta do governo.
Tauor
Da illuminaco eseu preco
XIV. Eotende se por illuminaco publica s-
nente a dos combustores assantes na via publica
e jardins pblicos, cujo censomo corre por conta
do Estado. Toda a mais illuminaco quer. por
conta do Estado oa da mnoicipalidade quer por
conta dos habitantes se entender por illumina-
co particular, qner ella seja no interior que.* no
exterior dos edificios.
XV. Para a illumiui';5o publica correr por
sonta do contractante o fornecimeoto e o asseo-
lamento dos combustores. comprebeodeodo o
ramal, a columna ou arandela e a lanterna e
oem assim ? .-nnservaco e asseio desaesorgaos,
e a operaco ae accender e apagar segando um
aorario qae ser fixado pelo governo de accordo
com o comprimen'o das noilea.
XVI. Para a liuiuinacao particular ter o con-
tractante o privilegio exclusivo pa a o forneci
ment, assentamenio e reparacao do ramal at o
medidor e o asseotameoto e retirada do medidor,
correado as desposas por conta do consumidor,
salvo as de asseutamento, fornecinento do ra
mal e sua conservaco na extenso dos 10 pri-
meiros metros contados do encanameoto geral
de octfe deve parth* o ramal paTa o coasumidor,-
parte essa qae ser a custa do contractante O
governo tixara, de accordo com o contractante a
tabella dos oreos para essaa obras por conta
dos consumidores, devendo esta tabella ser re-
vista decinco em cinco annos.
XVII. 0 consumo na illummaceo palibeser
contado na razio de 100 lu.-os de gas por hora
de illuminaco e por bico. Todoomais consumo
ser marcado por medidores, tirando, porm, li-
vre em casos especiaos, accordo entre o contra
tante e o consomidorp'' '' contagem por bico.
XVI/i Neohum media. ider ser assente
od reassentado sem qoe pnmeiro baja sido ale-
ndo pela inspectora dogaz. Essa aferigi
gratuita.
XIX. O gaz consumido na illuminaco pu
blica ou particular ou outros mi? teres, contado
como cima Oca dito, seri pago ao contractante
a razio de ris por metro cubico, vigorando esse
preco at 31 de.Dezembro de 189J: de ento em
liante, porm, o prego ser determinado por urna
escala movel, teado por base o consnmmo do
anno precedente, pela forma que abaixo se aspe
cifica. '
XX. No correr do mes de Janeiro de cada
anno e pela primelra vez em 1893, o governo
(ara annuDciar o prego do metro cnbico de gaz
para o respectivo anno tendo em cobsideracAo o
consumo do anno precedente, como se segu :
a) Por cada quiohentos mil metros cbicos ou
fraeco de quiohentos mil metras cnbiccs de
mais que apresentar o consumo total do anno
anterior comparativamente o de 1892, far-se-ha
am abatimento de 2 ris no preco do gaz que
noaver de ser consumido no anno qae princi-
piar e isso at cheger se um dia ao preco de 160
ris, que ser o mnimo.
b) Entonde se por consumo somente o gas
jomado para pagamento.
c) O contractante aposentara ateo dta 20 dt
Janeiro de cada anno ao governo a estatistica do
ooasumo do asno anterior e o governo sempre
qne o entender conveniente poder mandar ve
nficar.a exactido d'essa estatistica nos lvroi
la empresa.
d) Jamis o preco do gaz poder aer em qaat
Juer anno saperwrao doanno-preceden3 quan-
mesmo venba a barer timrnuico no consum-
mo total. __ :
XXI- O gas consumido nos edificios -ounli
eos, casas de carioade, escolas, e mais institu
coes de instruecao oa de benefteencia ser sem
ore pago com am abatimento. de 33 /. sobre o
preco qne en to vigorar.
XXII. O eousnmo ee gax ser paga por me*
vencido, eftVtuaaao-aeeasepagamanto at o ul-
timo dia uiil do mes aeguinte. .Ma taita de paga-
manto por parte do.Estado, vencer o'debito
jaros a razio de 6 7. ao ano, do prmeiro anno
1 Vno sepmtfa, M Va>tsTfeire da estera e
das as noites catre 6 e 10 horas a es seasreont
tadoa coasigaadoa peto. Inspector da tooiaittcto
em livro espeSal b sob sos goardu. De des em
ponde o propretano do predio.
XXIII. O medidores erie oo'BT3tb9awiie-
trico continundose, porem,a apar os que exis*
tkem 08ssates na data d'este cootrac** emqaaa-
to estiyerem em bom estado ou poderem ser re
pairados. O consumida* Alurrerdei coapsano
medWor a quem quizer, inclusive ao contra-
Ttana?, que n'este objecto exersam saaiiads'
tria em iivre concnrrencia cam o mercado ; aio
poder, porem, o medidor' ser ds oonaalbre
superior ao numero de bicos de gaz qoe bouver
ao predio, oem ser asseaUdo ou retiras ai sor ts-
trem que nao o contractante.
XXIV. A canalisaooao partir do medidor e
os apparelbos de illuminaco correm por conta
los consumidores (salvo ilhiminacao pusuca)
i podem ser vendidos e assenles por quem con-
vier ao coneamdoi'. inTuiv-><^ centrastaiile,
que n'esss objecto exerc.-i eua industria lucre-
mente-
XXV. us consumidor. .= sao responsaveis pela
payamente dt gsa eniruoo um suas ca -as. e re-
gislrado pe'.oj medidores, embora- se |>erca por
itfeito on mty e-mox'.-le seas appai^hos ceitlo-
nirmco ou na caoaiisdco alem do medidor.
XX /1. Taato oooutraotante eoaocoasasadot
sempre que suspeitarem que o medidor tem dei-
*ado de bem funcciooar trA o direito ds reda-
nar da inspectora um exame no medidor, cor-
rendo a despeza por coala d'aquella das deas
partes que reclamar o exame Si para o exame
for necessario a retirada1 do medidor am entro
ser provisoriamente installado por costa da
parte reclamante, si por accordo (entre ellas nao
ie asseotar em avahar o consumo no interim
pelo numero de bicoa. O medidor, sendo ama
propriedade do consumidor, si do exame *eco-
onecer se a aecessldade de. saa aubaUtoica a
aova despeza correr per conta do consumidor.
XXVII. 0 consumidor jamis poder impedir
io cootractaate o ingresso ot o medidortanto
para a leiiura da marcacocomo paca entreter o
avvet d'aeua ir'esse apparelho.t i >
XX VIH Tanto o contractante. como o consum-
lor ao respectivamente ressonsaveis pesante
os tribunaes pela fraude que lutroduzirem no
medidor, cabendo a parte lesada accieaar ajea-
ra per perJuS e Jamaos.
XXIX O cansamidoB nao poder nem pertait
.ir adaptar ao medidor apparelbo de natnreza
ilguma eom o carcter tixo, e qualqueroppa-
remo desse genero s ser adaptado canalisa-
cao depois de pasearlo o medidor. !
Tulo V
Do coatiaoto. i
XX O coo Tacto geral para toda a rea da
capital do Estado e vigorar par espacs(dv38
innos contados da data de saa assignatora. A
rea de qoe trata a presente clausula tosa su-
jeita decima urbana da capital ou qo: de fn-
ruro ectiver sajeita a essa decima.
XXXI Duraste o praso do contracto o governo
aio poder nem conceoer nem permiitir qus ca-
iros assentem na via publica tonos para conduc-
ho de gas de illuminaco, fios atrios on sabter-
raneos para transporte de electricidade com ap-
.ilicaco a illuminaco publica ou particular,
iem tubos, fios ou cabos para transporto de
jualquer fbrea que possa ser appllcada illumiv
aaco publica ou particular dentro da referida
rea, salvo accorco amigavel com o coatrac*
taote.
XXXU A todo o tempo, na duragao do coa-
:racto, quando o governo quizer mudar illu-
minaco a gaz puolica, para a illuminaco elc-
trica ou outra qaalquer, puder fazel o, dando
preferencia ao contractanle eu oa falla de accor-
lo com elle para esse novo servieo.lndematoin-
jo o de seu material, uistallajao e lucros ces-
saotes, segundo seoienga arbitral,- aqoaipea
caso algum poder flxar ama qnantia infernar ao
capital imocobilisado pela empresa, e mais*'**!
por cento ae o facto se der antes de.pasaados os
les annos da data do contracto se, porm; e
facto se der depois de passados esses dez annos
levaro os arbitros em conta o tempo que faltar
correr para a terminacao do praso do-contrae-
so e a consideraco de que ao rindarse esse
contracto a propriedade reverte ao Estado sem
mdemnisaeaa alguma. 11
XXXU I Duramen praso do contrario, o con-
racunte dever ter sempre em seus deposites
ju no porto desta cepita! o carvo preciso para
S fornecimeiv.o de gas de um trimestre e bem
issim am aprovisioaamento de tubos para ojies-
envolvimento e sabstitalco na rede geraT"u-
olica, provavel em em trimestre. Com antece-
lencia de seis meses o governo flxar essas
uantidades a vigorar em cada exercicio.
XXXIV Dentro do praso de tres mezas da
lata da assignatora do contracto, o-contractan-
te dever ter e itrado para o Tbesooro db Esta-
do con a quantia de 994 917*528 a pagarse a
ictual companbia segundo o arbitramento feito.
para assnmir o servico. sob pena de Bear sem
ffeix-, perdendo o contractante o mesmo. con-
j-acto e o deposito de garanta. *.
XXXV. Para todoS os effeitos do presente
contracto sao nicos competentes os a trtbuaaes
lo Estado de Pernambuco. V
Titulo VI \
Da luspeccSo i ,
XXXVI. A execuco de servico que faz o.ob-
ecto do presente contracto ser fiscalrsada por
am inspector nomeado pelo governo. concorren-
lo o contractante com a quota annoal de......
10:0001000 para as despezase honorarios > aessa
inspeceo.
XXX Vil. Todas as obras qne o contractante
aouver de fazer, quer em augmentada canalisa-
cao publica, quer na sua fabrica e dependencias
sero fiscaiieadas pelo inspector para qae sajara
feitas com a oecessari segaranca e propriedade.
XXXV1H. Cabe, oatrosim, ao inspector deci-
lir quaesquer qnestbes qae se suscitSrem entre
i empresa e os particulares qcanto ao forneci-
xedto de gas e cocas do consumo, ficaaao a-
rre as partes recurso para os tribunae.
XXXIX. No principio de cada trimestre o
contractante remetiera ao inspector urna lista dt
aesioal de accendedores com as suas respecti-
vas residencias e designacio dos respectivos
listrctos em que fuuccionarem. Qualquer alte-
agio nessa lista deve serimmediatamente com-
aannicada ao inspector.
Titulo VH
DispssigOes geraes
XL. Pela ao execuco do presente coa tracto.
t contractante i acorrer as seguales penalida-
l 3 :
a) Cadocidade, se, como cima tica dito, o con-
tractante nao bouver assamido o servico e pago
i indemaisagio a actual companbia dentro do
prazo de tres meses da data do contracto.
b) Cadocidade se por colpa saa Soar a cida-
ie s escaras dorante ama noite.
c) Multa de 500 ris por caaa lanterna publica
le for encoojrada com falta de asseio oa coa
los amortecida.
c) Malta de 1*000 por cada lanterna pnhaa
me for encontrada apagada noite, salvo se
arovariel o sido por estranbos.
) Molla de l:u00000 por cada dia de- faUa
1o poder illominante e cadncldade si, urna vez
.mposta a multa, o contractante coatinaar em
falta dorante quinze das consecutivos.
f) Mana de 500*000 por cada infraccab da
clansula relativa presso do gis e caducida-
lade si, imposta a malta, o contractante conti-
anar em falta durante quinte diasTconsecativo..
g) Mulla de S00* 00 e de ?:090*000 na
-eincidencia por (alta decumprimento de qua'
roer outra disposico do contracto nao especi-
icado cima.
XLI No caso de sirvirem de obstculo a qual-
iner obra publica os tobos que se acharem col-
ocados, o contractante d- ver removemos e as-
sen tal-os onde Ibe for determinado, de accordo
m as indicagoes do governo e mediante In-
iemotsaco da respectiva empresa.
XIH. O contractante remover saa casta
t seas encanamentos que se acharem em terre-
10 particular e sobre elles se bouver deadittcar.
O secretarlo,
Soaraato M. da Pas PorUUa.
V. s'experieaciBi pBoaaaatricas para a ve asan Begaie*ssTjtotJfc^dapagainto-r
ifUscseaoBodat U nmaate, aera -twtas ta- parto do consusnidnejavtiaalar o matractante
--------.^JSf -s-aodtrstoecorts.a awantatcsno dogs
e s restobelecet a qatrado a divida fie ter pas
com os competentes-jaros a razio de f / ao

Protesto da emprxa
A empreza de ffixEaSsa-
5S0 a gaz desta cidad%^KH"
seu gerente, tendo viai&JK)
Diario de Peniambco
de hoje a publicado, ^o
I
:;v
1--S
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1
BBSSSSsl


Diario de Pernaiuhuco
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4
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t

1

i
-

l

edital em que o Goverria-
do* do Estado chama con*
enfrentes para o novo con-
tracto da illumiuacao me-
diante as clausulas no ms-
alo mencionadas, e devendo
o nov contractante entrar
com a quantia de r9
994;917#528, como indem-
nisacao a Empreza actual,
vem pelo presente, e para
evitar duvidas utura, de-
clarar que nao acceitadita
quantia como indemnisacao
da sua propriedade. pelas
seguiutes razoes :
1.a Ter sido feita a ava-
liacao da mesma illegal e
irregularmente.
2.a Porque a quantia
proveniente da referida ava-
lla cao est muito longe de
representar o justo e real
valor da sua propriedade.
3.a Porque alm de ter
sido feita a avaliacao com
antecedencia contraria a
expressa dsposicao da clau-
sula 13.a do contracto, to-
mou-se por base da mes-
ma presos actuaes d'aquel-
le tempo (que eram exces-
w ament baixos) e que
hoje, (2 annos depois) nao
podem prevalecer.
4.a Porque a indemni-
sacao estipulada no edital
cnemmesmoa dada pelo
laudo do Exm. Dr. Thau-
maturgo (contra a qual a
Empreza tem reclamado
constantemente) mas, muito
inferior.
No referido laudo de 18
de Marco de 1889 pagina
14 declarou elle que os
precps foram calculados ao
ccambio de 27 d. accres-
centando que seriam cal-
culados mesmo a 14 d. se
foBse esse o cambio actual,
sendo assim conforme elle
o valor da Empreza ( 27 d.
111928. 4.' 5.d
Declara entretanto o edi-
ta] que o novo contra ctan-
re ter de pagar nao aquel-
la quantia, mas a de ris
994.917^528 que repre-
senta ao cambio actual de
19 d. somente 78764, 68 ld
depreciando assim o mes-
mo edital o valor dado por
aquelle lau 'o na quantia
de 33163. 188 4d, (a 19)
Rs. 418:912#630. que aug-
mentar mais ainda se o cam-
bio baixar.
Tendo j a Empreza no
sentido exporto, protestado
perante o Governador des-
te Estado, como coasta do
despacho de 13 de Outu-
bro de 1890, que admittio
o protesto que igualmente
foi feito anteriormente pe-
rante o Juiz dos Feitos da
Fazenda, e devendo em
tempo opportuno fazer va-
ler os seus dir i tos, contra
quem de direito fr, de-
liberou fazer a presente pu-
blicado para ^ciencia dos
interessados.
Recife, 17 de Fevereiro
de 1891.
George fVindsor
arente.
COMERCIO
Lie vista do Mercado
Recife, 21 de abril de 1891
Por ser o da de boje de feriado nacional, foi
aern importancia o movimento na praca.
gstiveram fechados os Bancos e a Asjociaco
Commercial, deixando lambem de fuaccionar a
junta dos correctores.

Algodao
Nao bou ve negocio.
A exporUcao feita pela alfandega neste mea
at o da 18, constou de 653 227 kilos, sendo-----
136.609 para o exterior e 22)618 para o inte-
rior.
As entradas verificadas neste mei at a data de
noie,BObem a 10 611, saccas. sendo or:
Sarcias..... 2.010 Saccas
Vapores..... Wl
Animaes..... 1 610
Vi frrea de Cmara. 566
Tia-ferrea de S. Francisco. 1-782
Via-ferrea do Limoeiro 3.742
DECLARACuES
De ordem do cidadao Dr. inspector deste
Thesooro, e em virt :de da otonsao rio cida
dio governador desie Estado, f co publico que
no da 23 do correte, janla de Fazeo :a rco-
Somma.
10.611 Saccas
mear
0a presos pagos ae agricultor, por 15 kilos, se
gando a AssociacSo Commercial Agrcola, forao
os seguintes
Safra nova
Brincos.....* 24700 a 3*200
gmenos. .... 24100 a 24300
Mascavados .... ___ 1*800
Brotas..... 1*800 a 2*000
Rebine ... 1*300 a !*?
Usinas..... 34200 i 34500
A exportacao feita pela alfandega neste mez
at o da 18, consten de 8 680 794 kilos, sendo..
S.621.110 para o exterior e 3.059.684 para o inte
or.
As entradas verificadas neste mez at a data
de boje, sobem 113.564 saceos, sendo Dor:
Barcacas
Vaporee
Animaos.....
Yia-ferrea ie aruuru.
Via-ferrea de S. Francisco.
Via-ferrea d* Limoeiro
45.117
5.564 *
7.910
49.354 *
5.619
113.564 Saceos
louro*
oros
.13.
sainados 420 ris, e os verdea a 3C0
Agurdente
vot-di a 904000, poi pipa de 480 litro*.
, Ucool
'."ota se a 160*000 por pipa de 48 litros.
- oa-ne a 554000 por pipa de -Su teca.
"Varios descarga
Barca noroegoense Johanne, carvao.
Barca noruegaen8e, Jorgen Lorentze*r carvao.
Barca eornegnense Breas, carvao.
Barca noruegueose Commbas, carvao.
tBBWl noraegoeose Ocean, carvSo.
Bmayiaglex Junak. arroz.
Barcaportagaesa Novo SHencio, varios gneros.
Barca ooroeguense Proarm, carvao.
Bngue porognez Boa SorU, varios gneros.
Lagar ioikz Sidonton, carvao.
Engar inglez Retgote, carvao.
Pala, bo Doro^guense Harda, xarqoe.
PaUchanoruegoeose km, sebo.
Patacho nacional Pene4o, varios gneros.
Patacho noruegusnse Suzana, varios gneros.
Vaa( da 4lfaadeca
ol 20 25 Di ABBU. DB 1891
lljiir
AiCOOl OftO)
AigodAs em raoia (kilo)
Agurdente
356
8t
moz com casca i'kil.o)
Assucar retinado (kiloI ....
Assucar Dranco (kilo) .
4 asnear mascavao (kilo) .
Bagas de mamonas (kilo)
Borracha fkiloi ......
Coaros seceos espichados (kilo) .
Coaros seceos salgados (kilo)
Couros verdes (kilo) .
oarocos de algodao (kilo) .
Carrapateira (kilo) ...
Carvao de Cardiff (ton.) ....
Cacao (kilo* ...'....
Ctf bom (kilo) ......
Caf restolho (kilo) .
Carnauba (kilo
Pannha de mandioca tino), r .
(enebra (litro)......
Graxa (.sebo) ......
Jaborandj (em folha) kilo .
Me) (litro)........
Milno(kilo.......
Pao Brasil (kilo)......
Pbospnato de ca da liba Rata (tone-
lada) ..... e .
Sement de carnauba (arroba) -
sola (meios).......
Tatajaba (ko)......
Faboas de amarello em praecboe?
(dazta).......
>5
230
198
420
133
14333
438
378
320
24
133
224000
400
14200
14000
523
66
340
520
200
90
85
30
114000
15
34250
20
1004
nida nease meamo da em seesio, receker pro-
postas pare a arremat8cAo de doaeotos revol-
ver imitaeto de Smih et Wirson, afolados rom
cabo de mideira, e cano eom orne eentiaietros
de extencto. vinte seis mil balas do fabricante
Eley, e doientas e sessenta capas de couro para
os meamos revolvere, com porta baUa, serv (ido
de base para cada om o valor de 1 4.
Os concurrentes deverao se habilitar na ses
sao da jonta desse mesmo dU, na forma do re-
golameoto em vigor, mediante a exb.bijae de
carta de abono, femada per dooa commexcian
tea e recoobecidas as firmas destes.
Secretaria do Tbeaaaro do Estado de Pernam-
buco, 18 de Abril de 1891.
Servmdo de secretario,
los Anastacio da S. Goimaraes.
De ordem do cldidao Dr. inspector deste
Tbesouro, e em virtude de determinacao do ci
dado governador deste Estado, fago publico
que no dia 23 do corrate ira praja a arrema
tacSo para fornecimento de racoes e dietas aos
presos pobres da casa de Detenerlo deste Esta-
do, dorante o trimestre de Abril a Jocho do
corrate anao servifldo de base pan a arrema
ta(fte o prevo de 440 rs. por cada rago.
Os cooenrrentes se deverao habilitar perante
a junta de Paseada deste Thesooro, reunida em
sessao em dito dia, aa forma ao regulamento
em vigor.
Secretaria do Tnetouro do Estado de Penam
buco, 18 de Abril de 1891.
Servindo secretario,
Jos Anastacio da S. Goimaraes.
Juizo dos Feitos da Fazen-
da do Estado
Eserivio Cintra
No da 1 de Maio do correrte anao,
e depois da andie c a do Dr. jur'z su st i
tuto dos Feitos da Fazenda, ae h-i de r-
remai r a q en ma'a der :
90a alugueis da casa n. 3 sita no Fcrte do
Coimbra (Agua Fra) com 4 janeilaa e 1
p rta de frente, 2 gabinetes, 2 qua'toa, 2
Sllas, cocinba fora e sitio com f-ucteir-s
t cacimba, avuliada em 'J6|J000 anoual pa-
ra pagamento do que de ve a mesrxa Fasen-
da, Lua da 'osta Porto Carreiro.
A casa n. 48 a ra de D-smingos The
tonio. medindo 3 metros e >2 centmetro
de largura, e ll metros de comprimeoto,
eom porta e janela de frente, 2 salas, 2
quart s, cotinha fra, quDtal murado e
cc mba, avaliada em 0 8 para paga-
mento do que deve a Fazenda do Estado
Jos Francisco da Costa Lobo.
A casa n 26 a ra do Padre Floriano,
medindo 4 metros e 90 centmetros de
largura,e 15 metros e 60 centimotroa de
comprimeuto, com porta e janella de fren-
te, 2 salas, 4 quartos, eminhr fra e quin-
tal murado, com cacimba avaliada em
2:0005- para pagamento do qoe dsve a
mesma Fazenda Mara Duarte e outros.
A casa terrea n. 295 a ra Imperial,
em solo proprio, medindo 4 metros e 3<
centmetros de largara, e 14 metros e 10
centmetros de camprimeuto, com 2 por-
tas de fronte, 2 salas, 2 quarto cozinba
fra e 2 quartoa em segaimento, o quin-
tal cercado, avaliado em G00<5 para paga-
mento do que deve a mesma Fazendn
Antonio IonocenCiO Ferr ra da Silva.
A casa terrea a. 3 na trave> sa do Lima,
em S. Jus mediado 4 metros e 90 cent-
metros de largura, e 15 metros e 0 cen-
tmetros de comprimento, com porta e ja
aea do frente, 2 salas, 2 quartos, coz-
HHpnl morado avaliada

em
irnos.
rmf^C
importaco
Vapor nacional ergipe, entrado dos
portea do ral em 20 do andante e consig-
nado a Pedro Osorio de Cerqaeira.
Borracha 6 f&rdoa a Rostbtk Brothers
d Oomp.
Charutos 2 caixas a ordem.
Couna 774 a Rosaback Brothers L3 barriguda 7 saceos a Marees A.
Lima.
Milho 585 saccoa a David Ferreira Porto
Balur, 510 a Ferreira Rodrigues & C.
500 a ordem.
Pelles de eabra 52 fardos a Rosaback
Brothres & C.
Panno de algodao 6 fardos a Cramer
?rey & C.
abonetea 1 caixa a Sulzer Kauffmann
& Oomp.
Tmancos 13 fardos a Almeida Macha-
do & O., 9 a ordom.
Vapor nacional Espirito-Santo, entrad i
doa portea do sal em 20 do andante e
consignado a Pereira Carneiro & 0.
Carga do Rio de Janeiro
Caf 630 saceos a diversos, 30 a Pinto
& Ribeiro, 60 a Ferreira Rodrigues, 129
a Joaqaim Ferreira de Carvalho & O,
157 a Joaquim Amorim d C, 150 a Paiva
Valente & C, 292 a Domingos Croa d C,
11 a Fernn des & Irmaos, 19 a Dias
Torres &C, 39 a Soarea do Amaral Ir-
ruios.
Maesas 100 caixas a Paiva Valente d C.
Mercadorias 1 caixa a ordem, 1 a Aa
tonio Duarte Carneiro Viann, 4 a Oli-
vara B>ato d C, 2 ao governador.
Panno de algodao 20 fardos a Goncal-
vea Cunha d C, 8 a Ferreira Irmloa d C.
Xarquea 254 fardos a Jos Baltar.
Carga da Victoria
Caf 152 saccoa a Amorim Irmaos & Q.
Carga da Baha
Charutos 2 caixas a ordem.
Fio 45 scaos a ordem.
Mercadorias 1 caca a ordem.
Barca norueguense AManga entrada
de Liverpool em 20 do andante e conaig-
nada Compaahia do Qaz.
Carvao de pedra 575 toneladas a ordem.
Vapor nacional Una entrado doa portea
do norte em 21 do andante e coneigaado
a C< m pnhia Pernambucana.
Algodao 62 saceos a Joaquim Amorim
& C, 24 a Sousa Nogueira & C, 59 a
Gomes de Mattos Irmaos, 70 J em transito
para o Rio de Janeiro.
Borracha 11 fardos a Gomes d-5 Mattos
Irmaos.
Jal 50 8aecos sgs meamos
Coarta 31 a Amorim Ir;
Cera de carnauba 32 saceos' a Sousa
Nogueira 4 C 70 a G. do Mattos Ir
mitos, 35 a Prente Vianna d O.
Penas 1 caixa a Souaa Nogueira d C.
Palles 20 fardos a Pereira Cafneiro d
C, 12 a Aba Sten & C, 8 a Souza No-
fae.ra & C, 12 a Amorim IrmSos & C,
a Medeiros IrmSos d C, 5 a Gomes
de Mattos IrmSos.
Vapor nacional Planeta, entrado dos
portea doa sul em 20 e sonaigoado a Amo-
rim & O.
Barra 200 a David Ferreira Porto
Baltar, 200 a Pereira Pinto & C., 200 a
Antonio da Silva Porto, 200 a Antonio
Mara da Silva d O, 100 a Pinto Ferreira
& C 150 a Jos Rodrigues Macieira.
Caf 40 saccoa a Castro Lemoa d C.
ChapoB 1 caixa a Bruno da Silva Car-
valho & O, la Augusto Fe mandes & J.
Ferro 1 barrica a ordem.
Formas 1 caixa a S. Esnaty & Bank.
Fumo 130 volumes a Almeida Machado
& Comp.
Ferro 1 barrica a ordem.
Formas 1 caixaa a S. Esnaty & Bank.
Fumo 130 volumes a Almeida Macha
do&C.
Fio 20 saec s a Albino. Amorim & C.
Mercadorias 5 volumes a W. Halliday
d O, 30 a Moura Borgea d C, 2 a R
de Droaina & J.
Madeira 14 taboas ao Dr. Basto li-
marles.
Panno de algodSo 11 fardos a Cramer
Frey & C, 11 a Maooel Joaquim Ribei-
ro, 3 a N. Fonaeca d C, 2> Netto Cam-
pos d C, 61 a Albino Amorim 4C, 5 a
Martins Rodrigues d O 13 a Guilherme
Porto & C, 1 t Joaquim Agostioho d C,
lia Seuza Nogueira & O, 5 a A. Vicira
aba fra e
%00*.
Outra aofi n. 5 a mesma traveaaa, me
diodo i metros de largara, e 10 metros e
50 centimotroa de comarimeoto, com por-
ta e janella de frente, 2 salas, 2 quartos
cosinha fra e pequeo quintal morad0
avaliada em 800*, para pagam ntj d<
que deve a mesma Faaenda Manoel Pe
reir Msgalhtes.
A easa n. 178 a ra do Viaconde de
Albuquerque, desconcertada, me indo 5
metro* de largura, >; 13 metros e 30 cen
timetros de comprimeuto, eom porte e
janella de frente, 2 salas, 3 quartos, co-
zinha fra e quintal murado, avaliada em
1:3000, para pagameeto do que deve a
mesma Fazenda Rosa Candida Viterbo dos
Sa- tos Ramos.
Urna parto da olara sita a ra do oo
ronel Lamenha, edificada sobre pilares de
pedra e cal coberta de telhas, em bom
estado e em solo proprio medindo 64 me-
tros e 50 centmetros de largura e 13 me
tros e 20 centmetros de comprimento, e
com um forao em bom estado avaliada
em 5000000, para pagamento do o|ie deve
a mesma fazenda Antonio Martina Sal-
danha.
A caaa de taina coberta de telhas n. 121
na Estrada do Gqui a Jaboatto, medindo
3 metros e 20 oentimttrts de largura, e 8
metros e 20 centmetros de comprimento,
em solo proprio, e em mo estado, com
porta e janella de frente, 2 sallas, 1 quar-
to, avaliada em 400000 para pagamento do
que deve a mesma fazenda Francisca Ro-
mana Moreira da Costa.
Outra no mesmo lugar s b n. 121 A,
em solo proprio e em mo esUdo, tambem
de taipa n coberta de telhss, medindo 3
metros o 20 centmetros de largura e 8
metros e 60 cen'i me tros de comprimento,
com 1 porta e 2 janellas de frente, 2 sallas
quarto e cosinha, avaliada em ti0;Ji.O0,
para pagamento do que deve a mesma fa-
zenda, a mesma Francisca Romaoa Morei-
ra da Costa
A casa de taipa em caixao, na estrada
Nova dos Afogados, sob n. 2 B, em solo
proprio, medindo 3 met. os de largura, e
5 metros e 9) centmetros de compri
ment, avaliada em 6' 0000, para paga-
mento do que deve a mesma iazenda, Mi-
raodolina de Souza Rangel.
A caaa n. 3 na ttavessa do Feitoza,
fivguczia da Graca, em mo estado, de
taipa, medindo 4 metros e 20 centmetros
de largura e 10 metros e 80 centmetros
de comprimen'), com porta e janella de
frente, 1 janella no oitaa, 2 sallas, 1 quar-
to, coaiuha e pequeo sitio com algumat
arvores de fructo, avahada em 25 0000.
para pagamento do que deve a mesma
fuzendt Justino Francisco de Asis.
O sobrado de um andar em Sant'Aonn
de Jectro, freguezia do Poco, sob n, b
medindo 7 metros e 75 centmetros de
largura e 9 metros e 80 centmetros de
comprimento, te do o pavimento terreo,
1 porta e 2 janeilaa de frente e 2 portas
oo oitao, 2 quartos, cosinha fora e terra-
do, 1 pequeo sitio com port.to de ferro
e aigumax arvores de fructo ; e o andar
superior 3 janellas de freo te, e 1 no oitao.
1 salla, WM^HH
pagptw^^^^^^Bre a
senda Joto Venancio Ma '.hado d
co.r'ora Manoel de Ase vedo Andrade.
A oaaa terrea de pedra e o 1 em solo
proprio, sita a roa da Casa Forte n. 22,
freguezia do Poyo, medindo 3 metros e
20 centmetros de largara e 12 metros de
1 -"'(mesis, sern prejaizo do que dispoem os
'ns. 3, 4, 5, Se 7 do | 1. do srt. 4.-
Pagos os direitos, p der dispar daquel-
I s objectos, obrgando-se pela imprtas-
ela da multe de que trata o n. 4 do $ 1..
do arV 4.- si for disao.
Art. 4.* Para que sejs eficaz a acelo
do fiscal >s concessionarios franquearlo
compnmento com porte e janella de fren *& docamentos de compra de material,
te, 2 salas, 2 quartos equmtol cercado ^ fabnca8/ officin epositos e obras,
texioaa avahada em 4000000 par. paga ^^ wmo qualquer oatIZ lgar ende se
ment do que deve a mesma Fa..nda Ma- a;hem M ^^ 8ent0B tpJ|eildoi ou
na Francisca da Conceico. nft0f ka de qDe 0 fiscal proceda livre-
A caaa de taipa coberta de telhas, em mente aos exames
solo proprio, n. 3 A no Encanamente

