Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18092


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\.


UUSEISo 9B1

PERNAMBDGO
PB0PRI3B&BS BE
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQOES NA FtAN-
Por tres mezes adiaotados.
Por seis mez;s adiantados.
I or um anno adiantado .
81000
151000
301000
QA E INGLATERRA
Us Srs Mayence Favre C &.\ residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARESJONDE SE PAGA PORTE
161500
331000
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
5100
1200
Telegrammas
s:::::::
pabtp
CVLAB SO EIASIO
(*) Rio de Janeiro, 14 de Novcmbro,
^^e"a
vida pelo centro, para onde converga alrahi'a
pelos tentculos do polvo poltico, que tnha
por principio capital a raai.s desbragada centra-
lismo ; e hoje, mudadas as iustituiges, e fir-
mado o principio da federar,*, transformou-se
o mowmenlo de affluxo d'aquella seiva t/um
as 6 horas e 55 minutos da tarde (recebido j movimenio regularmente circulatorio nos limi-
ta estaco as 9 h^ras e 20 minutos da tes de cada circomscripgao da L'nio.
norte e entregue s 9 horas e 35 minu-l Quando outros resultados praticos niotivesse
tos], produ/ido o advento da Repblica Federativa,
A commissao de orcamento da Cama- 1 bastara o facto de ter elle trazido a reaniraagio
ra dos Deputados, rejeitando as emendas lJos vinte ^''averes chamados provincias, que
offerecidas proposta do governo que ';rara arr:l!ilado3 petos ps cerno cortejo--fune-
augmenta o sold do exercito e armada i bn corleJo!- monarchu, para que fosse de-
opinou que fosse approvada a mesma1'1'1'"16"16 ***** a lransformaSo PDlllica
PARTE OFFICIAL
proposta.
Por decreto do Poder Executivo foi
tornado extensivo pracas e inferiores o
decreto que promoveu aos postos imme-
diatamente superiores, em honra do fi-
nado general Osorio os ofliciaes que ser-
viram na campanha do Paraguay.
O general Costallat obteve 3 mezes
de licenca.
O corpo diplomtico assistira ama-
nhu. pesse do novo Presidente da Rep-
blica.
O mesmo corpo diplomtico pedio ao
presicente do Senado para apresental-o
logo ao novo Presidente da Repblica.
Consta que o Dr. Oliveira Ribeiro
ser o novo chefe de polica da Capital
Federal.
O Sr. Nery da Silva foi nomeado
para inspeccionar o Correio de Pernam-
buco.
Arribou a este porto o vapor alle-
mo Amazonas com avarias no casco,
por ter batido as pedras de Cutum-
duba.
Iti 1 de Janeiro, [4 de Novembro, s
4 horas e 50 minutos da tarde (recebido
na estaco s 10 horas e >0 minutos da
noite! e entregue as 11 horas e 15 minu-
tos).
O primeiro ministerio do Dr. Prudente
de Moraes ser este :
FAZENDA, Rodrigues AI ves ;
V1ACO, Antonio Olintho ;
INTERIOR, Goncalves Ferreira ;
MARINHA, almirante Abreu:
GUERRA, general Vasques ;
EXTERIOR, Carlos de Carvalho.
Consta que a deputaco mineira
presenta o Dr. Affonso Pcnna como can-
didato deputado na,vTgT do Dr. Olin-
tho.
A taxa do cambio foi hoje pelas ta-
bellas I Le 3/4 d. p^r i,)ooo, mas fizeram-
se negocios francos em soberanos 12 d.
(") O almirante indigitado, segundo o
telegramma hontem publicado, para Mi-
nistro da Marinha, do r.c ministerio do
novo Presidente da Repblica, chama-se
Abreu, e nao Alves, como sahio por
equivoco.
A Redacc.v.
DIARIO DE PERNABBDCO
RE FE, 15 DE NOVEMBRO E 189i
( rio*o .lnni%rei**aro
I;i. ni fie cinco annos que ruio por Ierra o
felfa) e ( rcomido edificio poltico erigido no
Brazil m 1822, sendo substiluido pela Repu
blica Federativa, pelas modernas instituic :s
democrticas puras, que soem alevantar os ro-
vos s cumiadas da civilisario. pela liberdade e
pela ordem e progresso.
E' de honiera, por assira dizer, aquella faus-
toso ;n;j t ciriiento, que se produzio entre pal-
mas flores ; e no entanto parece ao espirito
menos observador que o novo rgimen poltico
j conta dcadas de annos, tal o accervo do
trabalho eftoctuado, til o progresso realisado
no quinquenio decorrido de 1889 para c.
A federaco. proclamada enio como esteio
principal da UnJAo, e confirmada dcpols na
Consiitui(,o de 24 de Fevereiro de 1891, foi
inquestionavelmente o mais seguro penhor oflfe-
recido ao paiz para o rpido e brilhante desen-
Tolvimento das suas partes autnomas, quer sob
reiarcs moraes e intellectuaes, quer sob as
relares economico-financeiras, agrcolas, com-
erciaes, industriaos.
Todos os membros da niao, sera exclusao
de nenhum, nem mesmo os menores em terri
tone os menos prvidos de populaco, tetra
prog-edido mais, nos cinco annos decorridos.
tob todas aquellas relacOes, do que nos sessen
ta a seis annos do rgimen imperialista.
Todos os Estados desdobraram os seus orca-
men'os, todos collieram melhores proventos
os impostas laucados, sen entretanto onnen.-
rtm em demasa as industrias e o commercio ;
todos tem as suas Onanca mais ou menos con
tertadas, e as respectivas producgOes acresci-
4ai, o commercio assente em bases mais sol
las ; e de par com isso lodos tem lido notavel
impulso no circulo dos melhotamentos moraes
Intellectuaes, e na esphera dos materiaes.
E' que, outr'ora, toda a sna eeiva, embora
pooxo rica de substancias nutrientes, era abior-
que o da de hoje recorda.
Mas, nio foram smente os Estados que lu-
sraram na troca das inslituicoes. A Capital
Federal coparticipou tambera-da evolugo pro
gressisia que aquellos tivcrain, e por venluA
em maior escalla do que elles, pois a sua gran-
de prosperidade salta aos olhos; e a Unio,
conjuncto o'ess'as partes aliquolas, offerece um
aspecto realmente notavel ao mundo civilisado,
oois qui. embora tendo atravesado momentos
crucianles, taes como os de urna formidanda
triM economico-tnanccra em 1 >91 92 e .le
urna guerra civil horrorosa em l8:'3-94, tirou-
se dessas mngnas diflcul^adea sem recorrer ao
crdito no eslrangeiro, sera que eslrcmessessem
as suas vida e prestigio, e sem que fossem pre-
judicadas as fontes de renda, que antes, e grabas
ao incremento da prpducgo, cresceu tanto que
fez mais qu duplicar em relagii 1889.
E' certo que as bellezas dessj ridenle quadr
sao esfumadas por alguns tragos sombro.', en-
tre os quaes figurara os erros que geraram a fal-
lada cnse econmico-linanceira, e as palios
desenfreiadas que produziram as cunvulsOes
da guerra civil, mas esses mesmos tragos de
soaibra servera para por a toda luz da eviden-
cia as alludidas bellezas, deixando alera disso
entrever nao so que m til eloquentes seriara el-
las sem aquelles senes, mas tambera que o fu-
turo, que se nos aligura desaruiviado de taes
e quejando* erros e paixes, 6 o mais promet-
ledor possivel.
Nao lia negar : o advento das instituidles de-
mocrticas trouxe ao Brazil urna era de pros-
peridades d'anles nuncas vistas, embora umi-
tas ve es sonhai.as. Foi elle o inicio de um
vcrda.leiro renascimento, que esperamos seja
completo em breves dias, u:na vez que gover-
nantes o governadores se alenliam, como ludo
ali is pronuncia, agir patriticamente, de har-
mona cora o paci poltico, dentro dos limites
que o dreilo lile irape.
Precioso diamante de subido valor natural,
cu. a lapidago j em adianlado estado Ihe d
bnlhos inequvocos, o Brasil de hoje j fulgura
no mappa polticogeographico das naces co-
me elemento notavel.
Ilaja criterio e senso pratic", baja prudencie
e pairiutismo no povo atira de que prosiga aquel-
la lapidaco, e nao sera difflcil rollocar a patria
n'um pedestal to elevado que o diamante possa
irradiar sobre o mundo inteiro os seus feixes
luaiinosos.
Saudamos o 15 de Novembro, glorioso anni-
versano da proclamago da Repblica, e assos-
ciimo-nos s festas que em todi Brazil sao ho-
je celebradas para commemoral-o.
Salve:
0 novo Presidente da Repblica
Recebe hoje a investidura no cargo de pri
metro magistrado da Un ko Brazileira o Exm.
Sr. Dr. Prudente Jos de Moraes Barros, Ilus-
tre republicano histrico, filho do flor.'scente
Estado de S. Paulo, e seu representante no
Congresso Federal, ltimamente sagrado as
u-nas populares como chefe do Poder Executi-
vo Federal.
Poltico moderado e de severos principios,
alTelto s liaas da impreisa e da tribuna, com
bastante pratica de admmistragao, possuindo
ura largo cabedal de conhecimeutos, e carcter
sisudo e respe.tabilssirao, lera o novo Presi-
dente da Repblica os inlispensaveis requisitos
para lazer um governo patritico e digno de si
e do paiz, no periodo que boje se inaugura.
E eremos que o far, nao so por que tanto
nos auctorisa a esperar o seu passado sem
macula, como tambera nos fazem prever as condi
ejes era que S. Exc. recebe o poder das raaos do
.-i!U glorioso antecessor,-por um lado estando o
paiz sequioso da prolongagao da paz, que o ma-
rechal Floriano Peixoto soube com varonil
energa implantar, subjugando a revolta de 6 de
Seierabro, e por outro-desejando tolos os bra-
zileiros, entre os quaes nio conta inimigos o
novo PresidenU, cerca-lo do respeito qae infla
de a bonorabilidade do seu carcter.
O seu plano de governo tera cora eertea es-
te escopo: era polticaprudencia, criterio e
energa-no empenho msenlo nao so de conso
1 dar a Repblica, dando-lhe boas linancas, pa:.,
ordem e progresso no interior, mas tambera de
melhor firmar es crditos do paiz so exterior,
tsteiando-os com aque'les elementos de forga ;
t m administrsjio,juslica recta, na esphera da
le e do dirtiio, gtdes a que devem se acolher
os govemos de opiniao.
Taes sao o nossos conceitos votos res-
peito do governo que boje se inaugura, e do
honrado ctdadao que, sotrgndo pelo voto popu
lar, assume-lhe as grandes responsabilidades.
Sandamos o Exm. Sr. Dr. Prudente Jos de
Moraes Barros.
Governo do Estado de l'ernam
buco
Expediente do da 16 de Outubro de 1894
Acio:
O 6overnador do Estado, attendendo ao que
nquiTcu o secretario da questur;: policial ba-
charel (Jassiano Araarj Lopes Jnior, e tent
em vista a informagao do r. questor, era offl-
ci > n. StS de hontem datado, resolvj prorogar,
por tiinla dias com os venciinentos a que tifer
dtreito, na forma da le, a licenga coi.cedida ao
peticionario para tratar de sua saude.
OtLcios:
Sr. coronal commandaote interino do 2." dis-
tricto militar.-Coramunieo, para VOSSfl coahe-
cniento e fins convenientes, que acha-se aesla
capital, vindj do presidio de Fernando de No-
ronda a bunio do vapor Jaboatt, a sentn
ciado militar, ex-aprendi/. arlilneiro, trineo Pe-
reira de Lima a Silva, de qaem tratou esse
c >m mo.
Ao mis.Tio. Rraietto-vos copia da relago
nominal ao* sentencia los militares, que achat-
se tiesta capital viu los do presid 1 de b'ernan
do de Noronha, a bordo do vapor Jaboatio.
Expediente do Dr. Secretario
Officios :
Sr Dr. que.-tor policial.O Exm. Sr. Dr. go-
vernadof do Estado manda remetler, para vosso
conhecimento e os convenientes, copia da re-
lagio nominal dos deportados viudos dio de Fernando de Noronha, ao bordo do va-
por Jaboatao,* e que cham-se recolliiJos
Casa da elengo aesta capital.
Sr. l'r. jutz de direitu do i." distncto cri
rainal-O Exm. Sr. Dr. governador do Estado
Km la remetler, para vosso conhecimento e
litis convjnientes copia da relagao nominal dos
sentenciados civis viudos do presidio de Fer-
nando de Noronha, a bordo do vapor Jaboa-
ta-,> e que se acitara recolhidos Casa de De-
tengan desla capital.
Sr. Dr. inspector do ThesouroNo intuito
de evitar futuras reclamagoes por parte da Com
panhia Hecife rainag; quanto aos apparelhos
collocados no quartel da Soledade, declaro para
os tins c.onv mientes, que. os alludidos appare-
lhos estao isentos da coiinibuigaa de annuida
dades.
icual ao engenheiro chefe da roraraissao
da Viagai l'errea do Esiado.
Sr. r. Francisco Altino Correia de Arau-
jo -Atira de se proceder as competentes notas
no livro da matricula dos ju'zes do .lireito, so-
licito que vos digneis de inforinar-rau era qu;
dala passastes o exercicio da vara de orphos,
assutnindo a do commercio, do municipio decl..
capital.
Excediente do dia 17 de Outubro de 1891
Acto:
O governador do Estado resolve demittir
bem 1I0 servgo publico, o bacharel Abilio Pe-
reir de Souzi Lima, do cargo de prqmotor pu-
blico do mun.cipio de Flores.
Ufncios :
Ao Sr. Dr. inspector da Alfandega-P.^go-vos
que informis a respeito do assur>iplo de que
trata o director do presidio do Fernando de
Noronha no officio aqu juuto n. lio, de z9 d*
Setembro ultimo.
Ao Sr. Dr. inspector do ThesouroProvi-
deuciao> para qoe nao sejam pagos oj venc
menlos dos funcionarios constantes da inclusa
relaco sera qU3 este? apresenlem nesa repar-
ligio o conhecimento de quitagio passada pelo
poi-teiro da secretaria do governo, relativo as
sumi era l, confirme participou em oflicios Ao Sr. Dr. inspjctor do ThesouroDs
de 5 e de 12 do nesmo mez. ac.cor tu com a informagao n 727, de H do cor-
Ao tneStDo. O Exm Sr. rD. governador rente, e em vista da clausula 4" do contracto
do Estado, manda comraunicar-vos para os de
vidos fins que, em tt .te Setembro ttndo, o Dr
de 30 de Junho de Is92, autonso-vos a raandar-
des pagar a erapreza do Diario le Parnarabu-
Francisco Altino Correia de Araujo, Juiz de Di- co a quantia de 8.tiH)J que he 6 devida pilos
reito de orphios do muni'ipio d'esla capital trabalhos constantes da conta junta,
passou a funccionar na var do coraraercio, con-
forme determina o artiu-o 30 2." da le n 15
da t4 de Novembro d-a 189
Ao Sr. Dr. Inspector da Saude do Porto.
Expediente do dia 20 de Outubro de 180 i
Oficios :
Ao coronel enmmandante interino do 2.'
Di-tncto Militar-Tenho a honra de submetter
Sua Lxco Sr. Dr. governador do Estado, man-1 a vossa consideragio copia do o/fi':;o n. 1243,
la comraunicar-vos pira os devidos lins, que de hontem datado, em que o corainandante do
. Ministro da Justiga e Negocios Corpo Policial commuinca o grave facto occor-
Intenores o seguin'e aviso :
N. 84i. Ministerio da Juslica e Negicios In-
teriores. -Directora de Interior. 2.' Scelo.
Circular. Capital Federal, em 23 de Setentn
de 1894.Ao Sr. Dr. goveruadjr do Estado de
Pernanibuco.
A vista da inf rmago oresiaia pela legagao
brasileira em Pars, em telegradirna de 14 da
Setembro crrante, resolveu o governo :
l.Que sejam considerad >s limpos os portos
contineotaes franc -zes da Medilerranao de que
trata o aviso de 14 de Agosto prximo lindo,
comprendiendo o de Marcelha;
2 Que depais de rigorosa visita sanitaria,
sejam recebidos era livre pratica nos da Rep-
blica os navios sahd >s dos mismos portos, a
contar de 15 do dito mez de Set;mbro.
O que vos declaro para os devidos effeitos,
confirmando O-meo telegramma de hoje
Saule e Fralernidade. Cassiano do .Vis.i-
mento.
Ao Sr. Dr. Inspector da Junta de Hygm-
ne. O Exm. Sr. ur. governador do lisiado
manda aecusar o recebiraent) d^ vosso otticio
sob n 107 de 15 do cjrrente e d-Plarar-vos
que, pela reclamagio que n'elle se contera, m
pez, n'esta data, Companhia (lecj Dravna-
ge, a mulla de 2 OOOOOO, nos tdrmos dos regu-
lamentos era vigor.
- Ao Dr. Juiz de Direito de Timbaba.-O
Exm. Sr Dr. governador do Estado manda com-
uiunicar-vos que por despacho de hoje, reraet-
teu ao r. questor o officio de 15 do crrente,
em que solicitastes a concessio de passs a 9
presus o li pragas para esta capital.
AoSr. Antonio X;ves. De ordem do Exm.
Sr. Dr. governador do Estado reraeltovos os
xemplares dispon i reii da Constituigo do Es-
tado liem enm ) das leis, decrelcs e regulamen-
los confeccionados pelo Congresso d'este Esta-
do, satisfazendo assira o vo so pedido constan-
te do ofcio, a que respondo de 3 de Seierabro
lalo.
Expediente de 19 de Outubro de 1891
Actos :
O governador do Estide resolve nomear o raa-
jor reformado do corpo policial Francisco Xa-
vier Camello Pessoa para servir de voga' no
conselho de investigagio, da que trata a porta-
ra de 27 de Agosio ultimo, era sutistiluigio do
tnajor Autono Pedro de A/.evjdo, que tica dis
pncalo do referido crasellio por nio poder
disirahir-se do servigo a seu caigo.Fizeram-
se as necessanas communicagss.
O governador do Estado resolve nos ter-
mos do art. 3. do R;ulam -uto de 7 de Julho
de 1879. crear urna colleaoria no municipio de
Pe Ira '
3-0 governador do Estado n sil ve notnear o
:i lad.'io Jo i dus Santos Cavalc^nti para exer
da* do Esiado do Mnnicipio da Pedra.
- O 'governador do Estado resolve nomear
o cidadio Jos Luciano da Mello para exercer
interinarapule o cargo de escrivio da collecto-
ria das Rendas do Estado, no municipio da Pe-
ndo 110 lugar denomina lo Sant'Amari, entro
pracat di batera de art'ilharia e um soldado
aprendiz de msica do alludido corpo.
Solicito, co'no lendes sido em velar psla dis-
ciplina dos corpos aqui estacionados, muito
confio que daris as providencias que o caso
exige; serlo de que pir rnuihi ve/, trato de
verificar se alguraa culpablidadu bou ve por
parte do mencionado apren liz, a respeito do
felo a que vendo de referir-me.
Ao Sr. Dr. inspector da Alfaniega.
Transmilto-vos copin do officio n <47, de 30
de Seierabro Ando, em que o director do Presi-
dia de Fernando de Noronha declara aeharem-
se n'essa Alfandega os documentos da receita e
despeza e que r.-quisitou o respectivo chefj da
3." secgo, o dos quaes iratastes era offieio n.
598 de 7 de Agosto do corrente anno.
Ao Sr. Dr. questor policial Transrailtin-
do-vos, por copia, o officio circular do Ministe-
rio da Industria Viago e Obras Publicas de 10
do corrente, sob o n. 24. chamo muito particu
larmente a vossa attengio para o assurapto que
n'elle se contera, e vos rccoinmendo a adopgio
das necessarias medidas da modo a ser este
Estado premunido da permanencia em seu ter-
ritorio dos individuos a que se refere o mencio-
nado officio-circular.
Expediente o Dr. Secretario
Ofcio :
Ao Sr. Dr. juiz de direito do municipio
de Panellas0 Exm. Sr. Dr Governador do
Estado manda transiiltir-vos, por copia, o pa-
recer do Dr. procurador geral do Estado de 12
de Uezentro ultimo cora o qual responde a
consulta comida era vosso officio de 15 do cor-
rente.
Questura Policial
2 SecgaoN. 247.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernainbuco, era 12 de
Novembro de 1894.
Ao Sr. Dr. Aloxandre Jos Barbosa Lima,
Si. D. governador do Estado.
Participo-vos que foram recolhidos Casa
de Detengo os segmntes individuos :
No da 9 :
V minha oriem, Isabel Maria da Ccnceigio
reraettida pelo delegado de Jabo.v.o, como
alienada, com destino a) As vio da Tanarineira,
Francisca Meadas da Conceigo, rinda de S.
Lourengo da Malta, como sentenciada appella-
da
Nj dia 0 :
A' ordem do subdelegado do 1 districto de
S Joi, Anton1b Comes da Concerni, vulgo
Pinguiniio,como gatuno.
A' ordera lo sub lelega lo do 2. d.striclo da
Boa-Vista, Antonio Monteiro do Nasciraento e
Ao Sr. Dr. Alexandre Jis Barbosa Llrat, H
D. Governador do Estado.
Participo-vos que foram hontem recolldios
Casa de Detengio os seguintes individuos:
A' minha ordem, Apolinario Vieira Sarapaio,
Joio Araerico Monteiro e Manoel Joaquim Bar-
bosa, remetlidos pelo Dr. juiz de direito do mu-
nicipio de Bora Cooselho, cerno pronunciados o
primeiro no art. 304 paragrapho nico do Cod-
Penal. e os dous ltimos no art. j94 Io do
mesmo cdigo; Elias de tal, alienTo, vinio d*
Amaragy, cora deslioo ao Asylo da Tamari-
neira.
Communicou-rae o subdelegado d 1 2* dis-
tricto da B )a-Visia que no dia 10 do corrente,
cerca de II doras da manila no lugar Porabal,
daquelle districto, o individuo de nome Antonio
Monteiro do N iscuneoto e seus filhos Joio Mon-
teiro do Nascimento e Maria Cvrilla da Concei-
g> Nasciraento, todos embriagados e armados
travara n lucta eulre si, resultando da mesina
sahirem fenios gravemente Mara Cvrilla e le-
vemente Joio Monteirj.
Aquella autoridade tomando conhecimento do
fado fez rrcolher Maria Cyrilla ao Hospital Pe-
dro II, afn de ser vistoria la e convenientemen-
te tratada, fizando recolher Casa de Detengii
Antonio Monleiro, que tambem sahio levemente
ferido e Joio Monteiro, contra os quaes precde-
se na forma da le.
Nesta data transmiti ao Dr. Io promotor
publico da capital, para os devidos fins, as dili-
gencias sobrj o assassinato de Agustinfio Ramos
de Freitas, ficto que leve log:r na iravessa dos
Exposlos, na noute de 2t de Outubro ultimo1.
Sade e fra'ernidade.
O Questor,
Julio de Alelh Filho,
2." Secciio-N. 248 -Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em i4 de
Novembro di 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima.
M D. goernador do lisiado.
Participo-vos que foram hontem racolhi los a
Casa de Detengo os seguintes in iividuos :
A' ordera do subdelegado do i.- districto de
S. Jos, Amonio Jos Juvencio, ,como desor-
deiro; Cordolina Mana da Conceigo e Mana
Joaqdina da Conccigio, por disturbios
A ordem do subdelegado do Peres, Jos Braz
de Souza, como desordeiro.
Coramunic >u-me o administrador da Casa de
Detengo qm no dia 10 do correle a I hora da
tarde o silenciado do nomo Joio Peroira, que
se achava em traiamenio na enfermaria da-
rjuelle Estabecimento, aproveitando e ensejode
st aeharem o enfprmeiro e o servente oceupa-
dos na distribiiigin da refeico dos do ntes,
sahio precipitadamente da sala e dirigraio-se
a vareada, tirou-se desla no pavimento terreo,
resultando da queda sahir elle gravemente fe-
rido.
O questor.
Julio de Mello Filk.
cr intermaii.ente o circo de colleclor das Ren- Joio Monleiro do Nasciraento, por crime de fe-
quotns de emolumentos a qne os mesmos ealaoi,|nl CoiUinuniCu.se ao r. i.ispoclor do Tne-
br,ga,Jo3- '5sourodo Kstado.
Expediente do Dr. Secretario Officios :
Q[gc0 I Ao Sr coronel comraandanle interino do
Ao Sr. Dr. inspector
do Thesouro do Esta lo.
S. xc. o Sr. Dr. governador do Estsdo man-
da coiBinumcar-vus paia os devjdos fins que
em II do corrente o ciJado Vicente Alves
Campos, assumio interinamente o exercicio do
cargo de promotor publico do municipio do
Brejo por ter sido oiueado palo respectivo
juiz de direito.
ao mesmo. -De ordem do Exm. Sr.Dr.
"overnador do listado oramunico-vos para o^
devidos fins que o Dr. Rodolpho (jalvao reas-
sumi honiem o exercicio do cargo de Inspecior
de Higiene deste Eswdo, segundo purtici[ ou
era officio de 16 do correnle.
Expediente do da 18 de Outubro de 1891
Actos :
O governador do listado resolve nomear o
ajudanle do porteiro da Secretaria do Gover-
no, Antonio Augusto da Fonseca para exercer,
interinamente, o cargo de 2 official da secgio
do archivo'-da raesraa secretaria.
Ollicios :
Ao Sr. presidente do Estalo do Rio de Ja-
neiro. -Tenho a honra de aecusar o recebimen-
to do vosso officio de 8 do corrente, peto qual
liquei sciente de ter o Congresso d'esse Estado
em sessio di mesma data reconhecido e pro-
clamado para o triennio de 1895 1897 presi-
dente do Estado o Sr. Dr. Joaquim Mauricio
de Abreu e Io 2* e 3 Vice-presidentes os Srs.
Drs. Bento Carneirode Almeida Pereira, Joa-
quina Antonio Mantiho e Herraogenes Pereira
da Silva.
Agradecendo-vos a lineza da comraunicaeao,
apresento-vos os protestos de minha subida
Cjusideragio.
Ao Sr. Dr. inspector da Alfandega.-
Transmitto-vos, para os tins convenientes, co-
pia do officio n. 156, de 6 do corrente do di-
rector do presidio ce Fernando de Noronha.
Ao Sr. Dr. inspector do Thesouro do Es-
tado. Declaro-vos, para os devidos fins, que
attendendo a reclamagio do Dr. inspector de
Hygiene, em officio sob n. 107, de 16 do cor-
rente, pelos factos abusivos e por, vezes repe-
lidos praticados pela Companhia Recife Drai-
nago no que diz respeito ao servigo da remo-
gao do lixo d'esta capital, resolv, de confor-
midude cora as clausulas 25" do contracto de
2 > de Setembro de 1858, e 13" e 26' da inno-
vagaodet de Dezembro de <865, multar em
2:UOi|tX)0 (dous conloa de ris a referida Com
panhia.
Igual ao Dr. engenheiro chefe da commissao
de Viacio Frrea lo Estado.
Ao Sr. superintendente da South Ameri-
can Cable Company Limited. Tendo este Go
verno sido inteirado pelo director do presidio
de Fernando de Norunha de ludo quanto tem
occorrido com relagao ao local em que preten-
de essa Compatibia construir o edificio para
servir de estaco telegraphica ao qual tem de
ser addiclonado um pequeo poste senaphorico,
declaro vos, para vosso ulterior governo, que a
Companhia de que" sois superintendente nio
poder dispo' de quantidade alguna de ter-
reno n'aquello presidio para a referida cons-
truego sem que previamente obtenha a con-
cessj que pretende d'esse Governo, nico
competente para resolver sobre o assurapto.
Expediente do Dr. secretario
Officios:
Ao Sr. Dr. Inspector do Thesouro do Estado.
Par. os devidos fins, communico-vos de or-
dem do Exc Sr. Dr. Governador do Estado,
que no 1. do correnle, o bacharel Jos Brandio
da Rocha, Juiz de Direite do municipio de Bar-
reiros, passou por motivos de molestia, o exer
cicio de seu cargo, ao substituto legal e o reas*
. districto militar
Satislazendo o pedido constante do vosso of-
ficio de n. 3655, de '0 do correnle, devulvo-
vos a peligao de Guilhermin de Barros de
Sant Anua viuva do soldado Joio Jos de San-
t'Asna.
AoSr. Dr. inspector da Alfandega -Rogo-
vosque informis sobre o pigaoienlo da im-
portancia de 2540!0, solicitada pelo presdeme
da junta revieora do alistamenl> cleiloral do
municipio d j Buique, no officio junto de 3 do
crrante.
rimemos.
A' ordem do subdelegado da Magdalena. Au-
gusto Antonio dos Santos e Jos Soares da Sil*
va. como desordeiros ; Amaro Felipp* Santiago
e Firmino Francisco Borges, por embriaguez e
disturbios ; Joto Candido da Silva, alienado,
ali n de ter o conveniente destinu.
No dia II :
A' minha urden) Minnel Coelho de Hulh:-,
vindo de llarao, com indic*do em crime de
roubo, no municipio de Oiinda
A' ordem do subdelegado do 2. districto de
S. Jos, Abilio Tavares da Silva Lima, por du-
turbios.
Sade e fraternidade.
O Questor.
Julio de Mello Filho.
i.' Secgio.N. 218.-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 13 de
Novembro de 1894.
Thesouro do listarlo de Per
nambnco
Despichas do dia 14 de Novembro de 1891
Bacharel Argemiro Marliniano da Cunha Gal-
vio, Monsendor Tunbio Tertuliano Fiuza, Ma-
noel C. Correia de Mello. Jos A. de Menezes
Alves, Josepda Catharin 1 de Oliveira, Rufino S.
Gayo de Miranda,Gingalves Filhos & C., Fian-
cisco de A. Gongalv. 3 da Silva e Companhia
Pernainbucana de Navogagio.Informe o Sr.
Or. contador..
Benedicln Augusto Accioli Lins, Jos Vieira
de Lima e Domingos Pinto de Freitas.Haja
isla o Sr. Dr. procurador fiscal.
Manoel Gomes de Albuquerquj. A'secgio do
contencioso para devidos tins.
Urbano Sabino de Paula Costa.Certifiqe-
se.
Dr. Jos B. Carn iro da Cunha.-Informe o
Sr Dr. administrador da Recebidoria.
Manoel Lopes Machado Ramos. -A'Recebido-
ria pira fazer as devidas notas.
Minoel Antonio da Silva. Deferido, alim da
ser considerado irresponsavel pelos dbitos dos
anteriores inquilinos d > predio n. 93, a ra de
Marcitio Dias, menos quanto ao imposto de bom-
beiros.
Coronel Jcaquim X. Cimbro W'VLaceria.
Ristitua-se.
Palacio do governo do Estado de Pernambuco
em 14 de Novembro de 1894
0 Governador do Estado de Pernambuco. usando da altri
buigo que Ihe confere o art. 57 da Consliluigo do Estado e para
execugao da le n. 30 de 2 de Julliu de 1893,
DECRETA:
Art. 1.* Para o deseraoenho dos diversos servigos da ad-
minislragao ricara crea las tres secretarias de astado com as se-
guintes denominages :
1 Secretaria do Interior c Justiga ;
II Secretaria da Fazenda ;
III Secretaria da Industria.
Art. 2." L'stas secretarias Acara inmediatamente subordi-
nadas ao governador e serio presididas por secretarios de Es-
ado.
"* Art. 3. A secretaria do Interior e Jusliga pertencem. todos
os negocios concernenles i justiga, seguranga publica, estatisli-
ca 'instrucgio publica, relages com os consuies e agentes
diplomticos, ao Congresso Legislativo e publicagOes das leis,
as eleifies e mais aquelles que nio estiveretn especialmente
affectos s outras secretarias.
Art. 4 A sjeretaria da Fazenda lera a seu cargo a arreca-
dagio, tscalisagio, contabilidade e escripturagao da receita e
desuea do Estado.
Art. 5.* A secretaria da Industria, perteneca todos os ne-
gocios coucernentes a agricultura, trras, minas, s industrias,
!o commercio, s obras pub.icas, hygtene e polica sanitaria,
colonisagio e mmigragio, aos crrelos, telegraphos, telendo-
nai privilegios, navegagao de rios. questoes de limites e levan-
tum'onto da carta geogaphica e geolgica do Estado.
Art. 6." Sio altribuiges csramuns is secretarias de Estada :
6 processo dos negocios e a execugao dos trabadlos
relativos ao ramo de servigo que Ibes incumbido ; a liscalisa-
cia das despezas a seu cargo e o exame e processo das respec-
tivas contas. ; ,.
. 2.* A escripturagio dos crditos e consignagoes que Ibes
tivereOB sido distribuidos e a classificago das despezas que li-
terera por conta delles.
$ i." O orgatnento minucioso e explicativo das despezas
com os servigos que lhes pertencerem para a organisagio dos
orcaraantos do Estado.
S 4' Os trabalhos precisos paFa os relatnos do govorna
dor e do secretario do Estado.
s 5 o A derconstragio iriraensal do Estado e smprego dos
crditos e consigi.agOes de que trata o 2., e a juslificagio do
augmento que for necessario, afim de poder o governador pro
ndenciar a respeilo. .
fi 6 A matricula dos empregados das secretarias e de
todos os que Ihe sio subordinados, mencionadas as dalas no-
meacio e posse, interrupgio de exercicio, as penas disciplina-
res qne lhes forem impostas, os fallecimientos, renuncias do em-
pi eco e quaesquer out os esclarecimentos.
S 7." A correspondencia cora os governos, da Umao, dos
Estados, dos municipios e cora as reparugoea federaes do Es-
tado. ,
Art. 7. Ao secretario de Estado, compete :
8 1.' Auxiliar ao governador e subscrever-lne os actos re-
lativos aos negocios da competencia da respectiva secretaria ;
5 Fiscalisar e faxer executar todos os trabalhos que
correrem pela repartigio que presidir;
8 3.' Dirigir aonualmento ao governador ura rolatone rai-
nuacioio de to lo o occorrido na secretaria duranle o anno ,"
5 Promover a responsabilidade dos luocciooanos seus
ubordjaadoi, de accordo com os respectivos regulamantos.
Art. 8. As secretarias serio divididas em secgoes, confor-
me as exigencias do servigo publico, e, para o desempenho des-
le, haver em cada urna das secretarias, alm du secretario de
estado, pessoal constante dos respectos regularaetltos.
S nico. Haver mais um official de gabinete e ura auxiliar
de gabinete, de nomeugio e cnfiaoga do governador, junto de
quera trabalhario.
Art. 9." As ordens de pagamento serio expedidas pelos
respectivos secretarios de estado, mediante requisigio ao secre-
tario das negocios da fazenda.
Art. 10. Os secretarios de estado sio os auxiliares immedia-
Ios do governador na geslo djs negocios pblicos.
Art. 11. Os secretarios de estado serio da exclusiva e pes-
soal confianga do governador e demissiveis ad nutum.
Art. 12.* Esses secretarios, durante > exercicio de seu cargo,
nio podero exercer quaesquer outras funeges publicas e.per-
ceberio os vencimentos de 9:6'JO00) annuaes de accordojajra
as leis ns 50 e ti i
Art. 13.* Os secretarios de Estado nio podem ser eleilos
deputados, senadores, governador ou vice-goernador do Es-
tado.
Art. 14. Os secetarios se correspooderio com as cmaras,
por meio de ollicios dirigidos ao 1* secretario ou era conferen-
cias com as comraisses
Art. 15." Os secretarios de Estado nio sio solidariamente
responsveis pelos actos do governador e sira individualmente
pelos que expedirem em seu nome.
Art. 16." Nos criraes corarauns e de responsabilidades, os se-
cretarios de estado serio processados ejulgados pelo Superior
Tribunal de Justiga do Estado.
Art. 17." As funcgOes dos secretarios de estado cessam cora
as do governador que os houver nomeaio.
Art. i8. Os secretarios de estado em suas fallas ou impedi-
mentos temporarios, serio substituidos uns petos cutros, confor-
me fjr.determinado peto governador.
Art- '9.'Nis nomeages nara os diversos logares das secre-
tarias, b governo prefirir, tanto quanto possivel, os actuaes em-
pregados das repartiges, cujos servigos passain a ser ejecuta-
dos pelas secretarras, mandando se conservera como addidos,
cora seus ordenados, os que excederetn dos quadros do respecti-
vo pessoal
Art. 2>. O governo expedir opporlunaraente os regulamen-
tos para inteira execugao deste decreto.
Art. 21." Ficara revogadas as di^posiges em contrario.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
LE N. 50
O Congresso Legislativo do Estado de Pernambuco
Decreta :
Art. Sao revogadas as leis ns. 28,29,30 e 31 do anno
prximo passado, oigaoisando as Secretarias da lostrocgo Pu-
blica, Agricultura, Justiga e Fazenda, ficando o governador do
Estado acornado a organisal as de modo a serem aproveitados
os actuaes empregados, com a mxima economa para o Estado,
e sem augmento da despeza que se faz actualmente.
Art. 2. Revogam-8e as disposigoes em contrario.
Senado do Estado de Pernambuco, 15 de Julho de 1892.
Dr. Ermirio Cesir Coutinho,
Vicepresidente.
Aristarcho Xavier Lopes,
t secretario.
Jone Antonio de Pinho Borge,
i* secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco, 22 de Julho
de '.892.
Ale::andreJos Barbosa Lima. .





