Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18121


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Full Text
ASXOLXX
Unapla-fira $1 def^evrelr e 1994
*
DIARIO DE
\1111:no 4i
RNAMBGO
BE W&m& & FitHOi
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.... 8$000
Por seis mezcs adiantados. i5$000
Por um anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS qgPUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLA1
Os Srs Amede, Prince & C/, residees em Pars34 rae de
Provence
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .: y
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo dia.
Numero avulso de dias anteriores.
161500
33&000
100
ISSTatCCiO POPULAR
EDUCAgAO
is::::::::*:. *::,::::::::::
HERBERT SPENCER
CAPITULO II
A Educajuo Moral
E;tas verdade3 geraea apparecem-nos ainda
mais significativas, quando nos iembramos que
ellas persistem duraute toda a vida a Julia, do
oe3mo modo qua durante toda a infancia. 6.'
pela sciencia d?8 cooBequeocias naluraes, ex-
perimenemalmen'e adqoerida, qoe toda a geote
suspente a sua marcha qoaodo vae por caminbo
errado. Depais de lermioada a edocacao do-
mestica, e qaando ja nao ba paea e profesores
a probibirem esta M aquella ordem de proce-
dalo, entra em accio urna iiscipm eim-
lbanie aquella qua ensioa s enancas a guia-
rem-ae a si poprias. Se bomem novo qoe
entra nos negocioi da da perde o seu temp
na ociosidade, ou cunpre vagarosamente e sem
pericia os deveres que esto a seu cargo, rere-
ber pouco a pouco o castigo natural; arruioa-sa
e soff.-e-a dentro de pouco lempo os males de
urna pobreza relativa. Qoem nao 6 pootoal,
qem falla sempre a lu/as spr.xadas doa ne-
glos ou d3 dlsfaccOes, softre coatlouameute
as inconveniencias consequentes, as perdas. e
as priraces. '
O negociante que carrega ama laxa mono
alta de lucro, perde os seus f regueie*. encon
trando aa6im orna opposicao ao seuam)rdo
lucro. A clientella que vae dimiooiodo ensioa
o medico negligente a pre3iar mais cuidados
aos enfermos que lbe restam. O creder dema
zialo crdulo e o especulador demasiado espe-
ranzoso, sp-endero pelas dlffl:oldaees que a
sua imprudencia origina, a aer mais cautelosos
nos seos contractos. E o mesmo eucceJe na
vUa teda.
Nj ditado, tantas vexea rep tido a p-oposito
d'estas casos, Criis qoalmada teme o logo
na vemo3 que nao s a anologia entre es'a
disciplina social e a disciplina primeada Ni-
loreza reconhecida univeraalmente; mas Uta
bem flcao303 implcitamente cosveucldos de qoe
esta disciplina do genero mais eticas. Real-
mite, esta conviccao mais o (i')e Implcita,
distioctamente estabelecida. Tola a geote
tea onulo dizer que a experiencia casta caro
e que por ella que B3 horneas abandoaam
qualquer genero de proceder man ou tolo que
a'- enlao tenbam adoptado.
Toda a gente tem oavido, qaando se faz a
critica acerca da accio de prodlgalidade u de
inilsxa?, a obstmcao de qoe, pa*a os que
eTSmmeitem taes delictos todos os cooseltios
foram looteis e que s6 a amarga experiencia
pole proiluilr algom effeito ; s o sotfrimento
das consequeocias inevitavels. B se ootra pro-
t necessaria de que a reaega natural nao
a peoalidade mais tfli as, mas que nao pode
substrada por oenbama outra de nveogao
huraa, temol-a no notorio van exi'-e de varios
eytemas penses. Dos multo* metbodos de
disciplina ctixiaal qoe Um sico propcs'os
e legalmente postos em execocSo. neortom
responde s espectativas dos seos defensores.
(Continua).
PARTE OFFICIAL
Sale e fnternidade.Ao Exm. Sr. De. Ale-
xandre Jos Barbosa Lima, mu digno goveroa
dor dtste Estado.O joiz do 1- districtj, Ale-
zaodrioo Carlos da Silva Peixoto.
Juizo do 2- districto do municipio de Granito,
30 de Janeiro de 1834.
Exm. geveroador.Racebeodo um cfficio do
sub prefeito em exerciclo com data da 17 do
correte, em qoe, por ordem de V. Exc, com
muoicava-me a impatriotica tentativa que esta
fazendo o ex contraalmirante Saldanba da Ga-
ma, para, a pretexto de Uvre consulta nagao
restaar o rgimen tnonarchico abolido desie
15 de Novembro de 1889, d'oode se v a falta de
civismo em qoe se proouncia em seu manifest,
tenbo a declarar a V. Exc. qoe, protestando
contra o intoito de restaurado da monarcbla,
esforcar me bei o quanto estiver em michas di-
minutas torgas em prol da causa da Repblica
dos Estados-Uaidos do Brazll.
Viva o mago? vicepresidente da Repablica o
Exm. marpcbal Fio-iaoo Pelxolo I
Viva o Exm. Sr. Or. Alexandre Jos Barbosa
Lina, ncly'o governador deste EsUdo, qoe tao
sabit e enrgicamente tem sabilo manter-se n
drnecao de sea goveroo.
Sjie e frateroiiade.Ao Exm. Sr. Dr. Ale-
xandre Jos Barbosa Lima, moi di 4or deste Estado.O jun do 2- ti:tn:to, Raj-
moado Antonio de Luna.
Juizo do 1- dntncto do muori;io de Trium-
pho, em 27 de Janeio de 189*.
Exm. Sr. Recebendo um offi xo do pref.i'o
deste municipio, no qoal pede-se-me para qoe di
rectamente me di ija a V. Exc. expendendo a
muha opiiao acerca do manifest Saldanba,
segando e qaal pretende se rettiurar o regmeo
moaarcbco no Brazil, 6UbBiitDiado dest'arte o
inmortal 15 de Novemoro de 89, tenbo vos a di'
ser que, na pbase qoe at'avessamos, a restaura*
cao da realeza no solo brazilei-o sern ama ver*
dadora catastroobe, seoSo o manr erro polico
qoe se poae magnar, pelo que, em delea da
baodelra basteada em 15 de Movembro estarc
sempre i pistos, por isso que o nico goverao
qoe nos pode salvar das emergencias que fl lam boje a cara patria braxiler, o republica-
no, cjja conso i acao precisa do apoio franco e
leal dos sinceros patriotas.
Assim, po ju'go ter respondido a vossa cir-
cular.
Saie e fraternldade.Ao Exm. Sr. Dr. Ale-
xandre Jos Barbosa Lina, mol dig-.o goverm*
dor do Estado.O juis do 1- diit ino, Minoel
de Sooza Uonteiro.
Goverao do Estado de Pcroam
buco
Promito n publica em Granit), 28 de Janeiro
c 189i
Exm. Sr.-Por oflScio datado em 17 do cor-
rentj. recebido boje, 28 do mesmo mez, commu
ni:oc-me o prefeito deste municipio ter V. Exc.
transmiitido-lbe ama circular inclusa urna copia
do iof .usto telegramma do ex contra-almirante
Sjldanba da Gama, cem o pretexto de livrecoc-
aulta a nigao, restaurar a mooarcbia, e na mes-
m circular pede V. Exc. urgencia em pronon
ciar me srbre este magno asaumtto, eegoado a
siluacao exige e oo antido do meu patriotismo.
A consulta do ex-vice-almi'ante Saldanba da
Gama impatriota, e como tal son contrario a
esta vil tentativa.
O exercicito e a armada em ame do povo no
dia 15 de Novembro de 1889, tea lo desmorona-
do a monarcilla, fol este acto trlampbante sd-
plaodido pela naci, e se esta nao aonnitse te-
iia recursos superiores ao exen i'.o e armada
para com toda energa repeilll-os fazendo este
poQbado de cidadlos armad >a respeitar a sobe-
rana nacional.
A Repblica Brastleira nao como eoteode o
consultante. ,
O povo produzlo sua autonoma enviando seoa
procuradores a urna reuoioo coogresso.
Esta autonoma superior a torca, a foale vi-
va do poder social e das iott UlcOss, e como til
0 prodos a legalidade.
Portanto protesto contra o vil procedimento
do contraalmirante Saldanba da G.ma qos,
Sim pretexto de vi coasalta, looge de nos garan-
r, peleja para arrancar os nosaos dlreitos.
Affirmo que encontrar me-bairirme, iaabalavel
no comprimenlo dos maos deveres inberentes
ao cargo qoe oceupo, e se nao fr bastante para
satisfazer a nacao e a V. Exc, aqai fleo para o
ene determinar a beneficio da mloba patrii.
Sale e fr; t-.-aidade. -Ao Illm. Exm. Sr
Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima, mu digno
governador do Estado de Pernambuco.fAssl-
gnado).Pedro Francisco ie Mella.
delegada de polica do municipio de S. Jos
do Egypto, em 3 de Fevereiro de 189..
Illnsire cidadao goverdador.Tendo tido co-
Dhecimento pela preeitora deste municipio do
manifest Sddanba da Gama cootit?Bdo o povo
btazileiro restauracSo da monarcbla felizmen-
te abolida, apreipo-me em commuoicar-vos a
minba franca e siacera adbeso as actuaes osti*
tuices e governo constitaciooal.
Sale e fraternidad*. Ao Exn. Sr. Dr. Ale
xandre Jos Barbosa Liaa, mui digno goveroa
-dfcr do Estado de Pernambuco.O delegado de
polica, Sibino de Souza Limeira.
Juizo do i* distrito do municipio de Granito,
29 de Janeiro de 1894.
Exm. governador.Em vista do officio do
sjajh prefeito en exerciclo dataJo de 17 do vi
gente, communlcando-me, por ordem de Y.
Exc, a estrategia do ex-cootra-almlrante Sai
tlanba da Gama, qoerendo restaurar o rgimen
mooarchico abolido desde 15 de Novembro de
1889, d'oode se v a falta de patriotismo em que
se pronuncia en s?u manifes'o, tenbo a dec'a-
rar a V- Exc qoe, protestando coctra a restau-
racSo da monarcbla, esforjar-me bel o qoaoto
estiver em mlobas fracas (oreas em prol da can-
ea da Repablica dos Estados Unidos do Brasil.
Fago votos ao Altisiimo para qae cooseri/
o: mais annos ao ioclyto presideDte da Repu-
lios, o Exm. marecbal Flonaoo Peixot), assim
como a V. Exc, que to sabia e enrgicamente
tem sabido manter-se ao goverao deele Estado.
DESPACHO! DO DIA 17 DE FEVEREIBO
DE 1894
Compaobla Pernambncaoa de NavegagSo.De-
fer Jo, nos termos do offi;io tiesta data ao iospe-
ctor do Tbesooro.
A mesma.Defer la, nos termos do officio
desta data ao inspector do To sonro.
A mesma.loforme o Sr. Dr. inspector do
Tbesooro do Estado. .
Jos Mara da Cjoceigao.VaTTe" ao D:. procu-
rador geral do Estado, para informar.
Josqaim Jos Leoncio.da Silva Jnior.Gonce-
do a reforma solicitada.
19 -
Capitao Affjnso de Hollanda de Albuqaerqoe
Maraabto. omo reqaer.
Claudia o a Nativa do O' Santos.-Informe o
Inspector do TbeBooro.
Jesepba Cbrisitna de Barros Dutra.Iofotmeo
Dr. Inspector do Tbesouro.
Lndgero Francisco da Sooza Pinto.Prejadi-
calo por ter sido aooullado o concurso.
Mara Candida Tarares de Mello.Remettido
ao prefeito de Morlbeca para ioformar, com ur-
gencia, em que dsti fol supprimida a eadelra e
dispensada a oelirhnaria.
Raymundo Wanderley.Prejodicado, visto ter
sido annollado o coocurso.
Companbia Florestal Agricola.Iaforme o Tbe-
souro do Estado.
Secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 20 ae Fevereiro de 189..
O portel ro,
H. M. da Suva.
acatara Policial
2.* SeccSo. -N. 40 Secretaria da Qnestora Po-
licial do Estado dePernamboco, em 29 de Feve-.
reiro de 1894.
S*. Dr. Go^rnador.Partlcipo-vos qoe foram
hontem recolhldos i Casa do Detengao os segoio-
tes individuos :
A* ordem do Dr. delegado do 2- districto da
capital Alfredo Augusto da Silva, por iofraegao
a le municipal.
A' ordem do subdelegado da freguezia do Re-
cite, Deodslo Maooel Nogoeira, l>: "ro Fransiaco
do Espirito-Santo e Joao P.-dro Nilindblum, co-
mo gitanos, a minba disposicSo.
A' ordem do subdelegado da freguezia de San-
to Antonio, JoSo Amaro dos Santos, como ga-
taoo.
A'orden dj subdelegado do 1' districto de
S. Jos, JoSo Aatooio de Olveira, como vaga-
bundo.
A' O'dem do subdelegado do 2* districto de S.
Jos, Maooel L Maooel Francisco de Souza, a minia disp isigao,
este por disurbios e aqoelle por embriaguez e
como vagabondo.
A' ordem do subdelegado do 2- districto da
Boa-Vista, Angelo de Freitas Brazil, Riymnodo
Romio Barros, Joao Pedro de Mello, Maooel Loiz
do Nascimento e Mara Joaquina ua Coocetc&o,
p;r embriaguez e dls urbio?.
C'immunicoo-me o delegado do municipio do
Cabo que no da 15 do correte, do eogenhoT
rlry daquelle municipio, o lonco de nome Fraa-
clsco Jos da Silva assas3tooa, sem outro movel
a nao ser o de ana propcla loucura, aos indivi-
duos de nomes Jos Francisco e Jos Rom&o.
O primeiro das victimas receben cinco choga-
das e algoos golpes de ronce e o ultimo nm tiro
de esp ngarda sobre a cabega e mais algomas
bordoadas com a mesma arm>, qae ticou im-
prestavei.
O criminoso foi i reso e acba-se rscolbido a
cadela daquella cidade.
Pelo subdelegado da fregoesta do Recife fo-
ram bontem presos e recolbilos a Casa de De-
tengao a minba disposicSo, os individuos de no-
mes Daodato Maooel Nogueira, Pedro Francisco
do Espirito-Santo e Joao Pedro Nilindblum. por
baverem fnrtado: 1 torqnez, 1 formao. 1 cbave
d parafaao, 1 mago de pregos de 1 Ii2 polega-
de e 2 calcas pardas que foram entregues a um
cadete do 2' batalbao de infantera.
O ti'timo destes individuos o autor do roubo
de un reloglo de prata e correte, pertencentes
a nm foguiata do vapor Jacohype, da Compan-
bia P iroambucana, e de um ott-o releglo tam-
bem de prata e corrreote, snbtrabidos do vapor
Sinlmb da mesma compsnhia, sendo o ultimo
dos ditos relogios entregue a sea proprio dono.
Pelo delegado do municipio da Victoria foram
rrmeltidas ae Dr. promotor publico respectivo
as diligencias a que proceden relativas ao facto
da morte do Infeliz CbristovSo de Hollanda S
Cavalcante.
Commonicoo me o sabdele^abo do 3" dis-
tricto da Gr&ca qoe o tfem que descia hontem s
7 i/2 boras da noite, de Olioda para eta cidade,
ao ebegar confronte a capellinba de Belm esma-
gou as peroas do individuo de oom Jos Joa-
qulm de Sani'Anna, coobecido por Zaza carpina
o qnal vioba no mesmo trem e lmprulentemeote
teotou all saltar.
Pdooffndido foi declarado em presenta de
diversas pessoas que o nico culpado era elle
proprio.
A referida au'oriJada tomn conheclmentn do
ficto e fez transportar o offendilo para o Hospi-
tal Pedro II, afn de ser devidameote tratado.
Em data de bontem assomio a exercicio do car
go de subdelgalo do districto de Afogados, na
qualidade de 1* sopplente, o cidadSo Tnomas Do-
mingoes Tavares. ,
Ao S'. D-. Alexandre Jos B.rbosa Lima.
M. D. Govjrnador do Estado.
O qoestor,
Julio de Msllo Fi no.
Thesouro do Estado de Per
uambuco
DESPACHOS DO DIA 19 DE FEVEBEIBO DE
1894
Bacbarel Leopoldo Cesar de GusmSo.Ao Dr.
contador para os devidos Ons.
Senborlnna T. de Jdsns Peasoa, Medeiroa Liy-
me & C, Anaa Lanrinda V-rejio Barboea, Com
paobia Florestal Agricola e Mana A.Daarle Msia.
joforme o Sr. D-. contador.
Jos Soares do Amaral, Joao Biplista da Silva,
Francisco dos Pasaos Baptisla, Maooel Flix do
Nascimento e Carolina Viegas de M.raodi Cr-
rela.Hija vista o Sr. Dr. procurador fiscal.
20
Lilia Catbarioa de Sonsa Pltaaga, Agoello Jos
Goozaga Fi bo, Prxedes 11 alma de Souza bitan-
ga, Francisca Argentina dos Pasos, Francisco
Aotoaio Lopes, Estrada de Ferro Central de Per-
nambuco, Sebastiao Bezerra de Albuqoerque. Pe-
regrino Alfonso Ferreira e outro, Pedro Jos de
Oliveira Mello e ootro, Joao Landelioo Damellas
Cmara e Jos Lepoldo Bourgard.Iaforme o Sr.
Dr. contador.
Bacbarel Jos Coelbo da Silva.-Ao Sr. Dr.
contador para os devidos fios.
Hsoriqoe de Moraes Cimpello e Castro e Jaa-
qoim Pires de Carvslbo BelTort.Haja vista o
Sr. Dr. procurador fiscal.
Jus'ino Gomes do Monte.Iaforme o Sr. Dr.
administrador da Recebedoria.
Erasmo Antonio Crrela de Mello.Informe o
Sr. Dr. ajudaote do procurador dos faltos de
Goyaona.
Adriano Mala & Rodrigues e JoSo Baptiata Ro-
drigues.Informa o Sr. Dr. ajudaote do proca-
rador dos feitos de Garaobons.
Recebedoria do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DO DIA 20 DE FEVERKIRO DE
1894
Jos Joaqoim de Sooza Motta.Iaforme al
Seccio.
Joaqaim Materno da Silva.Iaforme a 1.a Sec-
eso.
Joaqoim Materno da Silva.Iaforme a l.1 Sec
co.
Joaqnlm Didler.Bata repartigao tem compe-
tencia para resolver sobre a preteogao do sop-
p lcaole.
O porteiro.
Custodio B. da Suva Guimarftes.
i asM^S
C'ommando superior
QUARTEL DO COMMN OO 8CPKBIOB DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO
RECIPE, EM 20 DE FE VER SIR DE 1891.
Ordem do dia n. 17
Para que se d a devlda execucto dou coobe-
ciaen o a guarda oaciooal deste mpnlcpio, que,
para maior facilldade de reorganisafio da guar-
da nacional e garanta dos postos dos respecti-
vos officiaes, ua forma do aviso do ministerio
da justiga, de 20 de Desembro do anno passado,
os officiaes que por motivo de organisacao da
mesma gnarda flearam sem destino cumprem
requerer, como esta determloa.o no art. 45. da
le o. 802, de 19 de Setembro de 1850, suas ag-
gregagOes peraote este commaudo superior,
onde se far a competente apastilla.
Em vista do que, marco o praio de tres me-
tes, a contar da pnblicagao dests, para tedas os
officiaen avnlsos requererem a este commando
designagao de oatalbio, a que devam Ocar ag-
?regados, ou reforma ao goverao federal, con-
arme o dlsposto na 2* parte do art. 70 e art.
85 lo fine das iostracefies a. 722, de 25 de
Oatabro de 1850, como foi declralo nos avisos
ee 21 de Malo de 1869 e 21 de Dstembro de
1893, sob as penas do art. 85 da mesma lei n.
601.
Don mais conbecimento a guarda amelona!
que as aggregagOas traafereocias e mais al
teragees imprescindlvels ao servigo da mesma
gnarda passam a ser feitas pelos commandan-
tesisoperiores, davendo opportooamen{e ser
snbmettido o acto a approvac&o do governo
federal na forma do referido aviso de 20 de Da-
zambra.
Ontrosim, taco publico que, ea 19 do correa
te, conced 6 mezes de ilicenca ao major fiscal
do i* batalbao de infactiria, Jos Ferreira da
Silva Lima para tratar de seus interesses parti-
culares no municipio de Goyaona.
Mi de Helio Filho,
Coronel Comaiandante Superior interino.
EXTERIOR
EUROPA
llalla
ApreaeEtacSo do orcamento pelo
governo A optoiao acolheu bem
pelas ecoaomias propostas Ada-
ment do parlamentoO Su. Cbrispi
e sua pol.tica na sltnacao do paiz-
A Sicilia, sna situacaa e causas do
do mo7imen'o revoltosoPreteogOes
augmento nos direitos de entrada do
do trigo e asistencia ca cobraoca em
ouro dos direitos aduane!roa. O com-
mercio amosca suspender suas traas-
acgOesMolestia de CbrispiSobre a
trplice alliang 0 re Hamberto,
os sicilianos e os napolitanosRecibo
e incendio na embalsada nort ame-
ricana A colheita vinicola de 1893
Oatras noticias.
O ministro a presen tau s Cama-as o orgamen'
to, realizando economas de seie milboes na ver-
ba arbitrada para o exercito, quatro milbSes para
a da manaba e cinco para a das ooras publicas.
En todo o reioo, poi<, tem ae a maior con
Banca as transaccOia em eral, em couseqoea-
cia das recentes medidas Hnanceiras decretadas
pelo governo.
Qaisi que desappa e:e o pnico nancelro.
A abertura do parlamento foi adiada para
20 de Fevereiro.
Este facto causn grande impressao ao publi-
co, sabendo-se ja qne o Sr. Z nardelli deixar a
presdesela da cmara dos deputado?, afim de
ter a liberdade de bostilisar o mloisterio Crisp-
Este estid ala ora testa da admioistragao
publica do pais coala ped.r ao parismeoto, por
seis metes que rednslr a quatro, conforme a
opposicao que encontrar, pieoos poderes paa
r.ulizar as reformas orgnicas qoe se toroam
idliJD'QSdveis ao equilib-io dos orgaraerj os.
Tem-se qae, na recosa do pedido, ser
dissolvido o parlameolo.
Com effiito, na situ-cao gravissima em qae sj
acba o pais, as medidas a adoptar leem de ser
promptas, enrgicas e decisivas e por isso cao
dao margem elabor.gao de p>oJectos para se-
rem discutidos as doas casas do parlamento.
O Sr. Crisp poda maito bem, em aome da
salvagao publica, hzer urna larga dictadora,
mas preld'e essa violago de boas praticas
parlamentares, sollicitar e teceber do parlamento
plenos poderes para ac i ir de prompo s exi-
gencias da adminislracao do reino. Mi acredr
timos, parm, na possibililale deasa auiorisa-
Cao singular lbe ser concedida sem vivisstma
oppcaicao e jolgamos mesmo qoe ella > lio
looge que o Sr. Crisp ce veja obrigado a dissol
ver as cmaras e assumir a dictadora.
D.a se em Roma, no entretanto, que os pleooa
poderes o simplesmente administrativos e
na a polticos ; e peosa-se que no eslraogeiro
causara eslraobesa qae baja necessidade de sos
pender a coostitaicAo para modificar algomas
partes da aammistrago.
Diaote deate modo de ver, necessaria se faz
urna explicagao que detina as coucaa como ellas
ea.
Ora, a Italia nao um estado que possa, como
moltos ouiros, personificarse, por ass.m dixer,
na sua capital.
As diversas regies que at aqui eram estados
Independent.-s, tundo a saa bl tana, as suas ln-
atituig ;s, a sea gloria, dao aoa seos depotados
um mandato tiesto, mas qoe nem por Isso delxa
de ser imperativo, da nao deixar tacar n'essas
iastitoicOes.
Em Italia ba, por exemplo, 19 universidades,
qaando bast.rum apuaas 5 ; mas qaando se
trata de soppnmlr algomas. os depota'os cas
proviucias agitam-se, acbam sempre adiados
ooi qoe teem o dever de defender o principio,
e o governo nao tem meio de fazer a reforma.
O qoe se da com as universidades, da-se com
ob triboaaes, <*om as preteitaras, et;.
S ama d ctidura como a qaer o Sr. Crisp,
ponera resolver estas qoestOes ; mas correado
aiada aS3im os riscos do protssto local.
A eiiuagao da Sicilia oarmalisa se, gracis
energa enpregada pelas forgas, parecendo
qae a provincia volta-se defloittVameale tran-
quillidade babtual.
Bstfto presos 1.600 aoarcblstas. compilados
oes ltimos movimeatos sediciosos.
A atlilade enrgica e firme do governo maito
tsm conseguido, misaagitago tem profundas
raises em todo o pan e poderosos incitmentos
qoe podem maito bem ser ex eraos ; pois at
ja Iguns jornaes altrjbnem os acontecimeotos a
miloencias estrangairas, ebegando a Italie a
declarar qne os centros aoarebistas e socialistas
das diversas cldades da Europa taem maadado
para a Sicilia diobelro e espingardas.
filiado, portint', e a a crer que o acooteci-
meatu* >ia ti Ma sao mala serios doqea ao prin-
cipio se suppnoha e do qae o gabinete de Roma
quena apoatentur.
O Sr. Crisp, presidente do coaselbo, moatra
se, porm, mnito animado e resoluto e a saa
imprensa procara dar lbe toda a forca para qoe
se sAia triomphaote daa difficoldades qae alo s
risa graves; e se o pari.m auto se compenetra
da grvida le das clrcumstaoc as e coocede-lha
pleuoi poderes para ella fazer una forte dicta
dora, o primero mioistro d j re Hamberto con
seguir impor-se ao movimeoto revtlucionario
de modo completo.
Tolavia importa qae os seas leiiores tenbam
a verdadeira o ieotagao acerca do movimeoto da
Sicilia, donde ja reliram.se as tropas Italianas
por ler-se a oriem restabelecido de tolo.
Nao ba dovida que a revolocio rebeotoa por
cansa da maoeira qae regido aqanlle pais, altas
to favorecido da uatoreza; e de certo aa taxas
commuoaes, e em geral a mi admioistragao das
eommona*. parece lerem sido a .causa determi
nante dos to mu toe.
A maior parte das commnoas sicilianas pos
sueco trras, algomas dallas, extenssimas ; e
tegua lo a le, essas t arras deverla ser distribu
das pelas familias mais pobres, que as cultiva-
ran pagando Ai zanas cemmonaes as rendas
equitativas pelas qaaes fossem arrendad.s. Mas
em vez de procederem ass m, as munleipalida
des arreadam essas trras aos que mais off-recem
por ellas, e as rendas sao embolsadas pelo admi-
nistrador, pelos asaetsores e pela eottcie de pe-
queos seouores (signirjtti), qae goveroam a
commoua, transmitiiudo se o poder de pal para
o filbo, e.vivem gordameate do saor dos coairi-
bointes.
A papulagaa dessas commuoas de claco, de
dez, de vinie e claco mil habitantes, compoa-se
de camponeses, a maior parte analpbabetos. A
clatse Dargueza qaasi qoe nao existe; e os sig-
norli formam ama classe Aparte, alo perten-
cem a aristocracia do pais; mis geralmeale sao
lavraderos habis, astutos, qae conseguirn en-
riquecer-se e impor-se.
Todos os negocios da commanaestao oaa suas
maos, e como elles nao teem de recear de qae
os seas admiastrandoa Ibes veriti jueai as coa-
tas, commettem eaa prejuizo dos mesmos as
mais abomioaveis exaccOaa, sendo os Impostos
communaes decretados, cobrados e repartidos
pala cotterie de forma a mais arbitraria.
Aposentaremos algons algariamos : As 3.0
commuoas da Sicilia reunidas tem 4 mllbOes
de f.ancos de despesas oorigatonas, iossrlotos
nos seus orgameLtas annuaes. Donde vem esse
diobelro ? Os proprielarios entram pira elle
com o pagamento de cntimos addicionaet ao im-
posto predial, rendeodo lato cerca de cinco mi
iboes e meio Ai rendas patrimonlaes das com-
muoas fornecem anda quatro milboes e mel.
Faliam pols 36 milbOes qae pesam sobre as cas-
ses pobres.
Os direitos commooaes s portas das cldades
(direitos de consumo) produzem 22 milboes, em-
quanto que todo o Piemonte nao prodnz mais de
12 milbOes de direlto de censnmo. sendo qae, na
maior parte da Sicilia, nao ha senao propriela-
rios abaatadoa, qoe podem morar dos seas cas-
tellaa, od as suas tifias e sabtrair se ao impos
to do consumo, qoaodo os campouezes moram
qaasi todos oas cldades.
Un camponez qae tr.balha dorante tras se
manas ao campo, dormtndo do noite as covas e
qae volts para casa com algons saceos de trigo
ou de fructa, qae representan o sea salario, v
se detido porta da cidade, e para pagar o Im-
posto de consumo tem que veoder, as veses por
baixo prego, urna parte de sea trabalno.
Entre as laxas commuoaes, La ainda o faca
tico, taxa sobre a habitagao, baseada aos bave-
res de cada ebefe de familia, qae por ser am im-
posto directo, pessoal, que se presta a urna ap-
plicac*o progressiva, parece ser perfeitamente
legitimo. Mas, ao contrario, as commanas da
Sic.lia, segnem urna regra de progressao as
aveasaa. Aquellos que sao pobres e nSo teem
meio para se fazerem va er sao os qae mais pa-
gan, emquanto qoe os polllicaoti locaes,
aquelles que eatao oas boas gragas dos senbo-
res do municipio equelsabem impo -se ao rece
bedor communal, pagam pouco ou nada.
O desgragado que nao pode pagar o fuacatico,
son cojo cutello esta, v se sequutrado de tudo
quanto p ssue.
A venda em leilo de seas poseas movis fas-
se oo pilazzo da comeaaa (edificio da cama-a
municipal), em presenga de alguns cabegas de
pao em servige da camorra municipal, que Un-
gen elevar o prega em algons ceotlmos e qos
oor fim divides entre si os tarecos r rremataaos
por prego iosigotficaa'e.
Se lato nao satisfaz, seqoestra-saaocamcoaes
a colbelta em perspectiva, e tudo ieto despre-
Bando as formalidades Impostas pela lei; de sor-
te em sua ausencia, por acbar-se nos t abalbos
da colbeila ou vindima, os belegaios entram lbe
em casa, despresando a inv olabilidade do do
micilio, e levam-lne o pouco de trigo e vicho
qae pode saotrahir i .rapacidade dogabelotto e
ao brutal Imposto do coosamo.
O campoaes sabe, pois, qne para elle nao
existe ]U'tiga, e Babeado tamben que, am mal-
tas commuoas, qaaado a colbelta do seabor fa-
laao, .-maa, primo ou amigo intimo do admi-
nistrador do conceibo oa do a?sessor entra na
cilade, o empregado do fisco tira o chapeo e fe-
cha oa olbos, emquaoio qae elle, pobre campo
nez, deve desembolsar o.seo diuneiro por om
pequeo barril de vioho, re:onbece que Indi-
brlado, e roubado.
D'abi esse odio qoe se manifesion, como se
vio, contre a Cmara Municipal e o sen fisco ; e
mala esse grito feroz ds Morte ai capelli, *
morte aoa cbapos (apeoas geote obastada osa
chapees, emqnanto qoe oecanpooezes osam bar-
retes preos) qua repercuti da povoagao em po-
voagao, como am grito de guerra.
As aogostias dessas regiOes sao immensas.
Na prefeitura de Syracosa foi publicada a re-
lacio das proprledades que serao reodidas em
praga pelo fisco oa pequea cidade de Cbiava-
monte que mal conta 10,008 habitantes de popu-
lacho, por falla ds pagamento de impostas, com-
prebendenlo aqnalla relagao 120 deradores do
fisco.
Eotre esse devedores, e abi est o caracte-
rstico do facto, ba adiciooados sed qae pagam
apenas (cinco francos do imposto aoaoal, triota
qu pagam menos de 10 francos, 58 qae pagam
menos de 20 francos. 16 am imposto menos de
tria'a francos, 11 menos de 50 francos e 7 s
mente qne pagam maia de 50 francos por anuo.
Nao qner isso diser qie a commana de Cbia-
vamoote seja smente habitada por maos paga-
dores.
O -alar mesq inbo das taxass devidas prova
que se trata deveras de Infelises camponezes ou
de pequeos proprielarios tornidos insolvavels
pela agadea da crise.
O qoe se passa oessa commuoa apenas a
epetigo'.do qae se v reprodasir diariamente
em toda a Sien a, na Sardeoba, aa Italia {meri-
dional e em maltas oatras regiOea rurae's da pe
olosola.
A lei territorial tornou-se de facto lei de ex
p-opfagao : serve para produslr proleta-los, en-
grosaar o exercito dos qoe nennnm taco preade
a Ierra natal e loroam-se iotmigos da sociedade,
qaando o accaao nao os allra na mmigragSo.
Facto digno de nota.
Em certas localidades os padres, os magistra-
dos e at os membros da aristocracia ani nana as
reiviodlcacOea do p oletaiado e fazem publica-
mente profissao de socialismo.
Vio-se o maire de Mooreale, villa das cer-
cani :s de Palerz-o, e celebre pela sua catbedral
byiaatina, portar-se de modo a ser logo demit
tido.
Em discarso publico, diriga apostropbes vio
lentas s institu g3es, pregando a resistencia ar-
mada s aotoridada e appellaodo para todos oa
malres da liba, aflm de abrirea nma subscrl-
pgao tendente a abolir o exercito oacional, e por
fim chegoo a pedir ao coocelbo municipal para
proceder (inmediatamente a par.Ibas das ierras e
a supprimir os impostos.
Compre, pois, qoe se nao ligue a ea'.e mov
melo siciliano urna Idea de aeitagao provocada
pela poltica, e simplesmente urna revolta de c> -
racter exclusivo social.
Os grandes inconvenientes dos novos tributos
impostos aos contribointes, consistan exacta-
mente em serena apresentados na ocrasiao em
qua o paix esa na Impostirilidade de supportar
mais sacrificios e grita e protesta contra os im-
postos existeotes.
A agitagaa inquietadora da Sicilia nao teve
causa e se tal ag.Ugao se p^opagou oo Sol da
Italia continental e na Sardenha e teve qaasi
eotrada em Boma, de onde passarla para a alta
I alia, fol porq e os aoff-imeotos dos sicilianos
sao commaos a todo o Reino.
O governo teoclona brevemente sabmetter
ao parlameolo nm projecto de lei qoe tem por
fim segmentar os direitos de entrad i sobre o tri
go ; assim como persiste na cobraoca dos direi-
tos adaaneiros em ouro.
O commercio mostra-se contrariado com essa
reaolugao, ameagando suspender as suas iraosac
(Oes.
O Sr. Cbrispi, presidente do conselho de
ministros, qne enfermara e apresentra llgeiras
melboras, passou depois estado grave, de mo-
do qne este inspira serios cuidados s pessoas
qae rodelam-lhe o leito.
A'superveniencia deesa mqlestia om facto,
oas conjanctoras do pais, de conseqoeocias bem
serias.1
Ha algons m -es, como tivemos occaslao
de oatar, o Hambarger Nacbrict.ien accosoo
o governo Italiano de ter pticamente trahido os
eeos adiados tentando secretamente obter orna
appruximac&o enm a Rassia, e es seas bons
oQicioa jaato da Franca no case de se dissolver
a Trplice Alanga; mas tal noticia foi entao
enpbaticamente desmentida por ordem do Sr.
Bro, qoe era min'stro dos Negocios Estrangeiros.
No entretanto, agora o orgao do Principe de Bis-
marek volta I carga e repete a aecusagao em ter-
mos e em urna fdrma aioda mais precisa e clr
cumstancial.
Os seguales trechos sao es mais importantes
da grave accusacSo feita contra a poltica do
Marques de Ruaini, e ha razao par acreditar se
qae o Hamburger Necb/icbteo. looge da
exagerar o caso, tratou dos factos com extrema
discrigao e reserva.
Ao passo qoe admites, pelo qoe diz respeito
ao sen tempo de goverao, qnem o Sr. B.'in tem
direito a contradiser a asserglo de qae* a Italia
tratava de procurar novo apo'o em S. Petorsbor-
go, diz elle qae os eaorgoa do gabiaete Radi-
al oesse sentido se acbam actualmente prevados
cima de toda a dniida, e qoe nao improvavel
qoe apparegam provas dlsso nos prximos de-
bales parlamentares.
0,Sr. Cbrispi ju'ga o periodo dorante o qnal o
marqoes de Radial tentn inaugurar urna poli-
tica estrangeira qae o laogoa, contra a ih voa-
tade, em orna reoov?gao apreasada da Trplice
AMianca, como maito mais desastroso do qne o
periodo mais recente durante o qual os Inte es-
ees italianos no estraogeiro foram confiados As
maos fracas,porm cautelosas, do Sr. G'olitti e do
Sr. Bria.
O Sr. Crisp de oploia que o descrdito e a
falta de confianca qae a Italia deplora actual-
mente dsvem se attnouir I conducta impensada
e Irresponaavel do marqaez de Radio!, e sobre-
todo o eofraqnecimeoto da aoa forca militar, de
qoe elle o culpado, sendo taes accusagOes por
certo as mais graves possiveie, e pou :o falta
para ser ama accusac&o directa de que o mar-
qaez se iotromett-u propesitalmeate com os seas
recursos militares, afim de tornar lmpos8ivel A
Italia correr os riscos commana de urna ranpa-
nba bellico.-a.
E aepois passaado a considerar as veredas qae
Crisp pretende trilhar, declara e Himbnrger
Nacbricbten qne elle est absolutamente reno!-
vido a nao admittir oeobuma redacclo oo effe;-
tlvo militar da Ralis, accentuanio qae pouco
se lbe dA que ha a 10 oo 12 co-pos de exercito.
mas exige 'o seu mioistro da gnsrra e dos seos
consol-es technicoB a certeza plena qae o exer
cito capaz de corresponder a todas as exigeo-
ciaa de orna campaoba defensiva
Com relac&o questoes de poltica estraogei-
ra, plata Crisp como conheceodo perfeitamente
os varios erros qae abalaram e alieoaram a co?.-
anga da Inglaterra no paaaado, porque smen
te na Inglaterra que e.le procura cairo apolo aa
sea goveroo; e ola o qua a Trplice AlUaSfii
taz para os interesses contlnentaes da Italia [6 -e
ser igualmente alcangado para oa seos interes-
ses no Mediterrneo e interesa s martimos g-
raes por orna inlim e completa ioielligeoc a
com a Inglaterra ; de sorte qoe quaesqoer re >
g6es oa negociagoes existentes que impliqae^a
com semelbante intelligencia, devem ser Impie-
dosamente alijadas : s auim espera Crisp eal>
var o que aioda p61e ser salvo da inflieneia ita-
liana no Mediterrneo e na frica Septentrin!
e Oriental.
A' luz dessas impor'antes asseveragfaes, e d:t
suggesiOel aluda mais imprtanles qoe se po-
den lereitre as liobis, a campanba em Roma,
para dar por Ierra com o Sr. Crispi, e fazar vol-
tar ao poder o marqu-z deRjdioi, parece envol-
ver latrigas de laleresse iotsraacional, porqoe o
san xito serla o triompho de urna consmragSo
para se coasegur as boas grecas da Fraogt,
destrolndo a efficacia da Italia como alliada das
Po'.enCias Centraos Europeas apezar de minter
as apparencias dispendiosas de grande potencia
militar.
O rei Hamberto aderecen os rendimeatol
dos seas palacios para socco;rer os sicll.aoos e
napolitanos.
O edificio da embaixadaamericana, em Ri-
ma, foi violado.
Deu se um roubo Importante e o archivo fot
incendiado.
Ha presumpgo de qae os autores do crine sis
empregados da embaixada.
A policia eaapre-ia os maiores estargas para i
captura dos criminosos.
J f ao conbecldos os resoltados da colheita
dos viobos no auno findo de 1893 por dadoa offi-
ciaes ebegadoe aa Ministerio da Agricultura e
Commercio.
E' calculada a mesma colheita em 29.971,811
hectolitros oa saa totalidade, ao passo qae a a
anno anterior de 1892 o foi de 33.971,768, oo
cerca de 4,003,000 mais de hectolitros qoe a da-
quelle de 1893.
Comparados os algariaeaos relativos com os de
1892, por cada re,lio, v se qae em 1893 a re
giao adrlat ca do Sal prodazlo menos 3 66. 5tt
nectolitros ; a mediterrnea do Sul, 1.259 8?
hectolitros: a Emilia, 457,470; as Marcas e U u-
brla, 350,282 e a Sardenaa 198 681 hsetolttros .-
e ao contrario produsiram mais o Piemo re,
181,709 hectolitros; o Vneta, 124,612: e Lw,
369.422; a Toscaoa, 331.083 ; a Sicilia. 164.465;
a Lomoardla, 140,103 ; a Liguria, 164,465 ; con-
laodo a Italia urna superficie vincola de3.466 447
hectrea.
O movimeoto comparado da colheita dos loas
aaoo3 verifica se deste qaadro :
RegiOes Hectol. 1893 18 A
Piemoote....... 3 881.332 3.40I.6
Lombardia..... > 1.434.000 12.3 897
Vneto..... ... > 1.587.000 l.lvl 3S8
Ligoria........ > 394.500 375 i8
Emilia......... 2.841000 2290.47*1
Marcas e Umbra 2.818.000 3.164 281
Toacaoa....... 3.983.000 3.656 >C>
Lacio.......... > 1.292.000 921.578
Adritico (Sal). > 3.711.00J 7.385 tl
Medlter. (Sal). > 3.051.000 4.310 879
Sicilia........ 4.111.000 3.946 13J
Sardeoba...... > 831.000 1.0 681
t
Total.......... > 29.971.932 33.71 768
Crispi, por telegramma ao principe de Bis
marek. felicitou o pela recepgao que loe fol feita
em Berlim.
K' esperado em Roma o prncipe oerdeire
da Austria, em viasem de etiqueta.
O svadieato allemo resolveu reeouslruir
o baoco ueral de Crdito Mobiliario.
Bonbardini foi coodemaado a 20 aonos da
oristo por instigar os disturbms na Sicilia; e i
advogado M.lioari, chefe aoarcbisu em Carrrra,
foi coodemoado a 21 anaos de prisao por exci-
tar desordena.
Em Gnova tem havido desordena as ca
deias em qae estilo recolbidoi os aoarcblstas.
Em algumas os guardas tiveraa qae sustentar
verdadeiros combates.
E em Cataoia foi descoberto om deposito d%
bombas, eff-.c uaado-se maltas pris;s, por eese,
fado.
Mmmtm S
Restabelecimento de S. Santidad!
Exoliagio do mundo cabolico
Leo Xlil condemna o movimeoto da
Sicilia O que dlzem os jornaes
Um novo cardeal Audiencia ao Sr.
Alelado Oaaoabsra e os senliment'-e
do Papa para com o BrasilFalleet-
msnto de cardeaesO Daily Cor-
nide e a rea posta do Papa.
S. S. o P.pa L5o XIII acba-se com pie lamen >
le restabelecido.
Tem recebido lonumeras feli :iiaces de mus -
o cabolico.
O Papa condemnou os successos da Sicilia.
Bm nm jornal affirma se, qae ao Vaticano a
preoecupaco pelos acootecimontos tamantii
como no Q urinal; visto que a Santa S nao se
iilnde sobre ss conseqoeocia sqoe para ella lerU
orna revolugao triumphante, qoe attingisse i
mooarchla, porque de certo a sna situacio sert
mnito mais precaria e dlfficil do qoe actual -
mente.
Nao seria esta a melbor opporluoldade para
ama aproximado entre o Vaticano e o Qiirioal,
fazendo-se mutuas concesses, aoxilando se ria
obra patritica de restabelecer a ordem e de re*
a asegurar o existente T
Se o Vaticano recela que a molocis lbe crie
nma situagao maito mais precaria do qae a qae
resulta do actual modo de ser da poltica italia-
na, porque qne, na defensa propris e para evi-
tar maiores desastres e maiores perlgos. nao ha
da (or a sua influencia e o seu prestigio ao
servico da monarchia contra aa pretenedae ai-
daciosa? do radicalismo ?
Netta. modo de ver nao metamos a oosaa co-
her. O sabio pootifira sabe melbor qae todo*
o qne convm a Igreja e agir! por certo de coa-
formltade.
Moosenhot Satolli, delegado do Vaticane
em Wasbiogton, fot comeado cardeal.
O Santo Padre, por occasi'o de receber
em tul enca, que daroo nos tres qaartos de
hora, o Sr. Alelado Gaaaabara, ageote do Bra-
sil oa Europa, maoifesioa 03 seas paternaes ar-
recios para com o Braiil diriglodo Iqueiie sr.
estas paiavraa : __*___.
Coocedendo-vos esta audiencia excopcio
oal.qaisemos dar mai3 um lestemonho do lata-
resse que temos pelo Brazll. nacso eminente-
mente ca'holica cojo progresso tomamos peito a
peito ; e esse oosso amoraval interease anda
ba poaco manifesion se na creacao de novas
dioceses, para asqoaea escolbemos os eaeerdo-
tes que nos parecan mais dignos, e capases da
levantar a disciplina qoe eslava algn tanto re-
laxada no B-azil.
Sem disciplina nao se pode maoter nenb.ua
ente moral, m-mente em uu pais que acaba de
p?g;ar po- i-aasformagOes polticas radicaos-
Temos vlv do oa melhor lot-lligenMa com e
novo goveroo do B-as que elle se consolide aa pas e aa liberelade;
pois a Siota Se' nao cotama tntervir om sjuee-
mmammm0

