Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18091


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Full Text
AMMO 1 4fciiara-fcii*a 14 de Xo ve mure de 18t4
^3J3E3 OO
tV^
PERNAMBUGO
1
)

1,
i-
\
PK0PSIBS&B1 BS HAHOBL ICreSS&e& BE &&&U& &'PILSOS
PARA A CAPITAL E UJGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes diablados. 8$000
Por seis mezs adiaotados.
I or um anno adiantado .
151000
30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FRAN-
CA E IiNGLATERRA
Us Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARESJONDE SE- PAG\ PORTE
Por seis mezes adiaotados. 161500
Por um anno adiantado .... 331000
Numero a miso do mesmo da. 100
Numero a valso de das anteriores. 200
Telegrammas
s::;;::: pasiic7las20.2Ia..io
Rio de Janeiro, 13 de Novembro., s
8 horas e 25 minutos da' noite (repebido
na estac;o s 10 horas e 35 minutos da
noite e entregue s u horas].
as rodas polticas que se. reputam
bem informadas indicado como prova-
vel que o 1. ministerio do Dr. Prudente
de Moraes fique assim organisado :
MAR1NHA, Almirante Alves;
GUERRA, General Costallat;
INDUSTRIA E VIAgAO, Alfredo
Main ;
FAZ EN DA, Ubaldino do Amaral;
.INTERIOR, Palela;
EXTERIOR. Costa Rodrigues.
A taxa do cambio foi hoe 11 3/16
d. firme.
.Manoel Bento da Silva, sentenciado, pedindo
perdao. Volt ao Sr. Dr. Substituto do Pro
curador Gcral do Estado, para informar.
Manoel clementino Correia de Mullo.-Infor-
mo o Dr. Inspector do Thesouro
Secretarla do governo do Estado de Pernam
buco, 13 do Novembro de 1894
O parteiro,
H. M. da Silva-
INSTRUCCAO POPULAR
_____________________________
mim:: l:::::;:-:::
Da Bibliothcca do Povo c das
Escolas
AUMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISO E CLASSIFICA^O, COM-
POSI5 DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, REGRAS
HYGIENICAS.
(Continuaao)
I
Reeebedoria du Estad de Per
nambaco
Despachos do da l:i dt Novembr df. 1894
Antonio Pereira de a/.evedo, Jos Antonio
Pereira Informe a '. Seccao.
J Cordeiro-A 1 Seccao para 03 dovidos
Una.
R H. Connully & C, e Hara Correia de
Baos Informe al.' Scelo
Urbano Sabino do Paula Costa Certifiqese;
O porleiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
Instrucco >'nliliea
Despacho da inspectora (eral da lnstrnrr.ao /V
bltca, do da 8 de orembro de 1801
Flix Joaquina Ferreira do Carvalho Enea
minhe-se.
Secretaria da Insiiuccao Publica do lstalo
de Pernambuco, \3 de Novembro da 1894.
O porleiro,
Fenehn Al tico Lrite.
Thesouro do Estado de Per-
nambuco
Despachos do da S de Sorembro de 189
Joao Francisco do llego Nrrelo e Joaqnim
Ignacio G. LunaInforme o Sr. Dr. Conta-
dor
Jos Vicente Ferreira.Seixas Irmaos, Guiller-
mina Candida de Sities Carneiro, Fer.eira Ro-
drigue- & C, o Banco Emissor de Pernambuco
-Baja vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal.
Barao de Pelrolina.-Informe a SecjSo do
Contencioso.
valor militar, nos seus fitos da bravura nos publica e sera indagar do senlimenlo nacional
campos do Paraguay, mas como a intrepidoz identificado plenamente com o rgimen e:n vi-
pessoal e o genio guerrelro nem sempre rev- gor, abalara-ge para o sul, no intento de Be
lam o que se chama energa cvica, com a qual aproveilar da dissidancia aberta no vigoroso
precisamente qr.e se cimenta o principio da au- oartldo republicano e recuperar o seu prestigio,
toridade e se alicerjaoi na cons:icncia publica jmprtido ao pair a frmula de governo parla-
os principios fundamentaos deumi instituijSo, BNDlar. Conseguindo derrubar Julio de Cas-
poucos puderam avaliar desde logo o alcance .tilhoi, o braxileiro Ilustre que representava a
do escollio do marechal para eise alto cargo da I verdadeira tradiga> republicana n quelle Es
magistratura. liado, elle teria enttm firmado o seu ponto de
Assim que os elementos de hcsli idade Re- apoio para levar a cabo a emprelada resinara
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE 14 DE NOVEMRO DE I89i
O Marechal Florano Peixoto
Na forma da Constituijao da Repblica dos
Estados-U.ddas do Brasil, deve o Harechal Flu-
riano Peixoto passar amanh ao seu successor,
eleito pelo sufragio universal, o exercicio do
elevado cargo da l. Magistrado da Najao, cargo
que o honrado Marechal excrceu cora desusados
tirio, energa e gloria, salvando as inslituices
e a patria do-atrevido golpe que Ihes procura-
rara dar uns aventureiros poltico)1, que s obe-
decanlas suas ambici :s, s suas n;gregadas
paix js.
O Ilustre Marechal. fechando hoje o evelo
K^SSST^ES^XS^J&. S-dioso do seu governo, que fulgiri sempre
pos oslo, mas sao exceptes. E" completa- na historia rom os bnlhos de um sol em plena
men verdadeiro O dito amigo : Slens sana m actividad, deixa as insliluices mais firmes do
coruore sano (inteligencia san em um corpo i .
sao.) ; p nao pode ha ver corpo completamente Hue as recebara do seu antecessor, o principio
saJio se nu fr bem nutrido. I da auctaridnde melhor fortalecido, a ordem ga-
Os amigos olhavam cora mai cuida to do que ,d llberdaile inais reSpe,ula, e a pros-
as actuacs gerajues, para o desenvo.vinienlo r v
physico do liomem. Boje trala-se mais da in- peridade do pau assegurada.
telligencia do que to corpo ; ou antes pretnde-
se o mximo desenvolvmenio para aquella, me
nospresando este. E" um erro grave. Nem a
inteliigencia se desenvolve bem ; nem o hornera
inteliigencia servida por oryjs,-pode prei-n-
cher os seus tins n'este mun lo, se nao tiver,
n'um razoavel meio termo, urna inteliigencia
clara com um corpo robusto u sao. Se n*esia
questao se podessem adraitti'r limites extremos,
diramos que, na maior parte das vezes, 11 ais
A questao da alimentaran, sempre importante,
lena-s anda re; i- quando se considera em re-
larao agrandes aiuiitamenios de mdtvMaos.
Na alime.itago particular de ura individuo c
fcil establecer regras. dar precitos ; e a nu-
WcSopodera fazer-se plivsiologicameote, natu-
ra mente. I'orm. graduar a quantidade de ali-
mento e bem escclher a sua quahdade e propor-
jfliss, quando sedesiinam a um grande grupo de
individuos, 6 mais -complexo problema.
A alimentapao e os exercicios physicos sao os
deis grandes faciores de desenvolvimento do'
honem ; e na i se qu*ira m -smo Iludir esta :is-
seryo mostrando exemplos de que pode o lio-
Matando o espirito dos pronunciamentos, o es-
pirito revoltoso, pelo esmar*ment da revolta
chele do Estado o mais assignalado servijo que
quelhe p,diaajovera Repblica exigir em bem
da paz, da ordem e do progresso ; e por Uso
mesmo e ser sempre apontado cemt um be-
til o hornera medianamente- inielligente e rae- nemerito da patria, como salvador das institui-
nes instruido, mas ^apaz de trabalhos physioos,' ____^ ... .. ,..
forte e robusto, do qu o que tiver nola'vel Inlel- i033 como consolador da Repblica.
Saudando-o como tal, associamo nos aos jus-
ligencia, engeoho sub Jo, e for no physico um
VaDeraonsr'aua a conveniencia de ura rgimen tos e atevamados conceitos que seu respeito
mixto, passemos a eslabelecer, a este respeito, externou O Paiz, por occasiao do seu anniver-
algumas regras hygieoic. I gario na|a|ici0 no correte anno, no vibrante c
Dizi-m alauns tiygienistas ser de necessidade, .'
para o liomem, lomar as suas refeices a horas patritico artigo que, pedindo venia, passamos
Aras e determinada, e que deve entre ellas para esja columna, como um preito ao gran le e
mediar um inlervalto de lempo nunca superior
a cinco horas nem Inferior a quatro.
Continua!.
^ABTE OFICIAL
jfieroicn cidado.
Ahi esto "consubstanciadas as phases do go-
verno do llustre Marechal, principalmente no
que concerne a revolta, e sao poslos em eviden-
cia a epacidade poltica, o lino administrativo,
o criterio, a energa e todas as mais distioctas
I qualidades que revelou o Vice-Presidente da
Governo do Estado de Pernam
Imi'ii
D 'achoi do da 7 de Socembro de 1894
k\v \o ussignado de enehedores de alcool Uepublica nos angustiaaos dias dessa lula tre-
iar-1 rile ,-ara exportacio n'esla prafia. p- .lT,nrMlia rlL.rr, nrli,m
agu
menda da anarchia contra a ordem.
Nos nao saberiaraos dizer nem melhor, nem
diodo rspeasa do carimbo no vasilhame de li
quidos alcoolicos examinados sobre o caes.
" Alx'anJre Soares de Mello," sentenciado pS *> bera, sobre o glorioso chefe do Estado, cuja
dndo paro que seu processo seja remeltido ao'niisso cessar dentro de horas, como disse O
Superior Tribunal de Justica-Ao Dr. Juiz de p recorremos a esse Ilustre confra-
Direito do municipio de Jaboatao para pnvi c '
denciar. de para que elle externe por aos o que sent-
Companlna Pcrnarabucana de Navegaso, pa- m0} que ^ tambera o que est na consciencia
dindo pagamento de paf sagena dadas, por con-1
ta do Estado. Informe o Dr. Inspector do nacional.
Thesouro. Eii o artigo :
Joio Bezerra Leite, 3." escriplurario do The-
souro do Estado, pedindo justitteacao de faltas,
de 13 a 3i de Outubro ultimo. -Justifico.
Laurinda Mara io Espirito Santo, mulher do
soldado do corpo policial Fortnalo Tavares
Bastos, fallecido a ti de Outubro ultimo pe aos cortejos da popularidade, educado na lula,
publica, esparsos por todo o pai;-., principiaran!
a colligar-so e a adquirir forja pela adheso
lorpe de alguns dos nossos proprros coreligio-
nuiio's, de maneira a a' redar do espirito publi-
co a susp;ita de que o futuro movimenlo revo-
.ucionano tivesse por objerhvo a substituido do
syslema, os que al enlao rfo t.nliam formado
juizo seguro sobre a personalidada poltica do
chele do Estado e a sua incomparav.I capacida-
de de resistencia, coraegaram a preoecupar-se
cora a solujao do conflicto, ja esbozado sinis-
tramenle no huriz nte nacional como una negra
ameaga democracia brazileira.
A invasio do Rio Gran la era o signal combi-
nado para todos esses elementos pertubadores
entrarem em acgto, ja estimulando a imprensa
opposicionisla para avigorar os seus libellos in
junosos contra o vice presidente da Repblica,
Ju preparando movimentos sediosos nos Estados,
de maneira a impedirera concentrado de forjas
no Rio Gran le, e pela generalisagao do* pro-
testos armados obrigarera o depositario do po-
der a renunciar o seu posto.
Cumpridor da le, respailando cima ae ludo
os poderes constituidos Ja Repblica, refracta-
rio ao empr.-go de processos exiremos para ga-
ranta da ordem, o marechal, f.pezar de com
prehender a gravidade da situajo, aga sempre
calco, intrpido, seguro da sua forja. Grajas
a es-a imperturbabilida le e a essa confnnea na
victoria, ergu&u-se o panno para a arlequinada
federalista, mixto de apostrophes tremendas'
ressumantes de odio ao inclyto defensor da au-
(oridade e de cortejos hypocrita3 sensibili-
dade do corajao brazileiro. A campanha parlii'
nana era trra, dilTiinando os servidores da le
porum I ido, e emernecenJoa populajo por ou-
tro, liulia assim ora o ar de um arancel corsa-
riano, imperlurbavel na sua faioi p isquineira,
ora o ar lamurioso de um peditorio du caldo
portara de um convento. Era torpe e era bur-
lesco.
dora de que se tinha arrogantemente incum-
bido.
O marechal percebera'-a tctica e d ahi a sua
attituie enrgica, varonil, intransigente contra
a irrsurreijao planej ida pelo ambicioso tribuno.
Como magistrado supremo da najSo, ten to as-
sumido peraate esta o compromisso sagrado de
defender e sustentar a constiluijao republica-
na, elle percebeu que se ia iniciar erafim a
reacjo do elemento monarehico contra o r-
gimen triumphanlc.
A opiniSo publica, transviada por alguns cr-
goj da uifreTsa, nao vislumbrara anda a
manobra, tinha reluctancia mesmo a acredit.ir
que ainsurgencia do sul obedocesse a um pleno
de total demolijao do slatuto republicano.
Conhcedor do seu meio, do carcter do povo,
da articialidade Ja opiniSo ueste centro cos-
mopolila, onde o entrangeiro julja poder impor
ainda, como no lempo da monarchia, o seu cri-
terio retrogrado na direccao da potilici nacio-
nal, Floriano Peixoio appellou para o tempo.
O lempo justificou-o.
Sobreveo a aventura de Wandenkolk, pa~a
logo iffjcada, e erafim a revolta da 6 de Se.
tembro, cujo chefe, aginloao principio por
contu propria, ao ver-se solado, declarou-se so-
lidario cora o programma plebiscitan do Sr.
Sdveira Martin. A crise chegara sua ph?e
aguda ; a colligajao hybrida, mas forte, de to-
das os elementos de hostilidade Repblica,
eslabelecera aQial o coiflicto supremo : jogava
a grande cariada contra a autoridade consti-
tuida, contra o espirito novo e audaz, que de
agitajSo em agitajo, de conquista em con-
quista, de reivindicajo era reivindicajao, in-
tegrara a patria brazileira na democracia ame-
ricana. Homen que se duiam republicanos
alliarara-se a monarchislas, na communidarle
cega da ambijao e do odio, e lanjadjs na tor-
mente revolucionaria, antepondo em frente do
do saque ; e ao flra da ele mezes de trabalho
incomparavel, el-o que de urna Repblica j 1 en-
fraquecida pelo descrdito, j nimia pelo es-
piriitodo sedijJj e anarchia, ello faz a Repbli-
ca grandiosa, consolidada e feliz, cuja grandeza
a patria inleira hoja commeraoia, abenjoando
o nomo do seu inclvto liberta tor, o marechal
Floriano Peixoto.
No scenario politi.-o do continente sul-ame-
ricano a figura do marechal verdaderamente
inapagavel. Como Bolvar, com) Jurez, cono
Lincoln, o seu nome mais do que urna lico,
ja quasi que urna legenda. Eslabelecer um
rgimen pouco, tornal-o duradouro ludo
f- A Repblica, grajas a Floriano, immortal
no Brazil : com a victoria da cjnstituijo e da
lei elle lanjou no territorio sanio da patria a
semenleira facuoda do progresso, da libardade
e da ordem.
Ao grande brazileiro, ao grande americano,
as homenagem do nosso culto :
EXTERIOR
|,rigo a salvajao individual salvaj&o do
As s.vmpathias da najao avoltunarttn se dia j principio, faziam laboa rasa de seu pastado po
Hornem modesto, sera ambijes, indifferente
finado maridoInforme o comraa' dante do 2.
Corpo Provisorio de PoRcia.
Da 8
Jesepha Catharina dt Oliveira, professora em
disponibilidade, pedindo pagamento de venci
Bienios a que se julga com direito.-Informe
novamente o Inspector do Thosouro. c
Dia 9
Francisco de Assis Gonjalves da Silva.-In
forme o Dr. Inspector do Thesouro.
diodo pagamento de vencimentos devidos a seu ene na gua gsquivanja stoica s homenag ens
linnH murirln Infnrmw n nnmmrt /lana rift 9 ,
publicas o exemplo vivo e glorioso do cidadao
e do patriota. Pertence a raja ja quasi extra-
cta dos que s veem no poder de que sao depo-
sitarios as responsabilidades, as amarguras os
sacrificios, e assim, tendo Irajado a sua rota
poltica n'um periodo de convulsao como o ac-
tual, e cheio de f nos destinos republicanos da
Hisbello. Barbn da Silva, Arthur de Siqueira palr|a arcou com todag ag diBculUaae *n
Cavalcante e outros, pedindo auxilio para fun 1 y
darem urna usina no ogenho Caxang.-Infor-j frentou com lodas as reajOes, confiado no fulu-
me o Dr. Inspector do Thesouro. jro, na recompensa da historia, ua admirajo da
coSde^pro^so -S S^d SiCdo \ -eia americana, se a sorle fo.se por ven-
Muperior Tribunal de Justlja, para manda- cura- tura adversa instiluijao de que elle se cons-
prir o despacho, & ?/3ia da informajao do Dr. j|ln-,n a(lu 0 defensor supremo,
.fon de Direito lo municipio de Jaboatao.
t Luiz da Fonseca Oliveira. Volte ao Eage- Quando o marechal Floriano foi eleito Vice-
riheiro Fiscal para completar a inforraajo, ten- pregider,^ da Repblica, s um pequenc grupo
,1o em vista o que allega o peticionario. ... ... .
Mon.-enhor Turibio Tertuliano Fiusa, visita poltico conheciaas suas altas qualidades de ho-
dor interino da Ordem dos Carmelitas, pedinco jmem de govarno, a sua tempera de luctador,
TlSr arsX^Tsan0doE.leaosqTunrlot ^ d ob.n.d. o heroica resistencia
correspondentes. Ao Inspector do Thefouro machinajoes revolucionarias que por ventu-
para informar
Manoel Bezerra de Miranda, sentenciado, pa-
irado copia de seu processo. Remedido no
Dt. Questor Policial, para mandar entregar 10
peticionario acerlidao inclusa.
ra yiessem perturbar o floresclmeno do rgi-
men) novo. O paiz que nao tinha ainda dados
seguros sobre a capacidade poltica deste ho-
rnem. De certo, prestava culto ao seu grande conhecera a opiniao es'trangelra, hostil Re-
a da pela causa dos revolucionarlos, e na tribuna
do congresso a yo:, dos oradoras, ligados obra
da subversao, trovejou em longos dias de pai-
xo popular coleras incendiarias contra essa
resistencia leimosa do chefe de Estado, obsti-
nado em nao allender s exigencias dos bandos
de raercenari)3 em tropelas pelo sul.
A niiprensa leve ampia liberdade : o tele
grapho transmittia Ihe as noticias mais tene-
brosas sobre os combates travados as cochilas
rio-grandenses. Aqui o espirito publico ag-
lado endeosava j o caud lho libertador: e sob
a pressao asphyxiadora desse ambiente de anti
pathias e de revolta, o marechal Floriano Pei-
xoto, sereno sempre, conscio da responsabili-
dade da sua missao histrica, firme na lula,
diriga de Itamaraty as operajes militares con-
tra 03 audaciosos e sanguinarios devastadores
do territorio bra/.ileiro, hordas de facinoras ori-
entaes assalariados pelo Sr. Sitveira Marlins
para impor a ura povo republicano a comedia
da um plebiscito restaurador.
Quera falasse com este liomem admiravel du
rantc esses dias terriveis em que ja era quasi
urna au lacia sem nome advogar a causa da au-
toridade constituida, teria urna sorpresa vendo
a sua tranquilidade risonha, a sua calma de re-
flexuo, a indiffdrenja com que elle ouvia rugir
e cachoeirar ao seu lado a onda das indignacoes,
que a propaganda soubera tornar imperiosas e
densas.
Dala d'ani a nossa admirajao por esse lio-
mem de singularissima enftbratura moral, cuja
serenidade nada perturbava, de apparencia sim-
ples, bonachona, familiar, em que s o olhar
vivaz, penetrante, cheio de fluido, revelava urna
vonlade de ajo, urna grande consciencia de
forja e quasi um irnico e compassivo desdem
pelos que, sobresaltados e chcios de desanimo,
iam padir-lhe o conforto da sua fe na victoria
da causa da Repblica. Outros com os nosios
ervos, com as nossas illuses sobre os descon-
tentamentos luperfjciaes, que, nascidos da urna
explorado partidaria, nunca chegara a mani-
festarse com violencia, antes reeuam logo que
a autoridade solemnemente se afflrraa, outros,
diziamos nos, teriam desamando e nlo cocc-
prehendendo o patriotismo da resistencia, an-
tepondo conservajao geral da ordem a com-
modidade egosta, curvar-se-hiam s iraposi-
foes dos rebeldes.
Com a sua agudez de penetrajo poltica o
marechal comprehendera o plaao do Sr. Sil-
veira Marlins, desde o dia era que esle, de vol-
U do exilio, pronunsion no Rio Grande o seu
pnmeiro discurso sobre a tituajo nacional,
impregnado de odio e de despeito, mostrando a
inviabilidade do todo o trabalho al entao sa-
biamente felto de organisajao republicana. O
rancoroio adversario de Pedro II representara
na Europa, por occasiSo da morle do ex-sobe-
rano do Brazil, a mais repulsiva comedia de
senlimentalidade e arrependirnento que a um
humorista perverso licito fanlasiar. Enlende-
ra-se com D. Isabel; viera depois para o Rio ;
liiico, aceitavam loda3 as solujOes, comanlo
il'ic vencessi'in na lula.
Predominasse nesse conubio ignobil a i.la
republicana sobre a Irad jao raonarcliica e o
governo oriundo da revolta, alm ja nascer v-
cado por dissenjOcs e rivalidades, leria por
fundamento nao a lei, mas a forja, c sancio-
nando acaudilhagem como fonte de direito, an-
nullaria o principio de autoridade, sub-liluira
conslituijao o arbitrio da solujo armada.
Vencesse o principio monarehico, recomejana
a lucia pela sonerania popular, e p>r algurn
tempo o Brazil seria o Iheatro sangrento da ura
monstruoso conflicto entre a liberdale republi-
cana e a usurpajao dynastica. A victoria da
insurreijao era a anarchia da patria.
Desarmado contra a sublevajao da esquadra,
pelo sequestro dos navios danajo, o mar^chil
Floriano nao dcsanimou.
Era preciso urna esquadra para baler a outra:
o marechal organisou a esquadra. Isolou-se ;
fez do seu gabinete de Iraballio urna verdadeira
clausura asctica ; c tendo determinado o pla-
no da resistencia, encourajado do uraa energ.a
o de uraa iropcrturbabilidade a toda a prova,
comejou sua obra gigantesca, cujos resultados
admiraveis estohoje gloriosamente traduzidi)3
na libertajo do lodo o territorio brazileiro, no
restabelecimento definitivo da paz. O trabalho
deste hornera de tal raodo grandioso, symbo-
lisa urna lenacidade, um esforjo lao sobrehu-
mano, representa urna tal somraa de angustias
recalcadas, de soffrimenlos escondidos, que para
engrandcelo 6 mesquinho o vocabulario das
apilheoses e o metro das epopis- Os desas-
tres nao o dobravam ; quanlo mais recrudes-
ciam os ataques maior era a sua f, mais pan-
cia Tirilisar-ao a sua tempera diamantina de h-
roe.
Queta escreve estas linhasiviu-o pela pnraei-
ra vez no dia memoravel em5que o Aquiiibn,
postado em frente ao arsenal de marinha, sob
pretexto de bombardear as docas, vomitou para
% cidade a metralha assassina. Foi ura dia i'e
horror e raaldijao e no houve alma nobre que
nao se enchesse de luto. O marechal passei-
va no seu quarto, calmamente, sem dar a perce-
ber a menor angustia, e tanto no sorriso que
Ihe entreabra os labios voluntariosos, como no
olhar sereno, lgido como urna lamina, 30 trans-
parecia, com um grande desprezo pelo crinie
desee reprobo, a certeza absoluta, irrefragavel
da victoria. O apeno de mo que o bravo nos
concedeu nessa noite tremenda foi mais elu-
quente e rctemp rador que todo um rosario de
vulgares consolajOas. Grande alma essa que.
sabecoramunicar em silencio a f que anima, a
serenidades uprema cora que afiFronta as pro-
vocajes da sorte!
A crise passou. A sua energa pds ludo ;
mais prodigiesaque a vara symbolica de Moy-
ss, ella fez surgir uraa esquadra ; n'um impe-
to varre toda a horda devastadora que ja tioha
quasi batido as portas de S. Paulo, para na
patencia dessa reg AMERICA DO SUL
cmii
T-ndo o gabiueie sol cuo 10a demissao col-
ledi'*, a optnlAo publica most 00 *e lcg> uran-
iem m'.e apprebeosiva vi.-t) d.lli ;olia .e de 0'-
ganwar se om novo gsbiaete o.is actuiei cir
BowMSBOUf.
*at- t.e. d H-Ci laes a c-ise qoe se mani-
(eiioa. termiooD par velurrm a min airos de-
missionanos e pastas qoe occuiuv.,ra.
Ha neo iic^es eoiaboladas com a Repu
ol.c-t o-it-oai para cobcIqSo de om tratado de
:oxmjr :o eote os dol eize?.
o cuajado .Esmeralda ac^ba de ser
vendido 80 uoverno japonez..
Em V.lpiratso decl-iraram-Si en greve o
cociieiros ce oouip.
I'jruo ua meema capi al com destino ao
lli) de JansTj o Sr. Dies Mein a, ministro da
Uolivia acrea.'a^o junto ao ^overoo do B-atil.
Sabe-.e em Valparaso, qae as cmaras pe-
uioas approvaram a projecto cnace-jeodo re-
corro) de guerra o go'erno, as-i como qu; o
s eit-i(04S qoe acabara de ler lugar, para se-
oa jures e debutados ao coa^resso.
o da H do passado foi solemaemeote
Dan o rada, em S^o'iagu, a exposij&o minera.
ella fiKoram 80OJ coucurreote, sendo dos
mais in po- a ue* es do Estado de Minas Gtraes
A B livia Qjora com val os neraes do seo territorio; A 'Xporjao do P'ei-
d, nt-Pa h<--o ^v. l.ada em 3 i'O bolivianos,
-.era de lO.vOO1 di nossa moea.
F i lostaiiada lo uta 2 > a Academia Cailena,
cor e-nameoteda .4'.ad8aiia Ral de clencia
de Madrid.
A Ui.au Msdica deliberara pe;llr ao governo a
i'Ujf. ;So de om comm ssao de mdicos qae
>ao 1 E ircpi eeaiar o tratameuto R ax contra
a d.pheria.
Vara (a* y
Acmm-se lole-rompi las ai ae^oelijOes rela-
tivas a denarcaji) de liantes da R p iplica com
a Bovii.
As qoes'O^s qae se lmctarim, tarna'am !m-
po.-snei um accordo entre as dats partes.
a fi'or das viciiaias dos terrenotos na
R pa-.net A'eotio, prouovem-se na Assomp-
jo snbscri|j58 populares.
Bm resanado do forte calor qae reaa ac-
tualxfot", lem se dado na capilil varios caaos
de iosolajao..
Itepublirn argenlna
Apelar oa catasiropbe de Sao Jaan e da Rloja
ter pai alisado u movimemo poltico da R pabh
ca, coaj todo ai se us izeraui os boaios qae
circolavam, de crise ministerial.
Nipreciajaa dessa especlajao, davam uns
coaio defoitiva a sabida do Sr Zipila.e ssseu-
ravam outros nlo Bfr mtoos cena a to Sr Qain
la ia ; mas todos tu li-m q ia o presidjole Saeoz
i,ao tomaria teiiDe'jao blomi antes de pro-
videjciar sobre a ffl -Uva sito.jio qua emergi-
ra.
No entretanto, dem.t io-se o Sr. Qnataoa, mi
ostro do iateno'. e foi-lbe ac*ita a demissao
se310 a pasta uierioa teole O capada Dlo Sr.
E loardo Cotti, ministro dai relajOes exteriores.
Taxbem peno exonenjao rfa pasta dagoerra
o general M noel Campo;.
A colonia freoeen fiesta cidade di Iio w-
IcrarnTa de pezimes a familia imperial rosea
Eoo Stnta F e Rosario catiio lorie chava
de oedras.
Na ctdide le Buenos Ayes reinoo verdaler
irmeata, cabalo chava vicenla e forte psm-
Na provincia de Baeoos kj-et a as de Man-
dtza e Sai laan rept m se ua tremores do ier-
ra s>ndo ts'.es violentos ea variis pontos da de
Hioja.
As tff Ros dos primeiros tremores, Rioja fa-
cn qoast redasida oso monlao de romas.
A con3UDcia do phenoneuo lettdorgico nao
"xcedeo de 46 sefioodos, e caniram a ar parle
d s edifl :ios e UcaraJ deot oUau igreia, edih-
cios poblicos e grade qoaotldaie de caas pati-
colarfs, fagindoa populajo para os campos, e
por felicidad?, principalmente p-ia hora em qae
pro.loslo-3e 1 catastropae, nfo ful crescido na-
mero de victimas.
Sao Joan, qae foi asseladagraaJemente, euna
pequea cidade qae comp6:-se na saa totalidade
de edicios de cm s andar made nove qoadraa
de norte a sal e treaa de leste a oeste, e as po
pulacesdos Disamparados, C)aceijao Sanie
Lacia e Tren-a lie esl&o t) jadas qae se p-
dem couside ar seo arrabalies, de sorle, qae,
com estes batrros. S. Joan tera 15.000 habitao-
les, ms acidate proprlamenta s cont 8.000.
Km StD Jaan, pols, como em lacbal, todos os
edificios tao ruinas, porque aio la qaado nio
teobam cahido de lodo, ameajam aesabar, de
sorte qae os moradores a ellas nao voltaram e
or ferir^m one-ar no campo.
riem om edificio publico deixoo ae soffrer :
oo ba templos, ospitaes, escolia, theitro?, as
sim como casa? do goverao.qaarlels, mere idos
que nao ameacem cadir.
Nj Riiero, em Angaco, Sena Licia, Lncete,
Passo de Coaetos. Tacomaa, Catamarca, Mendo-
za oofos pontos loram mais 00 meaos sensl
veis os tflf los do terremoto.
En Baeoos Ajea s 5 horas da U.-ie de 29
do psssalo m* parte das pessoas qae eetmm
de p oa MQtadass dentro dos ejflcio, especial-
mente nos andares gopericres comecaram a sen
Ur iaexpdcavel mao estar, com especie de ec-
ido c mo se 830-'e ao iMlaojo de om navio.
Acaiic-lbe a idea de lenemo'o e eoto repa
raram qoe as laojas oscillavam.
O tremor doroo alguns segundos, nas os
seus effsitos osciatorios nos efiaitos foram
peceptiveis dorante alguns ainutos, acoete-
cendo qoe mailcs reiogios pararaa. oa bofa em
qae ao dea o tremor.
No senado, nesse motneatD. fallava o senador
Jofre, ce reporters qoe a- 'otlram-se enjoadoi, uso aDantlaoaram o ila-
e deram o signa! de alarme ; o pobico abaato*
oou a- galena*, os Ucbi^rap o e os senadora
liveram certeza do fajo, a.oauto viram Oid?r
os lasfes.
N>s igrejas em qoe ha va novenas, oscila
nao foi pequeo, sospedeodo se eco algoaau
os actos religiosos e tendo i aeonoras fogid*
espavoridas para a roa.
K'rao lioso o movimento decaridade e p?-
rio aaio em fitor das p'oviacla fl-geliadaa.
Todas as sociedades e centros, dos de cooorar-
co e a8socae&s religiosas, aoreco sabscriocAM
em lioeos-Aires, como em lodaa ac !*
viadas.
Ao lado di cari (ade particular, 03 poderos do
Ss's lo deram dooa mili 6i de pesos e toraaraaa
ootras medidas em beoeQrio dai victimas.
A respeto deste pbeeoi>eno deraas ot
jor aea e-ta explicario ec enjlea :
O terremoto na foi vo'.caoico, tends sido
loduoi'a'eimente prodozl'o gelos colossaesra-
volvimentos sactvraneos oa regido andarloada
o,.r;e a liaba percorrlda, assim como >
racter geral at- agota conbecido indicara da-
rmente qa: o pbeajmeno obe e;e a esaas cao
tas.
A c n.eqoejc'a e te raciorinio elemeatar,
sendo coobecldo o faci de qoe os tremores da
tera voleaoicos llojltam os teos ill-ito- i vi
slohaija mais ou menos immeduta dos volcoao
activos.
Ao contrario, as outros comuoo;6'a de ci-ac-
ter cao volcnico, lao ev;dectea c mo as ante-
riores, apreaenlam lo las as pnasrs egoem t>
do o processo que se pote observar no aoiaai
pbenomcoo.
Desde qoe ama carnada profooda, dii Facas,
"obena por ootra capa se bate de momeato.
e-te movimeoto eab to se iraosmitte airares
das carnadas, soperiores u it irados por oor
cnoqoe oa soperQcie da trra.
A auoap qoe circula 00 interior da tarra.ori-
gma freuqoentemente moviuenios internos 0
prodoz tapaoem eoi cerlos casos om desl-samea.
malas. Esse liquido em soa marctu,
bea dissoive principios daqo-l as rujoaa
"'. ei em coolacto, segoado seo
obilldade.
As sobstaacias disaolvidas sao Iraosportaaao
pela agua e qisoda esia si'ga 1 superficie de
solo, se piojo encontraros el-mea'os veis das rocbaa por entre as qoaes passoo.
Toioo eapaco o .'tapado primitivameote ae
interior da ierra por essaa rochas se esvasia
poaeo pjuoj : as carnadas calcreas, assioi
como as oe sal mariobo e uolras dlssolvaai-sa
p-rdendo as superiores no sasteotacalo e aOa-
tendo-se em razio d tea pese. Qoaodo se di
esse acto d-je graloalmente, e ue om molo
continuo i no em lento, quaooo encoolraoi as
carnadas acDam certa protecjio em algias la-
gares, essas caada i ficam caspeuaas at qus
o aros easteotacolos nao plem mris soppir-
ia- o peso enorme qae teja. Cedfulo asrim 4
uepressao ae fas emo sobira ou aliernida-
mente e o tremor da trra se poloz poleada
repetir-se 00 mesmo ponto quando a agua le-
.iha p-odosidoos meamos tff nos
U u fadam- oto i- p le prodoalr maitos trs-
Fuo-es, porque nao se d nma vez s, e por
qae as carnadas retidas literalmente pelas ro-
cnas vis.nnas oa oatros obstculos nao se de-
ligam de m la-n.o ate eocootrar ama nova basa
solida.
Eatre ot vapores mercantes naafragadot .
na coga argentina do Atlantic, con'. se o Ra
chtelo. tr*i-*
A accinac%a ;t)ux contra a d potera val
sao do feit?, com eli o. Nao oDs.anip, eega
paraa Frooja o D' Malbraa enca.rre.alo pelo -
goverao all ae es alar a pirte lecbnlca da aa-
t-.oiio, descocera do meociaado doator.
Ni --ssembd legislativa de Mendosa aca-
ba do dar se osegointe fjeto qae prodasij ai
grande escndalo. ^
Estaado a caara en sesSo om depo'ado
pedio expIlcajCes sobre a presenja ae soldado*
armados de Rimiogtao, que rodeavam oreeiaj
to das sas oes, e apresen'ou ama mojo para
qoe a assemblea nada deliberasse emquaoto aao
fosse retirada a tropa. >
O preald -ni i negoc- e a soKme'ter a dlseca-
.-ao a ioiijao, e a vista de-ca decisAiiide-
pu-ados levantara se, protetam e retiram-seda
sala das sesses.
A commisse de llm tes com o Chlli se-
goio a 31 do pa.-saao pa.-a Mendosa.
E' dirig a pelo eogenbiro Pico. *
Rrpubllca Sileilal
0 presidente da repblica gaohi adhssocav
038 casas do parlamento.
Os deaniados Segando, Tavola-a, Artiaga
G.b al Moolt-z, Z .valia, Si va Barros e outro'
qae e-am eotbasiaitas .'ollec.ivistas, j freqaea-
ia-am o pajo presidencial.
N dia 30 do passado, o miois ro da gaer
-a recnio em sai sscretaru a commiss&o mili-
tar po tadora das medtlbas da camp nba da
Paraguay para dar-lbe a> ultia a< iastraejoaa.
A tbesoura. la entregoa seie rri pesos a ses-
ma aommissao, cerca de 8.000*. para as des-
peras q.ue tiver de faxer do Rio de Janeiro.
Cada general teve a quaniia de SCO pesos,
cerca de 3:000*000.
Anda nao si-, ao que pa-ece. lindo vta-
c\ ente qce daa lagar a demissao do cotoaet
U;her, com naodaate de un dos corpas da franr
oijao de Moatev do, tendo sido chamada a
conferenciar com o presidente e o chefe poltico
de Rivera, cunh-do do mesmo coronal tea la
tambern conferenciado con o chefe do Estada
o corootl Qdijarro, a qaem foi. fferecida a ebe-
tii da polica da capital.
Era crrente que-o commandante Luis G<-
mes ser o meado sob-chefe do estado maior
do ese rollo.
Foi offirialmeote declarado pe) moistra
da r senda qoi o goveroa nanea ptnsoj eae
supprimi* 3 commercio de transita pa-a o Bra-
sil, mas sim regomentsl o, limUando-o em al-
kuus artigo i de laxo, laes corno : lavas, se-
das, etc., que na sitoajao. revolucionaria do
Rio Graa.ie do Sal qj se jusiiticavaon.
ConQrma-se a noticia relativa proposta
apf(s;Qtda ao cove.-oo para a tandajao de aa
baoo com capitaes norie-americaoos.
Urna parte do capital sera reisado em mee-
da de rala qoe anuncia noi Bsaios Unidos o
sera lacrativo para os sabsenp ores.
O Or. Victorioo Moit- ri segaio pa* o
Aio de Jaoei'0 no paquete tris, sendo acoos-
paobsdo a bordo peio Br. CarvalDo, 1.* secre-
tario da legajan; consol Domingos de Azeve-
(to, commandante e oifi iaes do cruzador Ziro-
dentet e muitlssimos amigos.
A impren.-a tem dado lougas noticias de-
scripCvas das maoifjsiajSes de ao/ecJ qae taro
o Dr. Fernando Oaorio durante a soa esuda aa
Montevideo e.por occasiao da sea partida dessa
capital.
A frootel.a urogoaya esta compleUneata
limpa dos grupos revolucioLarlos.
as forjas desses pontos foram aogmeotaaw
com tres reginentos de lloha, daodo o goveraa
ordeaa severas para Impedir que qualquer par-
tida oci correra armada poisa entrar no terri-
torio Brazileiro e mais qae seja desarmado o
dispersado qualquer grupo qae aopareja.
Nao deve-se receiir ataque a fljtilh* U Igoaf
em virtude dos alvitres tomados pelo general
Hippolyto, coj divisao esti acampada em Ca'
suataca, des legoas distante da cidade-da
Urugoayaaa,' estaado vigilante sobre (Algrete,
Qaaranv,
Na parte ia (ronleira porto de Sacia Annf p
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Diario de Pernambuco Quarta-feira 14 de \ovombro de 1894

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Llvraniento vitivet o desfallec meato dos fe-
deralintas ; aleo disao poneos grupos exlstem
no Es ,ado do Rio uraode do Sal.
Coo.Hi quj em todos os tapares qu* sabam
de Bu nos Ayres para Concordia peguen rapos
de claco ou eito psssoas, equipadas armadas e
moniciadas. con destino i R o Graade do sal.
Eco Un tiCiseros existen mullos grupos de
rebeldes branlelros, k espera de ordem
Oa 8.-s. Sildanba da Osma e Custodio de
Mello, em Buenos-Are*. tiveram looga confe-
rencia e, aoqae diseco, foi cordis'.
No mais f bi a accreaceatar que a fronleira
oriental comioa tranqolh.
EUROPA.
ror.at*>i
A expeaic4o para Loorenco Mar-
quesSoa partida e o eatna mo desenvolvido Diversas cir
camtaocias relativas Orgaoiaa-
do de ootra expedid0 e seo pea-
hol As reonijs goverolaus e
oppo8icioni8ias sobre o modas
igeodl oa situado actual A
qoestSi do fretameqio do Caien-
go Ultimas Dolidas de Looren-
co Marques Processo Caslilbe
Descobf rtas da sepultara da mae
de Sa:.to aotonio e do ama cap-ila
de marmore roseo em S. Vicente
de F6ra A' spoarecer o livro
as ultimas freirs de Lino de
Aisompco Situado da praca
No mas do Porto.
Vai j looe daa trras de Ponugal o vapor
Gat4o mili ar qie val acudir pela def.ii de Loureoco
Marques.
Qaea coega, nanea tarda.
Q e a actividade da altitna hora Bf j i cotnpeo-
saaa pela opportaoidade e ottlidane ds exoe
ci, e que o goveroo se nao i por satM-lto
com este a:te da sna iniciativa, que a iopreosa
da opposcSo principalmente dfspertoo, e pense
a serio ni sito'jao que a Porlogai esti seodo
creada pr i oci palotete flo sal africano, onde ba
algoma coasa rnais do qoe orna forte e eoergi.-a
p,-op.gaada contra o mesmo, porqae existe all,
como maoifeeto. um longo plano de abaorpcao
babiimente prepa-ado o astatameole seguido
desde moito.
9rganisou-je e parti em 20 das a expedido
efoi principalmente o S'. Mloistro da Guerra
onemse occepou de sua org*nisacSo e marcha
e a nrima boia, levon ibe em nome do gover-
oo as sandacOas de deipedida e a trsnsmissao
dos vote fdeste e d i paii pelo completo xito
de su misao, reservando provavelmeote o S-.
MHii>ro da Marloba pa-a si as questies de ad-
mioutracao, no Iota to de elevar o goterao da
provioci de Mocambiqoe i altura da gravidade
das circnaisiancias, seodo qoe ji o Sr. M a stro
da Goe-ra a:tlva a orcaoi'aga de navas torgae
otra reforcarem o ro-po expetieonario.
H>sta promptidao, qoaudo oi preciso operar,
impe-se o eolausiismo e a expoatsneidade
com que os elementes militares acodiram ao ap-
pello qoe Ibes fof feiio, e o apaixonado interesse
com qae as classes papolares os sompantiaram
at ao nlimo bob'o'o da partida, crasas pela
intgridade dos domii ios coloniae?, Irriquieas
e sobresaltadas pelo prestigio, pela bonra e pe!
clona da capo. .
A' esta demoostracao. 03 que julgam o paii
iodlfl rente e destlldido, alaeio aos altos inte-
resses da patria, eoganam-je no todo.
O paiz pode estar descreote dos bomeos, dea-
afldcoalo 4 lelas polticas, desatentado, abor
recido com o aititicios, com as Cvpocrias, cem
a inversSo dos prioeipioa ; mas nao acba-ie
despreodid) do caito das saas tradicoes, amor-
tecido na soa f patritica, sam coaUaofia nos
seos destinos.
A oostiencia pabltoi mintem-se nfloebran-
Urel e, quando seja oesassario. qoando a salva
cao d pafia o reclamar, ella Da de camprir
os as de veres sem aodicafiOs* nem transigen-
AJlg *
A' parte os feitos do patriotismo to briinaa-
temeoie prodoiidos, qoe para algoma cousa tr-
abara servido as llc.oe< dos ltimos das, no qoe
importa 4 o-g*oiacao doexeicto e aos aeos
da soa mobilisasao rpida, e oo que principal-
mente se -efere as condiS6es em qae sei icna a
manaba de guerra ; pois vd-se qoe desde 1891
a 1894 a snusao se nao mooin:oa.
Agrra octon-ae exietameote c.m as mesmas
difficrldadea qae bouve a vencer para a realisn-
cio da exoedlcto a Mocambiqae. ___
A' proposito o Crrelo Nacional langcn es-
tas CQQSideracOea: ,
. Mas a patria portagoexa n8o reclama agora
anenas os serreos u-mvjos dos horneas qoe
uSSnm c b.|am de largar do Tejo como as
ledas que n,;oram na velOa epopa lusitana.
Mocambiqne p eas de soldados e manohei
ros para a defesa do estaodarte das quinas.
A nscS) ia eir- o continente do reino com as
saas vasas posfe^oes, ne:essita de grandes es-
forcoJ rommuns pan a coosolidacao da nosaa
aobe-aoia, para a ob-a do nosso reeogrande.l-
ment oara s formacSo de u o novo imperio
glorioso a qae nos alo anda jus as con entes da
v5r,ro.aa da nosa iotelligencia e da nossa
oattde d.Taa aeora ee- manejadas com tena-
cidade e be'olsmo. *rm ,k,
O.cmtneitimeotoa a qoe lias devfm aba-
lancr-ae com f e iM podem ser coroaoos
de triumpt,os qoe oorem a descendencia des
que deacobri'm e avasialaram urna graode
v"Jo0A?&*' ? dj b0,a '"
de do da 15 com o corpo exaeiicionarn mon-
tante de* 37 homen?, sendo Si offielaes, 30 sar-
genios e 573 soldados, inclusive cabee, come-
,eS p'o'nde s?go;r ama baterii completa de
ralbara de moataniia, m.s foram qaairo pecas
commandada3 por om capi ao. com 5 offlciaes e
7MiadoY sendo qoe alm da forca de cae.
dores e de quinaria, foram. da adminisfacio
mil tar l aspi-ante, 1 sargento e 8 canos ou
SdiiM- do 8.:nlfio de saoJe, 1 i sargento, 1
caboTe "soldaiM pa-a servica de manqueiros,
alado 4 de cae. lores e oofos 4 da b-Una e o
wfji de TteMal-^u. I almaxarll., 1 P
peno e 2 sollados.
4a',ram taaibem 8 cavaos e W moars.
ni vapores, bous e Unas que eccavam o
..aieog e da gente agglomerada as ar-
lm>fe oos pontos eminentes qoe domieavam
faallla parte do no romperam cciamafiOas para
ae oaobado de porogn-i-s que, v-m desa-
rfc r os *o? an-ates e gloriosos antepassados.
"to cootin Ja-.lnea, em inhspitas e loug.s ter-
na as avenm as e fjC'O'U'S- .
Eaom'^sa,-:lamag6-s .am as saudades e
i.e.peo;a% e com aquellas o deeejo um
n-eve e rjte?ro regresso. e com esias urna vi-
!. ceciuva e brilhante. Po-que a verdade
ai* embora poUii-ameole, eoaMdos e eofra-
n.P iios sargai OortUKa-i aiodi palpita vi-
^lti kente, e esta entacao que de qaan-
di em ajlalo e expertmeote. que not fai coe-
er,Tia i V alu '* "a eiW ,n1 ptrJ '
ectoao Joraal do Gomme-cw. qieaccrescen
,0 ?$S.I Prtlb hoitem em mel
da. noive-sat j-npatnia e aompanbadi, de fac-
m A \ '.a taa e esperaocas, as qaae- a
i,; eYorw. ae mewtavaa, a espacos, solo
nmaieaou.ii, eteroidade das
&US&&&*fle e9aj dM 8egUQ-
d '** teil inJ' Dt>,fllar0 d cannaac, sol-e
,*"',' or inrtano qie, qnalqoer que s^j o
i&UeedStpaW*' P^e-a de.xar de te
^'T^^eSS eliHBW votos p^lo
^S -.J ^ers^o'mesmo dia eonsig-
m. oTb^ofmWaree qae dcixaram boatem
ottnS dos sus, a saudade da patna, os pe-
rlgoa de -taits -timas, oo a ueerMa aa oar'i,
caja nnuvlo-aaal-ontaa.deqoeliea nosse
iMiles iriaos que la \aa soleando os mares
onicameat impellidoa palo setimeto do de-
ve'-
litociila. .. ...
A ui3 d S
tas ambicia; < (.,ai.
ment mera Se porta?
ver qae ain ^ ^
f e de entbusiasm pelas duis camas qae vio
combaier: a iottgrldade da patria e a boa a
nacional.
E, por soa vea, o Timpa siodanda a expt-
f'lcio, fes o elogio do soldado talas vibramos
p.lavras :
B' oa partida a'ooa expedic'n para a fri-
ca qce sd v bem o que vale o sida.o porta-
goei.
Aleg e, desprecc upado, obediente e seff etor
marcha para ama eampaaba em AWca, com a
masma i'reoidade de espirito, com que se
apresta para ama parada, oa se p'eoira para
ptlicld de ama fe-a oa alela onde paa-ou das-
caidoso os seot> diai de Infancia.
Noa aprestos para o emoarqu*, logo pela
manna, tanto oa a-tt b.iu I, como aos cag.do-
res x ; foi graode a faina, e nao meoor a cim-
meedo, comquanto ama de eetra fo.cs parts-
sem para o comprimeats do sea aever cojj o
ao; ior ardor, formaodo ca paradas dos dona
quar:-ii as respeavas forgaa expedicionarias a
dar as despedidas offlciaes a camarailas.Jamigos
e pareles ; a lora apinQava-se;uiaio novo a as
sitiar ib a na espoaiaoeldade do sea corceo,
tetio eolio o coronel de cacado'es I dirigido
oma pequea alloeoco as saas tropas, e fel 0
com eloqaeole siagelesa doi qae fallan) com a
Qonn comprebeodlda como am deve estricto e
orsiicada aem apparato, abracando por fino,
:oG-m vtdo, os offl:iaej xpediciosarloa.
k' u oa e meia pa'tio o batalr So psra o Arse
oal de Marloba, mostea i freote e a soa pas
sagem pelaa roas da cidade era saodado coa
esisestremesimeato felto a am lempo de ale
gM.i e de tristeza, alegria pelo espectculo da
tropa, tristeza por qoalqaer msucoes'o qae ve-
nas : aonullar Unta forca e vitalidades patriti-
cas, sfnlo que ao coegar aot,lar^o do P-loa.'i
: ti i ei-n hora ja c tosa recta sauaado, accl'mado, a poato de al-
guti8 p.'palires, nofe.vor do seo carinho. a
abrucar os soldados.
O povo ai'Bvancav* luo, difi'a'tando a en-
traa dae pracis, de lorie qae < p te o Oda
c 2 ebegar ao Arseoal deptis da duas boras,
fortoando .1 esquifa do pateo, dentro do qual
ea'immenii a maltidao ; e ah tro carnee os
olimos adeos: ba lacrimas, ba soiuco, mao
tambem ba risos, mis tambem ba ale^n^s.
Por duas e vnte comecouo ejbarqae, ^oe foi
dirigido na ooote pelo seiroaio commandante
da uiviaao, o general Camoos, inda i bo-do o'
ciaes de arm^s d: Vreo tes e eatianlo apoi o
goiao do regmeoto.
N i eot'etanlo a hora apena, po que a raare
vai asar e depois nao hovera maio de arraocar
o Caxeogo ; pois eram ja 3 biras men^s 10 mi
autos, e aioda enavam caga torea em trra, e
mais todos os art Iberos qoe cnegaram as daas
e meia seodo que ja eatavam a bordo os muars
e materiaea. ,
Ac iteceu cabir no 'lo a prancha lancaaa ao
Carengc jgyrar caraa boia. ... M_
A aoidadesca trepa para cima das galolaa dos
moars, manaba pelas enxarciaa e assiai ni s
n:Oi am pittoresco aspecto oe arralal: nem
folgam, briocam. l__
Sandam o'oa com lencos, ao que el:ea com
leocas respoodem em trra e mar ba como pe-
talas brancas presas a gente. ?8Uof'1lc"s8' ..
Pooco aepns embsrcaram n ama fjia i os res-
ta ates cacadores e os anilbet'os, e em oatras
em vapores eem barcos, officues. sargentos,
oleados e paisanos. .ju .
N'im vaporsioho fa-am dar a despedida a
borda os Srs. ministros da guerra e da mar.
aba, oSr. taptisia de Anirada, o almirantada,
te., reeebeodo os ministros lodoso? otnuiaes
expedicionarios. :_.
O Sr. ministro la fazenda fea se representar
no eaabarqoe oelo sea seoretar.o a? Joao-
dilo oitarhespanhol aasistio a toda eitraaa
das tropas i OO'df. ,..
O 6-emto dos ffiaeo de M.rlnhr; Mareante
ooneaa os Ss. B-nardioi dos Santo, Primo
da Coala e Jolio Verdades, p.ra trem a bardo
do Caxeogo. despedirase, em oome do re mi a.
los 8eas compaobelros que N.M Pra uoa
enea Marqoes.
D z-se que a rainha Sra. D. Amelia tenciona-
va off-reeor aa fo-c.s expedicionarias qoe par-
tiram pa'a Loorenco Marqies umabindera no -
dada par ella mas qae o alo po le fanr par nao
estar loocloido aqaeile trabalba.
Parece que a bandeiraseri enviada para biu-
reoca Marque-; atim dalli as- entregue ao co--
pi expediciooario. bu eolio ser dada as Ursas
aje devem partir em breve. ___
Em lo lo caao os heroicoa saldados portogue-
zes qae a deafraldarem, aaberlo booral_a.
OiGx<40 segu pelo Cabo da Boa Esperan
*"j ministerio da guerra receberam-se losis-
tentea pedidos de mait&a offi laes de d.nTsren.es
caraos, silfcitanda para acompaobar a expedi-
ela, daodo se at o faci da aoitaa Labrai. q.ie
esta'a com dan mexes de llceoca, se apresen.-r
a reclamar a ir occuftai' o sen postj, que e oene
esia o perigo. ....
E imagioa ss o qie ha de 'marcial n?ste rae
to. sabeoda-se que a valente militar casara na
O gaverna trata da aegunda expolelo, que
orc^nisa com empenaj, e seguir! composta de
1,750 pracas.
Dei:a fa-la oarteos offijiaes de inlait?ria 2
coronel JoSo Praociaco ao Rio 'iarvaibo, tenenix
coronal Jos Lais Gomes, majores Jas Mane
Ganes Pereira e Jos Maria Pareira Coelho, sjoa
dao'.e Honque Paulo Soares e Silva, cirurgio*
mor e ajodaole Drs Jalo Jof de Soma Corls-
tmo Jomor e Joao Lopes da Silva M inlaa, i apel-
Ido paire Manoel Gomes Miguis, lh;s ureira
Domingos Manoel da Amaral.
Da pnmeiro oatalhi) capnls AitoniO Celec-
lino Alves, A'ibur Kruesta Coelho da SlUa, Ao-
^u to '.esar Gires SjromentiO a Jase Caeaao R.-
eiro Vianna ; teien'-es. Gavino Jayme da Costa
e A i iraif, JoIj M.r.a Bslevesde Freius Jaoior.
Antonio Ti.go de Araojo e-Jos Aogosio K o^ee
Gomes; alf rea Carius Alberto Viooso May. Mi-
goel Aa^usio 4e Souii Carej-siro, Jola Duarte
M iretea e E la .rdo Au ojio da Costa Braklany.
D> segando bata nli cipitles Augusto Koge-
f.i. V.s le C.rvaio, Alfredo Preaenco X.vier
(e ilaat.s, Antonio Jos do 'Uno Carvalha e Ma
no'l Aogus'.o de Ma.tos Carieiro ; teatn es An-
tonio Duarte CostH, Jo0 Alfredo Kariaa, AOStr
i;) dsooel da Silva Fe'reira e Jjs Perrelra de
Carvalua, alfares Licio Ciro'ina da Mello Li te
da Gama, Hia'iqoe Miria da Peoba Continuo e
Aotanu MarH Baptista, n5o estando anda de-
igado o da toroelra comoaohia.
is. reooiai da maiaana, ha pooeo realisa-
da em Lisboa, es iveram presentas cerca de 90
depata o; e a-gans paree, presidiado a o Revi-
Sitas Viegae.
Comparecern) os m'niitros.
O pnmeirj a fallar foi Sr. presidente do
o >.elno, que exp z o que n casaca daraite o
nierregno parlameniar, explicando algons acios
do tiiioiateno. asado eeguido da Br. JoSo A
ro' qiH declaroa .estar a maioria, siccera e
leaiiurnte.ao lado dp goveroo-
Sr. uaials'.ro do reino laaobem dea explica-
c6-dfob(e os aeir>s do goveroo, d;xeodo que
lies tenderam a firmar o principio da autorr
dade e a ordem
Ba cernida fatlaram oa Srs. Aiold Pi^eold,
Dinis.ro das obras puoi.cas, Res Torgal, Jas
de Azefedo, Matheaa dos Santos, vi-conae oo
g-vsJai. Girttto Maciado, Ba'acho, Jeronymo Pr
met el, Cnnslovo Ayres, ministros da guerra e
J03 esi'raogeiros, Cypriano Jard m, Carlos B,-
cag1 e Alfredo da Roen Peixoto.
" OSr. ministro da guerra ailudio aoexercilo-
i a promptioo con quo se organ sou a ex-
pejicl.i puaLoa-encja Ma-que, de:Uroa qae
a j prtparando outra expedas para o
le neeeeetdede urgeote, e mastrou a liga-
cii !jox-.'r,tod mutropole com o do altra-
mar.
o D.o> i la ral p opo-f.o desia reu-
nid?, e:cr-vea esta nota:
a Os progre3aistas estad qa i-as do poder?
O s-'O ih"fe pretende assaltal o?
Q e ios Imporl. i.-so 1
A nvsaao do governoamda ae na comprhpor
completo, e ba de cumprirae, e emquaota itie
nao falt.rem os elemeotos ujustiiuc on.es, qoe
i lia a, e qae miortam oa dasejos dos
0rogre sisiaa e aa ea:amooctaa.', em guiza de
diseoisos, do sea cnef= ? I
Da ri alo de hoja sar-.u ami lio grsalp so-
lidarietlade de opi iiOes e de accSo, que ha de
ser a garanta segara e .IB ti da proaaotivUa-
d- -o'- a :itar, entrabalbo de valar real, pa-a
tra da regeaeracSo Kteail.
Inu lmente o centro progressista fex a soa
renullo com^oata de pares e.diputados Hilados
ao p nido pore3-ira, sana presidencia do Sr. i
oouseitieiro Lu-lanaJdeCnftro.
Oi oradores foram najimes em qoe a oppo.
{10 ao goveroo as duas cmaras aeja a mais
decidida, a mais ensrglca e a mala la raoalgei-
t1, timan lo-se-lbe severas cantas pelos su
ateotadns c iat a a Constituid", pelos sea< ata-
Jues t llbsrdade, pelas saas allroniag ao dec.o
a oals e pelos seas laucos e es:ao a!o-os es
banjamentoa.
Tomaram oarts ai dlscuasla, o S. cois--
luel'o Jos Luciano d Caatro, conaelh-iro Vei Bl-So, Fdrnaado Palna. Parelra de Miranda, D..
Telia e consehei o Blvina de B ito.
Pioau reaoUUo que os pires e denota lo i se
renoam todas as quintas feras, na cao ira pro-
gressista, soa a presidencia da seu illuatre e
honrado enere.
Doasf.lbts fove'namentaec, o Reprter
e o Uaiversal, a'acam du-a nenie o S.-. m n s-
tro da marinba r Tonudo se o p-imeiro em ter-
mos moito deprimentes I qaesla do Iretam oto
di '^aseugo, e o segundo, em cd o com estas
suspnlcoea declarao to no sabsr qae serviQos
teoba p-es alo aa pata o Sr. ministra da miri-
nha, nem m-aiii se podara arca- coa as diifi-
culdades de momento.
Qoem os seas laioigos poapa'is mos la n
mor e
Seo Sr. mli'stro di marinha, nota o ; rai-
me r co de Po:>agal> se livesse pato no sea ia
ar. a lempo e tura.*, se as Uve se valido da u
dos'cio (x ;ep: oiil oa mioiste ia pa fa:er
prevalecer a saa vallad* ; ss as ti sne recosa-
a a sub-crever as imoa^cd) do S presiden-
te do coo^elba e da S'. miainro do reino, ago a
no Ihe niriam as coasas desagrad .veis qas lo -
eso diieado os amigos do goveroo.
Can a lealdads q-je tiia caracterisa, a;cre>'4
eeiU a mesna fo^oa, deveaoa dixer que o Sr
mioistro mariuna esta sen lo accasado, at
certo pulo, mjuuamea e. parque ad .ai u qaa
verdace qae elle tem a respoosaaijidade
mo*al de actos ceja reaponsob lidade de tacto
pertenceaos feas excelleotes collegas.
Sincero e loil. deseoan caos aolernoa pro-
cessos >ia poi qutioe e tem sido victima dests
rara virtade.
O j. t no iba admiramos a resigT&c'o pa-a
alara- talo isso
^o fretamealo do Cazengo p.rece que nao
se andn em iinba recta, p.n recusua se a Mala
li-ai, en coja Hqaid.gSj 6 o i-overuo interesas-
do, em qoo co :calea-se a Emarea NiCiOaal,
seads o p-^co fizado dos taisportes os meamos
daque la co.npanbia.
Assim parece qae ola ha qae argir ao gover-
n i, visto quo Ibe era livre a preferencia. Mas
precis observa-, qae sobre a sua ubella de
fretes para a C.t-t. O eot.l, faxia a Mala Real
um aoatimealo de 25 por ceoto oaa passageas e
10 por c-alo Da crga o qoe representa am
bouu- de cerca de 20 eaatos de ru ; ao q ,e
o goveroo olo atteaden, e aspirou-ae n'oot a
ordem de i.jtere--ses.
6.' c'e jastica dizer qae o 8'. ministro da
zorra ae lembroa d03 paqoe ea da Mala RmI
Pjr'ugoeaa, mas con*e qaea Iba alli-^a se
ij ie estes barcos nao estavam em coodicoes de
aavegar, ao passo que o Rsi de Ponagal, qa-1
faxia a via^em, v-io na quinzt das dos partos
do Brasil ; e oa affirmacao do Sr. J. M. Gongil-
ves. adm.msirador da massa, nao careca a saa
machina de faier experiencii, rara presta
qualquer servico immediato, e o fondo estiva
'-officieotemente limpa para poder garantir am
andamemo de 12 milhas ou mais, sem esforco
da macboa.
A isto accresceata-se qua o Bei de Parlaba',
de 3,193 tooeladas, tem ama marcha de 14 aoilbas
por har, no e tanto -us o Cizeago, de 2,889
toneladas, apenas deia 10 milbas por hora t-m
sua marcha.
Em toda o ca.-o esta questla grave.
Q le os 'retadores se a">-oveitasem das clr-
cumatancas e tirassem dellti o meibor panno
para os seas ioteresses admlisivel e loavavel
at ; mas o qoe nao o qae na-o deve *er,
que o goveroo oao coi Jasse dos s us interesses
com igual empenoo, com a circum^taocia ag
gravante de qae, pretera lo a Mala Real, lesoo
orna massa fallida, qnt a elle principalmente
m torta ae liquide eom vantagem.
Ha noticias prximamente reeebidas de
Loareoco Marque?, qae traiqailisam ; p is an
onnciam qae a citado esia completamente ga-
rattiila com a forca all orgaoisaa. aguardando
o governado* a expeaigao pa a railtgar o gen
to, accresceotaodo-se qae os cafres em parte
abandonam o sitio, e oulroa aobmettem-ee la
au'oridaies locaes.
S.ot-se quo pela reqoislcia do mioi-ts-io
poblico foi pedida a con lem iaci < de 1 a 2 an-
uo.- de prislo para o capltao de fragata C e o teoeiteOliver.
A accasaclo quaUBeou o facto de crime de
a i te atado contra a segoraoca do Sitado no sz-
tenor.
Na templo de S. Vicente de Pora, a cuja
reparado se precede i-ctuaimente si-D a direcca.i
do architecio Jola Nspamaceoo, foi por este dee<
coberto por acaso o jas go em que repousam os
restos ras'ta.-s da mil de Santa Antonio, o
graode tniami^u-go pona^uez.
Nicapella lateral, ni parte Sal, eslava urna
lapide com a seguate inscripto em caracteres
golhicos :
Aqai esta o corpo da m5i do dontor Saoto
Ant-Jiuo, que oascea oade haje-sia a casa da c-
mara desta cdade.o qaal foi trasladado por ma i-
dada de D. Jlo, aupo de Lisle. no a..no de
Ca-icto de 1453 e em redor desta insc-ioeao
esta outra em caracteres I. t'nos : < Ena pedra
a oropria da sepultura, foi aqui posta en
Abril de 1649. Oa ossos eaiio aparte da eps-
tola aa pared* ha venda na prela igualmente
um rectngulo com estes diieres : Aqai estda
os ossos da Oii de 'Santo Aotorio.
O disuado engeaheiro Romano Polque com*
muiicaido ao Ministerio das Obras PubliMs
essa de.'Coberia de altiseimo valor para todos
que p-exam a memoria de Santo Antonio de
L'sboa, e i qaal d anda iiais excepcional
iraaortantia a proximidade da celebrado do
centenario do excelsa varao. notoo :
Por actigos documentas e tradicOes saba-
se que os paes de Saoto Antonio tioba n i tu
sepultados ni egreja (affoosina) de S. Viente;
porm peide*a- at que casualmente foram encontradas pelo
anno de 1515.
Por urna carta registrada a fl. 10 t. v. do
livro 1 o dos provixeotos de sale, pedu a c-
mara de Lisboa em 14 de Aonl do respectivo
anno a el-rei D. Jodo III determioasse aa car-
J-l D. Affonso, arceoispo de Lisboa, di-e
ordem aos fradea V.ceotes para que aos os-
sos dos paes de Santo Antonio fosse dala to-
nonfica sppoliara. A este pedido respalden o
re, ce Toomar, onde se achava em 25 do mes
mo mta.
Desfeita 6ra 1582 a egreja que fundir D. Al-
fonso Henriqi.es, para se dar co.neca ao actual
templo que mandn levantar P-lipp- II, nio-
guem mais di noticia da campa qoe cobrio ou-
tt'ora o corpo da rase Co popular tbaQmatargo.
Koconlrados, pois, os moriaes despojos de
ama molher em cajo veotre to insigne varao
se genu, nao i.eixari por, eertt a commssao
ios festejos do centenario de promover qae
seja prestada a devida boxeuagem I mae do
'.naamalurgo.
I mesma egreja
e sob a tribuna re.i, urna cape'la de marmo
re cor da ro-a, de notavel valor artstico, pelos
la i adod e cap-ichosos lavotea que a or.aineO'
tam.
O vandalismo indigna nao s a occaltara se
nao aindi a profanou, formado d'ella am aepo-
s.io de madejas,
Vae ser destapada e restiulda ao caita.
s'i s apparec^r un liv.o d3 Lino da As-
su i.pdo titlalo Ai ultimas freirs.
Pelo qoe canhecejios, "- o livro uai feixe de
episodios interessaaies, cmicas uos, dramti-
co i oatras, da vida intima d* a'guns dos co
sea convenios, eplso iios co h dos nos o:aoaa-
cnp'.ns e as leudas d'es3as casaa monsticas.
Alm d'isso slo essas paginas oatve tamo., do
comelos do modo de ser da alma pota^uesa,
doeanentis fl.g'aites atreves dos qaies ella
p.lpiti com as saas virtudes e os sus v. los.
N) decurso da semana Bada a 20, d3j
apresentou a eitnaco d mercado ndicios de
melbora com efe e.cia aos negocios Ce mil r
vu o; em cotO|ians. e casas fornec- loras das p'ovineias, jl boave
ma s alguna ceas-a a fazer, para tXCuUr as n-
eo n-riBiidi-i ncebidas.
Nos estabelei-imenlos commerclaes anda ee
o ota falta ]' doit rrencia, mis como o invern
