Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18135


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Full Text
jS\) Lx\ V AJ. A jKjlO 78
mmm
PROPRIEDADE DE MANOEL FI^JEIRA l E FARIA FILHOS
PARA A CAPITAL E LGAHKS ONDE NAO SE PAGA PORTE
' Por tres mezes adiantados 6|000
Por seis ditos dem ... 12|000
Porumanoo idera. -. 234000
Cada numero avulso..... 100 '
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICACOES NA FRAN-
CA E WGLATEHRA:
Os Srs. Amede, Prince & C, residen!
Proveace.
-

MSTRDCtiO POPDLAR
- I2SALBASmSIJ4CB
PARA. A VIDA
IDEAS PREUIItRBS
(ContnuacdoJ
SEGUNDA PARTE
vi
DEIA DA HMANIDADE AS SUAS SOCIEDA-
DES FUNDAMENTAES
105
-
Satas virtudes
esta*. expres.-Os livres da viriude em meio de
circumstaocias contrarias mertcem grande esti-
ma e imitacao. Assim, o valor heroico na guerra,
a ustiga do soberano despotizo, o amor do pai
mulher e ao- ti I tus onde existe o Estado aotorita
rio e despotismo domestico, a bumanidade como
escravo, a fortaleza nos pid^imcntoi, reoaa
ca de gows licites ..u ai, qaadu a aijste.ncau
ex'gida por fias superiores, o animo igOdl as
contrariedades da vida, essobras platicadas por
amor humano em meio de circunstancias ad-
versas ; todas as virtudes heroicas, |ue o bometn
exercita na lucta contra os poderes da trra, pa-
teoteiam a forca interior da nossa aatureaa no
seu cammho para mais altos destim s, meinor do
qne as virtudes facis, pouco prora las, de urna
vida tranquilla.
107
araeter moral publico
forma Interior di peaoa*> aaolaea
A' s^meiouija noque saccede com o indi vi
luo, -ala sjtiij ou pessoa humana superior
' -rma Umoem am carador moral, orno exprs-
o dos neos habaos de vida : e quando esta
expresso roncurda coa a uatureaa, o carcter
do povo bello e virtuoso- Por conseqoeucla a
familia deve formar e exprimir um carcter mo-
ral nico e propno (costomes domsticos) e caJa
povo igualmente ha de conservar por, deterau
nado, e embHlezar cada di% em conformilad'e
com toda a su* historia o seu carcter moral
commum (costames pblicos).
A viriude, assim como a belleza, toma aera
mudar a sua esseocia nem perder a unida-le, -
nregsoes infinitas livres, pela mesnia forma como
a aaturesa e o espirito exprimem a vida livre-
mente em idinitos individuos, guando um povo
chega s formar um carcter virtuoso (as cost-
me digno e bom) como expressao individual de
I toda a sua vida racional, eatao esse carcter
commum arrado e
. reproduxi lo por cada oar-
uperiores histricas ou meinor, ticular no povo, at ao individuo, sendo proprio
da uatu'-esa humana que a pessoa couda viva
em con ormidade com a vida total at onde fr
possivel, salva a liberdade individual que o ho-
rneen nao pode perder.
Se um povo ha de representar urna ver.iadeira
pessoa humana (um homem superior e agente o
sea destino) deve em primeiro logar miruer e
desenvolver o seu carcter nacional, em forma
de urna moral publica ; porque sem raiao della
.e toma respeitavel o povo dentro e fora como
urna potencia moral humana, debaixo de urna
vontade consequen te mente expressa e excitad t
Mas sempre que a moral puDlica reinaste exi-
gir actos contra a razio e a bomanidale, o pir-
ticular dentro do povo deve escuUr a voz de Beus
que prohibe a alieoacao da liberdade, antes de
escotar a vos do p->vo ; deve antes deixar a vida
fABTE
-1
lo que s-'guir contra a voz interior a vontade
imruoral do ootro homem anda que superior;
porque tao'o para o homem superior como para
o inferior, orna so a voz de Ueos, que declara
o Hvre obrar romo fo raa da vida e condigao de
todo o mrito e digni ade humana.
108
Assim como o individuo nao deve deixar a
sua cultura moral (isto a formacao do sen ca-
rcter moral) ao accaso ou a influencias estra
nhas, assim tamben o pevo nao o deve con? re-
fereooia'iiMuMiis costomes nacionaes.
Pelo i.oatrfRa : o povo deve app icar se em
commum e por meios regularmente estabelecl
loi a conbecer o estado de seos costantes em
todo o lempo e no presente, (historia e estatis-
.tica-iaml) deve correr, porgar, e caracerisar
cada vei mais os bons costumes, e em coufor-
midade corn os lempos harmonisa! os com os
costomes de ou'.ros povos e do seiuio.
A expressao temporal da moral publica tam-
bera deve ser susceptivel de modificacao segundo
os lempos aiteotimente estudados ; se nao fr
assim, perdera os costomes a sua vitalidade
interior e a sua salutar influencia no todo, aca-
bando por s! i8olarem e torn trem esteris para
a historia moral do povo.
Qoando o espirito, que geroo um dia determi-
nados hbitos e costomes, mudon com o tempo.
o costume que o opprimia affasta-se da vida ac
mal, perde o seu sentido e o respeito de que go
sava, e chega at a prejodicar o deseavolvimeu-
to das outras torgas sas do povo. Vede como os
povos da India,capases, como o metbor de orna
cultora moral e Samana. posto que ainda boje
couservem maito do a itigo espirito que fundn
o seu carcter rao alvivera estacionarios de-
baixo de um costume antiquado, sem relaco
com a historia do povo e com a historia humana,
reduzidos a transa,ttir de urna geraco a ootra
o amigo, o incompleto, o desvirtuado I
(Continua)
em Pars, 34 ru de
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes addiantados. 13|500
Por nove ditos idem 201000
Por um anno dem...... 20J.000
Cada numero avulso .... $|00
es
paca
do fu
* O Portel o o guarda do theatro e, sendo possivel,
edificio, licando a seu cargo abril-o e fechal-o.
o ordenado Hxo da tabella annexa e tera de cada
funecao que se realisar a grati i. acSo de 24000
emprezario ou promotor da rancho,
os espectculos e os ensaios se conservara na porta
do theatro
... ~J- ** Ao servente, que igualmente poder residir no edi-
ficio compete varrer, esoanar, limpar todo o edificio, arrumar a
??? rI^al5?8'p,ata' camarotes, galleras, toucador e cama-
nns provendo d agua a estes e aos corredores as noutes de es-
pectculo, e durante os ensaios.
Ter o ordenado marcado
do Governo, independente de informapo do administrador e
sem previa participaco autiridade policial competente.
Art 47. O theatro Santa Isabel sera concedido gratuita-
mente-
FFICIAL
-
Governo do k tari o de Peruambuc
2* Secc&o.Palacio do Governo do Estado de Per
nambuco em 18 de Margo ce 1891.
O Deaembargador Jos Antonio Correa da Silva,
gobernador io Estado, de c< nformidade com a proposta
do Dr. chefe de polica em c fficto de 16 do crrante, sob
n. 478, e .-.tt-'r.denlo a convi ciencia do servico publico
Deerita
Art. 1 O districto poloial de Sobrado, do termo
de Qaranhuns, principiar no no Caahfitc, no ponto de
interseclo da estrada de Bai arema, continuar por esta
at a casa do finado Paire J ti de Lima e Silva e d'ahi
em lioha recta pela barra do riacho Pan Podre at o
riacho Are, pelo qual segui at onde limita o Estado
de Pernambuco com o das Al igoas.
Art 2- Ficam re/ogad M as disposices
erario.
O Secretario do filovjrncj fa$a pnb icir u>cd D cret.
expedindo as ordens e commumcacoes necessarias.
Jos Anto lio Correa da Silva.

Pernambuco
*:'


3.* eccao Palacio do Govt rno do Estado de
em 28 de Pevereir i de 189i.
0 Desembargador overnadot do Estado, resol ve expedir
o seguinte Regulamento que ser observado no theatro Santa
Izabel e nos demais theatros da apital. conforme o artigo 78
revogado e. de t6 de Marco de 18 5 :
CAP1TT. LO I
Do theaira Santa lzabin e sua administracQao
Art. 1." O theatro Santa fzs bel e destiuado a espectculos
pblicos, lyricos, dramatices, acr >baticos gynasticos, mgicos
concertos rocaes e.instnitnentaep. sessoes e conferencias lit-
lerarias e .scientilicas, e a bailes jle carnaval na estacao propria*
^ Art. i. A sua. adininislraccao ser confiada a urna Inspe-
ctora dos theatros; coinposta delires memoras e um adminis-
trador, nomeados pelo Governadqr do Estado e conservados em-
quanto bem servirero
Art. 3. Os inspectores ou) membros da Inspectora dos
theatros nao tein direito a vencimento algum e sao nomeados
d'entre as pessoas que tenham-s distinguido por sua elevada
cultura intellectual e csthetica e elos conhecimentos technicos.
Art. 4. s Inspectores sac os fiscaes dos theatros e in-
cumbe-lhes conjuncta ou isoladanlente :
1. Dar parecer deduzii o e motivado sobre as pecas
que tiverem de ser representadas e de ser submettidas ao visto
da Polica, nao podendo por. m m caso algum emendal-as on
ulteral-as em nada, nem na forros nem na pensamento. conclu-
indo o seu parecer nicamente pe a approvacaoou representacao:
tendo sempre em vista :
a: mrito litterario e a rustico da peca.
b: A sua moralidade em helacao aos costumes e insti fui-
es do paiz.
c: As suas condi(0es estbeticas.
<* A sua possibilidade de subir a scena pela empreza
ou companhia que a tiver apreseii lado.
t.9 tiscalisar os especl iculos, na parte que lhe couber,
de forma que sejam observadas as presen pcOes deste recula-
mente.
1 3. Assistir pelo menos as primeiras recitas de cada
peca para melbor pjiierem exercer a fiscalisagao do g antece-
dente .
4." Declamar peraute a authoridade competente contra
quasquer gestos ou intonatoes, com que os actores disvirtuem o
pensamento dos autores, ou o sentido das pecas, se offenderem
a moral e bons costumes; e impdr-lbes multas rasoaveis se offen-
derem simplesmente a esthetica da arte.
5- Comparecer aos ensaios todas as vezes que quize-
rem c fscalisar rigorosamente a raontagem das pecas, segumlo
ellas exigirem. ^*
6." Zelar pelo fiel cumprimenlo dos deveres impostes
ao administrador e communicar ao Governador do Estado as fal-
tas graves commettidas por aquello empregado.
7. Impor as multas que Ihes competirem pelo presen-
te Regulamento
| 8. Resolvers desintelligencias entre o administrador
e os emprezarios ou promotores de funeces, quando naa forem
da competencia de outras authoridades e bem assim as ques-
toes entre os emprezarios e os artistas, quando nao devam ser
julgadas pelo poder ludiciario ou pela authoridade policial.
9" Providenciar nos casos nao previstos neste Regu-
lamento e que couberem na sua aleada.
Art. 6.- As funcc6es dos Inspectores podem ser exercidas
cumulativamente ou por cada um de per si, segundo accordarem
entre si, sendo todos, porm, solidariam nte responsaveis.
Art ." O administrador o fiscal inmediato da econo-
ma do theatro Santa Izabel e da conservaco de todos os seus
movis, apparelhos, e utensilios, inclusive costumes. decoraees,
e mais accessorios de scena. illuminacaoe encanamente d'agua.
Pcrceber o ordenado annual lixado pela tabella annexa.
Art. 7." Ao administrador compete :
J t.8 Zelar pela conservacao do theatro. quer exterior
quer interiormente c de todos os objectos qne Ibes forem per-
tcncentes ; os qu es deverao constar de um inventario fornecido
lela rep-ulicao das Obras Publicas e serao inscriptos em mn li-
ro proprio, onde elle ir annatando as que forem accressen a-
do ou dnninuindo. com asobservacoes necessarias.
2.- Conservar o tneatnj no mais completo estado de
aeccio.
3. Fazer no fim de cada anno, e apresentar a Reparti-
c4o das Obras Publicas, um relptorio circumstanciado de todo o
noviroento do theatro, indicandol os reparos e reformas, de que
precizar, quer no exterior quer np interior, e expondo as ideas
fue tiver a esse respeito.
| 4." Inventariar, ao conjecar cada estaco thearai ou
logo que do theatro tenha de toviar posse qualquer companhia,
decoracOes. guarda-roupa, laderecos. movis perteoces e
nais accessorios, se os houver. que tenham de ser entregues aos
empresarios para d'elles se utilisirem.
o. Attestar se o Empreiario ou companhias tem cum-
rido as clausulas do seu contrasto ou condices da concesso.
'clarar no attestudo as multas que Ihes tiverem sido impos-
6/ Representar ao Governo ou a" Directora das Obras
Publicas directamente ou a' Polica, ou a' Inspectora dos Thea-
tros a cada um conforme o assumpto contra os abusos praticados
no theatro e infraeco ao seu Regulamento. indicando as provi-
dencias que julgar mais opportunas.
g 7/ Exercer, durante os trabalhos dramticos quer espect-
culos quer ensaios, e durante quaesquer outras funocoes toda a
vigilancia, aftm de qne reinem no interior do theatro toda a de-
cencia e moralidade, podendo multaros infractores do que dar'
immetliatamente conta ao Thesourodo Estado.
g8.' Ministrar as autoridades competentes todas as infar-
macoes que lhe forem pedidas e dar a respeito do theatro os cs-
clarecimentos possiveis. ,
9/ Facultar a visitajdo theatro a's pessoas que lhe solici-
tarcm,a:ompanhando-as ou maudando-as acompanhar.
10 Conservar as janellas e portas internas do edificio
inclusive as dos camarotes e galerias cons'antemente abertas
durante o dia afim de estabelecer a maior circulacfto de ar pos-
sivel, ventilando as coxias, o palco, os paroes e as suas depen-
dencias.
g II Conservar os pannos de decoraco endurados nos
seus respectivos caderna'es. nao os consentinda*enrolados, do-
brados ou guardados em lugar hmido, os tranis nos seus res-
pectivos tanges, expostos ao ar e mandando-os espanar conti-
nuamente.
12 Trazer os objectos de contra-reg^ra quando o thea-
tro os tiver, os movis, guarda-roupa. utencilios e accessorios
bem acofdicionados, classilicados c limpos.
i 13 Nao consentir na saluda por emprestimo ou alu-
guel, salvo ordem superior, de objectos pertencentes o thea-
tro.
g 14 Nao permittir a entrega on retirada dos que per-
tencerem a's conipaffhias Ju>eiioi0mda9-oi^BH^pMl"^|B4M^
meiramente estejam satisfeitas as multas inipwtas aos" ernpff-'
zarios ou aos seus empregados.
g 13 Tomar conta da receita e despeza dos espectculos
ou recitas dados em beneficio do theatro e depois de pres-
tar contas, recolher o seu producto liquido ao Thesouro ou a
quem o Governador do Estado previamente determiuar.
g 16 Gumprir e fazer cumprir as determinacOes que lhe
forem dadas por quem para* ist tivTr direitd.
g 17 Comparecer todos os das uteis no theatro a's ho-
ras mais convenientes para espediente e ahi conservar-se du-
rante os espectculos ou quaesquer outras funccoe3, so podendo
auzentar se nos espectculos com licenga da autoridade policial
, que os presidir.
g 18 Fis alisar o servico da illuminago e o da cana-
lisagao das aguas bem como do machinismo de scena, exami-
nando antes do espectculo se mnecionara regularmente.
g 19 Providenciar sobre todas as oceurrencias extraor-
dinarias nao previstas neste regulamento que reclamem promp-
ta solucSo d que dar opportunamente conta a autoridade com-
petente.
Art. 8\ Ao Administrador absolutamente vedado intervir
na economa das emprezas e companhias que derem espeta-
culos bem como servir de intermediario nos seus interesses e
relaces com o publico.
Art. 9.--0 administrador tera direito a um camarote deboc
ca'que. communique com o palco o qual em caso algum poder ser
ocenpado por pessoas estranhas aaministracao.
Art. 10. -o tomar conta do theatro qualquer empreza u
promotor de espectculos ou funejoes, o administ rador entregar-
Ihe-ha mediante recibo, todas as chaves internas do theatro inclu-
sive o trinco dos camarotes e por lhe ha a disposicao os empre
gados do theatro sem prejuizo dos servigos qne a estes incum-
Bom pelo presente regulamento.
Art. 11. Todas as vezes que, por servicos extraordinarios
se lizer mister a preseca de ftais al^um servente alm do effec-
tivo, o administ ador requisitara da Repartigao das Obras Pu-
blicas, sem onus para o estado ou para a empresa que estiver
funecionando
Art. 12. Havra no theatro tres livros a cargo do adminis-
trador, abertos c rubricados pelo Director da Repartido das
Obras Publicas, a ssber; um paranelle se laucara copia de toda
a correspondencia ofhcial da administragao, outro para se inscre
ver e inventariar os objectos pertencentes ao theatro, decoragoes
movis, pertences, guarda roupa. accesso ios etc ; e outro para
se lancar a copia dos relatnos annua'es, de forma que sirvam
todos para documentar a historia futura do theatro.
Art. 13. A hygiene do theatro e ta; a cargo da Repartigao
de Hygiena Publica do Estado, cujo director sera' o medico do
theatro, tendo direito a urna cadeira ef ectiva em todos os espe -
ta'-ulos ou funegoes publicas e entrada franca em todo o- edi-
ficio.
Igual direito tem o Eagenheiro Director das Obras Pu-.
Micas.
CAPTOL" II
Dos mncktnisl s, porteros, e seroriUs
Art, 14. O theatro Santa I ahel tera' um pessoal teclinico
subordinado ao administrador e composto de um i.' Machi-
nista. um 2. Macliinista um i'orteiro e um Servente, nomeados
os tres primeiros pelo Governador do Estado e o ultimo pelo
Director das Obras Publicas, d'entre os empregados do seu -pes-
soal.
Art. I, O te machinista 6 o encarregado da illuminago
geral e parcial do theatro, de tudo quanto diz respeito a des-
tribuicao d'agua, como deposites, lavatorios, bombas e latrinas.
Art. 16. Compete-lhe : accender e apagar o lustre, aran-
deltas a ribalta, as gambiarras, os tanges e Iluminar todo o edi-
ficio as noutes de espectculo ou de outra qualquer funegao, e
nos ensaios conservar os depsitos clieios a'agua para prevenir
os casos de incendio e facilitar a lavagem e a- ceio do edificio e
graduar a forca da luz do palco durante as represeatagoes, se-
gundo as presCripces do ensaiador ou emptvzano.
Art. t7. O 2. machinista o encarregado dos scenarios.
apparelhos, machinismos; do urdhnente e do seu movimento :
das mobllias, objectos de conlra-regra, guarda-roupa e mais ac-,
cessorios; incumbindo-Ihe conservar todo o material de scena
na mais completa ordem e regularidade para runeciooar.
Art. 18. Tanteo l.como o 2. ma hinista estao suieitos
immediatamente aos emprezarios, podendo por qualquer falta de
exaegao no cumprimento dos seus deveres ser mualos por estes
e suspensos pelo administrador, com recurso para a Inspectora
Art. 19. Os machinistas sao os principaes responsaveis
pelos objectos confiados a sua guarda e soticitude, e sao obriga-
dos a comparecer no theatro duas horas antes da designada para
o comeco de qualquer espectculo, ou antes se forem reclamados
os seus servicos ; nao podendo se retirar senao depois de rindo o
espectculo, retiradas todas as pessoas do theatro e apagado o
gaz.
Art. 10 De cada espectculo que se realisar, ou por outra
qualquer funegao em que tomarem parte e prestarera os seus ser-
vigos, receberfto a gratiticagao da tabella annexa
na tabella annexa e percebera
^a~l?Cta.Cul0 ou tm<& 1e se reaUsar a gratificago de
FW.a Pelo emDrezano ou por quem se.utilisar do theatro.
".* A8 multas em que estes emoreearins inmrropem
3#0lW
trador
- que estes empregados incorrerem.
seraodjtopdasda8gratificac.es se forem impostas pelos era-
prtzaryf ; e dos seus ordenados quando impostar'rielo \dminis.
- outra qualquer autboriaade. .
CAPITULO IU
Da Poluta do Theatro e da 'ios esuctaculos
T c A Plicia do t"eatro, espectculos, bailes ou quaes-
quer oafras funcgOes publicas, que nelle tiverem lugar, comnete
exclusivamente ao Chefe de Poucia por si ou por seus agentes
devendodesignar urna autoridade policial para presidit-os?
Aff." j Nas,noile9de'e3pectaculo ou outra qualquer func-
co pubca de qualquer genero que seja, urna 'orga ser-, colloca-
da no theatro, disposigo da autoridade que o presidir cum-
prindo lhe manter a crdeme a decencia.
Art. 26. Nenhum espectculo fuuccionar sem que esteja
presente um destacamento de bombeiros com os seus apparelhos
o qual sera requisitado pelo Administrador.
Art. 27. O Chefe de Polica podera-requisitar das emprezas
ou promotores de funego o numero de entradas que julgar in-
dispensaveis, comtanto que este numero nao ex'-caa de 10
Art. 28. Os delegados de polica e o subdelegado do dis-
iricto em que* estiver o theatro terSo entrada franca uo mesmo,
qualquer que seja a autoridade que presida o espectculo, nao
podendo, porm, exigir lugares reservados ou especiaes.
Art. 29. E' prohibido vender bilhetes e entradas que ex-
cedam* lotagao do theatro.
Art. 30. E' prohibida a venda de bilhetes para os espect-
culos ou outras quaesquer funcgoC3 publ
tiva bilheteria.
cas a nao ser na respec-
Art. 31. E' absolutamente prohib o cambiar bilhetes e se-
da bilhe'eria, sob pena
por par^e dos emp'ega-
alem da apprehensao e
a imposigo de multa, a
-roupa, pertences e seus
pertences c
do theatro e
nhas ou vendel os por preco superior ao
de apprehensao e perda nos mesmos.
% Unioo A infraegao deste artigo
dos do tucatro ou da empreza dan lugar
perda dos bilhetes ac-iados em seu poder
arbitrio da autoridade policial.
CAPITULO IV
Das decoraqo's, mweis descea, guarda
accessorios
ArL 32. As decoragoes, movis, guirda- roupa,
mais accessorios de scena fazem parte integ ante _
serao entregues aos empresarios para uti isal os. mediante inven-
tario e recibo de deposito.
Art. 33. As decoracaes, quer em telas quer em trainis ,
movis, objectos de contra regra, guarda roupa, pertences e mais
accessorias de scena, confeccionados pelas emprezas ou pelos
promotores de espectculos sao de sua exclusiva proprieade.
podendo ser retirados do theatro em qualquer tempo, salvo o
caso de haver necessidade de apprehendelos para garanta de
qualquer clausula do contracto ou condi.}o de concessao e paga
mente de multas.
nico. O administrador 6 o competente para fazer essa
apprehensao, do"que dir parte ao Thesviuro do Estado.
Art, 34. Se forem, porm, subvencionadas essas emprezas
ou tivereiobtido favores do Governo, ou se forem as decoragoes
rcitas sobre pannos e no tardoz dos pannos do theatro, u's para
ellas forem" aproveitados ob trainis ou timplesmeute jaadeiras
do theatro, ticam ipio f cto pertencentes a o mesmo t leatro, sem
que os emprezarios tenham direito a indemnisa.ao alguma : o
tambem nao_podero exigi^ por bimfeitoria alguma que
Art- 35 E' facultado a qualquer empreza ou promotor de
espectculos renovar e retocar as dccorigOes existentes, bem
como faser novas decoragoes sobre aquell s que estiverem fra
de serygo ou de nenhuma sorte se presten i ao seu mister, pre
ce.iendo licenga da Ispecteria dos theatros
Art. 36. Logo que seja possivel, no modo de reserva aecu-
mulado pelos rditos do theatro, se prover o mesmo de mobilias,
movis de scena, objectos de contra regra b mais accessorios n-
dispensaveis; ebem assim se proceder ao renovamento das de-
coragoes existentes e confeegao de novas, i
Art. 37. E' acuitado as emprezas, companhias, associa-
gOes dramticas ou promotores de espectculos pblicos illumi-
narem o theatro internamente luz elctrica, de form i a sub
stituir efficazraente o systhema actualmente da illuminago, com-
tanto que o fagam sem deteriorarem o edificio.
CAPITULO V
Das emprezas, empezaras assovacSn dramatic-u etc.
Art. 38. Os emnre/arios, associagOe dramticas, ou pro-
motores de espectculos pblicos, qualquer que seja o seu gene-
ro, urna vez de posse do theatro, sao os responsaveis immediatos
por elle e pelos seus pertences, pelo que devem:
1.' Responsabelisar-se pelo extravio e deterioraco dos
objectos que lhe forem entregues para o servigo scenico.
J. Prestar no Thesouro urna fian a em dinheiro, apoli-
ces ou pessoa idnea, para garanta das militas em que incorre-
rem por si ou seus empregados e idemdisagao de extravos e
deterioragoes dos referidos objectos.
3. Dar em cada cstago ou temporada theatral, se for
empreza ouassociago que trabalhe successivamente, um espec-
tculo em beneficio do theatro e outro ent beneficio da Santa
Casa de Misericordia, livres de despeza e com a primeira recita
de urna pega, em dia determinado pelo Goiverno.
4." Organisar a orchestra dos espectculos pelo menos
com 20 professores nacionaes.
i o. Remetter a o Inspector dos theatros, pelo ment s oito
das antes dos ensaios, as pegas que tenham de ser representa-
das e com igual prazo envial-as polica.
g 6." Determinar as noutes em que tero lugar os espec-
tculos, as ques era caso algum podero sef successivas, com
excepgo das de sabbado e domingo \
7 Reservar para as autoridades competentes os luga-
res a que tiverem direito pelo presente Regulamento.
g 8. Fixar e annunciar antes de iniciar a estacao ou se -
rie de espectculos, o preg~ dos lugares e eutradas. nao podendo
em caso algum augmenta! o.
9 Manter urna porteira no totl tte das senhoras, in-
cumbindo-lhe fiscalisal-o e nO lhe permittir o ingresso seno as
senhoras.
Art. 3J. A' nenhuma empreza o tbeatco ser concedido por
mais de um anno, podendo entretanto ser a concessao proroga-
da, erhquanto a companhia satisfizer o publico, sendo cassada
qualquer concessao, caso a companhia nao d comego aos espec- '
taculos, dentro dos oito primeiros dias da concessao.
Art. 4 As emprezas, associagOes ou promotores de es-
pectculos e quaesquer outras funcgOes sao as competentes para
nomear os seus empregados, taes como bilheteiru, porteiros
dos esper.taculos, camaroteiros, guarda de tot nt- homens do
movimento e serventes etc., responsabilisando se por elles pe-
ante o administrador, mas sem que este possa intervir em caso
algum as suas nomeagOes, funcgOes e vencimentos, salvo nos
casos especificados neste Regulamento-
Art-41. o empreiario, subvencionado ou nao e em geral
qualquer pessoa que tenha obtido o theatro, nao poder cedel-o
a outrem, seno mediante autorisagSo do Governo.
Art. 42. Quaesquer que sejam. [ orm as co.di Oes com
3ue tenua sido feita ^ concessao do theatro, poder o Governa-
or do Estado conceder qued at dois (i> espectculos qual-
quer c mpanhia nacional ou cstrangeira que acnar se de passa-
gem.
Art. 43- Ao biiheteiro compete :
g i.* Estar presente na billieteria do theatro, pelo meuos
durante os dias dos espectculos, das 9 horas da mauha s 2- da
tarde, e das 4 at o fim do espectculo.
g *.* Requisitar do Administrador a planta exacta do thea-
tro e mostral-a a quem o exigir, de modo ijue o espectador pos-
sa escolher a sua vonntadej fugar que estiver disponivel.
Art. 44 O bilheteiro nao prestar contas seno aos em-
prezarios ou a quem lhe t ver dado os bilu tes para expora
venda.
Art. 43. Os porteiros sao obligados a se acharem nos seus.
lugares meia hora antes da designada para se abrirecn as portas
de entrada e a se portarem para com o publico com toda a urba-
nidade e polidei, gob pena de nao poderm exercer o lugar.
CAPITULO VI
Do< rspertacnl s bi-Us e outras f>nccoes
Art. 46 Nenhum espectculo, concert, baile, sessao ou
conferencia luterana, ou outra qualquer funegao publica ou par-
ticular ser dada no theatro Santa Isabel sem previa concessao
ia
o
O
i ^ A3 emPrezasou associagOes dramticas de que tra-
ta o art. i. deste Regulamento.
S 1 Aos artistas avulsos, m mentaneamente reunidos em
companhia, eu qne queiram trabalhar isoladamente.
g 3.8 As sociedades dramticas particulares para os seus
espectculos.
g 4.o Para sessoes e conferencias litterarias e scientilicas
J_5. Para coucertos vocees e iustninv ntaes. com tanto aue
nao sejam em beneficio individual ou collectivo.
Art 48. So ser, porm, concedido mediante ahume], Hxa-
do pelo Governador do Estado : _,*
i l. Para espectculos avulsos em beneficio individual ou
collectivo de associages que nao sejam pas.
| 2. ta sessoes ou conferencias litterarias e scientifleas
particulares, sem assistencia franca do publico.
3. Para bailes, principalmente de carnaval ou de masca-
ras, na estacao propna ou fra d'ella.
Art. 49. A concessao do theatro para espectculos e concer.
tos aorange o tempo necessano para os ensaios.
Art. 80. Nenhum espectculo annunciado poder ser trans-
ferido, senao com h enea da polica e at duas horas antes da
designada para o seu comego salvo caso de forga maior, e ass im
mesmo se nao for possivel a mudanga do programma.
i ii .5' Programma do espectculo, urna vez annuncia-
do, nao poder .ser modificado, salvo caso de torca maior, sem
annuencia do publico que a elle tiver concorrido; devendo o em
prtnrio restituir o dinheiro aquelles dos espectadores que nao se
conformarem com a mudanga.
___. Art-52. Em caso de transferencia a' ultima hora ou em
qualquer tempo, sera' o dinheiro restituido sempre.
. a Nennum .espectador poder' entrar no%eatro sem
estar decentemente vestido e nenhum poder oceupar sen8o o
lugar a que tiver direito pelo seu bilhete para o que tero todos
os lugares numerados, a excepgSo dos do paraso
Art. 54. E absolutamente vedado o ingresso no theatro s
pessoas embriagadas, armadas, portadoras de proje tis offensi-
vos, cacetes ou outras instrumentos contunden es bem como aos
desordeiros conhecidos.
Art. 55. E' permittido entrar com bengalas e chapeos de
sol, mas absolutamente prohibido bater com elles e com os ps
no soalho, fazer ou promover algazarra, quer durante as repre-
sentages quer nos mtervallos e antes de levantar o panno, sob
pena de ser expulso do theatro c perder o bilhete.
Art. 56. Sao permittidos os signaes de approvago ou re-
provagao. com tanto que nao sejam offensivos a' pessoa dos ar-
tistas e nao deem escndalo; devendo o panno subir e virem
os actores a scena, todas as vezes que o publico o exigir oara
appIaudd-08. -* *
Art 57. Quando algum expectador ou parte d'elles per-
turbar o espectculo com assuadas, pateadas ou outros signes
de descontentamente proposita!, a authoridade policial, que pre-
sidir o espectculo, os fara' retirar do theatro, coutinuando o es-
Sectaculo para os demais expectadores; nao o devendo suspen-
er totalmente seno quando a sua continuago offerecer ame-
acas de perturbar a ordem, seguranga e ti anquillidade do pu-
blico presente.
Ar 58. E' absolutamente prohibido fumar no recinto do
thearo, sendo, porem, pennittido no vestbulo e no terraco.
At. 59. E' prohibido^trazer o chapeo na cabega durante
as representagOes e depois do panno levantado.
Art 60 E'prohibida a agglomerago, i porta dos cama-
rotes e galerias, de individuos extranhos. salvo com o consenti-
mento dos seus oceupantes.
Art 61 As portas do theatro sero abertas e franqueadas
ao publico meia hora antes da designada para t r comeco o es-
pectculo ou funego.
Art. tt. O actor que, tendo .de tomar parte no espectcu-
lo e houver dado parte de doente motivando por isso a mudanga
do programma, a suspenao ou transferencia do espectculo, e
for encontrado em esUdo de saude, sera' obrigado a representar
e mcorrera', se o nSo fizer, na pena de priso de 8 a 2o dias, e
em todo caso iheorrera' na multa de 20 / dos seus ordenados,
paga pelo emprezario ou descontada4 sua llanca.
Art. 63. Sao prohibidos os espectculos pblicos, dados
por companhias de amadores, salvo para solemnisarem testas
nacionaes e quando nao houverem companhias proiissiones que
o fagam.
Art. 64. Nenhuma pega dramtica ou lyrica sera levada
a scena em espectculo publico sem que tenha o parecer pelo
menos de um dos membros da Inspectora dos theatros e o com-
petente -vistoda Polica com a licenga para representar se.
Art. 65. Nenhuma pega sera submettida ao visto e licenga
da Polica sem que primeiramente o tnha sido Inspectora dos
theatros e nenhuma sera' submettida a Polica, se pela Inspec-
tora tiver sido reprovada.
Art. 66 Nenhuma pega sera' levada a' scena em espect-
culo pblicos em ser montada com o apparato que requer e confor-
me as exigencias do seu auctor, sendo a Inspectora dos theatros
a competente para essa fiscalisagao.
8 nico. -A infraegao do preceito deste artigo autorisa a
suspensio de nova representagao da pega at que sea sanada a
falta a sugeita o emprezario ou prt mottor do espectculo, pela
falta e j. commettida, a urna multa de 50*000 a' 300*00j, imposta
pela Inspectora e cobrada pelo Thesouro.
Art 67. Nos annuncios da primeira recita de qualquer
pega sera' trascripto o parecer que sobre ella tiver dado a inspe-
ctora, e declarar-se-ha o apparato e mise en sene que contera.
Art. 68. No principio de cada anno, o Thesouro abrir'
concurrencia por proposta por escripto para se darem no theatro
os bailes de carnaval, que scrSo quatro. preferindo, das propostas
a que mais vantagens oferecer ao theatro e ao pblico e sob as
garantas que julgar mais convenientes, submetendo tudo a ap-
provago do Governador do Estado
Art. 69. Para esse contracto tero preferencia, em identida-
de de circunstancias, as companhias que ja' estiverem trabalhan-
do no theatro
Art 70. Para esses bailes formular o chefe de Policia
um regulamento especial
Art. 7 Nao apparecendo concurrentes, mandara'o Gover-
no effectuar os bailes por administragao ehcarregando delles a
a intendeucia municipal ou urna ommisso de sua escolha e da
qual em caso algum fara' parte o administrador do theatro.
CAPITULO Vil
l>o boteqiiim
Art. 72. No fim de cada anno e desde ja' no auno corrente,
o T esouro abrir' concurrencia por proposta para o arrendamen-
to annual do botequim do theatro, sob as bases seguintes :
a: b-Heiuim poder' estar aberto todos os dias e nou-
tes at as 10 horas, salvo as de espec aculo, em que devera' es-
tar at este finalisar-se
6: O consumo dofraz da illuminago do botequim sera'
regulado por um registro especial e nao sera' computado no con-
sumo geral do tlieatro, fcaudo seu pagamento a cargo nica-
mente do locatario
c: Pagar o arrendamento mensalmente.
d : Dar fianga idnea.
A ITOLO VIH
' ispos'cdej t-Hats
Art. 73. Todos os theatros. qualquer que seja o genero de es-
pectculos a que se destiera, devero ter um camarote reservado
para o Governador do-Estado e outro para a policia os quaes em'
caso algum podero ser oceupados por outras pessoas; e igual-
mente ires cadeiras reserva las, sendo u;n i para um dos Inspec-
tores dos t cairos, urna para o Eoaeoheiro director das Obras
Publicas e outra para o inspector di Hygiene Publica," podendi
estas cadeiras ser submettidas por um camarote de p!
classe.
Art. 74 0 Governador do Estado.e o seu pessoal. quando
o acompanhar; o '"hete de Policia e o seu secretario ; os Inspec-
tores dos t eatiOs, os delegados de Policia, o fingenheiro direc-
tor das Obras Publicas e o npecter da Hgiene Publica tero
entrada frauca em todos theatros, independente de bilhete
-Art. 75. O Engenheiro Director das Obras Publicas do
Estado poder' exigir da authoridade policial presente a suspen-
sao de qualquer espectculo, baile ou funego publica e evacu-
agao da sala ou do edificio, desde que reconhega que este nao
ou'erece seguranga ou ameaga perigo.
An 76 As multas que se refere esto Regulamento, im-
postas por quem quer que seja, sero cobradas pelo Thesouro do
Estado, a elle recomidas e formarao com o producto dos benefi-
cios e alugues do theatro e seu botequim, um fundo de reserva
para occorrer s despezas com os reparos e melhoramentos do
theatro, precedendo authorisacao do Governador do Estado.
Art. 77. Havera no theatro Santa Izabel um canarote de
bocea, na 2.* ordem, destinado a Inspectora dos theatros.
as cadeiras do Engenheiro Director das Obras Publicas e
do Inspector da Hygiene Publica sero d .' classe. collocadas
no centro da 1* ou 3.a fila, tendo no encost urna placa com as
8eguintes inscripcoC8: Obras Publicas : Higiene Publica .


