Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18085


This item is only available as the following downloads:


Full Text
4

/





i

"**"*.
A,!*] I-
Qnsrta-foira de Xovcmbro de 1994
IVUHERO 54
PERNAMBUGO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA POUTE
Por tres mezes adiantados. 8|000
Por seis mezes adiantados. 1 15$000
Z or um anno adiantado .... 301000
Bl M&N0E& PiGVlIBeA BS fASU & Hi-23
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACES NA FRAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.a, residente em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES JONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiaotados. '. 163580
Por am anno adiantado .... 333000
Numero avulso do mesmo da. 3100
Numero avulso de dias anteriores. $200
/
Telegrammas
SEBV.CO PA3TINIA3 23 DIA&Z3
Rio de Janeiro, 6 de Novcmbro, s
8 horas da noitc, (recebido na estatu
as io horas e 56 minutos da noitc e en*
trege as 11 horas e 15 minutos).
A commissao oriental, chegada hoje,
teve explcndida recepcao.
Os cruzadores Benjamim Constant,
Andrada en; Je, Novembro zarpa-
ram s 5 horas da man lia para esperar o
Magdalena, todos embanderados em
arco. O cruzador Santos seguio s 7
horas da manh quando foi avistado o
paquete, salvando as fortalezas.
No ancoradouro. feita a visita do por-
to, a commissao oriental passou para bor-
do do Santos> onde foi servido um
. lancheon, brindando o general Leite
de Castro a commissao e o Presidente da
Repblica Oriental, e'o general Vasques
Flores ao Brazil e ao Marechal Floriano
Peixoto.
O desembarque eilectuou-se no Arsenal
de Mari n ha, onde esta va postado o 2.4." ba-
talhao de infantera.
A commissao oriental d'alli seguio para
a peosao do Club Bethoren, no caes da
Gloria, luxuosamente preparada.
Aps descanco, os membros da com-
Bfissao tomaram carros e fizeram um
passeio, passando na ra do Ouvidor, e
regressando penso.
O general Navajos veio com a spesa e
sobrinha.
A commissao tem sido muito compri-
mentada, e telegraphou ao Ministro.ct,
Guerra Oriental demonstrando sua satis-
faco.
O Marechal Floriano, que se fez repre-
sentar bordo do Santos pelo tenenle
Lagos, receber a commissao amanh
1 hora da tarde.
Os preparativos da festa de 10 do cor-
rente proseguem dia e noite.
O Dr. Prudente de Moraes desee
amanha de Petropolis.
Na Cmara dos Deputados a no Se-
nado nada houve hoje de importancia,
Juvino Aires Pereira, enreereiro di cadeia
dn Barreiros, pedradO pagamento de reacen-
los a que se julga com dtreito. -Informa o Dr.
Inspector do l'hesour no Estado-
Bacharel Jayra-i Cerqoera Lima, promotor
publico do municipio Bon Jardn, p=diudo
prorogaco de -cenca por 30 das. -Como re-
qusr.
Joaquina Aires de Carrallio Veras, prof.-.s-
lora m disponibilidad!', pedindo pagantento
Romntlirio ao Sr. Preteito do ;iiu:iicipi> de <_a-
rtihuns para nn'orinar
Joseplia Mana Ja CoocpC&o silenciada, pe-
dia lo coparte suu \ sao. In-ief-ndo.
Jos Ignacio ue Oiiveira, s-.-ntencialu. In-
1 iferido.
Joed Francisco collectona do uumci;iio de Jabostio, pedia Jo
aposentadoria.Deferido, nos termos do acto
d Jila data
Bacharel Jo'; Francisco de-Parias Salles,
pjdindo pegamento de vi-nam-nios a que so
julga com direil >, por ter ezercido o cargo de
juiz mu:icip>l de Beserros. Deferido, com of-
ficio d'etta dala ao inspector do Ttiesobro,
Bacharel -Julio C9aar hurtado de Mcndonca.
Aguarde opportunid.-id:.
Harta Josepba da Conceicao, pcdindi a re-
tirada de um tilho.da Colonia Santa Habel.
Informe o director da Colonia Fre Caoeca.
Mara Flora Macii'l de Ifacdo.An Ur. subs-
tituto do procurador geral do Esta lo.
Mara Ligoa de AlDtiquerqae Maraahio, pro-
esaora m disponibilidad*, pedindo pagamen-
to de vencinientos D< feri lo, nos termos do
oficio d'esta datn, an Inspector do Thi'ouro.
Mara Clara de Mello Pigaeira, professor em
dispootbilidade reclamando contra o faci do
Tb.es .uro do Estado ter-lhe paga a gratilicacSo
de mrito qu; obteve em 189?, a contar da data
da concessao e nao do dia em nue coiipletou
os 15 annos de ellecliro exerciclo. ludefe-
rido.
Mnnoel Alfredo Bezerra, 2" sargento do Cor-
po Policial, p diodo pagamento do fornecimen-
lo d'agut e luz que fez quando commiin lante
do destacamento do municipio de Serinliem.
Deferido, com oflicio d'esla data ao Inspector
do Tnesouro.
Coronel Pedro Secndalo Barbosa da Silva.
Deferido, com ofcio desta data a > inspector
doThesouro-
Sophia Campos, pedindo o theatro Saota Isa-
bel para nelle fazer traba!1 nr a Companhia de
Zaruellas. Informe o Inspectora dos Thea-
tros.
Bachnrel Thomaz Scriano de Soaza, juiz de
direito do municipio de Salgueiro, pedindo 3
mezes de licene:i. -Como requer.
secretaria d<> Governo do Estado de Pernam-
buco, 3 de Novembro de 1891.
O porteiro,
//. M. da Silva.
Questura Policial
2.' Secco N. 2i?.Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peroambuco, em 5 de
Norembro de 189i.
Ao Sr. Dr. Al:xandie Jos Barbosa Lima
ii. D- goTcroador d-> Estado- ___-'
Participo vo-< que foram linntem recolbidos
Casa de Deleoc&o os seguintes individuos :
A' ordem do sub-lelegado da freguezia de
Santo Antonio, Miguel Torres Gallinlo, como
indiciado em crune de morte.
A' ordem do subdelegado do 2 districto de
S. Jos, Manoel Raposo, e Crra Uonini deAn-
drade por disturbios : Geroncio Salles da Ro-
cha, Como desorieuo ; Manuel Jos6 Aires, por
erobr.aguez e uso de armas prohibidas,
4s, achan-
sendo votadas as redaccoes dos projectos d0.ie lre3 ulUui3 a minhaldisposicao. !
que estavam na ordem di dia. A'ordem do subdelgalo io i-* districto
xr e____, e ... ,. da Boa- Vista, Antonio Tlieodosio de Souza, para
No Senado fot adiada a discussao do'aer|mil$0at'pociw,. *
projecto de lei da forca naval requer- a'ordem do subdelegado de Afogados, Anna
. c .. ,, Mara da Conceicao. por embriaguez, e distur-
mento do Sr. Almeida Barreto.
Amanha ser exposta na casa Preco
Fixo a placa de bronze que o governo
argentino mrjndou para ser collocada na
estatua do geneaal Osorio.
O Dr. Fernando Osorio e sua esposa
que vicram no Magdalena, desembar-
caran! com a commissao oriental, indo
hospedar-sc na praia de Bctafogo n. 210.
A commissao oriental ficou enthu-
siasmada com a preciso das manobras
da csquadrilha e com o garbo militar do
24.' batalho de infantera, que se apre-
sen' .m 1." uniforme.
A axa cambial foi hoje de ir e 5/8
d. po 000
"AUTE OFFJCIAL
r"y
.Governo do Kstado le Pcrnam-
Juico
Desp'uhoi do dia 3 de Socembro de 1801
Alfredo Duarte de Olreira e Silva, ex-alfe-
res do Corpo de polica regional, pedindo pa
famento de rencimentos a que se julga com
ireito, de 1 a 7 de.Abril do anno findo.-In-
forme a commissao examinadora do extincto
corpo de polica regional, a qual regiam ner-
tencia o peticionario e qual a parte de respon-
sabilidade que titiha no armamento do respec-
tivo corpo.
Abaixo assignado de empregados da Secre-
taria do Governo e Thesouro do Estado pedin-
do o augmento de 5[. em seus vencimentos-
Aguardem oppcrtunidade.
Antonio do Carmo Aimeida.^rJeferido, com
ofacie d'esta data, ao Inspector do Thesouro.
Aristides Honorio Bezerra de Menezes, por-
teiro da Bibolheca do Estado, pedindo paga-
mento da quantia de 266i0 a que se julga com
direito.Deferido, com olRcio d'esta data, ao
Inupector do Tnesonro.
Abaixo assignado de moradores no munici-
pio de Nazareth reclamando contra o emprege
ds substancia* explozivas na extragao de ma-
teriaes para o empedramento da estrada do
mesmo municipio.Ao Sr. Dr. Prefeito do mu
nicipio de Nazareth para que se digne de in-
formar.
Antonio Joaquim Casco Iudeferido.
Demosthenes Aires de Carralho. Ao Dr
(Juestor Policial.
Floriano Minerrmo de Souza, sentenciado,
jidndo perdao. Indef;ridoJ.
Generosa Francisca da Conceicao, ped.ndo
dispensa do pagamento de decimas e inais im-
postes da casa de sua propridde, siu ra
Dias Cardse Informe o DW Inspector do
lliesooro-
Joao Aotero de Mediros, replicando do des-
lKXbo de 86 d* Setembro ultimo. Volte ao
Tutsouro para informar naramente.
Jos Pacbecc de Menezes, pedindo o tbaairo
Santa Isabel para dar um espectculo na noi te
*s II do correute.- Informe a Inspsc'.orii dos
Tbearoi.
otos.
A' ordem do subdelegado da Magdalena, Jos
Ru3no de Barrus,como gatuno.
Segundo me coramunicou o subdelegado
da freguezia de Santo Antonio, foi pelo mesma
autoridade capturado houtein o celebre faccino-
ra Miguel Torres Gallindo, autor do asassinato
da ex praga de polica Agastinho Ramos de
Freitas, facto que teve luga- na travessa dos
Expostos na imite de 21 do mez passado.
Por to importante diligencia mandei nesta
data louvar a referida autoridade
Comniunicou-ue o delegado do municipio de
Amaragy que 00 Jia 29 do mez findo, no en-
genho Repouso, d aquelle municipio, o indi-
viduo de norae Eduardo de tal, por motivos de
ciume, deslecnou tren tiros de espingarda em
Marcos Alexandre Ferreira, resullando-lhe a
morte horas depois
Aquella autoridade tomando conhecimento do
facto procadeu as necessarias diligencias e con-
tra o d. liquente, que logrou evadir-se, procede-
se nos termos da lei -
Sade e fraternidade.
O Qupstor,
Julio de Mello Filho.
---------------^--------------
Recebedoria do Estado de Per-
nambuco
Despachos do dia 6 de N uve miro de 1894
Joo "Gomes F. de S Leitio, Jos Dias Al-
vares Quintal e Rufino Susano Gajo de Miranda.
Informe a 1* Secco.
Luiz Ferreira de Almeida, Francisco Antonio
de Souza Arres, Francisco Jos Rotz Pragj,
Joo BapttaU Pinheiro, Seohorinha T. Lima,
Thom Rodrigues da Cunha e Justino Texeira
de Moura.Informe a i" Secgo.
O porleiro,
Custodio B. da SifvaGuimarc.
le Ao-irade. Arminio Tarares, Gonc Ivs Fer-
relr^, Medeiro*e Ai aquerao, M\$n[ Peroam-
iriaco. Carlos Jjrge, iileinanuoa d 1 MuDie, Rj-
coa Civaicioi Oclavtano Loa'elfo. Mymido de
iC-tmpo', MeriHze^ prado, tiin maoo B-ad, (im
ia L'fna, Kracis:-' Solrf, V-rCe :'. ,.it-.
Liov gddo Fngueira, Toleo'iau d-is S:i i'. Se-
iiai-tiao L.ndclpno, Armar R os, ParaoUoi M01
teaegro, Tj-qua'o asVer Giioiqo Lor^to, A>
l Ble de Sq eir. J.si < a !oj, F anr. Cirralio.
Aciii)o Gaioabar*, Amo ico de Mti88, Los dn
Vasco, ellos, AIDerd Tjrres, BellM-'lO de. >on-
eca Po.teth, Kuei lo (i-,- Qjiiros, Cus
la iMfMo, 0Ma C* ro, Niln PiC^oDa, gosti
n'?o Vidal, g ne.-to Baxiliu. Francisco iaatia^o,
S >, j'.io de Lacerda, U-oano Miroentfoa, P^a-
I n 1 de souza Jamar. Amono O jo h". Muy
a'i ., di Goipes, Lan Daait*. Mo Lou, 7as ue Mello, Moaieire de
Raro', Lun D isi, FcT.z Jaoior. Sacies Joa-
qu--., F doi cu Veiga, Alv-.n ;w\ doo.'L 'O-iel
PiiBu,; uciariauo de Brito, Rudulpbo Atreo
Toeiiooio e Mg^lhans, p-nu da F.inec4, Si-
mo- ua Ctiona, Almeida Noguei.-a, Domingue--
Oxioy, a udj Gord.-. Vidra de j-h-i, Ber
culaco tra., Pao sco GiiCH'io, menejl 'o de M
raes, oviolo \o-nte.', Liuri Mwler, PanlJ Ha
rao-, F'rocisco Tolmi.nj e Emilio Blum. isio ,
108 i. iMpMtkdO*.
Vi tiras nj, :ei-"i!ido o projecto e nszanio
a sua sppfOTbvo a-' acto-- do goveroo, os S'B.
Tientmo t cjrvulho, L-JOreoca oe S, ?aotfi
Pereira, Aogoeu de F euasv Paula Gai nar^p,
Man.oliuo \\< era, .i.-vaitio Mouran, Kibeiro dr
Almeida, Vli>dires, Olegario Mi irl, Paraiio
ijivalcaote. e Moreira d Silva, o lodo. 12 Ti.
d^oata os.
KrUva aop'nvado o projscto.
O Sr. Kraocsco Gccrio reijnureo eniaique
elle losse il,. laido os ordem ao II 13 boje.
A mar acceoea ao que lOIlU*t o 1.1 a; i e
dentado paolisti.
F-iraiu aiad-i approvados os rojecu.s aa-Hort.
sando a -. on :e?o dp licenf^a po" tre meze,
com nrduado, a Cirios Alberto do Enirito-3ao
10, 2 flioial dos correos, em dis?us-5o doic,
rej-itad.' ama emenda do Sr. L'os de Va^coneei
ios aoclorisando a despea te 1.000:000JOU
con os nocies colon.aes do A'-igoorj. 110 Para,
em 3" discu^sao ; aotorlsaado o proluncanente
oa liona [elegrapoica e0 a-annaj a eidate d-
Pa'rua, em G .yiz, em 3*, e em discuslio no'c.i
0 pa-ec?r opinando no sentido de ser sobmetti
da a djale a proposta do governo relatira ai-
t-raco > illi-ia"s e pra(jsde trra e mar.
Postas em debate as embodas do spiw'o ao
projecto de Bx fiaa das forja* de t< rra aceiai
pela commissao de martoba e eue.'ra, i exceo
g-:i da que reJuna o < ITectivo do exererto a... -
!0.H8 prajis, coaoe a palavra ao ir. Cario*
Jo e, S. rJxc. viotia apenas declarar qu" accei
a- a as emeodas, conforme tisera a comraisec
respec'iva. BJas qoe ac.eiuva tasbem a reoc-
i;ao do efr-cavo oo eeciio proposta pidos bon
rados m-mbmg di -euado federal.
O Sr. Ovidio Aoraoles re'.orqnio Ihe qu' .a r->
duc&o do nomero de pr<'Cas do exercito era pi-s
8'cno servijo prestado R-poo'a. O S-. Anto-
n'.m de Siojoeira (arabem se maoif^'toa contra a
croada du aeod -. Alnal, p errado dmcat
sao, 1 cmara aporovoo todas as esto 'aa da
001 a caa do Coog'ea-o Naciooa'. O rjftetifo
ue 23.160 pr?(as primitivamenip volado, rilen
orr coos'^uiniH redosido a 20.118. O p'oj-cto
a-sioi emendado vai ser rememdo 6 saorjao
A 3' ducoss&i do p-ojecto tizando o prazo de
dois -ano* par ucionaMsicao da oafekaetede
cbo'>g-m opu luiiar a obserraedes do Sr. Mar-
tina Juoior. S. Etc. pede qi* eii^ se| adoptado
qoanlo antp?, e nisso prooedn iie sccorde com
a **8ociaco Commercial de PeruamDaco.
R*>0deu-lne e ao Sr Moraes e tarros, acer-
-mi; defensor da completa lioerdade de nav rj-
cao, o Sr" Jos afloo. O repre'-ntiote do Da
ricto Federal qer a nacin.Hsac3o da caoota-
jem tal como edi acna consigo da na Con-
tHuicao. Vota portanto, contra o projecto do r.
Mo-aei Barros, destinado s p-otellar a ex-cugdo
do prciecio coosUiacioal, e rola aind?, c r.ira
e projecto do senado qoe o proiella e no que
'respena a nave^asij eatre os Enados do Ama-
tonas e do Par.
Sai es*a8 as opipiet de S. Ex.; para o desea-
volvimeoio dellas, porm. nao Ihe checo o tm-
po qu alada reava a discussao las materias
consta tes da ordem d i dia, a partir das 3 horas
da tarde. -4a i i/2 o Sr. Josa Carlos pedio e ob
leve urca prori.gae.ao de 2 horas ; as 5 e 10 re-
querpa qoe se ibe permittisse Miar tentado.
F. i Ihi concedido o faror. A'j 5 I|2 declaroo
qoe aioda Ihe nao era possivel concluir; pella
cautiooar om a palavra na prox>ma .ei-;.
mas nao ficou com a palavra a-a rmje, aaezsr
de qua tinnam eido paDvras ce S. Exc. ;-H i
de fallar tres d ai; roa ser E ico -la cabota-
gem ..
No expe-liente-. s 6 boras da (ardeJ o Sr.
Francisco Qllsem jaaiilicoa usa iodicajo .para
q le a mesa fique autorlsada a convocar sesi-oes
uLCturnas quand o jnl^ar conveoieaie. Ficou
para ser ipoortonamente snbaeliida a votago.
Par*
Ditas al* 30 da Outioro.
L'.eaae 91 Provincia do Para as seguales
loc*t4. ao 1. de 30 d Ootabro :
Ni salan da Ialet leac* Municipal rennio-se
hootem a g anoe commssao er.cr'egad de
promover (asas de 15 e 16 ae Novembro.
Fico delioitiva aeoie ogaoiaado o pro-
gr-mima doj f^stivaes. io segaioie molo:
15P*ne o ensoia' s 7 boris da mana
ora poitm 'esfilanSo no \,\ go da Plvora e oer-
lo ,- lgatele Kiicarjo: -cas Riachuelo f
ICl -, la'go 06 S ini'Aiina <>ie a ra
10, p-aga ViscoDie doRio-Braico
a Joao Alfredo, ca'ci :a d Colle-
cciaeniul da pra^a da Iadep^noencia,
1 otei .loa do Go/erooa qa IiiaoJencia,
(noe 1 '<; e.- 1 -a.
A'e> 8 horas da minba distriboir-p-h,
ua ktj ij-n-i, as esenob-t as pe^flis pobres
que orviamenie eren receoido carls assi
nados pela respectiva commissao.
. a's 10 ho-as, sessao magna de poise do
intendeate e v-- aes eleilos.
Parada das forcas m litares na pr.-gi da
In-lepeo'ocia, p la manhS.
A' 1 hora da tarde, corridas no Drado
S. Joao, sendo previamente didinouidoa gratui-
tamente 1070 bilhetes a pesiOis do povu.
A' Quite lilomirjac&e, musics e lugos na
prar : da lal. KVOdenc a
15R -a na baha do Goajsr, s oito bo-
rn da macha.
ia-d*. corridas rtn vhcip^des ca ave-
ul.iu da t'Oprdad', ao largo da Po'vora.
A'.-8 boras Jo 11 iu, espectculo 00 thea-
tro da PdZ'.
A noite, illumioacao ( rnaCi, 140c.m.
do-se, Ss 10 no-as, grande fogo de planta na
p-ac dn Indepeodencia.
< Da commissao em qo fd*a cidale de Cha-
ves em exerci-o 6" sen Carito, reg-essoo ante-
hnatem o S'. Dr. Nipoleao SimOes dj Oiiveira,
cnefp. ,ie 6eguranga.
S. Kx-. tuosoa conhecm'Uto das occorrea-
cias aili bar >a8, comnletoa o io^uarlto son*e o
pspancameoio de que O-'a victima o juiz substi-
tuto em exerctcio da vara de d relio e maaiou
realizar a priso do leneotecoroel Francisco de
Paula B^odes. p'ouuncialo em crlme inarianca
vpI. o qaal Bcou recoluido casa do Coaseloo
MoatafeM.
T alo temido ain1a outra8 p'ovidenclas
n o SHDd-io de jaran ti' a or-rem e a justic pu
hl'cs.l 8r. Dr. ehefe de 8egar-anci rolveu a
esta Capital, m ix-ndu a cidade de CQaves com-
pletamejte traoqollla
Hartnhn
Datas at 31 de Ootabro.
Nada de inoraste refe'em as folbas desse Es-
tado.
Pianby
D tas at 21 d Oatubro.
F-a designado o da 1." le Dezexbro prxi-
mo Dar as eleicSes de membros ao Coog-e?80
do Eiado.
Cear6
Nao tivemas folhaa o-*s- E'tado.
ParnlljDa
B ai at & de Novembro.
Coutiorava a fuuc io:i..r a Asjsembla uegis-
litiva. <
SL
GONGBESS MGIONAL
Boletn
{Gazeta de NAtaat)
Dial de Njve.i bro
A cota mals'Jmportant da aes So de boatem,
na camar,:, e a approva(o do projectj n. 144,
em d.scossa inicial.
Ficaara 8?sim app'ovados os actos ta gorer-
co praticadus po: mil-o da rerilti.
A roUgao fot oouio-1 a requenajeoto do S'.
Franca Carvaiho, immediaiameuts approrado.
Deixaram de ', manilesiar a prooouto por
ato estaros p esentes, e maodaram depois a
mesaassoas dechr^ces de vote favorarel ao
p-ojecio em 1* discussao, os Srs. Erlco Coelho
e A'thur Torrtf.
O S-. Eicardo Rimo- por sea lado declaren
ruis larde qoe te psiivetu presente ;er a diffi-
coliade m rotar sim oo o, por nao poder
accedan o projecto orno esta va e oao ine pre-
tender retusa m-fofum o seo apato.
QV'jtaram tim, adiutando 0 projecto e conse-
qieotenenie apporaodo os acloa do eovarno os
srs. Lima Baco y. Gibriel Slgalo, Ene Mar
t D3, Aiosio Mouleoegro. Cari js oe Novaes,
Bricio Pilbo, H nliada de Lima, Benedicto Lsiie,
Viveiroi, Lita Domiogos; Gustavo Veras, Edo*
ardo B-rredortritluo Croz, Aoysio 1e Abreo-
Gib'iel Ferreira, Fredenco Borges, Goncalo de
Ligos, ThomazCavalcenie, llleonso Lima, Joao
Lopea. Pedra Borge, Francisco Beoevolo, Hel-
vecio Monte. Jos Bevilaqua, AugOtj Severo,
Tarare de Lyra, Fraaarsco ftarcei, Silva Mari*.
Triadade, Martins Jaoior, Coeibo Cintra, Lu
No senado :
.;Pouca Importancia mereceram os projectos da
ordem do dia de bootem, e uni assim q ie indo
passoo sem discussao, sendo approva o es 3a
Mscussao os projectos de senado o. 35, de 189i,
declarando o veocimento qne compete no gnar-
aa livros aposentado da estrada de ferro Central
do Brazil, Jaciotbo AuuUj de Macedo Paea Li-
me ; e 0. 37, reoranisaudo os est-dos malares
do presidente ia Repblica, do mioistro da guer-
ra, do ajotante general do exercuo e io quartel
mesire general ; e a p'oposicio da cmara das
deputados, n, 77 de 1893, relevaode a D. Mina
dos Santos Lacas a prescrlpc&o em que incor-
rea para receber o meio tolao a que tea direi-
to.
E nada mata honve, levantaado-se a sessao i
12 3/4 boras da tarde.
m
ESTADOS DA IAIA0
NORTE
Aniaasui
Datas at 16 de Ootooro.
us eificoes de depuiadoe ao Congresne Ei-
tadoal, de l5 de Novemoro, o partido governu-
ta aprsenla a segoioie chapa de candidatos:
coronel Emilio Jo Moreira lenante-coronil
\ntonio Clemente R'Heiro Butencourt, t-oente
coronel R.ymuodo Nones Salgada, teneoteico-
roiel Ai oui Fraociseo Mon.eiro. coronel Lmx
da Silva Gomei, cu'ooel Jacintho Correa da su-
va Botinel.y, coronel Carlos Aagnato da Couha
Correa, coronel Victo- da Fonaeca Coitiofo Jo-
olor, tenente-ceronet Bruno Gatpar deOiiveira,
maior Francisco Jo.qmm Ferreira de tirvaloo,
D-. Vasso Theopbilo de Oiiveira Chaves, bacha-
rel Manoel Joaqun de Cattro e Costa, majo
Gentil BaptisU Pereira, major Manoel Ferreira
Frota de Meoezei, caaito Dminos Jos de
Aodrade. capiao Joaquim Antonio dos Santos,
Dr. Heariqoe Alvares Pereira, capitao Pedro
Hennque Cordalro Jooior, capitSo-teaenle Joa-
quim de Alouque'que Serejo, major Jos Car-
doBo Rimsibo Janior, major Jos Francisco
Soarea Sobrioho, capitao Raymando de Amo-
rim Figaeira, major Cario Cardos^ Fernn io
do SI, lente Rajmoao de Yueoncallot.
Rio Gran.le d* Sul
ratns ate -J de uotcDro.
O D-. Oanlo Faro, pncuradar seccional da
repob'ij*. e-o Porto Aleare, aoreeit'o asegum-
ts denoocia confa o al ni ai e W ndei k >k e
t-us companhe a em aame-o do 114, aecata-
dos da aventura do auno ul mo na berra do lio
Ganas:
Bxm. Sr. Dr. juiz federal. SSc por demais
connacidos os socc- 00
aooe passado no Rio Graude e qoe, emoara
sea ograrem o al-aoce qoa vlsavain s ns pro
motoresdevido aejao dnerglca a elfia do
podPr pabiic ao deixram de alarmar a pipu-
laco da iosalidadt.
Na madrugada de 8 daqaells mez im gruo
de nmgos da sitaa.So ap ideraram-se cUo :e-
ttaameale do vapor marcante naciool Italia
ciue se achan aocorado o poro, tomando conW
8offregamente de grande quanltdale de arma*
ment, munices e fardameaio, qae se destina
vam ao goveroo em Pono Alepre.
Depo'8 sei'airaas at barra, eocontranlo-ae
ahi pela maoh com o jopiter. a cojo bordo
viona o almiracta Edua-do War.d vih^ k e a cu
jas orddns ?e i-ollocoa aquelle vapor.
Este procedimeato ooedecia ao plano comr
Dado do ataque i Cidade e da submissio degta
pela impo'ico da forca, como um naro coocur-
eo ao motmento revclacionario que devastava o
Es'arJo.
rebeldes epr?garam tolo- 08 jueos, nad
ratpeitanJo pra a c naecugai do flm amisro
qae pensavam reillzar, omoardeaado a cidade
00 mar emqaaat > qae esta, de t rra. ro eberia
a loga da malta ae G meraiudo Saraiv..
A nvestida falQoa, aao sex qua alias ties.ero
tldo commettidas violencias, arbitrariedades,
exlors'3 sem CJ .ti.
Apnsiooaram va ias -embarca08s 'Xis'enie-
nas guas da Darra e foraewram se d xa-qoe,
carvao. ranos gneros, de qae e dos navios mercantes; assi.taram, o.o arma
da, a villa froutelra da S. JjsS do Norte, 00 ie
rudemeuie Baqaearam a intendencia municipal
a mesa de rendas estadoal, casas cotnmerciaes
levando sinda os revoltoso; o armamento qu
eacontraram, da guarda manicipal e resrulando
gente p>ra engrossar-1 es as Bleiras, talvez nao
mm deasas ; levantaras trilno; e corta am o Do
taleter pbico da estrada de Ierro Soutberu e Cos
ta cui gnaricao resisti com digmdale. At ju-
oa mad-ugada de la, fugiram-para o norteo
Japl'-e e para o sul o Italia, sendo nel
canhoneira Caflana apprt hendida a ctiata He-
lana, onde foram apanhaJos granda numero a
rebtldea.
Tratando-ae de um facto criminoso, com o
qaal iocorreraa seus autores na penalidade do
an. 115 2* do codito penal brezileiro,para o
flm de seres ellas devidamente punido, o pn-
carador da repblica, usando da amibalcSoqaj
Ihe confer o art. M letra A ds decftm o. 848 de
11 da Outuoro da 1890, vem denunciar peran.e
V. Exc.
S-guam se depoi. o uomes ae todos 03 de-
nuncalos, cuja lisia demasiadamente loaga.
Couclue o Sr. procarador seccional no se-
guate* termos :
> Arrolj m-.io- oarnero de testemenhas do qae
exige o art. 52 letra D do decreto n. 848 citado,
por applicar se ao cbo o dispoalo no art. 263 do
regolaaten'-o '. 110 de 31 de Janeiro de 18,2.
Resid ido as lestemanhas no termo do ftii
Grande, reqaairo a V. Exc, em face do art. 55
da lei orgnica da jastica federal, se digne de
mandar expedir a competente precatoria, afn
de alt .eporem ellas com in imacao do Dr. pro-
motor publico da>comarca e citacao dos reoa, de
acord com o praseripto no art o. da citn-
a le.
Eitando alguns dot rtos recolbidos presos i
ca la civil desta cidade, requelro a providen-
cia legasa no aeuttdo de aisistirem ao Bumm 1-
rio ta calla.
Dave caruigotr-fa s agora onsrecn esta de-
nuncia e s ltimamente tenho proced do a ros
pello do tBcwtiot delictiotot de qne me ocm
popor forga das ctrcumetanclas de excepto a
qoe me retiro a (1
Testcmmh.s : T.-ajano Aagus'o Lope1, Jo3
Ma'ia de Freitas Joo da Silva Azevedo, Joo
Kioheiro da Caoba, 'eoante-corooel Jno L \i
V.ania, Jos Mirla Garda, Aoteao' F. Froatiao,
Adolpbo F. p*-on mo > Ernesto S-ig.-b o.
lifo'mantes: Engenio Peixaio Janior, Antonio
Damas'o Laranja. Augusto Bol-im, Mmoei Loiz
Ferreua, Victorino Pereira de Soasa, Irael Jos
de Frenas, Jo Vieira Ramos. Jo--e Luiz Ane-
lo da Silva Julo', Maior-l Lopes Moales, No-
tieno Hiopolyo Passo, R-!gerio P. de Soaia Ja-
cnor. Miguel Nones Rioslro, Demostbenei Fu,
sea, H tillo L pe-, Joao Agapno Crrela e
J aqnim R>mo? da En-roagao.=P deferimen-
loP rto Alegre, 18 de Ou'Doro de 1894(>
O Daro do Rio Grauje d a atgut: no-
ticia :
< Nn Pootil da Barra occorreu Cootem cm
grande e lamentavel desa-t'e.
Na occasio em que na casa do comra:nd nte
di barra um ca-pintero se occapsva em oesar
mar om torpedo, qoe aili fd-a deixado >mp'evi-
deatemente, este explodio, occasionaodo al u
mas OesgragiH pessuaes e a dam3iBc-o la
casa, cojas vidracas foram arremesaaas a dio-
lancia e caiclo ama parede.
Morreraa; 00 desaste doas manrhelroB, qi
lorain inteiramente destrejados, ticaado grave-
iDeote fe-ido o operario qae se espregava a
ab ir o torpedo.
Di famlit do conmindaote ir. Perdtgio, fe-
ram ferio? trfs fllhas e a seobo-a. A maia ve-
ina, de 15 annos de ldade e o mais novo, qoe
coota apenas um anno, raceberam ferimentos de
suma gravilade, seido ue aquella acha-se
com us Draco iatelrameate triturado.
Os curativos foram sitos pe'os Srs. D ?. Rocna
Pitia e Aimeida Pires, qu9 a'.i foram chamados
com a geocta.
Por urna fatal coincidencia, esta grande des-
..'-aca den -e precisamente no da em qn- o Sr.
capno de fragata Perdida assaxia o coman-
lo da ora.
Mas couoqae se delxa em ama casa qas vai
ser namiada e aanitada por familia, em qae ca
nomerosas creaocas, ama arma de guerra uas
cundido de um torpedo 7 i
A tuessa fJlb 1 de 25 diz o seguate:
A opilando a ooticu que oemos hootem por
ipoctamentos recebos a ultima hora, diremos
qae da familia do Sr. capito de fragata Pe iro
G >nc*lves Perdrgo, commaodaate da barra, as
principaes victimas, pela grav dada dos ferimea-
tos, verdadeirsmeale bornveis, sao : Mari-n,
de 16 annos de ldade e Mario, de am aaao e
mezes,
Marieta, ootra fllhi do Sr. Perdigao, receben
ttmoem algaos ferimemos, mas felizmente a -m
meoor importancia.
JA esposa ao ai.tlnc'o officlal recaben igoal-
menie algumas coaiuaOes.^acando se ao qoe
dos loformam com um dos crac> extrtmaseute
lachado.
Os outros tres fi'hos do Sr. Per ligio, todo*
meoores, etcauaram milagrosameote o serem
fe tos em emihic '8, poi8 poneos m natos ante"
da explosao ahavam se no lugar do sioistro,
tendo-se feismente retirado para i em b-iodr
com umi sorra qae deoDriram a cutaoc 1.
O Sr. Perdigao lasDes ea:apoa lacolame po-
se ai-nr na- u. ?t ai do desastre qo s-.rip.un
da ira'-icagem-
Di.-e.uui- buu em qae a ex:>lo-) dera se "-
tando um operario desarmando o'torpedo. Nti
exacto.
AcompannaJo d-i saa familia e do}or de a'
relio ae Piracicaba chegou a esta cidade o Dr.
Prnleote de Moraes, que na sua pa'sagem por
Jundiby tere festiva recepgfio -por parle das
aa'Tidadese da oopnl'Cio.
Na P8!acso da Laz aeoardaram a chegada do
presidente da Repblica, o Dr. Bernardina da
Campos e seos secretarios de Estado, o cnee de
polica, delsgados, os presidentes da cama-a dof
deputados e do a oado, ministros do tibaral de
jastica. riirectore de estabelecimentos da ia-
st-i c;ao r- -epresen' nt^s da imp'eos.
O Dr. Prudente de M -raes ev. hospedado no
Hotel de Praoca, onde ;em 3ido muito vimiado-
O noso collega do .*Ssta1o, Javeoai Pache-
co, rotervigundo o linsue cilado receben
cel e ioformacao de qne do compietameots in-
exartas as publi-ac6es da Noticia e do .or-
-eio da Tarie sobre orgaoi.aco do san pr-
GKi-o miai'ter'o.
S. Exc. decla'ja qae nao se envenden absolO'
lamente com ningnem sobre o assomplo.
Asi iba o Dr. Prudente toma-a nm corhboio
eipectal do trem nocturno pa-a o Rio d-j Ja-
n-iro.
E o Po lamonha"gaba &"i* entrar no cirra
o D-. ao{el Pes'.ana com soa familia.
INTERIOR
Alguera baria maadado recother casa, 00le
ads nunca nabitara, am torpedo, man:aaiu
guardal-o em um barril de fer-o, qae cootive-a
axene ; e sabeodo qoe o Sr. Perd Jo la com
fam lia oabitar aquella caaa, comm-tteu a grave
Importante entrevista
(D'A Noticia, do Rio, de 31 de Oa-
tubro)
Hontem. as 7 1/5 da noite, o Sr. senador Ra-
miro Barcellos foi procura la era sua residencia,
ra do Senador Vrgusiro, por um dos reda-
ctores desta folha. Republicano histrico, per-
tencendo tradiccao republicana, ao illustre se-
nador rio-grandanse nSo assenta nenhuma ex-
cepeccao para poder dizer cin franqueza sobra
os pontos importantissimos da entrevista polti-
ca que solicitamos de S. Exc.
Por outro lado S. Exc nao arregimeotao
as fileiras do pirtido republicano federal, como
tarabam nao assnmio posico decisiva em ne-
nhum dos agruparaentos diversos em que. a ses-
sao legislativa se tem por rezes subdividido;
nao lera aspiracss a cargo de administraco
puolica, e da tribuna j fez declaracio formal
nets sentido: ludo isso indicava em S- Exc. o
parlamentar a quera A Noficia devia procurar.
. Exc. rscebeu o nosso companheiro com a
sua habitual gentilezi e nessa entrevista que
durou tr3 horas, fez as deciaracoes que passa-
mos a offerecer ao publico
V Exc. tem naturalmente visto as difS-
rentes orgmisayes ministeriaet que tm sida
aiiradas a curiosidade publica : que pansa V.
Exc. dessas organisages?
Julgo que ninguera tem dados para afir-
mar qualquer cousa a esse respeito. O Sr. Pru-
dente de Moraes nao organisar.i ministerio com
feigo partidaria- ,
E V. Exc acha qua as organisagas pu-
blicadas ha faico partidaria?
Parece me que se tem procurado ligar a
futura administr&i'o orginisago do partido
federal, qu toraou a si a apr*sentagu das can-
didaturas de pcesideots e rice-presidente da
Repblica, o que ai-^ certa ponto lera seus risos
de lgica, atienta a posico da maioria do cca-
grpgso sol faigao partidaria nos ultimo* aconte-
emeotos polticos.
E, dada a ausencia de outra quaiquer ar-
regimentaco partidaria, alera do panino rpu-
blicano federal, acredita V. Exc. na subsistencia
deste partido?
O golpe de io de Novembro dispersou na
s os partidos polticos, 1I0 paz, como tamben
impev.deocia de oeixar alli o torpedo e, o qae a demora da consolidagao da nova forma de ge-
ma.8. oe uo preveoir aquelte offi'lal! averno lera conserralo raais ou manos desag-
greraiaaos shonens polticos. Nao possirel
admitir a forraacao de legtimos partidos senas
Usa rez de pisse da casa, o Sr. Perdig&o
man ion proceier Itmpeaa neceas.ria, e d- pa
raudo em om dos compartimentos com aqo-mv
barril, maodou remorel-0 para o pateo, ignoran
do, ji 3 ve, o que elle co itiooa.
Djus dos horneas qae aaxiliavam a arrasa
(So dos transa, ilve
tar um p-ego.
Aoroxi-a-n.se port-rato do hrril e, rmalos d
um uoar-ello, romeesram a bater sobre este,
dando es eolo o lesastre. A niiro-glycenoa
explodio, levando pelos ares, em pedicos os
doas mariaheiros, e occa-ionando as octras d-.--
gragas pes-oaes.
A casa fkou inieiramaote iubabitaveltal c
estado de ruma a qoe ricon redosida.
Todos os outros predios das im aediag^es fl-
caram tambss ablalos. Das mais distante',
.3 que menos soffreram Ocaram com as ridragas
todas queora la-*.
.Jomo boatem noticiamos, alm dos membros
da familia do Sr. Perdtgo, acha-se tambem com
om braco quebrado e graves ferimentos do corpo
om operario qoe eslava oa casa.
E n una oas lanchas a vapor da inspectora do
6 distr.cto dos BONO mriti'nos veto b-imem
do P.ini.ii da Rarra a familia do Sr. capitao de
fragata Pedro Gooal?ea Peraigo.
A jven Miriana veio em ama cama de reato
e o eino Mana ao eolio.
A omp iQiioa os fer.Jos at esta cidade o Sr.
Dr. Racha Pitia, medico da armada, de servico
da barra.
O Sr. Perdido recolhea sua familia resi-ie 1
cia do Sr. tenenie coronel Joo ABi:so Vasques.
A' sua ebegada cempa.-ecetam divaas per-
8oa8 Jas relacOas do disttacta oficial, i cruel-
mente fendo dos seas ;.";cios de .Lele de farai-
1.a extremossimo .
u Paiz, do Rio, publicoa os segrales
telegrammas :
Rio Grande, 31.
Aqoi e tm Pelotas preparam-&e festss des-
lumbrantes para comnieoiorar o anuiversario
da procUmago da Repblica.
A allaadega desta cliade realeo este me
8J8:13U412.
Em leu ooca do anno paitado a renda foi
de 261.4141595.
Porta-Aiegre, 31.
Sao de elevado alcance poltico os concetto
externados em discursos no oanquete offerecido
ao Sr. ministro da guerra.
Fallaram o general M ora, o Dr. Julio de Cas-
tilbos, o marechal Frota, os coronis Thompson
Flores e Marciano Botelho, os denembargaaores
Garlos Flores e Ribas, o capillo Themolbeo ae
Faria, Aurelio de biuencoort a Mac Teixeira ;
os Ds. Pedro Moacyr. Piulo da Rccha, Feruaudo
Abcott, Castllo Branco e Protarlo Alves ; os
l--idDatriaiiia* t^ pT e ,al] I,ler: coa"
selheiro municibal Marn de Sonta e o nego-
ciante Fructuoso Fontoura.
ag, qaasi todos a nota predimlaante ro a
glorifl ajo dos servico do exerclto oacional e
das forcaa civ 1 repoblicina, consobstaaciadas
no merm, pensamento e acco para a victoria
e prestigio da Repblica.
Hjuvb as mais bellas refereacas so Dr. Pru-
dente ae Morae. acclamado o conilnusor da
obra cydop'ca do grande marechal Floriano.
O coronel Thoma Florea, saciando o presl
dente do Estado como representante do podtr
publico civil, disse qae faz votos por qoe siga
condusindo o Rio Grande a esaa poca to -n-
iada de pacitcacio t concordia geral sombra-
garantidora das nstituicSes repnsltcanas.
m. raid*
O Paiz, do Rio, puolicon o leguinle leie-
gramtaa:
5. Ptalo, SI,
em t.rnode principios divergentes.
Entra nos. me parece ce to que a dirergencia
de principios Be ha de estabelectr fatalmente
entre a forma presidencialista e parlameutaria-
la. 80 juando slo se der que ho de ficar
definidos os part ios polticos. O que nos esta-
mos rendo na acualidade sao aggremiaces ia-
slareis produzdas pela pequana poltica local
dos Esttdos que, como V. sabe, se reduz sim-
plesmenle posse do pider. E ha de serapr
rariar conforme a distribuigo de apoio do po-
der central a que todos recorran apezar do sea
federalismo.
Nessa caso V. Exc. nao acredita que o go-
rerno do Sr. Prudente de Moraes tire os seus
elementos smente do partido federal organi-
sado ?
Longs disso. Repito que convieco m-
nha, pelo conhecimento que lenho do presiden-
te, que elle eritar o mais possirel dar a sea
governo um carcter reaccionario contra o do
marechal l-loriano.
Mas por que acha V. Excpelo menos is-
so traosparecc das palavras de V. Exc. -qae
um gorerno lirado dessa arr-gunenlaco parti-
daria sejti um governo reaccionario contra a si-
luaco aclUil?
- Nao teria necessidade de responder-lhe,
porm, V. testemunha dos attritos betn oa
mal fundados entre a maioria do congresso e o
gov.-rno do marechal.
Esses attritos determinaran! fatalmente que
as boas gracas do centro recahisgera, nos Esta-
dos, sobre aquelles que ahi sao adversarios dog
membros do congresso que se antepuzeram ao
intuitos do goveroo do marechal.
Perraitta-me V. Exc. perguntar se ti adia-
manto era, um intuito do gorerno do raarechaL
E perraitta-me tambem ponderar a V. Exc. qae
O leader da cmara fez dessa questio quest
aberta.
Nao sai quaos os motiros que leraram o
leader da cmara a fazer do adiamanto urna ques-
tao aberta perante os seus amigos ; mas o qas
Ihe poiso garantir que elle sabia que o gover-
no do marechal quera o a liameuto.
Em todo o caso V. Exc. sabe que foi o par-
tido federal que apresentou as candidaturas
presidencia e rice-presidencia aos sutfragios
populares. Triuraphantes easas candidaturas, a
goTerno nao adquiri ipto (acto compromtsso
para com essa partido ?
Quanto ao prt tiaente nao considero a sua
eleico como urna fe ura do partido federal: a
sua candidatura rem de muito longe ; ella nas-
ceu expontanearaente no congresso constituin-
te quando este elegeu o Sr. Prudente para pre-
sidir os seus trabalhos, o foi plenamente -acea*
luida no grande numero de rotos que recebeu,
a par du Daodoro, para presidente da Rep-
blica.
Ora, ningusm pode dizer que isto fosse urna
manifestago do partido federal, que nao exis-
tia. A sagraco era evidentemente ao repu-
blicano da propaganda, ao republicano histri-
co. A. candidatura do Sr. Prudente nascaal
d'ahi.
Quanto da rice-presidenta, nao ba durida
que de plena respousabiltdade da convenca
organisada pelo partido federal.
Qual acha V. Exc. que vai ser a posicSo
do c ingresso depois da posse do noro presi-
dente ?
Eis urna pergunta qual nao Ihe posso
responder com firmeza. Se os agrupamentoa
no congreso se forrnassem em de redor de prin-
cipios polticos, eu poderla assegurar que
novo governo disporia de usa grande maioria,
Por qae ?
-
-
I
i
;
1
1
lGlH


te H

\

!
!
-**"'
5JS-
9
Diario de Pernainbneo Quarta-feira de TVovemo ce 194
Porque tenho convicgo de que o Sr. Pru-
dente de Moraes vai rara psooMsiste consti-
tucional na exteuso da palavra.
Em relago 4 no tica dos Estadosex
clusive Pr ora a "'* Graatl6 do Su*i ww
na tantas disseogoea iniestioas -qual acha V.
Exc que seja a aosieo do novo governo? Por
exemplo eiu relac-o ai Baha e Pernambuco,
cuja represeotag&o est tao dividida ?
J Ihe disse que julgo qua o Sr. Pruciente
nao se afaaiar da Constituigo, o qie equivale
a suppor quo deixara aos Estados a liquidagao
de suas questes Informa, limitando se a inter-
vir nos casos expressamente previstos pela
Constituigo.
E' claro trae essa resposta de v. xc.
abrange o Estado do Rio Grande do Sul, embo
ra nao estivesse ella comprebeudido na m una
pergonta.
E' exacto.
Mas poder-meta V. Exc dizer o que
penga a respeito do caso especial de Sergipe,
com a duplcala de governo ? Essa questo s
Tai ser resolvida naturalmente depois do da
11*0 caso nao previsto na Constituigo. O
poder central nao tem competencia para dizer
qual das duas eleigoes 6 a legitima. A Consli
tuicao de Sergipe que deve ter previslo a
hypotbese, e se nao previu trataro os serg-
panos de accoraraodar as suas questOes inter-
nas. Para isso que os Estados receberam
autonoma.
__ Para terminar a parte propriamente po-
ltica desta entrevista, eu desejava que V. Exc
me desse o seu juizo sobre as posicSes reci-
procas que vo guardar entre si o presidente
que assume o poder e o presidente quo o
dexa.
i E' taraanha a somraa de responsabilidade
que tem um e outro perante o paiz que os ob
serva, e tal a sede de paz que domina todas
as classas conservadoras da Repblica que,
mesmo para quera nao queira reconhecer o ale
cantado patriotismo dos dous emritos cida-
daos, ixpe-se a coaviccAo de que vivero em
paz. Para raim um boato completamente in-
consequente e3se de que o marechal Flonauo
desejaria perpetuarse no poder. E preciso
ignorar a sorama de amarguras de tola a es-
pecie que eovanenam o espirito de quera go-
veroa para supoor a possibilidade mesmo re-
mota de semelhante hypotbese. Pe'o lado do
Sr Prudeote de Moraes, bera de ver que nao
seria elle o poltico aue se desconhecesse a
necessidade de acatar e at mesmo resguardar
0 nome daqualleque, apezar de alguns erros,
Eresiou nao s ao Brasil mas America do
ul o inapreciavel servigo de dar ura golpe
tremendo sobre o? pronuociamentos.
Agora, attendendo competencia com que
V. Exc. t.m discutido tao constantemente as
nestees fioanceiras, permitta.me V. Exc. pa-
dir para flnalisar esta entrevista, urna aprecia-
cao de V. Exc. sobre a situagn do Brasil nesse
particular, deixaodo mesmo de parte as re-
stricc&es de perguntas determinadas.
Eu nao pjsso dizer o que ira fazer o go-
verno do Sr. Prudente de. Moraes; como mam
bro do sanado, elle, oceupando a presidencia,
nunca teve occasio de manifestar-se sobre
estas quesles. No entreunto, conhocendo o
seu carcter, sua ndole e lomando mesmo
por ba*e a sua administrago era S. lJaulo, bou
inclinado a crer que ser lalvez no Brazil o
prmeiro cliefe da Nugo que ss empenhe nr-
memente para equilibrar os orgametitos. Isto
quanto questo econmica. Quanto a finan-
caira, o Sr. Prudente de Moraes, de todos o
mais innocente na revoluefto formidivel que a
RepuDlica, sob a responsablidade da governo
provisorio, produziu as naneas brasueiras,
vai sentir snDre seas hombros o pe?o enorme
dessa monstruosa construego. De facto. que
vera encontrar o Sr. Prudente ? Una nana
extraordinaria de papel inconve.-t.vel, cujos
lastres de garanta desapparecerain era sua
maior parte, cuio res pjrsa veis j nao lora res
ponsabilidade "effectiva e real, porque nesia
materia as leis coraegaram tortas e todas as
emendas oram peioies que o toneto. Que
que tem os atinal ? Um banco de Etfado, for-
mado custa de Um estabalecimento arrumado
6 de um outro que se acbava em posicao muito
.difficil.
Casaram essns duas creaturas e a sua debm-
iade nao podia produiir seno a mais completa
esterilidade. Para cumulo de peccados, o novo
instituto foi transformado em banco de Kstado,
o governo poz l os seus directores, rstaluiu o
rgimen presidencial, os accionistas sea letira
inorta, tornando-se atinal uma casa era que ver-
daderamente nao se sabe quem que gpverna e
raem t que adino;Ptra. V. eomprehemie que o
primeiro requisito pira prosperar um eslabele-
oimenio de crdito e uma excelljnte aduiinis-
traco, autnoma e ao mesmo lemp > responna-
vel perante o interessadus, que sao os accionis-
tas.
Por oulro lado, dados os nossos hbitos e as
condescendencias governainentaes, pjde-se af-
irmar que um banco de Estado ha de ser sera
pre uma triste dependencia do tbesouro : ora
pesando sobre tiste e_n excessivos emprestimes,
ora vendo a sua caixi enfraquecida pelos sa-
ques do thesouro, de modo que nunca lera a ne-
cessana largueza para seus negocios com a
praca nem a mima indepen iencia d-.ante das
exigencias politicas, por maior que seja a rapa
idade e independencia pessoal do3 ssus direc-
tores. Nao precisa ter rauito alilamanto para
perceber qu* i> m;caniaino financeiro de um
paiz nao pode gyrar era torno de tal eixo. Por
uais que qieiramos occuiiar por raaio de n*
phisticos decretos e ragulamcntos, a verdade (>.
que a raoeda fi luciarii, nica que corre no paiz,
corre exclusivamente por conta do Estado. E se
. assim nao fbsse, no* nio teriamos mais cambio,
Jenio contra mercaloria.
A' vista dessas cbservagJS, V. Exc. com
prehende quo ha uma pergunta que seunp:
segundo o criterio de V. E remediar a esses inconvenientes f
A' sua pergunta respondo cera o que tenno
dito por mais de uma vez na tribuna. K" preciso
Jegabsar o facto a que alludi cima, isto de
clarar positivamente que o listado assume a T2S-
ponsabilidade das BOU9 em circulaco, e ao
mesmo lempo, se o congresso a^sira o julgar
necesaario, atUndendo a depreciacio do meio
circulante, que auloriso o po 1 t c.xecutiro a re-
tirar custa do que existe d"s lastros primitivos
uma certa porgiode pipel-moeda. Esta mdi la,
que julgo sera fu talronte adoptada mais tarde
ou mais cedo, ser a base para a uaica recoa-
sliiuigao.bancaria sensata e proveilosa.
Desligados os bancos eraissores, ou, raelhor,
o Banco da Repblica do Brazil do elevado cora-
promisso da emisso, libertado da interferencia
do uoverno na sua economa particular, dando*
se um prazo long) puta salvar os compromissos
que livor com o thesouro, a juros e amorlisag.ao
mdicas, o banco poder nao s aguenlar-se
comr> mesmo piogperar e solidificarse. A ques-
to que se entregue inteiramnte o iniersse
privado ao interesse privado e o interesse pu-
blico ao interesse publico, e que todos flquan
abMido onde acabara os bancos e onde comeca
o llieaouro.
Alea disso, nos carscemos de uma lai binra-
ria para fazer cessar esta confuso prejudicint
no movim snto do crdito aos estabelecimen .os
desta ordera, precio impr a lei natural da
divUao de trabalho, evitando o mais possivel o
accumulo da carteiras numerosas e di Aferentes.
Uma nota animadora no meio de tintas tris-
tazas a demonstrara positiva de que as reo
das publicas vo crescendo vertiginosamente,
sem qne todava geja o nosso paiz um dos mais
-sobrecarregados de impost.

CHRO.NOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
MelehiModeel de Albuquerqu
Lima
BiaV
1830 -Munoel Ribeiro Correia e o condes-
tafe! de artilharia Jorge Fonseca Pimental lin-
ean) logo a um navio hollandez o qual foi salvo
por multas lanchas que conseguirn] extinguir
o incendio.
1884 -Uma cxpedigSo de quatro navios e
um patacho e guiada por Domingos {Fernandas
Calabar deixa o porto do Recife com destino a
Parahyba.
Calabar voltou pouco depois cora o patacho e
um navio aprisinalo aos nossos.
1881 Proviso do Conoelho Ultramarino
mandando dar (OOiOO annuaes aos padres do
convento do Ca-mo de Goyanna, por l annos,
em alinelo ao ensino que faziain aos naiuraes
da trra.
171O-0 caplto Placido rendo-se, sendo-
fIhe concedido vottar s, para o Recife.
Os revoltosos, vencedores, d'este mesmo da
acampam em Apipucos.
(Vid. Eph. de o de Novembro.
I8*SE' publicado o 1.* numero do Diario
de farnambuco. Traba entu o Diario 4 paginas
tendo cada nraa 0-,t J de comprimento sobre
0,-08 de largura e foi impressQ na lypographia
Miranda ft Companhia
Em 1881 foi reeditado a 1 numero do Diario
pelo typographo Joo Paulo de Alm^ida.
1818 -Fot este o dia marcado nos clubs li
beraes para rompimento da revoluco contra
governo.
Nesse dia pelas dez horas da noite o dele-
gado do termo-de Olioda e coronel de legio da
guarda nacional Jos Joaquim de Almeida Gue-
>ies e o subdelegado da freguezia da S e te
nente coronel do 1. batalhao respectivo Joo
Paulo Ferreira depois de terera enviado ao
presidente da provincia otficios sem data em
que declaravam-lhe que se Iconsideravam de-
mittidos dos seus cargos policiaes por ter elle
feito uma completa lnversio e nao pertencerera
ao credo poltico dominante evadiram-se para o
termo de Iguarass a frente do batalhao que
commandava o segundo dos referidos funecio-
narios e aue f jra uotiticado a pretexto de fazer
urna diligencia.
Os coramandantes da guarda nacional que de
Olinda se retirarara zeran a sua marcha pela
estrada da Praia, tocaram ,*m l'au Amarolio e
depois de ahi receberera um Valioso contingente
de guardas nacionaes s ordens'do capito Luiz
A'ves Ferreira, dirigiram-se para o engenho
Inhama do termo de Iguarass pertencente ao
corone! da guarda nacional Manoel Pereira de
Moraes um dos mais proemineotes conjurados
do lugar.
De Inhamau pasraram-se para Iguarass onde
novos reforcos se Ibe foram reunindo, enviados
por alguns senhores de engenho que syrapathi-
eavam com (o movimento armado que se tinba
levantado na provincia, e cujos fio nao Ibes
erara desconhecidos. (<).
Durante cinco anuos de dominio os liberaes
nao traduziram em readade nenhum dos prm
cipios inscriptos era sua bandeara, antos de su-
b rem ao poder, depois, porem da queda iara
tentar fazel-os uma realidade com as armas as
mos.
Entre os principios inscriptos na bandeira da
revoluco achava-se a convocagao de usa con-
stluinte e a nacionalisaco do commerctb a re
tal to.
t8Sl -Fallece o padre pernambucano Joto
Evangelista Leal Periquito.
Hornera intelligenle e laborioso, dos seus
escriplos nenbuns chegaram ao nosso coaheci-
mento a nao ser as suas proclamacos e corres-
pondencia official das guerras de 'inlo Madeira
e Cariri Novo e uma descripgo da freguezia
do Psmalo > cita la por Figueira de Mello no
seu < Eosaio sobre a estatistica civil e poltica
da provincia ie Peraambuco. (2).
187 -Falleciracnto do pernambucano Dr.
Ignaeio Firmo Xaviere Deixou alguraas obras
sobre medicina e alguraas luteranas.
1SH1 -Assume a presidencia da provincia
o Dr. Manoel Euphrazio Correia. que nella falle-
ceu a 4 de Fevere'.ro do anno seguinte.
(1) Figueira de Mello. Rebellio praeira.
(2) P. da Costa. Dice. biog. de pero, ce-
lebres.
HEViSTA PIARA
Exoncracies -Por portara de 3 do cor-
relo do Exra. Sr. Dr. governador do Kstado,
foram exonerados os conductores da reparticio
das Obras PublicasEdmundo Dantas Cabral e
Jos Pedro Velloso da Silveira Jnior. f
Higiene Publica Foram nomeados
pelo Exra. Sr. Dr. governador do Estado para
o Concelho de SalubHdade, que allude o art
<4 do Regulamento expedido com o Decreto 23 de Omubro dudo, os segrales facultativos :
Drs. Malaquias Antonio Goncalves, Constancio
dos Santos Pontual, Ennirio Cesar Coulinho,
Cosme de S Pereira e Euzebio de Almeida
Mariins Cosa.
Delegacia do Io districto, foi reintegrado no
cargo de delegado do i districto desta capita!,
o bairaarel Jos da Cunha Liberato de Mallos.
Assi-iarui Cummercial Benefl-
cente Esia illustre corporaco expedio e
recebeu ante-hontera os saguintes telegram-
mas :
Marlins Jnior, Rio
< Guindaste Alfandega funecio jando carvo
emprestado, lermmand > parausar servico fal-
ta verba, expediente tambem sem verba, in-
spector lem reclamado debalde.
Consta negada verba compra novo guindas-
te muito necesario.
Pedimos cominunique Ministro represen
tanteu, Fernambuco. Eifl 5 Novembro 9i. As-
sociaco Joramercial Benedceete.
Associaco Commercial Benedcente, Re-
cife
Prorogago Cabotagem passou Cmara.
Rio 5 Novembro 94.Martios Jnior.
Senadores Jo3o Barbalho, Joaquim Per-
narabuco, Rio.
Assoiiago Commercial Benedcente, inter
prete Commercio Agricultura, pede esforgos
passagera le cabotagem Senado. -Recife 5 o
vembro 4.-Directora. ^~^:
Era Nova -Publicou-se hontera o n. 45
do V anno desse peridico religioso, poltico e
no'irioio.
'ara o sulNo paquete Brazil seguio
honiem para o sul o Sr, lente coronel Vicen-
te Osono de Paiva, quem, agradecen lo o ter
vin lo despedir-se de nos, desejamos feliz va-
ge m:
rallecimcnto -Falieceu ?ante hontera a
noite, e foi honiem a tarde sepultado no'Ce
miterio de Sanio Amaro Jos Luiz innocencio
Pogy.
A'sua familia apresentamos psames.
A Estuyit -Recabemos do Rio de Janei-
ro, remeitido pela casa Larabaerlo ft C, o n.
20, de 3' de Oulubro prximo nodo da excel-
lenle revista de modasA Eslaco.
Traz esse numero, como sempre, a parte re-
creativa, e lindos figuniros e desenhos.
Concelho Municipal Funccionou
honiem esse concelho era sesso extraordinaria
para eleger sua nova mesa, sendo rooleitos to-
dos os membros d'ella.
O Binculo -'ublicou se hontera o n. 4,
do XII anno, desse pari lico Ilustrado.
Mercado de S. los A' proposito da
carta que hontera publicamos sob esta epigra-
phe, procurou-noS o Sr. ajudante do adminis-
trador do mesmo mercado, e dos inTormou que
o talhador Marcolino Gomes da Silva toi nao
s multado em 2100, como tambem suspenso
por 8 das.
Ainda bem.
OrelanaEste paquete
Pacillco, tendo sahidn de S.
tarde dever tocar em Pernambuco na
de tO do crrante.
Gyinnasio i'ernambucano Temo
lugar boje os exames de francez desse Insti-
tuto, cuja banca dcou assim constituida : Dr.
Joio Baptiata Rmueira Costa, presidente ; Drs.
Pedro Celso Ueha Cavalcante e Celso Floren-
tino Henrique de Souza, exa uinadores ; Dr.
Francisco Phaelante da Cmara Lima, repre-
sentante do Governo Federal.
Os examinandos devero comparecer s 9 l[i
horas da raanh.
O Futuro do Brasil -L se na Gazet-
ta de Noticias, do Rio, de 1 do correte :
sao dignas de nota as sejuintes considera-
ges do illustre E- Rclus em sua monumental
obra Nouvelle Gographe Universelle :
A este respeito o Transsaharico deve ser
considerado como do capital importancia para
os americanos.
Actualmente em Franca, cora ardor antes ins-
pirado pelo patriotismo colonial do que pelos
interesse- econmicos, oceupam-ee de planop
relativos as fias de penetrago pelo Sahara, Su-
da Companhia do
Vicente no dia 5
tarde
do e Senegal. Indubitavelmente uma linda de
Argel do lago Tzd, prolongada at o Ubadglii
e o Congo liria para o futuro valor incontas-
tavel cemo meiode aproveitar riquezas ain a
nao exploradas; mas as estradas de ferro come-
cadas ae Philippeville, Argel e Oran a Dakar
ou a qualquer outro ponto mais visioho do n-
gulo guiense do continente, offereceriam nao
s a vantagem de reunir a Argelia e o Sene-
gal em um todo commercial e poltico, < mas,
como ja alguns engerihoiros observaram, ser-
viriam ao grande trafe^o'intercoalinenial da
Europa a America do Sul.
De Dakar a Natal ou Pernambuc3 (Recife)
na costa do Brasil, navios de grande velocidada
como os que viajara entre Liverpool e Nova-
York atravessanara o Atlntico em menos de
tres dias, porque em nenhum outro ponto o
ocano menos largo, eat n'esta paragem os
viajantes leriam o prazer de avistar S. Paulo e
Fernando de Noronha.
Urna via farrea costeira de Pernambuco a
Buenos-Ayres, donde se ramnieassera outras
para o interior continuara a grande linlia tran-
socenica que liga os tres conlinentps
Por esn estrada cora a actual velocidade das
mais fortes locomotivas o viajante poleria ir de
Pariz a Buenos Ayres (e Rio de Janeiro est
a um lergo d'esta distancia; em onze dias.
isto tres vezes menos do que pelo caminho
actual !
Tribunal lo .lury do Recifelira-
tem responderam a chamada 16juizes de facto
Foram multados em 5*01)0 os jurados que
deixaram da comparecer, e sorteados os sa-
guintes supplentes:
Recife
Domingos Austrichano afra.
S. Antonia
Antonio da Silva Maia.
Antonio Augusto de Vasconcellos.
Evaristo -Vioira L. Cavalcante de Albuqu.T.
que.
Manoel Alves d"Oliveira.
Joo Pacheco de Medeiros.
S. Jos
Sergio de S Leito.
Aroau Amos da C. Sonto Maior.
Boa Vista
Leovigildo Samuel da Silva Costa.
I)r. Celso Florentino Hennque de Souza.
Francisco da ^va Saraiva.
Luiz Manoel Viegas.
Affonso Fernn Jes da Costa e Silva.
Francisco Gomes da Araujo-
Eduardo Lyrne.
Antjnio Joao Aranjo.
6 raga
Victorino Antonio Alcntara.
Aflbgados
Jlo Capislrano Ribeiro de Souza.
Antonio Abdias da Rocha Saraico.
Dr. Joiquim Pereira da Silva Guimarg
Um primeiroalarnaa sobre a* do-
eneas du> cerebru i muir cismen-
/are*; do Dr. Praelli.
ir me-ho que na infancia ha ura furor
quasi febril de dtseovolviinento intellectual, o
qual deve ser, de certa modo, alimntalo e
mesmo provocada, assim qua o menino man-
festa o desejo da adquirir conheciraentos mas
nao devemos por istocangar o pequeo cerebro,
quasi com se fosse um vaso de ene er a nossa
vontade.
Os meninos, se teem no sangue a febre Jo
saber, convera ter conta lambem da fadiga e da
decadencia que sobreven!.
Espantosamente precoces, ainda nao tendo
chegado ao uso Ja rasa, j sebem, e querem
saber varios conhaciraentos : se amamos os
meninos para que havereraos d3 compromatler
Ihes as aude?...
A nossa sociedade agitada, e tola nervotica,
consiitue um grave perigo integridad; da
infancia: mas nao o perceheraos talvez, porque
se as nossas obras eos nossos ideaos da educa-
gao sao raaravilhosos, os nossos lilhos pelo con-
trario sero talvez apouca los.
Na infancia como nos animaes e as plantas
preciza-se de repouso, ie ar e de amena lber
dade.
Erabora no mundo oassera, sera tregua,
correntes da novas i leas, e sintim-se conti-
nuadamente novas neces idades, ser talvez
justo e lgico fazer trabalhar exagera lamente o
cerebro dos msnraos'i
O cerebro doe nossos alumnos, mastres,
um msculo iflexi/l e vigoroso e po-sue por
connequencia juma' ductilidad^ pala qual f-
cilmente se daixa modificar e conformar ao ara-
bient! novo, -assim como uma deis nova que
entra pelos cutidos, agita vivam-nte no cere-
bro as forgas e a potencia de agir; elle urna
como sensaglo de praier da alma.
Pode ser que, envolvendo-se em todas as
pro lucgOas iniellectuaes e n i aprofundan lo
oenhuma, augmente o poder de generalisar
noder isto succeder, mas certa que, na in-
fancia ev principalmente nos rapasinlio- que
sao delicados ou unminenlemente lymphaticos,
sobrevenhara efieilos nocivos.
Eu creio que pode ser uma satisfaga! ter
pequanos doutjres, soberbos por urna phos
phorescente encyclopedia, para obter a qual
temos perturbado as funeges do cerebro: mas
sei tambem que bastante desanimador vel-os
depois paludos, magros e rachiticos.
Hojeo mundo corre. Dir-raa ho qu3 posi-
livaraante por islo devemos secundar a correte;
mas nao desejarei que por muito zelo de
principelos, cora-se risco de peorar a3 con-
diges hygiemcas dos pequeos organismos
antes do que melhoral-os.
A mira parece que ura gravissirao erro
oppnrair cora um inienso e prolongado traba-
Ino a mente do menino, que, qual fenr> ti >r,
est para desabrochar; nao s aventure a vida
dos primeiros raaviraentos psyenicos n'aquelles
pequeos cerebros.
parteiron muito apressados.O
9r. Charpentier leu na academia de medicina
de Paris ura relatorio sobre o perigo das ma-
nobras prematuras para facilitar o parto.
O parto, segn lo elle [e a maioria dos m-
dicos partilha este parecer), deve em principio
fazer-se naturalmente. O principal methodo do
partairo deve sersiroir ne rien (aire. E' l
excepcionalmente que o medico deve recorrer
aos ferros e aos oulros meios arliliciaes. Estas
manobras impedera o tero de vollar prompta-
raenle sobre si e podem facilitar a febre puer-
peral, que espreita sempre as paridas. Ella3
acnara sua applicigo era certos casos bem de-
finidos e nao preciso emorsjal-os a troche-
moche, mas somente quando o trabalho do
parto, en'.regu? a si inesino, araeaga de pr-
longar-se ou pa em perigo a vida da crianga
ou da me.
O escriptor e o salteadorCont de
Hriylof, fabulista russo :
Na morada tenebrosa dos manes, compare-
cerain perante os juises, na raesraa hora, um
salteador de estrada, que mereca a forca, e ura
esenpt ir caberlo de gloria, que destillara um
subtil veneno em seus I i v ros, pregando a im-
piedade, seineando a corrupgo, como uma sa-
reia, tendo a voz to to doce quo perigosa.
No inferno os processos sao expeditas, ali
nao ha chicana, nem recursos e nem a liaraen-
tos, n*nm anrir e fachar d'olhos a sentenga es-
t lavrada e logo executada.
A" grandes ca leias de ferro eslo suspen-
sas duas enormes caldeiras, as quaes os cu -
pados solangados. N'aquelaera que foi atirado
o salteador, fez se uma grande fogueira; urna
das megeras accenieu-a, e as chammas torna-
ram-se to horrorosas, que as pedrasdas aboba-
das infarnaes estalaram.
Quanto ao escriptor, o tribunal no parece-
Ceu tao severo ; apenas para principiar raan-
dou aligar um pequeo fogo leato debaixo
da cal leira em que fora langado ; mas esse
fogo foi augmentando sempre sempre, e du-
rou seculos, sem sunca enflaquecer.
A fogueira do salteador oitava a muito ex-
mela o escriptor senta sempre a sua augmen-
tar mais e mais.
Vendo que nSo teria fim, o desgragado aca-
bou por exclamar no meio das suas dores : que
os deuses n5o tinham equidade ; que elle en-
cuera o universo de suas glorias* que se elle
tinha escripto ura pouco livreraente, sua puni-
gao era por demais severa ; que elle nao pen-
sava ser mais criminoso que o salteador de es
trada.
Ento uma das tres irmes infarnaes, ihe
appareceu em toda a sua belesa feroz, com os
cabellos cheios de serpentes. a armada com
agontes gotejaotes dejiangue :
Desgracdo exclamou ella ousas
censurar a Providencia ? !- tens coragem de
te comparares a um salteador ? i os crim.es des-
te, nao tem comparago com os teus t
Por muito cruel, e mo que elle fosse s
causou males eraquanto viveo : mas tu I ?
Teus ossos j esto redusidos a p6 fta s'Cuio>: e
o sol nao se levanta no borsonte, sem Lumi-
nar novas desgragas provenientes do teu ensi-
no e das doutrin is que pregaste em leus es-
criptos f 0 veneno as tdas obras longo de
enfraquecer, torna-se com, o correr dos seculos,
mais corrosivo.
A' estas palavras a megera Ihe fez ver o
mundo : tn vs estes Albos, oprobrio de suas
familias, e desespero de seus paas ? Queir en-
venenou seu corago e seu espirito ?
- Fuste tu !
Quera lera zombadocomo de crengas ou so-
nhos infantis, lo casamento, daaatoridade, da re-
ligio representando os como origena das raise-
nas humanas, excitando os homans a desres
peitarera lodos os lagos sooiaei ? : Peati Id :
lira teus escriplos nao qualiflcasle a Ira-
piedade como sciencia ? Nao revestiste le
l'jnnas seductora' as paixSoa e os vicir.s ?
Olha e ltenla bera para o mu ido Embria-
gado com las doulrin is, todo o paiz, esl ch 'io
de hom.cidios, de rottbos, de discuisoes. de re-
voitas> e marcha su i ruina, grabas a 11 Tu
s o culpado de cada lagrima e golta de sangne
que cahe ; e tu te alreve3 a aecusar os dau-
ses !
Quantos males produsiro leus livros no
futuro entre os homens ? Sotfre o teu justo e
merecido castigo ; las penas, tem por medida
las obras.
Flndas estas palavras, a megera indignada,
fechou oreci itadara rale a caldeira
O <|ue significar o triu-iipho do
Jupao B Mea geraimente. aceita, e 08 tac-
tos parecem con firmal -a, que, api-zar da ds
paridade da forga dos dous raparos, osjapo-
nezes esto manobrando to bem que altea ho
de vencer, c >nquistaram a Corea e sero con-
siderados no futuro como a potencia belicosa
do Extremo Oriente.
Allegara autoridades europeas que osjapo
nezes planejaram esta guerra ha annos, que
elles adquiriram precisamente a es; ecie de co-
nheciraentos necessanos e que prepararan lo
das as minuciosidades necesarias no bom
xito, com a completido de Prussianos. To-
dos os seus mappas sao correctos ; todas as
suas sondagens completas, a reparlige do com-
raissano Europea na sua perfeigo de de-
lalhes; a sua disciplina ta rgida cotro a
allem. e tuto feito sempre por japanezes,
com promptido, ausencia de agodamanto, e a
profunda contanga era si que caracterisa um
navio de guerra inglez as raaos de um hbil
chefe.
Elles pdem ganhar, aflirma-so pos, nao
como a potencia mais forte, que elles na sao,
mas cono a potencia raelhor preparada para a
guerra, e prompla a fazer os maiores sacrifi-
cios, para atingir victoria.
Poilera subjugar a China como Fre lerico o
Grande, cora cinco milhes de homens, ferio o
Imperio Austraco com trinta milhas, por
meio de superior habilidade e organisago rae-
lhor adaptada.
Nao convrn discutir o que ha de exacto nos-
tas afflrmaces. E' difficil acreditar-se que o
Japo venga definitivamente, porque parece
que a Clima, se. nao puder render-se, acabara
por derrotar a Franga, a Inglaterra ou a llus-
sia, e na caso do Japo, a China na pode ren-
der-se ; mas; presumamos qua assim acontega.
Imagine se a victoria completa do Japo, dic-
tando paz China, qual ser o resultado della?
o nosso juizo, dar-se-ha uraa al'erajo das
relagOas da Europa cora a Asia, queplevir
a influenciar tolo o futuro do mundo. A fra-
queza da Asia, provm, em grande parte da
descontianga de si propria, e essa desconttanga
soffrar, com uma rejuvenescencia japonaza,
um choque inmenso, e talvez destruidor.
Uma Potencia Asitica mostrar-se-ha assim
capaz de utilisar-se Jos recursos da civilisago
na guerra, de armar-se sob o pento de vista
europea, de manobrar o seu exercito e a sua
armada to eificazmante como os de qualquer
Estai.o Europeo.
Porque razo essa potencia asitica continua-
r a arquiescer na submisso, a concordar com
capitulages, a sujeitar se a Icis dirigidas con-
tra os seus subditos ou abster-sa de apoderar-
se dos territorios que desejasse ? Por exem-
plo, siraplesmente para (ornar o argumento
mais concreto, se o Japo urna grande po-
tencia, elle pode arranca-, com a maior faci-
lidade.as Ph.Iippinas Hespanha e tranformar
esse bailo grupo de ilhas, de qu:os heraa-
nhes fazem pouco caso, em ura uovo reino in-
sular. *
O scu exemplo seria imitado 1 go pela China,
pelo Siao, por certos Estados indgenas da In-
dia orno Nepaul e Hyduanad, e, sobretuio,
pela Turqua, comquanta da. modo diverso.
Bastara copiarein do Japo a 3ua organisa-
go militar, a educago das se:is otficiaes, a
disciplina dos soldados, a compra de ariilharia,
e a perfeigo dos seus preparativos, at pos-
suirera cada ura delles um exsrcitD capaz de
fa/.er face Europa.
E' falta de senso affirmar que elles nao po
deriam fazer isso por serem inferiores aos ja-
ponezes. Elles nao possuem a faculdade de
eraitai os japonezas, era a raaravilhosa capa-
cidale destes pira des-.nvolver certas ar.es,
mas lera o talento para aprenda como devem
lutar se virera que vale a pena. Runject aingu
o provou. ., ,.
Elle tr insforraou a sua tribu hind era ura
exercito que faria frente a quaesquer invaso-
res europeas, e que, depois de sua morte, es-
teva por ura fio da caballo a ponto do expul-
sar os ingiera da-Ina.
Os inglezes salvaram-se nao por uraa batalba
mas par meio de subaruo.
Uma vez organizados segundo o syslemaja-
ponez, se este sahir to completamente victo-
rioso coma a parece, os Estallos da Asia llper-
lar-se-hiara da tuiela europea com uma rapidez,
e inteireza. qu: alterara todo o aspecto polti-
co do mundo e provavelmento a direcgo de to-
do o seu commercio. Porque nao? A asce-
dencia da Europa na Asa, que se suppe actu-
almente ser to completa, apoia-se inteiraraen-
ttncrenga, na superioridade da farga euro
pea forga asitica, e se se dissipasse essa
crenga, naturalmente por causas justas essa as-
cendencia desappareceria
Se os japonezes podem fazer-3e to quasi
iguaes aos europeos a ponto de conquistar ou
dictar termos a um Imperio como a China, tam-
bera o podem as oJtras ragas asiticas Ellas
possuem milnes de homens valentes: tem di-
nheiro em abundancia para comprar armas ; e
se se aborrecerem em continuar na tutela, cau-
sa que natural que assim seja, porque motivo
contrauaram elles a submelter-se a ella t Que
nao o fario 6 lo certo como certo, que divi-
de a singular civilidade da Asia, que pelo me-
nos to c impleta-como a civillda le da Europa,
o exempl) do aparecimento do Japao como urna
poteur. a conquistadora e portanto realmente la-
depandente, causara entre elles a mais profun-
da commogo, ea rc3olugSo de emitar pelos rae-
nos, os procfssos guerreires do Japo. Milita
gante dir : porque a Asia nao ha de ser to
independente como a Europa ?
Argumentaro que a originalidade perece as
ragas conquista las e que a Asia poderia civili-
sar-se dentro tao proraptamente e mais per-
fetamente de que de fra.
Poder-se-hia respondor a essa argumento di-
zendo qua a Europa n5o deseja tanto a civili-
sago da Asta como a sua civilisagra em uma
direcgo particular, na direcgSo qua for favora-
vel industria e diftusSo das ideas christ.es;
mas nao mostrar isso o alvo a que se visa
nesta noticia.
O que aqu se deseja salientar que um tri-
umpho completo dos japonezes trana gradual-
mente tal reforma nos exercitos asiticos que a
Asia se tornara iudependente, e que a inde-
pendencia da Asta, cujo desapparecimento o
maior facto da historia moderna, produziriainu-
langas profundas nos iniuitos, no commercio. a
at aas ideas dominantes de toda a Europa.
Esta tornar-se-hia immediatamente menos lar-
ga em suas ideas polticas, menos confian e na
sua propria forga e menos capaz de mantc: as
multid09s croscentes de sous proprios fllhoi do
que ella o faz agora.
Transformar-se-hia, de facto, como um lodo
em uma potencia ratrogressiva, com menos in-
fluencia sobre a orgaoisagio, o modo de pensar
e o progresso geral do mundo. Nao quer isto
dizer que ella correria algum pengo. Ninguem
imagina a Asia, precipllando-sa uma segunda
ou tarceira vez sobre a Europa: porque a Eu-
ropa, para tins defensivos, asta revestida de
uma armadura encantada, e os novos taraaros
ou novos Mauros terao de enfrentar armas que
os dislruiro em massa ; mas, embora segn, a
trena,da Ra-
nos flzeram
Europa 'taria perdido a sua superioridade de
p >sico.
A maior parte da raga humana leria-se liber-
tado do seu dominio, e se esforgaria por liber-
tar tambem a frica, do poder della De-se aos
rabes a faculdade de organizar exercilo como
parece s-lo actualmente o exercito japones, e
a Inglaterra e a Allemanha, unidas nao pode-
riain conservar a frica Oriantal, de Alexan-
ina a Natal, durante ura nico anna, e prov.i
velmeute nem mesmo tentaran) faze-lo. Seos
rabes ou os turcos sa batessem carao so diz
qo i as japonezes se bateo, durante quanto tem
po a Inglaterra poder-se-hia raanter no Egypto?
D'aqai a. alguns raezes, quando os c.'iinazes, e
os jaoonezes estiverara era lula mais apartada,
ver-se-ha o que Potencia I isular granjeou de
farga, e se o rebultado fr o prolongamenio dos
iriu Tipil os qne ellaj consegua na Corea, asu-i
grande victoria* loara o toque de raorte da
supremaca eunp&i da Asia, da qual dependem
em gran le eseala, os systemas polticos e com-
mercial do mundo moderno.
Murena -A ca^a Pr^alle & C, ra Ba-
"o da Vid ira n. *'-, acaba de fazer 2* edic-
co la walsa para piano -J/i.r'''
phael Esnaiy.
Agradeemnos Ihes a'o!r.-rta;que
de ura exemplar.
Minha esperanza O digno industrial
pro'.riet..rio dessa fabrica, Sr Antonio Fruncs
co da Cruz acaba de receb t uma partida de
sua encommenda dos furaos (ioy.iz, Daniel e Pi-
c, cuja qualidado escollada le recoraraendu os
gorros em qne vo ser erapregados esses fu-
raos. \
Destnalos s marcas Minha esperanga, Pero-
la e Hygienica, chamamos a attengo do publi-
co para ellas.
Em laes cigarros os amantes te-o o gozo do
vcrdadeiro fumo escolhido, e sem essas corabi-
nag-3 que nao raro tornam detestavel o pr8-^
duelo o'ereci.lo ao consumo.
Experimentem que nao sero illudi los na es-
pertatv.i, quando nao houv ss; era garanta desta
atfirmago o conceito Armado da fabrica Minha
Esperanga.
Incendio -Ante-hontem, s 6 1/2 horas da
tarde, fai a companhia de bombeiros avisada
pela Empresa Talephonica de que havia incen-
dio na praca do Commercio.
Para all dirigi se cora a promptido qua Ihe
' peculiar, e eitVclivamenle v'eriricou que liavia
incendio no 3 andar do predio n. 10 da citada
praga, onde residera os Srs. A. Meldrum e Le-
vis Dakll. I
Cora uma hira de trabalho coneguio a cora-'
panhia extinguir o incendio, que foi originado
por exploso de uraa lata de kerosene.
O predio de propriedade da Sra. !). Olyra-
pia Gomes e acha-se seguro era 2.0O0OJ na
Compannia Phenix Pernarabuca a.
Os prejuizos originados pe'o logo foram cal-
culados em cerca da 2:5000-0.
No servigo daextincgo ftcarara molestados o
coraraaodante da companhia, que teve uraa syn-
cope, e a praga n i2.
Aa local do incendia compareceram 03 Srs.
Arthur Almeida, gerente da Companhia Amphi
tnte, Abel Pinta, caixeiro da Companhia Phe-
nix, os quaas preslarara bons servigos: o Dr.
Lopes JPessoa, medico da companhia, o cnsul de
Portugal, o Dr Malaqulas Gongalves, o subdele-
gado transplantagOes dos bordos indicadas por kiA
chiasis duplas das palpebras superiores.
Sala do Banco
Dr. Lopes Pessoa :
Tratarara-se 563 pessoas sendo, 162 homens,
319 mulheres e 6 enancas, das quaes morro-
ram i ignorando se o resultado dos outro3 doen-
, tes.
Applicouse um apparelbo de fractura e dela-
tarara-se oilo abeessos.
Hospital tedro IIO movimento desse
stabelecimenio cargo da -anta Casa de'Mise-
' rcordia do Recife, na da 6 de Novembro foi o
seguinte :
Entraran) .... ll
Saliiram..... ir
Falleceram .... 4
Existen)..... 70.
Foram visita as as enfermaras palos segura-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, entran s 6 i/ da ma-
ah e sahio s 8 L i.
Dr. alaquias, entrou s 10 1/2 da raanh e sa-
l i u s 12.
ur. Iterardo, cnlrou s 11 1/2 da raanh e sa-
hio s 12 t.
Dr. Amaino Marques, entrou s <0 da ma-
nila e sahio s t2.
D Lopes Pessoa, entrou s 10 da manba
e sahios 12.
Dr. Vieira da Cunha, entrou s 10 1/4 da ma-
aa-i e sah-.o -s t2 1/2.
)r. Basto.- de (.iveira. entrou as 8 i/4 da
t -ne sanio as 8 !/2.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 1/2 da ma-
ulla a sahiu s 12.
I. Ajudante do pharmaceulico, entrou s
7 da raanh e sabio s 5 1/2 da tarde.
Aisisteole, entrou s 9 da maulla e sahio
s .0 1/2.
inspectora do .* districto mari-
tiiuollecife, 5 de Novembro de 1894
Boletira metereologico
Soras. Term ceni- Barmetro Tenso do Humi-
grado
24,-6
26.8
26,8
26,r8
26',3
enperatura
ra.
t.
la O)
760,-19
76i-tO
7bO,-i6 *
738.-30
759,-06
mnima 28,C0
vapor
18.88
20,4
2.,48
19,05
18,88
dade-
82
81
78
73
74
Thermometro
Ennegrecido
ga. official de ronda; o Dr. Tuom Gibson e o
palro-rar do Arsenal de Mar.una com o respe
divo material, tendo prestado algum servigo o
seu pa83oal.
Telesraramas retidos Acham-se
retidos na estago do Telegraplio Nacional 03
segiuintes :
De Rio para Nater.
De Maranno para Baltfiazar Machado.
e Belera para Lages.
De L Machado para Laslenio.
De Parahyba para Dr Bonnehon.
De Macera para Antonio Bastos.
Casaineuio civilO escrita] de casa-
mientos que funcciona nos mstricto; do Recife
Santo Antonio, S Jos e ffogaios affixou na
repartija do registro, ra lo Imperador n.
75, 1 andar, edital de proclamas He casa
meatos dos segurates coi'rahentes.
Segunda pnblicngo
Manoel Valerio da Silva (uimares, empre-
gado publico, cora Luizi Julia da Silva, soltei-
ros naturaes deste Estado e residentes na fre-
guezia de S- Jos.
Jco Evangelista Pmieiro le Souza, natural
do Estado da Parahyba, tar.oeiro, cora Dona-
lilla Virtude de Jess Rega, natural do Estado
de Alagoas solteiros e residentes na frrguezia
do Recile.
O escrivo de casaraantos da Boa Vista,
Graga, Pgo e Varzea aulxou na repartig-o do
registro a ra do Imperador n. 41, !." andar,
edtaes de proclamraas dos seguintes contra-
hentes :
Primeira publicaco
Joo das Virgens Ramos, viuvo, tanoeiro,
com Leomisa Correia da Silva, solteira, natu-
raes deste Estado e residentes na freguezia do
Recife.
Antonio de Rarros e Silva, natural deste Es-
tada, praga do corpo municipal com Josepha
Barbosa de Carvalho, natural do Estade do Rio
Grande do Norte sslteros e rasidentes na fre-
guezia de Afogados.
_____ Primeira publicago
Candido Alfonso da Silveira, viuvo, residen-
te na frassaesia da Graca cora D. Maria Jos
Pereira da Costa, solteira e resilente na fre-
gue/.ia do Recife.
Racharel Eloy Nahura de SiuzaLaudim, re-
sidente na freguezia da Boa Vista com D Joa-
quina Marcio nlla Coelho de Almeida, resi len-
ta na freguezia do Pego da Panella. soltei-
ros.
Segunda publicago
Francisco Pereira Cardoso com D. Zulmira
Alves Pereira, residenie3 na freguezia da Boa
Vista, solteiros.
CemiterioPuhlieo Obituario do dia o
de Novembro de 189*.
Joo Baptista da Silva Ramos, Pernambuco.
25 annos, solteiro, Boa-Vista.
Antonio Albino- de Lima, Pernambuco, 6G
annos, solteiro, Boa-Vista.
Affonso Jos de Mello, Pernambuco, 4.5 dia?,
3. Jos.
Jos Gomes, Pernambuco, SO annos, solteiro,
Boa Vista.
Francisca Maria das Chagas, Pernambuco,
13 annos, casada, Boa Vista
Luiz de Souza, Pernambuco, 21 annos, sol-
teiro. Boa Vista.
Paulo Affonso Gomes, Pernambuco, 2. annos,
solteiro, Bea Vista.
Traiano Bellarmino de Ollveira, Pernam-
buco, 55 annos, casado, Boa Vista
Um feto do sexo masculino, Pernambaco,
Graga.
Casa de Betenco-Movimento dos
presos da Casa de Detencao io Recife, Estada
de Pernambuco, em 5 de Novembro de 1894 :
desabrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 24,.5
M*a -Prateado : 61,4.
Evaporago em 24 horas ao sol 6,-5 a som-
bra 3,"i
Chuva nulla.
Direcgo do vento : SSE com interrupgo
de SE e E de meia noite at 2 h. iO m. da
SE al at 7 h. te 43 ra ; Se S.iW alternados
at 9 h. SSE mi 9 h. e 39 m ; S com nter-
rupges de SSW e SSE at meia noite.
Velocidade media do vento 5,-00 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,72.
Boteiira do Porto
Pra-iqar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 5 de Novembro 9 h. 53 ra. da m. 1,-60
P. M. de 4 h. 05 m. da t. 1-0O
Hatadouro PublicoNesse estabsleci-
raento foram abatidas 93 rees para o consumo
publico de hoje.
Passaseiros -Chegados do norte no va-
por nacional Peroanibuco :
Pedro Alexandrino, Manoel Valente, Adol-
pho G.Lopes, Francisca Joaquim de Mello
Cano e sua mulher. Dr. Francisco C de Albu-
querque, Dr Samual M. Dourcll Filho, Manoel
N. da Fonseca lente Arlhur E. Paraira, al-
fares Presc I iano C. .la Cunha, Fernando. Vi-
veiro, Fructuoso R. Passos, Euclidas de Oli-
veira Cravo, G. Pinto da Silveira, Manoet^B.
Galvo. J. C. Carvalho Guimares, Jo-o i?.
Filno, Horacio -I >s Uongalves Fenizola, Do-
mingos Griza, Maria B. da Conceig&o, Antonio
Mouio, Aran Ca n, Joaquina G. de Castro u-
nior,;Aniomo P deS Barreto, Cazar S Bar-
reno e Antonio N Novaes.
Sabidos para o sul no mesmo vapor
Pedro Pereira, Mina Casanova e i filho.
Ernestina Almeida, i filhos e 1 criada, A'exan-
dre Hypolito e 2 menores, Rachel f. da Costa
Guerra e 6 filhos, Dr. Nereu M. de Moraes
Guerra, tenente Candida Forjas, Jos F. Gui-
mares, Jos A. Lins, Joo Soare3 Neiva, Jos
Soareg Neiva, Launano G. da Silva, Lenidas
G B de Oliveira, Guilherme de Assurapgo,
Francisca H. dos Anjos, Tertuliano Jos Ale-
xandre e l criada, Jos Marques da Silva, Se-
nhorinha II. da Silva, Francisco !'. Nune3, al-
terna Miguel A. Figueirado.
- Chegados da Europa no vapor allemio
Amazoias :
Constantino Barsa, sua mulher e 4 filhos,
Anua Tensen, Horiencia Wild, Elisa Wild e
Hermano Wild, Rudolph Meyer, Tricdrick
Brockhans Manoel da Silva Barges, Antonio
Europa no vapor francez
Margar a-
Existiara
Entraram.
Sahiram .
Existem .
A saber:
Nacionaes.
Mulheres .
Estrauaeiros
Total
Arragoados
Bons
Doentes .
Louco .
Louca .
432
5
3
434
403
10
21
"434
408
390
18
0
0
408
Total ......
Movimento da enfermarla :
Teve baixa:
Miguel Torres Gallindo.
Operaces clrurgieas -Pralicaram-se
no hospital fedro II as saguintes operagOes :
PeioDr.A. Velloso: .
Desarlieulago do dedo indicador da mao di-
reita, indicada por carie das phalanges.
Posthotomia a therrao cauterio, indicada por
phimosis e cancros ulcerados.
Pelo Dr. Malaquias :
Exciso de kisto sero-hemalico da bolga pre-
rotuliana esquerda.
Pelo Dr. Arnobio:
Ablagao de kisto seroso da asxilla direita.
Amputago da perna direita, no lugar de elei-
cllo pelo methodo circular reclamada por esma-
gamento.
Pelo Dr. Bernardo :
Quatro tarsorhaphias cota re.aibos ovalares e
Fernandes Graga.
Chegados da
Congo :
J. P. Bolgiesua mulher e i filha,
tb Bouoarde t filhas, Au'uste Baunc an, sua
mulher e 1 filho, Amand Munier e 1 filha, Ju-
liet Kohlet Banche Roca, Dr. Joo de Aquino
Fonseca e su senhora, Louise Docob, Ernest
Defiez, SJean B. L irtillier, Edmond Lotigier,
Eraile Amstens, sua mulher e 1 filha, Dr. Joa-
quim Correia de Araujo, sua mulher o l sobri-
nha, Mana C. F. da Silva, Armando Biscar,
L. Tanesier, Maria M- de Mallos, Julio M. de
Mallos Cari s Ferreira, Pearo Lyra Pereira
Joaquim Tavares Ribeiro.
Cheg.dos do norte no vapor nacional
Brazil :
Carlos R. Machado, Eduardo da Rocha, ca-
pito A, do Reg, Manoel Carneiro, Francisco
Fazer, Amonio S. da Silva, Leopoldo Prealle,
Flix Gomes e sua mulher, James Parazber,
Candido Vieira, Antonio Duarte, Manoel Silva,
Manoel Santos, Antonio Rayol e Zulmira Raj-
ol, Ephigenia M. Resbein c 3 criados, Manoel
A. da Paz, Mana A. B. Oliveira, Joaquim G.
dos Santos, Manoel L. Vergosa, Joo Alfredo
Correia, Edmundo C. de Castro, Francisco M.
da Silveira, Theophilo C. Castro. Goyanna, J.
Wahle, B. da Costa Machado, Maria da Con-
ceigo, Dr. Antonio Bortencio, PhilomenoDou-
rada, Waldemiro Montenegro, Max Labreda,
E. Dias Pereira, W. H Carroll, Bernardino
G. dos Santos e Antonio Nogueira.
- Chegad03 do sul no vapor francez Ore-
noque : ...
Manoel C. Accioly, Carlos Itrube, Lois Lom-
bard, sua mulher, i filho, sua sugra e 1 sobri-
nho, Ur. Benedicto Pereira Leite, Gaspar Mu-
rezer, Jean J. Lucas, Adolpho B. Galvo, Jo-
s Mana Ledo, sua mulher el filhos, Bellar-
mina Lauise, Nicols Froteas E- Majo, Francis-
co Xavier de M. Andrade e Pedro Azeyedo
Bomfim.
Lotera de Minas Geraes -Eis a lis-
ta dos nmeros p-emiados na 2.* serie da 8.
[otaria desse Estado e.rahida em 5 de No-
vembro de 1894 :
9SS10 tS OOO iOOO
50782 2:000*000 29082 100*000
58580 1:000*000 4J9.8 lOOfOOO
7779 500*0110 46014 inOOnO
.1801 250*000 57414 lOU^OOO
2 063 250OtK) 76035 100*000
3259"! ? *oO*000 76410 i00*00o
4*05 250*000 77216 100WJ}
54103 250*1100 78101 lOOOOO
7341H 250*000 83383 100*000
79857 250*000 83602 v 100*000
80305 250*000 84.84 W0*000
1386 110*000 90140 100*01)0
12467 100*000 96597 100*000
EstSo premiados com 50*000 os seguate
nUmer : 6563 30863 63.98
139,0 35169 64>46
14509 37847 68231
16i96 38627 70888
2i59 45937 71397
22381 50794 72054
25199 60209 86015
29163 61736 87297
Esto premiados com 20*000 os seguintes
nmeros :
990l I 92903 1 929051 92997 | 92809
92902 I -92904 1 92906 | 92908 |.....
Estao premiados com 15*000 os seguintes
uameros:
50781 I 50784 | 55786 | 0788 | 50790
50783 I 50783 | 50787 | 80789 |.....
Estao premiadas com 10*000 os segmnta*
nmeros:

.
V
\ .
i

(
*)
J PSre~INCORRETA I

'


^ijtmfflBi
-
I
.

B
Diario de Pernainbnc l|iiartfoira 1 d* ^wwmfcro 58571 | 8873 5867. | 58577 5*579
58372 I 38:74 I 576 I 58378 I .....
Esto premiados coin 10*000 os seguintes
plumeros :
777111 777S3 | 77715 i 7777 | 777I0
777M | 77724 | 77716 | 777 |.....
.pproxtmacoes
91909 120J< 00
99I1 120*000
50781 100*000
50783 100*000
5*579 50*000
58581 60#0d0
77718 50*000
77730 50*000
Os nmeros da 91931 a 93000 estao premia-
dos com 15*000.
Os nmeros de 30701 a Si 800 estao premia-
dos CCn i(J*0U0.
Os nmeros de 58301 a 5860O estao premia-
dos com. 5*000.
Os nmeros da 77701 a 77800 esto premia-
dos com 5*000.
Todos os nmeros terminados em 0 e 1 estao
premiados com 1*000.
Lotera de Hias Geraes Essa Im-
portante lotera corre no dia 9 de Novembro a
despena a a'.lenco o respectivo anauncio eai
OUtra seceo publicado.
Os bilhetes estao a venda na casa 0 Sonho
de Ouro n?. 3 e 5 a Praga da Independencia
nde se effoctuam os pagamentos dos pre-
stios.
Lotera da Baha Corre no dia 8 do
Novembro a i." serie da 2;* lotera, cujos bilhe-
tes esto a venda na casa O Sonho de Ouro.
Lotera do Espirito Santo-Corre
hoje 7 de Novembro a ^13,* lotera, cujos bi-
lhetes eslo a venda na casa o Sonho depuro,
Pmca Lotera Nacional Pela Casa da For-
tuna dos Srs. Martins Fiuza & C. ra Primeiro
de Marco n. 13, foi vendido nesta capital o bi-
ihete n. 5H09 da P I." Lotera Nacional hon-
tem eximhida o qual foi premiado com a sor-
te de 4:000*000.
Foram tambem vencidat oda a dezeoa c ap-
proxiraacao da referida sorte.
inucuRu
CALEPINO
A Llvaria Escola do Poto, fez aqui-
8gao da importante bibliotheca de um illuslr?
medico, da qual deslacamse as seguintes obras
que vende por menos du metade de seu valo."
(obras quasi novas).
H. Picard -Traite des maladies des voies.
unuairus, i vol. ene. (I89ii ooo.
D'Espine et Picot-Maladies de l'en
fance, 1 vol. ene. 4ooo.
Jacuain .Terrier -Manuel de patito
chirurpie, i vol. pnc. (l883j .Ijoimi.
A. Fricdreich -Maladies du Cceur, 1 vol
en -. r-j:o.
J. M. Charcot Maladies du foie et des
reins vol. ene. 7.uii.
G. Se Dispepsies gastro-intestinales, 1
vol ene. l-iooo.
A. Andouard Nouveaux lm.ints de
pharraaeif, 1 vol. iic. avec 161 figures 6Sooo.
I*. Cliurehill Mtladies des femmes hors
l'tat de grossesse pendint la grossesse et aprs
l'accourhement, 1 vol. ene. avec 36o figures
SrSoOO.
' Dubriiipr-Maladies de la peau, 1 vol. ene.
avec 7o finaros 8ooo.
A. Cliarpentier Irac pratique des ac
eouchemrnls, z groseos vols. ene. deuxime edi-
tione (Ih90i avec 553 figures 18ooo.
IV. Wundt -Physiquj medcale, 1 vol
eDC ave 396 figures ono.
E. Soubeiran Traite de pharmacie, 2
veis. ene. 9ooo.
J. II. Bennett-Legons cliniques de m-
decir.e. 2 vols. ene. ocooo.
Dr. Fancon-Cnque chirurgicale, 1 vol
ene. S-iooo.
NlemeyerPathologie interne, 2 vols.enc.
Hono.
G. de Mussy-Clinique]medcale, 2 vols.
ene. j(io .
Dr. Koussy et Winter Micro oes pto
maines et maladies, 1 vol. ene. 3jooo.
M. Peter-Clinique me ticale, 2 vols. ene
(i-iooo.
Briand et Chande Manuel de medi-
cine lanle, 2 vols. ene. dixierae edition %i>.
Debove et Achard -Manuel de me-de
cine, 2 grandes vols. ene. em chagram (1893
IH-jlliiii.
Dr. Paul Blocq Les troubles de la mas
che dans les maladiesnerveuses (Bbliotheque-
aedicale Charcot Debove). 1 vol. ene. 3.
Cr. Cli. Lnzet -La Chlorose (Bibliollie r
que CharcotDebove), 1 vol. ene. 3d>ooo.
Debove et ReinuudLavage de l'esto-
mac (raeme Bibliotheque). 1 vol. ene. 3-iooo..
Dr. Eloy de Andrade Tratado da
ptthisica pulmonar, 1 sol. ene. 9-ooo.
F. Dutroulan Meladies d -s Iiuropjens
dans les l'avs chiruds, l vol ene. tjooo.
Dr. A." MalcotDe la spermatorrhe,
1 vol. ene. tcfooo.
A. Conrty-Maladies de l'utrus d*s ovai
res et d<-s irompes, 1 grosso vol. ene. 1H-S-
E. Lancereanx-Traite d'anatomie pa-
ttologique, (s o 1." vol. I-iooo.
Dr. Cari Schroder Manuel daccou-
e ements, 1 vol. ene. jooo.
Gazeta Medica da Bahia-4 vols
1890 91 e Iz 8-iooo.
Dr. J. Grasset-Consultations medcale
sur qu-lques maladies frequentes, 1 vol. ene
(1893) 2ooo.
Auvard, Brosq, Chapnt, Delpen-
ch, Desnos, Lubet Barbou, Trous
seau Cuide de Uijrapeutique gDrale et
speciale, ('893) 1 vol. ene. 6ooo.
Ilenry Thompson -Traite pratique des
maladies des voies unnaires et legons clini-
les, 1 grosso vol. ene. lSJooo.
Touvenaint et Caubet Memento de
therapeuiique obstetricale et gyncologiqne, 1
vol. ene. (1892) 3-iooo.
Tem prrmanentemente na taboa da porta,
urna collecc&o de volume3, romances, litteraju-
ra etc 900 ris.
Laeassagne -Prcis d'hygine prive et
gociale, i vol. ene. 7-5ooo.
V. Paulet Resume d'anatomle appliqoe,
vol. ene. e 2-iooi.
G. TardlenElude medico-legale sur la
folie, 1 vol. ene. avec quinze fac-simile d'ecri-
ture d'alins, lo-S'oon.
Wiirl/. Legons lmentaires de ebimie
moderoe, 1 vol. ene. tii'oii.
Dr. Antonio de Faria-Apontamentos
para o esiudo de cliaica medica, ligOes feitas,
I vol. ene. ooo.
Puard et Abelin-Gnide de l'accou-
cheur et de la sage-femm vol. ene. avec 2U7
figures Zooo.
Littr et Beaujeanv..;tionnaire uni-
versel, 1 vol. ene. 1-jooo.
P. Yoon Traite de l'art de formular, 1 vol.
ene. 3-j'ooo.
P. Gnttniann Traite du diagaostic, I
vol. ene. t-i'ooo.
Dr. Domingos Freir Recueii des
ravaux chimiques, 1 vol. ene. -Ljooi.
Dr. C. Mhu-Analyse des uries avec 74
figures, 1 vol. ene. S^ooo.
Dr. F. de CastroO invento Abel P-
rente, 1 vol. ene. -IcJooo.
H. Fritsch -Trai'. chnique des oprs-
tions obstPtricales, avec 90 figures, 1 vol. ene
1S92) lo-i'ooo.
Dr. Ch. Abadi<5 Legons de clinique
ophthaltnologique, 1 vol. ene. 3-ioo.
Dr. Cb. Abadle-Traite des maladies
des veux, avec 61 figures, 2 vols. ene. (1884)
IStSooo. .
A. Corre Traite des fivres des Pajs
hauds, 1 vol. ene Oooo.
G. Hayem-Les .auno* ioes du sang.
avec 43 figures, 1 vol. ene. *tooo.
Ll vhAtUA ESCOLA. DO POVO
DE
SOIIZI PAZ i C.
81 -RA DO Ilil EkACORfc'l
Compra e vende livros novos e uzadoe
apeiir Tribunal de iusti^a
SESSAO ORDINARIA EM 6 DE NOVEMBRO
DE 1894
raSSIDBNCIA DO SR. DR. FRANCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do cosame, presentes os Srs. cues
sm numero legal e o Dr. substituto do procura
dor eral do Est do. (o aberta a sesp&o, depois
de lida e apo'ovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feos, teram-e
os stguintes
JI.aAJtBNTO&
Recursos crimes:
Do Recife R^corrente o jalzo. recorrido
Jo= Penlra da Silva. Relator e-juiz Teixeira de
S. Mandn se oovir ao Dr. q>s'r.
De Palmares-Recorrente o juno, recorrido
Antonio Tnemoiheo da Costa. Reiaior o juiz A
m^idj Nfeon-se provimento, unaoimemeoie.
De Olloda Recorrente o julio, recoc .o
lok't Tcixeira Ganes. Relator o juiz Carlos Val
N'goo.se provimeoto, onammemeote.
Aggravos ue petigao:
Do RecifeAggravante Jos Tnomai de Agciar
agrava(ios D-. J aidc Aqo :.0 Carceiro Ca-
Valcanie de Alooint-rqu'. Kel.lor o juis Cala
Ribero. Adjuntos os jalzes Al-n.-ida e Caida.-
bareto.>egou-se provimeoto. uoaaimemeote.
Do ReceA^^ravaue Jos A .iouio Soartf
Juoior, aggrava a D. Mara Victoria Carregai
Soares. Relator o joiz Calilas Brrelo. Adjuu-
t) os jones Teizeira Ce S e Alcoeida.Na
tomoa cooDkCimeeio, aaaumemeate.
Do dan.)Aggravante Jio Holioo Ferreir..
'Kgrvaoo Pra-jcisco Maooel do R^gO Barreto
R Utrojoii Almeida. Adjuntos os juizes C f
los Vaz e Galvo.Ski se touioa conaeceujentj,
contra o vo o do Sr. Gal?_o-
AppellasOes crime'.
De to u iardimAppeliante Jjs Lnlz Pereira
appellada a jusuca. Relator o joizGaivio.
CouQrmju-ae a auutenca, coatra o voto do rea*
lor.
De Carnaro'Aopellaute o promotor publico,
ppellaa Mano-I Rjd.-igaes da Si vi. Relator
juii Cadas Brrelo. QocrmjUde a senteu
,j, onaumeisi-B e.
Appellago cel:
Ue JaouaiioAppellaote A^ostinho B-xerr.
la Silva Cavalcante, appellaoo -oaquim M x -
miuo Pereira Vuuoa. Keiut^r o juiz Costa ni
Dt-iro. Revisores o* juizes Teixtira deSa e Cal-
as Barreto.ConrujOD-se a eentenca, uaaor
me. ente.
PA8SAQKN8
Do juiz Galvao ao ju.z uosia Ribairo:
Ai'jrli^ao crime :
be Garuara' Appeliante Manoal Francisco
dos Samo-, appellada ajasiisa.
Appe.l- Do RecifeAppeliante JcSo Francisco Leite,
appeilado Muuei de Souza Sobres.
De Pao u'AlboAppel.anie Joaquim Candido
Cara-MM da Silva, appelladjManoel Uarboaa Ca
mello.
Appellago commercial:
Do Rtc.f<:=-Appeliinte Segslla Felice, appeila
ij Jote ue MJ.-bjo.
Do juiz Teixeira de S ao juii Caldas Bjr
reto :
Appell cao crime:
Do R;citeAppeilaot-' Manoel Felismino ca=
Cuaga appellada a jus-iga.
D jaix Ciuax Brrelo ao jais Almeida :
Appellac&es civeis:
Ue :NdZtrrt&>c>App<.-llante Joo ae 01 veira e
S I'?, paellaJo J li rerreira dos Sintos.
Do drejoAppellaoie o julio, appellado La i
ge-o Dia da Costa.
Do RecifeAppeliante a Compaabia lodas-
triai, appe.la *a a F . De Pao o'A DoAppeliante Miguel Camarote
appellado Julio E-uiiio de Carvaibo.
Ue S. Loa eiijoAppeliante Fre Joi de
Santa Julia Boielbo, appt-tiaJa Antonio Francis-
co a a '.o a la.
D3 juiz Almeida ao joizC'*:os Va:
2Appellaco civel:
De Ri-rei'0-iAppeliante o Bario le Gmda-
y, aopeliado o Dr. AdolpQo Los Wanderley.
Do juiz Carlos Vaz ao jaiz Galvao :
App^llago crime :
U Agua PretaAppeliante ManOel Pedro doh
Jautas, appellada a jostica-
Appellagao civel:
u Agu P.elaAppeliante Jos de Matt-.<-
Rngel, appeilaia a CompanUia de Fiaco e T
cidos de Peraamhoco.
DISTRlBOigOsS
Aggravo de insuumento:
ao juiz Carlos Vas :
D-Ser maeuAk-g-avant Jos Itetto Car-
neiro Caaicaol aggravado o juizo.
Aggravo de petico:
Ao juiz Galvo:
Do Recife -Aggravante FraDkforter e Lie-
berra n agg'avado Hwue-t ;Joaa Perman.
Appellages commerciaes:
Ao jais Almeida:
Do ReciteAppeliante A. S. Cent & C,
appailado David F. Porto Bailar.
Ao juiz Garlos Vas :
Da Recife-Appeliau.es Cisco & Barbosj,
appellado Lzaro Douraio G.
Ao juiz Gilvio :
Do RscifeAppellaote o Banco Emissor de
PeroamDoco, appellada D. Alella Josepciua
Ferreira de Mira.
Eacerrou-se a sessSo s 3 horas da tarde.
3 o PareoDert^Clob de P*rnambno1.100
metros T umpno. Tuin- Prramou, Nababo, Pi-
gmeo, Maurity, Tarjo 2
4. P^reo Hlppodromo do Campo Grnde
1.800 me r.HGuayanaz, Donriimo, Ridms.
Cei-'opelia, Oorotoy, Gypse.
8 Pareo- T linos Urhanos1.703 metros
P^t nooly. Km, Malvo, Feniaoo, Hirondelie, Ga-
la te, Toa oo I: .
6. PareoI np-ens*-1.250 me'ro Pnari
s^a. Pr-trono ii !., Cinfo, Violador, Ga>aut-
Mjarisco, Prasaiauo, Fdnoso, Im.
7. PareoAos Soortmens810 mft osPi
tbouiy ibo, Maseotte. Porloto, Ba'iiv, arala
Gllele, Dkiador.
8o PareoII pa 1 vmbro-1.100 metro-
Z x 'ir, Gayana. 2 Guau, Fiosm, Abyamo,
Macri y ., Ruy Bla S -epuRismo, Nil o. stdu
etor, Gj'qoo, Godinornlug, Tneno, Pieiade, Rio
L""i-.i.
PERNAMBUCO
' aixa \e mi Hiica e Monte de Soc-
orro de Pernambuco
Ralaaectes em 31 de Oulubro
le 1894
CA KA ECONMICA
Activo
AINndega de Peroamouco 4.42-342lit,0
Caixa 5:83'*000
4.947:98l* 630
4.9^7:98^630
Piusrco
Depsitos em contas comales
MONTE DESOCC'ORBO
Activo
Emprestimos sobe penhores 113:39 4716
Movis 6:126*627
Apolicesd H'vidipDolica do Estado 1:000*000
Despezas geraes
aula i tj
Caixa econmica c/ le deposito
Caixa
Pamto
Capital
Saldo < de penhores vendidos em
leilao
Sal'iu ue pendores prescriptos
Lucros e perdas
Juro i
2i:77i#tJto
6:4K3o.l->
2:161*761)
890*3 0
155:03 !*5S3
111:066*911
9:89fi*692
H7*8.iO
24:1^5*011
s.: 753* 160
133:03'23
S. E. & O.
Pcunambuco, 6 de Novembro de 1894.
O gerente,
Felino 0. Ferr-ira Coelbo.
MLlSUOfS 1 .fEDISI
VISiniANA
EPHEMERIDES LYR6CAS
7 do Novembro
1902 Canta-se em Pars a opera Tuucredo
de Campra.
1868 Entra em cera no theatro Carignano,
(JaTurim, a opera .G.i Artisli alia llera io
.aaesjro Piusut'i.
Junta tumarrrial da Bealfe
ACTA DA SESSA > DE 23 DE OUTBURO DE
1894
PRESIDENCIA DO SR. DBPOTADO COMMK.1DADOB JOA-
QUIM LOPES MACHADO
Secretario Dr. Joaqun Tneotomo Soaret de
Avellar
As 10 : oras da mauua foi aberta a ses>ao.
acbandoae presentes os 8rs. depotados Figoei-
redo, Gorgel do Amara.l e Parate Vianoa, lai
lanoo com pni:ipa(a a^Sr. depulalo Ollveira
Basio.
Procedida a leitura da acta da sessao aotece-
leute, a qual fji appro ala pas.-ou se a tomar
con&esimemo do segoime
Expediente
OfBcios:
Da Junta Commercial do E-tado de S. Paalo
com aata de 10 Jo crreme, ".remetiendo a rea
gao dos commerciaotes matriculados na.mesma
unta ao 2- trimestre oeste auno RispuaJa-
se e arcbve-se.
Da Junta coa Correctores, de 22 do floente
enviando o bolet m das cota^Oes effectoadas da-
; ante a semana de 15 a 20. Para o archivo.
Foram apreieutaaos i rubrica os seguintes
livroa:
Diario da Companhlaladostrial Commereio de
Estiva.
Copiado' de H. Borle e Comp.
dem de Goncatves k Barres.
Tiveram despachos as seguintes
Pe.ijOes:
D- Joo GjnclM Ciimbra, toz\i) liqaidata-
no da exmela Arma J.ao Gjn(aives Goimbra e
i.omp., para o arcbvamenio ue sea dieiracto
social.Seja archivado.
D Amo iio Marques de Amorim, corrector
flesia pr*c. para o regutro do conbecimenio
do seo imposto prossional, relativo ao 2- se
mesire do ejercicio crreme. Registre ae.
De Jjaqom da Cosa Mala e Silva para regia
tro da tscnpiurfcSj ante-nopcial que junta. -
Regis'.re-se e powiqoe se.
0 Sr. presidente dea setnela a jauta de que,
em deferimenio ao que Ibe reqaerera o ama-
noeose da respectiva secretaria, bacbarel Lua
Hudrigncs Vi.lares, enea uiubtu, em data de 23
do crente, ao Exm. Sr. Dr. governador do
Estado, devidameate informada a pe'.igao em
que aqoelle empregado solicita ama liceofia de
rer mezea para tratar de za sanie onda lbe
Convier.
E nada maia baveoda a tratar-se o Sr. presi
denie eneerra a seselo 4s 11 1|2 horas.
O siipposto conlrabaiido
Anda vibra lateosameote no espirito publico
a noticia de um contraban lo de armas e munl-
cOes, destinadas ao goveru do Estado, du ac-
cordo com a inspectora da Alfandega.
Aquellos que tem urna noco exacta sobre o
mechanismo peculiar a um i repartigo aduanei-
ra comprehendem ao primeiro golpe de vista a
impossibilidade material de contrabandear se
mercadoria daquella natureza, quer venha em
vapor de longo curso, quer navegue por cabota-
gem.
Com efelo. comprehende-se um contrabando
de joias ou pedras preciosas, acondicionadas
em urna caizinha que fcilmente se oceulta, de-
fraudada nesse caso a renda publica em alta
somma, vislo a elevada taxa que, segundo a ta-
rifa, pagam aquelles artigos, u anda o contra
bando de sedas, cautelosamente escondidos em
fundos falsos; mas tentar-se Iludir a flscalisa-
cSo, desembarcando, s-m as formalidades do
despacho, regularmente processado, mercado-
ras que por 8eu volume e peso despertara for
cosamente a attencao, certaraente tarefa que
uiii-.'U-'ni se lembra de tomar aoa hombro>
Releva ponderar atada que as companhias de
vapores, que gozam lavores concedidos pelogo-
verno. por sua vez, a interesse de ordem algum i
cederiain para carregar a gravissima responsu-
bilidade do contrabando, equiparado pela nossa
legtslacao fiscal ao crime de moeda falsa ; so-
bretodo tratando-se de petreclios bellicos, a
respeiio dos quaes sabidamente existem ordeas
teuninantts e rigorosas do governo federal.
Admittida, porm, s por amor argumenta-
gao a hypothesa de contrabando, os responsa-
veis pnncipaes seriam o guarda-mr e os seus
ajudante8 do servico externo, quando fossem il-
ludidas as vistas dos postos Hscaes, sob sua
immeaiata direceo e engaada a vigilancia das
suas rondas.
Mas, aquel le alto funecionario da Alfandega,
alias amigo notorio do Sr. Dr. Martins Jnnior,
cujas aspirayes no poJera encontrar espago
no horisonte da pollticagem estadoal, eviden-
te que oao tomara o comprora s.-o de atar um
por um, os los de urna vasta cadeia de solida-
rie lade criminosa, pois que ao sea crime teria
forgosamente de associar guardas, marinhei-
ros, etc.
V-se, pois, quanto absurda a presumpgao
de um contrabando de armas e municOes.
Eliminada a circumstanca da clandestinida-
de caracterstica daquelle delicio, resta a hrpo-
tbese de havar a mercadoria transitado para es-
te Estado, devidamenie manifestada.
Nao disentiremos, porm, essa hypothese, na
qual alias nao poderia existir nem sombra de
criminalidade, porquanlo, das minuciosas pos-
quizas realizadas na Alfandega, com plena ac-
quiescencia e collaboragao do respectivo inspe-
ctor pelo Ilustre commandante interino de
districto, o Sr. coronel Medeiros licou claramen-
te pulverisada a calumnia propalada pelo espi-
rito irefego da baixa poltica, que planeja pro-
du/.ir eifeito na Cap tal Federal para os oais
indignos e reprebensives intuitos.
A ti nal, o que permanece de p?
Aquillo que tara o direito do viver, e que se
impoe ao respeito de todos: a saber, a con-
scieucia tranquilla no curaphmento do dever,
A verdade.
Isto nSo teu. T leste esta Bonita tirada erj
um livrode Tobas Barreno onde vera esta cita.
gao- de Jeorges Brandes: 3e a lgica pene-
trasse no fundo de todos os errse prejuizot,
de que se outre a oeiedade,.fara o mesmo ser-
vico, que poder lazar um touro oratio, entrando
em m armasen de vidros.*
Achaste isto bonito e trasladaste como pro-
prus as palavras do iltostre dinaraarquez, aio
te lembraras que te dispondo a tomar o meu
norae, eu estara, ex-vi de minh autoridade
paterna sobra ti, de chicote era ppaho, para fa-
zer murchar-te as orelhas por esse flagrante de-
licio.de filanga
Toma vepgonha Ruv e procuca outro que quei-
ra te perfllbar.
Livra!
Recife, 6 da Novembro de 1894.
. Clarkson.
Ao partido ropublioaao do
Estado
Declro quo sou solidario com o Directori-)
Central do partido republicano quo se organ -
son nesta Cidade no dia 5 do raez de Sete:nbro
ultimo em reaaiao daquelle partido convocada
pela patritica raaioria do antigo Directorio do
m-'smo partido e bera assira que astou aulorisa-
do pelos prestigiosos membros do Dartilo repu
blieano de ao Jos do Egypto abaixo declara
dos a tornar publico que elb-s, desapprovando a
conducta poltica d> Cilado Dr. Jos Isidori
Martins Jnior no seio do antigo Directorio,
tambem So solidarios cora o mencionado iJi
rectorio Central ao qual prestara todo o apoio.
Coramigo e com os araig js aciraa menciona-
dos seacham identificados quasi tolos os meir-
bros do partido republican de So Jos do
Egvpto.
Eis os nomes dos amigas a que cima me ra*
flro:
CapHSo Victorino Jos Nunes.
Joo Leite do Nascimento.
Vctor Jos Baptista.
Joaquim da Silva Gabazo.
Benedicto de Mario Lima.
Francisco Josa Pereira.
Vicente Ferreira da Costa.
Francisco Joaquim Pereira.
Joao Capristano Leile de Andrade.
Pedro de Souza Leite.
Abilio de Souza Leite.
Capitao Antonio Benlo Leite de Andrad.
Ignacio Joiqoim Patriota.
Avelioo Ferreira Leite.
Recife, 3 de Novembro da 1894.
Jua/juim du Nascimentj Ferreira Leite.
------^2
Corrigenda
A carta publicada no Diario de hontem, di-
rigida ao Presidente e mai .membro* do Din--
ciorio do Partido Republicano veio, por erro de
coraposigao, assignada por Manoel Jos de Amo-
rim em lugar de Manoel Jos de Araujo.
lilo.ia de
Joii
Ao publico
No Jornal do Recife de 21 do cr-
reme deparet com um longa artigo
aaaignaao pelo capito Antonio Eus-
taquio de Albuquerque Pinto, no
qual S. S., orcupando-3e maliciosa,-
inente de meu nome, procurou or-
nar-me responsavel as lamentaveis
oceurrencias havidas emlCh de Ale-
gra.
comprehendendo logo, corno confee-
sa^que a nomea^o de um individuo
residente tres leguas distante, (so
duas-) da sede do municipio, na pop-*
toara do seu engenho s visa va o fim
poltico de arredar seus -elementos,
para qu,e a approvou ? Para que foi
fraco o Sr. Proferto 1
E' que S. S. sabia que nao perda
elemento algum, porque nao o tem, e
s por vaidade, o falta do bom sonso,
affirmou conseguir em duas eleices
seguidas votaco unnime em Ale-
gfi i, quando na primeira, a da sua
oleico, nosabstivomos, e na segunda
o b te ve em todo municipio votafo in-
ferior'ao numero de oleitores da sec-
cao de Alegra, sendo preciso que a
acta fosse lavrada ojto ou dez dias
depois, aflm de dar tempo ao livro de
assignaturas percorror o municipio,
o ser assgnado por eleitores, que nao
compareceram a eleico feita, e por
muitos que nunca .foram eleitores.
Como.conseguio o Sr. Prefeito em
to pouco tempo porque vivia de sua
agricultura, tanta importancia pol-
tica E' m verdadeiro Folisardo ?...
E' que S. S por sua mansido, cor-
dura, e maneiras lhanas, foi sempre
um. penlwr de ordem e traitquilidade no
seio da familia glorense.
A prisao do Jus Joaquim da Silva
e das testemunhas que juravam etn
audiencia do Juiz de Diroito em exer-
cicio no dia 15 de Dozembro do auno
passado acerca de urna manutencu
de propriedado que requecera o mes-
mo Jos Joaquim perturbado pelo
Sub-Prefeito, sou compadre e amigo
ficando por ess i occasi j suspensa a
audiencia, e em estado de o sitio o
Juiz de Direito, os advogados doCon-
selho Municipal e oda parte, e diver-
sas outras pessoas do povo:
O espancamentode Quaresma Sal
e Cosme Daraio, conduzidos da ca-
deia desta cidade ao seu engenho, e

SPORT
Hippruaao 4o campa wranae
Eis a tascriacSo para a corrida em solemnisa
cu ao auoivercario deaie d'esse Hippodromc,
qoe realitar-se ba em 11 do cor ente :
!. Paree AnoiversarioS.000 metro Pe-
laoo, Cansors. Tndo Aveuiartlro, Bismarrk.
iacrity, Torco !
Mea fllho! Halo.
O Ruy da Gazeta, o idiota das Cascas de Nozes
que diariamente abusa da paciencia do leitor
tartamudeando tantas sandices, assigna-se agora
Clarkson 2." I
Mas, meu bobo Ruy, o autor destas linhas nao
est, disposlo e era pode perfilhar-te.
Procura na espelunca do vicio em que te edu-
castes aquelle que te deva reconhecer como fl-
lho e se nao foras bastante feliz para isto conse-
guir, contina, meu estpido Ruv, a usar este
teu nome que recebeste na pia do baplism > par-
tidario e nao te des a importancia de pretender
ter um pae como Clarkson.
T me calumnias, e eu protesto cora todas as
forcas. juro batendo com urna pedra nos peitos
que absolutamente no conheci aquella que te
sacudi nesse lodagal em que te chafurdas.
Ruy de urna liga, s ladino e estradeiro, pre-
paras a tua posigao futura e agarras Clarkson
julgando-o tao tolo que caa assim na tua arma-
dilha.
Nao, Ruj de mil demonios nao sou teu pae ;
nunca penetrei no alcouce em que vives para te
suppores com motivo de me aitribuir urna cousa
tao abominavel. Nao sou tao nescio para adoptar
por fllho qualquer cao leproso e vadio que se
arrasta rabugento pela lama.
Agora,'meu pobre Ruy, vou ts dar um conse-
Itio, nao de pae, nao, mil vezes nao, porque eu
nao tenho fllho que se pareca comtigo, e faco
um juramento solemne que i;so nao passa de
urna cilada. de urna audaciosa calumnia tua.
Quero te dizer que leus licenga de deitar o teu
gosmado dia a dia, de escoucear livremente
nesse tremedal, mas, por Deas, meu cabeca de
vento, nao copies nunca pensameoto e palavras
de outrem I
Olha, meu parvo Ruy, t comparasles na tua
babuzeira de hontem o emrito Governador do
Estado a um toiro bravo n'um armasem de vi-
drost
No proposito de nao entreter dis-
cusso pela imprensa, eu nao res-
pondera ao Sr. capitao, se por aca-
so nao tivesse S. S., despojando-ss
dos sentimentos de um homem da
bem, assignado um artigo repleto de
inverdades offensivas, que nao de-
vom ficar sem cjntestaco.
Sena querer fallar do bem publico
quo diz ter procurado promover no
cargo do prefeito, (que ha muito tem-
po abandonou) porque seria doloroso
descrever o estado do municipio, nj
posso deixar de reconhecer as garan-
tios offerecidas a todos inclusive o tal in-
formante-. A quem offdreceu 8. S. ga-
rantas i A quem 1 Recebemos, e
jamis esqueceremps, da parte do
Sr prefeito no curto espaco de seu
governo, muitas e repetidas violen-
cias.
E' assm que praticara, logo depois
de eleito, aquellas celebres escara-
mucas pelo municipio, e ras desta
cidade, aeompanhado de doze capan-
gas, ac vallos em cangalhas, e ar-
mados de bacamarte, pretendendo
at invadir a casa de minha residen-
cia para expellir della amigos que
commigo estavam o que deixoudei
effectuar por conselho de um seu
meu amigo, cujo nome nao quero de-
clinar.
Nao se recorda que no dia 12 de
Agosto proprio passado invadir a
casa do delegad > Antonio Atheliano,
em dia de fetra em Cha de Alegra,
aeompanhado -de criminosos e mora-
dores do seu engenho com o fim de
desacatal-o, affirmando publicamen-
te quo moradores seus nao seriara
presos, ainda mesmo quando Iprati-
cassem assassinatos, estando no go-
verno o Dr. Barbosa Lima, sem res-
peitar aquella mesma autoridade,
que diz e nao prova, que fra nomea-
da com a sua approvaco na mel/ior dea
f, e por um accordo com pessoa au-
torisada pelo oonselheiro Rosa e Sil-
va, com o fim de congregar os meus
elementos polticos i
E' assim que se quer fazer harmo-
na desojada e recoinmendada 1
Quando foi que S. S approvou a
nomeaco do delegado Atheliano ?
Nunca.
O facto da nomeaco deu-se do so-
guinte modo; Estava no Recife no dia
14 de Junho prximo passado, e as 10
12 horada manhaconversava comum
collega, na antiga praca da Indepen-
dencia, quando se approximaram de
mim Antonio Atheliano e Joao Pe-
reira de Aquino, moradores em
Alegra, e me narraram que na noite
anterior se dera um grande barulho,
que vinham pedir providencias ern
vista da falta de polica e perigo em
que estsvam que eu os auxiliasse no
sentido de serem nomeados autorida-
des policiaes. Calmo como estava
disse-lhes que nao tinha a quem
apresentar para autoridades, porque,
se acaso o podesse fazer, s poder.a
ter lugar depois de ouvir os no-
meandos.
A' estas palavras respondeu Athe-
liano :Na situaco em que nos
achams, apezar de ahorrecer cargos
policiaes, aceitarei a nomeaco de
delegado.
lmmediatamente com elles fui a ca-
sa de um amigo, que os mandou ao
Dr. Questor com um carto, e as 2
horas da tarde do mesmo dia estava
Atheliano nomeado e juramentado.
Onde a consulta? Onde a approva-
c&o?
E 39 S. S. approva dita nomeaco,
alli surrados atados a urna arvore,
Jacto este para *o qual o Dr. Juiz de
Direito, nos autos em despacho de
pronuncia chamava a attencao do
Dr. Promotor Publico:
A soltura de Jos Jacob, seu mora-
dor, preso pelo Delegado, por haver
roubado urna casa na propriedade do
engenho Souto Maior, e apanhado
com parte do roubo, que foi indern-
nisado totalmente pelo Prefeito, d-
zendo que assim proceda para fazer
desapparecer o crime: a soltura de
Jos Gomes, preso em flagrante pelo
Delegado, quando espancava brba-
ramente a um individuo, sendo para
isso conduzido da cadeia publica ao
seu engenho : o comparec me uto de
S. S ao logar Pao d'Arco, em casa
de Andr Lopes de Vasceucellos no
dia seguate ao assalto, que soffrera
este em sua casa, noite, sem moti-
vo, e quando resava o mez de Maio
com sua familia recebendo tiros-, e
sendo morto um seu irmo, com o
fim perverso de desti-uir toda familia,
tendo n'essa occasio quebrado as
portas e utensilios da casa de Miguel
Lipes, pae da victima, e esbordoado
a-Joo Lopes, tio do morto, que pran-
teava a morte do seu infeliz sobrinho,
como podem attestar o Dr. Cesario
Ribairo e capitao Manoel Tavares,
que se acharam tambem em verda-
deira situaco critica diante de ba-
camartes em pontarias:
A demisso do commandante do
destacamento municipal, no dia 11
de Setembro, por ter consentido que
as pracas municipaes requisitadas
pelo Delegado ao Juiz de districto,
nico competente para dispor d'el-
las, fossem Alegra por occasio da
feira: sao outras tantas provas da
paz, ordem e tranquilidade dispensadas [
familia glorense, pelo benemrito Pre-
feito, que assim procede por sugestdo,
por que se assim nao fosse nao toria
affirmado que s depois de 30 de Se-
tembro negara forca ao Delegado,
que nunca Ih'a pedir, por nao reco-
nhecer em si competencia para se in-
gerir em negocios policiaes, apesar
de querer exercer todas as attribui-
ces.
Lendo o artigo assignado pelo Sr.
Prefeito nao pude deixar de lamentar
o desprestigio em que cabio perante
a opinio publica sensata, assumin-
do a paternidade de tantas inverda-
des; e entre todas a que mais se con-
tristou, porque revela o cynismo mais
vergonhoso, a aleivosia mais perver-
sa, foi dizer S. S que no dia l. do
corrente me achava no povoado de
Alegra frente de um reforco, que
levava, e quo lho mandara pedir paz
por intermedio do Dr. Fiacrio de Oli-
veira, digno promotor publico doste
municipio.
Sr. Prefeito, eu o considerava um
homem de muita coragem, copaz mes-
mo de todas as coragens ; mas nao o
considerava um calumniador tao bai-
xo, como se revelou, affirmando um
facto que s urna imaginacao pertur-
bada o poderia conceber em seus de-
lirios. Pedir paz aeompanhado de um
reforco!...
S de um louco? ..
Na noite d 30 de Setembro ultimo
derramou-se nesta cidade a noticia de
que o grupo de Palhetas, engenho do
Prefeito, invadir a faira de Alegra,
travara lucta, e que dois individuos-
entre outras ferida ficavam a expi-
rar.
Mas tarde um officio do delegado
communicava ao Dr Promotor as
oceurencias lamentaveis, e pedia ao
mesmo tempa quelhe fornecesse al-
guma garanta, porque era avisaio
deque o prefeito reuna gente em
seu engenho para vir a Alegra com
fins sinistros.
f Era tarde, o Dr. Promotor nenhu-
ma providencia pode dar de prom-
pto, porque alm da hora, o destaca-
mento municipal n'esse dia s com-
punha de tres soldados, que guar-
davo a cadeia.
Nessa occasio combinamos ir no
dia seguinte ao logar do conflicto, e
empregar o mximo esforco para
acalmar os nimos, e faiier terminar
o estado afflictivo d'aquella popula-
co sobresaltada.
De facto assim o fizemos, e che
gando ao povoado, que ainda se -con-,
serva va agitado, enoontramosidois
homens faridos, um d'elles quasi
morto, mas que admiravelmente es-
tao quasi alvos, e os outros feridoa
8oubemos,. haviao. procurado o en-
genho Palhetas, onde moravo.
(Quem eseondeo os feridos, Sr. pre-
feito.) r
Em seguida f^mos a casa do juiz
de districto, e quando tratava-sa das>
oceurencias, eis que chega um ho-
rnera das partes de Palhetas, e nos
rocommend. que acautellassemos,
porque o capitao reunir gante e
seguir para Alegra. Dada esta no-
ticia resolvemos, eu e o Promotor, in
a Palhetas, afim da evitarmos a en-
trada de tal reforco no povoado, o
quesera urna verdadeira calamida-
de. Nesta nossa resolucao fomos
acompanhados pelo juiz de districto
que so offeresceo para ir comnoeoo,
e quando tamos seguir, fui interrom-
pido por aigumas pessoas, que pe-
dio-me que absolutamente nao fos-
se, porque poda acontecer que o tal
homem me recebesso mal, e assim
se agravara cada vez mais a situa-
co.
Nenhum motivo tinha para su-ppor
urna m recepcao ; mas forao tantas
as considerares, que resolv ficar no
povoado, segundo o Dr. Promotor
publico e juiz de districto, que vol*
tando, garantiro que o homem nao
viria ao povoado, e assim forao paci-
ficados os nimos.
Eis a historia.
E o meo reforco, quem d noticia
delle ? O reforco, Sr. Eustaquio, es-
tava em Palhetas, E' l onde se
costuraa guardar reforco ; l onde
nao se poderia c/eegar aos batales sem en-
contrar o termo fatal; l onde se congre-
gario amigos dedicados,onde nao se poderia
cliegar sem pisar sobre os cadveres dos
mesmos.
O meu reforco ? s se estava no ce-
miterio e nao me pode acompanhar
porque dorma
Nao, Sr. Eustaquio, eu tinha um
reforco, que me acompanhava, era
um reforco moral, que nao .teme
diante da dynamite, e das afamadas
espingardas de 16 tiros do Sr. capito
Eustaquio pela certeza que me d
esso mesmo reforco de que o capitao
as possue para offonder a um inerme
sacerdote, que nunca o offendeo.
O mesmo reforco consista na au-
sencia, na separaco completa de
homens turbulentos e affeitos ao
crime, e esse reforco me .tornava
mais forte do qua S. S. pois estou cer-
to de que nao encontrara no meo um
traidor, quando S. S. s j poder en-
contrar nos seus inimigos.seiio hoie,
atnanha, inimigos a quem nao pode-
r evitar, porque sao outras tantas
testemunhas de sua vida.
O meu reforgo estava na conviccao
plena de que resido no meio de um
povo amigo, e dirijo ui paro-
chia de bons crentes, e dos quaes
s tenho provas da maior dedicago
da mais completa estima.
Entretanto, ao passo que ;na ima-
ginacao do Prefeito se representava
um reforco fazendo exercicio de fogo
um outro phantasma perturbava o
seu espirito, e era a noticia de que
a panellinlia estava forjando um inqueri-
rito clandestino e mentiroso. Aqui
que vem a proposito dizer-se (Ah !
tartufos !)
Quando em tPalhetas se forgica-
va um inquerito clandestino e men-
tiroso, presidido por um advogado
pratico na materia, fazendo-se auto de
corpo de delicio na pessoa de Jos
Querino, que l nao fra, muda-se
os papis, e se attribue este procedi-
mento a uma imaginaria panelli-
nha !...
Esta s de um Lavedano A prova
exigida pelo Sr. Prefeito logo ser
dada por quem direito.
Devo concluir e vou affirmar ao
publico que a noticia d'aqui trans-
mettida sobre a invaso da casa do
delegado no dia 12 de Agosto pelo
Prefeito frente de um grupo de mo-
radores e criminosos, e sobre as
repetidas invases deste povoado at
os tristissimos conflitos de 30 de Se-
tembro, verdadeira ; e por isso pe-
dia-se urnas pracas policiaes, que es-
tacionassem em Alegra, na certeza
do que somonte a presenca d'ellas
faria recuar o prefeito e sua gente,
porque contra ella elle nao resistira,
como sabamos, e elle confessa, ape-
zar da ostontacao vaidosa de que nao
pede garanta pois tem elementos, (e que
elementos l)para garantirse.
Conclue S. S. pedindo a demisso
de delegado Atheliano.
E' realmente de murta vantagem
para o Sr. Prefeito, se assim aconte-
cer.Sua gente continuar impvi-
da a commetter desatinos ; a popu-
lacao vivera assustada, e offendtda
em seus direitos ; e Atheliano nada
perder, porque tendo, como delega-
pe, resistido as suas violencias, so-
mente como auxilio de seus bonse
leaes amigos, estes por certo nao o
abandonaro, quando em qualquer
tempo for agredido.
At aqui tenho fallado como um
homem torpemente calumniado, e
que foi perante o publico defender-se;
mas agora vou fallar como um paro-
dio deve fallar a um seu oarochiano,
quo por vertigem se arreda do ver-
dadeiro caminho. Sr. capito- Eus-
taquio, para que nao deixe essa va-
lenta ? ella nenhum proveito Ihe d
pelo contrario o abate perante seus
concidadaos. Para que nao vive
bem comnosco que estamos dispos-
tos a perdoar-lhe as offensas ?
Para que se est intrigando com
pessoas, que nunca foro suas ini-
migas, a quem tecera dias antes tan-
tos elogios,por amor essa gente qua
somonte o pode desprestigiar ?.
Nao sabe que somonte as boasac-
ces podem elevar no conceito pu-
blico, p )rque sao ellas verdadeiros
quadres que adornan o templada
immortalidade,
rosm
i
!


'
i
.



1
1
""^B


'"

II
V


Piarlo te Pernambwco Unarta-feira 9^ Movomliro de lftQ-4
Deixe-se disso, Sr. capitao, reflicta
e nao aooeite conselhos. de pessoas
mal intencionadas, e que m tudo
isam somonte um interesse desgra-
"cSnsidere que ja nao tem razao de
ser esso prestigie adquendo por ha-
camaris e dynamite, e que o verda-
dero prestigio deve nascer da forca
moral, porque somonte este dura-
doiro. .
Diz a tradiQao que sempre que al-
guem se arvora em valentao, e quan-
do tem enchido a medida de suas
glorias, apparece um amarello, que
o desbanca; tenha medo do amarel-
lo, Sr. capito.
Tome o meu oonselho, se quiser,
porque nao mais voltarei a respon-
der-lhe, nao s porque nao quero
eoncorrer para que o abuso de con-
fianza continu a explorar a sua sim-
plicidad,., affirmando que d'aqui se-
guir a seguinte noticia* um celebre
Eustaquio a frente de um grupo de crimi-
nosos atacou o povoculo Cha de Alegra,
fazendo nortes etc quando tudo sso
falso, como se pode ver do Diario
de 9 do corrente; como tambem, e
principalmente, por que a um pro-
fundo silencio me obriga a candada,
que devo ter para com o meu prxi-
mo, quando se trata de fallar de.seus
defeitos. ,**__. i
Gloria do Goita, 26 de Outubro de
1891 *
Vigario, JoSo da Costa Bezerra de
Carvalho. _^___^^_
l mu proposta sni generis
Por occasi&o da chegada do tribu-
no fachineiro da ilha das Cobras um
xembro proeminent da grey propoz
em discurso-brinde, levantado no bo-
do que teve lugar no Poco, que o
partido autonomista constituisse urna
commissao ou cousa equivalente que
servisse para estar de guarda s pre-
tenc5es desarrazoadas, aquilatando
do mrito de cada um dos correligio-
narios quando estes tivessem tal ou
tal pretencao. .
Aida comeffaito, alem de Sm
generis, de consequencias salutares
nao s para o partido, como para a
patria.
Em verdade, diversas consequen-
cias podem-se tirar do principio esta-
belecido ; e entre outros resalta logo
e logo o chime que roe osse membro
proerninente do partido.
Urna commissao executiva, que
julgue do mrito dos correligiona-
rios !...
Perfeitamente. O autor da propos-
ta creado e educado no principio da
rodinha de ferro 'A \Provincia, na
qual s entram os ntimos e que te-
nham prestado sorvicos muito pes-
aoaes aos cbefes, ou os que se sub-
mettem aos gritos e manifestacos
nevroticas de um dispaptico selec-
cionado dessa roda, procura hoje
fazer valer os seus servidos reaes,
com a creacao da tal commissao,
serv.cos que podem ser esquecidos.
Despeito ouciume?
Mas outras e outras consequencias
podemos tirar e se nao fra o feti-
chismo que assoberba os que acom-
panham o grande tribuno, obliterando
at a razo, nos passariamos a de-
monstrar quo resultantes adviriam
si, com effeito, se realizar a creacao
de urna tal commissao.
ErJre outras scenas a que teamos
de assistir, citaremos urna para ex-
emplo : Imagine-se que se tratava
da nomeacao do commandante do
corpo de poiicia, (j se v com ellos
de cima, senhores do^governo; quod
Deus avcrtat.) O chai* fachineiro apre-
sentaria o seu Paula Mafra, mesmo
por sentimento de gratido por elle
o ter livrado algumas vezes de vasar
o cubo ; mas o outro, o fuj'o, que
quera remunerar servicos outros
apresentaria o Ricardo.
A tal commissao teriade pezar o
valor de cada proposta e um dos
dous teria de ficar derrotado paran-
te ella. Quo oonsequenciai viriam
d'ahi i Que soluco apparoceria para
resolver a criso 1 A creacao de dous
corpos de polica para contentar a
amos? Essa nao aceitavel, por
que a coherencia poltica se opporia a qne
facam amanlid o que lio je es too condem-
nando Ficar accommodado e resi-
gnado o que fr vencido .. t
lsto, porm, comprehende-se que
supportavel urna, duas, tres vezes,
mas nfto sempre, mxime si o candi-
dato derrotado fr o ofujao,
Nao ha duvida, a idea da tal com-
missao para pezar o mrito das pre
tences magnifica ; mas pelos bjn-
tinhos do Jos Maria e pelas missas
rosadas e cantadas em acco de gra-
cas pela volta gloriosa do revoltoso,
comecem desde j o trabalho para to-
r un tempo de fixar as posices e mes-
o os dubios se decidam
CiMCI
Boif a Commerclsl de Peruam-
bnc*
B3TAQOBS OFFICUS D. JUSTADOS CO*RTORIS
i-raa i Keafe, 6 ie Novembro de 1*94
Nao bou ve coujao.
0 presidente
Agcr' Pinta ae Lmos.
O secretarlo
4310B10 Leonardo Roirigie*.
Caeablo
Praca do Rc fe
Os Bancos inlci>ram ooje soafi ooeracSes a 11
5i8 soore Londres a 90 mas, coutiooando vigo
ra esta taza durante o dia.sem qne apparacea-
jera tomadores.
Letras paiticolare loram procuradas, a lt !
,4d.. _
Jotace de gneros
J*aro o agnaUtor
Aaiucar
fejnaa por 15 kilo. 64600 a
Criftailsado por 15 kilos 64* 0 a
Branco, ideo dem. ... 6*00.) a
Somenoa, dem, dem 44U00 a
ascavado, dem, dem. 3*000 a
Bruto seceos dem dem l**l*J a
lroio melado, iceuo, dem. 14700 a
Relame, dem, dem 14390 a
mo para qne
logo.
Vamos, que venha a commissao
com a sua balanca, Nos d'aqui ire-
mos para facilitar o trabalho, indi
cando os candidatos e os lugares.
Anda podemos fazer mais, iremos
apresentando as credenciaes com quo
cada um vai munido.
Abri os olhos, oh almas obceca-
das de Pernambucanos. Deixai o
vosso fetilho.
Chamaivossa razao para analysar
os actos que se nos apresentarn.
Crde, mas depois de estuaoje depois
do acurada demora sobre os factos
que se foram e sobre os que pasaam.
Crde, sim, mas como seres pensan-
tes o nac como meras machinas.
Sede christaos e nao mahometanos.
Clovis.
6*80-1
6*71-0
7**0
4*300
3*300
2*400
242C0
1*700
Algodo
negociado a 11*300 por 15 kilos.
iool
Par pifa de 480 litros 245* veoi.
Huartf
Por pipa ie 480 litros 135* venda.
Cnroc
Seceos salgados na base de 1! kilos 660 rie
Ml<
Verdes a 400 ris, norcinU-
Caraauba
Cota-Be a 20* por 15 Kilos.
.1 )
Nao b.
TABELLA DAS ENTRADAS DE AS-
SCAR E ALQODaO
Mez de Noveaibro
Barcacas.....
Taporea.....
Aoimaes.....
gairada de Ferro CeoUai.
Iiem de S. Francisca.
dem do Llmoelro.
S urnaio.....
Das
1 a i
1 a
1 a
1 a
I a

Assn-
car
Ago
dio
Sacro* Saccae
45001
398
4898
importado
Liverpool p Lisboa, vapor iaglea Marlner,
tntrado em 17 do correte e cooaignado a BU-
ckboro C.
Carga de Livprpool
Arroa 50 sscc-s a Frafc- R Ua 4 C. 50 a Per
lelra Rodngoes (se C, 50 a Silva Marqoes & C ,
SO a Pereira de Carvalbo 4t C.
Amoairas 6 volomes a di'rsov.
Barrilno 85 tambores a J. S. Senas, 50 a Saa-
oa A'ojo 4 C.
Barr* de ferro 4J7Mxm a Albioo Silva & G.
103 a W, HalIHer k C. 50 e 411 barras a A.
31. de Sonta, 50e 61 a Mi-anda 4 Soma.
Balates 64 caixaa a A. T<>r-M.
Bisootos 3 cajxas a o dem, 6 a Carvalbo & C
Cavada 3 harneas a J. Rodrigues 4 O-
Cimento 500 barricas ord-m.
Cidr.1 200 calas a Companina de Eetiva.
Calcados 3 caixoes a J. Lola de de OUveiri,
i a Manoel de Barros Cavalcaote, 1 a Cesar L >-
oes & C. ,
Chapos I caixSo a P. R. d;i Silva.
Chombo 69 barrrii l A. P. di Silva 4 C.
Cenea 20 canas a Fraga 11 ictu & li., 15 a
O. de Gasmao.
CO 27 canas a Companhia de E-i.iva, 9 a
ornem.
E^xofr 20 barrlcs a Miranda 4 Soma.
Kat .T.io l i barr as a A. do Carvalbo 4 C.
Estopa, 63 fardo t a o-"en.
Formaa n-r assncar 24 volomes a Cardoso
4 I-caos, 2 aoi berdeiroa Bomwaan.
Ferragrn- 4 volaies i. Rjangaes 4 C .112
a A. K da S Iva 4 C, 686 a ..Inino Silva 4 C,
t a A. di Carvalbo 4 C, 2 a Braga Castra, 1
a Cardozo 4 Imau, 8 a Vaoda 4 Soun. 4 a
Ohveira Bastos & C, 14 a W. Hil'idaj & C.
Fo 1 fardo a Mirouda fe Sooza, II W. H ii
lida; lt C.
Foihas de fe-ro 150 cal xas a A. P. da Silva 4
0., 50 a A. de Carvalbo 4 C.
GmeOra 25 calxas i ordem.
Junco 1 fexe a A. P. da Silva 4 C.
L 0(1 65 gigos e 1 barrica a 1. de Macede.
Quloia 26 calxas a Antonio Dnarte Carobiro
Vianoa,
Mernadorias 3 caixas i ordem. 21 a Toe or-
ibuD Braxilien Sogar Factorj, i a Brag> 4 Cas
tro, 2 a Fredenco 4 C. 2 a Companbia tfe Do
g*s, 1 G-eat Vest^rn of Bras I. 1 a F. Lanria
4 C. 1 a ordem 4 a Hiooel da Caoba Looo. 2
a. Maia e Silva 3 iu.de Gnsmao, 1 a Pedro
Antones & :.,(> Ramos 4 Gepfe-t.
Materlae? 60 v .lomes Compao lia P. de Io-
dastna e Meinoramenio, 51 a CoropanbU de Te-
culos Pdolisia, 30 a H G. Pereira Lima.
Oleo 20 barra a A. P. da Silva & C.
Prj'ii0j- 12 caixas a Salzer Kiuffiann 4 C
Pipas 162 a ordem.
Salitre 30 barricas a Miranda 4 Soma.
Tayas ae Ierro 15 a viuv de Uanoel dos Sao
tos Villaca.
T j .Ice para limpar facas 100 caixas a Com-
pannia de Estiva
Trapos 20 fardos ordem.
Te-iooh 5 i-aixas a a. Anorim 4 C, 10 a A.
de Brio 4 C, 29 a Brcel & C, 2 a rt oe Lar
vaib j & C. 28 a rt j lrigu-3 Lima C, 9 a Mal-
los Caminba 4 C 2 a Oomingjs Coelrio 4 Soa-
res, S'a Affooso Maia 4 C., 10 a Goncaives Cu-
aba 4 C-, 3 a Guerra Feroanaes & C.,3 a Gj
maraes Basios a. C, 4 a J. LouT'ixe'ra. 3 a.J.
Goccalves & C. 6 a A. Lopes 4 C. 13 a ordem,
8 a Macbado 4 Pereira I a Muller 4 C, JaN.
Maia fe C. 3 a Olalo Jardlm &. C, 2 a R. de
Carvalbo fe C.
Timas 2 velumes a A. de Carvalbo 4 C, 2
estada de ferro do Recite Caxang.
W.rky 10 caixas eos conslgnalarus, 50 a H.
Fle>cbe a ordem.
jVidros 19 voio-nes a i. Dias Moreira & C, 1
a J. Rodrigues, 203 a J. S. Amaral 4 C.
Carga d- Lisboa
Albos 20 canastras a Lop-s A biro 4 C 20
a Goedes de Araujo 4 F..bos, 30 a C. L'.ma
fe C.
Aieitonas 2 caixas a C. Lima e C.
B.iiaias 18 caixas aos mesmo, 100 a E. M. de
Barros.
Bagas 5 cixas a Goedes de Araujo e Fbos,
3 a Lops Albeiro e C-, 5 a ordem, 2 a Barbo-
sa, 2 a J. S. do Amaral.
Comioboe 10 si eco-- a Lopes Albeiro e C.
Ceblas 30 caixas a M. P.oio o Rodrigues, 35
a C. Lima e C
Fi usas 1 caixa a C Alves e G.
Ferrag^ns 18xaixas a A. Silva e C 12 a fia-
rse de Mallos Irmcs. 10 a C Lima e C, 7 a
Mirada a Sooxa.
F-ijio 150 saceos a Mendes Lima e C.
L vros I caixa a F. S. Q lioti., 1 a A. Gomes
da S v.
rre^os 44 barricas a Somes de Mattos I-maos,
9 a MiraDda e Sooza.
Pililos 19 caixas a O'dem.
ProvisOes 4 volu nes a J. Rodrigues Macieira.
Rosas 11 saceos a ordem.
Rosa-ios 1 caixa a Gomes de Maltes Irruios
Silpicoea 1 catxa a J. M. Sobrlnbo.
Ts idos para cbapoe 1 caixa a o*dem.
Vime 684 li>as a cidem, 200 a SlmOes e M -
randa.
Viobo 3 pipas e 5 barrio a Maooel Gircia. 6 e
60 i 'Joimhra Go' araei e Sobriobo. 4 a S. Bis-
ios b C, 12 a J. Ro irigoes Macieira, 50 e 50 cal-
xas a F. M. de Btrros. 96 a Companbia de Hs-
va, 50 a Guedes de Araujo e Ello os, 50 a Cos-
ta e C, 100 a J. Ferrelra de Carvalho e C.
Vapor inglex Clyde, entrado dos portos do
su) eno 28 e consignado a Aroorlm Irmaos e C.
Xirqoe 1.715 fardos a Pereira CarnelroeC,
1,7'*2 M. S. Ma a, 546 aos consignatarios.
Lfjgar ingles Flora, ntralo do Terra Nova,
id 17 e CQ-wigosdo a 81a kio/n & C.
Trocando
As paixOes cegam tanto, que os indivi-
daos, entregues a seus arrebatamentos re-
velara. segredos,que cuidadosamente gaar-
davam, proaaaciam phrases compronaat-
tedoras e incoa venientes, escrevem perio-
dos que se tornara assevera9io d'aquillo,
que nao passava de simples conjectura.
O Venancio, cujos dentes ferinos esto
sempre agujados para morder a vida de
seus semelhantes, exemplo vivo da hones-
tidade e da honra, jornalista delicado e
mor alisador, segundo tomo do Pereira,
que laurea a imprensa, fazehdo-a, subir
at onde chegou o seu Commercio mar-
cado ; o Venancio, em um momento de
co'era contra dos, poz na ra a historia,
que ninguem sabia os emprestimos que
o Z do Poco nos faria com prodigalida-
de e s mitos cheias.
N'aquelle tempo o chefe dos deleterios
nao possuia fortuna colossal, n osten-
tiva as vistas do povo o eeu sobarbo co-
che, tirado por fina parelha, que provoca
inveja, nao raoatrava populaja do Re-
cife a cabelleira, agitada pelo vento, cor
recto, orgulhoso, como aquellos governa-
dores romanos, que dopois de terem bu-
gado palos imposios e pela guerra a fortu-
na dos governados, deslumbravam, na
grande cidade, pelo luxo, que exhibiam,
pala magnificencia, oue oftuscava.
N'aquelle tempo eleera mais modesto,
era mais popular, finga melhor ser de-
mcrata, misturava-se com a plebe nos
carros de 2.- classe da ierro-va de Ca-
xang.
Hoje, porem, fidalgo, j na se con-
funde com os tristes mortaes nos trens d
Poco da Panella, tem muito dinheiro e
assim o Venancio poz a seu ssrvi^o a sua
penna, na cncina, na tenda de trabalho
do juiz do 7.
O Venancio nao rapaz que se psrea
por tolo ; se nao muito sabido, tambem
nao deixade ouvir, aUentamente, a voz
do interesse, que lha falla alto.
E' bem pago.
Ora, at onde arrastam as indiscric5es !
pois a Provincia nSo affirmou que o go-
vernador tinha recabido armamento, me-
tralhadoras e municao ?!
Mas como ? Por onde.?
Foi um segredo.
Aproveitando a ausencia d > psssoal na
Alfandega, no da de finados, (contou o
Venancio, a um barbado pr fessor, muito
em segredo, felizmente lobrigado por um
amigo), o Vendme, que pretende segu-
rar o emprego, pois, ja est acostumado
a chupar u osso da Capatazia e, assim,
quiz fazer um favors nho ao governa do
Estado, consinti que passasse o form-
davel contrabando, recebendo tambem,
como recompensa, um maco de contos,
aue lhe servirio de agradavel passa tempo.
E, francamente, a Provincia nao pode
ter muitas queixas do rom Vcndome,poB,
que este ainda deve conservar a lembran-
9a dos comprimentos amaveis que o illus
re Bico-Doce lhe fez, nos bons tempos,
em que a tanarebia era o goveruo e s
desordem a suprema lei.
Cicero.

Bacalbo 3000 oarncas e 160 meias ditas a
ordeoo.
Lugar ooroega ^Regabore. entrado dn Pa-
ou em 23 consignado a Noa Maia &. C.
G-axa 331 bar. icas e 1748 oexigas.
Fa-eilos 600 accos.
X.rqu- 22,707 arrooas a.s coasigaalarios.
Liii'T inglex looge^e entrado de TTa
Nova, e 24 e cousigoado a Jobas 00 P-1 & C
Bacaib.o 1920 barricas e 1930 melaa dias a
ordem.
Lar holUodei MargaretOa. eoi-a-lo i
Pelotas, em 25 e consignado a M. S. Maia.
F-r^llo 300 saceos.
^Xtrqu 14.4C0 arrobas aos coo3ignaiarios.
Hamburgo, lugar alleajio Bonito, ectrado
00 da 25 do oassado e cooaignado a Compaobia
le E-Uva.
cidos 3 caixas i Compaobia Agrcola Nacio-
nal.
Arrox 300 saceos aos consignatarios.
Barras de ferro 472 a A. Rod-igoes de Sonaa.
Ccminbos 20 saceos ao consignatario, 10 a Joa-
quioo Ferr6ira fe C.
C-n-lia 10 caixas a F.eneiredo Costa & C-,
10 a Joaqun Ferrara ae Carvalbo & C.
Cravos da Iadia 5 saceos a Figaei edo Cosa
& C.
Cerveja 40 caixas a Fa-ret-a Rodrigues & C.
35 a Castro Limos & C, 750 a consigaalaria,
50 a Joaqolro Ferreia de C '.meoio 100 barricas '- consigoaiana.
Esooletas 2 caixas a Francisco Lsuria & C,
3 a Gomes de Mallos Irmaos, 3 a J. R. da Fo->-
ca.
Ferra^eos 171 vo'ames a Francisco Lanria
& C.
Ge ebra 50 caixas a F.gueiredo Costa & C.
100 consigoa'.arla.
Garra lOes 1,500 me<>ma.
Miadezas 3 caixas a F. Lanria & C.
Fimeota 20 saceos a Figoelredo Costa & C,
5' cooxicnataria.
Papel 2,0J0 fardos meima. 1.CO0 a Joaqaim
Ferrelra de Carvalbo & .
bospbo'os 10 caisd-ia Ferrnira Rodrigues
& C, 20 a FUoelredo Cosa & G., 10 a Nonas
Kon8e.a & C, 10 a Fancisco Launa & C, 180
a coasigoataria, 40 a Gomes de Manos Irmaos.
Velas 100 caixas r. Castro Limos & C, 300 e
10 grades a consignaiarta, 10 a Flgaeiredo Cos-
ta & C.
Kiporfaco
Kecire, 6 de Novembro de 1894
Para o exterior
No vapor iDglez Mar; Aoaing, para New
Yoik ^arrezaram :
A. Xavier, 2,000 saceos coa 150,000 kilos de
assncar mascavado
J. Muzombo, 1,000 saceos com 75,000 kilos de
assocar masavado.
N. Cabaa 4 C, 300 saceos com 22,250 kilos de
assocar miscavado.
R. Seixat, t30 sacco3 com 9,70 kilos de
assacor mascavado
Para o leterior
No vapor a'lemo Amazona*, para San-
tos, carrega am :
M. F. Menezes, 1,824 chapeos de carnauba.
t. Williams 4 C, 65 fardos com 11,516 k.Us
de a'goo.
uompi'-b a de Estiva, 500 saceos com 30 000
kilos de aasnear mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregon :
L. A. da Costa, 11,000 coCjs fructa.
- No vapor ingles II. Prlnce, para Santos,
carregaram S
A. B. de Olivei-a, 1,000 saceos com 60,000
kilos de assucar mascavado.
M. Oliveira Mala. 1,000 saceos com 60,000 kilos
de assocar mascavado.
I. A. M. Sobriobo. 2,000 saceos com 110.000
kilos de assucar mascavado.
No blate Oeus te Goie, para Mossor,
carregon :
Comoaobia de Estiva, 10 caixas com 200 litros
de ira.
Na barcaca Aurora 2", pa-a Natal, car-
egaram :
T. Lapa 4 C 10 caixas com 450 kilos de
doce.
= barcaca Mlrlba, para Mamaogoape, car-
pgaraui:
Actor Goncalvos Pamploaa
Pela segunda vez repetio-se ante-hontem no
Thealro Sania Izabel o magnifico drama em 5
actos e 8 quadros intitlalo as Duas rphSs.
Foi urna agradabiiisslmn noite que nos propor-
cionou a Companhia Dramtica, pois livemos
oecasiao de mais urna vez applao tincia actriz Apolonia e ao talentoso o sympa
thico actor Goucalves Pamolona, que clectrisoo
a nossa platea, sendo por muitas vezes chamado
a scena e anplaudido com delirio. N'esse ponto
o uosso publico tem sido correcto, pois em
todas as pegas em que Pamplona tem tornado
parte, quer no Filho do Lavra lor, Moradinha
de Val Flor, Doido de Monte Maner a ante-
hootem as Duas 0rp'i5s tem andado de tal
forma que frenticos applausos te:u elle sabido
arrancar da platea, firmando bera alto os seus
crditos de primeiro galn. Fazemos votos para
que nos outros listados para onde brevemente
se dirige col ha o joven artista as mesmas glorias
que aqu soube to bom conquistar.
/. P.
LOTERA nacional
Kxtraccoes diarias intransf eriveis
m LISTAS NOS 3JBSM08D1AJS
NAO HA SERIESPREMIOS INTEGRAES
Lotera
Q 1.
V 11.a
R 2.
E 17.a
E 18.*
P 2.1
Grnelo Lotoria
a.

c
20:OOOS0O0 por gS00 hojo
20:000I0IX) lfiOO amanha
20.-000000 lSOO 9 de Novembro
l.":000?000 1 JJ800 10
15:0008000 800 12
24:000$000 3S800 13
5O0:O00SOOO 1G$000 22 Dezembro
O abaixo assignado declara aos seus
amigos que retira-se provisoriamente
para a Capital Federal, afim de tratar de
negocios particulares, o aproveita o en-
sejo para despedir-se dos amigos, de
quem nao poude receber pessoalmente
suas ordens, offerecendo a todos seus
exiguos prestimos, em quanto alli se
demorar.
Recife, 6 de Novembro de 1894.
Antonio Fer reir de Farias
i;5ooo^boo"
D-se esta quantia a quem j-rovar a
nao authenticidade da declararlo infra:
Ha mais de 5 annos que eu soffria
de um grave bronchite, havendo dias
de lanzar mais de iridia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forjas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Vci-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuado do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido ioao los Ze
bendo (Lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agente Companhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos. ^
Ao coiumprcio c no publico
Na Provincia de 3 do corrente, respon-
do ao artigo que sobre a firma Mauoel
Angeiras &c Gusmio em liquidadlo, pu-
blicou no mesmo jornal de 23 do mez ul-
timo o meu ex interessado.
Agora o cominercio e o publico que
mejulguem
Pre"-u9as, 4 de Novembro de 1894.
Manoel Francisco Angeiros.
Cltaamamas a attenco para osses novos importantsimos
plano da
mima mmmk
BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a proiptidao
NA
CASA DA FORTUNA
Martina Fiuza & C.
Tele^ratnm?F UZ A
Caixa i
jo CorreioI 55
P. AlVf-s A j., 4 accos cot 300 fc'loa de
car branco i dito com 75 d to ue dito
retinado.
S. C)rrvia C 10 bar r.ag rom 7150 Kilos (Je
agsucar reunido e 5 dilas com 375 diioa do dito
branco.
T. Lipa ft"C., 30 caixaa com 270 litros 4e
eeasbr*. \ ,
Na barcaca-JSarcei.lina, pira Porto Cilvo,
carregaram : .
Gaimara" t ValeotP, S10 eacos com nnoba
de manr.j.'a.
Uompauia de Estiva, 50 saceos com mntm
de mandioca.
Na barcaca D. Auna, 5>ara V'ila da Fe-
nfn, carrfgarrm :
J. M.si-areabas, 1 sacco eom 60 kilcsdeasBU
car branc.
F. Iran 4 G, 6 caixas eom t?8 tilos d
sabao I dua coai 5 diic vullas.
fo apor ingle Gooniy A.. pa*a S. Pau-
lo, carreiarai : .. ^ .
M. P. Leiti C. 450 aaccos rom 57, 00 tilos
de assucar branc e 430 dioa coai 17,000 ditas
ae dtio mascavado.
Para Rio ae Janeiro, carrezaram':
P. Av de asquear branca _^ '
E. P d. Suva, 708 sac:as com 58.884 kilos
de aijrjdao. _
Nj viporingle Oelambre, pa'a R'O de
Janeiro. carrrRaram :
P. f,moa 4 C. 50 la-as com o eo vegeta!.
B. Williams 4 G.. 58? sic o c m 35.1J0 k'los
de assocar branco e 1,000 diics com P0.000 ditos
de dito mascavado.
No vapor francez Ville do Rosarlo, para
alo de Janeiro, carregram :
R. Lima 4 C., 171 sac-as cem 10.222 kilo
de algolai.
Nj vtpor nacioaal Gorrienles, para Ba-
bia, curegaram : .,.-,
A. Irmaos & C.. 3U0 volumes com 26,350kilos
de assucar branco. __.. .
S. de Almetda, 10) saceos com 7,500 kilos de
assucar branco. _.
Companhia ^e Estiva, 100 accos com 7,oOJ
kilo ae assucir uraa:o e 132 ditos com 7,920
ditos de teijao.
Nj paiacbo hesp^bho! Riymunds. para
porto Alegre, ca'regaam : ,.. ..
Gomes t Foo:>eca, 3C0 saceos com 22,500 kilos
de asssucar branco
= No pataco Olio, para o Pa*, carrega-
F.']>m5o8 C., 1,500 caixas com 19.500 kilos
de sibao. '
No vapor nac'oial M.'bos, para j Para,
carresraram : ..
P. Cirneira & G 650 barricas coa 44.6aO
kilos ce asuear branco.
Para Manos, carregaram : ._._ ..
P. Alves & G., 80.' voiomtseom 3j.1:5 os
de assuca- branco. ^ .,
M. P. Lene, 60 barricas com 3.3..0 kilos de
assucar branc-o
P. de Olivei'a Msia, <5 barras co i ^ llski.os
de assucar brancde5 iit s ooa 450 taos ue dito
retinado.
Ao commcrcio
Djelarmos para quem interessar possa,
ue dissolvemoa a-nisrave! neme a socie-
dade que tinhamos no estabeiecimento de
Alfaiataria k ra da Madre de Drfus n.
1, sob a firma de Coimbra, Targino &,
C, retirando-se o *Dcio Antonio Nunes
Ferreira Coimbra, pajro de seu capital e
lacros : ficando o activo e passivo a car-
go dos outros dous socios sob a firma de
Coimbra & Ta gino a contar de 31 de
Outubro findo, em dianto.
Rcife. de Novembro de 1894.
Antonio Niiua Per reir Coimbr a
Joaquim Nunes Ferreira Coimbra..
Targino Cesar Affonso.
astos de
Aos Srs. Hercioiros
Alfredo Pinto & Companhia agente
de urna importante Fabrica de charu-
tos ltimamente estabelecida na Bahia
acabou de receber urna grande quan-
tidade de charutos de I qualidade e
que vendem de milheiro para cima
com o descont de 14"/
A elles antes que se acabem. Ven-
das em gro-so e a retalho.
3 RA i. DE MARfO 3
Dito verles, id-m............
Counobo um...................
Coco* eui casca, cbiio.........
Parraba e mooioea, uno........
G'axa seb >, kilog..........
Geor.Dra, litro...................
JabO'aody if,tn>. idt-m........
M.-ijs de sola, v^ior ootninal.....
el de tnqoe ou m-lac, litro
Milo.i ki:o^r..................
P. i|-s de cab>a t- fi c .b-llo, va
do oeuio ...........'........
Ijem decarueiro em cabello, valor
Ceuio .......................
lor
d
360
U7iK)
S'.i
200'
700
360
800
7*00.1
189
110
133*
90 i
iivcira
participar os seus ami-
bos ecliences quemn-
\lou soa residenciapa*
ra ra do Hospicio
n.48.
Telephone n. 365.
Medico^
O Dr. Barros Sobrinho, de volta de
sua viagem Europa,- continua no
exercicio de sua profissao no seu anti-
go consultorio ra do Vigario n. 4 I.
andar : e residencia na ra Real da Torre
n. 78.
tteKttimcaiCE pcbl'cos
Me MSimabro de 189*
Alfandeea
(leuai re-al
O- da l 5
id ico da 6
187:109:881
68:070993
Rraaa o 'tdo:
;, ,' la5 23.973*472
t i.65J1489
5
Somma (Ota!
255;80/875
41.623^961
296 804J836
5 cargas com fejao a 200 rs.
66 lugares a SO re.
8 Suinos a 200 rs.
II oomp. com girneiros a 14000
9 comp. coa; sciceiros a 700 rs.
lt coaip. c >m fressuras 1 600 rs.
'(i cemp. com comidas a 700 rs.
53 comp. com faiendas a 600 rs.
50 comp. cora verdjras a 300 rs-
8 comp. com faricna a 4O0 rg.
Si comp. wm tainos a 2*000
Kendimenlo do da 1 a 4
14000
134209
(600
11*000
64300
64600
234800
314800
154000
344400
un 4000
2844200
1.1644200
(.4484400
Mwi 6 t Noemaro m i 4
O chele da scelo
J. Soofialve da Silva.
mitlwi
Flcrc-'" 1;jmi'1g!i"8 da Silva.
?'y-"iV OR.A
io d i a "i
dem de 6
B'TiD'
i< 004;5o
6:6114222
17:615476!
PAUTA DA ALFANDS&A
yALOmBS
DAH MBBCADOaiAS NACIONA' 3 ESKITAS
dibbitos ds BXfoatgo
Semana de S o 11 de Novimb o
Aguardante eacbaga, litro..........
Dua de caona, litro................
Dita destilada ou alcool............
Algodo em rama, kilog...........
Arroz coai casca, dem.............
*.B3Ucai branco, dem.............
Dito reaecavade, dem.............
Dito refinado. dem.....,..........
Bagos de mamona, idem........
Borracha de leite mangabeira, idam.
Cacao, dem......................
Caf bom. dem ........ i iii
Dito es:olha ou restolho, dem...... i**w
229
400
479
666
120
383
143
411
130
14400
900
Dito moido, dem
Sement de carnauba, o kilo.......
Sabao, kilo.......................
Sebo em rama, kilo.....
Tatajuba madelra, kilo.....
Taboas de amarello, du -..,..........
Cera em velas,kilo.................
Dita vegetal em bruto, kilo........
Carocos ou semeDtes de algodo,dem
Carrapaleir (sementj............
Carnauba dem...................
Carvao o e pedra, tonelada..........
Couros seceos espichados, kilog....
Ditos dito salgados. dem -........
24400
47
360
666
20
[604000
1*000
14000
25
120
906
30*030
644
694
OtaOrk ^kaINAcS
0o i' 1 a 5 5:16.4276
dem d* 6 *
5:167*276
fiovlneao do porto
Navios ent'd3 no u* 6
Bnpro? Ayrng escal* 1( dasVspor francpz
Drenoqoi- r!o2027 ionelaas, commandante
Boardon, eqoioig-in 122 ca'ga vario: gen?-
ris a H Bnrle 4 C
Haoo? eescala 10 diasVapor nacional Brazi!.
de 1979 t'ociadas commanJante Aoto-uo Per-
reir* da Silva, equinazfim 60 carga varios
gneros a Perala Carni o & C.
Rio de Jaoelro 16 rt.a*L.-ar aaiericano Bon-
nj Doon de 546 uo-ladis cipltao Charles
Boreesp, erjuipr^cm 10 em lastro a E. S.
Levj.
avloi sahi !.s no mesmo da
Birdeaux e escalaVapor bu a OreaOTBe
Oui'T!'.n''ai'e Bnrlin fi'ga var:
Rio de Janeiro e erlaYapar noel il
il commindanie Aotoois Ferreira da Sil-
va, carga vams greros.
Tn'k< Island. Iar ir.glez .Dor3 cepitSo Ri-
cnard Mealez, em lastro.
ereao aaicspftl le S Jos
O moviner'? talle morcado no da 5 de No-
vembro foi o aogninte.
Batrarm :.
' 47 bois r,p8?ido 7 591 kilos.
130 kilos de ppixe a 20 rs. 34000
l compart. cw m !00 -s.
I ditos com es 100 xa. 410')
311/2 solomnas % vi 18*600
4 .arens com
3 caasuaes com gali'itii a 30. i
tcargn con ma-
7 carias cora W i s.
3 carra* coro banjnii 300-r8.
3 caraca cjo uatita^ a 300 ti. 9T0
1 carga com laraojas a 300 rs. 4300
l carga com melancia a 300 ti. 4300
4 cargas com d verses a 300 rs. 1*100
20 cargas com (arlaba a 200 rs. 44000
4 cargas coin milho spcco a W0 rs. *8O0
Precos do da :
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sanos de 900 a 1* dem.
Ca-aeiro de 14000 a I42UO dem.
Farlcba de 700 a 900 rs. a cois,
liilbo de 300 a 600 rs a caa.
Fejao te 14500 a 245 0 a cu.
avo* esperado?
Da libia
Palbabote psrtognez Lu io 1-.
De Pelo'..8
P;i(f cbo alleraSo Aotje.
Paiacbo sueco Helman.
I'.iu hu alien ao Lina.
Lutar argentino A'nerto.
Paucio belga Emil c
Losar portugoez M. fi-oregUPra.
Lagar norneguense Cbaace.
Lueiir:n*lfZ Artbu-.
Patacho nacional Tnereza.
Patacho bolltnlez Clara.
Paiacno argentino Conaeioa-
Patacho porlngoez Marinholl.
8rc no neac^-use H3iva.
Lotur u,.liz Gavalier.
Lus'jr portcgupz M^'inho VI!.
Patcbo ai (nao rlarcld.
Losar ioglez Aurcr...
De Cardifl
Rarca norcega Ata...ata.
Barca norueg- [ofutigable.
B irea iaglm G iic'ca Fleece.
Bares noruega Do' .
Barca nornega lmporstor.
Birca ro a^g-, JerLc".
Barca no-ttega Gvdflroy.
Di NlW Port
Barca ora, ga Viva.
De Bly'.h
Lugar RU380 Salme.
De Hamoarga
Lugir illeflOio S::w n.
Ligarallemio Axcl.
ijug^rallemSo Jtaann.
Lagar noroeguense Albstroas.
Dj Puito
Lagar pr-rtugaez Minho.
De Terra Nova
Luar inglsz Mary Joans.
Lj, ijie U.luof ic Ec.
Vapores a estirar
ei de Novembro
EtflybJ, i ?u'. n 7.
Explorer, de Liverpool, a 7.
Macedonia ca Ei-opa, a 7.
-Vanaos**, no so, a 7.
Highiand p-i H j "' irranw, a 8.
S i, ...
rtilo a i t0.
MsXtCW Pr:nce,*? MhW-Yjrk, a 10
Or. u m, '.Borpa, a 11.
L'B P-lma. no ni, a (2
gnrvelia 4p H Y-fe, a 13-
lidiaba*, 13.
1 ipoan, lo ",l, a 18.
Tb >15.
Danu-, ''
Me, d* Eu.-ota. a 28.
Vapore* alilr
Mea do Ncveabro
.-, 7, asi horas,
rae.
I
,9, a 4 horas.
1 bota.
.. '.
i l, 3 5 horas.
Gal, Taames, lo, ss 12 boras.
Senova e esc, Lis Palmas, 12, a* 2 boras.
Sjoios e esc, Maxican Prince, 1.3. 4s 3 horas.
Ecrop, Dinnbe, 24, s 12 boras.
gol, Ntie, 18, a l hora.
'VI
UA-----


t

I
"

<-
cj
f
Piarlo 4Te Pernamftifo ftnarta-feira ? UBEJW
Extractes no mez de Novembro de 1894
Chamando vos*a atiendo para a nota aliai\o:
Loteria do Estado de Minas-Geraes
> *
> > do Espirito-Santo
do Min;is-Geraes

do Espirito-Santo
de Minas-Geraes

)>
>
9. serie da 6. 25:000S000
2. 8. 15:0008000
23. loteria 12:0008000
1. serie da 10. 40:0008000




>



>
9.
21. loteria
3. serio da
10. >
10. >
2.
4. >
do Espirito-Santo 25. loteria
de Minas-Geraes 11. serie da
7. 20:0008000
2:0:K)$000
8. 15:0!K)S000
G. 25:0008000
7. 20:0008000
9. 30:0008000
8. 15:0003000
12:0008000
G. '25:0008000

por 48000 3 de Novembro
800 5
1S600 7
> 48000 9
38000 12
18000 14
8800 16
48000 19
38000 21
28400 23
> 800 26
18600 28
48000 30




>

>




>

o
LOTERA D V BAHA
1."
2.'
3.'
l.
serio da 27.* loteria da Babia
27
28."
>


3
6
8
10
de Novembro


>
0.. ..
Vendas em grosso e a retalho
CAS4 SONHO DE 0R0
Pra^a da Independencia n*. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais informacoes com
BISUBSin LOPES ALHEIEO
Teles. AlheiroPernambuco- Caixa correio 1%.
Francisco Jas los Passos
Guimarfics
A diretetoria do Monte-Pio Portuguez,
manda rezar urna missa por alma do fi-
nado consocio Francisco Jos dos Passos
Guimaraes, quinta-feira 8 do corrente,
sexagsimo dia do seu passaraento, para
cujo acto que ter lugar do coovento do
Carmo, as 8 hora? da manba em ponto ;
convida Exraa. familia 6 amigos do fi-
nado.
as-
tada e qualquer traas-
acc,o a rea:isar-se
com rela;o a esta
Companhia ser fir-
mada pelo abaixo as-
signado ; assim como,
no recebimento de an-
nuidades neste Esta-
do, no de Alag as e
Parahyba do Norte.
Todos estes recibos
acham-se com o' ac-
tual representante,
queros vencidos quer
os a vencer-se.
Os Srs. segurados
que desejarem infor-
macao com relacao a
Companhia queiram
deixar seus recados
na referida ra e nu-
mero cima, para em
qaalquer tempo nao
terem razo de quei-
xar-se ou juigarem-se
P 11. O di Jt 12 S O lezados em seus direi-
Prova-se com aqnelle numero de attestados j
publicados e os que existen em ooaso poder
eficacia deate elixir naa molestias Indir-J-
Encontra te a venda na Botica
do Rosarlo n. 3&
A'rua Barao da Victoria o. 37 se dar toda
preparado.
Colado com aa folairiPofOcw
Modo de usar
Os adaltos tomaro quatro colhercs da* oe
opa pelamauha e quatro noite.
A enancas de 1 a 4 annoa tomarao orna co
uno pela m nha e ontra a ooite e as de 5 a 11
noitos maSo duao olberes oel unni i m
-------------?----------
Estado doCear
Joaquim Alves Cavalcanti, residente
na cidade da Fortaleza, declara que sua
mulher soffrendo durante Bous annos
de urna horrivel tosse secca, com dores
no peito para a qual nao achou allivio
na medicina, curou-se com o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares. [ Firma
reconhecida. ]
Advocado
Antonio Jos da Costa Riboiro con-
tina no exercicio de sua prxrfisso
de advogado no escriptorio de seu
finado pai, ra .15 de Novembro,
67 1. andar.
!*-. mmI I u
O abaixo firmado, seguindo hoje para a
capital federal, por aiguns dias, pede
desculpa de nao ter peaaoalmente procu-
rado despedir-se dos amigos o prente, o
que realiza pela preiente.
Recife, 4 de Novembro de 1894.
Pretxtalo Maciel.
b( rasera urna colber das de opa cbea d ago
rna.
De un anno e tres i* goitas.
0a 3 a 10 anuos em diaote, 40 gottss etc.
Estae doseg devem gempre ser applcadas em
anua fria.
Deposito*
Companoia de Drogas e Productos Gbimicor
Recife, roa do Marques de Olinla n. 23.
Nacional Pnaroacia, roa Larga do Rosario
35
Pbarmacia Oriental, roa Estrella lo Rasarla
a. 3
Pnarmacia Alfredo Ferreira, roa do Bario d
' icioria n. 1.
Piiarraacia Maiiini, rna Doques de Casias d.
80. w
Pharmacia Ribeiro i praca Maciel Pinbeiro 21
Poarmacia Victorieos" de Lniz Ignacio de An-
drade Lima, cidade do Victoria
Para qaalquer iuformacSo sera enco
autor na roa do Rosario Estrella n. 17.
Oe nossos frascos sao quadrados e conta go-
tas. N'om lado teem gravadoElir't ante-reDr
4 qo ootroManoel CardosoPerraabuco, e to
toa na prospectos sao assigaados por Manot
C rd< so Jocior, sendo 'abo os que nao forem as
Bieldos.
Parecer Medico
SOBRE O PEITORAL DE CAMBAR
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante
Tenho-o empregado com muito pro-
veito as molestias bronchoptilmona-
res. Dr Francisco Angust dz Silvei-
ra (Recife ]
KDITAES
Morpha
Miaba mulher D. Mara des Dores
st completamente curada da tenive
molestia da morpha que toffreu quasi
quatro snnos tomando muitoa remedios
ucico medicamento que I he deu a re-
conatituicao da san de e felesidade, cbsmp.
aeEiizir M. Moratopropagaco por D.
(Jarlos.
Podem f^ier o nao oue eonvier.
Puragib.
ANTONIOGO.1 LART DE SOZA
Ageut.s em Pernambuco : A Comprnliia
de Drugsa,
Ra Marque de Olir da f^
Cura de bronchite
thmatica
Sr. JoSo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatico que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei-
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Soares
O agente Companhia de Drogas e ?ro
ductos Chimicos.
O Dr. Lopes Pesada
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gon-
calo n 20 onde pode ser procurado
para os misteres de sua profisso;
(|bem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife^ que ser en-
contrado. ______
Atteeeao
c..s?r.sfli se se:vs.
MUTUO COVTBA O^&O
Tendo apparecido
algumas reclama^s
de A plice, d'esta
Companhia, convido
tudas as pessoas que
tve em recibos e nao
teiiliarn suas Apoli-
ces, a apresentarem
se ou faerem-se re-
presentar munidas de
seus competentes re
cibos, a ra Mrquez
de Olindi n, 15, para
tor^arem-se as devi-
da- providencias que
o caso exigir, isto no
pra-jo de 10 dias *a
coi? tai" desta data.
Fa^o scinte ao res-
pe) tavel comm ercio
de Pernambuco, e ao
tos.
Recife, 29-10-94.
n/Ktff^j- ea cativa.
Representante.
/-
Toado podido
d o ni i h a o ile a-
grente represen-
tante da Compa-
nhia de Seg-uros
Pro^resso o Sr.
Ioae|iiiiii Aiitt'iiw-
to de VI me i da, de
quem en era em-
preado, d e i x o
voluntariamente
de contindar a
prestar meas ser-
vieos i% mesma
eompanliia, ees-
sando por isto to-
da a minlia res-
ponsabilidades
Aproveito a oc-
casiopara agra-
decer a todos que
se dignaran! de
fazer segaros por
men intermedio
com aquella com-
panhia e ofTere-
co-lhes meus ser-
vacos como agen-
te J representante
actualmente da
Companhiadc Se
Siiros Mari ti m os
terrestres Co-
lombo.
Recife, % de Xo-
brodeI94.
Dantas Bastos.
Agente represen-
tante.
MTOMZA
A bronchite, que sobrevem Influenza,
as Corysas (difluxosj acorapanhadas da
reaccio febril, bronciwpneumonia, catliar-
ro pulmonar cora febre elevada, tubercu-
lose em segundo periodo com catharros
sanguinolentos, asthma, larangitc, molas-
Has da garganta, insomnias e tosses suffo- ur. Aunes CoimbraClnica Me-
cantes ceden immediatamente ao uso do ^ Qirurgica Consultorio, ra Mar-
XarOD^deLobelianlata quezdeOHndan.56,onde da consultas
* das 11
Hllicr bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico,'ap-
provada pela illustre inspectora de Hy-
giene do Estado, con o parecer do insig-
ne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtidos pelo Xa-
rope do Lobelia nflala, no tratamento da
Influenza podem ser attestados por cente
as de peasas da maior excepsao, resi-
dentes n'esta cidade.
DepositoPharmacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephcnen. 398Enderezo telegra
phicoAzevedo.
a* 2 boras da tarde. Especiali-
dadesFebres, partos, molestias de se-
nhoras e criancas. Chamados a qual-
quer hora na sua residencia, na ra da
Soledade n. 84, esquina da ra do Atalho
ou no consultorio
afosados fabricantes PATEK PHI-
LIPPE & C. J UPPETZ WALTHAM
ett, em oora prata e nicke para se-
nhoras e homens de urna delicadesa
, ROVISSANTE o sortimento que hoje
nlkA Qm o-oral miP' expoaos a admiracap de todos aquel
pUOllCO em gerai, 4U es que noshonrarem com suas vis.tas-
Barao da Molta Bacellar
PARECER SOBRE O PEITORAL DE
CAMBAR
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitaiar com ptimos resultadas as bron-
chites e molestias do apparelho bron-
chopulmonar.
Pndula Pernambncana
EliGPlfl GOETSCBIL G-
5 Ra do Cabug 5
Os proprietarios deste conhecido es-
tabelecimento tm a vantagem de offe
recer nesta occasio aos suus disetin-
tissimos amigos e freguezes a mais ca-
prichosa e elegante escolha de
do mais requintado gosto escruplosa-
mente compradas nos centros Europeua
por um dos seus socios
Em iolas com brilhantes, pedras _
lixir depura-
tivo veoetal
dormida de Anadino Jott
dos Santos Andrade
Approvadr. pela Inspectora Gera! de Hy
giene Publica do Rio de Janeiro em 20
de Julho de 1887.
Es' j cleporatiyo de grande efllcacla n?* m?
e-tiijpdil:tica? ce irr.prtza do eeoyue; a&sm
lorao em (odas as moleaiias das i
Tem curado radicalmente moilas peseaa ai -
comnffif*as da ternvel mo!8Sa beribefi.
Rheomatsmo sypbilUico ou goio:
ica eruicteg de peie, cancos, e caceras 7.-
nereoe, lores brancas, hysterisj.
ervos, irites e ontras id.'
paridb m HUS
38Ra do Baro da Victoria38
Especialidades em Sedas brancas, pre
tas e de edres lizas, lavradas e bordadas,
grande variedade.
SEDAS S LAUS
QUADRILLE'
Grande sortimento em lans e com soda
de phantasia.
ULTIMAS NOVIDADES
Sortimento em tecidos de algodo
alta phantasialevantinos, linons e
cassa da INDIA.
MJgGSMS
ricamente b rdadas em alto relevo a
OURO E A VELLUDO.
CORTINADOS
FINISSIMOS para cama e janella, desenhos
inteiramente novos, o maior sortimento
que tem viudo a esta CAPITAL.
Telephone 59
Elixir Anti-Febril Uardoso
SEGUNDO A FORMULA
da
Hanoel Cardos* Jnior
ipprovado em SI de Marco de 1890 pela jaspe-
c;ori3 eral da ..ina junta de -.bvglene do Rio
de Janeiro.
Este Elixir de composicao toda vegetal pre-
parado segundo as regras pbarmaceoticas, acon-
jelbadr.s pelos autor js moderaos e de recoobe
laa capacidade acieatica lanto no pas como
ao e?'-angeiro.
?.-te Elixir a rouncto nao eo no grande es
tino da3 acciies pnysiologicas das substancias
co OS ;aiabem (jathologicas.coico tambem o re-
saltado .las mcjeosas applicacoes dos diversos
casoi de febrea de fundo palustre.
A applicaco deste Elixir oa erando epidemia
de Oexigaa de 4890 a 1391 mais urna vei de
men^roa a saa eficacia ; pois no prlacipiodod
os symp'omas a boxiga aborta, e em ca-
sos ccais adiantadus a bexiga passa a ser cma
doenca feanl vult,ar apresentando pequeaas to
me^cea que com a coatiaoaeo do Elxir de-
cea seca todava apreseniar receio de
Oa uiuiics a:*3iaaos pnbhcados no D:arlde
i e*Gazet& da Tarde* pruvam o que
,. i.
NoscaSM de febre amarca o efleito e ad3t
riveLapresentaado DhenotaeiMfl tao maravilbo
s '<- qoe cesta cidade do R*clfo e no da Rio de
o pouco receio cao* a febre araarea,
atando o daeae
Dr. Baatoa de Oliveira Medico e
\parteiro, consultorio ra do Mrquez de
Olinda, aotiga daCadeia do Recife n. 18
1." andar. De volta de sua viagem da
Europa onde visitou os principaes hospi-
taes de Pars, aviso seus clientes e ami-
gos que contina dar consultas de 1 as
3 horas da tarde. Recebe chamados
qualquer hora em sua residencia na Es-
trada dos Afflitos n. 32 B. Telephone n.
365. ____________
Dr. Carneiro LeoMedico par tetro,
consultorio e residencia ra do Livra-
mentc n. 31, 1 e 2." andares.
Consultas de 11 s 2. Chamados a
qualquer hora. Telephone n. 325.
Especialidades: febres, partos e moles-
tias de criancas.
Dr. Barreto Sampaio Oculista
Consultorio ruaBarao da Victoria n. 51,
1." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, da consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete deSetembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26. Telephone
n. 287.
aooTHieQV& di estompgo, u e
uias, emp-Qg1' dos, a
ja pee, booas e buofies, sarna.
qaalquer moidstias da bexiga, entre ooira i>
albummuria, oarinas doces e sangmnoleauu
peona, paralysia, erysipelas, e inflamma;0s
las peroas e ps. hf Qorrbodas, astma, hydre
selles, tumores, nevralgias, e elepbantlasos a
aorpba, as Irregularidades dameostruagSo.
A TSICA circunclusa
Naos se curar radicalmente median-
te o uso do Peitoral de Anacahuita. to
dos os casos ordinarios de tosse crnica,
bronchites, catarrhos, asthma, ele. mas
sim tambem mesmo quando a molestia
baja affetado sevameote os orgos da
respiracao, seus progressos podem se
atalhar pelo espaco de anuos inteiros, e a
applicaco do remedio proporcionar um
alivio instantneo e ipdeliuito.
Nao lia necessidade de abrigar ou ter
o meuor receio relativamente aos seus
effsitos, mesmo durante os periodos mais
ifan$ados de ilebilidade.
Na sua elaborada composicao nao en-
tra opio, nem acido prussico, nem anti-
monio, nem nenhtima outra droga nau-
aebum'a, e sim lao somante comnrwto
e preparado da e\liv,ccao do?' suecos d' u-
ma arvoru balsmica do Me\ico, a qual
pussue as propriedades as mais admira veis
o curativas, e as suas curas sao lialmou-
te maiavilhosas.
COMO GARANTA coutra as falsiflca-
cos observe-se b>'m que os nomos de
Zenman & ICem? venhain estampados
emi leltras traospara.it -a n > p ipel t =
vrinho que serve de a?ottorw a cada
garrafa.
Acha-se Jo yenda em todas as boticas
drogaras.
lr. Alfedo Gaspar Medico. Con-
com \.:jito pret.i e solterae residencia ra da Imperatnz
agueonestes olumos porio-ios ^ntao ne- n ig p aar- Operador parteiro tra-
iescio em alia dose, tfeapreIanito ^ cq^ especialidades de molestias de se-
.'., ,_ pataje, ho -~ r.noras e creancas. Consultaste 8 s 10
da manhE. C i (por esmpto)
qnilquer hora, tk^kpiiose n.'2I>6
3 tOO'
ellas dectaf teartl.
Pi 'aOHi-.w'noo tivemos o ipaliew s erysipjUoas e com to
bau retatu lh0 a
: lo'
oqu una i'oobecer qne no
.
ssario j Udii ('e 10 diaf
de kiixtr.
omnj) los das senbor?.s menf-
isos de parto
ce. lo e sego-o 8/
rnoem doses
li rU

i' em 's_ c
mns 3UC

da composicao inoocente para o organismo por
mais frgil que seia.
nodo de naar
A' crianfias at om anno to gotas de 3 em a
Ir. .loo Bans^l Medico operador.
1- rpeeialista, em molestias da bocea.
Residencia ra do Baro da Victoria
r,. 3, 1." andar, onde o m
as ueis de meio da -is 2 loras da
tard. Atiende a chamados a qualquer
ho-a do dia ou da noite, para dentro ou
tora da cidade. Telepiione n...
Medico Parteiro Operador
Dr. Man el Ca a de volta
de sua via :
%aeoo a e coa-
ultario 4 ru a n. 61,
l*. audar.
D consultas de 1 a 3 horas da tarde.
Aceita caamados,qualquar hora, par a
cidade.
Conselho dcoau .ico <* -
parti^ao de Mario ha
De ordem do Sr. capilao de fragata Jos Pe-
rei>a Gaimaras, l apecor i^ste arsenal, face
pubiko aoe ie:ebe-p proposias em cart-,g fe-
cha l-s no dia 7 de Nvembro pr-xim futaro,
as 11 boras da maobi em urna a salas da
secretaria di inspeccao, par* o fo'nfcimedio de
carvftj de pedra a ese e dependeocias e ao < navios da armaja nacional
"utacionados do porto .~i Estada, darante o
foto'O exercicio nc 1893; observadas as dlspo-
sicSes dos artigi s I76ei78e bpos n.ragra-
plus do r'-uii-. ni-'ntj que baixon c m o de-
creto n. 7ia ae 43 di SeieirD." de 1830, os
qoaes vio rbaixo transcriptas:
Arfeo 176. Sao deveres dou propdnpotes :
1." Bocber com prejos por exteo^ o e em
algari8mo a propona irup e-aa qoe Ibe ser for-
necida pelo sttcre'a'io do as^nil. a qaal data-
r e 38igiar pa-a ser-ap-eseatada au coDse-
Ibo pcononi-o.
2 Entregar ppssoalmeote a or seo legi-
timo representante, directamente ao co seibo
econmico no logar, dia e hora annoo iadas,
oao sO as 6Das p'Opoatas coilo as acnotras cor-
reDondpntes.
3." Exnibir alm da cp'ti'lio do respectivo
contracto o* i I, qoaado r a.> flr firma indivi-
dalos docomi nio3 que p o>em ser neeocian-
e matriculado e haver pago os iatfoatoa de casa
camrrerc il relativos ao 'sl'imo semestrf.
4 Sao nspensaio-! da apre ent.^a) da
maincul> oa Junta Commercial, as fab i as e
ei-iabelcinent M'fustriies da Repub i e te-
ro e tes e arjoelies a ir-fjrencia sjo-e >* oa-
iros coDcarrtn es :m uualo de de coDdic-s
circumsiaor ai levuiam'-sie p'ovada?.
Anigo 178 pa agrapbo uni#. Al-m m preso
PStii'Olado. os fnrnecedo.es cjniinoa'so a sop-
prir por mais 60 das as mei-mas n:iic0en,
fe asim fr jal ado necesfa-io, e pem qo" isto
cooti uidireo pfraa oroogscSo -to contracto.
8 propooeptes neverao apreseotar < a Jocn-
meot-is de babili'agao atea veine'a do coo^e-
Ib aim de verliiarse as fortra'idade exi-
gidas foram sati.fras.
Scela ia i* Inspc c5j do Arsenal o> marj.
oba de PernamDcco, 29 de Ouiubro ce 1894.
O secretario
Antonio da S Iva Azeveao
Concellio Econmico da Rcpar-
lirai De ordem do Sr. capito de fragata
Jos Pereira Guimaraes, inspector deste
Arsenal, faco publtco que recebe-se pro-
postas em cartas fechadas no dia 9 de
Novemoro prximo futuro, s 11 horas
da manha em urna das salas da Secreta-
ria da Inspeccao, para o fornecimento de
madeiras e outros materiaes a este estabe-
lecimento, suas dependencias e aos navios
da Armada Nacional estacionadas no porto
deste Estado, durante o futuro exercicio
de 1895, observadas as dispo3c5es doa
artigs 176 e 178 e sens paragraphos do
regulamentoque baixou com o Dec. n.
745 do 12 de Setembro de 1890, as quaes
v&o abaixo transcriptas :
Art. 176. Sao deveres dos proponen-
tes :
1." Encher com precos por extenso e
em algarismo a proposta impressa que
Ine ser fornecida pelo Secretario do Ar-
senal a qual datar e assignar, para ser
apresentada ao Conselho Econmico.
2." Entregar pessoalm^nte ou por
seu legitimo representante, devidamente
ao Coi selho Econmico no logar, dia e
hora annunciados, as respectivas propos-
tas,
3." Exhibir alm da certidao do res-
pectivo contracto social, quando nao for
firma individual; os documentos que pro-
vem ser negociante matricu'ado e haver
dS"o os imposta de casa commercial re-
lativos ao ultimo semestre.
4.* Sito dispensados de apresentaco
da matricula na Junta Commercial as fa*
bricaa e os estabelecimentos industriaos
da Repblica, e terao estes e aquellos a
preferencia sobre os outros coucurrentes
em igualdaiie de condicoes e circunstan-
cias devidamente provadas.
Art. 178. paragrapho nico. Alm
do prazo estipulado os fornecedores cen-
tiuuaro a supprir por mais 63 dias as
mesmas condioes, se aasim frjulgado ne-
cessario, e sem que isto constitua direito
para prorog&s^0 ^ contracto.
Os proponentes deverao apresentar os
documentos de habilitajo at a vespera
do Conselho, afim de se verificar se as
formalidades exigidas foram satisfeitas.
Secretaria da IuspeccSo do Arsenal de
Marinha de Pernambuco, 30 de Outubro
de 1894.
O secretario.
Antonio da Silva Azevedo.
Secretaria da Instruccao Puoca de Per-
nambuco, 1 de Agosto de 1894
EDITAL N. 30
Eleo para um membro do Conselho
Litterario :
Por esta secretaria se faz publico de
aecrdo com a deciso do cidadao Dr.
goveruador do Estado, de 5 de Setembro
do anno prximo passado, qoe na forma
do que determina o art 212 do Iieg de
18 de Janeiro de 1889, devem os Srs.
professores que estSo a cargo do Estado,
de ambos os sexos enviar a esta reparti-
co at o dia 14 de Novembro vindouro.
os seus votos para eleio de um membro
do Conselho Litterario que represente a
classe.
Os votos s podero recahir em aiguns
do? nomes infra escriptos, de professores
das 5 fregneziae da capital, vindo em ofli-
cio que traga no endereco o seguinte :
Para eleicao de um membro do Conselho
L'tterario.
lielaco dos professores em disponibilida-
de," sobre os quaes deve recahir a elei-
c.o para um membro do Conselho Lit-
terario :
Augusto Josa Mauricio Wanderlay.
Joo Lande.lino Dornellas Cmara.
Lou.renco (iou9alves Aleixo.
Benjamn Constant da Cunha Salles.
Sebasti Brando.
Manoel Marinho Cavalcante de Albu-
que
TIermelindo Eliseu da Silva Caneca.
"elix Val ia Correia
zydoro Mar.uho Cezar.
Joao Jo Fibeiro.
Caetano Francisco DurSes.
O secretario.
^argentino Soraiva dAraujo Galvao
q "n j,.-.> Carlus de Mauocnca Vaconcelloa,
ro_u cipjo do B-mito, em

Fijo saMi **s > cjm o prao de JO dia* virm qoe o porlelfo doa
o itonos dests j&izo ba de traaer a publico pre-
kSd de venda e arrematado a qnem mais dr e
maior lanjo offerfeer em o dta 7 de Novembro,
s 1S horas, a porta da casa das audiencias deste
maamo juuo, o:beos abaixo declarados penbo

I
HiGlVEl I




I


idos a Antonio Betwr.a oe Heoes-a Borba e loa
rouloer D. Marta Freocisca de Menezes pa-a p-
aimi'!TtD'tfa-eTec85.'que Ihe move d Dr. Lau-
rino de Mo'aes Pmoeiro. cujos beoa ato :
O eogenbo Virio.de, silo uetie momcipio, con
todas as anas terr s, casas, obras e bemfeiiorias
e maroma a vapor, moeute e correte, o qoal
llmns-.-e o norte coro ia trras do eugenbo
Barro Braoco. a sol orxi as do ForUlesa, ao
lefte & m as oe Roa Vista, ao poenie coro as da
eoceiioca de Jo BapiiBla, e toi avaiiado pelo
pr.*) E qc^m nos atesaos quiso7 lacear comparec
ueste |tf1xo em o da cima declarad
E pura constar se pssstu o presente, que o
portelro dos auditor <:s publicar e aluzara no
'legar do eaiylo livraodo a compeieote certidao.
Dado e passaao ne* a villa no Bunio, aoa 18
das do mez de Ou uDio de 1894.
Eo, Amonio Primitivo Gimes da Silva, escri
vio interino oeacrevi. Jco Carlos de Mendoo-
{a Vaiconcelios. Eslava legalmeo e sellado.
E a conforme ao o iginal a j qoal me ieporto
e dto le.
O enrrivio k t-r no, Antonio Primitivo Gomes
da Silva.
Edital
R< visito de pesos e bataneas
Fai-se j.un tro a qu.-w pussa Interesar que
doran te o mfi co-reu'e recebe-se sem multa o
imposto de revi.-fto de pesos, balanca e medidas
dos esiaoelecimeotos commerciaes das fregu-
sias d<- Afolados e Graca deste muo:cipi\ no
Pago do Coi^eliio Municipal, da3 nove e roela
oras da manna as tres da tur Id.
Paco do Lonc-lno Mcnicipal a cidade do Re-
cite, 3 de Novembro de l89i.
O secretario,
Joaqnim las Ferreira da Kocba-
oe oruem do Dr. soO'prefino fax se pu-
blico a qaem interessar possa, que ao mel da
de 7 do correte, na porta >o Pafio Municipal,
lrao praga, para seren eatrepoes a qaem n>ai9
offereci r, doos vitellos teunuos que serviram na
vaccinaco.
Secretaria da reftitor Municipal do Rtcifs,
em 3 d. Notemhro de 1894
O secretario.
Joaqciro Ja Fe reir da Bocha.
emissao provisoria de 500$, 200$, ..
100$, 50$, 30$, e 10$, de base metalli-
ca e 200$, 50$, 20$ e 10$ de base de
f plices, todas sobre bilbetes ct&Ban-
<;o da Repblica dos Estados-Unidos
do Brasil.
Declara-se que os bilhetes de base
metallica levatn a chancella do the-
soureiro desta repartico, Antonio
Arnaldo Vieira da Costa.
As pessoas que possuirem taes bi-
lhetes devem apresental-os no Banco
daRepublica do Brasil desta capital
e as suas agencias nos Estados da
Uniao, para serem trocados, sob pena
de perderem o seu valor, ,nos termos
do art. 45 do decreto n. 10,262, de 6
de Julho de 1889 e do decreto n. 165,
de 17 de Janeiro de 1890, art. 1 8 14,
si os nao apresentarem ao troco den-
tro do dito prazo
Rio Ede Janeiro, 5 de Outubro de
1894.
O inspector,
\ M. A. F, Trigo de Loureiro.
3* Seceso, 30 de Outubro de 1894.
O chefe de seccSo,
Luis Frederico Codeceira.
IntiniactEo
COLLECTOR DE AMARAGY
Por ordem do 111..:. Sr. Dr. Inspe-
ctor intimo-se o ex-collector de
rendas geraes do municipio de Ama-
ragy, Sergio Evergisto Ferreira Ma-
galhes o sou fiador, Dr. Laurino de
Mu raes Pinheiro para, no praso de
30 dias, a contar desta data, entra-
rem para os cofres da mesma Repar-
tido com a importancia do 95S400
reis, proveniente do alcance verifi-
cado as cuntas daquelle ex-collector,
do exercicio de 1891 ; e se faz publico
que aos interessados licito allegar
o que ontenderem de seu direito, por
si ou por seus procuradores,com tan-
to auu o faco no dito prazo, sob pena
de revulia.
Tercoira Seccao da Alfandega de
Pernambuco, Ti de Outubro de 1894.
O Chefe do Socco,
Luis Frederico Codeceira.
Aliandega
De ordem do Sr. Dr. Inspector faco
publico o edital abaixo transcripto do
Inspector da Caixa de Amortisaco de
5 do corrente :
Caixa de Amortisaco
EDITAL
Faz-so "publico que a Junta Admi-
nistrativa' desta Repartico reunida em
Sesso no dia 28 de Setembro ultimo,
resolveu prorogar at 30 de Junho de
1S95 o praso para o troco, sem descon-
t, das notas do Governo, dos valores
de 500S e 100S da 5/ estampa, 200S e
CO$ da 6.* e 20S da 7.
Rio de Janeiro, 6 de Outubro de
IS94.
O Inspector,
M. A. F. Trigo de Loureiro,
3*. Secco. 30 de Outubro de 1894
O Chefe de Secco
Luis Frederico Codeceira
DECLIKACES
Companhia industrial
e commercio de es-
tiva
Sao convidados os Srs. accin ?ta3 a virem
receber no escnpto'io desta compaobia a roa do
Amorim o. 68, do da 5 de NoTembro prozimo
em dame, o 3- dividendo oa raxo de 15 0/0
sobre o capital reJIaflo.
Ootrosim, pree: cbido como foi oeste anno o
fondo de integracc r -.ga se aos meamos Srs.
accionistas de apresentarem ;s caoielas de suas
a ces para uellas se faiar a respectiva aver-
baco.
Hecife, 56 de Ootubro de. 1894.
Aireo Dias.Fernandes
Director secretario.
Gompanhia
Refinadora Mercantil Assu-
careira
Acharo se a dtspostcSj dos S'f. accionistas
oara serem e^aniK-aio-, no esclpiorio (testa
1 ompanbia. roa 1o Dr. Jos Uarianoo o. 66. os
di romelos de q e tralam os ne. i a 3 do Ar.
(47 d-i iei das soledades anor j nos. relativo ao
aaoo social li'd 1 em 30 de Seteabro ultimo.
Bncnpt ma da compaobia, 25 de Outobro de
(894 -O gerente
MaaDoel Ferreira Crol.
Companhia Industrial e
Commercio de Estiva
CoovMo os Srs. accionista* a reanirem em
a-sembles seral ordinaria, do rt a (4 do coTn>
e, As II borasr, no 1- a^aar do preo n. 10,
t-avessa da M dre de Dos, para apreseoi. (o
i-onaelbi Ase!.relativos ao aono s riii, termi-
odo em 30 de Junbo oittmo. e bem ageim para
a elsicOes da nova adminisir.r.-u e couseluo
fia m .
Reclfe, 8 de Nove bro de 1894.
AlOt-rio D-8 Fe'nandea
Di'e^tot secrniar o
Jnita Oommercial
Pila secretaria da Jonia Commerci.l do Reci
fe se f.z poblico, qoe no per.uoo de 16 a 31 de
O'Utiro ultimo, Ij am ^arcbtvacos os segatotes
docomeotos.
Contractos:
Do Dr. Samuel dos Sanies Pootoai e Leocadio
dos Santos Pantoal. ob a rjrma Pon ai A Ir-
mo, p. ra explrelo da asios oe fabricar as*
su a- denomioadaArlpio, no mouic>pio da
B-ca'a. desie Estado.com o capital de........
56J:85i44SO, sendo a oeiedade em oome col-
lecnvo.
e Je s Uaia Sobrlnbo, Mi ioh| Martina da
No a e Jos Aoastacio Ferr>-ir*, soo a b'ma
N>va, Ha a C, sara o cuinm jc o de eumm s
aOes, consixnogr>s e coota propria 00 escripio.
no ao Laro du Co'po Santn 11, desta udaie,
coo o capital de 120:UQ0UO0. seudo a sotieda-
de de capital e ooiMria.
Distrito-:
Foram ci't-at-iflas ai sociedades qoe resta
praga (yravam sob as urina* : Jj Gjjgalves
Coimbra 6t C. e Miranda Lima 4 *j.
Registro de firmas :
Foram registradas as egoiot^s firmas bo
Ciaes :
Plaobvlino.Petelra & Parisio e Njvj, Maia
c.
Secretaria'da Jon'a Commarcial do Rscife, 3
de Novembro de 1894.
O secretario,
Jjaqnim Ttieoton o Soares da Avellar
------------------------------------.-----------j------------
Alfandeg-a
TROCO DE NOTAS
De ordem do Sr. Dr inspector faco
publico o edital abaixo transcripta
do inspector da Caixa de Amortisa-
co def-5 do corrento.
Caixa de Amortisaco
EDITAL
Faz-se publico, para oonhecimento
de todos, que, por despacho da junta
administrativa desta repartico de 28
de Setembro ultimo, em requenmento
do Banco da Repblica do Brasil, ti-
ca prorogado o prazo marcado para
o troco dos bilhetes dos bancos de
emissao, hojo a cargo do mesmo
banco, at 30 de Junho de 189o.
Os bilhetes, cujo troco prorogado
sao do Banco de Crdito Popular do
Brasil, de 500$, 200$. 100$, carimba-
dos sobre bilhetes do Banco dos Es-
tados-Unidos do Brasil, e de 58, sem
carimbo, todos de base metallica, de
500S, 205 e de 3S de base de apohees
tambem carimbados;
Do Banco Emissor do Norte : de...
100$, 50$ e 10, de base de apohees,
carimbados sobr notas do Thesou-
Do Banco dos Estados-Unidos Bra-
sil de 500$ e de 10$, de base metalli-
ca e 200$, 50$, 20$ e 10$, de base de
apollces, carimbados por notas do
Thesouro;
Do Banco Emissor d a Baha; do
100$ e de50$, de base do ouro, de..
100$, 50$, 20$ e 10$, de base de.apoh-
ees, carimbados sobre notas do The-
souro. .
Do Banoo Emissor de Pernambuco:
de 200$ e 1008, de base metallica, ca-
rimbados sobre notas do Thesouro, e
de 100$ da l1 sciie 1" estampa;
Do Banco Emissor do Sul; de 200$,
100$, 50$ e 10$. de base de apohees,
carimbados sobre notas do Thesou-
rDo Banco da Unio de S. Paulo:
de 500, 200$, oO$, 20$ e 10$, de base
deapelices; D_i Aa
Do Banco Nacional do Brasil: de
500$, 200$, 20$ e IOS, de estampas
proprias, 200$, em ouro, e vista, e
100$ todas de base metallica, carim-
bados sobre notas do Thesouro; e de
100$, ua l1 e 2* series parte carimba-
dos pelo antigo Banco da Repblica;
Do Banco do Brasil: de 500$, 200$,
100$, 50$, 20$ e 10$, de base metalli-
ca;
Do Banco da Repblica dos Esta-
dos-U nidos do Brasil; de 5008,200$,
100$, 50$, 30$, 20$ e 10$, de base me
tallica, e 200$, 50$, 20$ e 10$, de base
de apolices;
O L Bank Limited
Nacca sobre Lisboa e Porto
sm libras sterlinas, o a vista,
sendo o pagamente feito na
eecasiao da apresentacSo do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista naquellas pracaa.
Irmandade
DE
N. S. Mal dos Homens
Na ifeia d Mailre de Dos
3. CODiiiCurn
Pelo preseu e convino a iooo os irmaos desta
irmandade para reon rse em o nosso cooslst >-
rto, 1 elas 6 borai da tarde do dta 8 do correte,
para em mesa eeral eirgT se mesa ade inl.-ira
Iva para o anno de 18.4 18^5. com) preceita
o art. 5S dea oossea ettatntos. qoe manda pro-
i'f der Impretenv Imeote a eieicao do dra anima
cdicidou
coneiitorib da irmandade de N S. Mai do
njmtns. 5 de Novembro de I814
O Hgcrlvio i iterino
J Dicivo drs P'Rpn'o.
Estrada de Ferro do itecife
ao Limoeiro e Timbaba
, Aviso
Para maior commodidade dos Srs. passaeei*
ros que oesejarem visitar a capellj de S. S-'ve-
noo em Pao a'Aino, tica estab lucida o'ora em
diante, nesta va frrea, s qoiotas-l'-iras. a pa-
raba dos trens ordinarios do eocenba Ramos.
Escriptorio, 5 de Novemb-o de 1894.
O superintendente,
H. A. Conolly.
Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernanibucano
QoiBta-feira, 8 do correte, a bora do costi >
me, bavera sessao ordinaria
Secretaria do Instituto, 6 de NovemDro -de
1894.
O 1- secretario,
B. Regoeira.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pernambu-
cana
RA DO COMMERCIO
MARTIMOS
Mossoro e Aracaty
Segoe para os pirtos cima blate Doste
Goie recebe carga no 2o ponto : a tratar na
roa da Madre de Dos b. 8.
LUGAR NOhUEGUBNsE
Chrissina Elzabeth
Para
EM DIHEITURA
Segu para o par Para o resto da carga irata-se com
E S. Lew
22RA DO C JMJIERCIO-22
Boya! Msil wm mi
O paquete
Mndale aa
COMMANDANTE J. BRANdEB
E' enpr-rado do sol al o
da IO uN sembr segoln-
do oepoi >ia demora India
oeneavel para #
s.\ cente, LlAboa, viga e Son
t asm >
Para car^a, paesage.is eocommeodas e diobei-
ro a frete, trata se com o>
AGENTES


1
> paquete Thames
Commandante B. S. Armstrong
E' e8iefa(to ih ponos da
Enrona ateo 01a 15 de Novem
.bro e seguir aepois da ae
mora indispensavel Dar
Baha, Kio de Janeiro Mon-
levideu e Buenos Ayres
N. B.Previne-a^ aos Srs. recebedores ie
tnercatorias, qae i. Companhia Mala Real ingls-
a, coDtriiC'.oo com aG 't.cat Steam Navegsnoc
Gompanjom servico da vapores semanaea qus
pa t'.ndo de Bordeaos e t ognac, em chegar a
Sootnmpton a lempo te DaUeiarem as cargas
destinadas a Amrica do Sol. para os vapores
desta comoar"-'.
A Real Mala acreita par pegos raioaveis'pas-
sageiros pa'a Valparano via BaenosaAjres e
estrada don Andes.
Tambem acceita passageiros para Nev Tork,
va Swrtbamplon, por especial arraojo feito coov
a Oompanbia A'iemaoi Lloyd, oodendo demora-
em-3e na Enropa cas 1 u oesejarem.
Sedcelo dos preyoa daa paaaagena
Ida ta 0 tollo
A Lisboa 1* clzsss i V) i 30
A'Southampton 1" class 4 18 a 42
Camarotes reservados para oh Dassagoiros ae
Peroaaibuco.
Para carga, passageos, encommendas e dinhei-
ro a (rete: trata-se con os
A.aiorim Jprao & C
N. 3&a* oBom jeanvN 3
Flarrknrr RiipHamP-Viiic. 1 cof-t fraoc*, dJVers s loocas e vid os.
tlamburg sueaame iKanis- m ln,tre ta..yta, de} 0COBi 3 aranaeiuft
che Dan pfchiffahrts Ge- de prce.laDta e Jd,a8 d ,e;ro
sellschaf *m*%Jkjm*
O'vonnr Sil ntA No ,*-ana" do sobrado n. 67 da roa 15 ie o-
gVctUUI tJa.UlKro vembro, antiga do Imperador
O ageo'e Mantos far le:ia. por or^em de Se-
verlno Sar iva de Andrade, que se retiroo para
o ee^tro do Estado dos importantes movis e
miis ofcjectos ezisteoies em (lto sobrado, os
qoaes se lornam recommenrtaveis pelo go;to a
boa consejvucao.
'Tsr v
E' esperado do sol st dia *
Novembro e seguir depois da
demora necesaria para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor iluminado A lu elctrica
11 oftereoe ptimas acaomm dn^Saa ao*
rs passageiros.
Entrar co porto
Para pastagens, ca/ga, frete e ele, treta-se
coca os
CONSIGNATARIOS
Borsteliiann & C.
18Ra do Commercio18
! andar
auftrian Lloyds Steamer
Coaupany
0 vapor austraco
Meduza
Navigation
Leilo
E'esperado do porto de Trieste
segaindo depois da aecessaria
demora para a
Baha, Rio
de Janeiro
toa
e San-
os
?ara passagens, carga, frete etc., trata-ae c.m
AGENTES
Henry Forster & C.
Roa do Commercio n. 8
l* andar
Chiui tifnima b 1-
PORTO DO SUL
Directo Santos
O paqoau;
La Place
Seguir para o
porto cima in-
dicado no da
14 do correte
as 4 Coras da
tarde.
Da arm^cao, fiteiros, cba'otos, cigarros, ca-
limbes e ponteiras tinas de espuma, mbar e
nix, ditas ae madelra e massa, carteras para "
cigarns, dinbeiro e fumo, pbosphoreiras, lam-
padas elctricas, papel para cigarros, ditos gros-
sos de lustro, fomos. phospboro*, extractes, ba-
laoca, depsitos, jarra para agua, basco para
cofre e moitcs ou'.rts ODJectos
Quinta-feir 8 do corrente
A'S 11 HORAS
Na tabacaria sita ma Marqoez de Cllnda n. 12
O agente Gusmao, aotonsado, far leilo da
armago e mercadona i arma mencionadas.
Em lotes a ventad* dos coxpradores.
Leilo
De oro faqneiro de prata com 12 facas, l gar-
ios, 12 colneres para topa, 12 ditaa para cha e 3
concOas para sopa, assnrar e arroz
Quinta-feira 8 do corrente
Ao mel dia
No 2o andar do sobrado n. 67 -a antiga ro
do Imperador cude ba leilo de movis
Pelo agiente Martins
Leiio
De hons movis, fios crystae?, qoadros,
espelbos a mais objectos ae casa de fasilla
Sexta-feira 9 do corrente
Agente Pinto
Ni) robra 10 do Ca'oinho Novo n. 73
(Peno da eaiacacj
C0N5TANDO DE:
Um i^no de armario em bono eeUdo, 1 mobi-
lia com 1 sof, 2 contlos e 12 cideiras ae gnar-
n'cr-. 1 espr--o, l relogio. 2 goadro3 g andes,'
2 meoo'es, 4 cindieirns, 1 divrn, 1 espregnica-
deira, cadeiras de baaejo de jonco ditas pe-
qo as.
Urna ra mesa 'las ir.', 1 gcarda Ircga. 1 re-
logio, 12 cadejras de junco ir..ico, leuca. vidros.
Urna cama Jranceza, 1 copla, 1 lavatorio, 1
ccmmola de jacarani ( cama para menino. 6
cadeiras de jnneo, 6 toalbas feliudas, 6 colchas
oar cama, 1 mala e ootros objectoa de casa de
f.mia
do corrente
pagsagem gratis aoa
Sexta-feira, 9
O trem das 10 e i9 dar
coororrentes ao Inlo.
Companhia Hannfactora de
Phosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas a
realizarem dentro de 30 dias; a contar de
5 do corrente mez, a 8.a entrada de suas
prastaces, razao de 10 Ojq do capital
subscripto ou 20 por acgo, em mao do
thesoureiro, rn. da Madre Deus n. 18.
Recife, 3 de Novembro de 1894.
O director secretario.
J. P. Goncalves da Silva.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadao tenente-coronel director
teste arsenal, disiricoem-se costo-as nos das
5, 6 e 7 do corren'e mex, com as costorelras,
pos-cidoraa das golas de os. 561 600, de
:oaformidade com as ordena em vigor.
Secco 13 costuras do Arsenal de Guerra do
Salado de Pernambuco, 4 de Novembro ae 1894
Feliz Antonio de Alcntara,
Capitao artjnoto^_______
Cantas atrazadas
A Companhia Exploradora do Produ-
ctos Calcreos, pede aos ses de vedo res
em atrazo que venham saldar sem demora
as suas contas, sob pena de serem cha-
mados pelos jsrnaes.
Industrial e commer-
cio de estira
COMPANHIA
No escriptorio dewa companhia. 1 roa do
Amorim n. 58, acbam ee u sposlco dos st-
abores accioatstasa copia do balaoco e mals do-
comentos exigidos por le, relativos ao anco
-onal fiado em 30 de Jocho pmximo passaao.
Recife, 11 de On-obr de 894.
A. D. Fernanoes.
Dl'ector secretario.
Companhia de S?na Tereza
ASSEMBLEA GE RAL
Reunir-se-ha no dia 12 do crrante no
I*, andar (sala de detraz do predio n.
19 da ra do Vigario Tenorio ao meio
dia, a asaembla geral da Companhia San-
ta Thsreza, afim de ser apreciado o pa-
recer da CommissSo Fiscal, lido o relato-
rio e rotada ama proposta do gerente da
' orr.panhi" sobre asaumpto de sua ecouo-
Pede-se aos Senho-
res consummidores
^ue queiram fazer
jualquer communica-
c/o ou reclamaijo, se-
ja esta feitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55, onde tambem se re-
ceben qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, HermiQo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tono de Castro Nunes.
Todos os recibos
desta empreza deve
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
sem o que nao tero
valor algum..
Gerente.
Edward Collre Leigb.
Companhia North Britlsh & Mer
cantil cInsurance
Capita. subscripto 3,000,000 O* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18* 5'
BECBITA. ANNOAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* 8*
De premios sobre
divida 992.379 6 l
A. C. e Freitas
Sad Brazil Dienset
O vapor
Macedonia
E' esperado dos portos da Eu
ropa al o da 1 de Novembro
e tefioir depois da demora ne-
e8ssria para
Rio Orando doSal, Pelotas a Porto -Ale
gre
Para carca e pasfagei os trata-se com os
AGENTES'
Pereira tarneira A C.
Ra do Commercio n. 6
1. andar
Lmha regular de vapores
reg
Dacionaes e
o vapor
estrangeiros
INOLEZ
Shaftsbary
Prese ntmente
neste porto se-
eoir depois de
breve demora
pora os portos do
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
JSOB direitura
Para carga e vaiores trals se com
E. S. Levy
Ra do Commereio n. 22
Paciflco Slcam Navigation Com-
paiy '
STRATTS OF MAGELLAM LINB
O paquete Orellana
E'esperado da Baropa
at o dia IO i" No ve bro
segninio ae^.1- "tiadM-
pensavel demera, t>. va'-
paraio com escala pe
Babia, Rio Janeiro o Montevideo
accommoda^OES
Coama-fe a att^ncao dos Sra. carrpeado'ea
pars a claosola 10a dos coobecimentos qoe aqai
publicamos :
>o caso de baver algoma rec'aroagiJo con-
tra a Companhia, por avaria oa pe-da, deve ser
feila por escri rito ao aecte respectivo do portj
da descarga, dentro de tres dias depois d ^flea-
lisada.
Nao procedando esta formalHade, a Compa-
nhia tica lienta de tola a responsabilidaae.
Recebe carga encommendas, passagens e di
nheiros a frete at s II horas ta manha do di
da partida.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Compaobia Pernambucaon
, 12
Companhia Pernambncana de
RaYgajio
PORTOS DO NORTE
Parahyba, Natal, Maco, Mosnor, Ara-
caty 6 Cear
O paquete Jaboatao
Commandaote Alfredo GuimarSes
Seguir para
os portes cima
indicados no dia
II do corrente
_________________as 4 horas da
tarde.
Recebe carga, encommeedas, passagens e ai
nheiros a (rete at s 11 boras da manb do dia
da tartida. _
. ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
Leilo
AO CORRER DO MARTELLO
Di doaa ani^nonas com es compo'.> otes ar-
reos, em perfrito estado de cooservacSe, pro-
prins par ccndoc3o de trastes
Sabbado, 10 do corrente
A'S 11 HORAS
N* ra do Padre Nobrega n. 24
Pelo agente Martins.
AVISOS DIVERSOS
A Baroneza d'Herpcnt e seu filho O
Baro d'Herpent, agente geral do jor-
xi3.-L'Ecfio du Bresil, tem a honra de
participar aos seus amigos e discpulos
que mudaram de residencia, achando-
se actualmente ra da Unio n. 1.
Precia se de ou* c<4bneir<" iom urgen
ci:i ; a tratar oa 'na do Apol o n. 8. 1- andar
das It s 4 biras da tarde. _______________
Veode-8^ puitau de r<-rro ae 5 a ta p.irnos
de largora, gradra de trro para cima de muro,
termQo e ja"itm, pi-daco re grades : bo largo
do Fo'te das Cinco Poetas, lenda de ferreiro nu-
mero 4.__________________________________
Alocase am .iui.uiu.ul- Vlvel'o eui AtO-
gados : a tratar no largo da Pas o. 8i- A, ou i
roa do Pilar n. 58.
Precioa-se de oro
de Ca .eu n. 35.
copeiro ; a til r na roa
r
LEILOES
N. B. Este vapor uao tem
para passageiros de S* classe.
Para carga, passagensencomaiendas
o a (rete trata-se com os
AGENTES
diihci-
Wlson, Sods i C, Limited
10RA
DO COMMERCIO10
1 mndar
2.48.196. 12* lld
N; B.A reparticio de fundos aecu-
mia. Nesta mesma oecasiao eleger-ae-ha mulados sobre seguros contra fogo, nao
Pktaaho allemfio
Otto
Para em direitura
J tendo engajado parte de sea cargamento
poder anda receber om resio de carga para
jegor cestes poneos das: a tratar com
Pinto Alves e
Comp.
um director e a commias&o fiacal.
Escriptorio da -Companhia, 5 de No-
vembro de 1894.
O gerente, s
A. Pereira Simes.
Hospital Pedro II
VMdii-iflQm rgeni eoatracUr am pratico
d Dbarmacia com babiHtotOe Pari rvtco de
aboratarlo- O servico daa 8 horas da manb
I se responsabilisa pelas transac^Ses fei-
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons k C-.
COMPANHIA"TETHYS DE SEGUROS
martimos E TERRESTSES
Mida Urde: tratar cem o D-. director, no
Do Banco da Repblica do Brasil: Be8l00 hospital, na boras do axpediente.
SU*. DO VIOABIO N. 1, 1. ANDAR
Directores
Bario de Souza Leao.
Tbomaz Comber.
Julio Cesar 'aes Barros
A. C, de Freitas flgC.
Sud Biasi^ Dienst
o VAPOR
Ithska
E' es aerado da Eorepa at
o dia l* de Novembro se-
guindo depois da demora
necessaria para
Santos, Paraoago, Sinta Catharina, Rio Grande
do Sol, Pelotas e Porto Alegre
Para carga, passagens, encommendas valo-
res irats-ae cornos
Agantea
Pereira Carneiro & G.
6-RA DO COMMERCIO- 8
\. Mdar ,
Hoie, 6. as 11 horas, deve ter logar o lei
lio Ao meio da, leilo de faz-ndas completamen-
te molbacas pir ter cnido a caixa n'agoa.
Sexta-felra, 9, de Loas aovis, looca e
vidros. ________^___________________
LEILO "
De movis, espelbos, qoadros, porcelanas, loo-
cas, vidros, diversos objetlos de electro-plat e
3 mangueirss para irrig cao,
Hoje
7 do corrente
A'S 11 HORAS
No 1* andar da sobrado roa da Aotora n. 89
CONSIaHDO :
De 1 boa mobilia de janeo com 1 sof, 12 c?-
deiras de goaroico, ditas de bracos, S dias
com balasco, l coosolos com pedra, 1 erpeibo
oval, 4 qoadros. 2 etageres doorado, i lapeie
para sola, 4 ditos para porta, 2 eecarradeiras, 1
iardineira*com pedra, 1 mesa para jogo com
panno fino, 3 espregnlcadeiras, 4 jarros para flo-
res, 2 cetas com flores, diversos enfeites de
electro pate, 1 cama para casal, 1 toilette, 1 la
vatorio com pedra, 1 goaroico para o mesmo.
i guarda vestido I imoortanie commoda, 1 ca-
bide de olomoa, meia romosoda, 2 camn para
solteiro, com colxdea. 4 camas Ce lona, novas, 1
sof de amarillo, 1 cabide de prele, 1 espelbo
1 lavatorio ce ierro com jarro b baca, 1 mesa
elstica com 4 tabeas, 1 guarda looca, 1 apira
dor com pedra, Sdi'oscom columna, l cadei-
ras de junco, 1 mcblia deamarelh completa, 1
reloglo de parede, 1 qeartrobeira de cotamsa, i
dita de parede, 1 mesoba de ferro, 1 dita de pi-
nbo, 2 jarras para agua, porcelanas, luijas, vi-
dros. crystaes, electro-plate e amitos ouo
otje:tos ue casa de familia.
E 0 agatite Gnsmo, aotonsado p?r nma familia
qoe retirou-se para o Interior do Estado, lar
|elo dos movis cima mencionados, os e,uaes
se charo em b> m estado de conaervagc^___
Piecoa-se de urna costorelra qae esteja
habilitada em rasa de modista, paga-se bem :
oa ra D. ftUrla Cesar, aotifca Seniai-- Nova n.
48, l- andar. __________________
frecisa-se ae um fetor, p-etennio-st por-
tntopz ; a i'a'a- na roa da Cadeia n. 35.
O armador Paula Mafra
Continua n exercicio de sua
proflsso
ltuu Duque de Cavia* n. 23
VKVDiaaiilT VIOTKHVHd
<<; ijs p3
s k' svixvo aa anOna vna
DlSraA'K'T
aa /
OVNDOD
Ao pablico e especialmente
ao commercio
0 abaixo assignado, todo liquidado amiga-
velmente, mediaGte autorisac*o do D-. jais de
orphfos a sociedade que girava n'esta prag
eob a firma Silva & Ferreir-, declara que tic
sob a sea nntca e exclusiva responsabilidad^
cuto e paasivo da extincta firma.
Ootrosim declara qoe o estibelecjnieoio i roa
do BarSo da Victoria o. 46, passa girar sob a
soa nica respoosabilidaae e coro a firma Silva
& Pe'relra.
Recife, 31 de Ootnbro de 1894.
Mancel Tavares da Silv.|7erreira.
Leilo
De solidos e importantes movis, 1 lastre de
cr-stai de 3 oicos, uraadelas, 1 espelbo oval, Vi-
dros e 1 excellente puno de Pleyel
CONSTAaDO : A _
De t solida mobilia de Jacaranda medalbo
dnplo com 18 cadeiras de guarnicao, 4 ditas de
bracos, 1 sof e 2 daoquerqoes com pedra, *
excellente plaao de Pieyel, 1 cadelra para o mes-
mo 1 espeltio oval vidro biseaul, 2 lindos pa-
ree de jarri para flores, 2 figuras de olscnits, 1
rico toilett da Jacaranda entalbado, 1 lavatorio
de Jacaranda com pedra, 1 colamos oe Jacaran-
da, 1 guarda vestidos de amarello, 1 guarda
roopa de amarello. 1 commoa de dito, i impor-
tante mesa elstica o-al de oito taboas, 1 lindo
guarda louca de aaarello com vidros ovaes, 1
rice aparador de amarello com pedra entalba-
do, 1 quartinhaira de amarello, 1 berco de faia,
Ao cimmercio e ao
publico
Manoel Tavares Ferreira da Silva declara que
d'esta data em dlaBte, e para fios commerciaee,
f.aj sa a aesigoar-se Manoel Tavares da Silva Fer-
reira.
Rec fe, 31 de Outobro de 1894.
Manoel Tava-ea da Silva Ferreira.
Olinda
AI otra-83 a casa roa de S. Francia* n. 2,
com bons commodos para grande familia e imi-
to droximlf aos bsnhos sa'gidos: a tratar na roa
do Imperador n. 44. loja._______________ _
Agros e limonadas gasosas k
tod.s as qnalidides
Soda water, ginger, ale, limo, tanja,
curaoo, abacazis, granadina, groaelln
franbouai, baunilba, hortell pimenta etc,
eto.
12A=CAKS DO CAPIBARIBEI2 A
T3AIA INCORRETI
' r v .'aa, i -i........
--
- I
2MkMQsar>


V
t
1
1
f
jaa Carnelr a da Cunlia.
Maoosi Carneiro da Cunta e soa familia, lea-
do recebldo a iafaosti gotlcn do lallecimeoio do
en idolatrado pae, em Portaba!, convidan ica
eos parete* e amigos para asslstiraa. ii hu-
mi qoe mandara resar oa matru da Saoto Anto-
nio, *b 8 beraa da maub de 10 do correte, 30
do sen paesameoto, aotecipaodo desde ja en o
recoohecimento aquellea qae se dlgoarem corx-
parei'pr o r"firi 'o tata.
r. major Oi-tavlan* de Brlto
icio
D. Mara Posa Cilrooo da P. GalvSo, majorsa
Joao Viceoie de ti. Gai o (ausente), taoeute-
r.nel Vtc Bte O. de Paira e ia oaltwr, u
neote--oruorl Leopoldo B. t.lvo Ucuoa a KM
jores Hjracio P. G*lvo, Fra.cisco ae r*jcla
Maf.a e Jos da Casta Bego Litoa, esposa, pai,
cunbaao, i-mi e primos do tinado Or. Oot-viaoo
de Bruo Ga.vi, agrade era do mumi d'aUoa
qoeiles qae acompaobaram o eo-po do Coa o
ao cem:tno puDlic e pelo presente os convi
dam t>-ra co o aos rtemals pareles e aaiitoi
para assisilrem as missa* ao 7- da, |j sano
ceieoradas'oa lgreja ue S. da C .u et.fi1> con
Mi.itart.-, s 8 Horas Ga manca do da 8 do coi-
reote, e oa capilla do liooteuo, e desde ]a ane-
cio "' na *" arla Floratela de Liaua, Mallos
tDr. Sergio D. de Meara M-.ttos, seas
Olhos, georo, oo'as e oeos coovidaoi aos
seas panites e amibos para asisti'em a
orna missa qae mandara rexarnoceai
terio pablico de Saoto Amaro des'.a cidad s 9
1/2 da maoba ao da 10 do cor ente, 30- d >
lallec ajenio de coi aooca eeqaectda esp-xa,
mal, aoera e avo, Mana Florencia de Lima Mal-
tos, pelo qae se coalessam ete'aameoie grates
por.este acto de rellgifio e caridade, aquellea qae
compsrecerem.
t
Francelln Alvea Culinirea
Joaqaira Aires Alende* Gui:n.rfi-s e sea tilbo,
Praoceti a L. Airea Guima aes, teo nido,
georo c- oras agradecem e coracSo a todoe t-s
pareles e amigos qu acerapanbaram ao c>mi-
terio panuco os r.tsios mu tswe de saa idolatrada
esposa, mil, tiia, irma e cut Inda, Prancelina
Alve? Gu'.mares, e de noro o* convidara para
assisttrem a- mtssas qoe, pelo sea eterno repul-
so, mandara retar ao coarento de S. Prad Maco
desla ciaade, oo da 9 uo corrate pelas.7 I/i
horas na manba, 7- da do sea passamento, por
cojo comparecioiento antecipam seo agradec-
memos.
f
L-
achaiei Ausikiio da fia
menta Lina
fOs bachareie Bernardo Joe da G ma Lint,
Francisro Paes B. 1. Lias e Va-co da Gama L.
Los, D. Isabel da Gama L. do Reeo Da-ras e o
sacbarel Feliciano do R. Barros Ar ojo, D. Cla-
ra de Alboqoe qae Gama. P.olo de A. Gama e
P.ib'.o de A. Gasa, agradecen do ntimo d alrju
a toaos aqoelies qre acoxpantiaram a toa clticta
moiaua oa restos mortaea de sen estremeci
irmao, connado e sobrinho, Angosto da Gma
Lamenba Lias, fallecido oa cidade de Barreiros,
no dia i do correle mes. e convidas os pren-
les e amigos asum rem ss ra'-sas qne por sua
alma maudam retar na matru da Boa Vista, do
dia 10, a> 8 horas da ma ni. 7* do po jallect-
mento; couessaadj sj oes ie j sommaoieDe
gradad 'os
t
Felipa.* Cavalrante fie Albu
iiuirquc
O major Antonio Peregnoo C. de Alboqner-
qoe. ana malber, filbos, euros, ora e netos
convidara o> prenles e ara vos para assisilreai
a misa-' que mend^m retar no dia 9 do correte,
as 8 no-as da macba, na matru da Bo< Vista,
por alma de soa idolatrada rrai, sosra e ar,
Fslippa Caraicauta de Albaqarqn. 30- dia do
neo passameoto. canfessando-se gratos a todrf
qae ge dignaren compa-ecer a este acto ae ci
ridanp
Ama
Precisa-ge de amo ama para cosinhar ; oa ra
Doqoe de Caxias n. 48, loja
Ama
Para engommar, precisa'-ae
de urna ana : ra Duque de
Ca\in<* t'i. 3.* andar.
Ama
Precia se de orna ama, a tratar ra do I. -
vran ri o v. 31 loja
Ama de criao^a ccosinfceira
Pr cisa te de cma ama de crianca e arrarjo
de qu-iilo.e urna boa cosiBbeira ; no Camiono
Noro n. 180.__________________________
Go venante e amas
Precia de cma governanie e doaa r.mas:
tratar na ma Baro da Vicoria n. B4, na aotiga
agencia de moris.
JA ^
Preeisa ? de na ama oara Isrsr e engstn-
mar : a tratar na ma Duque de Lanas n. 60
loja.
Cal branca e vir
gem de F r a-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
de excellente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras sero dentro de pou;o
tempo postas disposicSo do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
co Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda, n. 19, I. andar.
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendemse as principaes mercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B. dos Reis & C. Successores a ra
Larga do Rosario n. 30____________
Pregos americanos
Veodem Henry Forster & C, en sena arnia-
cens de farioaa de triara, caes" da RegeDerat 5o
os. 3 11, 00 uo sea escriptorio s roa do Coo
mercio___________________
Magdalena
Alaga-se o credio 11. 8 i roa deBemlca, cao
granees commolos e agoa eoeanada ; a tn.tar
na roa Direita a. 45, sobrado, 00 na secretaria
'iaSanu Cata.
Ir DELICADO jT
AGUA
0 o FLORIDA 73 m
fe 0 PURA SEM n m
ce RICA RIVAL C7)
< in 0
l ^^ i 1 ^atf'* HEEAY > z
ce A LNUAN m
L O- Mantem sempre a sua popn- rn
laridade. Cautela com a
IMITA^fJES.
$> DURADOIRO ^
Cosinheiro
Precisa-se de un liona co-
inheiro ou coainheira para
casa de pequea familia, em
Olinda pa^a-se lio 111 ordenado;
a tratar na ra do Comiucrcio
11. 44.
Caixeiro
Precisa-se de om r.-.pn qee tenba pratica ce
fazeodas e dando atteatado de sen bem compor-
t;tren'.i a tratar do Bazar de Afogados.
Jardineiro
Precisa-ae de nm ]'dineiro, preferindo-Be es-
trangeiro; na roa do Commercio.n 44.
Compra-sena
Pharmacia America-
na garrafas brancas de
litro:
Garvo acimal
Rerebe-se qoalqcer eocommenda 00 pedido,
oa roa de Bemfica 6, merceana Looreiro.
TelepnoDc47
Ama e cozinha
Em Fernaodes Vi-ira sitm n. 5 orecisase de
orna molber pa'a CJiinh'i-a.
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianca ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Caixeiro
Na ra da Res'aaracao d. 7 precisas? de om
nrenioo de 41 a 14 ai oos, com pratica de rao-
Ibados, dando fiaaor i saa coodocla, preferirjdo-
se rortogoez
Gavallo desapparecido
Desaprare eo da Torre, Da tarde de 31 de
mez pasalo, om cavado slatao cacbito, com os
seguintes eigo-es : doos ps clcanos, orna es-
trella branca na testa, cabaca carneirada, Pe-
de-se a qaem delle o'.icia exacta de- o favor
de leval-a roa do Coronel Saassaoa 0. 208, 00
Da cocheira do Sr. 0S0 Qaeiroz, Da Tone, qoe
ser geoeroaameate recompensado.
Attencao ^
Arroz da Ia qaalidade ; reode-se oa roa do
Brom o. 67, armazem, saceos de sete arrobas,
por preco razcarel.
Auja de leite
Pre'isa-se de orna ama de leite : no largo do
Mercado n. 13.
Demarc^^ao de trras
Pelo engeoheiro C. C. Carlini, reaideuia na
cidade da E.cada, roa do Rio n. 12.
Cosinheira
rrecisa-se de ama boa cosinheira para a Vara
te* : ajtratr na rir do C'esoo >. 19 Iota.
imwmJimJkummm
Precisa-ee de orna ama para cosiabar. pa'a-se
bem ; a tratar ns rea Marqaez de Olinda n. 53,
loja de looca
Casa no Monteiro
Aloga-s" orna cesa moilo (reca no Monteiro,
teodo agna, gaz ejardlm; a tratar na roa i'
de Margo r 1O-A._______________________
Tverna
Vende--e a tarerna sita 4 roa Loiz do Reg n.
47 D ; ai atar oa m- sma. oo com Lopes &
Araojo, pateo do Lirrameoto n. 38.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Mano el
Cardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulado, attos-
tam a eficacia.
Deposito
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
Ta&c C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martins, roa Doqoe de
axias n. Si.
Pharmacia Oriental, & roa Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & roa o
3.1 fio da Victoria n. 14.
l'barmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario u. 31.
Cal Branca e Vir-
gem de Jamia-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo nt 73.
Fabrica de gelo
Q
umram
^J*JeOV-\.r>o
VIHH0 FEBRFUGO
rraque
DIGESTIVO
MX1DICIKA X>B PAJU0
O VINHO DE QUINIUM de Alfrbd LABARRAQE, eminentemente tnico e febrfugo, deve ser preferido a
todas as outraspreparacoes de quina.
O VINHO DE QUINIUM de LABARRAQE, preparado com o QUINIUM (extracto de verdadeira quina),
constitue um medicamento de composicao determinada, rico em principios, activos, e sobre o qual os mdicos e
os doentes podem sempre ter coniianca.
OVINHf)deQlTINIUMdeLABARRAQLE,prescriptocomgrandeexitopM5oa/r^a<,^7tza,sejapor causas (Fenfraquecinunto, seja por antigs molestias; aos adultos fatigadospor um rpido creseimento, s meninas que
tm difficuldade emse formar e desenvolver; s mulheres depois dos partos; aos velhos enfraguecidos pela edade ou doenca.
NocasodeCHLORosE, Anemia, Cores paludas, este vinhonm poderoso auxiliar dos ferruginosos. Tomado junta-
men te, por e.xeinplo. com as verdadeiras PILULAS deVALLET. produz efTeitos maravilhosos, pela sua rpida aeco.
PARIZ, 13.
ra Jacob !_,. IfI*X2M.E3 Casa A. CHAMPIOBT e C, 8cc"
" NA MAIOR PARTR DAS PHARMACIA3 DK TODOS OS PAIZES
Attendite et vi
dte!
^AAJBikackMSacab*^
Agua a Meiissa *. Carmelitas
Jos Samuel Botemo, fabricaste de bonqneta
ao mais parado romo, para casamento, bapti
sado, oo ontro qaaiqaar acto, pode ser procu-
rado roa da Cadeia o. 43, loja de pelletro. 00
na soa residencia, roa aa Coaceic&o o. 3, Boi
Vista.
Feitor
praga
Precita-ae ae nm feitor ; a tratar na
da Independencia, loga da Brisa.
Sao magnficos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zer.es, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
retal-ho em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n. 45 A
Antigo imperador
Xarooe de Sumar
Ete agradivel e enrgico medicaaien-
o exterminador daa togaea, resieatea e
antigua, Jcatharroa, aoffdoafSet, brenohi-
obronicaa, lonqnid&ea, e em geral contra
todos oa padecimentoB protrenieatea da ir-
ritagSo das vi as respiratorias.
Convea como unitivo sos fysicos.
COMPO8I9AO
DB
Finio Caali fe Fiminio
Approvado pela respBitavel Jnota
de Hygiene
Prop gadores
Baptista i Figoelredo
Eooontrs-se em qnalqu^r pharmscia.
AOS
pd
Avisara Conrado, Antunes &C, qae
receberam luvas para este til diverti-
mento.
4' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 E 10
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfinetes para gravatas e abo-
toaduras o que se p de desejar de rnais
chic e fino, novo sortimento receberam
Coorado, tunes & G.
A' BRISA
CosiDheiro
Pr?cl8a-se de nm bom cosiobeiro, aasim como
e nm criadinbo a tratar na ma do Carnio
balet n. 59 em Olinda.
Frascos
nico Buccessor dos Carmelitas
14, Ra de VAbbaye, 14 PAR
CONTRA:
Apoplexia Flatos
Cholera Clicas
Enjo do* mar 1 Indigestoes
Febre ama .-ella, etc.
ter o pratptcto no qual vtl enro/rdo
cadt ridro.
Dcve-eo exigir o latralro branoo
e preto, em todos oe Tldree.
eja qual lor o tamanho.
Dspoertoe zu todas as raAUAOua
do Universo
+4K
13 esc orifar
DAS
falsifiravrs
e exigir a Aasignatura
^RPPPPW
vasios
Compram-se francos de maene ia flairta, va
sios, paea-se bem ; na raa Baraj da Victoria
numero 37.
Cosinheira e copeiro
Precisa ae de orna boa cosmbeira por 30J0OC
por mes. e de nm bom copeiro : a tratar no pa-
eto .lo Co'leeio o. 4. eccr o'orio.
Engonjmadeiras
Precisa -te db tinturarla roa das Flores na
meo 6
Perto do banho salgado
Alngj.?e om sobrado com bastsotes commo-
> F'-r-eira o. 43, Olinda ; tratar no puteo do
Carmo n. 6, Olinda.
Baixa de capim
Vende-a om terreno na ARoaaiobalde Bebe
ribe, com 1.850 palmos de frente e 800 de foo-
0. pl nado de apim. com tres casas proprias
para tablados, 23 ps ce coqueiros e algorna*
f ncteirao, iaraogeiras, fracta-pau, jaqoeiras,
maieoetras e jambreiro ; a tratar na roa do
o 1 flra. sitio defronte do sobrado graode, lol
cuef=T.F. P.
Gasa
Vende-Fe on permn'a-se o sobrado da ma Di-
reita n. 3. a tratar no 3 andar do mesrro.
OOEHCASiio ESTOMAGO
ELIXIR GREZ
digestOes
OIFFICEIS
Dyspepsla
Parda
\d AppBte _
TNICO-DIGESTIVO ooaxa
.DOPTADO KM TODOS OS BOSPITAK3 I
I PAJUSCOXJLXM o C. me
PEPSINA
do Oaro o DiolomaM de
4*. emu PkinacUs
GASTRALGIA
ANEMIA
Vmitos
Dlarrha
ctwonlca
BABA CUBAR
a ANEMIA o RACHITISMO
aLEUCORRHEA as ESCROPHULAS
oRHEUMATISMO ^fc^ S^. a TSICA, etc.
de
EXTRACTO de F1GAJDO de BA.CA.LHA.O
mais efflcaz aieda do que o oleo cr de ligado de bacalbao
GOSTO do Vinho Vivien e TO AGRADAVEL que as
mesmas crianzas tomam-no com prazer.
San jirinei/Mie* pharmacias. PABIS, Raa Lufayatte. 136 .
ATKINSON'S
WHITE ROSE
encanta peia boa dolara suito e delcsiia.
Bmpre^ar so a de Aricissof que original
e uaioa eeseucia verdadeira.
ATKINSON'S
OPOPANX I HELIOTROPE
W00DVI0LET I TBEOL
e oatroa perfomes oelobres so aperlorw
aos mais pela sua lor, e aruma uaturai
Veudem-fle em toda a pane.
j: v. a. ATxxivsorj,
24, Od Bond Street. Londres.
kAVISO! Legitima aumente com o rotolo-
escudo aiul e amarello e a marca de
(abnca urna "Rosa tralca" com
o completo endereco.
28
iCHABLE
?AR/S
200.UUU Doentes
CURADOS DE
Impiyens, Borbulhas
Virus, Ulceras
PBLO
POMADA ROosoAJA TANNINCI
Pira toriur a atr so cabello br^c, t sui CB PIIMITID
POMADA DEALCATRO
e QUINA contra as PEXLICULAS
SEGUNDO A FORMULA DO DOUTOR NYST6N
PARS, FILLIOL. raa Lafayelle. 53.
Deaoaita ta PIRSKBDCO: C" de Drogas k Proiictos chhjinu .
NAO HA
MAI3
Oppressuo, Catarro, 08S t
I= Obtr mtli Htn Kiinillllaaaia =-
Deposito em todas as Pianoa^:-.
Carro e cavallos
aovo aortirreoto de laoi-rDa, chicotea e col
letras; Da loja de mosicaa e loatratneiitGS ao
paiva. rna N>va n 13.
COPEIBA E CHIAbO
Precisa-se de urna copei-
ra habilitada e um creado
at 14 aono3 ra Duque
de Caxias n. 86 1. andar.
Regulador da Marinha
Concerta-ae relogioi de algibeira, pen-
dulas de torre deigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, ocolos de
alcance, joias e todo e gualquer objectes
tendente a arte mechamca.
9Hua Larga do Roaario--9
Eatgoamtddciras
Precisa-se de engomma-
deiras peritas na Camisam
Nacional ra da Imperatriz
n. 52.
Grande modifica^ao
de precos
Batamos resolutos a veodirmos a fasn s \
do no**o esta electtnento c >m at>aua>enio ni> 14
0/0, tato tasemos devino nao k5 a raode qoid-
tidade de foiend.s qoe t os e raia p tm
romo ao g'aode o erplen Ho sortimento qoe a
cada momento esperamos de Pars, IoglaU-mi p
Allemanoa ; por tinto, coBta poooo om pa-fen
aeate bem luooia^o esiabelpcimento tal todoe
eucootiarao lnceridade na madida e n ju-
acloia fica dito e bem c ou o agrado jos pro-
prieta ios do me n. e
sciaa eompelldorea
Estrellas 'mericii
11 -1 de Marfo *
Antiga do Crespo
Attenqao
Vende-se ama importa te co^beira com ?ac*
cas toorioas, com crias garrotas prenbe e nm
ooviloo c nm bom cavallo para pella : tratar
eom Jos Perelra Doane, dos Coelbos, defronie
doH ipial Pedro II._____________________
i Engommadeira e cosinheira
Precisa se de do>s ama*, para cosiobar e en-
izommar : Da roa do Livramento n. 25, segnudo
ao ar.
Vende-se
0 engeoho Mon e-Po, outr'ora Birra de Jan
gada, comarca de Amaragy. movido por agoa,
com todoe os perieiifes f pro orjOec para sa-
f-ejar de 2 000 a 1 500 paes, distame meia le-
gua da estacao de Cortea, atravessaedo o cerca-
do a nba frrea de Bonito.
A tratar com o proprletario o Sr. Francisco
odiz Pontea no en eobo Vera Gmz comarca
de Bonito, e a Informar com os Srs. Wanderlei
& Bartus a roa do Bom leens, n. 19 1 andar.
CBUPELUR
Este novo e beui montado
estabelecimento acaba de re-
ceber dos paizes mai impor-
tantes da Europa um com-
pleto e vanado sortimento
de chapeos de eltrc, la e
palha para homens. senho-
ras e crianzas, lindas capo-
las, formas de p&iha, o que
ha de mais nevidade, cna-
pos de pello para homens,
o que ha de mais moderno;
assim como fitas, fluies, ai-
gietts de pennas, ditos para
cabello, passaroe,azas,vos,
grampot paa chapeos, com-
pleta novidade, toucas para
ci angas, o que ha de mais
chic, e um lindo sortimento
de oleado?, courinhos, forros
fe fitas para chapinos deho-
mem.
Urna visita, pois Cha-
peliana Uniao ondeo respBi-
tavel publico a par de un
complet > sortimento em seu
genero, encontrara modici-
Jadeem precos. agrado e
sinceridade.
fiHiDoqae K. Mello & Azevedo
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & G., um
variado sortimento
Conrado intimes ft C-
A BRISA
LrqBes de Ciaze e Peonas
Ultimas novidades de Paria receben o
Congresso das Damas
Bordados e rendaai
Lindo sortimento de finos bordados
brancos e mescladcs de todas as larguras.
Ver para crer.
Loja Nova Espbranca
63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES & G.
BICOS e rendas, completo a mimoso
sortimento desde o fino valenciano a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, pregos sem competencia
ROUPAS BRANCAS
Carnizas para noute e para o dia.
Tambera vende a NOVA ESPERANCA
FINOS CORTINADOS
Para camas e janellas, brancos crme e
meselados, precos limitados.
nwprariTw~
FRANCOS E DE 'ORES
i
4
SS
s
2
as
1

c
a
a
8
>
Rodolpho Antunes & C.
Galoes e Garnicoes
Oom vidrilho e aem vidnlho soaba de
reeeber lindo sortimento o
GlNGRKScSO DA8 DAMAS
Brancos e de cores recberam
Conrado Antuuew llr C.
Um importante sortimento acabam de
reeeber
Conrado Antones rt: C.
A BRISA
Alta
em es|>r-
eoaniaaodidade
[tilhos
Para aenboras que criam seus filboc e
muitas outras qualidades para senhorae a
mocinhas
MILAGROSOS collares elctricos para
facilitar a dentiejo e evitar as convnlsSas.
Sortimento de todos osjnumeros. Anaeis
para evitar nevralgias e congestoes. Ver-
dadeiros recebeu a Nova Esperanca, 93
Raa Duque de Caxias.
PEDRO ANTUNES & C^______
F^TAZIAT
' hndo s g. rtimento de tecidos senda
impotisivel de se deecrever a grande Ta-
riedade de tecidos de fantasa, sedas,
13b, naaaook, cambraiau brancas e de co-
rea ; pede-ae ao publico em geral o princi-
palmente aa i&xnt&s. familias de visitarem o
CoDgre&O das Damas
Carvalho & Almeida
RA DO CABUQa' n. 8 e 10
Telephone 196
Chalet
Aluga-se um chalet em Sant'Annn n. 8
A, quasi defronte da EstasSo, com bas-
tantes commodos para familia, tem agaa
encanada, alguraas fructeiras e bastante
terrene, tratarlo Armazem do Martina
a Prao Maciel Pinheiro n. 2.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeos
porces applica-se ventosas seccas e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Servico deenterramento
Completo, a capricho e projBP'dato
RA DUQUE DE CAXIAS N. 25
Dir cao do
PAULA MAFRA

I




1
T
i


HHR
Diario de Pcrnambnco -* Qnarta-fira 1 de ]oveihbro de 1Q4

A LA GBAN-VJA
53 A-Rua da imperairizS8 4
Ohon Silva C
Acabam de receber da Europa pelo ul-
timo paquete um esplendido sortimento de
fazentlas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diversas
cualidades e de maior novidade neste ge-
nero.
Chiifonetes, padrees Lndssimos.
Caiubraias brancas e da cSres, o que
aa de melhor e variado.
Organdys, linons, pere-lines, crotones,
grande e Variado sortimento.
Riquissimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melhor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros.
Laques de todas as qualidades e grande
intimen to.
lieias de 13, cruas, escossia e de seda
para senhoras, homens e criancas.
Camisas de alg >dao, linho e seda lisas
\
CAHISARIAE ALFAIlTARIA
15 ru do Visconde de Inha-aa 15
( Aiitigft do ra do Rangel)
Este novo estabelecimento acha.se sob a direcco de Alvaro Jos P^reira.
mitigo e conhecido camiseiro n'esta cidade, por isso scientifca ao respeitavel pu-
b'.ico pernambucano, ea todos os seus freguezes tanto da praca, como do matto que
a.im de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, flanellas, ptimos
niadapolftes, esguioes, entretella, crotones eetc, tudo oquehademais apropriado
para o bom fabrico de camisas. Esta casa tambern se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e procos seguintes :
gra nde
varie-
e bordadas para homens,
dade.
Collar.r.hos, punhos e peitilhos, lencos
de linho e seda, casemiras, gravatas para
homens.
Duzia de 1.* clase com punho ga sem punho
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Dusia de 2 a classe com punh e sem punho
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Duzia de 3. B com punho ou sem punho
Duzia de 3 B com collarinhos
Duzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho
Duzia de 3.* classe com collarinhos
Duzia de*4.* classe com punho e sem punho
Duzia de 4 com collarinho
Em dnzias fazem-se bons descont
Linda exposico de gravatas. leccos, punhos, collarinhos, meias de 13 e
odao, para homens, senhoras e meninos; o que ha de mais fino em aberturas de
gas, lizas e bordadas
A' frente da officina de alfaiataria acha se um perito e hbil artista.
85,5000
90/5000
720O0
780100
6 8000
6650(i0
4800O
540OcO
423'00
488000
rumo esRAi
AU.M FfBRSOH i
44RA BAE0 1)0 TRIUMPH0-
Machinas a vapor
Moendas
Rodas d'agua
Taixa fundidas e ba'ua
Faixas batidas
Arados,
sem
crava.$ o
Ccstumes a marujo para criabas,
ul-
neste genero.
tima novidade
Casemiras pretas e de cores para costu-
mes o calcas, sortimento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricantes, e
o novo Tnico Maravilhoso, gran,^
descoberta contra a calvice e a caspa,
ALFAIATAIilA
Temos urna offirina dirigida por u
hbil e iutelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortim<,nto
convidamos as Exrnas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabelecimento p-ra verificar o
sortimento que temos, certos de que en-
contraran agrado, sinceridade e modicida-
ceem prcros.
La Gran Via
58 A Ra da Imperatriz n. 58 A
TTON SILVA & C
PARA
::::;::::;::::::
Guimaes & Valente, continuam
a ter as mercadorias abaixo descn-
minadas proprias para LJzinas e En.
genhos que vendem garantidas e
grecos sem competoncia.
al nova de Lisboa.
Cimeato Portland.
Oleo "o Mocot.
leos americanos para lubncacao
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeite de coco.
Azeite de carrapato
Azeite de.Peixe.
Gaxela de linho.
Gra xa em bexigas.-,^
Pixe em latas.
Potasen da Russia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extincAo
daformiga sauva.
M. Largo Coppo Santo M.
'Fabrica de Charutos
Cainponeza
B1TTRXC0RT LK1TE
Bulla
Os proprietarios da conceituada e
acreditada fabrica de charutos Campo-
ueza, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos excellentes e magnficos
charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : loaqum B. dos Reis &. C Suc-
cesores.
Ra Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO
"NUMA POMPILW]
(iruriao dentista
Continua com o seu consultorio ra
Barao da Victoria n. 54.
Consultas e operaces das 8 horas da
manh as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais mo
darnos e aperfeicoadoa^________________
Ccuaheira
Precna-fe de ama cos; heira ; Da raa do
BoainiD d. 2*
SINGER VERDADEIRA
x
--5
ri*
m
S
s
3
-
e
S

CS
s
H
i.
m
ti
4
r -
e
i
i
<^ a
i
j,
'5
8
s
I
m
9
1
Iti
s s. s.
Si
AVISO
GRANDE BAXA DE PREQ0S
COVEM APROVEITAR
Os lindissimos quadros com molduras de completa novidade ; grande
estabelecimento de fazendas, modas e officina de alfaiate.
BRA3MDE LIQUIDAClO "\
E na roa do Iiivramento n. S5
BEMO.IBEIR kC.
Vinho da Serra da Estrella
O nico vinho que mais se pode apreciar na comida, nao tem rival.
Ra Estreita do Rosario ( junto a igreja )
i ofas Hundes & G.

GNEROS m PRIMRIRA OUALIADE
Tudo quanto se pode desojar para ama boa despeno*, prayo* o a^3 WMw
possivel.
Ra EMtroitauo RMrlo( mmt^Si fgSi*S|
Pocas Mendes & C.
E roupeiros
Ba Fstreita do Rosarlo (jan o aj^ja j
Pogas Mendes & C.
iiiissa,
puro
Vinho para
Em garrafas e ancoreta, >
Raa Kstrei'oa do Ro?ano( jmto a Igrej)
Pfrs iendes & t
SEMBNTR8 NOVAS DE HORTALIZAS
FOLHETIM
8
0 SEM0ES0 DE M
ANJ0
Ri a Estreita do Rosario (jutit
P' qns Mtcdes & G-
a
lgreja)
ODB3aA.S 303B VXDCWCJB
Como sejam :
Cestas de diversos tamanhos para compra?
Ber9os
Ba'aios para papel.
Lindas cadeiras.
Ra Estreita do Rosa,io (junto a lgreja)
Pocas lleude & C.
poa
i
coir.
ADOLPHO DENNEftY
XII
(Continuagao)
Trazia um emhrnlhe na iao.
Huberto de Maillepr escutava
avidez. Aqmella criana na, o trem de
Genebra, alguns outros indicios lerava^d-
n'o para um passado terrivel. Alguma
couaa mysteriosa o agitava. Foi con a
voz trmula qu Begnoult:
Continu, senhor ; peco-lhe qu neja
breve, se or possivel. Soffro mais di)
qu o senhor pode imaginar, r
O srvenle, prosegaio Regnoult,
ihamava-seLebrun. Dou-lhe todos estn
nomes para que o* testemunho dos oulroi
actores desta scana, possa ser fcilmente
recolhido, se for preciso.
Nio importa! Nao se demore, se
bz favor, ineistio o duque muito commo*
7 do.
Aqu et, diie-nos Lebrun, aBf.a
trouxa de roopa que encontrai em um
compartimen' de primeira, debaixo de
om banco, como ae 11 quizeasem esconder.
O duque tomoo palavra com ama ei>
iaordioajia plubiljd&de.
Lembrou-se immediatamente da
quella mulher, creio eu, que levava a
crianca na.
Naturalmente, respondeu Regnoult.
E de; ordem que a procurassem no pateo
de sahida e a trouxessem ininha pre-
sen^a para explicares.
E euto ? interrogou Huberto o"e-
gante.
Tinha desapparecido. Cinco ou seis
komens, o sub-chefe, um ou dous empre-
gados sahiram a correr em todos os sen-
tidos, fazendo parar as carruagens.
Em urna palavra, 'fez-ae o impossivel,
mas tudo em vio.
O duque de Maillepr sentio o coracao
apertar-se-lhe, dolor osamente.
Knto, continuou o Sr. Regnoult,
puzemo-nos a examinar as roupas aban-
donadas, e, se lhe pedi o favor de vir ao
meu escriptono, foi porque a carta que
eu acabava de receber do Sr. duque des-
pertou immediatamente no meu espirito a
recordago daquelle facto extrao-dinario
qua tanto me impressionra ; foi porque
no alto da sua carta se achavam iniciaes,
brazao e urna cora perfeitamente idnti-
cos corda, ao brazao e s iniciaes bor-
dadas as roupas da crianca.
As mesmas I as mesmas exclamou
Huberto ra de si.
Pode con-vencer-se disso, Sr. duque,
porque emquanto esperava a sua visita,
mandei buscar essa roupa ao armazem^
onde se depositam de ordinario todos os
objectos adiados.
Estao naquelle armario.
Mostre-m'as I mostre-m'as excla-
mou o duque.
E mentalmente diziar comsigo.
__ Terei an sido durante dezesete annos
para a desgra$ada m&i, o mais cruel dos
algozes.
E em voz alta :
5- sia roupa I eenbor! esw roopa | J prote um "gundo
Regnoult levantou-se, tirou urna chave de
urna gaveta, e dirigio-se para wm ar-
mario.
O duque olhava com avidez. Vio o
Sr. Regnoult tirar do armario um embru-
lho um pouco eccardido. Um retnorso
horrivel mordia-lhe j& o coracao. O seu
pensameflto foi para sua mulher, na palacete do C :urs la Reine, onde Diana
levava havia dezesete annos um vida
horrivelmente dolorosa.
Aqui as tem, senhor, aqu as tam,
repiicou M. Regnoult tornando ao seu
escrptorio, e desamarrando a iitinha que
prenda o embrulho.
Huberto ergueu-se bruscamente atiran-
do-se sobre aquellas roupas, apoderou-se
dellas com mi febril... Cada uma des-
tas pecas, disse o inspector, est muito
bem marcada com o seu nome, conforme
ja lh'o observei, com as suas iniciaes e
com o seu brazao.
D-m'a9 exclamou o duque a quem
a emoco abafa va. Consinta que eu mes-
mo as veja.
E febrilmente remexeu o pacota, e to-
mando umobjecto que levou para parto
da porta para examinar melhor, exclamou
com voz alquebrada:
Martha Era Martha ; era ella.
O Sr. Regnoult permaneca por sua vea
estupefacto. Huberto deu dous pasaos
para frente com o fim de tomar o chapeo.
Estava em tal estado, que viram-no va.
ciliar.
lias sua energa restitu o-lhe logo o
equilibrio.
Passou nicamente a m&o pela fronta,
como para repellir a torrente de ideas que
se choca van em sen cerebro.
Depois, djrigindo-se para a porta, dis-
ae-lhe:
Senhor, acaba de me preatar um
immenso servico, e preciso que me
AAMOPE BE EBUT^fi
Cubo reoe&ic at 5;. Cfissia iiStiiS! sssnsss. SJC9S
.S
#^e7*?1f*.*:
o.
mu, i
paperieole, nesanm oc'to appamdaio departilvo 00 aaiasparrilha 9e appro-
xlma seqoer aoXsrope de Reater n. S. Gomtina onatro grandes proprieda-
ies em um e -eEDenio, operando a um temoo sotre es orgaos digeslivoa, o
sangoe, os rlns e os inteatmos.
Absolutamente neatralisa xpona pelo esnaes inteatmaes. rlus e
poros di pelle, ob cermea nocivos, poe flnioam no eaegue, na crina e na
tran3D;racao
depositas'os DESTEf PBOODCTOS A oompanhia -ie Oro raa e proiaaot
R'j* Marque da Oinda n 24
o HBLHOK
PURIJiTCADCt
pasa o
SAISfiE
chimicob
ESPECFICOS
DO CELVBKS
Or. Hunwhreys de Nova YcrR-
r.m \an mais de 30 aanos, Implen, v-gnrcw, rrt-
rjw-ri bararos. A v< jifia das lrogarias e 'hafw
nacas prlncipae e mais garantidas do MunJu.
C! KA
I
2
o. (
*>tir*tCnnft*ta>o. luflamr.iacato..........
* *'. "I'.ree Oolicacaiuadas i>or LomhrJgas.
tltcM, <'iioro e Iiuiomnia
itlt'.UO,
a Crianza *. .
ic biliosa
ouquldik, Brtncht.-
6. Iur 4e Dontri-cde^ara. e Xevralffa .. ."-
9. gurdeGabCGJi, BiiebMmeca, vriigcm.....
W. I'i j*eiMia, Iagesto, Prisco Vrnlre.___
U Suit>i'>ifuo da ttrgrc K/^-ama uu diO-
r.ila....................................
t, 1-fnrorrhtH. FloruaHnuica, Regrii Drfus
V. I'rou, TofiseKouco, Dimcuiaadedc Hept;a
U. l^ri-rtf, 'rnix^ea, ETs!pei%.............
1.'. ".?jriiJrnii>ii, 1 .r.* rt.imatlcat..........
. Si'ZftcN, M:i!'iia, l'^iT'-. n-'rmllieiite......
. Hriijurriisiriii*. lmorreJim, ii-.tcroas of
oxf>i as, simple ou snnKrentai;.......
__MfOOll__
& ^.*i>*ar^-ii*tf-)ft <>"'U>h. Sordia..........M
X < rolttiai, lnrh;w*^ e ulceran.............
* '<-r.I4i ^aV L-'-ia,. < ii |>liyaloa..............
! vlrnpffiK Acr.nicIa^i'iOfl Huidla. ...*. ....
hnj< de Mar, .-.'aus*'- Vomito*.....u..^.
i.. .Mf.lt^i.r.Noariiiurian Clculos ou "^fK
ii.. I ......................
Z- |inpocnpia#l>ehflMadn nfTvtA. .-t-JquI .
i. 'JX InroBtiPcoria de Onvina. ouriaRT-eva
CUdA ..................................
c. .'tleiiF'Trun^.'iu 'loloroitn, i'r'ito........
-'. 'Ji:i> do Corono, PalpIta'; 'V~ EpvtoPDia. 3alca<.ux\ uttlu:orai. iallc d#
8. \ 'O. ........................
?' Dlpbtiieriftf luu roaUgnod
t> CouifCfHi'Cft Chrt>ieJWi DArdc Caboca.....
. ...
i

M&0S-HS m% fisin
PASA
FlgadT entorpecido 3ora-se poMlivamenls com esta plelas. Elias i
io om remedio porpativo livre de pengopara o boaiem mais fraco, lio betB
orno bastante activo ( ci.o ;eral agrada a todo !$e aa n-ajo tUii a pillas estandarte fia pro- j
tisio medica dos Eatadoa-.'So-
Qoa-enu em 3ad fraseo
Sao as menor
maia tacea a (ornar. ;
FIGUjO
BAO C1LT>VO D8 KS0TIS
NICOS AGENTES
Pera vcadas rm grosso ea
faria sokriilio C.
Tumores Brava, pelie vermeiba. aspara e oleosa impddo oo irado
iHi o mats rar.iii: j^ todos >.> 'ormest-adores da pette, o Sshr.o Curati?ode
BiOtnr. Prodasa n pelle 'ornesa, branca e clara e m&os brandas; auclnta-
aoente pero, dciieadament? medicioano, extrennimente incomparavel como
bio pa^aa p' lie bem como do toucador, do banho e do qnarto das criaagas.
-av-teIjA.Nao genoiDo pa cada envoltorio ter a marca r-
^isx-arta d^ Barclay <5r. Co. New-Yrk
wm ma&
S IP4QA
^!XJST2
Orna iirerarcotlegant, extremamente pericmada,r8move todas as im 1
isretas ao eraoeo, ^ergervatlvo cust'a caivic:e e cabello cicieoto; fa o oata!- j
o crescer espeso, brando oermoo. Infeivel para corar eropc8G3, seqsb j
la pelle, Kiandclas e ^ooa.ri > ,t*cor raoiaam^ cortadoras, qeiTadora, |
ridas, tercedorae, etc.
CAHELA.-Ni 6 geDOino sem cada (rasco ter a marca registrada
PASA O
OAMUO
A PILLE
SABAO RUSSO
MARAVILHOSA E SSENCIA PREPARADA POR
Pela Exra. Junta de Higiene da Capital Federal Innmeros certificados
de mdicos distintos e de pessas de todo criterio attestam e preconisam, o
SAB.nO RUSSO para curar Queimaduras, Nevralgias, Espinhas, Chagas, Con-
tuzes, Dartros, Dores reumathicas, Empigens, Pannos, Dores de Cabera, Cas-
pas, Rugas, Ferimentos e Sardas
Erupcoes cutneas e Mordeduras de insectos venenosos etc, etc.
A nica e a melhor agua de toilette, reunindo em si todas as propriedade
das mais afamadas
VENDE-SE
Na Pharmacia Marlins ra Duque de Ca-
xias n. 88 e lojasde perfu carias.
ni
Para curar radicalmente a anemia, ch
lorose, on cores plidas, opilagao friaU
dade, e todas as molestias qua tem sua
origKm na pobresa do sangus.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
Silvino Cavalcante.
Formula approvada pela H!ma- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Presos de urna caixa 15500
Meia duzia > 8S0O0
Urna duzia 1580Oq
B^POSITO
BOTICA FRANOBZA
H. ROliaAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
Ourives oceu-
lsta
Tbeodoro Jos moa de MelIC
Etatielecido com officina i- oonves roa das
Larangelra8 o i aviv aos se 9 fregoeses e ao
respevavel poblico, qoe mantem officiaee habi-
htadlssimog rara execo^o de qua.ooer trabalho
coocerneme i ana arte, especiaim Qje cravs-
eOts para bnibaneg, uculos, penciuei, mooocU'
los. ce
Doora-ee, prat^ta-se qoalqoer metal, ncer-
toa em l-qoes de madriperola on oatra qaa. uer
especie, garantindo preces mdicos.
Ra ias LaraugeiraF o- I
4 CVOTE DAME DE PARS

Fazendas Anas, tiiodas, confecSes e chapeos de
alta n 0 vi dade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pecas e cortes.
Saias de seda e brancos bordados.
Matinecs e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas finas
bordadas.
Espartilhos de todos oS tamanhos.
Meia-de fio d'Escocia, de algodo e ce seda..
Leques de phantasia, de madrepe.ola e tartaruga.
Variado sortimento de guarnifes'para vestidos.
Fitas, rendas, galoes de jais e de seda.
Jaquetas de cachimira e visitas de renda.
Cinta p ara homens e senhoras.
Para meninas, completo sortimento de
TOUCA, CHAPfiOS e VESTIDOS
E muitosoutros artigos de bom gosto escolhido por madame Koslet
Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Casias n. 25 (an-
tiga das Cruzes) ricos atades e o
mais necessario para funeraes.
Fundico
ral
Ge-
Paris.
1 A Ra do
Cabui^
1 A
Eatou sua disposi?ao, falle.
Confie-me estas roupas por dous
das, por vinte e quatro horas, at ma-
nila de manha.
Com muito prazer, Sr. duque.
Maillepr agradeceu. sahio s preseas e
subi para a carruagein ; tinha em sua.s
raaos o embrulho, sobre o quel lansava
de vez em quando seu oluar inquieto,
como se receiasse que lh'o viessem to-
mar.
Para casa, gritou elle ao cocheiro, e
a todo o galope.
Male[ r tinha um pouco do aspecto de
um louco. O coup parti, como um
raio. Apenas achou-se s, este hornera,
qus durante tanto lempo, tinha sido sem
piedade, teve, emfim, consciencia do cri-
me continuado que praticra durante dez-
esete annos.
Agora, dizia elle comsigo mesrno, o
supplicio vai comefar por mim Effecti-
vamente, sim, effectiramente, tinhaje-n'a
roubado. Diana, minha pobre mulher,
nao mentia. Cjiu que cara vou eu ter
com ella ?
Estou na posicao de um juiz que con-
demnou um innocente !
Que pos8o eu obTerecer a este anjo ?
Posso confessar humildemente que me
engaaei; mas quem apagar as torturas
com que amartyrisei ?
Mas quem jamis poder azer com que
ella nao tenha terrivel mente sorido por
minha causa ?
Inclinou se para a portinhola, e disse
com rudeza:
Parece que nao caminha Mais do-
pressa I mais depresaa anda I
Com que cara vou eu apparecer-
lhe ? repellia elle ; que ir ella dizer-me?
Nao importa; ainda que fosse preciso
morrer & seus ps era tormentos horriveis
para expiar a infamia de que aou cu.-
pado I ___
Minha filh-! a minha querida filha
foi realmente roubada; sim, rouba-
ram-n'a !
Nao se pode descrever a exalta$o que
o dominava. Involuntariamente fazia
gestos extraordinarios. Mu:cas vezes le-
vava a mo bocea, como se quizesse
uouter gritos prestes a sahir-lhe dos la-
bios
Ah chegmos depressa, murmuron
elle. As roupas estn ? Sim, c estao.
Como hei de contar tudo ato aquella po-
bre senhora ? Parece-me agora que este
carro anda muito depressa.
A carruagem passava o palacio da In-
dustria e entrava na avenida Montaigne.
A' proporcao que se approximava de
casa, Huberto de Maillepr trema e sen-
tia-se cada vez mais abatido pelos re-
morsos.
De repente o cavallo diminuio a mar-
cha e parou. Baptista tinha altado para
abrir a portinhola, mas o duque estava
de p no passeio antes que o criado tives-
se dado volta ao coup.
O duque entrou em casa como am dou-
do. Em poucos segundos galgou a aseada
que i aos aposentos de Diana.
Mas quando cb.egou porta, no mo-
mento de entrar, parou. No peito o co-
racao batia-lhe com violencia. Oavia-lha
as pancadas que se lhe reperautiam no
cerebro.
As untes pareciam que estalavam.
Parou.
Nao terei forgas para gupportar esta
emocao ? dizia elle comsigo.
Os labios tremiam-lh. Tinha a vista
escura. as maos, os ervos retesados
provocavam-lhe movimentos seceos.
Ainda urna vez, que vou en dizer
lhe? murmurou He, com uiaa coaimoclo
que nao podia explicar.
Entrou.
Alian Paterson fy C. avi-
sam aus r-eus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Syracus !
jjrados a 2, 1 !
Cubanos ns. 1 e 2 !
Urna q o est o t!ef;osto
Funeraes de 7* dia, anniversarios,
etc. na cidade e no interior : encarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA
' -1 ^%
de ordinario se conservava, e no qual Hu-
berto nunca havia penetrado.
Entrou bruscamente, como se umaforc*
desconhecida o impellsse com violencia.
Mas quando sa achoo. em face de sua mu-
lher admirada, de p, interdicto, com o
embrulho na mo, nio soube o que havia
de fazer para aecusar-se e para tudo re-
velar desgranada.
Entretanto, ella toinou'a palavra.
O Sr. duque aqui ? disse ella com.
urna polidez glacial. E' urna desgrasa ou
alguma cousa parecida que me traz ?
Huberto, trmulo, continuava immoveI_
e mudo.
Mas, de repente, cemo se a forja des-
conhecida de que ha pouco fallamos o ti
vesse de novo impellido, cahio de joelhos
aos ps de Mme. Maillepr, e rompeu em
pranto.
Diana, com aquelle espectculo, levan-
tou-se da cadeira em que estava sentada,
a ergueu-se diante de Huberto ajoelhado,
com a mo trmula e a bocea eatre-
aberta.
Apos um momento de rpida reflexao,
a desgranada mi soltou um grito sobre-
humano Depois dirigindo-se a seu ma-
rido, disae-lhe :
Encontrou minha filha?
Pronunciando estas palavras estava ra-
diante ; tinha esquecido os longos annos
e soffrimento, a calumnia e as abomina-;
veis aecusacoes do duque.
Que era tudo 6so, se Martha lhe fosa*
itituida ?
Huberto podia julgar-se 'perdoado, con(
tanto que sua filha vivesse.
(Contina.)
A duqa'esa estava em um craUri., ondf tffrfi* &** J?U^M KM**<
MmmSL
i
DATA
UtAB
%
m


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9YQXKTK9_WH4V81 INGEST_TIME 2014-05-28T16:18:35Z PACKAGE AA00011611_18085
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES