Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18081


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Full Text
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A HTM I XX
Quiila-tVru t de Xovembre de V994
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I.
DE PERNAMBUCO
*
PROPKIKB&DE BS BASOBL FIPBBIJl 331 MJB & FH.SE0S
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. N 8J000
Por seis mezes adiantados. 15|000
I or um a'nno adiantado .... 30j>000
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSlV^E PBI4CAC0ES NA FRAN-
CA E- INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, rndenles em Paris18 rae de
La Grange Batelire-
PARA OS LUGARES ]ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .. ... 161500
Por ara auno adiantado .... 33|000
Numero arulso do mesmo da. 100
Numero avulso de dias anteriores.' .
___ Telegrammas _
sssvijo pabtiwb 20 miar
Bucnos-Aypcs, 31 de Outubro.
Repetiram-se os terremotos as pro-
vincias de San Juan e La Rioja.
Apparicio Saraiva, recentemente der-
rotado, chegou Alvear com seis carre-
tas e 300 homens, muitos dos quaes fe-
ridos.
Lisboa, 31 de Outubro.
Os cafres de Lourenco Marques se sub-
mettem.
A Cmara dos Deputados por 77 votos
contra 29 approvou a expulsao de Sal-
mern do territorio portuguez.
Londres, 31 de Outubro.
Consta que falleceu a mperatriz Haro-
Ko, da Chi-na.
Lvadia, 31 de Outubro.
Peiorou o Czar, augmentando a tosse
e sobrevindo novas hemorrhagias.
Palermo, 31 de Outubro.
Cessou pagamentos o Banco Popular.
Riode Janeiro, 31 de Outubro, s 6
horas Ja tarde (recebido na estaco s 8
horas da noite e entregue s 8 horas e
2r minutos).
A Cmara dos Deputa dos, em votacoIfY^TR ITf r AO PftPITI AR
nominal, approvou hoje, por 108 votos '
contra r2, os actos do governo durante o
estado de sitio.
Tambem approvou a mesma Cmara a
emenda do Senado a lei de forgas de tr-
ra, diminuindo o effectivo do exercito.
O Dr. Mrtins Jnior deffendeu a pro-
rogaco por dous annos do prazo para
execuco da lei de nacionalisacao de ca-
botagem.
Toda a deputaco pernambucana so-
lidaria em sustentar aquelle adiamento.
u Sr. Carlos de Carvalho fallou contra.
O procurador geral da Repblica de-
nunciou o juiz seccional Aureliano Cam-
pes como incurso em crime de responsa-
bilidade. ,
A taxa do cambio foi hoje de 11 e 7/8
d. por 1^000, firme.
Montevideo, 31 de Outubro.
A autoridade oriental apprehendeu as
armas e munices de dous grupos de re-
voltosos brazileiros, que foram internados
em Rivera.
Livadia, 31 de Outubro.
O Czar contina a peiorar, sendo a tos-
se permanente.
::::::;: n ALznmtfo
(Da
Bibliotheca do Povo
Escolas
e das
AUMENTOS E SUBSTANCIAS ALIMENTA-
RES, DIVISO E CLASSIfICAgO, COM.
POSigAO DOS ALIMENTOS, REGIMEt*
ANIMAL E RGIMEN >tETAL, LEGRAS
HYGIENICAS.
(Continuoco)
Antei de estabelecermos tabellas em que se
determinen) e regulem a quanlidade e qualida-
de de alimentos que devam constituir o rgi-
men para determinadas condiges de vida, con
vera desde j advertir que 6 um erro grave fixar
o redimen tendo em atteccao s as quantidades
de azote e de curbonio que entram nos alimeo-
os, porque 03 alimentos azotados e hydro-car-
lonados aprese.itam notaveis difft-rengas entre
si, as quaes se nao podero apreciar, conside-
rando nicamente a quantidade de azote e de
carbonio n'elles existente.
Sao utilissimos estes dados, e o saber quanto
azote e quanto carbenio se acha n'unia dada
substancia; porm, nao bastam elles para bem
avaliar a importancia nutritiva d'fella.
Diz o sabio bygienisla Bouchardat, que para
se eslabelecerem regras verdaderamente hygie-
nicas a este respeito se deve observar o hornera
tanto no estado de saude, como no de doenga,
que esta observando o que deve servir de guia.
Segundo Moleschot, o alimento necessario a
um europeu adulto do sexo masculino, com 5
ps e 6 pollerudas a 6 ps e .10 pollegadas de
altura, pezando entre 66 kilos e 7,5u0, e com
trabalho moderado, sera :
Materias albuminoides 130grammas
iCunltnual.
PARTE OFFICIAL
4' seceo.Palacio do Governo do Estado de Pernambuco, em
23 de Outubro de 1891-0 Governador do Estado, nos termos do
art. 10 g nico das disposgGes transitorias da Constituigo, e de
accordo com a lei n. o de 22 de Julbo de 1S92, decreta :
Art..1. Pica approvado, para que produza os devidos efiei-
to?, o reguiaraeoto que com este'baixa, Uanao organisago a in-
spectora de hygiene publica do Estado.
Art. 2." Para o servigo comneltido aos commissanos de hy-
giene, flea o Estado dividido em cinco circumscripges sanita-
rias sendo:
^.' A capital, Gubdividida em cinco districtos, que sao :
a) Recite e Santo Antonio ;
. b) S. Jos e Afogados ;
c) Boa-Vista, Magdalena, Santo Amaro e 0iu la;
d) Gruca e Poco ;
e) Varzea e Caxang.
2.* Norte, com sede em N'azaretb, corapreliendendo os muni-
i.'ifcos de Nazareth, S. Lonrengo, Pa d'Aiho, Limoeiro, Iguaras
sATimbaba, Goyanta, Ilamb, Bom Jardim, Taquaretinga e
BreJL
Centro, com stde em Garuar, cornprehendendo os mu-
nicipfis de Garuar, Cimbres, Altinlio, Uezerros, Gravar, Victo-
ria, Javoulo, Munbeca, Gloria de Goyt, S. Bento, Pedra, tsui-
que, Alkjua de Baixo.
4.* api 1 8de era Palmares, abrangendo Palmares, Agua Pre-
ta, GamelUira Escada, Cabo, Araaragy, Ipojuca, Serinhtm, Rio
Eormoso,T|arreros, Quipap, Bonito, Cannolinho, Panellas, Ga-
ranhuns, Cyrentea, Bum Conselho e Aguas Bellas.
5.* Senjo, com sae -m Salgueiro, abrangrado os raunici-
ueiro. Leopoldina, Oabrob, Tacarat, Floresta, Vil-
slmonte, Floras, Triumptio, Ingazeira, t. Joa do
pito. Ex, Ouricury, Pelroliua, Boa-Vista.
Dios de tal
la Bella.
Egypto, Gra1
Art. 3." Para o detalhs dos vario3 servigos previstos no re
gulamento, ora approvado, sero opportuoamente expedidas as
respectiva! instrucg.es.
Art. 4.* Esse rcgulamento entrar era vigor nesta capital
dentro do prazo de 15 dias, nas 2.', -i.' e 4.* circurascnpcOes den-
tro de um mez, e na 5.a dentro de 45 dias.
Art. o.'Ficam revogadas as disposiges era contrario.
Alexandre Jos Rarbosa l.imm.
REGLAMEXTO
CAPITULO I
Art. !. O Servigo de hygieoe do Estado de Pernambuco fi-
ene Publica, sendo esta auxiliada por um conselho da salubrida-
d<- e tendo como depen iencias uiu laboratorio para analyses
chiraicas e estudos bacteriolgicos, ura Instituto Vaccinogenito
e um esinfeelori:
CAPITULO II
Da iaspe:toria de hygene
Art. 2.* A esta repartigao incumba:
1. 0 estudo das questes relativas hygene do Estado.
II 0 s;:neamento das localidades e das habitagCes.
III. A iniciativa de medidas ten lentes a prevenir ou atte-
nuar o desenvolvimento de epidemias e molestias transmissi-
veis ao hornera.
IV. A organisagSo, direegao e distribuigo de soccorros em
pocas anormaes e epidmicas
V. A direcg&o do servigo de vaccinagao e revaccinago.
VI. A inspeegao sanitaria de todas e quaesquer habitages
collectivas, publicas ou particulares.
VII. A tiscalisagao das substancia? alimentares, destinadas
ao consumo ptblico.
. VIH. A orjanisago de estalisticas demographo sanitarias.
IX. A direegao e tscalisago, emrtra, de tudo quanto se re-
ferir hygienc e polica sanitaria do Estado.
1
Art. 3.* O peisoal do servigo de hygiene se compor de um
inspector geral, um ajudanie, uru secretario, um amanuense-ar-
chivista, um medico demograpbista, um cnimico, tantos commis-
aarios de hygiene quantos forem os districtos sanitarios creados
DO Estado, aous auxiliares, dous desinfectadores, tresconticuos,
im machinista, um foguista e um servente.
Art. 4-* AO inspector jeral compete :
I. Cumprir e fazer cumprir este regulamento.
II. Corresponder-s com o governador e com as reparti-
eres sanitaria.' da Uniao e do exterior.
III. Distribuir o servigo da repartigao a seu cargo, expedir
rdeus e iostrueges aos comraissarios e ao pessoal das demais
dependencias da inspectora de hygiene.
IV. Despachar diariamente o expediente, rubricar contas da
despezas e a folha dos vencimentos do pessoal do servigo da hy-
tjitne.
V. Fisealisar o procedimento dos empregados, advertil-os
juando faltarem aos deveres, suspendendo-os at 15 dias, eom re-
curso necessario para governador; e em caso grave propor a
flomissao dos empregados que nao forem de sua nomeago.
VI Indicar os districtos em jue deverUo servir os comrais-
sarios de by^iene e ramovel-os de uus para outros districtos,
quanlo assira convier ao serTico.publico.
VII. Conceder ou negar licenca para ? inatullasao de hos-
pilaes particulares, casas de saude, maternidades, estabeleci-
neotos hydrolherapicos, ou outros congeneres; mandar fechar
ualquer dos estabelecimentos cima especiilcados, prejudiciaes
saude publ .ca por sua situago, iosiallagao defeituosa ou outro
qualquer motivo, e obngar os donos a melboramentos que indi-
tara, caso se trate de defeitos sanaveis.
VIH .Solicitar do Governador as providencias que entender
neces-arias realisagio de planos dn melboramentos sanitarios
na capital e no interior, e propor as municipalidades as medidas
que ioigar uteis em tal sentido,
IX. a presentar annualmente ao Governador um relatori o do
servigo de hygiene e organisar planos de soccorros sempre que
houver necessidade.
Art. 5. Ao ajudante compete .
I. Substituir o inspector _er.il em seus impedimentos tem-
porarios.
II Fazer lodo trabalho externo ;da repartigao.
III. Auxiliar o inspector geral em todas as suas allribui-
gOes.
Art. C* Ao secretario incumbe :
I. Dirigir o trabalho da secretaria.
II. Minutar a correspondencia da repartigao.
III Urganlsar a folha de pagamento dos empregados da hy-
giene
IV. Redigir as actas das sessoes do Couseljio de salubri-
dade.
V. Lavrnr os termos de possa, assignar os elitaes destina-
dos i publicidade, bem como as cerlklOes requaridas repar-
tigao
VI. Receber do Thesouro as quotas destinadas'ao expedien-
te e fazer a respectiva distribuigo.
VIL Recolher ao mesmo Thesouro o producto dos emolu-
mentos arrecadados nas rau'tas impostas.
Art. 7.' Ao amanuense archivista compete :
I. Organisar o archivo da repartico, telo sob sua guarda e
mantel o na melhor ordem, de raod- a facilitar qualquer con-
sulta.
II. Escrever e registra- a correspondencia da repartigao.
III. Resumir diariamente o expediente da repartigao para ser
publicado pela imprensa,
Art. 8.* Ao Demograpbista incumbe :
I Organisar um boletn trimeosal
da mortalidade do Re-
cife
II. Apresentar quinzenalmente um quadro resumido da mes-
ma mortalidade para ser publicado pela imprensa diana,
III Organisar annualmente um relaJorlo contendo todos os
dados demographieos que pude.-reunir, relativamente a bitos
nascimentos, casamentos etc havidos na Capital.
IV. Dirigir o Instituto Vaccinogenico e organisar a estistica
da vaccinagao e revaccinago lodos os annos, segundo as notas
que Ihe forem fornecidas pelos commissanos de hygiene.
Art. 9.* Ao chimico compete :
I. Dirigir o laboratorio de analyses.
II. Pazpr todas as ai.alyses chimicas e bromatologicas de-
termina las pelas autaridade sanitaria' e as que Ihe forera pe-
didas pelos particulares, que pagaro o trabalho e despezas de
accordo com urna tabella que para este fitn se orgaoisar.
III. Proceder investigages bacteriolgicas sempre que se
fizer preciso e for determinado pelo inspector geral.
Art. 10. Dos Commissarios de hygiene.
Aos da capital incumbe :
I. Residir na sua circunscripgo sanitaria.
II. Praticar urna vez por semana a vaccinagao e revaccina-
gSo no seu distrirdto, marcando para isso lugar e hora previa-
mente annunciados pelos jornaea.
Ijl. Visitar com a mxima f-equeocia todos os estabeleci-
mentos destinados a venda de substancias alimentares de qual-
quer natureza, mandando inutilisar os gneros deteriorados e
fazendo-os examinar no Laboratorio de analyses, quaodo suspei-
tos oe falsifcagao.
IV Visitar as habitages collectivas, verificando as suas con-
diges hygienicas e tomando as medidas que julgar opporlunas,
no caso de notar qualquer lalta.
V Attender immediatamente a notificagao dos casos de mo-
lestias transmissiveis que se derem no seu dislricto, adoptando
as pnvidencias que couberem
VI Visitar constantemente as habitagOes publicas ou particu-
lares oara fisealisar a installagao da apparelhos sanitarios, de
cujos defeos possa vir daino para a saude publica.
VII Ter em nanita attenco o servigo de esgolos e do sup-
primento d'agua para os diversos roisteres e exercer vigilancia
sobre os servigos retavos limpeza das ras.
VIII Dirigir e fiscalizar as desinfeeges praticadas em qual-
quer habitagao por motivo de molestia transmissivel e enviar os
objectos que devam soffrer tratamento sanitario no deanfecloro.
IX Assignar as notas de intimagao e multas que forem in-
postas aos infractores dos preceitos sanitarios.
X Organisar mensalmente o ruappa das vaccioagOes, que
praticar e particioar ao nspector geral qualquer oceureneia no
seu dislricto interessando hygieoe.
IBXI Fisealisar as 'pharmacias do seu dislricto e rubricar os
livros das mesmas.
Art. 11. Os commissa-ios de hygiene do interior exercerao
tanto quanto poderem a fiscalisag&o das substancias alimentares
medicamentos expostos venda para o consumo publico, e
velarao pela salubridade das localidades comprehendidaa ua sua
ciroumscripgao sanitaria.
I Sempre que se der alguraa molestia epidmica em qual-
quer local dade da sua circumscripgao, o commissario respectivo
se transportar para all, marcando-se-lbe urna ajuda de custo
razoavel
II Com relaglo vaccinagao. cada commissario do interior
seguir as instrucc&es especiaes que Ihe forem expedidas pelo
inspector de bygiene.
Art. 11 Os auxiliare! aervirao, um junto ao medico demo-
graphista, auxiliando-o em todos os trabamos de escriptnragao ;
outro no laboratorio de analyses, junto ao chimico.
Art. 13. Os desinfectadores servirao nos trabalhos exter-
10 e no Jsisinfectorio fixo, conforme as iustrueges que recebe
rem do
10 aiiri
ector geral.
i MUWtBftCAO tCORfltTA
,3___l--sT.__l
CAP1TUL0 III
D Conselho de Salubridade
Art. 14. o Conselho de salubridad i: urna corporago con-
sultiva, cabendo-lhe, entretanto, a iniciativa de propor ao gover-
no medida, que interassem hygiene.
Art. 15. S&omerabros do Conselho de Salubridade : o ins-
pector geral de hygiene, o provedor da Santa Caa, o inspector
de Saude do Porto, o director das Obras Publica do Estado, o
profeasor de hygiene aa Faculdade de Direilo, o Prefeito do
Recife e mais cinco mdicos clnicos qu c governo nomear.
I Os funcionarios cima especilicalos que nao aeceiiarem
ou abanonarem o logar de membro do conselho, serao substitu
f dos por um medico clnico que o governo uomear.
Art. fe!" Os membros do Conselho de Salubridade nao pef-
c^berao vencimientos, mas os seus servigos serao considerados
'.avantes ao Estado.
ceb
Art. 17. O Conselho eleger d'antre o5 saus membros um
presidente e um vice presidente, que servirSo durante o perio-
do de dois annos.
Art. 18. O Conselho so reunir ordinariamente urna vez
por mez e extraordinariamente sempre que o seu presidente
julgar necessario, ou for convocado pelo governador.
Arf. 19. Era suas primeiras reunis o Conseibo organi-
sar seu regiment interno.
Art. 20. Serao considerados padecer do Censelho de Sa-
lubridade as concluses que passarem por maioria absoluta da
votos dos membros presentes.
Art. 2'. Sempre que o governador convocar o Conselho
o far com antecedencia de 24 horas declarando o assurapto da
consulta.
CAPITULO, IV
D* Laboratorio
Art. 22. O Laboratorio contera todo o material preciso para
analyses cnimicas e estudos de bacteriologa e ter como cnefe
um chimico.
I. Servir no laboratorio um dos auxiliares de que trata o
artigo U. designado desde a sua nomeago para aquelle servigo.
. II. Haver tambem um servente encarregado da limpesa e
conservagao da casa e dos utensilios.
III. Os empregados do laboratorio sao obrigados a compa-
recer diariamente ao servigo,.demorandose o terapo que for pre-
ciso para terminar qualquer 'rabalho urgenl.
Art. 23. As analyses feitas por ordem das autoridades sani-
tarias sero gratuitas ; as que forem solicitadas pelos particula-
res serao pagas de accordo com a taoella que o chimico organi-
sar e submelter a approvac&o do Inspector geral.
Art 24. As analyses ofliciaes terSo a preferencia sobre ou-
tras quaesquer.
Art. 23. O producto das analyses sera assim dividido : 50
por cont para o custeio do laboratorio, 30 para o chimico e 20
para o auxiliar
I. A parle pertencente ao laboratorio ser recolhida men-
salmente ao Thesouro do Estado competentemente documentada
pelo director do laboratorio, que entregar tuo ao secretario da
Inspectora para fazer a remessa.
II. Qualquer analyse extraordinaria cujo prego nao esteja
na tabella, ser eita mediante ajuste, previo entre a parte e o
diimino.
Art. 26. O director do laboratorio fcr o pedido de ingre-
dientes e utensilios ao Inspector Geral sempre que houver falta
d'elles.
CAPITULO V
Do Instituto vaccinogenico
Art. 27. O stituto vaccinogenico lera por flm o cultivo e a
pioducgo da vacuna animal para ser distribuida pelos commis-
sarios de hygiene e por quaeequer outras autoiidades do Estado,
onde nao haja commissanos.
I. A'vaceina humanisada at 3.a cultur*, e recolhida pelos
commissarios, conforme as instiucgOes especiaos que raceberem
do director do instituto, lamben poder ser utilisada em falta da
vaccina animal.
II. Os tubos ou laminas contecdo lympha vacciniea tero
urna etiqueta impressa indicando numero do animal vaccinifero e
a data de sua colbeita.
Art. 28 0 servigo de inoculagio nos vitellos ser feito pelo
seu director com todas as cautelas necessarias para o bom xito
de operago e completa seguranga do publico.
I. A vaccnica coln.la de um animal nao poder ser utilisa-
da sera que este tenha sido previamente sacrificado, verificndo-
se pelo exame que nao apresenta nenhura signal de molestia
transmissivel.
Art. 29. Um dos continuos de que trata o artigo 3-* ficar
servindo no instituto vaccinogenico.
Art. 30
o necessario
niferos.
Da verba destinada ao servigo de hygiene se tirar
para a acquisigSo e susteolagao dos animaos vacci-
Art. 31. O director providenciar para que haja sempre
vaccina em conserva para o servigo dos diversos comraissarios
semanalmente e para attender s requisigaej que fizer o inspec-
tor geral no intuito de satisfazer pedidos de outros pontos do
Estado.
Art. 32. Nas pocas de epidemia de varila poder-se-ha
augraen ar o pessoal do Instituto.
CAPITULO VI
D o desinfectorio
Art. 3.1. O (jesinfectorio funecionar emum predio apro
priado e situado em un ponto mais ou monos central da ci
dade.
I O seu pessoal constar de dous desinfectadores, um ma-
chinista e um foguista. .
II Os desentecto"ore8 executaro cora o machinista as
operages de desiote-gao e respondero pelos objectos rec--
bidos, restituindo-os mediante arrolamento, assignado por el-
les e pela parte.
III Haver ura livro em que se dar entrada dos objectos a
desinfectar declarando a especie e o numere dos objectos, bem
como a ra e o numero do predio de onde procedern e o nome
da pessoa que o remelteu.
Art. 34 O desinfectorio ser i prvido ds urna estufa de Ge-
neste ic ller-cher e de pulverizadores do mesmo fabricante.
I Sempre que as autoridades sanitaria:! requlsitarem, ser
transportado ura pulverisador ao domicilio indicado, sendo a
desinfacgo feita sob as vistas do commissario de hygiene.
II As desinfecgOes na estofa serao gratuitas para as pessas
que nao estiverem em condgOes de pagar ; fra desles casos
cada operago ser paga de accordo cora urna tabella que se or-
ganisar com o m de auxiliar os gastos e combustivel-
III Nos domicilios se cobrar as despuzas com ingredien-
tes, nSo occorrendo as condiges de falla di meios, cima men-
cionadas.
IV Para o transporte dos objectos a desinfectar na estufa
haver carracas e material apropnados, garantindo em absoluto
a nao prooagagao de germens morbigenos durante o trajelo.
CAPITULO VII
Da polica sanitaria
Art. 35. A polica sanitaria de Pernambuco estendert a sua
tego por todo o Estado, procurando re.nover qualquer causa
damnosa sade publica; e para este fim intervlr:
a) na coostrucgSo de novos predios tragando regras para
preparo do solo, altura das casas em relagao com a largura das
ras, cabagem, orientagao, altura do pavimento cima do o
dj Bolo;
to
os animaes antes e depois)
I
b) no calgamento das mas, esaoamento das aguas pluvlatL
remogao das mmudicies. arbonsago, irrigago, lavagem etc. "
c) na construego e fiscalisagao dos esgotos destinados a re-
mogao das materias fecaes e aguas servidas.
d) na canalisago e distribuigo d'agua potavel, querqoa-
a conservagao de e ua pureza e a natureza dos conductos;
e) na alimentago publica puntado as falsificagOes sUphistV
cagao e prohibndo a venda de gneros deteriorados; peloone
as autoridades sanitarias visitarSo:
J.# oa .natadouros, examinando
de abatidos:
2. os agouques e os mercados ;'
3. os cafs, botequins, restaurants, botis, casas de pasto.
luosqueB e outros estabelecimentos congeieras;
4.' os armazeiis de vveres, tavernas, quitandas;
* os estabulos, leiterias, venda ambulante do leite;
). padarias, confeitanas, cervejarias e fabricas de bebida i
f) as escolas, collegios, quarteis, hospicios e em qualquer
e8tabeleci.nento de habitagao permanente ou lemporaria come
theatros, templos, etc ;
g) nas pharmacias e drogaras e nas fabricas de qualauer 1
natureza;
h) nas cocheiras e estagSes de vehculos de traego animal
1) nos cemiterios e eoterramentos:
j) nos domicilios todas as vezes que se tratar de evitar que
qualquer molestia transmissivel se propague, ou que a visiohao-
ca seja contaminada por al gura foco de inecgo existente;
k) nos rios, agudes e lagas prohibndo o lancamento oelle
de detrictos, fezes, residaos de distillago ou outr>s e em gera
da tudo quanto possa corromper-lhes a agua prejudicando a sa-
de publica.
S 1. Os respon3aveis pela infracglo do disposto neste para-
grapho sero multados era cera rail ris e na reincidencia em
quinhentos.
2" Quancio a autoridade sanitaria verifi-ar pelo numero
de reincidencias que os infractores' d-sta disposigo persisten
em desresoeital-a, lera logar a applicago da pena de trqs dia
de priso e fechamento do estabelecimenlo ou fabrica quande
houver, pelo prazo de 15 dias.
I) finalmente, sempre que a sade publica o reclamar, a po-
lica sanitaria far intervir a sua aegao.
Art. 36. As autoridades muoicipaes ou policiaes prestarSo
todo o seu concurso e auxilio s autoridades sanitarias, afim de
que nao seja de nodo algum sophismada a execugao dos precei-
tos sanitarios em vigor.
Art. 37. As multas comminadas neste regulamento podero
ser convertidas em tres das de priso.
I. A cub anca das multas e o curapriraento das penas terc
o mesmo processo axecutivo das penas e maltas impostas pelos,
regulamentos tiscaes do Estalo.
Art. 38. O governo solicitar dos concelhos municipaes a
adopgo de medidas ou posturas eslatuindo normas para a edinV
cagfto de predios e abertura de ras de accordo com as indica,
goes do conselho de salubridade e da inspectora de hygiene pu-
blica.
Art. 39. Em relagao s habitages particulares ou collecti
vas observar-se-ha o seguinte :
a) Todas as casas novas ou reparadas, antes de serem habi-
tadas, e as de aluguel que vagarera, serao dentro de trjz das
contados da desoecupagao. examinadas pela autoridade sanitarias
local, que verificar se o predio est em condiges de ser habi-
tado, e no caso de encontrar defeitos que possam compromette^
a saude dos moradores proceder como adunte se indicar.
b) Se na habitagao se tiver dado caso de molestia transmis-
uvel, a autoridade sanitaria ordenar as desintecges e outras
beneficiagOes necessarias; e sem que estas tennam sido pratica-
das nao poder(a casaCer alugada ou oceupada, incorreodoo in
. fraclor na multa de cea mil ris, da qual nao haver recurso.
c) A aqtoridade, verificando que se acha excedida a Iota-
grao dos hoteis, pensOes, eslalagen e outros do mesmo genero,
multar os respectivos propietarios ou sublocdore3 em trinta
mil ris e os intimar por escripto a que se cinjam lotago oo>
prazo de 48 horas, findas as quaes, sem que a intimagao lenba
sido cumprida lavado o facto ao conhecimento do inspector ge-
ral, este representar s autoridades policiaes para ser fechado o-
predio, durante o praso que se fixar.
d) Quaodo nao estiver feita a lotago que se refere o numero
antecen teute a autoridade sanitaria a fara, intimando em segui-
da o dono, ou sublocador para que a uniera effectva deotro de
48 horas.
e) Nas visitas feitas com o fim da fiscalisarem a natureza e
rgimen dos apparelhos sanitarios installados nas haaitages, as-
authoridades verificaro si a casa carece de conligOes de nygien*
por incuria do inquilino ou do proprietario, ou por defeitos de
construego on de inslallago dos apparelhos.
No priraeiro caso intimaro o iaquilino par era prazo r*-
soavel corrigir os abusos encontrados, sob pena de vinte a eln-
coanta rail ris de multa ; nos outros casos intimaro o proprie-
tario, sob as raesmas penas, para proceder aos melhoranentoa
indicados dentro do prazo que marcaro.
f) Findo o prazo marcado e nao sendo cumprida a ordena da
authoridade sanitaria, esta impora multa coramina la e marcar
novo pra o, que esgolado, sem qce tenhara sido fetos os benefi-
cios determinados, d lugar a procedar-se como manda a segun-
da parle do disposto na clausula -c -deste artigo.
g) Estas providencias podera ser tomadas contra quaesquor
babilii'iges collectivas ou nao, e em caso algum e por quem quer
que seja pode ser embarazada a visita das autboridades sanita-
rias.
h) Das determinac5;s das authoridades locaes haver recur-
so com effeito suspensivo para o iopector geral, quando se tratar
do fechamento de algum estabelecimenlo, mas isto no espago de
21 horas contadas da intimagao.
Art. 40. Nas visitas que a authoridade fizer nas casas que
commerciam com gneros alimenticios se observar o seguiule:
a} Quando a authoridade sanitaria encontrar em qualquer
dessas casas gneros em estado manifest de decomposigo 09
mandar inutilisar inmediatamente, requisitando, si for necessa-
rio, o concurso da polica, corren lo a despeza de remogo por
couta do don 1, que ser alora disso multada em vinte mil ris.
b) Se a decomposigo de genero nao for manifesta, mas hou-
ver suspeita de que est alterado, a autoridade interdir a venda
do mesmo peero at ulterior delibengo do insp clor geral, e
remetiera ao laboratorio de analyses Juma amostra delle para,
ser convenientemente examinado.
No certificado que a autoridade sanitaria dever entregar
ao dono da raercadoria, indicar a especie, quantiuade e mar-
cas, se houverem, do genero alterado, logar onde se acha, e
todo; os outros signaes que possam servir para o reconhecimea-
to do nesmo genero, responsab usando o respeclivo dono por
qualquer falta que mais larde se verifique.
c) A autoridade sanitraia marcar no certificado o praso da
interdiego do genero, comrauaicando iramediataraente ao in-
spector, para que este orlen: a analyse com urgencia. Si den-
tro do praso marcado nenhuraa deciso houver licar o dono da
mercadura isento de qualquer pena e com direito pleno de dis-
por como Ihe aprouver de genero interdicto.
d) Si antes de exnirar o praso, de conformidade com a
clausula precedente, o dono da mercadoria reiiral-a do estabele-
cimenlo ou vendel-a sen previa licenga da autoridade sanitaria
local, incorrer na multa de cem mil res, da qual nao haver
recurso.
(e A mercadoria que flear sequestrada, sendo julgadaf-boa-,.
ser restituida ao seu dono ; no caso contrario ser rautilisada .
Arl. 41. Nas fabricas de licores, vinhos artificiaes, aguas mi-
neraes, leos, comestiveis. conservas alimentares e outros gene-
ros~8irailaes, a autoridade sanitaria far frequeutes visitas coa
o fim de verificar.
. a) Si na composifo do producto entra qualquer substancia,
nociva sade publica,
b) Si as materias empregadas no fabrico de taes productos
sao de m qualidade;
c) Si nas ditas fabricas se usam de rtulos falsos.
Sarao considerados falsos os rtulos que imliquem a deno-
minago usual de qualquer producto natural, sem a declaracSo
impressa de artificial.
Nas duas primeiras hypolheses a referida autoridade proce-
der do modo presen pto no artigo antecedente e ua tercaira
hypolhese commumear immediatamente o faci ao inspector
geral para os devidos effeilos.
As fabricas de que trata este artigo, submettero a exame
da inspectora de bygiene as suas formulas, a quaes, daoois de
approvadas, ficaro guardadas sob sigillo no archivo da repar-
tigao.
Art. 41 Em todas as fabricas a autoridade sanitaria exa-
minar se ellas sao insalubres, perigosas sade dos visiolw
oa simplesmente incommodas.
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I MWHJJMl





'. :

Alario de Perarainbuco Qaiitta-feira 1 de Xoveimliro de 1894
Nrw dois primaros casos ordenar melhoraraentos, si eates
forem praticaveis, ou-a reawgo do estobelacioierUc para outro
local. Se a fabrica Jor sioaslestieot*) iocoraaiada. a nmi*ti.
torid-.de s ordnate reawjio, se nao hauver meio de tornir o
esUbelecimento loiscai'el. Do S;Cto da remojo ou fecbaajBto
haver recurso, cona.efleiio suspensivo, para o niiBictor geni
dentro de 5 das, contados da intimago.
Arl. 43. as visitas; feitas s drogaras e ptiarraicias, rela-
tivamente qualidade das substancias medicamentosos, as au-
toridades prooedero carao para as substancias aliuie tares,
Art. 41. N abura estabeleciniento, excepto as pharmacins e
drogaras, poier vendar medicamentos e drogas, incorre .do o
infractor na multa de cem mil ris.
Art 45. E- prohihiilo s drogaras qualqoer acto que seja
privativo da protisso de puarmaceutioo, como aviar receitas,
vender qualquer substancia loxlca, raesoio em doses medicinaes
ao publico.
Arl. 46 Fica prohibida a venda de remedios secretos. Qual-
quer preparado, par?. s examinado e approrado pela inspectora de hygiene-
Art. 47. Quando a autoridade sanitaria veriflear o appare-
cimento de qualquer molestia trunsmissiv l em qualquer estabe-
lecuuetOG ou casa de bibitoo particular, ccmiuuaicar irame-
diataraente o facto ao inspector geral e applicar, s;m demora,
as medidas qoe forem mais urgente e-em Beguida ordenara :
a) bensficacoes de que carecer o predio;
b)'a remoco do doente para logar que garanta o seu sola-
menlo, caso baja pengo para a visiuhaoca pelas ms condigOes
do Dredio em que se acria o doente ;
' c) desinfecto compulsoria dos objectos susceptiveis,
Art 48. Ordenada a desinfecto do i tedio, ningnera pode-
r se oppdr a ella sob qualquer pretexto, poiendo ser repetida
quantes veres a autondade sanitaria jnlgar conveniente.
Art. 49 Quando a inspectora de* hygiene julgar conveniente
poder* mandar affinr, na parte eiclerior do predio, stijeito a des-
nfeCQfjes, a declaracao impressa de que se acba elle infeccionado.
Art. 50. As pessoas que se oppozeram s deterrntnagOes da
autoridade sanitaria incorrero na multa de cem a duzentos mil
ris.
Art. 51. O medico que primeiro verificar em doente de que
trate alguro caso de molestia transmissivel. dever pprticipar ra-
mediataraente o faci ao commissano do districto ou a inspecto-
ra de hygiene.
Art. f2. S"io molestias transmissiveis, cuja notflcigo obri-
gatoria na forma do art. preceders : a febre amarella, cholera-
morbus, varila, escarlatina, sararapao e diphtena.
Art. 53. Com relaco a venda do leite observar-se-ha o se-
guinte-:
I. 0 commissano soas de seu districto que tenham vacca de leita e f..cam o com-
mercio de lacticinios. Esta lista sera revista de lempos a lempos
e rectificada de modo a estar conforme com a situago real desta
industria. ....
II. As pessoas inscriptas na Ii3ta sao as nicas que temo
direito do vender leite e so podera obter este direi'o quando o
estabulo esliver de accordo com as prescrincOes nygionicas e as
vaceaa em boas con ligoes de saude.
III. Dasae que urna molestia se declarar em ama vacca ser
esta immediatamente retirada do estabulo sendo terminan-
temente prohibida a vendado leite dos animaos doentes, sob pena
de muRa de lOOOOJ e prisio por tres das ao infractor.
IV. Qualquer pessoa portadora de urna molestia contagiosa,
ou tendo estado recentemeate em contacto com nm doente desta
especie, n**o deve ordenhar as vaccas oa tomar parte de qualquer
maaeira as operacOes de engarrafameato, etc.
V- O leite que tiver a densidade de 31 a 28 graos ser tole-
rado ; de 28 a 25 graos ser inutilisado o abaixo de 23 serio
multados oa vendedores em 1 O OJO e inulilisado o artigo.
DISPOSICES GERAES
Art. 54. Para regular o oxercicio da pharmacia por quera
nao seja pharmaceutico diplomado, o concelho de salubridade as
suaa primeiras sesses formulara instrucgoes, que, depois de
apprevadas pelo governo, flcarao regenJo o assumplo.
Art. 5>. O producto das multas impostas, ser recolhtdo ao
Thesouro do Estado para ser applicado ao justeio dos diversos
servicos de hygieoe.
Art. R6. Todos es empregados do servigo de hygiene serao
nomeados pelo governa lor, excepto os serventes e o continuo,
qae serio de noraeago do inspector geral. g
Art. 57. O inspector geril poder conceder licenga, at o
praso de 8 das, a qualquer funccionario do servigo de hygiene.
Art. 58. Todo o pessoal do servico de hygiene do Estado
subordinado ao inspectir geral-
Art. 59. As infraccoes deste regulamento, s quaes nao es-
tiver comminada pena especial, serio punidas com a multa de
20*000 a 5o*0.'o, dobrada as reincidencias.
Art. ti i. Ficam revogadas todas as disposices aitariorcs e
qu forem de encontr a este regulamento.
, Alexandre Jos Barbosa Lima.
TABELLA DOS VENCIMEMTOS
Inspector geral .
Ajudante ....
Secretario. .
Amanuense archivista
Demographista .
Chmico (conlractado,
Commissario. .
Auxiliar ....
Continuo ....
Servente ....
Mchinsta .
Foguista ....
Desinfectador. .
7:1001000
3:6oo*00)
3:6004001
2:400*000
4:8JdO0O
i
3600*1100
1:800*000
1:200*000
1:000*000
1:800*000
900*000
1:000*000
padi
para pesquuar e estudos que ao -me dado que tornarais publicas para satisfazer ao
agora faier. o o'ellas feto :
No seu genero o mais mtessante de todov Illrn. Sr. Redactor.' Tendo por engao ty
quantos t recolher ao archivo, ainda muito .' pograpliico sabido em uns avulsos honrara es-
pobre da modesta repart gao, que dirijo. Multo paln do qua A Cidade dara o seu t." nu-
conviria, portanto, que para nao icr perdido maro no da 3 e nao 5, como devia ser, roga-
o poncoqup existe, V Exc. se dignasse de raos-v so obsequio de rsctiticardes tal engao
fazer proseguir o trabalho das pesquisas au-(em vosso digno jornal o que muito penhorar o
vosao amigo, obrigado, Virgilio de Sa Perei-
ra. -.
Revista Coate poruea -Publicou-
se, anie-hontem, o o 6l>dj anno dessa re-
vista, da qual redactor-che fe o Sr. Franca
Pereir.i.
Tras es'.e summaria :
Lyrismo scientifice. Correntes Iliterarias
no Brasil. Influencia do elemento neerlandez
Um ii\ p lies sobre elhnogenia braziloira, TU.
cfllexandre ^jos jBarboza Xima.
overne
do
Estado de Pernam-
buco
Despachos do dia 27 de Oalubro de 1894
Anna Cazar de Almeida Gueies. Dirija-se
no Dr. inspector do Thesouro.
Bacharel Belarraino Cesar Gondin.juiz de
direito do municipio de Tnumpho, requerendo
emocao para o de Afogados de Ingazeira. rIn-
lorme o Sr. llr. preaidentu do SupanorTribu-
i.al de Juslica.
CompanUia Great Western cf Brazil Railway
Limited, Deft-rido, cora oflicio desta data ao
inspector do Thesouro.
"^bacharel Francisco Altino Correa de Araujo,
jais ae direito la 2- vara, pedindo dois mezes
de licenca. Como requer.
Felismioo Pereira da Silva, sentenciado, pe
dindo perdo Informo o Sr. Dr. Juiz de direi-
to do municipio de Timbraba.
Felippa Francisca de Albuquerque Regueira.
Escnpture-se, para ser paga opportunamen
Jos Gome Ferreira Maia e Jos Eleuterio
le Azevedo, contractantes das loteras ordina-
ias do Estado, pedindo para ser julgadoextinc-
,o o executivo qua Ihes esta sendo promovido
pela Fa/enla para pagamento do imposto con
cemente s raesmas loterias.-Deferido, de ac-
cordo com o art. 8- das Disposices gera^s oa
lei n- 6i (orcaraento era prorogacao) aOm de
seren dispensados do pagamento dos irapostos
e multas em que incor-eram em face do seu
contracto, que considerado caduco pirfdrca
do citado anifo- ,
Jos Antonio da Silva, sentenciado, pedindo
perdao. Informe o Sr. Dr. substituto do procu-
rador geral do Estado.
Mana Antonia da Annonciacfio, sentenciada,
pedinio para ser requisitada do presidio de
Fernn 1o de Noronha era vista de seu estado
de saude. -Indefendo.
Maria Magdalena de Jess pedindo a retira-
da de un neto da Colonia .Santa Uabel.-Inde-
Tenente Manoel Martlns da CunhaSeabra,
pedindo entrega de dei:umento.--Eoiregue-se,
medanle recibo
Rita de Cassia de Carvalho MeCa, ex proles
sora publica, pedinda pagamento de vencimen-
tosaque se julga com lireito.-Ao Dr. insp.c-
tor do Thesouro do Estado, .
Pedro Celestino Leite. Deferido, com orncio
desta data, ao coraraandante do corpo policial
Vicenta Ferreira de Albuquerque Nascimen-
to, inventarame dos nena deixados por seu
finado irmo bacharel Lycurgo de Albuquerque
Nascimenio, pedindo pagamento do rdena 10
pertencente ao raesmo, r dativo ao mez da De-
zembro de 89.-Deferido com olucio desta
data, ao inspector do Th-isoaro
secretaria do Governo do Estado de Pernam-
buco, 31 de Outubro de 1894.
' O portelro,
I!. 11. da Silva.
proxiinarem-se com contricc&o dos
seus sacramentos para serein dignos
la sociedale Columna do throno e do altar, que
tinha por tira o estabeleciraento do governo ab-
A-n__ soluto, ordenando aos militares que faziam parte
e premtaaos pela rnao do seu esposo da mesma sociedad a della desligarem-se.
Jesus.a EgrejaCatholica e a nica que
nos etisina a verdade sobre a outra ------ ^^^^^
vida
e os meios para n esta
rnos a demora no Purgatorio
castigo iutermino do Inferno.
evitar-
e o
REVISTA DIARIA
Muuices lo Exm. Sr. Dr. Goveruador
Para as almas que passaram a ou- do Estada foram derixidos os seguintes otficios
i
tra vida, e que viveram sempre fir-
mes na f, na crezca de um Deus e
na pratica das santas virtudes, nos
pelo Consulado do Brazil em Liverpool: Consu-
lado Geral do Brazil, Livtlpool 6 de Oalubro de
1894. Sr. Goveruador. iJurapre-Jie levar ao
vosso comecimento que hoje legalisei o mani-
ensina a nossa Santa Mae a hgreja, fe8t0 d0 vapor Mariner relativo as seguintes
que essas almas, depois de julgadas 6 mercadorias Carregadores Recebedores Marcas
acaado-se isemptas da CUtpa do Nmeros Mercadorias Iry & Son A. P. da Silva
_l& C. R. P. S. &C. 2l|i8o60 Barris couten-
da munico de caca.
Iry Miers & C Alvares de Carvallo & C. A.
ce 1613 i caixa contendo cariuchos vazios.
C- Wachsmam.....Order..... A. B......
9'8|930 3 caixas contendo espoletas.
Esse vapor segu viagem desta porto para o
dessa cidade
Saude e fraternidade. -Williara Oliver Puus-
hon, Vice Cnsul Encarregado do Consulado
Geral.Ao Sr. Governador do Estado de Per-
nambuco.
Consulado Geral
Oalubro de 1894.
do Brazil, Liverpool 17 de
Sr. Governador
Compre-me levar ao vosso conhecimento
que boje legalisei o manifest do vapor Ex-,
plorer relativo as seguniotes mercadorias.:
Carregadores Recebedores Marca Mercado-
rias Pereira de Paria &.C.... A. D. C. Vian-
na... A. D. C. V. 50 barris contendo muni-
c>s de caca.
Esse vapor saguo viagem deste porto para o
inslida re do infer-' dessa cidade
Ha tnlrv5v maiis Saude fraternidade.William Oliver Pu-
ls*! us oo Vice Cnsul Encarregado do Consulado
Thesouro
do Estado
nambueo
de Per-
Despachos do dia 31 de Oalubro de 1894
Antonio I. do Reg Medeiros, Antonio Can-
dido de Lira*. Belchio Miguel dos Santos, Can-
dido L. de Faria, Eduardo Patn, Izabel
Brazilia Monteiro, Manoel Gomes de A'buquer
que, Jo&o I. Cabral de Vasconcellos.i-Inrorme
oSr. Dr. co'. tador. '.
Ferreira Rodrigues &C, ManoehLopes M
Ramos.-rlaja vista o Sr. Dr.. procuraior tis-
Cfll -
Antonio B de Araujo.-A' secgao do Con-
tencio-o.
Manoel V. do R. Valenca. -Informe o br. Ur.
administrador da Recebedoria.
peccado mortal e venial, vo nnme
diatamente em direitura ao Santo Pa-
raso ; nao acontecendo assim com
as almas manchadas pelo peccado
venial e que lizeram penitencia, as
quaes em tempo vo desterradas ao
Purgatorio, lugar onde se purilicam
dos mesmos aelictos, e em que sJ es-
to collocadas as penitentes j desig-
nadas para esposas do Cordeiro San -
to, portn que acham-se retidas, para
pagarem as manchas, que levaram
d este mundo na veste nupcial.
Os ricos avarentos de quom fallou
o Divino Mestre, dizendo ser mais
fcil passar um camello pelo fundo
do una agulha do que um rico ontrar
no reino do Ceo, tambem para o
Purgatorio nao iro elles, o sim
para o abysmo
no em coinpanhia
Igual recompensa tero os irTeli-;(vera|._Ao Sr Governador"do Estado de Per-
giosus, sacrilegos, crentes fingidos, nambueo.
e todos os scistnaticos, que viveram Municipio Je Bonito-Ao Exm. Sr.
em contradicho com as verdades ^,ntGe0efflrcn^or do EsUdo fo. deregido o se-
dogmticas da Egrja | .Prefeilura Municipal do Bonito 31 de Oatn-
As almas dos reprobos sero tam- bro de 1894.
bem arreinessadas ao carcere de Sa- ... "m'.e Exm" Sr" A
,,_... ___ ... f._ i Tendo terminado de todo a epedemia de
tanaz, onde nao se ve a face lu- febre pi|uslre bl|jo,a q(Jp por ato lempo
miosa e consoladora do mesmo evastou a popuiagio desta Villa, nao tera raais
Deus que os creou ; ahi sim vivero rasadle ser a permanencia aqu do Medico por
era supplicios horrorosos e n'um
continuo rangir de dentes, se con-
jurando a si, Deus e a todos.
Esse lugano tambem o appropria-
do aos atheus, prevaricadores das leis
santas, aos perversos e a todos os in-
continentes.
Os habitantes do Inferno nao es-
peram por tempo algum aim de se-
ren retirados d'esse mesmo abysmo,
visto que foram condomnados por
urna eternidade sem fim.
Succede o contrario com os do
Purgatorio, pois que ahi esto por
tempo limitado, suffragando-se com' guinte"
as missas e orac5eS que OS fiis da Estado de Pemambuet Commisso Central
Egrja Militante offerecem a Deus!<1x/'1"a a,-u d* Ou1"01"0 de
no intuito de appressar o dia de suas
Reeebedoria do Estado de Per-
naiabuco
Despacnos do dia .11 de Outubro de 1894
Manoel V. do Reg Valenca.Informe a i*
secc&o.
v O porteiro,
Custodio l. da SvaGuimardes.
RELK.I40
Dia de Finados
E' amaahft o dia|em que a Egrfija
Catholica, revestida de rigorosu luc-
to, convida toda a christandade a
orar comsigo polo descanco eterno
das almas que passaram outra vi-
da.
A Egrja n'esse dia, como verda-
deira me desvellada, .emprega-se
sollicita na pratica de suffragar
aquellas almas, que penam ainda no
Purgatorio.
N'esse mesmo dia, nos ensina mais
urna vez a nossa fragilidade o quan-
to temporal a nossa existencia nos-
te chaos a que chamamos mundo.
Pnnalisada em extremo por todos
os frageis descendentes de Ado,
prodigalisa essa mestna Santa Igre-
ja todos os recursos necessarios
evitarera a perdicao de suas almas
no mundo invisivel.
Sempre convidando aos seus filhos
ifazerem seria penitencia e a ap-
V. Exc. commissionado para tratamento dos
accommettidos.
E' digno de louvor aquelle Facultativo
pelos relevantes servicos que prestou n'aiuella
quadra lo at&ictiva, e os oonitenses bemdizem
a V. Exc. pela generosa solicitude cora que os
soccorreu.
Era nome pois da pepulagao d'esta Villa
agradego a V. Exea, mais urna vez, a benevo-
lencia que I lie dwpensou, fazeudo com ella
sinceros votos pela conservado de urna admi
nistraco tfio patritica.
Saude e Fraternidade.Illm. Exm. Sr. Dr.
Alexandre Jos Barboso Lima. Dignissimo
Governador do Estado.-- Francisco Tiburcio
Paulino de Meo e Sd.ia.
Recenscamento Da Secretaria do go-
j verno nos fui remellido para publicar ^o se-
>89i.
libertaces.
Todos os fiis podem ajudar e fa-
vorecer a todos os gomebundos do
fogo do Purgatorio, ap*plicando-lhes o
fructo de todas as boas obras% con-
sciente da recompensa do E*,erno
aos que se lembrarem e rogarem por
essas inesuia almas j finadas.
Secife, Novembro de 1894.
\Franeisco de Assis E. R. Pinto.
CHRONOLOG.A
~ S7SEMSB2SSS rsamsucAVAS
COLLECCIONADAS POR
Melchisedech de Albuquerque
Lima
Dial
16 1 -Os chefes do exercito pernambucano
recebem urna carta de Lope- Curado da Gama
narrando as crueldades pracadas pelos hollan-
dezes no Rio Grande do Norte.
1640 Parte para a r>arabyba Andr Vi
dai de Negreiros atim de bater os indios adia-
dos dos hollandezes.
Bssa expedicao nada poude fazer por j nao
se acharem os indios no Cabedello onde Ne-
grsiros julgava encontral-oa.
/J188*0 hospital de alienados qua func-
curaava no edificio da Misericordia em Olinda,
8 udado para o novo hospital na Tamarinelra.
Dia %
18*9 O commandanta das armas publica
uiaa ordem do dia motivada pelo apparecimento
A' S. Exc. o Sr. Dr. Alexandre Jos Barbosa
Limi. M. I), governador do Estado.
Tenho a honra de subtnettur a vossa con
gideracao os documentos, concernentes a cora
missSo, de que foi por mira incumbido, no
Archipelago de Fernando de Noronha.o agente
recenseador capito Artliur Machado.
Proced a deudo exanie no trabalho all
effectuado, e folgo de declarar-vos qua o illus
tre funecisnario, a quem onflei a delicada in
cumbencia, correspondeu plenamente minba
expectativa.
Pela presteza da viagem, nao me foi possi-
vel dar-lhe instruccoes manuscribas com a de
senvolvimento que fora paradesejar; mas para
compensar as consequencias prejudiciaes ao
servico, que inevitavelmenle resultariam de tal
falta adoptei o alvitre de conferenciar com elle
inumeras vezes e largamente sobre o objecto
da commisso e fui bem succeddo, como vos
convencereis, dignando-vo3 de examinar todos
os documentos que agora vos transmiti.
Entretanto, para guial-o proficuamente re-
solv organisar, em formulas svntheticas um
plano de servigo, que devia effectuar, quer oa
ilhade Fernando, quer nadas Roccas, (Doc.
por copia sob n. J) ; bem como a que lhe
cumpria (azar quailto as Jprimeiras tentativas
sobre autbrapologia criminal .(doc. por copia,
n. 2).
Nao live entao, nem tenho anda hoje a pre-
tendo de considerar o trabalho a que allude
o 2* documeolo como cousa digna do apreco da
moderna criminologii, nem sufficicie para
resistir aoa severos processos da critica scien-
ca.
Como disse ha ahi somente urna tentativa,
sao os primeiros passos. passos, alias mal se-
guros e anda hesitantes de quera deseja cora
vehemencia, porm, improflcuamente ir porlia
de companheiros mais felizes e j acoitumados
s marchas acceleradas pelas largas e intermi
naveis estradas da sciencia.
O trabalho apreseutado pelo agente Arthur
Machado, foi executado com notavel esmero e
um testemunho inequvoco da alta capaci-
dade dese func?ionano. Contem grande co-
pia de iaformagOes uteis, que fogosamente ser-
virao, em futuro nao muito remoto, de basa
th ropo lgicas, iniciando simultneamente, em
Fernando a era outras prisos do Estado, os
trabalhos de aulhropometria e os de phologra-
ptiia, os quaes, bem a meu pesar e por cir-
Somsiaiicms imprevistas, nao poderam ter ain-
da logar.
< Entretanto vos dignareis de resolver sobre
esse assumplo, como entenderdas acertado.
Saude e fraternidade, (assignado; Eugenio /Hos-
coso.
Dia de IudosAmanfaa o da consa-
grado pela Igreja Catholica coraraeraoraso
dos seus fiis fallecidos.
E' feriado oiflcial, por ser consagra lo cora-
memorago geral dos morios.
Sobra o dia de tinados o peridico francez
Le Pelerm publicou o seguate :
E' a saulo Odilon, abbade de Cluny, perlo
de Macn, que se deve a instituico dacomme-
raoracao doa mortos, no anno 1000
tim peregrino francez, que voltava de Je-
rusalem, naufragou as costas da Sicilia, aps
urna grande tempestade.
Um eremita que vivia nesses logares, lhe
pergunlou se elle conhecin o mosteiro de Muny,
em Franca e o abbade OJilon eu ouco muitas
vezo, con Un uou o eremita, os espiraos das tre-
vas blasonar contra as pessoas piedosas, qu3
por suis orages e esmolas, livrara asalmus das
penas que ellas sntTrera alui tmulo, raas se
queixara rauto de Odilon e de seus companhei-
ros religiosos; quando voltardes nossa pi-
tra, eu vos rogo em nome de Deus, de exhor-
tar este santo hornera e seus frades recobrar
suas oracis pelas urinas do purgatorio.
O peregrrao cumprio sua iii;--;' >.
' Em coosequencia, Odilon ordenou que nos
raosteiros d i seu instituto se fi/.esse. annual-
mente, logo aps o da de todos os sarttus, a com-
meinoraco dos morios ; esta pie losa pratica
passou logo a outras igrejas e tornou-se era
pouco terapo de uso universal em lodo o mun-
do catholico.
O papa Urbano VI em 1385 ftxou definitiva
mente esta testa em 2 de Novmbro, o ordenou
que fosse -lia celebrada na seguuda-fcira, quan-
do o dia 2 fosse domingo.
Urna constituicao de Clemente XIII c infe-
ri raissa do da de tinados ou da dos morios,
a indulgencia de altar privilegiado -
Gremio Litterario Victoriano sa-
inares -R;une-se hoje em sua sede, e:n ses-
sio extraordinaria, para ser umpossada a nova
directora.
O OccidenteDessa importante revista
ptiuguel temos vista o n. 369 do 17 anno,
XVII vol.
Est digna de apreciagao quer no texto, quer
na sua irreprochable parte illustrada.
A' Agencia Litteraria, agradecidjs.
Aeea heroica Hontem, por occasiao
de louiarera b raho na praia de Olir.di, diver.-os
mogos entre os quaes citaremos os nomes dos
Srs Antonio Aquilino de Campos o Pedro Ivo
de Campos, foram os mesmos mogos em numero
de 5, arrastados inopinadamente por urna vio-
eau onda que os atrou a consideravel dista >-
cia
Nessa emergenc.a, em imminente perigo, sal-
vou-os o banrista de nomo Marcolino que, cora
nina coragem verdadeiramente stoica, um a um
conseguio trazel-os para a praia.
Esse acto de coragem, que nos foi narrado
pelos dous mocos cujos nomes cima citamos,
digno de tidos os elogios e cortamente honra
ao inleraerato banhi&ta, que nao trepdou em
arriscar a sua viaa na pratica de urna ago di-
tada pelos seus altos sentimentos humanita-
rios.
Regulamento da Hygiene Publi-
ca -Reproducimos, na Parte Orlicial do numero
de hoje, o regulamento que para a repantgao
da Hygiene Publica foi ltimamente expedido
pelo Exm. Sr. Dr. governador do Estado.
Motiva essa reprodcelo o facto de terem es-
capado algumas incorreeges na anterior publi-
cago, sendo mesrao por descuido comprehendi-
do na mesma pubhcagao um arl. que tinba sido
nscado do original
Os amores de um operarloO maes-
tro Luigi Smido, encarregado pelo Sr. Jos Jor-
ge, de escrever as msicas de urna opereta de
Ja pro tuego, cujo nome nos serve de epigra-
e, entregou hontem a este sentior a partitura
completa e as partes pira os seguintes instru-
mentos :
Violinos primeiros, ditos sagundos, violetas,
violas, violoncello, flautas, clarineta primeira,
d'la segundo, contra-basso, pistons, trompa,
trombones, oficleide, timbales, batera.
O Sr. Jos Jorge nos communica qne pa
disposigo dos compositores aqui residentes,
todas essas pegas musicaes, em sua casa sita
ra da Gloria n. 73.
Tendo anda o Sr. Jos Jorge escnplo outra
opereta denominadaDespeilo e lnvejaentre-
'jou ao mesmo maestro o respectivo libreto para
escrever a competente msica.
Coinpanhia Trilitos Urbanos do
Recite a Olinda -Reun ram-se no sabbado
ultimo os accionistas d'esta companhia, em as-
seinbla geral ordraana, para apreciago do re-
lalono da directora e das co-itas apreseutadas,
que foram approvadas.
Em seguida teve lugar a eleigo da nova di-
rectora e dos membros do conselho fiscal, seo
do eleitos :
Directores:
Bento J. S. Magalhaes Gerente
Joaquim da Silva CarvalhoThesoureiro.
Chrisli mno Coutioho Secretario.
Conselho fiscal:
Dr. M. J. Aodrade Lima.
J. F. d"Oliveira Cunha.
Joo Fernandes d'Almeida.
Supplentes :
C)r%oel Manoel Martins Fiura.
Dr. Joaquim Antonio |Loureiro.
Dr. Jos Rodrigues Tavares de Mello.
Pr zi> improres*Tel-A cobranga l-
vre de muita, que a Recebedoria est proce-
dendo dos irapostos de 2*000 por tonelada de
avarenga, U 0|0 3d OIq 4 i 0|o e claises ns.
1 a 44 relativos ao 2" semestre do exercicio em
vigor, sera definitivamente encerrada no dia
7 ao correte.
Os respectivos contribuintes, portanto, tem
bastante lempo anda para satisfazer o {paga-
mento dos referidos impostos dentro do periodo
regulamentar.
Associaco Medico Pharmaceu-
tt> a Eie o resultado da eleigo ltimamente
nessa associago :
Presidente, Dr.;Barros Sobrioho.
Vice dito, Dr. Joaquira Loureiro.
i" Secretario, Dr. Martins Cosa.
2- dito, pharmaceutico Guimares Braga.
Thesoureiro, pharmaceutico Marques Ferreira
Procurador, pharmaceutico Joo Facundo.
Arcadia Dramtica Julio de San-
t'AnnaA directora dessa sociedada fuoc-
ciona hoje, as 2 horas da tarde, em sua s-
de, uo t- andar do predio n. 18 da ra i- de
Margo, afim de tratar do prximo espectculo
commemorativo do seu auniversario.
IndustrialNo paque e Daiiube regres-
sou hontem para o sul, com destino S. Paulo
o Sr. B. Martins, socio da taponante casa d'ali
t. Martins & C, propagadores do Rectificador
Brazilelro para apparelhos de distillagao de
alcool.
Desejamos ao Ilustre cavalueiro prospera
viagem.
Empreza Telephonica -Informaram-
nos que a quasi totalidade dos subscriptores
dessa empreza, na parochia de S. Fre Pedro
Gongalvea do Recife, por 'meio de um abaixo
assiguado, que hontem dirigiram ao gerente da
mesma empreza. retiraram as suas assgnatu
ras para o servigo telephonico
E'urna justa represalia contra a prepotente
declaragio feita na iraprensa pelo gerente da
dita empreza, da qual hontem nos oceupamos.
Usina llama -Tendo sido publicado na
parte nao editorial deste Diario urna reclama-
dlo contra as contlicGea bygienicas da Usina
Tiuma, o gerente desia pOz disposigo do go-
verno um trem expresso para conduzir ali us
autoridades quem competase cyndicar da w
raci-lade da denuncia.
Effectivamente all estiveram hontem os Sr?.
Dr. inspector da Hygine e director das Obras
Publicas, e verificaram nao liaver fundamento
as reclaraacoes.
A Cldade-0 Sr. Dr. Virgilio Augusto
Freire":=0 ninho (possja) G. FioravantiTra-
gos juril eos,'Olinda CavalcantiEpopa do
rubro (poeaia) Alfredo Castro Incoherente,
Ai r 11 i b'alco Estatu ira (poesa) Pana Na-
ves Sobrioho -Relevos, Paulo de Anuda Noi-
va MyUica (poesa) Demosllienes de Olinda -
AG;rigo, Dyonisio Maia --Sonlo de Viceilio,
Julio PiresA Arte de msica em Pernambu-
co, M. CieloJhronica, Franga PereiraLivro
da porta
Blblias-Pergunta.se mutas vezes ae ha
outra rfiblia alera da Biblia Uinsl. Ha sete.
Cada nm acredita que a sua Biblia a' pa-
lavra de Deus.
Sao ellas : as Sagradas Escriptur.is ; o Al-
corn, dos M dwmetauoi ; o Tu Pitikes, dos
Buddliis'as ; os Cinco R;is, dos Chneze* ; o-i
Trez Vedas, dos Hmds ; o 2ea4 AVesia, dos
l'ersa- os El las, dos Scandinauos. Os Ei-
.las s i urna obra semi-sacra e datam do de-
cirao-([uarlo seculo.
A mais reoste da* biblias reae* o Alco-
rn, que ttmo BoHeCCo de smienris tiradas
das E;icripluras Chnslis e do Tilmu l e data do
stimo seculo depois de Cliristo. Os Vedas
sao dos raais anlgos da literatura hin l, com-
quantci os comramitadores nao Ihi dm periodo
anterior ao do tecirao seculo antes de ChnslO-
Peti'.ateucho foi escripto por Moyss I50o an-
nos antes de Christo, le modo que a Biblia
Christ i anterior trez seculos a raria v;lua
das suas rivaes.
Sanatorios Alm do Sanatoriura de
Falkensiem, dirigido pslo Dr. etLweiler, a
Alemanha possue o Sinatorium de Rchburgo
no 1 .uover, inaugurado a t de Junho do anuo
passado e o Malchow, prximo de Beriim,
abert em Outubro le t892. (lubesgotz, Rei-
boldsgruu e Worras tero breve cada urna o
seu.
O o litro estabelecinunlo lo mesmo genero
est em construego em Ruppertein, no Tanu-
us. dominando o encantador Vulle de Mein.
m Vienna j se formou um capital
70,0'.0 d nossa raoe la alira d s ser all cons-
truido um Sanatoriura para os pobres.
0 masiuose faz na Suissa. N* Inglaterra
fuocGionam sanatorios oars artistas. Era Fran-
ca ha os de Orraisson, Villiers, su: Mane e An-
girourt.
Tijjolos de vidro-Ura arctiitecto fran-
cez di Lyo, o Sr Falconier, o inventor le
uns t jlos de vi 1ro para construego de pre-
dios. Esses lijlos sao cos, e de varias (or-
inas. Emprega-se com elles ura cimento be-
tuminoso, com base de asphallo.
Pretende elle que os seus tijolos servem de
janeilas duplas, protegendo contra o fri e o
calor, e tambem que sao elles bons isoladores
da humidade e da bulba. Sao recommei-
dados para a construego de agougues, salas de
banh3, estufas, hospitaes, estabelecimeatos re-
frigeradores e edlucios nos quaes conslitua
vant.gera a nusencia de jtOftUu.
EiLpuNic-xt de Antuerpia-A relago
dos premiados com medalnas, diplomas e gra-
gas honoriticas na Exposigo de Antuerpia oc-
cupo 17 paginas da folha otficial da Blgica,
leudo a materia de ura volme dos que cosiuma
editar o hvreiro francez Carpener.
A' exposigJ cencorreram 2,093 exposito-
res. 8,366 dos qnaea foram premalos.
Foram cumiadas 1,813 medalhas e ouro,
2,3" de praia e 1,671 de bronze
Santa Casa de Misericordia do
Recite -Esto em exercicio nos estabelect-
menos a cargo da Santa Casa de Misericordia,
do da 1 de Novembro em diaote os seguintes
moni o nos :
Asylo de Mendicidad e hospital dos lazaros
raajor Mauosl do Nasctmsr.to Cesar Burlaraa-
qui.
Hospicio dos alienados continua o Dr. Manoel
daTrindade Perelti.
Collogio das Orphas, Dr. Augusto Carlos Vaz
de Oliveira.
Casa dos Expostos, coronel Apolinario Flo-
rentino de Albuquerque Maranho.
Hospital Pedro II continua o commendador
Jos Mana de Andrade.
Hispital de Santa gueda, Dr. Prxedes Go-
mes de Souza Pitanga.
Continuara ni coraraisso de predios ns Srs.
Antonio Leonardo Rodrigues e Dr. Antonio
Francisco Pereira de Carvalho.
Mudanca de cartorio -0 Io escrivao
privativo do crime, raudou o seu cartorio da
ra 15 de Novembro n. 45, paraba casa de sna
residencia ra do Coronel Suassuna n. 161,
2' andar.
Pelo* pobres -Dirigiram-nos a seguinte
carta:
Recife, 31 de Outubro de 1894.Srs. reda-
ctores do Diario de Pemambuet -Rogo a V. o
obsequio de raandarera distribuir por viuvas po-
bre :, no dia de finados, a quantia inclusa de
2l)0, que offerego por intengo da virtuosa
alma da minha sempre lembrada esposa.
Certo de que V. satisfaro ao meu pedido
desde j Ihes agradego.Sju com estima. -De
V. atiento venerador e criado obrigado -S. E. .
A' vista do que nos solicitado na carta ci-
ma exarada, convidamos a virem receber de
rao do nossoadministrador a sua quota parte
as possuidoras dos cirtes de nmeros :
h, 6, 7, 13, 4. 13, 16, t7, 18, 19. 20, 21, 22, 24,
25, 26, 28, 29, 30, 3l.
Outro-H)je, 2> annversacio do fallecimen-
to de D. Carlota d'Albuquerque Miranda, seu
esposo e filhos em cominera jrago saudosa des-
sa data, reraelleramnos a quantia de 504 00
para ser distribuida em esmolas por viuvas po-
bres :
Cumprimos a piedosa incumbencia, convidan-
do a virem receber a parle correspondente
cada urna as possuidoras dos carles, cujos n-
meros seguera*
121, (Helena Francisca de Mello) 122, 153
(Miria Francisca Monteiro de S:queira) 12,
Luiza Menezes) 123, (Joanna Clementina Gon-
galves Luz) 126, (Catharina Olinda da Cunha
Nobre) (27, (Josepha Maria do Amor Divino)
118, (Mana Fernandes de Mello) 129, Olympia
Bernardina Botelho). 33. 34. 33, 36, 37, 39. 42,
43, 44, 46, 47. 48. 50, 31, 2, 53, 54, 38, 59, 60,
63: 64, 66, 67. 68. 71, 73,. 76, 82, 84, 85, 88, 90,
91,92,93.94,93,96,97,98.
Incineracao -Aquelles a quem seduz a
perspectiva da incinerago podemse deleitar
desde j com urna nova invengao americana,
destinada a fazer desapparecer o nosso misero
involucro. Consiste o processo em envolver o
o cadver em urna mortalha de amiantno e em
col locar sobre urna mesa de lijlos refractarios.
Na cabega e nos ps cellocam-3e duas placas de
cobre que constituem os dous polos de um po-
deroso dynamo; faz-se circular urna corrente
elctrica, "e o corpo, que representa nesta emer-
gencia o papel de carvo incandescente era urna
lampada, flea completamente consumido em
alguns segundos.
Urna duvida apenas nos preoecupa: 03 ame-
ricanos, quando se tratou de executar os cri-
m nosos cora a electrocuco, s .conseguir am re-
sultados relativos. E entretanto parece mais
fcil matar um hotnem do que reduzil-o poei-
ra impalpavel.
Crlses ministenaes na Corea
A Corea um paiz em que as crises ministe-
riaes tem singulares effeitos sobre a vida con-
jugal do chefe do Estado. A dar crdito aos
aponezes, o rei deve mudar de mulher todas
a* vezes que altera o ministerio. Pode, porem,
retomar este e aquella. Em 182, o Tai-Wo-
Kun chefe do partido progressista,na Corea
Da tambera partido progressista,foi chamado
para goveroar o paiz. 0 rei e a rainha logo se
d worciaram solemnemente. Ao cabo de alguns
aiinos o Tai-Wo-Kun deixou de agradar e foi
substituido por um rival conservador. O sobe-
rano cuidou logo de despachar a nova esposa e
de se casar com a antiga.
Eis, porem^que o mesmo Tai-Wo-Kun no-
diatamante repudiou a sua primeira mulher,
lio solemnemente como em 1882.
Toda a sua vida decorre nesses divorcios o
recasaraentoi alternativos, e em abono da ver-
dade, preciso dizer que esse virtuoso rei ori-
ental nao procura na instabilidade ministerial
urna diverso uniformidade conjugal.
Sobre abelhas Se havia um dogma uni-
versal mente reconhecido pelos apicultores e
eutoraologistas, era que uraa colma de abelhas
nunca tinha seno urna rainha e que esta com-
bata at morte qualquer rival qne tentasso
collocar-se ao seu lado. Ora, pode-se ver ac-
tualmente em Vienna urna colma governada
por duas rainnas, as quaes vivem na mais com-
pleta cordialidade.
Os horaens raais competentes vieram de todas
as partes assistir esti espectculo. Virara as
duas soberana, cada qual acorapanhada de sua
corle, enco:itrarem-se e trocarem entre si de-
montnges alfcC.uosas. Redigiram logo urna
acta, registrando o facto, acia authenticada e
assignada por todas as lestemunhas.
Nao se pode deixar de deplorar que as abe-
i as, nico povo cuja admiravel constituico
funecionava ha seculos sem nunca ter sido mo-
lificada, Untura agora entrado no caminho das
revoluces ..
Operacoes eirurgicas -Foram prati-
cadas no Hospital Pedro II as seguimos ope-
ragOes.
Pelo Dr. Milaquias :
Desariiculago do joelho reclamada por feri-
raento de arma de fogo.
Reducgo, de luxago se ipula humeral direi-
ta
Pelo Dr. Arnobio i
Puncgo e injecgo iodada com ansthesia
pela cocana red iiuada por hydrocella.
Exci.o e cautersago, reclamada por con-
dylonas do anus
Poslliotomia a caivete reclamada por phirao-
ses e cancros vensrios
Telo Ur. Vieira da Cunha :
Clitoridectomia reclamada por elephanliases.
Ovarslomia, reclamada por grande kisto mul-
lilocular do ovario esquerdo.
Club Serra Boia Essa socindade rea-
lis i hoje no Ceraiteno Publico de S. Amaro a
collocaco de uraa pedra sobre o tmulo de sua
tinada consoca installadora, urea Hono-
rina Caraargo
Para ass stirmos a esse acto foi nos enviado
delicado convite que agradecemos penhora ios.
Saciedade de S. Vicente de Paulo
Cica oramis-io de distinclas senhoras d es-
sa sociedad* enviou nos ura convite afim de as-
sistirmos a ura serrao sobre a candada que na
matriz da oa-Vista presar, no da 4 oo cr-
reme, na raissa das 1 horas, o Rvdm. Conego
Minsenlior Turibio Tertuliano Fiusa
Visando, es-a ideia, digna de applausos, con-
seguir alguns recursos Dar a referida socieda-
de"qae to bons servigos presta, de crer que
seja ella bera acolhida pelo povo, e fazemos
sinceros votos para que assim succeda.
Pea nossa parte, agradecemos a distincta
commisso o honroso convite com que distin-
gui-nos. ,
Ciwaineuio civilO escruo de casa-
ra tutos que funeciona nos districtos da B. Vista,
Graga, Pgo e Varzea alfixou na repartigo do
registro a ra do Imperador n. 41, .'andar,
editaes de proclammas dos seguintes contra-
hentes :
Segunda publicagao
Joo Arthur Leiraig, residente na freguezia
da Boa Vala, com D. Maria Lu^ia Avila da
Silva, residente na freguezia de S. Jos, sol-
teiros. _.
Cemiterio Publico Ooituano da do JO
deOuiubto de 189.. '
Francisco Quinlino Rodrigues Bteres, Per-
nambuco. 8i annos, casado ; S. Jos.
Coriolano d'Abreu, Pernambuco, 52 annos,
casado : Poco.
Nathahiel Pexoto de Lima, Pernambuco,
meses ; Boa-Vista-
Marcolma Maria da Conceigo, 22 annos, ca-
sada ; Boa-Vista.
Paulo Firraino de Castro, Parahyba, di an-
nos, ca ado : Boa-Vista
Francisco Antonio Ferreira, Pernarabuio, d-
annos, solteiro ; Boa Vista.
Jaciniho Manoel do Reg, ai annos, casado ;
Boa-Vista. .,
Maria Thereza da Conceigo, Pernambuco, 2J
annos, solteira ; Boa-Vista
Antonio Francisco dos Santos, Pernambuco,
48 annos, viuvo ; Boa-Visto.
Mara Justina, Pernambuco, b annos ; urs
TJm feto do sexo masculino ; Boa-Vista.
Casa de Deten^ao-Movimente/dog
presos da Casa de Detengao do Recife^Eftado
de Peraarabuco, em 30 de Outubro de
Existiam
Entraram......
Sahirara......
Existem......
A saber;
Naclones......
Mulheres......
Estranueiios.....
de S Pereira derigiu-uos is seguintes liabas, meado regenA Sbese aoje que o re imme-
Totol .
Arragoados
Bons .
Doentes
Louco .
Louca
Total
Moviraento da enfermara :
Teve baixa: ...
Manoel Antonio da Silva conhecido por Manoel
Matado uro Publico -Nesse estabeleci'
ment foram abatidas 99 rezes para o consumo
publico de hoje. ,,
Lotera de Minas Geraes-Essa im-
portante lotera corre no da 3 de Novembro e
despena a a'.tengo o respectivo annuncio em
outra secgo publicado.
Os bilhetes esto a venda na casa O Sonho
de Ouro n?. 3 e 5 Praga da Independencia
onde se effecluam os pagamentos dos pre-
" lotera do Espirito Santo-Corre
no da 7 de Novembro a 23,* lotera, cujos bi-
lhetes esto a venda na casa o Sonho de Ouro.
Praga da Independencia'ns. 3 e 5.
Lotera da Babia Corre no da,3do
Novembro a i.' serie da 27* lotera, cujos bilhe-
tes esto a venda na casa O Sonho de Ouro.
Lotera Naoioual-Pela Casa da for-
tuna dos Srs. Martins Piuza &C. ra Pnmeiro
de Marco n- 23, foi vendido nesta capital o bi-
ihete n. 56052 da H 16.* Lotera Nacional hon-
tem extrahida o qual foi premiado com a sor-
te de 4:300*000.
Foram tambem vendidas as approxtraagoes,
dezena e toda a centena da referida sorte.
inspectora do*.' districto man-
tmoRecife, 30 de Outubro de 1894.
Boletim metereologico
Boras. Tem centi- Barmetro Tensao^ do H"
80
84
84
82
84
Thermometro
Ennegrecido
grado 2S,-8
6 m.
9 26.H
12 > 27,0!
3 t. 27,"l
6 26.0
vapor
19,35
20,95
22,31
2,147
20,95
(a 0)
760,-81
762,-25
761,-37
759,-51
758,-76
Temperatura minima 25,25
desabrisado ao meio dia.
Temperatura mxima 30,00
aS^l-Prateado: 38,*2. ,*_.,
Evaporaco em 24 horas ao sol 7,-6 a som-
bra 8,-3.
Chuva milla. .
Direcgo do vento : ;SSE alternados de
raeia noite at 1 h. 14 ra. da manha ; ESE com
interrupgoes de E'e SE at l h. 31 m. da tar-
de ; SE com interrupgoes de ESE e &SL ate
meia noute.
Veloeidade media do vento 6,-36 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,82.
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
B. M. 30 de Outubro 11 h. 50 m. da m. 0.-30
P M de 6 h. 00 m. da L 2,^0
Passasciros -Sahidos para o norte no
vapor nacioaal Una:
Carlos E. da Cunha, Josepha F. daiCmb,
Jos Joaquim Correia,-oo de Medeiros rtopo
to, Francisco D. Cardoso Filho, sin\*>
l amo e i criada, Felippe Russo, A ttMo Rus-
so, Egidio Saina, Carlos Vital, 1115'^ b*a,
da, Micheli Pagkno, Joo Mossor Joo Mou-
ra, Manoel rieve Filho, Padre Joto E. da Silva
Castro, Dr. Elviro Fonseca, zalas L. uarte.
V
I MUTILADO |


ir
Diario de Rcritamlmc llnlnta-fHhra 1 d* ^ovcmbro de l*tJ
r
v
Americo Macado, Antonio Jos* da Coat Arau.(o,
Feliciana R. da Conceico.
= Sahidos pira o sul no vapor tmcbz Cor-
iouaa.
Maaoel F. Silva Jnior, Adolpho Cahu. Mana
A.. Lima, Abion Laite, Fnrfunat-> da Silva,
Manoel I. Ribciro, Joaquina B dos Santos, An-
tonio M. de Soma, Jos Joaquina de Sant'anna,
Eduardo M de Oliveira, Minervino Rodrigues,
Antonio Francisco da Silva, Francisco B. de
Oliveira.
Sahidos para o sul no vapor allemao
Curiba.
P. Wesl, Theotonio C. de Almeida, ua se-
nhora er 1 criada, Alvaro Campany, Francisco
Augusto Loureiro, Georpe Tasso, Carlos Miran-
da, Dr. Francisco Marcondes.
Cnegados da Europa no vapor inglez Danu-
be. .
George Wilnen, Joao Tate, ua senhora e 1
filha, Isle P. Gultiier, Joseph Hower e siia se-
nhora, Malaquias Goncalves, Howard C. Wrtf,
StewartDjwm, BarSo de Aratanha, Joao Al-
bino, Henry Thom. Alfredo Lopes Guimaraes e
sua aeohora, Jos Gomes Barbosa, Ba M. Me-
deiros, Franzi- Antonio D. Martina Jcnior, Edrnond Marbier,
Eduardo Dubaux, Albino da Silva Maia, Fran-
cisco L- A. Brillo e Ama A- Brillo, Manoe
P. Vinhas, Joaquim de S Pereira, Joaquim D.
da Costa,, David Bastos, Emile Bellien.
Sahidos parn o sul no meami vapor.
Anisio Carvalho, Dr. Joaquim de S. Lj&o
EenloMailioa.S. P. Williams
Sabidos pari suljnovapor nacional S. Fran-
cisco i-'. S Braga, Antonio- Laboca, Francisco
Candia, Antonio ti- Mendooca, Manoel M da
Silva e sur. senhora, Domingos Comoli, .os
Colombo.
ALEPLNO
A l.i vari t Escola do Povo, fez aqui-
sicao da iraporlante biblioiheca de um illustre
medico, daauil desUicamse as seguintes olfras
que ven Je por men.s dutaetade de seu valor
(obras quasi oovas).
H. Picard-Trak des maladies dea voies
urinaires, t vol. ene. (I89ii Sdooo.
DKspine el Picot-Maladies de l'en
fance, 1 vol. ene. -lo'ooo.
jamain et CTerrier -Manuel de petila
cbirurpie, i vol. nc. (385) 5uou.
A. Friedreicn -Maladies du Coeur, 1 vol.
nc. ionii.
.1. M. Chareot Maladies du foie et des
reins. vol. ene. -Juoo.
C ise-Dispepsies gastro-intestinales, 1
vol ee. 6 A. Andooard Nouveaux lmnnU de
pharmicie, i vol. ene. avec161 figures 6i$too.
F. Churehill Maladies des femmes Lora
l't.it de rossesse pend.nt la grossesse et aprs
laccoucliemetit, 1 vol. ene. avec 365 figures
MJIMKI.
Dunring-Maladies de la peau, i vol. ene.
avec 70 figures Sooo.
A. Charpenlier-Trai'. prat:que das ac-
couchemenls, i grossos vols. ene. deuxime edi-
tione (tt-90' avec 553 figures ISdooo.
\\. Wandt l'hysique maicale, 1 vol.
ene. ave396 fiaures 5>iioo.
E. Soubeiran Traite de pharmacie, 2
vols. enr. *J|ooo.
J. II. Bennott Lecons clioiques de m-
decii e. vols ene. jooo.
Dr. Faueon-Cimijue cbirurgicale, 1 vol.
(nc i-jooo, ,
B^iemeyer-Palhologie interne, 2 vola.enc.
5|$000. ,. ,
G. de Mussy Clinique medcale, 2 vols.
ene. ucStto-r.
Dr. Roussy et Winter Microbes ato
maines et maladies, 1 vol. ene. 3-iooo.
SI. Peter -Clmiqi" ra cale, 2 vols. ene
ti OCIO. ,
Briand et Chaud-Manuel de mde-
ciDe lgale, 2 vols. ene. dixieme edition *o.
" Debove et Achara -Manuel de me-de
cine, 2 grandes vols. ene. em chagrain (1893)
lHiooo. ,. .
Dr. Paul. Bloca. -Les troubles de la mar-
che dans les maladies nerveuses (Bbliotheque
medcale Chircot -ebove), 4 vol. ene. 3-
Dr. Ch. Luzet-La Chlorose (Biblicthe
que Chareot Debove), 1 vol. ene. 3 kDebove et RemoudLavage de l'ttfto-
mac (raeme Hiblioiheque). i vol. ene. 3ooo.
Dr. Eloy de Andrade Tratado da
pbthisica pulmonar, l sol. ene. "Jooo.
F. Dutroulan -Meladies d*a Europeens
dans les Paya cbauds, vol. ene. *ad>ooo.
Dr. A. SlalcotDelaspermatorrhe,
1 vol. ene. 3d>ooo.
A. Courty-Maladies de l'utrus des ovai-
res et des trompes. I grosso vol. ene. 18J.
E. Lantereaax-Traite d'auatomie pa-
thologiqoe, (so o vol. 4d!ooo).
QDr. Cari Schroder Manuel d accou-
e ements, i vol. ene. S'ooo.
Gaceta Medica da Baha-i vols.
1890 9 e di 8dlooo.
Dr. 4. Grasset-Cnsullations medicales
sur queques mala.lies frequentes, i vol. ene.
(1893) SeSSoo. ^___
Auvard, Brc-q, Chaput, Delpeu-
ch, Desnos, Ltibet Barbou, Trous
seau Guide >le tlierapeutique genrale et
speciale, (t893i 1 vol. eac. 6-iooo.
Heorv Thompson-lrait pralique des
maladies des voies u-inaireg et legons clini-
aues, 4 grosso vol. ene. lSdoco.
Toavenaint et Caubet-Memento de
tberapeuque obstetricale el gyncologiqne, I
vol. ene. (1892) 3oo.
Tem permanentemente na taboa da porta,
urna colleecio de voluines, romances, litteratu-
sociale, 1 vol. ene. -Sooo.
V. paulet Resume danatomis applurue,
vol. ene. e Jtdaoo. ....
G. Tardlea-Etude medico-legale sur la
folie, 1 vol. ene. avec quinze fac-simile d ecn-
ture'd'alins. ioood. ,.m-
Wiirtz Legons lmentaires de ctnmic
moderne, 1 vol. euc. *>5oo. m^,
Dr. Antonio de Faria-Apontamenlos
para o estulo de clnica medica, ucOes eitas,
i vol. ene. Slooo. ,, ,,
Pnard et Abelin -Gu le (le Taocou-
cheur et de a sage-femm vol. ene. avec 207
figuros ScSoon.
Littr,et Bean.jean-^.;tionoairc um-
versel, 1 vol. ene. 4ifooo.
P. Yoon -Traite de l'art de formular, 1 vol.
ene. 3ooii.
P. Guttuiann Traite du diagno?tic, I
vol ene. 4i>ooc.
foiDr. oomlagosi Freir Recueil des
ravaux chlmiques, l vol. ene. -*ooo.
Dr. C. Slhn Analyse les unnes avec 74
figuras, 1 vol. ene. 5dooo.
Dr. F. de Castro -O invento Abel P-
rente, 1 vol. en--. 4-Jooo.
H. FrltsehTraite clinique des opera-
tions obstetricales, avec 9 figures. vol. ene
1892) loooo.
Dr. Ch. Abiadlie Lerons de clinique
ophthalmologique, I vol. ene. 3<&5oo.
Dr. Ch. Atoadle-Trail des maladies
des yeux, avec 6i ttgures. 2 vols. enoi .1884)
A. Corre Traite des flvres des Pays
chauls, l vol. ene tirlooo.
G. Havem-'-o -.r.,i, ices du sang,
avec 43 figures, 1 vol. ene. 7Aooo
Esta importante obra recoiumenda-se a tods
que desejan sabsr o quanto custou a l'berdade
eViodependencia d^o povo brazileiro, at 15 de
Novembro de 1889.
L-VRAKIA ESCOLA DO POVO
DE
IOOZA PAZ C.
81 RA DO U4i"Ei Compra o vende Hvros novo e um1ob
ri^eiii i-publens
ErTACAO AO L..VRO DO SR. DR. AL-
FONSO Celso o imperador no
EXILIO
Pelo Di'. Felicio Buarqvt de Mactdo
"estimo dos captulos
CAPITULO 1
Cart a 3ra. D. Isabel de Orlaans.-Critica
eeral d'o imperador no exiUo.. Lonceitoa
a Gazeta a'a Tarde,.
CAPITULO II
Origens e tradiges republicanas.-Causas da
fun lagao da Repblica.Reformas realizadas
em pouco tempo.
CAPITULO III
Sinthese da historia dos partidos monarehi
eos. Formagao e desenvolvuneato do partido
republicano atravez uas reaeges opposlaa sua
marcha\ excursao do Conde d'Er as pro-
vincias do 'iorte. A eleigao de 31 d( \gos
de i889 -A armada e o exercito na;i. al.
ConclusOes.
CAPITULO IV
O povo e o exercito como os maiores coniri-
buiotes das aspiragdes nacionaes Circular do
Dr Sylvio Romero-A legenda imperial. -Ma-
nifest dos monarchistas do Para.0 sebastia-
nismo em accao.
CAPITULO V
As individualidaies e os factos histricos.
Origem da escravidao no Brazil e s&u desen-
volvimento. -Primeros tratados e leis relativas
aboligao do elemento servil at 1831.0 bi
Aberdeen e a lei de 4 de Setembro de 1850.
A le de i8 de Setembro e sua desvirtuaco
Accentuagao abolicionista de 1884-i885 0
ministerio Cotegine e a reaego escravista. -
Adecretagao d a le de 13 de Mato. Cootrover
sias-
CAPITULO VI
Dualismo entre o sule norte do Brazil fon-
siderages geraesA Inconfidencia Mineira e
Tiradenles perante a historia. Sua apoiheoso.
-lheophilo Ottoni e a estatua equestre.-Con-
frontagdes.
CAPITULO VU
A collecgao de escriotos no lbum offerecido
a D. Pedro.Estudo syothetico sobre o seu
carcter de homem particular e ue liomem pu-
blico. Conaiderages finaes.
Remette-se franco de porte a quem enviar
5*000
Francisco Soares Quintas
Editor
77-Rua 15 de Novembro77
MLSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
1 de Novemb o
1871 Primeira representagSo na Italia, no
theatro -Comunale da opera Lohengriu
de Wagner.
1879-Km Hamburgo, no theatro Stadt ,
vae a acea a opera erodJ Rubinstein.
i de Novembro
1854 -Km Florera no theatro Prgola
vae a scena a opera Gastn de Chanley de
Capecelatro. _
ZARZUELA HE3PANH0LA
Al o dia 10 de Novembro estrear no Santa
Isabel a companhia de Zarzuela Hespanhoia,
da qual director o Seuor Jos Bernal.
0 elenco n ~
Primeira tiple Faissa Julia e Soplua Cam-
ps.
Caracieristica, Bernal.
l'rimeiro tenor, Gonzlez.
Tenor cmico, Victori.
Barytono, Cntelli.
Basso, Amoros.
Director de orchestra, Dominici.
Massa choral, 15 figuras.
O reoertorio :
Aibillo de Hierro, Tempestad, Magia-
re, -Miria Jugar con Fuego, Diamar tes de
la Corona, Barbenllo de Lavapis, Masco-
ta,. Re que rabiou. Pislillon de la Rioja,
La Bruja, .Campanone, D. Juanita. e
muitas outras e a novissima Do de la AJrica-
na.
A CRITICA DE SARAH
Falando do estaco do theatro estrangeiro,
Sarn Bernhardt de opinio que, na America
do Norte e na Inglaterra ha bons actores; mas
que em Franga o nivel intellectual dos autores
e cmicos superior ao das-demais nages.
Em compeosagao, accrescenta que nos paizes
citados a mise en-.cene/ rail vezes melhor
comprehendida do que em Pars; nao no que
se refere a decoragoe*, mas no constante_cri-
dado com que se reprodujera os mais insigni-
ficantes detalhes scenicos, que dao a illuso da
realidade.
Irving, nao 3 um grande artista, mas tara
bera um director de scena de primeira ordem.
No seo theatro, os effeitos de luz sao apro-
piados hora do dia era que a aegao se desen-
volve : as folhas das arvores agitam-se ao im-
pulso do vento ouve-se o silvo longinquo da
locomotiva ; escotam-se os preges dos vende-
dores as ras e por ella transita gente que
nada tem de conmum cora a scena; ve :m-se
pessoas passar, saudando-se e conversando; e,
finalmente, admira-se urna porgao da minucias
queagradam, parque completara o quadro e
produzem essa illuso tao essencial obra ver-
dadeiramente artstica.
LES ROIS
Representou-se no theatro Renaissance em
Pars o drama Les Rois. de Snles Leinaitre,
o famoso critico litterano.
Pelas entralinhas do que os jornaes escre-
vem a proposito da pega, v-aa que na agr-
dou e conseguiuapenas ura 300003 destime.
Para aquelles dos nossos leitores que conhe-
cem o romance do qual o drama extrahido,
damos a distribnigao dos piincipaes papis pa-
pis da pega : 'Pr nceza Wilhelmina. barah
Bernhardt; Condessa Fridm,. Valdey; Prin-
cipe Hermano, Goitry ; Rei Chri3tian, Max ;
Principe Oilo, Dsval.
Acerca do deaempenho as folhas parisienses
dizem ler sido excellente e referindo-se ao de
Sarah, diz Henri de Fouquier.
O papel importante, sem duvida : nao e
porm nico na pega, nra completamente pre-
ponderante e foi acto de boa poltica para a
directora o naver-se contentado com elle. Da
resto Sarah representou-o superiornente. Urna
ligeira eommogo a principio diante deste pu-
blico de Paris, sempre desejado, estimado e
receiado, dissipou-se perante um caloroso aco-
Ihimento e o ultimo acto, em que Sarah tem
urna scena admiravel-a da conflssao acabou
triumphalmente para ella.
INDICACES OTIS
Ao oonamereio
A Companhia de Tecidos de Malha
avisa ao commercio que o deposito ge-
ral dos seus productos no armazem
dos Srs. Souza Nogueira & C, ra
Mrquez de Olinda n. 58 para onde
devem ser dirigidas todas as encom-
mendas.
Bedleos
Dr. Joaquim Loureiro medico partei-
ro, consultorio ra du Oabug o. 14,
renuencia na Casa orle n, 5, casa de
azulejo, defroot* da ifcreia da Campia.
Coronel firederico Chaves3omaso-
pahia Ra do Baro da Victoria o. 37.
1.' andar.
O Dr, Lobo Motcoso d consaltas em
sua casa ra da Gloria n. 39 das 10
horas da manh 1 da tarde. Achao-
do-se fra do servico publico offerece-se
para acudir a quaiquer chamado coto
dromptido para fora da cidade. Espe-
did iade, operaces, partos e raolestiasc
de senhoras e raninos.
Dr. S Pereira, ra da Imperalriz n
6, d consultas medico-ctrurgicas todos
m tas das 8 meio dia, menos nos
domingos e das santificados.
Dr. Peteira da. Suva chegado div
Paris ; com pratica uas clnicas ue Whe-
cker e Landolt, d consultas de I s 4
horas da tarde a ra do .aperador c.
63 primeiro andar.
Telepheoe n. 588. Kesideocia Ca-
tanga.
ODr. Simplicio Mavigmer tem o.
leu coqsultorio a ra Mrquez de Olinda
a. 27 primeiro andar.
EspecialidadesMolestias do appars-
Iho respiratorio, fabre e da palle.
Cousulta* das 9 as 11 na plt-TMcia
Minerva,:largo do Terco e tu seu too-.
M lorio das 12 s 3 da tarde.
ResidenciaRm do Hospicio o. 41
Chamados a qualquer hora e pores
Tipio.
Telwnhone o .5teS.
O Dr, Berardo medico e oculista do
hospital Pedro 2.* tem consultorio 4 ra
do Bom Jess n- 9. 1." andar Rtvtdene
cia na Real da Torre a. 29. telephou
n.366
Dr. Ar/iaro Wanierley, Mu lou o
consultorio para a ra Duque de Caxias
o. 74 l. anua r, onde d consultas de
11 horas, da maah l hora da tarde,
Residencia1 Rta ireila n- 41
Alagados.'
r. Pedro Poatual, ex-chefe de ch-
aira do profess^r Weckor. de volta dt
sua viagem a Europa, tem seu consulto-
rio ra Nova n. 18. pr.meiro atidar.
'jonsullas de 1 s 4 da larde.
l'elephone n. 539.
Orogarian
Braga If Mxchado. Agencia de to
Jas as especialidades pharmaceuticas,
tiulas, drogas, productos chimicos eou
tros medicamentos boeopathicos, ru Larca do Rosario n. 34.
baria Sorinho & C, droguistas poi
tcacado. ra do Mrquez de Olinda n 14
(hmar&es Braga & 6'. Deposit-
1 Drogas e productos chimicos, espe
ciaitdes Pharmaceuticas, medicamen
tos lu, eopaticos e tintas, leos, pill-
eis etc, ele. Ra do Mrquez de Olin-
da n. !')U.
Oi*allsta
Dr. Brrelo Sampaio, occusta, d
MMMn de 1 s 4 horas no primeiro
odar da rna do Baro da Vicbria o.
51.
Residencia a ra Selb de Setembro n.
3 entrada nela ru** la Saudade u. 5t
pyitumeoy \ pebido
Istmio de Sergipe
NAtplO E AOS PODERES PUBLTCOS
A phase de torpeza publica que Ser-
gipe atravessa obriga-me a trazer ao
conhecimento da Na?o e dos Poderes
Pblicos os actos de violencias pratica-
dos pela forc;a federal, com o fim de
eleger ponta de bayonetas o Sr. coro-
nel Manoel Presciliano de Oliveira Val-
lado para o cargo de Presidente do
Estado e a referir as providencias por
mim tomadas, no intuito de salvaguar-
dar a autonoma do Estado tao violen-
tamente ameagada.
Logo que d'aqui parti o primeiro
contingente de F^Cas di 33./batalho
de infantaria para o interior do Estado,
telegraphei ao Exm. Sr. Marechal Vice-
presidente da Repblica, protestando
contra o deslocamento de forca federal
com o fim de intervir no pleito eleito-
ral que se ia travar, por ser um atten-
tado s Constituices Federal e Esta-
doal e lei eleitoral em vigor.
Parece que o meu telegramma nao
teve a honra de chegar s mos de S.
Exc, pois continuou o deslocamento
de forca para diversos collegios eleito-
raes sob pretexto illegal de fiscalisar
eleicoes e evitar a fraude.
Apezar de estarem todos estes factos
no dominio publico, o Sr. coronel Car-
los Olympio Ferraz affirmou ao Sr.
Ministro da Guerra que a forca federal
tinha-se movido para capturar deserto-
res, como se pode verificar do seguinte
telegramma publicado no O Paiz :
Acabo de saber que O Paiz publi-
cou um telegramma da Follta de Serg-
pe, declarando que a forca federal, es-
palhada pelo interior do Estado, pro-
tega a candidatura do coronel Valla-
dlo.
Facto algum justifica tal aecusa-
cao. Como vos disse, fiz seguir
forca em diligencia para os pontos in-
festados por desertores que alarmara, e
aterrorisam a populacao laboriosa, con-
forme reclamacao ditos pontos e publi-
caco nos jornaes. A forca nada
tem que ver com a polica do Estado.
Est firme no posto determinado
pela le.
Com certeza o Sr. coronel Ferraz nao
julgou que o Sr. Ministro da Guerra
mandasse publicar essas inverdades.
N possivel que S. S., com a res-
ponsabildade de seu nome e do cargo
que exerce, venha confirmar o conteu-
do do seu telegramma.
De onde e quando recebeu S. S. re-
clamacao de estar a ordem publica al-
terada no interior do Estado i
Quaes os jornaes que publicaram taes
noticias, a nao ser a Gazeta de Sergipe
que o fez em harmona com S. S. para
justificar o deslocamento de forca?
E quando mesmo houvesse pertur-
bares no Estado, tem S. S. compe-
tencia, dentro da lei, para deslocar for-
Ca com o fim de manter a ordem ?
Pois S. S. nao sabe que neste caso,
em vista do art. 6. da Constituico
Federal, a forga s se move requisi-
c5o do Presidente do Estado ?
Finalmente, qual o desertor captura-
do pela forga federal, derramada pelos
diversos collegios eleitoraes ?
Se S. S. quizesse com sinceridade
prestar urna nformaco digna diria :
* O Estado de Sergipe achava-se em
perfeita paz e sua populacao laboriosa
gosava da calma habitual.
A forca federal foi espalhada pelo
interior do Estado e com ella o terror
no seio de tua pacfica populafo.
Foi, portanto, a forca quem plan-
tou a desordem, fazendo prises, amea-
cando com recrutamento, deportaces
e ontras arbitrariedades iguaes aos elei-
tores que insistissem era suffragar o
nome db Dr. Jos Luiz Coelho e Cam-
pos.
Foi a propria forca quem plantou a
fraude, toreando mezas eleitoraes a is-
signarem actas falsas favoraves ao Sr.
coronel Valladlo, organisando mezas
llegaos em substituico s eleitas que,
em vista da lei, presidem todas as elei-
ces que se verificaxem no Estado, por
espaco de dous annos, e obrigando o
eletorado realisaco de eleicoes clan-
destinas, fra do tempo e local deter-
minados por lei.
Em resumo, foi ainda a forca quem
transformou a elecao de Presidente e
Vice-Presidente em urna farca indecen-
te e ridicula, digna dos. tempos remo-
tos, quando se resolviam todas as qttes-
tes sociaes por meio do ccete e bs-ca-
marte.
Assm devia ter sido a nformaco
prestada ao Sr. Ministro da Guerra., se
o Sr. coronel Ferraz quizesse ser vio-
lento, porm sincero.
^*As informacoes officaes (docs. OS. I
a 16) que recebi de diversos munici-
pios*, alarmados pela forca federal, pro-
vam cabalmente o que acabo de afir-
mar.
Nao ficaram ahi as scenas de vanda-
lismo praticadas pelos partidarios im-
provisados do Sr. coronel Vallado.
As violencias iniciadas por occasio
do pleito de 30 de Julho tinham de
continuar, segundo planos previamente
concebidos, desde, que tivesse de func-
cionar a Assembla Legislativa do Es-
tado.
E de facto, no dia de sua primeira
sesso preparatoria apresentaram-se os
candidatos diplomados, sem contesta-
co, no palacete da Assembla, afini de
tomar assento e dar comeco aos traba-
lhos, j encontrando o recinto do edifi-
cio invadido por individuos que, perdi-
da totalmente a nocao de dignidacle e
respeito lei, aceitaram a nomeaco de
representantes do povo feita pelo Sr.
coronel Ferraz.
S. S., para garantir as suas creatvras,
all se achava paisana, sellando com o
prestigio material da forca de que dis-
poe, este attentado selvagem s nossas
instituicoes e moral publica.
Debalde reclamaram os candidatos
diplomados os lugares que lhes compe-
tiam.
Suas reclamaces eram abafadas pe-
los gritos dos invasores que, esquecen-
do os sagrados deveres sociaes e, ainda
mais, menospresando suas proprias re-
putaces, atiravam-lhes epithetos di-
gnos smente de representante? de
urna sociedade de costumes corrompi-
dos.
Violentados em S3us direitos e nao
dispondo dos recursos necessarios para
enxotarem os assaltantes, pois qualquer
providencia a tomar seria nullificada
pela forga federal, resolveram protes-
tar contra o acto vandlico ensceado
pelos violadores da lei e pedir-me? nos
termos do art. 6. 3.0 da Constituico
estadoal, designaco de lugar, onde po-
dessem funecionar livremente, como
consta do officio annexo, doc. n. 17.
A intervenco da forca manifestar-
se-hia fatalmente, visto como o Sr. co-
ronel Ferraz apregoava com muita an-
tecedencia que os verdadeiros deputa-
dos seriam aquelles que primeiro oceu-
passem os lugares por elle designidos.
Nao dispondo de forca suficiente para,
em tal emergencia fazer respeitar a
lei, pois o corpo de polica se aciava
completamente dizimado pelo 33 bata-
lhao de infantaria, resolv designar a
villa do Rosario para a reunio da As-
sembla at que cessasse a intervenco
da forca federal nos negocios da nossa
exclusiva competencia.
Isto realizado, ser-me-ha ento fcil
suftocar a anarchia que certos ambicio-
sos vulgares preendem plantar no Es-
tado, levados por baixo sentimento de
vinganca e interesse individual.
Em virtude de minba designaco,
nstallourse no dia 7 de Setembro, na
villa do Rosario, a Assembla Legisla-
tiva, com a leitura da minha mensagem,
como determina o art. 33 n. 4 da nossa
Constituico.
Este facto desorientou os partidaris-
tas do Sr. coronel Vallado, pois fica-
ram plenamente convencidos de que nao
me prestara a legalisar suas delibera-
Ces indecentes e que, ao contrario, es-
tara sempre prompto a reagir moral-
mente contra tudo que se oppuzesse ao
rigoroso cumprimento de nossas leis e
authonomia do Estado.
Era necessaro, portando, aftastarem-
me do poder e substituirem-me por um
instrumento que se prestasse cgamen-
te fiel execuco de seus planos inde-
corosos.
Reunidos em conselho, deliberiram
denunciar-me perante a Assembla fier-
ras, afim de que esta, tomando conhe-
cimento da denuncia apresentada, me
suspendesse do exercicio do cargo de
presidente do Estado-
Desta incumbencia indigna encarre-
gou-se o bacharel Joo Alves de Gou-
va Lima, candidato a um lugar d. ma-
gistratura na futura organisacao por
elles projectada.
Este plano, depois de iniciado, foi
abandonado, nao sei a que attribuir.
Nova reunio foi convocada e desta
vez delbraram considerar acephilo o
governo, dirigir-se Assembla Ftrraz
e convidar o seu presidente, Dr. Joo
Vieira Leite, a assumr a administrado
do Estado.
E' preciso notar que, para a efficaz
realisaco das infamias projectadas, o
Sr. inspector da Alfandega, de harmo-
na, com o Sr. coronel Ferraz, postou,
como sentinella avancada, um escaler
de sua repartico, no rio Cotinguiba,
correspondendo mais ou menos f5z do
rio do Sal.
Esse escaler, tripolado por marnhei-
ros da Alfandega e guarnecido por pra-
cas do 33o batalho de infantaria, ar-
madas e municiadas, levava orden' ter-
minantes de chamar falla todas as em-
barcaces que por all passassem e de
revistar todos os passageiros, como
aconteceu com o negociante desta pra-
ca, Manoel Jos Ferreira.
r-sse posto de guarda tinha por fim
evitar que me fossem communicados em
tempo os seus planos anarchicos, de
modo que eu nao pudesse evital-os com
a minha presenca.
Ainda mais, sabendo-se que eu tinha
pedido por telegramma ao,cd*lao Te-
rencio Sampaio, inspector do Thesouro,
aposentado, o escaler para me trans-
portar Capital, nao obstante ter o
mesmo cidado guardado toda a reser-
va do centeudo do meu telegramma,
obstram a sahida do referido escaler,
com ordem de priso ao patro e remei-
ros, a qual, pouco depois, foi cassada.
Encarregou-se de to nobre misso, de
ordem do Sr coronel Ferraz, o meu par-
ticular e confidencial amigo, camarada
e collega por quem sempre tive a maor
dedicaco, o homem em quem deposita-
va inteira confianca, o capito Dr. Jos
Joaquim Pereira Lobo !
Dos apparatos para a representaco
dessa ridicula comedia, a minha depo-
sico, encarregou-se o Sr. Dr. Sylvio
Romero, carcter politico.de/rMttfsnz
Como j espera va, nenhuma provi-
dencia foi dada, nao obstante as repe-
tidas reclamaces queche fiz, somonte
com o fim de S. Ex. futuramente nao
se chamar ignorancia do* factos.
O silencio do Exm. Sr. MarfechaHio
me sorprendeu.
O Sr. Coronel Vallado necessitava
conservar na administraco do Estado
o Sr. Dr. Joo Vieira, para saciar o seu
espirito de vinganca e afastar as diffi-
culdades futuras,. e dahi a cegueira e
surdez do Exm. Sr. Marechal, sempre
que se trata de negocios de Sergipe.
Que vale diante de S. Ex. o dever'-que
a Constituico Federal lhe impe de
sustentar a federacao, quando cima
dessa disposico constitucional est a
vaidade de seu valido ?
Que importa a S. Ex. a manifestaco
de desagrado da Naco, representada
#gua, o qual, procurando illudir a boaipelo Poder Legislativo contra as arbi-
f da populacao, convocou um meeting
para este fim, pretextando dirigir algu-
mas palavras de despedida ao seus pa-
tricios.o
Foi^assim que no da 11 de Setembro,
s 11 horas do dia, reuniram-se cerca
de cento e cncoenta pessoas, inclusive
empregados da Alfandega dirigidos pelo
respectivo inspector, empregados do
Correio e Telegrapho, officaes e infe-
riores do 33o batalho de infantaria, para
ouvir a palavra autorisada do illustre
Sergipano.
Com espanto dos ouvntes, que igno-
ravam c*. desenlace da comedia, foram
as palavras de despedida substituidas
por um acervo de aecusacoes torpes ati
radas sobre a minha pessoa, s compa-
tveis com o meio poltico em que S. S.
se acha envolvido.
Ao terminar, este ambicioso vulgar
convidou os espectadores a acompanha-
rem-n'o ao palacete da Assembla, sen-
do ntroduzidos no recinto do edificio,
onde j se achavam reunidos os pseudos
deputados.
Teve ento o Dr. Sylvio Romero nova
occasio de vomitar sobre minha indi-
vidualidade outras tantas aecusacoes
infames, adaptaveis ao seu carcter de
poltico aventureiro, secundando-o meu
collega e amigo dedicado e com quem
sempre viv na maior intimidade, o Sr.
capito Dr. Manoel Xavier de Oliveira.
Este senhor, do alto da tribuna, de-
clarou que o presidente do Estado de-
via ser alijado da administraco, do
mesmo modo que se alija a carga de um
navio que se julga perdido !
O procedimento do Dr. Xavier expli-
ca-se satisfactoriamente pelo ardente
desejo que S S. tem de figurar como
potencia poltica do seu Estado, ainda
mesmo sacrificande traicoeiramente os
sagrados lacos de amisade e confianca
e ligando-se a elementos polticos in-
compatives com suas theorias e com a
sua propria dignidade.
Mas S. S. que, movido pela ambico,
commetteu a baixeza de servir de ins-
trumento ao saciamento das paxoes de
seus adversarios de hontem, ter como
recompensa o despreso dos homens de
bem e o abandono dos seus alliados.
Como j estava determinado, o Sr.
Dr. Joo Vieira, sem a menor hesitaco,
aceitou o convite que lhe fra dirigido
e, assaltando o palacio, acompanhado
de um pequeo grupo, considerou-se
de facto na administraco do Estado,
revelando assim, em to poucos annos
de vida, que. no caminho das torpezas
polticas, ninguem lhe tomara a dian-
teira.
A's quatro horas da tarde do mesmo
da regressara eu a esta Capital, j en-
contrando todos os factos consumma-
dos.
Convidei immediatamente ao com-
mandante do Corpo Policial, tenente-
coronel Vicente Lopes de Medeiros Cha-
ves, a vir ter commigo, afim de orde-
nar-lhe o enxotamento dos especulado-
res que assaltram o poder.
S. S. nao se fez esperar.
Iriterpellando-o sobre os aconteci-
mentos, com sorpresa soube nao ter
havido a menor resistencia por occasio
do assalto ao palacio e que toda a forca
estadoal estava aluciada e aterrorisada
com as ameacas do Sr.' coronel Ferraz,
tendo por este motivo passado o com-
mando do corpo a quem de direito.
S neste momento reconheci ter si-
do victima de urna traico por parte de
certos individuos que se manifestvo
meus amigos e de quem sempre recib
os mais inequvocos protestos de apoio
moral e material.
Nao contando com os recursos ne-
cessarios para fazer respeitar a lei, me
dirig para a villa do Rosario, onde
funecionava a Assembla legitima, e
resolv levar todos os factos ao conhe-
cimento dos ^Presidentes do Senado e
da Cmara, do Exm. Sr. Marechal
Vice-Presidente da Repblica e do
commandantedo distrseto, general In-
nocencio Galvo de Queiroz, requisi-
tando dos dous ltimos, de acord com
o art. 6* da Constituico Federal, forca
para restabelecer a ordem e manter o
principio da autoridade.
Em resposta, recebi do Ilustre com-
mandante do dstricto o telegramma
(doc. n. 18) que atiro aprecaco do
publicb, afim de que este ajuize da opi-
nio do notavel jurisconsulto nomeado
ltimamente Ministro do Supremo Tri-
bunal Federal.
Poucos dias depois, recebi tambem
de ordem do Exm. Sr. Vice-Presidente
da Repblica, um telegramma do Sr.
Ministro do Interior (doc. n. 19), no
qual me declarava j ter expedido or-
a. 4- .-. JiHnp m 1 111 n ni-' 1 p < n
trariedades aqui praticadas, quando o
seu chefe de polica precisava vingar-
se do Presidente que tinha commetti-
do o crime de|querer sustentaba autono-
ma do Estado e defender a liberdade
do eleitorado ?
O Exm. Sr.i Marechal Vice-Presiden-
te da Repblica, que ltimamente tem
governado este Paiz dirigido simples-
mente pelos impulsos de seus senti-
mentos, sem querer submette-los aos
dictames da lei, afastar-se-hia do seu
caminho se em taes condices viesse
amparar o Estado de Sergipe, subjuga-
do pela forra federal, por se recusar a
aceitar a candidatura do Sr* Coronel
Vallado.
(Contimia).
dens s autoridades militares aqui es-
tacionadas, no sentido de me auxilia-
ren, na manutenco da ordem publica
alterada.
Em vista disto, voltei inmediatamen-
te Capital, de onde dirig um officio
ao Sr. coronel Ferraz, requisitando o
auxilio de que necessitava. juntando
copia do referido telegramma.
Em resposta, obtive de S. S. um
officio (doc. n. 20 no qual expende the-
orias anlogas s do notavel juriscon-
sulto comafcandante do dstricto.
Do seu contedo dei logo scencia,
por-telegramma, ao-Exm, Sr. Vice-Pre-
*sidente da Repblica.
O kerosene mareado
A desoriontaco do Commercio He
Pernambuco mereco o exterminio
occasionado pelo bom senco, para as-
sim repellir urna serie do assevera-
coes, smento concebiveis nosespi-
ritos odientos e dessecado pelo ran-
cor ; tanto mais, quando certo, que
as instituirles republicanas, vao sen-
do falseadas pela chusma de editoriaes
sem nexo, sem principios o sem bases,
com que o illustre redactor cliefe defende
e mimosea o rgimen governamental.
A Repblica carece do senco pra-
tico para idelisaco do sou rgimen,
e nunca do servelismo torpe para
aulecismo dos seus principios, con-
sentaneos com aquello e detestaveis
com as bajulac5es indignas; porque
destas nascem, o despotismo, as,tros-
cidades, as violencias e a quebraUne-
vitavel da democracia, consagrada
na sua forma de governo.
O partidarismo vem da arbitrarie-
dadeda imprenca, ella nj restringi-se
ao circulo tragado pelo justo erasoa-
vel, vai alm; ultrapassa seus limites
em defesa da posiges pessoaes, affir-
ma osensinamentos errneos, explora
a baixa politicagem e especula com a
vontade do povo em proveto exclu-
sivo das posicoes officaes, para os
dolos do partidarismo sem nome e
gloria das instituices anarchicas ;
fomentando assim a tirannia para o
povo, alheio completamente as pai-
xoes partidarias, digno do acatamen-
to dos seus concidados e incapaz de
ir de encontr as autoridados consti-
tuidas.
No reginvm da lei, os comicios
eleitores nao influem ; elles em sua
totalidade nao exprimem a vontade
do povo, sSo caractersticos das ar-
regimentac5es dos partidos,- e entre
nos podemos afirmar, sem medo do
errar, que vem do apegamento aos
empregos remunerados, por um lado
por outro da grande quantidade de
eleitores imaginarios e nao existen-
tes, do inctifferentismo nos negocios
pblicos do Estado.
Se O illustre redactor chefe, interes-
sado, como se diz ser, pelos pblicos
negocios, ostudasse a parte iinancei-
ra dos diversos estados da Unio,
cortamente nao demonstrara perfeita
ignorancia de semelhante estudo,
quando o disseque ao passo que Minas
e outros Estados floresccm, Pernambuco
vive sob o jugo de urna divida enorme Q
por isso vamos claramente contes-
tar-lhe affirmando que elabora em
erro, ou avanca urna propesic&o com
intuito efozerfigura.
Ora, assim foi, pois o illustre re-
doctor cliefe desconhece os orcamentos
de receita e despeza, e vai fallar em
Estado individado e fbrscente; quando
certo que Pernambuco, nao o mais
individado, e se nao to florescente
quanto alguns outros por corto por
ser o que menos impostos cobra.
O homem da marca nao sabe que a
Bahia comporta urna divida externa
enorme, que com o cambio actual
onera sobre modo o seu florescente
estado inanceiro ; que S. Paulo e
Minas, tem de divida consolidada
grande somma, u -cobra m 11 e 12'/. so-
bre a exportaco do Caf, tendo alm
disso o imposto de transito, equiva-
lente ao imposto de gyro que nos ti-
raram como inconstitucional; e que
o Espirito Santo, cobra 17 "/ sobre
a exportaco do Gaf, tendo outros
impostros que elevaram sua receita a
9.0000.000S, ao ao passo que o pobre
Pernambuco tem a mnima receita
oreada de 3.600.000S000 ?
Nao sabe ainda o illustre professor
de direito, que o chefe do poder exe-
cutivo nao pode amortisar dividas
consolidadas, sem previa autorsa-
Qo do poder legislativo ?
Nao sabe tambem que sendo a di-
vida consolidada de nove mil e tan-
tos contos, o pequeo saldo de mil
contos nao d para rasgatal-o ; e se
isso se pretendesse fazer estabelece-
ria preferencias, ou euto forcaria o
Estado a contigenoias enormes, visto
como, se apresentaria todos os pos-
suidores de apolices exigindo a sua
importancia t
Ignora por ventura que o Coi
so na dous annos nao funoc
tendo-se annullado por sua esponta-
nea vontade ? 1
Dando, curso a sua infiamavel coli
ra, aecusou o illustre chefe ao Congre;
so Nacional com a filaucia dos nsen-
sos, architectando vislumbres e
1
I






fl
Diario de Pernambaco Quinta-reir 1 de Novembro de 1894
II
Si
i

I


I
Iraaestidade, para atirar a pocha aos
^ardadeiros representantes da na-
ci.; quealis nao podom, aem devem
aaarecer tamanha honorabilidade,
porque supportar a censura do \Com-
mtr,iA de Pernambuco \b urna non-
es invejavel, e tanto assim que
busco ser marcado, para entao dar-
1 he a contra-marta do novilho de...
Pechincha.
urieury, 1i8 de Setembr. de
18*4
Que traoaformafSo t vs tu ?
Qaando aqui, os amigos do governo, satisfei-
e coiiTicios de ter sido aniquilaaa a malfa-
dada revolla, iniciada em 6 de Setembro do an-
passado, contra o governo do inclyto Mare
cfcit Floriano Pelsoto, pelo que twiao agora de
Mr de todas as garantas, somos n'esta mo-
aasato sorprehendidos por urna demonstrado
i tetramente contraria, a vista do que de se
-sopor. queGumercindo, lendo resuscitado cora
iados os seus cumplices, e reunindo-?e aos de-
axis hefs revoltosos, obtivero triumpho, do
aaere.ultou a transformagao, que |com gran-
ado pasmo, estamos vendo.
Um grupo de revoltosos capitaneados pelo
afeito d'este muncipio, o qual sempre nutri
asmis l'agueiras esperanzas pela restauracao
da Mooarcbia, cuja doutrina apregoava aos seus
ais imbecies municipes, transita u'est ido-
aeoto as ras d'esta villa, dundo calorosos vi-
vas aos principaes cabecas da revolta e gritos
te morras ao gover 10 legal, afrontando assim as
.taridades constituidas, que boqoa-bertas, fa-
a a este rspeilo mil conjeeturas.
Ser, acaso real, i triumpho aqu tao aloneja-
d* tu estes erradios ciganos e peregrinos po-
1 ticos que na excarsao de suas aventuras indio
er eira de adheses consultando a astroljgia
aaltica. para se dednirem, como o tizerara ad-
aanndo a revolta, qaanao esta pareca trium-
paar?
Se. assim for, resignados esoeraraos a punicao
da crime, que para elles commettemos. laani-
estaado-nos desde o comeco da referida re-
mita, solidarios com o governo legal, adhesao
ae foi francamente declarada pelo nosso pres-
ta** chefe, o cidadao Honorato Maruno
#alco. em otflcio que como ojuix de direito
aterino, dirigi ao governo do Estado e que
-m *cha publicado no Diario de Pernambuco.
Se porm e falso este triumpho, o grande e
^transigente Partid j Republicano Federal o'es-
auraicipio, decididamente solidario com c
protesto solemne, contra as ameacas de to au-
dacjoeos revoltosos, cujo cosame festejar
rata fenmilnacao do sol quando se levanta radi-
Mto, e apedrejal-o no seu occaso.
Aaiiardamos as pravas,
Uin Republicano Federal.
------------ a----------------
Ratazanas e..
Oe leore8 eoctiaai o claro das reticencias
aseo joigarjm ace tado.
Sao se trata de diobeiros pblicos, porqoe
MU para o moho f-ucU ra-a boje; bSj se
rata de diobeiros part alares, porqoe CoDtian
2*. oao seimpe, *. aiqoire ; trata-.e pul* d
j A le, pal le, em nome da lei, em respei-
a 4el, clamao eliei, coaio re a lei ds boje
5 aaee mff-rente da de non*m.
O jan dellea da 7.* duiricip, ate bootem re
aaaftecia como aotoridde legal lodosos snb
Magidoi e delegados de polica, lauto asaim,
!fHu *m ve de e.-denaoca, faxia-e acomoa-
aSMr eempre de seo ioepra*ti Cordeiro, ao-
atlnciln Ingal para l aos os fff-i;o<; b>je tim-
urna injusiica re-
bra tm nao recon&ecer mais, em Cordel-em trepar em gangorras, foi
rinno. oem omro quslqu-r. Ora, eo con-ordo, voltaote e clamorosa.
com D-ojosrlto n dleo : Bota gente do ninbo Que figura fez a creanca I
anda as talas I Mas D rntor. poque nao Ine A. Provincia a sua leadr de trabalbo ; al i
CGltaCIQ
Fea Caaaaarclal de Heraaia-
me*
^oancoBs orncuas o-, jonta dos coaaiToass
t>raf* do Reafe, t de Ouubrt de :894.
tmt>io soO-e Lmares a bO J| a tt 3| a por
64WKI do Banco.
O presidente
Alio- Piolo de L*mos.
O secreta ro
aatonio baanarao Rsngoe*.
Cambio
Pr*c dJ R-Cife
isa'.res a 90 das, el -v^ado-a depois cem as no-
toan do Biu pa'a t( 3|4, cil';re ;enio o Loauoo
Sank saccar a 41 43,16.
O aereado fechon eua posijo firme.
tris psrtlcolares foram oegociadas a ti
tXti para a a 1" mala e a i i 7|8 para faturas
tatas.
CotacSe de genere
Para o agricultor
Astucar
JW
Cratalisado porlolt los MI10 a *
raaeo, ideo, dem. 8W a 6*800
flamoos, dem, dem 4*000 a |i00
Jbacavado, dem, ida i>. 3*000 a 3*100
Orate seceos idera dem 2**00 a 2*100
tato melado, dem, dem. l*7UO a S*3U0
4Jbaame, dem, tdem t*300 a 1*600
Algodo
XI c coas too aegoc o.
mieeol
Car pipa de 480 litros 263* venda.
Afirdea(e
?r.alpa de 480 litros 140* venda.
flmiror
Sanos salgados na oase de 11 kilos 660 res
rao.
Verdes a 400 res, nominal -
Carnauba
Cata-ae a 10*Jpor 15 Msh.
Mel
TABELLA DAS ENTRAOAS DS AS-
SCAR K ALOODAO
Mez de Outubro
(tanacas ....
taaarcs ....
tmimtQB ....
*itraa.i de Perro Central.
dea de S. Francisca.
deis do Llmoeiro.
Das
30
31
30
33'
M
ti:
Aroma
a.isa-
car
Saceos
48334
119
1128
43051
96901
188406
AigO
dao
Saccas
180)
2563
782
877
a
6518
13245
tf&portae
Hecife, 31 d Oatabro de 1894
rara o exterior
51o vipor/iogies Maria<>r>, para Liverpool,
:,^r8!tra, : ,
. eesea, 5,100 kilos de trapos e 8.000 ditos
Jajwidnos de algodao.
jr- Lemj & C. 50 qoiatae? da po B-aril.
No vapor ingles Mary Anniag, para New-
Trk, carreearam :
fotu C 310 saceos com 22,630 tifos de
ir mastivado.
tara o interlo-
'. lo vapor francs; tVUie do Bosaric, par
jatoii, carregaram :
J. Bal aj a C, 150 saceos coro 9.000 k'los de
sacar braoco, 10 piras e 50 birria com 9,164
daj de agurdenle.
OMpanbia de Estiva, 150 ia:cos com 15 000
jlat de a socar brao ;o.
Para Rio de Janeiro, ca-regaam :
fl. liarle k Q.. 300 saccas con SI,930 kilos d*.
atedio.
agrada lei ue boje, aealo a mesmissims de
boilem ?
Simplesmente porque oio sao espaocadoi pe-
loa hran, citsdats pacifi'os e bem cooceltui-
dos, como icooteeeo na niese ao cidadao br.i-
sileiro Bstaraludo, Maooel Braca r*-siaeale e
estabelecldo com moloados no Cibo.', desde a
iifancia sem coota- all desafelos. Hcaodo im-
pone o rea aggr'ssor, que Ibe era dsvedu* ue
certa qaaotia de geoeros qae Ibe fnrneceu o
aggredtdo matando Ibe lalvrs a fome? Ji qoe
esta nti fa!U tioto e le), precisamos diier
iodo ao pablico. Teve o cliaao Maioei Bn a
a insenaidade de sappor qae encontrara jos
tica ao jun de sea districto e para a ctsa do
m^sno dir g'O-se. anda todo esbord >ado e fe
rido. narron-lne o acootectdo; este jala aman-
te da le, ''eblcoo em regra a victima, dls-n
di-lbe: 0 senOor que- soldados para Ir pre i-
der o bomem ? Diua-me oo te esta elle para
mandar prendel-j etc.
A lodo sio respoidea a vlctimi :
Aeradeco os sol lados e lo o o quj me offere
es V a. pon eo naosoa aatjridade, venba aqa
procarir jaitifia para o qoe acaoo de seff-er.
Bem, di.-s-.- o ju i, >oo ver ae se i>0J preoder o
homem, annarecs c amaobi (para debica -i de
novo.) aff-ctivoment" voltoa de novo a victi-
ma a casa ao jais qae eslava em festa oeste da,
ipparecer.in a victima, o esenvo do jais, Sr.
Usajes Bastos e o Sr. I iRbiqoe. Oiam elles:
O I u io qoereot-a- ? jl sabemos a qoe em
oas a :namoi qoe perde sea ttmoo. porqm s-
nao der qa*iza o juis uad. pjUc a fier, como
ebe. boje qoem lem e qu-m perde, em ioh>
caso pote eotrir, aijs achioios que boje diffi
c.i fallar com o jais.
A vicu ji-t renraa-8e e foi esperar na estagao
qoe tic defro ds da casa do Jan e ah eome^oo
i ser alvo dos motejos daqoelles dois eotes -i--
rudos e iraasio^as polticos de tudjs os cirac-
;eres.
Pal eoiio qae conoeceo a victima nao ai bar all
abrigo oa le, por s-<- adversan poltico ao juu
Ora. diKa-oos os b>aeos eios. ooja qoe a le
e orna reilflade, ooje que o ctdadfto booesto c
lacidco respeiudo acatado, boje qae se ex-
parga o elemeato p-micioso Drmcipalmeate oe
Iregaexu do Poco, boje qae .um jai* n*o tolo
profger Sfos briS ainu-os, 0o|e esta lei u-
agrada porque paoe e seos eff nos est odem e
ate j nes polticos a desob-dient'S, SO no esta
pr*us a exoerimeotal-os o iciz de CabroD.
31-10-94.
Od rpoillcanO.
Trocando
A mania de fazer figura continua a ser a mo-
lestia caracterstica de cortos sujeito. que pro-
cralo, sempre qualquer ensejo, occasiao aza-
da, em que pos-ain por na ra a ponta do na-
riz e mostrar as vestes amarelas, com que se
ornamentam arreganbando os denles para pro-
vocaren] os apolausoa do publico.
O bobo juiz do 7 distncto do Sr. Campello,
que nao perde vaza, para dettar gosmado, mal
alinhavado e frouxo, despeitado por nao ter si-
do nomeadj commandantt, em ciiefe, da esqua-
orillia creada pela mente dos redactores da
Provincia e da Gazeti, approveitou a opportu-
nidade,e proposito da ouestao Pellico, mon-
tou em cima da vida alheia do Venancio urna
arenga, em que o leitor, mathematicamente,
ficara abysmado de ver como se abosa do pro-
nome en.
g^O menino Arthur teve toda raz5o. Tratar-sa
da crea^ao de urna esquadnlha, nomear-se com
mandante, que deve ser, em todo caso, pessoa
de babilitaco e ficar esqueci lo o Arthur, o
interestantt menino, bem educado, desde a len-
ri infancia, as geringoncas nuticas, versado
No blate Oeos te Goie, p C-rrt, a-am :
F. h j i runjs & C, 4 barricas com 16 kilos
ds a so.ar or?oco e9 ditas com 400 uitos d-
ano refinado.
A. Meles, 40 canas com920 Uhs de sabao
Compaobla <1e Sativa, 40 cxas com 2(0 kilos
de sabio, 6 barr com 270 litros de vinagre, 25
calas od 200 ditos de geneora e 7 liani;as
com 480 kilos de assocar reunido.
No oale Deoa (e Guarde*, pan Camossim,
carre aram :
G Carreta a C. 6 brrlcas enm 644 kilos de
assocar brancoe 77 ditas con 4,752 unos de dito'
refJoado.
8. Campello, 20 calzas com 469 kilos de
sabio.
Cimpaobia de Estiva, 20caixas com 160 li.ros
de geneora o 5 ditas com 45 ditos de cid-a.
Par Cearj, <;arregoa :
J Cardoso. 20 calas com 480 litros de cer-
vejs.
No blale Aurora, para Natal, carrega-
ram :
C Pinto a J.. 1 barril com 90 litro- de al
cool, 4 caixas com 48 dos de cogoac, 10 ditas
e 10 oarris com 530 ditos de viaoo de '.-actas a
10 Da-na com 45J ditos de vio.g-e.
No vapor iogles Delambse*, para Saotos,
c&rregoo :
C. A. Borle, 1,045 accos com 62,700 kilos de
assocar branca e 1,258 dios com 75,480 ditas
de dito.
Para Bio de Janeiro, eiee^u :
U. S. Maia, 100 eascos cem farinUa de rmn-
dloca.
no vapor ingles >Coontix>, para Santos
carreearam :
S. Guioaraes&C, 1.400 sacco> c m 8..000
kilos de assocar braoco e 1,750 ditos com luSOOO
ditas de dito mascaveauo.
A. Horeira & Irmio, 500 saceos com 30 000
kilo* de assocar mascavado.
Para Rio de Jaiero, carregaram :
H. Cordeiro 4 C. 295 saceos com l?.700kilos
de assocar braoco e 555 ditos com 33...00 ditos
de ito mascavaao.
Gomes A Ponseca, 1.500 saceos com 90 000
i.o* de assocar maacavado
J. G. Valent-, 1.000 saceos com 60,000 kilos
de assacir ujascavaio.
P. Carneiro k C, 300 siccos com 18,000 :ilos
de assocar brao:o.
Para Santos, carraaram :
P. Caroel'o C, 600 sacco* c^m 38,000 kilos
de assocar mascavado e 1.500 ditos com 90.000
ditos de dito branco.
No vapor nacional Al vre, carregar m :
E. C. Bellrao & Irmio. 400 saceos com 30,000
kilos de assocar braoco.
Para 8antos, carregaram :
B C. Beitrio A Ir nao, 400 saceos com 30,000
kilos de assocar mascavado.
Para Rio d Janeiro, carreea am :
J. P. de Carvalbo. 3,000 at-abazts.
B. P. de Carvaino, 1 cana coja 60 kilos de
doce.
No vapor a'lemo Amaxooai*. para Rio
de Janeiro, carregoa :
J. M. Leite. 1,000 saceos coa 60,003 kilos de
assocar mascavado.
No vapor ingles Daaba, para Santos
ca'-eaaram :
M. de Oliveira Maia, 609 saccas com 36,000
kilos de asssocar branco.
A- B. ds Oliveira Bnn. 1,000 saceos com...
60,000 kilos de assocar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carreear m :
A B. de Oltvei'a B-ito, 1.000 saceos coa____
60.000 kilos de asucar mascavado.
M. de Oliveira Mata, 500 saceos eom 30,000
kilos dtassucar branco.
foi educado e ae te m montdo em todos os lem-
pos.
De todos os juizes municipaes o meono Ar-
thur o mais probo, o ma'g intelligente e o mais
bem educado. Pens mesmo que nenhum se
ibe iguala.
Desde que comegou a dar os primeiros pas-
aos da senda Ja vida, foi amparado pela Pro-
vincia, onde mostrou logo mxima habilid ide
e inuito aproveitamento, seguindo os 6ons
exsmplot e toinan'lo as supinas lices praiicas do
seu valeroso chefe, mestre e ani'go Frei Jos.
O disiincto e hbil preceptor iocutiu-lbe na
inteltigencia as su.s idis santas e religiosas,
transmittiu-llie alma a intensidade de todos
os seus desejos e, simultneamente. Ilie adaptou
o corpo para as necessidades da vida.
Bora meslre!
Bebendo aquellas licOes. o menino Arthur
tem inda saudades acerbas dos bms lempas de
seus primeiros annos, passados as doces illu-
'ues de sua mengue e d'aln o motivo pelo
qual levado a con-ar ao publico a dor que
inda experimenta, as magoas que o devorara.
Cicero.
A. qiietn interessar
Luiz Bernardo Castello Branco da Bocha,
declara, que as casas : os. 254. 2 8 e 259 sitas
na freguezia da Afoga los, e que vio a praca
no dia 3 de Noveaibro prximo futuro, nao
sin, nem nunca furam suas ; e que a de n
252 nu raesraa freguezia, lora por elle dada
em pasamento de uraa divida do Sr. com-
mendador A. H. Garca, nao constando ao "
clarante, dever ella cousa alguuia faenda
provincial.
Engenlio Peres, 2 de Outuhro de 189.
L. B.C. B. .
---------------------------------------------------------------------------------------
Cocegaa
A Gazeta, a pequea BebJ vai de
preguinhas no vestido mostrando
aos amantes da troca que nao foi feita
para companheira de algum Hermi-
to l do seu vizinho convento ; ella
quer vida alegre e livre, nao admitte
meio termo, sahio de urna noite pro-
fonda, gerou-se no vicio, em um
lupanar.
Com licenca da merrina, vou offo-
recer a sua deacripeo um apimenta-
do pedacinho de Sterne : 7hereis no
passion so serious arlust.
Saborie calaclinha no seu fautenij
esse torrozinho de assucar: de
pois .. seja discreta que prometi-
me de vez em quanto lembrar-me
de si: sei que vai iicando moca, que
ve crescendo....
A proposito do seu crescimento,
ist do sou rpido desenvolvi-
mento, tive um sonho desgracado
com a menina, vi-a to alta, feia e
magra que imaginei estar em pre-
senta do collosal Legs; a menina
fallava extraordinariamente e a sua
bocea que nao pequea, estava hor-
rorosamente larga, tinha assim urna
expressojde um medonho espectro.
Depois sim, vi-a passar pelo brago
do Arouxa .. pobre do raeu Arouxa
de urna caipora a toda prova o meu
Dita oe canoa, Jltrj................
D:ia ie-tiua ou alcool............
Algodao em rima, kilog..........
Arres cot casca, dem.............
asaacar braacr. id^m.............
Dito ma.xc..)vailr, dem.............
Dito reinado tdem...............
Bago* oe mamona, ld?m........
Borracha de lelte maogabeira, dem
i>scao, dem.....................
Caf bom. dem.................
Di'.o es1 ina ou restolbo, dem......
Dito mado. Hem.................
Semaot de ca;oafiba, o kilo......
Sabao, tilo .. .:..................
Sebo em rax-a, k lo
Tataiaba madeira, kilo
48!
eo
120
38>
143
40
130
l*i(K)
900
lillll
UJOO
2(H)
47
360
666
120
RSCBBKIORiA J KSTADO
.n *% I a 30
idam da II
ll:0056i)3
U:573311
223 579204
Do da 1 a 30
Iden ds 31
3BCIH. WtALNASE
5:16;*S76
1
5:167*276
PAUTA DA ALFANDEGA
TAI Osas DA MBCADOBIAl NACioNABS SCJIITA
DUBITOS DB BX01TACO
lemana de 29 de Outubro a 4 de Novembro
Aguardante cafidia, litro.......... 2?9
Taboas deamarello, do .......... |60'000
Cera em velas,kilo................. IJBM
Dita vegftil em broto, kilo........ lattIOfl
Carocos oa sement" de a!goJae,deui 25
Carraoateira ementa,............ 120
Carnauba dem.................. 906
CarvJo e pelra. tonelada ......... 30*000
Coaros seceos espi hados, kilog.... 644
Ditos ditos saleado?. dem......... 5W4
Ditos verdes, dem............... 360
Cooriono om..................... 14700
Cocos em casca, cerno........... 9*000
P'rinba e mao-uoca, Ki'.o.......... 200
Graxa sebo, kilos.......... 700
Geoeora, litro..................... 360
Jaboraody (Mas). dem.. ........ 800
Helos de sola, valor nominal........ 700t>
Mel de tanque oo m?lao, litro...... 189
Milho kitogr...................... ICO
Pelles de cabra em Cabello, valor
do ceoto ...................... 153*
dem de caraeiro em cabello, valor do
ceoto .......................... 90t
Movlmcn o do porto
Navios mirados no a la 31
Soothamptoo e escala 14 das, vapor Ingles
Danobe de 3.425 ton-ladas, commandanie
G. M. .liki, eqa'pogem 170, carea varios ge-
n-ros ; a Amorra rmeos e Comp.
Rio G'aude do Sal28 das, logar soeco D>
( ka, de 197 tDoeladas, capitao P. N- Sjo
gren, eqalpagem 7, carga xarqoe ; a Amonm
Irmaos e Comp.
Pelotas26 dia-% escena allemi lite, de 134
toneladas, capn&) B. Bgberts, equipaeem 6.
caga xarque ; al. S. Maia*
navio sabido no mesmo dia
Boeoos-Ayrea e osalaV- commaedante G. M. Blki, carga vanos gene,
ios.
Mercado nanlelpal de U. Jos
O movimento deste mercado oo dia LO de Oa-
tabro (ol o sogainte.
Entr-ram :
47 bois pesando 7.256 kilos.
405 kilos de peixe a 20 rs. 81100
4 compari. com manscosa 10"i -s. 400
3 ditos com camarOes 100 rs. *300
311/2 columnas a 600 rs. 18*600
2 cargas com gallinbas a 500 rs. 1*000
4 cassoaes com gallinbas a 300 rs. 1*200
10 cargas com batatas a 300 rs. 3*000
1 carga com amendoim a 300 rs. *3oO
1 carga co a macacneiras a 300 rs. *300
l cargas com ceboltobo a 300 rs. *300
3 cargas com genmaos a 300 is. 900
1 cargas com canoas a 300 rs. *3(X)
l]3 cargas com bananas a 300 rs. 900
1 cargas com laranjas a 300 rs. *300
2 cargas com loucas a 30 rs. 600
6 cargas com di verses a 300 rs. 1*800
28 cargas com fartnba a 200 rs. 5*600
10 cargas com milho secco a 200 rs. 2*000
12 cargas com fejao a 200 rs. 2*400
65 lugares a 200 rs. 13too
9 Sainos a 200 rs. 1*800
11 comp. com soioeiros a 1*000 11*000
8 comp. com sclneiros a 700 rs. 5*600
U comp. com fressoras a 600 rs. 6*600
34 comp. com comidas a 700 rs. 23*800
51 comp. com faleudas a 600 rs. 30*600
49 comp. com verdaras a 300 rs- 14*700
81 comp. com farlnba a 400 rs, 32*400
SI comp. com tainos a 2*000 102*000
Bendlmenlos do da 1 e 29
288*300
8.561*900
8.850*200
Precos do da:
Carne verde de 200 a 900 n. o kilo.
Sainos de 900 a 1* dem.
Ca-neiro de 1*000 a 1*200 dem.
Farlcba de 70Q a 900 rs. a cala.
Milbo de 500 a 600 rs. a caia.
Fel]ao < e U*500 a 3*<00 a cuia.
amigo ; querem ver que tens o corpo
aborto, ou soffres de eppinhlla, ben-
ze-to homem e entao vers se a sem-
lhanoa de um pur-sang nao plars
na ponta.
Mas, a cousa bem pensada des-
concerta o melhor homem do mun-
do ; ver todos os seus companheiros
mammando a teta da Nac&o e elle,
o sympathico amigo da menina Mar-
tins a cantar Serena Estrella como se
isto bastasse para engordurar-lhe o
ventre !
Nao, ao menos venha .de l urna
qualquer advocacia.
Vira?...
lompson
- Modo de praticar unta obra de
caridade economizando di-
nheiro.
Os propnetarios ruraes que empregam
trabalhadores em terrenos pantanosos e
principalmente em arrozaes, sao ebrign-
dos a pagar jornaes muit j mais elevados
em vista do perigo a que est&o expostos
esses trabalhadores em apanhar febres
tercas e malignas, assim mesmo nilo im
pede que o paludismo faca bastante vic-
timas todos os annos.
Podiam reduzir esss augmento de des-
peza e salvar a vida a muitodesses indi-
viduos de um modo milito simples: en
tregaudo-lhes ao mesmo tempo com a
paga urnas tantas aerlas de quinina da
Dr. Oleran que tomadas logo que ap-
parecemOs prmero3 symptomas de febre,
a cortariam ecurariam rpida e segura-
mente, actuando tambam como preserva-
tivo para o futuro. Estas perolas. .pre-
paradas pela casa L Frre, A Chara-
pigny e O., success res, 19, ra Jacob,
cm l'ariz, vendem se em todas as phar-
naeiat.
OV de Rog m.o poderia prejudicar;
pode-se toraal-o tantas ve es quantas fo-
rera precisas sem que haja a receiar que
provoque cansaco ou irritacao. E' um
meio infallivel para limpar brandamunte
o estomago e o intestino. Aps esta la-
vagera, a cabefa fica desembarazada, e
evitam-se entao as enxaquecas, as verti-
gens, as tonteiras, as cong'StiJes e as in-
JisposiSes to frequentes na primavera.
Nao se deve aceitar os vidroB que nao
tiverem sobre os rtulos o enderego i 19,
ra Jacob, Fariz.
Preven^a aos agricultores
H'evfouiio- aon ivs. g'i ulto-e que o ab'i-
-dos os oosso* arRdien d>> compras de aguar
d--iit-< e icooi mqoao'o o> 'or revalo o cto
< Exm. Sr. G>ve Dii'io ne P-rnambuco de 30 do conenle Son
* fpiKrphe Ijipoaio ae xiiortac&o r.tore lqui-
dos tloMllco .
Kecife, 31 ue Ooiobro de 894
Os eocbedores.
avloa sprrado:
Dj H b'
Palbaoote portogos Luiol-.
Ue IVl.i.er
o^KClo .He i Si Anij.
t-cno ailt man gu-t-.
Pa>acbo sonco Belman.
p.urno allerxaj Lma.
Lunar aripouuo Alberto.
Piiocno belga Em l *
tusar Do'iooea M. B>wejro<-ira.
Louar no'oegafnpe toante.
Latar'D.I)-! Artr.o*.
pHia..-co naciorici TnxrsJ.
Loear snecoDj'k"i.
Patacho sil -ra WH*
Pruebo allemo M eerelb.
R^rca no oeaoeose H^vj.
Lanar iu l.iCa*H*r.
Lugr portoiOHi MVwbo Vil
Patacho all-m^n Harold.
Luaar loxtez Aurora.
De Carduf
8-r a Bo-oega Onion
Marca noroa*a Pla'.nn.
Barca noruega norab.
B Harca no'oeea Ata.ota.
Birca oorueg* tof.ii'Ole.
Birca inglrzi Golfea Fieece.
terca noroe^s Oo'oore.
Barca noroeffa lmperator.
B."a i O-n-K', Jerl e?.
Birca nooega (i.dfffr.y.
D? M.-w Pot
Barca ora- ga Viva.
De B y b
Lugar BoBO Salme.
Oe Hamburen
Laear allemao S w n
L ica-allerro Axel.
Loearallemao Jonaon.
Losar iio'oeeoense Aioatross.
Dj Pjrtj
Logar portognex Minno.
Oe Terrs Nova
Loga* logle M.'y Jutras
L'igar inRiex B--!leof tbe Eic.
Logar ingles Mennie.
Tapores a nirar
Mes de Novembro
JaboatSo do oorte a 1.
''.oieridge, do sol. a 1.
O'enoqae. do f ol. a 1-
I-.-tyh--*, do eu'. a 1.
Aleandra* do sol. a z.
Paiag'Dia, do sal a 2-
CoQEO, da Sor.'na, a 3.
Corrente8, da Earopa, a 4.
Atnazooss*, da Earopa, a i.
PernamDoco*, do nene, a 4.
ilacedonia, na Ei'opi. a 7.
Hrazll, do norte, 8.
Hiihlaod P hce, do Melirraneo. a 8.
M-xtcau, Prioce, de Mtw-Yjik, a 10
Lis Pliua? do sul, a 1S
Vapore a aaktr
Mes do Novembro
New Y^rk, .''.nlerldge, 1, sb 3 horas.
R'oe esc, Prnambuco, 4. 8s 5 bor>e.
5ao Santos e eec, Corrientes 5, as 4 horas.
Rio e es-., B-aZ'l, 8. s S Dora3.
Rio Grande do Sol, Mace-ionis, 9, as 4 horas.
Saotos eesc., Highland Prlnre 11. as 5 horas.
Genova e esc, Las Palmas 12. 2 horas.
Sanios e esc, Menean Piin -f >- 13, ss 2 horas.
R 1.
O 4.a
E 16.
P 22.
Q 1'
Graude lotera


t



c

<

a amanb
(( 3 de Novembro
5 t
1 6 <
< 7 t
c 22 de Deembro
LOTERA nacional
Exfracgdes diarias intransf eriveis
m LISTAS NOS SESMOS DlAb
NAO HA SERIESPRE31IOS INTEGftAES
E 15. Loteria Premio lr;000SO0O exracco hoje
20.000SOOO
50:oooSOOO
15:0005000
24:000000
20:00i>8000
500:000$GOO
Chamamos a atleacSo para eases novos importaiitissimoa
planoa da
BILHETES A VENDA EM TODAS AS CASAS LOTRICAS
Pagamento dos premios com toda a pro/trntido
NA
CASA DA FORTUNA
3Staa I. de ABar^o93
Martins Fiuza & C.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Poaic&o financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
Receita animal:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William & C.
"SEGUROS MARTIMOS-CONTRA-
FOGO
Companhia Plaenix Perliambu-
cana
RA DO COMSERClyf
Telegrarara iFr UZ \
Kngenho (alende
Protesto, declarando em tempo ao
Illm. Sr Dr. Wanderley que, consta-
me, acciona o Sr. Dr. Fernando de
C:istro, tendo-lhe embargado a safra
de carina n'uin terreno deste engenho
Catende, de que rendeiro ; que nao
sou lavrador do mesmo Dr, reman-
do e sim no vizinho terreno do major
Felippe onde moro e planto cannas,
etc.
Por offerecimento expontaneo do
mesmo Dr. Fernando, fiz em urna
quulra do seu terreno arrendado,
contiguo mesma morada, um plan-
to de cannas, comprando sement, e
todo o mais servico s minhas ex-
pensas, e em nada sou dependente
do mesmo doutro sino de su. ami-
sado.
Por combinaco reciproca ficou es-
tipulado auferir ello vite por cento
do rendimento das mesmas cannas.
Isto observou-se na colhaita pas-
sada, como consta da respectiva es-
sripturaco nesta usina Correia dai
Silva pelo guarda-livros Jos Lima,
hoje na usina Lustosa, e outros, e
outros; figurando o socio gerente
Major Felippe Paes, e proprietario
ia mesma usina.
Engenho Catende, 33 de Outubro
de 1894.
Francisco Scraphico ----------------?----------------
20:000^000
Do-se 20:OOOSOOO em moeda cor-
rente a quem provar i nao authentici-
dade do seguinte attestado :
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
fado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparcendo -lhe a pneumona
passados tres annos, e, em condicoes
anda mais graves, dei-lhe entao o Pe-
toral de Cambar, de Souza Soares, 6
apenas com alguns fracos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascitnento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Companhia de Drogas e
Productos Ch micos
Caixa do Correio1 55
ttenclo
PBOCBESiO
rmmm n sbs: q
MUTUO C.SI3. 36fl
Tendo apparecido
algumas reclamages
de A plice, d'esta
Companhia, convido
todas as pessoas que
liveiem recibos e nao
lenham suas xApoli-
ces, a apresentrem
se ou fazerem-se re-
presentar munidas de
seus competentes re-
cibos, a ra Mrquez
de Olinda n. 15, para
tomarem-se as devi-
das providencias que
o* caso exigir, isto no
prazo de 10 das a
contar desta data.
Faco sciente ao res
peitavel commercio
de Pernambuco, e ao
publico em ge ral, que
toda e qualquer traas-
acc,ao a rea isar-se
rom rea<;o a esta
Companhia ser fir-
mal
ia pe
o &baixo as-
signado; assim como,
n;j recebmento de an-
nuidafles neste Esta-
do, no de 4Iag:is e
Parahjba do Norte.
Tolos este3 recibos
ncba a-se eom o ac-
t u a 1 representante,
qaer os vencidos quer
os a vencer-se.
O i Srs. segurados
que desejarem infor-
mago com relago a
Companhia queiram
deixar seus recados
na referida ra e nu-
mero cima, para em
qualquer tempo nao
terein razo de quei-
xar-se ou julg'arem-se
lezados em seus direi-
tos.
Hecife, 29-10-94.
JG t=&''*ltGtlG- Ca
ivnat^' ca, J^ilziat
Representante.
Estado da Parahyba
Dr. CRUZ CCPvDEIRO
Declarou este Ilustrado facultativo
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares
um excellente balsmico, e como tal o
tenho empregado nos doentes de bron-
chtes e afecces pulmonares com gran-
de proveito, tanto mais por ser um ex
pectorante suave e efficaz; o que affir-
mo em fe de meu grao. Dr. Antonio
da Cruz Cordeiro. i
Atteu^ao
Porqc "9sim ji'.'O Dt-B ao mando qae loe
den o seo Pi'bo ooieeoiio. nara qoe todo o que
er neilfi r.o nereca, mao teaaa a vida eterna
=)<5x 3. i.
( tsia? -5o as pelav.-^s de Chrisio. LJe O
oovo ie*taQooto.
MOLFSTIAS do ESTOMAGO.fVinlio Ctealnc
Coqueluche
CURAS DO PEITORAL DE CAM-
BAR^
Declaro que crianzas de minha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR^., de Souza Soares.
Amcrico Salvatori.
[ Socio da firma JAanoel Joaquim M>-
reira & C. do Rio de Janeiro. ]
Aos Srs. Mercioiros
Alfredo Pinto & Companhia cgente
1 urna importante Fabrica de a haru
ltimamente estabelecida na Bahai
acabou de receber urna grande quan-
tidade de charutos de I.* qualidade e
que vendem de milheiro para cima
com o descont de 14 %i
A elles antes que se acabem. Ven-
das em grosso e a retalho.
3 RA i.' DE MARCO 3
de
tos
lili

i
1 IKJtH l
'. /.


na rio n&W&9*
fi


winua Biumw
Extractes no mez de Novembro de 1894
Chamando vosma atten t
Dtftr ia do Estado do Minas-Geraes 9. serie da 6. 25:0008000 por 48000 3 de Novembro
> > 2. > 8. 15:000*000 800 5 >
> do Espirito-Santo 23. loteria 12:0005000 1S600 7 >
de Minas-Geraes 1. serie da 10. 40:000000 > 48000 9
> > 9. > T. 20:0008000 38000 12
> do Espirito-Santo 24. loteria 12:0308000 > 18000 14
> de Minas-Geraes 3. serio da 8. 15:0008000 8800 16
> > 10. 6. 25:0008000 48000 19
> 10. 7. 20:0008000 38000 21 >
> 2. 9. 30:0008000 > 28400 23
> > 4. > 8. 15:0008000 800 26
do Espirito-Santo 25. loteria 12:0008000 > 18600 28
> de Minas-Geraes 11. serie da 6. 25:0008000 48000 30 > >
lotera m baha
1/ serie da 27.* loteria da Bahia 3 de Novembro
2.* -27'.' > 6 >
3.' 258.* 8
1.' > 28.a - 10

Vendas em grosso e a retalho
CASA. SOINHO DE OURO
Pra^a da Independencia ns. 3 e 5
Para pagamentos de premios e mais nformacoes coni
szsmraa lqfes alheibo
Teles. AlheroPernambuco Caixa correio
196.
Tosse asthmaca
CINCO ANNOS DE TRATAMENTO !
dPessoa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Bahia, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitora/ de
Cambar, de Souza Soares.
O" AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimiccs.
Maria Antonia
As dores de ha Untos annos na penis
no braco esqaerdo, e ama bola que tinhb
na barriga, e oue tudo ensinava remedios,
mas nicguem carava ; sarou agora com
sJgnns vidros da remedioElixir M. Mo
rato.
Deas ajude o invento.
Jacareby.
Maria A tonia de Souza
Agentes em Peroambuc: A Compmihi.
e Diogsa.
Ra Merque de O oda 24
O Sr. Dr. Gemensoro
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gemen-
soro, medico da armada, certificou que
urna pessoa de sua familia que desde
mezes soffria de una laryng-ite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
t Productos Chimiccs.
AlfanHairo reiro desta repartico, Antonio Arnal-
.\ 11 turnead .do Vieira da Costa
De ordem do Sr. Dr. Inspector facoj As pessoas que possuirem taes bi-
publico o edital abaixo transcripto do lhetes devem apresental-os no Banco
da Repblica do Brazil desta Capital,
e as suas agencias nos Estados da
Unio, para serem trocados, sob pena
de perderem o seu valor, nos termos
do art. 45 do decreto n. 10.262 de 6
de Julho de 1889 e do decreto n. 165
de 17 de Janeiro de 1890. art. i* 14,
si os nao apresentarem ao troco den-
tro do dito praso.
Rio de Janeiro, 5 de Outubro de
1894.
O Inspector,
M. A P Trigo de Loureiro. >
3* SeccSo, 30 de Outubro de 1894.
O Chefe de Secco
Luis Fredcrico Codeceira
de 1895, observadas as disposicoes dos
artigos 176 e 178 e seas paragraphos do 1
regulamentoque baixou com o Dec. n.*
745 de 12 de Setembro de 1890, as quaes
vao abaixo transcriptas :
Art. 176. Sao deveres doa propouea-
tes :
1." Encher com presos por extenso e
em algarisno a proposta impressa que
Ine ser fornecida pelo Secretario do Ar-
senal a qual datar e assignar, para ser
apresentada ao Conselho Econmico.
2.* Entregar pessoalm nte ou por
seu legitima representante, devidamente
ao Conselho Econmico no logar, dia e
hora annunciados, as respectivas propos-
tas,
% 3.' Exhibir alm da certidfio do res-
pectivo contracto social, quando nao r
firma individual, os documentos que pro-
vem ser negociante matricu ado e haver
pago os impostes de casa commercial re-
lativos ao ultimo riSta'8tre.
4.* S'io dispensados de apresen tacao
da matricula na Junta Commercial as fa<
bricas e os estabelecioientos industriaos
da Repblica, e terao estes e aquelles a
preferencia sobre os Joutros coucurrentes
em igualdaile de condices e circunstan-
cias devidamente provadas.
Art. 178. paragrapho nico. Alm
do prazo estipulado os iornecedores con-
tiiuaro a supprir por mais 6 > dias as
mesmas condices, se assim forjulgado ne-
cessario, e san que ist constitua direito
para prorogacao do contracto.
Os proponentes deverac apresentar os
documentos de habilitaco at a vespera
do Conselho, afim de se verificar se as
formalidades exigidas forara satisfeitas.
Secretaria da Iuspeccjto do Arsenal de
Marinha de Pernambuco, 30 de Outubro
de 1894.
O secretario.
Antonio da Silva Asevedo.
DERBY-CLUB
DE
PERNMBUCOA
SECUhACES
Inspector da Caixa de Amortisacao de
5 do corrente :
Caixa de Amortisacao
EDITAL
Faz-se publico que a Junta Admi-
nistrativa desta Repartico reunida em
Sesso no dia 28 de Setembro ultimo,
resolveu prorogar at 30 de Junho de
1895 o praso para o troco, sem descon-
t, das notas do Governo, dos valores
de 500$ e 100S da 5.* estampa, 200S e
50$ da 6.' e 208 da 7.
Rio de Janeiro, 6 de Outubro de
1894.
O Inspector,
M. A. F. Trigo de Loureiro.
3.* Secco, 30 de Outubro de 1894.
O Chefe de Secco
Luis Frederico Codeceira
Alfandega
EDITAES
Edi.al
ecrrlarllt I iwrtnrm rolletal e
Pemamouco. cm *4 do Outubro
de 1894
Por e-i rppart q5o se fat publico ordem
o Sr. Dr. Qacsior Po'lciai que te arna depo
sitad j o* iobtiileacia do i. ai treta uo Pocj
ca Paaeila um csv^llo rus.so. andador de b\-
xo a meio o qual foi apprKtiendlio em poder
do cel h-e kdraj le rasallos Maooel de tal, co
Dbecido por Joaqoim Vicialioo
Qaeio se julgar cot direio ao mesmo caval-
lo aprest-oif-se naqu-lli >uidel-cacia mootio
Je documentos probatorias de leniilaio doa,iuio.
O 8oetrio l"'frino
Francisco G. da Silva Barrozo.
'O'
TROCO DE NOTAS
De ordem do Sr. Dr. Inspector faco
publico o edital abaixo transcripto do
Inspector da Caixa de Amortisacao de
5 do corrente.
Caixa de Amortisacao
EDITAL
Faz-se publico, para conhecimento
de todos, que, por despacho da junta
administrativa desta repartico de 28
de Setembro ultimo, em requerimento
do Banco da Repblica do Brazil, fica
prorogado o prazo marcado para o tro-
co dos bilhetes dos bancos de emisso,
hoje a cargo do mesmo banco, at 30 de
Junho de 1895.
Os bilhetes, cujo troco prorogado
sao do Banco de Crdito Popular do
Brazil, de 5008, 200S, IOOS, carimba-
dos sobre bilhetes do Banco dos Esta-
dos Unidos do Brazil, e de 5$, sem ca-
rimbo, todos de base metallica, de
500S, 20S e de 5S de base de apolices
tambem carimbados ;
Do Banco Emis-or do Norte : de...
100$, 50$ e 10$, de base de apolices,
carimbados sobre notas do ThesouTO ;
Do Banco dos Estados Unidos do
Brazil: de 500$ e de-10, de base me-
fYnspIho FcO'lOTiico (Ja Re- talica e 20oS> SO$> 20S e IOS, de base
^ODSeinO CCCMU.mcuud .e de apoUceS( carimbados sobre notas de
particao de Marinha Thesouro;
De ordem do Sr. capitao de fragata Jos Pe: Do Banco Emissor da Baha ; de...
reir Goimaraes, i epenor desie arsenal, r-co iooS e de 50$, de base de ouro, de.,
publico qoe recebe-- proposia* em cart-.g le- IOq 5 20 e I0( de base de apo
cbadrs no ta 7 ^ N,vembro prex-mo1 atoro H carimbados sobre notas do The-
ds 11 Duras da maolia em nula u satas a.)
secretaria d inspeccto,para o fomerimedio de souro ;
carvao de pedra'a e3te e'abeiecimento oa [j0 Banco Emissor de Pernambuco:
depeoieacitse aos navios da armaaa oa-io-;1 de 200S e iooS, de base metallica, ca-
eitaciooadoB no portodejl. f;l;- \orn* rimbados sobre notas do Thesouro, e
fotoro exersicio de lh9o, observadas as aisoo-________
sires dos artig-s 176 e 178-e seas psragr- de 100S, da Ia sene i" estampa
pboa (o i-fgniamPDtti que baixou cemo de Do Banco Emissor do Sul: de 2008,
creto n. 75 de ildi SeteiuDro de 1880, o? iooSj joS e IO> de base de apolices,
qTrtiSV7oSUsardeKdo- pro^nu : carimbados sobre notas do Thesouro ;
1. Sncner enm precos po- exteoro e em Do Banco Uniao de b. Paulo de...
algarismo a proposta i copeca qoe Ibe sera fo.-.j500) 200S, 50$, 20$ e IO, de base
nacida pelo secretario do a'8-nal, a qaai ">- de apolices :
te AowS. P'" "" "P'MenWda CBee| Do Banco Nacional do Brasil : de
|t Entregar pfsnairceote ca por seo Isgi- 500S, 200$, 20$ e loS, de estampas
timo ie!>rrsentan;e. ireciaraenle ao co ceibo proprias, 200S, em ouro e vista, .
econmico no logar, dia e hora annoo.-iadaa, .iooj todas de base metallica, carim-
080 8 re|P3"> Exhibir alm da certidaj do respectivo 100S, da I" e 2' series parte carimbados
contra.'to sorhl, qoaado riofOr Oroia iodii- pelo antigo Banco da Repblica ;
dnal os documentos qoe provea ser negocian Do Banco do Brazil : de 500$, 200S,
te mat-ti-olado e haver pago os imprstjsaec9a de base metal-
como e.- .1 relativos ao oliimo semestre. ;.- >, a
4o i> d'.3peD-'id0i' da ppre-eatscao d
matrich oa Junta Commercial. as fabricas e
eitab- l-cioaeoto inuttraea da Repobi e te
rao e tts e aauelles a pri-hreocia sobre o* 00
tros i--co-rnei em Igoalo; de de condi.6 s o
drcutDs'anc as JeVid; m-Qte provanas.
Artigo 178 paragra bo uoico. Alm do prsso 1; .
eslipn'-^n. os forr -.'doren eontiooario I ss(- ap1,c ., .
prir por aais 60 d>as as nemas coadicCe*. Do Banco da Repblica do lirazil .
e as ira r joUado necegsui e fem qo" into eaiisso provisoria de 500S, 200$,. ...
consiilm direito rara a pro'oeac5o do c r r icoS. SO$, O$ e 10$, de base metalli-
Os propeneotes deverao apreertsT < 8 aoCo- '>* i* oS l0* de base
awntw d babiliacSi alea v.!!0era do cor^e- ca c, 20$> 50$. 20% e 105, de Dase
Ib aix tis ven'ic:.r8 as. loraa'id.da txi apolices, todas sobre bilhetes do an-
gldan (oran sal. fei. co da Repblica dos Estados Unidos
Secreta ia da Iosp^jC*' do Areoal de^marl id() Brazil.
iOO$, 50$,
lica ;
Do Banco da Repblica dos Estados
Unidos do Brazil: de 500$, 200$, iOO$
50$, 30S, 20$ e 10$, de base metallica,
e 200$, 50S, 20$, e ioS, de base de
Secretaria da Insirucgo Publica de
Pernambuco, 30 de Outubro de 1894.
EDITAL N: 33
Adopco de livros para as escolas pri-
marias do Estado:
De ordem do Dr. inspector g;ral com-
munico a quem interessar possa que o
mesmo Dr. inspector resol ven baixar boje
a seguinte portara:
Inspectora Geral da Inatrucc&o Publi-
ca, 30 de Outubro de 1894. N. 13 O
Inspector Geral da Instrucc&o Publica,
em face do disposto no art. 3.* 9 do
Regulamento vigente e tendo em vista o
parecer do Conselho Litterario de 11 de
Marco do anno prximo passado com o
nual est e accordo, resolve mandar
adoptar as escolas primarias deste Esta-
do o compendio do professor Sebaatio
Brandao, intituladoMiscelnea Escolar
para os 1., 2. e 3. graos. O inspector
Felippe do Figueira Farta Sobrinho.
O secretario
Vergentino Saraiva d'Araujo Galvao.
Ai>ena<. de liaerra
O coaselbu ecooomico deste Arseoal rerebera
P'opoK'as oara c mpra doB a"ieo abaixo de-
larado ni di* 5 00 rase de N 'Vmbro proxi-
lio lotero, a 11 nn-is "a n:a:i. 2 :
Faunn
Aniagem, 40 m^tro.
Brman e >ie alg ta", Sii dem.
im escoro tti cido. 376 dem.
H 1 anda para orc, 100 u-^m.
Paoro atol reirclar. SU dem.
Panno encaroa-lr, 4 80 dem
*r kos para lar-"; ment
Boloes grandes e met I amirHlo, 640.
Boib-s pequeos de m tal iaello, SiO.
B i0es raodes prrtos de osso para blusas,
Bjtig peqaen:a pretos de .sso para ola as
640.
Ho'6-.s P'qoenos pretos de osso para calcas
320.
Kot6'3 peqaeoos pretos ce 3>sso para calca,
310.
B1 Oes p qoenos d- m dr eperola, 400.
Borlas de la para gorj, 80.
( &l h'Us pretoj pa a gorras. 160 pares.
Gtleberea preo 1 ara polla, 80 dem.
Gordao de la eo:arn da, 240 xe..-js.
Pelles de caraci o 20.
ObservgQes
0.> proDcn-nles dever&3 apreseotar-se rtevida-
mete habilitados e apresentar S ^aas propos-
las em doplir.ata. com r fe encii a cada especie
e art-eo, devrndo oas m^suiae comer o nome
do p-opo'ieo a, s lodicacSo da cesa commercial,
1H-Iarab expressa de te sojettar as moltis de
5 0,0 00 c8j de re(-n3--'r aaaigaar o termo d
rooacto e as do 10 e 20 0(0 -le qo t'atam o*
artig > 87 a 8 do regotamedto em vigor c qoa1
o prazo in-proro?avel para entrera os artigos
Nao -eio actUs as propuaUs' que nii > vie
mpanhadas oas respectivas mostras.
E m1 n.". iit. r) 00 eobscMpta a e?pec do ar-
tigo pr< p ato, oa nmeros e marcas das amos-
tran apreeeotadaa.
SM'ol j do Arsenal ft Gierra dPeraax-
baao,tO dj ilr.tob'o de 1891-
J s Prani'iaco Bibfiro llachadc,
Secret -no.
Pernambuco Powder
F etory
No et-criotorlo d'eta Como-tfh'?. prac do
<" 'umercio o. 6. acbam se a dioosi\;o dos S-s.
accloolr-ia o Da:ar\ > referente ao anou toJo em
31 de A qne trata >ei na* socedade' anooymas.
Becife. 27 de Ootobro de 1894.
A. J- Prbo<>a Vunna,
Secretorio.
Veneravel Ordeo 3.a de
IV. S- do Carrao
Do aecrdo com a determinaco
de S. Exma. Revdma. o Sr. Bispo
Diocesano, toni do proceder-so a olei-
co da Mesa Regedora que h do ad-
ministrar esta Veneravel Ordem, no
anno compromissal de 1894 a 1893, e
para este lim a commisso adminis-
trativa convida pelo presento aos
carissimos irmaos que teem direito
de voto, e que nao fizero parte da
Mesa Regedora suspensa, a compa-
recerem em nosso Consistorio s 11
horas do dia 4 de Novembro, para
tomarem parte na referida oleico.
Consistorio, em 31 de Outubro de
1894. '
Manoel Gotifalves Agr
Presidente
zmmii 10 BEBESIBB"
Previne-se aos senho-
res concessionarios de
peanas d'agua, que nos
termos da nova dispo-
sico do art. 56 do re-
gulamento de pennas
d'agua e em vista da
certidao da junta dos
correctores, que decla-
ra ter sido de 11 3|4 d.
por 1^000 o cambio
medio sobre a praca de
Londres nos trinta dias
decorridos de 25 de
Setembro a 24
tubro ultimo,
QUE SE REALISARA'NO
Dia 4 de Novembro de 1894
Terminando as 5 horas da
tarde com a entrega dos pre-
mios.
Extracco pela machina Derby-CuD
Nomes 9 Pello Natura lid. O 3 X
Cor da' vesti-
menta
Proprletarlea
PareoExperienciaS00 metros. Animaes de Peroambnco qoe nao teobam gaobo
oos prados dn R-r-f cnotaoco oa oa victoria. Premios : 230*0(0 ao 1-,
50*000 ao 2-. e 25*000 ao 3..
Soprano.....
Volcao......
Millo........
oa ........
Transporte...
ileteo'O.....
Destryer...
lia u......
Deagoto ....
Castaano------
Biio........
Heliado.....
Caaianbo....
Rodado......
Alatc.......
^staabo....
Pernamb..
51
51
51
SI
51
51
51
51
51
Eocirnado............
Eocarnado e braoco..
Preto e encarnado...
LUtrado.............
Axnl e onro............
Encarnado e p.-eto
Auareiw e oraaco....
J. B. Cavalcante,
J. Miia.
i. C. Seqaeira.
a. F.
P. Carvalbo.
I. P.
J.L.
R. R.
4. Miranda.
2* Pare-iiipporoma do Campo Grande-1 000 metros.Animaes de Peroam-
du;u. Fremlos : 230*00j ao 1.*. 50*000 ao 2.* e 35*000 ao 3.
1 lu- 0-0.....
2 Jliange...
3 Cardona.....
4 Dictador------
5 Tallspber....
6 Vioifador...
7.G llanta
irraqmuas. -.
Bdtury--------
Rodado.
Ziino ..
Rosilbo.
Rjdado..
Castaobo
Baio.

Peroamb-
51
ol
31
5t
51
51
51
51
31
51
Azal e preto.........
focaro. ebraoco....
Roa..............
Encarnado e azul.....
Escamado e aourelio
Azal e Drene........
8 anco a preto.......
Verle e amarello ....
az..I e bran-.o......
Xidrez.............
J. Horeira.
J. Maia.
Ooad. Crozeiro.
C. E.
"-ouL 0 iveira.
Cond. Portaenee.
J. R. Grai.
J. P. 8 Maia.
A. Silva.
Ciad. Nacional.
Pareo Llberdade1200 metrosAniman?, de Pernambuco.
I, 60*000 ae 2* e 30*000 ao 3*.
Premioi: 300*000 ao
V.itnorf.....
Nababo.....
I'iramio------
"ado .....
Aventareiro.
Alazao.....
C<8taQD0...
nato.......
CdStdnQo.. .
Pernamb..
59
50
50
50
50
Lyria.................
Rj a...............
Banco e amarello....
Verde e amarello......
iCoad. Colombo.
Coad. Cruzeiro
Coad. Bella Vista
J. Moraes.
'J.ui. Limited.
4.* PareoPrado Peraaabuoana- 1.200 metros Aoimaea de Pernambuco. Pre-
mios : 250*000 ao 1 50*000 so 2.* e 25*000 ao 3.*
Pirata.......
Pomaca 2..
Miscit:e------
lia.........
Galante......
Malaio........
c'aicbonly...
Pre'.o........
Ziino.......
aeaobo....
Rodado......
oastaDDO------
Mellado.....
tusso.......
Pernamb..
80
50
50
50
50
60
50
Encarnado...........
Ouro................
Azal e ouro.......
Rosa................
Branco e preio......
Verde e amarello.....
Vfaealbaee & C.
J 8. P.
Coud. Mouriscaoa.
Coud. Cruzeiro.
R. Croz.
J. Pigueiredo.
Coodelaria Campo*.
5* PareoPrado da Estela1 800 metros-Handcap -Animaes de Pernambuco. Pre-
mios : 500*000 ao 1.a, 100*000 ao I.* e 50*000 ao 3.
laurity.....
Hl8mari.lt/2.
Fado ......
Bma........
Aventureiro.
Pa ao.......
Castaoho.... Pernaipb.. 46
60
c Mi
jaslanho---- c 44
58
54
Encarnado e braoco..

Verde e amarello.....
Azal e braoco........
Listrado.............
A. T-auea.
P. C Rezeade.
J. Mor-e.
S. S. M.
.'en!. Limited.
Joud. NeruDdio.
(i* PareoDerby ciubde Pernambueo1.000 metros Animaes de Pernambuco
que nio teobam gaobo do Drby.
25*000 ao 3
Premios: 250*000 ao 1>, 50*000 ao 2.* e
1 Fon aja 2 .
2 Mascoite...
Tooy 2'
CijuIo.
IDc.....
Ciago..
Zimo-----
.a tinbo.
Alazn-----
Prem.....
Mellado...
Preio.....
Pernamb..
50
50
50
50
50
5J
Ooro...............
Azol e ouro.........
Encarnado e braoco
Verde e amarello.....
Aioarello a verde......
Ouro.................
J. S. P.
Coud. Mourlscana.
P. C. R.
J. T. S. M.
J ao Puueiredo.
J. P.
7* PareoConaolaca-8CO metrosAnimaes < d'agua
Dba Je Peroamoueo, 29 de Outubro r> 1894
O sfcretarir,
ntJH'O d< > Iva Azjvrcu
Declara-se que os bilhetes de base
metallica levam a chancella do thesou-
Coucelko Ecouoinice da Kepar*
^lo de Marinha
De ordem do Sr. capitao de fragata
Jos Pereira Guimares, inspector deste
Ar.-enal, fac pubhco que recebe -se pro-
pastas era cartas fechadas no dia 9 de
Noveraoro prximo faturo, as 11 horas
de da manh em urna das salas da Secreta-
ria da Irispecgao, para o fornecimento de
madeiras e outros materiaes a este estabe-
lecimento, sua? dependencias e aos navios
da ArmadaJJa^ional estacionadas no porto
deste Estaao\Lurante o futuro exercij
de Ou-
o preco
s casas por
pennas, ser na razo
de 6^000 para taxa m-
nima e de 444 rs. por
metro cubico de excesso
no prximo mez de No-
vembro.
Recife, 30 de Outu-
bro de 1894.
Soorano.....
fraripe......
Meteoro.....
Baoj.......
On^o0 ...
ailicacao ooa
25*000 ao 3.*
Castaobo..
Rozllbo...
Alazao....
Pra Jes do Recie. Premioa : 230*000 ao 1.*, 50*000 ao 2.' e
".aa'anh"*..
Peroamb..
31
51
51
5i
5
EocarDado...........
Ly lo........ .....
Listraao.............
Eacaroado e preto ..
Amarello e hrCO___
J. B. Cavalcaate.
J. V. ello.
I. f.
R. C.
A- M'ranrl.
ObsDrvapis
3.
I11I1A\UA1>*%
DO
Saciamentnda Boi Vista
AVISO
D- o d m da mesa resejora da o
meoto da Boa Vala, cohvWo as umos
e m_?.a r.e aow, qoe tem em dspo ro oe.-^'a m-
"m os8a1o pT, no pn o n? 30
dia-'.-a Chitar .isdiU d>"Pta, a trar.tfj ir-t pa.'a
eral, visl-i ix'stir delire el a- (ir -
d q.ai.id.le que ha moil tfmpo e?U eu
o p u> aiandcoo e te- a m' recado- ur-
e- te necessl.aie de mcoder fatir ob'- '"o
lu ar i)' 'e as referidas urnas f<" han. coiluca
na>" e aleui de iodo : i' aeeordo coai a
rever n do culto
Consi'tori" da inoan a 'u d >' ato da
Boa Via^a 25 de Oatoo'o d 180*.
O escrivo
_________________Izido-o Perrel a. ________
Hospital Pedro II
p,-eci?a se com rgenc'a "oct praii'o
de iha'macia com hsbiiit,ce psra o 8"rv.co de
boratcrio 0 rervig. <. h 6 tioraa da oaobft
i* 6 da '.aroe: a tratar cu) o D oi'ector, oo
i e'ojo bcspital, as borae do expediente.
Tocando a peaagem oa animaes deverao esti.r junto respectiva casa para
erem immediatamene eosilhadoa e seguirm para o oarracSo no ecutro da raa onde
t pode rao estar os jocknya e oa trttadores ou criad, s os quaes nSo pucLrao ter com-
tnaniccSo com peaaoa alguma antes de realisax-se a cerrida.
Oa Srs. frequentadores, manaos de seno competentes bilhete*, a razao de
l Derby-CIub, eocontrando-se os raferilos bilhetes a venda ns Livraria Franoeza ras 1*
de Marco, e na Secretaria do Derby Club roa Oaqae do Casias o. 20 1 andar
das 10 horas s 3 da tarde, anterior ao d* corrida, e, ao da seguiote nos poriSes da
Prado da Estancia.
Conlinuao em vigor todas'as resolucocs at hoje adoptadas pelas socieda
des hypicas desle Eslado, coaslantes de seas, cdigos de corridas e in?truec5es j>
publicadas.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda de poules, nao
teir ingresso pessoa alguma alein da directora, commisso fiscal e empregados
Os Srs. juizes so' lero ingresso na sala contigua a da venda de
pe ules.
Os Srs. empregados devem estar no Derby Club s 10 horas da mauhS
em ponto, sob pena de nao serem admitidos no servico.
Chazna-se a attencSo dos Srs. apoatadores para o horario qo: ser rastriota-
ceote observado, techando o 1* pareo ie 12 boraa em porto.
Os jockeys que nio se apresenhrem convenientemente Irajados com as
.ores adoptadas no prograrama por seus patres, nao senio admitlidos pesagem
e iserao multados de accordo com o art. 51 do cdigo de corridas.
Os forfaits sero recebidos at sabbado 3 do corrente s 3 horas da
arde na Setrelaria do Derby.
As poules qm nao forero. pgas no P-:ido da EsUucia no dia da cor-
rida so' soro pagas dias depois na secretaria dj Dfrby.
Os premios sero pagos 48 horas depois da corrida na secretaria do Derby
Club ra Duque de Caxias o. 20 1.- andar.
0 expediente para esta corrida eacerrar-s<' fu no dia 3 de Novembro f
3 horas da tarde.
A Directora chama a altenoo dos Sr?. proprietarios e jockeys para o
art. 21 eseus e o art. 46 que sao restrictamente observados.
Seoretaria d Derby-Olub de Pernambuc.), l de Oatabro de 1894.
O gerente,
A. A. (lomes Penna.
ILEBtVEL
,

>,
-M



n
i

Escola Noraiall de Per-.
nambuco
EXAMES ANNUAES
E>e ordum do Sr. Dr. director, e ern observan-
cia a di.sposigo do art. 39 qo renulameoto do
27 de Dezerabro de 1847, fa;o publico a quera
interessar que a congregag.o dos professpres
d'esia escola resol ve u em sua sess&o ordinaria
de boje, que os exames aiiouaec das diversas
cadeiras do curso coroeyassern no dia 5 de No-
vembro, s 9 lloras da manha, no 2. e 3.' auno
e n 10 no 1." pela prova escripia, que, dos ter-
mos do art. 46 do mesmo regulamenlo, ser fei-
ta de urna s vez em cada caieira, por todos os
alumnos do curso, fuoccionaiido duas cadeiras,
por da; seguindo-se a prova oral em turmas
de 8 examinandos em todos os annos, nos ter-
mos do artigo citado, observando-sfe em tudo as
disposices do Capitulo V do mesmo rogula-
meiito.
o Serao ndrritlidos a exame escripto os seguin-
tes alumnos: '
3. ANNO
Adelaida da Cunba Souto-Maior, 2", 4, 5"
7*. 8' e msica
Melania de liarros Ferreira, 2, 4', 8', 7, 8* e
Mara Amelia de A. Coutiobo, 2*, 4a, &', T, 8*
e msica. _,
Antonia Christina iauCosla Cardoso, 2', 4*, 5',
V, & e msica. .
Maria Alexandrina de Frailas Pinbeiro, 2',
4', 3*, 7*. 8" e msica.
Mana Augusta da Carino, 2", \ ", 7*. 8* e
Til IH1 **!
Julia Silvina Josepha de Souza, 2*, 4", 3", 7*,
8* e msica.
Mana Jos da tosa, 2a, 4-, 5*, 7a, 8* e mu-
Maria Clotilde de Medeiros Araujo, 2\ 4*, 5a,
7*, 8* e msica. _
Innocencia Augusla da Silva Santiago, 2',4a,
5\ 7a, 8* e msica.
Alexandrina M. Lopes de Mendonga, 2', 5', 7%
Elvira Maria da Conceigao, 2", 5", 7', 8' e mu-
Francisca Candida Ferreira, 2', 4", 5', 7', 8' e
""'domea Alv.es de Souza, 2\ 5-, 7', 8" e mu-
sic 1
Maria Amelia de Oliveira, 2', 4', 5', 7\ 8" e
Rosa Alexandrina Caneca, 2", 4a, 5a, 7a, 8a e
Aan Candida Villarim, 2a, 4*, 5a, 7a, 8a e mu-
81 Mana Bessone de Mello, Xa, 4a, 5a, 7a, 8a e mu-
Jos Antonio de Miranda, 2a. 4a, 8a, 7a, 8a e
Luiz Mximo Pereira de Araujo, 2a, 8a, 7a, 8a e
mU9Ca- 2.- ANXO
Etelvina Cordeira da Rocha Pereira, Ia, 2a, 3a,
S 6a 7a e dpsenho.
Estber Alice dos Santos, f, 2a, 3a e 7a.
Maria das Mercs Macedc de Oliveira, Ia, 2a,
3* 5* ", 7a e desenho.
Maria da Pureza Barbosa de Araujo, Ia, 2a, 3a,
^Mana'isabel Ferreira Leite, 2a, 3a, 8a, Ca, 7a e
losana Maria da Concei 7a e desenho.
Maria Franiisca Snencer Netto, Ia, 2a. i', 5,
6a. 7a e esenbo. ., .
Lupicina Candida Reguena Duarte, Ia, 2a, 3a,
" bernardina dos Res Spiadola, Ia, 2a, 3a, 8",
6a 7a e desenho. _
Zulmira Leodegaria de Souza Cavalcante, Ia,
1 3a 3* 6a, 7a e desenho.
Auna Virtuosa de Hollanda Martms, 3a e 5\
Josepba H. Ferreira de Castro, Ia, Ia, 3a, 5" e
\ertulina de Oliveira, I", 3a, 5a e 7a.
Luiza Stepple, ta e 7a
Claudina Pereira de Mello, S .
Mana das Dores Comes de Araujo, 3 .
Mana Alexandrina Pereira das Neves, Ia, 2a,
3a. 5a, 6a, 7a e desenho.
Maria do Carmo Ferreira Brillo, 3a e 7
Jos Elidi Domingnes Carneiro, 1\ 2a, J ,
5a 6a 7a e desenho. _
Ma'noel Estanislao Pires de Souza, ia, 2a, 8a e
IMarto *e'Ie-rnambiico Qninto-feira de A o vembro de 18INI
HIPPODROMO
DO
CAMPO
Estes paquete* sao
trie.
IHaminados a Int elec
#
Jos Thimes Pereira Jnior, Ia, 2a, 3a, 8a, 6
7 e desenho.
2a, 3a
5/
5.'
B.
7.
8/
Joaquim Pompeu Monteiro Pessoa
S. 6a, 7a e desenho. ,
Pedro de Alcntara da Costa Limo, Ia, 2 J ,
5a. 6a. 7a e desenho.
Elysio Ferreira Martins Kibeiro, i .
Fi ancisco de Paula Pinto 5a e 6\
Sebastiao F. do Amaral e Silva, desenho
U Amonio Ribeiro de Aranjo, Ia, 3a, 7a, e de-
fiailt10' PJUMEIRO ANNO
Julia Militana Gomes de Oliveira, 3a e o\
Vicencia Elysia Marques de Amonm, l r,
3a, 6a, 8a, e calligraphia.
Thereza Ejidoxia da BiWa, 3, e C
Joanna Ramulphade Magalhes, Ia, V, 3 e
Maria da Conceijao Barbosa de Aranjo, Ia,
2a, 3a, 6a. 8a, calltyraphia e msica.
Virginia Lopes Tavares da silva 2a, 3a, e 6a
Minervinado Monte Pereira da cruz, 2a. a,
eEufraziaP. Fredorinda da Silva, ia, 2a, 3,
^Serapina Candida Dmiz, Ia, 2" 3a, 0a 8a, cal-
liL'raphia e msica.
Mara do Carmo de Moura Accioly, Ia
6a, 8a, oalli6rnphia e msica
Joaquina Candida de Altfleida, l", *
Maria Militana Gomes Ferreira, 2a,
calligraphia e msica. _j- .,
Mana Julia Chaves dos Santos, 1\ 2a.
Sa calligraphia e msica. -..-.. *.
Anna Digna Pereira Machado, Ia, o" e 6a.
Cecilia da Silva Vidal, 2; ,3a, 6a e 8-
Maria Francisca da Piedade, Ia, 2a, o .
calligraphia e msica. ...>,.
Clotilde Man Laccrda '^avalcante, 2a, 3 a
6 nna CouUnho de Oliveira Guimaraes, 2.
Cerdola Maria Solme, 2a, 3a 6a 8a e msica.
Josepha Aurelia Carneiro da Cunha, 1 Ia.
3, 6-, 8a calligraphia e' msica.
Francelina Comes dos Pasaos, Ia, 2 J,.
8- e msica- .,
Mana das Seves Libania de Souza 2
Maria da Assumpgao terreira, 2a, 3a, 6a, 8
calligrennia e msica.
Aula Gomes dos Passos, Ia. Ia, 3a, 6a, 8a cal-
ligraphia e msica. .
Martha Maria da Gonreigao, Ia, 2a, 3a, 6a, 8
calligraphia e mu ica. .,.,<..
Donalilla de Menezes Amonm Ia, Xa, 3a, b\
8' calligraphia e msica.
Julia Germana Ribeiro, .a e 3a.
Lucilla das Neves Marinno Falcao, Ia, 2,d,
6a, 8a calligraphia e msica..
Celecina de Barros terreira, 2a, 3'. 6a, 8
calligraphia msica.
Alexandrina Mana da Conceigao, 2a
Marts das Dores Quaresma, i*, 2a, 3 6'
msica.
Posidonia Rosa Machado, i".
Cecilia Leocadia de Mendonga Siqueira,
C Luiza de Franca Oliveira, Ia. 2a, 3a, 6a, 8'
cilliaranliia e msica.
Frinoisco Augusto Alve, 2", 3a e 6a.
Ote?o jSuiui de Sanl'Anna, ia, 3a, 6a e 8a.
Ravmundo Barbosa EMeves de Frenas, 1,
Ia 3a 6". S* callif,'rapbia e msica.
'Aflooso dos R:is Martins Ribeiro, 2* e 8a.
Secretaria da Esrola Normal de Pernambuco,
2 i de Oulubro du 1894
O ejre.tano,
Francisco Cario la Suva Fragoso.
, 3,
i 3a, e
, 6', 8
3a. 6a,
8
Projecto de inscripgo
Para a 23/ corrida a realizar-se no doniing'O
11 de Noyembro de 1894
FESTA AKNIVBB^AMA
1. PAREO Prado PerrAaraiaeara* 1.600 mtroa Animaos de Per-
nambuco que nSo tenbam gaoho ns prados do Reci'e. premios:
4006OCO ao primeiro, 804000 ac segundo" e 404000 ac teroeiro.
2.4 PAREO Aanlvertarl-2.000 metros. Handioap. Animaea de Parnam-
booo. PBB10O8 : 8OO000 ao primeiro, 160iS03 ao segando e 805
ao terceiro.
Pei-Bismaik 2-, 60 kilos; Camore, Aentoreiro, 58 kilos, PlotJU), &3 ki-
los ; Tkompho, Piramon, 52 kiioa ; Pjrilaopo, 48 kilos ; e os demais
45 kilos.
PAREODerfcy Club de PernambReo1.400 metros. HandioaD.
Animaos de Pirnamboco. Frkmios : 350JIU00 ao primeiro, 7O0O0 ao
segando e bfOOO ao terceiro-
Art. 5.-Bismark, Camors Aventureiro.
reso=Piramor, 58 kilos; PlotSo e Trinmpbo 55 kilos; Pyrilampo, Manrity,
Tudo, Nababo, Toreo 2\, 51 kilos, H rondelle, 50 kilos e todos os
i'emsis 45 kilos.
PAREOHlppodrotBo d Campo Grande 1.800 metros. Handioap.
Animaos ae qnalqaer p. PK1H08 : 500)5000 ao primeiro, 1005000 ao
sega o do e 50000 ao terceiro.
PeOSMximo 70 kilos, mnimo 4i kilos.
PAREO Trllhos Urbanos 1.700 metros Handcap. Animpes de
Pernambuce. Premios : 5004000 ao primeiro, 1004000 ao segundo
e 504000 ao tfroeiro.
Art. 5..Uf ao pareo Derby Ulub e Piramon, Plotlo, Triumpho, Pynlampo,
Maority, Todo-, Nababo, Tnroo2.
Pesas -Doblio, Beflin, AHy Stopper, Pigmeo, F*niano, Hirondelle 58 >'loB_
Maseotte, Patchooly, Ibo, 55 kilos; MaUio, Pirata, Garimpeiro, 63
kiloa; Caranna, Narciso, Tenor 2.-,5i kilos, e os demais 4o kilos
cada uro.
PAREOinpreasa1.250 metros Animaes de Pernambuoo. pbbmiob :
3104000 ao primeiro, 60f COO ao segundo e 304000 ao tercero.
Art. 5.- Os do pareo Trilbos Urbanos e Dobhn. Berlin, Pigmeo, Feniano, Hi-
rondelle, Maseotte, Pathehooly, Ybo, Malaio, Pirat*, Qanmpeiro, AHy
Stoper.
PAREOAos SoortasieBl-860 metros. Animaes de Pernambaco. prr-
mios : 3001000 ao primeiro, 604000 ao aeguado o 304000 ao ter-
ceiro.
Art. 5 Os do pareo Imprensa e Beij-F16r, Palhaco e Tapy 2.
PAREO--ft de XoveaMbro 1.100 metros. Animaos da Pernambaco.
paninos : 30C4000 ao primeiro, 60JCO0 ao aegando e 304000 ao
teroeiro.
Art. 5-' Oa do ptreo aoe Sportmans e Carauna, Narciso, Monro, Oollosso, lou-
lon, Teimoso, Frontn. Traqoinaa, Teoe.- 2 -, Petropolis 2-., Foaileiro,
Prossiano, Galante, Viaa, Enireb, Phriaea, Bstary, Uiogo, Fum5a
2.', Baralho, Dictador, Piano, Mooriaco, Talispher, Malango, Faoso,
Ida, dallet, Erna e Vinganoa.
Observacoes
S contar victoria o pareo Aos Sportmen
Nenbom dos pareoa aera considerado resJuado desde qoe nlo se mscrevam
0 eorram 6 animaes de 4 proprietarioa differeotes.
A propoata qoe no vier aoompanbada da respectiva importancia nao sea
1 la. ,
Aps a petagem oa iokeys e animaes qae tTerem de dispat.r o pareo serao
isolados.
Oa oavallos saspeosos nao poderlo ser inscriptos.
Todos os proprietarioa qae insoreverem ,os aeos animaos reoeberio de
cada inscrip9*to 5 oartoes numerados qoe darlo direito .o sorteio e o numero tradas correspondentes aos animaes inscriptos.
A inscripto encerrar-se4ia na terca-Caira 6 do Navembro, a b lj aoras
a tarde oa secretan, i. roa Larga do Rosario n. 16 1. andar.
Secretaria, do hippodromo do Campo Orando, 30 de Outubro de 1894.
O secretario,
Augusto Silva.
O Loodon & Brazilian
Bank Limited
Sacca sobre Lisboa e Pwrto
esa libras torunas, o vista,
sendo o pagamento feito na
ecasiao da apresentacao do
saque ao cambio, pelo qual o
Banco estiver comprando pa-
pel sobre Londres a noventa
dias de vista naqnellas prooas.
Sociedade
Monte Pi Bom Snccasso
Eleioao
Da ordem do nosio irmio director, coavldo a
todos os Irmaos que se kcbam no goso de seas
direiioa a renairem-se em assembiea gersl no
dominpo \ de Noyembro, pela 10 oras da i a-
|hi, aHm de procedar-se a ele.cao dos botos
lanccionario qae teai de adaloisirsl-a no anno
social de 189i a 893.
Secreta-ia da Sostedade Mone Pi Bom Sac-
eeao, 31 de Oalobro de 189*.
0 secretario.
Benio Alves <\* Silva.
?revine-s anda sus srs. recebedores de mer-
'.-adoriasqae Ose attendert a redamacoes por
fa! as, qne forero reconoecida" na occasiSo do
lesea rea dos volumes ; e que dentro de 48 h
as a contar do dia da descarna das aivareagas,
deTerao faer qnalqoer reclamato concer^en-
te a volumes qoe porveninra tenbam seguido
para os portos do sol, atm de serem dadas s
itaoo as providencias neeeiuanaa.
Roga-se aos Srs. passageiros de se spreeenta-
em na vespera da ebegada do vapor para toma
em as suas paasagens.
Para carga e encommeodas etc. i tratar cero
os
AGENTES
H. Burle & C.
42-RA DO TORRES42
Ia ndar
Lla.d Braiiiftiro
PORTOS DO NORTE
O paquete Brazil
Commandante capi'fio de fragata Pedro
Hippolitu Duarte
Espera-se dos
por.os do norte
ai o dia 9 de
No vembro ge
'gaino d'pol* da
d mora ion ispensavel para
Macei, Baha, Victoria, Rio
de Janeiro
As encommeDdaR sero recebidas al bora
rt* tard*> do dia da anida, co trapiche Barbosa
Caes da Comp.nhiaFernambocaoa n. 4.
Ao* S', carrenadores pedimos a toa atteoc&o
p-M a claosa'a 10a do^ coobeciuieolOj qoe :
No uaso de n.wr algoma reciamacao coaira a
c i upuihia por avanes on perda, deve ser fe;fa
por escnp'o ao aeen e respectivo do porto de
dfprarga, deolro de tres das depois de flnali-
sada.
Nao nrecedendo es'a tornalldade, a compa
o'a L-a nenia de toda a r sp nsablllcfade.
Para passagens, fretes e eocommeodas Ira*
ti-se coro"
AGENTES
Pereira Carneiro & C
RU DO OOMMERCIO N. 6 *
1* andar
Auptrian Lloyds Steamer
Navigation CompaDy
6 vapor austraco
Meduaa
d Guanal ns. 419 e 840/ao oouae*.
Segunda-feira 5 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
RA .OS BOM JESS N. 4S
E' es aeratlo de Trieste se-
goindo depois da demora
neceisarU para
Baha, Rio de Janeiro e San
vslo-
Para arga, passagens, encommandas
res trats-ae coro os
Agentes
Henry Forter& C.
Roa do Cjmmeroio n. 8
1 andar
VAPOP. INGLEZ
Bourbon
De 1* el as se
E' esperado dos portos do norte
ata o di2 a de Novembro se-
guindo depois da necessarla
demora para
liinha regalar de vapores
aacionaes
O VA^OR INGLEZ
Shaftsbury
estrangeiros
2'
Industrial e eoinmer
ci de estYo
OOMPAMHIA
0 escrp'orio lesia cumpanhla, i roa )
.imoriai n. 58, cb;'m dispostcio -los se-
nhores sccioois'ss a copla *o blanCo emaii do-
omentos exig""" po/ W. relativos ao aom,
JOcTsl lindo em 30 de Janto prximo paswdo.
Recile II de oo'obrj du *
Dlrticlor gecretario.
Departamento da Liga Ope-
rara em Olinda
Convide s lodosos tocios do Deparlamento da
Lga Operara emOii-da, para ama eeseao ds
assembia gersl no da 4 de Novembro, pelas 11
oras da manba, para resolver ee sobre o desea-
volvimento do mesmo depsrtameoto e do soas
boaogas, leudo de comparecer para esse tim
na eommissao do Cea'.ro Coilecuvc, bem como
en presidente.
Olinda. 30 de Ontubro de 1894.
0 delegado
Joaqoim Dommgoes Ferreira
Veneravel
rmaadade das Almas da Ma-
triz d Boa Vista
Eleigae
De crdem da mesa regedora convido a todcs
os nossos chailssimos irmaos para comparece
rem em oosso consistorio no da i* de Novem-
bro quinta-feira, pelas iO norss e t/t da manb,
aflm de reonir-se em mesa gersl e elrger a mesa
regedora qoe tem ce sdmisisirsr esa irauodi-
Se no anno eomprumiiBal e 1894 a 1895.
Secretaria da Irmaottade aas Almas, 9 de
co ubro de 1894.
Sebastiao Amaral,
Secretarlo interino
Companhia industrial
e commercio de es-
tiva
SSo convidados os Srs. accionistas a virem
recebar no escnpto'io desia compaobia roa do
Amonm o. 58, do da 9 da fioTembro prximo
em diaoie, o 3' dividendo na razao de 15 0/0
sobre o capital raaltsaoo.
OotroBim, pree: rbido como foi oeste anno o
tfondo de inlegracao roga se ao meemos Srs.
accionistas de aoreeentarem < cao elas de soas
aeses para nellas se faier a respectiva aver-
bacao.
Kecife, !6 de Oolnbro de 1894.
Alnerio Dias Fernandes
Director secreisrio.
Santa Gasa
Casas para alog)r
Na sec-et -ia da Santa Casa alogam-se as se-
gotntes casas:
Boa do Amparo n. 18.
l.em Amjoi n. 8._______________________
Goib panhia
Refinadora Mercantil Assu-
careira
Achara se a dispoel(Zi> dna Srs. ncclooislas
para serem examiuadoi*, no eecrlplorio desia
compaobia. 4 roa 1o Dr. Jos Msrisnno n 66. os
documentos de qcie tratan os ns. 1 i 3 do Ar.
147 da let asa ao edades aoonvxas, relativo ao
sooo social fiodo em 30 de Setembro oltlmo.
Escriptorio da compaobia. 35 de Ootobro de
1894 -O gerente
Mianoel Ferreira Croi.
tfAAXTXlMECS
Piloto nutico
Precise De nm paravia^-m deste porto psia
Rio Grande do Sol, o paiacbo hepanbol Hay-
monda* ; ir-ta-sf com o capi o a bordo.
imwm MantiiB
LINEA MENS AL
O. paquete Congo
Comma=dote Rosaigool
E' esperado da Europa at
odia
4 de Maveaabro
segolodo dep. is da demora oecessaria para
Baha, Rio de Janeiro. Montevideo e Bue-
nos-Ayres
Prese o tmente
oeste porto se-
eoira depois de
breve demora
ptra os portos do
Rio de Janeiro e Rio Gran-
de do Sul
Ea\ direitara
Para carga vaiores tra'e se com
E. S. Levy
Roa do Commeroio o. 22
A. C. ue Freilas
Sud Brazil Dienfet
O vapor
Macedsnia
E' esperado dos portos da Eu
ropa ai o ia V de Novembro
e eegolr depois da demora ne-
.cessana para
R^o'^ra'd'odoSnl, Pelotas e Porto-Ale-
gro
Para carga e passsgei'os irata-se com 08
AGENTES
Pereira Carneiro i C.
Ra do Oommeroio n. 6
1. andar
S'TiB
Gipaia rsTumain i\
PORTO DO SUL
Directo Sanios
O paqnaio
La Place
COstMANDANTE YIRIS81M0 '0ST;A
E' esperado do sol >t o dia I
deNovembro segoiodo depois
le peqoeoademora para o pe-
a? TS ai
lo aj u.
Cbama-se a attencao dos Srs. car regadores
para a clausula 10a qoe aqol poblicamoa :
No caso de baver algo na reclamacao con
tra a Compaobia, por avara oa perda, deve sor
feita por escripto oeeeote respe, tlvo do portj
da descarga, dentro de tres diae decois de doi-
Usada.
Nao precedendo esta formalHade Compa*
nbia Oca laenta de toda a respaosabilidade.
Recebe carga, eocommendas, paseagens
oiieiros a Irele ats 11 horas da manb do
da parada._______
E9CRIPTDRIO
Ao Coa da Comoanhia Parnambxteana
n. 12
da
Harnburg Suedamerikanie-
che Dampfschifffahrts-Ge-
sellschaft/
Vapor Amazonas
Para carga, passagens, encommeodas e
nbeiro a rete, trata se com os
AGENTE
di-
O paquete Orenoque
Commandante Boordon
E' esperado
at o dia
dos portos do sol
4aie %'oveaabro delS4
segnindo depo.s da oecessana demora para B3'
deaox com escala por
Dakar e Lisboa
Espera-se (la
Europa do dia
4 de Novemb-o
egoiDOo depcis
da demora neces-
earia para
Bahia, Rio de Janeiro e
Santos
Este vapor entrar no porto
Qaaesqner reclamares ao orlo aten-
didas 48 horas depois da ultima desoaifra
do vapoi na Alfandega.
Eate vapor Iluminado a lai eloosrii
e offeroce o ptimas aooommodacSes a as
Sra. oaiaaceitoi.
AVISOj, DIVERSOS
A Baroneza d'Herpent e seu filho O
Baro d'Herpent, agente geral do jor-
nal L'Echo du Brcz, tem a honra de
participar aos seus amigos e discpulos
que mudaram de residencia, achando-
se actualmente ra da Unio n. 1.
O abaix assigoado dec'ara qoe comproa
ao Sr. Oliveira Camncs laveroa sita na estrada
real da Torre o. 25, livre e desembarazad! e
qcem at joluar com direito apreseote-se oo pra-
ao de tres da--.
________________Fr'ocisfo de Paola Rocha.
Aluga-re Daaaej i armadas e preparadas
ero bol'.'ibos pa-a qoalqaer acto festival ; Da
casa n. 145 P, roa Imperial. Trabalbo especial
e prpc" i'ommodo.
AMA Precisa sn de orna para cosiubar:
no naip.i do praim n. SO.
Rio deJaieiro
scala pela
Bahia
Tem magoiflcag accommodagOes para pssea-
geirrs e illomioado a los elctrica.
Para carga, pasiageos e oiubeirc a (re le. ta
se com a
Onalgattarla
COiBPANHIA INDUSTRIAL E COMMERCIO DE
ESTIVA
58-Ra do Amorlm- 58__________
CU\GtLS 1UMS
Companhia Franceza
DE
Navegtcio a vaper
Linha regolar entre o Havre, 4D0.
Pernambaco, Baha, Rio de Janeiro
e Santos.
0 VAPOR
Corrientes
Commandante Lainey
E' esperado da
Europa at 0 dia
4 oe Novembro
isegoindo depoif
1a lodispensa vp
demora para
Eahia, Rio de Janeiro e San-
tos
*2ste vapor en rara no porto
Roga-se aos Srs. importadores de carza pelos
vapores desta linna. qoeiram aoresenur den
tro de 6 dias, a cootar do da descargadas al-
vareogas qoalqner reclamacao coDcernente a vo
Isses ==e pcrves'.-r teslsa zss-'i- ?*'* 0?
porios do sol. aim de se poderem dar a tempo
as providencias necessarias.
Expirado o referido praxo a compaobia nlo se
rsep.-.nsallisa por extravos.
*
B-cebe carga b tratar com o
AGENTE
iuguste Labille
9Roa do Commeroio9
r/it-cia te u* 10*8 toeiuDeiras cim U'^ea
cia ; a tratar na ina do Apol o n. 8, 1' acoar
das il as 4 boras da tarde.
Vpiidf-s^ purtto de ferro de 5 a 11 palmos
de largora, gradea de ferro para cima de maro,
terreo e ja'fr, p-daco de grades ; no largo
do Po-ie das Cinco Ponas, lenda de ferreiro no-
mero 4.
Precisa de pm caixiro pa-a ta torno, de 11
15 anoos. dando tiaaor de soa conlela
beci-L do E^pinheiro n. 6
Cosin^cra e criado
Precisa se I a tratar o a ra do Ci mme'cio nn
moro3>
O armador Paula Mafra
Continua no exercieio de sua
profisso
Rnf Duque de avias n. 25
COGNAC
HHAZILSIRQ
DE
RA DUQUE DE CAXIAS N. 57
i nilu jarrara JC-aOO
PHARMACIA AMERICANA
Para carga,
teitcata-sseomos
Oooaignatartoa
Borstelman & C.
Roa do Oommeroio n. 18
1- andar
Pacifico 8 team NaYigalion (]o-
psiy
8TRAITS OF MAOELLAM UNE
O paquete Orellana
E' esperado da Europa
al o dia 1 de Novembro
segoiodo depois da adu-
i pensavel demora, para Val-
' paraso cora escala pela
Babia, Rio Janeiro o Moatev.do
Para carga, passagens eoeomraeidas e diahel-
ro afrete trata se com os
AGENTES
Wilson, Sons I C, Limlc
10RA DO COMMERCIO10
1* smdar
LEILOES
Leilo
lloade d- prego
., osixas de sabao
Sabbado, 3 de Novembro
De grande qaaotioade d- pregos proono3 para
barricas, osixas do sabao e calxoes
A'S 11 HORAS
No armaiem i roa Domingos Itt Martios o.
134, por detrax da roa Marques ae Olinda
Por intervencao do agenie
Gusmao
Leimo
De praocb4es e taboas de forro e assoalbo de
amarell j, iooro e cedro. Fas-se abameolo dos
precos acloaes de 10 a JO / *>8ra er Da 8er
rana da roa de S. Joao e a tratar oa fabrica de
viouOB de cajtt, de Jos de Macelo roa da Ao-
roa o. 111.________________________________
Agente Oliveira
Leilo
De bons predios
Todos bem localisad:s e com boos :eadmentes,
SENDO :
Um sobrado de 2 aodares sito & roa Bella n
4, fregueiia de Santo Aotooio, com quintal mo-
rado a cacimba, readeodo aoooalmecte 816JOC0
Um dito de 3 andares e soiao sito a roa Mar.
qoes de Olinda o. 47, em terreno proprio, ren-
de do aaooalmeme l.SOOOOO.
Urna casa terrea sita a roa do B.sario da Boa-
Vina o 9, em terreno proorio.
Urna dita sita i roa dos Pe cadores o. 32, rom
porta e iaoella de frente, 2 salas, 2 quarios, cc-
siDba, qolotal morado, e'.c.
Um eraode sitio bem plantado, na Zimby,
com 165 palmos ni frente 365 de Imuo, oom
grande casa terrea, u. 13, com accommodaefies
para grande familia, entre as esiacOss do Zom
by e bibd da Magdaleos, rom 2 grandes pocba*
das aos lados, 7 qoartos, graode costaba ezier
ns, jsrdim na frente, cacimba o'agoa noiavel
com bomba, banoeiro, etc e em terreno pro-
prio,
Ter-ja-feira, 6 do corrente
4's i\ boras
No arama*em a vaa tft de lo-
vembro n 39
OUTR'ORA DJ IMPERADOR
O agente Oliveira, compeieotemente so'.onss-
dr, lev** a leilai os sabrados, casas terrease
litio cima cseoianidoi-, livrea e desembarsca
dta, podeodo desde ja os Srs. compradores exa
encoumendas, paasagens e fie- minal-os
Leilo
Do sobrado da esquina do larso da Ponte Ve-
Iba o. i.
Urna casa teri o. 3, em ebaos propHos.
Doss casas terreas cora solios roa Vlsconde
A LA GRAN-YJA
SS A-Sfla da lperalrw-S8 4
Othon Suva 4* O'.
Acabam de receber da Europa pelo ul-
timo paquete um esplendido sortimento da
fazendas como sejam :
Sedas pretas e de cores, de diversas
qualidades e de maior novidade neste ge-
nero.
Chit'tonetes, padroes lindissimos.
Carcbraias brancas e de cures, o que
ha de melbor e variado.
Organdys, linons, percalines, cretones,
grande e variado sortimento.
Riquisdimos cortes de vestidos de ca-
chemira, bordados em alto relevo.
Cortes de vestido de cambraia, bordados,
o melbor sortimento que se pode encon-
trar.
Espartilbos de todos os nmeros.
Leques de todas as qualidades e grande
sortimento. J
Meias de 13, croas, escossia e de seda
para sonboras, homens e enancas.
Camisas de algodao, linho e seda] lisas
e bordadas para bomens, grande varie-
dade.
Collarinboa, punhos e peitilbos, lencos
de linho aseda, casemiras, gravatas para
homens.
Costumes a marnjo para mangas, ul-,
tima novidade neste genero.
Casemiras pretas e de cores para costa*
mes e calcas, sortimento esplendido.
Perfumaras de iodos os fabricantes, e
o novo Tnico Maravilhoso, grande,
dascoberta coatra a calvice e a caspa,
ALFAIATARIA .
Temos urna oficina dirigida por um
hbil a intelligente mestre.
Sendo esplendido o nosso sortimento
convidamos as Exmas. familias em par-
ticular e ao publico em geral a visitar o
nosso estabelecirnento- p*ra verificar o
sortimento ana temos, certos de que en-
contrarlo agrado, sinceridade a modicida
de em prc?os.
La Gran Via
58 A Ra da Imporatriz n. 58 A
QTTON SILVA & C_________
o corcmercio e ao publico
Rncba & C coumooicam so commercio e ao
pobiicu qae tmiiTim o 'f u esUibei^rimento de
molbados sho roa B.rSo "a Victoria o. 17, e
qoe no I' andar do mesmo predio ( scripicrio)
eoconfarSo pe*o* compleme para resolver
qoalqaer oegucio rela.no ao mesmo.
Sampaios e Meteoros
Estes excellentes e magnficos cigar-
ros, vendem-se as principaes mercea-
rias, e na fabrica Meteoros de Joaquim
B dos Reis & C. Successores a ra
Larga do Rosario n. 30
VIHO DO PORTOADRIANO
Tnico nutritivo e reconstituinte o
mais puro e saudavel dos vinhos fi-
nos, j por si recommendado aos Srs.
Consumidores.
CAUTELLA COM AS IMITACOES !
RICOS HEGKBEDORKS
GnimarSes & Vnlene
N. 6 Largo do Corpo Santo N. 6
Baixa de apim
Veole s om terreno na Agoasioh de Bebe-
ribe, com 1,850 palmos de frente e 800 de fon-
<>o. pl'Otaoo de apim. com tres casa proprias
para lahlados, 23 pes te toqotir >* allomas
f'octeira*. iaraoeviras, frocu-p;, jaqoeiras,
maotveiras e jambreiro ; a tra a- oa raa do
BoiDia, fino delroie do sobrado g-ande, lol-
Ciaef^T.F p. ____
Tjpographos
A empreza preciaa com urgencia de
dous bficiaes e dous meios
officia.es.
:

NM


i-aV-- 1

Diario de Pernambuco -* Quiita-feiral de Xovembro fie 1M4
i



t
Honor I Hil|H>> Prrelr C.l
NM
JoSo Sabino Ptreira Girildes, sos molber e
filiaos, sais Irma*, su contiaio e seos sobrl-
Btios. agradecem do intimo d'alma a todas as
pessoas qae acomraobaraB at o cemiterio pa
Dlioo o cadver d *eo mano presado Irmuo, co-
nbado e o, Maoocl Huciinj Pereira Giraldas :
e de novo convidara a iodos os sea parames e
amigo-, b m cumo aos do finado, p*ra asalst rem
as tntss.18 ene por soa alma sero retadas na
Diitna 4? Boa Vinta, s 8 horas da asaaba do
da sabhado 3 de Notembro. stimo da )o teo
dI'd^'O e inesperado pseameoto, e detde j
njpotbiCr m sua eterna gratido a todos qae
compa'e"prem a-este acto de rpligito e caridade.

Padre
Juaqulm Pifrelr Freir
1* anrmersino
A ramilla do padre Liquim Pe-elre
Freir convida es pareles e amigos para
a *sif tire m a ama mi-sa no convento de S.
Fraccisco. 8b 8 nons da raiohi do uia 3
de Novemb o, e di sde a se coofespam gratos.
.t
Urna questo de gosto
Funeraos de 7' dia, anniversarios,
etc. na cidade e no interior : encarre-
ga-se o armador.
PAULA MAFRA
Criado
P'ftcira ae de an criado : ns roa da 8cledade
o. 38, preferindo- e menino.
Cosinheiro
Preeisa-se de una bom co-
sinheiro ou caslnheiru papa
casa de pequea familia, eni
Ollnda paga-se bom ordenado ;
a tratar na ra do C 'o mmere lo
n. 4A\.
Caixeiro
Manuel PrdrodaS.lva
+ Vraoau%iaa aos pa-
ren'ea > amigos de M*uo>-l Pedro da Silva
para ass'siirem miasi qae por saa alma
matda cel-brar na mairia Ca tos Vista,
sexta-fe,ra J'de vembro, as 8 Doras da ma-
nda.
irlo Anuala usa ConeeicCo
'"Joan Pirmioo da C'ur,, lenno oo ala S de
No embro. as 4 Ooraa da iarae, levar ao ce te-
rio paolico de Olinda, una c;ptlia far.eraria
para ser depositada sobre o tamal} de saa e
Dunca eiqoeclda mi, Mana Antonia da Concei
gao, convida a todos os seus pareo ei e amigos
para assiirem a este acto religioso, e tican:o
desde ja agradecido qoeiles qae somparecerem
Reooe-se as i bsras da tarde oa igreja do
uoinrim. .
Adol|>iin de Almeilla (luedes -1.1-
cororaslo
Qa nlj anniwrsarlo
Flora de Maraes Gaedes Alcoforado e seos
filbos mandm reiar ama missa oor alma de sea
nanea e^qoecido espato e pai, Ada tho de A -
meida Goedes Alcoforado, no ala 3 de Novew-
b-o. p?lag 7 .ras da manbl, na capella dos
Affl.Ctcs.
Ama
Para engommar, precisa-se
de uan ama: ra Duque de
Casias 4\9, 3.- andar.
Precisa-se de am rapas qoe tenba pratlca ce
faxenda e dando atestado de sea Dcm romper-
Umenit a tratar no Basar de Afosados.
Jardineiro
Precisa-se de om jardioeiro, prefeMndo-se es-
traogeiro; na roa do Commercio.n 44.
Burro furtado
Furtaram do eogenbo Uchoa. no da 1- do
correle, om borro peqaeno, do co\ pello de
ralo, com os signaes segomtea : eaetrade, pas-
seiro, crinas e cauda curtas, eom ires tainos de
faci oa anca esquema e o (erro n oa a ca
direlta ja apagado pede-ge a todas as se ori-
dades a apprebeo ao do mesmo,e mandar avisar
o 3-o ptoprietario no mermo eobecbo, Alfredo
de Paes Barreto____________________________
Em Caxang
Ven-e-se ama (averna llvre ue qoslqner res
poosabilloade : tratar na mesma, alem da pon'
te, n. 1, cbalet.
CBIPKLR
km
Precifa-ie de orra sma para costaba
Ca Mscitl Finbeiro o. 9, S* aodsr.
oa Prs
Ama
Precisa-se de orna sma para cosinhar; oa roa
Doqne de Onaa n. 48. loja_________________
Ama e criado
Precisa-se co ara ama para anear com me-
nino, e de om criado par arrviio de fabrica :
pa roa da >n Ama
Precisa-se
de Caxias n.
raa Duque
SO, pa dara.
AMA
Precisa-se alugar urna rapariga para
cuidar de uma crianza ; no 3. andar do
predio n. 42 da ra Duque de Caxias.
Ama
Preciface de ama ama, a tratar toa
Trmenlo o. 34. lojs>
doLv
Caixeiro
Na raa da Restaoracao o. 7 precisa-s? de om
menino de 1S a 14 j mu, com pratica de mo-
ldados, dando fiador a saa conducta, preerindo-
ge portagnes.______________________________
Casa psra alojar
Grande casa no Largo dos Remedios n. SS,
defronte da igreja : a tratar na Magdalena, sitio
do commcndaoor Barroca.
30000
'ti*
f Ven "e-?p orna armsc!o para molbsdos, l* lo-
calidade, pm frente ao bolel de Caxaog*, a tra-
tar no rxesmo.
Casa
Venif- ca ; e-cu a-seo sobrado la roa Di
Kita n 3 a trata no 3' aodar do meso-o.
Vende-se
' A arr?c) envidracana a miodesas da loja n.
2 B, a ru.. ffireia do Rosario: qnem pretender
dirija-8e a oesma loja qae acbarA com qnem
tratar._____________________________________
Para barhrs salgados
Alnga-se a casa sita prala dos Milagree n 8,
a tratar i raa do Varadcnro n. 5, i* andar : tem
sgea, Olinda.__________________________^_
Vende-se
A casa t. 61 a raa do Paire Nobrega : a tra-
tar na roa te Marco n il.________________
Garro e cavallos
l S:vo gortirxento de l?Dii-rD.iP, chicotes e col -
letras ; na loja de inosicas e lnstr amentos do
paiva ra Nota n. 13.______________________
Oaixeiro
Preclsa-se de am caixeiro com pratici de
molbndns ; a tratar na raa de S. Jorge n 91.
Gopeiro
Precia-ae de am bom corei o e criado para
servico de easa ; no becco do Padre Ingles n.
i, paga-se bem.
Ests novo e bem montado
estabelecimento acabade re-
cebar dos paizes mais impor-
tantes da Europa um com-
pleto e vanado sortimento
de chapeas de teltrc, Ja e
palba para borneas, senho-
ras e crianzas, lindas capo-
las, formasdepaJba, o que
hade mais noyidade, cna-
posde pello para homens,
oque ha ciernis moderno;
assim como fitas, floies, ai-
gietts de pennas, ditos para
cabello, passaos, azas, veos,
gratnpoi pai chapeos, com-
pleta novidade, toucaspara
ci lancas, o que ha de mais
chic, e um lindo sortimento
deoleadoF, courinhos, forros
e fitas para chapeos de ho-
mem.
Uma visita, pois Cha-
pellaria Uniao ondeo respei-
tavel publico a par de um
complet > sortimento em seu
genero, encontrar modici-
Jadeem presos, agrado e
sinceridade.
Boa Doqac de teias n 87
R. Mello & Azeyedo
Compra-sena
Pharmacia America-
na garrafas brancas de
litro:
Garvo asi mal
Rerebe-se qoalqoer encommenda oa pedido.
aa roa de Bemfica 6, merceaMa Looreiro.
Telep&ooc472
Precisa-ge
Boasfim o. S?
Co sin he ira
de ama cosiohelra ;
na roa do
Cosinheira
Ptocia-se de orna boa cosinheira para a Var
lea :: a tni'ar oa raa do C"goo >. 19, loja.
I' i
Offici;.es de charuteiro
' Joao PniDRisco Leite, ra,i do ktiepa Sardinba
B. |, indica qoem ptcsa.
Forma, para charuto
Joiio pranciac') Lene, ro do Rispo Sardinba
n. 1, indica qoem lemparii vender.
'erreno
V:ode um bom lorreno oo Peres, com 100
palmos de frente o 7C0 de fondo, com a Lento
para a estrada de rodageni e os fondos para a
estrada de Cmaro: a tratar na secretarla da
fomtno com o t r. Uebos.
Exposico para finados
Capellas, coras e grinaldas de apu-*
rado gosto tem
PAULA MAFRA & C.
As sezoe, febres intermi-
tentes, palustres| renitentes,
dores de cabeca, nevralgias
as mais rebeldes, sao cura-
das infall*velmenle com as
plalas contra as sezoes do
Dr. Costa Leite.
DEPOSITO
BOTICA FRANflEZA
H. Rouquayrol
22 Ba da Cruz 22
F
DI
MADHEPEHQLA
RECBBKD O
taa^MM^M^M^ PREVINAM-flC COM AS IMITACOES MMVi#)s^S^^sVWt
^CREME-ORIZA
BRANQUEA a CUTIS, DANDO-LHE a TRANSPARENCIA
AVELUDADO da JUVENTUDE.
Tira as Rugas
di L. LEGEAND
Inventor do Producto VERDADEl RO e accreditado ORIZA-OIL
IX. Place de la Madeleine, PariB
ACHA-SE KM TODAS AS CASAS DE CONFIANCA
INJECTION CADET
Cura certa em 3 das sem oi&o medicamento
l'AJii.S 7, Boutevard-Denain, 7 l'.illl.S
Oeoositos em todas as princiuaes Fhamacias e SrooauAan
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen a saude das constnucoes delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peenUare*
ao aexo enunino em todas as edades. Para os meninos assim como tambem para os pessoas de idade aranoada
a sua ehcacia e incontesiavcl.
Euai medicinas sao preparadas rnente no Establecimen,o do Professor Hcllowat,
78, HBW OXFORD STEEET (antei 63, Oxford Street), I0NDEES,
E vendemse em todas as pharmacias do universa
Oe compradores sfto convidados respeitosameme a examinar os rtulos de cada caca e Pote se Dio teem a direceao,
533, Oxford Street, sao CalsincaCoes.
TNICO
ANALPTICO
RECONSTTUINTE
O Tonteo
mais anergico que devem
em pregar os Convahscentes,
as pasteas idsas,
as Mulheres, as Criancas dbil
e $s Pi-ssas
tracas de Constituiso.
\^L
iK
,-S'.
sm
I A
una,
COM auiNA
SUMO DE CARNE
PH0SPKAT0d.CAL
A| Conaposto
com Substancia necestriac
e indispensaveis na
formacio e no daaenvolvlmenta j
da Cama
muscular e dos Systemat
nervosos e ossosos.
Ovinho DE vial a AssocirSo feliz dos Medicamentos mais activo, para combater a Miemto,
a Chlorose, a Tsica, a Dyspepsia. as Gastralgias ou Gastntas, a Dlarrlia atnica, a Idade critica, a
Frouxldao peral, as lonfras Convalcscenclas, etc. Em ama palavra, todos acuelles estados de Lan-
Siidez, de Eimagreclmenio, de'.:- froiamei'to nerrso, as quaes os temperamentos de hje esto
talmente predisuostos. Em. I.tion, fharmtutia J. VIAL, ra le Hourbon. 14.
Dmsitos ta Pernambuco. FRAN~ M. da SILVA & C" a m todis as Phirais e Drofariis.

Licenciado pe inspectora geni de Hygiene do Imperio do Br%aO
YAROPE-
#\ (Codeiaa, Tol oto.)
A aoeio da Codeina pura m *chi oomplanda com ai ta Tola a da
Atjun ate Lauro cereja, que tuam w- XAROPE ale 1>
(' Paata Mad), o paitvl ir.au enrgico am todo' os caioa d*:
BttVITTE. TOSE B^anUAlfBHTOa. Hmimninia
{Medalha de honra
0 OLEO CHEVRIER
dBlniectado pelo Alcatrio.
lomeo tj/T)co. o Que multo
*urnsnfa ti propntdidet rfo
OLEO i FIGDO
OE BACALAO FERRUSINOSO
4 a ufifca prepararlo qu ptrmittt
adminiltrir o Perro Bem pro-
tuzr Prnio de Veotra, ntm
Iccommodo.
DIPOSITO fri\ MUS
21, ni m riai'-Iontmartrt, 21
DIPLOMA DE HONRA

iiciitado roa todai m
Celebridades Medlcw
DA T H ANC A E OA EUROPA
MI
MOLESTIAS 00 PEITO,
AFFECgES ESCROFULOSAS
CHLOROSIS,
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BBONCHITES. BACHITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA IKSPECTORIA DE HTGIESB DO IMPERIO DO BRAZIL.
IPILLAS DIGESTIVAS DE PANCREATINAl
de DEFRESNE
Pharmoeeutico de Ia Classe, Fornecedor dos Hospitaes de Pars
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se conhega, visto como tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis nao smente a carne e os corpos gordurosos, mas
tambem o pao, o amido e as fculas.
Qualqucr que seja a causa da intolerancia dos alimentos, alteracSo, ou
ausencia de sueco gstrico, inflammaco, ou ulcerares do estomago, ou
do intestino, 3 a 5 pilulas de Pancreatina de Defresne depois da co-
mida, sempre alcancam os melhores resultados e sao por isso prescriptas
los mdicos contra as seguintes affeccoes
ta de appetite.
Ms digestes.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Gastralgias.
Ulceragoes cancerosas.
Enfermidades do ligado.
Emmagrecimento.
Anemia.
Oiarrhea.
Dysenteria.
Gastrites.
Somnolencia depois de comer, e vmitos qae acompnnham a gravidez
PAK6REATINA DEFRESNE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
radazinhas depois da comida.
Em casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas ai Pharmacias
CURA CERTA
de todas as Affeccoes pulmonares
Todos aquelles que sofireml
Ido peito, devem experimentar!
[as Capsulas do Dr. Fournier.[
Dapoaitoi em otfa principan Phtrmacai
Do Braurtf.
NtJMA P0MP1L1
Cirurgiao dentista
Continua com o sen consultorio &
BarSo da Victoria n. 54.
Consultas e operajSes das 8 horas da
manh& as 3 da tarde.
Dentaduras pelos systemas mais
demos e aperfeijoados.
AttenQo
Perrleo-se da roa ds Aseompsa j para a igreja
do Car n orna polseirs de ooro rom pedmg: g>
recompeona a qoec; a levar a roa da Agioto!/-
c&o D. 46.
ra
mo
Engorumadeiras
a roa das Flores oo-
Prprisace oa lotorana
meo 25
Servico deenterraraento
Completo, a capricho e promptido.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 25
Direcao do
PAULA MAFRA
Efigottttadtiras
Precisa-se de engomma-
deiras peritas na Camisaria
nacional ra da Imperatriz
n. 52.
Prados americanos
Vendem Henry Forpter A C. ero seos rira-
{po de farioaa ue trigo, caes da Regen^-atao
os. 3 a 11, oa no si o escripiorio i roa do Com
me'Clo
Magdalena
Aluxa-se o rredio o. 8* roa de Bemfica, com
graoces commoloo e goa eocaosda ; a tratar
aa roa Direita o. 45, sobrado, oo aa secretaria
da Santa Cfa. ______^^
Engommadeira e cosinheira
Precisa se de doss ama', psrs cosinhar e eo-
gommar : oa ra do Liframeito o. 15 segooda
ao ar.______________________
Fogoes Econmicos
Vendem Antonio Pinto da Sihra &
C., Ra Duque de Caxias ns. 62 e 64.
Precos ^sem competencia
H
CE
AUGMENTA
TNICO
ORIENTAL

CURA A CASPA
IMPBDB A CAHIDA DO
CABELLO
J PERFUMA
*

W
!L^ Attendite et vi
dte I
Jos Samuel BoteiDo. fabricante de boocjoete
ao mtis porado roci, para casamento, baptl
Bado, 00 oatro qoalqoer aeto, pode ser procu-
rado roa da Cadeia o. 43, loja de selleiro, 00
na soa residencia, roa aa Cooceico n. 3, Boa
Vista.
Feitor
praca
Precisa se de om feitor ; a tratar na
da lodpnrteocla. loga da Brisa.
Sao magnficos
Moura & Costa previnem ao publico
que j se acham venda alguns produ-
ctos fabricados pelo conhecido indus-
trial Padre Moura de sua fabrica Pra-
zeres, como sejam : os puros vinhos de
caj e janipapo, e o finissimo licor.
As vendas sao feitas em grosso e a
retalho em seu deposito.
Ra 15 de Novembros n. 45 A
Antigo imperador
Caixeiro
Pe i-a ee de oro caixeiro com pratlca de mo-
Iba tos e qoe d coobecimento de soa conduca,
'ooi Idaoe de (0 18 aooos ; oa roa do Capltao
Lima o. 15. Saoto Amaro das S-lioas.
Vende-se 2 velocipe-
des novos de systema o
mais moderno queni pre-
tender pode examnal-
os na Ra Baro da Vi-
ctoria n. 63 1. andar.
Cosioheiro
Precisa se de am bom cosinbeirc. assim como
de om criadmbo a tratar oa roa do Carino
Dale! n. S9 em Olinda.
Frascos
vasios
Cnrapranj-se francos de maeoe la finida, va
slot, paea-se bem ; oa raa Barao da Victoria
oomero 37.
Vende-se
A fairna sita roa da Cooeelcao o. 8, tivre e
desembarazada.
Bom negocio
Vende-se ama casa pequen com om lerreno
grande >o lado, sita a roa do Bhpo Cardte Ay-
res n. 17 ; a tratar os mesma ros n. 15.
Arma^ao
Vende-ee orna arm >ao eovldracada com bal
cao ; a irat r com Jor Perreira da Silva 4 C.
roa do General Abreo Lima vaoiiga Santo Ama-
ro) o 6.
Cosinheira e copeiro
Precisa se de orna boa cosinheira por 304006
oor mes. e de am bom copeiro : a tratar no pa-
o do Colegio a. 4, etc r p'orio.
Grande modificacao
de precos
Estamcs resolviios a veodermos as lasen a
do nosso esta elecimentj com abatimeoto de 11
0/0, tato faiemoB devido nao a i raode qoan-
uoade de fazendas qoe te os e cata e bem
como ao graode o espen o sortimento qae a
cada momelo esperamos de Pars, Inglaterra o
Allemanna ; por tantr, cosa poaco om passeie
este bem uioma,1o esiabelecimento, ende todoe
encontraro sinceridade na medioa e no qae
cima fica dito e bem c m j o agrado dos pro-
priea'ios do mpmire\
S*m eompetldore
Estrellas 4'A.merica
Cajurubeba
Este enrgico e prodigioso medioamene
to, que eomecoa a aer vulgarsado em
1883, e qne tSo proficuos resoltados tem
produiio oa cora do reomatoiamo, mo-
estias de pelle, euoorrheas, astbma, dos
offrimeotos oocasionaioapela impuresa no
Dngue c oaa diffarentea tormaa da syphi-
lis, enterepor algom tempo parausado por
circuiastaDjias imperiosas; e boje, poroto,
reappareoe eom todo seu vigor; e de
esperar qae eootioae a merecerdo illus-
trado poblico a mesma acceitacSo da qae
sempre poto o
Approvado pela respeitavel Jacta Cen-
tral de Hy ieoe, por Decretos de 2 de
Joobo de 888 3 e 18 de Abril de 1885.
C mposlco
OE
Fiiffi.no ^andido de Figaeiredo
PROPAGADORES
Baptisra& Figueiredo
A veoda em qaalquer Pbarmacia.
~~ FANTAZA8
fi' hado a sortimento de tecidos senda
mpoB&ivel de se deecrevtr a graode va
riedsde de tecidos de fantaaia, sedas,
lia, DdDBOok, oambraiao brancas e de co-
res ; pede-se ao poblico em geral o princi-
palmente aa Ezmas. familias de visitaren* o
Congrego das Damas
Carvalho & AJ meida
RA DO CABGa' n. 8 e 10
Telephone 196
aos velocipedistas
Aviaam Conrado, Antunes &C, que
receberam Luvaa para este til divert-
mento.
4' BRISA
PRACA DA INDEPENDENCIA
___________Na. 4, 6, 8 E 10
Bijouteria
Rosetas, broches, collares, grampos,
settas, pulseiras, chateleines, cadeia,
medalhoes, a! fine tes para gravatas eabo-
toaduras o que se p_de desejar de mais
chic e fino, novo sortimento receberam
Conrado, Antunes & G.
A" BRISA
Espartilhos
Receberam Conrado Antunes & G., um
variado sortimento
Conrado Antunes SJt O
________A BRISA________
Ltqaes de Gaze e Peanas
ultimas novidades de Paria receban o
Congresso das Damas
lt-l de narco
Antiga do Crespo
It
ANEMIA
Para corar radicalmente a anemia, ch
loroae, oa cores plidas, opilacio fcriaf-
dade, e todas as molestias )ua tem ana
origem na pobresa do sangue.
Nao ha remedio mais efficaa que as Pi-
lulas ante anmicas Brazileiras do Dr.
SUvino Cavalcante.
Formla approvada pela Sima* Junta
de Hygiene de Pernambuco.
Precos de urna caixs
Meia druia
Uma duzia
DEPOSITO
BOTICA FRANCBZA
H. HOliaAYRaL
n Ra da Cruz n. 22
10500
8I0OC
15|0O0
vinhoCLARETE ESPECIAL
DE
tuve Rocha I.eff fc C.
Garantido puro e escolhido pelo
laboratorio municipal do PORTO;
NICO VINHO QUE SE DEVE
UZAR AS REFEIQES pa se
obter uma digestao sadia e nutriente.
Encontra-se as principaes roer-
cearias.
NICOS RECEBEDORES _____
GUMARriES& VALEWTB
6 LARGO DO CORPO SANTO N.
Bordados e rendas
Lindo sortimento de finos bordados
brancos e mesclades de todas as largaras.
Ver para crer.
Loja Nova Esperanca
63 Ra Duque de Caxias 63
PEDRO ANTUNES &. 9.
BICOS e rendas, completo e mimoso
sortimento desde o fino valenciano a
mais delicada seda, todas as cores e lar-
guras, precos sem competencia -
ROUPAS BRANCAS
Carnizas para noute e para o dia.
Tambem vende a NOVA ESPERANCA
FINOS CORTINADOS
Para camas e janellas, brancos crme e
mesclados, precos limitados.
Rodolpho Antones
&C.
Galoes e Guarnices
Jem vidrilho e sem vidrilho acaba de
reoeber lindo sortimento o
GOMRKSSQ DAS DAMAS
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se ventosas seccas e
tarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Brancos e de cores recberam
Conrado Aatanes Je C.
Um importante sortimento acabam le
receber
Conrado .Vntunes A C.
A' BRISA
Paula Mafra, armador
tem ra Duque de Caxias n. 25 (aa-
tiga das Cruzes) ricos atades o
mais necessario para funeraes.
COPEIBA ECRIAM~
Precisa-se de urna copei-
ra habilitada e um creado
at 14 annos ra Duque
de caxias n. 86 1. ada*.
Alten cao
Vende-se arca Importa te coheira com tt&
cas toorDi.e, com crias a garrotas preas osu
novilho e nm bom amito para sella; a tratar
com Jos Pe-eira Doarte, dos Cwlbov4etroata
do H .ipnal Pedro II.

T
1
i



I
Diario de Pcrnambnco Quinta-fe ira 1 de \oveinbro de 1804

BANHOS DE MAR
Costumcs de Suoerior Fazenda
Para senhoras
Para meninos de 10
Sortimento permanente de fazendas
e artigos de alta novidade cuidadosa-
mente escolhidcs em Paris, Londres, etc.
Grande variedade de sedas brancas,
se de cores. Enxovaes completos
para casamente e baptisados.
Tapetes,, esteiras da India, tecidos e
ontros artigos para decorares de casas.
H LOUVRE
FRANCISCO GURGEL & IRMAO
Ra Primeiro de Mar^o n. 20 A
TELEPHOMJiiM____
GRANDE
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direcc3o do sea hbil proprietario MA-
NUEL GARCA, h auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptido e aceio do servico culinario aduaneiro, j tam-
bem pela posico bygienica do seu edificio.
Cal branca e vir
gem de Fra-
goso
Brevemente ser annuciada da ven
de excellente cal branca e virgem da
propriedade cima por precos sem
competencia
As amostras serao dentro de pouco
tempo postas disposico do publico
no escriptorio da Companhia Distilla-
Co Fragoso, ra do Mrquez de
Olinda, n. 19, i. andar.
Durves occu-
lista
Tbeodoro 4oM H* mo de <
EitaDelecido com oBeina oonves roa dar
Larangelras o i avw- aos se fregueses e se
re?p-i ave! pojli *o, qce w iQietii officlaes habi-
liiad:8jitno para exeeo.o de qualicr trabalbo
ceocerneoie i ?aa arte, especiaim me Gravi-
tte para brllbaotes, .calos, peocinei, moooro-
los. etc.
Doara-ee. nratea-se qoa tos em leqoes de madriperoia oo ootra qo oei
espece, garantiooo presos mdicos.
Ra las Larau^eira? n. 1
Fabrica de relo
Agnas e limonadas gasosas de
Codas as qoalidades
Seda water, gioger, ae, limSo. aranja,
carag", ebacaxis, granadina, grosellas
franboiaaa, baonilha, hortelS pimenta etc,
etc.
12A=CAES DO CAPIBARIBE12 A
S&
0 EEM0B80 DE M
ANJO
.0
Depoia de innmeras transforraacoes por que tem pasado este Hotel, consegu
afinal o seu incancavel proprietario olferecer hoje urna hospedagem que deve se
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 21 eUwaw rel8*>amehte distribuidas debaixo da melbor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
jftPEBmW
*%3
POUR SE MANGER.Salpicones, ostras, lagostins, salchichas, etc, peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertaj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nactonaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, todos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao comraura do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e .cognacs
finissimos, que vende as rnelhores condic5es do mercado e precos sem competencia.
GRANDE HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29, 31 e 33
POR
AD0LPH0 D'ENNERY
XII
(Continuacap)
Mas, depois de crescida, lembrava-se
da ana repulsao de crian9a, e mais tarde
da sensaco de isolainento, de abandono
absoluto que tinha-experimentado poroc-
casiSo da morte de seu av6.
A claridade appareceu e foi entio que
a diivida nasceu no seu espirito.
Foi entSo que disse comsigo mesma :
Poia eu nao amarei minha mai ?
E perguntou se essa mi nao provocava
H bm monstruosa ingratidao.
Nao. Mme. Courtenay apparecia-lhe
cheia de aolicitude, de ternura mesmo.
E entreunto ella havia sentido um trio
iertal nos aeua bracos, no seu eolio e ha-
via fagido cheia do terror.
A luz, tornando-Btj chamma, devorava-
Ibe o corac&o.
O eoffirimento era horrivel.
Branca vivia em urna perpetua an-
gust. L, ,,
Em vio lutava para sabir daquell
abrsmo em qae se senta rolar sem espe-
lunca de salvajio.
No meio destes tormentos, precisava de
urna pessoa a quera confassd o seu se-
gredo, de urna alma que pudesse compre-
hender os desesperos da sua alma.
Ah se o velho Cortenay ainda la, esti-
vesse !
A lembranca e a iinagem do seu av
tinham ficado tao vivas na memoria de
Branca, como se o excellente homem ti-
vesse morride na vespera.
E entretanto havia j nove annos que a
irreparavel desgrana tinha-se dado.
Quantas vezes na sua miseria ella havia
pensado no velho, cujos bracos indulgen-
tes tinham sido o seu refugio 1
A' forca de dizer comsigo : Se esti-
vesse aqui salvava-me 1 Branca, com o
seu espirito mystieo, entregou-se de novo
aquellas praticas singulares a que se ti-
nha abandonado aos doze annos, quando
esperava ter a alegra de ver apparecer o
espirito de seu av6.
Fez disto urna especie de devocao ar
dente, pela qual se deixava absorver.
Qaasi todos os dias ia rezar e aecusar-se
sobre o tmulo do velho Courtenay. A
sua criada,' m'to commo.ida, acompa-
nhava-a perguntando a si mesma com
terror que falta podia ter Branca com-
mettido para o seu remorso ser to
grande.
Um dia, em principios de Maio, Branca
chegou ao cemiterio mais agitada que
nunca. Logo que se ajoelhou sobre a se-
pultura, foi accommettida de urna especie
de delirio mystieo.
Invocando a alma de sen av com um
fervor exceaaivo. supplicava-lhe que lhe
restituase a tranquillidade, que dsse ao
seu coracSo a ternura que ella devia sen -
tir por sua mai.
__ Eu quera amal a tanto exclamava
e'la chorando. Desejava ardentemente
ser para ella urna filha terna o reconbe-
cid!
Seria tao feliz se arrancasse do coracao
esta odiosa repulsSo, este odio criminoso
que me consom, que me queima como
um veneno I
Meu avi, *occorrei me, meu av Ten-
de piedade de mim de vossa filha queri-
da, e que chora e se desespera 1 Tende
piedade, meu av 1
E como se exaltava cada vez mtis,
proporcao que evocava o espirito do mor-
to, a violenta emojo, que a affligia, aca-
bou por vencel-a.
Inclinou-se sobre a pedra do tmulo,
fallando com volubilidade, comosejul-
gasse que o defunto a ouvisse.
Depais, no seu desespero, viram-na de
repente btter com a testa na pedra, e rolar
desmaiada aos ps
rario.
do monumento fune-
Elisa, a criadp, correu ai>sustada e pro-
curou levantal-a.
Mademoiselle Mademoiselle I gri-
tava a pobre rapariga, horrivelmente em-
barazada.
Soccorro f Soccorro gritou ella.
A poucos psssos, de p e descoberto
diante de um tmulo, estava um mance-
bo de feic3es tristes, mas resolutas, como
as tem as pess3aa fautiliarisadas com o
perigo.
Vendo Branca immovel.acreditou igual-
mente em urna desgraca irreparavel e
correu para a moca.
Que ? Que aconteceu 1 perguntou
elle com a voz commovida.
Elisa quiz responder, mas dos labios
nao lhe sabio um som. Apenas pode
mostrar sua ama desmaiada.
De todos oa cantos do cemiterio acudi
urna' multidao de pessoas, e alguna ope-
rarios que trabalhavam a poucos passos
tm um tmulo, vieram offereeer os seus
ervicos. Mnitos curiosos agglomeravana-
se em torno. Comecavam ja a contar
A Grande liqwdacAo!
FAZENDAS, MACHINAS DE COSTURAS
qaded: LLB3ai:D3
95 Raado Livramento 95
FORMOSA sao espartilhos de um lindissimo modelo e commodos
Chapeos com pluma e fita gase para Senhora. GRANDE VARIEDADE
em fantazias
SEDA preta e de cores, SURAH, CACHEMIRA E MERINOS de pura
13 cores modernas
CREPS FOLLARDINES, CHEFONETTS, CRETONES e chitas de toda*
as qualidades.
CORTINADOS DE CHOCHET, colchas, cobertores Americanos, tapetes para
sof etc.
CHAPEOS DE SOL grandes variedade.
BRAMANTES FINOS de linho e de algodao.
MADAPOLOES grande pechinchas
CAZEMIRAS modernas e finas, pretas e de cores, FAZ-SE ROUPAS
por medida. Relogios de nickel e cadeias de praquet e muitos outros artigos
que liquidamos a pref os sem limites
VERDADEIRAS
imraudo redne^o de presos!! Nao
ha competencia
NA 0 SE ENGANEM PAR \ VER E COMPRAR
NA
ROSA DE OURO
o Ra do liivramento 95
Benio Ribeiro & C.
MlCTlllifl
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para lavoura ven-
deudo sempre por precos mdicos;
MACHINAS A VAPOR de ditleientes systemas e tamanhoa de Robiuson e outros fabri-
cantes, e de i a 12 cavallos
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher para funecionar com o (ogo das er-
aalhas das tachas
CALDEIRAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para funecionar cono lenha e bagaso.
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e bando, cravadaa e caldeadas.
ARADOS de diflrentes systemas,
CRIVACOES para fornalhas.
MACHINAS para descarocar algodo de 14 a 80 serraa com alimentadorea e empastadores
a Tontada dos agricultores.
Fazendo parte da direcgo de sua fabrica o Sr. engenneiro Augusto Clark, ventajosa-
mente connecido dos Srs. agricultores pelos seus trabamos de montagem de grande numero de
Uzinas fanecionando neste Estado, incumbem-se de mandar Tir e erigir garanlindo a producc&o e
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DIST1LLACOES completas para alcnol e agurdente a vapir e a fogo n, para grandes e
pequeas fabrica.
52RA BARIO DOTRIUIPH-^
MARAYILHA CURATIVA
DO CELKT-aE
ft. Hdmphreys de Nova Yert.
A Sedadera Mamvilha do Sea-*
APPROVADA E LICENCIADA
>eln Inspe':*-la Geral de HyffKeno
Imperio do Bruz'.
a Ma?*vilha Cumr.ra remedio promp
dio prompui
ntuhi>es,TOfr
Ullvifaador,
_ Pisaduras, HachucadorAs, Oonti
seduras, Cortadura*, ou jicerac-ds. AllMaa dor,
estanca o tingue, taz parar a nflamma<;ao. redifc,
u Incha^So, tira o descoraz^eato, e taz aarar a f Qdft
como >jr encan o.
A WmTllk*a Curativa 6 allMoprompcoe
ira naphla para Vuelmad'-raa, Ebcaldaduraa, *
Quelnioaura do sol. a 6 superior aquulqucr outrr,
reBM.'dkf.
A HaraTilhft CaratTa mpagavel i
codanMi'.er.KjiriinKiiUi.Hi'Ja do Nariz, insuoog
dofl PuunSo*. do ErUimagu, ou a Urmorrboldnio*
timorrulma*cura soipreo nunca ralba.
. (i-*t*c-ioflO pava DJ^PC* fhCOPMrtfcfl* AlffcyfK IroEq
KfeRlcz na Juntas cnFHait
A Hlk.tvha CnratlTo-giaadertmBinB
^ft\.">qlwncla, AnKn,A:/iy([delatecliadMOI
luflamma.lM-semp- seguro, sempre eAeas.
A Maravllha rprp.IlTa < multo r,3
_-.,"., 'i, Recio parn o c-.!.irro. a Leooirh,.a ou
.TM iratras. e outros eorrlmentos uebilltautes.
A Hnr.iTlia Oorarlva Irr.nacavol pea
-iu*. Callos, Kreiraf Jo-Jieles e i umores.
A Maravllhn CTn ri:llTO 5 remoillo (itoiit-
^ara larrhes simple. I de Dlarrhea ohronlca.
A "M^railba Cnrutlva 9 \Mj\MlMt.m
bstreiwrlai' e cav:illarl,-ai. pan rorpeduraa, uorea,
?bidara.<, E^foladuras. Cont- -oca, Laceravum. Si.
Jc~v.ixi C_XJe? Je*
i
repr
m
. m
Casa de commisses e
sentaQoes
&~>&M M 818118
EXPOSICAO
A.TWIOSXJaA.S
CATLOGOS E
X3DSS33>3rx3:ae
de innmeras fabiicas de todos os paizes da Europa e
das duas Americas, lo ia espacie de mercadorias, de
nachinas e de materia prima.
Deposito do afamado tCREOLM o melhor des-
afe ctante conhecido.
Deposito da bem conhecida ODONTINA do
Dr. H. Rirted.
como o caso tinba *contecido, e as lendaa
surgiam.
O mancebo, levado por um discreto sen-
timento de pudor, resolveu arrancar a
moca curioaidade dos indifferentes. In-
terrogou a criada, que havia recuperado a
palavra:
V buscar urna carruagem, disse
elle.
Na temos at a nossa, meu Benhor;
responden ella.
Nessa caso, guie-me.
O mancebo pegou em Branca ao eolio
e levou-a quasi sem esforco, acompanbado
pela multidao que augmentava a cada mo-
mento.
Na porta do Pre-Lachaise, Elisa mos-
trava um Lindan, o *landau da menina,
como lhe ehamavam em casa de Courte-
nay.
E' esta & nossa carruagem, senhor.
Branca continuava desmaiada.
Depois de collocar a sua preciosa carga
as almofadas da elegante carruagem, o
mancebo fez mensao de retirar-se ; mas a
criada pedio-lhe que a acompanhasse para
dar testemunho de que o accidente tinha
sido casual, e que elia nao era absoluta-
mente responsavel por aquelle lamentavel
acontecimento. V
Isso que lhe pediam era o que muir.a
gente, mesmo caridosa e dedicada, con-
sidera um trabalho aborrecido.
Branca, porm, estava tao maravillosa-
mente bella, apezar da sua pallidez mor-
tal, era tao commovedor, tao attrahenteo
facto daquella mo^a auceumbir sua dr r52o; mas s
sobre o tmulo de um ente querido, que criada.
o mancebo aceitou o convite para acoin- Que me aconteceu entao ?
panhar Branca a sua casa e dar testemu-. A senhora desmaiou sobre o tmulo
nho a favor de Elisa que se lamentara
como se efectivamente fossa culpada.
Subi para a carruagem, cujo fundo era
oceupado por Mlle. Courtenay, ainda des.-
A pobre Klisa desesperava-se. Tinha
grande amizide a sua ama, e aquelle
acontecimento caustva-lhe grande dee-
gosto.
Receiava alm disso que a aecusassem
de nao ter prevenido o accidente e de se
ter por demais prestado s phantasias de
Branca.
.Logo que o landau se poz em rao vi-
ment o mancebo tomou a palavra.
Talvez nos fizessemos bem, disse
elle, se parassemos em urna pharmacia.
Fac.a o que o senhor quizer.
Urna syncope tao profunda e tao
demorada muito inquietadora.
O senhor julga que a menina est
em perigo ? perguntsu a criada assus-
tada.
N3o digo isso ; mas podiam censu-
ral-a por n2o ter tentado nada para a fa-
zer recuperar os sentidos.
Ento vou dar ordem ao cocheir
para parar na primeira pharmacia que en-
contrar no caminho.
Elisa debruava-s j quando Branca
fez um movimento.
Volta a si, exclamou o mancebo ra-
tendo a criada.
Effectivamente Branca Courtenay abri
os oihos e olhou em torno de si e encon-
trando o olhar do sen companheiro im-
provisado, urna grande surpreza se lhe
pintou as fetenes.
Perde-me, minha senhora, ter to-
mado lugar na sua carruagem, disse-lhc
aquelle cuja presenca lhe caasava admi-
o fz a pedido da sua
'de sua mai, sem duvida.
Como a carruagem continuara a andar
maiada, e collocou-se ao lado da criada.alo earria
e depressa, combinaram que iriam direito
ao palacete Courtanav. dos aua Branc*
Espetiadjdes do Dr. Sumpreys.
-Itpmrdli.a KspeciGccfi.
<.'urinio Marnvilboao
* Kemafllox Ssi>i.!troM.
Bevw^toe Veterinario:
C Jlaovil ao Dr. Hampreys! pppliiaBeobrefti
^'J.-rmlrXhje-i modo U3 enraiza se tcras. 'jad*
ge ao s<-u I tacarlo oa a
ilUMPHKEYS' QISDTCINK O-
198 yali.-n OtTtreU ?K\V V02I.
NICOS AOENTES
Para vendas em grosao cat
rcraambaeo *
Paria Sobrinbo G.
Cal Branca e Yir-
gem de las; na-
ribe
A Companhia Explo-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora da cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos seencontramem
seu arniazeinj do caesdo
Apollo n, 73.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculos de
alcance, joias e todo e qualquer objectos
tendente a arte mechamca.
9fiua Larga do Rosario9
Alt eommodldade em espar*
tlhoa
Para senhoras que criam seus filhos a
muitas nutras qualidades para senhoras 9
mocinbas
MILAGROSOS collares elctricos para
facilitar a denticSo e evitar as convnlaSes.
Sortimento de todos osjnumeros. Anneis
para evitar nevralgias e contestos. Ver-
dadeiros recebeu a Nova Esperana, 63
Ra Duque de Casias.
PEDRO A-NTUNES & C.
Denles
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o excellente preparado de Manoel
Cardoao Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circulac&o, attea
tam a eficacia.
Deposito
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va c C, ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque da
axias n. Si.
Pharmacia Oriental, & ra Eatreita da
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
BTo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes,raa Lafga
Rosario a. 31.
Dez minutos depois a carruagem para-
va defronte do palacete ; o portfio abri-
se, e em poucos minutos toda a genta
soube em casa que Branca tinha desmaia-
do no Pre-Lachaise sobre a sepultura da
seu av e que nlo havia recuperado o
sentidos.
Raymundo veio inmediatamente. Ger-
mana mostrou toda a emoco e toda a so-
licitude de urna mai aHicta.
Sem se admirar muito com a presenca
do mancebo, que Elisa lhe explicava em/
duas palavras, Courtenay quiz ssinho ti-
rar sua filha da carruagem ; mas foi obri- ,
gado a deixar-se ajudar por aqualle que
j' havia soccorrido Branca e foi assim que
ambos conduziram a supposta filha da
Germana para urna sala onde a colloca-
ram em urna chaise longue.
Logo que a noticia se esj-alhou pela
casa, um dos criados correu a chamar
medico. Este veto immediatamente e
tranquillisou Raymundo, Germana e so-
bretodo Valentina, que era a mais afflicta
de todos. J
Emquanto medicavatn a moca, Courte-
nay pedia ao mancebo que a havia trazi-.
do, que passasse com elle para o salao.'/
Ahi disse-lhe :
Devo-lhe profundo reconhecimento,
senhor, e srato-ine feliz em manifestal-o.
Nada me deve ; fiz o meu dever, na-,
da mais. C urna palavra grande de mais,
para to pequeo servigo.
Desejava, entretanto, saber a quem,
devo pelo menos sinceros agradecimen-
toa. ______ -' ,.iM-n-in
(Contina.)
jy^r -. &fft ?3 i/aqae i Caxiao n. t
'HUA
i
I IEM~L
1
i
\
-t


.-



'


Full Text
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