m
. \

-i v!
....
^1


Dimm e Pernambuco Qinta-feira 9 de. Abril e 1891





peclor dos theatroaj
Nena urna d*
ci, poderao se
narios.
Art- 78
seus suburbi
Cap. art.
arta. 24, 23,
8, 9, eart. U
56, 57, 58, 59, 1^1,
73, 74, 75, 7ti e77 .
distico:
leoiiOAMI
MMMMMmn'
lnspe:toria dos theatros .
i em oapactasstoa em noni-
X
ai
i valva Ufe os flHatrtWfla
f deas *eg#neBoul
4. 5, S,e; -e a, o. Gap. 3
. e30: te 5 .-arta, as *, ^6,7.
arts.46 iae, ID, 51JB, 31, Id, 5S,
6i,*i, 66, *7, e-Cap. 8.- Arto.
Jos Antonio Corra da Silva.
gadoe
daa tkeatraa.
AdsasMatiador
Potteiro
Semntt
Ordenado
1.-60O4M0
24OM0
Gratifcatelo
800a\
Total
2:400*030
140*010
36OM00
QraqfUaaU ?or etptcsumlo
Ao priattiro macliintsta
Ao sapeado saactiiiiista
Ao'Porteiro
Ao Servente
Joe -Antonio
10*8
109WO
2*000
3*000
Correa da SUea.
Inlalerlo da Junll^a
Ao presidente do .tribu al civil e crioiual loi
dirigido o segatato avia
No inu'to de cohibir idusos que chegirn ao
tac i coobecfcaMteferde ; caatelar o i altos inte-
ressf.s que a .le tratoa de resguardar, declaro-
toa que estando im pl no vigor a lei de 9 Je
D.Z'jjibro de-1830, a qaal nao se eatsade revo-
gada pelo preaeiD do ariigo 7i 3* da coasti-
luicao, emqinto este se i ao tradaxtrem le or-
dMw, ouiii-e yw fac to'osswi anstaaetMaii
de notas d-'esta capia: iqjue eo rfwdaiii iavrar
escripturas-de euda.de. ne-mov-na, wwoms
e semoventes i de palaaioefc' oaardoeoegnto- reuiroada-iWpeccao do .dkat* nao-do mCaa-
Aldidos reparticad : capu a Aotoaio Bay-
moado Miranda de Larvalho, Antonio Nogueira
PHb,,tja'Gartsnaiitb, 2. teoeole Francia
Xivi-.r Vieira da Costa, (encarregado do archivo
no Apiade Irmlidos) .t*-cnasgiSo D.\ Abdoo
F ;'.\C Miiaiei, empreado hospital militar
do Anda'aby, general de brigada Francisco'Ba-
p'i.iei de Merto Re*J,-ennntreglo de demarcar
terrenos de laboratorio do Camainbo.
M.jor AogOito Tiberio Cesar Burlamaqui,
sf7reirtT>^tft*in8lp8njB8c-fln^9*Tffia ffno de urti
Muras.
joto do direito remo
res atoo rxr.i bicho de eipressa liceoga do go
veriiu, i.i fcma u araoiuuiao.da le ciwia,-o
Jue se'Re recommeoda sb pena de ana mm^-,
iaia ras>ooaabuidadc, alm da
dos contractos .
F, rain removidos os jazes>4e.Ukfcito das
comarcas: a pedido, de J ova Friburgo, oo Rio
de Jau ira, para a-de S. Jo dos i-ampoe, ern.S.
Paulo, T.'ancisco Trederuo da Rocha Vieira, e
d'esla p.a aquella, fia&urotinento doAontoe.
e Castro ; de'Petn lina paoua.de Caara, can-
do seaeHeto M tenor remacao paca Besa-
ros, todas em T ...nbuto, Joo Atvea.Pereir*
deLvnu.
Foi declarado semCfto o dee.etode 14-
de Marco ue remosaa.o jaizdednaito Seha*-
tiao do "Reg Barros, -da comarca da-Besecro*
para a d~t.CaroarA, Jkaudo anluMtiiata.a-ana.n0
meaij para a primeira.
Ful il lar.i.ij que o
vido por decreto de 21 Je Fevereiro ultima aa
comarca de Iioaya poraa de Crislia*. arabas
no Elclio Je Jlia te Getaes, Aurellano Horaua
Magtlraes e ano AnrtJiaob Moris*Gnisoatao,
coran'foi eicripto.ao rnreridp decrolo.
Fui c.incedida liccnca.de 30 (liasao baaba-
rel R rii-rdo Liodalpbo Je Meodcnca, ja de
flireo Crarldo do ?brte. "
Para a gnarda nacinil no E-la lo de P.-*-
naub 0. fjram aomeados comarca iia Garnel-
leira, major-commandante da4 sscjIxmIb na-
talbao da respr Joo .Bap iala 4a Aacaa flaaaa
Lios; ce:.. > de Garanta; ms, t anea le-coronel-
commandatue do 57 bata Ibo de iafanUsia o
capilao Anonio Paes da Silva Rosa; oma rea
de Pao d'Aioo, leoenie-coroiel-commandaaUdo
batalnao de aitilbariaiaslMendes Carnnu-ada
Caoba ; comarca de Jaboa o, tenente-coranel
comman.l.iri'f do batalhao de infaotaria o capi-
tao Francisco de Uoilanda C avalcanoe Alboqur-
que e rnupr-.-omm^nduite da secci da.Oala-
lbo da reserva Jos l&u co de Souza A.uu
qoerane.
Nj Esiail da Pa-aliyb 1 fai noui'jado o ou-
jor-,.ja :..uU' de ord.-ns e ejeretano geral da co-
marca de Pombal, Alezanurino Felic o Suas-
snna.
Foi creado maia-an* b lU Ibo de ioJnlaria
e urna se< c4o a reserva n 1 comare Je Jab?a-
to, em i'ernambu:o.
M }*r J*aBajantooio Pinheiro Rtiniio,ae-l
-flJ,i.,.u,nnRi-cn rt.i ?0 k:\ln la* ,-i ^n gttmmtr.
tana.
Hjo.-rto* : major Ricardo Leia Sabino e al
late* Art-t.ttPerwra da unr,.-ewMO*a;ni--di-'
de.anuiJadts ifectaoia aev^i de obra militares, capitao Loiz
iWiuohi dftuMtsMes ajudante de Ofleod*igeue-
I -de brigada AnJrade Pino.
Capii&htauanaiai Vieira de AJawida, nfcwooli
0 A riues da Co,ta, ienenJc'Munoaliii^ Gu-
inea de CiNwlne aiae fiemnlo em consenos degaerta.
Teaeate JaAfi^ttp'sta Garsalho, anntnar des-
ea vepartisia, alferes Manoel 'Angosto Alve*
Rr~awo, a ilwaasiflj do direeior do arsenal de
guerra Ua capital.
erio da Mariaba
Htntatcrio a Kaeda
Ao Qipector !a Alfanleg: da Cipilal F:Jo al
foi enderepado o Beaurnte m iso :
Acenso o recebimeoto lo oficio ao Sr. in-
specio.' aa Alfaaiega do ii de Janeiro, n. 192
de 23 d.ste m z, consultaniii-se a isenco de d:-
reitos concedida pelo art. t do decreto n. 1336
de 5 de Fevereiro ultimo at 3 gneros america-
nos, que forem submettldos a uespacho de i ule
Abril prximo futuro am diante, exteosiu
qu-!l'.i que ja se acharen) < escarregados ede-
positados nos arm^zeos da 1 Alfaadega4; e sa
Dessa rsenr^i esto comprcf endidos larabcra os
dirut ? de 50/0 deexpedtei te. de que trata o
art. 575 Ja Consoliaaao ous las aaa.Al(aaue
gas e me3a3 de rendas.
Em rvsrmta, declaro a >Sr inspectcr para
os detidos effdiios que. em ?ista aa dispowcaa
clara eterranrante do 4* lo art. 181 da citada
C 'iod.'Sdo, os geaeros de procedencia dos
Estado;-Un:-o da America 10 Norte, de que faz
menco.o .rt. do decreto de 5 de Fevtreiro.
gosamdo favor concedido njate artigo, urna vez
3ne sejv.D ?uomettidos a dea lacho a pa tir de 1
e AbrH do corrente antro ei n diante, qualquer
3ue M-ji a poca em que te iham sido importa
os ou recomidos ao3 armax ns e de; ositos.
Qaauto aos dbedoi de e: ;pedtenle, uo sen
do da rresma natureza dos c e consumo, e nada
dispood; aquelte dacielo a n spet.o delles, de ve
a respectiva a.branca coattt uar a ser regulada
pelo art. 5* das dispusieses p etnoioarea da tari
h.T. de Alencar Araripe.
Fot-pro ogada por 15 das, lce ic conced
da ao guarda-mT da Alfanl ;ga de Pernaaibuco
Fraociscothi.Seoza MoUa.
PolTromearJo Manoel JOo Gomes de Castro,
praticante da Toesouraria de Fazenda do Para e
exonerad! Epiptanro Froto d > Silva.
Foi exonetado 0o cargo de aj xiantc da ia
spectora do aMeuai de marinha na capital o ca-
ptrao-teunne Anonij Luz avalcauti de Oli-
veira, sendo noaaeado para embacar.uonncoa-
ragade Baha
F 1 nooHr-dO para commandar o patacho
Puqurqtur, a !'. teoense Arnefico Brazil Sil-
vado.
E nomeaJo para servtrno .uccarafiadol
Hnchuelo, onactonistc ide 4." ciasse tra-na-
merario Antonir>,Joae de Andrade.
Minlonse desembarcar das tarpedelras o
1. teneute Alexandre Baptisi 1 Fram, que-vai
sernomaado paia servir ao bitalnadoavat
Pissuu 4a caobooeita Caaan pira o ero
zalor Lib'rdade o 2." lente Tnrra .Avelino 4a
Sllveira.
foi mandado tlesligar do batalhao ni-val o
cap to-teoeme Joaquim F anco, qos'dve em-
baro Oeaembarcon 41o Riachuelo o naptic-teoen
te TfaTiaoo Canta-ice.
Mzudoo-se admittir no A-y:o delaaalid s
a ex praca ito xorpo da marinbeiros iiacionaea
Siooel Antonio 'Bernardo.
Foi mandado desligar do servioo da arm:-
da o escrevente da canboneira Hem-iqae Dios,
Francisco RrneiroRorges.
Foram Tromeados para embarcar : no en-
conracado Aqutdiiban, o commissario de 2 clas-
se Antonio Garfas Fontoura ; no Baba, o coca
oiisianode S.1 fiaste Salustiano J. Alves de Car-
valb, e no Trajano o commissario de igual
elafge Arthor liacirt Soa.-Bs.
Foi norneaUo escrevaote da armada Alfre
do rtorrrrgtrej Tenteira.
Passaram : do 'Cruzador Guanabara para o
enconrafadu Bahia o macbiolsta naval da 3.a
classc "MMbiales dor Nithvrohy para-o Bahia o ina-hBaratj de 4 *'
classe J-JSo Altes iqueira
Foi nomeado para exercer intetrnasafKite o
cargo de 3 jalante da iuspeccau do "aTSEnal de -
onnntn da Capital F-'daral o l^tencme Lutz
Pereira doa Santos.
Pin nrapeadoo-Cipiio depagatarlo mi-
do 1-ino los da Itxba. para exorcer o1n>^rr
de capitao do poro da Rio Grmi. nrrrtp.|
sendo exmrTraVn art tee, ta Ajtbar Jtz* do
IHlSMblsa.
yeocimanto aque tiver direito, na formo
da I i.
Joao Miguel Ferreira dos Santos.So
ha o que deferir, em vista das inform
c8ei.
Jos Henrique Cardim.Remettido ao
capitao do Porto, pira attender.
Joio Barrftto da Menaaaa.D ferida,
coaa offiio lio hojo ao genaml commaii-
dote daa arraa.
Ja*o A\fTM FWeHi(Lim*fHio.Apre
aeste-Be i Junta Meoa ^ue nwneei hoje
para examiac.- n supplioaate no taxzno de
soa residencia
Li crai nrgfaveta, o fntpetJtor do Theaouro dol
Eteiio.
5Ianoel Tnaai .de SnnaiuRibaira. Em
vidaaii mfanmfta, aa k o joe defe-
rir.
Dr. Mnanel CieaBentioo b Oveira
Eacoeal.farmr> lataonaaca aunici-
pad Mamwl f*B"las dantos Teimira. In>
formo' o Inspector Geral da Iastruccao
Mara <*oasm.Infaraan o tnsr>otor
(ier*l InsnTttjpaB'JPtftfea.
Me elio de 8 Montenegro.Deferido,
oajn affiji*> de naje aa ctmmaudant.e das
ruanau
Mnraol e Brito CamHe da Verga.
Rsmettirio a oommaadanl-j superior da
guarida uacitaial da onnaanea de lioyauaa,
paca candar pasaara gnia Aa ana trata
rti^i 4b do decreto -n. 113(9 Se IB de
Mhtco da 1853.
Maaoel Qoaoalms da Si laeira.Ioor
rae jura mimioipal do -eras de S Batato.
Mneei Joaqins Pesen. Itffornre o
inspector do Thesoaro da Estado.
Amalia Mar i a da Oaaocnc'So Hamos.
Roraettio i anta medica do Estado a
que-. a peticionaria se aprwaetrtair 'para
ser hispecoionsda.
Peana & C.Deferido, esa viata das
infunnaoSes.
Ronqawyrel Prwaa & G. Inferae o
inspector 00 TkBS'.nTo do Estado.
Robarlo Jofto NepomocenoInforme o
Or. chele de polica.
Capitn Tbeoioro Oedino Corroa de
Abren.Remettido ao commandante bu
perjor da guarda naaional da cdmvoa Je
Bom Oon^elho para naaniinr paaaar a gma
du^nae trata o-artigo 45 do-deoreto n.
1130 de 12 de Marco de 1S53.
Vlanoa Castro & C.Informe o inapac
anr de ThoJiauw do Batado.
Seeretaeia de dwwuiw do Estado
Pnrnanfbtroo, 8 de Abril de 1891.
O porteir,
H. AL da Sm.
Dertilo"'pjra otjoaftet; oq eTol
devidameote medicado.
aaeneUie scienota da occorrtdo dirigHae
pasa uiftanezia do Recifa, onda tambem com-
paasceouBoDr. 1* delegaste, o aaMelegado na-
pectivjeom piquete d aaraHaMe.
a tal vaspeiio abrio-se o cotnpttente taque-
ra>. 1
Buje, -as 9 horas da .oseaba, na occato em
que UtBf 1110 Pedro Aleandriuo deatelo-va
parte daaatberta do presan n. aeaa rendo Ca-
pitao Asnanu) de Lima, searaaralade deFr^i-
cisco Jaaoathn Ribeiro deaWas,- araat icen-ehrr
um trechal e jootamente Umbelino, que Ocou
bastante maltrata o.
0 s**tfeaaorespective mandaa reBotherm
oneuGdo ao hospital Pedro n, oade estl sen lo
tratado convenientemente.
Pelo O da+egana da!2diairt3te da capi-
tal, foi remeiito aODr. juis de dirfito do 4"
uisfricto rhaloal, o inquerito policial a que
procodeo contra Joaquim Firrei-a da Silva, por
crime de roobo.
Suiii e fruteruidade.Ao desembar-
gador Jos Antonio Jorrara da Silva, mu
to digno govurnador deste Estado. O
ltele 4" "pofrera, "fSuMShtv BuSoxio Se
Brim.
m
rtaeaowro OoKtXftao de ferakabato
crBapACHos do oa 8 os abeil dk
1891
AugnsU F. ue Oliven k G Severiaao Jo .l
da Silva, Mar aMathllde Lopes, Amalia 'lal-
tbilde Lipes, Mumeriano Augusto de Mello, Ani-1
brosiaa Amelia Gaoral cte Arroda, Jos Nonos1
de Queiroz e-Ricardo Jos Corris Limi.-Infor
m o B contador.
lzidi.ro Bastos de liveira. ^Pagoe-^e.
Severiano Vieira da Paz, Paula M. da F. Li-
beral, Joaepba Cw ha Ferreira stabeho, Jos Hj
aorid Pires Ferreira, Joo Prani-rsce H. Portetia,
Mura > Cirmo Re (o, Mara C. Civaloaote Bar-
reto e Fetippe Ueuicio Corris d; Figueiredo.
Registre-se os esseotamootos.
Mara das Mer.-s da Cruz Rineire.A' seccao
daCootencj.-a.
rdllwatre-Aatoaio e Son .Hqe vista o Dr.
RTOOBTaoer fiscal.
- 0 goveroador da provincia de Buenos-Arres
pretende sustentar a candi Jalara do general Mi-
tre presidencia da Repblica.
Na eleicao para a legislatura da provincia de
Boenos-Ayres, foram-^toitos candidatos de am-
bas os partidos; e as ajoe tirona} lagar naspro-
vincias de Biiaan-Afrnae Cortaba eWscraaram
se com perfeiai orden), excaate em Morn, po
toacio d'aqaeila pnaiacia, nade honre graves
desordena, resaltando aove (nortea e qnaMrse
ferilos.
os
de
im*wnrt al* Dunda dr P
saenM
, DBPACBfJ* DOmOI* 7 DK AJ3KIL
1891
JoiqainaK.ptista de M*deir03. Defe'ido,
accoroO com as iuforuiaco:'s.
Heunque *Mo de Lemas. -1 ideferrdo.
Dojiingoj Jos da S.lva No^ueira. IiJeJi-
do, em vista das ioforcoaces.
Bfa 8
Henriqu? Barte, Aogasto Cesar Pereira de
Meed.;rrca e Costa Rumos k C. Informe a 1.*
seccao.
Silva & Ferretra, Pinto 4 Reiro, Arthjr B.
Dallas e Alfredo de Albuquerque Mello. latir-
me t* seceno. y}
MannrtJcrainrmd-a^oStalltmos. Cwipfttfr'
o seUO'f'^rre-qoeretuln i
Dr. Stop-rioio A-03tD Matignifr. Litarme a
I* seccto.
A uniao civloa nao tensn pane cas oleicBaa de
Crdoba.
Deram-se disturbios em Mercadea; o inci-
dtote nao teve coasequencias mis.
*~- NaaMrandega descobrio-se um importante
contrabando de mercadorias de sede que foram
logo appreheadidas.
Melhora e situaoao iaaacalm. Mst te esto-
dando a consolidacao das cdulas do Banco Hy
pothecario da praainoiadeBaeos-Ayres; oqual
oao pagara os joros d'ete trimestre.
No da 28 o soldado Lope: assassioou em
Cardova o t; nente Gbaaon, sendo condemnado no
dia seKuiote marteTzilado no da 30.
Deportados polticos cailenos, em numero
de 40 aiodaloq jwr-^lanas flWjwahaifaa. leataraai
no dia 30, pelas 5'horas da raanha, apossar-se
uo encourapado chileno PUcomtyo ; foram. po-
rm, repellidw.
Honrorm-coetlfereJ'atoTtos'enrjftcrs feritos.:
A petfeitura maritiOM abrie ioqwerilo, sendo*fi-
aal ooltos-os io'ttvideoB presos prt* tentativa d
assao, -e sepilHados os qae n'ella su :oumbi-
ram.
Bcpamica o onayatnr
Est garantida a eletcao dos Srs. Bicohioi
Moteiro e Frene para depntadoB pelo departa-
mento de Colonia.
Os catbolicos de Mootevidn vao efferecer:
um banquete ao bispo Soler.
E' exce lente o estad o de san le dos pnsa-!
gctros do paquete Porto-Alegre, ojee reclamam1
coatra a quarentena por tempe ladetenaiaido
qoe esiao sollren lo.
O paqie'R Hightond Ghwf, q-ie':ta IbadO no da 25na costa d Albori&o.
pre maaler illesos os direlloa dos profeararaae
alaoMua dan fatal ladnn
Jnos tempoea moaaietiia, toando miaie-
tro do imperio, efereotM o Maereto de 19 de
Abrtine 1879, *jw detamiaaaP mioba i
do asento, rxa* najas aMaancajNui disposii
nsafteMaii todas na laajBRtcan Mmericana, ato>
poderaai ser abolidas,
Sob o governa ropobteno, aanrecendo plena
condenen o saMe miaMao a4ostniccaa pst
IHTERIOR
DESPACHOS
OO DIA 7
ue 1891
DK ABRIL
Mi.i Foi naawadi) o eogaabeiro Constacte Alfonso\ miniotrador de Tbeatro de
Ceibo para engenheiro fisca da es:-a la de fer-
ro c o Ramn.
BUnlaaerlo atar trw^eto PubUcu.
Crrelo e TelegraptaiM*
Por decreius de 21 do corr ule :
Foi u ornea do o u.-ofessor contractada u^eoio
TiS8erandot lente effectivo d cadeira de physi-
ca induautal d i E~aola PoIyUacbnica, na forma
do dispesto no art. 25 2 dos eiUtutos v.gen
tes.
Cnt.ceden se troca de cada ras entre os leales
da Facotdide de Mediana da B ma Dr. Manoel
Dan as e D.-. Canas de Freitas, este da cadeira
de dioica propedentica e qullr da de anatoma
medico-cirnr^ii a e comparad
Foram Horneados lentes
de S. Panto: de pbysica e r
nexo, Dr Aseen nao Auelo ees Kets ; 1' cadei-
ra da 2* serie de corso do ootarkdo, D? Anto
nio Jannerio Pinto Perrax ; 2* cadeira, i" serle'
do mesmo curso. Br. Jco Jos de Araojo ; da l*
cadeira da I* serie, anda do mesmo cu-si, Dr.
Jesuino'oalde Qardoso de Ha ; ta 3* cadeira'
da 4 serte decurso d-: scicntias farrtos, Dr.
para aFaculdaie
lies do coreo ao
efeito
Rodrigo Inbato iteMonra Ma
Foram declarados sem
pelos quaes foram oom
de de Direito de S. Paulo os
de Almeida Nogueira e Ernes
x Foi comeado Francisco
para o lag-i- 1 e po'teiro da Faooldade de Medi-
cina Ja Mahia.
odas
os decretos
-da Faculda-
. Drs. Jos Lma
aera. *
maao do Mego
BMakaterda da
Ao Sr. ajanante general lo exercito ioi diri-
gido o aegtHote aviso :
Para satifazer o preceito dos %% 6., 7.* e
8.* do j\. 84 da Can.-tituicao federal, o Sr. go-
aeralissisno preailente da Repblica mndou
dispon ;ar dos ervicos em qui se acham os offi-
oiaes refaraudos e hooosrips abata declara-
dos :
Refawpaaos -Empregados em cooatllios de
ierra : atare bel de campo Antonio Mar u as de
men n Jiengei, geneaJ de brigada Jofto Lua
Tav-es, lwigadtiree Jjao MaflHstaaW Reg Bar-
ros Cavalcanti de Albuqasrque e Jos Mara das
Aojos Espose! Jaoter, eoMae Manoel Rodri-
gues Brogaaca e Panto JosiPeraira, tnsnes-
corcn.is Fkmiato Antoaio de Yaaeonceitoa Ma-
chado e FJumito Ktorambei da Conceicio, ma-
jores Antonio Mara Cafeeat de Mello, Bnaventara
Leitao de Almeida, CteBsentku.Pereira Paason
OavalcaaM, ^miingiiw Fcaadsco de Oliveira Jan
oeira, Jo quino Paiisaas Me Vaataaaalk, Jos
redenca Pareira da Gnnba e Maascl Mstevao de
Aodrada aecoooellos, eapiafeveso Jos Ja
Costa, btante toa Jos Mauea, aliares Jos
Beato uGna, aoao Maaoel MaikM e Joaqain
darrochode Briio.
Abarro assiga^dos habitantes do pov a-
do < Taquary d 4 comarca da Soa Coa se
Jbo. Nao aa-s que deferir em vista da
informacSo.
Abaixo aasignidos, do povoado Muqui-
r do diatxioto do Paz de QaajaMstMfa
Informe o Inapaatar Geral da InstruccSo
PuUroa.
Abaixo asignados, agricultores e nego-
ciantes que mor&m.a margem da estrada
de sodagssn da Palmares a Colonia Soccor
a.-teloa, attem quer jndo.
Abaixo aasgnados, ia comarca de Ca-
ahotinho, e S. Beato.Informe a Inten-
dencia Municipal-de Cahotinbo
Aff^nao Oliv-eii & .=Iu*fuso o Ina-
peetor-doTheaotzro do Estado.
Augusto Peres. Informe o -crdactao ad-
SaoU Iaabel.
Antoao Rodrigsrea Ta varea.Requeira
ao hvenoedeial.
Anrezio dos Santos Coimbra.Dirija-se
ao Iiiapeotor da Tbesouraria de Fazenda.
'apitAo Autoaro Oracind > de Lobo Nestadata autariso o laepeetor
da Thesouraria de Fazenda a entregar ao
peti ionario, -^y**" de competentemente
habiada, a q -ntia de cm saai raia.... .
(ifleS^O'i), panaeeeorrer aa da*,*eoaa do
entrrame uto de seu pai, o alferes e bri-
gade-ira honorario do exercito Francisco
Joaquim Pereira.Lobo.
Basilides Ge.u io de Leiros Suva.
Aguarde qpportunidade.
Franciaoo Canuto da Boa-Viagem. -
Informe o Icapectw do Thesouro do Es-
tado,
Bacbarel Fraeoioco Potier Rodrigues
Lima.A competencia para o coasetsao
de ajudaa de cauto aos joizjs da dire e
exelaai.amante a ministro da justica,
Firmioe de Frgtrorido. Arbftpo em cao -
to e e-coenta contos de reta.........
(i5J:000|}000.)
Francisco Severo da Carvafca*. Certis
fique-no.
Hypote Bossaaayrol.luame o Isa
peetor-de Tboaenire^do Estado.
Heoriqao de Barros Cavalcaute At-
tendido, coaa affioo d'esta data ae Inspe-
ctor do Tbeaoavo do Estado.
Joa Domeaio -Aa Silva.Aguarde a
remcasi da guia.
Badharel Joaqaiaa Cordeiro Coelbo Cu-
tra.IotOrme o Inep;ctor da Thesouraria
de Pasea a.
BacharBlJoaqain Audr Bantsem.In-
forme o Inapecer d Tbesouria de Fa-
aenda.
Oapitao Jos Fraacisco do Bago Barro.
Enea oiobe se, pagando o peticionario o
ponto.
Joaquim Antaaio dos Sontos Lima.
Informe o coavmisaario ger.l dea guardan
fooacs.
JiuJsa Camila de Helio. -Indeferido, em
vista dan urfss^nafSee.
Major Jos Francisco Bello. -Remettido
ao IaspoctQT da Thesoaro do Eetado para
fazer juntar aeadeauis papis.
Jlo Oom-is da Costa.Sim, om os
KcaaiotlM pwWmar
^.ecSo.N. 74-Soorataana do Po
lic. do BataaW de Peraamlraeo, 8 do Abrrl
d- 1891.
GidaViao gobernador.Participe-vae que
orara tacolbidoe a Oasa da Ooteaaio aa ae
gadntaaj wdiVHlooe :
A'mrana ordem, Amero M&rtins dos Santos,
rieoado. com destino no asvle da Tamarrnsira.
A' orden do subdelegado da fregnem de
Santo AatBie, Antonio Frenaisceda SHva e Jos
FVaooisoe -da mu con -gatuno ; JoafjnMB'lsee
de San-a \traa e Leo-adiii de tat, por disto Jhm .
A' ornear de mblelegade de l." distrirto de
8 Hese, Cosme Vtotor, jeomo gatuno ; Jjao p itno. come Jesordeiro ; Pbilow^oa Marta da
Coeoeri-ui Balbina Mara 4a Oooeico e Jos
Rer>go3 da nllvs, pfr offeoeaB' a morat po-
ol ica.
A' ordem do ubdelegado do 2.a districto de
S. Jos, J'hoaiai Agnpioo de Monea, cono dos
oreiro.
A' rem do aabaeiafeda da Magdateaa,
Maaoel Frwasco do rNasuaxsato, aar aaari-
anoae diaturates.
A' rdem d subdelegada na L* dwtricto da
Moa Vi ata, Jaao fiamos a Silva, oaamaaga-
naDdo.
A' osdeur da subdelegado da Varaea, Maose.
J.aantss de Goyaaaa, oaaso gauoo.
BooteoL, par voUa de 3 hars da asatuca
da, anu fes tnu-ae iafa^w no araaiei alaade-
a a raa do Mario do T-rioranho w. ifc i -tfi.
arteaoervto ao coros*! Corbeoiao* deAsarino
fiatavaaa em eoaaito no araiaaam 12/000 Cli-
sas de gas, 800 aarncas Me braa, 139 sardos
com fogos chinees, 200 caixa com pboipharoi
e 7< 4atas coa barr aa.
O ioeansia, pela natafeza noaartiaos iapaai-
tados noaroiaiem, toman Inga araades probar-
goe, lornaado ae por ieso diflkd jxUoguil-o
exa aavasJeia-deaejavel e qoene tem caoae-
goiao em outtaa atxaaioaa.
Sao vOstaata. a Compaabia de Baaobeiras, que
oom a naaxuaa paeeaa nssn oarcawi ao ingar
do ioceoro, pocuroa desde logo oom o raelor
exuo iecalsal-o e impedir que o fago cnamo
oicasse ao predio n. 18, oade tem ianalmerUa
armaaam de materias explosivas o c'rdaaas Joao
do Anniao Fonacos.
A's 3 1|2 horas da tarde esteva o iacendio
co iioleUmeate exUncto, t. nde sido al vas grao
de numero de cairas de gax, algnmas de paos-
paoros e de oatraa artigas.
Ha serv;o da eatioccao do incendio foram fe-
ridaa diversa pracas da gaardadocaL, dons em
pregados do armazem e algnmas pracae da Com-
paabia deiBombeiros.
de pracas feridas loram soccorridas palo Br.
Lapas Pesaos, medico da Compaabia de Bombel-
roa, o anal ae mostroa incaasaTel oo enmpri-
meato de seos deveres.
tawp^^tttrtsrni'jria Mar lasgac^a Tu
tiatk- a Botada *e rernsmfcwo
UEMEACHOS DO COA B DK ABETL
os fia*
Fausta Pergealioa de Lima Barros, pediuda
jos.iiuacaa ilotfaMaai -iao .rcjatir.
Julia Miria C-ddas ftooaa, setene jesttea-
co o^.faMan--dk)fla'rdaaer.
Ayies " regiir*e.
Mara Tnereaa-de M-i*aada.Garop-a-se o re-
gistre se a portara iv ro, dcaado assigoalo t
|i-ofesaora sjBMaMa o pntae -umir o*x tcioio oa oaderra que I he tai desi-
fiada.
Antonio Al>pto AeBjanarMtesro.-Cnaip*aaa,
registre-se e marco o pra.o de 30 jw--, a ciatar
desia data, a-a o profesaer asmes Jo aMonssr o
exercre da cadeira ene Mis loi deatgueae.
Manoel Roberto de CarvalbaAsaatrtaa BsnaH
pra-see (eetsire-ee.
Floraneai Joa^twa de II ta Moaia'gr:.
Cumpra se e registre se a apostilla retro.
Grata *imeto de'Maoea.C^iapaa-tae, regii-
tre-se-a-jaojao + pr&anmr* mim U o pruo
de 30 daaaMra^aessBatr exercim i caaei.ra
qn 3 Ibe f)i designada.
Zjoos Correa do Espirito S mt.->-iaatpra-
ae, regMtre so eMcaassigaaso ae peofessor aa-
rneat. o pra-o de das paru aesusair o ex-ir-
cicio da cadeira ene-toe ioi dosigoada.
Pelo 4Msc,ti JUtew ottogado des portas do Sal,
colhemos as seguibtes nccias do Pacifico e do
Rio da PMta pato l tea tas-per ttssgi aanasa da Cs-
pual Federal. ____
Alcanzando as oadaa dessepaita 31 do nas-
aado, coflaigflaa eHas a coolianacJ^ do bloqueio
de Arica.
AdivisioPaTa-occupa acidade,on1e seacham
os geoetaes Giaa a Arrala coa dnsentoi to-
rnen?.
Villegas, intendente de Antofagaata, entre.'Ou
esta cidada aot caaaules quaado deaembarcaram
forjas da esquadra, apos varios ftrotios entre os
fortes e os coaraca ios Blanco, Emcatoia e Exme
rolda ; e realiaado isto, parj pata Calama, onde
ja ee acbava Camas i trat.m ambos de reorgni
sur all o exercito do aoverno am os restos los
regimemns de Bnia e Talca, dragOes graoadel-
ros dos Aadea.
Parle das 'forcea da e8qoadra procnroaror88-|
guil-oa neto 'gmintn de Caracoles, paretn foi
o&ngada a retroceder partaltar-lhe agua. -
Viltegaa, ao mtira-se de Antolageato, tevou o^|
material d estrada de ierro.
Em Santiago; foram prraos Lntx Tergara, o
psd'e Daase e profeasores Rodrigues e Letel-
lies, por teaurem sonoraar as gnanrict5es dos
nanos de gnarra Ljnck e on&el.
As eleicOej etTecrnadas no d 3 para o reno
vamento an coaaresae loram fevoraveB aos tfbe-
raes. Foram eleltos tol03 os candidatos do par-
tido do presidente Balmaceda; os oppeslcioQis-
tas abtveram-se de tomar parte ao pleito.
Sfitcomocou a expof tac&o do salitre em irroique,
sendo os dlreMoB aduanelras peroebidss pelos
revolucionarios. __
Essa expp- taroaa no mez de Masgo ten do sido
de 20.0 tonefcdas, receberam oa Tevoltwos
60,000 libras de direilos.
O transporte Imperial deaetnliarcon em Hmsco
a divisad Orrego.
Bepubllca Argealinn
0 general Roca dirigi aos seas partidarios
esta ciremar telegraptnca:
Gm orna conferencia eetobraae-eoai o-feoe-
i al Mitre mwtoidarnea aantceeaMade de oeppvt
mir a lote'elevWiid para a totuia pveoaeaoto da
Rsaobltca.pofqne, nnsfoatBffteB eenaasMe pata,'
SUL OO e&aZIl.
Pelo vapor fraacez JWoc. da Companla Mes-
sajerie*, reer'emjs bontem as sngnrii'es noti-
cias:
Bsenlo te MrMa Oeraicv
DiUs at 30 deM:reo.
Reoirram ae em seaeaopreparatoria o .-ea.ido
e a cmara, sendo eltitos presideote desta S3te-
veaOtiooi e daqoele B.as Fortes.
Foi msH uida a associsco da A ademiide
Co;umerc!o de ia.i ae P'a. H;irve donativos
na .msoitaacM de 48:50010 0
' Cetobraram-rtno'diaflO exequias por alma
do arenan Jo de Babia. Prononciou a oraco
1 ueebre o Dr. V. Caf
tSstado de S. Paula
Dotas ate 31 de Maru.
A tnoue sea autora do ussassinito de Vctor
Oowia.as menespeobol ifhomaz Agere, e a. as
5 in>raaa.nriie Me boje anda nao se proceden J
atjrpo aedt* geanoite..
wo Amparo foi roubado em 30J03M* ae-
-ft*ukeSkm Lwenco.
(toaasa ssatassas ia iofor.na ser a colboiu do
cale maior oeste feudo e preacupir a atteuca
e poder a-estra* tagleza traosporud-o ios pla-
nos -iac!ioadts baver em .Si:itos arasizeos para
guaraal-a,
avsaaaal Federal
D-Us at 1 de Abr.l.
Lasaos aa Jtmi do CoBMserero do dia 31
de Mareo :
0 Sr. fiama Bensju, gnarda mdr da Alfa ide-
$ toda hoatea a bordo do piquete i tal wao
Dnq respectivo cooamsad nte que naqseile navio -
atuvn p.issagiro qu.i, por faltada toupo. dei-
xou de fuor o neeeesario manilesto de um cai
xoo3 caniando eiao.
Dando a* praataas ordeas pura que fosse o
voiu ue km testas removi.o para a Alfandega
alim de pagatt; direitos, nodeixoo o Sr. guar-
da-or de dRooottar do allulido pa-sageiro,
p j." wl o osa e*Ul Ac completa pertuibacan^
Para oaaisar mal sucedido ua diligeucia que
4'atara faiar, foi e Sr. gaarla-mr para bordo
do vapor ingles Asan, que inaito distante eslava
ao patinete Duque de G Itera, e dahi,. com um
macuico ooai*, ooeervoo o daii'aaaaespin do
psaasgeira, aoaaiedo e, em sua lancha, tmme
dutameoie.
A um signat dado ao sargoato,Machado da
Cuaba, que de pecio acampaaanva O'saaaeito
passageira, foi nao eabo atirado ao bote que o
consuma 4 es(a q^o oca da Alfandega.
Convidado o passsgeiro a subir guarda-
-oria doclarou oaaoaar-se Ambrosio Carelli, na-
tural de ItalU e procedente de Baeaoe-Ayres e
qae aenaom objscto t.-azia occuMa
0 Sr. guarda-star nao se ooavencendo da
daelaracao de fiarolli, levou-o aama i aisla re
servada e aai eaavjdeu-o a tirar aa batas.
> Sendo anua obligado, Carelli nao pola ec
cuitar crcoatmbaado de preciosas jotas embru-
laadai eai papel de soda e occulias em ambas as
^eraas utrea carne e as me i as, amarrado coa
um toncp de sosia.
Osofajertoa aram oa aeguintes: 12 alaetos
de ouro com btaaatoa e pedrea preciosas, 16
pares da brincos com britbaotea, perolas e oo-
tras p-dras preciosas ; 19 aonato de oaranasa
nrilhaates e pedraaiaaas. 3 cbatetotoesde eajiav
2medalbas do mesmo metal e brannlea e 3
corramas ae ouo com as competeate-s laeOu-
tkm.
Estas jolas loram remetlidas ao Sr. inspe-
ctor da Al fan toga e Ambrosio Caaelli preso a
bordo da barcada regatro. *
O ataistoriauaatatruccao pubci deFran
ca conferio ao Dr. Maaesea Vieira o diploma de
omol da academia de Franga.
Esto diploma Jbi no dia 31 remettido pelo mi
Distara dos negocios do exterior ao una au-
nuOroda iastruccao publica, correwi e tetogra-
ntaaj, Benjamn Con^taat, -tiseahonra de
etto-eollanmrnMMousnoassnn 4e 1 de Janei-
ro tfb corrente armo, que, reolganl8aodo os ear-
sos jurdicos e fundando o con seibo de ins trae-
ca) superior, completaras! a liberdade do etai-
no e ootorgaiam importantes diretos aos lentea
e acadmicos.
Sem a mnima sanala devo pottaoto ser en-
vido pelos collegase dhefpalos sobres qoeaUe
que se debate oa imprensa.
Fui um dos qae, em tersaos reapeitosoa, con
su-aram algumas das ncmeasoea sem concurso-,
qu^, embora Iegae3, nao eram justas, oem con-
vententei. Nao me retiro sos atamos aomeittoe,
cuj escolba fez se entre dooture* iodicidoi pe-
las congregacojs oa qae em defezis de these e
a^anB*^Mlicaaaai^nHM^^aaaaaaaiK-
**1w"u* J* m^mm^M luiuiiu u|nrauw.
Ooviodo benevolimenee as mianaa rectoma-
coaa e de aatt-celletsa, iMgrajuae o governo
attffiOjwiutyj por meio*-*ecf etb lie *1 do cor
reo lo, que UspO- .
< Si os danta UteslaatiJa eeoeetriatos. pro-
fessore3 e-prepsnaMu i u, eareadOB tfn concur-
so, dentro do prazo de um aauo a contar da
p-osse, forem julianos iacapaees para o magiste-
rio pelas coogregajOis das respectivas escolas
e faoeldadej, em enja inttgto paea-ease ffm nao
tomaro parte, perdero' os logares, qae serSo
Immedt itamen e pastos em concur-o .
Com este jujcoso acto, segundo recoibeci-
ram auctonaados orgaos da impreuaa, eitregoo
o governo i quete aoadeaiica aos seus com-
petentes e naturaes juizes : as congrtgacoes,
3ue, ex officio ou a rcqueriine..:o do.- nteressa-
oa^poderao declarar vagos e por em cjucorso
os lugares dos nomcados mhabis.
Para-conh'.'.:iaieno da adoaordade-dos netaea,-
doidever-se-ha eanregar o meio pratico e efi-
caz de que usam as universidades americanas.
Omi commissao ae lentes assista aos traba-
Ihoa que teobam de prestar oa Domeados, e que;
..lo vista do decreto de 21 do corrate, coaati-
toem verdaderas pro vas de capacidad -.
Nem se diga que, pelo receto de malquistar-
se com O nomeados inbabeis, ocobnm late
querer nscalisal os e muflo menos causar-Ibes
a perda -lo logar.
Prova de ooa'.s esse argumsuto, qae levada a
supprimir. nos exames, defezas de theses e cou-
cursos a votacao nominal, exigida pelos decre-
tos de 19 le Abril do 1879 e 2 de Janeiro do
corrate auno.
Pela voiacu nominal, assumindo o late a
ra-poiisaiiilidade do seu acto, fica tambem ex-
pjjtoao r s :"!timen o dos examinandos e con-
currentes que iihibilita
Con vi ia ent-o restabelecer as caducas e im-
moraea di-.posite.- dos velbos estatutos, que
autorisavam o lente a esconder, oa segrododo
escruiiolo. o seu voto djala 1
.Nao tu tambem.motivo para considerarse
MMoM oaem doJarJta. en?, cuaiprindo umde
^eT"tmpTj-toportei errla respsetiva coogrega-
gao, va assistir s prelecgQes dos, oomeadoa sem
oasraarso* edbre*eilas eaitta.fra'nswente o sen-
f'JlZO
Nao rs/jiao o migtstra lo qie, pira luvrar a
s-nte..ci. iniuire minuciosamente dos factoe
que pr E tiin, sonta este ponto temo mirrtns as-sau-
-aiascoasidersgdps feitasp-'la illutrada redac-
cao da Gazeta de Noticias nos aegotatea ter-
mos :
O predio" segundo iatormacOes qae obttve ea-1 ella o levara rntoa, ao dascredito e a gravis-
uva seguro em diversas coftipaoihliit, atttngiaao simas comptleatitoa, wj> ateaae*'aa podenM
o p^iuizo total a quantia superior a........... medir. llesrttenrespth^odoe-n'nesiaFsealafcpo
ao aervico deeto id* patrletlcs, mano reata ea>'
toda a eitensaodaRepaWtoa am OMvtawnto ten-
dente a toraal-a effaetWa,- sobre anas* de uffl nc
cordo fraacoe leal para censttiew am governo
nacional sem exetanao para rngM-m eeem vis-
tas de psrtdo. Eor neme des antlateatos pie
presidirn) a esto etovsda aspiraefod patriotis-
mo, espero que V. S. e todos ee amiga* desta
provincia me ecomptnbarao e me ajudardo a
realizal-a prodottwdo tssimnei granee acto po
litieo hoaroio para -n9S3o partid ito imss
sa transceaJeneto para o pas, ana tanto precisa
da uniao da seus ffrons pan saWr da prestracto
em que ee encootra e temar oovamento oeanti-
nbo da prosperidaetj e osl seus grandea desrt-
nos.Ja Rooo.
La Niconvt M pjblica oumeooe telegram-
maa de gevernadars e de chotos iafloentes das
proviocit, reapaBdeodn-aeasB cirenta? e-decto-
raado se prestes a dar ledo o apoto poettoai-a
esta solucio patriotisa.
El Ceruor. maitonoallaprioolpto:io general
Mitre, pareee-Hn agora hroravel. O 9ttd Ame
rica, porm, furiosamente tanto a Roca como a
Mitre ; pretende qae o sccordo om InpoeMto
ofcial e pede a anda do general Rica do Mi-
nlater o do iQtorior. '
m.(fm
Logo aes primeiras signaos de incendio tari
gi-me ao lugar em que elle se manTfestava, onde
i stiveram tamaem preseutes o ras:tor do Ar
seal de Mariana, o subdelegado da frsgaezia, o
comaissario do 1 posto local, alguna em prega
dos da Alfandega e piquetes dosbatalhfes de li
nba e da guarda local.
No atuito de verificar se o incendio foi casual
oo proposita!, mandei ao D.\ delegado do r* dia
trido da capital abrir inquerito, qae ji hontetn
toi mi ciado.
Hoatem, ts 7 horas da noite, quando paa-
sava pelo Forte do Mattos a praga montada da
guarda local Olimpio Maciel Monteiro, foi ag-
graido por dours matinheiros da armada naci
nal, oj quaes depoia de ae certitlcarem que a
prega partencia a torga de cavallaria e diziam
que iam viogar offansaj de.aenscoajpanheiroa,
um delles com nm estoque que trazia dasfechon
profundo golpe no psseoco da Olympto.
Dnas piagas de liona qae passaram tambem
oa eccasSo corrern em auxilio do aggredldo,
travando se eolio lucta qae dea lagar aos aiar
abeLoaee evallrem.
0 commissario do 1* posto local aaompanhalo
de algnmas pragas comparecea ao lagar e man-
A romiaisaaa qae parte para a Europa,
encaTrgadaietaseracquisigao de aiaterial de
guerra pana o oasso exercito, compoe se do te-
aeate-cuouel do estado uiaior de arUtoarta An-
tonio Franeisco Duacte, como chafa,do majar de
artilbaria Lauriano Alves do Naaciflaonto, -como
ajndante, e do mestrada omcinadeeaoiaiafdei-
roa da fabrica de ansas da Conceigo, Malaquias
PeTBiaio Gire, rumo auxiliar.
Consta ao JorsiaJ do Comnercio qae foram dia-
peasadae as segnintes agentes de immigragaona
Eorcpa :
Engento Sartori, Vicente Francisca Piten e
Arnaldo Torteri, na Italia ; Eduardo ^oa Sydow,
oa Allenaoha ; Hmrtque Sastre, oa Hespanha ;
Benthan Nilsou, na Suecia ; Antonio Passos, oa
Suissa; Jos Monteiro Paulo Pierrou, aa Bl-
gica ; Francisco Ferreira de Mornea, am Portu-
gal- ,
Estao oomeadoa para ir em comnuaaoas
das sua8 especialidades Europa o capitao de
mar e guerra OerqQBtra Lima, director da rapar-
tcao dos pharte8, e aoa Estados Caldos da Ame-
rica do Iforte o engeobeiro Qaval Me 1* claase,
capRao (te mar e guerra Manoel Jas Airea Bar-
bosa, director daa oficinas de machinas do arse-
nal de marrana da capital.
Um despachoteiagraphuo transmittido de
Londrattm qae03 Toados oraztleiresde 4 /. da
1889 abriratn no dia 31 a 74 1/2, mea fecharaa
a 72 1/2.
A's ultimas datta era anda duvidoso o re
anltado da etoigSo pro'jedida no Estado do 8io
de Janeiro para o respectivo congraaso-
As OotictaB receMdas palo ga*aader do
estereanmo-:
Chapa offical 13.801
Chapa opposrfonreta 7.960
A oppoatco porm publica esta resultado :
-Chapa opposictoafsU 12.178
Chapa oficial 10.428
THUSCRIPjES
Wosmfap s dg lentes mcmb coa
ano
(Oa Guma da Tarde)
Por todos oa atotrtataoa iasuspeito s congre -
gacOei e mocidade.
Para ooosenara cadeira que vejo a t acade- I
nriade S. Paulo, eefonli theses e nzconcrrso. |
lanamervw fwtoa altoitim qai praca'o i: a
1
t

< A medida para ser poeta em ortica co
provero deve ser acompaobada do seguate :
ene seja recoameiidado as respeetrvas coogre-
gaeoes^ae unaneaa de a<* seaocoauaissOeade
tres ou inai membAts pardo julgaineatadoa
lentes aem concurso.
S.-r Isso urna especie de exime longo, demo-
rado, dora e a.nal eovqaaiidades do prafssor
polem -er verracadas, e a sea capacidade e -
lustrat j licirem pleaameate comprovadas.
Ao cabo dese lempo, t ie.- commia6es proaon
caram o seu laudo, dizeoio, com sengo de-
anime e oom ia1par;iilidade absotota, qaal a
j ur o formado acerca d > collega aomeado com
concurso.
Assim posto em pratica o decreto que boje
ser expedido, o bjreroo tere dalo ama satia-
facao aos reetomante3estadantes e lentese
. final de coastas, sem baver desprestigio para ai,
tari sepiitaao c* que ate eje (ka sro eornea-
dos sen i oncurso. o am perfeite eranm proaaa
do ante aa congregafoos, em davida as ma
cuave-aatej para ajuizarem e ptoamoi sobre a
antena aa a.uestaa. >
Do expoao ooatlae-se qae ae honton ota
justica caasoracTsa o governo, devem hoje oa
ifiiaunnH i toaval-o, por avor, aem o menor
dosprasUgiodiiatorrade, aobmettido todas M
maeapoes decretadas Aooufiraucas dos uiipan
doeentas.
Agora, um cooeelho sincero e leal ao toiaaun
acadeaatoos, de caja ertima conliaoca multo \ ^
osenonro.
(Joaudo, por bypotoete, qae ao ae dar ta
vista do espirito justo e criterio Mas roasen-
agua, d-uxasaea etas de ehainaedas hculda-
daaa Dnaasadoalabab ia, ao practoartafia -as
atoamos recorrer ana metae tamaltaariaa,
A'w decretos que etmbeleceat a bbardaue A
neaaefreqaaacia, enuootntrtom remedio sim-
es e e lucas.
Bastar Ihea- ua, abaalsnand o proessor o
daotoi tosaao, tosar as seas estudbs em caraos
par acetares ou aas tacasdastos linea, ji orga-
aae, cejos graos sao eqatparatoe aos doa
lastitatao du goveme.
Seria eaae o caminho legal, Me aaa oe toa
uoj i direito de afaatar-ae' a diatsneta mocidade,
a piem, pelos citadoi decreto i de 10 d nbnl e
2 de Janeiro, licito eacolher o profesaor Manan
cooliaoga, e9tnaaado cata a sea quem quiser.
Teranaando, pedirai- aos reclaurantes que, em
vez de insistirem sobre ama qaestao j malri-
da atrosaatente para ambas as par.es, presten
o gavera o sen valioso aaxilto eara a-baa ex-
ecugao da- benficas s librrimas dispaeiefjes
caazidas nos deas decratos'dd 2de Janeiro, que
areleade o consetoo de i.i3tru;/to superior am
pliar a todas as Faculdades.
Entro essas disposic.-a, que immeasamente
maibaram o* diretos e prorogaiivaa dos
odiscipeloi, saeniocm especi 1 msogao os
rjniatos!
c -Na jera rasreaMas faltas aos alamaos, -
saraoitoi ensatado* t Itco; mis da vetes
par mas, em das *vetiamaeto marcados peto
te ale, ba vera exercici,s orticos e de argaawo-
lacio sobre aa matertas tooctonad is.
S'psrsaittido a qaalquor todividao ou asto-
ciagao -de particularea a fondada de corsos a
eetasetoe meatos, onde sa eoaioem as materias
que coostituem o programma de suatonef curao
oa (acetoade federal, salva a inspeccae oocessa-
ria para garantir aa condigoas da moralidad e
hygieee.
A3 eatabelecimentos particulares que :uac
cionarem reanUnneat, podar a gaerao, eem
epato anto decoaselo de iaaaego enpertor,.
conceder a tKoio de Vamiit* iwn, com toada
s priwtogtos egar.nttos deque gozaren aa a-
caldades federaos.
As Fatuldaet Iwrte te.ao o dtratto da cania
raraosaens atomas os graos acadmicos que
ceeoedesBua faculdaMee (e de raes au vas aaa
altos toaban obtieo as appravac&as exigidas
petos estotoOB deatas para a caliacio do mea-
mos graos.
Aa peasoas qae ntaeren, tnscrever-aa para
exaaea do eareaj das Eaouldadej, deveiio di-
rigr om renaeriuiaoto *o director, satlsaeanda
as sagaintes coadigoes
f Apresentir oertidao de habil'Upfto, aa sar-
na Moa arta. 262 Mi ou de aparovapao aaa ma-
tenis ae anteeedem ae das exames reqdertdoa,
egnad a ordea de programan oficial; 1
Provar a identidade de pessoa ;
3.* Pagar a importancia da toxa, qae sera de {
40i por materia, cadeira en seria, para oa qae w f
vern pago a da matricula, de 801 para os qo*
aaa se hoaverem aatrtootod. 1
0 examinando podera requerar ijcripcij da v
exarae para aa ou mai3 series ou para urna oa J
aljamas aietras, na hypothese do art. 3,
mas naOjWderd pasear peto exama de pttlqoar >1
materia de nata atrio sem tor sida approvado l
em todas as materias da sene anterior; a assim
snoces8lvameoto at a fim. 1
As peaaoas-qae qoicorem prestar exame daa _. 1
materias da auna oa mato series tora da paea a /
que se refere o art $70, e ae acharem "nis eon>- f
1

fe'.'



i
.
M
I

:
i
dlsees reges, fark) pan e?se flm Din requer-
ment ai director, matoslo oi oscessarios do-
cnmentos e eertidAo de nave pao a taxa de 80*
por cada m. leria oo serie de materias.
Veri&eadas as coudtoQes legaes do peticiona-
rio, o director devera dmittil-o immedia'ameo
te.a.ioerlpsJU) a marcar para o respectivo exa-
ce bora.em.fDe nao ae prejudiquera as aulas e
os ostros trabajos da Facaldade.
Foreste serriee extraordinario caa nm dos
examinadores, recbete do Toesonro, por cada
exame a gratiflcaclo de 154 e o secretario a de
5*000.
Poderlo abrir coraoa livres no recinto das Pa-
caldade* federeesoe indHidnos que ti?erem ap-
provac^a petas eaaaaa Facaltirtes ou solras
bivalentes nacuma oti eetrangairas, as ma-
terias qoe pretenderen lee iooar ; para uso de
rerlo dirigir ao respeclivcdirector nm requer--
meuto>awDpaBbade doeertittcado do approva-
co, erBtolba-caiirida, no- qoal- designaran o
programa, que i propoem a. seguir.
.De tres em tres aonoa cada Facol .ade indicar
r ao governo umieute-catnedratico cusub.-tiiu-
to parveer*easarregedo de faxer investigagoes
8cieotficae aaservacflea pralieas, ou para estu-
dar nos pases eatrangeiros os memores memo
dos* do ens'no e as materias das respectivas ca.-
deiras, e examinar os estabeiecimenlos e insti-
tuigoes das nagoes oais adiantadas Ja Europa
e da America.
O alumno qu3 liver completado os. estadose
r classiicaJo pela eoogregagao como o primei-
ro estacante entre os que com elle freqnentaram
o corso, ter direito ao premio de ropa oo America aHm de se applicar aoa estados
por que tver predileccfto ou aqueea que forera
designados pelar facaldade, arbitrando-lbe o go
tenro a qnantla que jnlgar aufficiente pata a.sua
manuteogo.
Os lentes catedrticos e substitutos que coa-
t rem 25 annos de. exereicio eflectivo no magis-
terio, os 30 de servigos geraes, tero direito j
jubilaco com a ordenado por intairo.; os que
ontarem 30 annos de exereicio effectivo no ma-
fiaterio, ou 30 de servigos geraes. tero direito
a jubilaco com o ordenado por iateiro ; os qu-
contarem 30 anuoi de exereicio etTectiva ou 40
de servigos geraes, tero direito jubilaco com
o ordenado por iateiro ; os qoe cootarem 30
aaoes de exereicio effectivo ou 40 de sa,rvigo
geraes, tero direito a jubilaco com todos os
encimemos ; oa que contarem maia de 35 annos
de exereicio effectivo ou mais de 40 de servigos
geraes, tero direito a jubilago com todos os
vencimerjtns e mais 50 % do vencimento primi-
tivo.
Os lentes catbedraticose substitutos, os secre-
tarios e bibliotecarios,os sub secretariose sub-
bibliotbecarios, que tiverem bsm'cumprido suas
fuocgoes, tero direito a ura accrescimo de SO"/.
dos vencimeutoe- no tim de 10 annos de exerci
do, mediante requer mente- ao governo e infor-
mago do conselho de instruegao superior ; as
qae tiverem concluido 20 annos de exereicio ou
30 annos de servigos geraes, tero direito a mais
1/3 do vencimento inicial ;. caben Jo aos que ti-
verem mais de 50 anoos de exereicio ou mais de
40 de servigos ao paiz, o accrescimo de 50 % do
vencimento primitivo.
As Facilidades federaes ou a ellas equiparadas
permittido constitnirem patrimonios com o que
Ibes provier de doages, legados e subacripgoes
Este patrimonio ser administrado pelo dtre
etor na forma do regulamento proposto pela cbo-
arregacao e approvado pelo conseibo de instru;
(lo Bupenor.
O patrimonio ser convertido em apolices da
dr.uia publica e os seas reodimeotos serlo ap-
alieados as Facaldades e melberamentos do ea-
oo edificio.
Todas as instituigOes do ensino superior, de-
Sendentes do ministerio da instrocgo publica,
eam sojeitas a direcga geral do mesmo minis-
terio, qoe ser assistido por nm coaselho de
instruccao superior.
O conselho dein:trucco superior compoe se-
De um reitor, que ser o ministro da instruc-
cao publica;
De um vi ce reitor, nomeado pelo governo den
tre os membros do conseibo ;
Dos directores dos eslabelecimentos federaes,
sendo licito aos dos eslabelecimentos situados
ora da Capital Federal enviar por eseripto etus
votes e pareceres ;
De nm lente caihedratico, qne dentro-os sene
membros eleger cada tuua das con^re^ages
dos- lentes dos eslabelecimentos federaes eitna-
*>6 Da Capital Federal .
De nm delegado qne cada ua/n das coag ega-
jOes dos lentes dos elabelecimeoloa: federaes
ituados nos Estados eleger deotre os cidados
que tenbam exercido com distineeSo o magiste-
rio su peno r por mas de 7 anoos em algsm es
taJ.ec ucete o fli ca I, curso particular oa.facalda-
de livrc
De um doctor oo baca arel de cada um dos
ramos do ensino superior, oomeados todos pelo
governo d'e&tre os qne techara exercido com
ietinctao o magisterio superior em algum esta-
belecimento olli-ial, corso particoiar ou facalda-
de livre por mas de 7 annos ;
De nm delegado eleito pelos estabelecimentoa
equiparados aos federaes.
Cem,jete ao mesmo conseibo propor ao go-
verno :
1* Regolamentos relativos a exames, collago
03 graos, administrago e disciplina escolares;
1* Regolamentos relativos a iospeeco dos cur-
sos particulares e facaldades livree.
3* CreagSo de novos estabelecimentoa;
4* Creago. transformago ou BCppressSo de
cadeiras ;
a> Recon ugio, gratificaces, premios de obras
troca de cadeiras e reclamtges dos lentes
professores dos eslabelecimentos federaes.
locombe ao merrr.o conseibo julgar em ultima
instancia os recursos iotf rpostos dos actos e de-
cisoes das congreg; gees dos lentes e Domear de-
legados nes Estados em que bouver neceasldade
d'essas providencias.
A nm governo, qoe qoer execotsr diaposigOes
tao benencas ao ensiao, nao podem professores
e alamnos, sem grave injostica e ingratido,
attribair intengftes bestia aos cornos docente e
moc:dade.
Capital Federal, 27 de Hargo de 1891.Conse
laelro Leoncio de Carvalho. -4
A Gazeta de Noticias precedeu a puv licagao
deste artigo com as segointes pa'avraa: -
Aos intereesados n'esta importante questo
cecommendamos a leitura do artigo, do Sr. con
selhero Leoncio de Carvalho, qoe, j pela sua
-qoadade de director e lente caihedratico de
ama academia ja pela me ecida estima de que
ejosa entre proiessores e alumnos, possue iocon
esiavel competencia sobre o sssampto.
* Sao mai judiciosas as consideracOes feitas
pelo Sr. copselbeiro Leoncio de Car.alho, e que
attendidas, como esperamos, pelas doutas con-
gregigoes, resolve.-o a questo acadmica de
modo airoso para ambas as partes : governo e
faculdades.
ftiariq At fgrBM^OjB,^pinla-/eifA 9,^ Atc, d*ltiMt\
3
o referido dia pela daaaJioras (da tarde, A dViifllo cfdadfio Manoel de Macedo brfn
eaerere o Estado do Alagos, don fHnos do o- ldoo> a Dn. Ortos Vai em noaw dosr nnnifestan-
plto Jo: Antonio de Moraee.Xwooco d te- tas e.dyaue igosKta coasarca.
crelaria de policia, nm cadete de neme Irederi-
co Moraea e um outto amanuense da secretaria
militar, Ildefonso Bemvenoto de Moraes, paiaa-
0 Dr. Carlos Va
meamos, reprasealadoa. noa cldadioa ooroaal
Manoel Caetaoo Pereiri de Qaeirot, D;. Herca-
no, aggrediraro, emboscados no corredor de nm lao Baodeira de Mello, lente-coronel Antoiro
sobrado da roa Comaaarcio, ao csaaiao Jos
Leocadio Ferreira Soares, proprietario do rv
iro io Norte.
O aggredido attriboe o ataqne a dceforco pes-
soal devido s suas ideas boetls ao gorerae do
Sitado.
O dommaadaate do 2S- betalbao maBdem re-
colbar pnsao o cadete Moraes.
No da 9, as 4' boros da tarle nm nomeroso
bsndo- preeatorio porcorree diTerees- roa*'da cr-
(idada, a/im de eamolar pela cansa, doatofebies
xecoibidos ae Hospital de Cvidade da Saata
Casa.
Contpaubi* Tearoaram e p**iic(aw
ilaamh'im-BocaOwHse lootem a inecripco
publica naraaaaojoe da;imptrtalecpaaitt um brinde, sendo ge-aJmenw vicloriado.
de drogas e preJuctas cbimicos a coja, f rea te Seguiram-.-e outros brindes, ao tenente-co
eslo ca*albe03 preatimas03 e aelwos. rcnef-Antonio Vicente da OostaAzevedo, aoDr
Bti subscripta mai3 de melada do capital Heroolwo Sandeira, ra major Domingos-Brega
Vaorai a Coata Aievedo e majorvloib Barbosa
que ocaopavam as oabaeairas dajoeaa.
O cidadio Jordio Cbave3 brindou o Dr. Car
los Tas por par.e do Club Popniar de Nauretb.
O Dr. Carhw Vai, agradecendo, brinda! o
el'.meuto popular laborio: o e honesto da- comar-
ca.
O cap'to Manoel Cav .lanle Wanderley, em
nome de seu digno pai, o Bario de Tracanbtra
quarfWKJB de comparecer- por incommodo de
saude, brindou ao Dr. Carlos-Vas.
O Dr. Carlos Vai relembrando os grandes
servigos prestados a comarca peto prenimoso
Barao de TraconUem e peade em relevo as
sa,dislioetaIMjuali dados coa b miga, bu -Ib e
tianidai iraBretariTeimente turdla. 14 de Abril
ilHra> i i he-:-da ttrde m*r
dar-io wrr.
REVISTA DIARIA
Facaldade d aVireltoSero hoje cha-
-aaados a prova escripia os eatudaotes segointes:
l* aono
Joo Jos Lopes de Alboqoerqoe.
2anno
Ceteao Cavalcaote de S e Alboqoerqoe.
JoAo Joaquina Correia de OUveira.
Far-Be-ha a segunda e oltima cbamada dos
segointes:
Io rnno
Edmundo Noxeite Dalti\i.
Hennque resar P^soa.
ranciaeo Velloso de Albuqoerque.'
Antonio Joaqoim da Silva.
a* anao
*edro Estullita Carnelro Lina.
Comecaro hoje os actos oraes do 3* e da
4' anno.
Hontem fieram acto do 5" anno os segointes
8re. :
Virgilio Americo da Conba Goncalves.
ffhn taco Doarte Goimaraes-
Tbeopbilo Borges Falcao.
Joaqoim do Prado de Saropaio Leite.
Jaaqaim Dias Lino.
Oeminaoo Jos da Costa.
Olympio Bonald da Caoba Pedrosa.
Frederico Alexaodre Correia Bampaio.
Estes receberam o grao de bacbarel em scien-
as jorldicas e sociaes.
aaaada daa aja aria Pelo vapor coatei-
ro recebemos joroaca deBse Estado e nos qoaes
oolbemoi aa segointes noticias.
Inaguraram-se ao ala 3 do correte os tra-
jm&os cons litalntes do Congreeso Alagoano, pre-
Antee SI coagressatas.
soodcproaavei attoBla>a proeora, boje Sque en
cerrada a referida inscripcao.
A compaubia de drogas e productos obimicos
merece todo poio, visto como rila de. grande
fo u e ao .o idas e reaes vaota-gens.
Teodo alm de ostros, por Hns, fandar neste
estado um laboratorla piara analyaea- oaimicos
bem se que cseos proventos sao palpa veis.
visto como a Faculdade de Direito do Recifee a
intendencia mmicipai para s-s soas experiencias-
esta, f para o sea curso pratioo de ptrysica e.
chimica, aquella, teta necesaidade de coatratar
com a eompaobia a oliltaacao do mencionado
laboratorio.
Nos escriptorios do RancoEmissoreslo.aa
listas dos subscriptores.
O publico, coaneoetrade da impert acia da
empreaa de que tratamos- dvva nella empregar
os seos capitaes contiaotemeote.
lommluiio aanaaitaala -A da 2 dis-
tricto da Boa-Vista, Santo Amjro Jas Salioae,
j retnetteu repmigo geral de estatistiea o
resltalo des seos irabalbos, oom o respectivo
relatorio.
Deate consta que effscluoo a dutribuigo de
124.7 boletn* por 1251 fagos, sendo arralada
54,7 Msas de pedra-ocal, sendo 7 sobrados, 26
assobradadas, 514 terreas, da qoaes 4 em coa-
strucg&o, 4 em ruisas e HdesbaOtadaB. e mais
598 casas de taipa, 83 de palba, 30 de madera
e 2 cbafarizes. Tem 9 escolas, sendo 6 publi-
cas e 3 naviculares, sendo 2 para o sexi mas-
culino, 5 para o. femioiao e du>s mixta, alm,
de um.. aula publica, (cadeira de Payaanu, per-
tencente a freguezia de AfogaJosj e qae func-
ciona no districto.
O commercio e a industria local feilo per20
mefcearias, 4 padariaa, tagoogaes, 1 refinaria. t
funilaria, fabrica a vapor de carvfto animal. 2 di-
tas deolees vegetaes, 1 dita de idr. s, i dita de vi-
nagres e Jces, 2 tanoanas,2 tendas de barbeira,
5 ditas de sapateiro, 3 de marcineiro, 2 de teee
rio, 1 de fogooteiro e 4 estaiwros para conatruc-
cio de alvarengaa.
A populago consta de 5 917 individuos:
2 660 do sexo masculino.
3 O7 do sexo feminino
3,902 solteiros.
t ,33O casados.
498 viuvos.
5 665 caciooaes.
72 r8trangeiros.
Sabem ler e escrever 2.047, e sao c3>lpbabe-
tos 3,680.
Existem 40 cegos, 11 sordos malos. 17 sar-
dos, 28 diotas, 95 lerjados, 31 expostos. quaai
todu8 reculhiJos aos estabeleclmentos da Santa
Casa de Misericordia
Sao calholicos 5,696.
Sao acatbollcos 51.
que se subdividem, em 2 evolucionistas, 1 espt-
ala, 1 pen-aJor livre, calvinistas, 1 lutherana,
do rit;o grego, 6 aoglicanos, 26 presbytbena-
aos e 11 de religio igoornda.
A commsso compe-se dos seguintes cida-
dos : majorLoiz Augusto Coetbo Cintr>, presi-
dente, professor Manoel Roberto de Carvalbo
Guimares, secretario; Mancel loaqoi u da Cos-
ta Ramos i Jase Ignacio Guedes Pereira.
cawiiuenia el vilNo juizo dos casamea.
tes do 1" dUtricto foi hoatem li lo o 1 proclama :
D Dlemeos Kugler com Josepha Al ve.-.
i < unlo acadmica- Hoje, p-ia-* 10 bo-
r.i" ut i- .icadeuiicus, qae teodo pago parcial oa in-
to,.:. i'neBies uxa de matricula, acbam-se pre-
juaii adoa em cooseqaencia de despacho supe-
no i.
anlfcatafau haroM-Da cidade de
Nazaretbiir; oamitten-oos era data de 7 do cor
rent'- a s>quinte neticia :
Diversis cidados amigos da D;. Carlos Aa
gasto Vas -le Oliveira, jais de direito da comar
ca de Nazarelh, tiseram um brinde e boa rosa
manifestago do alio aprego econaiderago em
que tem esse digno magistrado.
< Reooidos na edade de Nasaretb, precedidos
de orna banda de msica tomaram o trem da li-
nba frrea, que d'alli partiram s 3 borsm e 11
mioatos da tarde do dia 4 do correte mes, e di-
rigiram se povoago de Traconbem, t nde tem-
porariameate reside o Dr. Carlos Vas, afim de
felicital-o pelo sea aniversario natalicio.
Ao apearem-se do trem na estago d'aqu-'lle
logar, encorpcraram-3c a muitos outros cidaaos,
que all os esperavam, e por entre as acclama
ces de muitos, ao som festivo da msica, que os
preceda e ao troar de fogaetes, se dirigirn a
residencia do Dr. Carlos Vaz.
Compunba o prestito muitos dos mais dis-
tioct prietarios, d'entre os qoaes notamos o Or. Her
culano Bandeira de Mello, teoente coronel Aoto
oo ViceLte da Costa Acevedo, coronel Manoel
Caetano Pereira de Qaeircx, major Domingos Jos
da Costa Braga, teoente coronel Francisco Satur-
nino Cavalcante Wanderiey, major Joo Barbosa,
Dr. Antonio Cavalcante Pina, Manoel de Macedo,
major Manoel Esteliita de Oliveira Mello, capitaes
Joo Googalves de Souza Brazit, Antonio Jos
Lopes de Albuquerque Jaoior, Antonio Tavares
de Arau,o, Hngolino Machado da Conba, Joo Aa
tonio Pes.=oa Goerra, Fernando Barata da S Iva,
Plinio Augusto Cavalcacte de Albuquerque, Luiz
Ignacio BeeeaadB Mello, Appioo do Reg Bar
ros, Manoel Tbom de Oliveira Mello, Francisco
de Assis Borges da Fonsec, Mat,oel de Jordo
Chaves, capUo Antonio de Moraes Domingos
Ferreira de Souza Pzevedo, cap o Manoel Ca-
valcante de Albuqaerque Wanderl- y, capjlao Ma-
no :l Barroso de Moraea, major Elio Tarares de
Mendcnca Pugas, tenente Pedro Jos de Oliveira
Mello, teoente Joaqoim Basiliu Pyrrbo, Tbeodo
lino Cavalcante de Albuquerque, Tbom Ribero,
capito Manoel Francisco de Aadrade Lima, t-
ente Jio Bezerra Vieira de Mello, Erasmo Viei-
ra de Macedo e outroa mais.
O Dr. Carlos Vai e a sua Exma. familia re-
cebera moa iilostres manifestantes, em son resi-
dencia,com a maior geotitea e a Habilidad, mos-
trando-se grandemente penborado por to hon-
rosa manifestago, e o Dr. Hercalano Baodi ira
de Mello, como orgo dos manifestantes proferto
orna viva e eleqnente allocngo, na qoal salieo
too os dtstinctos merecimentos do Dr. Vaz, como
magistrado, feiicitando-o pelo seo aniversario
nata io, e concloio offertando-'he um lindo car
to de oaro, no qoal eslava gravada a seguinte
ioscripgo:
A megro juk de direito Dr. Carlos Augusto
Vaz de- OUveira em hommagem a s*a iUiutrafo,
juttica, imtelUotnaa ifrebidade, oomprivtentam no
dia de sem aniversario os seus amigos da comarca
de Nazarelh. 4 de Abril de 1891. >
0 Dr. Carlos Vaz, cora phrases da mais
sincera gratido, declarcu qoe reeeWa esaa ho-
rosa mantfeatage. como mais orna prova da
generoeidade dos sena amigos, do qoe dos seos
ffierecimente, e guardava aqoelle precioso
mimo como orna abooaante compensaco aos
sacritlotaa de aoa rarretra de aagiatrtdo. Em
seguida foi o Dr. Garios felicitado nelocidado
Manoel de .Macedo,. por parte, do Club Popular
de Naxareib e por Vctor Vieira d Mallo coma
orador da Soefcaade Centro Litterario Nazareno
e pelo major iHxiano Tarares de Mendoea Pu
gas em nomo dos amigos da pareobia de Vicen-
oa laudo este um eJ.oquente discurso, constan*
tmente interrompido por vivos appiaaaos.
< A' toda] estas manifestagoes agrade:eu o
Dr. Carlos Va aineerameote cosaraovtdo.
Nos lateraelia* asa allococoe a banda de
msica 22 le~Soverabro tocaea aa melbores pe.
gas do seo repertorio.
i A's 6 horas da tarde foi servido aos illustres
manireataatcsvm prefaso a delicada janttr em
ama extensa masa bodaatante preprala e per-
fainada de flores.
kOattraa
A musioasolemoava todas os brindas-com
bellos" trechos de escorbidas.pecas.
-O'brinde de honra foi* levantarlo peio'Dr.
Carlas Vaxacoaaaroa >le Nazaretb.
RaBWi a.mjor e maia tapansiva cordial i
dade entre todos oa amigos e as 10 horas da
noite disso1ven-se*a reuoio, Meando todos satis-
feites levando s- maia gratas recordacoes da
bourosa fasta, em que dommoa o peeciosissirao
s.ntimento da verdadelaa.eoQaidateejo e amlta-
de.
arcada fe ar. Jo -Pela administra-
o*o desse eswbelaettteato fon-m buetem mol
tadosjo atravceaador Oer faetehaiBanlo Lanos, na
quaotia ae iQlOOO.por infraeco do^artiajo i9l,
da le n. 1,129, Manoel de Sooza e Virgolioo Xa-
vier Maria na de 2*000 cada um por infraeco
do artigo 15 i da lei n. 1 355.
Estas multas form resalhida aoa cofre da
ioteaie'ii ia.
Tarmbem na velna Atatfon0 Cr-
relo do Europa d esta noticia :
O velho Gladslone acaba de designar o-sen
eero, o reverendo Marry Dtvi, para o neitara-
do>-daigreja ao glicina de Liverpool, de que
I patroua.
A prebenda rende o bom de daas mil libras
por anno, e nao e a nni a que o chele depart
do liberal icglez tem vinmiado na sua familia
Um. rilBa do velho estadista o revern lo
Stephen Gladstone, ha multo lempo, reitor em
Hiwardeo, e recebe por anno"- tres mil libras
esterlinas.
Estes libetaes sabem se goveroar. *
Irmaaadade de N< *>. Male don Uo
men-Tenio essa irmandadeprocedido a elei
cao de sua mesa regadora no prrepate aonotcoui-
pramissal, ficou ella composta :
JoixJos Joaqoim. DidS Fernandes.
EserivaoJoao Al ves Pimesrtel.
Thasoareiro. i s Dietivo Passos- Btatos.
Procurador griralGibr.el das N. Gardoso.
Procuradores Baltbaiar Jos dos rteii Filho e
Antonio Joaqoim Tavaces Jnior.
Mesarlos Haooei Alves de Senna, Mircellrno
Beata Jas de Souza, Jos Bernardo da Silva, Joo
Rodolpbo Pasaos Gatmares, Luis Barbosa R:
beiio, Antonia Jesaino Marquen, Manoel Alvos
Peiotti, Baltbasar Jos dos Rea e Manoel Joaquim
dos Passes Goimartes.
Juisaft. looacejnciada Coneaicao Villaga Gtii-
mares.
EscrivD. Maria Angela Petotto.
BecelakjpaUaUaa -A que ragua peto p re -
fessor Luiz Marques Vieira est, fancciouaado
oa ra oo Ringet n. 55, ( andar.
Hei de MaraNa igreja da Madre.de
Deas, comegaro os exercicios do mes Marianno
no dia 30 do correte, seodo relebradoa no altar
de N. S. Mae dos Homens e com a decencia db
estylo.
(bnete l'rlu|uei de l.-llura-
No dia 12 do correte, pelas 11 horas da manb,.
reune-se essa associago, para os.flns qae cons
tam do seo anoaacio inerto em on ro logar
tf'esie Diarto.
itoietim. raerearoloetoo
* .
" a'a-.
Horas o-o- g'8"S-
|sa
6-m 28,9
9 29*6
11 3o-,6
3 t. 3i4
i
Baroraetroa
8
776
759'69
;S86fl
757-**
fceteata ae M*iffr a23 aa
la 4* lotera deate Esudo, cujo^remio ;r i n e*
d 3eo.-fl6fW? ser* extratidanodla 15 e
Abnlcj.ta-frwn,
BVaaaarask..d aeraiiha Por tetegxam
ma recebida pela Casa do Oaro,. sabe, se qoe toi
e?(e o resoltado da 22* serie da > loera do Es
Udo do Marsxr&ao, extrahida em 8- de Abril
te 1891 :
tres coltagas do GuUertkerg
araiiamlttrr-iros o segointe te.
m*r^i,f^rrmm^eo-^^tm3 0 Qeegrta>faari5 da igreja de*deu'enteja
levaoatt> um brinde aos-, eeibeje realisaaa e oojpa'tra>all>aararearaa>rmU te Santo Anteara
mamante.tai approvado o projactcvde regiBiMto
da Assembla Ooaatitointe com as omendaa apre-
sentaras pelo depntado Baymnurra db Miranda.
A ordempablieaceetinaa! inalterada.
JBaMBada raaaaaaalDe aoaonde com/o art.
14 8 2 do Begolamento de 17.de Deaembrode
J887, toi designado pelo respectivo director o
prrfearorda sola pratica, Praociaco Cariosda
wlva Fragoso, para oaerceno eatajo ca ee ttwkda.meaaBaeacola
Medica r-karaaaeemsiea. PemoanaJtu
cana A s^horas e logar db ooatume, .reune-se
boje essa associago em sessao-onrhiaria.
rvic^aatta-- E'neteaueerior-do dia
o wdasBo oaaitaa,AgMiar, e/fta^ananaa-deri-
sita o. Sr. teoente Nevee.
0'2 batalha dari .a goaraicA da cidade,
menos as guardas da Tbesonraria' de Piteada e
Hospital Militar, qae sero prestadas pela bate
ria de artilbiria.
Uniforme a. 5.
peaeaea>ta **m blleee Vleraea ena Pornarr,kac
Recito. 7 da Abril de '.891
965
;'0:0OOW00
15:000*000
3966 6:000J08e
W56 6(000te0
Foram peemiades com,3:000#000 oa segaiates
nmeros :
4317 4652 4684 4921
BMao premiados com 1:5084000 os seguintes
omeros:
862 3511 3846 6431 6582
APPBOXU1.VC0BS
3430 3:(Mi000
3431 # 3:000000
954 1-50W00G
956 1:500*000
2S95 900X000
2597 9004000
Bsto prenra-Jos cota 600*9'>0 os segu
numeres:
3435 3i3
3435 3439
3437 3i40
com 3004000 os segointes
tes
Temperawa mirria46',50.
Dita mxima32',28.
Ihuva ouila.
OireeosV) do-reoto E31 daraote-rodo-o dta.
Velocidade nema dcveaip4"67 pn
ando.
Se.buloBidadavmedia0.'58
ftotdtim Oo porto
3432
3433
3434
Bsto- premiados
namsBoa:
851
952
953
Esto premia 'os
nmeros:
2591
2591
2393
II
ES
_M4
M
M.
M
DU3
7 deMbril
7
7
8 >
Horas
Altuia
9-14 da anab' 0-.29
3-91 da-tarde 2.8o
9 56 da Urda (K,I8
4.-6ida meaba 2-, 75
954
956
957
com (504000
938
959
960
oa seguinte!
Corele-Pata o losar de agente do correio
do poveado Lux, oude tai creada ltimamente
urna agencia, foi nomeado-por portara de bom
tem o cidado Manoel Marrano de Barros.
tremi doe a*rclfcscorec Prima-
rlo Hoje, ao meie dia, rene se essa associat-
go em sesso ordinaria.
irahalbo de eondageaa 0 Sr. dire>
ctor interina da praucagein dirige-nos a se-
guinte communicago :
Segaindo na segunda feira, com os pratit
cantes, aprendizes e mais efkuns segnndos prat
ticos que determinei para-fazer comigo a sonde'
gem desde a enseada de Gabyb ate a barra das
Candelas, como me faculta o art. 15 g 6 do
regulamento desta Associago, nao o Bz em
associago aos Srs. Lobo Gomes e Avefino da
Silva, pois est>8 sennores leem infringido o re-
gulamento, por quanto aquelle que 2 pratico eO
poler sondar qaando ptr mim for determinado
e este Sr. A ve lino um -imples aprenda.
E se theram a tal soodagem qae constante-
mente tem sido publicado nesta Recula foi as
escondidas, e nao sei para que Bm o tizeram ;
pois a barra nao precisa de aovas dfctnrcacoes
Escriptorio da praticagem, 8 de Abril de
1891 llerculano Jos Rodrigues Pinbeiro, dire-
ctor ioterioo.
Sobre o mesmo as^ompto o Sr. Manoel
Amando Lobo Gomes nos dirigi esta carta ; e
do que ambos eipem, v-se qoe nao eslo as-
soriados na sondagem, trabalbaado cada nm por
si, um em camprimeots do regulamento e ontro
de compromisso tomado comsigo para nm lim
loavavel.
Srs. redactores do Diario.Tomo a liber-
dadr de pedir a Vv. 8s. para inserir na Revista
Diaria es'a carta, oque muito carei agradecido
TendO sido publi ado nos Diarios de 8,17 n
24 do mei prximo passado noticia sobre oa
trbateos de sondagem do porto do Recife, tra-
balbos esles que tomei o encargo de fazel-o
para cum- rimento de um compendio que estou
organizando ; e para levar a effeito este servigo
precisei convidar algaem para me auxiliar a
escrever as notas qoe me fossem necessanas
fazer para este flm coovidei o mea particoiar
amigo o aprendiz de praticagem, Avelina Jos
Fernandes da Suva, o qoal a isto acquiesceu com
muito gosto, mes-no porque alero do favor qoe
me.prestava, avantajava-?e em sua apreadisa
gem.
Conaeguiu'.emcnte todas as noticias qne fo-
ram dadas peio importante orgo de qae Vv, Ss.
sao dignos redactores, esto debaixo do sol ia
vercade, e ao mesmo tempo Mea esclarecido o
ponto de auxilio qoe me foi prestado pelo meu
amigo e compaoheiro Avelino da Silva.
Porem com relago ao qoe f i dito sobre a
mesma epigrapbe : Trabalha de sondagem,
cumpre-me pedir esta rectificago, na parte que
diz, ter o illastre e digno director interino, se
assoctado ao.< meua trabalhos, n'esta parte sem
davida. foram Vv. Ss. mal informados, desde
que oto existe o menor vestigio de associago,
(a menos que me conste), e at para coroborar
es a minha opinio, tendo ido nesta exenrsao seis
segundos praticos, s eu, e o meo collega Eduar
do Guimares, fomos excluidos, notando que
estaramos de folga na escalla do servigo.
E' tudo quanto me compre dizer, Meando
muito grato pela publicaco dista* lionas, pe-
dindo ibes hceng^ para me "subscrever.
Recife, 8 4 91. De Vmca. aliento vene-
rador e creado. Manoel imiod > Labo Gomes
2* pratico.
fvadiaelplina-A freguezia deS. Frei Pedio
Goncalves tem n'estes o*timos diaa sido theatro
de algomas scenas de pagilato entre marinbei-
ro da armada nacional e pragas da guarda local,
con rindo notar qoe aquelies Qgaram sempre
Como provocade res.
Anda ante hontem, qcando j ledos saspeta-
vam que medidas effieaeaavtiohm sido tomadas
aBa de obstar a ii ilailaMo da ordem a tran-
quillidade publicas, daae marinbeiros, no Pone
do Mattos' apgredlraoj a praca montada da refe
rida guarda Olympio Oaorio Miciel Monteiro.
De pois de declararen* qae iam Tingar-aa tfelle
das cffensas racebidaa por um companbeiro, de*
ram um profuada olpe com um estoque no
peacego da Olympio.
Unas pragas de liaba, que por all caanalmen-
te passavam acudlram em defama do aggredo
travand*o-aa lata, fugindo aDaal os doas mat-
obelros aggressores.
- K;taa scenas, auenutoriaa dos crditos des
eacarregados de zelar a ordem pablica, pree-
aam ter o correctivo enrgica.
Coaarreeao Alaajaaao-Os nosaos illol-
Orierac*ea cirurarltaa Foitam pratiea-
dai ncrfTospital^Ped'o 11 no da 8 docorrentf,
as -: gu'.nica : '
P> lo Dr. Vieira" da Cuoha :
A. l.-ca ; le pequeos labios, reclama la por
elr-ph-ntiasi*.
Raspage :. e caulerisago a thermo cauterio,
reclamada, por uleecscao e afatagoes sypbili
ticas.
raaatteiraeSabidos paca, o Sal Ima. vapor
Manos.
Arthur I. Macado, Manoel E. Pereira Maia,
Jo R. Martios de laveira, Joo F. de Poro
ceno, Joo ?,A:i Iteis Lima, Justina A. de Luna,
Tranqueline- T. ae Oltveira, Prei JoCEvange-
liata, Antanar B. de Amorren, teoente- orun a
Manoel Eufrasio dos Sanies-*>ias, sea sentiu e
2 Minos, Anna Am;lia de Albuqaeique 4 tUhos e
2 criadas, teoente Jbaqaim J. Rodrigue- torres,
1 cadete. 1 desertor. prsgjs. Jos* Joaqun Ma
cbado, Maria T. Santiago, Rcrtin M. do Carmo,
beopoWna de Altnaida. e t-netos, Amelia B. Mo-
reira. Alfredo de S. Morcara.Canral.^Pedro de.A.
Baptista Moreira, Goiseppe A." Csate, Dr. Joo
M M. da C. Azevedo, Jjo C. de Mello Lyra, Dr.
Beilarmiao 6. C. Geadtm, Alfredo ie G. Filno,
Br. Affanso, do UtegOiAarrossl Dr. Manoel C. d
Oliveira Escorel, najor AtlstiJea B. Vas sua se*
nbora e 3 HJhos, tehente-coronel Carlos.Maria
da Silva- TeUese ana senhora, terrete Aphrodi-
zie P. Barras sua senbora- el' fllbo, Balustiana
dos Saartcs, Laurengo Machado, Ricardica Maria
da C' nceigo, Alta L, C. da Silva, Francisco Mo-
reira, Isabel R. do aacimento, Dr. Julio de
Mello, Dr. Joao G. B. de AlmeidiyD-. Francisco
L. Goejalis t&n\ 9*: Bwenrtes Osea (Ivas d
Azevedo e I criado, Auna M. de Vaaconcellos,
2 pragas. Amnelo Maia de A. Lins, 1 cadete;
Antonio Vieira de Andrade. Francisco Marinho
dos Santos, Vieen-e Nogueira Ramos, Hercalano
M. dos Santos, Camillo N. das Ghagis, Fraocis
co Domingues da Silva, Manoel Vietra da Gooha,
.ntonio de A. Lins, Maooel-Pedro de Mello, De-
metrio C. F. Baraosa, Dativo L. de Franca Jos
Antonio dos Santos, Manoel T. Perras de Souza,
Mannel L 9. Nascimeoto, Giilherm G. de Lima,
Raymundo R. Nones, Jos das Cbagas, Joo
Luiz, Bonifacio E. de Almeida. Manoel R de
Oliveira, Marcolioo Diaa de Azevedo, Jorge do
Nascimento Rocha, Manoel de Almeida, Epipha-
nio F. da Coste, Francisco A. de Lima, Franci?-
co C. de Araujo, Pedro Antonio Leo, Miguel
Bente Braga, Francisco Antonio Rodrigues, Deo
lindo Ferreira Jnior, Manoel L. de Torres Ban-
deira, Claudioo Joe Ferreira.
celll^eEffectoar-se-bo os segointes:
Hoja:
Peh agente Gusmo, s 11 horas, roa Larga
do Bo8ario o. i, da ramelo e utensia da Uter-
na ob e le numero.
Peto agente Pestaa, s 11 horas, A traveesa
do Corpo Santo o 2?, de un cava! lo de corridas,
movis, bebidas, etc.
Pelo agente Mariins, s 10 1/2 horas, roa da
l'nio o. 61, de movis, espelbos, porcellana etc.
Pelo agente Stlveira, s 11 horas, roa da
Cas.: Forte o, 13 de gneros armagao da taver
na ahi sita.
Amaob:
Pelo agente Stepple, s 11 horas, 4 roa Mar-
ques de linda o. 1, do armaglo e quinquilba-
nas ahi existentes.
Mleeaa Cavauaaa^eeSarao celebradas :
Hoje:
A's 41/2 horas na igreja da Peoha e s 5 hars
na igreja de S. Jos de Btba-Mar, pe* alma de
D. Mana Francisca de Alcntara Rangel.
A manb :
A's 8 horas, na caoella do povoado de Ca-
teode, pela alma de D Umbel.na Justmiana Cor-
roa de Mallo.
Caea de DetenftuMovlmeato dos pn -
jos da Casa de Deteogo do Recife, Estado dr-
Pernambuco, em 7 de Abril de 1891.
Exista 477, entraramli. sahiram 9. exis-
te: 482.
A saber: ..
Nacionaes 449, mu!ti-res 19, estrangeiroe 14
a> rotal482.
Arragoadoit 384 .
Sons 361
lenles 16
Loncos 6
Louca 1.
Tota' 384.
Momeuto aa eaiyr i-*;.
Tiveram baixa :
Alipio Domingos da Silva.
Tiveram alta :
Joo Pereira da Silva
Jos Delmiro da Silva.
Foram vkitados os presos de? te estabelecimep-
to por 215 pes8oa3, s-?ndo 71 homens e 144
mnlberes-
aapltal Pedro n O movimeato des: e
estbelecimento de cartdade, do dia 7 do AbriJ
foi o segointe :
Eiraram *4
Sahiram
Falleceram
Existem
Foram visitadas as respectiva? enfermar...:
aelosDra. :
Cjsnetro s 10.
Horroe Soortobo s7.
Berarde s 10. f
Ferreir Velloso as 10.
Malaquias s 10. .
Puntual a 9.
Vieira da Cunha as f 1|2.
O cirurgio dentisU NamaPompilio s 8 1(4
horas.
O pbarmaceutico entrn aa 11|1 horas da mal
abl e aaMo aa i hora da tarde.
O ajanaste do pbarmaceutico entrn s I
da roana* a>aaUo aa M* da tarde.
Leserla a\a anaar da raaa-a*avra>
A 13 serie da 4*' loiena, deste EsUdo, cajo
premio grande de 280:0004, ser extrahida
nodialldeAbrH(sabbaao).
JUateala de aielade de Perataaalaaeu
- A 7* serie da 3* lotera deate Estado, ser! ex
454 2598
2595 2399
2597 2600
Todos oa nmeros terminados em 31 estao
remande.- cora 3004*00, excepto o da serte
tvanoe.
Todos-es nmeros terminados em 55 esto pi e-
oados coin-3004000, excepto o da sorte imme-
4iata.
Toaos os nmeros terminados em 96 esto pre
miados com. 1504000.
Todos os numero terminados em l esto pre
miados com. 1504000, excepto os terminados
era 31.
Todos oa nmeros terminados em 5 esto pre-
miados com 1504000, excepto os termimdos
em 55.
A segarate lote-ia corre no dia US de Abril de
1891 oam o mesma plano.
reaeUerio PaaMaeoObituario do dia 6
do correte.
Deodato Ferreira das Chagas. Pernambuco, 18
aenoa, sokeito, Boa-Vista ; febre pernieiosa.
Amaro, Pernambuco, 6 dia*, Boa-Vista ; es-
pasmo.
Valdevino Bereira, Pi-rnaobuco, 60 annos,
olteiro, Boa Vista; tubrculos pulmonares.
Margarida Maria da Paixao, Peruambuco, 36
annos, viu va, Boa Vista; tubrculos palme-
nares.
Luiz Aatonro da Silva. frica, 70 anuos, sol-
teiro, ttua>-Vista ; entente.
Aona Mana da Conceigo, Percaa buco, 00 aa
Doei, vauvm. Bua>Vista ; senilidade.
Frao^isca, -Pernambuco, 6 dias, Graga ; coa-
vulses.
Um- feto, Pernambuco, S. Jos.
Francisca Olympia Rodrigues, Pernambuco,
28 annos, caada, Santo Antonio, febre palustre.
Aonaldo, Pernambuco, 7 dias, Recife, EcIo-
psia.
Mara, Pernambuco, 5 mezes Bda Vista, men
njgite.
lldebaBa, Pernambucj, i t mezes, Boa-Vista,
escfofaiismo,,
Etelvtn* Rodngoes de Mello, Pernambuco, 28
annos, casada, Bi-Vista, ttano puerperal.
Franei8eo Luis da Casta, Pernambuco, 23 an
nos, solieiro, Boa-Vista, tobencato palmooarea
Boa&liaa Mara do Nascimento, Pernambuco,
22 annos, solleira, F6<-Vista, syphiles.
AlexaodriQo Alves da Silva. Pernambuco, 65
annos, viuvt, Boa-Vista, anemia.
Thereza Mara da Conceigo, Pernamriux), 60
a&na, viaA'a,.B6a-Vista, lesAu oaitr.
Pedro Francisco de Brillo, Peroam'iuco, 40
annos casado, tubrculos pulmonares.
Francisco Tbeodorico da Silva, Pernambuco,
22 annos, casado, Santo Antonio, anemia.
Se veri n o Pernambuco, 2 horas, Graga, fra-
queza.
CTMDH1CAD0S
t comees sao de slalas no Esta-
do de Pernambuco
Aceitando a di cusso, encelada pelo Jornal
do Recife, sobre urinas concedidas lavoara
des.e Estado, peto-honrado governador Jas An-
tonio Correia da Silva, principiamos a responder
quelle jornal, demonstrando luz evidente is
factos, qoe a critica feitas em o numero de hjn-
tem, nao tem razo de ser e nem se bsela em
fundamentos solidos.
Xossa defes.1, porn, se circumscrever a
com baler os tpicos das aecnsagoea, qae nao
imputarem offensa pessoal ao criterio e mora-
lidade administrativa do honrado goveroado* o
Estado.
Partilo do principio de que quem tem razaf
nao insulta, nao podemos e nem devemos dar 4
discusso oatra orientago, seoo a suggerida
pelas normas da sensatez
Neste proposito destruiremos um a um todos
os argumentos com que aprouver ao Jornal do
Recife fazer a critica dos auxilios lavoura, dei
xando, porm, de p. os doestos pessoaes, que
nao se podem ar.egimentar como argumentos.
D'entre as concessoes de usinas, feitas pelo
honrado governador do Estado, a qoe mereceu as
boaras de ser mencionada, em primeiro lugar por
nio consultar quer os iateresses dos proprieta-
rios agrcolas e eoaaeaaieoarios, qner os do Es-
tado, qoer os da propria iodnatria, foi a constan-
te do decreto de 12 de Eevereiro do corren te.
pelo qoal o boorao govaeaador do Estado con-
ceden aos agricultores baeaarei Joto Lo pea de
Siqueira Santos, capito Aatonio Lopes de Si
queira Santos e tenente-noronel Pompen de Car-
valbo Soares Branda, aaaeciaoe,proprietario e
co proprietario dos engechos Amaragy, a vapor.
Pinta, Baetil., Retiro, Segredo e Di tos o todos
situados na conurea de Gamelleira o auxilio de
250:0004000, para fondaco de orna uaiaa no
engenho Amaragy a vapor.
No pensar do arli :ulista, semelbaute concesso
alo. devena ter sido feiU, por isro que ira pre-
jadfcar ioteresses da usina Pinto, qne Bra prxi-
ma do local da asina concedida, sendo anda dig
oo de oota, ser a usina Pinto, ama .empresa fon-
dada por esforcoa da iniciativa particular, sem
Otilio do Estado e tendo pelo menos direito a
merecer dos poderes pablica qua nao prejndi
cassem-n'a na exploraglo de ssa industria
Mo tem razo o articulista, coran,possamoe a
raeatrar.
Oa coBcessionarlos da usinaAmaragy 4 Va-
par oo Estelllanacrasa lonacedarea da.oanna
anana Pinto. Ftndo o contracto do foraecimen.
toisrocoraram reooval-o, mas a empreza nao aa
praaUva renovagp, aeoAo com mga^caccea
dos precos de venda daa cannas. Nao coarindo
isto aos concessiooarioa a nao acbandorae alies
r^rvajados a cominear o fornestment, por*isso
sjaavo contracto baria expirado na olma safra,
roajnereram ao governador do Matado o aaxiko
para fundaclo e^aMa-ssioa aoa lera da de-
creto de 15 de Ootubro de 1890.
Na.baria razio njua* usina Pfoio.deJiar de
[laartaaafirc fj do cosame. Aa boas condiges da.empreza pro-
aasUafcelosiaramaat aiw4(ialai insfMllralce
relatnos, diieag*oexigida>*a- oreos- de-eanda daa caa-
oas.
E^jtaes condiecOeSj seriam-prejodicadea aqneis
lea cooceeaioaarios,. *e .sabaeUaaaeairae.
E, porque fuszdando ellas pxoprioa-.umamaina-
eneontrarirm grandes eompeBsaof3s;na expo
racaa de aaa induMria agricolaT.d'ahi moito UB-
tiHcadamente a preienclo qne vlavaanr
Vijamoa, agora, como prco-uie o> honrado go-
vernador do Estado.
S. Exc. ao reerber a petico do* coflcesiona-
rios, mandn ouvir ao-Tne-ouio dO'Estado e a
Secretaria do G)verno.
Todas os pareceres, foram completamente fa-
voravais : unanimesno sentitfo narios hHwrem >atisfeito .todas as cjni-g5j3
clausula e ex'geneias do decreto de 15 de Oa-
lubro de 1890. Apeaas o Dr. inspector .1 j Tae-
souro, fes ^eotir que a conc-.sso tawez foese
prejadioar interesaeada usina Plato. Abandan-
do, porm, em outras coasi ieragoes acceatnoa
bem qae as papis se.aubavam de vid ament pre-
parados ponto de consiituir^ra im modelo; urna
norma para as cor.cesso sde usinas.
Por essa tempo a Compaubia U*iaa-Piulo en-
deressou S. Exc. ama: reclaraagaoicontra a pe-
ign des coucessionarios.
Sobra es-^a reclamago S. Exc. maodou ouvir
a intendencia de Gamelleira, qu: manifestoa-se
de moda contrario red-mago julgando-a im-
procedeute.
O honrado governador do Estado.poderia em
face da fundamentado long parecer '.'aquella
roieodencia, fazer a concesso.
Nao obstante, S. Exc. quereado mais- minu-
ciosa e conscientemente conbecer e-aprofondar
a questo, dlepnnba-se a noaean cammiseoes
de pessoas tecbntcas e iloneas, para emiUfrem
jozo rcspeito, qiando coos.qb Ibe. afficial-
menle, que a u-iia Pialo bavia caegadoaac-
io: iocom os concessionarios e retirara a op-
posig qne fazia.
Do accordo coBstava, qu: a usina \maragt
vapor ou Estelliana ficaria limitada em sua zona,
pela lado da u-=ina Piato, aoa- engenhos Ditoso,
Segredo, B.i.-tiao rAmaragy a vapor e que a*ill.
na Pinto Scaria, poi.ease mesmo lado, aistrlcta
aos eogenhas limitrophes
Gis o accordo:
Os abaixo assigmdos Jos Joaquim. da Coa-
la Maia,. presidile e .representante da Com-
panbia Usina Pi-to e o hacbarel Joo- Lopes .de
Siqueira Santos, lenente-coronel Pomaea' de
Carvalbo Soares-Bj-ando e o capilao Antonio
aajM de Siqueira Santos, empreza ros da pro.
jeciada Uini Estreihana tendo cu vista. i con-
veniencias e in'.eresses das respectivas empre-
sas, convenccionsm em- bem daharmoofa ne-
cessaria entre ambas e se obrrgam ao seguinte :
1.* Os engenhos Di toso, S greda, Bastillo e
Amaragy a vapor limitaro a zonada Usirra Es-
trelliana cujos emprexanos nao nodero em
tempo algum trao.-pOI-a pelo hda da. ;ina Pin-
to, quer contramande fornaeimenlo da cannae,
quer procarando adquirir qnilquer do? ange-
nboscomprehenJiJos na Usioa Pinto, salvo ac-
cordo-rfeiameo:
2 Os engenbo* Umitropbe com os mencio-
nados na clausula precedente limitarlo a zona
daUsina Pinto, cujos empresarios oo directores
oo podero em lempo algum transpoV-a pelo
lado da Usina Kstrelliana, que: contractaodo for-
necimento de cannas, qoer procurando adquirir .
qualquer dos engenhos comprebeodidos qa aona
da Usina Estreihana, salvo accordo reciproco e
salvo 03 ongeo ios situados ao longo da via-fer-
rea de Bibeiro aa Bonito, que podero ser con-
tactados por ama e oatra empreza.
3. As doas empresas se compromettem re-
ciprocamente a nao estarvarem- por quaesqner
meios directos oo indirectos a que cada urna na
respectiva zona contrete fornei imeatos de cb-
nas eatqairaos engeabos oa terreno que Ibes
possam conrir.
4* Ae linbas da Usina Pinto qae se acbam as-
sentadas na zona da liona Estrelliana sero in-
demoisadas pelos tres ltimos abaixo assignados
a razio de cinco cont-de res por kilmetro,
5.o Em todos os casos de dovida oa decolisoes
de iuieressef as qaeatCes se resol verao amiga-
v el men te esem capricho, on se preferiremaerio
afjnal refolvidas por arbitros comeando cada
urna das-partes o seo sendo que no cas > de nio
accordarem os arbitros serla decisA) Anal pre-
ferida, por. om desempatador sorteado d'entre os
n ornea para desempatadares qoe at o o omero
de tres cada ama das partes ofierecer. E porque
teem justo e coaactado o que ftoa eseripto por
cojo comprimento se obrigam com euaa pessoas
e bens e por si e seos herdeiros passam o pre-
sente documento em duplcala em queassignam.
Recife, 6 de Fevereiro de 1891.
Jos Joaquina da Costa-Utia,
Presidente da Companhia UzioaPinto.
Pompea de Carvalho. Soares Branda*.
Joao Lopes de Siqun Sanios.
Antonio Lopes, de Squeim Santos.
Testemonbas,
Antonio Alves Carnelro- Veras..
Joaquim da Costa Dourado.
Ne8ta8coodic6es, poderiam o boorado governa-
dor do Estado, negar aquellos concesionario-o
auxilio pedido ?
Si elles hawam satisfeito a todas as exigencias
legaea; se a empresa Usina Pinto bavia. feito
accordo com el les, qae raz&ea poderiam mais
actuar no animo do honrado governador, deter-
minando a negar a agricultores oa auxilios pro-
metidos no decreto de 15 de Outubro da l8aW?
Em censura i acorrera, se de nrodo' dlterso
procedesse, pois, flearia daoionstrado que os pro*
mettidoa auxilios a lavoura cootiouariam a ser
lettra morta.
V "
Cromos ter respondido cabalmente as censaras
de /orea, doeotfe, mostrando 6 taa^a vttaacia
onanto alo ellas falsas e apaixooadas.
0 honrado governador do Estado, no paj-
gramma de ana administrac&o, at hoje ben-
fica, crlterioBB, moralisada e, palriotica*tiatte.e
flrmi proposito de auxiliar a agricnltonjardo li-
tado, por isso qoe ella consume urna aiaaaa la-
boriosa, independente e digna das aUerajOaaiie
governo e desse proposito na. ha d cteabalaVe
a critica qae nio for seria e nem ae-aaolar em
factoi.
Proeegniremofl.

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PBELICACOES A PEDIDC
CoaaoaabJa de drogas e preda
eiea eaisalcoa
Sssa iBpo Uoie compaubia laiciou bootem o
sea trabalho de sabacripcto do reapectivo cap
tal, rae continuara boje com o xito ja obtido
no pnmeiro eosaio.
Nesta primeira prova da importancia da expo-
rapio, que a mesan compaobia tem por flm, e
da confian ;a qae mspiram os caracteres que se
acham a oa do capital que no entretanto sabe se que de
1.800:000*000.
KffeciivdiDrn>e ella ama empresa que se im
pe 4 aceiucao com que tem sido lavoneada
velo noaso commeruioe pelos capiulistas. E'
ama empresa cojos resultados podem ser afir-
mados desde logo. E' nma empreso, rlnalmeuie,
:uj seguraoca ou garanta nio un problema
qae dependa de solocao.
O commerc'.o de preparados pbarmaceutlcos,
e a fahricacao de productos cnimicos, a xplora-
Ao e uiiiHajao de plantas da nos-a flora, tao
opnlenla em materias <- applicacao iniust iul e
em virtudes medici taes, s&o condicCes qae des-
envolvidas, como sel-o bao por ama empresa da
ordem dessa, de qae nos oc upamos, nao podem
falbar em seas resaltados, e deixar em caso al-
gam de dar torga compensac&o aos japilaes
empreados o'uina explorag 10 a que affaga o
xito mais incontestavel.
0 fotoro do companbia de drogas e producios
chimios. pois, nao pode ser dovidoso.
_A se_ru-aDi dos capltaes o'ella empregados e
a certeza wos lacros qu estes auferiro, o affir-
nam como ama realidade.
E esta apreciado ex-cta, que dos suggere o
estado da referida companhia em si e em enas
re)aco>-\ ter hojp c m certeza e sua consagra-
gao definitiva na cobertura do seu capital.
t

Companhia de Drogas e
Productos Chimicos
A subscripto publica do resto das acces
desta imprtame compaobia ja foi abena pelos
incorporadores o Banco Emissor de Pernam
breo. E' sem dovida mais um elemento oe
prospendade que tras para este Estalo o Banco
Eiisaor de Peruamoco c a importancia de tal
creac&D ltenlo aos seas fias, tao evidente que
nao necesBita de encomios e recommendagao de
nossa parte.
A incorporacSo desla companhia j ama rea-
lidade porqnanto segando dos consta omito
pouco resta a sabscrever.
Ao Tribunal da Re-
lago
Sob este titulo publico a a Provincia de
hontem am escripto annimo, em qae o
seu auctor procara atacar urna correcta de-
calo da Just'ca de 1.a instancia da co-
marca do Conde do vi sin lio Estado da
Parahyba.
Eis o acto em toda a sua pureza.
Um credor hypothecario de dous ttulos
o primeito vencido em Abril de 1884, e o
ligando em Jalho do mesmo aano, inici -u
em Janho de 1888 a respectiva acelo, re
Juerendo o devido sequestro e cobranca
aquellos ttulos, por seren residentes na
pracade Londres os devedores.
Expedida a carta precatoria, depois da
demora de am anuo e alguna meses, nSo
foi conhecida a moradia dos cevedores,
nem ellos encontrados, e mait > menos sa-
bia-se, onde se achavam.
ggOs devedores, que eram negociantes e
C0IIERC10
Revista do Mercado
RCCIFK, 8 DS ABRIL DI 1891.
Houve transaccoes ao mercado de cambios e
algumas vendas de algodo.
empresarios de Estradas de Ferro, tinham
fallido, depois de 1884, e antes de 1888;
pelo que se haviam ausentado para luga-
res nlo sabidos.
Justificada, na forma da le, a ausencia
e deaoonhecimento da residencia dos de
vedores, requeren o oredor cartas de
Edictos, que foram concedidas pelo juia,
e publicadas pela imprensa :
A primeira para intimaclo do sequestro
e pedido do pagare ento das letras ;
A segunda para a conciliario no juiao
de pas ;
A teroeira para serem os devedores in
timados, afim de nos dea dUs da lei res-
ponderem sobre o pagamento das letras.
No 9- oa lO da pela manhl apresen -
tou-se um advogado com a copia d'uma
procuradlo, sem as solemnidades impre
scindiveis da lei, e na qual so davam os
devedores poderes ao procarador origina-
rio pata contractar Estradas de Ferr com
o Govorno !
Note-se anda que semelbante procure-
clo se ochava extincta com a falleuoia da
firma social pelo principio universal de di-
reito :
c Mors omnia solvit.
Si nlo havia a morte natural dos deve-
dores e constituintes do procurador e
adrogado, havia a morte civil ou commer
cial, qae produz os meemos effeitos jur-
dicos.
O juz de 1.a instancia, tomando co
nhecimeoto dos Embargos oppostos
Execucao com aquello traslado informe de
procuraclo, maodou dar vista ao auntor
exeqaente para impugnar os Embargos
Em nosia humilde opino o Juia devia
desprezar in Uiwne os referidos Embargos,
desde que o procurador era Ilegitimo pela
nullidade da procuraclo, ou antes pela de-
formidade ou nullidade do traslado da pro-
curacSo ; mas assim nao prooedeu o Juis,
sem davida para mostrar todo escrpulo,
e o sea acto nlo ser considerado precipi-
tado.
Sendo os autos conclusos ao substituto
do Juis, que passea oceupar o cargo de
chefe de p lie a, foram por aquello sub
stitnto desprezados os Embargos pela insuf-
iciencia e nullidade da procaracao, man-
dando-se proseguir na Execucao.
O improvisado p. o curador e advogado
dos reos r.ppellou de semelhanU decisao
para o Tribunal da Relaclo.
Voltando os autos ao Jais para, na for-
ma da lei, receber oa nSo aappellaclo, elle
mtiito acertadamente a nao receben.
E nem em semelbante acto correcto do
Jais forlo os reos preteridos em seus di-
reitos de defesa, quando podiao intentar,
como intentarlo, o recurs > de aggravo,
que pende de decisao do Tribunal da Be-
lacSo, como o proprio articulista declara
em seu escripto anonymo, sem que o Jais
de Ia instancia do Conde tivesse a preten-
cSo de querer decidir em 2.a instancia,
conforme insina o mesmo articulista.
Si o procarador era Ilegitimo ou nullo
para oppor Embargos, da mesma forma
era Ilegitimo e nullo para intentar o re-
curso de appellaclo, restando-lhe o de ag-
gravo, de que se prevaleceu, e actualmen-
te nos ocoupa.
O contrario disto era um verdadeiro:
Simul esse et non este.
O ojeratMioso da Relaclo po
der ver.nc r do aggravo de instrumento,
qae Ihe est nff oto, a nullidade e detor
midade do traslado da procuraclo, jom
que ae apreseotou o advogado dos reos,
e proferir a sua jurdica decisao.
O articulista, que aguarde tranquillo a
decisS > do Tribunal, si confia na jastica de
sua cansa, e nSo viesje, como veio im-
prensa, faser peradas insinuacSes, preteo-
dendo coagir a decalo de am Tribunal
Superior, que por certo nao se render i
sua intimsclo 1
E* que o articulista conheoe perfeita-
mentc o terreno, em que est pisando.
Fsrfas
Reoife 8 de Abril de 1891.
Hospedar a Jaqueira
Temos appiaodido a zelosa u oenefica direc-
co qae a aquella bo!>oedaria ba dado o actual
admioistndor, o Sr. Mpooel Ltns Pues Barretto,
e sor uso, nao podemos fortar-oos ao dever de
congratolarmo-uos com lao distinto ddado por
tao significativo facto. como tainbem por todas
attencOes e maoeiras benvolas com que cos'u-
ms tractor a aquelles que a par do respeito qae
Ihe dev^j como chefe veens oelle o cavalbeiro
que se distingue pelo fino tracto, e aioda um
vez, bemdizemos do inelyo e benemrito gover-
oador deste Estado, o bon ado desembargador
Correia da Silva, pela feliz e acertada escolba.
30b em tu boa hura fez daqaelle cidado, para
irigir lo importante e tabeleeimeoto. que tao
bem gere, debaixo das vistas, do inteligentissi-
mo e pruiiro enuenheiro, o Dr. Luiz de Castro
Goncalve, qu apezar de delegado interino de
Ierras e rolooi-acSo uesie Estado, tem dirigido
com mesiria e 8hbedria lao importante ramo de
servico, qae estamos certos dara mais tarde, a
sit- E-tado, sazonad' s tructos, de oai sabor ce-
l'Ste, e de ama duracao prodigiosa.
A iodos uossas felicitagOes.
Recite, 7 de Abril de 1891.
0 observador.
Rgimen das olygarchias
Perganta-se io Sr. E 0. T. Bandeira porque
razao nao Ibe occorreram aquellas ideias sobre
o Rgimen da$ olygarclnat publicado no Jornal
do ecife de aBtehoniem, quando S. S. 00 alguem
por S. S pedia ao Exm. Sr. BarSo de Larena pa-
ra nomeal-o lente e garantir aquelle alguem no
logar de esenvo da fazenda.
UiQ qae \(* lado.
Bolsa
oorayOi
comprar
US*
OFFICISBA DA JUNTA JOS COK-
RKTORJC8
Reeife, 8 de Abril i* 1891
Na Bolsa
Qflereceram veuder
110 accOei da Compaobia do
Beberbe, valor de 100* 1MM
O presidente.
Antonio H. d'Amorim Jnior.
O secretario,
Candido C. 6. Alcoforado.
Cattblo
PRAfA DO BECIFE
O mercado abri um pouco froaxo s 17 3/4
bancano, fechando, porm, mais firme a mesma
cotacao.
Papel parli. ular oiT-receram os saccadores a
17 7/8 e 15/16, txigindo os Bancos 18.
PKACA DO KIO DB JANBIBO
Abri o mercado a 17 5/8 bsneario nominal,
saccando mais tarde a 17 3/4, em lodos os Ban-
cos.
Banco da Bols BECIFE, 8 DB ABRIL DE 1891.
TranaaccOes effecluadas :
iff AccS 's da Estrada de
Ferro do Ribeirao ao Bo-
nito
Offereceram
91 Acj6-'3 da Estrada de
Ferro do Ribeirao ao Bo-
nito
24 Ditas da Estrada de Fer-
ro do Ribeirao ao Bo-
cito
30 Ditas do Banco de Per
nambuco
1000 Soberanos oa chega-
da do vapor Tomar
40 L-ltras bypotbecarias
50 Accoes da Companhia
Industrial
5 Ditas da Companhia In-
dustrial
1000 Ditas da Fabrica de
Fiao e Tecidos
S3 l>itas da Compaobia de
Santa Therezs de Olioda
50 Di'as da Compaobia do
Beberbe
100 Ditas da Companhia
do Beberbe
Vender
754000
Comprar
801000 70*000
75*000 704000
55^000 504000
144060 1044000 134908
904000
854000
AlffOdio
do de qualidade
Houve negocio
84800.
9 -mercado fechou froaxo, sem procura.
1004000
404000
1104000
1104000
superior, a
mes
A exoorcao feita pela alfandega oeste
at o da 4, coastoa de 196 414 kilos, sendo
140.440 para o exterior e 181.974 para o inte-
rior.
Asentradas verificadas oeste mes at a data de
boje, sobem a 1884. saccas, sendo or :
*a.-cacas
Vapores.....
Aouaaes. ...
Va frrea de Caroare.
V :-ferrea de S. Prancisco.
V aberrea do Limoeiro
Somma.
1.070 Saccas
586
231
996 >
2.884 Saccas
Asiacar
4
J presos pagos ae agricultor, por 15 lulos, se
gu ido a Assoclaco Commercial Agrcola, forao;
os segointes .
Safra nova
B ocos .
Sotenos.
Mascavados ....
B otos.....
Re'ame ...
Usiaas.....

14700 a 3410U
14100 a 14300
14800
14800 a 14000
14300 a 1450"
34100 4 34500
A exportado feita pela alfandega nesie mez
al o dia 4, conston de 2.043.913 kilos, sondo...
1.121.000 para o exterior e 9x1.578 pira o inte
ror.
4s entradas verificadas neste mez at a
de hoje, sobem 37.264 saceos, sendo por:
data
Barcacas..... Vaporea .... Aannaes...... Via-ferrea de Garuar. Via-ferrea de S. Fraucisco. V a-ferrea de Limoeiro 20.131 1.742 '. 2581 897 1.911
Somma. 37.184 Saceos
Coa roa loaros salgados 410 ru, ts. e os verdes a 300
Agaardeote
;ota-se a 904000, por pipa de 480 litros.
Os Srs. Tabordas
^onliuif do meo arlig ul-
timo
. Nao foi bastante sugar-lhe o sangue
em vida, ainde o invoca para escarneo
depois de morto ? 1 >
A quera que invoquei ?
(Tinha-me es uecido de fazer esta per-
gunta ao moco Taberda).
Explique-se : se foi ao vosso pai, o Sr.
Ignacio Luis de Britto Taborda, porque
nao declara no sea artigo... o mea pai, o
Sr Ignacio Lua de Britto Taborda...etc...
O publico lela todo o escripto do. Sr.
Alfonso Angosto de Britto Taborda, de 24
de Fevereiro prozimo paseado, (faca esse
sacrificio) e ver que em 175 linhas do
composicBo em letra corpo 8 do Jornal do'
Rec>fe, nlo encontr urna nica ves, o
nomo de Igot-cio Luis de Baitto Taborda,
is morlaca
asara 7 di abbil oa 18(11
rara o exterior
rio vapor lBglez Kmgsland, para New
Yorfc, carregaram :
f oolman & C, 11,000 saceos com 900,000
kilos de assucar mascavado.
No pancho ingles Alaska, para Ntw-York,
carrexaram :
N. Cabn & C, 351 saceos com 26,403 kilos de
assu:ar mascavado.
Na barca portogaea Novo Silencio,* para
o Porto, carregaram :
P. Pinto fe (I, 6 pipas com 2,880 litros de
agurdente.
Para o interior
nem to pouco o tratamenta de pai, quando
todo o esorpto referente a elle I...
Porque ser ?
Ser por acanhamento f
Nlo se deve acreditar maso, pois qae
esse moyo foi, com todo desembarazo o
PB1HEIBO a revolver as cinas de sea pai
para com ellas injuriar a quem despreza os
idiotas e trampolineiros...
E en to ?. En to foi, com oerteaa,
p ara nlo o invocar mais depois de sua
morte, nma vez qi e reconhecea ter Ihe
tugad* em vida, mais do que o sangue...
a paciencia.'..
Outro a8sumpk :
Com referencia a ama declaracao de
Antonio Correa de Vasconceltos, d;sendo
que en havia fgido de Pernanibaco, est
bem fcil de ver que isto era para pro-
duzir o effeito desejido no animo dos
credores e resolvei os, sem demora, a as-
signar a proposta feita pelo socio com
manditario da firma Jos de Souta Sob-
res & C. como o mesmo moco Taborda
prova agora com a sua transcripto de am
annuncio de 30 de Marco de 1872.
Tambe prova-se que Antonio Correa
de Vasconcellos recebeu minha procara-
9So e carta de ordens, e se se resolveu,
a ultima hora, na acceital-o, fui porque,
c ia requerer, em juizo, o que convinba,
na qualidade de procurador do ere or
socio commaEditeno da firma Jos de
Souza So.r-s & C (vede a transcripelo
do moco Taborda, de um annuncio de 1
de Marco de 1872).
E no entanto, o que certo, que ao
refirar-me, deizei representante legalmen-
te constituido, que podia ser este ou aquel
le individuo, preferindo Vasconcellos por
ser j procarador de Taborda e assim zelar
mdhor os seus interesses, como do fteto
aeonteceo. Pois a casa vendida por.....
17:000(5000, pagou a todos os credores
com a importancia de~13:733)J324, incla-
indo os 40 f0 do socio commanditario cre-
dor, ficando anda a favor da liquidaclo
3:2dl^676 res 1 ..
Continuo :
O moco Taborda, te ve mais a franque-
za de trans ;rever urna declaraclo do pro-
curador de Et.u pae n'estes termos :
t Pede-se aos credores da firma Jos
de Souza Soares & C, que nao assigna-
t ram a proposta feito pelo tocio comman
c ditaiio da mesma firma, o favor dn com-
< parecer em dentio de "b dias ru 1.
t d* Marco n. 13, afim de conferirem os
< acus crditos e concordareis na deltbe
a raolo que se deve tomar a respeico do
est belecimento Bazar da Moda n.
Querem mais claro ?
Os credores compareceram, e o estabe-
lecimeato foi vendido em leillo, para pa-
gamento dos meamos.
Querem mais claro ?
O moco Tcborda, que confirmou ainda
isso com ama oatra transcripelo, a da
carta de Salastiano Peres, continua :
< ... vir apresentar as pracas publi-
cas d'esta cidade, am qaadro representan-
do as suas lamosas p opriedades, perante
um montSo de credores (*)qus aqui deixou,
ao FUGIK ( oh Srs. Tabordas : diz
minha filha aos outros, antes qae elles di-
ga m de ti... i ), vem ainda escarnecer
Kecle Dralaage
Do da 1 a 7 3.9J54904
dem de 8 454242
dedea trausfurmando ana defesa em aecu-
sacSet em mortot 1 I
Sim ? 1...
Tem muita graca o tal moco T.bor
da 1...
Escarnecer, fazer accasac&es aos mor*
tos!...
Quena foi que escaraecea e accasou os
mortos ?...
Apresentarem se, to descaradamente,
depois da morte de seu pae e do procura-
dor d'este, a receber ama quamia j rece-
bida por elies, como liquidantes da firma
devedora, nao entSo *cc.iar os mirt s
e escarnecer dos vivos e de todo o mundu?
Responda que o poder.
Ohicanar, para protelar o cumprmeoto
da sentones de am Tribunal que condr-
noa, Dr. Bruno da Silva Maia, e sua es-
posa, Affoueo Augusto de Brito Taborda e
D. nnunciada Augusta de Bntto Tabor-
da, a entregar me a quantia de'.......
13:222(517u reis juros e custas sr de
gente seria ?
Responda quem poder.
Provocar pela imprensa assumptos que
deviam, para descanso de suas propias
consciencias, ficcr em um esquecimento
eterno ser de gente de bom senso ?
Responda quem poder.
E com isso tenho concluido, nlo dse
jando ter occasilo de voitar mais a im-
prensa.
Pelotas 16 de Marco de 1891
Jos Alv.ret de Souza Soares.
(#) DECLARAgO.Tendo o Sr
D..' A. Eatevao de Ouveira, em artigo que
publica no Diario de Pernambuco de 18
do corrente, feito um appello honra do
meu chefe e amigo Sr.Jos Alvares de Sou-
za Soaros, para que viesse pagar oque deve
em Pvrnambnco, apresso-me a convidar a
tocios aquejes que tao credores do meu
referido chefe, a apresentarem es seus t-
tulos de crdito, a ra Mrquez d-Oimda
n. 23 que sendo legaes, serao immediata
mente pagos.
< Fici assim satisfeito o pedido do Sr.
Dr. A. Este-So de Oliveira.
t Pernambuco 20 de Janeiro de 1891.
Antenor Ba celos de Amorim.
Qual foi o mo >t3o de credores que
83 apreBoutou a recebrr do Sr. Amorim ?
Ah 1 Srs Dr Maia, Tabord* & U. Vs.
Ss. sao uns grandes raides.
S. Soares.
Cuidado com a fasifica^ao
Acabo de venfi ir que o elixir ante-febril Car-
doso est sendo falsificado por algo?m e em
quanto nao descabro este alguem para contra
elle inteutar a respectiva accio nos termos da
lei, previno ao publico que tenba toda aitengo
para os frascos qae trazem o nome do autor
Manoel Cardoso e do E ixir Cardoso, cajo depo
sito na ra Estrena do Rosario n. 17.
Redli-, 6 de Abril de 1891.
Manoel Cardoso Jnior.
m
Captta, para Rio de Ja-
com 19,100 11-
Aleool
:oU-se a 185 (000 por pipa de 480 litros.
el
ota-se a 55i000 por pipa de 480 litros.
navios deaearga
Barca noruegueoee Ocean, carvao.
Barca noraegoeose, Jorjen Lorentzen, carvo.
Barca noraegoeose vrogress, carvao.
Bares inglesa lunak, ossos.
Barca iaglesa lbum, carvao.
Barca portogaea Noto Silencio, varios generes.
Lugar ingles Stdonian. carvao.
Lugar iBglez Rosma, oacalbo.
Lugar ingles Regate, carvao.
Patacho norueguense Harda, xarqne.
Patache norneguense huta, sebo.
Patacho nacional Industrial, varios gneros.
Pama da AUaadega
SSIfSStt DI 6 a 11 DI ABRIL DB 1891
ileooi (litro)....... 355
tgodas em rama fsilo) .... 5i3
ttraardente....... !?
Arroz comeases (kil.o) .... 80
assucar retinado (kilo) .... 130
.usucar oranco (kilo) .... 198
\ssacar mascavao (kilo) ... 110
Bagas de mamonas (kilo) ... 133
Borracha (kilo)...... 14333
Coaros seceos espichados (kilo) 438
Cuuros seceos salgados (kilo) 378
Jonroi verdes (kilo)..... HO
uarocos de algodlo (kilo) ... 14
Carrapateira (kilo)..... 133'
Carvao de Cardiff (ton.) 114000
Oace (kilo) ....... 400
Caf bom (Kilo)...... 14900
Oaferestolbo (kilo) ..... 14000
Caniaaba (kilo'.......5133
parmha de mandioca (lito), r 66
Jenebra (litro)...... 340
druA (sebo)....... 500
laborandj (em folha) kilo MO
Hel Oitro)........ 90
Milho (kilo ....... 85
Pao Brasil (kilo)...... 30
f hospnatc de cal da Ilha Rata (tone*
lada)......e 114000
Sement de carnauba (arroba) 15
out imeios)....... 34150
raUjoba (kilo)...... 10
laboas de amareilo empraachoes
(dmia)........ 1004
No vapor allemo
neiro, carreeou :
J. Fernandes Lopes, 40 pipas
tros de alcool.
No vapor ingles Irene, para Rio de Janei
ro, carregaram :
Amorim irmaos&C, 30 pipas com 14,400 li-
tros de agurdente.
Para Porto Aleare, carreeou :
A. Guimar&es, 150 saceos com 18,750 kilos de
assucar branco e 50 ditos com 3,750 ditos de dito
mascavado.
Para Rio Grande do Sol. carregaram :
A. Gunaraes, 450 saceos com 33.750 kilos de
assucar branco e 50 ditos com 3,750 ditos de
dito mascavado.
S. Goimaraes & C, 23 pipas com 11,040 litros
de agurdente.
N:> vapor nacioaa. Jaboatao, para Babia,
carreearam :
P. Cascao & Filtao, 100 barricas com 10,506
kilos de assucar branco
J. Amorim & C., 400 saceos com 30,000 kilos
de assucar braoco..
No vapor nacional Manos, para Paran-
gu, carreeou :
A. Guimares, 100 saceos com 11,000 kilos de
as sacar branco.
No lugar nacional Tigre, para Pelotas, car-
reeou :
A. Mtreira. 1,100 barricas com 106,647 kilos
de assucar branco.
Na barca franceza Octavia, para Pilar de
Alagoas, carreearam:
A D. Siorfes A C, 5 barria com 450 litraj de
atcooL
No biate Bon Jess, para Mossor, carre-
goa :
M. J. Pessoa, 1,100 sacco3 com farinba de
mandioca.
no biate nacional Cometo, para Mossor-
carreeou .
M. J. Pessoi. 600 saceos com farinba de miQ-
dioca.
Reodlsaencofl publico*
HBZ DS ABBIL DI 1891
Alfandega
Dlaaelr:
RECKBIDO
Pelo vapor nacional Maaos,
Londo & Brasiliau Bank
Rodrigues Lima A C.
Joo Jjjquim da Costa Leitc
EXPEDIDO
Pelo txesmo vapor, para :
Mac-i
Rio de Janeiro
3.981*145
do norte, pira:
229.0004OO
3.0004001)
8834000
20.0004000
10.0804000
Renda cera!
Do dia 1 a 7
Mein de 8
17tf:485*l!0
17:5474114
107.03143
Renda do E?Udu de Pernambuco
Do dia 1 a 7
Mem do 8
50.367411o
4.878*427
ouuiia ou.,
35:145*541
161:2774886
Segunda 3eccSo da Alfandega_do Pernamcua
de Abril (te 1891.
O.thesoureiro,
Florencio Domingaes
O curta a seccao,
Valpiano C. deAradjo.
Kceebedoria do Eatado de
Peraambucd
o dia 1 a 7 4:1(41691
lii.-iu rte 8 KJ04501
Movlateato do porto
Navios entrados no dia 8
Rio de Janeiro e escala- 6 das, vapor nacional
Cometa, de 718 toneladas, eqaipagem 35
commandaote D. M. Jones, carga varios gene
ros a Per. ira Carneiro A C.
Ro de Janeiro7 dias. vapor ingles Kiogsland*
de 1.196 tonelada?, eqaipapem 23, comman-
dante M. Scott, em lastro, a Poblman A C.
Observando
Nao houve sabidas.
Mercado Hualeipal de oat
O movtment deste mercado no dia 7 de Abril
foi o seguale : Bntraram :
33 bois pesando 4,794 Kilo?.
281 kilos de peixe a 10 ris 54620
15 1/2 cargas com farinba a 200 :s. 34100
10 ditas de froctas diversas a 300 rs. 341CO
1 cargas com galuchas a 600 rs. 600
1 cassos com gallinhas a 400 rs. 5800
19 1/2 columnas a 600 rs. 17*700
5 sainos a 100 rs. 140(0
22 -taboleiros a 200 rs. 4*1(0
1 escriptoro a 300 re. 3C0
31 ditos de comidas a 500 rs.
108 ditos de legumcs e fazendas a
400 rs.
16 ditos de sainos a 700 rs.
9 ditos de fressurae a 600 rs.
5 ditos de camaroes a 200 rs.
42 talbos a 14
Rendimento de 1 a 6 do corrente
Preces do da:
Carne verde de 140 a 560 ris o
Sainos de 560 a 640 ris idm.
Carneiro de 640 a 800 dem.
Farinba de 140 a 360 ris a ctia,
Milho le 400 a 420 ris ideui.
Feiio de 800 a 14 idm.
Vapores a entrar
HEZ DE ABBIL
Norte........ Fmnce..........
ul........... Medec...........
Sul.......... Poro
15*500
434201
U420(
5*4CG
14000
84*001
224*810
1:3174420
1:5524140
Declaraijao
Os abaixo assignaiios commanicam ao com-
mercio e ao publico, qae aesta data dissolvaram
a sociedade que eii ava oesta oraca sobre a ra-
zao social Nones Fonseca & C, da qual eram
socios Antonio Nones da Cruz, Alexaadre da
Fonseca Fernandes e Manoel Nunes da Fonseca ;
retirando-se o poco Antonio Nunes da Cruz, pa-
go e satisfeito de seu capital e lacros, livre e des-
embancado de todo e qaalqoer onas, continuan-
do ameama rma Qcandoo activo e passivo pro-
visoriamente sob a responsabilidade dos socios
Alexaadre da Fonseca Fernandes e Manoel Xa-
nes di Fonseca.
Reeife, 31 de Marco de 1891.
A-.tooio Nunei da Cruz.
Alexaadre da Fonseca Fernandes.
Manoel aues da Fonseca.
Ramos & Irmlo.
Jos Piedad-^ 4 O.
Francisco Jos de Mello Costa.
Jo-^ H. Vilia Cbm.
Antonio Jos L Braga Sucessores.
Domingos Manoei R. Praga.
Antonio Soares R. de Oliveira.
Jos Raymundo K de Paula.
Braga Caetano Telles de Ljra.
Jos Daniel, Primo A C.
Salvi.no Luis de Siqueira.
Antonio da Silva Ramos.
Lourenco R. da Ounha Oliveira*
Antoi o D. da Silva Maia.
Bernardo Gong Ivs Maia.
Domingos Carlos da Silva.
J fcqu m Atevedo >Jnano.
Manoel D. da Silva G-rio.
l'heotonio Flix de Mello.
Bernardino da Silva Ramos.
O ab -xa assignads. negociantes importado-
rt de xaruue n-sta praca, de accordo com os
n.gociantes retaibadores da ra de Pedro Affot-
so e ooiro8, Uem deliberado, do dia 6 de Abril
em oante, nao vender em seus armazens (de-
t osito) qusntidade inferior de 20 fardos, e a
bordo de 00 < robas de xarqoe, e eslipnlam a
multa de 1:000*000 em favor de am estabeled-
mento po ue^e E-iado, para aquelle que faltar
ao presente accordo
E para sciencia de todos a quem interessa*
possa, o presente pera publicado nos jornaes de
u-aior rircnlaco oeste Estado.
Re.iffi,4de Abril de 1891. .
Maia t R' zfude.
Amunm Irmaos & C.
J s Bailar C.
Joaquim da Silva Carneiro & C.
HeMra Carneir & C.
Monra Bo'ges & C.
P. P. de Aoionm & C.
Jos da Silva Luyo Jouior.
P. P. F ancisco Rioeiro Pinto Guioiariis & C.
F. de P. Giiocalves Ferreira.
David F. Porto Bailar.
Hrrm. Luodgren C.
*


Declaraao
O ahaixo assignado, procarador de Jos
Alvares de Souza Soares, previne a quem
possa interessar, que es bens ia Antonio
^rono da Silva Maia e sua m-.-l ier. Aioc-
so Augu-to de irit) Tabori-, e Ae-
aunciada de irico i'abord- ^cham-se sn-
^eiios ao pagam-sato da (uantia de......
13:222>170, juros e custas, em que fo-
rao do demiados por sentenca proferida
pelo i'r.buua! da Relaco de Porto Alegre,
.st.iJ.o do Rio Graode do Sul, acerca do
\ is, corre presentemente urna acclo no
juizo commercial desta c.-piral.
E para que ninguem invoque ignoran-
cia ao qae tem occorrdo, faco a presente
declaraclo.
Pernambuco, 8 de Janeiro de 189
Antenor Barceos de Amorim
-
.
Despedida
Retirando me boje, no vapor laaos, para o
Rio Grande do Sal, lugar de minha residencia,
despeco-me amistosamente, de todas as pessoas
que bonraram me com saa amisade, dorante a
minha estada nesta capital e offereco lb.es la, os
meus insieniQjantes servicos.
Reeife, 7 de Abril d 1891.
Antenor Barcellos d* Amorim.
Despedida .
AITonso do Reg Barros feguindo boje no va-
por Mandes para a Capital Federal, despede se
por este raeio des seas numerosos parantes e
amigos deste Estado, aos quaes pede desculpa
por nao ter podido fasel-o pesBoalmeate, e offe-
rece-lhes os seas servicos naquella capital.
Reclfc, 7 de Abril de 1891.
Pantlieon das Lettras
(COLLBGO)
Soba direepo
MARLA
DE
AMELIA DE
RA OO
QUEmoz
Mrquez do Henal b- 341' aidar
Esse estabelecimento de ensino admitte
alumnas internas, semi-internas e externas.
Internas (tiimestre) 15!>0 Semi internas (trimestre) 75(>000
Externas (reusal) 5OOO
Aulas de desenlio. piano (trimestre) 250000
Os pagamentos sao feitosadiantadameate.
10
10
10
Liverpool..... Scholar ,.......... 12
13
13
15
15
24
28
25
28
30
Santos e esc..
Bordeanx
Norte........
Baeoos Avies.
Santos e esc .
Sal.........
Norte.......
4:415*193 Sou'...upton..
Europa....... Taaw;-
Europa....... Baha.........
Norte........ *laaoas..........
Europa..... Zichy............
Sol.......... Bspa to Sanio ....
Sol.......... Thama..........
Europa ....... Cfyde............
Bul.......... Maranhao........
Sal.......... Braz...........
Vapore* a aaotr
MBZDE ABBIL
Fmance........... 11 as
Ueoc.............u as
Para............. 11 as
lmar........... 13 as
BaJWrt........... 15 as
<*........... 15 as
Santo..... J5 as
..... SS a
7 b
7 b.
5 b.
1 h '
10 h.
3h
5 b.
11 a
Os abaixo ssignados, commerciantes
retalhadores de zarque, concordamos pelo
presente com a deliberaclo dos Srs. com-
merciantes importadores da mesma mer-
cadera, de nlo venderem menos de vinte
fardos nos seus armazens, oa menos de
cen arroabas abordo, compromettendo-se
os abaixo assignados a nlo importsrem da
dita mercadorA, comprando somente a
clles, importadores.
de algum dos abaixo assignados infrin
gir eate convenio pagar s maha de qui-
nhentos mil ris, que ser appiicada a be-
uoficio de estabelecimento po.
Este convenio ser publicado nos jor-
naes de maicr circuUcIo neste Estado.
Reeife, 4 dj Abril de 1891,
Viuva Cuaba Genro & C.
Joao Antonio da Cunha Cartella.
.. Pereira Carvalho & Q-.
Ferreira Gyrio & d.
Sal Marques dos Santos
Jlo Baptista Pinfaeiro.
Jos Tavarcs Pinheiro.
Domingos da Silva Gyrie
Firmino Gomes Leal d C.
Jos Gomes Saraiva.
& C.
.\a botica e l'harmacia da .\"a-
tureza.Se encontram especificos para
a cura de todas as molestias, se por aca-
so podessem ser descobertos.
Porm ao menos um foi descoberto.
O Peitoral de Anacohuita,tirado e ex-
trahido d'uma arvore balsmica, ndu-
bitavelmente o Antidoto natural contra
todos os desarranjos e molestias da gar-
ganta e dos orglos pulmonares.
A eficacia de seas simples effeitos se-
riara em si mais que suficientes para dis-
sipar toda a incredulidade se por acaso
j nlo estivesse altamente recoahecidos
oelo.f- Btemunho unnime de milbares de
pesac&a.
A historia de anas extraordinarias ca-
ras se acha inscripta e transladada com
as innumeraveis certidSes e attestacSes en-
viadas de todas as partes do mando ha-
bitavel: entre esta grande agglomeraclo
de tostemanhos, se comprehende cartas de
eminentes mdicos, ele raos, legisladores,
oradores pblicos, mecnicos, advogados
e letrados, n'uma palavra de pessoas per-
teneentes todas as clssses e profissSei
da vida.
Todos falam em substancia, que a toase,
as constipac,3es, os bronchites, as esqui-
nencias e a sstnma, etc., 89 alliviam e
curam mediante o uso deste admiravel e
prodigioso remedio, d'am modo infallivel
prompto e radical.
Como oabantia contra as falsificaeSes,
observe-se bem qae os nomes de Lan
man & Kemp venham estampados em le*.
tras transparentes no papel do livrinho
qae serve de envoltorio a cada garrafa.
Acha-se a venda em todas as boticas e
drogaras.
VS YICTIMAS DAS FKBRlft
O Elixir nll-rebrll Cardcso, apprc
ado em SI de Marco deste anno pela Inspectora
eral de Hygiene do Rio de Janeiro, vem hojt
presentar-se humandade soffredora do man
lo iateiro, como laboa de saivaco que ao infe -
z naufrago lbe enviada por mo omnipotente!
O Elixir antl fekril Caraloeo, appli
ado em mnitissimos casos de febres, tem, com.
ior mibgre, levantado do leito da dor a compt
is moribundos.
Este remedio, comoslo somente de vegelaes
i inteiramente inofferisivo, ainda mesmo nama
mmosa e tenra crianca.
As senhoras, no estado de paridas, ou no pe
i odo de incommodos naturaes, podem usalo-
-m receio algnm.
Depsitos
Drogara dos Srs. Franclcco Manoel da Silva
k C, roa Mrquez de Olind i n. 13.
Pharmacia Martina, 4 roa Duque de Cazias
i. 88.
Pharmacia Oriental, rea estreita do RosariJ
l. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do Bario da
'ictona n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes & C* Rosarle larga
i. 31.
Depoeitu geral em csutsk o autor
noel Cardoso Cantor, ras
eaircita do Btoeario k. 1*.
Attestados
ScicQiicamos ao respeltavel publico que. alem
ios attestadoa a qae damos pablicidade boje
oram carados 651 variolosos.
Pedimos aos incrdulo iara irem examinar
tratados oeio ElLxir anti -ii.
Dos innmeros attestadoa q e temes, damos
m seguida principio a sua puolicago: e iste
lastar para ime sej.im conhecidas as virtudes
'o Elixir an febril Cardoso.
Curados de diversas tebtes 1:155.
K..4II
Reeife, 17 de Abril de 1889.
lllm. Sr. Manoel Cardoso Jnior. Atiesto
ob jardmento, que achaado-rce seriamen e ata-
cado de ama febre foriissima, acompaohada de
dores de cabeca e em todo o corpo : fiz oso do
seu preparado deuominado ante-febril, a conse-
lho de am amigo, cujas memoras fui logo encon-
trando boraa depois do ozo do medicamento.
Afirmo lira ds qae 6 hoias depois j nao sen
ta mais dores de cabeci a para provar Ihe a ef
1 '
--

-

-
-


t
i->
n
s*,
itS!!



' *

v

aedicemento
ficacia d) seo medicamento il oras mais oo
menos depois, estara j seu> 'ebre e proujpia-
mente cumprindo com miabas obrigaees.
Portanto veoho agradecer lbe por meio desta
decUraceo e ao meamo lempo amrmar-lbe de
qoe sen preparado de ama eficacia aamira-
?el.
Sou de Vmc. um criado grato- Jos Emiliano
de Oliveira Prates. |
L.Alle8to que acbando-ae men Albo Miguel, de 7
annos de ldade, accommeltido de febre, empre-
gaei para debelal-a oElixir ti-febnl de Ma-
noel Cardseconsegoindo com o emprego ie
tao poderoso medicamento velo boje restabeie-
cido completamente.
A conselbos de um amigo, que me tornecea
am pouco daqnelle elixir, devo tei-o eropregado
e, portanto ter experimentado o seu benfico a
atetar effeito.
Por ser verdade firmo o presente attestado e
urarei se preciso fof.
Recife, 22 de Maio de 1889.-SydroBio Silvano
Sanes Sette.
N. 113
Recife, SO de Junbo de 1890.
' lilil. Sr. Minoel Cardoso. iuoior AttesU al"
Srmativamente que acbando-me atacado de ama
febre cuja causa ou syntomas ignoro, tiz ozo de
seo valioso medicameoio denominadoAmi fe-
brilcojas meiboras fot encontrando pouco de
pois de ter tizado, e aco-me perfeitamenle res-
Diario de Pernambuco Qiiiata-feira 9 de Abril de 1891
tabelecido.
Portanto affirmo-lbe) que a ter occasiao de pre-
cisar nao procurare outro umedio, assim como
alguem que p>ssa soffrer do mesmo mal fare
m:oba recommendacSo
Sou de Vmc. criada e respeltodrrJos Au-
fnsto da Silva Menlonca.
N. 1U
Atiesto que tendo mea tjlbo JoSo da Silva Ca-
bral sido accommeltido de t,ma febre que o
proston de cama por e pago de mais de um mes,
e sendo medicado por aiversos facultativo-, sem
ob'.er resalta 10 satisfactorio, veio ah"nal me-
Ihoar e ficar completamente resiabelecido com
o uso que fez do preparado do Sr. Manuel Car-
doso, a qoem, nao offendendo a soa modestia,
pejo licenca para reteirar-lhe os protestos mais
sinceros de gratido e reconbecimento.
Recife, 5 de Julho de 1889.Alexandre J;s
da Silva Cabral.
N. 115
Illm. Sr. Mauoel Cardoso Jnior. -Estando eu
arxeacado com a erysipella e estando com gran
de feb e, tiz uzo do elixir nu-febril do tr. Ma-
noel Cardoso, ebegando apenas a tomar quatro
do:es, desapparecendo de nm todo a febre ; dias
depois. adoecendo meu tilbinbo com 7 annos,
Umbem com muia febre, recorrir-me ao elixir,
ebegando apenas a lbe dar tres dozes.
Approveitando a opportunidade para agrade
cer ao Sr. Manoel Cardoso a sua grande deseo
berta que tao favoravel para mim e minna fami-
lia tem sido mil e para as pessoas qoe tenbo re
iacOes de anisade iuformando a elle.
Podendo o Sr. Manoel Cardoso Jnior fazer
de^la o uzo qoe lbe convier e como sempre
Sou de Vmc. atiento, criado e gratoJoao Ezc-
qoio de Jess.
-.si;;vbrx. reliados e reconntcidos.)
praca oo valor de 16:200^000, sendo,presidente da asamblea geral, convida todos os
esta terceira prava.
O vapor do meamo engenho por reis
2:43 000, a moeoda por l:OOO,J0OO, sen
do que o vapor e a moeoda na metade
a peohora feta.
caso nlo haja licitantes serio arre-
matados ditos bena por qoem mador lance
offareoer, cujoa bena vio a praca por exe-
cucao qua move em ditas partes de ris
6:9695030, metade do vapor e moeoda,
Souza Pinheiro 4 O., contra Manoel da
Racha Quedes, DD. Anna Francisca da
Rocha Quedes, Maria Francisca da Cmara
Quedes, Joanna Francisca da Rocha Que-
des e Isabel Francisca da Rocha Quedes.
E para qoe chegue a noticia a todos,
es e mandei pasear que ser publicado
pela imprenea e affixado no lugar do coa-
turne.
Eatava urna estampilhi de 400 ris.
Victoria, 4 de Abril de 1891.
Eu Bell*rmino dos Santos Buido, es-
crivao subscrevi.
Joaquim Cintra.
De ordem do cidadao inspeccor de by
giene, chamo a attencio de quem interes-
sar possa, para o artigo abaixo transcripto
do Regulamento qas baixou com o decre
to n. 169 de 1* de Jeneiro de 1890.
Art. 94 | 9. O medico que primeiro
verificar em doente de que trate algum
caso de molestia tranemissivet, dever
participar immediatamente o facto auto
ridade sanitaria.
A infraccao ser punid) com a multa
de 1000 JUO.
Inspectora de Hygiene Publica do Ea
lado de Peraambuco, 7 de Abril de 1892.
O secretario,
Giulherme Duarte.
0 Juiz de direito Joao Baptista Q\
tirana Costa encarrega-se de contrahi/
emprestimos com o banco de crdito real
de Pernambaco, para os Srs. agricolto
rcsd'esle Estado, adiantando as des
Sezas mediante mdica retriboicao ; po
e ser procaado a ra do Baro de S
Borja o. 46.
Franco Cavalcante de
Albuquerque
Havendo deixado o espiohoso lugar de
ihesoureiro da faienda, e tendo longa pir-
tica de solicitador de causas desde 1860
a 1880 no foro da Escada, novamente pro-
visionado para esta cidade e outras oo
marcas, quem de seus servicos precisar
pode ser encontrado na ra do Crespo n.
4, 1* andar, escrptorio dos Drs. Barros
QuimarSes e JoSo Vieira, ou na casa da
ana residencia ra da Concordia a. 113,
onde o encontrarlo com a mesma lealdae
e dedieacao de seu pasudo como solici-
tador.
Recife, 6 de Marco de 1891-
Franco Cavalcante de Albuquerque.
Dr. Frettaa Qaimaraes especialista em
febres, molestias pulmonares e de enan-
cas, d consultas de 11 1 hora da tarde
na ra Duque de Casias n. 55, 1. andar
e reside no Cajueiro n. 4. Telephone
n. 292.
1.a scccSo.Secretaria do governo do
Estado de Pernambuco, em 3 de Abril
de 181.
EDITAL
Pelo presente Edital se faz publico que
se acham nesta secretaria, afim de seren
entregues aos interessados, depois de sa-
tisfeitos o devides direitos, as patentes
concedendo reforma, no mesmo posto, aos
seguintes officiaes da guarda nacional deste
Estado.
Coronel commandante superior da co-
marca do Recife, Luis. Cesario do Reg.
Major adante de ordena, secretario
geral do commando superior das comarcas
de Bonito e Rczerroa, Francisco Tiburcio
Paulino de Mello e Silva.
Coronel commandante superior das mea-
mas comarcas, Francisco Benicio das
Chagas.
Tenente coronel commandante do 8.
batalhao de infantera da comarca do Re-
cife, Manoel Goncalves Ferreira da
Costa.
Coronel-commandante superior das co-
marcas de Floresta e Tacarat, Joaquim
Barbosa de Souza Ferraz.
Fenente-coronel ootnmandante do 28.
batalhao de infantera da comarca do
Cabo, Antonio Luz de Mello Marques,
capitSo quartel mestre do commando su-
perior d8 comarcas de Bonito e Bezerros,
Joaquim Francisco das Chagas.
Coronel commandante superior da co-
marca do Cabo, Baro de JaboatSo.
Tenente coronel commandante do 10.
batalhao de i u tanta ra da comarca de Ja-
boatao, Miguel Felippe de Souza Le&o
Jnior.
Tenente coronel commandante do 3.a
batalhao da reserva da mesma comarca,
Cicero Braga de Sonsa LeSo.
Coronel-commandante saperior da mes-
ma comarca Jos Felippe de Soasa Lelo.
Tenente coronel commandante do 1.*
batalhao ds reserva da comarca do Recife,
Jos Fiosa de Oliveira.
Coronel-commandante superior da co-
marca da scada Florismundo Marques
Lins.
O secretario,
iVancitco de Atete Pereira Rocha.
[Srs. socios para no du quinta-feira 16 do cor
rente mes de Abril, reonidos nm assembia ge
ral, proceoerem a nova elelco dos Iludidos
innccionarios. de accord com o dlsposto nos
artigos M, S7 e 29 dos estatutos da sociedade
A reoniso tera logar na sle social, a roa
ds Uniao n. Si bis. a 1 hora da tarde do cima
mencionado da 16 de Abril.
Recife. 8 de Abril de 1891.
Francitco do R.go Barros de Laceria Presi
dente da assembia eral.
Thesouro do Estado de
Pernambuco
De ordem do cidadao Dr. inspector desta re
particao, faco publico que amanba 9 do corren
te, serao pagos os vencimeoios di s professo-es
de i. t ntraccia, relativos ao mez de Marco pro
ximo lindo, comecando os mesmos s 10hore
da manbS e terminando as 2 d. tarde.
Pagadora do Thesouro do Estado de P,r-
aumooco, 8 de Abril de 1891
Serviodo de escrivao,
0 escripturario,
___________ Enaminondas Vaseoocellos.
Gabinete Portug'uez
de Leitura
Nao se tendo reunido numero legal "de socios
no da 5 do corrate mez, de aovo convido-os a
:omparecerern no domingo 12 do corrate, as
11 liora da msnha, afim de proceder se a dis
cusso do relatorlo da dlncioria, d* parecer da
commisso de cootas, e t-legerem-se os nevos
funcclonarios que leem de administrar o Gabi-
nete dorante o resto do exercicio ue Ibttl, no-
tando-se que sera esta a ultima convocacio.
Is.o posto, peco com instancia, o coro parec-
ment de t3-Jo3 os?eohores asaociados aHm u.
nao Mear novamt.ate esta institaic&o cullo a u
n'um terreno, que de ce rio magoar a todos
aquelles qoe ainda prezam o norue portuguez.
Secretarii do Gabinete Portuguez de Leitora
em Pernambuco, 8 de Abril de 1891.
Joo J. R. Mendes,
Presidente.
Thesoraria deFa-
zenda .
Asaignatura de contrato
l>e ordem do cidadao Dr. inspector, faco pu-
blico qoe dea marcado o praso de cinco das,
para ser asaigoado na seccao do contencioso
desta Tbetourana o contralto de fornecimento
de madeiras du Arsenal de Harioba. durante o
correnie exercicio, pelo respectivo contratante,
MhooH Cavalcante de Albuquerque Lins.
Tbesouraritt de Fatenda do Estado de Per-
nambuco, & de Abril de 1891.
O secretario da junta,
Dr. Aotonio J. de Sant'Auna.
onipaaliia de Fiaeo
e Tecidos de Per-
nambuco
Sao convidados os possuldores das acedes pre-
'erenciaes a recebereju os inros vencidos boie,
a ra do Boai Je,os n. 42. 1 andar, das 0
oras, le J da tarde. Os referidos joros serao
pagos visa das acc^s,cojos couponser&ose
parados no acto do pagamento.
Recife, 1 de Abril de 1891.
Jos Joao de Amorioi,
secretario
Para
a
pWTOrBIN8CRlP()A0
14 corrida a realizarle no dii
i.
dia 19 de
Abri de 1891
PABEO-C.agola^ia-l.OOOmetroa.-Aninaee de Perasmbaco qae nSo te
200*000 ae
nbam
200#*0
()rap:inbia IVrniiiiicana de Na-
vegfotateiraaVapor
Pelo presente eaj convidados os Srs. accio-
nistas desta companbia a comparecerem na sede
da mesma 00 dia 15 do correte e seguintes,
am de recebe re m o dividendo relativo ao 2o
semestre do anno Ando, rasao de 4 /, ao
anno.
Recife, Io de Abril de 1891.
O gerente,
__________Jos de Mor oes GttedAleo forado.
Companhia Industrial Per-
oambucana
Convida-se os Srs. accionistas, cujas
accSes ainda nlo tenham realisado quaren
ta por corito de seu valor nomina), a fa-
serem a entrada de dez por cento ou vin
te mil reis por aejao, no escrptorio d'esta
companhia, a ra do Commercio, n. 6, 2o
andar, do dia 6 a 11 de Maio prozimo fu-
turo.
Recife, 4 de Abril de 1891.
Oireotor Thesoureiro,
ferei^a Carneiro & C.
Companhia Santa Thereza
Eaprezarla 1 abastecimento
dasua e faz da cidad c de Olla-
da
Assemba, geral extraordinaria
2" coovocaco
Nao se tendo reunido numero legal de accio-
nistas de novo convocada a assembia geral
para o dia 14 do correte, devendo se effectuar
a reaniio n'ama das salas da estacao da roa da
Aurora, da Companbia Trilrjos Urbanos, ao meio
dia.
Nesta assembia trata-se ba de resolver sobre
ama proposta da directora no seo'ido de ser
emittido o resto do em pres timo de 100.000*000
ja autorisados e jolgada a bypotbese de serem
vendidas as duas empreas em exploracao.
Recife, 8 de Abril de 1891.
0 gerente da companbia,
Antonio {Pereira Simoes
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Pelo prsenle eao convi alas as amas que se
acharo encanegadoS da criafiao dos expostos,
para que, acompanbadas dos mesmos. veobam
receber as mensslidades de Janeiro a Marco, que
serie pagas pelo Sr. tbesoureiro no salaodo
respeciivo estabelecimento, pelas 8 horas da
manba d > dia 16 do correte.
ecretaria da Kanta Casa da Misericordia do
Recife, 8 de Abril de 1891. O escrivao..
Pedro Rodrigues de Souza-
ganho premios nos prados do Kecite. pai
D*Drv- Pr,meiro 4000ao segundo e 20000 so terceiro.
*AKJiAJ-Prgreaa-1,100 metros -Animaea pongaa. pkkmios
p.OPA pnineiro, 40^000 ao segundo e 200000 ao terceiro.
r-AKfc-ip de Abril -1,000 metros Animaes de Pernambuco qae alo
tenbam ganfo premios at o fim de 1890. premios : 2004000 ao ri-
PABu-n "!2!2 4omo ao sesando e 20ao0 terceiro- ^^
r-AREO-OrdeMi-l.OOOmetros-Oavallos de Pernambuco que nao tenham
lESn" dl8tan1cia de 900 metros. premios : 200^00 ao primeiro,
R p.Dur. 42r00 .^ W>do e 2t'400 ao terceiro. '
5. PABEO-C^Ca-l,2O0 metros -Auimae.de Pernambuco premios:
fi PARPO ^J?000.0 Pnaieiro, 404000 ao segundo e 204000 ao terceiro.
6. PAREO-rade rwmmf Ferro Carril- 1,800 m,teos-Aaimae
nacionaes at meio sangue prbmios 1:50. 4000 ao primeiro, 3004000
-r o tT,^ a egndo e 1204UOO ao terceiro. uwww"
EstlBtolo-1,000 metros-S-Cavallos de Pernambuco, que oto te-
>t!8 B252,B,a' PSBMIos : 2004000 ao primeiro,
404000 ao segundo e 204000 ao terceiro.
2.
3.
4."
I

nham ganho nestes ltimos 4 mezes.
e 204000 ao te
Observacoes
Juizo dos
Feitos
zenda
da Fa-
EDITAES
Secretaria do governo do Estado de Peroam
Duco. Em 3 de Abril de 1891.! Secuto.Pelo
presente edital se fax publico qoe se acbam nes-
la secretaria, arim de serem entregues aos inte
ressados as patente; coucedendo reforma aos
segointes officiaes da guarda nacional deste Es-
tado : no pasto de leante coronel ao capitao da
Ssarda nacional da comarca de ItamD Lulz
tildes Correa Gondim ; 00 de coronel ao t -
nente coronel reformado Jos Francisco de
Barros Rejo ; 00 de coronel ao major Jos Cle-
mentino Henrique da Silva.
0 secretario,
______________Francisco de Aasjg P. Rocha.
De ordem do ciua io Dr. inspector de by-
gieoe, chamo alteucao de qu^m ateressar pos
sa, para os artigos abaixo traut-criptos do regu
lamento que baixou com o dec. n. 169 de 18 de
Janeiro de 189\
Art 44 Os mdicos, clrurgi&es, pharmaceoti-
cos. parteira.- e dentistas deverSo matricular-
se apreseiitjndo os respectivos titolos oo liceo
cas na ioepe toria geral de bygjene na Capital
Federal enas uispectorias dos Estados, am de
serem registrados.
goico. Serao considerados sem valor para
o exercicio da profissao os ttulos 00 Ii xnc.as
que nao tiver-m sido registrados na forma des
te artigo e equiparados os seos possuidores, pa-
re os effeitos das penas impostas neste regola-
ment aos que excercerem a medicina em qual-
qoer dos seus ramos sea titulo legal.
Art. 4-1 Nenbam titulo registrado em um Es
lado ser valido em outro, sem que sea apre-
sentado na respectiva inspectora, bastando para
soa validade ovistoa que se refere o artigo
antecedente.
Inspectora ue Hygiene Publica do Es alo de
Pernambuco, 4 de Abril de 1891.
O secretario,
Goilberme Duarte.
Toaquim Uordeiro Ceelho Cintra,
' s direito da Victoria, Estado de
buco etc.
ber aoa que o presente edital de
: : remetavAo virem qae no dia 13
.Cute, sil horas^a manhJ, na
porta d casa de residencia deste juiao,
tem de snr arrematado a quem maior lance
offerecer es partes de 6:9q0<,030 do en-
genho Pedreira, sito nesta comarca, de-
marcado, como consta da escriptura lavra-
da a 16 de Dezembro .'e 1853 na comar
oa do Cabo, com casa de vivenda em mao
estado, estribara, aeuaala, casas de enge
aho, porgar, encaxament em me estado,
aaeentamanto com cinco tasas, sendo ama
de coser de ferro batido e caldeirote de
tarro tundido, qae alo emprestadas, casa
de moradores em numero de 13 e avalla-
do todo o engenho em 20:000,0^0, e vai
O Dr. Joaquim Cordeiro Coelho Cintra,
juiz de direito da Victoria Estado de
Pernambuco, etc.
Fago saber aos que o presente edital
virem quo no dia 13 do correte, as 11
horas da manhS; na porta da casa de re-
sidencia deste juizo tem de ser arrema
tado a quem maior lance offerecer a me-
tade do engenho Pedreiras, sito nesta
comarca, demarcado como consta da es-
criptura lavrada a 16 de Dezembro de
1853 n comarca de Cahu, com caaa de
vivenda em mo estado, estribara, senaala,
casas de ergenho, purgar, enoaxmento,
em mao estad >, assentamsnto com cinco
tazas, sendo urna de coser de ferro bati-
do, calde rete de ferro fundido qae so
emprestadas, casa de moradores em nu-
mero de treze, avahado todo o engenho
om 20:0004000 de reis, e vai a praca por
16:2004000 de reis, todo o engenho com
o abate legal, sendo esta a terceira praca.
O vapor do mesmo engenho no valor de
2:4304000.
A moenda no valor de 1:0004000.
E caso nSo haja licitantes sob os valo-
res cima erao arrematadas ditas, metade
do engenho, vapor e moenda por quem
maior lanca offerecer, e vio a praca na
execucio que move Jos Joaquim Ferreira
de Souaa, testam. nteiro e inventariante
do espolio de Joaquim Manoel Ferr ira de
Souaa, contra Maooel da Rocha Quedes,
Manoel Teizeira de Abreu Peizoto e aoa
mnlh-ir, capito Manoel Severoo de SA
Barretto e sua mulher, DD. Anna Fran-
cisca da Rocha Ouedee, Mana Francisca
da Cmara Guedes, Joanna Francisca da
Rocha Quedes e Iaabel Francisca da Ro-
cha Quedes, heideiros da fallecida D.
Ro3a Maria de Lima Quedes.
para que cegu a noticia de todos
mandei este pasear que ser publicado
pela imprensa e affixado no lngar do cos-
tme.
Eatava urna estampilha de 400 reis.
Victoria, 4 de Abril de 1891.
Eu Beliarmino das Santos BuloSo, es
crivio o subscrevi.
Companhia Pcrnambueana de Na-
vegado a Vapor
Nao se ten to reunido numero legal dos srs.
accionistas na sessao ltimamente convocada,
s&o novamente convidados a se reunlrem em as-
sembia geral, na Bde d'esta companbia, 00
dia 1" do corrente ao meio dia, afim de tomaren)
coabecimento das contas da mesma, relativas ao
anno prximo lindo, e procederem as eleigoes
determinadas nos g 7o e 8o do art. 29 dos esta-
tutos ds mesma companbia.
Recite, 1* de Abril de 1891.
Os directores,
Manoel Joao de Amorim.
Ceciano Mamede t Ivs Ferreira.
______ Sebattiao Lopes Guimores.
EscrlySo Torres Bsndeira
No dia 17 do dnente, depois da au
diencia do juiz substituto, irlo praca,
por venda, us predios abaixo declarados,
penhorados ror ezecucSo da Faeenda.
Santo Antonio
Casa a ra de Lomas Valentinas n.
54, com porta e janella, 2 salas, 2 quar-
tos, quintal com cacimba, 4 metros de
frente, e 11 metros e 10 centmetros de
frente, avallada em 3004, pertencente a
Julio Gomes da Silva Nsvei.
Qraca
Casa a estrada do Feitoaa n. 3, com
porta e janella de frente, e 1 janella no
oitSo, 2 salas, 1 quarto, coainha, com 14
metros e 20 centmetros de frente, e 10
metros e 80 centmetros de fundos em
terreno proprio, por 2504, pertencente a
Justino Francisco de Assis,
Casa na travesea de Campo Alegre n.
4; com 3 portas e 1 janella de frente, 2
salas, 2 quartos e quintal em aborto, em
terreno proprio, por 2004, pertencente a
JoSo Antonio Mendes
De accordo com o art. 5.a do Cdigo de Corridas, nao sr admittde a
mscnpcSo no pareo Consolacao a egua Ida. No pareo Ordem os animaesTaUspher
No pareo CoaciliaeSo o animal Maurity. No pareo Estimulo o animal
e Maarty.
Piramon.
A entrada para o pareo -Qrande Premio Ferro ail de 1204000
prepre2rosadXrnto8se "*"* "* ^ ^^ ^ meD8 5 ***
A inscripco encerarse h terca-feira, 14 do corrente, as 6 horaB da tarde
na secretara do Prado, a roa Duque, de Cazias, n. 70, 1. andar '
Recife, 8 de Abril de 1891.
PELO SECRETARIO,
Jos Gomes Gauches,
........... k\
BATO EMISSOR
DE
PERNAMBUCO
s l'rbanos
a Olloda e Beber!
do Recife
be
Assembia geral extraordinaria
A' requisito da directora e por ordem do Sr.
presidente, sao convocados os Sra accionistas a
se reunirem ao meio dia do da %) do corrente,
na sala das sessoei. no etnriptorio da roa da
Aurora (entrada pela roa da Uniao) alitn de fi-
carem scii-ntincados dos resultados da incum-
oencia que lbe foi dada de levantsr um empres
limo interno para resgate e conversio do typo
de debentures j emittidas e ser julgada e re
soivida urna proposta de reorganisaclo da com
panbia, por venda ou com augmento de capital,
eampamento de exphracjko, tornando-se pos-
sivel a reduejo sensivel eos precos das passa-
gens de 2* classe.
Escrptorio do gerente da companhia, 3 de
Abril de 1891. Antonio Pereira Simoes
Joaquim Cintra.
BECLARACflES
eiedade AaxJiadsra da Agrl
cultura de Perataaibueo
Aeeembla geral
Deveodo expiar m> dia 3 de Maio prximo
viodouro os poderes dos membros do conseibo
administrativo e mais reaccionarios d'esU socie-
dade eleitos no cima citado dia 1891, commen-
dador Francisco do Reg Barros' de Lacerda,
Colonia Orphanalogica de
Sauti Isabel
De ordem desta directora sao avisa-
dos os paise protectores dos menores qae
obtveram despachos para recolher seus
filhos oo protegidos nesta colonia, cajos
nemes veo na relacSo que segu, que at
o fim deste mez, devora apreaentar oa
mesma colonia oa ditos menores, sob pe-
na de nlo o faaendo perderem o direito
e serem substituidos por outros.
RelacSe
Marcello Jos Leonor, filho de Silveria
Ignaeia das Neves. Despachado em 15
de Julho de 1888.
Um filuo de Juvencio Bispo Machado,
preso e recolhido a Casa de DetencSo.
D apachado em 7 de Dezembro de
1888.
Eduardo, filho de Maria Joanna de Arau-
jo. Despachado em 13 de Janho de
1889.
Joao, filho de Joanna de Jess. Despa-
chado em 13 de Junho de 1889.
Joao Manoel da Costa, filho da fallecida
Mara Rosa, protegido por Maria Jea-
3uioa. Despachado em 13 de Junho
e 1889.
Colonia de Santa Isabel, 5 de Marco
de 1891. ^
O secretario,
Francisco dae Chagat lavoteante Com-
peli.
Confraria da hS, Tria-
ddde
Prevme-se aos distinctos cavalleiros que ac
ceitar.m cartas para o concert vocal e lostru
mentjl em bentncio desta confraria, que so ter
logar no dia 18 e nao a 11, como consta dos
mesmos caribes.
Recife. 7 de Abril de 1891.
O secretario interino.
Antonio Gomc3 de Oliveira. '
Afogados
Sobrado no largo dos Remedios n. 30,
com 3 metros de frente, e 11 metros e
30 centmetros de fondo, por 5404, por
sera segunda vez, pertencente a Francis
co Gomes Ferreira de S LeitSo.
Casa Estrada Nova n. 11, com 2 ja-
nellas e 1 porta de frente, 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fra, quintal em aborto, 4me-
tros e 70 centmetros de frente, 12 metros
e 10 centmetros de fundo, por 5004000,
Sertencente a Manoel de Jess Jordlo Cor-
eiro.
Casa Travesea dos Remedios n. 27
com 22 palmos de frente, 52 de fundo, 2
salas, 2 quartos, coainha fra, quintal mu-
rado, porta e janella de frente e porta ao
lado, por 4504000 por ser segunda vez,
pertencente a Joanna Maria da Fonseca.
Giqui a JaboatSo
Casa n. 11b, com 2 jan ellas de frente,
e porta no oito, 2 salas, 2 quartos, co
zinha e quintal em aberto, 4 metros e 60
centmetros de frente, 11 metros e 50
centmetros de fundo, por 3504000, per-
tencente a Anna Cesar de Almeida Guedes.
- liba de Bemfica
Casa n. 2 a ra da Praia, com 2 jan ellas
e 1 porta de frente 2 salas, 2 quartos, co-
zinha fra terraco na frente, 6 metros e
80 centmetros de frente, 15 metros e 90
centmetros de fundo, por 3004000, per-
tencente ao Visconde do Livramento.
Torre
Caaa ra da ConoeicSo n. 9, com porta
e janella, e jaoellas no oitSo, 2 salas, 3
quartos, coainha fra, quintal com arvores
fructferas, cacimba, 5 metros e 3 cent-
metros ce frente, e 10 metros e 90 cen-
tmetros de fundo, por 2004000, perten-
cente a DuOiiugos Jos Vieira Braga.
Carne
100 mantas de csine de charque, de
baila qualidade, por 3004000, 1 balance
propria para armazem de charque, com
ter no de pesos, por 40|00 J.
24 bezigas de sebo por 124COO, 1 mesa
de louro por 34C0Q, ptrteccentes a Sal
Marques dos Santos, ra de Pedro
Affonso n. 6.
Recife, 6 de Abril de. 1891.
O solicitador,
Phomeno G. Correia de Araujo
n 1 RA DO COMMERCIO N. 38
Capital subscripto 20:000:000^000
Reasado 4:000:000^000
Effectua todas as transaccoes bancarias.
Compra e vende saque sobre todas as pracas
da Repblica.
Garteira hypothecaria ser brevemente ini-
ciada.
Empresta SOb garantas de quaesquer effei-
tos que representem valor real.
Recebe dinheiros em deposito por letra a pra-
zo fixo ou em conta corrente de movimento, s se-
guintes taxas:
Em conta de movimento
A prazc de 3 5 mezes
A prazo de 6 12 mezes
Recife, 14 de Marco de 1891.
2
4
5

BANCO OA BOLSA
Capital Reis 1.500:000^000
Dividido en .1000 acfdes de 400:000 cada ama
Ra do V*gario n. 2 esquina do largo do
( orpo Santo
Edificio da Junta Commercial
HORA DA BOLSA
Be I a % da tarde

Alfandega do Estado de
Pernambuco
isnp to predial
1" semeetre de 1891
inspector desta repaitico declara
O
aos contrbuintes do imposto sobre os pre
dios perteucentes irmandades, socieda-
des, empresas ou companhias anonymas,
Compra e vende ttulos com cotacSo.
Liquida operacSes por conta de terceros a dinheiro ou a praso.
Faculte capitaee pera compra e venda a dinheiro ou a prazo de quaesquer
ttulos cotudos na Boba.
Int-gralisa oonviodo capitaes de Bancos e companhias de reconhecida utilidade.
Faz transferencia de operaees realisadas na Bolsa a praso.
Auxilia liquidacao de report e Delcredere.
Realisa operacSes bancarias relativas a sua naturesa.
Encarrega se de incorporajSes de Empresas.
Levanta emprestimos.
Compra e vende motees.
Eucarrega-se da compra e venda de assncar, algedab, etc. etc.
Recife, 20 de Marco de 1891.
O director gerente,
P. J. Pinto.
Hippodromo do Campo
Grande
Remiu da assembia geni ex-
traordinaria de aecioiiistas
A directora do Hippodromo do Campo
i Grande convida aos Srs. accionistas para
urna reunilo de assembia geral ext-aor
diara, que tora logar no dia 15 de Abril,
..ha Q horas da tarde, na secretaria do
corporacao de m&o morta, ote, que se me8mo Hippodromo. para tratar-se de
acha aberto o praso a contar do '
timo dia do corrento mes, para
io;flni.i------- ---------------- P"
i too. negocios urgentes.
. P*'j Secretaria do Hippodromo do Campo
ment, sem multa, do referido impos, Grnde, 2 de Abril de 1891.
attmente ae 1 semestre do exercicio cor- q secretario
Padre Floriano n. 17, casa terrea 154000
3urgos, terrea n. Si 14*001
Lapa n. S 14M0C
Jaadro da DetencSo n. 4 6W0C
Sua Imperial casa terrea n. 181 28*00(
sitio da Casa Forte n. 15 25*00
Amorim n. 47 58*33-
Palma n. 34 50*0(K
Pateo do Paraizo n. 29 2* andar 20*00-.
rrave8sa da Madre Deus, sobrado e
armazi-m n. i 62*50*
orooel SnaasuD-.so jrado n. 43 20*0011 14*000
Padre Fior'ano casa terrea n* 43
Ra Imperial loja a 159 10*09i
Vidal de Negreiros casa u 94 20*00i
Ra do Amorim armazem. n. 11 3O*O0b
Enc&niaueuto loia n. 66. 0*'
rente.
Desea data em diante ser cobrada a
mesma contiibuicao mediante a multa de
lOOio
Alfandega de Pernambuco, 1 de Abril
II.
Bario de Souza Le3o
Erminio Egidio de Figueiredo.
N* eeeretskrftat da asusta Caaa de Mi
erlcorUia alueavm ate sus aegnluir
Roas:
ligarlo Tenorio Io andar n. 18 15*001
Ra do Dr. Ito Miquino, cata terrea n. 15 4000C
London &Brazilian Bank
Limited
O London & Brazilian,
Bank Limited avisa ao pu-
blico e especialmente tao cor-
de Abril prximo futuro em
.i




%
4


m emcpcio, que <*r> i9
diante, f*p ahojiar o juros
de 2 [0 #Q *nno, e* *rat \s
correntaa demovinan to:
quando a quantia deposita-
da nao fr menor a 2:000#
e por tempo superior a 30
dias, pelo que os saldos in-
feriores a esta quantia, nao
tero direito a juros. Ou-
tjo sim, o juros de a 0[^
ao anno s serao abonados
sobre u mnimo das. quan-
tias que as ccntas mostra-
iefl& luaikte- o mez.
Pemaobuco, 17 de Mar-
co de fWt.
W. T. Bton, gerente.
Thesouraria] de Fazenda
(Maastfttale* de nacas
De ordem do cidadao Dr. inspector, e
taada em roaos o telegramma da inspecto-
ra de Caixa de Amortisacao de 6 do cor-
rete, taco publico que se a cha prorogado
at 30 de-Junho prximo futuro o praso
para a sebstituicad wm deseeoto das no-
tas de 504 e 1*5 da 51 estampa.
Em 9 de Marco de 1891.
O secretario da junta,
Sur. Antonio Jso de Sant'Atina,
Monte de Soccorro de Per-
nacnbuco
Sao convidados os possnidores das cautellas
de Horneros abaixo, a virem resgatal-as at o
dia 1 de Abril prximo, aneaDdo-ae-lhes de qae
Ando este prazo, sero ellas levadas a leilao pu-
blico :
o d$ l^iia^toi,
mmmmmmmmmmmssmmm
Tapor Colombia
Commandante Vial
S'esperado a Uropa at o di
10 da Abril seodndo depoii
da indispensaver demora par
a, Rio de Janeiro a Santo
taca-so tos Sra, importadores de carga pe os
'aperas desta unha,qneirampresentar dent
e 6 dias a contar do da descarga das airare -> as
makpterrerJa>cconcementea voltuue <\.t
porvasaVB buhan) segoido para oe pert. de
ni afta da se poder dar a tempo as i-.-ji-
iencias aeceasarias.
expirado o rafeado prasoa compannia nao se
esfonsabUjsa par- extravio*.
Para carga, passagens, enconunendas di
:loairjKa freie: tras ecomo
AGENTE
agiste Labille
9RA DO O&mtERCUy-
19.484
20.04o
20. M
20.123
20.161
20.184
20.242
20.637
20 649
20.652
20.665
20 674
20.677
20.679
20.684
20 686
20.692
20.694
20.699
20.703
20.703
20.704
20.708
20.709
20.710
20.713
20.74*
20.716
20.718
20.719
30.7*0
20.721
20.722
20.724.
20.725
20 726
20.727
20.728
20.JJA
2.730
26.735
20-736
20.7.4
20.753
S.756
20.759
10.74
20.768
20.769
20 770
20.771
20 775
20.777
20.779
20 791
20.793
20.794
20. 8JQ
20.814
tOieft
V833
20.854
20.835
t0 8C6
10 7
S:S
l*. 00*
21.003
21 004
l-008
a*-oi4
.019
21.020
20.862- 21 023
20.863 21 024
20 865
20.868
20.871
20.814
20.8|0
20.881-
20.882
20.883
20v86o
20.897
20.899
20.815 20.90
20.817 20.908
20.819
20.830
20.832
20.833
20.834
20 838
20.839
20.840
20 841
20.842
20.844,
20.846
20.848
20.849
20.851
20.909
20.919
20.947
20 957
20.938
20.962
20.965
20.972
20.976
20.977
20.984
20.988
20.994
20 995
20.998
21.029
21030
21.039
21.043
21.044
21.047
21.059
21 092
21.078
21.080
21090
21..091
21.100
21.103
21.105
21,106
21.109
21.116
21.123
21.124
21.125
21.126
21.127
21.129
21.13?
21.145
21 146
21.151
J.170
21.171
21.172
21.176
11.#7
2i. m
11.M0
21.163
21.194
21.196
21.197
2*. 202
114-209
21j.Hl
21.220
21.222
21.117
21.219
11.230
21.233
21.236
21.237
21 238
21 246
21.248
21.251
21252
21 235
21.256
21.257
21.258
21.260
21.251
21.263
21.265
21.267
21.168
11.Z5
11178
11.181:
31 38*
21.X
11.264
21.286
21.287-
21.291
21.293
21.
214-
21|.
21.3
21.321
11.313
21.328
11.319
11.335
21.340
21.343
24,. 351
21 352
21.353
21 350.
21.361
21.362
21.3*0
21 371
2 .372
21.374
54,377
21.392
21.386
21.387
Lloyd BrasHciro
POITOS DOSL
O vapor Par
Commandante Florindo F. Dias
E' esparada do sni at o dia 10.
de Abril e depois da de
mora necessarla seguir para a
Pai Tlatal, Caer, Amarracia, Ma-
rannao, Para, Obidoa e Manaes
As enoonuaeodas ser rectelas at 1 non
la tarde do dia da sabina, no trapiche Barbosi
io largo do Corpo Santo n. 11.
Para carga, passagens e valores: trata-se com
os AGEMES.
POKTOS DO NO4TE
Q vapor Alagoas
Commandante Joo Mara Pesaos
E' esperado dos portes do ner
le uit o dia 13 le Abril e de
da demora indispenaave
ir para os portes de
a, Victoria e Rio de Ja-
neiro
Recebe carga a baldear no Rio de Janeiro
jara Sanios, Canana, Ignape, Paranagu, An
toiina, S. Pranciaoo, Itajahy, Santa Camarina,
Rio Irande Pellas e Parto Alegre.
As encommendas serao recebidas at 1 bora
la tarde do dia da sabida, do trapiche Barbosa
iq largo do Corpo Santo n. 11.
Aoa Sea. carregadores pedimos a mu atteocat-
axa a clausula 10 dos coohecimento3, que :
o caso.de baver algcoj reclamoiae centra s
aapanhia. por a varia oa perda> deve ser feltt
HRescriH) a agenta FasnectltB do posto d
irga. dentro de tres dias depois de finali
Maci;
Recite, 16 de Marco de 1891.
O gerente,
Felino D. Ferreira Ccelho-
MARTIMOS
va
Compinhin Per nato bu cana
vr sarao toilelra por Vapor
Eeta companhia mantem aj segointes liaban
regalares de navegacao :
Norte, locando dos portos da Parahyba, Natal
Maco, Mossur, Aracaty e Fortaleza, paninde
6 e 21 de cada mez.
pe* a|||, Pene:
Barda, saffpo deeto-
rce*
pvtla- n* miado da
leste porto uto
Sul, com eacal
do, Aracaj, E
porto a 9 e 14 de
Fernandoe
mez.
Rio Foitnoso e Tamandare, sabida a :8.
Ato de Janeiro^ (direoUmf oie) parle o vapor
ie 25 a 30 do mez.
Rio Grande do SnJ, (viagem directa) sane de
(5 a 20 de m-z.
Tsdos os vapores sao novos, tem excellentet
itcoatajdatOee par paa-kgeiros o para caiga.
e os pregos .-So mnito reduzidos.
Os passageiros rocontrsm, apar do bom. tra-
iaaiento, ledo o conforto desejavel a tordo de
am vapor.
03-vapores qu t;zrm' as viafgtBS aaflko d
iaoeiro, alm de terem lodo o que se en cntr;
oos voperes modernos, accresce qae faz a va
gem esa quatro dias d o pieco d' passagens
da t.-'claese .0*000.
O vapor mpregado na viajera, para o Rio
Srande do Sal e smente para-carga, e tem o
calado adequedo a entrar no paite daqnaile Es
Uoo em qnalqoer occasiio.
Recebe < mgajamento de carga por qaanti
dade lixa i- < das a vidgecs.
Ootrosiru, a < cmpannia expedir vapores ex
faordinarios desde qae hja cat'pa paree enga
iarntoto completo de um- vapor.
Esrnptorio, da Comnanhia Pernambacan*
o. 18.
. ifed taies and Brazii
M. S. S. C.
O vapor Finance
E' esperado de Nevr Yon
at o dia 10 de Abril
e depois de pequea de
mora seguir para a
SE"
Nao procedendo esta formalldade a companhh
loa senta de teda a responsabilidade.
Para psssagers, frates t encommendas tr-
i-eo comros
AqWNTBS
Pereua Garnuro ik C.
'iRa do Conn^rcto=6'
t andar
Hoyal Mail Sueam Facke
Company
O v^>or TMnar
Espera-se da Europa at o dia 11 ce
Abril, segundo depois da dtme
ra indispensavel para
Baha. Rio e i-wlvc Hamto*
"
Redcelo d pauagtn*
ida. idaw.
i LisKta 1 ctasse 4 10 30
4 Soathamptoai.'claase 2b a 42
Camarotes reservados para ce passageiros dt
Jjp"njtf\p/*P
Parapaesagece, fretes. encouncendaE.trata-M
am os
AQEKTE3
*k morm Irmos & CE
N. :i Rn de Bou JewisN 3
^
1NHIA
AMSI(4\l
DE
% wegavo eosteir por Vapor
lo Cae
O vapor Jaci^Iajpe
OtoiM a*ain< Gasealh*
Recebe carga at o dia 13
e| passagens t as 10 horas
do dia da partida.
B8CIPTORIO
da Companhia Pernambueana
_________n. 12________
Cfjmpanbia Bahan efe Na
v5egac,ao a Vapor
tfaaai, ^Ua-Nov, Paaedo, Araca-
j, Estancia o* Fahia
O vapor Sergipe
Oerrimandante Rebejo
E' esperado dos portes cima
at o dia 18 de Abril e re
;ressar para os meemos, depo;-
[ademora do costme,
passagens, encommendas e diur t
o rArete trata-se como.
AOENTE
P*edro Osorio de Cerqueir
17Ra do Vigurw- 17
dfi
tos
tra-
f ; .?>
Pari.
Baha, Rio de AanelM e
Para passagena\ aarga e enedomend;
ti-se com os AGENTES
O vapor Vigilancia
E' esperado dos portes do sal
at o dia 9 do correte se
Tguindo depois da demora ne
*cessaria para o
Barbados, Thoaaax,
SewTark
Para carga, passagens, encommendas erfi
njeirt'afcete ; trata-ae com ob
Heniy Forster & C-
8Rna do Conmecwr^-
1*andar
"FaT ws^bS^
'ompuBOia Fran- aa
O
farrecaeao a rapar
Lilia ijasaabeataa oBoim, Um*m
t'ornambuco, Babia, Rio de Janeiro e
[cana
ttaregaeio aaefra por vapor
PGBTOS DO SSL
Maci, Penedo, Araeaj, Estancia
BesH
O vapor Jaboato
Commandante Jo&o da Silva Pereira
Segu no dia 9 do correte a
5 oras da tarde. Recebe car
encommendas, passagens a
iinbeiros frete. at s 1 bora
la tarde do dio da partida..
ESCRIPTORIO
lo Caer da ContpatmUt* Pernambucan,,
n. Ui
LEH0E
paca >aa apiros objeclos e bebidas que ala
rao. ve*0** V^ 'aAWre.aar.ffTe
ctaad sem reserva de precos.
Qalata-frira do corrate
Ai 11 hora em ponto
Mo armasen travesea do Corpo Santo
________________IKjff_______________
Grande leilao
>rel* de jacaraaid,
Quutfa-fcira % a#*aar
9f aajas
Janeo e
arystoasv espcao oral
graade Mfmie farra do sala
UanslaAdOv de na* mobilia austraca (vulgo
junco) com encost de palMnba, com 1 sof, 4
cadairas da bacos, (8 de goarnico e 1 conido;
ooupedrt; a parte de cantineaos da crochet
para portas, 10 tancas para cortinados com os
cownetaoles fljroes, 8 traiapa/entess 16 cordoes
Jara cortil ados, 2 jaroteemseem bonitos vasos,
lindos qoadros oleograpbias, 1 rica mesa re-
donda de charo, 4 pareada javas, 4 etageres
enlamados, 4 pares de escarradeiras finas, lape
te para so'*, 5 ditas para portas, 1 lastre de
crjwal de 3 bicos para gas carbnico oa kero-
sene.
Urna importante cama francesa de Jacaranda,
1 toilette de dito com grande espeibo, 1 lavato-
rio de di'o, i gnaroisp pa toilette. 1 dita para
lavatorio, 1 bidet, 1 imoHaote guarda-vestidos
de amarello, 1 cama franeeaa de amarello, 1
guarda-vegtidos de vinhatico, 1 toilette de dito
e 1 lavatorio.
Uan mesa clstica de amarello de taHaeo, 2
importantes aparadores de armario com pedra.
1 ditos de colomna, 11 cadeiras de junw, 1 mo-
bilia de amarello com cadeiras de balaceo, 6
lindt s cadeiras de junco, 1 gqarda k oca, 1 reto-
gio de parede, 1 meio anparelhO de poTceiana.
com frisos, garrafas de crjstal. 24 tacas para
Champagne, 24 clices de cor, 24 argenta para
goardanapos, paliteiro de metal, copos para
agua, figuras de biscuit, talheres, comeres de
metal para sopa, 2 trinchantes e muitos outros
objeclos de goste.
Quinta-fra, 9 do oorrmte
A'a We-l,2hcaea
Na roa da Uni&b,. casa n. &1, por traz do
Ojmoasio
X, 0 agente Martina, aotorisado por ama familia
qne niudou sua residencia para fra da cidade,
ais leilao dos importantes movis existentes em
dita casa, os qnaes se tornara recommendaveis
pelo aparado gosio e ptimo estado de cooser-
vacio.
Pagamento em acto contino._____________
Agente Silveira
Leilao
Da gneros, armacSo, utensilios e encana-
mento de gaa da taverna sita roa da
Casa Forte n. 13.
Ctuinta fclra, do corrale
A'a 11 horas
O agente Silveira, aotorisado pelo Sr. Gene-
roso Al ves, levar a. leilao o qae cima est men-
cionado para pegamento*de redores.
Pinada se da am meetno com algama
fabada aatbadoa : a trata aa rea da Bosaaa
fltaMWii
Alaga se o sobradp n, 40 1'ra da Paysan
rfi, cepi commodoa para grande familia a tra
ar atrs o% inatri de ftacto Anjonlcn. 1A.
Na ma de S. Joao n.
[i7, fabrica, fn^csa de un
criado par trabafhar na
mesma, qae nao seja pre-
guiyoso p4ga-se Um.
de urna
tratar na
82.
Agente Stepple
Leilao
De urna imprtante ajtmafao de amarello e toda
envidracada, ara lastre e oais ;quinquilharias
existentes no e-:tabelecimenio a roa do Mar-
ques de Olinda n, 1, outr'ora Cadeia do Ra-
cife,
Sextofeira, 10 do correte
AJ 11 horas
O agente cima., por avadado e assisteneia
do Exm. Sr. Dr. joizde drreito de orpbos e au-
sentes levar a leilp a armaco e mais minde-
las existeeles ne eatabelecimenlo cima, a re-
querimento de O, Eraocseca da Paula, de Carva-
lbo Sanios, vinva do fallecido Jos Pereira. dos
Santos, em um ou mais lotes a votjtade dos Srs.
licitantes,
Os Srs. preleDdeetes desde j poderlo ver e
examinarlo mandado qat acna-se ero poder do
agen e.
Leilao
Em contQuacao
De armacSo, batanea, pesos, medidas can
teiros e diversos gneros da taverna n.
57 da ma da Palma.
En lotes ou a vootade dos compraJores o
A o correr do marteo
AS 11 HORAS
11 do cerr te
Pelo agente flftarlins
Leilao
Das oaixas e latas com kerosene,, tambores
com barrilba e mais mercadorias salvadas
do incendio do armazem alfandgado
Focseca ra do Brum, na madruga-
da d 7 do corrtnte.
Eat difiere ales lotes ao estado
e logar em que se achaai
Sabbado, 11 do oorrente
A'sll horas
NA RA DO BRUM
0 agente Pinto levar a leilSo por ordem das
Companbias de Segoro Liverpool London & Glo-
be, Phenix Pernaaiaaraoa e Ampfaitrite, com
licenca do Sr. Dr. inspector da AiLadega, em
presenta do empregado da mesma repartiese
paia o flm nomeado e por conta e nsuo de quem
pertenecas caixas com gax salvadas do incen-
dio do armaiem alfandegadoFooseca roa
do Brun. na madrugada de 7 do correle.
A entrega tffectuar-fe-ha emaclevcontinao.
n.
Precisa-se
hoa cosinheira, a
raa da Soledade
A Fabrica de Teei-
do da ^wre, precisa
de meninos, e mu Hie-
res.
Caixeiro
Prosiaa-se da om pequeo com prstica de ta-
vaina, dando hadar sua conlela ; na roa da
Aanrra b-39l___________________________
A's maes de familias
Adminttrae-lhee o XAROPE ou a
flalas Venwparfalivas
DO ML GALASAIfS
ptimas prepara$8ea de maatrux
e rhuibarbo, para a expalaSo completa, sem
dores nem incommodo, dos vermes
intestinaes ou lombrigas
(DA3 GBBAKgAS E DOS ADDLTOs)
SEIS ANNOS DE SUCCESSO!
c Estas eKcellentea preparacSes nao ne-
cessitam de purgativos como auxiliares
visto seren purgativas por ai raeamae.
As pessoas que tem vermes sentem co
licaa., tem. onstantemente diarrhas, india
posicllo, sensa^ao de corpos qae se movem
nos intestinos, endurecimento do ventre, e
s vez es, vmitos. Rangee os dentee, quan-
do dormem, o algpmaa pessoas expellem
vermes com as feces ou com as materias
dos vomito. Ae creancas apreeentam as
pnpillaa. dilatadas e inapetencia.
As ajlulas lavam impreaao o neme de
DR. CALASANS o sao cor de rosa.
1 caixa de pilulae 12C0
l vidro de xarope 1 AS PRDCDPAES DROGARAS E
PHARMACIAS
Criado
Preci-a se de om menino de 11 a 14 aonos,
para casa de familia ; na roaFormosa n.87.
Licor fleparacl wo vegetar! 1 edade
do medico Qulntclla
Ester notabiliaaimo depurante qae vea
precedido de tSo grande fama infallivel n
cura-de todas as. doencaa STphiMticaa, es
crofulosas, rheumaticaa e de pelle, COmt
tumores, ulceras, doree rheumaticaa, os
teocopaa e nevralgicas, blenorragias agn
daa e chronica, cancros syphilitieos, in
flamacSes viceraes, d'olhos, ouvidos, gar
gantas, intestmos, etc., e em todas a
molestias de pelle, simples oa rliatharinae
aaeim como na alopecia ou queda do oa
bello, e as doencas determinadas por se
tnracSo mercurial.
DSo-se gratis folbeos onde se encoii
tram numerosas experiencia feitas con
este especifico nos hospitaes pblicos <
muitos attestados de mdicos e documen
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARU- SQBRIafflO dV C.
na Manaaas da> ihada a. ai
Os
tanto
YH30R DQ GAMIXO,
DE AYER
> aob b*soe i
lologicaa para o flm da
Iclar os cabellos, restaurar
. ir, lat pedir a queda, e promo-
ver sea vlfo e asnatante crescl-
mento.
Esta aparada e excellente preparaba,
sem davkla o raelho remedio at hoje
conhecido pora os differentes defeitos da
cabelladara, merece a intima attencio de
todas as pessoas qne t&m tido & infelici-
dad e de perder em parte, este mala rico
ornamento natural da physionemia.
Com o sen emprego intelligente tem-se
conseguido resultados realmente sorpren-
dentes. Em mateos casos, porm nao
semprei a propria aripfefetem sido corad
permanentemente.
Sempre se consigne fazer parar a queda
do cabello; emquanto que para o pe tea-
so das senioras, 6 o objecto mais til
mal agradavel que se pode empregar.
rasrABADO rano
DR. J. C. AYER Lowell, Mass., E.st--TJnidos.
A' venda as lejas de armarinho e per'
DBTOSrro OKRAJ i .
B. I rabellna duailaiiana Crrelo
de Helio
Clandino Correia de Mello, JoSo Correia de
Mello, Looreogo Gorrei? dr Mello, Francisco
Corrtia de Mello, Joairuim Correia de Mello, Jut
Correia deMelh, Rita Correia de Mello, Ama
Correia de Mello, bacharel Firmino Correia de
Mello e Francisco Cyriaco Correia de Mello (au-
sente?), eFelix Villa Nova, agradecen) a todas
as pessoas que se dignaram acompanhar desde
o engerbo Limo al o cemiterio publico de Ca
leude a sua sempre chorada mai e sogra. Umbe
lina Jostioisna Correia de Mello, fallecida a & do
correte, e pedem a todos a caridade de assis
tirem a miwa qoe p r sua alma mandan rezar
oa cjpella do povoado de Ca ende, sexta feira 10
do correte, pelas 8 boras da maon, stimo dia
do seo paasamento._____________________
f

Je-e AMoil* da Comim e a
0 paire Jos ArJunso de Lima e Sa (ausente),
Neomisia de Si 6oimares, Jos Anastacio da
Silva Golmarfi?8 e seos tiihos agradecen: a todas
as pessoas qoe fizeram o caricioso obsequio de
acompanbar ultima morada os restos mortaes
de sen. mol presado pai, sogro e at, e de novo
as coDvidam, bem como a todas aquellas de suas
amizades e do finado para as missas que serao
reradas per sea alma Da igreja da Congregatao
no dia 41 do correo^, peta 7 1/2 hor< s da ma-
oba.
t
0 pai, mi e irmaos de Miguel Silvino de
Barros Falcao, fallecido a 9 de Abril de 1889
mtnd.m hoie celebrar na Igreja da Terre, s(
bores damsnh. mea mise or soa alma.
AVISOS DIVERSOS
Francisca Ribeiro laria de Conceicao pede
a polica para ver se ipseobre osea ftfho Jos,
de rdade d 7 anuos, que esteva brincando em
cima de urna iasasda de qoatro pies, bootem
por volladas 4 1/1 horas da tarde, e sendo arre-
batada a jangada pela corratela do rio o con
duzio com ella qoem noticia tiver delle, faca o
favor de daia oe cidade de OlHSJa na-praia doi
Milagrea, em casa do cidadio asimlro, sonde
ella i sta prestando o ser vico de ama._______
Urna pessoa prooretarladesta oleada, qae
da conbecimeato de si, indo pata q mato a ne-
goci seo, encarrega-se de fastr outras cobmn-
ca8 ; a traUr na rw do Cabega-p. ti, loja.
Um moco com hatilitacOes precisas, offere-
ce se para ensioar portgnez, francs*, logles eH
aritbmetica fra daddade ; qoem precisar pode
entendei-se cooa-o proprletario do hotel Repu
blicano. ______ _
Auga se ama casa moito fresca, coa; ba-
nbo salgado, ne fregoens da Boa-Vista ; a tra-
tar oolbecco das Barreiras n. 33
reciH'Se de sola ama de leine, qae
MCITA ATTENCAO
melnores cigarros, que ha hoje
de fumo picado como desliado sa>
asMINHA ESPERANZA.
Olhai com attencio para o envolucro dt
engarros onde se 18 a palavra ESPE
REBQA.
Ha muito quem venda gato por lebre !
as grandes merciarias, as casas de
refeicCes, as tabacrias, nos salSes de
cabelleireiros, vende-se os noaaea ci-
garros.
Deposito central.
Fabrica Minha Esperanza
Ra larga do Rosario- a. 21 A
Teolphone 191.
^a^i ...... .i. ...... S i na i
losineira
Precisa se de bou- ama
oa ie Deque dt C. xi.i
que saiba cosinoar:
bom leite ; a tratar na roa
o, 58, Capooga.
das
teaba
Pernambocanas
Qowle*, 9, deasterisgar o leilao das
catatas dosasi s^aaia Bfotsdswa salvadas do
iOdeodio na medrgoada de. 7, do acmaiem alfan
degado- Foosecaroa do oVnm.
O de gas, bsrrlltta, una e nrars mercado-
rias, Belseds-aeeDa>do aiasaioa alfsadesa-
db-^FoEsecadeve ter logar saaeada H docor-
lente na roa do Broa.
Agente Pestaa
Lck\$o
0o excellente caalbjfcoarchisja, 1 bo
a, i coTnnipda, f s*cnWrft, 1 &rinm,
ros, 1 cama jscsrandr, fmrrqwfiaoestrfito, 1
aparador grande, 1 toiUlelle, 1 armario, calxis
cos champangne,
Precisa-se* de um home asae> cr do de
sitio ; a tratar na-eatacao daJatusira, sitio do
Valeoca.
... -........ i. i ----------------------------------.i. .
Algame casas caladas e pintadas noc
fa idos de S. Goncalo, a 9t; tratar Da roa di
.Bpefatrit a. 7tt________________________
Precisa se de orna am i para peqoeoa rami-
Ita ; nj beeco da Lingaetrn. 7.
Precisa se
taverna-; na ri
veras.
pe um caixeiro cem ptica de
s Inores Valentina a. 17, ta
e cisinhar
de ama ama para compiar
na roa do Btm Jess o. 4,
Vende-se orne' taverna bem ceUoeada. si
tsada raa Luis a Sega o. ta-0 : a trataras
mesas.
astee de sai criado
ditas com vinho da Madeira, Tda Imperatriz n. 16, 1- andar.
a tratas ae rev
O Bazar da Boa Vis-
ta,^ ruada imperatriz
a. 88y acaba de rece-
bero eb t special mar-
ca ^BLL DOG-
01 melhor que tem rin-
do ao mercado e ven-
dem a3$ S80 a lata com
ama libra
Alfredo Lopes db C.
Atugnef barato
Alagam-se as segointes cases :
Roa Vconle Itaparica n. 43 1." andar.
Viscoade-Iiaperica n. 43,3". andar
Roa Pedro aodsob 46. f. nadar.
Pedro Affoaso, n. 46, armazem.
Ra das Aguszinbas n. 7, em Beberibe.
Roa do Rosario n. 39.
Largo do Meecado n. 17, loj*.
uirgo ao Mercada n. 17, sotao.
Travessa di Carmo n. 10, loja.
Lombas Valentinas n. 4.
Coronel SuaBsuna n. 50 loja.
Beeco do Cara pello n. 1,1 andar.
A tratar A roa do Commercio o. 5. 1. andar
criptorio de Silva Guimares & C.
O LEO Pl>-P >
-9B.-
-EE-
produz efito anlogas a es de--.
EfllOlsQ 88K ijp(ffS|8S
dos meamos sniores, no caaodsr.
ser preferido, o traotamento noet
forma para a> oaxaSivo das meorc-
*T|llHlrS
da Peito, a Garganta, a o& Poiuoos.
Ama
i
* :
Precisa se de ama ama para c i
na roa do Mrquez do Berval do c. 3-fel^
andar.
Amas

Precisa-se de deas amas, unmpar cosiBaacrar
outra para tratar de urna crianea, que di
em casa de sea* patroes r a tratar oa>
Livramsnto ni, sobrado.
lita
Na ra Direita n. 45, sobrado, sedTrt
precisa de urna ama para o servicj do cas"a.d;
orna so pesBOa, qoe seja matriculada e di
te, pagase bem.
Aara
Pree^a*- e de urna para coaiaben; attrai
Capunga> travesea ds Graca n. 3, i a iua
numero 15.



