Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18082


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Full Text
AMMO IiXX
*j >


p
"
Sabbado 3 de Xovombro de 1894
\l Hi:il< 951
PERNAMBUGO
PROPBJBB&BB 1 M&HeSL SlStfSIB* BS F&B3E& & VILBOS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaotados. 8J1000
Por seis mezes adiantados. i5|>000
I or um anno adiantado .... 30$000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES JONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da.
Numero avulso de dias anteriores.
61500
3300Q
1100
TolonnOn^mOA fo'tefdr o caler, menos necessidade haver de
I ClOlll u lillUv) carbonio, que sera eolo queimaJo em menor
_______* quanlidade (2). A combo*tito ser menos ia-
tensa.
SESVICD PAfiTICIAS DO OIAfilQ Da comhuslao distas duas influencias se tira
*""' '?* m timut ocorollario de que o mnimo de nutricio ou de
alimentos que o homem pode tomar sm incon-
Iliotle Janeii'O, i. de Novembro, s veniente, se dar quando elle nao faca exerci-
2 harac o i mlnntnc H-, nnlt, frmvtfcM/l C' algUm e vlva a'" Pa,z "? e 1Ue-
horas e 5 minutos da noite, (recebido JS^XarUo m
na estaco s 4 horas e 35 minutos e en- precisa quando o homem vive em climas Trios,
trege as 5 horas e 50 minutos).
O.Dr. Prudente de Moraes, sendo in-
tervistado pelo Sr. Juvenal Pacheco, re-
dactor do Estado de S. Paulo; disse-
lhe nao ter fundamento a publicago fei-
ta n'-A Noticia da Capital Federal so-'.coes.
, .... I (2) Enicnda-se aqui por conibuatao nao a
bre seu pnmciro ministerio, visto nao aoc,0 Ut. queimar, mus o resultado de urna ope
quando faz exercicios fortes e repetidos.
jjg3-* O homem nao lem necessidade, para vi-
ver, de tao abundante nlim^ntayao como aquel-
la de que usa geralmenlee O Habito, os usos e
a imiiagao, sao as circunstancias que em geral
regulara a quantidade de alimentos. .
(I) Quando se tratar d'esta parte importante
do esludo biolgico se verao bem estas propor-
ter elle conversado tal respeito com
pessoa alguma.
Bucnos-Ayres, i.de Novembro.
reproduzido os tremores de
Tem-se
trra.
tremores
i
Madrid, 1. de Novembro.
Sr. Sagasta reorganisa o seu minis-
terio, entrando: para a pasta dos nego-
cios do ultramar, Maura : para a da fa-
zenda, Ganazo ; para a do governo. Pui-
geerver. |Os demais ministros conti-
nuam.
Londres, I.' de Novembro.
A Imperatriz da China Hari-Ko suici-
dou-se, pelo facto de lhc ter dado bofe-
tadas o marido.
Berlini, i. de Novembro,
O Sr Waldcrice recusou'o governo da
Alsacia. para o qual foi nomeado o prin-
cipe de Sangerburg.
Rio de Janeiro, 1. de Novembro, s
5 horas e 40 minutos da tarde (recebido
na estaco s 9 horas e 4O minutos da
noite !! ,e entregue as 9 horas e 55 minu-
tos).
Parece certo que o Dr. Correa Dutra
ser nomeado chefe do corpo de sade
da armada.
Fluctuaram hoje o couracado *24
de Maio e o cruzador tGuanabara.
Rio de Janeiro, 2 de Novembro, as
8 horas e 10 minutos da manh (recebido
na estaco s 12 horas e 25 minutos da tar-
ra'-o de chunica vital.
Continua1.
"ARTE FF1C1AL
Ministerio da Fazenda
Pelo Mraisleriu da Fuzeii la fui expedido em
dala de aiita-liontem o segrate aviso :
Declro aos chefes das repartiges subordi-
nadas a este ministerio que o accordo uduanei-
ro celebrado enire o Urazil a os Estados Uni-
dos da America do None em l de Janeiro de
1891, s tero vigor al o da 31 de Dezeinbra
do correte anuo, cessamlo em todas as kuus
partes no da t de Janeiro de 1895, em virtu-
de do decreto que o denuuciou.Cassianu do
Nascunento
Foram nomeados : o Dr. Jos Bernardo de
Arrouxellas Galvo, Manoel Joaquim de Mi-
randa, Francisco Leo e Americo de Almeida
Sumaries), para os lugares de membros do
con3elho liscal da caixa econmica do Estado
de Alagoas.
- F01 uomsado o Dr. Domingos da Sil#a
Cardoso para o lugar de presidente do conc-
ilio fiscal da euuu econmica do Estado das
Alagoas.
ministerio da Marinha
Foram promovidos no corpo de machiuistas
navaes por semgos de campantia prestados a
Repblica : ~ .
A engenheiro-machmista, capitao de mar e
guerra, o raacliiiusta de t classe capitao de
Iragata Francisco Gongalve Lopes de Souza.
JA machinista de i classe capitao de fragata
o de 2* ciasse capitao lente Jo-seph Baker.
A maclunisia de 1 classe, capilao lenle, o
de 3* classe, f lente Rodolplio Rodrigues Vil-
lares."
A inachiiiisias de 3" classe, pnmeiros teen-
tes, os de 4* classe segundos lenles : Manoel
Antonio Mafra, Antonio de Siqueira Lopes, Jar
s da Silva Gomes, Francisco Antonio de Fi-
gueiredo e Silva. Jofio Germano Pereira Go
mes, Paulo Paquet, Luiz Jos de SaufAnna,
Joo. Fredenco lakroan, Isaas Tavares Dias,
Pessoa, Francisco oadram da Franja e Carlos
Gomes dos Anjos.
A machinislas de 4* classe, segundos tenen-
tes : os ajudantes de machinistas, guardas-raa
rinha : Jos Francisco da liveira Augusto
Lu/. Pinna, Antonio Jos de Vasconcellos, Er-
nesto Gomes da Silva, Carlos Francisco de Pa-
ria, Jos Pereira de M-llo, Alfredo Augusto Ri
heiro Joao Anlunei Pereira, Joo Francisco
de e entregue as 12 horas e 35 minutos]. .^,;c,,,t,s nreira, Quince Coelho P.r.s, Jos
Pmto da Molla Porto. Joao Gomes da Silva,
Foram noneados:
Quartel-mestre-general, o general Ar-
golo.
Commandante da brigada policial d'es-
ta capital, o general Cmara.
L.ivadia, 2 de Novembro.
Falleceu hontem o Czar, Imperador da
Russia.
O seu corpo foi embalsamado pelo pro-
fessor Wiwosen.
9|Paris, 2 de Novembro.
; Por causa da morte do Imperador da
Russia, e como demonstrado de pezar,
l'ccharam suas portas o commercio e os
tbeatros.
A 1 prensa revolucionaria diz que o
C.y r ch adherc trplice alliantja.
INSTRUCCAO POPULAR
mim sa ::::::::::i:
(Da Rildiotlicea do Povo c
Kscolas
das
aos importantes aervigos prestados durante a
revolta.
ForSo concedidas as honras de capitao da
fragata ao capitfn-Ienente honorario Gabriel
Cruz e as de i lente ao ridadao Manoel Fer-
reira Franja, e nao como foi publicado de ca-
pitao-teneute para aquelle e de 2.Medente para
este.
Foro nomeados :
O capiao-lentmle reformado, Leopoldo Ban-
deira deGouvca, para exercer o cargo Je direc-
tor da praticagem das barras e porto do Reoife,
no Estado de Pernamboco, e o capitSo-tenente,
Francisco de Barros Uarrelo, para commaudar
o patacho Guararapes
Fof nomeauo commandante da escola de
aprendizes-marinheiros do Para o i* tensla
Raymundo Jos Ferreira do Vill.
Ministerio da Gnerra
Foi delarado sein etl'eilo o decreto 'le 23 do
correnle pelo qual forao transferidos para o 23*
batalhao de infamara o major do 38* Julio
Fernandes Barbosa e para o 3i o major do 23
Joaquim Alfredo Garcia Terra.
Forio"nomeados : o capilao de cavallaria
Abeylard de Queiroz para exercer interinamen-
te o cargo de director das obras militares no
Estado do Paran ; o 1" tenente de artilharia
Silverio Augusto de Azevedo instructor adjunto
interino da 1* secgo da Escola Pralica do lixer-
cito nesta Capital.
Foro concedidas as seguinles honras ds
posto do exercito, era altengo aos servigos
prestados em defe:ada Repblica durante a re-
volla :
De coronis, aos coronis da Guarda Nacio-
nal, Jeito Baplista Cabral, Jos Pereira de Bar-
ros Soorinho, Octaviano Marcondes e ao tenen-
te-coronel Dr Augusto Golschmidt.
De tenentes-coruneis : ao tenente coronel da
Guarda Nacional de S. Paulo, Dr. Pedro de
Toledo, ao Dr. Francisco de Paula Ferreira da
Cosa.
De major : aos majores da Guarda Nacional :
Joao da Rosa Pereira Jnior, Manoel Gorreia
de Seixas, Alfredo de liveira Res e Guil er-
me Alves da Silva Porlo e ao capilao reformado
Joo Manoel da Costa.
De capitao : ao capitao da Guarda Nacional
da Baha, Alfredo Rocha ; aos a feres honora-
rios, Carlos Auyuslo Miury, Joo Tertuliano
de Almeida Albuquerque e"o Dr. Anlero Pe-
reira de Maealhaes. de alferes : aos ex-cadetes
Eduardo Vicente Marlins, e Libanio Augusto
Muniz aos cidados : Joaquim Jos de Al-
meida Jnior, Joaquim Jos Pacheco. Francis-
co de Oliveira Bezerra ; ao soldado do batalhao
Acadmico /.genor Luiz de Bittencourt Costa :
as pracas do batalhao Tiradenle3 ; Eneas Ca-
valcanti da Frota. Alvaro Gomes Teixeira, Je-
suino Alves Correa Jnior, Antonio de Souza
Herraindo, Carlus Figueiredo de Almeida, Edu-
ardo Telles de Magalhies. Randolpho Soares
Le.to, Jos Rodrigues de Vasconcellos, Carlos
de Almeida Tnico, Canuto Barbosa, Jacntho
aetano da Silva, Aureliano Ferreira de Soua,
Braz Carneiro Nunes e Lu z Pinheiro de Souza.
Qnestnra Policial
2.' SeccSoN. 2i0.Secretaria da Questura
13 de Marco, em qoeoinimg foi balido em
I a mais valeoie remeto.
A questao do oobre d^potido pla Bab'a b--
j set-e principalmente no desapparerimento de
en ireno, o Dr Paala Freitas, cDefe do corpo
de sande em Santa C*ibanna.
Bsse la no fot dado em rireamstan t->e excep-
cionaeg, t-ndo elle em sea poiier um telegrain-
m do cerooel Moreira C^sar doilriaorto-ih'
faga ue sea Irmao para aa hostes de Gaioerclo-
do caria desse militar destarando que navia
mandado o D PaoU Pfeitas para esta capital
onde df vn aer jalitado e por ui'lmo a ooti:U de
ama folaa diana i q e es m-"i(n a idlcamento ro no fugitivo.
E sa dig?agi>ao foi aliada. Anteo, na i* par-
te da ordem do ala, forana app'ovados o s ioe-
JIToiivo do proj'cto a. 102 A, de 1894 (do sena-
di). Hitando o praso de a >u annoi para que as
coppanhia estrangeiras ao s^rvic) de naega-
V& < de cabo!aem entre os Ra'aaos do Pira e
Amazonas s- nac.onil'sam (2* discmso); e os
proj-cos o. 41 de 189i, aotonganao o governo
a espeoder at a qoaniia o 25:0004 com o es-
labelecimento de um pharcl le 5a classe no por-
to de Macaba. B'iado do Para (t* discoss&o ;e
n. I41 h, de 1894, Ise'laodo de impogtog de im*
noruego os roaieriaes, macbinag e apparelDos
d .!! a ios exportdQSo do carsao de oedra e o
Dixe e o tireu destina Jos ao Uor\r,3 de b-irjoe -
>, com um aostimuvo Ja commisso de or-
cameato de 1894, cuja 3' dlacassao IU;, sera de-
bite, encerrada.
O Sr. Brten Coelho falln sob'e a reforma
Das facaliadis de dlret u, apresentando algc-
mas emendas ao projecto.
Na ora do espediente orn o S-- Va MeHo,
JaguOcaado ora reqoe imenlo gobre ajdfhoi-
dades do trafsgo pela estrada de ferro Central
do Braiil.
A sessao foi levantada s 5 horas da tarde.
(Dj Paiz de 27)
Senado:
a gessao de boulem foi approvada em dis-
cosso umea a nrnposicao da Cmara dos De-
potados, que prorona a actual 8 eso do Coo-
Kresso Nacional at 30 de Novemoro do correle
noo.
No expediente foram lidoe os segoiotes tele-
gr Aracaj, 25 Pres deote do Senado^Ro
Preste! cofflpromigao relagao, noassim adra -
oigtragfio por Miar paUcio o'.copido. gov^-no
lliegjl apoiado forg federal esiadobl, ped pr>-
videociaa marechai.Horta, vice-presidente.
A'acaj, 25 Presioeoie do Senado Rio
ComiiDuico-vos que epois de baver presta-io
peranie Asamblea L'guljtiva compromisso le-
e>l a snmi hoje eoveroo ae-ie Esiaio. Safilo-
to?. Valladao presidente.
Aran j. 25Presidente do SenadoRio
TertDine perioio presiden iil. Passei admi
nistraSo coronel Horia. Calazans.
O Sr. C el! o e Campos occapa-se com os ne-
gocios relativos ao Estado de Sergipe.
N'neuem mais (edinJo a pelavra, passoo-se i
ordem do da.
E' app^ovado sem debate o projecto n. 36. de
1894, elevando 2 classe a Al(andea do Ei-
oi'iio-Saaio.
Nada mais baveod 1 a tratar, o S-. presidente
Policial do Estado de Pernambuco, eui 31 do* degigouo para oraet i diada sesso se-tuiote
f ^ L 1 a j irt t fjt tAMikiiA amj;i 4 a fenflA" s\Pi .ii dikQ 1^ 1 f\li_i/,Tfl
ALIMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISAO E CLASSIFICA^O, COM-
POSIC DOS ALIMENTOS, RGIMEN
ANIMAL E RGIMEN VEGETAL, EEGRAS
IIVGIENICAS.
(Continuando)
(j; Materias gordas ... 84
Substancias carbonadas. 404
Saes minerae8 ... 30
E assiin se prova em Phygiologia (I), que o
corpo infeiro receberia, as vinte e quatro horas,
pouco raats ou minos, 1 por 100 do seu pezo.de
alimentos, ao que se deve juntar 1/2 por 100 da
arna.
.' Diz Bouchardat que em Franca estas quanti-
dudes s podero considerar-se como um mint-
nim para um homem durante o descanso.
Vejamos pouco mais ou menos qual deva ser
rago alimentar de um adulto masculino euro-
f eu trabalhando ; porm, antes eslabelecamos
sgumas regras gerr.es de hygiene sobre o as-
EOniptci.
Cem o flm de apreciar a influencia do rgi-
men quantitativo, til estabelecer algumas
proporgOes que nio deverSo esquecer-se :
1.A quantdade de alimentos que o bomem
iteve tomar diariaments esta na raz5o direcU
lo exercicio que alie faz e dos esforgos muscu-
lares aue obrgado a exercer.
Augmentando o exercicio, as combustes inti-
maa a a decomposigSo dos Ucidoi, eleve ser
autor o consumo de materias que favorecaca
esas operagOes.
W*-A quantdade de alimentos consumidos
pelo bomem deve ser na razio inversa da tem-
peratura alhmospnerca, porque, quanto mais
Diogo Cupertino de Freitas. Carlos Arihur da
Costa Basios. Joaquur. Augusto Affonso da
Cosa, Candido Joaquim de Almeida, Alberto
Ferreira de Oliveiro Isaas MaBOel dos Res
Lobo, Jos Brazilio Alves Pinna, Jo&o Jos
Fernandes, Luz Jacnlho Gomes Joao Baplis-
ta dj Menezes Ferreira, Carlos Augusto Pechad,
Manoel Joaquim de Oliveira Magalhaes, Joa-
quim Moreira Pinto Jnior.Fnncisco Fernandes
de Abreu, Bartholoraeu Caetano Ponte* Jote
Gomes de Paiva, Feanando Jos da Silva e
Henrique Bueno de Ollveira Sainpa'o.
Ajudantes-machinistas. guardas-mannhas, o
suh-ajudantes machinistas : Alfredo Domingos
Lopes, Geialdo Alve* de Moura Joo Candido
Rodrigues, Jo&o Gongalves d Sant'Anna, Sim-
plicio Antonio Diniz, Francisco de Paula da
lva Louzada, Allredo de Moufa Liraoeiro,
Braziliano Esteva) de Amonm, Alberto de
Freitas Souza, Luiz Pareira da Cunha, Joao Ra-
mos de Oliveira, Jaymes Marlins Rico, Eneas
Gustavo Cadaval, Isidoro Joaquim do Sacra-
mento, Aurelio da silva Reis Alfredo Antonio
da Silva Coelho, Caatano Joaquim da Almeida,
luz Margando Rangel, Jo^-quim Theoderosdo
Sacramento, .oao Baplista de F.gueiredo Fer-
reira Aranha, Jos Joaquim Soares, Manoel
Gomes de Paiva, Francisco Antonio Bandeira
de Mello, Jos Antonio da Silva Santos, Joao da
Malla Roga, Manoel Pereira Lisboa, Canil lio
Correia da Franca, Domingos Dinu Ribeiro,
Fortunato Cavalcanie de Albuquerque,_Juvenal
de Lima Coelho, Jos Doraingu s da Souza,
Luiz Rodrigues o Lago, Augusto Fernandes
de Araujo, Alfredo Severiauo dos Santos, Cezar
da Cosa Braga, Cyro Nolasco da Silva Freitas,
Nemesio Seixas Cunha, Acelino Gongalves Mon-
gao Erico Alves Correia, JoSo de Deus Bailes,
Antonio Carlos de Siqueira, Enoch Ram'doff,
Leonardo Paula de Faria, Geraldino Coelho da
Ajraeida, Antonio de Souza Marques, Isac Ta-
vares Dias Pessoa, Eduardo Joi do Naecimen-
to, Eduardo Coelho da Silva e Luiz Duarte do
Amaral Chaves.
A sub ajudantes machinislas, os praticanies :
Osear Gomes Couto, Francisco Jos da Costa.
Antonio Daniel Mendes Filho, Jos Emiliano do
Carmo, Alfredo Augusto de Faria, Casimiro Jo-
s de Araujo, Luiz t crges de Mattos, Americo
Vespucio de Sant Anna, Amonio Jos Monteiro
dos Santos, Luiz Alberto de Parias. Francisco
Xavier de Alcntara, Jos Gomes Couto e JoSo
Paulo de Faria.
Para o quadro extraordinario foram pro-
movidos os machinista navaes :
A machinistas de 2* classe, capites-tenen-
tes, os de 3- classe pnmeiros tenentes : Nico-
lao Jo? Marques, Antonio Ignacio Albernaz,
Marcolino Ferreira da Cosa, Francisco Gongal-
ves de Oliveira, Roberto de Deus Homem, Joao
Jos de SaufAnna.
A machinistas de 3 classe, pnme-.ros tenen-
tes, os de 4.' ciasse, segundos tenentes : ar-
mio Joao de Magalb&es, Francisco de Mello
Pimentel, Eduardo Simas. Manoel Augusto da
Cunha Menezes e Henrique Francisco Carlos
Dfcriquehem ,
Amachirista de 4-, classe, segundos tenen-
tes, os ajudantes mechinfttas guardas-marinha:
Jos Gomes Brrelo Jnior, Heniique Fe 1 x dos
Sanios, Autero Jos da Costa, Thoxaz P nheiro
dos Sa.tos, Jos de Jess Carvalho Gu.lherme
Lins Peixoto Camela, Joao Carlos A ves de S -
aueira. Aurelio Bernardes da Silva, Artnur
Ferreira da Silva arneiro, Luiz Gonzaga de
Souza Juoior, Joaquim Correia Das, Dagooer-
to Bueno Paes Leme, Osear Henrique Ferreira,,
Gustavo Jaciutho Marlins Coelho, Jos Pinto da
Gamae Artnur Alves Pirtilho Bastos.
"- ForSo <-nn*ai\iia* an eidadlo Alhl
Outnbro de 1894.
Ao Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa Lima
f. D. goveniador do Estado.
I'articipo-vos que foram hontem recolbidos
Casa de Detengio os segrales individuos :
A' ordem do delegado do 1 districto da ca-
pital, Francisco de Paula Teixeira de Crvalho
Lisboa, para averiguages policiaes.
A' ordem do subldelegado da freguezia do
Recif;, Jos Rulino da Silva, por disturbios.
A' ordem do subdelegado da freguezia de S.
Antcnio, Antonio dos Passos Costa Lima, preso
em flagrante por crime de feriraentos; Jos
Prancisco do Nascimento, por disturbios ; Jos
Liberalino das Neves, como gatuno ; Joviniano
Jo dos Santos, por embriaguez e distur-
bios.
A' ordem do subdelegado do Peres, Avelino
Izido Ferreira, como desordeiro, ininli 1 des-
posigao.
Pelo delegado do i-districto da capital
foram apprehendidos hontem, s 9 heras da
noute, em urna casa de tavolagem sita a ra
Duqae de Caxias, diversos objectos inherentes
a jogos prohibidos, os quaes foram por aquella
autoridade remedidos a esta repartigSo afim
de terem o conveniente destino; e bem assiin
tres facas de pona, dous compassos, um cai-
vete de mola e urna navalha, tanibem apprehen-
didas era poder de diversos d^sordeiros na
freguezia de Saolo Antonio.
0 cidado Peregrino Affonso. Ferreira, assu-
mio hontem o exercicio do cargo de delegado
do municipia de Palmares.
No dia 27 deste mez reassumio o exercicio do
cargo de subdelegado do districto de Tigipi o
cidadao Jos Eduardo da Silva Guimaracs
Sade e fraternidade.
O Questor.
Julio de Mello Filho.
cun MCilAL
concedidas ao cidadlo Albino
Boletim
(O de 26 de Ou.obro
Senado:
Ni expediente da sessao de b^ntem foi lido o
o (.ane.iio do miniterto da juanea e relagOes in-
lerores para 0 exercicio de-1895 e Dem assim a
pioposigio qne aotorisa o goveroo a manda' pa
gar ao Dr. Jos Bjrges Ribeiro da Costa e ao
pharmaceotico Aagastj Cesar D ogo, preparado-
rea d) laboratorios de cnimica rotTgaoica e de
pbarmacia da famldade de mtdlcloa do Rio de
J.netro, exonerado! de?ses cargos e nelles rein-
tegrados em vir ude do art. Ia da 1 i n. 42 de 2
de Jocho de 1892, o primeiro por decreto de 25
de Oaiuoro e o segando por decreto ae 9 de Se-
lemoro do mesmo ana), o ordnalo qie daixa-
am de perceber ao aierv.lo du exoneragaoa
remiegr.gao.
Em seguida passoo sea ordem do dia, sendo
aptrovaoo sem denaie, em discossoo, o pro-
jecio o. 33, a 1894. creando urna auditoiii de
^cerra uo Estado do Rio Grande do Sal.
O p ojecio8<-r enviado a cmara dos denota-
dos, 1000 antes a commissao de redaceao.
N da mais babeado a tratar, o Sr. presidente
designou para ordem do dia da sessao seguate :
t* fligcussSo do p-ojecto 0. 36, elevando a 2"
.dassa a alfandega do Espirito S rato, e trabamos
de commissOe*.
Ao maio da e 45 mnalos a seasao foi levan-
tada.
SilTa Azevedo, patrio das lanchas de immigra- a revolia, sobre o que elle 6 o primeiro >
Sao, as honras de guarda-marraba, em attengao l pedir um bil, de lademoidade, mas dep
Cmara dos deputados :
A sesnao de honiem leve grande imoortincla
desperioo o oiaximo intereaae. De um Uao a
prorogago da sessao aie 30 de Novembro, boa-
tem approvadt, e do ootro a diicasaio ao pro-
lecto qae approva os actos praticadoi por moti-
vo da revolta de 6 de Setembro.
Sobre aquella medida, necessarla e argente
nao bouve debate ; sobre esta outra oavlo-se a
palavra dedicada do Sr. Auiusio de Freias o
laleatoso depotadohabiano, qae veio contrariar
o voto de seas collegas, letnbramo-lbes os al-
a| tentados a Constituiglo, prsticadoi, 0S0 durante
dar e
depois de
Lisco8ao anica d^s rudaccOea dos piojectos
do Seoado:
N- 33, 4e 1894. ceanlo mais urna audiioria
de oe-ra oo E-tido do Rio Grande do Sel.
N. 34, de 1894, concedendo ao offllal da Se-
cretarla da Iucsiria. viago e obns publica*,
Jos Feraaoe.es Ribeiro da Cos'a, em auno de
iioeoga com ordenad" pa-a tratar de sua sle
onde Ine coavler;
i.' jiicos=ai' co projecto do Senado n. 37, de
i8'.'4, recrgaoiiaodo os esiaios-maiores do pre-
sidente da H-pnolica, do mioisfo da guerra. Jo
ajuaote-eeoeral do exercno e do quirtel-mes-
tre-eeneral.
2 dita das proposiges da Cmara dos Depu-
tanos :
N. 4, de 1894. concedendo apisentadoria ao
ex-se^reiarit do Ar8#oal de Guerra di Babia.
Joao Felinto Alves da Silva;
N. 77. de 1893, relevando & D. Mara dos
Santos Lmas a prescnpgao em que tocorreo
para receber o meto sold a que tem dlreito-
Levaoioc-se'a sessao ao meio d:a e 45 minutos
da tarde.
Cmara dos DepoUdos.:
A acia foi approvada aem reclamago algama.
O S-. Jooquetra Ayres falln logo oo comeco d
sesso, e pela ordem. Os negocies do Rio Gran-
de dj N-rie nao vo bem e esae Ilustre depu
tilo deseja saDer os movimeatos que se esiSo
dasdo por l, e que -jai sabemos por boato
Isso n5o orna queftSo miito impos e o Sr.
Jonqneira Ayres p*:a bem poder exprimir o
seo peosamento e manifesta- o protesto sea e
de seus collegas, requeren urgencia de 2 horas
para a sessao de boje.
A Cmara, em aiteuc&o ao aeu collega e ulbao-
do as circumstaaciaa ao faci que se propala- a
depo gao do Dr. Pedro Velbo, goveroador de
Rio 6-ande do Nortconceieu a urgencia ped
da e heje Da primeara parte da ordem ao da se
oavir a palavra aotoriada doillastre baniano,
qae representa agota o extremo norte da Repo
blic.
E por fallar em primeira parle da ordem do
dia sobre a de boDtem pouco se lem a duer.
Hoove um comego de oom discu'S) do Sr,
Eduardo Ramos, um dos mato-es vultos do ac-
tual Goog-esso, pelo seu talento e carcter. O
noDre deputado pela Baha contrario 4 reforma
do entino as fa n.dadas da direiic, nao porque
nao jolgoe oecasearla e opporlnna essa medida,
ma porque eoleode que a commisso supprime
certos di-eitos e regalas de que goiam actual
mente os estojantes.
Foi inlerromp.do porque bavla nomero ; a
votagSo pretere qualqoer outro assumpto.
Alm de mollas redaeges de projecios, foi
taniDem approvado o 'equerimeoto do Sr. Vz
de Mello, pedlodo i formagOes sobre o trans-
porte de cargas pea estrada de ferro Central,
qae est sendo irregular e di cil.
As emendas da penado ao projecto da cma-
ra n. 94, de 1894, que aulone. a abertura do
crtdito nscessario para o pagamente dos serv.
508 de stenographia, redaegao e pubcacao dos
debates do Coogresso Nactonal, du-anta as pro-
rogsces da acioal sessSo legislativa ; e o ad-
ditivo destacadj do projecto o. 94 do esn-eu-
te anno, que aalorisa o poder etecotivo a aori-
o crdito necessano para oicorer ao PSanDen/
lo do subsidio ios depmados e senadores da-
raote as prorogagSes da acioal sessao legisla-
tiva e as que algens deputados tffsrecaram
em 3. discossSo ao oretmeato de marrana
ram todas approvadas.
Essas dlscusaei foram hoitem
sem deba.e.
Depois dissooSr. Arthur Rtoi
da sua trra natal. A Baha. MM "" lgr_a.,
dicional pela valeot a de seos Albos pe \jm
dedicacao patritica, eetfc agora. e palna em telegraxm.s *V*&JgffS
pelas lolhas desta capital, atada corre nie w-
volocionaria das -*epo..gOetqae treiam e qoe
corrompem, porqae ea*o f6r. d W P eiod
cam a Raoublica no qop '' ?"* .in61 0
Krado-a autonoma dos Bsados e o principio
f90rn*bre deputado ped, o-gencla de mel.
hora e a cmara Ibe cencedee, o qoe mu wr-
fo-
encerradas
lembron-se
de iam*)em dea ao S<-. Zima, o iiiira repre
sentante do 1." districto esse Sacado, que
veio Uvrar o aea profto, reiviadicaadj os seos
direitos de opposicionma acti no circulo limnaio da le.
Sr. Arthur Rus desearoloo aos olhos da
cmara, com toda a mioacii, a -ceoa poltica,
actualmeote representada jia Balido eu q .e
oag eu. prornraido sali-oiar a calpaoiildade
do poder central na depoiglo do goveraadjr da
Babia.
Reeriu-se aJministragto desse funccion?-
rio ; nwiroJO' velos aio^taios dU> oppo-
siciooiattn, no totano ds obngarem asse cida-
dao a reli-ar se do poder; uosi-oa a co-parti-
cipagas no facto do coroael Sao'.os Diaa, co n-
tra-i lan'e do dis-ricto mili ar, e tiaalir eute lem-
brou um discurso do S- Flavio de Araojo, de-
patalo 'ederal, ao voltar dos recoocao* o Es-
tado e em qae d-c a uva, franca e poaiijvayen-
le, que o f overoador se-ia deposto ean pooej-
diaa, como auxilio da fo ci fed/"al.
Essa declaragao provoeja apartes de moros
memores da represeoiagio nacional. O Sr.
Vergne de Abreu Droclaraava o eogola-espa-
d .3, o aotor da celebre emdoda sobre a eleicao
oreaidejcial e o Sr. Jos Carlos acbava o in-
faotll.
As palavras do Sr. A tbo: Rios despe.Uram
a cmara e ellas es'-o pie.m-n e docaaienia-
oas; foi n lo aa tr'Oaaa a.u lelgramna do Sr.
Pacitto Pa'elra, pe lio lo provtaencias contra
as violencias que possam so'g.r coatra o gorer
oo do Estado.
O Sr. Zima apreiuoa-se em definir a ra po-
slgao. Em seu oome e oo de seos collegas do
1." districto, veio declarar a cmara qae po
xas, nem se rao solitarios com os atteoladoa,
praticados contra a consiitalgao e contra a au-
tonoma estadoal; nada sabem doi boatos alar-
mantes, que cerrem eoore a situago poltica
da Baha. Smeoie desejam a verdade e a pu-
reza eleitoral e assim que eiles se hao de hr
mar, conquistando as altas posigOes a larnisi-a-
livaa e nio seguiaio o p-ssimo e oefasdo sys-
tema a loplado pelos seas collejas de bancada
a 23 de Nov-rab-o, os quaes vn note deoun-
ciar egses (actos como criminosos. A llbarda-
de do voto, a verdade das roas, a cooscieo-
c a ir-re da repreu-atagao nacioQ'l e s assim
a Repblica ae ha de ttrmar. respeid-ios a au-
tonoma estadoal e o regimea federativo.
Palloo depois o Sr. Joad Carlos, qae umbem
criticoa esse* abatoi.
E'goiada a bora de urgencia, leve i. palavra o
S-.Bdiisario de Sonsa, la filiar aobre materia
da segunda parte da ordem do dia ; ia responder
ao discnrso.do Sr, Augusto de Freitas, qoe noo-
tem combaieu o p-ojecto da commissao de jas
liga qoe approvou os actos praticados pelo po-
der executivo, por motivo da revolta de 6 de
Setemoro.
Seu bellisslmo e longo dlicurao ser a mais
salu ir I gao aos pstero ; foi a mais viva con-
sagragfto ao* fritos gloriosos do emineite (befe
do Bulado, qae so,.be saffocar ama revolta,
cooso'idacdo a R -publisa e -atvinda a Pi'.na.
O nobre depata lo pelo Estado do Riamostrou.
coa fac.8 da bisiona de diversos pases, a oe-
ci-sruade da adopgo de ceras medidas loga
qoe a salvago publica o exiga galtentou as
difficoldadrs da sitnagao, elevando anda mala
a grande obra do aciuai governo.
-feo leu primeiro ai medidas de excepgao e
principalmente o emp>*ego da peoa ultima, re-
clamada quando a tt-publica 'a sendo sacrifica
da e a coosiitaicao e a le tiobam sido offan-
didao.
O Sr. B-li-aro de Souza, referrado se em's-
sao de papel mieda, aemoostrou que a samara
devia legalisar e*-e acto. O emprstito externo
era impossivel ; Rjthichiid, os oossoscoocei-
tnades baoqaeiros. ti bam reclamado pradsicia
e o lomelo eot-etaoto era de arg ra. Ioierna-
mente tornava-se impossivel iambm realisar
esse emprestimo. E assim o ame meio viavel
era a emis-ao de papel moeda.
O Sr. mirechal Fioriaoo Peixoto. na opiniio
'0 nobre deputado tiamioense e de accordo com
a maior parte de seos collegas, preparo* o ad-
vento do govemu civil.
O tiaal de seu discarso foi interrompida por
looga salta de pilmas mallos abracog e cum-
primelos re:ebeu o Sr. B'tisano de Sonsa, que
pedio, 080 gm bil de ii i> m nda le para o actual
goveroo, mas a apptaaio gaaeroso, qae a histo-
ria 03o Ibe regatear!.
Auiaociaua a b>ra do expedieote, filloa o
Sr. Barros Fraoco, jas iticaodo on projecto.
A sessao foi levantada as 4 l|2 oras da
tarde.
INTERIOR
.ihccaioinied K.o Se^rm
(Do Rio Grande do Mi de 6 de Oatnbro)
Do pamDhleio A verdade sobre a Revulogao
que o Sr. Germano Hissolocher vem de puuli-
oar, copiamos as pagraas qae em eegaida expo-
m3s.
Referem-se ellas a hecatombe do Rio Negro,
a aegao mais rafame, mais deprmeme, mais
miseravel de toda essa Degregada revolugo de
oos e de paixOas mal cuntidas qoe empapen o
slo rio-grandense con o sangue de tantos dos
D03803 irmlOS.
&' a palavra de orna testemaoba ocular das
sceoas Uorripiaues qae lemiram cambaes ; de
ama tealemunba, hooteu ao lado dos bandidos
eqae, boie, maoifesta nojo em recordar-ae de
que um daos acompaoboa.
Lea o publico o qae toserimos em seguida ;
e o sea espirito frmale a condemoaga) atroz
que merecem tolos aquelles renegado*.
EU o qae dlsse o Sr. Hasslocber respto i
caroificioa do Rio Negro :
Estamos no Rio Negro.
Tres das de um calor snffocanle. de comba-
tes incensantes, em qae os ralos o s, I abrasa-
dor co ifandlam-se coii os raio dos fosis de-
vorados pela s Je, impei'.ados pelos calaverea
ae homens, mniberes e cadveres, o defensores
dos reductos vn chegado o momento supremo
da capuulago.
O nimiao os teem presos, nl3 ba una sabida
possivel, totas as teaiatlvas Daufrugarsm diante
da (asilarla emboscada, aennuna esperanga
mais aob um co de tog>, calmo e inerte como
om cadver.
O rio qoe corre alm, com as sais aguas to
lmpidas, um A'gos vigilante com mil (azis
alera, vomitando a mj.'te sobre qoe.m oasa acer-
car-sede suat margeos, arrastado pela sede
ItrTranieT "
A atmospbera eacbs-se de (orno e ebeiro de
podridO.
jNida mais ba o qoe faier.
Orna bandeja branca trmula sobre a irin-
cbeira, aa armas sao ensarilbadas e a capitula-
cao proposta e aceita como garantas para os
prisioneiro".
Um instante mais e o lnimlgo pisa o terreno
atolhado de mortos e espantajo recaa diante do
quadro que atiesta o valor indmito da defesa,
a pertinacia sem oome dos vencidos.
Na embriagues do trinmpho aao se lembram
qne a gloria de vencer nascei a dio herosmo da
resistencia, e longe de sentires por aqu-lles
bravos qoe restavam om seottmento generoso
de fraternidade, evocaram dentro de si todoa os
odios todoa oa deaeiperos, e recomucoa a ma-
ir^^aagiii^aaa
tanga, agora impoae de homens desarmados,
canga Jo-, cheios de angust i.
Cono tropa que levassem para o matadoo*o,
sem atieolerem que eram n s-os patricios, qoe
alu estavam em oome -1os seos p'iocipies, de-
(endeo io a sua cana, os encjTiiaram em urna
mangoeira de pedras, e un por um.' framente,
deoaixo de gainofa os Hieran sabir e coria-
ram-IQes as carotydas, degollaram os infeliies.
E-a a r>-p".>iu:,u) de Qilateiros mais re*
qu otada na forma, to hedionda no funden
Foi urna becaiomoe tremenda, ama orgia di
saague, de g"tos de dor, eanumar de odios 1
Maiou se a (arlar, gem piedade, beatialmente,
sacrittcaodo-ae detenas de bomeos inermes l
saoba do vencedor, emquanto a revolugo co-
bna se de lo lo, infamavi-se, enveleci* oa seas
nomeas, alafava se na vergjnbeira indigna.
Desde aque.le instante, oenOam ibomem de
bem polla ser selidario com tanta feraxa, a dlg-
nidade man Java qae se rompessa com lodosos
Ijcos qae podan ligar um oomem ae coosciea*
ca i lojeccao tremenda do Rio Negro, e exiga
dos chites supremos da revolagao qoe oondem-
nassemalotos qae ordenara n a carnificina,
que en oome da duailale do tea partido en-
ge tisse a respsnsiDililada ae semelhaate Cri-
me.
O sea silencio seria a tacita approvag5o do (ac-
to, esclarecerla o sea proposi'o, ama vez que ne-
nbnm programma exista para indicar o sea ci-
JClIVO.
E et^rnameate ficara gravado no espirito dos
que la for m a Ingubre t agedia aue a furia das
paixOes ge-ou, o quidro sraist-. da degollagio,
o herosmo siogolar, nico de Uaooel Padroso
qae eil-s repetem em phrases beias de pavor,
quando e.-crevero a sna altivez, a ao* sobrance-
ni em face da morte, ergueodo se n'ama con-
valsan de nojo, com a cabellera sacudida pelo
vento, es olbos lnfl raimados pala raiva, subli-
me oa bora do sariticio, despresando a morte,
tanto qoanioaos seus degolladoreg, levar a m&o
a gargacta e disir : P -gol la. canal aa, qae de-
goiias om homem de bem e valste >.
All a revolugo manenoo-ee para sempre, alli
ella enebe-se de despresttgio e revoltn o moa-
do civilisado contra os seos horrores.
Ella propria collocoa-se (ora das leis hummas
fe:boa para gi todas aa esperaogas. roloa a'am
aoymo tremendo, porqae nao sonbe ser grande
na hora do tnumpbe, macuioo a saa gloria 4e
vencedor para elevar o vencido, abatea se es-
magada pelo peso do seuopprobno.
Nio bavia circomstancia alguma qoe ligiti-
masse a hecatombe; qaaodo meemo qaizesse
invocar o direito ja represalia, o qoe oto exis-
ta, anda assim nao era legitimo o sacrificio
uorroroso que faziam. En aennum caso, por
ser axtieno qoe tese, semelbante conducta po-
da encontrar a approvago de um espirito equi-
Dorado. E-a urna (orpesa que s a torpea de
8ennmecii>s poda inspirar.
E oen deoressa colneram o tracto de sua obra
poio virara Bag redunda a om quarietrip de-
fender-ge como qaeo defeade-se contra aasassi-
nos, lutar desesperaiarnete pela vida, preferir
qoe o olimj saldado cabase sobre as saastrin-
ebeiras a reoder se a um nimigo com a- mios
un.a* de s ugoe do Rio Negro, com a ficado
degollador em punbo, aOada e ameagadora. O
nusso gcii-'ho cooservava anda ana ctria nge-
nuidade ue senumentos, ama tal ou qual pre-
la da criaoga oa sua ignorancia do mundo, vt-
vendo fa do sea balido. A guerra o coamou
as armas e elle la ee foi deixaodo a mulher, oe
tiraos, na trille cboupana, a beira da estrada,
embriagado com o ruido da revolugo, atlrabldo
pela vida aveoinrein com qae lamo eyoopathisa-
vam. Parti cnio ae llurOds a oaqueilas almae
simples e virgeas, em vea de faserem brotar sen-
timentes noores, Qzeram crescer o odio aos seus
semelbaoles, iransformaram-n'oem bandido, em-
briagado pelo eaogue. Eram como um terreno
feral nao cultivado soo o qnai Bmearam joio
em vea de trigo.
En ves de educar Ibe os seo amentos, inca-
tir-ihe o respeito pela vida atoeia, desenvolve-
ram ratas nsiiocloa que exploraram para orna
obra de maldigao.
E o dasgragado, si nao morrer obscuro n'al-
zoraa canoada dos nossos montes, n'algama
barranca dos : os'os arroios, voltara a choapa-
oa, oodedeixoa a aulDer, os filho*, transforma-
do, com as maos manchadas oe sangue, com
alma enveneoada, gem affectos, cheio ae odios
>massaao8 aas campaohae.
Panio bomem ae oem e voltea perdido, assas-
sido e t ooj do.
Foi ilo o Rio-Negro, a bestialisago do bo-
mem. o transbordameato do odio desesperado
qoe fe* av.oga- a borda revolee oaaria.
Nenbum principio mais em jogo, nenbnmmo-
vei digno a lus'itica- urna snolevac, apenas, a
tele de vmgaoga, a raiva da impotencia sacian-
do-Be oo saogoe de irnaos.
A revolog&o soictiou sa alli, sepaltou se, oa
antes dscompox se junio oas suas victimas, co
sol, debaixo de um co lmpido de esto, para
algar como arma a faca da degilla. ^
Na historia do Rio-Grande do Sal ha de per*
durar eternamente a recordagao desse caso he-
diondo, o cora o tempo a iodigoagao crescera e
o horror do pasiaao fara com que as garag5es
do futuro, perplexis, tiqaem em davida ae real-
mente e am nomens os que assim procedan.
Pergontarao que faz a tudo isio o ebete da re-
volugo, aquella qae precipitju 03 sena patri-
cios na tremenda goera que assoloa o slo da
Patria, e ma'.s admirados ttcar2j quaoio soube-
ram que nao leve oragem ae coodemnar o cri-
me e reouar deanie de um triumpdo por tal
preeo.
Nao pode bve.* para um bomem sopanor.ae-
jan quaes forera as cucumatancias, motivos
para sancciooar tcitamente urna hecatombe as-
eim, taoto mus que elle oem saoia qui a victo-
ria de ooa gente seria regada com a immaia-
gia dos vencidos
Restava qae elle houvesse terminantemente
exigido o respeito pela vida dos pnsioaeiros.
que con cerles ser a obele -ido.
Calaslrophe que o envolvea, pois, o arrastoi
comsigo, e o sangse dos borneas du Rio Neg-o o
sjlp coa tambera-
Elle cbamava-ma um nevrotico, quando em
Baanos Ayrca dava expansio eos meas senti-
maolos antipatritico po que u- OwCultava e
tacto que uorr^riaara-me.
Qoena qoe todos o aceitassem, como um mal
necesaario e sileociassem, para qae s o ioi*
mi homem de cojecieacia pooesse jams descul-
par um crime como epte, qoe era e mais croe!
ultraje atirado i lace da civilisagao.
Da vira em qae o remorso, desperando den-
tro da saa cooscieocta o tortorara bornve.men
te o eolo vart qae a respoosahilidade tot sea.
qni nao soobe levantar o espirito dos revol-
conan a, iocoiir-lnes uobreaa de senumentos,
entregando os antes ao ac a-o as anas paixes,
livres da proeaerem segando as suas ospira-
ges sem f en, sem estmalos, como am ban-
do de ivenioreiro'' gananciosos.
A mancas do lio Negrc nto poder ser la
rada, ella eterna.
Dea ara no momelo a revo ugao, do-ine a
joa caracter.stica. .
Ha noaBa isto-ia figurar como Qttwwsres
na historia do U agaay, qoe o tempo nao at-
ienda, qne cada rea mala borrorua.jiee lan-
goo para todo o teoapo o nomo dos
ponsaveis i e*nd?a*lo dos pstero.