vem apresadameote, dentro em b.-evo a rea u
maglo apparecerl, com o regresiojlas Casillas
que ninda ectlo as praias de baabos.
Os negnos do mercado de descootos cor-
reram animados, stbresaindo eotre elles us
triasfereacks representando facturas que fe-
iram expedidas para os dive-srs "p ntos do paie.
Para o deacontu do bom papel a 3 meses oao
faltn dlobeiro a 50o e para os.de naio-es
p-asja sioda se fes roueorrencia a tasa de 60io
qae o Riojo de Poragal maotem sem moiivo
qae justifiqas este padrao d juro, oaa ctreuma-
tancl.s de deiafogo es qae se encoaira este es-
tabelecimeaio-
As altsocoas da semana cootinuvam a con-
veger para o mercad.* de cavabios, pelas vanan
les qos apresentou, sera qae mo ivo algum de
termi'aise lio sbito revlramen o.
O pa^i que vi) da Brat>l e qoe oa a oa
porta lores alo quiteram vendar oa oceailo da
chegida entre 41 e 44 3,8 t'm agora appars.
cido uo mercado e de crer que quanti mais
firme esteja o cambio ma'* appareji. Quin i i
o cambio no Rio passoc d 12, o cambio aq->i
sobre LiDl-es recolava entre 41 3|4 e 42 e ss
P'tssoas qae der.iu ordns telegraphicas para
transferencias caicula-ain a ooeragio sob'e o
cambo de Lisboa 42 14 e 'ti M, e, por esta
ci'cumstaoci.t, procuram por tolos os modos
re a >ar a oegoilscao do papel que pi-soen
al qae os corsos dos ranbios se aproximen)
dos seas clcalos primitivos.
As jetrss a 90 das sob.-o Landre, qae nos
pnmeiros das da semina ee negociaram a
43|2e4s5,8, foram melfta-ando de comido,
po- ser muuj ra:tlva a procara para o cheque
em coaseqaencia de faltar o papel comprido
aquellos oreen.
Pa-a attrani* o papel cambial "ae eslava reti-
do, fizeram-sd novas con -est.'S e apenas este
mnvmeaio se inicioo logo tomno grande vul
lo, pois qae do p.-eci de 43 l|2 as letra i a 90
dlaa sobre Loolres ebeganm a ser vendidas a
42 lt|(o.
Para a veoda do cheque os presos tizeram as
seguintas vanantes : -"^d
oondres 43 5,16 a 42 7,16
Pars 680 e 675
H mbu-go 270 a 180
N me.-ctda do ou'o jl a ia semaaa sahiu di
ni i-dio na qaa aai dommava, porqae a aUa do
ag.) fez cirn qo- algaas vea i-1 i-es se notans-
sem a realizar. As lib'n qoe re^ulavam pelo
agio de 960 soblram at Ifit .0 e o ouro em bkr-
ra leve prcca'a a 21 l/t 0/0
Para c ouro amoeda lo regulou o premio de
22 l/l 0/0, mas no uliim da da -enaiao mer
nado i oao aecusou to grande ti-mesa como
uo dia anteno", por ter o io--o de che^oes
afroosada i fati de t'jasacgOes.
Noucias do Porto :
A' comnlasia do centenario da iof-:n'e D.
Uenriqae fui lido am lH:io lo Sr. miaistro oa
fasr-ndn, dizendo que o goveroo uaa tencia a
vende a existencia oas estaaapilhas do centena
rio, senla a sua opmiio que devsm ser mu ili
salas.
Sobre este caroio offic i sasci oo-se larga
discassl), resolveudo se alasl nao f respon-
der ao gavera i qae a sos ophlio oSo pode ser
acceila osla commissla, visto qoe og-aole pre-
jalsa d'abi resaltaole vem i ooedir a realisacao
dos intentos da ,conm;sso; cama representar
ao pa'lamaoli", mastrand a .-aoveaiencio de ser
cacp-ida alai, poido-se I veataas eslampi-
mas do ceoteosrio ensteates.
Por ultimo, decida qas, se pvvaatara ests
nefas olo surtlen o dez j .dos etfsitos, a com-
mis atappellepara o oaz, faseada loaga e de-
eo'olvida exposico do assompto.
igualmeme a sesso oleairia oa cim'ra ma-
nuipal, irat o lu-se da questa do monameola
di iafaots D. Hennque o preside.xe decsrou
que a C>m uis-) H -o i juina havia delirierado
logo que estejam coustitnidas as ceas da par-
lamento a rej-e'eiur para qas o gove oo Com-
pra to qia se obngoa.
O gremio dos medicas da c dada dvolv*u
ao respa-tlvo escnrla de fasanda as lisia di
coot'ibuicia industrial, sem fazer a devida re-
partido, visto ser extraordioariamen.e exag'-
raia a taxa tribotarla.
O gremio aeompiobaa as listas de am o fu-
co em qae diz, entre oatras cousas, o seguate :
Pde-se afli-mar qoe, abstrahindo tres ou
qaal o, os facultativos do Po tono aaferem in-
teresses qae permittam pagar tas elevada taxa.
No pode o gremio egaalmeute sancionar com
a soa cooperucao a retraaiivldade se am de-
c-eio soore impostos a os meses anta' da sia
publicado, coma a f.zen la preteoda faxer.
Parece que o gremio dos advogados esta la
laado com egaaas difficaidades. ala lalo ala-
da sido posslvel ebegar a accordo.
A colbeia de viohos na preosnte safra
superior ts anierlores.
A qaali lado tal que te o-sa certeza de que a
exportada far.se ba aem addtcionameoio de a'-
eoo!, nao baveodo pe-igo de avaris.
Na praia de Espiono, por occasilo de me-
doibi trovaada, caoio am rato na torre daigreja,
lan ando abaixo orna pyramlda
Ei rea depols no oredio do hotel U nversal,
cojjcdu nca.ido lago a ama cama e queimando
evempute a eaia da Sra Qolloho, de Lisboa.
Houv grande pnico oa populado.
Tambem ah produsio >mmansa consternado
o facto de ter aossobrado por moito mar um
oarco de pasca, qoe sabira de Para .os tnpol do
por 27 nomeas, doe qaaes suecumbiram doas.
Do lauoW da Ave Mana e-tao |i perfora-
dos 2 metros, sendo is o feito em 23 das de
l-aoaio ; e bevemente devem corneca" os t a
balboa do lado oppcsto, seodo a perfuacao
d;sse lado mais fcil e rpida.
A jalear peles traoalaos ja faltos, saada a ex-
tenaao do maoel de 18 meiros, de crr que
sotes do Um do corrate atino tique canclaida a
03ra da prfuacio completa.
A eitaado com oe.-cial-"oancelra da praca
vai melbarando teeda voto tambem do B-a*il
algam papel. Execioaram-se algumas traisac-
i-.s em papis de crdito, regulares. Letras a
90 i;as compradas a 43 1/1. Caeqaes vendidos
oo e Linares a 415/8, sobre Pars % 667, soore
H mburgo a 278 soore M.drld a 930.
Na Bilsa bouva > svu.ate movimon'.o : ios-
"ripees externas 3031). Ar59eB : do Banco
Coiijiercial do Porto 861009, da Compaahia
T'auqoilidade Portoeuse 39*000. Ob-igacOes :
18 O 4'/. (-niela) IX500, Prediaes 6 "/ "o.
torneo o yi/500 no B .neo Ultramarino 78X5)0,
Atravez Afica 7f*5J0. G.zdo Porto 68* OO.
Hoje : Divida ioterua 3 / asseotamento tolos
g andes 36.000, libras compradas a 1*060. Oaro
pertuguez graada 21 '/o e miado 19 %.
Na exportacao o movimento foi meior q-i- a
senaua aat-rior : albos 128 canos tras, azei'e
1,834 litros, sxei'onas 130caixas ameodoas des-
-as.-adas9IO caixas. aguas mioeraes 13 caixas,
oois 85, borras de viobo 2* bar icas, hatala-
.00 saceos, louza 899 tooeladas e mais 91 cai-
xas II em rama 176 saOOrt. mineral 151 oarrl-
ea*, ge eres de mercearia 147 volumes, pregos
80 barricas, pe e 20 barrican. BaloIrOas 98 eai-
xas, aleodSo 30 fardos, eal 135,000 litros, vinho
a'o o i ."tal de 8d7.98'J,46 hlri s. segoiod.'......
i4:3l3.3t para o Brasil e 493:657,11 para diver
aos pnrtos da Ea'apa o frica : oo vinbo relatj
vanete somana anterior bcovo orna differ n-
ea i ar,i menos de 264.990,10 litros.
Nio houve exoortafao de horas.
GHRONOLOGIA
EHEmrcss rsmmvcASAS
COLLECCIONADAS POR
Mlchisedocli de Albuquerqtxe
Lima
Dia 14
1G4S -Cincoanla e cinco lioUandezes, sob o
coramando do capitao Nicolaes, que se liaviam
passado piraoexercitopernambucano, natrahi-
do de Hoog-slraten, apresenlam se no Becilo
ao Consellio Supremo, sendo recebldo3 enlhu-
siasticameute.
183S Toma posse do governo civil de Per-
nainbuei, Manoel Zepherino dos Sant03.
18 18 -Combite no engenlio Mussupinho
entre as torcas liberaos e as do governo.
A perda liberal, alera do3 feridos, foi de 56
pnsioneiros e 43 morios e entre estes o capitlo
Luiz Alves.
Os governi8tas tiveram 23 morios e 66 feridos.
1861 -Assum: o cargo de chafe de polica
o Dr. Jos Antonio Vaz de Carvallio.
l88*=Assuni a presidencia da provincia o
Dr. Sigismundo Antonio Gongalves,- nomeado,
em substituljao ao Dr. Manoel Alves de Araujo
que assumira a presidencia em 17 do Julho e go-1
vemou al 14 de Novembro.
REVISTA DIARIA
Contractos caducos S. Exc o Sr.
Dr. Governalor do Eilado expedio o seguinte
acto :
.' Secado Palao do Governo do Eilado de
Pernambuc'j, em 8 de Novembro de 1,19i-
O Ooveroador do Estado, resol ve declarar
caducos os contractos abaixo mencionados, vis-
to nao terem os respectivos concessionarios al-
legado ou provado, no praao manado pelo Edi-
tal de 7 de Agosto do corrente anno, c prorogado
por Ji) dias, que alguina cousa (/.erara para o
inicio dos irabalhos" lelativos s njosmas con-
cseaSet,
Contracto de 17 de Dezembro do 1890, com
Jeronymo da Costa Lima para urna fabrica de
lucido de algodoe l.
Contracto de 18 de Desembro de 1890, com
Sabino Olegario Lima Pinlio e Jorge Goncalves
de Alljuquerquc" para uina fabrica de lou;a de
porcellana, e p de pedra.
Contracta de 22 de Dezembro de 1890, com
D-'morglin Snall & C, para urna fabrica de le-
cidos de raorins e chita.
- Contracto de 13 de Janeiro de 189', com
Luiz de Albuquerque Maranh.o, pira urna fa-
brica de tddidu em Timbaba.
Contracto de 30 ie Janeiro de 19I, com
Penna & C, para um armazem frigorillco.
Contracto de 19 de Novembro de 1890, com
Jo&o Walfredo de Mederos para una fabrica
de papel.
Contracto de 18 de Fevereiro de 1891, com
Joao Jos da Carvalho Maraes, para um arma-
zem frigorfico.
Contracto de 4 de Marco de 1891, com Au-
gusto Xavier Carneiro da Cunha para explora-
do de Salinas.
Contracto de 21 de Margo de 1891, com Au-
gusto Xavier Carneiro da Cunha, para uzmas
de dcscarocar algod&o em Garanhuns, Nazarelli
e Timbo iiba.
Contracto de 29 c. Marco de 1891, cora Mi
guel Arciianjo Goncalves da Silva, pura ura ar-
mazem frigorfico.
Contracto de 9 da Abril de 1891, con-An-
tonio Fernundes Tixeira. para uina fabrica de
louga de barro lino, e p te pedra.
I Contracto oe t5 do Abril de 1891, com Bro-
wns &. J para urna fabrica de tecidos.
Contracto de 18 de Abril de 189 com Fir-
mino da Cunha Fignerdi, para explorado de
salinas etc.
Contracto de 20 de Abril de 1891, cora Joao,
Sabino Luna Pinho e Dr. Jos Eustaquio l''er-
reir Jacobina, para e\pl irado de producios
da Flora Drariluir.
Contracto de 25 de Abril dj 1891, cora Al-
fredo dos Santos Almeida o Jos Braz da Con-
cnico e Silva, para urna fabrica de podras ar-
tiflciaes.
Contracto de 27 de Abril de I89i, rom Mau-
ra Borges ft C para uina fabnc (Ir tecidos.
t Contracto de 2 de M.iio de 1891, com l-'re-
derico llamos, para um. fabrica de gravatas.
Jootracto de o de Junho de 1891, com Ma
noel Collace Oas e Jos Tavares Carroiro, para
urna tanoaria.
Contracto de 16 do Junho di 1851, com Ma
noel do asciminto Ferreira Castro, para uina
fabrica de capachos.
Contracio ce 21 de Julho de lf-91, com La-
dislao los Ferreira, Antanio Jos Moreira e
Doraiagos Pinto de Frcilas, para urna fabrica de
loques.
Contracto de I de Agoato d; 1891, com Se
bastira Antonio do Reg Cavalcante, para una
Uzina.
Coniraclo de 6 de A?oslode 1891, com Jos
Mendes Carnero da Cunhi e Antonio fereira
da Cunha Lima, para u na mina em Jaboal&o.
Alexmire Jos arbisa Lima.*
Repartifes Publicas -S. Etc. o Sr.
Dr Grvernalor resolveu qus n>3 das 16 e 17
do corrente. se cons:rvam fechadas a3 Repart-
Qs Esladoaes.
tu uigu, ;<;! de retrata -Amanh.
1 hora da tarde, no salaa de nonra do Palacio
do Governo, on le ji se acham installados os
retratos dos Ilustres cidadaos Dr. Benjamn
Constant Botelho de Magalbies e Mareclial Ma
nofil Djodoro da l'onseca e Floriano Pe xoto,
ser solemnemente inaugurado o retrato do Dr.
Prudente Jos de Maraes Barros, novo Presi-
dente da Repblica, que deve ser empossado
oesse carg amanha referida hiraperanteo
Congresso Nicional.
Para esse acto o Exra. Sr. Dr. Govarnador do
Estado era dirigido convites s autoridades e
fonecionarios faderaes e estadoaes, imprensa-,
assoeiacjse oulras pessoas gradas quer civis,
qu;r militares; sendo de esperar que a fasta
inaugural seja digna do illustre cidado que
objectiva.
llluminnces -Amanha, 5o anniversario
da proclamado da Repblica, alm das salvas
daanurniitiea, havjr hrilhint. iluminaco
nos edificios public tadoaes, inclusive a fortaleza do Bru n e quar
teis.e ser em todos hasteaio o pavilho na-
cional.
Muitas ras da cidade eslo sendo decoradas
para idntico fin, e nos coma que as estacOes
principaps das linhas fjrreas, muitas sedes de
sociedades aqui existentes, e outros edificios
particulares so ataviara, no raesmo pensilmente
Assim, paree; que teremos amanlia Ilumina-
do quan geral no Recife.
A natureza do fado commemorado nesse dia,
al s realcado pela pn33e do novo presidente,
eleito pelo voto popular, justifica todas as fes-
tas que forem r--alisadas para dar bnlho ao
glorioso anniversario.
Passeio Publico 13 de MaloA
commissao encarregada da construccao do Pas-
seio Publico 13 de Mao pedemos para decla-
rar que encontrando difficuldaies no sentido
de tornar atirahente o festejo annunciado para
o dia 15 no local destnalo ao raesmo passeioi
resolveu fazer a distribuido- dos premios no
pavilhio do Jarlim da Praca da Repblica.
Cogitava se de armar um barrado junto ao
Gymnasio Pernambucano, afra deque o publi-
co aproveitan lo oensejo visse o adiantnmenlo
dos irabalhos, tornan lo se isso irapossivel,
princip:ilm;nte pela falta de lu'.es, porque a
corapanhia do gaz se acha occupala na illumi
na^ao de muitos outros pontos da cidale.
Tendo solicitado a previa licenca vai portan
to a commissao effectuar essa kormesse no al
lulido jardim.
Colonia Santa IsabelForaos mimo-
seados cora dous exeraplarps impressos do Rea-
torio cora que o Revdm. frei Cassiano de Cama-
chio passou a direccao da Colonia Orphanologica
Santa Isabel no Sr. coronel Deodalo Pinto dos
Santos, em 21 de Setembro ultimo.
Dnsse documento, em que resumido o des-
envolvimento moral e material do estabeleci-
raenlo, e do qual resalta a sua prosperidade,
apenas podemos aqui dar os seguiotcs trechos
que deixara claro o seu estado de economa
hnanceira :
i Patrimonio Desde a sua fundado :>t esla
data allingio o estado patrimonial a importan-
cia do 1.530:243*071. (Viic o Annexo).
Eitad) fminceiroPela escripia da casa,
3ue foita p r partidas dobradas, com tolo cui-
ado e acceio, veris o estado liuanceiro desta
Colonia ; o-que nao me dispensa de dar vos una
idea geral do movimento na minha administra
do.
Rcccbi dos Governos :
Ftderal 227:4001000
Estadual 237.504.id02
Lucros de Usina, Destil-
ado, Oficinas e outros 423:1035266
Tolal 888:007*568
a Despenieuse cora:
Inslrucdo, alimen-
tasao, vestuario, hy-
guno, recroio dos
colonos ; hospeda-
gera, usina, destilla-
co, predios, fa/en-
das de gado, utensi-
lios, raobilias, offlei-
nas, planlaceseex-
pe diente 668:070*443
Propriedade, bera-
feitoros, a despezas
judiciaes 118:150*740
da Companliia Per-
tiambucana 10.600*000
Letra do Banco Po-
pular 20:000*000
Uividas dos lavrado-
res .40:407*220
tancia de mais i
para produzir I5l
'e, servida por 29
ro ora trafego, e
101:786*385
m ; Total 886:0073558
Todos os compromissos quo contradi, quan-
do podia fazcl-o, achara-se satisfeitos, quer no
paz, quer na Europa ; exceptuando : M.iriolle
Pniguel & Fils. de ferragens que ainda n5o
cnegaram, 1533, fr. 6) c, Olinto Jardim ft C,
if> pee is de algodo pora toalhas, 40 pec:i3 de
alxodo vermellio para vestuario r desta en-
commenda, recebi apenas 5 pegas da Ia e < 0 da
i*; nao estrado completo o pelido, nao foi
apreseniada a conta.
Resta-me pagar tarflbfm urna conta a Au-
gusto Labille, e outra a Henry Forster & C de
frele e desembarque de ferragens; assim como .
as rontas da Estrada de Forro Sul a Recito a S.
Francisco, do transporte da Capital para esta
Colonia, das mesraas ferragens que anda nao se
acham todas aqui.
De diarias dos Colonos Aprendize*. deve-se
4:4'i9*l9'>, e ae Cofre de Bene/tcencia 7:773*783,
mas se ha estas verbis pagar, ha tambem
receber 5:6104003 importancia ri#4m!zes de
preslacoa* devidas pela Santa Casa de Miseri-
cordia, bejn como 3:9574500 de agurdente,
fornecida a diversos, cujo pagamento costumam
fazer nos flns dos mezes ; notando para estes
c impromissos de pequea monta ftc.im em
compensago, alm destes dbitos receber, a
safra pn lente ao corte e a futura, que da> lar-
gamente para osses pagamentos, e para augmen-
tar o activo, elevando m muelo o saldo da mi-
nha-administrado. Sinto nao ter podido deixar-
vos desiimharacailo dcss;s insignificantes onus,
o q soccdena se tivesse tido un prazo ra-
soavel. raas clieguei da Europa no diido
corrate, reassu-ni o exercirSo a 8, e a ti, tendo
me sido apresenlado o oflicco do Governo do
Estado, datado de 15 do corrente, om cumpri-
raeato as orlen exaradas no inesmo, passei-vos
a adminislrado, como bem sabis*.
< Conduai -A exiguidade do lempo nao per-
raittio apresnlar-vos ura relatorio minucioso
do estado desta Colonia ; mas, pelo qne ficou
descripto, embora ligeiram ote'v-se o que ella
possae, que em Itfsumo : um edificio co n ca-
pncidade para alijar 20Jcoloaos.com urna mor-
domia prvida d"f gneros e objectos na impor-
"44:0 04 ; a Usina com torca
saceos de assucar djariamen-
kilometros de estrada do ter-
m perfeito estado de conser-
vacao, cora material rodante sutflcienu; um
pequeo bond pira passageiros. e trilbos para
mais 3 kilmetros; una destillagao par,i6pipaa
di; alcool, ou 12 de agurdenle diarias; e 4
propriedades cora terrenos apprporiados para
se plantar annualmente cannus para mais de
20,i'0) sacos ; urna serrara mo .'ida t agua ;
machinas pira descarocar algo.li, despolpar
caf, moinlio para milho e prensa para fazir-sc
farinlia.
Ha anda : urna bomba liydraulico qne tran-
smit'' agua para todo o estabilocimenio ; ap-
parelhos de draynage, com pocos absorveules
distancia dos nos, para nao damnificar suas
aguas; telephonss lacilitando 5 oommunicago
enlre as diversas reparlices ; efficinas de fer-
reiro, serralheiro, marctoeiro, alfaiate e sapa-
leiro devidamente montadas e produzindo lado
3Danta 6 necessario para o estabele^imento e
ailo ainda resultado ; um sitio e quilro fa-
zendas com grande quantidade de gados, alm
do que existe nrsta Colonia para servio e con-
sumo, tendo em todas ellas casa de riv rada,
curraes, cercados e ban : reservatorios d'asua,
de modo nao haver falla as raais rigorosas
seccas ; havendo na fazenda do Mindu y, uma
cpela construida de n ;dra e cal para o servigo
religioso, affluindo para all innmeros fiis, to-
das as vezes que possivel celebrar seu sarvico
divino; duas grandes safras dlculadas em
20.000 saccas cada urna-, deixaado de fallar deli-
damente le mais de 1.000 ps de cafe dando
fructo e 6.00) plantados, careaes quo ficam no
campo e tambem das estradas de rodag.-m cor-
lando todo o terreno da Colonia, com os respe-
ctivos boeiros e pontss em perfeito oslado de
conservad' : casas para todos os empreados e
moradores, muias outras obras, como melhor
verificareis do inventario e balanco a que se
procedeu.
De ludo quanto fica descripto e com o que
al lieje despendeu o Governo a quantia de
1.876:801*136. se pode, sem esforco, deprehen-
der que se este estabelecimento nao atngio ao
grao de engrandecimento que seria para desejar,
fez-se comtudo o que en sufficicnte e bastante
para mostrar que a nossa estada na sua direc-
gao nao foi ociosa; e o feito, no sentido do des-
envolvimento moral e material desta instituido,
atteslai por muito lempo, quanto valem os es-
forco3 combinados, durante 21 annos, de pouco3
horneo? que se dedicam causa da huraanidade.
Fizemos o que estove na esphera de nossas tor-
cas e os erros que tenham havido, d-iverao cor-
rer por conla da inexpjriencia, da falta de co-
nheciinento ortico deste ou daquelle ramo de
servico, mas, no da boa vontade, porque esta,
raerc" de Deus, nunca nos faltou, desde qne se
tralasse do progresso moral e material desta
Colonia, e, ufano-me cm dizel-o que. tanto o
mau antecessor como eu e os nossos irraaos
sempre tomos encontrado! de p.
Agradecemos a remessa e ofierta do3 referi-
dos exemplares do Relatorio, cuja mprass&o,
feia na casa Boulitreau, ntida.
In Meinoriana-Este magnifico albura,
de que ss atarefaram na direivao Iliteraria os
Srs. Manoel de Moura e Oliveira Passos e na ar-
tstica o Sr. Nunes Santos, em coinraemoraQo
do quingentenano do infante D. Henrique,
quando ha pouco foi elle celebrado m Porto,
acaba de chegar Agencia Lilteraria do Sr.
Leopoldo A. da Silveira, que teve a condescen-
dencia de oHerlar nos do mesmo albura um
exemplar.
Essa publieacCL^ ura primor sob todas as re-
lages por que seja encarada.
Como traballio artstico de exc.ellencia es-
pecial e como producto inlellectual no tem a
dese;ar nos conecitos oxern-idos sobre o infan-
te, cuja physionomia retratam. cujos fetosre-
lerabram, cuja raemeria perpetuara.
No lbum enfeixam se os pensamentos de
personagens diversa e dislinetos, e selle en-
coniram se os facsirailes da auioranhia das
raiohas D. Maria Amelia e D. Maria Pia, dos reis
D Carlos de Portugal e Leopoldo !I da Blgi-
ca e do infante Duque do Porto U. Atl'onso Hen-
rique.
Nao carecemos recommendar o lbum, basta
dizer que de e ser lido e apreciado como un
esmero das arlos graphicas e ura escol na ma-
nifestado do.pensamento.
tDoiupanliia Santa Thcreza Em
assembla geral realisada no da 12 ao corren-
te, em vista de ter pedido a sua exonerado de
renta desea corapanhia o Sr. t-ngenh iro Dr.
Antonio Poreira SimOes, foi o mesni i eleito
para o lugar de director fleando suppritnldo,
segundo os estatutos a lugar de gerente e pas-
sando as suas funcgOes a serem exerciJas pela,
directorio, que 6 gratuita.
A--31U1 ficou composta a din doria
78g:2;!l*183
Existente :
. Em caixa 9:667*875
Em poder do corres-
pondente 21:111*290
< Acces prafereaciaea
irectores, Sebasliaq Lopes Guinares,
An-
Uirectores, oeuasiiuo uufjoa \iuiiiiai^i-f,
tonio Pereira SimOes, Jos Paulo Botelbo.
Igualmente elegeu-sa a commissao fiscal e
os seus supplanies, sendo para islo designado
os segiftlfs accionistas :
Coniino fiscal, Curamo'ndudor Antonio Go-
mes de Miranda Leal, Joao Luz de Araojo, e
Juviano Manta.
Suppter.les, Jos Nogueira de Souaa, Jbs
Es'an.-'lau da Cunha, ttnciite-corcnel JuoGon-
calvea Torres.
Por proposta do ex gjronle Ucou auur.sada
a directora a esjaitlirdebcnlures al o juro de
in -i, e ale o valor de 90:000*i0u afim de
serea saldadas as contas da Corapanhia e o
seu debito nos bancos
Essa emis.-&o completa o qa Mum do capital
por emitlir, o que ser consolidado logo que
i.il se toro; possivel como o estado aciual da
Companlua o faz esperar.
UniaoCoiniueireal-Essa s iciadade of-
ferocer no prximo domingo aos seus socios e
convidados ura recreio duplo sob a ""receso
dasExras. Sras. DD. Julia de As..u-npco o
Adelaide Almeida.
As dances comec-.ro s 8 boros cem e
cuefto 4* lindia-sima walsa-Os ^a
mcSf de Fevereiro -Essa assocra-
cao luncciona actualmente s quar.os o .abba.-
-'
3
7


I'
-



IMnrio de Pernambuco Htnarta-foira 14 ta Novembro de 1994
P
do, no predio n.U, !. andar, ra Maroilio
Espectculo de GalaAmanh, em
commemoracao ao annivenano da proclamado
da Repblica e transmissao do poder ao novo
Presidente eleito pelo diitinctissirao Mareehai
Flor ano l'eixolo, hatera eepctaculo em grande
gala no Theatro Sania Isabel, funecionando to-
dos os rtr islas da Companhia Variedades, da
qual director o Sr. Mjva.
No romero do espectculo serio tocados o
hyinno mcional e o da Repblica, e no lira se-
rio repetidos esses liymnon, quando forera exhi-
bido!; Da t'illa do symphorama os retratos era
busto do Mrechal f'loriano e do Dr. Prudente
de Maraes.
A banda de um dos corpos de polica locar
no suguo do theatro, que estar brilhanteinent*
illumiuado.
Coronel Euzebio Beltro Enderega
rara us de Mossor, no Rio Grande do Norte, o
segunte telegramma, que nao incluimos na lo-
lha e honlem porque s nos foi entregue s
10 horas e 10 minutos da noite, apelar de ter
sido apresenlado s 4 horas e 30 n:inutos da t ir-
d, e recebido na esUcao desta cidade s 7 ho-
ras a 17 minutos da noite :
Mossoro li de Novembro.
* Diario-Recite.
O coronel Euzehio Reltro, que esl resta-
belec do em sua sade, offereceu hontem es
pleodido banquete ao seu dislincto medico Dr.
Almeiil. Lastro, ao qual concorreu crescido nu-
mero da amigos do nmimo coronil e do illustre
medico N*ssa occasiao salicntou a sua grati-
da'o e Wz suas despedidas por ter do partir para
ahi ao primeiro vapor costeiro. Vieira s
Mello. ,
Gyinnasio rernambiicano lerao
lugar boje os examss de Geomelria desse Ins-
titulo, ficando a banca assim constituida : Dr.
Jo?i Lopes Passa (a Costa, presidente, Dra.
Joaquim Antonio de Castro Loureiro e Cicero
Odn Perigrino da Silva, exaninadores, Dr.
Francisco Phalantc da Cmara Lima, repre-
senlanie do Governo Federal.
Terminados os mencionados exames terao
lugar os le Trigonometra, devendo osexami
nanflos comparecer s 8 horas di manha -
Escola Normal 0 resultado dos exa-
mes om-s havulos hontem nesse eslabeleci
menio rol o segrate :
3." annoi" cadeira
AdelaUe da Cunha-Soulo Maior, plenamente.
Phiioraena Alves de Scua, iem. -
Luiz .Mximo Pereira de Araujo, idam.
Jl.lai.iu de Narros Ferreira, simplesmente.
Marii Mnelia de Azeredo Coilinho, dem.
Anionia Cbrislina da Costa Cardse, dem.
Hara Alexandrna de Freitas Pinheiro, idem
Hara Augusta do Carino, iiem.
Julia Sil vina Josepha de Souza, idem.
Mina Jos da Costa, dem.
Mana i lotilde de Medeiros Araujo, idem.
Elvira Maria da Conceic,ao, idem.
Francisca Candida Ferro ira, dem.
Maria Amelia de Oliveira, dem.
Ann-i Candida Villarim, dem.
Joanna Baptsta da Cunha toyanna, idem.
Jo.- Antonio de Miranda, idem.
For.im reprovados 3 na prova oral e 1 faltou
a ebamoda.
2o anno cadeira
Jorquim Pompeu Monteiro Pessoa, distinego
Elolvina Cordeiro da Rocha Pereira.plenamen
te.
Esllver Alice dos Santos, idera.
Marta das Merces M. de Oliveira, dem.
Mara da P. Barbosa de Aruujo. idera.
Jo-'pha H. Ferreira de Castro, idera.
Tertulina de Oliveira, idem.
Lupicina C. Rigeira Duarle, simplesmente.
Berna'.'ina dos Iteis Kspind la, dem.
Maria li-xandrina Partir dasNevos, dem.
Jos Elidi Domingues Carneiro, idem.
Jos Tlumes l'ereira Junio-, iiers-
Pedro de AJcanlara da Cosa Luna, idera.
Reprovados1 na prova escripia i e 1 na prova
oral.
Continuario hoje os exames oraes da i,*
e 7* cadeiras no 2" auno e da 8.* no 3o, s 9 1|2
da manha.
JLueta e ferimentoNo da 10 do cor
rente as 1 horas da manh5, no logar denomi-
nado Ponbal, perteneente ao 2. districto da
Boa Vista, es individuos de nortes Antonio
Monlt rlro do Kasiimento e seus rilhos Joao Mun
teir.i Jo .Visc'mento e Mana Nisciineut), tolos
em estado de embriaguez, travaram lucia entre
si. do que resullou sahirem feridos Maria do
Nasci Danto, gravemente, e Joo Monteiro, leve-
mente.
A competente autoridade tomou conheenren
lo do fado e sobre o qual deu as devidas pro
dencias, sendo os de'inquenti'S presos.
A seguranca dos caminaos de
ferro Pode-se ein apreciar o grao de segu-
raDC* realizado p^las companhias de camiolio*
de reno dos differentes piizes, comparando en-
tre si os nmeros dos viajantes morios e feridos
nos ctminhos de ferro, isto por accidentes de
trena, e nao por sua culpa ou imprudencia, le-
vando em conta o numero dos viajantes e as
distancias percorrida3. Reatara anda ver at
que ponto sao comparaveis as estatisticas apr-
senla las, porque era todos os paizei os inque-
ritos nao sao igualmente rigorosos; mas esse
elem< oto deve ser aceito lal qual. A raesma
cousa. sobre as distancias percorridas, nao se
Eoder attender senao a considerarles de pro-
abidades.
Ficam os dous lamentosnumero das victi-
mas a numero de viajantes, transportados, que
aao os seguintes :
Em Franca tem Ir alm do anno de 1880, ve-
rifica-se em 188, 1805, 1887 e 1892 que ne-
nhum viajante foi ferido ou morreu no trem.
os outros annos, seis tiveram pequeo numero
de morios de dous a nove. Mas tres grandes
accidentes deram-se: em 1880 era Le ailois,
em 1881 em Cbaraotan e em )891 m Saint-
Mande. Estes accidentes concorreram para au-
gmentar o numero de. merlos respectivamente
em cada um deises annos a 16,25 e 54, que, se se
n&o tivessem dado, o numero na serla de n
de 2, 3 e 9 viajantes mortos. O nnmero d
ridos rauito maior que o dos mortos, nao ob-
staots, ficou abaixo de 10 era 1882, 1885 1S87
e 1888, variou de 125 a 200 em 1884, 1886,1889,
1890 e 892 e s excedeu de 200 era 18*), 8-M.
1884 e 893. Anda aqui exerceram triste in-
fluencia oa accidentes cima referidos. Asura
pode-se dizer. que salvo argun anno nota
vel por alguraa catailrophe, a media annual
mente nos caminhos de ferro francazes de
tres najantes morios e 40 feridos.
Quanto aos viajantes transportados, passou de
1884 -i 1*92 de 2>2 milhes a 285 milhOes.
Na Araorlca cuidase mais em andar deprassa
do que andar seguro.
Assim, em <889 e 1890, anuos normaes, 310 e
285 viajantes foram mortos nos caminhos de fer
ro des E nados-Unidos, 2,(46 e 2,444 viajantes
fjrain feridos.
A despert da actividade da circulacao, que
se traduzo durante esses dous annos pelo trans-
porte de 475 e 492 milhocs de viaj mies, esi a
sua amanea longe de ser comparada de ou
Iros paizes.
A" Inglaterra conla mnilo maior numero de
viajaiiiee : <>m 1864 eia ja de 688 milhes, era
188.-5 Je 742 e de 1890 a 1891 elevou-se de 8 9 a
866 milhes.
N i -i tanto, hou'-e inconteslavel seguranga.
Ex(e|iiuan gran is accidente em Armagh, accidente ern qu
mor, rana 80 possoas e ricaram feridasrCS, u
numero de viajantes mortos variou deM884 i
1892 de 5 a 2 era urna me lia annual de :t
no m niroo o numero de viajantes feridos foi de
436, no mximo de 875, media annual 627.
Nos caminhos de ferro allem&es ha, como na
Ingln'erra, louvavel cuidado. At 18-6 trans-
portaram annualmente menos de 30o milo.-s
de viajantes : nos tres anuos sefhtntes trans-
porU.iam 317, 340 e 377 milhes : depois 426
em '890 e 464 em 189'.
O; accidentes deram morte, de 1886 a 1891 a
304 viajantes e feriram ,-3, ou urna media an
nual do 38 mortos e I401erido?.
Nos annos de t$8? a 1889 o trafego as linhas
ausiio-hungaraselevou se a 2 6 milhes de va*
jautos e durante esse periodo foram mortos 2.
e fer dos 204.
Em tres annos, de 887 a i889, os caminhos
de ferro italianos traosporlarara 246 milhes de
viajantes, morrerara 35 e foram feridos 276.
N. Rsala, em 1890 e 1391, conla-se 46 a 4V
milres de viajantes, cora um cootiageale de 28
e Si mortos e 103 e 151 feridos.
Isto d as seguinh proporces :
Na Inglaterra 1 viajante raorto por 38 milbes
de viajantes transportados; na Franca 1 morto
por 19 milhes de transportados ; nos Estado.!
I nidos 1 morto por 13 milhes de transporta-
dos ; na AHeraanha I por (O milhes : na Italia
1 por 6 milhes e na Russia < por 1 milhlie.
Saata Casa de Misericordia do
lleclfc -Eis o pessoal que no raez de Outu-
bro ultimo oceupou os estab3tecimenl03 a cargo
d'essa pa insttuic,ao :
Hospital Pedro II 76S
Hospital dos Lazaros 55
Hospital dos Variolosos 10
Collegio das Orphaff 200
Asylo de Men licidad-j 211
Hospital dos Alienados 287
Casa dos Expostos
Em poder das amas 93
No estabelecimento 221
1847
retidos Acham-ie
Total
Telegraramas
retidos na estac3o do Telegrapho NaciOQal os
seguintes :
Fluza, de Rio.
Jacob da Silva, de Maragogy.
Joas, de Santos.
Chico, de Barreiros.
Paria, de S Flix, devolvido pela firma re-
g'utrada Faria-
Leonel Getulio Pessoa, 1e Mardanguape.
Amaro, de Natal.
Temos aqu diversos telegrammas para
Coes Calmon e Francisco Calmon, de Rio, Ala
.oi'ihas e Baha.
Guarda .\ucii>nal-0 concalho dirpetor
do club central dos oficiaos da (Juarda Nacio-
nal, reuni se e.n bessao, tomando as seguintes
celiberac's:
Foram propostos e acceitos socios effectivos
do club central os Sr*. capitao r. Manoel Nu
ties Correa, alferes Marcolino Nunes Vianna,
capitao Fabio Morera Temporal, capiao Alfre-
do Alves-'a Costa e Silva, o maj ;r Eneas do
Regos Barros Falcao
concelho aulorisou a) Io secretario, a offi
ciar aos seguintes associados, coovidando-
os a compa'ecerem na sede social a interesse
da socie.idc :
Tenente coronel Jo5o Quinlno de Menczes
Galhardo, tenente coronel Theodoinrodos San
tos Selva, major Marcolino de Souza Travassos,
cipitao Desiderio Marlns de Oliveira, coronel
Pedro Candido Uarboaa da Silva, capitao Ma
mede Paulo de Albuquerque, capitao Francisco
Goncalves de Siqueira, tenente Maximiano Ri
beiro de Araujo.
O concelho director deixa de fazer sessSo
sexta feira prxima em honra ao dia 15 do No
vembra, marcando nova sessao para sexta
feira 21 do corrente.
Hospital Pedro II-Praticaram-se n'is-
le esrabdleciraento as seguintes operares :
Pelo Dr. Malaquias:
L'reltrotomia interna, pelo processo de Mesn
ntuva com rellrorraphia e incisiio de abeesso
U'inoso.
Pelo Dr. Vieira da Cunta :
Dilatarlo a tberrao cauterio e raspagem de
fstulas do recio.
Ablago de epilhelioma ulcerado da regio
llamara esquerda.
Amp'iucao dos grandes labios reclamada por
elephantiases.
Pelo Dr. Berardo:
Tres iridectoriaa pticas duis indicadas por
grandes manchas em lo lo hemespherio supe
ner da cornea e urna por athresia da po-
pula.
Exlraco de catarata molle, pelo processo de
Wecber.
Luiza Michel o cj-
teria sido preciso
Carne arruinada\ flscalisago do
I- districto da paroc na da nfa raandou inu-
tilisr 70kilos de carne verde qu-, no. da l
do cor: ente, se achava expoata a venda nos ta
Ihos da ra de Joaquim Nabuco e Crioulas, per
(encent ao Sr. Manoel Carpinteiro e Souza, de-
pois de examinado pelo Sr. Dr. Eraigdio Mon-
tenegro, superintQndente da higiene municipal
do Itecife que a julgou incapaz por se achar em
e.-lado de putrel'a 'cao.
Tribunal do Jury do Recife -Hon
tem comparecern! 23 jurados
Foram sorteados os seguintes supplentes :
Recife
Ballhazar Jos dos Res.
Santo Ant nio
Pedro Emiliano Robarlo.
Jos Ventura da Silva Loureiro.
Joao Pinto da Cos'a.
S. Jos
Jcaquira Domingues da Costa Braga.
Boa-Vista
Srb.isii9o Jos Bezerra Cavalcante.
Jos Ferreira Pinto.
Or. Ueraldo das Mercs Ferreira de Souza
Landim
Adriano Ferreira Mendes Guimaraes.
Eduardo Limos.
Graca
D-. Jlo Alves Teixeira Parazo.
Foram multados em 5*000 os jurados qne
deixaram de comparecer.
A seasdo ricou a (diada para hoje.
Associaco Medleo Pharmaceuti
eo -Por ser manh dia feriodo rene se hoje
em sessao ordinaria essa sociedade no lugar e
hora do coslurae conforma determina os eslatu
tos.
Club Marcelino Cleto -Reune-se este
club em sessao ordinaria, hoje s 7 boras da
noite
HyiicneVida rural-Na hygiene das
ptorisses, talvez a aseaos estudada, seja a que
concerne a gente rural, dos montes, dos valles e
das planicies. Comalo,* o campo a fon te prin-
cipal do bem estar social, e nao sao poucos os
males aos quaes, e da modo particular, esl su-
jelto a populnco campestre.
E' verdade que o camponez abnga-se eos
grande parte de (odas as condicOes de ambienta
que tornara lio insalubr o irabalho as offici-
oas, nem respira o ar emprestado das salas das
fabricas, e manos fadiga os seus sentidos ; pelo
contrario elle trabalha ao ar livre, e nao se v
obrigado a exercir diariamente urna determina-
da sorama de trbalbo ; gosa, em outras pala-
vra, lie maior liberdada que o operario.
Todava ba para elle* lias speros,doran-
te os quaes deve supportar notaveis fadigas e
subraettar-se s influencias das alternativas da
atmosphera. Convmque a estas fadigas o agri-
cultor se habitu logo desde aprimeira infancia
e nao resinta os seus notaveis damnos, que,
quando moderados, concorrera para fortalecer a
sua tempera, e augmentar o seu vigor.
Ni vida rural as pessimas condiges se eocon-
tiara com preferencia na vida domestica do
camponez, quando esse se v forjado a respirar
o ar impuro das acanhadas e insalubres habita-
cies, onde muitos individuos se adiara encerra-
dos e em que concorreon para augmentar a io-
salubridade os curraes, as eterqueiras, a huuii-
dade das paredes, os gases do fogao, etc.
E' por isso explicavel o facto do augmento de
rcortalidade na populacho rural, na estacao f ia,
emquanlo que a mnima rnortalidade se observa
verdadeiramente no ver&o e outono, durante os
quaes os trabilhos de campos estao na maior
aetividade.
Circura3tancia muito perniciosa sade do
Inmera rural ainsufflcienle nutrijo. Excluin-
do os camponezes abastados, os quaes ordina-
riamente gosam de sa e bastante nutncao, car-
io que a dos outros debnixo de (odo aspecto
animvgienica, ja pela uoiformidade da comida,
j-.i pele seu mesnujeho valor naritivo, e emfm
umitas vezes pelos estragos ealterages dos ali-
n eiitos que o camponez pela epocha da colheila
conserva para todo o anno.
Segundo o costume, os camponezes se servem
jornalmente das substancias alimentares que
mais fcilmente estao ao seu alcance, e sao pro-
dazidas palos seus campos ; e ali >s das melbo-
ras elle se desfaz levado pela avidez do gaoho,
principalmente se a necessidade a isso o obri-
ga.
nha instietos guerreros e
ragio d'uma revolucionaria
vel-as casadas.
SAo b3m raras as mulheres que conservam
quan lo casada os mesmo3 hbitos e os mesmos
gestos que tinham quando meninas; a sua
sanie que para melhor ou p9ior se moiilica
sempre ; imp3-lhes um novo meLhodo de vi-
da.
Muitas raocinhas hyste.icas, nervosas, lym-
ihaticas e sera energa se transform im em mu-
lleres robus(as; outras pelo contrario que
jamis soffreram quando jaziara n'uma feliz
rgnorancia, se acham na prova do casamento in-
teiram^nte inaptas.
Serla seguramente urna sabia dispisicii a
que mandasse que as jovens tivessem de sub-
metter-se a urna visita medica antes de darera
ura passo para ellas ido grave como o casa-
mento-seos olhos raedicos, anda quo esner-
tos podessem descobrr misteriosas irapjrfei-
Ces que a natureza esconde debaixo dos mais
elegantes aspectos.
(juando tudo harmnico na mulher e a boa
constimlgao ajuda o bom carcter, o estado de
casjda o de ana perfilja1).
Caaia de IieteneaM')\ni!''nto dos
presos da Casa do Detenjao do Recife, Estado
de Pernambuco, en 12 de Novembro de 1894 :
Existiarn
Entrarara.
Sabiram .
Existem .
A saber:
Naclonaes.
Mulheres .
Estranaeiios
Mullicr. .
Total .
Arracoados
Bons .
Doentes
Loucos. .
Louca .
446
5
7
444
412
10
21
1
"444
417
399
14
3
1
417
A todas estas influencias que agem sobre a
sade e a longevi lade das gentes ruraes, se
aecrescnta a das rondices naturaes peculiares
cada um dos logares, nos quaes predominara
doencas endmicas, como a febre intermittente,
a escrfula, etc. Se a astas condices se uera a
alimentacao incongruente, n3o causara admira-
rlo ser a duragSo da vida nos campos rauito
menor que oas cidades, prematura a velhice,
frequentes as deformidades congenitas e doen-
cas, e mais crueis os estragos das doengas in-
ficciosas.
O casamento-Salvo poacas cxcepQes
(o s quando os germens sao mos) o matrimo-
nio raelhora a mulher. Antes no casamento
qne ella pode verdadeiramente mostrar-se
como .
D'uma solleira velha nio se podar jamis
dizer, que alguem a tenba condecido inteira-
mente. Para asseverar quo Joanna d'Arciu
Total......
Movimento da enfermara :
Te ve alta :
Anisio Ferreira dos Santos,
Cemilerio PublicoObtuario do da
11 do corrente : \
Laurentino Flix Oliveira Lima, Pernambu-
co, 53 annos, Ba-Visla. *
Manoel Amorim Gomes, Pernambuco, 2 das,
S. Jos.
Generosa Maria Gomes do3 Passos, Pernam-
buco 2) anuos, solleira, Graca.
Francisco Antonio de Souza, Pernambuco, 39
annos, casado, B. Jos.
Apolonia, Pernambuco, 6 mezes, 5. Jos.
Justino de Souza, Pernambuco, 55 annos, sol-
teiro. Boa Vista.
Zacaras Ferreira da Silva, Pernambuco, 14
annos, (iraca.
Antonio Rodrigues da Silva, Pernambuco, 20
annos, solteiro, Ba-Vista.
Joaquina Maria de Jess, Pernambuco, SO
annos, solteira, Boa Vista.
Francisca Maria do Nascimenlo, Pernambu
co, 40 annos, solteira, Ba-Vista.
Antonia Maria da Conceigao, Pernambuco, 27
annos, solteira, Bla-Vista.
Maria Aun une a la, Pernambuco, 3 annes
Bi-Vista.
12
Jos Ferreira das Neves Guimaraes, Brazil,
30 anuos, casado, Santo Antonio.
Francisca Joaquina de Jess, Pernambuco, 70
annos, viuva, Graga.
Antonio Galdino Esteves, Pernambuco, 21 an-
nos, solteiro, Ba-Vista.
Jos Germano Bizerra, Brazil, 63 annos, ca-
sado, S. Jos.
Severno, Pernarabueo, 5 dias Ba-Visla.
Januario Barros dos Santos, Pernambuco, 50
anno*, solteiro, Ba-Vista.
Antonio Barbosa, Pernambuco, 43 annos, sol
teiro, li i Vista.
Joseplia Mara da Conceicao, Pernambuco, 40
annos, Graca.
Casamento civilO escris) de casa-
memos que funcciona nos aistrictos do Recife
Santo Antonio, S Jose Affogados afflxou na
repartica do registro, a ra do imperador n.
75, 1- andar, edital de proclamas >>e casa
meatos dos seguintes coitrahentes.
Segunda publicado
Joao das Virgens Ramos, viuvo, tanoeiro,
coir. Leoraisa Correia da Silva, solteira, natu-
raes desta Estado e residentes na freguezia do
Recife.
Antonio de Barros e Silva, natural deste Es-
tado, praca do corpo municipal com Josepha
Barbosa de Carvalho, natural do Eslade do Rio
Grande do Norte solteros e. residentes na fre-
guezia de Afog-idos.
Primeira*publicaao
Candido Affonso da Silveira, viuvo, guarda
hvros. residente na freguezia da Graca.com
Maria Jos Pereira da Costa, solteira, residente
te na freguezia do Recife, naturaes deste Es-
tado.
Proclamas de easamena-Forfio li-
dos ne-da Matriz no da ti do corrente mez, os
seguintes proclamas para casamento.
1 Denunciacao
Bacharet Francisco Salvador dos Santos, com
D. Maria Augusta Ferreira Lima.
Bacharel Victoriano Rigueira Pinio de Souza,
com O. Mara Anna Teixeira de Lyra.
Bacharel Antonio Henriqpe Lopes de Barros,
com D. Francisca Placida de Abreu e Lima.
Bacharel Joaquina Francisco Villela do Reg,
com D Mana da Gloria Adelaide de Souza.
Antonio Baptista dos Santos, com Josepha
Maria da Conceicao.
Alexanndre Douro Cavalcantl de Albuquer-
que, com Maria Cavalcante de Albuquerque
Vianna.
Artbur Serapiao de Castro e Silva, com D.
Mara Amelia Pereira da Motta.
Augusto Jos de Freitas, com 01 indi na Maria
da Cosa Montero.
Pnlaielpho Aureliano da Silva, com Emilia
Fernandas da Silva-
Jos Feliciano Gomes, com Leopoldina Pres-
cilla de Lacerda.
Jos Claudino Angelo da Costa, com Francis-
co Gomes da Silva.
B rajamim Jos de Moraes Serpa, com Maria
das Dores de Jess Barros
Alfredo Jos* Lopes, cora Rosa Mara Couto.
Adriano Antunes Dantas, com Octavia Pe-
reira Dutra.
2.* Denunciacao
Bacharel Eloy Nahum de Souza Laddim, com
Joaquina Marcioorlla Coelbo de Alraeida.
Candido Alfonso da Silvei.a, com Maria Jos
Pereira da Costa.
Leodegario Pinto de Queiroz, com Deolinda
Mara Uuarte de Figuelroa.
Agoslinho de Souza Albuquerque, cora Roza
Maria da ConceicQo.
3.* Denunciagao
Antonio Jos do Nasciraen(o, com Joanna
Maria da Conceic&o
Manoel Ficrencio da Silva, com Agripioa
Paulina da Silva
Joao Pires de Carvalho, com Josepha Mara
Ferreira.
Francisco Pereira Cardoso Jnior com Zulmi'
ra Alves Ferreira.
Antonio Augusto da Fonseca, com Justina Au-
gusta Vidal.
CanutolPoncano dos Santos, rym Theodorina
Vieira da Cunha.
Matadauro Publico -Nessa estabeleci-
menlo foram abatidas 91 rezes para o consume
publico de hoje.
Inspectora do S. districto mar-
timoItecife, 12 de Novembro de 1894
Boletim metereologioo
Hora*. Term centi- Barmetro Tento do Humi-
Nebulosldade rn4dia 0,48.
Boletim do Porto
Pra-marou Dias Horas Altura
baixa-mar
B.-M. 12 de Novembro 9 b. 35 ra. da m. 0,-30
p- M- de 3 h. 45 m. da t. 2,-30
Raf,?a*e'POS -Chegados no vapor inglez
Magdalena :
Ernesto da Costa Amorim e sua senhora, Dr.
Armlnio Tavares, sua seohora, 1 tilho e urna
criada, Viscondess' de Guararapes, 2 netos e 2
criados, Thoraaz M. de Faula Pessoa, Arthnr
M. de Amorim, Bertonaschi Pasto, Manoel D.
dos sanios, Firmino A. dos Santos. Quadeomi,
Mr. V. Luzo de M-.ltos, Albert C. Gray, Dr.
Amanera Ramos.
Sahidjs para a Europa no raesmo va
por:
Franck H. Foy, sua senhora, 2 lilhos e urna
criada, Vctor Burlini, sua senhora e 2 fllnos,
Dr. Do .ini.'os F. de Souza Leo, sua senhora e
1 criada, Jos Francisco da Costa, A. Dyer,
Roben M. Colman, Antonio Olsen.
Chegados da Europa "no vapor inglez Orel
lana :
J. Scrweroft, Henry Sulzer, Gabriel Pascb,
Antonio Joaqjun de Sou.a, Abilio F. de Stir-
dinha, Manoel Coelho, Josa P. Duraes, Dionizia
Marques.
Sabidoi para o sul no mesxo vapor.
Manoel C. P. de Aoiarantb>>, Jos Lopes Vi-
eira, Manoel H. Paiva, Amaro do Amaral, Ju-
lio von Solin-Uon.
Pareo Derb Club-I-la Pa'chDly, M3iMd,
Pigmea, Fuai ca, Furioso e M.scote.
Piren Hippolromo do Campo (J'ande Tbov
i.'. Fu ioso, T-aialOB9, Mendigo e Bslji-flj; %'
P->n Cr^rrn
*tii"r
oas, Teaor 2.", Meadigo. Ma:aage, Giflet, Tib er
e Pbarlstn.
P-eo ProgresoMiurlty 2, Ciraona, Pia-
^o, Fotler', Tontn, Pslropolis l., Limers.
Roy-BI'.e.pielade.
Pareo I dclo-Chimbote, Hasaretb, Nile, Papl-
lon, Pi.tit, Vnt n t C nnnxe^r.
Concellio Manieipal do Recife
BALANCO DA RECEITA E DESPEZADO MEZ DE OUTUBRO DE 894
15:000,|oo0 -Corre no dia tt de o"
vembro esta importante lotera de Minas Geraes
com o premio cima, e desperta a a'.tenco o
respectivo annuncio em outra seceo publi-
cada .
Os bilbetes estao a venda na casa O Sonho
de Ouro n?. 3 e 5 Praca da Independera
onde se eQectuam os pagamentos dos pre-
mios.
Lotera da Baha -Corre no dia 17 do
Novembro a 2.' serie da 28* lotera, cujos bilhe-
tes estao a venda na casa OSonlio de Ouro.
botera do Espirito Santo -Corre
hoje 14 de Novembro a 24," lotera, cujos bi-
lbetes estao a venda na casa o Sonho de Ouro, a
Pr-iga da Independencia ns. 3(5.
rado
5/9
27,l
27,6
27,"5
26,8
fe-mperatura
ra.

a
t.
757,-61
761,-87
761,-09
759,-05
768,-94
mnima 25,SO
vapor dade-
t9,04 76
2 ,3. 81
2:,<6 79
20,67 77
20,48 78
Thermometro
29,00 Ennegrecido
ao sol 8,-7 som-
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima
59,e2 -Prateado: 39,-6.
Evaporaco em 24 horas
bra 4,-5.
Chuva nulla.
IDirecgao do vento : ESE com interrupcOea
e E e SE de meia noite at 11 h. e 20 da
manha; SE at 1 h. 09 m. da [tarde ; ESE e
SE alternados at 2 h. 09 SE e SSE alterna-
dos at meia noite.
Velocldade media do vento 8,-56 por se-
gundo.
CHR0H1CA JIJOICIAKU
Sapeilor Tribunal de elusil^a
SESSAO ORDINARIA EM 131DE NOVEMBRO
DE 18V4
PRESIDENCIA DO SR. DR. FRANOI8CO I.UIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's he ras d j costume, presentes os Srs. juize.-
em numero legal e o Dr. substuato do procara
dor geral do Est.do, foi abertaa sesrao, depois
de lula e app-ovada a asta da antecedente.
Distribuidos e passados os felos, deram-se
o) nenales
JDLQAMENTOS
Aggravo de pencaj:
o CiDoAggravante JoS) Cbriscstomo de
Liras Tapioca, ;gravauo Dr. Manoel B una Al-
ves do Cuno. Relator o juis CaldaeBarreto. Ai-
jooios os joized Ameiua e Galvao. Deu-se
provimento, contra o vj.j co Sr. Aloieidi,
AppciU{0iB crimes :
D> BrejoAppellante Lina Josa Gjucalves,
appellada a justifia. ttelaior o jo.z Caldas Bar-
reto. Mtodo -se a novo jory, onaoimemente.
De Caruaru'\;>peliaute Mduoel A .IOu da
Sliva Gdin, appellada ajusilCi. Relator o juiz
Ai.icidj.Conti iiou-s-! a .eut.ra^a, coutra os
otos do relator e Carlos Vas
Embargos infringentes:
Da Pao u'Aiqo Emoargaote Maaoer. Barbosa
amelas eniD-rga lo Jojquim Candido Carneiro
na Silva. Riaior o juis Teiteirade Sa. Revi
s re os juizes Caldas Brrelo e almeida-Fo-
ram i-p/esjdos os emoargos, onanimemejlu-
Appeliafiao commercul :
Uj RecifeAppellaote Manoel Carneiro da
Cunba, ppjliaJoa Gio(alves Caoba e C. Rela-
tor o jolx Cjsla Riheiro. RrVisores os jutees Ter
Xrira de Sa e CaldiS Barrera. Cjurmou-se a
s lii-nca. unnimemente.
Appellages civeis:
o Ricite Appellante Bernardlno Ferreira
de Azevedo, appellado Jase Feraodes Lima,
ttelaior o jais Gaivio. Revisores os jnizes Oosia
RiDtiro e Teixeira de sa. Foram receidos os
-inoargos, contra o voto do relator.
Do BrejoAppellao.e o jaizo, appellado Lal-
i-r' LMas :a Cj.-ti. Relator o jan Teixeira de
Sa. Revbores os janas Caldas Brrelo e Almei -
da.Coatiruioa-ae a senieoca. naanimemeote.
. Atnaragj Appellante o Birj de Taqoa-
rctmga, appellado o major Manoel de Soasa F.r
ras de &zeveda. Relatjr o jais Teixeira-ae 3s.-
Kevisores osjuizes Caldas Barreto e Almeida.
Dea-se provimento, contra o voto do Sr. Almei-
da.
Do NZirelhAppellante Joo de Oliveira e
Silva, appellado Jos Per-eira dos Santos. Rela-
tor o jan Teixeira de S Revisores os juize-
Caldas^Barreio e Almeida.UonOrmon se a sen-
teoc*. onaaimen:en e.
De Agua PMtaAppellaote Jjs de Matto?
R.neel, avse.la la a Companbta de KiacSj e Te-
cio8 de Peroambaco. Relator o jais Almeida.
Revisores o juizes Cirios Vas eGalvSo. Fo-
ram dts.-jeaados os embargos, contra o voto do
Sr. Carlos Vas.
PA8aAQBN8
Dj jais .Costa Ribeiro ao juiz Teixeira de
*a:
Appellaco ci De Vii|i BellaAppel'inte Jotqaim Aves de
Barcos, appellado Joe dirooaa Nogaeira.
.Do jais Teixeira de Si ao jun Caldas Bar
reto:
AppellajOes crime3:
Deaaboat&o Appellaote o promotor publico,
appellado Manoel Jos SonjalTe, vuiga Maooel
Qanlino.
Da RecifeAppellante flercnlano Hermenegl|.
do Cavalcante Mnais, appellada a jusiict.
AppedicOea civeis :
De BarreirosAppellaote Aotoaio Jacintbo de
Meael-os Smpalo, appellaia D. Angelina de
Meadonc* e Vascoacellos
Do BecifeAppellaote Vctor Neesen, appel-
lado SrJromo Igoacio do Mello.
Di jis Caldas Barreto ao jais Alarida :
Ai.pt-liacao crime:
Do RecifeAppellaote Maioel Feliamtoo be
Cbsg>s. appellada a jnstlca.
AppeUace8 civeis :
e LSaretnAppellante Ai'.onio Jannario de
Maora appella 10 Jos' Feltciaao de Almeida.
Do RecifeAppeilaotes os berdeiros de D.
Anna Jaaqnina do R'go Alooquerque, appellado'
D Anraais B ooo da Silva Maia.
Appel ac&o commercial:
Dj Rio Foi masoAppellante Carlos Roberto
Tille, appellado Lois Francisco Cavalcante de
A'Duqmrque
Dj juis Carlos Vas ao jois Qalvto :
Appellc&o crime:
De OlindaAppellante CbristovSo Ferreira
da Uva, appellada a Justina.
Do jais Galvao ao ja z Costa Ribeiro:
AppellagQ-; crimea :
De GamelleraAppellaote Jas Jaiqolra Bar-
DopS, anpellada aju-tci.
D-1 Ciraarn'Appeltanie Manoel AntoDlo d
i'ita Gama, ap^elldua a JU8t:ca.
Da .LiuioeiroAppellante o jaito, sppelladn
Autjoio de Vascoocellbs Costa
DISTKIBDlVOES
Aggravo de petic&o :
Ao jais Caldas Barreto :
Do RecifeAggravante D-ilmiro Aagosto i
Cros Goueia, aggravaii Jos Clemente Lety.
AppellacOes commerciaes :
Ao juiz T'ixeira de SA :
Do ReciteAppellante Enilio Dol, appellada
a Compaab* Agrcola e Mercantil de Pernam-
ooc.
Eacerron-se a sessio A i hora da tarde.
RECEITA
AferifSo 27
Barraca 49
Boteu e reboques 34
Baixa de capim 45
Cornija "19
Cemiterio Publico os 25
e 26 .
Carrocas 33
Canoas e alvarengas 05
35 e 36
Carimbos 37
Cortico 23
Corotos 48
Casas de negocio 68
Companhia de seguro
68 n. 1
Decimas urbana e transfe-
rencia 5
Divida activa 7
Divertimento publico
Eventuaes 6
Emolumentos 16
Edificacao "17
Enchimentos 42
Espirito 64
Fogo do ar e vista 51
Foros e laudemios 1
Imposto do 69
Jogos permittidos 58
Poules 2 % 59
Limpeza 1 /. 40
Mercado Publico 3
Matadouro 4
Multas 0' 9, 10, 11 e 14
Muro baixo 22
Machina vapor 32
Predios municipaes 1
Solo inferior 18
Suinos 29
Taboletas 59
Varanda de madeira 21
CAIXA
Dinheiro saldo de Setem-
bro
Rs.
i.76o$355
63S000
23'5ioo
508253
5418867
3.772S700
9118400
244S282
18890
698300
31S500
717S087
1.1558000
2.3638405
7.5278858
9188750
902S950
1.667S683
1.1138504
5258000
329S175
1318250
3S087
13.1298000
2108000
1.9418100
1518616
9.356S520
24.759S000
807S450
11S550
988175
1.1108050
635S250
170S800
268250
388498
77.269S655
44.393S692
DESPEZA >
Concertos de predios mu-
nicipaes 398000
Calamento e saneamento
da cidade 6398400
Desapropriacoes 2108000
Expediente do Concelho 3038800
Fventual 2.2458972
Eventual dos cemiterios 1438400
Forca municipal 12.3908072
Impresses do Concelho e .
da Prefeitura 4288800
Instituto Vaccinieo.e Hy-
giene 1.5468875
Instrucc;o Publica 21.5118000
Jury e eleicoes 476S900
Limpeza publica 4.6708300
Matadouros pblicos 2.4508630
Obras municipaes 4218700
Vencimentos do Dr. sub-
Prefeito S33$333
Vencimentos dos empre-"
gados da prefeitura 26.2148926
Vencimentos dos empre-
gados do Concelho 3.3508000
Vencimentos dos juizes
districtaes 2.199S880
Vencimentos dos empre-
gados aposentados 7358r33
80.8118121
CAIXA
Dinheiro saldo para No-
vembro
Rs.
40.8528226
121.6638347
I

121.6638347
S. E. O.
Contadoria, 13 ele Novembro de 1894.
J Genuino Jos da Rosa,
Contador.
Joao Antonio Monteiro,
i. escripturario servindo de escrivo da receita.
Marianno de Figueira Faria,
i. escripturario servindo de escrivo da despeza.
Antonio M. Ver eir Vianna,
__________ Thesoureiro.
revolta o Sr. Jos Mariano, notai"0
bem, dava ao Mareehai plenos pode"
res para esmagal-a, o que significa a

Londoii & River Pate
Bank Limited
Capital
dem realisado c
Fundo de reserva
BALANCETE DA CAIXA FILIAL NESTA
PRACA, EM 31 DE OUTUBRO DE 94
Activo
Letras descontadas
Letras a recebar
Empreslimos, costas caucio-
nadas, etc.
Diversas contas
Penhores de empres timos,
contas caucionadas etc.
Caixa em ser e no Banco de
Pernambuco e no London
& Brazilian Baok Limited
Rs.
Passivo
Capital declarado da caixa
Filial
Depsitos :
A prazo (ixo e com aviso
Contas correntes sem juros
Contas correlas coa juros
Diversas contas
Titulos em uaugao
Lettras pagar
Caixa matriz, tiliaes e agen-
cias
, mais formal condemnafo a esse ten
900 OQo'o'o ^amen*
Qso'oon'n'n Em soguilla conseguio quedo la-
/u'u,u maraty o Sr. Vailado ou outro tele-
graphasse para Pernambuco Jos
1 Marianno est bom. Segu breve.c
Essa intimidado com Itamaraty era
rondosae foi aqui proveitosamento
explorada.
Chega no Recife, e o seu jornal con-
tinua a marombar, na phrase vul-
2a:00OJO0O
!57.969#a50.6a' I
Nao inventamos, nem exageramos.
1:219.335*750
466 66TU
I76.728300
8. i.86.2335143
10.1)31.933*413
530.000*00
3.120.306*360
55.752*330
481.657*412
292 208*731
176.728*300
17.000*000
6.888.280 070
Rs. 10.531 933*413
S. E. &0.
Pernambuco, 31 de Outubro do ll>9i.
P. p. London & River Pate, Bank Limited.
T. ElUs, gerente.
F. S. Y otile, contador.
PUBLIC iGOfilS 1 PEDIDO
SPORT
Prado Pernantbucuato
Bacerroa-se inatem a loscriacao para a 7.a
ro'rida que lera logar do d:a leda flovtmbro
de 189. .
Pareo Peroambo^o Nababo, Bismarck, Cs-
mors, Torco 2.* e Plntio.
Pareo Imprenta-I la,
Fenlaoo.
Nababo, Triuopho e
Vestes dous dias !
Antes que se escoem de tedo, e que
so veja virar a mais que nunca fatal
ampulheta, rememoremos. .
Por nao se ter sempre bem presente
os /actos, occorre muita vez nao se for-
mular juizo seguro e certo sobre os
homens.
Foi em Setembro.
A sjdicao capitaneada pelo here
de 23 de Novembro acabava de re-
bentar.
O Congresso votava s suspensao
das garantas constitucionaes.
Entre outros, votou o estado de
sitio o Sr. Jos Marianno.
E em seguida, por intermedio de
Luiz de Audrade, buscou varias ve-
zes chegar-se ao Mareehai Floriano
Peixoto, qua nao se dignou de vel-o
siquer !
Succedeu-lho entao o mosmo que
em 17 de Novembro de 89, quaudo
dando vivas Repblica da janella
de Palacio aqui em Pernambuco foi
lestrondosamenta vaiado pela moci-
dade acadmica e pelo povo enojado!
Tanto indignara a vexsatilidade
abjecta do tribuno, que das antes ri-
dicularisava e hostihsava s. Repbli-
ca em Silva Jardim, e qne tilo depres-
saa viatriumphante,.dav8lh9 vivas
interesseiros!
Votando o estado de sitio logo apos
O leitor sisudo e imparcial busque
as Provincias desse tempo e se con-
vencer.
O Sr. Jos Marianno olhava para
as duaSj.concb.as da balanca, sem que
por nenhumase dissidisse.
E' que ento ambas oscilavam vio-
lentamente
E quando lhe pareceu que muito
peso tinha, ja de modo decisivo, a
concha do Aquidaban o Sr. Jos Ma-
rianno, suppondo-seformidavei Bren-
no, atirou a esta o peso da sua durin-
dana.
Pela segunda voz errara grossei-
ramente : a victorir nao estava da-
quelle lado, como lhe pareca !
Errou com o Sr. Ouro Preto, que
suppoz vencedor da nascente Rep-
blica e, blasonador leviano, ue ,
nunca pensou que esta se proclamas-
se to cedo, logo aps a repulsa que
manifestou a Silva Jardim.
Errou com os Srs. Custodio e Sal-
danha, crendo e pretendendo fazer
crer na victoria destes, e sendo vi-
ctima dos telegrammas alarmantes
com que transviavaa opinio.
De nada lhe servio marombar, vo-
tando o sitio, procurando o Mareehai
e silenciando at ver para onde pen-
dia a victoria.
Nao se cansou de explorar explo-
ra ainda...
Basta que lhe fallo o interesse, a
ganancia do poder, e esquece !...
Esquece, quem diria.
Esquece as atrocissimas injurias do
calabouco onde o eniaolaram os car-
careiros do Mareehai!
Esquece que em voz do proso poli-
tico, simplesmento detido em Per-
nambuco, passoua ser equiparado
ao calceta na Una das Cobras forca-
do a vazar na praia os cubos das pro-
prias dejeccOes, a lavar a propria
blusa grosseira de presidiario, a
en^raxar botas de bocal soldado e a
fazer faxina as pris5es !...
Onda-te oscondeste, pundonor 1 T
Pode haver esquecimento para ta-
maiiha offansa ?
Que recsso existe no coracio brio-
so de um homem de bem quo nao
fuarde indolevel a macula nefanda
e tao atrozes provacOes!
Mais que dissemosf Esquecer?
Mais do que esquecer, aesculpar o
Mais que desculpar, e -incrivel!
E realmente o Sr. Jos Mariano
proferio o discurso qu todo este rer-
-


I
*,




Diarlo de Pernambuco ftgarta-feira 14 de Movembro de 190-f
-
<


nambuco cheio de vergonha leu at-, mez, como era do meu dever, o officio
lonito e envergonhado
E mais Que tndo isso, da-se como
alliado do Marechal n'um supposto
plano tenebroso para impedir a posse
do novo presidente da Repblica, o
Dr. Prudente do Moraes.
E corteja, e bajula, e acarinha to-
dos os representantes de for^a fede-
ral quo o nao evitam :
Aporta a mao aos rudos soldados
que encontra na ra :
Aaima-os e convida-os que appa-
refam* com aquella elstica joviahda-
de de quem... tudo esquoceu !
Rememoremos, pois !
Que a chaga nao venha a ser pus-
tula maligna contagiosa!
Queesse caso teratologico, desvio
Monstruoso do carcter pernambuca-
no, ah nao se vulgarise, nao chogue
a ser urna horrivel endemia.
Meu Pernambuco altivo, indmito!
aos nem eremos que tanto, tao longe
e tao forte, a degenerescencia do ca-
rador podesse ir at a inteira amne-
sia de todo esse amon toado de contra
lices nauseosas ..
Lembra-te ; tem bem em mente to-
dos estes rasgos do hera que te pre-
tende m impr
E que estes dous dias tragam ar-
mas cada vez raais fortes, cauterio
cada vez mais enrgico para expur-
gar-te a mazolla que te desmoralisi.
Desmoulins.
juntamente com a nota de 100$, remat
tido por V. S. em data de 6 do correa-
to, para ser distribuido com os pobres,
aiceitando a mesma conferencia com
adrado,tdeliberou unanimement que aa
oiflciasse a V S. aecuaando o ro.'ebi-
meoto dos 10 S, e ao mesma tempo ag:a-
decendo a benevolencia de V. S., iasci-
da de ura CJracSo magnnimo a bem fa-
8t!JO.
Approvaito a opp irtunidade para rei-
terar a V. S. os meUs protestos de estima
e subida confideracio.
Deus guarde a V. S Illm. Sr. Dr.
Antonio Perdiru SimSaa. M. D. the-
soureiro da Commissao do Monumento
Commemorativo da Abdijio em Olinda,
(Assignado) Joz Elias de Vasconcelios.
tliesaureiro da mesma conferencia.
Uoiiumi-ato da AboliciS eui
Olinda
Sendo deliberado pela comraiss&o exe-
cativa approveitarj o madeiramento da
carca dr projsctado jardm da praca da
Abolido em Olinda por venda, visto ter-
m tornado o local urna solta de cabras,
eavallos, vaccas e etc venho comrauni-
ear ios demais membros da grande com-
missao popular que se encarregou de sua
lecuciio que obtive por e.la 100$ que
segundo deliberado da maiuria dus mem-
de dita commissao executiva forana
ao serSo distribuidos; p^los pobres de
Olinda, jegundo se verifica do officio
adaaixo transcripto.
Era opini&o divergente de algu s mem-
res da commissao executiva que esse di-
bei:o fosse antes, depois de ser limpa e
Srouz ;ada a estatua e pedestal, deposita-
do na Caixa Econmica para o mesmo
faser peridicamente, o quando fosse ue-
cessario ; sendo que era attenco a esta
piniao Miberei a custa de um grupo de
aelhos abolicionistas e republicanos his-
toreos fazer actualmente a alludida pin-
tura, que a vosso cargo ficar, at que o
Man ci pal idade a possa chamar a si e
completar a ornaraentacao da praca pelo
yrojectado j&rdim, cuja planta em tempo
iceibi pela commissao offeracida.
Olinda, 13 de Novembro de 1894.
O thesoareiro da commissao.
Antonio Per eir Simes.
' DOCUMENTO NICO
Thesouraria da Conferencia de S. S.
Salvador de Olinda 9 da Novembro de
Dlra. Sr.Tendo levado ao conheci-
acoto da conferencia do S. S. Salvador
d* Olinda, em aeasa,o de 8 do presente
Erratas a Tracando de
IioiiUwn
Onde sel-Sybillas,deve ler-se Cy-
b illas.
Onde se l nos olhos,deve ler-se
siius olhos
Onde se l-interrogado,deve ler-se
interrogada.
Onde l-sedas ilha,deve ler-seda
ilha.
Cicero.
Padroeira, ter a occasilo o publico de
apreciar ainda urna vez o inoxcedivel
gosto e mestria do nosso conterrneo Ju-
vencio de Barros pala arte pyrotechnica
chimica exhibindoelle no grande fogo
de artificio que prepara novas pecas
aiada nao vistas entre nos, e haver
alm dessa outras distraeces proprias
para diverso do povo que de todas as
partes costuma affluir tradicional e
importante festa de Nossa Senhora da
Escada.
A commissao que alias tem encon-
trado as melhores disposicoes da parte
dos concorrentes e auxiliadD quanto
pode ao digno Thesoureiro da festa o
Sr. Joaquim Ribairo, pede ainda aos
religiosos habitantes desta cidade que
illuminem a frente de suas casas du-
rante a novena e principalmente na
vespera e dia da festa, das 7 horas s
IO horas da noite. P. S. A procissSo
no dia da festa deve sahir i npreterivel-
mente s 4 1/2 da tarde a fim de fazer
o trajecto do costume e recolher-se
at 6 1/2 para em acto continuado en-
trar o Te-Deum.
Novembro de 1894.
V. P.
Festa de Nossa Senhora
da Escada
Na quinta-feira 15 do corrente le-
vantar-se-ha a bandeira de Nossa Se-
nhora da Escada cuja novena comecar
no dia seguinte s 7 horas da noite.
A commissao da festa no presente
anno tem se esforcado quanto possi-
vel para o maior esplendor que se
possa desejar em festividade de tal
grandeza e assim que tudo tem dis-
posto para praticamente se verificar o
seguinte programma. Na quinta-feira
por volta das 4 horas da tarde depois
d3 benta a nova bandeira e collocada
em um andor ricamente preparado pelo
hbil armador Bernardino, um grande
numero de mocas e meninas vestidas
de branco e com facha azul desfilarao
em frente da nossa magestosa matriz
em demanda da cidade e percorrero
as ras principaes ao som da exellente
banda de msica vinda do Recife sob
a direceo do insigne maestro Manoel
Americo, sendo nos intervallos canta-
dos por um coro de gentis meninas
uns lindos versos SS Virgem. Ao
sahir e recolher-se essa importante
procisso estrugiro os ares os alegres
sons dos sinos em festa e numerosas
girndolas de fog etes e bombas reaes.
No dia 25 s 5 horas da manh, de J,
pertada a populaco com urna grande
salva, haver urna missa resada pelos
fiis e s 11 horas em ponto entrar a
festa grande orchestra sob a direceo
do mesmo maestro Manoel Americo
pregando ento ao Evangelho o jovem
e talentoso [orador, Rvm. conego Ma-
chado e ao Te-Deum o Rvm. Fre Au-
gusto da Immaculada Conceifao Al ves,
provecto orador j bem conhecido en-
tre nos Findo o T-Deum e recolhida
matriz a bandeira de nossa Excelsa

COMERCIO
BaJIea tomn c rea I de Pernaia-
buca
JTAQS OFriClABS DA 1UHTA D05 COBBTORB8
traga i* Reate, 13 de liwemiro ie :$94.
So boDve cotacao.
O presidente
Ag0P''> Pinta 4 e Lemos.
O secretario
Aalaaio L.ec nardo Rodrgaos.
CNtM
Praca do Rclfe
O Banco Iniciaraei tm\e eaas op-irscOes H
p a sobre L-'n-lres, 90 dl.s, sea apparecr
Jaidores, depois oram ele va o Jo a laxa al II
.i .t.
O mercado (achoo em poalcao rrae, hateado
TotrablliJade da se obtor meioor tata com of -
itf(aa firmes.
l'ir;s panicolares foram oeaociadas a II 3|iil
-ttilfi A nao hatelo mais larde compradores
1 aa taxai.
Cac5es de generes
Para o agruuVf
AsUcar
'fcras por 13 kilos. 6*000 1 6*100
(Snatalisado por 15 kilos 5*100 a 14100
Aranco, idea idean. 5*50) a 6*6110
Seaeoos, dem, len 4*000 a 4*300
.*_ Jbacavado, dem, dem. 3*000 a 3*20
Bra-lo seceos dem dem 2*200 a :<>(
Ira. melada, dem, dem. 1*700 a I*l0
Btame, dem, dem 1*300 a AlgedSo 1*700
. foi.negcciado a 10*800 e 10*500 por 15 kilos.
. m.leeal
f ar pia de 480 litros 243* venda.
Atnarden(c
?or pipa 4e 480 litros 148* veada.
Car*fl
Jeccos salgadas aa base de 12 kilo* 660 ris
aritda.
Verdes a 400 ris, nominal
Carnauba
lota-se a'.29*.por 15 kilos.
l&o h.
Hel
TABELLA DA9 ENTRADAS DE AS-
80AB E ALGODaO
Mez de Novembro
!
Barcacaa.....
lapores .....
Atrimaea.....
Mrada de Ferro Central.
Mem de S. Francisca. .
Atem do Llmoelro. .
Somma
Das
12
12
13
13
11
assq- A'tro
car dao
46954
Saceos Sacian

1616
3351
26740
10 103985
8266
28
1132
335
163
2536
1.814
importacao
?apar nacional Jabos.lia, entrado dos por-
fiii do porte em 1 do ar-ente e consignado a
ConiDanhla Pemamboiana:
AjRodao 1,232 rceos t. diversas.
O; n-inbos 16 fardos a elmiro e Gjoveia, 16 11
-Eaon.
Cera 6 saceos a C. Femandet e C.
Cedros 50 a Mallos Caoinba e C.
Somma SO sacaba a J. A. C. Vianna.
Bercadorias 16 calas 11 diversos.
t ellea de cabra 1S fardos a Delmiro e Gon*
vela, 4 a Rassbark B-oibera e C-, 2 a G. de Mal
tos l-rroj
Qaeijos 1 raxa a ordem.
Vissoo a- 12 pacotes a J. A. C. Viaooa.
Hamborgo e escala, vapor alternan \mazoi .-,
entrado ao da 4 e consignado a Birstelmao
eC. :
Cirga de Hunrargo '
Arrox 200 bicco a L'jvqs AlQeiro e C, <00 a
Cosa Lima e C, 150 a Figoeiredo Costa e C, 50
a Feraaadea Ja'iAo e C.
Azul ultramar 8 canaa a A. de Carvalbo
eC.
Agua mineral 10 calas a Golmaraes Braga
eC
Ceneja 30 cains a O'dem, 40 a Solier Eiof-
Im no e C. 50 1 Ramos e Geppert, 20 a M. L j
oes de Si. 25 a S Iva Marques e C
Qiapeos 1 cauio al. L. Marques, 1 a A-
Done'".. 1 a 0. de Gusmai.3 aSiaiarcos e
C, 1 a M. S. Cirvaloo, la B. Millo de Azeve-
toeC, 3 a A. Fernandas e C, 7 a Rapbael
Oas e l,., i a A. de dalrj e Silva. 9 a ordem,
3 a Som M igoeira eC, U Cb istiaoi e C, 1 a
i-iia e Silva, 1 a Coelbo Fe.-aandes e C.
Obi 14 caixas a Figoeiredo CosU e C.
Calcados I caizo a PaivaOliveira e C.
Cooservas 1 caixa a orde .
muibo 30 barrica; a Vianna Castro e C.
Cavada 30 barricas a ordem.
Candieiros 7 ;aixas a- Bipts'.a Ferreira e C ,
2 a D.odato Torea e C, 8 a ordem.
Drogas i volames a Cmpinnia de Drogas,
1 a G. Martina e CM 5 a Gaimares Braga
eC.
Frascas 21 caixas a orJem, 53 a M. Primo
eC.
Ferrsgena 3 caixaa 1 A. dos SaotOJ Olivelra e
(.'., 11 a Browis eC. 1 a A. de Ca-\a'bo e C, 4
a W. Halitday e C, 5 a Albino Silva e C, 3 a O.
ie Gosmac, 31 a Miranda e Sonsa, 13 a Oliveira
Bastos e C.
G-oebra 2 barris a ortero.
Jilas 2 c-ixia a Jost-pb Krause e C.
Loaa 1 (ario a W. Huluay e C.
Lipalo 1 caixaa T. Ju't, 1 ordem.
Macbass de costara 15 volames a crdem, 3 a
Goimaraes Cardoao e C.
MiQleiga 20 caixas aos consignatarios.
U-ivel* 2 calzas t B. Fonse a e C, 2 a A. S'.o-
zenback, 3 a E. Kiotba-k e C.
Mercadonas 1 caixa a Companbia de Drogas,
31 a W. Hilliday e C, 3 a Mala e Silva. 3 a Na-
ces Fooseca e C, 3 a A. Campos e I-naos, 91
ordem, 1 a C Percandese C, 9 a V. Neeseo, 1
a L A. Salazar Jnior, 1 a Pedro Antanea e C,
4 a Migoel NaDella e C, la J. Silva e C..8 a
Max Drecbsler. 3 a M. S Franco, 3 a A. D. de
Lima, 7 a E. P. de Asevedo. 3 a R. de Soaza
rmeos, 2 a G. Braga e C, 9 a Manoel Collaco e
C, 1 a Frederico e C, 1 a A'beiru Irmkos e C ,
I m Samarcos e C, la R. de Drnsina e C, 5 a
i. A. da M. GaimarSe?, 1 a Gomar&es Cardoao
e C, 3 a Braga e Castro, 1,0 T. Jast, 4 a Com-
panbia de Teoios Paulist a, 5 a Pinto e Siiv\
Sal.N. 4a Fonseca. 2 a A. Stolzeoback, 1 a
Leue B.stoe C, 50 a Gomes de Muios Irmftos,
31 a V. Van.ier Lindeu, 13 a Francisco Lac-
ha e C, -1 a PeJrj Calabria e C, 4 a Oliveira
B.ftose C, 3 a Companbia Industrial de Cba-
pos.
Papel 4 caixas a M. Layne e C, la Rimi-
ro M. da Costa e C, 12 Tardos a A I. Mala, 5 a
>lau eC, 11 a ordem, 3 a F P. Bjalitreau,
1 a Moreira e C, 7 a Asevedo e C, 7 a I. E.
Farcell.
Dito de embra'o 500 pacotes a Companbia
de Estiva.
Pbospboros20 cmOes a Castro L^mca e comp
lOor em.
Pinceis 1 caixa a J. A. S. Santos.
Piaoo 1 caixao A ordem.
Parafosos 14 caitas a C. Feroandes & .
Pimenta 10 saceos a Castro Lemos de C, 10
Companbia de Estiva. .
Qoe jos 18 caixas a Affonso Taaorda.
Roibas 1 'secos i ordem, 1 a M. Primo & C
Saceos 3 fardas a Rossback Brotbers & C.
Tevirios 1 caixao a B. Campos & C, 4 a S'l-
vetra C, 9 ordem, t a Gancalves Caoba &
C, 1 a L. Maia & G., la J. Ginjalves c C., 1
a L. Ferreira da Cros, 1 a Manoel di Conba
Lobo, 1 a M. Qllreira ds C, 2 a A. Maia tk C,:
Gloria de l.oit
Tando lido no Diario de Psrnambuco
de 6 do corrate urna publioafao ano-
nyraa, ou antes um pas]uim insal-
tuoao mim, como a muitos outros
cavalbeiros residentes nesto munici-
pio, tenho necossidado e interosse em
dar urna resposta cabal; mas nao o
poaso fazer sem saber a quem rao di-
rija Assim, pois, provoco o autor
do referido pasquim, para que venha
com a assiguatura de seu nomo assu-
mir a responsabiliilado do que escre-
vou, e c mfie o publico que a respos-
ta ser dada convenientemente, ar-
rancando a mascara do miseravel,
que procurou offondor a ininha ropu-
tago, que contina impjllula como
sompre, parante as pessos que me
conhecem.
A ntonio Ludgero Pereira Freir.
-------------.*.------------
Pela lei
A lei eleitoral est sophisnada.
Aquelles, cuja guarda e direceo
foi confiado o seo cumprimento, ou
ignorara os sous principios, ou cyui-
camente oa esto falseando.
A priraeira hypjthese nao adrai-
ravel gente amostrada nas tricas
o escndalos eleitoraes; tal offensa
nao pode ser attribuida aos benorao-
ritos creadores da acta de Munbeca
Diz a pobre lei no 3.":
Os ttulos dovero estar directa-
mente disposiQo dos el toros no
mesmo edificio, em que funecio-
na a commissao seccional das
9 horas da manh s 3 da tar-
de, vinte dias, pelo menos, antes
de cada eleigo, e nao sero entre-
gues sem que o eleitor ou seu procu-
rador o assgno, deixando licar reci-
bo ; sendo admittido a assignar pelo
eleitor que nao poder escrever, ou-
tro por elle indicado.
Ordenando o 2o da mesma lei que
a entrega dos ttulos soja foita pelos
presidentes das commissoes seccio-
naos e tratando-se actualmente, do
entregar os ttulos aos eleitores na
ultima qualificaco concluida e le-
galsada, pela qual j foi procedida a
eleigo para preteito, claramente evi-
dencia-s que a entrega dos ttulos
deve ser feita polos presidentes das
com misadas seccionaos, que presi-
diram aquolle alistamento e nao
pelos presidenlos das commissoes,
que organisaram a ultima revizo,
que inda nao est concluida.
O presidente da commissao muni-
cipal, que bem comprehende. a van-
tagem de ter na mo dos amigos o
livro dos ttulos eleitoraes, para que
se criem difficuldades aos adversa-
rios, que produrem os seus diplomas,
fochou os olnos s disposicoes to
terminantes e facis, talvez acalen-
tando a doce esporanca de ser can-
didato n>va oloicao de prefeito.
Os direitos polticos, a prerogativa
ao voto dos cidados do Recite tin
sido, ha muito tempo, confiscados;
ora se prendorn os diplomas, que sao
entregues aos plwsplioros, que deposi-
tara na urna um voto vendido e al-
so, ora so fabricam vil e cavilosamen-
te as actas que decidera do resultado
dos pleitos !
O abuso, o crime, o dosrespoito a
lei nao podera continuar.
O presidente da commissao muni-
cipal nao pode impar a sua vontade
caprichosa ou a sua ignorancia cri-
minosa, feriado os direitos alheios o
as prescrieces logaes.
Jodo de Barros.
i a N. Mai & C.,1 a/.. Vieira & C, 1 a Haer-
ra Feroaoiiea & C.
Tin-a 1 caixa a F. H. Carlos, la J. A. d.
Silva Saotos. 1 a A. de Carvalno & C.
Vidros 3 canas a H. Ferreira & C, 1 a R-
pba-l Das &. C. 1 a A- de Asevedo .t Ci, 1 a
E. P. da P ire a, 3 S Compaabia de Urogas.
V.Ijb 5 gradas a C Lemos & C. t*
Kiporueo
Re;ile, 13 de .Novembro de 1894
Fara o exterior
No vipor inglex Explorar, para L'ver-
po (l, carreeartm : ___
B. Willums 01 a, 5.0C0 M coa com 375 UOJ
kilos de atsocar maecavado.
A. Xavier, 3,000 aacco, com 125,009 kas de
ssa:ar mas'Davado.
< O alcatro de Guyut quj to
grandes elogios tem obluioem Fran-
ca e na Blgica da classo medica,
tem sido apreciado aqui segundo o
seu mrito. Desde tres raozes empre-
gamol-o com xito aos hospitaes ci-
v8 o militares para as enormidades
contra as quaos applicaai-so os pro-
ductos resinosos. Por seu modo de
fabricaco o alcatro jolferecido ora
toda sua pureza, desprovido de sua
agrura, o do sua amargura, assim
cmodos principios erapyreumaticos
nocivos, e nao obra seno pelos
principios resinosos, nicos que de-
tora era dissoluco.
Grabas dosagoin, o medic-
pde administrar a quantidade exao
cta desses principios. Do seu lado,
o enfermo p lo tambera preparar in-
stantneamente e medida que preci-
sa, sua agua alcatroada. Sua concen-
traco pormitte augmentar progres-
sivameote as dsos e applicar a to-
dos os usos soja interna ou externa-
mente,
Gazeta Me Jisa de Vieuua. Aus-
tria
por S800 hoj 0.
um ao dia 10 de Novembro
a $800 17
800 10
t 3S000 20
c 800 < 21 n
1G5000 22 Dezembro
LOTERA nacional
Extraccoes diarias intransferiveis
m LISTAS NOS 5JB8MOS DIAb
NAO HA. SERIESPREMIOS INTEGRAES
13:0005000.
20:000*000
15:0008000
15:0001000
21:0008000
20:0001000
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adeacilo pas*a esses novos m|iortant9sma
plano da
BILHETES A VENDA EiM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a projptdo
CASA DA FORTUNA
^3--I&aa I. de Har('o'l3
Martins Fiuza & 0.
TelegraramiFUZA Caixa )o Correio! 55
E 18.1 Lotera
R 3.
E 19.
E 20.a i
P 2.a
Q 2.'
Graodo Lotera
liamamn a i
ESTADO DA BAHA
EXTRACCOES IMgANSFERlV^S
Estado do Cear
Joaquim Alves Cavalcanti, residente
na cidade da Fortaleza, declara que sua
mulher soffrendo durante dous annos
de urna horrivel tosse secca, com dores
no peito para a qual nao achou allivio
na medicina, curou-se com o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares. [ Firma
reconhecida. ]
Pira o int-rior
Rio
No Vi por na liona i Itatiba, pira
Gran e do Sol, cjrregaram :
A. Irnoi & C, 140 aa;co3 cotu 9.710 IcIob
Je asaucar braceo.
J P. Marqaea, 800 saceos com 37,530 kiles
de assacar branco.
Cumpaonia de Es i'a, 5 pioai coto 2 700 litros
dealcoal elO dl'as com 4,730 ditos da agur-
dente.
Para Porto Alerp, carrega'ai :
P. Alfas & J.,: 0J eatcos cem J,500 kilos de
astrcar branco.
A. Mo-eira & Irmio, 530 saceos con 37,503
tila- de assucar branco.
A. Irmiis & ij., 960 saceos com 7S.C03 til .s
de assacar brinco
J. Saltar & C, 100 saceos com 7,500 kilos de
assocar b-aoco.
Para Pelotas, carregaram :
J. Bdltar & C, iu" saceos com 7.S03 lelos de
a-.sota' braoco e 10 pipas coa; 4,883 litros de
sgda'dante.
A. Ir naos & C, 120 saceos com 9.C0) kilos
de asDCar braoio
Para Parto ae Antonl3. carre;araro :
E. C. Beltrao i 1-rnaj, 100 saceos com 6,009
kilos de asquear braco.
Pjra ParaoaKd, (arregaram ;
E. C. Brltraj Irmi-i, 5,000 co~oi fro'la,
850 sacos com 01 000 kilos de assacar banco e
830 ditos com 48,1.00 ditos de lito mase vado.
Para Rio de Jioeiro, carrejaran :
' A -rmSos A C, 50 pipas com 24.301 litros de
agurdente -
a. C. ilaod Ira da Mello, 350 saceos com...-
21,000 Kilos de assacar branco e 250 dlios com
13.000 ditos de dito nascavado.
M. Silva & C, 40 latas com oleo vegetal.
= No carregaram :
D. F. Poro Baltar, io barricas con 1,100
kilos i e assacar braacoeS sarria coro 4S8 lnrjs
de alcool..
J. Billar & C, 14 barra com i.73 Uros de
alcool.
H. C. Bandeira de Mello, 50 bani;as com
3,000 kilos de assocar retinado.
M A. de Seoa&C, 10 barricas com 500
kilos de assocar retnalo.
T. Lapa A C, 40 barris com 320 litros de
genebra.
Bo-el & C, 4 calzas com 202 kilos de rap.
Para Aracaty, carregaram :
i S. f.maral A C 4 garrales com 80 litros
de (Buebr?, 33 baTlscom 740 litros de viobo
de f oclas e 2 caixas com 16 ditos de genebra.
No blaie tNeptuo, para Maco, carrega-
ram :
C. Lemo? A C, 5 caixas com 115 kilos de
sabio
U i M. da Costa, 6 b-rricas com 480 kilos de
assacar branco.
J. Saigueiral &C, 10 barricas com 1,096 kilos
de assacar braor-o.
Marques A Soasa, 1 barr a coa 80 los de
assacar branco, 1 barril e 15 caixas com bebi-
das nacionaes.
J. 9. de Amaral AC, 1 barril com 45 litros de
vinagre e 25 o os com vlobo de I rucias.
Para Mossor1 (a-regaram
i Salgoelr; 4 G 69 barrios coi) 4,267 kilos
do as ocar tiraaco e 29 ditas com 1,733 iius da
d ito refl ado
J. de acedo. 61 volme* com 1,142 litros de
vin o dd fracias.
No blate Oeas te Gote>, -ra Aracaiy
Or^.ara'n :
F. Rjdrigoes A C, 2 barricas com 120 k los
de aaiui-ar reUoaio.
J. S. de Amaral A G 7 pires e 4 barris com
3 650 litros e alcool, 1 : arril com 45 ditos d'
agoardeme. 1 dito c?m 45 dnos de vinagre e 28
Caixas e 29 barra Cora bebidas i acljo;e>.
Ni Dircac Pragaas(D', para Parabiba,
carregaram :
P. Imaos&C., 150 ca xas cem 3.4V0 lilas
de sabio.
Marqoes A Sousa, 1 barrica com 80 kilos de
aesucar branco e 3 callas com 27 litros de le-
Odas acioaaes.
Ni 0rc3ce Ilua do Jardim, para acei,
Cirregaram :
J. 5. de Amaral A C, 16 volames com 384
lit oa de cervea, 3t caixas cem 256 ditas oe
cognac, 2 oa-rls com 180 dnos de alcoil, 2 cai-
>as com 16 ditos de licor, 1 dita cotr 8 Utos de
cegnac, 2 caixas e i barril com 106 luroe de
viobo de rutt..
Listas nos ru SDOOS (Jl88
2 Series 23 95/OOOCO por 8^0 eo dia 17 de Novembro
0 27 15 0 0S00O r 00 t t 2 e
6 27 1 00* 8000 80. 2'i c
3 28 2>.'0C0S0OO 8c0 i 7 27 15.000SOOO 8 0 27 \ r
8 g 5:7 15 o:ooo 8 0 29 V^
Bilhetes a venda na casa S NHO Di .10 pra
da Independencia n-, ;! e 5
TELEGRAMMA SONHO
Cura de feridlas
Foi com aso doExir M. Mirato
\ia ciirei-ma da uan (sriias -t os o -
raotsr qan ti e aa uto tomp>, naoi pjla'
>3tor melhoraa ca a nt q:ie tomsi, Bojs ^rajas ai gratule daa
puritivoEiair M. Moratopropagadj
por O. Oa.'loi, estoo com>l-ta-i5Dte bom.
Mniem publicar esta para bitn da ha-
mioidnde.
Araras.
F. de Andrade Costa.
Agen 64 em Peroambmo : A (Jompa
uhia de Drogas, roa Marqaei de Olinda
o. 24.
-ganda gccao da Altan Jaga da Pernambuco,
13 i. Novemoro nt '.vi
O ebefe da seccSo
J. (jji'g.lves da Silva.
O tnesooreiru.
Florerr-- Ojmixfuen da Silva.
RgCFKSl ORiA
a 12-
dem da li
.jJ BSTADO
33 247/034
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Clnica ni Dr. Artliur Cavalca'iti tem seu con-
sultorio ii r,ua Duque da Caxi.is n. 74
1. andar oodj ser encontrado nos diaa
uteis de 1 s 3 horas da tarde.
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os dias utejs de rneio da s 2 horas da
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T.VLOaaS DAH MEaCAOOBlAi NACINABB SDlIlTAS
D1BE1TOS DI BXPOBTACAO
Sanana de 12 a 17 de Novembro
Agurdente cacrnc-i, litro.......... 229
Ora de canoa, litro................ 400
Dita destilada oo alcool............ 438
Alrfodo en rami, kilog........... 666
Arro coaa casca, dem............. 120
Assacar branee, lem............. 285
Dito rnaacavad?, dem............. l&t
Diio leaado dem..........'...... 4 0
Bagos de mamona, dem......... 130
Borracha de lei le maogabeira, idem. 14100
CacSo/idem..................... 900
Gaf bom. dem ................. WWQ
Dito es-,. ina oa reslolbo, idem...... UQ
Dito mado, em................. 2iOO
Semsote de carnauba, o kilo....... 47
Sabio, kilo...................... 360
Sebo em raxa, k lo........ 666
Tatajaba madetra, lelo.......... 120
Taooaa deamarello, da..j......... 160*000
Geraem velas,kilo................. 1*000
Dita vegetal em broto, kilo........ 1*000
Garocos op semeoles dealgodac.idem 25
Carrapateira (sement;............ 120
Carnauba, idem................... 906
Carvao-epeira, tonelada ......... 304000
Coaros seceos espichados, kilog.... 644
Ditos ditos slgalos, idem......... 5U4
Ditos verdes, dem............... 360
Coarinbo am..................... 1*7(0
Cocos em casca, ceaio........... 9*000
parlaba e mandioca, kito.......... 200
Graxa sebo, kilog............... 700
Genebra, [Uro..................... 360
Jaboraody (folna). idem........:. 800
Mtiios de sola, valor nominal........ 7*000
el de tanqae oa melafij, litro...... 156
Miloo kior...-................... ICO
Palles de cabra em cabello, valor
do cenlo ....................... 133*
dem de caraciro em cabello, valor do
cenio.......................... 90*
R*dinair pefei eos
Mez de Novembro de 18
Aifanicia
Handi (ral
D? dU 1 a 12
ldn da 13
658:150*520
90.2 ..7 i 305
Randa do Estado
Do da 1 li
dul 13
748.407*7*5
170545*382
10.751475.1
181297*0
om aa total
919.714*81.0
Hovlmen o do porto
Navios entrados oo da 13
Balliomoe (9 diasVapor h 1260 tooelalas, comiiandiue Jubo Bla k,
eqoip'gem2S carga varios generosa II'O'Y
Pors e & C
Nwt Castle 0 diasBarca noruega Levaot,
ae 65 tnceladas capitao C. 11. Gji'ssen.eqni-
pjgem 10 carga carvj da ped a a Compa-
obia oo gax.
Navles sabidos no mesmo dia
Rio Gran le do Sal e escj|i=7apor allemao
Siacedonia,. comaianlante H. P, Burlea, car
ga varios ge.ieros.
Taks l'iaorf,Lugar inglez I.uoj.-ae. capitao
A, P. Beavi', em lastro,
Mercado Bnnicipal de a.Joa
O movlmeoto deste mercado no da 12 de Nc-
vembro lo: o segoiote.
Entr-.rsm :
48 bois pasando 7.891 kilos
803 kilos de peixe a 20 rs. 16*000
4 compart. com manscosa 100 -s. *i0
3 ditos com camarOes = 100 rs. *3<>0
31 1/2 columnas a 600 rs. 18**00
4 cargas com gallinbas a 500 rs. 2*010
3 rassuaes com galiuhas a 300 rs. *90u
3 carga com macacbeiras a 300 rs. *9C0
3 cargas com gerimaos a 300 is. *800
1 cargas com bananas a 300 ni. 3 .o
1 cargas com cebolmbo a 300 rs. *300
4 cargas com batatas a 300 rs. 1*200
2 carga com ltanlas a 300 rs. *600
2 carga com melancia a 300 ra. *600
2 cargas com lonfas a 30 rs. *600
3 cargas com diversos a 300 rs. *200
17 cargas com farinba a 200 rs. 3*400
3 cargas com inilho seeco a 200 rs. *6l0
i cargas com fetjo a 200 rs. 400
69 lugares a 200 rs. 1*800
9 Sainos a 200 rs. 1*800
II comp. com saineiros a 1*000 11*000
9 comp. com 3ciueiros a 700 rs. 6*300
11 comp. com (ressoras a 600 rs. 6*601
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
55 comp. com (aseadas a 600 rs. 33*000
50 coaip. com verduras a 300 tu 15*000
82 comp. com farioba a 400 r8, 32*800
54 comp. r.om talaos a 2*000 96*001
Patacho alleuao L>oa.
Paucho brlga Em lie
Logar Dortuoez M. Stpregacira.
Paia.bo rllemao Vul".
Logar noroegonfe Gbaare.
Lugar inslez Artbu-.
P.uchi al'.emao H^orick.
Patacno nacional Tnere.
Palacbo tiollcnei Clara.
Patacho porloguez MarmboII.
Barca oo ueeceose Haiva.
Lagar :n..l- z Cavaller.
Lugir portogoez MaMObO V.
Patacho allemo Harold.
Lugar Ioglez Aurora.
De^ CardiB
Bircn noroga W.alao.
B*tca ucroega Dore.
Barca rjO"n,ga lnperalcr.
Barca ingleza AiUntie.
Barca noraega Blma.
D; New Po-t
Barca noruega Viva.
Barca aoruega William.
Le B'yth
Lugar RoSM Silme.
De Hambarg?
Lugar allemao S W n.
Logarallemao lonano.
Barca allem Rose.
DiPjrD
Lngar pertugnez Mmno.
e Terra Nova
Lugar inglez B-:iiot ibe Eic.
Vapores a aerar
Met da Novembro
Comet, do sul, 14.
tVtttiavta. de Tr:e'ire, a 14.
libaba, da Eirop>, a 14.
I'iposn. di s"', 14
Tbamoa di Eaopj, i. 14.
L'S P lma-a do fui, a 15
Archiiec, a Eurooa, a 15.
CiD'ra, daEi'Oia n 16.
Paransget, da Ernpi. a 17.
Olinda, do sal. a 17-
Pla Jf'la, do orle a 18
G.HIfo, de Ntw-Y rk, a 18.
L^ibnUz, do snl, a 19.
Vaiapan, da Europa, a 20.
i'i r.iiOe, do sal.a 24.
Ni e, da Europa, a 28.
Vapores a sabir
Mea de Novembro
Santos e etc., Hexlcan Princf, 14, s 2 horas.
Sul. Thtres, 15, s 14 bj.-as.
Saotos directo, La Place, 14. s 4 horas.
Seoova e esc, Las Palmas 15. s 2 horas.
Porto Alpgre, lth,.tn, 15, as 3 boras.
Si!, .G:!ieu, 18, s 3 boras.
Ncrte, Olinds*, 18, s 3 huras.
Su', Planeta, 18, as 4 boras.
Niw r.^rk, L^ibnits, 19, s 2 horas.
Sul flnira. 19. 4 horas.
So*, Par oago. 20, s 3 boras. ,
Sal. Miitapsm, 22. s 4 h.--.?. '
Europa, Daoobe. 24, s 12 horas.
Sal, Ni e, 28, a 1 bora.
Com^anlaia \' >rlh Britis.i A Jler
cantil c 1 cisurance
Capitn subscripto 3,000,000 0* 0*
1 *

I V
j
'
Readlmenlo do dia 1 a 11
298*000. Fundos accumulados 9,452,452, 18a 5'
BBCE-.TA ANNUA'.
Frscos do dia:
Carne verde de 200 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 1* dem.
Ca'oeiro de 1*000 a 1*200 idem.
Farinba de 700 a 900 rs. a caia.
Mllbo de 500 a 600 rs. a caia.
Feijio ce 1*500 a 2*0C0 a cuis.
avlos esperad*?
De Pelota*
Patecbo allemSo Antje.
Patacho sueco Helmao.
3.540*000
Da premios contra
Fogo
De premios sobre
divida
1.495.418 10" S*
992.379 6* 1*
2.4S8.196. 12* ll*
N; B.A reparticao de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nSo
se responsabilisa pelas transac$5es fej-
tasxpela de seguro sobre vidas.
v Wilson, Sons & O*
T




'


-
Piarlo tfe Pernamlmco Qiuarta-feira 14 fle \ovoimbro MMflNHU BRAZILEIPirt
Carneiro de Araujo e Franc'sco de Araujo Bar-
bosa, nao profssionaes, ambos moradores nes-
ga Dovoacao, e as teslerannhas Antonio Pelro-
mllo de Araujo e Francisco Xavier l'estaua,
moradores na mesan a povoacao, o juiz defeno !
os peritos o juramento aos Sanios Evan^elnos, j
de bem e fielmente desempenharem a sua mis-' ,1 a .,,; it,;.,.. a,K^ol A\*.
sao declarando com verdade o que descobrirem 1ra d "Ujo, Usina Bamborral, diz.
e encontraren), e encarregou-lhcs que proce les- I ^in resnmo asseguro-he, a todos os
sem a examc ni pessoa de Jos Quirino dos meus collegas, que cera a app.icaco do
veza poude obter de cada distilla 3o 40
caadas d'aguardente e agora est pro-
duziudo 65 ditas .
Olllm. Sr. commendador Jos Perei-
Extraccoes no mez de Noyembro de 1894
Chamando vosea atten^ao para a nota abaixo:
Lotera do Estado do EspiritOrSanto 24. lotera
de Minas-Geraes

>
>
>


>








>
3. serie
10. >
10.
2.
4.
da


do Espi'to-Santo 25. lotera
de Minas-Geraes 11. serie da
12;000S000
8. 15:000$030
6. 25:000g000
7. 20:000(5000
9. 30:000$Q00
8. 15:0008000
12:0008000
6. 25:0008000
por 18000 14 de Novembro
8800 16
48000 19
38000 21
28400 23
800 26
'18600 28
48000 30

a

i)


-O
Vendas em grosso e a retalho
CASA SONHO DE OURO
Pra^a da Independencia nm. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informales com
BSABDM LOFSS ALHEXS3
Teles. AlheiroPernambuco. Caixa crrelo 196.
(iioriiJe Coyt
JAO PUBLIC
- Est'-anlu as lucias deste municipio e sem in
tenci's de envolver-me em lactos promovidos
por i csaoas Ojus twto Implicadas en crunes,
cuja punico tcn de ser por mim promovida,
sou entretanto amata lo a vir a imprensa res-
tabeleci-r a verla le lo detarpa la peto cap
13o Antonio Eustaquio em uin artigo publicado
no Jo.nal de l do crrente, para oque Tej-
me forrad) a repetir dedaraiOes por elle fe-
tas a nvra, qu: desejava ticass:m encerradas
entra a* quatro pare les da sala de sua casa.
Fa/.ia elevado juizo de S. S. porm acho-rae
em condic^ss de modilical o porque no artigo
a que me retiro encoatr i provas mais que suf-
ficientes para isso.
Assim que ou rf. S. nao tete pleno conbe
tinento do artigo que publicou sob a repon-
sabil dade de seu nome ou enlo afnrroou em
publico urna falsidade revoltante quando disso
>ue di (u chegar em sa asi lhe declaret ir d
mmalo do vigario Joo de Caroalho p:iir Ihe
paz.
S. S-, si eslava p.ii pleno uso de suas focal-
dadc, ha de recor lar-se que nao Ihe fu tal
declan&o. E para que veio a iraprensa pu-
blicar semelhanle embuste ?
So nenie com o intuito de encoramodar-me.
Esse papel nao serio nem to pouco de um
hornera que quer ler foros de honesto.
Tambera nao rea que 3. S tivesst tido a
paciencia de assegurar me que nao viria ao po-
voado Cha de Alegra e que ajuslica era a com
ptente para punir os cuines platicados na vesp;r*.
porque quando cheguei a sua casa encontrei-o
bstanle exaltado, e, depois de dizer-lhc que o
fim de rainha ida all era alcanzar de S. S. a
paciticacao do municipio, nao indo a Alegra
cora genie armada tomar os presos, conforma
corna o boato, respondeu-me immediamenw,
com res .da luntuqu de aldeia, que ara tarde
e que io poiia acceder ao raeu pedido porque
tambem era auloridade e precisava tomar co-
nhecimrntodos fact s para o que ja havia tele-
graphado ao Exm. Sr. Dr- Governador do
Esludo (nao sei se ser verdade) pedindo urna
forc poiiial que felizmente nao cliejou at
hoje.
Ealio ihe fiz ver as inconveniencias de tal
procedimenlo, e, depois de muita resistencia
de sua parte, de lor-ra contado mullas valen
tas e indicado alguns encentras, onde poderia
mandar pedir gante para brgar, de ter mesmo
me declarado, por mais de urna vsz, que linlia
criminosos em seu engenho, era verdade, po
rm com sciencia e autorisajao do Exm. Sr.
Dr. Governador do Estado pelo que avaliei o
seu pouco senso e conclu que o horneen, alera
de lodo o que se dizia, era capaz et phanta-
siar inverdades para vangloriarge de impor-
tancia que nunca tevs n-.-in podei merecer,
(ah t lartufoj resolveu se a prometter me que,
Chegundoa forga que havia pedido, como e-
perava, mandara chamar me na cidade para
tira Alegra em sua compaihia, tendo logo
garant Jo Ihe que ira fazer o delegado disper-
sar o povo e acalmar os habitantes do povoado,
o que realisou se assim que cheguei de volta.
Onde est a paciencia que S. S. diz ter tido
para assegurar-me qne n > viria ao povoado,
quando ficou assentado entre nos que manda-
ra chamar-me para virmos juntos ?
Como isso feto e indigno '. ?
Estou convencido de que S S. nao curapriria
a promessa que com tanta difticuldade me fez.
ca^o viesse a forca, nico meio que enconini
para resolver ludo sem novos factos lamenta-
ves, porque saberia coater a uns a a outros e
evitar os desacatos.
Como me enganei I ?
Seria essa promessa um plano para na che-
gada da foica ja estar o povo disperso a eniao
meltior exucutar S. S. os seus planos?
Nao sei, porm provavel porque quera t
capaz do mais. o tambera do menos.
Para que aflirmou S. S. em publico que me
dc'arou ser a jusliga a competente para punir
os factos da vespera 1
Isso nunca se deu e a palavra justiga parece
n.o ser conhecida por S. S. tanto assim que
no dia 15 de Dezembroido anno prximo findo
na occas.ao que (lava audiencia o juiz de direi-
lo interino Francisco Pereirade Souza Lemcs.
estando presentes, alm d >s escrivaes Antao
Borges AI ves e Luiz de Franja Andrade Lima.
o promotor publico Hr. Jos de S uto Lima, os
advogados Antao Borges Alves Jnior, Dr.
Francisco de Carvallo Goncnlvesda Rocha, o
ol'flcial Joio Virgolino de Senna, o cidadu
Jos Joaquim da Silva e mais algumas psssaas
que serviam de testemunbas ero urna justifica-
co que este ultimo tratava de dar paia propor
urna aego de manutengo contra o sub piefei
to, seu compadre Quincas, que procurava arma
do do po-ler evadir lhe a propriedade, succadeii
que este, vendo a impossibilidaJe de contestar
a verdade por elle allagada porque ella hurta
de aprarecer bella e imponente, valeu-se de
S. S. que, como prefeito deste municipio, de
sahumadamente penetrou na sala das aadlen-
cas acompinhado por Joaquim de Lemo:j >
pelo subdelegad ) Joo Correa, que empuiilia.
va urna macaca (chicote), e de chapeo na c
beca era plena au liencia prendeu a Jos Joa-
quim da Silva e teslemunhas presentes par
rscrulas e declarou, batendo nos peitos, nue Bao
havena mais audiencia porque o juiz dfdireiti
aqu era S. S. (ah pedante desfruflavel I)
sem que na la llie fosse dito porque as amori
dades presentes nao tinbam garantas e sabiar:
do que podia ser capaz uro homem que eslava
com a intelligencia em ealado tal que tornava o
incapaz de distinguir o bem do mal, principal-
mente es'.ando a casa debaixo da> cerco e ira-
pedida a sabida do juiz e mais perseas por
soldados dj sabr em punho.
Nao ficaram ahi 03 seus desalios pirque S.
S. anda i-ve a coragem de" se oppor ao curc-
primeuto do despacho exarado em urna peiicao
(fU3 as" victimas de tao brutal prepotencia dir -
gram ao Dr juiz de direito da Victoria impe-
trando una ordem de habeas corpas, nao con-
sentinde na apresentajo destas aquelle juiz, a
quem mandou depois um officio digno do iin
autor.
Depois de ludo isso anda fui o justificante
intimado para nao continuar na questaj sob
pena de arrepender se, tendo ficado ella para-
da at hoje c o seu direito violado.
Nao foi isso urna serie de desacatos as auto-
ridades em ezercicio de suas funegoas ? Urna
violencia a liberdile nieltia o gratec-ime de defender o seu direito
du propriedade ?
Um ic-respeiti ao principio da auloridade ?
E' incooiestavel que s;m e S. S., anezar de co-
n josd, n:"io ter o arrojo de di/.er que nao, sen-
do-lhe imiioisivel contistar Ifto duras verdades,
jpotenda apenas repetir a. declaracao que j
fez uesta cidade,'em c;:sa de umi sua prenla,
de qiu estava arrepen Udo de ter pratisalo Cal
acto.
S. S. pode ficar certo de que nij ser pelos
meios que desata que se resolvoro questes.
Ha de iriumphar a lei espedagada pelos sabres
de soldados inconscientes &o mando do pro-
tector do celebre criminoso de mortj Jos Qui-
rino.
Agora perbunta-6e :Quem procede'assira
conliece justiga ? Absolutamenie nio e alRrma-
tivamenle s se poder responder de ma f
Quera pratica actos de tal ordem s quer que
iinlpere como le a su i vontade de despota, i-j o
mea decantado parentesco por S. S. inventado
cjm o eminente ctlado Antonio Preire, com
o qual s poderia honrar-me, em que grao
sri ? Pois at :sso foi preciso crear com
que intuito Para qqe lira T Para dar-me urna
parte de respon^abilidade nos acoatecimentos
da tarde de 30 de Selembro ? Que miseria !
Quanta infamia! I!
S. S. perdeu o S"U lempo porque ain la que
Antonio Freir, a qujni considera cavilosamen-
te um dos chefos do phantastico grupo cr.a lo
peta seu cerebro alvorocado para aggredilo
em seu engenho, fosse meu prente, nao se
poderia concluir que, caso fosse elje chefe de
grupos, praticasse desatinos com rainha auto-
rsago, meu mandado. E tanto a sua inten-
r,a > foi essa que anda declarou em seu artigo
que eu tinha a paz do municipio as raaos, en-
tretanto ihe fui pedil-a.
Ora, si eu tinha as mos a paz do municipio
e ella foi perturbada na tarde de 30 de Setern
tiro, claro e intuitivo que s podia ter sido
com rainha autorisaqao, com rara conser.tiraen-
to, principalmente duendo S. S. que estava
frente dos perturbadores o meu prente Anto-
nio Freir, e portanto sou tambera responsavel
pelos crimes corametlidos.
Eis at onde quiz chegar o Sr. Antonio Eus-
taquio quando aifirmou que eu tinha a paz do
municipio as mos. Coilado! !! Si nao
verdade que S. S. lanrou ir.o de to baixos
ramos para facilitar a realisaco de um seu de-
sejo, que a minha exoneraQo, conforme j
araiunciam aqu dois dos poucos raleiros que
lera, provoco-o, invocando a sua honra digni-
dade, a vir promover a minha responsabili la le
e provar a parte que tire nos lamentaveis acn-
tecinientos de 30 de Selembro, certo de que nao
O faz Mido s poder ficar sendo considerado
pelo publico sensato como um calumniador,
desde que atlribuio ms a pratica de un acto
que se fosse verdadero seria um crime, e nao
leve ahonestidade de proval o, prestando assim
um relavante servico a sociedade. Por esse
procedimenlo fioou bem patente que S. S. nao
faz queslo de meios para chegar aos fins de-
sojados.
Est em seu elemento.
Nem diga S. S. que. si eu me considero ca-
lumniado, o chame a responsabilidade porque,
apezar de ter sido o provocado, a njinlia eluca-
o moral e a mina ndole pacifica fzem cora
que eu serapre perdOe as fraquezas do proxi-
u |ir.iv,i pleua as cerii les abaixo iramc ipias,
sendo j tarde para o juiz do Sr. Eustaquio e o
seu honesto advogado fazerem qualqu rarruma-
c&o por constar ludo de certuloes que se
achara em meu poder. Para garanta dos d>
reitos da sociedade e tranquilida le publica
tornase indispensavel a represso Jo modo pe-
rgoso po.que procede esse juiz, que capaz
de forgicar documentos contra pessea- que nun-
ca existirn), e fazer vUtoria em quem nunca
tinha visto.
Deixo de tocar nos demais pontos do seu ar-
tigo por nao dizerera respeito ranina humilde
personalida'e, entretanto antes de terminar (le-
vo declarar o motivo pirque fui a Gn de Ale-
gra e ao engenho do capito Antonio Eusta-
quio de Albuquerque Pinto.
No da 30 do Sele hoto prximo findo, pelas
10 horas da noite, receb urna coinraunicagao
do Jelegado de polica e ao mesreo lempo um
pedido de garantas para sua vida que estava
aneacada, porque nesse dia alarde havia se
dado na feira, como era de coslurne, urna lucia
provocada por alguns criminosos miradores do
signatario do artigo que deu lugar a esta res
posta, resultando alguns feriraratis mortaes e
a pnso de dous dos seus moradores, um dos
quaes foi o celebre criminoso por en.ne de
morte neste raum ipio, no de S. Lourenco e,
segundo consta, tambera no de Ni/areth, Jos
Quirino, que se acha recollndo a oadeia desta
cidade, on lo tora si lo cuidadosamente tralado
por ura pharraaceuiico mandado do seu pro-
prietarlo, qu: tanto se desvela por to leal e
delicado amigo.
La chegando no dia 1 e desejando ver resta-
blecida a pazn;seio das familias, que esta-
vara em situacao desesperadora earfiictiva, di
ngiuraa cana ao Sr. Antonio Eustaq lio con-
vidando o para reslabeleCermos ordem altera-
da no munpio, carta que deve estar em seu po-
der porque Ihe foi entregue, segundo .ae foi
dito por elle proprio, Ihe tendo sido enviada
por intermedio do seu cmprale o amigo Jo*sc
Francisco Barbosa, porm, quando aguardava
a sua resposta, tive coramuaicacao que da ci-
dade haviara partido cora deslino ao seu enge
nho o Com nan lante da torga municipal levan-
do todo destacamento, tanto que a caJcia fi'.ou
guardada por paisanos e o sub prefeito com di
versos capangas armados e algumas bombas de
djnamite que existiara no Goncelho |Munici-
pal.
A principio nao quiz dar crdito a tal ooea-
inunicago, embora me livesse sido transmiti-
da por pessoa de f, porque podia ter sido mal
enformada. porem depois erara taes as noticias
e avisos que vinhain do engenho do Prefeito
que conserei a situago melindrosa e resolv
ir at l, a tira de evita urna co fiagrago, e,
apezar de estar sem garantas (s hoje posso
avallar o perigo em que estive) executei a mi
nha resoluco para l seguindo acompanliado
por Jos Barbosa que se ofiereceu para ir e en
aceitei. visto nunca ter andado por aquellas |ta-
ragens e desconbecer complelainento 09 cami-
nhoi.
Foram e3tes os meus intuitos quando l& fui,
entretanto o rendeiro do eqgenbo Palhetas apre-
seatou-rae como ura dos responsaveis pelos de-
satinos dos seus moradores
Fico, portanto, a espera de S. S. para acora-
pannado de seu advogado, promover e provar
minha responsabilidade, podendo ficar certo de
que nao voltarei a mpre sa seno para dar
Santos, que respondessom os quesitos seguintes :
1 se ha feriinenlo ou offens physica, 2 qual
o meio que occasranou, 3o se foi occasicnado por
veneno, substancia anesihesica, asphixia innun
dagao/'i, se por sua natureza e sede pode ser
causa elliciente da morte; 5', se a constitoico
ou estado morbi'io anterior do ofendido con-
corre para l rnal-o irremediivelmenle mortal:
6; se das ondic5;s personalisstmas do often-
dido pode resular sua morte; 7o, se resultou ou
pode resultar a sua morte, mutilaco permanen-
te de algum orgo ou raembro; 8o, se refultou
ou pode resultar enfermidade incuravel que
prive para serapre o offendido de poier exer-
cero seu trabalno; &, se proluzio incomraodo
desalede que inhabilite o offendido do ser-
vigo activo por mais de 30 das; *0, finalmente,
era quanto avaliam o damno causado.
Era conseqnencia passaram os peritos a faze-
rem os exames e investigaces ordenados e as
que julgarem necessarias; concluidas as quaes
declararan) o seguinte :
Que, examinando a pessoa de Jos Quirino
dos Santos, eocontrarara ura feriinenlo produzi-
do por bala, que se crnpregou na columna ver-
tebral, indo apoatar no ventra na ponta da cos-
tella do lado esquerdo, alravessando os intesti-
nos e que, portanto, respondem o quesito,
sim ; 2o, intrumento contundente, arma de fogo;
3', nao ; 4", sim ; 5o c 6o, nao; 7", sim ; H, sim ;
9, sim; (O*, finalmente, em quanto avaliam o
daino causado, era ttlOOU; e sao estas as de-
claraces que debaixo do juramento prestado
lera a fazer.
Por nada mais haver deuse por concluido o
exarae ordenado, que vai por mim escripto e
rubricado pelo juiz, peritos e testemunhas com-
migo escrivo Jo> Luiz Cavalcanle, que escre-
yi. Jos Francisco Barbosa, Francisco de Arau-
jo Barbosa, Feliciano Carueiro de Araujo, An
ionio Petronfllo de Araujo. Francisco Xavier
Pestaa.
E mais se nao conlinha em dito auto por raim
aqui bem fielmente copiado, do que dou f.
Eu, Jos Luiz Cavalcanle, escrivo, escrevi
Cha d*Alegra, 27 de Oatubro de 189.-0 es-
crivo, Jos Luu Cavalcante.
preparatorios exigidos para a matricula
nos cursos superiores devendo os pre-
tendentes a inscripfo dos exames de
linguas apresentar suas petifes nesta
secretaria at o dia 21, e os de scien-
cias de 22 a 28 mprorogavelmente.
A inscripcao regular a chamado dos
examinandos tendo preferencia os
seu appareho sobre 03 noesos alambiques'alumnos matriculados no Curso ; art
obtive um resultado superior a 30 (*]rj so
bre as garapas distlladas, antes da ap-
plicajo do mesmo .
O Illm. Sr. Arthur de Siqueira Ca-
valcanti, engenho Caet, diz:
..certo de ser incontestavel a vanta-
?em na applicagao do Rectifica ior as
iestillacSes do systema antigo :>.
Olllm. S?. Dr. Jos Henriqua Car-
neiro da Cunha, engenho Ararba da .Pe-
dra, diz:
... nur.ca esforgo algum foi capaz de
fazer urna caada de mel produzir outra
de agurdente entretanto vejo hoje, pelo
processo mais simples e econmico possi-
vel, fazel-o em mel do 36 o apoarelho de
seu invento .
O Exm. Sr. barb de Freicberas,
Usina Cabeca de Negro, diz:
t Na experiencia feta com o appare-
ho de sua invencio, collocado em um
alambique de systema antigo, fiquei in-
teiramente reconhej'do do seu bom re-
sultado, tendo a vantagem de 30 por
cento de agua dente, do que cjstumava
tirar .
Est3o reconhecidas as firmas.
Agente no Norte do BrazilAntero
Soares de Vasconcellos.
Eua d'Aurora 81,
rao pobre de espirito, principalmente daquelle contas ao publico do resultado de seu proced
"oos pratica actos,'-
confossa arrepen-
que por sentiraentos tialevolo.s pralica actos,' meato, p.>s nao estou disposto a ra interpole
micas pouco serias por nao ter geilo para isso,
que dez minutos depois se
tildo.
A si que compete fazer a prbva de sua as-
cerco porque a sua simples palavra nao faz
prova sufficiente para a condeainaco de um
hemera perante a opinio publica sensata. De-
pois de tudo isso anda teve S. 3. o pouco sen-
so de dizer qae depois de minha retirada di sua
casa teve sciencia de q-.ie a paaeUmka ts.ava for-
j indo inqiieriti claudeslinj e mentiroso. Isse
simplesinenle rcvoi'.ante e si nao fosse a ne-
cessidade que lenho de restablecer verdade,
de que o articulista parece ter feilo voto aos
seus deuses divorciar-se, por cerlo nao tocara
nesse ponto do seu artigo porque, alera de fa-
zer vergonha, nao alimento olios nem procuro
fazer mal a pesaoa alguma.
Quera fez inquerito clandestino e mentiroso
Sr. Euslaqu o ? Onde foi elle feito ? A sui
consciencia bradar bem alto que foi o seu
amigo e compadre Jos Francisco Barbosa, o
imparcial juiz do 2. districto em seu engenho,
no que foi secundado por S. S. que, por inca
pacidade, f 'z-se representar por um advogado
sem escrpulo e capaz de, a pro vedando se da
ignorancia de seus constituate?, atas- liar a
repulago de quera nunca o offendeo, como fez
no artigo a que respondo. Como isso baixo e
torpe !
O inquerito fci fabricado, real, porm no
engenho Palhetas, sendos prova disso o fado
deja ter o escrivo do jui do 2 districto di-
rigido um orficio pedindo ao Pr. juiz de direito
a sua exoneraco do cargo por nao poder exer-
cel-o livremenle, po.s levado pelo receio, pelo
raedo invencivel escreveu o que Ihe ditavam na
oceusio que se fabricava o tal inquerito.
Entre as pegas do aionstro sobresahe o auto
de V!3tora feilo em Jos Quirino dos Sanios,
que ae achava na cadeia e no engenho do Pre-
feito ao mesmo lempo. Que cousa exlraordi-
naria :.'
O criminoso Jos Quirino foi vistoriado sem
ir a presenca do juiz e sem ser visto pelos pe-
los penlos, o que foi confirmado pir elle pro-
prio" ao responder o auto de prguntaj perante
0 juiz do 1 districto.
E se elle estava presente porque s fizeram
auto de perguntas aos seus dous companheiros
de luda que se refugiaran) no engenho Palhe-
tas?
Dos laes papis assira arrumados v se clara-
mente o pouco criterio e honradez com que
procederam os eus autores porque tendo sido
feilos em 3 do corrente, consta, entretanto,
delles que aportara baixada pelo juiz man-
dando intimar peritos para procederera aos ex-
ames tem a data de 6 e estes foram feitos em
1 do mesmo mez.
Como comprehender tanta balburdia?
E.um inquerito assim feito nao ser clandes-
tino e ni:Btiroso?
Que responda o Sr. Eustaquio porque pode
ter para elle urna outra classitlcigo por mira
desconheciia.
De tudo o que venbo de afirtnar enconlra-se
nao teraendo que atire sobre mim qualquerdos
seus espoletas para descompor rae sob o ano-
nymo porque esses nao farao j3 nem mesmo
ao meu despreso e continuare a cumprir o
meu dever -anda mes.no que as amcacas fe-
tas a ou'ros se tornera extensivas a mim, ape-
zar da praxe aqu ser dar-se t ros de embosca-
da as autoridades que fazem do cumprimento
de ssu dever um sacerdocio.
Nada mais.
30-10-94.
Fiacrio de Oliveira.
Certico que fot no engenho Palhetas deste
raun ci|iio que por ordem do juiz do 2- distric
to que all se achava commigo escrivo o os
penlos Francisco de Araujo Barbosa e Feliciano
Carneiro de Araujo e tesiemanh-is Anlonio Pe-
tronilo de Araujo e Francisco Xavier Pestaa,
no dia 3 do mez de Ouluhro, que se fizeram 01
autos de corpo de delicio nos individuos Jos
Quirino dos Sanios, Antonio Benlo de Araujo
e Manoel Martins, nao estando presenta o pri
meiro individuo Jos Quinno dos Santo?, que
se achava recolhido na cadeia.
Que foi tambem no dia 3 de Oolubro, que se
fizeram os autos de perguntas a Ma oel Ferrei-
ra da Silva e Antonio Bento de Araujo, conhe-
cido por Ararna, flcam portanto respondidas a
primeira e a segunda pergunta fl:ando prejudi-
cadaa terceira e quirta com a rosposta daquel-
las.
As alterages das datas que se encontrara
em Jilos aulos e mais pecas referentes aos mes
raos foram filhas da presso que naquelle dia
sotFria servindo de simple machina ecreven-
do aquillo queme ordenavam o juiz e o Dr.
Esperidio Ferreira iManteiro, do que de tudo
dou f; EuJos Luiz Cavalcante, escrivo es-
crevi.
Cha de Alegra, 27 de Outnbro de 199*.
0 escrivo, Jos Luiz Cavalcanle.
Certifico, em vista dos auto* que a portara
baixada pelo juiz para intimar peritos que fi-
zessem vistoria em Jos? Quirino dos Santos, Ma
noel Mart.ns e Anlonio Bento de Araujo, lera a
data de 6 de Outubro corrente, que de tudo
dou f.
Cha d'Alegria, 27 de Outubro de (894.-Eu,
Jos Luiz Cavalcante, escrivo, escrevi.
Certifico ser do theor seguinte o auto da cor-
po Je delicio procedido na pessoa de Jos Qui-
rino dos Santos :
Auto do corpo de delicio feito ni pesioa de Jos
Quirino dos Santos
Anno do nascimeiito de osso Senhor Jess
Christo, de 1894, no prime i ro dia do mez de Ou-1
tubro, nessa povoacao Cha d'Alegria, 2 disln'-l
Certifico que o aulo de perguntas procedido
perante o juiz do 1 districto deste municipio,
ao criminoso, preso, Jos Qu rno dos Saotos,
do theor segrate :
Auto di perguntas fettas ao criminoso Jos Quirino
dos Santos
Aos 27 dias do mez de Outubro do anno do
nasciraealo de Nosso Senhor Jess Chrislo, de
'894, nesta cidade da Gloria de Goyt, sede do
i" districto do municipio do mesmo nome, do
Estado de Pernambuco, na casa de residencia
do capilo Francisco Pereira de Souza Lemos,
juiz do mesmo districto, presentes o Dr. pro-
motor publico Fiacrio d'Oliveira Souza e o cri-
minoso Jos Quirino dos Santos, coramigo es-
crivo ad hoc de seu cargo abaixo noraeado,
pelo dito juiz foram feltas ao reo as seguales
perguntas:
Pergunldo qual seu nome, idade, esaio. fi-
liago, naluralidade, residencia e se sabia lr e
esv rever ?
Respondeu chamar-se Jos Quirino do3 San-
tos, de 27 annos de Idade, casado, filho de Luiz
Jos dos Santos, natural da freguezia de Tracu-
nhem, do municipio de Nazareth, residente era
o enger.ho Palhetas do 2* districto deste muni-
cipio e que nao sabe lr e escrever.
Pergunta lo em que dia Tora preso e se depois
de preso lora vistoriado pelo juiz do 2o districto
o cidado Jos Francisco Barbosa ?
Regponieu qu-e fra preso no dia domingo,
30 de Setembro prximo passado, e que depois
disso nao lora levado presenca do dito juiz
Jos Francisco Barbosa nem fra por elle vis-
toriado.
^Perguntado se conhecia os peritos Francisco
de Araujo Barbosa e Feliciano Correia de
Araujo?
Respondeu que nao, porquanto nao foi por el-
les vistoriado.
Perguntado se conhece as testemunhas Anto
nio Petronillo de Araujo e Francisco Xavier
Pestaa ?
Respondeu que conhece a ultima por ser pro
fessor particular do engenho Palhetas; po m
nao o vio depois do facto.
E como nada mais foi pergunldo, nem res-
pondido, assigna o presente auto Fidelis de Sou-
za Cosa, a seu rogo, depois de Ihe ser lido e c
achar conforme, o qual vai tambem assignado
pelo juiz e rubricado pelo mesmo, do que de
tudo dou l.
Eu, Vicente Ferreira da Franja Carvalho
egcriv&s ad hoc, o escrevi.Francisco Pereira
de Souza Lemos, Fidelis de Souza Costa, Fia-
crio de Oliveira Souza.
E nada mais continha o dito auto de pergun-
tas, do qual copiei fielmente a presente, que
vai sem cousa que duvida faca.
Declaro era tempo, que na margem do dito
auto tinha a rubrica Souza Lemos.
O referido verdade e dou f.
Cidade da Gloria de Goyt, em 30 de Oulu-
bro de 1894o escrivo ad hoc, Vicente Ferreira
da Franga Carvalho.
1:5000^000
Dase esta quantia a quem j.rovar a
nao authenticidade da declaracao infra:
Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
de lanfar mais de m3a garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperancas de restabelecimen-
to, com as forjas exhaustas,, resolv,
a conselho de um amigo, tornar o Pet-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuadlo do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido Soao los Ze
bendo (Xavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ducios Chimicos.
Parecer Medico
SOBRE O PEITORAL DE CAMBAR
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado com muito pro-
veito as molestias bronchopulmona-.
res. Dr Francisco Angust dz Silvei-'
ra (Recife]
t
Corpo Policial
Majnr Laurentino Flix de Oli-
veira Lima
O Com mandante e mais officiaes do
i. Corpo Policial deste Estado, agra.-
decem do intimo d'alma a todas as pes-
sas que dignaram-se acompanhar, at
a sua ultima morada, o corpo de seu
presadissimo companheiro major Lau-
rentino Flix de Oliveira Lima falle-
cido no dia 10 do corrente, e aprovei-
tam o ensejo para de novo convidaren!,
a todos os parentes, companheiros de
classe e amigos d'aquelle desventurado
camarada, para assistirem a missa qie
pelo seu descanco eterno mandam resar
no dia 16, stimo do seu passamento,
pelas 8 horas da manha na Igreja da
Soledade.
Recife, 12 de Novembro de 1894.
Dr Bastos de
Oliveira
}\articipaao8 seas ami-
gos e clientes que mu-
don ras reside acia pa
ra ra do Hospicio
n. 46.
Telephone n. 365.
Cura de bronchite as-
thmatica
Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatico que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei-
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas e Pro
ductos Chimicos.
ft/T -:y=e)----QSqfZSS----e/TTWP-
T ANIVERSARIO T
(P Felicitamos ao nosso \
amigo Jos Antonio Li- y
b nhares da Silva pelas i
*T tres primareras que ho- (P
Y je completa a sua inte- i
I ressanle filhnha Car- T
fP men que embora longe (P
Ji do seio de sua familia, m
a, no se esquece do con- k,
\ diego do lar domestico. T
a: p. m. 7
(p E. Lages. (P
J} /. /. Pereira. m
28g do decreto 1232 H de 2 de Janeiro
de 1891. /
Os examinandos estranhos ao Curso
Annexo, pagarao no acto da inscripcao
por meio de estampilhas appostas em
suas petices, a taxa de 5^500 e sero
obrigados a apresentar mesa julgado-
ra um curriculum vitae assignado pelo
director do estabelecimento particular
em que estudaram ou pelos professores
que os doutrinaram no seio-da familia,
d'onde se possam coter informacoes
sobre-os seus preo/dentes collegiaes,
seu procedimento moral e oaproveita-
mento que tiveram no curso de es-
tudos ; arts. 460 e 461 do citado de-
creto.
A taxa cima mencionada devida
por cada materia, a cujo exame dee-
jem submetter-se.
Outrosim, os exames sero feitos
observando-se a seguinte ordem das
disciplinas:
A approvaco em portuguez ser con-
dicao indispensavel para que o candi-
dato se inscreva em qualquer outra
materia ; o candidato a inscripcao em
geometra e trigonometra dever ter
approvaco em arthmetica e algebra ;
para physica e chimica ser exigida a
approvaco em mathematica elemen-
tar ; para historia natural a approvaco
em physica e cliimica, para historias a
approvaco em geographia.
Os estudantes matriculados no Cur-
so Annexo, que nao apresentaram den-
trpdo orazo marcado em edital as cer-
tdes de idade e vaccina, ficam consi-
derados, para todos os fins, aos alum-
nos estranhos ao dito Curso, como no
mesmo edital foi declarado.
Secretaria do Curso Annexo Fa-
culdade de Direito do Recife, 13 de
Novembro de 1894.
O secretario,
Hcnrique Martins.
Arsenal de Guerra
O Conselho Econmico da Compa-
nhia de Operarios Militares e Apren-
dizes Artfices receber propostas no
da 16 do corrente, pelas 11 horas- da
manh, para o fornecimento dos artigos
abaixo declarados, durante o semes-
tre de Janeiro a Junho de 1895.
Carne de porco, kilo.
Chinela, [par] um.
Escova para sapatos, urna.
Lata com graxa, urna.
Lenha, acha urna.
Observafes
Todos os gneros sao de primeira
qualidade e postos no Arsenal por
conta do contractante, que ficar su-
jeito a multa de 5% n caso de se re-
cusar a assignar o contracto. O con-
tractante ser obrigado a entrar com
os gneros que lhe forem pedidos no
prazo de 2 horas, que lindas sero
comprados no mercado e pagos por
conta do contractante.
As propostas devero ser em dupli-
cata, com relaco a cada especie de ar-
tigos e devero trazer no alto o nome
do proponente,- a indicaco da casa
commercial, o numero e marcas das
amostras, o prazo improrogavel para
entregar, a declaracao expressa de se
sujeitar as penas do Regul amento em
vigor.
Os proponentes mencionaro no su
scripto de suas propostas, a especie
de artigo, proposto, marcas e numer
das amostras que apresentarem a dita
sesso.
Secretaria do Arsenal de Guepra de
Pernambuco, 12 de Novembro/ 1894.
Jos Francisco Ribeiro Machado
Secretario
Rctiicadoi* brazileiiM
Appareho privilegiado
B. MARTINS' 6c C.
S. Paulo
Cora a devida auctorisa^o transcreve-
raos a'gun tpicos de cartas que temos
em nosso poder:
O Illm. Sr. Mnoel Luiz Pachaco, en-
genho Raz de Dentro, diz: t fazendo
urna garapa com 41 caadas de mel novo
de 4') graos, addicionando agua at ficar
era 9 graos, tirei de resultado 65 esnad-s
de agurdente de 2 L graos cobertos.
Admirado d'eate resultado, e apezar de
eu mesmo ter assistido, e acompanhido
do mel at a da
Baro da Motta Bacellar
PARECER SOBRE O PEITORAL DE
CAMBAR^.
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
ptalar com ptimos resultadas as bron-
chite? e molestias do appareho bron-
chopulmonar.
E' obre indo em caaos de lmr
raimas qae o Untoento de Aveleira M^l:a Dr. C. C. Bnsto*, fa ver seus maravilho.-os Efei
t^s pela absorpcao cutnea, qae ao mpgmo tem-
po dei*lcfliinm, reso've e cicatrita ; o mesmo
acontece no tratomento de >oda a ciaste de tu-
mores externo? 00 ahrepo, feridas sapparan
ei, chairas ou ras sffjec6as'locaes externas de
goal aatures*, as q.iaes o Ungento *e Ave
lei-a Mgica do Dr. C. C. Bristcl obra corao p-r
encantamento. 5
cto do municipio da Gloria de Goyt, Estudo de' tudo desde a rnedicao
Pernambuco em casa do ou cidadao Jos' uar Francisco Barbosa, e eu, escrivo de seu cargo! A aiuu*." r r
abaixo nomeado e assignado, foi vindo presente, cessando toda a miaba duvida pel
o mesmo juiz os peritos ongados, Feliciano cidade de meu alambique que s
raras
Curso in nexo Faculdado de
Direito do Recife
De ordem do Sr. Dr. Director faco
publico que a contar desta data at o
da 28 do corrente mez acha-se aberta
a inscripcao para os exames finaes de I
Secretaria da Instrucco Publica de Per-
nambuco, 1 de Agosto de 1894
EDITAL N. 30
Eleico para um membro do Conselho
Litterario :
Por esta secretaria se faz publico de
aecrdo com a deciso do cidadao Dr.
governador do Estado, de 5 de Setembro
do anno prximo passado, qoe na forma
do que determina o art 242 do Reg de
18 de Janeiro de 1889, devem os Srs.
professoras que estao a cargo do Estado,
de ambos os sexos enviar a esta reparti-
co at o da 14 de Novembro vindouro^
os seus votos para eIei$o de um membro
do Ccnselbo Litterario que represente a
classe.
Os votos s poderao recahir em alguns
dos nomes infra escriptos, de professores
das 5 freguezias da capital, vindo em ofR-
cio que traga no endereco o seguinte : t^-
Para eleo de um membro do Conselho
Litterario.
Relaco dos professores em disponibilida-
de, sobre os quaes deve recahir a elei-
co para um membro do Conselho Lit-
terario :
Augusto Jos Mauricio Wauderley. *,
Joo Landelino Dornellas Cmara.
Lourenco Gongalves Alaixo.
Benjamn Constant da Cunha Salles.
Sebastiao Brandab.
Manoel Marinho Cavalcante de Albu-
que
Hermelindo Eliseu da Silva Caneca.
Flix Valois Oorreia,
Izydoro Marinho Cezar.
Joao Joi Fibeiro.
Caetano Francisco Dures.
O secretario
Pargentino Saraiva a*Araujo Galvao
Secretaria do Tneeoaro ao Esaio ae 4er-
ra mbact, ea 13 de .Novembro de 1894.
EDITAL
Oeordtm do Illm Sr. Dr. inspector deste
Thesooro, convido os Sr. po?saldores das spo-
lices as 35, 928, 910, 9 e 947, em-tli^ag em
favor da empresa da Coaipanhiado Santa Toe-e-
sa, a vlrem reegatal as ao ia 3) do corrpnte
mes, visto t^r-se procedida o 1 orteio das o^mas
m se8f3o da junta de (asenda, reunida no ia 8
do mencionado mei i fleaudo < toa posenldores
scleoles de qoe daqoe.U data em dtan'e as cita-
das a pairees nao vence/So mais joros.
0 secretario,
Mirlanno A. de Medei-o?.
I




m,m



*'


EJital
FregU'*i* da Santo Antonio
Dr. Manoel Mirla T.va ti da Silva, lolidel. 8>br d^nolargode S. Pedro n. <5 oom
Direitod.s.e municip o da Victoria do E8.4-!4 n?t-os e 70 o?oJin>etioi da frente, 19
eo de Peroimsoco, etc. metros e 60 oentiipetroi de fjodo, o pavi
Paco Bdber Q03 a Bfiica virem, que do di. 14 do correte mea
11 11 horas a manba na sal publica das au-
diencias, nesW cUade, 1*0 a praca ein publico
prr*&J para serena veudiJ.s a qu m m.is nr
eaiaiur laoce ocrecer eob a base de 2:1W#6;0
os ten* anecadados or ie as espolia de Bernardo Mtyer, nraeilelro
Datjtanaado, fallecido otetado e sem iierdu
ros cooieci'ios, cojas bens coostam da raspee
tv avaliac&o existente i m poder e cariarlo lo
esci-ivio qne este tscreve, a sao : varias ]oias
de ouro e prata, slgumaa pec>8 de roupa en-
vertios objectos au^o?o do mesino Bernardo
Msyer, praca asa qae nao (tve lagar no da 6
do crrante mei, como esiata aoDonclado. por
nao ter divido licuante!.
Convido a todos os preteodences a" compara
ce qo ca, bara e lugur cima designados,
aflu de p o:eer se a allodila arr-matscSc'.
E para qne cnegoe ao c. ubecimemo de iodos
macidei albxar o presente edital no lugar do
ccBorce e publica' pela mprensa. Dado e pau-
sado Dt-sia cidade da Victorii, aos 8 das do
njez ne Noveml.ro ce 1891.
E -u An.ooio Ladgeio ia Silva C.iti. escri-
vao qoe o escreii.
Maneel Marii Tarares da Silva
O De. Marcos Tiliio doc Seis Lima, ju
de diroito da fasanda municipal do Re-
cite.
Fas saber pelo presente qne no da 2o
do torrente me?, se hSo de arrematar por
vacia a quera mais der em praca publica
desta juizo oa baos aeguin'i penhoraJos
por execuc,5es da Faienda:
L'anto Antonio
Um oofra da tarro an'igo, existente i\
ra Larga do R aario d. 42, pela quantii
de 905 viato qua eata a segunda praca e
tora avaliado em 100,3. Pertenca a Jor-
d2o Antonio Paran.
- Um cofre de ferro prova de fogoj exis-
tente ro eettbelecimento ra 15 da No
veml.ro avalado em 400$ Pertence ,t
Julio Fueratemberg.
S. Jos
A casa de pedra e cal n. 62 ra de
Curoael Suasaune, com 2 jaoellas e 1
porta de frente, 2 a'las 3 'qoartos, cosi-
nba ira com 1 saleta, mede de frente 5
metros e u J centmetros e de fundo 20 ras-
troB, qumt-.l murado a caoimba avaliada
em 4:0005. Pertoace a Hanoel Joaquina
Baptistt.
A casa de pedra e cal n. 169 ra do
Coro ai: i Saaaauaa, com 2 janehas e 1 por-
ta de frente, 2 Balas. 4 qoartos, cosiohs
tora, mede de frente ti metros e 20 ceu
timetros a de fundo 16 metros e 9J cent-
metros, quintal murado, o m port'o de
madeira cu3 d para a roa das -.r.ocis
avaliuda era 5:0094. Pertence aoa bar-
deires de L-iisa Fr neis oa de So usa.
O terreno t So murado roa Imperial, o
qual mede de frente 44 metros e 44 cent-
metros pela quntia de 8630, feto o aba
tmenlo la ;ai, visto que icn a;aliado ero
100)5 e esta a segunda praga. Pertence
a Prxedes da Silva Gusmlo.
U terrano murado com pcrtSo na ra
do G z. casa da madeir 1, 1 qoarto, 1 sala
1 porta e sotao, mada de freote 10 metros
e 40 centmetros e de f ludo 35 metros e
20 centmetros avaliado em 1:0000. Per-
teeoe a Evaristo Mentes da Cuoha Aze-
vedo Jinior.
O t'-rreno acarado no logar denominado
do G.iz, com grande portSo de madeira na
frentei, onde exiate orna meia age com
porta e janella de frente, 1 sala e 1 peque
do aotSo, medindo dito terreno de freote
47 palmos e de fundo 128 ditea pela qnan-
tia de 93 '00 cada palme, feito o abat -
meato a 1-i, visto que fora avaliado em
100000 e eata a 2.* pra$a. Pertenca a
Osear De tibaauz.
E cara constar passou-ae edital na for-
ma da lei.
Dado e paaaado neata oidade do Racife
acs 12 de Novemdro de 1894.
Eu Jos da Costa Reg Lima, eiorivlo
O subiere vi.
Marcos Tullio dos Res Lima.
ment terreo 3 sajas, qatnttl a ooaioba, o
1.* andar 2 sitas, 2 quartos e sotSo, oom
2 salas e 1 q'.arto por 6.48$ por ser 3.*
praca pertencente aos berdeiros de Fran-
cisco Joaquim dss Cbagaa,
Freguesia da 8. Jos
Caaa a ra Imperial n. 230, oom perta
e j*nella 4 metros e 20 centmetros de
freote 15 metros a 15 centimetraa de fun-
do 2 salas, 2 qoartoa, ooiiohsfforae quin-
til por :35O0 por ser 2.* praca parten
cante a Antonio E. do vspirito Santo.
Freguesia da Boa-Visca
Casa no Poabal n. 30, oom 2 portes e
2 janeles de f e-cta, 10 metros e 70 act
metro de largara, 14 metros e 20 canti-
metros de fundo, 2 salas, 5 quartos, coti-
nba (ora, sitio o m arvorea ds fruetos por
1.8000 por ser 2.a praoa partencente a
Maria da C^>noeigSo 8a<*es BrmdBo.
Freguesia da Graca
Casa a roa de Jca Ki o a o. 12 oom
1 porta de frente, 4 jae las e 1 por'a no
litio, 3 met os e 60 oentimetros de lar-
gura 5 roete/ 8 e 80 oantimetros da fundo
2 sala', 2 quartos, jardn de frenta oom
portSo eje fairj, valala em 5000 perten-
ente a Umbelina Forreira Pinto;
Freguezia de Afogados
Sobrado a ra do Quiabo n- 12 ocn 4
12 metros de frente e 20 de fundo, o an-
dar terreo 2 aalar, 4 quaitosem mo esta
do por 1:35! S por ser 2 a praga perten-
oente a Francisco Carneiro Machado Rioa.
(Jasa a travesea dos Remedios n. 35,
oom ptrta e 2 jaoellas de frente, 2 ealaa, 4
quartos, cosiha fora, 8 metros e 5 ceuti-
metroa de largara, 13 metroa e 10 cent-
metros de faodo por 1:3500 po- st 2.'
prsg\ pertencecte a Fraocisco Sabino de
Araujo.
Casa a ra do Quiabo n. 20 B, oom 4
metros e 90 centmetros de frente 10 ma-
troa e 70 centmetros de tundo, 2 salas, 2
por ser
Ferr r
DECLAhACOlES
Compankla Haiiufiu-tora de
Phosphoro
Sao convidados os Sra. nccionistas a
realizarem dentro de 30 dias, a contar de
5 do corrente maz, a 8.* entrada de auas
prestagSas, razao de 10 0[q do capita
subscripto ou 208 por acg, em mao do
thesoureiro, ra da Madre Deus n. 18.
Recife, 3 de Noverabro de 1894.
O director secretario.
J, P. Gottfalves da Silva.
Companhia de Teci-
dos de Malha
A Companh*.\ Tecidos de
Malha, avisa ao comicercio
que o deposito geral de seas
productos no ai mazem dos
Sre. So'iza Noguena ^ C,
ra Mrquez de Oliada p.
58, para onde devem dirigir
todas as encommenda?.
*.- Batalhfto de Infantera
Precisando este batalbto de comprar
am ic8trumental novo, convido de ordem
do Illm. Sr. coronel commandante aos
concurrentes, para iaao habilitados a com
parecurem na sacretaria do mssmo bata-
thao no dia 44 do andante afim de eerem
informados da qualidada o ouantidade do
instrumental que Be pretende obtar.
Quartelrae Cinco Pontas em Per m-
buco 10 de Noverabro de 1894.
i ose Armando da Qunha.
Alteres secretario.
Edital
RCTlaio de pesos e bataneas
Fas-He puD'ico a qu. m potsa ioieresear. qoa
doraos o mes oorreoie recebe-se sem malta o
imposto de revi.-o de pesos, balanzas e medidas
dof eiiabelectmentos commerclsea das trege-
qlaa v Afogados e Graca deate mooicipio, no
jago do Cooceluo Huoicipal, das nove e meis
zor?B oa maobi s tres tsr le.
Pace do Conceibo Moniclral da cldsde do Re
Clfe, 3 de Novembrode 189.
I O seeretsno,
Jiaqnim Jo* Frretra da Hoeba.
quartos, ooainha tara por 3500
a praga poitaaseDte a Vntonio
da Silva.
Caaa a Eatrada de Gequi a JaboatSo
0. 283, com 6 metros e 80 centmetros d
frente, 9 metros o 30 oantimetros de fun-
do, 2 salas, 3 qoartos, cosinha fora por
ser a\ aliada om 2500 pertencente a Fran-
c ac Luis de Franga.
Casa a Estrada Real da Torre n. 25 oom
4 metros e 30 centmetros de frente 7 me-
troa e 3J centimetroa de faodo, 2 aalar, 1
qoarto, avaliada em 200$ p< Hncente a
Amelia Pont, s dos Santos.
Casa a Estrada do Geqi A a J*boatSo
o. 135, com 5 metroa e 60 centmetros
de frente, 8 metros e 93 cetttimetroa de
fundo, 2 salas, 3 qoartos, oosicha fora, per
2250 por ser 2.a praga.
Casa ns mesma Estrada n. 135 B. oom
4 metros e 50 centmetros de frente 7 me-
tros e 40 centimetroa de lando, 2 salar, 1
quarto, cosinha f jra, por 1350 por aer 2.'
praga pertencente a Aotonio Joaquim da
Silva.
Casa no Beooo da Estrada Real da Ter>
re n 5 de taipa com 5 metros e 50 centi-
metroa de frente, 11 me'roa de fundo, 2
salas, 2 quartos avaliada em 8010 parten
cente a Itmael.da Silva GoimarSes.
E para que chegue ao conheoimento de
todcs paaaou- ae o preaente que aera publi -
ca o e afilado.
Dado a paasrdo nes-t* cidada do Recife
ac U de Novembro de 1894*
Eo, Alfredo Diamantino de T. Bandei
ra escrivao.
Sigismundo Antonio Googslvea.
i
Edital
4lfandega de Pernanibueo
Di ordem do Sr. Dr. inspector desta
repartigao se faz publico que tenda D.
Senhorinha Carolina da Silva, requerido
por afjramento um terreno de marinha
sito a ra do Maciel Monteiro" da fregue-
zia da B a VUta desta cidade no qual se
acaa edificada urna pequea casa sob n-
26 alo chamados a esta Altandega os
que foram oppostos ao referido aframe-
to, afim de requererem preferencia ou o
qaejulgarcm a bem de seu direita mo
prazo de 30 dias que Ibes fica marcado, a
contar da publicagao do presente; fi-
cano desde logo scientea de que, findo
esse praso nenbuma reclamaglo ser ac-
ceita.
Alfandega de Pernaaabuco, 12 de No-
yembro de 1894.
O chefe de secgao.
Luiz Frederico Codeceira.
Thesooro do Estado de Pe u -
boco
EDITAL
De ordt-m do ciladio Dr. inspector desta re-
partlsi), e em virtode de antorisacSo official
de S. Bxc. o Sr. Dr. governador do Ertado,
fsco publico qae na qoaria-telra, 14 do corren-
te, peraule a Junta de-Faienda, irft a praga o
(oroetitnenlo dos artigos infra mercionauos,
DecefBUioaenleraarU da Casa de Detenjao
desta capital.
Manas de la encarnada, emeoenta.
Goo's de vldro, dote.
Tigellas de looga Inglesa, dase.
Praljs da mesma louga, viole e quatro.
TOalnsiB de algosa, para rosto, aeii.
bacas de lonja Agailla,para rosto, sala.
Our Bea grandes Jameoma louga. seis.
Casrarola de ferro com 16 polegadas de
bocea, tma. .
Camisas de linbode Hanabargo, com um roe-
tro e trila centmetros de comprimento, e lar
BecasiiariarciDCoeoB.
Oa setbo-es preteodentes devero apresen-
Ur suas propoetas em carta fecada, Bfcu-
prefenvel a qae maior vanlagem cfferecec com
prlnd-lbes bablitar-se previamente, na forma
das dupos toes em vigor.
Sectetarta do Tbesouro do Estado, 8 de o
vembro de 169i.
.0 aecrelario,
_________Mariano A. de Mtdeiro.
ODr. oigiamundo Antonio Gongalves, juia
dos feitoa da tasen da do atado de
I'ernasabuoo ete.ftiflU
Fan saber que findos oa dias da lei, ae
ha de arrematar por venda a qnem mais
dar, em praga publica deate jais do dia
23 do corrente oa predios abaixo penhora-
4m por exacnglo da Faienda. |
Dr. Jlo Carlos de Meodonga Vaa
oonoeltos, juia de direito do municipio
do Bonito, em virtude da lei etc.
Fago saber aoa qae o presente edital
virem que nSo havendo qnem langasse na
1 praga, vSo a 2 a oom o abate de 10 0j
e praao de 8 dias na forma da lei, pelo
que o porteiro doa auditorios deate Juizo,
ha da traser a publico pregSo de v. nda a
qnem maia der e maior lango offerecer em
o dia 16 do oorrente mei, as 12 boraa na
porta da oaaa das audiencias deato mesmo
Ja-ao, os bena t baixo declarados, penho>
ranos a Antonio Beaerra de Mmesa Borba
ana mulher D. Mara Francisca de
klsnaies para pagamento da eaeoogSo
jue lhe move o Dr. Laurindo da Mornea
P nheiro, o jos bens aao:
O erigen1 O V rtade sito nesto maoici-
pi, com tedas aa sosa tero**, casas, obras
bemfeitoriaa e ma bina a vapor, rooente
e corrente, o qual limitarse ao Norte co'.n
a terrac do engenhn Barro Branoo, ao
Sul oom as do Fortaleza, ao Leste oom as
de Boa Vista e ao Poente com sa da en-
genboot; de Jos Baptista avaliado por
18:0500 pelo prego de 16:2450 em vista
da raiucgSo.
E qaem nos meamoa qui.ier Jangar oam-
parega neste Juiso em o dia aoi. a decla-
rado.
E para constar se paaaou o preaente qae
o o r oirodos amdi orios pablioar e affi-
sar no logar do eitjlo, paseando a oom-
vtente.
Dado a-paaaado Beata Villa do Bonito
aoa 7 do mea de Novembro de 1894.
Eu Antonio Primitivo Gomea da Silva,
easritao interino o escrevi.JoBc Carlos
de Hendonca Vasconeellos. Esteva le-
gf,lmente sellado. Est conforme com o
original aoqual me reporto 0 don f. O
eiorivlo interino Antonio Primitivo Gomes
[da Silva. I
O Loidon & Brazilian
Bank Limited
Sacca sobre sLisboa e Porto
em libras sterlinas, e vista,
sendo o pagamento feito na
occawitto da apresenticseSo do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista naquellas {iracas.
Companhia industria
e coromercio de es-
tiva
S5o crnvi adoB os Srs. accionistas a virem
receber no e.-c iporio desta comcaobia i roa do
Amorim o. 58, do dia 5 de novembro prximo
em diaoe, o3- dividendo na razao de 16 0/0
sobre o ctpital reallsado. ,
Ootrosim, pree;: cuido como fui ueste aooo o
fondo de iotegracao> roga se aos meemos Srs.
icctootstas de aoresentarem b cau'elas de suas
acoes para oellaa Be faser a respectiva aver-
bacao.
Recife, 26 de Ontabro de 189%.
Alr.er.10 D'as Pernandea
Director secretario.
Companhia Industrial e
Commerci de Estiva
Convido os Srs. acciooietas a sj reooirem em
a-a-Dibiea geral ordinaria, ro d a 14 do corre-
le, ds II borasr, no 1- andar do preJio o. 10,
travessa da Madre de Dens, para apreseotaco
do relatorio e contaa da direct. ra, parecer do
conaelba fiscal, relativos ao anno social, termi-
nado em 30 de Janbo ultimo, e bem ascim para
a elelcOes da nova administrac^o e conaelbo
Usen.
Recife, 5 de Njve> bro de 189.
Alberto Dus Feroaodes
Director secretario.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidado teoeote-coronel directo
dests arsenal, distriboem-se costuras ora ata
12 13 e ti do correo'e mes, com as coslorelra
po8enidoras dss gulas de os. 601 650, de
cooformidsde com as ordena em vigor.
Secgao das costuras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernamboco, II de Noverabro de 489i.
Flix Antonio de Alcntara,
Capito adianto.
aMCAFoiragos
CoBpiihja Pernamb-aaa de
PORTO DO SUL
Directo Saltos
O paqasts
La Place
Segoi- para o
porto cima in
-dlcado no da
14 do oorrente
as i coras ds
tarde.
Guama-e a aiteocao dos Srs. es r recado-es
para a clansola 10* dos coobecimentos que aqu
publicamos:
>o caso de baver algaras rec'ama(So con-
tra a Companbia, por a varia 00 pe-da, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo do porto
da descarga, eatro de tres dias depois d Boa-
lisada.
Nao procedando esta formalidade, a Compa-
nhia dea lsenta de toda a respoosabtliJaae. >
Recebe carga, encommeodas, paesseeos e di
abeiros i frete at s It borss da manba do dii
da partida.
ES3RIPTOR10
Ao Caes da Oompanbia Pernambocana
n. 12
Qaroburg Suedameri kanis-
che Dampfschifffahrts-Ge
sellschaft/
O vapor Cintra
FBP3ra-se da
Europa do da
18 oe Novembro
i-egoindo depois
da demora neces-
earia para
Bahia, Rio de Jane ir e
. Santos
Este vapor entrar no porto
Caaesqaer reclamacSas a aerio atten-
d das 48 horas depois da altima descarga
do vapoi na Alfandega.
Esto vapor iiluminado loa elctrica
e offereoe eptimas acoommodacBes aoa
Srs. paseareirus.
Para carga, encoumendaa, passagens a fre-
as trata-sa com os
Consignatarios
' Borstelman & C.
Roa do Commeroio n. 18
1* andar
CH4ft(.KIJaS EiiWS
Companhia Franceza
DE
Navega ci a vapor
Linha regular entre o Havre, Lisboa,
Pernamboco, Baha, Rio da Janeiro
e Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
E' esperado ds
Europa at o da
IV de Novembro
segnindo depoii
da lndispensave
_demora para
Mceio, Bahia, Rio < ro e Santos
ate vapor entrar no porto
R>gs-8 aos Srs. importadores de carea pelos
vapores desta liaba, qoeirum ar-resentar den
tro de 6 dias, a contar-.lo da descarga das al-
vareogaa qoaqner reclamacao concernente a vo
P .....3 -^ pw. Iwm.i. -v^- .^mM r*"-* w-
partos do sul. a im da se poderem dar a lempo
aa providencias aecessarisB.
Expirado o referido prazo a companhia nao se
rtsp.ineallisa por extravio?.
R cebe carga a tratar com o
AGENTE
4dg"uste Labille
9Ra do Commeroio9
Para carga, passsgeos.eocummcudsse din&ei-
ro a frete: trata-se con os
Amorim Ir mo & C
*. 3Roa do if-cita 11 N 3
Cear e Camrssim
Segu para os portrs cima o hiate *D. Jalla
rerebe carga a trata" na rui da Uud;e de Dos
s. 8._____________________________________
O lugar portugus
Joe Estevo
Segu brevemente pcfa Lisboa > Porto pira
onde desde jl recebe carga.
A' tratar com 01 consigas!, rioa do navio
Amorim Irmos & C.
3Ra do Bom Jess3
Boyal Haogarian S?a Ivigatioo
Company Adria Limited
O vapor hngaro
Ba th o ri
No caso de baver alga: a reelrmaclo con-
tra a CompBbia por avara 01 perds, deve ser
'eita por escripto ro egente respe tivu 00 portj
da descarga, deotro de tres diae depois de Boa-
Usada.
Nao precednfo esta formalHade a Compa-
obia Oca iseotade loda a reepjosabilidade.
Receoe carga, encommesda, pasfageos e di-
nhpi-of frete alis 11 horas da manila do da
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Ciea da Companhia Pernambuoana
n. 12
A. C, de Freilas OEC.
Sud Brasi' Dienst
O VAPOR
Ith? ka
E' eanerarfo da Eorcpa at
o dia ia de Novembro se-
gnindo depois da demora
necessaria para
Sanios, Paranagn, S-mt* Catba'ida, Rio G ande
Co Sel, Pelotas e Porto Al-gre
Para i-arga, passagens, cocommeodas valo-
re^ trats-ae cornos
Agentes
Pe reir Carneiro & G.
6-RA DO COMMERCI-
~ andar
Ibhpb InniiiB
O vapor Matapan
Commandante Lemoine
E' esperado da Europa at
odia
SO de VoTembro
aegolndo depiis da demora necessana para
Bahia, Rio de Janeiro. Santos Montevideo
e Baenos-Ayres
Entrar no porto
Previne-se aindaaos Srs. recebedores de mer-
ca dorias que se attender a reciamacea por
lalas, qne forero reconhecida na occasiao do
lescarga dos volames; eqoe dentro de 48 no
-as a contar do dia da descarga das atvarengaB,
'leverao faxer qnalquer reclamacao conceriien-
te a volames qae porventara tenham seguido
para os portos do sol, afim de serem dadas s
ampo as providencias neceasartas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla-
em na vespera da chegada do vapor para toma
em as anas paesagens.
Para earga ,paa;agens e encoramendas etc.
tratar com os
AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TORRES-42
! andar
E'esperado do peno de Trieste
guindo depois da neceaaarla
demo-i para
Eahia, Rio de Janeiro e San-
tos 1
1 Vigcraodo a let de canotagem previ-sos aoe
exportadores de que gomen e productos agrco-
las de fac deteriorarlo poderas ser embarca-
dos na oito vapor.
OJ
Para passagsos, carga,frete etc.,trata-se c,m
AGENTES
Henrv Forster & C.
n. 8
Roa do
Cjmmer jo
! andar
Lio**) Braziiciro
PORTOS DO SUL
O paquete Olinda
E' esperado do
80I a. o dia
IV de Novembro
regatado depo s
da df iLora oecessa'ia para
Parahyba, Natal, Cear, Ama'racao, Ma
ranhSo, Para, ObidoB e Manos
As encommendas serao receoidas at 1 hora
da tarde do dia da sabida, no trapiche Barbosa,
00 caes ds Companhia Pernambocaca n. 4.
Para passageDS,
com oa
s'gi, frete ele. trata-se
aGENTES
PORTOS i O NORTE
O paqaete
Planeta
Commandante M
Asevedo
I W l? v
Companhia de Na vega cao
Carioca
PORTOS DO SUL
O apor vnacional
Santelmo
E' esperado do sol t a da 14
de Novembro segaiodo depois
_ te pequea demora para 01 por-
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sal, Pe-
lotas e Porto-A legre
Aa eocommendae serio recebidaa at 1 hora
a tarde do da da sabida, 00 trapicha Barbosas
Caes da Companhia Penamb. caaa n. 4-
Para passagens, frotes e eocommendas tra-
ti-se com o
AGENTES
Pereira Ganeiro i C.
Rui DO COMMERCI N.
1* andar
LUGAR N0BUEGUBN8B
Christina Elizabeth
Para
EM DIREiTURA
Segoe para o porioaciaa oestes poneos das,
Part o resto da carga tratase com
E. S. Lew
2S-RUA DO COMMERC'lO-tt
Boya! Hail SUai UM m
i > paquete Thames
Commandante B. S. Armstrong
&' eaperado dna ponos ds
Eurooa ateo da 1S de Novem-
,bro e seguir depois da de
.mora iodispensavel Dar
Bahia, Rio de Janeiro-, Mon-
tevideu e Buenos Ayres
N. B.Previne-eo aos Srs. recebedores de
ercadortas, que a Companhia Mala Real ingl;-
sa, contractoo com aGecoat Steam Navegacin
Companvum servico da vapores semanaes qus
Ssrtindo de Bordeaux e Cognac, vem cnegar a
onlbmptor> a lempo de baldeiarem as cargas
destinadas America do Sul. para os vapores
desta compacb'a.
A Real Mala acceita por p-ecos rasoaveia
sageiros para Valparaso va BnenosjAvr
estrada doa Andes. ,
Tambera acceita passageiros para Nev-York,
vis Sonthamptoo, por espacial arranjo feito com
a Companhia Ahemaod Lloyd.podendo demora-
rem-se na Europa casi o desejarem.
Redaccao nos preoos das passagens
Um Uaitoltc
A Lisboa 1 classa I A 30
A'Sonthsmpton 1* classe W s s
Caaarotes reservados para os passageiros ds
Parnambnco.
Espera-se dos
portes do norte
aio dia 18 de
No vembro se
goiodo depois da
morTIndiapeucavel para
Macei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommendae sero recebidas al 1 bora
da tarde do dia da sabida, co trapiche Barbosa
Caes da CompanhiaPernambucana n. 4.
Aos Srs, carregadoreB pedimos a soa attenc&o
p?ra a clausula 10* dos coobecimeotos que :
o caso de baver algoma reclamacao contra a
companhia por avarias ou perda, deve ser feita
por escripto ao agen e respectivo do porto de
descarga, dentro de tres das depois de finali-
sada.
NSo arecedrndo esta fornalidade, a compa
nh'a L-a ueo'.a de toda a r sp nsabitidade.
Para carga, passsgeos, encorme odas e di-
nheiro a frete, trata-* com os
AGENTES
Pereira Carneiro C.
Roa do Commtrcio n. 6
1.andar
Lmha regular de vapores
nacionaes e estrangeiros
O VAPOR INGLEZ
Shaftsbury
P res a n teniente
neste porto se-
Boira depois da
breve demora
pa ra os portn do
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
Em direitnra
Para carga e valorea tra's se com
E. S. Levy
Rua do Commeroio n. 22
O VAPOR NORUEGUENSE
NYORD
E' esperado neste porto
at o da 19 do correle
e seguir dep.ls de breve
demora para o
Pacico fe team Na,gala Gom-
paoy
STRAITS OF MAGELLAM L1NE
q paquete Orcana
E;'pera-re do tul at o die
*8 de Novembro engoindo de-
pois da demora do costme para
Liverpool oom escala por
Lisboa, La V*lirce e Plyoncuth
N. B.E^te vapcn->, iem aeconjmodac6cB
para passageiros de 2 ciaste. ^
Para carga, passageas eocommendas dinhl-
0 a fre te trata se com os
AGENTES
Wilson, Seos 1 C, Liraisd
10RUA DO COMMERCIO~10
l* andar
LEILOES
Le
ao
!ho
De tcD8 movis, i piaco e 1 lioJo efp-
oval e Otros objtctoB
Con3lrndo de um bom piano, i mobiia prela
eotalhala com ajido ue peJra 1 lindo ^fpelho
oval daorado, 2 quad'ts : c!eo, 5 dus eleogra-
phia, 2 Iaterna8 bordadas, 3 parea de jarres, 1
tpele gr..o-Je para sof, 6 diies par: pona?, 1
cama f-aocea, 1 gurda veatidos, 1 oilette, 1
bppt e 1 ir pt-te para cuma.
Urna mesa de tmarrlio para jantar, 6 esdeiraa
da jooro, 1 fofa de mirello, 1 qaarti >b>i'0, 2
aparadores, 1 comanda de migno, 1 filtro, 1
caoditiro, loccas. vid'o.-, jarro a naca Ue louca
e om tr na de cos.nlia (de agaia)
Quarta-feira, 14 do corrente
A'S 11 HORAS
no 2o aLdar do sobraso n. i da rua do
Csbaga
O agente Marliss autorizado pelo illcetc cida-
dio Ji-; w Ramos de Oliveira Junio-, qoe bs tetira
para Earopa com sna Exma. familia, far leilao
dos movis e mais ot-jectos existentes em C'to
soorado, os qoaes s>:a vencidos
AO CORRER DO MARTELLO
Leilo
De om excellente e grande bote com velas
remos, ele., perte.ictnie a barca inglesa Mys
lerions SUr qoe atonden no mar
JHrt-fei-', 14 do correle
AS 11 HORAS
N goarda mora da Alfandega
0 agenie Gasa So, corrpeientemenie autotisa-
do pelo Sr, Rjtert M. Calmoot. capito da barca
cima mencionada, fara lei o com licenca do
Illm. Sr. Dr. inspector da Alfandega, em pre-
senta de um einrezaoo da mesma para esse
riop oomeado, do bote e seus penences cima
referido.
AVISOS DIVERSOS
Prerl a fe de dosa coeinhetras cem urgen
cia ; a tratar na >ua do Apelo o. 8, 1- lar
das H as 4 horas da tarde.
Alocase om isspvrtaata vivero em Afo-
gadoB: s tratar no largo da Paz o. 8a-A, co
rua do Pilar n. 56.
m Madme Muoier, de vol a da Sur. ;a, son-
tieba a dar licOes di fraocez e piano. Ruada
Cooqolst p. 24.
Rio de Janeiro, Santrs, Rio Grande
Sal. Pelota* e Porto-Alesre
SEM ALLIVIAMENTO
do
Carga e valores a tratar com
E. S. Levy
Rua do Commeroio n.
22
Cmpaia Puiiiikui s Ha-
PORTOaDO SOL
Macei, Pendo, 4ras ja* e Baha
O paquete Jacuhjpe
Commandante
Mooteiro
Seguir para
os portos cima
indicalos no dia
do correle
as 4 horas da
Ven ieoj f* ir garrotes e ama v cea iou-
rioa ; para ver e tratar na estrada ele Joo de
Barros n. 27, sitio._______________________
Precisa-fe' de urna ama para an lar com
menino ; a tratar na rua da Imperalris n. 16,
primeiro andar.______^^_______
Praciea-ae de ama engomsaadeira, urna co-
sinbeira e orna coeturera qoe corte por figuri-
no ; na roa do Erom o. 62, 1* aodar.
Cal Branca e Vir-
ffCHi de la^ua-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
creos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seuarmazemdo caes do
Apollo n, 73._________
Babados bordados
A 4.0), 00 600,700,800 e 14000 pcc
Na a CoBsiderao
u :to=R:a da imperatriiN- 20
Pecbincba
Criado
A t'aiar na reflaacSo A rna D. Mirla Cesar na
mero i
Ama para cosinhar
Precla-se de urna : ca travetsa de S Jos
nnme'o f
Rndese
tarde.
Chama-se a attengao dos Srs. enrregadores
para claueola 10* qne aqoi publicumoa ;
Quitro vaccas lonriaap, novas, rcm qnatro
cria' moito n vss ; na travesea do Bem GoBto
o. i) (Torre)._____________________________
Bom negocio
Vende-se s tatema da rna Coronel Saaesnoa
n. 52 com pencos modos, vre e desembaraza-
da ; i trEa- na rna do arcenm n. 37._______
Boa Occasiao
VENDE-SE urna importante loja de
fazencias, ou somente a arma?o.
i> situado era. bom ponto para neg -
ci e tem ptimas accommodaf 6es para
familia. A tratar com Bento Ribeiro .
na rua do Livramento 25-^Regjfe-
Bichas"le~Hamburgo
Vende-se em grandes e' pequeas
porpes applica-se ventosas seccaa
arjadas ; na rua das Larangeir as n. I"


*
I
-a

Diario de Peritanbuco narta-feiru 14 de Novembro de 1991
t
/
truel elees te oui Meso
Amia Marcionilli oo leijo, M goel Jos 4a
Moda e seos Hlb s mandam cer Drar orneas
pelo r rido, aogro eaiMeupI francisco de Soma
Reg, no di 15 dj corrai te. 7- do sea talleci-
melo, f 8 boras da manh. na matriz da Iba
Vli, oa'a eaae acto de ca-fdjde e relindo
convidara) o3 seos parete* e amigos, ao quaes
desde j'i manifestara o sen et-roo reeoobeci-
meoto
t
{_ Fra.oelace Jas do Patio Gul-
marae*
Mari* Rjsalina de Sooz* GuimirSe, seos fl-
lb04, genro e netos, tendn de andar celebrar
exequis solemnes no da 16 do cor ente por
alma ae sea ouaca esqoeciJo e piaotendj espo-
8, pa', sogro e a j Fr.nc seo Jo^ dqa Pasaos
Go'maraea, coovldam a todas aa asaocisces
religioi-a e profanas a qu- pertencia o mesmo
finado, e-bem paim a coi o seos rayentes e
amigos para astistlrini ama a Moa con-tantea de
miaaaa rezadas pelad 1 1/2 boras da nimba
officio fooebre que rom ra palas 10 bo*as
ultima do coa a sabida .'o fretro 5,1ra oseo
t'mso no cemtte.'io de S-oto A orno, p-ias 4
loras da tarde, lodo do re'erido d a.
Nao b nodo conv.iee e-peeiaa pedem e e-
peram o romparecimeato de todo*, pelo qoe se
soolf-Hn sunjmampnle peni orad.-a.
f
O
O
co
UJ
cr
Li-
CO
O
Q
<
ESCOLHIDOS |jf
OLEO PURO
DE FIGADO
DE ACALHAO
DE
LANMMN E KEMP
RECOMENDADO
por distinctos Doutores que
lhe dao a preferencia, o re-
ceitam cada di.i para todas
as doenfas Pulmonares, Es-
crfulas, etc., e o cu 11 sideram
o mais puro e rico eui
PCDER MEDICINAL
QUE &E APRE8ENTA
AO PUBLICO
E MAIORES
O
05
O)
O
O
O)
/j^V.-Larga do Rosario n. 30
Santa Casa de Misericordia
do Recife
o. Amanto 4*e la Cosa 111
betr*
A I.]:na. ja ia ajcain.a ra'iva da San'a Caaa
de a:i.- amigo 1 do osito t r. Aritomo J s da Coala R
oeiro inordoxo da inesma santi casa, pasa ac-
s sireiii as u-issa* de nqaiem qoe, io* aoa
alan. Ira ce'ebr.r a teman juila, oa ig-ja ce
N. S. de Paraso, as 8 boras da manba do da 17
do corrate.
Secretaria .la S ota Ci*a de Misericordia uo
Recife, 13 de Novemb.-J e 189i.
O e.'i:ri?o
Jo- Hooo io B. de Meneiea.
Frecisa-se
De cea perito slfaut; para corlar: qnem se
olvar ;:di! u 'o qoeita dirigir-se a roa Doque
de Cax'as o. 66.
Vndese
O engrnbo Mon'.e Po, ootr'ora Bjrra de Jan-
gada, comarca de Amaragy. movido por agoa,
com tufloa os perteacs pro orc6e; pora su-
frejar de S 000 2 LOO raje, oisiao e meia le-
goa da esucao d> orei atravesando o ceres-
do a lirba frrea de Benito.
A t a ar (om o proprtetario o Sr. Francisco
Monir, Pontea n. en enbo Vera C'- comarca
de Bonito, e a informar-com os Sra. Wanderlei
& Bart s a roa do Bom Jeeop, n. 19 1 andar.
Losinheiro
Preclsa-ss dp um bom coslnnetro, ai8< m com
da om cria in^o a tratar oa rna do Carmoo
chalet n. 55. oa Qlinda.____________________
CJosinheira e copeiro
Preciaa-ee de orna boa coaiobeira por 30J0C
por mu. e de om bom copeirj : a tratar no pa
teo do Uo'leein n. 4. ecr p'orio.
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianca ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Precia se d orna ama ; a tratar na roa do
L'vrameoto n 31, lea. ^^___^_
Ama
Para engommar, preesa-se
de ama ama ; a ra Duque de
Caxias 4, 3." andar.
U
precisa fe de o a ama para lsar e engom-
mar : filar na roa Duqie de Canas n. 60
loja.
Bom negocio
Vende'Se a bem cor.hacida e freguesa la rrcr-
eearla deoomioada Sjtnpsibia de Terco, garan-
l ndo-se retalba- 3:( 0OJOC0 por mes. tendo bODS
commcdoi e mello propia para prinripiante, o
ir olivo |or qoe ae vende se dir a qoalqoer pre-
leaJente ; a tratar na mesma ou 00 irmaxsm
oes Sra. Coga Lia a C.
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B. dos Reis & C. Successores a ra
Attencao
Vende-se oma imRor'act* cocheira com vac>
cas toorioas, com criae e garrotas prenbe e um
Dovilbo e oa bom cavado para aella : iraiar
con i t Peieira Duartp, noa Coelbos, defroLte
de H spial Pedro II.
SB20BS
As sezoep, febres intermi-
tentes, palustres^ renitentes,
clores de cabeca, nevraJgias
as mais rebeldes, sao cura-
Jas infall velmen'.e com as
pillas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRANflEZA
H. Rou(|Ua>rol
22 Ra da Cruz 22
Ao commercio
0 abaixo asa goidoa declaram que em 91 de
Outubro rindo das Iveram amigavelmeite a so-
citdade que gjrou fob rraio de Machado &
Almeitta, i ra Bata? da Vic a ca/go do Soc o Sent Alve Hacbado Gu rxa-
ae.-i a nqoi 'a^-ao do activo e reepoosavel pelo
paamvo, retiracdo-te ka i Corito de Almeida,
livre de toJa e qoalqorr respo aabilidade e pa
Eo do sen capital e lorroa.
Recife, (S de Novembro de 1894.
lieolo Alvee Machado GoimarSea.
JoSo delbo dH ln?piid.
Sapj
ateiro
Pres'.aa-se de officlal para aolar obras de Una
especialmenle para senboras: para ioformacOea
co viga da e*t cSo no Pnorjoe.
Cosinheira
Preciisa-se de urna boa coainheira para a Var
xea : a trabar na rna do C-eapo ti. 19, loja.
Pragos americanos
Vendem Henry Forater & C. em "eus arma-
ien de fannia de trigo, caes da Regeneracao
na. 3 4 U, ou uo seu eacriplorio a roa do Com
me'ci
Ama de cria Cd;x cosinheira
9* cisa-ct) e cma ama de cianea e a>raojo
de qoSHoa. e utrja boa coaisbei'a ; oo Camiobo
Novo p *iO______________________________
Oriuador Paula Mafra
Continua no exercicio de sua
profissao
Rna Duque de Caxias n. 2.
Marcieiros e torneiros
Na fibrica de moveia de >ilva Fernandes & C,
contrtcia-se rtls'ae ooe sejam peritoe.
Roa de S. JoSo n. 48.
Roa Boro da Viclona D. 49.
Servico deenterramento
Completo, a capricho e promptidao.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 2
Direcao do
PAULA MAFRA
A PBA^IS des dimes4
38Ra do BarSo da i
Victoria -33 *
5
Especi.Iidadesem Sedas bran-
cas, pretas e de cires lizas, la-
vradas e bordadas, grande va-
riedade
SSL7AS E LANS
QUADRILLE'
Grande sortimento em lans e
com seda de phantasia. (|
ULTIMAS N0V1DADES ^
VMtMWtW ^
Sor*iment em tecidos de al- g^
godo alta phantasiale-
vantines, linons a cssa da IN-
DIA
vixiio do portoADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e sauclavel dos vinhos fi-
no-, j por si recommendado aos Srs.
Consi.midores. ^^^ ,.
CAUTELLA COM AS IMITACOES !!
UH1C0S RECRBEDORES
GuimarOes A Valeute
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Ao commercio
Os BUlxo asignados declaram oue em 31 de
Oo'ub-o p'oxtmo paaaado dlsaolveratn a -ocia
ta ooe y-ou sob rzao Lemoa & Onveira
rna E.i'retta do ttosano n. 1-A, onaodo a careo
do tocio Joaqun Dii8 da Sila Lemos a Hqode-
cao do aciivo e reaponsavel l^lo paesivo. ret
rando sp kan Paes de Oliveira livre de wa e
qoa'qr.er rr-pcoeabilidate e pago de seu capital
e locri.a.
Recife, 9 ."e Ncvenliro de 189L
1 aqoim Da] di Sila Lemos.
I Paee de Ollvn".__________
^ma qoesto de gosto
Ft.noraes de 7 da, anniversarios,
etc. na cidade e no interior : oncarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA
~Vende-se~
Vende ee um cbal t novo com sitio proprln
tm 8. k'e do Manguinbo, rea do Coniendae n.
9 ; a tratar na truena das Cruxes n. 14.
ricamtnte bordadas em alto re-
levo a OURO E A VELLUDO.
CORTINADOS
FINISSIMOS para cama e ianol-
la, desenhos inteiramente no-
vos, o maior sortimento que
tem vindo a esta CAPITAL.
Telephone 59
Trabalhador
Pre-.sa-se de nm botcsm l abalhaior 4>araa
conaeryacao do pradp da Estancia, onde tera
casa para mora- ; a tratar na ro; Duqpe de CaJ
xias oa. 56 p 58.
Caixeiro
aqpe
Precisa se rie cm csixelo de 14 a 18 annos,
cotn pia'ica de mclhrdos daodo flador de ena
coud ca ; a tratar no becco de Santo Amaro
ncme'o 5 A. ________^_^^__^_^__
Caixeiro
Precifa-ae de om caixeire de II a 14 annos :
oa roa do Apollo o. 1.______________
Piecisa alugar-se
Jo a eaii de ci>ea livr. a, que seja da a atril
saYtata a Fernandes Vieira, ConCrlcao,
Osmiobo o o, Cupuoga, tic., que teoba de 3 a
4 qo.'Tto?. doaa salsa, cosinba e boui quintal :
q em er ite de'xar carta nesta fj ograpbla
a>m aftitelBMQ Fl'ngi-se bem.
Jarineiro
Preciaa-ee de om i>rdioeiro, preferindo-ae es
t ogeiro; ca roa do Commercio.n 44.
FERRO QUEVENNE
TJnco etpprovtulo
pela ACADEMIA DE MEDICINA DE PAIIt
EXIGIR O yiRDADKIRO
14, RdBeauxArt,PARS
^ ANEMIA, CHL0R0813
'- FRAQUEZA
POBREZA 00 8AN6UE
%j+0*
GRAGEAS
dtCopMhlb; Cukaba
HaUnhl ferro, Htmuthi
lcatrAo, Tembenthina, '
TOMN
INJECCAQ
I Hylenlca frtriaort
tem causar
unctdtnti tl$um.
Aa QftAQrftl FORTN, ferio as primeiraa qiieobtiveram a approvaclo da Academia
tU nediafa (1830) a que aelopUram-ie noi Hospitaea. Curam aa moltia* cratas,
naii ribsldsi Hia fatljar os sstomsgos mais delicado.
A IHJECCO PONTIN tempre recommendada oomo complaciente da aaliafa,
X3sx>oattMrloa ara Ptratimfraoo : irR. A_1 lsRvavl^aa1taS*sam . garantida absolutamente pura
J. LEPELLETIER
in C^.ieEIT'T'-A.IT perto Isicrzry CFxanca>
CASA ESTABELECIDA EM 1830
23ncontre-s^ esta Manteiga em casas de con.fj.anca.

^ars**J
Essencia.....
Po de Arroz. .
Sabo......
Agua de Toucador
Oleo......
Logu para o pelo.
DATUEA INDIENl
DATUP.A INBIEN,
DATUEA XBtiSmW
DATUEA 1NDIENI
DATUEA ZNDIEN
DATUEA INDIEN1
SACHETS ORIZA SOLIDIFICADOS
PLAQUETTES ELEGANTES
16 PERFUMES EXQUISITOS |
KM TODAS A8 PIKCIPAB8 CASAS DA AMERICA DO STTL.
AROPEPHENICADO ftLVCO PHENICO
DO C DECLAT
Antisptico poderoso, Hj/^iene do
toucador, da Bocea, Curativos, etc.
i Pharmacia*
DO Dr DECLAT
Toase, Catarrbca, Grippe, Bron-1
chites, Tsica, Coqueluche, etc.
_____________6, Aunu Victoria, Pari,
6
^plVERtnP^I
? NOVA PERFUMARA EXTRA FINA ##
AO ^^
C0BY10?SI$ DO JAPAO
SABO. ESSENCIA. AGUA DE TOILETTE. PO DE ARROZ. OLEO.
ESSENCIA
DEPURATIVA CHABLE
(VEGETAL)
cora i* Eczema
Herpes, Acnea
Prarigem
Tm Pernnm.'iuco : C" de DROGAS '
PHODUCTOS CH1MICOS.
28
[CHABLE
V>AR/S
ESSENCIA
DEPURATIVA CHABLE
< IODURADA)
cura: Rosela
Manchas mucosas
Ulceras, Syphilis
Deposito* em toda* aa Pharmacia*-
CHLOROSIS
Cores Paludas
mzns
DEBILIDAOE
Consumpco
CURA RPIDA El A.OXmTAJ>Ja. PELO
S LICOR DE LAPRADE*
COM ALBUMINATO DE FERRO
Bznpregndo em todos oa Hospitaea. -EO melDor ferruginoso para a
cura das Molestias da Pobreaa do Sanrrue. N8o enegiece os dentes.
PARIZ: coun C 49. Roa do Meuibeupe, em as pnarmaclas
AGUA
Minan! natural Purfatira
RUBINAT
rFonte do Doutor LL0EACE!
A Anilysis da Acaama da Hthina i Pafit frota que a I
[dita agua contem <03'S14 d uibittnoia daa quita :
SULFATO l>E SODA j, SULFATO DU MAOMB8IA ,
96g2SB t ataos
*, Ei0r ore o letrein M
ATKINSON'S
WHITE ROSE
O ias admiiudo dos peramce. Os ontroo
cancrtm em quanto que r. "Rosa branca"* I
d A.tximok oonserra-M somp'e fresca
e suave.
ATKINSON'S
AGUA de COLONIA
I Com fama desde dona aec: js, t. m dado
loirar a urna profusao de initacoea sem
valor. Kniprtrgar s a de Atkixsoh que
a mais fina.
Vendem-se em tola a parte.
J- A E. ATKWSON,
24, Od Bond Street, Londres.
kAVIS0 L'-giliini3 somento com o rololo-
aveado a/ul e amarello e a marca da
fabrica urna Rosa tiruc" com
0 completo enderece
Vende-se
Um excellente e bem af^rgofiado est^bfleci-
lerjlo di avceana. jonl. a diversas fanricas,
o ta'rro da 'la ooga roa do Dr. Josqo'.m is<-
boro n 36, dppen'ienflo fl- ppqoeno capital ; a
;r; lar do mf smo e rea arima cu .dSj___________
TINTURA NICA
instantnea
Para a EtA.X*EA. e o CABELLO
(l m frciaro) no iripiri{io aljama na lavaf
Pars, rxiuoi, Ru Lapatbttb, $3
DtfOiUtem Pernambuco: C* le Droga! Produclm chinicM.
TIEO. TWT.
Casa de coinmisses e repn-
sentaQoes
EXPOSICAO
7 CATALOG-C S S
y aDiassDrsra-airacos
de innmeras fabricas de todos os pnizes da Eurojja e
des dnas Americas, tola es flsli de m rodonas, de
aiachioas e de materia prima.
Deposito do afamado cCREOLIM omehordes-
nfectante conhecido.
Deposito da bem conhecida tODONTINA do
Dr. H. Rirted.
A LA GBAN-ViA
S) A-Roa da Iroperatr.i-~.j8 k
Othon Suva <$ G.
Acabara de receber da Europa pelo nl-
limo paqtjete um esplendido sortimento de
azendas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diversas
'dualidades e de maior novidade neste ge-
nero.
Cliiffonetes, padroes lindissimos.
Cambraias brancas e de cores, o que
aa de melhor e variado.
Organdys, linons, perc.lines, cretonas,
(rraade e variado sortimento.
Biqaissimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melhox sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros.
Leques de todas as qualidades e grande
sortimento.
Meias de la, croas, escossia e de seda
para senboras, homens e enancas.
Camisas de algod&o, lmho e .seda lisas
e bordadas para homens, grande varie-
dade.
Collarinhos, punhos e peitilhos, lencos
de liuho e seda, casemiras, gravatas para
homens.
Costumes a manijo para criancas, ul-
tima novidade neste genero.
Casemiras pretas e de cores para costu
mes e calcas, sortimento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricante, se
o novo Tnico Maravilhoso, grande
,'descoberta contra a calvice e a caspa,
ALFAIATARIA
Temos urna oficina dirigida por um
hbil e intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimento
convidamos as Exmas familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabelecimento p-ra verificar o
sortimento que temos, certos de que en-
contrarao agrado, sinceridade e modicida-
ce em presos.
La Oran Via
I 58 A Ra da Imperatriz n. 58 A
OTTON SILVA & C
Ourives oceu-
I lista
TJieodoro 4o*e Ba moa de RellC
EctaOelecido com offiema i- oorives roa das
LsraDgeiras o 1 avispaos se s freuoeses e ao
reepei avel publico, que mantera officiaes babi-
liiadissimos para execu.o de quaiqner trabalbo
cooceroeote i soa arte, eapeciaim oie crava-
cdts para brilbantes, ocolos, pencioei. moaoca
los. etc.
Doora-se, prateia-se qoalqoer metul, ocer-
to em leqoes de madriperola oa ootra qoi oer
espec*e, garaotlodo precos mdicos.
Ra ias Laraugeiras n. 1
Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Caxias n. 25 (an-
tiga das Cruzes) ricos atades e o
mais necessario para funeraes.
Fundico Ge-
ral
Alian Paterson 4* C. avi-
s-am aos eus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Sjracuse !
rados ai, 1 !
Cubanos ns. 1 e 9 !
Cal branca e vir
gem de Fra-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
de exccllente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras sero dentro de pouco
tempo postas disposico do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
Cao Fragoso, ra do Mrquez de
01nda, n. 19, 1. andar.
ANEMIA
Para curar radicalmente a anemia, ch
Icrose, oa cores plidas, opilac&o frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do sangue.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
SUvino Cavalcante.
Formla approvada pela Illma* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Ftecos de urna caixa 15500
Meia duzia > 8Q0C
Urna duzia 15|0O0
BOTICA FRANCBZA
H. HQUaUAYROI
n Ra da Cruz o. T2
Cajurubeba
Eate enrgico e prodigioso medcame o
to, que oomecoa a ser vulgarisado em
1883, e qoe tSo proficuos resoltados tem
producto na cora do renmathismo, mo
ostias de pelle, euoorrheas, aathma, des
loffrimeotos occasionados pela impuresa co
ngue lia, eate vapor algara tempo parc.liaa do por
circumstanjiai imperiosas; e hoje, porm,
reapparece com todo sea vigor; e de
esperar que continua a merecerdo illas-
trado pnblico a mesma scoeitacSo de que
sempre goao u
Approvado pola respeitavel Janta Cen-
tral de Hy-iene, por Decretos de 2 do
Junbo de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
C mposfcSo
DB
Fi mino ^andido de Fgoeiredo
PROPAGADORES
Baptista & Figueiredo
A venda em qualqaer Pharmacia.
Aos volectSSiljsis
Avisara Conrado, Antunes &C, que
recebaram luvas para este til divert
ment.
4' BRISA
PRAA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 E 10
NllA POMPILIC
i iru iao dentista
Continua com o seu consultorio ra
larao da Victoria n. 54.
Consultas e operaces daa 8 horas da
manlia as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo-
dernos e aperfe9oados.
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas e abo-
toaduras o que se p de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Antunes & C.
A" BRISA
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & C., um
variado sortimento
Conrado Antunes t C-
A BMSA
Leques de Gaze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Daroas
Bordados e rendas
Lindo sortimento de finos bordados
brancos e mesciadcs de todas as larguras
Ver para crer.
Loja Nova Esperanza
63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES & 8.
BICOS e rendas, completo e mimoso
sortimento desde o fino valenciano a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, precos sem competencia
ROUPAS BRANCAS
Carnizas para noute e para o dia.
Tambem vende a NOVA ESPERANCA
FINOS CORTINADOS
Para camas e janellas, brancos crme e
mesclados, presos limiados.
"imiGSW.'
Rodolpho Atuaei & C.
Galoes e Guarnit;oes
Com vidriiho e sem vidrilbo acaba da
reoeber hado sortimento o
GOXGKKSSO nAS DAHAS
Brancos e de cores recberam
Conrado Autuue* tV C.
Um importante sortimento acabam de
receber
Conrado Anlnnes rt: C.
A' BRISA
Alta eomniodidade etn espar-
tilhos
Para senboras que criam seus filhos e
muitas outras qualidades para senhoras 9
mocinhas
MILAGROSOS collares elctricos para
facilitar a dentijo e evitar as convols3es.
Sortimento de todos os nmeros. Aunis
para evitar nevralgiaa e congestSes. Ver-
dadeiros lecebeu a Nova Esperanca, 83
Ra Duque de Caxias.
PEDRO ANTUNES & O______
^FATAZAS
' lindo a sortimento de tecidos sendo
mpossivel de se descrever a grande va-
r eisde de tecidos de fantasa, seda*,
lia, nansoiik, c&mbraias braiioaa e de oc-
rea ; pede-so-ao publico em geral s princi-
palmente as lixroas. familias do visitarem o
Congrego das Damas
'"arvaiho & Almeida
RA DO CABUGa' n. 8 o 10
Telephone 196
4os seohores de en
^enhos
Cal de Lisboa
Ve irte g( a especial cal de Liuboa para o fa-
010 de a;socar, na raa Ocqaa de Caifas nc-
:j 66.


r


-




IM&rio de f^rnambaco ^uaria-feira 14 il!e :\ov*ml>r de 1894
-------bb
Grande modifica^ao
de presos
Eei;mis res:liios a vndennos ss faien s
ilo no fo esta elecimenl) om ara'imento de li
0/0, isSo fatrmon devioo nao t a vrinde cioan-
li;.ie de Irrendag qoe te os e. rala e bem
tocoo ao 'ande o rapten i lo sorlin enio cue a
cana momento esperamos de Pars, Inglaterra o
iW'ccGa' na ; por tan'r, coala ptioco od pafe(a
Heie bfin tuO'a'o esisbeiecituf n'otnle todos
encor.t a-ai Mtir-erade na medida eqiie
iicirra Ha dita a bem c> m > o agrado dos pro-
ipritta ios do rrpfrroe
Sena eorapellforea
Estrellas ^'America
11 -1 de H are o f *
Aotipa doreepo
BFLlRli
E^te novo e beni montado
eslbeJecimento acabade re-
cebar dos paizes roais impor-
tantes da Europa um com-
pleto e variado sortimento
de chapea de leltrc, Ja e
palta para homens, senho-
rase crianzas, indas capo-
ta?, f< rmas de p&Jha, o que
hade mais mvdade, cna-
pos de pello para homeo',
o qua ha de mais modernc;
a?sm como fitas, fioies, ai-
gietts de pennas, ditos para
cabello, passarop, azas, veos,
grprupoi pai chapeos, com-
pleta novidade, toucas para
ciaccas, oque ha de mais
HOTEL COMMEKCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e33
Este importante estabeltcimento, sob a directo do seu hbil proprietario MA-
NUEL (jARCIA, n auxiliares entendidos na materia sui generis, prima era ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de su arcliitectura e
pintura interna, j pela promptidao e aceio do servido culinario aduaneiro, j tam-
bera pela posic&o hygieqica do seu editicio.
.' BEPABf&MEiT03 .
Depoii de innmeras transfornaacoes por que tem pasado este Hotel, conpegaio
afina! o seu incancavel proprietario offerecer hoje ama hospedagem que deve ser
preferida pelos illugtres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente, distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliario, onde podera ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
X
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, et; peixes em
latas, queijos flamangos, suissos e do sertj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADECA
E'esplendido o sortimento de vinhos Frguaira, Bordeaux, Porto, Vcrmouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boiro, todos recebi-
Jos directamente dos mais acreditados committentcs da Europa.
Alm do que destinado ai commum do Hotel, tem aempre grande deposito de
bebidas de sua importacito. principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vei.de as inelliores condicoss do mercado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL C0MMRC1AL.
Ra Larga do rosario ns. *9, 31 e 33
A Grande liquidado!
FAZENDAS, MACHINAS DE COSTURAS
E
chic, e um lindo sortimento
de oleado?, courinhos, forros
e fitas para chapeos de ho-
rneo).
Urna visita, pois Cha-
pecara Uniao ondeo respsi-
tavel publico apar deura
complet > sortimento em seu
genero, encontrar modici-
Jadeem presos, agrado e
sinceridade.
Fir:Doqiie K. Mello & Azevedo
PAR
usinas 2 eji&ssisos
Guimaes & Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descri-
minadas proprias para Uzinas e En.
genhos quo vendem garantidas ti
presos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland. v
Oleo do Mocoto.
leos americanos para lubrificacao
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de Peixe.
Gaxeta de linho.
Graxa em bexigis.
Pixe em latas.
Potassa d. Russia em barricas, cai
xas e atc.s.
Formicida capanema para extincAo
da formiga sauva.
M. Largo do Corpo Santo M.
Regulador da Marinha
Concerta-3e relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, appwrelhos
elctricos, oculos, binculos, ocnlos de
alcance, joias e todo equalquer objetes
tendente a arte mechanica.
9Ra Larga do Rosario9
33
. QADBOS LLE&OBKOS PASA SALAS
25 Ruado Ijivramento 25
FORMOSA sao espartilhos de um lindissimo modelo e commodos
Chapeos com pluma e fita gase para Senhora. GRANDE VARIEDADE
em fantazias
SEDA preta e de cores, SURAH, CACHEMIRA E MERINOS de pura
l cores modernas
CREPS FOLLARDINES, CHEFONETTS, CRETONES e chitas de todas
as qualidades.
CORTINADOS DE CHOCHET, colchas, cobertores Americanos, tapetes para
sof etc.
CHAPEOS DE SOL grandes variedade.
BRAMANTES FINOS de linho e de algodo.
MADAPOLOES grande pechinchas
CAZEMIRAS modernas e finas, pretas e de cores, FAZ-SE ROUPAS
por medida. Relogios de nickel e cadeias de praquet e muitos outros artigos
que liquidamos a precos sem limites
VERDADE1RAS
Grande redueco de precos!! \ao
lia competencia
NiO SE ENGANEM'PAKi VER E (MPRAR
ROSA DE OURO
95 Ra do E.ivrament 95
Beno Ribeiro&.C
ODBDB.A.S DOC "VXXVXX3
Como sejam :
Cestas de diversos tamaitos para comprap
Bercos
Ba'aios para papel.
Lindas cadeiras.
Ra Eslreita do Rosario (junto a Igreja )
Pocas lleudes & C.
'Vinho da Serra da Estrella
O nico vinho que mais ee pode apreciar na comida, nao tem riva!.
Una Estrella do Rosario ( junto a Igreja )
i ocas Hendes & G.
0 BEM0B80 DE UM
ANJO
POR
ABOLPHO D'KMEaY '
XII
(Continuacio)
Como 6 encantadora sua irmfi r
Branca estremeceu, como que desper-
tando de seus sombros pensamentss.
Jorge, que apenas tinha ouvido estas
palavrai pronunciadas por Branca : E'
a meu pai que cabe dispr da mim >,
persisti, como natural, no projecto que
tinht cancebido de pedir ao Sr. de Cour-
tenay & miio de sua filha ; mas, a partir
daquelle momento em que ella iicabava
de julgar-se indigna de ser ran.her da-
quelle que amava, Branoo vio defaj;er-se
a sua ultima esperanga, e a terrirel crise
que a infeliz moca airavessava, tornou se
mais aguda que nunca. Parecia-lhci que
o abysmo, em cujo fundo senlia-ne rolar,
mais profundo se cava va.
Viam-n a errar pela casa, com a cabe-
ra baiza, as feicoes contrahidas, os olhos
desvairades.
Tinha-se tornado urna especie de Ham-
let feminino.
E quar.do no seu espirito se fazia urna
calma passageira, ella senta de novo a)
necesidace de confiar a alguem o seu
segredo. Parecia-lhe que, se pudess3
confessal-o e derramal-o no coraQSo de um
amigo, a sua dr seria menos amarga e a'
sua consciencia se aliivittria
Mas quera havia de escolher ? Jorge ?
Prefera cem vezes morrer a ter de corar
diante dalle.
Se se tratasoe de um mal physico,
dizia ella um da comsigo, dirigia-me a
um medico. Nao haver entilo nesta so
ciedade tao perfeita mdicos da alma a
quem a gente pessa confiar-se ?
E lembrou-se eutao da sua primeira
conGssao. Um padre I exclamou ella
Porque nao teve essa idea ha mais tem-
po ? Um padre 1 Justamente lembrava-se
com urna doce emoco daquelle a quem
ae tinha outr'ora confessado.
O yeneravel sacerdote, cuja recordaclo
Branca acabava de invocar, nao um
desconhecido para nos. E' o mesmo que
dezoito annos antes servia na commana
de Valamont, onde se passaram os pri-
meiros annos de Germana ; onde ella ti-
nha sido inli, e onde tinha morrido a me-
nina, cujo lugar Branca oceupava. Era
finalmente o excellente padre Bonfant.
Depois dessa poca tinham-lhe dado
um singular appellido : chamavam-n'o
padre Chassepot.
Diremos mais tarde o que tiuha valido
ao padre B-jnfant esta exquisita alcunha.
A idea que acabava de germiaar o
espirito de Branca desenvolveu-se de tal
orte que ella coraecou a sentir urna certa,
tranquillidade.
Sim vou vou E' preciso primei-
ro saber que fim levou elle, porque j nao
vigario-. Queira Deus que nao tenha
morrido. Estava j tao velho !
Esta resoluc&o encaixou-e por tal for-
ma no animo da mofa que proraptamente
% pox em execucilo.
Par evitar qualquer enriosdade, jul-
gou dever empregar a astucia. Quant/,
cahio sobre o tmulo de seu av, os m-
dicos ordenaram-lbe di&tracc3e/3, excur-
soas matutinas a p, passeios de carro.
At aquella momento tinha-se recusado
a ciimprir a receita.
Mas de repente declarou que ia sahir
todas as manhas a p, <; todas as tardes
em landau.
Nos primeiros dias Germana acompa-
nhou-a, mas depois as cousas forara pou-
co a pouco tomando o seu curso como na
poca em que ella a ao cemiterio, e mui-
tas vezes Branca aahia acompanhada de
urna criada.
A moja pode. entSo excutar o seu pla-
no. Em primeiro lugar inquerio do fim
do padre Chassepot.
Minha senhora, rosponderam-lbe, o
Sr. cura deixou Saint-Pierre de Chaillot,
para ir desempenhar as funejes de pri-
meiro vigario de Notre Dame ma3 ha
cerca de tres raezes veltou para aqui na
qualidade de cura.
Muito bem! agrade$o-lhe.
No dia seguinte pela manha Branca
voltou a Saint-Pierre. O cura estava na
igreja : tinha acabado de dizer a sua
mia. Ella pedio-lhe que a ouvsse em
contissao.
Minha filha, dase o cura, estou
prompto para ouvil-a. Quer que seja ji ?
Sim, meu padre, dsse Branca, cuja
emocao era extrema. O padre Bonfant
estava velho.
Era de elevada estatura e as suas fai-
c3e8 respiravam cordura e bondade.
Era celebr na diocese de Pariz pelas
suas virtudes le principalmente pela sua
eandade. Por caridado entenda elle to-
dos os servico8 que um hmem, que om
padre pode natural e moralmente prestar
ao seu prximo.
Mas era conhecido pir todo o clero da
Franja precisamente sob o nome de padre
C/iassepot, que Branca erapregava por
A
CAllliABIAi: AtiFAlATARlA
15 Ru* do Vi^conle de Inhai'ua15
. ( A litiga do ruado Itaugel)
Est novo estabelecimento acita.se sob a direccao de Alvaro Jos P^reira.
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade por isso scientfica ao respeitavel pu-
blico pernambucano, e a todos os seus freguezes tanto da praja, como do matto que
alm de um bom sortimento de finas casemras, brins, brsmantes, flapellas, ptimos
madapolSes, esguioes, entretella, cretones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e prejos seguintes :
Duza de 1.' cla-se com pan 30 ou sem punho 8>000
' Duzia de 2.a classe com colltirinhos 905000
Dusia de 2 a classe cora punh e sem punho 72O00
Duzia de 2.* classe com collarinhos 780'H 0
Duzia de 3. B com punho ou sem punho 6 $000
Duza de 3 B com collarin'aos 6b'50:0
Duzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho 4b!$000
Duzia de 3.a classe com collrinhos 5450.0
Duzia de 4.a classe com punho e sem punho 425 00
Duzia de 4 com collarinho 488030
Em duzias Tazem-se bsns desceios
Linda exposic&o de gravatas lenjos, punhos, collarinhos, '_meias de la e
algodo, para homena, senhoraa e meninos; o que ha de mais fino em aberturas de
camisas, lizas e bordadas.
A' frente da oficina de alfaiataria acha se um perito e hbil artista.
4 NOTRE UM M PARS
&U DO CiSU& L U
m msmM
Fazendns finas, modas, coiiTecSes e chapeos de
alta novidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck o camisas
bordadas.
Espartilhos de todos oS tamanhos.
Meias de fio d'Escocia, de algodo e de seda.
Leques de phantasia, de madreperola e tartaruga.
Variado sortimento de guarnicoes para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda
Cinta pa ra homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPEOS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom gosto escolhido por mdame Koblet
Pars.
MARAViLHA CURATIVA
DO CELET.Rm
O. Htimphreys de Nova Yet.
A Ve.dadeira Maravilha do Sc *
APPEOVAA LICENCIADA
>etn len-ci-la (eral de Hreteno m*>
ImpeHo 1I9 Bruzi1..
. I*fa?#vllha 4'ui ar.va r^mPdlopronip
aura ac Pisaduras, Uat-hucadoms, Conln
11 prr>mpU
Ivi.-adS
enturas, Cortaduras, ou Jaceraiv^s, Alllv;__
tonca o -. psuu, faz para- a fi.JiaijDi.ivao. redui
t lnchai;io, tirao descoranienio. efasaaiai a eik'
como >r cncar. 'o.
A Marnvilk.a Curativa aUlvio prompto
sera ras:Wa para t,iuenaJi.ras. Eacaldadtm*. *
Mutlmaoura do faoI.ee superior a quak.uir outK'
rCMMKtlO.
A Itlsrnviiha Urt:na impaga-.-;! pV
cpdasasL'ei..o:rluiKtas, ^JadoNarl. JusOenglw
Q* Puimea. do yj oniaKo, ou a* llcmorrlKl almorreiniascura orupre-o micc1* fulha.
A MamavHHaUMBtaa**.
.- i .i..> v;u Daras ihwm' Hlf.-ldoZ nos Juntas OU P*fPf.
tmpr i
A fllarnvtlkn CaiT'lra .ie nnlto vis
CMjao *n t^r(.Co para o Catarro, a Loacorrhea Ana I:racaa, e oiri:*os vorrlmentos debllltacIB,
A lr.r.ivlia Varntivn irr.'ja^a'mi pm
t;:rav Ulceras. Cliagas Butlsas. Apstenlas. Pana
-'os. Callos, Fr'oirap. Jo-^neics o Tumores.
A MuraTla faiallvamnplloumn|M
,mra Dliirr.'1.-* s.mplps, o de r.uwrbija -hronleft.
A ll.ranl'ja 'nrutlTfi .xceDente m
r^rrriHUlaj' e Cavallarl-Tas, arn rorretunw, PflfW,
PlraduraKc. fifoladura?. Contu As, I^cer&oortK. Jfc..
Espesialidades do Dr. EKaparc^
aon^Hti** E>perircc-,
'uint'nti (f'aTi!Hoc,
Kl ltalo- Hlp,,illttl-cn
Kciediof> Veter atf.|iOBr
i
Oliuit-iiio Or.Hac.piKBysMre-ffnuaalKam
..^enaklKda e modo ao cralas se
ce ao ;< u 1101 lea- lo ou
UnnKriHEVS' UIC'IIIB O..
198 Fulioa :tr<-.:% SEW YOSU.
KICOS AGENTES
Para Tendae rn grosso em
** rnunihut'o
FariaSobriBho C.
vinho-ClaRETE ESPECIAL
DE
Stuve Bocha Leao rt <'.
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEICES para se
finasiobter urna digesto sacha o nutriente.
Encontra-se as principaes mer-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
GriMAIt,al-:S A: VALEXTE
9 LARGO O CORP' a' ^TO N. 6
1 A Ra do
Cabug 1 A
A LOJA DO TOMADOR
Vende em grosso e a retalho
Fai publico a feus nomerojo* f e(oei>s e as Ezmas. fmil:ss que acaba de receber nm
completo sorum'Dto defareodas Haas o qu ka de mais chic e uioaerno.
A SABER :
Grande scttiaM")io em pelas pra 1*800, 500 e 34 o tii1o, om comoleto soiti-
oieotodeareDdad s lios sotioa em cares par 600, 800 e 14 e *KM) o cotado. Um espleo-
iir roMimeDto pu mauiliai de sede e lic.bo, pretai e de coreB, e monos outros arugos, oursc
gpjam :
Lqees de pronas, o qoe ha de m>is modernc.
Eitrac os riuos. oanias de lici para bomeop, metas (loas com seda p-.ra bomeos e
seoborss.
Espar!iibD8 Uno: a precos barato*, flebos de teda oltra moda, cortinados para Jane.lis
ditos para cama o qu" ha de cceltior, me:ir Cretonas alucanos para pulidas, om bonito s irtimeDto ds tap .es aelodados e akcati
(as, Speas com v^o para no.vas. birJados lii.o-, veetuarios pa:a criaocas.
Faz-se re opa oara borneas por med las. cooae.rvando-se su>pre om bom eor lmenlo em
casimiras o qoe pode baver de mi I or es'dba tas pno-ji a-s fabricas da Europa.
Fiemo8 *-ailes dlffererc-s f>m n'fcn. Uadapoia'i. peca de 20 varas de ii a 10500.
Dito de 134 a i<5< 0. dito de i 124503. Estes p-ecos taem 14 por ceato de descoolo em
pecas fecoadas e pc*8 ce cbiu I I I
Bros de linbo cjbenore e moitcs ootrea artigos qoe te toroa rDfadoobo mesrionar.
VSo de prefereoeia ao Tj'rador, que .- qaem v^ode Darato sem competidor III
43 Ra Dique de Caxias n. 43
DXXVX.A. coxjTxrsTxara & c.
Vinho para missa, puro'
Em garrafas e ancoretas.
Rua Kstreita do Bosano ( j.mto a greji)
Pocas Mendes I L
SBMBNTB8' NOVAS DB HORTALIZAS
COIPLBTD 011IIB1T0 .
Rua Estreita do Rosario (junto a Igreja)
Pegas Mendes & G-
causa de urna singular e dramtica aven-
tura de que tiuha sido o here durante a
guerra franco-prussiana.
Eis o que se contava a esse respeito :
No raez de Setembro de 187) o padre
Bonfant tinha sabido de Valamont e ser-
via era urna commana prxima de. Pariz.
Ora, urna das suas parochianas que ti-
nta tido um filho ferido em Wissembourg,
e que por si nada podia, pedio-lba que
fosee a Pariz informar-se de s.j.u filho, de
quem nao tinha noticias.
O padre prometteu aquella m&i afHicta
que lhe traria o joven official, maa, ou
porque tivesse tomado mal as suas medi-
das, ou porque a invasao de Pariz se
dsse antes que elle pudesse partir, o
padre achou se encerrado na cid a le si-
tiada.
Tinha entilo cincoenta e dous u cin-
coenta e quatro annos.
Dotado de urna forja physica pouco
commum, appareceu como o typo duquel-
les padres da idade media que combatiam
as fileiras dos cavalleiros.
Urna vez prisioneiro em Pariz, a5 teve
um cuidado : tornar-M til. A guerra
nao lhe causava medo. Solicitou o favor
de ser nomeado capellao de um regiment
em marcha.
A sua nomeagao foi assignada em me-
nos de oito dias e elle tomou posse do seu
cargo com um ardor verdaderamente pa-
tritico.
Logo nos primeiros dias acompaahou o
seu regiment aos postos avancados, ex- I
pondo-ae ao perigo sem bravatas e fazen-
do-se estimado de todos pelo seu sangue
fri e pela coragem calma que manifes-
tou em duaa ou tres circumstancian.
Em urna unica cousa nao tinha roflscti-
do quando pedio o sea emprego ; senta-J
se possuido de um furor guerreiro e pa-
tritico, que nem sempre podia reprimir,
quando ministro da paz e do perdi devia
marchar com o crucifixo na mSo.
Quando os innmeros batalboes iniuii-
gos cahihm sobre os jovens soldados fran-
cezes, que pensavam na patria agonisan-
te, o padre empertigava-se como um ca-
vallo de batalha, e, procurando urna es-
pada, olhava com os olhos fiammejantes
para os C/uissepos dos atiradores.
Logo que um homena do seu regiment
cahia, era para ver-se com que ardor elle
corra para soccorrel o, para levantal o,
para leval-o, anda que o campo de ba-
talha fosse varrido por urna aaraivada de
talen.
A sua bravura e a sua humanidade ha-
viam-lhe conquistada todos os coracSes.
O que principalmente seduzia os comba-
tentes que acorapanhava, em todas as sor-
tidas, era que elle nao levava ao extremo
as cousas da religiao.
Homem antes de ser padre, tratava em
primeiro lugar de salvar a vida doa feri-
dos. E, quando estes estavam fra de
perigo ou em tal estado que toda a espe-
ranza estava perdida, padre offerecia-
lhes com urna simplicidade grandi sa os
soccorros do sea divino ministerio.
Assira todos o adoravara. Elle mesmo
se havia apoderado de urna viva affesaj
pelo seu regiment.
Alguns dos officiaas, sem contar gran-
de numero de soldados, honravam-se com
a sua amizade.
Entre outros havia o joven alferes Al-
berto Oesormes, o fiiho daquella boa mu-
lher que lhe tinha pedido que fosse a Pa-
riz, o qual dejde o primeiro dia havia
adivinhado debaixo daquella batiua um
corasSo de here.
Durante as longas horas de ncelo que
soffreram os defensores de Pariz, todo o
tempo daqtelle ntermiivel cerco, o pa-
Fabrica de relo
Agnas e limonadas gasosas de
tod s as qaalidades
Sed* water, gioger, ale, limSo, laranja,
corsean, abacaxis, granadina, grosellas
franboisas, baanilba, hortelS pimenta ete,
etc.
12A=GAES DO CAPIBARIBE12 A
Dente
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida .
pelos jornaes de maior circuiacao, attae-
tam a eEcacia.
Depsitos
Drogaria de Francisco Mauoel da Sil-
va &c C., rua do Mrquez de O linda
n. 23,
Pharmacia Martins, rua Duque de
axias n. 83.
Pharmacia Oriental, & rua Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferrtira, rua do
3 i o da Victoria n. 14.
Iharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario u. 31.
Cosnheiro
Preoisa-se de um bom co-
sinheiro ou cosinlieira para
cimi de pequea faniila, em
Olinda paga-se boni ordenado
a tratar na rua do Commerci
n. 41.
TNVOiaaMr^ VI3VKHVHJ
OOScJJg wjwaawS pj
s svixvd aa anona vnu
aa
, DHISIIZYHS
OVNDQO
dre e Desofmes trocavam as suas ideas a
respeito de mil assumptoS.
Alberto havia recebido a mais solida
instrurcjlo. O capeilao, apezar de ter
sido cura de aldeia, era um erudito. A
sua mutua sympathia em breve transfor-
mou-se em affeico, e a affeico prompta-
mente se converteu em amizade, filha do
desinteresse e da dedicacao reciproca.
Em Champigny, o bravo capellao este-
ve quasi a esquecer o seu carcter sa-
grado.
No momento em que o seu regiment",
muito empenhado na accao, se via dizi-
niado pela metralha, o padre tendo visto
as suas fileiras um raovimento de receio,
e ouvindo nicamente o patriotismo que
lhe enchia o paito e a cabera, com o cha-
peo na mito correu para o inimigo, enth-
siasmando o regiment que dez minutos
depois retomava urna aldeia, de onde ti-
uha sido desalojado.
Chegou o dia de Burgenval. Tanto
como os outros habitantes de Pariz, o an-
tigo cura de aldeia sofria as angustias do
cerco e os desesperos da derrota.
Partilhava das illusSes geraes e, quan-
do comecou aquelle da em que os Fran-
cizes deviam perder alguns hroes e as
suas ultimas esperanzas, o padre ufana-
ra se de que finalmente a Franca teria
suprema consolacio de urna victoria.
O seu regiment, bem commandado,
foi dos que tomaram as colinas de Moa
tretout.
(Contina.)
\
' N
Typ. do Diario, r. Duque de Caxias, 42.

r^MiB~i
7

OK
^


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