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Diario de Pernambnco Qsarla-roira 91 ae iwereiro de 1994
tOM rreroas de puz algam : acata os gover-
no* Qoe os povos dio a ai meemos.'
* Ai?, tj meamo a*aba de reatar relages diplo-
mticas cornos EiUdo8 Unidos da America do
Not1, o a polua que maotem para om a
Franga repub'i:aoa a prova mais evilecte de
qae oao qoer a Santa Se' contitair-ie paladina
de regimens passaaos, procurando adaptar-ae
cora r-ympatt ia a nova ordem de coasas.
Paites, como o B ai!, vastis. novos estreme-
cidos pelo copra de novas i leas, tem tolo inte*
resse de et-tir le accordo com a Izrej, qae pela
formago dos caracteres e pelo respeito qae pre-
ga para com a aatorilade esiab-hiia, torna-se
paradles poderoso auxiliar, trabalban Jo cada
om na sua eepnera, porque a Ireja s redima
liberdade.
Sede o interprete d'estes fenmentos para
com o 0330 eoverno e para com a naga o bran-
le-, a qual eommos beng) moito espacial
Fallecern) os cardeaes Lct;i Serafn bu-
po de Sabina, c Zjferioo 'zoan'ei y Dhr Tonou.
O primelrocontava 85 annos de idade, e o se
guodo 63, tsado este sido elevado ao cardinalato
em (O de Novembro de 1881.
O Di ir Cbronicle assegora que o Papa,
respoodendewsofferecimeoto de bospitalidade
qoe Ibe leem sido r/iigiios por parte das na-
i oes catdicas, na eveoiuahdade da fituago
olWea Italiana 8 i tornar perigosa para a eaa
agoraaga pessoal, affi-mara cathegori ament
que ao abandonar o Vaticano no caso de urna
pea.
THAMCHIPCflES
Nolltlca ilateraacloaal
(O O Paiz, do Rio)
E' oecbecid* a nossa opioiSo sobre re
la^as intBroaoicnaes, o apraco qae liga-
moa ao ooocarao legal e valiojo do estran-
gulo qoe prooura as plagas bospitaleiras
da neta pa, e sympathia, emfim, oom
que oiramos para tudo qae representa
urna idea de paz, harmona e conraterni-
jagio dos poros.
Se nea todas as naoSas amigas ten sa-
bido correspsndar erdadeira oordara, oaraoteristico do ca-
rcter nacional, visando s interesses pra
prios, peior para ellea; porque semelhan-
te poltico conduzir fcilmente a resulta-
dos negativos.
O bota commercio e as mltiplas (rans
accSes e permatas dos productos do traba-
lho, das'artes e das industrias dos poros
mo oftatutuem s por si a boa poltica
internacional. Esta faa-se e forma-se
pncipaUneete pelas perfeiUs relac8>s de
amiaada e da lealdada das naguas entre
ai. Se-nSo ha paia algam qao se baste a
si nseimo, bem certo tambem que mui
toa podem v.iver e desenvolver-se sem o
oc ocurso de a'gons oatrosi
Eatas verdades elementares aarvem para
danaonatrar a.uecesaidade que no sao pro-
Sria interesse devana santir as nacionali-
ades m cultivar oom boa f e firnaza
es aloe priaeipios da poltico iotercacio
sal, guardando os respectivos goveroos
entre si-teda a deiereaeia e raspeito ao
poder pab'ioo constituida e reooohacido,
daade-seaseaao entre todos ama bem
entendida aobdaried aie n> qae fdr de
conveoraeta atiid.de pa e o prospe-
ridadfi commum.
Seria murta para deaejar qae esses pre-
caitos nSo soffrestem a ;uonima qaebra na
co-ezistencia daa naguas, e qie a res^a to
deles hoj vase um como assentimenta ge
tal, especia de cdigo sanooionado pelo
taoito oonaeoso doa poros cultos.
Nao. se >rja nessa justa aspiracS > a
utepia-d* instituigao da um jais superior
0trtrrbaoal4nternariooal, qae j>lgae do4
esnniotos de nac&o a nagSo, e qae dscida
da opportunudade e procedencia do intitu-
lado Araito de intervenclo.
Entre easa chimen: a pretendi, que
tac fu oes toa resaltados dea nas dirersas
tuatasraa. dos congres sos intornaoionaes,
costando ci -paqueaos sacrificios Frau
ca, A-otria i propria Inglaterra, aves
sa em theae ao principio da io'ervongSo ;
entre -esse pretendido ja ao soberano das
nacSes, di: esoos e o accordo garal sobre
BSraal essenciaes, garatidoraa da exacta
aompraheasa' dos de reres de am rerda-
aetra polikiua ioternaaionala diffareuca
podronle aer sensirel, mas assigaala-se
de moio claro e preciso, offareoendo todas
arjM-ababikdades de pratisa larga e faro-
rareL
Par* essa- elevdo objeotro nlotn in-
felumente teadido as na^oas ; d'ahi nSo
gar a coafasao em que se vftm envolvidas
nos maii simples incidentes diplomticos.
NSo pre3samos folhear a historia dessai
erares qu^stS .-s internacionaes, coja sola*
13 iaferiassente nem sempre tem sido pa-
cifica. Basta recordar os successos di
iatervengo de algamas nacSes europaas
na.pdiUca .interna do reino da Sirde-jh,
e na pendencia entre a Tcrqaia e a Gre-
cia.
Estes actos mais relentes remidos a
tastos oatros, qua armaran algamas po-
tencies do relho contioeate, amas contra
as oo-tras, allan altamante adrertinio s
na3te?.alidades dos iacoorententei e peri-
gas, jia.3 d zamos de ama iodebita in-
ter"enao,inas de ama falsa neatralidida
Nao formulamos accasa^rJas, nom maito
meos deseamos esp9Calisaoao ie in-
fraceQes aunsireis e lamentaveis das regras
adrsitttdas de direito internacional, qae
por rentara se tenham dado nesta nefanda
rewlta, origiaal e condemaav.l a todos os
reapaitaa. Pronunciamo-nos em theae, no
sentido geral do interse commum das na-
cionalidades.
, A Europa, como tolo o mando, est
oaaerfaado o qae significa esta rerolta,
qnares os-seas fandamentos e de qae ele-
mentas se com3a.
A pfineipw, a davida assaltou a aaitos
espirite* desprevenido 8 -s se pens a qae a
grita deseo .passada dos revoltosos era na
variada o echo de violencias a oppressSo.
A mpronaa earop i naasa persoasSo ez-
ternoa algama : opathia pela causa da
mstiiTei^io, aore litando qu e militarismo
ae implantara no Brail, e qae o honrado
ureohal presidente da Repblica, como
flfBrmftvam os artatos da rebelda, pensa-
ra em prerogar incjnstitucioualmen.e o
S3u mandato.
floja todas etaai falsidades esto placa-
manto dnsfaitsn. n2o esteiando a revolt
senlo vaidade de seas ohefes em te
cooaiderarem jaixes supremos dos altos
poderes ooatatitaidos, e a ambicio desmar-
aaroada de apossarem das mais eleva-
das yerisrJes sooiaes, oollocando-sa por
modo cima da propria soberana na-
eif/M ellea esto completamente
porqaaato, nea o eminente ohefe do Si-
tado julgou-sa na obrigaelo de coatestar
baizaa intrigas, nem entanderam dever
faasl-o os oatros orgias da soberana ca-
jas funocS as ae ezeroiam e se exeroam
harmonioamente com as do poder exeoa'
tiro.
Importara isso de algama forma confir-
mar as vis saspeitas e injastas argiijSas
dos raroltosos, que na sua estilla pre-
tendi e audacia se constitairam arbitros
superiores nagSo regularmente constitui-
da pelos tre poderes, legislativo, ejecu-
tivo e j tdiciario, nicos orglos da sobera-
na .
Nestas oondic3>s, pode*se diser qie o
paia estej* em faca de am morimeato re-
volucionario aario, legitimo, capas da iai
prestionar moralmente o espirito pub ico
e a'lioiar .ympathias ? E' licito, em taes
circumitanoias, k qaalquer naoioialidada
amiga oa nlo, auxiliar, instigar e prote-
ger por qaalqaar manera essa verdale'ra
in8urreiyIo, qae se tem ooberto de Cri-
mea e qae s ha levantado a mais euer
gica indignacSo ?
Nlo ha daas opniSas a raspeito. E,
tanto tem-se general sado esse sentimsnto
de reprov9So, onde que? qae ra chafan-
do a noticia exacta deata indigna rerolta,
reduaida i a .a m'seravel contestara e
fias egosticos, qae a imprensa da Ejrop.
modidooa radicalmente o sea jaiso.
Qianio, pas, esse o peosamento ana-
nime dos povos cultos pela conrioolo da
oaGstituoionalidade, lealdada e siacerdade
do gorerno br asi le ir o ;porque ha de
haver entre as potencias amigas algama
que persista em dar forja, prestar recur-
sos e favorecer essa moastraosa reba'd a
qae am altantedo psrante a moral e o
direito universal ?
Nlo o eramos ; a se ease facto iniuli
to, geralmente artioalado e repetido ef-
ectivamente ama triste realidade, nlo
acreditamos que o gorerno aesse paia ci-
rilsado tenha oonhecimento de to e-
oandaloaa infraoylo daa boas pratioas iu-
ternacionaes.
Sa o facto desgragadamenta rerda
dairo, nlo reata darida qae se est dando
deploravei abuso de confianza.
Sim ; nlo possirel qae o governo
digno de ama nao!o poderosa e respecta-
re! manda alimentar a insabordinsclo, a
desordem e a anarobia no seo de am
paia amigo, prestando aos elementos de-
pravados da insarreiolo aax lio e apoo...
E, quando o fon, qoando tal aberraolo
se tornaase ioeontestavel, evidente,es-
tara justificada a nobre represalia das
nacSas dignamente compenetradas dos de-
veres qae oonstituem a rerdadeira polti-
ca internacional.
Nlo ha darida qua essa represalia se
imporia rigorosamente como ama ooase-
qaenoia neoessaria, indeclmavel, dos pria-
eipios fundamentaos do direito das gentes,
e no proprio interesse e garanta do equi-
librio po'itiao das nacSas, qua s se pode
aanter pelo raspeito mutuo e lealdade
reciproca.
GEOGRAPHIA
Pera m faaer a loa sobra este desgraga-
do 40001800118010 nlo foi cortamente pre*
do que a ocle do tempo,
A Corea
De ama revista francesa extrahimos as iofor-
macOes qoe se segaem sobre este pais, dadas
por om Iliterato da neme H iog Tgyoni?-Oo.
O reino da Corea, oo melh ir de Tejo-Syeu oc
capa toda a grande pennsula ao nordeste da
Cima entre 3i 10' e M" e 3), de tatlade N.
122* 10' e 129 10' de lo igltode ls'e.
Sen comprimento excede de 940 k lomatros e
sna largara de 250, o que d urna superficie poaco
rnaior qae o terco da Franca. Saa populacho
de 20 mllbdes de habitantes, approximadameote.
porqaa os habitantes esconder se para nao pa-
gar imposto?. Ros e mootaonas separam a Co *
da Cbioa e lo afandebonri, do territorio rosso.
A fl ja e a faena reseotem-se da dispos'ca >
monta bosa do paiz. O pioho eo carvalho abna
a n nos declives; o tigre, a pantera, o urs
acbam abrigos seguros nos altos valles. U clima
temperado para o sol fri para a aoite. permit
te a cultora do arroz, do trigo, do miloo e da
legnur oo8as, mas o arras a o teijao ln a prima
sia ; o bof, o porco alternam na alimeotagao com
o fraago e o faisao; o cao selvagem comido
Dlo povo ; o cavallo e o asao aSo domesticados.
A Corea dividida em o:to provincias, na cea
t-ai fclyeoe Kmq'Fo esta a capital, H*cg Y (S'onii, ede do governo.
A defesa das fronteiras esta co lada a om
exercilo permanente, cajos soldados sabem do
povo; alm disto ba ama especie de cana gner
reir, semlo se soldado da pai a Blbo. Os offi :tae-
pertencem geralmente a nebreza e pasaam exi-
mes especiaos no ministerio da guerra. O poder
dos geoeraes emana do re.
Na capital o re vive com a ana corte, gurda-
lo por urna forte gaaraigao. A astoridsde do re
ibsoloti, mas segando oa textos do sfeog Tseo,
pbilosopbo poltico, e diante das relacOes do-
ris com os seas altos digaaiarios essa auto-iJ i
de ama ticc&o anloga do re coQ8tita:lonjl-
Meoz Tsea dis:
O povo o qae ba de mais nobre no man v
os espiritos da k rra a as frn ss da trra nao v o
seaao depols o principe de maior importan-
cia. E por isso qae se algoem conquista a afei
cao e o amor do pjvo, tornase imperador. Se
cooBegne ser imperador lera por si os pnnc'p
reinautes e oa grandes faneciooarios.
Por esta tracbo o rei representa o pavo e ira
dalle a ana autoridade sobre os faneciooarios,
o*a estes faoccionarios ten por tim agir como
roda administrativa, alm da ideia de ag-adar ao
re: se talo anda bem, o povo est coateate e o
re tamben, se o rei torna-se desptico, apez r
dos cooselbos dos seas fuoccionarios, MaflgTseu,
ordena qoe o tirem do tbrono.
Hj3g Tgjoogoa desenvolvido o mecbaaismo
dos poderes mostra os mndanos e os ministros
denunciando ao rei as faltas do rei. Bem eateo-
dido, que taes demonstrac>a nlo tttiugem ao
rei seoo nos seas actos, mas o qae fazer diaote
da formidavel respoosabilidade total das reapon
sabilidades particulares rever-idas bierarebica
mente cobre elle? O r i nao lata e tem de tai
modo, medo das censaras de m administradlo,
qae se cobre com a vigilancia secreta dos seas
faaccioaarios. Asstm o circulo perfei'o: a al
miaistracio vig-a o rei, o re vigia a administra
ci, e a opioi&o publica tudo sascelona. Entre-
tanto verifica -se qae a opiciao publica se resume
na oplniao da natoresa. O poder do rei, qoe se
estende sobre o civil e o militar, elle o delega ao
xioistro da guerra, aos generaos de om lado e
do outro aos ministros eivis, aos govarnadores e
aos mandarn',
Aiui se apreaeotaai logo daas fo fiis antagni-
ca?, i acamadas no ministro da guerra e no mi-
nistro das bellas leltras: am recratando officiaee
para o exercito e o outro leltrados para a adm>
nistraefio.
O rei te n onse ministros. O prioeiro ministro,
o ministro da dlreita e o ministro da esquerda
tratam dos negnos interiores. O ministro dos
cultos e do respailo aos velhos vela na observan
cia dos ritos e regala as ceremonias reaes. O mi-
nistro da instracao aaperintende em ge-al os es -
tudoj e trata dos templos de Kboang-Tsen. O mi-
nistro da jos'.ica recebe os relatnos dos manda-
rina e dos governadorea sobre assumptos crimi
naes. O ministrada agricultura regala principal
mete as questoes cadastrses. O ministro das fi-
nanzas tem a gestao do ornamento, c*as receitas
e despezaa da adasiaistric&o civil e militar. O
ministro da medicina do rei allende a ade ao
rei, reaae os mdicos no caso de molestia a ep-
pllca os remedios. O ministro das obras publicas
cuida dos caminaos, pontea a palacios a fal-os
ooastroir. Smam, da creadlo recaale, o miaiatro
dos negocios exteriores. encarregaJo das rela-
("8 com o estraogeiro.
Tolos esses ministros s&o nomealos e demitt-
dos pelo rei.
Logo depois do ministro vem o governador;
ba g j vera o de provincias, dedlstri:tos e^e gran
des cidades.
Cites fonecionsrios inspecc onam a idminii
irajio dos maada-ias e fazem a juanea, t'no
meto dalles que se recratam osemistarlos reat-s,
agentes secretos do rei, revestidos de autorida-
de rea1, encarroados das malversares oj tolos
os fonccionaos, podendo pronanclar senten
cas t?rrivei8 contra os prevaricadores.
Os mandadas recebem 03 impoUos. disti-
bu 'm a jost.(a e apresentam a autoridade sope
rior relatnos sobre -> si uacao ao paiz. Es-i-
cem terrivel vigilancia 8abra .os oostames tra
tam em segredo d assumptos c imiuaas. V>
dem reauisltar.forga armada. Sao estimula'oa
pelos agentes secretos do rei, doa junistros e
dos governadores.
Tal e, em largos tracas, o eacideameoto do-
poderos. S a gaerr i separada do resto da
ad i'hislracao
A nobresa da Corea tem, como tolas ss nobre-
zas, origem gue-retra : ba privilegios, ttulos,
dominios iaalienavaeis, t ansmisatvsis da pais a
filaos, nSo ba, porn, nqu zas e s e poderoso o
possuidor de ierras. O poer p^rt ace exclusi
vameote noo-ea e as al-ngis sao nataraea em
to longo douroio aristocrtico.
Hiesiravos que panencem a familias noore< :
o sea qalabio e a ignorancii e a obelieucia.
Pode a ser castigado*, mas o qae mata preso
m degradado.
A iostraccao cornaca cedo. Ais 5 annos o
molao vai para a escola. Ap-endem, p i
melro os caracteres cbineses e cuaham '-x.
coaro esses m I caracteres, ioteiramente diTe
rentos. Vem depois o livro das c;qco relaco-s
do pai ao til o, do rei ao suali'o, do ma-i io a
malbar, do velbo ao mayo e d > amigo ao amig >
Dapois o estado dos r.tos e dt polldez e po-
olt'mo 03 estados dos obeoomeaos da oa'-ureza.
O estado qaasi tolo taeorico e os rlumooi mui
to pooqo praticam.
As matnematicas nao existem; o sabio da Co
ras feto de iitteratura e moral. Ellea de--
curam os nmeros como maita geote desdeoh i
a ortb)grapbia. O cudalo da calcula* tica para
os oegoci totes.
Os enmes faiem-sa de tres em tres snoos e
os feitoa para a carreira panuca rilizim-se no
templo de Kioug Taea.
Base templo ama vasta academia, comporta
de diversas coostraecas. Hi urna sala pir
cooferen iifl dos sabios, para eximas e para a;-
comnoddcao dos lettrados qae ab: devem pis-
sar ires anuos, longe do mnado. Cada cidal-
importaute tem unaimitagao desse temlo, p
entre os sabios desses tsmplos secundar.os, os
melbores sao cbamados a tone onde doas m I
pbilosopbos se acbam sempre reomdos. occapi
dos em esclarecer as leis natiraes, examiiar
resolver as qaestes religiosas sobre os ritos, so-
bre as doatrloas e tratar de poltica. B' a pe-
pin-ira dos maadariaa, goveraadores, e mostrai
a grande fjrca moral de am piz em qae a re-
llgio oao tem sacerdotes. O re consulta es
universal aassemb'?, que j sjfco ten o poder e
a inllueacia da outros lempos e cojo vicio esta
oa sua orgaaisacAo an|jcratlca, porqae all s-
trata mais dos iuteressea das grandes fanina-
do qae do paiz. Aiem de lado essa institoica
formn um circalo viciosa com a adminisiracdo,
pois que esta dabi sabe e tambem recutuda
para aJadmioisracSo.
0 dos esposos, das ramillas, doa amigos,o re-pei-
aos vi'lbos. a aatoridade paterna sao dgaos de
toda a admiracao.
A v-lavas ni podpm tornar acfsireale
considera bastardo o fiia-j qna oasce da-ante ;
viaves da moloer.
Oa recursos agrcolas do Corea parecem con-
sidera veis. CoUivaoi se com callado todas a
ierras boas. O arroz o priocipal prodocto e
sobre elle se fas o clcalo de impos>o.
Os ia Iramentos aratorios sao primitivos.sendo
emoreeado o tooro na lavon'r.
(Jaanto a industriatcidos, trabalbos de un
taes. cortme, fabricaci de porcellaoa.cbapos.
move 8 escolptara e moto-a. A baoilldade m-
cn-l abi suostitue a ferramenta, b.Ito para os
tedios.
A molestia mais espalbsdi p a varila, nn*
oo ae vacciaa As molestias dos oibia oao tra-
queales. A meJiia empynca e monas ve
zh3 noystica.
revIstTmariX"
onicio le Jaiie-0 Esm. Sr. Dr Gj-
vernador do Estado, por Portara de 19 do cor-
rente, concedeo um anno de licenca ao Capito
Alfonso de Hollandade Albuquerque Maranhao,
escrivao de orptiaos e ausentes do municipio de
azareth, para tratar de sua saude, com o prn-
zo de quinze dias para entrar no gozo da refe-
rida licenca, c nomeou o cidadao Joo Go'ical-
ves Beze.rra para exercer o mencionado otlicio
durante o impedimento do serventuario effecti-
vo, de vendo assumir o exercicio dentro do mes-
mo praso marcado ao licenciado.
Ord-na reilffiaaeo -O Paiz, do Rio, pu-
blicou o seguinte :
As diversas ordens regulares brazileiras
con tam o seguinte pessoal a franciscana flu-
minense, carmelita da Bah a, e a dos mercena-
rios estabelecidos no Maranhao, um frade cada
urna ; a carmelita turonensc {(Pernarabuco) 2 ;
a carmelita fluminense 4 : a benedictina 12 ; e
a franciscana da Babia 36 e 12 novicos.
A congregagao benedictina dispoe de 10
mosteiros, situados nos Estados da Parahyba,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro c S. Paulo ;
os mercenarios 2, utn em S. Luiz, servindo de
seminario maior ; e outro em Alcntara, em
completa ruina, os carmelitas 18, nos Estados
do Para, Parahyba, Pernambuco, Alagos, Sergi-
pe, Haliia, Espirito Santo, Rio de Janeiro e S.
Paulo; eos franciscanos 2!, nos Estados do
Para, Parahyba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe,
Ba ia, Espirito Santo, Rio de Janeiro e S. Paulo
< Muitos destes co iventos estao em completo
abandono, oatros transformados em quarteis
de polica, como o ('armo de S Paulo, outros
em seminarios, asylos, como os do Para.
< Durante o rgimen monarchico forano, ex-
finetas as seguintes ordens regulares a augus-
tiniana da Babia, por carta imperial de 4 de
Maio de 1824 ; a congregagao do oratorio de S
Pelippe Nery de Pernambux> e Baha, por lei
de 9 de Dezembro de 1830 ; a carmelitana des-
calca de Pernambuco, pela resolugao de 23 de
Agosto de 1831 ; a dos capuchinhos. por acto
igual da mes.na data ; carmelitana calgada de
Sergipe, em virtudc de lei provincial de 8 de
Margo de 1835 ; e a dos carmelitas descalgos da
Bahia, pela lei de 2 de Junho de 184').
ltimamente se extieguiram com o fallec-
ment de seus nicos repres-ntantes os carme-
litas e franciscanos do Estado do Maranhao.
Em 1855 o ministro Nabuco baixou o aviso
de 19 de Maio, prohibindo a dmissao de novi-
gos, e em 187o o governo imperial, sabendo que
o abbade dos benedictinos havia dado demisso-
rias a tres mogos brazileiras para professarem
abbadia de S. Paulo em Roma, deliberou em
aviso de 27 de Oulubr vedar que pertencessem
s ordens brazileiras os que houvessem profef-
sado no estrangeiro.
Conforme o cdigo civil do canto dos Gri-
ses, um dos mais adiantados, toda a associagao
que raduzir-se a menos de tres individuos
extincta e seus bens entregues a alguma asso-
ciagao que proponha-se a fns humanitarios.
Dias depois publicou a mesraa folha o se-
guinte :
Da Darte da ordem benedictina escreve-nos o
Sr. Dr. Nieomeyer as seguintes linhas, que se
prendera a urna local que demos ha dias :
Solicito permisso de deduzir modestas
consideragdes sobre a vossa local :
IPara formar-se urna corporagao, collegio,
commudidade (collegium, universitas, ordo,
sodalilium ) bastam tres pessaas -Nerotius
tres facer existimal collegium, ct hoc magis
seguendum (Lei 85, Dlg. de verborum signi-
fleationet, liv. SO tit. 16.)
Constituida a corporagao, pode ella conser-
var-se e represen ar-se por um s de seus mem-
bros, como quando um delles tica s, e pratica
actos relativos mesraa corporagao sed si uni-
versitas ad unum repil, magis admittitur, posse
eum et convenire et conveniri: com jus om-
nium in unum reciderit et slet nomenuniversi-
tatis (Lei 7 2, Dig., quod cujusc. unid,
nomi. liv. 3 tit. 4.
Desde que ama corporagao pode existir com
um e Je seus membros, ensina Von Sa-
yigny (System, des iieut. Recata), absurda,
em tbese, a conclusao de que cessa aquella em dos examinandos de Historia do Brazil, e a se-
consequencia do falleclmento de todos os seus gunda e ultima de Physica e Chimica.
membros. i Ambas as chamadas serao feitas ;.o meio dia
Opinio inaceitavel em qualquer hypothesc Amanh lera lugar a segunda c ultima cha-
em que o flm da corporagao seja de sua natura- mada dos examinandos de Historia Natural ao
xa perpetuo e de interesse publico tom. 2 89, (meio dia.
I pag. 280.) Deaaatre siagalar-O Jornal des De-
j l -Constituida urna corporagao, de confwni-; bates d noticia de um desastre maito singular.
dado com os preceitos reguldojes4e ento e
com a personalidade jurdica que a lei llie em-
presta, ab -urda a doutrina de que a adminis-
tragao a seu bello prazer a po*sa extinguir.
Assim, o aviso circular de 19 Se Maio de 1833
cassando as licengas concedidas para a entrada
de novigos, contm, apezar do muito raspeito
votado memoria do jurisconsulto que o snb-
screvera, inqualilicavcl doutrina, maxim em
vista do art. 179 daconstituigo do imper.o, que
garanta a liberdade de associagao e de profis
so.
O digno abbade, o padre-raeslre fre Manoel
de Sao Caetano Pinto, refutou cora todo o bri-
Ihantismo nas seguintes phrases :
Assim como a todo o cidado 6 lvre a es-
colha da prolisso, que lite apraz, seja tambera
lvre a escolha desse estado era que se tomara
por leis rigorosas os concelhos evanglicos, e
se realiza em ordem moral o typo de perfeigo,
que debalde sonharara os philosophos da anti-
guidade.
Nao se emharacem as vocages que chamam o
individuo para o retiro e para os caminhos da
nerfeigo, e assim a regularidade dos claustros
ha de apparecer.
Para destruir 'o que avangou-se era 1855 e no
a/iso de 27 de Outubro de i87j basta ler o avi-
so n. 19 de 11 de Maio de 1889.
Exorbitarara os ministros em 1835 e era 1870,
declarou o Ilustrado ministro em seu relatorio
de 1889 :
Nao existe acto algum legislativo que limi-
te ou restrinja a faculdade que tm as ordens
religiosas de admittir prossao de sua regra
os novigos que sintam vocagao para obser-
val-a.
A ad nisso de novigos em taes circunstan-
cias 6 nao so um direito das ordens estabeleci-
das no i opero, como urna necessidade para a
perpetuago desses institutos. A prohibigao
equivaleria 4 extinegao das ordens, o que nao
est de accordo com a legislagfto vingente.
Felizmente hoje, com a disposigo do art. 72
8 3 da constituigo federal os caprichos do ex-
ecutivo cessaram
III O facto de aquartclamento de tropas nao
prova contra as ordens.
Era 1824, Pedro I, violando o que os caones,
aceitos no imperio prescrevem quanto clau-
sura passiva, fez com que 2 batalhes de cs-
trangeiros, que mais tarde foram substituidos
por 1 nacionaes, se aboletassem no mosteiro de
S. Bento, apezar do respeitoso protesto do pre-
lado fre Francisco de Santa Thcreza Machado,
cessando a violencia em 1831, quando expulso o
imperio e constituida a Regencia, a instancias
do abbade fre Luiz de Santa Theodora.
Violencia, abuso nao demonstrara seno da
parte dos perpetradores existencia de direito.
IV -Depois de publicados o aviso n. 19 de
188) e a constituigo federal, cessando conse-
guintemente lodos os obstculos, tratam as or-
dens religiosas de rcorganisar-sc. A benedi-
ctina, que tantos servigos ha prestado huma-
nidade, as sciencias, instruego e patria,
irapetrou da Santa S a vnda de religiosos eu-
ropeus de snmraa erudgo, sabios at\ para se-
raelhante lim, e Lc'io XIII ja providenciou
R o, 5 de Fevereiro de 1S94. -Dr. Giffeng von
Niemeyer.
fr-*<-aia ma do Exm. ministro do interior dirigido ao Dr.
director daquella Faculdade sabemos que por
decreto de 16 do crrante, foram nomcados para
os cargos de secretario e sub-secretano os Drs.
Joo Telesphoro da Silva Fragoso e Marianno
Augusto de Medciros.
O primeiro dos nomeados j exercia o cargo
de sub-secretario cora louvavel zelo e dedica-
gao, e foi um acto de inteira justlga o accesso,
que era vista da lei, Ihe foi dado, e quanto ao
segundo nos parece tambem acertada a escolha.
Arabas essas coraeages foram feitas median-
te proposta do actual vice-director Dr. Augusto
Vaz.
Nossos parabens aos nomeados.
suata, Camoaereial Dcvc reunir-se
hoje, no palacete da Associagao Commercial
Beneficente, os negociantes matriculados, atim
de elegerem um deputado Junta Commercial
do Recife.
A reuniao cffectuar-se-ha s 9 horas do dia
segundo o edital da convocagao.
de guardar as
em
Basteo Popular-Em assembla g-M'al
dos accionistas desse banco ; hornera realiza-
da, foram approvadas as contas respectivas, e
eleitos para o novo concelho fiscal.
Membros effectivo os senhores: Joaquim
Jos de Amori n, Joaquim Guedes Valente e
Lourengo Gongalves da Silva.
Supplen'es, os senhores : Manoel Roberto
de Costa, Eugenio Cardozo Ayres e Manoel dos
Santos Araujo.
Patxueie Brasil Esse paquete do Lloyd
Brasileiro, tendo partido da lahia ante-hon-
tem, deve tocar em Pernambuco 22 do cor-
rente raez, segundo para o norte 23.
S'-annna ant% Consta-nos que o Rvm.
padre Augusto Franklin Moreira da Silva dig-
no vigar o da parochia da I oa Vista, est pro-
movendo os meios indispensaveis para levar a
efTeito, na respectiva matri', e com a decencia
de annos anteriores, os actos commemorativos
da Paixo, Morte c Ressurreigo do Senhor,
corapreheodidos na rubrica act03 da semana
Santa, inclusive 'as Tres Horas de Agona, na
sexta-feira santa.
Segundnos informo, aquelle Bvm. vigario
o nico que tenciona, e est trabalhando nes-
se sentido, realisar esses actos, que tSo com-
movedores e to gratos sao aos catbolicos ; e
por isso mesmo se nos afignram merecedores
de todo o auxilio dos fiis os ingentes esfor-
gos de S. Rvma. para conseguir os meios ne-
cessarios empretieadimento tao digno de ap-
plauso.
Estamos cert03 de que os catholicos do Re-
cife saberSo corapenetrar-se do seu dever de
pugnar pelo realce do culto, que Ihe to ca-
ro e iro ao encontr do esforgado paladino
da religio que metteu hombros to grande
tarefa.
Comnaatsdo superior Chamamos a ot-
teaco dos interessados para a ordem do dia n.
i 7 do Commando Superior da Guarda Nacional
do Municipio do Recife, publicada na competen-
te secgo deste Diario pois trata de assumplo
que diz raspeito aos ofliciaes avnlsos, aos quaes
fixado praso de 3 mezes para requererem o
respectivo agregamento, cabendo ao referido
Commando Superior a solugo provisoria desse
assumpto, nos termos do Aviso de 20 de Dezem-
bro de 1893
Relatorio Foi-nos offerecido um exem-
plar do relatorio da Associagao Commercial Be-
neficente de Pernambuco, I ido em sesso de As-
sembla Geral de 24 de Agosto do anno pas-
sado.
O trabalho typographico foi ntidamente exe-
cutado na lypographia do Commercio de Per-
nambuco.
O relatorio que nos referimos um trabalho
muito completo e que d urna ideia da impor-
tancia da sociedade que se refere.
Como um do3 documentos interessantes que
lhes sao appensos, traz um mappa estatistico do
numero de saceos entrados com assucar e algo-
do no ultimo decenio de 1892 e 1893.
Somos gratos remessa de um exeraplar do
Relatorio da Associagao Commercial.
Curso aaaexo.-Eis o resultado dos exa-
mes feitos hontem :
Geographia
Gennaro Lins de Barros Guimares, approva-
do plenamente.
Roque Melchiades da Silva, plenamente.
Albino Meira Filho, simplesmente.
Francisco Augusto Pereira da Costa Filho,
simplesmente.
Jos Francisco Ribeiro Machado Filho, sim-
plesmente.
Reprovado 1.
Levantou-se da banca 1.
Fallaram as chamadas 2.
Physica e Caimca
Pedro Edmundo da Costa Cirne, approvado
plenamente.
Argemiro Itajuba de Tymbira Juruss, plena-
mente.
Miguel Angelo Peregrino, plenamente.
Ildefonso Eduardo da Cunta, plenamente.
JosClimaco da Silva, plenamente.
Antonio Severino Montenegro, plenamente.
Gomeca boje ueste Curso a primeira chamada
(Jra rapaz chamado Emilio Bochet morador
ra da Industria, entendendo que o porteiro se
demora va de mais em abrir-lhe a grade da por-
ta, tentou escala la com to pouco geito, que ao
passar para o lado de dentro da porta, escorre-
t'ou. cabrado sobre urna dus langas do gradil.
Ficou gravemente ferido no ventre, sendo trans-
portado para o hospital de S. Luiz em estado de-
sesperados
curloia deasadsi-Em Londres foi jul-
gado pelo Sr. Hawkns, do tribunal do Banco da
Ramha, urna curiosa demanda. Tratava-se de
urna sen ora casada que reclamava de um ex-
noivo a entrega das cartas que Ihe havia escripto
durante o namoro.
A autora lady Mabel Siwier, irni do mar-
quez de Ailcsbury, que sendo solteira corres-
ponder ao namoro de um mogo oflicial, o Sr.
Crosbie Al Setembro de 189, lady Mabel es-
crevera muitas cartas aquello seu namorado e
lizera Ihe at presente do aeu retrato. E' da re-
gra dos naraorados.
Mas soucent femme vari e lady Mabel usando
ou abusa do dos seus privilegios de mulher
moga e bonita, rompeu com o Sr. Crosbie e pe-
dio-lhe as suas cartas.
O Sr. Crosqie recusou e o processo, que foi
curioso em revelages de versatibilidade de lady
Mabel, terminou contra ella. Ojuiz entendeu
que o Sr. Crosbie tinha o direito
cartas de -um amor nao sentido.
O Crdito da Baao -A dar crdito i
noticia que d urna folha franceza, o culto da
deusa Razo nao tardara a florescer com mais vi:
gor do que na poca revolucionaria em que foi
creado.
Em Pariz existe urna sociedade de Baptismo
civil e de propaganda do atheismo do 18 dis-
tricto. Para esse lim quasi positivista convida
a todos os partidarios da liberdade de peosa-
mento a desinfectar Monlmartre.expellindodalli
a camarilha negra que corroe como una ulcera
aquelle visinno bairro.
Crear a sociedade cursos de atheismo
em cada bairro de Pariz.
Os baptisraos civis serio celebrados de dous
em mezes. Urna vez por anno os cidadaos
atheus faro urna grande festa de Adolescencia
e a sociedade distribuir cartas de atheismo
(brevets d'alheisme.)
Um cidadao de Saint-Denis, que responde ao
appellido, para o caso muito expressivo. de
Grosse Tete, declarou ante esse cvico program-
la, que s por elle havera paz no povo e socego
nas familias Garanti a elieacia de sua opi-
nio com o cxemplo de sua filha, que foi bapti-
sada civilmente ha vinte e um annos tendo por
padrinho? os Srs. Floquet, (lmenceau, Naquet,
Pichn, Lockroy e principe Cantacuzcne
Os priraeiros baptismos civis reasaram-se a
31 de Dezembro e depois da cerimonia distribu-
ram amendoas 4s senioras e brinquedos s
criangas.
Hetr.ilhadors auloamir O an'lii
duque Carlos Salvator, que j inventou varios
melhoramentos em armas de fogo, construio o
raez nassado, de collaborago cora um oflicial
austraco, urna metralhadora automtica, que pa-
rece ser, ou deve ser, a mellior arma desse ge-
nero at agora inventada.
A rapidez do tiro de 433 a 480 por minuto.
Nas experienc as j feitas, deram-se 41,030 tiros
sem que nenhum accidente occorresse nova
metralhadora.
Lunii-v!(iiuli dos eavslloaUm jor-
nalista inglez procurou conhecer os casos mais
curiosos da longevidade dos cavallos.
O que achou mais notavel foi o de galloway,
petigo irlandez de que urna olha de York, an-
nunciando-lhe a morte, disse que fora montado
na balalha de Preslonpans, quarenta c cinco an-
nos an'cs.
Exeinplos mais authenticos encontrou o colle-
ga inglez no Stud Boolc. O cavallo inglez
Parrot viveu ate a idade de 36 annos, o famoso
Matcbem at de 33 annos, depois de ter procrea-
do. Hollandaise aos 26. O garanho trotador
americano Volunteer morreu ha pouco na idade
de 34 annos.
Poyment, egua que produzio Dollar, morreu
1882, na coudelaria Vaucresson com a idade de
34 annos.
.arda. Xadanal O Sr, A, A. Ferreira
Lima remetteu-nos o seguinte :
Sr. Redactor da Revista Diaria.Em re-
tificago noticia dada por V. S. em sua Revitta
de ho c. sob a rubrica Guarda Nacional pego-
Ihe que declare nao ter sido por mim feto o
brinde ao Sr. tenente-coronel Ottoni, e sim pelo
capito Frederico Colombiano da Silva Guima-
res. Declaro igualmente que nao tenho o titulo
de majorjeom que V. S. me honrou. Recife, 20
de Fevereiro de 94. -A. A. Ferrtira Lima.
Fica assim satisfeito o pedido.
Assassinsto-Noda 15 do corrate, no
municipio do 'abo, no engenho Tiriry, o louco
de nome Francisco Jos da Silva assassinou aos
individuos de nomes Jos Francisco e Jos Ro-
mo.
O assassnato. nao teve outra causa sinao a
propria loucura do alludido individuo.
O priraeiro das victimas recebeu diversos gol-
pes, alguns dos quaes dados a foice e o segundo
um tiro de espingarda sobre a cabega e mais
algumas pancadas dadas com a mesma arma.
O assassino foi preso e recolhido cadeia d'a-
quella didade.
EssaagataeiitoAnte hontem s 7 l/l
horas da noite, o trem que descia de Olinda,
ao chegar confronte capellinha de Belem es-
raagou as pernas de um individuo de nome Jos
Joaquim de Sant'Anna, conhecido por Zuza Car-
pina, o qual vindo no mesmo trem saltou impru-
dentemente.
O offendido declarou ter sido elle proprio o
nico culpado
A autoridade fel-o transportar ao Hospital Pe-
dro II.
a R < vi silaba -Temos presente o n. I do
anno V dessa revista redigida peloa Srs. Tito
Franco e Malaquias Rocha.
Agradecemos a visita.
cnarenga do aeeifeOs socios da ban-
da musical assim intitulada reuniram-se ante-
hontem, e elegeram urna commisso directora
que ficou com osta dos Srs. Benigno Cunta,
Joo de branles Gouveia, Jos Pereira de An-
drade e Augusto Carneiro. (cando como mestre
da banda o Sr. pro'essor Faustino Costa.
Buarda Vacisnal Reune-se depois de
aman- o Concelho Director do Club entral
dos ofEciaes da Guarda Nacional, em sua res-
pectiva sede, s 2 horas da tarde.
Prazo flado-Finda boje o prazo de 30
dias concedido pela Recebedoria do Estado aos
senhores retalhadores de agurdente afim de
solicitarem da mesma repartigo as respecti-
vas guias.
Fra desse prazo, a lcenga s ser concedida
cora o pagamento duplo do imposto.
.antera Mastea-Recebemos e agra-
decemos o n. 417 desse peridico livre e hu-
morstico.
Tribunal do Jury do Beelfe-Func-
concu hontem este tribunal sob a presidencia do
Dr Francisco Altino Correia de Araujo, juiz de
direito do 5 districto criminal, oceupando a
tribuna da accusagio o Dr. Bernardo Jos da Ga-
ma Lins, 1 .* promotor publico.
Responderam a chamada 29 juizes de facto.
Foi submettido a julgamento o reo Adolpho
Candido Ferreira, pronunciado como incurso
nas penas do art. 294 2. do cod. peDal e aecu-
sado de haver na freguezia da Varzea, a 17 de
Outubro de 1892 ferido com urna faca a Jos Do-
mingues da Silva, resultando do ferimento a
morte do offendido momentos depois.
O jury de sentenga compoz-se dos jurados ;
Jos Oseas de Paula Hornera.
Joo Antera de Medeiros.
Manoel Jos Barbosa da Silva.
Julio Ferreira da Costa Porto.
Jos Nogueira da Silva.
Joo Capistrano Ribeiro de Souza.
Antonio Alipio de Souza Ribeiro.
Jos Francisco Mendes.
Francelino Isidoro Leal.
Produzio a defesa o Dr. Luiz .Emigdio Rodri-
gues Vianna, advogado dos presos pobres.
De harmona com as decisoes do jury o Dr.
juiz do direito condemnou c reo no grao mnimo
do art.294 $ 2.* do cod. penal, sete annos de
priso simples e nas custas do processo.
O jury aflirraou a autora do delicio negou a
circunstancia aggravanle da superioridudc de
armas, articulada no libello, e reconhece em
favor do reo a attenuantc da raenoridade.
Terminou o julgamento s 2 horas da tarde.
Deve ser julgado hoie o reo Jeronymo Nober-
to Tavares.
A estAbilldade dos couraca<'os
Um jornal parisiense, referindo-se a um artigo
publicado pelo Sr. Lockroy no E'clair sobre
urna das questoes raais dilliceis da construegao
naval, a da estabilidade dos navios, nota, que
ao mesmo tempo de publicago desse artigo,
sir Eward Reed insera tambem no Ternes urna
carta tratando do mesmo assumpto.
O ensejo que teve o Sr. Reed, notavel cons-
tructor naval, que deu os riscos de muitos na-
vios da nessa inarinha de guerra, curioso e
deve ser conhecido.
Eis o caso :
O couragado inglez, navio novo, o R'solula,
sahira mar fra para reunir-se em Gibraltar
escuadra. No golfo de Gasconha foi accomme-
tido por ama terapes'ade de Oeste, que duran-
te trez dias o fez jogar de modo violento. O
etoluo que um courjgado de 14.600 tonella-
das, teve avarias e agua, banhando-llie o con-
v.'z.lpassou s fornalhas, e apagados os fogos se
o comrr.andante nao toraasse o prudeUe alvi-
tre de virar de bordo e demandar Qeenslown
na Irlanda.
O Retoluto lutra valentemente com a borras-
ca, mas jogra com 45> de inclinago, inquie-
tando seriamente a tripolagfio e o commandan-
te. Supportara Dem a tormenta porque as ava-
rias nao foram grandes.
A aventura de Resoluto causou certa emogao
na Inglaterra, onde a c^tastrophe do Victoria
torna a lodos apprehensivos eom os casos do
mar. Todos se lembraram do naufragio do cou
rogado Captain que em 1870 foi ao fundo no
gol o de Gascuuha.
Na i amara dos communs o governo foi ia-
t rpellado a raspeito e um dos ministros res-
pondeu que os navios eram feitos para jogar
e que o comportamento do Hesnuto dorante a
borrasca interessava muito aos homens techni-
cos. Foi entao que Sir Edward Reed entrou na
liga. Engenheiro de notoria competencia, ten-
do sido director de construcgOes navaes da
marrana brtannica, S r Reed tem combatido
muitas vezes os planos do Victn- a e dos cou-
ragados congneres. Critcou agora o risco do
Reso'ulo e sustenta qae todos os couragados in-
glezes sossobraro como o Victoria se lorern
baleados na linha da flucluago ou abaixo
Na opiniSo de Sir Edward Reed o modo de
couragamento, a destribuigo das capas da cou-
raga ea multiplicidade dos compartimentos es-
tanques, constituem para os navios outras tan*
tas causas de perigo3 E' assim adversario
convencido do systema seguido pelo almiran-
teado.
Se este porm nao parlilha da opiniao to
competente de Sir Edward Reed, prova essa
divergencia que a questo nao to liquida co-
mo parece -i um e a outro lado.
Foi exactamente essa questao de estabili-
dade a proposito do couragado Magenti que
inspirou o Sr. Lockroy no seu artigo L'Ecliir.
Esse navio evoluindo era manobras toraou
urna inclinago de 11 e 12 graos do lado de sua
artilharia grossa. Essa inclinaco sorprenleu
muito, mus nao provou perigo para a sua cs-
balidadc.
O jornal a que nos referimos criticcu a exa-
gerago da superstructura do Magent t, a collo-
cago da artilharia a quinze metros cima da
sua linha de fluctuago, dizendo que tudo isso
contribue para augmentar o grao de inclina-
go do navio, com mar grosso. Entretanto nao
julg^ r,ue por iss seja m a sua estabilidade.
O contrato feito cora o constructor das maci-
nas motoras das torres estabeleceu a clausu-
la de que as torres se moveriam at os 13 graos
de inclinago. Esta clausula nao foi provada,
porque a commisso fiscal julgou ser muito dif-
(icil dar ao navio aquella inclinago.
O jornal francez accrescenta. por sentiraento
fcil de comprehender e digno de louvor, que
os couragados francezes tm estabilidade de
plata-forma, c.ndigao necessaria seguranga
do tiro.
Conforme o relatorio do ministro da mari-
nha, na marinha dos Estados lloidos notam-se
as mesraas apprehenses. O Detroit, o Jfon-
Igymery e o itarttckecd mostraram estabilidade
insnfficiente e a viagem do Detroit ao nosso
porto fez-se com muitas apprehens5es dos ho-
mens technicos nos Estados-Unidos.
narros a vaperde aivaro-As ex-
periencias feitas com o barco de salvago a
propulso hydraulica (Duque de Northumber-
land,i provarama superioridade desse genero
de -cmbarcago.
E por isso a Royal National Lifeboat Insti-
tution mandou construir novos barcos do mes-
mo systema, com algumas raodilicagOes, cuja
utilidade foi demonstrada nas experiencias do
primeiro.
Os novos barcos era vez de urna s turbina
terso duas, o que os tornar comparaveis aos
navios de duas hlices e permute continuar a
marcha cora um s dos apparelhcs de propul-
so se o outro sofTrer avaria.
Alm disto eslabelecero se tubo? de des-
carga dos lados, o que permitte, quando a em-
barcaco violentamente impellida pelos ven-
tos ou pelas aguas contra o costado de um
navio, estabelecer como urna especie de tam-
po paro a projecggao do jacto de agua.
Por ultimo as embarcages sao dispos'as de
modo que se produz um veio d'agua qualquer,
esta agua levada pelas proprias turbinas, o
que dispensa a manobra das bombas.
Casamento elvil O escrivao de casa-
mentos que funeciona nos districtos do Recife'
Santo Antonio, S Jos e Afogados, affixou na
repartigo do Registro de Casamentos a ra do
Imperador n. 73 1- andar, editaes de proclamas
de casamentos dos seguintes contrahentes :
Segunda publicago
Luiz Antonio de Abreu Pereira, residente na
reguesia de Santo Antonio, com Maria Amelia
dos Prazere, residentes na freguezia da Graga,
solteiros e naturaes deste Eslado.
Joaquim de Souza Pereira de Prito Jnior,
empregado no corar&ercio, residente na fregue-
zia da coa-Vista, com Emilia Augusta Seixas,
residente na freguezia de Sauto Antonio, soltei-
ros e naturaes deste Estado.
Primeira publicago
Alvaro Arthur dos Santos, natural de Portu-
gal, commerciante, residente na freguezia da
Boa-Vista, com Elvira Celestina
natural deste Eslado, residente
de Santo Antonio, solteiros.
Febronio Jos Mendes, natural
Alagoas, jornaleiro, com Jozina
Maia e Silva,
na freguezia
do Estado de
Francisca das
Chagas, natural deste Estado, solteiros e resi-
dentes na Fregneziade S. Jos.
Manoel Colago Das, natural do Estado da Pa-
rahyba, commerciante, residente na freguezia de
Santo Antonio, com Virginia Amelia de Almei-
da, natural deste Estado,;residente no municipio
da Escada, solteiros.
Manoel Joaquim da Silva, natural deste Esta-
do, negociante, com Mara Joaquina de Salles,
natural do Estado do Cear, solteiros e residen-
tes na freguezia de S. Jos
Augusto do Reg Cavalcante Silva, commer-
ciante, cora Anna Elisa Brrelo de Castro, sol-
teiros, naturaes deste Estado e residente na
freguezia de S Jos.
Operaeacs eirurajleas -Foram pratica-
das no hospital Pedro II no dia 15 a 18 do cor-
rente, a3 seguintes:
Pelo Dr. MalaquiasExtrago de projectil de
arma de fogo, encravada no p esquerdo. Tres
posthotomias reclamadas porphymosis com can-
cros romerios e vegetages.
Pelo Dr. Vieira da Cunta-Raspagem uterina
reclamada por metrite hemorrbagica.
Pelo Dr Aroobio -Pungo e injecgfio da tnica
vaginal com injecgo do tintura de iodo indica-
da por hydrocele.
Pelo Dr. Berardo -Tarsorraphia com retalho
ovalar e transplantago dos bordos.
anta casaEis o pessoal que no mez de
Janeiro ultimo oceupou os estabelecimentos a
cargo dessa pia instituigo :
Hospital Pedro II 752.
Hospital dos Lazaros 49
Hospital dos Variolosos 21
Collegio dos Orphos 196
Asylo de Mendicidade 22*
Hospicio dos Alienados 273
Casa dos Expostos :
Em poder das amas
No e3tabelecimento "
Total *793
Telegransnsas retldos-Acham-se Urj
Telegrapho Nacional os seguintes :
Por nao serem registrados; de Campos pai^


.




i ,i.
_ \


- '
Piarlo Cottret de Belm para Chance, de Pilar par
Pinheiro. Por insufflciencia de cndereco de
Ceara para o acadmico Fenel e de Macei para
Adolpho. Paysand 3.
A tisjuuia--Quera quizcr por urna apo-
Jice collocar-se ao abrigo de qualquer contra-
tempo, faca ,uoi seguro na Equitativa- dos Es-
tados-Unidos.
Inopertopla do dlatrlefo rlll
ssso-Kecife, 19 de Fevereiro de 1894.
Boletim meteorolgico
Hons Tem centi- Barmetro Tensao do
grado i a O'J vapor
6 m. 26,-1 736-.S 21,12
737-,79 21,81
758-,8l
75S-.93
7o6,2o
21.2)
21,3)
11,36
Humi-
dude
82
82
7o
74
8)
9 > 27.1
12 28,"2
3 t. 23.-7
6 27,9
Temperatura minima 25, 50
Temperaiura mxima 33,CO
Evaporaco em 2i horas ao sol 6.m6
Chuva 7.m8.
Direccfio do vento ESE alternados de mcia
noite at 3 h COm, da manh ; NNE at 4 h.
46 ni. liSli com inte.-rupcOes de SE e E ate 6 h.
20 ni.; S W at 7 h. t>4 m. ; WNW at 11 h.
19 m.; Be ESE alternados al o h. 53 m. da
tarde ; ESE al meia noite
Vclocidade media do vento 4,mio por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,86
Boletim do porto
Pra-mar ou ias lloras Altura
baixa-aiar mm
p M. 19 de Fev. 10-20 da m. 0"3o
B M 19 de i 30 da t. 2-6J
H
Pm*isp ir*-''hegados do Sul no vapor
italiano itl de Genova :
Jos Nieola Caprio, A. C. de Abreu Jnior,
Joao de Lemos, Nieola Lobaccaro, Luiz de bt-
qui'ira Mello.
Sabidos para a Europa no mesmo vapor :
Lompani sua senhora e 1 h-
COMUNICADOS
Partido Republicano Federal
lllm Sr.
A ConstitQicSo de 24 ds Feverei o estatu qoe
o povo b'zllei'o proced so dia 1 de Margo
prjxlmo a elelc.2o de Presidente e Vicepresi-
dente da Repblica.
Em execueSo a'aiuelle preceito constitucional,
o Governo Feder! fcaixou as ios'ru'coe, rega-
lando o pro:es o a segnir-se em taea eieicGe.
Iaeiramen'.ede accordo com e?sa resoluca de
reapeiloao nesso Cdigo P.litico, nos, represeo-
tantea neate Estado, do Partiao Republicano Fe-
deral, comprimo? um de7er patritico de convl
dar-voa a aceitar a io i^agao das c.nldaluras
ios p-imeircs Magistrados da Nocso, re3olvi)a
por escrutinio secrUo na Ciovenco Provisoria
qce se recoio na Capital Federal a 25 de Selem-
bra passado, escolbeo'io os geguictea candida-
tos : O Dr. Prudente Jjs de Mora.a Barros pa-
ra Presidente e o Dr. Maool Victorino Pereira
pira Vi ce Presidecte.
Deixamo3 de encarecer ua titulo?, que recom-
mendam lao respetlaveis e conspicuos brazilei-
ros ao8Bun*ragios de seos correlgiooarios e dt.s
seos concididos despren'os de compromis
sos partidarias, por :fr desneeessario, urna vez
que a escoltai fot feita por urna i loa.re Asse-
bla da qaal fizeram parle]cidal3os da maior bo
PERNAHBDCO
OCt
Fafc
ow Municipal de Quipap, cm sessao ordina-
ria, le hoje, julgando improcedentes as razoes
Mmsenladas pelo Prefeito:
saber aos que a presente vircm, que decreta, pro-
mulga e mantera a seguinte lei:
e 1 Bino, Pietro Lompani sua
Saludos para o Rio Grande do Sul no lu
car porluguez Temerario :
Francisco Rodrigues, Anna Leal Rodrigues e
Erminia Leal Rodrigues-
Rnidos para o Norte no vapor r
Manos :
Dr. Gonralo de Aguiar Menezes e 1 criado,
Ausuto E C. Pessoa da '"osta, Dr. Ernesto A
da Silva Freir, Jos Pereira Ncves i'a'oa, Fran-
cisco Domingos de Sowa. Julia de Souza, Mana
Mareionilia, Alfredo Ferreira de Almeida, N'ilo
Virtulino di Silva, Sandro Giovanni, Pedro Lo-
pes da Pas, Feliz Antonio de Lima, sua senhora
c 3 lilhos, Jos Tiburcio da Paz. Manoul Cordei-
ro. Heurique R. de Almeida, Joaquim Moreira,
Mnoel orivia da Silva, Manoel Ferreira da Sil
va, Carmen Sanchos e 1 criada, Ravmuudo F.
Aocioly Lobalo, Antonio Gomes, Jos Pena M-
cenos, Gentil Lucio Soares, Antonio Jos dos
Santos, Cypriano hampos I Rodrigues, Antonio
Castro i ion n, Hento de Castro Biarim, 1 cadete
c 1 mullier. ,
Sabidos para o Sul no vapor nacional -Ja-
boato :
Jos Aden, Jo3 Antonie F. Fradique, Gcorge
W. Butler, Leopoldo Lima Arthur Saltos, Fran-
cisco da Rocha, Francisco de Souza Tamandar.
Bernardo Pinto, Maria R. Guimaraes Pereira, P.
Francisco de A. Pereira Rocha c i criado, Mana
Izabel de Rezende, Guglielmo Tosel.
Passageiros Sabidos para o norte no va-
por nacional Una :
Maria Isabel Oliveira e 1 lilho, Angelina de
Carvalho Oliveira e 1 lilho, Eustaquio Bitlen-
court Sampaio, Rodolpho Gomes Leal, Anna L.
Bezerra e 1 lilho, Joo Pezerra de Souza, Lad-
vora Tneophilo, Merlones Segundo, Geo B. Sle-
roini, Luiz Antonio da S: I va, Francisca Mana do
Espirito Santo e 1 lilho, Manoel Soares de Mel-
lo e 1 irmo, Possidonio de Mello, Joao Domn-
eos Velho de Mello, Manoel P. de Miranda, Joo
R. de Almeida Braga, Vicencia Ferreira da Sil-
va. Maria das Dores de Souza, Dr. Jos M. Gue-
des Alcolbrado. Jos Gentil Teixeira de Souza.
Isabel Leinhard Duncar, Antonio da Costa Bar-
bosa e 2 lilho?, Padre Glicerio da Costa Lobo,
Maria Francisca da Conceico, Maria Joaquina
da Silva e 1 fi'ha, Gustavo Migroy, Joao Fran-
cisco Filho, Salvador Ribeiro Albuquerque, Al-
mino Alvares Affonso, 2 pracas e 2 presos.
Caa de iit*leair Movimento dos pre-
sos da Casa de Detencao do Recife, Estado de
Pernambuco, em 19 de Fevereiro de 1894.
Existiam 475
Entraran. 13
Sahiram 12
Existem 4;b
A saber:
Nacionaes 4.6
Mulheres Ib
Estrangeiros 14
Mulheres 0
Total 476
Arrasoados 424
Bons 408
Doentes Id
Laves 1
Loucas 2
Total 424
Movimento da enfermara :
Tiveram baixa :
Vicente Aniancio de Oliveira.
Joaquim Severino Bezerra
Christovao Ferreira da Silva.
Eellarmino Rodrigues Alheiro de Souza
oapltal Pedro II.0 movimento desse
estabelecinienlo cargo da Santa Ca;a de Mi-
sericordia do Recife, no dia 19 de Fevereiro foi
o seguinte :
Exisliam..... 7-3
Entraram..... 20
Sahiram .
Fallecern
Existem .
7i3
13
0
730
------743
Foram visitadas as enfermaras pelos segua-
les mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entrou as 8 3/4 da manh
c sabio s 8
Dr. Malaquias, entrou s 101,4 da manhae sa-
nio s 11 -1 i.
Dr. Rerardo, entrou s 11 da manh e sa-
bio s 12 1|4.
Dr. Arnobio Marques, entrn s 9 1/2 da ma-
nh e sal no as U.
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 9 1/2 da manha
e sahio s 10 3/4.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 da ma
nh e sahio s 12.
Dr. Pastos de Oliveira, entrou s 9 3/4 z
manh c sabio s 10 1/2.
Dr. Tavares de Mello,entrou s 10 l|4 e sahio
as u 1|2.
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 9 e sabio
Je 9 1/4.
Ajudante, entrou s 7 da manh e sahio
s 5 1/2 da tarde.
CcsHlterl* PVIHsaObituario do dia 17
de Fevereiro :
Philonilla mbelina Cabral, Rio Grande do
Norte, 29 a nos, viuva; Recife.
Thereza Maria Gomes, Pernambuco, 85 annos,
solteira; S. Jos4.
Alfredo Vaz Salgado, Pernambuco, 22 annos,
sclteiro; Boa-Vista.
Satyro Francisco da Silva, Pernambuco, 70 an-
eo;. viuvo; i oa-Vista.
Maria 'ap'.ista de Oliveira, Pernambuco, 22
annos, solteira; Poa-Vista
Juvina Maria da Conceigo, |Parabyba, 65 an-
nos, viuva, oa-Vista.
Jos Mariano, Pernambuco, 44 annos, viuvo;
Boa-Visia. '
Isabel Augusta, Pernambuco. 3 mezes; Santo
Antonio.
Maria Smoa da Concejero, Pernambuco, 2 an-
nos; [oa-Vista.
Dia 18
Dr. Antonio da Cruz Cordeiro, Parabyba, 60
annos, casado; -oa-Vista.
Joo Baptista da Silva Bastos, Pernambuco, 49
annos, viuvo; S. Jo3.
Vicente, Pernambuco, t8 mezes; Boa-Vista.
Antonia Francisca dalonceiso, Pernambuco,
7 mezes; Poa-Vista. .
Jos, Pernambuco, 72 annos. viuvo; Boa-Vista.
Joo Carlos da Silva, Pernambuco, 54 annos,
viuvo, Boa-Vista. *
90 annos, solteiro; Boa-
Deve ter logar t.mbem no alia ido dli Io de
Miro a eicolba dos representantes fede'aes.
Pd- esa ele gao tomamos a liberdade de indi'
C3r-70s a chapa poblnaia ibfixo, composta de
cidadaos todos recommen lavis pelo aeu patrio-
llamo e serreos causa peolica.
Muito confiamos no rosso espirito de ordem e
deJicario pelo bem publico e por isso antecipa
lmeme contamos com todo voseo etforjo e va-
mentj n'ejea localidade para que os cidadca
indicados reouam o maior numero possivel de
aurTragies.
A88eguranio-vos ono8o;reconbecimento, sub-
bscrevemo nos cem a maior consideragj e s-
m
Vsac8ce-r;eliglo:a:i08 obrigaliss3i!i03 e cria
dos attenciosca
Dr. Joaqaim Cera deA-auj?.
B.ro de Soasauna.
Felippa de Figoeiroi Faria.
Jos Adclpbo Rodrigues Lima.
Biro de UiiDga.
Francisco Cornelio da Fosseca Lima.
Migual J;s de Almeida Pernambaco.
D'. Francisco de Asis Rosa e Silva.
Dr. Aotonlo GoDcilves Ferreira.
CHAPA DO PARTIDO BSPCBLICANO FEDERAL
Para Presilente da Repblica
Dr. Prudente Jos de Moars Barres.
Para Via Presidente
Dr. Manoel Victorino Pereira.
Para Senador Federal
Dr. Joaquim Correa de Areojo.
Para Deputado Federaes
Io districto
Commendaior Jos Alolpno Rodrigues Lima.
Dr. Jis da Cuaba Rabello.
D-. Eduardo Aogoslo de Oliveira.
2 districto
Dr. Jos de Capar tino Coho Ciatre.
Luiz de Aidrade.
3 districto
Dr. Fraocisco ds Assia Rusa e Si va.
Dr. Marciooillo de Barros Lina.
4* districto
Dr. Antonio Goocalves Ferreira.
D\ Francisca Cornelio da Fprjseca Lima.
5 districto
Dr. Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
Jos de Meleiros e A boqaerqoe.
CURONICi DIGIARU
Gertrudes, frica, 90 annos,
Vista.
Luiz Jos de Franca, Pernambuco; 3 mezes; Jappellado Jeao Biptisia LeSo.
Craja. j Kocerrou ) a sessao ft i hora da tarde.
Sapeilor Tribunal de dosuca
SESSAO ORDINARIA EM 20 DE FEVEREIRO
PE 1894
PRESIDENCIA DO SB. DB. FRANCISCO LI2
Secretario Dr. Virgilio Coeiho
A's horas do costnme, presontea oa S.-s. juizes
em numero legal e o Dr. procurador geral do
Estado, foi aberta a sesrao, depois de lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Distribuidos e passadosos fetos, deram-se os
seguintes
JLG AMEN TOS
Aggravos de petico :
Do Rscite -Aggravaote Luiz da Gama de Mel-
lo Bizei, aggravada a Companbia de Psn licago.
Relator o juiz Teixeira de S. Adjuntos os jui
zea Costa Ribeiro e Galvo.Negoa-se provi-
mentoao aggravo, contra o voto do relator.
Da RecifeAggravaote Ciron^l Corbeniaoo
de Aquiao Fonseca, aggravado a Faxendo do Es-
tido. Relator o jms Coala Ribeiro. Adjuntos os
juizes Almeida e Caldas Barreto. Negou-se pro-
ymeoto ao aggravo, ananimemente.
Do RecifeAggra van tes Figueiredo Costa &
C, aggravado o juizo. Relator o juiz Carlos Vaz
Adjuntos os joises Teixeira de S e Galvo
Dea se provimeoto ao aggravo, contra o voto do
relator.
PA8 3AGEKS
Do jais Galvo ao juis Costa Ribeiro.
Appellaco crime:
De GravitaAppePante o promotor publica,
appalladoa Espina,ao de Souza Barros e outro.
Do iu-i Coata Ribeiro ao miz Teixeira de
S:
Conflicto de jar idiccjb :
Entre oa ix-s ue orpbos e o do civel do Ra-
erte.
Do jaiz Tsixeira de S aojis Caldas Br-
relo :
Appellaco crime:
De GarannoosAppellante Angeli;a Tboma
zia da Conceigo, appellada a jastica.
Ao }oiz Almeida :
Appellaco civel:
De Palmares Domiogos Alves de Freitas, ap<
pellado Seyeneo Saralva de Aadrade.
Dojoiz Celdas Brrelo ao jaiz Almeida:
Appellaco crime :
De Garaobmu Appellante o p omoto: publi-
co, appellado Manoel Francisco Beze'ra.
Do juiz Almeida ao juiz Carlos Vas:
Appellaco crime :
De .PesqueiraAppellante Antonia de Deas
Gmmraes, appellada a ju-t'ca.
Appellaco commercial:
Di GoyanoaAppellante Goilberme Francisco
de Paola Montenegro, appellados D. Mana de
Morate Crrela de Aodrade e sen tilho.
distbibic5es
Reccrsoa crime :
Do LlmoeiroRecorrente o juizo. recorrido
Manotl He-miooda Caoba.
Ao jaiz Costa Ribeiro :
De JiboriiaoRecoce'ti o jolso, recorrido
Amaodo Joaqo'm do Rgo Barros.
Aggravo de peiicao:
Ao juiz Galvo:
Do RecifeAggravante a Baronesa de Piran-
gy, ?ggravado o majo- Fablo Velloso Freir.
Appellaco crime :
Do RecifeAppellante o promoter publico.
O Concclho Municipal de Quipap decreta:
INSTRUCQO PUBLICA
Art. 1. O cnsino publico primario ou secundario no Munici-
pio de Quipap, ser raantido, inspeccionado e subvencionado
pelo Concelho Municipal, sendo da exclusiva competencia do
mesmo as nomeacOes e demissOes dos respectivos professores ;
a creacao e sunpresso das cadeiras, na forma do Regulamenlo
da Instrucco Publica do Estado de 18 de Janeiro de 1888.
Art. 2. Subsistera as seis cadeiras do orcamento vigente
duas na sede da Villa, urna do sexo masculino e oulra do sexo
feminino; urna mixta na povoaco de Jurema; urna mixta na
povoaco de S. Benedicto; urna di la na Barra de Lama e uma
dita na Barra de Jangada.
Art. 3.. A escola do sexo feminino da sede da Villa, ter
uma professora adjunta, a qual conjunctamente com a respectiva
professora, funecionar na mesma escola, dividindo-sc o ensino
como fr mais proveitoso s alumnas.
Art. 4. Quando o estado dos cofres do Municipio comportar
as despezas, ser nomeada a professora adjunta de que trata o ar-
tigo antecedeate ; e sero creadas mais cinco cadeiras, sendo
tres do sexo masculino, para o ensino primario, as povoace3 de
S. Benedicto, Barra de Jangada e Jurema, c duas mixtas; uma no
povoado Areia e outro na povoaco de Po-Ferro.
Art. 5." Aos profeseores do Municipio sero abonadas as gra-
tificaces devidas e todas as vantagens que le sao conferidas
pelo citado Regulamento de 1888.
Art. 6. Os ordenados e gratificacoes dos professores sero
taxados annualmente no respectivo orcamento. ticando desde ja
marcado o ordenado de setecento3 mil ris e a gratilicaco de
quinhentos mil ris, para os professores que torem noraeados,
abriudo o Concelho Municipal um crdito extraordinario para tal
lim, se assim julgar necessario.
Art. 7." O Concelho, desde j e de conformidade com o orca-
mento vigente, fornecer os movis.indispensaveis s escolas pu-
blicas do Municipio.
Art. 8. E' licito a qualquer cidadao abrir escolas de instruc-
Co primaria no Municipio.independenteraenle de liceuca, ficando
porm sujeitas inspeceo da coramisso respectiva.
Art. 9. Os Juizes do Direito exercero em seus respectivos
districtos, as funecoes de dejegados Iliterarios, estando em exer-
cicio, e na falta os seus substitutos Iegae3.
Art. 10. Ficam revogadas a lei n. 3 de 31 de Janeiro de 1893
e mais legislaco em contrario
Casa do Concelho Municipal de Quipap, 26 de Janeiro de
1894.
Olavo Correa C,
PRESIDENTE.
Tito Levio Berlholdo Galvo.
Antonio Arcelino de Miranda.
Manoel Tenorio de Medeiros.
Custodio Gomes da Rosa.
Pareceres
k comiHo abaixo assigoada examinando aa conbs e livros
apreseoiados pelo ex-lbeaonreiro Manoel Cooslantioo de Oliveira,
depoia de minucioso exame ras mesmas contas, livros de ta'Oes
lindos, re ibos e portaras do Prefeito do Municipio, veriticea qoe
a receita io_portoa em viole e doos cootos qoatrocert s e setenta
e um mil qu t oco os n aeten'a e doui rea (22:4714172 e que a
despeaa importoo em dezeoove contos ireejios e noventa e um
mil dozentos e trinla e qnvro rete (19:391*234) atreceado com
missio qae a receila seria sooerior a trila contos de reie, se por
ventora fo'S-m p'ea'-ntes a commtseSo todos os livros de talea
fludos e re.acSo da divida tetiva tomo foram pedidos pelas con
m'ssao ao ex tne>cnreiro ao Prefeit dC Mjnictpio.
Mm foram smente presentes vinte e oito lirros de (aloes in-
clusive cinco ae matricula de a.imaee, cuando a commiaao tem
certeza de fallarem cerca de mil e quiahntos in"0ss ; e sinds s-
sim encontroa ora alrsuce de tres contos oiteo.a mil duzent03 e
t-inta e olio res (3:080i!3<).
Receita
Importancia ve iicada nos livros de ta'Oes
dem arrecadada pelo ageate de Agua Branca
dem do imposto de reir, conforme as entra-
dla do livro caixa e coritas do ex-tbeaoureiro.
Importancia do imposto de matricula de ani-
maea, conforme o I vro caixa.....
Fem do impoBio de diurnos ....
dem do i aposto de dcimas urbanas restitui-
das pelo thesouro do E-tado.....
I em do saldo entregue peloex-procurador da
Iatendencia........
Somma
De
pesa
Pagamento do professor da !. cadeira .
Iiem so profeasor da 2.' cadeira
tem a professora da Villa.....
dem a professora mixta ce S. Benedicto
I em a professora mixta di Barra de Jangada
lima professora mixta da Jurema .
dem ao professor de Barra.....
dem a profesaora de PaaFsrro.
tem ao Juiz do 1. districto ....
dem ao do 2. dislrcio.....
dem do 3. districto......
dem do 4. dtrica......
dem ao e8criv5o di 1. districto
dem ao tscrivio do 2.* districto
Idemao escrvSo do 3. districto .
dem ao escrivo do 4. districto
Iiem ao Prefeito do Municipio ....
dem ao Secretario do Prefeito ....
I iem ao agente cobrador da sede
Iiem ao agente cobrador de S. Benedicto
llem ao agente cobrador da Barra.
IJem ao ageate cobrador de Agua-Branca
Jdem ao agente cobrador de Pery-Pery .
Iiem ao agente cobrador de Jaiema.
Iiem o Secretarlo do Concelho.
Iiem ao thesoureiro do Conceibo
Iiemaofiaal da Via.....
dem ao poretiro do Concelhn ....
dem ao aiferes commandaate da forr-a mu-
nicipal ..........
dem ao 1 sargento......
I em ao 2.* sargento......
dem as pracas de pret inclusive fardamento.
dem ao adioado do Concelho.
dem ao abridor.......
Iiem dealugnel e compra de casa para qunrtel
Iiem os credores do exercicio de 1892 .
dem de impreeses e aesgoatoias de jornaes
dem de obras mu "pas.....
dem de contas approvadas.....
16.834/312
181703
2:267*220
2:032*000
iO'J/OJ
430*000
328J540
22:471*471
800*000
793*000
680*C00
4't4*340
1:000*000
350*000
81*450
66*600
300*000
300*000
150*000
418*810
243*063
2CK*000
75*000
275*000
1:666*660
250*000
481*320
499*920
499*920
4**520
124*^98
4*666
600*000
666*664
140*000
120*000
96*183
253*020
377*540
4:523*500
431*920
15*400
12(i*0.0
550*000
239*000
200*000
762*640
Somma........19:391*2 4
E' este o resultado obtido pela commissSo, e, a nao ser a
falla da relaco da divida activa qae o Prefeito e tx-tbesoureuo
nao approvoo, digo, nSo apreseolara. a mesma commisao emen-
de que a comp-io com sen dever e offerece ao conceibo o resultado
de suaa eovisugagCKs aflm de ser posto em discasao.
Sala do Conceibo Municipal, em 26 de Jan ro de 1894. (As-
signado) Antonio Arcelino de Miranda e Custodio Gomes da Rosa.
E nada mais te conunba em dito parecer, qoe coplei fielmen-
te do proprio original, ao qual me reporto e don t.
Villa de Qripap, 5 de Fevereiro de 1894.
O secretario do Conceibo,
Joo Augusto Alves Maciel.
SPORT
Derby club de Pernambaco
H .otem teve logar a inscripgao para a corrida
de domineo, ticando assim orgameada :
l* Papreo800 metros.
Yambo, Destryer, Cambraia, Maority 2*, Vil-
lage, Toxbnbote.
2. PareoLi -erdade, 1.105 a e ro.
Piutao, Manry, Piramon, firylempo.
3. PareoDerby Clob, 1.800 metros.
Gaayanaz, Attlante, Pttrop.lis. Apollo.
4.* PareoExperiencia. 1.180 metros.
Triumpbo, Ally-S'oper, ToSo Torco 2*. Na-
babo.
5.' PareoCom peo sajo 1.C09 met'cs.
Malaio, Nababo, Ponfable, Mooro, Fro.tin.
6. PareoVelocidade. 1.250 metros.
Torco Xo, Piramoo, FyriUmpo, Tu Jo ,
blin.
Du-
7. Pareo -Tentativa 800 metros.
Ou-o Preto, Piraby Calc, Abyimo. Mendigo.
8*Pareo 1.200 metro?.
Septicismo, Ruy Blas. Twmoso, Malaoge, Hl
rndela, F ontio, Boca co V.
Acbaado ae em pintora o Prado da Estancia, i
corrida sera dada no H ppodromo do Campo
Grande, cedido pela illaalre direcioria ao Derby
Club de Pernambaco.
CHRON1CA
uma vos argentina que
liosamente oa lar, em
meus visinhoa :
costina i desca
casa de um dos
Calor a insi pides s5o as notas desafi-
nadas da actualidado.
Os qae emigram para o campo, l se
deixam ficar na soa psi buclica, oheia,
de certo, de uma infioidade de eooantos,
gosando a vida livre que l nos pro-
porcionada ao potico contacto da cata-
rezs, livres do malr'iro calor qae ora oo
nos deixa sooegar na cidadeemqaanto
os que por squi ficaram, rnandsm ao diabo
esta vida em qae, alm do calor, a in-
sipides chronica enohe-nos de um cspleem
indesoriptivel.
De certo a i na i pides das oidadea sem>
pre a mais intoleravel: quando se est
apossado d'essa indisposisSo de espirito
qoe nos vem da monotona que nos ceroa
apos as horas do trabalho qaotidianonada
caos maior aoorreoimento de qoe amas
tantas caras qae nos affigara evermos to-
dos os das e se assemelham a nm longo
boca jo.
E na cidade o qae maito vemos,
quando nos dispomos a vagar por ah
arras horas, a toa...

Felizmente parece que a companbia
Sansone vem de f Iguma forma minorar
easa inspidas, e caso de dar-aos es pa
rabana.
O Saota Isabal ahi est ha tempos en
trege s moscas, e ezcepgSo de alloma
sosieded] dramtica qae tem all dado
una magros capdselos, tem estado de
aerto e silencioso desde as boas noites qae
nos proporoionoa o Soasa Bastos, com a
graca inimitavel da Papa, as pilherias do
f Lacas, a vos melodiosa do mallogrado
Sant Anna e as noites de enormissima en*
chonte que n's soabe dar o celebrisado
cTim tim p.r tim tim, cojos trechos
anda tanto nos goitam da recordar
noite, os pianos da Raa Augusta.
Ha muito qoem diga j qie tem aber
reoido aases applaudidos treohos, pela ex-
traordioana forma porqii tm 8do ellee
repetido*, por todo q-unto ha de instra
ment de musca n'est trra.
Eu entretanto anda adoro oj ecs :
pre sem enftdo qae ouco repetidas vesea'A'ogad s.
Eis a estacSo das flores
Bella estacSo de amores
Qiem sabe amar
N > mea de Abril
Pode gosar
Encantos mil .
Qie vaoha, pois, (voltando ao qae i8
bisando) a Companbia Sansone dar*nt>s
ao elegante Santa Isabel oairas noites de
igOsl enthusiasmo.
**
A chronica* compre o dever de men-
cionar com aatisfaclo, dois livros s adis
apparecidos ltimamente e qae sSo com
nm grito de animo as fileiras dos qae
trabalham encorajados em prol do levan*
tametito das lettras patrias.
SSo elles : cTela polyohroma, firma-
do pelo nome vantajosamonte conbecido
de Martins Jnior ; e o segando o e Alma-
nack Litterario Pernambaoano de Oas
par Begaeira Costamoco maito modec-
to, mas de maito mereoimento.
Sj pnmero, destscc-3e especialmente,a
parte intituladafLyra de vioves, com-
posta de poesas de muito arrojo e muito
eentimesto.
O segando nm aprimorado crecueil
de bons pedagos litterarios dos melhores
escriptores brasileiros e portugueses, e
onde figura, brilbantemente i presentada,
a flor da litteratura pernambucana.
SinSo ao primeiro, firmado por um nome
qae per ai ame trilhante reoommende-
cBo, ao menos ao segando que publica-
(So qae por sna natoresa tem de ser con-
tinuada, a chronica a recoomenda
maito especialmente ao publico que l e
que nSo de todo indiffarente a essas cou-
sas que cheiram litteratura.
*
E faco ponto aqni.
Que o cal&r e a insipidez atormentem
menos s minhss lei oras do que a aim.
sSo os m as sinceres votos emqaanto nSo
ohega a eatago invernosa oootra o pri-
meiro e a Companhia Sansone contra o se-
gando.
Manoel relo.
riHLICACOKS A PEDIDO
FalleneU de Mello Blzet
i
A prova de qse nao verdade qae a Cjmpa
Lbia Recifense de Panificac'.o promovesse per-
eguico ao seu devedor Mello e Biset; est Da
veneranda decisao, proferida em sessao de bon
tem, pe'o Sgperior Tribunal de Jastica, negando
provimento ao aggravo, par aquelle Interposto
do dispacbo do Dr. juiz de direito Tdo commer
co.
Viagou a caosa da jastica, pois niugoem dir
que o Egreg'o Tribunal capaz de encampar o
odio e a perseguirn.
Esta e a resposti qae dero 1 publicacj do
Sr. Dr Clodoaldo Lopes.
Recife, Jl de Fevereiro de 1894.
A EslevSo de 01 vera.
Dr. Amaro Wanderlej
De vo'.ta da villa do Banito, onda es-
tove em oommissSo do governo, contina
s dar consultas na roa do Marques de
Olinda n 3, 1- andar de 11 horas da mr-
n'S 1 hora da tarde.
R-stdenoi* ra Dir** n. 41, cm
Ao Sr. Jeronymo de Cas-
tro S Barreoe seus
satellites.
Descompoatora e raslo para quer
nSo tem rasaV
Por cutros termos mais ao alcauce da
iotelligencia do pretenco chefe poltico de
Palmares : b descompSam quera nao tem
outro meio de def nder ae.
Na minha vida publica tenho encon
trado com mnitoa Jeronyno de Castro,
aos quaea tenho (eito voltar aos lugsre
em qae se babitaaram a vi ver ..
Nao crea S. S. e os seus csatellitea,
que eu me incommodei com o sea libello
difamatorio.
Sei qoanto pode a inveja...
Mesmo cheio de vicios e defoitoa como
S. S. e seas dous csstellilas me acham,
tenho exercido, cargos e commisiSes im-
portantissimas, qae nao se baratearam
tanto qae chegassem para os puros e in-
maculados...
Tenho cerca de 30 annos de praca pas-
eados efectivamente as fileras do Ezer
cito, onde hei prestado servaos, qae S.
S. n2o tem competencia para aquilatar.
Fia toda campanha do Paragaay, ten do
embarcado nesta, entao provincia, no 9.
batalhSp de intentara a 2 de Fevereiro
de 1865 e regressado a 18 de Agosto de
1870, sem ter sabido um s dia do meu
batslhSo, nem dado parte de doente, nem
obtido licenca algoma.
Comeoei a campanha fasendo parte da
guarnicSo da esqaadra em operaedas no
Rio Paran, embarcado na oanhoneira
t Araguary, sob a com mando do illa
trado e bravo, entlo 1. tenente Antonio
Luis Von Umholts, hoje Almirante refor-
mado e BarSo de Teff, e mantivo sem
pre as melhores relacoes qaer oom os o\
ficiaes e cadetes do bstalho, qa:r coa os
da Marinha, entre os qaaes anda cont
bons cantaradas e amigos.
Depois, transferido com a companhia
a qae partencia para bordo da oanhoneira
elvaby, sob o commando do distiacto
e bravo 1' tenente Gjilherme Josa Perei-
ra dos Santos, de saadosa memoria, ahi
portei-me como oostnmo, sendo considera-
do por todos ; e liaongei > me de oontar
entre os velhos carneradas da armada, of-
ficiaea que me destiagoem taes como o
contra almirante Rodrigue Chaves, cap-
tSes de mar e guerra Lopes da Crus,
Eli(Z3. Tavares, Castro Meneses a oatros
muitos.
Desembarcando em Julhode -866, fni
sem ped r, nomeado amanuense da 2
brigada de infantera sob o commando do
respeitavel coronel Francisco Joaqaim
Pinto Pace da qual fasia parte o mea
bstalbSo.
De'zei esse emprego para ser promovi-
do a 1 sargento e no dia seguinte a sar
rento quartel mostr, sob proposta do
mea distinto co.legi e amigo Manoel de
Faria Lemos de saadosissima memoiia.
Commandado por ofi;iaai distoctos,
taes como Barros FalcSo, Cesar de Mel
I>, Pereira da Mello, Lima e Silva, todos
j fallecidos, e o hoje marechal a vice
preeidente d Ripublica, Fioriano Pei-
stoto, entSa major em ommisilo, ssmpre
merec de todos a estima e cocsideracSo.
Attenta a falta de offioaea cae havia
no exercito e devdamente aprcades os
meas ser vicos, fai, ccm ontros compa-
oheiros, nomeado aiferes em commissSo,
pe'o Sr. Marques de Casias, coumsndsn-
t: em chefe : e, mered de Deus nlo fui
domittido da commsslo, como acontecea
a matos dos meus ocllegas e at a oifi-
is es do exercto de elevada patente.
O Sr- marechal Fioriano, tomando na
eonsiderscSo qae Ihe perecea conveniente
a minha actividade e salo pelo servico,
nomecu-me ajadunte do batafhSo, em cajo
cargo consrvenme at o fim da campa-
cha, quando esa Humayt e de volts para
o Brasil, fai n meado secretario inte-
rino.
Taes foram os elogios qae os meas che-
fes fiseram pelos serviecs qae prestava,
que fui promovido a cffectividade do posto
de aiferes, por actos de bravura.
Sei que nSo fui e nom son bravo, con-
sinls, porm, o Se, Jeronymo de Castro
e seus dctB satelitts que eu tivesae
cumprido bem os meus deveres de solda-
do no campo da bit .Iba.
Aqui, em Peroamjjca e anda no 9.9
bataho. exerci tedoi os c&rgos compet-
ve s cem o mea posto, annos o de quer-
tel-mestre, qae nanea quis ser.
Q lando desharmonisei-me com o finado
coronbl Bello, cm 1877, depois da grande
questSo que com n'Ao iive, qoestSo qae
opportaasmente trarei para este jornal
para mais uma ves arrancar a mascara de
certos tarta os, fu: r.om-ado ajudante de
irdens encarregado do deta'he do com-
mando d.s Armas, onde s;rvi, c-m per
quenas ioterrop^Ses, (t o commando do
practeado general J.s Qlarindo da Quei-
ros.
Tcdos, gen r-.ei distinctos e illastrados,
foram unnimes tm recoabecer os m-.-ua
si-rvicos e elogiar-me.
Depois, voitei ao O: rtel General,
como secretario mi.iar do Sr. marech&
Sui ao serv sioda com os generaes
Ewbaik, Ourique fJecques, Teise'ra J-
nior o Xuvier da 'Jamara ; e, apesar des
intrigas movidas per um certo Jeronymo
ui sempre dutingo do com elog'os.
Se tem, como dis, a co''ecc5o da jor-
n-e3 deste E^t do, ha di encontrar os elo-
gies a qce me teiho iefendo.
Me pa-ece que n8o fora de proposite:
Sembrar a essfs Jeronymos, que, tocndo-
me por sct'gi idade a promocSo ao poato
de major, fui promorido por merec
ment.
Nao crei o 3r. J-rocymo de Castro,
que cscrevi eatcs linha^ para S S nSo ;
foi para o respeitavel pub'.i o legente,
que me nSo conhece, e que noa ha de
julgar, e apreoiar o mido porque fii ag-
gredido e os termos em que respondo.
Parece que ;a opiniSo dos generaes
cfficiaes sup rio;es, com os quaea fen'r.i
a rvido, muito mais valiosa do que a
do Sr. Jeronymo de Cestro.
Tenhem pfcenca as pessoas que se
d'goarem de 1er este art go bem core >
oatros que por ventara tenham de vir
Ins da pablicidade ; hei de provar qnanto
o Sr. Jronymo de Castro anda efattado
da ras3o e da ja ticv
Joaquim Jorge ele Mello Filho.
Companhia
Progresso
lo conim rdo e o publico em
geral
Ptlo presente declaro
e torno patente que
desde o dia 25 e Ja-
neiro prximo pasGad'j
desliguei-me completa-
mente da Companhia
de Seguros Mutuos con-
tra fogo "Progresso"
com sede na Capital
Federal e portanto ne-
nhuma responsabilida-
de me cabera pelas
transares fe!tas com a
dita companhia por
achar-me com ella qu'-
tes conforme docu en-
to autentico de saldo de
contas em meu poder.
Fique portanto esta
declaracao patente e
conhecida do publico
pernambucanu para
evitar duvidas futuras
Recife, 20 de Feve-
reiro de 1894.
Dr. Antonio Molinari
Laurin. _____
Portugal
precisare saber onde para a Sra. Rita de
Jtzes de Almeida, natural do Coo elho de V; i i
Lugar de Miguis, qae seu mano Joao Hibeiro
de Almeida deseja saber do paradeiro da mes-
ma : pa a melbores informa;>8 dirija-a- ai
portao da enfermara do Arsenal de Marinea
para fallar com Herminio Ferreira da Silva.
Parabens
Ao Dr. icio Martins de Andrade e a sna cbara
conserte D. Maria Macedona de Andrade, pelo
ciascimeoie de sea iateressante beb.
Tig'p:. 20 de Fevereiro 94.
Liberato.
A trra da* floree.Por meio de um de-
licado projeesoresultado de orna grande expe-
riencra.babiitdadeetraoalnoconterva-se a fra-
gancia das mais escribidas flores qoe fe abrem
na Terra das Plores, > na Agua de Florida de
Murray A Laomao como si fosse apresentada em
um rao aibete de flores acabadas de colher.
O perfume deste modo obtido dnradouro e
delicioso, pois sea odor se impregno nos vesti-
dos ou no lenco em que Be ho osado, atado uma
ccmthagSo do puro odor natoral das flores mais
delicadas ; semptn refresca, aempre igradavel
eem qoanto que c& nm rastro de sus preseoca,
conserva estes rasgos caractersticos'.
m

t, i; i ,.
-
"TOiissV
" i '*!'''
r/TVmm\-


13torio de Eeii;aB*EHBCo .CLcarterf


Ao eleitorado republicano
A staselo oread* para a poltica per
nambucans pe impatrotioa revolt de 6
do Setembro, impoa-me o inullidivel inda
que doloroio dever do reoommendar par
as sleicSes da aenador e deputad >s que ie
toem de realiiar no da 1 de Marco, ama
lista de candidatos em parte diferente da-
quell* que oom oa ootroa membroa do di
reotorio do Partido Republicano, firmei
em principios de Outubro do snno pas
aado.
Tirando aa consequescias lgicas e i m-
msdiataa daa ideas emittidas em mea ai
nifeste de 10 de Nove obro e tendo em
vista a impossibilidade de reunir a maioria
do direotorio para deliberar sobre a ne-
e;sjaria modificarlo da primitiva chapa,
impoiaibilidade que nlo preveio da falta
de convcc cS> da minha parte) ainto me
obrigado a dirigir-ma individualmente ao
Partido Repnblioano pedia lo os seas suf-
fragios para a lista de oandidatoa que se-
sata.
Cs cios novos nomos agora apresen
tados em substituido de antros tantos oi-
dadSos cajo mrito soa o primeiro a con-
fessar, aSo do oorreligionarios nlo menos
diatinctos e que principalmente se teeno
feito valer pela sua dedioacSo e servidos
causa da legalidade, acneajida pela re-
Tplta.'
Sen lo tal dsdoacSo e taea servidos o
criter.o que presidio organisacKo da
nova chapa, acredito que ella ser bero
acolhda por todos os correligionorios que
rae honrara oom sua sympathia e solida
riedade.
E nlo s cont com isso, oomo pego t
esees mesmos correligionarios todo o apoio
e auxilio possiveis, no sentido de sahirem
victoriosos das ornas os candidatos cajos
comes vSo abaixo indicados.
Recite, 1 de Fcvereiro de 1894.
J. Isidoro Hartins Jnior]
PARA SENADOR
Dr. Francisco do Reg Barros de La-
e rda.
PARA DEPUTADOS
1. districto
Dr. Jos Isidoro Martina Jnior.
Bellarmino Carneir .
Dr. Esmeraldino Olympio de Torres Ban-
deira.
2. diotricto
Vt. Joaquim Tavares de Mello Barretto.
7 t. Edaardo Rodrigues Tavare de Mello.
'' Agostinbo da Silva Leal.
3." districto
\rminio Coriolano Tavares dos Sao
D Vdelino Antonio de Lana Freir
~U.
n
4.* districto
','. Jjs Moreira Alves da Silva.
i r. Aristarcho Xavier Lopes.
5." districto
Coronel Antonio Gomea Corrala da Croa.
Dr. Oswaldo Machado Freir Pereira da
Silva.
O processo de Antonio da
Costa e S
NSo ha, pois, a vista do qae temos de
znonstrado, qaem pos ai ti vare en te affirmar
convicto, qae Costa e S, na tarde de 21
de Agosto de 1890; tioha em ri, accen-
tuada a idea de comrretter o homicidio
pelo qaal infelismente est rsspondend*
parante a sooiedade.
A indiicSe lgica e imparc'a', qae ros
cfferecei a leitnra do processo : trooxenos
COHHERCIO
a ocnnoclo plenamente qae o faoto qe
todos lastimsmos dora-se para e mermei-
te casual; embora, transpareg avideaco-
rnete o atropello oom qae corren a for-
macSo da culpa, ^er onda ae reooaheee
logo a manifest persegaclo oontra Costa
e S.
E assia pergantamos: qaal o destino
qae deram a ama oarta eaoripta, por Cos-
ta e S, ao fallec lo, ama hora antes do
lamentavel faoto ? Esa oarta passoa das
mSos do subdelegado Quintas, para as do
Etm. Sr. Dr. Julio de Mello Filho,
Queator Policial.
Qaal o movel que autoriaou asae des-
aparec menfo qae poderia ter traaido im-
menaa la para a oooorrenoia?
Sim, por qua, qaem escreve ama oarta,
em termos to preoisos e claros, tendo em
vista refutar os pontos maia revoltosos da
infamante petico nSo estafa lonco nam
tioha idea de se tornar am nonio da. O
qae podemos, porm, ganntjr qae o
Exm. Sr. Dr. Qaestor, nSo tioha iateras-
se de Bonegar am tSo importante doaa
ment, no sentido de esclarecer a ver
dade.
O Exm. Sr. Dr. Qaestor, im cava.
Iheiro honeatissimo no oamprimento de
seas deveres, e no se lembraris de aob-
trahir provas, qae podessem justificar a
innocencia de am homem, por qaem, elle
se tem mostrado verdaderamente compa-
decido a vista de tSo grao.de infelioidade.
A oatres pois, competem estes crimes per-
ante a justica infallivel qae a de Deas,
Por qae os perseguidoras, de Costa e S.
esqaecem-se de qae agverdade tem a pro-
priedada dos oorpos lquidos : qaanto maia
comprimidos mais depre389, d-se o pro-
cesso da iofiltracSo.
Anda, temos, am oatro ponto de aam-
ms importancia a veotilarmos: P rqae
aSo se obrigoa a vir depor em juiso Fer-
nando Burgos, filbo do fa'lecidc, nica
testemanha presencial de todo o faoto ;
embora tivesse requerido sen oompsraci-
mento o Ilustrado e honesto Dr. Fiora-
vante ?
Fui, por qae, se tornea que Fernando,
oaturalmento iagenuo, tornasae manifesta
toda a verdade ; foi porque, todo esse
processo de Costa e S, no podando se
tornar am erro juridioial tornou-ae um es-
oandtlo uridiej. Nao procede a allega-
co de que, Femando nao fra encontra-
do nesta cidade, por qoe, ni mesaia hera
a no meamo ii. em que depaoha Jos
Raymundo da Costa Meneaos, dava o aeu
depoimento em juiso Fernando, paasa
va ctlatamente em frente a salla das au
diencias firmando, ben a vate, pira as
pesaoas que haviam comparecido a audien-
cia em que Be acbava Coata e S assia-
tiodo pacificamente a todo esse escndalo
escripto transformado em processo crime.
E' preciso, ter-se, em muito pouoa cen-
ia os nobres sentimentos da sooiedade,
colleotivamente fallando, para se poder
explicar tanto des pego aos principios de
justica.
Maa, oomo, era preciso carregar a mSo
(pbrase textual) em Coata e S, em sobs-
titaiclo a carta aubtrahida, apparecea no
tribunal do jury nm esqueleto de macaco,
feito de mata, oousa que exiate a venda
em casa do Sr. JoSo Ramos, como prova
do crime 1
Por corto, fazer-so juiso, muito in-
fantil o oorpo de jurados da cidade do
Recife, para a exhibilo de am tal obje-
oto oomo prova de am crime* E ter se
em conta muito sommena a liberdade in-
dividual.
Saibam os homena de bem, qae, sem
alimentaren no pomelo o negro sent-
ment de vingaoga e odio, qae nlo existe
ama s daa teatemanhas qus depoaeram
no prooesao qae ae refiram a historia do
tal esqaeltt) de maca o. Pois. haver no
mando, pessoa seria qae acredite qne,
tendo a denuncia se referido a tal obje-
ato as testemanhas nao fossem interrogadas
sobre elle? Com ecaa acea de effi'.o 1
te ve-so em vista insinuar-se a idea de p.-e
meditaglo 1
Se existi a premeditadlo oomo nSo se
artioulou no liballo, oomo nada consta dos
autos neste sentido ?
Pro puior. Mas seriedade seohores,
agentes da parseguicSo, a liberdade de
am hornern ooasa miito seria; so o in-
dividuo deliquio por effeito de soa orga-
nisaglo mrbida de juaja qae a sooie-
dade, por am instiecto de natural conven-
ci procure segregar de sea seo aqael o
qae Ihe prejudicial ; mas, tendo sea-p'e
em vista a qaanto est sojeita a con le-
genda humana. Porm, em se tratando
de um oaso furtui o, de ama fatahdade
inaudita, essa mesma sooiedade tem o res-
tricto dever de lastimar a dasgraca e es-
tender os bragas ^a misericordia ao iof-
lis qoe teve a infelicidade de cahir ful-
minado pelo raio do infortunio. Sim
porque nease procedimento que est
manifestado, igaalmente o principio de
c^nservaySo da especie. Isto qcer diaer
o meamo, qne lutar com os elementos :
O raio fulmina ; o cyclone devasta ; o mar
revolta-se para em seas abysmos sobaier-
gir grande namero de victimas 1 E o ho
meo consciente- mutas vetes da graode
catastropha que Ihe est imminent baixa
a fronte hamilhado e espera por sua
aorta.
Recife, 15 de Fevereiro de 18-H.
Continuaremos.
meato desta trra e a auxiliar as indas-
trias nascentes, priucipal vehiculo de
prosperidade e riqueza do commercio,
a examinar a collecco de amostras de
seus prime"ros productos expostas na
AssociacSo Commercial e ua vitrina da
Livraria Francera.
Os senhores pretendientes poJom-se
cotender com o Sr. Theoure ro ra
1.' de Marco n. 7, ou na fabrica, na
V^rzea comJ. W, de Medciros, ge-
reote.
fS^ Superior panno e bollas tem
| 0 PARADIS DES DIMES
O
N3 abaixo assigoados
declaramos quehoje recebe-
mos da t Companhia da se-
~^M.O)^W*-rfW,W>
-j#t*VMr~* --ava. fwtr
BSPARTLHOS
ELEGANTES!
CONFORT A 7 EIS I
Receba grande sor ti ment
a? ?ms!S es mu
-W*.-1W^-~MM-0-VW>
gar 3
Sedas pretas lisas e lavradas
ultima nov'dade.
Capas, visites e pelltrinea de
seda e de venda o que ha de
mais cuio.
Mantilhaa e echarles de seda
o retros prr-to.
QaarnigSea e e-a'lSjs com vi-
drilhos e sem vdrilhos.
Fitas de ve'ludo e eetim,
completo sortimento em fa-
zendas pretas
A pabaszs :ss mu
Ka do Barao da Vict. bia 33
sSiA ia <%< frKa a<*,5
Prodactes da Fabri-
ca de Tecidos de
Malha 4a Verx^a.
Tendo esla fabrica inaugurado seus
trabalhos, e adan Jo-so habilitada a
s lisfazer qualquer encomnenda com
promptido, convida-se ao rcspeilavel
corpo commercial desla praca sempre
solicito a cooperar pelo engrandeci-
Iia CoHMserelal de rernasn
hmm
roricOta omcian da junta dos coa-
XXTOKE8
Pra^a do Rf, 20 de Fevereiro de 1894.
Apolices de Usina jaros de 7 O/o emls*5o de (8
--'e Janeiro do valor de t.iOOOOO ao par:
Na Bolea venderam se :
7 Apices de Usina jaros de 7 O/o
O presidente,
Aagneio Pinto de Lentos.
O secretario,
Antonio Leonardo Rodrgaos.
Cambie
PRACA DO RKCIFK
O mercado conserven se na mesma posicao de
Dpntpm, com Indicio de mais Ormesa.
O i Bancos com s taxa de 9 i/2 offereciam sac-
car a 9 9/16 realisando-se traneacOes insignia-
centes.
Em papel pa'ticnlar tfferecism francamente
9 3/8, sem encontraren] timadores.
Os Bancos tal vez comprafsem qnantlas liaita
das a 9 11/16.
VetaeSea de genero*
Para o agricultor
ASSUCAR
Crlstalisado......* a 6.00
Usinas por 15 kiles. 6/000 a 6*100
Brinco dem dem .... 54S00 a 54800
Someoos, idem idem. .. 4*100 i 44300
Mascavado dem dem 34100 a 34300
Rroto dem dem, r 34400 s 34500
Broto melado i y t ; 34100 a 34300
ntame id< m dem j? j 34000 a 34100
Algede
Nao codeIou negocio.
Jaleool .
\ Por pipa de 480 litros 2614000 venda.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 1604000 venda.
Mel
Colamos nominal a 804000 por pipa.
Carnauba
f Cota-se de 124 a 194000 por 15 kilos vendas.
Cenroe
Seceos salgados na base de 12 kilos a 805 res
aomioal.
Verdes a 470 res nominal.
Borracha
Cota se a I540C0 por 15 kilos.
TABELLA DA8 ENTRADAS DE ASSCJCAE E AL-
GoDAO
Mea de Fsvereii-o
Entradas
Barcacas .
Vapores......
Aoimaes.....
Estrada de Perro Central!
dem de S Francisco .
Id?m de L'mceiro. .
Das
A san-
ear
Saceos
46742
6729
18833
63519
28332
Algo-
dao
Saccas
1350
6863
3116
2387
18 5
78*5
'C,n,'~' ;T0f.
~-----------'-
Mpertacio
Lagar ioglea Flora entrad) de Terra
Nova, em 11 e consignado a Blackbarn
e comp.
Baoalbo 3000 barrois e 2355 meiaa
ditas ordem.
Logar inglea Rosina entrado de Trra
Nova, asa 11 e consignado a H. J. Per-
man.
Bacalho 2203 barreas e 1463 meUn
ditaa ordem.
Escuna iogleza cFair Wind entrada
da Terra Nova, em 14 e consignada a
Jhnston Pater e comp.
Bacalho 1610 barricas e 1630 mess
ditas ordem.
Patacho sueco Hilma entrado de Pe-
lotas, em 10 e consignado a Joaqaim da
Suva Carne'ro e comp.
Farello 300 seceos
Graza 280 bezigas.
Xarqne 946 fardos aos consignatarios,
565 a Amorm ImSos e comp, 571 a
M. S. Mais, 563 a Jos Btltar e comp.
Vapor ingles Avia entrado de Car-
d ff, e3 14 e cinsigoado a Wilson Sons
e comp.
C^rvSo de pedra 1014 tons e 8 qnintaes
ordem.
Vapor nacional Manos entrado dos
Portos do Sel, em 15 e consignado a Pe-
reira Carneiro e oomp.
Alambique 16 volumes a Julio e comp.
Amostras 1 volme ordem.
Barricas 34 vol ornes a J. Baltar e
oomp.
Arooa 1 volme a J. Baltar e comp.
Brabante 3 fardoa a ordem.
Cotdaa 500 pecas a Costa Lima e
oomp.
Caf 22 saceos ordem.
Charutos 10 caixas a Almeida Machado
e comp., 3 a Cuta Irma e oomp., 1 a
Snlaer KbQffmsna e on-p.
Cbapoa 1 caixBo a F. B. da S.lva, 1
a Samarcos e comp., 1 a Alvos de Britto
e comp 1 ordem.
Drogas 5 volamos a Arthor de Mattos.
Fumo 3 ) volnmea a Borel e comp., 23
a Companhia de Eitivat, 63 a S. Bsnaty
4 B.nk.
Panno de algodlo 10 fardoa a A. Vi-
sara e domp., 10 a Guerra Fernandos e
oomp., 10 a M. D. da Silva GaimtrBei,
20 a Machado & Pereira, 8 a Amorm e
comp.. 26 a Frederioo IrmSos e oomp.,
83 a Pohlmann e comp.
Rap 2 oaizas a B re o comp.
Vapor nacional Jaonbype entiado dos
Portos do Norte, em 16 e consignado a
CoTpT.h'3 P^rnaTbicana.
A'ipdlo 141 saeiva a Prente Vidn
bri-.ho, 122 a M. de S. Fracoo, 2 6
Companhia de Estivas, 266 oriem, 109
a Gomes de Mattoa IrmSos, 119 a J.
Kraose, 42 a S. Nogueira e cjmp., 156
a Aomm IrmSos e comp.
Barricas 36 att dos a J. A. S. Lina.
Chapos 64 volumes a M. S. Franco
6 a Costa Lima e oomp, 54 a Snlaer
'Kauffmann e oomp., 5 a G. de Mattos
IrmSos.
Cera de carneaba 72 accoa aoo mes
mos, 1 barrica a M. S. Franco.
Carogis 99 sacos ao mesmo.
Cutjs 15 a Companhia de Estivas, 37
ordem.
Esteiras 90 volumes a Coata Lima e
comp.
Faas das 20 volutnas a Julio e comp.
Pellea 10 fardos a Delmiro & Giveia,
14 ordem, 2 a G. de Mattoa Irmaos.
Piano 1 ordem.
Sola 17 rolos a M. de S. F.anco.
Vassoaras 3 pacotes a M. S. Franco,
98 a Costa Lima e comp.
Vallas 5 caix&e o mesmos, 20 a J.
A. C. Viaona.
Poitos do Sal, vapor nacional Una
entrado e o 15 e con i-;oado a Companhia
Pernambnoana.
saceos a Mondes Lma e
ordem, 65 a Raymundo
mutuos contra fogoi
cProgresso coai sede na
capital Federal a rua da Al-
fandega u. 116, os prejuisos
totaes que no simstro dado
em a nossa Fabrica deno-
minada c Casias em-31 de
Dezembro de 1893, a^ra-
decendo aos Srs. membros
do conselho fiscal que no-
mancou iudemaisar por in-
termedio do S-, director
gerente n'esta capital no
Escriptorio do Sr. De. An-
tonio MJiaari Laurina, \ elo
que ficamo? gratos a mesma
directora, cuja abtica acha-
va-se segu a desde 3 de
\gosto de 93 sob apolice n .
3059 no valor de reis 150
ccn'o3.
Rec'.fe| 19 de Ferereiro
de 1894.
(A.8signado).
Azevedo 4 C.
Goilegio de Noss? Seohora dt
Peaha
Rna da Imperalriz n. 2
As aulas principiarSo a faoocimar a 8
c"e J.ceiro.
de alcojl e 80 Ji'aj com 37,'iOO d:tos de agur-
dente.
Compaobia de Estivi, 30 pipas com 14,10)
litros de agurdenle e 10 ailis com 4,700 ditos
d9 alcool.
Para Sanios, c^rregaram :
E C. Beltrao ft Irmao, 300 ?secos com I8,00fl
kilos de a.-sacar Dra.ico e 2(0 ditos com 12,000
ditjs de dito saascafsdo.
ro vapor oacioaai Uoa, para Ceara, car-
regaram :
M. A. de Sena & C. 65 barricas com 4,250
kilos de issu-ar reQoado e tS ditas cem 1,600
ditos de dito braoco.
A. Menees, 1 barrica com 60 tilos de assn'ar
braoco, t dita com 60 ditos de dito maeci?ado <-
i barril ata 93 litros de agurdente.
D. F. Porto Baltar, 2 barra com 180 lit-os de
alcool.
P. Alves 4 C, 50 barra com 4.800 litros dp
aeoaroeste 10 oarncas com 852 lelos de a si
car refinado e 27 das om 2,781 ditoi de oi u
branca.
Para AraCoty, carregaram :
P. AIvsj & C, 14 barricas com 1,192 kilos de
sssacar r- finado, 64 ditis com 5,06i duo* de dito
braoco e 25 saceos com 1,875 dnos de cito mai
cvalo.
MOLESTIAS DO ESTOMAGO.! TIo Cnassalai
ZiOterias
Os pedidos de bilhetes
de todas as loteras de-
vem ser dirigidos a
MIRTLXS F1ZA & C.
Ageutfs geraes
GASA Di FORTUNA
23-Raa 1. de M^o23
Cala do Crrelo n. t...
Telegramma-FIlUZ 1.
^^9s/^gA/a<^rzz>sz | BOKECJS GRANDES f
Ricamente vestidas 4>
FALTANDO E COM M07IMEST0 Si
fanooionsrSo a l.1 qae oomprebende OS
qaarterflsa L.*, 2. o 3S, no edificio do
Conceibo Maoicpal sala das sessoos ; a
2., qoe oomprehende os qaarteiiSes 4.,
5.*, 6% 7. e 8.% na casa da Cmara em
ooostmoclo ladeira do Varadooro ; a
3 *. qoe comprehende ca qnarteii3as 1.",
2.c
4., 5.. 6., 7., 8
9.
10. da fregaeaia da S, na casa do pro-
teasor pobtioo travessa do Ampare n.
13; a 4.a, qoe comprehende os qaartei-
r5es 1.* 2 3. o 4.* da fregoeaia da
Beberibe na casa da professora publica
(povoacSo) ; a 5 a, qne comprehende os
qaartei.5js 5., 6* e 1, na oasa
qae
3."
RECEBIH
4n Paradsdes Dimes
&
P
O abaixo assignado, teetimecteiro de
Jj2o Jos Rodrigues Mein Jes, Barfii de
Rodrigaba Mnod^i, convidt eos afih-dos
da b'.p'.i-rn do tinad > a apreseotarem no
praao da <'.0 ;as as euas certidues de ba-
ptismo, fifiai de si h&biltarem a reosber
o legado do 500$ quo Ih-i de'z;u em seo
teBtame Keoife, 19 de J.uiirj de 1894.
Antonio Femantes Ribeiro.
EDITES
0 capitlo Fredercj Colomoin > da "va
Qaimares, presidente d> Ciajelbi Mi
nicipal de O.iada em viriuds da lei
etc.
Fago Siber a todis os cidid2"s eleito
res qua de conformidade com S3 ordena
do Qjverno, tim do se proceder no dih
1 da Margo vin tonto a eleigTo p ra Pri
sideota e Vic P.-midenta da R publ C
dos Estad s Uaidos do B'asil, e para se-
nadores e df p itados ao Corjgrssso Feda
ral, que oosecar s 9 hiras da rumba,
davendo terminar 'no mesmo da, cada
eleiior votar em um nomo para Prcai
dente d- Repblica, em cm para Vioa
Pres idete, em um nomo para senador, e
em tras comes para deputatas, convid
portanto a toios cid^dSos eleitures a com
parecerem naqaelle da a referida ele cao
na diversas secgo'es deste municipio, que
Keadieneacoa
iut
Hands ''al
Jo da i a 19
iam da 20
OB FBVEBEIIl
Aifantlej
pcf>!l**
o* (833
i.073 I02i559
72:2,8 49J
Randa co ftiaar
0o dis
toes
l i 19
316001*795
7:O9i70
i,(51.31i/Oo8
323:211^575
estrada nova de Agua Fria; a 6.*
comprehende os qnarteirSas 1-, 2.a
4, 5.% 6 7. e 8 do 1. districto da
Marangruape, no consistorio da egreja do
Nossa Senhora do O'; a 7.a que compre-
heode os quartei;3.jb 1., 2.. 3, 4.,
5., 6. o 7. da 2-' distrioto de Maran-
guape, na caaa da professora publica em
Paratibe; sendo oa membros das mesas
eleitoraea os seguiotes oi-adBos : 1.a Jos
Nunes de O.iveira, Manocl Joa de Cas*
tro .'_Vilella, Ant Jos Marcolioo da Focseca Manguinho,
Agostinbo Soares da Santa Clara. Sup.
plantea Manoel Liberato Fernandos Soa-
res, SebastiSo Antonio do Reg Barros,
Valdevioo Demetrio da Rocha Wander-
ley ; da 2 a Alfredo de Albuquerque Mar*
tina Pereira, Ep'phanio de Franja Millo,
Jos Marques Corris, Joe Marcelino da
Silva Brsgi e Lua Mximo Pereira do
Aritdjo. Sopplente8 Actonio Franc'sco
de Albuquerque L'ns, Francisco Xavier
Pereira de Britto e Maximiano Ferreira
de Sooaa; da 3.a Manoel Marques da
Silva, JoSo Aleixo da Cucha, Astoloho
Ado'pho de Pava Vianna, Antonio Far-
miano Uirqjes dos Santos, Gentil Cor-
roa de Qam3o. Supplentes Fnnc'eco
Marques da S Iva Mendos, J Lo de B*r-
ros Cjrreia da A'aop e Evaristo Flores
da R>cha Wafderleyj da 4.a Franoisco
Velloso de Albu juerq'je Lin?, Benjamn
4 Caraio Lop:s. Aatenor Gongalves
Netto, Autonio Prieto, Antonio de Mo-
rttes e S Iva. Supplentes JoSo da Silva
S.ntos. B^aventura de Pauh Mello e Al*
varo Juaquim da A m ; da 5 a Maximia-
no Lopes M^ohido, M.Uqaias Gomes do
Mallo, B a .'-ir. tura Engao da Mallo,
Francisco J v.uario Nuaas da S I va, Fa*
vio Ferreira Cat3o. Supplentes Rodol*
pho Tavares de Sonzi, Aatoni> Alazn*
drioo Al-es e Rmalo d tina ; da 6 Joaquim da S Cavalcante
de Albuquerquo Antonio Luiz da Fon-
seca, Austria ano da A'aeida Villarim,
Jos Mantillo da iva Raagel e Maaoe
Fermino da Torres Fatcao. Supplentes
Custodio dos Anjos S>ato, Manoel Joa-
quim dos Sanios Cbrs'o e L n? Mo-eira
de Cirvalho ; da 7.* Antono Pacheco
Soares da Silva, Nicanor Btndaira da
Mello, Manoel do Reg Albuqnerqna, Pe-
dro Alpeniaco Marinho F lelo, Jlo Chri*
sostomo LaitSo R.ogel. Stippientes Jlo
Sotero da Oaus, UtviJ Pa;j Barretto a
Antonio Jlo de Barros.
Di que para constar mandou pastar o
presente edital que sor affix-do na porta
do edificio onda fincoiona o Coccolha
Municipal e pub'icl o peU imprepsa.
Sala das sessSes do Coocelbo Munici-
pal de Oliod, 12 da Favareiro de 1894.
Eu, Jjs Marcolioo da Foac-ca Man-
guinho, offliial m:iior da secretaria do
conceibo o essrevi.
Frederico Co'um^iano da Silva Guimaraet.
AlgodSo 400
comp., 1300 i
Seixas.
Couros 116 a Pereira Carneiro e corep.
Aaeite 1 caixa i ordem.
Fio 2G saceos a Odilon Garca.
Fumo 50 roloa a Costa Lisa e emp ,
100 a Azevedo e comp ICO ordem.
Pontas de boi 4 saceos a Pereira Car-
neiro e comp.
BtportacSo
REciri 20 OB FEYKBEIBO DI i89i
rara o exterior.
Ville de MonleviJj,
. Na vapor francez
para Havre, carreearam
Borstelman k C, 3.000 conros verdes com. .
65,000 kilos.
No lugar americano Joba Swan, para
wew York, carregaram :
Mello St Velloso, i ;000 saceos com 75 000 kiles
de assucar mascavado.
Julio a C, 1,003 saceos com 75 000 kilos de
assucar massavado.
.Paro o terto
No vapor trances Parshlba para Rio de
Janeiro, carregaram :
L. M. Araojo, 800 sacco3 com 30 000 kilos de
assucar braoco.
G. Paulle, 15 pipas com 71,400 litros dealcoo.
J. Esoatj* Per ira, 80 saccoi com farinda de
mandioca.
i. de Maceeo, 17 calzas com ICO litros de vi-
nbo de cajo'.
C. Pesaos, 800 saceos com 48,060 kilos de
?ssocar branco.
J. daCost Ferreir, 60 pipas com 28.100
litros de agoardei K
P. C. B?lfio <* I-mo, C00 sic:o3c:o} 30,000
:1o? '* t*uur Drsacti
(.'. G- aivi.f J:r or. r0) fac.,::s :oT).'0CO0
Ii'j* ae ca u ir r orjj
P. "le O .tura Ut, :0 pp=- .oo. 9 03 '! os
Para N tal, carregaram :
P. Al ve* & G JO oarricas coao. l.JOO kilos de
assucar refinado.
Pra Maclo, carrecaram :
P. AUfs C, 33 barricas com 2.SI0 kilos re
as>ocar refinado e 24 ditas com 1,172 ut.s u*
dito b-anco.
No vapor nacional 3rai'l, para o Para,
carrejarais :
i. Baltar C, 2S0 barricas com 17, 00 k los
de ta-ne;.r braoco.
No vapor lof{le> ordogoe*. rara Santos,
car.egaram :
J. Baltar & C, 00 birtls com 27,003 litros de
aaaarewata.
No vapor allemao Cataaia, pa a Rio de
Janeiro, carregaram :
P Carneiro & C., 4n0 saceos com 24,000 kiloj
de de assucar branca.
Para Sanios, carreearam :
B. Kaotbacb & C 1,000 taceos com 60.000
kilos re assucar braoco.
-- No vapor lngl-.z Oeianobre*, pira Santos,
carregaram :
S. GaimarSes & C, 1,303 sa:cos ron 78,000
k los de assucar masca'ado.
No g.r ingiez Coonters of Devon, para
Porto Aleare, carregaram :
P. Ca nitro & C 2,'.00 saceos com 187,00)
kilos de asencar braoco.
;i"o patacbo allemao Tonaa, para Porto
Aleare, carregoo :
J. F. Ma'ques, 1.4C0 saceos com 18,000 kilos
de assocar branco.
Nohiate tD. Attonia, para C?ar, carre*
gou :
J. Cardoso, 60 barris com 4,150 litros de
aguarceate e 34 diics com 1,190 ditos de vi-
nagre.
J Sslguelr.l 4 10 barricas com 2,044 kilos
de zssncar braoro
No blate O. Julia, para Aracaiy, carre-
goo :
Companhia de E-diva, 1 barrica com 90 kilos
de assucar refiaado.
Para Mossor, carregoo :
M. Vie.as, al caixas com 467 litros de gene-
brs, 66 barris com 33 ditos de capil e 1 ciix s
com 20 dit03 decoguc, 1 barril eos 90 dius
de vinagre.
No Date Neptono, para Natal, carregoo:
i. Sinzs, 40 caixas com 760 kilos de sabSo
Si D.re-i .'j rceiura, f> "*riy 11 :
Scmma total l,474:8J2i53j
Saganda ssccio la \if iade< da Pernambuco,
20 da Fevreiro da (894
O ebefe da scelo,
Jos Gomes xa Silva.
O lueaoorei ro,
Lou Manoel Rcdrigais Vaieoca.
RBCSBBDOftIA DO SSTADO
Do da 1 a 19 83 393*35)
tueu. u. ZU 18 28813^1
tO|:8o*7i4
nectra oKANAa
Do d!a t a 19 21-.4594853
dem a 10 i.43.#7ti
22 8944554
Mcreado Hunlripsl de -. Jo
O movlmento deste mercado no da 19 de
Fevereiro foi o seguate : Eatrarsm.
29 beis pesando 4,493 kilos.
310 kilos de peixe a 20 rs.
1 compart. com mariscos a 100 -3.
5 ditos com camaroea ? 100 rs.
30 columnas a 600 rs.
1 cargas com galllnbas a 500 rs.
5 caasuaes com gallinbas a 300 rs.
4 cargas com gerimom a 300 rs.
3 cargas com melancia a 300 rs.
1 carga com bananas a 30C rs.
1 carga com laraojas a 300 rs.
3 cargas com loocas a 30!) rs.
1 carga com ceboliobo a 300 rs.
8 cargas com frelas a 300 rs.
2 cargas com batatas a 300 rs.
18 carcas com farinba a 200 rs.
2 cor gas com fejao a 200 rs.
3 carga com macacbeiras a 300 rp.
3 cargas com milco secco a 100 rs.
51 lagares a 200 rs.
12 soioos a 203 rs.
11 comp. com suieiros a '.t
8 comp. core soioelros a 700 rs.
8 comp. cm fressorass 600rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
52 comp. com fatendai a 600 rs.
46 comp. cora verduras a 300 rs.
76 comp. com farioba a 400 rs.
34 comp. com talbos a 2
620J
SI 00
SS'JO
18*00,1
14000
14500
14200
4900
300
430)
4900
0J
2J4O0
4303
34600
4400
4900
4600
104X00
24400
114000
54600
44800
234800
314200
13-1800
304000
684000
Rendlmentos do da 1 e 18
2334600
4.2984600
1
Presos do da:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sninos de 900 a 14 dem.
Carneiro de 14200 a 14400 dem.!
Farinba de 500 a 600 rs. a col;..
Mlbo de 600 a 660 rs. a cuia.
P-"5t- 00> a2.'D00 a ,u.
X'- q->* 9'l '. k lo.
.o nj '.O' :- n
4 5384203
Movlmento do porto
Navios sahidjs no d.a 0
Srntcs e eaoalav.por -rjglea Dslam*
bre*, commandante W. J .rJioa, carga
varios gneros.
Philadelphiavapor ing!ea fQastlealda.
commandtnte J. Jobn, carga varios g-
neros.
Cear byate nacional D. Julia, mestra
Liarentino F. Costa, carga varioi g-
neros.
CbservacSo
Nao houva entrada.
Atarlos esperado*
Do Rio de Janeiro
Barca Dorlog0"82 Amerira.
Baria portugusa A felina.
De Pelotas
Patacbo illenSo Adt-lheide.
Patacho al'emao Rostad.
Patacbo aWeuiSo Hermanr*.
Lugar Ingbz Aurora.
La;ar logias Hins.
Patacbo .llerao Hori?oot.
Patacho hollao icz Auent*.
Pa'a'ho noruecoeose liyat.
Lagar logle Mivaowy,
Lugar ooroeguen?e Caanee.
Patacbo sueco Htlona.
Pi'.acno po'tog.fz Marinbo VI.
Patacho al emo Ot'.o Graf Stolberg.
Lugar poriu uer Uiriobo VII
De Hamburgo pela liba Grande
Barca sueca B, 83.
Patacbo allemao Gergeane & Ane.
De Blych
Barca noruega Aiexandra.
De Londres
Lugar 3glez Harnee.
De Cardiff
Barca noruega Garibaldi.
Barca noruega Sucees?.
Barca noruegoense Mariba.
Barca noruega Hfarl.
Ba:ca iogleza Bogo.
De Tab'e f aj
Lu?ar ioglez Atbatross.
Do Porto
Patacbo nac nal Rival.
De S*anse
Barca Iogleza Starry.
Barca noruega Frey
De Leilh
Barca ngleza Canway Castle.
De New Port
Barca no-cegneneMemory.
De Terra Nova
Patacho ioglez Bella Roza.
Lugar mg ei Stella.
Lugar iogle Western Bello,
Lnoar ineles Nelly.
Patacho isglez Mistlebtoe.
Tapores a entrar
Mes de Favereiro
Sul ....:.....
Sol.........
NtwYerk.....
Europa.......
Earopa.......
Sal..........
Norte........
Sal........... Thames
Europa....... Campias*
lEtjna......
Troja.......
D-yitn.....
Do.'dcgne ..
Nile........
tBrazil......
Peroamtuco
21
21
21
21
II
22
14
25
26
Sal...
No-'p .
*w Y
i, ..
Tapares a sahjr
Mes de Fevereiro
......Pernambuco.
...... .r:ri'........
*; :.'-r .'::.:::::
t. m-
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evereu.ro
de
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iv-4
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!

