Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18089


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Full Text
Mfjl

f
AIWIVO MaXLX
Domingo 11 de r*o*
DE PERNAMBUGO
PE9PSIBBADB BB MAH0IL Wl&S&M. B WXUL & V.BOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres raezes adiaotados.... 8J000
Por seis raezes adiantados. 15000
I or am auno adiantado '. 301000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DEtURLICACOESNA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residen. em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARESJONDE SE PAGA PORTE
Por seis meses adiantados. 16|50d
Por am anno adiantado 33000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero aviilso de dias anteriores. $20
Telegrammas
::;::::::;::::::" so:::",::
Rio de Janeiro, 9 de Novcmbro, as
7 horas e 50 minutos da noite (recebido
na estago s 12 horas e entregue s ia
horas e 40 minutos da manh]. -
Continuou, hcije, na Cmara dos De-
putados, a discussao da reforma do ser-
vido da migraco. Occupou a sessao o
Sr. Cocino Cintra, que profera notavel
discurso.
Consta que deis deputados da
maioria da deputacao de Pernambuco
insistentemente tem recusado fazer par-
te do i. ministerio do Sr. Dr. Prudente
de Moraes.
Rio de Janeiro, 10 de Novembro,
s 8 horas da noite, (ricebido na estacao
as io horas e entregue s 10 horas e 15
minutos).
Foi imponente a festa d_e._hojeada,4ffc,
^Jrlbuicao das "medalhas orientaes com-
memorativas da guerri do Paraguay.
Por se acharem enfermos nao compa-
recer m o Marechal Floriano Peixoto e
o ministro oriental Sr. Sagastume, fa-
zendo-se porm representar aquelle pelo
general Costallat, e este pele Sr. Gionelle.
que ambos proferiram discursos.
Formou urna diviso composta de cor-
pos do exercito e da guarda nacional ao
mando do general Teixeira Jnior.
A cidade tem aspecto festivo, pois est
deeorada com arcos triumphaes, bandei-
ras, corotose illuminacics variadsimas,
sendo as da praga da Repblica e da esta
cao da Via-Ferrea Central' por luzes el-
ctricas.
Foi enorme a massa de povo q ue assis-
tioa entrega das medalhas, como enor-
me a que transita pelas ras admirar
as illuminaces.
A ordem foi e contina ser com-
pleta .
Foram concedidas honras de gene-
ral de brigada aos Drs. Affonso Penna e
Jos Goncalves da Silva.
PARTE OFFICIAL
t
\

1NSTRUGCAO POPULAR
S7UE3I SA L!JiS!TA5Q
Da Biblioteca do Povo e das
Escolas
AUMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISO E CLASSIFICAtJO, COM-
POSICO DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, REGRAS
HVGIEMICAS.
(Conlinuoeo)
Segundo a opiiau do chinnco franc;z Dumas
un ioiDem bem constituido, comeado, regu-
larnn r lo, eleve consumir as 2i horas l'i
grama as de carboino e xz,o de azote. Para que
it qu. lidade .le alimentos satisfaga aestas con-
di6'- ju^ou senecessario em Franca que cada
soldio de Gavillara lecha a rag > segrate .
Carne fresca lzigranimas
lio de munigao 7^0
Pan alvo para sapa 56
Legua) nosr.s ... 200
8Ubslan:.as que lem respectivamenle :
12J gr ~0 gr. de materias azotadas.
75) gr 6i gr. de materias azotadas e 595 de
nao azotadas
516 gr- 64 gr. de materiis azotadas e 110 de
nao azuladas.
SOO gr 20 gr. ds materias azotadas e loO de
cao azotadas.
(i'i Doecga que consiste em augmentar con-
sideravelinenlea quantidade de urina e emeon-
ter esta asmear.
A rago do nosso soldado deixa ludo a dese-
jar estejespeito, nao obstante os estorgos u -
timimeote feitos. A alimentagao do soldado
portuguez deficiente, incompleta e.impropria.
A racao nSo calculada pela importancia das
substancias alimentares com resp -to i riqueza
de materias azotadas e hydro-carbonadas mas
6 gmenle subordinada immediata e fatalmente
ao abono em dinbeiro desiiaado a cada praca ;
p, cemo os gneros sao cada vez mais elevados
no prego, a rago, longe de melhorar, peora,
Os vegetaes, principalmente os legumes e as
balatas, formam a base da alimentagao do sol-
dado. Nao temos infelizmente ao nosso alcance
dados com que possamo3 dar n'este ponto ao
letor esclarecimentos minuciosos; alias, posto
que os limites d'esle Iivro se nao preslam a
grandes desenvolvimentos, teramos que entrar
em ilgumas importantes raiudezas.
Se a hygiene do soldada j dilDcil de satis-
fazer pelas condigoes especialiBsimas da vida
mili:ar, pela aecum-acao obrigaloria e oevita-
vel a que elle tem que sujeitar-se, parece que
urna boa alimentagao e um exercicio regular e
melhodico de actividade pbysita, das torgas
eorporaes, deveriam tender para attenuar, se
Dio acabar, as ms condiees obrigalorias da
rida de caserna.
Parece-nos que mais valeria ter, em vez da
forca peuco vlida e quagi intil de que dispe-
mol, tima terga ou quarta parte lAlla. mas ro-
busta e que pudsse residir com vaalagcm .a
danza.) da vida de campaoba.
Se considerarmos a ma toha se estudarmos
rago- do nosso marinheiro, adiamos felizmem.
elementos melbores.
A ragio do marirheiro Dortuguez, ullimamen-
te modificada, podo em vergonba comparar-*e
corr as ragOes foraecidas aas marinbas extrao-
geiras.
(Continua).
CoTcnio do Estado de Pernam
buco
Expediente do dia ti de Ou'ubro de 1894
Aclo :
O gvernador do Estado, usando da atlribui-
go que iie contare a Cons ituign do mesmo
(art. 57, %% i0 e I i), decreta:
Picaro adiadas para 20 de Dezembro prxi-
mo as eleigOes de deputados e senadores esta-
duaes que deverfio ter lugar para renovagao da
Cmara e da turma mais moderna do Senado,
bem como para pr:encli -nt > das duas vagas
xislentes nesta ultima casa do Congresso Le-
gislativo. O secretario do goveino faga expe-
dir as communicagOes' neces anas.
Ollicios :
Sr. coronel commandanle in'erino do 2 o dis-
iricto militar. De posse do vosso otficio n.
3677 de boje datado, resta-me agradecer-vos a
iohrituJe com que vo*s diguastes de i.itisfazer o
meu pedido com referencia ao sida 'o do es-
Juadrao de cavallaria d'este Estado, Prancisco
os de Assm, que vendMra praga no IV ba-
lalhao de infantera.
Sr. Dr. inspector da Alfandega.Trans-
milto-vos, para cp devidos rins, a relagao dos
renennentos, correspondentes a este mez, que
let de ser pagos ao pessoal empregado no pre-
ii lio de Fernando de Noronha.
Ao mesmo. -Rogo-vos que informis sobre
o rjquerimento do secretario interino Jo presi-
dio de Pernando de Noronha, J >aquun Machado
Fernn les Limn, de que trata o director do
mesrr.o presidio no ofcio junto, em original, de
6 do corren te sob n. 154.
Sr. Dr. administrador da Recebedoria de
Rendas do Es ado. Atienden lo ao que expu-
ie*tWfSO. odician.-&dc hontein datado, au
torno vos a~Wrrfiiltird*s (hTHAJia-Sri'^nle para
auxiliar os tranalhos da repartigio a vo*so c5r-~
go. -Communicou-se ao inspector do Thesouro
Expediente do Dr. Secretario
Officios : CXUB
Ao Sr. Dr. questor policial.-O g>vernador do
listado manda comniunicar-vos qu i approvou
lio;'' as pr>poslas constantes los vossos olli'os
n. 54 t.5K), de hontem datados.
Ao commandaiite do c rpo policial. Com-
munico-vos qua o lixm. Sr. Dr. gov 'inador do
listado, por despacho de hoje, recotmnendou ao
Dr. questor policial que providenciaste sobre o
assumpto de que tralMtM em oflicio n. 1222, de
hontem datado.
Sr. engenheiro chefe da corumissao de
viago frrea do Estado.-O Exm. Sr. Dr go-
vernalor do listado, manda declarar-vos para
os devidos rins, e em rrapOMa ao oillcij sob n.
'00, de 18 de Sutembro findo, que aporova vos-
so aclo constante do mencionado oflkio o qual
fica desle modo respondido.
A commissao examinadora do exlincto
corpo de polica regional.-De ordem do Exm.
Sr. Dr. goverjiador doJSsla lo informis em que
bcalidade Servio o ex-alleres Bernardo Luchs
de Figueiredo de quem tr ilastes em oflicio n
123 de 18 de Sel-.inlKO ultimo.
Ao Dr. aecrelario da prefeiiura municipal
de Jaboalo.- Envi vos tres exemplares da lei
federal r. 35 de 26 de Janeiro de i89i conforme
olicitasles era cilicio de 9 do correnle mez.
Expediente do dia i3 de Oulubro de 1891
Oulcios :
Ao inspector do Thesouro do Estado. O Exm.
Sr. Dr. gvernador do Estado, manda commu-
r,icar-T08 para os devidos fins que, tendo o Dr.
Sigismundo Antonio ongalves, juiz de direito
da Fazenda Esladoal, por motivo de molestia,
interrompido o exercicio do seu cargo, o bacha-
rcl Diomedes Gongalves da Silva, juiz do i.*
dislricto do municipio d'esia capital era 5 do
correte assumio o exercicio da jurisdicgSo par-,
cial conforme participou em cilicio de 10 do
inesrno mez.
Ao mesmo-O Exm. Sr. Dr. (iovernadoi*
do 8taco comrnunlca vos para os devidos
tins que no 1 de Setembro lindo, o cidadao
Jos Gomes de Sa, as*um> int'-rinamente o
exercicio do cargo de promotor publico do mu-
nicipio de Salgu'eiro, para o qual foi nomaiado,
na mesraa data, p-^lo juiz de direito resptetivo.
Ao Dr. juiz de direito do 2- distncto cri-
minal. OExin.Sr. Dr. Go\ernador do Estado
manda communicar vos para vosso conhecimen-
10 e devidos iins que acha-se recolhido a Casa
de Detengo, vindo do Presidio de Fernando
de Noronha, a bordo vapor Jaboatao o sen-
tenciado Tlieodoro Jos da Silva, de quera tra
lastes em ollicio de 19 de. Agosta ultimo.
Expediente do dia 14 de Oulubro de 1894
Otficio do Dr. Secretario :
Ao tenante-corona! commandante do corpo
policial,-O Exm. Sr. Dr. Gvernador do Es-
lado manda devolver a peligao que annexastes
:1o cilicio n. 1174 de 23 de Setembro findo, as-
signada pelo forriel reformado Francelino An-
lonio Moureira e declarou que podis ordenar
que se do" por certiio, o tirapo da servigo do
peticionario.
Expediente do dia 15 de Oatubro de 1894
Actos :
O gvernador do Estado resolve exonerar o
cidadao Jos Gitirana do cargo de 1- offtcial
da 4," secgo da Secretaria do Governo.Com-
nunicou-se ao Sr Dr. Inspector do Thesouro
O Gvernador do Eslado resolve exonerar
o cidadao Elyseo Maximino da Silva GusmSo
do cargo de 3" ofricial da o- secgao da se. reta-
ra do governo, sendo nomeado para substituil-o
o bacharel Samuel Ramos de Parias. -Commu-
nicou-se ao Dr. Inspector d> Thesouro.
O gvernador do Eslado resolve promo
ver o 2- ofiicial Joao Ignacio Cabral de Vas-
concellos ao-cargo de r offtcial da 4" secgao
da secretaria do governo,
O gvernador do Estado resolve promover
o 3 ofiicial Rodolpho Honorio de Serpa Bran-
Jao ao cargo de 2- ofiicial da 2" secgao da se-
cretaria do governo.
O gvernador do Eslado resolve noraear
Ernesto Jos de Menezes para exercer o cargo
de 3 ofiicial da secgao do archivo da secreta-
ria do governo.
O gvernador do Estado alien iendendo
ao que requereu o bacharel Lourengo Bezerra
Visira de Mello, juiz de dir ito do municipio
de Itarab, resolve conceder-lhe tres raezes de
licenga com os vencimentos a que tiver direito
na forma da le, para tratar de sua saude, de-
vendo entrar no goso da referida licenga den-
tro do praso de 15 dias.Coramunicou-se ao
Sr. Dr. Inspector do Thesouro do Estado.
Oficios :
Ao Sr. Dr. inspector da AlfandegaPego
que informis sobre o assumpto de que trata o
director do Presidio de Fernando de Noronha
no oficio aqui junto, n. 145, de 30 de Setem-
bro ultimo.
Ao mesmo.Coramunico-vos que tendo
chamado capital, a serviga, o director do Pre-
sidio de Pernando de Noronh?, Joaquina de G.
Coelho, assumiu, em 6 do corrente, o exercicio
interino d'esse cargo o respectivo secretario ba-
charel Joaquina de Gusmao Coelho Filho, que se
achava interinamente exercen io as funcfei de
ajudante
rj ao mesmoRogo vos que informis sobre
o pagara oto da importancia de 6104610, des-
pendida com a alimentagao e tratamento dos sen-
tenciados vindos do" Presidio de Pernando de
Noronha, durante o mez de Setembro findo,
conforme a relagaojunta ao oficio do Dr. ques-
tor policial, n. 511 da 11 do correlo.
Expediente do Dr. se.relario
Oficios :
Ao Dr juiz de direito do 2.- districto
criminal.O Exm. Sr gvernador do Estado
manda declarar-vos, em reapo^ta ao vosso ofi-
cio de 28 de Agosto ul iir, que houve equivoco
por parte do director do presidio de Feru indo
de Noronha, quando declarou que o sentencia
do Serapbim Prancisqo da Silva havia sido per-
doado por Decreto do governo d'este Estado
Ao Sr. Dr. inspector do Thesouro do Es-
lado-OEzra Sr gvernador do Estado man-
da comraunicar-vos, que em (3 do c Trente, o
Dr. Segismundo Antonio Goncalves, juiz de di-
reito dos Feitos da Pazen la, reassumio o exer-
cicio d9 eu cargo, visto ter cesssado o.seu ira-
pediraanto de molestia, conforme pirlicipou
em olBclou da mesma data
Ao Sr engmheiro chefe do districto te-
legraphico do RecifeDe orderado Exm. Sr.
Dr. gvernador do Estado, venho rogir qua
vos dignis enviar, com a possivel brevdade
esta secretaria urna relagao das eslages tele-
graphicasja funecionando n'este Estado, e das
que se achara, em va de coostruegao.
EXTERIOR
EUROPA.
rorlugal
As rfl-ies e. te.-is irabalbos Propotta
de o I i il- indeinni-la i Solugao do ia-
ciJ.-inte Sslxeron loterpeliagao ao go-
ver o soore pitaagao de Loorengo
Marqaes, -ui resposta e o aoe te m>a
resi.eito Interna e exteraamentePro
videaclas ji tomadas pelo go;emo-
Bjat.s jo erige mioiile tal nao confir-
ma governoTempo
N_--._E*IHaoiolcgj^ao jad.cial do eooveo'o
' Jj tufiponia R>ai com os reip.c ivo
creors^^-SJB'gfadoi brasilei os -0-
ollicuaa roagoir-TJ-Sociedade oeGo
graattla de,. UJabi ^~A-fl*lesrl) ug
passasiento do re D. Lolt.
Al corles profe^oan em rea) irabalbos, qne
por o'a oao aiu-.euj a tura real de io eresaej
tamben re es do pi.
E n priacpio a polillcageo e Dos q-jeira q i
oa seqaeocla so releve a iaspirag&o do be
geial.
Na cmara dos paies cesssa o tiroteio not-iJ
do j celebnaad em regr, a respeito do qual o'
S-. H;o".ze lindo declara lo qoe He aliona ao
ir. Augusto de Citilbo, que platicara urna falta,
am delicio, que empaaaoa o b-ilDo das iraJic is
Oerdadac, foi observado pelo T^mpo. que com
en* ho aqaeile ofB ial comaifctleu a j grave de
teto qual o de aesebeie:e- orna ordem clin e
precjsa do s.'u goverua, expel la pelo lel;gra
pbo renes termos:
< No ca;o coot-ano nao devenos recosarmo
oos a entregir refagi dn ao governo hratileiro
para serena jaleados oos tribonae) reipec.ivoa,
como de direito.
O Sr. Casiilbo, accreseeata o mesmo jornal,
eiBpaoa^od o D.ilQo d-s ir->d g5es n-?rd*4a<<
desooedecea i oriem do' S-. Hi iize ioamidc
se a eolregar rcfaeiidos ao -goveroo braiiieiro
oa a seren jaig-ida ih< ribona-s respec vor,
cjdo de di-e lo ; e o Sr. Hiaiae. con esas, cr
i m, lea lastre e briiho as traligO -a berdadas*,
o grande bumem 'da situsgao. o preaideole
do caoaelbo de mhustroa, esialls a ioi
portagoei, oo diz?r do Sr. Mari-jns F-rro 1
N -8 a casa do pa-lamen'.o, o d gno pa* Gim i
a L me. pe lio, em (om eoergiso, qse se aprei-
se a con-tituigao detialiua ai cmara, porqu-
;rm peisa. et no ultiooo qoartel da vita e re
ceu nSo ter lempo de saber jor ju qae o g >-
verno do fea paiz es:revoux>a ponse iafen-
ci8elna o'om doaxeao imoo-taul ; e o Sr.
Maga! Pacheco aeclaron-se por sea opposigS ao governo, a:cr-3jen'.ao'jo qa^ rejei
'ara tolos os pareceres relativos h eleigoea de
pa es, pola os parea fora-c eleitos coatra a le do
Estado, por nao se ter fei-o a convocagio da ca
mar oo pao que a coauiloigao marca como
llur.e, depois da dhso'ogio i-as camaas e por
m metteoda ridicalo o (acto ds ter o governo
'ciado a porta inleira do parlamento para poie-
a' nr a meta porta dos commersiaotes O mesmo Sr. termlnuo por estas palavraa :
Ol pares eleltos nao o foraa em regra
e sel-o-biam em regra, se a cmara se
'ivesse reunido at 3 mezas depola de iso-
lugio.
Se a coDititoigao tlvesse sido ob?er?a 'a com
regra>, elle, orador, devia, sem faltar a r'grg,
pprovar os pare eres ; e assim. em regra,
tem lie rejeltal-os >
O Ir. Cmara Leme ainda renovou o sea pro-
jjcto de incompatibilidades parlameotares, que
oa imarensa qaaltflcado da mais completa io-
no:eaca ; p rquinto, psl o fac'o de nao estar,;,
i vista dos tantos po itleo* loteressadoi e ani
cbados em companbin, na) deuarum ellas de
es ar e COQdlda.
Em lodo o c30 vale aiia do digno par
c>mo srop-sito de moralidade poltica e por
i i o diz o Jornal do Commerclo, (ez ella jas
para a ais ama ves readerseos loarores doce
c .t'irrice do 83o aoto-.
Ni m-sma casa, am corta oragia, o Sr. B>r-
j)oa Jecla oo-3e ded.gado do partido regenera-
dor, censoroo o em regra*, como pbrage infe-
liz, e obseroa cora esolrito, refernio se mo-
c'io do Sr. Allomo de farpa, que nao Ihe pare-
ca qce, (6 p r se olbar para o governo, qaai-
qn r digno par podease dar-ss ro- salisfeito.
Como disiemos, cesin o ;m reera na c-
mara dos aires, mas val reprodoztr se i sorti
da oa of, oepo.auoi, onde sera sosteotada com
vieor nio menos menso, cl.ro, e cloda por-
qo preciso aprovsitar a oocjsio, disto nao
-aro vem o soccessr.
A ph'ase roaUinsda fci escripia no disenrso
da coroa, e, orno sab se, a cmara tendo de
nsco-der ao mesmo, ser elaborada a respoita
por commissao especial, qae necsssarlameo'.e
ha de relerir-se as expressas do proprio dis-
co so, sendo po-tanto occaiiSo opportona para
o debate a di diseoaaao dessa resposta.
E' na re'posia dada pelo parlamento jo dis-
curso da cori qae o mesan parlamento fa de
afirmar o sea modo de pensar e sentir acerca
da cirno'agao di armada, teolo sido consegoio-
temeote a ai-cnito j> bavida, assumpto sojn-
to ao exame spreciagao da commissaa comp -
ente, ama verdadeira superfetagao, ama auar-
bis lotrodaslda aos debates com atropello do
regiment, raja observancia a garanta da o>
dem e do metnoio "as discassO i.
Qjalqoer affi-magao da cmara boje, iote-ro-
ea o Uoiverial, nao ser intempestiva e ioor--
po* una, visto qae pode coosiltolr am uoiodao
'mperalvo para a oommtssao, qne deve ser 11-
vre no ex ime dos asaamptos sajinos ao seo
parecer ?
Na camira doi depatados, sendo elelto seu
'-eslleote o Rdoj. -ir. Santos Viegai ap'e-
seniada ao re a iiita quintupla comoosta delie
e dos S-8. Perelra Letta, Costa Santos, Figae
redo Ifascarenbis e Visconde do E-veail da
Bei-a, fci lido posteriormente em sessao o de-
creto ro^l confirmando por oomeagao aquella
el Picio.
O presidente nomeado, sgradecendo a io
eleigao, con :iue par propor am voto de sean-
meoto pelo failecimeoto do Sr. Oliveira Minias,
a qne se asiocisram os Srs. Francisco Bel rao,
Alberto Pimentel, mhittro doi aitraogetros,
Joaa Arrov/j e Otiv-jira M laieiro, bem como n frsn :eia a navegar na a beta da is^lesa. ao ti
I Srs. Gomes da S.lva e Eluardo Abra, qa ad-
dislonaraij Igaai preito A memoria do mallogra-
[do Sadl Carnot, ao qae o S- miuisfo dos ueg-
'"cos eitri"geiroa adherio tamoem, compreliec-
1 d 'Gdo por lien o Sr. Prealdeate oo vot > da sea
tomento, qae deve ?er cammaaicado s reipoli-
vai Vlova, a memoria de uliveira Martins. de
Sadi Carnot e dj Sr. oude de Pa-.p, voto qa
foi apnrovido.
AposdSr. Farrira de Alneida nota pirece--
Ire. que esta sessao tao brilhaotemenle deit na-
da a comfiemo'4gao de mo'ioi lllostres, ftir.a
aioda mata assi apul-U' aos vivo* qae o sasnQoam pila patria,
coosideatle neite cavo oao so a expeJigi. > que
hipou.j regressou di Gan, e qo era com-
posu de fj-gas da armada real, como a que,'
a:aba de panlr para Af- :a Ontotal, e com-
posta oorJcgis do exercito de lerrs.
O boarno depatado ob:-e veo, qae sem mirar;
refereocJ-s ao t-ecbo do diica-io di coi
sobre o qual j)
mar alia e na d>s d-pira 'o se 4 opportana-
mente preclido, tem por ti en, na proposta qie
apresen'.!, manif star qje a cmara dos depu-
ta loa tem a peno preaar i devidi coosideragao
s forgai de tem e mar, com relacio aos os
oa-a que esido ortraoisadas e son relagao ao que
baa esperar uVllas, qua .lo roa dedicaci) pela
patria, a oa lilnairacio e Si sais tradiges.
a proposta era concebida oestes termos :
A caraira dos senao es depotidos di naglo
po'toguesi afirma a coniderag&o pelas furgaa
de mir e iera a sai, coofijaga como prime.roa
elementos de defeza da ioiegridade ntcional,
o i e qae.* aoe ma sej i ufieodida oa etatuda
/os BenU Ferretra de Almeaa, depatado p<*lo
circulo n. 92.
O geaerai Pimeaiel Pinto, ministro da gpsrra,
declarou em noma do governo, qae este te asso-
t iava de todo o coragio a p-oposti; e era >
ministro da guerra, na i polla deixar de Bcir
alta r.eate agredecldo pela apreseotago da ama
proeosis em que, ,-om toda a joalg, se afirma
coobi tengao pelas forgas de mar e trra.
S. Ex aecresceota ainda
cinto ao exagero propoaitalmeote ioteresselro
das noticia, taadj o Joorual des Daa s lan
gado ba ou :o estas palavas :
As mas ootlcias qua chogim ele Loa e-g)
Msrqaes nao si) de molde a delxarem iadiffe-
rente o mss > governo.
As .'gis por'.oguezis parecem ser iofelizmen-
te deticieute* para pd.-em termo i revolta dos
cafras; oabens e a segaran a dos nossos nacii-
navg j se acoam amelgados.
Monas casas de Marselbi teem importantes
Miaas na baha de Lta-vngo Marques, e mal-
los rsocezss fizera a ctovegir para all os seos
eiforgos e capitaai.
A sai sl-oagao merece toda a soi citade do go
verno.
ffma proprielade fraaczi sitala em Mabot-
ts, no interlo do paiz, fot destrama, e o geren-
te eiteve prasus a ser asssssioado.
Os Ingleies tet m mleresies aalejos n& babia
de Loareogo Marques, poito que, meos cooei
se irora*am ex(.licag63s oa ca-l deraveis que os oosso, a qae nao Impedio o
governo brltanni^o de enviar inmediataneote
am navio para aqaelle poato e eupjrar im des-
embarqoe e fo'gas.
E' am exempio qae deve ser imitada a qae
aebor tena sido qae fe sernos eos os primeiros
a da|.0. n-
Aseeve*am-no' qae i s casas ma'selbesas co*
jos a'.rraisaa e.U) em -:.) dem lastrara a ao
Sr. ministro doi ngi io? extraogeiros o perigo
qo corriam e pedirain Ibe proteegao.
Todo fas '*.rer qae o&i hi tempo a peder ra*a
se dar tatufago a e.-ie pedido.
Estas ootlciai, no peoaar do Jo:nal do Com-
mercio. sao grave, e multo mais pelo espirito
iae as anima do que pela p'op'ia isseo;ia dos
fictos a qae aellas se allade, deven 1o por ino
mesmo o goveros portagaei acnlilar se a o&>
coartar no optimismo dos seas agentes offijiaes
em A'-ica.
E' mcloo* preveair qae rameliar...
Anda o Peiii Joaroal reeeoeo de Loareogo
Mirqoes. de origem inglesa, o-despacoo se-
gn h :
Diseotg se aqal a qaestio de saber se as
Em comelQo da mioistros le-am-se das
proaosiis de le, qae o Sr. ministro da ma-
ana vat aprsenla- ao parlameno: coloni-
sago e reeru ameato ne alterna'; eapresiiao
de 12 OW cootoa destnalo a acqaisicaj a repa-
ros em navios.
Segoadoo plano daita proposta o couragala
Titeo ia Gama pissari por graile modiBca.
gao.
Pelas propo'Ui de razeoda a reielta geral
oa-a 1833 ap-es nta am lagmnto de m 1 cea-
tos.
Pensa limbem o Sr. ministro di msrinha
em esuoeleoer na Margaeira idfijioas e urna
doka. do que. realmente, multo se craea sen-
do para desdar qae o mesmo ministro olbe
com to 8 oloos para a marijba da coerra
cojo etaalaj urge por caidadjs imejiatos e
grande reforma.
O emprealimo referido di vi i do em series
asnaaes de 2.090 conloa ; e para os jaros e
imortisifo, ba especl couBignacAo' em parte
receitas das alfandega. ae Ljaods, Sao

das
Tooai Mocambiqae, cajos dlreitos fleam ad-
judicados s esse servico.
n ~,,Na a(lroadi de 17 am forte temporal
llanelioa diversos pon os do remo
Ka Lisboa a road-ogada foi esplendida de
relmpagos e da truvOes ; comegaodo a tempe -
tade aosul, foi erregando sohre a ci lai a
agoa
_. _,--------_._..._. .,... utscoie se aqai a qoesiao ae saoer le aa
^6 maaea'loa o camlobo ao exercito. ce-to -, ,.iI(ibc arma
qae ella Dio Te eocontra desamcompanbada n'a-
qaelias paragens, porque, tratando se de maoter
a ioiej(ridaJe da patria, tolos coaf-tter .ira'ii.
O ministro do reino apreaeotoj a p-oposta
do bil, qae consta de duas partes: ladem'ida-
de para os a coi propriameote do governo, e
o!, muida le para respans.b lidades anteriores
arada nao sancciooaiai peas camina.
A e polsao do ar. Salmeoo tem sido tbema
de viuient ii debatt-s oa cmara, e a imprenia se
tem o Topado loogamente a'afse facto e emregra
o-governo o alvo de snas apreciagoes, ja se
saoe ferinas.
Mas, iflaal, foi ease acto apirova io pela c-
mara por graoae maioria.
O goveroo foi toterpellado, a proposito da
siioagao actual de Liureog) Marques, respon-
deaao o presideoie do conselno qae em tempo
explicar os su:cts-os, confiando qae 18 cotes
es-irao convencidas de qae o goveroo compre o
seu dever.
A ra'.erpeil gio encerroe se sem maior inci-
deutii
Ro ent'tanto, sabe-se que o gr. Hn'se decla-
rou que as noticias eoure o suto e luc as n' ia cidade teem sido mono exageradas ; e qae
o aaxilioj, escudos de Lsdi, sao afflct-aie*
paraeomoaier os cafre', Beodo oe o gverna-
dor de Aogjla Hze~a si goir 400 bomena para
ref rcar a goarniao de Loareogo Marques.
'J Jjuaoiaie con e tas iflir'Uagdes, passaram
de L'.iboa pira o aatin* esta noticia:
js aoiicias de Doreng) Mirqaes contioaam
a ser tranqailisadoras
oa realidlr vzm.
A natareaa do paizrt^^ps tran;portes qani
impo38ivBi3 daraote a esta{~-da8 chaval e as
tropas di metrpoli, qae se nao itebam accli-
oadas, lofferau muito con aa febrei. .
Pe isa-ae qae para entrar em cuop.nha ioa'
mel>atimeGt< e fazer face s diffi;,,ldad'-B. eram
prec sas tropas hioiiua las ao servido colonial.
Sem embargo de todo isio. por relegramma
de ollima data expedido de Lojodi,- b '-se qae
nenb ma novidade na em Liureogo Marques.
- A goarnigao acba-se mais animada, A eapera
de socorros, visto qae os cifres Decuam em qae
a praga si rendera pehome; e a cmara do
commercio pedio ao govaroo qae aceitaass o
auxilio da Repblica do Tran: w .11 para com Da-
ter o fitio qoo fas m os cafreg.
A f"ibi offi ioia A T.r le ooticioa lambem :
Hontem aa mformaeOes do gvernador tra-
ziam a narrativa de novos (actos.
A agnago contioi eolre o. negros. Eites
nao a-acaram a cidade nem parece iirovava qoe
a sqaem oo, pelo menos, qae o facam :om
exl'.o, pois uispoons all de lo-gat sufficieutes
para a defeza e segaraoga de Lourengo Marques
e doa seos OLOHaateB, ten lo, aim das (oigas de
trra.a gaaroigo da corveta llunba da Por-
lOgat.i
Mas, sem se abalangar a atacar a cidade. o
gento- te.u feto diversas correras nos arredo-
re?, atacaodoemaianlo algoos lodividacs, oran-
eos e oeg'08, e roobaodo gados.
O governo est possaido do manifest deiejo
de colloca- Loareogo M>rqoea em coodig6es de
Ai disoosigOas deflaitiva3 da praga permitiera 'resistiraos ataqoei dos indgena? e deaisegorar
perfeitameui, ua opioiao de militares com .e-
teatea, rep llir tolos os ataques do* mdigeaas,
emqoaato nao cnegam os r .forgj-i pro ntuilos.
D? reato o goverualor de Angola vai enviar
400 borneas de reforgo a Loareogo Mirqa-s, qae
precaderam as tropas qu i parliram de Lisooa.
As ntelas pessimi tas divalgadas pelos j)'-
n;.es iaglezss. relativameme situagaj da ora-
ja, fai:n parle de ama ciaipinna obilmente
.-ou mua e qae tenae a provar qoe Portugal
mallo frico para ccoservar essi colonia, tao ca
hgada pelos inglazes.
Do Cabo pore), disseram para o Times o
segara'., sooe a sitoagio daqaella cilade,
as noUciae de Loareogo Mirqaes do a ci-
da e em estado de sil o.
Todas as roas est) barrica tas do la Jo da tr-
ra, e aa barricadas sao defendidas por pegas de
ariiioena, se-vidas por 170 soldados de infante-
ra da mattnba de guerra
Qj.lrosentos sold.dis guardara a li h da
Beira ate i Pona Roben.
Sa oa indgenas atacaren a cilade, esta nao
Iras resistir.
As aaur.da les (azen qnan'.o devem mas OS
me.os de defeza sao inscffi nenies. *
E ti noti:ia coutirmou se, qjauto i resologai
loa cafres de auear a ciiaae por vanos pontos
ao mesmo lempo e a iodaffi^ieociar da gaaruigo
pa a resistir a oo la en irme de indgenas, sendo
no entretanto f -iti a defeza v lente nen-.e po-
toda a popolaao e por mais de 100 barricadas
levaotadas; e segu ianent; eoobe que com ef-
leito tee lu. reo os cafres repellidos i'ep.ii da la: a eucir-
nigida com perdas corsideravei de soa parte,
teolo a gttiriigio li morios.
Esta victoria, porm, oSj desiva da peo-
deacia, e os larozes indgenas anda manten o
.1110.
Dii-s, por uso, qoe o gvernador pedio tux
lio aoTraDiWili, oma Vriqoe.demo-am seos re
fugo espralos ida metropole e coolioaa moi'o
ritica a suuigie, secdo s.ae o governo daqaeila
Rrpabllca acceleudo ao pedido, la fes marchar
ama divislo do sea exercito para Loare go Mar
quei, cuja gvernador aeltando esses soocorros
r. geioo os qae Ibe (oran offerecidoa pelas aa
loades do Csb oade esu recusao nao dvia
ser agradavel, as-im cjrao a opimao poolica,
segando am telegrama da Agencia Rea er, se
mostroa indi nada pelo procedimento do Traos
wii, qoe considera ama v.oligao di suzsrania
britanni:. loore aquello paiz.
Neste entretanto o Mornog Post pub'icoo
am artigo que rao.-tra com que prazer o gabine-
te de lorl Roebery eocara a eventaslidida da
evacuado, pelos portogaezes, da cosa or nal
daAfrlo.
Portugal, diz-se oesse artigo, d fficilmente
mantera a ordem U9'sas regiOes; que elle ceda.
poi?, Mogambiqo a AHetnaoba e a raargem do
sol de Z mbeze & Inglaterra-
Ante esta sem ceremoata o qns diter do se-
grate trecbo do Etonomista. discorre ido ta-
bre om artigo do Times relativo sitaagao em
Loareogo Mi'qaes.e reierinlo-se aos provaveis
manejos de Cell Rboles ?
AdiiUmosaiQa, quedepols desia artigo
e das sensatas resxOes qu< eHe eucerra baja
quem cooiiaoe a ver a aegao de Gectl Rbodes o
agitagSo.dosiQigecas vistobos de Loareogo
Marques.
O qo; nos parece, porm, manlresto e qu na
sua ruim obra nao sera aompaubado nem de
fenlldo pelo governo ioglez, que to claramen
te affi-raa as suas synpatblas por Portugal, e a
solldanedade dos interesses ingleses e pono
guezes ni maaueogao da paz no sal da frica.
Qae se realise o ooUmismo extenuado.
Como qoer qae sej, oradeate estar de so-
breaviBo, mesmo porque ja corneja a lmpreusa
denlo da cidade s paz e a ordem ontra qaaes-
quer maaejos e proposito de dlslarbios e tamal*
tos
E assim. comqusnooao tenha receoldo oltl-
mamente noticias ni juietado-as acerca daquella
posseaiao. eoieaeu avinadamente o goerno
dever maadar para all ama (irg-i aueslrada,
afim de previolrqiaiqaer veataaiuale.
D?uae ortera para partir o i-gnodo balalh&o
do regiment de cagadores n. 2.
S-ta furga assim composta : 1 majar (o Sr.
los R beiro Juoior) 1 ajotante, 1 cirargiao
ajudante, 1 cape lo, 4 capitaei, i tsneates, 4
altere?, 1 suoal'.en o commin lante doi sapada-
es, ( sar en io aja Unte, 1 ciatni-meslre de
coraeteiros, 8 coraeteiro-, 1 correeiro, 1 espra-
g-trdeiro, 1 coroobei-o, 4 primei os sargentos,
12 seundos sargeotoi para as comijiaobias e 1
enrarregado las oagagens, 33 primeiros cahos
*2 para ai compinaus e 1 pira o poloto de "a-
paoores) 410 sodados (10 para sapalo-ds e 40 >
jarais concann:as.
Ctoa praga vai manlciala com 6C0 carlaxos,
alm das competeaies resereas; material de
ambulancia, carros de manigOes para o batalOao
etc.
O Sr. ministro da guerra lambem mandn
prevenir para Penafiei, aflm de segcir para Loa-
renco Marques ama batera de aatilnarii <
modtanba. Sa porm, o vapo:, em qua 5o as
torgas nao liver, a-commodagOas precisas ir
apenas um eecgao (i pegas), comminoadas por
au eabaliernr', inao as oo .cas de fogo moni
ciadas com lauernas e granadas de balas. Tam-
oem vai urna forg- de engeoaina para as obras
de fortitt.'aca) oem comj o capiliio da al ni-
nisl.^gao mili ar G-uz Sobral, qae acba-se nos
Agor .
As condigO is, vaocimentos e vaiitagens. em
qoe val ata forga sao as decretadas para fa ex-
pod go da Reir em 16 de Desemb-o de 1891.
A forga parte provavelmente na prxima se-
guada-ttira 15 do correte oo vapor Gazeneo.
da Empresa N.CioQal, injos direo.ores estive-
rara no ministerio da marioba combinando com
o ti*. Neves Fer eir a forma do contracto.
No dia 20 de unclaram as f jllias da opoo-
sigo, que de vespera bavia corrilo com insis-
tencia oovos boams da crise miais;nni.
Seu.doas verses, assignalavaoi ornas qoe
era coras reolvida a dem s.o do Sr. mioistro
da marinha, mas qoe lendo o Sr. presidente do
couselao-fallado o sra a S. M., est: Ibeecl.rara
que, na sliaagSo aciual, nio poda idmimr ama
cilse parcial, e qae esta reposta (Jesnorteara
S. Exc., qae no cogilavajde deixar olpoder.
Diziam oa ras, que i peosava ama recom-
poiiitao, em qae si ria sacrificado o Sr. presi-
deote do constlb), qae passava a presideniia
ao Sr. ccnselbeiro Barjona de Freitas, entrando
para a pasla da marinba o Sr- cootelnsiro Mj-
rianoo de Carvilbo.
Duia se anda qae o governo, miando com
senas difliculdades, emendo a dis:;us;ao parla-
mentar, nio tendo oennuas trabalbis feitos para
attender i qaestao fiaanceirs, se aproveilarla do
primeiro ensejo para saticltar da ci'Oa um novo
adiamanto da cmaras.
Esa nova utmrid.de do gov.roo, qae assim
parecera na copprebealer i gra?idade da si"
taagao, U\ tanoem muito comm-raiada, dividi-
do le aa opioies sobre se a coroa anoairia ou
nao ao pedido, sendo, porem, maior o noraer
dos que nao acreditavam na pos.iibuidade t
semelbante sologao.
Dados estes beatos, p-ocuramos averiguar o
que de verdade podesse haver ce le*. Nao te
oos cooli miram, nem parece que o Sr. coose-
Iheiro Neves Ferrei.-a pease em ta porqianlo
continua S. Exc. aoscupar-3e tbsarveniemen-
te das propostas qas tenloaa spiessotar ao par
lime-to.
rregaodo sobre a cilade. e
a eila eatava sooranceira ia quai-o horas da
maona, seado a chava condigna demai relm-
pagos e degses Irov/Jes: eram rios da
pecipiudos de cima.
o 8Be desasir00"* '" iaDaada5ao a0 -"
Do* deaastrt.j 0 cirridos no Tejo, bjaveo
da birca f a-iceaa Soroca, que apanbou um
rombo no rostido, e cuja carg- qQe era de as
socar, nada soff en.
Houve uniros desastres anda m ptqacnas
embarcages. '
O trosador e os docs navios roiso', ana, aa-
les tensas sabido voltaram arr bdo-.
Bo Cas es, de madrogada o mar comtcoua
asur maito agitado v
Varios aa.-coa. qae no da anterior nao tinbam
encubado, estlveran em perigo ourmmeate na
baha, virando am barco da armagao de S.
Ijs, e indo ao fondo a cbalapioua.
Das 3 Si 7 oras coovea copiosamente, OU-
vi ido-se algaas t-orOes.
Em Siqtatem, o temgoraj derrubou a iaua-
don maltas barracas da MnmTm3*erti+~
laodo enormes prejaiso.
Maooel Aoirais Aigarvio foi encontrado cer-
cado ae agaa, pois qoe. cahindo Ibe a barra-
ca, assastoa-ae de tal modo qo Ibe dea om
aiaque; falleba poa o depois de ser coaduz
do ao loa/ritai. em re-uitado de um auearisma.
Em d: frentes povoagdea do cooeelbo tm-
bom o tem, oral derrabou maito arvoredo, cau-
sando grandes \.e-das.
O jais pre-ida.ite do Tribunal do Com-
mercio prooaocioa a seotenga homologando o
convenio feto com os credores da Gompaabta
Real, coj > pasaivo na mesma seateoca calcu-
lado em 91.032.
As adOttOes aoresentadm ao tribooal 'oram
no valor ':e 6S 164 coutus, islo ma.to mais
de doaa lergo-.
Os revi'ltoso8 brizileiros qaa achavim-ze
em Per-i :l:e, em somero de 41 e ent e atea 5
aspirantes. 1 guaras manabas e 2 oB:iaes ,c-
fenores, ebegaraas a Lisooa, rtsiiloidis liber-
dade de ordem do gov. rno.
A cada om delles. pa.-soa-sa docaxento, ss?i-
gaado pelo corxmandio e da i raga de Penicbe,
no qoal p-i luitn io t.-aospori. e a se para qual-
quer n^go, excepto para oa Estados U idos do
Brasil
Esses emigrados segrjiro para Madril, d'on-
de cootioaario com cesioo a Genova.
Os officiaes dos \asos rosaos que auro-
rara no Tejo visitaram a Soc edaae de Geo
grabia, a tojas colleigOs pYestaram a bomeaa-
gem da mala interesa .da e decorada atleogio.
o oa 19, loftaoso aaniversario do paisa-
mfaLto do Sr. D. Loa f, celebraram-ae em s-
boa e as povincias suCTragios pela sima do
mesmo mooarcni.
Eases soffr&gios tiveram, mesmo (on osen
carcter cfficrial, o cuoho d-* u aa espontaoeidade
da saodoso aff-.::o ma ,'iiesto em ama assisten-
ca copioaa em masa do qae cosiune cessas
ceremonias prescriptas pea pragmtica rousli-
tocio o al.
A norte do Sr. D. Laiz pesa ainda como um
laclo aa sima do pais.e oa memoria de: te ainda
esa viva a phy -ionomia do b< m re.
As 11 n ras ebegaram a S SS. MM., e poaco
depois S. M. a -araba D. Mana Pa e sua alteza
e o S.*. iafante D. Aff oso; ea esse temp> acta-
vam-ee na egreja : o miuisi.rio, as casas mili a-
res e civls de loas mages'.ades e alteza, as da-
mas de honor das duas raioba, Cmara Munici-
pal de Lisboa, depotagoes de ambas as casas de
pnlameuto, too o seos presidentes, corpo di-
ploma.ico, ujiuis roe de catado honorario,, ilfi-
cues superiores de trra e mar, gvernador ci-
vil, altos lunci-iooa ios, d goi anos, muiares,
ect.
Todoa estes personageoa corno os Sn. arce-
bispo de y Heue e bispos de Coimbra e Beja e
cabido. a.oarJavam do adro a familia real, for-
man do-se o co tejo qne a acompaohoo a cspella
de Noaia Senoo-a da Luz pa-a 'azer abi. como
de uso, as suas oragoes, e depois a capella-
GQr, onde cada qoal tomoo os respectivos la>
gare^.
Gomegaram em seguida os of :ios religiosos,
que foram celebrados pelo Sr. cooego are dugo
Saccalo i, no impedimento do Sr. cardeal pa-
t-ia-cha qje nao pie aesistir no sen solio a Bs>
nboma ce-emonia por nao baver o pesseal qae o
rlie maadi.
Execuloa-se a mls3a de. rrqnlem e libera-
ore, do mae-t-o Eslava; e por cerca de urna
da tarde termnoa a ceremonia, bavendo as des-
cargas do eslyo pela forga era cootioeicia.
Sua mageetade.a r ioha Sra. D. Mam Pia e
soa alttsa O Sr. lofanie D. Affonso visitaran),
antes da ir para a S, o >amato da sea augusto
esposo e pae.
A pkdosa ra aba viuva jaatou as uts oragOsg
s da egreja, pois mandn celeb-ar misaaa por
tima do seu, inolvave defuneto.
MEDICIN
XX.
O charlatanismo na medicina
(Ycrsao do Petit Journal, de Paris)
A sociedade medica de Cbarleroi acaba de
por em concurso, por proposta do Dr- Mireau
a seguale quesillo : t
Fazer o estudo dos inconvenientes de aa-
nuncios de mdicos nos jornaos. polticos, sob
o duplo ponto de vista do interease dos doeu-
tes e da correccao pcofissional.
O concurso nacional e os trabalhos devera,
ser escripts era francez. Uro premio de cera
francos ser dado ao aulhor da memoria coroa-
da. O concurso encerra-se em Novembro do
corrente anno.
Cem francos, aqaji entre na, nao resolver
urna quesillo tao delicada e a sociededade me-
dica de Cbarleroi lera conseguido muito se ihe
Irouxerem urna, resposta que satisfaga ao mes-
mo tempo os mdicos, os philosophos e o publi-
co Mas desde ja ella pode estar certa de que
Ihe escreferao consideragOes geraes e bellas
phrases ; urna solugao aitida o precisa, sio e
que nunca Iba darao.
i
MUTIUDB I

-
t
--
.


Plari* de JPernambueo Domingo 11 de \ovomo de 1804
encontris Os demais elementos concurrentes
S! :^"BffiR*rr5a ss* *?*?rTto gOTa!-d? rvim^to
.-'*.mereatiii.fcraBa.antraaato equtp-
mtMusnaisou: menos aestsauV'simi-
taresMiaOotubro de'1893-; da-sarte
que nsde^saadizarqu obalanco ge-
ral do mez .foi,; relativamente, bom.
. : Eis os dados ettatMlicos.
t- era'chafe "WB
do
ST(^P^"ae7*. PariV.rUma farde, f
II



II
r i

f"
K

II
m c rulo elte lllaw-nfii dd seu comepjiciD^
Puriz e contjU-n esla aoedocta :
Tinha TOOchitdoM>uuso weiico-*eiri
viniera habitan uro quirto andatr5nilicer-
taiuenie a clidWtlt t*) o io prarorar Ura.i
pessoa que por lleta ntoneaMti'lhe-vhva
dad" umarecomniend-atiao pnra-fiogenio Sente,
en:ao no apogeo de sua grande nomeada.
Sen be recebeu muito bem o seu recoraraenia
do e indagou.por sua vida, suas ambices e es-
peranzas. O moco quasi nao cootava com esta,
pnteccao, quanda um tlia v cora adratracao c
celebre escriptor subir ote o seaquatt j andfcrf e
pedir-lhe um conselho sobre patpitages do eo-
ra^ao,de que diwa soffrer. Na occasiao di ret
rar-W tirou do bolso dous- luizes, fcollocoH-os
eni um cantoda cliamin a desceu depois de te
agradecido. Tres ou quatro vezes por mea, Scri
be deu-s'eaotrabrilho de algaras eseadaa desi
medico sem Memela, iflm de Ihe pg*r urna
coasulta da qual n3o tinha a menor precisiio.
Era urna maneira muito delicada de auxiliar o
moco nnncipiaut-.
k historia rae parecer linda,*tnto mars quin-
to era autheniiea iVir.pos depois, esrriVtrdo
um artigo sobrescribe, eu contei-a em um jor
nal dlzendo de quera a tinha onvido, duenio c
nom- do autor con todas a* ieUra?, accresem-
tanJo, como mandara i. corteai, algumas t,r
muas uuaes de compr mantos.
No 1ia 9 Nao vos quf ro mal por isio, mas roa me
cacastes um sensivel desgosto l
Como assim? repliquei.
E' urna das r.gras da nossa proflssio
nunca devemos consentir que se faca n
em nosso" prveito nos j jrnaes.
Oh t a feia palavra, diese-llie eu. 1
truta de rectame.
Citei vosso nome apenas para authenticar a
aoedocta que encantadora ; vosso nome era
para o publico una garanta de que em nao ha-
via loveaado a historia.
Sim, bera si d'isto: taimbem trao voa can
su. Mas :-preciso qu* a honra de um medicc
nao seja suspeiUda. Nao temos o direrto, ou
pe o manos nao temo3 o habi de col locar na
nosa porta urna placa indicando a nossa p.-o-
flsHfto. N":ohaannun^ios paraos mdicos. Tara
bera nos 6interdicto emai rigorosamente ain la
consentir que uosse nome ande pelos jomaos,
sobretudo acorapaahado de-epithetos louvimi
nheiros. Esle elogio* tmara logo um arde ira
clame que as faz desmerecer parante os colle-
ga?-
Este'horror pelo; charlatanismo semprevi-
vat entre os mdicos winos, como o eol
dos os verdadairos sabios.
Ha dous ou tres meses o nome do Dr. Roux,
to celebra hqje, sd era eonhecido no mundo
medico < o ruido ds sui descoberta nao tinha
anda iransposio^is-aortas do hospital onde elle
razia suas experiencias. O acaso fez cora que eu
ouviise fil lar, mas muito por alto, na Historia
de um menino atacado de croup qaw tinha s do
salvo de-urna morfe, gracas a asna espacie-de
vaccinacao^ratioada ultima tiora por um dou-
tor chamado Roux,.uraig d casa.
Confesso que acrodirei sar aqudlo um cont
de roulhee ingenua, em que a iraaginagli re
presenta um too grande papel e leva a crer era
milagros^ porisso nao prestei grande alten-
cao.
Eu tinha-quasi eaqueci-to este historia- quin-
de succedeo que raen" amigo Bascher; dirtector
da Revue Ilustr', lev^ sua 80W&, fldiinl ata-
ta*BmA lerrtve mal.? A mis aslenteda .a-
becen%a crianga-diputava-a* mort.-a forga
de carinaos; o pae havia perdido a cabega; o
medico, ou antes, os mdicos sfRuiam o* po-
gressos do croup, sem poder detel-o em sua
march*. Brisson, meo gnro,qae tu limo- da
easn, me cootava o desespero dessa pebreetite
qu elle doixara impoleiUe e desolada-ao redor
doberoo. Foi entao que a ventura dessa Crim-
ea milagrosamente salva ral acndio a fiemoriia.
-* Parara, d'wse ew Brissan.-que ha no In-
stiiula Pasteur um doutor chamado Roux que
UM ura segredo para curar o eren. Talvez
nSo-seja vordade, mas nesta* casos axtrenioti
preciso tentar ludo.
Brisaos sao e toma o-primeir -arroqae an-
4itra ;,afelieidade qau que eUe eneontrasse o
Dr. Roux no seu laboratorio 5 contamine o oso
em termos coramovidos e ralra-lh* no meo
nome. ^
Ouga, diise-liw o Dr. Roux, vamos tentar,
mas u sUbelego urna condigAo: -qua meo
oome nao appareoer em nenhumjornaii. Co-
nlipgo os hbitos do Sr. Sarcey, se-ns cuiarmos
o menino eHe fara om artigo ; e eu qatToq<; o
segredo desta vaccinaco seja' conheeid" /Aca-
demia1 de M publico.
Brisson prometleo que nos nos
mos e o lilho de-ftaschet foi salvo.
Se houve urna otcas>ao em que sen'i tina
pruridos' do escrever for n'ssse dia, ma rjos
tinharaos com prora dti do a guardar silencio,
que conservamos ate o momento da eonmum-
cai:vo olficial ao congresso de-Budapest.
"E ain la mais! O? leilores se lerabcaiao
talvez de artigo que eu pnbliquei n'eate mesmo
jornal, era que cu dava a cada ura dos prede-
cesores e collaboradores dos Dr. Roux sua
parte- de honra na descoberta commum nois
bem: este artigo, que pareca feto de novo a
restringir propo'ilalmmie a. gloria de Uoox
e rebanar o seu nome, este artigo, saibam
todos, foi elle quemfez pedir por intermedio d 1
seu discpulo, o Dr.'M.irtirj, fornecen*o-me os
documentos de que m; serv.
Caustva-lhe desagrado vero sen nome eclip-
sar o d'aquelles que trabalharam com ellj na
mesma obn. 0 espectro do charlatismo Un 0
cainava raedo.
Sao estes os seotimentos de um medico qu?
tem o respeito de sua prottssao e que sabe
honral-a. Todos fiSo sio evid;ntemenle vasa-
dos neste mol le. A'guns fa-em da reclame acd
us) moderado e p.r isso roesrao pcrnrtlido :
outros sio puros charlatans, que especalin
francamente cora a parrafee humana.
onhecera, a proposito, esta historia .uj li
nao sei onde ?
Ura magnetna ior fazia gran le Daruiho no
seu bairroonde elle passav-i por ara curandeiro
U' iver?al. Os doontea accnmulavam-se no teu
gabinete de consulla os mdicos, massadoscom
esta concurrencia, illagal e denunciaram au-
tlnridade. Intervem o commissario de p3li-
ia.
Exerreis a medicina llegalmente, Ihe di
o magistrado.
Perd o, Sr. rommi-isario, eu son doutor
en medicina, cis aqji o meo diploma..-
E accrescentou :
Mas cu vos >upplico que guardis silencio,
porque se souberera que eu sou medica, par-
dere toda minlra ciienlla.
Fran-isque Sareey.
revellado ao
calara-
Foram
rendas :
Outubro
arrecadadas as seguintes
Pela Alfandtga
de 1894.,.
de 1893..
1.964:205S98G
1.518:3045973
Mais em 1,894.....
445:9011013
Pelo Estado de Pernambuco
Outubro

de 1894...
de 1893...
448:646$053
418:553$347
Mais em 1894.
30:092706
Regulou a taxa cambial 90 d.
sob Londres entre os extremos de 11
5/8 e 11 7/8 d por 1 $000.
*
*
Htgularam os descontos de letras
na praca de 8 a 12 /..
*

Foram apenas negociados na Bolsa
os seguintes titulos:
26 apooe8 geraes de 1:000$ com o
agio de 2 1/2*/..
40acc5es da Companhia Indemni-
sadora de Seguros, valor de 200$,
com o agio de 65 %.
40 acedes da Companhia Tethis de
Seguros, valor de 208S, com o arrio de
2.1/2 7.-
94 lettras hypothecarias do Banco
de Crdito. Real, valor de 10D$, com
o agio de 2 o'
/
*
Eitfraram para o porto do Recife :'
Do exterior:
28 vap.ires, lotando 62:665 toneladas
21 navios 6.802 |
Do interior :
35 vapores, lotando 25.030 toneladas
19 navios 3.334
Dando para total das entrada:
Out. de 9493.emb. com 07.831 tons.
do 9381 75:444
o interior
915.518
Outubro
>
de
a
1894
93
Mais em 1894
921.978
760.229
161.749
O preco medio por pipa foi :
Outubro de 1894 1621500
v 93 175*000
Menos em 1894
12500
Ossos Ext.
Pao de jangada*Int.
P*i*Brazil Ext.
Panas d'aves Ext.
Perfumaras Int.
Quaijos do serto Ext.
Queijos do sertao Jnt.
Rap Int.
Sabo Int.
Sebo Int.
Sola Int.
Taboas Int.
Tapioca Int.
Tecid. de algodao Int.
O valor da exportacao .foi
Outubro
a
do 1894
93
Mais em 1894
277.1650000
34:948750
50:000 k.
18
59 quiEit.
20 k.
frase,
kil.

60
80
110
246
295:803
395
Trapos
Vasso uras
312.113S750' Vallas do cera

Alcool
Entraram
LOutubro de

1894
93
Mais em 18'J-I
Foram exportados:
Para o exterior
o interior
Ontubro do 1894
93
Mais om 1894
1.081
783
-298-
pipas

471.790 litros
471.790
341.986
129.804
Foi o proQO medio por pipa
Outubro

de
1894
93
Mais em 1894
3021500
277U500
25S000
O valor da exportacao foi :
Outubro de 1894 297:296000
- 93 197:6911000
Mais em\^18)4
99;6Q5$900
*
* *
Mais em 9 Ir-12
Sahiram. para o exterior :
14 vapores.
46 navios.
Para- o.interior:
35 vapores.
11 navios.
Dando para.total das sabidas :
Outnbro de 1894 76 embarcacQes
93 69
Mais em, 1894 7
Outubro de 1S94
93
*
* *
EXPORTADO
Foioseguinteo seu movimento
A situar
Entraram :
Outubro do 1894
93
Mnos- em 1891
230.884 saceos
237,369 ai'
6.485
Foram exportados :
Para o exterior 1.372.557
interior 9.740.036
kilos
Outubro de
1894
93
11.112.593
14.960717
\\l
Foi o preco medio por 15 kilos
Outubro de 1894 3S560
93 33750
enos em 1894 3.848.154
Menos em 1891
(5190
O valor da exportacao foi
Outubro do

1891
93
2.637:3888620
3.740:1851880
Menos-"em 1894
1.102:797g260
*
*
Entraram
Outubro de
Algodao
1894
93
ESMisTia t.oiffiRntu
Hoz de Outubro de IHi V
O prximo findo mez Jde Outubro.
com nercialmento fallando, nao foi
tao fructuoso como o seu homologo
de 1893
S a importaeo,, como provam a.
randa da Alfandega o o acervo d;
:objestos iutroduzidos para consum--
mo, foi maior do que a da igual mee
d'J auno "passado, o inverso suese-
dou oxportagao, principalmentf w
r.'la voram esta um desesso de 70,7 /0 e
axiuello um docasso do 25,7 ";, an
poso, sondo os valoras exportados;
dos iious goneros, respectivamente.
:.Tionores de 29,4 / para o assuca" c
do 71 ,") /. para o algodao.
Se rio fra o acare^cimo em quan-
tidade e valor da agurdente, alcool
e outros productos exportados, ex-
cesso quo fe?: diminuir a notavel iif-
eren<;a d'aquelles dous, maisavulta-
do seria ainda o dacesso ao valor to-
tal da expjriacao, que, nao obstante,-
representado por 33,1 '/.
Menos em 1891
Foram exportados :
Para o exterior
o interior
14.734
32.239
17.505
-
fardos
Outubro
de
'
1894
93
103.029
723.111
826.473
2.849.906
kilos
Monos em 1894 2.023.433
O proco medio por 15 kilos foi
Outubro de 1891 9S900
93 90900
O valor da exportacao foi:
Outubro
de

1894
93
515:172$ 180
1.880:937G30
Mel
Foram exportados
Para o exterior
o interior
Vermouth
Vinagro
Vinhode fruas
Xarop
Ext.
Int.
j Int.
31 Int.
Int.
Int.
Int.
O valor.dessa exportacao [foi o se-
gu nte :
Abacaxis
Agua gazoza
Agua mineral
Borracha
Caoo
Cal
Car. nos de barro
Capillo
Careces de algodao
Carvao anima'
Cascas de angico
Cora vogetal
Cerveja
Cidra
Cocos
Cognac
Courinhos e pellas
Doces
Leite condensado40 volumes.
Licores^17 volumes.
Maizana^1:150 volumes.
Manteiga-1572 o Ii2 barri8e483 cai-
xas, vendando-se o kilograaima:- da;mnoias romaJticas'.
franceza em barril do 2-:700 28800 ;
e de diversas om latas de 41360
4$518.
Massa de tomate -160 volumes.
Mos tarda1 volume.
Passas190 volumes, vendendo-se
a caixa de 12$500 18*030.
Peixe de conserva14 volumes.
Pimenta da India130 volumes,
vedendo-se o kilo de 1$200 a 1$25.0.
Presuntos18 volumes.
ProvisSes158 volumos.
Quaijos613 volu.nes, vendendo-se
os llamengos de 7JO00 7$590.
Sal35 caixas e 5 barricas; ven-
dendo-se os 100 litros do nacional
68000.
Salpico^1 volume.
Sardiuhas216 barris vendendo-se
5:516090jas latas de lpl de 38.) 400 reis.
Tapioca 60 volumes vendondo-sa
os 15 kilos de580!)i) 70Q0,
Toucinho175 barris, vondendo-se
os 15kilos do 228000. 22S;O0.
Vinho174 pipas, 1038barris e 811
caixas, vondenao-se a pipa: do de
Lisboa de 3708000 a 4008* KX), e do da
Fiiueira de 400S00) 470S9-JO.
10 meios
6
30Jcil.
17 fard.
5:100 kil.
2 duzias
570 kil.
7 caix.
11:351 lit.
60:076 t
7 caixas
litros
Mais em 1894
8.000
8.008--
460
5.540
O preco medio da pipa foi
Outubro- de

1894
93
Majs em 1894
1108000
95S500
14$500
O valor da]exportaco foi
Outubro de '
1894
93
Mais em 1894
?
Couros
Entraram
Outubro de
1894
1*8268000
487SQ50
3385950
i -
2.790
Foram exportados :
Para o exterior:
Espichados
Seceos
Verdes
Outubro

de

1894
93
Monos em 1894
1.554
27.508
60.780
31.718
kilos


O precos medios por kilogramma
foram:
Esp. Seceos Verdes
Out.de 1891 800 rs. 630 re. 410 rs.
93 800 730 450
Drogas o medicamentos
Farinha de mandioca
Fio d'Algodo
Garras de couro
Genebra
Graixa
Jaborandy
Licores
Milho /"
Moedasaaeuro.e prata
Oleo vegetal
Ossos
PorBrazil
Paos de jangada
Peonas d'aves
Perfumaras
Queijos do sert&o
Rapa
Sabo
Sebo
Sola
Taboas
Tapioca
Tecidos d'Agodao
Trapos
Vassouras
Vellas
Vermouth
Vinagre
Vinho dafructas
Xarope
Total em Outubro de 94
< 93
Dr. Antonio Rangel Torres Bandeira, lente do
QymnasioJe Pernarabaco.
Co'laborou em grande numero de jornaes o
entre os seui eecriptoa eobreeaaem : Cancio-
nairo.ChrisWo, O eremita de Juffa e Har-
2685000
2'850SOi)i)
2530000
lf.'OOOf
3:750S0'M
2505000
768800
'12:2988000
8405KW0
1:10080.K)
3698000
4:2 108000
'2:O86J0OO
34:26081X10
7:962800
236:5738200
7:6745000
2:080S000
67:7408000
. 6005000
1505000
6:0825000
1:8208000
308'3OO
3148000
2:4608000
11:6005000
9:5205000
2:50051^1
2:0005000
18O8O0Q
_ .4005610
608000
2605000
3398000
118:1215200
23:2005000
905000
1205000
12SW0
5:1005000
1025000
600
1:1^108000
2108000
4:5405010
6J:O750tO
140 Xarque 211381 fardos e 616:755
kilos, vonden-do-se os 15 kilos: do
nacional de-8S000 11*000-; e|adq
Rio da Prata d 88000 12U600.
Wisky106 volumes.
* *
* '
Diversos artigos '
Alfafa200- volumes.
Alfazema 5 volumes.
. Azeite de peixe15 volumes.
Barricas o larris-vasios6:990.
Barrilha250 volumes.
84H -E aoraeado' mastre de campa do
oorpo Je orlanaxigas de Pernambuco o sargeQto
arr Antonio Diag CarUoso.
*S*=E'-dissolvtTra por D. Pedro I, no Rio
de Janeiro, aasseinbl a consumite.
(Vid. Epti. de 2 e 27 de Jnlho).
1849 -Os liberaos apoderara-so de Naza-
retb e aprisiooam todo o destacamento policial
coramandadt? pelo capito Antonio de Albuquer-
qua Miranliao.
REVISTA DIARIA^"
Estado do Amazonas -A renda d'esse
estado .>rca-la para o exercicio de 1895 de
8:683:-Xi 09,
Mas rel-.v.i dizer que figura n'ella soraente
pelo i>upostn de exportagao da borracha a enor-
me coraran de 7:i))U:fl.>!0i).
Qani io um Estado dispfie de tal fonte de re-
cena nao te admirar seja prospero e possa'
consignar mais de 4:000 cotos de reis para
obras
C-oaatapeio-Di Ilustre AssociacSo Com-
iTii-rciai Uen'ntceae nos coramunicaram, e nos
tornamos publici,-que, era rieta da resolucao
tomada pm comraeicio do Rio de,f Jaoairo de
fechar os seus eslabeleciraenio araanlift. 12 do
teonauta na alise ceJabram ni'sse dia, r^solveram tarabem
aquella As-ociacao* os Bancos encerrar suas
liorlas ao BWW oH, fechando a Alfaadega o seu
expedienten raesuia hora.
Seria de bora aviso que todo o commercio se-
guisse e.tse al^itre, digno de applauso.
Severo TorelllAcerca de ura poema
ne. exiraliiiiO com esse nome do drama de
raocisco Coppe Stvero Torelli, est corapondo
o Sr. Barao G. J. d'Herpent.para uraa opera que
tm era mao o llustre iniestro .Sr..Euclidea:Fon-
secs, dirigio-nos aquelle cavalheiro a segrale
c irla, que boamenle aqui publicamos :
Chtr MoMieur.
Ja veus serai intinimcnt ablig de publier
les lignes survantP?,-pour annoncer, alin de pren-
dre dato, par le teraps de prabil liltrairodaos
683:120$2iK)
614:095$840
Mais em Outubro de 94 j 69'j024360