-


-
sr
.--
aeu* ros-
itsiipv-,' .'*ti+.ai
i
L.-^s y-rw -.'s^'^.iFLiZ. j T

-J^-
-






BMMfc
%
Diario de Pernambnco $a hitado 3 le Movembro de It*4

!
Ti nbem parece que o deatino re?oltado qaiz
vinanr-se do barba**'cneae.
Deide aqueile dta rarategao lo todo da d a-
asir em desasta? pereaniida- pea sor a elh
que nm momeo* aBtiawa. pojante e pareca
ter a victoria quaat eagota.
Ae soas erroraaes maia ou!acio Boccittnblram tataa vergaorjosamenie.
No ac mais un na di) esoerang oa aleo-
too por muito oaaa eai cecepres so cede-
ram-ie brascam a e t ioexpticadae.
Si ea faea ura crete, dii'a qae era a jas
ti(a divina, na sua joiera, qae negara as vic-
timas do llu Negro.
ESTADOS Di L1IA
SUL
la Catharina
Telegrapbaraui em 24 de Oaiubro para e Rio
de Jaaciro:
O senador Piofteiro Machado cbegoa ooj* do
sol em transito para ati e fot moi o comprioieu-
tado. O overnador, o coronel Morrira Cear e
varios republicanos ao acompaooal-o a ooruu
do Bao Grande, com a baoda de masica de car-
po de peuoranca.
__A. directora de obras publicas toicioa ai-
Yersos traba Inos importaotea.
Na eleiela do eaogreaso do Sitado rto ea
colbi Jas nos nsonicipios os caolidatos.
__a lauta topograpnica do Estado loi loi
Esta iubssripto o iaptal da soc:edade Spo-i
Caibantuose.
S. Paulo
Telegrapharam em 25 cara a Capital Fidt-ral:
Foram intimados os prop ietanoi da tbeair
PotvaBeauaa para tecbal o immedia de serem fetas as rali rata exigidas pelo i nge-
noeiro da cmara jmoicipal.
Por este motivo a companhia Moo-ma bubaen-
dea o egpectacolo aoooociae.
O tbeatro S. Jof dere reabrirse em 3
de Novembro coa a companhia do Apollo.
Bste?e baetaoie coororrida a ov.ssa pelo re-
poaso eterno di M-tloso Feraz, fallecido oo m
Consta qae aqu se val foodar imprtame
casa bao-arla, com o flm de auxiliar a la oora
O caramercio e a industria.
AlRomis escolas publicas de Santos feste-
jara o da t5 de Novemoro, assis ojo a coofe
renna sob e a data feia pela professora Ad I'O
de Casiro, e visitando o tomlo do patria-cna da
independencia.
O Dao de Santos reclama contra luas
de serviga na agencia do Lloyd Brazileiro all
estauelesida.
A alfandega at bantem tendeo.........
1.361:0131898.
A camera Bautista approvoo a tndicagao ao-
torit-iudo o Imeodeote a levantar as praga* >ie
Saniua, 8. Paulo ou R'O de Janeiro om empres-
timo de 300:000* para solver deepexas org'mte
do municipio.
Da Bontem para boje cabiram aaui grandes
chovas.
Eaplrlla Santo
Telegrapharam da Victoria em 25 para o Rio
de J.oeiro : ,
O iBstado publicoa bootem e meannai re
digido pelo oraaideote do Balado em virtoie da
ciauhola e oot do contracto e eaip-eatlmo de
700 000 libras esterlioaa, celebrado cjm o Baoco
Nacional para eer espalbaoo as prapas de Pars
e Londres. ,.
Es-e memoraodam a exposicSo perfetta e
comoleta das mul'ipls faces de novo progreeso
de E*tado.
__O brspo diocesana regressoo bootem a ooi
(e de Sanu Leepoldioa. acnaodo se boje na villi
ao Espiri'-o S.nto, cb'ismanao. Rgrrssara para
o Rio de Jioeiro no Oltoda, no da 30 do cor-
rente.
Balita
Datas at 30 de Outobro :
Chegara capital o Bxm arcebispo, regres
aodo de soa exsursao ao etterio'.
__O Sr. Lola Tarquinio por ocsasiao da morle
da soa teoeraoda mai, offereceo cinco cootos a
Saota Casa de Misericordia.
__Foi deooi'.tido, a beni do serrico publico, o
capitSo Toeodoro de Mello do regimeolo poli-
cial, qoe eslava preso o iocouimooicavel de or-
den) soperior.
Este offi-ial fo" o qee os rlafinetros qoiaeram
aB3B8iar em Oanaatioiras quando atli commix-
eionado.
A' 16. aooitersano da agracio do arcebis-
po. foi ceieerade na catbedrai missa em icc5
de gracas, com asaiatencia do cabido, semina-
ristas e cnuitos fiis.
Finda a missa, foi moto cumprimeotado o ar-
cebispo.
Rel;tifom-nto) crime.doa Mares consta
a qoe se fosst ejroaaa oj xito esperada im-
portante diligencia, brete sera descoberto o au-
tor do as8'8Bnalo, viste qae de todas as deoon
cas apresentadas a polica parece ajr mai8 te-
rosionl a qie molivoo a referida diligencia.
O Diar.o de Noticias ie?e deooncia, de
qon seria aemltfdo e apedrejade em virtole das-
80=8 censoras a actos policiaes. Pa-ece, porem,
q -> nao teve fundim-nto essa denuncia, qoe h.
qaem tappoob* ter sido falsa.
pa-a teso compro uetudo a receita do exerci:io
correte.
ol 'itou auto-i acia Dra orgaaisar e rago-
Iibmb o da coraofia uo sello e as tabellas do
imposto de industrias e protmao, para elimi -
Lar iCtHrs Lembroa asat-mbla a oere^idade de fo-
eit. atim d-
eitar-8' a o:HUgai da recsita nrovem-Htf
diqoollas fioiesq-rf 'le.'eademte ufl "ucia das
emacoes ; atenioe a i leu e mai ..d as ira
Ur se da ictrodoccao de imm's n.> B'tado
pl a m-l>'orar a xorte da*< loJostias at;ri ola c
pacaaria, qoe constuaem ib pnociaa (notes de
oDBSa riqoexa E para coasecafao nei e i
panaoie n^.eflcio leolir.'U a exe-.oc&o ''o I SI
di -tai o. 5 de 13 de Deaembro de 1891, Ciau r.
corae m- na vo'i-'orii.
Coorioio s x a leMaVa da m^nsae^m al-
ie lindo ao decreio do p.id--r x-cotivo fater^l
que diTlio a a iminis ra^kj da Ej rada de Ferro
t>ntral de Pern.imnoco em daaa, compreb-n-
i-nda > primis a Central de Pernambo'o
rooriaoienie diti, com ie no Ri-ife, e a se-
ganda as
P lar e de Gaaraor I N;' Croi e proloogH-
mento da ijooie d'Ei e \t joutio a Campit
Grande, rom sede qo Pilar a Com a enom'nacAu
h Estrada >e F-rro Ti b >una a Nava Cavas.
Fea v-r o ale nc i-i m-dida quj desceotrali
I Hitado dA Perca odoco o dse >vol:roento de
noj-a vi.{o torres, veio uar impulso soa
Comoleta reii's C'"1 '
Foram esses us pin os capnaes da me sa-
') n t non em perame a asseuibla legislati-
va do Estado, a qa.il, toco que -ej t poblicada,
.o pubii o em toaos os
NORTE
Airasi'sss
Telegrapbaram do Pari em SS de Oolnbro
pa a a Capital Federal:
Noticias offiuaes de Minaos al 13 do cor-
rete :
O cooierasso encerroo a sesean votando lei r
jinen'.ari para o anoo dn 1895.
A remita oreada de 8.686 cootos e a despe
za 8.246. sendo para ob-u e me boramentos da
capital e Interior do Estuio 4.213 cootOB.
' O estado fioaocairo do Amazonas ccutin
prospero.
Eea votada a lei de navegado para o Me tu
tJrraneo.
Es aberta coneurreo'ia oara viac&o orbana
pelo sjstema elctrica. Rema completa paz do
Estado do Amazonas.
riraiijsa
D.iias at 31 de Ootobro :
A' 19 foi inatallada a 3' seseao da 1* legisla-
lmn.
A niao escreveo i p-opon o :
< A' 1 oora da tarde comparecen o Exm. Sr.
Dr. Piesideoie do Estado e leo pe-ante a assem-
bla a eoa meosagem, em qoe relatoo com ca
reza e minociosidade, diversos acooteciaentoe
polticos e expoi o estido dos negocios pablicos
sob sos g-'stio.
> Em primeiro lagar, nessa m^nsagem. S.
Exc. congratnloB-se com os representar tes do
Bateta pelo res sueleelJianio da paz na repaLli-
c com i i-rojiuaco da revolta de 6 de Se'eaibro,
8 file a pelu b-roteo eforci do marecial Fio
r ano P-:xcl> sacoedado eflicaimeate por todos
r Ve dadet; patriotas qee com deooelo sou-
ken Q CfOd-r a obra de 15 de Noveasbro de
199 -
Em seguida o^enpoo-se das eleicOes fede-
raes de l* da Marco do correte aooo, qoe fo-
ram pleiteadas em plroa paz, tendo sidogarao
tida a liberdtde do voto.
Tendo passada a traiir do' ne.-ocios da a-1-
m nstra;ao, levoa ao coaticimeo o da asrem
bla a licenca em cujo g so estere para tratar
de soa sboie tndo estado dolante es5 tere uc
na capital da Uniso, o-de, entretanto, n&o del-
>oo de promover beneficios para o Estado ba-
vendo coosegoido do gove-no federal as lionas
leiegraebic: para as cldades de Campia Gran-
di! e Bananeiras, !.lm de ootros servigos de
onlidade poblicaqoe esilono dominio de todas.
Relativamente as fioancas do Estado, de
rxonstrou com dados precisos soa prosjera si-
tuacaa, nao obstante a grande nilBcoldaie con
qae tem la 'ado a ariministrac&o em frente do
i npatrionco proceder doa cootribaintea qoe ex-
Morara iodos oa meios de defraudar a tazenda
pobllca.
Intecoa para eaae tacto o patrio'ismo dos
!?rB. Diputados nos, na miioria habitando no
interior do E'taoo, nului nodiam faxer por sen
iresiigio poltico em cada localidade no aenii n
le obviar os ernba'acoi contra a fljC,lisac4o
cas rendas pubics.
> Eipos o nstsdo da di'Ida passtva 6: a-tivs
do Estado, declarando nutrir a eaperaoca de em
Jareve lempo reaiisar a coosolidacao daquella na
parte refere> a apol.ces da divida publica.
< Deo conta i assearbla dos melboramentoii
materiaes qoe no cumprimeota dos deverea do
;eT8 de etaprebeader, eem bave;
't'i m-lno coob-cida
sene e alhes .
CAPITAL FEDBaAL
Aperai rcctb mo.4 j Pata de 25 e 27,eos
lemais jo-'aen o o. de 27 Alen dj qa-r.oasi
tas dt-mals s-rcOes, .. ew ecicoatramas oa
G.ieta de N (tanta* d- 7 o s- guale :
\ c-iiiiniinfti o-i;ui '-oorr-gtSa de rev
0 de.re'.o n. 985 de 8 de Naretnoro ie 1890,
elaOaVOU .) r j <<- > ..041X0. la i- os He to; no s-oido, nscnalo o oo.' o
de en-alirs.'iia que aqa ln- uecreio em soa
08 0'igao coonerv va.
DVs e modj, ticau o projecto agslm modib-
ca io.
O Co'i4?re(H) Nirtooal deceta :
A t. 1 Os- Hilados- aia-es 10 presileet
da H -pool ca, do mimsi'o daO"r'a, do ajodaa-
U g-neral do exercuo e do qaartel-me^tre gene-
ral li -ain orianiBados cao .. sei;aiut-i pessoal:
Presidente da Repnalica
Tras cffijiaes da gaotneie, civts oo milita-
res.
U n cb-fe'la ca milua-, offi-ul general
da ar onda oo da exererta.
< Qoatro aldanles de ordeos, nfnciaes su j--
ores ou caoitae-i, do exer :i j da armada, da
guarda oconal oo baiO'arioa.
Mii>isi'o da gae-ra
i official d" gaoio^eifficial sopeno*
1 aja lame de orde 1 ajadaoie de pesso<< ie qaalqier co-po oo ar
l ajadjote decamu'(ini >io exercuo.
Ajulauta geoeral
I official da giDneie -official saoe-io*.
i ajaiaote de ordens Capilar? ou subaltfr s
1 ajadaoie de pesso< [de qaalquer carpo oa ar-
1 ajodaote -ampolma dj exercuo.
Qaartel mes'.re geoeral
l official de ab-.oeieCapnae* oa sabalteroo-
1 a|adacte Je ord -n- < de qoilqaer caro > ao ar
t jalante de pe^so* | n i d > zarate.
A^t. 2- Os offidia-s de gaonen do presiden
te aa Repoblica, se farem fuooiianaios pblicos
lierceOerj todo* os seos Teocimeotej como eaa
ff graiittc trato, bss 8-ra a b.t-ana orna gratlticacao a:
o mximo de i:0Uj, tambem measal.
Paragrapbo ooi o. E.tas gra ,tiotco-s se'io
pagas pela verCa e^enioaes oo mioislti'io do io-
ie. lor qoando ai estiverem -oateopladas em
rourica e-p-c al do orcameoto.
Ar 3- Os veucimenios do pesso I milita'
taoto da casi militar da presiden e da R puon-
ca, como dos e-tidos maiores das aoto-Nade-
meacionads oo artigo 1*, constarlo do sold e
etapa correepoieors a soas pauotes. e mais
das ratiticacO-B e-pe^lfica ias os taoe.la lofra.
Art. 4- 0 presideote di R'poblica eeap'e
qoe litar de se a presentar em trente la tropas
ae f.ira acompuobar por offi :iae- geue aes e su-
periores, qae, oara es-e fim < special, forem coua
antecedencia con vi ades-
Art. S- Revagamse as disposicbes em c >a
trsrlo.
Sala da* commissOes, 24 ue Ootaro de 1894.
Almena Bmeto.-Silva Caoedo.E. Waa-
deokoik.Pires Fer tira.Le le e Oiuctca.
Taesfa a que te refere o artigo 3-
Na cas* miniar uo preaiicuie da Heoablica
Graufieaco
General 600*I)(H)
ufficiai sapeno' 400*000
Caouao 30040 0
Nos osdoi rxaiores do ministro aa guerra,
ajodaote geoeral e qnirtei matre eeneral
Gralific^can
Ofi!*al gepenor 3oaikK)
Capila 200* ^00
iuDalteroo 180*000
Sala das rommisso s, 24 de Ootobro de 894.
A'meida Barreta.Snv= Caredo.E. W>n-
dei'kok;.Pues Ferre a.Lite e Otucica.
noite a concurrencia foi quasi a mesmaincal-
culavelmente numerosa.
Trilito* Lrbanos le Ollnda-Dai-
xen anla-hoateoj o exercicio do cargo da di-
rector-gereata dessa empreza o Sr. Dr. Antonio
Pereira Simfies, que ltimamente pedio insis-
ta temante escasa do mesmo cargo.sendo attsn
didn pela assaubla garal dos acciouisias da
empraza, depeisde tet-o exercido por muitis
aooos.
S. 8. leve a gentileza de vir visitar-nos hon-
tem o qus muito Iba agradecemos, a dessa oc-
casido offereceu-nos um exemplar impresso
do a.'u ultimo ralatorio, que, como os ante-
riores faz honra a sua intalgencia e habilita-
eOes scientiticas,
O Dr. Simes daixou muito melhorada' em-
preza dos Trilhos Urbanos de Olindn quer le-
china, quer econmicamente fallando. Se maig
nao fz era pro dalla e em bem do publico to-
dos conliecatn a causa : foi-iae muila vez bar-
reira o interesse mal coraprehendido dos accio-
nistas.
Monte Po Bom Successo-Amanii,
s 10 horas do da, funeciona essa sociedade,
em assembla geral, para alegar sua nova admi-
oistracao.
Oimperadorila Russia i -impera-
dor da Russia, cujo tullecimento nos foi hontem
communicado por telegramraa inserido na rubrica
propria, nasceu lo de Maiga do i84>, e suecs-
deu seu pai em 13 de Margo da 1881, toman-
do o titulo de Alexan ir III.
Era casado com urna filha do re Christiano
IX. da Dinamarca, aimperatriz Mara Fodoro
vina, tendo lugar o seu enlace 9 de .1 jvem-
brode 186*.
Deixa tres filrios var5es e duas filhas, sendo
o mai* velho d'aquellesNic.ala < Alexandrovitcb,
grao duque berdeiro, nascido 18 de Maio de
1868.
E' esta o successor de Alexandre III.
O que produzir essa successao em relugio
poltica europea?
Cumpre aguardar os factos.
ud ;iri; Espiritual -S ib o titulo Re
trospecto dos fetos da i'adana Espiritual
contar de 30 de Maio do 1892 a 28 de Setembra
de l804 nos foi enviado do Cear um folbeto em
que o Sr. Moacjr Jurema dascriiveu os traba-
ldos da sociedade Iliteraria Pastarla Espiri-
tual.
Confessamo-no3 gratos fineza.
Ordena 3'doCarano-Ammli, pelas II
horas do da, funeciona em mesa geral essa
contra la, pira eleger sua nova a liniuistraco
no ai.no compromissal de 1894 91
Escola Aornial Comegain no da 5 do
correte os exames ananaes dessa escola, sen-
do os escripios feitos simultaneamenle por to-
das os alumnos de cada ann-i do curso. Para
os io i e 3o anoos elTecluar-se bao elles s 9
horas para os do i s '0 da raanha
Os exames oraes sao prestados em turmas de
oito alumnos.
Hanirest9o de apreco -Teve luzar
ante-tiontem a projoCtada raanifestaco de apre-
co pur parle dos emprega los da Coinpanhia de
Trilhos Urbanos ao seu ex-chefe, Dr. Antonio
Pereira Simes.
Pouco depois de meio dia, partiu da estagaa de
Olin la o trem especial conduzindo os manifes-
tantes, que foram acompan ado de diversas pe-
aoas gradas, sendo precjdidos pelas bandas de
msicas do 14 batalho e 3 de M no.
Cbegados a estagio doCarmoem Olinda, onde
os aguardava grande numero de amigos do Dr.
Sirafae8,dingiram-se casa d*este a quem flze-
ram entrega de um rico annel de engen ieiro, e
de um rico cartao de ouro com a segrate dedi-
catoria : Os empreaalos da Estrada da Tri-
lhos Urbanos do Recife Olinda e Bebinbe ao
seu digno chafe Dr. Antonio Pereira SiraOes.
Em norae dos manifestantes fallou o Sr. Jo^o
Clementino Montarroyos, a quam respondeu agra-
decendo o Dr. Simes.
Era seguida foi por este offerecido um delica-
do copo d'agaa aos manifestantes, sendo enlo
trocados entusisticos brindes, entre oe quaea
eitaremos os do Dr. Carneiro da Cun a, Dr.
Ermino Cootinho, Dr. Waldivrao Wanderley,
Dr. Alraeida Cunha, Dr. Euclides Quimeiro e
Dr. Antonio Francisco Pereira de Carvalno.
Foi urna manifestagao que verdadeiraraente
traduziu a somma de syrapalhias qua soube an-
gariar o Sr. Dr. SmOes no cargo que acaba de
exerecr.
Hortalidade-Xo remiterio publico de
Santo Amaro foram sepultados era Outubro :
De 1HV4 37 corpos
> 1893 28"
> 1891 337
> 1891 297
1890 427
A media diaria los sepultamentos
CHKONOLOG1A
COLLECCIONADAS POR
Melchiatedech de Albuquerque
Lima
Da 3
1903 -Francisco de Castro Moraes tom
posae do governo da capilania em substituigao a
D. Fernando Martina Mascarennas de Lcncastro,
que o deixou nesle dia.
1850Inaugura-se o.Gabinete Porluguez
de Leilura, devido aos esforcos dos Drs. Joa-
quim Baptista Monteiro e Jo Vicente Martins,
Migusl Jos Alves, Joao Quirino de Aquilar,
Francisco Jo&o de Barros e outros.
1864 -Com destino ao Estado Oriental do
Uruguay embarca o 2.* batalho de infantera,
da gaaraigao de Pernambuco, sob o eommando
do coronel Luiz Jos l-'erreira.
l.S<>< Assume a presidencia da provincia
0 Dr. Francisco de Paula Silveira Lobo.
I8G1-K' morto na segunda batalha de
Tuyuti, quando com a sua coinpanhia procurava
impedir a passagem. das tropas paraguayas que
se dirigiam ao centro do nosso exercito, o ca
pitao do 42. de voluntarios Joao Xavier do Reg
Barros, natural da Pernambuco.
Distinguio-se na bataffia de 24 de Maio, com-
bales de 16 e 18 de Julho e ataques de 3 e 22
de Setembro de 1866.
Nesta mesma batalha cahio prisioneiro o ca-
pitn pamambucano Antonio Francisco de Paula
Holianda Cavalcante de Albuquerque do 4. ba-
talho de artilharia. Havia se salientedo na
batalha de 24 de Maio e eulros combates. Mor-
reu prisioneiro.____________________
REVISTA DIARIA
Dia de finados Hontem, dia consagrado
pela IgrPju acommeragao dos seus deis defun-
tos foi durante lodo o dia, grande a concurren-
cia de pessdas de tedos as classes sociaes, ao
cemiterio publico de Santo Amaro.
Os bonds, apesar de serem em grande numero
nao offreciio commodos sufficientes aos que se
querim transportar para ali, e por isso muita
gente teve de fazero trajecto a p. Muitas pessoa
se transportavara em carros particulares. Nao
portanto possivel fazer-se um calculo appro-
ximado dos concurrentes ao cemiterio.
Este, acnava-se em quasi a totalidade dos t-
mulos, caprichosamente adornado, notando-se ri-
3uisisma8 capellas morluarrias que pendiam de
iversos pontos, assim como profusao de luses
em grande numero de catacumbas.
Desde s 7 coras da manba at ao cabir da
em Ou-
tubro prximo findo fji da i2,0 corpos.
Os dias {de maior'numero de sepultamnetos
foram : H em que houve desenove ; e 15, 19,
21 e 29 em que houve dezesseis.
Os dias de menor numero de se, ultameutos
foram: 7 era que houve trez, el e 4 em
que houve oito.
A Leltura -D'essa importante publicagao
lisboeta, que lo brilhanle programina lute-
rano tem desonvolvido, temos sobre a mesa de
trabalho, o o. 19.
Pelo oferecimento, somos gratos, ao Sr. Leo-
poldo A. daSilveira, gerente da Agencia Lit-
eraria
Quipap -Escrevern-nos d'essa loralidade
dizendo-nos que no da 27 do mei lindo, foram
aln resadas missas pela alma de D. ^malia
CotMho Lemos de Oliveira, finada consorte do
Dr. Eduardo Augusto de Oliveira
0 acto, de qua baviam sido promotores os
Srs. Wencaslo Santo e Tito Galvao foi con-
corrido por grande numero de cavalbeiros da
lite social.
Renniao don proprietarios -A ses-
sio d'assembla geral dos aasociidos, que po-
der ter lugar amanha, ficou adiada para o pr-
ximo domingo 11 do correte, no lugar do eos-
turne.
Al ga de BaixoD'essa localidade
nos escrevem a segrate carta era 29 do raez
findo para a qual chamamos a attengo do Sr
Dr. administrador dos correios :
Illustres redactores.
Pego-vos digneis, era vossa conceituada re
viste, chamar a attengo do Sr. administra lor
do Crrelo para o modo irregular pelo qual os
estafetas, com destino a esta villa, fazem o ser-
vigo; parquanto chegara sempre cora dois trez
e mais 'lias de atrazo, e as vezes no dia em
que j se espera outro depois-
O estafeta de 12 do nrrente por ex : que
tinha de chegar aqu no dia i7, cnegou no dia
23, e o de 16 qua devia chegar no da 21, che-
gou n'aquelle dia tambem.
Alera disto todos elles dizeni que chegam
sem dinheiro e vSo pedir abonos aos Drs. pro-
motor e juiz de direito.
Grato nos ficara-0 nosso constante leitor.
Eseola \ urina I da Sociedade Pro-
pagadora da Instrucco a'ubliea
Comrgarao no dia 5 do correnta os exames
desle estabjleciinenlo, pelas seguintes cadei-
ras :
Curso preparatorioPorluguez A's 6 horas.
l'genePortuguezA's 6 horas.
2a serieFraocezA's 6 horas.
3' serie-LiueraturaA's6horas; Geometra
s7l|2.
Orenosjue -Esse paquete da Companhia
das Massageries Marinlas, sanio da Baha
hontem s 7 horas da inanha, pelo que chegara
ao nosso porto boje alarde, saldado hoje mesmo
para a Europa.
Vapor Pernambuco-Esse vapor do
Lloyd Brazilsiro, segundo telegrarama recebido
pela respectiva agencia no Recife. sanio do
Ceaca ame-hontem; pelo que de ve chegar aqu
amanha.
Salvas -As que hontem deu a fortaleza do
Brum, foram em respeito ao dia consagrado
commeaioiago geral dos raortos.
Passamento -Victima de urna congestao
cerebral, flnou-se ante-honiem em Gamelleira o
tenante Jos da Silva Braga, contando 50 annos
de idade.
Natural deste Estado, era agricultor no muni-
cipio do Rio Formoso, onde por suas qualidades
pessoaes gosava de estima geral sentimanto
qoe gerava em todos aquellos quo delle se ap-
proximavam e mantipham as suas relagas.
Era solteiro e irmo do commarciante desta
praga, o Sr. Alexandre Braga, ao qual apresen-
tamos as nossas condolencias.
Reasdianentoa publicoForam arre
cadados em Outubro :
Alfandega Federal
1894 1.9(!.:2059K6
93 1-5! 8:304*973
92 1.2o3:928*98
91 1.520:734*93!
90 i 232.27**481
Estado de Pernambuco
1894 448:646*053
93 418:553*347
92 277 077*051
91 246624*716
90 260:610.,. 17
Nova tirina -Pe is seguintes circulares,
que graciosamente nos foram coraraunicada,
temos sciencia da forraagio de urna sociedade
para compra, e venda de agurdente :
Illm Snr. Pela circular inclusa levamos ao
conhecimento de Vmc. qua o nosso socio An-
tao Firmino Flores, acaba le formar urna so-
ciedade era comman lita para compra e veoda
de agurdente e alcool para exportacao, sobre
a Arma de A. Flor; & C.
Animados pela confianga com que Vmc. nos
tem-honrado, esperamos que se dignar dispen-
sar a essa nova tinua a mesma acquiescencia
com que sempre nos tem daatingudo.
Simos com toda a consideragao da Vmc.
Criados obngadissimos, Pereira Carvalho & C'.
Reife, ld>. .\ovembro de 189i -Snr. Te-
nho, a BatiaagJo de coraraunicar a Vmc. que
n'efta data constitu urna sociedade era cora-
inamlila para compra e venda da aguardante e
alcool para exporlagao, sob a razio, de A. Flores
A C. da qual sau solidario.
Pan raellior facilidade do ineu commercio
acabo de enrarregar a gerencia d'esse estabele-
cimento ao Snr. Jos Xavier Brrelo das Neves,
que diapea de grandes nabiliaces e de perfei-
lo conli cimento d'esse ramo de negocio e sa-
ber correspon 1er a conftanga com que Vmc
se dignar nonrar a nova tirina sob a sua actual
gerencia. Certo do sea bom acoi imenlo sub-
cravo-rae. De Vmc. Raspaitedor e Criado.
.-trc/uiiio Firmino Flores.
O ail Da -Revista Industrial de Minas
Gente1 irancrevemos o seguinte artigo :
A exportagai doomfj foi ramo da com-
mercio mnito remunerador no Brazil. Entre-
tanto, por cir.-umstancas diversas e comple-
xas, esta industria acha-se hoje em relativa de-
cadencia no paiz.
Par:> fomentar novamente a cultura e preparo
do ail, que poder ser extraado de plaas
indignas do Estado, o governo de Minas Ge-
raes faz ltimamente ao cidatao francz B.
Micha urna concesso de terreno i devolutos,
cora certas w.tagens e favores, nos termos da
lei n. 27 de Jullio de 1892, e regulamento n.
608, de 27 de Fevereiro de 1893.
A introdui'gfio da industria do ail no paiz,
com os melhoramentos e aperfeigoament >s mo-
dernos trazidos ao processo de fabncagao,
faci de grande alcance e que representa nu-
meras vanlagens em um paiz, como este, cujo
slo particularmente apropriado a esta cul-
tura.
Assim irao se intro iuzin lo progressivampn-
le culturas diversas, cuja variedale dar basas
mais solidas riqueza publica a particular,
que nao prudente repousnr sobre um ou dous
rara >s, apparenteraente previlegiados, de cul-
tura.
O ail actualmente um producto commer-
cial de um valor real elevado, e como tal me-
rece deuda considerag&o e especial raen^ao-
A descoberta das cores denominadas de ani-
lina, extrahidas do carvSo de pe 1ra, nao tm
abalado o seu commercio, porque o ail possue
propnedades esoeciaes que o tornam preferi-
vel era munos casos a todos os productos si-
milares. Por isso sempre um artigo de gran-
de consumo.
O prego do ail, embora sujeito altase
baixas, como todos os gneros do eommeiGio,
tara regulado ltimamente, em Paris, a 20 fran
eos o kilog'amma.'
Os pnncipaes centras productores do ail sio
as Indias (Calcutta, Borabaim, Madras, Java) e
a America Central. No Mxico, a cultura do
ail est em ens iios. \
A importago do ail em Paris calculada
pelas procedencias das Indias, em 36,000 cai-
xas de i30 kilogramoias cada urna.
A America Central fornece raais ou menos
10,000 caixas de 70 kilogrammas cada urna.
O Sr. P. Mtcht pretende applicar um me-
thodo de extraego do ail, que aprsente di-
versos aperfeigoaraentos de sua invengo.
Eate nicho la basea-se na propriedade do t*-
dicam, principio incoloro, que devido a certas
influencias pode decompr-ae em indigotino e
em urna materia assucarada.
Na applicagSo do processo, o Sr. P. Micha
aemprega certc-s reactivos chimicos, em propor-
'cOes e condigOes de temperatura apropriaias,
racorrendo tambem oxydago enrgica de
urna crrante de ar fornecida por urna machina
soprante ou ventilador.
Numerosas experiencias lm dado a prova
positiva a pratica que, com estes malhoranaen-
tos, o processo do dr. P. Micha augmenta o
rendimento da produego do ail em urna pro-
porgao consideravel.
Muitas plantas da flora mineira fornecem o
ail.
O Sr. P Micha d prefeiencia ao Eupatorx-
um Unet-irium. Este especie, bem como outros
arbustos aniliferos, se enconlram oo estado na-
tivo no territorio mineiro.
Por isso, oSo cepandem de acclimago, raas
apenas de uraa pratica regular no planto e cul-
tivo, polenda assim, em plantages convnien-
temenle tratadas, ser utilisados durante muitos
ar.nos, successlvamente, como materia prima
para a fabncagao do ail.
E' animadora a introduego dessas industrias
agrcolas no Estado, para aproveitamento dos
variados vegelaes de valor industrial que abun-
iiam no territorio mineiro, e para a exploragao
das riquezas inasgotaveis e assorabrosas do
slo de Minas Geraes.
Tribunal do Jury do Reeife -Deve
ser aberta boje a 6* sessao ordinaria deste Tri-
bunal.
Esio sorteados para a raesma sesso os jura-
dos seguintes:
Recife
Antonio Gomes de Oliveira.
Joao Rodrigues do Monte Moura.
Sanio Antonio
Manoel Goncalves Agr Filho.
Manoel Artbur de Barros Cavalcante.
Joao dos Santos Fragoso.
Teen te coronel Sebaslio Lopes Guimaraes.
Olympio Siraphronio Ferreira Chagas.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Joao de Souza Reg.
Joao Miguis.
Carlos Horacio da Silva.
Rodolpho Sodr da Molla.
S. Jos
Joaquim Januario Ferreira de Brito.
Joaquim Jos de Oliveira.
Feliciano Jos Teixeira.
Antonio Muniz Tavares.
Joaquim Ismael de Albuquarque Mello.
Darai&o Bezerra Paiva de Albuquerque.
Bellirmno Liberato do Nascimeuto.
Bellarmina Loureogo da Silva.
Beoto Alves de Mello.
Boa Vista
Vitaliano Pernambucano Ribeiro de Souza.
Jos LoDes Alheiro.
Dr. Jos Juiio Fernandas de Barros.
Graga
Augusto Cesar da Cunha,
Au-u-to Alvim da Silva.
Antonio Luiz Muniz.
Antonio Marque de Oliveira Ramos.
Antonio Martins Pacheco-
Or. Antonio dos Santos Siqueira Cavalcante.
Dr. Joo da Fonseca.
Dr. Antonio Vicente Nasclraento Feitosa.
Afogados
JoSo Romarico de Azevedo Campos.
Candida Francisco Duraes
Thomaz Conceigo Ferreira.
Tranquilino Ildefonso da Lunha.
Tiro casual Hontem, cerca de II J]2
horas da raanha, na estagSo policial do 2 dis-
tricio de S. Jos, urna praga, manejando um re-
volver, succedeu dispararse a arma casualmen-
te, indo o projectil attmgir d'uma mao de uca
companheiro.
Fallecimento N pov.ado do Monteiro,
falleceu hontem o Dr. Octavio da Britto GalvSo,
major do estado maior de I." classe.
0 finado era natural deste Estado e contava
apenas 34 annos de idade.
Esteva casada ha alguns mezes com a Exm.
Sra- D. Mana Rosa Calmon Galvao, filha (lo
nosso co-estadano coronel JoSo Vicente de Brit-
to GaMo.
0 finado que recommendava-se nao so pel's
qualidades moraes que era uaponaslo do seu ca-
rcter, como lamben pela sua intelligencia,
deixa cenamente nm claro notavel na sua clas-
se, onda era justamente considerado e esti-
mado.
Havia sentado praga em 30 da Junho de 1877,
foi promovido a 2- tenenente era 7 de Setem-
bro de .879,-a t em 8 de Noverabrode i8-<4, a
capito era 7 de Janeiro de 1890. a major gra-
duad em 31 de Dazembro da 1891 a eflTuctivo
a 13 de Janeiro de 189'..
Era bacharel rm inatiiamalicas e sciencias
saciaese Unha o curso de engenheiro militar
Para este Estado tinh vindo o fina lo ha 4
mezes era buscas da melhoras da sua saude
alterada, o que deu em resultado o desenlace
fital, a despeito de todos os desvellos de urna
familia cheia de solicitude e de todos os extre-
mos recursos da sciencia.
Seu enterramento teve lugar hontem no Ce-
miterio Publico de Santo Ara::ro, para onde foi
transportado lo Monleiro, onde falleceu, cora-
parecendo ao aclo o Exm. Sr. coramaodante
interino do districio militar, muilos ofliciaesda
guaniigo do Estado, pessoas gradas e a ir-
mandade e .Nossa Senhara da Con.'eigSo dos
Militares.
Aopre-'iito acompanharam tocando marchas
fnebres as bandas dos 2~ e 14 b Sobre-o ulau le foram depositadas numtro
cas coroas raortuanas.
Que repouae a sua alma no misericordioso
seio de eus e acanita sua familia os nossns
si-umen los qua enviamos especiairaenta sua
desolada esposa, lo prematuramente ferida por
IS ins. paravel prda.
A futura exposicao de Parias No
jornal L'Expotiun, L'iuccrselle de 19 0, lem-se
inleressanles deciaragas de M. Bouvard, enge-
nheiro da ciliada da Parlz e director dos servi-
CM da arcliictetura da futura exposigo.
A propo^igrio do concurso aberto, at 12 de
Desamoro prximo, p ira apreseniagao da pla-
nas, esbocas, orgamantos, etc., disse o compe-
tente pngenheiro;
sobretudo entendernos deixar livre enrreira
t imigioagSo doa concurrentes. Nada de freio
seu eugenho artstico; nada de erabaragos. Para
to los e para tudo : a mais intrira liberdadee a
mais absoluta independencia.
Muitopelo contrario, se eu tivesse da expri-
mir um vol pessoal, desejana que os artistas
se libertassem do jogo das convengOes, e se tor-
nassem escravos .le sua originalidade que se-
jatn realmente credores.
lato Ibes facilitado pelas condices geraes
do concurso. Como se sabe, os edificios da ex-
posigo tero carcter rigorosamente provt
son.
Nao se projecta, nao se constroe para alguns
mezes carao para a elernidade. Cora a perspecti-
va de orgaaisar planos de urna obra duravel, de-
vem-se fa/.el-os grandes a bellos, sera duvid,
mas as concepgoes nao tem o mesma carcter;
procura-se eos nosso caso agradar ao gosto de
boje e adiviuhar o de ainanti.
Os edificios sero feitos para urna ferie. Ac-
bada a ferie, para quo servir o quadro ? Nos
nao telos a pretengo de nos improvisar, de
coragao alegre, arebitectos de ruiuas.
Em resumo : oque nos esperamos dos artis-
tas, sao idaa, o maior numero da ideas possi-
veis, eraitiidas cora toda iadependencia ; lania-
sistas, raas tendo gosto ; grandiosas, raas adap-
tando-se s necesaidadas daactividade do nosso
seculo do ferro e da electncidade.
A exposigo nao uraa obra histrica, um
panororaa encjclopedico da vida humana.
Pelo que tica dito, v-se que o espirito que in-
spira a construego dos grandes eaiii.;ios da fu-
tura axposigo pariziense o de inteira ori.'i-
nalilade : a atientas as inegaveis e incorapara-
vei-> qualidades artsticas dos francezas, pode-
mos esperar ver alguma cousa d original e
grandioso a a um terapo, na grande Exposigo
Universal que se prepara era Pariz, no auno
190).
Um discurso de U. Casimir Perier
J demos noticia da >iag:in do presidente da
Repblica Francezza a Chateaodum.afin de as
sistir s grandes manobras militares annuaes.
M. Casimir Perier foi recebido all com grandes
provas de estima e respeito, e pronunciau na
casa da Cmara um discurso importante, do qual
extralumos os seguintes tpicos.
- Aqueile a quera a assembla nacional con-
fiou a guarda de nossas instiluiges, nao teve
jamis ambiguo algunia senio por seu paiz. Elle
nao considera smente a priraeira magistratura
da Repblica como ama honra suprema ; tem
Lconsciencia de seas deveres a da sua responsa-
bilidade moral.
E' em um pen.amento de unio e de concor-
dia que eu fago apoello a todos quanto amara a
Franga.
Pegolhea que nos ajudem a fa'zer da Repbli-
ca um rgimen, no qual a paixo do bem inspi-
re a palavra e os actos.
Nao basta raanter intacto o patrimonio com-
mura das liberdides publicas, fructos de tantos
esforgos e de tantos sacrificios ; preciso tor-
nar a legiraa ambiguo da ver consagrados pelos
costumes e pelas leis as ideas de sldarie iade
e assistencia qua honrara a human.dade.
E, conservando a confianca da democracia, e
mereceado o concurso da todos os boas cida-
dos, que o governo da Repblica saber exer-
cer os direitos essenciaes da podar, ea* ame
da tolerancia e da liberdade; e fiel s tradi-
ges da Franga, serir a causa do progresso e da
liberdade.
Sao palavras dignas do chefe de urna respei-
tavel Repblica democrtica e de um povo li-
vre.
Sobre o lobo terrestre Um inglez'
o Sr. Ravenstein, teve recentemente a ideia de
saber em que lapso da tempo o nosso globo
estar completamente povoado e iinpossibilitado
de alimentar um numero de habitantes mais ele
vado que aqueile que tiver ento attingido.
Levndose em conta de um modo approxi-
raado a quantidade das trras fertels e das es-
teris, pode-se afirmar que ainda lia logar aqu
para cinco bil Oes, novecentos e noventa e
quatro railhes de < omens; o algarismo actual
pouco superior a um bilho.
i 'onsiderando-se a progressSo normal actual,
observa-se iodos os de: annos 'um augmento
geral e medio de 8 .'o que se distribue da se-
guinte forma: Europa, 8,7/; Asia, 6 "/. frica
10 .; Australia e Oceania, 30 /; America do
Norte, 2) / America do Sul, 13 .'.. Em tacs
condigOes o numero mximo ser attingido no
anno 2702, e, como se vi, o prasa nao muito
longo.
Admittindo-se. porem, a absoluta exactido
dos clculos do Sr. Ravenstein, ser certo que a
prugresso normal de hoje deva continuar re-
gularmente e em proporgOes idnticas?
Casamento civilO escrha de ensa-
rnemos que funeciona nos aistrictoa do Recife
Santo Antonio, S. Jos ffogados afRxou na
repartiga* do registro, ra do Imperador n.
75, I' andar, editut de proclamas ''a casa
montos dos seguintes coi trbenles.
Segunda publicagao
TJoSo Pompeu de Moura, cabo do 2* batalho
de infanierla com Senhorinha Deodata das Mer-
cs, solieiros, naturaes deste Estado.e residen-
tes na freguezia de S. Jos.
Antonio Cecilio dos Santos, negociante, resi-
dente na freguezia de Santo Antonio com Julia
Bezerra da Silva Pereira, residente naci.iade da
Palmares, solteiros e naturaes deste Estado.
TelefcramnaaEis o resultado da 22.a
lotera do Esta lo do Espirito-Santo extraada
uo dia 31 do corrente :
APPROXIMACOES
. 1693 10'0>0 45872 605000
1697 1004000 '5874 60H0.H)
Todos os nmeros terminados era 96 eslao
premiados com 40d0, excepto o do primeira
premio.
Todos os numeres terminados em 73 esto
premiados cora 4*000, excepto o do segundo
premio.
Todos os nmeros terminados em 6 e 3 es-
tao premiadas com 2006, excepto os termina-
dos era 96 e 73.
A 23 lotera ser extranida infallivelmente
no da 7 do corrente.
Pagamentos de premios ; vendas de biltietes
todos os das.
Lotera de Minas Geraes -Essa im-
portante lotera corre hoje 3 de Novembro e
despena a attengo o respectivo aiiauncio em
outra secgio publicado.
Os bilhetes esto a veoda na casa 0 Sonho
de Ouro n?. 3 e 5 Praga da Independeacia
onde su efiecluam os pagamentos dos pre-
mios.
Lotera da Babia Corre luje 3 do
Novembro a -.* serie da 27" lotera, cujos bilhe-
tes eslao a venda na casa O Sonno de Ouro.
Lotera do Espirito Santo -Corre
no da 7 de Novembro a Z3.* lotera, cujos bi-
lhetes esto a venda na casa o Sonho de Ouro,
Praga da Indepen l.ncialns. 3 o 5.
Itnpovto sobre liquidas alceoli-
cos
Assigriada pelos Enchedwes appareceu nos
jornaes de h ratera urna deciarago prevenindo
aos agricultores que eraquanto nao forem revo-
gadas as instrueges expedidas p^lo gaverno do
Estado para anecadag5o d'.iquelle imposto esta-
ro fechados os rmaseos de cncliinienio.
Mal merece mengo o iracundo eliiorial de
pretenso defensor da classe coraraercial, antes
conhecido ami^o e patrono de contrabandistas,
aitribuindo aquellas instrueges ao inluilo me-
nos digno pjr parle do governo, da proteger a
certo empregado do listado.
Para o publico bem intencionado e sobretodo
honesto escrevemos esta succinta explicago.
A |e manda cobrar 6 *|, ad valorura segundo
a pauta semanal de exporlago, sobre alcool e
aguar lente.
Todo mundo ?abe que akool vale sempre a
serapr? mais colado do que agurdente, quasi
na razo do dobro.
Por con-eguinte o irapisto sobra alcoal deve,
em igual numero de pipas de um e de outro,
eiider man, reculando o d' alcool 6 *|o sobre
480 ris por litro ou sejam 29 ris, e o de aguar-
dante 6 |. sobra 2'.0 ris ou sejam 14 ris.
D'ahi a necessidada de deslMgOJJ! cuidadosa-
mente alcool de agurdente.
Ora, quera quer que nao per:enga ao.numero
dos escrevrahadores ingnorantes, que desconhe-
cem absolutamente o que saja um aremetro ou
um alcooraelro de G-ay-Lussac, e o seu emprego,
sabe que para aquella fin iraprescindivel in-
mergir no liquido alcoolica ura desses instru-
raen os para verificar pela respectiva m ireago
si se trata de alcool ou d agurdente.
Isto pira verificar ti o expo-lador-devepagar
io /<*, pjr exentlo, 29 rcis por litro ou smenle
lt ris.
Esi bem claro que essas precaugOa^ nao s5o
necessarias pira o corara reante honesto : mas
lira o cmnpetenti pratici homrnrio do p rto do
Recife, qual o raeio de distinguir simples vista
quem honesto e quem ': contrabandista ?
Acci-r que n-'io possivol esse genero de
fraude, to parecido cora a esperleza dos que
tem pretendido passar assucar uiascavado por
branca ?
Quinto mel.go da c.pacidade dos cas-
cos, e certo que at hoje accettou-se a media
de 480 litros por pipa.
Maa raais que certo qua essa medida nao
pode continuar a ser acceila, pois muito inferior
a verdade.
Na verdade, sabendo-3 qua hoje muito
coteraura ser exportado alcool e agurdente em
tonelete e pipas de muito raais de 480 litros, e
at de 0)0. por que razo nade o tisco continuar
a robrar o imposto sobre 48o ?
Finalmente quanto a prevengo dos enchedo-
res de agurdente, perdera o seu tempo.
O governo nao revogai, actos seus inspira-
dos no interesse publico, deante de ameagas e
iraposigfaes insolentes.,
Justus.
Entradas de rodagem
Nao Justo era ra/.oavel responsabilisar se
o governo do Estado pelo mo estado em que
se achara as estradas de rodagem.
Em primeiro logar, dado o invern copiosissi-
ino que Uvemos este anuo, nao pode o governo
fazer mlagres restabelecendo em poucos dias
os consideraveis estragds e arrombaraento pro-
duzdos pelas innundages.
O publico ter lido nao ha muitos dias ueste
Diario a publicagao do expediente feito smente
para um dos dislrictos, orgando as despezas com
aqualles reparos em cerca de 190.000J.
Esses orgamentos foram approvados e esto
sendo executados.
Iguaes ordens esto dadas para os demais
districto, e principalmente quanto a ponles nao
pequeo o numero das que se tem mandado
concertar. '
Cumpre nao esquecer que as nossas magnifi-
cas estradas tera estado quasi abandonadas des-
de o dia, (e isto ha annos) em que se reduzio
ridicula qaantia de 200:0 iO a ve.ba da reparos
e concertos annuaes, verba que era outros lem-
pos loi rnuito maior, passando de cerca da 40 [
do organento da despeza a 6 I0 que hoje !
Tambem releva ponderar que s municipali-
dades cabe a obrigago de providenciar igual-
mente sobre o assurapto, o que at hoje absolu-
tamente nenhuraa tem feito, apezar de pe fallar
cada vez mais em autonoma dos municipios.
Justus.
GALEPINO
ltSM.
15873
cora 50*000
l i:000,000
1:0004000
500*000
20>*000
200*0i!0
10 *000
100*000
1110*000
100*000
100*000
os seguinles
21145
2840 .. .
6306 .
14277 .
1551. .
I0>* .
7633 .
28737 .
Esto premiados
nmeros :
8739 10398
9614 11776
Est&o premiados com
nmeros :
6451 8219 15455 23111
7429 9369 19594 24201
Esto premiados com 16*000
nmeros :
2390 17481 18267 22275 23958 28495
2594 17822 19136 22860 34316 28953
4283 18052 19260 2296 37383 29540
lh824
24774
20*000
27017
28143
os seguintes
24349
25905
os seguintes
A Livaria Escola do Poto, fez aqui-
sigo da importante bibliotheca de um Ilustra
medico, da aual destacam-se as seguintes obras
que vende por menjs da melade de seu valor
(obras quasi novas).
II. Picard -Traite des maladies des voiei
urinaires, 1 vol. ene. (1892) 5ooo.
O lis pin- et PieotMaladies de Ten-
fance, 1 vol. ene. 4'ooo.
Juma i n ct TerrierManuel de petita
chirurgie, I vol. ene. .(1885) 5dooo.
A. Friedrelch -Maladies du Coaur, 1 vol.
ene. ri-,..><.
.1. 31. Chareot-Maladies du foie et des'
reos. vol. ene. "Sr^oo.
G. Se Dispepsies gastro-inteslinales, 1
vol ene. 6ifooo.
A. Andouard Nouveaux lmants de
pharmacie, 1 vol. ene. avec 161 figures t jooo.
F. Churchill Maladies des femmes hors
l'tat de grossesse pendant te grossesse^et aprs
laccouchement, 1 vol. ene. avec 36o figures
Hooo.
Dtikring -Maladies de la pean, 1 voL ene.
avec 70 figures Hooo.
A. CharpentlerTraite pratique deg ac-
couchemenis, 2 grossos vols. ene. deuxime edi-
tione 11890- avec 553 figures ISdooo.
^V. Wundt -Physique medcale, i rol.
ene. ave 396 figures 5Sofo
E. Soataelran Traite de pharmacie, 1
vols. ene. Vdooo. :
J. 11. Benuett -Legons cliniques de m-
decit;e. 2 vols. ene. 5-iooo. ^^
Dr. Faueon-Clinique chirurgicale, l vol.
ene. Siooe.
Wlenieyer Pathologie interne, 2 vols.enc.
S-iooo.
G. de Mussy-Clinique medcale, 2 vols.
eoc. C{eo>. _.
Dr. Roussy et Wnter -Mcrobes pto-
maines et maladies, 1 vol. ene. SSooo
.11. Peter -Clinique malicaie, 2 vols. euc
6too<>.
Briand et Claancle-Mannel.de mde-
cine lgale, 2 vols. ene. dixieme edition c>d.
Debove et Achard -Manuel da me-de
cine, i grandes vol* ene. em chagrain (1883
ISdfooa*
JTWI7V TCDRRETA [
^
:-'
i
y
i