Ama
Precisa se de ama ama para engommsr erfe^
va- : a tratar na roa Pedto Affonso n. Ife
Ama P*ra cosiDhsr, precisa-se-de
t\w<\ M1: da-concordia D. 10f._______
Ama
Precisa-se de ums ama para cojinbsr,
tres pessoas, paga-se bem ; na roa Psdr Al-
fonso n. 26.
Ama
Precisa se de urna asta para, cosinbar a
prsr e de ou'.ra para engommar para deas
8088 ; na roa estrella do Rosario n. 24-, ge
andar________________________________
Ama paracosmfefc
No sitio n. 5 da eslrcda de Joao Feraa
Vieira se precisa de urna mu I ner de meia s
para cosiobar, prefere se qoe durma era-cas
Arrenda-3e
0 engenho Fertilidade. moente c eorri
com proporioes para sarejar-de 1,509 e
Baw}.r,om.Bjnite bona terrenos.; a tentar
proprietario no engenbo Barra da D'.a, est
AtnaPreU, ou u ra 15 de Noverabro n
ex roa do Imperador.



Cosinheica
Pteeisa6e deum coinbeira : ina Vk
de Alboqperqjne, aixeiro
Preciaa>e ds um caixeiro com. praiioa
verai ;,na ica.de Feroandes Vieira as. iO-
ende-se
Um .eetabelecimenlo d>> moiaados. na fre_
zia de Santo Antonio ; para iofrmcjes i"
da Coseordia, pa darla Bella Aurora.
Escola publica
Acha-se funccioNcno a sexta esdeir daarse
feminmo da fregoezia de S. Fr. Pedro Gonealais-
do Recife, no predio da roa do Best Jess bl t.
1- andar, regida pela alomna mesi a B>. afeata
Candida Ca\alcaate Barreta_______________
Aluga-se barato
A loja do sobrado n. 67 roa do Bartbeleaaav
propna nara qoatqaer estabelecimento, esttk 3-
vre de impostes atrasados ; a tratar na raa *?>
ga do Rosario n. 34, i-andar.
faixeiro
Participamos ae- peoheo e aes- nossos fregu
es que resolvwnos derta data enr diante coUo
car sobra todos os productos sanidos de nosat
casa, a marca registrada, conforme o desenhi
cima. Aqcelle- qae nao Irvarrm esta marca, po
dertoer considerados, como nao sabidos d
Vn
WHISKY
Royal LUm4 im VUP
Esta encelles* Whisky Esooieai pae
feaivel so cognac en agurdente de cana
pera fortificar o corpo
Vende-se a retalb nos me bores arma
ceas de molbados.
Pede Hayal aUcjasI marear Viada
iaa aorae e emblema i alo ragistaadse Bar
codo Brasil.
BBOWMB & C. afentes.
22- Ra da Cruz -22
Bom emprego de di
nkeire
Veode-se o Hotel Maisoii
Modei'e ra Larga
Rosario b-. 3fr A tratar a
ra Estrei-ta de Rozrk) n.
13, Neves & Salgacfo, ou
n. 9 Pqps Menee 4 C.
Bem localizado e garnte-
se a chave.
rrteisa-se de um. menino tfsUa 14 anDoeaBr
idade, com algnma pratica de padana, oaa dsT
llanca detuo conducta ; oa travesea do Pirenw
9 Geriquitj).__________________________
Aprendizts
Admitte se apreodizes maiorea de iiaaaaav-
n fabrica-da compaoms Iodostna Je Chapee;
a tratar na mesma, a roa Visconde .ie
o. 147.
-
j
i *
(aixeiio
Precisa-se de um caixeiro com pr.
i nados, de 14 a < 6 ancos, dando fi.
cooducta ; na ra dos Gosrarspes n
ica de
ior
la
Tnico americano
t/'amscan
Premiado
rxroatoi de Parte das
168a*
Sste precioso preparado a meltior omposi
ci esnhecida para coofertar e oonservac os ca-
bellos, promove o sen resciments, laapa a car
i e fortifica o courc da cabe ca, e o qoe ha de
nais soave e odorfico- para a toilette. A' venda
;m gEOssa e a, tcialo. as. ftrincijaas loisa ds
marzas desta capital, e a roa da Aurora n. 1-63,
Aposito geral na fabrica de Olios Vegstaes.
Companhia i. omp
ttya
Par; pujlicf.r, depois de compara- com osvaav-
tores donde foram copiadas todas a prodi
de C. Vilella, como : os Nihilistas, os Sete 1
cados Motae, a trarueco do Caotio dos
ticos, as Margaridas, e finalmente, i Norsna?
Mysterio da ra da Aurora.
Prospectos na casa Quinta?.
Ssc-tiblorio :
Roa da Lama d0 3.
Recebe.acionista das 7 s Ui.. : :.
Caixeiro
Precisarse de um caixeiro ds 18 a 14 aoBBBB,
com prauca de molbados1; a tratar na
1 Santo Amaro n. 5._________________j_
Escola publica
Acba se} funecionando a .' cad- ira do
feminioo da fregoezia da Boa-Vista, -egida .
professora Maria do Carmo Maia da i orcioneu&v
a roa da AlBgria n. 6.______________________
Anfp agencia de auveis
54Ra do Barao da Victoria 64
Recebes completo sortimento de movis s
trlacos, como seiam : cadeiras; sofs, eo
e mobilias completas de diflerentes dse
bem coa tea ewnpleto sortimeelo ds
Dscisaaee.
7:
US_s_aa>a>V ^aVHv^CV^k^Mi'
A 9 res a cua ven-
den! News Pedroza & G.m
a roa da Peohft ir. 38.
%sa
Compra-;e orna casa no? bairros de-
Anteo o, S. Jos e Boa-Vis:a", a tratar i
doCatdairairen. (k
Urna senbora habilitada, (riftrece se rara
:iooar sm casas psrtkiDlare SSaaaB) :
oes. francas- e italiano, ueeafco. -*
jrapbia, geomaia, irabalbmd^aalluL _
oiaflo ; a tratas na livraria Cbnteftporanaav
1- de narco n. t. ______f~


^~a*r%.-<*
Diario de PcruanMico Quattta faifa d 4e Aferti 4e 48M
u
.*
"376H
II
J
J. DA SILVA H- C
ua Bridadeiro Toibdajs 7f>
S. PAULO
Recebe a coriHgnac,ao todo equalquer genero na-
ana] ou sUaugeiro.
Fazem it>e aes adiantamentos sobre gneros con-
*nadrs sua cas .
Oescont ua e pag m & vista o liquido de uas eontas
ven ias. .
F;izem Dairam ntos c rn S P-anlo, Sanio pRiod?
mu
Mttiinftt
h. ftai^is di toa tari
ei
pag;
Salto ***vllhoso MM lH^pd
feea 4a tafea aur aajfcd**fea, mar
un ni, i.iili'i, toaos 3e cosnna,
mMtom, ywiilea, piaturas, etc., etc
Sjalo ; ill I il aa oa
famJaae paap tenjj aMrbalb*

Nio te osa pata lavar a roup*.
Vende se era todas as casas de drogas, perfumaras, ferragens, armasen
boticas.
smssssi
DEPOSITO OEIAL EM CASA DE
c

3


-
-
v
M
i>


i
a
&
r
Mandajm vir |,ior c< mru>sao qualquer ene. mmenda
qu ilquer rojedenc a.
eneseco posta. cazu ... imum. avli
J76--EA BKIGADEIfiO TBjlAS-76
5- ?/- J1C
B^aHHROS DA CASA:
Bmco de S. Paulo
f meo CiiHiotercisil e lnislrial:
y loeo fRStneli r e Agioto.
.oBftaaiiia lirfe.iiii a Na* NUcas: ser^o linaria
S
CAPSULAS AZTMAS E. GOHIIN
OBftEMS
a. z>.
TINTAS PRETA8
* taco*
OM
IM*M: Balaano do Copaot, Opiato*. Alcatrao, etc.
tobos os aaDioatOMBos sai p
mim1
HOSTIAS
-Pelea Amymm
fm Pimmiiim
HOSTIAS
*aoo>QO>ouojuoo>oiO) o

AmoVABA E UCSMCIABA
*eU Iaiaajtioria toral o Hrrteae da
Beaperto 4o Brasil.
Iva. lanoi
pomo par fincanto,
dotPomta. do Estomago, ou u r
aAaorrebnsii isuasempree i
es.
A Ma.ra.TUha. CaratlTa ( o recorto aromte
ao para Dores rheumatlcaa, AleiAo. rs
na* Junta ou Panas.
MBa
_R*tS?''~
A Maravilla CaratlTa 8 de multa Tala
como InJeocAo para o Catarro, a Leocorrhaa ou M
aTosasABanna+eoBBMOiiiaaaiiialiii^ataMMOas.
A- Ma>raha COjaaSoa. lni|njM orr
curar loeras, Cbaaas antipas. Apostema*, Panart-
doa. Callos, metra*, Joanecese Amores.
-para Dljcr/bea simpiea, e oe Dlarrh
_A Maravilha CaratlTa a elocuente naa
1
- -







.
\w** to(to-f/to$pMUuto
re praxri toot*t 1S*
Os mais afamados mdicos dos Hospitaes tm reconhecido e appreciado]
I sua digestibilidade, sua incomparavel forca em principios reconslituintes 1
| e depurativo* (iodo e phosphato de cal).
A Emulso De tresne soberana para tazer parar a tone, as
fnrtaimmacBa Ja garguntm e dos rmfmWoo nos aduitoa.
Nenhum especifico tem dado at agora resultados to niaravilhosos, as
enancas, como a Emlalo Deireane contra a *fnsi-i do ornaos.
a e*Korua e a etaoAfcat faa auan esta aiuisao indaBesravel
ao dessrivolvfensnao lo sfstatna
MUSCULAR, OSSEO. SANGUNEO e NERVOSO
TTnS FRASCO;
di o mumot ntulttdot qui o de um litro d* Oleo de Figtdo de Bacal bu.
POR ATACADO BU PARIZ :
Tk.laTaaaaI,rr>*il*elkfiNisHiiianrila^ih^
* vsjo En todsi as man aeroaMadat PbamaeiM a Portugal do BraaO.
Peitrtl de* tobara
para
O maguu di.tMiktmitiM i.U *C4nci
as molestias do peito e vas respiratorias
O PeUoral le Can >ar, que mcmmemuHlmtmte bm
das mais bihantes cooquietas da icieucia n.aioa u tes fesia **.
s trin-Ti-!i>o r.'i r. prEe,K,> ',, ,. IIieln ha OBnf gtit rnfMito U
:a -an.UiHie, lem cua alu n c i> t-ndttyao rM eleajie SiMfc ajes 4a
i u^renr; i m disic^rts d.- (ue u-m sido cutwafalsj pa JivWfas CW-
poracSes seie.i'irtC'ts, tanto ncior:\Ps c:m<> eatrangeiras, e na voz do
vo, que ha de traasmittir a farr de sens beneficios de geracae a
. j.ayo
H- pri-i-Uism iKrd CMtu '-i cura -sao factos uomprovados qaal.
. -^r totoc, uiyngiie, coqueluche, bronihitc, as'hms, tubercalose, etc
Vo-Hc s- 2W>i n frrC..( (3^000 meia dasia e 24)5000a *
jja, l ; oas i. bCaa tekviiuaci.-wi c dragaras.
- uoioos rigente* e depM^uws ho Betaa dt Peraastioioo
mAKCISOO MANOBL DA SILVA & ft
3 rUA MARQCKZ l>E OLINDAVA
VIOLET AIN C"nlm Km le VIOLET FRRE8
Bm XA4.UXM Vyx^&owaj-OrlomtsMfj) B-UJe-lTCJA
Ciu mica para
0 BYRRH
coi Vinbi ii liliAj
O BYRRH urna bebida cojas virtudes tnicas toniou-se
escazado assignalar.
Coinpeto cam rlnhos vello* de Hspanha cxcopcionalmente
generosos, postos em contacto com snhstancias amargas jodiciosa-
mente escolhidas, este Vinho contem todos os principios das mesmas
e nao tm no estomago aquella aeco corrosiTa do alcool que cons-
titue a base da maior parte das especialidades offerecidas ao publico.
E', ao mismo tempo, muito saboroso e absolutamente irrepra*-
hensivel ao ponto de vista hygienico.
0 BTBBH pode ser tomado a qualquer hora, sendo puro n
doae de um clice de Vinho do Porto, como tnico; misturado
com. agua, n'um copo grande, como bebida refrigerante.
EXr>OSiQAo UNIVERSAL DE PARS ISSS -------------------------
*TTSP a^TiTT A^ da> OacO (o mala avltan rooomponia oonoadlda)
am M*rnMm*ni as casa ds nif- I. da niTi a a aas priaolpass osas*.
a*U tMPKtarU i* ITBMM tapati*
EQUINA E FERROC
Ghlorose, Anemia, Debilidad* !
Cura ctcL&> Febrea
^1
fflH*t< TITULADAS
BaaaaaaBjajBBaaaaaaaaaBaBajBHBBJBjSasaaajBaB
fcete Anitxf XtUdatt <*rti, Misil cttttirat!} ti fsee i* rUtoat*.
A fe.1 re -"i, d'oale y&yy* ad. ., .j-v- inico r-r <^. -!;'_> ti* A
y- pe t.,liw, ,ifuim, Toirn braucon,
*1 rABts, ar
*
3*s>aa['anoa rn 1
ua* wuJB
.'<>H*ti*.'!|r4r /"f.-'J, ff

ASI" J. rt >
OSSE PERSISTENTE. BRONCHTES. CATARRHOS
DOENQAS PQ PEITO
APSULAS COGNET
PARS
Deposito ei
Euearrptol
CtiaroiAxae HRaVsrV*
d9vaA
Grageas Demazire
?x>X>ro-ravda\a p*l*t Tu g>#ntorla> m
CASCARA SAGRABA
TisSHiari VaaaoAJo
Contra Primio do Vautn AAftHnal,
IIOHET^FGRIOCASCARA
O flPBSa %45vrrt) al*) WPro^iaoaxio
JVio prodatiado a Pria&o da Vaotro.
Deposito geral: PHARM.G'S G. DEMAZIRE, 71, eme fleliers, Pirfc
En /V/-i^t.: FHAN- M. d SILVA C*>.
Espedalidao** do Dr. Smptreys.
Remedleo Bapeetaeoo,
l'nneato Miravilkeso,
KeanaannfpAllim**.
K medio* Vctcri aarlo*.
OaCairaal do Dr. Humpbreys MI paginas sobra a
HDMPHREY8> MEDICINE CO..
1M Maltaai Scrri, ITEW fMK.
NICOS AGENTES
Para vendas em grosso
PERNAMBCO
Paria Sobribo i C.
DROGARA
A' Rut Marque* ds Wi*a n. 1
CID
araviiha mmw
DO CtUXtE
Wl lumphreys e Nova *M
WVerdadoira Maravilha do a-cutj.
AtTBOTADA LICENCiar..-.
pela Iaapeetorla Cetci Ce :.'i
Imperio de ITmr"
A MaraTll*,avCurt.'iw
para aa Patn0.a. i,cI....u1_
oodataa. Cortadoras, ou L-
estanca o aaogoe, fas parar a fu.........
a IncbacaA tmto dc?c-""owo r '*?. o
cuiuo por uicatu.
Oaelniannra
remedio.
A Maravilha CaratWa 6 UnpogaTel
twtaaaaBemorrhaglas, aeja do Naris, das Oene. _
dos Ptumoes. lio Eetomago, oBasBentoirbolus- >-
Almorretmsa-cura senspre e luiita taina.
A MtSra. Sha t|.t ro e u aliivlo_prompto
paraDorde |gj'<*. aeOuTi<:.?? "acs.lefaaco
e precioso*para D6aa7rlCaSaaaU*7^a%lo7Bor
Railrto** Jontas ou Peras*.
A MarajTllha OuatlT* a>Arande remedio
C31Bla3eB{^urencaLJe^
A MaraTllha CaratlTa < de multo valor
A MaraTfa CuraH-r* lmpagarel pasa
/ Wara-Tnaa CaT.tlTaatoeu.'oprompc
par* Durhea alnples, e de-Dlarroea ebroulfa.
-C*
ejeafatjWal j| gr, aaipareya.
Remedios BapectScoo,
l'nameat* MaraTllhoao,
Reaaadlos Sypl*lltlcos,
B&
eeao
Remedias Veterinarloa.
__sobre aa
*ratla,pe>le-
lo semTjotlcarlo ou A
HIJMPHREY8' MBDICIKB O,
le Vattan Street, lWTOfeK-
Uuioo deposita asara Basinas esa
groa na imperial drogari? 8e T.
Manoel da Silva & C.
Sedas

Cosinheiro
OTI-TIltlin ;
Precisa se te um que cosiobe bem e duran
em casa do patrio tratar na ra ds Gabug
de mero tfia al 2 horas.
(CARDS BENEDICTUS)
\pproy: do pela Inspectora Geral de Hy j'uie
Ezcelleote producto medicinal, especialmente confeccionado pelo
cbimico pharmaceutico C gSos respiratorores, taes sSo: defluxo, Uxryngite, crou, bronchites agu-
da e chroniccis, asthraa, rouquidUo, totses catorrho* chronico e don-
tcmago.
Este valioso medicamento recommenua-so pla sua enrgica
act* OSICA, FEBRFUGA EXPBCiflOSANTE, fra facilitar .
expn!.-"o dt* catarrhopulmonares e anxiliar a franca respiracSo Cada
frase acompanb^do de um prospecto explicativo para o seo uso,
GJANADOAC.
PHABMACEU'IICOS E DROGUISTAS
12-RA 1- DE MABTJO-12
A' venia na Nacional Drogara de
*Vwacisc# I*tattt>el Silva db C.
3tWfMT*\ IfcAR^fiz 1 OI*ND#\-*3
RECIFK
ASHTMA & CATARRHO
-18Z 'rlgiU,
A dCRSL DE HYOIENE DCIUB
lacias de Franca e do Extrugeiro.
Ao commercio
0araix aosts/nairs visa ao commercio e
quelles a qnem ioter-f s>=ar poEsa, que tendo
4issolilt> aasicvwtmefrM c-cjeosae fiegt-
T6V*. sob a 'arao i>v ('.idti's ferreira, tem
admittido para sen bocio solidvnia, a contar de
1 do correan-, *rrj irao o--Sr. m Perreira
Gomes da Suva ujtfaodp foa casa a girar sob
a razio -de U F-wr- r.a C.
Recife, 1 de tvil Hai,ui I F rreira Gomt-s da Silva.
Coailira-se to re a nda de capacWade
oenviDcir-eis a'oito Mroeladas de*ta ;
tir aa Buavo OoDr^Hfcro, aCmafriii n 4,
Sorabs de todas as cores, sedas brancas e de
cores, receben lindo sortimento.
Au Paradis des Dames
Pecnincta
Farinha avariada passada a saceos novos. cada
um com 60 kilos, a 1^000 o sacco, quem cria
niamt s^rsverlorii; flama ftaDampanhia Per-
aamalicaaap. t,cJa*go da Penhan. 6.
ngenho liarang,eiras
Vende- Be ana parle do entrabo Larangeiras,
aito as comarcas da Victoria e Jaboato ; quem
pretender dirija se fundicD geral ra do
Brum n. 44.
A-s almas caridosas
taris Oanda 'rVanderlev Jotran, vinfa do
eerpregado publico Candido Aotran da Malta
AlbuquerciDe, moradora na ra de Sania Thtre
san. 50, tendo em fu companhia tres mocas
aollL....s, orpbas, acbando-se na maior indigen-
cia, sem recoi8os para manter-se, yem recorrer
as atrmts BasMona que a gaccorram a'oiiliem
na pero amor dertc-s, VBlo como oso eneberga
matg rut aigdi*. _
MitMlri copri
frecI ;l Hit resan D. 19.
De cBdles de ciArrelrol, afl pateo doaaio
t). SO, Fabrica Cybeffe.
O FUMO
Hi^eico N^Qoaal
E' isento de qualquer composica^
iumica e nociva.
Y,' <-sco*hido das mdlhores qualidades do
rmnb'.
Um pacote de 50 gmmmaa nsta 200 rs
Fabrica flirt fl^Mlfi
Rtfe largado Rozaro 21
_______clepkoue tlt>
Precisa-se
De um caixeiro c-hd pratica -epathria* de
ama ama ; ara cosinbar; n rna da Imperatriz
numero 41.
.' *-----------------------______.
Libras Sterlinas
na loja de oias de Angosto do Regt
Cabng n. 9.
Precisa se le
rfft da Uniao n.
Cixiro
caixeiro com pro tica ; na
Sitio


'bsqui
0 HKia
U.~/iNAD0
/ i *3> Faisatrdt -lacgnaaisar dii
~t\ IJ.v' Deposito "lo .-
Pes-IAM2O0O
ri..hsco Ji. da SILVA A. C"
it.
PSC'Ji,SrJJos(rA,\{i:
LE QUINA RAGOUCY
Da ezoellootaa resultados
om todos oa oaao* da ANEMIA 0EBEUD1DE .
o QUINA RAGOUCY
Anima rpidamente tu xorqa.B *Q
m orar OOKTIPACM il DORES de ESTMAQO K
*^*rtC*^^lAieiAllln,m^la>SI-Uin,oiPrli. sa
Uremammuoa.Fnu-u.d* silva A- O. Ql
Fabrida Caxias
Devido aos precte qne estSd clsfarflb
os fumos noi e o augmento de salarie
aos opranos : Os precos dos cigarros de
nossa fabrica, serSo os da tabella abaixo,
eoaB esconto de 1)0 *j0 t 25 rohei
roa, d'ahi para cima 15 ,.
Na M toma nota de manos 4a um mi-
(baira, aa quantidadaa abaiao so aarSo van-
ddas a ainheiro.
Tabella de Pre^s
Fumo picado
i < 'asas tiOCO
Flor das Ttores 7r000
Operas MOCO
Dsftll 60000
Operetas bfiOOO
Japoneses 6)5000
Fwno ietfatb
Especiaes 7500
Aristocrticos 6<55O0
Maiidarins <$000
Cubanos 6^500
Flor do Estado 6V5C0
Caporal 65009
Para engommar
Precisa se de urna ama
paa erJgommar e outtos
servidos domsticos ; a tra-
tar na Estfd dt-s Reme-
tifos II, 1%
se um sitio com bastajes fructeiras,
te casa de morada e jardim, com gas e
caados, prto da linba dos bonds, no
i n. 6 ; a tratar com o solicitador Jos
arbosa, a
macia Conceico.
roa Uanaes de Olinda, pbar-
TEKDAS
Vende-se maula barato am fimo de mesa
prio p ra apraadu ; aa estrada da Joan de
arros, eetago deEspinhelro n. 6.
Esparlno8 de brios e setioa para senhoras e
meninas receben grande variedade.
Au Paradis des Dames
Tayerna
Vende se urna taverna bem afregnezada, pro-
pria para principiante por depender de peapeno
oaptial. sita no largo d* Assemb a n. ti (Porte
do Msttos) tornando-e recommeDdavel a boa
loealidafle. O motivo da venda por seu dono
ter de retirar-se para a Europa ; quem a pre-
tender ade iirigk-se a mesma, ase acbsr com
trliem l^tar.

striaB* asi) eir
Crande descoberta
Farinha de banana comprida, apropriada para
pipa, em pacotes; e latinhas com bananas sec-
as, preparadas por
LADISLAO GOMES DO REG
Deptsrkfl to armazem do Lua
bItA trtalo da Victoria n. 9
Telephone323
Ftrhth** gl
4geas lrofas gasosaf de
todas as qualidades
Soda water, gmger, sle, limao, laranja, cora
o, abacaxis, granadina, grosellas, franboiss.
amina, hnrtela-pimenta, etc., etc.
ACAES DO CAPIBARIBE-IJA
Pao centeio
Mello & Biset tendo receido nova remessa q
irinha centeio, avisa aos seos fregueses qut
onnuam a fabricar este delicioso pao eeateic
odas as tercas e sextas-feiras ; na roa arga dt
in.a9.
Esplendido sortimento de grvalas chics, ret-
ron da Alfaadega.
Au Paradis des Dames
Rna Bario da Victoria n. S8
TINTURA POMADA
NICA TNICA
pora a Barba.BasU um so
Tidro sem preptracao e
sem lavagem.
para dar aos
branoo* bu* cSrprlmlUv*
* t^%tttt^mr
rr.:
Wrtr aettrtufi
rt*tt*>int*
. *apra9 jan a
& <** Ksuja, nujmjut\f u sk
E' em abayana
Malta atttfaCt>
aPaulmo 11. de Miranda cwibecide por Pal,
vende sen estabe1ecine**to, eb| teos oh parte
dos g;eros, a vontade to comprador, sobre
naaqaer oondicOaa qse powarn afastir, Tiste
'tt-r de retirar-se para o Recite onde pretende es-
abelecer-se._____________, _____.
2.* andar
Aluga-se 6 segundo andar do sobrado
n. 4, da rna do Vigano Tbenorio; est
caiado e pintado de novo, a tractar na
typographia do Diario.
Vapor Jaguaribe"
Vende-so esta vapor em boto atado de con
ervacab, coja cmara construida de lindas e
tspeciaee medees, prestando-se eUe alada e
'azef rfageus que nao sejam ie longo curso
nedianie pequeos repares ; podeado, em case
contrario, ser aprereitado como om excllnte
pontao, para descarga de navios, ac-
As pessoas qae pretenderen! e quierem exa
nisat-o, podem dirigir-se a bordo do mesmo,
wacharao peesea nabilitada a dar-lhes quaes
oia Pernambacana o. 11
Lenha
Na fabrica de alcool e aguarde ue, em Afoga
dos, precisa mtralir lew fe qalfdade pera
machicismo : quem nretender dirija ae a esta,
o rol da Compioaia PernaebiieaDa n. 4, ar-
liatem.
Modista
D. Leonor Porto
Continua a axecuiar os mais diScultesos tipa
finos receidos de Londres. Paris, Lisboa e Oa
pital Federal. Prima em perfticao de costara,
em brevidade. cin preeo e fino gosto; na rea de
Hospicio n 58.
. Telepbooe147
Criado
Prrdia-se de nm memoo para
roa Mrquez do Herval n 124.
criado : na
Sabo de alcatrao
Ha (rande conveniencia em se asar este im
porttBte sabio em todas as casas de familia,
ianto para banho como para lavagem de ronpa,
deimfddtaaie, amada a pona a taz desippa
recer impingeos.
Deposito ra da Madre da Deas n. 16
Cttrvo
Vndese na padaria de Mello A Bisel, roa
Larga do Rosario n. 40, a 400 rs. a barrica-
Merceara
VeBds-se a merceara da ra da Concordia o.
166, com poneos fondos e propria para princi-
piante ; a tratar na mesma.
^cWDtt^ca livfIwi o r. Ha^
ros Sobrinho
Apprpvada neste Estado e nos do Rio Grande
do Norte, Cear, Piauy e Maranho, acba-ie
venda em todas as livrarias, menos na da roa
do rmperadior a. 46.
Vfeitde-se
A laverna da ra do Socego h. 70, propria
para principiante por ter pouco capital.
bjbdmnaTc.
MiM Marfraez e Olinda m. II
Armazem e cerveja, v\-
fihos, champagne, licoreB.
cognac, agua mineral, con-
servas, etc., etc. nico
leposito da afamada cer*
reja fiojix de Dortmunc1
e do chocolate Ph. Suchard
ie Neuchatel.
Agencia da grande fabri-
ca de charutos Danneman
kC., S. Flix (Baha).
Os productoe d'estas ulti-
mas dnas fabricas foram pre-
tniados com a medalha dr
Onro na Exposi^ao Un ver
?al e Pafe, fem 1889
Aos senhores deengenhos
Tri-snlpfeKa de cal
a coU d Lliboa e potasa*
lvejar e Qmjpar o assncar
Vendem ftaimaries 4 Valente
6Corpo Santo6
Tnico Ju-Mutamba
Est tonteo, preparado com plantas pro
priedades conhecidas pelo nosso publico,de
melhor de todas as preparacoes at boje deseo-
bertas para impedir a queda dos cabellos, dissi
par as caspas e cp conservar no mais formse
estado, alm de ser um magnifico perfume par.
a toiete.
Encontra-se venda em todas as principa
pharmacias e loias de miudesas..
Dozia 104000 | Vidro t*r>x-
Deposito
Pharmcia Martins, Rna Duque de Caixaa n.
Vinho Alvaralho
Acaba de chegar urna nova remessa desie
excelleotri vinho para mesa, puro e agradavel,
superior ao mais oo Bordeaux.
ONICOS RECEBEDOHES


ifi-tX--'
I
^kW


o

Diario de Pernambuco qojni
NA DE DR06S E iODUIITOS CH
>ara
HU i wwmb M i wwnro i uo uniinnro
, CAPITAL US. 5O():0O#00
toxvanoroo eaa: 12.500 ..cqes xa aoosooo oajoa. rrax-A.
PRIME1R* ENTRADA 207 eMJ"u"J ^-^f^ .CJBO-*.
,,r t t FIITO DA COMPAWHIA ^S
e cirrgi1amP0rtarPorcontaPrP"a'ou ^ terceiro,yender e exportar .od8 os artigos proprios de'pharmacia, tinturara, photographi.
IL^daA 0P8ta,caPital uma fcbric? de P-"dcto8 mmico*, applicados a medicina e industrias, um laboratorio com destillaco
o preparo de productos pharo.a.eucos e perfuma hs, tendo uL s,cco de nalyses chimicas, medicinaes e industriaes. ^
To!*jP e -ar 8S P antfS meuc,nae8> tmtur.aes, aromticas resinaes e gommaes da flora brazileira.
4.gAdquenr e continuar a explorar formulas appr, .radas e miras acreditadas no paiz e no estranffeiro
5. ijf Hzern parte da Compaohi i: s
A acreditada e importante drogara desta cidade sob a firma de Francisco Manoel da Suva & C
rm M^ %PPu,ar P^*^ Bartholomeu & C com todos os seus conhecidos e approrados productos e preparados, assim
:KS=^ a Sr' LU'Z Le",,0ld d8 Guma^ pela q J ficam isenL Se impo'stos Z
DIRECTORA
francisco Manoel da Silva, Gerente.
Graciliano Octava da Cruz Martins, Secretario.
Luiz Leopoldo dos Guimaras Peixoto, Thesoureiro
COMMISSO-----------


I
Dr. Antonio de Siqueira Carneiro da Cunha.
Dr. Jos Marcelino da Rosa e Silva.
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga.





.-'
-


SUPPLENTES
Dr. Adrio Luiz Pereira da Silva.
Francisco Floro Leal.
Dr. Antonio Clodoaldo de Souza.


Os documenl os exigidos por lei acham-se era mo dos incorporador disposico dos Srs. accionistas.
A subscripco publica para o resto das acces ser aberta hoje 8 do corrente e ser
techada logo que estiver completo o capital.
O Incorporador
BANCO EMIiSOR DE PERNAMBUCO

1 chamada 20 e as
f lo
CAPITAL 1,000:000#000
uma
(0 |, em intervallos nunca inferiores a 30 fa
i

I
SEDEBAIRRO DE SANTO ANTO
FINS DO BANCO


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r.
H
-<*







.

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1. Descont e redesconto de letras de firmas registradas no cadastro que se organisar.
2. Emprestimos sob garanta de qualquer effeito que representem valor real, anda mesmo versando sobre semoventes.
3. Receber dinheiro em conta corrente de movimento e aprazo fixo, sob as seguintes taxas:
Em conta de movimento3 [0 ao anno.
A prazo de 3 6 mezes5 10 ao anno.
A prazo de 6 a 12 mezes6|0 aoanno.
4. Encorporamento de companhias.
5. Reedificado de predios.
6 Poderencarregar-se da compra e venda de gneros nacionaes e estrangeiros, em grosso, de conta propria ou alheia; e
mais transaceoes cabiveis em estabelecimentos d'esta ordem.
O banco crear agencias onde reconhecer \ antagens.
Listas para a subscripco particular em mo dos encorporadores e dos seguintes senhores:
Jos Antonio Moreira Das.
, Manoel Jos Vieira & C.Ra largado Rosario n. 14.
Manoel Pires Martins daFonseca.Ra doRangel n. 57.
\ Hvppodromo do Campo Grande.Ruado Imperadorn.55, 1.andar.
Francisco Ahes C.Ra Duque de Caxias n. 70.
Anthero Soares de Vasconcellos.Ra da Aurora n. 81.
Manoel Clementino Ribeiro.Ra de Marcilio Das n. 32.
Francisco >unes Monteiro. \
Augusto Aguiar. JGoyanna.
Tavares Vieira. )
Attento o numero das acces queja se acham subscriptas, a subscripco particular ser encerrada at o dia 15 do corrente
INCORPOR ADORES
Manoel Lopes V'eira, negociante. Francisc Livaode Carvalho, guarda-Lvros
.. Augusto Oon^alv.es da Silva, guarda-lhros
Francisco Joaquim Alves, negociante. Jos Nicacio Alves, negociante.
B4NQTJEIRO BANCO DE PERNAMBUCO
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Full Text
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