O valor comparado de .toda a expor-
tacao pas,* seguinte:
Assucar
Algodao
Agurdente
Alcool
Mel
Couros
Diversos
Total em Outubrode 94
c 93
2:63713888620
545:472Siei0
312:1138750
297:2968001)
l:826|0Kfl
18:7051440
683:120S2O
4:495:9228190
6:755:0548300
Menos 1891
50 40
*
O valor da exportacao foi :
Outubro de
1894
93
18:7051410
44:4918900
Menos em 18)4
25:78*51 60
A demais exportacao constou do
Manos em 1894
1.335.4658450
*
Entraram
Cutubro de
Agvardeute
1894
93
Mais em 1394

Foram exportados :
Para o exterior
2.112
1.7U
371
pipas

6.460 litros
seguinte
Abacaxis Ext.
dem Int.
Agua gazoza Int.
Agua mineral Int.
Borracha Ext.
Cacao Ext.
Cil Int.
Capillo Int.
Carocos de algo-
dao
Carosos de algo-
dao Int.
Carvo animal Int.
Cascas de angico Int.
Cera vegetal Int.
Cerveja Int.
e 130 caixas.
Cidra Int.'
Cocos Ext.
Cocos Int.
Cognac Int.
Courinhos e
pelles Ext.
Doces Ext.
Doces Int.
Drogas o medica-
mentos Int.
uha do man-
dioca Int.
Fio Int.
Garras de couro Ext.
Genebra Int-
Graixa Int-
Jaborandy Int.
Licores I'1*-
Milho Int.
Moedas da oaro
e prata Ext.
Oleo vegetal Int.
4:080
23:500
62 caixas
285
1:920 kil.
1:300
750 barrio.
192 litros.
Ext. 365:110 kil.
3:840
8:405
11:000
308
>3
<


barris
2:988 litros
5:000
423:250"
2:651 litros
197:152
20 kil-
6:375 kil.
.149 vol.
9:032 sacos.
30
1:500 kil
12:161 lit.
2:100 kil
30 *
157 lit.
24:603 kil.
11:6001
952 latas
Menos em Outubro 9L2:259:132110
*
ImportacSo
Alhos100 volumes, vendendo-se
a maunca de 200 260 reis.
Amendoas -10 volumes.
Arroz3:205 volumes, vendendo-
se os 15 kilos de-48600 58200.
Azeite d'Oliveirao barris e 284 cai-
xas, vendendo-se o galo d .38800
58500.
Azeitonas2 volumes.
Bacalho20:522 barricas e 5 cai-
xas, vendendo-se a barrica de 348500
388000.
Banha de porco-1990 volumes ven-
dendo-se o kilo de 18700 28000.
Batatas1819 volumes, vondendo-
se a caixa de 78500 108000.
Biscoutos91 volumes.
Caf3:134 saceos, vendendo-se as
15 kilos de 138000 281000.
Canalla85 volumes, vendendo-se
o kilo 25500.
Cebollas537 volumes, vendoado-
a caixa de 168000 a 218000--
Cerveja.1576 caixas, vendendo-se
a duzia de garrafas ou botijas de
148000 21$000, conforme a quaii-
dade.
Cevada13 volumes.
Cha107 volumes, vendendo-se por
kilogramma do 4S000 98000.
Chocolate1 volume.
Cidra670 volumos.
CognacB50 volumes. ,
Cominhos93 volumes, vendando
se os 15 kilogrammas de 238 278.
Conservas106 volumes.
Cravo da India6 volumes, ven-
dondo-sa o kilogramna de 28600 3;J.
Farinha de mandioca3:047 sacos,
vendendo-se da 7000 & 81500.
jruha de trigo 14:801 barricas,
vendendo-se : a de Trieste e Hungra
de 298000 38S000 ; e a Americana ce
188000 a 218000.
Feijao160 saceos, vendendo-se de
108000 24SO0.
Figos 51 volumos.
Fructas149 volumes.
Genebra 245 volumes, vendndo-
se a duzia de frascos ou botijas de
68500 268000.
UGinger-ale 55 volumes.
Goma de mandioca16 volumes,
vendendo-se os 15 kilos de 48500
78000.
Herva-doco 10 volumes, venden-
do-se os 15 kilos de 25? 29.
Breo975 barricas, ve..idendo-sa de' Nuaf" aua vivos; que je tire en ce. moraent
283000 a. 308000.
Cabos250 volumes.
. .Cal^-1260 barricas.
Galcados-^-48 volumes.
Carocos d'algodao 281 -volumes,
vondendo-se os 15 kilos de 500 a 600
reis.
Coras diversas -*- 46 volumes, ven-
dendo-se os 15 .kilos.da. vegetalid
:12i006v4 205000.' -
Canvode pedra1:930 toneladas,
vendendo-se de30$OO3 458000 aito-
nelada. ,
Chapos-137 volumes-
Charuto 481 volumes.
Chumbo de munico 498 volLu-
rnes; emeannos 18.volumes; em fq-
ihas 50 volumes.
Cimento .6O0fbari;icas.
Cobfe 72 volumes.
' Colla 225 volumes.
Courinhos a pellas 203 volumes,
vendando-so o centode 1008 2008-
' Drogas e-medicamentos1083 vo-
luntes.
Enxofre 81 volumes.
Estnho 25 volumes.
Eseiras46 -volumes.
I Estopa 173 Totumes.
. Farello 10:700 saceos' vendendo-r
sde,6S000A 68600.
Ferro -Emparame < 250 ^vohtnies;
enr arcos 491 feixee ; em barras 4241
e 2105 feixes; em canos: 5 volumes;
um correutes 11 volamos ; em ensa-
rtas "148,TDlmnast;-em ftsrragens di-
versas; 2413 volumes; em,oges,,fo-
gareirosetc, 860 volumes; emfolhas
de. Flandres 534volumes ; em formas
para assucar 60 volumes ; em ps 115
woLuuies; em pregas 123 volumes;
em ambores-etoneis 172; em laxas
73; em carros 3; em maqhi'nas-e ap-
parolhos diversos 241 volumes.
Fio 583 volumes.
Fumo 1156 volumes,. vendendo-se
os 15 kilos de 19S000 558000.
: Garrafas, frascos, etc.1500 e mais
621 volumes.
Graixa 333 barris,68 caixas, e 1748
bexigas; vendendo-se osi5 kilos, de
9$.l68.
Joias 8 volumes.
Kerosene 23:400 volumes, venden-
do-se a lata de 48659 -4*800.
Lianas 249 volumes.
Lona 16 volumes.
Louea-163 volumes.
Madeiras -Em remes 32 feixes.
Materiaes diversos 6994 volnmas.
Morcadorias diversas2:685 volu-
mes.
' Movis 49 volumes.
leos 304 volumes.
Papel 3376 volumes, vendendo-es
a resma do de embrulho de 18000
a -J5800.
Perfumarlas 12 volumes.
Phosphoros 460 volumes, venden-
do-se a groza de caixinhas de 6200
68600.
Pianos 1 volumes.
Piassava14 volumes
Pipas vasias 1: (69.
Plantas vivas2 volumes.
Sacos vasios 76 volumes.
Salitre 180 volume.
Soda 261 volumes.
Sola41 volumes, vendendo-se o
meio da nacional de 78 9$.
Tamancos12 volumes.
Tecidos diversos 3:-:i47 volumes.
Tijolos100 volumes, para limpar
facas
Tintas 629 volumes.
Trapos 23 volumes.
Vassoras 41 volumes.
Vellas 1221 volumes, vondendo-se
caixa das nacionaes de 108 12$ ;
e o pacota das estrangoi::as de 920
18080.
Vidros581 volumes.
Vimos884 Hacas.
Zinco5 volumes.
du magnifique Drame an vers de Monsieur Frau-
cois Coppe -Severo 7Vei.,ri'preseel l'Odeon
de Pari le 23de Novembre 1883, puis aduelle-
ment la Conjedie fraajaise, et publi chez l'e-
titenr nriitc Al+ttionse Lemaire, em. 488%, un
porae.d!Oppa aout la muaique sera feuje par le
nos savant et Ilustre corapositeur pernambncaia
< Cette note n'etant, k d'aulres lins, je voui
en demande brivemente la publicaron. Veiul-
le> agrer l'asura'nce de mes sentiments tres
Barn C..J, A fferptnt\
P. S..Ja saiis cette occasion pour anfloti-
cer que je donne aussi des lecuns chezmoi.de
9 haure U Midi, de frar.cais, d'hisloire univer-
selU*,.de gographie, de plvysiqae et de pro-
sodia.-! ruada Coito. *
Companhia Santa Thcreza .raa-
nh, ao meio da, no 1 audir do pre-lio n. 49
da ra Vgario Tenorio, devem reunir-s em
aseembla geral os-.acci'oaistas. da Companhia
Santa Toereza, de agua c luz em Oiioda, para
toraarera conheciraento de" assumi tos dirersos
de seu inleresse-, e elegarem um director ea
nova-commisso riscal.
Nossa Senhora das Herces-Hoje,
s 4 horas da tarde, funeciona esaa 'devoQo,
erecta na egreja de S. Jos de Riba-Mar, para
0 tira 'de prehender vagas existentes em sua
adrainisiraco-
Inspeetoria de Urgfene-Por essa
repartigo tarara designados para o respectiva
aervico nos seguintea distrietos : .
1.* .Recite e Sanio Antonio), Dr. JoSo Pontual
Rangel.
2.'(S. Jos e Afogados) Dr. Amafio AVaa-
derley.
X* (Bda-Vista, Magdalena, Santo Amaro a
01 inda).o Dr. Augusto Coloo-Leite.
4.* (i:apuoga e PocO Dr. Maooel de Freitas
GuimarSes.
5.* (Caxang e Varzea) Dr. Alberto Fuftad
de Mendanca.
Jaizode direito da EsteadaAs au-
diencias desse juizo foram transferidas para os
das d-: quuria-feira, s 14 horas da raanlTa no
lugar do costume e no caso de feriado para o
dia anterior.
Escola Normal-Os ezames oraos oesse
estabeleeimento contmoarao- araanii s 0 i|2
horas, na 3" e 1* cadeira do 2o auno e na do
tereeiro.
. Gymaasio Peraambacano A ma-
nila, segunda-fei'a li do corrente, terao lugar
os exaraes de Anlhmelica e Algebra, send
presidente da baaca o Dr. Jo< Lopes Pessda
da Costa, examinadores os Drs. Cicero Odoa
Peregrino da Silva e Joaquim Antonio de Cas-
tro Loureiro eeervindo de'represenlante do Go-
verno- Federal e Dr. Francisco Phaelante da
Cmara Lima.
Os alumnos devem comparecer s 8 horas da*
manfla
Hospital Portuguez Entrou de se-
nana ueste,pi estabeleeimento o mordomo Sr.
Joao da Cunta Vasconeellos.
Promotor d Cubrob. O Sr. Dr.
Pedro Francisco de Mello, promotor publico do
rauoicipto de Cabrob, dirigi-nos o seguinte*
telegrararaa, que publicamos para satisfazer
pedido u'elle tita, dcixaado porm a respecti-
va responsabilidade aoseu signatario :
Cabrob 10 de Novembro de 1894,
Redacio Diario de Pernambuco. Re-
cife.
Liofflcos juiz direito d'aqui, derigidosgo-
vernador, publicados Provincia, calumnian-
do-me. Vou confundi-Io iraprena, provando
ser elle nnico anarchisla municipio.
Favor publicar este.Pedro Francisco da
Mello, promotor.
Lanterna Manir -Publicou-se o n.
443, anno X44I, cuja visita registramos gratos.
Vapor Magdalena -Telegramran rece-
ido pela agen -ia da mala real mgleza diz que
o vapor Magdalena sanio nda Baha no dia 40
s 2 horas da tarde e cuegara no dia 14 s 3
horas da tarde.
CHRQNOLOGaA____
COLLECCIONADAS POR
felchisedech do Albuqucrque
Lima
IT-0IKMBK.-0
Oia 11
18 Fallece no Recle o pa4re pernam-
Manoel de Souza Magalhites, ura dos me-
Ihores Bregadores de sua poca u bom poeta.
I87-Fina-se no B?cifo c pernambucano
O leuco de algibeira -Era um jorna
alletuo ehconlramos um estado histrico sobro
o uso do lenco da .Igibeira.
O priraeiro lenjo conhecjdo foi usado por
urna raulher, ha 350 annos.
Essa dama que em tanto fez progredir a civi-
lisayao, era urna vensiana, qual seu faztol-
ktlu valeu legiiimp successo. A Itplia pois,
o berco dos lencos.
D'nlii passaram os Alpes espalharam-se pela
Franga, onde f o rara adoptados palos senhores
e damas da corte de Hennque II.
O lenco dessa poca, fabricado com os mais
custosos lucidos, ornado de preciosos bordados,
era objeclo.de grande luxo. Sob Henrique III
teve-8e a idea de perfumal-o, e tomou elle o
nome de manpa se fariliarisou com este objecto tao in-
dispensavel. Denoiuinaram-n*o faziellein, e
so servia aos principes e pessoas ricas Era
tambera o presente que se dava aos noivos il-.
lustres. Fui objecto de leis sumpluarias, e um
edilo, publicado em Dresde, era. 1593, prohibi
formalmente seu uso s pessoas d povo.
Pouco a pouco foi-se vulgarisando, e pre-
ciso f.di'.itar-so a gente disto. Convm dar
gracas bella Veneziana, que o inventou. Nao
6 doloroso, com effeito, pensar que os noSsos
poticos avs da idade media nao conheceram
este ulil pedaco de fazenda, c que a Beatriz do
Dante, por exerapio, e a Laura de P-.irarca se
aisuar; ra enra* os dedos ?
Vi-^n extraordinaria \iagem
ve;'dudenament extraordinaria foi a que fez
un "{.'loz, (ieorges Wilson, o mez passado, e
que Ihe valeu por epilogo um processo no tri-
bunal de polica de Londres.
Para ir da Aberdaen a Londres sera dispen-
ler vint.-m, o nosso hroe irriscouse a um ,
transporte pengosissimo, de que s por raila-
-capoa Escondeu-se pc>r baixo de loco-
motiva do tro a deixou-a levar agarrado s
barras de ferro que sustentaviim os jogos das
rodas. Nessa posicaj, eol qae poda a cada
momento ser esmagado pela locotnffUva oh
pelo trera. f>:um trajelo de 200 kilmetros t
S foi de8CJberto pelos empregados de um
^


I
'1
i

J--
i
J;

e n*nrambfco* -~ Boninffo lO i!e Movombro de 14
gtaqio a dous tarfioi da lenas di unn
cea.
0 irihuaal de policw, aera altender aos ris-
cos qu o pebre diabo correr, condemoou o a
auinzc din de cada
Nove ijyr**-c*uv Um indulnal
de Vicua acaba de inventar ura guarda-chuia
de algibeka. O dono ? sevir se ha delle quan-
do chot-er; era haveodo bom tempo guarjul-o-
ha no liolso se nao quize" Ira el-o raao.
Consiste o novo invitlo era ura pedaga de
faienaj impermeavel com o corle ordinario
dos guirda-cliuvaSrflendo cos.dos na parte in-
terna arco.-? de circulo, de modo quo o primei
ro e o iltiino terco lios segunnenlo? fiquem li-
vres. !Xo casi do china basia abrir o embru-
lho e di! pol-o cabeca segurando o por ura
cadarzo de clstico.
A invengo 6 engemosa, mas nao prometa
ter acetalo Jo publico, por ser mais feia do
que o puarda-cr-uva-bengaln.
Troya -Parece que j conhecem os sabios
tampos ubi Tjrojte fuit.
O ministro do Impe-io Allemao publicou um
relatotio ofllcial sobre as ex<;avacoes fritas este
anno em Hissarlik, montanra situada no local
da Brinca da Troya. Resuliou dessas excava-
cOes o d.:siv>briraento de grande parte da cerca
forlitirada da cidade de Priaroo, que se acha
em adrairuvel estado ie cwutnCu Encon-
traran: alii os exploradores vastos armazeas,
um chafar magnifico e limito- tmulos.
As obras de excavagao tilon custado 3 .010
marco;;, cura trinia contos da no3sa moeda, ;.o
tbesoui'o real da Prussia.
Imposturas litterarias-0 professoj
Max Mullcr publicou no numero Xinetecth O-
tury dsSetembro um artigo que constitue im-
portante contbuigao par* a historia das flfili-
cacos e imposturas liilerarias.
Ha algara tempo nnusou no mundo religioso
certa sensaco a publicago 'rn Pariz d um vo-
lume, i'scripto por um russo, o Sr. Nolovicb,
dndose como copi.i de um mauujcripto -A
Vida de Jmus Christo-que elle descobrira no
mosteiro buddlusla de Hinns, nn Thibel, e de
que jn demos noticia aos nonsos leito es. Esse
livro mostrava que o fundador do Cliristianlsmo
Tisitari a India e estudra em enaret antes de
comeyara sua grande missao como Mestre.
O Sr. NMovicn pretenda que a principio os
mongos se recusaram a permiltir-lhe o accesso
ao uiofiti o, mas elle quebrou urna perna na
I porta do raosteiro e l'oi carrejado para dentro
para sur iraiado. l''oi entao que ello pode ver o
manusoripto.
O profesor Max Muller uega era tolos os
pontos a .uliieniicidade dessa narrativa, affir-
mando, primeramente, que nao exista serae-
, lbante i'ida de Chritto na li'Uralura thibetana;
e, em negun io, que os mongas de Himia negaos
. haver miado nestes ltimos cincoenta annos de
nenhum Itusso com pecna quebrada. O Sr. No-
tovich, diz elle, ou fot engaado por algura fi-
nocio ib Tlnbel, ou eoio a sua historia urna
fraude.
O artigo como que ca as proezas de Psal-
manazar ou Shap ra.
Infortunios de um quadro Conto
cartas de Buda-Peslh os episodios do infortunio
de um na-icirs.; a grande rfla Hukttty! Arpd4.
{iia-fiyurou o anno passado na exposi';ao de
bellas arles do Campo de Marte em Pariz. Ksse
3uadro era destinado a ornar a sala das sessOes
a Dieta hngara, era Buda-1'eslh.
Os hngaros que deviara ficar encantados com
a obra da mestre, nao goslaram. O caso nao
serla .xtrordinario se o descosto dos Magyaras
nao tivesse causas curiosas.
Parece que no tempo de Arpad, os hngaros
usavar.i toda a barba, sendo smente os escravos
que se escinhoavam. Al 'tu clisso 03 seus caval-
loseran de pequeo vullo. Aconteceu que o
Sr. Munkacsy pintasse Arpad montado era ura
possanie corcel e o rosto completamente liso.
Um critico de Buda Peslh qualilicou a figura
de um escravo montado em cavallo francs.
Os hngaros nao qui/.eram conhecer no qua-
dro o lieroe nacional, e a obra tao gabada de
Mnnkacs foi mandada para um Museu e nao foi
ornar a I)i"ta hngara.
Estatisti*a A Medicine Modirnt da a ana-
Jvse de una estalistica de hygiene publicada
pelo The Century, em que o seu autor o Sr. Al-
berto Schaw mostra qu s 6 erro considerar a por-
csntagem de 20 a 25 bitos por l.000 habitantes
como media satisfaturia para a populaco das
cidades.
Decompondo-se essa mfclia vse qne confor-
me as di Itrenles classes sjpjiae, ella pode va-
riar na mesma c;dade de 304 por .OO a 200 por
i.OOO.
Em Berlim por exemplo cont-ibuem para a
metade dos bitos as familias de cinco pessoas
vivendo em um s aposento.
Ka populacho de .315.000 habitantes 73.000
pessoas estao neste caso. Ora, a media aa mor
talidade para essas 73.( 00 pessoos de 163.58
por 1.000, emquanto aue a morlalidade das fa-
milias que vivem em dous aposentos de 23,5
e das que vivem em tres aposentos de 7,5 e a
das familias abastadas, vivendo em casas de
quatro e mais aposentos de 5,4 por 1.000.
Vse assim que hygiene tero anda na pra-
tica, muitos progressos a realisar.
Os seus beneficies sarao realmente sensivtis,
quanco ella ehegar s classes pobres, e por jus-
to restorno sendo supprimidos os focos perigo-
sos de que se irradiara todas as epidemias, a
mortaltdade diminuir mais as classes abas-
tadas.
E' fso exactamente a mittcio tonal dos mi-
crobios.
Casa me ii io el vi 10 escrita:) do casa-
mentos que funcciona dos aistrictus do Recife
Santo Antonio, 3. loste ffogados afflxou na
repartij do registro, a ra du Imperador n.
75, 1 andar, edita! de proclamas ^e casa
meatos dos seguintes eeitrahentes.
Pnmeira publicacao
Joio Avelino de Almeila Regueira, nego-
ciante, com Marw Joaquina de Jess Aqaino,
solteirc, naturaes-decte Estado e residentes na
freguea de Santo Antonio.
Segunda publicacao
Antonio Maria da Costa- Als. .natural de*
Portugal, artista, cora Mara Emilia Marinho
Falco, natural deste Estado, solteiros resi-
dentes na freguezia ie. Santo Antonio
Telegrammas retidos Acham-se re-
tidos n'esla repartir) os seguintes despachos:
Para Pereira, de S. Christovo: Balbina de
S. Luiz Quiluade ; Supercimi. do Rio; Peamsi,
jle Pelotas ; Atonio Noves, le Camaragibe.
Inspectora do *. distrloto mar-
timo Recife, 9 de Novara uro de 1894
Boletim loetereologico
Horas. Tertn cnit- Barmetro Tenido io Humi-
via> Horacio de Carvalho e sua enhora,-JosaA0k
rim.Leao, Sraira Guilherme i da Cosla^caoM
:is:o Yieira de Barros.
Sabidos para o sul no vapor alloma*-
Antaonas :
Antonio P. Feria, Dr.Aagaso M. de Souwir
'Jobos, Ailhur de Mallos, Manoel A de Carva-
Ihc^Affonso de A. Maranhao e i fllho.
- Sahidos para a En.-opa no vapor francez
Orenoque : /
Vnioeto P. Alvares, H. Bnson, Charles Ca-
baiet.Jeaaae Francoes e Josepli Cbauvenet.
nuiTo-noe* nmnMnaB,ie.i*raiia^^;;i rv
ejBur. ga #rtrciil*dera *- Oliode e-B^osHOr
ara.fd'o teseJr. toja piran da HijpaJrrtB-j cL/nnii! ..sn
aDDrH'a-;rt por um* da carrida a qo^na U
caos ra'artdo. .
I4MH
NOVIDADES KECEBID'AS DO SUL
Pardal--ataldot Pelo di vare, 1 vol.
broeh. 189-4 ooo,
Araripe Jnior -Gregorio de Maltoe,
litteratura brazileira, t vol. broch. 1894 %&.
Hinrich Heine Intermezzo traduc^ao
bnizileira d'Asemana, t vol. brocli. ntidamente
imoresso, 1894. ooo.
ILaiz Jos Pereira da Silva Fio
riano Peixoto, tragos biographicos, 1 grande
vol. brocb. e nilidamente improseoi 4d>ooo.
A' sahir da Alfumle-j-a .esees
dlsst
Kalendarios de Ultras maiusrulns para 1895.
Alinanak da Rio Grande do Sul
para 1895.
LIVROS BARATISSIMOS
I. Tyndall -Les glaciers et les transfor-
me liona de l'eau, t vol. ene. em percalina.....
I. Li;bboek -Pourmis abeilles et guipes,
2 vols. ene. 8JEooo.
K. Fuchs-Le vulcars et les trerable-
raentsde t;rre, 1 vol. ene. 4d>ooa.
Th. Huxley L'crewsse, 1 vol. ene
1 iiiiiii.
General Brialin >ut-La dfeuse des
ota.s el les caraps retraochs, 1 vol. ene.......
4i
Van Reneden -Coraraansaux et parasi
les. 1 vol. ene. 4iooo.
Coake et Berlteley-Les champigaons,
I vol. ene. 4ooo.
Rosenthal Lea nerfs et les muscles, i
vol. ene. 4doon. .
Sapoffta et Marin Lvolulnn du r
gne vegetal, 2 vols. ene. avec t36 figures-.....
*-..OIl. ...
III. VojfeI--La pholographm et la chimie
de ka lumire, 1 tol. ene. 4t$ooo.
SehiMzeabergrer Les lerraenlatioas,
avecM fiaures, vol. oc. 4!ooo.
Saporta et Marin -L'evolution du r>
gne vgtal-Cryptogarnes, I vol. ene. 4(Sooo.
Ai iorgoj auMi rudas na oetinr nf- doa
aniose* tjaen 'isfij il n i.ci*g.no*
ticiSgo d-ii v acelores era Ji-pjia leal aos p
reesnta p-oa(aaaa:a.
fodix ..o^ tai toan non aiJera-n so!r a se.
gosnUioajn-^i, ,sr tra-a'a oo.f csoi. .meinor
jun pneserB-ertieod.T.
I.e fleo*tloalojN-.P.irjs>'ai*co.
1." pi'euTa4c*(p- PiTjaonN*OD j.
3 |ii'e!.-,GilMie-ePo'i"SrI~.o.
. >re,>*f4^*miirfiroBemarlc !T-nlo
p r-";D >m hy PeiroDoles -Ooayiuai.
parto H r.i*H i-MalaioF-oh: o.
^areucepticiemo ednetir -- P^e^ede.
tomamos e das quaes em outro logar
aqui me cabet alludir ; e feltmente
e?rt .eliminado desde Junho de I893 o
.grande-pejuso/que (aos estava.dando a
illummapao- gaz crrante.
O mal nos provero das causas cima
indicados e de carcter extraordinario. I nova machina elevatoria de duplo.
, Assim, notae hem, estes algarismoSiefeito que econmicamente e com
B
6.'
7.
CARRHHUSLIVHE!
Sao livres todas as carreit.
Nao contara velera 01 'ente-dures doi piris
do pfogrsmma.
TELSG1APH0
Apesari-de fwiatoo.dta pea grane Imi ntf.
n'tlle t'i logar, p.'siivel qae o telegraplin
para a.I na ana CoDras t' ib^lh*.
0 potiUeo Miaja ar.i:to, teeha nb o.bu o*
tra^BitttDtM de-ooiirfeis,, se qu'ier u i.^'-'f
do do. .
Aa p-ineira o-deos j f-jran panalj pelo
6 rreio da raestrli.
PERNAMBUCO
<*oiupauliia Manta Thei*ez
EMPREZARIA DO ABASTECIMENTO DE
AGUA E LUZ A CIDADE DE OLINDA
Relator io feito pelo Gerente em mine da
Directora
rial da illummacio publica.icar. aende. '^4 Miranda k. Sjuza
f
de propriedade da Companhia.
Quanto emprezad'aguaj foram subs-
tituidos os velhos geradores ele-vapor
p3r novas calderas/M/r e^em Janei-
ro do*corrente' anrra assentada urna
comparativos que aqui vos offerece
regimentados :
ar-
Anno. Cuiteioxfagiui Custeio do gaz
1891 6:599,100 19:988,250
1892 15:579.860 30:296,170
1893 20:894,080 29:219,940
vapor da de-
i9.8i SO
21,32 81
21,81 78
2I.3S 78
19,38 74
Tbermometro
i Ennegrecido
arado {a. 0*> -
6 ra. 25,5 759,-29
9 27,i 7('),-62
12 > 27,c8 739,-22
3 t. 28,0o 7S8.-78
8 n^t 780,"O3
femperatura mnima 25,00
desabrigado ao meio lia.
Temperatura mxima 29,25
62,'6-Prateado: 44,'i
Evanoraco em 24 horas ao sol 7,-6 som-
bra 3 "o.
Chava r.ulla.
Dircceo do vento : ESE alternados de
meia noite al 3 h- e 14 da manlia SE at
7 h. 22 ra. ; SE e ESE alternados al 11 h.
4 m ; EE Qom inlwrupsCes de E e SE at
meia noite.
Velocidade media do vento 4,-98 por se-
gundo,
fleb jlosidade media 0,n9.
Boletira do Porto
Pra-mir ou Das Horas Altota
bais a-mar
B. H. 9 de Kovembro 7 h. 25 m. da m. 0}-6
p. M. de i h. 35 m. da r. 2*38
o:OOOtfoo-Corre amanha 12 de No
vembro eeifl impacUole lotera de Minas Geraa
cora o premio cima, e despena a a'.tenc&o o
respectivo annoncio em outra secgo publi-
cada.
Os bilhetes estaoa venda a casa O Sonho
de Ouio a: 3 c 8 Praca da Iadepodeccia
onde ee affeetuaa es pagamentos dos pre-
mioa.
Brotarla da Ha lila -Corre no da. 12- do
kovembro a 2." serie da 27* lotera, cujos bille-
tes estao a venda na casa Ooeba daOuro.
Loterila do Espirito Santo -Corre
no dia 14 le Novembro a 24,* lotera, cujos bi-
lhetes esto a venda na casa okmno m uro?a
Praga da Indepenenoia os. 3^e 6.
rmma.gcir0u Sabido* para o sul -no
Tapor francez Congo :
Tenioeti PreUiUto -Jfacie Dr. Fruciice da
Silva Lobo, Jos RomSo Ccrreta, E. Aosvell,
BIBLIOTHEQE PHILOSOPHIQUE CONTEM-
PORAINE
Chufles Lvqua -Li scieney de l'in-
viS'ble, eludes de pijciologie,* de thodicj,
I vol. ene. 3no.
Ad. Carnier De la morale aanslanti-
quit, 1 vol. ene 3dooo
l.acour-Ln philosophie individualisle,.!
vol. ene. 3d>ooo.
IL.vf|ae Le spnlua'isme dans I art,
vol. ene, 3-jooo.
I^evallois -Disni3 etchristianisme, 1 vol.
en(. tjomi. 1
Ernest Bersot -Libre philoso|ihie, i vol.
ene. :i-joiia.
A. Laugfel-L'optique et les arta, l vol.
ene. l-iiinii. ,, .
Iloutmv Philosophia de I architeclure, l
I vol. ene. 34ooo. .
Edouar Aube^ Philosophe de la m-
decine, 1 vol. ene. 3ooo.
M. Sehoebel Philosophie de U raison
oure, I vol. ene. 3d>ooi. .
Charles Bigot -Les classes dingeantes,
1 vol. ene. 3 jooo.
II. Nllsand -L'esthlique- auglaise etude
sur M. John Ruskin, 1 vol. ene. 3d>oo.
J. E. Alaux-La philosophe de M. Coa-
sin i vol. ene. 3dooo.
I'ontans La Chrislianisme moderae
tade sur Le*>siR?r, 1 vol. ene. 3d(ooo.
iranck La ehilosophie mystiojieen Fran-
m. 1 vol ene. 3tw. ,..,,,
Ib. Bost -Le-prolestantisme liberal, 1 vol.
snc. :I(Joim>. '
'' Churles de Remasat Philosophe re-
igeuse de la theologie naturetle en Franca et
4t% Anglelerre, 1 vol. ene. 3>ooo.
Paul anet -Saint-imon et le saint bi-
menisme, 1 vol enc.-Bdooo.
Iranck Pni'osophie du droit ecclesiasti-
que, 1 vol. ene. 3-iooo.
- I.ivros de aedeeina-Importante bi-
bliotbeca de una illastre medico (veja se anaun-.
eos anteriores). ^^
L-VHArilA ESCOLA DO P0V0
DB
SO O Z A. PAZ C.
81 RA DO ll4PERADGIe--4i
Compra e vende vtoa novoe a
MlMtfMNA
EPHEMERIDESr^LYRICAS
11 deNovwnbro
484-Na)ireiB8alMalhiIittar.o '' *' :^-
J846-Merbadante afrtenla-m- delra^iS>.1
io -de Nupoles os8razi e. Curuzi. ,
i 862 Em S. Petersburga/no theatra-IiB-
prial -vai a scena a opera VerdiJ-*L* Para
dd Deslino.
l87ft-No teeatra-vCarcanoi -de 'Hila* Tai
a jee a operaRicardo III daCanepa.-
889-Rm Pernambuco. tenailugar um eon-|
Cario dado pelo ciliarista Lemnep.
1891 Canta-se no theairo Santa Isabel,de
Pernambuco a operaTrovatore,pela com-
panhia Parodi.
12 de Novambro
1.848 -Era Pars, no theatro-Opera Coni-
qm, vai a scena a opera-Val d'Aodorre-de
Hlevv.
i862-Pela primebrav*z na Italia, canta-se
no ihealroSeala/o Faust. e Oounod.
18630 maestro Faccio, aprsenla ne Scala,
a sua opera-I Profugbi Faraminghi.
mm
SPORT
Uippodrooao Canapa esrande
k corrida de h.je no prado do Guapo Grande
oto pode falbar i conlij de um sac:esso no
tsif pernambecaao.
Peita aaMver8. ii, dispO de todas as drenar
st< ocia salera .te que a-tratiem, convidan., lq-?-
rao mpera aM!ten.;ia ara taes (esiejos.
Com effeito, ios reqaisiios intriasecos neta-
se sjbreiilo orna injcripfiSo eoberba. rararaente
conseguida, amia os testas conmemorativa
do oosso Spori. N'ella grupua ee o que ba de
eieclo em aoimaes de corrida ; n'ella represer.-
laio se os meihorrs parelbei'oapara itiepnt r
a* c*r eras ; e os premios qoe ibes estao. affe-
oto-, por tua imporiaocia excepcional, exc'oirao
a- n dovida a timolaciu a eompetenda, e es'.a
coasegaiotemeate ser eai.
Perca-se por por eEEaito da lode
Hoa requisitos extrnseco*, oateala-ise um'
oruameaiagk) polenia de bruno bom godo,
qoe encanta e sansfas a apreciacSo. Alera dts-
so, sobreshh nuda o primor dos brindas, >oe
por v.liosos nos objectos qne os coostiiaem
'aTCBeotaam a genulea da directora.
To ai ftVctMaaente iaaporlaatas enleeico-
teii dl-tioeta, atprlmaiaavd.s prtidaa tm pn-
asorosonjianiv nave e daaatar allemaa, adqojri-
10 porl:*(tugie-espeolelaQDt.pr*e8S6 8a.
saioindo-ae>lDe ora IMtdo re!aik) amia, ooilo3porUnt.syajetmoioom2Smmta,
e ira rico relogio de ooro enchapad .
programla ompoa-eade pareos bemtsrp
otados e taa eicepcbo chaio -da bao parata!
roa, senda Utoaaa jiicvde niaia ara aaredi
t.r-ie na eiceilencia da (eita do Hlppodromo
de C.mparGfaode.
Bita lenrpor corto -ao mi prado gnode
eonoorrencia, a qual convidada pelo dapo
AsseMblia Geral.Felos nossos Es-
tatutos a reunio ordinaria da assem-
bla geral, para os -fins que acabis de
ser convocados, est marcado para o
mez de Fevereiro ; visto que o nosso
anno financeiro coincide perfeitamente
com o anno civil.
Em vista do estado anmalo da nos-
sa vida econmica n'estes ltimos an-
nos tem entendido em seu alto conceito
a Directora adial>a para quando fosse
conveniente e sobretudo proveitoso.
Assim, com apoio vosso, o fez em
1889, prevenindo-vos com aviso previo
pteJlmprensa que tal se fazia necessa-
rio pelo facto de irem as empreza-s en-
trar em obras que exigia.ru a perma-
nencia constante do gerente, igualme>
te engenheiro d'ellas, a frente dos
trabalhos em execucao, e principal-
mente porque nenhum adiantamento
para a Companhia poderia provir des-
sa reunio de simples praze reglamen-
tar.
Assim o fez depois de Junho de
1892, quando pela ultima vez fostes
convocado para elegerdes a nova Dire-
ctora, ouvirdes a letura do relatorio e
julgardes das contas dos annos findos.
E desta vez se baseou a digna Directo-
ra na deliberaco proposta pelo nosso
prestimoso consocio Sr. Izidoro Bastos
de Oliwera, unnimemente approvada
as assemblas geraes de 21 e 24 de
Abril de 1891, e pela qual foram confe-
ridos Directora poderes ampios para
proceder a respeto do futuro da Com-
panhia como melhor entendesse.
E' por sem duvida, meus senhores,
urna irregularidade esta-.-muto sensi-
vel, para quena tenha como principal
preoecupaco a rigera da le.
A le, porm, presupe a normali-
dade dos factos. as epochas anor-
maes nao pode haver disposico que
seja restrictamente cumpadda 5 e como
j vos disse tem sido anormal a vida
da Companhia de 1889 at hoje.
E queris saber ? si a Companhia
Santa Thereza nao est hoje liquidada
isto principalmente devido a essa
especie de dictadura que, pela" vossa
honrosa e Ilimitada confianza, habili-
tantes a Directora a assumir ;. nao a
eqcommodando com qwestiunculas nem
procurando por meio della dar- expan-
sp a mal entendidos acridos de exhi-
Finanfos. Infelizmente\ hoje pre-
ca 'io o estado nanceiro da Compa-
nhia e o foi desde a ultima vez que vos
achastes reunidos ; pois, a grande hai-
xa do cambio a urna taxa esperada,1
o consequente augmento dos salarios e
sobretudo do preco do combustivel e
materia prima, os constantes atrazos
[~no pagamento da llumnaco publica,
contrariaran! todos.as esperancas que
concebamos e cujas bases positivas
tendes patentes nos nossos anteriores
relatorios.
Mas, vede bem, repetindo. sto que
os quadros synopticos da economa da
Companhia vos espoem, accrescentar-
vos-hei que nao desesperado esse
nosso estado; consequencia exclusiva
de causas que estiveram cima da ac-
olo da nossa administraco ; funecao ab-
soluta de termos variaveis que amanha
nos poderao offerecer faces de prospe-
ridade.
Eu estava habituado desde 1884,
quando me elegeu gerente a Directora
de ent2o, vos vir aqui sempre annun-
ciar saldos da renda liquida ; e ainda
em 1891 foi esse saldo de 18:3135800!
Agora, porm, aecusam os quadros de-
monstrativos da receita e despeza um
dficit da 14:7668130 no anno de 1892
e outro de i6;609$i78 no anno de____
1893 !
Mas se d que sendo a media da re-
reita d'agua nos annos de 1889 e i89o,
cujo balanco foi commam, de 18:998,180
e o de gaz de 32:954.4;5 fra o seu
desenvolvimento d'ah. para c o se-
guinte:
Atino "Renda d'agua
1891 23:288,960
1892 23:654,120
1893 26:106,275
Renda do gaz
32:808,030
35744.830
34:485,447
sendo que o decrescimeato na renda- dq
gaz no ultimo anno fra devido ao facto
de ter sido supprimido no seu segundo
sime8tra oifornjBciwdnte, da lnz osipa?;
ticulares.
No-.priioeiro imefiAM do exetcjei
cprrente a renda rUagn tem quasi du-
plicado en i vista- das dfeJtberajCe i que
No prmeiro.smestre-de 1893, como
vos deveis lembrar, foi que principal-
mente baixou o cambio e subiu o preco
do carvo com o qual fabricavamos o
gaz corrente, e s no segundo simes-
tre, como j vos disse, nos livramos-do
pesado onuz de fabtical-o ; d'alii o nao
senmais sensivel a dirTecenija para me-,
nos no custeio do gaz, que veris em
Fevereiro prximo quanto tem baixado
no exercicio corrente.
Os juros e descontos que em.-189r.at-
tingim j a 2:416,250 chegaram a ser
de 16:358,240 em 1892, sendo feliz-
mente .apenas de 11:565,700 em 1893,
tendendo a sorem menores, sensivel-
mente menores, este anno, porque de-
pendem, elles principalmente dos em-
prestimos extraordinarios que temos
sido obrigados a fazer, j para aecudir as
necessidades extraordinarias, j paraj
fazer face ao retardamento dos paga-
mentos da llumnaco publica.
Os salarios que eram de 7:644,590
em 1891, .attingiram a 8:302, 420 em
1892 e chegaram a 9:875,180 em 1893.
E si difficil diminuir salarios depois
de augmentados ; certo que os me-
lhoramentos introduzidos as duas am-
prezas no,ultimo anno vencido nos ha-
bilita, a fazer redueco de pessoal; como
aliaz j comecaiaos a fazer.
Nao nos necessaro certamente com
maioros consideracoes justificar o que
no comeco deste paragrapho eu disse;
isto nao desesperado o nosso es-
tado apezar de tao precario ser ; por-
que os onuz contrahidos accarretam
compromissos futuros muto para se-
rem levados em conta ; medidas pre-
ventivas da administraco, porm, e
sobre tudo urna alteraco benfica do
cambio, mudaro de momento a nossa
sorte e faro fructificar a arvore da
prosperidade cuja sement com certeza
estar lansada em trra fecunda.
Credom e devedarestNo VGlatorie an-
terior me refer ao debito que figura
sob o ttulo Barao da Soledade e assim
as exageradas verbas de devedores de
agua e de gaz que ainda nos presentes
balancos figuram. Vos ped para eli-
nal-as por nao terem mais razo de
ser; nada deliberastes no correr da
sesso de entao, deveis porm fazel-o
hoje pelo que reporto-me ao que onto
vos disse.
A maior parte dos credores que. se
acham indicados no ultimo balanco
apresentado, e entre esses a Compa-
nhia Trilhos Urbanos do Recife a Olin-
da e Beberibe, na parte relativa conta
corrente que mantinhamos, se acham
presentemente saldados. Isto, porm,
infelizmente pouco altera o passvo da
Companhia, porque para tal consegui-
mos tivemos de levantar emprestimos
nos bancos Popular e de Pernambuco.
A maior parte dos credores que se
acham indicados no ultimo balanco
apresentado, e entre esses a Compa-
nhia Trilhos Urbanos do Recife a Olinda
e Beberibe, na parte relativa a conta
corrente que mantinhamos, se acham
presentemente saldados. Isto, porem,
infelizmente pouco altera o passivo da
Companhia, porque para tal consegui-
mos tivemos de levanfar emprestimos
nos bancos Popular e de Pernambuco.
O debito do Estado acha-se hoje re-
duzido.a 55:000,000 por termos no
exercicio corrente pago a prestaco de
mais 5:000,000 conforme o contracto
dd alludido euiprestimo.
1 IUttmmaco 1 abstenmento d'agua.
Flacas-~a. urna providencia tomado, por
occasio de ser feita a nnovaco de
nosso contracto, palo meu nunca olvi-
dado antecessor, o finado Major Lau-
rentino Jos de Miranda, obtivemos do
Eimo. Sr. Dr. Goveraardor do Estado
ailthorisaeio para stibstituir por illumi-
nacao a kerozene em lampadas paten-|
tea velha llumnaco a gaz corrente,
que chegou, coma baixa do cambio,
a nos dar prejuao de um cont de res
mensal no primeifo semestre de 1893
Assim de 3a de Maio de 1893 a 15
de Junho do mesmo anno, com applau-
sos do povo olindense que acha melhor
essa nova luz, fisemos successivamente
a inaugurac&o dessa illuminaco. nos
cinco..quarteires de lampioes.
O material da velha illuminaco con-
serva-se todo de modo a poder com
pequea alteraco tornar a funecionar y
o qne aliaz s convir se tornarmos a
ter o cambio alto, pois que os nossos
recebimentos sao em res e nao em
esterlino como era rasoavel que fosse.
Livrando-nos do grande prejuizo que
estavamos tendo, infelizmente nao nos
d a nova illuminaco saldos compen-
sadores do trabalho que com ella temos ;
principalmente em vista do grande que-
bramento e at roubo de chamines
alias indspensaveis em taes lampadas.
Pelo que, approveitando a opporfu-
nidade de ter passado a despeza da illu
minaco publica da responsabilidade do
Estado, com o.qual fizemos o contracto,
para a do Municipio, obtivemos do Se-
nado e Cmara, um projecto de le au-
thorisando a resciso do contracto da
empreza de illuminaco. E esse pro-
jecto de lei hoje apenas aguarda a sanc-
co, que naturalmente ter desde que
seja remettido ao Exmo Sr Dr. Govor-
nador do Estado, o que at agora nao
aconteceu por causa do conhecido con-
flicto que se abriu entie os poderes
legislativo e executivo'no nosao Estado.
A resciso assim se far mediante as
seguintes condices ; a Companhia re-
cebera 30:000^000 de indemoisafa
pela- desobrigacio e:n que ficar g
Estado de pagar a illuminaco munici-
pal, oaob condica 'de dal-qs por conta
da seu debito *o Estado; todo.o matee
desengaadas vantagehs est substi-
tt indo as duas velhas' bombas de dis-
pendioaissma conserva^o, e diffici-
liaio custeio.
Conforme nos permittia o contracto
foi elevado no corrente anno o preco
das penas d'agua, desde que regularse,
tornou o seu fornecimento.
Futuro da Companhia,Si nao fossem
05 compromissos anteriores que nos
.accarretam no presente e futuros exer-
ejeios despezas inadiaveis, cujo.. salda-
rr.ento benfico baseiase em hypothesea,
diriamos que era desengaado o pros-
paro futuro da Companhia. Em todo
o caso tal n'elle a nossa confianca
qae nao receamos ir cada dia trocando
por accoes suas as nossas economas.
Pensamos que rescindido o contracto
da illuminaco, ficando o material por
nossa conta; e sendo authorinado por
vos um emprestimos em debenfures que
nos authorise, obrigando-vos 1 menor
juros, a saldar a conta dos Bancos, at
que de accordo com o Estado possa-
mos com elle, que deve ser nosso pro-
tector, contractr novo emprestimo,
seguro ser o futuro da Companhia
Olinda nao ficar sem luz. Ou o Mu-
nicipio ou a Companhia Trilhos Ur-
banos, immediatamente mterossada, ou
outra qualquer Companhia negociar o
nosso material quo o.T.tais -vantajos
que poder ser presentemente obtido,
empregando assim um capital que poK
pequeo o'bter em condicoas mais
felizes lucros renumerados, ou nos
mesmos,era melhores condices, faremos
novo contracto. Esta circumstancia
junta a do recebimento dos 30:0008000
a3S quaes me referi muito concorrer
p3ra % 6ensivel dimnui?o de nosso de-
bito.
Nesta hypothese. poderemos ter lu-
cros para dividendo e o resultado ser
a subida da cotaco de nossas accoes
ao par, permittindo-nos a emiisao das
accoes disponiveis com as quaes salda-
remos sno todos ao menos, a maior
parte das debentures que tinhamos emit-
tido.
PoJe^ser, mcus senhores, que o meu
optimismo a respeito da Companhia
Santa Thereza me cegu ; mas eu d5
.c.'irte P.at* vos estou pintando um qua-
dro phantasmagorieo4
Todas as ideas possiveis tu 4er?ho
passado a respeto das duas enpresaS-
desta Companhia na fieira de minhas
cogitafes particulares e nao temos
mais para onde appellar.
Tehho pensado em luz elctrica.
Essa soluco, porem, dil-o a. scienca
de mos dadas com a industria, nao
econmica para urna cidade como O-
linda; sobre tudo para a nossa em-
presa que nao.se pod onerar mais.. A
luz elctrica o apanagio das grandes
capitaes e das luxuosas cidades, e vos
armo que nao resolve o nosso pro-
blema, duvidando sinceramente que
resol va' o de qualquer empresa nova,
econmicamente, como qualquer em-
presa deseja.
Tenho pensado em approveitar a
forca natural dos ventos para- em
nossas machinas elevatorias d'agua su-
bstituir o carvo. O emprego, porem
dos moinhos de vento, por nformacoes
queobtive do Rio Grande do Norte,
onde existe urna instalaco corn o mes-
raofim, no: tambem econmico. Pois.
alii pelo menos nao dispensado o
motor a vapor para os casos de cal-,
maria ; e o que mais gasta-se com lu-
brificantes dos moinhos ojuasi tanto,
quanto com. o combustivel !
Assim sem lastimar nem ter que
cohfessar erros nos mclhoramentes que
n'esta Companhia tenho .intioduzido,
plenamente secundado pela dedicaco
e tonfianca dos seus" illustres- Directo-*
rep,: este o. oosso modo do pensar
sobre o seu futuro. Vos, porem, "com
tafcs dados, melhor d que nos o pode-
rejs julgar no jnomento actual, o mais
importante talvez de toda sua vida*e-"|
cooiomica.
Nada mais me occorre diseU-vos, ee
jihores accionistas.
(Olmda, t2 de No vembro de 1894. -.
O Gerenta-u4/o*> Pereira Siines.'
783S520

2.392I3991
593480
9sttm
48S170
42*380.
138000
8UO00
^ '
4.1605000
38.358$360
40.OOQ0O0
25-1:1419290
Capital 6.O0Oacgas
' do 503000. .... 300.0001000
135' Jacintho Azevedo
& C. ........
137 Jaqoim Alves da
Silva Santos ....
147 Albino.Silva & C .
14skCompanhia.de Dro-
gase P. Chimicos .
144, Manoel Joaqum Pe-
reira.........
150 'Joffo Wlfrido de
Madeiros......
131 J E. Parcell .
152 Lopes .Guimares
Irmaos .......
Randa liquida, da
Empreza .
153 Accos Preferanei-
aea..........
554.1418390
Escriptorio da Companhia Santa
Thereza,. 31 de D i-zembro de 1892.
/. Ulysses de Almeida Albuquerquc,
Guarda-livros. 9
INVENTARIO GEL era 31 de De-
.zembeo de 1893
Aotivo
13 ConstrucGao ....
lt Accoes disponiveis.
15 Acceaem deposito
16 Terrenos......
21 Movis o utensilios
22 Devedores geraes .
23 Barao da Soledado.
21 Linha Telphonica.
70 Melhorame n t o do
sorvico do gaz .
90 Fry & Sons.....
103. Nova canalis a c o
de Beberibe ....
117 Melhorame nto do
servico d'agua .
126 Devedores do gaz. .
130Caixa........
110 M iteriaos......
157 Devedores d'agua .
160 Doposi-to.do carvo.
250.0008300
99.3500000
10 0008000
390S000
218 250
639 920
2-2070690
3150000
19.8880560
3610330
128.0150899
11.5420030
11.1938277
1000880
9.886S230
22.7678775
2250000
570.6040882
3000000
7.50-10520
960590s
-1 mmm um mm
INVENTARIO GER'AL em 31 de Pe-
zembfo de 1892
Activo
13 Construccao .
, 14 Acc3es disponiveis.
15 Accoes em deposito
16 Terrenos......
21 Movis -e utensilios
22 Devedores geraes. .
23 Baro da Soledade.
72 Linha Telphonica.
76 Melhorame n t o do
servico do gaz. .
103- Nova canal isa cao
do Beberibe.....128.0158890
250.0008000
99-550H u
10.0000000
390S000
2188250
6398920
2.207S690
315S0H)
8.6420960
113 Devedores d'agua
171 Melhoramento do
servico d'agua .
126 Devdores do gaz .
130 Caixa........
132 Deposito de-carvo.
140' Materiaes......
Passivo
18.8158100
7.2948640
16 2218760
840170
2.OOO800O
9.7660*210
554.1410590
142 .Deposito dos empre-
gados ........
152 Dr. Antonio Perei-
ra SimSes......
62 Monte Pi dos Em-
pregados......
75 Dividendos a pagar
82 Companhia Trilhoa
Urbanos. t .
96 Fray Sons 33.18.7
114 Thosouro do Estado
il6 -Alian Paterson-&C.
U9 .Empreza de Illumi-
nagao........ 10.8378949
30080'JO
2.5148050
968590
12.2650509
70.640800)
6788630
60.00000o;)
1.3938750
Passivo
Deposito de empr?ga-
.dS............
Dr. Antonio Pereira
Simoes..........
Monte Pi dos-empre-
gados...... ,
.. Dividondos .-..... 12.26505
lii Tkesouro^^
116 Alian j tt-t~
Empreza de llu?
gao. ......
Miranda & Souza.
Jacintho Asevedo & C.
Res & Santos.....
Joaquim Alves da Sil-
va Santos.........
117 Albino Silva & C.
150 Joo Wlfrido 4e
Modoiros.......
152 Lopes Guimares &
Irm&os. -...;..
151 Companhia Trilhos
Urbanos. .......
102 Cardoso & Irraos .
Renda liquipa da Em
pneza........... 21.7490392
J53 Accoes Preferen-
ciaes............ 40.0000000
167 .Alfredo, .Ganchos
&C............ 4750000
Capital 6.000 acfOes
da 50800.)........ 300.0000000
768S910
3.87US710
3.0710130
1.1330700
6150960
54038O
13800o
12.4000000
90.7210210
2230000
570.601S882'
Escriptorio; da > Companhia Santa
Thereza, 31 de D3Z9inbro de 1893.
i F. Ulysses de Almeida Albuquerquc,
, Guarda-livroa.
Ptorecer da conmissi. fiscal
ullms. Srs. Accionistas da Companhia
del Santa Uieresa. -"=
Sondo esta commissao eleita pela
assembla geral em 1892, para fisca-
lizar as contas e geatSo da Gompa-
n^ia naqueile anno B pelo mo'ivo de
nao ter-se organisado o balanco e con--
tas attinantes ao mesmo "em tempo,
eai vrrtude flo qae ooHtinuou n>se-
gttinte annoiierlSOS acommiss&o na
mesma incumbencia."
Estando agora preparada a escri-
pturago e Balanco dos ditos dois
annos, e como preceita no art. 27
dos Estatutos e disposic5es da Lei das
Sociedades Anonymas examinamos
as oontase os lancamentos do Livro
Diario, do- livro Caixa e o Balanco, e
achando estar tudo escripturado com
regularidad*, somos de parecer que
sejam approvadas ditas contas.
Apezar da grande deprosso do
cambio de alguns annos para c, pelo
que tem tornado exeessivo o preco
do carvo, dos machinismos e mais
accessorios que tm vindo da Europa
para a mesma Companhia, alm do
augmento de salario que por vezes
tem reclamado os empregados e a
que se tem attendido, ainda assim o
estado financeiro da Companhia nao
desanimador porquanto tendo f ido
a receita durante os dois annos de
Hs. 119:9908067 e a despeza do Es...
151:3758980 ha um dficit de Rs------.
31':3-<5S513, differenca para menos da
receita, mas. existindo tambem um
saldo na conta de lucros a perdas do
Hs. 21 ;74988J2a favor da receita; e
se nao tem feito dividendos 6 porqie
tenderse organisado esta Empreza
com capital muito deficiente para a
regular construccao da mesma, v se
el'a constantemente em .difflculdad-js
para boa conservaco, augmento de
uovas obras, no que se tem .applioa-
do os saldos que deiatn existir- ou
se distribuido com dividendos; porm,:
er a commissao que nao sero os
accionistas prvjudicados, por que em
-vjsta do grande progresso edificador
que estarse, dando enxOlinda, a.gwnr
de concurrenciade moledoras sprin-
cipalmente na estago do vero, .de--
ver ir'Bugmentartdo a W(jbita'd-.qu

i
-





:

I D7SJA INC0RRETA


ff
I

II
I


?-

a


Piarlo de Perpambnoo Domingo 11 de Novembro de 1894
I *6f4* se?*j|iB>**f..
,nm,i.o,.5A maR vantaiosos dividen- coraproraetteram o meo futuro, matarara todas
U minhas esperanga e deiraram-me na praia
dos.
daaerls, como uro naufrago
Ah < i o tempos voltassem e si eu po-
desie de novo voltar minha chefla, como nos
\ commssao de opinio que a
illnstre Assemblea marque, ou autho- u
'""i Detona a maroV' subsi- m^rg dio ou gratifica?ao rasoavel para as G
futuras oommissOes fisoaes- porque
todos sabem que ha rauitas accionis-
tas que possuein grande numero de
ac^Ses e, ou por estarem ausentes ou
por seus muitcs afa/.eres, nao podem
acceitar esse mandato, assim como
muitas senhoras, orphaos etc., oro
mos que nao lhes ser contradictorio
entrar proporcional mente oom essj
pequea oontribuicS.o addicionada as
demais despezas p.ra aquellos que
prestara servicos, alora de que essa
clausula j est admittida em quasi
todas as Emprezas raercantis, indus-
triaos, o agrcolas etc.
Recife, iO de Novembro de 1894.
Jos Nogueira de Souza,
Jos Luiz de Araujo.
PUBLISVCOBS \ PEDIDO
| ui espectro apparcccu ao
elaeflesinao
Como Bruto o capillo Martins Jnior tambera
to o seu phanlasmi.
Na noite rrn que orgaaiiara o celebre direc-
torio da antiga caa de baotios, no qual s im-
pera a tua voatade, com q-jaoto apparentemen-
te s mostrases satisfeito victorioso eslava no
intimo d'aima convencido do seu disprestigio
-poltico e conseguhteraenle da derrota certa e
oevitavel que o aguardava ..
Triste, desilludid e cheio de amargas appre-
henjOes o chefissimo, fimla a tal reuoiao, lorn
ou silencioso o caminbo da caea, seguido pelo
seu insparavel Aroxa, que, durante o trajelo,
urna vez por outra he dirigir a palavra pedin-
do raios contra aquelle que nao linhara oba-
decido ao chamado. O diessimo porm, en
tre"ue a urna idea ttxa que o dominava, surdo de apprehensOes, com voz sombra, disse : Es-
as rarvoices de seu valido continuou silencioso lou perdido ti, esta espectro urna realida-
da, o prenuncio de infelicidades e dssgragag
que me aguardam, urna prova evidente, ir-
recusavel de que ha algu na cousa de estr-
ate a casa, onde chegando recolhera-se ao seu
quarto e a sos maldisia a joa aorte, vendo por
trra todo o seu castalio de vaidades e preten
C6es. .
E corao nao havia de ser assim, quando a?
influencias do parlido republicano o tinliam
abandonado ni) acudindo ao toque de seu cla-
rim, conseguindo apena reunir poucos amigos,
que, cora quanto dedicados sua pessa at a
idolatra, corao o Aroxa, eram todava insuffi
Cenles pelo numero e pelos elementos de qus
dispuo^am para amparar a sua cnea, que era
tolo o seu ideal, toda a poesa de sua vida !...
Rjconhecendo o perigo em que eslava a sua
cheiia, considerando-a inevilavelacntc morto,
cheio de ra va, sdenlo de odio e de vinganca,
com faror satnico, de quando em quando ex-
clamava :-Maldito Ambrosio : MU'o Jote
Vicente Maldito Cmara Maldito* todos qu*
tr
muito peior do que flz I
Era j muito tarde e o che'slmo continuava
preoecupado com a sua desventura, carpsndo a
desastrosa perda de sua chefla, quando pare-
ceu-lhe ouvir ruido de urna peasoa que pene-
irava nos seus aposentos e de repente andando
os 'olhos para a porta, que ,d para a sala da
frente, que eslava fechada, nao fo pe .m-na a
sua surpresa vendo-a aberta e apresentar-se
urna figura de estatura agigantada e J'aspecto
borrivel a encaral-o com olhos severos.
O cheflssimo borrorsado e na mpos.ibili-
dade de levantar-se de gritar pediniosoe-
corro por llie terem as pernas e os bragos fi-
cado completamente dorraentes e Iha ter fal-
tado a voz, lembrou-e do compromisso solem-
ne que havia tomado parante o general Leu*
de Lastro, poroccasio da entrega da bandeira
ao seu bravo batalhao 6 de Marco e olhando
oara a sua invicta espada, que eslava prxi-
ma, gento ura raio de coragem penetrar-lhe
n'alma e o sangue vollar circulac&o. Fo en-
lao que cora voz perra, como se a lingua esti-
esse paralylica, perguntou ao phantasraa :
Quera tu 1 Que motivo te traz minha
presenca? Sers porvenhira o genio da revolca
que vem desaflar-me para ura combate singu-
lar?
Eu, respondeu o espectro, sou o genio da
tua rr orientacao; sou a fraude ; sou a des-
< honra ; serei emtiiu o leu triumpho de Muri-
* beca, que te expondo a irrisao publica con-
t demnar-te-ha ao despreso ds leus correligio-
narios!...
Anda outra vez nos encontraremos.
Proferidas estas oalavras, desappareceu o
phanlasma e, passad algum tempo, o chefisii-
ao nao ouviodo abrir portas e nem rumor de
ospecie alguma, com mximo esforz conseguiu
ievantar-se e empunhando a sua invicta espada,
poude chegara sala e vendo fechadas todas as
portas, raais apprehensivo tcou, considerando
aquella apparigao, como um prenuncio de infe-
licidades e desgracas que o aguardavam ......
Voltando ao quarto, depois de haver cuidado
smente fechado a porta e anda cora a sua Ma-
neta espada desembainhada, o cheflssimo, cheio
CuciftK.RCll
Belfa Cetammercla I *i Perama
Nao hou _S^Z?/-' O oreeide'"
f-& iko>" PiotJ O necrilari.
- Caadlo
Pr.g d Bch
O mercado eft-ve time c^m ten-*encia pr
illa aorraie ot B '""os soas opera^6-s a 11 3.8
sobre Lonlrp a -.0 d <, aaU arde i fiTireciaoi
sacci- b njpihor laxa para malas Satura, efle-
rerendo o Rivr P te II /i.
LetrespirucnUrr appa'Cer.m i II U/lo I
11 3> d para D temoro.
CotKe *e se*er*s
*mra o a$rteuU*r
As. u :r
Sinu por 15 kilos.
ilUlisado por 15 k los .
Branro, fie dem.
Someoos, dem, tdem .
Masavido, dem, Mea. .
Brni.o secios idea dem
Broto snelade, dem, dem.
Mtame, dem, Idea .
64600 a
6.00 a
6400} a
44(100 a
3*000 a
SiOO a
1*700 a
i*300 a
6*80)
IMOO
7*100
4*300
3*300
2*5oJ
S*SU>)
1*70")
Sem negocio.
Jlgado
Pe pipa ie 4M litros IM "Ddi
Afuard^ate
Por pipa de 410 litros 149* reo Ja.
euroi
Secces salgadas na baae de 11 kilos 060 res
venda.
Verdes a 40* res, oominil'
Caraaiiba
Cota-se alia* or 15 Ktioi.
Hel
Nao b.
TABELLA DA8 ENTRADAS DE AS-
8UCJAR E ALCtODaO
ilm de Novembro
Ba-cagas ....
Vapores ....
Aoimaes ....
Estrada de Ferro Central.
llem de S. Francisca.
1 lera do Limoeiro. .
8-)mma

Das
1 a 7
il a 7
l a 8
1 a 8
1 a 7
l t6
A8SU-
car
Aigt
dio
Sactoe|Sac.-
3103, 3fi0
I un
IH6
5810. 150
16874' 69
S5170J 1716
77878' 3517
Bpariaeao
Recife, 10 ie Noveabro de 1894
rara o exterior
N.da hanve.
Paro interior
No vapor ingles -Macedonia, para Farana-
gn>, carregaram :
P. Garneieo s C, 700 saceos com 45 000 kilos
de auocar ma cavado.
Para Rio Grande do Sol, carregaram :
P. Cornetro & C, 500 sicca com 38 9*0 kiks
de altodao.
Loyi 4 Moreira, 500 suecos com 37,500 kilos
de issocar branca.
Para Porto Alegre, carreguo :
J. F. Marqoes, 100 saceos cena 75,000 kilos de
assucar branco.
No vapor nacional Itriba, para Porto
Alegre, earregar.m:
V. da Silveira & C, 380 saceos com 91,000
kilos do assecar branca.
K. Beltrao f mao, 00 saceos com 60,00
kiloe de asbacar braoco.
Pira Rio Orao.ie do Sul, ca-reeon :
C A. Borle, 177 accos cem l8 575kloi fe
aaancar braoco e 50 di masca vado.
Para R o de Janeiro, cavegaram :
Companbla de llelbonmeotos, 1,491 aaccn.'
COti 89,940 kll a de aesocar braoco 101 ditos
coni 6,0450 ditos de dito maacavado.
I'. P. Porto Baliar. 55 pipa com 11 750 litros
de ignurdente e 55 ditas com 11,750 ditos ele
aleool.
ordinario que eu nao acreditiva, deixando-me
<> levar por urna falsa philosophia. Si acaso nao
o um i realidade, entao o reraorso, um bra-
do da minha consciencia, ura fruclo dos
' meus erros!.....
. Estou convencido, continuou o cheflssimo.
k de que nao forara o Ambrosio, o Jos Viccn-
le e o Cmara que me derura o garrote : el-
les, approveitaudo-se dos m:us erros e le-
viaodddes. predi-poseram muito os nimos
contra mira ; mas, quera fez a minha desgra-
> ja, quem levou o partido republicano a repu-
diar mefot um capricho desvairado. Os
" raaos conselhos, porcm, nao me fardo recorrer
< aos artiticios dos de/trioi, para obter ura di-
ploma deshonroso, verdadeiro presente de
J No vapor francea Ville do Roaarlo, para
Septo carrrfcrm :
T. U..imara. a (:.. gy^frT|n C0(n jj Q00
CH.J8 ^ninilfMBMMilili
Uel'.rle Irmao, 500 aaccoa cox 30,000
les de asacar braco.
P. Carne ir > C. 700 saceos com 41,000 kilo*
de -esoca- braoco
Cara Rio a Janeiro, carregaram "
P Carneiro ft C, 400 saccas com 30 800 kilos
de algoiao.
oxpaobia de Estiva, 500 saecca com 11000
Kilos de aducir branco.
M. C. Bandeira Mello, 170 saceos com 16.800
tibie de aturar mascavado e 430 ditos com
25 80J olios de ito braoco.
M. Aooes, 550 sacco. c im 33,000 kiloe de
assacar mascavado e 150 ditos com 9,OuO ditos
de aro braoco.
Para Santos, carre^anm :
S. Golmardes & C 1.00J aaccoa com 90,000
kiloe eassocar b-auco.
de Ottveira Mata, 500 aaccoa com 30 00.
kilos de a so ar r>r?oco.
g. O. Beltrao & Ir-ua, 500 saceos com 30.0 0
kilos de assacar mascavado e l.lOO di ios cem
71 003 ditos de dito braoco.
M. C. Baidnra de Mello, 500 saceos cera-----
1,000 vitoa de assocar ma^caraio e 1 0 barri-
cas co i 11.500 ditos de dito retinado
i y > a f.lt o, 50 larris com 4,500 litros de
gaardtnt*.
Para l'.io de Jaoeiro. carrega am :
R. L'oia C, 45 saccas com 3,163 kilos do
ale! dao. .
P. Caroeiro & C, 500 saces com 38.771 k l.s
de aigouao.
L. A. dt Coeta, 19000 cosos lracta.
M. F. Lene, 5.0 sancos com 0,000 kiloa de
atracar braoto. ___nn '
S. Guima ues & C, 80 pipaa com 38,080 litros
deagair.eaie e 15 diua coa 11800 ditos de
al aoi. ,
Compa bia Deatilacio Central, 10 pipas com
9,50j litros de a,ui-aente.
Ley 4 k.Ibo, 1,100 saceos com 66,000 kilos
de assacar mascavado
No vapor iogiea* Cartn, para Victoria,
*arregoa :
J. T. Cuoeirp, 31 aaccoa com 1.800 kilos de
railbo
No vapor nacaial Manios, para o Para,
carreaou : .
A Goimaraifi, 50 bar i :aa com 4,150 kilos de
issacar branco.
Pa-a Ceari, carregaram :
P taraeira*C, 10 barra com 900 l.troa de
atacad.
No patacbo Olio, para o Para, carrega-
ram :
P. Caroeiro & C >00 barricas com 11,353
kilos de aaeoca' branco.
H. da Silva Loyo. 1(0 b nicas com 6.973
Silos de assucaroranco
C. Gaimaraei Jouior, 300 barricas com 10,853
Silos "e assocar braoco.
No logar allemao Cristiane Elisabet, para
o Para, carregaram :
Loy Mo-eira, 50 bar teas com 4,500 kilos
de assocar bram*o.
= No biale Hora Jisns, para Nital, carre-
goo :
U M. da Costa, 6 barricas com 475 kiloe de
assocar retinado-
No biate Dos te Gzie, para Aricaty
carregaram :
P. Ploto A C, 6 pipaa com 1,375 litros de
agurdeme.
Para Mossor, carregaram : _
Companbia d Estiva, 15 sac?03 com 00 kilos
de aacocar braoco, 1 barriese com 54 Miras de
ct-rveja e 5 catas com 45 ditos de cidra.
i. S de Amarat & C, 15 caixas com 110 li-
trus de vinbo le f-oclas e 5 ditas com 45 ditos
de licor.
PAUTA DA ALFANDEGA
TALOaia
BOXITAS
DAH UBaCADOBIAS NACIONARI
OIBBITOS DI 8XP0T4CAO
Semana de 5 a H de Notetnb o
.guardante cachaca, litro.......... 559
Di.a de canoa, litro................ 400
Dita destilada ou aicool............ 479
Algodo eji rama, kilog........... 666
Arrea com casca, ilem............. 150
i oaaca* b'3,-v, ilem............. 389
O ) iem............. 143
-m.............. 4i0
\ idim.......... 130
iba de !r.,io cjaogabelra, idem. 14400
o, dem...................... 900
Cal t-ju, i-cia ................ UiOO
iii j 3 -i! .Iho, dem...... l*J00
Ditomjido, idea................ 5**00
jeaeetede oa.aadlM, okllo....... 47
abao k'h...................... Seo
3eoo eao r* ., s lo 666
TaUaoa ui-.u ra, t lo........... 150
Pahoaa rie-afelio, du ......... 160-tOOO
i>ra em feias.ke................. 1*000
ijtta vegetal em broto, kilo........ 1*000
Carocos ou semeotes de algodao.idera 55
^arrapatelra tsemeote;............ 120
dem.. ................ 906
C. *. Bo'Ie, 1,110 lacena com 66,00 kiloa ds I lyiQ .e paira, tonelada ......... 30*000
aasiicar maacavado. Icoo-os teccos espiebadoa, kilog.... 644
r gregos Nao het de defender um diploma des- este effeito Ihe sejam levados era liona de con
honroso para entrar no congrasso, seja por lia os raeios de que fez uso para tnaraphar..
que porta Wr como o un ico rae io de salvago Nao para mira, accrescentou elle, a feli-
que rae resta 1. Mas o dia&o esa/'o e si assim cidade de ter urna Munbaca que me d vi-
conseguir pisar na Cmara, o raen primeiro doria ; mas hei de blela por outros meios
" f 1 h i"81? "P.roduzir na Cmara o mani- e o Arminio, embora venba a triumphir as
iosto do Jos Marta, corao mcio de adquirir urnas, reunindo maior numero de volos, enlre-
as sympatillas deste e de seus amigos e vin- |gue ao seu natural descango e seu aupposto di-
gar-rae do Barbosa e affectar a maior dedica- jreito, ha de flear a ver navios e pouco rae im
cao pos8lvel a pessoa do Marechal Floriano 'pona que digum qu usj do arlilicios e que
ganhara8ua benevolencia e obter alguraas recorr aos deleltrios para cliegar a esse resul-
nomeacOes para para cerlos amigos e palen lado.
tes da guarda nacional para outros e por este
rneio rehabililar-mo e altrabir o partido.
Si, potara, apesar diaso, ainda o partido re-
publicano continuar.a repudiar-me,os escrupu-
los estarao vencidos, o terreno estar prepv
rado e o meu logar ser ao lado de Jos Ma-
ra e de seus amigos.
Ellea aabem, que figarei in nomine na revo-
volucj ds 18 de Dezembro e que ao ser in
formado desse moviraento refu^iei-me era ca-
sa do Desambargador Mtrlins Peruira, onoe
fui accommettido de vmitos seceos era con-
sequencia da iraprofsao desaggradavel, que
' me causavam as descargas. Anida hoje nao
posso esquecer os ineommodos que dei a toda
a familia.
Ao ouvir raovimento, na ra, de p^ssoas e ve-
hculos, que passavara, o cheflssimo abnu urna
janella e vende ludo claro, vestio-se e saliiu fal-
lando alguna minutos para seis horas, e foi ter
cora os seus amigos Moreira e Adelino, aos quaes
referiu o que se passara. Estes r xonhocendo o
abatimento physieo e moral, que apros.-ntava o
seu chefe, procuraram desvaneeel o da iilca que
o preoecupava e que o phanlasma -nao passara
d'uraa verdadeira visao ptica devido ao estado
de exaltagao era que se achava, era consequen-
cia da cerveja e vinhos do que se tinlia servido
por oocasiao da reuniSo.
A pr nsipio aastentoo o cheflssimo qui tinha
visto um espectro borrivel e que respmdera a
sua interpllac5o e, portanto, nao poda ser
Vigilmlibusetnon dormientibiu soecurrit ju$
O que conv e, Marlins, que uo- engeites
int'iov Logo que b fares ura papel sujo qual-
quer com o noine de diploma parte para o Rio,
aflra le preparar o Ierren o para si e para raim
Tem rasao, repite>u o ch^ffssimo, seguirei
no primeiro vapor, si assim sueceder, e nao
pouparei esforjos no sentido de serillos victo-
riosos.
A cmara reconhecenlo os nonos dlreitos
ladrera oj caos a lua ..
OSolitirio.
---------------^---------------
Trocando
Nem toios podem ser felizes
Nao ha nial que dure sorapre,
fiem be:n que nunca se acabe.
O tempo da bonanza passa,
A poca do mal tambora foge.
A vietoria de Pyrro nao foi dura-
doura.
Uns, por muito tompo, gosam dos
aventuras do mundo; outros, fcil-
mente e em breve, experimentara as
urzes da vida.
O Destino ceg.
A Fatalidade nao tem olhos, e a
sua mao possanto inoxoravel; ou
Durou pouDO a ventura. nico motivo? Nlodn certo. A nica ra-
Um goverrlador honosto nao our- aSo que todos i,cm excfcpclojteem reoeio
VOU a serviz ao seu jugo pesado 'de visitar a anaiio da mortca p-ias tre-
nao tragou a linha de sua conducta vaa da coito. Qaaei todos tem ; ao paseo
pelo seu arbitrio de tyranno. jqoe, ae o fieermos quaedoj o aol brha, on
O presumido chefe fgio, dizendo ae forros ermpa bd8', vsmoa sempre
ter abandonado as posigoos, quando revestidos de maitr animo. Na ci crc-
dellas foi enchotado. [moa em toleimas; pelo menos tssim o ci-
O ostracismo apresentou-lhe espi- zemos.
nhos e a acta falsa do Muribeca deu- Coob.-ci um homem, -qoe qnaodo jovon,
Ihe-passagem Cmara Federal. ap-,nhcu tal sasto ocm s ir^ da aprarjlo
Djxou cahir a mascara, esqueceu 'aaos snppcat<>s ph-otsemas, que por
o passado impotluto e abracou, com a perto de cincoeota annos, feoo reaseotido
ganancia de i'aminto, o diploma, em d' squel'e choque. Ka- ae pode diater que
quo os deleterios escreveramdes- o houem a que a lodo, fosee medroso, nem
honra.
tivease prejuiso algum a'essa naturesa
uma viso ptica devido a esta ou cqaeila cau- faz brotar do po, do nada, o elemen-
sa ; mas, afinal accetando ai explicac;9 de
seus amigos pareceu convencer-ie de que na
realidade nada tinha visto e n:ra ouVio e que
lulo nao passara de uina exallagao nervuso,
resultante da desgosto que llie causara o facto
de ter apenas conseguido reunir poucos amigos,
o que era uraa consequencia do desprestigio
era que fleava e qoi forcal-o-hia a recorrer aos
artiflcioi deleterios, para ODler ura diploma de
deputado altamente deshonroso.
Manifestando esses senlimenlo, o Moreira
homem de lo los os lempos, sem crenjja e de
consciencia calleiada em poltl.ca, habituado a ,
visar Bm^nle os ns, pouco he importando os O seu ciormisswio passado nao per-
raeios, -disss: em materia eldtoraes, chefe, mittio quo elle se unisse ao translu-
todos os inios sao lcitos para se trtumphar ; :l da monarchia, o chefe do delete-
porquanlo a deshonra consiste smeate em ^gm0i
^uvimiS'S'palavras, disse o chejimo:! No dominio do marechal Floriano
laso 6 animador e muito rae agrada...
Eoto entende, que conlinuare apesar de
ludo, a ser o purisiim e impolluto chefe ?
E por que*n&o, resp >nderain os dois, desdo
to de futura grandeza, ou abate os
casillos, quo parecem solidos, fez
ruir por trra o monumento, que pa-
reca immortal.
Uns tem a oxistencia longa.
Outros tem a vida contada.
O keJUsimo soinpre te ve seis raezes
da cinco dias:
Com o marechal Deodoro gover-
nou um mez.
Como serpente astuta, enroscando- pto cootrano era um bravo e detiot
se, penetrou e;n ltamaraty, fomentou o-f cal do .x-^cito Qiacdo til j tioba
a discordia e arrojou a Pernambuco oi-eou e doia senos e qatndo ae re'eris
o gormen da lucta. I aquello acout ciroeato, era sempre com u
Acenou tempestado goiofei palavras que o d-.screvia : Por
Revolucionou os elementos. |eps5o de d*s minutos, iai victima de tSo
Alardeou podero o conseguio al- violeuto terror ^oe o'ei.tSo pu-.e. c orna
gurnas migalhas, com quo matou a aorte de sobresalto co tuu> me dorxioa.
lome canina dos miseros, exhaustos Qaalquer barutho inesperado me Ida tre-
por prolongado jejum. [mor, a ubj Atinunciou a proemineniia de seu
prestigio e promotteu dez anuos de
prosperidade e risos.
O Moreira agitava a cabecinha
e3o posa dc -rmr, me i npelicm a r< oosr
Devo co f ir que o a ruxtmtr da cti-
te me fiz m do.
E hst'iute eurioEO, q>-e esta mesms ex-
que o vencedor, quaesquer que sejara os meioi
de que teoha fetlo uso para cliegar a esse re-
sultado ?
Urna eleica, disse o Adelino, urna espe-
cie de guerra e eu p^nso que todos os meios
de guerra sao licilos e que ao vencedor cabera
.empre as honras do triumpho, sem que para
Ditos ditos salsaios. dem.
p'wngg, ideara
360
Gourioho om..................... i*7''0
Cocas em casca, cerno...........
F-rinba e uiaooloca, kHO..........
G'axa sebo, ktlog..........
CeoDra, litro.............. ......
JaDoreoiy i foln), idem..........
Meios oe sola, valar nominal.......
-l de taoqoe on melaco, litro......
Mtloo ki:or......................
Poilra de cabra ea Cabello, valor
do cea 10 ......................
1 eai de caruetro em cabello, valor da
ceoio ..........................
9*00.)
OO
700
360
800.
7*UO'
189
110
153*
90*
cadfaieaace pafclicos
Mes oe Uvembro de 189
Aia
senda cera!
O j da 1 a 9
dem da 10
5H:5895J7
8.319*633
Hanaa ao Balado :
:,u da. 1 a 9 1
0*0 os 10
i 596*463
41 510*451
569 918*860
157.106.917
Somma rala! 727.055*777
legenda escodo da AKaadaga de Parraaboco,
10 ds Novembro 00 ISVV
O chefe da seccio
J. Goncalves da Silva.
O nesoureiru,
F.orerco Ojmingaes da Silva.
B8CERE10RA BSIAD.)
o -il' i 8
dem da 9
Oo da 1 a 8
Idea d 9
.IBCira UHA1KA9S
58 655*541
818 3.6
19 473 919
604*265
9 8*594
1:59**859
Hovlmcu o do porto
Navios eotredos 00,01a 10
Hamborgo e escala-13 das, vapor allemio Ma
cedoota,* de 1477 tooelaias, commanjante H.
F. Borden, eqalpagem 23. carga varios gne-
ros ; a Pereira Caroeiro a C.
Ca-diff-oO dias, barca noroegoease H. 1er
toes,, de 731 toneladas, cipitu P- K'eo,
eqopagem 12, ca ga carv&o do pedra; a W.l
800 S)nt & C.
Cardlff' 38 das; barca ailemS M. D- Rack-r,.
ds 297 toneladas, caalo Tu. Kadiog, eqoi
pagera 11, carga carvao de pedra ; a Compa
Obla Peroanbieana.
HamDurgo57 dias, Barca al'emao A'bilnss, *
de 310 tonelalap, capillo A. G'^se, eouipa-
gem 9, cersa varios genero?; aTb:odoroJo to.
Hamburgo -54 dias, Ifuar brasi'eiro < Oii.ia,
de 200 toaeudaa, capttlo N. S. Paolaeo, equi-
pas -m 8. carga varios ^eieroi>; a Jlo de
Aqo 10 Foo.ee a.
L verpool eesa'a18 dias, vapor iaglet Orel
gi-na. :e"309o iooeladae, commandaote H- \V.
Hayei. eqolpageu 90, cirga varios g eros; a
Wi'i'on Sons e C.
New T.rk-19 d 11, vapor loglea Mexican Prin-
ce, de 1952 toneladas, com asedante W.
Deoks, eqo psgeml26, carga virios gneros;
a Jobosloo Pater & C.
Card'ff-56 dias, barca alleml Galeff-ej, de
499 too ladas, capillo R. Jaerkn, eqopagem
11, carga cirvlo de pe ira; a Lopes Guiraa
. raes Irmaca.
Navlea sabidos oo mesmo da
Saatoa e escalaVapor francea Villa de Roza-
rlo,* commandaote Daniel; carga varios g-
neros.
Saatos e escalaVapor ingles Delambre, com-
mandaote W. Jardioe ; carga varios gneros.
B.rbados-Bsrc noroegoeose Hugo, capillo
N. J. Ortioiaseo; em lastro.
BarbadosLugar ooroegoense Cors, capillo
J. O. To yenes; em lastro.
Valparsiso e eacala -Vapor ingles Orellana,
commandaote H. W. Hijer; carga varios g-
neros.
aajae*eaala aanieipsi ele *. Jote
O movimeoto deste mercado 00 da 9 de No-
vembro foi o segointe.
Botrtram :
40 bois pesando 6.015 kilos.
1055 kiloa de peixe a 20 rs.
18 compart. com msnscosa 100 rs.
6 ditos com camarOes r 100 rs.
311/2 columnas a 600 rs.
i cargas com galliohas a 500 rs.
4 cassoaes com galliobaa a 300 rs.
T carga con macacteiras"a 300 rs.
0 cargas com gerimoos a 300 rs.
8 cargas com bananas a 300 rs.
2 cargss com ceboliobo a 300 ra.
21*100
1*800
*600
18*600
9*000
1*200
*300
viven dous mezes, quando levantou a
gangorra, que fui denominada junta.
Ao nascor do sol tomou bom cha
do herva-cidreira e aqueceu-so, um
pouco, aos raios do Jpiter.
Julgou ser seu filhe dilecto e neto
da la'.
Do origom divina, pre^umia--q3>
sua ostrella seria iinfiroTll
j^Tcoo) bataas a 300 rs. 2*100
4 carga com laraojas a 300 rs. 1*200
2 carp com melaocia a 300 rs. *60
1 cargas com longas 30 rs. *30
9 cargas com diversos a 300 rs. 2*700
2t c' ie com rarlnba a JOO re. 4*100
3 cargas com milho secen a 100 rs. *60(
4 cargas com fejlo a 200 rs. *80U
61 logares a 200 ro. 11*Oii
8 Solos a 200 re. *6(W
11 comp. com Dineros a 1*000 11*900
9 cynp. com soioeiroB a 700 ra. 6*300
II corxp. ero fressoras a 600 rs. 6 34 comp. com comidas a 700 ra. 23*800
54 comp. com taxeoda* a 600 rs. 31*40u
50 comp. cora verduras a 300 rs 15*000
80 coaip com farioha a 4 48 comp. '.om talbos a 2*000 96<00>
297*400
Rendlmeolo do da 1 a 8 2.349*001)
y
Paraliens
1.645*.00
Prscos do dta :
Caroe verde de 200 a 900 ra. o kilo.
Sainos de 900 a I* idem.
Ca'oeiro de 14000 a 1*200 idem.
Kancha de 709 a 903 rs. a cata.
Milbo de 500 a 690 r* > caa.
Feljao ce 1*500 a 2*5C0 a coia.
avio esperado?
Da B ba
Palbabote partogoes Lo lo 1-.
D Pflnta*
Pattcbo alleajioAnije.
Patacbo eoeco Hetmn.
Patacbo aileilo Lina.
Paiacoo belga Emibe.
Logar portugoei U. fioregu-ira.
Pata.bo illemo Ville
Logar ooroegoenre Obaace.
Logarra Patacbo nacional Tnereta.
Patacho bllenles Clara.
Paiacbo argentioo Cooteloa,
Patacbo portoguei MarinhoII.
Barca no oegoeose Haiva.
Cogar io.lisCavalier.
Logir portogoei H* rabo Vil.
Patacbo all-mao Harold.
Lugar Ingles Aurora. .
De Cardiff
Barca ooroega Ataianta.
B ir-a ioglrii Gil-ieo Pleece.
Birca ooroega W.aland.
Buci noruega Dovre.
Barca norneg* laiperator.
Bircaroopg'.'Jerl es.
Birca oo-oega Godfffroy.
Dj N.w Pj.-t
Barca oorO'ga Viva.
Barca ooroega Wtlliam.
De B'ytb
Logar Roseo Salme.
De Hamborg
Lugar allemio S ,W n.
Ligarallemlo Asel.
Lugarallemo Jobaon.
Barca alleml Rose.
Do Porto
Logar portogaes Hiobo.
Ue Terra Nova
Logar ioglez Miry Johns
Lugar mgles B-.ihot tbe Esc.
Vapores a entrar
Mea de Novembro
VaglUeia>,do eu', a 11.
Gmete, do sol, i 11.
Bathor, de Triestre, a 11.
L s Pilmas do sul, a 12
Herveiio *. de N; .-Y;-k, a 13.
I baba, da Earop, a !3.
I spoao, do so', a 13
Tbames, da Eo opa, a 14.
Lelboitz, do sol, a 15.
Crat'a, da Eropa a 16.
Malapaa, da Saropa. a 20.
Daoobe*, do so!, a 14.
Nlle, da Europa, a 28.
Vapores a sabir
Mea de Novembro
Earopa, Magdalena, 11, a 1 hora.
Senova e esc, Lis Palmas 12, i 2 horas.
Ceara e.escala. Jaboatlo*. 12, la 4 horas.
Santos e escala. Hervelios, 13, s3boras.
Ssotoa e esc, Mexlcao Priace, 13, is 2 horas.
Sal, Taames, lo, 8 14 horas.
Santos directo, La Place, 14, la 4 horas.
Bio G'aode do Sal, Maceauot, 15, s 4 horas.
Porto Alegre, Ir.ha, 15, as 3 oras.
Ntw Yoik, LtbQits>, 15, as 2 horas.
Sol, Uiotra, 19, fie 4 horas.
Europa, Dinobe, 24, Is 12 horas.
Sol, Nile, 28, a 1 bora.
branca eo Tavares, ancioso, espera- prearSj a resae*t do receio da nuite, fosse
va a promettida alfandega. !a:oda ba piuco tempot uzata p--r outro
Mas OS dez anuos se transforma- hornera. O seu >y t--.iua nervoso ("ia el'e,
rain em annos de dez dias e tudo fin-; eat iva todo 0 d'ordem N-; pedia dor
dou, e a fon te das grabas, como que, urr, revolv t-.e na cama sem poder ooiiei-
exlinguio-se e recuou. ,1 ar o soraoo. E\\o c5o havia commettido
A nomeaQo do chefe da rnatiiha asaaaaifiato e.'^um e e2o era ptrseg idb por
foi cassada o o Sr. Atnorim discort- niobuni'i a as* ou'.ro mando ; todtvia
nou ao longe, muito ao longo,* o ptreci^ elle nao fiaar c2so da vida. Por
brilho da ostfoa, quo so offuscou, ir.eia dia< de vtze. que e'Ie pecaou em li-
icando, apetin, a ver uavioano in- v.-ar se a' 1- Mmta ento ha que vae
finito, n) m q->e i-a seus
ganos do inundo. jamgos jmsis o sospeitem. J tudo um
O Chefissl.HJ sentio, extremo, a du- ""o, mas nao ha que hdmirar. Pois, do
roza do golpe que O ferio. Iquesr-e mrsneite vi ver quando 'eesa
Arrufoti-so. 1 vid ee 3. t'r praaer algum ou cootorto ?
Nao presta ma:s o seu apoto ing n-, U a ea:e hjmena prosegua dieendo, que
to de legitimo representan ;e de Mu- as repetidas deres da c&bega o a ormeota-
ribeca, ao governo, que s conta ci::- v-m pur t>l forma, que pa ecia qae se lhe
CO dias do vida ; nao poJ mais a sua aLria e-^ algumas oco.a Sai, ilem de al-
durindana do Majoralismo guarda terntivaa dores em vanas partes do corpo,
dos ministros, quo vo cahir. Tinha a pe.le portal fdrira amarellada.
Urna nova situagao vai 'sor inicia- que m a sa caemelhava co o'um per-
da 6 o purissimo, talvoz j procure uin'g^m'rtbo velbo ; o eppetite tioba lhe desa-
meio para tomar passagem. paroed:, e ra;ia e o xsit(,a) ihe faaia
Bonita passagem palpar o cora^ilu aemtlhc^a a'um relo-
chefissimo, Majoralissim ;._aJ.W_du-_g'q q i-udo ee hejira" pei.dula. Ngc-
ra^tt^-+rVUMtTcTri>7rr^iipTm a pro- ai podo viver Sim comer, bem oellM^
teceo imperial, amanh, de joelhos nao obstan i*, ods vts quo este home
ir adorar o sol que vai nascor i jo mi-, era p.if t.l ma punido, como ae
Quera sabe? comer p-ra elle, f ase um cims O es-
Cicero. Jt mtgo recebia t d a os alim^noa qne ella
e je iguti, -O.J B d ivid*. m*j nada maia ; e
U (por ibso quo recusava d geril o. -D'esta
S33^I)2>3J3}!SX332X2)2SgaD2'OTS35S38g;?. ma este pobre homem, se torn'ou on
eeputehro v.vo com a sua >>1 mentaQ&o pu-
trida deotro da ti. 0 a.-i t-.-s venenosos,
e gas-^a exulados d'.-ss m.ss^ patrda
sobtam-lhe garganta, causando vmitos
e QtroduB do sangue, affej'.ndu iodos as p*r ea tr-
es do organi3on.
Foi p >a o eriiitoa d'iato sobre os ervos
q'ie f-. o noa*a amigo "rece'ar a noite.
A conataoci de frieaa de p* e marp, o
estado de iadiga, a depr xau paladar, a toase aecca, calahijs, tra-
qtea e toDtras, e outros muitos syapto-
mae que agora nos nao rejord, ao B'goa-
es e coege joenc:aa d'urn* t causa a urna
nicaicdeg etlo e dy jpepsu. Ntda u'ea-
te cundo mais ru.'oo'i. a> cor jo humano
a ao espirito; o a-da eos tas appereot;r mtis
phaotesmaa, Poaotaamis.e voaes e sens
a v o ios s, nada mais sao do qae echoa
que tem-8 na imagin-5S3. Aqielies qae
g z m 16 saade apeoas veem o que na-
tural e quando a noite chega dormem au-
ra, tj ella. 6
O homem a que acabamos ds ailod-r
um Fraoc.z chamado jeao Mar.e tLrv,
h Frarci. D.s elle n'nma recente carta, que
d"poii de ter a: ffrido por alg ma anuos, de
tOfii^eatSo e dyspepsia, se aoba a3M' -Tien-
te curado com o u*o do Xirops juiati-
vo da Mae Seig-l" Vt-j em Vo-j- da
al!e, "o meu bemteitor. Tenho os ervos
completamente saos e a coito j me eIo
causa receio."
Mtlhures de peisoas em Iog'aterr?, que
j estiveram tao ml como t,quelle, regoo
aijam se hijs de ter o corp> e espirito oi
"on o aoxilio do Xa- pe Curativo d0
SJe Mgel."
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
liOO Companbia Plienix Pcrnambu-
aonn cana K'
go BA DO COM HERCIO
1
a nossa extremosa y
Delintra Mont-iro de S
Felicitamos
amisa Elvira
y Mello, pelo sen lefia aouivcrario na- '
8 tadeio de atnanlia
00
03
lui'sf de Franca P. G*imarit$?
Auna Bealriz P. Guimares.
Recife, 11-1.1-9*.
?aE2;Q^2S33SDBBX225232!ffia2S>3fc
Baro de Rodrigrnes tiendes
1. Anoiversano
A junta adminislntiua do Hospital Porlu-
guez manda celebrar, segunda ff ira 12 do cor-
rente, di 8 horas da manh, em seu oratorio,
om! missa por almn de seu prest moso e bene-
mrito consocio 0 Exm. Sr HurSo de Rodri-
gues Mentes, e convida para a*s3lil-a a todos
os Srs socios, e Exma. familia do fiuaao.
Recife, 9 de Novembro de 1894.
Joo Altes di Freitas.
Secretario.
Consultorio Provisorio
O Dr. Simplicio Mavignicr d con-
sultas de uma s 3 daf tarde na Phama-
cia Fraceza ra Nova.
Qoai a Origen, dos fbantasmes?
Ha a oda vl.-uem qon acredite em al-
mas dooatro muofo? T.Iv quo se ri.
da i'anm bootem impvido ocm) Vae.
. Nao obofaua, be tivermos que *iaitar
um oimiterio, stropre pr f da para esee fin?. Porqo-? Sr porqu
de di se posaa vei meltn r ? S-r isse o
Olympio de Qlivca
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constiparlo com tosse
desesperadora, s conseguiu restabele-
cer-s"S tomando o Pettoral de Cambar,
de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ducios titmicos
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NAO HA SERIES-
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Martins Fiuza &
TelegrammaFJ[ UZ k Caixa do Correio
c.
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MUTILADO I
I llfBfVB

- t^
1



w
mm
-*
ir.
Ola rio ae Pernamimco Domingo II flc Movembrft fio, I8M
o

compaa ummn

.

I
k
*
Extractes no mez de Novembro de 1894
Chamando vos*a atienda para a nota ubaivo:
Lotoria do Estado de Minas-Geraes 9. serie da 10- 20:0008000 por 3U000 12 de Novembro
do Espirito-Santo

>


>


i
N



de



Minas-Geraes



do Espirito-Santo
de Minas-Geraes
9. serie da 10
24. lotera
3. serie da
10.
10. >
2.
4.
25. loteria
11. serie da
12:000$000
8. 15:00OS000
6. 25:0003000
7. 20:000S000
9. 30:000$000
8. 15:000S000
12:0008000
6. 25:0003000



> _
>
i
13000 14
8800 16
48000 19
38000 21
28400 23
800 26
1S600 28
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Tele?. AlheiroPernambueo. Caixa correio 196.
Lni cont de ris O Dr. Geni:mano Costa
r Da-se um cont de res em moeda PARECER SOBRE O PEITORAL DE
corrente a quem provar a nao authen- : CAMBARa
ticidade do attestado abaixo ; Tendo empregado por varias vezes o
Ter.d sido accommetida de tuber- Pciloral de Cambar, do Sr Souza Soa-
culoso incipiente urna minha filha, de res, de Pelotas, tirei sempre muito
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso bom resultado, quer na enfermara de
tratamento medico, porm sem resul- marinha, quer na minha clnica parti-
tad0 cular, pelo que aconselho sempre este
Vendo que o mal marchava para um preparado aos que soffrem de bronchi-
desfecho fatal, resolv; por conselho de te, principalmente asthmatica Dr.
pessa que me era dedicada, dar mi-
nha filha o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta fclicidade o
z, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
jamente. iodo Antonio PereiraSan-
tiago ( Socio da firma Santiago, Irmo
i C. do Rio de Janeiro ]
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos ChimicOs.
Gemtmano
Para.]
Josi da Costa. [Belm do
Medico
O Dr. Barros Sobrinho, de volta de
Sua "viagem Europa, continua no
exercicio de sua profisso no |seu anti-
go consultorio ra do Vigario n 4 i.
andar : e residencia na ra Real da Torre
n 78. -___________
Aos Srs. Mercieiros
Alfredo Pinto & Companhia agente
de urna importante Fabrica de charu-
tos ltimamente estabelecida na Bahia
acabou de receber urna grande quan-
tidade de charutos de 1 qualidade e
que ver.dem de milheiro para cima
com o descont de 14 /.
A elles antes que se acabem. Ven-
das em gro-so e a retalho.
3 RA i. DE MARCO 3
INFLUENZA
A bronchite, que sobrevem i Influenza,
as Corysas (difluxos) acorapanhadas da
re&ccSo febril, bronclw pneumona, catliar-
ro pulmonar com febre elevada, tubercu-
lose em segundo periodo com catharros
sanguinolentos, ast/ima, larangitc, molas
,'ias da garganta, insomnias e tosses sufo-
cantes cedem immediatamente ao uso do
XaropedeLobehainlata
Hthcr bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,"ap-
provada pela illustre inspectora de Hy-
giene do Estado, com o parecer do insig-
ne clnico Dr. Martina Costa.
Os grandes resultados obtido pelo Xa-
rope do Lobelia nflala, no tratamento da
Influenza podem S8r attestados por cente
as de pesetea da maior excepcSo, resi-
dentes n'esta cidade.
DepotitoPharmacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlfphcnen. 398-Enderezo telegra
phicoAzevedo.
Major Fernando Lobo
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguaro, certifica que, soffrendo
durante mutos annos de urna tosse as-
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do peitoral de Cambar de,-Souza
Soares. [ Firma reconhecida ]
O--------------
Br Bastos de

Oliveira
participaaos seus ami-
gos eclienles quemu-
\lousua reskler.ciapa
ra ra do Hospicio
Ttlephone n. 365.
-----------------^^
Advocad*
Antonio Jos da Costa Ribeiro con-
tina no exercicio de sua'profisso
do advocado no oscriptorio de seu
finado pai: ra .15 de Novembro,
67 1. andar.
Morpha
Minha mo'.her D. Mora das D 'si complet mente carada da ten i ve.
molestia da morpha que offren quasi
i)n .tr> annos tomando muitos remedios
o anico medicamento que Ihe dea a re-
eonst;tuic2o da lude e felkidade, cham--.
eElixir M. Moratopropagado por D.
O.rlc.
P< dem faaor o eso cae convier.
Paragib.
ANTOSIOGO.I LART DE SOUZA.
Agentoe em Pernambaco : A Comptnhia
de Dtoe'M
Raa|tfarqaci de Ol di f-
Prisa] ee,Pd Laxativa .Vkhy
213:072 frascos de Pei
toral de Cambar em
oous annos
Durante o anno de 1892 a fabrica do
Peitoral de Cambar expediu para os
Estados do Brazil 8 379 duzias ou ...
103:548 frascos e em 1893, 9:377 duzias
ou 112:524 frascos, como o provam docu-
mentos officiaes em nosso poder, que
pomos a disposi<;5o do publico, afim de
que possa verificar a exetido destes
algarismos.
Esta a melhor prova da eficacia do
Peitoral de Cambar, pois que, se a
suas virtudes se nao evidencia nos casos
em que applicada, nao teria tamanha
e to crescente acceitafao publica-
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos
KD1TAES
uonoes r'Odes ja in-rtn loaga, ei8.
Csssarola de ferro con 16 polegadas de
beca. cma.
Camilas de liabode Haxbargo, com am me-
tro e irinta ceai)me>ro3 neceesarlai ciLCoeca.
Os feobo'ea preleodentet deverSa apresen
lar ana* propostn em cuta lecnad, geol-
Dref-Tivfl a qoe malor laoUcra off^recer com
p- n ic- ti-H naDiliiar--e previ.mete, aa forma
das diBpos 0>s em 1 (.^t.
Secretaria "o Toesoo-o do E talo, 8 da N.-
vtmbro d l9i.
0 icrlarii,
Mariano A. de Mtdeirox.
BdtBa
O Dr. Maooel Miria Tivj ? da Silva, JoU de
Oirutidise municipoda Victj-ia do Esta*
co de Pernmbaco, etc.
F. 50 siber qus aos qqa o prevate elital de
pr^tu vir-tn.qaeio du i4 do cor'eote mez
'* II boras a maona aa Ai pooiici d.s au-
dieocias. o^ata ci ale. vio 1 prac em piulido
preeo para se'*m veadias aqu-m m'is r"
e maior lance offcre;er sob a ba de S: 19646 0
os beus a-iecadddo' ror ej ai e polio de B r,;aru Mrjtr, Dr^iileiro.
rato-allaado, fallen 10 n t;clau e sem la dei
rjs rooSeiios, cojn bens coislam da reepec
uva aval.'C&n existen e em poler e cartorio do
escrivo qne esle e(cree, e sao : varias joias
de ouro e pr*ia, algamas ieg.8 de roa?a e d>-
versoi objeclos do ato du mesmo Bernardo
M,.y-r, praca esla que nao leve logar no da 6
do correte rtei, coma esiava anuoociado. por
oso ter pjvido lici'aoiee.
Coovido a todos os pretendentes a compare
ce no aia, boa e lugar adma designados,
Ht> de p'ocerier se a allodila arrematteio.
E para qoe cbegbe ao c.nbecimfmo de todos
mau it-i afluir o prtseote i ditil no lugar do
costme e publicar pela >mpr"n8i. Dado e oas-
Mb nesta cil.de da V.ciur a, aos 8 das do
uci. ue Novembro de 189.
E en Antonio Lodge o la 3 Iva Costa, escri-
vo que o ser.'vi.
Manuel Mari* Tavwes da
Silva
'!. llutalliito de Infantera
Precisando| este batalhto de comprar
jrainstrumental novo, convido d e ordeno
lo Mm. Sr. coronel commandante aos
concurrentes, para isso habili ado, a com.
parecerem na secretar a do msmo bata-
llio no da 14 do andante afim de serem
nfoimados da qualidade e quan idade do
instrumental que ae pretende obter.
Quartol as Cinco i'ontas en Pernam
breo 10 de Novemoro de 1894.
Jos Armando da Cunlia.
AHerea secretario.
Edital
Revlso de peso e balaneas
Faj-fe pob'ico a q-oetn po?a loteressar, qoe
oraate o mu crente recebe-se sem multa t>
mposio e revisaa de pesos. t*Uoia,e medida
08 ff iabe!ec me3'.03 commeciaes das Iresoe-
a< de Afoaados eG-afia deste mon-.cipp, no
P ro do Confeso Mooicipsl. rtai nove e MU
oorB da manba s trrs d. Urie.
Pace do UmcIo Mu.""-M da cidade do Re
;(, 3 de Nombro de t8S4.
" 0 secretario,
Jajuim Ja. Perreira d.tt'Cia.
thesoureiro, rtt da Madre Deus n. 18.
Recife, 3 de Novembro de 1894.
O director secretario.
__________J. P. Goncalves da Silva.
Companhia de Teci-
dos de Malha
A Companh*i Tecidcs de
Malha, avisa ao commercio
que o deposito geral de seas
productos noarmazemdos
Sr, Souza Nogaeita fy C,
ra Mrquez de Olinda p.
58, para onde devem dirigir
todas as encommenda".
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Asaembia geral oriinaria
2' coovocacoo
D orrfem da directora, convido a lodos os
socic8 efectivos desta as so. i j ao para se reu.-i
rem em assemo geral ordlna-ia "o da 13 do
comente, a 6 1/1 no-ai da tar ie, foneciorundc
a raeama com o numero desoci qoe comp
rerer.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechan i-
03 e Liberae8 de Pernambueo, 8 de Novemoro
de 189k.0 secretario,
______________________ignicioLopeBj_______
Uod:panhia de Sr.nia Tnereza
ASSEMBLEA GE AL
Reunir-se-ha no dia 12 do crrante no
1'. andar (sala de detraz; do predio n.
19 da ra do Vigario Tenorio ao nieio
dia, a assembla geral da Companhia San-
ta Thereza, afim de ser apreciado o pa-
recer da Commissao Fiscal, lido o relato-
rio e votada urna proposta do gerente da
Companhi.. sobre assumpto de sua ecouo-
mia. Nesta mesma oucasio eleger-se-.'a
um director e a commissao fiscal.
Escriptorio da Companhia, 5 de No-
vembro de 1894.
O gerente,
A Pereira Simoes
Companhia industrial
e commercio de es 4
tiva
HIPPODROMO
DO
SAMPOGRANDE
Sexto Anniversario
sansBAMA m m: suassPA
QUE SE RE ALISAR A'NO
Dia II de Novembro de 1894
i.
2.
3.
4.
:3P3aoexyxxps
Um novo e importante piano allemao.
Um lindo relogio electrito para mesa.
Um symphonio com 25 msicas.
Um relogio de ouro enchapado.
Extrac^o pelas machinas Derby-CluD
IUIZ DE PARTIDASO Illm. Sr. Hanoel Bibeiro de Castro.
JIZES DE CHEGADAS Oa Illma. Sr#. Heoriqoe Pnto de Lemof,
Agredo Vtlloso da Silveir Joaquim Eugenio Ferr ra Uomea e Jos Jo quino da
Silva Qdintaa.
JD1Z DE DISTANCIArO-0 Illm. Sr. Aflfonao Leal.
JUIZ DE PE3AGEM-0 Illm. Sr Bcdolpho Albuqnerqne.
JIZ DO ENS LHAMENTCO Illai. Sr. Francisoo Cardoeo.
JUIZ DO ISOLAMENTOO Illm. Sr. Alriedo Velloio da Silvelra.
e. Nonaes e s < Pellos M.lnr lid. 5
Cor da vesti-
menta
Propretarlca
1' Pareola
Pbarlseo.
Felropolls 2*
IDRO........
Violador...
Gilacte.....
Moansco...
l'iu-:siaoo....
(aroso ....
lia
iprenia-1150 metros. Aoimaes dp Pernamboco.
6040LO ao 2. p 3(000 ao 3..
Premies: 3oO*C00 o -
Castaobo...
Rodado. ...
Prttj......
Rodado....
CastaLbo..
Ziino......
Rodado.....
iPeroamb..
Rojilbo...,.
50
5U
?0
SO
0
60
60
50
50
50
Asol e rosa...........
Encanado............
Ouro-----.............
Listrado..............
B.-anco c preio........

Verde e amarello.....
Atol e preto.........
Bramo azui e ene.....
Ooroe preto...........
D. ti
Cond. Perdigao.
J. S. P.
Cood. Purtoeore.
J. R. Crar.
dem.
I. C. Ferreira.
i. Morei-a.
:ond. Croxeiro
>dz& C.
Sao convidados os Sra. accior.'ft; a virom
receber do ejcnpto lo desla ccmDaobii a roa do
Amorim o. 5. .do da 5 de novembro prximo
em diaoe. o3* dividendo na rio de 15 0/0
sobre o capital reJleado.
Oatrosim, pfeer.cbido romo fot nesle anoo o I
foodo de iotegracao. rjga se aos meamos Srs. '
accionistas Ce aoreseotarem ;s csoielas ce suar
a {Oes para uellas se faier a respetiva a ver-.
bacao.
Kecite, J6 de Ooiubro de 189i.
Alnerio D'as Fernandes
Drecior ecretario.
2.* Pareo-Derby Club de Pernambueo
ao-buco. Premios : 3504000 ao 1.'
I 400 melrosHanrfcapAoimaes de Per-
, 704000 ao 2.* e 3UO0 ao 3.
Triomobo...
Tado-.....
Piramoa.....
Nib.no.------
p'gmen.....
Mao iij.....
Torco 2.....
Mellado.
Castaobo
AlaxSo.......
Zatoo.......
Castaobo
AlazSo.
Pertiamb..
<
___*


53
SI
56
51
45
51
51
Encarnado e preto
Verde amarello......
Amarello e braoco-...
axoI braoco e ene...
Ooroe preto.........
Kocarn. e braoco.....
Arnate axol..
la de Ferro Cenlri de Per-
n
EDITAL
De odD3 dj cld.iaao director, faco pobiic ,
para ca'hecimento dos loteressadoa, qoe aedar.-
wc aciolda a p3nte provisoria, const.c da so
0r- o rio itapacorS, oa Victoria, esta reot bel -
?do o horario fine .ieorava para os treos, enlre
aqnel a cidade e ae ra',a- .'-..
Secrela'ia, 7 oe Novembro de 1894
aecrea i, Q gecreUrl0 1Qter|Qo,
Alberto Antonio Maaveraa
fnesoaro do Eslato de Pena -
buco
BD1TAL
De ordero do ciato Dr. iospeclor dfsa re
inrtfao, e em virtoe de aatorsacao oIBciai
5e S. Ex1*-o Sr. r. RovemaJor do Etiado,
ca publico qie na qcarta-letra, 14 do corren-
' r,er.utea Jonla da Faxenda, ira a pr^a o
x,eoo dos ariigos lorra me'cionaoos,
r-.gjrlosaeDleriam da Casa de Djtenjaj
j-sta capital*
Mantas de la encaroiia, cincoenta.
Copos de vidro, doae.
Huellas de looca inglexa, doie.
p nos da mema looca. vin^e e qoatro.
Toaloas de aleo li pa a ros 0, -
Bacas de hwc Aja'ha, para ros*, seis.
Capitana do Porto de Per-
buco
AVISO AOS NAVEGANTES
De ordern do Sr. capitSo de fragata
Jos Pereira GuimarSea, capitSo do Porto,
fac;o publico aos interessados que pela re-
partic&J da carta martima do Brazil foi
mandado publicar o seguinte t>viso.
Ministerio da Marinhu
^^E U. DO BRAZIL
AVISO HYMflCxMPHICO
r. 18
COSTA DO ETADO DO CE ARA'
BALISAMENTO DO PORTO DA FORTALEZA
Para conhecimento dos navegantes, e
de accordo com a communicacao recebida
do capito do porto do Cear, faeo pu-
blico o seguinte :
As ;<;;tigas boias que bausavam as po-
dras da Trompe, o baixo da Velha e o
casco scwsobrado do vapor inglez Paraeuse
foram substituidas pelas seguintes : I
Uina boia p-.ntada de verde com as let-
tras C. S. (casco submergido) demarcan-
do o logar onde esta sossobrado o casco do
vapor Paraense; urna outra pintada de
vermc'bo demar.ando aa pedrasda Trom-
pe a uin> terceira pintada era facbas ver-
ticaes de verme bo e branco, combinada-
mente, demarcando o baix> da Velha.
Todas estas boias sao cnicas e do sys-
tema adoptado na convensaj de Washin-
gton.
A que demarca o baixo da Velha, as-
signala tambem o ponto leste di todos os
escolhos existentes em frente ao porto
dessa capitalj a da Trompe, assignala
tambem o polito sul dessas meamos esco-
lhos.
O ponto norte contina com a boia n-
liga, pintada de preto (pintura indicativa
do Norte) servindo tambem essa boia para
demarcar o recife do Norte.
Para completar o balisamesto, falta
substituir a boia do recife do norte e a
do Meirelles"
Estas boias serao pintadas, de preto a
primeira e de branco e vermelho, combi-
nadamente, em fachas horisontRes, a se-
gunda.
Repartic5o da Car'a Martima do Bia-
zil6jde Outubro de 1894.
Leopoldina Jos dos Passos Jnior.
Capit&o de Fragata, servindo de chefe
Capitana do Porto de' Pernambueo em
9 de Novembro de 1894.
O secretario.
Manoel Jos de Castro Villela.
Companhia llannfactora de
Pliosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas a
realizarem dentro de 30 dias, a coatar da
5 do crrente mez, a 8.a entrada de suas
prestaccJes, razio de 10 0[q do capital
subscripto ou 205 por accao, em mo do
v
SOIEDADE
Monte Pi Popular
Pernambucano
11 u.oragao da Je e 3> aniversario
De o'dem ao irmSo director, convido a tod >?
os oossos cbarissimoii iraftos a assistirem a (es
ta iaaogor Barrito n. 26, e 38a aoniveraario da insiall.cao
desta iliostre associaco, a qual constara do ee-
ointe:.
A'a ( boras do aia ser Celebrada cma missa
oa O dem 3* io Carolo.
k't li boras teta logar i bencS) da oca fo'e.
tioda a oul lera coaeto a sesso mago*.
A' 7 ni ni di ro: e, oa sede sccia', teri loe r
:aisioha em loovor a nossa E el: a Padrcel-a
SanlirFtiLa Trind.d".
A cede acbar S'-h i ornameniada e Iluminada
para oii-lor brilbantimo da mesma fes'a.
Secretaria da Sociedade Monte Pi Popular
Peroambucado, 8 de Novembro de 189*.
O secretario,
Jo-e liarla da Costa Reg.
O Loidon & Brazilian
Bank Limited
Sueca sobre Lisboa e Porto
ena libras sterlinas, e vista,
sendo o pagamento feito na
oeeusiao da apresentaelo do
aque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas iracas.
Compaohia Industrial e
Commercio de Estiva
Coovl 'o 08 Sr?. accionistas a t; reonirem em
a-scrrbla geral oroinana, toda 14 do corre-
le, ds 11 borasr, no 1- andar do predio n. 10. i
travessa da H Je de Dos, para apresentaco
do relatorio e coatas da direct.ria, parecer do
conaelbi H*-; ', r^ia ivns ?o anno acciil, termi
nado em 30 da Ju bo o timo, e bem aseim para
a eleices da nova almiDislracao e coneelno
Baeai.
Recife, 5 de N ve bro de 189*.
Alberto Dd8 Fernandos
Dire:lor Eecretario.
DevoQao de N. S. das
Mere es
Erecta i(r' j& de S. Soa de
Riba Mar
De ordem do l'uas p-esi. ente, convido a
todos os 033903 i'maoa para comparecerem em
nosso cooslaior doi Ingo 11 do corrente, s i
boras da larco, eui rresa eeral, pa'a proceder-se
a el-icao para preenjdimeDto das vagas exlelen-
tes na ectnjl adtiinistri;5o, ror recosa dos set-
ventdsrios nl.'iios
Secr tari* da devoro, 8 de Novembro de 1894
O secretario
A!!<:! o Angelo da Silva.
Costur 8 do Arsenal
de Guerra
De ordem oiidaiao tenante-coronel director
iesu iraoat. \t .se coBta'as nos da?
1S 13 e 14 .1 s mex, com aa costoretras
pouidtivci Bfd dii em vigor.
Seccao das coatu u? do Arsenal de Goerra de
sTadodflPeri;mbnoo *1 eN)vembrodol89i.
B ii o de Alcntara,
.'tao adiarlo.________
ArtBftocia^ao dos Pro-
tirios
Roga se a ioi Sre. proorletarlo3 degt
edade a a doiDiugo 11 do correla
ftHas 11 horas da i-i, a ra e Marcillo Dia
vDIreits) o. 31 1-andar, aflm de lr?tar se o
alscusau des es'atntos e de ootros assnmptos
arpales e importailea.
Pareo rraso Pernaaabaesao810 metros Aoimaes de
mos: 3004000 ai. <, 604000 so i- e 30JC00 ao 3*
Cood. Arrayal.
J. Moraes.
Cod. Bella Vista.
Cood. Crozeiro.
A M
A. Taqnes.
I. P. de Meara.
Pernamboco. Pre-
Patcbooiy....
Ybo........
Mascolle....
Foiioso......
Pirata........
Gallet........
Dictador....-
4.' PareeAi
Penisoo......
Camors......
Ttdo .. ...
Avenioreiro..
Hismartk 1*.
ianiitj.....
Torco 1
5 Rofso.......Perotmo.. 51 Verde e amarello.
5 "rielado..... 51 E'fa'ntdo....
5 Castaobo.... 51 Asolee uro.....
5 Rudato...... 51 Atolerreo..
5 Prelo.......? M EncaWado....
5 Rodado..... 51 Atol e braoco.
5 iRosilbo------ 51 Atol e encarmdo.....
nivemario-1 000 melrrs llandcap Abimaes de Penambicj. P.emics:
600*1. iu ao i, 1104000 ao >.* e 04000 ao V*
C. Campos.
> Figueredo.
Cood. Mcari8caoa.
. More ra.
Magalbies & C.
Osrar.
P. E. Teiieira.
Rodado......
.istiiho-----
Mellado.....
iaftanbe....
Rodado......
Cusa oho....
Alaio......I
Pernarrb..
58
45
eo
60
45
45
Rosa e verde.
Lj o...............
Verde e amarello.....
Azul eencarnado....

Encarnado e branco..
Grenat e azo!.
oodelara Vidal.
Coodelaria Colombo.
i. Mora*.
'ind. Limited.
P. C. R.
A. T qoes.
I. P. de Moora.
Par.c~mppodroio do Campo Grande -1.8(0 :: efes llandcap Aoirxaes do
de qoalqoer piz. Pemlrs : 50040UU ao !.<-, 1004000 ao 2.* e 50*000 ao 3
6'
Goayanaa
Doaradilbo .
R ilams.....
Pdtropoits...
Dortlby......
Gyps
Caaiaobo
Ziino ......
Preto........
Alazio......
Zioo.
>. Paolt"..
Peroamb.
<
InglatPrr.
55
45
48
50
56
b8
Ooro e preto.
Lyrio...........
Azul e encarnado.
Azul, braoco e encaro
Rosa e preto
PareeTrllbcs Urbanos 1.7U0 m^un landc.p Ammaes i'e Pero mboco.
mioe: 6004000 ao 1.*, 1004000 ao aV e 5O4C00 ao 3.
Cood. FraterDidade.
Cood. Colombo.'
Coodelaria Brazilera.
Vaeslbas & C.
Seal. Cruzeiro.
Cood. Nova.
Pre-
Patcbooly...-
En........
Malaio........
P Llaoo.....
Hi'ondelle..
Galante.....
Tioloo .....
li..........
7.' Pareo11
Z > sag------
Goayanz S.
Guarn.....
FaOflO.....
5 A380 0 ...
6 ifaurity l.
7

Foy Blas
jepilcismo..
9 Rito.........
Sedoctor.....
o-itono .....
Go'-mcrrilr.fi
Tiberio.......
Pleiade......
Hto Grande..
L-meir------
5
5
5
I
5
5
5
5
de
5
5
5
5
5
5
5
5
S
5
5
5
5
5
5
5
UbeiO.......
Ca tanbo... -
Baio.........
Rodado......
Castaobo....
c
Rotuno......
Rodado
reraa,b.
52
45
51
re
6
45
45
45
Verdee amarello.
Branco e atol.
Roa e verc'e........
Amarello e branco...-
Braoco o preto.......
Ooro e preto.........
Azul braoco e encaro.
abro 1.100 metros Aoimaes de Peruamboio.
3004000 ao t. 604000 so 2. e 304000 ao 3.
Coodelaria Caopo*.
S. J. Medelroa.
J. Fi^oeiredo.
Cindeaia Vidal.
j. Neves.
I. R. Croa.
C'rt A C.
Cond. Croxeiro.
Piemios:
Mellado
Zaino.......
dodade......

Mellado.....
castaobo-...
M rilado.....
Rotado.....
Ros?o pedrei
Alatao......
R>d,do......
fernamb.
50
50
50
30
50
LO
50
50
50
3o
0
50
50
M
50
50
Encarnado e preto.
Atol e rosa.. ..
Azal e branco......
Rucado..........,
Verde e amarello.....
Azul e ooro......
Ooro e preto..........
Branco e encarnado..
tiocaraado estol.....
Encarnado e branco.
Socarnado e preto..
vjrlo...........'. .i
Azol e branco........
H>ea..............
Cond. Arrayal.
D. I. Carvclbo.
X. A. Babia.
J. .Ferreira.
0. G.
J. F. S. M.
J. F. C.
A. M. A.
J..C. de aiqoeira.
i. P.
Cood- Ptatemitfade.
F. R. Ramee.
J. E. Nesmea.
1. J. S Jonior.
M. P. M. Fonseca.
Cood. Oliveira.
8itttrY3$o8
Peds-an aos Srs. proprietarios e iocktys para, ao toque da peangom, ensllhartna
os seus animaes : fiai de Eerem.Cjudondoa so iaolamen'.o.
O J7go aomeote aera aborta depca qae se charem solados oa aoiniaea e
jockeya reUtivoa ao pareo a disputar.
As poules que aao foiem pagas oo Hi)podromo do Campo Grande, so
seriio pagas oa secretaria de quarta feira em diaute.
A. archibancada central ser reservada para a Impreosa, aucloridades e
familias das directoras das associacOes hyppicas d'esta capital.
...-^ Pelo porlo do eosilhamento somente tero ingresso aniones e carros.
A Companhia de Trilhos Urbanos do Recife a Olinda e Beberibe, pora
disposico do publico, o numero de trens necsisarios para a respectiva condueco.
S terao iogresso na casa dasaposlas as directoras das associaces conge-
neres, aucloridades em servico.
0 horario ser restrictamente observado, encerrando-se o jogo do l.- pa-
reo b II 1\2 boras da manliS em ponto.
Os animaes inscriptos para o 1." pareo devero achar-se no ensilhamento
as ) li$ horas da manh.
Os forfaits sero recebidos al aabbado 10 do corrente s 3 horas da
tarde na Secretaria do Hippodrorao, ra Larga do Rosario n. 16, 1. andar.
Prego de cada cartao nuajerado com direito a en-
trada, I #000. >
VENDA
Noestabelecimenode Prale^fC, iuaBarao da
Victoria d, 19,
Na Livraria Franceza, a ra # de Margo. .
Na secretaria a rus. Larga do Rosario a. 1G, 1- andar.
Oa premios esta em i -posirjaono estabelecimento
dos Srs. PralleeC ..-li: .
O cariaj viciaao, perJ >edjreito ao premio.
Secretaria do Hippodronu Au Campo Grande, o de Novembro de 1894.
O secretario,

Augusto Stlva.
I



""-+ w
1
;





*!
IMario de Pernambnco Domingo 11 de novembro de lSfMsl
PRADO
Projecto de inscripto
Para a 7.* corrida que se realisar no dia 18
de Novembro de 1894
1.- PAREO -Pernnmbnco 1.200 metro. Hardicap. Animaei de Pernam-
baco. Premios : 300)9000 ao primeiro, 604000 ao segando e 300000
i ao terceiro.
PeiOAye tareiro e Oafmors 60 kilos, cada a; Biimarck 2- 58 kilos; Pi-
rantn 54 kilos; PlotSo, Tiiumpho, Torco e Nababo 52 k: los cada um,
Tur e Pyrilampn 50 k-los cada om; e oa demais 46 kilca cr.da um.
2" PAREO iMprcasa-1 .4 0 metros Animara de Pernambueo. pkkmios :
3 0*000 ao primeiro, 60|CCO ao segando e 30000 ao terceiro.
Art. 5.' Aventurero, Camn, Bismark, Piramon e PlotSo.
Pesos Nababo, Tado-, 50 kilos cada um; Turco, Pyrilampo e Triumpho, 54
kilos cada om; Hirondelle e Mauriiy, 50 kilos cada um ; Dablin, Fe-
niano, Pigmea, Berlim, Ally Stoper 48 kilos cada om ; e os demais
45 kilos cada om.
3. PAREODerby Club de Pernamhneo1.250 metros. Animaos de
Pimambuco. Premios: 250,|00 ao primeiro, 50*000 ao segundo e
251000 ao terceiro
Art 5.*Os do pareo Imprenta e maia Tudo Nababo, Torco, Triumpho, Py-
rilampo. Hirondelle, Miun'y, Dab'im. aciano, B?rl m e Ally Stoper.
4. PAREOHlppodrosao do Campo 3raade-1.050 metros. Anin.aes
ao Peinaimbuco. pbbmiob : 250*000 a o primeiro, 50*000 ao segundo
e 2500U ao terceiro.
Art. 5..U* ao p-reo Derby Jlab e m.is la, Pigmeo, Maicotte, Patobouly,
MaUio (jjnmpeiro, Pirata, Taimoso, Fumac* 2.' e S*m Souci.
5.1 PAREO-rdem-9i>0 metros. Animaos de Parnambuco. pmhios : 250*000-
ao primeiro, 50*OO ao segundo e 25*000 aO terceiro r
Art. 5.aOa do pareo Hippodromo do Campo Qraude e mait Bttovi, Tupy 2.*,
Huguenote, Palhaco, Baralbc, Vi-gad, r, B'ija-F13i 2.*, Furioso, Ybo
e Boecacio 2.a
l6.' PAREO Progresso 1.000 metros Animaes de Pernambueo. pri-
anos : ttsOjOGO io primeiro, 501000 ao segando e 25*000 ao ter-
ceiro .
Art. 5."C do pa-ei Ordam e miis Dictador, Ciogo, Scepticisroo, Malanga,
Gallet. Traquina, Oolosso, Pbariseu, Tenor 2.-, Galante, Frontio,
Moaro, Tiberio, Mma, MMurisio, Ragente, Enireb e Talioier.
7. PAiEOlaido 800 metros. Animaos de Paroambuco qui na tenham ga:
nho premios nos prados do Recife, contando oa nlo Tctoria. premios:
250$000 ao primeiro, 50*000 ao segando e 25*900 ao terceiro.
Observaces
Nenhum dos pareos cootar victoria.
O proprietario que inscrever animaer, ter direito a um bilhete nunnraio,
por animal que inscrever, qua dar direito aos premios que ezposerem no dia da cor
rida.
Nenhum da pareos ser considerado realiaado, sem qoe se inscrrvam e cor-
ra pelo mecos 4 aumaes de 3 propietarios diflerentea.
Tocando a peeagem os aoimaea devero estar jont-i a respectiva casa para
erem inmediatamente enailhados e Segairem para o barrac&o no centro da raia onde
a podero estar os jooheys e os tratadores ou criados, e oa jaiaes do mosco barraoBo
osqoaes nSo psderSo tor commuaicaeSo oom peaaoa alguma antes de realisarse a
oorrid.
A inacripclo ence-rar-3e-ha Uica-hiia 13 de Oitubrj a 6 1|2 horas da
tarde na Secretariado Prado, ruada Inapetatris n. 26, 1.* andar.
Seeretaria do Prado Peraambocano, 8 le Novembro de 1834.
O secretario,
ti. Lentos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillentont
K' esperado da
Koropa at o dia
1 de Novembro
segulndo depois
ia lndispensave
demora para
Maceiof Babia, Rio He Janei-
ro e Santos
fisto vapor en rara no porto
Rogi-se aos Sra. Importadores de carea pelos
vapores desta Haba, qoeiram aoresentar den
tro de 6 das, a cootar do da descarga das al-
vareDgas quairjuer reclamacao coocernente a vo
lcT.es qse pervents:: t5--sn: sssss psra o.'
portes do sal, aJm de se poderem dar a tempe
as provideocias oeoeasarias.
Expirado o refprido prazo acompais nao se
rospjosabilisa por extravos.
Recebe carga
a tratar com o
AGENTE
Auguste Labille
9Ra do Commeroio 9
A. C, deFreitas (C.
Sud Biasi' Dienst
O VAPOR
Ithhka
fara crga, passageos, encommendas e dinaei-
ro a {rete: trala-se coa os
Amoriin 1 rmao* & C.
K.3Ra do Hozo JoansN 3
acionaes e
O VAPOR
Shaftsbary
SLEZ

