Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18100


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Full Text
**^71

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I"
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MO l,X^
o &5 de \ovmbro de iS^^i
uasso SG
PB0PBJB9ABS Bl HE&KOBL fIFBlIiBd& BE iiA
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados. 8^000
Por seis mezes adiantados. 15$000
I or um anno adiantado .... 30#000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAQES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LGARESflONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. ... 16$5O0
Por am anno adiantado 335000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de dias anteriores. $200
Telegrammas
ssanja pastillas 20 m*
lli< de Janeiro, 24 de Novembro,
s 7 'horas da noite, (recebido na estago
s irhoras c 10minutos da noite e entre-
gue s ii horas e 4O minutos).
Foram nomeados :
Ajudante-general do exercito, o gene-
ral Conrado de' Niemeyer;

Chefe do corpo de commissarios da ar-
mada, o capitao de mar e guerra Alva-
rim Costa. ~" "
A Cmara dos Deputados foi pre-
sente urna Mensagem do Dr. Prudente
de Moracs, pedindo um crdito de...
25.000:000$ para occorrer a despezas effe-
etuadas pelo Ministerio da Guerra cot a
SufFocacao da revolta.
O Supremo Tribunal de Justica con-
cedeu o habeas-corpus : ao Dr. Luiz
Murt, afim de comparecer na se s Se
15 de Dezembro, e ao coronel Lui/. Go-
mes Caldeira de Andrade para compare-
cer prxima sesso.
Telegrapharam do Natal para aqui
dizendo que pracas do 1 \. batalhao de in-
fantera, de guarnic-o all, assassinaram
urna oraca io"corpo de seguranca.
Diz o Jornal de Noticias que o
vapor Mathilde do Lloyd Nacional
naufragou as costas de Macah, sc.lvan-
do-se os passageiros e tripolaco, mas
perdendo-se o casco e a carga. O vapor
seguia para os portos do norte.
Consta que o C.ongresso Nacional
ser convocado extraordinariamente.
- Parece que ser extensivo aos offi-
ciaes da armada o decreto que promoveu
os oiliciaes do exercito -sobrevivontcs
campanha do Paraguay.
MARTE OFF1CIAL
Ministerio I Fazenda
Foram nomeados.:
O 2* escnplurario do Thesouro Federa!, Sa-
niuil Jos Pereira das N sfea para Idetico lo-
gar no Tribunal de Coalas;
O 2* esenpturario do Tribanal de Contas,
Joao Ge/.imbra de Araujo para idntico logar no
Thescuro Federal;
O 4* eseripturario da A fandega .la eidsde de
S. Paulo, Estado do mesiuo nome, l>ur\al Lo-
pes libeiro, para Idetico logar na do Estado
'da Baha;
0 4* esenpturario (a Alfandega do Estado da
Baha, Hermenegildo de Oltveira Carneiro, para
idntico logar na da cidade de S. Paulo, nesse
nir-'iiu Esiailo:
O 4" eseripturario da Alfandega do Batan da
I bIiw, Antonio C.lnslovo de Freitas, para o
rjgar de 3* fiscriptnrario da mesma Alfandega ;
.1 3' esenpturario da Alfandega de i'orlo Ale-
g:i,' 61* do iio Rio-Grande do Sui, Alfonso No
res' lo. pora o logar de 2o da inesma Alfan-
va:
o V :rip'urio da Alfandega de Porto Ale-
_- jrto Mado do Rio-Grande do Sul, Artliur
. '.::: Arria, para o logar de 3* escrip'urario
lia m na Alfandega;
0 4* eseripturario da Alfandfga de Santos,
Ssiado de 8. Paulo, Sevemno da Sfl va Romn
Jnior, para idntico logar na Alfandega da Ba-
ha ;
, 0 i escripluraiio da Alfandega da Bahia.
Cosme Celestino Teixeira, para idntico logar
aa de Santos, Estaio de r. Paulo ; .
Roberto Granl pira o logar de thcsoureiro da
Allandega de Santa Clhanna;
.loaquim Fontenelle Bezerril para o logar de
(uarda-mr da Alfandega do Ceara ;
Antonio Espinla da Ouz para o logar de 4*
eseripturario da Alfandega do Estado do Ama
tenas;
Manoel Femandes L:al de Castilho para o lo-
for de 4* eseripturario da Alfaudega do Estado
do Para;
3 administrador da Mesa de Rendas di ci la
de de Pelotas, Estado do Rio-Grande do Sul,
Jos Carlos Pereira, pura o logar de chefe
de secgo da Alfandega da cidade do Rio Gran
de, do mesmo EsUdo.
Foi exooerado, por abandono de emprego,
Cundido Ges da Caoba, do logar de 4* eseri-
pturario da Alfandega do Para.
Foi n lineado o Dr. Joo Capistrano Bandeira
de Mello para o logar de membro do conselho
Iscal da Caixa Econmica e Monte de Saccorro
da Capital Federal.
fc'o exonerado-, a 3en pedido, Tobas Lauriano
figueira de Mello desse mesmo logar.
Foram nomeados:
Jaodido Augusto de Miranda, para o logar de
administrador das capatazas da Alfandega da
dade do Rio Grande, Estado do Rio-Grande
do Sul ;
Joao. Rodrigues da Cost, pera o logar-de offl-
hl da Caixa Econmica do Estado de Goyaz;
Tbomaz Evaristo Psima de Mello, para o lo-
gnr de official da Caixa Econmica do Rio Gran-
di do Norte.
Foi exonerado Brmeliudo de Souza Gomes, a
mu pedido, do logar de-njdante do administra
dor das capatazas da ait'andega de S. PiIo, no
carao Estado.
__Por decretos de 13 do correte :
Foi declarado sem efTeito o decreto di 31 de
Oulubro do correle anno, que nomeou Clao
l'icente Coelho jiara o logar de 3" scrltitnrario
da Alfandega da cidade do Rio-Grande, Estadc
1.0 Rio-Grande do Sol.
Foram aposentados:
Na conformidade dj decreto n. tl7, de 4 de
N iveiubro de (8 '2, o Io oscripiurano da Alfan-
dega de Porto Alegre, Estado do Rio-Grande
do Sul, Jos* Candido da Silva Job, fkando as- j
sim sem effeito o decreto que 8 demiUo ao re-
ferido logar;
Cura o vnnmento integral do seu carao o '
eseripturario do Tribunal de Contas; S-bastiao
da Itocha Fragoso, Tislo ter se mutilisado em '
eonsequencia do servigo publico, lie-indo sem |
eXeilo o decreto de 3i de Oulubro do crrante
anno que o aposentou, a pidido, na cooformida-
de 1 de n. H7, de 4 de Novembro de 1892 ;
Xa conformidad'! do citado decreto n. 7, de
t de Novembro' de in92, o fescrip.urano da
AirmdegadoRio da Janeiro. Hennque Gomes
de Olivelra eo conferenle da Alfandrgu do Esta-
do do Haraab&o, Antonio Teixeira Alvos Pi
nh-iiro.
Por decreto de 14 do corrente foram nomea-
dos :
O conferente da Alfandega de S. Paulo. Esta-
do do mesmo nome, Ju.i^unn Auguslo Freir
para o logar Jo lu eseripturario da do Rio de Ja
oeiro;
Scrates Moglia para o logir de conferente na
Alfandega da cidade de S. Paulo, Estado do
mesmo nome;
ii i esenpturario da Alfandega do listado
do Maranh&o, Dionisio Jos de Oliveira e Silva
para o logar de conferente da inesma Alian-
desa ;
O 2o escriturario da Thesouraria de Fazen
da, extincta, do Estado do MaranhSo, Braulio
Antonio ilo Lago, para o logar de 1 escriptura
r o da Alfandega do meeoio Estado ;
Absalao de Oliveira Minies para o logar de
gerente da Caixa Economa do Estado do Rio
Grande do Norte ;
Antonio Ualtro DantdS para o logar de the-
soureiro da Alfandega de Aracaju, Es'.ado de
Sergipe;
Gabriel August.' Villas Bias para o logar de
3* eseripturario da Alf indeya do Ro Granue,
Estado do Rio Grande do Sul ;
0 3' escnpluririo da Alfandega de PotlO
Alegre, stai.o do Rio-Grande d> Sul, Tiburcio
de I'ihurcio: para o logar de 2o escnpiurano da
inesma Alfandega;
O 4 escnpiurano da Alfandega de Porto
Alegre, Estado do lt:o Grande 'lo .-ul, Adol-
|iho Fiedolin Fageth, pira o lugar do 3' es
criplurano da inesma alfandega;
Arlindo Moura de A/.evedo para o lugar de
4* scripiur.irio da Alfandega de Porto Alegre,
Estado do Rio Grande do Sul ;
Olympio de Awvedo Lima para lugar de 4o
esenpturario d AJfandeg de Cruguayana, Es-
tado do Rio Grande do Sul; -.
O inspector da Alfan lega do Estado de-Ser
gipe, Apulchro Motta, para idntico lugar oa do
Estado do E- pinto santo :
O inspector di Alfandega do Estado do Es-
pinto Sai.lo, Paulino Fernn les de Barros,
para ident'co lugar no Estado de Sergipe ;
O 3* eseripturario da Alfandega de Porto Ale-
gre, Estado do Rio (rande do Sul, Pedro de
Abreu Luna, para o lug.r de 2 eseripturario
da inesma rep-irticao ;
O escriplur.ino da dita Alfandega, Arthur
Pereftu Alvim, para o de eseripturario da
mesma repa-tico ;
Por decreto, de 14 lo corrente :
Foram nomeados :
Conferente da Alf.ndega da Baha o I" es-
eripturario da de Santn, Ramiro Xavier te-
zerra ; ,
Segundo eseripturario da Delegacia 1-iscal do
Paran, Joao Constantino Pinto Peixoto.
Foram transferidos :
Para a Alfandega de Santos o eseriptura-
rio da do Recua, Antonio da Silva Pessa :
Para a do Recife o escnpiuririo da Pa-
rahvba, Balduino Jos Meira.
- Por decretos de Ii do corrente foram no-
meados :
Luii Americano, para o lugar de secretario
lo Triounal de Conlas ; o secretario do refe-
rido tribunal, bacharel Fausto de Barros, para
o lugar de inspector da alfaudega da cidade de
Ju'z de hora, Estado de Minas Geraes;o*
scripturano da alfandega da cidade de S.
Paulo. Estado do mesmo nome, Ablenago Al-
Tes, para o luar de l* esenpturario da me-
ma alfandega; o f eseripturario da allandega
do Estado de Sergipe ; Antonio Ferreira da
Silva, para o lugar de 2o esenpturario da alfan-
dega da cidade de S. Paulo, Estado do mesmo
nome ; o 4* eseripturario la alfandega dj San-
tos, Estado de S. Paulo, I.eonidio Fenandes
de liveira, para o lugar de i escrinlurario da
do Estado de Sergipe ; Joao Augusto Carneiro
Munteiro, para o lugar de 2o esenpturario da
alfandega da cidade de Uruguayana, Estado do
Rio Grande do Sul-
-------------? -------------
Ministerio d;a Justica e Xesocios
Interiores
Foi nomeaio chefe d>; polica da Capital Fe
deral o Dr. Andr Cavalcante de Albuquerque,
juiz dos fetos da fazenda municip-il e ex de-
putado fedaral pelo Estado de Pernarnbneo.
Foram ora jados os barbareis Frunc co Jos
Vieira da Castro e Joo da Costa Liira DoU-
rado, i* e 2 promotores pblicos do dis'.riclo
Federal, juizjs do tribunal eivii e militar.
Ministerio do Exterior
Por decretos Je 13 do corrente :
Foi removido para a Legaco em Pars o i*
secrelarlo da Missao na Ctna, Dr. Luiz de Mo-
raes. m ... ,
Foram nomeados : 2* secretario da Missuo na
China o Dr. Joaquim Monteiro de Mello, e au-
xiliar da mesma Misaao o Dr. Alexandre Jos
de Melto Moraes Filho.
Honca lo cargo de almixarife da Estrada de
Ferro Baturit, e Hornead ) para o referido lugar
Silv-ino Anlo Fontenelli.
Por decreto de i4 do crrante :
Foi removido o engenneiro AIjiiso de O
A. Maranbao do lugar de ongenheiro do porto
d classe do disirictj para igual cargo
110 I.'districto dos portos marit.mos, coin os
vonetmentos que llie corapetireai.
Foi aposentado coin o ve'iciinanto que le
competir o teleg.apbista de .* classe Julio Ce-
lestino Magarao-
Foro promovidos a telegrafistas de i" cas
seos de 3.* Amrica In lu do ltrail dos San-
tos, Francisco Alves Pereira Martins Jnior,
Eduardo Laranja de Oliveira e PimcsCO Solano
Beroquy.
Por decreto da mesma dala :
' Foi nomeado o telegraplusta de 3." classe
Antonio de Azevedo Dona, para o cargo de
tele^raphisla de2-* classe-
Foi aposentado nos termos do decreto n 1*7.
de 4 de Novembro de 892, o 2 o official da di-
rectora geral dos crrelos Pedro Evangelista
de Negreiros Sayao Lobato e promovido a36'
ju .do otGcial o terceiro da mesma repartico
Joao .los Procopio RoJrigue3 ; e promovido a
3- official da mesma riiii'cfi) o amanuense
teoenle honorario Balthaaar Brrelo Pereira
Pinto.
Por decreto ue '4 do correrte, foi aposen-
ta lo o major Antonio J, -' de Sooaa no lugar
de secretario da Inspeccao Geral das Obras
Publicas desta Capital, ooai todos os venci-
menlos desse cargo, em atlencax) aos servidos
p.-eslados a Patria durante 47 anuos, e ter se
mutilisado no exercicio de suas funeces, ii-
Caodo sem effeito o decreto de ii de Novem-
bro de 89. que aposentou na conformidade
do de n. ti7 do mesmo weze anno-
Por portara de 3 do corrente, foi nomea-
d&o cidado OImpio d s Santos Albano, para
o cargo de inspector de i.' classe da lleparli-
c 10 Geral dos Telegraplios, com os vencimeu-
tos que Ihe competirem.
Por Mtrud de 14 do c rrente :
Oeclarou se sem effeito o de 31 de Agosto
ultimo que nomeou o cida lao llenrijue Lessa
para o cargo de 3." official dos Correios de
Minas Geraes.
Foi promovido a 3 official dos Correios de
S. Paulo, o amanuense da mesma rep-irtijao
Manuel Pedro de Oliveira e u 2. official, o 3-*
dito Benedicto Augusto Ferreira.
Por avisos de <4 do correte foro nomea-
dos :
. O telegraphista de 4a classe da Repartigo Ge-
ral dos Telegraphos Alberto Prenle da '.osla,
para o lugar de lelegiapiiisla de 3.* classe da
mesma reparlico :
O major Joaquim Mariano do Lago para o
cargo dj amanuense da Repartic&o (ieral dos
Correios, percebendo os vencimentos que lhe
compelirem por lei ;
O bacharel Jos de Amorim para o cargo de
secretario da Estrada de ferro de Pernambuco,
com os vencimentos que lhe compelirem ;
O eiigenhciro Mauoel Pin o dos Santos Br-
relo oara o cargo Je ajudante de classe .la
inspectora do o.' districto dos Portos Marili-
inoso
Por porta, ia de 13 do corrente concedero-
se tres mezes de licepca, sem vencimentos, ao
Dr Virgilio Cardoso de
Oliveira, chefe de sec
Babia.
gao da alminislraya )'-dos correios da
Por avisos de 4' Jo correnta :
Foro promovidos a engenlieiro Je jlasse
o de 2.* da Estrada de Ferro Jo Norte de Ala
goas, Manoel GU'maraes Carneiro e engenn -iro
de classe o io 2.* da mesma estrada, Pro-
pendo Femandes Baleeiro.
Foi Concedida ao Dr. Fred^rico Jos de San-
la atina N'ery a exoperacao que pedio do cargo
de secretario adJido superintendencia geral
da immigrago na Europa, por aviso de 3i
Oulubro do orrante auno.
Foram nomeados :
O cidadao Florentino Martias Paz para o c;r-
go de carleiro de l" classe da repartidlo geral
dos crreles.
Joaquim Soares de Moura para o cargo de
carteiro rural da repanic&o geral dos correios,
ambos percebendo os vencimentos qu; liies
compelirem
Ajudante do chefe da coramuso d
struccio naval para a de hydraulica o l." len-
le sub-engeuheiro de i.* classe Joao Mano-I
San Juan. f
Por aviso de 14 do cor-enle, foi posto dis-
posieao do govern idor do Estado do Para, o
I" tenante do corpo de fazenda da armada,
Wanderlino Zodino Ferreira da Silva.
Por decreto de 1J do corrente, foi promo-
vilo, para o i|ualro extraordinario, a medico
inspector capitSo Je 'mar e guerra, o msdico
sub-iuspector c ipiao de fragata Dr. Euclides
Alves rerreira da Rocha, pelo3 servidos presla-
los Ripublca.
Por lee lo de U do correte, concedeu se
ao capitao d^ fragata reformat* Augusto Cesar
da Silva a graduacAo de capitao de mar e guer
ra, pelos Bervigos prestados em defesa da Rj-
publicx
.>r d -creto de 13 do cjrrente, foi nomea-
do, de conformidad? com o decreto n. 410, de
29 le Maio de 890. combinado com o de u.
855, de 13 de Oulubro do refe. ido anno, o en-
genheiro machinista, capitao de mar e guerra,
Francisco i Gongalves Lopes de Souza para
exercer o lugar de chefe da 3.*; secgao do
Quartul-Geneal da Uannlra.
Por decreto de 14 do corrente, concedeu
se ao capitao-ti'! fragata r formado Augusto Ce-
sar da Silva a gra luagao de capilo de mar e
guerra, pelos servieos prestados em defesa da
Repblica.
- Por decreto de 13 do corrente, foi acram-
do, de eonformidade com o decreto n. 430, de
29 ds Maio de 189), omb.u ido co.n o d j 11.
855, de 13 de Ojtubro do referido anno, o en
genheiro machinisla, capilo de mar e guerra,
Francisco Goncaltes Lopes de Souza para ex-
erejr o lugar de chefe da 3.* secgo do quartel-
general da Marioha.
Foram nomeados para servir: na escola de
apren les marinheiros do estado de Santa Ca
tharina o commissario d,e 4.a classe Pedro Cae-
tano Duart! Nunes; na canhoneira Guarany ;
o commissario de 5.* classe Santino Saraiva de
Faria lastro.
N. 21491.' secgao'Rio de Janeiro-Mi-
nisterio dos Negocios d* Marinlia, li de No
venbro de i894.
Sr. contra-almirante chefe do estado-maior
general da armadaCom referencia ao officio
n. 167, de 25 de Maio do corrente anoo, decla-
ro-vos que, conformando-me com o parecer do
conselho naval, emiitido em consulta n. 6865
de 6 de Julho do dito anno, resclvi qu, no
caso de fallecer um official longe de sua fami-
lia,- nao se apresentando herdeiro devidam-nte
hahililado para receber na Pagadona da Man-
nha a quantia marcada para o funeral, fiqu
esse quartel-giiieral incumbido de mandar o
chefe da secgo por onde correra os assenta-
mentos desse oficial receber na referida paga-
doria a quantia desuada s lespe/.as cim o
mesmo funeral, remetiendo se i Conladoria os
nspectivos documentos para a competente qui-
taco,
fiesta confonnidade, podis proceder com re-
ferencia s despezas de funeral do fallecido
ajudante de machinisla Luiz Morara de Serra
Pinto, afim de que sej 1 Jos Marqces le Almet
da indemnisado da importancia que disp.-nd u
com aquelle funeral, logo que aprsenle O do
cumenlos comprobatorios das raesmas despezas.
Sade e fraieroidaJe, Joo Gongalves Doarte.
Ministerio da Guerra
Por decretos de 16 do c rrente .-
PoMtn iransfrtPUoe, para o corpo de estado
maior de I.* classe os t-nentes da arma de ca
vallara Alfredo Pretextado Maciel da Silva e
innoenncio Vellfiso Pederneiras.
Ao coronel honorario do exercito Adriano
Xavier de Oliveira Pmentel foi concedido, por
decreto de 14 do corrente, perdao do resto da
nao ni lultado
le
lal pena que se ach iva cumprin 10 e
dc como sabio publicado no Diario Official
hontem.
Fot dispensado do cargo de director do Ar-
senal lis Guerra da Baha o coronel da artilha-
ria Saturnino llibeiro da Costa Jnior.
Foram transferidos : para o G* atalhao
de infaotaria o coronel lo 3i" Jo-iquim Manoel
de Medeiros, e para este baialho o coronil da-
quelle, Zeferino Jos Teixeira Campos.'
- Foi transferido para o 5.* batalhao de ar-
ilharia, como ajudanie, o capitao do corpo de
coramuso de com-
pras'fla Europa, o major Dr. Tito Auguslo Por- j dolnaior da mesma a'rraajlfredo Jos Bar-
to-arrero. I Dosa> (cando sem eifeilo a tflhslerencia para o
referido batalhao do cipitaoj-Quintiliano de
I Souza e Mello.
Ministerio di Marinha
Foram promovidos no corpo de saule, por Foi transfarido para arma de infantaria o 2
servieos de campanha em defesa da Republi-.lente de ariilharia Antonio Dnarte Bmies, de
ca conformidade com o disposto no rt. 2o do re-
A cirurgi6es de 2.* classe capites de Trgala, 'gulamento de 31 de Margo de lol e res.ilugo
os de 3." classe : capilo de Trgala graduado : de 23 de Deaembro de 1865.
Dr. Luiz Pinto de Magalhes Siqueira e capilo
teneote Dr. llenrique Ferreira dos Santos Rea.
A cirurgies de 3" classe, capitaes-Uneales
os de 4." classe, primeirus lenles Dr Manoel
Mandou-se reverter i." classe io exer-
cito o capilo aggregado a arma de infantaria
Pedro Manod Gomes Carneiro, visto haver sido,
em nova inspecgo de sado a que foi submet
Lopes da Silva Lim, Dr. Feliciano Teixeira da 1 tido, julgado prompto para o servigo do mesmo-
Ministerio da Industria e Viafao
Por decreto de '4 do corrente, foro removi-
dos os engenheiros Manoel Ribeiro de Almei-
da Braga do lugar de chefe de secgo da estra-
da de ferro de Batur para o de engenheiro
de porto de 1 .* classe da inspectora do !. dis
tncto dos portos martimos e Alfonso de Olivei-
ra Albuquerque Maranlio do de engeuhiiro de
porto del." classe do l districto martimo
para idntico lugar na do 2.* districto.
Por portara de 14 do corrente, foi nomea-
do o major de estado maior de t .* classe, r.
Tilo Augusto Porto Carreiro para o cargo de
ajudanie da commiso de compras de mate
ries na Europa, devendo pet eber os venci-
mentos cooslantes das iastruegoes de 5.* de
Margo de 1884.
Por portada de, 16 do corrente, foi nomea-
do o bacharel Thomz Wallace da Gama Co-
rtil ane, director geral da industria, para exer-
cer as funeges d3 secretario desde ministerio
Forao promovidos na Repartiglo Geral
dos Telegraphos ;
A lelegraphislas-chefe, o telegraphista de i.-
classe Alfredo de Lima Albuquerque Mello ; a
leligraphistade i.'classe, o de 2.' Leopoldo
Fredenco Pereira.
Forao nomeados :
Para os cargos de amanuenses da adminis-
trago dos correios do Estado do Paran Ar-
thur Baha e Alipio de Aimeida Mello ;
Inspector de 3." classe da Repartigo Geral
dos telegraphos, Olympio dos Santos Albano
Foi removido o engenheiro Francisco Mei-
relles do cargo de i eogenheiro da Estrada
de Ferro Norte de Alagoas, para idntico cargo
na Estrada de Ferro Baturit.
Foi exonerado Antonio Furtado de Men
Malta Baceliar, or. Gerainiano Jos da Costa.
Foram proni .vides no corpo de saule para o
quadro exlraordinar.o, por servigos de campa
nlia cm defesa da Repblica :
A cirurgiao de :.* classe capilo de fragata,
o de 3 classe capito-leneute Or. Joao Fran-
cisco Lopes Rodn. ues.
A cirurgies de 3.* classe capites tenantes,
os de 4" classe priraeiroj lenles: Dr Jovino
Jos Caminal, Saturnino de Carvalho, Alvaro
teixeira dos Santos Imbassahy, Guilberme Pe-
reira da Silva Belraonte, Alfredo de Menua Br-
relo de Barros Falcao, Severiano Boaventura
da Rocha Pitta, Beoto Ja Franca Pinto Oliveira,
Garcez, Antonio Ferreira da Silva, Domingos
Pedro dos Sanios, Jos Calraon de Adagio Bol-
ea.1, Auguslo Goncalveji Martins. Julio Freitas
do Araaral, Flavio de 'Souza Mandes ; a pilar
maceutico sub-lnspeclor capito-teaente, o ptiar
maceutico de I classe, teoente Jos Este
ves da Franga Pinto.
Foram nomsaios o capitao de fragata Emi-
lio de Miranda Ferreira Campello, inspector
do Arsenal de Marinha do Para o capitao tt-
nent? Augusto Gueaes de Carvalho comman-
danie da Escola de Apreulizes Marinhoiros do
Cear; o conlra-mesire Hermenegildo Luiz do
Carino, patro-mr da capitana do pono do
Rio Graie do Sul e cap lao do porto do Ksta-
di do Paran o capitao leuente. Affouso Hsuri-
que Nina
Foram exonerados o capitao-tenente .Au-
gusto Guedes de Carvalho, de capilo do porto
do Jarana 1 do cargo de comiaandante la Es
cola de Aprendizes Artilheiros e capilo do
porto do Ceara o capilo-tenente Eduardo Au-
gusto Verissimo de Matlos.
Foi reinteg'ado no lugar de palro-mor
do arsenal de Mariuha desta capital R tyinuii-
do N)iiato de Carvalho.
j- Foram nomeadaa: commandante do avi-
so fluvial JaUtay o Cupitao-tenante Sabino ,du
oliva Maia; para .ugar de fiel da 2.' classe
do corpo de faienda, ftcando pertenc-.ndo
bnga u A.uaudo, francisco dos Res ; gnardiio
do coii'j Je offlVaaes marinheiros Josa Joaquim
Frer--, la Boa Marte Conceig o, da escola te
apreiidz-as desia capital o capitao lente Je-
rouymo Ribeiro iieiamar* Duarle ; pira o cor
po de saude da armada o pliarmaceulico d'e 2.'
classe 2* lente Carlos Ramos; raandou se
admillir como'asoirantes a commissarios, sa-
tisfe) tas as exigencias da lei, a Joaquim de
Oliveira e Paulo Pinto domes.
Por portara de 31 de Oulubro ni timo,
exercito.
Foram transferidos para o 14* batalhao o
coronel do 35 Philomeno Jos da Cuma, e para
o 3o* o coronel do 14', Joaquim Manoel Je Me*
deiros. ,
- 'or outro de 9 do corrente, foi reformado
no posto de I. sargento, com o sold por in-
Iteiro, o cabo do 4* baialhio de infamara Au-
1 ionio Joaquim Vieira da Cosa, por tor so iou-
tilisado para 9 servigo durante a revolta.
Por portara de 9 do corrente :
Foi nomeado me lico-aju tanto lo exerci-
to na guarnigo do Estaio do Rio Grande do
Sul o medico civil Dr. Joo Baplista Malheiros.
Con-eileram-se 90 ds de licenga, com o res-
pectivo ordaua Jo, ao secretario do Arsenal de
Guerra do estado da Baha, Guilherme Antonio
oa Rocha, pira tratar de sua same onde lhe
convier. ,
Foi nomeado o capilo do quadro extranume-
rario do exercito Olympio Moreira da Silva Cas-
tro para exercer interinamente o lugar da 2."
ajudante da Escola Pratica Jo ex;reilo uesta ca-
Por out a de II do corrente foi noraeadS o Dr.
Joaquim Ral dos Res Gordilho mdicoad
junto lu ex rcto Beata capital.
Foram -.ornea los ; o lente do corpo de es-
ta to-inaior de t* classe Luiz Soares dos Santos
para o cargo de pro essor da 4.' aula do 2.' an-
no do carso preparatorio da Escola Militar do
ro Grande do Sor, e o leueate coronel do mes-
mo corpo Severiano Carneiro da Silva Rigi,
coramandante da Escola Pratica do exercito de
mesmo E4ado.
Foram conce li las as seguinles honras de
postos em auengo aos servigos prestados He
publica lar nte a revolta :
D; general di bngada, ao corouel honorario
Francisco Rodriguis Portugal.
aje coronel, ao senador Antonio Justiaiano Es-
toves Jnior.
De teneBM coronel, aoi majores honorarios
Antonio Jos d* Be n Filbo e Antonio Pinto da
61 (ya
De major: Aos capites honorarios, Fabiano
,|a Gami Micli ido, \belliard Gomes de Almei-
da Fejo, Joaquim Lu-z Pizarro, Joo Domingo-i
Ramos filhe e Jos Narcizo Braga Torres.
De majnr madioo de 3.' classe, ao r. Aiva
ro Lopea da Cruz. .
De coronel: ao corouel da guarda nacional
Joao Peixoto da Fonseca GuroarSes, ao r.
Francisco ongalves Santiago da Silya, Alfreco
Madureira, Agostinho Viial Leite da Castro, An-
ror portara ue 01 uo uuuiuru ouiiuj, *-. B--* "-^,,------,..uBinh.
man on se transferir da eapecialidade du con- ionio Olyntbo dos Sanio Pires e Angelo 1 innet-
ro Machado; ao cidado Dr- Joio Carlos Tei-
xeira Brando.
De coronel medico de i* ciaste: ao major;
medico de 3' classe, Dr Jos Benito de Abreu.
De tenente coronel : aos tenantes coronis das
forgas patri >tisas do Rio Grande do Sul Randol
pito da Silva Carneiro e Canuto da Rocha e S ;,
ao teoente coronel da guarda uacioual Paulo
Vieira de Souza.
Do major: ao major das forgas patriotas do
Rio Grande do Sul Joo Augusto Loto ; ao ma-
jor da guarda nacional Eugenio Aurelio Bran-
do do Valle; aos cidados Jos Pinto Vieira,
Antonio Pinto Vieira e Julio Miguel de Freitas ;
ao major da guarda nacional Francisco Pinto
de Almeida.
De general de brigada ao coronel honorario
Carlos i>orrdf da Silva Lage.
De canito ao cidado Deocleciano Martyr.
De alferes ao cidado Antonio Bastos Varella
Filho.
Foram cassadas as honras concedidas a
Fausto Augusto dos Res.
Foram concedidas as seguintes honras :
D: general de brigada : ao cidado Joaquim
Thoinaz do Amaral, pelos servieos prestados ao
paiz e Ripublca, cora dedicago e lealdade,
especialmente durante a- revolta ; aos coronis
honorarios Jos Elias Amaro, Pirraino de Pauia
e Silva,.Manoel do Nascimento Vargas e Salva-
dor Ayres Pinlieiro Machado, pilos valiosos ser-
vicos prestidos com inasima dedieago e bra-
vura em defesa da Repblica no Estado do Rio
Grande do Sul; ao Dr. Affinso Auguslo Morei-
ra Penna, pelo inexcedivel zelo com que servio
a Repblica, como presidente do Estaio de Mi
as, e ao r. Jo> Gongalves da Silva, pelos
servigos prestados Repblica com iuaxima de-
dicaco e lealdade.
De" coronel ao Dr B:rnardino Ferreira da Sil
va, pelos valiosos servigos prestados, como che-
fe de polica, em defesa da Repblica; e ao se
cretano do interior do Goveroo do Estado de
?. Paulo. Dr. Cetario Motta Jumor.
De tenente coronal ao tenente coronel da guar-
da nacional Joo de Daus Mello de Souza; ao
tenente coronel da guarda Nacional do Rio Gran-
de do Sul Eugenio Cunha.
De major ao capitao honorario Dr. Francisco
Jos Alvares da Fonseca ; ao tenente i.onorano
Joo Machado Vieira do Amaral; aos cidados
Benjamn Constanl llenrique Labottire e Luis
de Andrade, esenvo da 1.* delegacia auxiliar,
aos capites honorarios Henrique" Antonio Pinto
e Miguel Joaquim Rangel ; aos majores da guar-
da nacional Carlos A- Ridrigues i'inho, Odori-
co Ferreira da Camarco e Amonio Raymundo
Gongalves e aos cidados Guilherme Mixwell
Rudge, Gustavo Theophilo \lves Ribeiro e Ga-
briel Orlando Teixeira Junqusira.
De major medico de 3.* classe : ao capilo
honorario medico de 4.' classe Manoal Clera:Bt
do Reg Barros.
Por-decreto da (1 do corrente, para com
memorar i-ianguragao da estatua do Marechal
Manoel Luiz Oorio, qu; to alto elevou o no-
me brazileiro na campanha do Paraguay, fo-
rdBi concedidas a todos os oiflcaes superiores e
subalternos, reormauos e honorarios, com ser-
vigos daqudla campanha, as honras dos postos
uninediatos aos que actualmente tm, at ao
posio de coronel, inc'.usiva
Foram concedidas as seguintes :
De coronel ao major honorario Jos Maria
Ferreira de Andrade, pelos servigos prestado
em Santos; ao cidado Sil ino Bezerra de
Araujo Galvo, ao tenente coron il honorario
DT:Cezario Augusto de Mello, aos teaentea
coronis honorarios Antonio do 0' de Almeida
e Joo Gongalves de Moura
De teoente coronel : ao Dr. Joo Antonio
Alves de Briio, ao tenente corouel da guarda
nacional Antonio Vianna Gon;alves Fraga, ao
major honorario Amonio Hurcu'ano da Costa
Brito, ao Dr. Manoel Portirio de OiiveiraJSantos,
ao'enenta coronel da gua-da nicioial Joo
Martins Carvalho de AnIrada.
De tenente coronel medico de classe, ao
major medico de 2* classe honorario Amonio
Jos de Moraes Brilo.
e majores: aos majores honorarios Joo
d Silva PinhJiro Freir e flu lo Gomes de
Souza, ao ma|or da guarda dRional Francisco
Gomes da Silveira, ao capilo hinorario Antonio
Rodrigues Campos Sobnnno e Turiano Soares
Louza la, ao Dr. Francisco Pnheiro de Carva-
lho, ao capilo honorario Gamillo da Silva Fer-
r. ira, ao major da guarda uacioual Bmyglio
Piedade Fillio, aos Drs. Fidelis de Azavado
Alves, Sergio Teixeira de Macedo Werneck,
Torquato Villares, ao r. Autooio Corra Sam
paio, ao major la giardi nacional Epaminon-
das Isaac JirijUe Sadr, aos -majores da
guarda nacioifal .los Ignacio JatoO.e.R.iymun
do Filgueira Silva, ao capitao da guarda
nacional Jos Miragliano ; aos capites bono
ranos Joo Rodrigues Pacluco Villanova, Anto-
nio Bruno de Oliveira, Claudio Ferreira dos
santos, Joo dos Sanios Ferreira da Richa,
Manoel Damaceno Barbosa, Alfredo Arapehy
Fernn les, Jos Inuocaocio de Miranda, Fran-
cisco de Paula Antones e Loureugo Ferreira
Valente doCouto; de major mdico de 3 *
classe o capilo medico de V classe, honorario,
Dr. Luiz de Araujo; de major medico de 3.*
classe, ao capilo honorario r. Arlhur Trilha
de Leraos ; ao capitn da guarda nacional Dul-
cid io Auguslo Cezar. _
Questura Policial
2.'SecgoN. 233- Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 22 de
Novembro de 1894.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M. D-
Secretario de Estado dos Negocios da Justiga e
Negocios interiores.
Parlicipo-vos que foram hontem recolhidos
Casa de Detenga os seguintes individuos :
Antehontem, s 8 horas e-5 mo utos da nou-
le, foi esraaga io as oflicinas pelo trem que
d'alli partir aquella hora para Caxang, o in-
dividuo de nome Joo Francisco Ignacio, que
em estado de embriaguez lentou lomar o mes-
mo trem estando este em moviraento.
A autoridadejespectiva tomando conbecimen-
lo do fado, fez vistonar o offeoiidopelos mdi-
cos da polica, e procedendo as necessarias di-
ligencias, verificou ter sido o infeliz Joo
Francisco victima de sua imprudencia.
Coramunicou-me o delegado do municipio
le Aguas Bellas que ao dia 28 do mez Ando, s
9 horas da noute, no lugar Canto Escuro,
daquelle municipio, o individuo de nome Nico-
'u de ul, connecido por Nicolu Preto, assas
sinou com um tiro da pistola Joo de Brito Ca-
bral. .
Deu causa ao crime ter Brito arrombado a
casa de residencia de Nicolu, aliai de tirar
urna moga que all se achava depositada para
casar.
Corauuuica me o subdelegado da Varzea
que hontem, s .' horas da noute, no poToado
do Caxang, o cabo do 14- batalhao de infante-
ra, Joaquim Biptista da SiIvm, dirigi se a
ca=a do cidado Urbano Sabino de Paula Costa,
dizendo lhe que o coronel Francisco Torres ha-
va mandado chamal-o.
Ao sahir o cidado Urbano Costa, foi aggre-
dido pelo uito cabo que o esperava, armado de
pistola, faca e ccete, espaocando o brutal-
mente. ,
Aos gritos da victima aecudio a polica local
conseguindo depois de reunida lucta, desarmar
e prender o criminoso, o qual dentaron aquella
autordado ter usado do nome do coroml Fran-
cisco Torrees, sem autorisago degle, pira que
o referido Costa nao faltasse ao chamado, visto
ter elle relag6es com o mesmo coronel TorreJ
O offendido foi vistoriado pelos mdicos da
polica e contra o delnqueme, que foi preso em
flagrante, procede se nos termos da lei.
O cidado Oresies Alves da Silva assumio o
dia 20 do corrente, o exercicio do cargo de sub-
delegadu|do 2- districto de S. Jos, na qualiia-
de de 1 supplente.
Saudefje fraternidade. -
O Questor interiho.
Joi da Cunha Liberato $e Matlot.
2." Secgo.N. 234.Secretaria1 da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 23 da
Novembro de 1894.
Ao Sr. coronel Dr. Julio de Mello Filho, M.
D. Secretario do Estado da Justina e Negocios
Interiores.
Participo-ros que foram hontem recolliilos a
Casa de etengo os seguintes individuos :
A' minha ordera, Jos Das doj Sanios, com
gatuno ; J0S0 Carneiro, alienado, vindo do mu-
nicipio de Nazareth, com destino ao asjloda
Tamarineira.'
Pelo Dr. promotor publico do municipio
de Olinda me foi dirigido um officio cobrindo
um outro do subdelegado do districto da S,
datado de 19 do corrente, a elle dirigido, ao
qual diz aquella autoridade que, tendo sido na-
quelle da s 8 horas da manh. informado de
que no lugar Mana Simplicia daquelle districto,
achava se louco o individuo de nome Antonio
Cabloco, iramedietamenle para all se dirigi,
onde chegando ja o encontrou morto.
E chegundo ao conhecunento daquelk auto
ridade de que Antonio Caboclo linli-i sido vic-
tima de ura envenenamento, por! iso que o seu
estado de oucura se manifestara logo aps ter
elle tomado um pouco de agurdente, a mesma
autoridade fez prender aa mulheres de nome
Cordolma Paula da Conceigo e Joaquina Mara
da Conceigo, iudigitaias como autoras do sup-
posto crime.
Sendo o cadver vistoriado pelos mdicos da
polica. foi por estes declarado que a mOfte fra
eonsequencia de urna congesto pulmonar forte,
achando-se igualmente congestos o centro a
annexos.
Palo subdelegado do 2- districto de S.
Jos foram remettidos a esta repariigo para os
devidos- lins, i faca de punta e tres caivetes
apprehendidos em ooder de diversos desordei-
ros, naqueile districto.
Falleceu, hoje, na enfermara da Casa de
Detengo, vietima de occluso intestinal, o sen-
tencia lo Manoel Bezerra de Moura. que se acha-
va oaqaelle estabelecimento d em eonsequen-
cia de pena.
O cidado Sizino Vieiro Vieira de Mello as-
sumio hontem o exercicio do cargo de sudele-
gad > do districto de Tigipi.
No dia 18 tambem do corrente assumio o
xercio do cargo de delegado do municipio de
Garanhuns, na qualidade de supplente o ci--
dado Autonio Paes da Silva Santos
Saude e traternde.
O questor interino.
Jos da Cunha Li0trai0 de Mallos.
INTERIOR
GENERAL CZORIO
(.Jornal o Commercio)
Da 13 de NovemD'0
V
A p>p'jica) desta capital acadio em musa a
coisag-ag&o do Jaieral Osuno oa rgUtua levan-
ti la na Dr*<< Qiiui de Nova ooro.
eto q-i ao oieio Jia a-escn >v- imoooeoie aspecto,
oJ 6 pelo con urso -xrar un-io de povo na
praga, oas arcDioiocadas, as jaedas de tolos
os eJiti ios, nos ttieatros e oa ros po&to?, como
p-iis largas aa tUirda ncojal, ex->rcitu e po-
I6ia, qae formaiav eos g-auie exteasio.
Sj oa pr:gi rr-. rxirard'curia a coocn'rena
lie e-a meaos n*s roas por en le liaba 1) pas-
ar o preeiiln, qae estavam litie'almeot'i api-
anadas e coinpletaaiente cuelas as jaaellas das
DaSfeS.
No pivilba central, em frente ao tnomnjento,
a io Os >no e sua lamilla, osSs m ostros da
gae r-, manna e jusilga e minrior, D'. Pru-
dente ae Mo-a*, wiG'Stro argeot no e s>o se#
retarlo, o Sr. 6:a?em, rep-3eota de da leg 5S0
onenii!, as cojioiis milliares u-u^oaji e
,-as tai', seiiadores e depilados, generaes de
ier a e m-ir. prefeit > mamcipai, comnisso do
Cm elho e I iteodeocia. Dr. cnsfa da polica e
10 ras pessosa gradas- ,
O sr. marecual F.o-iinofoi represntalo pila
t-neote-coroo-d Bjrges da Foaseja Jaaior e ca*
p to leaeute Sidotk de Si.
Tojos os qoe estavam na arch oancada
ce n ai dlr'girim-s- pira perio do monumento a
ri o Sr G.ff e, prestleule da co-omissio iai*
nn-a lo rao uiuea-.o, prottun:iou a segalnta
alio ugo:
Amimorla dos feltn gloriosos do mirecbal
Osor.o impeieiivel; iranimidida de i mde em
il3de pela tradigo, nempre fiva se prolongara
pelos 1 ecnlos; ella e se- p 'rpeto menie ama
das mais preeiosas porgOes do patnanaio na*
cumal. .
O ne s do Ps -jue o reconuecim-nlo do povo brasdeiro glori-
osa elevando esta estatua concebida e molelada
pelo oosso gamo a-tieti -o, nao s cooqaistoo a
admlraso de seos compatriotas, como a uome-
aagem oreeutede daas nages visinhis e ami-
guea Repblica Argenlina a a do Uruguay que
ella no cummaolo en caed dos exercitos alija-
dos levou a victo-is contra o dictador do Pra-
gJ'
Honra s ngalar.
Am fica tavaniada, nobre e Ta.eranl a esta-
tua eqno:tre do imotortal Oso-io co no axempls
e modelo da nravura, do dever e 10 patriotismo.
A commis So incumb la da execoga do mo*
oameato etregal o ao go?e*rjo oacioaal em 98*
grano deposito, sob a guarda a* heroica cidade
do Rio de Jaoelre. >
Ao Cabirem as cortinas ana eocobnam a es*
tata deu-se verdcdalra exploso de ea.Uastaa*
oso, ivas palmas e bravos rompera* o, todos
. lados, tocando toaaa as msicas o bymo na-
cional salvando as fortalesas. oaxos ue gtnrra
e pontos fortr'cidus e execsUando a fadfarra
ama marcha.
Foram dlsinbnidas diversas poesas.
O Sr. general CosUllai prononcion o seguate
dUcarso: ...
Soaoorej I -Bn nome do Sr. marecnal vi*
ce.presIdLt' aa Repblica, oem que a seu pe-
s?r e por dueate aetxa de -waisur a esta grande
selemaidade, a que une se de todo o coragSo, e
m aom da classe a qae pertenc.), coostituida
pala a -ma*.a e exerciio oacioo.es, pols oio ba
1 dis'ingoir entre o ma iobetro e soldada ttrasl*
leiro, entre os repreaeataotcs dos hroes de Ria-
caaeio s de 24 de Malo, entre Oiorio a Barroso,
raobo dirUir-voi aleomas palavras.
Ssnaores!E s nos dame dease tnouaaanto
f.rmado de b-onia a de granito, a desafiar
psroassar do lempo, ergaido pelo povo pan
ps.-oetoir 1 letnbranca de ato heros bnsilelro,
cuj vida foi ama cojqnisu consunta ae loaros
'qae eag-iasUsm s fronte di patria.
*i

i
"*%**.*.- *

t..>dti


r
Diario de Pernambuco Domingo 95 do Movembrode I S4
-i


Abre-ae o Deiio do B'aitl e da ara cot{H
emerge o vtl o graadios do tegendArio pr*ar-
rbl
OoMo f. Tea une caaspis ana anOR-
m epopa do pmu Brai> !
Nos vimos, j jveo enta us vimos toa apa
da invicta D'i i .r < o mj/0 oe oneros de lutno e
e po Viidj- tBa I ca folgU'ar r.a. rnot de
heniles agredidas qie te seau am ar'aeladis^K
leo valor I Oavimus toa vos poderoso aoannan-
do o troar dos oaulioes,clumar a viciarla 1
Toa rie eleotrisava os pe.o de leus comjaLhe.tin ac
arcaas l
li te vimos. cooio* brasileiro, respirar a
lardos sarvos o nr aos eombt'9, cono wi fA-a
tea tle < eolo v.tai ; u i altaa de bera ilu Diar-
se e aiastrar-.-.i ph.ol a calar, loas bastea en-
Iba Pasmadas!
la eras d guo d i exarci.o qaa gulavas e o tor-
naste digno de ti I
Trlompbador era m:l cmbalos, tea oobre
sao^oe derramado carino de purpura prec osa >
maco da pat. ia; mas... quando uas ra:, nae
prsijas, oas cidaaes. o povo que le idola rava,
anda proclamava teas gloriosos feitos, a mi da
morte rasg u o -e-o dj Ba.il para recebe* te i
corpo inaoimaio.
Mao se oavio ia.i o rugido do kSo Victorio-
so
a-
./
9 cedro altsimo ceden ao galpe do raio p
sanie cor.tra o qoal nao vaiem forgas
A patria coo-io-se de trepe; mas cora,des
generosos em^rere iterara a tarefa de ojoso
la-la,. moairam-lba boje aos elboa aioda nao
pnxntoa do p*aou> esa moaomeoio, qa ao me
dos laj) abraridara a a-! A' vosea commiaa&j
patritica, qoe tao bem rep-eseota o sentimento
o-* povo trasi'ei-o, devenios o pagamento da
divida que Coirahiaas oa-a coatigo- Osjrio I
A e#S''lHo8trea cidados e as diuiaciaa cor-
poragoVs q ie viera it deposita* coidis junto a
estatua, qu-, iorne eva-so aos restas moraos do
immivrut srsailairo, nossus sisceros agradec-
mentes ; e aos nosaos liis alliaaos que coi tan-
ta grDtuea por sai vei varara -en er ax p-ei*
to O boT>enb;m ao grande he va co: o irmaos, a p-ofooda gradao do goverao
da Repblica, da cliae qoe represento, do Bra
H|lntelroi
Rjci rrea la biftoria de lai. vicisitudes milita
res de esta grao nacin, desde loa air.t* de
ao iodepeadenoia basta ioi accidentes moderaos
de su alt'ma ROaf/t eatrangera, y hallare" p o-
todas portes la nuella in leiebledet mariscal Oso*
rio I Abnegado y modesto, desde el dia em que
recibe au bambino de neg,, se dedica por en-
tero a la defensa del soelo de so nacimiento, y,
como losantwoos paladia*, al velar sos arm-'S,
consagra su esps.ia a ta Deidad patioitca qu>
lieoa su curaioo! Asi signe basta el dia de so
muerte &n cerrera tiomp'ante, amparado |>ar
ese finta amor qoe la eostieoe en lo momentos
de p-n-'-i.. N < boy fatiga q *so vig< ro'o, como no b y contraste q p noble
la ini.repidet .'e ua alas. 8a actitod suberaeo
el Paso de la Patria ceuuesira cuaudo poda con
fiar-ne a fu valor y a so tiUoto militar; y esas
grande condiciones se rev a roo ion mas en las
terribles jornadas del ? y del 24 de mayo au que
sopoarranc r ala lo tona, con iospiraciioos
geBinles, el svcretode la victori, como mas lar-
de d:bia coroiata d-u los e?fnereos de sa indo
mito corage, regdudo eos su saagre loe campos
del vaoy I
Cooe:e s de aobra los pe-Mea del boroore de
goerra, rajj qoe - eo 8ci exam-o. N) cabe tampoco en el cundro
severo de es a solemne ceremonia el aualisis se.
dcctor dei hombre intimo, el estadio del oaritx
ter del pat iota eminente, del lolillco peo^trjn
te, del (lid.''a .o moJest.r, albergado la-g ai os ero-u re iro campestre, Sondo p.-odi*ao.-i
u hosp.t. d d patiarcal, y do^de su alma.
te piad* ; 1 fo-go de las b.tila-, sedejibaar
rola- tiolc-a-t-nie po' los bellos paisajes de -o
proviflcia naa!.
Las to-enondids de so vida en essaspocis
scm'ireac lo-J-ai->o:i de ao '"ioriotaia coo ana
pincel-fla s i 'tica .. Aaiaoa la mosica y la
poeiia : trovador instiativo, vaciaba en el mol-
de tnico las e" -ioo" Intnoas de so cor.non
8len;&re-avernU... I este de'aile oioio e^pli
ca y Cf pela ei espczo de su carcter, e barid
la historia e >u vjin, para os ir ada eaoro-t^n
fel'z, coto su V roff-io hne. p*odoi:ena la ion
risa de un uno ea el iab:o altivo ue ana Victo,
na 1 .
* Kim. Seoorl Senorfs I En nombre del jne.
blo Tgenno e Inierprennde los deac >s de "o
gobiroo tuio el bcnor de depositar, al pie d.
>a acut- a imagen dl r ariscal 0*> no, comj un
aoaeoaje debuio al herosmo y a la vinod. ana
eorcna de l.orel, qoe recourua y simb i si to.
tos os esfa'rzis, todoilos 8 cnfio?, todas lae
glora^ fe u arpera caaipana.
Que ella si va pa-a perpetuar en el curaicn
de las cene cioaes qae. nacen a la vi Ja, jum
con as bonnaa le gaerrerj, la aoistad que li
gi a las naiione* qu 7il03 lela Til- Alaita Qi al calo^ de lus
seot m-n os;J:a-osts que a iodos nos animan,
estrechemos lus viaculos qoe oos ooea tiast*
duries la consieteacia ti noble metal de qce
e 'a formada i
I ;.l :epararno3 i este bello mooamieotl eti.
gidn por.l, feratitu 1 nacional a la memoria de
ero patriota sia tacha no olvi emos el camino
que ronda e ha.-ta l, para encoutrar en so
aoaibra inspiraciones gene-osas ; como al ?tiir
da los t'aje>io8 de tjqo:b los : i aieoces b..
gien vibrar con eolpt-i sonoros el broa-e di: sus
eicndoi,y arrojabio l vieito, en larjos acia
ma( iones, esta palera mrnort-l qoe eoncen"?
te des tos ea.as'asmos y todas las grandezas del
airea :
Pat'i i Pitrif... >
He oichc -v_ "*a
Finios os discarbos voltaram to chitan:a1t, s.ndo por esta occas levantados
tvf as R publicas. A-gen vina, Ut guaya e B.-a.
letra.
A eslatna am bel o traNalbo artstico do
laoieauo escnlp'or Htjdoiono B;raaraelli- ,
soriu, montado em sobAroo animal, e-t de
bonst e sobre .asaca e em os'co eieg^ate.
Na bfS' i a ni parte ao'1 oiba r>ara o ma- a
teacriocacN3>ceu em 1803. RroG'ande j Su1
em opdoata : A Oaorio o Pjvo
Aos lad a doos ba xjs relt a Bfjaai g -m ao Passo da Patria e oatalaa de
5 de Hato.
I'in-a a loaoguraco desfllou o D-e^ti'o
que p--ou pela roa lo Oo?idor na eegoia'e or-
ale :
B:td.i de msica do batalha) mnoicipal, se-
gal 'n djfl seiiair.tei ecola^: -a do 2 dutrtcto
2a 1! enho N ivo. Gasa da S. Jos, 2* escola do
3 uisincto. 2* o 4 as de S- Cbnstovao, 3" do
Saciai.'T'o. 8* l di-tric.to, 3* o i- d.et.-icto,
3 d^ 9 lo 6 Externan Jcsoa M-ria Jj:C,
de acia MU. 3' de BilU A nonio, do 7- uifr
lrcl,e=coli! na Al (h Caiipisla. 4" do 6' di*-
trie <.,, 3' "o 5. 8'-j4,4* do 2, 6" to 2 L?
cen : Qi 'J8 profeseo-c, 8*
lI 2* es.:ola io 2- gr.i, 4*
fia Lata, 1 e S-.O.'Aoua, 1 d-. 4' disiricio fl
i le 5 n-.'A na. 10* do 6-
:o 3.3' jj 3, escola'de D. Carlota
j, Collegto^VLnll, Cir-olo Operario ka-
Uno, Oomml-soss d -a Soli tdes Benerluiacia
Esp'< G- io', E-coia Be
Core" <; "ata Gla a, 2" escola d..
iv V. ala teNo'sa Sn'-
: .3 3 dieincto. 7* do 6-, 6'
do 5 i' Baiu'ACiia, Alb>-:-ea Braatlrlro, '/
i 6" > 9 EiCo'a K
.ni u ooH-gn Sa rei B.
,imo>8 do Musteiro de S. Bu o
i com a ana adtniois
, corjorac^o tj i
Ra la!, EscoU '
F ., de S. Paulo,
Coip
i La, G otro Repot
. Bjji-.'r>8 de*.a capitaj,
ado daEs'/aii de"?er-
G ral, B Comercia!
Arlen e la ios: gio Mlitarcim i
pect .a l^ii -a i i Aprendiies do Arsenal
ai Gil
5 ""-! q 08 D
jai t )a e cpalo lnma asela oa cor pira*
ca.
Ai ;,bi./aatteocao geral abrigada das
oaeo
oal l e
' i.
%/lri-' Man
f r
Clu*.
Corp
J0'tll
MCi i. '.
prodaasiooal bem ui 'orm sidos e marchando
raeUooear,as*im coma oameiores au awu de Qomm.-.-i:
As escolas e oallegia* apreseonrarm-e m tto
bem oreaai*adav ca, 8jodogrd04e a ar8 ia de eof*!t8 qa* tra-
aiaoa. Uea eo no ianvt* f'Uus < diverina 6
re*, titas a i:rrcoo e reos de differentas eius e
i*e-, ahm degrade numero u (anietrase
raajps. f
Oa alomaos do Albea B asile ro, todas vej-
tidos de ora i :j. levavaaa o*;idai as ue todas a
q.ic eeatt'aies.
I'ifelKiaeoie, a chiv., qaa cabio no momento
le d-rtila-o p.-estiio.f-*a ojo quj Bkat M outr^s
.ornoracOes nao u pu1s Aa alomuas daS'ns^jIa tuotica de menins
da fegoeiia de 8::o:o Aoiumo, forma as em
frente ao monumento, ao cabir o paooo qa- c. >
bna a latatua caataiam am tiymao sjj a dre i
gao da pro'-sj-a O Su (oxii Maiqoea.
Na iraca Jjmie de Novejab.o farmaram
os 8eguiQ'??4i..ln6e3:
1 diviso eommandada .p^io coronel Barra
> niubo ''om-tosla de dun bnga laa 10 l\ 6 ,
7, 8 9 10-, 11 e 13- D..lalBCH8 da /Darla oa
conal.
2a dtvijJo commindels palo general Te^xelra
Janlor,
S' or.gada eommar.dadi pelo eeneral Antonio
('o ..ea P.mont-J, comnoala lo 9* regiment de
av.llana, do 22* e 23* hat.-ines n lafautaria e
do 2 r.-g uoenio da artilneria.
4* brdala C6 fl oajdada i-i i gene-al K.-.ii. -
ca d-\Paula A'gollo, comuna io 1% 24 o 28*
oaialnoeade iufaataria o 6" regi.oeuio de aru-
Iheria.
6* brigada eommandada pelo geie'al Xaier
da Cmara, camoosia do 1* 2* ba'aiode* aa in-
finteria ereg; meato de ravaliata da o.'igaa
pol cial des a cap.tai.
Tambera forma-am o ';ollgio Mthtve os me
ores do rseoil de Gfj "ra desta caoita', 0#-
aenianuo o CjUelo Hili'.ar am batamao <-
lifaniarta, um regiment da ariiibaru e qji
esquadrao de ca fallara. .
Foram eolio;.das nj psdestal da estuaias
segoiotes cordts:
Urna bella ori da lon-oa obra en brouz-a
enviada pela R^puoliza Argnutni, a com os ae-
guines dizeres : A'la memo-n d-l '-'oeral
sorio, campana del Pa-agnay 186o 1-859 ; no
aaaMr+aa lacoqne prenda ess4 cofli de S4 as armas u'.quella HepoDU-.a.
Urna ou ra de loaros, artidcial em veliulo
verde e lial.s fa-as de seda, da Marcenara
BVazi letra.
Oota artifliul. com f .-Ib en ds loco verde
e p-..t-<4 io. com espigas duo-adas, do Billoiro-
BUl Brai-lfi-o.
Una riquisiimi e costosa cora de llj-e<
biaciiii. eolio-a u em a aa eleeanie padioia un
*- c ea o^cionaes e bandeiriubas da Kan i a
O-pn-xiologua de Flores do V K oeiro Je -x:-
v. lio.
Ootra liada co.> artificial de lan-os. aalta-
Cida pe!a escola publica de meninas do 7 ais-
ir cto.
Urna elegante e costosa cori, pela Sociedad
E'p .:.o a ue lie. leriv.ncia e ou.m do Cuiuo Es-
paol-
Oot-a co-6a de lonroi pela R-parcao G ral
do a Talegrapooa.
Mus oatra bem acabada co i de loaroa e es-
pinas douraias, pelo Centro tiepaoliciiio Po tu-
Un rico e v s o*o bonqnel d-< flores ariiBciaes
pinos alomaos da escola to 2* omnelo.
MaU out-a-elegan e co d> de loaros coilocaJa
pida riepanicii da Polica d9ita cot'.al.
V-'e mal* tambein ponre aque le vde*ia!,
ama placa de (iroiise-rom astea dueresLa
A.iso-con 6qrr:e.'ua del Karacay de la Rep-
blica Arg-ml na a la memo ia del intrpido m.-
nscal Osoito.
O collegiu Aoilio, representado pelo seo d -
rector, profesa >rs e alomaos, depoanoa ? : pe
djrtil da estatua du ldae'al Osor'o. orna nos
co de loaros i arios r m s de fl irea.
Uuta pelo-* rep.-eeo;antr* da hepeolica do
Uragaav tambem fui coliocaia e que itn a ?-
uiniH "luscrrpci La Reo-ibtica O. del Uu
a y 'I niriaca Kanel Laz Osorio. camoeoa
de la liberal od ama icaua Mjatevitj,
>o "iiiD j de 1894
-Mullos rara.hete* *de fl res natnra-s foram
Cilio a lo* o 1'- alumio* do coll'g America
u > e de monos oa:.roa qoe comp-rece-m a sa
ir-i.n:d.ide tieiB a-'im o oa curdi p-*li p jfe--
sor >io Mosvi-o de S. R-oto e aloe I albmaos do
fXie.-mO e Oel do In'Un'n i>rrflj.|nil
A P03SE DO NOVO GOVERNO
(Jovial do G-mmercio)
Di i 16 de Novembro
Fo' de uma imponencia excepcional a ceri-
monia solemne da posse do3 Srs. presidente e
v.ce-presid-icte da Repblica, que se realisou
hontem no edificio do Senado, em sesso ma-
gna do Congresso NacionaL
Desde cedo o povo comegou a aUuir em raasr
sa para a? proximidjdos do aditicio, espalhan
dJ-se por toda a praca da Repblica, que se
pode ailirmur ficoo litteralmente cheia, Btaoa
C00M as ruis adjicentes, principalmi- le a ra
Larg de S. Joaquim.
A concurrencia de convidados para a sessiio
de possa foi igualmente extraordinaria. Deala-
eavam-se logo o corpo diplomilco. a commis-
so uruguaya, o arcebispo do Rio de Janeiro,
D. Jo&o Esberard e aans secretarios, o Supremo
Tribunal Federal, o Wbunal Civil e Criminal, a
Intendencia e Prefeitura Municipal, otticia.v-
generaes e superiores de mar e Ierra, cominis-
aJes de diversas associaces, e de batalbOos
patriticos e da guara nacional, mernbros do
Cotigrcsso e da impiensa, a familia do r. pre
sidente da Repub ica, e abultado numero de se-
iiboras, quu cheiranin a invadir o recinto reser-
vado ao s:na lores e depulados as>im coma
grande massa popular, que" uceupava completa-
taeate as galenas.
A guarda de hunra Toi foila pela brigada dos
alumnos do Collegio Militar, formando a cnval-
laria dos alumnos do mesmo collegio em frente
n porta do Senado, a infantaria ao lado qua
iica ent.e as ras Fre Caneca e Bario de fa-
ranapiacaba e n'esta a artilharia.
Fonnaram os saguintes corpos:
I.* diviso, commandala pelo coronel hono-
rario Barros"Sobnnho, composta de duas briga-
das- cbtn uito balalhQes da Guarda Nacional;
2." divisfto, eommandada pelo general Francis o
Jos Teixeira Jnior ; 3 brigada, coraposta do
9.* reg menlo de cavallana, 2." de artilharia,
22 e 23" bataihes de infantaria, 4." brigada,
eommandada oelo general Francisco de Paula
Argollo, composta do 5." regiraenlo de artilha-
ria, M, 4, e 38" hatalhes de infantaria ; o.*
brigada, eommandada peb> general Jflao Pedio
Xavier da Cmara, coraposta do 1." e 2* bala-
ln3S de infantaria e regiment de cavallaria da
trigada policial desla capital.
Forain representadas:
A Cmara Municipal e Guara Nacional do
Lorena de S. Paulo pelos srs. Dr. Rodrigues
Alves, Dio Bu mo e Cosa Jnior, qus apre-
Sintaram um telegrammu de fcliciagOes ao Dr.
Prudente de Moraes; as cmaras municip um
de Ouro Preto, pelos Srs. Antonio Olyntbo, Dr.
l-rancisco Coter e conselheiro Paula M;jnut;
do Torvo, pelos Srs. Francisco Veiga, Perra
Jnior e Antonio O'.vntho : -de Pitanguy, pelos
srs. t.'upartino de Squi-ira, Soocalvee Ramos e
.\iiloiini.Olyntno.--de. S. Joo d'Ei-Rei, polos
Srs. Vn'.mio Olvn'ho, Goocalws Ramos e Lima
Doarte; da Coaceiea, pelos Srs.' Anio..io
Olvntlio, Theotonio Magalhaes e Pinto da Fon-
seca;-de liberaba, pelos Srs. Rodolplio Abr.-u,
Antonio Olyntbo e arlos Cbagaa ; -de Itajubj,
actos esses que vSo mencionados na acta da
sesa&o.
Romperara entao as maia astraorkOas-aMni*
fcswcOas de regoaijo pablico, tradosidas en ca-
lorosos vivas ao Srs, prndente e ce presi-
dente da Repblica, pamaa, florea e entusis-
ticas acclamacoes aos novos eleilos do povo, e
qui se propag iram por toda a massa popular e
pela tropa estacionada na praca.
As msicas tocaram o bymno nacional e a ar-
tilharia salvou.
Foi entao profusamente distribuido o mani-
fest do Sr. presidente da Renublica, dirigido a
naco brazileira, e que adianto reproduzimos.
No meiodas m.iis delirantes provas de apre-
CO e respeito, retwaram-se com as formalidades
do estylo, logo depois, os Srs. Drs. Prudente
de Moraes e Manoel Tictonno, encaminhaudo-se
para o palacio do governo.
A' sahida do Dr. Prudente de Moraes foi des-
tacado um piqueta de cavallaria da brigada do
Collegio Militar que acorapanhou o carro em
que ia S. Exc. ao Ilamaraiy e abi flcou s suas
ordeos.
^ S. Exc. foi acompanhado em seu carro pelo
>r. coronel Luiz Meudes Moraes, que ja o huvia
trazido da casa de sua residencia.
No trajelo do Senado ao I tmara ty, os Srs.
presidente e vice presidente da Repblica fo-
rara de motemente acclamados pela enorme
inania popular, recebendo da tropa as contuien
cias devidas s suas altas garawwag, e p>r en-
tre cerradas alas de povo e senborus chegarain
ao palacio cerca de 2 Moras da tarde.
No salo principal foram recebidos pelos ex-
ministros Dr. Qaaoata do Nascinientoe gene-
raes Coslallat e Duarte.
O Dr. Cassiano do Nascim.'.nto, em breve mas
eluquente discurso, declarou qu;, por motivo de.
sadj, nio poda o Sr. marecha! Flortano Pei
xoto vir pessoalmente nassar o governo ao seu
successor, eleito pelo povo, e de quera a patria
e a Repblica tudo esperavatn em prol de sua
prosperidade e grandeza futuras.
O Sr. Dr. Prudente de Moraes disse que, fllho
do povo o soldado antigo da democracia, nao
havia solicitado o cargo para que fra eleito, e
queojulgava superior s uas forgas; masque
por 8S0 mesmo nao sabia recusar sarvigos a
palria, assumindo por esse motivo o sea posto,
para continuar na obra da consolidace da Re-
pblica, fund da palas puntas brilhantes das es-
padas de Benjamn Constant e Deo loro, e man
lida aira vez de todas as dilfleuldades pelo be-
nemrito marechal Floriano Peixoto, cujo nome
e cuja gloria pertencein nao s Anuncacomr
a toda a bumanida le a c meluio pe lindo o au-
xilio de todos os brazileiros para que o ajudas-
sein a carregar a cruz sagrada da redempgao
da patria.
A's ultimas palavras do Sr. presidente da Re-
publica romperara vivas e palmas de todos os
ngulos do salo, j eoto completamente ebeio
de cidados da todas as classes sociaes
Fallaran] em seguida os Srs. lente coronel
L>bo Vianna, por parte do Sr. presidenta de
S. Paulo e do corpo policial do mesmo listado,
e Dr. Barcelios em nome do conelho de Inten-
dencia Municipal.
:A todos respondeu o Sr. presidente da Ri'pu
blica, agradecendo aquellas raunilesluces.
Aps estes cumprimentos, passou o Sr. Dr.
Prudente le Moraes para nutra sala do palacio,
onde rec-ebeu o corpo diplomtico qmsi todo,
fallando em seu nome o Sr. Internuncio Apos-
tlico, fez uma alloeuco ra trance/., o senado e
a cmara, a c.ummisso uruguaya, director da
Secretarla do Exterior, prefito, ini dencia,
chefe de polica, oiciaes do exercilo, comraau-
danles e olficiaes do corpo de bombelros, ofli-
ciaes honorarios do exercito, comraandantes e
olflciaes dos corpos que se achavam formados
para cumprimental o, diversas commissOes e
grande massa de povo que invadi o palacio
em ruidosa acclamago.
Da uma das janellas do palacio assislit) ao
desfilar das tropas, em companbia de lodo o
ministerio.
Durante toda a tarde e at adiantada hora da
noite, toi o Sr. Prudente de Moraes muito eura-
primentado e victoriado pelo povo.
Todo o corpo diplomtico telegrap*iou hon
tem ao* seus movernos, communicando a posse
do novo presidente e a nomeago do navo mi-
nisterio.
Sabemos que os maiores telegrammas foram
dos ministros da Inglaterra, Franca e Italia.
tis Sr?. ministros da Italia e encarregido d'j
negocios da Austria Hungra, que nao se apre-
sentaraiu cora os outros membros do corpo di-
plomtico Itamaraty, tiverara depois, pnnci
palmante o Sr. ministro da Italia o Sr. Aldo N >
bile, longa conferencia cora o Sr. Dr. Prudente
de Moraes.
O manifest do Sr. presidente da Repblica
foi passado por lelegramma ao corpo diplomti-
co" brazileiro no exterior e aos couituaadanles
dos dislrictos militares.
posta dos Drs.
Matius.
S Vianna, Tupinamb e Mello
Na posae do Sr. prasdente esteva presente
ama eommissao de ofliciaes voluntarios da pa-
tria o de ofciaes honoi arios do exercito.
As principa? ras da cidade achavam-segar-
ridaje elegantemente ornamantadas, olt'erecen-
do o mais risouho aspecto.
Na ra da Quidanda foram augmentadas as
ornamenlagOas, estando aignmas casas muito
vistosas e eentre stas o eatabelecimenlo com.
mercial do Sr. Sucena.
A ra do Ouvidor, enfeitada pela casa Roseo-
w ill. apresentava bello aspecto e bem assira a
ra Sete de Setembro, a partir da da Uru-
guayana a Ouriv:s, que foi ornada cora muito
bom gosto, para os festejos do dia de hontem..
Uma das ras que melhor effeito produz.am
de dia-pela ornamentaco e de noite pela illu-
minago a gaz e a baldea venezianos, era a do
Rosario, cujas respectivas couimisses capricha
rara era ornal a condignamente.
Continuarais enfoitadas as pragas e ras de
que j demos noticia e em todos os .crelos to-
caram bandas de msica.
Muitas casas particulares estiveram tambera
enfeitadaa e noile era grande o numero de
casas 'Iluminadas, mesmo nos bairros mais lon-
guinquos e arrabaldes da cidade.
Apresentava bonito aspecto, pe >s ornatos e
illuminacao, a fabrica de cerraja da Guarda
Velha, haven lo entrada um coreto com ban-
da de msica.
A Cidade offerecia desde pela manh o mais
festivo e animador aspecto. Urna mullida nu-
merosa, como smente se v as grandes fs-
tas populares, co.negou a afluir desde cedo
para os pontos mais frequentados da cidade,
que j ao rneio dia apresentava a mats risonha
animada perspectiva.
Era visivel a expansSe dn sentimento popa-
lar, que se traduzia por todas as formas nos-
siveis.
Crea de 1 l|2 horas da tarde, quanio eslron-
dou a pnmeira salva, annunciando a invest
dura do pnmeiro Presidente eleito, correu por
toda a populago um frmito irreprimivel de
alegra, que se manifestou nos mais diversos
pontos pelas mais calorosas acelaraagOes.
Forraaram-se logo numerosos grupos que
percorriara diversos trechos da ci lade, vicio-
riando o novo Presidente eo Mareclial Floriano
Peixoio. A essas acclamagOes o pvo corres-
ponda calorosamente, saudnndo os dous ma-
gistrados da nacao, o que se retirava e o que
lomava posse.
Durante o resto da tarde e al horas adian-
tadas da noite reperculiram por toda a cinade
o ecos das expanses populares, pelo faustoso
acontecimjnto le hoatera, e nao nos consta
ter havido nenliuma ocurrencia digna de nila,
apezar do borborinho do povo que tumuliuou
durante longas horas por tola a cidade.
Assim se mcerrou, por entre as manifesta-
gOes mais calorosas do regosijo pupular, a glo-
riosa data que assignala a proclamago da Re-
publica e a posse pacifica no primeiro Presi-
dente, suffragado
gao.
pelos votos populares da na-
O novo Ministerio
Hontem mesmo liciu definitivamente organi-
saao o Min sterio pela legninte forma :
Fazenla -Dr. Francisco de Paula Rodrigues
Alves.
Re ages Exteriores-Dr. CarIo9 Augusto de
Carvalho.
Juslica e Negocios do Interior-Dr. Aulonio
Gongalves Farreira.
Industria, Vago a Obras Pubicas-Dr. An-
tonio Olyrap'o dos Santos Pire3.
GuerraGeneral de diviso Bernardo Vas-
que
O Sr. Dr. Pru lente de Moraes dirigi hontem
o seguinle lelegramma aos Governadores e Pe-
3identes dos Estados :
Communico-uos que, per.inte o Congrego
Nacional, acabo de prestar a allirmacao consti-
tucional e tomar posse- do cargo de pres denle
da Repblica. Assumindo assira o exerciciodo
Poder Execulivo como chele electivo ta Nago,
desvanece-me a certeza de que com vosso con-
curso, e com o apoio de todos os poderes lo-
caes, o Brasil proseguir na consolidago de
suas instituigoes polticas Saudo-vos.
Hontem, logo pela manh, o Sr. general Flo-
res raandou ao Dr. Pruienie Moraes o seguinle
carto: -O general Flores a presenta seus res-
peitos a V Exc, o Sr. presidente da Repbli-
ca dos Estados Unidos do Brazil, e faz votos
pila felicidade dos seus concidados e em par
licular pela da jua distincia familia
Depois foi pessoalmente abiaga lo em nome
dos dous patzes Uruguay o Brazil.
Entre as pessoas que assistram hqptem
pnsse do Sr. Dr. Prudente de Moraes, eslavo
os Srs. conselheiro Olegario, Jos Hygino e Pisa
de Alnieiia, Pin.lahyba, pr ;sid ntcs e raembras
d > supremo Tribunal ederal, inenibros da Cor-
te de Apoeltecifl a Tribunal Civil e Criminal,
chefe do Balado maior da armada, inspector do
Arsenal do Manaba, chefe da Diviso Naval e
seu estado-maior, almirante Jeronymo Gongal-
ves. o general Roberio Ferreira, uju lanle gene-
ral do exercito ; general Bttencourt, comiuan-
daoia superior da guarda nacional e seu estado
maior; general Cmara commvidanle da bri-
gada Policial; coronel Abreu e Lima, comtnan-
dante dos Borabeiros; os Drs. Fernandes l'i-
nbariro e Betira Paes Leme. pelo Club de Enge
libara ; commandante e olliciaes do corpo de
polica e Bomb -iros da S. Paulo ; Presidente
do Estado do Rio de Janeiro, depntados do
mesmo Estado, commandan'.es e afficiaes do ba-
lalnao Tiradentes, Dr. Serzdeilo Correa, gene-
ral Teix ira Jnior o seu estado maior, coin-
ruandme interino e ofliciaes do bata|ho Aca-
dmico, commandante da Ibftaisia de W'ille-
uon e ollicialidude, o coronel Pedro Alves,
Marinha -Almirante Elisiario Jos Barbosa.
As norueages dos Ministros de Estado foram
nferendaila* pelo Dr. Cupertino do vuiaral,
director geral da directora do Interior, do mes-
mo ministerio.
Tod)so3 ministros devera tomar posse hoje
as respectivas secretarias.
Damos era seguida as priocipae3 notas bio-
graphicas dos cidados que compOem o novo
ministerio.
DR RODRIGUES ALVES
Nasceu em Guara tingela, Estado de S.
Paulo, em Julbo de t8i8.
Hacharelou-se era lettras no anligo Collegio
de Pedro II em ?863.
Formou-se em sciencas sociaes e jnridicas
era S. Paulo, em 1870, onda redigio na Aca-
demia o 16 de Julho e a Imprem Acadmica,
esta em collaborago com Alfonso Peona.
Foi, logo depois de formado, promotor em S.
Paulo (capital) e juiz municipal em Guaratin-
guet, deixando logo a migislraiuri.
Foi eleito deputado assembla provincial de
S. Paulo nos biennios de 1872 -73, 1874 -75 e
187879, representando papel saliente.
Militando no partido conservador, fii eleito
deputado goral pelo 3. districto de S. Paulo na
legislago de 1885 e reeleito para a da I8S689,
sempre em l. escrutinio e por grande maioria.
Na ultima legislatura fez parte da Commisso
de Orgamenlo, Jera cujos trabalhos manifestou
notavel actividade e fez importantes estudps
sobre a materia,
Foi nomeado presidente da anliga provincia
de S. Paulo, em 8 de Novembro de '887, cargo
que desempechou al 27 de Abril do anno se-
guinle.
Teve o titulo de con sel lio em 19 de Agosto de
!888.
Foi eleito deputado a Conslituinto da Rep-
blica era t89>.
Nomeado Ministro da Fazenda em 23 de No-
vembro de iS9., deixou o cargo em flus de Agos-
to de 1892.
Foi eleito senador era 1891 na vaga do Dr.
Rangel Pestaa e reeleito em 1894.
Como Ministro da Paseada deu provas de
grande tinoadminisfrativo e extraordinaria pru-
dencia.
DR. CARLOS DE CARVALHO
Nasceu nesta cidade, ais 20 de Margo de 18 k,
filho do tenente-coronel da engeubeiros Jos
Carlos de Carvalho.
Bacharelou-se era lettras no antigo collegio
de Pedro II, malriculou-se era 866 na Facul-
dale Jurdica de S. Paulo, onde se laureou era
lri7i, depois de naver interrompido por dous
annos os seus estudos por forca de urna sus-
penso imposta era consequencia da celebre re-
vblla dos estudantes, de le foi ura dos chefes,
como redactor eleito da Imprenta Acadmica.
Forma lo em direito. dedicou-se inteiramente
advocacia nesta cidade.
Em 878, no inicio da situaco liberal foi
cli ife de polica da provincia do Paran, sendo
presidente o Dr. Rodrigo Octavio. Cara essa
mesma provincia voltou em I88J como pres-
deme, indo era 1885 presidir a provincia do
Para.
Por servigos relevantes que prestou na elabo-
rago de uma reforma indiciara que o sr. Fer-
reira Vianna, quando Ministro da Justiga, apre-
senloii ao Corpo L:gislaiivo, foi-lbe conced.ido
o lituT de conselho pelos teus adversarios poli-
Foi eleito deputado provincial era mais de
uma. legislatura.
Elefto deputado geral ora J881, pela le Sarai-
va, am opposigo ao gabinete de enio. D'ahi
ata agora tem recebido successivamente a mes-
ma investidura do eleitorado, excepto oa Cma-
ra eleita sob o gabinete Ouro Preto.
Eoi presidente da provincia de Minas Geraes,
era 1818, depoi3 eleito membro da Constitointe-
e reelei'o na 2.* legislatura actual pelo 2.* dis-
trtcto.de Pernambuco. ^or occasiao de se dis-
cutir a lei de aboligo, sendo deputado pelo 12*
d8tricto de Pernambuco, fez parte da commis-
so que deu parecer sobre o prejecto que se
transforraon na le 13 de Mam.
Actualmente na Cmara dos Diputados fazia
parte da Commisso de Orcamento.
E' lente eathe iratico de direttoadministrativo
da academia de DIreito do Recife.
DR. ANTONIO LYNTHO
Filho legitimo do desembargador Aurelio A.
Pires Camargo, nasceu na cidade do Serr em
Minas Geraes, era Dezerabro de 1860.
Foi educado em Diamantina e mais tarde em
Ouro Preto; malriculou-se em 1878 na Escola
Polytecbnica do Rio de Jansiro, onde fez o
curso geral, tendo de abandooal o por motlial
de eofermldade deviio ao clima clesta Capivo
Tran-feri.i-et^a.-a a Escuta de Minas de Oqro
Preto, onde fe) o com especial de minas, con
quistan io o diploma de eog.-i liji:o em Juuj
ie 192
Etfectaon dous tr.balbos importantes de soa
especialidade, collaburanda oa explorego de
ama afamada mina fe aiamaates uas pruxima-
uades de Di.maatina, cude foram appltcadoi
tnacbaismo*anda nao eusaialos ms explora-
c'.'s do Brazil, tai como o ensaio fetu para
j.iiia too a em I88i ama excursu a s ie-reuos dia-
autiferoa au na Abiete e seas til entes, ex-
ur-o qoe fea a ruaodado e cura instraccOes
doemtaeate eao:o D-. H. Forcis, e sobra a
uuii paolicoa am reute io no 4.* 'Oame dos
.inagB da Encola de M tas de Oa-0 Pre.t .
Desde I8S5 deaica-se ao professorado na Es-
cola de Muas, leudo al;augi lo por coacarao a
oaieira qie Qoje ege de lopo^raphia, e da-
men.oa oe astraoomta e geode.ua.
Em 1889 collaoo-oa o- s oibis quo faziam a
propgaanii reyo0ii:aoa n ttma< Geraes, ten-
ue tomado parte no pnmeiro Ciugresso up
pariito repaoiicaoj mi e ra, oaae foi eleito
memoro Ja commiSd) po ma-ieute do p-rtido.
Po.- accaataa da pro^rmcio da Repblica
fui dd.sign.ido pelo goverao p o.hj.-ij para as-
eomir laieriaameo e o gove-oo de Es a 11, o
que fez a 17 de Novemrv., padiauio<) pou..os
das depois ao Dr. Otario Alvm, governador
nomeado para acuelle Esado.
Foi eleito memoro da Ceinstlturate, t-mdu
sido sea aume laolaidi as caap:is das loas
parcialidad*, o que Ina dea o prmeiro lu^ar
na lisia.
Ni 1' legislatura ociopoaaaas vezas o cargo
le p-eaid-mie da com niv) de obras panucas e
ffoljnisago.
Reeleito pjr< a 2* legulito-a, fo' ele'to I- vice
presidente da cmara e aiiimimente presidente
iu commisso pariamentir BMMatrefjada daor-
ianisagao do plaio da v a;j geral da R pu-
blica.
F.z parle da alga mi sociedades acientitcas,
j.iio membro co-respo:d'n'.e da SoMedade As-
-injrju d-- F-aoga, do Inst toio Hi8to-i'o e
j-o-.-ajn.co n.-asl-;ru edolisutam Polytecb-
Qio B'asilei-o.
DddJe o a mu paaaa le. a 'qa rio a prop-lelade
e redigi o EsUdo de Une no do; mais
con leituados orgos de pobiicidale do sea es-
tauo anal.
GENSRAL VAj .'S
Naacea a 9 de AcOito de 1837 e asseatoa pra-
ga ^m Nove aera de 1856.
Fui promov lo a 2 :eaente em 1861 a 1* em
I8i3 a cdAo em iBb a najof graduado em
1871 a effdo'lvo en 1877. a teaeate coro"-l em
(88:1 a coronel grauoado ea i890. eiTe:ti'j
ou 1891. a eae'ai do Onuada por aervsgoj re-
levantes no mesmo anno e a general da diviso
en 189.
FoijIh ara de artilhar'a tendo o rareo dessa
arena. deempeaboa uiveraas omm ssOaa, cim<
rnindoa os carpos de esudo-m ciaaae, a brigada policial, exerceu o cargo d"
chafe ds o dicta de-ta caiital, comcoan >oa. o 6'
d.-tricto militar e dnraote a revolta commaodou
liabas ao littor.il.
E' membo du Cmselhi Supremo Militar.
ALMIRANTE ELISIARIO BAItBOSA
Niecea aa Bibia em 1830, e asaentoa praga
em 1140. Fui promovido a gaarda-marinh eea
1848 a 2. teneote-em 1851, a 1. era 1856, em-
b.rcoa sacce^sivamente em diversos navios de
guerra, em 1855 r s oa relevantes servigos na
cidade da Uaceoeirc (Bibia)eem I&54, nomeado
comman laote da canhoneira Mea-im foi in-
corcorar-se e^qnadra em operagOes ao sal bi
distngalo se em Riachuelo e Coevas, sendo p-o-
novido capito-teneite dm 1866 por gervig)^
de guerra, em 1867 foi promovido a capitn de
fragata por artos oe brava-a; em Dezembro do
mesmo anno tu o.- mo-^iu a capito de mar
e goerra e nesse posio, conmanda ido o eocoa
regado Tamandar, forgon a passagem de
Curoiaty, onde foi ferido no braga esqaerdo,
qae teve de ampatar.
Restab"l-:ido, voltoo campinni em 1868.
Em 1875 foi p oraovido a chefe de divio,
em 1883 a vice aimiraote gradaado, en Janeiro
de 1890 a effeJtivo ; e o M o do mesmo anno a
almirante ra loado e depois a effociivo.
Com mandn o corpo de impenaea mariohei-
ros, a diviso naval oo Rio da Prata ; foi mem-
bro do Conseibo Ksva, c-pito do porto do Rio
oe Jaaeiro, ajodaote general da armada, dir
c desde Jalao de 1893.
F-z pane /ie uiver^ai e importaotea commts-
sO-s, eentre estasada reorganisacao do mate-
rial da rmala e a reforma da Esco.a Naval.
I ea
emposta de"alamna.i do Collegio M iti
as oatraa brig
n g*roo e firmeza.
seradl appUiosas a Escola Mili-
gor alamaus, doos em am lan
deao pt d arelbss. cjm o estandarte
e otC' a avallo, fomialo guara de honra, in-
do diui na frente ao carro ; o? corros de bom
bdroJ cesta esptale de o. Paolo, e lnsti uto

arme ->
elod
se ar-
ta:- "
: srs. Kerr.iz Jiinior, Francisco Veiga e An-
ton ; de l'iradente.s, pelos .Srs. An-
tonio Olynio e 'ihimoteo Antun"s; e o gover-
no rio i-:'-a!o de Minas-Genes peloe Sra. vlci-
'i idrad ), E I Dundo Veiga e Juveaal de S
i; irtva.
Pouco antes de 1 hora da tarde, o Sr. bal-
dino do Amaral, vice-pr'si I n'.e lo Senado
amio a presidencia do Congresso, e abri a
o sol-mne, nomean lo as cofijatisaOes para
rfceberein os Srs. presidente e vice-preji I
di Repblica, as quaes constara da. acta pubh
cada em ontro [ ra.
A' 1 hora da tarde em ponto, assorpou porta j raes.
do" salao- o Sr. Prudente de Moraes. que Coi
recibido com calorosa salva e muitos
lo entre alas da smhoras.
Pouco depois fez sua entrada, o r. Dr. Ma-
noel Victorino, q'ie tambem foi acolhido com
vivas e palmas.
Os dous primetros magistrados da Nago
prestaram ento, nomeio do mais coramoveote
e espeitoso silencio, o compromsso constitu-
cional, e assignaram o respectivo termo, con-
juntamente com toda a Mesa do Congresso,
gai .
comma-idanie la da Santa Cruz e oficialidade, ticos-
Dr. Barata Bibeiro, r. prifeito muui ipal.JJr. I Proclamada a Repblica, seu espirito demo
Vio a Sonto, Lireclor Qaral_da Secretaria da | cratico a O adianla:ne io de suas i leas levarara
Guerra, conselber i Luna a Silva, Dr. Cochra-
ne, Machado ta Ass-is, Dr. Ferreira de Araujo,
eooseiheiro Trsilao.Araripe, conselheiro Denlo
l e general Ourique Jacques.
O Sr. Alfredo de Barros Moreira, secretario de
legag, fui o eocarregado de recebar no Sena-
do o corpo diplomtico..
Os cipils do batallio 23 de Novembro Dr.
Tberaoteo da Costa, Renato Carmil e Henri
Mari no foram em o i comprimentar os
srs. MarecUal Floriano e Dr Prudente de Mo-
0 partido republicano do Pirul y nomaou uma
commisso, CoopoSM los Srs. coronel Henri
qne Nora, Albino Lima e Olympio Costa, para
m-imentar o Sr. Presiiente da Repblica e
apreeeotar o seu apoio para a co isolidago da
BepoXica.
G Instituto da Ordem dos Advogados Brasi-
leiros foi representado, na posse co Sr. Presi-
dente da Repblica, por uma commisso com-
n'n naturalmente a collocar-se com sinceri lade
au 11 lo dos republicanos e s novas nslituices
tem servido com to la a lealdade.
Foi o relator da commisso nomeada por Ben-
jamn Cooitanl para a elborago do Cdigo .'e-
nal a do Processo Militar, trabalho que est
agora servio lo de base para estados parlamea-
tares. Foi o autor da lei de fallen .uas de que
o encarregou o Sr. Campos Salles, quando mi-
nistro da Justici.
O anno passado, durante a revolta e quando
m da rennida ia a lula, aceitou a pastadas Rea
Exteriores, onde mutlofez, masascircuiis-
0 novo Ministerio realiza hoje s 2 hora da
tarue, a aoa pimetra eonfe, enca.
UNIJ AMERICANA
Em um ei-v .-.'.e pavilnao n ; largo da Lapa,
reaiisoo-fe bo o le ai as |eu,nidade do asienta-
n-nto da pnmeira peora para a estarna de
Monroe.
Ao a to compirecraB senadores, depotado?.
comm8s6?a uruuy i e oraztieira. loteode-c a
Municipal, Prefeiio do DistMcto Federal, com-
miisOea da Escola Mii.Ur, Poly becboica. Cor-
po de Bomb'tro-, o Dr. chele ue potiiia interino
gen-raes, offi:laes superiores e subalternos ao
exordio e armada e representantes de todaaaa
classes sociaes.
O Sr. Marechal F.oriaao fe-se represeo ar [5e-
lo Sr. capito S.queira.
emparecaram tambera o Sr. general J. W.
Ovary, reorentando o Sr. Ministro dos Enados-
Uaidusda America, acorapaohado do couai ge-
t.i\ daaaella n gao. o Sr- Dr.R. Clearj.
Depon de couceilaoeo, dicorso prenunciado
>...|oSr. Dr. Trajanu de Mudeiros, responden
o S-. g neral A ver y, proonaciaolo o ceguinie
liacu su tic iueiej, que tracUimos:
Coirmos americanos da groada Repablica
dos Ksiados-Uat.it'i do Brazil.
Considero coma elevaa noara e aran de pri
>ilegiu na mmua quaiida'e de cidadao aos Els-
lido.-iios da Non-Amenca. lef a opporiu-
uidale ie p-oounciar'*!gQmas paia'r;s ao povo
ia vosa R publica.
A coalraieroidade ontre os uoasos dois impor-
antea ya, s e ma.to Io:tee devana se torear.
ata .a m h taHaaa.
A dutinegia nae faze:3 ao meo pan erigiado
um monumeuto a am dos nossos :t;.3 illastss
^re-iceaies e cida ios uma daqaellaa da q03
i ido N ite Am. .'e e ba de s :nllr-8e or.
mlhodo e qj,. nos estrenar aiuda t.ala em uma
confrateroiaacio mais f :vid3.
Ei prop lo aqu vm em orna imoo-iaote mi;-
sao pabltca o mtaaaarcial, reprejentaodo o ea
govarno e len i em vista qoe o voa?o governo e
o vo^so oo'o turne u pine e.n um Sx-
posicil.' ,jauni:oiutBi o caii-
var maioraa reldgoes camme.-ciaes e lomar mais
ridade, e este sentimento fraternal e muito ar
denle para com o Brazil, a cojo Go'.irno ea rae
dirtt em primeiro lagar.
Tem stiio poltica do noitso Governo desde o
o principio, man'er nentraliaade entre o- oo-
(roa paites, ser amigo de todo e oSo mostrar-ee
h stil a oenhum eelieten smpre prazer em
ser arbitro de piz entre aqueile.) aao poss m Be
doehaver
Ag-adecovoB a vosaa benvola attencao e in-
voco sobre vosso oobre pa i e a vo3aa admiais-
tragao as bengoa de Daos Toan Poie-oso.
Deram-se 3 vivas aos Estados Uoidoa da Ame-
rica do Surte am viva ao preaidenti G over
Clev land.
Este discurso foi mo-to apphoiido.
E n .. e^nida leu o S*. Jo& lapp a acta, qoe
foi ass.gna >a pela commisto e mais pessoas
presentes.
O Sr. Dr Prudente de Moraes, qae se dirig
para o Senado, ao paasar pelo lirg) da Lipa,
deseen do carro e ass .moa a respectiva acta,
seodo .toito acclamado.
Preatoa ai hjnras militares o 38 batlho de
infantaria.
niiliraraqaealiconl'muassepor largos os v.nuls si:iaes entre osnassoa dois
pol iroso o,zjs. R'ordunD nos atada do ma-
gniliio e. eoast-mates e da excelleote
exaibicSo qae fiz^stes ua n^ssa Exnosigo Co-
muito tempo Foi ministro apenas 17 das.
GONQ ALVES FERREIRA
Nisoeu em 26 de Outubro de ;846, no Recife.
Formou-se era 18-7, em DIreito, sendo em se
guida nomeado delegado e depois promotor da
Capital.
Exerceu o fugar de curador da orphos e o de
cnefe de secgo da secretaria da guerra, da
quclla ento provincia.
,'umbiaua de Chicago o esoermos que ;.rei3 o
i j i aai I
A questc vos3j Govarno e ea
solicito a voasa cooperacio plena ne -te empre-
tiendtmento, para n-.it.o beoecio mutua.
O Q0880 po.o Norte Americano sent profunda
amia d pelas repblicas deste coatiaeote, e
i iirofoado uteressj pelo sea bsn esta; e prospe*- prassos na impreosa do esUbeiecimeato-
(Jornal do Commer^io) da 18 le Neveabro:
COM RIMPMTO
O Sr. general Riosno Ferreira. acompa balo
du sea esado maior. oa xeoeraes Luz, Ar Cantoaria, Cmara, Pimentii. Qaadros. Te.xe:ra
Junio-, comffla:idjOt>-3 < 'Ti. a-s da tjui-.gi
desta Capital, corpo de aaode oo exercito, oi-
ciaes bo -erarios, corpo de polica, alomos da .
Escola Militar, director geral emiis enp-egj-
ios da decretara da Gaerra. foram ooaiem
acompanbadoa das respectivas bandas de msica
comprimentar ao Sr. Dr. Pdente da Moraes,
presidente da Repblica.
De luis di apreseotago lelta pelo Sr. General
Roberto Ferreira, o S'. Dr. Pradeate de Miraes
oase qu' Ihe era ext-emameute grata a aabssio
qoe Ihe viaham fazer os represeatsnies das clas-
ses armadas, a qaam a oatra or ziieira havia.
confiaio a gjaroa ia Co'is'.t uigio e a defea da
ioiegi Hutorioa a evolaclo republicana, caja propa-
ganda data de 19 anuos ; referio-se prrlima-
go da Reoaotlca, fei'.a peio ei^rcito nrazileiro
ao mando de spo chefo querido, o iaolvidavel
Ma.ecial Deodo'o. da collabo-aco cora a puris-
airaaaima de Benjamn Coastaot, o ;lorio-o pre
ceptor da mocitade militar.
Mustroo a icflaeacia beaetlc e decisiva do ex-
ercito aos commeittmeatos mais b los da histo-
ria, e demonatroa qae o exe-'.iu levoa o. aea oa-
'rlotismo ao pooto de afasfar se do^st-emecido.
ebefe Deodoro, qiaalo mal inspirado vraroo
coatra a coustitaivo de .4 de Fevereiro o golpe
faoe to de 3 d Novembro. qui e'.cont.-oa a re-
pulsa altiva de tola a nago D-azileira.
Pez apologa da Coas'itatgio de 34 de Feverei-
ro, e rameotoa q i" ella ) uvesse sidn atacada
por braziletro* uol'.ie-alos p--l < paita) nil.i:a.
Referia-se as rrVjItas revologOes qae tem
agnado a p .t-i brazileira. e diese qae acredita-
va qae eslava terrcioada a cnse fatal dos pro-
nuncamenos e rev.r-l as, cujos funestos resolta-
dos cos t- a do drpiuperameato dasiorgas vi-
taos da oagc.
Contiooaido, di-e qoe, fe o prelomino do3
militares oa mili'a-ismo tem ar;o -ra oa tros
paizes man:estag0e3 d tyrannia e i'-piismo
e i'.-e nos tem-ee dado coitraio, a iollaenita
das u a -i: s militares tem sno favoravel a liber-
dade, Cja-tilo'C^o e as leis.
Iitls'.io as i :as expendidas no manifest
qae pablicoa ao da era qae asaamio a sopre-
mi maii;tratura do pala; dlsaa qae a p-eo.ca-
ong) constante de seo gavera i era a manaieo-
gi> da p.'i e -ia ori-m a o respailo absolu'o a
Con?iitogo de il di Fuv-reiro; qae o gover-
no desie j e.lava agilo pare qse, ant-?3 di
encerra lo, o Congresso Nec ooat attendesse as
justa'! rechuiagjs do exercito, da armad i e de
todas as daasaS) qai ser am igalmenn objec-
to de conslaate o'.ici udj de sea gove-no, o
qa-il nao consentirle no am^qaiobament o di
oenbaraa deltas.
D.8se aiada, qie o seo governo cao seria um
ove.-n) de reago, mas am governo de ordem
de tranqatliidade, de lasuga e de lei.
Aml. Hese qae offirecia cojij ga'aota do
liel ir-en -n.-.j de sea mandato e do campri-
meato e ooservaac exacta de s-o projramma
oaeupos-aio, qae s e'a ooscoro, era entre-
tanto sem noJoa e impJ.oto, como a trilraetB
f ce ofH: o de qualqoer dos bravas miluarer
qae o ooviam ; ac:reacentoa qae nao solicitara
a posigo a qos se a sha elvalo e qae 86 acei-
tara a deslgoago popular para a investidura de
suprema magist-ado aa Nago, para ver reali-
sidoo aonho doorado de sua mociade, o go-
verno da demo;ra;ia, a praiic do ideal repu-
bl caoo-
Socitou a comple'a alhfso das clacsas ar-
madas para snavi ar o pesado aa: lucio qoe fez,
aceitando am posto rau.io subenor as eoas
forgas.
Accentaoo ce inolvilav^is servigos prestados
a patria e R-puol ca pelo heioico patriota Ma-
rechal Fionaao Peix;to, a caja energa lhdo-
mavel e ioqr.ebraatavel teaacidade deve a Re-
pblica a saa salvjgio; e qoe, se elle te.e fal-
tas no periodo excepcional de ag'.tago cao ba
brasileiro bastante patriota que nao o absolva
de tao peqoeoot e-ros. em vista de sua obra
gieanesca. como consolidado' da Republ ci.
Termiaoo dizendo qae a Repblica gozar ia de
tranqnillidade e permanecera megra e inde-
penaeote, porque ell", anda mesmo cahiodo,
irritarla : Viva a llberdae, viva a Ripoblica,
viva a patria brazileira anida.
Ao terminar, foram erguidos mallos vlvss ao
Sr- Presidente.
O S*. general Pi^entel pello venia ao Sr.
ajodaote general para brindar ao 3r. Presiden-
la, disendo qae levaatava vivas ao digno sac-
cessor do Sr. arecbr.1 Floriano Feix to.
O S-. general Teixeira Jaoior, depois da mes-
ma cortezia .a-a com o Sr. ajudante-general do
eiercit). fez ama apologa da allocago patri-
tica que o g-ande cidad&o chefe do Estado ac*
Oava de prodazir, e coociava seas esmaradas
presentes para que, abrindo a alma s nsplra-
ges patritica-', cema-ts-em com tod i o entba-
iasmo a Constitoitio, respeitando a lei.
Ao concluir pedio aos seus camaradas que
com enthos-asmo fvantassem vivas ao grande
pitriota Dr. Prudente de Moraes, Presidente da
Repblica.
AssiBtio recepeo o S-. general minisiro da
garra.
Ob Srs. Reiolpbo B:rnadelil, Rodolpbo
Amodo, H=ortqne Bernarueili e mais profes-
sores da Academia de Bellas Arles foram b. n-
tem eansDrimeota- o Sr. Dr. Pradecti de Mjraes
President) da Repoblica.
CommissOes do Supremo T'ibanal Fede-
ral, e c-ih na Aopelltgo fo-am houiem cum-
primeniar o Dr. Prudente de "'oraes.
__O Sr, general Estevo Farraz foi bonlem
comprimentar o Sr. Pre-tdente da Repblica.
BRAZIL E URUGUAY
O gene-ai L:ile ue Caairoe neis membros da
commisto brazileira cora a tommsso militar
urii(aaya e o coo3al o-ientat o Sr. Earlco Pena t,
isitaram hontem os qaar'.eis da 1-, 23- e 24* <
bataio^s au auuriB, perco-ren.o todas aa
d-pendeacias dos edificio?, mostrando se agr-
avel neate impresstonados.
O S4-P'-ra sol.'m..i-i-ej.i visita, inaagoroo
na saa se retarla o retrato a oleo do marechal
lo PeiX)to, fllenlo nessa ojcasiao o al-
(eres'eecretano Carlos Barlamaque e descerran-
do as cortinas o geoeral Va^qoez.
Os eomman.daates desteB ba'.alh0.'3 em heme
ligera a cora otsaia uruguayaoa mandaraai por
om liberdade os presos que uu estiessem res-
pondeoio a cooseiOj e reen'.regal-as nos res-
pectivos post '8.
Nj laacb* off;reri'io pilo 4- batalbio, -fa|-
laram o corone; Tamaa'O, capi-io Blford,
respjouedj aos bnndea os ara. general Vas-
qoez, 'lores, e majo- bMM Fernandes, sendo a
saudag&o de boora ac m-rechal FlorlacoeDr.
Pradente de Maraes, pelo geieral Vasqaei.
No 13- noave lambsm lon:b s-udo trocaica
diversos orinae*.
Padiram ao raajor do bataiho para lhes for-
q ce: osa copia d3 po'ka H;gh Le Clob toca-
da pela banda do uataino qae lhes foi promt-
alo.
Vis.taram tambem a Casa da Moada scom-
:-specvo director, percor reram
todas 9 oS&nais dusse estabsleciaeo o.
Qaasdj examina am o gabinete das collec
Oes le ssoedas emedalhaso Sr. Flores ofe^e-
ceo dnas motda ama d" prala e oatra de ooro
padrOes ain,da nao existentes naqaellas collec-
(Oes.
O directoroerejec loes mudos trabalhos im*
X
Jt.

s
WL

mmm


IMaricr 3>
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-
I
-0 8-. fjenetai Navajas apeiar d* ara *c
testo qae leve n* madrugad de harneen, ipre
lenton darme o da luel'as m-lb-T-s.
E" sed mlica itasisieata o D Montain d
anivelo '
Aotebdotem cerca ieif i visitado ijelo *r. prei-irtente da rspobllri
qae se demorn albora lempo no sea noeoto
ait -a la ^'*<| e caviieiroa se uka late-
rascado pelo lo*. Varano.
An eh^aiem a commissaa vi*on almp*eos"
Ka-io'!-.! pjr'.orrn peo-ieuCn, Hituilad.) i exacoca > d traBalhO'
tvpjgrjphi -os o dtuograpbicos, alguna termina
dos com rancie pe'eiclo.
Oa membros da commissao fo~am mil o ob-
B?qdtad*s e preienteaios. recebando taire oa
tro mimas o fa.:-si mil? da Coosuta cao ro r
as asaitjn'toraa dus membros da Cmnitaint-,
mapo' jai ob-a* ai nerta d* Sao'os.
Hcje baver um alineo no Jaraira Botani-
CJ donde segoiro pra o Jjck-y Clob.
ESTADOS Di (iM40
SU L
8. I'aulo
Datas at 17 de Novembru :
Almdas notician das testas do da 15,
apenas encontramos as folhaa recebidas
as seguintes:
Ein Jaboticabal, em urna destas ulti-
mas noites, o Sr. Dr Argemiro da Sil-
yara ia sendo victima dos ataques de um
f.jpcinora...
Estar aquella cavalhero janell de
sua casa, em companQia de sua esposa,
- qu;mdo vio ajproximar-se um homem,
q je batea porta e pedio para fallar
aquella advogaio
O Dr. Silveira veio em pessoa abrir a
porta, quando o desconhecido lhe descar-
regou na cabeca urna forte pancada fu-
gindo em seguida.
Varias pessoas da uasa correram no
encalco do criminoso, conseguiudo pren-
dal-oj mas ao nutro dia elle sabia da ca-
. deia. "rajas a um desconhecido que apre-
sontou ao careexeiro urna ordem de soltu-
ra, ordem em* que estava falsificada a
asignatura da autoridade.
Fi ha di as encontrado morto nos
campos, junto estrada do Espirito-"^au-
to do Pinhal, Henrique Luppurini, esta
belecido com sapataria :.esta ultima lo-
culi lade. -
Luppurini saliira de casa com destino
Campias, mas perdeudo o trem resol-
ven regressar & p ao Espirito-Santo.
Suppe-se que fosse victima de algum
malf-iitor, porquanto o cadver apresenta
um ferimento no lado esquerdo do peito,
feito por punhal
No Domingo, o trem do rarga da
Mogyana, das *> e moia datarde, apanhou
obre os trilhos do kilmetro 1, Fa^chieri
Felippe, italiano, empregado da Compa-
nhisi Paulista.
O desgranado, queja ha dias manifes-
tara a idea"do suicidio, morreu instant-
neamente .
__Dizem de S. Joo da Boa Vista que
na fazenda do cidadao Joaquim Candido
de Oliveira se dr* ha dias um grande
Conflicto entre Andr Pedullo 9 Nicjlo
Fanelli, italianos, ficandu morto este ul-
timo.
Espirito Santo
Datas at 9 de Novembro : #
Foi unnimemente votada pelo Con-
gresso do Estado a s-guinte mocao:^
O Congresso Legislativo do Estado
do Espirito Santo, inteirado do patriti-
co zulo e dedicado com que o Exm. Sr.
Dr. Muniz Freir, Presidente do Estado,
ein sua ultima viagem Capital Federal
curou de altos interesaos da administra-
do publica, promovendo e obtendo com
xito important) operaco de crdito, im-
prescindivel realisa'jo do futuro plano
ae nossa viac&o frrea, e agindo no sen-
tido de impulsionar eficazmente outros
servicos que interessam com o nosso pro-
giesso e desenvolvimento material, tem a
8atibfacao< de consignar na acta da pre-
sente sessao seus applausos e admiraco,
pela benemerencia cora que S. Exc. se
condazio a essa missao espontanea. Paco
do Congresso Legislativo do Espirito
Santo, em 27 de Outubro de 1894 la-
miro de Barros -Silvino de FariaAu-
gusto CalmonDr. Custodio Moreira
Joaquim Eugenio de Paiva .
- A exportacao do caf pelo porto
desta capital para fra do Estado no mez
de Outubro ultimo foi a segrate : 15,735
saceos com 944.100 kilos, no valor ofi-
cial de 925:205654 >, tendo pago de d-
reitos na Recebedoria 54:6245453 a as
Mesas de rendas de diversas localidades
4L:942$260. Forana exportadores : We-
tz*l &t C. 3.54U sacios: Hard Rand &
C. 8 550 ; Pecher Zinger & C. 2.528 ;
Camuyrano &, C. 109; Amorim M tta
Firreira 16 e Cruz Irmao & C. 1 ; para
os seguintes portos : Hamburgo, Trieste,
Genova, Nova-York, Antuerpia, Sergipe
e Babia.
No caf cima esto incluidos 1.6^3
saceos procedentes do Estado de Minas e
3l7 do Estado do Rio de Janeir, despa-
chados livre do.-; direitos estadoaes.
Est concluida a estrada que vai de
Linhares no ncleo Fluctuante Muniz
Freir.
E' um grnele melhoramento que vo
gosar os habitantes daquellas localidades.
O trajecto de um ponto ao outro era feito
em canoas, pelo rio e demorado dsus
dias ; ao passo que agora faz -se em cinco
horas, por bom camiciho.
Baliia
- Datas ate 19 de Novembr* :
Fora bem festejado o aia 15 de Novem-
tr-o. 5. anniveraario da proclamado da
Eapablica.
Nada mais refarem as folhas digno
nota.
guarda nacional, o coronel Carlos Costa,
representando o Centro Republicano da
Lagoa, offioiaes do exercito, da guarda
uacional e honorarios, representantes de
diversas classes sociaes e mu tas senho -
ras, o Sr. Dr. Dias Ferreira, Presidente
do Conselho, declarando que o Conselho
deliberara celebrar urna sessao solemne
em homenagera confraternidade ameri-
cana, e Commissao Uruguaya, sobre
que descorrera o orador official, deu a
palavra ao Dr. Alfredo Barcellos que
pronunciou o seguinte discurso:
Findo este discurso que foi muito ap-
plaudido o Sr. Presidente Das Ferreira
encerrou a sessao.
Em seguida foi servida urna mesa de
doces, na qual se trocaram os seguintes
brindes:
Do Sr. Dr. Ral Barroso em nome do
Conselho a Commissao Uruguaya, a que
respondeu Sr. general Vasquez sudan-
do palo engiandecimento da patria bra-
zileira e confraternisaSo da America do
Sul.
Do Sr. general Flores Municipali-
dade.
t)o Sr. Dr. Maia de Lacerda & impren-
sa, respondendo o representante desta fo
lha.
Do Dr. Pereira Lopes ao Congresso
Nacional.
Do Sr general Lsite crVCastro aos offi-
ciaes e so da los do exercito da trplice
allianca.
DoSr. Franklio Du':ra ao Dr. Pruden-
te Moraes
Do Sr. Dr. Barcellos ao chefe de poli-
ca Dr. Andr Cavalcante que agradeceu
Do Sr. Irbal ao povo Brazileiro.
Do Sr. Possolo as forca3 armadas da
NaSo
Do Sr. coronel Goldsmith Commis-
sao Uruguaya, aos Srs Marechal Flo-
riano Peixoto e Prudente de Moraes.
Foi saudado o Dr. Fernando Osorio que
respondeu em bella e commovente allo-
cucao agradecendo as manifesiajoes feitas
a seu pa .
O ultimo brinde foi do Dr Dias Fer-
reira o Presidente da Repblica do Uru-
guay e aos Srs marachal Fioriano e
Prudente de Moraes.
Durante a solemnidade tocou a banda
de msica do batal deu urna forca para guarda de honra.
O edificio tanto externa como interna-
mente estava adornado com rauit gosto
com sanefas, grinaldas. flores e trophas,
pela casa Gambiaso & C.
No salo de honra via-se o busto do ge-
neral swrio, tendo na base um grande
lago de fitas verdes e amarellas
Foi urna bella e patritica festa .
n CHRONOLOG1A
2r:2*sa::ss :xmmm:
COLLECCIOXADAS POR
Melchisedech de Albuquerque
Lima
de
Da S5
1T* E" eleito bispo de Pernambuco D.
Fr. Jos Falho.
S?S -Assume a presidencia da provincia
o Dr. Heonque Pereira de Lucena, que gover-
nou at >0 de Malo de 1875
Dia 26
1635E' avistada do Recife urna esquadra
hespsnc-portuguez. N;sta esquadra vinha o ge-
neral D. Luiz 'le Roxas y Borja, para substiiuir
llatbias de Albuqurque e trazia uas 2.000 sol-
dados.
Schkoppe ao avistar a esquadra exclamou :
Estamos perdidos t
E assim teria sido porque o Recife tinha apa
as urna uuarnicao de 200 soldados, porem de-
pois de urna longa conferencia com os seus olfi-
ciaes, o chefe da esquadra dirigio-se para o sul
e em Jaragu desembarcou D. Luiz de Roxas
com a sua tropa
1848 -Os liberaos batean urna forca do go-
veroo que encontraram no engenho Cachoeira.
| A forca de Cocal eommandadu pelo coronel
Paulo de Amonra Salgado, seguio pelo norte do
rio Una, tiroteiando aqui e alli onde descobria
nos lusares mais estrenos do rio os revolloaos,
que seguiam pela strada cima.
Ao chegarem estes no engenho Barra, passou
o rio, Sebastiao Alfes da Silva com um piquete
e fez retroceder a forca governisla qne contava
o seu chefe no numero de ferdos.
Segu ram os revoltosos sua marcha e entra
rain na villa de Agua Prata as 8 horas da noite
do mesrno da 26.
KEVSTA DIARIA
CAPITAL FEDERAL
Datas at 19 de Novembro:
Sob o titulo li Conselho da Inettden-
cia Municipal l-se no Jornal do Ccmmer-
c'o der 17 :
vB > solemne
proiaoviJa pelo i da Intendencia
Municipal em huia'enagaia 1 oonfratorni-
Siiciio americana a Comcrisso Militar
Uruguaya.
Depois das duas horas, reunidos n
salan principal muito bem ornado, o Pre-
sidente e mimbras do Conselho, o Dr.
Prefeito do Distrcto Federal, as ccimmis-
,,3e uruguaya e brazileira, o Dr. chefe
,je-polica, o Dr. Fernando Osorio. o co-
ronel Senna, polo commando superior d'Udjgno^eHs!
O novo presidente De um artigo
edctorial do Jornal dolCommercio do Rio de
Janeiro, de ti do correte, sob a epigraphe
supra, transcrevemos os seguintes periodos :
O concidado que a nossa vontade e os
nossos votes levanlaram primeira magistratura
do Brazil, mereceu-a pelos seus servicos passa-
dos e pelo sen carcter que asseguranos novos
O maiores servijos.
Ella vem mpolluto da idea republicana
pregada aos indifferentee e aos cscarninbos,
como a do Precursor no deserto; procede de
um apostolado que nao tendo os marryrios do
corpo, leve multas vetes de afirmar a sua f
ante os insultos dos mercenarios e as persegu-
ces dos ap xonados polticos. O Dr. Pruden-
te de Moraes um signo lucido da democracia
e da liberdade.
E' nosso dever de cidad&os upirmo-aos em
torno delle e congregarmo-nos oa sua patritica
e civilizadora missao.
Diante do primeiro magistrado da nacao
que o parque ella quiz que o fosse; qoe nao
de ve a sua alta autoridade nem ao acaso do
nascimtnto, nem 4 designacao tumultuosa das
fracgOes, nem a imposico- da lorca material,
temos o dever de cooperar com elle no trabalho
da organisaQao moral e poltica da Repblica.
O presidente que boje justamente accIamamoB,
pelas circumstancias excepcionaes do momento
poltico, nao 6 o cnefe de um partido eleitoral-
mente victorioso; urna representacaoanimada
uaasp:rnc&o nacional.
A sua moral immaculada, o seu apurado
criterio, o seu devotameoto Repblica, que
a sua ambiguo e sera a sua gloria tornar reall-
dade, 3o os peohores que elle d aos seus
con!' que esle lhe restituiro no dia
ni i\.
aspirar
pensas.
S bra,m dilculdailes e perigos io governo
do presidente da Rtpubuca, mas elle os vencer
com a viril dedicacao do^povo e com o apoio
da opiniao.
Orgo do povo e do povo haurindo o esti
mulo a a inspiracao, daremos ao preclaro m
gistrado o apoio consciente e patritico do
nosso trabalho no bem commum c Ih'o darenoo
com a isengao e a independencia que o farto
I
O poro nos ajudar nesta (arefa que delle
tambem. E' o ioteresse magno da nacfio bra-
zileira o interasse superior das commuohOes
que com elle trabalham no engrandecimento
desta trra: a ordem ua liberdade e a liberda-
de na lei.
Os povos pagam serapre multo caro a ln-
differenca que mostrem nos negocios pblicos o
boje lemos a lutuosa aprendi/.agem de qu a
abstencao da vida publica Ira/, o sacrificio da
fortuna, do trabalho e da liberdade. '
< Cusla-nos muilos beos muito sangue a
licao para que ella nao nos aproveite e nao nos
guie nesta esperanzosa era que. entramos. >
Manifetueo -Hontem o illuitre Sr-
Dr. Julio de Mello Fillio digno Secretario da
Justica. Interior e Inslruccfto Publica foi alvo
de urna sigoifleativa mamfestaeo por parte
dos funccionarios da Repartico da Inslru^co
Publica tendo a sua frenie o Dr. Figueiroa So-
brinho, director da mosma repartico.
Este servio de interprete dos sentimentos de
seus companheiros, signiticaade ao Dr. Julio
de Mello Filho a agradavel unpressao que Ibes
causava a sua merecida elevacao ao alto e Im-
portante cargo que ora oceupa, e protestando
lhe ao masmo tempo todos os esforgos envida-
re rn aflm de so tornarem dignos auxiliares >le
tao Ilustre ciefe.
O Sr. Dr. Julio de Mello peuhorado agrade
ceu aquella ranifestagao, assegurando-lhes
que longe de ser um chef; rispido, saberla cap
tar dos seus auxiliares a estima e considera'
cao e que cada um delles desde aquelle mo-
mento poden* contar nelle com um amigo
dedicado e um defensor sincero de seus direi'
tos.
Espada de honra -Eicreve sob essa
epigraphe a Uazeta de iNolicias, do Rio, em 16
do corren te:
Ao Sr. marechal Ploriano Peixoto foi hon-
tem entregue a espada de honra, como reconbe-
cimento dos servicos que prestou durante a re-
volta.
- A espada de our >, trabalho artstico de
valor e feito as ofcinas da casa da Moeda.
A's i horas da larde, a commissao popular,
composta dos Srs. rs. Miranda e Horla, Frede
rico Borges e Osear Guanubanno, precedida da
banda de uiusic.i do G. hatalho da guarda'na-
cional e seguida de pessoas do povo, foi em
bonds especiaes residencia do Sr. marechal.
Alli chogados forara rebebidos pelo Sr. genjral
Costallat, que declarou acharase o Sr. marechal
Fioriano Peixoto enfermo e de cama, e por isso
nao vinha como desejava receber a commissao.
O Sr. Dr. Miranda e Horta recitou urna pie-
sia, seguindo se com a palavra o Sr. Dr. Frede
rico Borges, que em nome do povo entregou ao
Sr. general Costallat a espada de honra.
OSr. general Costallat, recebendooobjecto
qoe repre^entava urna grata recordacio, agra-
deceu em nome do marechal Fioriano Peixoto.
Em seguida o Sr. tenente-coronel Aristides
Villas-Boas leu s pessoas presentes urna carta
do Sr. marechal Fioriano, dirigida commissSo,
na qual S. Exc, congratulando-se com o povo
por vero,paiz entregue ordem e dentro do
rgimen da lei, declarava que, apezar de se re-
colher vida privada para descancar, nem um
momento abandonara o seu posto, ao lado das
Iei3 e de quem estivesse investido da autorida-
de legalmente, e que em qoalquer occasio em
qoe a Repblica e sua estabilidad perigasse,
elle appareceria para com o seu sangue se fosse
preciso, tornal-a ainda mais forte.
Depois da le.lura da caria, orarara os Sn.
Dr. Ral Pompeia,capitfio Mascarenhas, tenente
Alarmo de Araujo e Silva e Dr. Monteiro Li-
pes.
Aos manifestantes foi offerecida sortida
mesa de doces.
A caria a qu se refere a noticia cima
concebida nos seguintes termos, tal c.mo foi
publicada pelo 0 Piiz* de 46:
> Agradeco-vos profundamente peohorado a
manifestacao de aprego que me fazels. Desva-
necerme a pureza das vo-sas intenges e sim-
me tanto mais obrigado quanto escolhetes, para
trazer-me as vossas saudages, o da de hoje,
em que me exonero do honrosissimo encargo
que se me confiou de presidir a Repblica, que
estou cerlo de haver defendido com todas as
eoergias de miaba alma e dedicacao affectuosa
do corago.
Posso garantir : a idea fixa, a preoccupagSo
do meu governo foi firmar nos mais largos ali
cerces, fossem quaes fossem os sacriticlo?, a
obra de 15 de Novembro, e salval-a da ruina e
do descrdito.
Tiva pempre a mais acrysolada f na abnega-
go e no patriotismo dos brazileiros, e vos sa-
bis que aoque devemss ?sse tnumpho extra-
ordinario dos que heroica e denodadamente
vieram auxiliar-me na dignifteagao da Patria.
Filho estremecidos por eUa se bateram com
sagrado ardor ; martyres, por ella se sacrifica-
ran!.
Chefe da Nag&o, em derredor de mim suc-
curabiram em nome da lei, que afortunadamente
venceu, para glorificacao oos Estados Udidot
do Brazil, e em nome da dignidade e da honra
da Patria, para a ventura de dizermos que con
tina a ser Repblica toda a America.
Jutgando-me inmensamente feliz por haver
copanicipado dessa (arefa ingentissima de pre-
servar da desgrega, de fortificar' de consolidar
a Repblica, nao obstante ter sido o mais mo
desto de quantDS se empenharam nessa gloriosa
campanha, pego-vos me seja permittida a im-
modestia de ligar meu nome a essa grande obra,
para representar os que amalgamaram na com
seu sangue e agradecer em seu nome e cordia-
lissimamente vossas saudages e louvores.
Confiado nos nossos grandes destinos, nada
mais z do que seguir decidido as maiores pro-
vages e a todas as amarguras, o caminho qne
a mmha razao e o amor da Patria disseram me
consultar os seus grandes interesses e o bem
publico.
Era o que me cumpria, e o que me curapre
fazer sempre que sejam reclamados os meus
servigos, o meu exiguo prestimo.
Carece de repouso a ininlia sade. Invadi-
me a fadiga.
Minha familia, meus lhos pequeninos sollci-
tam, para a sua educacao, os i meus 'cuidados;
mas quites comigo mesmo por nao me haver
poupado a nenluim sacrificio no cumprimento
do meu dever, affirmo que, emquanto meu bra-
co liver o vigor qu baste para suster essa ar
ma que vos me offereceis, defenderei com fervor
e como soldado devotado a inlegridade da nossa
cara Patria, a soberana do povo brazileiro, e
como cidadao, o que me resta ainda de vida al
o derradeiro alent, juro era minha consciencia
e pe ante vos que u tenho hypolbecado Rep-
blica Fioriano Peixoto.
Agradecendo a reraes.'a de um^axemplar Derbr dub-Realisa-se heje no Prado
r ^ ?omque Ulsljngui-nos o autor,; da Estancia a 16- corrida do Derbv Club de
;ramen',!"noi-o especialmenie aa oonstruc- Pernambuco, conforme o programma publicado
s a operarios para que o mesmo de indis- -
culivel utiiiade.
* Estrada de Ferro Sul de Femara
bueo -A directora dessa estrada, era publi-
cagaoque fa/. hoja na secgao competente avisa
ae publico que tendo aido construida Urna ea-
tagao no disvio do kiometro 4t,l25 don e. parle
o ramal para a Usina Rhenix da Couipaiilua
Florestal Agrcola, ser a mesma aberta ao tra-
fego de passageiros. bagagens e raercadorii.s
no da i- de Dezembro prximo, vigorando o
horario que nsssa dala sera posto em execti-
gao
Monte Pi Portug aez -Em signal de
pesar pelo fallecimento do seu socio benem-
rito ThomazE dad* resolveu encerrar o seu expediente por
8 das. r
Assooia9ao Predial do Recife -
Ficou adiada para quandofor aonunciada a reu-
niao que hoje devoria ter lugar nessa associa-
go.
I'i-rnamliui'd e seu desenvolvi-
mento histrico-Rcebemos e agrade-
cemos um livro assim intitula .-o, escripia pe
Sr. Dr M. de Oliveira Lima, socio correspon-
dente do Instituto Archeologico Oeographico
l'ernambucano.
Vamos lel-o afim de emiltirmos sobre elle o
nosso juizo.
Arco da ConceicaoNo dia 29 do cor-
rele, s o l|i horas da tarde, ser hasteada
com toda a solemiudado a bandera de Nossa
Senhora da Conceigo do Arco, que sahir em
procisso da matriz do Corpo Santo.
Em seguida terao Cumeco as novenas, em
que locan a banda de msica do 2.* batalhao.
Gyiunasio Pcrnambueano Ama
nli, tero lug^r nesse iostitulo os exames de
sufficiencia de lingua porlugueza e inatruegao
primaria.
O acto comegar as 9 l|2 horas da manhS.
llissa -A conferencia do Sagrado Corago
de Jess manda celebrar raissa, na terga-feira,
na matriz da Boa-Vista, par alma de seu finado
consocio Julio da Costa C.rne.
iz ao

outras recom
i
rara <> Rio de Janeiro-O Sr. Dr.
Francisoo Cintra Lima, tendo sido nomeado
odlcial de gabinete do Sr. Ministro da Jusca
e Negocios Interiores, embarca para o Riojde
Janeiro, aflm de assum r o exercicio daque le
cargo de cqnfianca.
Gratos sua fineza despadindo se de nos
por carlao, fazemos votos, para que tenha S. S.
feliz viagem e seja bem succedi lo no seu novo
cargo, como alias o fazem prever sua capaci-
dade intelectual t honrosos precedentes.
Para a Europa V bordo do paquete
inglez Danube segu para a Europa o Sr.
Osear Falkeisen, digno cnsul- da Suissa em
Pernambuco.
Agradeceodo a fineza do seucartao de des-
pedidas, desejaraos-lhe boa viagem.
Revista IllustradnEssa importante
revista que tantos anuos de existencia ja coh-
ta, reactou novamenle e sob os melhores aus-
picios a sua publicagao.
-ua redaegao est a cargo de Luiz de An-
drade com colIaboragSo de Angelo Agostini e
gerencia do Sr. Fritz Harling.
A Revista d'ora em diante tratar de todos
os principaes acou\!Cment09, publicar retra-
tos e borneas notavei3 e far comraentarios
humorsticos sobre poltica.
Como se f, nao pode S2r mais attrahentf o
programma da -Revista por- cu;o appar ci-
-a.
Rev'stn da commiss. teehina
bonsultiva
do general de diviso Dr. Francisco Carlos da
Las, teen!.; coronel Joaquim d: Siles Torres
Homem e capito Joao Fulgencio de Liara M.n
dello, aciba tie visitar nos com seu n. 3, anno
III.
Guia para eonstruccao de pre
diosEnfeixado num livro e sob a epigra-
phe cima, o Sr. Dr. JoaoCiaudino de Oliveira
Cruz, director das obras militares e publicas
deste Estado, acaba de publicar os rtrgo fuei
ha poucj tempo publicou as columnas deste
Diario,
> sneouracada 9i de Maio-Sob
essa eftgraplie lemos no Jornal do Commer-
cio, do Rio, era dala de 14, o seguinte :
Depois dos reparos e concertos exigi ios
pelo estado em que se achava o encouragado
2a de Maio.., ex-Aquidaban>, parti ante hon-
tem para Toulon este vaso de guerra, que.alli
vai passar por concert radical e receber diver-
sos melhoramentos.
O Sr. capilao de mar e guerra Alvaro Nuno
Ribeiro Belfjrt, comraandanie deste navio, re-
caben, antes de levantar ferro, a seguinte car-
ta :
Quanio recbenles esta estaris quasi le-
vantan io f-rro e segulndo na honrosa commis-
sao que mais urna vez o Governo vos conrtou.
Incomraodos de sade impedem-me abso-
lutamente de ir em. pessoa, como devia e dese-
jaria, apresenlar-vos e vossa digna otficialida-
d:, alumnos e guarnigo, as miuhas saudosas
despedidas.
Aceitera, pois. no momento em que partem
da patria os m;us sinceros votos de louvore re-
conheciraento pelos relevantes servigos que
prestaran, collocando-se todos no periodo de
agilaco porque infelizmente passou o nosso
caro Brazil ao lado da autoridade constituida,
para que, mantido como ficou o seu prestigio,
fosse re Repblica.
'aqui a tres dias entregarei as redeas do
Governo. que tantas lides e contratempos me
trouxe, mas deixo o com grande desvanecimen-
to, por lera consciencia de que,auxiliado como
fui por camiradas leaes e valentes, como vos e
vossos commandados, ficou de p a bandera da
Hepublica, que foi-me confiada a 23 de Novem-
bro de 18'i.
Bons ventos vos condusam ao porto do des
tino, lembraudo-se todos de que, longe da pa-
tria, raaior ser o amor que todos deverao tri-
butar-lhe e que l como aqui continam a pres-
tar-lhe os servigos que ella lera o direito de
exigir, coinpaliveis com a actividade, cor gem
e oatriolismo de cada um.
Felicidade, pois, e-recebam ura ahrago do
caraarada amigo gratoFioriano Peixoto.
Relatorio do Ministerio da Hari-
nha -Do mesmo jornal du mesma data, extra-
bimos o seguinte :
Recebemos o relatorio apresentado ao Sr.
Vice-Presidente da Repblica pelo Sr. contra-
almirante GoncJves DuarLe, ministro da mari-
nha.
Nesse relatorio encontrara-se todas as infor-
magOes nao so sobre as diversas reparligOes,
como sobre a revolta.
Depois da eiposicao na qual se encontram
proposlas de medidas para cmplela reorgaoi-
sagao dos servigos da armada, Vem a primeira
parte com o titulo: Movimenlos rebeldes na
flotilhae barra do Rio Grande do Sul; a segun-
da traz os decretos, avizos e outras pegas ofi-
eiaes sobre a revolta de 6 de Setembro; a ter-
eeira relatorio e outras pegas officiaes sobre as
operages da esquadra legal, a que acompanha
um mappa do combate naval em Santa Cathari-
na a 16 de Abril. Ha no relatorio a discripgao
completa dos navios abandonados pelos revolto-
sos e bem assim dos navios de guerra da esqua-
dra legal. Delle constara tambem os decretos e
decisOes do Governo sobre mltiplos assumplos,
sendo a ultima parte consagrada a diversas re-
parligOes da marinba.
Por este rpido esbogo bem -e avalia da
importancia e desenvolvimento do trabalho so-
bre essa importante repartigao.
Publieayes-Recebemos pela mala do
sul :
Agenda Industrial, fascculo n. 12 do reper-
torio de relatorio de patentes de invengao con
cedidas pelo governo da Repblica do Brazil.
Um exeraplar, elegantemente carlonado e es-
meradamente impresso, do Ilustre professar
Paul Feraand, denominado L'or a Minas-Ge-
raes.
Esse volurae o primeiroo do estudo publi-
cado sob os auspicios da coramissSo da Exposi-
gao Preparatoria do Estado da Minas-Geraes,
em Ouro-Preto, por occasiao da exposigSo mi-
neira e metallurgica de Saniiago (Chili) nesle
anno. ....
Esse irabatho, de ncontestavel valor, divide
se em duas partes disiinclas, referindo-se a pri-
meira sobre esludos de explorages antigs e a
segunda sobre as exploragOes modernas, achan
.to-se apenas concluida a primeira e um capitu-
lo da segunda qne trata em consideragOes ge-
raes sobre as minas d'ouro e as compauhias
que se eucarregarn de sua explorago.
0 presente volume ser brevemente seguido
de um outro, em cujo plano entra o estudo par-
ticular de cada urna das companhias de ramas
em explorago e das leis sobre as referidas mi-
nas desde a ndepencia do Brazil al os nossos
dias ,.
Isto faz-nos ver o seu autor no prologo do li-
vro, accrescentando que a commissao nomeada
pelo presidente do Estado, para-organisar e, ex-
posigao preparatoria de Ouro-Preto julgou eslu-
do digno de offerecer interesse sobre a indus-
tria de que se oceupa, e decidi fazer a sua pu-
blicagao que o conjunclo de diversos arligqg
j publicados, com o auxilio de novas indaga^
ges que ihe forera acerescentadas.
Somos gratos ao offerecimento de um exem>
piar do referido trabalho. "^
Faculdade de Direito-Amanli co
megara os exames oraes da 3.* serie do curse
social e do S. anno do antigo rgimen e far-se
ha a 2. e ultima chamada dos estudanles qun
tem deixado de comparecer a prova escripia dii
2." serie social,
- Eis o resultado dos exames feito3 hontem
1, sene
Tobas Gongalves Nunes Machado, aoprovado
plenamente em direito constitucional e philo-
sophia do direilo.
Joo de Dtrji Viauna, dem.
-Joao de Morisson Faria, approvaio simples
mente em ambas as cade:
O viiip o Vi
Jacinihi) Buarque du lloUanda Cavalcante,
approvaao simplesmeote >.'m direito coastita-
conal. .
L'm reprovado tnm iuliabililado.
EieencaO Sr. Dr. secretario da Justiga,
Negocios loteriores e Instrucgao Publica, por
acto de 23 do corrente, enneedeu tres mezo
de licenga, com ordenado ni forma da
n'outra secgao.
Os bilhetes de entradas do direito a iku
prem >, constante de um Iludo e importante
cavallo, sellado e enfreado.
Rospital Porluauez Entrau de sema-
na nesle pi estabelecmento o mordomo Sr.
Joaquim de Olivera Mala.
Eseola Normal -Comegarao amanha 03
exames escriptos extraordiliariQa^^m todos os
aunos do curso, regulandopara a chamada a
seguais distnbuicao :
- Da 26
Io anno : I*, 3* e ?* cadeira.
2* 5\ 6* e 7
3o 2, 4" e 5
Dia 27
1 anno : 6*, 8* e caligraphia.
2o i", 3", 2* e dezenho linear.
3 7* e 8* cadeira.
Os exames das escolas annexas deverao co-
megar no dia 30 do corrente.
Centro E. H. \azareno-E hoje que
essa associagio in mgura o seu theatro, repre-
sentando o drama de F.Tavora : Um mysterio
de familia e a popular comedia de Ribeiro da
Silva: c-Uraa noiva masculina.
Certamenle ser urna noute alegre que o
Centro proporciona aos seus convidados.
Ferimento frrave -No Jclia 2) do cor
rente, no municipio de Nazareth, o ndivi iuo
de nome Joo Carneiro da Roe .a ferio grave-
mente com urna tacada a Camilla Mana da
Conceigo.
O deiinquante evadi se aps a perpejrago
do crime.
.Ylorte repentina-Hontem s 8 horas
da mauh, fal eceo repentinamente, no Mercado
Publico de S. Jos, o individuo de nome Luiz
de tal, de cor parda, represenlava ter cerca de
70 annos de idade e exercia a profisso de
ganhador.
O cadver foi transportado para o Cemlterio
Publico de Santo Amara afim de aai ser visto
nado e intiumado.
SPORT
Derby-Club
0 pradi da Estancia realisa a jje a sua 16*
Currida.
O proeramma convida a assistencia e esta na
Me faltara.
K dire~.tori3 >ff rrce. em prenda ao publica
nm avallo rosilho foveiro, Lum andador e ajae-
zado.
PALPITES
Sao estes o noesoe :
i." pareo Bnaauedo, Timonei-o e Conqais-
tador. x
2.* pareo Ida. Fet'otjolfs 2o e Tupy 2.
3 pareo Nilo, Deit-fryer e Timoaeiro,
4* pareo I la, Maiaio e Mseoste.
5 pareo Aveninrciro, Bi marci 2* e Na-
babo.
6.* pareo- Dnolio, Ualaio e PatcbooM.
7.* pareo- Aveotareiro, Bistnank e Na-
babo.
PUILMKDES 1 P
Tribunal do .Jury dn Recife -Hon
tem nao fun^cionou este tribunal por terera
comparecido apenas 15 jurados.
O Dr. Joao Aires Pereira de Lyra, presiden
te do Tribunal, uniltou em 5000 os jurados que
deizaram de comparecer.
Foram sorteados os seguintes-supplentes:
Freguezia do Recife
Antonio Joaquim Ferreira.
Jos Candido Affonso Moreira.
Augusto Leopoldo de Silva Neves.
Freguezia de Santo Antonio
Jos Alves Salazar.
Ildefonso do Reg Monteiro.
Joaquim Jos Luiz de Souza.
Antonio Cesar Campos.
Francisco de Lima Coulinho.
Joaquim Maximiano da Silva.
Custodio Furtado de Mendonba.
Freguezia de S. Jos
Jos Luu Pereira de Mello.
Antonio A. Monte Lima.
Freguezia da Boa-Vista
Ceciliano Augusto de Gusmo Lobo.
Candido Firraino de Mello Leitao.
Victorino Loizlnnocencio Pogi.
Gedeo Forjz de Lacerda Jnior.
Freguezia da Graca
Manoel Coelho Cintra Ramalho.
Ulysses da Silva Cabral.
Jos Luiz Alves Yianna.
Francisco da Hora Pires.
rcgneiia do Poco
Antonio Felisardo de Amorim.
A sessao ficou adiada para amanha s horas
do costume.
Sorte sra*100 -Pela acredtala casa o
Sonho de Ouro de Joaquim de Souza Montei-
ro Praga da Independen/da ns. 3 e 3 foi ven-
dido o bilhete inteiro n. 60224 da 3." serie da
28. lotera do Estado da Bahia, premiado com
a sorte d 2o:0000(R
Pela mesma casa foi tambem vendida as ap
proxiraage e os demais amaros da decena, e
um ouro premio de 500OOO sob o numero
94049.
Po tem os felizes possuidores irem receber os
referidos premios naquella casa, que contina
a vender os bilhetes de3la acreditada lotera e
de outros Estados.
Danubio -Por telegramma recebido pela
a agencia da Real Mala Portnguezt, sabe-se ter
sahio hontem, 24, da Bahia. s 6 horas da ma
nha esse paquete, pelo que dever hoje ama
nhecer em nosso porto.
Operaces cirurprieasNo Hospital
Pedro II praticaram-se as seguintes operages.:
Pelo Dr. Malaquias :
Resecgao do calcneo reclamada por esma-
gamentodo p dreito.
rethrotoraia interna exciso dos tecidos
endurecidos peri nrethraes e sutura.
Pelo Dr. Vieiro da Cunha.
Exlracgao do kisto seroso da regio super
orbitaria direita.
Ablgao de sarcoma da regio peitoral eB-
querda.
Pelo Dr. Alfredo Costa :
Poslhotomia a caivete reclamada por phimo
ses inflamatorias e cancros venreos.
Casamento efvHO escrito de casa-
melos que funcciona oos nistrictos do Recife
Santo Antonio, S Jose ffogados afflxou na
repartiga do registro, ra do imperador ij.
75, andar, edital de proclamas ne casa
meatos dos seguintes coitrahentes.
Primeira publicagao
Dr. Augusto Cezar Medtenegro, natural do
Estado do Para, cero Beatriz da Molla Balthar,
natural deste Estao, solteiros e residentes na
freguezia de A rogados.
Joaqun Gonzaga Je Menezes com-Candida
Enadina Evangelista, soltairos, naturaes des-
te Estade e residentes na freguezia de S. Jos.
Inspectora do distrleto naria
timoRecie, 21 de Novembro de 189i
Boletim metereologico
Boros. Term centi- Barmetro Tenso d Humi-
dade-
74
78
73
75
80
grado 26,'2
6 m-
9 27/5
12 27,7
3 t. 2 7,'6
6 26,5
vapor
8.88
20,02
20,02
20,52
20,64
fVOJ
756-99
757,-9i
757,-08
75-i,-5l
757,-99
feTiperatura mnima 26,00 Thermametro
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 29,00 Ennegrecido
ol,8-Prateado : 37,'o. .
Evaporago em 24 horas ao sol 7,-5 som-
bra 4,-3
r,Chuva nulla.
Direcgao do vento : ESE de meia noite at
9 h. 44 manliS ;S SE at 1 h. 05 m. da tar-
dev ESE at at 2 h. 02; SSE com interrup-
gOes de SE alT h. 07 m. ; SE alternados ai
al 9 h. 6 m. ; ESE meia noite.
Velocidade media do vento 4,-81 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,74.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar ...
B. M. 23 de Novembro 7 h. 29 m. da m. 0-50
P M. de 2 h. 45 m. da t. 2,10
lS:OOi)-iooO Corre amanha 26 de No
verabro esia importante lotera do Minas Geraes
com o premio cima, e desperta a attenco o
respectivo annuncio em outra secgao publi-
cada .
Os bilhetes estao a veDda na casa O Sonho
de Ouro n?. 3 e 5 Praga da Independencia
onde se'eectuam os pagamentos dos pre-
mios. A
Lotera da Bahia -Conv: no dia 27 do
aovembro a 6.* serie da 27* lotera, cajos billie-
staoavenda na mtio/fleOaro.
Lotera Espirito unt.> Corre
no dia .' Jtnbro a z.ylotena, cu
,ida na casaib Soiho de (Juro, a
Praga da Indepen-i.'ncia ns/ 3 e 5.
atadouro PublLfeo-Neise estabileci-
mento foram abatidas IJfD re/.es [ara o consumo
publico de hoje. /
Telegraminas. retidos Acham-s
retidos n'esla reparlirao os e^uintes despe-
ei, ao
bacbaref Jos JSrandio da Rocha, juiz de direi-r i dios:
lo do municipio de Barreiros, para tratar t'e Da Floiiaoopolei^para
sua saude, devendo entrar no goso da referida Barretto. \
licenga dentro do praso do 20 dias. De Macei para S/Bonifacioilvoira.
Dr. Yictor de S
Cali indo sempre
O desespero d'A Provincia nao tem li-
mite.3, j nao encontra barreiras em sua
passagem, nem difficuldades que lhe em-
barguem o passo na Benda escabrosa de
atassalhar as reputacoes alheiaa .e cobrir
de falsos baldiles a honra inmaculada da
seus adversarios.
Como a pedra, que rolando do cimo da
montanha, precipita-ae, cada vez com
mais impeto, em rpida queda at que en-
contr a planicie, que se lhe opponha,
assim tambem o orgao do dekterismo dea-
penhou-se do plana alcantilado da im-
prensa, vomitando apodes at cahir no
abysmo, em que se afundam os jornaas
sein criterio, amortalhado pelo desprezo
publico.
Nao discute os actos do governo us
da verdade e pela ora dos principios;
nao, insulta.
Nao censura as praticas da administra-
,'o, crteriosamente, comparando as suas
faltas e os sous peccados, as suas incoi
veniencias e a improficuidade de seus
fins ; nlo, A Provincia vocifera injurias.
Nao encontrando um nico ac'.o qua
possa servir de base aos libellos tremen-
dos, que architectam contra o honrado
sub-prefeito, actualmente em exercicio,
cujo nome illibado todos acatam n cuja
honestidade ninguem contesta, os merca-
dores da imprensa procurara, com auda-
cia supina, marear o brilho de sua repu-
ta;5o, que permanece limpida ao sol me-
ridiano.
A lama arrojada por esses gladiadores
de mangas arrejacadas e de feigoes con-
trahidas pelo odio, que lhes envenena a
alma e pelo desespero, "que lhes embota a
razo, vai toda cahir lhes as faces, que
nao coram mais.
Fingindo amor pela prosperidade da
municipio, arrogando a si o direito de in-
terpretar a honra e a vontade dos muni-
oipes, A Provincia lanca ao governo do .
Estado o repto de lionra de fazer, j e j,
a eleicSo, fazendo eleger quem quizer,
oom tanto que salve o municipio das mos
do homem qne o defrauda e o envergo*
nlia !
Nao sabemos o- que mais devemos ad-
mirar as ultimas palavras, talvez, es-
criptas pela mao de algum feliz jogador
da bolsa, em lances arrojados da fortuna ;
se a-audacia, com que ataca, se o cynis-
mo, com qne escreve.
As rendas do municipio estao defrau-
dadas E A Provincia, que aecusa, que
injuria, nao apresenta as provas, e nenx
ao menos, de leve, levanta a ponta do
reposteiro, detraz do qual se oceultam
tantos rimes e tantas vergonhas!
Quer um repto (de honra ? Mas poda
fallar em honra, pode merecer f quem de- -
grada a missao da imprensa, quem der-
rama improperios grossairos, injurias tor-
pes ao nome dos homens pblicos, cuja
vida o retrato fiel do trabalho e da
honra ?!
Houve um tempo em que o municipio
do Recife agitava-se em convuls5es gi-
gantes, para livrar-se da gollflba de cer-
tos dominadores, quando as suas rendas
eram distribuidas em pagamento de. ser-
vicos leitoraes, quando o cinto estreto
do? contractos arrancava-lhe a vida a ar-
rebatava-lhe a seiva.
O publico nao bo esqueeeu ainda dos
esntractos honestos do matadouro a do
mercado, das carnes verdes t outros, ar-
dantemente, defendidos por esses que,
hoje, se mostram to buns advogados das
rendas munieipaas.
A poca dos contractos passou a dalla
que A Provincia tem tao agudas sau-
dades.
cima de todas as manifestares de seu
desespero, a salvo das malvolas e infa-
mes aecusacoes, que e orgao do deleteris-
mo, julgando todos por si, vai externan-
do, impolluta a Ilesa permanece sempre a
reputaco brilhante do Dr. Jos Marceli-
no, que contina a dirigir os destinos
deste municipio, com unisono apoio dos
homens de bem.
Felizes os que apresentam o nome hon-
rado ao juizo da seus concidadftos ; dea-
venturados aquelles que, com o sorriso
nos labios, fingindo-se probos, coram em
segredo, diante dos conceitos qae exter-
n&o, e seutem n'alma os erros de sua vida,
as culpas de suas accoes.
A Provincia vae cahindo sempre.
lito Livioe
Congrego do Estado
O pronunciamento qua no Diario de
18 do crrante fizeram generosamento
cento e muitos eleitores de algumas loca-
lidades deste Estado, indicando o mea
nome aos suffragios do altivo eleitorado
pernambucano, as prximas eleicSaa
para daputados ao Congresso, obriga-ma
a om publico agradec ment, que, alias,
no encontrar expressiva accentuacao
as palavras convancanaes do mundo,
por maor que seja o meu esforc.o em tor-
nal-o bem intenso e fervoroso. No mo-
uiento, por.a, da a^rita9ao poltica qua
perturba tao anormalmente a nossa so-
ciaJad.3, e em que os partidos sa aperce-
bem com todas as armas para o pleito,
ao qual pretendem dar carcter plebissi-
tario, pens que deer de patriotismo
evitar a todo tran?e candidaturas fra das
chapas organisadas. pelos partidos, afiac
de que a divisao das forrea nao afraque-
^a a sua pujanja.
JDHAOIJ


V
K
.




Piarlo dt rornamlmco Domingo 95 6> Movomhro de 1S3M
II
IB
f











Q bedecendo sta o:.-ientacao, aeio fa-
zer a mnima violencia nog meus senti-
mentos egosticos, eu vet.ho, ao lado do
meu reconhecimento, coilocar o dever de
bom cidadSo; para declarar, apnwei-
tando o ensejo que pertencendo ao
patritico Partido Federal, era cajas
fileiras jurei pela primeira vez ban-
deira, sendo devotadamente amigo do
tomara illustre que cora sabedoria e bon-
ra dirige o governa do Estado, dse jan-
do, antes de tud9, vel-o fortalecido no
apoio de correligionarios que melhonnen
te possam concorrar pata a grande obra da
prosperidade e engraadecimedto desta
torra que todos devemos estremecer e
honrar, smente aceitara a prova de
confianza, que alvitraram tao bons ami-
gos, si aquel le partido entender na sua
generosidade incluir meu nome na orga-
nisaro da chapa que apresentar ao elec-
torado ; na hypothese contraria convir-
jam sena discrepancia tedos os seus votos
para os escolhidos.
Nos partidos a disciplina o principal
elemento da victoria. N'um ou n'outro
caso, entretanto, eu consarvarei sempre
bem vivaz, d'entro era mim a lembran-
ea do i inmerecido iipreco com que me pe-
nhoraram os signatarios do manifest a
que, por circunstancias involuntarias, s
hojtf pude responder.
Recife, 24 de Novembro de 1894.
Affonso de Barros Cavalcante de A/bu-
qiicr[ue. a.
Barao ca Molta Bacella
PARECER SOBRE O PEITORAL DE
CAMBARn.
O eminente clinico paraense Exm.
Sr. barao da Matta Bacellar, era pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar com ptimos resultadas as bron-
chites e molestias do apparelho bron-
chopulnjonar.
--------------?-----------------
Osear Talkeisen retirando-se hoje
para Europa no vapor inglez, Danube
e nao podendo pela presteza da sua
viagem e falta de sade despedr-se
pessoalmente de todas as pessas que
o honram com a sua amizade, o faz pelo
presente, offerecendo-lhes all os seus
diminutos prestimos, aproveita a oppor-
tunidade para declarar que deixa como
seu procurador o Senhor Emilio An5ten
da caza Cranier-Frey & C.
Recife "4 de Novembro de 1894
WNIU BRiZILQSt
03 ES
Extractes no mez de Novembro de 1894
Chamando vossa atten<*o para a nota abaixo:
Lotera


do Estado de
Minas-Geraes

do Espirito-Santo
de Minas-Goraes
2. serio
4.
25; lotera
11. serie da
da
9. 30:0008000
8. ir,:O00SOO0
12:0008000
6. 25:000^000
por 2$400 23 de Novembro
800 26
1$(>00 28
45000 30

>

^^o0^_ ^
Vendas em grosso e a retalho
CASA. SOMO DE OURO
Pra^a da Independencians.3e5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com
BKVABDISa LOPES ALfiEISO .
Teleg. AlheiroPernambuco- Caixa correio 196.
Manoel de S Caroeiro retirando-se da freguezia Idelfonso unes de Oliveira parecendo e hoje acho-me completa-
da vida poltica, vem agradecer nao s ocCupar a tribuna sagrada o Rvm. mente restabelecido iodo los Ze
aos eleitc. "s d'este municipio que sem- Padre Casemiro Tavares Das. A or- iendo (Lavrador cm Canta gallo, Esta-
pre lhe dispensaro sua confianca, como chestra est a cargo do profesSor Mar- do Rio de Janeiro ]
aos amigos da Capital do Estado cora eos Evangelista, o qual levar a missa O agente Companhia de Drogas e Pro-
quem tinha relacoes polticas ; a todos denomidada Santos Pinto. Juicios Chimicos.
As 7 horas da noite entrar o Te- i ---------------?--------------
Deum denominado Lima, oceupando -, p >
a tribuna sagrada o Rvm. Padre Ma-( LSiaOO UO L. fiara
noel Capitulino de Carvalho, arma.co Joaquim Alves Cavalcanti, residente
da igreja est a cargo do nosso irmo na cidade da Fortaleza, declara que sua
Bernardino, em todos os actos tocar mulher, soffrendo durante dous annos
urna banda de msica, a irmndade de urna horrivel toSse secca, com dores
. pede a todos os moradores do Pateo no pcito para a qual nao achou allivo
O Peitoral de Cambar, de Souza: da igreja que illuminem as fachadas na medicina, curou-se como Peitoral
ofiferece o seu pouco prestimo como
negociante.
Corrente 20 de Novembro de 1894
Parecer Medico
SOBRE O PEITORAL DE CAMBAR urna
as-
Cura de bronchite
thmalica
Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatico que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei-
xndo dormir, com o -so do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares
O agente Companhia de Drogas e Pro
dvetos Chimicos.
casas para maior realce
O Secretario,
Joaquim Alves Moreira
Soares, um poderoso expectorante de sua:
Tenho-o empregado com muito pro- festa
veito as molestias bronchopulmona-
res. Dr Francisco Angust de Silvei-
ra (Recife ] _______
Programma la Festa do Se-
nhor II o ni Jess dos Pobres
Afllictos. da igreja de S. Gon-
calo
No dia 24 ao meio dia urna salva de
21 tiros e diversas girndolas de fo- de lancar mais de maia garrafa de san-
guete, as 7 horas da noite entraro as gue e nao podendo iriuitas vezes con-
vesperas constando de Ladainha as 4 ciliar o somno.
horas da rnanh, haver urna missa re- I J sem esperancas de restabelecimen-
zada em'tenso a todos os devotos tof com as forcas exhaustas, resolv,
que conebrrero para a mesma festa e a conselho de um amigo, tomar o Pei-
finda soltar-se-ha urna salva de 21 tiros toral de Cambar, de Souza Soares, e,
annuciando a todos os habitantes que
chegado o dia da milagrosa imagem
do S. B. J. dos Pobres Afflctos
As 11 horas do dia entrar a festa 1
da de Cambar, de Souza
reconhecida. ]
1:5000^000
D-se esta quantia a quem provar a
nao authenticidade da declaraco infra:
< Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
flOIlEBflu
da fe mam
\
Bolea Commerd: I
ce
COTAQOBS OFFICIABS D, HUTA DO C0BBBTORH8
traga io Hect/e, 24 de Nvcetnbrj de 1694
.Nao riuu'.e ixUgao.
O presidenia
Amgvr" Pinta de Lemo.
O secretario
aaioaio tieooardo Roirigoe*.
OaMblo
Prucs A" Ricife
Os Bi cosabi'aoD hoje iuai operacoe a II
3)8 aobre Loortrn 90 d, dono e o da o
mercado ttueve por aiom teropo froox > reco-
Bndo os Baacoi secar a eaia tma, porm. le-
chan fl te com prcbabilldirte de se obter melaor
taxi, ifl-tas 'met. .
Patel pa'Ucolar c repasaalo tol ntgocuao a
11 l/S p Comoes de generas
i-ara o agricultor
ABiuear
Bekias por 15 kilos. 64000 a 64401
Criitilisado por lok.ios 6*000 a 645'0
6J00J a 649"0
Someooa, dem. ;dem . 44000 a 44200
MBcavado, dem, 'letp. . 34O09 a 34200
Broto eecioft dem dem 24200 a :44<>0
Broto melaao, cero, dem. I47U0 a 240O0
Riume, dem, Utji . 4300 a 14600
Algodo
Veodldo a 10jO por 15 kilos 0 aereado
rouio.
sendo officiante o Rvm. vigario interino, soffrimentos foram gradualmente desap-
Rprif Dr ioa axi.
No vnpor allemao , para H.m
Dori), ca-resa-am :
A. . F e'i C 6 o ti -3 com ao (asa.
Para Li Conp.niia de fcliva, 750 saccas com 51,494
ki:cs d i aifoca...
No 1 v-t ingle P. Brarcbe, para New
Yjrc.a'regjram :
J. Pal. r t, C, 8.0OO caceos com 630 0COr:Iob
de aasuc^r masccavaao.
Para o interior
ItoMl
Por pipa de 480 litros 2504 vend.
Atusirdrnle
Por pipa de 48C litros 1504 venda.
Coonroc
Seceos salgados na baau de 12 kilos 6'i0 ris
vena.
Verdes a 400 ris, nominal'
i arnauba
Cota-se a 204 por 15 K ios.
Hel
Nao b.
TABELLA DAS ENTRADAS D3 AS-
8CAR E ALQODaO
Me de Novembro
Barcacaa .
Vapores
Animaes .
Satrada de Ferro Central.
filem de S. Pranc scs.
dem doLlmoelro. .
Somma
Dias
1 a 24
1 a 24
1 a 24
1 a 24
1 a 23
1 -22
i
ABSO-
car
Sarcos
99915
3510
9368
74331
t6i36
AlffO
dio
Saccaa
528
1552
016
610
575
3568
283590 9349
N
liipoirtaea*
ecife, 2a de N:vembro de 1894
rara o exterior
* No vapor ndex Oileca, para Liverpool,
dirregoa:
- M. J- dos Santos, 14 barricas com abacaxu
No vapor leles Oreana*. para Liverpool,
curr Jgaram i
B de Doxina lk C, 4 barricas com abi caxla.
No vapor ioi;lexD.nobo, rara Soutbam-
pton, carregaram :
R de Droxlna fc C. i barrica com abi.caxis.
M Kool, 5 barrlca com abacaxia.
J M dos Sanio i. 4 barrlcaa com abacar'a.
. Lima & C, 2 barricas com abacHs.
no vapor allemi) Ib?ka, para Pelotas,
carregaram :
M F dr Meieies, 330 saceos com 26,230
kiioa de asnear braoco.
M. S. Mau, 10 saceos com 15 kilos de assa-
car braoco.
Para Po'to Alegre carregaram :
A. Tabord C, 200 aceos com 15.000 kilos
de aiuc-r braoo.
nara Santor, carregaram :
Prblooan C 2,000 saceos com 120,000 kilos
de aa-ocar un cavado.
B. Brotbers, 500 sa.cos com 30,000 kilos de
asocar braoco.
C A. Borle, 1 800 sacco com 1 8 000 kilo
*e autocar mascavaao e l.uOO ditos com 60 000
iin is ()e ito braoco
E C. Bfl'ro Irmo, 4B0 a'cos com 27,000
kilos d4 assoca- braoco e 550 -i os com 33,000
uitos "" dito maocatado-
S. Golmajea dtC 1,700 bbccos com 102 000
kilos de asboca.* braoco, 4' 0 nitos com 24 030
'osde dito mageavado e 100 bariis com 9.000-
Ittrog de agoardeote
P. deOliv"'ra Mata 30 ba-rn cm 2,640 litros
de alcool, 300 gacio c im IS.OOO kiloa de aaso-
car branco e 100 ditos com 6.030 ditos de dit >
oaacavado.
G F- CaBc8o. 100 b*rris com 8,500 litros de
ardite.
No vapor ingle Ptnlomy, para Rio de
J in-i'n. carregaram :
B, Williams dt C 1,000 saceos coa 60,000
ki'nB df. assocar braceo
P. Caroeiro & C, 150 accos com 9,000 kilos
de asBnci>r braoco.
No vapor francez Matapao. para Santos.
carregoa:
P. de Oliveira lala, 10 pipas com 4,7*0 litros
de agoardflOte. _
Nj vapor oaciocal Itapoao, para Pelotas
carregaram :
E. C. Bulirai &Irm5o, 500 saceos com 37,500
kilos de assocar braoco.
Para Rio Graod Ho Sn\ ca-regaram :
A. Irmaos C, 28 WIoj de tecom.
Para Porto Alegre, carregaram :
A. Irmaos C, 40 latas com 800 litros de
E C Beltrao k I-mao, 5,500 cocos frnc's.
J. M. de Abren, 500 sacejs com 37,500 kilos
de asaocr branco.
Para Rio *e Janeiro, carregoo :
J. da Coata Ferreira, 10 pipas com 4,800 litros
de agoardeote.
No vapor na ional tBeberibei, para Santos,
carregaram : ,_. ..
A. I-mios & C, 2,100 saceos com 126.009
kilos de assocar braoco e 1,360 ditos com 78,000
ditos de dito mascavado,
ParaS Paulo, ca-regoo :
M. F. Ilencxes, 1,400 chapees de palba de
caroaoba.
= No vapor nocional Una, para Cear, car-
"^Cfigaram :
^^A. de Sena & C, 30 barrica com 1,400
kilos de>"ioear reBoad' e 15 ditas com 2,2i0
ditns dedii**raoco.
No btat*yicioria, para Mossor, carre
garam "
j. de Macedo, 10 barris com 9 litros de
vinbo de cajo'.
M. Viegas, 25 ca\xa com 175 litros de ge
^Coaipanbla de Eitlva>-2 caixas com 16 litros
de cidra, 2 ditas com 16 djlioa de viodo de cajo,
5 barricas cjm 3,0 kilos' de amcar branco e 2
ditas com 120 ditos de efifo reoado. 2 barra
com 180 litros de vinagre. 5 lias com 120 kilos
de sab&o e 15 caixas com 20 litros de geoebr?.
taeiniMi mi eos
Mei de Novembro de 1894
Alfandega
na gara'
D dia I a 3
idam da 24
1 431:812 850
71:91142*6
KrDOa
Do da 1 23
"o-a 21
Kiuac
1,503.7244106
27<:74'4386
16 30 j, i >7
'.93:0464343
Somma 'ota! 1,798:7704949
Saganda seccao da Allaadaga d Paroamboco,
24 d Novemoro os < "94.
O ebefe da seccSo
I. Goocalves da Silva.
Servindo de tbeaooreiro
O Bel, Hermilo Lias Chaves.
RSCHBK10RIA 6
O d!f < 3 23
dem da 24
ESTADO
81:3884430
2 5741664
Oo fila 1 a 23
dem da 24
1BCIFB uitAlNAGS
84 163.094
4:831459o
4384625
52444210
Hovlmen o do porto
Navios tntrados 00 da 24
Rio de Jaaelro e escala 5 das, vapor Mga
Leibnitz, de 1.435 toneladas, eqoipagem
43. commandaotnF. G.-aiam, carga varios
Kene'os; a Blatkoam e Comp.
R o de Janeiro6 alas, vapor inglez Ptilemy.
de 860 toneladas, equipo* m 16, commandao-
te J. Caot, em lastro; a Blakborn e Comp.
Vabarauo e escala2 das, vapor ing e Or
cana, de 3 030 toneladas, equipagem 90,
c>m.T,anianie J. Ko, carga vanos geoeros ;
a Wilson Soos e Cjmp,
MaraohSo3 as. vagor iDglex Norsemaoo
de444 loueladas^eqolpagem 57, commandao,
te Adunasen, ra-a Has teiegfapbicos ; Coa-
paubii Ti-legrapbo? Sobma mu.
Navios falnd,os no mesmo dia
Liverpoolle escala Vapor lagle >0rcana,*
romtiandante J. K 10, carga varios gneros.
New Yj k e escala Vapor belga Lboiti,
comuandaote F. Grabam, carga varios gene-
ros.
Himoorgo e escalaVapor allemao Petropolis*
commandarte Oble*i:k, carga varios gneros.
Ooaervacao
Fondeoo no iamarao o vapor lrancea M'ta-
pan...
Mercado Municipal de Jos
O movimeoto deste mercado oo da 23 de No-
vembro loi o segoiote.
Entrsrsm :
42 bois pesando 6.082 kilos
850 kilos de peixe a 20 rs. 174200
14 compart. com mariscosa 100 -s. 14^00
5 ditos com camarCes ? 100 rs. 4500
31 1/2 columnas a 600 rs. 184600
5 cargas com galliohas a 500 rs. 24500
4 cassoaes com gallinbas a 300 rs. 14200
2 carga com macacbeiras a 300 rs. 4600
2 cargas com gertmoos a 300 rs. 4600
3 cargas com bananas a 300 rs. 4900
1 cargas com cebollnbo a 300 re. 4300
4 cargas com batatas a 300 rs. 14200
3 carga com laraojas a 300 rs. 4900
2 carga com melancia a 300 ri. 4600
1 cargas com loocas a 30 1 rs. 4300
3 5 cargas com diversos a 300 rs. 14500
41 cargas com ariona a 200 rs. 84200
ir) cargas com milho secco a 200 rs. 34200
8 cargas com fejao a 200 rs. 14600
67 logares a 200 rs. H4400
7 Soioos a 200 rs. < 144no
Soares [ Firma
Cursi Ether-broiu-lo
Illm. Sr O. Carlee Meu fi'ho da 21
n.o' de idirde eatv o. -"tr ji' < 10
revado da pernaa a os bra^w, eiiaenno
por mi. s d u'i'tjs, em .m estado loeti-
BMMO
Prir.eipi>u a fazer uso do Elixir M
Moratopropapid' r L. Carlos, e logo
aoa primeiros ?'crus de uso, levantou se e
principiou servir se de suas proprins ro3r>s
E' um verdideiro miltgre ate remedie
acoto.
S. Rita do Passa Q -atro.
Antonia Martin de Siqueira.
Agentes em Peruambcoo: A ompanhii
de Drogas.
Ba Marques de Olinda 24.
H comp. com aomeiros a 14000
9 toujp. com c.3- -u 700 r.
11 comp.com freasorae. s.
34 comp. com comidas a 70o rs.
56 comp. com (aseada* a 600 rs.
50 comp. com verduras a 300 rs-
81 cemp. com larioha a 4/V) rg.
48 cimp. 'a va talhos a 24000
Reodimeoto do ala I a 22
114000
6*300
641.0'
2348C0
3346 o
134O0O
324400
9G40f0
2984700
6.694000
6.7674700
Pregos do da :
Carne verde de 200 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 14 dem.
Ca-oeiro de 14000 a 14200 idea.
Faneca de 700 a WO rs. a cala.
Milho de 500 < 600 rs. a cala.
Fe nao ce 14500 a 240G0 a cola.
Sav/ios esperado?
De Pellas
Pattcho allemS'v|Ani|e.
Paiaubosoeco Helmao.
Pa/dC.10 belga Km I .-
Logar portuaoei M. E'Dregoeira.
Pala to allemao Ville
Logar noru"!joH(,PH Cbaoce.
Logar BtWz Artou-.
Pjtach > allemao H-iruk.
Patacno uacional Toer-n.
Patacho portogoei UanaooII.
Barca 00 aegoeose Hiivj.
Logar iii-l. i Cavalier.
Lugir portogoezMa'iDbo Vil.
Patacho allemao Harold. '
Lugar loglez Aurora.
De Cardnl
Barca ooroega Eilda.
Barca oo-oega Poliey Stotl.
Logar noraegaeos" A'rani.
D'. New P-t
Barca noruega William.
De B'y.h
Logar r.usfo Salme.
De Hamborg
Logar allemao Sr,w 11
Logarallemo Jonaau.
Barca aileuia Rose.
Do Porto
Logar portogoez Minno.
De Terra Nova
Lagar loglez Bieof ibf Esc.
Vaporea a nafrar
Mes d Novembro
TdgOB, do Sul a 25.
DanoDP, do soi, a 23.
Matteo B'ozzo. da E "ina 23.
peroamboco, do sal, 26.
S-holar, da aropa, 27.
Nlle. da Europa, a 28.
1.atina, do so", a 30.
rt?aamar, do sol, a 3T.
Vapores -. sabir
Mei de No reabro
Porto Alegre e esc, Itbab 2"! s 3 horis.
Santos directo. BeberiDe, 23. ai turas.
Sol. Matap.im, 25, as 4 oras.
Ntw Yoik, >L Sal. 'Maneo B'ozso. 25, i 2 horas.
Boropa, -Dile, 25, as 12 horas.
Ceara e esc. Una. 26, as 4 horas.
Sal. Nile, 28, a 1 hora.
LOTERA NACIONAL
Extracgoes diarias intransferiveis
LISTAS NOS HKSMOSDlAis
NAO HA SERIESPREMIOS INTEG11AES
21.
.'!.*
3.\
24.
5.*
E
P
Q
F
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P 5.
Orando
Lotera
<


Lotera
15:0008000
1:0005000
20:0005000
20:0005000
20:000$
24:0005000
1005000
por

5800
38000
f.^00
15000
15500
3S0:0
165000

<
amanha
27 de Novembro
28 <
29 -
30 ,t
1
22-
Dezembro
fiiamarun a
atfencito para esses novo nipor(au(.*iiios
planos ta
ynnaia mmmi
B1LIIETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dosprenis c<>rn teda a pro ptido
NA
CASA DA FORTUNA
Martins Fiuza & C.
1 CorreioI 55
elegrajnma
Fi Z A
ESTADO DA BAHA
EXTRAC.COES-1 T ANSFBRIVjSIS
Listas
2 Series 2S 95.'000 0
5 > 27 I5.0v0ft000
G 27 lo.OJiSOtO
3 2S 2'>.
.7 27 15,'iO-iftOO
8 21 15 0.0S0 0
Bitbetesa vnda na caa
da f Hepen*ncia
DO RuOH 'lias
8^0'co dia
bOO c c
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NHO O
.
por



17
2-
22
i'4
27
9
de novembro

OU.IO pra^a
e o
Os (lentes :< -r*il;t S<*oit i-jii iintis l'.ii-ilid ul- (lo (|uk
o Oleo de Imcnlhau esn naturez.i.
Rio Ja.ns-ro, Dizkmbko 3, 18S7.
Tenho Rpralrncnte obuo osfffeiios doseja-
J.is l;i Emulso da Se >tt em mlnha
rliiiicii f verificado qu; os dofates a oeiviao
cora hcUMade, llo 6 wm iniiia Facidade Ho
(|!i o ol --o lie liga-Jo ao bic.ilh.iu em natoresa
Dr. AGftHTO da VeMOa (3
KB1TAES
COMPANfflA TETHYSJ DE SEGIJRii
MARTIMOS E TERRESTSES
HUA. DO VIQA.RIO N. 1, 1. ANDAIt
Directores
Barao de Souza Leao.
Thomaz Comber.
Julio vjjsar Pa3 i i
SEGROSMARITIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
Conselho Econmico
da Reparlicao de
.iarinha.
Dp 0" - i G'i ii i-? irt'tMi to- dfg'i* a -'nal t.o -
lao do parto onie E'iarto fsf1 i'OhM^ que 'e
c-b--o pro i,-ts em caros ftra'a i'da 90
io o- iitp ii"* a? 11 nora da m ioi>a e om -
UM al > aa B'cettria .la ia^peccSo para o 'ur-
n nn^O'i ci meolCMUBhM j.if'rmarn ca
9tK inQi e ton ni'')iB -la **ttnn na toriil esia
co 'aloi do porto dele Estado dorante o (atara
ex ""o d%'l95: .. d- .-'-- os p'to,-
qu ii expoui i-. t'.\-ici(-Ium iiropoDeoipi
o-e itwkj r.b-ern.r as aipu-ncOm aos art*.
17^ e 173 h KV pttm ani-o- no 'i-olamento ooe
b ix.ni co.'D o decreto u. 7*5 de 1- de Setercb o
io I8sH) q i e. i an xo tram-ciplO' '-
Art 176 "J > do1 rw toa pioooof-es :
i fcener ,!;ru prFr?8 r">- ex'enfo-e em
alga h "O- a prap^wa imcr-atia qoe ir Kera f DM R iiaiii 8 c-e a^ i fl'A'a-ra', a qol iia' r
M*8uoxi para ter aprtsaaiada o Couselhu
Efnoora p.
2 Er,'ree-.r ppsr.o^ lnj>nte oo por 'o Ipei
iifi.0 r-i-.m ei,ian<>* d*reciawoto no Cu a-lhr.
E i.nnmiC), oo \v.<-, di e njr.? udojoc alus as
propostas.
~2 tr X hi* I':"', r! CPr'inSn rto r*>i"r;ecti-
ciouira i) social, qa.-ndj nao (or B-rra W ti
loal. os docuxi-;it< h que proem ?er nei?oci:DtP
rjoat'i'iij'io e ave>' pa^o >> impo',io de ca
ajpn-'ai relativo .o nl'itco SPOiPt e.
Z.' Sao digpen=al0' da apres 'a;'o d m
trji-u'a 'a .'nou Cccmfrcial aa fJb icaa e esu-
belecimeotoi do iodaitria da He-abl'ca e astea e tqoen a a pVi- ,.-i..j tax o o^ rotro.-*
-pote- em 'tu.ii-' de of-, m^5-
cct'iarjcia* nevn mate
A'i. 178. noi
fcrtPCedore* CC'i'DU. r0 -i ?upiirir piT ipais 6j
dias as xe usa ntiifftPt fe as-'i-o for jsleaJo
npro-^ario p =p\' q';e i-O Cooililoa uireuo parn
P'o en(ao do a oi'.iCu.
I isoecjio .io A sf.oal iie wr oba de Peroaa>
bote, 20 -se Novemir j O w> resrio,
Antonio da SiKa Aaevedo.
TELE6RAMMA SONHO
quarto, em mo estado, no valor de
27S000; a dcima parte da c.ja de
pedra e cal Ladeira da Misericordia
n. 6, com porta e 2 janellas, de frente,
2 salas, I gabinete, 3 quartos, despen-
sa, cosinha externa, pequeo quintal
muradeu no valor de 135S000; a S.*
parte da casa de pedra e cal ra de
Fernanqes Vieira n. 65 com 2 portas
na frente, 2 em um dos oites, 2 salas,
1 pequeo quarto de taipa, 1 telheiro
no fundo 0 1 pequeo forno para o fa-
brico da 'pao, no valor de 135SOOO.
Convido, pois, aquelles que quizerem
nos mesmos bens lancar, a comparece-
rem no dia aciama designado na sala
das audiencias deste Juizo, afim de ter
lugar a alludida arrematado; e nap
havendo lanzador que offereca preco
superior ou igual ao valor dos mesmos
bens, proveniente do referido abati
ment de 10 por cento, iro 3.* pra-
ca com igual abatimento de dez por
cento e nella sero vendidos pelo
maior preco que fr offerecido, de con-
formidade com o art. 24 do Decreto n.
9549 de 23 de Janeiro de 1886. Para
que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente que ser af-
fixado no lugar do costume e publica-
do pela imprensa. Dado e passado
nesta cidade de Olinda aos 19 de No-
vembro de 1894. Eu bacharel Fran-
cisco Lins Caldas, escrivo escrivi.
Jos Cavalcante de Albuquerque
Ucha..
(Estava sellado).
O Dr. Joo Carlos de Mendonca Vas
concellos, Juiz de Direito do Muni-
cipio de Bonito, em virtude da lei
?.tC- B
Faco saber aos que o presente edital
de praca virem que nao havendo quem
lancasse na segunda praca vo a ter-
ceira com o abate de dez por cento do
a m no ordiop-jiipoladno* valor da segunda e praso de oito dias
na forma da lei, pelo que o porteiro
dos auditorios deste juizo ha de tra-
zer a publico pregao de venda e arre-
mataco a quem mais der e maior lanco
offerecer em o dia vinte e nove do cor-
rente mez, as doze horas a porta da
casa das audiencias deste mesmo juizo
os bens abaixo declarados penhorados
a Antonio Beserra de Menezcs Borba
e sua mulher D. Mari Francisca de
Menqzes para pagamento da execucao
que lhe move o Dr. Laurino de lo-
raes Pinheiro, cujos bens sao:
O engenho Virtude, sito neste Mu-
nicipio, com todas as suas trras, ca-
sas, obras, bemfeitorias e machina a
vapor, moente e corrente, o qual limi-
ta-se ao Norte com as trras do Enge-
nho Barro Branco, ao Sul com as do
Fortaleza, ao Leste com as de Ba-
Vista, ao Poente com as da Enge-
nhoca de Jos Baptista, e foi avahado
pele preco de desoito contos e cinco-
enta mil reis, pelo valor de quatorz
contos seis ceios vinte mil e quinhen-
tos reis (14:6208500] em vista das re-
dceles. E nao havendo quem offe-
reca lanco ior ou igual ao valor
determi iad< Setao
arrem it .do? reco o VcreciJ >.
E cu;m n lancar
comprela oeste Juizo e cima
declarado.' E para con- .011
o presente, que o porteiro dos audi-
torio ir e affiscar no Ir.^ar do
ando a com -i-
e passa 1
Bonito, aos desenove dias"do mez a
Novembro de mil oitoceptos e aoveata
o quatro. Eu Antonio Prixaitivo Go-
mes da Silva, Escrivo interino o es-
crevi. Joo Carlos de Mendonca Vas-
concellos. Estava legalmente sellado.
O Doutor Jos Cavalcante de Albu-
querque Ucha Juiz de Direito do
commercio do municipio de Olinda,
em virtude da lei" etc.
Faco saber "aos que o presente edi-
tal de praca virem que o porteiro dos
auditorios deste Juizo ha de trazer em
publico prego de venda e arremata-
Cao, quem mais der, e melhor lance
offerecer, no dia 28 do corrente, de-
pois da respectiva audiencia, os bens
abaixo mencionados penhorados a Jos
Augusto Teixeira de Farias e sua mu-
lher para pagamento da execucao que
lhes movem Fraga Rocha & C. sendo
a praca com o abatimento de dez por
cento no valor dos ditos bens, visto
nao ter havido lancador na primeira
praca : urna pequea armaco de pi-
nho em mo estado, 2 caixoes para
farinha, um canteiro para pipas no va-
lor de $4$000 ; uma canoa em mo es-
tado denominad S no valor
de 72S000 ;- urna casa terrea ra do
Amparo n. 89, com 2 portas, e 1 janella,
2 salas, 1
sa, cozinh ;.iarto com banheiro e
'uta! cercado,
no valor'de t:S urna dita
n. 48, com porta
e janella, 2 salas, 2 quartos, pequeo
quintal em aborto, solo foreiro a ir-
mndade de N, S. do Rosario desta
cid.ule, no valor de i8oSooo; outra de
taipa rua*do Cemiterio n. 5, com
porta e janellas, 2 pequeas salas, e i.

I IHB
M


Diablo tfe Pernammneo Domiijsro 95 ai% ]SovemS>ro lo 1994
1
#>
Est conforme ao original ao qual me
reporto e don f O escrivo inte- comprimento, idem.
rio Antonio Primitivo Gomes da Sil- Taboa' de louro, de forro, com s di-
va, mensoes cima declaradas, idem.
Taboas de louro, de i pollegada de
grossura com as mesmas dimenses
supra, idem.
A commissao de compras deste Ar-Taboa de pao carga, de soalho,

Arsenal de Guerra
de
a 6
seal receber propostas no dia 28 do 0,^30 a 0,"35 de largura e de 5
corrente, at 11 horas da manh,. para' metros de comprimento, idem.
a compra dos artigos destinados ao! Taboa de pao carga, de forro, com as
provimento do almoxarifado deste Ar- dimenses supra, idem.
seal, durante o semestro de Janeiro Taboa de pao carga, de 1 pollegada de
grossura e com as mesmas dimenses
supra, urna.
Dita de pao carga, de 3/4 de grossu-
ra com as mencionadas dimenses,
idem.
Toro de sicupira, um.
Metaes diversos
rame de lato, sortido, kilogramma
Dito de cobre, idem, idem, idem.
Dito de ferro, idem, idem, idem.
Dito de ferro estanhado, idem, idem.
4> 5, 6 e 7,
idem.
etc.
idem.
cabo,
Junha de 1805 a saber:
Tintas, drogas, etc.
AlvuLde de zinco, kilogramma.
Alvaude de chumbi. idem.
Azul ultramar, idem.
Amarello francez, idem.
Acido ntrico, idem.
Acido sulphurico, idem.
Acido hydrochlorico, idem.
Agua-raz, dem.
Breu, idem. ;
Brocha para pintar de differentes n-
meros, urna.
Colla da Baha, kilogramma.
Cr, idem.
Caparrosa, idem.
Espirito de vnho, litro.
Galha, kilogramma.
Gemina lacea, idem.
Oleo de linhaca, idem-
Ocre, idem.
PraSsiatO amarello, idem.
Pinceis para pintores, ns.
um.
Pinceis para traeos, idem.
Pinceis para caiar, sortdos, idem.
Pixe, caada.
Pos preto, kilogramma.
Rcxo-terra, idem.
Seccante (fezes de ouro
Seccante branco, idem.
lineal, idem.
Terra scene, idem.
Verde enromo, idem.
Verde francez, idem.
Vermelh&o francez, idem.
Verniz copal, idem.
Zarco, idem.
Artigos para luzes,
Azeite de carrapato, litro.
Azeite de coco, idem.
Azeite Plagniol, idem.
Azeite de peixe, idem.
Fio Je algodo da trra, kilogramma.
Fio de vela, idem.
Kerosene, lata.
Sebo, graxa do Rio Grande do Sul, ki-
logramma.
Vela de carnauba, urna.
Velas stearinas, masso.
Artigos para fachina, ranc/w, etc. _
Bandjjas para copos, urna.
Baca de ferro'agatha. idem.
Baca de metal, idem.
Bacia de louca, idem.
Bilha de barro, idem.
Bocal para candieiro, um.
Caneco de metal branco, idem.
Caneco de metal com corrente,
Concha grande de ferro,, idem.
-Ciscador grande de ferro com
idem.
Chamin para candieiro, idem.
Coco de ferro estanhado, idem.
Copos de vidro para agua, idem.
Lnxada com cabo, idem.
Espanador de palha, idem.
Espanador de pennas, idem.
Fouce com cabo, idem.
Jarro de ffcrro agatha, idem.
Jarro de louca, idem.
Jarra de barro, urna.
Moringues de barro, idem.
Machado com cabo, idem.
Machadinha com cabo, idem.
P de ferro, idem.
Pavio para candieiro, sortido, idem.
Sabo amarello, kilogramma.
Tijolo para areiar facas, um.
Vassouras de piassava chapeadas, idem.
Vassouras de timb/ou matto, chapea-
das, idem.
Vassourinha de timb ou matto para
vasilhame, idem.
Vassourinha de piassava para vasilha-
me, idem.
Vassoura de timb ou matto, idem.
Tara/uses, pregas c tachas
Cravos de ferro, sortidos, kilogramma.
Parafuss de lato de differentes tama-
nlios, um.
Parafuss de ferro de differentes tama-
nhos, idem.
Pregos bateis, kilogramma.
Pregos ripaes, idem.
Pregos caibraes, idem.
Pregos francezes, sortidos, idem.
Tachas de ferro, sortidas, idem.
Tachas de cobre, sortidas, idem.
Madeira
Barrotes de pinho de diversas qualida-
des, um.
Barrote de amarello, idem.
Barrote de louro, idem.
Costado de amarello, idem.
Costado de louro, idem.
Costado de pao carga, idem.
Costado de sicupira, idem.
Costadinho de amarello, idem.
Ccstadinho de louro, idem.
Costadinho de pao carga, idem.
Costadinho de sicupira, idem.
Er.chameis de qualidade, idem.
Pranches de sicupira, idem.
Pranches de pinho, idem.
Pranches de amarello, idem.
Pranches de pao carga, idem.
Quris de diversos tamanhos e grossu-
ras, idem.
Taboa de pinho da Suecia, de diversas
netisdes, idem.
-Taboa de pinhc americano, de diversas
dimenses, idem. t
Taboa de pinho de riga, de I/ a 1
pollegada, idem.
Tboa de pinho de 1 pollegada, dem.
Ta.boa de pinho de 3,4 de pollegada,
id 301.
Taboa de pinho oara forro, dem.
Taboa de amarello, de soalho, de 0,-35
a o,m40 de largura e de 5 a 6 metros
Je comprimento, iiem.
Tab>>.: de amarello, ce forro, de 0,"35
n ,"45 de largura c de 5 a 6 metros
omprimento, idem.
T;; marel'.o, de 1 pollegada de
erossura com as dimenses cima,
o
idim.
Toboa de amarello, de 3/4 de grossura
com as mesmas dimenses. supra,
__idem.
eoalho, de o,"30.
0,m35 de largura e de 5 a 6 metros de Travadeira de ac, urna.
Torquez, sortidos. urna.
Verrumas sortidas, nma.
Insignias
Bandeira nacional de filelle, com 2, 3
4 5 6, 7 e 8 pannos, urna.
Artigos diversos
Cabo de linho fino, kilogramma.
Cabo de linho branco, sortido, idem.
Cabo de linho alcatroado, idem.
Carvao de pedra para forja, idem.
Carvao Cok, idem
Areia para moldar, barrica. ^
Esteiras de tabua, urna.
Vidros para vidraca, sortidos, idem.
Folie at 30 pollegadas, idem.
Artigos para fardafflcuto
Cordo de algodo branco, encarnado
e carmezim, metro. r
Cordo de l, branco, encarnado e
carmezim, idem.
Colchetes de metal para cs,-par.
Colchetes pretos para gola, par.
Colchetes pretos para gorros, par.
fests, iof., uc^H'Ste
TMoa Je unco. p.
T.xa ae ferro, masso.
Tima branca *rji m .ss-i. kilo..
Dita verde dem idm Idem.
Toaibas tripula* pra roao?, orna.
Vuaoora uara \. p-i, orna'
Tioiflrod a-i vidro ci m a a oo does vaios, an
Tiiji inal-'za Siepofos Woc Bla k, litro.
D 'a Ioelesa ca-rnto, (rateo.
Ou c>r V toi>N di oaasava. dona.
Ojias oe timo, ideal.
Zr lo, 'Mo.
3.-"cS> 20 oh Nu.eoiD.- d- 894
0 thffe de ser co,
Luz F. Cade. 1 Ir*.
CU
Ac fundido quadrado, de diversas es-Fivelas de metal para arreiatas, urna.
pessuras, idem.
Dito dito sextavado, de diversas espes-
suras, idem.
Dito dito redondo, de diversas espes-
suras, idem.
Dito batido sortido (em barras e va-
res), idem.
Arcos de ferro, de diversas dimenses,
idem.
rame em verguinhas, idem.
Chumbo em lencol, idem.
Cobre em varo, idem.
Estanho em verguinha, idem.
Ferro inglez, redondo, quadrado e em
barra, de differentes dimenses,
idem.
Forro sueco, redondo, quadrado e em
barra, de differentes dimenses,
idem.
Ferro inglez em lencol, idem.
Ferro de caitoneira, idem.
Ferro de varanda, idem.
Folhas de flandres, singelas e dobradas,
urna.*
Lato em lencol, kilogramma.
Prata de le, gramma.
Zinco em folha, kilogramma. _^
Ferramcnta e ontros artigos
fer-
francezas, poli-
e gave-
Taboa de lo
Arcos de pa com os respectivos
ros, um.
Alicate chato e redondo, de ferro,
idem.
Alicate de ac chato e redondo, de 5
a 6 pollegadas, idem.
Aldabras de ferro, sortidas, idem.
Aldabras de ferro, polidas, sortidas,
idem.
Ditas de lato, sortidas, idem.
Badames sortidos, idem.
Chave ingleza de diversos tamanhos,
idem.
Dita em bruto, sortida, idem.
Cadeados de ferro, sortidos, idem.
Cadinhos de differentes nmeros, idem.
Compassos sortidos, idem.____'
Compasso de ac, direitos e de volta,
com molas, de 4 a 6 pollegadas,
idem.
Claveadores, idem.
Dobradicas de ferro, de cruz, sortidas,
par, idem.
dem de lato, sortidas, idem.
Ditas de ferro, quadradas, sortidas,
par, idem.
Desbastidores sortidos, idem
Estopa de algodo, kilogramma.
Estrados ou desempenadeiras de ferro,
um.
Escala mtrica, urna.
Enxes de fuzil, idem.
flechaduras de ferro,
das, sortidas, idem.
Ditas de ferro para armarios
tas, idem
Ditas de lato para armarios e gave-
tas, idem.
Ditas de ferro, de broca, para portas,
de diversos tamanhos, idem.
Ferrolho pedrez, de ferro, de differen-
tes tamanhos, idem.
Dito de dito de lato, de differentes
tamanhos, idem.
Ditos de lato para armarios, sortdos
idem.
Dito Jde ierro para armarios, idem,
idem.
Dito de ferro com cauda, idem idem.
Dito pedrez, polido, idem, idem.
Formes de ac, sortidos, idem.
Guilherme com ferros, idem.
Ferros para desbastadores, idem,
Ditos com capa para plainas, idem.
Ditos para garlopas, sortidos, idem.
Garlopas surtidas, idem.
Goivas sortidas, idem
Ferro sortido para pa, jgo.
Grosas sortidas, urna
Grosas meias-cannas, sortidas idem.
Limas inglezas, triangulares,
das, sortidas, idem.
Limas inglezas, triangulares, murcas,
de 6 a 8 pollegadas, idem.
Limas imperiaes, chatas, bastardas,
de 4 a 16 pollegadas, idem.
Limas imperiaes, meias-cannas, bar-
tardas, de 4 a 16 pollegadas, idem.
Limas imperiaes meias-cannas, nuncas,
de 4 a 16 pollegadas, idem
Limas imperiaes, chastas, nuncas, de
4 a 16 pollegadas, idem.
Limates inglezes, bastardas, quadra-
dos, idem.
Ditos inglezes, redondos, idem.
Lixa de esmeril, sortida, folha.
Dita de areia, idem, idem
.Martellos com cabos, sortidos, de ac,
um.
Parafuso com porca, idem
Plainas sortidas, idem.
Palha de junco de ns. 1, 2,
gramma.
Dita de dito, especial, idem.
Pedra de amolar, idem.
Dita de rebolo, com o,m 80 de
tro e om,04 de espessura, urna.
Dita .pome, kilogramma. O;
Safras de ac, diversas, urna.
Serrotes do fixas, um
Serrotes de ponta, um
Serra bracal, urna.
para carne, um.
Serra de volta, urna.
Serrote de tracar, at I metro, um.
Tarracha de palmatoria, de 6 a 12 ma-
chos, urna
Dita ingleza para tubos de 1/ 2 ai pol-
legada, urna. \
Tornos patentes para bancada, um.
Ditos de mo, de ac, de 5 a 6 polle-
gadas, um.
Nmeros de lato para gorros e fardas,
um.
As propostas devero ser em dupli-
cata em relaco a cada especie de ar-
tigo, trazer no alto o nome do propo-
nente, a indicaco da casa commer-
cial, e numero e marca das amostras,
a declaraco expressa de se sujeitarem
multa de 5% e mais multas do regu-
lamento vigente.
Os proponentes mencionaro no sub-
scripto de suas propostas a especie do
artigo proposto, numero e marca das
amostras que apresentarem e data da
sesso do conselho.
Todos os artigos sero postos no
Arsenal por conta propria, de confor-
midade com os pedidos que lhes forem
feitos, de primeira qualidade e com a
mxima promptido.
Secretaria do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, em 22 de Novembro de
1894.
Jos Francisco Ribeiro Machado,
Secretario
O D<\ Ma-ooa T1I0 doc Rea Lima, ja 2
de din-itu da facunda municipal do Kc-
cife.
Fia aaber pelo preaeute que no dia 26
do crrante me/, se hio de arremar por
vanda !\ quem amia der em praQi publica
edital que aera publicado pela imprenaa
e affixados nos lugares do costume.
Dado e paseado nesta cidade do Recife,
capital do Estado de Pernambuco aos 20
dias do mez de Outubro de 1894. Dou
f. Subscrevo e assigno. Paga
de sollo, e5008. de emolumentos para
assignatura. Recite. 20 de Ontubro de
1884. O escrivo interino, Bathasar |q ,kis a>- qaaiqe- tanaoba
Francolino aa Silveira Machado.
Francisco Altino C. de Araujo.
4lfandeg"ade Pernam-
p-egog franceie, maco.
Id*m np^ee, 'dnai.
Pr-UO* "alDrien nt-o'.o.
! e:n de cjpre k lo.
I na ie trro Kianlsado, dem.
. f 0' de l,o;a r de pedra. enzla.
1S800 ; I '1 de ierro mniado, om.
' i" d aa oe amala/, um.
Id m oe altar, dem.
' ti > p'ioroa mago.
e grjSBora, om
buco
FORNECIMENTO PARA A GUAR-
DA-MORA
De ordem d^Sr. Dr Inspector, pinho em cen-
carrtncli o forneiimen o de obje:UH nereseariog
ao rrtfjti da Gu>nia M na deeia AlfaodeK, ni
, ---luestrw de Jj.ij Dri^mbro du correte aoD
d-'ate jaiao a be s aeguio'i penhoruJoa | deveodo os proponeoiege dirigir a me3ma Go-r
po? execuySes da Fazeada :
y
e3
lfandeg'a
TERRENOS DE MARINHA SITOS
NOS MUNICIrlOS DE MURIBECA
E CABO.
Da or.ein do Sr. Dr. Ioapector d'eeia repa'ticao
eeii vista da rt-nresentac&ode hoje daiada do Dr.
Procurador da Repaoilca o'rde Esiado, ticam 10
limaoos o> aDaixo 0110 >iiaa vlrem premsver a- deli^eocias lentes,
lato a melieo, demarcagaj e avaiisco dos
terreos de m.irioba qoe la^-a foram coouedi a o p-ria de serem os mesm s terreos cooce-
d dos at s coucurrentes qoe os pretenderem ds
eccordo com o diepoeio do Decreto 0. 4105 ce it
de Favereiro de 1868.
Haiao de JaboatSo. .
Vistooce Campo Aleire
D F- Uppe de Souza L-ao Sob*mh\
l). Ca'hiPDe de Arevedo.
*>(r|ho M rques da Cuuha Soare?.
C j r (01-j.li) aau,i Mciiuiiva do painiiiooio de Nos-
m neobo'a do ijoreo.
C)-ooel J ao Paolo Cameiro de Soora Ban-
^Li-a
roo Toon de Jeaos.
fe -tu "- o oa Silva.
Maooel X.ier Ca n-im da Caoba
A .ionio aa Coa&ic&c C.iuio.
u o-isio P rrfia oe OliVfra.
Albina do Reg M on-iro e ouiras.
FratiriLO Boui.i aa CoQCeicU).
a-, a Ueodes C^mioba
lo*t Poro da S;lT3.
J .i U'-rmeoegilao das CardeUs.
afauo- 1 ie Peroaiubaco, em SO de Novem-
oro de i89i.
O ebefe da 3.' Sergao,
Luu Frederico Cjdeceira.
Aifand-^a de Pernambuco
ARI1G0S PARA AS CA1-ATAZIAS
Tor ora. id 'o Sr. Dr. or pecio lago publi o
qoe al o di.. 26 ao corrent, as 1( buras do ola.
receber-ae-nao poposta*, ea cartas selladas e
fecbadas, para o oroeciuieoto de artigos para
as capauYad est* AiloOdega, doraote o seme^-
ire de Jaoriro a loobo do aono prximo viaaooro,
ji.vfo .0 uh p.oponeotei) ce babilitar previameote
parante meamo Sr. D*. ioapector, 'e.oereodo e
prnvando qic sao eaub ecidos oesta cidade.
Relacao o; artigos necessarios para a capata
vz da Alfaodega de Peroamboco
Arela, cirroga.
Axene doce, litro,
om oe do, idem.
Alcool, iiem.
Cal branca Jaguaribe, a'qoeiro.
Di a pret, idem. ~
Caiorug, ceuio.
Cimen'o Ponlaod barrica.
. ivj Caro ff, looellada.
CaiJivete de 4 ful. aa lios, om.
Cadar-.o de algodo oaco.
i.est:s de vime pa a papel, ama.
ijanttas de cadei'a, dona. ,
DuD-aUcas oe le ro, par. x
Diiaa de latao. dt-ui.
Ksiopa de aigouac, kiK.
K-; .' 'o-' s de.palba, om.
Bol bppes para carus, caixa.
Fe ruin, g de frro, om.
Pe bidoiaa ae ferro de ama e doaa voitas, om
Ferr Inos de latao, om.
Fe bajuras de la do, urna.
Pnrsa..rea de ac, om.
bastar- l^'0 Pa'do ''"> <<5'' bo6"3-
ft.rxiiii. lacea, kilo.
G;z, id< m
Gai; arbica, idem.
Jarro de at'a'b, om.
Ja ra l-H jsmeril, folba.
Lixs pape', dem.
Lapes preto Fabe-, rioiia.
L.p^8 09 bo'rarba Faber, Idem
Lapes da doas l-es Faber, laem.
Lttaii no is ferro, om.
Livr.8 eiD b neo con SCO, 150,100, 50 foihae
de papel almafao hume pant .do, om.
LWroi Iropressos com 200, ICO e 100 folba- en
c.- naLi' de p.ooo e cea o e de papel Jet,
om.
Dios ditos com 159 e 100 'odas de papel S,
eocaCeroac'os de panno e couro, om.
Dit >g ditos de papel Uronne cem 150 e 100 fo
Ibas tncadroacio de panoo e cooro^om.
L'mpkdu ts de oeoas, ero.
irro cart&j raaoo 00 rosado, folb.
' Bf* 141o.
I 'lo, I tro.
1 5a, idem.
, uro.
Ditos pa'a caiar, om.
Pregos franceses, masso.
Ditos ripaes, idem.
DKo3 caibraes, cento.
Preaiibaj de metal de n. 1/4, cax.
P:p 1 f paitado, cadero.
Dito Carr, idem idem.
Dito Kcc. dem idem.
Dito H.ii-eii, le o 'lerc.
D.io Coronae, Idt
Dito alroaseo Oume pactado, rcsr.a.
Dito ra nutro, caixt.
Pastos re oleado f>m. Cirr, naa.
Penns P- :ry o. IfO, caixi
Ditas Mallat. I.cm.
OUr.svmericaDaB, id3ffi.
ci vi tro on mi
Prctoollo^ ":. 2 'i'oOfolbsd
W pautado, i"
Rfgoss de bano com tica ae metal cha'a-, nma.
Raspadelras com c.bj; fe madeira te
idem.
oxo ierra, kilo'.
Seoo em bexigs, idem.
Sabom t a finos, om.
Secautt tranco, ka.
ti a .to Antonio
Um O'fra de tarro an'ifo, ex'stente
rus Lsrea do Rtsario d. 42, pela qutiritia
de yUf? visto qus Mta a segunda praga e
tora avulitdo em lOOj. Pcneoce a jar
dio Auonii Perena.
Um cofre de tarro prova de foenj ucis-
tente no e6toelecia:eot'i ra 15 de Sj-
rimbro aval.ado em 400$ Peronce a
Jlio Fuerstember^.
S. Jos
A casa de pedra e cal n. 62 ra do
Coronel Suaaaon, com 2 jaoellaa e 1
.urta de frente, 2 8>1b, 3 quartos, oosi-
obc fra com 1 saleta, nsede de frente o
Tetros e 6J osotimetrtB e de fundo 20 nn
troa, quinUl murado e caoixba avallada
om 4:00U(J. Pertocce a Manoei joaquim
Baptetti
A casa de pedra e c! n. 169 ra do
Coronel Soaasuua, c m 2 j^neliaa e 1 por-
ta de frente, 2 sa'an. 4 cjuartos, cogioh^
f ira, meda ae treote 6 metros 2J ca
metros e de tundj 16 metroa e 9J centi
m tr< a, quinti.1 murado, o m portao de
madeira oao a4 para a ra das Car:oc;aa
avaluda em ;r.0Q". Pertetoa aoa her
deirra de L'iiaa Fr nciaoa de Sousa.
O terreno cao rcurado roa Imperi 1, o
qual mede de trente 4t metros e 44 cent;-
metroa pela quantia do ht) 15. feto o aba
timecto le-al, vis'o que un aguado em
100i5 e eata a aegooda praga. Prtrtence
a Prxedes da Suva Qusmao.
U terreno murado coro pcrtJo na roa
do G z. casa de anadeir*, 1 qoart>, I Bala
1 porta e 80129, mede de frente 10 metras
e 40 cenimetrea e de fundo 35 metroa e
20 oentiaietroB avaliado em 1.0030. P teece Fvanate Meles da Caoba Aae-
vedo Jaoior.
O t-rreno curado no logar denominado
do Gas,4 com graur'e portao de madeira na
frente, onde ex'B urna meia agua com
porta e janella de fr*Dte, l sala e 1 peqoe
no aoto, medmdo dito terreno de freote
47 palm<8 e de fundo 128 dit- s pe.a qian
ta de 9$ *X) cada palme, feitp o abat-
mento da lii, vieto que fora avaliado em
: OyOOO e esta a 2.* pra. Pe: tanee a
Osear Oe tibeaux.
E j.i-ia constar paaaoa-se tdital na for-
ma da le.
Dado e passado nesta cidade do Rscife
aoa 12 de Njvemflro de 194.
u Jua d Costa Reg Lima, eaeriv&o
, 8I.OBIr<-Vl.
Marcos Tullio dos Res Lima.
ODr. Francisco Altino Correia d'Araujo Agoa-rai, ioim
de direito do commercio dessa' Alcool ic
"n a 1 ale poder3o examinar es monelus
que uev m ter em vista, assim como raquerer
e-ia iu.-p -ctona previamente a resnectifa babili-
taSSo orovaado qoe rao establecidos nesta ci
da e aflu ue qaj a soas propostat', psssam 3er
rwetfelaaa no da 26 do crreme &s 11 orrS dn
manca, qae qi'aado ter logar a arremaUca
ao dito f ji neciojeoto.
Aiailuana-i projostas ae ia fei.as >'m caria?
sellas e (ecadas.
Bx sediente
Car'-s re madeira. duna.
Caivetes Beoa com 4 fo.hro, om.
Ce-ian de vime, orna.
Cada'go de al^oaao, > ajo.
Eoveloppes para caria.-, ceoto.
D toa timorados para offi:ios, dem.
DU08 ditos para caria?, idem.
Furadorei de sgj. om.
Fio uarJo 00 re cfl-. novello.
Gjmma arbica liquida, frasco,
laipresso diversos conforme os rxodelo* na
Gnaraa Mona a aisp08iclo des roolracian'.ea,
miioeiro.
Lipes preto Faber os. 1 e 2, dozia.
Ditos de 3 cores Faber, leer.
Ditos de borracbu Faber, idem.
Livros eco braaco com 200,150, 100 e o) folbas
de p^pel almaco tiume pauta-c, om.
Liros impresB'a com 200, 150 e 10 fclois de
papel i'rii patalo com eQCsdernagSo de pao
no e rooro, idem.
Ditos ni.os com 150 e 100 lolriss de papel Carr < u
Kaisen, eocidtrnado de paono e cooro, id-m.
Lioopaaore ae peonas, Idem.
M ..ao '-.io b'aoco oo resido (carlto) folba.
Hri-silbas de metal braceo 00 amirtllo de o.
1 a i, caixa.
Papel J t paulado, caderno.
Dito Garre dito, laem.
Diio Kci dito, idem.
Uno Raiceo dito, dem.
'Dito Cuanne dito, dem.
cito aloiaaso borne paulado, resma.
Dito Ministro, caixa.
D.to oraocj aa rosado timbrado para cilicio,
reama.
Dito Ministro timbrado^para carta, caixa.
facas de oleado formatos Raiseu oa Carr,
urna.
Peuoas de Perry a. 150 caixa de 109 ditas, caixa.
U ias Mailat ae os. 12 a 16, dem.
Oitas americanas, dtm.
Pesos de vidro oa ae metal para s.f-urar papel,
Um.
Prot col loa de papel almaeso pactado com 2X,
150, 100 e 50 folbas, dem.
Hegcaa cbaias de baao, com frisos de metal,
orna-
Ra^padeiras coa: cabo de madeira oa osuo
iaem.
Tiuteiros de vidro com um oa doas vaso?, um
Tinta logletz Siepbens bloe btack, ii ro.
Dita dna carmim idem. frasco.
D.ta carmim beila-rosa, dem.
Para esaeree e barcas de vigia
Az'ile doce, litro.
Di'.o de toco, iH'm.
axuI oltramar, kilo.
Agodao da Babia, metro.
Aigodosiobo, peca.
A'vauae de lineo, kilo.
uno de chombo, dem.
Amarelio f'ancez, idem.
Alcairao, litro.
jaiz
Argaoets de ferro poli lo ou galvanizado, um.
Ar us de pi, dem.
areia, carroga.
Bnm da Rassia, metro.
ciaada do Recife, capital do Estado
de Pernambuco, em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presente ediUl vi-
rem ou dalle noticia tiverem,qu<; por este I Dho americano, dem,
meu juizo corre nos autos de ac^ao exe- ?rlD*a?' Idem'
cativa entre partea como autor Manoei lBr^a d1e|0DC, 0 de pfdf8t u:n..
Soares de Figueir do e reos Manoei Fran-1 u,;a ae Agatn, iiem.
cisco Alves da Costa e sua mulher e B.rro, lioa.
como nao tivesse encontrado o mesmo reo j Baoce a nacional de 2 e 3 pannos, orna,
para lhe aer intimado o mandado exped- J^df ieira!^-.
kilo-
dame-
r
Hoz ) if'ra k Id
(Remos de fau, p.
H pn, ce> lo.
v bo e o bx'){H8, kilj.
S uj. lUt-m.
S.iu u-s Bims, om.
> dote b'.uco, ki!a.
I .f ii, ile --or. I'li Di.
-ij-oji-* para awealer, um .
Sapa ubjs ue foi'ro gaiViQisado jo de latas,
h ea.
Serrotes, 13em .
se'-i ue voit uraa
1 1- 1. Ue IrxCir, I l.-in.
h rol?8 <>r cb?, uo.
T iu fraoeta iuem.
I eui uealvroa ia g-ossa, ';,i!nairo.
1 ieiu de 'aurilbo, 1 ieuj-
f. ila u.anca e o ujj-a, kilff.
I i- di ver-j- id?in, dem.
ToX.is de fe'n), lilac-i.
I eiu 4* cobre, 1 ena.
I'-Ibas ue 2in o p.
Ti..iia.s felpudas para rxj, una.
Tj qoezan, orna.
T rua metro.
'fr ve as de madeira e lei, idemd
T av.B idtm inem, dem.
laood de amarello vinbaiicode orna pollegada,
OM.
Iiem e dito pa-a forro, duzla.
I :-iq ie plata de riga idem.nem.
i BE de louro dem. tem.
i ieu 1 leu) de orna poile^ada, una.
iJe e piobo de rifa oo Druico de nma bolle
gia.i.
Ilcm ue c- tro de orna poll-gi>da, urna.
dem 1 e p abo de r:
pollrgaias, p.
Iieo de oa.i carva de orna puliera 1?, ama.
ferao oe coore, kilo
I ieiu .ie ierre, Mesa.
I leui e dito al larjltadl, Idem.
Vtrnix copal, litro.
Venu'i a- surudas, tiiiz 1.
Vassouras de piassava coapeadas, orna.
Idem d>- uon Mem. dem.
Ve de francez kilo
Iiem enromo, idem.
/. ce em ieo(ol, id- m.
Z '!&', k io.
Te'C-ira tercio da A!'-nr!ea de Penamboco,
19 de Njvembro ;e 1894.
(hrir ue 9e:$&\
Loiz P. Coiectira.
do, a vista do que me foi por parte do re-
ferido Manoei Soires de Figueiredo, diri-
gida a petijao do theor aeguinte :
Petico Illm. Sr. Dr juiz do com-
mercio Manoei Soares de Figueiredo,
credor de Manoei Francisco Alves da
Costa, morador nesta cidaae, pela quan
tia de 16:5lK.8, garantidp por hypotheca,
tendo ybtio desstt juizo o competente
mandado, para ser pago incontinente do
principal e juros de dita divida, nao foi
possivel intimal-o ao supplicado, por se
achar ella ausente em lugar nao sabido.
Reiiuer por tanto o suppiicante que se
digne V. S. de admiuil-o a justificar o
allegado a julgado por eentenya a jtistin-
cac&o su fa^a a intimayao por editaes com
o praso de 3) d as na forma da lei. Pede
deferimento designando-se da e Lora para
inquiricao de testemunhas. Espera re-
ceber merc. Esta va completamente sel-
lada com duas estampilhas no valor de
300 rs. legal.; ente inutilisadas da forma
seguate: Recife, 17 de Outubro de 1894
Justino Rodrigues da Silveira, solicita-
dor. E mais se nao continha em a dita
petico aqui fielmente copiada, na qual
profer o despacho o theor seguinte :
Despacho -Sim, designando dia o es-
crivo. Recife, 17 de Outubro de 1894
Altino de Araujo. E mais se nlo
continha em dito despacho aqui copiado,
em cumprimento do qual o respectivo s-
crivao que este subscreve designou o dia
18 do corrente mez e anno para ter lugar
a justificaco. E tendo o dito Manoei
Soares de Figueiredo, prodnzmdo uas
testemunhas qae deposeram acerca do al-
legado na petico aqui transcripta e
ha-
B.lnag de barro, ama.
B.roequ r.s, un.
ttrnes.de piooo de riga de qoalquer grossors
00 dimeosao, p.
Duas ue marelio viobatieo idem idem, idem.
Bules de loaca. p de pedr>, om
Ci imto) ae metal oara lacres, dem.
Cnombo em cano, kilo.
Duo em li-cci, dem.
Cano de liouo, idem.
D.umaoiiba, 'e.L.
Uito Cairo, |dem.
>. que de ferro polido oa galvaniiado, om.
Cbajjl'.s de vidro, ama.
I Cera amarella, kilo.
Coila o.' B Ci'ios de vi.ro OMIoa'io, om.
[lea loen rioo-.uem.
Cepo de piaiia, ideen.
.C.icel.a de fl odres par? lacre, una.
otl branca Jagaaaje, alqoeire.
Iiem preta, iiem.
C memo Po.tlaud, barrica.
UaiaeirOes ce ferro estaobado oo aga'b, CiiO.
C'8'arelas dem d^m dem, idea,
^baleins dem uiein/ideoj, idem.
'"olT -.'as de 4ietaM)ara cb~, doaia.
I ie m icem para sopa, dem.
Camas de 101a, urna.
Cncaia.- e pires de ij-nca p de pecira, casal.
Coeoa de ferrj estanbaao, am.
Caioro, ceoto.
Dabradicaa de ferro, par.
Idem ce is.j, idem.
DesDssasores, om.
Empinadores de palha. om.
Sa epa de algodo, k lo.
Escarrideiras de loaca po de pedra, ama.
I 'em de Oto esmaltado, idem. ,
So/6 de tofil, iiem.
d..-qcaiiros u-o
Fo qoetas ie ferro polido oa de lato, urna.
FileiH la 'osa; -.res, 'a?tro.
Fio ue algodo, kno.
Iinn r*e v?!'*, lern.
Po u 6>>i di a{0 04, aulla.
Fe-ro de plaiaa, nm.
Fecbaauras ue ferro oa de lalSo de ama e doas
Alfandega
Terrenos de Marinlia de Ita-
marac
De ordem do Illustre Sr. Dr. Inspe-
ctor, fica marcado o praso de trinta
dias para que os posseiros de terrenos
a que se refere a representaco infra
venham requerer e fazer valer o di-
reito de preferencia que lhes cabe no
aforamento dos terrenos de marinhas
fronteiros s suas propredades :
Representaco : Procuradura seccio-
nal da Repblica no Estado de Perna-
buco, em 20 de Novembro de 1894.
Nao convindo aos nteresses da Fa-
zenda que continuem abandonados os
terrenos de marinha, que sao todos
aquelles que, na conformidade do dis-
posto no art. 1/ i. do decreto n."
4105 de 22 de Fevereiro de 1868, sao
banhados poragua salgada e na distancia
de 15 bracas craveiras ou 33 metros con;
tados da preia-mar medio para trra, e
achando-se em taes condices os terre-
nos de marinha comprehendidos na Ilha
de Itamarac, parte dos quaes est sen-
do utilisada indevida e illegalmente por
particulares, represento a V. S. para
que se digne de marcar o praso da lei
afim de que os posseiros dos terrenos
annexos aquelle venham, munidos da
competente planta e documentos, re-
querer a preferencie que lhes cabe nos
respectivos aforamentos, sob pena de
poder esta Reparticao conceder livre-
mente a quem os requerer e satisfazer
as formalidades e exigencias legaes.
Sade e Fraternidade. Ao Illm. Sr.
Dr^ Alexandre de Souza Pereira do
Carmo M. D. Inspector da Alfan-
dega deste Estado. O Procurador Se-
ccional da Repblica. Luiz Antonio
de Andrada. > Despacho : Publque-
se edital por 30 dias de accordo com o
que prope o Dr. Procurador Seccio-
nal. Em 21 de Novembro de 1894.
P. do Carmo.
3.a Secco da Alfandega, 22 de No-
vembro de 1894.
O Chefe de Secco,
Luiz Frederico Codcceira
Director a da Secretaria da
.f un.m'ii do Estado de oriiaiu-
buco, em 93 de .\ovcmhro de(
EDITAL
O Cidado Dr. Secretario da Justica,
Negocios Interiores e Instrucco Pu-
blica, manda l'ajer publico para
conhecimento dos' interessados que
por portara de lioje, annullou o
concurso a que ltimamente se pro-
cedeu para o provimento dos dous
tabollionatos e offcios annexos do
Municipio de Alaga de Baixo.
O Director,
Affonso de V. de Medeiros,
1 -.......
- .1 voltae, otea,
vendo o respectivo escrivo teito se.iar e j,>,r,,|nj. ie r-r-- 0ri de Ib a-n
preparar os autos, m'os fez conclusos, nos
senten.a do theor se-
quae3 profer
gn te:
Sentenca Julgo por sentenca o dedu-
zido na petic.\o de folh ,J em face
dos depiimen'tos de fls. Se 19.
sem-se editaes. Kecife, 19 ('&
194 i'"ranci-c > Altino
Facas par.! 00 1
d-m e ga. ; vaos de madeira, dozia.
Gimma lacea, kilo.
"Divas, orna.
Gn, k'lo.
.i
I .em de.ara
utiibro'iirrui <-a*a,h CI
Ul,uu''. ira, oa-:..
Correia ue K
Araujo. E mais se uo cmtnha em dita Cavatonoa a^
sentenca aqu Sclmont'! copiada, em vir- LM 1 ko.
tutle da anal o BOCrivao fez passar. o pr
sent edital por meio do qual chamo, cit ,0
elioi por intimado a Man el Francisco s.o;s j
alves la Costa, ausento em lugar ince
e nao sabido, para que dentro do prazo de s '
iarfc9a aute este juizo alio .. '
gamli> e pmrnovendo tudo quanto i.tr a
bem de Beu direito e justica, ficando afi-
nal intimado dos termos da accSo enecu-
tiva. E para que ch'jgue ao conheci
Pati a P xe. litro,
fncela para
ment de todos mandei passar o presente \to:n para c
iJWjjjli
1
Hffifmi
tar da qoalqaer amero,
dem.
am.
Conipaiihia lltiiiulncfnra de
Phosphoros
Sao convidados oa Srs. accionistas a
realiaUttam denlo de 30 dias, a contar de
5 do correnta mez, a 8.* entrada de suas
prestacoes, razo de 10 0[Q do capita
subscripto ou 20S por acQo, em mo do
.Loo.>::, taz da Madre D":s n. 18.
Recife, 3 de Novembro de 1894.
O director secretario.
J. P. Goncalves da Silva.
-. ,;L:_;ia o porto d'Pei-
iiambiico
Aviao oa navegante*
fe ordem no S caonao ae frag-i. Jjs Pe-
'' -, o eofo
la- "c pbaral da b'-rra' dPBte Es-
. df 01
luits brancas.
1 ilre a so a
icternoiada com
ama verme'ba, oelaasp jo i lampejo, a dorstao
de 30 spgoodoB.
Caoitaiiia do po-io de pertmboco, ero 20 ie
NoveirDro de 1 -9i
0 f^wtario
Castro Vilella.

"*.-.



T




jas
Piarlo de Pernamhnco Domingo $o de ^Qv^inhro te 1 m&4
T
"1
DE
PERMM
QUE SE REAL1SA.RA.' NO
Dia 25 de Novcmbrodel894
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega deum lin-
do cavallo roziiho foveiro, an
dador de baixo sellado e en-
freiado.
HIPPODROMO
DO
CAMPO
Proj
Momea
Pllo
Natnri
lia.
9
B
Cor da vesti-
menta
Proprletarloa
1 Pareo Conipeniaco-800 metros Animaes de Percmboco que nao 'erbam
tidu ci(8incac*o dos prados do Recite. Premios : 250*000 ao i.', 504000 ao
3.* e 254000 ao 3.
1
i
3
4
1
7
Corqoistador
Papilon------
Meteoro.....
Piaor......
Brinquedo...
i'imjreiro.
B-aiileiro. ..
Castanto-----
Alazo......
Casiaaho...
Mellado.....
Torditbo.....
Alaio.......
Pernamb.. SI
i 5t
81
51
S<
m 51
51
AzdI e branco......
Kncam. e branco...
Lisirado...........
Encarnado e azul. ...
Encamado e branco.
Aiai e branco.......
Pelo e rosa........
Ccod. Vidal.
P. Vianns.
I P.
Cood. Unlo.
a. p
j. j.
a. de Barros.
J. Pareovelo
Ida.........
B ralD.....
Fuzileiro....
Uilao^e
a andigo___
Topy !....
Pelropolls 2
cidade 900 metros Aoimaes de Pernamboco.
i*. 504000 ao 2 o 254000 ao 3'
Premios : 2504000 ao
Rodado.....i
Casta nbo-----
Rodaao.....
*
Castanbo.
Alazo......
Kodato......
PernamD..
50
50
50
PO
80
O
80
Branco azul e ene.
naro e preto.......
Encarnado e preto.
Urtto e amarelio ..
Enea' nado.........
Encarna ao e azol ..
Eacaroado.........
Coad. Cruzeiro.
Cood. Perdigao.
Gond. Arrayal.
J. Maia.
P. C. R. Reg.
Cood. Perdigao.
3 Pareo Coasolaeao800 metros.Aoimaes de Pernamboco que nao tenbam ganbo
premio oos prado do Recife con lando ou nao victoria. Premios : 2504010 o
l*. 504000 ao *. 254000 ao 3.-.
f
2
3
4
5
6
Conquistador
Fapiloo----
Oes rojer
Cumbn'e.. .
Timooeiro...
Brazileiro...
Millo........
Castaubo----
Mellado......
Torditbo...,.
AlaiSo......
Mellado.....
Peroamo-.
5i
51
51
51
51
51
51
AuI e branco........
Encarnado e branco. .
Azol e rosa.. .........
Preto e encarnado-----
Atol e branco........
losae pre.o..........
Encarnadoe branco...
Cood. Vital.
P. Vianoa.
a. P. S. Goimaraes.
9. Altes.
J. J.
a. Barros.
J. C. S.
i* Pareo^ISerdealel.OO metrosAoimaes de Pernamboco* Premios: 2504006 ao
!., 504 so 2. e 154000 ao 3."
Cood. Croxeiro.
i. Moraes.
Cood MouriscaDa.
A. S.
Encarnado......... aagalhaes k C.
jecto de inscripQo
Para a 25/ corrida a realizar-se no domingo
2 de Dezembro de 1894
PAREO Iyprria1.550 metros Handicap. Aoimaea de Pernambuco.
prKMiB 40(JO0O ao primeiro, 800000 ao segando e 4000 o ter-
ceiro.
PesoBismarck 2.a, Aventareiro 58 kilos, Canora 55-kilos ; Nababo 53 ki-
los; PlotSo, Tnumpho, Piramon 50 kilos; oa domis 45 kilos
2.* PASEO -Trllhos Urbanos 1.150 metros Animan do Pernamboco.
Pbehios : 3OO0OOG ao primeiro, 604000 ao segundo e 30000 ao
leroeiro.
Art. 5.'Bismark 2,-, Aventareiro, Camora e Nababo.
3 a PAREO Turf Peraiataabnearao 1.400 metros l ndcp. Animaos
de Pernambaoo. Pbbmios: 3000000 ao primeiro, 604000 ao segundo e
304000 ao teroeiro.
Art. 5.' Oa do pareo Trilhoa Urbaooa e Triumpho, Tado-, Pira-non, Maarity,
Torco 2,', Feniooo, Plotlo e Pyrilampo,
Peso=Dublirj, terliro, A:ly-Stoper, Himadelle, 56 kilos ; Pigmea, 54 kilos :
Mascotte, 53kiloa : Patbohouly, Ybo, Malaio, Pirat, Qanmpeiro, Ca-
rauns, Narciso, Tenor 2.', Faaica 2.' e Furioso 50 kiloa ; os domis
45 kilos.
PAREO Progresso 1.100 metros nimaes do Pornambnco. pbb-
mios : 25040C0 ao primeiro, 50|000 ao segundo e 254000 ao ter
ceiro.
Art. 5.*Os do pareo Tuif Pernambo ano e Dobl m, Beriim, Ally-Stoper,
Pygmeo, Hirondelle, Masaottt, Patchouly, Malaio, Pirata, Qanmpeiro,
Fumaca 2.' e Furioso.
5 PARED Coraoolaco=1.100 metrosAnioaes de Pernamboco pbbmios :
. 2504000 ao primeiro, 504000 ao segando e 254000 ao tercero.
Art. 5.-Os do pareo Progresso e Viogadir, Tupy 2.-, Palhaco, Bjija-F16i
2.', Prussisno, Galante, Vivas. Erireb, Pbarineo. Baturx, Ciog-,
Baralbo, Dictador, Ybo, Moonsoo. Taliapher, Malaoge. Ida, Grdlet,
Erna, Sceptichmo, Carauna, Narciso, Mouro, Toulo Teimoso, Fron-
tin, Traquines. Tenor 2a. e Pdtropolis 2.*
6.a PAREO 9 de DezembtO 810 metros. Animaes de Pernamboco.
Pbbmios : 2504000 ao primeiro, 504000 ao seguodo 254000 ao ter-
oeiro.
Art. 5.Os do pareo CaosolocSo menos Sceptioismo e mais Limeira, Vingonco,
Fasileiro, Piano.
7." PAREO Animaco -1.050 metros. Animaes de Pernambuco. pbbmios :
2504000 ao primeiro, 50fGOO ao eegundo e 254000 aoterce.ro.
Art. 5.Oa do pa-eo Progresi-o e Pbarioea, Pe'ropolis 2.'. Oingo, Viogodor,
Mourisao, Traquinas, Tanor 2.-, Dictador, Btija-Flor 2.-, Tupy 2.a,
Mouro, Galante, Baralbo Ida e Frontn.
PAREOUberdade 830 metros Animaes de Pernamboco premios :
2501000 ao primeiro, 504000 ao segaedo e 2o000 ao terceiro,
Art. 5.aOa do pareo Tuif Pernambacano e B^rlim, Ally-Stoper, Hirondelfo o
Dablim.
ni m
m mu
De ordem do Sr. Director Engenheiro Chafe se faz publico que, por conveniencia do ser-
Tico, a partir do dia 1 de'Dezembro prximo viadouro coraejar a vigorar o horario abaixo.
Secretaria da Estrada de Ferro ul de Pernambuco, 22 de Novembro de 1894.
Jote AuttmgesiUu R. Lima,
Secretario,
Estrada de Ferro Sul de Pernambuco
Horario dos trens a coineear a vigorar cm 1 de Dezembro
de 18S14
4.
8.
Observares
Estaces
P. 1
:3
a
O

E. 1
a
o
U
O
es
M. 1

O
es
-a
C. 1
-3
u
es
Una ... .
Pirangy .
Boa Sorte .
Calende .
.laqueira. .
Colonia .
Mar val .
Floresta. .
Barra do Jangada
Pery-Pery .
S. Benedicto .
Quipap. .
Agua Branca .
Glicerio .
Canhotinho. .
Angelim. .
S. JoSo .
Garanhuns
Tarde ManbS Manfla Man
1.10 9.30 5.00
1.19 1.10 9.39 9.40 5.IV 5.16 7.14
1.26 1 28 9.46 9.4- 5.25 5.30 7 25
1.44 1.47 10 04 10.07 5.55 6.10 755
2-11 2.13 10.31 10 33 6.50 6.55 8.SO
2.18 2.20 10 :)8 10.40 7.03 7.08 9.08
2 29 2-33 10.49 10. i53 7.22 1 32 9.27
2 41 2.43 11.01 11.03 7.44 7.49 9 49
2.56 2.58 11-45 11.17 8.08 8.13 10.20
3.05 3.10 11.24 11.28 8.2o 8.30 11.36
3 19 3.21 11.37 11.39 8.43 8 55 11 56
3 44 3.5i 12.02 12.06 9.3' 10.0' 12.37
4.17 4-19 12.29 12.31 10.36 10.40
4 28 4.30 12.40 10 55 11.05
4 53 4.58 11.41 11.55
5. t5 5.27 12.3i 12 40
5.47 5.49 1.10 1.05
6.23 2.05
7.00
7.17
7.30
8.10
9.09
9.13
9.37
9.59
11.24
11.41
12.01
P. 2
E.2
M. 2
C.2
Munha Tarde Manha Tarde
Garanhuns . 7.00 5C0
s. Juao..... 7.31 7.33 5-45 5.50
Angelim. - 7.56 7 58 6.23 6 30
Cauhotmho . 8.23 8.30 7.12 7.25
(jlycerio. . 8.53 8.57 12.50 8 0 8.10
Agua Branca 9 06 9.08 12.59 1 01 8 23 8.30
Quipap.... 9.31 9 37 1.24 1.27 9 t6 10.00
S. Benedicto. - 10.00 io.oj 1.50 1.52 10.36 10.41 2.20
Pery-Perv . lO.H 10.'6 2.01 203 10.55 11.00 aus
Barra do Jangada. 10.23 10.2 < 2.10 2.12 11.1- 11. 'N 2.54
Floresta.... 1038 10.V 2.24 2.2 11.36 11 38 3.23
Maraval ... * 10.48 10.53 2 33 2.38 11.50 12.00 3.39
Colonia .... 11.03 11.05 2.50 2.53 12.14 12.19 3.59
.laqueira. . 11.10 11.12 2.58 3.0l 12 26 12.36 4 li
Calenda .... 11.35 11.40 3 25 3.30 1 12 .48 4.:-C
Boa Sorte . 11.46 11 48 3.48 3..!0 2 11 2.15 5 33
rMrangy .... 12 U4 12.06 3 56 3.58 i 2i 2.27 5.45
r- 12.15 4.10 2.40 6.00
1.50
2.25
243
3.05
3.28
3.45
4.04
4-20
5.10
5.36
5.47
Ha...........
i Malaio......
Kaecctle.....
e.oireo.......
B Pirata........
Rodado.....
Preio........
Caatanbo
Rodado......
Preio........
Pernao'b.. 50
c 50
a 50
50
5J
Azul branca e encara.
Verde e amarelio.....
Azul eonro........
.5. pareo5 de Movearabro1.600 metros-UandtapAoimaes mios : 4004000 ao 1.', 804000 ao i e 404000 ao 3.
1
^1
Nababo......
Peruano.....
Todo-......
Plu.ao.......
BfTriompbo....
Avenlureiro..
3marck 2.
Alazo......
Rodado......
Baio........
Rodado......
Mellado.....
Casiabo-----
Redado......
Pernamo.. 50
45
48
t 50
50
58
58
Azol. e encarnado
Verde e rosa.....
Amarelio e verde.....
Encarnado...........Cood. Nerondio.
Enea ruado e preto...
Azol e branco .......
Azul e encarnado.....
A. S.Jorge.
Condeana Vidal.
J. Moraes.
Nonham dos pareos contar victoria.
So serSo considerados realieados os pareos em qoe se iosoreverem e come-
nz 4animaes de 3 proprietarios differeotes.
A inscnpcSo encerrar-so-ha na terca-feira 27 do correnta, s 1 horas
coate oa secretan, roa-Larga do Rosario n. 16 1. andar.
Secretario de ippodromo do Campo Grande, 22 de Novembro de 1894.
O secretario,
Augusto Silva.
prompio, e for medido e seeetli ; 3- se obriga-
ra a sob tuoicao do assoalbo, coja coilocaca j
nao tor feua oas condiefies da proposta; 4a oa
gari orna mola de 10 O/o pela demora que fjr
resalame de falla ana.
As propostas devem ser apreseotadas na pr-
xima sesaao de 27 do orreoie, as 3 bo-as da
tarde.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recite, 22 de Novembro de 1894.
O tsenvo
- Jo^ Hnnono B. le Menezes.
Cood. Arrayal.
Cood. Limited.
A. C. Resende.
6 PareeAraimaewo1-609 metros-Aoimaes de Peraamboco. Premios: 3004000 ao
L, 604000 ao 2. b 304000 ao .
liCaraona..... Preto........
2 la.aiu....... Balo........
SlOollin...... Rodado......
4Pomaca2... Zaino........
MPau-beoly...- fiosso......
Hernamb.. 50
c 50
50
50
a 50
Azol branco e encara.
marello e verde.....
Encarnado e uraaco.
Oaro...............
Listrado.............
Cood. Rozarinho.
J. Moraes.
Azevedo & C.
J. S. C
C. Campos.
7 PareoFroaperidaale-'liWO1 metrosAnimaen da Pernamboco. Premios: 3004000
ao 1>, 604000 ao fcV e 304000 ao 3."
1 [Nababo.. -.
ljAveotoreiro.
3jBisraari k 2.
uTrinmib...
5 Plria.......
Alazo.....
Gastando...
Rodado------
aellado-----
Riiain ....
Percamb.. 51)
50
50
50
50
Azol branco e eoc
Azul e branco ...
Azol eencarnado..
Encarnado e preto .
go<*arnano ......
A. P. Jorge.
Cood. Limited.
A. C. Rezeode.
Cood. Arrayal.
Cood. Neroodio.
Toeaado a posagom os animaes everSo estar junto respectiva casa par*
seren immediatamente ensilhados e segoirem para o barraolo no centro do roa onde
so poderlo estar os joekeys o os tratadores oo oriados os qoaes nao poderlo ter com-
monicagao oom peasoa olgoma antes de realiBar-se o corrida.
Os Srs. tSreqoentadores, manios de seas competentea bilhetes, raaSo d<
14000 cada om, terao direito ao premio qde a sorte designar por meio da machina
Derby-Club, enoootraodo-se os referidos bilhetea a venda na Livraria Franceaa rao 1*
de Marjo, e na Secretaria do Desby Clob roa Doqae de Caxiao o. 20 1- oodar
da 10 horas s 3 da tarde, anterior ao da coirida, e, no dia seguiote nos portoea do
Prado da Estancia. .
CoDlioaao em vigor todas as resoluces at hoje adoptadas pelas socieda
des, hypicas deste Estado, constantes de sous cdigos de corridas e iostrucerjes j;
publicada.
Deniro da casa das apostas, na sala destinada a venda de poules, nao
ser ingresso pessoa alguma alem da directora, commisso fiscal e empregados
Os Srs. juizes so' tero ingresso na sala contigua a da venda de
Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da manha
em ponto, sob pena de oo serem admitidos no servico,
Chama-so o attencao dos Srs. apostadores paro o horario qoe sera restricta-
monte observado, lechando o 1* pareo as 12 horas em ponto.
Os .joekeys que nao se apresentarem convenientemente trajados com as
6res adoptadas no programma por seos patres, nao serao admitlidos pesagem
e serao multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Os animaes inscriptos para o 1. pareo devero acnar-se no ensilhamenu
as 9 \\% horas da manh.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 2* do corrente s 3 htras da
arde na Secretaria do Derby. /
As poules qu) nao forem pagas no Prado da Estancia no dia da cor-
rico 6 serlo paj-ss 3 die,s dspeis no Secretariado Derby, oando sam valor depois
oo oiUvo 1 -,
Os prjmios serio pagos 48 horas; depois da corrija na secretaria de Derby
Club ra Duque de Caxas n. 20 1.a andar.
O expediente para esta corrida encerrar-se ha no dia 24 de No?embro a
3h6as da larde. \
A Directora chama a alten^o dos Srs. proprietarios e joekeys para o
ar'. 21 e seus'5|, e o art. 46 que sao restrictamente observados.\
Secre'aria do Derby Club de Pernamboco, 21 de Novembro Yo 1
O London & Brazilian
Bank Limited
iacca sobre Lisboa e Porto
esa libras sterlinas, e a vista,
sendo o pagamento feito na
oeeasiao da apresenrtaeao do
saque ao cambio, pelo ojnal o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista vaojuellas pracas.
"S. R. 3,
Sociedade Recreativa
Juventude
Sarao bimestral em 1 Dezembro
Convite em mao do secretarlo, e Ingresaos em
nao do tbeseoretro.
Secretaria da Sociedade Recreativa joventode,
19de Novembro de 1894.O Ia secretarlo
Jote oos Sanios Arbolo.
Estrada de trro de Pernam-
buco de Recife aoS. Fi'an-
Concelho Econmico da
parlicao de Marinba
Be-
CISCO
Aviso
os Srs accioois
de Cinco Pomas
Pelo presente saoeovidados
tas a viren) 'eeeber na estajao
aa su s cautelas (Warrcoloy do 69 dividendo
relativo so semestre vencido em 30 de Jonbo do
correle anoo-
Escrlptorto da superintendencia (Cabe) 21 de
Novembro de 1894.
Wiils Hood
Superintendente,
O gerente, \
A.. A. Gomes Pnna.
Santa Casa de Misericordia
do Recife '
De ordem da IUma. innla admisislrttva da
Sr.ia Casa de Misericoroia do Renife, (aC3 pu-
blico que peraute a meema jonta, em soa seesio
de 27 do correte, ts 3 botas oa tarde, ser
levado prsca por om, dooa on tres anocs, o
arreodsmento do predio 0. !7. a rus da Reetan-
racio (oolr'ra da Gnia) e ser entre oe d;to
arreodamenlo qoelle qoo meltror reBda offere
eer.
O arremataote ser4 obrigado a apresentar
Uador Idneo, a conteoto da meema jooia e
comparecer a esta secretaria oo praso de tres
das, para a sigoar o respectivo termo de arre-a
damento.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia uo
Recife, SI de Novembro . * O escrivSo
Jos Honorio B. de Meneies.
Santa Casa de Misericordia
Jo Recife
De ordPtn d Ulna, jonti a va d;
ba Casa Hlsencordia >o l-.c u-'m
Sb propos:aa para o senoiute irab.ilco no bd
ul de alienados :
Levautameuto no pavimento superior, de ama
narts do asao&lbo velho, coucerio e repcs'tas
deste, meiro qoadrado.
Assoalbo absentado do tabeas reto, cadas, d?
loo.o verdodeiro, secco, lirado toaooDrtn>o,
metro qoadrado.
Vigamento de 7-8 azseniadc oa nao, metro
correte.
O proponente poder* : 1 contratar todo o
trabaibo. iuclosive a collocacarf dos'vvsameiot
oo somenle o assoalbo ; 1- receber a lmportac-
cia Oo trabalbo do cada salao, logo qoe se atbar
De ordem do Sr. capito de fragata
Jos Pereira Guimares, inspector des-
te Arsenal, fafo publico que recebe-se
propostas em cartas fechadas no da 29
do corrente mez s 11 horas da manh
em urna das salas da secretaria da In-
specfo, ara o fornecimennto de ma-
deiras e outros materiaes a este esta*
belecimento, suas dependencias e aos
navios d'Armada Nacional, estaciona-
dos no porto deste Estado, durante o
futuro exercicio de 1895, observados
as desposases dos artigos 176 e 178 e
seus paragraphos do regulamento que
baixou com o decreto n. 745 de 12 de
Seterobro de 1890 6s quaes vo abaixo
transcriptos:
Art. 176. Sao deveres dos propo-
nentes :
i. Encher com presos por ex-
tenso e em algarismo a proposta im-
pressa que lhe ser fornecida pelo se-
cretario do Arsenal a qual datar e as-
signar, para ser apresentada ao Con-
celho Econmico.
2." Entregar pessoalmente ou por
seu legitimo representante, devida-
mente ao Conselho Econmico no lu-
gar, dia O hora annunciados as respe-
ctivas propostas.
3." Exibir alm da certido do
respectivo contracto social, quando nao
for firma individual, os documentos que
provem ser negociante matriculado e
haver pago os impostos de casa com-
mercial relativos ao ultimo semestre.
4.* Sao despensados de apresen-
tafo da matricula na Junta Commer-
cial as fabricas e os estabelecimentos
industriaes da Repblica, e tero estes
e aquelles a preferencia sobre os outros
concurrentes em igualdade de condi-
ces e circumstancias devidamente pro-
vadas.
Art. 178, paragraplio nnico. Alem
do praso estipulado os fornecedores
continuaro a supprir por mais 60 dias
nas.mesmas condeses, se assim for
julgado necessario, e sem que isto
constitua dilato para a prorogafao ao
contracto.
Os proponentes devero apresentar
os documentos de habilitado at a ves-
pera do Conselho, afim de se verificar
se as formalidades exigidas foram sa
tisfeitas.
Secretaria da Inspec?o do Arsenal
de Marinha de Pernambuco 17 de No-
vembro de 1894.
O Secretario
Antonio da Silva Azevedo
Observacoes
Os trens P 1 e P 2 correrio diariamante.
Os trens H 1 e 11 2 correr&o diariamente, eiceptuando-se os domingos.
Os trens E 1 e E 2 correro em correspondencia directa entre Recife e Macei s quartaS
e domingos.
Os trena C 1 e C 2 (facultativos) correro s tercas, quintas e sabbados.
M. A guiar Mor eir,
Director.
Compaahia de Teci-
dos de Mal ha
A Companh*a Tecidos de
Mal ha, avisa ao commercio
que o depositr geral de seas
produc*cv e ^u armazem dos
Srs. So ra Mrquez de Olinda n.
58, para onde devem dirigir
todas as encommendas.
THEATRO
9
GOMPANHIA HKSPANHOU
DE ZARZUELAS
DIRECTOR
Sr. Jos Bernad
MAESTRO REGENTE
Reoigio Domenech
Estrada de Ferro Sul de
Pernambuco
Abertura da Estacas Florestal
De ordem da Directora se faz publi-
co, que tendo sido construida una
estaco no desvio do kilmetro 43, 125
d'onde parte o ramal para a Usina
Phenix da Companhia Florestal Agrco-
la, sera a mesma abertura ao trafego
de passageiros, bagagens e mercader-
as no dia i\ de Dezembro prximo
futuro, vigorando o horario que n'essa
data ser posto em execuco"
Secretaria da Estrada de Ferro Sul
de Pernambuco 23 de Novembro de
1894.
Jos Austregesillo R. Lima,
Secretario.
Sr.
Domingo, 25
Atraliente espectculo
A Zarzuela cmica em 3 actos
EL REY QUE RABIO'
A's 8 boras em ponto.
Aviso ao publico
Causas independentes da vontade da rompa*
nbia forgam que esta nao pode inaogorar por
agora os espectculos MAT1NEES que tinba euj
projecto.
bonds para todas asuanas.
Monte Pi Portuguez
A directora dj Monte Po Portugus scienti-
fi*-* aos Srs. socios qoe deliberoo enserrar o
expediente por olio di s. em demonstra5o de
eentioo peiar pelo faileJimento oa Capital Fede-
ral, de Tbomas Espioca, presumo o e dedicado
coorocio benemrito.
Secretaria, 24 de Novemb'o de 1894.
O 1* seereiario
Domingos da Cnoba 6. Rocba.
Companhia Ferro Carril da Per-
namboco
Aviso
Por m constar que om coodoctor, cojos ser-
visos dispense!, dera em iroro bilbetes quj
eet0 sendo recalbiaos pur esu co:maobi, pre-
vino aos Srs passacei os qo-' s aceitero eoi
troco ''e saas passapens os conpons ttn OBOer-
oelssatoalxunte emlttldos.
Recif.', 24 de l(o?mbro a ls94.
Fenppe de A-an-o Sampaio
t .le.
De ordem ao tiJai.au br director ter!
dasobraa pnb:icas, fa^j pu: uo dia 2 da
Dezembro viotourc, a meio dio, recebe-se
oesia repari cao, proposiar, para a compra de
doaa canoas uova;. de loiac&j d M toneladas
oeirica', ou carga para uioto mtl lijlos.
Os prelendentes dever) apreeaaiar saas pro-
oslas em duplcala, aseim como tolas aiinfcr-
aaOes preci^a8 sero fornecuas na ecreiaria
deaia rparticao.
Secretaria en obra publicas, 23 da Novdm-
bro'OexifH.
(O secretario
Miguel Nuoes Viana.
Preeos
Camarotes de l* e 2 20*000
dem de 3.* 15*000
Idam de 4* 10*000
Cadeiras de 1* 4*C00
dem de 2* 3*000
Plateas 2*000
Ponaos 1*000
Estrada de ferro do
Bibeirio a Bonito
De ordem da directora, coni OiosSrs. snb*
se i plores das ac.Os da ultima emisso, a en
trarem com a segonda prestac) de 0 O/o oo
10*000 por arcSa, deniro do praso de 30 oas,
cocar desia aata.
Recife, 20 de N verobro de 1894.
Macoel Caroeiro da Gebd
Secretario
ULSUTHOS
Boii Haii sm httti mmi
O novo paquete
JNile
Commacdante J. D. Spoeoer
E' esperado dos portos do
Enrona ateo da de fov em-
,bro e eegotra d*-pois da oo*
.mora iodiapenavel ara
Bahia, Re de Janeiro Mon-
tevi Jeu e Buenos Ayres
}__prevne-r. urts oe
me. !:l-
. .on
..-* uo
pan:, .-deaos etojjE'- .ara
Souibmpton a lomru destinadas a America d Sul. para ca vaporee
desta coionarbia. .
A Real Mla acceita por preeos razoava pat-
sageiros para Valparaso vja Baenosi-Ayrcs,
estrada dos Ande?.
Tamben acceita paasaeelroe para Si York,
va Soetn.>mptoo, por especia arraoju Itiio coso
a Companhia Allemaod Lloyd.podendo demoro.
rem-3e ns Ecropa cas o aesejarem.
ILECtVB




\
*
i *
s\
- I.
i
fl'edaoe&o noi pregoa du puw^ou .
Ida Um Mtto
A Llar.* 1 ciaste SO 4 30
*3i_aj_pionic!assa W f 49
Cunarctee retervados para ce pa-sagairoc a
l-e-iaisco.
Pin. carga, pasas Kara, enccmmcndaae dinbei-
ro 1 fete : traa-se cons 03
Agen tea
Amorto .-Irnao*- &--C.
S'. 3Kan do Bom aeana-^N 3
Llojd Brazilftir
PORTOS DO SL
O paqu... .
Pemambuco
Cor-mandante F. Ripper
E'esperado do
so! a. o dia
de eienibro
cguiLdo uepo.s
da dfOiura oere*i>a*ia para
Paxahyba, Natal, Cear, Ama relo, M
r*nh*o, Para, Obidoa e Hanaoa
Ati encommendas serao recebidaa at & 1 har
da larce do dia da sabida, do trapicas Barbosa,
00 c-ies da Compaobia Pernambucana a. 4-
Aos Srs, carrejradores pedimos a ata atiencSa
pera a claosuia 1U* dos coabecimaotos que :
He caso de ha ver 1 liorna reclamacao contra a
Com|MDbia por avaries oa perda, de ser feita
por i'.scnp o ao sei'D e respectivo do porto de
aescarjra, deutro de tres das depois de tinali-
ida.
Nao itrece riendo ema formalidade, a compa
nnia tita tseota de toda a r spomabilidade.
Para carga, pasas (eos, encommendas e di*
Dbei:*o a trete, trau "v>oi "8
AGENTES
Pereira Urneira 4 C.
Ra do Comm.rcio o. 6
A.audir
Cooipaobia Fernambucanade Na-
vegado
PORTOS DO NORTE
Parab^b?, Natal, Maco, Mossoro', Ari-
oaty, Cear e Camoaitia
O paquete Una
Commaadaote Carvalho
Seguir para
os portoa aetma
indicados do dia
*6 do correte
as i boras da
Diario de Pon a mimo o Domingo 8S de Hovembro ile IS94
^"-e-a^---i I _____-_____-~e-_B
O VAPOR NORUEGUENSE
JYORD
B' espe-ado Besve porto
e seguir depjla de breve
demora para o
Rio deJaneiro e Paraoaga
Carga e valores a tratar com
E. S. Levy
Roa do Commaroio n. 22
O logar porcugo-ei
Jofr Estevo
Segu brevemente p.-a Lisboa Porto pa ra
)Ode desde ja recebe carga.
A' tratar com o* coosignaorios do navio
Amorim Ir oaos & C.
3Su do Bom Jeaaa3
LEILOES
Grande leao de al vados do, ar Woo-
dhioe, ol'insm-nie Daufr>pado dos baixos M
M.ra ja.eoostaDtes de petrollo, feriaba de tri-
go, band* de prreo. etc.
alai. 19 de fh vea bro de 1891.
Leilo
De faseodas e roopa feita
*iu i onii_uo*o
Fer^a-feira, 27 do corrente
Ageite Pinto
fia loja da roa do C'bug o. 3,
Ce-tro da Moda
Por liqoldatao
do taeartelEo
tarde.
Recebe carga, encomme_das, passageos e di
nheiros (rete at as 11 boras da manh do dia
da partida. v
FSCRIPTORIO
Ao Caa da Companhia Pernambucana
n. 12
Companhia de Navegao
Carioca
PORTOS DO SOL
O vapor nacional
Santelmo
E' e-pea-iodo sol leguindode-
poii' ae pi qneoa demora para ao
TOrtOR do
aneiro, Rio Grande do Sal, Pe-
lotas e Porto-A legra
As eocommendas -ero recebidaa at i bora
a tarde do da da sabida, do trapicha Barbogaa
Caes da Companhia Peoamb caoa o. 4-
Para carga e pasesgei es irala-se co
AGENTE
rere ira Caraeiro I C.
RA DO COMMERCIO N.
1* andar
Haza burg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
O VAPOR
Lissabon
Espera-se da
Europa no da
de Deiembro
fegcicdo depois
da demora ntces-
saria par
Baha, Rio de Janeiro e
Santas
Este vsp>r entrar no porto
Para carga, eccDLimendaB, pasgagens e 're-
tes tn.ta-se com os
Consignatarios
Borstelman & C.
Ro& do Commercio q. 18
1* andar
Cipiaie Muen e I-
po
PORTO DO SL
Directo Santos
0 paquete Beberibe
CcmrasndaLte 1- tente Fabio Rio
Seguir par o
porto cima in
(finado no tila
* do corrate
a- tt Doras da
manb.
Bwsbecarga e-vinrr^ i as, paseapens e di-
Dbeirc a (rete al s U0 ''oras da manb de di.
<,*Pa!,;C'- 83RIPTOIIIO
Ao Ceca a ficaHiaviHa i'rr>ambacana
, .2
i lili tan
Barca al lema Alba-
troz
Para
Seguir brevesiente com destino ao
Rara a barca a'ilema Albatroz para
;df; recebe carga ; a tratar com o con-
nata rio Joo de Aquino Fonseca,
*ua do B, do Triumpho n. 20
Leilo
De 3 caixss marca Alfredo Gaocbes ne.......
1126/28/i oDteodo t qoadros, 1 goarda looca,
1 eccnv nira. 2 aoaradorea e 1 espelbo avana
dos d'goa do mar, viadas dj Havre pelo vapor
Cordiba entrado em 17 -Je Setembro do cor-
rele a DDO
Segunda-feira 26 do corrente
As Ifl horas
No armazem a ra do Mrquez de Clinda
n. 48
O aeente Gaatuo, aotorisado, (ara leilo por
coota e risco de qom perteacer, das mere.do
Mas cima mencionadas.
Leilo
De vestidos de cela, cbapos e mais objectos
oe pbaauaia
Ter^a-feira, 27 do corrente
A'S 1< HORAS
O igente GosmSo aotorisado por orna modis
ta, fara leiao dos objectos cima meDCionadca,
cr.jo leilio lera logar no t andar do sobrado i
roa do Imperador i. (7, por occasiio do grande
leilo de movis, crvstaes, porcelanas, electro-
pial, etc.
Agente Oliveira
Leilio
De nm imoortanteaoUrad? de { andar, Uj
roa de Matbiss Ferr<*ira o. li, na cidade de
Olioda, iiversos movis..ora anuel de ooro com
pedra, disttociivo de oooego, 1 pa- de flvellas de
pata doorada par* saoaios. etc, todo perieo-
ceo ao apollo ae eoaego Dr. Jjaqaim 6 acia-
no de Araujo.
Quiata-feir 29 do corrente
A' i bora da tarde
Com a ebegada do tren de carga
Ho dito sebrado cima, roa Matblas Ferrei-
ra d. 1S
O agente Oliveira, por mandado do Brm. Sr.
Dr. oa de direito ao civel do maoicipio de
OilaJaa reqoerimeotj ao laveutariaitu dos
beos danados pslo ..nado eoaego Dr. Jjaqnim
Graciano de Araojo, lea> a lell&o o soorado
cima, aonel de oaro, Hvelias de prata e restos
de movis existentes no sobrado cima e per-
tencentes ao menmo ei-p lio.
Us Srs. pretan reaies desde ja poderio exami-
nar o referido (obrado.
AVISOS DIVERSOS
= HreciBB-:e oe um vendedor roa Real do Poco d. Paoella, defronle da caea
do Sr. Jovlno Bandeira^_____________________
Prerira se de doas cosinbelras com urgen
cia ; a tratar na ma -do Apol o n. 8, i- acaar
das (I s 4 boras da tarde.
= Madame aktaier, oe volia da Borcpa. con
uoa a dar licoea do' fraocei e piano. Roa da
Cooquista o. 24.
Precisa se ue orna ama para coslobar, e
coropra-se diario* velous; na rna do Rangel
nomero 75.
Precisa ae de orna eogommadelra ; na rna
das Plores o. 25, lii.toraria.
Preciaa-se de o menino par-a criado ; Da
rna Dnqoe de Cuh n. 91.
-~
Precisa seoenm bom i-osiobeiro oo cosi-
nbeira de orna nerita enommadelra ; na rna
Vieconde de Goyaona a. 207, Bnir.ncamento.
Pag^-'e bono ordenado.
Perueu-.-e a cau.ein n 26J3'. ao Monte de
So'c rro da Cana Econmica do Estado delPer
na nbnco ; pede-se a qaem achon o favor Je
1

>ia no Arra- I nj 17.
Bario de Pinho Bordes
A Baroneza de Morenos seus filhos
e genros summamente pesarosos com
o fallecimento de seu sempre chorado
e presado pai e av, mandam celebrar
urna missa no dia 27 de Novembro as
9 horas da manh na capella de seu
engenho Morenos.
Grande e importante
LEILO
De ricos movis de escolutora, excelleote piano
novo, diversas operas para canio e piano,
faos crystses e porcelanas, electro pate, lou-
cas. vldros e trem de cosinba
Terca-feira, 27 do corrente
As Hhoras
Nos 1* e 2 andares do sobrado roa do
Imperador n. 17
CONSTANDO:
Sala de visita 2* andar)
Dm excellente piano completamente novo do
fabri<-aote Carla Cneil, I cade ra para o mesmo,
12 operas pa-a canto e piano, diversas operas
abolsas para canto e piano 2 lanternas de crys-
tal, 4 isoladores de cystal, 1 importante me-a
obra de es'nlp'nra, 6 importantes cadeiras
Luiz XV com encost e asseato de conro, 6 ditas
de di o, 4 d tis com encost de penela, 2 ditas
com bahnco, 1 importante tapete aveladado, i
dito para porta, 2 lindos etageres, 1 reloglo de
parece. 1 caixa de jogo, 1 caixa com segredo, 2
ijmpanos, diversos enfeites de eientro-plate, 3
molduras dooradas, 4 vaeos pata flores. 2 g*r-
rafas fitina, 1 lustre du metal coa 3 bracos pa a
gtx carbOQco.
Sala de dormida
Um Importante guarda vestidos com portas
de espelbi, 3 toilettes de igual moldnra, 1 lava-
torio corpleto. 1 cama paracsaal, 1 copula com
certioado. i banca de cabeceira de cama, i ca-
deira secreta, 3 pares de cortinanos de reoda, 2
caderas com encost de vellodo, 2 ditas don ra
fis. i mera sn-trisca, t plano para a mesma, 4
sar.efas e 5 conloados para is mesmas, diversos
objectos para toilette, I jarro de metal para la-
vatorio, 1 dio para deposito dagoa. 1 est ira ja-
ponea forro de a-la, 1 arandella com 3 Picos
para vellas, 3 tapetes avelludacos para partas,
1 dito para cama, 1 dito grande avelludido, 1
.mire de crystal para gax carbnico.
Qaarto
Duas camas de lona, I cesta cara roupa, 6 ro-
setas tovas p"*ra cortinados, 2 correales para
rede.
Qaa'to de baoho
U i banheiro oe oiba, 2 po'ta floreB, 1 m&\-
nba. I qoartiohe ra, 2 cabides de parede,7 ma-
la 3 -aastra, 1 tstuira japenexa e t lanca
com cortinado.
Sala da frente (1* anda i)
Urna mobili* auatrlara rom 19 pegas, 1 mesa
redond', diversos jarros, 2 escarradeiras,! guar-
da comida, 1 tapete, dive-sos hvros, 1 lustre de
metal com 3 bicos para gz larbooico.
Sala de jantar
Umi impor'aote mesa elstica obra de es-
culptura coin 5 taboas. i impotanle guarda lou-
(a obra deeacoip'.ora igual a mesa. I rico sof e
7 cadeiras de espaldar tambembe esculptura, 1
orea redonda com torro de tapete-. 2 enetiana
com c ixa completas,! porta cbapos de sol, i
c bid de parede, 1 servico completo de crystal
composto de copos, eallces garrafas, competer
ra', fructlras. porta queljo etc., 1 servico ,'.e
po-celan j eslampaoa e dourada para jaoUr, 1
diio de porct'lun i branca para jaotar, 1 dito de
porcel na doorada para cb, 2 vasos bromen-
dos, 8 vasos dlvarsos de bronxe Honrado, 2 es
carraieiras Pms, talheres, bandejas, etc.
Co8iDba
Orna mesa, om trem de cosinba, balance, pra-
teletraa e rruitos ooto< obiectos.
O agento GosmaD antorisado opr urna ramilla
que reHra-se para fora do Estado lar* leilo
os impor'ames movis e mais obiectos cima
endonados,
m
Segundo JeilSo
Do sobrado de um andar e soio roo da
R--da n 46, cora uma meta agoa d fundo com
fr.nt' para a ira ve sa da me^ma ra : todo o
rende 7oOOO mensaea
Oaarti-fei'a, 28 do correte
A'$ 11 hoia
So srmaiem raa 15 d lo
?esabre 39
O apenie Martins fara leilo por mandado do
Illm. Sr. Dr. jo:* de direito do civel, em soa
nre enja.a requerimento do loveatarian'e dos
xadoa pelo fallecimento de Joaquim Pt-
S iva do sobrado cima sito a raa da R-
it.
Em seentda
! O encerr agente vender casa terrea n. 64
i a rna -onda da Boa- Vista, pena da eataco da
1 ftjledade.
arla da Silva temos
Antonio Jote oe Lmon e sua mulber, Joaquim
J. de Lemose soa mulber, Claudino Aogos'o de
L'gos e sua mulber (au-entj, pnelomeoo Ge-
tolio C. de Araojo e sub Hlba agradecem do in-
timo d'alma a irmandade do Santissimo Sacra-
mento da Boa Vista e a confrar.a da Viasacra da
Santa Cruz, 6 os amigos que scompao.iaram ao
emiteno publico os resto mortaei de sua sem-
pre lembrada mai. Irm5, cnnhaaa. neta, genro
e oras, tf rogam aos seas pareles e amigos o caridoso
obseqoio de asslsiirem as missas que mandam
rezar na matriz da Boa Vista, as 8 boras da ma
obi do dia 26 0*0 correte, 7- do seo passa-
me 'o.____________________________^^^^^
JeAa Machado Bvaafelho
tA airecioria do Monte Po Portaguez
manda eiar uma mtssa por aimaro Ua-
do consocio Joao Machado Bvaogelbo, se-
gooda-felra 16 doorrente; sexagsimo
dia de seu passameoto. rara cojo acto, que lera
logar 00 cjnveoio de S. Francisco, s 7 boras da
maoba em ponte, convida a Sxma. familia e
amigos do tinado.
Timhauba
tO abaixo asBigoado vem agradecer a
todos aqoelleo qoe se dgoaram acom-
panhar ao cemiterlo de Timbanba no
dia 18 do crreme os restos mortses de
sea lio e sagro, Antonio de Meoeses
Cyeoeiro Bandeira e Mello, como tamben ao
paracao vigarto Augus'o e seo digno irmao Fr.
A ber t.\ ao< iifoatres cavalleiros Fsbricio Palma,
Bande'ra, Jj> Vctor, pelo interesse qoe toma-
ram no ente.- ru em sua ausencia, e especialmen-
te ao iilustre medico Dr. Antonio Miguel, pela
occas ao de sua molestia, satisfazendo a todos
os coamados semp-e com prompudo qoe Ibe
pecoliar. A totios est. s 1 ilustres cavatleiros by
potheco a miaba eterna gralidao.
Tltnbaba, 23 de Noven brode 189.
Aotoni Cesar de Meoeses Cysneiro.
lltIlA\l\IM.
DO
SS. Sacramento da Boa
Vista
t
Franciwco don doa Pasten tiul-
maiies
A mesa regedoza da irmu ade do SS. Sacra-
mento da matris da Boa Vista manda rexar ama
missa e memento na ra igreja por alma do
oado irmao ex-jui e bemfei-.or Francisco Jos
dos Passo Goima ass, qusrta-felra 28 do cor-
rente, s 7 1/2 bor-s da manh.. para rujo acto
convida a Bxma. familia e amigos ao Hnsdo. e
des.e ja conless^m sa *g adacidos aos que se
dlgoa'em asais'.ir dMo C'.o religioso
1 da irmandade do SS Sacramento
da Boa vista,.2* de rtovembro d 1 1894.
O fscivo
Iziioro Ferreira.
MMMBM
Iwrau de -iiido Bora; %
A .temo dt Sooxa Leo, sua mulber
e lilaos coovidam sos seus pareles e
amigLi p>ra aasistirem a orna missa
que mandam r*-z r ni capella de sen
ti:g dqo C'-tende, pela alma qe Feo
eempre l-mbrsdo padrinbo e av. Baro de Pi
obo Borgex, na wrca-felra 27 do correte, sti-
mo da de s-n pasi-a.;.>",t >, a; 9 boras da ma-
ob, e de? sam-se som ament
agradecidos Aqoelles que c.ncorrerem a este
ztfo de reiig-ao e carldafe.
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO HOLLOWAY
O Ungento de Holloway 6 um remedio infallivel pv a ^iles de pemas e do peto ; tambem par as ferida
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o 1. -iu :snio e para toda as enlermidades de peto nio
se recor.he^
Para os males de garganta, bronc* ^s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas e todas as molestias da pelle nao teem semelhame e para os memWos cootrahidoa O
juncturas recias, ob-a como por encanto.
Estas medicinas so preparadas smente uo Estabelecimenlo do Professor Hoixowa,
78, EW OXFOBD STKKET (aniti 5SS, Oxford Street), L0WDKE8,
E vendemse em todas ai. pharmacias do universo.
V O cempradoret sao convidados respeltosamente a examinar os rtulos de cada caixa a Pote se Dio taeir. a decsao,
53i, Oxford Street, do falsificacoes.
Vende-se
Um cavallo caxlto rapoose, andador debaiXo
a meto, te liado e eofrsiado. todo ooro; pe
pre en:er dirlia se roa da Assumpoao, laveraa
de J So Ribe to Gaima'es.
Engommadeiras
Pjeciaam se de engommadeiras i roa da Con-
cordia a. 10.
FAKH
_ FERO MAIITSAL-iODIMiMiiMi
(\ Gosto agrada-rel torna a dar_cpm rapidez ao mangue sua ti noza e forca. Nio d /$
%\ prino de venir* nAo ennegrece oe dente* neo irrite, o estomago. / *o
UBIS, 50, ru Boi.ui. Deposito em Pemambuco : t" DS06S t, MODOCTOS CBUUCM. /5?

SURTIDOS EM QUAESQUER CHEIROS
ERFUMARIA OR
da L. LE GE AND
entor do Producto VERDAOEIRO e accreditado ORIZA-OIL
Place ACHA-SE EM TODAS AS CASAS-' DE CONFIANgA
a%aaa>a8%*%ftvw8i>a^^*ft^av*w*****w*wy>^Mu>aaaaair
x x,
Olinda
Alaga 83 uma boa casa em Olioda, i ra de
S. Beoto o. 51 ; a tratar com Colmara Guima-
raes & Sobrinbo, a roa da Madre de Deas n. 34
Recife.
------------------------------------.----------------------------------- i>
Aos senhores de engenho
Cfferece se ama pessea para empregaio, com
pratica de agricultura ; quem pretender dirja-
se ra de Pedro Ivo n. 10, antlga travessa dos
Ex ostos.
Bom commodo
^^V^WW>VMaX PREVINAM-SE COM AS IMITAggES H^a^ArV>^^^MrWlt> vvuuuuuu
^^^^^ ^^ *loga se o sctSo da roa da toda com agua; a
ESS-ORIZA
Perfumes Suaves e Concentrados
--*
tratar no 2- andar n. 17 da mesma ra.
Caixeiro
Precif a se de om caixeiro de idade de 12 i
16 auoo, qne leona bas'aote praiica de 'averno.;
a^-atrr na roa da Santa (Jroz n. 1
. Ama
Precisa-se de uma raparles para cuidar de
uma rrianca ; oa roa do Bom Jess n. 22.
Criado
Prfc:a-sp de uro c-lado; na botica (ranceza
n. 22, ra do Bom lesos.
lioOUf i l '1111 Co au nu nio 10 p-iia 17 uu
Corrate mez. no logar p^rrs. rrf-guezia de Afo
ead is, sendo om, dos cavall.s qae foram do
e qua r.o. e arrematados en San'0 Amaro de
Jioea a, o qual tem os figoaes segoint>- : cOr
eastaoho, ini do?' moB e om p briocis, cas-
trado, un f-lRoal branco na esia, grande, ama
pita fura no e4pn:b..fo, chotau, sem pisa.ia be-
nbnma, rureraio com 63 e mais 4 i/om. dos
qnartos de detraz. lape e e 1 rias collas, Om
cavallo asougado, malta ardiguez, cbamado Gato
a o. j um pouco ve'.bo, om dos qoartosde
detraz h- pouco t-rrpo leve orna enchoada :
pede- a u ru! e o favor de, encontrado
ditocava.io, teja tmtargaSo.
MTIUDO
Livros
Licenciado pelm Inspector! gonl de Hygene do Imperio io BrmiO
YAROPE-
/^aa, (Coqha, Tol oto.)
A oefo da Vodeitxa pura $1 aona oompltitdi oom as do Toi dt
Agua de Lauro cereja, que futm *> XAROPE do B- ZED
(* Pasta Zed c ptorl ir.ait enrgico em todo' o* caaos da ;
BBOOHITE. TOBUiES SESFHIAJCBoToa. PMEUMONUS,
Veodem se iOvoIomes eocadernadoi do Jor-
nal do Recite, dos b aonos de 1880 a 1884, e 19
ditos eocadproados do Diario de Feroambioo,
5 aoooa, 1880 4884. e orna grande porcao de
livros de liiteratora, roa ae Gervasio Pires n.
31, prlmeiro ao ar.
Alaga-se a sala de freote e mais alguna
commsdos do 1- andar de um sobrado nbre,
ritoado em ama das priocipaes roas desta cida-
se, proprla pvra faocctoaar qualqaer socieda-
ae : a tratar aa roa Baro da Victoria o. 47,
padaria.

Cura certa em 3 dias sem outro medicameiito
PARS 7, Boulevard Denain, 7 JPABIS
Oerjositos em todas as princioae? Fbavmacias e Droaeri&f
DOENCASdoESTOMAtO
ELIXIR GREZ
DIGESTES
DIFFICEIS
Dyspepsla
Perda
\de Appetlte\^ __
TNICO DIGESTIVO cosa
I ADOPTADO Eli TODOS OS HOSPITAKS __
I PARIS-COLLW e C*. rao d* Hanbwige. 49, o H at PaaraacUs
-, OOCA e PEPSINA
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Diarrho.
chronlca
j 3zejd uioo ou-iueiuoi seueuo seuisoui
so anb -|3AVaVUOV OVA "Sf^A M"!A op OASOO O
oqiwuq 9p opt?y ap ijo oajo o anb op tpni Kog]9 sid a
OVTTVOVff ep OCTVOl^ &P OXOVHJ.X3: ^P
^'voisia ^^ "^r- oiAjsixvwnaHd
SVinHdOfclOSB SB V3HtbOOf13T
OMISUIHOVU o VIMONV '
. Mi-a.i. rarrcT
ATKINSON'S
WHITE ROSE
I encanta pela soa do^ura siiare e deseada.
I Bmpregar b a de ATKrSsoy qm> ori*;infcl
nica eesencia Terdadeira.
ATKINSON'S
opopamx i HELIOTROPE
W00DVI0LET I TflEWOL
I e ooiros perfumes cel jbre' sa-> superiore
| aos mais pela sua for i e oriima Daiuxal
Yeudem-^e em toda a 11
?- A. AT1CIWSOJ,
24, Od Bossd Stroet. Londres.
kAVISO! begitlBfs soment! com n i ulo-
ido azul e ama relio t a marca de
ica air "Rosa branca" cwi
o completo en I
28
iCHABLE
?AR/S
|200,UU Doentes
CURADOS DE
Impigens, Borbulhas
Virus, Ulceras
PBL
! DEPURliVG Crl&B!i
Vcuae-se em Itatijaraca om sitio oem ar-
bortsado, com ptimas ierras para solta de
gado, torno para ca!, porto para entrada ae va-
pores e excelloote casa de vivenda, com orna
peqcena capella ; quem pretender diriia-se ao
mesmo sitio, oode encontrar as snas propie-
tarias, irmas co oado padre Florencio.
nluga se o S* andar do sobrado n. 24 ra
E-tri-i'.a do Rosario, com bons commodos para
familio, i tratar do escriptocio do Or. Alcofora-
de, oa na ra do Bartbelomou n. 40.
Cosineira
Precia sa de uma cosiDbeira roa da Coocor
dia n. 10.
Attenco
Solu^o i-cananterosa
Remedio iulallivel contra*
CANCRO
_________BREVE CHEGAPA'________
Revista Illustrada
A Revis a lilnstradaa coolir-u-io a sua pa*
b^icac&j regalar.
Us Srs. asslgnaotes antiges recebero a folba
at ao 6m das -uas assigoaturas. aos qoe boa-
verem muda o de residencia pedimos o laver de
nos informarem, para providenciarais sobre a
remf sa do jornal.
Os Srs. assigoaat^s nevos receberSo eralaila-
meote 08 Dnmeroe qoe re pcblicarem at ao flm
do anuo e que se occoparodos priocipaes acn-
tecimentos.
U p eco das assignainras ecntinoa a ser o
menmo oa primitiva (20000 por aooo.)
Ccntinua- eorarreaoo da rar e illustrada o
di-tiocto des>nbita lereira Netto, qne desde
888 occopa Da .Revista, esse logar.
A redaccao bear, como al aqoi. a cargo do
Sr. Luiz de ADdrade. e o texto sera variado e re-
i:]ij por monos dos oosos melb^res esclp-
tores.
O Sr. Aifielc Aeostint prometteu collaborar na
fo:ha. en DTado ce t:das ae respnosabrlidadea
comme'ctes.
A eereDcia acba se a canto do S\ -Pnti Kar-
licg. oae ba 17 aLaos exerce com zelo e activi-
oa>>e es-e posio
A redoc^ao e admioislra^ao continuara tam-
tem rna de Gmctlves Dtas n. 50, an-
dar, para onde os nossos amigos e atslgoaotes
dem dirigir, desde ja as bobs orden.
Toda a correspondencia deve ser dirigi a ao
eerente Sr. F.Mtz Har'ing.
50Raa Gon^alvas Dias-50
1 andr.r
Rio de Janeiro
POMADA
ROSADA
COM
Pata tornar a dar aa cabto 5'a-c
TANNINO
a sua COI PSIMITIV*
"^ASTHM
OppreiHKlo, tJitarro, oaSB {'
OhMf 98 mai aftat mi iiniimaaijl. ma
Deposito em tod?.s as Prancss*.
Demarehijo de trras
Pelo engennei-o C. ('. C I de ocia ca
cidade da E-c>da oa roa do Ri" n. *i._________
Boa ccasio
VENDE-SE uma importante loja de
fazendas, ou somente a armaco.
l, situado em bom ponto para nego-
cio e tem ptimas accommodaces para
familia. A tratar com Itento Ribeiro
na ra do Livramento 23Recife.
Caixeiro
Pr risasc f1 v.ro 1 xei o ; FU ru: Di-vlta e
AlogaCos o. 66 A. 'eUnacBO.
POMADA DE ALCATRAO
e QUINA contra u PELLICOLAS
SEGUNDO A FORMULA DO DOtTOR NYSTEN
PARS, FlI.LIOt., ra Latayettt. 53.
Deposito ru PIMUBKO: C" de Drogis Ir Producios chlmlens .
iosihtura
i reri:a-sr ge orna boa I h i" par a Var-
z : a tratar ta tua do Cre?P' n. (9 loja.
Oepositjs para iiqui-
s
Vende?e por rreni' 'o v.ilor qoa'-o Impar
I I 13 ."0 f
a r l.r n^ rna > M H l> n A
Mu tilia
V o'e-se cma iie. >msr>lto
om tarrpos d p^ira, poj o nzo e
mi",ico oree i -ni Co ado
n. 7 (.mitra < i M n a) da- 7 m 9 be-aa di
iodas 4 7
lfl
Rndese
0 PObrda 'e um nnd, re"*'! r
rea Murq II I a*. 87 89 I
qaalq
Ionio Beie'rn ate d-e Al
vi a
Deque deCaaia> n. 14.
tm Ilen-y t r de
leo. 'ib
. S. lo
J ineir^
IP'eci a-S' i .' .
n 41.
i e criariea ce si
11 p na d
L .:.lllbD
Uovo u. t20.
Atten^ao
Beirao & Almeida, pedem aos eoa fregueses
qoe se acbam em atraso, quer nesta cidale quer
lora della, qoe venbam ou maadem sai-iar sena
debites at o flm do corrente anno, sobre pena
de a- rem chamados nominalmtn'e pelas foibaa
a sia capital, de Janeiro em atante.
24-11-94.______________________________
Cri$Li
Precica se de um que d flaeja de ra coo-
.'ucla. para i ra de Pedro Alfonso o. 66, arma-
Zea- de carpe.______________________________
Ama
Precisa-3e de uma : ms cara cosinhar; a Ira-.
'ar aa raa BatSo da Victoria n. n. ii, na aotiga
ageneja de movis.
Ama
Preciea-se de uma ama para lavar e engom
mar, para ese? d pequ.na familia, prefere-se
-olleira e qoe na? sala rna ; a tratar aa roa do
Livrarcento d. 6, 2" andar-
Ama
Na r a Vidal de H^greiros n. 40, preclsa-se
de uma ama para cbsiobar ara duas peseoas
Casa em Olinda
Aioga se o sobrado da roa de Matbias Ferreira
n. 14 tractar do Recife, roa da mperatria DaF
ol.
B
om negocio
Verde-se a b?m conb cidaeafreenezjda mcr-
ceana denominada Sy-upslbia de Terco, garsa-
tindo-8e realbar 3:OuOOflO cor mei, tenf Dona
i'ornin- do multo pr w'rra i'ira pnn'ipuaie, o'
otito por qne se feode ee tirA a qsalqaer pre-
ente ; : trau." dj mesma ou do irmaaam
,os Sr.-. Costa Lima C-
Vende-se
Qna'>-r viccs .ounoa8, novas, com qnalro
' noves i na tr.ve?..-; do Bom Gosto
''________________________i ;________
Marciceiros e toroeirps
fabrica de a-o-eta di lea & C.
I
1 1 ao n. 48.
Ra Barjoa Victoria a. 49
J
'


V'""^*^^-
Li


Diario de ycruamlHico Pomirago *5 de ^ovcmbro de B*M
SOB A DIRECgO
is. i:i: 3APKSTA bsihsi&a com
PATaOLOdiA hom
Breves cousideFa^en olre
' o Iratamcnto empreado cou
& tra as mordeduras das
COBRAS VENENOSAS DO BRASIL
pelo Dr\Eu2i'.bio Martins Cosa
As cobras venenosas do
Brnsil pertencem a duas fa-
milias as Crotalidas e as
Elapidas.
(Wucherer)
DIAGNOSTICO E PKOGNOSTICO
Conhecido, como fica escripto, o diag-
nostico de um envenenamento ophidico
pela anamnese do doente, est claro
que os symptomas cima descriptos pres-
tariio importantes esclarecimentos ao
medico especialmente nos casos em
que o doente nao tiver visto o animal,
que sao rarissimos, ou dada a hypothese
de que urna pessoa tenha sido esporada
por um lacro, em que muitos dos symp-
tomas enumerados cima podem appa-
recer. e em taes emergencias o conhe-
cimonto exacto d'elles poder vir em
auxilio do diagnostico differencial afim
de evitar que se empregue meios the-
rapeuticos enrgicos em casos em que
nao haveria maior necessidade.
Nao sem fundamento que chamo a
attcrco para isto, porque j tive occa-
sio de observar um cas de esporada
de lacro em urna moca de tempe-
ramento lymphaticonervoso simular
pereitamente um envenenamento ophi-
dico.
Tratando-se de prognostico de um
modo geral pocle-se afirmar que
sempre fatal.
Anda mesmo que se intervenha de
moco enrgico e sem perda de tenipo,
ha casos que zombam inteiramente dos
meos therapeuticos empregados e o
doeijte morre inevitavelmente victima
da mordedura do cascavel.
tilica positivamente o seu modo de
actuar.
Ha perfeita analoga entre o liquido
seggregado pelas nossas glndulas sali-
vares com o secretado pela glndula de
igual natureza que possuem as cobras ;
smente a nossa saliva como se sabe
fermento dos feculentos, nSo deixando
entretanto de ser toxica para certas e
determinadas especies de animaes, o
qje se justifica appellando para sua
analyse chimca, existindo outro fer-
mento as glndulas gstricas encarre-
regadas da digesto dos albuminoides.g
Ao passo que o veneno das cobras
ataca mesmo os albuminoides.
JJOuando a cobra cascavel ataca a
qualquer animal nao com certeza,
como acredtam algumas pessoas, com
ofim de matal-o, por isso que se assim
fosse, as cobras, que nao possuem sali-
va venenosa, nao atacariam da mesma
sorte ; mas simplesmente mordem com
o nico intuito de defeza.
Ponderando-se, porem, que na occa-
sio em que ella ataca obrigada a abrir
descommunalmente a bocea e quando
assim acontece as presas ficam em po-
sico de comprometter os tecidos do
animal atacado e anda mais que essas
presas apresentam um canalculo fili-
forme que communica com a glndula
a semelhanca do canal de Steum ou de
V/arton, comprehender-sc-ha que o der-
ramamento do liquido peconhento se
dar inevitavelmente.
D'ahi as suas consequencas gravissi-
mas sobre o organismo humano, espe-
cialmente quando rpidamente absor-
vidos pelos vasos sanguneos
E' um liquido que serve para as suas
dgestes, que deveriam ser morosas e
dimeeis se nao o possuissem.
O veneno ophidico sempre intro-
duzido no organismo humano pela pelle
por occasio da mordedura e a sua ab-
SDrpco, portanto, se dever effectuar
por ella, afim de que os seus effeitos se
produzam.
Ha muito que se sabe que a peconha
das serpentes nao produz mos effeitos
sendo applicada a superficie de qualquer
mucosa s, mesmo a do estomago e
sim quando entra na circulac/ao do san-
gue. Leuz na sua obra classica sobre
serpentes, cita diversos autores da an-
tiguidade, que conheciam esse facto :
Lucano, Galeno, Plinio e Celso.
A penetraco do veneno na circula-
co sangunea pois, urna condico
necessaria para se dar o apparecimento
dos symptomas txicos.
Bem se sabe qual o poder absorvente
das redes lymphaticas e dos vasos ca-
pillares cutneos Nao ha raso para
crer-se, como Morgan e Addisson,
que os venenos propagam os seus ef-
feitos pelo systonia nervoso ; pelo con-
traro, as experiencias de Blacke pro-
vam de um modo peremptorio, que a
absorpeo pelos vasos capillares cuta-
neos torna-se sempre necessaria para
que a ntoxicaco se verifique, e ainda
cnais, para contra prova, as experien-
cias feitas por meio de ventosas impe-
dindo a oculaco do veneno, determi-
nando o vacuo in loco, demonstram per-
fsitamente a importancia e o papel dos
vasos capillares cutneos com relacao a
absorpeao.
Depois de absorvido o veneno do
cascavel pelos capillares cutneos, le-
vado ao coraco e depois a circulacao
geral e d'ahi por todo o organismo onde
vae produzir a sua aeco destruidora.
Os glbulos sanguneos sao reduzidos
i. liquido, tornando-se, por consegunte,
improprios para exercer o seu papel de
conductores do oxygenio para a nutri-
cio. E' este o effeito mais importante
produzdo pe > veneno ophidico no or-
ganismo.
Mais tarde, este veneno ataca os
proprios tecidos mais importantes do
organismo, tornando-os em condices de
nenhura servico prestar a vida do ani-
mal mordido.
No Moceo Nacional do Ro de Ja-
neiro tive occasio de observar, no La-
boratorio do Ilustre Dr. Lacerda, que
o veneno do cascavel deitado de mis-
tura com a carne muscular fresca, aca-
bara em poucos minutos de reduzil-a a
urna polpa e depois caldo, fazendo-a
PORSIAS
melodas hebraicas
I
DELORD.BYRON
lraduccdo de Francino Cismontano
(Continuado)
XV
i
WHEN COLDNESS WRAPS...
4-
DO VENENO OPIIir^ICO SUA ABSORCAO
E EFFEITOS CONSECUTIVOS
0 veneno ophidico, diz Wucherer,
um liquido transparente, de cor ama-
relio-es verdeado (i) um tanto glutino-
so, de reaeco francamente acida ou
neutra segundo outros, conservando a
sua propriedade toxica depois de secco
por muitos annos e assim tambem no
alcool por muitos mezes, estando den-
tro de seus reservatorios naturaes.
A analyse chimca apresentada por
Liceu Bonaparte d como principio
mais importante pelo seu poder toxico
a echidnina.
C veneno, diz elle, nao seria, pois,
senlo echidnina misturado a algumas
substancias accessorias.
A albmina ou mucus nao se encon-
trar! sempre ; mas os outros principios
sao constantes.
A echidnina, nao ainda analysada,
parece ser ismera com diversas subs-
tancias orgnicas fcilmente putresci-
veis, como a ptyalina, a pepsina, etc.
Obtem-se-a coagulando o veneno
par urna grande quantdade de alcool e
depois de filtrado lavando-se o residuo
com alcool, fazendo-se em seguida eva-
porar a solucao alcoolica sob o reci-
piente da machina pneumtica. O ve-
nero perde assim sua materia corante
e a soluvel no alcool.
O residuo do filtro c secco e lavado
com agua distillada ; depois evapora-se
a oluco ou o residuo pelo ether que
dissolve a materia gordurosa, tendo-se.
assim a echidnina pura ; salvo quando desapparecer totalmente da capsula em
ella contem alguns saes que se pode[(lue cst.ua.
separar pela agua acidulada pelo aci- Para mim, polas autopias em diver-
do actico e lavagens com alcool.
Vropriedades da echidnina. Vernis
gomrrioso, incolor, sob forma de escamas
brancas analojas a do acido tannico.
Nao tem cheiro, nem sabor, nao torna
vermelho o papal de tonrnesol nem en-
verdece o xarope de violetas. Aque-
cicla com um pouco de potassa ella des-
prende ammoniaco. Dissolvida n'agua
coai potassa, ella tinge em violeto o
bioxydo de cobre hydratado como a al-
bmina, a gelatina, etc.
Soluvel n'agua fra e quente. Aquc-
ckla com um pouco de acido azotico ella
se dissolve ; quando se solidifica pelo
resfriamento nao d acido mucico que a
di;tigue dos gommas.
A sua solucao aquosa se precipita
p(4o alcool e o precipitado dissolvido
pttM agua e acta sobre
o- fneno da vbora.
Biitrefazendo-se d productos infec-
tos como as substancias proteicas. A
nica substancia com a qual ella tem
bastante analoga a ptyalina ; tam-
bem ella secretada por urna gln-
dula anloga partida e nao seno
urna saliva particular (De Blainville).
Gautier analysou tambem o veneno
da cobra de capello e encontrou dois al-
caloides novos ; estes alcaloides produ-
zem um a somnolencia e o torpor ; o ou-
tro perturbaedes intestnaes sem deter-
minar a morte, poio que se v que nao
s8> ees os coipos mais activos d'esse
. voeno.
O veneno do cascavel um fermento
digestivo de poder mximo e s assim
so poderia explicar como elle engu-
llido animaes de certo desenvolvirnento
completamente inteiros, pode fazer a
diglMo sem neahum prejuizo para as
sua* farrecoes gstricas.
A aeco que tem o veneno de issol-
vera abra muscular, como experimen-
dmeate verificeu o Dr. Lacerda, jus-
Quamlo a glida morte n'um momento
Da argila humana acaba o soSnmento,
Para aoade que voa a alma immortal ?
Morrer nao pode, nem ficar ; no entanto,
Ella abandona, como por encanto,
Seu involucro vil, material.
Isempta j dos lacos da materia,
La das consteilayoes a senda etherea
Ah I por ventura ella percorre entao ?
Ou, co'o dom de ver tudo,dom escasso,
as regiSas expande-se do espago,
Dominando invisivel a amplido?
Sempiterna, infinita campeando,
Iiamutavel em surama, contemplando
Tudo quanto resume a trra e o co,
Acaso abrange por mysterio ignoto
O presente e o passado j remoto
Talvez rompendo do futuro o veo ?
Os vestigios menores e apagados,
Que a memoria conserva dos pascados
Das, que o tempo arrebatou veloz,
Sao percebidos pelo seu ingente
Volver d'olhos ; e logo e de repente,
Quanto exiatiu se Ihe afigura apos.
Antes que a craa$So povoasse o mundo
As tenebras do chos ermo e profundo
Penetrara, de certo, o aeu olhar ;
E luminosa esphera remontando
E no co mais longinquo penetrando,
O sen curso descreve singular.
Alem, onde o futuro crea ou mata
Seus olhos de vidente ella os dilata
Sobre tudo o que pode succeder ;
E immutavel e inunda, o sol immerso
Em trevas extinguir-se e do universo
Destruido 6 systema ella ha de ver.
Muito alem da esperanca, e c'a ternura,
E do odio, e do receio, sempre pura,
Assim vive ella sem paixSes. assim ;
A seus olb.06 escoam-sa igualmente
Horas e dias, tando realmente
A mesma duracao, o mesmo fim.
E de tudo atravs, e sobre tudo
Pairando a sua idea, sem o escudo
De urna aza em qae se libre, voa audaz ;
E substancia etemal, misteriosa,
Indefinida essencia perientosa,
Do que era a morte nao se lembra mais.
XVI
THE KTNG WAS... (1)
Sentado estava o rei sobre o seu tlirono,
Os Strapas a corte Ihe formavam ;
K candelabros mil. o sprppntinas
0 etivo ea!&o iliuminavam.
As amphoras divinas, as sagradas
T9as do oiro mai tiuo e precioso,
Que Jud venerava eis que transbordam
Cu'o vinho dos pegaos, impuro, odioso.
N'aqueKa mesma hora e sala, os dedos
De masculina mi, inviteriosa,
Qual em combros de areia moved'ca
Gravam-se na pared" iuxuosa.
Dedos mais que fataes de mao oceulta,
nica, solitaria, *i nao terrena,
Cabalsticas lettras estenderatn,
Tracando-as acola, qual urna penna. ,
JTurba-se o rei %o vel-o, e para logo
Os rigosijos do iestim suspende ;
Sem sangue fica ; o rosto lhe descora,
Treme-lhe a voz entao que nao se entnde
Venham, diz, do paiz os adivinhos !
Venhara todos e j E sem demora
Traduzam-me as palavras .-ybillinas,
Que o gozo assim perturbara-nos agora !
Nao podem decifrar o enigma os sab os
Da Chalda, que promptos coraparecem ;
E sem explicaco aquellas lettras
Alli desconhecida8 permanecem.
De Babylonia os velho? sSo instructos,
E pe.rspicazes... Ao appello acodem ;
Agora, entanto, o seu saber naufraga
Ante o mysterio, que sondar nao podem.
Um misero captivo, que se achava
L no paiz, um joven estrangeiro
uve a ordem do rei ; e da? palavras
Penetra no sentido verdadeiro.
Ao claran de mi! lampadas, accesas,
Apresenta-se alli como um propheta ;
E o mysterio da noite, que a aivorada
Do outro dia descobre, eis que interpreta.
< De Balthazar o tmulo est aberto,
Seu reinado passou e a {doria sua ;
Ddiis pesou-Ihe as accSes : elle ap-ora
Do que foi, triste espectro, sombra nua.
< E' seu manto de armnhos a mortalh,
E' seu docel a campa em abandono ;
J o Mdo lhe invade o territorio !
J o Persa lhe oceupa o proprio throno i
(1) V85o de Balthazar.
SUN OF THE SLEEI'LESS !
Sol dos que o soTino/-
NSo gozara mais !
O' merencorio
-Astro de paz I
Que tremcluzes
L na amplido,
Com o teu sempre
Frouxo claro ;
K as densas trevas
Nos vens mostrar,
Sem que mais possas
As dissipar. *
Quo parecido
Te acho eu
Com a ventara
Que j morreu !
Tal o passado,
Que j fugiu,
Luz de outro
Sempre luziu.
da,-
Mas com sena raios
J sem valor,
Ai, j nao pode
Dar-nos calor.
E' luz nocturna...
E, envolta em d,
Por contf>mplal-a
Vela a dr s.
E reconhece
O seu claro;
Mas quanto fraca
Sua impresso !
161
tf
mu
o sangue como
sos animaes platicadas com o intuito de
observar as lesees produzidas pelas
mordeduras do cascavel, acredito que o
veneno ophidico acta em primeiro lu-
gar sobre o glbulo sanguneo e para
produzir a morte nao ha necessidade de
ir alem da alterabilidade d'esse ele-
mento anatmico.
Em todas as autopsias por mim feitas
sempre encontrei fluidez notavel do
sangue.
Este sangue derramado aps a morte
dos animaes submottidos a experiencia
difncilmenteise coagulava. Nao exami-
nei, porem, a sua constituico histol-
gica por me faltar um microscopio.
Para explicar a pathogenia dos di-
versos symptomas que apresentam os
mordidos de cobra cascavel, basta at-
tender se para o effeito que produz este
veneno sobre o sangue.
A amaurose ophidica explica-se per-
fectamente pela falta de vitalidade da
retina. Ainda nenhum outro sympto-
ma se apresenra que attraia a attenco
do mordido, j elle comeca a sentir que
sua vista escurece-se.
A amaurose ophidica algumas vezes
torna-se completa, como pude observar
em minhas experiencias feitas em caes
e em gatos.
Havia momentos em que estes ani-
maes nao viam causa alguma diante de
si, podendo bater de encontr a qualquer
pbjecto sem ter o instincto previo de
desviarem-se.
Essa amaurose provavelmente da
natureza das amauroses produzidas pe-
las intoxicacoes suturnina e hydrargy-
rica.
I
ApontamentoN para a historia
da lil lera! tira oill IVi-iinill-
buco.
ESCRIPTORES PERNAMBUCANOS AT O
ANNO DE 1757.
CoHina).
e
(i) O da cascavel observe
completamente transparente, sem col-
raco alguma.
Continuacao
Fr. Luis de Sania Marta, natural do
Recie, foy filho de Jos Pereyra da
Cunha Pinto, e de sua mulher Barbora
Pereira de Lacerda, pessoas hobres e
opulentas. Guando contava dezaseis
annos de idade recebeo habito de
Carmelita calcado em o reformado Con-
vento de Goyanna.
Aprendidas as sciencias Escholasticas
com summo disvelo, as dictou com
igual applauso aos seus domsticos.
Foy Prior dos conventos da Parayba e
Goyanna, e primeiro Diffinidor, onde
mostrou ser igualmente atavel e pru-
dente. He insigne orador, unindo a
intelligencia dos textos sagrados com a
autoridade dos doutqs expositores, em
que he profundamente versado. Doz
muitos Sermoens, que tem pregado,
fez sornente publico :
Sermo do" Exclarecido Principe, e
Excelente Archanjo S. Miguel, prega-
do na matriz da villa de Goyanna.
Lisboa na officina de Ignacio Rodrigues
'745 4-
Fr. yodo do Rosario nasceo no Re-
cie em 27 de Agosto de 1725, sendo
seos pays Manoel Alvares Ferreira, e
Feliciana de Freytas Bacelar, igual-
mente opulentos que nobres. Rece-
beo o habito Serfico em o Convento
de Paraguass, quando contava deza-
seis annos de idade, e prfessou so-
lemnemente em oito de Marco de 1742.
Na Serfica palestra aprendeo as scien-
cias Escholasticas com disvelo para as
ensinar com applauso, concorrendo na
sua pessoa grande engenho e perspi-
caz juiso. Foy mestre de estudantes,
e por desistencia, que fez da cadeira
de Prima em Theologia Fr. Jos da
Conceico. por ser insigne o seu ta-
lento foy mandado dictar Theologia,
desempenhando to alta incumbencia
com satisfaco de todos os mestres. A
natureza o dotou de genio sublime
para a poesia, e de excellente capad-
dade para a Predica; e por premissa
do seu talento publicou os seguintes
epigrammas:
In obituj Domini Joannis V Portuga- sua vez Sara deu luz Isaac, fez ex-
lice Regs.
Ad Dominum Joannem Quintum
juxta traditionem referentem in ejus
capite post obitum repertum fuisse
cerebrum amplius ac diusius, et simi-
liter maius pectus, ac magis amplum
prceter usitatum in reliquis.
"D. Joanni V Lusitanice Regi, Sala-
monis comprate.
De Assimilatione D. Joannis V cum
Raptista puero.
Super numerum Quinarium omnia
includentem.
Epitaphium Achrosticon Inscriptio
Achrosticon.
Subditorum lacrymis inconsolabiliter
deplorato.
Liberalitatis virtute summopere insi-
gnito.
Ao sobrenome do serenissimo Rey
D. Joo V em o seo sepulchro. Deci-
mas Lisboa por Francisco da Sylva,
anno 1755 4.'
Sermo do Lenhor Bom Jess das
Portas pregado na sua capella do Re-
cie no anno de 1755, e no mesmo
anno dado a luz por Pedro Ferrey-
ra 4.0.
Elega em verso Leonino que vem
impressa na Relaco Panegyrica das
honras funeraes, que as memorias do
muito alto e muito poderoso Senhor
Rey Fidelissimo D. Joo V concagrou
a cidade da Baha, escripta pelo Dou-
tor Joo Borges de Barros, Mestre Es-
cola da sua Cathedral. Lisboa na of-
ficina Real Sylviana 1753Fol.
(Continua)
Descolterta do Paraisto terre
tre e da Ungua primitiva
fallada desde dao at
Babel
Tradtizdo
smente do
para a Pagina do Do-
mingo. .
POR
A. C. a"A. P.
SARA, ISAAC, AGAR, ISMAEL
(Continuacao)
Quando Agar concabeo, Sara casj
tigou-a ; finalmente quando po-
pellir da casa de Abraham Agar e su
tilho Ismael. Eis ahi pois ainda urna
serie de actos indignos, e o kichita
Sara a indigna uma exacta quali-
ficacao de sua historia. Em kichua
urna outra signifieaco de Sara o
milho, a messe do milho. Ora, ant6
da doscoberta da America, esse con-
tinente nao possuia o trigo, porem o
milho, e os kichuas em honra da
messo do milho celtbraram fesUa
animaes e dancas chamadas ArariJucn
sara, e tinham lugar om Krihua que
era o tempo correspondente ao noaso
mez do Abril. A deusa das messes
entro os anti^ros gregos era Cers,
nome desfigurado do Sara (Cara); w*
ella do numero dessas divindades
cuja origom, segundo Homoro, n
dasconhecida e quo perdia-so na nu-
te dos tempes : damos-Iho tambe
a fonte.
Chamamos igualmente A/ar a m>
va de SaralEm hebraico este nome
significa/vz e racorda quo Agar ti-
nha fgido da casa de Abraham,
quando Sara a castigou. 0 kichua
d uma signifieaco complementar"
do nome Agar : Com effeito, oca om
a'ga, quer dizer servir com attea-
co mgari, ir servir ; torna-se poi
a achar no verbo kichua o nome de
Agar com o seu valor historioo, paie
quo ella era serva.
Lembrando que Sara foi mli de
lsaac.ramos examinar o nome deat.
Cap. XXII v. 2, Deus disse a Abra-
ham : Toma a Isaac, teu filho nico,
aquem ama6, e Tai a torra da Visio,
e ahi o offerecerAs e'm holooaualo so-
bre um dos montes que eu te mos-
trar. t. 6 Abraham tomou tam-
bem a lenha do holocausto, e a poa
sobre Isaac, seu filho : elle porem le-'
va va uas mos o fogo e o ctllo, e
como caminhassem juntos, t. ",
Isaac disse a seu pai : M pai
Em hebraic) Itsc o futuro de tsac
illuditur, ultrajado, maltratado. O
nome de Isaac seria pois aquella
que for maltratado, por quanto est
no futuro ; teria sido o homem pre-
destinado, designado com anteceden-
cia para o sacrificio; o quo nao vero-
smil, porque faremos observar, que,
em geral, os nomes dos personagens
biblicos sao kppollidos que lhos tem
sido applicados depois, para lembrar
um facto histrico : oque- indica
muitas vezes o nome hebraico e sem-
pre o kichua. Um nome no futuro
pois suspeito de erro : e o que ve-
mos no ioi (i) inicial que indica o fu-
turo, porque segundo o kichua pre-
ciso pronunciar ai como se vai ver
e, desde ento, houve omisso do se-
gundo aspirado a pelo copista, o quo
fcil de comprehendor, pois que
esta letra, que o artigo definido o a
rnovel, ella nao tem por si mesmo
valor algum e se supprime ou so pa
vo:itade, segundo o costumo hebrai-
co ; ora, restabelecendo-a com'o ini-
cial tem-se aitsac c/ maltratado, o ul-
trajado, e Rearaos de accordo com a
pronuncia ai do kichua ta lingua significa, arrastar, puxar, es-
tirar aiguem como um animal aisacou,
sof arrastado, ser estirado e estendido;
filialmente o substantivo Aisac,
aquello que searrasta que se estira e
que se estende : ahi est bem patente a
mageia de Isaac, cujo valor histrico
est no kichua Aisac Em kichua
aisa-aisa sao cordas ou lacos de cou-
ro. Ora, a Biblia diz quo Abraham
amarrou Isaac antes do estendel-o so-
bre a fogueira. E' pois evidente que
o nome do Isaac verdaderamen-
te Kisac e quo vem, nao do hebraico,
mas da lingua primitiva, que a ki-
chua. Em todo o caso os exemplos
da transformaco do i no dipthongo
ai nao faltarn to pouco no hebraico :
assim quo ial-dial, stultus fuil, foi es-
tpido, perversas filie bi1perverso'/
aiga est fatigado, trabalhou muito
id-aid, a mo. Para indicar que se
tem objectos divididos em varias par-
ios, diz-se no plural idoth ou aidoth.
Para meo senhor diz-se adoni ou
adonai, em fim a despeito do kichua
e do texto dos Setenta, o nome de
Yaruim escripto pelos massorethas
Paruaim. Assim, est bem averigua-
do que o t simples em hebraicr,'
muitas vezes substituido pelo di-
pthongo ai, que, de resto a pro-
nuncia ingleza do /.
Podemos pois concluir, com tudo
oque precedentementedissemos, que
preciso pronunciar como o kichua
Asc, o nome de Isac. Torna-se
cada vez mais evidente que os nomes
do Gnesis eram tratlicionaes no
tempo de Moyss, e quo a lingua
transferida para a America no poca
dos Atlantes a nica que tem conser-
vado as significaces verdadeiras e
como so v tambem at as suas pro-
nuncias.
No quo diz respeito as omisses de
letras ou sua deslocago, apenas po-
demos reproduzir aqui as boas razes
do Abbae Ladvocat. doutordeSor-
bonna. Eis o que elle diz : Ha tres
mil anuos que se copiam os toxtos,
impossivel que os copistas nao te-
nham coinmettido grande numero de
faltas, quer omittindo uma ou mais
letras, quer mudando ou trocando
letras. Nao so pode suppor que os
copistas soubessum pereitamente or-
thographia e que nunca tivessem es-
cripto sob o dictado do outrem.
Podemos accrescentar que copias ha
tiradas de outras copiase cujas letras
ostavain alteradas em consequencia
da vetustez. E assim foi que as fal-
tas se multiplicaran! e propagaran!
at os modernos lempos em que o G-
nesis foi impresso coin suas incorre-
eges.
Dissemos cima que Agar fura ser-
va de Saral, quo foi por esta casti-
gada e quo o seu nomo vem do ki-
chua agari, ir servir. Sendo castiga-
da ella fugio para o deserto ; foi en-
to que o anjo lhe disso : Agar serva
de Sara, onde vais? Agar respundeo:
Fujo do minha sonhora Sara, e o
anjo continuando disse-lhe : Coiic- :
bestes, parirs um lilho e o chama-
rs Ismael, porque o Senhor ouvio a
grito de tua affltcco.
Ismael veio ao mundo, mas um
dia Sara, vendo o filho de Agar brin-
car com seu filho lsac, disse a Abra-
ham : Expeli esta serva com seu
filho. Y\)-so que Sara odiava-os. Abra-
ham tomou pao e um vaso d'agua,
expres-
francea j Raspondeo-Uie Abraham: Que a,o*res#
meu filho T Aqui vai o fogo e o ou-
telo, disse Isaac : onde est a victima
para o holocausto ? v 8 Abraham
respondeo-lhe : Meu filho, Deus pro-
ver. v. 9. Chegaram ao lugar qus
o Senhor mostrou a Abraham. KsU
ahi ievantouum altar e-poz-lhe a le-
nha em cima ; atou depois o seu ir I
iho Isaac e esteadendo-e sobre a Is-
nha que dispozera no altar, v. WlJ
i E estemdeo a mo para immolar seI ^mae'-
I filho. l
pl-o ao hombro de Agar deu-lhe seu
tilho e despedio-a. Sahindo, errava
ella no desorto do Borsabo, o ten-
do-se acabado a agua do vaso, ella
deixou o tilho deitado debixo do uma
arvore. Adastou-socsontou-?o defron
te dizendo: Nao verei morrer meu
ilho, e elevando a voz no lugar onde
ee havia sentado, poz-se a chorar.
Ora, Dous oicvio os gritos do menino.
Ao mesmo tempo Deus. abri os
olhos de Agar e ella vio um poco c/teio
d'agua chegou-se a elle, encheu o
vaso e deo de beber ao menino. Esta
relago nos lova a examinar o norna
de lsmaol segundo o hebraico. Este
nome formado do verbo shma, au-
divit, ouvio e de el, Deus.
Mas o iodaxx i inicial que precede
shma, faz-lhe o futuro islima, ouvira.
Esta contradico ouvir com
ouvio, torna suspeita a origom he-
braica do nome de Ismal ; em se-
gnndo lugar, se o nome do Ismael
tem a sua formacio de que Deus oy.-
vio a voz do menino, existe uma ou-
tra contradieco, porquaiUo antes de
ter ouvido a voz do menino o anjo
dissera : Tu o chamars Ismael porqw
o Senhor ouvio o grito de tua allico.
Esta circumstancia contradictoria a
o nome de Ismael, estando no futuro
deixam ver que o seu nome nao r-
ousa em origem hebraica. Consul-
mos pois ainda o-kichaa. Esta
lingua nos proporciona varias_ etv*
mologias referindo-se historia a
e
/Contina)
M
s
"


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