d C 40 a Rodrigues Lima d C-, 32 a
Ferreira Irmos d C, 20 Guerra Fer
nandes d C 10 a L. Maia d O,
Pipas 200 a Antonio Maia dlfcVSilva, 5
a Pinto Ferreira d )., 111 a Jote Rodri-
gues Moreira, 56 a Pereira Pinto & O
Salerno, en&ado de
cjnaignado m J. Pa-
Vapor allemlo
New-York em 20 e
ter d C.
Breu 30 barricas a Caetsno C. da C.
Moreira d C.
Banha 25 barris a Jos Joaqaim Alves
& O, 39 a GuimarSes & Valente, 50
a Gonjalves d Fernandos, 50 a Do-
mingos Ferreira da Silva d C, 100 a
Fraga Rocha^d C, 100 a Jlo Fernandos
de Almeida, 100 a Joaquim Amorim & C,
100 a Fernandas & Irmloa, 100 a Paiva
Valente d C, 100 a Domingos Cruz d C,
100 a Joa inim Ferreira de Carvalho d C.
Farinha da trigo 1050 barricas a Pe-
reira Carneiro d C, 14?2 a* Le^s.Ir-
mlos d C 1628 a Machada Lopes d C.
Mercadorios 30 volumes^j^PerA, 7 a
Brov/ns d C.
Residuos de petrolio 2Q^arria a
zilian Stret Ravryl Com
Vapor austraco Zechy, entrado tta
Fiume em 20 e consignado a J. Paterd C.
Ac 60 cunhetes a Vianna Castro & O.
69 a Prente Vianna d C, 100 a ordem.
50 a J. de Azevedo d C, 60 a Antonio
Duarte Carneiro Vianna
FerragenB 9 volumes a ordem.
Farinha de trigo 152 barricas a ordem,
2900 a Lopes Irmlos d C, 3225 a H.
Forster d C, 1000 a Machado Lopes & C.
- Papel 88 fardos a T. Just, 4 caixas a
ordem.
Movluicuto do porto
Navios entrados no dia 21
Cear e escala7 dias. vapor nacional Una,* de
S68 toneladas, commandaote Alfredo Hooteiro,
equipagem 30, carga verios gneros, a Com-
paabta Pernambucana.
Rio dp Janeiro16 das, barca nacional Primo
da Costa, de 393 toneladas, capjtao Primo da
Costa, equipagem 10, carga pipas vasias ao
capitao.
New-York e escala24 dias, vapsr ingkz Ma-
ranliease,* de 960 toneladas, commandaote P-
Trezartheo, eqaipagem S9, carga varios gene-
ras a Johnston Pater k C.
Rio Grande do Sol19 das, lagar inglez My-
waowy, de 162 toneladas, cap a J. striclc'-.
eqaipagem 7, car.a Xarque, a Maia ft Re
zeode.
Navio sahdo no mesmo dia
Rio de Janeiropatacho nacional Penedo, ca-
pitSo Joo Mol, carga varios geo-iros.
Manos e escalas-vapor nacional Espirito-San
to,. commandaote AlmeiJa, carga varios ge-
. aeros.
Blticobarce sueca Sidney, capitao N. P.
Luodb, carga algodao.
Observando
Procedente do Rio de Janeiro fundeoa oo La-
m&rao nm vapor ingles e nao teve comraunica-
cio com a trra.
Merend Malclpa! de S. Jos
Omovimen'.o deste mercado no da 20 de Abril
foi o segointe : Entraran :
37 tois peeando 4,912 kilo--.
273 kilos de peixe a 20 ris
15 1/2 cargas com farinha a 200 rs.
5 ditas de fructas diversas a 300 rs.
2 cargas com gallinhas a 600 rs.
3 cassus com gallinhas a 400 rs.
30 columnas a 600 rs.
7 sainos a 200 rs.
21 taboleiroa a 200 rs
5*460
3*100
1300
U200
1*200
184000
*40t
MfBO
61 comparmeotoa coa farmha a 500 350t
31 ditos de comidas a 500 re. 1550(
108 ditos de legames e fazeo das a
400 rs. 43*200
16 ditos de sainos a 700 rs. U*20(
9 ditos de fresauras a 600 rs. 5JI400
3 diioa de camaroes z 300 rs. 600
a^tmwaaM _7_8WOi
2J0I460
Reaetmente 4a i a |8 do correte WIW280
Preces do ola:
Carne verdee 240 a 360 ris o ""-,
Stnos de 360 a 640 res dem.
Carneiro e 640 a 800 idem.
farinha e 280 a 360 ris a ca*
laao.ie 400 a 440 ris dem.
Feufio de 800 a li idem.
Vapores a eatrar
MEI DK ABKIL
Sal........ Bbeiibe...........
Sul.......... Aconcagua .......
Liverpool..... Pktdtas...........
Sul.......... Thames...........
Europa....... Ctjde.............
Sul.......... Maranho.........
Sul.......... Srozl.............
Sul.......... aboatao..........
i!i33*71(
fregu-.sia do Puoo mediado 4 metros e 10
c intimen tros de largura, e 12 metros e 90
centmetros de comprimento com 2 janelas
de frente, e porta e janella no oitSo 2
sallas, 2 quartos e cosinha fora avaliada
em 200(50,0 para pagamento do que deve
a mesma Fazenda Jos Ftlippe de Hollande
Cavalcante.
A casa em ruinas sito no largo da Matriz
de S Lourenco daMatta sob n. 29, medio
do 5 metros e 30 centmetros de largura, e
12 metros e 40 centmetros de compri-
mento, com 2 portas e 1 janella de fren
te, aval/ada em lOOjJOOO para psgameoh
tes
que julgar convenan-
; edarihe-bao todas s explic&coes
necessarias, comprovando-as com a escrip-
turacao respectiva e quaasqoer outros do-
cumentos, quando se tratar de objectos de
poBsivel spplicscao a fim diverso daquelle
para o qual te: ha sido feita a concesaSo.
1." Quando o fiscal verificar que os
objectos isentos de direitos para bem da
algu & industria digna de proteccSo, on
para servico publico e de casas de carida-
de foram convertidos em genero de com*
merci'>, vendidos ou fjrnecidos mediante
aluguel ou paga de qualquer natureza,
far urna relacSo dos existentes na espe-
cie, e intimar imm.-dianta ente e por
do que deve a mesma Fazenda Jos Fer j e8erpto 0 oncessionario para que nao
**' irais disponia ou taya qualquer- pplica*
ci daquelles objectos, at que T minis-
tro, r. quem dar eo u do facto, juntando
aquella re!,-:cao e noticia circuirstanciada
do mais que occorrer, possa raso:ver:
I si uevem ser pagos os direitos de^
ti.es objectos ; ^
II si deve m ser apprehendidos como
contrabando;
1JI si o concesaiof.ario deve pagar-^jMK~
direitos dos j consumidoa ou appcados,
perdendo os exstemes, i o> termos do nu-
mero antecedente;
IV si, no c-.so de pagamento de direi-
tos, deve o coocas lamino incorrc em
multa, quo ser de 20 a 50 r0 sobre o
valor dos dire.tos, qu.-nio tiver havido
desobediencia ou resistencia ;
V si aquellos objectos devem ser ex
22
24
25
25
25
25
23
26
Vapores ashlr
MXZ DE ABRIL
Southmptoa.. Themst........... 25 as
BueoosAyrea. Cyde....A.......25 as
Norte........ Braut............ 26 as
Sul.......... HaranMo..........26 i
12 b
II n
5 h
5h
Eeoife, 14 de Abril de 1891.
Ricardo Henriquvs da Silva
Solicitador.
Thes>ouraria de fa-
zenda
Unfto de direiiis
O inspector tas publico, para conheci
ment dcB intere'sados a nc lar do Mi-
nihterio da Fasenda d.- 3> de Marjo ulti-
mo, 8 b n. 2, aba xo transcripta lorapa-
nhada das mstruc^Ss p r,* a fkcalisacSo
d.-.s M:n,o.'s de direitos :
Ministerio dos Negocios d Fazenda.
Rio de Janeiro, 3( da Marr;> de 1891.
-Oroulac n. 22.
c Remetto aos Srs. inspectores das the-
souraras de faajada, p.ra a devida exe-
c icao, as nelusas nstrnc$8ea rtlitivaa
venfi .*ac3o do destn dado pelos cjncea-
8". nanos s mercad-irias f.ivr odas era
a istnao de d reitos. 1 de Atascar
Araripe.
InatraccS.s para a fisc'isacao das isen-
f,rj38 de direiio, a que Be refere a cir-
cu'a.- supra.
Ar i- Alem d.- ris.uiisagSo que para
as eoneeav'Ses de ise;,yio de direitos de
import vyao ou consumo compete a direc-
tora gJral das rendas publicas do The-
souro Nacional, e da que incumbe aos
inspectores das alfandegas no despacho
a-i merc.ilorias iscntas dos mesmos di-
reitos por le ou por decreto do poder
competente, haver um fiscal com a attr-
buigo espe 'ial de verificar o destino dado
pelos concessionanos as mercadorias favo-
recidas por tal forma, e que constituem
*xcnp?ao as disposicoes da tarifa.
Art. 2* O fiscal ser designado pelo
ministro da fazenda, de eotre os empre-
gados de seu ministerio, para funcionar
no districto da Capital Federal nos es-
tados p&los inspectores cas thesourari&s
com approvaeo do ministro, devendo
designayao recahir em iunecionanos de
catiegoria nao inferior de V escriptu"
rario.
1- Ao fiscal se abonar mensalmen-
e p. W verba-^Eventuaespara transpor-
ta, urna importancia nunca excedente
sexta prto de seus vencimentos, a qual
ser substituida pela das inatrucc.o'es de
l de Margo de 1861', quando o fisoal bou-
ver de ausentar aa da sede da alfandega,
e poder requisita?, ou chamar, si o caso
urgir, u.n auxiliar technico, quando se
tornar mdispensavel para algum exame
especial.
2- Ser lhe-ha fornecida pelo Th .-
souro ou pelas thesourarias urna relacSo
das concessSes foi tas, conforme o estado
onde tenham de ser executad-.s, indican-
do se d8oriminadamente as que esultem
de lei, decreto, aviso, contracto com al
gn dos ministerios ou com o goverao
dos estados, e de simples despacho do
ministro, com declaracSo das que houve-
rem sido matriculadas ou nao.
Art 3- Pira boa execuco do art. 6-
do decreto n. 9*7 A de 4 de Novembro
de 189 ', o fiscal fornecer todas as infor-
ma.Ses que Ihe forem exigidas, quer em
relacSo isen^Ssa concedidas, quer s
que forem requeridas.
| 1.- O fiscal deve ter sciencia das fac-
turas e conhecimentos dos objectos im-
portados com senecio de direitos, e ob-
servar o immediato emprego do mate-
rial assim obtido.
2.* Far, por propria iniciativa e sera
perda de tempo, todas as communicacSeB
que os abusos por parte dos conceasiona
ros possam motivar.
| 3.' Quando estes factos se derem nos
estados, as communicacoes serao trausmit
tidas pelos inspectores das thesourarias,
que as informarlo, depois de terera ouvi-
do os das alfandegas.
4.- Estas communicacSea terao o ca-
rcter de urgentes, mas nao impedirlo os
inspectores de thesourarias de dar as pro
vi leticias que o caso acoaselhar, para que
cessem os abusos, c.llocaiido-as sempre na
dependencia de resolucao sopericr.
5.* Estas providencias podem consis-
tir :
I na deteayfio provisoria dos objectos
qoe, sumettidoa & despacho, forem denun-
ciados pelo fiscal corto elemento de abuso;
II na Buspensao de todo o despacho,
com vigilancia formal sobre os objectos
constantes da nota do despachante ;
III em embargar qualquer' t.ansacao
pendente sobre os objectos isentos de di-
reitos : A
IV em intimar a suspensSo dos effeitos
de transaccSes ja efectuadas sobre objec-
tos despachados livres de direitos por con-
cessSo fra tarifa, que ainda nSo ten-
ham .do coasumidos ;
V Em intimar a responsabilidade pela
imprtatela dos direitos quando, em hy-
potheses como as d js nmeros anteriores,
os objectos j tenham sido consumidos ou
nSo possam ser apprehendidos.
6.* Em qualquer dos casos do 5.-,
o concessionario pode ser admittido a pa-
gar os direitos dos objectos sobre os quaea
tiverem recahido as providencias autora
das neste arfigo, ata qge o poder compe-
sabro a pSai
vj

cluid 8 da concessao;
devem ser exculidos
ser considerados t m
VI si com elies
ourris que possam
iOaaes condic3es ;
VII si deve ser completamente casaada
a concessao.
| 2. Quando a desobediencia ou re-
sistencia t.ir aompanbada He ameacas ou
desacato, o fiscal procurar testemuuhar o
tacto, t-fim de se proceder na forma da
lei.
Art. 5. NSo producir effeito a isen-
92o de direitos de expediente que nao
esteja contemplada no art. 5o das dispo-
8ic5is preliminares da tarifa vigente, ou
quo nao seja establecida expressamente
por lei, decreto ou controcto.
Art; 6.* O fiscal das isenc3es pora todo
o oropenho na rigorosa observancia do
art. 9o da lei n. 3,318 de 20 de Outubro
de 1887 e do art 8o do decreto n. 917 A
de 4 de Novembro de 1890.
Art. 7. Estende-so a acco do fiscal a
todas as concessaes da scelo de direitos,
de qualquer natureza que se jaro, ou este-
jam contid s no art. 2 das disposicoea
preliminares da tarifa, ou se retiren! ao
imposto predial ou de transmissao de pro-
priedade, afim de poder informar sobre o
uso que os concessionarios tenham faro e
sobro a exactido com que tenhom sido
executadas, de modo a poder o governo
resolver sobre ellas de ac^ordo com os
ns. 1, 4, 5. 6 e 7 do Io do art 4o des-
tas inatruccSea. '" t^
Art. 8." Todfcs as empresas,
nhiss i u particulares que vieren a .
ou tiverem obtido, ou oajejamno gozo,
isenco de direitos, quaequer que s
sero obrigados matricula especi..(
se me 1 han;. da que se cha determinkda
nos arta 3o e 4o do dejdrto de 4 de No.
vembro de 1890.
Capital Federal, 30 de Marco de 1891.
T. Alencar Araripe. .
Thesouraria de Fazenda do Estado de
Pernambdco, 13 de Abril de 1591.
O iaspector,
Alexandre d Souza Pereira do Carmo.
________________________________________ -y
Alfandega
Edital n. l
( Praso de -0 das )
Pela inspectora desta Alfandega se fas
publico qne s 11 horas do dia 14 do mez
de Maio vindouro serSo arrematadas a
porta deBta reparticSo as mercadorias con-
tidas nos volumes abaixo mencionados noa
termos do titulo 5o da consolidaclo das ls
das alfandegas e mesas de rendas, si seu
donos ou consignatarios, nao as despac
rem e as retirarem detro do praso de
dias a contar da data do presente edita?,
sob penu de, fiado o mismo praso, serem
vendidas por sua conta sem que Ibes fique
direito de allegar contra os effeitos desta
venda.
Armazem 1
Marca FAGTres caixas, viadas de
Hamburgo, no vapor allemab Desterro,
entrado em 21 de Maio de 1890, contendo
2 litroB de cognac e 5 litros de vinho.
Marca AS.Urna caixa, n. 1, vindafie
Hambugo no vapor allemao Montevideo,
em 1 de Junho idem, a Goncalves Cunha
& C, conteado 53 kilos de catlogos (da
urna so qaalidade) propros para annuacjg .
Marca Manoel Col^o & Q-~TJtnWJt
idera no vapor allemSo Buenos-Ayret, enf
18 idem idem, contendo. amostras de
grampos, alfinetes e didaes,
Armazem 2
Marca MiPUrna pacote, n. 105il24,
de Liverpool no vapor inglez Actor., em
5 idem idem, amostras sem valor/
Marca Manoel dos Santos Araujorjm
dito n. 3, idem idem, amostras sem valor.
Armazem 9
Marca AB&C-Um pacote, n. 128 e
127, de New York no vapor americano
Alionen, em 2 idem iiem, a f<
Brito & C, contendo amostras
IhoB.
Marca RC&CUm dito, nj
dem, a Rodrigo Carvalho & C. a
em retalhc.8.
Marca LA&C e T em baixoOrna gr
de,, n. 2510, de Hamburgo no vavio n
ruegense Cgrter, em 5 idem idem, a
Fernandos & Irmlo, contendo 40 kiloa li-
quido legaes de louca de p de pedra. .
Marca AFOnae garrafSes (que!
idem no vapor ingles Sxcotcia^
idem dem a JoSo de Aquino F
. Marca CC L era cima e P rbace^

s
I
I


Sai

i

:t.


**
f
1
4
.-
:-


,
Tres ardos, ni 4 6 de Liverpool no
vapor ingle Scholar, idem em 9 de Ja
dm idem, a Coiago kilos de morini bra oo.
Marca ARO0m garra f5es arrie 11,
da Hamburg no navio allemao Eduard,
em SO idem idem, ordem.
Armaaem 7
Marca diamanto VBR no centro e P em
baixoDi ua atadoe, contando 435 kiloa
da obras de ferro fnodido simples, v indos
de Liverpool no vapor ingles Mariner, em
23 de Deaembro de 1887, a Tavares Mar-
tina d C.
Marca PernambacoCem caixas, as.
1 a 100. idem, uo valor ingles ickolar,
m 18 de Marco de 1890, a Rodrigues &
Innaoe, contando sal refinado de de cosi
aba, pesando 3300 kilos nos envoltorios
de papel.
Marca C60 saceos, sem marca, de
Southampton no vapor inglez La Platu
em 19 de Abril idem a Antonio R. da
Costa, contendo fcijao pesando 3000
kilos.
. Marc triangulo DAV no centro Seto
caixas, na. 1 7 vindas no vapor inglea
Atraio em 2 de Agosto de 1889, a
A. B Fu jnan, contando cadinhoa de barro
para fabrica de vidroa, quebrados.
Marca APC -Duas cautas, hf. 3636 de
de Liverpool no vapor inglez Luiz, em 10
de Dezembro dem, dSo consta do mani-
fest, contando 333 k.s de papal em fo-
Ihas para cigarros.
Marca AL R em baizoUrna caiza n.
2444 do Havre no vapor francca 8. Nieo-
lau, em 16 idem idem, nao consta do ma-
. nifesto, contendo livroa usados.
Marca JTCm encapado, n. 3, de
lamburgo no vapor allemao Argentino, em
15 de Nuvembro, dem, nao constando do
manifest, comendo amostras de papel em
pedacos.
Marca R O & CDuas caixss, ns. 125
e 126 do Havre no vapor francs V. de
Santos, em 31 de Outubro idem, a Fran-
cisco Manoel da Silva, contendo 168 kilos
e herva do e.
Marca FASUrna caix, sem numero,
nacional vindana baroaca Columba 11 ki-
los de tinta liquido para eacrever.
Marca CSCCinco fardos na. 14253 a
a 14256 e 14258 de Hambnrgo no vapor
allemao Argentino, em 15 de Novembro
de 1888, contendo papel cartao em fo-
!bas, pesando liquido 597 kilos.
Marca HMCA R em baixoQuatro far-
dos, us. 6050 6053, idem idem em 9
de Setembro de 1889, ordem, contendo
922 kilos liquido de papelao nao especi-
ficado.
Marca CLAODuas grades, ns. 4254 e
4255, do Havre no vapor francez V. dos
Sanie, em 10 idem idem a G. Laporte,
contendo 36 duelas de arcos de madeira
para peneira. i
Marca J=Uma caixa, sem nnmero de
Hamburgo no vapor ahemSo T 3 de Fevereiro de 1890, nao consta a en-
trada, contendo 33 cent03 de charutos e 4
kilos de fumo desfiado.
Marca ES=(Jm fardo n. 1553 idem, no
vapor allemao Lerrabon, em 31 de Maio
dem, a Eugenio Samico, contendo 260
kilos de papelSo n2o especificado.
Marca GBC LTm barril, sem Humero,
vindo no vapor americano Ftnance, em 20
de Novembro de 1889, completamente es-
tragado.
GMSVinte barricas ns. 10903 i....
10908 e 10910 10923, vindas de Ham-
burgo no vapor allemao, Argentino em 9
de Setembro idem, a ordem contendo car
bonavo de potassa parificado, pesando li-
quido 10089 kilogrammai.
Segunda Scelo d'Alfandega de Per-
nambuco, 11 de Abr! de 1891.
O Chefe
Vulpiano Cavahante de Araujo.
issociafo tomnercial Agrcola
de Pernambnco
Diario de Pernambaco Quarta-feira %% de Abril de 1891
1>E
PERNAMBUCO
Capital Rs. 5U0:U0$000 -------* -
Dividido em ?,000 accoes do valor de 100*1000 *??' 80 abonar 8 i*
cada urna de2aoanno' emcontt*
London &Brazili n Bank
Limited
O London & Brazilian.
Bank Limited avisa ao pu-
blico e especialmente ao cor-
po do commereio, que do 1*
de Abril prximo futuro em
Fim Social
Montar urna ou mais fabricas especialmente para
explorar x fiacao do algodao e manufacturar todos os
tecidos de ponto de meia, e aq depois manufacturar
chitas, morios, Jinhas, cordoes e cadarzos.
Directora
Manod Joo de Amorim, Presidente.
Secretarios:
Luiz Jos da Silva Guimares.
Ceciliano Mmele Alves Ferreira.
Concilio Fiscal
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
Pedro Jos Pinto.
Izidoro Bastos de Oliveira.
AsMmbUa final
Dr. Jos Eustaquio Ferreira Jacobina, Presidente.
Alberto de Almeida Ramos, Secretario.
fitWltt
Antonio Ulysses de Carvalho.
Installada no dia 15 de Abril de 1891.
correntes demovimento
quando a quantia deposita-
da nao fr menor a 2:000
e por tempo superior a 30
das, pelo que os saldos in-
feriores a esta quantia, nao
terao direito a juros. Ou-
tro sim, os juros d 2 0[o
ao anno s serao abonados
sobre o mnimo das quan-
tias que as cuntas mostra-
rem durante o mez.
Pernambuco, 17 de Mar-
co de 1891.
W. H. Bilton, gerente.
* secretarla da Sansa Casa de MI
erlcordla alugam ne as irinlntei
cata*i
Vlgario Teoorio i andar d. 25 JOOt 0
Aua do Dr. Ivo Miauilino, casa terrea n. 15 40400Q
asm
ittm
etm
vum
mm
5W3
5OM0>
2OJ0M
20MOC
14*300
10*000
20,1000
30400i.
304000
204000
INBEM1USADORA
C#ifkn de Seguros
MABrnMOS E Tai restres
Satakeieclda e I8SS
estado flnancelro em SI de De
zeaabro de IHM.
Capital 1,000:0001000
Fundo de reserva 110:3761000
Sioistros pagos 1,776:683*000
44Boa do Commereio14
lo Urde do dia da sabida no trapiche
ao largo do Corp o Samo n. 11.
Barbosa
SEGUROS COSTBA FOSO
EDIFICIOS E MERCADURAS
TAZAS BAIIA8
Prompto pagamento de preniiso
SEM DESCONT
A tOMPAUIA
IMPERIAL
BE LOITORES
Estabelecida em 1803
CAPITAL Rs. 1 S,0O0:0004000
AGENTES BROWNS & C.
N. 5-RA DO COMMERCIO-N. 5
Aos Srs. carregadores pedimos a sna alinelo
ara a clausula 10* dos coDhecimeatos, ana :
o caso de baver algoma reclamacao contra a
mpanhia, por a varia oo perda, dere ser Celta
ior escriplo ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de flns-
ada
Nao procedeodo esta formalidade a companfaia
-Ja isenta de toda a resoonsabilidade.
Para passagers, frates t encommendaa tra>
mi coa os
AGENTES
Pereira Carneiro& C.
6^-Bua do ConmereiommS
Ia andar
co
'ANUA
ICAN*
vapor
BANCO EIDSSOR
DE
PEBNAMBC0
n RA DO C0MMERC0 38
Capital suuscnpto 2O:00O:OOQ#00O
Realisado 4:000:000#000
Effectua todas as transac^oes bancarias.
Gompra e vende saque sobre todas as pracas
da Repblica.
Carteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta sob garantas de quaesquer effei-
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta corrente de movimento, s se-
Bargos, terrea n. 21
Lapa n. S
Qnadro da Deteocao n. 4
Roa Imperial casa terrea n. 151
Sitie da Casa Forte o. 95
Amorim d. 47
Palma n. 34
Pateo do Paraizo n. 29 andar
CoroDel Sua88UQa,Boorado o. 43
Padre Floriano casa terrea n* 43
Roa Imperial loja a 159
Roa do Amon'm armazem. n. 6#
Eocaatamento loJa n. 11.
Travesea de S. Pedro sobrado o. 2
Ra do Bom Jeens a. 29 2. aodar.
Ra de Duar e Coelho, em Olinda rasa
trra o. 7 sjoOO
Ra de Matbias Ferreira em Ooda a. 32 104000
Roa Nova a. 10 idem 6000
gumtes taxas
Hippodromo doCam -
po Grande
Na secretaria do Hippodrorao do Campo
Graqde at 30 do corren te mes das 11 a 1
hora da tarde, paga-se os jaros de deben-
tures correspondente ao 2. semestre de
1890.
Secretaria do Hippodromo do Campo
Grande 17 de Abril de 1891
O secretario
_______________H. E. de Figueiored.
ia iitlUMt it i*k
AGENTE
Miguel Jos Alves
IV. Boa do Bom JrimN. f
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
Nestes cltimos seboros a nica companhia
"Praja que concede aos Srs. segurados man-
fio de pagamento de premio em cada stimo
id no, o qne equivale ao descont annnal de cer
de 16 por cento em favor dos segurados
SEGURO CONTRA FOti
Royal Insurance Compan}
de Liverpool
(iPITAL l.OOO.OOO
AGEHTK8
R. Drusina &. C.
l-Raa Mtmnem de Oslada-ti
Cmpanljia he &egwco*
covtba r::c
Northern
de Londres e Aberdeea
'osifao financeira
Capital subscripto 3.780,000
Fundos accumulados 3.000,000
ecelta annual :
Da premios contra fogo 626,000
De premios sobre vidas 208,000
De uros > 155,000
O AGENTE,
John B. BomoeU
raam
na
favegaeia eoatelra por
PORTOS DO SL
Rio de Janeiro
(Directamente)
O yaporUna
Com mandante Monxeiro
Segu no da 25 do correte as 5
.horas da tarde em viagem direc-
'ta ao Rio de Janeiro.
Recebe carga, encommendas, pasaagens e di-
nheiros frete at s 2 horas da tarde do dia
da partida.
ESCR1PTORIO
lo Coas da Companhia Pemamiucana
n. 12
m
Pacific Steam Navigation
Companv
8TRATTSOFMAGELLAN UNE
O paquete Aconcagua
^^M^'
Espera-se dos portosdo sul
at o dia 24 de Abril e
seguir depois da demore
do costume para Liverpool
com escala por
Lisboa, Bordean e Plymoatti
Para carga, passageiros, encommendas e i-
aaeiro a freie: trata-secom os
AGENTES
-1

WLsob, Sons C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
COMPANHIA
Club Internacional do
Recife
ro famllUr
Em a DO'te de 25 do correte h; ver sarao
familiar.
O director do mes pede aos aenbores socios e
snas Exmas. familias para abrilhantarem com
suaa presencas.
Nao bave. i convites especi; es para os seoho
res socios.
Trem para ipipucos
e bond para Magdalena-
Emil Dorler
De ordem do Sr. presidente testa associaco,
convido aos socios da mesma para se reonirem
em assenbla geral, na respectiva sede, s 10
oras do dia 22 do corrente, afim de oavirem a
ieitnra do relairio e procederem a eleifo da
directora para o prximo aono social.
Secretaria da Associaco Commercial Agrcola
Je Peruambuco, aos 15 de Abril de 1891.
B. de S. Pontoal.
i- ecrctajio.
i /
Edital n. 21
(1.a oraea)
Pela inspectora desta Alfandega se fas publi-
co qne s 11 horas do dia 22 do corrente mez,
erao vendidas em praca, ra Baro doTrinm
pho, oo trapiebe Foisecu, as mercaduras abaixo
declaradas, salvadas do incendio do me?mo tra
piche.
Sem marca, 1,496 latas a granel, contendo
kerosene, as quaes esto com erandes faltes, e
mnites qnasi asas, pesando liquido 6,800 kilo
grammas.
Urna porco de caixinhas de phosphoros a gra
-el e urna prqoeoa qaaotidade de rogos da chi-
na crmpletanente inutilizado?.
Uca grdnde quaotidade de latas vsias e es-
tragadas pelo fogo, aban tonadas aos direitos por
sens represen'.ame8.
Segunda seceo da Alfandega de Pernambuco
20 de Abril de 1891.-0 chele,
____________ Vulpiano C. de Araujo.
Colonia Orphanalogica de
Santa Isabel
De ordem desta directora sSo avisa-
dos os pas e protectores dos menores que
obtiveram despachos para recolher seut
filhos oo protegidos nesta colonia, cujos
ames v2o na relacao que segu, que at
o fim deste mea, devem apresentar tu
mesma colonia os ditos menores, sob pe-
as de nao o tasando perderem o direito
e serem substituidos por ontros.
Relacao
Marcello Jos Leonor, filho de Silveria
Ignaeia das Neves. Despachado em 1 i
de Julho de 1888.
Sm filho lie Juvencio Bispo Hachado,
reso e recolhido a Casa de DetencXo.
(-apachado em 7 de Deaembro de
1888.
Eduardo, filho de Mara Joanna de Arau-
jo. Despachado em 13 de Junho de
1889.
Jlo, filho de Joanna da Jess. Despa
. chado em 13 de Junho de 1889.
Joao Manoel da Costa, filho da fallecida
Hara Roa*, protegido por Mara Jas
, aulas. Despachado em 1 de Junho
de .1889.
Colonia de Santa Isabel. 5 de Maroo
de 1891. *J
O secretario,
Froncitco da Ckaga CavtdcanU Gatn-
9*9.
Em conta de movimiento
A prazc de 3 5 mezes
A prazo de 6 12 mezes
Recife, 14 de Marco de 1891.
2
4
5
$
7.
BANCO DA BOLSA
Ra
Capital Res l.50:M0#000'
_ em i:> 000 acedes de 100:000 cada ima
do Vigario n. 2 esquna do largo do
Corpo Santo
Edifioio da Junta Commercial
HORA DA BOLSA
B 1 a t da Uti$
Compra.e vende ttulos com cota^So.
Liquida operafSes por conta de terceiros a dinheiro ou a prazo.
Faculta capitaes para compra e venda a dinheiro ou a praao de quaesquer
'talos cotados na Boina. *
Int-gralisa convindo capitaes de Bancos e companhiaa de reconhecida utilidade
Fa transferencia de operacSes realisadas na Bolsa a praao.
Auxilia liquidacSo de report e Delcredere.
Realisa operacSes bancarias relativas a ana natureaa.
Enoarrega se de incorporasdes de Empresas.
Levaste emprestimos.
Compra e vende metaes.
Encarrega-se da compra e venda de assucar, algadSo, dtc. etc.
20 de Marco de 1891.
O director gerente,
-P. J. Pinto.
Monte Pi Porin;nez
Nao tendo funcionado por motivos justos a
ascembla eral, convocada para boje, sao de
novo convidados os senbores socios s se renni
rem pelas 6 oras da tarde de quiuta-feira 23 do
corrente, do Gabinete Portugus, aflm de toma-
rem coohecimeoto do relatorio da directora,
parecer de contas, e proceder se a eleicao d:s
fancionarios que teem de administrar o Monte
Po no correte anno social.
A assembla definitivamente foneelonar com
qoalquer nnmero de socios presentes.
Presidenc a de assembla geral, 19 de Abril
de 1891.
Francisco A. Correia Cardoso.
MARTIMOS
pebaubccasia
DE
avega^So costelra por Vapor
PORTOS DO SL
Tamandar e Rio Fornoso
O vapor Jaeuhype
Commandante Carvalho
Segu no dia 24 do corren-
te s 5 horas da mnnh.
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiros
frete, ai as 3 horas da
tarde do dia 23.
- ESCRIPTORIO
Ao cae da Companhia Pemamiucana
______________n. 12
COHPAXH
WCAXA
Companhia Santa Thereza
UMprezarls de sbasteclMeotc
dagua cgazdaeldadi.de Olln
da
Assembla, geral extraordinaria
3* e ultima convocacSo
Nao se tendo anda boje reunido Damero le-
iil de accioaisias, convocada para o dia 2i
do corrente a .assembla geral qne funecionar
uo escriptorio da Compaobia Trilbos Urbano;
(salto das sessoes), ao meio dia em ponto, cea:
o numero de accionistas que comparecer.
Tem por flm a assembla geral, tomar conbe-
pedida pela directori.
astorisacao
i(W0 em deben'tures por con
laento da .
para emifflr 40:000u..
ta do empresttmo deiOO 000A; resolve iaua1u.enU
sobre a distnboicSo dos sete dividendos en.
iuspeaso; e considerar as hypotheaes de veodt
da Companhia e de emissao das acedes disponi
TOU.
Escriptorio do gerente da Companhia, 14 dt
Abril de 1891.
O gerente da companhia,
Anto) PtretraSmSes
Companhia pernambncana
de navegado costeira por
vapor
Em vista das resolnces tomadas na ultima
assembla geral ordiaaria, em 13 do corrente
mez, aao convidados os senbores accionistas a
reu2lrem,"8e em a88em>la geral extraordinaria,
na da 27 deete mei ao meio dia, no escriptorio
desta ce mpar-hia no Forte do Maltes, para trata
rem do segointe
i. Wscutir e votar a reforma dos estatutos e
augmento do capital social.
i.9 Tomar as providencias necefsarlas para
bera xito da transformaco da companhia.
3.' Deliberar sobre aorganisacao da empresa
aavgaco fluvial do baixo 8. Francisco, eacor
pranlo a a e.;ta compaobia.
Recife, 18 de Abril de 1894.
Manoel Jato Aaoria.
Ceciliano Mamede A. Ferreira.
Sebastiao Lopes OaimarSes.
rmandade de Nossa Senho-
ra da Concei^ao dos Mili-
tares.
De ordem do irmao presidente, pela terceira
vez, convido a todos os irmaos a comparecerem
no coDsistorio desta irmandade, s 6 horas da
tarde de 24 do correle, afim de proceder-se a
eleicao de fu'ora mesa regedora e tratar se de
assumpto de grande interesse.
Consistorio da igreia da Conceicao dos Milita-
res, 21 d Abril de 1891.
O Ihesoureiro,
___;___ ______ Hermes Das Fernaades.
Companhia Santa The-
resa
Empresaria do abastecimento de agua e
lnz Olinda
Assembla geral em cootinnacio
Por proposta de nm seohor accionieta foi adia-
da dehoje at sexta-feira 24 do correte, ao
meio dia, a sessSo de assembla geral ordinaria,
apegar de ter sido iDstallada ; atienta a cirenms-
tancia de estar o dia plenamente cbnvoso, serem
importaoissimas asquesloes adelir, e ser
dimioato o numero de accionistas presentes,
emoora o sufficiente em face da lei.
Roga-se assim aos senbores accionistas o sen
pleno comparecimento.
R cife, 21 de Abril de 1891.
O gerente,
____ A. P. Simoes.
Companhia reman bacana de Ka-
vega rao c oatelra por Vapor
Esta companhia mantem as segointes linhat
*egnlares de n&vegacao:
Norte, tocando nos portos da Parahyba, Natal,
Haco, Mos8or, Aracatv e Fortaleza, partndo
leste porto om vapor a 6 e 21 de cada mez.
Sul, com escala pelos portes de Macei, Pne-
lo, Aracaj, Estancia e Babia, sabindo deste
porto a 9 e 24 de cada mes.
Fernando de Norenha, partida no meiado dr
nez.
Rio Formoto e Tatnandar, sabida a 28.
Rio de Janeiro, (directamenie) parte o vapor
ie 25 a 30 do mez.
Rio Grande do Sui, (viagem directa) sabe de
!5 a 20 do mez.
Tsdos os vapores sao novos, tem excellentet
iccommodacoes para passageiros e para carga,
> os precos sao amito reduzidos.
Os passageiros encontram, apar do bom tra-
'amento, todo o conforto desejavel a tordo de
am vapor.
Os vapores que tazem as viagens ao Rio de
ianeiro, alm de terem todo o que se enrentr
ios vaporea modernos, accreece qne faz a va
^em em quatro dias e o preco de passaeens
ta 1. classe 60*000. B
O vapor empregado na viagem para o Rio
irande do Sul e smente para carga, e tem c
alado adequado a entrar no porto daquelle Es
lado em qnalqoer occasio.
Recebe se engaiamento de carga por quanti
lade lixa para todas as viagens.
Oatrosim, a companhia expedir vapores ex
:raordinarios desde que baja carga para o enga
amento completo de om vapor.
Escriptorio, da Compaobia Pernambncana
i. 12.
>or vapor

SEOKOS
MARTIMOS CONTRA FOGO
coBspasJa Phesx Per-
nasa bacana
RA DO COMMERCIO N. 46
CONTRA FOfiO
fhe Uverpod i Leidoe i filok
lumm. mmi & c. '
________Hna do Commereio n. 3
London & Brasilian Bank
Limited
Ra do Commereio n. 32
Sacca por todos os vapores sobre as ca
asa do mesmo banco em Portugal sondo
sm Lisboa rus dos Capellistas n. 73. No
Porto, rus dos Ingleses.
Companhia Bahiana de Na
vegacao a Vapor
Macei, Villa-Nova, Penado, Araca-
j, Estancia e Babia
O vapor Sergipe
Cammandante Rebello .
Seguir para os
portos acuna in-
dicados no di 23
Ide Abril, s4 ho-
_______ ras da tarde.
Para carga, passagens, encommendas e diae
o a frete trata-se com o
AGENTE
Pedro Osorio de Cerqueii*
17Ra do Vtgario17
Liojd Brasilciro
PORTOS DO NORTE
O vapor Maranho
(/ommandante Antonio Ferreira da Silva
E' esperado dos portos do or
te au o dia 25 te Abril e de
da demora indispensave
ir para os portos de
>a, Victoria eRio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio ''Janeiro:
>ara Santos, Canana, Iguape, Par .- gui, An-
to una. 5. Francisco, Itajahy, Sanu Camarina, j
(Uc irande, Pellas e Porto Alegre.
As encommendas ser&o recebidas at 1 hora I
la tarde do dia da sabida, do trapiebe Barbost
oo largo do Corpo Santo n. 11.
Para passagens, frotes eencommendas e di
tbeiro traU-se com 08 AGENTES.
rmuu
DE
Vavegaco costeira poi
PORTOS DO SUL
Maci, Penedo, Aracaj, Estancia
e Baha
O vapor Jaeuhype
Commandante Carvalho
iA.A Segu no dia 27 do correte t
5 horas da tarde. Recebe car-
a, encommendas, passagens e
inbeiros frete at s 2 horas
da tarde do diada partida.
ESCRIPTORIO
lo Caes da Companhia Pernambueana
_______________ 1^12
CHAR^rERS REUNS
Companbla Frano n
DE
IWayegaeSe a vapor
Liahs quinienal entre o Havre, Lisboa'
Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos.
O VAPOR
Ville de Montevideo
Commandante Richard
E' esperado da Europa at o dia
23.de Abril seguindo depois
da indispensavel demora para
de Janeiro e Santos
i Roga-se aos Srs. importadores de carga pe os
apores desta linha, queiram apresentar den'ro "
ie 6 dias a contar do da descarga daaalvare -; as
jualquer reclamaco conceraente a volme que
porveutura tenham seguido para os pertas do
mi afim de se poder dar a tempo as provl-
encias necessarias.
Expirado o referido prazo a companbia nao se
esponsabisa por extravios.
Para carga, passagens, encommendas di-
ibeiro a frete: trata- e com o
AGENTE
Aegeste
9RA DO COMMERCIO9
vcaivs
COaWSJtaUA HaSJVAl
DK
Varegaeie costeira por vapor
PORTOS DO NORTE
?arahyba. Natal, Maeo, Mossor, Araca-
ty e Cear
O vapor Beberibe
Commandante 10 tenente Fabio Bino
mi Segu no dia 23 de Abril as 5
^Ai horas da tarde. Recebe carga, en-
Hlcommendas, passagens e dinheiro
a frete at s 2 horas da tarde do
lia da partida.
ESCRIPTORIO
io Caes da Companhia Pernambueana
n. 12
loyal Mail Steam Packer
Company
O vapor Gljde
m
PORTOSDOSUL
O vapor Brazil
Tbmmandante o capitlo de fragata Pedrt
Hvppolyto Dusrto
*p\t_ E' esperado dos portos de sol at o
jAWLdia S de Abril seguindo depois
Ida demora necessaiia para a
Parhyba, Natal, Cear, Aman-acSo, Ma-
ranhlo, Para, Obidos e Manos
As encommendas serao recebidas at 1 hora
Espera-se da Europa ateo da 23de
.Abril, seguindo depois da dtmc
>ra indispensavel para
Balda, alo de Janeiro, Monte-
video e Baeaos Ayres
Para carga, passagens encommendas e di-
weiro a frete:. trata-se como? AGENTES.
O vapor Thames
E' esperado do
pertosdo suiaj
da 2o do correa-
|te e depois da
da demora india-
seguir para
t. Tcente, Lisboa, Tlgo> Son
n thamptoa
Para carga, passagens, encommendas e di-
oneiro a frete tratase com os AGENTES.
lens

m
M
.




-,r


tt<
\&V t *ff


Diario de Peruaiubiisg Quarla-feira 22 de Abril 3e 1891

O vapor Tamar

i
B' esperado dos portosdi
su) at o dia 2 e Maie
vidouro segu Bdo dtpoie
da demora do costume
**" Lisboa, Vigo e Saathampton
A'Liaboa iclasse *) JJ
A'Southamptoni'classe so *
garetes reservados para os passageiros e<
'StoiaSgeBB, frete8.ncommendis,tntM.
Wa0i AGENTES
Amorimlrmos & C
N.3P-na do Bon Joans8- 3
do referido sobrado, *fl i! horas do ata cima
dito. _
Ob concurrentes que tomare m o booa aa Mag-
daleoa das 10 horas e SO miuulos, tero passa-
gem gratis. ,.
Caixeiro
Precisa se de um caixeiro com pratica de roo
loados ; a tratar na roa Loii do Reg n. 54 C,
Santo Amaro. ,
Quarta fera, t. as 11 Horas, na gurda,
seriada Alfsnlsp, urna embarcscao, servindo
de base a offcrta de 50*010.
Em contmnacao e ao meto da, na ra do
Brum. ieilao do resto das latas com saz pbos
pfcoroB e fogo da china, salvado* dotaW*_
De conforruidade com os editaes da alandega.
deve ter lugar ao meio dia de quarta-teira n
do corrate o leil das 1496 latas com kerose-
ne parte completamente cheias, algomas com
frita eoutras completamente vasias, bem como
1 lote de pbosptaoroe e fogo da Cnina, latas e
xaa vasias, resto dos salvados do tocen10-
Quima feira. 23l deve ter logar o Kilao dos
aovis caodieiros e mais objectos da casa ae
penso 4a Sra. Cawie, ra do Visconde de
Govanna n. 151, bem como os movis da caa
_V reside o Dr. Belfort, os qsaes movis
sero transportados para o sobraoo da mesma
"xlOeM minutos partir o bondIdai linba
da Magdalena qoe dar passagem gnus aos
concurrentes.

gente Stepple
Leilo
De bopa movis, oom pouco oso, vidro,
espelbofl, ricos qaadros, finas figuras e
pratos chineaos do bronce.
e-ta-fcira, 4 de Abril
A'a llhorasem ponto
No aobrado du azulejo n. 6, roa do Ba-
rio doTriampho (out'ora ruadoBrum)
Urna mobiI:a toda de gosto variado e janeo
cadeiras estofadas, ditas de balanco, mesa de
centro de sala, cantoneiras, ricos etageres e gran-
des qoadros, porta espf loo. esleirs uovaS. tape-
tes, ricos jarros, orna importante toilette com es-
pelho, guarda-vestaos de gosto, marquezao, bi-
det com pedra, can a de casal, espregoicadei-
ras, cabides de columnas, secretaria, estante, ca-
deira de rosca, quarlinbeiras, aparadores, res-
friadeiras e torneiras, guarda comida e apara-
dor, divn de palba, cadtira de palba, porta-
facas, urna mesa elstica de 5 tabeas, ti zuras
para cadeiras de junco, apparelboi para almoco
ejaotar, facas, garfos.galbeteiro de metal, co-
pos, clices, rrafas. fraeteiraa, porU plee, ca-
mas de looa, nm terno trem de cosioba e ou
Iros movis todos de gosto e com ponco uzo.
O Dr. Eloy Das Teixelra e sua Exma. familia
retirando-se para a capital federal fas leilao por
interveoco do preposto do agente stepple dos
movis e mais objectos cima mencionados. Pa-
gamento em acto continuo.
luga-se
01 andar do sobrade a roa do Rangel n. 44 :
a tratar na na Direita a. 3. 3- andar
Criados
Precisa-se de dous criados
em Poate de cboa n. 49.
de 12 a 18 anuos
Criado
Precisa-se ; na ra de S. Jorge n. ISO, segn
do andar.__________________
Precisa se
numero 109.
Criado
de nm criado : na ra da Palma
AMERICANO
Leiio
De 1 embarcacSo que servio de posto-fiscal da
alfandega (barca de vigi) servindo de Dase a
feria de 50*000 _
%uarta eira, do corre-rte
A's 11 horas
Na guarda mora da altandega
Agente Pinto
Leilao
De importante sortimento de objectos para fu
aantes, lonstando de lindas carleiras para rumo
_a e cereja, phosphoreiras de metal, cachimbos,
4 mais obiecios de gosto,
orara feir, de corrate
A's 11 horas
POR INTERVENGO DO AGENTE
Gusmao
No armazem da rna do Mrquez de Olinda n. 48
Agente Silveira
Leilao
De predio
Sexta fera 4 do rorrete
A's 11 horas
No armazem a roa estreita do Rosario n. 28
O agente Silveira, por alvara do Illm. Sr.
Dr iui sabstitnto do civei, a requenmeaio de
Francisco Moreira da Costa, inventarame dos
bensdesua rala molber D. Carlota Joaquina
de Azevedo Costa, levar a leilao o predio n.
S a ru i do Visconde de Inbauma.
s Srs. pretendentes podem examinar.
AVISOS DIVERSOS
Alugam se casas caiadas e pintadas nos
fu idos de S. Gonealo, a 8* ; traUr na roa d
mperatriz n. 76._________________________
Precisa-se de urna ama para o ser vico do-
mestico : a tratar na ra da Imperatriz n. 8, i-
andar.
^mtBt
PrepdTiio tmso iipnrafin
A?prova_> pela lllnatrada JuaU da
Hygiene PuMica da Corte.
Auctorisado por Decreto Imperial
de 2o de Junho de 1883.
COMPOSI9O
de
Firmino Candido do Figueiredo.
Empregado com a maior eficacia no
rhtuinatismo de qualquer naWrexa,
em toda* as moUstias Ja p*U*, >as
Uueorrhas ou flores brancas, nos
sofirimentosoccasionadospela mpurena
d sangue, e finalmente as difierentes
formas da syphis.
Na
A 14500 e
VENDEM-SE
Loja das Lisias Azue*
PETTORAL de CEREJA
Do Dr. Ayer.
Dm Nos primeiros seis dias urna
colher das de cha pela manh e outra
i noite, paramente ou .diluida em agua
e em seguida mudar-se-ha para colhe-
ks das de sopa para os adultos e me-
tade para as enancas.
Rgimen Os doente devem ab-
ster-se apenas do alimento acido e gor-
duroso; devem usar dos banhos frios ou
Bwrnos, segundo o estado da molestia.
Ra Duque de Callas n. !
RETRATOS A 0LK0
Com ricas moldaras douradas em alto w
levo e cordSes por 25)J000 a asab
procos.
Retratos a cravon
De tamanho natural ricas molduras de
radas.
Para todos os presos
Esto em exposicSo muitos retractoa de
pessoaa mnito conhecidas deata cidade
para o pablico ver, e faaer encommendaa
Para encommendar bastante manda
om pequeo retrato, ero cartUo de viaita,
no importo qae soja antigo, bastante
diaer a c6r dos oUras e do oabello, pars
chegar un lindo retrato desfijado.
As encommendas sao feitas
Ao agente nesta cidade
JSE' AUGUSTO DAS.
Ra Duque de Caxlas n. l
LOJA DAS L1STRAS AZRS
rondadea mais dolorosas da .
* dos pulmBa, ordinariamente descnvolrcm-se,
tendo por principio bases pequeas, cujos resulta-
dos ntoMO dlrBols d curar se promptamenteM
tritio oom o remedio ecnrenlente. O ITiaAl-
go e m Tonel Uso reciprocamente o resultado
Laringitis, Asthmm, Bronchitis, Affec-
co Pulmonar e a TWica.
Todas as familias que tem rian;as devem ter o
Peitoral de Cereja do Dr. Ayer
em casa par o osar em aso de oeoneidade.
A perda de om du, pode em muitos casos
aocarretar sertas conieqacucias. Por tanto nio
I dere perder tempo precioso, experimentando
remedloB de efflcacla duvldosa, emquanto que
a enfermidade ge apodera do systema eso arraiga
profundamente, enro que se neecsslta tomar
aeue instante, o remedio naU certo e actiro ea
Den eflelto, e ite remedio sem duvlda algum
O rWTtlAL SE CtREJA DO DR. ATES.
FBEPABADO TOO
DR J. C. AYER & CA.,
l^oweU, Mass., Kst.-L nido.
I
DE
Mwray (\mm.
0 11^8 EXQESIT0'
DOS
Perfumes do Toucador.
Perfuma o Corpo e
Vivifica a Mente
NO BANHO.
Superior a Agua de Colo-
nia pela delicadeza de sea
aroma e a durabilidade de
seu perfume
NO LENQO.
Ama
Precias se de urna ama para todo trabalho de
rasa de tres pessoas ; a tratar na caverna n. 6 B,
em Santo Amaro das Salinas, liona do Li-
moeiro.
Ama
QBIUI.


Precisa se de ama ama i
mero 109.
na ru; da Paima na-
Agente Britto
Leilo
Aluga se o sobrado n. 40 a ra do Paysan
Ib, com commodoB para grande familia ; a tra
lar atraz da matru de Santo Antonio n. **.
Precisa-se alocar urna caea com btm sitio
e que tenba agoa, n'om dos arrabaldej desta
cidade : qnem ver pode dirigir-se a raa Nova
n.M, primeiro andar, que acbara com quem
tratar.______________________________.
Ser possivel Sr. Manoel Torqnalo Araujo
Saldanha que o stnbor prometU a viuv* todos
os dias sanar o mal e ata boje nada ? ao tem
nato.
DEPOSITO OIKTIAL
Francisco Manoel da Silva & C.
Droguistas
23 Kua Marques de Olinda
Permanbnco
P+.-+-++-41+-J+++JT- K
t-
f-
1-
1-
:
t-
f-
i-
f-
__Alu^a-se o 2- andar do sobrado da rna do
Bemflca n. 7, com agua, limpo, etc. ; a tratar
defronte n. 6.
Novo porto de carvao, em barricas e a varejo ;
Bem6ca n. 6. ....
Armascm de molbados e facrica de pao emas
cosinbar : a
Do estabelecimento de molbados, bem coU
locado e atregueaado, a roa do Socego
n. 70, esquina da roa do Riachuelo.
O agente cima, antorieaoo pelo cidaaao Nico-
lao Miguens, que se relira para a capital federal,
levar a leilo o segumle :
Uta armaco de louro envidracada/ntensilios.
i cof'e prova de fogo e moiio bom sortimento de
cenero de esva eitrangeiros e nacionaes, em _-------------_-------
am ou mais lotos a voatade dos liciuntes. Convida se acs refinadores para compare
Em seguida vender todos os movis, 30 ps cerem eepnnda reoniao qne se effectuarl no
ie crotons, trem de counba e ootros objectos u 13, ao meio dia, na roa da Impratntn. U,
aroprios para casa de familia perlencenies ao I primeiro aodar.
mesmo. 1 ~
Garante-se a casa.
Qailnta-felra BS do corrate
LOJA DO
Coronel Joaqolm Caotodio Dn>
surte le Aieveuo
Caliope Pires Falco de Asevedo, Albos, gen
ros, irmio* e cuabados, agradecem do intimo de
seus cor-eCes a todos os amigas que se digna-
ran! acopEnnar os re tos mortaes de sen sem
pre praneado esposo, pai, sogro, irmao e cu-
nhado, co'onel Josquim Custodio Doarte de Ae-
vedo, 1 sea ultima morad? ; novamente o con
vidam a assistirem as missas que DW roa alma
sero celebradas as matrizes da Boa-Vista, Ca-
bo Ipoiuc ecpela do engento Massangana. s
8 horas da manb de seita-feirt 24 do correte,
antecipando ripsdp i no't-ng agradei
Ama
Precisa se de urna ama para cosieba ; a tra-
lar na ra Baro da Victoria n. 54, antiga agen-
cia de movis. __________________^__
Ama ie leite
Precia-se de urna ama de leite que soja eadta
e teoba muito leite ; a tratar aa ra das Per-
natnhocanus n. 14 (Capooga)._________^
Amas
Precisa-se de duas amas, urna para cosinba e
outra para crianjas : em FerBandes Vieira no-
m ero 60.___________________^^^^____
Ama
Precisa-se de urna ama para cosinbar na roa
Duque de Caila3 n. 83. __________________
para cozinhar, precisa-se de urna na
Ama
ra da oncordia n. 107.
Ama
as : Bemflca n. 6. Passagem.
Precisa se de orna ama para
tratar na ra Pedro Affbnso n 11.
A's 10 1/2 horas por serena muitos aa lotes
Leilo
qaadros
ees-
Do movis, loucas, vidros,
pelbo
A saber: .
ma mobilia com 1 sof, 2 cadeiras de bracos,
12 de guarnico, 1 cadeira de balanco, 1 tapete
de sof, 1 espelho oval grande, todo de crjstal
at mesmo a guarnico, 1 piano forte e 4 jarros
para flores. .
Urna cama francea de Jacaranda, 1 guarda-
vestidos, 1 commoda, 1 lavatorio com pedra e
gpelbo, 2 camas para meninos com balaustres,
colcb5e8 e 1 cama estrangelra. ...
ma mesa de Jantar, l aparador, 6 cadeiras
de junco, 1 dita alta para crlanca, 1 esa de co-
zintta, 1 jarra, tea para cha e jamar, cap*,
clices, compoteiras, quartinbs, taboa de ea-
Sommar com cwattetes e ootros objectos de casa
e familia .
Qnlnta-feira 3 do corrate
Na casa da ra do Viaconde de Ooyaana
n. 151
O Dr. Antonio de Salles Nones Belfort, eataia
danca para o Estado de S. Paulo, fai leilo, por
iatervenco do agente Pinto, dos move3 e mais
biectos da casa em que residi roa do vis
onde deGoyanna n. 1, os qaaes sero trac-
iporUdos para a casa da mesma ra n. lol,
tutr'ora casa de penso da Sra. Caoie, onde se-
rio vendidos muilos outros movis, i piano, lus-
tres a gas, tapetes de coco, forros de sala, gna-
des e muitos outros movis de casa ae taaiilia.
Agente Silveira
Leilo
DE PREDIO
alntafeira, ti do correte
A's 11 horas
No armazem ra E$treita d*Joario
%. 28
0 agenle Silveira, por mandado e com asis-
tencia do Exm. Sr. Dr. juii da provedoria, a re-
nenmento do testamen^iro invenurianae dos
bens de D Mara Leopoldina Viegas de Miranda,
levar a leilo a casa terrea n. 29 aa rna do Ria-
chuelo, fregut-aia ria Boa Vista, tendo porta e ja
nelia de frente, 2 salas, 2 quarto, coinha fora.
eactmba meetra, teodo de largura 4 metros e 40
ceal'.metros e de fundo 12 metros e 4a ceatime
(ro, terreno propno.
Os Srs. pretendentes podem examinar.
EM eootinuaee
a mesmo agente levar a leilo 1 plana e alguns
A Fabrica de Teci-
do da Torre, precisa
de meninos, e mulhe-
res.
Leilo
De om carneiro manso com sella, demobiiias,
espelbos, pianos, venexianaa, peles de coco
para forros de salas grandes, lustres a as car-
bonico com-*, doas, tres e qualro rojoa, can-
eiros para teroseae (bt-lgas), meBas redondas,
cadeiras de balaceo, sofs avulsos consolos com
tspelhoe, armarios, camas de ferro, marqneies,
cooimodas, auad*os, aparadorea, gnarda-loncaB,
loucas, vidros, dos-as de copos e garrafas,
esleira e wpetea psra terras de boJib.
ma cama eatranwra coopletamenh! nova
(obradegost) 1 d.ta A ferro ~ ro *\
rame t com mola, nm Uno najeiro aeig, 1
dito ectnbmico, 200 garrafas com vinfco ino e
nitos e differemes movis qne ornam Irea gran-
aee BalOes e orto quarlos, todea mcWBidoa, stn-
da qae todos os movis serlo vendidos _
AO cobeer do mab^teluo
SJos lelra, 8 le
donra da roa do VtoeaoSs 4e oayaoi
Mr. Come, teodo acabado som asa casa de
abo, fas letto, por ratervaaty> a igeatafmjo,
doiocrel* e Htos mmwim-----------
EliGEliHOS
GUIMARE8 d VALENTE, partioi
aa aos nona fregueses e Ulnas. 'Sra. de
engenhoque, como sempre, tmeigrande
e psito ea artigos abaixo mano nados
garantindotndo de primeira qualidade e
preeos seot cosapeteocla, a saber:
Cal nova de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Cimento Portland.
Oleo de mocot.
leos americanos
especiaes para machinismoe.
Azeite de coco.
Dito de carrapato.
Ditodepeixe.
Pixe em lata.
(5 galooB)
Kerozene inexplosivo.
Graxa em bexigas.
Gaxeta de linho.
Potassa da Rmsia.
(em cacas, barriquinkaa, latas grande
eqaenaa.)
Formicida Capanema.
5Corpo Santo6
Lopes & Araujo .
Para eif eihos
Continsim a ter em sen eatabaledments gran
te deposito das meradortas abaixo declaradas
inda obIUbib. uenborti aeeageBtoB pedart
te snpprir para anova Mira, aprecoa sem com
iSMDCb.
Ca nova-de Lisboa.
Dita de Jaguaribe.
Oleo de mocte.
Asalte de coco.
Dito de peixe.
Dito de carrapato.
Pixe emrtgc.
Graxa entooflgaa.
GaxU de linho.
Potassa da Bala.
Boa do Livrameato o. 38
^tten^ao
predas se ae Orna mulh-r para faser
ite estobelecimeato acaba de aa gerrnde melhoramento para melbor expo-
sicSo de seu expleudido sortimento. MA.
Tendo grande deposito de fasendas qae nSo pagou imposto de onro, vende
por preeos baratipsimoB. .
Uesconto de 10 \ de 20|000 para cima
Voiles de 15 Kaoa e oom flores a 200 rs. o covada.
La de listas a 2C0 re. o covado.
Gbitaa escuras e claraa de 240 para cima o covado.
Crotones francezes claros e escaros a 320 e 400 re. o covado.
dem em cortea oom barra por 5(5000 e 84000 o corte.
Etamine gosto de Voiles lindos desenbos, a 500 re. o covado,
Granadme de seda, com listas a 8C0 re. o covado.
Merinos pretos de 5O0rs. para cima o covado.
Ditos de eSrea barrados .,w, _a-
Cachemira de seda e U oom 1 metro de largara a 20000 re. o covado.
MadapolSo snperior com 20 varas a 5500, 74500 e 85C0 a peSa.
Dito francs com 20 varas a 100000 a peca.
Capas pre tas para sen hora ultima nevidade. ._..__.
Grande sortimento de meias de cores e brancas para homens, aenhoras e menina
para todo proco.
Boleas Chagrn de todos ob tannos para senhoras.
Brins da linho cores finas. ^^^
Caaemira preto, diagonal franeea faaenda de 60000 re. por 40000 o corte.
Dito em cortea de 40000 para cima.
Extracto fino ingles a 10500 e 20000 o frasco.
Roanas de banho para homens e senhoras.
Camisas brancas francesas a 20000
PECHIYaXHal
Etamines arrendados sendo com 3 1[2 palmos de largara a 800 ra. o covado.
80' M LOJA DO POVO
11--Ra do Crespo!!
ASHTMA & CATARRHO
Chorados pelos OIOARROS BSflC
OourriifM Te Vefluxo erIS'*s
/mWtM) E UC!elADO P1L INSMCTOIU OER*L S TOIBIta DO BRAIL
Taaa a Mas J. tf"ic. a, ra alnt-luSn. am #AWS. ItlM*' utW*"-
- -'- ariacipM. PlirmSSSd. Faos o Elra^a
\ntouio tonnndc Ollvelra e
Silva
1- an di ver sai i o
Ei ili? de Oliveira e Silva e seos iilhos, tendo
de mandar rezar missas por alma de seo sempre
lemfcrado esposo e pai, t-anoiversano de seo
fallecimento, coavidam jaoi prenles e os
amigos de sea fallecido marido, para assistirem
as rEisaas qoe se bao de celebrar na igreja ma-
trii da Boa-Vista, s 8 horas da manba do da
53 do oorrente mea.antecipando desde ja os seus
agradeeimentoB s pessoas qoe comparecerem a
este actn de religiloe rardade.
Precisa se de urna ama para cosinbar e com-
prar, para orna Cbsa de pon a fanal a e que dor-
ma fffl capa ; a tratar na rna Inperial n. 82.
Aira
Precisa se dp urna ama para andar com enan-
ca ; a tratar na roa Formosa n. <8.___________
Ama deleite
Precisase de urna ama de ieite ; na roa do
Bom Jess n. 22, R cite. _
Ama
Precisa se de orna ama para cosinhar e mala
servicos internos, gara casa de doas pessoas ea
Bebenbe; a tratar na roa Marquei de Olinda a.
51, i andar.____________
Ama
Teateite-eo,oea AnotrlcIlBio Oe
Caalro S Brrelo
A viuva e Albos do fallecido tenente-coronel
Aostriclino de Gaatro S Barrete, mandasa no
dia 24 do corrente rexar nma missa por sna alma
namatrs de Palmares, s 8 boras da manba, e
coovidam aos seos pa entes e amigos para assis
til a, ficando desSe j gratos aos que comparece-
rem a8M a^to relitro cartdarte
Precisa Be de urna ama para cosinba e outra
para sala : a tralar na roa Baro da Victoria n.
54, antiga agen :ia de movis.
Amas
Precisa-re de urna cosbheira e de urna en-
gommadeira qne queiram acompanbar urna fa-
milia para o Amazonas, paga-se bem ; a tratar
no chalet ra do Riacboello n. 2._______
i
Joa6 FrancUco Soares
Looreiro, Maia A C. convidan aos prenles e
amigos de Jos Francisco Soares, fallecido em
Bonito para assistirem as aissas qne mandam
celebrr na matria de Santo Antonio, s 7 boras
ds dia 24 do correle, trigsimo do seu traspas-
so, pelo que agradecem a todos qne se digna-
rem oompareoer.________

pjaaSal ao *oiu
LOJA DO
oisaer^eo. e vende, ^Tl$Sfi.
niao-e cmrnM* oii
Ped attencao ao pablico, para o sortimento de fazen-
zendas que annuncia, por presos commodos
Merinos de cores oom doas largaras.
Nanauks de todos os preeos.
Lans de cores, sortimento c mpleto.
MadapolSes de todos os procos.
Ssrgelios de todas as corea.
Grande sortimento em chitas e crotones.
Visites de seda e merino, novidade.
Bramantes de linho e algodSo-
Voiles de algodlo, baratos, ooosa chic.
Merinos pretos, lisos e lavradoa.
Grande sortimento em batos e casainetaa.
Fichoa aretoa, do coros e pratiados.
Amor da Chioa, lindos padroes.
FnBtoes broncea e de cores.
Mariposas de cores, barato.
Cambraias Victoria e transparente.
Creps voile, novidade.
Colchas de coras, lindos padroes.
Vstannos de Jersey para criaooas.
As taaeoas qne aonnnciamos aaaim cerno onfraa mnitss qne_sena esfaoonhs
oaenoionar, vearem ae por procos raaasveis o ha siDeaTidade na medida.
VER PARA CRER ^
A LOJA DO GLOBO
55Ra Duque de Caxia55
Atao m*a&n i* Ato
Coronel
t
1 Jooqaiina
arte de
C.
Aaevealo
Tavares de Selle, getwe C. eonvWsm aos
seos amigos e os parentes do floado coronel
Jeaquim Custodio Duarte de Aievedo para as-
sistirem a missa qoe mandam celebrar na ma-
irii da Boa-Ylsta, s 8 horas da manhi de sex-
ta-feira 24 do corrate, o qae anticipadamente
mnito agradecen. _________________^
Anlaalo tocino de Helio
Manoel Ferrelra doa Santo Braga
Julia Carolina Mariel
Amigos do desditoso Antonio Coelho de Mello
agradecem aoa amigos qae acompanbaram os
restas mortaes ao cemiterio, e de novo os con-
vidara para assistirem a urna missa que mandf m
rezar na matriz do Monteiro, pelo stimo dia de
>eu passamento, s 8 1/2 boras da sianH do da
24 do corrente mez, e desde j agradecen a este
actsdereliciac^^^^^^^^^^^^^
Precisa-se
De officiaes de cigarreiros, ao pateo do Paraisc
n. 20, Pabrica Cjbee.
Morada
Precisa-se alagar nma casa de um andar, coa
oa sem soto, em boa roa das fregnenas df
Santo Antonio on Boa Vista, qne te.n agu
encanada e pequeo qointal, sem morador en
baixo : na roa Direita n. 45, sobrado, ae dirt
para qnem .
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pones
familia, qne saiba cosinbar com perfeico ; na
rea Pedro Affonso n. 66 (antiga da Praia), ar-
masen.____________________;____________
Ama de leite
Pre< isa se de nma ama de leite ; na rna Vis-
conde de Iohama n. 19. antiga de Rangel.
Ama e
Precisa se de nma ama e um menino (at t
annjs) para servir de criado ; a tratar na rna
Marque de Herval n. 34, 1- andar.
Cozinheira
Precisa ee de nma cosinbeira para casa da
familia, que cosiobu bem e doraa em casa ; a
tratar no Camiouo Novo numero 163, junto a es-
taco.________________
Criados
Precisi -se de dons criados de boa conducto,
para copeiro e mais traba bos de loja ; a tratar
na loja das Estrellas roa Doqne de Caxisa BS-
mero 56.______________________________
Sitio
Veade-se na campia da Caa Forte n.JO,
livre e desembaragado, com cinco casinbas, Dera
arborisado, com basaote terreno ; a tratar as
ra estreita do Rosario n. 23._________ ...
Coroas porloguezas
Compra-se a 1#3C0 ; na roa Mrquez de Olin
da n. 3-A. ._____
Aluga-se barato
A loja do sobrado n. 67 roa do Bartolor
propn Dar qualqner estabelecimento, esto-
vre de impostos atrasados ; a tratorna raa lar-
ga do Rosario n. 34, 1-andar.
Aluga-se
Um armazem na roa das Trincbeiras n. i
ratr jonlo, na loja de srgneiro._________
Aluga
se
B. HE UBD8INA & C,
Raa Mrquez 4e (Miada n. ti
Armazem de cerveja, vi-
rJios, ciu-mpagne, licores
cognac, agua _aDeral, con*
rvas, etc., etc. Udc
deposito da afamada cer-
veja Phoenix de Dertmanc
do chocolate Pk Suc__irc
ie Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Danneman
St C.,S. Flix (Baha).
Os productos d'estas ulti-
mas doas fabricas foram pre-
aliados com a medalha dr
Ouro na Expoeicao Un ver*
jai de Pariz, em 18S9
Na praca da Independencia n. 2, um l__U
qae se presta para deposito de qnalquer merca-
doria ; a tratar no mesmo.__________
Cosnbcira

Precisa-se de urna cosinbeira: rna Vlscoads
de Albuqoerque, cutr'ora roa da Gloria, n. 1!
Gruard,napts a 1*200 a diua.
dem com franjas a 1*800 a dita.
Toalbae upeTioroa para mesa s 4.JO00 m
51060. m .
dem para mSos a 2*600 a dumia.
Velbutinas bordadas a lisas a 800 re. s
oovado. ____
Meias caaemiras de corea, 2 larfSBM a
1*000 o covado.
Oaaeatras pre_a, diagoaal a 1*800 o oo-
vado.
Cheviots aaal e preto superiores.
Pannos para meas a 1*200 o oovado.
Ajtoalbadoa ao_m_sc_aoa 760 rs. o metro,
Ookbas rapnrioros a _*000, 8*000 s 4#,
6ober_ de aaga 2 paanos a _*fD0.
Cortnadoa boradas a ?*M0 par.
8etins braaoos para noivaa a 1* e 1*100.
Soasa-Mem para ooiva a 1*200.
Todoa ob artigos cima enoontram-a
na roa Domo do Oaxias n. 69.
_^tfa-r-Ira_-issrahaWs








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1

Diario de Pernara&uco Qirerta-feira 22 de Atril de 18M
a.
boticas.
Vende se em todas as canas de drogas,
Sabio maravfcsw para limpat,
toes de todas aa qualidades, mar
mires, maaeira, tsens 4 cosWn
soalhoB, paredes, pintoras, etc., eto
Sabio wdfspMMttt ej casa
familia poupa totopo e rrahsibo
SAP90
Nao se usa para lavar a roup&-
perfojnariaa, ferrageaa> rmaseos
1T.21
DEPOSITO ERAL EM CASA DE
FORSTCR
efe C.
Aviso aos ^reguezes
Oa PRODXIOTOS el*
SUMARIA ORIZA L LBQRAND
11, place co la aiadAieime FARI8
anti'sraraonle 07, ra da Saint-Honor*.
ORIZA SI ESS.G3iZA*0ilZA LACT CltME ORIZA
ORIZA VELOT CRiZA TNICA GBZAU2K SABO 08JZA,
DEVEM 0 SEU GRANDE XITO BEM COMO 0 FAVOR DO PUBLICO;
1* Ao cuidaao perfeito com que estSo sendo fabricados.
2* A.' sua quaiida.de nalteravel e suavidade do seu perfume.
.'S.COMO SE FAZ CONTRAFACQES ESTES PRODUCTOS ORIZA
com Multo de v/ver assim a ousta de fama da qu goztm,
pomos de sobreavisc os tregeles no fim qne se nao deizea engaar.
OS VER3ADEIRQS PfiGCJCTOS S VENDEM EM TODAS AS BOAS CAZAS DE PERFUMARA E OROflAHIA
M anda-se ii Faris > C. ^loge lllustrado frasco a aorta.
THEO. JUST, tendo tram-
ferido sua casa de Agencias e Commisses para
o predio n. 62 a ra do BOM-JESS, alli con-
tina disposico dos seus numerosos fregu
zes e amigos, encarregando-se de pedidos para
todos os paizes da Europa e para os
Estados Unidos da America do Norte, para
fazendas, miudezas. ferragens, papel, loupa.
vidro, p orce lana, movis, relogios, joias de
ouro e douradas. farinha de trigo, cerveja, vi-
nhos, cognaCa licores, todos os gneros de es
tiva, perfumaras, objectos de arte, quadros,
machinas para todos os misteres, industriaes,
artsticos e agriculturaes. material fixo e ro-
dante para pequeas e grandes estradas de
ferro, installapoes de usinas e destilapoes.
pon tes e edificios me tallicos. bombas balan-
zas e em geraS de todos os artigos produ-
zidos naquelles paizes; habilitado para isso
qqi um esplendido sortimento de amostras,
desenhos e catlogos.
62RA DO BOM-JESUS62
Kola-Bh-Natton
Fazendas barates que liquidamos pelos se-
guintes presos, e chamamos a attencao
das Exmas. familiar:
Voiles de algodlo bonitos padrees de 220, 240 e 280 o eovado.
Casemiras de 12 para vestido de 160 e 200 o eovado.
Percales brancas, faieuda fina a 280 o eovado.
Chito escuras e claras a 280, 20, 300 e 320 o eovado.
Etamine de ores oom ramagenaa 280 o eovado.
Ditas de cores arrencMee a 240> o eovado.
Vestuario* de. Jarcey para meninas a 6tJ e 8J om.
Dito a Baraja para meninos a 40600 um.
Fronhas bordadas o que ha do chic.
Indianas de cor para vestido a roapa de esfataaj 280 o cavado.
Fechos de cores liados desenhos e cores a 1*000, 2O0O, 30000, 4(5BJOO, 50000 e
60000 um.
Brim de cor para roupas e 400 e 500 o eovado.
Casinetas finas a 500 o eovado.
Cbitas cretona* o gangas para coberta a 320, 400 e 500 o corado.
Cortes de casemira de cores finas a 305QO, 50OCO, 60000 e 70000 um.
Cheviots aaol fin* 30fifiQ o ovado.
Merinos de cores finas duaa larguras fasenda da 20000 a 800, 10000 e 10200 o oov.
Fostso braceo fino a 500 o eovado.
Dito de cordSo a 8C0 o eovado.
Cftiahaia Victoria e transparente e 30500 a 50000 a paca.
Toalhas, guardanapos, colchas, meias, pachos, colarinhoB, lencos braneos e de cores,
camisas branca e de flanella.
Cortinados de cores, fil e crock a 80000 um par.
Ditos braneos muito liado a 140000.
Voiles lisos todas as cores a 800, o eovado.
Bramante de hubo e algodSo atoalhado lavrado braace e de cor.
MadapolSo magnificas compras, pecas coo 20 varas a. 60600, 70 80 e 90.
Merino preto, liso e lavrado a 800 e 20000 o cavado.
Crep preto, icgles e liso.
Casema* para cestones, pretas e de cores.
Podemos affirmar que estas fazendas slo muito mais baratas do que ee vende
actualmente em oatra qualquer part. ^^
lia ra do Crespo n. 21
LOJA DO CAMPOS
SICA
oafun*., thbobb omina, tan nio, b matbsia bncasmada da kola
TOlIKQt EiUlCULMEHTE USE HEMHKI
:ir A. Vinho KLola-Bla-IVatton
Extracto
Falsea producios
nidos, PastUats, Pilnlai, Euencia da Kola torrada
atestados com o malar xito aos bospUees de Fasta, Osado Uta pelos
Doutores Do;ardin-bbauuetz, hochaho, Durian. Hallsz, monnet. etc.. aa asiails, Oolorasis,
CnlMMaelu tmtU i lAaia. rs>a>raa WUu, UtrmtUHUt, stlsasuij, XMarr&fcas p.rtlaaae.,
ysaawrta, xnaketM, AlamlaarU, *aaaa^aaHa, trafcatto sUbm m uuilMtul.
FBARaAciAdoSAaogs4raAca ia.r.o capsulas thevenot
Enfermidades nervosa de qualquer natarasa
Antipyrlna-
Bromar eto t Campeara.
Bromar eto Ha Potassio.
\Ether. ttturlSr te Valeriana.
Apll (Amenagogo, regalador do aangue).
Sulfato a Quinina.
[MCHEIRONEM SABOR
Asaoattarios em PZAMAinDOO i
r a, a axxva o*.
Valiosa Reeomtnendaco
O conceituido clinico Sr. Dr. Araujo Filho, astabelccido em
Anta, Estado de Rio do Janeiro, recommenda pela cloquete forma o
apreciadissimo medicamento rio-grandense Peitoral de Cambar:
Tenho empegado em minha clnica e Peitoral de Cambara,
do Sr. Dr. J. Alvaros de Sonsa Soares, nos caso de molestias bron-
cao-pulmonares, colbendo aempre resultados muito satisfactorios
c Posee mesreo, em virtude d'esses bons resultados, ga.rantir o
eficacia d'esse medicamei to, principalmente qoando estas affeccoes
tiverem tomad o carcter de ebromeidade Dr. J. ds Araujo Fttho. s
(A firma esta recooheoida.)
O Peitoral de Cambar vnde-se 20500 o Irasco, 130000 mei*
duiia e 240000 a duzia, as principaes pharmacias e drogaras.
Sfio nicos agentes e depositarios neste Estado
Francisco M. da Silva & C.
23Rua Marquen k Olioda- 23
SADS PARA TODO,
PILULAS HOLLOWAY
Ai Pllulas purlfleao o Sangue, oorrlgm tvtat as eaordems de Estomago %
dos IntMtlnot.
Fortalecern i caude das coostitajoes delicadas, e sao d'um valor mcrivel para todas as enfem. jdadas
'" r.^aarv ao kao feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tambam para as
> pessoas de idade araaeada a sua efneacia e inconisurel.

COM
V.hm awtkinM do prrpuadas tornete no Exubeledaieato do Profesor Holl*av,
T% KBW OXPOBD tTBEST (satas 688, Oxford treet), LC?DM8,
tiniin toda as phanaariM do uwoo,
i iM ooaridedoa nspciioumoatc a anmhiT o> rotuk* de cada fia Pott se gis tSCSat
diiscgso, 533, Ozfcrd Scnct, A) .hificaoBca,
m^pw^rni ii ii n um
MN
SOLUCAO
de Antipyrina
laiansi.....i tri
fiCS'
e
JL
do Dr Clin
lVaoraado pela Fa.coldade da Meticica. da Pariz. Premio SSc^yorj.
O Melhor Remedio contra a Enxaqueca.
A Terdadeira Solusfto de Antipirina du D-r clin i>os*sue urna poo>soea
aocaoMra acalmar as dores de : Lumbagos, Tortieolis, Nevmlgius, ttcmlicu, iietu-
truacao dtftil, Ooliea violentas e os Acccssos de Gota e de Rheutnatitmo.
A Antipyrlna pode ser conaidenada scientieamente como omedrea-
maiS Pa"srOSO contra a dr. (Aoa3emUdnScl?Jicas_.Sesio(li1Sd*b"ld1Stl7)t-
Tome-so cada dia de 2 4 cohros da Verdadaira Solu^ao da
1 M ene sao povm tomar a Solucao.
f-AP-A CLIN e C* EM PARS, K FHA.BMAC1AS.
DA SILVA & C.
ua Brigadeiro Tobas 76
S. PAULO
Receben consigna9S0 todo e qualquer genero na-
cional ou estrangeiro.
Fazem libeiaes adiaptamentos sobre gneros con-
signados sua casa.
Descontam e pagam vista o liquido de suas contar
de vendas.
Fazem pagamentos em S Paulo, Santo* e Rio de
Janeiro.
Mandam vir por commissao qualquer enccmmenda
de qualquer procedencia.
SISSUCD POSTAL: CAIZA 97. TSLE&IUrSO: 7LIS
76--RUA BKI6ADBIR0 T0B1A8-76
$Fa&TJX0
BANaHKIROS DA GASA:
Banco de S. Paulo.
Saneo Coiniercitl e hulostrial.
Baneo < nstrnctor e Agrigola-
Gompaibia Mercanlil de Obi as Publicas: Sectfo Bancaria
.+
FORQAe SAUDE
AS IDOSAS E ENFRAOUEC
CREiMQAS
ENFRAOECIDAS
'*
COffMLESCEJirEJ
AB PPS8OA8
i.-2S?s. VINHO de BAYIRD *'
CARMi S PtfO*PH470a. Tnico Nutritivo e fjeconrfltulnta
Bmpregado em todos os Hospitaes. Madaiha de ouro ^sav
em i pbsrmaein BsSsl *^H
com Psptam-^^
I Pkfit, COLI4M Q". -49. nn da Ma-obaage, j M is^plurmaeiss
ssssi ssssi sssss amm ssa sias* -sssss aaa assa sssa sssa s^s _^B*,_ *^^
Paga-se bem Modio O
n i-sebam
Preciea-se de nina boa cosioheira
Imperatni n. 88 2- andar.
na roa d.
^difli?F^
FERRO
tVAIS
|S*run<'o a* tx^cj-MiciAf dotoiAii wnhecidotatele
Sro ama iv-fTo ImmcdUU tohrt m EconomaMm Ihi rcMltff A menor perlurb*c*o, Jo mewfc.pMM '
tjut retil'.oaoaAi"; 1i,a.uacor(urt-lIieo figor
LaeeMMrio recoItulno-o.Outr avaJMedt ua t*%S
>m fario6rnu >Sawfr*Mr h4hu>|
Maja totfa a otuttla oom at ImltajBti v
CeafrafMpow.
r Cxiolr a Una* R.BaAVAauaanlnHs nriaalsa ]
oaroarro u o aaan ua aaiaucue
Lvb. roa atacu* : Met a.r.St^aure, Parlaj
0 Dr. Barros Sobrioho modos a sua resides
ca para a roa do Cajuero (eutrada para o Hos-
pital Portogsez) a. 6.
rCdekriBfliiLeBoy
asta a mym utasa st aa at
PILULAS LE ROY
Houltwm FtAHQA, na HESPAHHA, atAHCMOA,
no BRAZIL ontfa sao
aufon'uai pe/a Juntt HftitM.
IUKOI ........ni ii- ir< FBAseoa
Baa* PUnlH dao toda facilidad, da ae tratar ao, ox
praco barato, e de w curar empoocotempojniaaexpalaaaa
tapidamente oa hamorea, Mlia, hnmorea Ttaeeaoa Tlctadaa
oe oonjerraDi ai moleatlaa; ellaa partfleam o aaasa*
a lmpedem aa recahldae.
^ Imprtism-ie a*>
tara a Prtido le raf-, CatHHrrh,
Gata. miicMtnatUmo, Fmlta le
apprtite, Tumarrt.lJeera,Febres,
Barbulhaa, Verm
^fmTinm sn iU fl# asma *
Ph-OottiSa
># (.if.asif.uuT v^
BU TODAS ,
D^CKJOSa
Kinjihreys de Nova York
~t oao mata de flO annos, pimple*, corurop, effl-
.-.>aratna. A vendr. ae Drogarta* fnar-
~l >.1a-lpnaa najagcaartca do animo.
CESA
" ita da Crlancis
_ Barriga. Clica balota
4 foferlaa. ColorarJtorbo,'
i'- Sra
aae, (maUpsSo. Boonuidio,
i do Bamt.-m e de Cara, o Nevr
pepalau ludlgeauo, rtioo de V euu-e.....
prmu daSatra. SaeaEsaou-Demo-
"!. Ifant-arikn, gioreaEtincM. Berrajtota-
'.i. Crctaa* TOae Ronca, DiiLcuidadede Respirar >
- i iexS3tS^^!ff*m mtfirmlttenl*. .7'.".
.' lismorrhaadks, Alaaomlniaa, lataroaacu
exteriaas, sltrrplca os aamfrerjlar.............
. 1. OpbthalaaU, olHoa fraoo oo iidammadoa.
). Catarralagodoon chronlcapeflaxo........
' j. C3qalBoB,ToeMeiiaaodJoo..............
ia. A aran, Btfdracao djflfculto*.
O. gapraracaoooaOtaastSaraes............
EscraraTas, IndiacSea e ulceran.............
24. nebilltUd* ser al, cu phyalca.
'i. Hrdraaaala, AcoonaoSes flolda...........
:s. Eila* MMar. Nausea. Vmitos .
*7. Moleatiaaaariaarla, Clculos ou Peora
53. Inagot#ncdU bhldadc nervosa- aeirmal..
!. CVaialaaai aa fieoca, ov; Aphta..........
X. lacoBtlaeaela de Oarioa. Ourtnar*! ua
Oania.........................................
S EpTkWfatav, Mal caduiio. OttaeoraJ, Baile de
84, nipktherfta.'MairaaligaodeUsr^Hnta......
as. CooEestaea Oaraatcaa. DordeCabeca.
O Manual do Dr. Humphreya, 144 paginas sobre
as Enf ermktadeee o modo de cralas, se d gral^,
pedaje ao asa DoUevio ou i
HtBPHBKYH' MEDICINE CO.,
I Falte Street. S EW VOlh.
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso ein
PERNAMBC0
Patria Sobrnho I .
DROGARA
A' Ra Mrquez dt OUnda n. 1
ESPEeryoos
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Dr. Huniphreys da Mwa Yori
Emiu.
casase baratos. A
macla* principaes o
unjo.
_____, Febrelntermiltaate.........
aaerraataax, AlnaorreUaa. lnteruas ot
}tSri^sS^^s^r---
DEPOSITO GERAL
na oaca michel loques
s ma, BKtt is ice (ttstft)
I ES TOCAS AS CAAS DE SECC0S E M0LHAD*
> BRAZIL
Exigir o rotlo
WHEL A LOQUES*
ATKINSON'S
'HITE ROSE
Original e unioa Terdadeira, Oonhecida
| em toda a parte como endo o perfume i
| o mala delicioso. Eritar as contrafac,-..c. j
ATIUNSOH'S
FRAN6IPANNE I STEPHANOTIS
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| e outtM parfameH eelebrea aao anperiorea I
i outroa pela soa forca e aroma natural |
Yen4em.ee em toda a parte.
. > S. ATXXJT80W,
34, Od Bond Btraet, Londres.
^SVISO Legitimas lmente com o rotlo- 3
escodo azul e amsrello c a marca da
fabrica ama Ros. Granea" com
e ceaipleto eeaerepa.
E' em iabayana
Hulea attcatcSo
Paulino II. de Miranda conbecido por Pala,
vende sen esUbeleciatt-oto, com todos oa parte
dos g eros, a vontade do comprador, sobre
quasquer coDdicdes que possarxi ajustar, visto
ti r de retirar-se para o Recife onde pretende es-
abelecer-se.
Aluga-se
0 i andar do obrado s roa larga do Rosa-
rio n. 3, tem bons ommodos, agua e gaz ; a
tratar no andar terreo, bo ica.________________
Aluga-se
A casa da roa do Rosario da Boa Vista n. .58,
pea quaniia de 25*000 meieaes; na secretaria
da Santa Casa.
Modista
D. Leonor Porto
Continua a execntar os mais dificultosos
naos rf cbidos do Londres. Pars. Lisboa e
pital Federe I. Prima em perft-icSo de costara,
em brevidade em precos e fino gosto; oa roa do
Hospicio n 58.
Telephone147
AVISO
Participamos ao publico e aos nossos fregu
tes qne resolvemos deata data em diante eolio
car sobre todos os productos ea idos de noss;
casa, a marca registrada, conforme o deseohi
cima. Aquelles que nao levarem esta marca, po
derao ser ronsidirados. como nao sabidos di
Botica Francesa.
22- Ra da Cruz -22
pFofessora
Urna senbora habilitada, onVrece se para lee
donar em casas paruco'ares o segainte : porto
qaei. francs e italiano, ineorico e pratico geo-
jraphia, geometra, trabalbos d'agolba, fiares <
piano ; a tratar na livraria Contempornea, rs
. de Marco n. 1.___________________________
A's almas cariciosas
Mara Candida Waoderlev Autran, viuva de
empregado publico Candido Asirn da Mato
Aibuqrjerqoe, moradora na ros de Santa Tbrre-
sa n. 50, leodo em soa rompanhia tres mocat
solteiras, orpbas, achand-se na maior indigen-
cia, sem reca sos para manter-se, vem recorrer
as almas caairtosa* qse a saceorram e auxilien:
na pelo amor de Deus, visto como nao eneberg;
stais coosa algorna.__________^___________
Cosinheiro e copeira
Precisa-se ; na roa do Paysand n. i.
84. Dlt>fcAeria,^riislgBOde(
33. Congeatea Cbroalcoa, DordeC
O Manual do Dr. Humpnfer. U* paaaaaa eobre
as Bnferrnidadee e o modo m cural-as, so di grata.
pede-ae ao eeu boticario o4
nrMPHBEYb' MEDICISE CO., .
1 Faltan Street, NEW YOBK.
Unico'deposit o para yendas em
groso na imperial drogaria de F.
Manoel da Silva', k CJj____________.
Nio ka mais Ubm l
Aa Perolas de Sulfato de Quinino, de
Brombydrato de Quinino, de Chlorydrato,
Valerianato de Quinina, eto., eto., do Dr.
Clertan conten cada ama dez centigram-
mas (dous graos) de sal de Quinina chimi-
camente paro, de laeroacSo franceza, e
preparada por um processo approvado
pela Academia de Mediciaa de Paria
Debaixo de um involucro gelatinoso,
delgado, transparente e mai fcil de di-
gerir, a Quinina se conserva iafiaitaraente
sem alteracSo, e se engole sem deixar o
menor amargor na bocea.
Cada frasco contm trinta perolas, equi-
valendo a tres grammas de sal de Qui-
nina.
Dr. Clertan.
Cada vidro tem a marea e em cada
perola estao impressas as palanas : Clers
tan, Paria.
Vende-se a varejo em quasi todas aa
pharmacias. Fabrica e venda por atacado:
Casa L. Frere, rns Jacob, 19, Paria.
Aluguel barato
Alugam-se as segointes casas :
Ponte Velna n. K
Estrada Joo de Barros, o. 19.
Roa Viseen le Itaparica n. 43 1.* andar.
Visconde Itaparica n 43,3*. andar
Ra Pedro Affoaso n- 46. i: andar.
Pedro Affonso, n. 46, srmazem.
Roa das Agsazinhas o. 7, eos Beberibe.
Ra do Rosario n. 39.
Travs sa d) Carmo n. 10, loja.
Roa Viconde Goyanna n. 163.
Becco do Carapello n. 1,1.* andar.
A tratar roa do Commercio o. 6. 1. andar
escriptorio de Silva Guimaraes & C_________
Chumbo h monillo
DA
/AMU4 DORIO DE JANEIRO
EMPREZA OBRAS PDUCAS
Moura Borges db G.
Largo do Corpo-Santo 19
Tem Bempre para vender e recebem
encommendas pelos precos da fabrica.
Declaracao
Consiantinole Souza Campos declara ao com-
mercio e ao publico, que para fina commerciaes
pasear a a asignar se Censtantino Nuaea de
Sonsa Ca npos.
Recife, 8 de Abril de 1891.
Declaracao
Joaquim Rodrigues da Costa e Silva declara
so commercio e ao publico qce para fias com-
merciaes pasear a assignar-se Joaquim Rodri-
gues da Fonaeca e Silva.
Recife, 8 de Abril de 1891.
p*S6
Um armasen. ; traveasa da Madre de Deas n.
14, propno para gneros de estiva oo para outro
qualquer estabelecimento : a tratar na ra Pe-
dro Affonso n. 36.______________________________
Frofessora de piano
Urna senbora competentemente habilitada e
com pratica de ensino de piano, cfferece se a
leccioaar em rasas de familia por muito mdico
preco, e poder ser procorada para fra ou den-
tro desta capital; a tratar na roa BarSo da Vic-
toria, armazem de movis n .49.
Fabrica Caxias
Devido ao prerjo que estSo costando
o famos fino i e o augmento de salario
ao operario : Os preco do cigarros de
noisa fabrica, serSo os da tabella abaixo,
com o descont de 10 j0 at 25 milhei-
ros, e d'ahi para cima 15 V
NSo se toma nota de menos de um mi-
Iheiro, as quantidades abaizo s serSo ven-
dida a dinheirp.
Tabella de Precos
Fumo picado
Caxias 6MO0O
Fir da FloreB 7J00
Operas
Daniel
Operetas
Japoneses

Especiaes
Aristocrticos
Mandarina
Cubanos
Flor do Estado
Caporal
Fumo desfiado
6O06
60000
55000
60000
7*501
6*500
f-'MOt
6#508
65C
61009
W.' andar
Alaga-se o segundo andar do sobrado
o. 4, aa roa do Vigario Tbenorio; est
caiado e pintado de novo, i tractor na
typographia do DiViriOj_______ _
Aluguel
Na roa Direi'a n. 45, sobrado, alogam-sa as
du i8 segnintes casas :
Km Fra de Portas a de n. 4 a travesaa u
Fundicao, e a de n. 20 a travesea do Corpo Bas-
to, com pequeo sotao. Na mesma casa preei
ea-se de cma ama para ser vico de ama s pes-
foa. que seja matricolsda e dilieente, paga-se
aem.
Caixeiro
Precisa is de um calxeiro qne tenha bstente
pratica d me bados e que fiador de oa cea-
docta ; a tratar no Camioho Novo o. 79.

I
I
[?'.
I
S




1

i
'ernambuco
(uarta-
YEHDAS
Rsparlhos de bros e senos para senhoras e
meninas, receben grande fanpdade.
Au Parodia de Domes
Veudem se lilas de ferro vasias de des
es cada orna, proprias otra deposito ; a tra
i as Cinco Ponas, oficina da Companhia
IralDsge. ............._________
Libras Sterliuas
Vende-se na loja de oas de Augusto do Re*
*, C- na do Cabnga n. 9._________________
Vapor Jaguaribe'
Vende-so eate vapor em bom estado de con
ervacfto, coja cmara construida de lindas t
tspeciaes madeiras, prestndose elle anda s
rer viagens que Dio sejam de Iodro corso
Afttanie pequeos reparos; podendo, em casr
Atrario, ser aprereitado como am excellent*
aont&o, para descarga de navies, ttc
Al pessoas que preieaderem e quizerem exa
"iinai-o, podem dirigir-se bordo do mesmo
wacharo pessoa babilitada a dar-Ibes qnaes
.ver explicacOi's ; a tratar no caes da Compa
iSia Pernair.bocana o. 1S.
Engenho
Vende se o engenbo Matapagipe, sito na fre
gnecia do Cabo, distaote da cidade urna legua,
rom eicepcao de nma decima parte que perten-
ce a octro coosenbor, cojo engenbo me com o
rio Pirapama, 'em obras por demais e (erras
para safrejar 3,600 paes de assncar annualmen-
te ; mais um terreno coberto de matta Tirgem e
de maddiras deprimeira qoalidide, que dft para
levantar-se ootro engenbo, cercado bom e muito
grande. Tambem se vende o engenbo a. Pedro.
contiguo ao Matapagipe, o qual teor'boas trras,
est bem obr, do, m a vapor ; o pretendente
dirija se ao engenbo Boa- Vis ia do Cabo._______
Antiga fabrica de Cajdru-
bba
Vende-se os utensilios des fabrica e
eos preparados, como sejam :
Grande quantidade de depsitos, ma-
chinas para diversos mrsteres vaailha-
me ; grande quantidade de rolhas para
frsacos e garrafas: um vapor de torca de
4 cavados, e seus pertences, nma caldei
ra para coser no vacno ; urna prensa para
enfardar, e grando quantidade de liqui-
d diversos, prospectos e am folies de 28
a w) pollegadas, e novo, etc., etc.
A tratar na mesn-a fabrica com o#pro-
prietario que fara qnalqner negocio em a
neema, a roa de Luis do Reg n. 14.
Engenho Larangeiras
Vende-se urna parte do engenho Larangelras
sito as comarcas da Victoria e Jaboatao ; querx
pretender dirija se fundicao geral a ra de
Rrnm n. 4i. _______
Carvo
Vende se na padaria de Mello Bise-, rna
barga do Rosario n. *0, a &Q0 rs. a barrica-
OXEADLOS
MUTA ATTENCO
Os melhores cigarros, que ha hoje
tanto de fumo picado como desfiado s2e
osMINHA ESPEBANCA.
Olhai com attencZo para o envolucro dos
cigarros onde se l a palavra ESPE-
RANZA.
Ha muito quem venda gato por lebre !
as grandes merciarias, as casas de
refaicSes, as tabacriaa, nos salces de
eabellereiros? vende-se os nossoa ci-
garro.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Ra larga do Rosario n. 21 A
Tcolphone 191.
?
Esplendido soriimento de grvalas chics, reti
ron da Alfandeea.
Au Parodia dea Dome
Rus BarSo da Victoria n. 38
Fabrica de gelo
igos e limoDailas gasftsas dr
todas as qnalidades
Soda water ginger, ale, liman, laranja, cora
cao, abacaxis, granadina, grosellas, franboises
Oaunilha hnrtel-pimenta. ete., etc.
H-ACAES DO CAP1BAR1BE -II A
Pao centeio
Mello & Bisct tendo receido nova remessa d:
irinha centeio, avisa aos seus fregueses qw
ontmnam a fabricar este delicioso po centeii
jdae as tercas e sextas-feiras ; na rna arga d-
osario n. 40.
A i ten gao
Veide-se um famoso guarda-vestidos, com
mais de 0 palmos de frente e mais de 3 de lado,
tem doas bonit. s gavetas e 30 cabides, serve
para nma numerosa familia, e tambem se presta
pa*a bomem, com a vista se ver a realidade
da obra ; no Pace da Patria n. 9, quarteirao do
Jovino Bandeira.
Aos senhores deengenhos
Tri-sulphlto de cal
superior a cal de Lisboa e potas*
Para alvejar e (impar o assncar
Vendem Guimaraes & Valente
6Corpo Santo6
Cabriolet
Vande se nm cabriolet que arma a dona e a
qoatro assen'os, com boas molas, mnito Uve,
com arreios e la-ternas, e om bom cavallo para
o mesmo : a ver e tratar na coebeira da ra das
Cnues n. 18-A. ___________________
O ruwIO
Higyenico Nacional
E' isento de qualquer compoBicSt
itnnica nociva.
E' escolhido das melhores qnalidades do
rao.
Um paco te de 50 grammas casta 200 rs
Fabrica Minha Esperanza
Ra largado Rozario 21
elephonc 119
Vinho Alvaralho
Acaba de ebegar una nova remesta deste
excedente vinho para mesa, puro e agradavel,
superior ao mais uno Bordeanx.
DNICOS RECEBEDORES
Gui maraes & Valente
6 Corpo Santo 6
M Acaba de chegar ezplendido sortimento
desses movis em todas as cores e gostos,
de varios preces, prevenindo-Be a todos
que forneceram notas de pedidos que ve-
nham on m&ndem buscal-os, pois que se
acham taes artigos a sna disposicSo. Ar
masem importador roa Mrquez de
Olinda n. 54.
Cortinas de cores, novidade a 10500 t
metro.
Eshartilhi; de atm branco para noiv*
alCsJQOU.
Espabtilhos de todos os tamaitos desde
40OOU.
Mkias ratas brancas cruas e de core
todos os procos.
Camisas para hoaiens, meninos e se
nborss.
Serolas francesas de Unbo e nacionaet
a 10000.
Lkqubs transparentes para noiva.
Ca pellas com ricos veos para todos o
procos.
Ekchovaes para baptizado desde 60000
Miudezas tambem ae vende mais barato,
como sejam: fitas, baleas, borracha*
para vestidos, ligas, grampos, phanta
zias, extratos, pentes, escovaa par
dentes, flores, bioos, rendas, bordados
na loja de
Jos Augusto DIaS
Industria B.asileira
O ande descoberta
Parinha de banana comprida, apropriada par:
#pa, em pacote e lauobas com bananas seo-
:as, preparadas l>or
LADISLAO GOMES DO REG
deposito no armazem do Linu
na Haro da Victoria n.
Telephone323 ^^
Vende-se
WHISKY
Rojal Blend marea VIABO
Eate excellente Whisky Escoces pre
ferivel ao cognac, ou agurdente de can*
para fortificar o corpo.
Vende-se a retalho nos melhores arma
ene de mol hados.
Pede Boyal Blend marca Tlado
cuto nome e emblema s2o registrados par*
todo Brasil.
BROWNS & C., agentes.
FOLHETIM
FLOR DE MAO
0
POR
JORGE PMDKL
SEGUNDA PARTE
FELICIDADE COMPLETA
}OQtinuacao do n 88)
O
__ Nada de furores, inteiramente in-
til ,.. N3 temos do nosso lado a lei e o
dirsito... bUj temos por nos a forca.
Pronnnci ndo estas palavras, o Sr. Cha-
brance diriga se para a porta, qoe abri.
Este acto equivala mais grosseira das
despedidas.
__ Cumpri o meu dever, diese o conde,
saudando o iniratavel casal.
Um seu criado, replicn o Sr. Cha-
bfance, fechando-lhe a porta na cara.
Fdar deseen.
Estava desolado.
Pela primeira ves na sua vida, depou
que era livre e senhor do si, sentia-se ac-
commettido de verdadeira angustia
Voltou para o seu coup, disend com-
sigo que sqneila gente, tio acaatellada nos
teus inimitaveis principios, to cga pelos
sena precenceitos, era finalmente a mais
fiwte-, porquanto tinha por si, pomo Ib'o ha
via dito, a lei, o direito, a. forca
Emquanto o e egante vehculo regres
MAIS BARATO
IVa Io)a das Llsras zoes
A ra Duque de Csaaa n. 61
Vestidos bordados em cartao a 5|000.
Vestidos bordados em linho phantasia s
9*000.
Miamos lavrados infestados de todas a
cores a 10C0.
Polar de sedae Etamines de seda
10200.
Gorgorao preto de seda a 2*500.
AiESISAS pretas lizas e Isvradas a
1*000.
VOAILEfl phantasia largos a 500 res.
Tecidos arrendados a 400 rea
as corea.
Mobim entrancado para familiaa a 3*uOC
a peca.
Bramante de linho com 10 palmes s
1*700.
Atoalhado adamascado a 1*250.
Gardanapos de bonitos desenhos a
2*000 a duzia.
Toalhas grandes e para banho a 1*500.
Cortinados bordados e de crochet a
7*000.
Crochets para sof e cadeiras 5 por
8*'X0.
Alcatifa para forro de sallas a 1*200.
Ftijio nnilatiaho
A 800 ieis a cuia ven-
dem Neves Pedroza C,
a ra da Penha u. 33.
Mercearia
VeBde-se a mercearia da rna da Concordia n
165, com pceos fondos e propria para princi-
piBDle ; a tratar na raesma.
Trataiento radical em 6 das
DAS
BLENORRHAGIAS AGUDAF
OKJ
GHROmCAS
(VULGO PRGAgAO)
do HOien ou da mii.her
E da lacorrha oufldrea branca
Plalas Resino -Balaasnlcas
B
Injecco anl-Bleaorrhagica
PREPARADOS POR CALASANS A C.
PRODUCTOS APFR0VADO8 PELA
IHSPECTOBIA GERAL DE HYGIENK
Urna serie de brilhantes e innmeras es
periencias, coreadas sempre de bom xito
durante dez anros, assignala a estes dous
i medicamentos., usados com a dieta e dosa
| gens prescriptas, o primeiro lugar entre os
medicamentos estudados e preconisados
para curar estas terriveis molestias.
A pihuas s5o supportadas pelo estoma-
go o mais delicado, pois que ellas n8o im-
ordem nem difficultam as funccSes deste
peglo.
A injeccSo anti-blenorrhagica nSo ab
solutamente irritante e por isso nSo tem o
inconveniente das actualmente empregadas
e nao produz estreitamentos.
NSo publicamos o grande numero de
cariae, attestados e agradecimentos que te
moa recebido para nao offender aos nossos
clientes, muitos dos quas sSopessoas mu
to conhecidas e altamente collocadas.
Empregada como artigo de toilete parti-
cular excellente preservativo contra as
molestias secretas.
Modifica e faz desapparecer o mao cheiro
das regras.
Preparados por Calasans & C, Phar.
macia Calasans, Bahia. ____
DEPOSITO NO RECITE
Francisco Manoel da Silva A C, rea
Mrquez de Olinda n. 23.
Di!