i
Inspectora de Hygiene
De conformidade com o disposto no
VI do art. 4' do regulamento que rege
siirvijo de lygiene d'este Estado, fcam
designados para ser vico no 1." districto
( Recife e Santo Antonio), o Dr. Joo!i~" T~ ~~T~ ~~T~
Pontuai Rangei-2. (s. Jos e Afoga-Linna regalar de vapores
vs! D' A^T0 ?'a?de*rta7~"'3*v(S? nacionaes e estrangeiros
Vista, Magdaleaa, Santo Amaro e Olind*) 3
o Dr. Augusto Coelho Leite 4. (Ca- J
6uoga e Poco) Dr. Manoel de Freitaa ,
uimarSaa5." (Casanga e Varzea) Dr.
Alberto Furtado de Mendonca.
Inspectora de Hygiene Publicado Es-
tado de Pernambueo em 9 de Novembro
de 1894.
O inspector peral.
Dr. Rodolplio Galvo.
Gompanhia
Refinadora Mercantil Assu-
careira
Convido ao* Srs. accionistas para se reonirem
m jniembWa Rra I o dioari, do dia 18 dnta,
ao meto di, n s Je dta eompaahia, % roa o
Dr. Jos Marlaoao o. 6t, adm de tomarem co-
nbeclmeato da gestlo da mtsmo do snoo social
tiodo>en 39 de Siemoro ultimo e eJegerem s
COIBBbso fiscal que teo de funccioor no cor-
retwrsnoo.
Bscrlpt >r o jJ*i"ompacbia. 10 de Novembro de
1864 -0 frwtnie
Manoel J. Farrelra Crox.
E' es serado da Europa at
o dia IS de Novembro ae-
goindo depois da demora
necessari para
Sanios, Paraaagas, Siot Cba-ina, Rio Grande
do Sel, Pelotas e forlo Alegre
Para arga, pasaageo3, eocommendaa valo-
res trats-ae com os
Agentes
Pereira Carneiro & G.
6-BA DO COMMERCIO-6
i' andar
Giimsiu immmw te I-
PORTO DO SUL
Directo Santos
O paqoau:
La Place
Patacho altearlo
Otto
Para emdireitura
l teado engajado pa'te de seo carrpgameoto
podera aloda receber nm resto re carga para
fegnir oestes poneos d as: a tratar cem
Pinto Alves e Comp.
MfflgsriB IiuliiH
O vapor Matapan
Commandante Lemoine
* arai
azeai raa 1ladelVO*i Rog* as persoas que teem rclogioaea
Teaare n. S9 concert demais deaei n,ejB, na CapoDgs, ra
das Creoalas, qoe tenhum a beadade de virem
btecals do p-a#e dacl'o dias, dn contrario
perdaro o direito, Besado o coneerta''or sem
repoD89Mii.igde algama, Recife, 8 de Novem
b'O de i894
B' esperado
o dia
da Europa att
Seguir par
porto cima
dicado no
14 do correle
as 4 oras ds
in
da
larde.
Cbama-re a atteoco dos Srs. carreEadores
para a clansola 10* dos coobecimentos qoe aqui
publicamos:
.no caso de baver algoma rec'amacao con-
tra a Compaubla, por avaria ou pe*da, deve ser
teiia por escripto ao agente respectivo do portj
da descarga, lealro de tres das depois d lioa-
usada.
NSo procedando esta formaliiade, a Gompa-
nhia fica lsema de toda a respoosabilidaae. *
Recebe carga eocorameodas, passaeeoa e di-
nheiros a fretu at a U horas da manO do dia
da partida.
ES3RIPTOR1
Ao Caea da CJompaobia Peroamboeana
o. 12
CoHipanliji PernambDcafia de
a^Ririicss
, LOGAR N0RUEGUEN8B
Christina Elizabeth
Para
EM D18EITRA
Spgoe pir o paroaeaa oestes poccOJ di s,
Para o resto da carea t-ata-ae com
E. S. Lew
2-RUA DO COUaBRCIO-SS
Boyal Mail sh Pdiiii ioiiy
O paquete Thames
Commandante B. S. Armstrong
&' esperado dos por.os da
Enroca aleo dta 16 de Novem-
,bro e segoirA depois da' da
jirof a iDdpeasavel aera
Baha, Rio de Janeiro. Mon-
tevideu e Buenos Ayres
iftN. B.Previse-ea aos Srs. recabedoree de
mercadorias, que a Gompanhu Mala Real inglti-
ta, contrscioa com aGennat Steam Naveg.xioD
Compan,om servico da vapores semanaes qca
partindo de Bordeaax e Cogavc, vem ebagar a
SoothmptoD a lempo de nalaeiarem as cargas
dsetioidas a America do Sal. para os vaparos
Vasta companbia.
A Real Mala acceita par peyos rasoavoia
sageiros para Yalparano va BaenoMAyr
nitrada dos Andes.
Tambem acceila pasrageiros para New-York,
vte Sontbaaptoo, por especial arraojo leito cois
a Companbia Allemaod Lloyd, podendr demora-
rem-3e naearpaasi o deeefarem.
Radnoilo-Boapreoo daapaaaagens
lia lUttoUt
A Liaboa l*>aiiaso 8 'W
A'Soathampton i'classe 18 *U
Caaarotai raservadas para oa paasagalrof ds
J?aros abaco.
P res n tm ente
nesie porto se-
goira depois ds
breve demora
gre oFporios do
o de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
Em direitara
Pare carga e va i ores tra's se coa
E. S. Levy
Raa de Commeroio n. 22
O VAPOR NORUEGUENSE
NYORD
E' esperado aaste porto
ata o da 18 do correte
e segoira aep.ls de breve
demora para o
Rio de Janeiro, San tes, Rio Grande
Sul, Pelotas e Porto-Alegre
SEM ALLIVIAMENTO
do
Carga e valores s tratar com
E. S. Levy
Roa do Commarcio n.
22
Rojal Hasgarian ara NsvigatioB
Company Adria Limited
O vapor hoogaro
B a t h o ri
E'esperado do porto de Trieste
at o da 11 de Novembro se
guindo depois da necesearla
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maeo, Motora, Ara-
caty e Cear
O paquete Jaboatao
Commandante Alfredo GaimarBea
Segoir para
os portos cima
ladicados do dia
I a da correte
_______________ as i horas da
tarde.
Receba carga, eDCommeedas, pasageos e di
oheiros frele at as 11 borai da maoba do da
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caa da Compaabia Pernambaoana
n. 1
A. C. de Freilas
Sud Braz Dienfet
O vapor
Macedonia
sV esperado dos portos da En
ropa at o da de Novembro
e seguir depois da demora ne-
easaria para
di Sul, Pelotas e Pcttt-Ata
Para carga e passsgei o trata se com es
AGENTES"
Pereira Carneiro & C.
6
f ra? a?
demora para
Bahia, Rio de Janeiro e San-
tos
Vigcrando a le de cabotagem previno! tos
exportadores de que somente productos agrco-
las de faeil deterioraste poderao ser embarca-
dos ns dito vapor.
01
Para passageos,carga,freta etc.,trala-se c.m
AGENTES
HenryFontertfe C.
Ruado Cjmmercio
1- aadar
o. 8
CBARKIJaS -OHIS
Gjmpanhia Praceza
DE
HaTegifi* a Taaar
Linha regalar entre o Havre, Liaboa,
Parnambaoo, Babia, Rio da Janeiro |
e Santos.
Roa do Comm-.-rcio o.
1. andar
Hamburg uedamerikanis-
che Darnpfschfffahrts-Ge'
selischaft/
O vapor Cintra
Esperarse da
Eoropa no da
19 de Novembro
regoindo depois
da demora neces-
saria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Sste vapor entrar no porto
^aaenqaar reotamacoes s serlo attaa-
idas 48 horas de poto da ultima desoarga
do vapoi oa Alandega.
Este vapor Iluminado loa elctrica
a offeroce ptimas acoomnedaaSes aas
Sra. oassaeeiros.
Para carga, encoumendas, paasagens a fra-
tes trata-ao oam os
Con signatarios
Borsteiman & C.
Raa do Commeroio n. 18
Ia andar
SO do MOTcmbro
segnlndo deptis da demora aecesearia para
Babia, Rio de Janeiro. Santoa Montevideo
e Baenos-Ayrea
Entrar co porto
Prevlne-se ainda aos Srs. recebedores de mer-
a dorias que ose attender a reciamacOes por
'ai as, qne forem reconbecida^ na occasiSo do
i escarga dos voiumes ; e qoe dentro de 48 bo
ras a contar do dia da descarga das atvarengas,
devero faier qualquer reclamacAo concerLeD-
te a voiumes que porrentura tenham seguido
para os portos do sal, atim de serem dadas a
empo as providencias necesarias.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla-
'em na vspero da ebegada do vapor para tome
rem as snas passageos.
Para carga ,pas:ageos e encommendas etc. a
tratar com os
AGENTS
H. Burle & C.
42-RA DO TORRES42
1 andar
Gompanhia de Naregacao
Carioca
PORTOS DO SL
O apor vnaoional
Santelmo
a? ffi? as.
tos uo
E' esperado do sol (t o dia n
-de Novembro segaindo depois
le pequeoa demora para o por-
Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pe-
lotas e Porto-Alegre
As encommendas serao recebidas at 1 hora
a tarde do dia da sabida, no trapicha Barbosas
Caes da Co&panbls Penamb cian, i.
Para paasagens, frates e encommendas tra
t-se com r>4
AGENTES
Pereira Carneiro G.
RIM DO COMMEROIO N. 6
1* andar
Vea lem f-e ir* carroles i- cma v cea loo-
rioa ; para ver e tratar na estrado de Joao de
Barcos u. 17, sitio.
Preclsa-re de orna ama para ao lar com
menino ; a tratar na roa da Imperatris n. 16,
primeiro andar._______________________
THE4TRO
M VARiEDADES 0
EMPIIESA Do PRESTIDIGITADOR DR MOYA
O MAIOR SUCCESSO THEATRAL
Extraordinarias cs'-amoteaces pelas Sras. pres-
tidigitadoras Sime. Moya e Seorita An-
gelina Verdi.
Quatro frettidigitadprgs trabalhando na*
scena, cousa nuuca vista !
ESTREtlACOlPlSflU
TERfA-FEIRA (3 DO CORRENTE AS 8 1/4
DA miTE
As ultimas novidades Europeas I
A maior illaso do seculo XIX!
O muior F\lphorama, luz elctrica que tem
viodo a America do Sul e o qual ser execu-
tado s por 51 me Hoya. Ssero exibidos 03
muis notaveis vultos desta nac,ao e do estraa-
geiro. .
Esla companhia que tem contracto para "
Thealro Nacional de Buenos Ayros, dan nesta
capital um liniituJissiuio numero de espect-
culos.
Os Bilhstes, desde j a venda, por especial
favor, na Tabacaria Ceniro dos Fumantes
Ra i' de Marjo N- 3, e no dia do espectculo
na Bilheteria.do Theatro.
0 Secretario,
Jos Grepini.
LEILOES
O leilao dos boos movis, crvstaes, qoa-
rtres e mals ODiectos aonoociadcs por loierven
(So do agente Pinto deve t-r logar terca-feira 13
do correte, no S* sn lar e solao do sobrado da
roa do Ixperador n. 71, per cima do eseriplono
da Compaohia de Beberibe.
Agente Silveira
Leilo
De nm sacco com caf
Segunda-feira 12do torrente
A'S i i HURAS
No eetabelecimt-oio n. ?8 a rna Impwial
O ageote SiUeira, por mandado e com a -sis
tencia do Exm. Sr. Dr. juis de direito da latea-
da monicipal, levara a leilao om sacco com
esl peobcrado por oxeselo da lateada contra
Manoel Pires Agr.
Leilo
De orna mala coa reop para senbora, cons-
tando de vestidos, at*s, camisas, leques e bol-
nss com avaria d'agoa do mar
SegandVfelra, 1T6 do corrate
A's 11 boraa
O agente Pinto leva 4 a leilao a reqosrimenio
de madama KoDlet, poriatorsac&o e em presen-
ta do Sr. consol de Ponag*' e por conta e risco
de qaem pertaocer, orna mala descarretada de
bordo do vapor cCoogo* com avaria d'agoa do
mar e exis'eDte
NO ARMAZKM da ra do bom jess n. a
Faxtndat inglesas, Iraacexas a soiaaai.
De bons movis, planos, espelbos, quadros. por
celante, erystaes, loocas, vldros a trea
de cosinba
Segunda-feira .2 di correnle
A n I I horas
Na casa rna da Soledade n. 8J, eeqolna da
rna do Progresso
CONSTANDO :
De i mobilla a jasco com 11. cadeirss ie
gnarnlcao, S ditas de braco, 2 ditas de balanto,
1 cola e 9 eonsolos com pedra, 1 p ano deHearv
Hery, i dito de Blondel. 1 cadeira para oito, %
espetos ovaes com v dro bi-sot, 4 relogio de
mesa, a qoadros, 3 cao( arros para flores, i lampeao de vidros de I cadeiraa de palha, 1 mesa anstriaca compadra
par centro de sala, S espregoicadelras, i im-
portante cama de jaca anda, 1 guarda vestido de
aaarellr, i commoda de megoo, 1 s ntnario, 1
mala grande para viagem, i espelhc com moico-
r de Jacaranda, 1 guarda ronpa de amarellc, 3
cabiaes, i dito pan loalhas, 1 importante guar-
da looga suspenso de amarello com taapa de
peda, i aparador c 13 cadeiraa de junco, i lav< torio de ferro, 1
tinro, 1 mesa sobre cavaletes, porcelanas e Ion
(as p raalmcgo e jantar. copos, garrafas. c,iti-
ces, compoieiras. liroreiio, talberrs com cabo de
metal, colaeree, 1 mesa, trea de cotinba, t sac-
eos cem la para trsveeselrcs e muit-s lat'os
objectos de casa de familia.
O ageote Gust o n ane se retira para lora, fara leilao dos mevea
cirxa mencionados^________^^_^_^_
Agente OHveira
Leilo
De ama casa terrea no Poco da Paeella, sil a
rna da Matris n. 8, com S sitas, 4 qoartos, cosi-
nba, qointal morado e em terreno proprio
Terca-feira, 13 do coireffe
A' 11 hora
No araiazem rna IA de JSo-
?eaibro n. 39
O agente Olive ira, aotorisado, levara a leilao
a casa terrea cima mencionada, livre e desom-
barscaia, podendo desde j os Srs. compradores
Bxsafla-a. ___________
OTR'OBAD) IM EttADOR
O sg nle Martina far leilao a reqoenmento da
invBiarunte~dosbens oeixados por falleoimen-
to de Jj.qonii Pires da Silva e pi r mandado do
11 m. Sr. Dr joiz de diratto co el ve I e em o
preteot, fo s brado cima, o qnal tem bxm
rendimento.
LeiHa
De grande qoaotidade de baodeiras a baadet
-olas com laneas e sem laceas, *0 pecas de brm
pardo, 10 ditas de diio pardo p-amadr, 13 ditas
de dito de linho de core', 13 cal ;i- com pelxe
i>eceo e de fnmeiro, 1 caica com anua gasosa
rer^a-feira, 13 do corrente
A's fi horas
No armaxem a ra do Mrquez de Olinda
n. 48
Por intervengo do agente
Gusmao
lELAr
Oe bons movis, finos
crystaes, lindos qua-
dros, espelhos, objec-
tos de electro-pate, vi-
nhos e man te i ga in-
gleza,
A SiBER:
Sala da frente
Um piano ferte, allemao, qoasi novo, raoa e
caoeira, 1 linda mebilia enulnada rom da kei -
qoes e espelbos, oora de purado gosto, om
dita austraca com palbnba no encost, moder-
na e nova, i jardineira com pedra. 2 ricos gu-
aros com Boas gravnrar, 4 ditos a leo, 4 jerro
para flore?, 4 cadeiras ae baaDco d-jacco i
divn esprcgo1c*deira, 4 etager?, 1 mesa para
jogo e 1 espelbo oval dooraio.
Sala de ddrsz
Urna mobilla de faia Hngindo tarb, 3cadei-
raa de baiaoco, 2 de palbd, i moBia de jnoeo
preto, 8 qoadroa de diversos lmannos, 1 piano
francs para principame, candieiros a gas pa;a
parede.
Sala de jantar
Um guarda lou.a envidragado, 1 mesa elstica
com 3 laboas (bftj), 12 caderas de junco brac-
eo, 1 gnarda lenca, 1 aparador, i guarda ce mi
da, 1 a. (a. 3 roasotos, 2 cadeiras de oracos e 12
de goaralcao, 1 reoslo da parede, 1 caodieiro
de satpeo?ao belg?. looga para cha e jantar,
copos clices, garrafas, compoieiras, Irocteiras,
appsrelbo para serveja, objecios de elactro pa-
te, inelaep, viobos e tnanie'ga inglesa.
1 quarlo
Urna cama fraorez, i copla, i co'lSo, 1 toi
Iftiecom espelbo e pedra, 1 lavatont Cvm pe
drs e 1 cabide
2 qnaito
Urna tama de ferro, 1 marquezao, i commoda
grande e nova, i goarda ronpa e 6 cadeiras de
junco branco, 1 lavatorio de amarello, 1 berco
de balaustre e 2 qoadros.
3 qoarto
Um goarda vestido, 1 commoda inteira, i cama
francesa, i cabide, 6 cadeira?, s 'olzas, 6 toa-
Ibas felpadas para baobo e cot-os movis de)
casa de familia, 1 lavatorio, 1 marquezSo, 1 ca-
deira de bataneo e 2 balaica ort roopa ,
EM TEMPO:
Os pianos, otobilias e maia movis acixa men-1
ciooados tornam se recomroeodados pelo seo
bom estado de ceoservacao, qiasi novas.
A entrega eBeclnar-;e-ba em acto contiono e
em 24 horas.
Terga-teira, 13 do corrente
Ageiie Pinto
No 2* andar e sotao do sobrado da raa do lab-
rador a. 71.
0 loilao principara as 10 e 1/2, por serem
mpitos a dHTereptes os lotes._______________
.Leilo
De oa excedente e grsode bote cem velas
remes, ele., perteJ.c*nte a barca inglesa Mys
terions Star* qae afaodoo no mar
Oflftrtt-fei'a, 14 do correle
'S 11 HORAS
If rsarda mora da Alfaodega
0 agente oih lo, ecxpetaDieiorme aatoria
do pelo Sr, RobeM H. Calmoot. capilao da barca
aciaa mencionada, fara leilao com llcenca do ca(i onnii'/dm Ha PlPttfiA
Illm. Sr. Dr. inspector da AlfaoAege, em pre-r 3CU di lIltlAClll UU l^acauv
senes de am eraoregaao da mtsmr para asee' A-^^li^v -. 79
flon aeaaado, do bouesaos pertencescima 2\UUI!i> II. / O,
referido.
Ao commercio
Os abiizo asslgoados de -laram ane em 31 de
Ou ub.-o prximo passado dl^solverau a ocie-
nal'- qoe gyaa -:D raiO Lemos A 0;iveira
roa Es'TH'ta do Kosirio n.'t-A, Bnando a cargo
do socio Joaqaiix Dns da Siifa-Lemos a liqaida-
I ao do activo 9 rnaponsavel pelo na sano, reti-
rando se Jai Paes de Oliveira liv.-o de toda e
qoaiqaer respcosabilidade e pago de sen capital
e lacros.
Recife, 9 de Noven bro de 189i.
Joaqaim D a da Silva Lemos.
J. Paes de Oliveira.
Urna qoesto de gosto
Funeraes de 7o dia, anniversarios,
etc. na cidade e no interior : encarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA
CMjlIraiica e Yir-
wXt W Jaaraa-
ribl
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran*
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tena suecursaes nem
agencias tiesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
Leilo
De bons movis, i piano e 1 lado espelbo
ovale ootroi objactes
Coaalaado de na bom plana, 1 mobilia preta
entalbada com lamoo da pedra, 1 lindo espelbo
oval doersdo, 2 qnadres 1 olee, 5 drtoeeleogra-
pJMa, 2 laotarass bordadas, $ pares do jarros, 1
tssala: grande para sof, 6 ditas pan portas, I
cama fraacesa, 1 gairda veatides, 1 toilette, 1
bidet e 1 tapete para cama.
, Uma mesa da amarello para jsotar, 6 cadeira
de jonro, 1 sof da tmirello. i qaarti h-iro,
aparadores, 1 ornaoda de mogno, 1 Ultra, 1
candielro, loocas. vidro, jarro e baca de looca
e nm trun de cosinba (de gata)
Quarta-feira. 14 do corrente
A'S 11 HORAS
no 2 ai/dar da sobrado n. 16 da rna do
Obuga
O sgente Marliss aotorisado pe lo illcstre cida-
dao Jor Ramos de Olivelra Jodio-, qoe a retira
para Europa com ana Exma. lamllia, fari leilao
dos movis e msis objectos existentes em dito
eoorado, os quaes s- rao vendido*
AO CORRER DO MARTELLO
AVISOS DIVERSOS
As szoe?, febres intermi-
tentes, palustres( reoitentes,
dores de cabera, nevialgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infallvelmente comm
pilulas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRAN^EZA
H. Rouquayrol
22 Ra da Cruz 22
Precl.ase de doas cosiontlras com n*geo
cia ; a tratar na raa do Apollo n. 8, 1- aodar
das 11 as i boras da tarde.
Alagase nm mportant- viveiro em Afo-
sados : a tratar no largo da P,z n. 8i-A, on
rna do Pilar n. 50.
= Madame Mnoier, de voha da Eurt;a, con
tirua a dar lijOes de francs e piano.
vinho do portoADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte O
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COM AS IMITACES 11
UH1COS RECEBEDORES
<>tullanlo* rt Valente
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
LOTERA
DOJ
ESTADO DA BAHA
EXTRACTES ISTRANSpBaWIS
Listas nos meamos dias
dia
Leilo
D sobrade do 1 andar e sotao 4 rna da Jada
o. 46, coa orna mela agua no tanda com.lenle
sari a travesa da mesma ru
Terca-feira, 13 do corrente
A't 11 tota
15.00W0C0 por 800 ao
25.O00JOOU 800
15.000*000 a &Q8 c
15.0906000 a 800 t
25.0OOJ0O0 t 800 <
15.0004000 8C0
15^000*000 8r-0
Bilhetes a veoda na casa S0NHO DE i
da independencia m. Sr e 5
iTELEGRAttMA SONHO
4 Series 27
2 > 28
5 s 27
6 c 27
a c 28
7 27
8 27
13 de Novembro
17
20
22
94
27

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-*{. tan.
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Ufarlo de Pernambnco -a Domingo 11 de \ovomhro de 1994
WWRAVILHA CURA
VO CELXTRK
ft. Humphreys de Nova 1m
A Ve.dadeira Maruvilha do Seco
AJ BOVAl)A E LICENCIAD*
InlinMIti-i tiara I ae i|inu
Imperio da Bhlk'.
car m*U. |ra vueUuaurae, EwsUaawH .
getaaanr do SoL a 4 auperior a ualJSToUK
otoallftuortlKutlai, ejadVX.rl* SSdengk.,
ZIj?*"- da Eftcmaga, ouu HomorrboausiM
**""0"*wi*--ira rnirn n nniM fullia
A Mam vi?
Hifiii2 na Juntas ou FVtnaa.
A !. vlihn rnrnllva ' T9aa' .
pan. Esauli -nrla- AiigJoa, A:iiy*dE!as!i-ch<~
inflad ugeigpx mu manir in-.
A iKamilllJ C'omlve. multa &*
r*H:n*irj*c^Ao pata ('tnrrua Laerculiea-uu
t'i^tvi:trax 'as.eoutmKcorrlmentfeutLUIiaiiIa''
Jt Mmv1lb-C#ra>li impBi^w piat
ctt*a?L~'cOT2e,ega.*nTUM*. 4rviumaB. YzmJ
toa. Clice. Frtrtrap JtruwrtMOTtuuorei.
.* Murovllha C-m'iil pra Uiarr.rtnipU*. o ile Dlarrh^i -iiriraiiv
A H.irittilba t'iirullva iiueHnnl* i*.
tj-.Truulaa e Cawllart.',-aa. r"> roromluna, DtoA
teadumv Eaf elwlia. Uontartts. laoonvom t
Scpecalidades do jfr.sBunpJaejs,
Ht'ni:''li(i Eaaccllcaa,
aWaSaM iirattlIeasD
Hrinadio. SirpttfcxM.
Ktio-flHM. Veu-rir i-tr:
O Haaral o Dr.-Fiimptirey; !* rrsvxatttiss.
I iVi mi a modoafeonai-ais c_traUs. iie.l
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Um casa de oite Itrre, que srja da at'ii
da. ''ta ViaU r Pe-osados Yietra, QoocUgSo
jitiuo rio o, Caparea, ti&, que teoba de-8
4 qas.-tos, duaa galle, cosioba e noto qnm al :
Utera tiver cle den^r carta ne.-ta ijogra(4ii
cem a inrciaet-0 F.PR-se fcf.m.
0 araiador Paula Mafra
Continua no exercicio de sua
profissao
Rata Daqoe de (ailas n. 85
Cnsnhero
Preeisa-se de um bom co-
inheiro ou cosinheira para
easa de- pequea familia, -em
Olinda paga-se bom ordenado ;
a tratar na ra do C omitiere i o
n. 44.
Ama e cozinh i
Em Fernaadrs Vi-i a sio n. 0 orecia se de
Dir noltM>r.par.ie aiobeir?.
Demarcscjao de trras
Pelo PDpt-nhelro C. C. Carliot, reeideud. n
ctdade ta B cada-, irn do Po n IX. ^^^^
X^verna
Vende-.e a tiv.-.-oa alia a roa Lua do Rb?c n.
47 D ; a t ali' oa m-ema. ec com Lap-o 4
Aanjo Mi'1'itn l,jmitiio n 38.
MaTcineiros e torneiros
Na fabrica de movis de MivaFernandeB & (".,
con'.ncia*Be sriiaias aoe sejam peritos.
Roa de 8. JuSo d. 48.
Ra Rario rta VirtcNa b. 49
m
H
i>
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPBDE A CAHIDA DO
CABELLO
%[ PERFUMA

^
Presos atuericanc s
Vendem Henry Forter & C. f m **M arrr.-
fPin> de farmoa ae trigo, cata da ReKen*.rafo
D-. 3 a 41, oa no seo eacriplorio raa do Com-
mercio
^ma de Cfian^d.GcosiQueira
Pf ciaate de croa ama d c.tinca e airaojo
'p quanoo, e urca boa oBlBfieira ; 00 Camiobo
Novo o. 80._______________________________
Attetujao
Vende-ae orna imrorta te corheira com ftC'
raa toorioaa. cim c-i-is gi< retas preobe e om
ObViIno e ora bom cavsilo para, eeila : a tratar
i tr Jet Pe'Pra Duarie, dob CeeLboa, delrODle
do H t filial Pedro II.
BANHOS DE MAR
Cosluii.cs de Superior Fazenda
Para senhoras 16& Para homens 14|
Para meninos de IOS a 12
Sortimento permanente de fazendas
eaigos de alta novidade cuidadosa-
mente eseolhidcs em Pars, Londres, etc.
Grande variedade de sedas brancas,
pretas e de cores. Enxovaes completos
para casamentes e baptsados.
Tapetes,, esteiras da India, tecidos e
outros artigos para decora^Oes de casas.
FRANCISCO GURGEL &
Ra Primeiro de Mar^o n. 20 A
TELEPHOISE N i 58
t
Jonqum Cotaabra tuimirup*
* Joaqun) Looreoo da S. CHueira. soa molber
e arux fi-po* ponviiam sena paren tea e amigos a
assieUrem a oir mis n qoe maodam reatr pir
alma do pidriob de soa molber. Joaqoim Coim-
bra Goimaraes. do 'enverno do Carrao, ir 7 1/S
fjo-a3 da rnaobi do dia 13 do rorrete, a se coo-
fesaam sinceramente giaio?.
Tuerea Sllveria Ceaor Hutn
tetro
6* aoDiversario
Oa tllboa e aer.reg de Toeresa Siiverla Cesar
Qoictelro, rorui lam o* pareoiei e anaiff09 para
aai3!"em as musas qaa maodam celrbrtr pela
alma de soa oooca erq:iec>da mil e sogra, oo
conv-nto fio Carm->, Sg 6 t/J hora da tsaotiti de
segnnda fei a l do correte, e desde-) te con-
ufs.ra agrade-idos por e.-te acto d relia So e'
andada. i
'osinheiro
Precisase de nm bom cosinhelro, aasim com
da nm criadnbo a tratir Da rna do Carmoo
cbalet o. 8" en Olinda. ^________
Cosinheira e copeiro
Precrsa se de orna boa cosmbeira por 30^00?
por mes, e de nm r>om copeir j : a tratar no pa
ten do Co'leeio n. 4. eecr o^orio.
t
Jonqfim Riaoi de Ollvelra
D. CUtcioa Ccalno Ramiade OUveira, -os
fllhea convidam eeoa parertes e amieos pira
aasiatlrem a croa mia^a qoe mandara rezar peL
aloiatdo eea'onoca esqredo riibo Joiqnim Ha-
mos Be Oiivfi'a, Da igreja de N. S. oto Cian, la
7 1/4 bora- dn. msolt de eegaoda feri 11 do
co rerite, 7- da d.) s^u la!reclnenlo, portujo
coir.pare.iQieo.j antecDsm oa seos aereJexi-
mentes.
t
Frenetac alose do* Pau.-s Clui
martaes
A familia do finado FrEmiaco Jo. dos Paso*
Gcirca ase. rvita a tcdjs o pv nte, aa!iiro,
corrorrcOe'el gios?a t msia aaaociigaps' a soe
prrren !i flsj'Hp fl"* remara-
aaer co msmo qua velo tmnalcart-alo, na.
denembaf.'a' b0f8 pelaa 4 horas d* tarde, jsnto
aoarTO de Sit'o Ato-to, p-ra drpaitar ?e r:
teaen.V' I ordetr 3* de S. F.-^nce.-o do Rew-
fe, lor; sedo nUnf.Ito ecre Gravite pa-a o oU
16 do corr.Dt-1 em qne svr reieSrado- o oHkiu
Innebre. sendo rm aegoido coBduz-do o sene
davtr pi.rs ter1cbaa.ao no cemiteno de Saoto
Amaro.
Agradecimeato e con-
vite
Oitrdma Marw Pogge, Eclides Mygioe:Pge
An ooia da CoveicSo Mdrrz Franriaca Al Mariz
B iiHlho. FraocifCi Placido Boteltio Marcio- i la
oa Cooceico a*U, Ma:io I Soarea afarii e Oltn-
dina T. R.. Ua'iz, -pasa, hlno, sog a, cooriadoa
oorirrboe, (r,ra- cen do mino d'alma a
toos os^a'e&tes e amigos qae se digoaram de
arompanbar soa uitim1 morada o sen rmtre
Irmaralo e?no^o, p'i, entinad j e tio, Jis coiz
Inocencio Pagife ; e de novo os convidam
a siatir a mi8a, qn *o ph eterno deacaoci.
mandara rezar na igrejn da Sania Crcz. s 7
boras do -ia 12 do orreolp, s ira > do sen pie-
saaeoto, con/easar^do-e desde j4 8grrda*i '<*
Feitor
Precisa ae de nm feitor ; n tratar na praca
da lodrpeodencia. loga da R-Isa.
AMA
Alfonso Ribeiro Pessoa
() Pantaleo Guilherme de Asis, sua
CQ espesa e filhoa convidam aos pareote3 e
') amigoa de Affoeso Ribeiro Pessoa para
(! asaaistirem a urna miaaa que mandam
celebrar por 3ua alma (nosso serupre lembrado
tio, irran e cnohado,)no dia 13 do correte aa
7 horaa da raanh.'i, na Matriz da Graca 30 do
sen paasamento. e por cujo acto antecipam
seu eterno reconbecitnento.
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianfa ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Precie se de ama ama ; a tratar na rna do
Livrameato n 3, Ka.
Ama
Para en^onintar, preeisn-*e
le urna ama; a rna Duque de
Caxias 49, 3.* andar.
t
Jts Delliao de Ueaelro
Mara Isabel de Medciro envida ac amifro-
e prenles do fallecido Jos uelfino de Medei'O
pt,ra aasia'irein a celebratSo de rog miita une
em fioffragic de sna alma manda alterno da
1,1 do rorrete, s 7 1/S borts da tranba, na
matrii de Samo Antonio ; acteclran.io desdo j
sea eterno agradeci:ento-
Frecisa-se
De rm pe'Mo alMtta para cortar: qoe-n se
ioripar habll-ts^o qoeira dirigir-se ama Dttqne
de C x'as n. 66
Vndese
O engeno Min'e P, o-ntf'ora B ca de Amarsgj, movido ror sena.
mn> tidonrs ne''e icp? < pro orjei para a'-
frKJar di-2 000 2 500 raJf, diaian'e mela le.
gna da ps'scSo d" Cortis, atravessaedo o cerca-
do a linhaferrpa de Bon 'o.
A tratar rom o proprletarlo o Sr. Francisco
Moniz Pontea n' en enro Vera C'nz. comarca
de Bonito, e a Informar com 01 Srs. Wanlerlel
& BtEt.'S a rea d> Bom lesos, n. 19 1 apdar.
Precisa se de ma ama para lavrr e engom
nrr : atttar na roa Doqae de Casias n. 60
SAUDE PARA TODOS.
iUKtCUENTQ HOLLOWAIY
-O Ungento de HoHeway imJtroedio infallivol f. u ilcs de pernas e do-peitortem'seimtan ferida
nligai cnagas e leers. ..E. famoso paia agota t o, a .:i,:imo* paiaaoa>M.Mensnai -a recouhev
Para os males de garganta, hronc^^^s resfriamentos e tossetv
Tamoaes.na, glndulas etodas a* molestias.da pirlie no teem. semelhaote e para os .montaos contraaidoa
juncturas jecias, aben como por encanto.
Zssax medicinas *g preparada s4mei.te no EitaWUoiments do Profcaaer Hohowat,
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E vendenu* em toda* as paannacias do oniverso,
3T Os compradores sao convidados respelioaameute 3 examinar os rtulos de catU cixa* P-oie so r*c fctaia df*9CQBO|
_-__ 53, Oxford Slreet, slo falsicacoes.
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Oobo agrad.Tel torna u darcoin rapklez ao-antcaae sua riqueza e torca. Zf&o d
priso dtj vontre nao entiegrcao a. dentsm neo inrita o **iaznaoo.
r\ riIU, 50, raa.Boilui. Deposito em fat-atoawfcaaaa i C^i^WOSla fc tBODUCTM OfltalCat.
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A toy-aa da Codelnm pura m ao*a oompltuda com as do Tol a da
Atfun de Maturo cerqja, qu fttem *? XAROPE do D ZEO
(' Paata Zed>, o poitortl ir.ait entrco *m Unto' os caioi da t
amoriaiTE. xoauss auaraiAaisiiToa. pubuhomiaa. nwnsnnai. aa*
INJECTION CADET
Cura certa ei 3 das sem outro medicamento
FAKIS 7, Bioulevard Jtennin, 7 JPAUIS
Deoasitos em todos as priacinaes Fbarmaoias e Qrogorlao-
Cajurubeba
Esto eoergieo e prodigioso medicamen
to, qae oomeyoo a aer vulgarisado en
1883, a qne to proficuos resaltados tem
produaio. o cara do reamatfaiamo, no-
eatia de pelle, eucorrheas, aetfama, dos
loffrimentoa occaaionados pela impuresa no
tBg. eoatiiffiMBtai tormaa da ayphi-
ha, eateTepor algam tempo paraliaa do por
QwoumatanoiasjmpeaioBaa; e hoje, porm,
reappaeoe com todo sea rigor; a de
esperar qae continu s merecerdo illas- -
trado pnblico a metma acoeitaySo de qaa
sempre goaoa
Approvado pela respeitavel Jnnta Cen-
tral de Hy 'iene, por Decretos de 2 de
Junho de 888 3 e 18 da Abril de 1885.
Cmposleio
OK
Fimino ^andido de Figaeiredo
PROPAGADORES
Bapsta &, Figueiredo
A venda em qoalqaer Pharmacia.
os pfcpetts
Avisara Conrado, An tunes &C, qtt
receberam iuvaa para eate util divert
ment.
4' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Na. 4, 6, 8 E 10
|
S
mam
-;
[Wedalha de honra
0 OLEO CHETHIER
t deslctectado pelo AJcatrao,
tnico ej/iBfll'CO.-o ou* muito
ij*menti s firofinadctai to ,
feo.
0 OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
I s ui praptraeSo qua permita
dmi/iiatrar o Farro $am pro-
duzir Prisao da Ventra, nem
DIPLOMA DE BONA
EFLPRUGINOSO
Incommodo.
DirOSlTO pnl ea PlllS
21, ni U fial'-Iontnartr. 21
*%?!
'Mmn
," V*-*w,,"rt-7.it*
BBCKIT.DO POa TODA! 18
CelebrilaAes Medicas
DA FRANCA E DA EUROPA
Das
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFECgOl.S ESCROFULOSAS
CriLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHTES. HACHITISMO
Vinlio de Coca
LICBNCIADOS PELA fNSPBCTORIA T)B HYOIENX DO IMPERIO DO BRAZIL.
IPILUS DIGESTIVAS DE PANCREATINAJ
de DEFRESNE
Pharmueeutico de i" CUitse, Forneoedor dos llospitaes de Pari*
A Pancreatina empreada nos h os pitaes de Pars, o mais poderoso i
digestivo, que se conheca, visto como tem a propriedade do digerir e|
tornar assimilaveis nfto smente a carne e os corpos gordurosos, masl
tambem o pito, o amido e as fculas.
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteragao, oul
ausencia de sueco gstrico, inflammacao, ou ulceracSes do estomago, oul
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-c
mida, sempre alcangam os melhores resultados e sao por isso prescriptas|
elos mdicos contra as seguintes affeccSesi
alta de appetite.
Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Dlceragoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
Anemia.
Diarrhea.
Dysenteria.
Gastrites.
Somnolencia depois ds comsr.e vmitos que acompanham a gravidez {
PANCREATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-1
radazinhas depois da comida.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, ; em todas a: Ptarmacias 1
aalWMHrM!^
"*..'
CURA CERTA
de todas as Affecges pulmonares
Todos aquelles que soffremj
do peito, devem experimentarl
as Capsulas do Dr. Fournier.[
Oepot/toi m otfai aa principies Phirmiciii
do Branif.
LSOnRUDOS PIOA ...3PSCTOSIIA GSBAL DE HTOimilK OE RIO DE JANEIRO.
Apmrlsat; Mommr.hicOB, Purgativa*, Oepuratvou
Contra a ratti da aspattSe. a ObtruccQ, a Bnxaqueea, as Verttg-eos
as Coacaattdea, etc. Dose ordinaria: 1, i S graos.
Desconfiar das falsicac-cs. Exigir o rotulo junto lmpreaso em rrancea
epdm-eit derr w5tSS^oSm da Unlo os Fabricantas
to ,48a aSa LbroY; a em todita a Plntasela*-
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e rragnificos cigar-
ros, vendem-se as principaesmercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B dos Reis & C. Successores a ra
Larga do Rosario n. 30.
Servjco deenterramento
I Completo, a capricho e promptido.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 25
Direcao do
PAULA MAI'RA
cftegulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja (hronorAetros de
marinha, caixa do musca, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, Zcalos de
alcance, joias e todo e qualqucr objectes
1 tendente a arte mechaoica. ^
9Huh Larga do .iosario9
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grampss,
settas, pulseiras, chateleines, oadeias,
medalhoes, alficetes para gravatas e abo-
toaduras o que se p de dse jar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Al.tunes Se G.
A" BRISA
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & C, im
variado sirtimento
Conrado Antanea O: C-
A BKISA
Leqnes de Gaze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
Bordados e rendas
Lindo sortimento de finos bordados.
brancos e meaciadcs de todas as largaras. N>-
Ver para crer.
Loja Nova Espbran$a
63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES & 9.
BIC03 e rendas, completo e mimaso
sortimento desde o fino valenciana a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, precos sem competencia.
ROUPAS BRANCAS
Carnizas para noute e para o dia.
Tambem vende a NOVA ESPERANf A
FINOS CORTINADOS
Para camas e janellas, brancos crmee
mesclado8, precos limitados.
X
8
m
m
>
t
s
r

,*
WE"tmiST&
Roiolpho Antanes & C.
Galoes e Guarniyoes
'7om vidrilho e sem vidrilho acaba do
reoeber lindo sortimento o
GONGRKSSO UAS MUAS
Brancos e de cores recberam
Conrado Autunes tk C.
S)h
CoHnbeira
i retica-se da orna boa co^iLheira para a Var-
td' : a >^a'--r oa ma ^o Opipt n. 49 |0a.
viNHOCLARETE ESPECIAL
DE
Stuve Bocha L<>it I: C.
Garantido puro e cscolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEICES para se
obter urna digesto sadia e nutriente.
Encontra-se as principaes mar-
cearas.
NICOS RECEBEDORES
GlIMAU,aES & VALEIVrB
9 LARGO DO CORP" ^VTO N. 6
Boa Occasio
VENDE-SE urna importante loja de
fazendas, ou somente a armac;ao.
^ situado em bom ponto para nego-
cio e tem ptimas accommodar;es para
familia. A tratar com Bento Ribeiro
na ra do Livramento 25Recife.
VNVDIHaiW VI3VlUV.Hd
OOSOfe wjwaan P3
? n svixvo aa anOua vnvi
"D S7S3A "R -7
aa
OVNOOO
Sao magnficos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zeres, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimu licor
As vendas sao feitas em grosso e a
retullio em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n 45 A
a Antigo imperador
Ri m ne. oc
t>ana Oanoousafl 8jmi ibln I p aTartn-
.-'rlOO.CO o- n
;i
0 :j v 1
les t-nt ; r> a* qj mt-aru 00 no rfBSS
L C
Um importante sortimento' acabara de
receber
Conrado Antunes tifc C
_______K BRISA_________
Alta eonatnodidade en esnar-
tilhos
Para enhoras que criam sens filhos o
muitas outras qualidades para senhoras
me ci tilias.
MILAGROSOS collares elctricos para
facilitar a denti$i*o e evitar as convolsoes.
Sortimento de todos 03 numero.*. Anneis
para evitar nevralgias e congest5es. Ver-
dadeiros racebeu a Nova Esperanja, 93
Ra Duque de Caxias.
. PEDRO ANTUNES fe C.
FAMAZIA8
' hndo a aortimento de tecidoa asada
ia>poa8ivel de se descrever a grande va-
redada de teoidoa de fantasa, sedas,
13a, nensork, osmbraiaa brancas e de 00-
rea ; pede-se ao publico em geral o princi-
palmente as Simas f Coigre o Jas Damas
arvalho- ^ > Ai:1 eida
RA DOOABOGa'n. 8 10
Telephone 1^6
le i t- ^em
u riv ti* I"*. "T '"romo I
I
los senh^res de en-
gietinos
Cal'de Lisboa
Ve > ae a > xoec ara o fa-
O'i o d*1 asiorar tu tu- w-4. 56. ^^^ ,
Jarciaeiro
.-a i-e de cm j -oineiro, jjre/rhid-.-se es

I -
*'t'j--. = a n fi-' 'no 1 "' .|- >. .-
do dv Hjrt... n. 66 1- aidar itratgeiro; na tua do Conmerci.'-s
..

i



!

v""
4
.




Diario tfc Pefnambneo Rom i 113ro 11 de Tlvrmbro de 1894
sob'a DIRECgXO
DO
15. j:c .apesta mmu costa
unitt mm
AponUmentos para a historia
da liticratura em Pernam-
buco*
ESCRIPTORES PERNAMBUCANOS AT O
ANNO DE 1757.
Continxiaco
Frey lodo da Presentacdo Campelli, Ir-
mao do sobre-dito Frey Luiz Bote-
Iho, nasceo em o anuo de 1690, em a
opulenta villa do Reciffe
O sublime genio, que logo descu-
bri nos primeiros annos para as
letras, moveo a seu Pay para que o
luandasso ostudar no Seminario de
Bethlem, quinze legoas distante da
cidade da Babia, em que naquelle
tempo estudavao muitos filhos de
Pornambuco. Sahio egregiamente
instruido na latinidade, e letras hu-
manas, e tendo ouvido dous annos
Filosofa no Collegio dos Padres Je-
sutas da dita cidade, resoluto a dei-
ijiiiiiin >"
xar seculo, recebe o austero habi-
to de S. Francisco ein o convento de
S. Antonio de Paraguass desta Pro-
vincia do Brazil a 20 de Novembro
de 1708, e professou solemnemente a
21 do dito mez doanno seguinte. Aca-
bada a carreira dos estudos escho-
lasticos, em que sahio com applau-
sos de grande estudante, subi a 1er
Filosophia, e Theologia nos Conven-
tos do Reciffe e Olinda com grande
crdito da sua literatura. Nao se
limitou o seu estudo de especular; "es
escholaaticos, dilatou-se pelos vastos
campos da Historia Sagrada e pro-
fana, e tal foy o conceito, que fez o
Excellentissirao Bispo de Pernam -
buco D. Frey Jos Fialho da sua re-
ligiosa modestia,' maduro juizo, e
profunda sciencia, que o elegeo para
seu confessor, examinador synodal e
missionario, cujos ministerios exer-
citou pelo espado de oito annos ;
acompanhando a este prelado as
visitas.exercitou exactamente as obri-
gac jes religiosas e oonciliou grande
applauso pelos seus sermoens, e re-
formara os costumes. Sendo pro-
movido o dito prelado ao Arcebispa-
do da Babia, e delle ao Bispado da
Guarda, nao permittio que deixassa
a'sua companhia, valendo-se em
ambas estas Dioceses da sua grande
literatura, de tal sorte, que o tinha
nomiado lente de Theologia moral
do clero da cidade da Guarda. Asss-
tio no Capitulo Geral celebrado em
Valhadolid no anno de 1740, d'onde
voltando, foy creado Penitenciario
Geral da Ordem Serfica e Qualifica-
dor do Santo Offioio. Restituido
Patria, o pedirao os irmaos da ter-
oeira ordem da Bahia para seu com-
missario visitador. Accommettido
da ultima enfermidade se preparou
como observante religioso para a
morte, e recebidos devotamente os
Sacramentos, expirou no convento
da Bahia. Delle faz illustre memo-
ria o autor da Bibl. Luzit. Tom, 2
pag. 729.
Compoz :
Sermoens varios ascticos, rao-
raese Panegyricos 4.* 4Tom.
Vida do excellentis8mo e reveron
dissimo D. Frey Jos Fialho no tem-
Eo de bispo de Pernambuco, Arce-
ispo da Bahia e Bispo da Guarda.
Prolusiones sacree ad perfectam
aliquarum vocularum sacras scriplu-
rae intelligentiam.
Padre iodo de Helio, natural do' Re-
ciffe, filho de Joo Fernandos Sylva
Cavalheiro da Ordem de Christo, sar-
fento-mr da ordenanza e de D. Iza-
el.Gomesdo Figueiredo, pessoas de
conhecida nobreza. Na tenra idade
de quinze annos se alistou na Com-
panhia de Jess no Collegio da Bahia
onde applicado aos estudos das scien-
cias amonaste severas, sahio em to-
das muito perito. Foy tao obser-
vante do seu instituto, como pru-
dente em suas acQes, conciliaiul > o
amor e veneraco de todos, e por
ser ornado de summa capacidado foy
eleito Procurador Geral da Provincia.
Contina
161
POESAS
melodas hebraicas
DE LORD BYRON
Iraducco de Francino Cismontano
(Continuagao)
IV
THE WILD GAZELLE
A gazella sdvagem pode ainda
Putar contente de Jud nos montes,
E d'esta trra santa e seTipra linda
Beber as puras e serenas fontes,
E*o pnsso aereo e a vista gloriosa
Livremente volver, em paz ditosa.
Passos tao ageis, olhos mais brilhantes
Por ventura all viu Jud outr'ora ;
E muito mais galhardos habitantes
Por estes sitios seus, ermos agora; *
E do Lbano os cedros ; e as garridas
Virgens suas locs, boje perdidas.
Mais feliz dos campos a palmeira
Que o triste povo de Israel disperso ;
Po8 l enraigou : nem forasteira
Anda, como elle, em meio do Universo,
Nunca ha da abandonar o patrio solo,
Nem n'ouiroa climas altear o col.
Noutros lares, no entanto, nos devemos
Vagar,.amictos sempre, at a morte ;
Nem no mesmo jazigo poderemos
Jazer co'os nossoa pais;. Misera sorte!
Nosso templo l jaz em abandono,
Ergueu-sa o escarneo de Salem ao throno.
OH WEIP FOR THOSE.. .
Lamentemos aquelles que choram
Junto ao rio da triste B-ibel,
Cujos templos estao desolados,
Cuja patria um sonho cruel!
Sim, choremos as cordas quebradas
Da harpa santa e fiel d Jud !
Que onde estava o seus Deus verdadeiro
Hoje o grupo dos impos est
Onde os fez Israel ir laval-os,
Que de sangue banhados esto ?
Quando ho de outra vez deleitarem
Os accordea da Santa Sio ? -
Quando ha de outra vez a sagrada
Meloda este povo alegrar.
Que aos suaves accentos divinos
Pressuroso se ergua a exultar ?
Pobres tribus caneadas, errantes,
Que sem treguas vagis, sempre assioa !
Quando ao termo chegar da jornada ?
Quando um pouso encontrar, quando emnm i
Tem a rola o seu ninbo, a raposa
Tem a fuma nos mattos alem,
Tem o homem a. patria querida,
Israel s o tmulo tem !
VI
ON jordan's BANKS...
Os camellos da Arabia vagueiam
Pelas margena do ameno Jordo,
Ao Deus Falso os seus erantes adoran
Sobre os montes da Santa Sio.
O, que adora a Baal, se ajoelha
Sobre o ermo alcantil do Sinai...
E comtudo, o trovSo alli dorme,
O' meu Deus \ e o coriseo nao cai! T
Alli,onde teu dedo divino
Escreveu sabr as taboas a lei:
AUi,onde brilhau tua sombra
Ante o povo, que teu,tua gre !
Alli mearno,onde em nuvens de fogo
Se envolveu tua gloria eterntl.. -
Ninguem ha que te veja I e no entau'o,
Nao os pune o poder divinal!
Oh I flammeje o coriseo em teus olhos,
Das altaras cahindo de alem 1
E fulmine o oppressor, e na dextra
Lbe fulmine o ctelo tambem !
At quando, meu Daus, os tyrannos
PisarSo tua trra em d I
At quanoio estar o teu templo
Sem altar e sem culto, tao s !
VII
SINCE OUR COUNTRY... ()
Urna vez, pai querido,
Que Dos e a Patria igualmente
De tua fiha obediente
A morte exigem, quic ;
Urna vez que o teu triumpho
Alcanzaste com teu voto,
Oh! fere-me o peito immoto,
Que descoberto aqui est 1
Emmudeceu, jaz calada
A voz da tristeza minha,
Estes montes, bem asinba,
Nao mais aqui me hito de ver:
Que importa ? Si a moo q'eu amo,
E' que os diaa me arrebata,
Si seu gclpe que me mata,
Bem doce a morte ha de ser.
Cr, pai I no que te digo ;
Pois a verdade nua :
O sangue da filha iua
To puro, to cnsto .
Como a benco que te imploro
Antes que elle corra em b:>ga,
Como a idea que me aliaga
N'est'hora extrema cu'a f.
Embora o pranto das virgens
De Salm, ol! muito embora 1
Firme here se tu agora
E inaraolgavel juiz !
Para ti hei conquistado
Da grande batalha os louros,
Da liberdade os thesouros,
A ti dando o meu paiz.
Quando o sangue, que te off'reco,
Derramar-se copioso ;
E a voz, que amas extremoso,
N5o mais escutar-se aqui :
Oh I seja a minia memoria
O teu orgulho incessante !
Nem te esquecas um instante
De quem sorrindo morreu !
VIII
OH snatch'd AWAY...
Meiga joven, ao mundo roubada
Da belleza e dos anuos na or :
Nao, nao ha de pezar dura campa
Sobre ti j sem vida e sem cor.
Ho de as rosas primeiras do anno,
Sobre o espolio qua teu se esfolhar ;
E na cova rasteira o cypreste
Sua sombra funrea espalhar.
Junto fonte de ail, que alli corre,
Debrucar-se a saudade ha de vir ;
E a mil scismas profundas entregue,
Tristemente o teu fado carpir.
E, depois, seguir seu caminho :
Cautelosa, em silencio, em mudez ;
Reciando turbar com seus passos
O socego dos mortostalvez.
Vas sao lagrimas, sim ; nem a morte
Ais e queixas escuta. Bem se i;
Mas, por isso, devemos calar-nos ?
E deixar de chorar Ba lei ?
Ai, e tu e tu mesma, qua o fiio
'Squecimento ora exiges de mim !
Porque triste desmaias ? e os olhos
Tens de pranto tao rasos assim?
v
IX
MY SOUL IS DARK...
Minh'alma triste.O bardo empunha a lyra,
E vibra-a ; que me grato ouvil-a ainda :
Gravem-me nos ouvidos os teus dedos
As suas notas de tristeza inunda I
Si tenho ainda lagrimas nos olhos
E no peito esperanzas... N'este ensejo
Surjam esta*, aquellas se deslsem
Do canoro instrumento ao meigc harpejo.
Bardo evita a aspereza, nem pmeces
Vibrando a leda clave da alegra.
Ah que eu devo chorar: ou arrebento
O coraco, ao peso da agonia.
Longo tempo hai soffrido, insomne e mudo,
No seio da tristeza... Hoje, portanto,
Rstale, estale de urna vez minh'alma,
No cumulo da dr, ou ceda ao canto
Breves consideraces sobre
o tratameoto empreado con-
tra as mordeduras das
COBRAS VENENOSAS D0 BRASIL
pelo Dr. Euzebio Martins Costa
As cobras venenosas do
Brasil pertencem a duas fa-
milias as Crotalidos e as
Elapidas.
(Wucherer)
1.'
LIGEIRA NOTICIA SOBRE AS COBRAS
NENOSAS
VE-
Cobra cascavel. E' u.;:a cobra cujo
veneno conytitue o terror de todos os
habitantes das mattas. Pertence ao
genero crtalos (i) o o seu nome scien-
tilico crotalus trridas.
A sua produccao extraordinaria-
mente prodigiosa. Sobre isto ree-
riram-me que foram encontradas,por
occasiao de | matar-se urnas d'estas
cobras em urh cupim, trinta e tantas
cobrinhas, filhas da grande, todas j
pudendo caminhar livremente. Quan-
do esta cobra avista alguma pessoa
ou outro qualquer animal, nao foge
como fazom todas as outras;p,olo con-
trario prepara-se para dar o bote, an-
nunciando-so pelo toque do guiso
que traz em sua extremidade caudal.
Ella attingea grande desenvolvimen-
to e o povo costuma contar-lhe a ida-
de pelo numero de anneis do guiso
caudal.
E' excessivamente traicoeira;e pro-
cura morar as proximidades das ca-
sas.
Logo que atira o bote sobre qual-
quer animal, nao o persegue ; palo
contrario deixa-o que siga o seu ca-
minho, para logo seguir atraz, at
que o encontr, o que nao dovera ser
muitodistante; pelas proximidades do
cadver da victima aboleta-se e es-
pera que a putrefaeco se d,para co-
merosbichos provenientes da decom-
posicao cadavrica. E' a mais ve-
nenosa das cobras do Brasil. as
referencias que fizer n'este trabalho
sobre mordeduras de cobra, deve en-
tenderse com relacao ao calcavei,
nica que mereco que~ se preste at-
tengao pela letalidade de suas mor-
deduras.
Cobra verde. Esta especie de cobra
nao cresco rauito ; o seu tamanho
quando ella attinge o seu maior dos-
envolvimonto de 3 a 4 palmos
e o'seu dimetro de 15 centmetros.
Sua coloracao dorsal o partes lateraes
extremamente verde, da qual lhe
provem o nome ; a parte ventral
verde-ainarellada. Dizem ser extre-
mamente venenosa ; mas o seu vene-
no nao tem a energa do do cascavel,
porque ella quando morde,por exem-
plo, urna ra.nao a deixa, pelo contra-
rio, sem ter conianca na acc.ao do
seu liquido peQonhento, aperta a de
modo tal que a constriccao acaba por
matar o animal.
Cobra coral. Tem tambem o seu
nome da cor e coloracao de sua pelle.
E' um perfeito coral, porque aprosen-
ta a disposicao de anneis desde a ca-
bera at a extremidade caudal.
Sobre ella assim se exprime Wu-
cherer, (2) : As cobras que vulgar-
mente se chamam coral pertencem a
tres familias e teriamosde entrar em
muitas .minuciosidades, se quisesse-
mos dar a diagnose scientifica de
cada urna especio. Para o fim priticj
medico, que aqui nosjpropomos, bas-
tarao as segutntes observag5es.
Todas as cobras coral tem um bel-
lo escarate,como cor de fundo,e mos-
tram listas transversaes pretas e
brancas; segundo a extenso d'essas
listas e a sua distribuicao, se ellas
cruzam sj as costas ou circumdam
todo ocorpo, podem se distinguir as
differentes cobras que no Brasil se
chamam coral.
Com listas transversaes pretas
\
i"
(*; A filha de Jepht.
1."
oceupando a circumforencia do cor-
po, dispostas em i^ual, mas pequea
distancia urnas das outras : Jortrix
scytale, nao venenosa.
m 2.* Com listas transversaes pretas
oceupando a circumferencia do oorpo
dispostas em igual mas muito rnaior
distancia urnas das outras : Elaps
corallinus, venenosa.
.'i. Igual precedento,mas as listas
pretas orladas de branco : Elaps cir-
cinalis. venenosa e talvez urna varie-
dade apenas d'aquella.
4." Com listas oceupando a circum-
ferencia do corpo masarranjadasem
grupos de tres a tros, sendo a media
de cada grupo mais larga do que as
outras duas : Elaps leniscatus, vene-
nosa.
.V Com listas que nao oceupam a
i fivumferencia toda do corpo, cru-
zando apenas as costas, dispostas,
em grupos de tres atres, sendo a me-
dia mais larga do que as outras duas
Oxyrlopus tregeminus.-
Ha duvida quanto as suas morde-
duras.
. 6." Com listas pretas oceupando
toda a circumferencia do corpo, to-
das dispostas em grupos do duas a
duas : Erythrolampusvenustissimtu, nao
venenosa.
Acrescento ao que precede que
existe urna outra especie de cobra co-
ral que asseinelha-se r.iuito as espe-
cies cima descriptas ; mas que do
modoalgum pdese considerar idnti-
ca. Esta especie representada pelo
sururiija quando novo; a parte ventral
porem, deste ultimo tem urna colora-
cao amarella, de modo que a serie de
anneis nao completa na pafie in-
ferior da cobra, vive quasi sempre
dentro a'agua nos lagares pantano-
sos e nos grandes lamacaes.
(1) Crotalus, palavra grega que sig-
nifica chocalho, bulha produzda por
um podaco de metal dentro de. una
caixa metalfica-
B(2) Gazeta Medica da Bahia 1867.
Guaypeba. E' urna cobra cujo ve-
neno rivasa com oV da cascavel.
Realmente tao semelhante ao cas-
cavel quo at as malhas dorsaes da
pelle ella apresenta caracteres simi-
lares, distinguindo-se, porem, d'a-
quella porque nao apresenta o guiso
que possue o cascavel. Quanto a le-
talidade de suas mordeduras o povo
tem tanto rec-io d'ella como do casca-
vel. (3)
Jararacas. Ha diversas especies de
cobras conhocidas com esse nome ;
urnas sao cinzentas na parte dorsal
e esbranquicadas na parte ventral;
outras pintadas, affectando estas pin-
tas formas varias com o ventre ama-
relio ou outra coloracao ; urnas pe-
queas e grossas, outras compridas
e de extremidade caudal fina ; todas
porom em geral sao venonosas, e
pertencem ao genero bothrops.
Outras cobras existem que sao con-
sideradas suspeitas em suas morde-
duras ; d'ellas, porem, doixarei de
tratar, porque os casos do morte pro-
duzidos por ollas nao sao tao com-
muns como os produzidos pelo cas-
cavel.
Castelnau encontrn nasrogiesdo
Amazonas e Ucayale 43 especies de
serpentes, de que s noveeram vene-
nosas. O principe Maximiliano vor.
Newvied no seujeomputo das espe-
cies brasileiras, alfirma ser muito
maior o numero de cobras inoffensi-
vas do que o das venenosas ; e julga
que a proporcao das venenosas de 1
para 8, sendo que as especies inno-
cuas sao muito mais ricas em indi-
viduos (Wappoeus).
(3) Crotalus mutus-Lachesis rhom-
bea tasurucuc.
' Contina
VI
Concluso
dar e edificar castellos at ao infinito
porm no melhor dos nossos mais altos
projectos a trra, se abre at aos abys-
mos
E nao soubestes mais do pai nem
do irmao de Carolina ? Interrogamos,
com curiosidade. ^
O pai, um mez depois de eu aqui
estar, entrou com ar espantado, cabel-
los hirtos, todo rasgado. Encarou-
me, deu urna estridente gargalhada;
correu em roda das catacumbas e tornou
a sahir ; estava doudo !
O irm5o foi assassinado pelos seus
proprios escravos.
A maior parte da sua grande fortuna
foi roubada ; muitos dos escravos fu-
giram.
O que se liquidou foi para o cofre
dos ausentes, por se nao saber a que
paiz pertencia o tal capito-mr.
As fazendas esto desertas, todos
fogem debaixe da impresso dos duen-
des. ,
Conta-se que de noite ouvem-se ge-
midos espantosos.
Do fiel,escravo que apadrinhei e da
preta nunca mais tive noticias.
Aqui comecou o monge o seu delirio,
e desta vez foi mais forte ; chorava
muito, e algumas lagrimas tambem nos
fez desusar pelo rosto;
Apertmo-lhe a mo e beijamo-lha'
retirando-nos impressionados dessa n-
teressante historia, que transmittimos
pouco mais ou menos.
Talvez fossemos. os nicos a quem a
cntasse.
Se a sua moral servir de carapuca a
alguem, ponha-a.
Quanto a nos julgamos que o nego-
cio nao valia a pena de se tomar tanto
ao serio, perdendo o mais precioso
desta vida, que o juizo.
Dr. N'ogueira de Barros
I
Dcscolerta do Paraso terres-
tre e da lingua primitiva
fallada desde Adao at
Babel
Traduzido expres-
samente do francez
para a Pagina do Do-
mingo.
Nao choris, talvez isto mesmo seja
urna felicidade; quem sabe se algum
dia na occasiao de apertardes em trans-
portes a vossa esposa, vos nao lembra-
reis da terrivel nodoa que stygmatisa
nossa familia, e vossa consciencia vos
dir que eu era indigna de vos >
A esta palavra mudei de cor. O su-
or fri e conglobado em grossas bagas
me alagava o rosto; eu nao me anima-
va a dar urna palavra.
Alguns segundos se passaram em
horrivel silencio.
Nao facais to mo juizo de nrm,
senhora, balbuciei com a voz comple-
tamente transtornada.
Agora deixai-vos do semelhantes re-
cordaces, primeiro tratai de restabe-
lecer-vos.
Restabelecer-me ? redarguio com
amarga sorriso. "^^
Nao posso illudir-vos; sei que vou
morrer dentro em pouco tempo, por
isso vos peco um favor.
Desejo que sobre a lousa do meu t-
mulo nao poisem maldices ; para isso
quero que fique incgnito, e que s vos
com a benco nos labios deponhais so-
bre elle urna saudade.
Ha no Recife urna casa onde me edu-
que!, c a de minha madrinha, levai-
lhe urna madeixa de meus cabellos.
A vos nada vos posso deixar seno
outra madeixa e a minha imagem em
vossa memoria, se a quizerdes conservar
Perdoai-me a illuso, em que vos
mantive alguns dias, e o encommodo
que vos tenho dado.
Perdoai a meu velho pai, porque Deus
tambem perda aos que o ofendem, e
por sens desvarios commettem crimes..
Quiz levantar-se, mas cahio desfalle-
cida.
Estremec, vendo a morte manifes-
tr-se n'aquelle rosto com toda a sua
pompa fnebre.
A vida pareca estar prestes a extin-
guir-se, mas bella, pura, e suave como
viveu.
Dispensai agora a r.arraco dolorosa
da agonia desse anjo, que abandonou
a trra como exhalar da tarde, assim
como as plantas que desabrocham com
o alvorecer do dia e morrem com o cre-
psculo da noite.
Protestei sobre o seu cadver guar-
dar a sua sepultura em quanto me fosse
concedido um sopro de vida ; assim o
tenho cumprido e curaprirei.
Eis'alli pois o anjo que amei; eis alli
a minha nica companhia neste lgu-
bre lugar ; o seu espirito apagou-se
para a vida, porm a sua memoria
ser eterna e indelevel no meu coraco
Oxal que os meus tristes lamentos
e os meus constantes gemidos lhe pos-
sam servir de lenitivo e gloria perante
o tribunal augusto, onde em breve eu
tambem comparecer;, separando-me
deste mundo de engaos.
Qh sois ainda mu jovens para com-
prehender esta dr, em presenca deste
tmulo anda abertopende as dores sao
mais pungentes e as saudades mais
dilacerantes : entretan:o pode ser que
algum dia esta historia vos sirva de
modelo para compendiar virtudes e
dores que causaram a minha recluso
neste ermo.
Agora toda a minha esperanca est
em Deus, porque entendo que nada se
pode esperar dos prazeres ephemeros
e da peregrinaco deste mundo, onde
j se entra com a certeza de ver morre-
rem as pessoas mais queridas.
Vos que entraes na carreira da vida,
tomai bem sentido no que vos disse o
monge de Olinda.
Ides collocar-yos sobre um meio
vasto, incerto e fluc:uante ; entre a
ignorancia e o conheci ment, e julgais
ir mais adiante ; vacillareis, porque
esta a nossa condico natural.
ArdMtfH ao twi|j le fado cfrsfea*
POR
A. C. dA. P.
(Continuaco)
MELCHI-
ABRAM, ABRAHAM,
SEDEK
Do nascimento de Ru, filho de Pa-
leg at o nascimento de Abram, filho
de Thar, 161 annos se passaram.
Tendo Paleg vivido 209 annos depois
do nascimento de Ru, segue-se que
Paleg vio sua quinta geraco que era a
de Abram. Este, que mais tarde teve
o nome de Abraham, parece, antes des-
sa mudanca, ter estado em situaco
humilde. Thar o tinha feito sahir,
assim como Sarai sua mulher, da cida-
de de Hotir na Chalda da Mesopotamia
e ahi habitaram. Em hebraico Hour
tudo o que ouco e em kichua Honra,
o que baixo, um lugar baixo: por
tanto Hour a cidade baixa ; e Citaran,
em kichua a cidade lamacenta, como
o era Lutece. A etymologia de Abram,
segundo o diccionario, seria ao, pai, e
rdtn, altas, alto, elevado.
Entretanto eremos que a verdadeira
significaco de Abram nao aquella ;
porque db e rm sao dous termos cuja
pronuncia longa e emphatica, assim
como o indica seu ponto vogal : em
quanto que Abram c brevissimo como
o indica sua pontuago. Em segundo
lugar, em quanto elle Abram, ne-
nhum filho tem de Sarai sua mulher,
ao passo que de sua serva Agar tem
um filho. Nao vemos pois a raso
por que fosse Abram o Pai elevado. A
significaco deste nome est ainda na
lingua kichua; mas para que compre-
hendam-lhe bem o sentido, citemos,
primeiramente, urna passagem do Gene-
sis. Quando Abram habitava Charan,
o Senhor lhe disse, cap. XII v. I
Sahe da tua trra, e da tua parente-
la, e da casa de teu pai, e vem para a
trra, que eu te mostrarei. > v. 4.
Abram sahio como lite ordenara o Sc/iTtor,
e foi para o paiz de Chanaan com Sarai
e Lot. Assim, Abram nao hesitou;
abandonou seu paiz, sua parentela e a
casa de seu pai.; obedeccu, pois, cegar
mente. Ora, o kichua apra significa
ir como ceg airan, caminha como
ceg.
O que mais adiante diremos confir-
mar a obediencia cega de Abram,
como elle a mostrou no sacrificio de
Izac. Sua f era tambem cega, porque
cap. XV, v. 4, o Senhor disse-
Ters por herdeiro aquelle que
no
lhe
nascer de tr v. 5 Olha para o
co, e conta, se podes, as estrellas;
assim se multiplicar a tua posterida-
de ; v. 6. Creo Abram a Deus e sua fe
lhe foi imputada a justica. Abram acre-
ditara pois e obedeca como ceg; tal
a significaco do seu nome em kichua
Apran elle vai cmo ceg. Fare-
mos observar que Apran=Apramr.por-
que muitas vezes o m hebraico o n
chaldeo, e preciso nao esquecer que
o alphabeto dos hebreos c o dos chal-
doos, dos quaes elles o houveram.
Prosigamos a nossa narraco no cap.
XIV e nos versculos 18, 19 e 20 ; est
dito que Melchisedek, rei de Salem
(Jerusalem) ofiercendo pao e vinho a
titulo de Padre do Altissimo, abencoou
Abram ; e que ento esta deu-lhe o
dikimo de tudo ? que tomara aos seus
inimigos. O nome de Melchisedek
formado do hebraico malclti, rei, tsedek,
correcto, justo, integro, e cujo verbo
radical sdak ou sodak, rectus fuit,
elle foi justo; diz-se tambem sadtk;
depois ainda sadok ou sodok, foi justos
foi direito ou correcto; dir-se sideki, o
meu direito. ,
Continua
I
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*v
-T.
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