tlfario ilo Pernamtnifo Rabilado 3 de Noveinnro lo |94
H1 !!........
tu
3
SDr. Paul Blaeii -Les troubles de i;i mar-
e ctans le* maladit nerveuses (Biblinlh'HU3
me. 11 rale Cftarcot Debove), < vol. ene. 3J.
Dr. (h. Lnzet -LaJhloroi'i 'Hibliotlie
que CharcotUHbovc), i vol. ene. 3om,
Ilehiivc et Bemad-Lavage ajar (raeme Hiblioihfqu') i vol. ene. 3'ooo.
Dr. Eloy de Andrade Tratado da
pbtliigiea pulmonar, i id. ene. Ijeuo.
F. Dutroulan-Meladies d >s Kurop'ens
dan^ les Hgy c'iauds, vol ene ?,o Dr. A. MaleotDe la spermatorrb.ee,
I vol. ene. 3t$ooo.
A. Courty Maladies de 1'utros dpg nrai-
res el di-s trompea. grosso vol. ene. tH-S.
E. Laneereaox Traite 'anatoma pa-
thologique, isool." vol looo .
Dr. Cari Scliroder Manuel d uc-.ou-
e ements, i vol. ene. *-jooo.
Gazeta Medica da Babia i vols.
189" 9' e 92 SSo.
Dr. J. irasset -Cnsul!mIioiij medicales
sur qu Iqoea maladies frequ^ates, 1 vol. uc.
(Ibi'i, .j.-.no.
Auvard, Brosq, Cliuput, Delpea-
eh, Desns, Lubet-Barbou, Troins-
sestu Guide de theraaeuiique general j el
tp.cale. ( 8031 1 vol. ene. <>_><>*>*>
Henry Thompson -Tr.m platique des
maladies des voies urmaires el Ircons choi-
ques, > grosso vol. ene ISJoco.
Touvenaint et Caubet Memento de
therapeuique obsteincale et gyncologiqne, l
vol. ene. (189i| Siwo.
Tem permanentemente na taboa da porla,
urna collerea de voluuies, romances, lilterutu-
ra ele SMMIreis.
Laeassa;nc Pieria d'hygiae priv* et
sociale, l vol. ene. -ooo.
\. Paulet Rsame Uanatomie appliquce,
vol. ene. e S-joo >.
G. Tardeu Elude medico-legale su- la
folie, l vol. ene. ave (juiuze fac-siuiile d'ocri-
ture d'alins. lojloo ?
Wurtz Lecons lraentaires de chimic
moderne. l vol. ese. So<.
Dr. Antonio de Faria Aponlaniernos
para o esludo de' cliu;ca medica. HijOes el .as,
1 vol. ene. 5>ooo.
Pnard el Abelin Gui le de l'accou
cheur et le la sage-lemiu vol. ene. avec 2)7
figuras 2 i<.
Littr ct Beaujean-v,.;tioncaire coi-
Tersel, 1 vol. ene. -looo.
P. Vnnii -Traite de l'art d formular, i vol.
ene. 3c$ooo.
I'. Guttinann Traite du diagnostie, i
vol. ene. -ltSonu.
Dr. Iiomingos Frer Rscueil les
ravaux cliimiques, I vol. eite-T^I-Sooo. .
Dr. C. Nhn Analyse les uries avec 7i
figuras, vol. ene. iSooo.
Dr. F. de Castro U invento Abe' P-
rente, 4 vnl. ene. 4-iuoo.
H. Fritscb Trail clinique des opva-
tions obstetricales, avec 91) lijiures. vol. ene
1892) liinuo.
Dr. Ch. Abadie Lecoos de clinique
opbilialmologiqu'!, i vol. en'1.. 3^>Soo.
Dr. Ch. Abadie Traite dea maladies
des yeux, avec 61 rigores. 2 vols. ene. IRSi)
lS'OOO.
A. Corre Traite des fivres des Pays
Cbauis, 1 vol. ene Gono.
G. Hayem HliCbiOC du sailg.
avee 43 figures, 1 vol. ene. 7-Sooo.
Esla importa~'.t obra recuiumenda-se a ton?
que desejam sab3- o qua tto eaetoq a liberdade
e a indcueiidencia do povo brazileiro, at 15 de
Novembro de 1889.
L. HArtIA ESCOLA DO POVO
DE
SOllZA PAZ <& C.
81 -RA DU lili EKAbk -81
Compra e vende iivris aov.is e tizado
Fo tal o escndalo que os moldados que podem influir na direceo poltica
que se achavam de servido em palacio
e na casa de priso abandonaram seus
postos para acompanhar a onda alucia-
da, que se movia.
N5o pode haver nada mais deprimen-
te para a disciplina militar !
Nao ha brazileiro bem intencionad
que applauda semelhantes factos.
S os especuladores poderlo apoial-
os ; porque a desmoralisaco e insta-
bilidade das nossas instituifes e, como
consequencia, as graves perturbacoes
sociaes e paralysa^o completa de nos-
sa vida econmica sao qnestoes sem
importancia real, desde que seus inte-
resses individuaes nao sejam prejudica-
dos.
S estes podero bater palmas aos
actos de anarchia praticados pela for^a
federal, porque nao possuem um cora-
Co patriota para repellir a escravidao
imposta aos seus concidados.
E calcando aos ps a liberdade do
eleitorado, base essencial do rgimen
democrtico, que se quer consolidar a
Repblica ?
eliminando a autonoma dos Esta-
dos que se quer firmar a Federacao
Brazileira ?
Nao!
A Repblica Federal dos Estados
Unidos do Brazil consolidar-se-ha quan-
do a liberdade do eleitorado e a auto-
noma dos Estados foram respeitadas,
quando se responsabilisar todo aquelle
que violar estes santos principios.
E quem o responsavel pelo que se
tem passado em Sergipe ?
O commandante do batalho aqu es-
tacionado o Sr. coronel Carlos Olym-
Origens republicanas
efutaco ao livro do sr. dr. af-
fonso Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Dr. Felicio Buarque de Macedo
pesuino dos capitulos
CAPITULO I
Carta 4 Sra. O. Isabel de Orleans. Critica
feral d'o imperador no exilioConceitos
a Gazeta da Tarde.
CAPITULO II
Origens e tradiges republicanas. -Causa3 da
fundaco da Repblica.Reformas realizadas
em pouco tempo.
CAPITULO Ili
Sinlhese da historia dos partidos monarclii
08 Formayao e deseovolvimeBto do partido
republicano atravez as reacee oppos'.as sua
mareba.a excursao do Conde d'Ea s pre-
de 31 de
pi Ferraz ; mas S. S., sendo essen-
cialmente obediente, sem attender mes-
mo aos limites tracados pelo art. 14 da
Constituico Federal e tendo, por di-
versas vezes, declarado nSo intervir
officialmente as lutas eleitoraes, nao
poda fazel-o agora to abertamente,
sem que para isso tivesse recebido or-
dens.
A prova do que acabo de declarar
est no deslocamente de um contin-
gente do 26. batalho de infantaria,
estacionado em Alagas, para Villa-
Nova e Pacatuba, ainda com o intuito
de obrigar o eleitorado sergipano a
aceitar a candidatura do Sr. coronel
Vallado.
O Sr. coronel Ferraz nao podia tran-
smitir tal ordem a8 seu coega que
commanda o 26. batalho, por Ihe fa-1
tar competencia.
preciso, pois, saber-se de onde
emanaram taes ordens.
Nao devo suppr que tenham partido
do Sr. Marechal Vice-Presidente da Re-
publica, porque seria necessario acre-
ditar que S. Exc. se bateu denodada-
mente contra os revoltosos, nao impel-
lido pelo dever altamente patritico de
defender as nossas instituices das gar-
ras da caudilhagem desenfreiada, mas
simplesmente por urna questo de in-
teresse e vaidade pessoal.
Nao devo suppr que taes ordens
tenuam partido do Exm. Sr. Marechal
Vice-Presidente da Republca, porque
ser-me-hia preciso esquecer o modo
pelo qual S. |Exc. manifestou-se em
conferencia commigo, sobre as eleices
federacs, ltimamente eflectuadas.
Nao devo suppr, finalmente, que
taes ordens tenham partido do Exm.
Sr. Marechal Vice-Presidente da Rep-
blica, porque seria necessario conside-
rado dictador, traidor Patria, indigno,
portanto, das glorias ganhas na reaeco
Tincius do aorte. A eleigo de 31 de 4gos.
de 1880A armada e o exercito na.Lml. heroica, sustentada contra aquelles que
Concluses. _______ querim anniquilar o principio de au-
CAPITULO IV
0 povo e o exercito como os maiores couiri-
buintes das aspiragOes nacionaes Circuanlo
Dr- Svivio Romero A legenda imperial. Ma-
ifestdos monarchistas do Para.0 sebastia-
ismo em aeco. *
CAPITULO V
As individualidaies e os factos histricos. --
Ongem da escravidao no Irazil e seu desen-
TOlvimento.-Primeiros tratados e leis relativas
i. aboligao do elemento servil at 1831.O bi
Aberdeen e a le de 4 de Setembro de 1830. -
A le de 28 de Setembro e sua desvirtuagao --
Accentuago abolicionista de l88i-<88> 0
ministerio Colegoe e a reaegao escravista.
AdecreUigao d a le de 13 de Mam.Controver
sias.
CAPITULO VI
Dualismo entre o sul e norte do Brazil.ron-
sideragoes geraes A Inconfidencia Mmeira e
Tiradentes perante a historia. Sua apotheose.
Theophilo Olloni e a estatua equestre.Con-
rontag5es.
CAPITULO VII
A collecgao de escriptos no lbum oflTereciclo
jD, Pedro.Estudo synthetico sobre o sfU
carcter de homem partcula? e ue homem pu-
blico.-ConsideragOes finaes.
Remette-se franco de porte a quera enviar
3*000
Francisco Soares Quintas
Editor
77Roa !5deNovembro-77
PlBLIUCm 4 fB9IDII
_____________/_______________________
I Istmio de Sergipe
k NAgO E AOS PODERES PBLICOS
(Continuaco do n. 250)
' para lastimar que em pleno rgi-
men democrtico, e quando se trata de
urna cleico exclusivamente e-tadoal,
a forca federal venha determinar ciprio-
ri qual deve ser o eleito do povo, que
pacificamente aceita o insulto atiraco
sua face por aquelles que tem o im-
perioso dever de defender as nossa ins-
tituices e zelar pela fiel execueco da
nossa lei fundamental.
E tudo isto se fez porque, confiando
no apoio das autoridades federaes, nao
protfurei pretnunir-me de recursos ma-
teriaes para repellir essa aggr.es.sSo, to
brutal quanto covarde.
Nao poda suppr que a forca federal
orocurasse desprestigiar as autoridades
estadoaes e at a propria forca do cor-
po policial, alHciando-a por raeio de
agentes do 33.0 batalho de infantaria,
sob garanta da conservacao dos postos
que as pracas oceupavam no referido
oorpo, com o fim de engrossar suas fi-
leiras.
SessenU e oito pracas, inclusive sar-
gentos, xabos e cornetas, foram, uni-
formisadas, apresentar-se ao 33.' bata-
lho de infantaria, sendo immeiata-
mente incluidas no seu estado effectivo,
sem que precedesse formalidade a\-
uma.
toridade como meio de desmoralisar a
Repblica.
Nao devo, pois, admrttir que S. Exc.
que, durante a revolta, tanto se esfor-
cou pela manutenco da ordem, man-
dasse anarchisar o Estado de Sergipe,
rasgando as Constituices Federal e
Estadoal e eliminando o salutar princi-
pio de autoridade, garantia essencial
de qualquer organisaco social.
Quero mesmo crr que taes ordens
nao tivessem partido do Exm. Sr. Vice-
Presidente da Repblica, mas sobre S.
Exc. recahe grande somma de respon-
sabilidade.
Tratava-se de beneficiar politicamen-
te o seu valido, embora fosse mister
subjugar a vontade do eleitorado e des-
pedacar o nosso pacto fundamental; e
S. Exc. resolveu, docemente constran-
gido, aceitar os factos consummados,
nao tomar conhecimento dos telegram-
mas que Ihe fossem dirigidos, denun-
ciadores dos attentados praticados e
fingir ignorar o que se passava em Ser-
gipe.
D'ahl as scenas de horor aqui desen-
roladas para se elegera pulsoPresi-
dente do Estado o Sr. coronel Vallado
que, com toda a sua ingenudade poli-
tica, assistio alegremente escravisa-
co dos eleitores de seu Estado !
Nunca observei nesta trra tanta
baixeza para se assaltar o poder !
Nao satisfeito com a corrupeo plan-
tada por meio da distribuico de em-
pregos e promessas encantadoras, lan-
cou mo da presso material sobre o
eleitorado que, sem preparo para a
resistencia material, nao podia repellir
a torpe imposico de aceitar a sua can-
didatura, apontada por seus adeptos de
hoje e inimigos de hontem, como a sal-
vaco do Estado !
Nao a primeira vez que o Sr. coro-
nel Vallado revela o seu sentimento al-
tamente patritico e genuinamente repu-
blicano l
J por occasio da eleico de Presi-
dente e Vice-Presidente da Repblica
do. paz
Nesse mesmo telegramma S. S. ap-
pellava para o esclarecido criterio dos
destinatarios, afim de que esses des-
sem-lhe a verdadeira interpretaco !
Ora, para quem sabe que os distin-
ctos officiaes, commandantes de distri-
ctos e guarnieses, nao teem partido
poltico nos Estados, o pedido do Sr.
coronel Vallado tinha por fim contar
com o apoio material da forca para sa-
tisfazer os.seus designios, embora dahi
nascesse a ruina das nossas intituices.
O que se passa em Sergipe vem ma-
nifestar positivamente quaes as inten-
ces de S. S.
Os factos ah esto.
Quem nao tem escrpulos para se
apresentar candidato ao cargo de Pre-
sidente do Estado, ainda que isso se
opponha a Constituico Estadoal; quem
para chegar ao fim desejado nao trepi-
da em lancar mo de meios indecoro-
sos, desde a falsa liga de elementos
heterogneos at a aceitaco do apoio
de grupos polticos incompativeis com
a situaco creada pelo Exm. Sr. Ma-
rechal Vice-Presidente ca Repblica e
enthusiasticamente abracada por S. S.f
desde a corrupeo atirada ao sentimen-
to do eleitorado at s violencias selva-
gens commettidas pela forca federal,
nao um cidado respeitador da le,
nao quer a estabilidade das institui-
ces, nao quer a paz e a felicidade do
seu paiz e, portanto, nao trepidar em
lancar mo de todos os meios para
anarchisal o, desde que a anarchia traga
resultados feico do seu interesse pes-
soal.
Nao se supponha que manifesto-me
deste modo em relaco ao Sr. coronel
Vallado, porque seja partidarista do
Sr. Dr. Coelho e Campos.
Nao tenho ligaco alguma partidaria
com os chefes polticos de Sergipe.
Durante o meu periodo presidencial
realisaram-se diversas eleices fede-
raes, estadoaes e municipaes, as quaes
abstive-me completamente de intervir,
quer directa, quer indirectamente, em
beneficio de partido algum, executando
de tal modo o meu programma poltico
to conhecido de todos.
Appello para os homns de bem do
Estado.
A mnha manfestaco, pois, filha
das convieces polticas que sustento.
Cmo republicano federalista intrans-
igente, entendo que do meu dever
condemnar o procedmento de todos
que se oppem liberdade do eleitora-
do, autonoma dos Estados, fiel
execuco na nossa lei fundamental e
consolidaco da {Repblica.
Mais de urna vez tenho dado provas
exuberantes do que acabo de declarar,
recommendando s mesas eleitoraes
toda a cautela para evitar a fraude, de-
terminando que as autoridades compe-
tentes responsabilisassem os gymnastas
eleitoraes, repellindo a intervenco das
autoridades federaes nos negocios de
exclusiva competencia d Estado e hos-
tilisando francamente aquelles que, por
meio Je lutas anti-patriotcas, organi-
sadas e travadas na sede da Unio, pre-
tendio obrigar os Estados a aceitarem
suas deliberaces ignobeis.
S Ex- o Sr. Marechal Vice-Presiden-
te da Repblica est plenamente con-
vencido de tudo isto.
J tive occasio de declarar-lhe qual
a mnha norma de governo em relaco
poltica.
Por diversas vezes tenho-lhe pedido
providencias repressoras dos intuitos
centralisadores de seus ministro e por
occasio da revolta Ihe dirig telegram-
mas, nos quaes me defin pos-" livamente,
apoiando a sua autoridade e reprovan-
do acremente o procedmento dos re-
voltosos.
E', pois muito natural que, de aecr-
do com estes precedentes, levante um
brado de indignaco contra a offensa
brutal e covarde s Constituices Fede-
ral e Estadoal e faca um appello Na-
cSo e aos Poderes que a represento,
afim de verificar-se a autora e conse-
quente responsabidade daquelle ou
daquelles que, com tSo reprovado-pro-
cedmento, tem compromettido e esto
sacrificando a Repblica Federal Brazi-
leira.
Jos Calazans.
Presidente do Estado de Sergipe.
Aracaj, em 1 deOutubrode 1894.
galhaespara reiiunciar|o cargo de metn-
bro do Conselho, ia naquelle momento,
embora contra a sua vontade, assignar
a renuncia, afim de evitar a priso e
outras violencias de que estava atnea
cado se nio fiaeste a renuncia. A's 3
horas'da tarde communicou-me tambera
o conselheiro mucipl Joo Pedro de
Souza Leo que, tendo vindo villa
acompanhar at o cemiterio o cadver
de pessoa de sua amizade, fra detido
e levado presenca do alferes Maga-
lhes, que oonvidou-o a assignar a re-
nuncia de membro do Conselho ; e co-
mo a isso se rregasse, fra levado pre-
so por ordem do alferes para o quartel
da forca onde devia permanecer at su-
jeitar-se renuncia ; que, para livrar-
se da priso e de outras violencias, de-
clarou acceder vontade do alferes e
tinhacontra a sua vontadeassignado
naquella hora a renuncia de membro
do Conse-lho Municipal. Todos e?tos
factos sao de tal notoriedade que jamis
podero ser contestados.O juiz de
direito, Vicente da Silva Portella.
Qiontima
O Juiz Substituto Seeeioanl
Orandum tst ut sit tnens sana in cor-
pore sano
O publico tem bem presente a ques-
tSo da responsabidade aventada pelo
juiz Substituto Seccional contra o digno
Questor.
Um disparate, ou antes um delirio
desse juiz, pois toda a populaco desta
grande cidade nao ignora que elle nao
um homem physicamente sao, que
soffre de epilepsia e, por conseguinte,
nao pode deixar de ter o cerebro affe-
ctado e deprimido pelos effeitos de to
grave enfermidade. .
Basta referir ocaso.
O Juiz Substituto Seccional julgou
procedente o /utbeas-corpus que Ihe re-
quereo Antonio Bezerra dos Santos,
preso e detido na ilha de Fernando em
consequencia do estado de sitio da-
posico da auctoridade do commando
do districto militar por continuar de-
tido apoz a cessaco do estado de sitio ;
e vra-se elle contra o digno Questor,
propondo ao Dr. Procurador Geral do
Estado que responsabilse o mesmo
Questor por essa facto, como incurso no
art. 231 do Cdigo Penal por violen-
cia no exercicio das funeces do empre-
go ou a pretexto de exercel-a.
A promocao do Dr. Procurador Geral
mandando archivar.0 officio do agonia-
do Juiz e os documentos que eile re-
metteu como base da cerebrina respon-
sabidade por elle eugendrada, um
documento notavel pela doutrina, pela
correccSo da forma e nobreza com que
o honrado funecionario. na quahdade de
chefe do Ministerio Publico, procedeo
na especie, de accordo com ajusta com-
prehenso dos deveres e attribuices
de seu alto cargo.
A promocao foi a seguinte :
Verificando dos documentos juntos
que me foram remettidos pelo Dr.
Juiz Substituto Seccional para pro-
mover a responsabidade. criminal
do Dr. Questor que o facto em que
se firma similhante deliberaco teve
logar durante o estado de sitio e at-
tendendo que ao Congresso Na-
<5 cional que compete conhecer das me-
didas de excepeo que houveram sido
tomadas durante o sitio e ordenar a
responsabidade de quem d'ellas ti-
ver abusado, Const. Fed. art. 80
3.* e 4.' ; attendendo que o Juiz nao
pode avocar to importante attribui-
930 sob pena de ncorrer em nullida-
de o seu acto ; attendendo ainda que
< effectuada a priso a que se refere o
* Dr. Juiz Seccional, foi o detido posto
< a disposico do Governo Federal cu-
jas ordens aguardava, como reconhe-
ceo o Dr. Juiz de Direito do 1. dis-
tricto criminal julgando-se imcompe-
< tente para conhecer do Iiabeas-corpus,
pelo que impossibilitado estava o Dr
Questor de o mandar por em liber-
dade : attendendo portanto, que na senhor, essa e o Messias qjie aun
ha base para o precedimento crimj- surdio-nos sabe Deus de que prese-
nal ? fiquera archivados os alludklos Pes para redimir a mprensa pegene-
documentos. Procuradoria Geral do rando-a pelo cauterio incorruptive 1
Estado de Pernambuco, 15 de.Outu- do seu romaculado exeraplo...
brode 1804.O Substituto do Procu- <>ra.. Ja agora nos despozamoa a
rador Geral. los Lopes Pessoa da examinar por miudo esse Evangelh.0
Costa 1 novo, desde oIn principio erat verwum,
O espirito enfermo do Juiz Substitu- a termioar pacientemente pela dis-
to Seccional, quebrantado por violen- seceo do propno apostlo:
tas convulses a que seu corpo est su-1. Cwrtnte clamo diremos do correotO
jeito provenientes de um mal gravissi- jornaliata que em 18 de Dezembro
mo, desvairou-se, e aninhou a idea de aoandonou a redaeco d'A Provincia,
que remetiendo ao Dr. Procarador Ge- tao depressa vio mudada a situa-
ral do Estado quaesquer documentos C&o autonomista, com a queda do B.
para que fosse instaurado processo de de Lontendas.
responsabelidade contra o Dr. Procura- Sembraremos que esse cscnvinha-
dor Geral ficava adstrcto a nterpor, Jc-r, ja agora assimilado agua de
fosse como fsse, adenuncia, ainda JavfUe> Pretenso hypochlonto punfi-
mesmo convito de nao existir materia ca.dof' aS- se PeJou de queimar o que
de criminanalidade para o processo. adorara e entoar lervidos hymnos
laudatorios a junta governativa...
Acordaremos uns eohos mal ador-
mecidos de discursos e toasts gagueja-
dosem ruin francez, louvaminhasde
ulico sem graramatica, ao principe
viajante, ao touriste do 3' reinado.
E aSSn, niarcanio 6 contra-marcando,
iremos esquadrinhando, talvez at ao
ferro em braza, ao nitrato deprala, ao
sulfato de cobre, de uns minsculos
incidentes conhecidos nesta capital,
e que muito elucidam a controversia
a que somos arrastados...
Desmoulins.
Os termos em que elle redigio o offi-
cio ao Dr. Procurador Geral, recommen-
dando a alludida providencia e at indi-
cando as testimunhas que deviam depr
no summario, provao que si por ventu-
ra n'aquella mente ainda coa um res
quicio de luz que o encaminhe na senda
do dever pelos principios de educaco
querecebeu, esse resto de luz tende
desaparecer completamente batido
pela politcagem e cada vez mais atte-
nuado pelo lamentavel facto a qne com
profundo pezar, crio, fizemos refe-
rencia.
lornalista Cloro
E' preciso que o publico saiba^jue
o escrevinhador do Commercio de Per-
nambuco nada mais do que antigo e
conhecido presidente da provincia de
Goyaz, demittido a. bem do servico pu-
blico.
Caso nico o escndalo sem segun-
do nos annaes do extiucto rgimen,
foi essa demissSo motivada por forma
que vem muito de molde relembrar e
sobretudo assignalar aos que o igno-
ram.
O Sr. Jnior quo jamis se preoc-
cupra com os interesses de Goyaz,
tinha lobrigado ensejo de encaixar-
se naquelle logar, gracas aos inexgo-
taveis recursos de inexcedivel auli-
cismo de que aqui mesmo deu provas
eloquentes na recepeo do principe
consorte o Sr. Conde d'Eu.
Vinha de inaugurar-so urna situa-
co poltica, e o cortezo de minis-
tros, futuro alugado de sindicatos e
trustees, tanto se insinuou e tal plasti-
cidade accommodaticia revelou, de
par com algumas Ilusorias lucila-
Qes de talento, se bem que supsrfi-
cialissimo e inculto, que logrou ver-
se despachado presidente do longin-
quo e mal amparado Goyaz.
Novo Barba Alardo a quem tocou
por sorte a remota capitania, imagi-
nou o Sr. Jnior que aquillo alli era
assim una especie de defuncto sem
choro e deu larga aos seus talentos e
virtudes.
Taes brilhaturas e tantas fez que
um bello dia, foi o governo imperial
por tal forma aecusado na Cmara
dos Doputados, que um dos ministros,
surpresos com a gravidade das aecu-
saces, e suppondo (ingenuo e crdu-
lo !) o seu delegado, incapaz de ta-
maitas irregularidades e fraquezas,
levantou-se e, quebrando aauejle ve-
xatorio silencio quasi tumfijar, pro-
prie s sesses de sensaco, decla-
rou: t se o nobre deputado provar
quanto acaba de expender contra o
presidente de Goyaz, este ser imme-
diatamente demittido.
Pareca urna sahida, alias muito
natural da parte de quem nao conhe-
cia suficientemente* o seu delegado.
Dias depois a prova se fez, "os docu-
mentos foram lidos, e o Sr. Jnior
passou a neto seno tataraneto...
A demisso nao se fizara esperar:
o ministro sisudo repellira toda soli-
dariedade com o desabusado!... Pois,
-o
G atjrao
Ainda sob a impressao djloros de qne sa
acha possuido o meu espirito pelo facto succe-
dirio na manha de quarta-feira 31 de Outubro
ultimo na praia de S Francisco na cidade de
Olinda com os meus filhos Antonio A 'uilino de
Campos e Pe iro Ivo de Campos, quando ah
tomavam banho, venho cunprindo e sagrado
dever de pai manifestar ao Sr. banhista Marco-
lino Zararias a mnha profunda gratidao.
Convngase de que o meu reconheermento
to sincero que nao tanho expresses sufi-
cientes paraass.verar asublimidade de seu ex-
emplar procedmento.
Os meus dous filhos seriam tragados pelas'
impoladas e volumosas onda, depois de lucta-
rem iraproSquamente com ellas e j exhausta
de furgas, se o mesmo Sr. Marcolino nao os ac-
cudissem nesse momento extremo, salvando-os
quasi moribundos.
0 seu procedmento foi de um hroe e a sua
intrepidez de verdadeiro sentimento de buma-
nidade.
Aceitai, norlant-, do velho pai desses dous
entes queridas o protesto significativo da maii
elevada consideragao de apreco, certo de que
o seu prestimoso servigo jamis ser riscado
do livro de lembranga de meu aponlamentos.
Reeife 2 deN >vemnro de *9i.
ManoelJot de Campos Barbosa.
Cyncos
0 Sr. Carapello celebre presidente deleterio
do actual Concelho Municipal acaba de excluir-
me do alistamento eleitoral de Santo Amaro,
Onde nasci e tenho a minha residencia, man-
dando-me ncluir na qualiricago photphorica do
Pogo da Panella. a requerimento de um gato-
pndre, firmindo o seu proceder em attestad
de um pedante juiz de districto, conhecido por
mrmm Arlhur.
O criterio des?e juiz, que mentio, afirmando
que mudei a minha residencia para o Pogo,
onde estou, provisoriamente, por molestia de
pessoa de minha familia, iguala-so perfeita-
mente ao acto do quixotscopresidente, que.
me excluio. ao passo que mantinha no alista-
mento do 2* districto da Boa-Vista os Beua
amigos polticos, mu lados ha mais de anno.
como os Srs. r. Thomaz de Carvalho, Augusto
de Carvalho e Ulysses Botelbo, residente no
Arrayal e na Casa Fort.
O Sr. Campello perdeu, porcm, o seu tempo,
pois tenho recurso na lei para fazer abortar o
plano, que delineou ; de privar-me de dirigir
os pleitos eleitoraes em Santo Amaro.
0 publico, que v e contempla o Ilustre pre-
sidente corcovado, julgar, talvez, que o pes
dos annos o tenha levado aquelle estado, quan-
do. pelo contrario, aquillo devido sua in-
clinagao natural ao servetismo.
Affonso Costa.
--------m
O kero ene marcado
r.RRATA _""
No artigo que sob esta epigraphe pubiieamo
antehontem, vm diversos err >s lypograplucof
e entre elles, dous que apressainos em corre-
gilos.
Sao elles.
Onde se | senco leii-se senso-
Onde se | insensos leia-ss insens*'03-
DOCUMENTO N. 1
Juizo de Direito da Comarca da Es-
tancia, 29 de Agosto de 1894.
Illm. e Exm. Sr- Dr. Jos Calazans,
M. D. Presidente deste Estado.
Fico de posse do officio de V<*Ex. de
24 do corrente mez, em que V. Ex.
para bem poder avahar dos factos que
se propala se terem dado na villa de
Itabaianinha, por intervenco da forfa
federal as vesperas da eleico a que se
proceden no dia 30 do mez passado c
nos dias que se seguiro ao referido
pleito, me pede informaces sobre ta-
es oceurrencias : em resposta cumpre-
me informar a V. Ex. que, tendo no
fim de Julho de abrir a 2* sesso judi-
ciaria de termo de Itabaianinha, alli
soube que o alferes Honorio de Maga-
lhaes, commandante da forca federal
destacada na villa, mandara dias antes
da eleico prender diversos eleitores,
entre os quaes o deputado estadoal
Euthymio steves Lima, major Ernes-
to Jos de Souza, escrivo da exacto-
ria, o 1 Juiz de paz Francisco Montei-
ro de Carvalho, o tabelKo e escrivo
de orphos Ricardo Moreira Guimares
Montagil, o escrivo.de paz Daniel Gal
e as vesperas da verificaco do pleito,1 dio da Silva, o proprietario Autidio
S. S. dirigiu-se em telegramma circu- Dantas Porttil, o negociante Pedro
lar aos commandantes de dstrictos e Goncalves de Aguiar, Jos Monteiro de
guarnieses, pedindo em nome dos ca- Carvalho,. Elesbo Monteiro de Carva-
maradas que se batiam pela Repblica Iho, para o fim de obriga-los a fazer a
e que por ella tudo sacrificavam, apoio eleico como o alferes quizesse; e de
para as eleices lio Dr. Lauro Sodrc ao facto escreve*-se a eleico ao dia 28,
elevado cargo de Presidente da Repu- que foijassignada pelos meoibros da me-
blica e do Dr. Prudente de Moraes ao sa, sendo, ento soltps todos os presos.
Ide Vice-Presidente. | Coawuinico ainda a V. Ex que no
E S. S. lancoo esta bomba em todo* dia 1' do corrente, s II horas da rua-
os Estados, apezar de, previamente, nh, o coronel Aatonio Emygdio de
ter o partido republicano federal esco- Souza, presidente do Conselho Munici-
lhido os candidatos a estes elevados pal, procurou-me e coannuniooa-me
cargos, com aceitaco piona daquelles que, instado em nome do alfares Ma-
WlIA BRAZILEIRA
OTia
Extraccdes no mez de Novembro de 1894
Chamando vossa altcneao para a nota ahuivo:
3ter ia do Estado de Minas-Geraes 9. serie da 6. 25;000S000 por 4S000 3 de N Dvembro
> 2. 8. 15:000$000 800 5 >
> do Espirito-Santo 23. lotera 12:0003000 > 1S600 7 > >
do Minas-Geraes 1. serie da 10. 40:000$000 18000 9 >
> > 9. 7. 20:000$000 3S000 12
> > do Espirito-Santo 24. lotera 12:000*000 18000 14
> * de Minas-Geraes 3. serie da 8. 15:000$000 8800 16
> > > 10. > 6. 25:0008000 4S000 19
> > > 10. > > 7. 20:000000 38000 21
> > > 2. 9. 30:000g(X)0 28400 23
> > > 4. > 8. 15:0008000 800 26
> do Espirito-Santo 25. lotera 12:0008000 18600 28 >
> > de Minas-Geraes 11. serie da 6. 25:0008000 4$000 30
^-O
lotera dv baha
1/ serie da 27.' lotera da Baha
2.* 27."
3/ >. 27.
1/ > 28.a

3
6
8
10
de Novembro


>
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DATA INCORRETA1
^------^H
:




Diario de Pernambnco Sabbado 3 de Novembro d 18D4


I



-



AlUtament* eleltorol
Ouom tiver occasiSo de lr o orgao do .leate-
risXVestido com a falsa cap* de imprensa s-
ia faiQdo proflBsao de f pela justica, cujas
rieras rao guarda, pala le, cujos ensinameotos
demreza todos os instantes, flear convencido
de (iue a Provincia cumpre a imssao elevada e
aerada de mestra e directora da opiniao publi-
ca^para o bem e para o progresso, quando, mui-
to u contrario, ella mente ao povo, oceultando
a cara deslavada sob a mascara Ja bypecrisia.
Os suus discpulos seguem o exemplo.
Apezar das dispjsic&es clara e terminantes
da le n. 3o de 6 de Janeiro de 1892, apezar
de seus preceitos liberaos e garandorua dos
direitos dos cidadaos, o alistamento, ltimamen-
te procedido, resente-se de vicios enormes e
fallas inaanaveis, desde os trabalhoa niciaea
das commisses sectfonaes at os derraleiros
escndalos e violencias praticados pela coinmis-
85o monicipa', que aanccionou e approyou todos
osdasmandos commattidoa por aquellas com-
ti* commiss5es seccionaes, nomeadas a dedo
nelos me.nbros do actual concelho daleteno, ao
envei de cumprirem as disposicoss legaes, ar-
bitniriame te excluiram das respectivas lisias
os noraes dos eleitorea seus desairelos polti-
cos sem prova de mudanga de domicilio ; e ao
mesmo lempo, incluiram, serai que lossem aa-
tisfeiios os requeaitos do art. 16, todos os ami-
gos, encllenles phosphoros, que daro ganlio de
causa em futuros pleitos. mn..,;
tA commissao municipal nao foi mais morali-
sada do que as outraa, e presidida palo sr
Camnello instrumento de tempera muito flexi-
Vel i todas as trapasaas eleiloraes, retoceu a
obra confeccionada, cora verdadera violacao dos
mandaraenlos da lei ele.toral e detrimento cr-
minoso des direitos polticos ae mullos cida-
d Alistado, urna vez, o cidadao, provado o seu
novo domicilio, pode, pela commissao ou re-
quenmento.de algum eleitor, ser incluido no
Sm*nto'do dlst.icto, em que tenha estabele-
cdo a sua nova residencia: porem nao pode
ser eliminado do alistamento geral o rnumci-
Dio ftcando privado do exercicio de seas direi-
ta'pol ticos, como acaba de f.zer a corara.saao
municipal, arrancando, criminosamente, de ceo-
q de cidadaoa o diraito do voto, ao passo
que sera criterio, distribue, em masaa, t.iulos
auocriphos aos capangas. que servem de reluzen-
tes degraua ao chefe do deletensmo. ___
A criteriosa commissao nao se contentou com
a phosohorescenca do decantado Poco da Pael-
la nao satisfaz se com o enxerto de legitimse
irpios.ro* v .tantes era todas as freguaziasi quu
mais; ronbou de muitos cidadaoa o ttulos
eleitoraes, com flagrante detrimento di le e
criminosa prepotencia, que bem ni .daraente
tradujo a falta de escrpulos da parte daque>
les cujas mao foi entregue a empreitada de
falsificar e fazer getto a actual qualit.cacao.
O corcovado presidente da patritica e sabia
commissao nao homem que recue diante de
conveniencias politicaa, e assun como assignou
um diploma falso, originado de orna acto nasa-
da em Muribeca, collaborou, lambenr, na consa-
eracao da obn, cujo remate llie foi confiano,
orno hbil artista, embora, as occasiea diffi-
csis, trema de susto e sinta todo o satigue lu-
gir-he de seu magro corpo.
Fineindo cumprr a disposico do art. 28, que
manda que os titulas sejam, vtute das anles da
eleico, entregues aos seus propietarios, pelos
presidentes daa commisses seccionaes, o sr.
Campello remeUeu todos oa ttulos de eleitores
qualiflcados do alistamento passado aos presi-
dentes das ultimas commiases seccionaes, em
logar de mandaUos aos presidentes das comraia-
sOes, que confeccionaran! o alistamento pret-
rito.
O pretendo candidato prefeilura deste mu-
nicipio, felizmente salvo de funesta surte, tem
clara conaciencia de que nao est enmprindo
lei, mas comprehende, tamben, a imperiosa ne-
cessidade de conservar no poder dos amigos os
livros de ttulos, aflm de que os adversarios nao
possam de modo algum tirar os seua diplo-
mas.
E' assira, postergando os principios obngato-
nos de urna le liberal, excluindo-se centenas
de cidadaos do alistamento do municipio, ao
mesmo teapo que numero consideravel de pfcos-
phoros contemplado na quahflcacao, aasim,
violando os dlreitoa polticos dos adversarios,
que se pretende laucar oa fundamentos de futu-
ros iriumpnoa, que nao exprimem a realidade
das urnas, era a vontade do povo, victorias
ephemeras, fogoa fatuos alimntalos pela frau-
de, pela violencia e pelo crime.
Cicero.
CttfclM
toaces de genero
han o agneVr
Asi U r
Bain8 por 15 kilos.
CritUHsadc por 15 k,loa
Braaeo, ieu dem.
SomeDOS.idem, dem .
Mascavado, ideo. detr.
Broto aeccoa dem dem
Broto melado, iceiu, dem.
Relame, dem, idtm .
Algedo
Rao coDstoa negocio.
64i00a
U i O a
5*80) a
4*1100 a
3*000 a
2*400 a
l*7uO a
1*300 a
6*600
i
6*800
4*200
3*100
J**00
2*200
1*600
Ptr pipa de 480 litroa 165* vend.
4tiirdrnie
Por pipa 1e 480 litros 140* venda.
Caort
Seceos salgados na bise de 11 klioa 660 ris
venda. >
Verdes a 400 res, oominal-
Carnauba
Coia-ee a.10*.por 15 kiior.
le
Nao h.
TABELLA DA8 ENT^ADS DE AS-
SIJGAR E ALQODaO
Mez de Outnbro
Barcacas.....
Vapores.....
Ammaes.....
Estrada de Ferro Central,
dem de S. Francisca.
dem do Limoeiro. .
Somma......
ASBD-
Das car
Saceos
1 a 30 48334
1 a 31
1 30 1192
1 a 30 !28
1 a 28 43051
i i*9 96U01
188406
A'gO
dio
Sacca
180)
2563
782
877
6'5
6528
13245
l Mov Bien o do porto
Navios entrados no da i
Xaranh&o e ancala5 diaa, vapor toglez Bonr
bon,> de 983 toneladas, < ommaodante Samuel
Hendy, eqopagem 30, carga vanos gneros ;
a Compaobia de stivas.
Ceare escala7 das, vapor nacional iaboa-
lo d* 3 2 toneladas, cnmmaodanta Alfredo
GiimarSes, equipagem 30, carga varios gene-
' ros ; a Cmpanba Pernambn ana.
Pelotan31 diaa, logar ooroe^ueose Rjatad.
de 134 toneladas, capiUo Olaeo, eqopagem
6, carga xarque a II. S. M4a.
Navios sabidos no mesmo a
MaceiVapor inlez Mariner, commandante
0. Williams, carga vsrlos gneros. -
MacoBarca nornegaeBse Otra, capitlo F.
A. Oliera, em lastro.
navios entrados no dia 2
Rio de Janeiro e eecala 6 das, vapor ingles
Goierge de 2 069 toneladas, comman-
dante']. Brov/a. eqopagem 43, carga varios
gneros a BlackDarn e Comp.
Macao10 das, blate nacional D. Julia. de
60 toneladas, mestre LaareutiDO F. da Cosa,
eqtfipagem 6, carga *ar.oa gneros ; a Bar
tbolomco Loo-enco.
Macao13 das, hlate nacional Viclona. de
66 toneladas, mestre Manoel Trajaoo da Sil-
va, eqoipagem 6 carga varios geoeros; a Ma-
noel Joaqoix Peasoa.
Tamandare13 boraa, vapor nclonal La Pa
ce,* de 819 tooeladas. conmaadaule Verissi
mo Cista, eqalDagem 30. carga vanos gene;
ros, 4 Compacba Perojaibocena.
Navio sabido no mesmo da
New York e escalaVapor Ingle Colerldge.
comuiindanteJ. Brov, carga varios gene-
ro.
rtereado; ManelpI de S. Jom
O movtmerjto deste mercado no da 21 de Oc-
Jubro foi o aagoiote.
Botr^ram :
48 bois pesando 7.519 kilon.
600 tilos de peixe a 20 rs. < 10*000
11 compart.com ma-acoaa 100 rt. 1*I0U
7 d los com camarot-a 100 ra. *700
311/2 columnas a 600 ra. 18*600
8 cargas com galliobas a tiOO rs. 2*500
5 CBsoaea cum galliobas a 300 rs. 1*500
8 ca rgas com batatas a 300 <-a. 2*400
1 errga com amendoim a 300 rs. *3i)0
1 carga co o macacbeiraa a 300. rs. *300
4 c irgas com cebolinbo a 300 rs. *30O
6 c rgas com gerimuos a 300 rs. 1*800
1 cnrgfs com cannas a 300 rs. *30O
Glosas
Um dessea dias veiome da marceara
nao se que genero embrulhado em um
jornal.
Tenho a mana de passar a vista em
tudo quanto pedaco da jornal que ser-
ve de capa as mercaduras que me en-
trara, em casa.
N'esse dia, depois de ter feto o creado
recolher despensa o genero recebido, pe-
di-lhe que me passasae s maos o jornal
que o embrulhava, e, de lazer, como me
acbava, puz-me a lr tudo quanto estava
impresso na vellta folha.
Era urna Gaceta da larde de ^1 de
Fevereiro de 1893.
A cada liuha, que lia, a cada periodo,
que percorria, urna -phrase se escapa va
dos labios, admirando a inconstancia de
certos eapiritos, a versatilidade de alguna
paliticos de nossa trra.
Eu quero que o leitor relea urna das
lecaes da alludida folhi, aquella talvez
aue mais exclamacoes arrancou-me e
veja se os meus conceitos mcrecem ou nj
carradas de razio.
Eis a local:
CONFERENCIASC nsta que por
vezes teem conferenciado os Sra. Jos
c Marianno e Barbos* Lima.
Trata-se de um accordo poltico, di-
zem.
c Si a cousa surtir o desejado effeito o
Sr. Barbosa Lima se reduzir ao papel
do Sr. Correia da Silva.
O Sr. Jos Mar a passara a s;r, com
c grande desgosto do Sr. Miguel i'er-
f nambuco, o governador de facto.
Em compensacao o Sr, Jos Marian-
t no garante, confiado no seu povo, que
: nao haver deposcao possivel, que o
Sr. Jos Alexandre poder ir, muito
2 cargas u>m bananas a 300 rs.
4 cargas com laraojas a 300 rs.
2 cargas com loocas a 30 rs.
6 cargas com diverses a 300 rs.
32 cargaK com fsrtnba a 200 rs.
8 cargas com milbo secco a 200 rs.
10 cargas com fejao a 200 rs.
66 lagares a 200 rs.
7 Sainos s 200 rs.
11 como, com sainelros a 1*000
8 comp. com seineiros 700 rs.
11 comp. com fressoras a 600 rs.
34 comp. com comidas a 700 rs.
51 comp. com fatenda< a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 ra
85 comp. com farioba a 400 rg.
51 comp. rom talaos a 2*000
*60G
1*100
*600
1*800
6*400
1*600
2*000
13*2*0
1*400
11*000
5*600
6*600
23*800
30*600
14*700
34*000
102*000
Bendtmentos do dia 1 e 30
rlomdiment de Ou'ubro de 93
- Diiien cea para a ais
296*000
8.850*200
9 146*100
8 38*>700
761*500
Precos do dta:
Carne verde de 300 a 900 rs. o kilo.
Sainos de 900 a 1* dem.
Ca'aeiro de 1*000 a 1*200 dem.
Faricba de 700 a 9O0 rs. a cala.
Milbo de 500 a 600 rs. a cala.
Feljao de 1*500 a 3*100 a caa.
Savlos esperado
Da B bia
Palbabote portogaes La4o 1-. ,
Oe Pelotes
Pattcbo allem&o Aotje.
Patacboaoeco Belmao.
Patacbo allemao Lina.
Lugar argentino Alberto.
Patacbo belga Enrle.
Lagar ponogoes M. Etoregueirs.
Lagar noroegoeose Cbaace.
Lagar inglez Artbur.
Patacbo nacional Toerea.
Barca no oegoeoae Haiva.
Logar iq.I- z Cavalier.
Logar portogaes Marinbo Vil.
Patacbo allemao Harold.
Lugar ingles Aurora.
Oe Cardiff
Barca noruega Ata.anta.
Barca ooruega lofdtigable.
Birca iogiexa Goiden Fleece.
B Barca noroega lmperator.
Bjtca ro'oega, Jerles.
Barca Lo-uega Gcdeffroy.
D Ntw Po:t
Barca noruega Viva.
De Bljlb
Lagar Rosao Salme.
De Hamborgo
Logar allemao Sbwen.
Lagarallemio Azel.
Logarallemio Jenann.
Lagar noroegaeoae Albatross.
Do Porto
Logar portagaet aliono.
e Terra Nova
Logar ioglez Marj Jobos.
Logar ioglez Belleof tbe Esc.
Toporos a ralrar
Mea do Novembro
Jaboatao do norte a 3.
O'enoqne, do tal. a 3-
Eulyba, do su!, a 3-
Alejandra do sal, a 3.
Patag nta, do sal a 3-
Coogo, da Enrona, a 8.
Corrientes, da Europa, a 4.
cAmasooas, da Earopa, a 4.
Peroambaco, do oorte, a 4.
Macedonia. da Enropa, a 7.
Uaoaas*, do sa:, i 7.
Hraiil*, do norte. 8.
Higblaod P. i ice, do Mediterrneo, a 8.
Magliieaa,do sul. a 10.
Mexicao Prlnce, de new-York, a 10
Lis Pilma? do sal, a 12
cTbames, di Ea opa, a 15.
Daoobe, do sal, a 24.
Nlle, da Earopa, a 28.
Vapores a sabir
Mea de Novembro
Earopa, Ville d?R)sario, 3, as 4 borai.
Kioe esc, Proamboco, 4, s 5 oras,
sanios e esc, Amazonas, 5, as 4 boras.
Santos e esc, Cor-ieoies. 5, as 4 boras.
Rio e esc, B-azil, 8, s 5 boras.
oitj, Maaaas, 8, as 4 ajras.
Hio Grande do Sol, Macedooia, 9, s 4 boras.
Earopa, Magdalena, 10, a 1 hora.
Sanos eesc, tgblaad Prlnce, 11, is 5 horas.
Sol Toaoes, 15, s 12 borss.
Gaoova e esc, Las Palmas, 12. s 2 boras.
Santos e esc, Menean Prince, 13, s 2 boras.
Boropi. Danooe. 24, s 12 boras.
8al, NHe, 18, albora.
i
t socegadam^nte, manducando os dois
c contos de ris mensaes.
c O que for soara.
Que o accordo se flaca de vez
c Nos queremos ver o desabusado ex-
deputado pelo Ceara bem no centro do
celebre ninlw de ratazanas.
c Que venha o accordo.
O Sr. Barbosa digno de andar ao
c lado do Sr. Jns Marianno
N5o concorda commigo o leitor ?
Tempos de hontem e tempos de boje I
Hoje o Sr. Martina Jnior conferencia
oom o Sr. Jos Marianno ; por um accor
do cora os i.utonomista8 obtm o mesmo
Sr. Martiog 200 votos na eleiao de Muri-
beca, e por moio de um fraudulento bole-
tim consegua da junta apur&dora, com-
posta exclusivamente de autonomistas, o
diploma com que entrou para a cmara ;
hoje a gente da Gateta vota e cabala des-
enfreadanaente em favor do Dr. Estevo
de S para o cargo de preteito, esquecen
do-sede que o Dr Bibeiro de Britto an-
da nao concluio o seu tempo; hoje A Pro-
vincia nao falla mais do Sr. Martins Ju
nior, nem a Gazeta do Sr. Jos Marianno.
Hoje o Dr. Barbosa Lima ex-com-
osungado pslnpovo do Sr. Jos Marianno
do mesmo modo porque pelo povo do
Sr. Martins Jnior.
j quem que est bem no centro do ce-
lebre ninlio de ratazanas ?
Quem que tornou-se digno de andar
ao lado do Sr. y os Marianno ?
Cortamente nao o ex-deputado pelo
Cear.
A Gazeta da larde de 1894 bem pode
dizer quem que hoje se aqueje no cele-
bre nin/io ; sim ?
Oh tmpora, oh atnoras !
Democrito.
EieQio
Ooa devoto que (eeata de featejnr
NoKa Kenbor dta 'onceacao d
Arco, na tono de 1S04
Jaiz pjr eleicao
0 Exm. Sr. Vis^onde de Gii(alves Piolo.
Jotsa por He'co
A Exma. Sra. D. Eulalia Erjestina Qjeircz
Rodrgaos.
Jaiz peip ai
O lllm. Sr. cjmueodadjr Luiz Antoalo de Sr
qoeira.
Jaita peroetua
A Exma. Sra. D. Aooa Miqoiiaa aa CrosNj'
vea.
Procurador geral
O (Uro Sr. commendador Antoolo Fernaidea
Ribeiro.
Junes por devoc&o
Os Iilms. Srs. :
Commendador Maoeel J o de Amorim.
Ciemeotlao Panaa Gji calves.
Fra'i isco Antonio (Jrrela Cardoso.
Ado'pbo FeroaoJes da Suva Maota.
Joa >e aliVrfira Bastos.
Aloipno SitlzennacO.
D*. s1hii"-I Gjmp- de Miiioa.
Antonio Joaqaiu Caa<&>.
Jolua por devo8o
As Exmas. Sra. :
D. Aona Marqaes de Amorim.
D. Aaoa Amalia mesqoia Cardoso.
. Jalla da Silva Lodo.
D. Toereza Freaer ca Carvalheira.
D aralad. Lardoso da Cros jMtaqoiU.
O. Maru Van >a da Coata Carvalbo.
D. M.na da Cunda Res.
Baroaeza de Agas Bella.
Ju zea prulectores
Oa Mme. Srs. :
Commendador Loiz Doorst.
Commvodador Aotoajo Monis Machado.
Coronel Augusto Ociaviaao de Smu.
Aniooio GueJca Valeate.
J)- Parete Viaooa.
Francisco Maooel da Silva.
colzas protectoras
As Exmas Sras. :
D. Aooa Soares de Amorim-
D. Krocisoa Toa Sdnloa A-aujo.
D. Adeaide Zilnira daa Neaes Bailar.
O. LiOaOia Boa Vula Mila.
D. babel Anaocia Piaoeiro-
D. Maiia Marques D. Mara Mello Gaimare> Rjcna.
D. Margarida Perrcira Marques.
Escrivao po* leicto
O film. Sr. capilio Aolonio samlco de Lyra
Mello.
Escrisa por eleiQSo
i Exma. S a- D. 'aoida bapiista Asevedo
Mais-
Escrivaes por devofiSo
Oalllms. Srs.:
Jos Antooio do CootO Vianna.
-i i .o TiDorcio Alelioo de Otlveira.
Jos Prodeoco dos Saotos.
Francisco Flore Lel.
Teoeoit-corooel Deopato Gongalvea Torres.
Jo-e Joaqoim Das Feroaodes.
\ffunao ae Castro Oliveira.
Dr. Francisco de Barroi Los.
Joaqom Olilo Bastos.
AQonso Gom-8 Leal
Domiog s B'aao.
Manoel Goocalves Filbo-
Marceiino Jos Googatves da Fonte.
Maoo.-l Marqaea de Olivelra.
Es rivas por devogio
As Ezmas. Sras. :
D. Anglica Carretea! Maia
O. Emilia Marqaes de (Jarros-
D. Mria Gei Cavalcaoie.
D. Mara Aogusta Borges Leal Barbosa.
U. inooceoc a VilUca Galmares.
D. Maia Jesaioa ttodrignes Lemos.
O. Eliza Borge Caroeiro da Caoba.
D. Poiloroeoa Tivares Mello Fuza.
D. Mara Vianna.
D. Armiaaa RuOna Ribero Fradiqae.
Toe^Oureiro
O Im. Sr. Antonio Jesoioo Marqaes.
Adjuntos
1* Maooel Francisco de Almeida.
2 Aotonio Alves Socsa Fradiqae.
3 Joao Alves de Salles.
4 Alberto M. Azevedo Mala.
5 Jos Francisco dos Passos Gaimaraes.
6 Manoel Ferreira da Caoba.
Pro:orddore3
Aoaoias Gancalves Cunea.
Joaqom Lopes de Barros.
Matniaa Games Feroaodes.
Joao koreira da Silva Braga.
Antonio Mara Fen-ira Bjpiista.
Joao Fernaodes Almeida.
Marcos Almfida Lima.
Manoel Lope de Si.
Arttiur f-tanlslo da Costa.
Narc.so Manirs do Ecrado.
Loorenco Alves Salazar Jnior.
Frederico Antonio da Cosa.
Joaqom Ferreira da Caoba.
Francisco Jss Gimes de Soasa.
Jos Morera de Sonsa Sobrinbo.
Joao Gonc.alves da Ponte.
Antonio Domio.aes Lima.
Alfredo Alves da Costa e Silva.
Jou Rooolibo doi Passos Gaimaries.
Joao Fernandes da Silva Minia
Fructuoso A Ionio da Silva.
Jos Moreira de tionsa Pr.mo.
JoSo Ferreira da Costa-
Tnomas Tblmes.
Antonio dos Sanios Lopes.
Engento Antooio da Cosa Siqoelra.
Jos Antonio Moreira.
JoSo Gones Jardlm.
Maooel F.ancuco Cardoso Gaimaraes.
Manoel de S juza Franco.
Frecoezia de S. Frei Pedro Goocalvas, 8 de
Dezembro de 189*.
0 vigar o, JoSo Augusto do N. Pereira.
Replicando
O Venancio, o bom Venancio, o geseroso in-
terprete do cirldoio Fre Jos, vem com nos
arroobos de lntellieencia, todo abeapinbado e
ebeio de orna mil ogida colera externuado ans
magros concal'.os com relacao oosaa attita le
qoe, tiraos a oresarapeo de coofesaar, ter a
man rec a possivel O' muodo poltico.
Cbt|{amo8 a Draza t ferua dos amigos do Va-
oaocio, e eil-on agora, poir, em posico aertb.
tica exiorceo lo-se no paroxismo da d0".
O camno foi appliraio por mao de verdadeiro
escol po disso poiiem'is aflirmar, como pode-
mos raotir d idooeidade do lotrenido ueftosar
do iiliatre Goveroador ; e, us oottos qne ts'a-
mos oa eataoada. lemos a mal- mima ati8fac.jj
pur tomarnos a peno o geoeros alvitre de de-
feoder oe iraicoeiros Dotes o benemrita cida-
dao qae be oiCfuunie cir.ge os UrBtiuos de Per-
oamtinco.
Nao rceiamo ter coofandiJos ror lio Irz'cJa
gente; qu- se aorea-ntem uo campo da boma
como vera.ueircs imoiklsias. Cuino adve sario-
leaes, q- likj emt-mus o aiaju- ; un, ""
dsrenriD nt.i rotnuir a a-te do
i ai mor a Gotenoe awos.r tenao corrompa.
ama socl '-la e ctviii^ada.
A Proiinci.., a folba impre-na era tnarbma
le rea "gao. teui aousado muito do -eo ccj lo.
Ciuiueiia, oiugaem m Ihi' siDe ci.aui.a
i.<, e, ent o nao uaquella-" ue mil e osa
9o>ts, p I*, pasm-u: quan^os m- d-o, luda
m*o -o o pjQ-.o Un I oa nstoria da in gada oo
'n )uo. jo molo qoem o pov ti'i ce-
siva Oe ador." Cum franca* e e.-poritinee.' ex
pan-Oes d un jeiino qias. ij e.mioo Har-
jran f
Depois do fazer mna pOsa, do terminar a > 'mal coutadG nixioria o qu ea du*nio. u-qu
em bisioMa lamnez iuveruiiu pa*a anilicla civci.
Ah sim, qo >rmo! a n aeu fao-tr>ao pap*l
de uauKos ariega(ada8 a bnnlar om pompo o
artigo qne lesbar,^ a milicia, o lund eer
c io q:e tave a inp'ii le ca de cffe'ecer La'.a
na a iao dni mida neo no a.
A V o i ama .a le'lt. comparo a a
intrpida Jjaooa *'*,
A. 0< a., grand- teto 'a ma. tila qoe e-ts
de '.-i'e.. aiiie.ga de puoh s I coadoj lu'adlf a
Colunia haOei. J se ooviudo da louge o canto
orri iei<-
Napd'o, e ao paioar pelas ruinad en<*ni{oen-
tnuas oa patna, exclama : Tjda a nossa *1M
em ido urna v-rgonDa.
Tompson.
llora oro so !
Existem oo becco ne.iomiuado do B> nado,
frrgueza de S. Jo* d u- apparelao qo-- exfia-
la n cni cbri'O tao ugradavel. por i-e actiareQ-
-iiiopiio-, qr.e &j a'iacoaimoda os traus-o
tes, como *i'% joor. dorej o'lli de i e> t ; ra a
'so cbaaanoa a i\.uaio Ao dioa iunpec.to" d
H/gieue para dar as iih eoe^gicas provUen*
ais.
Toiiilo p o el i lio
d eiiti*o ile a-
g^enle represen-
tante da Compa-
nliia de Neynro
iProg^resso o Sr.
oloaqnin Angos-
to de Almeida,ile
<|iicjm eu era em-
preado, d e i x o
voluntariamente
de continuar a
prestar meus ser-
vieo* a ni es ni a
eompanliia, ees-
sando por isto to-
da a minlia res-
ponsahilidade*
Aproveito a oc-
casiopara agra-
decer a todos que
se digrnaram de
fazer seguros por
meu intermedio
com aquella com-
panliia e olTere-
co-llies meus ser-
vicos como agen-
te representante
actualmente da
Companhiade He
S^uros llaritimos
Terrestres Co-
lomlio.
Recif e. % de \o-
liro ile IS4.
Dantas Bastos.
Agente represen-
tante.
1:5000^000
D-se esta quantia a quem ^rovar a
nao authenticidade da declaraco infra:
Ha mais de 5 annos que eu sofTria
de um grave bronchite, havendo das
de lancar mais de m^ia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperancas de restabelecimen-
to, com as forcas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, senti urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido. Joao Jos Ze
bendo (Xavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agente Sompanhia de Drogas e Pro-
ductos Chimicos.
--------------_^_------------.
Aos Srs. Mercleiros
Alfredo Pinto & Companhia agente
de urna importante Fabrica de charu-
tos ltimamente estabelecida na Baha
acabou de receber urna grande quan-
tidade de charutos dj i qua.idae e
que vendem de milheiro para cima
com o descont de 14 %
A elles antes que se acabem. Ven-
das em grosso e a retalho.
3 RA i. DE MARCO 3
\ tstmZl
LOTERA NACIONAL
Exf racgdes diarias intransf eriveis
m LISTAS NOS MBSMOSDlAiv
NAO HA SERIESPREMIOS INTEGRAES
O 4.a Lotera Premio
E 16. a
P 22.
Q l'
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5O;000SO0O extraccao hoje
15:0008000 a 5 de Novembro
iJ4:00OSOOO -. t 6 <
20:00nsj000 c 7 f
20:OO0SO00. 8 t
20:0008000 9 s
500:000^000 a 22 de Dezembro
Graude lotera
Clatasnamns a atlencffo para essesi novo importanti*iuos
planos) da
DTMa wmmi
BILHETES A VENDA EM TODAS AS GASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a pro ptidao
NA
CASA DA FORTUNA
'SHalua I. de Marco3
Martins Fiuza & C.
Tele^rarnm-F UZ \ Caixa do Correio1 55
A E
MMi lltl) Mw i ? Di MlMiUll
2S-S3UirABLS LIJ3 AS3:aBA^S0&!S17 OF THS 3ITSL TATESS
Gil Ji^'EIRO l-f*i01
Activo ......
Excedente......
Kenda arinaal......
Riscos novos......
fo^ai dos riscos vigentes .
Pago popsififtrcse doiaco^J ven-
cidas desde a organjsa^ao da
Sociedade. .'
Dollars 169.056,506,00
^ 32.366,750.00
g 42:022,605,00
$ 205.280,227,00
f 032.532,577,00
192.527J73 4,00
Iaforati(8^a e prospectos BOfJB
ALBSHT FAftJKON, J0SE'DE CASTR0PAES BABRETT0
Inspector de agenda. sub-gerente.
44--Ra do Commercio--44
Baraoda Multa Bacella*
PARECER SOBRE O PEITORAL DE
CAMBAR
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. barao da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
p talar com ptimos resultadas as bron-
chites e molestias do apparelho bron-
chopulmonar
Engenho Catende
Protesto, declarando em tempo ao
lllm. Sr Dr. Wanrlerley que, consta-
me, acciona o Sr. Dr. Fernando de
Cis.ro, endo-lhe embargado a safra
de caima n'um terreno desto engenho
Catende, do quo rendeiro ; que nao
sou lavrador do mesmo Dr, reman-
do e sim no vizinho terreno do major
Felippe onde moro e planto cannas,
etc.
Por offorecimento expontaneo do
mesmo Dr. Fernando, fiz em urna
quadra do seu terreno arrendado,
contiguo mesma morada, um plan-
to de cannas, comprando somonte, e
todo o mais servido s miuhas ex-
pensas, e em nada sou dependente
do mesmo doutro sino de sua ami-
sade.
Por combinaco reciproca ficou es-
tipulada auferir ella vinte por cento
do rendimento das mesmas cannas.
Isto observou-se na colheita pas-
sada, como consta da respectiva es-
cripturaco nesta usina Correia da
Silva polo guarda-livros Jos Lima,
hoje na usina Lustosa, e outros, e
outros; figurando o socio gerente
Major Felippe Paes, e proprietario
da mesma usina.
Engenho Catende, 39 de Outubro
delS'Jl.
Francisco ScraphicodA. Vasconccllos'
Estado do Cear
Joaquim Alves Cavalcanti, residente
na cidade da Fortaleza, declara que sua
mulher soffrendo durante dous annos
de urna horrivel tosse secca, com dores
no peito para a qual nao achou allivo
na medicina, curou-se com o Peitoral
de Cambar, de Souza Soares. [Firma
reconhecida. ]________
XaropideLobeliainflata
V DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Approvado pela ilustra inspectora do
Hygieoe do Estado, ctom o parecer do
ilustrado olinico cooositosuio chimioo,
Dr. Martina Costa.
Este insigne preparado preenche as
indicacoes dos medicamentos balsmicos,
com effeito mais rpido e acc&o mais se-
gura as molestias do appareiao respi-
atorio.
E' um recurso therapeuticos eficaz na
cura das corzsas (defiuxos) acompanha-
das de reacio febril, brondules, bronc/w
pheumonia, catarrho pulmonar com febre
elevada, tuberculose em segundo periodo
com catarrhos sanguinoleutos, asthma.
laringite, molestias da garganta, insom-
nia e tosses sufocantes.
Dose : 3 a 6 colheres das de sopa em
24 horas. (Colhenuhas as crian5as).
DepositoPha/niacia Franceza.
Ra do Baro da Victoria n. 25.
PERNAMBUCO
Tlephcne n. 398 -Enderezo telegra
phico Azevedo.
Parecer Medico
SOBRE O PEITORAL DE CAMBAR
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante.
Tenho-o empregado com muito pro-
veto as molestias bronchopulmona-
jres. = Dr Francisco Augustt dz Silvei-
ra (Recife ] ,
Cura de feridas
Foi com nao doElixir M. Morato
quo curei-me de umsi feridas da mo ca-
rcter qai tire muito tempD, aem poder
obter melhoras om jiuitos medicamento,
que tomei, Ho)e ^ra^aa ao granas del
purat-vo Elixir M. iorytopropagado
por D. a.-loa, estoa completamento bom.
fAnanu publicar este para bem da hu-
m-nidido. .
Arsras.
F. de Andrade Costa.
Ageotes en Pernambujo :' A Compa*
nbia da Drogas, ra Marques de Olinda
n. 24.
------------------?-------'-----------
\ Ultima deacoberia de asna gitl'-
ExiriCto DooIj nf Avf-e aMuica (Wiicii Ha-
Isel) ae Or. C. G. B htel.-tior dpgte novo e
m.ra7i!oso remello, o D C G B.u 1, cojo
uou e 6 coab-'CKio em bu. o.- es bemt ptienos,
d-ama cufo eiireoio fio ilaieta, como autor
i daa reletres Saltpar/ Iba e Pilo as de Briatol,
jas qaaea cantos iieve.n a sauae e a vi ijJoj os climas do k'ido ; o i'jxa medico etn-
jmico e oatoraiiEt-, occuua o eempre em novas
dP8-obe:iag mtdioc-bciaGicap, dpois de melli-
seat.-s e repetidos ensios. veio a acbar-se pos-
8013' de ama nova e aJmiravel combinaco co-
ra.iva, baeeada cas maiav Ibosas vir:uacg da
piata america :a conbecida Boje i a sciencia sob
a classiOcacao bolaol?a de Qimameils Virioica,
planta in i. ua da menea S-p c'riooal e pri-
mil am Di" eaipre^ada peles ni ;ics no nativo
de ti.>a mo!e.~i!' ue >'.barcter InQamoiaiorio,
ta^io iuieroa remo er.'prn?. 1
Cura de bronchite as-
thmatica
Sr. Joao Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-se
de urna bronchite asthmatico que ha
8 mezes o atormenta va, j nao o dei-
xando dormir, com o uso do Peitoral de
Cambar, de Souza Se ares
O agente Companhia de Drogas e Vro
duelos Chimicos.
O Dr. Lopes Peasoa
Avisa aos seus amigos e clientes que
mora temporiamente a ra de S. Gn"
caln 20 onde pode ser procurado
para os misters de sua profisso;
(Ibem como na Phamacia Franceza ) a
ra do Baro da Victoria e Companhia
de Bombeiros do Recife; que sera en-
contrado.
; .
:.



i

!)'
Islario (Te i*ernamDoco Sabtiado 3 de ^koveiiiUdPO es z?$94i
o
ED1TAES
Conselho Kcorionico da Re-
partido de Marn ha
De oidnn di- r. capitao' de fragala Jos Pe-
reir 'Go'inaroes, i gpec or deste trienal, fe50
pobi o Que icceDe-Kf proposia fm cari g le-
(faaii no ai 7 de Noveinbro pr ximo futuro,
,,s II Pnrs da manha fm ama oas salas da
tecrpia'ia d Inspeec-o, para o lo- >.>.imed o 0*-
carva.) de p-ar-.t a esie esiabe.Kimfnto s>oss
c.epen'encics -ao ames da ama a na taiMiiadt'g do porto "e 1 E>taj, durso>e
foto o ejercicio i- 1893; obseraoas as d-soo-
sicO-s dos artig 176 e i78 e spu* piragN
pbo jo r.-unt..meiitj que b->ixou cem o de
creto o. 7j5 de 12 do tteutir-i de 180, o-
quan- vo -r>.,ixo t-ai 8cnpt*f :
Arlo 76. Sao atierra do propinantes :
1 Eiciier ci--m pregus por exuco e ern
t'.garsoio a propala iip e-es aae Itle cera fo'-
neciua pt>lu secretarla do a s ni. a qunl data-
ra e -sigara p,i a ser apest^ada ao conse-
lijo H'ono:oL3).
2 Entrega- pussoalmeDie 1 a por seo lag'-
timo epres-ntante, Aireamente ao co snihn
econmico nn logar, ca e bira anoon iadas,
cu t>6 as ro.: p o. oslas coso as amoctras co;-
reoop'fntpg.
3." Exnibir alem da cpm'5j 'o r-eoecti
con; a i. hoi i I, quarxto 1 o i" flrir.a indi fi
dual os docurmnlos que p cetii per neeociaa
le ma'M'. ulajo e haver pago os imp Pt >s de c*:a
comne-r'ji relativos ai'iMmo Bemeatf*.
4" Sa'.* dispnsalo/, da aoreeoifcau da
m.iriculi aa lala dmerei*l as F- t>.-i- as e
estabtltci rieoto indusiri <-s da Repsbc, e le
rao e irs aaniil-s a pr-lerenda sobre o ca-
t-os copeurrta e* em Uoalarrte oe condicCee e
Circomsiane a jevidan>rj.t- prvidas.
Arrgo 178 paragrapno unic.i. AKm do prf8o
(Btuolado, os furne edoos CdnUnoa'io a sui.-
pr>r ;uor mais CO das us ru; mas cuodicc
se psVirn fr jol ado necesfa-i >. e tem que if'o
con?.1 ui ireno p ia a pro-agarbo do cooiracto
Os preponeotes deverao aorei-eijtar os i o
roen'. de babiii acao al a pera do con-t-
Ib alio de verii ar s as torrfalidade exi-
gidas O'aiTi sati.fei 8S.
Sece'a a di lafp-: <;li do Ari-enal dp niii-
nba ne Peraamooco, 29 de Ooiobro e ls9i.
O serretario,
Antonio da S'lva Azeveno
Rio de Janeiro, 5 de Outubro de
1894.
O Inspector,
M. A h Trigo de Loureiro.
3* Secfio, 30 de Outubro de 1894.
O Chefe de Secf 5o
Mi Frederico Qodeceira
Alfandeua
De ordem do Sr. Dr. Inspector faco
publico o edital abaixo transcripto do
Inspector da Caixa de Amortisafo de
5 do corrente :
Caixa de Amortisa^ao
EDITAL
Faz-se publico que a Junta Admi-
nistrativa desta Repartico reunida em
Sessao no dia 28 de Setembro ultimo,
resolveu prorogar at 30 de Junho de
1S95 o praso para o troco, sem descon-
t, das notas do Governo, dos valores
de 500$ e lOOt da 5.* estampa, 200$ e
50S da 6.* e 20S da 7.a
Rio de Janeiro, 6 de Outubro de
1894.
O Inspector,
M. A. F. Trigo de Loureiro.
3.* Secfo, 30 de Outubro de 1894.
O Chefe de Secfao
Luis Frederico Codeceira
Alfandega
TROCO DE NOTAS
De ordem do Sr. Dr. Inspector faco
publico o edital abaixo transcripto do
Inspector da Caixa de Amortisaco de
5 do corrente.
Caixa de Amortisaco
EDITAL
Faz-se publico, para conhecimento
de todos, que, por despacho da junta
administrativa desta repartico de 28
de Setembro ultimo, em requerimento
do Banco da Repblica do Brazil, fica
prorogado o prazo marcado para o tro-
co dos bilhetes dos bancos de emisso,
hoje a cargo do mesmo banco, at 30 de
Junho de 1895.
Os bilhetes, cujo troco prorogado
sao do Banco de Crdito Popular do
Brazil, de 500S, 200S, IOOS, carimba-
dos sobre bilhetes do Banco dos Esta-
dos Unidos do Brazil, e de 5$, sem ca-
rimbo, todos de base metallica, de
500$, 20S e de 58 de base de apolices
tambem carimbados ;
Do Banco Emisor do Norte .* de...
100S, 50S e 108, de base de apolices,
carimbados sobre notas do Thesouro ;
Do Banco dos Estados Unidos do
Brazil: de 500S e de 10, de base me-
tlica e 2CO-S, 50S, 20S e 10S, de base
de apolices, carimbados sobre notas dr
Thesouro;
Do Banco Emissor da Bahia ; de...
100$ e de 50$, de base de ouro, de..
IOOS, 508, 20S e 10S, de base de apo
lices, carimbados sobre notas do The-
souro ;
Do Banco Emissor de Pernambuco:
de 200$ e 1008, de base metallica, ca-
rimbados sobre notas do Thesouro, e
de IOO$, da Ia sene i* estampa ;
Do Banco Emissor do Sul: de 2008,
100$, 508 e 108, de base de apolices,
carimbados sobre notas do Thesouro ;
Do Banco Unio de S. Paulo : de ..
5008, 2008, 50S, 208 e 108, de base
de apolices;
Do Banco Nacional do Brazil : de
500$, 200$, 20$ e lo$, de estampas
proprias, 200$, em otrro e vista, e..
100$ todas de base metallica, carim-
bados sobre notas do Thesouro ; e de
IOOS, da I* e 2* series parte carimbados
pelo antigo Banco da Repblica j
Do Banco do Brazil : de 500$, 200$,
lOOS 50$, 20$ e 10S, de base metal-
lica ;
Do Banco da Repblica dos Estado^
Unidos do Brazil: de 500$, 200$, IOOS
50$, 30S, 20$ e 10$, de base metallica,
e 200S, 50$, 20S, e 108, de base de
apolices;
Do Banco da Repblica do Brazil :
emisso provisoria de 500$, 200$,; ...
100$, 50$, 30$ e 10$, de base metalli-
ca e 200$, 50$, 20$ e 10$, de base de
apolices, todas sobre bilhetes do Ban-
co da Repblica dos Estados Unidos
do Brazil.
Dcclara-se que os bilhetes de base
metallica levam a chancella do thesou-
reiro desta repartico, Antonio Arnal-
,do Vieira da Costa.
As pessoas que possuirem taes bi-
lhetes devem apresental-os no Banco
da Repblica do Brazil desta Capital,
e as suas agencias nos Estados da
Unio, para serem trocados, sob pena
de perderem o seu valor, nos termos
do. art. 45 do decreto n. io.262*de 6
de Julho de 1889 e do decreto n. 165
di 17 de Janeiro de 1890. art. i' 14,
s os nao apresentarem ao troco den-
tro do dito praso.
Secretaria da Instrucc&o Publica de
Pernambuco, 30 de Outubro de 1891.
EDITAL N. 33
Adopco de livros para as escolas pri-
marias do Estado:
De ordem do Dr. inspector gjral com-
munico a quem interessar possa que o
mesmo Dr. inspector resolveu baixar ooje
a seguate portara:
Inspectora Geral da Instrucv&o Publi-
ca, 30 de Outubro de 1894. N. 13 O
Inspector Geral da InstruccSo Publica,,
era face do disposto no art. 3.# 9 do
Regulamento vigente e tendo era vista o
parecer do Conselho Litterario de 11 de
Maro do anno prximo passado cora o
aual est de accordo, resolve mandar
adoptar as escolas primarias deste Esta-
do o compendio do professor Sebaitio
BraudSo, intituladoMiscelnea Escolar
para os 1., 2. e 3." graos. O inspector
Felippa de Figueirda Fana Sobrinho.
O secretario
Vcrgcntino Saraiva d'Araujo Gafado.
Comcellio Econmico da Repar-
ti 'i o le llar 11 lia
De ordem do Sr. capitao de fragata
J' s Pereira Cuiniares, inspector deste
Arsenal, fac > publico que recebe-se pro-
postas em cartas fechadas no dia 9 de
Novetnoro prximo faturo, s 11 horas
'- manba em urna das salas da Secreta-
ria da Inspecco, para o fornecimento de
madeiras 6 outros materiaes a este estabe-
lecimento, suas dependencias e aos navios
da Armada Nacional estacionadasno porto
dest- Estado, durante o futuro exercicio
de 18VI, observadas as dispoicSes dos
artigas 176 e 178 e seus paragraphos do
regulamentoqiie baixou cora o Dec. n
745 de 12 de Setembro de 1890, as quaes
vo abaixo transcriptas :
Art. 176. Sao deveres dos propouea-
tes :
1." Encher com procos por extenso e
em algarismo a proposta impressa que
Lesera fornecida pelo Secretario do Ar-
senal a qual datar e assignar, para ser
apresentada ao Conselho Econmico.
2." Entregar pessoalmmte ou por
seu legitimo representante, devidamente
ao Cont-elho Econmico no logar, dia e
hora annunciados, as respectivas propos-
tas,
3; Exhibir alera da certido do res-
pectivo contracto social, quando nao fr
firma individual, os documentos que pro-
ven! ser negociante matricu ado e haver
pago os irapo8t(>s de casa commercial re-
lativos ao ultimo aemfstre.
4.- Silo dispensados de apresentaco
da matricula na Junta Commercial as fa-
bricas e os estabelecimentos industriaos
da Repblica, e tero estes e aquellos a
preferencia sobre os outros coucurrentes
em igualdaue de condicoes e circunstan-
cias devidamente provadas.
Art. 178. paragrapho nico. Alm
do prazo estipulado os fornecedores con-
tinuaro a supprir por mais 6 > dias as
rresraas condicSes, se assim fGrjulgado ne-
cesario, e sem que isto constitua direito
para prorogacio do contracto.
Os proponentes deverSo apresentar os
documentos de habilitacao at a vespera
do Conselho, afim de se verificar se as
formalidades exigidas foram satisfeitas.
Secretaria da Iuspeccao do Arsenal de
Marinha da Pernambuco, 30 de Outubro
de 1894.
O secretario.
A nionio da Silva Azevedo.
tro, que fica fazendo parte do presente-
E de como assim o dsse assigna este
com as mesreas testemunhas.
Eu, Antonio Augusto da Frota Mene-
zes, escrivo interino, o escrevi.Jo3o
Caetaao de Abren, Innocencio Garca
Chaves, Francisco Ferreira de Mello.
mais se nao continha em dito termo
aqu copiado; depois do que tendo o
supplicante justificado o allegado quanto
a incerteza do domici io dos supplieados,
produzindo testemunhas que deposeram
convenientemente a respeito, subiram es
autos minha concluuo, e nelles profe-
r a sentenca do theor seguinte :
da f.ents 9 m. 20 o. e do fundo 4 m.,
terreno proprio, quintal em aborto, ava I
\<*dn em 1505000. Pertenee a Antonio*
Jos Leopoldino Arantes.
A casa de taipa n. 16o* na estrada do
Giqui a Jaboatao, oom porta e janella'de
frente, duas salas, um quur.o, ootinha ex-
terna, quintil em aborto e em terreno fo-
reiro, mtsde de frente 4 m r da fondo 9
ditos e 30 c avoliad em 2500003. Per-
tono a Manoel Francisco da Silva.
A casa de taipa n. 5 a roa do Meodon-
i, com porta e paella de fronte, duas at-
las, um quart, cosios interna, meda de
f.ente 3 m. 60 c. e d-> fundo 7 m. 10 c,
Sentenca :Julg> provada a ausencia quintal *o* bertf, terre o proprio, avaha-
do Torquato da Cam..ra & Companhia'da em 80(5000. Portenoe a Fraociaco Avila
de Me^djnc*.
Fregaeaia da Graca
e Estevo Cesar Teixeira de Moura. In-
time-se-lhes por editaes o protesto de fo-
lhi.s onze verso Recife, 2 de Outubro
de 18V)4. francisco Altino Correia de
Araujo
Nada mais se continha em dita sen-
tenca, aqni copiada; em virtude da qual o
respectivo escrivo passou o presente edi-
tal, pelo theor do qual chamo, cito e hei
por intimados os supplieados d.tos Torqua-
to da Cmara &Companhia e Esteviio Ce-
sar Teixeira de Moura, para no prazo de
3' dias, contados da publicacao deste,
comparecerera ante este jaizo, reaueren-
do e allegando tudo o que fr a bem de
s-u direito e justica : fleando afitul in-
timados por todo o contedo da petico,
despacho, sentenca e termo do prote3to,
que fi:am transcriptos.
E para que chegue ao conhecimento
de todos, especialmente d s supplieados
Torouato da Cmara &c Companhia e
Estevo l'esr.r Teixeira de Moura, man-
dei passar o presente edital, que ser
publicado pela iraprensa e afHxado no
lugar do costume.
Dado e passedo nesta cidade do Reci
fe, capital do Estado de Pernambuco, aos
2 de OuUr.ro de 1894.
Paga esto 1S200 de selloo e 500 rs.
de emolumentos pala assignatura.
Eu, Antonio Augusto da Frota Mene-
nes, eserivo interino o escrevi.
Francisco Altino Correia de Araujo.
I lilil. <'.!<
COLLECTOR DE AMARAGY
Por ordom do IILu. Sr. Dr. Inspe-
ctor intimao-se; o ex-collector de
rendas geraes do municipio de Ama-
ragy, Sergio Evergisto Ferreira Ma-
galhes e seu fiador, Dr. Laurino de
Merae.s Pinheiro para, no praso de
30 dias, a contar desta data,
O aitio no Rosarinho onde existi a
esa* n. 15. o qaal mede de f.ente 5 m e
ne fundo 13 ditos, avaliodo em 69)5000.
Peirtenco a Marcelina Aogelica doa San
tos.
F'egaeeia do Poqo
A casa aa taipa n 2 ', na travessa do
Marqner, ccib porta a janella de frente,
duas mAm, mu qu*- tf1, ooa:I)ba-^nte^o^ j
mede de f eute 4 m. 60 c. e de f jado 7
m 30 o terreno proprio, avallada em
I50(500C. Pertenee a everioa Mana do
Rorfe.NO Frarco.
A ca n. 8 n.i travnssa de D;na Feli-
ciana, com p rta e janella de f ente, 2 sa-
lar, 1 quxrto, coainha interne, mede de
f Hite 4 metro e 20 centimetroa e de fun-
do 6 metros o 6? centim-troe, quintal cer
cado na f ente, terreno freir>', e orna ja-
oeila em cada oitSo, avahada em 2O0i5OC0.
Pertenee a Jj3o Francisco d* Silva.
t (.ara constar passou-se edital na for-
ma da lei.
Dndn a pai'ado nestu cida >e do Recf >
aos 20 de Outubro de 1894.
Eu, A'frtdo Diamantino da T. Bandei-
ra escrivo.
Sh:'*mnn<'o Antonio Gong&lves
lutitnac* Por ordem do Illm. Sr. Dr. inspector
fica pelo presente edital intimado o ex-
collector de Rendas Geraes do municipio
de Canhotinho, Manoel Ignacio da Ro-
cha Accioly, bem como seus fiadores, her-
deiros e outros interessados, a fira de al-
legarem o que for a bem de seu direito e
produzirem os documentes que julgarem
necessarios no processo de tomada de con
tas do dito collector relativamente ao pe-
riodo de sua g -sto (7 de Maro a 31 de
ontra- Dezembro de 1891 )', e, como se tenha
rem para os cofres da raesma Repar- verificado um alcance de 105640 contra
tico cora a importancia do 9.">t>4D0> elle, fica outro sim, marcado o prazo de
rea, proveniente do alcance verifi-, 30 diaspara recolhimento do mesmo al-
eado as con tas daquelle ex-collector,
do exercicio de 1891 ; e se faz publico
que aos interessados licito allegar
o que entenderem de seu direito, por
si ou por seus procuradores.com tan-
to aue o faeno no dito prazo, sob pona
de revelia.
Terceira Secco da Alfandega de
Pernambuco, 27 de Outubro de 1894.
O Chfe do Seccao,
Luiz Frederico Codeceira.
Ediial
Secretarla da. Qtirntiira Policial de
i'.-rnainijuru. ca -1 le Oulubrw
d; 11*94
Por e-id repartcSo ?e Ut pobllco de ordem
1 i Sr. Dr. Qaedur Ko'ica que te acba depo
Itio na -odu-?pk^ci- do 1.* ji tr.cto >.o Poco
a Kanella fita cavilo ujo andaiorde bai-
X.i a m -'o. o qoo ji apprrDeodlno to poder
o cei*re kdrSo de ravaiios Manoel oe tal co
.herido po- J,;-qn:ui Victalino
Qoem se Jilear roxi di'ri o ao oifumo c:.val-
ij apreaesiise Daqu-llu riiodel^cacia mnoio
le djiomeotos prob^ierioe d* leiumo daoiioio.
O scR'e'srio n'fririo
Francisco G. d-i Silva B arrozo.
q Dr Francisco Altino Correia de Arau-
jo, juiz de direito do commercio da.
cidade do Recife, capital do Estado de
Pernambuco, em virtude da lei, ote
etc /
Faco sab'ir aos que o presente dital
virem, ou delle noticia tiverem, cura por
p<>rte 00 Banco da Repblica do. Brazil,
me foi dirigida a peticbslQ, theor se-
guinte : )
^Pet9o :-'Illm e Exm. Sr. b?- juiz
de direito do commercio. /
O Banco da Repblica do Brazil, ha-
vendo requerido ante este juizj, pelo car-
torio do escrivo Giraldes piscatoria c:-
tataria para os termos de una accao or-
dinaria contra Torquato da ^Cmara &
Cutnpanhia e Estevo Cesar Teixeira de
Moura, este acceitante e aquello ndos-
sante da letra junta da allitdida peticao
j autoada, succede que naoj poderara ser
citados os supplicantes por Dio terem si-
do encontrados ; mas carec^ndo evitar a
prescripo da divida, qier para esse
tm fazer protesto judicial pos termos do
artigo 455 do Cdigo Comjmercal, e pe-
de que tomado por termo,/soja intimado
editalmente aus supplicadjos, justificada
logo a sua ausencia Assim
Pede a V Exc. deferin^ento.Espera
Receber Merce.
lieciie, 29 de Setembr
O Dr. Sigismundo Antonia UoneaUos, juiz
do direito da fasenda eitadoal de Per*
nsmbaoo.
Fas saber pelo presente que no dia 3
da Novembro do correte anno se nSj de
arrematar por venda a qoem mais der,em
praca publica deote jai.o, os bens segoin-
tes, penboradoa por exeoagao da faseuda
contra diversos devedoros.
Fregoena de S Jos
A oasa de pedra e cal n. 28, roa de
Domingos Theotoo
de trente, duas a
reate 3 m. 40 c. e de
1 murado, avaiiadaem
oe a J0B0 Pidro da
nba tora, med > de
tundo 12 m., qou
1:500*000. Pert
Rjcoa.
Fregueai
A casa de pedr
de 8aoto Amaro,
trente, duas sala
terna, mede d
f 1 .do 8 m.
liada em bOl)t)&)Q.
, com porta e janella
s. dous quartos, coai-
Boa-Visca
1 oal n. 6 D, no largo
ou porta e janella de
um qoarto, oosmha la-
frente 3 m. 30 o. e de
quintal em aberto, vo-
Pdi'.-jjso a Anua Bar-
Jo 5o Caetano de Abren, pr
(Estava iegalmente seilaj
E mais se nao continha
{o, na qual proferi o desp
seyuinte :
tespacno :Sim. Recife
ternbro de 1S94 Altino de
Depois d. que, o escrva
lavrou o termo de protesto
guinte :
Termo de protesto
jAs? 29 de Setembro de 1IB94 nesta ci-
da.ue do eciio, em meu caitono, veio o
solicitador Joao Captan del Abreu, pro-
curador do Banco da Republlica do Bra-
zil, e perante mira e as tesmunhas abai
xo assignadas disse, que nfeduzia a termo
de 18J4.
curador.
a.)
m cita peti-
o do theor
29 de Se-
Ararjo
competente
lo theor se-
0 sen protesto etnstante (Aa peticao re-
bosa do Kjt yPreguesia de Afogadoi
A ojsade taipa n. 2l, na estrada d.
Gii^ioii Jaboat&o, com porta e janelia de
tretat,9, duas salas, dous quartos, aosioha
xxt rea. mede de trente 3 m. 40 B. e de
.i:.do 10 m., avahada em lo0?J0uO.
A cssa terrea de peOrf. e cal na mesma
estrada, o. 252, com q latro janellai de
f; o te, duas porta: e doa jane.las ao lado
do norte, porta e dufcs jantlUs ao lado do
al, soto ioterco oom duas janelias nos
01.3-a, grande salo, duas talas, circo
qa >rts, cosmba ao lado, tendo mais orna
Otfcfaaiw e dous quartos para cria 'os, sitio
a.M .):< araorisaio, com a trente murado
e grudil de trro, por tito o lado de ma
d ira, mede de frente 9 m. 60 o. e de
tu.,Jo 15 o.. 70 e., avahada eu 1:0J0|5
A casa terrea de perira e cal, na met>ma
"strada n. 25:, coa tres janehas de tren-
te, duaa purUs nos oitSes, terrado ao lado,
duas salas, quatro qoartus, ccainba ei:er-
ua, mede de freiutc 7 m. 20 c e de fondo
17 m. 70 c, avoliida tm 500<>CO0.
A casa de tap, na dita estr.ds, n. 258,
com tres janelias de trente, Lina porta no
oitSo, duas salas, tres qu.-rtos, coainha ex-
terna, mede de frente 6 m. 80 o. e de
fundo 8 m., avali.da em 60J5000.
a. oasa de taipa, c a mesma estrada, n.
2hJ A, c^m porta e ji.nelia de freule, cuas
s !.s, dqua quartos, oosinha ioterca, mede
de frente 5 m. e da fundo 10 ditos e 20 o.,
valiada em 80)5000. Pertancm a La z
Bernardo da Rocha Ceste4o-Braoco.
A casa de pedra e cal n. 95, ra de
S. Miguel, com perta e jaiielia de trente,
ua salaa, um qurio,^cain. interna,me-
dajde fren e 4 m. 70 c. e de fundo 12 m.,
quint.il a nao, avaMada em 3O0$OO0.
Pereuue a Miiu Fx'.'.'.eisca d-s Cbugss.
A ci9v do taipa n. 61 na Estrada Real
la Torre, com porta e duas janelias de
.e-it, da a ju.itil** em cada oicao, duas
jfc, tjs quartos, coainha fura, roedo de
frprt- 5 ra. <* tsodo 9 dio^ 0 r ,
lumtal cercado, com porta de madaira na
f ente, evahurs em 2O\?60OO Pertenee a
A casa de pedra e cal n. 16 A, na ra
d Rio, com duas portas e dass jaaeil.s de
rente, ama aU, nm qaarto, eoaioba com
parede dd interior sabida e parta do te-
lbado em completo estado de ruinas, mede
canee aos cofres desta Alfandega, sob
pena de revelia.
3 Seccao da Alfandega de Pernambu-
co, 27 de Outubro de 1894.
O chefe de aecsSo.
Luiz Frederico Codeceira
0 Dr. Jj'jo Carius ue M -.. .uU^a Vdi-'-.uUJ ..-
jais de dlnito do municipio do B juit 1, em
vinade d. lei, eic. :
Faco saber aos qae o preseote edital de pmca
rom o prao de SO da* virem qae o porte ru don
auditorios deste jolzo na de traser a publico pre
ao de una e arr-t>raaUcao a qoem mais dr e
maior Unco off*-recer em o da 7 de No- embro,
as 11 boras, a pona da casa das audiencias deste
me*a)o juizo, os b'os abaixo declarados uenbo
rados a Antonio Beterra de Meoeses Bo'ba e sos
mulner D. Mara Praocisca de steaeses oara pa-
gamento da eiecocS qae Ibe move o Dr. Lta-
rino de Mor.es Pinoeiro. cajos beos sfto :
O rngeabo VirtaJe, sito Deste mooicipio, com
10 :a as 801:8 terr-s, casas, obras e bemfeiuiria-
e nucDioa a vapor, moeoie e correte', o qual
mua-ee o nnne com as trras do eugeobo
Barro Braoro a > sol rom as do Fortaleza, ao
lt- te com as de Roa Visia, so poeaie com as da
eogeoboca de Jo Baotlsla, e (o avallado pe o
prego de 8:050*000.
E qaem nos mesmos quise? tancar comparec
ne8>e jalso em o da cima declara!
E para coosUr se passoo o presente, qae o
poneiro dos auditor.rs poblicr e anisara no
logar do esiylo lavraodo a competeote certidao
Dado e passado nesta villa do Bono, aos 18
das do mez de Ou abro de 1894
Eo, Aoionio Primitivo Goon-'S da Silva, escri
v&o interino o escrevi. Joao Carlos de Mendos-
ca V E t conforme ao origioal ao qaal me reporto
e a oa l.
O eacrivao itt;rino, Antonio Primitivo Gomes
da Silva.
Escola Virnuil de Pernambuco
Pela secretaria desta Escolase faz pu-
blico qne o exame escripto as diversas
cadeiras dos 3 anuos do curso, ser pres-
tado observande-ee a seguinte distribui-
55o :
Dia s
Anno 1.* e 3 cadeira.
> 5.a e 6
* 2.1 e 4.
Da 6
Anno 2.a e 6.* cadeira
> 1 e 3.*
7/ e 8.*
Dia 7
Anno Calligraphia e 8." cadeira.
2.* e 7.' cadeira.
5 cadeira.
Dia 8
-Desenlio linear.
Secretaria da Escola Normal de Per-
nambuco, 3 de Novembro de 1894.
O secretario.
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
1."
2.
3.
1."
2.
3.
1."
2."
3.
2.
DERBT-CLUB
DE
EMMBUCOA
%
QUE SE REAL1SARA' NO
Dia 4 de Novembro de 1894
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega dos pre-
mios.
Extracco pela machina Derby-Club
Nontea
e
g
4
Pellos
Matura
lid.
o
oe
5
Cor da vesti-
menta
Proprletstrlesi
PareoExperiencia800 metros. Animaes de Pernambnco qae nao teobam gaobo
nos prados do rl-nf cnotaoco oa i:j victoria. Premios : 2500C0 ao 1-,
oOoOJO ao 2-. e 13*000 ao .'.
-
Soprano.....
Vulco......
Uto........
Ona ........
Taosporte...
Meteo'O.....
D 'Btroyer...
Oaoe ......
I))J t'asianbo....
Bio........
rilado.....
Cas'anho...
Rodado......
Alasiic.......
astaobo-----
Pernamb..
51
5t
51
51
51
51
51
51
51
Bocinado............
Encarnado e braceo..
Preto e encarnado
I.' -'-a I i..............
Aznl e caro...........
Encarnado e p.-eto'....
Anarello e braoco
J. B. Cavalcante,
J. M.ia.
J. C Seqaeira.
A. F
P. Garvalbo.
1 P.
le L.
R. R.
\. Miranda.
2.1" PareoUippoilroma do Campo ronde 1 000 nelroe.Animaes de Pernam-
1 turoso.....
4 Miange...
3 Curaaua.....
4 Dictador....
STdllspher....
6 V amador...
7 Gilante
8
9
10
Masj'Kjl.*..
Traquinas...
Batjry.....
co. Pre un os : 250400o ao 1.*, 5J000 ao 2.' e 3^*000 ao X
Rodado...... Pernamb
Zuo ..
Rosilbo.
Rjdado..
Castanh-)...
Baio..
'
l
5t
31
II
ot
51
51
31
31
51
Azul e preto..........
tincara, e braneo.....
Roza...............
Encarnado e azul......
fceocaroado e amirello
Azul e braacj........
Baaco preto........
Verle e amarello
Azul e Qrai. o.......
Xidrez.............
J. Moreira.
J. Maia.
oad. Cruzeiro.
G. E.
'-oul. iveira.
:ood. Purtuenee.
J. R. Cmz.
1. P 8 Maia.
A. Silva.
Coud. Nacional.
3." Pareo I.lberdade1200 metrosAnimae. de Pernambuco.
1, 60*000 ae 2 e 304000 ao 3.
Premios : 3004000 ao
Cimors.....
Nababo.....
Piramoo....
rodo .....
Aventureiro.
Alaz&o......
Gistaaoo....
ralo........
GiS'.anbJ-----
Peroamb..
50
50
50
50
50
Lyrio.................
Ro a...............
B anco e amarello....
Verde e amarello......
Coad. Calombo.
'".oul. Cruzeiro
Coad. Bella Vista
J. Moraes.
Ccad. Limited.
4.' PareoPrado Peraastbneana- 1-200 metros Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 2504000 ao 1.*, 504000 so 2.* e 254000 ao 3."
Pirata........
''omaca 2o...
ll.scitie.....
lia..........
Galante.......
Haiaio........
.-'aicbooly....
Preto.......
Z IDO......
Gasiaobo...
Rodado.....
uastaobo...
Mellado------
rlasso......
Pernamb.. 50
50
30
et 50
C 50
a 60
< 50
Enramado........... Magalbaes Ouro...............u J S. P.
Azul e'ooro......./Cood, Mnri-cana.
Rosa...............y '.cul. Gjazeiro.
Branco e relo......R. Groz.
Verde e amarello.....J. Figaeiredo.
Goadelaria Campos.
5 PareoPrado do Eatancia1800 metroB-Hancap -Animaes de Pernambaco. Pre-
mios : 5004000 ao 1.*, 1004000 ao 2.* e 504000 ao .o
'lanrity.....
lismarck 2o.
Todo......
Sms........
Aveolareiro.
Pa io.......
Gastanho___
Rodado......
Mellado.....
astaabo....
Rodado.
Pernamb.. 46
60
c 50
44
c 58
c 34
1
Encarnado e branco..

Verde e amarello.....
Azul e braoco........
Listrado.
A. T<*iOM.
F. C RezearJe.
J. Moraes.
S. S. M.
Jond. Limited.
'Joud. i>e:nudio.
6.'
PareoDerbr ciubde Pernambuco -1.000 metros Animaes de Pernambaco
qaH odo tenoam gaobo no Dcrby. Premios: 2504000 ao l>, 504000 ao 1* e
2S4000 ao 3
FotacaS...
Masro'.te...
Tuoy I.-....
GijoIo......
Ibo.........
Cingo......
Zimo ....
.a tmbo.
Aiazao
Preio.....
Mellado...
Pre o.....
Peroamb.. 50
50
50
50
c 50
5J
OorO...............
Azul e curo..........
Encarnado e branco .
Verde e amarello.....
Amarello e verde......
Ouro.................
J. S. P.
Coad. Moarlscans.
p: G.R.
J. T. S. M.
Jio FiKOeiredo.
J. s. P.
7 PareoConsolaco -800 metro?Animaes r>e Pero-raboco qae nSo tenham tido clas-
sicacao nos
254000 ao 3.
Prados ao Recife. Premios: 2504000 ao 1.*, 504000 ao 2.* e
Socrano.
Craripe..
Meteoro.
Banj....
Dp-ivOTO
Gistanho..
Kozilho... .
Alazao....,
Gaa'anhn.
Pernamb.. 51
51
C 51
51
t 51
Encarnado...........
k,y-io...............
Listrado.............
Enearm :j e preto...
Amarello p hrpnro....
I. B. Caval'H'.e.
I. F. etotto.
I. K. .
R. C.
A. IfiraiMla.
818irT<$0$s
Pernambuco Powder
F ctorj
Na e.'criotoMo d'eetj Comn^rh'. pr{ do
Cooimerclc o. 6. acbam-se a riinrosi^so dos S'i>.
accionistas o otlscro rflerent1 o anno 11 uo tm
31 de Ago"n Disuado, e m is diuairctj ue
que trata a lei ds-. soc-edade anonymas.
Recife. 27 K-e Outob'o de 1894.
A. i. Barrio Vlsnna,
Se qrio.
IRIUVUAUK
DO
S. Ssc amento da Boa Vista
AVISO
De ordf m da mesa regadora da Irmandade do
S. S 'Cramenta da Boa V.sta, convido sis lrmaos
e mairpasroat, qoe tem em d -po lio nests ma-
ti: O'ons com ogsados p r, no pra o de 30
da.-, a erntar da dala dpsta, a trauseirem para
o rtep r i mral, vsst" *x -r deolre ella grar.-
i.tidi'e qoe ba moito lempo est em
Co pl to abandono e ter a ans regedora ur-
g 'e DeCMsllaOfl d> 'Utii.r fiz^r obras ro
lugar onde as referidas ornas se acbam colloca
oh- ; e alem de todo nao esta de accordo com a
reverencia do callo.
Consistorio da irmandade do S. Sacramento da
Boa Vista. 25 de Oatobro de 1894-
O escrivo
Izidoro Ferrsra.
Topando a pesagem os animaes daverio eatsr junto reapectiva casa para
serem immediatamen e eoailhadoi e segairem para o barrado oo centro da raa onde
: podero estar os jockeys e os tratadores ou criad.s os quaes nao pjd.rao ter com-
maaioajSo com peaaoa alguma antes de realisar-ae a oerrida.
Os Srs. frequentadores, munidos de seaa competeutea bilhetes, r zao df
liOOO cata ura, terSo direito aos premios que a sorte designar por meio da amohina
Durby-Club, encootraudo-ae ce refer los bilhetea a venda na Livraria Fraacez< i ra 1
de Marco, ana Secretaria do Derby Club roa Duqae de Casias n. 20 1* andar
das 10 horas s 3 da tarde, anterior ao da c veida, e, uo dia seguate nos portSes d}
Piado da Estancia.
Conlinuo em vigor (odas^as resolucos al hoje adoptadas pelas socieda*
des hypicas dosle Eslado, constantes de soas cdigos de corridas e irjtrucc5es j>
publicadas.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda de poules, nao
ter iogresso pessoa alguma alem da directora, commiso fiscal e empregados
Os Srs. jiiizes so' tero iugresso oa sala contigua a da venda de
poules.
Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10. horas da manh
era ponto, sob pena de nao serem admitidos no sen-ico,
Chama-so a attencSo dos Srs. apostadores para o horario qae ser reitrictt-
nente observado, techando o 1* pareo 12 horas em ponto.
Os jockeys que nao se apresen'jrem convenientemente trajad is com as
iires adoptadas no programma por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e serao multados de aectrdo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 3 do corrente s 3 horas da
tarde na Secretaria do Derby.
As poules qa > nao (orem pagas no P.-ado da Estancia no dia da cor-
rida so' sero pagas 3 dias depois na secretaria do Dorby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria >io Derby
Club ra Duque de Caxias n. 20 1.- andar.
0 expediente para esta corrida encerrar-se -ha no dia 3 de Novembro .
3 horas da tarde.
A Directora chama a attongo dos Srs. propretarios e jockeys para
airt. 21 eseus |, e o art. 46 que sao restrictamente observados.
Sosretari da Derby-Club de Pernambo6o, 31 de Outubro de 1894.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.

i
MOTIlalO I
RUKQ






*
Diario de Pornambneo- Saiibailo 3 le Movembro de 194
1
Miie^BjaatBBai----- I BH
Escola Normal de Per-,
nambueo
EXAMES ANNUAES
De ordetn do Sr. Dr. director, e em observan-
cia a disposicao do art. 39 do regulaineoto de
37 de Deiembro de iS^", fago publico a quem
inte.'essar que a coogre^ago dos profesores
d'es:a escola resolveu em su;t sesso ordioaria
de boje, que os exames ainuae_ das diversas
cadeiras do curso comevassein no da 5 de No-
vembro, s 9 lloras da munba, no 2. e 3.' anuo
e a 10 uo 1." pela prova escripia, que, nos ter-
mos do art. 46 do rnasmo regulamento, ser fei-
ta de urna s vez em cada cadeira, por todos os
alumnos do curso, fuaccionaodo duas caceiras,
por da; seguiod-se a prova oral em turmas
de 8 examinandos em todos os annos, nos ter-
mo?, do artigo citado, observando-se em tudo as
disposicOes do Capitulo V do mesmo regula-
manto.
Serio tdn-iltidos a exame escripto os segua-
tes alumnos:
3. ANNO
Adelaida da Cunda Suuto-Maior, 2*, 4", 5'*
7*. 8' e msica
Melania ae narros Ferreira, 2-, 4*. (', 7*, 8* e
msica.
Mana Amelia de A. Coutinbo, 2-, 4", 5-, 7, 8'
e msica.
Antonia Christina ia Costa Cardoso, 2', 4", o*,
7* t.* e msica.
Mana Alexandrina de Freit is Pindeiro, 2",
4, i, 7*. 8* e marica.
Maria Augusta da Carmo, 2*, 4a, 5", 7", 8* e
msica. _
Julia Sil vina Josepha de Souza, 2*, 4", o', 7",
8 e msica. .
Mana Jos da Costa, V, 4-, 5\ T, 8 e mu-1
Mana Clotilde de Medeiros Araujo, l, 4*, 5",
7, 8* e msica.
Innocencia Augusta da Silva Santiago, i,4\
5\ 7", 8* e msica.
Alexandrina M. Lopes de Mendonea, 2*, 5", 7",
8* e msica.
Elvira Maria da Conceicao, 2, o', 7-, 8- a mu-
a\Cil
Francisca Candida Ferreira, 2*, 4', 5', 7a, 8 e
msica. -
l'Lilomena Aires de Souza, 2*, 5*, i', 8" a mu-
BGS
Maria Amelia de Oliveira, V, i; 5', 7', 8 e
musioa. _. .. .
Rosa Alexandrina Caneca, 2*, 4", 5, V, 8" e
" Auna Candida Yili'arim, 2, 4-, 5, 7', 8* e mu-
SC
Joanna Baptista Goyanna, 2', 7', 8; e msica.
Mana bessone de Mello, i', 4', a-, /*, 8' e mu-
.lf Antonio de Miranda, 2", 4", ', 7', 8' e
11111 J "1
Luiz Mximo Pereire de Araujo, 2", 5-, 7, 8* e
mu9Ca- 2..ANNO
Etelvina Cordeira da Itocda Pereira, I*, 2", 3',
5* (j\ 7' e desenlio.
Etner Altee dos Santos, l, 2', 3* e /'.
Mana daa Mcrcs Macedo de Oliveira, 1", 2',
3 5" O* 7* e desenlio.
'Maria dar Pureza. Barbosa de Araujo, f, 2', 3',
*l&is UM Ferreira Leite,4.V3', 5*> "> ?*
BRoLJh] Maria da Conceicao, f, 2', 3', 6', 6',
' Maria Francisca Spencer Netto, 1', 2\ 3', 5\
^YupteinTcandida llegueira Duarte, 1, 2', 3',
"*Bernardina dos Reis Bpindola, 1% 2*, 3*, 5*.
6v 7" e desenho. ..:.. ..' ..
Zulmira Leodegana de Souza Cavalcante, f,
i* 1 a' 6* 7" e deser.do.
Auna 'Virtuosa de Hollanda Martns, 3* e 5*.
Joiepha H. Ferreira de Castro, f, 1", 3\ 5* e
'""Tertulioa de Oliveira, 1*. 3*, 5- e 7*.
Lurza Stepple, l' e 7,
Claudina ferrira de Mello, 5 .
M;'-na das Dores (lomes de Araujo, 3'.
Mana Alexandrina Pereira das .Nev, i; ',
3' 6* (,', 71 e desenho.
Maria do Carmo F.-rreira Brillo, 3* e 7'
Jos blidio Uomingues Carneiro, I, 2 d ,
u' 6" 7" e desento.
'Maoel Estanislao Pires de Souxa, f, 2", 8* e
6*.
Jos Thimes
7* e desendo. ,____ o.
Joaquim Pompeu Monteiro Pessoa, I', 2", J-,
5" 6* 7* e desendo.
Pedro de Alcntara da Costa Lima, !, t',i;
5\ 6", 7' e desenho.
felv^io Ferreira Martns Ribeiro, 3*.
francisco de Paula Pinto, 5' e 6*.
SebastiaoF. do Amara! e Silva, desenbo
h Antonio Ribeiro de Araujo, i-, 3', T, e de-
8D,,- PRIMEIRO ANXO
' Julia Militana (Jomes de Oliveira, 3* e 6.
Vicencia Elysia Marques de Amonm, i", 2,
3" 6' 8\ e calfvgraphia.
Tbereza Eudoxia da Silva, 2', 3, e .
Joanna Ramulpba de Magalhaes, i', 2% 3 e
Maria da Conceicao Barbosa de Araujo, !,
*, 3", 6*. 8', calliiraphia c msica.
Virginia Lopes Tavares da bilva 2', 3\ e 6\
Minervina do Monte Pereira da cruz, 2". 3',
a fia
Eufrazia P. Predorinda da Silva, i', 2", 3',
SeraDbina Candida Diniz, I 2* 3% 6* 8", cal-
ligr;phia e msica.
Mara do Carmo de Moma Accioly, i', 2', 3\
6a,A', cal'igrapniae msica.
jfquina Candida de Alrneida, f, 2-, ', e
Maria Militana Gomes Ferreira, 2', 3', 6*, 8"
calligraphia e msica.
Maria Julia Chaves dos Santos, i\ 2", 3-, 6,
8- calligraphia e msica- ..,,.,
Anna Digna Pereirafachado, J. o_e 6.
Cecilia da Silva ^'dal, 2, 3', *, e 8-
Maria Francisca da Piedade, I, f, 3-, b, 8-
calligrapdia e msica.
Clotilde Mana Lacerda Cavalcante, 2*, 3, e
HIPPODROOTO
DO
CAMPO GRANDE
Projecto de inscrip^o
Para a 23/ corrida a realizar-se no domingo
11 de Novembro de 1894
i
2.J
3.'
Pereira Jnior, t', 2*, 3", 5', 6,
3', 6"
8
6, 8-
cal-
2', 3-
Anna Coutinho de Oliveira Gairoaraes, 2*.
CerdolaMana Solme, ,3, 6-, 8' e msica
Josepha Aurelia Carneiro da Lunha, i', Z\
3, t, 8" calligraphia e msica.
Franceliaa Gomes dos Passos, i*, 2 ,
8* e msica- ... .,
Mina das Neves Libania de souza, V.
Mara da Assumpco Ferreira, 2*, '
calligraptua e mnsica.
Aula Oomes dos Passos, I". 2', 3", 6
ligraphia e msica.
Martha Maria da Conpeigao, l
calligraphia e mu ica.
Donatillade Menezes Amonm I, 2-
8" caHigraphia e msica.
Julia Germana Ribeiro, 2 e 3
Lucilla daa Neves Manndo Falcao, \
6\ 8' calligraphia e msica.
Ceteeina de Barros Ferreira, 2', 3'
callnraphiae msica. ...
Alexandrina Mana da Conceicao 2-
Maris das Dores Quaresma, I",
"possVdonia Rosa Machado, 2'.
Cecilia Leocadia de Mendonga Siqueira, ^
' Liiixa de Franca Oliveira, i'. 2, 3, 6, 8*
eall igrapliiae msica
Francisco Augusto AIvs, 2*. 3 e 6*.
01vo Joaquim de SanVAnna, i",3-, 6-je 8'
Raymundo Barbosa Esteves de rteitaf, i-,
* 3- 6 8a callteraphia e msica.
Alfonso dos rI.s Marlin Ribeiro 2 e 8-
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco,
31 de Omubro de 1894
O secretario,
Francisco Carlos da Stlva Fragoso.
3*.
6\8*
6* e
Industrial e coramer-
cio de estiya
COMPAilHIA
o escriptorio 4es compaadia, a ,roa do
Amonm n. 58, acbamse disposlcao dos se-
Bbores accionistas a copia *o bilauco e mus do-
camtutos exifWos por le, relativos ao anot
o :ial Bndo* 3fl4*oaho pwximo pastt do.
llecife. lidwOsrtuorj d 1W*.
' a. D- Feroandes.
Director ecreUrio.
5."
FBSTA AKN1V8RUIIA
PAREO Prado PeraaakneaM 1.600 metros Animaos de Per-
nambLiOu que nao teafaem gacho n 4i. 05OC0 ao primeiro, 804000 ac segundo'e 400000 ao teroeiro.
PAREO ^aniversario 2.000 metros. Haodioip. Aoimaei de Pernam-
buco. pbbmios : 8000000 ao primeiro, 160000J ao segundo e 800
ao terceiro.
Pesos-Bismaik 2 60 kilo; Camors, ATentoreiro, 58 ki'os, PlatSo, 53 ki-
los; Triumpho, Piramon, 52 kilos; PyriUmp, 48 kilos ;*e os demsis
45 kiloa.
PAREODerby Club de Pernaisibweo1.400 metros. Haodicap.
Animaos de PrnamDuco. Frkmios : 3500000 ao primeiro, 700000 ao
segundo e 35|000 ao teroeiro-
Art. 5.'Bismark, Oamors e Aventareiro.
|*es08=Pramor, f.8 knos ; PiotSo e Triuiopbo 55 kilos; Pyrilampo, Maurity,
Tudo-, Nababo, Turco 2-., 51 kilos, H rondelle, 50 kilos e todos os
emaia 45 k les.
PAREOHlppodromo do Campo fcraade 1.800 metros. Handicap.
Ammaes >e qoaiqoer p ii pkbhios : 5UO0OOO ao primeiro, 1000000 ao
^ segando e ii^OOi; ao lerceiro.
WetOSMHXimo 70 kilos, mnimo kilos.
segundo
Plutio, Tnumpho, Pyrilampo,
t.
Art. 5.-
7." PAliEO
8.
. -Mi-
PAREO -\ Trllhos Urbanos 1.700 metros Handicup. Aman-es de
^ernmbuco. Fbehios : 5000000 ao primeiro, 1000000 ao
/ 500000 ao trrceiro.
Art. 5..V-U* oo p*reo Derby ilub e Piramoo,
)Mauritj^Tud.-e, Nababo, Tnroo 2.
Pesos Dabtfo, Be-Iin, AHy Stopper, Pigmeo, P.'nieno, Hirondelle 58 kilos
/ Msscotte, Patchoaiy, Ibo, 55 kilos; Malaio, Pirata, Oarimpeiro, ai
I kios; Carauoa, Narciso, Tenor 2.',51 kilos, e os domis 45 kilos
y pada uo.
PAREO^llipreasa1.250 metros Animis de Pernambuoo. PREMIOS:
3LO0OOOao primeiro, 6'J$:00ao segundo e 300000 ao teroeiro.
Oe to pareo Trilhos Urbuioa e l>nblin. Berlin?, Pigmeo, Feniaoo, Hi-
rondelle, Mascotte, Patbcbouly, Ybo, Malaio, Pirst Garimpeiro, Aily
Stoper.
-ios portSMCO-860 metros Animaos de Peroambuco. pre-
mios : 3001000 ao primeiro, 800000 ao segundo e 3O0OOO ao ter-
ceiro.
'Os do pareo Imprensa a 3eij--.-FI5r, Palbsco e Tupy 2.
-fifi de XflTCMbro- 1.100 metros. Animaos de Pernambuoo.
PBEMIOS : 3OC0OOO ao primeiro, OtjOOO a- segando e 300000 ao
terceiro.
Os do preo a^s Sportmans e Crau ia, Narciso, Mouro, Oolloaao, Tou-
lon, Teimoso, Frontn, Traquinas, Tei^.' 2 Patropolis 2-., Fusiieiro,
Prussiano, Salante, Viras. loireb, Pbar.aeo, B*tury, Oingo, Fumaca
2.*, Baralho, Dictador, Pian Murisoc, Tal*pher, Malango, Furioso,
Ida, iJallet, sa e Viogaoga.
Observa^oes
S contar victoria o p-ree Aos Sportmen
Nenhom dos pareos ser cooaiderado realu*do desde que n2o se inscrevam
e corram 6 aoimaes de 4 proprietarios d fferentea.
A proposta que nSo vier acompanba^da rospectiva importancia nao seii
lida.
Aps a peiagem os jok- ys e animaos que tiverem de dispit r o pareo serai
isolados.
Os cavallos suspeoeos nSo poderSo ser inscriptos.
Todos os propietarios que inaoreverem os seos animaos reoeberao de
cada ioorirc3o 5 cartSea numerados qae darSo dir.-ito o sorteio e o numero <.er en
tradas corresponden'es aos enimaes inscriptos.
A inscripsao e n cerrar-ae-ha na terca-foira 6 do Novembro, s 6 1|2 horas
da tarde oa secretaria, 4 ra Larga do Rosario n. 16 1.a andar.
Secretaria do Hippodromo do Campo Grande, 30 de Outubro de 1894.
Art. 5
PAKEO-
Art. 5
O London & Brazilian
Bank Limited
Macen sobre L.iba e Porto
em libras sterllnaa, e visto,
sendo o-pagamento feito na
oecaaiAo da apreaentaeSo do
saque ao cambio, pelo qnal o
Banco eativer comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dlaa de vista naquellas praeas.
Santa Casa
CasfS para alogar
Na ec-et -ia da Santa ( asa alogam-se as se-
paintes ca.-a:
Roa dn Ampa'o n. 18.
dem Amioi 0 8^________
CQMFASSZA10 SIBESISEI
Previne-se aos senho-
res concessionarios de
penuas d'agua, que nos
termos da nova dispo-
sicao do art. 56 do re-
gulamento de pennas
d'agua e em vista da
certido da junta dos
correctores, que decla-
ra ter sido de 11 3|4 d.
por 1^000 o cambio
medio sobre a praca de
Londres nos trinta dias
decorridos de 25 de
Setembro a 24 de Ou-
tubro ultimo, o preco
d'agua s casas por
pennas, ser na razo
de 6^000 para taxa m-
nima e de 444 rs. por
metro cubico de excesso
no prximo mez de No-
vembro.
Recife, 30 de Outu-
bro de 1894.
Departa meo to da Liga Ope-1
rana em Olinda
CoOTide a lodos os socios do Departamento da j
L'ga Operara emOli.da. para orna sessao de
assemula geral no da 4 de Novembro, pelas 11
Doras da manoa, para resolver ce -onre o deseo-
Tjlnroeoto do meemo departamento e do suas
Doaocas, tendo de comoarecer para ease tiin
ama ommiseao do Cea'.ro Colleciitc, bem como
sea presidente.
Olinda. 30 de Ontubro de 189.
O delegado
joaquim Domingoes Ferreira
Companhia industrial
ecommercio de es-
tiva
Sao coottdsdos os Sre. setiaffistos a irwn
receber no escriptorio desta ccmoabia a roa do
Amorim o. 58, do da 5 de NoTembro Vrotlx
na diante. o 3- dividendo na r.iao de io u/u
sobre o capital rebltsaao.
Ootrosim, pree;.cbdo como oi neste anno o
fondo de integracao. raga-se aos meamos Srs.
iccionisUs de aoresentarem is caoielas desoaf
(icces para oellas se faer a respectiva a*er-
I)3{0.
Hecife, 6 de Oolubro de 1891.
Alnerio Das Feroandes
Director tecretano.
Companhia
Refinadora Mercantil Assu-
careira
Acbsm se a dlHpoeljaj dos &. aiw'ontsias
jara serern examinado*, oo escriptorio i-esia
ompaobta. A nw "lo Dr. Jos Marianoo n 6. os
irrumentos de q e traUa os o. I A 3 do Ar.
147 da le das soledades anooynas, relativo ae
1300 social fiodJ em 30 de'Seteabro altlmo.
Escriptir.o da companhia. S5 de otsbro de
!894 -O gerente Maaooel Ferrelra C[..
Veneravel Ordeo 3.a de
N. S- do Garmo
De aecrdo com a determinagao
de S. Exc. Revdma. o Sr. Bispo
Diocesano, tem de proceder-se a elei-
jao da Mesa Regedora que ha de ad-
ministrar esta Veneravel Ordem, no
anno compromissal de 1894 a 1895, e
para este tm a commisso adminis-
trativa convida pelo presente aos
carissimos irmaos que teem direito
de voto, e que nao fizerao parte da
Mesa Regedora suspensa, a coinpa-
recerem em nosso Consistorio s 11
horas do dia 4 de Novembro, para
tomarem parte na referida eleico.
Consistorio, em 31 de Outubro de
!894.
Manoel Gotifaives Agr
Presidente
O secretario,
Augusto Stlva.
Sociedade
Honte Pi Bom Saocesso
Blelfab
Di ordem do nosio irmio director, convido a
toaos os Irmaos qoe su cbam do goso de seos
d.reitos a reuoirem-se em assembia geral no
tomioeo 4 de Novemfiro, pela* 10 boraa da a
rha, srJm ae proceder-se a elncao dos novos
lu'nccioaaios qie iem ae sdxioiat-al-a no sano
social de 18i a 89'..
Secrela-ia da Sociedade Mona Pi Bcm Sac-
esso, 31 de Oalabro de 189*.
0 1- secretario.
Beoio Alves da Silva.
Deca
aragao
De ordem do Sr. D Jot de D'-eito da Pro
Tndoria e aoseotes oeste municipio foi irantfe-
riio para o dia 7 do correte a pac* da casa
o- 6, no lu^ar Uatamoa do Porto da Madeira
m Ber,e-iD-, cobre a base de 1:8004000.
01 o Ja, I ae Novembro de 1894
O escrivSo
D-. Francisco Litis Caldas
Hospital Pedro II
Precisa se com irgencia contractar nm pratiro
de pba-macia com babi aboralorio. O servico das 6 horas da maoba
as 6 da tarde: A tratar cosa o D-. director, oo
mesmo bospital, na* bora* do expedienta.
Irma a da de das Almas da iila-
triz do Corpo Santo
Oficio
A mesa regedora da Veneravil Irmaadade
daa Alma-*, e.n cnmp'i7ieu:o ao *rt. 7J capitu-
lo 15.* do stm comiiromisao deliberoo mandar
celebrar am offisio solemao p-d*- almai, oqua
teri lagar do da 6 do correte s 8 boraa da
mauba, e para asauhl-o qodvkIi ao- irmAjs des*
la nuanJ.ie a comparecerem ao diioacto.
A mesa convida tamb^m ao Rvms. Srs. s -
cerdetes qae neste aesmo da e bj-, quiij-tm
celebrar mi sa mediante a esportoU de 54000
coaiparecereal nesta matriz.
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
Assemblea geral eitraopdiaaria
De orden) da direclo'ia esmmameo aos so-
cios effe.'.iivjs dejia asaj jjjja.< qae a seesOes
de reforma ne estamtos em >; ntinujcj se ef
fectaara na' tercas fi-i-a as 7 oras a n ole.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechan i-
cos e Lioeraes de Pernambuco, 2 de Novemoro
de 1894.O 1* secretario,
lenaco Lopes.
tiompatniiia de Sania f fiereza
Sisa e de Olinda.
NSo seooo possivel rejiis*r-*e boje a reonio
da aaeembla geral anonadada fica adiada para
o da 11 do csrrente. A reooiao effectoar-se
ba oo 1.* anJar da casa o. 19 da roa do Viga-
rio Tenorio, sala de detrs.
Recife 3 de Novemro de 1894.
O gereote.
A. Pereira Sinoet.
tai^:TSMOS
Mossoro e Aracaty
SJSegce para os portes cima lo Male Deas te
Gaie recebe carga no 2 ponto : tratar na
roa da Madre de Dos b. 8.
MoSSagBFlfiS 5
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Commurdaate Bossignol
E' esperado da Europa at
o dia
4 do \Teatro
segnindo deptis da demora oAceasaria para
Baha, Rio de Janeiro. Montevideo e Boe-
nos-Ayre
Para carga, passagens, em
nbeiro a frete, trausecom ol
AGENTEi
Dmmenda8 e di-
O paquete Olenoque
Commandanta Bodjrdon
E* esnerado doa.partos do sol
at o dia
3 de Vovembro de 184
segnindo depois da oecentana demora para Bo.*-
deox com escala por
Dakar e Lisboa
QBstes paqoetes sao lilomiaados lnz elec
trica.
Prevme-se arada aos Srs. recebedoree de mer-
caderas que se attender a rec.iamaces por
faias, qne forem reconhecida" na oecasiao do
lescarga dos volnmes ; e qoe dentro de 48 h
'as a contar do dia da descarga das atvarengaB,
dererao faxer qnalqoer reclamacao cooceri>eo-
te a volome8 qne porventnra tenham segmdo
para os portos do sul, afm de serem dadas a
mpo as proTideocias aecessarias.
Roga-se aos Srs. paaaageiroa de se aprsenla-
em na vespera da chegada do vapor para toma
em as anas passagens.
Para carga e encommendas etc. A tratar com
08
AGENTES
H. Burle & C.
42-RUA DO TOREES42
1* andar
Llofd Braziieiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
Commandante A F. da Silva
Espera-se dos
poros do norte
at o dia 9 de
No vembro se-
goindo depole da
d moriTindiBpeDEavel para
Macei, Baha, Victoria, Rio
de Janeiro
As eoeommeodas serao recebidas at 1 hora
da larde do da da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da CmpaohiaPernaoabocaoa o. 4.
QPara passagens, Cirga, frete etc. trata-Be
com os
AGENTES
POBTOS iTo NORTE
( paqnete
Pernambuco
Commandante F. Riprer
E e-perado de
norte at o din
a de Naem*rii
vegoindo depul
Ida demora nect a
uria para o
Macei. Baha, Espirito-Santa e Kio de
Janeiro
As eoeommeodas serao rreebidas at 1 bora
4a tarde do da da sabida, no trapicha Barbosa
caes da Cowpaobia Pernambocana n. 4
Para pasaseos, carga, frete etc., trata-se cm
os
AGENTES
PORTOS DO SUL
O paquete Maaos
Commandante F. A. Almeida
E' esperado de
so! a. o da
V d Novembro
eegoiodo depois
da deawra oeceasa-ia para
Parahyba, Natal, Cear, Ama raylo, M
ranhao, Pari, Obidos e Manos
As encommendas sero recebidas at 1 bora
da tarde do da dn sabida, no trap che Barbosa,
no caes da Companhia Pernambacana o. 4.
Aos Srs, carresadores pedimos a soa atteocao
p.'ra a claosDla 10* dos caobecimeoto^ qae :
Uo caso de h^ver algama reclamacao contra a
eompanbia por avaras oo perda, deve ser felta
por escnp'o ao a^en.e respectivo do porto de
desrarga, dentro de tres das depois de Bnali-
sada.
Nao precedendo esta for.nalidaie, a compa
ah'a tic-a Iseoxa de toda a r sp asabilltiade.
Para passagens, frates e eoeommeodas tra-
ti-se com o
AGENTES
Pereira Carneiro C.
BCUDO OOMMERCIO N. 6
1* andar
^
Este vapor ifiaminsdo A loa elctrica
e ofiereoe ptimas aucomm dagSoa aos
Srs. passatreiros.
Entrar co porto
Para passagens, carga, frete e etc.. trata-se
con os
CONSIGNATARIOS
Borstelmaun & C.
18Ra do Commtrcio18
! aodar
Lnha regular de vapores
uacionaes e estrangeiros
O VAPOR INGLEZ
Shaftab
Patacho allemao
Otto
Para emdireitura
J tendo engajado pa-'e de seo carregamento
poder ainda receber om resto de carga para
segolr oestes poneos d a : a tratar com
Pinto Alves e Comp.
Austriao Lloyds Steamer
Navigation CompaDy
O vapor austraco
Medusa
E' es jerado de Trieste se-
gnindo depois da demora
necessaria para
Bahis; tilo de 'alandro e San-
tos
Para jarea, passagens, eocommeadas valo-
res iratB-ae cornos
Agentes
Henry Forster & C.
Roa do Cimmercio n. 8
] andar
VAPOR INGLE!
Bourbon
De 1* ca-se
E'esperado dos portos do norte
ata o (tii S de Novembro se
aindo depois da necessaria
demora para o
Rio de Janeiro
scala pela
Baha
Tem magnificas accommodaedes para aassa-
gelros e llomtnado a loa elctrica.
Para carga, pasageoa e iobeirt a frea, tra
se com a
Cons'enstaria
COiaPANHIA INDUSTRIAL E COMMSRCIO DE
ESTIVA
S8-Roa do Amorim- 88
Companhia Fraaceza
DE
NavegaeSo a Tsr
Licha regular entre o Havre, Lisboa,
Peroambnco, Babia, Rio de Janeiro
e Sanoa.
O VAPOR
Corrientes
Commandante
Lainey
E' esperado da
Europa at O dia
4 de Novembro
segoindo depois
Ja indispensa ve
demora para
Babia, Rio de Jaoeiro e dan-
tos
V
Eate vapor en'rara ao porto -
Roga-se aos Srs. importadoras de carza pelos
vapores desta Irnba, -qoeiram asreBeatar den-
tro de 6diais, a costar oo da descarga das al-
vareogas quaqoer reclamacao conceroenle a vo-
lees ^=e p^rvessra laatsm ssesa ?s^* r
porlos do snl.aJm de se poderem dar a tempo
as providencia necessarias.
Espirado o referido praao acompala nao se
reeponsabllisa par extravos.
Recebe carga a trata' com o
1 AGENTE
&ug-yiste Labille
9Roa\ do Commercio3
Pacifico Mam Navigatroa Cobi-
paiy
MAGELLAM LINE
te Orellana
8TRAIT8
O
E'esperado da Boropa
al o dia 11 de Novenbro
fegoin 'e depois da iodic-
ipennavel demora, para Val-
paraiso com escala pela
Babia, Rio Janeiro o Montevideo
Para carga, passagens encommendas edianei-
ro a frete trata se rfcns os
jAfiENTES
Wilsfln. SfoBS I C, Limited
10RA X) COMMERCIO10
1* andr
Hamburg SuedamcikaDis-
che Dar pfschiffahrts Ge-
sellscha ft.
O gvajpor Santos
[ eiterado do sal at o dia i
Tbre e seguir depois da
iicnhora necesaria para
Lisuua e| Hamburgo
TJATA INCORRETAI
- >

M
miy
P res e o lm ente
neste porto se-
goira dep breve demora
pera os poros do
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
Em direitora -
Para carga p vaiores trais se com
E. S. Levy
Ras do Commeroio n. 22
A. G de Freitds "
Sud Braz Dienset
O vapoi-
Macedonia
E' esperado dos portos da Ea-
ropaatocia 9 de Novembro
e tPii- der-cis dademerane-
essaria para
Rio^7dedoSnl, Pelotas e Porto-Ale-
gre
Para cirga e psspagpi-oo 'rata-ee com es
AGENTES
Pereira Carneiro 4 C.
Ra do Commercio n. 6
1.andr
Hamburg Suedamerikaais-
che Dampfschifffahrts-Ge
seNschaft/
Vapor Amazonas
F'pers-se da
Europa do dia
4 de Novembro
egoiooc depois
da demora ceees-
saria para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor entrar no porto
'^uaesquer reclamafSea e serao sfen-
dida 43 horas depois da ultima descarga
do vapoi na A'.andega.
Este vapor illominado la elctrica
e offerece ptimas acoomtnodacoaa aoa
Sra. cassaeeiros.
Para carga, encommendas, passagens e fre-
tes trata-da com os
Consignatarios
Borstelman & G.
Rae do Commercio a. 18
1- andar
LEILOES
Leilo
De grande qoantldade d" pregos proprios para
barricas, c.ixas de sabio e caiioea
Sahbado, 3 de Novembro
A'S ti HORAS
N<> armazem a roa Domingos JotMariios n.
13a, por detrs da roa Harqoes de liada
Por interven^ao do agente
Gusmao
-
Leilo
De praocbes e taboas d<> forro e assoalbo de
amarellj. looro e cedro. Pax-ee abaiimento des
precos actoaes de 50 !0 / Pr* T na.ser-
raria da roa de S. Jo-j e a tratar na fabrica de
vioboa de cajo, de Jos de Macado raa da u-
rea o. 141. ^-___________________.
Leilo
Do sobrado da esquina do largo da Pinte Ve-
Iba o. i.
. Urna casa terrea n. 3 em chaos proprtos.
Doas cssas terreas com aoiaos raa Visconde
de Goyaaaa ns. 119 e 111, as qo.es reodeo
840 000 annoaes,
Segunda-feira 5 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
BA D ROM JSSSN. 45
Agente Oliveira
Leilo
De bons predios
Todos bi'tn localtsados e com boos :enimecto*a
SENDO :
Um sofcvadedel andares silo A roa Bella n.
4, f.-tgci'.na de Sanio Antonio, coat quintal mo-
rado cacimr>a, rendeodo anuoalrxer.tH 8I6OCO.-
Um duo de 3 andar? e sotSo sito 6 roa Har-
qoes de OIiojU o. 47. -em terreno proprio, rea-
dendo annoalmenie 1.200*000.
Urna casa te-rea sita a roa oo R satio da Boa-
Vif ta o 9, em terreno procrio.
.Urna cita sita a roa doa Pe cadrres n. 33, com
porta e jan-lia de frente, i salas, t qoarloe, co-
sinha, qatotal morado, etc.
Um grande sitio bem planudo, no lamby,
com I6S palmos ot (rente 365 de fondo, com
grande casa terrea, l. 13, com aecommodacoe
para grande familia, entra aa estates coZam-
by e boiid da aagdhleo, cor; i grandes pocha-
das aos lados, 7 qoartos, grande ensioia exter-
na, jardim oa frente, cacimba d'agoa potavel,
com bomba, baoheiro, *tc e em terreno pro-
prio,
Terja-feira, 6 do corrente
A's i[ horas
HJ
armizem ra f & le
vembro a 99
OUTft'ORADJ JMPERAOOR
O agente Oliveira, c. mpetentemeole auterlaa-
do, leva a leirao os sobrados, asas tarreat
sitio aetma mencfooadoE, Inrea e deseatoavafia
dos, poiendo desde ja os Sra. compradotea ext
miaaliO'i.__________________ ,
Leilo
Da casa terrea o 116 si ai roa Imperial, I
nwderna, em perfoito eaiado e coucrnfilo
______L
T
l "
'. -

-



!

_

-
(
Diario de Pemamboco Sahbado 3 de \ 4tveu.br o de 191M
com 2 salas, J qriar;os, s I de copa, cosinlia
ndereodenle, cacimba e qtiolal morado.
Da c*s terrea oa roa Imperial o 188.
Terca-feira, 6 do crrente
arM horas
No armasem a ra do Marque d Olind
a. 49
O agente Gost.So, ant.nsa o, far leilao ds
casas cima mencionaaas, iivra e desembarace -
da de qoalqoer 0001.
O- compradores poieratf t% mloal as.
AVISOS DIVERSOS
A Baroneza d'Herpent e seu filho o
Earo'd'Herpent, agente geral do jor-
nal L'EcIw du Brez, tem a honra de
participar aos seus amigos e discpulos
que mudaram de residencia, achando-
se actualmente ra da Unio n. 1.
O aban-; aesiRnao detfara qoe comproa
au Sr. OMVem Camota laveroa tma Da estrad-,
real da Torre o. 23, tivre e deseaba racada
quero 8.- jolaar com direito apresente-ee no pra-
S O de i rea das.
_______________Frociico de Piala Rocha.
Preci a ee de dos coeiobetras com urgen
cia ; a tratar na roa do Apolo o. 8, i- ancur
das 11 as 4 buras da tarae.
Veodi-ss Di'rtao de ierro oe 5 i 13 pclnios
de larpora, grai-a de ferro para cima de moro,
(atraco e it*an, polaco de gradea ; do largo
do Fo'(e cas C;n.:o Pollas, (eoda de ferreio un
mero 't.

Mtnorl Bufohuo Prrrlra Gl
aa.lde
ioo Sabino Perer Gi.alies, soa mnlber e
filbos, s=28 irma.-, s o .Pba.o e seos sobn-
Dbos, agradecem do intiaio i'lma a losas at
pesgoaa qae acoupanb-i'aj ate o c-mitan > po
Oleo o cadver d-- "n o,uiia prezado irmao, co
nbado e lia, Maooel Haizoiino Pemra Giraldea :
e de dovo convidan? a Ddo-- o-< sea pareles e
amiga*, b ai como ao- de fl-ia o n-ra asst rea
as iui8saa m por ,-ua ama serio resacas o
mat'it di 6> a vista, 8 doras da aaot a di
dia sabbado 3 de Novetxbro. setiao da do ieu
itfau- o o inesperado p^avaau-nto, e desde ]
bjpotb-c. m sua eterna grat'dao a iodos qor
ipa~e f rera a i ate ao j de reiigiSo a caridad-.
H
i>
4
a
4
Ph
Padre Joaquina Pereira Preire
1' aulvrrpario
tA familia do padre J.iaqaim Perelre
Preire convid* es pa-eoies e amieos para
assisltrem a orna misa do coovldIo de S.
Francisco, a* 8 nur-a da mantia du uia 3
de Novecub o, e desde ja se cootearam gratos.
iduipbu de Alnreifl Guedet A.1-
lolorido
Qoioto an diversa rio
Flor i de alarais Quedes Aicforado e seos
iltio maodam rerar orna inissa por anaa de seo
Dunca .-qjrT: o ispo-o e pal, Ado Mo de Al-
meida Gcedes Alcoforado, no da 3 de Noveru-
bro, pelas 7 deras da uunba, os capeila dos
A Judos.
tMD'iera echado
Preri9a se I a tratar n roa do C< monecio di
mero 33,
O armador Paua Safra
Continua no exercicio de sua
prdfissao
Ra Duque de Caxias n. 85
TKYOI ti aiil V VI3 VMH VHd
ls *k svixvo aa anOna vnu
'3! CTBA'JI'?
aa
DHISlIZYHa
OVNOOO
Ama
Para ongommar, precia-r
de urna anaa ; ra Duque de
Caxias 49, 3.- andar.
Ama
Precisarse de ama ama para cosiohar ; na roa
Daqoe de Caxias d. 48, toja
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de urna crianca ; no 3. andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Ama
Preciea se de orna ama, a tratar & roa do L1-
mmfn'o p. 3i. loia
Gaixeiro
Na roa da Res'-aoraco v. 7 preciaa-se de om
aeolno de 12 a 14 ai nos. com pratlca de mo-
ldados, daodo fiador a ana conducta, preferiodo-
ee portagoet._________
7 Casa p-ira alegar
Grande casa no Largo dos Remedios n. t,
C efronte da Igreja : a tratar na Magdalena, sitio
co commeodador Barroca.
300^000
Ven e-fe orna armsc&0 para colbsdoa, 1* lo
cilidade, em frente ao hotel de CaxaDg4, a tra
t ar no meamo.
Cssa
Veode-se on permn'a-eea sobrada 4a roa Di-
reita n. 3, a tratar do 3 andar fo meirr-o.
Vende-se
A arnajo eovidracada e nrifldeaaa da loja n.
2 B, a roa estrella do Rosarlo: qnem pretender
dirija se a mesma loja qoe acbara com qneio
ratar. __________________
Para bachos salgados
Atoga-ae a casa Bita a prala dos Milagrea n 8,
a tratar a roa do Varad110.ro a. 5, i andar : tem
ugna. Olinda.
Vende-se
A casa n. 61 roa do Pd*e Nabrega : a Ira-
lar Da mal- e Mareo 0. 17- ___________
Garroa e carallos
ovo sort'.menio de Icniernap, chicla* e eof-
etrae; Da loja de mosteas e nst-oratnios do
Paita, raa Nota o. U.____________________
Gaixeiro
Preclsa-ae de nm eataetra com prafea de
molbadns ; a tratar na roa du 8. Jorge*n 91.
Oopt
eiro
Precita-se daum boiu copeiro e criado para
aenrlco de caa ; no becco do Padre lograt, s.
J, paga se bem-
INOFFENSIVO
O GRANDE
PUBIPICADOR
SlLSlFalllLIfl
es
8R18TOL
ouaaTooM as impuptexm so
SANQUE E HUMRE8
H
H
4
EFFICAZ
Urna qtiesto de gosto
Funeraes de 7 dia, anniversarios,
etc. na cidade e no interior : encarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA____________
Ciiado
P f ci a se de ors criado : db roa da Scledade
n. 38, preferiodo e bqpodo.
Cosnheiro
Precisa-se de una baa eo-
inheiro ou cosinheira para
casa de pequea familia, em
Olinda pa^a-se bom ardenado :
tratar na ra da tjemmercie
n. 44.
Caizeiro
Preei?i-se de om rapai qoe tenba pratlca ce
fatendas e dando atestado de sen bem compor-
1 men i a traiar 00 Basar de Afolado*.
Jardineiro
Precisa-se de cm prdiofi'O, preffrindo-se es-
traogeiro; r.a roa do ConnoHrcio.n 4i.
Em CaxaDg
Ven'ese orna iavrna livre oe qoalqoer res
ponsahiiiaade : a tratar oa mesan, alem da pon
*e, o. i, ebalel.
13MIJLO
E^t*^ novo e be tu montado
estabelecimento acabade re-
ceber dos paizes oais impor-
tantes Ja Europa um com-
pleto e vanado sortimento
de chap js de teltrc, Ja e
palha para homens, senho-
ras e crianzas, i indas capo-
tap, formas de p&Jha, o qoe
hade mais ncvidade, coa-
posde pello para homens,
oque ha de mais moderno;
ass gtetts de pennas, ditos para
cabello, passavoe, azas, veos,
grampot pai chapeos, com-
pleta novidade, toacas para
c 1 ancas, o que ha de mais
chic, e um lindo sortimento
de oleados-, courinhos, forros
e fitas para chapeos de ho-
rnea).
Urna visita, pois Cha-
pecara Uuiao ondeo reppai-
tavel publico a par de ura
complet > sortimento em seu
genero, encontrara modici-
dadeeni precos. agrado e
sinceridade.
Boa Duque de Caxias o 87
R. Mello & Azevedo
Compra-sena
Pharmacia America-
na garrafas brancas de
litro:
Carvo acimal
Recebn-se qoalqoer eocomrreada oa pedido
aa raa de Bem Ac n 6, marcea na Loareiro.
Telepoonc47*
Exposico para finados
Capailas, coras e grinaldas de apu-
rado gosto tem
PAULA MAFRA & C.
Vende-se
O engeoho Mjn'e-Pio. ootr'ora Birra de Jm-
gida, comarca de Amaragy, movido por agoa,
oom todos os panelees e pro orcOe; para.ai-
frejar de 2 000 4 1-800 pes, distante meta le*
goa da e a<,So d Cortes, atrasessaodo o cerca-
do a Huta ferrea de Bonito.
A tratar com o propietario o Sr. Francisco
Monii Ponte no en eatio Ver* Cr. comirca
de Bonito, a informar com os Srs. Watderlej
& Bat .a a roa d> Ba o Ja-sa*. o. 19 1 andar
Gaixeiro
Precisa-se d> om com pratica, da 11 a 14 an-
B0? de Idade ni 'na 40 Payania n. 9 .
Ama e cozinha
Em Ferian les VMra afika o. 5 oiecija se de
dma roulri" pira otioiai'a.
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Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
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tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia- Jo estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescenci? ,; este Vinho recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
__ e s crianzas.
--rtf aa Ptrnimbuoo: C at Cro|ariu PrtaeUs Oiasfai; FA1U SOBRIIIH a C* bis iriBeipsts tlum***-
PAPIER AMBR
Para CIGARROS com PONTA IMPERMEAVEL
nao podendo adherir aos labios
pars, G-aston d'AUGY & Cia. pars
/nventorts e nico Fabricantes, Fo'necedoraa di Ftbric do Eiudo Privilegiado
. g. d. Kan depositada em Frtoe e no t~strgiro.
SENTENCAS OBTIDAS CONTRA A CONTRAFACO :
Franca : Paria, Tribunal Correccional, 23 de Novemb'ro de 1882,
8,000 francos. Confirmada polo Tribunal de Appellarao em 2 de Maio de
1883, e pelo Tribunal da Relacao 15 de Maio de 1**4. Pars, Tribunal
Correctional om 21 de Abril de 1888, 9209 francos.
B ilgica : Bruxellas, Tribunal de Anpellacao, 1 de Acost de 1883"
MARCAS DA. MEBMA CASA t
PAPIEB rRAHCOIS, oapa de Pergaminho i PAPIEB JEAN, capa de ladrea com a Borda gommada ;
IX CTROPOLITAIN. com a Borda gommada LE PECHEUR. papel riscado rfveroe) *socwowpo .EBrnr*n
i lis. ,,.,,.. ... Ht-rm. lmj>ortadoree oh* PAPEL/^MBFXADO e( /-/iruHu
experfi*!* fio* trtmm Antuerpia, Trcete, le., tmma PAPEL FRANCEZ.
Nova senteaca contra om falsificador i Pars, Triewf! Gorroceiott!, 26 d Janeiro de 1893.
Perdts e damnos a penhora Connrmado pe'o Tribunal d Appalltcio do 11 de Hato de 1893.
J
j 4ttendite et vi
dte!
Jos Samuel Bnterno. fabricarle de bonquete
jaomais aparado KOtio, para casamento, bapti
'sado, oa oniro qnalqoer ado, rde ser procu-
rado a roa da Cnleia n. 43, lor- d selleiro. oc
na ana residencia, ra aa Cooceico n. 3, Bos
ViBta_________________________________________
Feitor
Precisa se oe om feitor ; a tratar na praga
da |nd<-p- n 'enra, loga 'la Brisa.
Sao m^gnificos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zeres, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
retalho em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n. 45 A
Antigo imperador
Xaroo^ de Sumar
i.ste sgraa>.vel o eaergieo mecicamerj-
o estarmin-dor dea tosaeo, resientes e
aotig-s, Jatr-srros, aaff oaoSea, broooj-
obronioaa, .ouqui'-Res, e em geral cootrav
todos oa padecimeotea proveniente da r-
ntacSo das vist respiratoriaB.
CoDveaa como Unitivo ac tyaicoa
COMPOSigAO
DE
?rsiifi GuMe H. Fisini
Approvado pel^. reapsitavel JaoU
e Hygiono
Prop gado res
Bpi:sla k Figoelredo
Sboootra-ae em qoalqoer pharmt>cia.
~ FA:,rZAS""~"
c hrsdo s B<>rtimeoto de teoidos sendo
mptaai'vel de se descrecer p criut ?-
r e U de de tecidos de fantasa, sedas,
18a, n'Fsook, c- rnbraiab braneaa e de oe*
rea p#fa M ao publico em geral e prioa
paimentn as ?'.xm8. familias de viaitarern o
(,oi!gre:o das Daras
arvalbo ^ AJmeida
BA D!> CABGa* n. 8 e 10
Telephone 196
AOS
Avisam Conrado, Antunes &C,
Vende-se 2 velocipe-
des novos de systemd o
mais moderno quena pre-
tender pode examnal-
os na Ra Barao da Vi-
ctorian.63 1. andar.
Cosiobeiro
Precisa ee de nm bom cosnheiro. aasim como
ir om criadmbo a tratar na raa do C armo
hale) >. M. em Ol'jlda.
receberam
ment.
qae
luva para este til dTerl-
4' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
Ns. 4, 6, 8 E 10
Bijoutf-ria
Roaetas, broches, collares, grampas,
8ettas, pulseiras, chateleines, cadeiaa,
medalhoes, alfnetes para gravatas e abo-
toaduras o que se p de desejar de mais
caic e fino, novo sortimento receberam
Cooraj, A tunes & .
A' BRISA
Frascos vasios
Compram-ge Ira-coa de macos ia flaida, va
8lo, paea-se bem ; aa roa Baro da Victoria
namero 37.___________________
Bom negocio
Vende-se ama casa pequea com nm terreno
grande o lado, sita i roa do Binpo CardosoAj-
ret. n. 17 ; a irt-iar U3 mes ra roa n. 15. PMaal
Cosinheira e copeiro
Precisa se de orna boa cosioBeira por 30(1006
por mes. e de nm bom copeiro : a iralar no pa-
o do o'legio d. 4, oer o'.orio.
G rande modificatjo
de precos
ESPECIALIDADES
T. JONES
K PERFUIIUFIA INGLES!
nXTRAHFINA
VICTORIA ESSENCE
perfume mala delicioso no mundo,
ama o-ans colleccao da extractoa pan* lonco
da meato* qnalldade.
LA JUVENIL!
M aam mistura cbimica alguma, pama Mato,
**"a a inTisl vel.
CRtypai IATIF
Cuuaunifj om He oa climas; om onaalo
Cold-Croama
AOV' aM TOUOADOK JONES
Balea *, NtmaoaBta Bnetiaaio loatta u
Daoarmrai de 1 muertos
anuxin a* asta
nnrrlfan aouaepuco
(taaWaae r
Korto de banho salgado
Aloc-re nm nobrado com bastaotrs rnrnmc-
dca caiado e pn'do de noo i roa Mutuas
Fe-reir n. 43, Olinda; tratar no p leo de
Carmo n. 6 Qimd". _____________y
Ao corcmercio e ao pnblico
Bocba & C coumooicam ao r-omme-cto e bo
publico qoe venardm o sea estabelectmenio de
molbadns ano roa Bario na Victoria n. 17, r
que no 1 andar do mesmo predio ("c-ipi ro)
eoconiraro pes-oa compe'.eole para resolver
qnalqoer uegucio relativo ao mesmo.
Sampaos e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B. dos Reis & C. Successores a ra
Larga do Rosario n. 30.
^OPv
i Grageas de Gibert
AFFECCEt SYPHILITICAS
vicios do sangik:
Verdadelroa productos fcilmente tolerados
pelo itomaoo e os Intestino*.
Caiglr < Firmaa d
ICOIBCRT di BOUTIQNY, PbirHsinC3
Secutados pelas celebridades medicaes.
cncroriAs-ss das hutacOs.
Anea-roaa. Mitw>ws-L.Fyrrra. Ptata.
Estamos reaoUidos a veodermos as faaen a
do oosso esta elecimenlo com abatimento de li
0/0, isto facemos devino cao a grande qoan-
noade de faseodaB qoele orno ao grande o esplendido sortimento qne a
cada momeato esperamos de Paris, Inglaterra o
Allemaf.oa ; por tinto, casia poaco nm passeis
seste bem uionra^o esisbelecrmento, ende todoe
encontrarlo sinceridade na medida e no que
aclua tica dito e bem com i o agrado dos pro-
piieiarios o mefmce
Sena competidores;
Estrellas d'merica
i-l de Mareo1*
amiga do Crespo
E goaimadeiras
precisa te ca tfntnrarla i roa das Flores nu-
rre-'' Vi
Servico deenterramento
Completo, a capricho e promptidao.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 25
Direcao do
PAULA MAFRA
Baixa de capim
Vende-se nm terreno na AgOHsluba de Bebe
rtbe, cotx 1,8W palmos de frente e 800 de fno-
*o. pl'Diado de spm. con irea casu pronri^
para tablado, Jipes (ecoqnriros e alparra
f ucte.rs a j |
mangoeiras e jambre'ro ; a tra ar na roa do
Bomflca, sit'o def-onte do sobrado Runde, inl*
ciae<=T.P P.__________________________
Terreno
Vf.nde om bom lerreao 00 Peres, com 100
palmos de frente b 7i0 de fondo, com a f enu
para a estrada de rodagem e os fondos para a
estrada de Careara -. a tratar na secretaria di
governo com o r. Lisboa.
precisa-se de engomma-
deiras peritas na Gamisaria
vacional ra da Imperatriz
n. 52._______________
Pragos aaiericanos
Veodem Beory Porffer & C. em seas ant:.-
cens de farinla de trigo, caes da Reeeneraao
op. 3 6 tt, oa no Beo escriptorio a roa do Com-
me <"to ___________________ w
Magdalena
Alaaa-se o t relio o. 8 a roa de Remfica, com
**ran< es commolna e goa encanada ; a Iralar
roa Direita n. 45. sobrado, oa na secretarla
da 3Q'> Ca a.
Engommadeira e to^iohcia
Precisa ee de dnB ama^, par* cosiohar e un*
timmar : oa ra do Livamenio o. SS segDLdo
an ar.
Fogoes Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Silva &
C., Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Prefos sem competencia
A LA GUN-VJA
U A-Koa da Imperalriic-S8 A
Othon Silva^C.
Acabam de receber da Europa pelo ul-
timo paquete um esplendido sortimento de
fazendas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diveraas
dualidades e de maior novidada neste ge-
nero.
Chiffonetes, padrSes lindsimos.
Cambraias brancas e de cores, o que
ha de melhor e variado.
Organdys, linons, percalines, cretonas,
grande e Variado sortimento.
Riquissimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melhor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilhos de todos os nmeros.
Leques da todas as qualidades e grande
sortimento.
Meias de 12, croas, escossia e de seda
para senboras, homens e criabas.
Camisas de algod&o, linno a seda lisas
e bordadas para homens, grande varie-
dade.
Collarinhos, punhos e peitilhos, lencos
de linho e seda, casemiras, gravatas para
homens.
Costumes a marujo para criancas, ul-
tima novidade neste genero.
Casemiras pretas e de cores para costu-
mes e calcas, sortimento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricantes, e
o novo Tnico Maravilhoso, granas
descoberta coatra a calvice e a caspa,
ALFAIATARIA
Temos urna onacina dirigida por um
hbil a intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimento
convidamos as Exmas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabeleci ment pra verificar o
sortimento aue temos, certos de que en-
contraran agrado, sinceridade e modicida-
deem precos.
La Gran Via
58 A Rna da Imperatriz n. 58 A
OTTON SLLVA & C
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & C, tm
variado sortimento
Conrado Antunes O
A Bhl^A
Lrqeeste G,=ze e IVnnas
rjltima novidades de Paria reoebea o
Con^resso das Damas
Bordeadas e rendas
Lindo sortimento de linos bordados
brancos e meseladcs de todas as larguras.
Ver para crer.
Loja Nova Espbranca
63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES & i.
BIC0S e rendas, completo e mimoso
sortimento desde o fino valenciana a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, precos sem competencia
ROUPAS BRANCAS
Carnizas para noute e para o dia.
Tambera vende a NOVA ESPERANQA.
FINOS CORTINADOS
Para camas e janelias, brancos crema e
mesclados, precos limitados.
nmiGsi-^-
Roiolpho Anta oes & C.
Galoes e Guarnicoes
Com vidrilho o sem vidrilho acaba da
recebar liodo sortimento o
GONGRKSSQ DAS DAMAS
"Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porges applica-se ventosas seccaa e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Brancos e de cores recberam
Conrado Antunes tt .
Formas p.*ra charutos
Joao Francisco Lene, roa do Bispo Sardinba
n. 1, indica qaeio :eu para tender.
Um importante sortimento acabam de
receber
Conrado Antunes C.
A' PRISA ^
Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Caxias n. 25 (au-
tiga das Cruzes) ricos ataudbs 9 o>
mais necessario para funeraes.
COPEIM EGIIADO
Precisa-se de urna copei-
ra habilitada e um; creado
at 14 anno-5 ra Duque
de Jaxias n. 86 1. andar.
Attencao
Vende-ae ama importa te eorheira coa vae-
cas tonrinas, com crias e garrotas prea* e nm
novilno e nm bom cavallo para sella : i tratar
coro J >e Pf'elra Dnarie, nos Coelttos, defronle
do H'-piial Pedro n._______ -
Cosinheira
i :ecisa-se de ama boa cosinheira para a Var*
xea : a t'a'nr na roa do Cresnn n. <9 lo>.
Offici: es de charuteiro
Joio Francisco Leite, rna do Hipa Sanlioba
o. 1, iiaica qnem precisa.
i


m
u


i

imTl


*:.'-


I
C I


"

II

11


Diario de Pernambaco
BANHOS DE MAR
Costumes de Superior Fazenda
Para senhoras 16$, Para homens 14
Para meninos de 10$ a 12
Sortimento permanente de fazendas
eartigos de alta novidade cuidadosa-
mente escolhidos em Paris, Londres, etc.
Grande yariedade de sedas brancas,
pretas e de cores. Enxovaes completos
para casamentes e baptisados.
Tapetes, esteiras da India, tecidos e
outros artigos para decorares de casas.
LOUVBE
FRANCISCO GURGEL & IRMO
Ra Primeiro de Margo n. 20 A
TELEPHONE N \ 58
Cal branca e vir
gem de Fra-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
de I excellente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos semi
competencia
As amostras sero dentro de pouco
tempo postas disposico do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
Cao Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda, n. 19, I. andar. r
Ourives occu-
lista
Tbeodoro 4oM Rv mu* tf e BelK
EtUDelecidu cum offi.MDa <- oonves ra dar
Larangelras n i avisr aos se 1 frBgoeseB e ai
r?fpei ave poblico, qoe momeo) officiaes bahi-
luadissimog para ext-covao de qua.ioer trabalbo
coceropoie a so arte, especalo: me crava-
i3t8 para bnlbaotes, ocalos, pencmes, moooco-
08, CtC*
Doora-se, prateia-se loalqoer metal, ncer-
tos em ieqoes de madriperola 00 uolra qna oe
especie, garaoliodb pregos mdicos.
Ra las Laraugeiras d. 1
GRAUDE
HOTEL COMMERCIAL
x3:osDPDer5J^R.XA.s
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeleciinento, sob a direcelo do sea hbil proprietario MA-
NUEL (JARCIA, auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nnico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptidao e aceio do servico culinario aduaneiro, ja tam|
bem pula posico bygienica do seu aditicio.
BKPABTAlISHYeS
Depois de innmeras transformacoes por que tem pausado este Hotel, coneeguir
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem que deve se
preferida peles illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clames relativamente distribuidas debaixo da melbor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
Fabrica d relo
Agcss ,e limonadas gasosss de
(odas as qaalidades
8cda water, gioger, ale, lmlo. laranja,
caraca", abacaxis, granadina, grosellas
iranboisas, baunilha, hortelS pimenta etc,
Mfl
12A=CAES DO CAPIBARIBE12 A

0 KEM0B80 M UM
B ANJO
POR
l
AD0LPH0 B'KNNEBY
_o_
XII
(Continuacao)
l.
Chamo-me Jorge d'Ancenis e son
oficial de marinba Orava sobre o t-
mulo de minba mi, de quem nao tire a
eonsolacao de receber o ultimo suspiro,
quando vi Cahir Mlle. Courtenay. O res-
to o senhor j sabe.
D'Ancenis, nao.
Sim. Conhace o meu nome ?
__ Tenho ouvido muitas vezes pronun-
ciar esae nome ; aei que um Sr. d'Ancenis
hoje contra-almirante.
E' meu pai, senhor.
Pois bem felkito-o por ter tal pai,
porque aquellas qneNo conhecem bem,
affirmam que nao existe homem mais lea],
maia digno de estima, Se reapeito e de ad-
miradlo.
Enche-me de alegria, senhor, fal-
- lando-me asaim de meu pai.
NIo me surprehende, portante, con-
- tiaaau Courtenay, que o filho desse ho-
mem tetina corrido tan promptamente em
B#Ccrro da minba filha. Agradecu-lhe
Dovtwbente, e peco-lhe, Sr. d'Ancenis,
qu canaidere esta ca*-como sua.
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertj, dQces seceos e em caldas, estrao-
geiros e nacionaes.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e, outros aperitivos a a se boiro, todos racebi-
Jos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinad/) ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos,-que vende as melhores condic3es do mercado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRGIAL
Ra Larca do Rosario ns. 29, 31 e 33
Honrar-nos-ha, e nos dar grande pra-
aer todas as vezes que quizer visitar-nos.
Nao sei como reconhecer o seu" ama-
vel acolhimento e procurarei torftar-me
digno dalle, cfferecendo-lhe a minha res-
peitosa amizade e a minha absoluta dedi-
cac&o.
Quando o mancebo acabava de pronun-
ciar estas palavras, a porta do salSo
abrio-se e appareceu Branca, que cami-
nhava ainda varillante entre Germana e
Valentina que a amparavam.
Dirigio-se para o joven official de mari
nha, com um pallido aorriso nos labios e
estendendo-lhe a mo com um gesto gra-
cioso :
Nao o quiz deixar partir, disse ella,
sem pedir-lhe desculpa, senhor, pelo in-
commodo que lhe causei.
Oh minha senhora !
Este senhor, nao completamente
um desconhecido para mim, disse Ray-
mundo, e bemdigo o'acaao que nol-o de-
parou.
Dito isto, Courtenay apresentou o man-
cebo a sua niulher e as suas filhas.
Lisonjeio-me agora, visto que a Pro-
videncia o trouxe a nossa casa, accre-
scentou elle dirigindo-se ao mancebo,
lisonjeio-me, que em breve seremos bons
amigos.
J o somos, se o permitte, senhor,
respondeu d'Ancenis com a sua franqueza
de homem do mar.
Havia sobretudo, as palavras do offi-
cial de marinba urna sinceridade que,
qu&si sem elle querer, a prcenca de
Branca inspirava. .
Cortamente, no cemiterio elle t>nha pra-
ticado um acto de condescendencia que
nao sahia da banalidade dos incidentes
vulgarea a que todo o homem est ex-
posto. "V
Mais tarde, porm, na carruagem e
principalmente alguna instantes depois da
sua conversa com Courtenay, por occasiao
da entrada de Branca, eile havia sido im-
pressionado pela peregrina e cesta belleza
da moca.
Logo no primeiro momento tinha adi-
vinhado naquella alma urna dr desconhe-
cida. e quasi immediatamente sentio-se
attrabido para ella por urna sympathia
inolvidavel.
Cortenay, de resto, havia-lhe revelado
summariamente que sua filha tinha um
genio singular, e que as suas frequentes
vistas ao cemiterio tinham por objectivo
o tmulo de seu av que a amava lonca-
mente.
Assim e'le sentio-so vtvamente attrahido
para Branca quando a vio entre sua mSi
e sua irm.
Estava tao seductora na sua attitude
um ponen tmida em que tambem se lia a
resignar I Alta, esbelta, vestida com
urna elegancia discreta, assentava-lhe so-
bre os hombros graciosos, a mais delicada
6 a mais distincta das cahecas,
Jorge vio tudo aquillo e ficou deslum-
hrado. No seu corajao nasceu immedia-
tamente o instincto de que a felicidade
estava all.
Pegou respeftosamente na m&o que
Branca lhe estendra familiarmente, e fi-
cou immovel, calado, pensativo. Masaa-
hio immediatamente daquelle estado sin-
gular, e disse:
Sou mais feliz do que ae pode ima-
ginar, por ter-lhe sido til, minha senho-
ra, e guardarei deste dia urna recordacao
tanto mais grate quanto encontrei no se-
nhor seu pai quasi um amigo do meu.
Nesta resposta nada havia que nao fosse
correcto, e ninguem no mundo poderia
aecusar Jorge de ir muito longe. Entre-
tanto havia na sua expressSo, na entona
cSo das auas palavras, um nao sei qu,
que revelava algnma cousa mais que res-
) & Irma
Eua do Barao de Trurapho ns. 100 i4
e ra do Viscon le de Jtaparica r-. e 4
COMMUNICAM a seaa noarerosos fregoess que tem rnn deposito e rece-
bem regalarmente da Europa e Ame ioa todas os machiaismos e ferragens pr"oisaa
4 sgricultnra d'este Rstada como sejam
MACHINAS a vapor de forgi. de 4 10 oavalos.
CALDEIRA mnlt tubnlsrea ele todos os taannos.
MOEND.v ss mais solidas do mercado e e difierentei amsohtxi.
TA1XAS de tarro batido e fandido.
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RODAS DENTADAS direitia.e aegotares.
CRIVACSSjie tarro fund. 10 e batido.
BOMBAS de repucho de riiffsreate* syatemss.
LOOOMOVEIS de diversos nannos.
MACHINAS de descarogar a godSo.
CANOS de ferro g'lvacisadoi, pintados e de chambo.
ENCARREGAM SE de qualqoer concert para u que tem snas emeinas
bem r ont das e com bastante pessoal n dirigid por dous engenbeiros bastante pra-
ticos e coobecidos.
MANDAM vir da Earopa e ?ccarregam-4 da montagem da Usiosa e rea
tiliaySea, garantem eua boa qualidade e fo coionamento co .:o provam coa: as diver-
sas que te.n montado.
VENDEM a praso ou a diichsro com descont e a pregoi resumidos.
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SSPECIFICOS
DO CELEBRE
Or. Humnireys de Nova Yor-
Emxiso mab de 30 annos, lmplefl, B^gnroH, (-
aaesp barato. A roii'Ia as nrogarlas e rlu
mafias prliic)pW e mUs garantidas do unuo-
o- CURA .
i rcbre^tConRestao, Inflammac3#fl..........
-. '.' ;'hrc- e <'olicacattKa o. ('nlica, Clioroe IpsomnauaflCrianoas.....
a. l>'jrr^ien deCrluncaae AdaltOH...........
'-. I>v-( nirEin, D're-; fie larriga. Clicabilios
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i 'i-iiiiH, To-wKouca. Dllflculdadeile Ilapiral
4. IIi*ri.-^, Erup^Ccs, Eryaipela..............
15. ;:'M'i!rr-ti-4iiio, Dures rU-jniattcv........ .
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"' >i(nn il Coracn, Pal|ilta>'* eto..
i-pylepaia. Mal chgu.*o. Gutlacoral, Baile 40
S. v to.................................
31 Ill! *>- f ouue.t^es Chrouicas. DOrdeCabeca....
Mnuna] do Dr. Hiim-Areyi, 144 paginan ^o*> *
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NICOS AGENTES
Para venda un grosso em
feraambaco
Farii Nobrinho I G.
Cal Branca e Vir-
gem de Jagna-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
seu armazem.; do caesdo
Apollo n, 7^.
Regulador da Marinha
Concerta-se relcgioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos.
elctricos, oculos, binculos, ocolos d
alcance, joias e todo e qualquer objectes
tendente a arte mechamca.
9fiu Larga do oaario9
4 NOTIE DAME DE PARS
EEOCBSL U
____a m vmmm
Fazendas finas, modas, conrccSes e chapeos de
alta novidade
Sedas pretas, brancas e de cores lisas e lavradas em pefas e cortes. '
Saias de seda e brancos bordados.
Matines e corsages de surah, taffetas, nansouck e camisas finas
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Paris.
__ JOS 8ISB1IHS
1 A Ra do Cabug 1 A
lita eomniodidade **m espar-
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Par enhoras que criam seus filhos e
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facilitar a denti3o e evitar as convtilsSes.
Sortimento de todos osjnumeros. Anneis
para evitar nevralgias e conestes. Ver- '
dadeiro8 tecebeu a Nova Esperansa, 63 ,
Ra Duque de Caxias.
PEDRO ANTNES & C.
Ccsioheira
peito : um nffecto j declarado e tambem
a mais franca admira9ao.
Branca, de resto, n5o se enganou.
Quasi involuntariamente lancou-lhe um
olhar de reconhacimento pelo que tinjia
dito.
Foi ento que se apercebeu de urna
cousa : Jorge d'Ancenis era bello, daquella
belleza viril dos hroes.
De elevada estatura, hombros largos,
feijSes de urna regularidade um pouco
severa, mas em que se lia a bondade. a
coragem e todas as outras virtudes mas-
culas.
O coraco em que esta primeira attra-
ccao fez rpidos progressos foi o de Bran-
ca. Logo que ella entrevio as con&e-
quencias possiveis daquelle encontr por
assim dizer providencial, a moca domina-
da mais que nunca pela supersticao, que
a impellia para o tumula do seu avo, vio,
no apparecimento tao extraordinario e to
opportuno de Jorge, que o morto ha\ia
attendido s suas supplicas. E pouco a
pouco, comejou a considerar o omcbl de
marinha como o ente que seu av manda-
va em seu soccorro para a consolar, para
tornar-lhe a vida maib risonha, mais feliz
tal vez.
Foi assim que o ma. doce sentimento
penetrou na alma de Branca, sem que
ella fizesse o menor esforco para fugr-
lhe.
Apazar da magua dos seus tormentos,
e antes por causa dessa mesma magna, a
moca deixou-sa embalar por esse amor
que nasceu e se desenvolveu livremente
naquelle cora?5o cheio de ternura.
Quando Jorge d'Ancenis voltou casa
dos Courtenay, attrahido mais pela deli-
ciosa recordac&o da moca do que pela lie-
cessidade de fazer urna visita banal,
Branca recebeu com urna especie de ale-
gra mjstica aquello que coasiderava como
o enviado de sen av.
Valentina vio inmediatamente aquella
alegria ; estava urna encantadora mocinha
de quinze annos, um pouco mais baixa e
pouco menos delgada que sua irma, mas
espirituosa, alegre, e boa quanto pos-
sivel.
O bello mancebo havia-lhe tambem cau-
sado viva impressSo. Naquella idade os
sentimentos andam a galope. Em amor,
um espirito de quinze annos faz em nou-
cas horas um incalculavel caminho.
Aquelle mancebo, que se apresentava
com a aureola de um servico prestado,
ainda moco, condecorado, realeado pela
estima deque em geral gozam os ho-
mens da sua profissao, aquel le mancebo
tornou-se para ella o-oajecto de urna pai-
xao talvez infantil, mas que podia ser
muito seria.
E sem o querer, foi ella talvez quem
mais contribuio para desenvolver em sua
irm5 o afFecto de que ella aceitava cega-
mente todas as consequencias.
Com a sua volubilidade de moja feliz,
Valentina desde os primeiros dias, interro-
gava Branca, fallava-lhe de Jorge, ria
loucamente. .
Dize-me, minha irma, perguntava-
Ihe ella no intento de distrahil-a, tens
urna opiniao sobre o teu salvador ?
O meu salvador I Isso pareceme
muito.
Porque?
Porque nao me salvou.
Oh que ingrata I NSo te salvou,
dizes tu ? Mas se nao fosse elle, tinham-
te levado para alguma pharmacia, tinham-
te sentado no meio da botica, e um pra-
ticante cheirando a drogas, tinha-te feito
respirar uns ses impossiveis, emquanto
na porta muita gente com o nariz encos-
tado nos vidro, te olharia como um ani-
mal curioso. ;'
Brsaca orria fcij VtwS.**. 2ttt,
F-'--n---p (e ca cosithrira; na roa do
' l> ;:i o. ti
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoao Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulacao, attaa
tam a efEcacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va & C., ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martins, ra Duque de
axias n. Si.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita d
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
ii o da Victoria n. 14.
l'harmacia Virgilio Lopes,ra Larga
Rosario u. 31.
encantada por ter dominado a melancola
de sua irmS, continuou :
A tua ingratidao seria entfo negra
como o inferno, se nao tivesse um grande
reconhcimento por Jorge d'Ancenis, que
foi, e ficar sendo teu salvador.
Pois sim seja j proclamo-o... meu
salvador !...
' Bem, disse Valentina, fazendo um
gesto sacudido de satiafacao; presente^
mente como o achas tu ?
E tu ? interrogou Branca com um
tom serio e um pouco triste.
Oh se te tornas outra vez triste,
observou Valentina com essa exuberancia
de coracao que a fazia adoravel, se te
tornas triste nio digo cousa alguma e tu
ficars bem pilhada.
Branca fez um esforgo, chamou aos la-
bios o pallido sorriso de pouco antes, e
puxando Valentina para si, beijou-a em
nm irapeto de ternura um pouco ardente
que causou prazer a encantadora me-
nna.
E' assim que eu sempre te quereria
ver, disse ella. Mesmo que ms abafasses
um pouco, nao ficaria menos encantada
por isso, minha querida irm3; seria tao
feliz por te ver feliz! Agora queres sa-
ber o que pens de Jorge ?
Sim, queridinba.
Pois bem francamente...
Branca sentio urna commojao no mo-
mento de conhecer a sentenca de sua
irml.
Francamente, replicn Valentina,
elle perfeito : um marido assim, como
elle que me,., que te conviria, minha
irma.
(Contina.)
rBiska""*-aar raa P*nj*c aa Casias a. 48
iT3sra
t"


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