de todas
Divididos em 6,000 accoes de 200^000 podendo ser elevado ao duplo
quando convier
ENTRADAS
Vio te por cento qo acto da subcrip cento com intervallo nunca menor de 30 das. Completos 50 por
cento a Companhia se utilisar, de vid a mente autorisada, dos recursos
de crdito, que silo facultados s sociedades anonvmas.
FINS
1.* Promover por todos os meios o incremento e auxiliar o des-
eo volviment ) da iadustria pastoril neste Estado.
2o Melhoraras especies actas de gado de creafo pela im-
portare e cruzamento le especies melhores.
3o Fundar urna fazenda modelo que se possam adoptar todos
os possiveis melhoramentos.
4o Explorar em alta escala a solta de gado em terrenos apro-
priados.
5o Por disposico do mercado para consumo diario gado gor-
do e descansado.
6 Fazer charqueadas quando parecer conveniente.
7 Explorar qualquer industria connexa ou derivada da indus-
tria pastoril em qnalquer das especies de gado vaceum, cavallar,
muar, langero, etc., etc.
DIRECTORA
-
Dr. Manoel Gomes de Mallos, presidente.
Coronel Augusto Octaviano de Souza, thesoureiro.
Alexandre de Souza Nogueira, gerente.
INCORPORADRES
Alexandre de Souza Nogeira.
Ernesto Arcelino de Barros Franco.
Jos Faustino Porto.
Dr. Manoel Gomes de Mattos.
BANQUEIRO
O BANCO DE PERNAMBUCO, onde se far a inscripeo, logo que
for annunciado.

Sabo de alcatro
Ha grande conveniencia em se usar este im
portante sabo em todas ss casis de familia
tanto para banho como para lavagem de ronpa
desinfectante, anaca a pelle e faz desappa
recer impingeos.
Deposito ra a aladre de Pena n. 46
Sedas
Sorabs de todas as cores, sedas brancas e de
cores, receben lindo sortimento.
Au Parodia dea Dame
Engenho Muricy
Vende Be on troca se por propiedades nesta
praca vre e desembarazado, o engenbo Mori
cy, moenle e corrente, na Escada, perto da es-
taco; a tratar na rna Dnqne de Caxias n. 30,
padaria. _____________
I*.
-



-s


'




'
.
r-*
A Florida
sava, o Sr e a Sra. Chabrance acompa-
nhavam com o olhar a rica carruagem do
fidalgo.
Que vais fazer, Alexandre, pergun
toa a Sra. Chabrance.
O que tu furias, replicn o marido
sem pestanej ar : prevenir o Sr. Dmen-
tires.
Sim, tens rasSo, tornoa a velha, to
imp'acavel como elle, esse o teu dever. ]
Gaz
Vende-se por prego comm ido, garantindo o
bom estado em calzas e latas, au so commom
como inexplosivo ; trata se na ra de Hjrtas n
15 onde se envegara limitada quantidide, on
se dar ordem para qnalqner porga .
O Sr. e a Sra. Chabranca esperavsm-no
no salSo onde vimos ser recebido o conde.
Depois de cerimonioso camprimpnto,
porque entre aquellas creaturas incapazes
de um aflfecto serio, continuavam a existir
a mais glacial pollidez :
Porque motivo mandou-me chamar,
senhor ? interrogou elle, passa-se entSo
algama cousa extraordinaria ?
Para fallar a verdade, havia dous dias
Acaba de receber directamente.
Espartilhos para 5 e 65.
dem finos bordados a seda frouxa a 85 e
9)9000.
Luvas de seda e de peilica para Sras. e
meninas.
Bicos de seda e de algodSo brancos e de
cores,
dem pretor de 18 e de seda, sem e com
vidrilhos.
Galoes, palmas, pingentes e gaarnisSo de
vidrilbo.
Le que s de gase, setim e papel para Sras.,
meninas e mooinhas.
Bolsas do chagrn, couro da Russia, vellu-
do e palha para Sras. e meninas.
Boleas de couro e de palha, proprias
para viagem.
Sintos de couro e da seluloide.
Sapatos e toncas para baptisado.
Sapatinhos de setim, merino e 12 para
baptisado.
Oh I farei isso com precaacSes, nSo devoravam-lhe o cora{Io todas as serpen-
lhe citarei nomes de mnguem... nao ihe
fallarai no Sr. Strognoff mas n8o resta
a menor duvida que elle precisa tomar
certas cautelas. NSo conhecia este rapas
de vis'a, mas o sen nome tem sido citado
pelos jornaes. E' um grande fidalgo rus-
so, colossalmente rico,- e que deslumhra
Pars com as suas festas e o sea luxo, e
entto esU gente toda jalga que tndo
permittido da parte delle...
Que l. .. Euppoes ?...
Ora esta!.. pois entilo nlo o viste !...
Nao reparaste na sua vehemencia:... Se
nSo forem tomadas certas precaocBes, esse
senhor bem capas de comprometter a
nossa fiiha. ..
Oh o miseravel!...
Todos esses pelintras de bigodes re-
torcidos, que atiram ouro pelas janellas
fra, n&o fazem outra censa na sua vida.
tea do mais feroz cime.
Aquella scena de alguns segundos, que
se psssra no pateo do oastello de Bour-
sac tiuha o traostornado inteiramente.
At entSo, no que idisia respeito sua
conducta exterior, h^via alcanyado de
Marcelina a mais passiva obediencia.
A senbora far isto, dizia-lhe elle.
E ella fasia-o.
A senhora nSo ir all.
E ella abstinha se.
A senhora n8o sahir senSo em mi-
nha companhia.
E ella n&o sabia senSo com, elle, de
carro fechado, quando a presenca d'a-
quella creatura odiosa a seu lado desper-
t va lhe no coracSo o mais leberano des-
preso.
Impellido pela paixSo feroz e pela ce-
gueira que coniuz ao abysmo os predes-
Q ie lhe importava agora Ella tinha a
coragera e a paciencia de supportar as
suas grosserias e as suas injurias; pois
nSo lhe havia penetrado no coracSo a di-
vina esperenca?...
Fdar, inclinando se diante dalla, nSo
lhe tinha murmurado:
Farei tudo...
Elle nSo mentira..
A lealdade do aeu olhar claro era d sso
urna segura garanta
Pulseir.18, anneis e brincos finos de pa
qu americano, com e sem pedras.
Orando sortimento de bordados brancos e
de corea.
Perfumaras des melhores fabricantes,
agua dentrifices, leos e pastas.
Grande so t ti ment de fitas modernas de
n. 5 80.
Mantas Regatas e Plastrons, de gastos
modernos.
Lindas caixas de perfumaras para pre-
sentes de 25, 35, 15, 55 e 65000.
Porta joas pellacia e de lectoplata.
Coitareira de pellacia.
Caixas com msica para presentes de 7#,
85, U 105 e 125000.
Grande sortimento de boto es modernos
para vestido.
Caixas de lnha de cor para crochet a
1O00.
A RA DUQME DE CAXIAS N. 103.
Arafa
Do superior qnalidade: vende-se no pateo da
. ntiga assembla. rmazem n. 21.
extraordinario ?... De que tiveram scien-
cia?...
A Sra. Chabrance deavi&va os olhos.j.j|
O marido agita va lentamente a cabeca.
Nao havia nada.
EstSo mentindo-me, com certeza,
roanoa Dmeitires. TerSo tomado o seu
partida? QaererSo tambem enganar-me
a trahir-me ?...
E dardejava sobre o casal de velhos
nns olhos inqaisitoriaes, em que brilba
Injurias, ameacas, ella tinha sapporta m as scentelhas de urna paixSo selva-
do tado Bem pestanejar, porquanto o Sr. gem. ^
Dmentires chegars so ponto de agarrar- Nao ha cousa alguma, repetio o Sr.
lhe no brace e torcer lhe o pulso, pergun- Chabrance com antoridade... .Entreten-
tando-lhe o motivo da sua da a eacada to, uSo lhe oceultare, caro senhor, que
Omelhornao sebes?- expedir \ tinados, elle havia prohibido Sra. D-
mentires que apparecesse, quer no sali,
qaer no pateo, para despedirse do hospe-
de inesperado.
E eis que, pela primeira ves sem duvi-
da, ella lhe desobedeca abertamente :
Mal os cavaos haviam transposta o por-
teo, mal as trencas deste tinham sido pos-
. tas nos, seas respectivos logares, elle pre-
A sua pbysioEomia dessassocegada, as' cpitava se sebre ella, dizendo-lhe com a
saas feicSes decompostas, os pontos bilio-! vos enrameida, qual a moca achava-se
sos que eatriavam-lhe os olhos, sttestavam' j scostumada :
- quanto carta do sogro, por mais indiffe-1 S nhora... que significa ?...
rento que parecesse, lhe havia transtorna- j Ella paseou diente delle, desdenhosa,
dn o espirito. 'impassivel.
um recado argente a nosso genro. Elle o
receberA amanha s 10 horas... A's qoa-
tro da tarde poder estar aqoi.
A Sra. Chabrance nio se engaara.'
A's quatro e meia da tarde do da se
gn te para va um fiaore em frente casa
da avenida Bosquet, e o Sr. Dmentires
NSo resta du-
que dava para o pateo.
Nadal... Nadal...
A d5r tingia-lhe as faces de ligero ru-
bor, porm a moca nSo ae dava sequer ao
trabaho de diser lhe come fasia s veses,
quando o miseravel deixeva-se arrestar a
brntalidsde demasiadamente violentes:
__ Senhor, olhe que est me msgoan-
dol... t .
NSo teve remedio senSo ebandonaI-3.
Assoviara chamando os caes e sahira,
martelando-lhe incessentemente o crneo
e scudindo-lhe com insistencia aos labios
as segaictes palavras:
Ha alguma coisa
vida, ha alguma coisa.
Oque?..-
N3o lhe acudir ao eapirito a idea de
que a mulher atrevera-se e escrever a
Fdar,
Nao poda acreditar em semelbante im-
prudencia, em tal revolta.
Entao o que sera ?...
E a carta do Sr. Chabrance, qae nio
chegava a escrever eo genro tres veaee
por anno, tinha ido confirmar as suas
sus paitas...
E elle repeta, olbando alternativamente
para o sogro e pera a sogra :
Qae se passs ? Ha algama ooisa de
nos schamos um tanto inquietos no que
respeita nossa fi ha.
De qainze em quiaze das dou-lhes
noticias d'ella.
N5o o estou censurando, agradeco-
lhe, ao contrario, o inoommodo a que tem
a bondade de dar-se... mas em'fim eu e
minha mulher dissemos comnosco qne, so-
sinba no fundo d'aquelle campo...
Dmentires soltou urna risadinha de
escarneo.
O ssnhores tambem... vio come-
car agora a lastimal-a I... porm, ella
est em fsua casa !... n'aqullo que
su I... Ha milh5es de mulheres que vi-
vem como sua filha... E porque ella
infeliz?...
NSo bb asoste... aSi se zangue so
brotado. Sabe perfeits mente que nSo
nossa intencSo ser-lhe desagradavel. Mas
finalmente, se lha pedamos que viesse ter
aqai, porque tnhamos raz88 para isso
Sim... imaginamos... qae urna pequea
viagem .. fari muito bem a ambos.
Urna viagem !...
Nao responden: < Os senhores estilo
doidos I >
O Sr. e a Sra. Chabrance, porm, con
prehenderam perfeitament 3 que a phrase
estara lhe na ponte da lingua.
Doce de Caj
Vende-se excellen-
te doce de caj secco,
feito a capricho. Na
Ladeira da Ribeira so-
brado n. 28 na cidade
de Olinda.
Boa casa para este-
le cimento
Alnga ee a casa n 31-A da rna de Bemfic,
na Magdalena, propria para qnalqner estabele-
cimento, com agua e gaz encanados, camb
para embarque e desembarque, sota e grande
quintal murado ; a trater na mesma casa.
Agora o homem meneava enrgicamen-
te a cabeca, repetindo :
Urna viagem!.. v Nanea I... Nun-
ca. Por que diabo querem os sech >res
qae eu viaje ?
Vou dar lhe am bom conselho, in-
sisti o Sr. Chabrance: a ociosidade e o
tedio s3o mos conselheros para ama mu-
lher moca.
Dmentires agitou-se desesperadamen-
te na cadena.
Andam muito mal fcendo-se esper-
tas commigo, replicn elle. Ha algama
cousa. Tratam de oceultar-m'a, porm hei
de aabel-a.
Vamos l, meu genro; vamos l,
acalme-se. Nada de zangar se... Repi*
to-lhe que nSoaha cousa alguma... Afir-
mo-lhe sob palavra de honra... Ahi tem...
Est tranquillo agora?...
Julga 1883, por ventara ? replicn
elle brutalmente. NSo, n2o estou tran-
quillo e nao o estarei nunca- com a mu-
lher que tomei por esposa... Porque...
E ent3o pos a n a chaga do seu cora-
cSo :
Porque ello nSo me ama, nanea sn
amoa... e porque nunca me amar...
O Sr. Chabrance abri os bracos, oosse
se redargase:
Por esse lado, nada lhe pedemos
faser.
Quanto sogra, tomou a palavra e disse
sentenciosamente :
Moa genro, minha filha tem por ai
respeito e amisade sincera, estou certa
dsto... O senhor.n8o esperara, creie
eu, ver nella urna creatura apaixonada e
oucamente perdida de amores... Esses
ardor js alo duram .. Ella tem por si,
repito-lhe, estima e respeito, e isso deve
s-ttiafaser lhe.
fConnuar-et-ae.)
--.





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Typ. do Dtario va Duque de Csxm u. 4t


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