v
t
Jiial
PBiSO DE 10 DAS
O guarda mor da Alfandega, previne
os Sra. proprietarios de embarcac^se qu
traositao coa anooradoures, qoe de ora ro
do Illm. Sr. Dr. inspector, aoha-ae mar-
edo o praao de 10 dia para aa referidas
nb arcares tranrem seus nomes eacri-
ptos visivelmente, sob pena de malta de
101000 a 100)5000 conformo preceitoa o
artigo 365 da consoldalo d&s lea das
Alfandegss e mesas da rendaa.
Goarda nnria, 12 do Fevereiro de
1894.
O guarda-mr,
J. Mlcher.
*~De ordem do OidadSo Dr JoSo Clan
oo de Oliveira e Cruz director gcral
itterino das Obras Publicas deste Estado
e em virtude ca autorisacSo do cidado
Dr. Gfovomad.if do Estado, faco publico
que i. ata 22 o corrate ao meio dia
receba se nesta repart 3o e em carta fe-
chada, propoatas p. ra fornecina snto de m-
teriaea as meamas obras dorante o correna
te exeroioio de 1894.
Os pro pon (tea deverSo apreaentar anas
Sropostas em dnpliosU oempanhadas
o informacSsa ou a'.teatados qoe abonem
saas habilitares e capacidade moral.
Todas as informayo^s precitas serSo
prestadas na secretaria desta leparticSo
onde se encontrar tambem o arrolamento
doB materiats a fornecer.
Secretaria daa Obras Publicas 8 de Fe-
vereiro de 1894.
O secretario,
A. Costa.
1.a SeccSo.Secrata-i do Goverao do
Eitado de Pernambaco em 13 de Feve-
rairo re 1894.
EDITAL
De crdsm do Exm. Sr. Dr. Governador
do EBtado e em observancia do art. 157
do repalamento qoe baixoa com o decreto
U. 9.420, de 23 de Abiil de 1885, faco
publico o edital abaixo transcripto, pondo
em concurso, com o prato de 30 das, os
officiosdo Io tabelliaVdo publie judicial
e notas e eecrivo de orphaos e accesos
do municipio de Amaragy.
Joo Augusto Ferrara Lima.
EDITAL
O Dr. Jof Antonio da Silva Mello, juis
de direito do municipio de Amaragy,
do Estado de Pernambuco, em virtude
da le, etc.
Faco saber a quem icteressar possa que,
com o praao de 30 das, a contar desta
data; est aberto o concurso para o pro-
vimentu dos oficios de 1. tabellino do
publico judicial e notas e escnvSo da or-
dena da provedoria de oapellas e residuos
creados pelo decreto oe 30 de Janeiro de
1831 e vago pelo faliecimento do servec-
tuario Jos de Calaaans Vieira de Soasa.
Os concurrentes deverSo jun'ar em or
ginal as saas peti(8es os seguiates d.ca-
Camentra :
Auto de ezame de suficiencia.
Certidlo de idade.
CertidSo de exame de Pcrtugues e Ari-
tbmetica.
Folha corrida.
Atteatado medico de capacidade pby-
sica.
ProcracSo especial se reqaerem por
procarador e oatros documentos para pro]
Ta de capacidade profissional. Todo de
cenformidade como o art. 210 o seas .
do decreto n. 9420, de 28 de Al ni de
1885.
E, para constar, passoa-se o presente
elital qae ser publicado na imprrensa e
ftffixado em logar publico desta cidade.
Dado e passado nesta cidade de Am:-
rgy aos 8 de Fevereiro de 1894.
Eu, Jos Tbimotheo Pereira de Bas'os,
esorivSo qae o escrevi.
Estiva .assignado. O ji.i da direito.
Jos Antonio da Silva Mello.
Esta conforme com o orginal e doa f.
Cid de de Amaragy, em 8 de Fevereiro
de 1894.
Eo, Jos Thimot' eo Pereira de Bastos
es3fiv3o o escrevi.
Amaragy, 8 de Fevereiro de 1894 O
easrivSo do civel. Jos Timoteh j Pereira
Bastos.
Certifico que affixei no legar do cost-
me o edital sopra, doa f.
Est conforme com o original. Amaragy
8 de Fevereiro de 1894. O porteiro do
auditorio. Jos Cosario de Aranjo.
Est cenforme com o original ao qaal
me reporto e doa f.
Amaragy, 8 de Fevereiro de 1894. O
essrivSo, Jos Timotbeo Pereira de Bastos.
1* SeccSoSecretaria do Governo de
E&tadn de Pernambaco, em 5 de Feverei
ro de 1894.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. Governa
dor do Estado e en obierv ncia ao da-
posto no artigo 157 do R-gulamento anoe
xo ao decreto n. 9120 de 28 d> Abril de
1885, faco publico o edital abaixo trans-
cripto, pondo em eoncaiso, oom o preso
de 30 das, os oficios de 1- tabelliSo do
publico judicial e notar, escrivSo do oi-
r!, orphSos, provedoria e residuos e o
de 2* tabelliSo do publico judicial e nouc
e escrivSo do civel, execo^Ses civtis e
de escrivSo privativo do jury e ex cuco.-s
criminaes do municipio de Alagoa de
Baixo.
O secretario,
JoSe Augusto Ferrc ira Lima.
EDITAL
O Dr. Max.miao Frano'sjo Duarte,
jais de direito do municipio de Alegoa
de Baixo, en virtude da le, etc.
Fas saber a quem intereasar possa, que
cem o praso de 30 dias, a oonttr desta
dafa, es' aborto o ct>> corso para provi-
mente dos oficies de 1- tabelliSo e escri-
vSo do civel, orphSos provedoria e resi
daos de segundo tbelli3o, escrivSo do
eivel, e execac,os civeis e do cscrivao
privativo co jury e execuc,Vss criminaos
jepi3'ia3ip',o, aq sito qae anda cS:
fj prvido vitalijiaaa-jte per co h Ver
quem o pretendesse no primeire concurso,
eeste qre se acha vnge pe'a renuncia fei
i.Ji.
Li
a pelo c:it4*3 qc to
,Jr 1 '."U L i
$.1 :: .3. V* itliv
|i.' / v a V.a! s ?: '
soibies d(comentos :
y.n
.i:
l. v C c -
_ .
j..
1.* Auto de exame de suficiencia.
2. Certidaj de idade.
3. Certificado de exame de porta-
guez e Arithmetios.
4.* Folha corrida.
5.* Atteatado medico de capacidade
pbyaica.
6.* Procurarlo aspe.i al, se reqnererem
por procarador.
7. Finalmente, oatros docamentos qae
forem convenientes para prova de oapa-
cidsds profissional ; tudo de oonformidade
oom o art go 210 e seas paragraphos do
Decreto n. 9420 da 23 de Abril de 1885.
E para quo chegae ao eonhecimento
dos intessadts passoa-se o presente q-e
ser publicado pela imprensa e affixado no
lugar do costme.
Dado e passado nesta villa de Alagoa
de Baixo aos 23 diaa de mes de Janeiro
de lfc94.
Ej, Jos Barbosa da Canha Moreira,
escrivSo interino o escrevi.O jais de di
reito Maximi no Francisco Daarte.
Certifico eu offiaial de jastica, servindo
de porteiro, qae affixei h jo as 10 horas
da manhS e na porta do Payo Municipal,
lagar do cosame o edital sopra e doa t.
Villa de Alagoa de Baixo, 23 de Janei-
ro de 1894.
Oolfioirlde jastica Antonio Mathias
de Aguir.
Est conforma oom o original e doa f.
Villa de Alagoa de Baixo, lil de Janei-
ro de 1894.7
Eu, Jos Barbosa da Conha Moreira,
eserivBo interino o escrevi._________^^
Governa do
em 130 de Ja
1.* SeccSoSecretaria do
Eatado d Pernambuco,
miro de 1894.
EDITAL
Da ordem do Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado e em observancia ao da*
posto no art. 157 do Rag amento o.
9420 de 28 de Abril de 18S5, faco pu
buco o edital abaixo transcripto pondo em
concurso com o praso de 30 dias os cffi-
c 03 de 1. tabelliSo do publico judicial e
notas e escrivSi de orphSos, residuo!, e
c-ipelUs do man opio de Bom Conselho.
O secretario,
JoSo Augusto Ferreira Lima.
O Dr. Francesco Xavier Paes Barretto
Jais de Di.eito do manicipio de Bjm
Conselho, Estado de Pernambaco, em
virtude da lei etc.
Fago saber que estSo em concurso os
oficieb de primeiro tabelliSo do publico
judicial e notas e escrivSo de orphSos,
residuos e capellas d'este manicipio, crea-
dos pela lei n. 271 de 3 de Desembre d
1841, e vagos pela nomeacSo do respe
ctivo serventaario vitalicio major Luis
AntoEio Cordeiro para oatro oficio de
Jast'ca no macicipio do Cabo d'este Es-
tado ; pelo qae oenvido aos pretendentes
i serventa vitalicia dos referidos oficios
pprcsenti ram-Ee dentro do praso de 30
diaa, com seus requerimentos datados e as
signados por si cu procarador ligrima-
mente constituido e acompaohados do
exame de suficiencia, certificados de lin
gaa Portuguesa e Arithmetioa, at a theo
ria das porporcSes, folha corrida, eertidSo
de idade, attestado medico de capacidade
pkysica e mais dosumentos exigidos pelo
Decreto n. 9720 de 28 de Abril de 1895,
art. 210 a seas paragraphos, todos em
original-
Qaairto a idd, hitan da oertle d
baptismo, poder ser prorada por qaal-
quer oatro meio em direto permittido.
E para qae chegae ao eonhecimento de
todos mand i passar este ed tal, qae ser
afiliado no logar competente, e do qual
ser remettido copia ao cidadSo Dr. Go-
vernade- do Estado, para os ns neces-
sanos.
Vida do Bom Cocielho, 23 de Janeiro
de 1 94.
En Jos Pinto da Silva Si uto. Escri
vZo de orphSos interino o escrevi.
Francisoo Xavier Paes Barretto. E
nada mais se cont nba em dito edital, fi-
elmente copiado do proprio original ao
qaal me report e doa f.
Eu Jos Pinto da Silva Soato rscrivSc
de orphSos interino escrevi.
Certifico qae hoj, s 3 horas da tarde
e na porta da casa do Conselho municipal,
logar do costme, affixei o original do
edital d# qae extrahi prosete copia.
O referido rerdade, de que don f.
O escrivSo de orphSas interino Jos
Pinto da Silva Sonto.
E nada mais se continha em dita eer-
tidSo, "ociada do proprio original qae
me renco c ca t.
Ea Jos Pinto da Silva Soato, escrivSo
de orphSos o escrevi.
Secretaria do Tnesonro do Estado de Par-
uembuco, em 15 de Fevereiro de 189.
De ordem do lio. Sr. Dr. loso ctor deste The
eooro, convido os senborep,'cojos nomes vio,
abaixo rnerjcioiadoi, a vlrem reco'ber ao cofre
do mef mo. ceatro do pr8io iuiprorogavel de 15
od*, as qaaniias lef-a declaradas, e que ibes
forim abonadas para compra do cavalgaduras,
rojo lempo dedaracSo Dao completaran!.
J.s Floreado d j Camino, ex cemmao-
dante do rorpo de polica 2562oO
Seve>hno Vieira da Pai. ex-teceote-
ajudante do mesmo corpo 50/000
Francisco de ket'.a Ferreira Magalhes,
ex^apitio da 1* regiao do corpo de po-
lica regios! 87/50o
Irioea Ooreonio Pas Barrete, ex-capi-
to da i* roeiSo do mesmo corpo 87/300
Francisco Antouio Lop?8. ex capio
da 3* rf giao do referido corpo 87500
Servindo de cecreiario.
Epaminondas P. Baodeira e A. de Vascoocellos.
1.a secySo. Secretaria do goverao do
Estado de Pernambuco em 8 ds Feverei-
ro d? 1894.
EDITAL
De ordem do Exm. Sr. Dr. governa-
dor ( o Estado, e em observancia do dis-
posto no art. 157 do RegaUmeoto qae
baixoa com o Deoreto n. 9420, da 28
ce Abril de 1885, faco publico o editel
aba xo transcripto pondo em concurso, com
o praso de 30 dias os cfficios do 2. ta-
belliSo do publico judicial e notas, e e*-
crivSo do crime civel e acnexos do rouai-
c;pio de Triumpho.
JO secreta ric.
JoUo ugusto Ferreira Urna.
EDITAL
O til So Anfoato Qaodido de Lims,
i de d reito interino do municipio de
Trinmpho em virtude d lei etc.
Fts h>r s)nem ir.r. r?*'? pofs* qoB
\ ,. :>. ... I ,' Ar i (T "> P
,. '-,--,, .- t) lt,-| L> (-O''!'
i i -i n' ts, tai n* 5 do o aje enve! i"
annexos deste municipio conforme conn: u-
mcou-me em cfSoio de 9 do oerrente o
Exm* Dr. goveroador do Estado acha se
aberto, oom o praao do 30 dias a oontar
desta data, concurso para provimento vi-
talicio dos referidas oficios, oreados em
virtude do Decreto de 30 de Janeiro
do 1834.
Ootrosim, os pretendeates devem apre-
aentar seus reqaerimeotos, no praso mar
cdo, ir '.ruidos eom os docamentos de
qae tratam o art. 210 e paragraphos do
Reglamento n. 9 420 de 28 de Abril de
1835. E para qae ohegae ao ooi.heci-
mento de todos, mandn passar o presen-
te edital; qae eer tffixado no lugar do
ooatome.
Dado o passads n'esta cidade de Trinm-
pho, aos 24 dias do mea de Janeiro de
1894.
Eu Deodato Monteiro, eaorivSo interino
o esorevi. ( Asigaado ), Anton'o Candida
de Lima
CertidSo.Certifico, en, oficial de jus-
tiga servindo de porteiro interino dos au-
ditorios, sjoe affixei na|] porta do pseo do
Conoeiho Municipal, o edital sapr, don
Cidade de rriampho, 24 de Janeiro du
1S94. O ifficial de justiea Domiciano
Piato de Sonsa. Est conforme o origi
nal a que me reporto e ion f.Triamph",
24 de Janeiro de 1894. Eu Deodato
Monteiro, escrivSo interino o escrevi
**
0 Dr. JoSo Alvares Pereira de Lyr*
jais de direito do Commeroio da cidade
do Beeiie, capital do Estad} de Per-
nambuco em virtude da lei, etc. etc.
Fago saber aos que o presente edital
virem, ou delle noticia tiverem, que no
dia 8 i Margo prximo vindouro, depois
da respectiva audiencia, as- ha de arrema-
tar em praga publica des'.e jaiso, os movis
segaintes:
Urna grande cartoira de amarello oom
2 faces, avahada em 1000:00; 1 dia
menor de dito, de 1 face, por 40JC03; 1
mesa de pioho para exposigSo de amo,-
tr>s de mercadonas, por 25SO0O; 2 ar-
marios de amarello, em bom estado, por
eento e vinte e cinco mil reis, 1 mesa gran*
de cjm diversas gavetas, por 50J000 ;
2 cofres de ferro, por 4000030; 2 bal-
cSes com repartimentcs, por 501000; 2
relogics, sendo 1 de mesa o entro de pa
rede, por 405000 ; 1 p.daco de armagSo
de amarello envidragada, por 2001000;
1 armagSo envidragada por 2005 ; 1 barra
da ferro por 400^000; 4 cadeir^s por
200000 e 2 oaixas por 60000.
Ditos bens vSo 4 prsg* por execagSs
de Antonio Gongalves da Ai evado contra
BrcwQs & C, e serSo* arrematados para
pagamento do que estes devem qaelle.
E "So havendo licitantes qne cabr m os
pr-,os da avahagSo, irSo os mesxtos bens
a segon a praga, com o intervalo de 8
das e abatimento de des por canto na
forma da lei.
E para qne ohegae ao eonhecimento ds
todos, mandei passar o presente edital,
que ser publcalo pela imprensa e affixa-
do em lngar do costme.
D*do e passado nesta cidade do Reoifo,
capital do Estado de Pernambaco, sos 19
de Fe-e eiro de 1894. Paga este 600 rs.
de Bello e 500 rs. de emolumentos pela
asignatura.
jJ|Eu, An onio Augusto da Frofa Men^-
se-, escrivSo interino o escrevi.
'
J j5 i Alvares Pereira de Lyra.
DECLARACOES
i-Ir
I
Curso Annexo a Fa u-
dade de Direito do
Recife.
Pela secretaria do Corso Annexo se fas
publico de ordem do Sr. Dr. Vioe- Di ee-
tor, qae se achar aberta a matricula
para as diversas aules preparatorias do
mesmo Curso, a oontar de 13 at o fim
do correte mes, devendo ter logar a
abertura daa aulas no dia l. de Margo,
de oonformidade com o disposto no art.
451 do decreto n. 1S3J F de 2 de Ja-
neiro de 1891.
A matrteala far-se-ha por series ou por
aulas avolsss, (arts. 450 e ;467 do cit.
deo. n. 1232), teado necessario qae os
candidatos A matricula da 1.a serie :
1. tenham pelo menea 12 annes de
iiade-
2.a oxhibam certificados de estudos
primarios do l. grao, ou obtenham no
proprio Corso sppreva$3o em todas as
materias daqaelles estudos.
3.* provem ter sido vaccinad s (40)'
A petigSo para a matricula dever de-
clarar o come, iili&gSo, naturalidade e
idade do alnmno e ser aesmpanhada de
coahecimer.to qae prove haver, pago na
Altandega deste Estado a taxa annual,
qne :
Para urna aula 6 000
Para daas 90OCO
Para tres ou mais 120000
O Corso, de ettadoa conbta dss dci-
plinas seguintes :
Portugus.
Lati : .
Francs.
Iugles.
Mathematica elementar.
Physica e chimica geral.
Geographia.
Histeria natural.
Historia universal.
Historia do Brasil.
Ha daas cadeirss de mathematica ele-
mentar.
O alumno matriculado no Curdo tem
preferencia, nv admisBSo dos exam-s, nSo
rica obrigado a exhibir o curriculum v'tce,
de qae trata o art. 760 do regulamento e
fica isecto do pagamenio da taxa de o $500
pela iosoripglo p.ra cada preparatorio, pa-
gamento a que sSo abrigados es alumnos
estranhos, nos termos do art 461 do ci-
tado decreto de 2 de Janeiro de 1891.
A trequecc:a obrigataria e o eluixco
que der .0 faltas ainda c_ae sejaa juitin
cades perder o anuo, a gaodo o ert. 6
de decreto n. 1194 de 28 de resembr
de 1892.
Sr*t ra do Glif* A ne?" a F A
(>(, o r.,, dr U'i -, 3 ,:'.v--.-
e >o ., It>: 4.
O "rio i' t.-ri ",
M. Arthur Munz.
INDICADOR COMMERCIAL
DO
DIARIO DE PERNAMBUCO
Diversos ramos de negocios
Escriptorios
Bancos
Banco EmissorDirectores, Drs. J. E. Ferreira
Jacobina, Jos Marcelino Rosa e Silva e
Jesuino Alves Fernandes......Ra do Commercio n. 38.
Banco PopularGerente Gustavo da Silva An-
tunes.......,......Ra Bom Jess n. 6fc.
Banco de Pernambuco-Gerente William M.
Webster..........Ra do Commercio n. 40.
Banco da BolsaGerente Pedro Jos Pinto. Praga do Corpo Santo n. 2.
Couipanfilas de Navegado
CariocaAgentes Pereira Carneiro & C. Ra do Commercio n. 6,1. andar.
Chargeurs Reuns (Franceza)Agente Augusto
Labille...........Ra do Commercio n. g.
CompanhiaPernarnbucanadeNavegago a vapor
Gerente Coronel lisses A de Carvalho Caes da Companhia Pernambucana n. 12
Companhia Messageries MaritimesAgentes H.
Burlp ft C...........Ra do Commercio n. 42.
Lloyd BrazileiroAgentes Pereira Carneiro & C Ra do Commercio n. 6, Io andar.
Norte e SulAgentes os mesmos.....Ra do Commercio n. 6.
Pacic Steam Navigation CompanyAgentes
Wilson Sons A C. Limited......Ruado Commercio n. 10, 1 andar.
R Croas Line ot Steamers. Agentes Johston
Paedter 4 C............Ra do Commercio n. 15,1. andar.
Compaolilas de Segaros
Companhia AmphitriteDirector Arthur Augus-
to de Almeida..........Ra do Commercio n. 48,
Fidelidade da LisboaAgente Miguel Jos Alves Rui do Bom Jess n. 7, 1. andar.
IndemnisadoraGerente Joaquim Alves da Fon-
seca. .............Ra do Commercio n. 44.
Nortta British Mercantile-Insurance Company
Agente Wilson, Sons &C Limited Ra do Commercio n. 10.
Phenix Pernamnucana=-Administrador Gerente
Luiz Duprat..........Ra do Commercio n. 46.
C'oiiinauhlas diversas
Companhia Ana.Agentes Johnston Pater A C Ra do Commercio a. 13, 1/ andar.
Companhia de Productos Calcreos.Gerente
Caetano da Costa Moreira. ..... Caes do Apollo n. 73.
Companhia de Drogas e Productos Chimicos.
Gerente, Francisco Manoel da Silva. Ra Mrquez de Olinda n. 23.
The North Brazilian Sugar Factores Limited
Gerente Henrique Swales......Ra do Torres n. 34,2-andar.
Conslgnacdes e commlsses
gu sto Labille.Casa de Commiss6es e Con-
signagOes...........Ra do Commercio n. 9, 1-andar.
Beatty Altgeldt A CCasa de CommissOes. Ra do Mrquez de Olinda n. 52, i- andar.
BorstelmanACEscriptono de CommissOes e
consignares..........Ra do Commercio n. 18, 2-andar.
Carlos Rabello A C. Casa de CommissOes. Ruado Vigario n. 31. I.' andar.
Joo de Meira Lins.. Casa de Commisses Ra do Bom Jess n. 44,1.- andor
Johnston Pater A CCasa de CommissOes e
consignages.........Ra do Commercio n. 15, 1." anda
Max Drechsler-casa de agencias e CommissOes Ra da Cruz n. 16 e 18,
Machado Pinto A .-Importadores, exportado-
res e commissarios.........
Manoel da Silva MaiaSuccessores de M. Mala A
CEscriptorio de commisses
Manoel Ferreira Bartholo A C-Escriptorio de
CommissOes e assucar......
Pereira Carneiro A i:.Casa de CommissOes.
SUva GuimarSes A CEscriptorio de Commis-
sOes e consignages
Souza Pinheiro e Escriptorio de CommissOes. Ra do Bom Jess n. 7.
Agoslinho Costa & Fiuza successores de Tava-
res de Mello, Genro CCasa de commis-
ses ............Largo do Corpo Santo n. 15 i* andsr.
Theod Just=>Casa de commissOes e represen-
tagOes............Ra d ^om Jess n. 62,
Wilson Sons & C. LimitedCasa importadora de
carvao depedra de todas as qualidades Ra do Commercio n. 10 Io andar
Armazens e tojas de fazendas
Andrade Lopes A C. Armazem de fazendas em
grosso .........Rua Duque de Caxias n.
Andrade Maia & CArmazm de fazendas em
grosso e a retalho.........Pateo do Livrameuto n.-22.
Francisco Gufgel & Irmo.Loja de fuzendas e
modas...... .....Ra de Margo n. 20 A
Joaquim Luiz Texeira A C. Loja e armazem ve .
Farendas das Estrellas.......Ra Duque de Caxias ns. 56 c 08.
Lola do Coelho Sortimento de Fazendas e
Modas.............Rua da Imperatriz n. 56
Olyntho, Jardn: C. Armazem de azendas
em grosso........... Ra Mrquez de Olinda n. 16
Rodrigues Lima A CArmazem de fazendas em
grosso..........
Oliveira Basto & CArmazem de miudezas,
quinquilharias e ferragens em grosso
fianna Castro A C. -Loja de ferragens
Massames
Joaquim Alves da SUva SantosArmazem de
magames......
UtograpLala
. PurceU.-Ljthographia e Typographia a
vapor ..........Ruado Mrquez de Olinda n. 8
Farinha de triga
Machado A Lopes.Armazem de farinha de
trigo. -Importador.......
de bacalho
Ra do Vigario n. 19
Ra do Commercio n. 7, Ia andar.
Ra do Bom Jess n. 4.
Ra do Commercio n. 6, t* andar.
Ra do Commercio n. 5 fr andar.
52.
Ra do Mrquez de Olinda n. 20.
Ra Mrquez de Olinda n. 17.
Ra Duque de Casias n. 115.
Ra do Vigario n. 13.
Armazem
3eixas IrmaosImportadores de hacalbo
Lelloelros
rhomaz Jos de GusmoAgente de leilOes.
Fundleoes
Caes do Apollo n. 47.
Largo d'Alfandega n. 3
Ra Mrquez de Olinda n. 48
Ra do Bario do Trrumpbo n
104.
44.'
Ra do Bom Jess n. 62 .
Ra do Bom Jess n. 5, 1*
Ra I" de Margo n. 18.
Ra do Livrarnento n. 24.
Praca da Independencia n. 36
Caes da Regeneragao.n. 24.
Alian Paterson A CFundicSo geral.
Cardozo A Irmao Grande fundico de ferro e
bronze..... ldem n
Luiz da Cruz Mesquita.-Caldeirana e fund-
gao de bronze..........Idemn.M>.
Diversos negocios
Ab Stein A C. Negociantes de couros em ge-
ral e borracha
Rosbach Broters.-Armazem de couros, pelles e
diversos gneros de exportacao ....
Fabrica e tojas de cateados
Albino Cruz & CBotina Maravilhosa -Loja de
calcados estrangeiros e nacionaes
Braga SdJCFabrica de calgados .
Fabrica de Cnapeos.
Chapelaria VictoriaVariado sortimento de
Chapeos, para homens e senhoras.
Serrarla Tapor
os Rufino Climaco da Silva.Serrana a vapor.
Armazem de fumo
AJmeida Machado A CArmazem de ramos,
papel eoutros gneros.......Ra da Madre Deus n, 36,
Armazens de "stlva
Domingos Ferreira da Silva A J.Armazem de
glneros de estiva em grosso.....Travessada Madre Deus n. 8.
Eachimento de agurdente
Fabrica de vinhos, aguarden.e e mel. Pinto
Ferreira C.......... Afogados.
Sncinmento de alcool, agurdente e mel.Pin- -___,____
to Ferreira C........Cae3 da Companhia Pernambucana n
Hercearias
Neves Pedrosa A C. Mercearia ... Ra da Penha n. 33.
F0adeMa ?c,aVoCCn?ro! ".e fT Xad,RosarioMi9
i'ypographia e sLlthograpnla
Typ.AtelierMiranda-Typographiaelithograpbia
avapor. pautagao e encadernagao Ra Duque de taxias n. J7.
lcr.. zenc e cemento.
Fonseca Irmaos A C. Grandes importadores e Largo da altandega
exportadores......... Triumpho ns.
13
Concelho Econmico da Re*
, ii
partiQao de Marinha^
De ordem do Sr. capitSo de mar e gner: a FranV.
cisco Forjar de Lscerda, Inspector deste Arsenal
e espuao do pirto dssts Ettada, fago publico
qoe, em observancia s ordens do Ministerio da
Murioba roo-igoadas em sviso n. 199 de 22 de
Janeiro nllimo, rerebe-se propostas em cartas
echadas, ro da 22 do crreme, s 11 horas da
maona, em ama das salas da Secretarla da Ins-
peccao, para o fornecimeoto de ferragens e ma>
c mes a este Arsenal, soas dependencias e sos
navios da armada nacional estacionados no porto
deste Ettado, e bem assim roupa para os doen-
tes da enfermarla de marinbs dorante o actual
exerclclo, ebeenada' as dspcBcOes dos arts.
(76 e 178 e seus paragrapbos do reculamente
qoe baiZGO com o decreto n. 74S de 12 de Setem-
bro de 1890, s qoaes vao abaixo transcriptas:
Art. 175. Sao deveres dos propooentes .
1.* Eacber com precos por exte.eo e em al-
garismo s proposla impresas qoe Ibe ser forc-
cida pelo secretarlo do Arsenal, a qaal datar e
aesigoar para ser apresentada ao coocelbo ecc-
nomico.
2 Eotregar pessoaimente oo por sen legiti-,
mo represenUote. directamente, ao conceibo
econemico, do logar, dia e bors auooocados,
nao so as soas propostas como as amostras cor*
respondepies.
3.* Exhibir alem da eertidSo do respectivo
contracto social, quando o9o fr firma Indivi-
dual, os docomeotos qoe provem ser negociante
matriculado e haver pago os Impoetos de casa
commercial relativos so ultimo eemestre.
| 4. Sao difpposados da spresentacSo da ma-
tncola a junta cemmercial. as fabricas e esta-
beleclmentos lndostriaes da repblica, e terso
estes e squelles a preferencia sobre os oatros
coDcanentes em igoaldade de condigoes e cir-
comstaocias, devtdameoie provadas.
Art. 178 S anteo. Alm do praeo estipalado
es foraecedores conilnoar&o a sopprir por mais
f 0 dias as mesmas coodicOes se ssim for jal-
gado necesrario, e sem que isso ccnsti'.ua direi-
to para prorogsg) do contracto.
0 coocelbo econmico que reuni- e em ses-
sao de 10 do corren'e, de-liberoo nto contracter
o fornecimenlo cima citado, pe; exagero da
preess; chamo, portanto. nova concorrencia
rara o alludido foroeetmento, e faculto aos Sra.
proponen'es as propostas apresentadas ao mes-
mo conct 10o e qoe se acham na Secretaria da
nspecgao, para seram examinadas.
Secretarla da IaspercAo do Arsenal de Mari-
ana de Pernambuco, 16 de Feverejro de 1894.
O secretario,
Antonio da S Iva Atevedo.
ex-
n. 2 c ras do Bario de
6 e 8 e dos Guararapes n. 2j
Alfandega
Aforamento de terreno de
mariiha
Da ordem do S.\ Dr. la*p:ctor, fica
marcado o praio de 8 dias para as pes
toas cu jos nortes vio abaixo menc.onados
virem a ata repartijo para promoverem
es necesarrias degencias co sentido de
aerem mecidos e demarcados os terreos
que Ihe tcraui coacedidos por aforamento
oetsa cidade o na e Olinda, bfim de que
possm ser u't'-pados osproces*osre;pfoti-
*i. c espedidos 06 COu puentes titeof.
Antonio Moreira Rais.
Anoa Theotooia da Ctstro Madeira.
Mar Caroca de BfHto Carvaibo.
Florencia Therea M. ConceicSo.
Jos Tertuliano Chaso.
Lacina Josqaioa de Berros.
Quilbermioa Franco de Oliveira.
Josep'ioa Francisca Alves.
Fortanato Jos de S.mpaio.
Jaditb Ferrsira da Costa.
Franiieo de Salles Biitto.
3. Sec(j2o da Alandega de Pernam-
baco, 16 de Fevereiro de 1894.
Servindo de cheie,
Luiz Froderico Cordeoeira.
upa
A :<.: V,
y. -... i t)t-
rus
i- I-" |
.: V '-
c
c.
'. lo.
!
M M- i -. A
Antonio A banvt
f* r?.
Fabrica de Estopa
Assemlla geral
Si convidarlos os S^s. accionistas a roulrem-
se erJJ asi'-mbla geral extraordirari?, no srlao
da As?cc i-ca <""''' ",|81 Bfnrrl^n e
,'i i*.- p "o fia t> > M rC" P x '""">
; ti a t ti
'?.
U -, 0 F
Alfandega
Fornecimenlo de vveres e
pediente para o Arsenal de
Harinha.
De ordem do Iilm. Sr. Dr. Inspector
faco publico qae fica marcado o praso do
5 dias para os abaixo mencionados viren
assignar o contracto para o fornecimento
durante o cerrente exercicio de viveresj
expediente do Arsenal de Marida e auai
dependencias aos navios da armada e bem
as>im lavagem de rcupa a reep;ctiva En*
fermarta etc.
Maia e Silva & C.
Antonio Soares Raposo.
Oliveira Castro & C.
Amaral Primo & C.
JoSo Bodrgaes de Moa.
Netto Campos & C.
Joanna Paula Porto Machado.
3.a SecgSo do Estado de Pernambaco,
17 de Fevereiro de 1894.
Servindo de che fe,
Luis Frederico Codeceira.
Companhia
DE
Seguros Martimo e Ten-estro
Amphitrite
De accordo com o art. 16 do decreto de 17 de
Janeiro de 1890, rJcam d'spcsicao des Srs.
accionistas, no escriptorio da companhia Am-
po trite, a roa do Commercio n. 48. a copia d;s
Dalaocos, a re .gao oomiral dos accionistas e a
lista das transferencias de acjOes dorante o anno
de 1893.
Recife, 16 de Fevereiro de 1884
Os directores
Artbor Augusto de Almeida.
Joaqoim Olinto Bastos.
__________Jos Anlonio Pin'o._______
Indemnisa-
dora
AssemMa geral extraordinaria
Terminaodo no corrente anno o 4."
dfcennio de cxislencia desla Compa-
nhia, convidamos os Srs. accionistas
reunirem-se em assembla geral ex-
traordinaria, que dever ter lugar no
dia 28 do andante urna hora da tar-
de no escriptorio da mesma Companhia
afim de Iralarem da sua prorogago 6
de oalros assumptos, que por ventura
nessa reunio sejam p opostos, como
permilte o ecreto de 17 de Janeiro
de 1890.
Fecife, 13 de Fevereiro de 1894.
Cs directores,
Joaquim Alves daFonsec?.
Jos Feneira Marques.
Corbinian? de Aquino Fon-seca.
Companhia de Fiapo e
TecidosdePeinam-
buco
Sao convidados os senhores ac:i nislas a se
reonirem em asiembla geral o-diu.-.::a no dia
Ideafarcs prximo, ao meio dia, ro palente
da Aseociacio Commercial Benericeote, aflm de
serem jolgades os actos e coritas da ctite:toria e
parecer da ccmmissSo riscal, segoindo-se a
eleivao da comm esao nscal, mesa de assembla
g' ral e directora.
Recife. 16 de Fevereiro de 1894.
Jos Joao de Amorim
__________________Secretario.
Companhia Industrial
Pernambucana
Compra lenta e tarxbam madeira para cons
truego ; tratar na fabrica em Camiragibu oa
r na do Commercio o. 6. anisr.
vimlmiro
, :, e id B-eif US C.:;.-,' il i:.>
' ... i
I* i
a. o. a n
. C.it.d Ib.
Compschia
DE
Servidos Martimos de Per-
nambuco
Qaarto dividendo
Sio os Srs. accionistas convidados a vires
r*ce02r da hoja etn < iinte, na tti*. da ".impa-
!.j r .2) ce illYj c ca o. i/CCO
, .. *^
'V i; t't* -" M "r 18 4
F. \.- ard.J
S:eierii>

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\


Hittri* de fefuambuf Qnarta-f eir 11 de Fevereiro de 1804
.** -
Secretaria "So" Conselho
Municipal do Recife
^ _,; Declarac,ao
De ordem do Exm. Sr. Dezsmbargador
Presidenta do Conselho, fago publica que,
n'eata leer -taris, contina, das 10 horas
da manhS s 3 da Urde dos das otis, a
diltribuig o de titolos aos eleitorea das fre-
Snesias d'este mnnioipio, com excepcSo dos
o 2 districto da Graca, cojos livros de ta-
lSo estSo em poder do presidente da Com-
missSo seccional, Bacharel Jos Francisco
Ribeiro Machado ; do Pojo, cojos livros
de talSo estSo em poder do prndente da
CommissZo seccional, Jcs Joaqoim do
Rsgo Barros e da Vanea, cujos hvros de
talSo estSo tambem eu poder do presi-
dente da CommissZo seccional, Euno da
Costa GoimarSes, coja diatribaicSo con-
tina a cargo dos mencionados presiden-
tes.
Secretaria do Conselho Muoicipal do
Recite, 14 de Feve.eir de 1894.
O offijiel maior.
Cicero Cesar._____________
foipafihia Progresso Colonial
Chamado de capital
De accirdo com o art. 5. dos Estatu-
tos, cenvido os Srs. accionistas detta cm-
panhia a rcalisarem a terceira entrada de
20 |0 sobre o capital mieripto oa reis
4350UO por acelo at o dia 28 do cerrente
roa do Commercio n. 38.
Kecife 12 de Fevereiro da 1894.
Dr. Joaquim de Albuauerqite Barros
GuimarSes.
Director-secretario.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidado teneote-coronel director
deste arsenal, distribne se costaras nos dias 19,
20 e SI do corrente mex com as coslpreiras pos>
suidoras das guias de ns. 801 830, de con-
oroaidade com as ordens em vigor.
Secco das costaras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambuco, 18 de Fevereiro de 1891.
Flix Antonio de Alcntara,
Capito adjunto.
3.a Nenhuma indemnisacSo aera feita ao
centractante por excesso de precos das
mercadorias, quaesquer quoaejam as condi-
c8ea do merjado.
4.a Polas domis infracc,8's o contra-
otante fioa sujeito a multa de 20$ a 000
pelo commenriaote do corpo, com a ap-
provaefio do Exm. Sr. Dr. Governador
do Estado.
5.* O contraotante fioa obrigado o ven-
der os gneros, pelos procos do contracto
que assignar, aos cfflsiaes do corpo e bem
assim a forneccr taes gneros as mes-
mas coadieSes s pracas nSo arranchadfca,
mediante vales asfignados pelos commac-
dan'.es de companhias o rubricados pelo
fiscal.
6.a As propostas deverSo contar tam-
bem a declaracSo exprassa de se sujei-
tar o proponente a todas as clausulas
estipuladas ; nSo sendo acceitas as que
nSo se acharem as condigoes exigidas no
presente, nem aquellas cojos precos esti
verem sojeitos batimento oh desecnto,
nem ainda a do signatario que deixar de
entregar a qaantia estipulada no art. 2..
7.a O contracto ficar dependente da
aprrovac^o de S. Exc. o Sr. Dr. G
vemador, que tambem resolver Eob e as
duvidas que occorerem na sua execugSo.
Para mslhor clareza podero os nteres
sados dirigir se a esta secretaria das 10
boras a macha1 as 3 da tarde dos dias
atis.
Secretaria do Corpo Policial de Per-
ro mbuco, 17 de Fevereiro de 1894.
Jos Gemas Pereira da Silva.
Tenente secretario.
Banco sle Crdito Real de
Pernambuco
De conformidade com o art. 16 do decreto de
17 oe Janeiro de 1890, a administricao deste
Banco f;i sciente acs senbores accionistas, que
em sua sede a roa do Bom Jess o. 23, acbam-se
disposico dos meemos a copia dos batneos,
a relscao nominal dos accionistas e a lista das
transferencias das accoes durante o anno Qndo.
Recire, 15 de Fevereiro de 1894.
. Oj administradores
Macoel Joo de .lajrim.
Lniz Duprat.
Dr. Aristarcho Xwier Lipes.
Gompanhia
Ferro carril de Pernambuco
Aviso
Esta compachia previne ao pnclico que desta
data em diante os bi btt s offerecidos em troco
aos Sr passagetros, serao os da serle F em pa-
pel braoco, com a ruDricaAr. Sampaio-por
eitenso, devido ao resgate a que tsta proceden-
do, das diversas series enjillidas.
Recife, 17 de Fevereiro de 189
Felippe de Araojo Sampaio.
Gerente
u. x. f:
lidio Typogrsphica Pernambu-
can
Commonico a tod.a os Srs. eecios que a elei-
cSo da nova directora desta sociedade realisar
se ba impreterivelmente no dia 4 de Marco pr-
ximo vindouro, podendo votar e ser volido os
Srs. socios quites at o da 31 de Dezembro
prximo passado.
Ouirosm, convido a todos 01 Sr?. delegados,
procurador e socios em debito de quoias a se
entenderem coro a respe tiva tbesoora-J.
Secretaria da Uoio Typographica Fernambu-
cana, 15 de Fevereiro de 1894.
O tecretarlo
Consttelo Carvalho.
SOClfcDAUl
Exploradora de productos
calcreos
6a Chamada de capital
De ordem d directora sao convidados os
aenbores accionistas subscritores da segunda
serie do capital desta compaa reallsarem a
quinta entrada de 10 O/o. oa JO* por acco a'
o da 4 de Ma 50, no eacripterio da companoia,
caes do Apollo n. 73.
Recife, 17 de Fevereiro de 1894.
Rodrigo Carvalho,
Secretario Interino.
Corpo Policial de Per-
nambuco
Do crdem do Sr. major oommai danta
Interino deste corpo, em comprimento do
que foi determinado por S. Exo. o Sr.
Dr. Governador 3 Estado em officio de
hontem datado, fa.o publioo, qoe no dia
23 do correte as 11 horas da manhS nes-
sa secretaria ser contrsotado pelo Conse-
lho Econmico do mesmo oorpo o forne
cimento dos gneros abaixo declarados,
destinado ao rancho das preces, e corres
pondente ao periodo do Io de Marco a
30 de Junho do correte anno.
Pelo que sSo convidados todos os pre-
tor dentes a apresentarem nesta secretaria
at as 10 horas da manhS daquella dia
anas propoataa em carta fechada, as
ques serio especificadas todas as merca-
dorias e os respectivos precos:
Arroi pilado, kilo.
Assucar refinado de 3, kilo.
Azeite doce, litro.
Baoalhau, kilo.
Batstas ingleaa, idem.
Caf moido, idem.
Carne verde, idem.
Dita secoa, iiem.
Farinha de mandioca, litro.
Fejo, idem.
Fructas, 1 laraeja oa 2 bananas, r oSo.
Lenha, acha.
Manteiga trncela, k lo.
PSo, kilo-
Sal, litro.
Toucinho, kilo.
Vinagre, litro.
Verduras e temperos, racSo-SO ris.
|Condic8es
1. Todas os gneros serio de prime ira
qnaidade, e o fornecedor dever satisfa-
zer pontoalmente os pedidos, entregando
os gneros no quartel do mesmo corpo, e
sujetando-so a muIU de 20 V aobre o
valor das mercadorias regeitadas, por sua
ma qnaidade oa no recebdss om tempo,
obrigandose alm d'isso a sobstitoi-as ou
aagar incontinenti as qus forem compra^
i0i pelo oorpo, sob pea de multa de 10
pp do respectivo valor.
2 Os proponentes deverSo comparecer
no referido dia 23, parante o Cooselho a
quem entregarlo a qaantia de 5CO)5000,
3ue aera recolhida ao Thesoaro do Esta-
9 a-a garanta do fiel comprimento do
contracto, quj ter lavrado em seguida,
oa restituida em acto continao se no lr
aceiu a sea propoata.
COMPANHIA DE
Fia^ao e Tecidos de Per
nambuco
En vi'tade doqae dispos o art. 16 do decreto
de 17 de Janeiro de 1890, ticam dispo-icio dos
Srs. accionistas, no escriptorio da compaobla
roa do Bom Jess n. 42, I* andar, os se.u'.nte
documentos.
Copia dos balancos.
Relajao nominal dn accionistas.
Lista das transferencias da accSes darn te
anno de 1993.
Recife, 30 de Janeiro de 189*.
0 director secretario
Jos J0S0 de Atrpr'n,
O capitSo Frederioo Columbianp da
Silva GoimarSes, presidente da oommia-
sao municipal, em observancia ao disposto
no 2 o art. 39 da Lei n. 35 de 26 de
Janeiro de 1892 o instrucjOes mandadas
observar pelo decreto de 8 do corren'e
mez, constantes to officio circular do
Exm, Sr. Governador do Estado, datado
de 9, oonvida os eleitores a darem o seo
voto no dia 1' de Marco prximo, pelas 9
horas da manhS, oomparecendo n t seccSo
respetiva devendo cada eleitor aprensen-
tar duas cdulas ; ama com um nomo ro-
tulada para Presidente da Repblica e
outra tambem eom um nomo e rotulada
para Vi ce Presidente da Repblica.
para que chegae ao conheciment de
todos mandou publical-o pela imprensa e
affissl o na porta do edificio onde fancoi:-
na o Conceibo Municipal de Ol .da.
Ea, Jos Marcolino da Fonseca Mie-
gnioho, official maior da Secretaria do
Concelho Municipal o esorevi aos 12 de
Fevereiro de 1894.
(Aesigosdo).
Frederico Colombiano da Silva Goima-
rSes,
Presidente.
Banco de Pernam-
buco
De accordo com o urt. 16 do decreto de 17 de
Janeiro de 1890, participamos aos Srs. accionis-
tas, qoe se acbbm ns sede deste banco soa
disposicao os seguales documentos para serem
examinados:
1- Copia dos balancos.
2- RelacSo nominal dos accionistas.
3* Lista das transferencias de acc&es dorante
o anno.
Recife, 21 de Janeiro de 1894.
Jos Adolpho Rodrigues Lima
Director secretario.
COMPANHIA
Nacional de Camilas e Rou-
pas Brancas
Sexta charrada de capital
De ordem da directora, sao convidados os Srs.
accionistas a reallsarem at o dia 5 de Marco
vindooro, a sexta entrada de capital, na razao
de 10 O/o oa 204 por accio, em m&o do tnesou-
reiro, roa d S. Francisco o. 26.
Recife, 14 de Fevereiro de 1894.
O secretario
______________ Aogosto Silva.
COMPANHIA
Tetbys de Segaros Martimos e
Terrestres
Roa do Vigario N 1, primeiro anda
Directores
Fia-no de Soasa L-a.
Thomax Comber.
Jolio Cesar Paes Brrelo.
Companhia de seguros phe
nix perDambucana
Como determina o art. 147 do rcgnlamento de
4 de Jolbo de 1891, aporovado pelo deceto n.
434 da mesma data, fleam diFpoeigo dos Srs.
ac ooistas na tie da companbia, acopiados
bala (ss, u relacao nominal dos accionistas e a
lista das transferencias das aceces no auno de
1893.
Recife, 20 de Fevereiro de 1894.
Lola Dupra!.
Manoel da Silva Maia.
Jjs Joaqoim Dias Ftrnandes.
Banco de Pernam-
buco
Em observancia do art. 15 dos estatutos d'este
Banco convido os Srs. Accion'stas a recnirem-se
do da S de Marco p oxlmo futuro, 1 bora da
tarde, no ed tieso da Ass^ciacao Commercial de
Pernambuco, pa-a tomar coDbecimentj do rela-
torio. balaogo d'este Bioto, parecer do conselbo
flfeal e ele'cSo do mesmo.
Recife, 15 de Fevereiro de 1891
Jos A. Rodrigues Lima,
Director secretarlo.
Instituto Areheologieo e Geogra-
pbico Pernarabacano
Q jiDta-feira, 21 do corrente, i bora do cost-
me, baver sessSo especial para a eleicao da
mesa admiui^trativa no anno social de 1894 93,
visto nao ae ter podido reunir o Iistituto na
quiota-feira ultinoa.
Secretaria do Instituto, 20 de Fevereiro de
1894.
O 1- secretario,
Baptista Regoelra
De ordem do Dr. julz de orpbaos fago pu-
blico que 00 dia 28 do corrente, as 12 horas da
manba, era logar na rala das audiencias, o exa-
me de babilitaco para solicitar causas, reque
1 Ido pelo cidadao Francisco Manoel de Alaeida
Juoior.
Recife, 20 de Fevereiro de 1894.
O escrivSo,
O/aco Antonio Ferteira.
O Dr Francisco ltino Correia de Arau-
jo, juiz de direito di 5." districto crimi-
ral e presidente da junta revisara dos
jurados da cidade do Recife.
Faz saber que, em rto le da lei o. 15 de 14
de Novembro de 1891, em rtnto da janti re-
visora dos cidacos aptos para servlrem como
juizes de acto, foram loscriptos os seguate;* :
(Contin a!,o)
Jos B ierra de Birros C^valcante.
Jjf Bezerra de Henezes S).
Jjs Bexerra de Oiiveira.
J j Poaifacio de Miranda.
J j.= Bonif co dos Sa tos MergulbSo.
Jj.- Botelho Pinto de Mesqulta.
load Braz da Cjoceigao e Silva.
Jos B-oao Ra- 05 ae Oliveira.
J j- Caetaoo Fiuza Lina.
Jos Cindido Affoaso Mo'eira.
J j Candido Almeida Le :ao.
Jr Candido Fonseca oe Medeiros.
J^ Caracioly Fcrrei a.
Dr. Jos Carlus da Costa Ribeiro.
Josi Carlos Mariobo.
Jo.- Carlos 3 Noronba.
Jj Cutios de Ohvelri Reg.
Jj- Cari 8 de Sa.
Jos Carlos Telxe!ra.
Jos Carlos Vital.
oi Casado Accioly L'rna Junio*.
Jj de Castor de Albuquerque Maranbao.
Jo3 de Castro Guimaraec
Jjr de Castro Jess Primo.
Dr Jo- de Oa t o e Su -a
Jj? Cavalcaute de Albuquerque.
Jos Cesar ampo?.
Dr. i i.- Cesario Braslle ro de Mello.
J js Cesarlo Mello.
J )s Cicilio Codicelra.
Jos Clemeaiino Manrique da Silva.
Jos Collaco D.39.
Jos Crrela de Amorim.
Jo Crrela de Amorim Lima.
Jos Correia da Caoba Ribeiro.
Jos da Costa Caseiro.
Jos Costa Silva Mala.
Jos da Cruz Frenas.
Dr. Caoba llveetre Marque?.
J) Copertino Nogoeira Bonminn.
Jos Copertioo da Silva.
Jos Cursino de Paula Ferrelra.
Jos Cy^oeiro de Albuquerque Mello.
Jos Daciaao Vieira de Amorim.
Jos Daniel Pereira de Axevedo.
Jos Das Alvares de Quen al.
Jos Domiogos do Carmo e Silva.
Jo83DcmDgos Mai?
Jos Don logas Maia Ju ior.
Jos Domingos Rodrigues Ferreira.
Jos Eduardo de Figoeiredo.
Jos E esbao Borges Ucbdi.
J Enas de Moara.
Jote BlUs de O.lvelra.
Jo1 Emiliano de O.iveira.
JjsEmygdio Cysneiro de Albuquerque.
J ^ Eplpbanio dos Santos.
J >s do Espirito Santo e Silva.
Dr. Jote Eustaquio Ferreira Jacobina.
J -) Faustino Porto.
Ji e F..ustj de Figueirado Carneiro.
J Felicio Baarqae de Macedo.
' J >. Fellppe Nery da Silva.
Jj.-e Flix de B i'.o Macelo.
ija Flix dos Santos.
Jos Fernandes de Albuquerque.
Jjs Fernn des de Camino.
J s Fernandez de Lima.
Jos Fernandos Ramo?.
Jjb Fernandos da Silva Monte.
J>e Feruandes d Sonsa VelDo.
Jos Ferreira da Canba.
Jjs Ferreira da Crax Vieira.
Dr. Jos Ferreira Nuo.es Coimbra.
Jos Ferreira Pinto.
Jjs Ferreira da Silva.
Jote Perreira Villela de Araojo.
Jjs Fumino Altea dj Qainlsl.
Jos da Fonseca e Silva.
Jjs Foriudato da Fonseca Basto'.
Jos Francisco de Albuquerque Moraes.
Jos Fraaclsco Bitteccoort.
J js Francisco Bittencourt Filbo.
Jos Francisco da Cmara Santiago.
Jos Fraaclsco Cardoso Ayres.
J>t Franti-co da Costa FialQo.
Jos Francisco Diai.
Jos Francisco Didx.
Joa Francisco Mamede de A'meida-
Jos Francisco Meo des.
Jos Francisco Meles GoimarSes.
Jos Francisco Meneses de Amorim.
Jos F anclsco de Moraes e Silva.
Jos Francisco de Olireir Lenisa.
Jos Francisco de Pal va.
Jos Francisco de Paula Ramos.
Jos Francisco Ramos.
Jos Francisco do Hego CavalcarJI.
Jos Francisco do Re^o Mello.
Dr. Jos Francisco RiOelro Micbado.
Jos Francisco Ribeiro Pialo.
Jos Francisco de Sa L?itio.
Jos Francisco dos Santos Luisa.
Jjs Francisco r'os Saotoi Neves.
Jos Francisco X vier.
Jos de Freitas Aodrade.
Jos de Freitas Moraes Piobeiro.
Jis Gaspar da Silva Loyo.
Jos Gyttraoa.
Dr. Jos Godoy de Va 9 con ce I los.
Jos Gomes Leal.'
Jos Goxes de O iveira.
Jos Gomes de Oliveira Piedade.
Jos Gomes de Olivu-s Piedade Jnior.
J js Gomes doa Santos.
Jos Gomes Saraiva.
Jos Gomes da Si vi.
Jje Goocalves de Albuquerque.
Jos G.cgiives de Barros.
Jos Goocalves DidS.
Jos Goocalves Ferreira da Sha.
Jis |Gcncalve8 Loureiro.
Js Goocalves Maia.
Jos Gongalves de Medeios.
Jos Goojalves Peona.
Jos Guilnerme da Silva Dcarte.
Jos GoimarSes.
Jos Gargel do Amara I.
Jos Gorgel de Oliveira.
Jos 11-arique da Coala Ribeiro.
Jos Heurtque Gomes Vieira.
Jos Heorique Macbado.
Jss Ht-nijo de Oliveira Barros.
Jos Heoiqae Pereira da Silva.
Jos Perei-a da Silva Amaral.
J]te Hermiulno de Miranda.
Jos Honorio Bixerra de Meaezes.
Dr. Hugo Gonjlve?.
Jos Ignacio Cabral de Vasccncellos.
Jos Ignacio Guedes Pereira.
Jos Igoacic Hugein.
Dr. Jos Igoacio Pereira do Ligo.
Jjse Ildefonso Barbosa de Miaida.
Jos I defooeo Carneirc LeSo.
Jos Ildefonso de Mello.
Jos Ildefonso de Souxs Rargel.
Jos Iriaeo da Silva Saotoi-
Jose Isidoro Martios.
Dr. Jos hidoro Martios Jnior.
Jos iMdoro Pereira Reis
Jos Januano To-res de Castro.
Jos Jayme de Miranda.
Jos Jeronyxo Doarte Rodrigues.
Jos JeroDyoi Ferreira Coelbo.
Jos de Jess Morelrs Sobrlnbo.
Jos J0S0 de Amorim.
Jjse Joo da Veiga Selxas.
Jos Joaqoim de Agoiir.
J, ros Josqoim Al^e.
Jos Joaquim o'As^vedo.
ae Jiaquim 3o*ges Uctada.
Jos Jos6 de Carvalho.
Jos Joaquim de Castro Made'ros.
Jos Joiqulm Co-lbo.
Jos Joaqoim Coelbo Sobnnbo-
Jos Joaquim da Costa.
Jos Joaqoim da Costa 6aedes.
Jjc Joaquim da Costa Miia.
a* Joaqn Jos Joaquim da Costa e Silva.
Jos Joaqoim Cvrne de Axevedo Juoior.
Jj: Jjaqain Di 19 Fe'naudes.
Jos Joaqoim Dias Regj.
Jos Joaquim Feraanrtes.
Dr. Jos Joaqoim da Gama Malcher.
Joc Joaqoim Gjocalves BellrSo.
Jos Joaqoim GoimarSes.
Jos Joaqalm Mirrocos Pereira.
Jos Joaqoim Martina.
Jos Joaquim Martios da Cruz.
Jos Jjuquinu do Nascimento.
Dr. Jos Joaqnim de Oliveira Fonseca.
Jos Joaquim Pereira.
Jos Jos Pereira do Reg.
Jos Joaquim da R .cha Faria.
Jos Joaquim dos Sauios Juoior.
Jos Jjaqutm da Silva Campo*.
Jo? Joaqoim da Silva GoimarSes.
Jos Joaquim da Silva Qiairoz.
Jo- Jotqntm de Soozi Crrela.
Jo Joel Ksdra de Soaza.
Dr.Jos Jolio Fornandes de Barros.
Jos Jalio de Souxa Martins.
Jos Leonardo Grego.
J>s Leopoldo de Aodrade.
Jos Leopoldo Bourgarl.
Jos Lopes Albeiro-
Jof Lope de Axevedo.
Jos Lopes de Mendenci.
Dr. Jos Lopes Pessoa da Costa.
Jos Lourenso Gomes.
Jt\ Loarencod3 Silva Coebo.
Jos Loix Alves Vianna.
Jos Loix 6i Costa Rocba.
Jos Luiz de Franca Torres.
Jos L'z Goocalves Peona.
Jo- Lux Iajosenclo Pugg'.
Jos Loix lanoceucio Poggi Jnior.
Jos Luiz de Macedo Cavalcante.
Jos Luiz de Mace do Cavalcante Jnior
Jos Lu; de Mello.
Jis Luiz Netto de Menoaja Juoior.
Dr. Jos Loix Pereira.
Jos Luiz Pereira de Mello.
Jos Luiz Salgado.
Jos Luiz Salgado Accio'y.
Jos Luiz dos Santos.
Jos Luiz de Souxa.
Jos Loix Teixeira de Araojo.
Jos Maca'io do Reg Barros.
Jos de Macedo
Jos Marcelino Alves da Fonseca.
J03 Marcelino de Paiva.
D-. Jos Marcelino da Rosa e Silva.
Jos Mara Aff.oso Ferreira.
Dr. Jos Maria de A'b-jquerque Mello.
Jos Maria de Andrade.
Jos Mria de Cactro Carvalbo.
Jos Maria Coelbo da S iva.
Jos Mana da Costa Reg.
Jos Maria Ferreira Franca.
Jos Maria de Hollsoda Cavalcante.
Jos Varia Ii,f .ote de Albuquerque Mello.
Jos Maria Lemos Daarte.
Jos Mariano Angosto de Morees.
Dr. Jos Mariano Carneiroda Caoba.
Jos M.'qj.es Carneiro LeSo.
Jos Marque?.
Jos Marques Ferreira.
Jos Marques dos faltos.
Jos Marques V.cior.
Jos Marques Vital.
Jos Martiniano de Soaza.
Jcs Mattios Ribeiro.
Jos Minios do Rio.
Jos Martios ao Rio Janior.
Dr. Jos Mauricio Borges Juoior.
Dr. Jos Mauricio de Torres Temporal.
Jos Mtndes da Cuoba GuimarSes.
Jos de Medices.
Jos Miguel dos Santos.
Jos Miguel Crrela do Niscimento.
Dr. Jos de Miranda Cario.
Jos de Miranda Silva Fragoso.
Jos Mooteiro Pessca.
Jos Mooteiro To-res Castro.
Dr. Jos Moreira Alves da Silva.
Jo Moreira Lemos.
Jos Morei'a Pontos.
Jcs Namani I Lobo Pon les,
Jos Nicaciu Alves.
Jos Nicacio da Silva.
Jos* N celo da Silva Jonior.
Jos Nicolio Ferreira Gomes.
Dr. Jos N.colSa Tjleof.no de Carvalho.
Jos Nicolao Toieotino de Carvalbo Juoior.
Jos Nogoeira de Souxa.
D-. Jos Nogoeira de Sooz) Filbo.
Jos Nones da S'lvs.
Jcs O nlon Jacome Pires.
Jos de Oliveira.
Jos de oliveira Bastos.
Jos de Oliveira Castro.
Jos de Oliveira e Mello.
n Paulino da Silva.
Jos Patlino da Silva Filbo.
Jos dos Passos BrandSo.
Jos Pedro Alexandre Beserra.
Jos Pedro da Croz evos.
Jos Pedro dos Reis.
Jos Pedro Velloso da Silvaira.
Jos Pereira Bastos.
Jos Pereira da Costa.
Jo Pereira de Macedo.
Jos Pereira de Miranda Caoba.
Jos Rioeiro da Silva.
Jos Piobeiro da C'uz.
Jos de Plobo Borges.
Joa Pinto Coelbo.
Jos Pinto da Costa Sobrinbo.
Jos Pires Sescate.
Jos Placido Lacas Bioo.
Jos Ramos de Aodrade Lima.
Jos Raymuado de Araujo Saldanha.
Jos Raymnndo das Cbagas.
Jos Ray duq.'o Ribeiro de Castro.
Jos Ribeiro Pessoa.
Jos Ribeiro dos Santos.
Jo. Ricardo Dias Fernandez.
Jos Rodoplano dos Santos.
J-. Rodrigues Campello.
Dr. Jos Rodrigues do Passo Netto.
Jos Rodrigues da Silva Barroca.
Jos Rtfino Climace da Silva.
Jos Rufino de Rufino Pern.
Jos Roque Antuoes V.liaca.
Jos de S Pereira.
Jos Sabino Pereira Goedra
Dr. Jos Salaxar da Veiga Pessoa,
Jos Salvador Pereira Braga.
Jos Samuel Botelrio.
Jos dos Santos Agolar.
Jos dos Santos Costa.
Jos dos Sactos Lima.
Jos dos Sanios Silva.
Jos da Sil a Lemos GoimarSes.
Jcs da 8ilv3 Loyo Jnior.
Jos da Silva Loyo Neto.
Jos da Silva Marroqolm.
Jos da Silva Pe-eira.
Jos Silvestre dos Santos Pereira.
Jos Sizeoando de Mi anda H arique.
Jos Soares de Albuquerque.
Jos Soares do Amaral.
Jos Soares BrandSo.
Jos Soares Correia.
Jos Scares Seixas.
Dr. Jos Suriano de S.uza.
Jos de Sooxa Agaiar.
Jos de Soaza Carneiro.
Jos oe Soaxa Co-deiro Simoea.
Jos de Soasa G 'jobo.
Jos- de Soasa Guimaries.
Jo.- de Soaxa Rfgo.
Jos Talles de Mello.
Jos Ttlles de Oliveira e Silva.
Jos Teixeira Bastos.
Jos Theira Coimbra.
Jos Toiago dos Santos.
Jos Tnoaot Cavalcante Pessoa.
Jos Tnomaz da Cuaba Cavalcante.
Jos Tiborcio do Nasclmeoto Taviree.
Jos Vax Salgado.
Jos Ventara da Silva Loureiro.
Dr. Jos Vicente Meira de Yasccncelloe.
Jos da Silva Costs.
Jos Vistor da Silva P.men'e'.
Dr. Jos Vicien .n AI v e Maia.
Jos Victorino Vaseonce'los Pereira.
Jjs Vieira da RoC.a Dias.
Jos V eir de Siqueira F< r az.
Jos Vital de Negniros.
Jos Viial de Pinbo.
Joee Xivter de Barros Campello.
Jos Xav.'er Eitantslio Santiago.
Joj?e Xivier Faustino Rimos Netto.
Josepb Gerald.
Josepb K-aa8e.
Jovelioo dos Santos Salva.
Joventino dos Santos Selva.
Dr. Jovioo Barral da Fonseca.
Jovioo Cesar Paes Brrelo.
Jo vino R idolpbo de Ol1 ai ra.
Jovioo Rodrigues Campello.
JullSo Lumack Hollauda Cavalcante de Albu-
querque.
Julio Alcedo de Castro Oliveira.
Julio Aoerlco de Caldas B andSo.
Jallo Aotero de Medeiros Portado.
Jolio Adgosto da Silva Naves.
Jallo Augusto Torres.
Jalio de Azevedo.
Dr. Jalio B. Freir Mariz.
Julio Cavalcante Lins.
Julio Cesar Cardo o Ayres.
Jalio C-sar Civalcaote de Albuquerque.
Julo Cesar FalcSo.
Julio Cesar Rodrigues.
Dr. Jallo Clemente de Furias.~
Julio da Costa Cyrne.
Julio Ferreita da Costa Porto.
Jolio G.m.-a de Aodr.d'.
Jolio Jos Rodrigues.
Julio de Lelis Peixoto.
Jolio PiresiLobo.
Jallo Silvio de Miranda.
Jolio Telesphoro Pedro do Rosario.
Jalio do Valle.
Justiniano Cablearte de Alboqaerquo Bello.
Justino Casado L xa.
Justino Rodrigues da Silveira.
Jaenal Joaquim Antonio GaimarSes.
Juveaal de Soaza Amaro.
Lidislo Gomes do R go.
Ladislao Jos Ferreira.
Lindelioo de Lua F eire Jnior.
Landelino Rocba.
Lanrentioo Antonio Cesario de Axevedo.
Laurel tino Aitonio Moreira de AzeveJo-
L inrentino K-x >ie Oliveira L'ma.
Laurealii.'O Pula Midnreira.
Laurentino Pires de Ctrvalbo.
La rlano Jos da Costa Lyra.
Dr. Laarinao Carneiro LeSo.
Dr. Laurlndode Moraes Piobeiro.
(Continua).
ue porvenlara tennam seguido iara o sal. aJm de se poderem dar a lempo as pr
videncias necessariis.
Expirado o referido prazo a companbia nao se
respoobsblusa por extravos.
.Recebe carga, a tratar com o
AGENTE
A.uguste Labille
9Ra do Commercio 9
> I
Boyal Mail steam Pacst uon-
1RITX!CS
Companhia FernambacaB de Na-
PORTOS DO 8UL
Macelo, Fenedo, Aracaja" e Babia
O paquete
S. Francisco
Commandante Estcves
Seguir para os
portos cima ic-
dlcadcs no da
de Fevereiro
as 4 boras da tar
Recebe carga, encommendas, passigens e di
nbeiros i [rete at a i bora da .tarde do dia da
partida.
ES3RIPT0R10
Ao Caes da Companhia Pernambaoana
n. 12
t FertaiHica le h
PORTOS DO NORTE
Parhyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio Rio
Segu no dia i da Fe-
vereiro s 4 boras da lar-
de.
Company
O vapc.1
Nagj
Recebe carga, encommendas, passa^ens e d-
nbeiro a (rete at ;i bora da tarde do dia ds
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucant
________________n. 12________________
Hamburg- Suedamer ikanis-
cho Dampfschifffalirts-
Gesellscliaft.
O vapor Campias
E' esperado da Euro-
pa at o diao de Fe-
vereiro e seguir de-
1 pois da demora neces-
___________ sario para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor entrar no porto
Para passagens, carga, frete etc., trata-se com
Consignatarios
Borstel/r an & C.
18 Roa do Commercio 18
_______________! andar_______________
Royal Mangaran Ssa Lvigalion
m idra Limited
O vapor auatriaoo
Lajos
4>^^i E' esperado de Tr.re3te a
o da sa do corrente segnl >
Jo depois da fndispensavel de-
mora para
Ro de Janeiro e
Santos
Para ende recebe carga e dintaelro a frete m-
dico a tratar coa os
Agentes
Henry Forster & C.
Rja do Coximeroio n. 8
1* andar
CBA6HDIS :EL\IS
Companhia Fraare
DE
Xaveg ^5o a vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Rio de Janeiro e San-
toa.
O vapor
Ville de Buenos Ayres
Commandante Levalloa
B' esperado dos portos ds
Europa at o dia *s de Fe-
vereiro seguindo depois da de
^mora indispensavel para
Bihia, Victoria, Rio de Jioeiro e Saatos
Entrar co porto
Roga-se aos Srs. importadoresesenlar dentrio
Ta ores desta liaba, quei/am apr-.de carga pelo
de 6 dias, acontar do da descarga das alvaren
gas qnalquer reclamacao concerr.ente a volumes
O novo e esplendido paquete
xNile
Commandante J. D. Spooner
Espera-ee d a
Enrosa nos dias
*Oa*I do cor-
rente, seguindo
di-pois da demo-
ra necessaria
para
Macei, Baha, Rio de Janeiro, Montevideo
e Buenos-Ayres
O paquete Thames
Commandante G. C. Hicks
E' esperado da Europa at
o dia 95 do correle,
seguindo depois da demora
indi3pensavel rjara
Lisboa. Vlgo o Soa'iiia oon
N. B.Previae-se ao3 Srs. recebedores de
mercadorias, qa'1 a Companbia Mala Real Ingle-
sa, cootr-Cou com aGeneral Steam Navigation,
Companvam servico de vapores semanaes que
partindo de Bordeaos, t'ognac, Gbarent, etc, de-
vem ebegar a SoutbamptoD a Lempo de baldea-
rem as cargas destinadas America do Sol
para os vapores desta compaabia.
ReduccSo nos precos das passagena
14a Ua i volta
A Lisboa 1 classa a 90 i 30
A'Soalnamptoni*clrj.s3ft 28 4 42
Camarotes reservados para es passageiros ds
Pernambuco.
Para passagsns, fretea. encomiaendas, irata-at
com oa
AGENTES
A-Oiorim Irmos & C.
S. 3 Raa do Bom JascaN. 3
Companbia Pernambacana de Na-
vegado
Fernando de Noronha
O paquete Jacuhype
Commandante Mooteiro
Segu no dia
ae do corente
4 boraa da
tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di-
nbeiros a frete at 1 bora da tarde do dia da
partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambcana
______________n. 12_________________
Llovd Brazileiro
PORTOS DO NORTE
O paquete
Pernambuco
Es pera-se d o 8
ponos do norte
al o dia a-a ds
Fevereiro segoin-
'do depois da .c-
mora iuispensavel para
Macei e Babia
As encommendas sero recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa,
no largo do Corpo Santo u. 11.
Para carga, passagens, eocommendas e valo-
res tarta-se com os AGENTES.
PORTOS DO SUL
O paquete Brazil
Commandante Alfredo GuimarSes
E' esperado dos
portos do sul at
O dias a de Fe
ivereiro seguindo
depois ds peque-
a demora para
Parabyba, Natal, Cesr, AmarraySo Mar.
nbSo ParA Obidoa e Manos
As encomiendas serao recebidas at 1 bora
da Urde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
ao horgo do Corpo Santo o. 11.
Aos Srs. carregadores pedimos a sua attengo
para a clausula 10* dos conbeciiuentos que:
No caso de baver irlguma reclamacao contra a
companbia, por avarla ou perda, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto de
descarga, dentro de tres dias depois de finali-
sada.
NSo procedendo esta formalidade, a compa-
nbia fica isenta de toda a responsabilidade.
Para passagens, frotes e encommendas tra-
ta-se com oa
AGENTES
Pereira Carneiro i G
LEILOES
Qnarta-felra. 91, o de 116 saceos com algodo
em rama, de Mossor.
Qu'rta-feira 21 ao meloda deve ter lagar
o leil&o de 408 fecbes com arcos de ferro avaria-
doseziEteLtes no caes do Apollo.
Leilao
Da calxi B & C o. 3.315. viada: no vap'or Cam-
pias, contendo 26 dusias de leqaes de sed?,
de plumas, e de algodo avarlado d'agna do
mar.
Quarta-feira 21 do corrente
A*s 11 boras
O agente Gu;mo far leilo no armascm n.
43 da roa do Marqoes de Oliods, da caixa a:lma
mencionada.
Leilo
De 1 cofre prova de fogo do fabricante Milnerg,
com banco, 1 importante armaco de amarello
envernisada e envidracada, couposta de 3 gran-
des armarios, 1 gande balco de volta de ama-
rello com gavetas e 1 grade para escritorio.
liara f eir, 91 do corrente
A'S U HORAS
No armasen a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
O agente GusmSo, autorisido, far leilo dos
objectos cima descriptos.
Lei o
Agente Britto
De urna casa terrea n 81 jua Vidal de Me
gr 2 quartcs, cosinba fra e quintal murado.
O ageo'e cima autorisado pelo Ilustre cida
do D*. joix de orpbaos, e a reqoerlmento do in-
ventariarte Ladislao Jof Ferrti-a vender em
leilo a casa cima, pertencente ao espolio de D.
Amelia Adelaide da Silva Martios.
Roa dA Imperatna n. 48
A'S 11 HORAS
i


m^.
lisa.---------fuil.MM^.


\

Diario de Pernambnco quarta-fein ^1 de FeTereir de l(jtH.
Leilo
De 12 dorna de manlilbas d'&lgodlo avada-
da 3 d'agoa do mar parte da caixa marca W P 4
Tloda de Liverpool pelo vapor Ingles Scnolar,.
entrado ero 28 de Janeiro de i694;
Qaardfejra 21 do corete
A's II horas
No armaiem a roa do ilarqaei de Olinda
n.,48
Por ioterverjgio do
Asente Gnsmao
Left')
De 408 foicbes de arcos de ferro pare an-
coras avariado d'vgna do mar existentes
no caes Apollo.
Qnrla-ftira, 21 do correte
AO MEIO DA
No Caes do Ajtoo
O agente Pinto levar a lilo por contae ris-
co de quem pertencer 408 leches de arcos de
ferro para ancoras, descarregados do vapor in-
gles A-cbitec com avar.a d'agoa do mar exis-
tentes no caes do Ap.llo onde seeBednara o
leilo.
t
Uva
Joaqu'sa rires la
Trigsimo dia
Mara do Carmo Rodrigues da Silva, Dr. Joao
da Maua Roc* Figoeiredo e ana esposa, Maria
Joan a Piusa de Sonsa, Antonio Joe Rodrigues
de Sous e Henrique Rodrigues de Sonsa convi-
dara os sens parentes e amigos para assistirem
as mi8as que mandan celebrar por alma de
seo presado esposo, sogro, pal, genro e cnobado
Joaqoim Pires da Silva, na sexia-feira J3 do
correte, as 8 boras da manba, na ordem 3a de
S. Francisco, aotecipando toa gratidSo.
leilo
t
Htroel DtimlDgaei da Silva
A me,-a regedora da contraria do Seobor
Bjm Jfsos da Via Sacra, manda resar em
Eua igreja da Santa Croa, as 7 boras da
marjba, de quarta-feira Si do correte, 15*
dia do fallecimeoto do sea irmSo ex-provedor, ex-
escrivo e actual ibesoureiro MaacelD. da Silva,
mieas por sua alma, e pede a todos os seos ir*
maos que eomparecam a este seto, asim como
aos parentes e amigos do Aado de eterna san
dade.
Consistorio, 17 de Fevereiro de 1894.
O esemo interino,
Jos de Azevedo Mendonca.
Do
1!6 saceos com algoiSo de Moiacro,
om averia
lunrta f Ira, SI do corrente
A'8 11 HOxaS
N j armaaem do caes da Compaabia Per-
nambacana a. 24
O agen e Pinto levar a leao por conta e ris-
co de qaem perteacer 116 saceos com algodao
de Mossor, com avaria d'agoa do mar, existente
no armazem dos S*s. Santos Lima 4 C onde se
effectuari o leilo.
Leilo
De cerca de 200 kilos de eetnpim e 200 majos
de aloelTes
Qaartafeira 21 de Fevereiro
A's 11 horas
No armaxem a rna do Marones de Olinda
o. 48
Pvr intervengo
Agente Gosmfo
Agente Oliveira
Leilo
De om importante sitio no logar Beberibe en-
tre o porto da Madeira e a povoicao que foi do
Dr. Castello Branco sendo a frente toda murada
com urna grande casa te rea com 4 quartos, i
galas, terraco, dispesa, sala de emgommado, co-
staba grande e 1 quarto contiguo, 2 quartos para
criado, cocbeirs para carros ees valles, apparelbo
depedra e cal.e mais urna pequea casa, com 1
salas, 1 quarto tanque, cacimba gallioneiro de
pedra e cal, sendo sitio bem srbonsado com 92
ps de coqueiros e outras multas froctas, 3 bai-
xas de carim botando os fundos para o rio onde
tem grande baobeiro todo de rotlas, e em ler
reno prepri).
iiainta-feira. 22 do corrente
A'S U H3RAS
No armazem a ra do Imperador n. 39
O agente Oliveira competentemente aotorisado
levar o importante sillo e casas cima livre e
desembarazados de qualquer oons.
LOs Srs. pretendentes;desde ja poderao examl
nal-oi.
Agente Oliveira
t
le Sonsa I-ea
Jlo de Sonsa Leao esua seobora, agr
decem as pessnas que teram o favor de
ac. paobar os restos mertaes de sna pre
sada manae cunbada, Ro?a de Souxa LeSo,
e de novo convidam aos sens parentes e amigos
para assistirem as mistas que maadam celebrar
na capella do engenbo MaranbSo, quarta-feira 21
do correte, s 9 boras da rumba, 7o da do seo
fallecimeoto, desde j se confessam Inmensa-
mente gratos.
Carros e eavallos
Nova remessa de
Colleiras para eavallos.
Lanternas para carros.
Cbicotes de bal la.
Porgantes e pillas Mr.
Embrocation e Geoeau.
Bridos e ligas.
Na loja de msicas do Paiva
_________Hoa Nova n. 13
Mathemalicas Elementares
e Escripturacao Mercan-
til.
Venancio Labatot tem conseguido os melbo-
res resoltados eom applracao do metbodo in-
tuitivo que ado.ta no ensioo de EscriDtoracac
Mercantil, sendo que em menos de 30 licoes
tem preparado tbeorica e praticamente, pessoae
que cram completamente extraobas s transa;
Oes commerciaes.
Contina a leccionar as materias cima roa
Duque de Caxias n. 72,1 aadar.
Eseriptorio Commerrial
RA DUQUE DE CAXIAS N. 72, 1* ANDAR
Venancio Labal ut fe C.
Telephone n. 44
ENDERECO TELEGRAPHICO LA-
_____________BATT______________
Torre
Def oote da estacAo do camioho de ferro
Aloga-se nma casa para pequea familia ns
rna do Leoncio n. 2 : tratar na mesma.
bourenr* de Sa e Albnquerque
D. Anna Victoria de Si e Alboquerque,
eens filbos, netos e genro convidam sens
parentes e amigos do seo infeliz filbo,
Lonrenco de S e Albuqnerqoe, para as
sistireaa as missas qoe por sna alma mandara
rezar no dia 21. s8 boras da manbS, na matriz
da Boa Vi-ta, i- aonivtrsano de sen falleclmen-
to, e desde ji se confetsam gratos.
t
^Antonio Souza Leal*
Anna Isabel Pires PaicSo e seo Amo convidam
os seos parentes e amigos paa assistirem as
mlgas que por alma do st>o sempre terebrado
esposo e pai, mandara celebrar na igreja do Car-
mo e ns igreja de N S. de Ioojoca. s 8 boras
da manna do dia .2 do crreme, 7- dia do seo
fallecimeoto ; e desde j agradecen) a todos qne
comparecerem a este acto de religlfto e cari
dade.
ama
Leilo
Da armacJ'envidracada, balcao, h'teiros, gene*
ros e m. is otee sillos existentes na (averna
sita estrada de Tiglpi a. 26, garaniindo-ee
a chave da casa ao comprador.
Sexta feir 23 do corrente
A'8 10 boras
Ns mesmo eetibelec melo, em Tigipi
O ageate Oliveira, competentemente aotorisa-
do, vender em le ao a armacAo, gneros em
perfeito estado e mais otensllios do estabeleci-
ment cima, o qual se recommenda pelo ex-
cellente ponto para negocio.
Os Srs. pretendentes podero tomar o t.-em
qne parte s 9 e 20 minutos da manbS.
Agente Oliveira $
Leilo
Da casa terrea sita rna do Bom Gosto n. 31 A,
fregaezia de Afogados, com 1 porta e janella
de frente, 2 salas, 1 quarto e concha, em
terreoo proprlo.
Sabbado 24 do corrente
AO MEIO DIA
No armazem roa do I upe-ador n. 39
O agente Oliveira, por mandado do Bxm. Sr.
Dr. jais de direito dos Feitos da Fazenda, levar
a leilo a caaa cima para pagamento do qoe
deve fazenda do Estado Curisplm Tavares de
Oliveira.
Os Srs. pretendentes d*?sle ji podero examl-
nal-a.
AVISOS DIVERSOS
Precisase de urna boa cosinbeira e orna ama
para lavar roopa e servico domestico, no becco
do Padre Inglea n. 3. _________________
AMA. precisa-se "de urna para coiinhar e
Comprar, na roa do Livramenlo n. 2. ______
Precisa se de urna ama para pequea fa
milla :no becco da Liogneta n. 3.
Cosinheira e engon. madeira
Precisa-ss na roa estrella do Rosario n. 3,
pbarmacia.
6rei e b/rilha
Vende se na rna da Madre de Dos n. 10.
Professor
F Carlos Paes de Oliveira, ex-alomno da F col
dade de Direito, Guarecerse para leccionar pri-
meiras letras em casas particulares : tratar na
roa da Conceico n. 48, de 8 s 11 boras da
manb e das 2 s 4 da tarde._____
Cauttla perdida
Perdeu-se a de n. 28861 da Caixa Econmica
do Monte de Soccorro: qaem a encontrar leve-a
roa do Imperador n. 39, qoe ser recompen
todo.
Carteira perdida
Sobbado 16 do corrente, de xeio dia para a
tarde, ao entrar na roa de S. Joao pela entrada
da de Vidal de Negneircs, ama senbora perdeu
orna peqnena carteira contendo nma nota de
904000, o otra de 104000, com mala ootras de
menor qoantia; cociendo a mesma carteira ana
doos cartfies de visitas de Anna da Cmara Pes
soa : roga-se pseos qne a encostrar, dirigir-
le roa Marques do H >rval n. 175 que ser ge
porosamente recompensado.
CEBLAS
ESTRANGEIRAS
Muito grandas
em reiteas a preco
r f de 3(1500 por
milneiro vendem
Castro Lemos & C.
e
Machado Pinto & Rodrigues
Precisa se de nma
para comprar, cosinhar e
mais alguns serv eos de casa
de familia, a tratar na ra
da Imperatriz n. 24, 1, an-
Oopeiro
Precisa-se de om copelro e de om criado : na
roa do Bom Jesas o. 22.______________
Piano
Vende-te nm de armario, dnas cordas, proprio
para se aprender : roa Velha n. 1. sobraao.
PHARMACIA POPULAR
Rogaciano Cabra! e Companriia
Successore
RA Do COM HERCIO N. 8
IMADA
Os proprie'arlos deste antigo esUbelecimeo
to te 'm a Batisfaio de comcoooicar aos seos
amigos e fregueses que esto em c.codigtw de
aviar qualqu r receit. com promplldo e esme
ro, tendo para isto completo sortimento de dro
gas e productos cblmicos
Preco eommodoi
Cosinheiro
Precisa-se de nm
Paysand n, }19
bom coslobelro :\ ra\
Ao commercio
O abafxo aaaigoado declara qoe tem ]Uto e
coDirat do com o Sr. Jos Caroeiro Barbosa o
seo estabelecimento sito rna de lionas n. 7 ;
pede a qaem se olear credor aprsente suas
contas no praso de tres dlaa, no mesmo eitabe
lecimento : Sndo o o qtai, o abaixo assignado
nao se responsabilisa por qoalqoer deOlto que
appareca. Recf-*, 20 le Fevereirj de 1894.
Antonio 8ores Pinto.
Ama
Precisare de nma ama qoe saiba cosisnhr a
tratar a roa Duque de Qaxias a. 88 pbarmacia.
Ama
Precisarse de cma que cosiobe bem e compre
a ra Nova n. 7 2* andar, paga-se bem.
Ama
Precisa se de orna ama qce compro, cosiobe e
durma em casa do patrio ; tratar na prac* da
Independencia ns. 23e 25, Gnapellere Chic ; pa-
ca se bom ordenado.
Ama
Precisa-ae de ama ama habilitada e com boa
abonaco, para servico domestico de casa de
pequea familia, pasase bem ; tratar na roa
do Commercio n. 46, eseriptorio.
km
Na rna da Imperatrix n. 2, segun-o andar,
precisa-se [de orna ama.
Ama
Precisa-se de nma ama qoe cosiobe bem, para
casa de peqnena familia ; na roa do Livramento
n. 6, segundo andar.___________________
Ama
Precisa se de nma ama para todo servico lo
terno de nma casa de familia composta de dnas
pessoas ; roa Vidal de Negrelroa n. 196.
Ama
Precisase de nma para cosiobar para dnas
pessoas; no Caminbo Novo n. 143._________
Governaote e ama
Preclsa-se de una Reversante e nma ama :
ratar roa Bario da Victoria n. 34, na antiga
ge acia de movis.______________________
Professora
Precisa-se de nma qoe saiba nm ponco de
portagnez. historia, francs, msica, piano
trabalbos de agolba e qneira leccionar em nm
engenbo, sito no municipio de Jaboal&o : tra-
tar no praca Ae Corpo Santo n. 15,1* andar.
Caixeiro
Precisa-se de nm, para for < da cidade com
pratica de ferrageos, miadesaa, fatendas e mo-
Ibados, a tratar rna Duqae de Caxius N. 62 e
64.
Medicoes de terra
Residencia
CIPelo engeoneiro C. C Csriial.
JM cldadt da Escadi,
Atten^ao
Caixeiro
Precisa-se de um caixeiro com pratica de mo-
lhados e q-e d fiador de soa conducta ; tra-
lar na roa Velha n. 118, etquias da San?a Cruz
Criado
Precipa-ee de om criado ; roa do Paysaodt
o. n _____________________
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro com pratica de ta
yerna ; na rna do Brom o. 35.____________
Oosinheira
Precisa-se de nma cosinbeira com urgencia :
k ra de Fernandos Vieira n. 27.
Chalet
Aluga-se om chalet cm Olinda, na praia dos
Milacres: tratar na rna do Capuo Lima n. 15,
8auto Alare_____________________'
Goiaba
Corapra-se em qoalqoer qaaotidade ra d
Gorooel Snassona ns. 242 e 2 44.__________
Ciiado
Precisa se de nm menino de 12 a 15 ann
para criado a ra Nova n: 7 2* andar.
Para cos-
nhai
Pede-se ao Sr. Josqolm Uenriqnes de S Bar-
reno que veoba roa da Palma n. 109.
Mercearia
Vende se a mercearia sita roa do Cspilao
Lima n. 32, o motivo da venda sen proprietario
ter de dedicarse a ootro ramo de commercio, 6
ums boa acqoisicAo para quem precisar estabe-
lecer-se com este ramo de negocio, por qoanto
este es'.abelecimento est bem localisado e tem
muito boas fregoezlas; tratar no mesmo esta-
belecimento.
Cosinheira
Precisa se de nma cosinbeira ; em Pernandes
Vieira n. 15, pagase bem.
Cosinheira
Precisa-se de urna cosinbeira ; na ra Mr-
quez de Olinda n. 57, i- andar
Attenco
Compra-se o Jarn&l do Recifs* de 8 de Ontu-
bro de 1890 piga-se bem ; na ra Duque de
Caxtas n. to, loja.______________________
Compra-se
Urna casa tarrea na freguezla da Boa Vista e
que lenba tres quartos e bom quintal, cbos
iroprloa em terreoo estenso; a tratar na mesma
regneaia, rna da Coocaico n. 36.__________
Em Diinda
Vndese doce de caj' secco ; qi roa do
Botnflmn. 29,
Precisa-se de ama ama qne saiba co-
sinhar, do 3. andar do predio n. 42 da
na Duque de Caxias, por cima da ty-
pographia do Diario.
Cosinheira e criado
Precisase de nma cosiobeira ; na ruada Pal-
ma o. 40.
Criado
Precisa-se de um criado que d fiador de su
MDdocta, para servico de casa, em engenbo li
tratar na rta 15 de Novembro 81._________
Cosinheira
PreeUa-se de orna que trabalbe com pcrfel-
Ci para caca de familia a tratar na Rna do
Crespo N. 19._________________________
Ao publico e ao com-
mercio
0 abaixo assignado declara ao poblico e ao
commercio que nena dala comproo ao Sr. Vi-
cente Anastaclo de Olinda Seraa, o sen esiaoe-
leclmento de rxolhados sito roa da Ea-Hora
o. 22, livre e desembarazado de quaesqoer oons.
ficando o passivo a cargo do vendedor.
Olinda, 15 de Peverelro de 1894.
____________________Nicolao Albanez.
A*qucm interessar
O abaixo assignado declara que venden aoSr.
Antonio S. Piolo o seo estabelecineoto sito
roa do Coronel Suassnoa n. 7 ; quem se julgar
credor qoeira aposentar suas contas no praso
de tres dias. Recife. 20 de Fevereiro de 1894.
______________Jote Caroeiro Barbosa.
Criado
Precisa-se de um criada na taverna 4 roa da
ratris a. 42. qne d fiador de sua conducta
ar no mesmo estatal' cimento.
Pratico para
pharmacia
Precisa-se de om para
nma pharmacia de Palma-
res, a tratar na ra Mar-
2nez de OJinda n. 24*
ompaohia de Drogas.
H
mroiE
w
MllIN
|>iitni'
bu Dro
.i-. .^.
4
Oleo Figado Bacalhao
DOUTOR DUCOUX
Iodo-Ferruginoso, com Quina e com Casca
>
Quando se trata de corar as
DOENQA8 DO PEITO
ESCRFULAS LYMFHATISMO
ANEMIA CHLOROSE, etc.
os Mdicos dio sempre, sem hesitar, a preferencia ao OLEO de FIGADO
de BACALHAO do D' DUCOUX, Iodo-Ferruginoso, com Quina
e Casca de Laranja amarga, porque elle nao tem mo gosto qual-
quer e que a sua composicio o faz eminentemente fnico e corroborante.
Deposito geral: 7, Boulevard Denain, em FASIS
AohMe para Tender em todas as Pharmacias e Drogartai acreditadas do oivereo.
Veaconflar-ae dan FalaiflcafSeg e ItnitafSe*.
XAROPEdePAGUANO
Depurativo e Regenerador do Sangue
Privilegiado ylo OoTerno do S. M. el Bei d'Ztall
IDO PBOFT3880H
TP TO W IV ffl
^^ VBNDR-SE BXCLtSI VAMENTE EM
JVapoIea, -a, c:.Xia.*a. f=i. Abarco Casa propria)
A CASA. DS FLORBNCA ESTA. SUPPR1MIDA. 0 Sefir. CRNESTO PAQUAMO poue
todas a rsceitst escripia pela propna mo to de'uno Professor JERONTMO PACUjZANO, Su to
Exigir sobre o trauco e a cuxbl a marca dm fabrica depositada conformemente t le.
^ _, ____ ERNB8TO PAGLIANO.
Depsitos cm Pernambtte: compawhia de nao cas < productos chimicos
K KM TOIUS AS PHISCil-AES PHAHMACrAS DO Braxil.
MOLESTIAS NERVOSAS
OURA CERTA
XAROPi HENRY MURE
Bom eiito verificado por 15 annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DE
Epilepnia-Hyntcria
Chorea
Htjfitero-t;pil<'>Ha
MoletnHam ao Cerebro
e do Espinhaco
Uiabete assucarado
Convulaes, Vertigena
Crines nervosas
Enxaqtiecas, Tonteiraa
CongeatSea cerebraea
Insomnio
Sper/natorrha
Da FolbiU ailti lastrUatt i dirigido gratiiUinegti a qualquer ptssoa qne a pedir
.HENRY WU RE m P0NT-SAINT-ESPR1T (Fbamg*)
VK.NUE-SE KM TODAS AS 'KINCIi'AE PUAilMAUAS B DHOOAB1AS
VERDADEIRAS PILLAS do DR BLAUD
or parta
fatVaaj
|Mill<aa
Bmpregam-s* com ptimo xito ha mala de te asnos peta mator parta dos Facuttatt-
tos Francezea e Estrangelros para a cara da ANEMIA, COLORSE
Yarmttfti Una mtmimaa.
A lnsercSo no novo Cotai Francet, eutroslm o facto de baver a Junte, d'Byariesae de
vericado a elcacla d'estas rumas, autorisanOo>Lbes a venda, escusa qualqmr encomio.
ti staprairM Imsi i|lr vu mbm St IsnaUr uta* al a a
DESCONFIEM-8E DM IIVIITA9E
0Mb 4a Ytrdtdtlru Plhilai do D' Blau* aso sa madtm mni sa frito $ ( frtaoo
de ZOO a fOO muta, mu aatm ser a*Me>
PAJUS, I, BU A PATKKN8. DBP0SROS 831 TODAS Aj PaiMCn>AB3 PBAJUCaOaaJ
>LA{/0
"M IJ Essencia.......DATUEA 1ND1En|
%aW/T&w$3&m \ P de Arroz.....DATURA IUSIEN
SabSo........DATUEA DTSZEN'
Agua de Toucador SATUBA INDIEN|
Oleo........DATUBA IL'DIEN,
LocSo para o pelo. PATBA UTOIEn!
SACHETS ORIZA SOLIDIFICADOS
PLAQUETTES ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS1
TODAS AS PRINCIPAES CASAS DA AMERICA DO SJTL.
*3S?
ATKINSON'S
HITE ROSE
' encanta pela sna docura suave e delicada.
I Kmpregar s a de Atkinsov que original
e nnloa eesencia verdad eir.
ATKINSON'S
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de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa
das duas Americas, de toda especie de raercadorias. de
machinas e materia prima.
Deposito do afamado tCREOLIM o aethor des-
i afectante econhecido.
Deposito da bem conbecida ODONTINA de
Attenijao
0 Sr. Sarjios Lima, carieiro do Crrelo, veoba
ma da Palma d. (09 liquidar o sen negocia,
sem o qoe se explicar.
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Vende-se a retalbo nos maioraa arma*
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cojo nome e emblema sao registrados por
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Licor depuraivo vegetal vodado do me
dico Quinella
Este nolabilissimo depurante que ven.
precedido de lo grande fama, infallivel
na cara de toda as doencas syphiliticas,
escrofulosas, rheumalicas e de pclle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevralgicas, blenorrogias
agudas e chronicas, cancros syphiliticos,
ioflammacOcs viceraes, d'olhos". ouvidos,
gargantas, intestinos, etc., a em todas a
molestias de pe le, simples ou dialhericas,
assim como na alopecia ou queda do ca-
bello, e as doencas determinadas por sa-
turado mercurial.
Do-se gratis folhetos onde se encon-
tram numerosas experiencias fe i las com
este especifico nos hospitaes pblicos a
muitos atlestados de mdicos e documen-
tos particulares.
Faz-se descont em casa de
FARIA SOBRINHO & C.
Rm do Mrquez de Olinda n. i
.Ra do Vigario
Tenorio
N. J9 Recife
S e nico fa-
bricante Pro-
flMlonal de
sinetes de borra-
cha no Norte do
Brazil e nicos
que fornece ca-
rimbos de bor-
racha em eii
horas.
\
liep
Dr. H. Ri
rdet.
Especialidades, Numeradores de metal carim-
bos com e sem data, excelsior. marcando c
2 cures, lapiseiras, automatos, reloglos etc.
A casa nao tem agentes que percorrem
rua3.
Pastas de pergaminno, que servem de ca I
para escrever e que tem a grande utilidade da
no deixar raar a malo, sobre a qual se po-
dero tomar notas e fcilmente limpal-as
SOOO cada urna.
Pequeas lampadas instantneas de algibeira
(sem precisao de fsforos) com espoletas de re-
serva systema modernissimo W000 urna.
Vende-se a Ra do Vigario n. 19, !. and
Recife.
Farateira Philipson, Appar fc
de pegar Baratas e outro s
sectos.
Patente Brasllelra n... ..
1595. Patente A raje mina
i. l too. Registrado em quas
todas as repblicas da
America do Sul Preco
de cada um 3*000. So
sale* venda em
grosso e a retalbo para
iaodo o Brasil e Re-
publica Argentina.
Ra do Vigario n. 19 i. anda
PERNAMBUCO
H, PHILIPSON, IMABNTO
TnimStoIceao
rsvra M CAVA1LOS
SDPPRISSlO
|de FCOO
a
QUELA
1 o PELLO.
Foaol
o
a
iadts U MU
, A?PLlC*,fltS
1 A cura fat-se eom a meo em 3 *4im,<
tem dor eumeor vr,nt>nratpar opeito.
\ Pharmi GENEAV, 175, Roa St-Honor.Pi

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PaWjWM|at^^ iiii ilih i............
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Diario de *ernanimco fcaarta-feira ti de Fevereiro de 1804
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ACTIVA8
HjLULAS
DEBEBTOL
VEGETAES
ASSUCARADAS
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*{ SEGURAS

*
Semeates Novas de
Hortalizas e fires
Recebemos por este ultimo vapor nm
ompleto aortimen'o de sement! de Hor
taligas e lindos flores.
Pofi Mendes C.
Raa Estreita do Rosario n. 9
Vinho da Serra da Estrella
NSo tem rival esta qaalidade de vicho
rio para mesa, urna especialidade.
POgAS MENDES & C.
a Estrella do Rosarlo n. 9
Completo sortimento de geoeros da 1*
qaalidade e presos os maia resomidos.
Raa Estreita do Rosario n. 9
Pocas Mendes C
"Obras de Vive como sejat.
Beatas para compras (Taananhoa diver-
Ber$o
Balaios prra papel.
ROPEIROS.
CADEIRAS o que se pode
desejar de mais aperfeigoado.
RA ESTREITA DO ROSARIO N. 9
Po$as Mendes 4c C.
iViiihos tintos de mesa
Collares, Palhete e Alvaralho
j multa? entras acreditadas marcas acaba
de chef.r para o j bem cenhecido ar-
biaem de vinboa
Adega Portugueza
loa das Lamigeiras n. 4
Puro azeite de Ol*
yeira
Superior de 1/sorte
vende-se em LATINHAS de litro.
QARRAFADO na
Adega Portugueza
Ra das Larangeiras d, 4
Vinhosdo Porto finos
em 10 e engarrafados vande-se por pre-
gos rasoaveis na
ADKGA PORTCKZA
Ra das Laraogeiras d. .
Licores de Marie
Brizard
achet, cu ra So, cacau a la varille crsme
de Tb-Murrasquino etc., COG- A 3S de
diversaBmarcM e procedencia vende-sena
Adega Portugueza
Ra das Larangeiras n. 4
Madapolaoe algodao
Por oreco sem competencia, vende ee na tra>
piche Viaon, Forte o Mattos.______________
Casa
Veode-se a casa n. 293 da raa de OHenta e
Nove antiga Imperial a tratar na raa Direita de
AfogadoB o. 96._______________________
Aos proprietarios
Qoe desejam taxer calcadas e ladrilhos no io
tenor das casas e armasen, avisa-se que aeha
rao nm grande sortimento de pedraa apropria
das, no armatem do Caes de Capibaribe n. 38, a
stras na rea da Crot n. 18. armaxem.
ESPECIFICAS
DO CTMBBE
Or. Humphreys de Nova York.
Em uno mato de 90 annos, f Implen, w-guro*.eM-
unt baratos. Avena IMU UroRartaii e llar-
rulas principa e mal* RarantMa* do Mundo.
fio.
cniA
< t> I i
Dia
* -
' !'v
6.
rii .le MMI c SO
K1V. Slere-v... im. vomiu
Co!!c:i tillo
omltos

3. C'roup, Tosae
U. Ilerwts,.
15. Rheunia
14. geriea. &up?oei -rv;il*'fn j
ailino, rx/re^ '..yuiiia
nhilinMiu IS0..-1.,'UiABht -:
nii:>eucin de Ounun.Oiirtaar-seua
S" HVtfs.MVeTli'Fcim-l.Ktrml.tente...... ..
17 UemorVhiia, Aln-.-n-.Jma. tatema. o
* e,,.rn:u>. imples *"<___ .__.__ ;..
k. -5.ii_chinatraecaouti3t^,t*
& pSar|jiifS9^^g^S|5yg3fr.......
a! s|>iamB Toa O'-o. Surilea..........-
V* Karrotulux, InrhRi,..... i leer-----........
Jl. efciliddegeia...>u P_r*_a_.. ........;
Knjoo de Mar, rauwa. vV.l'7t,'?._.W_
Z7. Molestias ourluavn!*, C-elculo WH.
na Bexlga............. ............._v .'*
JP. Impon-liria, l>ehllidnde nervosa,, emlaal
28. ('Iiagniuhartna lio. em. "i Apht
. Iucoiiik
Cama
ti. .
Si :
sa
st SSSSSaSPaSSSS DrdeCabee. ...
C mal do Dr. Hum *.. paglaac u**
-^8nf'vni'-,a*eorno. a;.* ^*.
;/.-i).
dHO Falten Street. ri VOBSa-
UNI0OS AGENTES
Para vendas em grosso em
Pcraarahiieo
Faria Sobrinho IC.
i L0J\ IBilMil DAS ESTBELLAS
Cintas (.espolilas
e/y.
Ccnvida a seus fregaezes para que veaham aproveita
os saldos que fcaram do auno passado, e que se
e&tao liquidando no anno novo, visto como o que
se receber este anno custai o dobro do que se
vende ; a saber:
Loja do Qoelho
56Boa da Imperatriz56
Receben o qne ha de melhor em
Ssdaa pretss.
Sedas de cor.
Crpona-novidade.
Pantaiias.
Guarnfcfiea pretss.
fiua:n-goes de cor.
Galee pretos.
Gal* de Ct>.
fitas de vellado.
E muitos oatros srl'.gos especiaes de aoda
a eseolhtdas a capricho Mal ebefe de corsa
cata.
Propriedade Boa Vis-
ta na cidade da Vic-
toria
Vende-ie a propriedade icima, confronte a
eetacao da estrada de ferro, com qoatro casas e
urna ccebeira de telhae, bastante terreno para
todo genero de plaetac&ea, moitas e variadas
arvores froctiferas, limitndose em parte com e
rio Tapaco- : tratar na cidade do Recite, roa
do Vigario n. 17, anda*.______
35#Q0 301000.
Glande sementeira de
cafeseiros
Na faxenda Sir.-a G raa de do municipio da
Victoria. Estado de Perosmbnco, tem pa-a ven-
der do dia 1* de Maio em diante, cerca de don
mi'bOea de pea de ca'eeeiro-, cojos precos, tss
maohos. qoalidades e mais explicac6es,veja-Be o
Jornal do Reciff. _
Ourives occu
lista
"5f8
CMPLCE...
POR
ir.
-Z
. CARO
(ContinnaoBo)
Maior do qne elle, e to robusto na ap-
pareccia, nSo o teria te to eom tanta faci-
fidade.
Levei oa meas hospedes para o qaarto
reserrado eos eatranhoa, o ooico qae es-
lava em estado de os receber.
NSo nos tornaremos a ver, me diese
entlo o mea hospede, partiremos amanhB
antes do dia ; permitta qne ea lhe aporte
mo e lhe agrade?* a ana bospitalidade
e as provoa de benevolencia qie to libe-
ralmeato me den.
Toqaei-lhe na m8o, qne era dora e aec-
ca ; ro posso diaer qne a aperUsse com
aympathia. Lm compenialo, nlo recebi
aem emooSo os adeusea e oa timidoa agr
decimentos de Rasa.
Olhava para mim cem esees olboa muito
abertos, um ponoo espantados, d'araa crian-
aa adormecida qce se esforoa por se portar
bem. Tioba es posto instintivamente
diente da eams, cuno para m'a nlo deivar
Yer. Pobre Rosinba 1 o sea pador soffris
a minha presenca ; para a rdr vontade
apreeaei-me em sabir.
Adens dorma bem ; ae preoiaarem
ale aaini, o mea qaarto all defronte, do
Mtro leda do pamar.
dtofidea-ne do novo a mo, sacudi a
Theodoro lea niimoi de Kellp
EtUDelecido cem ofti ica de oorives roa ciaa
Larangeiras n. 1 avisa aos seus fregueses e so
refpeiiavel publico, que m-.n'.em offlciaes hab-
litad 33imo3 para execn.ao de qnaiqner trabalbo
conceroenie A sua arte, fspecalmenie crava-
Q6ts para brilbantes, ccul.s, pencinex, moro-u-
los, etc.
Doura-ee, prateia-se qoa:qoer mctil, ceocer
tos em leques de madriperola oa outrs qualqaer
especie, garantiodo prejee mdicos.
Ra das Laraugeiras p. 1
Bichas de Hamburgo
pesjeeoas porges,
e sarjadas na rus
Vende se em grandes e
applica-ee ventosas ceas
das Laralfetna e. 14-
Coites de Linn bordadoa a 150OCO o 20^000,
Ditos de cachemira ricamente enfeitados a vellado
Ditos de cretoce da alsaasia a 125000.
Cachemira de dnaa largaras de 2 MadapolSo americano a 108000 a pesas.
Dito com nm metro de largara a 145000.
Voiles lindsimos deseches a 200 reis o covado.
HeltoDS para roapa de homem a 155C0 o covado.
Casemiras iogleaaa a 38000 e 35-00 o covado.
Ganga para oobeita a 240 reia.
Cretone de 700 a 320 reis.
Guarda apos de 65000 a 38000 a duzia.
Bramantes de linho com 10 pal-nos de largara a 25800 a vara.
Fichas a 500 reis uro.
Babadoa bordados de cor a 600 e 800 rea oada pe$a.
Cortea de fustSo rara col le te a 18(00.
LindisBirros tecidos arrendados de cor para cortinados de 4,000 a 15000 e 15206
o metro.
AlgodSo americano 55000, 65C00 e 71000 a pera.
Espar^lboa para senbora a 45000.
dem para meninas a 95500.
Toalhaa de fuatfio a 65500 rus a duzia.
Flanella para vestida, lindas deaenhoa a 400 e 500 reil.
Merinos pretos com dusa larguras de 5000 a 800 reia o covado.
Sargelins de todas aa cores a 240 reis o covado.
Linn s de cores, 1 indi asimos padrSea a 240 reia o covado.
Flanella de qnadrea a 500 reis o covado.
FostSo branco lin oa deaenhoa de 25000, 800 e 1500O.
Rendas Escocesas a 320 reis o oovado.
Panco da Cotta liatrado para mesa a i5600 o covado.
Cortinados do crochet a 1080(0 e 85000.
Setins de corea a 800 e 15000 reia.
Cobertores a 11300 oat.
Assim como muitos utros artigos que se vende com
grande reducto de precos.
Grande quantidadt de retalhos de chitas, brins e
laos.
Loja e armazem das Estrellas
56 e 58 Rua Duque de Caxias 56 e 58
Telephone n. 210
mcmiis tm mmm mu
LIDGERWOOD
Machinas avapor
Ao publico
Vende se a taveroa sita i rua dos Ooararapes
o. 14, bem afreguexada; qoem pretender dtrl
ja-se i mesma casa que se fax todo negocio.
Fabrica de arelo
Aguas e limonadas .sosas de
tod s as palidades
Soda water, ginger, ale, HmSo, laraeja
oaraoSo, abacaxis, granadina, grosella
baunha, hortel pimenta, et?. to
12-A-CAE8 DO CAPIBARIBE12 A
Tayeraa
Veade-se ama taveroa em nm bon poeto, bem
sfregoexada, e veBde-se tivte e dexembaragada:
a tratar na roa de Gervasio Pires n. 40
minba dnaa veees com orc*, oomo se esti-
vene firmando nm pacto. Aohei qae
abnsava nm ponco das effasSas. Emfim,
deviam ser raros os apertos de mSo pela
estrada por onde caminbava ; faaia prova-
velmente aa anas provieSes de viagem.
M-hmond esperava me, rosnando, sobre
o capazo, diante da parta. Nao eatava
mais aoostumado do qne eu a hospedar
descoohecidos, e cSo tomava fcilmente o
sea partido.
Com receio de p?r:arbar o aomno dos
viajantes, filo entrar no mea qaarto. Elle
obedecen, de cabeya e canda cabidas, e
deitoa-ae no tapete, ao p da minba cama,
nlo em protestar.
E' verdade qne es asssbiofl do vento e
os estalidoa daa portas e das janellas oon-
triboiam a trnalo ver voso. Tinha-ae es-
tendido cora a oabeg* estendida sobre as
patas, e en via-lhe latir os olhos entre aa
soas palpebraa inquietas...
Tambero nlo tinha vontade de dormir ;
aa aventuras na minha vida aSo raras, e a
chegada deate par incorrecto e fugitivo era
ama de primeira ordem. Fia digensia
por 1er ; mas pensava em Rosa, na ana
joven pbyaionomia delicada, na sua bonita
cintura redondinha,. aportada cem orna fita.
Tudo nells me agradava, me interessava...
teria querido gaardal a ao mea 'aio, vel a
viver a san commodo, contente e tran-
quila, deital-a a perder...
A minha loooa imaginado esforgava-se
por imaginar asasos qae m'a tornariam a
traaer,mas sem o sea desagradavel com-
panheiro, aeontecimentos romanescos,
cajo absurdo en pereebia, e qae, comtudo,
me divertiam.
Tinha apagado a luz havia mnito teapo
e comecava a adormecer, qaando nm lati-
do ronco de Mahmond n.e aoordou. Ea
tava de p, andando ns trevaa de e para
ladrando..... Ergui-me
Rodas d'sgoa
Torbinaa
KLgenho de Serra
Moendsa de Canna
Moinhos de 7a
Debalhadores
Separadores
Porteteia
Lavadores
Despolpederea
Deeoaaoadorai
Ventiladores
Mambiqaea
Brunidorea, Cjndnotorea, Catedorea, Evaporados avapor Defecadora ade
triple effeito, Vaontoa e todos oa maohinismoa pertencento ao f bnon do oabooar, cal-
deira Multitabnlar para qaeimar bagago oa casca de caf. Prenaaa Hydraaltcas,
bombea de todoa oa tamanhos, Carneiros Hydraolicna para levantar agua, Arados da
plantar milbo, etc. etc. Engenbo completo de tabricar ferinha e engenho complete
para beneficiar arroa.
Correiaa de sola e de borracha de qaalidade auperior. Oleo especial para
machinas. Porteooes o peona ava lasa para aa machinaa.
ESCRIPTORIO
9S^Rua do Ouvidor95
134 e 136Rua da Sade134 e 136
Lidgerwood Mg C. Lima
aquella lamento do vento as ramadaa e o
cahir da chava no solo aatarado d'agoa ?
Acoendi a la. Le m brava- me qae tal vea
um dos mena hospedes ae tivease aohado
inoommodado e necessitesae anziho.....
Abri a porte ; nada ae mova, todo pareoia
tranquillo, em ordem.
Voltei para a cama, e Mahmond depois
da ana alerte, tornoo a pegarfao sea sta-
no interrompido.
Foi comtado ainda elle qae mais tarde
me aoordon, e os seas latidos eram desta
ven to imperiosos, tSo formaos, que saltei
da oama e prooarei oa phophoros.
O diaba eatava por all, nlo poda con-
seguir achal-as, e, emqaanto oa ptoonrava,
ouvia distinctamente paisos em oass, por
tea abertea e feobadaa. Impaciente, corri
janella e emparre! os postigos.
Parecis-me qae tinha dormido maito
tempo, e nSo me engonava ; comegavf o
rinho viajante, lo oca andorinba, arrancada
do tea nicho 1 Que De is te abecedo, en-
cantadora creatora! >
O nevoeiro, qne ae desvaneca em ebuva
e me salpioava a cara, obrigoa-me a fechar
a janella... Aoeendi o lame, peguei no
mea cachimbo e fiqeei a devanear deste
modo at ao momento em qae Ladovina
me troaze o mea caf com leite. Vi ne
primeiro relance qae ella eatava com us
sos ares de batalha :
O aenhor nSo deve ter moka fome,
disse ella em tom altivo... visto o senhor
ter banqueado esta noite.
Engaase, Ladovina, techo boro
appetite.
Depois de ter saqueado o aparador...
e o armario daa proviaSsa ?
Exagera, Ludo vina...
Emfim I... O senhor est livra de
banquetear com os seos amigos, se assim
A!ta novidade para sechoras e ho-
rneas.
Novo sortimento receben a
t %l
NOTA EaPEBtJIVCA
63 Roa Duque de Caziaa
63
9
|HJ-
YIDRARU
f
i
S Bu
"^K^Tsr5*^Cr*1P
Bonita cclleccSo de finas tsgas de
porcelana, receberam
PEDRO ANTNES A C.
mais
dia a luir ; deviam ser, pouco
menos, oinoo horaa e mei^..
Tinha parado a tempeatade; a naturesa
esteva desoancando n'u-na especie de en-
torpec ment cangado, comaquelle aspecto
de deaalinho qae acompanba as grandes
orgias. Ramos cahidos, telhas, pedraa ar-
rancadas oobriam o solo, e, ao longo da
oasa, esteva devastada a minha bella bor-
dadora de chrysanthemoB, os caales tritu-
rados, os bellos tofos edr de resa e brac-
eos jasiam na lana.
Tudc isto me appareoea entre um alvo
lvido atravez d'om nevoeiro hmido qae
encabria os longes. Porm, langando os
olhos para h avenida, distingu, movendo-
se na espeasa brama, duas sombras negras,
de tamanbo diverso, que ss iam atestando,
e depressa dcsappareceram das nossas
vistas.
Eram oa dous amantes que corriam para
o sea destino. < Adeus pois, penaei eo,
qaando desapparecea a ligeira e de'gida
cuj lhe apras... mas, se o senhor me tivease
l. minando e hdraodo..... Urgui-me ; qaanao aes-pp-rooc ..6- wv-H.u.
masomeo de oetr algama coasa oosn4figura de Roaa j adeai, mea pobre passa-
prevenido, nlo teria havido tanto extra
go...
Nlo banqnetee, Ladovina... Abri
a minba porta a una viajantes apanhados
pela borrasca, e...
Ah... perfeitamente... se o se-
nhor receber agora os vagabundos... oa
saltimbanoos, nSo faltarlo boceas para de-
vorar as Bas pro vuSes... mas o lhe qae
Ibe ha de succeder algama deBgraga.....
Sou ea qaem lh'o diga I
Basta 1... nSo se morro senSo urna
vea...
Pelas nove horas, o tempo levanten, e
tendo parado a chava, oaloei as minhas
polainas, peguei na minha espingarda e
chamei por Mahmond... Na meia da aala,
bem em evidencia, achei nm ramo de
obryeaQthemoa cor de rosa, atados com
um cabello* preto... Atrever ne-hei a oon-
fesssr qne V o je: com ama especie de en-
ternecimento este humilde ourenir da po-
bre fugitiva, e qae o gaardei n'ama gaveta
qne de Casia \
~*muw*. ^ >t r-. BJO^pj r\ rm"
&mS*9m\mm?&S&*tigim
BIJOTBRIAS
Lindes grampos de brilhante do
Canad, chatilainea, "puls-iras, meiaa
finas, pedrea e rrnitos outres artigos
NOVA ESPERaNCA
63 Ra DuQOa de Caxias 63
lilis SAjate!
ese
-5 ea
La Gran Via
Raa da Imperatrie n. 58 A
Receben om esplendido sortimento de sedaa
lisas e lavradas :
Cacbemlras pretas e de cores.
Levaotines, alta novidade.
Cretoos inglexes e fr?neexes.
Zephira, padroes inteiramente novas
Cortes bordados, brancos e de cores
Cbspsos de sol para seonors.
Espartilhos.
Percalioas Lincas.
Camisas, pnobos e collarinhos.
Perfumarlas dos melbrres fabrica otea, etc. etc
Othon Silva C.
Roa da Imperatria numero 58 A
Cintos de panno
* Para bomens e senboras, novo sortimento'
recebeu
Ce
PRAU
DA
t C.
INDEPENDENCIA
Ouros romano
Em broches, grampos, pa'celra, anneis, cha-
tleines, cadeias, rfligios. boiOes etc., nm im-
portarle aortimento receben
Coi
PRAQA
iravdo. Anlnnea dk C.
DA INDEPENDENCIA
Boleas de palha
receberam
Conrad > Antn dr t>
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6. 8, e 10.
oom amas reliqaiasinhas, menos innocentes
tal ve a do qae esta...
Icstioctivamente, segai ( avenida, pro-
curando na herva molhada oa signaos dos
psinhos de Rosa, e, no fim da avenida,
poa-me a nadar de o para l, sem me
oonfessar bem porqn...
Tinha eomo am preaentimento que ouv-
ria fallar emRosa... algam tratsentte
teria encontrado oa viajantes e poderia dar-
me noticias, moa o oamioho esteva deserto
e ia voftar para trae, qoaodo vi n'um cam-
po nm homem a cavar batatas.
Reconheoi Gaspar, o jardineiro de Mlle.
Erran, e veio-me lembranga ir almo-
gar a Trminit e teater a minba confias So
minha visinha, pois pesavam-me no cora
gSo todas as mdiscrigSea da noite.
Chamei Gaspar e participei-lhe a minha
intoogBo, encarregando-o de prevenir no
csstello.
Qaeira desculpar, Sr. Carlos, res-
pordeu elle ; a senbora vai boje almogar
casa do Sr. cara de S. JoSo.
Como 1... j sabio ?...
Oh I isso nlo I A senbora est anda
a dormir oa as auas devogSea... nanea
desee to oedo... mas mandn p6r a oar-
rnagem a onie horas.
Fiquei contrariado; tenho, ji oonfessei,
nm sentimento maito temo pera com Mlle.
Krran... Nlo era, propriamente, amor,
no sentido em qae se entende esta pala-
vra, qaando se novo. Mlle. de Krran
nlo era bonita ; alta, magra, a p le j
poaoo fresoa, cara redonda, olhos redondos
e suaves, bocoa redonda oom beiooa ligei-
ramente franaidos por ama ezpresslo habi-
tual de reserva podioa.
Em boa, indulgente, am poaoo timde,
tinha espirito, e por veies, de repente, uns
ditos qne eram signal d'um fondo do ale-
gra natural. Tioha-lhe ded oado urna
grande amiaade, e se nlo ti vase sido re-
FAS&ICA IS JIOVEIS A 7APCS
DE
Silva Fern*ndes C-
48Rua de S. Joao48
Promptifica se qnaiqner enoemmenda
com a mazima prstese e por pregos mai-
tisimos rasoaveis.
Compra-ee medeira de boa qaalidade.
Aceite-se artistas qae sejam peritos.
DEPOSITO
jtjjj Barao da Vicio ra-i9
Rodolpho Antunes & C*
f Rssa Duejue de Caalas *
a'
laravilha
FINAS COLCHAS para camas. LIN-
DOS cortinadoa para cama e janelas,
pregos sem competencia. Elegantes
objectos de biscait, vidro, trra cotte para
toiletea. Grande aortimento de -albuns
para ntratos. Papel da fantasa para
cartas. Alem de m-titos oatroe artigos
qae o bello sexo encontrar sempre na
bem oonhecida casa de RO OLPHO
ANTUNES A C\
67Roa Dnque de Caxias67
Sitio
Vende-se nm grande sitio com casa de v\ven-
da, na estrada do Remedio, por prego rasoavel;
i tr.tar na loja Estrellas d'America, roa i' de
Marco n. iz________________
Chegou !!!
Especial doce de Aratanha, do Cear ; vnde-
se na roa larga do Ros i no o. 30.____________
Candie'ro olophoticj
Veode-se nm boro caodieiro, tratar as Es-
trellas da America, rua 1* de marco, antiga do
Crespo n. II.___________________________
Estrellas d'America
RUA I- DE MARCO N. 12
(Antiga do Crespo
flom o titulo cima, os abalxo assignados
abrlr&o orna loja de faxendas fln s e moda,
roopa fei a por medida.
Chamamos alteoc&o das familias peroambu-
canas para vlsltarem as Estrellas d'Americr,
alioo de verem o liodo e variado sortimento de
faxendas tinas e moda e admlrarem-se dos pre-
cos.
Os proprietarios des'.e estabelecimento no
intnito de bem servir aos seos fregueses, esco-
Ineram a capricho as faxendas mala moaernas e
descoobecldas no mercado. E' completo e va-
riado o sortimento das Estrellas d'America.
Pregos baratlsstmo8.
Recife, 16 de Fevereiro de 1894.
Marques a Lima.
Vitrina
Vende se orna importante vitrina, tratar as
Estrellas da America, roa i* de Margo, antiga do
Crespo n 12_________________________ ,
Tainhas
graudas em Bordalcxas e barra de quinto.
Batatas
especiaos novas de Lisboa da colbeita deste
snno.
Ceblas
Em realias.
Queijos
Flamengos a proco sem competencia.
Vendem
Machado Pinto Rodrigues._________ ^
Farelo do Rio da Prata
Retalhi se genero especial e recen'emenle cae-
fido, peso de 42 kilos e em saccana superior :
tratar ao Largo do Corpa Santo n. 23, andar.
Cal Yirgem de
Jaguaribe
Em barricas para o fabrioo
de assucar vende a Compa-
nhia Exploradora de ftb-
ductos Calcreos.
Pre90 8SBOOO por
barrica
Caes do Apollo n. 73
Vende-se
Urna parte do engenbo Bom Soccesso, sitoado
do municipio da Lacada ; 4 tratar com Francis-
co Ramos da Silva, i prari da Indcrendeaola
comeros 13 e 1S.
^
tido por todaa aa raaoes que tinha ennu-
merado na veapera ao ceu boapede iospr/)
visado, sem duvida algama ter-me bis sr-
risot.do a aspirar mo del la... mas tudo
se tinha limitado a relagSes de boa viai-
nhanga, e do mea lado orna predilecgle
cootida pelo respeito.
Pois be jo 1 disse ea depois d'um mo-
mento de desalent, irei entlo antar a
Trminit e divertirei Mlle. de Krran
com ama aventarasinha qae me saooedea
este noite. Diga-lh'o d'antemlo.
Caoei o da todo; Uve a aorto de matar
algomas pegas, entre oa qaaes esooihi urna
lebre e duas perdiies qae Ladovina em-
bralhoa cuidadosamente, e, tardioha, di-
rigi-me para Trminit.
Em torno da habiteglo nlo havia nem
maros, nem grades; ama simples estacada
seperava o jardim dos quinconcios de car-
valhos da oarvalhos e de faias que orma-
vam ama avenida da es-rada at ao cas-
tello, qne em am grande eiifioio qaadra-
do, com am pombal alto e ama terresinha
em peodor, a meia altara da frente ; era
nesta torreanba que Mlle. do Krran ti-
nha feito o sea oratorio... Empurrei a
cancella e adiantei me pela alea feite
moda inglesa, qae tnham ltimamente tra?
gado roda do taboleiro de relva,
Eatava admirado qae nlo tivease ter
conrgo o velbo Milord, qae ordinariamen-
te saudt va a minha ohegada com os seos
laudos e aa anas cabriolas de boa viada.
Em tacto mais paro admirar, qae havia
numerosa manilo em Trminit.
, (Continua).
i
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t

Typ. do Diario, r. Daqao de Caxias n. t
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