Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18084


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Full Text

AMIO LXI
Ter^a-feira O de \ovombre de 1991
Muneuo 53

.
DE PERNAMBUCO
PRePBilB^Bl BE M&H01& 3FIOTBIB0& 1 &BIj& & FILSEOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8|000
Por seis mezes adiantados. 5J000
Tor um anno adiantado 30&000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICACOES NA FAN-
gA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.a, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES JONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$50C
Por am anno adiaptado .... 33&000
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de dias anteriores. $200
Telegrammas
SSSVICO PATICSLAS so sim
9
i

. /
' \
IHo le Janeiro, i de Nwcmbro, s
7 horase 5 minutos Ja tarde (recebido na
.estaco as 9 horas c 20 .minutos da coito
entregue s 9 horas e 45 minutos).
Foi exonerado o Barao de Sant'Anna
Nerv do "cargo de secretario addido a
superintendencia gera! de immigracao
na Europa, sendo nomeado para substi-
tuido o engenheieo Abdon Mikinez.
Foram nomeados:
1." cscripturario da Alfandega de Per-
nambuco. Francisco Chateaubriand Ban-
deira tic Mello;
Amnnucnsc da administracao dos cor-
reic de Pernambuco, Armindo Raphael
Lisboa.
Foram promovidos na mesma ad-
mi ni iranio dos correios :
A chele de seccao. Alcides Barata d'Al-
meida;
A i." olicial; Antonio Augusto d'Oli-
veira Quental;
A 2.0- otliciaes Joaquim Spencer Lo-
pes Netto e Antonio Joaquim Cavalcan-
d Aibuquerque;
A' 3.0 oiicial, Francisco Xavier de
Athayde.
Montevideo, 4 de Novembro.
A;- autoridades da fronteira estao vigi-
lantes.
Os revoltosos estao desanimados.
Nao ha receio de ataque a flotilha do
alto Uruguay.
Rio de Janeiro, 5 de Novembro, s
3 horas e 15 minutos da tarde (recebido
na estaco s 4 horas e 55 minutos da
tarde e entregue s 5 horas e 25 minu-
tos).
FcTim nomeados commarjdantes de es-
tado-maior;
Da i. C2.' classe, o general Lima e
Silva :
Da arma da irtheria, o general Anto-
nio Gomes Pirnentel.
Foram promovidos na armada:
A capito de mar e guerra, o de fraga-
ta Leopoldino Pa'ssos Jnior;
A' capito de fragata, o capitao-tenen-
te Francisco Ignaeio Pereira da Cunha ;
A capitaes-tenentes, os r." tenentes
Joo Ximenes de Goveia Cabral, Manoel
Jos Gon ,:alves, Alfredo Avila de Menc-
Cfinha Gome?, Arthur
Francisco Burlamaqui
Rdolpho Ribeiro Pen-
na e Manoel Accioly Pereira Franco;
A' i. tenente, o 2." tenente Ral Osear
de Faa Ramos.
Madrid, 5 de Novembro.
O aovo ministerio.organisado pelo Sr.
Sagasta, que contina na presidencia, fi-
cou assim composto:
Ministro do Estado, Groizard :
Ministro da Fazenda, Amoz Salvador;
M : 1 o do Interior, Capdepont;
M da Guerra, general Domin-
jruez; pf'.
da Marinha, Paiquin :
Mitflstro de Ultramar, Abarzuca;
Ministro da Justica, Moura; c
Ministro do Fomento. Puygcerver.
Rio de .Janeiro, 5 de Novembro, s
4 horas e 5 minutos da tarde (recebido
na estaco s 6 horas e 40 minutos da
nite e entregue as 7 horas e minu-
tos).
p
' A Cmara dos Deputados approvou
hoje o projecto que proroga o prazo mar-
cado para vigorar a lei de nacionalisaco
* da navegacao de cabotagem.
Na mesma Cmara foi rejeitado a pro-
jecto de reforma das Faculdades de Di-
reito.
A taxa do cambio foi hoje 11 3/8 d.
por ::,>ooo.
em Fernando de Noronha; que esrende
as disposicoes d decreto n. 206 de Se-
tembro de 1894 aos alumnos de todas as
escolas militares que estiverem nascondi-
;oes citadas no mesmo decreto.
A Cmara Civil, tomando conheci-
mento de diversas appellacoes em que
sao appellados os syndicos da liquidaco
devaneo de Crdito Universal, deu pro-
vimento ao appellante Barao do Paran,
e negou aos appellantes Jos Augusto La-
anja e Nicolao Pentagua.
Foi exonerado pedido do cargo de
director do Lazareto da Ilha Grande o
Dr. Alvaro Lopes da Cruz, e nomeado
para substituil-o o Dr. Alfredo de Mello
Alvina.-
Os exames da 6.* serie medica da Fa-
culdade do Rio de Janeiro foram transfe-
ridos para o]principio de Dcsembro.
Aqui chegou hoje o Dr. Amaro Ca-
valcante.
O governo pedio ao Congresso o
crdito de 350. 90 e 2byiK>,fooo s verbas
Eventuaes, Polica do Distado Federal
e Ministerio do Interior do orcamento
vigente.
Rio de Janeiro, 5 de Novembro, as
9 horas e 50 minutos da noite, (recebido
na estaco as 12 horas e 2 minutos da
noite e entregue as 12 horas e 15 minu-
tos).
A Cmara dos Deputados toroou ex-
tensiva prorogaco do prazo para vigorar
a lei de nacionalisaco da cabotagem de
todos os navios que fazem a navegacao
interna.
O Jornal do Com ner jo
Bachirel Luiz Rolrigues Villares, amanu-
ense da Junta Commercial, pedindo 3 rnezes de
licenca.Remcltido junta medica do Estado,
pura inspeccionar o peticionario, quj su Ihe
dever apresentar.
Luiz Pereira de Oliveira Paria, pedindo pa-
gamento i a quantiu de 30000, importancia da
puhlicaco de um edital no -Jornal do Rjcife.
Informe o Dr. Inspector do Thesouro.
Manoel Eladio Pereira do Lago, 2 tabelliao
do munic pi de Limoeiro, pedindo 30 dias de
licenca. -Informe o Dr. juiz de di.eilo do mu-
nicipio ile Lin.u iro.
Mara da 1'unficacSo Silva, pedindo para re-
colher um lilho na Colonia Santa Isabel.
Junte os documentos a que alinde o-art. 9 do
Hogulamenlo de 10 de Dezembro de 1890.
Zeferino Candido da Silva.Nao ha mais que
deferir.
secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 3 de Novembro de 1894.
O porteiro,
//. U. da Silva.
sua sle enj Masaos e a faztr arai viagera men-
tal.
fura publicada a le da orcameoto para
1893
5;. j oreados :
A receita un 8:85:?0)000
defrzem 8;2i6:(W3i7l9'
A recolta prov 4 do3 segantes ututos :
EtportacSo 7:369.000*000
l-OJOriacaj 68:iO''J'H)
xt'aoraioarla 8t:iooi)CO
D--p3itj 580.000*00)
Questura Policial
Moje ao Banco da Repblica
de 2:318 contos de ris.
seu
pagou
debito
ABTE OFFICIAL
zes, Augusto da
Pinliei'o Hess,
Castelb Branco.
Governo do Estado de Pernam-
Imco
Despacho i do da 29 de Outubro de 80
Antonio Baplista de Araujo, pedindo elimi-
naco de um apparellio da Companhia Recife
Drainage existente no predio n 4 da ra do
Bispo Sardinha. Indeferido.
Bachure! Augusto l'rederico de Siqueira Cs-
valcante, pe.lindo pagamento de venciraentos
a que se julga com direlo, por ter ejercido o
cargo de juiz substituto do municipio de Igaa
rass, de Janeiro a l-'evereiro do anno findo
Informe o Dr. Inspector do Thesouro.
Companhia Pernambucana de Navegago,
pedindo pagamento da quantia de 40fo00 Je
pa-sagens, concedidas por conta do Estad.
Deferido com officio d'esta data, ao Inspcc or
do Tnesouro.
Femandes Oliveira & C Pedindo entrega
de documentos-Entregue-se, mediante re-
cibo.
Fernandos Jnior & C Nao havend > os pc-
licionarios salisfi-ito os corapromissos que lo- -aoreferido soldado Aqu
1,^
r- .
Rio de Janeiro, 5 de Novembro, as
7 horas e 20 minutos da noite (recebido
na estacos ro horas e 40 minutos da noi-
te e entregue s 11 horas].
Nc Senado foi hoje, presente a commu-
nicago do veto presidencial posto
resoljyo do Congresso que determina
qJPexecuco das sentencas proferidas
pelos trrbunaes militares seja computado
o tempo da priso preventiva conforme o
cdigo da armada art. 53, e se observem
as disposicSes dos arts. 62 73 e seus
quanto extenso da acgo penal con-
demnaco. ______^__^___
,. Foram approvados os projectos! que
prohibe o recebimento de sentenciados
maram, nao tein lugar o qu: prelendem
Joo Ansberto Lop;s, pedindo qo>H>ela re-
p; rliyao das Obras Publica?, Ihe seja certif-
calo si a casa n. 21 da ra Antonio Henrique
acha-3e c^mprehendida no calcamento da
mesma ra. -Informo o Sr. director geral das
Onras Tublicas.
Joo Francisco de Amorim Lima, desenhista
da reparticao das Obras Publicas, pedindo 3
mezes de licenca. -Deferido.
Manoel Jucelino de Sou^a, i sirgento do
i'orpo Policial, pedindo pagamento do lorne-
ciDent d'agua e luz, pjr elle feito, quando
comraandanle do destacamento do municipio da.
Victoria, de 7 de Dezembro do anno findo 12
de Fevereiro do corrate. Deferido, nos ter-
mos do oincio, d'esta data, ao Inspector do
Thesouro.
Miguel de Figueira Far a. -Sim, nos termo
do officii d'esta data, ao Dr. Inspector do The-
senro.
Maria do Monte Carneiro Campello, pedindo
eliininaraode um apparelho na Companhia Re-
ci'e Drainage.Informe o Dr. Inspector do The-
souro do Estado.
Mana Corroa de Barros, pedindo dispensa do
pagamento de dcimas atraza 1as para a casa
de sua propriedade, sila estrada de Jaboaiao.
Informe o Dr. Inspector do Tnesouro do Es-
tado.
Maria da Conceicaj Ro Irigues de Mello, pro-
fessora em d sponibilidade, pedindo pagamento
da venciraentos a que se julga com J:reito.
Deferido, com oflicio d'esta data, ao Inspector
do Thesouro.
Manoel Clementtno Correa de Mello.Defe-
rido, com officio, d'esla data, ao Inspector do
Thesouro.
Maria Nicacia de Jess C0CII10.Deferido,
com officio d'esta data, ao Inspector do The-
scuro.
Tiburtino Jos do3 Santos, sentenciado, pe-
dindo perdo.-Informe o Sr. Dr. juiz do di-
relo do municipio de Itamb, mandando jun-
tar os documentos mencionados no art 2 do
decreto n. 2,566, de 28 de Marco de ll-60.
Severiano Rodrigues Coelho de Macdo, pro-
fessor em disponibilidade, pedindo pagamento
de vencimentos a que se julga com direito.
Informe o Dr. Inspector do Thesouro do Es-
tado.
Manoel Machado da Silva Santiago, Io cscrip-
turario do Thesouro, pedjndo 60 dias de licen-
ca. -Como requer. \
- Dia a -
Fausto Freir de Camino Figueiredo, re-
clamando sobre urna exigencia do Thesouro,
relativamente aos emolumentos de seu titulo de
pioraotor interino do municipio de S. Bento-
Era face do que informa o Thesouro do Estado,
n.o lem lugar o que requer.
Jos Tavares dos Santos, sentenciado, pe-
dindo perdao. Infirme o Sr. Dr. substituto do
procurador geral do Estado.
- Dia 31 -
Cesarlo Peixolo Catuaba, sentenciado, pe-
dindo perdo. -Informe o Dr. juiz de direito
di municipio de Buique.
Companhia Recife rainage, pedindo relevacio
da multa de 2:000*0 0, que Ihe foi imposta por
irregulari iade na remocSo do lixo. Indefe-
rido.
Empreza de Obras Publicas no Braza.In-
deferido.
Gerente da Companhia Recife Drainage, re-
clamando sobre o descont feito pelo Thesouro,
na importancia de io:&59399, em que ncor-
iara.Indeferido
Joaquim Manoel de Barros Campello, ex-3"
escripturario da Recebedoria do Estado, penin-
dc pagamento de vencimentos a que se julga
com direito. -Deferido, com officio d'esta data,
ao Thesouro do Estado.
Joviniano Manta. Indeferido.
2.' S>cc5oN. 2H.Secretaria da Questura
Policial do E-tado de Pernambuco, em 3 de
Novembro de 189'*.
Ao Sr. Dr. Ahxandrc Jos Barbosa Lima
M. D- governador do Estado-
Participo vos que foram hontera recolhidos
Casa de Mencti') os segurates individuos:
A' minha ordem, Manoel Ignacio de Moura,
vindo do municipio de Amaragy, como crimi-
noso no de Taquaretinga; Joo da Silva ra-
rianno e Pe .Iro Ferreira Matheus, viudos de
Canhotinho, como sentenciados.
A' ordem do delegado do Io districto da Ca
pital, Jos Garca de Araujo, por crime de rap-
to e defloraraento e como pronunciado pelo Dr.
Juiz de Direito do 3o dricricto criminal, no ar-
tigo 267 do Coligo Penal.
A' ordem do sub delegado do 1* di Irito da
Boa Vista, Francisco No^ueira silva e Bar
thoomeu di Silva Campello, o primeiro por
disturbios e. o ultimo como alienado aiiin de lar
o conveniente destino.
A' ordem do sub delegaao da freguezia do
Recife, Ronerio oe tal, como desertor do vapor
inslez Comely.
N) dia 1 do cjrrente :
A' ordem do sub-del?gado do 2C distric'0 de
S- Jos, Pedro de Souza, Martiniano Camillo
dos Marlynos e Francisco (iomes de Salles,
por embriaguez e dilurbios.
No da 2 :
A' ordem 4o sub-lelegado da freguexia do
Recife, Win Philipe e A. Thompson, por crime
Je desobediencia.
A' ordem do sub-delegado do 2* districto da
Bi V.sta, Jos do Carino da Silva, conbecido
por Clialtnb,o, por disturbios e uso de armas
prohibidas.
Do t.'oramandante do 2o Corpo Policial receb
hoje o MCguinte olticios:
ComiDaodo do 2o Corpo Policial do Estado
de Pernambuco, Quarlel na Iraca da Repblica
em 3 de Novembro de I891-N- Jl.
Ao Iilustre cidadao Dr. Julio de Mello
Filho, Dignissirao Questor Policial.
Tendo ontem se recollr.do do destacamen-
to de S. Jos os sotdados Jo coroo de mejj cim-
maii lo Aquelino Salles da Silva e Antonio Joa-
quim de Sou por ter o primoiro deslea ferido
ao segundo com um tiro de pistola; o havend o-
me scienlifirado o sub-delegado da respectiva
freguezia, em officio da mssma data, que, das
diligencias por elle procedidas, venlicou ter
sido ca-ual e uao caber responsahilidade alguraa
ino pelo fado suocedi-
Tj:
A djspeta ee
rk** :
G.vt-na-uu Estado
P. lacio do governo'
e retj.-tJ do goerno
Saode Publica
M^gi-t-atura
Juiti Comaierc al
Sfegt'sn*' Publica
A imiuiracaj das rendas
Ijtia;co
ora Poblicas
D 1,0-ito publico
I opreosa clli;ial
>''! pui.ca
Cajeta
Peasoai inactivo
Hepartigaj de ierras
N'Vega^aj Dbveocionala
Direrdas despezad
Tolal
8.685.-0 *0'JO
descrJmioa p.las eeguiuies iu
134:08 W0
44.0011 0
223:000^00 J
70:ioW0J
50:7iOuO
345:410/000
loiOlu'iO)
102:8i0i.)-;0
2vi:;K! '))
696:7SO/0 0
4.213:816/599
4:8u0/uO0
61:400/00i
1.0S6:OI7/izO
1.>:6UO/000
90.000/'X)>)
30. i60/0JO
526.0 i/UOO
619:700/000
8.246.00I/71D
do, fiz baixar extraordinariamente ao Hospila
Fedro 2o o ferido, e castigu;i o primeiro pela
leviandade e incuria em brincar com urna arma
carregada.
SauJe e fraternidade.Leoncio Luiz Pinto
Ribeiro, T nenie Coronel.
O Cidadto Jos Alves Crati assumio no dia
l1 do mez lindo o exercicio do cargo de sub-
delegado do districto de Boqueiro do munici-
pio de Cabrob.
Sade e fraternidade.
O Questor.
Julio de Velh FMo.
? -----------
Thesouro do Estado de Per-
lumnico
Dtspachos do dia 3 de Sovembr de 1894
Rodcfpho Gomes, da Silva Filho, Bacharel
Jos Brandao da Rocha, Coronel Joaquim X.
Carneiro de Licerda, Companhia do Limoeiro,
Jos Ferreira da Costa e Ago>tinho Jos dos
Santos Jumor. Informe o Sr. Dr. Contador.
Telemaco Cavalcante do Aibuquerque e Ma-
noel Leitao Figueira. Haja vista o Sr. Dr.
Procurador Fisc 1
Mana do Carmo Rodrigues da Silva. Certi-
li|UJ Sfi.
Joaquim Tavares Arco-Verde.-A' Secgao do
Contencioso para os devidos tins.
Rufino Augu to Gajo de Miranda. Informe o
Sr. Dr. Administrador da Recebedoria se os
escriptorios de coramisso tera pago o imposto
de que se trata.
Companhia Industrial e Comraercio de Estiva.
Djferido afira de ser dada baixa na execucao
que se proraove relativamente a casa n- 41 da
ra do Amor,ni quanto ao imposto de mao
morta do exercicio de 1892, visto ter deixado
de pertencer o mesmo predio a Santa Casa de
Mizericerdia de Lisbia desde Novembro de
1*91.
Costa & Companhia. -Deferido afira de serom
considralos irrespousaveis pelos dbitos dos
auteriores inquilinos do predio n 41 a ra do
Hora Jess, treguezia do Recife, menos quanto
ao imposto de bombe. ~is.
Loureogo E.;da S: a Barbosa e Manos! F.
Velloso. Diferido de tecordo cora as infor-
maces.
Bacharel Jos L. PessOa da Costa, Jos V.
Ferreira, Flix P. de Souza e D Maria da
Silva Campos Guimaraes. Restitua-se.
Dia 5 de Novembro
Rita de Cassiade Carvalho Neiva.-Inform
o Sr. Dr. Contador.
Cleoraenes Lopes de Siqueira e Antonio Ig-
nacio do Reg Medeiros. Haja vista o Sr. Dr.
Procurador Fiscal.
Dr Felippe de FigueirOa Faria.Certifl-
que-se Tnom R. da Cunha e Senhorinha T.
de Lima. Informe o Sr. Dr. Administrador da
Recebedoria.
Joanna M. da Costa s Goncala de Miranda
Trevas.Ao porteiro para entregar ao inters-
sado.
NOK.TE
AmHiiua
Data* it 21 d Ontnhro.
O governaJjr fjra c onsato por lei a eco
tratar rom qoem sais van-a^ens cfT;recar,da s
lianas de nuTegaci) a vapor, sendo ana da ra
ptala villa de M oes, media tea sqbvengSo
anooai de qaarenia e oito coatoa de ris, e oo-
Ira da capital o nos Aripnaaa e Manicor
Co igaa! snbvercaj.
Anb.i si liabas sio obrigada a establece
Par*
Datas at 27 de Octabro :
Sao da Prov nciado Para es as noticiis :
Em 19 :
Bsiete reunida hontera, na Iateodencia Mj
licipal, a cojuns-o proraotora das feslas pi-
iiicas solemnisadoras dos annivcraarioj do ad-
vento da Rmooca e da adneaao do Eado do
Para ao regios democrtico.
Ei a oertiitivan.eaie reaolvid3 que bavera
padse.LS m.litar e eaciUr, corridas 00 tiy po-
dromo de Sao Jjai, corrid a em vtrlociped:?
aa dveoida principal dj lirg oa Pjlvora, re
gata e fjgo de ar ifJclo, alera da sessao solem-
ne do Coaceino Municipal.
Falla se en uraa grane toire musical do
titai o di Paz em a noute de 15. como inicio
o femml, se al i Dio 11 ver cBegado de Per-
oambaco a compaabla dramtica dirigida pela
act-ix Apoluoia.
Segfia o consta, a Companbia Urbana pre-
tende lser as ojotes aos festejos patruuco*
nnihante extiib cij de lu elctrica 00 largo na
i'drvca. .
dtn 24 : '
Nos ltimos Kmpos, des le que acc- Dloon
e aa comarca de CDaves a energa da aotj't
aade jJiciarn contra individuos que nao Se
11 imi.ara oa pratica de .neniados crimina-
s i, 'ira hav 10 all graves occorreacias, no
-e..,.,'do de desmoraltsar a oaesaa aotondade e
a lo pcitan 10 o regimea da amrchia e ter-
aaic i^posaivel a accSo da jusuca moral sacia.
N,o na> ojU'i'o, souoemos que urna borda
de desuccopaaos, animados tal vez por ii fluen-
cias locaes, cppuz raa-se execucao de a>
man Jada conta criraioosoa que deviuin ser re-
colbido8 a cadea poblica.
A o neceo ltimamente que o magistrado em
exercicio da vara de direito providenciara par.,
qce ceseisse o c iminoso abuso de achir-se sut>-
siiljindo illegalmente o agente do crrelo, em
passeto oa Boopa, um rmio deste faocciooarii
qae asslgoava com o nome do snbstirail. u-
1 apeis da reparj.'io I
Dias deptis, era o jais asraltado, noite,
quando .-unir ua ixreja mstris e diriga se pira
sua c*8, por irt innvidaos, em cojo numero
a-tu-a-sf o agtute intruso, os qaaes deixiram-
u'o morulmeote ferido.
Ausgrlosda victima de semelb n'.e barba
ridade, accoctlo o promotor publico, auompaona-
do de vatios cldadaos, qne reallsaram a prisa,
dos criminosos.
Para proceder sos oecessarios ioqueritos e
tomar outras providencias urgentes, segoto hon-
tera, 1 bordo do cruzador C cador, As des tu-
ras do da, para Chaves, o Sr. Dr. ebefe de seg i-
rac(a publica, acompaobado de um amanuense
de sua secretarla, um alferes, aols sargentos, om
corneta e 26 soldados de ofaataria estadoal .
Em 25:
B leai-uos de I aitoba, a 18 Jo correte :
tjaus'.ram aqoi bom eFeira as promptas pro
videncias tomadao pelo bmrado desembargador
Gentil BtUencoort, vice-governador do Estado,
00 aectldo de acaotelar oojbjs direilos com a
lavato do teniorio dea'e municipio, por fan>
ciooariog pblicos do de Malte-Grosso.
Aqoi ch.'goo o capito do 2a corpo de infao-
taria Bi'dicu A. d Pontes, coaa-DB cor.ir.-
eente de 10 pr dica- do fa:io e mlormar o governo, para ut.e
or procedimento.
0 coocelbo mooicipal, por sea lotea lente, e
o patritico cadi coronel Bernardloo, esto
cerno o caso exige, dando todas as proviteactas.
aflra de qae a diligencia sica Inmediatamente a
-eu d.stiuo, visto como continuara a repetir-
as aceas de vexatonas cobraocas de iodevido*
impostos. '
lacioso envi Ihe ama copia do edital expe-
dido pelo peteoso collector de S. Mmoel.
Nao resta a menor davlda de que os gan-
tes tiscaes de Matto-Grosao es So occopan 10 .er
i^orio nosso ; e, para me!h:r evleccia, chano
ua it-njio para a rara obra de B aa.En-
saio Corographico. sobre o Para.
Por abi ver que o nosso territorio conop-e
heode todo o rio Tapajot qa?, como sabe, for
raa-se da junceao do Arinos e Joraena, osqoaes
uifor.ando se, constiioen o Tapajoa.
No entaott, procedemos e projedaremos
com a mator calma posaivei >.
Em M:
Desta ves trai-fioa trufes noticias a mala do
Baixc-AOHX0naB.
Vamos reprodaxir da Gue'.a de Aleoqae*,
edicaj de 2) do correte, as segointes Ucaes.
que referem mlnaciosamenteos (actos :
Ni noile de 13 para 14 do correle, 00
qnartelrio Costa do Arapiry. deste municipio,
deo se ama desgraca qae (era emociaado esta
A' casa do comm6rciante Jos Caodido da Su-
va Paz ebegara no dia anterior a imtgem de
Santo Antonio, orago desta cidale e qae anda
era colle:ta de esmolas para a con:losao das
obras da oossa igreja matris. Camo de costme,
a noite boove hdaioba, qoal concorrea o pe o
desee e dos qaartelrSes visloboi, sendo tambrjj
convidados os marioheiros do vapor Per3eve-
pnCa. qae ha meses seacna encalhado o amel-
las immedisQOes. o.ti-.
Segando relata o Sr. commandante Santos Li-
pes, os marlnieiros, qaerendJ tomar part nos
festejos en. noora do Santo, e para o que na
viara sido convidados, foram ao entrar na ca a
obstados por ama pessoa, que nao conneceram.
O cotnmaodante com o selo e diacipliaa que
o distiognem, no intntto de lar pelo pessjai
de sea commaodo, chegava neasa occasiao e,
taedor dease cootratempo, dlrigio-se a casa,
aflm de aclentincar aa do qae bavia, visto qae
mandaba boas ielic5es com Jos Candido, e
aioda tarde fora convidado para os actos fes-
tivos.
Ao entrar na casa que, como era ro-tu ne,
tloba a porli mel cerrada por causa dos caa
panas, foi agar-alo por um lodividao. emquaoto
Jos Candido cora om re.lver avancava soore
elle. Foi entlo que os apriob-iruB, veido perl-
gar a i la do seo commandante tentaran Bbw-
tai-o dai maos do i.l 'naiviuuci. i-end > isso
auxiliados por Jo Po-ulno da Silva, qie pro-
carava desarmar a Jjs Canudo, que ta.ves, por
I ter exgo ato as bals d revolver, laocoo mao
' da ara refli e coraecoa a atirar sobre os'ailadi-
| doi marraneaos, qae com oit'as pe'noas e c n-
dram-se no cacaoal, resaltando, porm, st
attingtdo e morto o d to Jat Porulno e ieriaoa
tres mrinbeiros.
O dito comm-tdanle, que hal.i lo all para
v.lar pelo s-u pessoa*, vio-se assim envolvido
n conii.to, e tena sida victirai se nao co.-resse
tambera e se occoltasse no a"a al.
jndatiius o moto e feridos para esta cidade
aa lancba Cirnaplj, que es a ao servido do
vapor eocaloado. pelo Sr. alferes prefeiio de
seguranca foram feltos os corpo de delicio e
tomados os depotmantos dos conductores e al-
guraa8 tesi-raairaas, e reqU'Siiada a p-iio de
Jos Candido. A bordo da me.-milancha, ter
raiaadas as diligenc as legars, as 4 horas da
tarde, segoio o activo prefeito com bma 1 .ret
do de:UCameato para o local da tragad a, aflra
de prender o indiciado, qoe all ficara, e faz r
outas averigoacOes.
Emquanto segua o prefeito para o local do
crime, o agente de seguraica Beraldo de Sooza
trazia oidtciaio Jjse Canudo e, ebegando s
7 e rasia horas da nolle, o foi apresentar ao S-.
Dr. joiz subati u'.o, qu- immedialamenta pr.ee
dea ta diligencias da lei, fez proceder a corpo
de delicio, terminado meia no-a depois da meia
noite, e m-mloo reco her prisio o ditj Jos
Galdido, qae no interrogatorio deciaroa ter sido
agredido pelo pessi a' do vapor ?erseveranca,
qae a aurle de Jos Potilbo de Soasa e Silva,
aitriboe a Uros, mas nao eabe qoem o matoa
qae de (acto atlroo com ora revlver e om rifle
iorm o fes para cima adra de espantar os seos
aggressores, qae o hmira prostrado a caceta-
dbg, fasecdo Ibe os fcimentos qae traba e qae
-a-) inultos, prlncpalmete oa caDeca, alera ae
cac3talas pela i costas e rins.
Fci'- i. 10 a qoe attribae o ter a familia de
P-r.nno dalo a rile como oaator do assassin.to
liste) Res pon leu qU attribm a ciomes por
tsr a ima.wera de Santo A'i'.oR) fKttMii em
iiui casa e nao na de Portilbo.
Daclaroo mais qae, aates do cooflicto, Pjrti-
tiu nana tido com elle ama altercicftj, em qoe
o insultoa maito.
Pergoottdo quantot tiros dea? Responden
pe am de rev, ver e doas de r II *.
O cadver do assassinado aprestnlava
loas ferlmeatos por arma de fogo : om no p-ito
li eito ioiereasaudo o polmo e oolro oa cabe
Qt, oa-eceiJo ter o prjeciil penetrado por traz
e aahido pela regio frontal. __^_
O jais fes depositar em cartorlo sete cceles
qae forara-lbe apresentados pelo agente de ae-
.icrang Beraldo Souza.
O prefeito, tendo se desencontra o com o
indiciado, apenas appr<-beadea ua casa desie
liraa vaxilba com baUa de r-fl;, perfeiiaraene
idnticas a capialis vaziaa tarabsm all encoa
irada*.
O Dr. promotor pub cj r- quereu a inqairico
de cerca de trila t-siemanbas, dadas na parte
do agente de seguranca
O indiciado requeren visloria na casa e ca-
aoeiros, o que foi feito pelo Dr. juiz de direito.
qae traasportoa-se a> local ns lan-na Ra-
aide.
Anda nao dominada a' sa p-ezi do aconte
traen o, qoe vimos de narrar, mais dois outros
{'actos vieram aagraental a :
No dta 17, na es rada Lauro Sadr, qae j vae
rea 10 povoaia, o cearence Manoel Marcolioo da
Silva foi ferido 00 pescoco e mo, disendo ser o
cutor desses f-.rimentos o parabybaoo Jo.qiim
Marques de Lima.
Ambos trabalham em borracha, em Santa Mi
ria, dj kilmetro 16 radiante, e .iveram al.i
urna diepata a respeito de peso, da qual resul
toa os fenme tos.
Tendo o ofleodldj ebegalo no cae?mo da a
cidade, o Sr. Prefeito fes immediataraente corpo
de dei'co e prosegae as diligencias legaes.
N > Ar api y, que se tera i.liim ament sallen
aJo pelos assasatnatos e ferimerjios, acaba de
ee da- mais om fado cootrietador.
Segando referem peesoas viadas do laxar, 6
i a-a mone o cidajo Rayrauudo Perdido, es
laqualo pelo Sr. Datra, comm^rciante, oitural
do Ceara e qae all esiava a passeio com a fami-
lia, em casa do eeo coocuobaio o Sr. Taomax
Jos Vianna Vas, jais
era saa propria ca.-a o D
secciona'
Por s(i bastante tarde nao respondi im-
raediataratu vossa carta, correepoLdendo
correcgo do 1 so procedimeuto, o qae agora
faco, pedrada pe...usso para asar comvosco da
maior franqueza.
81 estivessris a pir disso qae vulgarmente
ebaOK-se polnicagera. devanis conbecer logo
qae ara l?c i eslava sendo armado vossa boa
'. P o cr va se, iavocaado o imaginario pe-
igo em qae se acnava o jais federal, qae a
forca federal fosse posta em aeco e cercaase a
lj(Orapnia da Pacot'lna e a casa do Dr.
V.aoaa Vaz, atira de qo>>, sa podesse dizer boje
que, se nao ld;a a inte ferencia vossa. a esta bo-
ra estriara comiietiidcs dois nefandos a t;ata-
dos. Sao facis da i nagiaar as coaseqoeneias
qoe poderiara sobrevlr.
Racuciaemrs, porm, am pjuco. Cjmpre-
bendeis perf-iiaojente qae. ara desacato desea
orj-j.u nao poderla ter logar sem qae as auto-
ri-Jades policiaes e os commandaates da ferca
esladoal fossam cooniveotes. Sem esse coa-
curso, tal emD-ezi nao tena probabilidide da
bom exiio. Eu proprio rao poderta deixar de
entrar 00 accerdo, porque atioal de coatas sem-
pre me soube fazer respeilar e possuo a con-
tJjriQi das pessoas que servem comigo, assim
como ellas possuem a miob^. Oa, se lato
as""D, cemo podena eu ai a.t r a passioilidae
de I eraeloaote atteotado, qu n lo era seqaer
ou.i filiar nelles ;or alto? Rcfl.ctt um instan-
te e veris se tenbo ou nao razao.
N;stis condijOaa nao tomei providencia al-
goma e nem toma n. p.r conbecer 08 adversa-
rios da actaal aituaco e os recursos d qae
co-iumara osar para .sabir de si Udces dilli-
ceis, creadas alias por elles p-oprios
Nesti conformidade, pols, podis tranqailisar
aqoeiles jae, sem a menor comprehensj do
mecbaalsmo da oossa forma de governo, proco-
rara a todo o transe crear emDar; r 13 s autori-
dades federaos, qoerendo arrasial-as pira neg
cos al; eioe ana competencia. Soa vosso al'.0
adm." cr. e oo.0Ca-irairo Das Vieira JaniOr.
CearA
Da as at 31 de Ouiuoro.
Nada referem as folbas qae seja digno de mea-
Qo.
Rio Grande do \urle
Datas at 1 de Novembro.
,R-gresa a o Dr. ebefe de polica interino do
municipio de Pao dos Ferros oide fora em cora-
mso scjjdicar dos (actos qae all ae do-
rara.
3jda, porm, traoepiroo sobre aa pesquisas
fe/tas, V jjaelle faoccionano aioda nao tinba
pub.iuado o seo velatorio.
P*rii}-Ia
Datas at 2 de N >veaAro.
Eslava feoccionaudo a URmb'a LagisUtiva
do Kola jo. "^^i*. *
- Era Oatobro prximo fiado arrecadra
Alfandega:
Rend. federal 85:9194313
estadoal 24:881/1248
SCIENCIAS
A nzjv/ersldades alleraies
( Do Jornal do Cominercio do Rio)
I
Coelho.
Dizem qne o Sr. Coelhi e tola a familia, bem
assim a familia Onlra. baviam fgido deste e
ao 1 hi 3iio con oe.-ido o paradeiro que toma-
ram.
O S-. Prefti'.o. alferes Coolinbo, tem sido
iicanaavel em promover as diligencias legies,
merecen lo por sso es mais justos eljgtos do po
blico sensato, qae appiaade saa attitade sena,
molerada e enrgica.
Marsaiiuo
Ditas at 28 de Oatnoro :
0 Diario do Mirankao 'era saa e ligao de 27
pub.icou o segrate :
Ten'c- e espalado o boato de qae o Sr.
Ilsjjr Cuaba Ma'.tos, digni commandante do 5*
-iialbo de iofaata'ia, havia dirigido ao Exm.
Sr. Dr. Vice-Governador do Estado ama carta
n.saltuosa cora referencia ai lraaloi-io atten-
tado contra a tyoographia di PacoUlha e o jais
seccional, com permiseSo do mesmo Sr. Vice-
Gjvernador, publicamos abaixo s carta a qae Be
erapresta qual tiiaeo de insaltuosa, e a res
pjsta que Ibe foi dala afira de qae o pabllco
possa cora fundamento (alga* a miralidade e
suriedade de caract-r dos propagadores de se-
meVGante noticia:
Commaido da guaraigao e do 5 batohas ie
infantera.
MaraabSo. 26 de Oatabro de 1894.
4o Cidac&o Dr. Gasimi'O Das Vieira Jaoior,
digao Governador do Estado-
Sendo informado por mita de ama pessoa
qie de boje para amanti deve ser empastelada
Htypograpr.il da Pocotilha, por cim da qual
bibna a exm.' f.miua de ara dos seus redacto
es, bem como qoe deve ser desacatado em saa
p-opna casa om digno joiz ladera!, o Dr. Jos
Viauna Viz, apreeeo-me em trazer todo ao vosso
coaaecimeoto, pedindo ao mesmo tempo para
que vos digoeis providenciar no sentido de ser
evitado semelbaote act > de aelvageria.
Convencido de qae voi dignareis tomar esta
rraraba respeitcaa prevenc) na espbera do sea
verladelio marecimeato, pego licenca para aasi
ijtr me voseo
at'.encioBO admirador e criado obrigalo
Raphael Auguito da Cunha Mattos .
4ll ara 27 ue Oatabro d? 1894- Ao cidalio
majar Rapbael Angosto da Cauba Hatlos, D-
oraraandjnte do 6. batalbio de Infantera.
Ao racolher bontem casa, foi sarprebendi-
do com ama carta vossa, pedindo providencia
pura o acto de violencia de qoe la aer victima a
typog'-apbia da Pacolra sitaada ao largo do
Carmo, no pavimento terreo do predio em qae
reside o Dr. Barbosa de Gidois cem saa fa-
milia, segando inoraucoes diversas qae vos
(o'ram ministradas. AccrescentsTal aicdi aa
carta a iludida qaa coojonctmments rom esse
a:to de selvagerla, seria lambsm deuespeitaao

O ca acter peculiar das uoiversidadej alie-
mes cues ste oa combinacj dos doas fias :
itutruccao imestigagao ; ella siranliaoeamen-
le alta escola e academia, coraprebendendo se
sob er e nome araa astiimgo para pesquisas
scientificas.
A correacao deite desidertum a determioa a
organi8ao danaivereidade n.s diversas pocas
de seu deseuvolvimeoto.
Aciualmeote predomina a (endencii de ante-
por a invest .acSo io=t:occ j. As uaiv rsida-
des mesmas cousideram em pMraei-o Ipgar os
trabalnas scieoticos: a opioio publica t,
antes de todo, sabios nos professores das uni-
versidades : e a reputaca de que estes estabe-
lecim otos gosam eatre ui prjira, sobretado,
de seas-resoltidos scient.fi:os.
Esta opioio corresponieca tambem aoi fa-
dos ; oio ser iDjustig diuoio se qae muitos
professores all-mas se distinguem no trabalbo
do sjo o e nao na instrucgo, que sao mais aca-
dmicos do qae mest es.
N4j f.i sempre assim. At o scalo XVIII
predominava a instrucco.
Com o 8r>eula XIX protuio-se esta iran-:f-r-
macj. Un breve eebeco histrico desa evo-
lu<,o e de toas c u*as fjcilitar a comprenn-
sao j caracer destas usiiiu^Oes.
As universidades oa ilade m-iia, quirdo fo-
ram creadas, erara escolas, particormente as
da AtlemaDba.
Sea nome oficial studium genrale sigeificava
estabeleclmento onde aera'a>.-crava urna 1 istrac-
(3j geral. Tamoem ;e cQsrouvau altas escolas
livres, uto, dotadas di privilegios. Os profes-
sores, pelo mesmo motivo, er.ra appellldados
mesires (magtstrl regente.-) e os estudaotes es-
colares (acbolaree). ._.
O caracer da escola se maoifestava principal-
mente oa facoldade artstica ,'n je pbilOBopriica)
que compreheodia o mator numero de estucan-
tes, em geral 3/3 a 3/1 da totalidade ; seu fira
era ministrar orna instrucco scteatiOca, geral,
mocilate de 15 a 20 annos ie ida.e, Hedan-
te preleccoas explicativas de maouaes que en-
cerravara a scieucia reconhe Ida (pea mor parte
obraa de Aristteles) e pelas repeticss e exer-
cicios para memoral-a. E-a, portanto, ss re-
mante as noseas classes sope-lores do gymnasio
com internato.
Anda boje exis'e esta f j-mc das velbas facal-
dades e bolsas artisti:as nos cohegios ingleses
e americanos.
O secura XVI no altern esta orgaDisC&o.
O tira da laculdade philosjpnica, segando Me-
laoch han, en o mesmo, adiieionando-se anda
a instroeco ciassica i selentitico pbilosopbica.
Completar por am carso luterano philosopbi-
co a tustraeco sclent;ti:a, ger I, que comecoa
com o carsj grammitico-raetoric^, as escolas
aecaodarias, era o alvo da inan-oecSo uaive-si-
tarta, como foi dirigida por M*la emboo na ca-
versidade de Wittenberg dorante 42 annos. E'
encino escolar na forma escol s ka, tanto quin-
to permittiam as con llgC s exteriores.
Con-am de Melsncbton, qoa traba por cosa-
me tazar occa8inalmcrae pe'gontas ao ouvin-
lea ao comefio da ligio, e aa dclamajas e ar-
utcOes que man lava faier erara exercicios es-
colares pora e simoiesnente Petodeclir.io de
saa vida gaboa-ee e a. sea amigo Oimararios,
qaa supportaram durante toda a vida a ngenol-
dade da vida escolstica para aervir mocidade
e s bellas artes. ....
Urna odificscio ?i cooetitutcio garal come-
es apenas a manifestarse no ogmento coastaa-
te da frequencla das ca malas faculdades so-
periores, da tneologica e |u idica e de mais a
raals torna-se a condtgo preparatoria para oc-
capar om emprego eccleaiaatlco oa socalar o
completar o carao uclvers.tario.
E itretanto, nestas fa;uldales a inslrucgo nao
sa distingue formalmeote da da facoldade pai-
losopbica; consiste na traosmi'so de ama don-
trina sabstancialmaole determinada. Someote
os oovintea teera Idade malo*. E com lito da-
se o desappareciraento das frraas medievaes da
vida: os escolara< triostorma-je em estadan-
tes desde o eculo XVil.
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Bata orgaoiiagio conseivoa-e ate o -ocaio der a ludo quanto se refere a prosperidade de
Piario de Pernambuco Terqa-feira O de \Ovomo de ltt
|8* 0 Pxercl:o oattiedratco de Vracit era qaa
Si o meimo ue MetencOtcon. Como ate. Vn o ,
e antes dflle Cor. Wolff; em Hlle, fea preiec-
cOei aobre tola as amencias puloaotihicaa,10-
bre roa bemittca e pbjica, lgica a metapoysi-
ca, etdica e direito natural, arada sote auto
pologia e geogrephia pbyica, ama ie:t ataojre
miaeralogia. Gomo eite, K.aat tlnba um andi o-
rio de joveos qna ojestodsvam mnbainaiica
oo physica ODipbUosopbla como soa espeeialida-
de, mal que prooaravaaa na uoiveraioade etm
pletar snainstrocge tem1, para depoiaae deai
car ao estado especial da raeologia oo japi'o
denci. Como Melanlibon, tambes Kar. fet
preleecfies daa disciplinas inenla-es da accordo
com os maonaea, lato era ricoroaamfote prea-
Cripto outroBim maodou (aser reper.goes e ar-
guicoes. Beta vlato, anda ae t'a'a do nanm
acolar ; e Kaot anoaaciou at triota a qoalro
ligoea por semeja, de qoe provavtdmente nao
realizou todas; entratamo, mollas veif* > b
vlote e mala licOat. Smente snpprlmtdn loi o
enaino granraanco-rbetorlco com aa i>-el-" t^'
aoOre aatorea greyoa e rom nos, qae ai di *ra
ama parte principal daa llcOea de M lanTit n ;
este eoBine deixou de ter papel esa., cial i>ai>
aniTerildades do ssculo 18, em parte porcrae
:ornoo ae tuperfluo pelo corso p-epa-ato 10.
alargado daa escolaa, em parte pcrqid o cusido
claaaleo perdea de valor e enima.
Conparaado se com i&l > o actoal auno oni-
veralialo, reaalia i vlata a noiavel diffar oc :
Uesei se completamente do ca'a :te' es ola. ;
nao ae trata maia da iast'uc;o gsral. mas ala
do enslao especial Saa aciencua.
Bata ai&Ve< ga aalieau-se m.lhor aa (acalda-
de da pbllosopbia.
Aa preleccG-s da matnematica e scieocias aa
torae deixaram ue aer fetas p loBiib'losopbo-
para ooTlntea de todaa aa (acoMad-a. maa u
especialistas ensloara a especialistas Do oes
mo modo os eotores a .llgoa nao sao mala ubjac
to de orelacgoaa pars ooviotea qoe proco am
d:?.se e coaaegoir ama los.raccao e'al
como ba treaotos auno8 oo tenapo Melancti
tboo, e aioda ba cena aonos no de Hain* bti
6lDgcll, de E-oes i m Lwpslg mas sim HgW
ae faxean para pbilologoa o > iotaito de tolruuu
il-oa na lecbnica do eaiodo scien Boo es
textos f
O nome dS Fr. A. Wolf, que transfrroooo ae
antigoidadea em esnd iodapeodeoie represen
la abi o marco mil ar da nova era. A organi^
io pastada anda recorda as prelergOes pbilo-
aophicas, tambem algomas historias, Incioaive
aa da bittoria di lluoralura e daa artes ; eua
anda tem o poCer de a trahir fmm de due-
las facnldadea, estaa alada tm o Btn de c m
pialar t aprotaodar a instrncgo geral, ee pre
(erencla a lotroducgo no estudo especial
Todava, Umbeui aqoi ae percebe a ten ieoc;a
da tra.iaformago dislinciameot^ na biato'ta :
molas prehcgOes aiada mais os oxercicioa
que aa acompaanam, | tem o crracter da \z-
atrocc^O de eanecaliatas. E os ladicios dcst-
madanga ja comecaai a salieoiar-ae no eoa ae
pbosopbico; ames de talo a p*y;ooloKii prin-
cipia a iaolar-ae como ramo especial de pesqui-
sas se eotiacaa N uavel oDretoio. qoe *
facoldades Inverteram as oas correlaj6s oeaie
sentido oo scelo XIX Sa antea o me bolo d
acoldaae pbiloaopoica era o mais elementar e
gcral, torn&a-ae, agora, em muitoa rajioao mais
espociallsti.
Caiaanoc-se oas outras facoldades, em pr
meiro logar, de foraar pticos para a pr.fieS.'
do medico, aclaaiaauco, joU o s.ae ooaca se
pode eaqu^cer de todo no eoaioo, Uaosforma- e
a lostrarcao na facaldade pbiioeoobica ds modo,
roso se fate o orno fim a formatara de sab os
verdadeiros oo tecbuicoa da mva uaco scleo-
tiflea. Qae oa eatudantee desta f.cudale tam-
bero : o em vista orna proQssao pratica. a i ovj-f
prrfeasor, nao aa percebe de moda *leaai._ 8-W fn
CUffereoga ae observ distmctamen.e. a a eai -
nanos e ezercicioa. Naa facg.Ldad8 aupena-ee
se tem em mira a prepars^ao pa-a a prati a, v.
g. com oa corsos cliai^fioos metros.mod na
menle com os eisvCTcios que c da re maln ae
i.aiaH(nrteaiioario' da faroldade jurdica.
e ssim sera taiubem com oa exerclcioa '.neo o-
Pernarabuco.
Achara se em va de oxecuc&o :
Reparos do agude de S. Caelano
da Raposa 12:963O0O
Empedrainenlo da astrada de Na-
zarelh l:600*OJp
Reconstru-cao da ponte sobre o
rio Duas Unas 3:380/000
Pintura de toda a suparstunclura
metlica das p jdtes de Na/.arelh,
Ilah:ba e Tapinaas 1:800/000
Reparos do acude publico de Ca-
ruar 400I0JO
i!;361*000
Obras cuja exeouco foi autoriaada :
Raparos as estradas da Victoria
e Grvate ii:6i0i000
Recongtrucgao dos boeiros em Peo
e Timai-M:irm, na estrada da
Victoria 1:C201568
Reconstru gao do erapedramento
em diversos trechos da estrada
da Victoria 88:571*831
ReconstrucQ o do boeiro da Ma-
nes, na estrada de Grvala 4:615*915
RecoQstrucc&o da ponto de Ma-
nes 15:415*294
Reconsirurcao da ponte de Boei-
ros 10:659*904
Reconatruccao da ponte [de llapi-
cirica 16:415*294
148:340*006
Governador
gleos. ,.
Pelo eont'ario. 03 seoloanos da lacoiaade
pbilosophica tem o caraster de areolas n lo-
featigag0;8 acieauoca, tanto os pbilo ogicos -
bistorl oa, quanto os de ecieociaa natoraes e ai a
ebemaucas, e dellea ae urigiuam p-iocipalutnte
aa disaertsefies de caTact r scieoiifico, tmqauto
os eteretetos escoa es, as velbaa declamacoes e
remaeqs dejapparecaram complttamente.
CHRONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
Melchisedech de Albuquerquo
Lima
DiaG
1IO Chega a S. Liurengo da Malla s 6
horas da tarde o oapilao Cosme de Azevedo que
sendo mandado juntamente com o capila > Pla-
cido de Azevedo Falcm, para prender o capilao
Loorengo Cavalcante Uch ,a, no da antecedente
se tmia passado para o par'ido da Sobreza.
..Ah deixando parte da forga, sepue
cora a outra por urn ataiho delle ccnhecido e
chega ao riacho Cachac, na fralda do outeiro
era que osla situada a povoagao, mas sendo pre-
sentido das aenlinellas do capitao Placido na
occasiSo era quesubia o outeiro, estas Ibe fa.era
foco e cahe morlo atravessado por duas ba'as,
e cora elle dous soldados que o seguiam : enlio
trava-se o combate, que durou toda aaoite ...
HZ1 Duarte Sodr Pereira Tibau toma
posse do governo da capitana.
Era sua adrainistragao foram presos os cheles
das levanUmenios de tropas liavidos na adrai-
nistrag&o anterior, sendo to los deportados para
a coloaia do SacraraeDto no Rio da Praia.
18G8 -Fallece no Recife o tenenle-coronel
pernarabucatio Apolonio PeresJCampello Jaco me
da Garaa.
|, Fez a campanha de 1848 em Pernambuco e a
de 185i no Uruguay.
Em 1863 seguio para o Paraguay comman-
dando O 30.* de voluntarios pernarabucanos.
Na batalha do Estero Bellaco o balalhao ba-
teu-se com lana bravura qu 133 dos seus sol-
dados e orflciaes foram condecorados e o sen
comrnandanle agraciado com a commeada do
Cruzeiro.
Commandando sempre o JO." lomou parte na
bataiha de 24 de Maio, nos combates de Sauce,
Boquern Paracu e TujucuO, onde cercado por
todos os lados consegu por sua intrepidez sal-
var a si e aos seus companheiros.
Adoecendo aps este combate roltau para
Pernambuco. .
fS90 Collocagao da pnmeira pedra da
nova greja de N03sa Senhora da Peona.
18* Fallece na cidade de Tnere3Da o
pernambuoano Herculano Julio de Albuquerque
Me1 lo, que quando mogo tomou parte na. ma-
lograda repblica doEquador; e descreo dos
horxisns, quando vio o ex-presidente dalla e
outros quando envergaram a farda senatoria1
de'enderam oprojecto deconstiluigaoouthor-
ga imperial, contra 0 qual pegara em armas por
nao ter sido ourida a nagao; desde ento des
erando dos homens lornou-se sceplico em poli-
tica.
REVISTA DIARIA
Obras Publica-O Exm. Governador
no louvavel empeu'O Ue reparar os considera
veis damnos produzdos peto rigoroso invern
do correle auno as estradas de rodagem do
Estado autoriiou j diversas obras qoe %Mo
sendo executidas, conforme se verifica do qua-
dro que abaixo publicamos.
Para a execuc&o de aiuitas oulras, tendentes
anda a taes reparos, esto sendo crganisados
na Repartigao das Oioraa Publicas os neceisa
rios orgamentos.
Qjem quer que, com espirito desprevenido,
. considere o quanto de importante vai em taes
melliorameotos, cujo erapreheodimento
l.ieencas-Q Eim. Sr. Dr
do Estado, por portara de 27 de Outubro lindo
concedeu ao Dr. Francisco Altino Correa de
Araujo, juiz de Direilo da 2.* vara Coramar-
cio> do Municipio desla capital, dous metes de
licenga com oa venciraenlos a que tiver direilo
na forma da le, para tratar de sua saude| e era
oso dever entrar no praso de 15 das.
Horacio de 3 do correte, do Exm- Sr.
Dr. Governador do Estado, foi prorogada por
raais tri ra das a licenga em eqje coso se
acha o bacharel Jayme Ccrqoeira da Lima, pro
raolor publico do kunicipio de Bom Jardn).
- Por acto de igual data, foram concedidos
tres metes de licenga, com os venciraentos a
que tiver direito na forma da lei para tratar
de sua saude, onde Ihe convier, ao Dr. Thom a
Suriano de Souza, juiz de direito do municipio
de Salgueiro, e em cujo goso dever entrar
dentro do praso de 4 < das.
O Exm Sr. Dr. Governador do Estado,
por portara de 3 do correte concediU trea
metes de licenga com o ordenado a que tiver
direilo na forma da lei, ao bacharel Thoraaz So-
riano de Souza, juiz de direito do muiicipio
de Saigueiro, para tratar aa sua aaude en le
Ihe convier, cora o praso de 43 dias para entrar
no goso da referida licenga.
Ofllelo de partidor do jui'/i de
orplaos -Por acto da inesma data foi pro-
vid > Dominaos Martins de Barros Monteiro, na
serventa vitalicia do officio de partid>r do jui-
zo de orphos desta capital rago palo falleci-
mento do reipectivo aerventuario Jos Firmo
Pereira do Lago, cora o praso de 13 das para
assumir o exercicio.
Pesquisas na AlfandegpaNo sab
bado, 3 do correte, pelas 10 horas da manila,
apresentou-se na Alfan lega o Sr. coronel Joa-
quim Manoel de Medeiros, digno comrnandanle
interino do distncto militar, acompanhado do
Sr. tenenle-coronel Julio Fernandes d'Almeida,
director do Arsenal de Guerra, do aiudante des-
te Sr. capitao Francisco Emilio laes Brrelo,
do secretario do mesmo enramando Sr. major
LeobaldO Augusto de- Moraes e do Sr. tenante
Melchisejjeel d'Albuquerque Lraa, aflm de pro-
ceder pesquizas com o tira de verificar si, con-
forme se tem dito algures, havia procadencia
os boatos que malvolamente ae tem espalha-
do oo sentido de estarem sei.do despachados na
masma repartigao armamento e monigOes para
o governo do Estado.
Avisado inmediatamente o r. inspector da
Alfaodega, Dr. Alexandre de Souza Pereira do
Carme, peYanle este, loi-lhe pelo referido S-.
coronel coramandante interino do distncto raik-
tar. exhibido um telegramma do Sr. general mi-
nistro da guerra, recomraan lando-lhe houvesse
de agir no sentido daquella venficagao.
O Sr. Dr. Pereira do Carmo, com a calma e
tranquillidade que soem teros funecionarios di-
gnos que nada lm a temer era casos scraelhan-
tes, Iranqueou solcitamente todos os raeios con-
ducentes ao fira que se loha era vista, sendo
em seguida, nSo sraente ouvdos tojos os con-
ferentes. o chefe da 1* secgao, guarda-rar e
mais funecionarios que, por forga dos respecti-
vos :rgos, figurarara "uu deviam ter figurado
nos despachos de armamento como tambem
convenientemente examinado o armamento exis-
tente na Alfandega e que alli se acha e devera
ser despachado e retirado onportunamente or
seus destinatarios ou donos, negociantes cenhe-
cidos desta cidade.
Nao tivemos conhecimeoto de qual o resulla-
do das iovestigagO-'s feitas mas temos por
ceno que o Sr. coramandante interino doylia
trido militar .-alnu daquella repartigao satisfei-
to e convencida da improcedencia das suspei-
tas levanUdas quelk; respfito, por isso que
nem o Exm. Sr. Dr. Governador cogita de ob
ter armamento e munico para a forga do Es-
tado, principalmente envolvendo isso mamfas-
a infraegao das ordens em vigor do Governo
Federal, a quera, como Chefe de um Governo
igualmente legal, tem lodos os motivos para
acatar e respeiiar, nem o Sr. Dr. Pereira do
Carmo sena capaz da concorrer para essa in-
fraegao, leadt), como tem, perfeita consciencia
dos seus deveres como chefe da repartigao da
Paseada Federal no listado.
O que ha de exacto em ludo isso 6 fcil de-
pnhender-se.
0 commercio, talvez por isso rnesmo que es-
leve por inuito lempo privado de receber ar-
marajnio e raunigao para caga, em consefmen-
cia das prohibigOes absolutas a que o Governo
fora forgado durante o longo penado da revol-
ta, teso procurado, agora, que est sendo per-
raittido o despacho do mesmo armamento e
rauugo, fater acquisigSo dessa mercadona em
maior escala.
E. como esse ftelo, alias naturalissirao, coin
cide com a grande campanha que se est fa
tendo, por motivos pariidarios, cote o lira de
arredar da inspectora da Alfandega o Sr. Dr.
Pereira do Carmo, d'ahi o assoalhar-se, com
empenh notavel, mas cerlamento com impro-
ticuo esforgo, que o mesmo Dr. permitle Irn
s'iiar pela repartigao que dirige, a titulo do
armas a muuices para caga, o qui verda leira
raiueiile nao sao seoo petrechos bellicos para
a tropa esladual.
ou-jiii conhece um pouco o servigo aduaneiro
e atienta no seu mechanismo, convence-se a
priuri da inanidade do qu; se tem propalado; poia
que, tocan lo as mercaduras que transit m pela
Alfandega em diversos ponlos e compartimento'
da mesraa Alfandega, em cada um dos quaes
ha muitos erapregados, e correado o respectivo
despacho e verificagao tambem por muitos em-
preados, para que a Inspectora da mesma Re-
partigao podessa levar aelleito um tal attentado
contra as ordens em vigor, seria naeessario con-
seguir a connivencia sendo de todos ao menos
da rnr parle dos meamos empregados.
E o publico sensato poder avaliar si possi-
vel admitlir semelhante connivencia, mxime
era urna Reparligao onde ha numero considera-
vel de empregados oartencentes aos diversos
partidos polticos era que se divide a opiuifu do
Estado, que sao oulraa tantas testeraunhas de
como as cousas se passam na dita Repartigao.
AssergOes calumniosas, portan to, a smente
es'as, psderam dar logar 3 ioventigages man-
dadas proceder na Alfandega; mas ti vern, ellas
para o Exm. Sr. Dr. Governador do Estado e
para o Sr. Dr. Inspector da Alfandega a grande
vantagera de por a decoberto toda a verdade, o
que quer dizer fez cahir por Urra, de urna vez
para sempre, todas as inainuugoes malvolas e
qoe outra cousa nao visam sanio o descrdito
de funecionarios criteriosos, honestos e compri
dores de seus deveres.
Dr. Joaquina crrela de Ara ujo -
No paquete fraocez ebegado hornera da Europa,
regressou cora sua Exrna. familia o Sr. Dr. Joa-
qun) Correa de Araujo, digno senador federal
por este Estado.
Mui'os amigos foram receber S. Exc. no caes
onde deu-se o desembarque e o acompaooaram
at sua residencia.
Comprimentarao-lo muito cordialmcnte.
Aduiiniairaco do Correi de Per-
nambuco No paquete nacional Mando, es
cujo erapreaenatmenio mis
competa s manicioilidades, nao pode deixar |pl7ado~hoje do Sol", vem o Sr. Dr. Bento Bo'rges
de louvar o acarlo da amiaistragao de s. Use. I(ja Fonseca, ltimamente nomeado administra-
que sempro so lem Mvalado solicito em aiten.*^ 0 correio.de Pernambuco.
Seja bem vindo.
Eaereleio-Hoja, irde, no largo de
Santo Amaro, far exercicio o esqqadrao de ca-
vallaria estadoal.
Oreaoaae Base paquete da Companhia
des Measageriea Martimas aaliiu da Baha hoa-
tera s 3 horas da raanh, psio que dever che-
ga r sm nosso porlo hoje.
Foi essa a communicagao telegraphica recebi-
da pela respectiva agencia n'eate Estado.
NaTefraco de Cabotagem Segun-
do telegramma do tr. deputado Coelho Cintra,
ao Exm. Sr. Ur.Govarnador do Estado foi bontem
approvado por 69 volos contra 48, na cmara
dos deputados, o projecto prorogando a praso
para entrar em vigor a lei de nacionalis^gio de
oavegagao de cabotagera.
O nosso telegramma particulpr, inserido na
competente secgSo confirma a pirte referente a
aprovagQo. Aquelle porem, mais explcito, pois
dando o numero de votos or e contra o projecto,
to-na patente qae a lula parlamentar foi renhi-
da, e por isso mesmo mais realce d victoria
da boa causa.
Engenheiro No paquete Equateur che-
gou hootein da Europa o Sr. Dr. Alexandre Au-
gusto Bourbeon. digno enganheiro chefe da es-
trada de ferro de Timbauba Nova Cruz.
Compri mentaino-lo.
Kstatistica Do Sr. Jos Correa Paes,
do visinho Esta lo de AlagOus, recebemos um
quadro estalislico, impresso, dns productos
agrcolas, fabris e induslriaes exportados do
mesmo Estado no anno prximo Ando de <89J
E' um trabalho ititeressante, como todos oa
de saa naiuteza.
Em nota manuscrlpta diz aquelle cav>lheiro :
que o valor offical (ou coramercial) dos pro>iu
ctos comidos no mappa < de l5,820:i23*0S6,
tendo produtido os impos'os respectivos a ren
da estadoal de cerca de l,000:0U0*0iK).
Naprimeira v rba figura o aasucar pelo valor
de 9,6m:3 '6*106 e o algodo o de.........
5,2)4-492*775, sendo o restante o valor dos de
mais gneros exportados.
Na 1' verba tigura o as3ucar dando a renda
de 493:9)4*705 a o algod&o de 418:019J97-!.
Agradecemos ao Sr. Correia Paes o exemplar
que nos offVreceu do seu trabalho.
uevocao de Nossa Senhora das
Meres Essa devogio reune-se hoje, s 7 lio
ras da noite, era sesso de mesa regedoru, atim
de tralar de negocios urgentes.
Aovidades Europeas No paquete na
cional Pernambuco c egou ante-hontem do Norle,
em cujas princi paes cidades trabalnou com muito
successo, um trogo de artistas que se intitula
Companhia Noviaadas Europeas e da qual
chefe o Sr. Germani Betehencourt, o prestigi-
ador que. n'urn hotel do Cear, fez desappare-
cer utna meza e tudo quanto n'esse eslava,
vista de lodos.
Pretende a companhia estriar no sbado pr-
ximo no teatro Santa habel, dando outro es-
pectculo no domingo.
A' julgar pelo que Jizera a folha do Para,
Cear e Parahyba sao ;xplendidos os trabalhos
do Sr. Germn e do Capuo Verde, celebre
atirador, e da Sra. Angela Verde.
Aeuanlamol-os para a eslra.
Transferrneia. Pedera nos para noti-
ciar que foi uausfenda deU do crrente, para
quando for annunciada, a fesla de Nossa Senho-
ra do Guadelupe, era sua greja de Olinda, sen-
do a causa desse faci os reparos que est&o
sendo feitos no templo.
O Favorito da ModaD'esse jornal de
moda, que acompanha sempr: Le Gnie de
la Mode, chegou o n. 17, de 16 de Oulubro pr-
ximo lindo, paraa Agencia Litterariaa ra 1.*
de Margo n. 1.
Trazem ambos lindos figurinos e desenhos,
bem como folha de moldes.
Consiitaem um bom consultor para o mundo
otoase
Monte po-Portuiruez -Funcciona ho-
je esta associagao, a hora o no lugar do costu-
me para em sesso da directora, tralar de va-
rios assumptos.
Monte-Pi a Popular Pcrnambuea-
U9=Pelas 12 horas do da 11 do corrente ce-
lebra essa antiga e prospera associagio urna
sessSo magna commemorativado 38 anniver-
sario de sua insiallagao.
Essa fesla, para a qual tem sido expedidos
numerosos con viles,'real isar ue-ha na nova sede
social, a ra Dr Tobas Barreto n 26, que
d'esta arte ser solemnemente inaugurada.
Confessandonos penhorados pelo convite
qae nos veio trazer paraa mstia fesla urna
commissao do Monte-Po, desejafoos qne essa
fesla corresponda aos intuitos da so ue lade e
qu; outros eoutros felizes anniversanos possa
ella celebrar, sempre prospera.
Ba preza -Foi capturado aotehoatem
pelo Sr subdelegado da parochia de Santo An-
tonio d'esta cidade. o criminoso Miguel Torres
Galli do, autor da raorte da ex-praga de polica
Agostinlio Ramos de Freitas, eml de Outubro
ultimo, a travessa dos Expostos.
Assassinato -Em 29 do raez prximo
lindo, era trros do engenlio Repouso, do
municipio de Araaragy, E luardo de tal, por
motivo de cime, desfechou tres tiros contra
Marcos Alexandre Ferreira,oqual horas deoois,
falleceu era consequeocia dos feriraentos qu
recebeu.
O delinquente evadiuse mas conlra elle pro-
ede a orapetente autoidade nos termos da
lei.
Resista da Faculdade I.lvre de
Direito do Estado de Minas-Geraes
Com esse titulo chegou-nos as mos o o. i
auno I de urna revista de que sao redactores os
Sra. Drs. Joo Pinheiro da Silva, Sabino Bar-
roso Jnior e Augusto de Lima.
Eis o seu sumraario que da i lea da sua Im-
portancia :
Editorial, Dr. Affunso Peutia.Antiguiladea
romanas, Dr. Raytnundo Correa. Legislago de
mina?, Dr. Bernardino de LimaEstudos so-
ciaes, Dr. Anguilo de Lima.A hygiene as
sciencias sociaes, Dr. F. :.tao. -A liberdade,
Dr. Sabino Barroso Jnior.A formagSo da ju-
risprudencia, Dr. V. M. de Mello Franco. -s-
bogo de cdigo do processo criminal, Dr. Le-
vindo Ferreira Lopes.Fados e notas, A re-
daegao.
Agradecemos o exemplar da Revuta com que
nos mimaseou a reJacgo.
Dupiicatas de (.uvera ulo: es I. -
mas na Uazeta de Notieuu, da Capital Federal,
de 28 de Oulubro proxiiro lindo.
O Sr. deputaio vristides Milton justiicou
bontem e mandou mesa da cmara o segrate
projecto de lei:
O Congresso Nacional resolve :
Art. 1." Na disposigao do art. 69, lettra i,
da Consiituigo da Repblica est comprehen-
dida a competencia da resolver o Supremo Tri-
bunal Fe aral, mediante reclamago, todas as
queslOas que se originaren! de conflictos, re-
sultantes da duplcala de assemblas ou de go-
vernadores ou presidentes dos Estados.
Art. 2." Apresentaia a reclamagao peranle
o tribun.il, este providenciar no sentido de ser
publicada a mesma no respectivo Estado para
conhecimento dos interessados que dentro de
10 das poderao impgnala.
Art. 3." Fin lo este prazo os papis sero
distribuidos a um relator que dentro de 10 das
os apresentar com o competente relatorio em
mesa do tribunal.
Art. 4. Discutida immediatamente a materia
pelos juizes que o quizerem, ser por maioria
de votos resolvido s a reclamagao nrocedente
ou nj.
Arl. 3.* Para execug5o d'este julgado in-
tervir, se for solicitado, o governo da niao.
t Arl. 6." Rvogam-se as disposigies em con-
trario.
Sula das sessOes, 27 de Outubro de 1894. -
A. Milln.
Aevoile Maoi:tenfo Recebemos e
agradecemos, um exemplar impresso de um tra-
balho jurdico do Sr Dr Vicente Ferrer de
Barros Wanderley Araujo, n'uma acgSo de ma-
nutengao promovida pela irraandade de S. Pe-
dro dos Clrigos contra a Fazenda Federal, re-
lativaments terrenos de marinha.
Sarino de Caridade Realisou-se ao-
te-liontem, conforme esiava anuunciado, o ser-
rao de candado pregado pelo* Revm. Sr. Co-
oego Fiuza, na Matriz da Boa-Vista.
A'a 11 horas teve lugar a missa parochial,
subindo ao pulpito, por occasiao do Evangellio,
o m nciooado pregddor, que em phrases elo-
queutes desenvolveu o sea discurso, versando
sobre a caridade.
Terminado o sermao ficou durante o da em
Laus-perenne o S. Sacramento, sendo a tarde
entoado por numeroso coro de senhoras o Tan-
tum-Ergo, e seado em seguida dado a bengSo,
o encerrada a fasta promovida
de 8. Vicente de Paulo.
A igreja achava-se repleta de fiis e todos
saturara edificados e salisfeitos.
Entradas de assuear e algodo
Por raar e trra entrarara oo mercada do Rocife
em Outubro:
Amiar
1894 230 884 saceos
JB93 237 369
92 1.6 431
91 142:135
90 204:803
Algodo
1894 14:7)4 fardos
93 32 239
92 I332
91 8433
90 21:218
Asentradas de Outubro prximo ilntio assim
se descriminara:
Asmcar
Sacco3 Porceita^em
Por aniraaes I:3."i0 0,58
barcagas 6 :5:6 28,38
> vapores """""
.2 a l Central 2:341 1,01
" 2(Limoeiro o & IS. Franciscc a. 1 108:713 47,<-9
52:934 S2.94
Em Outubro 94 2W:8Si 110,00
> 93 237:369
Menos em 94
6:4S3
A differenga para menos cm Outubro prxi-
mo lindo represen a 2,7 ,/<, das entradas do Ou-
tubro de 1893.
Algodo
Por animaes barcagas vapores Fardos 782 2:680 2.563 Porcentagem 5,31 18,19 17,39
.2 g Central "* 2 Limoero o /S. Francisco 877 7 041 791 3.93 47,79 5.77
Era Outubro 94 93 14:734 32:239 110,03
Menos cm 94 17:303
Sant'
A differenga para menos em Oulubro prxi-
mo findo reprsenla 54,2 / das entradas de
Outubro de 1893.
Sneiedade Monte *-io Bnin Suc-
cesso Reali/.ou eaaa soctodade ante boataui
a eleigo da sua nova directora, cujo resultado
foi o seguinte :
Director, Jos Olympia Pereira.
Vice dito, Alexandrlno Marques da Cruz
1- secretario, Antonio Pascual dj B. Fer
reir.
2- dito. Vicente Ferreira dos Santos.
Orador, Augusto Fucilar de Gouveia.
Thesoureiro, Agostinlio Hennes de
Anna.
Bibliotecario, Silvino Lu/. Gonzaga.
Procurador, Joo Calixto Soares.
Conselheiros, Lobato Barros da Cruz, Pedro
Pereira do< Santos, Eleuterlo Jos dos Santos,
Manoel Jos Henriqes
Coramisso d contas, Julio Francisco Ca
valcauic, Jos Marques da Trindade e Benlo
Alves da Silva.
Grmnaalo Pernamba<-ano Tero
lugar hoje nesse instituto os exames de latira,
cuja banca ficou a3sim constituida : Dr. Anto-
nio Jus:ino de Souta, presidenta ; Dr*. Joa
qoira Pereira ;da Silva GuiraarSea e Celso
florentino Henrique de Souza, examinadores ;
Dr. Phaelante da Cmara Luni representante
do governo Federal.
Os examinandos de.verio comparecer as 9 e
maia hora" da manliS*.
A CidadeApparecau bontem o i. mime:
ro dessa annunciada folha da tarde, que de
grande formato, e veio galharda.
No seu artigo de apresenlaro fas esla de-
claragao:
Antes de quaesquer outras considerag3s, a
leal lade nos impelle declarago seguinte : A
Cidade ser um jornal poltico, o que importa
dizerA C.dadt ser mais um defensor volunta-
rio e gratuito da Repblica, deial pelo qual se
bateram 03 seus redactores sob o rgimen pas-
sado e pelo qual se. balerSo no rgimen vigenie,
sempre que a ambiguo, a m-f ou a ignorancia
tentar confundil-o cora dictaduras is,'oobeis os
com miserandas satrapas incompativeis com o
bro nacional.
Sob este ponto de vista corre to lo aquelle ar-
tigo, ere que mais proraelte a nova folha inle-
ressar-se por tuio quanto possa ser til ao p-o-
gresso do paiz, coja unio efenJerS.
K' pois, urna folha moderna pelos intuitos,
pelas ideas.
Saudamol-a, pois, dasejando-lhe longa e fc#
gada vida.
ilontera a sua redaego celebrou com urna
fesla a naugucigo dos -seus trabalhos, e teve a
gentileza de nos dirigir um convite para ella.
Por motivo justo, que declinamos em carta
dirigida aquella Illustre redaego. nao nos foi
possivel comparecer dita fesla, qual todava
nos associarao3 em espirito, visto que leve ella
por fim, conforme foi dito no convite, trocar
um amistoso brinde em honra de Gutemberg.
Aqu fazendo pblicos 03 nosso3 agradeci-
mentos pela fineza a nos dispensada, repetimos
os nossos votos pela felicidade 'A Cidade.
Escola Cornial a cargro da Stete-
dade Propagadora de Instrucei
Publica Nesse estabelecimento proceder-se-
ha hoje aos exames de :
Ariuimetica (curso preparatorio) s 6 horas ;
Desenlio 7 1|1;
Arithraelica (l* serie; s 6 horas;
Porlujutz (2' sene) s 6 horas ;
Historiado Brazil (3* serie) s 6 horas.
Em virtude do falleclmento de prente pro
ximo do lente de geometra deixou de ter losar
hontera o exame dessa materia, quo foi transfe-
rido para quando se annunciar.
Facada-Ante-hontem, s 9 a 1/2 horas da
noile, a praga do 9." regiment federal, de nome
Patricio, ao sabir de um hotel sito ra Larga
do Rosario, iuvestio, armado de faca de pona,
contra diversas pessoas que estavam prxima
d'ali, as quaes trataram de retirar-se.
A praga referida seguio rumo do largo do Pa-
raso, e ah encontrando urna praga do esqua-
dro de cavallaria estadoal, Joveotino Ferreira
dos Santos deu-lhe, semque nem para qu, urna
Tacada, ferindo-o tSo gravemente, que horas de-
pois veio elle a fallecer.
O honrado Sr. Coronel coramandante do dis-
tncto, estamos cerlos, fara com qu seja punido
o delinquente.
Telegrammas retidos Acham-se
retidos na estago ao Telegrapho Nacional os
seguintes :
Da Parahyba para Hjraclito Ramos.
De Rio para Souza
De Baha para Nery.
De Natal para Antonia Gomes Falco.
De Natal para Antonia Gomes Falco.
De Rio para Andr.
De Camaragibe para Mera o um aviso do
Maranho para Dr. Bernardo Teixeira de Car-
valno. .
Mercado de S. fos -Ao Sr. adra.nis-
trador desse estabelecimento damos sciencia da
seguinte reclamagao, que cortamente ser toma-
da em considsragao:
Illustres Redactores do Diario de Pornam-
buco. Pegam VV. SS. a quera competir provi-
dencias sobr o modo abusivo porque se lera
procedido no Marcado de S. Jos, sobre o reta-
Ibo da carne verde.
Montera, s 2 horas da tarde quando reali-
savamos a compra de 2 kilograramas d'aquella
mercadoria, fomos lezados em *5 grammas !
De valla do repeso da repartigao ao talha-
dor Fuo Marcolim, ali.a de reclamarmoa um
direito inconteslado, fomos, pelo mesmo talha-
dor, insultados com palavras descortszes a
cheias de ameaga; o que nos obrigou a recusar
a compra que haviamos realisado, como o raeio
prudente da occasiSo.
E' o cumulo Srs. Redactores. Somos de VV.
SS. sempre obrigadoe. -Um velho (asignante.
Recife, 5 de Novembro de 894
O cobre uo vinho Tem sido maito]de-
batida a questao de que o tratameoto das vi-
nhas pela calda bordeleza faz com qae o viaho
contenha em dissolugo alguns saes de cobre.
Tal solugo nao prejudica a saude ; ainda as-
sim ba meticulosos que receiam prejuizos cau-
sados pelo viaho n'essas circumstancias, por isso
aqu regislamos o meio de o limpar d'aqueUes
saes.
pela sociedade Basta introduzirnas vazilhas barras de ferro,
completamente limpas de ferrugem. No da
seguinte os saes de cobre teera adherido ao fer-
ro. O rame zincado e os pregoa de rame dao
egual resultado. Os pregos at un-se para isso
n'um cordel, em forma le rosario, e ntargn-
Iham-se depois no vinho listes ou o ferro
limpatu-se dos saes adheridos e fsz-se nova
immers&o, repeliodo a operago al que o ferro
nSo traga vestais de cobre.
Rubis artifluiaes A arte de fazer ru-
bis, segundo o professor Judd, de Londres,
pralicada aclu Im ntn em gruido escala.
O rubi simplesraenle alamina ou oxydo de
alumino crystalisado, e tem se inventado mui-
103 processos para produzir a crystalisagao,
undo sido a tnelhora do tallecido chiraico frun-
ce z Fremy.
O seu primeir modo foi aquecer alumina
com ouydo da chumbo em um cadinho silicio-
so, forraando-se crysiaas de alumina as pare-
des do cadinho ; poslerionreiite lie aqued U
alumina pura, polassa e fiuorurelo de barro,
Obi -n lo resultado egual.
Em ambos os casos era necessario accrescen-^
lar urasal da cliromi) para dar a cor caracte
nsticado rubi. emboca' baja rasos para acredi-
tarse que o chromio actu simplesraenle como
um mineralisador e nao como materia co-
rante A's vezes encontravain-se crystaes
a/.ues de turqu ;za e de cor de rosa azulada.
Os rubis artificiaos, eoohecidos corao rubis ile
Cienebra, sao duros como os uaturaes de Bar
m-ib, sao idnticos a elles ni composigo chi-
mica e na struclura inollecular, e sao levemeo
te inferiores era cor e lustre.
Sao muito usados como jtias de relogios, e
muitos pas-ara como padr s naiuraes para ou-
tros fins
A consasraco de Vcrdi ein Pa-
rsOs joruaes parisienses trazem extensos
a tigoa relativos pnmeira represeutagao do
Olello na Opera os ja dissemos do exi-
iftespieodido do espectculo e da consagrago
feti a Verdi. Mas curioso trasladar para
aqui o que a esse resiieitj escreve ura dos prin-
cipaes diarios de Pars :
.\poz o pri.meiro acto, vivo, movimentado
d'uma magnillea miae-an-scaoe, que vale
aos interpretes urna primeira chamada, nos bas-
tidores nota se urna agtagao maior. O miis
tro das bellas arles, o eiubaixador d'Italia, o cj-
ronel Cliarnonia apresenlam-se da parte do pre-
sjd 'Ote da Repblica, a convidar Verdi a ir ao
seu camarote.
l-orraa-se um cortejo. Depois dos pnraeiros
comprimentos, o presi.lente entrega a Verdi as
insigni s da grun-cruz da Lngiao d'Honra.
E' a si. meu caro mestre, -disse elle que
devo as ininhas primeiras coramogOes musi-
caes. A Franga sempre feliz era dar as glo-
rias eslraiigeiras a sua alta consagrago
ella que o agracia. S um ministro tem direi-
to a assignar o decreto que Ihe conf ;re a gran-
cruz da LegiSo d'Honra, mas todos desejariam
;iS3gnal-o.
O coronel Cbamoin pediu a V erdi para sa de-
corar com as insignias da sua nova protnogo
O autor do Olellc, muito conmovido, nao att-
nava em collocar as insignias. Tiveram de o
auxiliar. Quando Verdi appareccu na frente
do camarote, sentando se ao lado do presidente
da Repblica, soaram acclamag.-s frenticas
0 maestro inclinou-sa peranle san raanifesta-
gjo taocordeal !
Triiiiinal do Jury do RecifeHon-
tem compareceram 9 jurados.
O Dr Francisco Altino Correia da Araujo,
presidente do Tribunal, muhou em 3 os jura-
dos que deixaram le comparecer.
Foram sorteados os segrales supplentes :
Recife
Juvenal Joaquira Antunes Guim raes.
Joaquira lanocencio Gomes dos Santos.
Jos Joaquira Gongalves Beltro Jnior.
Santo Antonio
Sal Marques do3 Santo*.
Decio Augusto Rodrigues da Silva.
Antonio Granudo de Guamao Lobo.
Ernesto de Vasconcello3.
Joo Jos de Abreu.
JosGoraes de Onveira Picdade.
S. Jos
Umbelino Possidonio de lia-ros.
Joaquim Domicio Leopoldino Ferreira.
Gregorio T de S Leilo.
Alberto Caslello Rranco.
Adolpho Coelho Pinheiro.
Adolpho Ferreira da Silva.
Boa-Vista
Chrislovo de Barros Reg.
Andronico Rodrigues do Passo.
Antonio Jos Le.opaldino Arantes.
Herraino Egidio de Figueiedo.
Eduardo Gregorio Gougalves
Gaspar do Nasciraento Rguaira Costa.
Julio Cesar Cavalcanti Albuquerque.
Thomaz Caraeiro da Cunba.
Alfogados
Pedro Carneiro da uinha
Francisco ae Salles Albuquerque Mello.
Pogo
Dr. Jos Bernardo Galvo Alcoforado.
Varzea
Dr. Antonio Migalhes Altneida.
Casa de DetenganMoviraente dos
presos da Casa de Detengo do Recife, Estado
e Pernarabuco, em 4 de Novembro de 1894:
Existiam
Entrarara .
Sahiram
Existem .
A saber:
Nacloaaes.
Mulheres
Estraaseiros
Total
Arragoadas
Bous
Doentes .
Loaco
Louca
428
8
4
432
400
11
21
432
408
390
18
0
0
408
Total......
Moviraento da enfermara :
Tiveram baixa:
Felippe de Souza.
Pedro Pereira da Silva.
Tivenira alta:
Joo Jos de Saot'Anna ou Joo Roberto Ne-
pomuceno conhecido por Cbatioho.
Msnoel Jos Henaipes.
Zola c as mais de familia O tn
bunal de Moedling, Austria, erTeduou ba das
um julgamento muito interessante. Um indi-
viduo promover processo contra a esposa, ac-
cusando-a de desprezar os seus deveres de raai
e de ser dada leitura de livros licenciosos.
0 tribunal considerou provado que a mulher ha
Zola e outros escriplores pornogrficos e que
era incapaz de educar os filaos.
O imperador Guilnerme provoca-
do a duello-Ura oidado dos Estados-Uni-
dos, o Sr. Richard Goerdeler, publicou em New-
York urna broebura intitulada Fiat Justitia,.
na qual recorda que provocoo a duello o impe-
rador Guilherme. O facto exacto. O Sr Goer-
deler foi enviado ha arrajs, a Berlim, para de-
fender os ioteresses de certos accionistas do
caminho de ferro Northern -Pache. Passado
algura lempo e em consequencia d'um proces-
so, Goerleder provocou o imperador Guilherme
a um duello piatola. Declarado louco, foi r-
colhido n'uma casa de alienados em Schsvetz,
mas os seus compatriotas fizeranrno repatriar.
Hoje Goerdeler acha-se curado : tal pelo
menos, a opinio dos mdicos americanos.
Drama n'.um eaixaoEx Livobayn,
n5o longe de S. Petersburgo, succedeu, baldas,
um caso terrivel. Enterravase no cemiterio
da localidade a filha d'um cirapoaez,' Praeko-
na Anlonova, quando, no momento em que o
fretro cheguva ao fundo do eoval, ouvra-se um
ruido de pancadas oo interior do caixao. O
coveiro e os outros iadividuos que assistiam ao
enterramento. tomados d'um pnico allucmado,
deita-am a fugir. Cm padre, prevenido do que
se passava, correu ao local e abnu o caixSo.
Mas era tarde. ,
A rapariga, que despertara a urna longa le-
targa, debatera-se eotre as taboas do fretro e
raorre'raafloal asfixiada! _
O delieto d'um lord Dizem de
Loodres qae compareceu perante o tribunal de
MalboroughStreet um grande senhor, lord Pe-
tre que vive n'um magnifico palacio em Saint-
James Place. Ao lado de lord Petra sentava
se no banco dos reus um simples cocheiro de
trem de praga, cmplice do aristcrata.
Eis o delicio commettido polos dois-:
N'uma noite de Setembro passado, lord Pe
tre chamou um trem de praga para o condunz
a casa. Mas teve sbitamente a fantasa de
guiar o carro e saltou para a boleia. Ora o
lord nao foi muito feliz na sua idea, porque
d'ahi a pouco fasta esbarrar o trem d'encontro
a outra carruagem. Intervino a polica e lord
Pelr apesar da sua qualidade ari3tocratca,
foi preso bem como o cocheiro que Cedara. o
governo do trem a quem nao eslava haoilitado
a bem o realisar. O tribunal condjinuuu ago-
ra o lord a 22 schelliogs de multa e o cocueiro
a 2"schellir(9.
Cemiterio PublicoObituario do da
2 de novembro de 1894 :
Dr. Octaviano de Brillo Galv&o, Pcruaisbico,
34 annos, casado, Pogo.
Adelaide Pereira MenJes, Pernarabuco, 54
annos, viuva, S. Jos.
Militao Joaquina da Costa, frica, 81 annos,
solteiro, S. Jos.
Ura feto do sexo masculino, Pernambuco, S.
Jos.
Mara Joanna da Conceigao, Pernambuco 3
anuos, S. Jos.
Ondina, Pernambuc>, 6 annos, Roa-Vista.
Manoel Jos do Carmo, Para 3G anuos, sol-
teiro, Boa-Visla.
Jos, Pernarabuco, 23 annos, solteiro, Boa-
Vista.
debaslo Gomes da Silva, Pernambuco, 30
annos, solteiro, Boa-Visla.
Ura feto ao sexo Teminino, Pemambuo',
Graga.
-3
Jsepbma Alves GotmarSes, Pernambuco, 22
annos, casada, Pogo.
Paulino Annes Jacoine, Pernambuco, 4 ai-
nos, casado, Boa-Vist i.
Ananias Ferreira de Andrade, Pernambuco,
26 annos, solleiro, S Jos.
Marianna Soares de Oliveira, Pernambaco, 13
das, Sanio Antonio.
Auna Solana de Mello, Pernamb .co, 77 an-
nos, viuva, S. Jos.
Innocencia Joaquina da Apresentacao, Per-
nambuco, 68 annos, viuva,vGraga.
Anna lisa dos Prazeres, Alagoas, i<> anuos,
viuva, Boa-Vista.
Paulraa Mara das Dores, Pernambuco, 78 an-
uos, solleira, Varzea.
Francelina Mara da Con:eigo, Parahyba, 58
annos, viuva, Boa-Vista
Rosa Rocha, Pernarabuco, 22 annos, solteiro.
Boa-Vista.
Eliseu llamos de Barros e Silva, Per la.-nbuco,
39 annos, solteiro. Santo Antonio.
Pedrosa Costa Machado, Maranho, 2i annos,
solteiro. U _ Luz Francisco do Niscimento, Ro Guinde do
Nbrta, 19 nonos, solteiro, Recife.
Mua Rodrigues da Assumpgo, Pernambu-
co, 48 annos, casada, Graga.
Florn.la Maria Sabina da Conceigii, Per-
nambuco, 8) annos, solteira, Santo A ihwo.
Laura, Pernarabuco, 7 mez s, Santo Anloa'o.,
Maria, Pernarabuco, horas, Grag. \^
Liliosa, P Tiiambuco, 6 das, J.'s.
Manoel Jos Caraeiro, Pernambuco, 24 anuos,
solt:iro, Boa-Vista.
Eusebio Bjptsta de Santa Rosi, Pernambaco
52 ana n, sotteiro, Boa-Visla-
Joaqui n Jo-3 dos Santos, Pernambu -o, 35 an-
nos, solleiro, Boa-Vista.
Marcionilla Mara di Conceigj, Pe'uambu-
co, 28 anuos, solleira, Boa-Vista.
_ 4 -
Antonia Baptista Barbosa, Pernambuco, 40
annos, solteira, S. JosS.
Riyinuulo Marcelino dos Santos, Pernam-
buco, 41 annos, casado, Graga
Mana Francisca da Conceigo, Pernambuco,
72 ranos, solteira, Roa-Vista.
Laurinda de Oliveira, Portugal, 10 rnazes,
Recife.
Manoel Feliciano da Silva, Pernambuo, 13
das, Graga.
Vicente Augusto da Silva, Pernambuco, 18
annos, solteiro, Boa-Vista.
Mana Luisa, Pernambuco, 9J anaos, solteira,
Boa-Vista.
Miguel de Souza Rangel, Pernambuco, 48 au-
no?, solteiro, Boa-Vista.
aria do Espirito-Santo, Pernambuco, 40 an-
nos. solteira, Boa-Vista.
Um felo do sexo feminino, Pernarabuco,
Grac i. .
Ifatadauro Publico-Nesse estabsleci-
menlo foram abatidas 101 rezes para o consuma
publico de hoje.
Hospital Pedro IIO raovimento dasso
astabelecimonto cargo da -anta Casa de Mise-
ricordia do Recife, na da 6 de Novembro foi
seguinte :
Entrarara ....
Sahiram..... 15
Falleceram .... 4
Exislera..... 739
Foram visitadas as enfermaras pelos seguin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, enlrou s 6 i/2 da ma-
nila e sahio s 8.
Or. Malaquias, entrn s 9 1/2 da manh e sa-
hiu s lo i/2. ui -
Dr. Berardo, enlrou s 8 i/2 da mauha a sa-
bio s 9.
Dr. Arnobio Marques, enlrou s 9 i/4 da ma-
ahe sabio s 12.
D.. Lopes Pessoa, entrn s 10 1,4 da manna
e sahio s 10 3 4.
Dr. Vieira da Cunta, entrou s 10 i 2 da ma-
h-i e sabio s 12 1/4.
r. Bastos de Uiiwfca. eatroo as 11 I/a aa
vi n e sanio as 12 1/2.
Dr. Tavares de Mallo, entrou s 10 i 4-daffla-
ulni n salnu s 12 1/4.
t. Ajudanle do pharmaceulico, entrou s
7. da manila e sahio s 4 da larde.
Assistente, entrou s 9 da manh e sahio
s '0
Lotera de Minas Geraes Eis a lis
ta dos nmeros premiados na 9.1 serie da 6.
lot ria desse Estado e*trahida em i de No.
vembro de 1894 :
85 OOOOOO
6U55 OOOOO
8538
12355
162 7
17955
2 886
6525
I
4780
7386
M37i
12268
1467
18 6
2-196
24224
listo
nmeros
5:000000
i:0 0*0
1:000000
50>5000
500OO
200*000
200*00..
200*00.1
200*000
premiados com
25233
25630
100*000
100*003
100*000
100*000
If 0*000
100*000
100*000
COiO'JO os seguintes
2213 9695. 16862
4217 11465 17 66
5644 12655 21963
8018 13304 263J
9-215 13516 27114
9415 16254 27413
Esto premiados com 100*000 os seguales
nmeros :
2671 I Se-73 1 2676 | 2678 | 2680
2672 | 2675 | 2677 | 2679 .....
Esto premiados com 50*900 os seguintes
Uamer652l' 6523| 65261 65281 6530
632l| 6324 1.6327 1 6529 J.....
Esto premiados com 50*000 os seguales
nun.eros :
477i| 4773| 47751 47771 4779
4772| 47741 4776 | 4778 |.....
ApprozimagOes
200*T00
200*000
100*000
100*000
50*000
50*000
2601 a 2700 esto premia-
6600 esto premia-
4701 a 4830 esto p-emia-
2673
2675
6524
6526
4779
4781
Os nmeros de
dos com 10*000.
Os nmeros da 6501 a
dos com 10*030.
Os nmeros de
dos com 10*000.
Todos os mineros terminados em 4 e o estao
premiados com 5*000.
Lotera do Ulnas GeraesEssa m-
portaole lotera corre no dia 9 de Novembro a
desperta a attengo o respectivo annuncio tn
outra secgo publicado.
Os bilhetes esto i venda n? casa 0 Sonbo
de Ouro n?. 3 e 5 Praga da Independencia
ande se efectuara os pagamentos dos pre-
mios. _-- _
Lotera da Baha Corre hoje 6 do
Novembro a 2." serie da 27* lotera, cuios bilhe-
tes esto a venda na casa O Sonho de Ouro.
botera do Espirito Santo-Corra
amauh& 7 de'Novembro a ti,' lotera, cujos bi-
lhetes esto a venda na casa o sobo da Ouro, a
Praga da Independencia ns. Sao.
i
\ CTA1CDRRETA

1
MUII1AM 1


i
I
I
'

Piarlo do Pernamhnco Ter^a-folra 6 de \ovomliro de I*
CaLEPINO
A Livaria Escola do Poto, fet-aqui-
ligao da importante bibliolheca de um Ilustre
medico, da qual destacara 9e as seguintes obres
qne vende por menjs aa raetade de eeu valor
(obras nnnoi novag).
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urini:ii;f, i vol. ene. (189l Sdfooo.
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fance, 1 vol. ene. 4 Jamain et .Terrier -Manual de petile
chirurgie, 1 vol. ene. (i883) Gdooo.
A. Friedrelch -Maladies duCoeur, 1 vol
ene. 5c$ooo.
.1. H. Chareot Maladies du foie et des
reins vol. ene. 9dE<>oo
G. Se-Dispepsies gastrointestinales, 1
vol ene. 6>ooo.
A. Andouard Nouveaux lmants de
pharmacie, 1 vol. ene. avec461 flgures 6ji>oo.
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l'acr-'UPlument, 1 vol. ene. avec 365 figures
8>ooo.
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toochemenls, i grossos vols. ene. deuxime edi-
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decii e. i vols ene. 5 D". Faueon-Cliniiue chirurgicale, 1 vol.
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S(5<>ou. ,
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ene. 5oo f. i
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mames el nraladies, 1 vol. ene. aooo.
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cine lgale, 2 vols. ene. ilixieme edition 2od.
Dcbove et Achard Manuel de ine-de
cine. 2 grandes vols. ene. em chairara (189J
lSdiooo.
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che daos les malaJiesnerveuses (Ubliotheque-
mediiale Chareot Dobove. I vol. ene. 3.
QDr. Cn. Luzet-I.a Chlorose (Bibliithe r
que Uiarcol-Debove), i vol. ene. 3ooo.
Debo ve et Renioud Lavage de l'eito-
mac uneme Bibliotneque). 1 vol. ene. 3Jooo.
Dr. Eloy de Andrade Tratado da
phth'sica pulmonar, 1 \ol. ene. 94ooo.
F. Dutroulan -Meladics d-*s liuropens
dan.-, les Pavs clauds, > vol. ene. ooo.
Dr. A. NaleotDe la sperraalorrhe,
1 toI. ene. 3ooo.
A. Courty-Maladies de l'ulrus ds ovai
res et drs irompes, 4 grosso vol. ene. 18dU
E. Lancereanx-Tra'l danatomie pa-
tholcgique, (SO o 4." vol. 4-jooi .
Dr. Cari Sehroder Manuel d'accou-
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Auvard, Bro*q, Chapul, Delpeu-
ch, Desnus, Lubet Barbn, Trous
leau Guide de therapeutique genrale et
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Henry Thompson -Traite pratique des
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les, 4 grasso vol. ene lSoro.
Touvenaint et Caubet -Memento de
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P. Guttmann Traite du diagnostic, 1 j
vol. ene. 4-Jooo.
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ravaux chimiques, 1 vol. ene. 4-Sooo. i
Dr. C. Mhu Analyse des uries avec 74
finares. 4 vol. ene. 5-Jooo.
Dr. F. de CastroO invento Abe'. P-
rente, 4 vol. ene. 4tSooo.
H. Fritseh -Traite clinique des opra-
lions obstetricales, avec 90 figures, i vol. ene
1892) loooo.
Dr. Ch. Abadie Leeons de clmique
ophthalmologique, 4 vol. ene. 35oo.
Dr. Ch. Abadie--Traite des maladies
des yeux, avec 61 figures, 2 vols. ene. (1884)
l'IHM.
A. Corre Traite des flvres des Pays
Chauis, 1 vol. ene BcSooo.
G. Hayem Lea ->i;ik~ ions du sang,
avec 43 figures, 1 vol. ene. 7ooo.
L. DB
PAZ C.
Pre
1 OO BtH '. AtM'-
mioi: 250i o 4 80 w f e 95i a S.
Panos aon'i!On Dictador, nenj p -r M. P^reira 5t ks., 8*
Gi1'Ote, I iem por CeciliBno, 51 k'B., 3'
Tmpo: 74"
Raeio das pool b : Forineo poi I* 21JIO0 e etn
2* 1200 ; Dietano- em P 17*000.
Movmeoto d^-1 p oles : Circuiaram 737, em
t* 528 hcbiJ'I >9, na -omm de 3.6854000
3 Pareo L> erd e 1.303 ui t o. "An
maeg d P^rnimboco P.emios : 3ft,# ao 1,
V)t ao 2' e 30J a 3
Aveotareiro, moaao por A. Franca, 51
k's.. i*
Nababo, dem par Casertirj 51 K's., 2*
Piramon, nem por j. Marcelin", 51 kls.,
Tempo: 88"
R lelo das poo'O': Avenirre ro pt I* 8*300
3 em 3* 6* 00 ; It*baso em 3' gM0&
Mov ment na poules : Circuuam 747. em 1*
576 e em 3* 171. na soturna d- 3.735**0O.
4# PareePrada Pamambonanj I.SiJ mairts.
Animan de Pe naa ruco. Premios.' 350* *o l',
50* ao 3* e 2-5* ao 3
l'omiji, mooiado por D-olindo, 50 k! i'
Ida, 1 lem por Gasemiro. 60 kl'., Io
Pal'bco'y, Meta por L. da Franca, 50
klj., 3*
T^mpo : 9i"
Rteo das poalea: Fnroaca em 39*500 t
em P14*80J; Ha em l20l;t
Moavimeoto das pioles : C-rcira-ati 91*,
i- 670 eem 2- 343, na sjmma ae 4:5601.
5- p*reo-P ado da Estancia1.8)0 aet- s
Handl^p-Aolmaes de Pei-namon :o. p t-
mitr: 500*0 0 aa 1, 100*000 e 50/COO ao
3 .
4v ntoreiro, montado por A. Franca 58
k Io,
Bismarik 2-, idam p.r J. Campos, 60
kilos,
loao i lem pir Casimiro, 50 k b1,
Tempa. 140"
R.luo d pooleg : Ae t ireiro era < 15*10'
s em 3* **0U; Bismartk em 3- 15*500.
Mnviaivu.o '.-s piules : Ci.~eul>rim 8n, em
i- 648 e em 3' 168 u. .-mi a de 4:080*000
6- ptreoDerby Club de Pe oamboeo{.00t
metro Aolmaea de Pe-na '1OU..1 q-ie n'to le
obain ganbo jO Derby. Premios : 330*000 ai
4-, 5 *000 ao 3- e 35*000 3 ,
Fu'U.^d 2', moaiao por Dj!;ado, 50
kios, i;
Tj y 3-, dem oor M. Perea, 50 k lis t*
loa, lile po i. Mjrjelinj.50 kllaa 3-
Tempo: 76M
M< ei.'aas pooles : CnirideraJas empatado.-
en. 4- Fu c e Topj. 0,-0 erla ."O 4- 7*500 e
-m 3- 7*400; e queiu e 1- 7*100 e ejj 2-
7*500.
M wimerjtodaa piules: C rcolarsm 785, em l0
64 e em 3- 181, na o.orna de 3.925*.
7 pareoCoasolacfto800 meirosAniaue.-
Je Peroambocoqoe oao lenhintito cla-airtca-
j 10 nos P-ndos no RbjI*. Premios : 250*000
ai 1- 50*0\0 ao 3' e iO 0 ao 3'.
fcVngosi, aiouudo por J. Marcelmo, 51
kuor, i'
B.ct, dem por L. de Franja, 5! k -
108, *
So .r..nno, idem por P. Alexandrino,
5 kilos 3-
TeWfm : 61"
rtfleio das p.u'ei: Dengoso em 4- 19*0C0 t
em 2- 10*400 ; naix e.n 2- 8*500.
31 iviaieu'o -Jas pooles : reuia'um i37, e..
I 372 e em 2- 65, na soutma de 2:185*.
Casa das a,o-las: Diemlsao de 4.90 pon
le^, o parco 34:650*000 m resaltado Wtat do
um fintelo.
. p podro nao do Campa tranJe
cucerra ( baje a 1 uorm^a. para a cwrrlft
de domingo prximo 00 Praio referido.
Corrida rcmmemorativa do aoniversario d.
to i-J*oe e em prott'amma consigoaui-sr
bous p eii'ios, nao (ole ueixa' a nscipcio de
1 rre.-pcu *er a estas circomstaoclas que uonvi-
dam, dando em resoltado a coocorreocia de
Daos parelbeiros
Fio telegr.iphlco
Da estadio central nitlclam qoe ach se aber-
U a cooiOiOtjicackc teie|{rapbica enire aqueMh *
us das iitias dus Cobras.
CiEluo eocnrtadaa as dista icias e assim rei|.
-: Jo om grande aervi'.o. que a relegado na-
^oeilas ilb ex'ftUTi.(
Voulor c'est powmr.
As !i..-as t.is Ccnra-, A este melbo-amen'o,
deiXoii 1 te ser o aeg'e l > aue provocoa om.
evoloca sangrenta engalhofa, e a<-aboj poi
i.'ater em pouco os revjiljsja ao poder.
fo eleitoral, Joo Ramos do Nasci-
mento, com o fim de arrancar deste
cidado a declarado de nao ter havido
eleico, ao que se negou este cidado,
sendo logo ameacado de ser recrutado
e solTrer muitas torturas no caminho,
deixando de realizar o promettido por
lhes obstarem a esse procedimento
urnas senhoras que se achavam em casa
do Sr. Idalino Dantas, chefe da esta-
fo telegraphica, onde se achava abo-
letado o dito tenente, prorompendo
mil improperios contra o citado mesa-
rio.
Eis Exm. Sr., os horrores pratica-
dos nesta infeliz trra, pela torca fede-
ral, por occasiao do pleito eleitoral de
30 do mez prximo passado'.
Saude e fraternidade. Itaporanga,
20 de Agosto de 1894.Illm. e Exm.
Sr. Dr. Jos Calazans, M. D. Presiden-
te do Estado. O Intendente Munici-
pal. Francisco Possidonio de Queiros.
commissSo Ilegal, fera das limitaces
do art. 6" da Constituido Federal.
Dando-vos conta destas oceurrenci-
as, tenho a lamentar que ellas succe -
dessem durante a vossa criteriosa e im-
parcial administrac;5o, e que o Estado
actualmente nao possa sustentar sua
autonoma, repellindo a intervengo
inslita da forc;a federal nos seus nego-
cios peculiares.
Saude e fraternidade. Exm. Sr. Dr.
Jos Calasans, M. D. Presidente do
Estado.Miguel Pereira dos Anjos, in-
tendente.
DOCUMENTO N. 8
Juizo de Direito da Comarca de La-
ranjeiras, em i." de Agosto de 1894.
Illustrissimo e Exm. Sr. Dr. Presidente
do Estado. Em obdiencia ordem,
que dignou-se V. Exc. transmittir-me
por carta official de 25 do mez hontem
rindo, recommendando-me fosse assis-
tir na villa do Soccorro ao pleito elei-
toral, que teve lugar no dia 30, para
Presidente e Vice-Presidente do Esta-
do, afim de, como primeira autoridade
da Comarca, concorrer para a boa or-
dem e regularidade do referido pleito,
transportei-ane no dia 29 para aquella
villa, onde cheguei s 5 horas da
tarde.
Logo depois de minha chegada, um
contingente de 10 pravas do batalhao
33., commandadas por um inferior,
postou-se defronte do edificio da Inten-
dencia Municipal, onde me achava, e
nessa occasiao deu diversas descargas,
cujos projectis cravaram-se as paredes
de um sobrado arruinado, contiguo
casa da mesma Intendencia. Acto con-
tinuo, aquelle inferior, procurando-me,
declarou, com bastante altivez, que
nao tinha receio de cousa alguma e que
achava prudente a minha sahida da-
quella localidade. Diante dessa inti-
macao e me considerando sem a menor
garanta, voltei logo para a cidade, evi-
tando assim maior desacato minha
pessoa. Expondo fiel e resumidamen-
te este facto a V. Exc, s tenho a la-
mentar a intervenco da forca federal
em um pleito eleitoral exclusivamente
do Estado, contra a expressa prohibi-
co da Constituifo Federal. Apro-
veito o ensejo para apresentar os meas
protestos de cincera estima e conside-
rado a V. Exc, felicitando-vos igual-
mente por vossa criteriosa e imparcial
administracao. Saude e fraternidade.
O juiz de direito, Bcmvitido Pinto
Lobo.
Ol Z A
81 RA DO IHTERADOR81
(ompra e vende livros novos e usade*
m MUS1CIANA
LBLIIi.COlS i PEDIDO
EPHEMEH1DES LRICAS
6 de Novembro
1838-No Scaia de Mil5o canta-se a opera
til Ponliglione de Longjumeau, de Cappola.
em Lisboa a Africana de
1883Em Leipsig, vae a acenna a opera Re
gina Manetta de Brull.
1889-Canta-se
lleyerbeer.
1890No salao de honra do theajrp Santa
Isabel, de Pernambuco realiza-se una conc
em beneficio da matriz da Boa- Vista.
1892 Primeira representacao em Turim da
opera Pagliacci, de Leoncavallo.
SPORT
Derby Clab de Peraambueo
4 5* CORRIDA
Rer-li'oo no domingo o prado da Estancia eis->
goa tomda. ._ .
Foi hrilhante pela regolan-lad- em seos resol-
tados e pel acimutal as arostas.
Ah o Aveolnreiru qoix e eaohoo as carreir s
nos daos paieos em i.SOOe 1.800 metros, 10
passo qne no prado do Licra na oltiraa ..orrida
dlftirilcBente foi 3 pora Plraaon e Too. de
sorte qoe para diier: Qaem te vira, qoem ta
vio !
E IM rm dia, e npoi orna pernteccia em -t
encargo.
E quer ae miralisar I
A prenda oo%recida ao publico foi sorteada ai
D. 9ii*4: CB]o poesnidor sabio enroupado. na l.t
terslilade. da pa'.av-a pela quahdade especiHc
da mesma prenda.
Foi este o resaltado das corre! ras.
1* Pareo -Experiencia800 metros. Anlmaee
de Pemambooo qne nao tenbam eanbo nos pra-
dos dn Krelft, cootendo oa oo victoria. Pre-
mios : 2504 ao 1*. S0d ao 2 e 25 ao 3/
Tranipoite. montado per Riscndo,81
klB., !
Volclo, id, m fOT Caemiro, 51 kls 2"
Deatrovpr. idem por B. Morelra, II fcl., 3
Te ni p o 81"
RMeio das poules : Transponte em Ia 37*9001
em S0 16*500 ; Volcao em 2* 28*100
Moimenio drs poolas : Circolaram 496, em 1'
366 6 em i 130. ns totuma de 2.480*000.
S* PareoHippodromo do Cmpo Graoe
T
i
Estad* de Sergipe
k NACXO E AOS PODERES PBLICOS
(Continuafo do n. 252)
DOCUMENTO N. 7
Illm. e Exm. Sr.Cumpre-me com-
municar a V. Exc. que deixou de ha-
ver eleifo nesta villa no dia 30 de Ju-
Iho do anno corrente para Presidente e
Vice-Presidente do Estado, pelo facto
que passo a narrar.
No dia 28 do citado mez, chegou
nesta villa urna forca de 25 pracas fe-
deraes do 33. batalhao commandada
pelo tenente Jos de Pinto Sampaio
Leite e no dia seguinte chegaram mais
10 pracas do mesmo batalhao, com o
fim de derramar o pnico no eleitorado,
abolindo a liberdade do voto do gran-
de partido republicano federal de que
chefe aqui o coronel Felisberto de
Oliveira Freir. Na manha do dia 30,
nesta pacifica villa, pequea distancia
do edificio e onde se tinha 'de proceder
eleico, mandou o dito tenente es-
tender a forca com armas emballadas,
reunidos a ella 80 capanga armados de
espinguarda, fouces, facoes, garruchas,
capitaneados pelos Srs. coronel Domin-
gos Dias Dantas e Mello e o capitSo
Belmiro da Costa Alves, com boatos
alarmantes. Esperando-se, portanto,
um conflicto durante o pleito eleitoral,
o que deu lugar abstenco de elei-
tores da fraccao do dito coronel Felis-
berto Freir, que tinham de suffragar a
candidatura dos Ilustres Senadores Dr.
Jos Luiz Coelho e Campos e coronel
Antonio- de Siqueira Horta, os mesa-
rlos recusaram reunir ; e logo o coro-
nel Felisberto Freir tomou a delibera-
cao de entender-se com o fallado te-
nente Prado, a quem pedia liberdade
para nao intervir a forca no dito pleito
como lhe tinha promettido no dia ante-
rior, ao que lhes respondeu o mesmo
tenente nao cumprir o que havia pro-
mettido, visto como estava cumprindo
ordens do Sr. Ministro da Guerra, e
em seguida mostrou-lhe um telegram-
ma do Sr. coronel Ferraz, nos seguin-
tes termos : Dr. Jos Calazans de-
posto. Ferraz no governo. Faca pri-
sdes que julgar precisas. Prenda m-
sanos. Seguem mais 50 pracas do 33.".
No mesmo dia 30 foi a casa do ta-
belliao Francisco Jos da Costa, invadi-
da por forca armada, de espinguardas
carregadas, mandada pelo dito tenente,
obrigando a esse funecionario a decla-
rar que nao houre eleicSo.
No dia 31 do citado mez manda | tervir no pleito eleitorado em favor do
aquelle tenente Prado prender nm me-j coronel ValladJo, retirou-se no dia 1
sario e secretario da mesa da 2.* sec- ojeorrente, depois de terminada sua
DOCUMENTO N 9.
Municipio de MaroimPaco da In-
tendencia, em 16 de Agosto de 1894.
Exm. Sr. Cabendo-me, na qualidade
de orgo do governo municipal, velar
pela fiel observancia, nao s das leis do
municipio, como das estadoaes e fede-
raes, decorre-me o dever de vos expr
os factos extra-legaes, violentos e ar-
bitrarios que antecederam e se deram
no dia 30 de Julho, correlativos elei-
Co presidencial, nesta cidade.
No dia 22 de Julho deu-se o estra-
nhavel facto da priso do eleitor Ma-
noel Lucio Correa, sem conhecimento
das autoridades locaes, sem formalida-
de de especie alguma, dando-se as ag-
gravantesde ser invadida a casa do
cidadao, ser este espancado barbara-
mente e retido no quartel do batalhao
33" sem culpa formada, at odia 31
de Julho, e assim privado de exercer o
direito de voto. ste facto um at-
tentado contra a liberdade e seguranca
individual de um cidadao garantidas
pejo art. 72 da Constituico Federal e
urna violaco do art. 54 do regulamento
eleitoral de 20 de Janeiro de 1894.
No da 26 para 27 de Julho chegrao
a esta cidade mais de 100 pracas do
mesmo batalhao, sendo distribuidos
contingentes para Nossa Senhora das
Dores, Capella, Siruy, Divina Pastora
e Rosario; aqui ficando sob as ordens
do alferes Aarao de Brito Lima, que
chegra dias antes, vinte a trinta pracas
que aquartelrao na terceira casa vi-
sinha da 3.* seccao eleitoral deste mu-
nicipio.
Este alferes, acompanhado dos ami-
gos polticos do coronel Valladao,
andou em cabala eleitoral, ostensiva-
mente e criminosamente ameacando de
priso, espancamento e deportacio a
alguns eleitores que julgava mais inge-
nuos dentre aquelles que recusavo
dar o voto ao seu candidato. O mesmo
alferes dizia francamente que tinha
vindo fazer a eleico do coronel Val-
ladao e havia de leva-la com maioria,
custasse o que custasse. Entre outras
tropelas de menos monta, commetti-
das aqui pelo contingente da forca fe-
deral, sobresahe o espancamento do
individuo Pedro Ganga, publicamente,
na ponte do Lachez, por soldados fede-
raes, sem que as autoridades locaes
pudessem tomar providencias, visto
estarem sem garantas diante da atti-
tude da dita forca. No dia da eleico
tornou-se clara a intervenco da forca
aqui destacada no pleito eleitoral, por
isso que o alferes arao pz o contin-
gente de promptidao, e acompanhado
de um corneta e dous soldados, um
dos quaes, armado de revlver cinta,
frequentava as secces, emquanto es-
tavo funecionando, dando lugar, com
este apparato aggravado com os factos
anteriormente realisados, com a noti-
cia que corra de assalto s mesas, com
a presenca de mais de 200 capangas
armados que vier3o publicamente pr-
se s ordens dos amigos do coronel
Vallado, a que nao se reunisse a mesa
da 4.* seccao e a que muitos eleitores
mais tmidos deixassem de comparecer
para exercerjo direito de voto.
fEsta forca ,|qu veio a esta cidade in
DOCUMENTO N. 10
Juizo Municipal do Termo de Maro-
im, 20 de Agosto de 1894. Ao Illustre
Dr- Presidente do Estado. Sendo o Juiz
municipal um dos orgaos do poder ju-
diciaro, que tambem um dos orgSos
da soberana do Estado, tem o dever
de veladla. Tendo-se procedido elei-
co de Presidente e Vice-Presidente do
Estado, no dia 30 de Julho, interveio
no pleito eleitoral o batalhao 33* con-
tra o disposto no art. 6o da Constitui-
Co Federal, ferindo abertamente a au-
tonoma deste Estado. Esse attenta-
do nao podia passar sem protesto das
autoridades que esto incumbidas de
garantir os direitos de seus jurisdiccio-
nados e da manutencao da ordem pu-
blica, motivo porque venho patentear-
vos os factos oceurridos antes e depois
da eleico; porm, antes de faz-lo
cumpre-me declarar que nesta cidade
nao houve a meaoi alterac3o da ordem
publica, que reclamasse a attenco do
governo.
Alguns c'.ias antes da eleico, appa-
receu o alferes Aaro de Brito Lima,
que com urna ordenanca seguir o co-
ronel Pedro Barreto Pedroso Preire as
cabalas polticas que fazia, as quaes
sobresahio as ameacas de priso e de-
portaco, quando os eleitores recusa-
vo a dar-lhes o voto. Dentre as arbi-
trariedades comnaettidas pela lorca fe-
deral, dastaco-se a priso e espanca-
mento do eleitor Manoel Lucio, pelo
simples facto de nao suffragar a candi-
datura do coronel Vallado, o qual, sen-
do apresentado ao Dr. Sebastio da
Slveira Andrade, chefe do partido
Vallado aqui, teve ordem de embar-
car para o Aracaj, donde voltou um
dia depois da eleico ; o espancamen
to do individuo Pedro Ganga e o cha-
mamento do alferes Joviano Elias dos
Santos, da guarda municipal, ao Ara-
caj pelo coronel Ferraz. A priso de
Manoel Lucio e o espancamento de Pe-
dro forao urna affronta s autoridades e
urna provocaco s mesmas e ao povo
desta cidade. No dia 26, noite, che-
grao aqui urnas eem pracas do bata-
lhao 33o, que fro distribuidas pelos
seguntes termos : Rosario, Siriry, Ca-
pellia Divina Pastora e Nossa Senhora
das Dores. No dia da eleico a forca
conservou-se aquartelada e de prom-
ptidao na terceira casa visinha f
seccao eleitoral, e o alferes Aaro,
acompanhado de urna ordenanca, arma-
da de revolver, de um corneta com o
seu respetivo instrumento, percorria as
diversas secces eleitoraes, contra o
disposto no art. 62, 25 da le n 19 de
10 'de Agosto de 1892. Em conclu-
sao, a forca e a corrupclo ibro os ele-
mentos com que quiz se eleger o patri-
ota coronel Vallado, apezar de ser a
suacandidaturajum insulto e urna offensa
ao eleitorado sergipano, que deve es-
tar hoje coberto de luto. Saude e fra-
ternidade.O juiz municipal, Gnilher-
me Nabuco Maciel.
3OC0M*TO N. 11
Cidadao Presidente do Estado.Na
qualidade de Intendente desta villa do
Rosario, nao posso deixar de narrar a
V. Ex os acontecimentos que aqui se
dero por occasiao da eleico do Presi-
dente e Vice-Presidente deste Estado.
Tive de testemunhar scenas de ver-
dadeiro canibalismo praticadas pela for-
ca federal, que em numero de 30 pra-
cas, sob o commando do tenente Mar-
cellino Jos Jorge, foram para aqui
mandadas logo no"dia 27 e se conser-
vado at 31 de Julho.
A ninguem era estranho que, sob
frivolo pretexto de prender desertores,
outro era o fim de ter-se derramado por
todo o Estado cerca de 300 pracas do
referido batalhao e anda mais nm con-
t
sempre reconhecida e respeitada em
todos os tempos. Tive de conferen-
ciar ; por mais de urna vez, com o dito
commandante e pedir-lhe providencia,
sobre os demandos de seus soldados,
para que mandasse retirar esta forca
postada as entradas da villa, levando
ao seu conhecimento as tropelas que
j estavo praticando. Mas todos os
meus esforcos neste sentido foro bal-
dados, nao acreditando o referido com-
mandante no que eu lhe dizia e outros
cldados, victimas da soldadesca de-
aenfreada. Nesse mesmo dia da elei-
co, que justamente cahio em dia de
feira, em que o povo se agglomerava
para prover-se do preciso para sua
subsistencia, diversos conflictos se de-
ro entre este e soldados, que a todo
custo procuraro plantar o pnico e de-
sanimo na populaco, se nao para obs-
tar os trabalhos eleitoraes, ao menos
para enfraquecer a maioria. Foro
brbaramente espancados pelos solda-
dos os tidados Manuel Menino, Maxi-
mino de tal e outros, os quaes mandei
submetter a corpo de delicto. Sob essa
pressao deu-se comeco eleico, es-
tabelecendo-se do quando em vez dis-
cusses proyocadas sobre o mnimo
incidente.
Quando j era conhecida a insigni-
ficante minora do coronel Vallado,
seu fiscal Dr. Joaquim Machado, reti-
rou-se abandonando o posto que havia
feito questo para exercer e o conse-
guio, apezar de n3o ser eleitor deste
municipio Ao ultimar-se a eleico,
j o commandante procurava com in-
teresse os tabellies deste municipio,
cujo fim era forcal-osa qualquer decla-
raco que pudesse aproveitar para nul-
lidade da eleico, como o fizera com o
juiz municipal, em exercicio, Flix Fe-
lsola, cuja casa assaltaro, alta noite,
o referido commandante, o Dr. Joa-
quim Machado e algumas pracas, e alli,
sob ameaca de prender e arrastar o
dito juiz para o quartel, apresentavo-
lhe um papel, que era um protesto con-
tra a eleico realisada, para que fosse
pelo mesmo juiz assignado, o que este
faz machinalmente e coacto para por
termo afflicco de sua familia nesta
scena lutuosa que se passava na sala
de jantar de sua casa Nesse mesmo
instante foro procurados ainda diver-
sos cidados pelo referido comman-
dante e] Dr. Machado, como fossem o
juiz de paz, msanos e presidente do
Conselho Municipal, mas estes j se
havio retirado da villa, mallograndy
deste modo a pratica de novos atten-
tados, cuja resistencia podia ter lugar
e serem reproduzidas scenas de san-
gue e massacre, como em Simo Dias
e Itabaianinha, que serao/sempre re-
cordados, para eterna vergonha e vivo
remorso daquelle que nunca se tendo
lembrado de que era filho de Sergipe
e de que ha pouco mezes havia rece-
bido a' mais dura lic3o do pouco que
valia, veio conflagrar todo o Estado,
derramar o sangue de seus coestadanos
e voltar aos gozos da Capital Federal,
rindo-se de l da tragedia de que foi
elle o principal protogonista / !
Eis em resumo, Exm. Sr., o que se
deu nesta villa nos dias 27 a 31 do mezf
Findo. E mais urna pagina negra paral
a historia de Sergipe, que s ha 50 an-1
nos passados podia registrar factos
iguaes, que nao se coaduno hoje com
o espirito de civilisaco que temos, e,
o que mais em pocha em que to
alto se proclamo os sentimentos de
liberdade, igualdade e fraternidade.
Saude e 'fraternidade. Illm. Exm.
Sr Dr. Jos Calazans. M. U. Presi-
dente deste Estado. Rosario, 5 de
Agosto de 1894.Manoel Gomes da
Cun/ia, intendente municipal.
Contimia
c
Atinal, n arrecadaao do imposto era fei
sob a palavra do-negociante exportador.
A' vista do exposta;, creio qoe ningnem, de
boa T, poder dizerqne nao foi mu i to pro dona
a eJPe.'llCaQ das instrucQles comidas no decre-
to de 4 de Agosto, para acautellar os interesaos
aseaos.
Este decreto creon logares de stereometras8
offleiaes, para evitar que as notas, aposentadas
AtrandeRa por psssous que faziim esse servi-
eo particularmente continuassem a terindevida-
mente cunho legal, e sem entretanto incorrer
aquello que as expeda era responsabilidade,
quando verificada a nixictidao das mesmas.
. Nao tendo tratado do raeio pratico de-ser
executado o trabalho pelos ditos stereomatras,
houve nicessidade ento do adililado p-jla for-
mi contida no de 85 da Outobri. stamosv
portonto convicios de que nao sarao os decretos
mencionados que occasionararn o denrescimen-
to da prodoceflo de liqu dos alcoilices por isso
que os mssraos s t.'m pir ri n evitar que a ren-
da do Estado decresja por effeito de especnla-
5es Ilcitas.
Agir.i vamos apreciar a suppjsta inconstta-
cionalidade, enxergada plo illustre redactor,
na crpac&o dos emolumentos pagos ao stereo-
m-itra palo servgo de m;do.
O erro on engao do illustre articulista re-
sulta da confusao em que se acha, de elassiflear
com imposto propiamente diti e era lodosos
seus effeitos, os emolumentos.
Conhecendo a distincco que existe entre os
dous termos, nao declarara, por certo que o
emolumento, cobrados para es stereomelras,
importara em augmento do imposto d: expor-
tarlo e que como tul s- podena ser effectuida
a sua cobransa, dep)is de decretada era virtu-
de de urna lei.
Nao precisa consoltar ao grcn-tes economis-
tas para ticar-se sab:ndo qual a diff renca qne
vai de um para ouiro opji-cto era suas apptica-
ces.
Os emolumentos conforme os regulamento
expedidos p"lo poder executivo, nos termos do
J. do art. 57 da nossa Conslitaicao, consii-
luem renda do Estado ou sa > percebidas pelo
funecionario que execnta o trabalho respecti-
vo.
Infelizmente o illustre redactor nem ao me-
nos quiz compulsar a lei n. 6i, do orgamento
ra prorogacao, porquanto se o tivesse feito,
verin o dispono no n. 5 do g 4." do art. i.;
que assim redig lo :
Einrlumeiitos das reparlices do Estado, cobra-
dos sabr nova laiella etc., e concluiria que o
honrado Govemador podia organisar tabella
pa*a cobranga de emolumentos.
Se tivesse compulsado aauella lei, encontra-
ra ainda no g i' di art. Io das disposices ge-
raes a autonsarao ao Governador para formu-
lar regutamentos Hacaos ; e nestes reglamen-
tos bem pode el'e cr^ar emolumentos pir aer-
vicoj d'aales retribuido particul?nnente 9
que no caso vertenle so percebidos por fune-
cionario?, que nenhuma outra vanlagem perce-
be!.
De mais, nao podemos crr que o lnetre re-
dactor ignore que sempre foi feita p lo expor-
tador a allud ida despesa, que apenas agora fl-
cou legalizada, por isso que toman lo se fune-
cionario publico aquelle que percebia a vsnla-
gi>m em queslao, nao era conveniente que rizesse sem que estivesse a mesma estabeleci-
da em regulamento.
0 que resta no Dec. de 2 ae Outubro que
tenha dado causa a tanta grita?
Supponios quefoi a distribuifSo dos despa-
chos pelos deus stereometras.
A convpniencia desta medida fiscal, porm,
e de ordem tal que mo precisamos descer a
demonstral a.
Finalmente o que no' parece em iodo isto
que es Decretos sao muito convenientes par
boa fiscaltsaco do imposto sobre a exportaco
de liquid? alcoolicos, e que o coraraercio ho-
nesto deve al es'ar muito satisfeito com elles,
e principalra'nte o comprador.
Ao concluir nao podemos deixar de dizer o
3eguinle: depois que foi dado um palacete a
um personagpm pol tico que concorreu para a
snspenso lilagal de um imposto, decretado
em lei orgamenlaria, irazendo a ruina das fi-
nanzas deste Estndo e tao Provincia, certos
jornalistas estao sempre promptos pan advo
gara cuu-*a docommercii sem que procuren"
indagar a sua rasoabilidade.
O imparcial.
Retaliando
Exprtae2 de liquido* I-
ooolicos
Nao causou-nos absolutamente sorpreza o
editorial do Commercio, do 1 do corrente, cen-
surando acremente o decreto do 35 de Outubro
ultimo, que, em additameo!o ao de 4 de Agosto,
estabelece medidas necessarias para melhor lis
calisagilo na cobranca do imposto que reca-^9
sobre a exportaeo de lquidos alcoolicos: no-
torio que aquelle orgfto da imprensa Um por
habito malsinar todo e qualquer acto do illustre
e honrado governador do Estado, mxime quan-
do desse acto possa resultar prejuizo de lucros
inconfessaveis
0 comraerciante honesto e que s almeja au-
ferir lucros lcitos nao procura, cora c.-tezi,
0 ncleo oxterminador pelo seu or-
gao, em um delirio "de feore, furioso
ataca a illibada reputarlo do nclito
cidado que saba e heroicamente di-
rige os destinos desta trra, felizmen-
te hoje livre das oppressoras garras
dossaltimbancos polticos que, na
faina ingloriade golpear a reputatjO'
alheia, serve-se de todos os meios, os
mais abomaveis possiveis.
A Provincia, a triste louca de cabel-
lo em desalinho, de bocea escancara-
damente aberta vomitando bilis e do
olhos espantados deixando transpa-
recer um vislumbre de embriaguez,
em toda a sua fealdade em fim, vera,
em artigo editorial invocando o tem-
po em que o seu bando esteve era mee-
ting permanente, samelhante a urna
sentinella avancada, no intuito so-
mente de auferir vantagens e posi-
cOes mais que ella, ingenuamente e
servindo-se da mascara da virtude do
que tanto usa, diz tel-o feito desinte-
ressadamente, o que urna mentira
i ,,,.-. j -ao hitalhao de Alapas crear obstculos execuclo da medidas flseaes, ;a mais revoltante possivel porque
ingente de 26 batalhao de: Aiagoas ,endeQte3 a tirar a limpo a lisura que cstuma fa faQlo w i ,leLIn
DATA INCORRETA \
Era candidato ao logar de Presiden-
te do Estado o actual chefe de polica
da Capital Federal, o coronel Vallado,
que, tendo sido tambem candidato der-
rotado ao lugar de senador federal, na
eleico de i* de Marco, despeitado e
cheio de odios, veio em pessoa pleitear
a referida eleico de Presidente, e com
o maior abuso da confianca Ilimitada
que lhe deposita o Vice-Presidente da
Repblica, pretendeu supprir a falta de
elementos para conseguir urna victoria
legalderramar para os logares onde
era nulla eu insignificante a sua vota-
co o numero de soldados que entendeu
preciso para chegar a seus fins O
terror, a ameaca ao eleitorado de ser
preso aquelle que nao votasse no coro-
nel Vallado era a senha repetida pe-
los soldados quando percorrio as ras
desta villa intimando a um e outro elei-
tor que encontrava ou em suas propri-
as casas de se apresentarem ao com-
mandante dito tenente Marcelino que
lhes quera fallar.
Nesse trabalho inglorio levro os
dias 28*e 29. Pouco ou nada podendo
conseguir, o referido commandante,
embora j secundado pelo Dr. Joaquim
Machado, que nem ao menos eleitor
deste municipio, duplicou esforcos no
dia 30 [dia da eleico] e logo pela ma-
nh mandou postar em cada entrada da
villa soldados para obstarem a entrada
dos eleitores de fra que vinho suffra-
gar a candidatura do senador Coelho e
Campos.
HNa pratica deste attentado contra a
liberdade do voto, dero-se alguns con-
flictos entre a forca e esses eleitores,
os quaes em crescido numero tivero
de vencer o obstculo que se lhes op-
punha e viero se incorporar a seus
amigos, que constituem neste munici-
pio a quasi unanimdade do eleitorado,

mpo a lisura que
usan em suas transarces
Comprehende-se perfeitamente que, ao nego-
ciante honrado, ser sempre agradavel a provi-
dencia que o governo tomar para evitar qoi o
contrabandista colloque-se em meihores on li-
ces do que elle e assim possa se establecer
com iguaes elementos a concurrencia que a
mola do commercio.
Na especie verlente fcilmente veriflear-se-
ha que, nao havendo urna fiscalisacao rigorosa,
o exportador conscieocioso de lquidos al-
coolicos, nao exportara, verdade, aleool por
agurdente, nem procurara pagar o imposto
razao de 480 litros por pipa quando urna des-
tas contivesse, por exemplo, 360 litros.
0 menos honesto, porm, faria exactamente o
contrario, prejudicando Jes'arte ao fisco e ao
mesmo tempo ao negociante honrado, porque
este nao pderia competir com elle nos presos
e vantagens que offerecesse.
Causou-nos entretanto estranhesa e de algurn
modo at espanto, ter o Jornal do Recite tambem,
em artigo editorial, profligado o decreto em
questao, apresentando argumentos, alguns con-
traproducentes, e outros, que apena* demons-
trara, permitta-nos o Illustre redactor dizel-o
ignorancia completa de disposicOes regulamen-
tares e orcament irii s.
Comeca o articulista declarando que de Car-
los annos para c a exportaco de lquidos al-
coolicos produzidos no Estado tem adquirido
grande desenvolvimento.
Nao o contestamos, e pelo cintrario affirma-
raos, que semelhante facto verdadeiri, bem
como que o prego de tal genero tera subido con-
sideravelmente. B foi exactamente por terse
chegado ao conhecimento desta verdalequeo
honrado governador do Estado e3tranhou que o\
producto da arrecadacao do iuposto de que se
traa, que al valoran, nao correspondesge
aquelle augmento tanto de prego como de pro-
ducc&o. ^^,m
'ahi origfna-se a conviegao de que a fazen-
da eslava sendo defraudada ; e procurando S
Exc. svndicar das causas quemotivavao seme-
ntante falta, teve at occasiao de ir Alfandega,
acompanhado do inspector do Thesouro, veri-
ficar o modo por que se ta*la a competente fis-
calisajo, chegando evidencia de-que o ser-
vico era executado irregularrnente; porquaito
o confereule do ponto de embarquo limliara-se
a sacadiaU vJiltu em que se conlinha o liqui-
do alcooioCTlfim de ver se o mesmo fazia 00
nao boHpvassim classifical o de aleool ou
aguardentet aguanto ennacao, nao se fazia por
nao haver tempo.
to fallado apoio foi exclusivamente
prestado com o fim nico de locuple-
tarem-se da bDa f de S Exc para
conseguirem, como de facto conse-
guiram certas e determinadas posi-
C5es, as mesmas de que hoje se ser-
vem para esbulharem de seus direi-
tos polticos cidados qualificados
cheios de servcos a patria.
E este orgo sem escrpulos, sen
criterio e sem orientaco e que s
vive da mentira e da torpe especula-
co, que pelas suas columnas nos em-
presta tous les Jours o grosseiro nomo
de alagado como se nos fossemos essa
troupe de aventureiros, esse ban-
do de ambiciosos que ainda hon-
tem na imprensa e por toda a parte
elevavam S. Exc. ao stimo ceo, mas
hoje porqueforam repellidosde Pa-
lacio por traidores Repblica, esco-
ceiam, injuriam e aggridem na som-
bra, por traz da cortina, a pessoa do
patritico e illustre cidado que gra-
bas a sua energa e a do Exme Sr.
general Leite de Castro nenhuma
scena de sangue tivemos deassistir,
O louco que escreveu o artigo a
que ligoiramente respondo, urna
creatura divertida, principalmente
quando escreve: Recorda-se o
Sr Barbosa Lima de que j urna vez,
quanio o seu governo esteve sob-
imminente ameaca de ser deposto, o-
que o sustentou conjurando a tendr!
crise, nao foi por certo o valor da
soldadesca assalariada, mas o patria-
tistno de um partido inteiro (bello), im-
menso e generoso, que desintiressadamen-
.e o apoiava.
O periodo est bem laucado, raas
desgraciadamente todo elle falso
oomoj fieou pro vado. .
Quem nao conhece o valor cvico
dessa brava ga,nte que em tempo qu<*
\ um

%


':



-



1




Piarlo de Pernambuco Terga-fefra O de Movembro de IfttU
4.






nao vai longe deu o eloquente pro-
va de sua ooragem!
Qta.o.'Provineta...
lompson.
Jornalista polassa...
Apezar das invectivas soezss de arrielro com
oua sahio-se 6 Sr. Jnior na sua marca ultima,
continuamos impassiveis na disseccio que mi-
'Nunca ser deraais lembrar aos liomens im-
parciaes e de boa f qua nada ha tao pengoso
as sociedades modernas como a extravagante
flc5ao que serva de aliceres ao poder ncon-
traslavel da imprenta.
Electivamente tnister ter-se bem presente,
ao ler-se ura artigo editorial que as opin.Oes,
os consejos ou as censuras ah expendidas
nao passam da opimo de um homem -o autor
Nao ha razao para impressionar-se com ar
tico de jornal acreditando ingenuamente p r
lastimosa confuso, que fallou a opiouo pu
Mica a imprens, emfim nma entidade mys-
terios.mcnte velada, a quem se atlribue res-
peiUbilidade inatacavel e nexcedivel amor 4
verdade e justiga, alm da precisa competen-
cia no assumpto discut Jo.
Asiim po.s, tanha o leitor sempre bem pre-
sente que, por exemplo, em um telegramma que
diz-ai'"i >rensa unnime censura esse acto -nao
se deve suppir quo a populacho toda, a maesa
activa qpsque pens&o, que faz aque.la cen-
SUNao senhor; aquillo devc-seentender, para
ser a verdade verdadein, como se eslivesse es-
cripto -fres o* quatro jornaes publican arlxgos
dosSrs F. P. e F. censurando e criticando.
Reduzidas assim a cousas s suas exactas
Droporcoes e realida le conhacida, -se levado
inulto naturalmente a procurar indagar : quem
cscrcvcu
E'competente, isto sabe, mojtra saber o
que discute ou um declamador palavroso ?
E- honesto, isto tem a imparculidade indis-
pensivcl em quem critica? E'independenie,
isto c, 6 jornalista ou jornaleiro ? Nao sera um
despertado! Nao ser personna grata T
E uqui est porqne nos,-o que sigmoca o ar-
ticulista e alfeuns cidadios qua o viram escre-
ve, este,pensamos que em se tratando de urna
lixivia a que o Sr. Jnior quer submetler o jor-
nalismo indgena, muito conveniente inqui-
rir, si para essa empreza ter o mssmo Sr. as
Eropriedades* depurativas e clarificantes dos
jpochloritos, da agua de Javelle, da potassa
e dos seus succedaneos. .
Imigine-se quanto mais nao nos aeve nte-
ressar es3a pesquisa qualilativa era se tratando
de cauterisagao a antisepsia qual aqu illa a que
se prope o mesmo Sr. Jnior quando do alto dos
seus lamancos, apona de sobresenno fran
zido e indicador retezado para os casos de ne-
erse e rancrena jornalilica que se vao ma-
nifestando neste Recife !
D'ahi o termos fallado em o nosso ultimo ar-
tigo em nitrato de prat,a vulao peira infernal,
era sulfato de eo&r, vulgo pedra lipes.
O publico d'esla cida.ie conhece o Sr. Jnior
e sabe que na sua farmacopea sao Ihe predi-
lectos, constantemente applicados na sua vasta
clnico, de preferencia a qiaesquer ouiras dro-
gas, os dous aes chinacos de que fallamos.
Ou nao serlam depraae de cobre...
T Pois sao tambem esses os que nos iremos
applicar ao doente que esludamos.
^ara o que, como commemorativos que dos
facilitem o diagnostico, lembraremos alguns
episodios da vida do nosso caro clnico, em os
quaes se trata |de :i:oedas de prata e de um
meio chronometro de ouro- .
At l.
Desmoulins.
CinflMHClfi
"Veste dez das!...
Altes que se escoem de todo, e que se veja
virar a mais que nuunca fatal ampulneta, reme-
moremos .
Por nao se ter sempre bem presentes os fu-
tos, occorre muita vez nlo se formular ju.zo se-
guro e certo sobre os komens.
Foi em Setembro.
A. sedicio capitaneada pelo liere de 23 d;
Sovembro acabava de rabentar.
O Congresso votava a suspensao da3 garantas
conslitucionaes.
Entre outros, lotou o estado de sitio o Sr.
Jos Marianno.
E em seguida, por intermedio de Luiz de An-
drade, buscou varias vezes chegar-3e ao Mare-
chal Ploriano Peixoto, que nao se dignou de
vcl-o siquer!
Succedeu-llie entao o mesmo que em 17 de
Novembro de 89, quands dando vivas Rep-
blica da janella de Palacio aqui em Pernambu-
co foi estrondosaraeote vaiado pela mocidade
acadmica e pelo povo enojado l
Tanto indignara a versalilidade abjecta do
tribuno, que dias an'.es ridicularisava e hoslili-
san a Repblica em Silva Jariira, e que tao
djpressa o vi* triuraphante, dava-lhe vivas in-
teresseiros I
Votando o estado de sitio logo apis revolta
o Sr. Jos Marianno, notai-o bem, dava aaMa
rechai plenos poleres para esmagal-a, o que
significa a mais formal condemnacao a csse ten-
tamen.
Em seguida conseguio que do Itamaraty o Sr.
Valladlo ou outro teleijraphasse para Pcrnaro-
bucoJos Marianno esti bom. Segu breve.
Essa intimidado com Itamaraty era rendosa e
foi aqui proveitosamenta explorada.
Ctiega no Recife, e o seu jornal contina a
mar.imbar, na phrase vulgar.
Nao invenlamis, nem exageramos.
O leltor s suio e imparcial busque as Provin
cias desse tempo e se convencer.
O Sr. Jos Marianno olhava para as duas con-
chas da balanga, sem que por nenhuma sj deci-
dase.
li' que entao ambas oscillavam violenta-
mente.
li quanlo Ihe pareceu que muito peso tinha,
ja de modo decisivo, a con> ha do Aguijaban*,
o Sr. Jos Marianno, suppondo-so formidavel
Brenno, alirou a esta o peso da sua durin lana.
Pela segunda vez errava grosseiramente : a
victorir nao esiava daquelle lado, como Ihe pa-
reca 1
Errou com o Sr. Ouri Preto, qu<; suppoz ven-
cedor da nascente Repblica e, blasonador le-
viano, que nunca pensou que esta se proda-
raassse to cedo, logo aps a repulsa qua maoi-
festeu a Silva Jard m.
Errou com os Srs. Custodio e Saldanha, eren-
do e pretendiendo fa'.er crer na victoria destes,
c sendo victima dos telegrammas alarmantes
com qua transviava a opiniao.
De nada Ihe servio marombar, votando O sitio,
procurando o Marechal e silenciando a> ver
para onde penda a victoria.
Nao se cansou de splorar : explora ainda...
Basta que Ihe falle o interesse, a ganancie do
poder, e esquece !...
Esqueje, quem dira.
Esquece as atrocissimas injurias do calabou-
co onde o enjaularan] os carcereiros do Mare-
chal I
Esquece qua em vez do preso poli tico, sim-
plesmeate delido em Pernambuco, passou a ser
equiparado ao calceta na lina das Cobras, foca-
do a vazar na praia os cubos das proprias dejec
ees, a lavar a propria blusa grosseita de presi-
diario, a engraxar botas de bocal soldado e a
fazer faxins as pr soes!...
Onde te escoudeste, pundonar'. ?
Pode haver esquecimenio para tamaoba of
fensa?
Que receso existe no eoracao brioso de um perdoai-me) voltasse ao mundo elle
.mam Ha Km ma n'irt (TiipHo imialaxr^l m t ...
o vendera... por dez res de mel
coado. Estou velho, mora nesla tr-
ra por minha infelicidade ha muitos
annos, e conhoco os macacos. Ah !
se me descobrem... mas, nao, va-
mos adiante.
O que certo que a correspon-
dencia s se oceupou de deicorapor,
doscompor, e nada de sustentar os
taes telegrammas, cujo contetlo pude
bispar atravez dos envellopes* Um
dolles di^ia assim; O capitao Eus-
taquio a frente de um grupo de crimi-
nosos atacou o povoado Cha de Ale-
homem de bem que nao guarde indelevel a ma
cula nefanda de to atrozes provacas l
Masque dissemos? E- Mais do que esquecer, desculpar o algoz ...
Mais que desculpar. -. incrvel I
E realmente o Sr. Jos Morlaoo profano o
discurso que todo este Pcrnarabuco cheio de
vergonha leu altonito e envergonhado:
E mais que tudo isso, da se como alliado do
Marechal n um supposto plaao tenebroso para
impedir a posse do novo presidenta da Rapubli
ca, o Dr. Prudente de Moraes.
E corteja, e bajula, e acarinha todos os re-
presentantes ie forca federal qus o nao evitam :
A.prU a mi aos rudes soldalos qua encon-
tra na ra :
Anima-es e convidaos qia ap.uresim* com
aquella elstica jovialidad da qusra..........
lado esqueceu! *
Rememoremos, pois i
co!tMo?-gd ^ V"nlU 8 8<5r PU3lUU maUM'*.- pof qu va molestar gente
Que es'sVcaso terat^jico, djsvio monUruoso'g'1 ssi. Domis eu sei que menti-
do carcter parnambi^Bt, ai! nao se vu'g.iri XX o s foi dita para ompromeer o
gria, etc mas havia ahi ama ora-
cao que nao digo nem que Cupido ase-
se, nao chigU! a ssr flpflorrivel endemia.
Meu Parnambuco altivo, indmito I n >s nem
oremos que lan'o, tao longe a tao fort, a dege-
nerescencia do carcter pjtasia ir al a int-ira
amnesia de todo esss amonloado de contra lie
5>s nauseosas...
Lembra le ; tem bem ora mente to los estes
rasgos do here que te pretendera impr.
E qua esles quinzo dias tragam arniaj cada
vez mais fortes, cauterio cada vez mais enrgico
para expurgar ta.a mazella qie te desmoralisa.
Desmoulins.
O tria de Cioit
Mjrador ha muito3 annos nesta
comarca, tem sido minha norma vi-
ver cjm todos; o por isso quo nao
pDSso flear calado neste mimonto de
agitado aqui, provcala contra o
mftu amigo profeito capitao Antonio
Eustaquio de Albuquerque Pinto.
Mas nao posso ver tambem se ac-
amar smente o nosso bom vigario
por codos os desatinos dos seus ami-
gos; por cons:guinte, vou logo la-
vando minlia roupinha para contar a
verdade, embora nao assigne o meu
nome: Tnho muito modo destas
cousas .. nfto qusro qua meu prefoi-
to pens em tempo algum que ou lho
fui infiel: eu que Ihe devo favores e
gosto delle.
Li a corresdondoncia daquelle meu
amigo em respostaa uns telegrammas
prefeito.
E' gente inexperiente, meu D3us,
pois nao esto vendo logo quo o ho-
mem nao diria ter-urna ordem seme-
lhanto, mesmo si essa ordom imagi-
naria existisse?
Cousas assim s') produzem effeito
contrario, bobos: saibam ao menos
intrigar.
histiria de telle-
ao que mais inte-
Em um destes das fizeram um em Approximemos alguns factos, come-
casa do vigario, tondo este idoj cha- fando por lembrar que se trata de um
mar ao Ucna e outros ; mas nao sei chefe de, partido
com que data arrumaram a cousa : Vejamos'o que fez, e que fizeram
todava s6 consta que esse novo quando no Governo. '
para contar o facto a geito delles l. Talvez assim possamos seno apanhar
Nada -ehho com isto. Mas acho a ponta da meada, dar ao menos ao po-
que esta deliboraeao s foi tomada vo muito em que pensar e julgar por si
depoique o Fiacrio voltou de Palhe- mesmo.
tas, desengaado' do que o amigo
Antonio Eustaquio nao interveria
para o juiz de districto acabar com o
process.
Anda por ahi tambom a historia de
um cartao em branco com a firma
impressa do. capitao, que o Fiacrio
apresjntou ao pres > Querino, quando
o convidara a ir morar com o seu
Vamos com methodo, e dividamos a
questo:
i.'Zelo pelas rendas publicas.
2." Contractos e concessoes.
3. Nomea^es e demisses.
4. Respeito a le.
5. Recursos e meios de fazer poltica.
A urefa pesadissima : a avidez
era tamanha e o despuJor tao desabu-
sado que os dias de governo, por ppu-
parente Antonio Freir, sendo quo
no carlao estava escripto com letra'eos que fossem, davam-lhc, e eftectiva-
estranha aecusa^oes c denuncias, mente Ihe deram para entulhar eisa
como se o proprio profeito s hou formidanda estribara de Angias que se
Doixenus esta
gramma o vamos
ressa
Dopois que Atheliano e Antonip
Freir mindaram fazer fogo contra o
pjvona feira de Cha dAlegra por
causa da briga de M inoel Farreira
com o cargueiro do primeiro, esta
trra tem vivido em um rebulicio
constante; notiica-se gente, vai pes-
soal armado garantir Atholiano, tudo
isto com meci que o prefeito v to-
mar os presos, e quem sabo si com
remorsos ?
Teuho gostado de ver a attitude
delle, em seu engenho, calmo, e tu-
d > por aqui se pelando de medo, pe-
dindo forija ao governador, a prin-
cipio animados, mas ltimamente de
ch'ista cahida.
O nosso vigario chega a dizor que
S3 nao lizer de Antonio Freir, pre-
mandados d'aqui para o Recife, fei- foito, e se nao conseguir forca do G>
Bolf a CenMBerclal do Ptraaia-
touc
COTAgOii OFr.CliBS o. JU.NT1DOS COBBITOBIS
traca i Recife, 5 de Njcembre ie :$94.
Nio bou ve cotc.ao.
O presidente
Algor'-. Pinto de Lemos.
O secretario
alomo rieonarao RoarigiM.
fmhtm
w PraC dj R-'C fe
Os Barros Hiram com a usa de 11 Id sobre
Londres, bilxaBdo depois para 11 t\t. sem ap-
parecerem tomaiores, aa fechar o mtreado moe-
trca-n1 mais Arme, com p-obaoilidaJe demelbor
taz, i Heras tlrmes.
LQt'ss paiiicolaie] foram negociadas a II
3t4 em peqaeoa escala.
Cota?Sea de genero
tara o agricul'tr
Asiuer
Vsinss por 15 kilos. 6/600 a 64803
Crutalisado por 15 kilos MlOt 64700
Branco, den, dem. 6*000 a 7*000
Somenos, dem, dem M000 a iMO0
Maacatado, dem, dem. 3W00 a 3*100
Bruto secaos dem dem **)0 a J*400
Braio melado, dem, dem. I*7u0 a J*J00
Reame, Mem, dem 1*300 a 1*700
Algado
Negociado a 11*200 por 15 kilos.
tleeol
Por pipa de 480 litros 265* Tend.
A;arirair
Por pipi He 480 litros 140* renda.
ecmrcm
Seceos salgados na basa de 12 kilos 660 ris
Tenda.
Verdes a 400 ris, oox n.l-
Carnauba
Cota-se a 20*,por 15 kiios.
F. Rodrgaos & a, 2
de a su ar Dr?oco e 1
-:'.
barricas com i'O k los
barrica com 60 kilos de
Para o Interior
Amazona
para San
Mel
Nao b.
TABELLA DA9 ENTHAOAS DE AS-
8UOAB E ALODa )
Mez de Outubro
Barcadas ....
Vapores .
olmaes ....
Estrada de Perro Central.
dem de S. Francisca.
dem do Limoetro.
S mo
assh- i
car
ARO
dao
Das
1 a 31
a 31
a 31
a 31
a 31
i31
Saceos|Sa"os
Eagoil mes de 1893.
M'oofl tea i89i .
65526
1350
2341
5195
108713
23 884
239438
8.534
26SO
2563
782
877
7*1
704
14734
32735
18001
fcipriae.io
Becire, 5 de N jvembro de 1894
Para o exterior
No vapor ingles Mary Aoalog, para Esta
dos Unidos, carrecaram :
Pjblman A C, 4.000 saceos com 300 0 0 kilos
de assucsr m avado.
Pa'a Ntw-Yo-k, c&rregoo :
A. Xavier, 2,000 saceos cja 120,000 kilos de
jBfcncar mas avado.
* N& vapor francti Orenoqoe, para Pars,
es :ee o :
. J. Krsose, 3&0 graimae de peonas de garia.
Para B>. deso, carrejen .
L. A. da Coala, l.OO aoacaxte.
Se vapor fraocaz Conao, para Bu^dj
Ayre, (arr. eoo :
L- A. da Co.-U. 4,000 abacixis.
Psr. Moaievido. carregon .
L. A. da Costa, 6,000 ab.caxis.
Nopalbabole perogoez T.rubr 2, para
Lisboa, carr garam :
A. I-nios C, 47 ?acca com 3,081 kilos do
ilg dao.
Pata o Po lo, eirreguram :
Ne vapor a'lemao
to. carresaacn :
Bcra eImao C, 300 saceos com 8 003 kll
de aesacar braco e 300 ditos com 18,000 ditas
e di lo mascavado.
S. Gutmaraea C 550 pa-cos cem 33 000
kilos de assocar branco e i.i.00 ditos com 78,000
ajtos de dito masesv do.
C A. Borle, i lil ao o o m 7&,5S0 kilos da
assocar braocoe 1,152 dios com 69,220 ditas de
dito mascavado.
No vapor 'ranees Vllle do Rosarlo*, para
Sanios, carregaram :
r. Lemos <* C, 20 latas com ol o vegr.ul.
A. Costa &Fiii, 2,500 saCos com 150,000
kilos de a-socar ma cavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
Loyo t Filbo, 53 saccas etm 4,101 kilos de
algoao.
No vapor ioglez Delambre*, pa'a Saptos
carregaram : ^r
B Williams & C. 440 saceos com 26.400 kilos
de asssocar branco
Par' Rio de JaoeirO, carrejaran :
B. Williams (C, 1,500 saceos com 90,000
kilos de assacar mascavado e 303 ditos com
18; 03 ditos d dito braoc.
ro vapor ingles Coany A., para Santos,
carrejara j. :
P. Carrero k C, 509 saceos com 30 030 kilo*
de assucar mascavado e 451 ditas com 27,000
ditos de di*o branco.
P. Alves ft C 1,000 sacros com 60,00) Ulos
de as*oca* braoco.
E Kin hach A C, 445 saceos com 26,700 kilos
de assocar branco e 200 ditos com 12,030 ditos
de in mascavado.
S. Reis & ttod ign s, 450 saceos com 27.000
kilos de assocar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
P. Alves ft C. 2 OjO saceos com IzO.OOO kilos
deas'incar mascavado.
C Gaimaraes Joolor, 00 eaccos com 30.000
silo* de assacar mascavado.
B-l: So A Uooteiro, 110 saceos com 6,000 kilos
deas"ocar mascavado.
''. C^rneiro A C, 780 saceos com 46.800 loa
de asacar braoco
P. da Silva Bastos. 1,508 saceos com 90,480
kilo- de assacr mascavado.
J. S. da Costa Morena, 265 saceos com 5.9C0
kilos de asacar bramo e 735 dos coa 44 10o
dito* de dito m .ac>do.
A. Costa A Finta, 212 saceos roa I!. 20 kilos
de asacar braoco e 4i8 ditos c m 2U,2 0 ditos
de dito mascavado.
Nj vjpor togles Bjrbone, para Rio de
Jaoelro, carregar m :
Corpannia de Estiva, 130 saceos eoa faria;
de mandioca
Gomes & Faaseca, 100 saceos com 6 0 0 k lo*
di ihoca- graneo e 400 ditos com 24,000 di os
de di o ma a^aio.
No vapor francs Congo*, para Rio de
Janeiro, carregoo :
H F. Chaves, 5 oarrlcas som abacaxls.
No vapor nacional *PeiDixbaco, pan
Maci>iO. carregoo :
C Amorim, 5 borricas com 20 kilos de doce.
No vapor nac ojal M.nos*, para o Para,
carrrjt-in :
V. daSilveira, 1(0 barricas col 1".533 kilos
e assocar brsoco.
No Male Dens te Gaarde, para Ceara,
carregaram :
J S. Amara! A C, 10 caixas com 240 litros
de cerstja.
Para Camosalm, carregaram :
J. S. Amarsl & C 10 barricas com 2.0 I,tros
e cerveja e 50 barris com 1,750 litros de violo
;ief actas-
T. Lipa a C, 10 barris com 930 lil os de
ntfuardeote, 4 oixas -Toa 32 ditos de cognac e
52 ditas cem 416 d.los de genebra.
tos om combinata com Arthur Bor-
ges, # vigario e o Dr. promotor, be;n
como a resposta ^ssignada por Athe-
liano, coitadinhi; sem entender del-
la nem um risco !
Esta correspondencia rabuda, uns
dizem que obra de Souto, pois o
vigario gago na palavra e gago na
penna ; outros dizem que obra de
Antio, e, afinal ainda outros dizem
que foi elaborada por todos tres.
Cousas de tres o diabo as fez...
Mas Antao! Eu bem disse urna
voz ao capitao : nao se fie nesse ho-
mem, pois, se Christo (meu Deus
TALOUt
PAUTA DA ALFANDEGA
UMITAS
DA* MBBCADOBIAS NACIOHAM
DlBKITOS Dg llP0atA(0
Semana de $ a 11 de Novemb
Agiiardaote cacbaca, litro..........
Di i M caooa, litro................
Din destilada on alcool............
AlgjdSo em rama, kilog..........
Arri. com casca, dem.............
Asf.ucar brancr, dem.............
Dito maacavade, dem............
Od refinado. dem................
Bagos de mamona, dem-........
3ot racba de leite maogabeira, dem
qS">0| 'dem.................
li
229
400
479
666
120
380
143
4.0
130
*400
800
Caf bom. laern.................. I#VW
Ditoes'.clba oa restolbo, idem...... 1*100
Dito maido, dem................. 2*;u0
Sement de carnauba, o kilo....... ,47
Sabao, kdo...................... M
Sebo em rama, kilo....... 66*1
Tatajaba madeira, kilo ......... tzO
Taboaa de amarello, da -......... 160*000
Ora em telas k Ij................. 1*0UO
Diu vegetal em broto, kilo........ I*')00
Carocos oa sement* deslgoiae,dem 25
Carrapaleira sement;............ 1^0
Carnauba dem.................. 906
Carvo e pedra. tonelada ......... 30<0 Coaros eecoi etplrhados, klloe.-.. f44
Ditos ditos salgados. dem......... 591
Ditos verdes, dem............... 360
Coonoboom..................... 1*7(0
Cocos em casca, cerno........... 9*0*);)
Parlaba emaooloca, kno.......... 100
Oraxa sebo, kilog............. 700
Geoebra, litro..................... 360
Jaboraody (folba), dem........... 800
Meios de sola, valer aomioal....... 7*U0J
le de taoqoe oa mclacj, litro.... 189
Milno kiiogr...................... ICO
Polles de cabra em cabello, valor
do cenio....................... 153*
dem de caraeiro em cabello, valor do
cento .......................... 90*
edimeatre pafcllcos
Mee deNovemrj de 1894
Alfandega
vjrno paia.. abrir a vaga, manda
Atheliano pedir demissao. preci-
so notar que elle affrmava conseguir
forga sem subir as aseadas de pala-
cio. Ora d-se! 1 Pois o homain
nao quer conseguir tudo por portas
travessis para de pois. obter do
Martina noineacao do agente do cor-
roio i
Agora na3 sei o que ten havido
?;ue anda tudo inurcho : s tratara de
azar inqueritos para salvar Athelia-
no, porque o promotor devolseu sem
denuncia o feito pelo juiz de dis-
tricto.
nda oral
Do da 1
i una ds 5
Rsada Jo Ksuao
Oa dial
'.do* ds 5
91:617*068
93:i93<000
16.4.69
U:5li<779
8cc mi iota!
187.0J9.881
26:973*472
2I4 081J354
Sag id sBiHao da Altandaga c Psrnambaco,
a. Nnomoro d* 18)4.
O cneta da seccAo
J. GooQalves da Silva.
tnesoareiro
Flireoc'o Oomingaes da Silva..
Do da
Idtm
da 1
Idm l<
RSCeBiEORiA DD
BIAD>
3:252*761
7:751*779
11.004 5.0
O. Wigane, eqnip'gem 22, ein lastro; a J .
bn-ion Piiter & G.
Balta-10 d.as psta bo racional Anntta, de
162 tingladas, capitao C. S. Madsen, q j pa-
g-m 6, em lastro ; sfl. Lu'idgreo
Navios sabidos oo mesmo da
Buen a Ay'es encalaVapor fran es Coogo,-
(ommtn Jante A. Kousigaol; ca-ga varios ge
eros.
Heoo Ay es Barca nooegaeose Elise, cap
lio P. Ulsen ; em Us'.ro,
arcado anlclpal d Jos*
O movimeoto oeste mercado no da 2 de No-
/ t h'o c: o cgoinif.
Bn" -im :
38 Ms cesando 5 917 kilos.
S03 kilos de ppixe a 20 rs. 10*000
4 compart. com ma incosa 100 *s. *400
6 rtuo- coai camarO'S 100 rs. *60i'
3i 1/2 columnas a 600 rs. 18*600
3 ca'gos coii galliobas a 500 rs. ii'->'
4 eassoaes com Kalliobas a 300 rs. 4*Ot'
7 cargas com batatas a 300 rs. 2*t00
cirga com laraoias a 300 rs. *f00
1 carga com melancia a 300 rs. *100
3 cargas com di verses a 300 rs. *90J
20 cargas com farinha a 200 r?. 4*000
6 cargas com milho secco a 200 rs. 1 *200
6 cargas com feij5o a 200 rs. 1*200
6 lagares a 200 ra. 13*010
5 Soioos a 200 rs. *000
II comn. com soineiros a 1*000 11*000
8 comp. com scionros a 7ti0 rs. 5*600
11 comp. com fressaras a 600 rs. 6*600
34 cemp. com comidas a 700 rs. 23*800
52 comp. com faienda< a 600 rs. 31*200
49 comp. com verdjras a 300 rs 14*700
80 comp. com farioba a 400 rg. 32*000
46 comp. '-om talbos a 2*000 91*000
Rudimento do da 1
574*000
289*000
553*000
.HE(,I & D3A1NAGE
5:16 *J76
*
5.167*176
.Movlmento do parlo
Navios eatrados no da 4
H.minrgo e escala 17 das, vapor allema?
i Amazonas,* de 1944 toneladas, commaadaQ-
te H. E. Kier. eqaipagem 52, carga varios ge-
neroe ; a Borstelmann & C.
atacaos e escala12 das, vapor nacicnal
Pernambuco, de 1999 toneladas, comman-
dante Gailberme de Castro, ejoipagem 60,
carga varios gneros ; a Perea Carneiro
a c.
Navios sabidos" no mesmo da
Rio de Janeiro escala -Vapor nacional Per
nambaco, capitao toilberme de Castro car-
ga varios gtaeros.
Bio de Jaaero e escalaVapor ingles < Bonr-
boo, commacdaite Samuel Hendp; carga
va-ios gneros.
riavloe entrados no dia 5
Brdeaax e escala15 dias, vapor francs Con
go, de 2852 ionls^as,commandanteA. Roo-
signol, eqaipsgem 121, carga varios gneros:
a H Baile de C.
Havre escala 20 das, vapor franc-ez Cir-
nenies. de 1594 toneladas, edmmandante E.
Lainey, eqaipagem 41 ca'gi aa ios gneros
a Angosto Lsbille.
N'ew Yoik e escala 29 dias, vapor ioglez Ca-
xton, (le 1714 tonelada?, commanlanle A.
Olbs. e' oipag.m 31, carga varios gneros; a
H-.M y Porsier a C.
S. Vi:ente8 dias, vapor ingles Pice B-an-
cb,* e ItOi '.GQthdas, cocumaadiDio William,
Precos do da :
Caroe veide de 200 a 900 rs. o kilo.
Soioos de 900 a 1* idem.
Ca-oeiro de 1*000 a 1*200 idem.
Parlcba de 700 a 91)9 rs. a cois.
Milho de 590 a 609 rs. a coia.
Fetjao de 1*500 a 1*010 a caa.
Xavlo esperados
Da B bia
Palbabote partognfx Lu-ioT.
De Pelotas
Pat-cbo allexSo Antje.
Paiacbo soeco Helman.
Patacho alisa aa Lina.
Lu.'ar argfotiro Alberto.
Pat-cbo blga Em lie.
Lugar ponogoez VI. E r.'> gu-ira.
L'igar coroegueDfe Cba e.
Lagar :olts Artbu-.
Patacho nacional Toeresa.
Patacho holUnlez Clara.
Paiacho argentino Ccnieina.
Patacho portagoei Marinbo II.
B Logar in J.i Cavalif-r.
Lugir portogues Mariobo Vil.
Patacho alUmao Harold.
Lugar ingles Aorora.
Vapore a wnirnr
Me de Novembrj
Et-lyba*, do so', a 6.
Paiag(nta*, do sol a 6.
0-enoque, do mi. a 6
Ylacedoota*, da Evop, a 7.
cMaoaos*, do so1, a 7.
-irail, do norte, 8.
Higbland P.iice*. do Mediterrneo, a 8.
yagt'leaa*. do su. 3 10.
Mfxlcan Prince, de iw Yj Ic^-a 10.
L '8 PJmap do sul, a 12
Thames*. di Eu opa, a 15.
Danabe, do sal, a 24-
Nlle*. da Earopa, a 28.
Vaporea a sabir
Mei de Novembro
&otos e esc,Amsscnai, 6, s 4 horas.
Santos e esc, Cor>ieotes* 6 as 4 horas.
Rio e e3"., B aul, 8, as 5 nora3.
No-te, Minaos, 8, as 4 njras.
Rio Grande do Sal, Hjcedonis, 9, as 4 horas.
Earopa, Magdalena, 10, a 1 hora.
Santos eesc Hlgblaod Prlnce*. 11, is 5 boros.
Gal, Tnames*, 15, Ss 12 horas.
Senova e esc, Lis Palmas*, 12, s 2 boras.
Sntos e esc. Mexlcaa Pilo 't, 13, s 2 boras.
Ecrops. Dioobe*. 24, s 12 boras.
Sal, !', 18.11 ora.
vesse escripto.
Este facto, confessj, irtou-iue, es-
can lalis.m-me Lembrei-me logo
accusac;5es documentadas de Bom
Jardim, quo as tdnho em meu poder.
Esta Gl ira infeliz Dizem, mas
eunaocreio, que o vigario quem
pervorte tudo; mis o que suto
elle cercar-so sempre de gente ruim.;.
Ora elle nao quer que o futuro pre-
feito d'aqui seja Antonio Freir i
Pois todos nao sabem que oste ho-
mem foi ensotado a ponta-ps. do
municipio de Jaboatao, onde fei
amarrado como um caranguejo por
um Suuzi L?ao, tudo por nao pres-
tar; o que viudo cahiraqui nosta tr-
ra, j fez urna branqinha co:n os ca-
vallos do capitao Sebastiao do Luna,
pelo que foi processado.
Este process mo est no (sartorio,
sendo conhecidas as testomunh ts?
Sabe-se e consta dos dopoiinentos
de Jos Toixeira Biccllar e Jos Vioi-
ra Brazil, isto que affirmo.
E o Atheliano mesmo Aquelle
escndalo com Banto do Monte, que
o rasgad em plpna foira;e, ainla
mais, o negocio da pobro menina que
miudou pira Pao d'Alho, a ameaga
de process ao irmao da outra ..
Ora ja estou sondo muito ccete;
mesmo nao gosto de fallar multo,
como o Franca.
Talvez fique nosta porque sou
muito preguicoso para escrevor. Se
porm continuarema attiriir/oguetesde
c, fabricados as olficitias do nosso
parodio eu desenferrujarei a lingua :
fallo da niorle de meu sempre cho-
rado padre velho; dos grossos rendi-
montos de quatro patrimonios, que,
talvez, o bispo ignore,entregues a co-
branga do acoitador mor de criminosos.
Remonto aos bollos tempes om que
una gargalhada satnica aconipa-
nliou os, sjfffineutos de urna nii e
os primeiros vagidos de una creanca
de sexo frac.
E nfim, farei una collecco com-
pleta das sultanas, tuclo em um primo-
roso folheto para mandar de presente
a. .. D. t Manoel,, juntando como
apndice as correspondencias ama-
\veis de seus amigos actuaes.
Padre Estima.
-------------?--------------
"\ i iilii de ratsazanas...
Advoga ? Herdou ? Tirou a sorte gran-
de >
Nao.
Entretanto era pobre, mu;t) pobre
mesmo, ha bsm pouco te npo, e est
rico !
De que vive ?
Da popularidade...
Mysterisa teta! Uhra inexgota-
vel !...
Quem que j o vio perante os au-
ditorios desta capital requerendo al-
guma cousa, patrocinando alguma cau-
sa ^importante d'onde Ihe adviessem
vantajosos proventos ?
Quem que j leu autos onde o na-
babo autonomista houvesse arrasoado
discutido, revelado emfim competencia
jurdica de advogado notavel ?
Ganha o pao de cada dia com o suor
do seu rosto ?
Vive, viveu algum dia a trabalhar, a
labutar, a mourejar, como todo o ho-
mem de bem faz ?
E no entanto : .
E' proprigtario.
E' accionista.
E' obrigacionista.
Nao era : est rico, opulento. -
Chama-se a isso : saber ser honesto.
chama administraccao deleteria.
Revolvel-a. desentulhal-a ser, pois,
trabalho de Hercules,
Faca nos Hercules a indignacao, que
certo, nos causa o ver tanta desfacatez
quanta est impudente nos ltimos ar-
tigos com que a Provincia falla em go-
verno deshonesto !
Assim pois, para que o publico tam-
bem por sua vez se v lembrando des-
ses das ureos citaremos por em quanto :
i.) Suppresso do impos.o de gyro,
d'onde como consequencia :
Suspnso de pagamentos aos
funccionarios pblicos.
Presente de mu bom sobrado ao
Sr. Jas.
Dficits e dopois pesada divida
para Pernambuco, divida aus c a que Iio-
je pagamos, e que em nada foi augmentada
pela actual administraccao.
2 ) Obras da academia, obras/d por-
to, servico de estatistica, fontes de
grandes despezas, sem que nada Jicasse
feito apezar do dinlieiro gasto...
3.0) Concessoes da llha de Itamarac,
do Theatro Santa zabel, dos melhora-
montos materiaes e moraes de Olinda,
dos Bonds do Recife innovatpab de 189O
contracto das Carnes Verdes, Empres-
timo do mercado, arrendamento Fer-
nando Noronha, Evoneas, Loteras e
Usinas coma respectiva corrcagem, ha-
vendo mesmo antigos empregados p-
blicos que passaram a opulentos agri-
cultores.
4 ) Nomeaces por enxurradas de
professores e principalmente professo-
ras primarias sem titulo algum de ha-
bilitaco, alguns simples vaqueiros, al-
gumas sem moralidade, prejudicancfo
os alumnos da Escola Normal e abo-
lindo quasi os concursos, (avalanches
B. Caiar, Alves de Araujo e Corea pa
Silva vulgo Zmaria.)
5 ") Municipios retalhados, divididos,
desmembrados para fins eleitoraes e
vingancas partidari?.s.
6.) A especialidade de nao haver
urna s multa imposta a qualquer das
companhias que aqui funecionam ; um
contrabando, que fsse como tal julga-
do, apezar de se saber que muito assu-
car mascavo sahia, mas branco at pa-
reca que nao tinhamos !... \
7.) Divida fluctuante nunca extincta
com os saldos que s as economas e a
boa administraccao do! mas antes con-
vertida em divida consolidada com
emisso de apolices Dec. 12 de Setem-
bro de 189O emisso de 3.000.'000$ooo
de apolices de 6 %> cujos juros anda
hoje pagamos).
8.*) Dominio da capangagem e da fa-
ca de ponta ; falta de garantas, inex-
istencia de forca publica regular etc.,
etc,. etc.
E como queremos ser lidas ficamos
aqui...
Desmoulins
Despedida
Oabaixo firmado, setuindo hoje para a
capital federal, por ilguns dias, peda
desculpa de nao ter pesaoalmente procu-
rado despedir-se dos amigos e parantes, o
que realiza pela preiente.
Recife, 4 de Novembro de 1894.
Pretxtalo Maciel.
E mais que honesto, patriota, amigo
do Povo...
Gloria de Corta
Previne-sa ao Sr. Antonio Eustaquio,
qua, em sua questao com Antonio Athe-
liano, nao 89 esqueca de que esta fazendo
parte de una grande familia, dispoe cora
sobra dos elamsntos precisos para via-
gar-sede qualquer insulto ou offensa que
6. S. lhefizer.
Ver i tas.
LOTERA nacional
Extraeges diarias intransferiveis
LISTAS NOS DESMOSDiAS
NAO
P l.1
1.'
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2.*
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Lotera 24:00080CtO por
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20:0005000
20:000$000
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3S000
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1*600 8
S500 9
800 10
S800 12
1G$00 82
hoje
amanha
8 de Novembro
Dezembro
atlenctto para esSes novos importauiissisuoii
planos da
yrrai m
B1LHETES A VENDA EM TODAS AS GASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a prooiptid o
NA
CASA DA FORTUNA
*3--Him 1. de aiar$o--33
Martins Fiuza & C.
TelegrammaFiZ.4 CaycadC Correio1 55
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Diarlo fle Fernamltico Terca-feira C ge roveml>ro acTi**
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MNHIA BRAZIlEIRfl
Extracges no mez de Novembro de 1894

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>
> >
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>

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>
9.
O

do Espirito-Santo
de Minas-Geraes
sene da 6. 25;000S000
8. 15:0000000
23. lotera 12:0008000
1. serie da 10. 40:0008000
7. 20:0008000
12:0008000
8. 15:000S000
6. 25:0008000
7. 20:0008000
9. 30:0008000
8. 15:0008000
12:0008000
6. 25:0008000
da
>

>
>


>
de Novembro




Chamando vssa atten Loteria do Estado de Minas-Geraes 9. serie da

' do Espirito-Santo
de Minas-Geraes
> 9.
do Espirito-Santo 24. loteria
de Minas-Geraes 3. serie
10. > >
> 10.
2.
4.
25. loteria
11. serie da
por 48000 3
800 5
18600 7
4S000 9
3S000 12
18000 14
S800 16
4S000 19
38000 21
28400 23
800 26
18600 28
48000 30







>



>
dado que tinbamos no estabelecimento de
Alfaiataria ra da Madre de Daua n.
11, sob a firma de Coimbra, Targino &,
C, retirando-se o socio Antonio Nunes
Ferreira Coimbra, pago de seu capital e
lacros : ficando o activo e passivo a car-
go dos outros dous socios sob a firma de
Coimbra & Targino a contar de 31 de
Outubro findo, era diante.
Recife, 5 de Novembro de 1894.
Antonio Nunes Ferreira Coijnbr a
Joaquitn Nunes Ferreira Coimbra..
Targino Cezar Affonso.
-o.
LOTERA D \ -BAHA
1.* serie da 27/ loteria da Bahia 3 de Novembro
2." > 27 . 6
3." 27.a 8
1.' 28.a 10
Vendas em grosso e a retalho
CASA SONHO DE OURO
Pra^a da Independencia nw. 3 e 3
Para pagamentos e premios e mais informacoes com
BESVABDIXa LOFES ALSEIRO
Teleg. AlheiroPernambueo. Caixa correio 196.
'.nli-i saldados
A's 7 horas da noute de sabbado
ultimo, achando-se no hotel Brazil,
o furriel Vctor Innocencio e a praca
Lucio de tal ambos do corpo do ca-
vallaria estadual, jantando, foram
inopinadamente aggredidos pela pra-
ca Patricio do 9.e regiment que de
faca em punho invostio contra Lu-
cio, que deixou de ser victima por-
que com muita disposico soube re-
pellir o aggressor sjrvindo-se de co-
pos e pratos, pois que estava desar-
mado ; nesse interim fugio Patricio
abandonando a luta que provocara e
sahindo de faca em punho, a poucos
passos do hotel, cravou-a no abdo-
men do soldado estadual Juventino,
que derigia-sa para o mesmo hotel,
afim do'jantar. Coitado Foi victi-
mado pela porvjrsidado de quem
nao sabe compiehender, seus de ve-
res O ferimeuto produzio a morte
sendo que Juventino era urna pra-
ca de ptimo CJmportamento. Na
tarde dosso dia ja Patricio provocara
na Encruzilhada, a praga estadual
Luiz Antonio, tentando tomar-lhe
urna bolga com gneros, o que nao
fel-o por ter sido enrgicamente re-
pellido pelo provocado.
Nao ha duvida, que, sobre Patricio
fasse preciso haver urna providen-
cia seria, para que elle se torno um
Patricio mais patricio.
E' de esperar que assim succeda,
poio justo conliar na aeco disci-
plinadora dos poderes, sob cuja ju-
risdico estao entregues as forcas fe-
deraos.
Um observador.
gue brazileiru ; as urruacas dos bons tempos
nao intlmidam um governo enrgico como o
actual que sabe manter a ra dignidade.
Resigne se pois o fachineiro -nec semper lili i
florentneta sempre ludo corre para n< a
i i! maravilnas e a metida de nossos desejos.
J nao pouco ser diariamente iacensado,
desinfectado, a at mesmo glorificado pelos Ve-
uancios qu*. vendem us pennas e as conscicn-
cias cali-jadas pelo odio c pela corrupcao.
avenal.
e tambom afirmar-vos a minha des-
interessada e leal coopera?o para a
realisaco do programma do grande
e generoso partido.
3cife, 29 de Outubro de 1891.
Manoel Jos de Amorim.
A o publico e aos mus compa-
nheiros
Fui sorpreheudido com a decretado de
minha prisao. A consciencia me dita
que iui alvo d'um projectado plano, por
parte d'aigura explorador.
Sou milito moco; cont 13 annos de
se: viso causa publica, sem que neste
Eieriodo procurasse me justificar de ca-
umnias, erguidas por individuos niize
raveis, que tem por norma recoromendar-
ae com o sacrificio da outros.
S Exc. o Sr. Dr. governador, sem
pra me conheceu junto d > seu governo
com a maior dedicagSo po&sivel, e por
sto'd'aquelle msgistrado s espero jus-
fciya.
O calumuiador ti cara muito abatid >,
urna vez que n5o conseguir seus inten-
tos ; pois minha demissao muito ditfi
cil de se conseguir, urna vez que sou
mais conhecido pelo chefj do Estado, do
que o calumniador ; e par esta razao,
nao ser l muito fcil a dispensa do
cargo oae exerco na epocha presente;
ama vez que nao tenbo o mesmo valor
de meu calumniador, o qual, sem duv;da,
o passar de um papa sold covarde e
mizeravel.
Estado-maior do Corpo de Polica em
5 de Novembro de 1894.
Eduardo Antonio de Moraes da Silva.
Estado da Parahyba
Dr. CRUZ CORDEIRO
Declarou este Ilustrado facultativo
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affeccoes pulmonares com gran-
de proveito, tanto mais por ser um ex
pectorante suave e efficaz; o que affir-
mo em f de meu grao. Dr. Antonio
da CruzCordeiro.
Cora de rtieusiatismo
Ether-bronado
Illm. Sr O. Carlos.Meu fiiho de 21
-.uno* de idde esteva qoatro meses iq
revado d.s peraas e dos brag is, comenao
por mSos d ou'ros, em um estado lasti-
moso.
Prinoipiou a faaer uso doElixir M
Morato -propae-^d- os primeiroa varos de uso, leyantou -se e
prinoipiou servir se de suas proprias mSts
E' aa verdadeiro milsgre este remd',_.
aanto.
S. Rita de Passa Q -etro.
Antonio Martin de Siqueira.
Agentes em Ptruambcco: A ompanhiv
di Drogas
R a Marques de Olinda 24.
Pinceladas)
Pi*ou, infelizmente, as plagas deste Estado o
eslebre Cabeleira, e logo a anarchia tenlou er-
guer o seu olio viperino.
(.'ontir:iia--e ainda urna vez a seguale venia-
de, e que as virluies e os vicios do dieta de
um partido reflectem no mesmo partido.
rehi-abyssinio
Pasme o Sr'. Ministro da Via cao
diante do abyssinismo do Dr. Mar-
tins Jnior!
S, Exc. ainda se acha uns dez pal-
mos cima do horizonte e o mesmo
Sr. Dr. Martins j lhe atira pedras
com as dua? maos.
Leia o moribundo ministro a se-
i Pinceladas
De pois das lavigens dos cubos procurara 03
deleterio? desinfectar quo^idianamente o fachi-
neiro da illia das Cobras, e nest afn atira-
se nsolentemenle contra O l'aiz de 19 do cor-
rente mez, qual.ficando-ode mentiroso pela pu-
blicajo que fez, referente aos brilhanies dis-
cursos dos Ilustrados representantes d3 najao,
Alcindo (iuanabara e Bncio.
N > admira qup as?im proceda odesconcel-
tuada orso dos deleterios, quando, em seu
edit'JCial do i do crreme mz, chama irapu
denuja iiijuflles que fallara a verdade sem re-
bujo, epillietu csse que sem conteslaco cabe
perfeilamenti aos Venancios rels, zeirus s
VizOiro |na faina da difj:i.a,.i. e da calumnia a
man di .-iM'agciila.
Mas a troupe dos thuriferar os alreve-se amia
a negar u.n tacto ariamente conhecido no paiz,
e por mais que o focam, jamis desiruiro a
desagradabilissima impressSo que causou Dio
snj cmara dos deputados, como em toda
a parle, onde foi llio o palaoriado do tribuno
peba.
E' asaira que cora requintado r.ynismo nao
vacil'am em sustentar que aquelle mistiforio de
cobardas e de baisa intriga i urna pee* ora-
toria, ckeia de grande unci patritica I
Entretanto ha quem afllruie que Frei Joi
leudo-a, mostrou-se irritadissimo e eselamou
dos seguintes lermoi : antes o homem nao tx-
veste fallado)
Mas o mariyr das fachinas cora admravel
gtnerosidade, em tez de erplodir-st em odio con-
tra os que mandar sin inflingir-Ute os maions
tormentos, nao tinha para ellts sendo \os evange
lieos sentimenlos de etquccimenlo e perdo I
Que Ui tufo Como combinar-se essepeda-
cinho de onro com o lelegramma que fui publi-
cado a A Provincia de 48 de eleuibro prximo
findo, que assim termina historiou longa e
Circumstanciadamo.'itc os sof:menl>s que passou
na orisao c concluid disendo haver delta sahido
ANIMA DO VE ODIO IMi'LACAVEL A03 TY-
RANGOS r ., i
Triste contradiegao O tribuno pebt foi dar
no sjo ia represeulaco nacional mais urna
prova de que ura cobarde, de si para cima
e um audaz calumniador ontra aquelles a
quera considera iguaes a si, juagando definir
cora eu-s 1 .muras o carcter nobre do honra-
do governador deste Estado ao pa.-so que o<:
cultava o odio rancoroso qu vota ao dieta do
poder execulivo, posto qne elle se rnanifestasse
generoso, attendendo aquille habeos corpus que
o favorecen, ''has firmado em A.cco:do diver-
gente e contradicturio, como tornou nolavel o
mesmo che fe do poder ejecutivo em sua mea-
sa^em dirigida (amara.
lio est poitanlo 0 Cabeleira 15o limpo de
co'pa como se julga, tanto mais qaanto osttn-
ta-sn ro confesso.
Niio importa que fosse coroado pela segunda
Vtz pelos seus Bajuladore3, devendo lembrar-ie
qua bem pode ainda voltar a lhadas Cobras
Nos grandes ceiros de rivilisarao ou para ,
melhor dizer nos paizes civilisados, sao os he- guinte tirada que pubhcou hontem
fes dos partidos, aquelles que se tomara n >ia- um orgao do martmismo estropia-
veis pelo seu talento, dislincios pila sua illus-
tracao, e respeitaveis pela sua probidade.
Presentemente o cheta idolatrado dos delete-
rio8 6 o Sr.Ze'-lfarianno. que incoQtestavelmeo-
te, nao tem nenhuraa daquellis qualidades.
Pescador em aguas turvas pelas pa:x0"s par-
do c da trra
Dr. Jos de Amorim
jgundo
telegramma
do nosso
tidarias, procurando sempre a oppoitunidade ou prestimoso correspondente do Rio, o'
a occisiao para s?u< flus inconfessavjis, dolado Sr. ministro da viagAo acaba de des-
de urna ambiguo desmesurada de conquistar o fazer a nomeacfto d0 nosso amigo o
poder, so por amor do pod;r, para delle au'enr t^ij-- *
lucros e vantagens, Z-Marianno desconhece Dr. Jos de Amorim, para secreta-
iutriramente o que seja probidade poltica, e rio da Estrada de Ferro Central de
era por ccrlo essa nobre qu-ilid-ide p le existir Pernambueo.
no corago do avenlureiro pollico.qucsera pro- Nao podia aer mai jnjusta essa re.
arararaa algum aprega-sc dieta dos deletenos _^ ,J ^~,-
deste E*tado. vogacao para o nomeado, mogo dis-
J desappareceu das columnas d'A Provincia tinctO, republicano sincero, valente
o Dome querido do Sr. Luccna,que era lido com domocrata e jornalista ce competen-
?h?L03fq,h:!^?^^ ca; comotambom maior prova nao
lebrina f jia cojturaain dar aquelles de quem ,' ._ r, ,
enerara lirar grandes proventos. podena dar um ministro de sua le-
O .Sr. Haro de Contendas, que as suas ad- viandade e falta de criterio, desfa-
zendo urna nomeacao geralmente
considerada CDmt bem recahida.
Ento, Sr. ministro, o que lhe re-
servar o Dr. Martins, quando S-
Exc. atufarse de todo no occaso do
poder?
Pedimos aos collegas da Capital
cainistrages, sob o regaen decaoido, fazendo-
Ihe a devida justiga, deu provas de um carcter
criterioso e honesto, hoje vae apparecendo n'.4
frocincii como figura forgada, e apenas para
dar mais brilho com nisso das feslas carna-
valescas ao Sr. Z-Marianno I
Actualmente elle, e sraente elle o cheta
idolatrado dos pseudo autonomistas deste Esta-
do ; e o que dirao a ludo isto os Si 6. Tolentino
de Carvalho, Aguiar, e outros que, de perlo, co- Fedoral, que por urna obra de cari-
nhei en com mu tas boas razes o seu decantado dade transcrevam este em seus jor-
chefe ? naes
Reflectem na verdade no proprio partido os
vicios desse hornera, ioanido de lu e dos re-
quisitos bnliiantes, qu constituera ura grande
vulto poltico; as ieias perversas e sanguina-
rias que elle ainda hoje propala, achara nica-
mente apoio no circulo limitado de seus adula-
dore, que vao fazendo dellas urna propaganda
feliz.
E assim, quando eslo na opposigo, pregara
ellas a liberdade, nai a liberdade bem entendi-
da, mas a liberde le pelos caminhos do mal, da
calumnia, da resistencia, e al a revolugao
de
da
Abuso
E' por deraais bornvel a ouem tem
supportar es desmandos da gerencia
3. F. Ribeirao ao Bmito.
A poucos diastive necessidade de fazer
urna viagem por sema hante estrada e o
trem ordinario (do horarie) que estava
prompto a partir, deixou de seguir a hora
luando no governo, o despotismo pelos canaes determinada, porque a ?erencia entendeu
**!>a( da intolerancia' da corruPCao. e da fazel-o esperar cerca de 3 horas, aguar-
dando assim a chegada de uus convivas
de casamento, isto nao se commenta e para
semelhante infraeco abusiva chamo a
atten9ao do govarno que tem o restricto
dever d-j pugnar pelos interesses pbli-
cos, fazendo com que a Companhi cum
pra o seu regulamento.
Quem e o qce faz o Sr. fiscal, se
qu8 o ha ?
E' preciso que factos d'e3ta ordem nao
se reproduzam, pois causam serios emba-
racos e prejuizos a quera tem a infelici-
dade da transitar em tal Estrada.
Illuminato S, Guimaracs.
Passageiro.
violencias.
Para Iludir o generoso povo, f.liara da e
noite em progresso e nos sagrados direilo da
iiago ; affectam a linguigera dos partidos ho-
nestos, e procurara deslustrar a boa fama dos
caracteres raais puns do partido adverso. Sao
osles os raeios n .lcancarem o poder, que sua nica ambigao, e
que constilue o seu programma poltico.
Esles que assim proceden), verdadeiros dele-
terios, entendera que deste modo pidem vver
no regijien republicano, asfaltando s posigOes
olliciaes e aos cofres ; pblicos pensam dest'arte
?. tentara proseguir na senda dos horrores de que
Foi thentro o nosso presado solo pernambucano,
era lempos que nao vao longe.
Realmente Z-itarinnno, especulando sempre
e sempre, por todos os raeios a seu alcance, lan-
o qu: j est rico, nao tem sido mais do que
jm torpe parsita poltico, que cora fingidos
abragos e risos simulados, tem sabido Maquear
a boa f dos incautos, nao duvidando sacrificar
o patritico povo pernambucano, como leviriaa
lfeito, si nao fosse preso e conduzido para a
Ibas das Cobras, onde, por certo n5o expiou os
KM grandes peccades e enormes males prati-
cados contra este Estado.
Mudaram-se porm os tempo3, surgi feliz-
mente a aurora regeneradora dos bons coslumes
para levar este pa/. a sua verdadeira altura.
Elvese o mer^cimento, e de urna vez para
sempre desapparegam esses elementos mrbidos
jue ficaram dos lempos iramoraes da velha rao-
narcbis.
Juvenal.
Partido republicano
Exms. Srs. dr. Ambrozio Machado
da cnha cavaltante e mais mem-
bros do directorio do pabtido re
publicaxo
Francisco Jos dos Passos
GiiiniarSes
A diretetoria do Monte-Pis Portuguez,
Retificador brazileiro
AppareUw privilegiado
B. MARTINS &-..C
S. Paulo
Com a devida auctorisaglo transcreve-
mos a!guns tpicos de cartas que temos
em nosso poder:
O Illm. Sr. Manoel Luiz Pachaco, en-
genho Raz de Dentro, diz: fazendo
urna garapa com 41 caadas de mel novo
de 4 4 graos, addicionando agua at ficar
em 9 graos, tirei de resultado 65 cnad s
de agurdente de 21 graos cobertos.
Admirado d'este resultado, e apezar de
eu mesmo ter assistido, e acompanhado
tudo desde a raedicao do mel at a da
agurdente, ainda me pareca impossivel,
cessando toda a minha duvida pela capa-
cidade de meu alambique que s raras
vezes poude obter de cada distilla So 40
caadas d'aguardente e agora est pro-
duzindo 65 ditas .
O Illm. Sr commendador Jos Perei-
ra d'Araujo, Usina Bamborral, diz:
Em resumo asseguro-ihe, e a todos os
meus collegas, qua cm a applicaco do
seu apparelho sobre os nossos alambiques
obtive um resultado superior a 3") Ojo so-
bre as garapas distilladas, antes da ap-
plicagao do mesmo >.
O Illm. Sr. Arthur de Siqueira Ca-
valcanti, engenho Caet, diz:
..certo de ser incontestavel a vanta-
gem na appcagao do Rectifica ior as
destillacos do systema aotigo .
O Illm. St. Dr. Jos Henrique Car-
neiro da Cunha, engenho Ararba da .Pe-
dra, diz:
c ... nunca esforco algum foi capaz de
fazer urna caada de mel produzir outra
de agurdente entretanto vejo hoje, pelo
processo mais simples e econmico possi-
vel, fazel-o em mel de 36 o apparelho de
seu invento .
O Exm. Sr. baro de Freicheiras,
Usina Cabega de Negro, diz:
t Na experiencia feita com o appare-
lho de sua invengo, collocado em um
alambique de systema antigo, fiquei in-
teirainente reconhevdo do seu
sultado, tendo a vantagem de 3U por
canto de agua-dente, do que c^stumava
tirar .
Esto reconhecidas as firmas.
Agente no Norte do BrazilAntero
Soares de Vasconcellos.
Eua d'Aurora 81.
20:000^000
Do-se 20:O0O$O0O em moeda cor-
rente a quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que ceden a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo -lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condces
ainda mais graves, dei-lhe entao o Pe'
toral de Cambar, de Souza Soares, o
apenas com alguns fracos ficou radical-
mente curada. J. J do Nascimento
\ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] *
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos C/i micos
Coqueluche
CURAS DO PEITORAL DE CAM-
BAR-n.
Declaro que enancas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos dias restable-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBARa, de Souza Soares.
' Americo Salvatori.
[ Socio da firma Manoel Joaquim M<7-
reira & C. do Rio de Janeiro. ]
Dr. Bastos de
Oliveira
particpaaos seas ami-
gos e clientes qnenm-
\lousua resideaciapa
ra ra do Hospicio
o. 46.
Telephone n. 365.
INFLUENZA
A bronchite, que sobrevem Influenza,
as Qorysas (difluxos) acompanhadas de
reacco febril, bronctwpneumonia, cachar-
ro pulmonar com febre elevada, tubercu-
lose em segundo periodo com catharros
sanguinolentos, asthma, larangite, molas
tias da garganta, insomnios e tosses sufo-
cantes cedem im mediatamente ao uso do
Xarop 9 de Lobelia I aflata
Ether bromado
DE
ILDEPONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico, ap-
provada pela illustre inspectora de Hy-
giene do Estad, cont o parecer do insig-
ne clnico Dr. Martins Costa.
Os grandes resultados obtido pelo Xa-
rope do Lobelia nflala, no tratamento da
Influenza poden ssr attestados por cente
as de pessas da maior excepcao, resi-
dentes n'esta cidade.
DeposiioPharmacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Telephone n. 398 -Endureco telegra
KDITAES
Conselho ticoao uico da Re-
partido de Marjoha
De o'dem do Sr. capitaa de fragata Jos Pa-
ran Gotmaraes, 1 ipecor teste srsensl, f pobll.o qoe te:ebe-se proposias em carUg fa-
enis no da 7 de Novembio prexinu futaro,
11 boras da maoba em urna das salda da
secretaria di Inspeccao, para o fompcimedio da
carvao de pedra a esie esiabeiecimemo suas
dependencias e ao' navios da aroiaia oa< loaal
estacionados oo porto de-ip Estada, daraole o
foto-o ezercicio de 1893; observadas as dlspo-
sicoes dosariigis 176 e 178 e gf>os piragra-
phas do rpgDmmeuta que batxou c. m o de-
creto n.* 715 de 13 dd Setenr.j de 1820, os
quae^ vao nbaixo trarscriptag :
rtico 170. Sao dereres don propoo n'.es :
1. Eocber com precos por exteoiO e em
algarismo a propona impe-sa qbe ibe sera for-
oecida pelo secreaiin do asmil. a qual data-
r e asigi a-a pa-a aer apre^entada ao cense-
fbo pconoBico.
1 Entreear ppsaoalmente < a por seo legl-
tiiuo 'eprpseotaase, ireciam^nte ao co seibo
econmico no logar, dia e bora aDnuaciadas,
oao e as suas p-opostas como as amoi't'as cor-
respondentes.
3. Exhibir alffl da ceriaj do respectivo
contracto to I I, qoanno ii d- Arma indivi-
dual os docoTuoios quj po'em ser oegocian-
te ma'.'icolfdo e baver pago os impost)? de casa
cmirercisl relsllvos ai ulsmo semesh*1.
8 i Sao dispensalo da apre eatscSi da
mtriculi ua Junta Commercnl, as Un as a
e-'bel-ci n-Lt) industriis da Repab i i,e te-
rao e-tes e adoelles a ir^freocia sab-e os ou-
tros concurr n es em gnal-j de de condi^O^g
circoffisianc ai Jevidameote provadas.
Artigo 178 pa agrapbo unlcj. Al m do prso
egiipolado, os foriieot dores cobtinoarao a sup-
prir por mais 60 das as mermas cundigOes,
te ag*im 'r jal ado necesarjj, e eem que isto
eoofli ua direilo pira a prorogacfto do coniracto.
Os propoueotes deverao aprene^tj' r-s docu-
tieat is de habili'aco alea vipe*a do coose-
Ih atim de verilear se as forna'idade exi-
gidas foram satufeiras.
Secreta ia di Inspccj do Arsenal de marp.
oba de Pernamotc, 29 d- Ootobro Ce 189%.
O gperetario
Antonio da S Iva Azeveao
do seu bom re- phicoAzevedo.
30
manda rezar urna missa por alma do fi-
nado consacio Francisco Jos dos Passos
GuimarSes, quinta-feira 8 do corrente,
sexagsimo dia do seu pagamento, para
Nao pudendo, por motivos estra- cujo acto que ter lugar no convento do
nhos minha vontade, comparecer Carmo, as 8 hora? da manil em ponto;
agrande rounio do Partido Repu- convida Exraa. familia e amigos do fi-
,bhcano, que teve lugar no dia 5 de'nado.
onde applicado ao servifio que tanto estra.oiiou,Q,mK'nU;_rv 0t,n mB;fa(,(0n I _____________________________________
pague merecidamente urnas taas culpas ci:lSetembro ultimo, yonho manifestar-j ,
mes cnw tem corcmettido. ,vos a minha inteira solidanedade, Ao eommercio
Estam is no doninio di lUpnblica, paracu^icom o mesmo partido, as resolu-. Declaramos para ouem interessar possa,
ccDscIid.c twa-se derrimado generoso finy,jo que toaasso na messa rounilo' ue dissolvemos armgaYehzauta aocie-
Unn-c* vr'aade'.raosenle no? seo?
efj-it a poritt:tj oa cen:.la fob o nom de HianmelH VirgiQic^
i a vil :o peto di> A.eleira Uag c, planta a
qoal extrabin combiooa tAo ad^l-avel rox<
Afifonflcaiieote o eannent' Fab o D;. C. G. Br s
toi, o Extracto Dt-plj e o igo-nto de A eler?
Hajiea.
Estas iniravilBo^cs remedios allivlaoi e en
ram nnnr lamente lodo a cp-cie de feridas
qn lo da-ai, tomures, cbaeaa cnronicjg, ca-
hime o, gol jeg cootatOe.'. i de denles e *<
rabee >, ..evralgi.ig, e toda a djeir^a oo dr ex
lerna.
&' larb^m o Extracto ou remedio admravel
em cas a d" rneu i.a i-mo, b^morrbagia do nariz
ir,II mm -gao da gr;aota, catarrao, mordedura
ae insectos, etc.
Noosa filaa no cnra'.vo radical das almorrel
mj^. ul"'!'ag6e^ internas, vonoa de sa-igoa
ino'et' O Extracto Ooplo da Ave era Mgici i
me) .o lempo na lemedio interno e externo au'
po'e ser u-ado era panno i oo fncc&ei, oa tom-
do interiorments em dose? de mtia ciiberlnbi
dur.s ou tes vetes ao dta.
as mesmag propnedades e viriodes posoe
Uogatnlo de Aterir Mslca do Dr. G. J. Bri-
tcl, para uso externo nenie. S
Tosse asth niatic
CINCO ANNOS DE TRATAMENTO l
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimiccs.
10 P&RADIS" DH3 iMIto
38Ra do Baro da Victoria38
Especialidades em Sedas brancas, pre
tas e de cSres lizas, lavradas e bordadas,
grande variedade.
CSrAS E LAIT2 #
QUADRILLE'
Grande sortimento em lans com soda e
de phantasia.
ULTIMAS NOVIDADES
Sortimento em tecilo de
alta phantasia.-levantinos,
cassa da INDIA.
&&1S07JL&&8
ricamente b rdadas em alto
OURO E A VELLUDO.
CORTINADOS
FINISSIMOS para cansa e janella, desenhos
integramente novos, o maior sortimento
que tem vindo a esta CAPITAL.
Telephone 59
algodo
hnons a
relevo a
que
desde
O Sr. Dr. Gemensoro
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gemen-
soro, medico da armada, certificou
urna pessa de sua familia que
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
t Productos Chimiccs.
Concelho Econmico la Itepar*
licito de Marlnha
De ordem do Sr. captao de fragata
Jos Pereira Guimares, inspector deste
Arsenal, faco publico que recebe se pro-
postas em cartas fechadas no dia 9 da
Novemoro prximo faturo, s 11 horas
da raanba em urna das salas da Secreta-
ria da Inspeccao, para o fornecimento de
madeiras e outros materiaes a este estabe-
lecimento, suas dependencias e aos navios
da Armada Nacional estacionadas no porto
deste Estado, durante o futuro ezercicio
de 1895, observadas as disposicSes do
artigos 176 e 178 e seus paragrphos do
regulamentoque baixou com o Dec. n.
745 de 12 da^Betembro de 1890, as quaes
vao abaixo transcriptas :
Ar(. 176. Sao deveres dos proponen-
tes :
11. Encher com precos por extenso e
em algarismo a proposta impressa que
he ser fomecida palo Secretario do Ar-
senal a qual datar e assignar, para ser
apresentada ao Conselho Econmico.
2.* Entregar pessoalmente ou por
seu legitimo representante, devdamenta
ao Conselho Econmico no logar, dia e
hora annunciados, as respectivas propoa-
tas,
3." Exhibir alm da certidSo do res-
pectivo contracto social, quando nao fr
firma individual, os documentos que pro-
vem ser negociante matricu'ado e haver
pago os impostes da casa commercial re-
lativos ao ultimo semestre.
4.* Silo dispensados de apresentaco
da matricula na Junta Commercial as fa
brica e os estabelecimentos industriaos
da Repblica, e terao estes a aquelles a
preferencia sobre os outros coucurrentes
em igualdaiie de condicoes e circunstan-
cias devidamente provadas.
Art. 178. paragrapho nico. Alm
do prazo estipulado os fornecedores cen-
tinuaro a supprir por mais 6 ) dias as
mesmas condicoes, se "assim forjulgado ne-
cessario, e sem que isto constitoa direito
para prorog&cao do contiacto.
Os proponontes deverSc apfesentar os
documentos de habilitas^ at a vesper
do Conselho, afim de se verificar se as
formalidades ex:gdas foram satisfeitas.
Secretaria da IuspeccSo do Arsenal de
Marinha da Pernambueo, 30 de Outubro
de 1894.
O secretario.
Antonio da Silva Azevedo.
Secretaria da Instruccao Publica de Per-
nambueo, 1 de Agosto de 1894
EDITAL N. 30
Eleicao para um membro do Conselho
Litterario :
Por esta secretaria se faz publico de
aecrdo com a decisao do cidad3o Dr.
governador do Estado, de 5 de Setembro
do anno prximo passado, qoe na forma
do que determina o art 212 do Reg de
18 de Janeiro do 188S, devem os Srs.
professords que estao a cargo do Estado,
de ambos os sexos enviar a esta reparti-
co at o dia 14 de Novembro vindouro_.
oa seus votos para elei?o de um membro
do Conselho Litteraro que representa a
classe.
Os votos s poderao recahir em alguns
dos nomes infra escriptos, de professores
das 5 freguezias da capital, vindo em ofi-
cio qua traga no endereco o seguinte :
Para eleijo de um membro do Conselho
Ltterario.
Relaco dos professores em disponibilida-
de, sobre os quaes deve recahir a elei-
cao para um membro do Conselho Lit-
terario :
Augusto Jos?. Mauricio Wanderloy.
Joo Landelino Dornellas Cmara.
Lourenco Goncalves Aleixo.
Benjamn Constant da Cunha Salles.
Sebastiao Brando.
Manoel .Marinho Cavalcante de Albu-
que
Hermelindo Eliseu da Silva Caneca.
Flix Valois orreia,
Izydoro Marinho Cezar.
Jo3o Joi Pibeiro.
Caetano Franc-sco Duraes.
O secretario
Pargentino Saraiva dAraujo Galvao
0 D\ ioao Carlos de Menaooca Vasconceltoi,
j-'F e finito do moniciplo do Bmitj.em
virtnde d< lei, ele.:
F..0 saber aos qoe o presente eii'al de prtca
cravo de 20 das virara qoe o MpM ios
aoditoriDS d-se juio ha dajWpJB|
gao de venda e *
oaior lingo offer-cer ra ro
ns-moiQso, 03 titua baU declarados peuo
VjyS




*i:,':-

<-
SS





I



1


ros. A'onii' Bttcr a ae MeneaesBorbs e sea
sniuvr i). Mana Praoiiaca de MeBezts para p.-
gameMo rlno a> Jo'en v amaro, cuj 8 tena eao :
O r.^'-nho VirtnJe, silo nie mooicipio, com
todas as sute terr-e, casas, obras e bemfeitoriai
emaenma a vapor, moenie e crreme, o qoal
limita Fe ao norte com as trras do engenbo
Barro Braceo a eul om na do Porta lea, ao
lar le com as oe Roa Vista ao poente com as da
eBeuii.ia ue Jo Bm 8ia, e fol avallado pe.o
[leen de 8.050*010.
E qu'-m oos meerno qu:xer lancir compareca
oeste juno rm o di i cima declarad-
E para constar se passeo o presente, que o
corteiro des nalones publicara e afiliara no
1 S) r no e.ij o Uvrao-.io a compete.te certido.
Uaoo e oacsaoo lies a viil. us B.nno, ata If
das Eo, Aaionio primitivo G mes da S Iva, escri
vio interino oeacrevi. Jeao Carlos da Mendoa
(i V-'o'-c-i o* Bstava legalmeo'e sel ado.
Eo't'oolorms o o i e m '(
O eacnvao U t -nno, Antonio Primi ue Gjmes
da Silv.i.
Diario de Pernambnco Terqa-feira O de Yovomhro de IU4
Edita!
Revlao de pesos e bataneas
Fat-ae i-un ico % q dorme o mea co-reate rrcebe-se sem multa o
mpo* o de revi-ao de peso*, bataneare medidas
do? c> ax-iec ment* conimerciaes das fregu-
lias de Afogarto* e Grata deste matr.clplf, no
Pico o CoHjel .o Maucipsl, das nove e meia
boraa da meona as treB d tarle.
Pace do Lonc. Itio Municipal da cidade do Re-
elle, 3 oe Njvembro i89i-
O secretario,
Ji-aqu'm le Ferreira da Hocba.
ue or-em do Dr. son-prefeito fai le pu-
blico a qoem iniereasar posea, qoe to mel da
de 7 1o crreme, na porta uo Paso MonUipil,
Iro a prac-, paM aeren entregues a q:em nai9
offerec-r, dona vite-llos tonrinos que servlram na
Viccinacao. .
Sacre ana da "reftitora Municipal do Rtc fr,
era 3 d Njvemh.-o da 1894.
O secretario,
Joaqcim lo Ferreira da Rocha.
Alfandega
TROCO DE NOTAS
De ordena do Sr. Dr inspector fago
publico o odital abaixo transcripto
do inspector da Caixa de Amortisa-
9I0 de 5 do corrente.
Caixa de Amortisagao
EDITAL
Faz-:se publico, para conhecimento
da todos, que, por despacho da junta
administras!va desta reparti?ao de 28
do Setembro ultimo, om requerimento
do Banco da Repblica do Brasil, fi-
ca pro rogado o prazo marcado para
o troco dos bilhotes dos bancos de
emissao, hojo a cargo do mesmo
banco, at 3 de Junho de 1895.
Os bilhetes, cujo troco prorogado
sao do Banco de Crdito Popular do
Brasil, de 500$, 2oi).. 100, carimba-
dos sobre bilhetes do Banco dos Es-
tados-Unidos do Brasil, e de 5$, sem
carimbo, todos do baso metallica, de
500;?, 20$ e de 5S do baso de apolices
tambem carimbados;
Do Banco Emissor do Norte : de ..
lQu$, 50Se 10, de base de apolices,
carimbados sobre anotas do Thesou-
ro;
Do Banco dos Estados-Unidos Bra-
sil : de 5003 e de IOS, dbase metalli-
ca e200, 50$, 20S elOS, do base de
apolices, carimbados por notas do
Tnesouro;
Do Banco Emissor da Baha; de
100S e de 59S, de base de ouro, do.
10JS, 501, 201 e IOS, de base de'apoli-
ces, carimbados sobre notas do Tne-
souro .
Do B noo Emissor de Pernambuco:
do --'O If e 1008, de base metallica, ca-
rimbados sobre notas do Thesouro, e
de 10J da 1 serie V ostampa ;
Do Banco Emissor do Sul; de 200$,
100$, 53$ e 10$, de base de apolices,
Ciri nbados sobre notas do Thesou-
ro ;
Do Banco da Uhio de S. Paulo :
de 500?, 200$, o0$, 20$ o 10$, de base
de apolices;
Do Banco Nacional do Brasil: ae
500$, 200$, 20$ e lOf, de estampas
proprias, 200$, emouro, e avista, e
100$ todas de baso metallica, carim-
bados sobre notas do Thesouro; e de
OOS, da 1* e 2' series parte carimba-
dos pelo antigo Banco da Repblica;
Do Banco do Brasil: de 500$, 200$,
100$, 50$, 20$ e 10$, de base metalli-
ca;
Do Banco da Repblica dos Esta-
dos-Unidos do Brasil j de 5008, 200$,
100$, 50$, 30$, 20$ e 10$, de base me
talca, e 200$, 509, 208 e 10$, de base
de apolices;
. Do Banco da Repblica do Brasil:
emissao provisoria de 5008,2008,
1008, 508, 30$, e 10$, de baso metalli-
ca 200$, r-0$, 20$ e 10$ de base de
f plices, todas sobre bilhetes do Ban-
co da Repblica dos Estados-Unidos
do Brasil.
Declara-se que os bilhetes de base
metallica levam a chancella do tho-
soureiro desta repartico, Antonio
Arnaldo Vieira da Costa.
As pessoas quo possuirem taes bi-
lhetes devem apresental-os no Banco
daJRepublica do Brasil desta capital
e as suas agencias nos Estados da
Unio, para serem trocados, sob pena
de perderem o seu valor, ,nos termos
doart. 45 do decreto n. 10,262, do 6
de Julho de 1880 e do decreto n. 165,
de 17 de Janeiro de 1890, art. Io 14,
si os nao apresentarem ao troco den-
tro do dito prazo
Rio de Janeiro, 5 de Outubro de
1894.
O inspector,
M. A. F, Trigo de Loureiro.
3' Secgao, 30 do Outubro de 1894.
O chefe de sec?o,
Lutz Frederico Codeceira.
HIPPODROMO
DO
AMPO GRANDE
Proj
4.
5.
jecio deinscripeo
Para a 23/ corrida a realizar-se no domingo
11 deNovembro e 1894
FESTA AKNIVBKURIA
l.# PAREO Prado Peraaaeaa 1.600 metroa Animaes de Per-
nambuoo que nfio tenbam gaoho n- a prados do Reci'e at 10 de
Agosto prximo paaaado. PREUtOS: 4C05OO ao primoiro, 80^000 ac
segundo e 40|$000 ac terceiro.
Art. 5.Okmori.
2.* PAREOaniversario-2.000 metroa.' Haodoap. Anima* de Paroam-
buoo. pbbmios : 8000000 ao primeiro, 1600000 ao aeguodo e 800
ao terceiro.
Pe*OS-Bismark 2-, Camora, Aventurairo, 60k'o', PlatSo, 63 kilos; Trinm
pho, Piramon, 52 kiloa ; Pyrlnmp;>, 48 k Ida ; Tdo-", Nababo, Tor-
co 2.-, Maarify, 45 kilos; e os demaia o mnimo peso que consegu-
rem.
3. PAREODerby Club de Peraamftnco1.400 metros. Handioap.
Ammaea dn P-roambucu. PxKHios : 3500000 ao pnmeiro, 700000 ao
segundo e 558000 so terceiro
Art. 8."BisniBrk, Camora e Arentoreiro.
PesoS=Piramo^, 56 kilos ; PlutBo e Triumpho 53 kilos ; Pyrilawpo, Maority
Todo Nabab), Turoo 2 ., 51 kilos, H rondelle, 50 kiloa e todoa oe
'emais 45 kilos.
PAREOHlppodroaso d Campo Craade1.800 metros. Handic&p.
Animaos ie qua'quer p-is. PBB1U08 : 5000000 ao pnmeiro, 10; 0000 ao
segundo e 50000 ao terceiro.
PesosMximo 70kilos, miimo 4> kilos.
PAREO Trilhos Urbanos 1.700 metros Hand'op. Aoimses de
Pernambuco. Premios : 5000000 ao primoiro, 1000000 ao Bogundo
e 500000 ao terceiro.
Art. 5..Us ao preo Derby Club e Piramon, PiutSo, Triumpho, Pyrilampo,
Maurity, Tudo-, Nababo, Tnrco 2.
Peses Dab'io, Balio Al'y 8topper, Pigmeo, Frniuno, Hirondelle 56 kilos ;
Mftscotte, 55 kilos; Patchouly, Ibo, 52 kilos; Malio, Pirata, Garim-
peiro, 51 kiloa; Caranna, Narciau, Tenor 2.-,50 kiloa, e os demaia
45 kiloa cada un,
-.PAREOIpreasa1.250 metros Animaos de Pernambuco. premios:
3.00000 ao primoiro, 608.00 ao segando e 300000 ao tercero.
Art. 5.a Oa do pareo Trilhos Urbcooa e Doblin. Berlim, Pigmeo, Fenianc, Hi-
rondelle, Maecotte, Pathchouly, Ybo, Halaio, Pirat Qarimpeiro, Aily
Stoper, Fum. 5a 2
PAtiEO.tos portmera-810 metros Animaea de Pernambuco. PR&
mos : 3001000 ao primeiro, 600000 ao segundo e 300000 ao ter-
ceiro.
Art. 5Os do pareo Triiho Urbanos e Dubo, Berlim, Feniano, P ly Stoper,
Pigmea, Hirondelle, Beija-FI8r, Palhajo, Qarimpeiro e Tnqy .
PREO--fll de !ovelbro 1.100 metroa. Animaos de Pernambuco.
pbkmios : 3OC0OOO ao primeiro, 6.5C00 ao segundo e 300000 ao
terceiro.
Art. b.' Os do ptreo Imprensa e Virgador, Topy 2*. P rauoa, Narciso, Mouro, Collosso, ToiiIod, Teimoso, Frontn, Traquinas,
Ten*.- 2 o, Petropolis 2., Fuaileiro, Pruasiano, GaUnte, Vivaa, Enireb,
Phariseu, Batury, C'iogo, Fum9a .*, Baralho, Dictador, Piano, aJou-
risco, Taapher, Malango, Furiuso, Ida, (ballet, Enea e Vinganoa.
Observaijoes
S eontar victoria o psreo Aos Sportmen
Nenhuoa dos pareos aera considerado realizado desde qoe nSo se inicrevam
e corran 6 animaos de 4 proprietarioa differeotes.
A proposta qa<) nSo vier acompaohada da respectiva importancia nao aei
Aps a petagem os jokeys e animaes que tiverem de disput. r o pareo serao
7.
8.
Ii*ja.
isolados.
Os cavalloj suspensos nlo poderlo ser ioacriptos.
Todos oa proprietarioa que insjsreverem oa aeoa animaea reoeberlo de
cada inioripQ^o 5 oartSea numerados qoe darSo direito o aorteio e o numero de en-
tradas correspondentes aos animaea inscriptos.
A naoripcSo enoerrar>aeha na terca-foira 6 do Novembro, aa 6 1|2 horas
ia tarde aa aecretaria, i ra Larga do Rosario n. 16 1. andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 30 de Outubro de 1894.
O secretario,
Augusto Silva.
Companhia industrial I lrmandade das Almas da ifla-
de es *! tTiZ l' ^?rP Santo
e commercio
tiva
Sao convidados os Srs. accionistas a viren
rpc-ber no escriptorio desla compaobia roa do
Atnorim o. 58, do da 5 de Sotembro proiimo
m dtaote, o 3* dividendo na r&aao de 15 0/0
'olire o capital rehleselo.
Ooiroslm, preesebido como foi oeste son o
(nodo de integracao rcea se aos meemos Srs.
acrionlstss de apresentarem as cautelas de saas
treoes para pellas se (aser a respectiva aver-
DacSo.
UMil, 26 de Oninbro de I89i.
Alberto Das ftrmadea
D.rector secretario.
Companhia
fRefinadora Mercantil Assu-
careira
Acbam se a dlsposl{2) dos S-?. acc'onis'as
para serem exarntoado^, no escrlpiorlo desia
coQipaahia. i roa 1o Dr. Jos Mananto n. 66. os
drf omeDtos de q e tratam os iip. I a 3 do Ar.
(47 da lei das soledades aooovnas, relativo ao
aano social Bcd em 30 de Seteabro olitmo.
F.acnpt >r.o da cempaohia, 2* de Ootobro de
(8D4 O gerente
Maaooel Ferreira Crni.
Officlo
A mesa regedora da Veoeravel I-mandade
das Almai, em camprlmento ao art. 73 espito
lo 15.* do son compromisso detiberoo mandar
celebrar nmofBcio lolemno pelas almas, o ejna
lera logar no da 6 do correte s 8 boraa da
manta, e para ssMttil-o coDvlda soi Irmaos des*
la irmaodade a comparecerem ao dito acto.
A mesa convida tambem .aoa Kvas. Srs. sa-
cerdet a que Deste mesmo dia e b8M qolae'em
celebrar mi<-fa mediaote a esportola de 54000
comparecerem nesta matris.
MCUKAOOES
Companhia Industrial e
oimercio de Estiva
Coi i J oa S--. aci'Jililis a s rfooirem em
emoles re-al ordinarl-, ro da 14 do corr n-
te, 11 boiasr, oo 1- anaar do oralo n. 10. A
travesea da H dre de Dos, para aprenotsuao
do re.torio e coritas ds dtrect .ra, parecer do
conae'b* flaca!, relativos aeinoo social, termi-
nado ato 30 de Jnibc nitimo, e bem asslm para
a' eln(6es da nova administrado e conattbo
Red fu, 5 de Noveor toro de li.
Alberto Din Pernandes
Dirsetor lecretsr o.
O London & Brazilian
Bank Limited
gaeea sobre Lisboa e Porto
eras libras eterliaas, e vista,
sendo o pagamento foito na
oeeasiSo da aat-eoeatasaO do
saiqae ao cambio, polo qnal o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
das de vista naquellas pracas.
Irmandade
DE
N. S. Mi dos Homens
Na igreja d Madre de Deas
. CoDVoearo
Pelo presen'e coavidn'todos os irmaos desta
irmandee para reoor se em o noaso coosist>-
j celas I bo'sa <-a 'a'de do dta 8 do crreme,
pata em mesa gersl eleger si;-mesa admlnhirt-
Usa pr o MBe-ilfl isa* IBi, como proeanna
0 arUS des nosse eatflSnfce, que manda pre-
ceder laareterlf-Jlmente a eletclo no dia anima
1 litcidoo
cooiistori6 da irmandade de N. S. sai dos
H<>met. 9 de Novemfcro de 1804
O escrivao Interino
Jote DkUto dos P.Bentoi
C/oanpanhia Manufaetora de
Pbosphoros
Sao convidados os Srs. accionistas
realizarem dentro de 30 das, a contar do
5 do corrente mez, a 8.' ntrada de suas
prestacoes, razo de 10 0[q do capital
subscripto ou 20$ por accao, em mSo do
tbesoureiro, ra da Madre Deus n. 18.
Recite, 3 de Novembro de 1894.
O director secretario.
J. P. Gonfalves da Silva.
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem docidadao teneote-cororel director
leis arsenal, disintoem ae costuras nos das
5 6 e 7 do correo'e mes, com as costnrelrat,
tsMiidorae das golas de ns. 551 & 600, de
:onformidade com as ordena em vigor.
SeccSo das costaras do Arsenal de Guerra do
Estado de Pernambnco, 4 de Novembro de 1804
Flix Antonio de Alcntara,
Capito adjunto.
Industrial e commer-
cio de estiva
COMPANHIA
No eacrip'orh <'esta companhia. i roa do
Amorim o. 58, -cham ee a disposlcao -ios se-
Dtiorea arciouis'as a copia < cumentos exijimoH por lei. relativos ao ame
social Modo em 30 de Jonbo proxirxo paaaado.
Recite, 11 de Ooiobr de 1894.
A. D. Feroaudea.
Director secretaris.
Companhia deSMita Tin-reza
ASSEMBLEA GE^AL
Reunir-se-ha no dia 12 do crrante no
Ia. andar (sala de detraz) do predio n.
19 da ra do Vigario Tenorio ao rueio
dia, a assembla geral da Companhia San-
ta Tbereza, afim de ser apreciado o pa-
recer da CommissSo Fiscal, lido o relato-
rio e votada urna proposta do gerente da
Companhi.. sobre assumpto de nua ecouo-
mia. Nesta mesma occaei'o eleger-se-ha
um director e a comraissao fiscal.
Escriptorio da Companhia, 5 de No-
vembro de 1894.
O gerente,
A. Per eir Simes.
Hospial Pedro II
Preeiaa-se com urgencia contractar om pratiro
de pbarmacia com habillt?coe^ para o servigo de
aboraiorlo. J aervlco e daa 6 boras da manba
i 6 da larde: a tratar com o D-. director, no
mecrco hospital, naa hnrgj do expediente.
Pernambuco Powder
F ctorj
N) a^criotorio oVta Comp*2bla. F"Ca do
Ccmmercto n. 6. acbam ge a iaposlcio dos S-a,
accionistas o u; h: ,-' referente ao anno ti o i o em
31 de Apealo p-aado e mis documentos de
qoe trata a le na eocediie anoovmas.
Rcife. x7 de Ootobro de 1894.
A. J. Barbosa Vianoa,
Secretorio.
Sociedade
DOS
Artistas Mechanicos e Li-
beraes
Assembla geral extraordinaria
De ordem da directch commanico aos so-
cics ffficttf js deata associaco que Sa sesefies
de reforma de ests'ntos em c ntinnacj ss ef
fectuarS as tercas leiraa as 7 no-as Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechani-
cos e LiDeraes de Pernambuco, S de Novembro
de 1894.O 1- secretario,
Ignacio Lopes.
Cantas atraasadas
A Companhia Exploradora de Produ-
ctos Calcreos, pede aos seps devedoree
em atrazo que venham saldar sem demora
as suas contas, sob pena de serem cha-
mados pelos jsrnaef.
DerbyClubde Per-
nambuco
A direetmi d'sia sociidade, em (eacaj de
hoe, refo'ven consentir qo' os oroorie'arioa dos
anlmes Barlim Franlin, Pirilaaapo s Giajanaz,
: Secretaria do Derby Clab de Pernambnco, 5
de Novembro de 1894.i gerente
A. A. GooiesPanna.
ltSAB.TKlCOS
Mossoro e Aracaty
S'goe para os pito? cima
Go'e recebe carga no 2* nonio
'na da Madre de Otos e. 8.
o hiat') Dos
a tratar
LDG.lH N0BUBGU8NSS
Christina Elizabeth
Para
EM DIRE1TURA
Segoe para o pono ac; Para o resto da carga tetase com
E S. Lew
22-BA DO C0M*ERrIO-
Llo>d Brazileiro
PORT08 DO NORTE
O paquete Brazil
Commandante
A F. da Silva
Eapera-se dos
portos do norte
at o dia O de
No vembro se
guindo depola ds
iprnoriTindispenravel para
Macei, Bahia, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommpodas serio recebidae al 1 hora
di tarde do dta da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da CompanhiaPernambucana n. 4.
gPan passageD?
cornos
frete etc. tfata-se
carga,
AGENTES
PORTOS DO SUL
O paquete Manos
Commandante F. A. A'meida
E' esperado do
aol ai o da
* de Novembro
segolndo depols
da demora Decesna'ia para
Parahyba, Natal, Cear, Ama-ra^ao, Ma.
ranhao, Para, Obidos e Manoa
Aa encommeolu serao recebidasat 1 hora
da tarde do dia da ssbtda, no trapicbe Barr-oss,
oo caes da Compaobia Peroambucana n. 4.
Aoa Srs, carregadores pedimos a soa attenfito
p?ra a clausula 10* dos coobecimeotoa qoe :
No caso de baver algoma reclamacao contra a
compaobia por avariaa oo perda, deve ser feita
por escrlpto ao agente respectivo do porto de
oescarga, dentro de tres das depois de flnali-
Nao preeedendo esta fornalidade, a coapa
oB'a tica Isenta de toda a r sp nsabilldade.
Para passagens, frotes e eocommendas tra-
ta-se com o^
AQENTE8
Pereira Carne.ro & C.
Rui DO COMMERCIO N. 6
! andar
Rojal iiii mu Pacet eipr
O paquete
Magdalena
COMMANDANTEJ.BRANEB
E' esperado do sol al o
da IO it.N nembro segnlo-
do depou da demora indis
peneavel para
m. Tcente, Lisboa, VIgo o oo
liaoso^on
Para carga, passagens eocommendas e dinbei
ro a (rete, trata se com os
AGENTES
O paquete Thames
Commandante B. S. Armstrong
i s f sr
B' esperado aos portos ds
Enroca ateo dial de Novem
bro e segofra depois da de
mora indispensavel oara
Bahia, Rio de Janeir**, Mon-
i tevideu e Buenos Ayres
5. B.Prevlne-s toe Srs. recebederes de
marcadorias, que a Companhia Mala Real tngls-
ia contraetoo com aGenual Steam Navegation
Compannn tlrfreo ds vapores semiDaes qns
partiuoo ae Poraeanx e i ognac, vem ebegar a
Sontbmptoo a lempo de baldeiarem aa cargas
destinadas a America do Sal. para os vapores
desta compaobia.
A Real Mala acceita por p ecos razoaveis paa
sagairos para Talparaiso va BuenosiAyres e
entrada do Ande-.
Tambem acceita pasaageiros para .1-vr Yjrk,
va 9<>aati;:mpton, por especial arraojo teito com
a Compaobia Allemaoi LloyJ, no lenao demora-
i;m-3e na Bnrepa cas i o desejaram.
Redcelo nos preces das pasaagons
Ida latvtUe
A Macu i* ciassa S SO 30
A'8oothampton 1* classa C 38 t 41
Camarotes reservados para os pasaageiros de
Pernambuco.
Para carga, passagens, encommendas e dinbei-
ro a (rete: trata-fe coa os
uiorim Irmo* & C
V. 3 Pn ioBom JiaN 3
A. C. Sud Braz Dieneet
O vapor
Macedonia
E' esperado dos portos da En
ropa al o dia 9 deNsvembro
e eegolr depois da demors ne-
essaria para
Rio Grande oSul, Pelotas e Porto-A!e
gre
Para carga e psspsgi os 'rata-ge com os
AGENTES
Pereira liarnesro i C.
Ra do Commercio n. 6
1. andar
Lmha regular de vapores
LEILOES
Terca feira, 6, deve ter logar o lellao de
predios, asm orno 10 chapas com pedras mar-
nrre, existen es no armaiem da roa do Bora
Jess n. 14.
,. ~ H29' B *' norao> dte ,er logar o le-
lao da 10 cnapaa de pedra marmore.
Ao mtio da, leilao d<- faz-ndas completamen-
te molbaoaa pir ler cabido a catn n'agoa.
Sexta-felra, 9, de boos mo7ela, looca e
vid ros.
, Lfiiio
Hoje
Fazeadas a variadas
Ao aeio dia
Brisa branco e de c-es, cretones, cbit?s, mo-
rios e madipoiOes ticos, coitedo de urna calxa
que cabio n'gaa
Ageie Pinte
ROA DO BOM JESS N. 45
Por o'caai&o do leilao de mullas ootras fazea-
das hmpa?, toalbas felpudas, meiaa, caasinetas e
450 majinetai para portas ou ,a hadores.
Leilo
ta reg
Dacionaes e
estrangeiros
O VAPOR INGLEZ
Shaftsbary
Pacifico Steam Naiigati^n Com-
iiij
STRAITS OF MAGELLAM LTNE
O paquete Orellana
E' esperado da Europa
at o dia i de Nove abro
seguinde depe> iadia-
|s*ntavel deaora, p^ J va'-
paraieo coa escala se1
Babia, Rio Janeiro o Mantev.do
Para carga, passagens eacomaeadas dinhel
o a (rete trata-se com oa
AGENTES
Wilson, Sois I C, Liraitc
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
A. C, de FreRas* OS C.
Sud Brasil Dienst
O VAPOR
Ithska
Prese nt(>meote
cesta porto se-
guir depois da
breve demora
p:-ra ob portos o
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sui
Em direitura
Para carga e vaiores ira's Se com
E. S. Levy
Rta ds C immeroio n. 22
Hamburg Suedamcikams-
che Dao pfcchiffahrts Ge-
sellschaft.
O Jvapor Santos
^ B' esperado do sal al dia *
Novembro e seguir depois da
emora necesaria para
Lisboa e Hamburgo
Este vapor Iluminado loa elctrica
e'oftereco optimaa acoommidacSes aos
Srs. pasaageiros.
Entrar co porte
Para paseageos, carga, frete e etc., trata-ge
conos
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
18Rw% do Commereic18
1'* andar
Patacho altralo
Otto
Para emdireitnra
J teodo engajado pane de sea carregamento
poder anda receber om resto de carga para
reguir oestes poocos diaa : a tratar com
Pinto Alves e Comp.

E' es aerado da Borcpa at
o dia de Novembro se-
goindo depois da demora
necessaria para
Santos, Paranagu, S jdU Catbarioa, Rio Grande
do Sel, Pelotas e Porto Alegre
Para >.arga, passagens, encommendas valo-
res iralfl-ae com os
Agentes
Pereira Carneiro & G.
6-BA DO COMMERCIO- ft
1- andar
De prsocbies e laboas de forro e a?aoalho de
amarellj, looro e cedro. Fat-se abamenta des
precos actoaes de 10 a SO '/<, Para ver oa ser.
r ra da roa de S. Joo e a tratar na fabrica de
viobos de caj, de Jos de Macedo a rna da Au-
rora o. 111.
Agente OJiveira
Leilao
De bons predios
Todes Sem locabsadjs e cuffl boas sadimectos,
SENDO :
Dm sobrado de 2 andares silo roa Bella a.
4, fregoetia de Saoto Antonio, com quintal mo-
rado e cacimr-a, reodeodo aonaalmente 8I640C0-
Um dito de 3 andares e soleo sito ra Mar-
que deOlioda o. 47, em terreno proprio, ren-
dendo .anualmente 1 200/000.
Urna casa terrea sita a ra do R sa ia da Boa-
Vif ta o 9, em terreno proprio.
Urna dita sita i raa dos Pecadores n 32, coa
porta joslla de freote, 2 salas. 2 qoartos, cc-
sioba, istotat morado, etc.
Um grande sitio bem plantado, no Zimby,
com 165 palmos a* frente 365 de fuido, com
grande casa terrea, l. 13, com accommodar,es
para grande familia, eDtre as esia^es do Zim-
by a ktad da Magdalena, rom 2 grandes pucha-
das aaa tados, 7 qoartoe, grande cosiona er'er-
na, jardim na frente, cacimb o'agaa rotavl,
com bomba, baDbairo, ttcj e em teneoo prc-
rb,
Terca-feira, 6 do corrente
A's i[ horas
No armszem roa f 5 de Mo-
?enbre a 39
OCTa'ORA Dd IMPERADOR
O agente Oliveira, cimpetentemente auterisa-
do. lva> a lcl/51 oa sobrados, capas terreas e
sitio cima mencionados, livres e desembraga-
dos, podeodo desde ja oa Sts. compradores exa-
minal-oi.
Leilao
Da caea terrea n 316 alia ra Imperial,
moderna, em perfeito estado de conservacao
com t salas, 2 quartos, sala de copa, cretona
iodepaodente, cacimba e quintal morado.
Da caea terrea na roa Imperial o 188.
Terca-feira, 6 do corrente
A's 11 horas
No armaiem a ra do Mrquez d Olinda
n. 48
O agente Gas rao, autonsaio, far leilao das
casas aelna mencionadas, Hvre e desembaragi-
da te qo-lquer onus.
Os compradores poderSi i' Leilao
D 4 grades com 20 cbapas de pedra mar-
more
Terca-feira, 6 do corrente
A's 11 horas
Agente Pinto
RA DO BOM JESS NUMERO 45
AintiOlnlra
Leilao
Terca-feira, 6 do corrente
A'$ 11 Aoros
No armnzem raa 15 de No*
rcnbro n. 39
O agaots cima, competentemente aotoris'do,
lev r a leilao a caea terrea n. 21 a travesea do
Fcr'.e, frego'sta de S. Jos, com porta e janella
de irata, com 1 aala, 2 quartoa e co.t.ba.
Oa rt. pretendentas desde ji podero ir exa-
minar.
De bans moveia, finos crystaes, qoadros,
eapelbos e mais objeetos ae casa oe familia
Scxta-feira 9 de corrente
Pinto-
Agente
Us Dlarlpa de terca-feira dario os po-ae o-
res e o logar em que deve se effecluar dita
eilao.
Auptriau Lloyds Steamer
Mavigation Company
S O Tapor austraco
Meiuza
E'esperado do pcr'o de Trieste
seguindo depois da necessarla
demora para a
IBakla, Rio de alaaelro e aa
os
Para passagens, carga,frete etc., trats-se cm
AGENTES
Henry For^ter & C.
Roa do Cjmmeroio o. 8
. 1' andar
LEILAO
De monis, espelbos, qoadros, porcelana, loo-
Cs, vidros, diversos objeaoa de electro-plai e
2 mangneiru para irng cao.
Sexta-feira, 9 do corrente
A'S 11 HORAS
No 1* andar do sobrado raa da Auora n. 89
CONSTANDO :
Da i boa mobilia de junco com 1 sefi, 12 ca-
deirai de goarnicao, t ditas de brscoa, 2 di'as
com salanco, 2 conroios rom pedra, 1 etpetho
v'K 4 qsadros. 2 etageres doorado, 1 tpele
para sera, 4 ditos para porta, 2 e crradeiras, i
tardinaira com pedra, 1 mesa pa a jogo com
panno fino, 3 esp'egulcadeiras, 4 jarres para Ac-
res, 2 ce?tis com flore?, diversos enfeites de
electro pate, 1 cosa para cheel, 1 toilette, 1 la-
vatorio toa yri|i7l goaroisao oara o mesmo,
1 suarda volaW, I imoortame ct-xmoda, 1 ca-
bide de olomfia, meia roma oda, 2 camas para
solieiro, cem colxOes. 4 camas fe lona, novas, 1
sot de amardlr, 1 cabide de parede, 1 espeibo,
i lavatorio ce ferro com jarro e baca, 1 mesa
elstica com 4 taboas, 1 guarda ieeca, i apara-
dor com pedra. Jdjios com colorrna, 18 cadei-
ras de junco, 1 mobilia de amarello cciplels, I
relogio de parede, 1 qoartmheira o.: colomna, *
dita de parede, 1 mesintta de ferro, 1 dta de pi-
nbo, 2 anas pa-a agsa, rircelanaH. ionjae, vi-
dros. crystses. elertro-plate e toritos ootros
objeetos de cbsb de fmula.
O agente Gosmao aatortsado p r orna tamtiw
Iqoe retiroa-f para o Interior do Estado, lar
falao dos movis icima menciona .ce. os qu
se acham em bem estado de con-e-va{ao.
Leito
De solidos e importaates movis 1 lstrete
ervatel de 3 teos, araadelas, 1 espe.bo oval, vi-
droa a 1 excedente plano de Pleyel
CONSTANDO: M .
De l solida mobllls de jacaraosi medsJhlo
duplo com 18 cadeiras de guarnlcao, 4 ditas a
bracea, 1 sof o 2 dtequerqaes com pedra, 1
exceilente plano de Pleyei, 1 cadeira para o mes-
V
I mHm T
i iii


Otario de Pernambuco -* Ter
f
i
-

mo, 1 eepelao o?al vidro bisequ, 2 liadoe pa-
res de jarros pira fljres. 3 Afloras de oecaili, 1
rico toilett de jacarando entaihido, i lavatorio
de^acarand coj) pedra, i colamos oe jicaras-
di, I gaarda vestido* de amarallo, t gurda
roopa de amarillo, i :oaimoda de dilo, i im jor-
aote mesa las.icj oval de olio laboat, 1 liado
guarda loaga de amarello coa vldros ot rico aparador de auarello com pedra aarslOa -
do, i quariiobei-a de amarello, 1 barga ala tila,
i cofre faocaz divenua lougaa e vil o.
Um luure de crystal de I Picos, 3 siaulellis
de porcelaoa e 2 dias de (erro
Qaiola-feira, 8 de correte
A'S II HOBAS
-No Z* andar do eobrado o. 67 da roa U de No-
vemb'O, antiga do Imperador
O agen'e ataas far le;la por or. era de Se-
verino Sar iva d Aadrade, que te retirou para
O eeairo do Estado Jos impirtaates aove s e
ais 01 recios exisieaies em lio s->tre"a. o*
qnaes se to'Dsm recommandavets pelo go to e
boa cnsemelo.
AYISOS DIVERSOS
A Baroneza d'Herpent e seu filho o
Barao d'Herpent, agente geral do jor-
nal L'Ec/to du Brezil, tem a honra de
participar aos seus amigos e discpulos
que mudaram de residencia, achando-
ae actualmente ra da Unio n. 1.
Precita se de duas cosiobelras com U'ueo
Cia ; a traiar oa tua do Apolo n. 8, I- adiar
das II as 4. boraa da tarde.
Vende-sa portao de ferro e i a li piIrnos
de largora, grades de ferro para cima de moio,
terraco e |a*tf!fn, pedaco de grades : oo largo
do Fo te das C neo Pjntas, tenda de ferreiro i.s
Cero 4______________________________
Alocase oa imporiaute meiro em A'o-
gados: a tratar oo largo da Paz o. 84-A, en a
roa do Pilar p 86.________________
Precloa-te de om copeiro ; a t'.t r Da roa
t Caaean. 35.
f* Preclea-se de orna costorelra qoe ast*ia
babllada em rasa de modisi, paga-ae bem :
na roa U. Mria Cesar, ntlga Sdoial- Nova n.
M, anaar.______
Frec ta-se ae om Iciior, preferoslo st por-
tozoez a trata' na roa ij Cudria o. 35.
O armador Paula Mafra
Continua n exercicio de sua
profisso
Ru Duque de Caxlaa n. <&
VKvoiaaKr vidvkhvhj
s k svixvd aa anana vnu
OUTOAl'7
XI
DH1E7IZYHE
OVNOOO
Ama
Precisa-ge de ama ama para cosinrar; na -na
Dnqoe de Ganas ?. 48, o ja
Ama
Para engommar, preelaa-se
ale urna asna; ra Duque de
Caxias 49, 3.* andar.
Ama
Precie a se de orna ama, a tratar a roa de L'-
vranrtoto p. 34 loja_____________________
Ama de crianza c cosioueira
Pr-cisa-ie de ama ama de enanca e amojo
de qmnoB, e tima boa coslnbeira ; no Camiobo
Kovo n 20.__________________________
Go venante e amas
Precisa 8 de ama governante e daaa amas: a
tratar na roa Bario da Vic.oria o. ti. na anllga
agencia do movis.
4
Precisa se de na ama para 1 v r e eigom*
mar : a tetar na ra Duque de Canas o. 60
lpja.____________/ _______________
Cal branca e vir-
gen de Fra-
gosa
Brevemente ser annciada da ven
de excellente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras serao dentro de pouco
tempo postas disposico do publico
no escriptorfo da Companhia Disti'.la-
Co Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda, n. 19, I. andar.
\ Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B. dos Reis & C. Successores a ra
Larga do Rosario n. 30.


Cal Branca e V i ir-
ire m de Jt_;iii-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e yirgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cid^de, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
sen armazem docaesdo
Apollo n, 73.
Fabrica de srelo
Aguas e linowdas gasosas de
43 Seda water, gioger, de, limlo. HartDJa,
earav" "bacaxis, granadina, grosellas
fraaboisaa, bannilha, hortell fimenta eto,
etc.
12ACAES DO CAPIBARUiE12 A
> AGRADAVEl *
< z o Q Se recommenda como o melhor
remedio da sua classe a TI O H
i EMULSAO ^
UJ LAMAN E KEMP T| O
COM POSTA DOS >
UJ MAIS ESCOLHIDOS INGREDIENTES m
0 H Z combinados scientifcament* e a todos o* ~espeitos a melhor praparacao de m z
UJ _J < OLEO DE FIGADO DE 0 0
BACALHAO COM HYP0PH0SPHIT08 o >
J DIGESTIVO *
Coslnheiro
Precisare de ana bona co-
aiolieiro aa cosinheira para
easa de pequea familia, ena
linda paga-se bona ordenado ;
a tratar na ra do Conanaereio
n. 44.
Caixeiro
Preciea-se de um rapas qoe teoba pratlca ce
fazeodss e dando atistalo de sen bem rompor-
L-rrenti \ a traiar 00 Baiar de Afogadoa.
Jardioeiro
"Precifa-se de nm jardinciro, orefeModo-ie es-
iraogeiro; r a rea do Commprcio.n 44.
Compra-sena
Pharmacia America-
na garrafas brancas de
litro:
Garvo cima I
Bcebese qoalqcer eocommenda oo pedido.
?a roa de BemBca r. 6, merceari* Loorelro.
_____________Telepnon--47l____________
Exposicao para finados
Capailas, cor das e grinaldas de apu-
rado gosto tem
PAULA MAFRA & C.
Caixeiro
Preclsa-se de nm com pratic?, de U i i4 an-
os de Idae na roa do .Payan .q p. 9.______
Ama e cozinha
Em Feraaodes Vi ira sitin n. 8 precisa se de
orna mnlber pa-a coiioheira.
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianza ; no 3 andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Caixeiro
Na roa da Res'aorscSo d. 7 precisase de nm
rrenlno de i i a H ai nos, com pratlca de mo-
loados, dando Mador i ena conducta, preerindo-
se portogoes.
Gavao desapparecido
Deeapparecen da Torre, na tarde de 31 do
mes paspado, om cavado alario cacbito, com os
seguirles fign,es : doos ps calcsooa, orna es-
trella braoea na testa, cabeca carnelrada, Pe-
de-se a qoem delle 1 oticia exaela der o favor
de leval-a 4 roa do Ccr> nel Saassooa n. 208, 00
oa coebeira do Sr. I0S0 Qoeiros, na Tone, qoe
jer generosamente recompensado-
Estupendo
Existe no becee denominado do Bernardo,
(regoezia de 8. Jop, doos apoarelbos qoe em-
bala om ebeiro tao agrdate! por se arbarem
10 upidos, qoe cao e inrommoda aos (ranseon-
tes como aos mora ores daii de perto para
ispo chama se atten(23 do digno Inspector da
by.ieoe para dar as soas enrgicas providen-
Cla8._______ '
Atten^ao
Arros de ( qoaiidade ; vende-se na roa do
Brom o. 67, armaxem, saceos de sete arrobas,
por prego raxoavel.______________________
Ama deleite
Prer'u-se de ama ama de lciie: no largo do
Mercado o. II.__________________________
Demarcacao de tenas
Pelo eogenbelro C, C. Carliol, reaidecicia na
cidade da E cada, ro do Rio n. II.
Carros e cavallos
novo fortimento de 'anieroa?, chicotes e col-
letras ; na loja de msicas e instrnmerjios do
Paiva, roa Nova n. 13.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometrea de
marinha, caixa do msica, apparelkos
elctricos, oculos, binculos, ocal os de
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mecbanica.
9fina Larga do Rosario9
Precisa-ea de urna ama p^ra cbviobar, paia-ae
bem ; a tratar na ci Harqaj de Olinda n. 63,
loja de looca
Casa no Monteiro
A'ug -s- orna cssa mono fresca no Monteiro,
tendo agua, gas e jaMir* ; a tratar oa mi i*
de atare ir 20 a. ^__________________
Inverna
Vende--e a taverna sita 4 roa Lolsdo Reg n.
47 D ; a ( atar na m ama, oa com Lopes &
Araujo, pateo do Livameoto n. 38.__________
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, atteav
tam a etficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
Ta&t C., ra do Marques de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, roa Duque de
axias a. 84.
Pharmacia Oriental, a roa Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & roa do
.] So da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,rua Larga
Rosario a. 31.
FERRO QUEVENNE
nico pprorad
peta ACADEMIA DE MIDIGINA OE P III
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ao mais apurado gotto, para casamento, bapti
saJo, on oniro qnalqoer acto, pode ser procu-
rado a ra da Cadeia o. 43, loja de selleiro, 00
oa sna residencia, ra da Concelgao n. 3, Boa
Vista. _________.
Feitor
Precisa se de um feitor; a tratar na
da Independencia, loga da BMaa._______
praja
garantida absolutamente pura
J. LEPELLETIER
m. C^.ISEIT'X'-A.ISr perto Isicnay (Fransa)
CASA CSTABELECIDA EM 1830
23ncontre.-se esta Manteiga em casas de, con.t.anpa.
$mm*mmmmmmmmmmm&
Oannos (BtassCDe.c;. Gremio Otunde.- Expoaijo Univerual, Paria 188&.
t-4 DitJcm* r Honra, 18 Idedalhaa de Ouro e 3 Afadaiha da Prmta.
FAR1NHA LCTEA SSiSTLi?
i
1
ILEITE GOSSADO NISTLUS
[ 7er4adelro x.t:xti PURO DU VAcCAS BVISSAS tondo conservjdo seu artiua eflB
8todasauas QUalldad^snitrlUvas. Alm dos grandoa snrvlgos que esta con- urva y re-tai Kron.J
ao Kzeicllo e aos HoSpllcs, ella lem ginhado sua por>lrao na allmenUcao dos parUco!ireii;Bp
ao* lues ella aasegura um lelle agradavel, sauJavel u natural. ^_
3
CUJA. BASC, o o BSM IIIE
T o melhor alimento para as crlanras de lepra !flade. Suppre
i lntufllciencia do ltUiat<"i:alefacilttaoduiiiama,.Cou?cu
uso nao ha dianhoj nem vmitos sua digestao fcil e con.pieU.
Euipragase tambam vantajosamente eomo alimento pira 41
Adultos e Convalescsntes qu9 tm estmagos delicados.
?er4adeiro Z.EXTB PTTRO DXI VACCA8 BVISSAS tendo conservado sea venia e
'todas auas dualidades nutritivas. Alm dos grandes snrvlQoa que esta conserva presta i Froui,
f ao Bzercllo e aon Hos'pltes, ella tem ganiado sua pocico na allmenUcao dos partlcolareii;
.ao* quaes ella aesegura um lelte agradavel, sauJavel u natural.
:ajt a rsxa : hhtri jrEBXi a Mana rairtea : vxarao *va rsxmsasoa.
A casa Henrl srestl nao tem nata, como outr'ora. nm nico agente para o Braitil
seus productos acham-se as princlpea catas Importadoras, drogaras, pharoiacUs e 1oJ.s
I de comes ti veis.
HENRI NESTL,em?EVEY. \ % f____ %%. SS^-*-

rMI9jtSOA 99tt9t &
VINHOdeBUGEAUD
Sao magnficos
Moura & Costa previnem ao publico
que ]L se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecdo indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zeres, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
retalho em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n. 45 A
Antigo imperador
Jsiobeiro
Preclsa-ee de nm bom coDlnbeiro, asBim como
le om criadmbo a tratar oa rna do Carmo
'balet n. 55. em Olinda.
Frascos v.-.sios
'.mpraai-se fra-cjg de manne ia flalda, va
pos, paea-sebem; oa rna Bsrao da Victoria
nomere 37.
Cosinheira e copeiro
Precisa se de orna boa cosinheira por 300GC
por m*i, e de om bom copeiro : a (ratar no pa-
eto do O'lepio n. 4, eserptorio.___________
Grande modificacao
de presos
Ealamcs resolvidos a vndennos as fasen bk
do noffo esta elecimeoto com abatlmeoto de 14
0/0, isto fasemos devtdo nao t a grande qoan-
odade de I rendas qoe leo os e caia e bem
como ao graode o eepleocido sortlmento que a
cada momeato esperamos de Paria, Inglaterra o
Allemanoa ; por tsnto, ensla pooco om paseis
seste bem luoma o esiabelecimento, onde todoe
focoofaro sinceiidade na medida e os que
cima Bna dito e bem ce m j o agrado dos pro-
piiea ios do mefmce
sem eompelloore
Estrellas ^'America
il-lde narfo-12
Aotlga do Creepo
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medioame
to, qoe comejou % aer vulgarisado m
1883, e qoe tBo proficuos resaltados tem
producto na cora do reamathisnao, ao-
estias de pelle, eacorrheae, asthms, io
loffrimeotos occasionados pela impares no
laague. e as diferentes iormas da syp'ti-
lie, esterepor algom tempo parvbsado por
cicumstanciae imperioaas; e boje, poreja,
reappareca com todo seu vigor; e de
esperar que continu a mereoerdq illaa-
trado pnblico a metma acceita9So de que
sempre goto o
Approvado pela respeitavel Junta Cen-
tral de Hy i ene, por Deoretoa de 2.de
Junho de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
e m poslf So
o*
Fiffiino -andido de Figieireio
PROPAGADORES
Bapista& Figueiredo
A venda m oni-lqu-T PharaaoiB.
I0NI-NUTRIT_V0
[COM OUINAj
l0:
O melhor e mais agradavel dos tnicos, receitado pelos mais
alustrados facultativos de Pars, nos casos de ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de qualquer na'tureza,DOEN?AS
do ESTOMAGO. GONVALESGENgAS.
P. LEBEAULT & C", 5, Rne Bourg-l'Abb, PARS
SE ACHA AS PRINCIPAES PHAR4IACIAS
OLEO1H0GG
de FIGADO FRESCO de BACALHAU,NATURAL e MEDICINAL (Frascos!
NICO PBOPROrraKIOI HOOO,a. Bu) Caatia-llone, FAJUB, K B_ TOBAS tS rifTItfl .
Engooimadeiras
Precisase na tintara ria 4 rna das Flores na
me-o K-______________________________
Servico deenterramento
Completo, a capricho e promptido.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 25
DirecSo do
i PAULA MAFRA
'FRUMIBRns BRaOSTSMIDE oDTRANCK
ldos mu l.:2Pbctosu ;er*l db HTwa de rio dk jahebo
JLpmilaaam, Batommchicom, Purgmtirom. Depurativo*
Contra a rJtm de appotito, a Obatrnccmo, a aiiiasiiiiu as Vertlgres
tti CoaseatSes, etc. Dote ordinaria: 4, M 4 3 ordos.
Desconfiar das falsillcac.es. Exigir o rotulo junio lmpreaso em francs
ec^iLu de cAdln^ralSe0 oSello da Unio dos FarcuntBS
IB PAJUZ, Fbanaacla r.BRO"V, em toda* as VAwsmaeaO
ASTHMA & CATARRHO
Corados peloa
CICA!
OPPHESSOES TOSSE DEFLUXOS NEVRALGIAS
APPROVADOS E tlCFHCIADOS PtLA IK9PCTOniA FIAL DK HYlENB LO BRAZIf.
Venda por atacado J. ESPIC, 20, roa Bairt-Lazare em PARS. jr>ja-*e a Jirmn
lPOtlTOi IM TODAS AS PR.1NCIPAKS PNAS.MAC1AS DB FRANCA C lO kXTHA*lH
Phosphatina Falires
enlo o mais acradavel c mais recom-
<(
A
alimento o mais agradavel'
mendado para as enancas desde a idade de 6
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a denticio, assegura a boa formacSo
dos osses, dte e eslorva os deleitos de cres-
cimento, impede a diarraea tao frequente entre
as enancas.
fifis. I, ir mu Tlstria m todaa aa pharmaclaa.
PRISAO eVENTRE
Csm pelos
I Vsrdadeiros
vsy
00 safcor tf ri
Pars, 6. Avenne Victoria r im
,W
^
oo*
LautlTt
afradavil i lat
Phtrmtriu.
tasar i
Paute Xeuope\
d. Naf d.\
DELANGRENKR
FARIZ
63, Rae Vivianne
St tuKto a vmi* mi
todoi ai Pharmactas.
Oimu:
a TstM, Cripta j
Iofloean
Bron chltea
Coqnelicae
IrriUtStadaPaUol
e da
CarjanU
Engominaifiras
Precisa-se de engomma-
deiras peritas na Camisaria
Nacional ra da Imperatriz
n. 52.
Pregos americanos
Vendern Beniy Foreter & C. em seas rma-
teos de rariona ae trigo, caes da Reeenerscao
ds. 3 i 11, ao no sea escriptorio a roa do Com-
me-clo
, Magdalena
Alaga-se o rredlo n. 81 roa de Bemflca, com
granees coturno los e goa encanada ; a tratar
na roa Direita o. 48, sobrado, oa na secretaria
da Santa Casa. ___
Foges Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
j Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Precos sem competencia
Perto do banho salgado
A ngj.-e om sobrado com bastantes comino-
dos caiado e pni.do de novo i roa Malnias
Ferreira n. 43, Olinda; i tratar no piteo do
Carrn 0. 6 Olmd.
FA.WAZA8
' lindo 9 sortimeoto de tecidos senda
impossivel de se descrecer a grande a-
1 i idade de teoidoa de fantaiia, sedas,
lis, ntnaouk, oambraiaa branc-a e de oo
ie> ; pede-te ao publico em geni a princi-
palmente aa txmes. fwmiliaa de visitarrem o
Coi'gres o das Damas
Carvalho & AJmeida
RA DO CABUGa' n. 8 a 10
Telephone 196
Aos Folocipedlsfas
A visa ir. Conrado, An tunes &C, qe
recebaran! iuvas para este otil divert-
mento.
4' BRISA
PRA^A DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 B 10
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grarapoSj
settas, pulseiras, chateleines, cadeias,
medalhoes, alfnetes para gravatas e sba-
toaduras o que se p_de desejar de QMis
chic e lino, novo sortimento receberam
Conrado, Ai.tunes & G.
A' BRISA
Espartilhos
Receberam Conrado Antones & G., um
variado sortimento
Conrado Antunes i C-
A BhLSA
Lf ques de Gize e Peioas
Ultimas novidades de Paria recebea o
Congresso das Damas
Bordados e remla
Lindo sortimento de finos bordados
brancos e mescladcs de todas as larguras.
Ver para crer.
Loja Nova Espbrana
63 Ra Duqoe de Caxias 63
TEDRO ANTUNES & 0.
BICOS e rendas, completo a mimoso
sortimento desde o fino valenciano a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, pre$os sem competencia.
ROUPAS BRANCAS
Carnizas para noute e para o dia.
Tambera vende a NOVA ESPERANQA
FINOS CORTINADOS
Para camas e janellas, brancos crema e
mesclados, prec.es limitados.
CADET
C U R.A
EM TftES DAS
[re?BDenain7]
PAR
Vepositos nos priacipaes PharmaciaM.
Para ter a Verdadeira Agua de
V1CH
(FRANCA)
as* ja Fomu aosV o Lttrtirm
aaosW arvaptmki.
CLE8TIM8.-*!t^
RANDE-GRILLE.-^-oJ
OPITAL. Erto~0
Ter e cuidado di designar a Fonti.
Ewigiro

Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Caxias n. 25 (an-
tiga das Cruzes) ricos atades e o
mais necessario para funeraes.
COPEIBA E GBIADO
Precisa-se de urna copei-
ra habilitada e um creado
at 14 anuos ra Duque
de Caxias n. 86 1. andar.
Attencao
Vende-fe ama imoorta te co heirs com vsc*
cas toorinas, com crias si gj'retan preobe e nm
noviloo e nm bom caTtlIo para sella : tratar
com Jos Peieira Dnarie, nos Qoeloos, defroate
do Hjipual Pedro II.
OsaaiiUa em P-rnamhcco AG. LAB1LLE; MAHA *
SUVA JDMloa e IX) (rucipaea Plunaacia a Sn>(uiaa.
SBZ0S5
As sezoe^, febles intermi-
tentes, palusf.resf renitentes,
dores de cabeca, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall velmen'e com as
pillas contra as sezos do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FMNlBZA
H. Rouquavrol
22 Ra da Cruz 22
Ao commercio e ao publico
Rocba & C cotnmaoicam ao commercio e ao
pnblico qoe veodrm o ea esiabelecimento de
molbados ello a rna Bro 'a Victoria n. 17, e
que no 1' andar do meamo predio (escriptirio)
enconirarSo pesaos competente para resolver
qoa'qoer oe^ocio relativo ao mesmo.
Baixa de ^apim
Vende se nm terreno na Agoatioba de Bebe
rlbe, com 1.870 palmos de frente e 800 de fnn-
iio, pl n'ado de ap para tablados, 23 ps i e coqoeiros e algorxa?
fiocteirss, luranRfiras, f ic a-p_o, jaqneiras,
maogneiras e jambreiro ; a tratar na roa do
Boxflca, sitio aef-oDie do sobrado graode. ini
ciaes=T.P P.___________________________
Casa para alegar
Grande cafa no Largo dos Remedios n. 25,
defroate da Igreja : tratar Da Magdalena, sitio
do commendaaor Barmca.
Caaa
Vende-seon re'mn'a seo sobrado da rna Di
reila n. 3. a tratar no 3* anrtar f*o mesiro.
vinho-CLARETE ESPECIAL
DE
tuvo Rocha I.erto t C.
Garantido puro e escolhido pel
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEICES para'se
obter urna digest&o sadia e nutriente.
Encontra-se as principaes roe'-
cearias.
NICOS RECEBEDORES
Gt'IMARnES& VALEXTB
6 LARGO DO CORPO SANTO N._______
Cosinheira
i recisa-ae de ama boa cosinheira para a Var
ea : a tratar na rea do Crespo 19 lojs.
Engommadeira e cosinheira
Precisa se de 1ass nrxa<, para cojinhar e en-
eommar: na roa do Livramento n. 25, segnudo
o ar.
Rodolpho
Antanes
i
9
&c.
Galoes e Guarni^oes
Com vidrilho e aem ?idrilho acaba de
reoeber lindo sortimento o
GQNGRKSSO DAS DAMAS
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeaas
porcoes applica-se ventosas seccas^e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
MUS
Brancos e de cores recberam
Conrado .lutuue* t C
Um importante sortimento acabaos, ale
receber
Conrado Antuuos 0c
A' MUSA
c.
Vende-se
O engeobo Hon e-Pio, outi'ora Bura de Jan-
gada, comarca de Amaragy. mnvi-io por agna,
oom todos oa pe'ienneg t pro orcow psra s''-
(rejar de 2 000 a 2 500 pftes, distante roela le*
goa da estacao de Cortes, at-aveseaodo o cerca-
do a liaba frrea de Bonito.
A tratar com o prop'tetir'o o Sr. Franrisco
Monis Ponas no en ano IrVra C'uz. eomarca
de Bonito, e a Informar com os Srs. Wanderlej
& Bastoa 4 roa do Bom Jeras, n. 19 1.* andar.
Alt eotaaiiiodidade coa capar-
[AlMsl
Para senboras que criam seus filhos e
mujtas outras qualidadea para senhoraa
mocinhas.
MILAGROSOS collares elctricos para
facilitar a denticao e evitar as convulsSas.
Sortimento de todos osjnumerop Annais
para evitar nevralgias e congestoes. Ver-
dadeiros recebea a Nova Esperan$a, 63
Ba Duque de Caxias.
PEDRO ANTUNES & C.
Chalet
Aluga-se um cbalt em Sant'Ann n. 8
A, quasi defronte da Estacio, com bas-
tantes corumoJos para familia, tem gaa
encanada, algumas fructeiraa e bastante
terrena, & tratar*no Armazem do Martia
a Pra^a Maciel Piabeiro n. 2.



I


i


I.




s
Diario de Pcrnamboco Terga-feira O de^Tovembrode 104
A LA GUN-V1A
5S A-Rus da iioperatriz88 4
Othon Silva $ C.
Acabam de receber da Europa pelo ul-
timo paquete um esplendido sortimento de
fazeudas como sejam :
Sedas pretas e de n&res, de diversas
qualidades e de maior novidade neste ge-
nero-
Chiffonetes, padrfes lndissimos.
Cainbraias brancas o de cores, o que
ha de melhor e variado.
Organdys, linons, perc^lines, cretoues,
grande e variado sortimento.
Riquissimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alta relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melbor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros
Legues de todas as qualidades e grande
soriiiaento.
Mf.ias de 13, craas, escossia e de seda
para senboras, homcns e criansas.
Camisas de alg >do, linho e seda lisas
e bordadas para liomens, grande vare-
dade.
Co'.l&rinhos, punhos e peitilhos, lencos
de Hubo e seda, casemiras, gravatas pal-a
homens.
Ccstumes a marujo para criancas, ul-
tinia novidade neste genero.
Canemiras pretas e de cores para costu
mes e calcas, sor'.imento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricantes, e
o novo Tnico Maravilhoso, grande
descoberta contra a calvice e a caspa,
ALFAIATARIA
Temos urna oficina dirigida por um
hbil e intelligente mestre.
Sendo e-plendido o nosso sortimento
convidamos as Exmas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso cstabeleciment p ra verificar o
sortimento que temos, certos de que en-
contrarlo agrado, sincer-dade e modicida-
oeem precos.
La Gran Via
58 A Ra da Imneratriz n. 58 A
loja oe Me
Roa da Imperatriz n. 58
OTTON SILVA, & C
PARA
Guimaes & Valente, continuam
a tor as mercadorias abaixo descri-
minadas proprias para Uzinas e En.
genhos que vendem garantidas e a
precos sem competencia.
Cal nova de Lisboa.
Cimento Portland.
Oleo de Mocot.
leos americanos para lubriftcaco
Oleo de ricino.
Oleo para cilindros.
Azeito de coco.
Azeito de carrapato
Azeito de Peixe.
Gaxela de linho.
Graxa em bexigas.
Pixe em latas.
Potassa da Rssia em barricas, ca
xas e latas.
Formicida capanema para extingo
da formiga sauva.
H. i Largo do Corpo Santo M.
19 Ra I/ de Marco 19
Este acreditado estabelecimeato continua a liquidar
iauitas de suas m^rcauorias por presos que admira.
Contendo:
Zsphi.'oa maito largos com listas o quadros pira vestidos e roupa de creso
ca faienda de 400 rs. por :40 n. o oovado para acatar.
Chitas americanas e raoiorks nss a 320 o oovcdo.
C*iiot.i e brim par* roupa ie homem e cranlas a 500 e 600 o aovado.
Cachemiras om ama largura, para vestido-, 400 res o oov.de-
MadapolSo amerioano com 24 jardas a 10$ e 12(5 a pega.
Bramante de liaho 4 largores a 3009 o metro.
Cortes de can mi.-a finas a 800O om
CobxoVs franceses para c-ma t. 15jfC0O.
Mosquiteiroa injerosnos a 15(5000.
Mrito preti e 1 so e lrvdo nuit > fino a 1(5600 o cavado.
Sarja pret* pra rou^a de homem a 2(5500 o oovfcdo.
Cape!ls com veo para ooiva a J2J000.
Eip-rtilhos da eonr.fi a 8(5000 e 10(000 um.
Velludo rosso pdrrJe m.demos a 800 reis o covado.
Cortinados de crochet par- cama e jane'la a 12<50C0 o par.
Ditcs de c-mb'ais para c ira e janella a 10(5 o par.
Atoalbadu bordado para mesa a 3f000 o metro.
GuarcicSes de crochet ,,r sof e cadeiras a 10(5000.
Rrim braneo de linh> a 2$ a vara.
Aventaes pa menirjps e megas s l^e 1C5C0 um.
Setim c-r de rosa s '(5 cavado.
Se netas de toda as cores & 600 rs. o ovado.
muiros oa'roa ert gs que f se vei.do.
Telepliooe 81
LOJA DO POVO
i
Fabrica de Charutos
Camponeza
DE
BITTENCOURT $ LK1TE
Baha
Os proprietarios da conceituada e
acreditada fabrica de charutos Campo-
ueza, constituiram nesta cidade, nicos
agentes dos excellentes e magnificos
charutos de sua manufactura, os nego-
ciantes : loaquim B. dos Reis &. C Sttc-
cessores.
Ra Larga do Rosario n. 30
PERNAMBUCO
NIMA F0MP1L10
( irrgjao
dentista
Contina com o seu consultorio & ra
BarSo da Victoria n. 54
Consultas e operaces
manb.5. as 3 da tarde.
Dentaduras pelos sysiemas mais
demos e aperfeicoados.____________
daa 8 horas da
DIO
BP"fc:tafe
Komtia: d. J'
Ccsinheira
de crcii (osibbeira
na roa do
0 REMOBSO DE UM
%NJ0
CMU ISAIII .1. E AlilMI 1T.VHI A
15 **ua do Visconde de Inhaiaia15
( A ntiga do ra do lian gol )
Este novo estabelecimeato acha-se sob a direceo de Alvaro Jos Pareira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta cidade, por isso scientifica ao respeitavel pu-
blico pernambucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, como do maito que
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brina, bramantes, Hanellas, ptimos
madapoloes, esguioes, entretella, crotones eetc, tudo o que ha de mais apropriado
para o bom fabrico de camisas Esta casa tambera se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e precos seguintes :
Duzia de 1.' cla-se com punho ou sem punho 8(5000
Duzia de 2.a clase com collarinhos 905000
Duaia de 2 a classe com punh e sem punho 728000
Duzia de 2.* classe com collarinhos 78(5X0
B com punho ou sem punho 6 8000
B com collarinhos 6600(0
classe com pnnho ou sem punho 48800O
Duzia de 3.' classe com collarinhos 54(50.0
Duz'a de 4.a classe com punho e sem punho 425' 00
Duzia de 4 com collarnho 488000
Em duzlas fazens-se bons descontos
Linda exposico de gravatas lencos, punhos, collarinhos, meias de 13 e
.TIll.JIIT.
Casa de commisses e repre-
sentaces
EXPOSICAO
A.XWXOSX3B. A.S
CATLOGOS 3S
X33BS3S0Nr^CO8
de innmeras fabiicas de todos os p^izes da Europa e
das duas Americas, tola espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afaaiado CREOLM o me'hor des-
nectante conhecido.
Deposito da bem cocihecida ODONTINA do
Dr. H. Rirtrd.
(UNiiciie dtptot
Continua a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
dendo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de diffeientes systemas e tamanti03 de Robinson e outros fabri-
cantes, e de 2 a i2 cavados
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher para funecionar com o fogo das er-
CALDEIRAS A VAPOR Cornisb e.typo locomotiva para funecionar com lenha e bagago.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo-
MOENDAS e meias moendas, garantidas,
TACHAS de ferro fundido e balido, cravi.das e caldeadas.
A'tADOS de dillcrcntes systemas,
CR1VAC0ES para lornalha3.
MACHINAS para descarocar algodQo de 14 a 50 serras com allmtntadores e empastadores
a vontade do3 agricultores.
Fazendo parte da direccio de sua fabrica o Sr. engenheiro Ac; usto Clark, vantajosa-
mente conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de montasem de grande numero de
Uziuus funecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir gurantiado a produeco e
qualiJade de assucar.
APPARELHOS e meios appare'.hos de vacuo ;
DISTILLACOES completas para alcool e agurdente a ?apjr e a fogo n, para grandes e
pe jumas fabrica.
52-RA BARO D0TRIUMPH-2
MARAVILHA CURATIVA
DO CEL.tT.RE
Di. Hmphreys de Nova Toit
A V^lade'.ra Maravilha do Sec"-9.
aPPROVAA LICENCIADA
>eln Inep-rlo-i-i iprsl de Hrsleno a-
Impetio do Brazi*.
* Ma*vllba Coi al.a rmpdlo promp
jara ar Pisaduras, Slschuraluras, CoaUaStJ
xauras. Cortadura, ou IjuxmctM. Alllvlaadtk,
jica o ningue, ru para- a fiOai.ima;o. redu*
i. lu c-.!c;ao, t ira o ueacoraeiito. u faz fcirai a fezjdt>
sonio r encan o. ~ < ^
AMaraTlIua Curativa alllvloprompta
rnra i.i Lia para (,>uelmad>iraa, EMaUladuraaT*
Puctruaoura do Sol.ee superior a quulyus-ouat
. 4 Wnraillia Curativa e impag-^! p>>>
do* Fulmes. do Kf tomano, ou as Bom..rrucldMCk
aimorrelmaftcurasc'Diprvo nunca fulha.
A MaTUTtrhq. (___
c prelo par* Dore- i__
Klgldoi na Junlus ou PRroaa.
A Mnn-t liii Cora tira 6o._
E.niEsquinencia. Anirina, 4uiyKaelaslreo _
flammadasscjiiji-1 eguro. sempreefflcaa
A Maravilha CorrllTa ue multo r0}
uJio 'n.Vn^ao para o (;:;tam., a I/'W^irrhpa ou a*
FK/res BraErfias, e oulros corr Dientos dclilUtantaa.
> Iflnr-aTlIha Cffratl.'a 6 In.^n^a'rel
^..rrar Ulcera. eieatsi.r.tlgaa. ApodU-mas. Pa
los, Callos. Fr'.clntf Jo^nctcaeiurnorea
A Muravba Cui-utiv 6r^rccopromt^
^ara Dliirrtv? (.imples, v de Dorrlica chroclcs.
A M.erntillja Cnrutira czorlente nar
Bstrebarlas e CavaDartcae. parn rorced'irsa, lVjref%
- ceravoes f
ntailHii ^i iVfoladiira. Coutu cslAcera^
. *,
Esp^rlaiades do Dr. HuailfflrC'7^.
Scn.CiiuH Ef*peciice3*
**niertcnt iviarnvlli:-oBti
Bciaedio-. ByaIlsSeeH,
Bratntio VeserJt-' rio-.
Mam-ai.-o ur. Hsir.iitirey3liS',Btt!asoot6K
3caos'(" iiotfoa""
s.rjfcrmklfc^c inc'onccu.al' ; i
i i
HJTKFaUSV' ats!>o C3 Fis'ida Street, BE(.V VCS'JUL.-
UNIOS AGENTES
Para Tend.1-; rnt grosso em
*rrB: Faria Sobrino i C.
Para curar radicalmente a anemia, en
Duzia de 3.
Duzia de 3
Duzia de 3.
odSo, para homens, senhoras e meninos; o que ba de mais fino em aberturas
lizas e bordadas
' A' frente da officina de alfaiataria acha se um perito e hbil artista.
de
A LOJA DO TOMADOR
Vnde em grosso e a retalho
Ffi pcri'ro a reos dotp-c;o- f egoens e as Bzmas. familias que beaba de receber Dm
cccopleto soninunn de (alendas Unas o que la de mals chic e inocemo.
A SABER :
Grande pfrtifDPnio em las p-ra l#S0O. it 1*300 e 3J o covaio nm completo soit-
mento de anencadi s finos sonidos em cores para 600, 800 e 14 e JMX) o covalo. Um espleo-
ule -o!i mnto em oaciilnai de seda e liobo, pretai e de to'ee, e muitos ootros ariigos, oerre
stjcn :
L:qre3 de pennas. o qoe ha de rasis moderno.
Extrac o rines, califa de llobo para bomeop, meias fluas com seda para homens e
saibores,
Esparli boa Unos a precr.s baraiof. flebs de seda oltixa moda, cortioades para janells
doe para ca-ma o que lia de melhor, me-ics com peda de cores e modernos.
C'etcoe* alnaciaoo oara ve^tidoa, um bonlio sirtjmeto de iape.es avelodados e akcali
fas, oepeMas 'cm *<0 rara no vas. bcrlados fino, vestuarios para criaocas
Fa-ge rcopa oara homens por medldap, com-e-vando-se s^a-pre om bom aortimento em
casimiras o qoe pode feaver de melbor escolba nasDrin^ipa^s fab-icas da Europa.
Faitmos e-andes dlflferengas em oreos. HadapolSo, peca ds 20 varas de Itf a i0500.
Dio de 134 a 11*500. dito de ti* a 12*603. Estes prfeos teem 11 por ceoto de deaconu un
pefas lechadas e pcs tfe chita I I 1
Brins de linho cuberiores e moltos ootros artigos qoe te tirna fDfadonbo mencionar.
Vao de preferencia ao Tjrrador, qae 6 so qoem vend carato sem competidor 111
43Ra Daque de Caxias n.- 43
x,xxvxa. caxjTxaNrxxa & g.
4 Grande liquidacao!
EAZENMS,.MACHINAS DE COSTURAS
v QfftfBOS mHOBICDS PASA SALS
^5 lisia do Iivramento 95
FORMOSA sao espartilhos de um lindissimo modelo e commodos
Chapeos com plurra e fita gase para Senhora. GRANDE VARIEDADE
em fantazias
SEDA preta e de cores, SURAH, CACHEMIRA E MERINOS de pura
la cores modernas
CREPS FOLLARDINES, CHEFONETTS, CRETONES e chitas de todas
as qualidades.
CORTINADOS DE CHOCHET, colchas, cobertores Americanos, tapetes para
sof etc.
CHAPEOS DE SOL grandes variedade.
- BRAMANTES FINOS de linho e de algodo.
MADAPOLES grande pechinchas
CAZEMIRAS modernas e finas, pretas e de cores, FAZ-SE ROU PAS
por medida. Relogios de nickel e cadeias de praquet e muitos outros artigos
que liquidamos a precos sem limites
POR
ABOLPHO D'ENNBRY
Jall
(Continuacao)
A mim ?
-- E se eu puzesse a mao sobre teu co-
MteSO estou certa de que suas palpitaies
apressadas diriara que elle da minha
opiniao. .
O coras&o de Branca, effectivamente,
batia com forya.
Eavia quatro ou cinco annos, a pre-
tendida fiha de Germana tinha tido bem
poncas horas tao calmas e to doces como
as que rassava desde alguns das.
Mas com espirito inquieto, como estava
o s>;u, esta calma nao poda durar.
A revolU de sua coasciencia devia
despertar fatalmente.
Perguntava a si masma se poda pensar
em unir ana'vida vida de um homem
tao generoso, tao bom e tSo leal, emqllan-
to tito tivesse sentido nascer em seu pro-
prio coracio % affeicao pura e dedicada
que: devia a sua mai.
Entao, somente poderei pensar uelle
sem crime, diase ella com sigo
e pensar
mesmo.
A' mesma hora em qae Branca recahia
em sua perturbacao e ancledade, Jorge,
itterrogava seu coracSo, e nlle descobria
u:ai amor inabalavel pela menina Cour-
tenay.
Toda a sua vida, sonhara urna roulher
modesta, intelligente a bella, sem amor|
vida ruidosa e ao luxo. *itb.
Ao largo, durante as noites estrelladas,
quando fazia seu quarto e seu pensa-
miento tDrnava ao paiz natal, muitaa ve-
zes entrevira a futura companheira de
sua vida.
Branca era a encarnacao deste ideal.
El quando adquiri a certeza de que a
menina Courtenay possuia tantas virtudes
cuantos eram os seus encantos, tanta
honra quanta belleza, Jorge resolveu pe-
dil-a a seu pai.
O contra-almirante d'Anconis voltava
entao de urna longa campanha. Em al-
guns das estara em Pariz.
Era a elle naturalmente que solicitara
para fazer o pedido.
Emquanto esses af-ontecmentos sa des-
enrolavam no palecete Courtenay, os
Maillepr levavam, desde o desappareci-
mento de sua filha, a mais dolorosa exis-
tencia.
No da immediato quelle em que
o rapto foi conimettido por Germana, o
duque, sempre convencido da culpabili-
daue de sua mulher, entrou logo pela ma-
nhl nos aposentos de Diana.
A' noite, que acabava de passar, tinha
unvelhecido dez annos a desventurada
mai. Vendo seu marido, cujo rosto ma-
nifestava urna fria retolucao, ella er-
gueu-se paluda e muda, prevendo nova
desgrasa.
Minha senhora, disse elle, tenho re-
lectido maduramente desde hontem, e
venho communicar-lhe a resolacao que
;omei: a senhora nao a nica crimino, a
s ineua olhos, foi o meu abandono que,
exasperando a minha colera, desvairando
YERDADEIRAS
Grande redacta .de presos!! \iio
ha competencia
NAO SE ENGANEM PARWfiR E COMPRAR
lorose, ou cores plidas, opilacao frial-
dade, e todas as molestias qua tem sua
origem na pobresa do uangua.
Nao h remedio mais efficaz que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
SUvino ('a val can te.
Formula approvada pela Illma- Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixs 1(5500
Meia duzia 81000
Urna duzia )5$C0j
DEPOSITO
BOTICA FRANCEZA
H. ROUaAYROL
22 Ra da Cruz n. 22
O
unves oceu-
lista
Tbeodoro 4ote n moa de Heil*.
EiUDelecido com ofScma os onrives -oa das
Larangelras n 1 avia aos se s frevoeses e so
respe avel poblico, qoe mnntem officiaes habi-
litadissimos para rxfcu.ao de quaiioer trabalbo
concernente i soa arie, especiaim me crava-
cOts para bnibaates, ucolos, pencinei, mocoen-
los. CIC
Doora-se. pratela-ee qoalqoer metil. ncer-
tos ejn leqoes de madriperola oa outra qna. uer
especie, garaolindo precos mdicos.
"& Ra las Laraugeiraf n. 1
^undQo
ral
Ge-
i
NA
ROSA DE ORO
95 Rna do Iiivramento 95
Beno Ribeiro & C.
a sua razo, lie insp'.-ou urna horrivel
vinganga. E'justo que sejamos ambos
punidos, um pelo outro. Nao quero es-
cndalo nem a ruido.
A vergonha resaltara sobre as nossas
duas familias. Assim, vivaremos para a
sociedade, como no passado, mas quando
estivermos sos, entre nos dous se levan-
tar sempre o espectro de minha filha.
SeJH feita a sua vontade, respondeu
chorando a desgrasada senhora. Sim,
fui realmente culpada ; era um crime que-
rer morrer, eu que tinha urna filha, e
Deus disse : urna vez que nao sabes vi ver
e padecer por ella, nao s digna de ser
mai. Hoje por seu turno vera o senhor
ferir-me ; seja feita a sua vontade.
A vida daquellas duas creaturas, com
aquella odioso pensamento entre elles,
era medonha ; Diana tinha perdido para
sempre a esparanca de encontrar sua fi-
lha, e todas as vezes que derramava la-
f rimas coinaudades della, via no rosto
e beu marido urna expressao de magua
e de censura pungente.
Comprehendiaque elle nao attribuia as
suas lagrimas nem ao desespero nem s
saudades dilacerantes e muito menos a
um tardo arrependimento.
Porque a chora hoje, pareca dizer
o duque, se a assassinou '(
E a po'jre mulher, que lia aquella hor-
rivel accusacSo as feisSes daquelle que
a devia consolar e chorar com ella, ca-
hia-lhe aos ps, e com as mSos estendidas
para elle, exclamava :
NSo verdade I nao verdade !
Nao commetti esse crime abominavel,
nao matei a minha filha Quera morrer,
mas quera morrer s e deixal-a ao se-
nhor, para que ella me fizesae lembrada
sua memoria. D.zia commigo : elle ha
de lastimar-me, a mim que tanto o araei
qua aina o amo.
Se a nao matou, responda o duque,
que fin ievou ella, ento ?
Roubaram-m'a, como o senhor bem
sabe.
Nao.
Eu vi, teriho-lhe dito um cento de
vezes, vi urna mulher que fugia levando
urna crianca nos bracos, e essa crianca
era a minha filha.
Nao, repeta framente Maillepr, e
de novo o seu rosto e o seu olhar pare-
ciam dizer : a senhora matou-a.
Esta vida de desesporo e de lagrimas
havia alterado profundamente a saude de
Diana. Os mdicos ordenaram-lhe urna
viagem ao sul.
O Sr. de Maillepr decidi que a du-
queza partisse acompanhada por dnas
criadas. Elle, para subtrahr--se ao es
pectaculo daquella dor incestante a que
cbamava um incessante remorso, partira
para urna viagem longinqua.
Assim, na mesma occasiao em que Jor-
ge d'Anconis levantava no cemiterio
Branca inanimada e a levava sua sup-
posta familia, a verdadeira mai dessa me-
nina, desesperada por ter para sempre
perdido a sua filha e seu marido, ia par-
tir sem este para urna especie de exilio,
pedindo ao co que nao voltasse dalle.
Huberto escreveu a o chefe da estacSo
da estrada de ferro de Pariz a Lyon, pe-
dindo-lhe que reservasse para a duqueza
um compartimento no carro-cama.
No dia seguinte, recebia elle, nSo sem
algum pasmo, um recado desse chefe de
estacao pedindo-lhe que se dignasse ir ao
seu gabinete. O duque foi immediata-
mente.
A pessoa que o recebeu nao era um em-
preado vulgar, era um homem de iin-
guagem e de maneiras distinctas.
Se bem que perecease muito moco aia-
da, tinha sido condecorado quinze annoo
entes, e para elle tinha sido creado o luua filha.
gar especial de inspector da exploraco,
encarregado da estaco de Lyon, dessa
jstaso d'onde tinha recusado sahir afim
de conservar as excellentes relas5es que
a sua amavel cortezia tinha sabido esta-
belecer entre elle e todos os viajantes.
Logo que tomaram lugar no gabinete,
o Sr. Regnoult, era este o nome do in-
spector, o Sr. Regnoult tomou a pala-
vra.
Antes da tudo, pejo-lhe perdo, Sr.
duque, pela inciativa que julguei do meu
dever tomar ; mas talvez que ella sirva
para esclarecer um mysterio que me pre-
oceupa ha muito tempo e que sem duvida
lhe interessa.
Falle, senhor.
A carta em qtle me pedio um com-
partimento reservado, est assignpda sim-
plesmente por Maillepr.
Efectivamente assim .
Mas o seu papel esta marcado com
duas iniciaes encimadas pelo brazao de
urna cora fechada.
NSo comprehendo muito bem, inter-
rompeu o duque ; com que flm ?
Vai sabel-o. Estas duas lettras H.
M. sao as suas iniciaes ? Nao se admire
da minha pergunta. E' muito importan-
te, pelo menos para mim.
Respondo-lhe nessecaso que efi'ecti-
vamente essas duas lettras sao as minhas
iniciaes ; e mais que ease brazao o meu,
e a corda fechada que encima as minhas
armas a que tenho direito de usar, pois
que os mcus antepassados reinaram sobe-
ranamente.
Mas creio que nao me chamou ao seu
gabinete para que eu faja um curso de
herldica i
Nao, senhor.
Nesse caso, espero a sua eommuni-
cacZo, disse Huberto cpm o tom glacial
que lhe era habitual depois ia inerte de
Alian Pateraon $f C. avi-
san* aos .seus freguezes e
amigos especialmente Srs.
agricultores, que receberam
um variado sortimento de
arados os mais afamados.
Syracuse !
Arados a 2, 1 !
Cubanos ns. 1 e ? !
Urna questo degosto
Funeraes de 7o dia, anniversarios^
etc. na cidade e no interior: encarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA
E' o que vou fazer. A historia que
vai ouvir extremamente singular, e jul-
go que s o Sr. duque est habilitado a
dar a soluco ao problema que sondo ha
dezesete annos.
Apezar da aspereza habitual, o duque
inclinara-se :
Estou prompto a satisfazel o, disse
elle.
Foi, disse o Sr. Regnoult, em 186S,
o trem expresso de Genebra a Macn aca-
bava de chegar e todos os passageiros di
rigiram-8e para a sahida em massa com-
pacta.
De repente notei urna rapariga de rara
belleza, vestida com simplicidade e tra-
zendo urna crianca nos bracos.
Nem eu, nem ninguem teria prestado
attoncao aquella senhora, procurando o
bilhete p.ra o entregar ao homem encar-
regado de os receber sahida, ss ella nSo
tivesse aberto o chale, de sorte que nos
apresentou ento a mim e a um dos meus
empregados chamado Rivoil a crianca in-
teiramente na.
O duque, olhando para o seu interlo-
cutor, nao comprehendia onde quera ella
chegar.
NSo sa impaciente, vou directamen-
te ao acto, disse Regnoult, ao facto im-
portante-da minha conimunicac,ao.
Huberto, um pouco perturbado, incli-
nou-se e esperou em silencio.
Acabavamos de transmivtir um aJ ou-
tro as reflexSea que aquello singular es-
pectculo havia produaido noa nossos es-
piritos, quando um servente chegoa %
nos correado.
(Contina*)
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