i
4
I
1
?
mm


..*
'#

z
Diario de Perfiamlmco -- Quiita-feira 15 de Iovembro de B94
Cuartel do Commando do 2.* Corpo Po-
licial do Estado de Pernambuco, eitt
14 de Novembro de 1894.
Ordem d) di i n. 32
Para conhecimanto do corpo e flns aonveni-
entes, passo pablicat o_ segunte decreto de
boje datato, no qual
nador do listado ce
tragas dos corpas polictaes, reos d
n nue 9e aDreaeotafem at 31 de
S. Exc. o Sr. Dr. Gover-
comsedeu indultar toda ai
le l.' deser-
aie ji ue Dezemhro :
'copia: 2. Secgao Palacio do Governo
di Estado de Pernambuco, em i* de Novsra-
bro de 1b9.
. governador do Estado resolve indultar
asi pracas dos corpos de polica, reos de i* deser
c'io que se apresentarem nos respectivos quarteis
at 31 de Dezembro prximo vindouro.. ite-
xc.ndre Jos Barbosa Lima Dk.ir T.
(Assisnado) Leoncio Uux P>nto Rtbeiro, Ve-
neme coronel corumandante. Esl conforme.
Jco Alfredo Figueira, tente secretario.
Reeebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despacho* do da 14 de Novembro de 1894
Antonio Joaquina Caacao. -Certifique se
rPeiroda Silva Barrozo.-Informe a i. BM
Manoel Lopes Machados Ramos -A.' 1.* Scc-
cao para os devidos tins.
V Dr Jos Berardo Carnero da Cunta-Infor-
me i.* Secco. .
^ -O porteiro,
Custodio B. da Silva Gutmare.
EXTKIOR
EUKOPA.
Portugal
A sito cto to governo e da op
pOigao 00 parlamento A oaogo
do S<\- Ferreira oe Almeld* sobre
o em iegra e o tpico relamo
da HBJT ;a falla *c tft-ooo0
relatarlo e as p-.ipostaa da lateo*a
Sua apreciaoao na aiariofiaso-
bre a que>tao brazxlerCoolra-
dii-cao do governo ootada pe
Cararaerdo de Portagal.
Os horisontes polticos anda se nao aclara-
ram, easioacao portaoU aao pode dlier-*e
limta aepois da tempestad que formau-se oa
aima*r.nera do parlamento, ende rogo e passou
o cvcljue dJ em regra. sera matar deiiioca.
S"> ceno qoe o overno oio-Bbio de ton.
tndemae desse vendaval, cantado nao meaoa
veraade que nao snxumnio a eile, como a mol
%l'ra4oa"ae recorso qoe accideotalmeote
Ihe lo necera o governo, e de qoe a opoosigSo
se apod-rara como arma no terreno poltico
est par ve. qoal ser o novo acto da opaosieao
parlamentar e o desenlace qie elle lera na ece-
"V.Joroal do Cammevio. retratando esra si
tqacac, diz qoe o que se v qoe do lado'd.i
opposicao falta sysieraa e oneoiag4o, e sa ote
tea ama metra'iea seleceao das qu.stoes a Ira
u oem a corresponden!- distriDOico d pa-
pis: pcis todos-o, da*. .ffcttvamente, os Mil
bri iao.es adores :roresata* esio anarslii.
caineaiH d?: Airando qoestoes imporiantissiane
qoe, perdida a frescura, deixaro de ler os oe-
cessanoa requisitos de tfncacia bellica.
O ie por tu psrtv. a* go.froamenlaea. fal-
ta de plano mais especial, teem o de se ire comcactameote em v.lta do kowoo. 00 para
meltao- dizer. em vota do Sr. Jao Francole
miniBtre c'est lu*. ... ^ ._
Q.e ao lado da pooca acCeotoada eob?s.o
nrogressista. eleva-se a euperabandaute cooglo-
meri*ao do goveroametaes. dispostoa a se-
culr o Sr. Joo Franco para ende elle os quixer
levar, qaer aeja pa^m e co, qor para o inferno,
urna vez qoe a contlanfa e o embosiasno qoe
Ice ribotan., 84. reaei inllo neis.
Oto ostoest a forca do goeroo. e dado que
elle'em o numero por si, aa a oporic4o (.o nao
con-entrar rxtis e nao olg-r dever aniepo' ao
tatem^ da imole- bju^iona a demonstra
cao o'acia. ictrepia, ,.erlioa*. ntraosigeote e
metjodica do erroa commeillioa pelo uo-eroo,
delle ser s^m somo-a de du'Ua. a victoria da
sessr pariam n ar, por aoDre cujos escombros
nocioar tnamunanie e glorioso o penacho ce-
aarecr do 8r. JuoPranco. ..
E' ^sia cora ceriea? soa acceniaClo^dajjUaa-
cu rigoroarneute exact^
tende- a app-isic5-'.
eBforf) bell geraut. -------.
En se-^fto da cmara dos Srp. d^pniados,
do di U (on'iouou a diseado da mogao-du
Sr Fvr-era de Almeida a ra^oeito do awaaMe
em regra e o Sr. Pranctsco Bei-io. tomanlo a
palavra, isse :oe quasdo foi ella apresen.ada,
ioUon que ,ena votaoa por acciamacio, ait-n-
de"' cooaiar.rcao qoe o ea.z t^m pela arma-
da e p-lo exarafa e a ejonanca qoe deposita
do defensor. da Mora na.:i.;oal, Mf^t
assim a ooposig^o p ogressisU poda votai a.
em cons tarada no totuuo pat-ioticj mn qoe
Ma fot cpr^entad ; m*s a- decUracOea do
coveruo e os f-eio* ejne e iea< oassa < oas doai
cisas-do p^rlaroento l^aram o'a a rtflectir.
A oppo^cao pWesaista, a cresceotoo o
eoo n-pj;alo. n4J qaer aaaocia-te a qualqier
acto qoe posa te- a 8iu'i5caco de qa ella val
cobrrr o goreroo com a saa responsaoilMaie. e
Dor 1(80 ot.'U a p-oposu pjr accUmago, mas
CODOS^ainte a .n.Um-o'o : e reconh.eeo
doqoeeMH M'C l-ec0 eiupre aaolJj com-
o s-u a>er, p>si a cri-'m do dia .
Et'oie qo-' este adaium nto, cooclu:o o
?esmo s^oiur, nao pa ^r recuaaao. po'qa-
dix exa tameate o qu- dnia a p'ojo-ta votad 1
noa imementa na ootr* cmara e repete'texioJ-
irene a dechrqcio felia em nome do gotero
nelo rfr ministo da guerra.
E admttti .0 o a l :n.me".o. o S-. minist-o do
reino, declarou qu*. e ,r conformidadecom a ma-
Dife.uicao f-'.ta na 1 amar- aos digo oa-ei>, pe
o S- pesideote do l-nselh>, a qoe o ove-u
a-rer^i tedM as aoco-<. gaDWse:M hifaeii. orna v^z que ..e-seai -m vista elevar e
fase' ios Ka aas M v;gos rio-xr!o e da arr.a
da, oeiti va o addU.neflto da Sr. Bei'te. coma
a-'-e u-a qo^qoer ojuoqose prsbite con?
o'm^UD da, -aota Tais qoe e additameu.e
i qaii teilDlaoeote ? proposta to llosire efefl
fe do lartda p-oerea ati. apreseniaia na outrs
casa do parlam?nir.
E le-minan-io, dlaaeler por drmr deparar que
no iulga o Sr. Betr&J capaz ie copp' que o
KO'eruo precia- -ie ser ajo 'ado na saa res?
bilidada por qoalqc^r loroia, leodo como uyi-
.eu. i a ou qoslqoer dos u
aoiieo; e taaM>em om^.-ia-le duer a Ca ,
que ote aewliaf que o mostr d.-pn aio.neuj
oin-uf!'., toma s' parto ca-
e a eiia deer4 at-
se mira ao eoccesso em sea
,!:
reaponjb'.^da:-?
do M\ero;,u ood'ib^mcom ellas
A r8tO*U a UHa da ihrcon j fot wprvsenUda
a eatBura-Mte tea ralitar o Sr. consel.iPi-o Jo.e
ae vedo. Sella, do ponto de ref^ncia o
topr 1 coacernenta a manat, na.
ci.inal c.rruio.ie a pb-aae e o respectivo pea.
aamento, q3p. iata celeuma lovantoo", dete aw
dj : 1
A Baatra estudar com a devida attengo
a ,,r :) governo sobre os divertos U.
eomp-M i\ m 11 itracte poo'ica.
laduoitavtl 'jo dos i ti dtdadaio ex.me Jas medidas goverua
tiras referentes a reor^aoicago e melboria dos
serv en da el terra e mar.
tooitimam oata cuidad > cao soacrisoUii
ti. tnrticionaes das nossa
ajas tamOem a coor,
ifeat o* 01
ioterii ( oilheudoajoaaosaaculare..
direiies as t .obtmjs conquistar para
*f"2 a dentados ja fc-raoi p-
le9 j e as proposita de le
da fa .eoda. .
da ao'Coobeci cmara :
lOacao esoooaica rlaaocetra Jo pan e ellas
co!h n.se em aoa 8aoiiesie3 reaoltaOT, qa^ **
fi-rn ou* ceno u ere.sar a colonia pclognesa
abi-
Nc toradte-v eereocta de I83.9, ve-iici.se
nn* 1 das receuas foi de.....
i i fi-8'**i38 q:- 1 fo a ie 41:816 967*85
em M&iJto J8:6't3:S086al em 1891 91. re.
unltanrtn qi '*B dow ao-ioo cteaceram.......
7 Sl3*A0o#8l7. ou mais 16 por rento.
A taulidalo das epexs que em 1891.21 foii
de54:947:083*433 baixou a 48:013140*0*1 eai
891.93,. e se maoteve em 48:046:496*469 em
1893.94, apeear das largas aomuat que ue a
dereocia ba pira compleaiento do ejercicio de
1891.93 por irtode de diversos crditos espe.
ciae*. i'ahi, visto qoe oeates ltimos duis ao
nos so mdasio o desemoolao do ibesouro em
6:900886*961.
O dficit de gereocia fot de 1:889.681*031,
teqdo dwcido, oo-lanm m doia aouo* de.....
16:303:87i*81i a 1:367 143*245 que a verda.
e.ra u ll'jreaca emre-a> receita e a despeza da
altKoa eren:a, encontrando urna v?z o sallo
em ser existente em 30 le Jonuo oe 1895, na
(untado Crdito Poolico.
Com referencia ao ejercicio d> 1894, a esp?-
dbcaco o o coafroato nao pode alnas faser-se
por exercicioa. por nao esa- completo o de
18*3 -94, qoe pelo systsma de cootabllidade
adoptado em Portogal, so termina era 31 de De-
zemro prozimo.
Toaavia, a 8r Ministro consignoo dados qce
dio a conoecer, qoe em 30 ue Jonbo de cada
anuo, bataneadas as receitas com as daspes^s
06 noze mezes> at- euto decorndos, o deii
OH foi:oara o eiercicio de 1-8891893. de
8.188:379*433; para o de 1890-1891, de....
6.548:397*871; para o de 18914891. de....
9.231:857*155: sendo so de 701:398:450 na de
18921893 ; e para o exercicm, anda correte,
de 18931894, en ves de dficit liqodoo se
00 raido erJtuiito de 1.958:173*3(3.
Ora, pode o periodo, complementar prodazir
a Haal am deseqaiilbrio, e sempre Uso se pre-
samlo ; o fado, ponera, de. pela prlmelra ves
oestes altiosos aaaos, se liqaiiir em 30 de Jo
obo ora saldo de cerca de X.000:000*000, qnao-
do por centenas e miloarea de contus de r.a se1
eacrioturra o deseqoliono doa anaoo anterio-
res, bem ca ramea te demooatra qoaoto a al loa
ci lem melhoraio, e como tem sido sinceros a
proficuos os esforgos empreitadoa para o nivele
meoto da recelta com a despeza.
Na* ras p'opoaUs, logroo o fcovernn apresen
lar am orcameoto para o anuo econmico de
1894-95 sem deSxit, completamente equi-
liorado em traas deapezas e recettas. e ponant'
saldado exactamente pela distriboico d'aqn-'lias
oas forgas dest^ ; pota qoe, calcutaaaa as ecei
tas pelo que ji foram oo aooo paosado. e pelo
que rerdadeirameotts se po le presumir qoe se
rao 00 aono correte, e orea Jos os encargos e
as despezas com. ante s exigencias do servic
publico, o coofreuto 0S0 d dficit.
Ae receiias%Dar o neanonado aood1 s4o com-
potadaa ea 47.508,602*380. e se representara
ios mulos geraes pelas importancias oota
das :
Iopoatoa directos 12.301:500*000
S-lk. e registro 4.404:600*000
1 nposos iodue:tos 22.601:633*330
Ad.cionaes 1.140:600*000
Proprios oaciooaes 4.19::"70#150
i^m&otacOea de d^pe as 2.866:398*901'
As despeza ordin .na e extraordinarias sao
Hxadas * 258.108*749.a differeoca para mais oo orct-
melo oore a toUlidade das de*peias rexlina-
ia na ge. enca d., ano* passado; e para taso
coocorreo o augmento da despesa de 270 cornos
de Karaotia de juros dos cominos'de feno d
Salamanca a frontelra.
lato, porra, nn qaer dlser aoe j estejarr
desaooviado8 oa bonzootes e removidas tooa*
as d^-oldades da siloafio ; mas significa que
o paix lem oa meios oormaea de que precisa
para vlver ; e que na conjuradora diffi.tl em
qoe se tem valo, loe nao eim^receo a vstale e
a eoerea para a locta.
Quanlo a siloagaa finaoceira, paJsa o relaio-
no em revista a a.ti dos foodos portnaoezes, a
operacte realiada sobre as operacs* doa taba-
cos, as memoras cambia*, a siioac&a do tiie-
sooro pira com o Baoco En:ssar, e o eetado a -
tuai da ci-.-.ulaco ddociaria.
Ol o mloistro :
(oe os recursos do tbesoaro, que as coodl
cOe* oancetras do palz tem caelnorado poi',
loconteatavel.
Fe :baram-ae com menor dficit as contas
de gerencias do aono paaralo ; 00 qoe dado
-al otar, deve a despeza do correle aauo aa1-
dar-se com a recua, cojo crescimeoto, sbrelo
do 008 rendimenios aduaoelros, qoe boje mai-
interesaam aoa portadores da aossa divida ex-
terna, tem ultimameote sido coosideravel ;
mais alta a cotaco dos oossos foodos as pra-
cas extraogelras ; os carntiias nao -ao j lo g-a-
oos; os limites ordinarios, facagps cuota
corrute do toesooro con o Danco emissor e a
r.i'cciaco Qdociar'.a, o4o esto excedidos era
mesan altiOgldoa.
Tado tato cootrma o que d'sse,; o pewr. o
mais agudo da crias esta pasaado. O pas po te
restaoelece'-se dos a&aloi iofl.-idos; tem par
isso tarcas e reeorso-> qoe bailetn. Maa oe
ceesario nao eiaorecer no ea'o 50 e no traba
iba.
A si cete ainda melindro3a; se das colo-
nia* teen viudo soppnmeotaa importantes para
o comaercio e para a nqoeza do pas, tambera
a inceasaoies collados e desvelos OoS oorigam,
e moi.ad, e por votes imprevistas, espesas oes
trasera.
0 periodo de Iota, e para a luta nos devem is
precave: para poda, ojo* ler cooBOca no fo-
turo.
Kegrar e cooler as despecas ordioaraa do es-
tado amd*. e seraore. ama necessidade impre-
teivel. Mis iso nao ama ; ndispeasave
oUiar com segora a teocao para as receilas ; ao-
'onr aos elementos tribdUeis o qus poasivei
joslo, porqae 00 la^remeoto das receltas est.
nuje a candica eaiencial do problima fazea-
da.10.
As propotai da f.seada ste em numer j de
oito e referem-ae as coolribuicea predial, samp
loara e 'le registro, ao peaoal das repanicis
d f z-dia, reriincagte do alcoal. irlbotac.
j pnospOoros, i moaitiacas cas paoUB aaua-
no'-as e a dcima de joros.
E a laes ororftStis, ornas lm por objectiva
remolelatj do *yatema triboiaria ; oatra*. a
garanta e o augmento doa rendimeatoa oo Es-
ta lo.
A onifkscte do imposto de traamla-So por
titu'o gratuito, coa as exc?pcea especificadas
ama foote da recetta. pjrfeiuoiente jostifleada ;
- p.r sea tai-no a revisa das pintas satisfaz a
un i.- t cejtameno de pretorio e defrfa pira os g ao
lea eiemen'08 de nqaeta publica, ue que depen-
de a vnalidaie di naca).
Dtstag propastas, aa qoe nao dio fazenda
aai acres:tmo de rendimenio. immeduto e larga
preparam para iefO o caminh). e babihum w
poderes poblico a provideuoiar em nreve, rom
a--ri e ae^uraaci. no tocaote a aigons nos
sjeas principaba impostas.
\i propoataa relativa* contribnicte de regia-
\ni, ao alcool e aos pnojpharoBgarantem ao ine
iosjm ura aogmanto de reoeiia dd 1 0JO.0J0*0JO
' Teaoa.
A respailo destas propostaa esceveu a Tjr-
; .aa paiavras etn e:igao da 30 de Ootuo-o
tu Jo:
Dooa factoa se impOem tt-;nco de qn^m
i a relaoio de (azeada ..preaeuaaa hooietu a
Cmara doa depotados pelo S-. Htoizi RiOeiro
ipreaeotar se saldado o orcaratGio 00 presente
1 econmico, eTia ,e uncir oeoboa nova
irtnalo, qoe va aggravar a bttuato daa claiS^e
pobres.
Gomo demoustracSa de (,qoe o nosao eitaJ
eeawOsOa e bnaoce'ro tem raeloarado coaalde-
. Dentt!, aao abamos qua a paaa haver int-
lh>--
\ oppa'lco grita, can, berra, barafusa o
govero) tm esoa'ja.o oa uiobeiroa puolicj :
uve nes.e pai tois nefasta e oociva
adminiBtracte.
O governo e3i4 00 poJer ht vtnle mexes, en -
. para I* quaido as itrcua.-itaiiJiu do puis
, i. mais deagr.cadaS, qu&ndo ih-
01 rtti o qoe seria o da ia amanb.
Ao caba dessea v nte mezea d^ Hebaojameataa
sal ada o orcomento, e das propostaa de
faz-oda pode dixar-se que ae reduzem a remo-
aela';Oe*tri.utariaa.
Par sea vez menos entbuaiasta e porventa'a
HMSjiwa o Da lao(a esta apreciac&a
.e eontraata com aquella Jo collega citado :
Na 1"C\\ diser se, por urna simples ieito-
n, oque ste as mtduas (azularas do Sr.
ri.'lze Blbeiru.
R-duzeai se ellas a aagmealo de iropos'.os e
ci-u -cSj de om raoaopolio.
O aogaaoto tras a laascara da remolelagaj..
Todo eophemismoa aestes bellos lempas ea >
que ja oao ha governos qae dentro desse reg
resol veo a retirar o seu novo tmpoato de capita-
cio.
O mya'.erio do monopolio do* phoaporos aio
da nao esi desvendado, nem queremos comecar
or este salvador expedieoie.
Com a remodelaco ,e Impoats a com o em
presumo de 1 ze uail cornos, temos salvo a noa
aa situicaa tnaoceira
O Sr. ministro dos est'angelrjs respon
deodo A om requeriros:o do depatado A'poim
no seatida de ae-em poblinados lodo- os do;o
melos coQca-oeniea a qaestAo ")oo Hrazll, af-
flrinou qu* emqoanto e*ta~ qu-al4> estivar pen-
dente, nao ple publicar msi* uocomentoe, ueio
dtr mais expiicaces cmara aoore tal assom-
pti,
O Coaamercio de Portugal, tratando da
llberdade cala aos emigradas oratileiria qo-
acoavam se internados em Elvas ePeoicbe, sub
a caadigao de oaa irem para o Brasil, nota oeato
facto orna cootradicco de parto portoguez ; porqoe deoois de eoiarcerar com-
mBlador Aogo.-to le Gastiltio p*lo tacto de tor
contra -m vontale uma parte da* emigrado
r-fogiadua na M nd-lio e ^na ffaoio de Ai-
buiue'qae fugiao para Boeuoa Ayes, fai a/o-
ra o ai smu go>eraa qoe facilitn o, e a restan-
tes se ninglaaem para aqoelle mecuiopooto.
O mis ao ja nal accreacente, depois de vanas
cooeiderac-s acrimoniosas :
io o-ameoie fjlgamoa quu lo grande ver-
u.ni:.a acaOasee, qae un .mva .iv.--- 1 u a-
noerdade ho-n-ri lure-i ;. mss oaa. saoemos
explica- como qon o governo oa julga. com "
toniaaa para accaaar un non a tu e orio-o uffi
clal do ter expoato oKstauo a 0*113 Jeclarncao
guerra oo motivar represalia* sobre-oB porta
goeze .1 como se l o* uo'ade colpa jo ca-
CHKONOLOGIA
COU.ECCIONADAS POR
Mclehlsedech de Albuquerque
Lima
Dia 15
IH-O
daute do 2' districto militar.
Em lagulda desfllar&o as farcas em revista,
depois de prestar as conlioeacias aoa Exrag.
Sra. Governador do Estado e General Com-
mandante do Districto. i-\
A' 1 bora da larde tr lugar cora toda a so-
lemnidade a ioatallacao do retrato do novo pre-
sidenta da Repblica, o Dr. Prudente Jos de
Moraes e Barros, em o salte de honra do pa-
lacio dogov-.rn, ao lado dos retratos que all
exislam j dos fundadores da Repblica liet.-
jarain Constan!, Dsodora da Konseco e Floria-
n > Peixoto-
Terminada essa ceriaionia lancar-se-ha na
mesma pmga da Rspublica, entre o palacio do
governo e o Paco da Intendencia, a pedra fun-
damental do edificio que ah vai se construir,
era palacete, para Escola de Instrucco Pn-
marin, que ser consagrada 4 memoria bene-
mrita de Maciel Pinheiro.
A' uoita se inaugurar no jardim da praca
da Repblica a kermesse alli oranisada pela
honrada commissao diractira dos trabalboa do
Paseio Publico 13 de Maio.
Haver em seguida espectculo de gala Do
Thealro Sania Isabel.
EstarSo profusamente Iluminadas nessa noila
e naa de 16 e 17 a Praca da Repblica, Praca
aelnetro Au^uta oe Castilhas, loe- .ai t*r p.>
d (o oa modo algom apea-r doa eeoa dedicado* d. 1817, da Independencia,
e tees eaf<>rca-, evitar a u faotc, que o mesan
goveroo aiior i voloutaria erpac -i'e.uieuie
permit o coiHen'io e f-voeeeo I
BMBJBaBJBJBJBJBBBBa^
17lO-Assume o governo da capitana, o
bispo t. Manoel da Costa que fara chamado da
Parahvba onde se achava em viagem episcopal.
(Vid. Eph. de 18 de Oatubro).
Neste mesmo dia o capitte-mr de Tracu
nhaem, Joo Cavalcante de Albuquerque atacou
na Boa-Vista os Mscate, sendo repellldo.
1831--Rebenta na fortaleza das Cinco Pon
tas urna sedicao militar que foi logo suffocada.
1SSS O tenente-general Jos Joaquim
Coelho, barfio da Victoria, loma poase do com
mando las armas. .
1899 -Assume a presidencia da provincia
o Dr. Francisco do Ass'12 Oliveira Maciel e o
cargo de cliefe polica o Dr Manoel da Silva Rogo.;
Parte para o Rio le Janeiro o general Oso-
rio, em regrnsao de sua viagem ao Racife.
1889 -No Rio de Janeiro 6 proclamada a
repblica pelo marechal Manoel Daodoro da
Fonseca e o Dr. Benjamn Constant Boteiho de
Magalhaes, principal promotor do movimento.
As priraeiraa ideas de separaco da metropole
envolveram sempre a da forma de governo re-
publicano.
Pelo contacto que tiveram cora os hollandezos,
pelo conlieciment proprio de seu valor, coube
aoa pernambucanos a primeira tentativa de se-
paracte.
Guando em 1710 agttou-ae o moviraento que a
historia appellidou com o nome de guerra Mas-
cates, Bernardo Vieira de Mello o&o so propoz
a sepiraco de Pernambuco como que o seu go-
verno fosse semelhaote ao da repblica de Ve-
neza. .
Portugal pesou ento com braco de ferro so-
bre oa autores da tentativa, que de armas na rao
hostilisaram oa repreaentaotes do governo par-
tugue:.
lim 1720 surge personificada em Felippe dos
Santos a mesma idea de repblica.
liradentea encarnava em si toda a grandiosa
idea Ja conjuracio mineira de 1792.
E' porera em 1817 que a idea republicana
surge pujante e vencedora em Parr.ambuco.
A idea nte ja previlegio de um pequeo
grupi toda populac&o acompanliada da tropa
nascida no Brazil, que ae achava no Recife, que
revoluciona-se no da 6 de Margo e constitue ura
governo republicano, que escreveu em sua ban-
deira reformas que o imperio a realisou seasen-
ta e tantos annos depois, quando nao Ihe ro
posaivel mais recuar.
Exterminada a revolucte os raanlatarioa de
D Jote VI, o re poltro, praticam todas as sor-
tes da atrocidades, comecando pelo almirante
portugus Rodrigo Lobo que mostrou-se aqu tao
sem piedade quanto i lepto e covarde no Rio da
Praia era IS, t3ndo como seu snecessor Luu
doRego e tarminando pelo presi lente da alca-
da Bernardo Teixeira.
O sangue da tantos martyres nSo foi infruct-
fero e cala vez accentua-se mais aa ideas sepa-
ratistas, o qua fez D. Joo VI acoaaelhar a seu
filho que pozess: a corda em sua cabeca antes
que algura avenlureiro o Uzease.
D. Pedro a principio procurou contemponsar
porm conliecenlo que adiar o ace.itamento do
con*elho de seu pai occasionaria ura mal, para
si, irreraediavvl e foi assim qu era 1822 procla-
mou a independencia
Separado o Brasil Je Portugal muitoa brazi-
leiros que anleriormente Ise haviain balido pela
proclamante de umaripublica adheriram aoun-
perio para nao criarem obstacu os a constituyo
do pan em naco indapan lente.
Recaulieceram mais larde que foi para melhor
garantir a posae deata va3ta parte do continente
americano que o principe D. Pedro ingio-se
abnegado amigo doa braztleiros.
Faltando a todas as suaa promessaa Pedro 1
quiz governar o paz como raelhir Ihe convtes-
se, dando origera a proclamado, em Pernambu-
co, da Confederaste lo Equador.
Ainla urna re vio-se etu Pernambuco eno
Cear os enforcamenloa e espingardeam-ntoa
requintadoa do barbandade que Pedro I uiudou
exeattar.
Era i83a o Rio Grande do Sul proclamou a re-
pblica do Piratmim que durante dez annoa
su.*t-n'ou-se com as armas na mo.
O reina io de Pedro I, o periodo regencialfl
os dez primeiroa aunoa do reinada de Pedro II,
foi uma luta constante, como o att slam, oa ma-
vimeotos de Minas e S. Paulo em 18,2 e a revo
luir j liberal de 18I8 em Pernambuco.
De 18 >0 a li70 liauve como que um armisticio
para o que multo concorreu as guerras externas
que liveraos.
De 1870 emdianle a propaganda republicana
recoma'jou liiitamenle Daa escolas civis e mili-
lares, na iin) eia e h 1 tribuna.
No dicer.ia em que teve lugar a queda da nao
narclna a propagan 11 accentaon-ae da um mo lo
lo exlraoidinano, avassalando ludas as cla-
que o governo lornou se irapol-:nle para eontor
a impetuosi.lade da torrente que !'e sossobrar
a nica mooarctiia las plagas aaiaricanas, sera
que Imuvesse em todo paia uma tentativa para
impedir a queda da dyuaatla que na soube
fconquistar afeclos.
AVISTA MARU
Mercado, ras da Aurora, 15 de Navembro, 1*
de Harto, Duque de Caxiaa, BarSo da Victoria,
Iirvperatriz, Arago, Caes do Apollo, 22 do No-
vembro, Pontea Buarque da Macado, Boa Vis-
ta,- Recife e Sania Isabel, ;alm dos edificios
pblicos e estacOes das vas frreas.
As msicas tocaro em frente ao quartel ge-
neral, uosjardaus Iluminado e .^noa coretos
das Pracas do Mercado e Independencia.
ftovo Ministerio =Consla nos, e ha bons
fundamentos para crer quo exacto, que o pri-
raeiro raioisleno do Dr. PruJenlejvde Moraes
ficar aasim, conalituido :
Fazcnda-Goncalves Ferreira.
/ntriorRodrigues Alves.
Industria -Antonio Olyntho.
Exterior -Carlos Carvalho.
Guerra-B. Vasques.
MarinanAb:eu.
Diario de Pernambuco -Era atteDCo
ao graadioao facto que hoje se comraemora,
conservaremos hoje fechadas as nossas olftci-
Secretarios de estadoPor decretos
.- r._. j. Dr Governador
; pelo que nte damos foiha araanh
de est
de 14 do correte do Exra. tr
foram nomealos secretarios de Estado:
Do Interior e Juslica-Dr. Julio de Mello 1-t-
'a Fazenda-Dr. Pedro Joa de Oliveira Per-
namhuco. .
Da IndustriaDr. Rodolpho Galvao.
rerdao -S.jExc o Sr. Governador do Es
ta lo baixou bonleiu o seguintj decreto :
. Palacio do governo do' Estado de Pernara-
bucaem 14 de Noverabro del891.
. f secco. O Govarnador do Estado, a
quera foi presente a palete de graea do sen-
leuciado Gongalo Jos Antonio, condemnado
pelo TriDUual do Jury do municipio da Nata
reth pena de 14 annos de priste simples ;
Considerando que, segundo consta das di-
versas pecas do respectivo processo ; o peltuo-
nario foi levado pralisa do crtme era desaf-
frouta de sua honra offeodida ,
Considerando que das *bmHfimeto**<
das nada consta em desabono de sua conducta
quer anteriormente ao delicio quer durante o
cuioprimenlo dasentenca; -
. considerando, finalmente que, ora m
sentenciado j curapnu dez annos de senteaca
que Ihe foj imposta; _.
. Resolve de conformidade cora o art. 57,
11-da Const do Estado, perdoar ao senten
ciado Goncalo Jos Amonio o resto da pena em
cojo cumprimonto se acha. M.,.
i O secretario do governo faca publicar o pre-
aente Decreto expedmdo as comuiuiucacoes ne
cessarias.-Alexandre Jos Barbosa Luna. -
. Palacio do Goveroo do Estado de ^mam-
buco. i.-.Secc.o. Em 14 de Novembro de
'"O governador do Estado, a quera foi pre
sent a petic'0 de graca do sent icialo Luu
Pat icio da Silva, condemnado por senunca do
Tribunal do Jury do municipio de Goyanna a
Sua de annoi e 9 mezea de1 pnaao grao o
Sarao do art. t9i combinado cora o art. 40* do
G fConsiderarido que, segundo consta das di-
vercas pega* do processo, o peticionario foi e
va'o a pntica do erima peloi inaultoa e pro-
vocacS do seu aggreaaar ;
. u.nsilen do, que, pelaa
que se ueraia na parp-.tracao d.
so, verifica se ter sido excesstva a pena appli
CaaCon3.derando, finalrnante qua o peiicio-
.ari-i lem ttdo regular coraparUmelo depois de
sua priste conforme se vanfica da loformaco
prestaTa"=lo^Dr. ai. da d.reilo do referido
medio do cita lo artigo do Cj I. Penai.
O Secretario do governo fica publicar o
, 1- seeco Palacio do GDvorno rio Estado de
pin.nhnro emlide Uezembro da tU.
O "oe?ador do EsUdo, leudo presente a
r^".i* Joan Joaquim
annos
do um-
prisa > sunpies w~
mcpiodeCaruar. ci0Ilikri0> ssundo
foi levado a prati
circumslancias
do facto crimino
co, en 14 de Novembro de 1894Gabinete. Sr.
Dr. Antonio Jos de Almeia Pernambuco.
Concedendo-vos a aposentadora que em
virtude do vosso estado de sauio sollcitastas,
o fago deveras penalisado por nte poder por
esse raolivo o Thesouro do Estado continuar a
ter como cliefe quena nesse-espinhoao e difflcel
cargo tantas e lo bellas provas deu de inexee-
divel zalo, inconteslavdl ".proliciencta o grande
lealdade, crcuraspecgo e intelligencia.
.Ao separar-ma .le to distiRCtO quio digno
auxiliar rae sobreraaneira grato dar publico
teslemunho do quanto lha sou reconhecido
pelos inestimaveis e valiosissimos servigos que
minha administragao ihe deve. Saude e fra-
ternidade. AlexandreJ. Barbosa Lima.
Pliarol do i*ico -Segundo nos commu-
nicou a Capitana-do Porto, ser inaugralo,
hoje, s 6 horas da larde, o novo apparelhi de
luz do Pharol do Picio, o qual de ." ordem, e
veio recentemente de Pana, tend > sido monta-
do pelo engenheiro mechap.ico da Repartigo
dos Phars, Sr, Vctor Aliquant.
E' esse, sem duvida, um bora raelhor.imento
para o P'irto do Recife, qua licara prvido de
um pliarl de 1.* claase.
E a inaugurago do melhoramento cora o an-
niversario da proclamacte da Repblica, asaira
conlribumdo para realce das fastas de hoje
Via frrea de Oliuda-No intuito sVa
facililar aos moradores e passadores de vero
da visinha cidade qua desejera assislir a ker-
messe que- se realisa hoje no jardim do Campo
dai Repblica e baio assim ao espectculo da
garla que tambera tem hoje iogar no tlieatro San-
ta Isabel, a digna gerencia da estrada de ferro
do lioda, expedir hoje da estago da Aurora,
ura trem extraordinario que tocando era todos
oa pontoa ir at Olila, partindo d'aquella es
tago s II horas da noute e:n ponto.
Para esae trem s tero valor os bilhetcs a\ ul-
so?.
E' digno de todo louvor o acertado acto do
digno geieate.
Tambera nos dias 10,17 e 18 havera o mesmo
trem.
Revista Moderna -Dessa revista, temos
vista 9 n. 4 que como os deraai*, est digno
de leilura, como se ver pelo aeguinte summa-
rio :
Olympio Galvte-De Pernambuco a Sergipe.
Ce'lso Vieira -Duvida (soneto).
Mana A- Vaz de Cara lio -O ultima livre de
Tune.
Jote Cavalcante -De Ion ge (soneto).
F. A. Pereira da Costa A aactavidto (M).
Manoel Aro Primelro beijo (soneto).
1-'. A. Pereira da Costa Fillio-Daze de Outn-
bro.
Armando CesarPelo pasaado.
\assi Sanhora da Escada -Realisa-
se hoje, s 4 horas da larde, o levaalamento da
bandeira da fesla de Nossa S;nn ira da li-cada,
na cidade deste nome, aenio o aclo solemne e
procesional.
Amanh comegarao as" novenas, qua con-lui-
ro 24, offecluaiido-se sempre as 7 horas da
noite.
No dia 25 ter u-.-ar a festa, qij enasta : de
raissa BSleam s U li 1 raa do da. pregando aa
Evangelb.0 o Revira. BOOegO Mi -liado; procis^ao
s4 e l|2 hor.is da tard 1 : e TeDsam aa 7 ho-
ras da noit;, -oms^niio pjlo Revd. Ir: Augus-
to da Irainaculala Coaceicte Alves.
Depois do Te-Dvim, sera quena -do um gran-
de fogo de artificio.
Os Filhos da Milionaria- V Agencia
Litierarii, do Sr. Leopoldo A. da Silvaira, 4 ra
l. de Marco n. ni tai aoseoo-o is com os tres
primevos volumea da versao partugueza de Ju-
lio ile Migalhes. di conhecido e. apreciado ro-
manee fraaoaz de Emilio Rctiebourg O Filho*
da Milionaria.
Como lodos 03 trabalho* litterarios desse dia-
tincto romancista, oa Os Filh-js da M-.Uontrta
uin cont bnlhanta de critica de coalum :a. vi-
sando a moral soeiat, e eacripto cora veroe nota-
vel e abundancia de sentiraento. PJe ser Itdo
por lodoa, raesrao os mais escrupulosos, que to-
do nelle encontraro severidade de principios
e de lin?uagem.
A' Agencia Litteraria agradecemos o raimo.
G vaunasio Pernambucano Terte
lugar na segunda-feira ;i9) oa examea de His-
toria Univeraal desse Instituto, sendo a banca
assira constituida ; Dr. Alfonso Goncalves Fer-
reira Costa, presidente, Dr. E/.eqaiel tranco
da S e Manoel Cesara da Silva Brazileiro,
examina lores. Dr. Francisco Phaelaute da (.a-
raara Lima, representante do Governo fede-
ral. .
Os examinandos deverte comparecer as 8
turas da roanh.
\ Igrejn catholiea -Encontramos em
una folii franceza, oiz o Jornal do Coramer-
cio do l\ 8, miiiucijsa oulicia do projeoto da
Uniodis Igraias Oneotaea com a Igreja La
Iholica Ro ana, que parece prxima a realuar-
3.'. H" essa pelo menos aooinite do Revd. pa-
dre Franc, sacerdote grego-ilbanez,u n d)s
promotores da uniao.
O Revd. padre Franco, empregaio na biblio-
theca do Vaticano, assim _exprimio-se a res-
peito: .
A unite vai realizar se, gragaa a alta sabe-
doria de Leao XIII e acgo intelligenta e in
cessante do cardeal Lang.-nieux, arcebi Reira*, que foi delegado de Soa Santidade no
Congre^so Encasystico de Jerusal.u.
Antes de partir para a Palentina, o car leal
Langenieux procurou-tne. Infornuio o la si-
luagio poltica e religiosa das igrejas do Orien-
te. Oa orientaes, que nunca separara o poder
religioso do poder civil, consideram trahidor
patria quem muda de religio. Isso explica a
rari.lade de converses e a diculdade de tra-
balho dos uiissionanos, sempre expostos a gra-
vea suspeiges.
20 cardeal Langenieux era sua residencia em
Jerusalra venticou a oxactido d.13 minhas pa-
lavras, Regressanda Roma, Sua Eminencia
encarregou-me de formular e de apresentar ihe
uma mera ana sobre as igrejas oneotaes. En-
treguei-lh; esta memoria antes de ua partida
para a Franga. ,
Sua Eminencia VoRar a Roiia no mez de
O governador do Estado, woprs
peticao le graga do sentenciado Joao Je
Se Ol.veirarconderanado.a pads
de prisa, simples pela lribunal do Jur: 1
Todas essas igrejas oacionaos ste goveroada*
pelo svnodo dos bispos.
Dis-se mal que o imperador da Russia o
chefe da igreja Russa, nao sendo mais do que
o protector.
Cu.apre nao esquecer a igreja Grega albano-
aa, que tera pequeas aggreraiagdes na Sicilia e
na Calabria.
Dito isso, paasemos an projecto Leao XIII.
Sua Santidade, para conseguir a uoio dessas
dilTirentes igreja* deseja crear uma congrega-
gfio para a igreja Oriental, abaolulameite sepa-
rada de propaganda cora um cardeal prefeito.
0 Papa deixa s igrejas onentaes, os seas
ritos Pede somente que os patnarchas eleitos
pelos synodos de bispos, submeltam a sua elei-
go approvagte da Santa S, que avoca a si
todas as questOes de direilo dogmtico e eccle-
siastico.
Quania Leo XIII tivar realisado essa unite,
publicar a encyclica aos orientaes, queja esta
prompta e que verdadeira mouummlo poli-
tico e religioso.
Escola Normal Foi o seguinte o resul-
ta lo dos exames luvidos hontem neste estabe-
ocimen'.o.
3." anno8." cadeira
Adelaida da Cunha Souto-Maior, plenamente.
Philomena Alves de Souza, dem.
Mara Bessone de Mello, dem.
I.uiz Mximo Pereira de Araujo. dem.
Melania de Burros Ferreira, simplesraenta.
aria Amelia de Azeredo Cootiiiho, dem.
Maria Alaxandrina de Freitas Pinheiro, dem.
Elvira Maria da Conc:igte, dem.
Francisca Candida Ferreira, dem. -
Auna Cundida Villanal, idera.
Joanoa Baptista da.Cunta Goyanna, idera.
9 reprovados na prova oral, 1 levantou-se na
escripia.
2." anno2." cadeira
Joaquim Pompeu Monteiro Pessoa, diatinego.
Etelvina Cordeiro da Rocha Peroira, plenamen-
te.
.Maria da Pureza Barbosa de Araujo, dem.
Bather Altea dos Santos, simplestuente.
Mana das Merci Macedo de Oliveira. idem.
Jos Elidi Domingues Carneiro, dem.
2 reprovados na prova escripia, 4 na oral, 2 -
faltarain a prova escripia, 4 faltarain a prova
oral.
Continuarte no dia 19 os exames ora es de
desenlio linear e 7.* cadeira no 2.* anno e da 7.'
caleira e msica no 3.".
E\i'j|iiias solemnes-Amanh. s 10
horas do raanha.'na Ordem Terceira de S. Fran-
cisco, teta lugar selemnes exequias por alma
do cotnmendador Francisco Jos dos Passos
Guimarfus, cujo corpo embalsamado, rcente-
mente cheg.i lo de Portugal, onde se deu o bi-
to, acha se alli depositado.
Para a.sistirem a esse acto a illoatra familia
do Uado tem.dirigi'lo muitos convitjs s pes-
soas de suas relages, a imprenta, tiueza que
por aassa parte agradecemos.
Ra do Aiecrim c beeco do Pei-
xotp Moradores desses lugares informara-
nos que alguns de seus vizinlios fazera deposi-
to le lixfl uas sargetas oas calcadas; epedem-
nos que reclamemos providencias de quem /a
direilo.
Ah tica o pedido.
Veneravel 3rdein : Terceira de
\ossn senora do Carino De accor-
10 com.as insirucgOes de 8. Exc. Rvm. o Sr.
Bispo eocesano, Uve lugar no da 4 do cor-
rente eleig) da mesa regedora qua tera de
administrar essa Veneravel OVde.m, no anno
co.npr imissal d.- 1891 a 1893. e foram eleitos
os seguales irmo3 :
Prior, Man >el Goncalves Agr.
Sub-Prior, Manoel Jos de Bastos Mello.
Secretario, Miguel dos Santos Costa Jnior.
Tlusoureiro, Pedro Francisco dos Santos
<"osU.
Viearo do Culto, Padre Francisco Joaquina
da Silva.
Mestre dos Novigos, Adolplio Coelho Pt-
nhairo.
Visitadores, Francisco Ferreira de Apujo e
Joaquim .'os da Cunha Sampaio.
Denidorea, Baro de Casa Forte, Jos Fran-
cisco dos Passos Guiraares, Manoel Coelho de
Souza Sello, Caetano Alfredo dos Saal03 Cos-
ta, Joo llaptista da AltJtquerque Cora, Feliz
Joaquim Ferreira de Carvalho, Mmoel Agapito
d ', Dr. Zeferino Gongalves Ara, Dr. An-
tonio Pedro das Heves, Antonio Joaquina de
Sant'Anna, Manael Francisco. Pedrosa, Melctua-
des oaquim de Sou/.a Santa Rosa.
Procurador geral, ex-Prior Modesto do Reg
Baptista.
A possa dos novos elei'.os lera lugar no sia
18 do comete ti horas da martha.
Ferrovia de CaxaasEacrevem-nos
a respe tu d'eSM ferrovia em que os constantes
atrasos nos trens que fazem os transnorles de
passageiros, occasiooa a estes prejuisos conti-
nuados. .
Diz 6 nosso informante que quasi sempre re-
sulta o atraso do facto de serem as mauobras
fetas ultima hora 1
Publicando essa reclara-igo, confiamos que a
gereocio da mesma viaferrea ser solicita era
providenciar a contento dos prejudicados.
Coinpanhia Variedades Estreou
h nljin 110 ibeatro Sania I/.abel essa companhia
dirigida pelo S. Moya, um irtsta de me-reci-
raento ,
Conslou o espectculo, queagradougeralmea-
te de tres parles ; as duas primeiras de traba-
Ih'oa da iiluate a da prestidigitagao, urna das
quaes executado cara grande xito pela sra.
Mova. e a terceira conslou da exibigo de um
magoifleo svlphorama em que foram aposenta-
dos bellissimas vistas e retratos de homens emi-
nentes na poltica do paz.
Hoje de esperar uma nova inchente no
Santa Izabel. .._.
Curso de Obstetrieaa d Hospital
Pedro II -Foram submettidas a exames :
D Malparida Rabello de Mello, com distin:-
go.
3 reprovadas.
Obtiveram titulo por terera sido approvadas
,nas materias Iheocas e praticas :
Oulubro. All encotilraramouseuhor Azarion, }rj. Maria Izaur Afra de. S. Jos..
Ihe
.las
Considerando quo o
^d^cto^^n-rforcondemaad
ortSrando obstar a? fuga de um preso qua
^.VmiS^ndoqieoconaelho de sentenca,
re^SSSS?> P-J- CaPsmo% n-
clarou 11&0 ter liavido da parte lo mesmo e
tenciado pleno coiiheciraenlo do mal
intenca de. o pratiear ; -mar
. Consi U-nii lo qu- dos 'l-P"'10*
testemunli-S nada consta em desabano de sua
conducta anleri..r ao delicio ; .
. onsiderando tinalmente, que o pet.araa-
ra j cumpno 13 annos da pana que Ihe foi ira-
P.8'lY;solve usaiJo da attribU'CC o que Ihe con-
fere 1 art 57, S i ''' Const.tuigo do Estado
per loar ao sentencia Joo Joaquim de Oliveira
oresio'da pena em cujo cuinpriiueulo se acha.
. O secretario do geverno faca publicar o
oresente Decreto, exoedindo aajCommunicafiaea
nece-ssarias Alexandre J Barh sa Lima..
patriarcha armenio e raonsenhot. Gregorio Ju
sef, patnarcha grega melchila.
Basad dous patnarchas e outros bispo3 e no-
tabilidades ecclesaslicia reunir ae-ho era con-
fereocia sob a presidencia Jo arcebispo de
Rjius, para esludar os meios proprios da esta-
blecer em Roma a di.-ecgo dos negocios das
igreiaa catliolics e orientaes disidentes.
A igreja oriental comprehende todas as igre-
jas no Oriento o aa que adoplram o seu direi-
to cannico. E' sabido que existem no Oriente
igraja< separadas urnas das 'outras e al
Festejo* de hoje -Pela miaba cao 01
clarraa e canelas tocaro alvorada nos seus
quarleis e as proximidades destes.
As bandas de msicas militares tocaro ao
amanhecer o hymno nacional,,que tambera da
Repblica, era frente ao palacio do governo, ao
quartel general e indeadencia, percorrendo
era BSffUida as ras ao som de escolhidas pe-
seus repertorios.
A's 11 horas da manila tora lugar na praga da
mn'ecooomlco, affi-mado pelas compras e v,i Repblica a parada geral de todas as forgae
d.s de casas co Porto, ouaem fallar emimpa toa !federaegeegladoae9i sob 0 digQ0 comman l0
novos.
Fot par bo provaYelmenle qoe ogoveraose do Exm. Sr. general do diviste e comman-
Feriado-0 Exra. Governador 'do Estado
delerminou que, em cansequencia dosfastajos
neto quinto aniversario da proclamagao da re-
publii a e posse do presidente eleito para o novo
iiuatriennio. fossem tambera considerados teria-
.,3 os dias 16 e 17 da corren. 1, ote so para as
repartiera estaduaes como para os traballios
dIfndulto-S Exc. o Sr. Dr. Governad9r
do Estado baixou o seguate acto .
. Secco. -. &> j"Jfada d
Permmbueo, em i l de N ^abro de **9-
O Ooveraador do Estado resolve Moltor
pracas dos corpoa de pol.cia, reos dei! de-
srco,que se apresentarem nos raspectivo qua.-
teis ato 3t de Dezerabro prximo vindouro.
Ir Jos Barbosa Lima.
Thesouro do E*tado=rendo sido, a
- o ledido, a por motivo de de molestia, apo-
eniado o Sr. Dr. Antonio Jos da Al me da
Pernambuco, no cargo de inspector Jo The
Uro do Estado, 3. Exc. o Sr Dr. Governador
dirisio .iba hontem a segrate honrosa carta .
Paiacio do Governo do Estado de Permmbu-
limas
sepralas da igreja catholiea. Entre estas, a
igreja chaldaica neslonana, que sob a direegao
do natriarcha de Babylonia, tem o.i seus adep-
tos "de Mesopotamia, ra Persia e no Malibar.
e directa Separou se da igreja catholiea no V secu o por
motivo da heresia de Nestorios sobre o dogma
di Iocaraaca.
\ igraja cophla monophisla (ua.mo Egypto e
aa Abyssinia depende, sob o norae de ireja
.i 1 Ktliiopia, do patriarcha do Cairo, aeparou- e
iaualinente de Roma no V seculo pela heresta
de Dioscoius, patriar-ha da Alexandria.
A igreja Syro-Jacobita, cujo patriarcha resi-
de em Moadin, na Mesopoiamia, separada no
VI seculo.
A "reja Armenia que lotn seu patriarcha era
Hermegni, Armenia, Hussia e outra em Cons-
tan!! nopla, para os Armenios da Turqua.
Parte dos coptas unidos ig.eja catholiea
f.innim urna p quena communhao di.i.^ida por
bispos. Grande numero de chaldeus o tam-
teffl calhohcos e lm um patriarcha e doze
bispos. .. ,. ,,
Us armeniosquasi todos calholtcos, lem un
are a em Conslantinopla e vinte bispos
Todos 118 patnarchas das igrejas catli >li-
Mtaas nomeadas pelo syoodo dos tos-
infirmados pelo Papa lera direilo a no-
meacfto dos bispos.
. Maria Can lida da Cunha.
D. Etelvina Marques dos Santos, t -
D. Joaquina Pereira dos Santos Moreira. H
Perderara o anno por nao connareciraenlo t>-
Tribunal do> lury do Reeire -Hon-
tem compareceram 2i jurados 1
O Dr Jote Alvaros Pereira de Lyra, Juiz de
Diraito presidente Jo Trihunal, multou em o*
os juradas que daixaram de comparecer.
Foram sorteados :
Recife
Jos Bora Ramos de Oliveira.
Belchior de Siqueira Cavalcante.
Sanio Antonio
Francisco Helqaiadas Macha lo.
Pardal Garca.
Viviano llodrigues do Paaso.
Boa-Vista
Antonio Geraldo do Reg Barroca. .
Julio Arlhur Fonseca de Medeiros.
Manoel da Costa Belirso.
\ngusto Cousseiro Anarade.
Graga
Antonio Maria de Miranda Scve.
Al gados
Manoel Joaquim Machado.
Van a
Antonio Cavalcante Albuquerque.
A aesso tieou addiada para o da 19 do cor-
rate. I
Casamento i-ivil0 escritte de casa-
meotosque funcciona nos n.stnctu do Recite
Santo Antonio, S Jos e A flbsa los alxou -
reaartica do registro, i ruado Imperador
7; i- andar, edttal de proeja...^ '*
mento3 dos s,-umtes co itrahentc.
Segunda pubUcacao
Eduardo Daniel de Souza bradique vmvo
emnre-ulo no commerco, residente na frague-
R ,cile, com Tertuliana Candida da Oli-
nte no municipio da
na
a.
casa-
I v
\
'^
\i\ja uiaiuj- unir-i Millo. SOUl*!* '^o,r*" .
A igreja Grega estende-se pela Grecia, p a a 1 \"*-{ naturaes deste Estado.
Tu-qifia Europea, pela Syria, pelo Egypto a pela | > ,.rimeira publicagao
Palestina. Cons;rva sempre os saus qua tro. ,., .nseiro, empregado publico,
patr.archados de Conslantinopla Alexand ia. a ,u.hA Amelia de ;Souza, solteiros, natu-
A.ttocliia e Jerusalra. Cada patriarcaaao ~8te E3ta oe residente na ireguezia dd
icdependente. ., 4fcidos ,T-
A T-reia Grega esteve unida igreja Roma- rt OP3crvo de casaraentos da Boa Vista,
na at o XII seculo Saparou se dlla, unalo- p e Varzea afixou na repartigo do
3.. ue novo pelos concilios da Lyon e de Floren- ",,>,;. J rui do Imperador n. 41, l. andar,
ca Separou-se deiinittvamenle quando os tur-. 7{dl,s j.3 nroclammas dos segrales contra-
tos apodoraram-se de Coustatitinopla. I .Ms .
V igreja grega perlence as igrejas masas, Segunda publcagao
...rvia, raiuana, georgna e blgara. Conta iain-, Bacnarel Victoriano Regueira Pinto ie Sou-
bem tieis entre os slavos rouraauio3 do Imperio, ^ 3oll9r0j rt8ideote na comarca de Jaboata
Austraco.
-*.-.
\
I
m~
J
. aai 1 i
1 1 8 1
IB


ctn D. Maria Anna Teixeira da Lyra, soltiira
j residente na frfguezia da Boa Vista.
Pruneira pnblcagao
Antonio Ribeno de Mello com D- Julia Faus
%i do Nascimento, solteiros, residentes na fre-
i'afia da Graca.
Philadelpi'o Aureliaao da Suva com Emilia
Fernandos da Silva, solteiros, residentes na
irenuczia da Boa Vista.
A oriicem da Cerveja Encontra no*
no niermediaire des Curaras a nteressante no-
ticia que segu:
Thophrasto e Ceodoro de Sicilia contara qus
oh egypcios faziam vinho de cevada e por
isso que se di i carveja uraa.origein egypcia.
Parece que os Pbaras linhain a sua mais Im-
portante fabrica de cervcja em Peiuce.
Xenophonte falla-nos nella quatrocentos an-
uos antes de Christo.
Cesar e Tcito contam-nos que os Grmenos
iio conheciam o vinho, mas nham urna b.-bi-
la feita de graos fermentados-
Em summa, todo o licor proveniente de grao3
fermentados constilue o prootypo da cerveja.
A' historia devenios nos a conservaco dos no-
mes pelos quaes era coaliecida na antiguidade :
bryton e pinos na Grecia ; cemelio celia e cena;,
na Hespanha; sabaia, na Pannonia (antiga Hiri-
gria); cervisia, na Gallia.
Estas cervejas nao eratn preparadas com l-
pulo, como hoje em (lia. Eram aromatisridas
segundo o paladar dos differentes povos : gene-
bra, rosmauinho, serpol, trifolio, pimenta, mega
ricao. salva, etc.
De resto, na idade media tambem se deita-
vam especiaras no vinho. A cerveja fabrica-
Ya-se em casa. As cervejarias nao existirn!
seno mais tarde.
Havia receitas para o fabrico da cerveja, que
eram severamente guardadas, sobreludo pelos
conventos. Existiam congregarles de frudes
fabricantes de cerveja na Allemanha, que raziara
bebidas muito apreciadas.
Em que poca que se comecou a empregar
\ lpulo? Em 768 fallase em urna plaotago
ce lpulo em orna doagao feita ao convento de
S. Diniz. Pepino o Breve conheceu-o : Jira-
r recavase o lpulo na norte da Franca nos se-
cutas IX c X. NaBaviera, Freisiog falla nelle
em 8'0 e 890. A cidade de Guardelegeni na
lussia, ainda hoje um importante centro da cul
tura do lpulo, tem, desde o ultimo seculo, o
lpulo no brazo. Cultivava-se em 076 ero
Magdeburg e a cerveja dessa cidade tinha muita
tama nesse lempo.
Foi tambem por esta ooca (XI seculo) que
Santa Hildegarda escreveu as suas Phijsica
II ildegardis que se accrescenlou o lpulo na cer-
A partir deste momento abundam as tefor-
niages. Mas o luoulo nao se empregou pela
mesma poca em toda a parte. A Inglaterra
prohibi o. e nao foi empregado senao no X v
seculo, nao sera ditficuldade, visto se encontra-
ren! pruliibigoes em conceito contra o lpulo persisti neste pai. al
ao XV! seculo.
Exntisico t niversal em Amsler
damVai-se realizar em Amsterdam, o inno
que vem, urna expsito internacional dos ho
tais, suas accemraodages e commodidades
para viajantes.
Os edificios da exposicao serao levanraaos
no terreno situado por elraz do Museo jlo Es-
tado, no local oceupado pela Exposicao Univer-
sal de i8f3, e cobrirao urna superficie de 160
mil metros quadrados. Ja esli arranjados os
fundos necessarios. -
O Sr. Veunig-Menie/, burgo meslre de Aras
terdam, aceilou a presidencia honoraria. E
presidente da comraisso execuliva o advogado
Calisch.
A exposicao comprebender as segrales aee
ges : architeclura. transporte por trra, trans
porte por mar, navegado aerea, industriasen
geral, industrias alimenticias, pesca em agua do
mar e era agua doce, hygiene, machinas, illurai
nagao, industria artistica. apparelbos de aqueci
ment, *ecgao geographica, utensilios de casa,
apparelbos de seguranga, horticultura, seguros e
diversos.
O prin i pal edificio da exposicao cobrir um
espago de 25,000 metros quadrados. Contar
dez restaurants.
Um dos caractersticos da exposicao ser a
reprodcelo do Sicwnmarkt (mercado novo) de
Amsterdam ; todos os criados estarao com rou-
pas raeievas. As duas novidades mais sal en-
tes da exposicao serio um paquete de passa^ei-
ros, de cerca de 3O ps de comprimento, que
transportara os visitantes em um grande lago e
ser brilhantemente Iluminado todas as noites,
e um restauran! elctrico sem criados, no quai os
visitantes calcando em um botao elctrico, se-
rao frvidos automticamente com um jantar
completo. .
A exposigao deve inaugurar-se ero 3 de Maio
do anno prximo vindouro e durar 5 mezes.
Cenaiterio PublicoObtuario do da
13 docurrente :
Luiz de Frang?, Pernambuco, 70 aonos, nol-
eiro, Boa Vista.
Manoel Fortunato, Pernambuco, 58 asnos,
solt 1 ru. Boa Vista.
Jos Francisco A Ivs, Pernambuco, SO an-
nes, solteiro, Boa Vista.
Um lecto jo sexo masculino, Peraambuco,
Boa Vista.
Maria Amdia, Pernambuco, S annos, Boa-
Vista.
Mara Francisca da Costa, Pern.mbnco, 3
mezes, Recife.
Joao Jovino, Pernambuco, 16 annos, solteiro.
Boa Vista.
Joao Fraacisco Ramos, Pernambuco, 56 an-
uos, viuvo, Boa Vista.
Isabel Ferraira da raujo, 46 annos, viuva,
Boa Vista.
Francisco Luiz de Souza, Pernambuco, Me-
nor, Boa Vista.
Magdalena Santiago, Pernambuco, 51 annos,
solteiro, Boa Vista.
Manoel Ignacio da 1 Silva, Pernambuco, 18
annos, solteiro, Boa Vista.
Joan Evangelista, Pernambuco, 35 aanos, sol-
teiro, Boa Vista.
Maria Justina da Coaceigao, 30 annos, casa-
da. Boa Vista.
m feto do sexo masculino, Pernambuco
Boa Vista.
Casa de DeteneoMovimente dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
i-i Pernambuco, en 12 de Xovembro de 1891:
1.
Velociade media do vento 6,-iO por se-
gundo.
aNebulosidade media 0,72.
Boletira do Porto
Pra-marou !>ias Hora Altura
baixa-mar '
B. M. 13 de Novembro 0 h. 25 ra.da m. 0,-30
P. M. de 4 h. 35 m. da t. 2,m3o
15:00-joo0 -Corre amann 16 de No-
vembro esla importante lotera de Minas Geraes
com o premio cima, e despena a attengao o
respectivo anauncio em outra secg&o publi-
cada .
Os bilbetes estao a venda na casa 0 Sonho
de Ouro n?. 3 e 5 a Praga da Independencia
onde se effectuain os pagamentos dos pre-
mios.
Lotera da Babia -Corre no da 17 do
Sovembro a 2." serie da 28* lotera, cujos bilhe-
tes esto o venda na casa O tfonno de Ouro.
Lotera do Espirito Santo -Corre
nodia 14 de Novembro a 25,' lotera, cujos bi-
Ihetes estao a venda na casa o Sonho de Ouro,a
Praga da Indeoen lencia ns- 3 e 5.
Lotera da Baha-Resultado da 4'serie
da 27* lotera da B.liia exlrahida liontem 13 do
corrente :
15 000,5000
1387
79180
70868
3086
22475
243M
33537
51179
5990
20860
32363
43764
H4064
96871
2:0P0*0)0
1:0)4000
1:0005000
500'-
500*000
500401K)
500C00
200.H00
2O00DO
2004000
20040(0
2 040
2004000
com
3406
t039
3(1852
47353
363'0
67196
71097
7*381
76532
4471
90753
92764
1005000
1004000
ieo4'\)0
1004000
1004000
1005 09
1005000
lOOOO
i104000
10u50Jtl
1004''00
ICOiOJO
Esto premiados
nmeros :
11359
14356
14865
172.15
20869
3 232
457L6
5($0Q8 os seguintes
496 !2
57371
599.9
63400
64061
04641
65352
7636)
79079
80011
83566
>660
932:2
99917
Estac premiados com IC05000 os seguintes
nmeros :
73871 73873 73875 73878 73880
73872 73874 73877 73879 ....
Esto premiados com 305000 os seguint98
nmeros :
79471 79473 79475 79477 79479
79*72 79474 79476 79478 .....
Esto premirdos com 505000 os seguintes
nmeros ;
70861 70861
70862 70864
Esto premiados com
nmeros :
30861 30863 30865 30868
30862 30864 30S67 30369
Approximages
70865 70867
70866 70869
505000 os
70870
.e...
30870
73374
73876
79479
79481
70867
70869
30865
30867
Todos os nmeros
2004000
20050 O
100501*0
1005000
505000
505000
50*000
505000
lerraieados em 5 e 0 esto
premiados com 15000.
Existiam
Entraram.
Sahiram .
Existem .
1 saber:
Naclonaes.
Mulhc.res .
Esiraneeiios
Mulher. .
Total .
Arragoadas
B U> .
Doentes .
Loucos. .
Louca .
444
6
6
444
408
14
21
I
444
419
403
13
J
1
"*I9
Total ....
Moriraento da enfermara :
Tiveram baixa :
Marcos Ralis da Silva Carvalho, vulgo Mari
nheirinho.
Eloy Alvea da Silva.
feve alta :
ofioMcnteiro do Nascimento.
Qatadauro Publico -Nesse estabeleci-
mento foram abatidas 95 rezes para o consumo
publico de boje.
llnspeetoriadoS.* dlstrieto marl
timoRecife, 13 de Novembro de 1894
Boletim metereologico
Vorat) Tem uni- Barmetro Tensao do Humi-
grado la W)
m. 25,*9 759,-29
9 16.'8 760,-49
42 26,6 759.-34
3 t. 27,*6 758,-41
6 26,5 759,-08
rerperatura miaran 25,50
desabrigado ao meio da
Temperatura mxima 28,50
55/8-Prateado: 3,*0.
Evaporagao em 24 horas ao
bra 3,-6
Chuva nulla.
Direcgao do /etHo : SE e ESE alternados
ile'meia aoite at-3 h. e 30 da manh SSE
o S alternados at 10 b. 04 : SE e SSE alter-
ados at 11 h. 24 m.; ESE e SE altrneos
at Oh. 18 m. da tarde; S e SSE aperna-
dos at meia noite.
vapor iadt-
?0,47 82
21,47 83
20,79 ;
21,66 u
21,13 M
Thermoraet-o
) Enneg ecMo
sol 7,-7 sooi-
GALEPIlNO
! sjrc de brame eomi culuiiraa. (pona-
DQblO).
Ehr-i.8 O'endss tcbsmsi-em fjs.polfao 00 Bs-
tar de BovVista e abi ociaran per apreciadis
ea sna imaortaccia co-oo valur e como Ifaoa*
bo eriUllcc.
Proidcnc3>s
A directora do Hippoi'omo du Campo Grar*
ifi, reoioe.ido sobre o MeMMttM qtie s ner ro
em bu cti-'lda anaierp iii-i Se o: logo oImOiO.
-nirtufin disi'las''i a 'o n ttiim\ A'eo'n--.'."
1 anHo o.prHio'0 por introaoFenane, cu- voltou ao excrcioio
jos aouetaJores fj-a;u jio enrelaoU) (icejudica-Chaves. Mas ento
lai ptios boos olnos que o viram emp.i- reiro j nao tiveram
tdo cem o Aentu-ei"o.
Iu:ilmnte fn.'arn jnolt-dos em 2005 cada
010, o jo k-ye A-o'on Lo* de Pranga Uso iel
.Maruns. .kaM'tn pelo .Dmcedimeoio qoe leve
jo p.-wo.rfo eaipatf, e.esteT
fe jo k ys CiSEuiro Fro>iQe8 e Allrj'
j 4,. pimg
PERNAMBUCO
Le
O Concellio
n. 37
lluaieipal do Recife
RESOLVE
Art. nico. rica aberto ao Prefeito o crdito da quan'ia
de quatro conlos de rea (4:0004000) para pasamento de des
pezas Celtas com a revisSo do ultimo alislamenlo eleltoral, quan-
ta de que ser indemnisado o cofre municipal, logo que o Go-
verno teeral or.iene o respectivo pagaranto, por forga do dis-
posto na arl. 6i da lei n 26 de Janeiro de 1892, ficando re-
revogada qualqt- r disposigo era coatrario.
Saladas sessOes do Concelho Municipal do Recife, 12 de
Novembro de 189*.
Jos Xavier Carneiro de Barros Campello.
Vicj-presidente
Assengo Maria Gom;alves de Castro Mascarenhas.
i" secretario do Cuncelho Municipal.
J03i'; de Azevedo Maia e Silva.
Servindo de 2o secretario.
Publique-se Recif., {4 de Novembro de 1894.
Jo Marcelino da Kdsa e Silva.
Sub-ptffeito.
LIVROS EM DEPOSITO
F. de RobertyLa recherche de l'unit,
1 \. I. lu I: ene. (1893) Si5oo conlendo :
Du rule djs concepts negatifs dans les theones
raonistiques. Sur quelques contraditions fun-
damentales de l'ancienne philosopbie. De Tu
lit de la selence. Les grands synlhses u
savoir. D l'irreductibilit interscienciiflque.
Le principe de fincongevabilit duconlraire,
simultan'et la loi de 1'idei.lii des oppositions
generales. Le concept de quan'it. Les mona-
des et les pseudomonades. Le concept de li-
mite et la revalit du savoir. Le concept de
mouvement el mecanisme universel. De la
transcedance. De i inconscience des metaphy-
oicins. De la science universelle. Le point de
vue ^sociologique. Conclusin : Somma delu-
sio. Note A et note B.
G. de Greef -Les lois sociologiques, 1
vol in 12 ene. (1893) Biooo. Conlendo:
La classificalion des sciencs. Lee lois scien-
titiques.J Les metbodes. Analyse et classifica-
tion naturelle sociologiques. Lois sociologi-
ques lmenlares. Lois sociologiques compo
ses. Les croyances et les-doeinnes polmquas.
Lois sociologiques progressivee et raressives.
Fousegrive La causalit efOciente, 1
vol. in 12 ene. (l893i aooo, contendo: cha-
pitre 1Origine de l'ide de causalit effi-
cenle. II Le principe, son origine, sa nature
et ses conseqaeoces. III-Nature de la causa-
lit.
Th. Ziesler La question iMf e, est une
queetion morale, 1 vol. in 12ent. (lo3) Sd,
contendo: Individualismo et soiia.--iri Les
ulopies socialistes La paeincatioc so-.iale.
L'Elat et I'Eglize, la Patrie et 1'Iolei 'i..iona
lisme La famille et la femme. La questioa
de la femme. Paavret et Bienfaisance. Luie
et Bonheur. La question de la sur populatioo.
Vietorlano falhare As noites da
virgem, 1 vol. broch. (1891) nova edic. Id.
Augusto Comte Philosopbla positiva,
tradogao de Teixeira Bastos, 2 vols. ene.
em couro, Odooo, contendo : Livro IPrelir
minares. 11Malbematicas. III Astronoma.
IV -Physica. VClnica. VI-Botogi. Vil
Sociologa. VIIIConclusoes geraes.
Lniz Soares Duarte-Descobertas e
maravilhas das ciencias industraes domesti-
cas, publicagao llusttada com 38 gravaras e
utilissima aos industraes e donas de casa, i
vol. eac. em couro, loooo.
Joaquina Goncalves Pereira 0
mestre popular ou o italiano sem meslre ao al-
cance de todas as inteligencias e de toda- as
fortunas adequado ao uso dos portugueses e
dos brazileiros, 1 vol. ene. em couro iojooo.
BOA ACQUISICO POR 4tOdOOO
Diecionaria Eneyelopedieo ou novo
diccionario da lingua portugueza para uso dos
portuguezes e brazileiros, o mais exacto e mais
completo de todos os diccionarios at boje pu
blieados, correcto e aunmentado, n'esta nova
edigo, com mais de ISooo voeabulos
contendo todas as vozes da lingua portugueza
etc. etc seguido do diccionario de synomraos
com reflexdes criticas, por D. Jos Mara
de Almeida e Araujo Correa de La-
eerda, 2 grossos vol. ene em couro -lo.
OUTRA POR SJOOO
Vctor HugoHistoria de um crime, 2
vols. ene. e Ilustrados de finas gravuras,......
lSdooo.
LlVRArilA ESCOLA DO POVO
DE
SOUZA PAZ C.
81 RA OO 1MPEKAOR I
Compra e vende livros no vos e u-zadoa
BBS
PBLiitOis i reBise
Salve!
Pernambucanos Saudemos com as
forjas vivas e potentes de nossas almas
de^patriotas a data mais refulgente do
nosso evangelho social !
Ella nao assignala smente a glorifi
cacao de um povo que sacudi de si,
um rgimen que aviltava o paiz n'uma
estril servido de mais de meio secu-
lo, esta data exprime hoje b apotheo-
se da Naco a inauguraco do governo
civil sublime rasgo de patriotismo do
valoroso exercito brazileiro que auscul-
tando os sentimentos do povo deu-nos
a pagina mais brilhante da nossa his-
toria.
A repblica o nico rgimen incom
pativel com a dignidade humana, e
aquelle que nao protesta sinceramen-
te contra a dominaco de um s, nao
um homem, um {monstro, em que a
natureza se envergonha dasfeices que
Ihe imprimi.
O proprio ero na sua adolescencia
poetisava a sombra fugitiva da rep-
blica, que esvoacava no senado acos-
sada pelos sicarios dos Cezares. Tam-
bem na sua adolescencia Napoleao scis-
mava, por horas de melancholia nos
ocios de Brienne, a magestade da an-
tiga democracia, e elleo que mais
fundo bebeu na taca das vaidades
condemnava a gloria como um sacrile-
gio, quando a espada, que lhe ceifava
os loiros, destroia do mesmo golpe o
choupo da liberdade,
O instincto republicrno de ha muito
que ia ateiando o incendio que domi-
nava o travejamento do edificio social,
rem que nem de leve se descobrisse na
fronteria o menor indicio do chamma
que o raia, at que chegou o dia 15
de Novembro de 89 em que o exerci-
to congracado com a armada e sem der
ramar um s gotta de sangue .para o
baptismo da novas liberdades deu ao
mundo attonito o exemplo mais assom-
broso que pode dar um povo cuja ;alma
ardente de patriotismo, inscreveu em
tempos idos, no symbolo da sua aspi-
racoes, a divisalibertas quee sera ta-
men.
Hoje que a repblica est definitiva-
mente consolidada por este pujante
exercito que at hontem derigio os
destinos do paiz e en cujo governo ve-
mos agrupados, semelhantes aos fes-
tes enrendados que lancam os postes
de urna columnata corynthia, symbolo
de forca, e esteio de construccao, traba-
lhos solidos que podem j offerecer
egualmente pontos de poio meios de
nos com as reformas e melhoramentos
que olhados luz eterna da consciencia
humana ^e olhados luz '.das leis posi-
tivas apontam urna Eliada de triumphos
e urna Odyssea de glorias que nao li-
cito a mais audaz calumnia desconhe-
cel-as, ao prestimoso e eminente repu-
blicano que expurgou a nossa athe-
mosphera poltica dos elementos no-
civos que a infeccionaram, a patria
pernambucana agradecida presta-lhe a
Justa homenagem, no dia mais solemne
da Repblica.
O povo pernambucano rico de> tra-
dices generosas, o seu passado um
exemplo assombroso de patriotismo, e
neste dia, o maior da nossa historia, o
seu coraco volta se para aquelle que
no rgimen republicano tem sido o seu
verdadeiro bemfeitor.
s^S. Exc. assumio o governo do Es-
tado quando as fogueiras de um parti-
darismo desenfreiado haviam deixado
no slo tisnado terrivel ameaca ao povo
e quando ainda verta sangue na me-
moria e na compuncao dos bons per-
nambucanos.
Muitas vezes teve que conter, mo-
vido pelo seu extraordinario patrio-
tismo as infrenes pai::oes cujo motor
era a cubica impellida ao extremo e
a qual nao se suboruinam as tendencias
do seu vasto espirito sempre em con-
flicto com as contrariedades burlescas
que urna politicagem ruim e absurda
lhe pe em frente.
Republicano ardentissimo, tendo o
sentimento do patriotismo cavilliado a
alma, como dizia Cuvillier Fleury fal-
lando de Henry Heine, o preclaro Go-
vernador foi um dos colloboradores
mais eficazes da consolidado da re-
publica, e justo, um dever de gra-
tido do povo pernambucano neste me-
moravel dia, saudar com effuso aquelle
que pelo seu amor desinteressado a
osta trra, pelo desejo de lhe ser til,
pelo pensamento fecundo de o levar
pelo caminho do trabalho a urna situa-
cao perduravel de felicidade, tem reali-
sado a mais brilhante administracao
que tem tido a patria de Nunes Ma-
chado.
Pernambucanos! Saudemos desva-
necidos, no intemerato Governador
do Estado, a data gloriosa que nos il-
lumina como um foco de luz intensissi-
ma.
Ave!
Recife, 15 de Novembro de 1894..
Benjamim Constant
o outro el Hrmillo Luiz
as duvidas do Sr. thesou-
mais fundamento e elle
sentio-se na obrisago de permittir o exercicio
de um seu fiel como seu substituto.
De maneara que o nico motivo que ha. para
reparo, em tudo isso, que o Sr. thesoureiro
fosse to pres8uroso em camprir a ordera da
inspectora, islo em dar a autorisacao orde-
nada, ao fiel Hormillo Chaves, quando a tinha
implcitamente negado ao fiel O iveira Mello,
n&o facilitando a sua substituirn p r este, ao
lempo em que smente a primeiro se aehava
impedido por molestia.
Eis lulo explicado.
A verdade.
Alfandega
Nao teve razao a local de ura jornal da ma-
nha de hoalera, referente a volta do thesoureiro
da Alfandega ao exercicio, robustecido pelo
, acto -do Sr. ministro da fazenda, que, se diz,
equilibrio a futuras tentativas, hoje que condemnou a suspensao daquelle funecionario.
SPOBT
39 Prade Pernambucano
iJBm'soa corrida de domingo prximo offe'ece I
esea eotiedade cinco prendas a Mtblieo, q^e
all oasrpareeer, por malo de iogresso constante
de eioco Dameros.
Constam estes brindes^og segointes obiectoe:
Uaa.rlco sewlgo a Lnu XV, para cb* e em par
de a asaros o*m molduras de broma e Bgaras de
bjsentt.
Dos lindos granos de brome, repreaeattD.de
catadores.
Un Importante relogio de brome, represen
{lando.a castalio ea>iruinas.
Ua liotauu de brome a ama columna com
isemoflsetro.
Importa restabelecer a verdade dos factos.
Antes de tudo. porra, para salientar a falta
de alcance dos conceltos expostos na referida
local, basta raflectir que o acto de suspensao
inflingida pelos inspectores das Alfandegas dos
respectivos empregados nao depeBdem de ap
provagao do Tbeaouro Federal e assim produzem
iodos os ieus effeitos.
Esta doutrina muilo correte e conbecida ni
legislagao de fazenda esta em pleno vigor e foi
claramente consagrada, entre ootras. as deci-
sOes do ministerio da fazenda, de >7 de Novem-
bro de 1862,16 de Julho de 86, 5 de Outubro
de 1865, decreto de 6 de Abril da 1S68, arts. 30,
32 e 38.
Anda a circular do ministerio da faiendi, d*
14 de Feverejro de 186', confirmada pela deci-
sao de 7 de Novembro de 188, estabelece o
principio de que inadraissi -el recurso inter-
do o descuido ou antes a ingratidao dos posto do acta da suspensao, salvo ao emprega-
homens deixasse varrer desse tribunal do o direto de qoeixa.
... j, rnn<;rinria e da critica ns 0ra> da bypothese de que se cogita, o thesot
severo da consciencia e aa critica os wf0 da Alfandega no apresentou quexa da
scus fetos gigantescos, la esta a me- pena de suspensao que lhe foi imposta e, sea
moria do povo, essa historia viva que I encaminhou directamente ao ministerio da fa
se transmitte de geraco a geraco co-1 zenda, sem o intermedio legal do chefe da re-
um culto de crenca erguida na partigo, essa quexa que desviou-se dos trami-
esto vencidas todas as difhculdades
que a transico para o novo rgimen nos
trouxe, o exercito representado no in-
clyto Marechal Flerianno |Peixcto en-
trega aos civis esta repblica, unida,
forte e promettedora concluindo assim
a sua gloriosa misso.
Pernambucanos Enrolem-se as in-
signias partidarias e prestemos orgulho
sos o preito de nossa sincera homena-
gem a esta data de luz, synthese das
nossas liberdades e dos nossos direitos.
O Marechal Floriano um benem-
rito da patria, o seu nome tombou para
as regioes serenas da historia; e. quan
mo
imaginaco de todos, que haveria de
protestar.
O Ilustre Dr. Prudente de Moraes
um republicano histrico, antigo ba-
talhador desta obra avancada do espi-
rito democrtico, e Iluminado pela es-
trella do ideia, mensageiro eterno,
dos progressos humanos, lia de condu- | ^'ftjff *fa
zir este paiz ao apogeu da felicidade.
Espirito brilhante e vivissimo, o
novo Presidente da Repblica urna
gloria nacional, um brasileiro que pe-
los seus altos merecimentos j conse-
guio um altar no coraco do povo.
Salve !
Recife, 15 de Novembro de 1894.
les determinados na le, como se no exists
se, e s ieria o effeito de coafirmar o espirito
de indisciplina, que parece animar o precitado
servenluario.
Mas nao s lsso. A nova consolidagao das
leis das Alfandegas, assignalando no seu arl
86 a obrigagao dos inspectores das Alfandegas
de affectarem ao conheciraento do ministerio
da fazenda actos da competencia daquelles, de
88 confe-
co de sui-
Clarksott.
Ave!
O alvorescer deste data luminosa
arranca dos peitos generosos dos ver-
dadeiros pernambucanos um grito uni-
soon de saudaco ao benemrito e n-
clyto cidado, cujo glorioso governo se
identifica neste. .sublime e vasto con-
sorcio dos seus principios verdadeirar
mente republicanos cora os sentimen-
tos democrticos do povo, com todas os
voS que desprende a alma pernambar
cana.
.Ao valoroso Governador que tao.as*
signalados servicqp -prflstou nodfibel-
lamento da revolta, ao grande pa-
triota que consolidou a repblica entre
pender os empregados de sua reparligo.
D'ahi resalla evidentemente que a citada cou-
solidagao ainda conrlrma a doutrina de que in
depende de approvago do Thesouro Federal c
acto da apphcagao da pena disciplinar de que
se trata.
Em face do que tica deduzdo, maaifesta a
improcedencia de quaoto Coi escrieta na local a
que em priacipio se fez alluso.
A verdade, porm, a seguinte :
Tendo regressado reparligo o fiel do the-
soureiro, Jos de Oliveira Mello, a inspectora,
tendo em vista o disposto no art. 67, 5o ia
consolidagSo que d ao fiel o carcter de sub-
stituto do thesoureiro, e coasiderando que o
mesmo fiel no odia exercer ae funcgOes le
thesoureiro sem auoueneia expressa do mesmo
funecionario, pois que este havia entregue os
cofres e vslores. ao substitato designado por oc-
casiao.da suspensas, por meio de balar.go, man-
dou intimar o referido Sr. thesoureiro para vir
assistir restituigSo dos ditoe cofres e valores
ou dar autorisacao ao seu fiel para recebel ns e
fazel-os passar para a sua respoosabilidade.
O Sr. thesoureiro, apreseolando rasoe que
A Proviueia. e a Deaavcracia
Ha ceruiterios caiados na imprensa
pernambucana; por baixo de verniz
democrtico descobre a lente da pers-
picacia humana pelludos vermes, que
em proliferago enorme, aguardam
o momento propicio, para irrompe-
rem do limitado ambiente, em que
se movom, e corromperom urna at-
mosphera ititeira,
A semelhanca de fogos fatuos, que
denuncian! a putrefacto dos cadve-
res, se exalatn d'A Provincia, a ligei-
rosespacos, sinistras labaredas, que
previnem ao incauto leitor de que ah
li se trama contra as instititicoes republi-
canas.
Quando aqu em Pernambuco se
aventou a idea de solemnisar-se o diu
lo de Novembro, A Provincia nao po-
do conter um assomo de despeito, e
como os sentimentos baixos desvai-
ram o infeliz, que por elles se deixa
escravisar, ella affirmou que as Cestas
foi tas em honra da Repblica seriam
inferiores aos festejos feifos em ho-
menagem do Sr. Jos Marianno !
No se podia mais aberta o escan-
dalosamente se collocar o Sr. Jos
Marianno em face da Repblica.
De um lado a densa sacrosanta, a
imagom purissima da Democracia :
de outro o ulico de Ouro Preto', o
pagem do-Conde d'Eu !
De um lado o Direito e a lgualda-
de; de eutro um simples parsita,
arrastado por sobarbos cavallos !
Aqui a Liberdade, apontanclo a to-
dos a rota sagrada do progresso ; la
o verdugo do povo, que o persegue
na pessoa de Chrispim, e o victima
na pessoa de Ricardo Guimaraes !
Aqui urna data de luz, concretisa-
dora de um rgimen politice, que
constitue a esperanza e a aspiraco
de umpovo lirre; alli a esfumada
ligura de um saltimbanco politico.
Entre um o outro a distancia enor-
me, que medeia entre o symbolo'de
utna grande instituiro, e a figura
grotesca de um caricato politico.
O 1">" de Novembro em face do Sr.
Jos Marianno ser sempre como o
globo immenso do sol sob a chamma
crepitante de urna fogueira. Se reu-
nam embora os piratas em roda do
braz.ro e entoem o cntico selva-
gem, orguendo aos cos os punhos
em signal de blaspheinia e amoaga,
a luz radiante do astro no ser nem
menos intensa, nem menos formosa.
Se a gente d'A Provincia no secun-
dar os esl'orcos de todos para o maior
brilhantismo das Cestas de 15 de
Novembro, ficar provado que ella
nao possue sentimentos republica-
nos, e que a chama do patriotismo
no aquece esse corpo em decomposi^
Cao.
Se a fachada d'A Provincia no mos-
trar ao povo pernambucano em let-
tras de luz, como fes a 18 de Outubro
em homenagem a Jos Marianno, a
data memoravel da nossajemancipa-
co politica, ficar provado que exis-
te alli o acampamento, onde se acoi-
tam osescravos do Conde d' Eu, que
espiam o momento azado para collo-
carem a cerviz entre os canzis da
canga monarchica.
E' bem provvel que apresentem
como escusa para no tomarera par*
te nos festejos o facto de ser o Sr.
Dr. Barbosa Lima um dos iniciado-
res da sommemoraco.
A Provincia convir comnosco qod
o verdadeiro catbolico. nao deixara
de festejar o seu padroeiro^ smente
porque igual sentimento anima um
de seus esaffectos.
Ser urna aeco patritica, esque-
cidos os-odios e resentimentos.irmat
nados todos na mesma aspiraco
glorificarmos a Repblica no dia so-
lemne de seu anniversario.
Talves A Provincia tenha o mesmo
pensamento do Jornal do Rscife : o po-
vo no festejar o 15 de Novembro,
porque peiorou de condices com as
novas nstituicoes, e no elta a
Repblica que elle sonhou.
Tambem convir comnosco A Pro-
viueia que a 15 de Novembro no va-
mos solemnisar os governos, que
tem havido dentro da Repblica, e
sim o facto brilhante da proclama-
cao da Repblica, da conquista da
democracia.
Talvez A Provincia no diga nem
urna nem outra cousa, e limite-se a
pensar que isto de Repblica urna
cousa muito abstracta, e que a pes-
soa do Sr. Marianno mais visivel,
e attrahente, principalmente quando
offerece empregos e contractos, e que
a sua pessoa sempre bella, ou se
agache humilde aos ps de Conde
d'Eu, implorando urna cadeira no se-
nado monarcliico, ou vergufl ao pozo
do imm'msos cubos, ass irapantado
diante de um simples guarda de pn-
zo.
*
Um outro facto que ltimamente
veio provar a saciedade que no exis-
tem sentimentos democrticos n-
dente d'A Provincia, foi o artigo do
Dr. Arthur de Albuqnerque.
Esse moco o menino querido da
gente deleteria, o mais aperfeicoado^
disoipulo do Sr. Jos Maria.
Quando elle, das columnas edito-
riaes d'A Provincia, atirou a um seu
oollega e epitheto de c pardavasco
como urna cousa feia, que. mortifica
no da nossa conta, nem temos es-
tudos especiaos sobre arvores genea-
lgicas da familia brazileira, e ,nem
mesmo sabemos com seguranca dis-
tinguir o moreno do mulato, o braji-
eo do alvino.
Mas o epitheto pardavasco deve
por o povo pernambucano alerta ;
elle se parece corneo fumo ligoio,
que pparece nos campos do noete,
ou para nos servirmos de urna com-
parado j empregada pel'A Provin-
cia, tem alguma cousa de pao anda-
do nos camalhes das estradas, nos
tempos invernosos.
Por baixo do pal lavra o incan-
dio; desgranado de quem cahir sobre
elle.
Junto do pao enfiado est o a'olei-
ro ; ai de quem nao se affastar.
Assim o epitheto pardavasco de-
monstra que os sentimentos demo-
crticos no penetrarama crosta d'.A
Provincia e que no coraco daquella
gente impera o aulicismo com toda
a hediondez dos tempos coloniaes.
Dlz-se que os olindonses ainda ho-
je sentem magoas profundas porque
li seu pastor qualificou a sua cida-
de de civitas pardorwn, indigna por
isso de ser a sede de seu bispado.
Em homonagom s virtudes do to
conspicuo varo, folgames em pensar
que civitas pardorwn cidade de leo-
pardos, por antonomasia, homens
fortes e valentes, pois qne era uesta
conta, que tinha os olindenses o ve-
nerando bispo.
E que sentimentos nutrs pela gen-
te d'A Provincia que tem horror aos
tordos, vos cidados de < r, descen-
dentes de Henrique Dias e Camaro,
o hroe negro e o hroe cabloco, que
em defeza da patria praticaram as
inaiores/facanhas, que registra a>his-^
toria brazileira ?
O contacto com a gente d'A Pro-
vincia vos ser mais fatal que o ato-
leir denunciado pelo pao enfiado
nos caanalhoes da estrada.
A gente deleteria tem-vos na conta
de solidos degros, al venara bruta
na longa escadaria, que, vae dar s
alturas do poder ; so alguma vez vos
affagam, para ficarom cortos de
vosso equilibrio, c ellos temem a que-
da, quo um mo humor vosso possa
inlligir-lhes.
Queris urna pro va ?
Nos ltimos tempos monarchicos o
Sr. Jos Marianno considerou-vos
importunadores, e declarou quo al-
mejava ardentemente urna cmeira
no Senado para respirar urna athmos-
pheramais pura, longo da trra Per-
nambucana, longe dos pardavascos de
que falla com tanto desdem o'Sr.
A'.thur de Albuquerque, o discpulo
amado do Sr. Jos Maria.
Mas a proclamaco da Repblica,
que elle tanto odeia, bulou os seus
pianos, e de ;novo iicou acorrentado
a vossa vontade.
Foi debalde que elle espesnhou-vos
n pessoa de Chrispim e de Ricardo
Guimaraes ; foi debalde que elle per-
seguio a Repblica na pessoa do. ar-
dente apostlo Silva Jardim, o S.
Paulo da democrocia brazileira,- o
hroe que encontou um tmulo dig-
no de si na crtera do Vesuvio.
Foi dura a lieco, porm provei-
tosa ; um de vossos iruios foi preso
e deportado para Fernando de Noro-
nha, porque ousou unir os seus d'esti-
tinos ao de urna moca branca ; um
dos vossos deffensores nos comicios
populares foi assassinado, porque
contrariava os designios ulicos da
get.te deleteria.; agora mesmo A pro-
vincia considera um labo a existen-
cia de sangue africano, ou sangue in-
diano as vossas veas !
As bateras esto desmascarados ;
os ingenuos que acrediten! nos sen-
timentos democrticos de um jornal
o de urna grei, que ainda discutem
pureza de raga, e sa negam a feste-
jar a data urea da proclamaco da
Requblica.
Sao sepulchros caiados, de que fal-
lou o Nazareno ; por fra o verniz da
hypocrisia, por dentro a efferviscen-
cia das paixes, a sede de empregos
e posigoes, .0 odio as instituic5es.de-
mocraticas, e o despreso pelo povo
o pardavasco na expresso insultuosa
do Sr. Arthr de Albuqueque.
Recife, 13 de Novembro de 1894.
limoleao
?
rcor^'Vetln SKS5KS 51 4^ od saben-
mente parte de doente, para assim CugT obri. do que havia allado o mostr, o re
gagao em que estava de reatar a sua responsa* cem .convertido Sr. Jos Maria, o
bihdade. nmf,t,miian, otaculo da confraria deleteria.
esapparecendo deste modo o motivo da iu> N tftm nuo ver com adiscus-
timaglo, esta foi smente reproduxida ultima* aaa temos que ver oom ^*
mente, isto no dia i2 do corrente, quando sao entre os dous collegas, porque
Interview Zemarianno (1)
Reprter.Ha de ustificar-me Dr vir
empomadal-o n'este momento, porm
sou martinista e como sabepindabybe
oblige.
Eu venho intervistal-o como violao dea-
grudado, sa o Dr. me concede este enor- _
missitao favor.
J. li. -V i Toque d'ahi o seu
bordao desafinado.
Itep.Comecemo8 por alto. O Dr. e
o seu partido farao; opposic.ao ao Sr.
Prudeute de Moraes ?
J. M.Que duvida Se elle diz que
governar com o auxilio do seu parti-
do. Foi eleito por grande maioria,
sem votacao autonomista... O Glycerio,
no obstanTe rainhas insinuacoes, nao me
toleroi, procurando de preferencia o Rosa
e Silva .. Como poderet eu evitar mi-
nha opposigo a quera no consonte es-
cjrreg-ar um cob indo do Thesouro para
os meus Venancios ?
Rep.Mas, se o novo Presidente fizar
urna politica de conchavos ?
J. M.Ah l Nao cre:'o nessa felicida-
de. Tamau..a esmola nao uh.ega para
um revolucionario caricato, custoJista
que escreveu cart*s ao Marechal Flurisjno.
tmprehende o Sr que sendo o Pruden-
te um homem serio em politica n*0 ha
de con vir em mystificaooes que procura
evitar, porra o fzesse nos no timba-
mos o direito de n<>s privar da qualquer
migalha, porque essa a idea, pela qual
sempre pugnamos. Ai... ai, caro.jRe-
(l) Reeditado por tersahido oom al-
guus erros typographicos e e charem
esgot idas a primeira e segunda edicao.
Revisto por Tito Livio o publica^OvS|^.
a reaonaa)tdde-de
Virgilio-

I nafta


HMl


^I^^^B


V
Piarlo e> Pernambnco Qninta-feira 15 de Movemhro de 18Q4

,:





7
portar, repito, tito vosm acreditar que o
laca.
R,}p.E V. Exc acha qaeo Dr. Pru-
dente "poesa mettor o bcdellio c nos esta
d08?
j, m Pens que podara e devem
mesmo fazel-o, com tanto que em Per-
nambuco se mudasse o Thesouro e o po-
zea sem nossa rista para melhor fiscali
salo, tudo isto preparado, sem precisar-
me- mais fazer faxina nem passar a festa
bo oco do mundo...
Rep.E V. Exc. subordina as ques-
tOe politicas do Estado a urna tal ideia
de transferencia do Thesouro ?
J, M.Nao. Nao poderia subordi-
nabas exclusivamente, porque outrosde-
aejos me embriagam o pensamento. Nos
eonvirii andadansar em frente as ar-
cas santas do Correio e de outras tontea
do fita conforme succedia aos Israeli-
tas cuja historia me conta diariamente o
Erait&o coronel Atraca, com o seu santo
brcoe da marca.
Rep.E o Prudente prestigiara o go-
bernador de Pernambuco 1
J. M.Infelizmente para os meas sa-
teli-.es e isso o que me faz arder os,
milos cando eu constantemente a ver
Bavos, apezar dos incensos bajulatorios
que nos queimamos e queimaremos a
ima ritos generaes vierera a nossa trra,
Ilep.At quando supportar V. Exc.
o n da pcia.
i. M. At perdermoB o pe.lo as
anlias do Ottoni.
O Sr. vio que o Barbosa tantas meai-
das tomou na ele icio municipal que de
nada valeram noasas tricas eleitoraes a
fugio-nos o cofre, que pritendiamos era-
borcar. Havemos de tomar urna desfor-
ra cmbora elle promete vassalar as urna?
as futnraa eleicoes estadoaes. Nessa
occasio estaremos de alcata, botando
jonkopings munidos de parnanibas, para
pescar o peixe espada Leoncio
Rep.E se o Prudente nao remediar os
males da quebradeira que perseguem os
amigos de V. Exc. ?
. MEsgotados todos os meios le-
gis, e ficando por assim dizerbfddo ao
naipe tanho anta mim duas pontas de
nm dilemma: Pedir misericordia ao
Barbosa, ou cantar serena estrella na?
muralhaa de algum chilindr.
Todaviaeu ainda quec tentar urna ex-
periencia, feriudo os brios dos meus con-
eidadaos esquecendo aquellos das do es-
palar iramento antigo do tempo de Luce-
na e hjje, prim *iro anniversario do da
em que fui guindado como qnalquer Z
povinho, sem bulha neaa matinada.
Rep.E dado o caso de urna nova ad-
hao ao Barbosa cae havia incoherencia
pai-a o partido de V. Exc. ?
.1. Id.Nao, por certo. Faco justi-
5a ao meupovo. Desapparecero as di-
vergencias de grupos e de partidos. Eu
3on opportunista ej mandare: sus entar
WV% a Conmerelal de Pcraau.-
Mnm
taques officiais junta dos co*etorbs
iraca d* Reci/e, 4 it iftto de 1S94
Cambio otra Londres a 9) d/v 4 U d pr U
10 .Banco.
O presideaie
jiip."- Piola *e Lmos.
O secretario
asiento tronar do Rodrigae*.
tanillo
Praga do RiClfa
C' BlBOaa abriram rom e laxa de 11 3|4 ioo-e
Lordre a 90 dias, cff-!receQdo logo em seguir
11 7,8, apparece- do poneos tomadores.
Mais ia-4e 1 River Piale Biu-k dar 11 15|I6
Cepois l a eU ultima laxa aparecen 4<> io-
ado-ea bavendo negocios regulares, retiraido
detioia esta axa.
Lettras pa.-ucniares foram cuerenlas a z a
para Deiemoro fechando n mercado rme.
Cof a<-es 4c generes
Para o agricultor
Ascucar
lana por 1S kilos.
alisado por 15 los .
BraDco, ide'i, dem. .
Someuos, dem, dem .
Haticavado, dem, ideo. .
Broto seceos iden dem
Bruto melado, idem, idem.
Btame, dem, ldam .
6*000 a
6*000 a
5**03 a
M000 a
3*00 a
2*100 a
1*700 a
1*300 a
6*400
UTO
7/0'0
4*200
3*200
2*5(i0
2*2,0
1*700
Sem negocio.
Por pipa de 48 litros 245* veDda.
Atuarnle
fot pipa *e> 480 litros 148* ?euda.
eoartt
Seceos salgadas aa base de 12 kilos 660 rea
venda.
Verdes a 4M ris, nominal-
Carnauba
Cola-ae a;t*.por 15 K'iaa.
Hel
Mi b.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
8U0AR E ALttODAO
Mea de Novembro
A asacar Saceos 46954 1616 3351 26740 103985 Aitfo dio
Bureabas..... Vapores..... Aoimaes..... Entrada de Ferro Central, dem de S. Francisca. dem do Limoeiro. Das 1 a 12 1 a 12 1 a 13 1 a 13 { a 12 i -.10 Sacca 1)28 a 335 63 2536
182646 4814
liipor Recire, 14 de Itn Para 0 e tacas e rubro iterior de 1894
No vapor infiel Explorer, para Liver-
ID}1, carreearam :
6. Conba ft C, 69 kilos de cera vegetal.
o vapor iDglez Leiooitx, para w--
Tprk, carregou: ._,,
B. Brothers, 9,714 palles de cadra e 1.08*
vitas de carneirc.
So vapor inglez Tiiarnes, para Bnono
.ijre?, carregaram :
a. Haber de C, 40 cascas com 3,019 ktloi de
ilgodao
Pjra Montetido, carregrram :
A. Irmaos & C, 1 calza com frascos de toni
eo e 1 aacco com la de ilexa.
Pira o Interior
%3 vipor oKlooal Liplace. pira Sac.toi,
(iifegaram :
P. Alves *' C, 50 pipas e 200 barris com ...
as columnas d'A Provincia um elogio
PERMANENTE.
Rep Boas ideas I Vou aconselhar aos
collegas d'A Ctdade que. incorporados
aos meninos da Gazela, tomem V. Exc.
par modelo. E ao meu patrio direi que
peca ao Deus do Z Mara urna vez que o
Martina nao er ; inspirsces *
tivas.
tao lucra-
no
ir-
se
Cuidado! !...
Os meios de deposicao falharam,
pois que com a intervenco das forjas
f'ederaes j nao podem contar os ini-
migos da nossa patria, estes transfu-
gas, que apenas visam a directo do
Governo.
Estamos por consequencia em pleno
periodo de paz e o progresso raia
horisonte azulado do nosso amado Pe
nambuco.
A deleteria troupe porem, nao deixa
de agir ; gentes nao lhe faltam. A
cautelem-se, pois o Exm. Dr. Barbosa
Lima e os seus sinceros amigos, li
vrem-se de alguns judas que os cer
cam.
De meios torpes, tristes e degra-
dantes sempre usaram, e agora no paro
xismo da raiva, na mais alta potencia
do desengao, tudo tentam.
Ninguem pode mais comprometter
um govorno do que alguns dos seus
proprios auxiliares, e destes recursos
que querem lanzar mo os miseros de-
leterios aos quaes nao falta pessoal
bastante o habilitado para chegar aos
fins.
preciso pois que, o governo
acautele, e quanto antes expulse do
seo seio os falsos amigos que o abra-
cam ao mesmo tempo que se dirigem
ao Poco beijar a mo fraudulenta do
anarchicos chefe separatista.
Alerta com estes Pimenteis, Cade-
nas etc.
Futuras
---------------.*---------------
Ifuitha e muitas obs-irvac^es feitas por
eminentes mdicos tanto nos hospitaes
como na clinica particular, demonstraram
que as Parolas de ether do, Dr. Cletan
costituem ura medie?ment \yerdadeira
oiente heroico, que dissipa rpidamente
as caimbras do estomago, as palpitacoes,
as clicas hepticas, os gizes intestinas,
as sufifocaces causadas pelos logares dolo-
rosos provindo de digestao d fficil ; emfira
todas as ures que provm de qualqucr
suprexcita9o nervosa.
Sport
HIPPODROMO DO CAMPO GRANDE
Os orgos desta cidade j dero em
geral ao publico o resultado da corrida
de 11 do corrente na qual commemo-
rou o hippodromo o seu anniversario.
Foi com effeito urna festa pomposa e
42 080 li'.ros de aena-dcuie, 1000 raccis coro
dOOrW kilos ds assucar banco e 2,000 ditos df
do iiscavado.
M. S. Mala. 300 saccas com 18 000 k los de
asquear braoco.
S. (oimaraes t 1,500 sacco' com 9,0(10
kilos de asoca- bao:o e 1 000 dnos com 60.' 00
ditos de dito masci-vad, 50 lardos com 8,850
tilos de akoiiao e 10 pip>s com 6,000 ll Tjs de
Iniol.
H. Borle C, 18J sacca6 com 12,961 k loa de
aigouao.
P. Pioto & C, 100 oarrl com 8.800 liiros de
agua*1ente.
j. T. Carre ro, 20 pipas com 10,800 litros de
alcool.
S. da Figoeira & G. 50 caisas com 725 kilos
de sabao. ...
C. A ole, 200 saceo com 12,000 kilos de
asDncar mascavaao.
__>o vapor nacional Ilatiba, para* Parara-
to, carregaram :
E. t ueltro 4 IrmSo, 500 saceos com 30.' 03
kilos de assa.ar braoco e 200 ditos com 12,000
ditos de aito mascav Para Porto ae Antonia, carregaram : I
E l. eeltrao A Irmaj, 100 saccos.com 6,030
kiloi de assucar mascavado.
P-a Rio de J.'Qeiro, carreearam :
CjmpauDii de E-tiva 150 saccas com 10,882
kilos de algodao.
A. Irmaos A ... 50 barris com 8,000 litros d?
mel.
U. P dos Santos. 50 calxas com oleo vegetal.
*ara Porto Alegre, carreearaa :
Pellrao Mouteiro, 300 saceos com 22,500
kilos de asBDCar braoC3.
Para Pellas, carrei't'am :
Beitrao AMjuteiro, 30j saceos com 2.500
kis de assacar braoco.
No vapor allemao >Patagonia>, para Rio
de Janeiro, ca'regoa :
V. Neeseo, 500 meios de sola.
No vapir ogle Saaftersboryt, para Rio
de Janeiro, car etraram :
Compaobia d* Estiva,! 98 saceos com farlDba
de mandioia, 60 ptpas com 23.500 litros de
aairaeote e 200 sacca scom 14,133 kilos de
aleodao.
A. Goimarss, 200 sacaos cjm 12,000 kilos de
assacar mas:avadn.
No > ap > nacional JaDoatao*, para Cear,
carrraram :
Compaobia de Es iva, 25 barris com 2.23U
litros de alcool.
J. ;aloeiral 2-, 60 barricas com 2,800 kilos
de assacar retinado.
i. T. Car re o, 100 saceos com 6.C0O kios de
rollbo, 50 caixas com 60 Hvros de genebra e 20
ditas com vermoum.'
Barbosa & C, 10 calxas com 120 litros de
cognac, 20 ditas com 160 ditos ae geoebra. *
Nj patacbo allemaj Jito, para o Para,
carregaram:
P. Alves A C 20 pipas com 9 600 litros de
agurdente e 1,400 barricas cora 94,840 kilos de
assacar brarico.
j. U- de Abrto, 9) tacos com 6,780 kilos de
assacar brando.
No hiale Bom Je.nj, para Nital, carre-
garam : ..,'
9. Rocba de C, 10 saceos com farinba de
mandioca.
F. irmaos de C, 100 cal as com 2,300 Kilos
de eafeaoe 12 barris com 2,000 ditos de cimeoio.
J. 8. de Amaral &Q, i oa.ris com 90 litros
de alcool e 14 ditos com 336 ditos da .erv ja.
T i>apa A C, 7 calxas toa 150 kilos ce djee
M. 0 Ljra, 4 caixas eom 100 kilos de doce
No mate .\eptao, para Mossor, carrega-
ram :
p. Garvalbo A G., 3 raixas com 69 Kilos de
sabia, 2 barricas com 120 kilos de asiucar re-
boado, 4 canas cjm 32 litros de bebidas nacio-
naes e 2 Darrts com 106 ditos de agua-dente.
J. Rodrigues. 4 barricas com 240 vIIlb de
asBUcar reoado, l caixas co"1 216 ditos de
sabio, T8 ditas com 328 litros de genebra e 7
ditas com *6 tutos de cidra.
Na b rcaca Crrelo Paiablbano>, para
Parabiba, carregoo :
D. P. dos Santos, 100 caixas com 800 litros
de geoeora.
Na barcaca Uaria O^ympia, para Hacei,
carregaram :
i. S. de Amaral & C., 12 caixas com 6 litros
de cidra e 14 barricas com 336 dnOs de cer veja.
PAUTA DA~L"ANDEGA
YALOaa* DAS MKRCADOBIAl NACIONAM S0JIITAS
CUBITOS DI BXOBtC>0
Stmana de 12 a 17 de Novembro
Agurdenle cacbca, litro.......... 229
Dita da canoa, litro................ 400
maior realce tomou quando no quarto
pareo a honrada directora ouvio aquel-
las duras verdades Nao foi sem ra-
zao ; porque, sendo o Pareo de Honra
do da, vio-se o jockey Luiz de Franca
por em pratica, a bandalheira j por
elle tantas vezes empregada para con-
seguir victorias Ilcitas ; sendo anda
de notar, que desta vez elle o fez do
distanciado para o vencedor e as bar-
bas des senhores juizes, dos honrados
directores e finalmente do proprio
povo, que coitado j as directoras
nao encontro mais um s que lhe zele
os seus direitos e sim, quem ajude a
arrancar-lhe a ultima pelga do fundo
da algibeira, e mais algum refresco de
facSo pelas paletas.
Senhores do hippodromo.
O publico dezeja saber qual a occor-
rencia que deu motivo a multa do jo-
ckey Manoel Martins ? Tirai a mas-
cara !!!...
Recife, 14 de Novembro de 1894.
Feniano Vital.
f. mais viva, de um fervoroso crente, o pe-
dido, que vimos de faxer, se converter, em
breve lempo, ua mais pura e dasejada reali-
dade.
Em 12 -11 -91.
Ututos intsressidos.
O Dr. Lopes Pessa
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
zalo h. 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso ;
[ bem como na Phamacia Franceza ] a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bombearos do Recife ; que ser en-
contrado.
Dita destilada 00 alcool.
458
AodisnoSr. gerente da The Great
Hfslerii ol Itr-t/.il Raihv.i Cora
pany Limited.
Urna das necesidades mais palpitante.*, que
tendera ao aessnvolviraento e progresso dos
povos elvilisados, iucontestavelrnirnte a faci
HJade da commuiiicaco e transporte para os
lu/ares, em que a distancia se torna o obsta-
culo invencivel da locomogo fcil e coramoda.
E, se o mundo marcha, na frace exprcssiva e
sentenciosa do !Jelletan, porque havemos de
negar esses recursos tao necessarios e vanta-
josos aos interesses peculiares de cada um, os
quaes representara, ao mesmo tempo, a bjgte
na, a sade e talvex a propria vida !
Um trem de suburbio, ha presente estacSo,
satisfaz plenamente a necesidad*, que se im
pe aos inlere8ses de lodas as classes ; e por
isso, lembramos ao digno Sr gerente da Es-
trada de l-'erro do Recife ao L'.raoeiro, que at
lendendr. estas exigencias, proprias da esta-
go calinosa, que aH-avessamos ; e por conse
guinle, da restricta observancia dos preceilos
hygienicts, cuj* infracciio, se nos augura um
ds inalores allentados de leta-humanidade,
se digne expedir suas ordens 110 sentido de fa
cuitar o transporte para a* classe.s laboriosas
des'.a cidade, dando Ihes um trem, qui-, par
linio da esta^ao do llucife .* 4 ou 4i| Horas
da tarde, attinja os pontos mais frequenlados
al l'o d'Alh.
Conriarao?, que o digno Sr. gerente solido
em attender a este nosso pedido, que o consi-
deramos, tanto mais justo e razoavel, quanlo
elle sis mp6e necessulade, que o determina,
a bem dos interesses gerae?, que representara,
por 9ua vez, os especiaes de cada classe, par-
ticularmente considerada.
4|E,,se o quod volume, facile credimus, em cer-
tos casos, altinge o ideal, que se aspira, com a
O nome mro e <-xirtniio de Ave
lelra M>Kica pei ijuaiei-.ou'i-ida8 0"ma % -
m d"ior. u do a-mo Ur. C. C. Bri-to!. sim-
lesm-nte o ootne vol^.r la ma'avilnosa pl '
B'ienciria, i:lassiti aaa Miientifl'aiiiuie sob [
lenominacao de Hunamelis 9 ^xirahidoo c tebro Bxt-M Dnio n Aveleir.i
dnica qo Ihv o oajie do utqfnts anio; re
roeaio vaiio'i'simo 4>euo>ro p-ioo iivnru "'
pelos Indios que osiram lel- ai8n< lorr.a vi
mitiv. como ajenie a oj-nl-- e cu-stivo ~.
lO'ia fcpacis '.onjor"-1, iiP0rifi:'
o>- tem vimij er um a: agente' t i-apen'iros
man imnor.Un.eg io 'lia oj t*at men'.j iie toda
a do- qoer lurerna qo-r -x'erna.
Verero-se as iri-.-octO-s qne acompabiio
ca. viarinho do Extra. 10 00 do U'igoe- 6
666
120
38i
<5i
i o
130
(VIO
900
liiil'l
AUodao em rama, k>'og...........
Arroz com casca, dem.............
\ssucar braucf, idem.............
Dito rnaxcavadr, iiem.............
Oiio retinado Idem...............
Bagoa de mamona, idm.........
Borracba de leite maogabeira, Idem.
Cacao, dem.....................
Caf bom. loera.................
Dito es'.vIba ou restolbo, dem...... 1*J00
Dito mjido, iJem................. 2uO
Sement de ca.-oaba, o kilo....... 47
Sabfto.kilo...................... Je0
Sebo em rama, klo ..... 668
Tatajaba maoeira, klo ........ '*
Taooas de amarello, da. ......... 160^000
Cera em velas.kile................. iihkj
Dita vegetal em broto, kilo........ 14000
Carojos ou sement* dealgodao.ldem
Carraoateira .sement;............ 120
Carnauba idem................... 906
Carvot.e podra, tonelada ......... 30;000
Couros seceos espi;bados, kilog.... ^44
Ditos ditos saleados. dem......... 5U4
Ditos verdes, dem...............
Coonobo om..................... 1*700
Cocos em casca, ceoio........... 9*000
Parioba e mandioca, kito.......... 200
Graxa sebo, kilog........... 700
GeoeDra, litro.....................
Jaboraody (folba), dem.. ........ &OU
Meios oe sola, valor nominal..... .. 7*0u
del de tanque oa melagj, litro...... *5lj
Milbo kitogr...................... I0
Prik-s de cabra em cabello, valor
do cento ....................... 153*
dem de carneiro em cabello, valor do
ceuio.......................... 90*
HcMimgatra pabcos
Mez de Novembro da 1894
Alfandtoa
ttanda t eral
Di da 1 a 13
dem da 14
748:i37*73
81:901*925
Randa do Estado
Do da 113
oaad 14
834:341*650
181,297*135
7.758*^85
Festa de Nossa Senhora
da Escada
Na quinta-feira 15 do corrente le-
vantar-se-ha a bandeira de Nossa Se-
nhora da Escada cuja novena comefar
no da seguinte s 7 horas da noite.
A commisso da festa no presente
anno tcm se esforzado quanto possi-
vel para o maior esplendor que se
possa desejar em festividade de tal
grandeza e assim c que tudo tem dis-
posto para praticamente se verificar o
seguinte programma. Na quinta-feira
por volta das 4 horas da tarde depois
de benta a nova bandeira e collocada
em um andor ricamente preparado pelo
hbil armador Bernardino, um grande
numero de mocas e meninas vestidas
de branco e com facha azul desfilaro
em frente da nossa magestosa matriz
em demanda da cidade e percorrerao
as ras principaes ao som da exellente
banda de msica vintla do Recife sob
a direceo do insigne maestro Manoel
Americo, sendo nos intervallos canta-
dos por um coro de gentis meninas
uns lindos versos SS Virgem. Ao
sahir e recolher-se essa importante
procisso estrugirao os ares os alegres
sons dos sinos em festa e numerosas
girndolas de foguetes e bombas reaes.
No dia 25 s 5 horas da manfla, de j,
pertada a populago com urna grande
salva, haver urna missa resada pelos
fiis 3 s 11 horas em ponto entrar a
festa grande orchestra sob a direceo
do mesmo maestro Manoel Americo
pregando entao ao Evangelho o jovem
e talentoso [orador, Rvm. conego Ma-
chado e ao Te-Deum o Rvm. Frei Au-
gusto da Immaculada ConceicSo Alves,
provecto orador j bem conhecido en-
tre nos Findo o T-Deum e recolhda
matriz a bandeira de nossa Excelsa
Padroeira, ter a occasio o publico de
apreciar ainda urna vez o inexcedivel

osto emesria do nosso conterrneo Ju- ftn4Q cenco de Barros pela arte pyrotechnica 3Ua& peda / I|-Ai IlUia
chimica exhibindoelle no grande foeo Ha ir>anli~i \liatf\ lilil-
de artificio que prepara novas pegas "d Ilidn^> OIIICI IUIIC
ainda nao vistas ntrenos, e haver brC OUe COIIieCar Del-
alcm dessa outras distraegoes proprias a \ 1 *i j
para diverso do povo que ds todas as 8S lU ilOFaS, UltilaaaO
partes costuma affluir tradicional e rtrtwv. ., ,vu*J Ij t ^
importante festa de Nossa Senhora da COI1 8 SanidajClO ieretrO
^"mmisso que alias tem encon- P^ra 0 SCU jaZIgO O CC"
trado as melhorcs disposices da parte iiiJlepQ (Je gantO i* la-
quanto **.
ro, pelas 4 horas da tar-
de, tdo no referido da*
Nao havendo convites
especiaes pedezu e e*
o
dos concorrentes e auxiliado
pode ao digno Thesoureiro da testa o
Sr. Joaquim Ribeiro, pede ainda aos
religiosos habitantes desta cidade que
illuminem a frente de suas casas du-
rante a novena e principalmente na
vespera e dia da festa, das 7 horas s
10 horas da noite. P. S. A procisso
no dia da fosta deve sahir impreterivel- p C T 'd ll 0 COWpare Ci-
mente as 4 1/2 da tarde a fimde fazer r r
o trajecto do costume e recolher-se meiltO de tOdOS, pelO
ate 6 1/2 para em acto continuado en-
trar o Te-Deum.
Novembro de 1894.
V. P.
cargas com -.-bol abo a 300 rs. MM
6 c*Tu* com batnas a 30(1 ra. 1*8 0
1 carga com laraojas a 300 rs. *3U0
2 carca com melancia a 300 rs. *6uO
1 carcas com loocaa a 30 ra. *300
K ciryas com aiverucs a 300 rs. 1*500
17 carui" coro larinna a 900 t*. 3*4<>u
5 carcas com milho aeem a 200 rs. 1*0(0
5 cargas com fei)ao a 200 rs. 1*000
68 logaies a 2fl0 ra. I fO o
8 Sumos a 200 rr. 1*600
II comy. com soiueii-os a (*000 11*000
9 comp. com soiO'-iros a 700 rs. 8*300
11 comp. c:>m fre<8orasa 600 rs. 6*60
34 comp. com comidas a 700 rs. 2:l*80o
55 como, com fazeodas a 600 rs. 33**00
49 comp. cora verduras a 300 rs- 1*7iki
75 comp. com farioba a 4W ". OiWO
51 comp. '.um taino; a 2*000 1 2*800
224800
Rendlmento do dia 1 a 12 3 540*000
Pragos do da :
Carne verde de 200 a 900 ra. o kilo.
Sainos de 900 a 1* Idem.
Ca'ueiro de 1*000 a 1*200 idea.
Paricba de 700 a 900 rs. a coia.
Milbo de 500 600 r. a cnia
Feijfto (e 1*500 a 2*0(0 a cuia.
3.822<8'J
V
Somma total 1,023:397*{70
Sa*oMda sscco da Alfandaga da Parnanbaco,
14 (i. Njvemaro aa t"i-4
O chele da seccSo
1. Goncalves da Silva.
O tneBooreiro.
FlorerC' Oomingoes da Silva.
RSCKRlORlA
o da i 13
Idem c* 14
SlaTlos esperadao
De Pelotaa
Patfcbo allerro Anije.
Patacbo sueco Helrnan.
Patacho ailerx&o Lma.
Paiaco belga Emdie
Losar portooez 3-p-.> ga ira.
Paia:bo allemao Ville.
LagarDoroegoenfe Chance.
Lugar mJrz Artbu'.
Patacho al'.emi H-iirick.
Patacho nacional Toereaa.
Patacbo bolhnlez Clara.
Patacho portoguet Uanabcll.
Barca no'uegoeose Haiva.
Lagar loUl Cavalier.
LagafportDgoei Ma'iobo Vil.
Palaibo alkmo Harold.
Lugar inglez Aurora.
Oe GarditJ
Barca noro-ga W>aland.
189 053*520 Bsrca nrraega Dore.
Barca uoroega loiperator.
Barca intltia Atlaotie.
Barca noruega Elcoa.
De New Port
Barca norarga Viva.
Barca noruega WilUam.
Be Blytb
Lagar P.usbo Salme.
De Hamborgo
Lugar allemao SLvr n.
Lagarallemo Joliaou.
Barca allema Rose.
faDi Porto
Logar pertugot-z Mmbov
3 BSTADO
41:667*655
2:230*129
Do da 1 a 13
ldam t 14
"1C1PS uoAINASB
43 897.785
1-104*066
723*890
l:fc27*9S6
Hovlmenfo do porto
Navio faullo no da 14
Porio-Alegre e escala Vapor nacional Itallba.
commandaute R. Tdmplsr ; carga vanos g-
neros.
Observagao
Procedente de Hamborgo e escala faadeoo no
uamarao o vapor ollema Iiiacka, e naoc cm-
maDicoa com a (erra.
Nao hoave entrada.
0 movlmento deate mercado no dia 13 de No-
vembro (o: o segrate.
Entrsram :
|J48 bois pesando 7.891 kilos
325 kilos de peixe a 20 rs. 6*500
3 comparl. com manecosa 100 rs. *300
3 ditos com camarOes 100 rs. *3(iu
31 1/2 columnas a 600 rs. 18*600
5 cargas com gallinhas a 500 ra. 2*500
3 caasuaes com gallinhas a 300 rs. *900
1 carga com macacaeiras a 300 rs. *300
3 cargas com gerimnos a 300 rs. 4800
3 cargas com bananas a 300 ra. *93o
Vapores a entrar
Mes de Novembro /
G imeta, do buI, a 15.
ckathori, de Triesire, a 15.
libaba, da Earopa, a 15.
Iipoan*, do snl, a 15.
Tbames. di Europa, a 15.
Lis Palman do sal, a 15
Arcbitec*. da Enrona, a 15.
Ollnda, do ai, a 16-
Glnlra, da Enrona a 16.
ParaoEgD, da Earopa. a 17.
Plaaeta, do orte. a 18
.Galilea, de New-Yark, a 18.
Ilatapao, da Europa, a 20.
Leibnitz, do sal, a 22.
cDanooe, do sol, a 24.
Nile, da Earopa, a 28.
Tapores a ablr
Mei de Novembro
Santos e esc, Menean Prin:e, 15, as 2 horas
Sol, Tbames, 15, 4s 14 horas.
Santos directo, La Place, 14, As 4 borai.
Senova e esc, Las Palmas, 15, s 2 horas.
Porto Alegre, Iib.-bi, 15, as 3 horas.
Norte, Oiindf, 17, as 3 horas.
Sal, Planeta, 18, tu 4 horas.
Sal, Gaii.eu. 18, as 3 horas.
Sal,JiQtra, 19, so 4 horas.
So*. Par oaso, 20, s 3 horas.
New Yark, Leibnitz, 22, as 2 horas.
Sol. Uatapam, 22, as 4 horas.
Europa, Danabe, U, as 11 doras.
Sal, Nlle, 28, a 1 hora.
Francisco Jo
se' dos Pas
rae.
que se confessam sucti-
maoiente peo horados.
Corpo I'oScial
*i;ij(r I.:iur."iitiii!i Flix de Ol-
veira l.i:n i
O Commandanto e mais oliciaes do
l. Corpo Policial deste Estado, agra-
decem do intimo d'alma a todas as pes-
sas que dignaram-sc acompanhar, at
a sua ultima morada', o corpo de seu
presadissimo companheiro major Lau-
rentino Flix de Oliveira Lima falle-
cido no dia io do corrente, e aprovei-
tam o ensejo para de novo convidarem,
a. todos os parentes, companheiros de
classe e amigos d'aqucllc desventurado
camarada, para assisttrem a missa que
pelo seu descanso ctei'no mandam resar
no dia 16, stimo do seu passamento,
pelas 8 horas da inanh na Igreja da
Soledade.
Recife, 12 de Novembro de 1894.
Mari4 K s.sali n a de
Souza Guimares, seus
iios.genro e netos, tea-
do de mandar celebrar
exequias solemnes no
dia 16 d* correnle, por
alma de seu nunca es-
quecdo epranteado es-
poso, pai, sogro e av
Francsco Jos dos Pas-
gf>s Guimares, cenvi-
dam a todas as associa-
coes religiosas e profa-
nas a que pertencii o
mesmo finado, e bem
assim a todos os seus
prenles e amigos para
assistirem aos actos
constantes de missas re-
Dr Bastos de
participarlos seus ami-
gos e clientes que mu-
dousua residencia pa-
ra ra do Hospicio
n. 46.
elephorie n. 365.
T
O Dr. Geminiano Costa
PARECER SOBRE O PEITORAL DE
CAMBARa
Tendo empregado por varias vezes o
Pcitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei semp'r multo
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clinica parti-
cular, pelo que aconselho sempre este
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano ios da Costa, [ Belm do
Para. ]
LOTERA nacional
Extracgoes diarias intransf eriveis
LISTAS' NOS UESMOSDlAV
NAO HA SERIES PREMIOS INTEGRAES
R 3.* Lotera
E 19.a
E 20.*
P 2.a
Q 2.* *
F 23.*
Grando Lotera
riiamanius a
20:OOOSOOO
l:000S(KK)
15:()00S()00
21:000$000
20:0005000
20:iDO0$000
500:l)0S000
.por


1$500 a man ha
S800 a 17 de
800 10
3S0OO 20
S800 < 21 .
11600 22
1GS00 22
Novembro
Dezembro
(ten<'ilu para esses novos naportautissina**
planos
BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento :dos premios com toda a proojptido
NA
CASA DA FORTUNA
2S--Rua I. de Maa-^o--3
Martins Fiuza k u
Caixa do Correio1 55
Tel
egramma-
-F.UZrY
DO
ESTADO DA BAHA
2
5
6"
3
7
8
EXTMCfjOES NTRANSFBRIV^IS
Listas nos
Series 28 25.000o0C0
, 27 15.0C080OO
< 27 15.031 SOCO
. 28 23.OC0S0O0 c
27 15.0COOOO a
27 15.000SOOO
mesmos dias
800 no dia 17 da Novembro
800 t 20 c
800 t 22 t
800 24 c
roe 2ii
8(0 29
por

<
Bilhetes a venda na casa SONHO DE KO pra2a
da Independencia rs. 3 e 5
jrELEGRAMMA SONHO


__<;,.:. i
H
0%

l




filarlo tfe Pemamttaco ^feuiida-feira 15 oc
Novembro
O 1994
o
COHMNHU BMZI
yrraia
Extractes no mez de Novembro de 1894
Chamando voi^a atten^ao para a nota aliaixo:
> > do Minas-Geraes 3. serie da 8. 15:000$000 8800 16 de Novembro
10. > 6. 25:0008000 4$000 19
> >. > 10. > 7. 20:0008000 3S000 21
> > > >' 2. 9. 30:0008000 > 28400 23
>. 4. 8. 15:0008000 > 800 26 >
> do Espirito-Santo 25. loteria 12:0008000 > 18600 28 >
do Minas-Geraes 11. serie da > 6. 25:0008000 > 48000 30 >
f
blicado no diario cfficial 'aqoella capital,ico da Nabregv, Justo Jos d'Uqos
c-nforme a informagSo do aosso corras- c^sdo, D. Veneranda Francisca de OH-
i ondete eocsrregado de proporcionar oa reir e Leocadia Bella Machado, me foi
aoiigo e compadre J tPigueira de Fari.
: h'-uurfit)'le* Joaqo'm Uaieira.
Jar tliin Fiiurira> de Pan
A vlo^a, "llios, 03i, irmos. to*, son lobos,
ponos, bi era, compadren e padrinro, D^-io Dr.
Pana, ag'adere cordiHimente a 'onos os amigos
qoe xcoropsubarua] t.s rcBtos moriae.! do Biflor
J-.S1 Pigoeira ue P correle at o cemi'e-io r. a ^ I i o de Onia, e
desde ja couvlflam para a=8lsti'e*n as misan?
qoe mamara reur as 8 bora d roanb na la!.
ja iret,e confe-8irnos leede jA gi.dtc do p.T
este ame de n-iig.ii e ca'idtd*.
Vendas em grosso e a retalio
OINHO DE OURO
S'
CAS4
Pra^a da Independencia ns. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com
imimi LOFES AL8EI20
Teles:. AlheiroPcrnambuco- Caixa correio 196.
2l*i. IO.U/Z lJd5>UJ5 UCrc Provincial da Academia Real dasScien-
> <:! (\i* l"**1Illh Jjr Q tf*ril c'as ^e ''s')0fli Priifessnr do Lyceu Nacio-
.
nal de Vianna de Castelio, Commendador
da Ordtm de Nossa Senhora de Cnnceico
de Villa Vigores, Fidalgo Cavalleiro e
M090 Fidalgo da Casa Real, com Exerc
"i ci no Paco. Delegado de Saude do Dis-
. : tricto de Vianna de Castelio, Medico de
seos e em 1893, 9-377 duzas do & ^^ Munid L e do Ho8.
frascos, como o provam docu- pu| da g^
Cidade.
ois annos
Durantc o anno ds 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expediu para
Estados do Brazil 8 379 duzias ou
100:548 fra
011 112:524
raentos officiacs em-nosso poder, que
pomos a disposico do publico, afim de
que possa verificar a exetido dcstes
algarismos.
Esta a melhor prova da eficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se a
suas virtudes se nao evidencia nos casos
em que applicada, nao teria tamarilla
e to crescente acceitaco publica-
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
Casa da Misericordia desta
INFLUENZA
A bronchite, que sobreven! Influenza,
as Corysas (difluxosj ac ni pan hadas de
reaccau febril, broncho'pneumonia, catluir-
ro pulmonar com febre elevada, tubercu-
Icsc em segundo periodo com catharros
sanguinolentos, astlima, larangitc, molas-
lias da garganta, insomnios e losscs suffo-
cantcs cedein ira mediatamente ao uso do
Xarop* de Lobeha nflala
Ether bramado
DE
ILDEFONSO DE AZEVED0
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,'a.p-
prpvada pela illustro inspectoria de Ry-
giene doEstade, coa o parecer do insig-
ne clnico I r. Martins Costa.
Os grandes resultados obtido pelo Xa-
rope do Lobelia Inflata, no tratamento da
Influenza podem ser attestados por cente
n&s de pessas da maior excepsao, resi-
dentes n'esta cidade.
DepositoPharmacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERSA M BUCO
Tlephcnen. 398-Endereco telegra
pbicoAzevedo.

(lIlilinUBIIB
38Ra do Baro da
Victoria38
Especi lidades em Sedas bran-
cas, pretas e de cores lizas, la-
vradas e bordadas, gninde va-
riedade-
M
%
A 1*1 1.!.. ,t.. C 1U1 uQ IW IWM. mW M *- W
i.coijeia m aba e ouira a o<>ne e a de 5 a i'
lito rr:'n do" o'ri^r"* r"! rnanb^
4* Emulso Si-olt seinpre d boni
resultados
Rio Jank.ro, I K'. muro 9, 1887.
Illmos Sbks Sg.tt & Bowni :
Atiesto que lenho empreado a Emulsao de
Scott de oleo de figado de bacalhau sempre com
grandes resultados as molestias das quaes sou
especialista. O referido verdade o que juro
sob a f de meu pai.
Dr. Abaujo Filho.
Especialista ad molestias de Seohoras. (1
Olympio de Oliveira
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de~forte constipaco com tosse
pesesperadora, s conseguiu restabele-
cer-se tomando o Peitoral de Cambar,
de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos L/iimicos
Cara de rheo&atisino
Ether-bromado
lm. Sr D. Carlos.Mea filho de 21
acnc de id*de estovo natro mesea a
revado d^s percas e dos brecis, oomenao
por mos d on^ros, em nm estado lasti-
moso.
Frincipioa a faaer ubo do Elxir M
Moratopropagad'- !' >r 1. Carlos, e logo
aos primeiros v aros de nao, lefanou-so e
principioa servir se da suas proprias n>8' s
E' um verdadeiro milagro este remed.
Mato.
S. Rita do Patas Qoatro.
Antonio Martins de Sique>ra.
Aeenu s em Pernambcoo: A Compaabit
de Drosr8.
Ra larquea do Onda 24.
---------------?---------------
PHO SPHATINA FALIERES. Alimento (11 Criancas
---------------^---------------
Major Fernando Lobo
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante muitos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
0)
SSrAS E LAIT3
QUALRILLE*
Grande sortimento em lans e
com seda de phantasia.
ULTIMAS NOV1DADES
Sor*imento em tecidos de al-
godSo ALTA PHANTASIAle-
vantines, linons e casa da IN-
DIA.
ricanunte bordadas em alto re- q
levo a OURO E A VELLUDO. *
CORTINADOS Q
FINISSIMOs para cama lanol- <*
la, desenhos inteirame'te no- rl
vos, o maior sortimento que &K
tem yindo a esta CAPITAL.
Telephone 59
Um cont de ris
Dase um cont de ris em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo ;
Tendo sido accommetida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que; depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desappareca comple-
tamente. lodo Antonio PereiraSan-
tiago ^Soco da firma Santiago, Irmo
& C. do Rio de Janeiro]
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ducios Chimicos.
Formula de Angelino Jos
dos Santos ndrade
Approvadc pela Inspectora Geral de Hy
giene Pablica do Rio de Janeiro em '.
de Julho de 1887.
Esl 5 depurativo de grande eficacia as m
Elixir Anti-Febril L-ardoso
SEGUNDO A FORMULA
de
Cancel Cardoso Jnior
4pprovato ero Si de Marco de 1890 pea iospe
clona gvri da xuoa junta de bygieoe do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segundo as regrsa piarmaceoticaa.acon-
Jelaada8 pelos autoras modernos e de reconbe
ida capaciaade scieutitica unto no pas cuino
ao ep'rangeiro.
Fte Elixir > o produce nao s do erande es
uto das a;:cf-*-.j pnysiologicas das sobstascias
coa.o tamoem pr.'.^ologicas,como timbera o re
altado das mmensas apphcacOes nos diversos
asos de febree ita (nado palastr..
A applicaco deste Elixir na grande epidemia
de hexigas de 1890 a 1891 mais ama vei de
menuron a saa eficacia ; pois do principio no-
\t luieiroa symn'.oraas a oexiga aborta, e amca-
sb mais adiaDtadus a bexiga passa a ser orna
doeoca 'ebnl volcar apresentandn pequeas 10-
iietacOea qoe cem a contiooaco do Elixir de-
'ayparecem sem todava apresentar receod de
*fg0.
O. moiKs attestados pnblicados no Diario df
Pemambaco eGaieia da Tarde* provam o qoe
litemos.
Nos' 8B08 de febre amaiella o efTeiio e adroi-
^ el. a presentando pheconeoop. to maravilbo
IM qoe nesta cidade do Racifo e no do Rio .aneire pooco recelo caoea a febre amarclla
nesmo estando o doente com vomito preto
iugulneonestes olmos periodos entao re
e sano a applicacao em alta dose, despresanao
Osea anoexa
Hsie Elixir ja condecido do poblico e de om
raude oomero de erras mdicos i apreseoiado
iara combaier os dieremes incommodos todos
illes de carcter febril.
Por rnui'.o tempe tivemos occasiSo de *axer a
4pplica(ao cas teb:?s erysipellosa3 e com to
bom resaludo qoe fierros admirados de tao al-
tos eiTeitoa.
Pela pratica rbegamos t conbecer que nos
itaqoes de feore erysipeiia; i erysipeila como
valgemeote se diz 6 ne^ssarw o uso de 10 das
4- Elixir.
Noa grandes iDCornodie das senboras mens-
traacSo, grsvidex e nos sasos de parto com in-
ore e de om rer-oltado t:i ce loe segoro e ?
a saa co.nposico tac s xpies qae nSo tff-reeo
receto de apphcar o Elixir nem iesmo em do.-es
fopenores s indicadas na tabella lofra.
Pedimos aos dignis^iroos medico? ace dese.a
em faxer oso deste Elixir em saa cnnica nao *e
Bajettarem a nossa prescripeo, toa sim fazer a
a ^plicagSo em barmoaia com es casos qne dse-
la ^em combater, certos de que o modicamei'to
a comt)08icSo innocente para o organismo per
mus frapl qoe spia.
ilodo de asar
A'8 crisneas at om anno 10 gotas de S em
oras em orna coler das de sopa cbea d agn
fra.
Dti ora 3nno ? tres id gottM.
Da S a l BBDOt em diante. 40 got'as etc.
H!s*8 aoses devem sempre ser appUemtsJ ea.
agaa fra.
Deposita*
Cmpantiia de Drogas e Productos Gbimicot
Recife, roa do fiarque de OliDda .0. 23.
Naiocal Pbarmacia, roa Larga to Rosarlo
JO. .
. Orienta!, ra Igtreita -o B
B. 3
Pbarmsma Aifredo Ferraira, roa do Bario c's
tetoria n. 14.
Pnarma>:ia Martn;, roa Boques de Caxias d.
SO.
Pbarcna:ia Ribeiro prsga Maciel Piabeiro 22.
Pfiarraacia Vicioriec.se rte Lan Ignacio de Au-
lradu Lima, cioade do Victoria
Para auaUue informaco ser enco
ctor na ra ao Rosario Estreita o. 17.
Os Dosfep francos sao qnadrados e cont go-
.as. N'uoi lado teem gravadoEhy!- ante-fcSr;
s do ool.-oHsDoe! CordosoPertaabuco, e te-
tn os prospectes sao assignados or Mane)
Cirdcxo Jamor, sendo falso os qoe no fjrtm M
gMOM.
Urna lagrima aob'e o tomulo do meo presado | a'o P* effaotaar-ao s slladids pabli-
cac2o, vem reqaerer s V. S. que te digne
novamente remetter oatrseona.do mesmo
edital p' ra o fim preciso. N.-stes termos.
Per'e s V. S. defenmonto o E. R. M.
Pato* 17 de Agosto de 189t. O advoga
do, Jananeio da Nobrrga Filho.
Eata*a davidomente sellada, Em coja
peti^So dei o aegoiote despaeho: Como
reqner, juntando sr esta aos atoa. Patos
17 de Agoto ae 1894. Porto. 111 m. Sr.
Dr. jais de direitoJ'zem Jos Venan-
cio da Nobreea, Jasto Joo d'Uquisa
Machado, D. Veneranda F.-aocitoa d'Oli-
vi i rae D. Leocadia dalla Machado, por
seo advogado abaixo asignad i, qan, sendo
seohorea e co-f osaudorea de trras nos si-
tios S. Thereza e Poco Cercad) da datada
Farinha, deste termo, j p r titulo tiegu-
lar, j por titulo de taccessao, como pro-
vam os docimenioa juntos, para melhor
poicrem exercer o sea d reito de pro-
priedade e potae, e evitar preseotemente
a contingencia de discordia, e para o fu-
taro a iormecSo di demandas onerosas e
osolaveis, qoerem proceder em jaieo a
medicBo de seas qaiotSes ''ti cocfoimida-
dacmodec. n. 120da5 de Seteaibro
de 1890. ^\y/
Os Sitios Santa Therea e Peo Ce-cado
da data da Fariaha deste termo, proprios
para criacio e caita ra, Dorteoc*.r Jo2o M-chado da Costa, que os transmit
fu por saccetsao aos teas legitimas her-
deiros, oe qaaes. por sua ves, foram tran--
mittindo suas quotas de te-ra a oatrot pe-
I a diversos meios ptrmittid s em direito,
de modo que actualmente se acha dita
propriedade em verdadetra commanhSo.
Os referidos sitios por atorte da maiher
oe sea amigo poasuidor, foram e inventa-
rio e avahados por 500$, tendo posterior-
mente sof'ridu 8ucce88vaaU.lteraeCes em
8eu valor.
A referida data da Farinhe., achs-se si.
tuada a margem direita i-* r.o do mssmo
aome, tendo 1 1|2 legaa de testada, apsr-
tir da afHaeocia do rio ds Fariaha com o
dae Crzes, pata c oa direccSo de oeste a les'-s a partir, na
lioha septentrional da confluencia dos 2
tos, com ruaio caito ao Pcete. Limita
se a mesma cata: ao norte, com trras
dos sitio . te c>m sobras da mesma data Farinhs, de-
Curso .lniiexo Faculdade de
Direito do Kecile
De ordem do Sr. Dr. Director faco
publico que a contar desta data at o
dia 28 do corrente mez acha-se aberta
a inscripcao para os exames finaes de
preparatorios exigidos para a matrcula
nos cursos superiores devendo os pre-
tendentes a inscripcao dos exames de
linguas apresentar suas peticoes nesta
secretaria at o dia 21, e os de scien-
cias de 22 a 28 improrogavelmente.
A inscripcao regular a chamado dos
examinandos tendo preferencia os
2alumnos matriculados no Curso; art
d8o, do decreto 1232 H de 2 de Janeiro
e 1891.
Os examinandos estranhos ao Curso
Annexo, pagaro no acto da inscripcao
por meio de estampilhas appostas em
suas peticoes, a taxa de 5S500 e sero
obrigados a apresentar mesa julgado-
ra um curriculum vitac assgnado pelo
director do estabelecimento particular
em que estudaram ou pelos professores
que os doutrinaram no seio da familia,
d'onde se possam colher informacoes
sobre os seus precedentes collegiaes,
seu procedmento moral e o aproveita-
mento que tiveram no curso de es-
tudos ; arts. 460 e 461 do citado de-
creto.
A taxa cima mencionada devida
por cada materia, a cujo exame dese-
jem submetter-se.
Outrosim, os exames sero fetos
observando-se a seguinte ordem das
disciplinas:
A approvaco em portuguez ser con-
dico indispensavel para que o candi-
dato se inscreva em qualquer outra
materia; o candidato a inscripcao em
geometra e trigonometra 'dever ter
approvaco em arithmetica e algebra ;
para physica e chimca ser exigida a
approvaco em mathematica elemen-
tar ; para historia natural a approvaco
em physica e chimca, para historias a
approvaco em geographia.
Os estudantes matriculados no Cur-
so Annexo, que nao apresentaram den-
tro do prazo marcado em edital as cer-
tides de idade e vaccina, ficam consi-
derados, para todos os fins, aos alum-
nos estranhos ao dito Curso, como no
mesroo edital foi declarado.
Secretaria do Curso Annexo Fa-
culdade de Direito do Recife, 13 de
Novembro de 1894.
O secretario,
Henrique Martins.
Edital
Revisa de peso e bataneas
Fai-se publico a qieai pj?s< uerxssar. qoi
rturaoie o mez co-reoie recebe-se nem mu'U o
imposio de revieSa de pesos, balaaca-'e medidas
do? emabelecmeatos commercues das frevoe-
qia* de Afogados eG'aca deste mon.ciptn, no
zo' s da mannS i tres d lar le.
P^co do Lonceliio Mon"*i"al da cidade da Re-
cife, 3 de Novembrode iS%%.
E O secretario,
J: ai'im Jo? Perrccra da rtocoa.
Per-
Vianna do Castelio, 15 d Maio, de
1886.
Illm Srs. Scott e Botone,
Tenho empreado a Emulsao de Scote eUevumores! e'vralg'ias,
JBr. Joo Itunj
Especialista em
el Medico operador.
molestias da bocea,
da Victoria
nstilta todos
commettidas da terrivel molestia fcarberi. os dias uteis de meio da s 2 horas da
ttbeumatsmo sypbilltico oa goiozo, ddr seis- tar(je. Attende a chamados a aualauer
SS^^^^S^^^SLZ hora,do di.pu da noite, para dentro ou
e liifyphilitica* oe ia.owza do saneue; aesm Residencia m A* a0r A
jomo em todas as molestias das enhera?. residencia ra do darao d
Tem corado radicalmente umitas pesoasa:- n- 1 anclar, onde da cons
irites e outras 'BflammacCes des olhos lora da cidade. Telephone n...
Berras.
Boi8l.as do ligado, escropbclas, eecorbu'o,
soffrimentci) de estomago, cceras, gommas, lis
!. 8. emp nge dos, attros, pannos e mancha?
da pelle, bonas e boDoes, sarnas, catarrhos e..
qnaesqcr moldstias da bexiga, entre outras, 1 l
albnmmoria, oorinas doces e sanpuinolenta8
wcan, paralysia, erysipelaB, e mtlammar6?0
Jas pernas e ps, br-morrboidas, astbma, byjr
e elepbantlazs
Brrelo Sampaio Oculista
Consultorio rua Barao da Victoria n. 51,
andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viag-em
Europa, da consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e d'ias san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de betembro n. 34. Entrada
one
a
com grande resultado e nao menos vin- ; morpba, asir.egalaridades dameostruaco.
tagem sobre os outres preparados d'oleo Prova-se com acuelle numero de aitestadoa jt
de fixraso de bacalhau nos indivdaos de publicados e os qne exiatern em domo pode:a:pela rua da Saudade n. 26. Teleph
ai. ngaaos oe oacainau nos inaivauos uo efficacl) degle ellxir nag molestias udic-aas ort
cijnstituicao fracs e temperamento lyra- | Bgijeontra ?da na Botica u- 1'____________
piiatico e especialmente naa cr8n9as f- 0 Rosarlo o. S3
frotadas de rachitismo, osteomatucia ej x'rnaBar, da Vicaria x. 37 sedar U>da
ftiiirophulismo. caer expliceco que for preciso acerca dest
Jos Mendes Norton. preparado. ^_______
Bacharel formado em PhiWphia e em. Ca4*0 c?m *\ '*-rtF*-
Medicina, e Cirurgiao pela Universidude ModO Ce USar
de. Coimbra, Socio Correspondente do tn-j ft. aMum tamuia mMo coIberca Qfc8 oe
Oa adnltos tomaro qoatro
sf;ituto de Coimbra, do Retiro Luterano! i0p, ^ manha e quatro nolte.
Dr. Carneiro LeoMedico par tetro,
consultorio e residencia rua do Livra-
mentc n. 31, 1 e 2. andares.
Consultas de 11 as 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias ele criancas.
Secretaria do Tneso'u do Esia'o de
D.-aibiz ein 13 de Novembro de 1891.
EDITAL
Oeord-m do Illm Sr. D'. inspector deste
Tbes)o^o, eonvid > os Sr*. p.msoidores das apo
lices os !'3o, 9J8. 9i0. 941 e 947. eai ttias eai
lavor da ebrveafe la CorppantiiadeSaata Tuere
a, a v rom reseaial a* a o dii 3 < do correan'
mex, visto t-r-se prometido o sorteiooas mermas
eoi -f-i. di junta de foseos, reubiJa oo dia H
uo mencionado njet caodo i itos possoidureu
sclentes de que daqoe.U data em danie as cita-
das apolice dSo eoce,-o roaR ]Br>8.
O eeeretario,
Mirianno A. de Medeiro<.
0 Or. JoSo Carlos do Meoduuc* Vas
oonoello, juiti de direito do municipio
do Bocilo, om virtade da lei etc.
Fh virem que oio htvendo quem la^cas-e m
1 proca, v5o 2' com o abate de 10 ^
e praso de 8 dias oa forma da lei, pelo
que o porteiro dos auditorios deste Juizo
ha di trater a pobli o pregSo de venda a
quem mais der e msicx lar,co cfferecer em
u da 16 do crrante mez, as 12 horas na
porta da casa das audiencicS d?st memo
Jaso, os heos baixo declarados, penho-
raocs a Automo 3eserra de Mecezs Borbs
a ana mulher D. Mara Franoioua de
Meneres para psgamea'o da esecacSo
que lhe move o Dr. Laurindo de Morrea
P.cbeiro, c jos bens sao:
O eogeoho V.rtudo sito nent1) manisi-
nio, coui todas as anas terrsp, casaa, obras
bemfeitorias e ma hia a vaper, moente
e cerreos, o qnal limita-so ao Norte oo >
a-, terrae do eogenh:> Barro Breno, ao
Su! oom e du Fortaiez, ao Leste com as
de Boa Vista e ao Hoente rom as da en-
genhoc da Jos Baptista aval6o por
18:050)5 pelo preco de 16:245(9 em vist
da reiaccSo.
E quem ooe meamos qnizer len9r cam-
ptrec oesta Juico em o dia acir. a decla-
rado.
E para conttsr s* psesoa o presente qae
o p;r;eirodo amdi or'cs publicar o sffi-
aat no lugar do e.tylo, passatdo a com-
d'tente.
Bsdo e passado nesta Villa do Bonito
aos 7 do mes de Novembro de 1394.
Ea Antonio Primitivo Gimes as Silva,
ee3 -o interino o escrevi Joa: Carlos
de Mendooca Vasooneellos. Ettava le-
galmente Bailado. Est conforme com
al aoqaal me reporto e dou fa.
es riv3o interino Aotor.io Primitivo Qjme
da Silva,______________
O Dr-' Pedro Ulysses Porto, jais ds di-
reito desta comarca de Patos, rm virta-
de da lei ete.
Faco saber aos qoe o presente edital vi -
rem que par puto do tente JoaYeusO'
O
dominado de Qiixab ; so sul com torras
U Carnauba e Cacimba de B lis, e so oes-
te, com o refeiido rio da Farias.
E como at hoje algam dos coedomiaos
oSo tonhaa. querido fazer amigavelmente
a divisSa pedida, re^uerem a V. S. qae
se digne mandar citar ao Rvd. padre Joa-
quim Alves Macha do, JoSo Machado da
CoBta e 803 filha O. Mara, s Manocl Ma-
hado da Costa, Severmo Alves da Costa
M-crad), Hoanno Machado ds Nobrega,
Pedro Flix de Maris, Galdio^ Feliz de
Mris, Constantino Dantas Corroa de
Goes, Madoel Machad) da Nobreea, Fe-
lioto Dantas Correr Goes como procura-
dor de Eneas DanU Corroa Goes, Silvj-
no llantas Cor.eia de Goes, Senherinha
Fraiciaca dos r'assos, Joaquim Mondes,
Foeas Elias Machado, Deme'rio Machado
da Nobrega, Cermano Machado ds Costa,
por si e por ssos filhss menores e suas fi
Iras maioret Maria B-roard i da Aranjo, Bernsrdino Pere ra,
Jofto dos Santos, os Pereira da Costa por
si e seas entiados menores na pessoa ce
seos respectivos tutores, s Frsocisco Ac-
tinio da Maris, Antonio trac cisco de Ma-
ria, Mana da ConceicSo, Rosara Antonia
de Jess. Antonio Paulo de Maris, Sasa
na Maris de Jess, Manuel Carvslho d<
Rocha, JoSo Antonio Pereira, Antmio
Jerooymo Pereira, e suss filhas. Se
verioa, Josquins o Solidonit, Constan
tino Dantas tle Goes Monteiro, Salnttisao
Xavier dos Santos, Camilla Xavier dos
S-ntes, Claodioo Airares ds Nobrega, A
tono Ferraira CslaBaos, Manoel Frre>ra
d'. Maris, Satyro Pereira Cima, Anastasia
Mar de Jess e suas fi has Antonia Au-
gusta de Olive ra e Jovelins Josephma de
Oliveira, Manuel Ferreira d e O iveira,
Cirios M reir Teie.rs, Jos Ferreira
Barbes?. Josephins de AssampcSo Biooi
e sua- filass Isabel Josephina de Soa-
sa, Maris Josephius de Souza, e os
menores Maria, Francisco e Antonio
ja pessoa e seas reproseotantes, eMa-
noel Leandro de Oliveira, Sslviano Igna-
cio de Lima,Frlix Bruno de Oliveira, Ma-
noel Pereira Jorg, JoSo Fe'ia Per-ir,
JoSo Machado da Cosa Audrade e Jlo
Votor, todos condominos residentes nasta
.ermo de Patos e aos intereBsadoB cemi-
oantes, Isidro Pereira ot Saotos, Secho
rioha Maris da Conceir;ao, Anastacio (do
Picte), Jlo (filho ds velha Alexandriao),
JaSo Candis, Deodato Villar, Joaquim
Sruco, Aidr da Silva, Alexandtioa (ve
Iha), Guilhermina (vioa), Manoel Perei
ra, Pedro Fernandos, Antonio Baptista
Vio ir, Marcelino dos Santos por si e co-
berdeiros, a vinva de Pidrosa, Vicente
Sophia, Jos Canela e saa mSe / nns de
tsl, Jos de Freitat e J-2o Jos, reqoe-
r-.a. msis qoe sejs deprecado so jais du
ermo de Santa Lueio a citacilo do Rvd.
,:dre Jovine da Costa Machado e de Ig-
oco Machado da Nobrega, tambem ooc-
domioes, e dos confrontan'sa Manoal Ave
lioo da Nobrega e Antonio de Ai a > e ao
uiz do Termo do Teizeira a citado de
Antonio Dadas Corris de Goes, Jos
Antonio e Silvina de tal, requerem mais
['que sejam c tados por ed.tos J So Jasti-
uiano Pereira e Maaoel da C sta M>chado
residentes oo teroio do Pombal, Antonio
Gebrisl morador em Pooinho, termo de
lampina Grande, Joaquim Pranoisco dos
Pas80s, reside te oo termo oo loga, Joa-
quim Moreirs-de Maria residente em Ita
bayanos todo Veste Estsdo, Ignacio M-
cbsdo da Costa Netto, residente em Ri-
beirSo, termo da Escada, Jofi da Costa
Machado e suas filhss Mari, Balbins,
Ermina, Maria e Agned, rosideote na
cidade de Bom Jardnn, Geraldo Baptista
Guedes, residentes na Villa de Cimbres,
todo no Estado de Pernambuco e sos ao
entes em lugar ignorado a dasosnhecido
Jos e Gabriel filhos de Henrique, o sin
ds po" editos sejam citidoe as ament e
deseonheodos oa de qaaqaer forms io-
tretsados ns medi^So e diviso do immo-
vel, procedsndo quanto sos prazos dos
editos, forms o pnblieaoSes cas eitacoes
e affizacees de editaet de oooformidade
oom o disposto no art. 4\, 1.' artigoa
teits e spreseotsda ama peticSo cujo teor
o tegainte :
Illm. Sr. Dr. juiz di direito desta co-
marca de Patos.Dizem Jos Venancio
ds Nobrega, Justo Joa.d'Uquiza Machado
D. Veneranda Francisca de Oliveira e
D. Leocadia Bella Machado, referentes
ns accSo e divisSo dos sitios Santa There-
za e Poco Cdrcado, por aeu advogado
abaixo assigoad >, que, nSo tendo rhegado
a cea destino s copia do edital, de que
trata o regulamento de 5 < e Sstembro do
1890, em sen srt. 7. remettido p r este
juiso ao da Cidade do Reoife, para ter pu-
', 6, 7 e 9 do citado 2.' o de-roto
da 5 de Setembro da 1890, para que to-
dos por si ou por seus procuradores le-
galmente constituidos, venham a primeira
audiencia deste Juizo, que se fiter depois
de fiado o praso, tomar-se com os euppli-
cantes em agrimensor Piloto e arbi rado-
ie, qoe rocedam a medicSo e divisSo
requerida e anda para reciprocamente
abooarem as ^espezas qae se fizer com>
preheiididas, no pedido ct fractou oom-
muos e. iodemoisacSo de damno que sebre-
venham o c ;ntest.- gao Ja lide, sob pena
de revelia, tudo de accord com o art. 54
do citado dea., finnoo, a'esde ogo cita-
do para todcs os demais termes da cauta
at a final seotenca a s a eXecocJo. i
Oa BUprlicantes estimam o valer da pre-
sento causa em 6-.O00S Requerem final-
mente os mesmos upp icuntes a V. 8.
que se digne maroi.r-lbes urna audiencia a
tm de jusijficrem previamente a ausen-
cia em lugar ignorado e desconhecdo dos
condominos Jo e Gebriel, p ra qu-, de-
pois de julgpdo oor sentenga seja jante
aos autos, deveodo ser nomeado curador
tos menores e aus tee na forma d lei.
Pede deferale nto E. R. M. P.tos, 25 de
Novembro de 1893. O advogado Jacan-
celio Filb?. Vai iastruido com 10 doca-
meotos. cstsva devidamente sellada Em
cuja petig3o dei o seguinte despacho :
Autoada. Como requer e ncmtio cu-
rado1- a lide dos menores ausentes ao ba-
charel Jos Herculano Bozerra Lima, qae
dever ser intimado para ter sciencia.
P ra a justificagSo requerida deBigno o
dia 28 d'oste na sala publica das audien-
cias. Patos, 25 de Novembro de 1893.
Porto E para que ebegae ao cooheciaien-
to de todos os interesado8, mandei passar
o preserita edital, eom o praso do 0
das, palos quaes cito chamo e requeiro a
Ignacio Machado de Costa Neto, residen-
te em RtbeirSo termo da Escada, J da
Costa Majhado e suas filbaa Maria, Anto-
nia, Mj, Balbins, Ermnc, Mtra e
Agis, residentes na cidade de Bom
Jardim, Geraldo Baptista Guedes, resi-
dente na Villa de Cimbres, tudo do Esta-
do de Peraambuco, por todo cootelu da
peticSo e despicho na mesms proferido.
Outro sim, ss audiencias deste jaiso
teve lugar todas as quin.a feira no Payo
do Concelho Municipal.
pira constar mandei passar o presan-
te edital que vai por mim assgnado e
publicado co diario ofricial d cidade do
Recife e alunado no lugtr do cpstame.
Patos 31 de Agosto de 1894.
Subacrovo
F rreirs doa
sobserevi.
e assiguo, ea Herculano
Saotos, isanvo do civel
Pedro Ulysses Porto.
lliliilllM/aii
Por ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
fica pelo presente edital intimado o ex-
collector de Rendas Geraes do municipio
de Canhotinho, Manoel Ignacio da lio
cha Accioly, bem como seus fiadores, her-
deiro e outros interessados, a fim de al-
legarem o que for a bem de seu direito e
produzirem os documentes que julgarera
necessarios no processo de tomada de con-
tas do dito collector relativamente ao pe-
riodo de sua gstao(7 de Marco, a 31 de
Dezembro de 1891 ); e, como se tenha
verificado um alcance de 10-'ii640 contra
elle, fica outro sim, marcado o prazo de
30 dias para recolhimento do .lesmo al-
cance aos cofres desta Altaadega, sob
pena de revelia.
3 SecgSo da Alfandega de Pernamb-
co, 27 de Outubro de 1.894.
O chefe de secgo.
Luis Fredcrico Codeceira- i
BEGLAEACOES
Partido Hc|>ublicano
Em aome da comisso executiva do
directorio do Part i o Requblicano, convi-
do os membros do mesmo directorio a se
reunirem no dia 19 do correcto mez, s
2 horas da tardo em sua respectiva sede,
rua 15 de Novembro, outr'ora do Ira
perador n. 15 1." andar.
M. Perctti.
1." secretario.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
De oriies da Ultra, junta administrativa da
Saata Cisa de Misericordia do f>rire, recebem-
se p-opoatas para o segairi.e trab:-lbo no bospi-
010 de alindados :
Levantaoietilo no pavimeo'o superior, de urna
pane do asso&lbo velbo, ruocer'.j e repoaijSo
oeste, metro quad>ado.
Asoalbo 88*ent do de t'boas rpfo'gaila3, de
l.iuro verdadeiro, secco, tiruao lo.o o br.n:o,
motro qaarado.
Vigamco'.o de 7-8 asseatado ou :2o, metro
co-rtnte
O proponente poder : contratar lo Jo o
trabaino, Inctasive a collocacso dos vi.-ameotos,
oa somenie oan^oalbo ; 2- receber a importao-
cia du rabalbo de cada salao, logo que se achar
prompto, e for medido e acce.to ; 3- se obrl-
gar a substitu gao do a*( caja coll cacao
nao for leita as coMicoe da proposta; i- pa-
gar* um malta de 13 0/j pel= demora oue for
resoltante de 'alta sua-
Secretarla da Santa Casa de Misericordia da
Becife, 14 de Novembro dp 189.
O etenvao
lo' Hnnorln R. de Venp".
Companhia ManuTactora de
Pliosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas a
realizaram dentro de 30 dias, a contar da
5 do corrente mez, a 8.* entrada de suas
prestacoes, razio de 10 Org do capita
subscripto ou 208 por acgo, em mo do
thesour-iro, rua da Madre Deus n. 18.
Recife, 3 de Novembro de 1894.
O director secretario.
J. P, Goncalva da Silva*
i

'

vj
i

. v

,-v




J


\

-
..-

JDtiario de Pernambnco Qntnta-feira 15 e IVovemkr de 1894
THEATRO
SANT A J_S A
GOHPANHIA DE VA&I6DADHS _
Emprezario Director Prestigitador
DE. E. MOYA
;::m-:::: 15 ss^ovsusno se iss
. ESPECTCULO EM GRANDE GALA
COM A ASSISTENCIA DAS PRIMISIRAS AUTORIDADES DO ESTADO
para solemnisar o anniversario da REPBLICA BRAZILEIRA e a posse do
nove Presidente Dr. PRUDENTE DE MORAES, cujo personagem ser apre-
sentado em busto ao finalisar o espectculo. Nesse momento tocar-se-ha o
hymno nacional.
Nesta noite estrear o terrivel e celebre atirador capito Sr. G. VERDI,
O cual ser dignamente auxiliado pela sua irm Segnorita ANGELINA
VERDI.
Si
!
Apresentago do celebre atirador
E sua arrojada irm
Artistas considerados cerno as primeiras celebridades
do Rraril
Grandes e surprehendentes tiros de precisao sobre differentes objectos e
em diversas posices, que seguramente chamaro a attenco geral, como tem
acontecido em todas as partes da EUROPA e AMERICA possuindo por este
motivo, varias medalhas de ouro, e o sobrenome de ARRISCADO E valente
ATIRADOR DE ARMAS.
Os difficeis tiros do capito VERDI, consiste em collocar a sua arrojada
irm, a Segnorita ANGELA, e tirar-lhe de um tiro, da cabeca urna noz, da
bocea urna rosa e da rrio urna moedinha de prata, em cortar um cartao posta
de canto, em romper um papel, apenas perceptivel a vista, em apagar um vela,
etc., etc., ora de p, ora sentado em urna cadeira, ora apontando em um espe-
lho, ora collocando o rifle de lado ou de frente ou atirando com urna s mo.
As armas e balas estarSo a disposicao do publico ou das
pessoas que susIhih de exanainal-as
serAo APRESENTADOS uma vez mais os retratos de altos
PERSONAGENS POLTICOS
O espectculo ser composto de 3 partes variadas terminando com o
grandioso imcomparavel
SYLPHORAMA A LUZ ELCTRICA
e o qual ser executado por Mme. Elosa Moya NICA MULHER SYLPHO-
RAMISTA, a mesma que apresentar vistas explendidas : Altos personagens
polticos, o vapor Solimes que naufragou no cabo Polonio, vistas do Rio de
Janeiro, vistas de Portugal, Franca, Italia, Inglaterra, Allemanha, Russia,
China, Turqua, Hespanha, Suissa, Blgica e finalmente de todas as naces.
PROGRAMA COMPLETAMENTE NOYD
AVISOO Theatro estar elegantemente enfeitado e o espectculo ser
amenisado por duas excellentes bandas de msica.
. NOTAllavera trem pela linha principal, voltando pelo Arraial e bonds
para, todas as linhas.
O espectculo comecara as 8 e 1| i.
Os bilhetes desde j venda, por especial favor na Tabacaria Cento dos
Fumantes ra i." de Marco n. 3 e no da do espectculo na bilheteria do
theatro.
O I. SECRETARIO,
JOS GRIPINL
Companhia de Teci-
dos de Malha
A Companhia Tecdos de
a, avisa ao commercio
Malh
q~e o depoai*^ geral de seas
pfodoc"*-e -jo armazem dos
Sw. Soya Nogoeka Sf C,
ra Mrquez de Oiinda i>.
58? para onde devem dirigir
todas as encommendas.
0 Loadon & Brazilian
Bank Limited
iacca sobre Lisboa e Porto
eaaa libras sterlinas, e vista,
etiiio o pagamento feito
occ asido da apresentacSo do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas pracas.
Companhia
Refinadora Me\ cantil Assu-
careira
GoTivido aos Srs. accionistas para se reooirea]
em aaaembla geral cdioaii?, no da l desu
ao meio dia, oa sed* deta compaorla. a roa d
Dr. Jos Ma anuo o. 66, atinj d* lomaren) ro
nbeelmento da gesiod) mepr-o do anno Focia'
Ando em 3u de Selembro nlmo e plegerern a
commissio fiscal que lem de fuoccionar do cor
reoie anoo.
E*>crjptor.o da cempachia. 10 de Novembrode
1891 -O gerente
MaDoel i. Ferrelra Croa.
Pernambuco Powder
F ctory
No escriptorio d'eeta Companhia. erica do
Commercio n. 6, acham-se a disposicao dos Srs.
acciontas o balaceo refertnte ao seno nudo em
31 de Agoato passtido e mais docameatos de
que trata a lei da* sociedades aciocjmas.
Bcile. 17 de Ootobro di; 1894.
A. J. Barbn Vianoa,
Secretarlo.
CC'VPANfflA TETHYS|DE SEGUROS
MAlUl~sf03 E TERRESTSE8
BA. BO TIGAJtIO N. 1, 1.a AJTDAJt
Directores
Barita de Sonza Le4o.
Thociaz Comber.
Julio Cesar raea e Barro
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO '
Compaahia Norta Britsb & Mer
cantil c 1 nsurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* 0*
Fundos .accumulados 9,452,452, 18" 5*
BECEITA AJJAL
De premioa contra
Fogo 1.495.418 10" 8*
De premios sobre
divida 992.379 6- 1*
2.4-8.196. 12* 11*
N; B.A repartico de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccoes fei-
tas pela de seguro sobre ridas.
Wilson, Sons & C .
:zs \mm xrsusAscs cubait
asas
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
Capital i.9oo.oo
(Rs S4,0O0;000M>0)
SEGURA EDIFICIOS E MEBCADORIAS
CONTRA O FOOO
7AIXAS B A I XAS
POMPTO PAGAMENTO DB PRBJUIZO
Sem descont
Agentes
ihuvvyns c.
COMPANHIA
DE SEGUROS ONTRA FOSO
AMVVUVAVS
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Rece!(a annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
__________ Boxwell William & C.
SEGURO CONTRA FOGO ~
lEtoyal lararanee verpool
CAPITAL 900,000
Afissnwosa-n &c.
LARGO DA COMPANIHA N.6
SEGURO CONTRA FOGO
UNuA m m
Pede-se aos Senho-
res consummidores
Tue queiram fazer
jualquer communica-
Qo ou reclama$o, se-
ja esta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se r e-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os &rs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, Hermillc
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deye
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum.
Gerente.
Edward Collire Leigb.
K&RJ7QC35
tlaiaburg Suedamerikanis-
che Dampfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
O vapor Cintra
Eepera-se da
Europa do da
18 oeNovembro
re^cimio depoi
da demora ceces-
earia para
Baha, Rio de Janeiro e
Santos
Eate vapor entrar no porto
Qasesquer reclamares s serlo atec-
didaa 48 hora* depoia.da altima deaoarga
do vapot na Alfandega.
Eate vapor Iluminado a loa elctrica
e offeroee eptiznaa accommodacSea^ aoa
ara. paaaaeeiroa.
Para carga, encorjmendas, passagens e tre-
tea trata-aa com os
Consignatarios
Borstelman & C.
Roa do Commercio n. 18
1* andar
LUGAR N0RUEGUEN8E
Christina Elizabeth
Para
EM DIRE1TURA
Segoe para o pono aciata oeatea poneos dial,
Para o resto da carga traia-ae com
E. S. Lew
St-RUA DO C0MMERCI0-21
Companhia Fraaceza
DE
Maveg^^o a vapor
Linha regalar eotre o Havre, Liabom,
Pernsmbioo, Babia, Rio de Janeiro
e Saatoa.
O vapor Paranagu
Commandante Baillenaont
E' esperada da
Europa at o dia
17 re NoTembro
aegoindo depcis
da lndispensa Te
demora para
Maceio, Bahia, Rio de Janei-
ro e Santos
Site vapor entrar no porto
Rogt-se aos Srs. importadores de carza pelos
vapores desta liana, qoeiram aoresentar den
tro de 6 das, a contar do da descarg* das al-
farragaa qoalqaer reciamacio coocemente a "o
Issas =as. pervertir :ec*ss sssr:S3 jara or
portos do sal, aJm de se poderem dar a temeo
as provideocias oecessarlas.
Expirado o referido praxo acompala nao se
raap>08aoiliBa>por extravos.
Rezebe carga
a tratar com o
AKNTE
Auguste Laliille
9Roa do Commercio9
A. C, de Freitas flg C.
Sud Brasi1 Dieast
o VAPOR
Ithtka
E' esperado da Europa se-
goindo dopois da demora
necessari para
Sanios, Paraoagnii Santa
Calbarina, R o ftrande do Ssl, Pelotas e Porto
Alegre
Para carga, pasaagena, encoamendas valo-
res irata-ae com os
Agontea
Pereira Carneiro & G.
6-HJA DO OOMMEBCIO-i
1
Imitm Mulles
O vapor Matapan
Commandante Lemoine
E' esperado
o dia
da Europa at
9O da Xovemkr
segniodo dep Baha, Rio de Janeiro Santos Montevideo
e Buenos-Ayrea
Entrar no porto
Previne-sn ainda aos Sra. recebedores de mer-
> a dorias qne se attendera a reclamacoee por
fal-ap, qne torera recop.aecida na occasiSo do
ltuxrfa dos voiucae.s; e iue dentro da 48 ho
as a contar do da da descarna zb aivarenas,
deverao fazer icoer reclamagao concen-en-
te a voluntes i^e porventura lennam segoido
para os portos do sol, afm de serem dadas a
mpo as providencias necessanas.
Roga-se aos Srs. passageires do se apreaenta-
em na vespera da chegada do vapor para toma
em as anas pasaagens.
Para carga ,pasaagens e encommendas etc. a
tratar com os
AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
! andar
Gompanhia de Navegaba
Carioca
PORTOS DO SL
O apor vnaoional
Santelmo
E' espralo do snl ppgnindode-
poif oe prqneoa demora para ao
!Trt0* lo
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sal, Pe-
lotas e Porto-A legre
As encommendas serlo recebidas at 1 bora
a tarde do da da sabida, do trapico? Barbosaa
Caes da Cotcpanbia Paoamb1. cana n. 4
Para carga e passageros tratase co
AGENTES
PORTOS~DO SUL
O vapor Cometa
E esperado do
sol at o da
15 de Navembro
peguindo depon
da demora neces-
sarla para o
Far
Para pas3agens, fretes e encommendas tra-
ti-ae com n
AGENTES
Pereira Carneiro I C.
RILt DO COMMERCIO N.
1* andar
Boyal Hail sihi Pdchi uosiuy
O paquete Thames
Commandante B. S. Armstrong
&' esperado dos porios da
Europa ateo dala de Novem-
,bro e seguir depoia da ae
rmora iodispensavel para
Baha, Rio de Janeiro Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Previne-sa aos 8rs. recebedores de
mercadorias, qne a Companhia Mala Real ingle-
sa, contractoo com aGenoat Steam Naveganon
Companjom servico da vapores semanaes qw
parando ae Bordeanx e Cognac, vem ebegar a
Sontbmptop a lempo de balfleiarem as cargas
destinadas America do Sol. para os vapores
desta compacMa.
A Real Mala acceita por p-ecos raioaveis
sagelros para Valparaiio via BnenosjAyr
estrada doa Andes. '
Tambem acceita passageiroa para Hew- York,
via Sootbampton, por especial arraojo (eito com
a Companhia AHemsod Llojd, podendo demora-
em-se na Bnropa cas o deae]arem.
Reduccao noa praooa da* pasaagens
lAa lattoUe
A Llano i Class* *0 M
A'Sontbampton i' classa **
Camarotes rtatrvados par es passageiroa da
Peroambnco.
Para crga, pasaagens, eooommcaaas dinaei-
ro a (rete: trata-se com os
Amorim Irnao & C
. 3Raa do Boa JeamN 3
Lio d Brazileitt
PORTOS DO SUL
O paquete Oiinda
B'mperado do
ni-: i. o da
1 dn Novembro
'tguiado depda
da dtniura rcesa'ia para
Parahyba, Nata!, Coar, AmarracSo, M;
ranhto, Pari, Obidos e Manos
As encommendas serao recebidas at 4 i bora
da tarde do lia da xabid. no trapicbe Barhosa,
co cael da GompaD0:a Pernambocaua n. 4.
frete etc. trata-se
Para
cornos
Cear e Camossim
Segu para os portrs cima o hiate D. tnlia
recebe carga a tratar na rna da Madre de Deas
8.
O lagar por:ugnea
Jos Estevo
Segne brevemente ppa Lisboa e Porto p ar
onoe desde ja recebe carga.
A' tratar com o* coosignat* ros do navio
Amorim Irmos & C,
3Rna do Boa Jeeas3
fcoyal Hun^rian m N^isation
tempany Adria Limited
O vapor haDgaro
Brai o th
B'esperado de porto da Trieste
.ganado depois da necesaaria
passagenB, ne-ga
AGENTES
PORTOS ~0 NORTE
O paquete
Planeta
Commandante M Aaevedo
Espera-se dos
por'on do norte
aio dia 1 de
No vembro se
gsinoo dtpoi^ da
r.ioru ind'peiitavel para
Macei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommendas serao recebidas at 1 bora
da tarde ao dia 'la sabida, ro trapicne Barbosa
Caes da CompaohiaPernambacaoa n. i.
Aos Srs, carregadores pedimos a f oa attenco
p?ra a claosnla 10 dos coqbecimeolos qo<:
No caso de baver algn.ma reclama^ao conlra a
companhia po*- avjrias oo perda, deve ser felta
por escripio ao agfln;e respectivo do porto de
descarga, dentro de tres das depois de Boali-
cada.
Nao orecedeado es'-a forna'idade, a compa
nb'a t-a senia de toda ar sp nsabilidade.
Para carga, passagens," encommendas e
nbeiro a (rete, irata-ne rcxn os
AGENTES
Pereira Carneiro A 0.
Ra do Commercio n. 6
1.and&r
di-
Linha regular de vapores
uacionaes e
o vapor
estrangeiro3
INQLE5
Shaftsbary
para
Baha, Rio de Janeiro e San-
tos
Vigorando a W de cabougem previmos aos
exportadores de que someme productos agnico-
las de fcil deterioracao podara aer embarca-
dos na dito vapor.
- a?iTa paasageos, carga, (rete etc., trata-i ctm
ASENTES
flenry Farter& C.
Roa do- Commercio n. 8
! andar
os
Prese o tmeote
neste porto se-
,:uira depois de
breve demora
psra os pono do
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
r~m direitora
Para carga e vaiores tra's se com
E. S. Levy
Roa do Commercio n. 22
0 VAPOR NORUEGUENSE
NYORD
B' esperado oeste porto
a* o da 19 do corrale
e segoira dep.is de breve
demora para o
Mo de Janeiro, Santos, Rio Grande do
Sol, Pelota e Porto-Alegre
SEM ALLIVIAMENTO
100 dua* com milho em ci nserva.
60 ci'.si com ealdo on .-opa.
ainila e o con irw Uma carteira, 1 tufcj du (erro com iba min,
1 piano para principiante, t mesa elstica gran-
de, t realejo e ootros movis.
Lei] a
ao
Denmter'eoo solo prop'ij) cim 60 palmos
de (recto. 530 de (ando, ted^ mando com por-
fo de larre (andido, na frente, encanamecto
d'cgna, ten lo no modo ; oaeotos de peara e oal
receatexeiit) censtrnidos para aoimae. carros
e emprtgalos
Ko Cjmiobo N vo n. ni
Quinta-eira, 22 io co/rente
A's 11 horas
Agente Pinto
BA~D0 BOM JESU5 N. 45
Os preiead^Ltes ucba'o a en a ve no n. 1(2.
AVISOS DIVERSOS
Pferifa-se de dDae ros:Dtieiras cem urgen
cia ; a tratar na iua do Apol o n. 8, 1- atoar
das 11 Su i horas da tarde.
= Madame Mame-,
ina a fiar Icoes d-;
ConqoDt' n. 2i.
de vol'B oa Eunpa, con-
frsocez e piano. Bna da
Ven ik'u ?h irr garrvtea e ::uia v era loo-
riai ; pa-s ver e tratar na eatradi- de Juo de
Barros n. 7. si'.io. ______
Carga e valores a tratar com
E. S. Levy
Roa do Commarcio n.
22
GofflpaiDia HriaiMM iib-
PORTOS DO SOL
laeei, Penedo, Aras jn* e Bahia
O paquete Jacuhjpe
Oammandaate
Mooteiro
Seguir para
o portos cima
indicados no dia
i horas 4a
(arde.
Cbama-se a attenco dos Sr. earregadreos
para a clansola 10 qne aqni pnbHcamoa:
c No caso de baver algn.na reci-imcao oon
ira a CompisbiB por aorta oa perda, aeve ser
feita por estripto re gente respeJiw HtgM
da descarga, dentro de tres dlac deiets de fina-
| N*o precedendo esta (ormalidadia a Compa-
nbia flea isenta de toda a respansabnlidade.
Recebe carga, encommendas, passagens e di
oheiros (rale at s 11 Doras da manbS do dia
da partida._______'
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambnoana
n. 12
f arfiC
Pacifico Stean NaYigalim Bom-
STRAITS OF MAQELLAM LIN*
q paquete Ur Espera-se do sol ate o die
*S de Novembro tmgaindo ae-
os da demora do costme para
Liverpool com escala or
Lisboa, La aHIc e jamontli
N. B. Este msm .* tem accommodasOes
para passageiros de 2 classe.
Para carga, passagens eaeommea das diahei-
o a frete trata-se com os
AGENTES
Wllsiii, S#as 4 C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
Precisa -e de oo>a ama para an lar com
menino ; a irtar na rna da Imperstriz n. 16,
primeiro andar.
Cal Branca e Vir-
^oni de tla^na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade,e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
seu armazem do caes do
Apollo nt 73._________
Babados bordados
A 40), E00. 600,703. 800 e 1*000 a pecj.
Na a Coasideracae
g 20=Baa da imperatrixN. JO
P'cbincna________________
(Jntro vaccas tonnaas, nova, cem qnatro
criai moito ni vas ; na travesea do Bom Gosto
n. 11 (Torre).___________________________
Bom negocio
Vende-se a tave-na da raa Coronel Snifauna
n. 52, com pencos (nodos, livre e desembaraca-
da : a traiir oa rna do ATortm n. 37.
Boa Occasio
VENDE-SE uma importante loja de
fazendas, ou somente a arma^o.
l. situado em bom ponto para nego-
cio e tem ptimas accommodaces para
familia. A tratar com Bento Ribeiro
na ra do Livramento 25Recife.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfes applica-se ventosas seccas
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
1 1-------------------------------------
Geraldo Jos Alcofo-
rado
61=Raa d Hoanelo Si
Eocarega-se dr- casameatos, Mtis0os, ban-
queu-s e qnalqaer especie de feaias, unto na
ciaaae carao rara.
Fornece tndo onaoto preeiao, cobj sejam :
lasca. vidras,.baadeljas, bolos, asaaioa, e toda
do corMBtf qualqoer co.ida. para o 300 dlsp6e de om
pessoal babilitsdo, garantindo bom desempe-
nbo em qaalqoer trabalno qu- ioe aeja cooSado.
Asteio, 8incr.ndade e modiciaade
em precos
Pode r procurad roa Pormosa n. 19
Telepboue n. 448Pernamboco
Cosnheiro
Precisa-se de ana bo na ro-
inheiro a cosinheira par*
casa de pequea fua lia,
tratar na ra do Paysandu'
n. 1.
, 1 ss)
Cayallo furtado
Fnrlaram no dia 10 do correBte. da Boa-Via-
gem, om cavallo castaubo anrino. aodador
b*ixo, com os segaiotes sigaaes: otado esqner-
do p preto e iocbado, aireo cale do, na
mao esqoe-da orna en're-cana com pequeos
cabellos arripiados, o olbo esqaerdo tem ama
nev, mas nao empata a vista, por cima da can-
da tem ocoa maacaa preta ; pede se a. autor i-
dades oa qoalqaer pessoa a ap'.ora do mesmo,
qne ser ecompeosada._________________
Gasa em Oiinda
Alaga-se a de o. 11 a ra de Uatbias Fe:rei-
r ; a tratar co largo do Corpo Santo n. 19, ar-
mazem.
LEILOES
Leilo
De chapeos de palha pa'a noraens, senhoras o
meaiooa. roapas detnso, colxas, me as, collari
obos e ontras faiendas
Sabbado, 17 do corrate
A's ii Iteres
Agesto Hato
JA D MU JESOBR. 15
Em cootinoacao
500 libras de mar-eiga loglea.
B0 latas com silpites.
Caxeiro
I-recisa-se f:e nm ctizai'o de 11 a 18 sosos,
rom pralica de molbados, dando fiador da na
icuiidoi-ia ; a traur uo scea ae Sanio Amaro
nuaero -A.________________________^_
Caxeiro
Precisa se aenro caxeiro, de 16 a 18 anuos, e
que leubH pratica de (averna ; a tratar na praca
Maclel P nbeiro n. 14.____________________
Ao publico e ao commercio
Idatioo Leopoldino de Albuqoerqne Mello
commaot^a que comproa, livre e desembaraca-
dn da nnaesfssr dbitos e ebritec'*rs, a averna
tila a rut. Marcio Das (Direlta) a. 137, que
pentencen a L'sboa & va'a
Becife, 13 de Movemb"o -de 189.._______
Criado
" Predas se de oa criado iar easa de %ailia'.
a tntar ja roa finque de Guias n. 84, kj*
Vende-se
flm exjeent em afcgne-e> stabelecl-
ssento. de mercaaria. janla dtvKsas^laiwess.
oo samo d Oarnns.a -amo Or. Joh*b rw-
bseo s. 6, defendsn-o de pefr*w l-ll
raiv ao oessM ." *-_ -na-
>
a




i
II


Diario de Peranibaco -* ? i t
Kigael rraaUc de Iokk Reg
Anoa M*rci-'lU do Reg, Miguel Jos da
M'oita e seo B.nis rcandam colorar musa
pelo raponso cierno o'tltra de seo ptetado ma-
rido, po^ro e >A Migoal Francisco de Scaia
Reg, do da 15 tto cotrai-te. 7- do sen lallsci-
meoio, a 8 borat da raanba. na mattii da Roa
Visn, e para me a<-.to de carfdade h relictao
conviu?tu os seo* parentes e amigos, ao quaea
doade ja mamlesiam o sea eterno reeonb.-ci-
mento.
f
Santa Casa de Misericordia
do Recife
or. Anlent j Jmi' da Coala Bl
beira
A ultra, ja 'a aumin.strativa da Saota Cica
de i-i.-r.icoraia do Recita cot vida a os prente e
amigos do ria o r. Antonio Jos da Costa Rl-
beiro moraomo da inesma santa casa, para as-
sletirem as mi83ad de r quiera que, sor i;oa
alto.:, (ara celebrar a mesma jaota, na ig'eja de
N. S. do Paraso, as 8 oras da manba do da 17
do correte.
Secretaria, da Santa Casa de Misericordia^oo
Recife, 13 de Novembro <'e fWf ^
O eecnvo
Jo.- Hoaorio B. oe Mr-nezes.
t
QFraoc.ace tom doa Paaiiia Gul-
hiara.-
De ordem do cansa, mo rmo ministro, con-
vido a to os os nt.s-o* Irmos a com'arecertim
IM Hlliii ordem, a 9 horas da macha do ella
46 do to reole, oara aeeistirem as ex^qoias io-
lemnes que se celeorarSo por alma to nosso
d stinco irmo es liiistro, Francisco Jos ps
Paraos Goimaries, t<-, d > en- seguida ccnduilo
o ira corpo a Diurna morada.
O secretaria
Jos* Mana de Andrade.
Frecisa-se
De nm perito al fatal*
jalear hbil.ia 'o qoeira
oe Csx'as n. S6
para corlar: qoera se
ctirigir-ae roa Doqae
iiis.ubeiro
<
z
o
Q
UJ
LU
UJ
AGRADAVE.
Se recorarr.enda como o melhor
remedio da sua classe a
E1ULS0
UNAN e kemp
C0MP08TA D06
MAIS ESCOLHIDOS
INGREDIENTES
combinados cientficamente e
a todos os respeitos a melhor
preparacto de
OLEO
DE FIGADO
BACALHAO
COM
HYP0PH0SPHIT08
DE
DIGESTIVO
O
H
o
>
m
m
z
o
o
O
>
^****#*#*#####a A LA GRAK-VJA
*NO Halis Pebres![" ^SSft*A
t
Bom negocio
Vende-se a bem coooecida e afregpexaria ner-
erara denominada Sjmpatbia de Terjo, aran-
t ndo-s retalbar 3:0004000 por mes. lenao bons
commedos e molto p'op'ia para principame, o
rrolivo por que se vende se dir a qoalqoer pre-
tenaente ; tratar na mesma co do rrmazsm
dos Srs. Costa Lio* <*.
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquina
B. dos Res & C. Successores a ra
Larga do Rosario n. 30.
Attencao
Vende-se orna imooriacte corheire coro vac-
cas lonrioas, com crias garrotas prenbe e nm
oovilbo e ota bom cavsllo para sella : tratar
rom Jcs Pereira Daarie, nos Catibos, defronte
do H ipital Pedro II._____
Cada vldro tem a marca:
e om cada Perola cstao
lmpressas as palavras
CUrtan, fari.
AS PEROLAS de SULFATO de QUININA, de BROKHYDRATO de
QUININA, CHLORHYDRATO, VAiERIANATO de QUININA ,te do
D* Pl EPTill COn^m cadum* deI entigrammas (dois graos) de Sal de Quinina
(fLCIf Ifl chtBHcammU. puro, de fabricacSo franceza e preparados por
um processo approvado pela Academia de Medicina de Pariz. Debaixo de nm
envolucro gelatinoso, delgado, transparente e mui fcil de digerir, a Quinina as can-
ter oa infinitamente tem alleracoo, e te engate tem deixar o menor amargor na bocea
Cada frasco contm trinta parolas equivaWndo a tres grammas de Sal de Quinina'.
fabrica, a vasDi roR atacado :
Cs L. FRERE, A. Chihpient e C", S1
, l curtan, ParU. V
ra /acc*. ParU \ Vtmia.* ,t^0 m quul Udat u iarmae/M.
Ir*************** **********************
AA/*APHeVINAM-SE COM AS IMITAgOEStVlvV^^^^aV^^V^^
0RIZA-P9WDER
Flor de A.rrbz
frescura e perfume incomparaveis
perfumara oriza
de L. LEGEAND
rW- Inventor do Producto VEROADEIRO e accreditado ORIZA-1
XI, Place d.o la Madeleine, Pars
ACHA-SE Bil TODAS AS CASAS DE CONFIANGA
aVW>SVa^^^^^*^^^>*^#^V^^^^V^^^ViaVit*%%*a^^a^^
Precisa se de nm bom coatnieiro. aai m com
donn rri!-in"n trur na rna do Carmoc
sbalet n. 55, em Olinda. __________
Uosinheira e copeiro
Precisa-se de orna boa cosinheira por 30#XX!(
por mes. e de om bom copeiro : a tratar no p a
leo do Co'letio n. 4. escr o'orio. ____-
AMA
Precisa-se alagar urna rapariga para
cuidar de urna crianza ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Precifft-se d ama ama ; a tratar na roa do
Livramecto n 3, loja. ____
Ama
i
Para en;......nar. preisa-se
de urna ama ; rna Duque de
Caxias 4, 3.' andar.__________
Cosi heira
Precisa-se da orna boa eosinheira para a Var
ie* : a tratar nn -na no C'espo 11. 49 loja.
Pregos americanos
Vendem Benrv Porter & C. em eens arraa-
xens de fannaa ue trigo, caes da Regeneracao
os. 3 a 11, oa uo seo escripiorio i roa do Com-
me ci
Marcineiros e toroeiros
Na fabrica de movis de -ilvaFemandes & C,
contracia-se TtlBtw ane sejam peritos.
Rna de S. Jo n. 48.
Boa BarSo da Victoria n. 49
gyr VINHO DO PORTOADRIANO
;. Tnico nutritivo e reconstituinte O
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COM AS IMITACOES !!
US1C0S RECEBEDORBS
Guiuaraes t Valeute
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Urna qoesto de gosto
Funeraes de 7' dia, anniversarios,
etc. na cidade o no interior : encarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA__________________
Jarciineiro
Precisa-te de om jrdineiro, pref^Modo-se en
trangetro; ca ros do Commprcio.n 44.________
"TrIbaThador
Prcr.eB ee de cm hamem t abalhador para a
eooi'pryacSo do przdo da Estancia, onde ter
casa para mora-.; a tratar ca ro Duqoe de Caj
lias n>. 56 e 38. -.______________
mm
As sezoer, febres intermi-
tentes, palustres renitentes,
dores de cabeca, nevraJgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallivelmente com as
pilulas contra as sezoes do
Dr. CoRta Leite.
QEPOSIIO
BOTICA FRANfiBIZA
H. Rouquayrol
%2 Pa da Cruz 22
* i
?o commercio
Os abaixo asa gnados declarara qoe ero 11 de
Ootobro Hndo diss lveram amigavelme-iie a so-
ciedaHe qoe gjrou eob a rasao de Macbado &
Almeisa, a roa BarSo da Victoria o. 11, ncando
a cargo do Soco fiento Alve; Macbado Gama-
raes a liqni.acao do activo e responsavel pelo
passivo, reliracdo-te Icio Coeibo de Almeida,
livre de toda e qoalqoer respo-sabilidade e pa
o do sea capital e locros.
Recife, 1S de Novembto de 1894.
Rento Alves Macbado Gaimaraes.
Joto Coeibo de Almeila.
Sapateiro
Precaa-se de official para solar obras de lena
especialmente para senboras para informacOes
ao vi cu da est cao do Priorjoe.
Servico deenterramento
Completo, a capricho e promptido.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 26
Direco do
PAULA MAFRA
/urna de criaaca c cosinheira
Pr cisa-fe de croa ama de cianea e amojo
de qaartos, e ama boa cosiebeira ; ao Cami abo
novo n. tao._________________________
(Tariiiador Paula Mafra
Continua no exercicio de sua
profisso
Rna Duque de Caxias n. 33
:2flalSIIlf9a'lfIaa

\
1 -
ai
M 1 tQ
iAAAAAJi AaVJriJ 4a *fc A A + t> <- raV -fr ~it
Agua i. Heiissa Carmelitas
XTaadco Successor dos Carmelitas.
PARS -- 14, Ra fe VAbbaye, 14 PARS
CONTRA:
Apoplezia Flatos
Cholera Clicas
Enj3 do mar i Indigestes
Febre ama/ella,
ur o protpeoto
IDescou.J3.aj
DAS
/fllsifirafra
t/tmii ps/i IipectorU d Hjtita* do Imperi do Iruil.
CAPSULAS de SNDALO CITBIN:
Pnawra^i al(rai&a mal fllcaz contra aa
MOLESTIAS SECRETAS
do que as famouu Ciptulai universal-n^nle reeotntnendadat: pelos JJWieo*.
Ttm* caiza MTAMB, MM a C-, aai UVBBTOOL. MVAMB, K.KUCMMM Si 1TMMM, am LOHOBCa.
. pr^oAi^-oa bm toda as mmcipAKa PWAaMACiA.___________________
Acabara de receber da Europa pelo nl-
* [ timo paquete om esplendido sortimento de
fazendas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diversas
qualidades e de maior novidade neste ge-
nero.
Chiffonetes, padroes lint.issimos.
Cambraias brancas e da cores, o que
a de melhor e variado.
Organdys, linons, perohnes, cretones,
grande e variado sortimento.
Riquisimos cortes de vestidos de ca-
ichemira, bordados em alto relevo.
. Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melhor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros.
Leques de todas as qualidades e grande
sortimento.
Meias de 13, croas, escoasia e de seda
para senhoras, homens e criancas.
Camisas de alg >do, Iioho e seda lisas
e bordadas para homens, grande varie-
dade.
Collarinhos, punhoB e peitilhos, lencos
de linho e seda, casemiras, gravatas para
homens.
Costumes a marojo para criancas, ul-
tima novidade neste genero.
Casemiras pretas e de con para costu-
mes e calcas, sortimento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricante, se
o novo Tnico Maravilhoso, grande
descoberta contra a calvice e a caspa,
ALFAIATARIA
Temos urna oficina dirigida por um
hbil e intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimento
convidamos as Exmas familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabelecimento p-ra verificar
sortimento que' temos, certos de que en-
contrarlo agrado, sinceridade e modicida-
eem presos.
La Gran Via
58 A Ra da Imperatriz n. 58 A
0TT0N SILVA fk C
Ourives oceu-
iista
Xavope de SuiP^r
Ente sgradavel e enrgico medicamen-
toso o extermidaoor as toases, ressentei
e antigs, eatharros, soffjcacSes, bron-
ohitea ohroBicas, roaqaidSes, e em geral
contra todos oa padecimentos provanienUs
da ir.-itsc8o da. viaa respiratorias.
Convem como unitivo aos tysicos.
00MP0SI9A0
D
Erali] Candido ds Fitsiinii
Approvado pe* respaitavel Janta
de Hyg'ene
Prop* gado rea
Baptista i Figaelredo
Et,eoptra-se em qoalqoer pbarmacia.
Avisam Conrado, Antunes &C, qoe
jeberam luvaa para este til diveitr
rece
ment.
4' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Na 4, 6, 8 e 10
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas e be-
toaduras o que se p de desejar de mais
chic e lino, novo sortimento receberam
Conrado, A tunes & C.
A" BRISA
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & G., um
variado sortimento
Conrado Antunes *S C-
A BRISA
Lrqoes de Gaze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
Bordados e rendas
Lindo sortimento de finos bordados
brancos e mcsciadcs de todas as larguras
Ver para crer.
Loja Nova Espbranca
63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES & Q.
BICOS e rendas, completo e mimes
sortimento desde o fino valenciano a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS H0LL0WAY
Aa Pilulas purificao o Sangue, corrigen, todas as desordsms do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a saude das constltu^oes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades pecnliaret
ao sexo feminmo em todas as edades. Para os meninos assim come ambem para 1S pessoas de idade avaneada
a sua efticacia e incontcslr.vel.
sas medicinas sao preparadas ameate do Estabelecimen.o do Professor Hcllowat,
78, NEW OXFORD STKEET (antes S38, Oxford Street), LONDRES,
vendamse em todas as pharmacias do universo. a
Oa compradores sao convidados respeitosameme a examinar ess rtulos de cada caca e Pote se nao teem a direcoao,
533. Oxford Street, sao faliincacoes.
raeodom Jos Rn moa de B1I1C
EsUDelecido com officina 1- oorives roa da guras, precos sem competencia.
Uraneelras n i avis-^ aos se s freeoeses e so r rhttpac RPiMPsa
re5peiiavel poblico, qoe maniem officiaes hab- r ^ur/10 naitoao
luadis8imo8 para execo.ao de qua ooer trabalba tamizas para noute e Para_o_dia.
cooceroente a soa arte, especiaim n'ie crava-
cOfes para brilbaotea, ocolos, pencinex, moooco
les. etc.
Doora-se, prateia-se qoalqoer metal, ncer-
tos em leqoes de madriperola 00 ootra qoa oer
est-ecie, gararjlido precos mdicos.
Ra das Laraugeiras d. 1
anisas j.
?js***1'
mmiw marmi qSDTranck
DOS FOSA .JfECTOalA .liBil. DB HTtMBHK DE RIO DE JANEIRO,
Aprtmotee:, Kmtatamehicom, Purgattrom, Duparmttrom
I# Contras raltm de appetlte, a ObatrneoCf,a aaiaaaeca, as Vertlrens
/ as CoacaaSOea, etc. Dote ordinaria ./,14J arios.
fjf Desconfiar das falsiflca5.es. Exigir o rotulo junto lmpreaso em francez
cSffl5M ca^flerente^e0 0 SelOda UnlOliSFaMDJm
nm VAXIZ, Paarmoela LBEOY; e em todas as Vbarmaclae
-.r""1' FBA"Q/>
%j^ GRANULADO. *,
^ FRAUDIN ^
Inlalllvel contra
JJyapepsta, Gastralgia.
Flatuosidade, Sysenterla,
Slaxrbeas dos paizes quentea.
Preciossimo para a antisepsia
do tubo digestivo na
rebre AmartUa.
k,BVT DE FORPAS
K
v
DO8E8:
3 para collteraas (fas pira
caf) por <1U depoia das
ref aices.
V
^
&
v
01 liRO4 '
. .r'i.RHne'a
S C.:;rta. PELO
. trnt
- V. v.
ful
m mm
IUZ

MARTNEZ,
NE.W VORR,
Expioo, Fumaja ; Mo Cbesro
. em totf /s os
r.rmr^ems di; seceos e mo
;J
3uu.ioui.inn
Licor depurativo vegetal iodado do me
dico QuineUa
Este Dotabissim depurante que veo.
precedido de lo grande .fama, infallivel
na cura de todas as doencas syphiiiticas,
escrofulosas, rheumaticas e de pelle, co-
mo tumores, ulceras, dores reumticas,
osteocopas e nevratgicas, blenorrogias
gudas e ehronicas, cancro s syphiticos,
inflammacoes viceraes, d'olhos. ouvidos.
gargantas, intestinos, etc., e em todas as
molestias de pelle, simples oa diathericas,
assim como ca alopecia ou queda do ca-
bello, e ns doeocas determinadas por sa-
tmr^o mercorial
l e gratis folhetos onde se eocorj-
tram tu morosas experiencias feitas codc
ete especifico nos hospitaes pblicos e
muitos attestados de mdicos e documen-
tes particulares.
Faz-st- descont em casa de
AR1A SOBRINHO & C.
Ra do Mrquez de Olinda n. i
Para ter a Verdadeira Agua de
YICHY
(FRANCA)
aoftr* o Litrvr*
Exigir o ttom
CLESTll-^Stt^
GRAWDE-GRILLE .-^
"HOPITAL- --
i Tere cuidado de designar a Fontt.
Depsitos era P-riambaco: AOG. LAB1LLE; MAR fc
SILVA JOMOa s au prinapie Plurnuias nigama,
Vende-se
Vndese om rr-al. t neto (MD SUIO+roprlb
em S. Jot.do Mango^cbo, roa Ha CaBtrudsaa.
9 ; a irai^r na travrssa na^ C''DS*-8 it. '.
. ( El GIriOSO
Rscor.hii 1.0 r>,mi,avel e preteridt
'J pelos .:e.',V.-ci. mdicos do mundo.
DetccL y ats UlfiSuokt e imiUcSet.
PO AO ACAOO
13. Rae Oreale.--8' Lazare, em PaBM
Oep zila em toda.' as praMgMM PhtrmacitL.
NAO HA
MAIS
Oppreas, Cattu-r, OOOS e
T C3X^33f.-x?', *
Obtere ai mais Hits 11111 innaaJI, aa
Deposito em todas as BaMsaaasIs?
Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Caxias n. 25 (an-
tiga das Cruzes) ricos atades e o
; mais necessario para funeraes.
Fundico Ge-
ral
Allaa Paterson^* C. avi-
gam aos aeus freguezes e
amigos especialmeote Srs.
agricultore3, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Sjracuse !
grados ai, 1 !
Cubanos ns. 1 e 2 !
Tambera vende a NOVA ESPERANZA
FINOS CORTINADOS
Para canias e janellas, brancos crme e
mezclados, precos limitados.
TKINSON'S
WHITE ROSE
O mala suave de todos oa perfumea naves .
; A original tjdca essencla Yerda-leira
a de ATkO-VdK. Kritar as contrafacy^es.
TKINSON'S
AGUA de COLONIA
brn preparada nm dos perfumee dos
| mais refrescantes. A de Atcinson, de
labrcaoao inglesa reoonhecida como
a mais flirt.
Vendem-*e em tpt i a parte.
X. 6. ai. ATXxsroosr,
24, Od Bond Street, Londres.
,AVISO l-egitimi, somente com o rotnlo
escudo szul e amarellc t s mares de
labne. nms "Rosa branca" con
vompl.lo en.lerevo.
Precisa-se de tm cmeirs
na rna do Anolh n. 1.
Caixeiro
de 18 a ii ancos
i
asa de commisses e repn -
sentacoes
HfflA m ana mm-osi
EXPOSICAO
aA.xwxos*r. A.S
GaA.X ALXaOGC: S B
de innmeras fabiicas de todos os paizes da Euroj'
d s duas Americas, loae c l mere r ;, ae
L-achinas e de materia primn.
Oeposito do afamado tIREOLlM o melhor des-
afectante conhecid->. /
Deposito da bem coiihecidi ODONTINA do
Dr. H. Rirted.
Cal branca e vir
gem de Fra-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
de excollente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras sero dentro de pouco
tempo postas disposicao do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
Co Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda, n. 19, I. andar.
ANSMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch
pea t
lorose, oa cores plidas, opilac^o frial-
ilade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangos.
Nao h remedio mais efficaz que aa Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela Illma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
lJre;os de urna caixs 15500
Meia duzia s 8I0OC
Urna duzia 15|00D
BEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
H. BOaUAYBQL
n Ra da Cruz q. 22
"LIIIISTfc
Rololpho Antane*
&C.
Galoes e Guarnifoes
Com vidrho e sem vidrilho acaba de
receber liodo sortimento o
6QNGRSSS0 DAS DAMAS
Brancos e de cores recberam
Conrado Antunes ft C
acabam de
Um importante sortimento
receber
Conrado Antunes <& C.
A' BRISA
LJ
NUMA POMPjLl
Cirur^iao dentista
Contina com o seu consultorio na
Bar&o da Victoria u. 54.
Consultas e operacSes das i horas da
manba s 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo-
[ ^^os e apereijoadoi.
Alta eoniniodidade em espar-
tilhos
Para senboras que criara seus filhos e
muitas outras qualidades para senboras a
mocinbas
MILAGROSOS collares elctricos para
facilitar a denticSo e evitar as convols3es.
Sortimento de todos os nmeros. Anntis
para evitar nevralgias e cono-estSes. Ver-
dadeiros recebeu a Nova Esperan9a, 63
Ra Duque de Caxias.
PEDRO ANTUNES & C.
faITazas j
' bado o s. rtimento de tecidos senda
imp'.'ssivul de se dt:sorevtir a grsr.de va-
riedade de tecidos de faLtaia, aedas,
ISs. d Dsiiuk, csmbr^;.:i branoxs e de eo
res ; iedi-88 ao putct em geral o princi-
p&lmente as Exmus. fomilias de visitares o
Congre o -las Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABOGa' n. 8 e 10
Telephone 196
A.08 senhares de en-
g'enhos
Gal de aL.laboa
Ae se a espec I r i ara 0 fa-
b^i o d? assocar, na rea <> qn>- e C xi*' na
;iS.
Piecis lugar-&e
Urna cafa de er" s ja da rr. atri
V icio,
Gsmmbo Uo o, Capee*', tc qoe lenba de 3 a
4 qosrtos, dmtB ,is, cosinha e boo ooosl :
q em lier iie de x>r carta nesia tjponrapala
cara su iniciaea-& F.Paga-ae b
T

3,
I




IMario de Feraamlmco ftninta-feira 15 do IHoveniforo de 1SQ4
Grande modificacao
de presos
(Kstsmes rnolidos vndennos ig fsso sr
do DOMO esta eledmenlo en acatitceoto de 14
0/0, isto fasemos devtd nao t a rande qoan-
tidade de ipndje qne Un os e caia e bes
CJmo so g-ande o esplendo sorlimeoto que a
cada mollento espranos de Pars, Inglaterra o
Allemania ; por tantr, costa pooco om pasee*
teste beo". montado esisbeleciioento. ente todos
encontrara} elnceridade na medida e no que
cima n>a dito e bem c< m > o agrado dos pru-
prietaks tto mesmoe
Srm ompplldore
Estrellas ^'America
lt-l-de Harfo 18
Antlga do Crespo
mm YERDADEIM
CHPELWRU
*3T*mJLo.
E^t^ dovo e bem montado
estebelecimento acabade re-
cebar dos paizes mai* impor-
tantes da Europa um com-
pleto e vanado sortimento
de chapeos de teltro, la e
palha para homens, senho-
ras ef crianzas, lindas capo-
ta?, firmas de p&lha, o que
hade mais nevidade, cna-
pos de pello para homens,
oque ha de mais moderno;
assiin como fitas, flores, ai-
gietts de pennas, ditos para
cabello, passavop, azas,vos,
grampos pm i chapeos, com-
pleta novidade, toucas para
enancas, oque ha de mais
chic, e um lindo sortimento
de oleado?, courinhos, forros
e fitas para chapeos de ho-
rnera.
Urna visita, pois Cha-
pellana Uniao onde respei-
tavel publico apar deum
complet > sortimento em seu
genero, encontrar modici-
Jadeeai presos, agrado e
sineeridade.
flH?DnqaedeCsx.Jsn87
R. Mello & Azevedo
PAR
::::;..::::::-:::::
Guimaes & Valente, continuam
a tor as mercadorias abaixo descri-
minadas propnas para Uzinas e En,
genhos que vendom garantidas e
grecos sera competencia,
al nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Olea de Mocotfi.
leos americanos para lubrificarlo
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeito de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extingo
da formiga sauva.
M. Largo do Corpo Saato Ef. ft
O
O
a.
oo
<
25
<

sea
*
9
m
e
a
2
-
e
e
s
s
e

w*
arJv
i*
a
l S
(8
6
S
s
a
2 '
s *
v 5
b

a
s
2 .
a. &
AVISO
GRANDE BAXA DE PRECIOS
COVEM APROVEITAR
Os lindissimos quadros com molduras de completa novidade ; grande
estabelecimento de fazendas, modas e officina de alfaiate.
GHAITDE LigiTIACAa
Va na roa do Livramento n. 25
BEyfO IBElKi & C.
9 Ra i: de Marco 19
Este acreditado estabelecirneuto continua a liquidar
muitas de suas mercadorias por p'ecos que admira.
Contendo:
Zephiros maito largos com listas e qnadros pira vestidos e roupa de cr etu
;as fsenda de 400 rs. por 'J40 ti .
iks ticas a li0 o covtdo.
aovado.
Regulador da Hafnha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometres de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, bolos de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mecbanica.
9Ba Larga do Roaario^9
o covado par acbar.
Cbitai americanas e t ansuiks finas a 320 o covedo.
Casinatna e brim par roupa i homein e cranlas a 500 e 600 o
Cachemiras cm urna largura, para featido, i 400 r^ia o cjvcd.;,
MadapolSo americano com 24 jarHas a 10$ e 125 a pega.
Bramante de liabo 4 largoris a 3003 o jnejro.
Cortea de casemira finas a 85000 um
Colx3s franceses para c*ma k I55C00.
Mosquitero* americanos a 15d000.
Menr preto e I o e Ur>-do mii.'t > fino a !600 o covado.
Sarja prc t* pra roopa de bomem a 25500 o covedo.
Capeas com veo para ooiva a 12500 >.
Espartilhoa 4 c re a 8000 e 10J000 aro.
Velludo rnaso padrSe* roederoos a 800 reia o covudo.
Cortinados d- crochet pare cama e jare'la 12(J0C0 o par.
Ditos de Qanbraia pan C u-a e janel'a a 105 o par.
Atualbao bordad''ara roeaa a 30O0 o metro.
Guarnieres d crocSet ara si f e cadeiras a IOiJOOO.
Prim brando de liob a 28 a vara.
Aweotaes pra roeoD roo^as a 1(5 e 1850O om.
8etim c r de rosa !(J cavado.
Se'ii.etts d toda a* cores a 6t'0 rs. o covado.
E rou'tog ou'r.'B art g:>s oue t s vendo.
Telephone 61
'fiDlIflJIET CHICAGD1893
PIus> haute/rfc'o'mp'e'rfS'q etXurfii^.u.e
-e>'l!eKpo'8lion;dejClji.ca.9"O^B-
tais AnTTaisC^vjB n d a :n,o s'p ri n c i pa es'e sC ri p'rorjos JM
ef'.jasde m"dezas;e;nioda.p'narmaciast5a ^^m
FOLHiTM
3 A
0 EBM0BS0 DE M
' ANJO
POR
ADOLPIO D'BNNKBY
x-~.
XII
(Continuacio)
Corao descrever a sua alegra, o ardente
e patritico entbusia&mo de que se sentio
penetrado quando vio o inimigo recuar !
Kstava dominado por urna especie de em-
briaguez, pensando unieameate na Franca
esnagada, que atravz das suas illusBi
elle Tia erguer-se de novo
Infelizmente os Prussianos voltaram e ai
grande numero e a luta durante urna ho-
ra, hora suprema, tomou proporcoee he-
roicaa, giganteetjas.
No ar rasgado ouvia-se o sibilo das
bitas, o ribombar dos obuzes, estampi-
do da fuznaria e o medonho troar dos c.a-
o'.iOes.
Desta vez er% effectivaraente o ultimo
esrWeo.
O padre, com as maos crispadas, fazia
08 naiores tsforcos para nao agarrar m
nina espingarda e fazer fogo.
Oibava para a direita, para a asqoor-
t, para traz, a ver se via a> soccorro
-qiie rapallisse o invasores
um guarda nacional, olhe que estao cho-
vendo ameixas aqui l
Pois bem 1 respondeu o capells,
eu tambem gosto de ameixas. Nao re-
cuare um passo.
Effectivamente, batiam-se furiosamente,
e os azares da luta tinbam levado os
dous partidos para um campo cercado
por um pequeo bosque na estrada de
arches.
Alberto Deformes fazia abi um derra-
radeiro esforco para reunir a sua gente,
e bater um troyo de bavaros entrincheira
dos no Gerenne.
Sbitamente, o capellao vio o seu ami-
go parar bruscamente, e cambalear. De-
sormes tinha recebido urna bala qne lhe
atravessra a coxa.
Sob a ac^ao da dor agudissima que sen-
tio, o joven tenente cabio. Fez-se o va-
cuo em torno delle. 0 padre, com a gar-
ganta tomada por urna terrivel anciedada,
correu para o ferido para soccorrel-o ou
leval-o nos brajos.
E' grave, Alberto ? Est ferido ?
Estou, mas nao Lada, respondeu
Desormts. Vou levantar-me.
O capellao tinha chegado junto do seu
amigo a estendia-lhe a mao, quando na 1 Bem posto nome responderam mui
orla do bosque appareceu um joven offi- tas vozes ao mesmo tempo.
de sua alma. Iam matar p seu amigo !
Que se passava no seu cerebro ? Quem o
sabe ? O que corto que nao se lembrou
de seu sacerdocio. S a Franca e a sua
amizade se levantaram diante dalle. Com
urna precipitajao irresistivel, abaixou-se
e apanbou urna Chassepot abandonada por.
algum moribundo. A arma estava carre-
gada. Em um abrir a fechar de olhos o
padre deu por isso. Passou-se entao al-
guma cousa inaudita. O corajoso padre
levou rpidamente a arma cara, e Vi-
sando o official bavaro que empregava o
tempo em apontar Desrmes, mettia-lhe
urna bala no peito.
O allemo rolou por trra.
Vendo cahir aquelie bomem o padre fi-
cou horrorisado com o que tinha feito.
Atirou para longo a espingarda e correu
a offcrecer o braco a Desrmes.
Retomando a offensiva, o seu regimen-
t apoderou-se novamente do campo de
batalha. Aquelles que tinbam visto o
capellao dar o tiro contaram o que elle ti-
nha feito. Em um momento toda a
gente soube do episodio.
E' o padre Chassepot, gritou um
guarda nacional.
rnMiciii M \m
Continua a manter em seus depsitos completo sortimeato de utensilios para lavoura vea
dendo sempre por pregos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de diffeientes sytemas. e lmannos de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de 2 a 12 cavados
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcber para funecionar com o fogo das or-
salhas das tachas.
CALDEIRAS A VAPOR Cornisa e tvpo locociotiva para funecionar com lenha e bagaco.
RODAS para agua:
BOMBAS de motuu-continno.
M0ENDAS e meias moenda, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diflerentes systemas,
CRIVACOES para lornalhas.
MACHJnAS para descarogar algodo de 14 a 50 serras com alimentadcres e empastadores
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direcgo de sua fabrica o Sr. engenbeiro Aupnsto Clark, ventajosa-
mente conbecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de moutagem de grande numero de
Uzinas fnnecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garanlindo a producySo e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente a vapir e a fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
58RA BARAO DO TRIMPH ~;2
EMULSAO de SCOTT
de OLEO PURO
OE
FIGADO DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
Tao agradavel ao paladar como o leite.
Approvada pela Junta Central de HjT
ciiene Publica e autorlsada pelo
governo do Brazil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as crian cas
como nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos com
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS'E CRIA CARNES
4 A venda as principaes boticas e drogaras,
SCOTT 'bOWNE, ^-Sfe-r* CHIMICOS. S NOVA YORK.
GHAHDE
HOTEL COMMERCIAL
X3)OS3PKID(A.nXA.S
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a. direccao do seu hbil proprietario MA-
NUEL (JARCIA, e auxiliares entendidos na materia sui geiieris, prima em ser o
nico sera competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e ceio do servic^ culinario aduaneiro, ja tam-
bem pela posico hygienica do seu edificio.
BBPRTA3UEBHT0S
Depois de irnumeras transfornaaces por que tem pasado este Hotel, conreguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que dere ser
preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clames relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
iPESETIYOr*
POR SE MANG ER. Salpic5es, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do i geiros e nacionaes.
ii: c. i
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermouth ,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, todDS recebi -
Jos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importajSo, principalmentn vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condic/3es do mercado e precossem competencui.
GRANDE HOTEL COM1IR01AL
Ra iarsa do Rosario ns. 29, 31 e 33
Viva o padre Chassepot I Viva o
padre Chassepot!
O bravo e valoroso capellao acabara de
ser baptisado no campo da accSo e o nD-
o
cial inimigo. Estava armado com urna
espingarda. '
NS* havia duvida sobre as intenes do
bavaro. Meio escondido por detraz de
urna arvore, observava attentamente para : me devia ficar-lhe. Mas n3o era ess9
matar Desrmes. Durante aquella gaer- I momento uem o lugar de se faaarem ova-
ra, grande preoccupac&o dos allemes i cSes. Era preciso avan9ar ou recuar.
era ferir os officiaes. I O padre Chassepot foi levado para o
Durante alguus segundos e por um pequeo bosque por toda a sua gente. Os
desses acasos mais freqnentes do qne Be aiiemaes tinham feito am movimento pe
julga as batalhas, aquelles tres .homens recuo.
acharam-se isolados em frente um dos? No mesmo instante en que elle pene-
outros. Jtroa debaixo das arvores, ouvio urna to
Urna santa colera se apoderou do pa-ldolorusa chamal-o.
Sr. cura, tome cautela, gritou lhe n ue g9ntio-e balado at o intimo Sr. capellao f Sr. capallSo !
Voltou-se e vio c-om profundo pasmo
que a pessoa aue lhe diriga aquelie ap-
pello era francez, era precisamente o jo-
ven official bavaro que elle havia pouco
antes prostrado por trra.
Qae deseja ? perguntou-lhe o padre,
inclinando-se para o ferido.
O padre estava perturbado por urna
singular eraoco. Lembrou-se, tremendo,
que fora elle, um ministro de caridade,
que havia ferido aquella creatura que ja-
zia a seus ps e se estorcia as andas da
morte.
Mais sentio-se ainda mais dolorosamen-
te agitado quando ouvio o ferido dizer-
lhe, com a voz entrecortada :
Sr. padre, vou morrer, sinto-o
Est acabado. Quer dar-me a absolvi-
9to ?
O capellSo fez um gesto de horror.
Havia alguma cousa extraordinariamente
fatal naquillo que lhe acontecer. O pa-
dre confessando um moribundo que elle
mesmo havia ferido.
Sou catholico, prosegaio o mance-
bo, catholioo como quasi todos os bava-
ros. Qucr ouvir-me em confisso ?
O padre, a tremer, ajoelhou-se ao lado
da sua victima, na lama ens.nguentada,
e despmdo-se da sua qualidade de ho-
rneen terrestre, lembrou-se do seu minis-
terio.
Naquelle momento o hornera que ago-
nisava a seus ps nao era mais um ini-
migo. S o podia considerar como um
christSo que era preciso absolver.
Com a voz grave pronunciou as pala-
vras seguintes :
Escuto-o, meu filho, e se nao poda
fallar sem soffriraento, absolvo-o.
O mancebo, com o peito opprimido, to-
mou a respiracao e diese :
Quero que me ouca, meu padre,
tenho cousas graves a confiar-lhe. Pe93
a Deus que me d forjas.
Nada ha mais solemne e ao mesmo
tempo mais commovsnte do que aquellas
scenas religiosas nos casapos de batalha
Emquanto a multide exaltada dos solda-
dos nao tem outra preoccnpacSo senao
matar, e matar sempre, a uro canto, no
meio das balas, um homem que nada pede
em troca do seu herosmo promette a vida
eterna a todos aquelles propagadores da
morte
O bavaro comecou assm :
Vira para a Franca, como tantos
outros dos meus compatriotas, para aprea-
der o commercio.
O padre foi chamado por eiste eordio
s crueis realidades do mosiento pre-
sente.
E talvez tnmbem, dase elle com
magua, para prestar servicos secretos ao
exercito allemSo.
( E' verdade, disse o ferido. Mas
nao se trata disso agora.
Continu.
Erapreguei-rae em Strasburgo,
em casa de um honrad > aegociante. Elle
tmha urna filha. Olhe, disse elle, nesta
pequea carleira encontrar o nome e a
morada dessa gente. >
Commetteu alguma falla para com
elle?
a A filha do meu patrio chama-se
Joanna. E' idealmente bella. Apaixo-
jnei-me loucamente Si, loucamente,
; repeiio o ferido bailando a voa. Se ella
md tivesse querido, eu seria capaz de to-
dos os herosmos e dos maiores sacrificios
para lhe dar urna vida brilhac.te, hoarada
i e sera igual. Se o tivesse exigido da mim,
eu seria trance, teria combatido os meus,
tanto a amava. Mas repellio-me. Nun-
1 ca, disse-me ella, quando ousei fllar-Ihe
do meu amor, nunca serei m ilher de um
estrangeiro.
Foi intil insistir. RetMti-me, mas
estava profundamente ferido. Todos os
S5PSCIFIC0S
DO rEtSBKE
Dr. Humnhreys de Nova York.
En >i ftw- (irafoB. A vendu as Drogaras e l nur-
.acis principies e mate garantidas do tfanuo.
N". f I KA
i- Pvbrm, Conc-y^tOo, InfluDisvusofteA.........
L -Itrr e Clica causu-las porLombr^.
a Ciiliii, Clioro e Ii-fiomnlada <"rli*ri<^i- .*
4. l>iarr^e deCiiangase Adultos___
'.. Ilyni Birria, IV* d BarrlRA, CollcabUlosa
;>. '/ol^ri,, Colera-MorOo, Vomiu...
'. Tuh, <:oii8tl|aro. Kouquldao, Broncliiro
5. I*..r do DcBte. e de Cara, p SerraU;'. .
9. D#r dr Cabeea, Enchaqueta, VcrtT^i-in___
O. Pi .iH'tmii. ItrH<''U'o, l*rhao to VVninv
II- *up|*re**silOfli* Rrurt. Eaca*sa ou ueiw>-
raau.....................................
B. !,ru . < rwi Tossc Rouca. DirnculdaOA'tlc ite.-pirai
.4. Ilrrtea KrupcoeB.ErT8ipeJ-i.............
!:. U*fcun>aliiii. oreh ria.auihtiex*. ,
.(,. X'Ztien, Muieia, ttore In^rmltiente.........
i, Almonviicaa ir.nrnus cu
tfes o RaB*rreni&.. .. A...
u. UeHiorrlf'fu
A
i'. Sut"3tL_,
IB. .-rofalan.
. 1, Santa......
haciles elorn^.......
41. l>rkllUteirt'V..on phylf---.......->
>. Ily..rpesia. Ai-rniultfVflula8....~
*;. I'.uj.ia it Mkt-, i.'a-j'*. vomito.....lu-i
. ICuioa di Mar, wa-jw. obiu..--ti;i
~. Jl.lvatianoarioanas, CclcuwsoaWHIBi
h BexigH.............................
?. Iinpolenciu, 'Ochlliilado nervosa. aenUDU..
-.. ''I::i .-N .IIIr.,-. 'i: 1 OOl'a, ou Aphla........
y;, luc ulivf-ucia Je Ourina.ounorii
Cuma......................................
... .*rici:*-inia(:."iu ..loloroia, Pnirlto. .....
33. Ey Icyl, M csSS GottaconJ, Baile de
:>.\'O...............................*..
! '.:>lit:iriu, M;U mluno de'iargaata .....
S5. i ui.-tMii-n. ChroiiicJkn. l)4r di Cabes....
! -:iu.ii do Or. Hum-ioroya. 14* paednas ^frt*--
BsraiUMwe o modada jtu! Ji i*A jfitm *
....... sGABfc aa& i
.'.) Vuliou rtireet. Ni* Vtei
NICOS ASENTES
Par a vendan em grosso eat
"f rslMBhufo
Firia sobrlnho k C.
vinhoC^aREE especial
DE i. ;
S uve Rocha I.-o ll C.
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEigES para se
obter urna digestao sacha e nutriente.
Encontra-se ras principaes mer-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GUIMAR^ES & VALEXTE
9 LARGO DO CORP" a' T0 N. 6
Fabrica de ?elo
Ifns e .imanadas plisas de
tod s as (jualiiiades
Stda water, gioger, ale, IimSo, laranja,
enrt.^", abacazis, granadina, grosellas
fraaboisas, baaoilba, hortelS pimenta etc,
etc.
1A=CAES DO CAPIBARIBE12 A
entes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do oexcelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulaco, attee-
tam a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va &, C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque da
asas n. 84.
Pharmacia Oriental, a ra Estreita de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
J, : &o da Victoria n. 14.
Iharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario u. 31.
Criado
A t-aiar ca reSoatao A roa D. Mara Ceear do
mvio i.
..... l*i ------- Ti- ----- *^-----=-JP- --*-.*
Ama para cosinhar
P.-fCisa-ae d una : i.a iraessi de S. Jos
Jaixeiro
Pre;i>a-fle de nm caixeiro de i a 18 aDOCS.
om pratica de tr.olhados daodo Haoor de saa
cood.cta ; a tratar oo oecco ae Sjuo Amaro
aome'o 5 A.
wnsroiwsmr \i3YimvHd
wk svixvo aa anOna van
o miL "U -ti
OVNQOO
allemes residentes em Franca sabiam que
dentro em pouco tempo a guerra ia re-
centar entre os dous paizes. Parti coma
alma ehflM de ciumes e de odio.
Jurei vingar-me da mulher que me
tinha desprezado e do homem que ella me
preferase.
4 guerra estava declarada, e algum
tempo depois o meu regiment entrava
victorioso em Strashurgo 1
A familia do meu antigo patrio tinha
sahido da cidade, e eu soube que o seu
noivo, ue serva no exercito franca, na
qualidade de tenente, tinha sido ferido
em Wessembourg.
Em Wessembourg, repetio machi-
nalmeme o padre lembrando-se do seu
amigo Desrmes, que tambem havia re*
cebido um ferimento nessa batalha-
( Logo que entramos na cidade con-
duzi os meus homens residencia do meu
antigo patrao, e nesse mesmo da essa
casa foi saqueada, destruida, incendiada
finalmente.
t Estava vingado.
E nessa casa, disse severamente o
padre, o senhor havia sido tratado coma
um amigo, como um filho! 0 que fez
odioso, infame!
O padre calou-se. Lembrau-se que o
seu penitente ia morrer, que ella mesmo
o tinha ferido mor taimen te.
Pois bem que quer de mim ? per-
guntou elle seccamente ao moribundo.
O allemo ergueu-se sobre o cato vello,
com um esforo sobrehumano, e tomana
urna attitide solemne '.
(Contim*.)
Typ. do Diario, r. Daqa de Caxias, 42.
'
'*.
"J
i
i




i I
wKKkm\m/KKmmtKtm\^^m\mmKm\


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EPX08B81I_H0UOK4 INGEST_TIME 2014-05-28T18:48:22Z PACKAGE AA00011611_18092
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES