Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18051


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Full Text
etn!U2


XI\T
-
i .1 .....

Qnarta-feira 'e de Emilio de ISOS
VI MKIIO 143
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Numero avulso do mesmo da..
8^000
{5&000
30000
1100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICAgOES NA FRAN-
CA EINGLATERRA
Os Srs Mayence Favre & C.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batere
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
Por um anno adiantado .
Poa trimestre vencido....
Numero avulso de dias anteriores.
33*000
91000
4200


i
'
i

"
a
Ro de Janeiro, 2, de Juuho, s
4 horas e 45 minutos da tarde (recebido
na estacao s C horas e 30 minutes da
tasde e entregue as 6 horas e 45 minu-
tos
A Knipreza lo Diario lo
Perumltuco pede aos seus
assignantes cna atrazo, o obste-
|iiio I Kianjareiii abonar
seus dbitos at o da !IO do
corrate. A Euiprcza agrade
ce csse obsequio e pede quel-
les jae o ni izerem, iifio
Inniarcm como desfeita a sus-
pensil o la reniessa uo pri ei-
ro do J11II10.
Ob).
commis-
Augusto
do
Telegramas
mw rAsncuLAB so msu
Rio le Janeiro, 2i de Junho, s
10 horas e 10 minutos da noitc.
Sobre a indicaco do Sr. Martins J-
nior oraram na sessao de hoje os Srs.
Jos- Marianno e Cupertino Cintra, ten-
d o primeiro ofl'crecido urna emenda
no sentido de ir a'indicaco a commis-
so mixta, encarregada de regulamentar
o art. 6 da Constituico.
Sr. Glycerio por cssa occasio decla-
rou approvsr a emenda sem que porm
isto signilicasse solidariedade com o pen-
samentj quedictou a indicaco.
A discusso ticou encerrada, sendo
adiada a respectiva votaco.
O presid:nte da Repblica passou
hoje mal de seus incommodos de saude.
"JPlanha dever ser lido a
^o especial o trabalho do Sr.
de Freitas sobre a regulamentago
estado de sitio.
O Dr. Prudente de Moraes, ha tres
dias. nao tem sentido accessos febris,
tendo destao affectado de intoxicaclo
palustre.
O seu medico acha-se muito satisfeito e
sfirma que o Ilustre enfermo nao tem
org&o algum especialmente atacado de
impaludismo.
O Sr, ministro da Justica compare-
ceu hoje a sua secretaria, completamente
restabelecido do ligeiro iucommodo qne
no sabbado ultimo experimautara em sua
saude.
A praca hoje manifdst u-se anima-
da em sea m vimento.
Os Bancos saccaram a 9 3i4 e realisa-
ro transaeces a 10 para Setembro.
A temperatura hoja pela manha
marcou 12 graos.
Montevideo,-25 de Junho.
Consta aqui que o Brasil trancou a
questao do Amap.
Telegrammas de < rigem franceza diz
Rio de Janeiro, 24 de Junho, as
10 horas da manh (recebido na estacao
s j horas da tarde).
O Club Militar publicou um manifes
to em que apregoa e demonstra a soli-
daried.ide das elasses armadas na defesa
da Repblica.
O Sr. Dr. Prudente de Moraes vol-
tou hontem para o palacio de Itamaraty
descendo de Santa Thereza.
Madrid, 9Lj de Junho.
Nao coniirma-se a'noticia do assassi-
nato do marechal Martnez Campos,
sende ao contrario desmentida mesma
noticia.
Roma, 24 de Junho.
Cavalloti pablicou um pamphleto con-
tra Crispi, a quem aecusa de associado j
Cornelius Herz nos escndalos banca-
rios da Italia.
Julga-se que Crispi convocar um
Jury de honra, para decidir sobre as ac-
cusacoes calumniosas que lhe sao atira-
das por Cavalloti, desfazendo pelo seu
juramento a impresso que ellas possam
ter produzido no espirito publico.
Em Milo tem-se dado conflictos de
caracte _ravcem consequencia do refe-
rido pampbieto.
FalL-Jcu o caideal Amilcare Mala-
galo.
Londrc -, 24 de Junho.
Acre lita-seque hoje dar sua demis-
so o gabinete Rosebery, por causa da
opposicao que encontia na Casa dos
Commus.
--- Falleceu o pintor inglez Moore.
qus o territori 1 contestado, independen-
temente de arbitragem ser partilhado,
tendo a Franca mai r quinho, mas re-
duzir a dona francos os direitos sobre o
caf, f) o Braz 1 por seu lado celebrara
tratado tterario con modificacio do pn-
jecto conhecido.
Confirma se o desalent dos rev 1-
tosos brszileiros.
Roma, -25 de Junho.
Aa'eleicoes municipaes desta capital
foram ganhas pelos clericaes.
Pars, 25 de Junho,
Toda a Franca commeraorou o anni-
versario do finado presidente, o Sr.
Carnot.
Em Faris celebraran) se sumptuosas
exequias na Magdalena com assistenci
da familia, pr sidente da Repblica o Sr.
Faure, mundo rflkial, cidados mais
qualificados, etc.
Em Nolay inaugurou-se o monumento
quelbe foi erigido.
Consta que a China ceda duas lo*
calidades na provinc'a de lannam a
Franca.
Rio de Janeiro, 24 de Junho, ai
I horas e 35 minutos da tarde (rece-
bido na estacao as 0 horas e 3o minutos
Ja tarde).
As casas do Congresso nao funeciona-
ram hoje.
Londres, 24 de Junho.
Realiscu-se a noticia anterior concer-
nente a retirada do gabinete Rosebery.
Este deu a demisso collectiva do mi-
nisterio.
A rainha convidou o marquez de Sa-
lisbury para organisar o novo gabi-
nete.
Este incidente determina a aseenco
do partido conservador ao'poder, que
deixado pelos liberaos, avista da retirada
do gabinete Rosebery e chamada da-
quelle orgnisadorl para o que tem de
suceeder-lhe.
Na Cmara dos Deputadosfoi hoje vo-
tada sendo approvada com a emenda do Sr.
Jos Marianno.
Em consequencia dessa votaco a
questo vai ser submettida a jcommissao
mixta. ,
INSTRUCCAO POPULAR
:: ^'i:::::: :::r.;::
POR
Gasto Titsandier
0
CAPITULO VI
METHODO SGIENTIFICO
ROGERIO BACONPEDRO RAMIS GIOR-
DANO BRUNOTIIOMAZ C \MPANELLO
BERNARDO DE PALISSY MIGUEL
SERVETPEDRO BELON FRANCISCO
BACON.
(Continuacaoj
Francisco Bacon, nos ltimos annos de vida,
consagrava qua9i todo o seu lempo a experien-
cias seientilicas, procurando principalmente
applicacoes uteis no eslu lo dos phenomenos na-
luraes, que se offereciatn a sua observago.
No dia 2 de Abril de 162o, o amigo chancel
ler passeava de carruagem com utn celebre me-
dico escoeez, de oonie Witherbonne, e como a
nev cahisse em grandes ucos, poz-se a seis-
mar na possibilidade de a emprear para a con-
servado das materias alimenticias.
Tendo resolvido immedialamente fazer a pri-
meira experiencia, mandou parar a carruagem,
entrou em casa de utna pobre aldea, e coraprou-
Ibe urna gallinha, que eovolveu em nev, depois
de mora, para realisar sem demora a experien-
cia conceoida.
Francisco Bnon sentio-se tomado de fri,
veo-lhe febre e leve de recolher-se na casa do
conde d'Arundel, qoe ficava perto d'alli, e cujo
dono entao eslava tora.
N'utna carta muito delicada, que logo em se-
guida escreveu aquella titular, pidia-llie descul-
pa de se ler ins'allado em casa d'elle, e accres-
centava: Eslive quasi a ler a sorte de Plinio,
o ADlgo, que morreu por se ler aproximado de
masiado do Vesuvio, para observar melQor a
ornpc&o do vulco. O grande pbllosopno ter-
minava aquella carta dizendo que a experiencia
da nev Ihs dera bom resultado. (1).
Francisco Bacon encontrava-se n'um tal este-1
do de fraqueza qoe nao se poda pensar *m
Iransporlal-o d'alli, e por isso flcou em casa do
conde.
Ao cabo de urna semana de doenca, aquelle
ue tanto tQ' a felto pelo metbodo experimeo-
qal, morren das coDsequencias da sua ultima ex-
psrleacla, contando entao setenta e seis aonos
ue idade.
(Continua).
PARTE OFFICIAL
Actn ; do poder legislativo
DECRETO N... DE 10 DE JUNHO DE
1895.
Approva os acioi u poJer exe^o'-ivo e seo
lienta* iiuroi i- a revulu da 6 ie SeUcooo
iln '8.IJ.
O Pti .lenit ta Repblica dos Estados Uui-
d<>- o B aul :
F. c> boijc- te- o Coogret-so Nacional dacrela
11 soi-cj stgoin'e :
A ixu u 11 o Fic^m appoadoJ os actos
pr.uc.idi>.- pelo p.'er eieo'-'vo e aeo agjntfi',
por ui tivo da ;eoi* ue 6 de Se.exbro di
I8n3-
(Jjp.t.l Pedenl. 13 la Junho de 893, 7 da
Kepjiir.j'fujHDiK j. ue alo aes i ar o.-, 1).
Ameno tio_calve3 Fe> reir.
Miatstcrio de Industria e Viacn
Ful pruluuvi'lo a juaau.e ue i* > I io.-e ti"
uivic&o da t"-i.da ce Fer'u Central do braz, o
ijaaaute d<-1* .:u si u* mesa! ornta*, eu iMietio Jos C '' 1' 1 Lop
c
Ministerio da Guerra
Foi deciarauo cu^uian i^uie uus uiatrictos
.11'.Uor.-.-. que tas locdlioaaes .-uo sua jo*'s-i; -
Cao i,> c'evtrm pwrBBiK a uuuo> aj;So de m Uo"
v par* 1 mur'gjs siiiiiojts ue q-. I |Uer .iaia
reza, ern previa auiurUocao u Hiumieno da
6wrr>.
F iraia l'auo(er:dcs :
Dj 1 e^im uto de iSfalUrit pa o 13 da
iieiui arm, > aliare Uoofaio Affoaso For-
aodrs ; uo 3 relmenlo ue a:iiilur,a para u
2a d, ni- -.i.,i 01 um. u 2 o 1-jie 4Uel da U
u id u.op ; e do 18 p^r. o 24 ue lulaoiaru O
Jllerr S-0..-:. 1). '-.
Foi eelig^uu ue adilldo ao 1 balalb&i d
eogeuadna, aiim e recoinei-se ao ?eu corpo u
a Teres do 24* b.Uiuau ae ulauturia l'raaociino
Xtsier Li-uuo.
Foras ;ias i loado* ooi c-irpos a'>alxo :
2 redime i o d>- anima ta. 2" leaenie ka ifre-
do Fe iditts ae Mello.
" -fciiiit-i.to de un.luar.i, i leaenie Se vera*
uO Ca tus oeA'ieu.
3o reg|j;entu de cavoll. rh, alteres He v lo
(.e ,jiau e Ai ir. do U >uiM Cjr. ue b-s.
>1 egi(ue.iiu un c.ivuii liii. alie e3 M'.oel
Frau'Hldtf "* .l ii" re^ioenio ue cavjllana, alie -s Nuaia
ii ...'..Hiie- i. ut-i'ii.
Uorpo de lrans-.0'ie, alTere Fiaicisco de L-
mo8.
Ia uaUlfcio de iufumaru, alferea Aotoaio Al-
vts Hitie.i. i u'i Lel>e.
4* Bal l.'i-iu dn : aotaria. a'fere.i Paalloo de
Fivitu e Auiarai o Jj ijviuo Margue* Jo*
olor.
i DaUlli.o de ioaolarl*. aiferes Fucsco
LaurruiKiu Pereira de CarvalLO eA.iuQ.ud-
L C* aalalMO de ma i'.aria, alteres Antonio M ..-
dcira ue Fiellas barousa e Joaquiui Beraarju
Do'te.
11" u.Ulbao de u fioUria, alteres Joao Bae
tOdeUi-tira, AU-OUM 5eC0'l0U0 ue Olivera,
S ;qui Cts-r Goima a-r", Joo Leonel de Aieu*
car e iot ia Silva Pasoa.
12* i at ibao de
Mjrque- on^el.rl.- ue Mure
14a batalnau ae iofau a u, alteres Aiolpnu
Loiz de Carvaino e Javixie ue L.a Kioas.
18 baialnao ue iutaoiaria, alteres Tbenotaeo
du Ainaral Uesi-n.ii.
18* oatoibao ue lufjotari*, alteres Jjbb Maooel
da -iivo H Q io. Gildino JaClQibu feruaoues e
J'jf Hezerra Nojora Sj-ihi.o.
25Oallbao ? olauana. alteres Uaooel Luiz
Miver e Amonio Duarle da Cosa Vidal.
2 Oaiaioo oe mlaniaria, ai.'ere Alfredo
OrnuiuioDd
34" Dalalno de iofaoiaria, alteres alelcbiadea
de Aiuuque.-que P^ea Brrelo e Laz Salgado
Acciuli
40 aaiaib i de intaniaria, alteres Jut Peier
ra ue M a .ii.
Art 4. No prazo d 30 Ha* contados da pu
blicaco da pre-ente lei, incumb! ao Prefeito do
(iiuini'ip o c.'au'-iir uina lis n geral, coa <*n>lo
os nomes.de lodos os etpitores incluidos nos
alistamentos a que se refere o artigo antece-
dente, por ordem alphabetica, e mandar pub'i-
cal-a pela imprensa official, ondo a nonver ou
por editaes attizsdus us lugares m-ii-i pblicos
da sede do municipio durante Olio das depois
daquelle prazo, e seguinuo-se aos nornes as
declaracO-s dela!lerimi-nto, mudancaou inclusao
como i'leilor (ederal.
Art, 5* Trnta das antes da eleieSo serao
publ cadas a- listas parciaes dos eleitores, de
todas as scie.s eleiloraes em que fOr divid.lo
o municipio, lambem organizados pelo Prefeito
e Com as docFaragOcs do artigo au ecelenl'-, de
C lesignacan do edificio em que d-'V-rera func-
cionar, no poaendo conter cada seceso mais de
250 eleilore.
g nico. A tivisao das secQes nSo poleri.'nSo a tenha fornecido.
da eleicao, no caso do art. 13, comecaro os Ira-
bainos eleltofioa.
O 'agar o id ; funecionar a mesa eleitoral ser
por qualqu'-r forma separado do recinio desti-
nado u reuniao dos eleitores, mas ao a canee da
vista destes, de modo que se facilite a inspec-
gao e li-cnli-acao des IraballioJ.
= raanna e termin ra no mesmo dia.
j nico. Proceder se lia eleigo desde que
entejan) raunidos hora pretxada tres mem-
broa dos quecompem a mesa.
Art 19. O presiden e designar d'entre os
m<:8arjs um para fazer a chamada dos eleito-
re?.
Art. 20 A chamada ser feita vista de co-
pia parciiil da lisia dos eleitores do municipio,
relaliva i respeciiva secgao eleitoTal, e que ti-
ver sido torneada pelo Prefei'.o ou pelo Fre-O-
denta do Conrelho Municipal quando aquelle
ser mais alteradas e a designaco das re*paciivas
sedes so o sera por motivo imperioso e decla-
rado ate cinc-, dias anles da eleican, annunciada
a mu lanca por meio de edital a'lixado porla
do edificio que fr prnneranente designado 9
reprmluzido o dito ed.tal pela imprensa onde a
huuver,
Art. 6." A organsarao das mesas elciloraes se
f ir 1^ cjnformidade com o que foi osiab-lecido
pelas Instrucges de 11 de Dezembro do anno
pastado para a eleicao do aciual Longresso
Lgisliilivo, art. 7 al 16.
Art. 7*0 processo eleitiral sr tambem o
pstabeleci.lo no. arts. 17, 18, 19, 20 e 21, 1,
2. 3. 5. 6. 7, 8, 10. 11, 12, 13. 14, 15, 16. 17 18
19. 20, 21 22, 23. 21, 25 e 26 das mesmas Ins
irucc&es cujas disposices licam fazendo parte
desta lei.
nico. Oiio dias depols da publicarlo
desta le, mandar o Governador nova mente
puhlicl-a com o appendice das disposicGes a
que g refere este artigo, o que se repetir no
jornal oficial 15 dias successivos.
Art. 8 A apuraeo fer.il da ele cao ser fei
ta p-lo Congrrsso, 40 das depois da eleicao,
sendo para este tiin convocado o mesmo '.on-
gresso extraordinariamente pelo Governador
do Estado, ou so este nao o tizer pelo Presi-
dente do S-nado.
Ari. 9. A mesa que tiver de presidir a ses-
sao extraordinaria da apuracao era composia
por sorteio'entre cada um dos inembrus dos do
Senado da Cmara dos Depuiados.
1,* O Congresso elegera urna Commisso
de cinco de spus memtiros para esta dar pare-
cer sobre a ordem do processo eleiloral, proce-
dencia das ras0'-s em que se fundaren) os pro-
testos e declarar o resultado filial da eleiyo
pela soruma total dos vutos oliiidog al o nu-
mero de 10 dos cidados volados para Gover
nador e Vice-Governador.
g 3. Este processo ser discutido e votado
na mesma sesjio ou adiada a votaco apenas
por 2 das e se fur approvado dar-se-ha por con
Art. 21. Haver una s chamada dos
cludo o processo da apuracao e se envala co-,
pia da acta da sesso aos efeltos, caber a por;
offlcio assignado p^la mesa atim de liles servir j
de diploma do que se fai communicaco pela
misma forma ao Governador d> Estado e ao
Preidmrt do Superior Tribunal de Justica.
Art. 10 lita tudo que nao es iver previsto na
presente le e observados os preceitos estaba-
lecidos na i onxuiuico do Esta lo, vigorarSo as
n.fa taiia, aiferes F.aocuco disposic-s do Regulamenlo Federal u 596 de
SI de Dezembro de 1892.
Art. 11. Ficau> revogadas as disposigas em
contrario.
res, a qual f ir se-ha segn lo a ordem em qu :
seus nomes se acliarem laucados as listas, por
secrj.
g 1." 0 eleilor nao ser admtti lo a votar sera
ipres-mtar seu titulo, no pdenlo, em caso
algum, exhibido este, ser-lhe recusado o vol,
comanlo que o diploma refira se ao eleitor da
seceo respectiva a o nome deste conste da lis-
ia da chamada.
S 2 No da da eleiQo, se nenhum dos mi-
sarios houver ain la recebido a copia do alista-
mento, a eleicao se realisa fazendo-se a coa-
mada por qualqu^r copia, que ser rubricada
p;los mes u ios e liscaes.
S 3.' As urnas se conservaro fechadas a cha-
ve, emquanto durar a votago.
5 Anles da ennnada, as urnas sero aber-
tas e mostradas ao eleitorado, para que verifi-
que pstarem vasias.
6. O eleitor, logo qu^ tenha depositado na
unr: as cdulas raanuscripias ou impresss, em
involucros distinctos, para Governador e para
Vice-Governador, a'signar o livro de presen-
ca aberto, numerado, rubricado e encerrado
pe i prefeito, e quando este nao tenha feito
pelo presidente ao conceibo municipal
jj 7. Terminad i a chamada, o presidente far
lavrar um termo de encerramenlo, em seguida
asignatura do ultimo eleilor, no qual termo
ser declarado o numepo dos que bouverem vo
I lado.
8. O eleilor que compareepr depois de
' terminada a chamada e antes de coraegar-se a
i la vrar o lermo de encerramenlo no livro de
| presenga. ser admittido a votar. Nessa oeca-
sio votaro os mesarlos que nao liverem seu
nomes incluidos na lisia da chamada, por acha-
rem-Sfl alistados em oulra seceo.
10. Lavrado o termo de encerramenlo no
livro de presenca, passar-se ha apurafo pulo
modo seguinte : aberta a urna pelo presidente,
contar este as cdulas recebidas, e depois de
aonunciar o numeio dellas, as emmassar de
aceordo com os rtulos, recolhendo-as, logo
a pos, i dila urna.
Em seguida, o escrutalor que assentar-se
diieiia do presdeme, tirar da urna o masso
| das cdulas para Governador e comecar a des-
' dobral as uina p ir urna, lendo-a e passan lo-a
ao presidente que, depois de ll-a, passira
ao outro escrutador a sua esquerda, o qual
a lera em voz alta, sendo pelos outros me-
i sanos, coiuo ecrelarios, tomada a apuracao, fa-
zendo em voz alta a addico aos votos que loca-
I rera aos nomes que se forera
justica oo escrivo ad hoc noraeado pefa
mesa, o qual dar certido a quem a pedir.
a) a transcripeo da acta por esenvo da
hoc ser f ita em livro especial, aberto pelo
presidente da mesa e rubricado por todos os
demais msanos com antecedencia precisa.
b) a transcripto da acta dever ser assigoa-
da pelos membros da mesa, liscaes e eleitores
presenta que o qu zerem.
S 18. Quaiquer eleilor da seccSo e bem assitK
os liscaes podero offerecer protestos por e3-
cripto, relativamente ao processo da eleicao,
passando-se recibo ao protestante.
Estts protestos serio rubricados pela mesa
que, eontra-prolesiando ou nao, appensal-os-ha
a copia da acta, que ser remettida ao Presi-
dente do Senado.
S 19. A m^sa fara extrahir copias da acta a
das assignaturas dos eleitores no livro de pre-
senga, as quaes, depois de assigoadas pelos
msanos e concertadas por tabelliSo ou qual-
eleiio quer serveniuano de justica ou escrivo ad
hoc, serao enviadas, registradas pelo correio,
ao Governador do Estado e ao Presidente do
Senado.
Nao s-^ro perrattidas aos msanos discus-
ses prolongadas-
S 21. A eleicao e apuracao nao deverao
interromoi las sob qualquer pretexto.
22. E' expressameote prohib da a presenca
de forca publica dentro do edificio em que so
proceder eleicao e em suas mraediagoes, sol
qualquer fundamn o, anda mesrao requisi-
go da m-sa para manter a ordem.
23 Si a mesa n5o aceilar os protestos de
que trata o 18. podero estes ser lavrados na
livro de notas do labellio, dentro de 24 horas
aps a eleigo.
g 25 Os livros e mais papis concernentes
leigo devera ser remedidos, no prazo de
dezdiasao Prelado alira de aeren) recolhidos
ao archivo da oiunicipalidade.
25 O Prefeito fornecer todos os livros
nece sar os para as eleiges, correndo reparti-
damente por conta do Estado e das muoicipa-
li.ladea as despeas que com elles e mais apres-
tos se fizerera.
23. as mesas eleitiraes leem competencia
para lavrar auto defl grante delicio contra o
cidadao que votar, ou tentar fazel-o com titulo
que nao lhe perlenga, e para apprehender o ti-
tulo suspeito ; devendo livrar-3e solt, inde-
pendentemente de tianga, o delnqueme, logo
qne estiver lavrado o auto, que aera remettida,
com as provas do crime, autoridac".e compe-
tente.
3er
1.
endo.
O me mu processo adoptar-se-ha cora, relago
(amara dos Drputado* do Estado de Pernam- ao mi)SS da^ ce lu!a3 par^ Vice Governador.
S 11. Embora nao se ache fechada por todos
os lados alguma cdula, ser, nao obstante,
apurada.
1. Sero apuradas era separado as cdulas
buco, 8 de Junho de 1895. -Jos Maradltno da
Rosa e Silva, Presidente. Celso F. Benrlqua de
Souza, 1.* Secretario.Aff^nso de Barros Caval
cante de Albuqutrque, 2 Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernara-
buco, em 10 de Junho de 18)5-
Alexandre Jos Baibvsa Lima.
RECEBEDORlA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do da 22 de Junho de 1895
Frenas & C. e Rodrigues Saraiva & CA*
1 secgo para 03 devidos fins.
- 25 -
Santos da Figu-ira & C, Rayraunii Seixas,
Manocl Victoriano de Luna. -luforme a 1* sec-
go.
Carlos Ant>nio de Araujo.Certifique-se.
0 porteiro,
Custodio B. da Suva Gttimares.
----------------?---------------
DESPACHOS DA PREFEITRA, EM 22 DE
JUNHO DE 1895
Dora'ngos Alves Gu mar;?, Manoel Fernan-
des Velloso, Isabel J. F. Res e Silva, Bellarmi-
no R da Silva. Rosa Thereza Carneiro da Cu-
nta, Hypohto Martins G.de Pinho, Vicente Pau-
la da Silva, Antonio des Santos Villaga, Augus-
to H. de Alhuquerque, A veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco do Recife, Victorino D.
Alves Mala, Joo Ramos,Deferido.
(1) D. Mallet, Bacon 's works, 4 vol. in-4
Lond n, 1740.-The works of Fr. Bacon, 16
ol. in8.* Londres, 1834.
aiiiiinnu da MarluUa
Por decie-ua de 14 uo co.-rcuie turau) exoDe-
r'io :
O Cuira-alm rante Julio Njrooba. do logar
de >be.'e do eaiadomaior K^neral da armada.
O tojira almiraue Jos Candido GuilDobei, do
lOKar de chele da aiW Marituia.
Ful nomeauo chele do esuao-malar gene*
raidaaimaua o contra-almiraoie Jos Cauaio
Guilbobel.
Foi iposentado o pratico do porto da Para-
nyoa do N rte Maxtmiano de Sal ei, por coalar
uiai.- de 25 a.iu.- de serv.go.
Foi expedido o ^egolote aviso :
Sr. .:, nir .-niDlrau.e Ju 10 Geaar de Noro-
uba Em caita official qoe vos dirig em 10 do
corrento, tive o;casio ue oeciarar-vos qne e te
unis ene, na poca em que, empeuiiauo eui
to.'K'O.sir a armada, mais careca do cuocirreo
de todos e, p-injipalinome. uos ukiaes geae-
rae.-, nao poda .cceder ao pedido de exoueu-
to qoe tinneis apresenlado en o 1* do mesmo
diez e qu: recosava portauo a aausfayao do
vosao deseio, a meos qoe oo exigiaseis aquel-
la ex iLeragao coau aosaloumeiits necaaaaria
para cuidardes de vossa stle, qoe diseis eo
fra.u-cia, e restaurar as torcas peruilas ne
ser vil, o da Patria.
Eui ua a de 11 do corrale reitrales, po'm,
Osea peiico e, euiOjra .-una ver-uje privado ae
voso vali.ao auxil.u, lo pie oem dera este
minate 10 delxar de lomai-a na devida coaeide-
racio.
couxu.co-vcs qoe por decreto de hontem o
ar. oreti lente ua Repoblica vis coaceoeaa ex
oeracao que aoiicuaae-, cuojprloao me 0 de*
ver de tlogur-vos pelOo ooos neivigos qoe pre*
taalea como chele do e-t^dj-maiur general armada e eo(.eo qa>, cesaadas aa c*an que
oa trcaraui a dtixr esie alio cargo, em qoe
uiaia ULoa vez loruaales paieoie a correoeio de
vosao p.-oceuisuento e de vossa aedit acio. vol -
iareis a prestar ao geve-oo, em ostras oomm s-
;0ea, o auxilie de voasa intelligencia, laaKfaoe e
telo- 1
tunde e f.aieroid.de. Eliziarie Jjt Bar-
COSd. *
le Per-
Governo do Estedo
niimbiico
Le 11. 93
CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, DECRETA :
Art. 1.* No da 7 de Dezembro do correte
anno ae proceder eleigo de Governador e
Vi ce-1 o ve mador do Estado para o 2. periodo
goveroamental, devendo o 1." Andar no da 7 d
Abril do anno viodouro. -
Art. 2.* A eleigao ae far por sufTragio popular
directo em todo o Estado, votando os eleitores
em cdulas diatinctas contendo um s nome
cada nma : Para Governador Para Vica-
Goveroador.
Art. 3.* Terao votos na eleicao de Governador
e Vice-Governador os cidados braxtlalros alis-
tados como eleitores, ao lempo da ultima eteico
havlda no Estado e os qne o liverem sido dart-
nilivamente no ultimo alistamento ou revisao
terminada para as eleiges do Congresso Federal.
Appendice das disposigOes a que ae refere a n Nao 8er&0 apurada9 a3 cedulas :
presente le. a) quando contiverem nome nscado ou sub-
as mesas eleitoraes slilumo, declarago contraria do rotulo ou
Art. 7.* Haver urna mesa eleitoral para re- quanio nao houver indtcago 00 involucro;
cebimeoto e appurago dos votos dos eleitores : b) quando -ae encontrar mais de urna dentro
de cada seceo, e deiuais trahalhos eleiioraes. de um s involucro, quer sejatn escripias em
Arl. 8.* l'elo menos 5 dias antes do da ele papis separados, quer urna d'ellas no proprio
gSo, reunidos os membros do concelho munici-1 involucro.
pal e aeus supplentes, proceder-se-ha por voto As cdulas e involucro a que se referen) os
uninominal escolha dos eleitores que devam ns I e II d este paragrapho, devilamente ru-
Francisco G. de Araujo, Joo B*zerra de Al-
Que contivvreraallerago por falta auS:neotoouboi.qN|CaQor A*e| A de Araujo._
suppre8sao de sobrenom'; ou appdlilo do cida- 4 Jl,hm.aB
do volado, anda que se retira visivelineote a
individuo determinado.
constituir aa mesas eleitoraes, menos os respe-
ctivos Presidentes e Secreiarios-
Arl. 9.* Cada mesa eleitoral compor-se-ha de
cinco membros, sendo tres eleitos pela froia
indicad no artigo antecedente.
Art. 10. No dia da escolha a que se refere o
bncados pela mesa, sero remeitidos com as
respectivas actas ao Presidente do Senado.
12." Terminada a apurago daa cdulas, o
presidente far escrever, era resumo o resultado
da eleigo, desigrtando-se os nomes dos cida-
dos votados e o numero de votos, em tantos
arl. 8 *, o Prefeito municipal nomear ss dous exemplares quantos forera os msanos e os fis-
eleilores que lenham de, era cala mesa, servir! caes, os quaes exemplares sero rubricados
respectivamente de presidentes e da secretara- pelo- mesraos mesarios e fiscaes, entregando-se
rios, completando assim o numero de cinco m-
sanos a que se refere o art. 9 ".
nico. Nos casos de recusa ou impedimen-
to dos presidentes e secretarios numeados, o
Prefeito prover as suhsliluigoes, fazendo, em
empo, novas designages.
Art. 11. Logo ajjs a designagfio po presi
dente da mesa eleiloral, esie por oflicio dirig
dos aos mesarios eleitos pelo ^onselho, avisal-os
ha afim de que comparegam, na vespera do
da da elelco, noa editicioa anteriormente de-
signados, para que sejam instaiiadas as respec-
tivas mesas eleitoraes al s 2 horas da larde
Art 12 Si algum ou algn? dos mesarios
deixarem de comparecer quer na vespera, quer
no da da eleigo. ou solicitaren) escusa do en-
cargo depois de construido a mesa, o presiden
te desta nomear outros mesarioa que aubati-
tuam os Impedidos, comanlo que sejam eleito-
res de secgo.
g nico. Si as mesmas condlgOes faltar
o presidente nomeado, os mesarios qu tiverera
comparecido, depois de esperarem pelo menos
raea hora, elegero dentre si o presidente da
mesa, completando esta pela forma indicada naa
presentes mslrucgois.
Art. 13. Nao sendo impossivel installarse a
mes eleiloral da v spera do dia marcado para
a eleigib, conforme o anal do art. 11, poder
verificar se a inslaiiago at s 10 horas da ma-
nh do proprio da da eleigo.
Arl. 14. Da inslaiiago damesae leitoral ser
lavrada a acta pelo secretario noraeado, sendo
assignada por todos os membros da mesa.
1.* Esta acta ser transcripta em livro pro-
prio lavrada a acta pelo secretario noraeado,
sendo assignada por todos os membros da mesa.
2. ENta acia ser transcripta em livro pro
prio ahert 1, numerado, rubricado e encerrado
pelo Prefeito municipal.
3. Na mesma acta sero mencionados os
nomes dos mesarios e todas as oceurrencias
que se derem por occasio da inslaiiago da
mesa
Art. 15 No caso de haver substtuigo de
membros daa mesas eleitoraes, depois de insti-
ladas estas, far-se ha um addlivo acta de que
trata o artigo antecedente.
Art. 16 Recusando-se algn) dos mesarios a
assgnar a acta da Inslaiiago da mesa, decla-
rar-se-ha na mesma o motivo que tiver apresen-
lado para a escusa.
Do processo eleitoral
Art. 17. No dia e hora, e nos edificios desig-
nados para a eleigo, reunidas as mesas elsito-
loraes initalleda* na vespera, cu no mesa o dia
um exeraplar a cada um.
S 13." O pre.-idenle, em seguida proclamar
o resultado da eleigo pela lista de apurago,
procedendo a qualquer venficago se alguma
verificago f<">" apresentada por tnesario, d.-cal
ou eleitor. e far lavrar a acta no livro proprio,
a qul ser assignada pelos mesarios, liscaes e
eleitores que quizer-.-ra.
14 Sempr que um grupo de cinco eleito-
res, pelo menos, da secgo indicar & mesa, em
documento assignado, o nome de qualquer elei-
lor para fiscal da eleigo, devera eate ser ad-
mtti do na mesa.
..8 mesas nao poder.) recusar, sob qualquer
pretexto, os fiscaes nomeados na forma d'este
paragrap o, al ao nuoero de. cinco, podendo
esa oomeago ser (alia al a hora era que Co-
megar o processo da apurago.
Si exced er de cinco o numero dos indicados
para fiscaes' a mesa pretirir os que ferem
apresen lados por maior numero de leitores,
nao podendo nenhum eleitor fazer mais de urna
indicgo.
S 15 Na acta da eleigo deverSo ser transcri-
ptos os nomes dos cidados votados, com o nu-
mero de votos que obtiver cada um, sendo es-
criptos estes em ordem numrica.
Da mesma acta constar :
a) o dia da eieigo e a hora em que leve co-
ra ego ;
b) o numero dos eleitores que nao liverem
comparecido;
c) o numero de cedulas recebidas e apuradas
para cada eleigo;
d) o numero das recebidas e apuradas em se-
parado, com declarago dos motivos, os nomes
dos votados e os dos eleitores que d'ellas forera
portadores ;
e) os nomes dos mesarios que nao assignarera
i acta, deelarande-se o motivo ;
f) os nomes dos ci lados que assignarem no
livro de presenga pe os eleitores que o nio po-
daren) fazer ;
g) os nomes dos fiscaes :
h) todas as oceurrencias que se derem no
processo da eleigo.
l. Qualquer dos mesarios poder assig-
na'r-se-vencido na acta, dando os motivos oe
caso de nao querer a maioria da mesa as-ig
nal-a, devero fazel-o os demais mesarios e os
fiscaes, que convidaro para isso os eleitores
que quizerem-......
S 17. Cada fiaol tara o dtreito de tirar co
pa da acta, subscrevendo a o presidente e os
mesarios.
Finda a eleicao e lavrada a acta, sera esta
inmediatamente transcripta no livro de notas
do tabelliio on outro qualquer serventnario de
Averbem-3e.
Epiphanio L. Machado liarnos.Daferido, pa-
gando ou impostos.
Jovioo Lydio V. Fontes.Deferido de accorde
com as posturas.
Hermogenes V. C, de Moraes.Inderido em
vista da inforraago.
Rita Mara de Luna.Satisfaga a exigencia do
engenh-iro.
Luiz Moreira Jnior.Deferido, repondo o lei-
to da ra.
Wilson Sons & CSatisfaga a exigencia do
engenhelro.
Joaquira Correia Cavalcante. -Indeferido. O
peticionario s poier fazer reconstruego cha-
mando o predio ao pertilamento.
Tenente-coronel Manoel H. de Albuquerqua.
Deferido, lemitaodo-se nicamente ao reque-
rido
Alberto Jorge Morra Pinto. Indeferido. 9
peticionario s poder reconstruir.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife,
22 de Junho de 1895
O porteiro,
Xuno Alves da Fonseca.
38.a SESSO ORDINARIA EM 31 DE MAI
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Teixeira de S
(Conchudo)
O Sr. Baro de Nazareth : -Sr. Pre-
sidente, serei conciso, attendenuo a qu-: meu
esiado physico nao me permute fazer grande
efergo.
OSR. ERMIRIO COUTINHO:V. Exc.
orna fortaleza.
OSR. BARAO DE NAZARETH :-Tenho o
meu nome no projeclo e por isso venho tri-
buna. Nao sou da escola d'aquelles, que dei-
xam passar o defunclo sem choro; eu sou cho-
re. (Riso).
O SR. ALBINO MEIRA:-Elle est beta
vivo.
OSR. BARO DE NAZARETH :-0 nobre
Senador Sr. Albino Meira, esse tlenlo boni-
to -.
OSR. ALBINO MEIRA .-Obrigado.
O SR. BARO DE NAZARTH.. qus tan-
tas vezes tenho admirado, nao me fez boje es-
pecie. S. Exc. promelleu a Nossa Senbora das
Neves, da Parahvba, que havia de fazer oppo-
aigo a todos os projectos, que parlara da maio-
ria, e admiro a firmeza, com que lera cumpndw
a promeaaa. (Riso). Reapeito os escrpulos
de S. Exc, e admiro a sua teoacidade.
O SR ALBINO MEIRA : -D um aparte.
O SU. BARO DE NAZARETH :-S. Exc
que letrado, que falla de maneira a encantar,
e a quera serapre ouvi cora attengo e prazer,
nada me ensinou hoje.. (Ritos).
O SR ERMIRIO COUTINHO :-V. Exc. est
humorstico boje.
OSR. BARO DE NAZARETH.. porque
collocou-se mal na questo. S. Exc, que
um dos mais illustres mestres da mocidade,
claudicou hoje, oppondo-se a um projeclo que
vem dar luzes mesma mjcidade. Senhorea,
porque n&o havemos de derramar a sciencia por
todas as carnadas do corpo social ? (Aparta/.
Nem s os ricos tm o direito de apreaoer.
Tambem aos pobres se deve facilitar a instruc-
go. Maa nao podendo estes bacbarclar-3e o


I
*
LjiZI
un ii -

.......i. 1.



V

Diario de Pevnambooo Qnarta-feira 2G de *f iiiilit e 1 $95
doutorar-sa era dreito. medicina, ou oogeaha
na, a exemplo d aquellos, porque Ihes faltam
recursos, poderao aprender a encantadora arte
da msica, e chegar a representar no paiz li-
gara saliente.
Sr. Presidente, V. Ere, que mais velho do
que eu, (Ritu), sabe que, embora sera motivo
justificavel, subsiste entre nos o preconwto da
Cor, o que rauilas vosas tem retrahido pessoas,
alias intelligentes, de se matricularem as aos
gas escolas superiores trazando, assim, pre
juizo nossa sociedade, que se v por isso
privada de maior numero de espiritos esclare-
cidos.
Nao com certeza estranbo a Y. Etc. o fado
que no Rio de Janeiro se deu, ha alguns an-
uos, com o distincto eagenheiro b.ibiano Dr.
Rebougas, que por suas apreciareis qualidades,
frequenlava as reuuiOes e bailes da lite flu-
minense mas que, por ser boraem de cor, nao
se acimava a tirar dama para contradansas,
com receio de urna recosa.
O Sl\. CONSTANCIO PON TU AL :'-'reio que
elle a'da fazia isso porlimide, faia-o por or-
gulho.
0 SR. BARA.0 DE NAZARETH :-Pie ser ;
mas esse orgul&o desaDpareceu logo que, a
convite do Sr. Conde d'Eu, era cujo palacio se
achava, dansou o inesmo Dr. cora a Princesa
Isabel, pelo que. a'aui em di-r,:e, mas t d'ah
em dante, nao faltaram damas que com elle
quizessem dansar
Mas, Sr. Presidente, quero discutir com cal-
ma.
OSR. ERMIRIO COUTINHO:-Humorstica
mente.
O SR. BARA.0 DI NAZARETH : -Agora vol-
to-me para outro Senador que combateu o pro-
jecto, o meu especial amigo, o Ilustre Sr. Dr.
Errairio Coulinho.
OSR. ERMIRIO OSR. BAHAO DE NAZARETH :-S. Exc
quer a diffusao do ensino, mas lis : para que
msica? Pois haveraos de gastar 60 cornos
com a iastrucgo musical quando tomos facul-
dades de medicina e direilo?
Mas, todos podem estudar as nossas facul-
dades? /Apartes)
Porque rasao nao bavemos de querer apro
veilar o talento e a habilidade de tantos rapa-
zes, que ha ah, e bem intel gentes, e cujas
aptides nao sao aproveitadas por filia de re-
cursos? 8 Esc. que se diz defensor do povo,
que Talla serapre em nome dos interesses do
povo, porque hada oppor-se a este projocto,
que vera trazer a natrucgo s classes desfa-
vorecidas da fortuna ?
S. Esc. pergunta : para que msica? Para
apurar os nossos sentaos, apnraorar nossas fa-
culdades e elevar as nossas concepgoes e em-
prehendimentos, e islo lera sido bem comprc-
nendi 10 pe a Italia.
O SR. ALBINO MEIRA : -Da ura aparte.
O SR. BARO LE NAZARETH :-Eu sei isso
muito bem, at eslava de accorio cora S. Exc,
e com vooladd de me sentar ao p de si, auen-
deodo opposigo que S. Exc. faz ao relator lo
projecto, e iefesa que fazia ao mesmo pro-
vecto; mas verifiquei que S. lxc nao encon-
trando no dito projecto argumentos poderosos,
J|ue pudessera destruir as vantagens que elle of-
erece, mudou de tctica, e, cora a habilidade
que Ihe reconhecemos, procurau desfechar os
seus golpes, tngin lo-sa defensor delle, mas
procurauao corrigil-o.
Em nada, portn, fo. S. Exc. feliz, porque era
mesmo conseyuto demonstrar que nao tinturaos
capitaes para fazermos face a essas desp-zas.
NSo sigo as doutrinas do llusire Sr. Dr. lir-
mirio Couunho, que quer que OJ dirijamos as
ngas publicas pela mesmo forma por qu S.
Exc. dirge sua economa domestica
S. Exc. calcula sua despezaem tanto ou quan-
to, porque j a eoohece, e conhece tambera s
suas rendas.
S. Exc. exgerou demasiado o estado das nos-
sas fio ragas, e possuio-?e de ura pnico, que
ao tem rasao de ser, attendendose ao nosso
patriotismo, e prosper lade sempr: crescenle
deste Estado, que mu'to espera do nobre Sena-
dor. 0 0!>so estado tinan :eiro nao to preca-
rio como se a(israra a S. Exc, e ainla quando o
fosse, dcviaraos diser como os ingleses : o Bra-
zil pouco ou nada deve, alten ten Jo-se s raex-
golaveis fontes de riquezas, que encerra em seu
TUlissimo t rritoro.
Nao no- deven absortamente nssustar rom
O estalo das nossas fiuaneas. porque n Brasil
ura pas de recursos ramensos, e le mmde
ireke.
Mao procuremos fazer mal entendidas econo-
mas do- ilinlieiros pblicos, desde que se -rala
de beneficiar este Estado ; deixeUMM que es-e
dinheiro sa a, porque nao nos pu lera preju'licar
am cansa alguna, era abalar o u isso cn-ono.
S. Exc. allegou que lal despeza la prejudicar
directamente ao pobre povo, que se alimenta de
carne podre e irmha mofada, o que ura
exagero, e que porlanlo a odiosidade devia re-
Ceilir sobre no-, legisladoras.
Nao tenha S. *. < ui lado nisso, porqu.mto a
o liosutade s podera recahir sobre o podes ex-
ecutuo, e nos dada temos com a exeeugao das
leis.
Onde est a Hjgiene Publica? disse aparte a S. Exc, e S. Exc respond<-u-rae que
n5o s; poderam corngir cortos iefeii'>s, porque
ir-se-nia atacar m i vnioali la les. Diaaa naati
que muiias vesea a ny: ene Publica multiva s
comiaerc Bala uiiilicaur, eqae este contiunava
a falsificar.
Mas, onde es i a Penitenciaria ? Porque nao
se curapre a le ? E, porque n.'.o se levanta o no-
bre Senador para acensar o peder executivo,
desde que *upp6a juti tal accusacaoT
0 SR. ANTONIO PERNAMBUCO ua ura apar-
te.
O SR. BARAO DE NAZARETH : -Porque ac-
cusar s o poder legislativo, que apenas laz as
leis, mas nao as executa?
ntralo, Sr. Presidente, que deveraos auto-
risar todos os meraorameiilos possivets para
este grandioso Eslaio. S. Ex .o Sr. SenadorEr-
.j Contralto lembroo certas economas que se
praticam em pai/.es estrangelros, mas 8. Exc
deve comprelnder que ota nos deveraos, era
podemos guiar em absoluto pelas theonas ou
praiicas eetraag rti
S Exc. sabe qu; n< somos um povo p'ivi
legislo pala mlu-eza. Cada ura de us, quando
ni) t^aga coras igo ura gran le cabedal de talen-
to, traz, todava, bailante iutelligencia. O que
D is tet faltado in*trucgo, porque aptioe- o
pirro brasilero as lffl, e em grao muito eleva-
do ; o que nos tem [aliado at boje, para o des-
envolv o*raio de nossas artes e de nossa indus-
tria, sao os favores do governo.
S. Exc. nao tem absolutamente raso de op-
pr-se creagSo deste Instituto musical, pois
comprehendu perfeitamenle que nos precisamos
melborar o espirito deste povo. S. Exc raostrou-
-sustado cora o nosso futuro orcaraento, e
i que o cominercio eslava aterrorisado, que
i se iii-: senta ura sardo ruido, ara murmurio
:ente ea BsusUdor ; que o corame'rcin eslava
resolvido a abanjonar a praga do Recife.
N i. se a-susle Exc. por tao pouco. S. Exc.
sabe que os comraercantes estao presos aqu
pelos seos interesses, suas familias, e que, por-
i, nao podero abandonar o que Ules to
C iro. Quando -e estabeleceu nesta trra o rapos
to de gvro que foi por raim creado, quando
membro da coinraisso do orgamento da Cma-
ra, tambera levaolou-se uraa enorme grita. Vera
agora ura outro imposto, e-----aqud'El-rei.
O povo que pagar esses iraposto3, o com-
mercio nao se deve assustar com isso. S. Exc.
ver que, quando se passar o ultimo da do mez
de Junho, e que se tiver de cobrar esse impos-
to, que coraegar a vigorar em Julho prximo,
o commerciante, que levar Reparticao arreca-
jalora a importancia do respectivo imposto, j
lera tomado providencias para que n3o stiffram
aUerag&o para menos os lucros que costuuia au-
fTir de suas raercaiorias. Quera paga as favas
o pjvo, verdrde, mas preciso tnbutarmos,
para occorrer s despezas do Estado.
Senhores, ciama-se contra impostos no Brazil.
Olhemos para a Franga, Allemanha, para a lia
la, para toda a Europa emfim, e veremos o que
pagar impostos.
E' verdade que em Pernambuco j houve
lempo em que quasi nio se pagava imposto.
Mas o que era oeste tempo o nosso commercio,
sinSp o fiel representante do atrazo ? O que eram
as nossas artes e industrias ? A que deploravel
estado se via reduzda a Agricultura? Porven-
tura notava-se adiuntamento ou prosperidada
de qualqoer natureza, quando as cousas assim
erara ?
Vol temos,' porm i-magna quettio.
Porque rasao em Pernambuco nao se poder
levar a effeito esse Instituto, de que se tracta,
quando vemos que o Para pcssue um Iasiiluto,
9. Paulo possue mas de um, de gneros diffe-
reuies, e s nos, Pcrnarabuc mo-=, continuamos
na rectaguarda da nossos irmaos ?
Nao, Sr. Presidente ; fechemos os olhos a
urna despeza t&o pequea, e que visa um rae-
Ihoramento t&o grande. Este tambera o de-
ver do Ilustre Senador Sr. Alb no Meira, que
eu lastimo, nao tivesse, ha mats tempo, lem
rado a ideia de um conservatorio mus al para
o nosso Estado, cabendo-Ihe assim a honra de
t&o feliz inspiracao-
Essa gloria, essa honn, todos esses ra Inora-
meatos sae para o eograndecimeato de nossa
ierra, e para honra tamoem de S. Exc, que
seu representante.
S. Exc deve dar o seu voto a este projecto,
que importa um grande passo dado por nos no
camraho do progreso.
O SR. ALBINO MEIIIA. d um aparte.
S. Exc. diz que estava reeolvido a volar
pelo referido projecto, na persuasdo de ter
elle vindo do Palacio do toverno, (quanto folg>
com essas suast endencias governisias!) (Ru),
mas que, era vista de partir elle de seu signa
tario, S Exc. votara contra, por ver n'elle li-
mitada maneira de agir do (iovernador do
Eslato.
Essas suas palavras forara para mira uraa
agradabilsima surpreza, pela adhesao que S.
Exc mostrt ao nosso Governador, e o;uo ra
leva a crer que, antes do lira da sessdo, sera
S. Exc. ura bom correligionario, cora quera o
meu partido contar ora sua defesa, e qua rauio
o hourara. (Riso).
Antes de terminar, devo declarar ae meu I-
iustre amigo o Sr. Senador Dr. Krmino Cou-
unho, que se julgou maguado por mira, que
nunca rae passou pela inenle a mais leve ideia
de offeoder a S. Exc.aquem serapre tenho
considerado, aao s por suas elevadas tfua||da
des e robusto laleato, como ainda oelo respeito
que todos deveraos 4 honradez immiculala.
O SR ERMIRIO COUTINHO : Agradegj
muito ao nobre Senador, e meu distincio arai-
O SR. BARAO DE NA/.ARETH :Nao tive
em vista oifender a S Exc Acho, porm. que
S. Exc labora emerro, da raesraa maneira que
nobre Senador Sr. D.-. Albiuo Me.ra (A/r-
ies).
Nao querera S. S- Excs que o Instituto func-
ciooe no Edilioio do Lyceu de Artes e Ornaras,
como cogita o projecto. Mas, se nao terao,
era de prompto podemos conseguir casa ade-
qaada, e d'ah nao ven prejnlzo algum ao dito
Edificio, porque e do alludido projeelo?
Termino, ceno de que Ss. Excs., tornando em
considerago o engriodecimenlo de nossa t rra,
votaro pelo projeelo.
Tenho concluido. (Multo bem, muito bem.
O oraiur comprimenlado).
(ISr Cunstanciu **ontualSr. Pre-
sideute. O Senado deve lerarar-se de que vo
tei contra este projecto quando subrayado
priraeira discussao, e assira proced. Sr. Pre-
sidente, nao por julgar o projecto iuutil e sim
por julgal-o raopporluno : julguei-o inoppor
tuno dianie de innmeras e urgentes necessida-
des, que temos de aiiender e dianle da c:fra ex
traordinara do nosso orgamento...
UM SR- SENADOR :-Apoido.
O SR CONSTAN 10 PO TUAL : -Pens que
actualmente nao podemos despender ura real
sinaocora o que fr inadiavel, sinao cora aquil-
lo que representar oecessidade imprescinlivei.
Nao discuto a utilidade da msica con > elemen-
to de aperfeigoaraeoto moni, nj negara o
meu voto ao actu.il projeelo se o hjssj orea-
raenlo o cornporlasse e si nojulgasse Iosuffi-
cienie a quaniia de stssenta cont* de ris para
o ensino da msica, como determina o mesrao
projecto.
O SU. ALRINQ MEIRA :-apoiado.
O SR. CONSTANCIO PONTUAL :-:orao V.
Exc deve ter visto, Sr. Presidente, nao se tra
la de ara Instituto onde se ensina ru lmenlos
de msica ao contrario, tra'a-se de uraa escola
onde se vae aprender harmona, regra de con-
tra ponto etc. fara o fira que o projeelo desti-
na sessenta coolos, esta quaaiia como disse,
insuflieienle.
Ora, Sr. Presidente, depois d'eslas lgeiraa
con-rd -ragdes, vou justuictr a ranilla preanca
na tribuna.
E' p-i!ente que o projeelo ser approvado
oelo Sena lo, e n*es'.as condiges, para que ella
n contenlii uraa grave injusliga, vou enviar
mesa u ni era :uda relativa ao S 2' [L>:) '
Sr. Presidente, as considerages, qoe sobra
este ponto fes o mea Ilustrado colleja o Sr.
\lbino Meira sao mu o justas.
A telenda u a arle sao cosinjpjl'tas : quando
se traa de ensnio superior deve-se procurar o
prolessor nabiitadoonde quer que Be encentre,
e loda vez que elle satisfaga a COBdlcSu exiai la
para str un.vionario publico, islo o duralise
se, nao lia rasao para regeilalo, sobre tudo
ralando-se de msica, are que BBMate ser
aperfe coada enlre nos pjr raeio dos eleraeaios
importa los ilo eslran^eiro.
Vn a Mes.i, sao lilas, apoiadas e entrara era
diseosaQ cora o projecto, as segointes eraea ias:
N. 2 -Suppiiina-s no -" do art 2 a pala-
vra nato. Dr. Von'.ual
N. 3-Ao art. Io i'2o supprima-se a palavra
nal E'mirio Coutiulio.
N. 4 -Sopprtan-ae o 2 do art. 2. -Albino
Meira.
N. 5 lietija-se o % 2.a do art. 2." do modo
aguilita : Nj pioviinento dos lugares de pro-
res ser permiiido contractar o mais
como est no Dr. l'onluil.
O Sr. Presidente declara que ha duas eraeod.iS
no mesmo sentido -.pres raladas pelos Srs. Con-
stancio Pontual e E roTio Cout nho.
O Sr. Albino Hcira ;Nio devolv.u o
seu discurso)
O Sr. Constancio Pontual: -Sr. Pre"
Bidente, a emenda que enviei Mesa, e que
idntica do meu illustrado Col lega e amigo
Dr. Ccutinho, envo ve c esquecimenio de uraa
ilisposigao constitucional, .'erdade; mas o nobre
Senador Sr. Albino Meira timbera esquecu esta
disposigao, pois quando discuti o projecto pela
priraeira vez nao a aponiou.
Assim, Sr. Presidente, a priraeira emenda que
enviei ser substituida por esta seguida, rkatido
assim redisido o 2. no art. 2.a.
O Sil. PBBSIENTK : -V. Exc. pedio a reti-
rada de sua 1.* emenda ?
O SR. CONSTANCIO PONTUAL: -Exacta-
mente.
O SR. PRESIDENTE :-0s Srs que approvam
a em -o ia substitutiva, queiram levajtar-se.
E' approvada.
Ni> i.avendo raiis quem pega a palavra sobre
o proj"cto, lica encerrada a discussao.
Os Srs. que approvam o projecto, queiram
levaalar-se.
E' approvado.
Vamos proceder vatagfio das emendas.
Os Srs. que approvam a emenda do Sr. Albino
Meira. queiram levanlar-se.
E' rejeitada.
Os Srs. que approvam a emen la n. 3. apre-
sentada pelo Sr. Ermino Coutinlio, queiram le-
vaniar-se. .
E rejejtada.
Os Srs. que approvam a emenda n. 3 do Sr.
Senador Constancio Pontual ao 2 do art. 2.-,
queiram levantarse.
E approvada.
O Srs. que approvam o proj!Cto em 3." dis-
cussao, quiram levantarse.
E' approvado, e val a Commi^sio de Redac-
cao, lendo a emenda n. 5 de soffrer aia la urna
3." discussSo.
Approvara-se sem debate em 3.* discusso,
indo 5.* Comraissao para os redigir, os pare-
ceres ns. 72, 66 e 5> adoptando as resolugoes
iniciadas na 'amara dos Srs. Deputados peles
projeclos ns. 93, 22 e 2"! deste anno, o 1." creando
urna Escola de Engenhana no Recite,' o 2.a au-
torizan lo a despender-se no crreme exercicio
al 30 0008030 com a construego de uraa cadeia
em Palmares e o 3. dem 23:0008030 com a de
outra em Ilarab.
ubraette se a 3* discusso o parecer n. 53,
deste anuo, adoptando com emenda a resolugo
iniciada na Cmara dos Srs. Deputados pelo
projeelo n. 9 de 1893 {concessfio da Colonia
Suassnna).
^0 SR. CONSTANCIO PONTUAL requer e
obtem o adiameoto da discusso por 48 horas.
Entra em 3.a discusso o parecer o. 65, ado-
ptar do a resolugo iniciada na Cmara dos Srs.
Deputados pelo projecto n. 13 deste anno aulo-
risaido a despender-se 50.000S003 para a coa-
strucgSo de cadeiaa em Caruar, Bezerros a
Pao d'Alho.
O Sr. Albino Metra.
sea discurso.
Sr. Presidente simplesraente requerer o ada-
mento da dicuss&o deste projecto por 43 horas.
Acho que, realmente, lera lada a procedencia
as considerages que acaba de tazar o Sr. Se-
nador Albino M-ira.
Eu tambera nao enteadi a disposigao do pro-
jecto e pego este adiameoto para me aproprar
bem da idea de quem o redigio.
Por isso pego a V. Exe. qae consulte a Casa
se coasente no aJiamento da discusso por 48
horas. (Apartes).
O projecto da Cmara e foi aqu adoptado
tal como veio.
E' approvado o requeriraeoto de adiameoto.
Dada a hora o Sr. Presidente levania a sesudo
designando a segrate ordera do dia : discusso
da emenda ao proieclo a. 16 em 3.", 3.' dos pa-
receres as. 63, 67, 68, 81 e 76 e 2.' dos de as. 77
e 82
ESTADOS D4 NliO
CAPITAL FflDBllAL
it3 al 19 lo correte.
Da p o posta do orgauenta da receita e despe*
a pa'a o exercicio de 1896, apreseotada pelo
S mrai'trj da (asen la ao prestJea:a da Rapa'
olica, coliige-se o segrate :
A r eita eral orgaia na qnana de.......
300 88:0j0, e a despasa em 296.028:078*639.
i tnuuidi pelos ra aslenos aesia propoigo :
Jiuis'.e io ios in e-.ores 16-325:507/175
MioiBieno das relaedas ex*
leriores t. 856:2125001
Minls.eno da marinba 25 I77:lo30i3
Dmisterio dagaerra 48 l22:iotW'J
al ulsterio da indust-la, via-
gio e obras publicas 97.617:0861117
M.uuierto da Us-aia 106.019:708*217
A propoiia consigna coaveateacu de se
adoptarera as se^ui i-.es ideas :
Pdaoaeui) de un iergo dos dlreitos de im
portar) em ou'o oa en canoiaes;
N nas imoosics, cooraagi em caro dos la-
posiis de 5,. s>hre presiag>es dos segaros le;-
los por comoaunus est^sageiras ;
de t *,. ojo soD.*e lelas sacadas pira 0 ex-
terior ;
Imposto em oo-o sobre a renda das apolicei
loros juru ce, circuiagao no pas ,
In.io to sjore a rema ;
AU'gamea o do imposto sobre .o (amo e so-
ore o aicoo!.
'O Sr. almirante ministro da marinba man-
dn eiO{ a' o cjntra-almiranie Firm.no Coaves
peo desempaabo das cjnmi8'0:S .o coaselno
naval e na iasae;gj dos esiaoelecimeuius e
eo-pos de marraba.
Cons a que se*io promovidos marecbal
gradalo, o general e d visao Carlos Micbado
Uitieocoart; a general de devisad, o gradaaao
Joia Manoel de Lima e Suva ; a general de di
vuao gralaado, O de Drtad f-aiuiscj de Lima
e Silva; generaos e o.igada, o geaeral de
oruada graduado Amrica Rodrigues de Vas-
coocellas e os corroneu Pranao Peros Ferreira
e Clsodio do Amiral Sivaei; geaeral de o.-i-
ala graduado o coroaol. Aaio.io ai ves Pereira
Salgado.
O Sr. coatra-almiraote Jo3 CaodiJo Gail-
lobel, ul-in ueo.e nomeado cete ic estado*
maior-geaeral da armada esperado di Europa
ao dia 27 no jo-rente, a oordo ,do E'pagoe.
En.re as paleles assign i 'as ao da 13
pelo Sr. presdeme da] Rpubltc, ligara orna
conceiendJ Honras de ueae.-al de angada ao
Sr. Vis-oa le ce CaOO Fro.
Sjo-e a qaesiOo de Amapa l-se no loraal
do Coame-cio, de 19 :
A:em dj nue demiis ante Dojtem sobre'.os
sujcesdoi do Aapa e que foi puolicido em (o-
loas fr4Qesi,aii-amos de uteresse loraar
cjanoido o aa:s qu; a respeito tem appaeciio
aa imp-easa francesa pa-a que d o se pjssa
apreciar a qie-iaj e duefltil-a de molo a ior-
uai-a oem conbecida.
O Mat.n de 28 puoca com o tituloA em-
o.isj ia de Amioa, o segarate :
Espertado que o crrelo da Ciyaooa tiag
Harree detalles soore a refrega de amapa oe qu;
dedio. noa.em noticu, pedirais laforraagjs ao
Sr. 'raucouie, depaudo da GajiLiua, soora a
s.uacao a:ioal da nossa colouia.
A (juyanna ou ames as tras iJjyiaaas, dis-
se-uos ene, qaa pene cam a Fraog*, a 11 j lai-
da e a laglaierra, apreseatara e.ure si graade
a. o;i. no po :tj de Vista puys.c.
O limita orieu al da parle trao:eza ora o
Brasil, uao e3ta melno.- dertolio queooj;idea-
.ai da ua.-te i..gleza com a Ven;zuela,
A del nitigao enira a Gojanaa Francan e o
Brasil, loienl88> assumpij de cjolereOJias
ouire os pleuiyo.ejsunos doi doas panes.
BdUi cjpIe.-euLias du aran uei mases sem
resolver que.'.).
Alogiaierra j foi mais felii coma Veoi-
soelcile.-uiudaiiqueaslr.es co ornas estao
eocrfadaa, como um immeaso peetel, eoire
daos e-ntorios ml Ocfluiuos que loe serviam db
:rost. E.ies torruonos cjus'.ela ios psla Ffan-
g. e a Inglaterra ao B.-asil ea Venezuela nao
leejj uee ab os unimos aaaos seara mel:0:re
t.mporlancia. Figurara no mappa corno ierras
^ojcj cou.e.ida e uao uespe-a-am ateresse
geral Besan quaiio a descooerta da terrenos
au iferos es com qae se ea^bele:e?sem 3;go-
ciagoes senas. H;io os aego^ros do Amapa of-
fe.-ecam-oos easj i. Seria pa a deeejar qae tu-
do se psssase como ua dellmitagj uai run.ei-
ras entra as Gay ranas francesa e a po-tag-atzi.
Aarburagem de Alesandra III. Ests qaes-
'.ao nao foi regula a eeoao em 1891 pela aroi-
trageic do imperador da tossia do molo ai ts
coii/enieute pos i-iersses dos deus paisas.
Ec8s te-riionos coatestado3 sito poaco co-
abacidjs. Ellesieem chama ragraode moltidao,
atraida pda tele de curo. Fallava-se das
margeos do Oyapock que serve oje ue lronlei-
ra provisoria cono ae urna nova California.
Alguns veotureirus anoaociaram que esse3
pases eram ricos de oaro. Nao era precL-o
mais para teular lgons col.ras da Guyan-
uaFran:esa, aos quaes velo ajunta-se ama
moltidao de emigraa.es vimos de loda a parte.
As pnmeiras expiorages comegir>m em Cir-
sevae, os que procaravam oaro ah ir.baiba-
ram com laito cuc:es-o, que a lodnstria e a
agnculrara dos arredo-es loram abiadoaadas.
Todos deisavam a colonia para irem a esse
pus da cocagua esperando fase: rpidamente
fortuna.
Procurei impedir esse movimento de emigra,
gao, mas isso s nervio para ezmal* j alada
mas.
Muos conflictos sabrevieram entre os pri-
metros occapaates e os recear cbe^aios: os go-
vernaiores que su saccederan na Cayana* po-
lera dar disso iesttmaaao. E emais, o que po
deriam elies faser con os meras de que dupa-
uQam para restabelecer a ;o-dem em um pas
oade lj reco.^.-*um oenhuna autorldade ?
rli muilo lempo exestiam oeasea territorios
d ,us partidos, em deslntelligeacia ; un dirigi-
do por Cabrai quo acaba de matar o capitao
Lamier, partidario da iudepaaden:ia e adver-
sario da inflaenzia francesa e o oitro recoabe-
cendo cojo chele Trajano, em relagao constan-
te com o governo Nacionalidades incertas. Dix-se que Trajano
era franjas. E' falso. Como Cabral, ele nao
reivraiicdva oeabamt nacionalidade, O pr mei-
que commarciava com Cayana* e eatreiiatu com
aoseo ex:ellents3 relagdes, traba todas as nus-
sas symparaias, e o S Cnarvlo, invernador da
Guyana, multo oem procedeu soccarrendo-o.
Ao contrario, sea adversario Canral favoreca
a infidencia braziieira; o cfioqae era lnevitavel,
os partida'ios de Cabra', superiores aos de T a-
jaao iavaairam as ideus governadas por este
uUimo e tiveram rpidamente vantagem.
o entonto, tempo de agir. Bita quest&o
de limites, suspensa desde Luis XIV, precisa
ser resolvlda.
A occasi.o se apreieata; aproveite-a o go-
eroa. Fot por iato que escrevi boje ao Minis-
tro das Colonias para perguntar-ibe qae pro-
videncia* pretenda tomar para acaDar pacifi-
camente o litigio eotre a Franga e o Brasil.
Com o tituloTerrito'io contestado, a Jus-
ifga, orgio do Sr. Ciemenceau, poolicou ao da
29 do passado o seguln'e :
< No morarato em que o correio da Gayana
nos trasla os processos verbaes da se.sao de
Desembro da 189a do Coasalbo Garal da Calonla
nos qaaes se encontra um voto desta assem
dmioistrago qoo aasignalaase
bla p*Jindo .
Ias usorp.goes do goverao do'R'o da Janeiro ao
contestado raneo-Brasilelro, o telegrapbo nos
eommnoicava qae graves acoatecimentos aQi ac
bavao de dar se.
Na a era no em tanto a pnraeira vea qae o ga-
verno liahaQraformages da maagaa em qae se
acnavam os Iranceses, qae eu arnscavo no ter-
rueo contestado.
Advenencias oo faltaram e o qae se paeaoa
deve ser at'.rlbaido em gran le' parte i poltica
de aaufereoca ua adnraistragao das colonial,
en qae parece qae ha mono mais goste para
decidir aa qaestoes it tiro do qae desmaucaar
pacicameate as differeogas.
E' preciso coafesaar qae a qaes ao bastante
complexa. Ella ple dar lagar a rala sorta de
cornplicagoes politi aa e inieruaoioaaes.
Como ella de actualidad?, vamos expol-a o
mais oreve e o mais laro posaivel.
O limite meridional da Guyaua Fraoceza nao
ca foi determinado de om modo bem preciso e
at agora os paizes situados eatre o Amazonas e
o Oyapock (m sido alterna.ivameme reivindi-
cados, pela Franga e pelo Bn.s.
A qoeslSo remonta do tratado de Utrecb; (ll
de Abril de 1713) Por este tratado a Frauga
reooociou, em favor de Portugal, as trras c >a-
madas do C uaa e o no chamado Vicente Pinsju. A nave-
gagio e as cuas margeos do Anarouas devi m
perteactr a Portugal e o R o Piuzoo sen- ae
troaieira s possessOes frao esas e portuguesas.
A clausula formal. Infelismente aa po:a
da coaciu.-aa dos tratados a'io existiam m ppas
exactos do pas, de son qae quaodo ee trama
pala priraeira ves de appluar o iratado sorgiram
di dillira ddes. Ua ponuguesas .fli maram
qae o Ra Rasoa era o Oyapock, em aramio qae
os fraacezes preteaJiam qusesae nomo der.g-
aava am no simado muno mais ao sai. Nao
oodsodo en'.eader-se, aerara se malas veses
lulas.
Seria bago eaamerar os omitas incideatas
qae prodosia es a coate-tagUo e cnegamos ao
anno de 1853 en qus a qaesiao estava uo mermo
N -ssa poca o Brasil nos ouereceo cono
limite o Carsavne, a Frauga reclamava o rio
Tartagural. Des ie 1851 os praiimraares jatea-
dos nunca cnegarao a u ua solugio de.iuva.
j em tanta dan resalta para a franga o reco-
ntiecimeato dos stos dlrettcs soore os termo-
nos de Coanaate. iiiuado eatre o Oyapock e o
Ca'eaaenei
Do contrario nio se pode ass-goar que
a re< j dj Amapa, oade se deu o grave inel
deute qae mouva eaie arugo, deve nos pertea-
cer, porqae precisiraaoie aoi qae esta a dubi-
da arada nao resolvlda.
Em 1853 a.aiio reclmanos a posse dos ter.
nionos aie o Berta-ugai, mas os Daiile.ros ao
qaiseram ceder seoao al Carsav ie, porque
jastameate eatre esses doas nos qae es si-
iaaio o Amap.
Por outro laJo, o< brasileiros nQa lm O d:-
reiio ae reconsiderar o Amapa coma sea, por
que a duvl.a en relaga aos Umitas saosiste
serap-e.
Tal a aaaga diaote dea tratados existen-
tes, oa antes, nio existentes eatre o B-asil e a
Frange,
Ei-etaato, o jo-nal Poltica Colonial pablica
va a 16 de F veroiro da 189'*, um artigo mano
raporiaate, porqae so as suas ass'rg6es sao
exa;ias, a face da* caasas seria madaia. Ei;
o trecho principal:
O qae veraade-, qae depols da queda
de D. Pedro, imperador do Brasil, as oegocia-
atier.as em Pars entre o NliatM dos Negocios
Estraogeuoa e o representante da Repblica dos
Estados (Jallos do 8-asil, en vma do recoaOe-
cimeato pelaFaiga do gaerao, de factu que
traba derribado o supsinuilo o gavetuo impe-
rial.
No correr das negaciag0a3 discu'io-se a
qaesio qae divido os daos paisas em rtWgo
aj ien-eao coalestalo. F cara eoteodido que
o goverao b aztleiro dara raoga e satisfa-
ga que ella reclamava, isto o recoalieclmea-
u dos seas direitos soore a parte do territorio
qae eila reivindican.
E'corrate q :e houve pr mssaa dada ver-
Dalm-ote b que a Franga caeseatt > en re^oahe
car officialmeoie o goveraa repjalicaoo do Bra-
zil ames que a promesas feta fossa cumpnda.
Como naanas oairra veses fonos anda des-
ta. lodibrlados em coesa boa f.
Eu outros termas e Brasil oes liaba conc7-
lida veraal ;.eate a posse es territorios at Por-
tugal, isto a regiao de Conaam e Anan, fa-
seado o caoo Nano o limne ao ttarai. E ago-
ra nao teado mis oecessidale de nos, reca
s se & sustentar a promessa ve-nal.
Bis o qae dizia a Palmea Ciiouial, a qaem
leixamos a respoaiabilidade da aarra;o.
En todo o iasj, iacontesti?el a ne^essiJa-
de de sar flxada oeOailiviaaaate a qiestSo, oor
que ess^^ territorios sofa-etauo o da Amapa,
sao multo nco3 e ofleracen recursos caaside-
raveis.
A!n tieso, ve-se qie oa bras.l3iro3 ai se
nstallaram para explorar as jazidas de ^oro,
qae faien a:u de prjnnelade. reoellem da ea
traa de Anpa, mesraa ph faga, nossos
aacime), e ao en tanto focara os f-aoceses qau
nrimei-o. cu pango de vida, doscoDnra n es-
ses tnesouros.
E' de amentar qae a admiaist-agaa co oital
e?psras8e un ang-en'o uicasso para ten'ar
acabar ura conflicto iao aottgo.
A coranissao nameada palo Sr. ministro
da Agncolra-a para exaiinar a escriptorag.ao
la Estrada de Ferro Central do Brasil eocootrou
urna divida soo-'ricr a quatrocentos coaios. da
Cmara Manicipsl e pn >os medidas que jolgoa
aeceasarias para sua coranga.
- D sseran ao Joma" do Comme-cia qu8 o
Sr. AorosIO de Alneida forrea, de abordo cora
os capualtsias e oanquetros esiraneeiros, tpie-
seaiou no dia 15 ao Cangresso Nacional urna
proposta pira construegaa das E. de Farro do
plaao g-ral de Viago qae for adoptado pelo
corpo legislativo, quese-a realsalo mediante as
segointes bases:
LvaaUmoto do emita! de 210 m'luoea ao
caraira de 27 J. por 1*000, nos prazos de 6, 12,
18 e 24 mases emitiido deOetita-es de juros de
5 V ouro e 1 [, amortisago ananaes, garantido
pela randa liquido da E. te Ferro Central do
Brazil. pages os juros o amo-H8acj0 directa-
menta aos respectivos poaso'dores uo Thesoaro
Federal cu aa rtWegasia do Tiesooro em Lan-
dres nos das 30 de Jaaiio a 31 de Dezembro de
cada anno.
O p'nducto liquido das emiss-s s r recomi-
do ao Taesouro oa lelegscia do Tnesoaro em
Landre?, disposigao do governo do Brasil,
venceodo os respectivos ju:os desSe a data da
entrega.
O governo reembolsa Empresa as quan-
tas dispeadidas para os es a Jos e obras da Via
go-ferrea medida qua forem ejecutados. A
coost ac.So sera levaia a effeito rapidaneote, e
terem preferencia as E. de Ferro estratgica e a
duanbstroccao e navegago dos grandes nos a
qa atiing* a rede gera!.
Raallsada a coastraega, i Empresa entreza'a
todas as estraaas aa gover ra, ou se convier ao
E'iado, flear a argo da Empresa. Oanlo ues-
te caso aa bases do respectivo accordo.
Sob'e o iucldeute accordo com o oaquete
Espirito Santo, a directora do Lloyl Brazilei-
ro receben e segainte telegranma o agente no
Ceara:
Rjmba do Espirito Saato velado, estan-
qa. Coacerocoatrajtado 2-0O00t0.
V 8tona capitmia amaabi. Vapor segne nor-
te tS as 8 raanha. Desembarcan mil e poneos
volumas avariaios. LeilSa xarque amanba,
11
CHR0N0L06IA
g COLLECCIONADAS POR
Uelchisedech de Albuquerque
Urna
Da S!6
lOO-Assenla praga o pernambucano Pe-
dro de Moraes Magalbles, que, depais, foi um
dos mais bravos olficiaes do exercito portuguez.
Distinguio-se as balalbaa de Almenara e Sa-
ragoga e volteado a Pernambuco, em 1774 mar-
chou para a colonia do Sacramento como coro-
nel comraandante de um regiment.
Em 1776 foi a colonia atacada pelos bespa-
nboes readendo-se covardemeute o general por-
tuguez que commandava.
Magalhes exprobaodo o general pela sua co-
vardia foi remettido para Lisboa e abi termioou
os seus dias era um carcera.
1848 -Na ra da Praia(hoje Pedro AfTonso)
um porraguez fere gravemente a ura estudante
brasileiro por ter este Ihe dito urna pilberia pro-
pria de sua idade.
Esta imprudencia deu lugar ao3 seus com-
panheiros de collego darem o grito de alarma :
ura marinheiro oatou um brasleiro A este
grito de alarma dentro em pouco aquella ra
estava completamente cheia de pessoas do povo,
que procuravara tirar vinganga disreg-ada em
quantos portugutzes inermes alli encootraram,
que nenhuma culpa linhara do crime que um seu
patricio havia pralicado.
Toda esta cidade ficou alarmada, e as familias
em sustos, presenciando scenas de horror e
barbansmo ; vendo espancar-se em pleno dia a
ponuguezes inermes, sem quo a polica os po-
desse embaragar, tomando apenas o alvitre de
os condusir como presos para a cadeia publica,
afim de os livrar do furor do povo.
(Vid Eph. de 2; de Junho )
NECROLOGIO
,gfflM imw i jniiiLaMfWBaiBTBr5
Bio Grande do \nrto
Dolorosa a noticia que desse Estado
deram-nos os iornaes de lnntem.
Morreo o Dr Mareira Brando !
Aquelle cerebro to rico de seiva b-
tellectual, aquelle coraco to aberto aos
grandes sentiraentos que caracterisam os
horneas verdadeiramente superiores dei-
x-au de funecionar
Muita perdeu com isso o Rio Grande
do Norte, mu to pe deu o Brazil.
E' de horneras daquella estatura moral
e ntellectuil, de cidados daquella
tempera, para nao dizerdaquella carc-
ter que nos tem 8 necessidade presenta-
mente.
O Paiz atravessa, nao ha negal-o, urna
das mais difficeia e melindrosas pilases de
sua histiria poltica.
A repblica est feita, verdade ; mas
estar consolidada ?
Estar o povo brasleiro verdadeira-
mente compenetrado da excellencia do
novo rgimen que adoptamoso republi-
cano federativo ?
Os acontecimentos que se tm dado no
seio de nosso paiz, aps a proclamado
da repblica, nao t^ro acordado na alma
nacional a descrenga ou pelo menos a
duvida, ua maneira de encarar a actual
forma de governo que, iocontestavelruen-
te, a que se acha mais de accordo com
os progresos polticos da huraanidade ?
So quest5es estas que nao me cabe
resolver.
O que eu quero deixar bem patate e
que, uoDr. M,reira Braulio, pe.deu o
Paiz um dos seus raa:s dignos filhoa e a
democracia um dos seus mais fortes es-
teios.
A democracia, sim, parque Moreira
Brando era demcrata de ndole.
No passado rgimen milit a elle as
fi'.eiraa do partido liberal, ten lo por mais
de uraa vez occasio de representar o
Rio Grrandedo Norte, sua trra natal,
como deputado Assembla Gera!.
as ultimas eleigoa- procedidas no meu
Estado, o seu nome corra como candi-
dato ao elevado cargo de Governador.
Jornalista emrito, poeta dalicadissimo,
orador fluentegrande deve ser, o pro-
ducto de seu trabal.:o nos diversos domi-
nios percorridos por sua vasta intei-
gvncia.
Coparticipando da grande dor que a
esta hora avassalla o corago de raeus pa-
tricios, eu meanio de longo, rendo com as
ispretenciosas buha* [ue ahi cam, urna
sincera hoinenagem de respaito e admira-
go aquelle que eia vida se chamouJos
Moreira Brando Casteilo Branco.
Honorio Carrilho.
1U Junho -93.
i iiiiihiii nwiiii mmnrwM
EVISTA PIARA
Tentativa de cn.enenaniento Ad
ditando a nolicia que na edigao c"e domingo ul-
timo demos a respeito, offerecomos agora
apreciagao do publico a descripgao e o juizo
mdicos que sobre o facto fazem os dislioctos
clnicos que acudindo emergencia, examina-
ram as pessoas que haviam ingerido a fritada
e apreciaram os synaptonias que ellas apresen-
tavam. concluiado de seu exame a existencia
de envenenamenlo provavelmente pela atro-
pina.
E' visto, por tanto, que o facto ou tentativa de
envenenamenlo nao cousa que possa offere-
cer duvida ; e deu-se. e esta verificado a toda
evidencia.
Eis o que o dizem :
Chamado pelo Dr. Affonso Osta as 11 horas
da nouta de 21 de Junho de 1895 para ir ao
Palacio do Governador prestar servigos mdi-
cos urgentes sua familia, para alli dirigir-me
e da familia doEsm. Sr. Dr. Barbosa Lima ouvi
a seauiote narrago.
Jantamos hora habitual, 6 horas da tarde,
e durante o jan'ar divers.s pessas serviram se
de urna frita la de carrangueijos, que nos tinha
enviado no3so amigo Barao de Nasarelh.
Mais ou menos 1 hora depols do jantar, duas
criangas falsas do Sr. Carvalho tornaram-se
muito coradas e sentindo vertigens. Procura-
mos accommodal-as quando manf;staram-Fe os
mesmos phanomenos em D. Catharlna, Mi das
criangas, mas de um modo mais pronunciado,
acompanhando-se de fortes dores de cabega, ru-
befeegao da pelle e sobretudo do rosto.
Com pequeo intervallo apparecem os mes-
mos sympt amas em D. Rila, no Dr. Barbosa
Lima, no coronel Magno, na Sra. do Governa-
dor, em dous mogos parentes da casa e em um
criad.nho. '
O Dr. Jo5o Raagel, que se achava presente
quando foram acommelt das as duas crianga,
ordenou um purgante de recio e retirou-se.
Poucos minutos aps a saluda do medico man-
damos novamente procural-o para verD. Ca
tharina que acred,tamos atacada de congeslSo
cerebral; e o Dr. Rangel examinando-a e de
novo observando as criangas declarou-nos que
se tratava de envenenamento pela belladona em
todos tres doentes. Prescreveu o Dr. Raogel
alguns medicamen os e retirou-se.
A's 10 horas, porm, vimos que os doentes
peioravam e resolvemos mandar chamar V. S.
Em seguida a esta narrago pas9ei a exami-
nar os doentes, comegando por D. Catbarina
que julguei mais grave.
Este Sra. tinha a faca exlremamsnte rubra, a
pelle coberta de placas aver.nelhadas. senta ddr
de cabega tenebrante, frequentes fogachos
para o crneo e a face, tinha a lingua coberta
de saliva espessa, seceura da garganta, pupil-
las muito dilatadas e immoveis a aegao da luz.
Quando a doente procurava adormecer tinha al-
lucinages da vista. Pa-a o lado do ventre nada
senlia : nao tinha vmitos e nem diarrha:
havia tomado um purgante de recio ordenado
pelo Dr. Rangel e ainda nao tinha comegado o
effeito.
As duas criangas dormiam calmamente e ti-
nliara as faces coradas e as pupillas dilatadas e
mmoveis luz.
O Exra. Sr. Dr. Alexandre Barbosa Lima
apresentava rubor intenso da face, estado ver-
tiginoso constante, andando cambaleava, tinha
cephalalgia, seceura da garganta, pupillas dila-
tadas e enfraquecimento dos membros inferio-
res.
O tubo digestivo nada apresentava, apezar de
ter o doente tomado com repugnancia tres gran-
des colheres de oleo de ric no.
A Exma. Senhora D. Rita referio-me que ao
jantar comer sraente fritada e pouco tempo
depois do jantar sentir o rosto muito quente, a
cabega tonla e a gargan'a secca. Pelo exame
veriliquei nesla Senhora todos os phenomenos
notados nos deentes descriptos.
A Exma. Senhora do Governador e os dous
magos da familia aecusaram os mesmos sympto-
naas, porm em menor escala.
O Coronel Magno eslava muito abatido, tinha
as pupillas muito dilatadas, vertigem e camba-
leava como um ebrio.
O criadinho, que diziam er 03 mesmos symj
plomas nao foi examinado por mim.
As pessoas da casa qua nao se serviram da
fritada e3tava.n em perfeito estado de sade.
O Baro de Nasarelh que se achava presente
declarou-me que a misma massa de caranguei-
jos servir para a fritada que enviou ao Gover-
nador e para outros que fez parte do seu jantar ;
e accrescentou que nenhum dos que se servi-
ram da fritada era sua casa soffreu alterago de
sade. Em nenhum do- doentes notei perturba-
ron digestivas, vmitos, dores abdominaes,
diarrha, que costuraam acompanhar os enve-
nnamenos por substancias alimentares.
O Coronel Magno, vomitou 2 vezes, verdade,
mas a razao foi a repugnancia que.lhe causn o
oleo de ricino,
Coraraunicou-rae ainda a familia que um ir-
mao do Governador tambera comer da fritada
e nada softVera, apezar de ter ingerido na me3-
ma occasio g-anle quantiJaie de graviia,
fructa axtrenaaraente acida.
Convencido de qae se tratava ae um caso de
envenenamenlo pela belladona, convidei o meu
illustrado collega e amigo Dr. Rodolpo Galvo
para examinar os doentes. Em sejuida a uma
observago detila e prolongada o Dr. Galvo
confirmou o mesmo diagnostico. Procuramos
saber se restava alguma quantidade do alimen-
to suspeito, e sendo-nos entregue tudo que res-
tava da fritada, collocamos era ura fra;co, fecha-
mos e lacramos o bocal, para que fosse assim
enviado ao chimico do laboratorio da Inspecto-
ra de Hjgiene.
No dia seguate, 22 de Junho, visite! nova-
mente os doentes s 10 horas da manh, obser-
ve) o segante. D. Catharina, apezar de me-
lborada, tinha ainda as pupillas dilatadas, algum
rubor na face e erguendo-se do leito senta ver-
tigens.
O Exm. Sr. Dr. Barbosa Lima tinha as pa-
pillas dilatadas, nao podia lr seoo com diffl-
culdade, e senlia enfraquecimento as percas,
mas a marcha era regular.
Nos outr.s doentes os phjacmeaos tinham
ced;do consideravelmente de modo a do eraba-
raga I 03.
O corooel Magno consrvava as pupillas dila-
tadas e o abatnenlo.
Diante do que observei juntamente com o Dr.
Rodolpho Galvo chego as segu ates cooclu-
ses :
l. Os phenomenos anormaes manifestados
n03 nove doentes que exam.nei, tiveram por
or gem a ngisto da fttala de caranguejos.
1." porque a excepgo de uma pessoa, todas
as cutras que comerara da fritada adoecerara.
2." porque todo3 qua deixaram de servir-se
da fritada nada tiveram.
3.* porque D. Rila, quo coraeu smente frita-
da, leve os mesmos syraptomas dos outros doen-
tes.
2.a Que os symptomas sbservades em todos
os doentes consliluiam o quadro symptomatco
do envenenamenlo pela belladona e nao de en-
venenamenlo por substancias alimentares.
1." porque os symptomas de envenenamiento
pela belladona foram bem pa'.entes em todo3 os
doentes.
2. porque estes symptomas n5o foram abso-
lutamente acorapanbados di p r urbarg3S de
d.gesto, vmitos, diarrha, como sempre acon-
tece no3 enveneuamenlos por substancias ali-
mentares.
3.' porque os phenomenoj manifestaram-se
pouco tempo aps o jantar e antes de estar
adiantada ou complata a digesto estomacal.
4. porque o mesmo alimento foi usado pela
familia do Baro de Nazareth sem produzir al-
terago da sade.
3.' Que o veneno foi provavelmente a atropi-
na e. nao nfus&o, p, tintura ou extracto de
belladona.
1. porque a maoifeslago foi prompta em to-
dos 03 doentes.
2.' porque alm do goslo amargo nenhum
outro phenomeno foi sentido pelos doentes no
momento de nsarem da frifada.
3 porque a inspecgao do restante da fritada
nao apresentava cheiro que danotasse belladona,
R cif 23 de Junho di 1305. (Assignado).
Dr. Constancio Pontual, Dr. Rodolpho Galvo,
Dr. Joo Rangel-
Visitai-Os Srs. cnsules de Porugal,
Franga e Inglafrra foram hontem, s duas ho-
ras da 'arde, comprimen'ar S. Exc. o Sr. Dr.
gov-rnador do Estado e fdicital o, por ter esca'
pado da mor'.e, por enven?namento, na noite de
21 do correte mez.
Officiou a S. Exc. no rassmo senido 0-S-.
cnsul da Allrmanha.
Senado de Pernambneo-EiTectnoD-
sjnciem, a53sesiao ordinaria BOb a preu-
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Diario de Pernambnco Quarto-feira 26 de I mili i de 1 95
9
,
den:aa do Exm. Sr. Dr. Fancisco Teueira Je
al
* 4veram presentes os Srs. Bario d* Na-
reit), AibiuO Silva, Hercultoo B.ndeira. iviieira
de 8* Sala. Mo.coso, AMoo Mein. Rer.ueira
Cosa. Eduardo u'Oliveira, Antonio Pernambuco
e Ermino Conitono.
Fui lirta, seado approvada, iem debate, a acta
da se-tao autecedeate.
O 8r. i Se.reiino proceden a le.lora do se-
guate expediente:
Um oflicio o l. Secretario da Cmara do
Srs Depotados remetiendo orna resolugao all
iniciada pelo projeito 0.105 Ueste anno, autor 1-
ganiu o panaineolo de vencimentos ao ex-pn-
neiro escrip'orario do Tnesuuro, Toom Joa
qa-.m do Reg B.rros.-A 3. Commissao.
Outro 00 mesmo remetiendo om cxermplar da
resclugao promulgada pelo Presidente da mes
Cmara, c-uio lei, sob n. 109.A arcbi
ma
Outro do meamo remetiendo a3 seis resolu
gOes regulles in.ciada al.i peos projectoa des
N. 30.Autorlsaado a dsspeoder-se 25:000*
com a coosirucgao d oooie ae Atahia, na Es-
cada.a' 4* Coxmsao.
N. 42.-Idem. ai3:00*000 com a recoos
trac cao aa cadeia o Brejo.-A' 4.a Commis-
sa-
[i 75.Providenciando sobre a claasiricaga)
das estradas de ferro privilegiadas ou garaun-
oa- peo Esta-io. A' 4 Commissao.
N. 77.Aotorisaudo a aespeode.-se at......
8iO*000com a construcgao de orna c;.oeia no
mnukliuo de S. B.-olo.-A' 4." Couu-isao.
N. 85.Conctdeudo e auxilio m 5:0O.'#^ou a
cola de ensmo aeeuodano para eennura*, a
cargo ca So edade P/Oi-agadora aa Iostrucgao
Pub.ir da Bo.-Vista.A' 5.* Coinmasao.
N 92.au orlsa.iuo a espeoder-se a quaoua
nectssana com a fundago de um estaDeleci-
ntnlo para o t-atameotu anti-rabido, pelo sy
lema Pasteur.A' 3. Commissao.
0 jiro do mesmo remetiendo urna resolcgao
all iaiciada pelo p.LJeoto n. 96 dest-i anuo,
eecuodo o Collegio ae S. Vicente de Paulo ao
mpcsto de industria e probado, ca o rnaat^aba
30 urpna desvalidas.a' 3." Commissao.
Ouiro do B\ Secretar.o ua Jusliga commaoi-
cando que o Exm. Sr. Dr. Governador do Esta-
do B ou soieni de naverem sido prorogados os
Irabaloos ua actual sescau legislativa do Con
gretjo ror mais cinco das.Ioteirado.
Pasou-3o ao expediente do Sr. 2.a Secreta-
rio.
Foram lides, indo a Informa', 1 s seguini.es pa-
rece-e- :
N. l7i. da 3.a Comwsao, sdoplaodo a reso-
lugao uiciada ua Cmara peh> projecto s. 86
des.e anco, iseogao do imoosto de indoatria e
protissao ao Colegio de S. Vicente de Paulo.
N. 175. da 3.' Commissao, dem, dem, a loi-
ciaaa pelo prejecto n. 105 desie aoaa (nana
rnenio ao l. e.-cripiurario do TOesour.', Tao^e
Jjajuim ao Reg Barres).
N. 176, da 4* CouimiSo, dem, idem, a ini-
ciad pil'j projecio u. 116 aeaie anao (aceordo
com t comparla Sama Taereza.
O Sr. Barao de Nazarctb requeren verbil-
mente que se Minute o Senado relativamente a
dar-se conhnciaeuw ao Seoado Federal do ec-
venenameolo de Que u'timamen'.e ia sendo victi-
ma c Exm- Sr. Dr. Govemaao. e V.nas pes
soas.
Pela ordem o S-. i.lbino Meira p idlo qae f js-
8e o reqaeriiueo o feuu por esenpt-.
Depois de explici-cOss do S'. Presdeme, I01
appruvaio o reqnenuiento verbal, arado lido o
lelegramma que t-ia de Ber enviado.
O Sr. Albino Mena justifica o seguinte reqoe.j
rimeDio:
Btquei'o que peles canses competenics sej
folicitem do feOVe::.o ao Estado as seguiuies
cforma^Oes:
1.' Si e exacto ter sido propinado veneno do
Dr. Alexandre Joe Barbota Lima eui um dos
das da semana pstala ; 2 si ja se (ei oexa me
cd:mico ntceeeario par* deacobrir a naiuri-ia
d'etise veneno, e em que prato foi elle MCM.
trao; 3. ai esse ficto o retu lado oe um cri-
me cu do acceso. Albino Meirn*.
Apoiado e submeiiido a 'i s:uss2o ora-am
ob Srs. Barao de Naxareta e Ermino CoBUono,
que envin a mera este ou ro reqaenjjKu.o
sendo apo'aao e entrando tambem em diacus-
ga\
[ queiro sdiamento oa disenoeao '( ",i o
S mauo teoba cocbecimento do reaiono uoa
medico- que pres-.eram cuidado ao Sr. Govtr-
calore aa pes..s d- aua Exms. aunii ii-m
como ao exame coimico a que se esta trace
denuo nos restos ae alimento2o Jaouo 1895
E. Ccaanbo.
Em Begoioa oraram os Srs. Antonio Pe-nam-
bnco que pedio e oDieve prorozagto da Dora pof
20 minnlos, e E-mino Connono que pealo e
obteve lU.ra por 5, sendo retirado a pedido 00
Sr. Encino Conin.no o sen r-. qaeimento e re'
eitaao o do Sr. Albino Meira.
Pa^EOU'Be i. ordtm do dia.
Approvaram-se sem debate em 2. discoseo,
seoao o ultimo dispensado do iDiersticu a re-
qufrimento do Sr. Burao de Njzireib, os stguin-
les parecerts:
n. 148 que aiopta a regolncao daCimara,
iniciada p-10 p-> j-cto n. 66 Ceste .ni.o (10:000^
para a constrn'ao de urna cadeia na Ksc*j.. 1,
. 164, dem a do projecto o. Ul de< (:reajoo de ata Kaciildde de Meoitio:).
N. 191, dem, do projecto n. tM ( um anno
de liceoca a Elias Cordeiro Cintra .
Approvararx-se lem debate em 3 diicussao
es parecer-so;- ili e 162 aaoutaudo ruaolu-
gops da Cmara, iniciadas pe os piojectos os.
125 e 79 des e auna (emolumeoios da Jan a Com
mercial e disponibi nade do p.-ofeasor Jo4> Cor-
deiro Fon seca de Medeiros,) injo 4 5.* C>i-
miBBao para os redigir.
Adtou-se por 48 Doras a reqnerimeato do Sr.
Bario de naxareth a 3.a discosaa ao pareoer
S. 14S, qae adopta a resolagj da Camiri. io.-
Cada pelo projecto o. 2a ueste auuo (Monte-
Pi.)
b.ta 3.a dtscneao fo approvado o projecto do
Senado o. 29 desle anno (-xiioc(ao oa r.spo -
sabilidlde aoi fiadores do fioaao ili-.soarii o
Inoeu Coelboda Si.vi) e em 2.a a emenda do de
ti. 24, tambem do Seuado e oeste auoo (memo-
ras as aposentadlas do bacbarel Caetano Mi
na de Faria JNeves e Jjo Ceiario de Mello )
Vem a mesa stniolidoe qnatro pareceres da
8.a CommiasSo. son os. 177 190, iodo os don
uit.mos a imprimir, sendo oa ooas priioeiroe
dispensados da impress&o a requerimeuto do Sr
Barao de Naxaretn. e approvadoa tem det>ale.
Redigem ditos pareceres as resoiocGea a.
Cmara iniciadas pelos piojentos os. 79 e 125
deste aooo, votaicu nes'a ceieo, e os p-cj-
tos 10 Senado us. i e deste anno, umuern
ai raesma votadj ,
Sr. Presueote declaron qne opparinQame:.-
te serlam as dnas resoiucoes enviadas a saoc-
rla da me'ina Junta, iEclosive o Secretario, sem
prejmzo iio aue percebe pela legislacao vigeoie.
Art. 2. N s apooseQtadoriaa aos ref-ruos em*
pregado) ae-ao comuntado* esses emolumentos,
fin cooformidade com o estabeleclio na le o.
486 >ie 17 ne Mirco de 1860 mannda pela de o.
1.108 de 29 de Margo de 1873.
Art. 9.* Fica o gove-oador do Estado aniori-
sado a espedir o novo Regulamento para a Jan
la Co-nmercUl e a rever a ti bella ;ob emoln*
meuto-i em vigor, podeado elevar at 0 duplo as
laxas resoectivas.
Art. 4. Revogam-se as diapos6ea em con-
trario.
S<1> dos ComiiiasSes do Snido, 25 de Junho
de 1895.-ficjura Costa Bardo de Nazarelh
SauJagj.
Cmara dos DepuladoaErTectnon-
se Duuieui a Dora regimeuial, a 69a sessao ordi-
naria, sob a presidencia do Exm. S-. Dr. J.\
Marcellmo da Rosa e Silva, endo comparecido
os S s. Alfonso de Barr >p, Elpidio Figoel'edo,
Gaspar Peres, Pereira Tejo, Ai ollinario Mira-
nbo, Araoio Lima, los Marcelino, M.nti Sil -
vrlra, Julio Aotero, Goncalves da Rocba, Gjdc-
fredo Moscoso Pereira ua Silva, Joaquim Gui-
marae?, eocoldo L.ns, E lacio C imo-a, C-l-o
de Souza, B.anor de Medeiros e Antonio Vi-
ctnie.
Fui lida e 3em debate approvada a acta da
seeeao anieceieote :
O Sr. 1- Sc-etario proceden a leitura do se-
guinte expedame:
Officio do Dr. 1- Secretario <"o Senado com-
muaicando que 'ora ali approvada. tom urna
emenda a re-olu^) iniciada cesta Cimnra velo
p-cjecto n. 60 do correte anno.A 3* Com
rxi-sSo.
Ojtro do mesmo Sr. Secreta-io commun'.cao-
do qae toi approva.ia a resolocao iniciada o'es
la Cmara pelo projecto o. 162 deste anno, o
qual proroga a actual seaaao do Congresso Le-
gi^aivo de-ie K-i.iiiu.Ioteirada.
Ojtro doSr. Or. Sscretarlo da Justica, Nego-
cios Interiores e lastruccS.) Publica, remetiendo
iofurmacSe* suore a petig&o da p ofe.-s.ra em
dHioaioiiidaie Clara Olympia de Luna Fre re.
A' quem fe a rea-ais\io.
Oatro do mesmo ,'J Secretario tra smittindo
lrjformatjs sobre a petiza > de Joao Pereira Ba-
gea.A' quem fez a reqaisic&o.
Oatro do mesu.o Dr. Serr.arlo ministrando
laform-gOes as petigoej das prote2ioras Maria
Mag a e ia 'i N uviade e Mara Ciara de Mello
F.gueita.A' quem fra requisito.
Penca > de I-.be1 Gumes de Almeida e Silva e
sua irmaes re.qnereodo dupensa de Impostor
que estao a dever a Cjnpannia 9ecife D.-aina-
ge, correlo execntlvo pela fazenda do EstaGO.
A' 8"commi8sao.
Pet'o oe Joao Pre-cano da Costa, requp-
reudo um auxilio de 230:0004 para montagem
do urna iaorica de pipe ue:te E lado.A' f
commisso.
Peti^ao da professora em dlspooibilidade Uoal-
dl ia Afra na Conceifiao Vie a de M-o, reque-
rendo o paga e 10 de gratificacao na irxporian-
cia de 1:037*770. A' 6" commisso.
Fui lido ludo a imorimir um parecer da I '
commis-So soD n. 202, redigindo o projecto o.
1-8 deste anno.
Foram liaos e dispensados de impresso os
seguinte* iatce-e :
N. 263 da b'commisao, concluindo oue a
emenda feua uo Senado ao projecto 0. 121 de
iniciativa ce^ia Cmara, deve ser adop.aoa tal
co no s? acna rndigia.
N. 264 da 1G' coamis io dando redaba)ao
pr< jecio 0. b6 de loiciauva de.-ta Catara.
N. 265 da 3a commisso, conclaindo que as
emendas feitaa e approvadas no Senado ao pro-
Ijecto d. 131 devem ser adoptadas.
O Sr. P e8iieate de eeoro como dipjto
00 art. 32 da Cosstitui(;ao Et adoal, promulgo o
como le, soo 11. 109 a ,-esjlucao do .oogreaso
L-fci-Uiivo qne app*ova tolos os anton praiic.-
'108 pelo governador o E.talo anraoe e por
eH-ito do cor tlicto em que com elie esteve o
Congresso Legislativo no Diennio paasado.
Na bora do expeliente o ir. E tac Joimbra
jo-t'tcuu e euviou amasa o eegniote reqae i-
menio :
gao.
Esgoton-se a o.dom do dia.
A de boje: 2.a dia:ussao do parecer n.
101 e 3a do de 0. 171.
1S95- PARECER N. 177
A 5.a Commissai, a qaem foi presentes re-
soiugao laleiida a Uiuri do) Srs. Deputaio.-
pelo projecto 0. 79 do correte aooo e boje ap
provaao em 3.a dUcossao, e de parecer qae toe
d i reoa.-c.ao seguinte :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA :
Artigo 1. Fica o governador do Estado au-
torizado a considerar em dispooiDiiidade o pro
tessor publico Joao Cordeiro Fooseca de Mele
ros, a co tar do dia 20 de Margo de 189J epu-
cua em qae ao mcaiclpio de Cimbrea foi entre-
gue o ruasi3terio publico.
Artigo 2. Revogam-se as disposIgOes em
contrario.
Sala das CommisiGes do Senado, 25 de Jo
nbo de 1895-Renaeira CostaBarao de Na-
retn.
1893-PARECER N. 178
A 5.a Commiss.o, teodo presente a resolncao
da Cmara des Diputados iniciada pelo projecti
d 125 deste aooo e approvado em 3.a dutus-ac
ecle Senado, je parecer qae fiqoe asdm re-
digida.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO DECRETA :
Art. 1.* O Presidente e mais membros di
Juta Commercul do Recife exercerao .os seu<
cargos sem remuoerscdo de especie lignina.
Paragrapbo nico. Os emoicmento*, acical
mn'.e por eiles percebidos, serio distribuido
em qaotas iguaes.pelos empregidos da Secreta
Reqoeremos que se lance na acta da eessac
:e rioje um voto ae pezar pelo covar te eovene-
oameaio de qae foram victimas o D A'exao-
ure Jos Barnosa Lima, governador jo E-tadu,
Saa Exm-. familia e o Dr. Ja'io de Me 10, s>-
crelariu doa Negocies da Justi<, e ac nomele
una comma-ao qae s'gniliq .e ao eaerltn ebefr
do poder execativo, e Dem assim o sea digno
secretario a Cmara caueou lao ex^craudu alternad o qae o
Salado da ferua uboo coudemoa.
Sala das sesa6es da Coman dosD'putsdo1, 22
de Joobo de 1895. Estac:o Cnmbr, Joaquina
Goimares, Aliono da Barros, Ctlso de S >uza,
Leopoldo Lio-, Elpidio Figueiredo, Araujo Lima,
Gadufre 10 Moacoso, Go >al >es da Rocnu, Perei-
ra da .-ilv>, Pereira Tejo, D Motta Silveira e
Bianor de Mideiros .
Aooiado e tnbmcuido a disenasao, oraram 01
Srs. Apolina-io M.ranbao, dnas vei^s, sendo
urna para urna explu-agao pesseal, Elpidio Fi-
guriredo e Autao o V tee.
Oraram anda os Srs. L-opoldo Llns, depois
de ter te querido e obioo prorogagao da bora
jo expedente por 15 minutos. Bianor de Me-
deiros, e Joaqu tn Gaimaries que tambem re-
queren e o'uteve prorogagio di bora por mais
15 minutos.
Eacerrada a discussao e proceden lo se a vo
tagao niminal a requerm-nio do S Bianor de
Meieiro, foi o requenmento approvado anaai
mmente.
O r. Presilate de-i noi pan a Csmmissao
le qae coga o mesmo reqaerimeato os Srs. Ms-
da Rocba.
Pat>ou-se a ordem do d:a :
Foi approvado em d s ussao noica o sobs'i-
lu- vo apresentado ro Senado ao projecto 1. 45
d (8'2, niciifio neata Coman.
Foi igualmente approvada em discos-o oni-
Ci a emenia ieita e approvada no denado ao
projecto n. 12 Iniciado n 8 a Cam-ra.
a .0jjeiudn a 2.a discasso as emendas apre-
se ,u us na 3.a do projecto o. 157 foram ap-
pr>-> as rea 10 remettidas com o mesmo pro
jad > a lCa Commi8&o.
Fo uporovaio em 3.a disens-ao o projecto o.
16 ae iniciativa do S na lo e reme.iuo a 10 a
ComtEis-So.
Foi aporovado em 2 a dlscnsso o projecto n.
21 uo Senado sendo dispensaJo de inierst co
a rque.-imeuto do S-. Elp.du Fisoeireao.
Tsudo de ser snumeltido a 2* di'cnssao o
arojecu 1. 167 o Sr. Pereira Tejo requer nver-
so da ordem da, para que fossem aamett-
jjs a discasso os pareceres de Commisses,
sundo attendido pela Casa.
Foram submetudoi a disenssao os seguales
parcereB :
i 10. Comm'eeSo os d* ns 255, 256 e 254
redigiodo os projectoa ns,13 do Senado, 59 e 95.
Da 3.* Commisso o de n. 265, coocln:ndo
qne devem ser adoptadas as emenda* qae fo
ran ufJerecidas no Senado aa projecto a. 131.
Su i aettuio a 2.a discu'so o projeoio n. 167,
orn o i\ Estacio Coimbra qae eavloo a mesa
emendas as qnaes foram approvadaa, bem como
o projecto, sendo dispensado de intersticio a
requenmento do Sr. Blpidio da Flgneiredo.
Submeitido a 2. discussao o projecto n. 10
do Seca o, oroa o Sr. E pidi Figueiredo qne
envin mesa nma emenda.
Eacerrada a discuseo ficon adiada a vota,So
oerqoe faxendo-se a cbamada veriflcou se nao
aaver rume;o legal.
Fo'am saomettidos a 2.a discos 1S0, qne (icn
encerrada, os projeelos ns. 155,160 e 161.
Nada mais bivenio a tratar o Sr. Presidente
l-'v mtou a stsaSo e desigoon a seguinte ordem
do dia.
3.a discnasSo do p-ojec'.o o. 21 do Senado, e
do p-ojecto de 0. 167 deata Cmara, discos-
sao v tagSo dos parece'es de CummisaOss.
Autoridades polieiaes-0 Sr. Dr. 3;-
cretario da Jus ira nomeou, em 20 do corrente,
sob proposta do Sr. qu s or policial mermo, os
os cidadSos Augusto Affonso Ferreira, Alfredo
Alfonso Ferr-ira. e Jos Pedro da Silva Vieira,
para x rerrera os cargos de subdelegado, 1.* e
.suppln is do distrlco de Mouns do muni-
cipio de Palmaria, sendo exonerados os acuaes.
Outrosim, por acto da msma da a foi nom a
do para exerefr o cargo qne se acba vago de 3.
suppl n e do mesmo subd-.legado o cdadio Pe-
dro Alfonso F. rreira.
Telegrammas offlclaes-Po d'Albo,
20 de JouDo ue 1895.
Dr. Governador Estado.-Recife.
ICooeratrlamo-r.08 com V. Exc. pelo 4.* an-
niversaria promulgagao CoostitnigSo poltica des-
te Estado, solemnisaao em 17 correte mei.
Manoel Barbosa Canello,
delegado de polica.
Sotero Marques de Araojo Pinbe ro,
prefeiio em exerciclo.
Barreiros, 23 de Jnaao de 1895.
Exm. Govemado".Recife.
Panbeos por (erem cobardes 11 Uilgie errado
golpe tentando envenecamento. Fel cito familia
ctiina tambem attentado.
Capitao Poocianoi
BarreiroB, 23 de Jonbo de 1895.1
Exm. Governador.Recife.
AcCeilae felicitagoes por nSo terdes siao victi-
ma infame p etengo dos cobardea adversarios.
Felismeute emram golpe. Viva Governador
Pernambnco.
Jos Llns e Barros.
Barreros, 23 de Jonbo de 1895.
Exm. Govemado'.Recife.
Parabeus e a voesa familia por 'ao lerem ?ido
victimas frDSirados planos misera ve s inimigos.
Viva Governador Pernambaco.
Manoel Darros Waoderley.
Barreiros, 23 de Jando de 1893.
Exm. Governador.Recife.
Dignai vos acceitar parabens por terem sido
frusiadoa plan.s adversarios, col:.a v^esa pes-
soa. Parabens a Pernambuco.
Jo-So Miranda.
Barreiros, 23 do Junbo de 1835.
Exm. Dr. Goveraado*.-Recife.
Saodaodo vos e vosaa familia doo parabeoB
por oau lerem sido victimas, sinisiros, pianos
miseraveis, ctb-rdjs assassinos. Iadiguag&o ge-
ral. Contae minba solloariedade qualqoer emer-
gencia, alareis sempre cima va lufames ad-
versarios, 0S0 sO devido voseo carcter como
tamnem por serdes saivag&o povo Pernambnco
ameagado bandidos que iuieiizmeute daouam en-
tre nos. Parabena a Psrnamouco. Viva o Gc-
vernadar.
Francisco Marinbo,
delegado.
Barr. iros, 23 de Jaobo de 1895.
Exm. Gjvcra..dor. H.'cfe.
Felicito por terem ioimgos errado golpe eotan-
do enveneoameuio. PcTabens famnia victimas
tambem at.enuao.
Manoel Jos Biepo Silva.
Barreiros, 23 de Jundo de 1893.
Exm. Governador.Recife.
Felicito por terem loimigos erra lo golpe ien-
lauuu voeao enveuenameuio. Paraoens faaia
viciima tambem atleulado.
Francisco Antonio Lopes.
Bar.eircs. 23 de Jonbo de 1893.
Exm. Governador.Recife.
Desta vez coDar.ua inimigos uSo gocaram u.i
seave intento.
Saado-vos, e a Exma. familia pela vossa exis-
tencia.
Francisco Miranda
Barreiro?, 23 de Jonbo de 1895.
Exm. Governaaor-Rec'fe.
Felicito por terem oimigos errado golpe ten-
tando eaveoenamento. Parabens famil.a victima
tamben, atleutao.
Rosas & C.
B:rreiros. 23 de Jonbo de 18io.
Lxm. Governador. Recife.
Felicito por terem oimigos enano golpe tec-
lando envenenamento* Paraoens familia victi-
ma lamoem a.tentado.
Augusto Filbo.
Barreiros, 23 aa Joobo de 1893.
Exuj. Governauor.Recife.
Felicilo-vos por terem cobaraes uimigos erra-
do luame golpe tentando voseo enveuenameoio.
Dou poraoeos vossa fam lia vicama lamoam
semelbante atientaao.
Deas proteje sempre causas justas.
Lino Jes aus Santos.
Alagda de Ba xo, 23 de Junbo de 1895.
GiaaaSo Governador.Recife.
Esperamos ser atacados (imilla Pereira pesso
providencias; esperamos ateqoe, roabo morte
prefeito pedio providencia, exijo Oreviiade,
responda.
lagazeira, 8 oras da noue, 31 Jnnbo 95.
P.esueute Cooseiau, Luiz Antonio Cbaves
Campos.
G avaia, 23 de Jonbo de 1895.
Ao liuslie cidadSo Governador.Recife.
Acabo saoer leitura jornaes nefando aiieuiado
envcoeuameuto vussa pettca e cnarissima fami-
lia e amigos.
Cbelo ue immenso jubilo rbrago-vos por nSo
ler felizmente surtido ellVim esso crlme natur.i-
meuie Qlbo de ioimigos perversos e bandidos
vulgares.
Tooente Arlhur de Olivein,
ue le gado de polica.
Barreiros, 23 de Joobo de 1893.
Exm. GTaroauor.-ftece.
Felicito, par le em inimigos errado golpe ten-
lando euveuenamenio. Parabens familia victi-
ma atintalo. ,
Leilao Figaeira.
Iguarast, 23 de Jaobo de 1875.
A1 Exm. Goteraaaor D.. Barbosa Lima.
Pelicitmos V. Exc. fui Exma. familia e dis-
liocto Dr. Julio Mello por terem escapado do eo-
veninameoto tentado por algaos perversos !
S.do-vos. .
Joao Francisco Amaial.
Una, 23 de Junbo de 1895.
Ao onio Berioido Gaiv&o ao Sr. Dr. Alexaadre
Jos Barbosa Lima.
Sensibillsado profoodamante tentativa envene-
nameuto pesti V. Exc. oa.ros amigos, fago
votos completo resta .eie:imeoto poodo Uisposi-
go meos servigos e de meus amigos.
Uaa, 23 de Junbo de 1893.
Mmoel Aives ao Dr. Alexandre Joa Barbosa
Don os parabens V. Exc. sua Exma. familia e
amigos por ja esiarem livres de urna desgrag
qoe poda eaintar Peraamoaco.
Barreircs, 14 de Jnnbo de 1893.
Exm. Gsvernaao.=Recife.
Ej vos felicito ea Exma. fam lia pelo conten-
lamento glorioso de vossa merecida salvago en-
veuenamento perigoso inimigo.
Fraocieco Corroa Santos.
Gravati, 24 de Jocho de 1895.
Ao Dr. Governador.Recife.
Envo vos sinceras feliciiages por nSo ter tido
effeiio nefando attentado contra vosaa peasa,
familia e amigos.
Joaqnm Porfirio de Almeida,
sob prefelto.
Cavallciros da Crui- Foi mnlto cod-
corrlda a testa dos Canlleiroa da Cruz em seo
templo magoolco.
A ceremonia do baptismo esteve imponerle.
Mais de dosentas senboras acnavam-se no refe-
rido templo, onde veriQcou se uza excellente
mailne concertaote dirigida pelo maestro Anto-
nio Rayol e na qoal tomaran pa-te Made-
moiselles Josepnina Nogneira e Ria Cernttl,
Maiames Carolina Bernab! e M. Segalla, Drs.
Herculaon Ramos, L. Epblgemo, J. Tavares,
Abdon d'Aqoino e diversos professores de or-
ebestra.
Das pegas do concert qoe foram execnta as a
caprlcbo eqoe agr aram bastante, desiacaram-
se os duettos do Guarany e Cavalla-ia Rusti-
cana cantados oor Madames Bernabei e Cernttl
com o tenor Rayol.
O Hymno dos L wtooa ementado pela or-
ebestra f, i um successo, e esae bymno urna
prodoegao do maestro Rayol.
Termlnoo a testa Ss 4 lloras, eervindc-se is 5
um magnifico copo d'agua onde o Sr. Nanea
Coimbra, veneravel da Laja, ergueu o brinde de
bonra a impreosa pernambueana, o qoal foi
agradecido pelo Dr. Oswaldo Macbado.
Os Srs. Nones Colmara e maestro Rayol de-
vem estar saiiafeitos e orcorbosos, o pnmeiro
pela magnifica testa que di-isia e qoe pela pn-
meira vez fez-se em Pernambaco, e o segando
pela excellente execugo do programan que or-
ganisoa.
Diploma bonurafleo O Sr. Matst-o
Aotouiu K yoi, ja tao uonatcido ao oosso pu-ili-
co, qae faz justica ao sea talento, acaba ae re-
ceoer de MiiSo um di pinna de agradecimeuio da
commissSo orgaoisauora da grauaiosa feata, qae
no real ib airo Scala* u'aqnelia capital, ftz- e
em bonra a Roasinl e na qual o oosso patricio
tomn parle.
Essa fesia foi dirigida pelo eminente Maestro
G. Verai.
O diploma, que para o festejado Maestro
mais um tuaio para sua re'omaaeodagSo artsti-
ca, vem assignado pelas maiores celebridades da
Italia, taes como o Maestro Mascbarooi, director
da orcneslra do Scala, Gluviio Riccuroi, Ca-
se, pe, Bellioi. P. Cambian, D'rmeville. G. B.
Napoi e oulros tamos talentos da pa ra da m-
sica.
Esse documento valiossimo para o P'imelro
tenor brazuelo nos foi mosirauo. Esia ntida-
mente impresso, irazendo os re ratos de Verdi
e Rossini.
FeiIcr.arno8 ao 1 lustre arliata por ixais este
tnumpbo que soube merecer.
Deodalo Pinto dos Santos -Eis a )n.
tera ju ajcordSo Uu Supremu Tnouual Feder-l
jolgaudo improcedealu o processo ostaarado
coma esie senbor :
N. 2l.Vicios, expostos e discutidos estes
auto de r-i-orso cnoae, nm que recrreme,
Deodalo Pinta dos Sauloe, na uu.lila in de ad.
miniMrador interino dosConeos do Estada de
Pernambnco e recorrido a josuga, 0S0 provi.
ment ao mesmo recorso para, reformando a
pronuncia a 11. 44, julga; Improcedente a de
ouacia, de aceordo com oa pareceres ao repre.
.-eatan'-e do ministerio poLlico e do procurador
geral da UniSo, porquinto o facto de ter coot>.
nuado o recurrente, 110 txerruio a'aquelle car.
go, a-pjis da paDlicagSo ao regulameatu app-o.
vado 10- decreto n. 1692 10 de Annl de 189>
nao co:-.st le o enme detloido no art. 224 uo
Cdigo Penal, como a coosidtrou a pronuncia,
visto qoe .. recrreme cSa se arrogou exerciclo,
s>-u direito, de emareeo ou fuocg&o publica, e
-,ui por firga de seu cargo decoatador daqaella
repart gko assomio as funches de administrador
imeriao, qaando (.,i demiitido o fuoccinnano ef.
feclivoe sim de actordo com o regulamento, en.
(So em vigor.
O facto deunntia o sojeitona o recrreme a
sancgSo penal do an. 227 do meamo Cdigo, se
dos autos cao constasse que ccniiouou no exer.
ocio, que ames bavia legaimente assomioo, q
convicg&o de que o poda f.iz>r, 0S0 obstarte as
disposiiOea do citado regnliaaeato de i894. pa.
ia qne, depois de iua paclicagio, comiuuon a
corresponder.a* officialmeoie com o administra,
do: geral dos Crrelos, seu superior legitimo,
coosuando.o at e reebeodo respeeia eoore
assampto ue suasluuigSo de empregado da re.
parugao, sem que do co seo superior bouves.
se o mais leve reparo acerca desse seo exerci.
co. qae nao era pHo memo gaoraao, como
consta a fl. 26 ". e fl. 28,
E-ia ci-coiEs.ancla deixa bem ver qne a re.
commenlago contina no officio n. 10 para qae
observase o ie:o'rente fielmente o aovo ruado
regulamento, oa parte relativa a saostlioigSo de
empegados, a elle se 2S0 referii, visto que de.
pois dessa recommendagS.<, amia coatinaou a
correspooder.se 'Ou aquelie superior em quem
se nao poda ruppor ignorancia do an. 502 do
citado regulamemo e qae assimconseatio e im.
pllcitamene aaiorieoa a coatiouago do exer.
1 icio do recor ente naqoelie c:"go at qae a 30
de Agosto ine ordeouu passaass a oatrem as
respectivas funcgOes, telegramma a II 12, a qae
foi oromptameote cumprido.
E' poia patente dos autos a boa f e iseccSo
de ictoito criminoso da parle do recrreme, 00
faco denunciado.
Casias ua forma da le.
S'iaenor TriDonal Federal aos 11 de Maio de
1893. Aqu do e Castro, presdeme, iodabybade
Matios. P.za e A uaeida, Pereira Franco, H. de
E Santo, vencido, votou para que foss respou*
sabiiisado ponido oas ponas do ari. 227 do Co.
digo Criminal U. do Amaral, ven 'id:, uom o Sr.
Herminio du Espint) aoio, Joe Hygloo, Ber.
nardino F r eir. Lacio de Mea louga venc jo.
Reformava a .-entenga para pronunciar o denun.
ciado no crite da art- 227 do Cdigo Pejal.
(No booe vo o algum coatirmandu.a tote.
gralmeote a seo tenga de. pronuncias.
Parecer do procurador geral da Una 1 :
Parecerr.me juradameniadas as ra?"s do re.
correte Oeodaio Pino dos Santos a 11.52. para
o fia de reo-ma-.s o daspatho do p-onuncia a
II. 44 e joigar.se iinp-ocedtn e a deoaocia a fl.
2, como pedio a fl. 43 v a oro 'orador da Repu.
blica na se'go de Pernambnco.
Rio de Jeue ro, 9 de Fevere.ro de 1893.Sou-
la Ma-tios.
Publica^ea Recebemos :
Por otl'eieciuieoio do Sr. Leopoldo S da S I-
vira, da Agencia Luterana, o o. 19 do aooo
39 aa 'luosuacao Heepaebola qae vem vtr-
dadeinmeme esplendiua, como de costme.
Entre as gravaras destacamos o quadro Bnlre
rosas, deliciosamente natural e potico.
Rerpos'a a nma carta da mocidade aca-
demia a da Facaldaae de Direito do Recife pelo
D.-. J. J. eanra.
Fascicnio o. 7 do repertorio de relato-io
de pateles de ioveogao concedidas pelo go
verso.
O n. 24 do Crrelo Mercantil, qoe traz a
saa escolblda parte Iliteraria.
A caridaue cbristS e as obras saleziaoa?,
conferencia leaiisaia pelo Ulortrd e virtooso pa-
d-e Loure.-go M. Giordani, em favor das referi-
das obi as.
Essa conferencia um alte tado do talento e
bous semimentoa do Revd. G or aoi.
A impressao fot esplndidamente feita em S.
Panlo.
A llistor.a e a Legenda Recebe-
mos um exempUr 'esse neuo trabaibo devido
peona do Sr. Conselhe.ro J. M. Pereira da
-uva e e'ictado pelos S-s. Qiaresma & C. da
Llvrana do Povo da Capital Federal.
E' este um Irabaino digno ae acurada leitura.
como todos os qoe sabem da peona do illostre
nou.em de leitr^s, o amigo poltico qae, segando
a sos p-opia pbrase, procoroa 00 s.n taano das
masas, occopagao para o sen espirito e consol
para a alma.
A Historia e a Legenda abrange om bello
volme de 300 paginas.
.-igradeciiios pelo offerecimeoto de nm exem
piar.
Ti i banal do Jury do Recife Hon-
ie o compareceram 21 jurados.
Foram multados en St os jurados qne deixa-
ram de comparecer, e sorteados mais os segoin-
tes jurados Bopplentes:
Fregoena do Recife
Arlhur Adolpio da Silva Scbuppe.
Paulo Aunes Ja oue.
Bdllarrxino Laurengo da Silva.
Fregoezla de Sanio AQlonio
DamiSo Marques da S Iva Costa.
Ernesto L)am aa dos Santos.
Claadino Lias Cavalcante.
Freguexla ae SSo Jos
Vicente Nary MagalbSea.
Preguesia da Boa vista
Joao Al ves de Carvalbo.
Dr. Julo B. Freir Marlz.
Francisco Eustaquio Rodrigues.
Freguezia de Alocados
Joaqnm Speridiani.zioccowuk.
Beliarmino Gongilves de liveira.
Kreguexla uo Pogo
Ramiro Firmlno de Aievedo.
Freguezia da Vanea
D\ Casalano Amaro Lopes.
Sabino de Paula Baptists. ____
Hoje aeve ker osullada a sesso e sobmeltido
a Iulgamento o reo JoSo Vctor dos Santos.
Soelcdade onijaKes Diaa Fonc-
cionoa no aomiogo oi..moessa corporagSo eot
a presidencia do alteres Dr. Lu Goues.
Na palestra Iliteraria tomaram parte os ara.
Araujo Cosa, fallando sobre Direito civil das
cansas ; Honorio Camino, dlsserlaodo eoore
Aotbrepomorphismo e retitano a poesa Morte
d'aima; Luiz Gomes, discorsaodo sobre Direito
criminal militar.
A ostra sessao ter* lugar no promimo do-
SllvaOliveira-O Joraal de NoUcia da
Babia aea a seguale local em .ua edicglo de
15 do coi rente: ___,
Parle da colonia pernambncana cempeata
dos acadmicos de madicioa e diversos acad-
micos da mesma e3cola, amigts e collegas, ad-
miradores do talento do dlstincio Iliterato per,
nambncano o acauemico Silva Oliveira, offere.
cem.ibe amanbS, um jantar como manifestagai>
de grande sympatbia qaulbe conasgia a moa.
Laraptos-N madrugada de ante bontem
por vol a ie ama hora oj lai Oes penetrara:
no 1 aodar do p-eJio n. 69onde reside D. Pra.
i xedeo Datra, e 1 ollocades em um quarto da sala
de jamar arrombaram om bab a'onde levaram
a qu ntia de doos coaios de ris mais ou manos
evatiodo.se em seguida.
Espancauaento Ante.bonlem as ll bo.
ras ua uu do, empregaJo 00 armatem de urque do S-.
Antonio Soares de Oliveira, munido de ccele,
e ao qoe cuosia de orna faca, -spaocou borri.
velmenie a um pobre mogo inerme, que all se
ucfiava.
O nff-rdido est bastantx maltratado.
Proclames de casamento Foram
lldoe ua aat-iz da boa'Vlsia, uo domiogo 2i do
correte, os segnintes proclamas :
Primeira denaociagio
Jo Joaqaim d Vasconcellos, com Julia Cor-
rea ae Aranio-
Diaame ico Augusto de S, com Umbellna
Alelia ae u-1 < F ..n o.
J0S0 Bao.i-ia M.rauda Mello, com Maria Cutba-
riua das Cbagas.
Seguida dtnnociagSo
Artbor Flavio da Silva, com Tnereza Apolia
Lelte Pmbeiro.
Jsaquim Macbado di Sil a, com Maria Loaren'
Qi do Espir.to Sacto.
Miniaiano Emiao da Costa Rimos, com
Antonia Leopnldiaa essoa d^ Vas :oq : -li.>-.
Fraaclsra Rodrigues de Frenas, com Loiza
Bapusla de Paula.
Terceira denunciagSo
Manoel aues da Costa, com Leonida Julia
Ferrei'a.
Forano lidos na mesma matriz, no da 4
do correte, os fegointes :
Sigauda denunciagSo
Jos J laqalm ae Vasconcellos, com Julia Car-
reta de Araojo.
D numrico Angosto de Si, com Umbelina
Adelia >ie B'Ho Pranco.
J.S>BapiMa de Miraala Mello, com Halla
CalDanca dan CHaga*.
T rceira denonc'.Hg&o
A- ti o r Flavio da S Iva, coaTaeren Aoolonia
Leite Piob-i'o.
Joaqaim M.cnado da Silva, com Miria Lou-
renga o E"p rito Sanio.
Man-nao 1 Emiliano da Costa Ramos.com An
loi>ia L'0ioi liua vee-ua de Vaseoucellos.
Francisco K- de Freit.s, com Laz Biptista
de e-snia.
Casamento civil-0 escrivSo aos casa-
cmenios que funcciona nos dislricios do Recife
Santo Aiiiuiiiu, Sao Jos e Afogados allixou na
repartigSo do registro dos casimentos ra
o Imperador n. 75 1.'andar, edital de procla-
mas de casamento dos seguimos contraoen
tes:
2.a pablicagSo
Miguel Thomz dos Santos, com D. Maria
Francisca de Lima, solteiros, naturaes deste
Estado, e residentes em Santo Antonio.
1.a Publicag5o
Manoel Gongalvas Mareira. solteiro, natural
de Portugal, com D. Umbelina dos -antos Mo
reir, viuvi, natural deste E3taJo residentes na
freguezia de S. Jos.
JoSo Nogueira de Qneiroz, aatural deste Es-
tado com u. Francisca de Souza Lemos, natu-
ral do Estado da Parahyba, solteiros e residen
tes na freguezia de S. Jos.
Casa de Detencao Movimento dos
presos da Casa de DelengSo do Recife, F atado
de Pernambuco, em 21 de Juulio de 1895
Exisliam
Entraran).
Saiiiram .
Existem .
A saber:
Naclonae.
Mulheres
Estrangeiios
Mullier. .
Total .
Arragoadoa
Eon3 .
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
485
8
1
"492
453
10
26
0
492
441
411
23
5
2
441
ueste genero, l vol (
Docsiro Nacional, manual completo
natural popular, ultima
edgSo
A nstett -Historia
8dig5o, 2 vols. broc.
Luiz F'suierAs ragas humanas
Ilustrada, 1 vol. ene.
Julio Bilneiro A carne, romance natu-
ralista, 1 vol. broc.
los le Menear-0 Guarany, 2 vola
ene.
Anselmo Ribas -A Capital Federal, im-
pressOes de um sertanejo, 1 vol broc.
Jos de Alencar As minas de prata, 3
vols. ene.
Daadet-0 immortal, 1 vol. boc.
Memorias de urna cantora, leitura
para homem, I vol. broc.
G. Ohnet -Derradeiro amor, nova edigao
1 vol. broc.
o*a Bibliotheca Econmica, col-
lecgao de bona romances, 1 vol. broc. 80")
reis.
F. Varella-Obras completas, 3 vols.
ene.
A. de Azevedo Obras completas, 3 vols.
ene.
Debay Phjsiologia do matrimonio, 1
vol, ene.
Debay-Physiologia do amor. 1 vol. ene.
Burstil = Gramrnatica franceza, oova
edicai-i, t veis. ene.
Waldez Diccionarios ioglez-portugu ez.2
uortufjuez-glez, 2 vols. en c.
Jos de Alencar Til, 4 vols. ene. em
Ublrajara.
Romances de <-. Ohenei.
Romances de Maeedo.
Romances de P. do Itlock.
Comedias, scenas-comicas
dramas, grande sortimento por
preco barato.
LiMeratura, romances,
poesas, grandes remessas
por todos os vapores.
Nossa casa nao faz con-
venio em presos de livros,
veade sempre pelo menos
que pode.
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761.-75 20,00 80
7S0.-04 2120 75
759.-18 21.31 80
759,*33 20,64 80
Temperatura mnima 23,*75 Tbermomctros
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 30,O0 Ennegrecidn
60.8-Prateado 41,-2
Evaporago em 24 horas ao sol 3,-6 som-
bra 2,-3.
Cbuva Xulla.
Direcgao do vento : SE de mea noute at
8 b 46 da raanh, S3W cora interrupgoes Je SW
e S at ll'"40; SE e al ernados at 9 b. 02 da
tarde; SW al meia noute.
2 hora de calma pela madrugada.
Velocidade media do venio 1,-82 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0, 70
Boletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altura
baixa-mar
B. M. 24 de Junho 6 h. 00 m. dam 2,-3o
P. de 3 n. 35 m. da t. 3'52
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L^ovid des! Novidades
do capitalista, ou contas
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Laur a perfil da mulner, tradugao de J. S.
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apeilor Tribunal de Justica
SESSaO ORDINARIA EM 25 DE JUNHO
DE 1895
PRESIDENCIA DO SB. DR. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do coslume, presentes os Sr., juizas
em numero legal e o sut s unto Dr. procarador
geral 00 Estado, foi aberta a sessao, dqpois
de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram-se
os 8egoiotes
JLGAMKNTUS
Reccrso crime :
De S. B^ntoReco-reute o ju'zo, recorrido
Jos Corleiro do Silva. Relator o juiz Galvo.
Nezon-se provlmento. onaoimemenie.
Carta testemunhavel :
D' J..b)ita^Agravante Dr. Sphronio Par*
tella e sua miiine1-, a^gravado o teoente-coro-
nel Joaqaim M.x.mmo Pereira Vianna. Relator o
jan Caldas Barrete. Adjuntos os juizes Carlos
Vas e Joao Carlos. NSo se tomou loobecimen
10, con -a o voto do joiz Carlos Vai.
Aggravo de petigio :
D.i JaboaiaoAggravaote3 oten>nie-coronel
numeriano Barbosa da Silva e Dr. Sopbonio E.
da PdZ Porieila, aggravado o juizo. Relator o
juis Carlos Vat. Adjaotos{o8 juizes Costa'Ribei-
ro e Gaivao. Jeu-se provimento ao pnmeiro
d s ageravos.
Appellages crime".
De B-zerrosAppellante Aot nio Rodrigoea
Manz, appeada ajusliga. Relator o jaiz GalvSo.
Negou-se provlmento, ooanimemente.
De Caruaro'Appellante Jos Luiz de Moura,
appellada a jastiga. ReUtoro jaiz Caldas Br-
relo,Aonuilou-ss o iQigameoto da cnlpa, em
diaute.
PASSAQKNS
Do juiz Costi Ribeiro ao joiz Caldas Barre*
to:
Appellagao civel:
AppeUaute Prxedes da Silva Gusmao, appel-
lado o teoenlte-corenel Manoel Caraelro Leio.
Do jaiz Carlos Vas ao jais Joao Carlos ;
Appellagao civel:
Do OliuaAppellante D. Isabel de Azevedo
Bandeiri, ippeliadcs Jos Joaqaim Cecilio dos
Santos e sua mulber.
Encerron-ae a sessai i bora da .tarde.
SPORT
Prado Pernanibuean*
Na rala do Hippodromo do Campo Grande ef-
fecioou no domioeo ultimo o Prado Pernamba*
cano a sai l'> corrida.
Todo correa com ordem, e ipexar de limitada
a coocurreocia. bouve |ai>imacao qne elevou as
apostas a 4.218 poales emillldas e fez ebegar o
resultado a 21:090*000.
Somente reaiisaram se seis pareos; os 7* e 8*
deizararn de correr, e dos qne foram eflectua-
dos, o resoltado das carreiras foi o seeoioie:
Io pareo 850 metros. Premio 250:0001.
Vencedor Caja forado em 63". jocy Luiz de
Franca. 54 kilos, dando a ponte em Io 29*303 e
em 2 11*500.
Niloem 2 10*100.
2 pareo1.100 metros. Premio 300JCOO.
Vencedor Hiroodelle m 81", jotkyLoizde
Franga, 52 kilos, dando a pouie em f 69*100 e
em 2o 18*40.
r-lulao eoj 2a 11*403.
3 pareo 1.500 muiros Premio 300*000.
Venceor Ida emUo"'. jork^vMooel M4run,
50 kilo?, dindo a poule em 1 17*200 e em Ia
11*000.
Malaio em *.' 21*900.
4 pareo I.2S0 met-o?. Premio 30*G00.
Vencedor Cingo em 94", jo;key Luiz de Fran-
ga, 52 kilos, dando a poule em 1* 20*2C0 e em
P 8*400.
Baralbo em 2: 7*800.
5 o paree i. 100 metros. Premio 250*000.
Vencedores por empate Maestro e Saos s;a:i
em 74". jockeys A. de Franga e Keller, dando
aa poules em 1 de Maestro 7*000, e de Saas
sooci 15*000
Maestro em 2o 7*800 e S'ns soocl 16*900.
6 pareo 1.609 metros. Premio 500000.
Vencedor Ida em 124", jockey Mam-ei Martin9,
43 k los, dando a poule em 1 10*700 e em 2
7*500.
Piutao em 2 10*500.
Eis o resol ado da iascripgao da 9.a corrida a
realisar se no da 30 de Junbo.
1.a Pareo-1609 metrosIda Malor, Feniano,
Triumpbo e Camors.
2 pareo1800 metros-Ida, Mau-ity, Beija
Flor, Malaio, Fumaga 2., Conquistador e Fu-,
rioso.
3. pareo1.200 metrosSans#Souci. Maur
ly, Garimpeiro, Malaio, Mascolte e Dublio. 4g
4. pareo1000 metrosBerlim, Garimpeiro,
Piano, Bathoury, Baralbo e Ibo.
5.a pareo800 metrosludio, Nilc, Pleade,
Fausto Milady, Ideal e Pirata. *
6." pareo800 metrosPensamenlo, Gatuno,
Prince Milady e Florato.
Nao se lando realisado os pareos Mestofele,
Africana e Gioconda cbamar-se-hao outros coja
inscripgao encerra'seha boje ao meio dia.

T



Diario do Pcrnambiic Qnarta-feira 96 ii<* Itiiilio de 1*95
fIBLIUCOM K mm
, para arrancal-o ds sua alia po$ifiao officul.
*
Amiuiqon !
Sabem todos que os perversos e miseraveis
jaiuiigos do honrado Dr. Governador do Estado
fiaeram deciaraco solemne e cathegorlca nos
jornaes desta cidade e nos da Capital Federal,
que a morte do iodiloso Dr. Jos Mara, facto
imprevis o c todo resultante de urna luta eleilo
ral, bavia de ter vingada pelos seus amigos.
Nao e a a justlfia publica, que quelles facci-
aoras confiavam a punico dos que fossem en
eontrados em culpa naquelle triste acontacimeu
o; a vinganja particular, a dos amigos, cons-
titua para elles ura direto.
A mesma theoria posla em accao, em lempos
remotos, quando o benemrito Conselheiro Joao
Alfredo Correia de Oliveira leve a vida mea-
cada t-..
Aquella iniiinar,ao feila ao Exm. Sr. Dr.
Barbosa Lima, pelos assassinos de todos os lera-
pos, pelos sanguinarios e anarchicos de todas
as pocas, passou desapercebida S. Exc, que
suppoz tratar-se de um arreganho quiotesco,
de'ama pilhera de mo gosto; repugnando-lhe
sempre acreditar, por demasiada boa f, que
elle, que nenhumi parte directa ou indirecta li-
tera naquelle doloroso facto e que se impressio-
nra, sobremodo, com elle, provocaudo-ltie pala-
tras de pesar e de consternagao, pudesse sir
Gondemnado morte I
quando alguem mais conhecedor do nosso
meio poltico, lembrava-lbe a conveniencia
deacautelar-se, de lomar medidas preventivas
contra as conspiragOes, elle responda sempre
eom o riso nos labios e, parodiando um dito ce-
ebre, que o metal da faca, que o bavia de malar,
estava ainda, por fundir.
Poderiamos citar neste momento muitos tactos
Comprabotorios da nenhuma importancia, que B.
Exc. ligava s ameacas, que Ihe eram feilas, j
aa imprensa, em palavras inteiras. em meias-
palavras, j em cartas anonymas; mas deixare
mos de fazel-o, porque tornaramos este nosso
artigo mu to extenso e o nosso objeclivo 6 outro.
A verdade que S. Exc. nunca se deixou pren-
der entre as quatro paredes do Palacio do Go
terno, e era visto consiantemente, qualquer
ora da noute, transitando, sem appamoofli-
cial e a p, pelas ras desta cidade.
Nao podia mesmo S. Exc. comprehender, que
aauvesse uro hornera, fosse elle grande ou pe-
queo, rico ou pobre, que se atrevesse altco-
ar contra sua existencia !
Que a poliliSa tinha exigencias muito fata'8
em o saba o Ilustre Dr. Governador do Esta
do; mas que ellas fossera al ao assassinato
Irio, cynico, baibaro e premeditado, era o que
elle nao podia comprehender; foi hypotliese,
que elle nunca soube prevenir.
Entretanto, o perspicaz e fino observador nao
inba o direilo defazer-se estranho aos ulnmos
uccessos po iticos do nosso Estado, e delles de-
via, por urna lgica segura e perfeila, tirar con
sequencias de alto valor moral...
Nunca louaremos o capiiao, que diga : Nao
euidei '.
O crime sera iolallivelmente a ultima alma,
de que lancario mao os adversarios de S. Exc.
HDai
Solfa cainiaerclal "a Peruam
buco
rcTACOBs on-icu da justa dos corrtoriw
Praca do Recite, 25 de atine ie SUS.
Nao bosve cottco.
O presdeme
Anioaio Marqees deAoorim.
O secretario
Mioeael S. do Silva Pi to.
Cambio
O eslabelecimentos naoca'ios iniciar m boje
as trausaeces ; 9 l|2 sob e Londres a 90 aian
Je mu, elevando a laxa cum a- uoticial ao Rio
>ar 9 3|4, fecbaodo trice.
Em papel pirucolar e oenr-a'io repassado .'o-
am negociados a 9 3.8 e a 9 7,8.
<:otave de genera
tara o agricultor
Assucar
Oristalisadi por 15 kilos i
Branco, idtn dem. 4*000
Suaeaos, Heott, dem 3#300
Mascavado.. dem. dem. 143O
brtuo melado dem, dem 1*2 Jt>
Fetame, dem dem i#oo
5*000
5*400
3*600
2*6i0
l*.U.'
2*1X0
Algodu
Nao ceneteu negoclr.
tlwwl
^r pipa de 1.89 litros 215* veo la.
.4 tn a rente
Por pipa de 480 litros 132* venda.
Caarv
Seceos salgados aa base de 12 kilos 903 riti
jeoda.
Verdes 700 rls, nominal.
Carnauba
Coti-ee de 23* 35*000 por 13 kilos.
Mel
Por 100*000 nominal.
TABELLA DAS "ENTRADAS DE AS-
SUCAR E ALOODaO
Mez de Janbo
Barcacas ....
Vapores ....
Aoimaes ....
Estrada de Perro Centra
dem de S. Francisco.
dem do Limoeiro.
Somma.
ro. .11 f
Das
1 a 18
1 l 21
1 a 21
1 a 21
1 a 18
19
Atiao-
car
Si?cns
23637
1652
6240
27184
1223
'1936
Algo
dio
Sacca
1200
1400
85
948
1040
2837
8010
Inaporlaco
Havre e Lisboa, vapor trances Cotona* er trido
em 13 do corrale e consignado a Pelix Bao
ato.
Carga rio Hav e :
Amostras 8 volases a diversos.
Alvalade 10 barricas a H. J. ampo*.
Agua mineral 2 canas a Gnmaraes Braga
iC.
Balines* S caixas a Vianna Castro & C.
Chocme 3 caixas a urden), 2 a L ipt Alad-
ro C.
Couros 2 caixas a Fredenco & C 4 a Gomes
de Mallos I-a aos.
Drogas i raixas a Paria Sobrinbo, & C, 7 a
. J. Campos, 8 P. F. Leal & C. > a A. P.
Broga Gnima->>>, 6 a Guimaraes Braga & >'... 4
a H. Ilieqo; y ol.
Ferragens 4 volomes a Miranda & Sooia, 4 a
A. de Ca-valbo & c, 1 a AIDlno Silva da C.
Gesso 5 bsicas a Viauos Castro ft C.
Manten a 70 barra e 70 melos ditos a Fieoei-
;do Cor i & C, 140 e 255 a ordem, 40 e 60 J
Esgotado os meios conciliatorios no juizo
de paz. recurso que nao vingou, nao porqut
S. Esc. se mostrasse desarrazoado, mas por
forga de impusieses lola e infantis do deve-
dor, comegaram os arliricios fraudulentos, a8
Iriates provas de urna rabulice soja e de mo
cheiro-
Fol a suspenso o pnmeiro recurso empre-
gado paraobrgar S. Exc. i abandonar o poder.
QuizerSo conJemnal-o, sera Corma era
figura do juzo, na louca suppo3igao de que S.
Exc, se deixasse apavora ante aquella terrivel
sentenga, e passasse o exercicio ao seu substi-
tuto legal para nunca ruis vollar a elle...
Velo epois o supremo > abrigo das deposi-
gSes, lautas viza tenlidas sem prove to pela
aUituJe enrgica, altiva e correla de S. Exc. .
ora lindo-se dos manladjs de priso do olli
cial Berra Martina, ora apreciando das varandu8
de Palacio as manobras de oulro ottlcial,
que procurav* mostrar-lhe du frente, os ca-
nliO 'S da fortaleza do Brura ..
Mais larde, e j nesles derradeiros das, como
peouliima taboa da salvagao, viraos lo l> a
gritara infernal pala aurora lo dia 17 do cor-
rente mez, aurora, que bein poucos com-
preliendiSo e que obrigou S Exc. prevtnir
se comra algum parigo iranine ite.
Prov cada a imprensa opposiciomsta, para
explicar o seu pimamen o tembroiO e lugu.
bre, houve aiguera que se leinbrasse de dizei,
que nao se tralava de deposigo, nem de
bernarda e que no coavinlia escarnecer do
fraco, era zombar da Ueigraga ; mas de a!-
guma outra cousa, que forgosainante, liavia de
faer voar S. Exc. pelos ares..
E para jusillicir esse plaoo hediondo e sinis
iro, appareceu ni Cootr-esso Nacional a na io.ll
cagao to rachilica e rairrada, como o cere
b.o de seu autor, pura que o poder federal,
contra a expressa e termname disposic&o do
Artigo ti." da Coosliuigo da Repblica Brazi
leira, interviesse nos negocios deste Estado.
Fingiram ignorar, que o caso de 17 de Juiho,
como olles mteiidio, eslava previsto no nosso
Cdigo Penal; e que o reta dio tinhamos
nos, mesmo em casa, na pe so i jurdica do Su
perior Tribunal de Justea..
Era ura raeio de desvia.- a attengo do publi
co, para o que eslava miseravelmente planeja-
do, l on le o crime serap.-e foi elevado a altura
de ura principio, capaz de resolver todas as
quesees poltico sociaes...
A eliminagao pela morte era, nao havia para
onde fgir, o epilogo do terrivel drama, posto
em scena pelos adversarios do Sr. Dr. Barbosa
Lima !
Meio trate, diriam uos; meio indigno diriara
ouiros meio feliz dina o reslo, a meio duia de
covardes do co do mundo ; porm era o nico
meio reslaule, por terem sido esgotudos todos
os outros !...
Mas a difficuldade eslava em ferir o aleo, s-
mente o oluo.... Acreditamos que esla ubje;
gao tena slo levantada, porm nao discutida,
por algum mais misericordioso....
Na fertilssima imagin-igo das bestas leras,
dos monstres de imqtiJade, nao acudi lid
meio de tirar o annel sem cortar o dtdo
Pater di C 5' e 20 a Lopes & raafo, o e 15 a
Saotvs na F eaei'a & C, 15 e 15 a Da- be-: a l-
dea & C, 20 e 20 a 6. *.*::lar & C. 20 e 100 a
Co pai.u ricorui 10 can.s a CompaoUia a- Bitivi, 10 r
Lores Aloeirn & ., 6 Gulmaraes & Valeii'e, 5
a.San.u.- 10 Aies i PrelUS l-uiu-.
Mercador iC.i.r. LlQ la & C. 2 a VVa d E- Gou-
Calves Catata, 4 aGuimarars L ma & C. la
a. Silva & C. I a Almena & C, 3 a Kr8ri*.
co G^rgel & Irmaos, 1 a Tavares tfc Fre e, 4
Sjo = P osee. & C, 3 a Coala Caujpos & C. 2
Parele Vianua de C, 1 a P. Noguera iu.ao. *
< A. R drigoes de Sooza, 4 a M C, 16 a P. de Oliveira Mla, 2 a J. i* Fooser.
5 a R. de Urusioj & C. 2 a o-dem, 2 a Njeael-
r. I-ruaos & C 1 a A. Diail & C. t a F. Na es
6 C, 2 a KatDirO M. da Corta & C 4 a M'OOel
Cullaco & C, 1 a L. A. SaLaar i-aior. 1 a Mala
e Snv.i & u. I > A. F. Arelas, 1 a Manoel da
''.u jtia LoOP, 2 a B axa fc S 9 a A. Cimpos *
Irjiaos, 1 a A. D. Lima A C, 9 a A. GaocQes &
C. 2 a Uliveira Bastos & C.
M.tenaes para engenbo 1 caixa a A. Pereira
SiruOep.
Marmore 3 caixas a P. Manoel da Silva.
Movis 1 ca xa a J. R. da Caata.
Pr-ll-a 1 cana a A. Peroanaes &. C.
Perfaiarlas 1 caixa a viava ue E. Googilves
Casca.-.
Piano 1 caixaj a Olyvh) Jardim & C.
Papel 1 caixt a F. H. Caris.
Q'ieM'iB 1 una a Ar.raoi-s fc C. lacnxn a
Caairo L-mos & C, 1 Una a Antonio Suaves &
c-
Sacante 5 barricas a Vianna Castro & C.
T.cidos 8 volom s a Bernet. & C, 1 a Dita
Ljurei'o C, 1 a Goncalven Guana & C., la
h. de Carta'no & C, 1 a Laix Texeir. & C, I a
J. S. Carreiro. 2 a Pereira de Atevedo, 4 ordem
liH.I. de Aodride. 1 a Soasa Lima & C. 1 *
Lima Couii ntio 4 0, la B. de Atevedo 4i.,l
a A. a J. G )0{alves CuioDr*.
Vioros 2 caixas a Djodato Tjrres fc C, 2 a
A. B. C. de Oliveira.
Cirga de L boa :
Aeaa mineral 2 caixas a A. de Carvalbo & C ,
2 a Gaimaraes Braga & C, 1 a M. J. Campoa.
Aier.e50 raixas t Compaobia ue Estiva, SO a
JjiCtiim Ferrelra de CarvalOo A C, 45 a E. M.
de Barros.
Batatas 100 caixas a Companhla de Estiva 10
a Gaimaraes & Valeote, 20 a A. de Freitas & I:-
moe.
Cognar- 200 caixas A. de Carvslho & C, 80
a Comoanhia de E-tna.
Cal 30 barr, g a Lipes & Araojo.
Ceblas 30 r-slxas a comtaobia de Bstlv?, 25
a Guim-ries & Vleme, 10 a A re Freitae & Ir-
maos, 150 a Ferreira Rodrigues & C.
Drogas 1 calza a Golmaraes Braga & C, 5 a
M. J. Cao: pos.
Pe'ragena 3 eiixas a Ferrelra Rodrigues & G.
II a A. de Carvalbo & C.
Pelles 1 calza a M. J. Campos.
Roups t calxa a Julio d'Azeverto.
VioDo 1 pipa e 7 barris a J. R. Mala, 5 e 30 a
Silva Gomia 5 s A C, 7 e 30 a Francisco K.
Pinto Goimaraes, 19 e 75 a Companhia de Estiva
2 a A. C. A'melds, 9 a J. Rocha, 18 a V. Marqnes
11 a or.'em, 75 a Paulino de Onveira Mala 30 a
J. Perreira de Carvalbo & C, 10 a Lop>a A ibero
* C, 50 a Ferreira Rodrigue.' & C, 50 a E- M.
de barros.
Cardiff. ba ca noruegueose viea entrada em
16 dj corrate e consignada a Wiison Sons
& C.
Carvio de pedra 380 toneladas a ordem.
Ctrdiff, barca noroeguente Sor ble Helena* en-
trada no da 44 do correte e consignada a
Lopes G'itma'&'s & Irm&os.
Carvao 770 toneladas a ordem.
Plelas, lugar areeoUao Alberto Caoba entre-
irado oo da 14 do correte e consignado a
N vatfoa&C.
Farelo 70 saceos.
Sebo 70 oarricsa.
X Pois que s:g.i;u para o Oemiterio Publico, em
r,icos atades, todos os membros da familia, isto
o Chefe, a Esposa, a Pillia, as Cunhadas, os
outros todos, iuclusive o grande respnnsavel
Coronel Raymun lo Magno, dirium elles, j pre
'ibaodo o gozo satnico de ama mutago rpida,
completa, veuturosa, nos negecios polticos do
Estado II...
como seria bello e edificante, peosavam os
assassinos, ver aquelle desfilar de carros fne-
bres, em doce harmona com os dobres festivos
das igrejas, levando derradeira morada os
cadveres de urna rara maldita II...
Em priraeiro lugar, o cano fnebre do Sr.
Dr. Barbosa Lima ; logo aps o de sua Virtuo-
ssima Consorir, levando seu lado o travafo
anjinho, sigrada partcula de eeu coragao ; em
seguida acs dou?, um lerceiro, um quar o.e mais
ou ros .lodos elles offerecendo io mundo n-
leiro a prova real, inconcusa, legit ma de que a
vinganga particular, A DJS AVlOS, 6 ura di-
reito; e, porlanto, a prova do uosso grande
uciiaritaineiito moral II..
Oh I mas a Providencia Divina, qu3 prolege e
innocencia, nao permiltio que viugasse a negra
infamia, ulo que a noute de 21 do correute
mez fosse a mais inleliz da hutoria desle grande
Estado I .....
Cor helio.
locupatrarera, a iiri:. gios que merecem oj adversarios dignas reste modo se
l como S. Exa. incautos l
Contine e lera os nosos insignificantes, Felizmente nao houve a menor desorden), nao
mas modestos applnusos. se aVraaj os escndalos e auosos qu; temos' por
-ctualinenie o Eiw. Dr. Barbosa Lima, por ve/es leleinunliado-
loe governa cora independencia e prjblda le, E como nao se aerara as scenu.s de vandalia
distanciado dos salteaijres e asssassinos rao de outr'ora, e para aa quas os anarernsias
r-oberlo de baldSes que <- assenlara n'aquelles empregarain lodos os ovios oiis.im dizer, que
que vilmente Ihes auram I apipilaco mosirou-se terrocisada ame os o*
aecos da goveroo !
O reito do* violoes fj/.eram publicar na ?ua. Facemos votos para qu o brioso povo per-
conceituada Gazeta, os proeslos dos llustre nambucano, sempre prevenido o alertado, pnr-
Coroneis, Serra Martins, Lu:z C ntra. ,,'"se or leira e pacicamen e como no da 17
AfFmntam diariamenie o bom senso publi- H" correnle mez mez, para confundir aos espe-
co I euladores e oaiiliiljs, dando asslra provade
Referera. que alguem ao ler taes pec.is des 'que sabe respeiur as leis e as autoridades le
lumbtanles di vatriotiino. assim excliunoa =' imumenta consliiu.das.
Ainda viv-iin essas pobres e dAsroiiee Uiadaal
creaturas Eu as faia no rol dos monos' Com telegraranas rnjiillroso, calumnias, ver-
Serra por occasiao de um r-nhioo combate biayens protestos pulhas e perve sidatfes, esta-
em Sania Caiiianna, no que portoa-aw romo m',s con vena los i-, que nao eonaegutrao esca-
ura bravo 1 O Lul en enasequencia do fe- '.Iaf po'ie"" e apoderar irise d'eate Bata lo, que
1 orgulliaii lo *e de t r com i cli-fe do
Salpico
Os hydrophobos d'.l Prouncji continuam cy-
nicainellie meolndo paia a capital Federa!, em
telegrainmas que transmitiera ao seu digno pa-
ir. o. o C b'tkirit, que os faz publicar, na op-
posigao de que por esle meio, ja to sedigo e
conhecido prejooica os crditos do honrado Go-
venidor do Balado.
O celebre Zumba do Macaco (vulgo Majar
Jos J.aqnira do Reg Barros) lao coobeCldo
no moratis .do raeio social era que vive, eiio
que pode .lar exactas r\ex:elleatcs inforiuages
o Dr. Paulo de Oiveira, nunca p;n-ou ser lio
fallado n'esla trra, e ate tiguraj era telegram-
ina para a Capu I Pedral, venuo o *eu l'Ktie
norae em iHlra redonda, cuino um mari.> r po-
ltico, entre os poucos que resiam ao Chefis-
iuj Di/.ein, que o BicuDjce mida zangado
pela preferencia que val inerecendo o seu di-
gno companheiro ue irabalhos.
A mentira, como i>em disse Bacon, revela
alma vil. espirito pocadissimo e carcter vi-
ciado E' um dos recursos ignobeis e abomi
naveis, que esiao pon lo era |> auca os homens
de leUraa eu tretas, que andam entre os, ven-
deiiiin aqiullu por rxc-ilente pomada !
Miseraveis e despresiveis ulcensos que tra-
sera as HOfloaa c.mspurcadas pelo vnusa ma S
r ja excitara cumoeixaot
.Nao o< jpupem deixein ^ue elles iransitiera
anenos ile peilan-ismo e deslava-tOs, lelas ras
desla foimosa cidade, julgados pela opima o pu
rimeuto que l'ez-lhu o Xic > Torres, dando-
Ihe ura tiro. Ouvi di-er, que o Lul depois
d'^quelle faci perdeu o pouco juiso que
tinlia, e ha va fallecido, sem que J el xas-e
muitas saudades. Ei'gana-me I Antes as
snn, para elles, que esii agora tambem i-.-
presentando os seus tristes papis na Capital
Federal, on le j devera ser i&o coohecidos s
apreciada como entre usBreve leremos u
noticia de que passeunam abragadoscooi o
Jos Mariano, quando j, um cerU poca, o
que mais desejavam era o seu exterminio !
Pobres creaturas Andam raerc do
(lir/Issiino, oque importa iliser do Cabellei-
ral Esio p.^anio pelalingui. epelaca
bega do Chefissimo : se nisio nao ral algum i
dse de malifico, ou [e'ici, em que mu.ti
geire acredi a..
Nt realidade, qual a importancia poltica
d'iiquelles protestos pullia^ i
O Serra Martins, que nem nosso conlerra
neo e tern o seu umbigo enterrado para o lado
dos surt-s do Maranbo. que iiilliieucia tm
B'esla Estado?! Todos >ab;m que elle loi
designado senador pelo chefutimo, quando infe-
lizmente o dirigi, e lambem todos reconhec 'in
a forga do seu criterio, ltenlo e Mustracd't. ro-
\elailos em seus brilhiutes discursos publica-
dos n'A Provincia, e que devem existir ad teroe
tuam re memoriam 0 coronel Lul, u os
sabera, que elle e notabilidade poltica, mas niu-
dou-sj para a Capital Federal por ser aqu m
lo estimado.
A junta dos protstanos pulhas foi sem duvi
da leiunra-ia pelo chefe dr. i tha.
E' a mesma desiiroralisada Gazeta que termi-
na u acervo de banali ladea, recuuiuJo de pa-
la Vi S-M, com o seguiu e ireclio :
Sabemos pelo teleg apno que os maiorea
sustenta lores da usurpagao goveruanieuial
em Pernambuco, sao o< Sis. cuoeituio Cin-
tra e Medeiros e Albuquerqu-e.
Poisbera. Acabamos le ler noticia agora
que a puinia da Capital Federal forncea se-
cretas para af.ompanli.ire n a essjs ni .-sinos
m-ividuos. Recelosos de qualquer v.na, os
iiile'S servigaes da dictadura pernambuca
na subraettem-se a es a condgio inle a n ii
< cula .
Feriis em miseraveis embustes procurara de-
primir o alto eoiioeitu t: que goxain aquel les
disn etos representanie- fcdeiaes, que enrgi-
ca e^bnl autemente lein verberado o iotame
po ler exe-
cu'ivo um dos sjus illusir-'S rilhos, sab-.ii er-
gar->e valurosaioenia a s-u lado, nao cansen-
tlildo que II uimpll.: a ananliia. O gOVernO,
pelo seu prestigio, nao coma sooien e cuta a
lorga public-i para AubjOKal u, cunta com os
bous periiambueaiios, tu verda-ie'.ius republi-
canos, pois a causa de tmlos quelles a- de-
sejain n prospendade da patria i>eroaoibacana,
que ui-ia dii'--t do ave||iurdiros e ^anlia ores
polticos teuiain eseravisar aos seus luuestos
capr icios.
/. Janin.
T. P.
I mm Typoga-apliiea Pcrnaiu-
bucana
1." ANNIVERSARIO
Antonio Francisco Uc Jess
Convido a toles rs "rj. aiior.iaHi, rolieea,
muos e 'a rilia do li a m AdIOO' Prarn-gco d->
j u-<. a Hitsig-irem a rrr-si (fie e-s.. i-n po'ucSo
.anrla ele.r rar no (fu 26 do C'Tenli 7 o as
la DaohS, n Convenio d-! Njssa annra ao
Cerrno, peln ries'ango eternn <> seu Iodiloso S0
io A it.mio F an i-ro <*> Je u;.
S cretir na u nao Tvnograohici Pe a imbu-
a i 22 Me Joario de '>!';.
Jop^ A. C-valr'ai.te.
! ec- U'lo.
Abavo a calumnia
Com as presente-i linhas venlio do alto I
da imprensH, provocar a i|iiein quer que, !
ilesivndidodealfuruH penzall*, nico" qua-
ficativo, que encontr, pora o individuo
que me fii calumniar perante o Exm.
Governador di Estado, c mu con.sp rador
io muniepin de, B un Cens-llm.
No dia 3 do crrente reCbi urna carta
do capito Florentino Bez-frra Ldite, na
qual pedia-me ou, h m^u primo (jueiro-
e rio que Ihe alug-asse tres caviillos, ar-
reiados para IJom Umitellio, o que fiz->
mos.
Ao coEiimcrcio
O abaixo assignado scientifica ao com-
in.rcio que, nVsta data venden ao Sr.
ot Inocencio de Wiranda a t>ua armaeSo
que se aclia na loja n 67 sita ra do
Visconde de Iuhaurna livre e desem;.ara-
jado de qualquer onua.
Recife, 2G de Junho de 1305.
Gaspar David.
No dia em que devia ciiegar tale^ra- 'onug-
phou-aos dizeulo sb^ii r. e que o esp -
rasse na estaco, che^aud dir:gimo-n )-
para casa, d.zendo-uos que vinbe. tratar
acerca de urna precatona raquerida cen-
tra seu genro, e nosso prim Garacellis Menoal
Ao cauincrcio
O abaixo a^sig-uado, scientifica ao cem-
mercio que n'oste nata coirprou ao tir.
(Gaspar David a mng!lA que se aclia na
loja n. 67 sita rila do Wconde ele Inha-
livre e deseu>b-jrajado de q'ialquer
Kecife, 26 de Junho de 1895.
Jos Inocencio de Miranda.
Avioo
Cardoso Jnior
retirando-se
blica
Nao vai looge a poca em que A Provincia, pruce limeuui dos degenerados pernambu a i m,
leceo elogio* ao preclaro Goverua lof, como nao! que s vivera para infamar a bonra e digoidmie
liave.-a quera ignore.
Presenieuiente pela raesraa gentalha 6 accu
sauo illtamemelite !
E' fcil de comprehender a ras&o, e ella est.
Munn-nie, gravada na conscieucia publica des-
le Estado.
Nao va longe a poca em que liamos em
jornal opposiciomsia, o segumte.
Nos, seus adversarios polticos, nos que
nada queremos da adminislragoaciuai, nao
podemos deixar de louvar os acios de juetlCa
. e moralidadeailministrativas pratuadas peius
nossos adversarios polticos continu o Ur
" Barbosa Lima.
Seu governo ser urna poca nova na histo-
rm da aommisirago de l'ernaiiiburo, qu;
agradecido se confessar pela sua altitud^
p.iinoiica e mur.ilisada.
Comiue: nos nao resgaiearemos os ele
PortiH do sol, vapor nacional B-azil* eutrauo
em 16 do crreme cobirusuo a rVie ra d
i.eiru & C
Cna'f'ioa 6 Ca'xa >ierers.
C'C 2 saceos aGnmaraesac Valentep, 37
Co-ij.- & Roma. Si a oroem.
C lapos 1 cana-i a J. Cordeiro.
C#lg "Ui-x 2 c xoe< a orie
D o.- 4 i'.'xhs oroerr.
P.joia 5 vo'nme a J. J. Doa-te, a Piauei- -io
Costa & C. 7 a Ferr^im Hodruui & t. 20 .
Almeja a.nu '-., 4 si B. S-.ve
Lvro 1 cama H ao & C, taFran:lco
A ves & C. la J. C. ue Oiivoira. 1 a R.miro M.
lid 1.1/b.n & ,
M-Td ras 5 caixas a oraem.
Tecidos 5 faruos a ordem.
Hiir.eao
neclfe, 2! de Juono de 18U5
fara o exterior
No vepo." francs Cordoaao*. para Bceoos
Ayres. earregou :
ti. a. da Costa. 10.000 coos frocta.
Para SJLle'Jo, '-a.-rei{Ou :
L- A. dd Caa>a, COOo cocos Ira.U.
Para o interior
no vpir nacunai Comela>, para Pono
Al'i'e, ca-repa-am :
p. i.a orir & C 9C0 saceos com 67,500 kllt s
de assucar brauco.
.vu vapor alienj , para San os,
ca~rei(aiam '
i oj F Ibo, 8JO saceos com 4800*0 kilos de
aaaacaf oranco.
C. 1 j 'u-i-i ', 200 accoi com 12.000 kilos de
assacar "r-n o.
Para Rio de Janeiro, carregaram :
C. Inuostrial, 235 saceos com 14,t0tf kilos d
asiocar re.tioiiio.
L yo & Fi.hj, 1 263 saceos com 75,900 kilos
de aenocar Orauo
Lima & Morree, 50 saceos com 3,000 kilos de
assucar mascavajo e 450 ditos caoi 27 000 lito
ue olio Draico.
M. F. Leite & C, 1.C00 saceos com 96,0oU
kilos de esocar oraoca.
So vapor fauces Gordonan, para Santos,
carreaaram :
A. I n.308 & C, 100 barris com 8 830 litros
de agurdente e 00 saceos com 18.O0J kilos de
a.-sui-r.r b'aoco.
C- F- du j). 250 accos com 15,000 ledos de
assucar mascavado e 500 ditas cum 30 604 itos
de no branco.
E. KantUa k k C, 50 barris com 4 350 litros
de aguaroeoie.
Para Rio de Janeiro, carreearam :
C. de Kocive, 25u eaccaa com 17,169 kilos de
aUodao e 10 aipas com 5,970 litros de alcoo>.
p. de Oliveira Mais, 20 pipas com 10 o o li-
tros de agoardeate.
Para Babia, carreeoa :
C. de Eativa, 100 barricas com 12 003 kilo?
de assacar manco.
No vapor nacional Slf, para Rio de Ja-
neiro. carregaram :
J M. Lias, 100J sacaos com (0.003 kilos de
assucar brinco.
A- Fradiqoe, 63 saceos com 3,780 kilos d
acucar mascavado e 63 ditos com 24,l6j ditos
de ditio branco.
o vapjr leles B-andei barg., para o
Par, c.reaaram :
P. Caitieiro C. 6JO saceos com 36,000 kilos
de aaccar oranco.
P. A ves & C, 50 barricas com 2 500 kilos de
assacar retioado e 300 ditas com 20,550 ditos de
dito branco
C. Industrial, 600 barricas com 40,520 kilos
de essocar retinado.
K. P. de Manezes, 344 barricas com 26.060
kil'sdeassuc r oranco.
Judo & C, 10 nt rucas com 6(0 kilos de asso
car lefloado-
No fapor ingles C. Prlace, para o Par,
carregaram :
i. Baltar 4 C, 100 saceos com 6C00 kilos de
fdjao.
Na vapor naciocil S. Francisco, para
Ceara, csrregsram :
i'esle Estado.
Nunca Ihes fallarao a precisa eorugem par
de viva ros, e eiua'aalo com esiiem os ty^ot,
duerem as verdades nuas e cruas, qumoo se
offerecer occasiao, sem que os receiein por si.
ou por algum alagado.
Nao necessiiam de ucret -s N sao como o
chefusmo, da lieroa cidreua.
Correu em fesUs o 17 de Carrete me-., cono
era esperado.
A populagao, parece ter capnchado para nn
dar o menor motivo de descosi n'aqu-lie da.
apt-sar do eniiiu-iasm i de que uiuiioa cidado.-
se cliavam po suidos.
Foi um solemne protesto que o brioso povo
pertiambucaiio lavrou, despreZaBdo as p< rv.-r-
8-t- c-Jiiciiages que Ule -.ra.u os iniin gis oa
oossa cra patria, desejosos d'anarcttia para
P. Alves C, si Oar. ca con 3,-Ho aiU de
assucar reBiaJO e 7 oiwe com 03 ui.us r aitu
lauco.
Pir. Nital. canetaram :
P. aI'o v,., 10 irnca' om 60J kil.-s 4
assucar retina lil.
ei* oarcuca Adelina Mendes-, para Ua
oe'O. car-e^oa :
M F das Cha as. (0 000 litros de sal.
iNa oarc.ga iiiisotlu, para dos. car-
-e. aram :
T. Lipa C, 15 ca xas con 200 litros te -
neora.
J rl o*iraid>C 8 0irncas cjin 3>0 mos
d-asoc r retinado e 12 unas com 1,330 mun
d dito orauco.
r-i-ra staeso, carreva-am :
J. Sileueiral & -., 5 Diiriias com i'O kilos
.I .-su a r'tiria io t i .it s coo 400 mos d.
dob- neo.
Kendiaaentos ptiblleoa
Mez ue Junbo ue 1895
Aifandega
Renda geral
Do da 1 a ti
dem de 25
i,0.7:3'U907
46:29IA311
Renda do Estado :
Do da 1 a 2! 15a:8tUI91
dem d :.j 12.4- 3j9U
Somma total
1.083:3)5*258
IC8:i37*03'J
1.2al. 8524327
b'.nnin. da Carval'uo, para o que preter- para a Europa deixa como seus procura-
da lall-r com o Dr Sevenam. Pdixotc-, eiduru r,08trt Estado os Srs. \ngjlu de Sa
c m o Dr. N1I0 de Miruda mdo eoteuder-J pexol0) jl0 A|v.e e Fraitaa e Jos
se c i u referid.. L)r Serenan Pe.x to. !Carl3 c[t sl, os q-iaes ticam eucarreg-.-
vi.ltaiido p-d ueiros, para ir co.u elle d,JS ,t(J todos 8 s01, negncius
Florentiau B rn Coaelho, oude deveria I l{ecfe) 3 du Junho de 1895.
encontrar o seu rel'eri 'o g'Uro; aquello
;(inei
roa) nn o pudendo C'inpaoliar era
Manoel Cardoso Jun'or.
Advogudo
O bacharil Antonio Tolentino Bo
.1-
da
vntude de estar m-g.ician-io UOn bois, o-j-
lio-ioe para ir com go, o que fiz j por
ensttr hisp-dadn eu minha ca, j pelo
li-.m ac->lhiiii-nc ua- lenh reiej do na g"es Campos, procurado.- dos tutos
sua, fin Irneite por se tratar de uegc~ j *'nd- du Balado, pod-. ser pr._cur.do
cn.s de mea primo, j referido. | tIU 8tu eacriptono a Pra^a ii 0. Id, ds
Partimos d'aqui as 10 iura's da noite l0 r da raanh.ls 4 da tarda,
io mencionado dia 5, cheo-andj era B>in
onsellio, as 4 da intiiiA, informad I
Botucd
b'loreutiao, que alli nao se achava o seu
velho Himgii coronel Angosto Vilella,
mand m chamar iorum proprin o rnajor
Ypiranga, que se a;hava distaute tres
!egua>s.
As nove horas da manh.\ foi c um Flo-
rentino visitar o in-Mi prirn-> tenante-coro.
nel J i> P.nio da S.lva Souto, e prdir-
llie.s de^culpa por nao ter ido hospedar-
le *ra suncasH, como costuino, em virtu-
d-! da hora que alli cheg-ainos ; porm,
nao o encontrando, s;m, ana senhora, on-
de demoramj a'8, e j estavamos inor-
'narios q o nao tava alli o seu genro.
Km seguid ; u.os 1 ag-incia do correio,
onde perante u pruprio ag-inte Luiz Car-
los, e o iill'-ial da gmr la Tiunicipal d'i.l-
li e outros cavalli-ims, o cupit Floren-
lino L^it^, leu O u alta* v-'zes urta carta
qne dirgia a seu genro, entrejiou-a ao
D-'ve er liCa com interesse a .-e^ui"^ ia icji
iju a Faiiluila publica .. er.,,01 o des pr aoc.
us meJii iues, p-o ...a .o- [1 > 1). iJi'Ijs-
u iu 1) II 11 e e- p-oioioiuli- e-I-- lio .
t s-iilo b-'dj, lei uuii 10 '.;: ir do E.isr e de
oai '* e-p-c.uii ) u.-iiMii.' es do Sr. M Ma-
rnio, ni* i.e-u idO< > lieceus o a lo ment, O
Doiudae, a le mc.u.de a e in. o prepara-
dor oesses proJuc o o $-. D. Oarlwa, nue
um jov^u c.:elj de inl-lleo:la ie esta ios.
me com eo labor iDCaacafel 8jUje ^anhar 08
rijtio- d>- v. r a crl-o iuii ixeiiccs |.u- |i..r e
de in.merusos d ente*, ruje iraileiiameale <0.
-O- p-IO ILnljV lili U .-i...\l .
E, v.olO durila ...O' ral : a-SU'Upto, desmos
iue or amor a ver taie que t.oto sa pi'ulas
de T yoj o uu o t I x. r M. Ujrdlo rao p.oiuc-
i* tna,:inii i e Kpp ovidjj p'ij 1-ispecijria
era' oe Siude, do H o de Jau< lro, e ^ur a -ua
Teuaa O aoloi isada pelo jiOveruo federo I pri-
il.rhi.' c pelo di 1','U U ,1 i)..,-.
Bliai", irndj po.- im e ce d< plaoias r-a<
qo.i r0 se eucjuirauj ua ll ( (O serve i-ara j corj l'i, ..',ul.ua da a-lb:n^, do
ron :rj. uas do-es rneuma^uas, da .-ypm.is e '3
geme para a faz r egur ao sai destino, ierr,v?l 00*1.nea
0 ?eil ;e ji pelo cLele ue uu liiuu je ladiuS, Cejo jj'
ujc igi.'B ros etcapa. iuas aue oppj lui.aueuie
desuuari mos. p oque a ese lc o 8-j ile
urna iu ere.-s -.me bistorie narrada.
O i-waSHlecimen'.o do Sr. D. Crios tex uoa
l p.nanea r.\ ep o .1 epoie competir com
os uieinorc deeae xe.iero qr-e se acDom -aa Ce-
rnis partes do moodo.
Assisiimo, Ca aleos dia?, peparc^lj rjes-
t K ix r, coujL'aiiueu.io aium-aeuie 10 os os
1-abaiQjs. J^s ie a iriiu-ni 1 uos njri.ei ate ao
2 saejao da Aifandega de Cernambuce, i5
de Jouba de 1865.
O ebefe da sec^ao
L. P. t,odecera.
Pelo ibesooreiro
.riemeneKildo N. CQaves.
REJKBEDORU DO ESTADO
Oj dia 1 a 22
dem de 2a
REirB UitalIiAGE
Da dia i a 22
dem de 25
8i 82J905
: 90.42615U
7:86T.3
270j<3rj
lO:29za>5ll
Siarlos esperado;
Re de Jaue.ro
Barca ame'icana Harret S. Jackscn.
Ue Ireou
Logar dinamarqus Varde.
LuKr Brisileiro Brasil.
Logar argentino Uoodeixa.
Logar allemSo Saimi.
Luxar alleuiio Nettr.
Lagar oornegneose Sylpbe.
Pa acbo uoroeguensc rlaue.
Patacoo allemao An ye.
p.tacuo bespsobol Ka'ynundo.
Pa.acne noruegaense Enar.
Es:uoa allema Slise.
Vaporea a airar
Mea de Junho
Patrgooii*. do mi, a 26.
Aiagoas, do sel. 26.
Asad, do sol, a 26.
me da Eu op->, 27.
Nioro, do sol, a 27.
Plane't, do norte, 30.
drasll, da Europa, a 30.
Vapores a aahir
Mez de Junho
Cesr s esc, Braodeobnrg., !6 s i boa-,
Bi?oos-Ayres e esc, Ne, 27, s 2 boras.
K10 G. doSa! e ese, Itapoao>,27, a-> i horas.
Para e Now-Yjrk tQBrlBe Prlnce., 27 4 b.
Santos e esc, Corgica, 27, as 4 horas.
Manas e esr. Ala ra >, 27, as 4 horas.
Paraoagv a eec, Hallan Prioce, 28, s 3n.
Himborco e esc., Patasoma. 30 Ba 4 hora*.
Rio e esc, Piaueic, 30, s 4 bara.
e alli ficou couversanli) era poltica, e
eu fui a casa de um birbeiro, mandar
Cortar o cabillo e faz-ir a barba voltan-
tainli-, 8egulm >s para a caa c>rum6riial
de ^r Jos de Maadonca, e sando alli
informado noj j sa achava em casa o
Sr. raajor Lonfenr;o Y'p;ranga, para l
se dirigi o cip'tn Florentino; ficaado
eu, Menrlonja, e outros, lando urnas gasc-
tas de Alajjoa a d'alli sahi era procura
de Kbreutino ene ntrando-o j de volta, acaataaw< ^0 qual ae ^U9 a ezpedcl
e disse-me qu; j t nio fallado com Lou-
renr;1, eu mandasse chegar os cavallos
para os regressarmo Estas premptoo
fui em c iinpauhia do Sr. Vallevino L:i-
te, dono dos cava.los em que fainos, e
que tambera foi uogo c mpauheiro da
viage-n & casa do rnajor Ypiranga j em
procura de Florantini que o nSo tendo
encontrado demiremo-nos con ve sando
com a I'xma. Sra. D. Dondon, mnlhar
de Ypiranga, que este estava em seu
gabinete, pouco raaiti chegava Florentino,
raau la chamar Ypiranga, despaduno-nos
e retiraran-nos, nSo tendo nem eu, nem
o Sr, Valdevino ectretido neahuraa con-
versando poltica cim o mijir Lourenyo,
nem a que ihe tinha idj tratar o Sr. ca-
pito Florentino.
Em caminho nao deixai de pergun'ar
se ell- Florentino s foi tratar de nego-
cios de Caracellis, raspoiideu-ine que aun,
e se, porm, estvesse incumbido de cons
prar contra o g -vero como se propalou
era Bom Conselho, qua nao contiava de
mira, nem de Valdevino, quanto mai
que elle sabia que eu estava com o go-
verno, e e a um moco pobre com pesada
familis, nao me ira com rometter.
Provoco aos Sr&. capitn Florentino
Bezarra Laitu a majr Lourenjo Ypiran-
ga, qua venham contestar o que cima
tenho dito.
Gtranhuns, 22 da Junho 1895.
Francisco Souto de CavoMw Furtado.
para as m M i ^.o' -'. ei pnaii^.cias ca Kurj
pa.
A'a de rn ioaj proc so, nao .P.gnai de ad.
'3-ar a C-CjIii- 5:0 urd-.D, ilrcplnia q ie re.
n. m n) ampio aooralono. diqual .-o t. j o
Sr. D. Larloa c-uic.a a coiher os (actos, avu
aiumsate Usoagel-os, lalo pelo lauo moral
.orno pelo pecouiaiio-
0 S-. D. Carlos oo sa tein porem,, dormir
sebre os loaros, cogi-ando -ei. r- em ampiibr
mais o seu e-iabeli-Ciiiieil) e-t-adanio o prc-
Maso para o turico de ouiros pro O U>.- ueai*
j ..es qj- pe'Jj. entes .1- iu-o, suometUdos a
a iBlyse dus .as uoiaveis e uielu^eotes iLe.-
co .
On no-sos cumpri lentos a esa? homem 1 li ase
tre que em Bj n a g-sa ue geral sympatnta .
qo.l .i;;ejauioi pr\s.j-'ros negocios.
I llutlanca
Frederico C mudaram seuarraazem
da ra do Mrquez da Olinda n. 55, pa-
ra o da mesma ra n. 36.
Recife, it de Junho de i895.
Partido* Republicano Fe-
deral
O directorio do partido republicano
federal do primeiro districto de Afogados
contar mais a ad hesito do eleitor abaixo
escripto.
S'lvino R. Cardoso de Barros.
Afogados do Recife, 24 de Junho de
1895.
Despedida
Manoel Cardoso Jnior, ret rando-se
para a Europa no vapor Danubio abraca
a seus amigos e despede-se de todas as
pessoas com quem intretem relacOes
amistosas offerecendo a todos o seu dimi-
nuto preatimo aonde quer que seache.
Recife, 23 de Junho de 1*895.
Manoel Cardoso Jnior.
Na debilidade con^enita ou acei-
ilciitai, a .iiiiis i.. Ncott teiu
dado exoelleales resultad.
|Porto, Maio 1, 1830.
limos. Sres. Scott & Bowne :
O preparo Emulsao de Scotl, tem dado ex-
cedentes resultados TflUnndo empregado para
combalter estados de debilidade con^eoila ou
accidental. Por ter sempre obtido grande* br-
necios du seu empr^so que assim o issevero.
Dr. Alcino Ferreira da Cunta.
Petoral de Cambar
1:000&000
D-se um cont de re'is em moeda
corrente a quem provar a nao authen-
ticidade do attestado abaixo :
V Tendo sido accommettida de tuber-
culose incipiente urna minha filha, de
13 annos de idade, sujeitei-a a rigoroso
tratamento medico, porm, sem resul-
tado.
Vendo que o mal marchava para um
desfecho fatal, resolv, por conselho de
pessa que me era dedicada, dar aii-
nha filha o Pcitoral de Cambar, de
Souza Soares, e com tanta felicidade o
fiz, que, depois do uso de alguns fras-
cos, a molestia desapparecia comple-
jamente. Soo Antonio Pereira San-
te go (Socio da firma Santiago, Ir mo
C., do Rio de Janeiro.
O agente Companhia'de Drogas e,Pro~
nucios C/iimicos,
m


a

t





>'




Diario de Pernambnco Qnarta-feira *G de I mi lio de f $95
0 Dr. Geiuniano Costa
Parecer sobre o Pe toral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Cambar, do Sr Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer r.a enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos qe soffrem de bronchi-
te, principalmente asthinatica Dr.
Geminiano los da Cosa. [ Belm do
Far ]
9 4 t-
cj es eo-o
V 3 s 2
rji 8 - es
O * o* o a \fi 0
10 C/2 N fig sjj O > i* o o ,3rt1 cj .Es o.=i o "3 ^ ^2! ogg 1 es.2 ra _; 4 rt 5
a a -& b 5
S o o 9 s -e 5 1*1 w g> i 4? O "3 co c 73 o; t- "o O g 2
C/3 * s. 53 i = S 3
ra sJ2 a. '-g K3 22-
J *S | o
Pnaraiacm Uriectai, rna Saltera a HosaoM
o 3
Pbarmscia Ailreao Ferr.!-, roa do Bario o.
Victoria n. 14
Pbartcacia Manir?, roa Duque de Caxias d.
83.
Pharmacia Ribeiro, praca Maciel Piobeiro 21
Pnarmai'ia Victonenee de Luiz Ignacio de An-
drade Lima, cidade da Victoria
Para qualquer informar-So sera encontrado o
autor na roa Estrella to Rosario o. 17.
Oe oostos frascos sao qoadradoa e coma go
las. N'um lado teem grvalo Eliy.t ante febril
e no oatroManr*! CantosoPernaabuco. e o
do* oc proesvetoi ao aesi.nados por Ifaoel
Cirdoeo Jnior, sendo falsos os qae nao forem
aseiguados.
Falle agora
a imprensa, dos
I&stados
Recebemos a offerta de i garrafa da
Cognac Brazleiro producto de nova
industria nacional, de que autor o
O Dr. Dicmedes Gooealves da Silva'
jmb substituto na jorisdiccSo pa oial
dea Fetoa da F. zeoda d.esto Estado
da P. rnamK o eo virtud da le etc.
Face aaber aoa que o presente virem
que em pr-c> puLlca do da 8 de Jubo
mO cor.ente anco ae ha do arreirataj
quii m.'ia dar.
O sobrado de 3 andares c. 3, sito a roa
Imperial, f ognez'a de S. Jos, medindo
do frente 6 metnse 60 centimetng e de
tundo 0 met os e 20 c nt.metros, teodo
o pavimento terreo 3 pottas de frec'e,
sendo 1 da esraH, em l8o e quintal,
morado, o pr.me.ro andar 3 janellas de
ment do que deve a meama Fatenda, S 1
verio presentemente Silvino.
O predio o. 2, na Estrada do Aiaode.
freguezia 'do Poco, medindo de frente 5
metros e 75 centmetros e de fundo 9 me-
tros 75 oentimetroa, porta e 2 j-nellaa
de frente, 2 aulas, 2 qaartoi, ooainha for*
e quintal cercado, avahado em 15iJ50O0,
para pagamento do qae deve a mesma F--
enda Jos Laiade Paala, outr'oru Manuel
Martina Bei.ii.
O predio n. 5, sito a Eitrada do A^aie,
fregaezia do Pogo, medindo de frente I
metros e 60 centmetros e de fundo 8 me-
'r s e 30 centmetros, porta e janellt de
frente, 2 san?, i quarto, cacimba interna
e qnintal em aberto, avahado em 100OO '.
O predio n. 55 na retma Estrada do
fi.* Os p'opcneotes pe ibrigarao a entregar os Pas'as de o'eidd. forn.aio Car jooa.
r.nte com voraoda de Ierro, 2 sallas, 5 Acude, medindo de frente 4 metros e 10
O Bacbarel EsperidiSo Ferreira Mon-
teiro um esc-lptorio de advogado i_Praca
7, antigo Pateo do Colegio n. 77, 1*
ndar.
Tendes tosse ? SoTre:
do peito?
Usai o mais efticaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBAR, de Sou-
za Soares, garantido por
goveruo geralde 30 de Junho de 18S4.J
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de i.* classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hvgiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR tem
realisado curas maravilhosas e por
SSO, o remedio de maior ccnsutno em
todo o paiz.
Vende-se as principaes pharmacas
drogaras.
O agente Ccmpanhia\de Drogas e Pro-
ductos (/nicos
tonio Martiniano Veras, estabelecido
na cidade do Recife.
Nao se pode notar a menor dfferen-
ca entre o Cognac Brazleiro e o que
nos vem do estrangeiro, tanto no gos-
to como na bonita cor, e engarrafa
mei.'o.
Os collegas da mprensa pernanbu-
cana, as apreciacoes, que temos
vista, sao unnimes em amrrnar a excel-
lencia do novo producto, que est ten-
do a melhor acceitaco, por saber se
ser a sua composico isenta de qual-
quer preparado, que possa prejudica-
a sade.
E' actualmente recommendado como
um dos melhores productos no genero.
Diario do Alaran/ido, n. 6406.
Garrafa 2$50
Duzia' 25S000
Na fabrica a dinheiro por este preco
Jremette-se urna duzia de cognac para
' qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, se m des-
peza para o comprador.
Pedidos de 10 duzias mais 5 o/O de
pesconto.
quartop, cosiuba 'ora, o segundo andar 3
joel*B de frente, eom varandi s de ferro,
nosso conterrneo pharmaceutico An- 2i[ 4qnartos.' cosmha
Au Faradis des Dame s
Especialidad^ em ssdas, brancap, preta
de cores,
etos,
.ha.
gases,
sur a
hs, par
ra casamen-s
bailes e passeios, para grande esco
38 Ra B. da Victoiia 28
Telplone i!
------------ o---------------
ELIXIR Al. MORATO
Sai'e] me io bornve humoros syphi'
htioos que me reraeguram tan'o tempo
coro o uso do Elixir M. Mi rito pro
psgtdo por O. Carlos.
Mf y mirim.
Arhur Travassos.
Dapcsito em Pernumbuoo :
Oomoanhia de Drogas e Productos Chi-
ra i eos.
Di1. *. II \ ;rino de Miranda
Medico pela Ft.culdade de Pariz, cir-
nrgiao parteiro, abri provisoriamente
seu consultorio na ra Nova n. 48, 1
andar. Consultas das 9 s 11. Espe-
cialidades : partos, molestias das senhn-
ras e dos orgo- genito-unnarios. Re-
sidencia : ra do Bario de S. Borja.
i 'irur ;! dentista
Jos Hygino de Miranda,
dentista, abri tea consultorio
Nova n. 48, 1" andar.
cirurgiao
na ra
Major Fernando Lobo
Cara do Peitoral de Cambar
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
em Jaguarao, certifica que, softrendo
durante muitos annos de urna tosse as
thmatica, curou-se radicalmente com o
uso do Peitoral de Cambar de Sonza
S jares. [Firma reconhecida ]
Elixir Ati-Febril Cardoso
SEGUNEO A FORMULA
de
Manoei Cardoso Juaior
Approvarlo em 21 de Marco de 18^-8 relalqrpec-
loiid Geral da digna Jauta de tljgiene ao Ru
de Janeiro.
E<^ Ebx r de o mpoicSo torta vegetal prt-
tii:i(! -egouiio ai" rer*s rharmac^nucaj, acon-
telbbas i to* autores aiodernon e de reconbe
cida cij.-cii ce scienl tica tanto do paiz ctao
no exiraogtlro.
t;le El xir c proiu-to oSo t do g'ande os.
luoo dap a g s priYsioh'Kicas oas tnDia-jci^
rocco uinbenj paiok'gteat, cotro lambem o re-
soltado ca? imarnaas apphcatOes nos diversot
Cscr de febrt 8 de fondo palustre,
(v A a 11' cSo oe E>f Elixir na grande epirie
mu o<- Drxigas ce i89U a 1891 mais ama v-;
df'rics:roa ^ sea ifcaiia; pon no princti-iort-if
prim ires yupiomas a tietiga aborta, em ca
es aK',3 adtantados a bexiaa pa-na a ser on.!.
do rea fib'il vdar apreseniaodo peqn^na* ta
a-tf iO-1 -toe cem a co..tinniicao do elixir des--
parete- sem loaavia apnsentar recetoe e pt-
rlgo.
Oc tr,' it'p aitestados poblicados no D:arioo>
Pertaiurocu > e Gaieu da larde* provaui o q e
diarnos.
Koa casos e febre smarella o effeito e admi
ravel.r, "i-eri'ando pbenorrenos Uto maravllbo
for qre oesta cidade co Recife e no do Rio oe
Jarei'G ronco recelo caos a febre amareh.
::..< estando o doente com vomito pretos.
oai,t. .jnestes nlumos periodos e eutao n>-
rea applicag&o em alta dase, desprezanut
tiv|! ;nnexa.
Eite Kiixir ja condecido do publico de ou
grande omero ded gnos mdicos apreseoiaii
pura ioi:iCaier os diOerentes nccmmodos todu.-
elles df carcter febril.
Por mello tempo tivemos occasiao de 'aier a
applicacao Las teb:?s erysipellosa3 e com i&t
bom resnltaooqoe Ccatros admirados de ido al-
tos eBeitos.
Pela pratii a ebegames conbecer que not
ataques de feore erysipellosa co erysipeiia com
- vulgan.ente se diz necessario o uso de 10 ola-
do Exir.
Nos grandes ncommodos das senhoras mem-
tratcao, gravidez e nos ctsos de pari com fe.
ore de Din rernitado m.i ce lo e setu-o e
a eua conposicao lao sijiples qne nao off-rec
rec*io de applicar o Elxir ne.a menino em dos*
superiores as indicadas na tabella mira.
Pedimos sos dignsimos mdicos aoe dese.io
rem fai.er uso deeie Elixir em sua clnica nao &
snjeuarem a r.ossa prescripcao, mas sim fazer
applicacao em barmoaia cotn os casos qnedese
jarem combater, certos de que o medicamento <
ua ccmposicSo iunocent* para o organismo por
mais frgil qae stMa.
nodo de asar
A's f rianr6 at um anno 10 gotas de 2 em 2
oras em toa colber das de sopa cbea dagoa
fra.
De na a tres anno? 15 gottas.
De 3 a 1C annoa em diante 40 tollas etc.
Esta:: doses devam sempre ser applicaaa? en>
igns fra.
L'epoNitun
ompansia de Drogas e Productos Cbimicns
Recife, ra do Mrquez de Oiinda n. 23.
Nacional Pbarmacia, roa Larga do Rosarlo o
35.
.0::.::,::::: wimtti
Avisa a seus amigos e clientes, que
mudou o seu consultorio para a ra
Larga do Rosario n- 0, antigo con-
sultorio do Dr Ferr ra, onde continua
dar consultas das 11 1 hora da tarde
e reside no Cajueiro n. 4.
^ Telephono n. 292.
Dr. Francisco Leopoldina
Hspecialidedes : Febres, molestias de
crian2as, syphiliticas e da pelle.
i Gjnsultaa de 1 s 3 horas da ta'de
I ra do Mrquez de lnda n. 38,1.
andar.
Residencia Rna da Santa Cruz n. 72
Telepbone n. 214
Chamados por escripto.
j Clnica medico-cirurgica
B Medico, parteiro e operador
m. Dr. Manoei Carlos de Gouva,
*de volta de sua viagem, previne]
aos seus clientes que reside ej
tem seu consultorio aberto
ra Baro da Victoria n. 61, l.\
andar. j
C D consultas de 1 s 3 horas
ifeda tarde. '
* Acceita chamados a qualquer
^hora para dentro e para fura da j
cidade.
fra e o toi-
ceir > andar 3 janelUs do frente, 2 salas,
3 quartos, m.'S > em sISo e coBinha jo
memo, avd ado em 2.C00I000, par-* pa-
gmento do que deve a Fatenda do Esta-
do Laura Marques i Q'r'ora Seba^tiSo Mar-
quea dojNaec manto.
O t.reo r. 127 d podra e c', a to p
raa Viocnde de Albuquerqo.e, fcegaeiia
da BoVista, m^d ndo da Irenti 8 metros
e 3J ce>itimntr04 e ae funao 10 metruB e>
20 centmetro*, 4 jane;la e frente, 2 por
tas, 3 janellaa no oitSo, 4 salas, 4 quar-
toa, c< sinba lora e aoto com 2 B'ISjs. si-
tio murado, 2 quartos para ctiudos, o -
eimb a viveiro, awali (o por 8.OOOS000,
para p^gnmeoto d> qua dvu a mi'fm
Feeecda Manuel doa 3antos N mos de Ol-
v irt.
O predio n. 73 de pedra n cal, Bto a
raa da Aurora na rJoa V.spem, trcguaaia
de Afogados, medindo d9 treote 7 metros
e 60 ceotime r>s e He fmdo 9 metros e 80
centimetr s, 2 jao> 1' s o 1 porta de frente,
3 jenellas em c*da uitto, 2 aalas, 6 qaar-
toa, cosioha lora, 1 saleta, 4 quarto<, 1
aepeodencie, cocheira, banbeiro, galliobei-
ro, muitas fruteirr^s e ,-u ntal murado, com
portfio dfl farro, avaiiado por 4.00SOOO,
para pagamento da qae deve a mesma Fa
senda Feliciana de Araojo.
'. > predio r>. 17, de pedr>> e cal. sito a
raa do Capitlo Antooio de Lma, fragae-
z a da Boa-Viit mediado de trente 7
metros e 50 centmetros e de fundo 14
metros e 10 ceatimetros. porta e jaaella
deieita, 1 porta oo oitSo, 2 salas, 2
qusrtos, cosala te r.i e q inr 1 murado,
com portSo ao lado avahado eml'.O OjOO
para pagamento rio que deva a mesma Fa-
seoda Antooio fiho de Marcellino Pancra-
co Perera dos Ssntop.
C predio r. '> .e pedra e 3a'. sito a ra
da Cooceigao, fegueaia da Boa Vista, me-
diodo de treote 4 metros e 70 centmetro
e de fu;do 14 mearos e '0 ceottmetros,
porta e janella da frente, 2 salas, 3 qaar
tis, cosioha fora e quintal murado, ava
liado em 2.0COfJlO<\ para pagamento du
que deve a mesma Faiev.da Jos Francisco
da Paula e o itros.
0 predio r. 33 de pedra e cal, sito a
roado ''oronei JLamenb', freguesiada Boa
Vista, medir.o de fre.ite 4 metros e 30
ceotimetros e de fuolo 9 metros e t>5 ce i
timetros, por'a e janella >.e frente, 2 s.l
2 qrtoa, csioha fora, cacimba e quintal
murado, avtdudo em 1.500100, para p*-
trniento do que deve a mesiaa Esconda
Maria Querr Gongalves Lima ou f'hor
de Mara Guerra Goncalva Lma.
O predio n. 21 de pedra e cal sit, a raa
da Fundillo freguesia da Boa-Vista, me
dindo de treote 4 metros a 35 centmetros
e de fundo 9 iretros e 65 centmetro?,
porta.e janella de frente, 2 8 1-is, 2 quar-
tos, ooainha f-.v, cacimba e quintal mura-
do, avahado em 1.500COJ
O predio n. 23 de pedra e cal, sito a
mesma raa da Fandic&V, medindo de fren-
te 4 metros e COcentimetr. s e du lando 12
metros e 50 centmetros, porta e janella de
sentiaetros e de fundo 5 metros e 20 cen-
tmetros, porta a jacella de frente, 2 sala,
1 qaarto, cosioha fora e quintal em aber-
to, aval ada em 801000, ambas parapugs-
m-nto do que deve a mesma Fazeoda Ma-
noei Severino de Mello.
O predio n. 1, sito a Travessa do Acude,
fregaeaia do Poco, mediado de frente 3
metros e 15 cntimetroa a de fondo 12
metro* a 30 centmetros, 2 portas de fren-
te, 3 salas, avahada em iOOrJOGO para
pagamen'o do que deve a mesma Fazeoda
Maco -I Sovertno de Bro lo, out'ora Sabina
Maria da Jonceicao.
O predio d. 18, a moda Chalet sito a
Via Frrea de Limoeiro, fregjeaia do
Poj-*, medindo Je frente 4 metros a i 0
ceotimetros e de fundo 8 metros e 40
lentimetro, porta e janella de frente, 1
j 'Uoi'a no oitSo, 2 sales, 2 quartos, cos
aba interna e quintal cure do com portSo
na frente, avahada ero 7OJO0O para paga-
mento do qne deve a mesma Fatenda Ma-
noei Jcaqniu da Rocha.
O terreno onda foi ed fijado o predio n.
15, a Estrada du Kozariuho, freguesia da
Graga, medir do da trente 5 metros e de
tji.d-i 13 roetr>a e 70 centmetros, ava-
llado em 7C$IX 0 pata pagamento do que
deve a mesma Fazeoda Marcellina Aog-
lica C. de Aguiar.
A mein agua n. ID, sita na ra do
Bruno, freguesia ja Varees, medindo de
trente 8 metros e 30 centmetros e de
tjnco 5 metros a 80 centmetros, 2 ja-
aellas a 1 porta da trente, 2 salas, em es
tado de ruinas, avahada em 50|000, para
pagamecto do qua deva a meama Fasenda
Pedro Francisco de Paula B*it O predio n. 1, sito a Estrada do A<;ude
fregaezia do Poco, medindo de f ente 3
metros a 70 centmetros e de fondo 6 me
tros e 80 ceotimetros, porta e janella de
frente 2 salas, 1 quarto, cosioha interna
em estado de romas e quiotal em aberto,
avaado em 30JOQ ', para pagamecto do
que deve u rotsm Fatenda Manoei Chris
ptniaoo de Arruda.
O predio n. 29, sito a Estrada da Via
c bjeclos pedidos nos logaren q' e Ibes forem de
sgnanos.
7 As contas serio tfadas meosalmente e en-
tregues na repartigao a o da 15 ao m(z eegalc-
te ao do fornenmerto.
Ileitcao dos objectos
A?ua raz. litro.
Agolba de manobeirn. urna.
Alavancas de farro, kilo.
AlcairSo da Soecia,4.lnro.
Alrcoi la de folba para 1, 2, 5 e 10 litros, urna
Alvaiade, kilo.
A'Djrel'o francez. iaem.
AQi'Cub de ferro, iii.n.
Ancorles de ferro, dem.
An-ole, kilo.
A.rruellas da tarrsch para nivel, urna.
Arroeili8 e cafare, k'lo.
Arueilas de ferro, dem.
Az ;iie ce car apato. litro.
Azeiie de (6 o. ldet).
Aze'te de peis". dem.
Ateite-doce. i'.nn.
Azol ult-aiLar, k io.
Biides de m-ideirs ferrados, utn.
B Idts de ferro gaivanisarto poli-gadas.
aodeira nacional de 2. 3 4 e S pannos, urna.
Boies de arriaos ou pa^uauores ae metal, do-
zia.
Bomba de o-rro, croe.
Bimoa de mader?, idei>.
Borrar ru volcantsaua, em lenco!, mitro.
Urea, k.lc.
Bnm, metro,
briai ILpt-riP1, iHem.
Brocnaa os. 6 8. orna.
Brocha pequea, riera.
B-ocba grande, jeem.
Br. CDa para piolura, iderx.
Buril, uib.
urca erida de ferro, k'lo.
Coo de hubo, id i .
Cabo ae m ni.bu. mem.
Cio ae Cairo, dem.
Cideados grandes e pequeos de ferro, um.
Carieroaes bronzeado", pollegadas.
Cadernaes :r. (er.-o > mioeirc, 1 em
Caoeroaes de rytindro, dem.
Ca^e'naes gr.ures e pequeos da ferro, um.
Camos de quadade, meti.
Caldeiro para derre er breo, silo.
Cal branca, lit o.
Cal preta, dem.
U-:qceem panno, metro.
Cslqae em papel, mem.
Campas de ixetal, ocoa.
Csoetas diversas, diz.a.
Caoiv tes de cbo de oseo com duas foltias,
os,
Ci0toef'*a de ferro, gonidas, kilo.
Carvi'i N w Castem, dem.
Ci-4o Cik, dem.
C.rvao ta uifF, dem.
Ca>ernaa ue S'Cnpira verdadelra, uma.
C Lea ainarella, acn.
Cnave* r.glezas de diversos tamacbos, ama.
C'.a'etas da fer-r, Heo.
i-buibo de lencoi, kilo.
Cbomoo em bar.a, niem.
C'menio logiez, diversas macas, idem.
Ciu;en'o aliemso, diversas mareas, id-m.
- rxer,io (ranrtz, diversas u>arcas, idiin.
Goo e em a-nu, Ueru.
Coore tm er.coi, dem.
Cobre p" foro de caLfla, idem.
Colla on B.ni', dem.
Gordas para aLiiaime. peca.
Crrela de s Crrela d< sola logleza dibrada iaem.
Corrate de 2,8 2 pollegadas, kilo.
r, sU'I:, our.
C>stado de ptuoo de reina, diversas dimeofcs,
metro.
Frrea de Limoeiro, fregaeiia do..., me*-Costado co picbo du Suissa, diversas dimetieOes,
re
te, 2 salas.
3qM&:3H&&lMtlP*.&
Dr. Alfredo Gaspar Medico Con
.sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manli. Chamados (por escripto) k
qualqure hora, telephonb n. 226
------------------------------
Dr. \iinr-s Coimbra-------Clnica M
ateo Cirurgica Consultorio, a ra Mr-
quez deOlinda n. 64, 1. andar, onde d
consultas das 12 s 2 boras da tarde.
Especialidades Febres, partos, moles-
tias de senhoras e enancas. Chamados
a qualquer hora na sua residencia, na
ra da Soledade n. 84, esquina da ra do
Atalho ou no consultorio
Telephone n. 387.
Dr. Barre to Sampaio Oculista
Consultorio ra Baro da Victoria n. 51,
l." andar. Ex-chefe de clnica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e das san-
tificados. Telephone n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade a. 26 Telephone
n. 287.
Dr. Artluir < u\aleante
Tem o seu consultorio medico-ciiurgi-
co ra Duque de Caxias n. 74 l." an-
dar, onde ser encontrado todos os diaa
uteis de 1 s 3 horas da tarde.
ResidenciaRa da Imperatriz n. 1-1,
2. andar. Telephone n. 430.
----------------------------------------
Olympio de Oliveira
Cara do Peitoral de Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
atacado de forte constipaco com tosse
desesperadora, s conseguu restabele-
cer-se tomando ) Peitoral de Cambar,
de Souza Soaret.
O agente Cempanhia de Drogas e Pro\ fondo 53 roet-ose90 cent.m-troa e
ductos titmicos,
2 nutrios, eoBnha fora.
quintal murado, t.-robem aballado em
1.00050* 0. ambas para pagamento de que
deve a Fatenda Jos Rnymuudo da Nativi-
darte Sddsnhf.
O predio n. 2 de pedra e cal, sito a Tra-
vessa de Joao de Barros, freguesia d Boa
Vitp, medindo d"e frente 4 motros e 60
ceotimetros e de fu do 11 metros e 70
centmetros, porta e janella da trente, 2
alas, '2 ^u;-r'.oP, cosiuba f. ra e quintal
em aberto, avaliado em 600:3000, para pa-
gamento do que deve a mesma Fuzeuda
Tiburcio Firmino da Silva Tavare?.
O predio r. 4 de pedr.% e cal, sito a rna
doSrcego, t. eguezia da Ba-Vista, me-
dindo de frente 4 metros e 40 ceotimetros
de fundo 13 me.roe e 60 centmetros,
porta e janella de freote, salas, 2 quartos,
cnembs fora e quintal morado avahado por
5005000, pagamento do que deve a Fa
senda do E>tado Luis Moreira da Silva.
U predio n. 8, s'to na Es mi* da Via
Frrea de Limoeiro, fregaezia do P-co,
medindo de frente 4 metros a 80 canti
metros e de fondo 11 metros, 50 centme-
tros, porta e 2 jsoel'as de trente, porta e
2 janellaa no oitSc, 2 salas, 2 quartos, c -
sioha fora e quinta! cercado e p rtSo de
medera na frente a diversis arvores fruoti-
faras, avallado em 5000O0, para paga-
mento do que deve a mesma Fasenda
Thereza Lima de Figoeiredo.
O predio r. 6 de pedra e eal, sito a
praia de Santa R ta, freguesia dei S. Jos,
tendo 3 portas de frente, 1 quarto svm
hdrilho e os oitSes em estado de ruinas,
avaliado em 20 000, para pagamento d >
que deve a mesma Fazenda Manoei Pereira
Lemor.
O predio n. 26, sito a Estrada do (J -
qui a Jaboatfio. ni Barro, fregaetia de.
Aligados, medindo de rer.te 9 metros e
20 ceotimetros e de fundo 11 metro, 2
portas e 2 janellas de frer.c, 2 talas, 3
qurtot, cacimba interna e quiut.l em
aberto, avahado em 6J000.
O predio a. 28, medindo, de frente 3
metros e 90 centmetro e de faodo 11 me-
tros, purta e j.nelia de tre.ite, 2 Balas, 1
qaarto e cosioha, avahada em 50S0OJ, e
a posse d> terreno onde s2o edificadas as
referidas casas, medindo da frente 300
palmos e de toado 00, avahada em
2005000, tudo para pagamento o que
dbve a mesma Fasenda Jos Viera de
L;ms.
O terreno onde foi edificada a casan.
8, no Chacn, fregaeiin do Poco, medindo
de frente 9 metros e 70 centmetros e de
1 a-
diado de freote 4 metros e 50 ceotime-
tros e de fundo 10 metros e iO centme-
tros, 2 janellas de trente, porta e janella
no oitSo, 2 stlis, 2 quartos, cosioha in-
terna, quintal em aberto, avaliado em
lOOdOC", para pagamento do qoe deve a
mesma fasenda Ttborcio Jos Rodri-
gues.
E para qoe chegoe ao conhecimento
de todos mandei p-tasar o presente edital
que ser publicado pela imprensa a afil-
iado nos lugares do costuro?.
Dado e passado nesta oidode do Recifa
Capital do E-.-tado de Pernambuoo aos 21
de Junho de 1895.
Eu Jos Luz da Co:ta Roche, esorvSo
o subscrevi.
Diorreles G.y calves da Silva.
Terreno de marinha ntre
i?aib e Suape (MassaD
san)
De ordam do Illm. Sr. Dr. Inspector,
te ido D. Rita Al vea da Silva requerido
por atorar ento o terreno de marinha si
tuado eotre Gait e Suape em Nuareth
do Cabo, oontiguo ao eogenho Massanga-
na de proptiedade de D. Caliope '.Pires
Fa!co de Asavedo, fago publico qoe o
mesmo Dr. Inspector tendo em conside
racSo que a dit-t D. C>'iopa foi cotcedidu
por atorameoto, em 6 de Sotembro de
1894, o mencionado terreno, p r se Ihe
haver reoonhecido n direito de rreferencia
garanlidos pelo Decreto n. 4105 d 22 de
Fevereiro de 1858, oS.o Be teodo, porem,
expedido o respectivo titulo por oSo ter
? IIi promovido, 3omo lhe campria f. z-r,
a saa casta, as diligencia legaes (redicfo.
demareao.o e ava iacao do terreno) e de
acc jrdo com as disposicSjs ata vigor, falca
eaaa qua deve taser censar os effeitos do
despacho de conceasBc, que asim se to. -
onr irsubsistente ; resolveu marcar h re-
ferida D Caliope o praso improrogavel de
30 das, alem dos que lhe fjram ante-
riormente coooadidos, pira completar pelo
m< di indicado o processo do aferamento
que Ibe foi mandado fazer, sob pena d
ficar f^zenda livre o direito de aforar o
terreno de qoe ae tiata mencionada D.
R ta, oo c que cSo licito p-otri.hr inlefinidamente
os precessos de aforamento de terrenos,
com manifest prejaiio dos intereisea a
mesma f z-toda.
3a aecylo da Alfandega de Pernambaco,
20 de Junho de 1895.
O chefe interino
SebastSo Moniz Basilio Pyrrho.
Commissao do Melhoramen-
to do Porto do Recife
Di o'dctn do S-. engenbeiro chee, fg0 pn
ilico ooe de couformlrtae coro o 3* do ari.
18 rio R-Kolxmento que baizou rom o Decre'o
n. 1109 de 29 ie Njvembra de 1890 no din 26
do crreme, .o meo din, na retr-ecuva repar -
cao, rrcebem-se proposUs para foroecimenm dos
segLintes materlaes e mnis objectos, durante o
8>cndo semestre i*o correte an^r, nereRsario
as obras a < ar.'o da me.-ma reparticao sob as se-
iul"!es condicO'S.
1.* Os propinen'es,dever5o aposentar as mas
propoeus em cartai fecbacas a a hora acixa
.n-i.ala.
2.* As procoft'S deverfto ser fe.ita em duplica
ia. sendo orna delUs competentemente istampi
Ibada.
3.* Os propooebtes deve'So apreseotar as amos-
tras ios objectos que propuzerem.
&.* As p'oDr s as deverSo ser fetas segundo a
ordem alubabet'.ca, sysieu a de pesos e medidas,
quanndade e qualidade, >: accordo com a tela
can lafra
idem.
Cooro cru, um.
Cravos de cobre, diversas dimeosOes, kilo.
C, dem.
Cuques, um
i.urvas de sicopira veradeira, cma.
Dedaes do reuoxo, um.
Uesamoador de ferro, calcado, um.
Doiradi<;as de metal ae uiversos lamaabcr,
oar.
Dobradigas de fe-ro ce dlviraos tamanhes, par.
K'jvaloppes pequeus pa cartas, cana.
Eiteloppes eoi braocu para illi.ios. c-oto.
Koveonics timb'a'is para ofhcios, cedo.
Elo patente de 3,i e 5.8 om.
Ksrali BHdlca de maoeira, uma.
Et. apuna de ferro dem.
E'copro, um.
Escota Inglesa, ama.
Esctva para luoo, dem.
Eipinio de vmCo, Inra
Esqoadro de taia. um.
Estopa de al*odSo, no.
Estupa de eixbeiioa, idem.
Estopa de Imbo. dem.
Es opa de lir.no amencaoc, idem.
Fatexa de ferr-, dem.
Pechadoras de aetu!, ueqieaas, uma.
Ditas de f rro, gratzej e pequeas, dem.
Feliro, kno.
Perroibus ne neta!, g-ar.des e pequeuos, um.
Ferroiboi de Ierro, sottidos, om.
Fio de.algodo, kilo.
K o de rOio. idem.
Fio ce 13, dem.
F,mib de coqueiror, cede.
Porquetas ce fero e b ooze, ums.
Ditas oe ferro, dem.
Gi'os de ferro S'ogeio e dobrado, sortidos, um.
( ramo arbica, liqaiaa, frasco.
G mma a-ainoa em caroco, klj.
Gimma laca, iJem.
Jarra oe mideira e ferrada, uma.
Lcre, pao.
L oa de tuis ir) es, dem.
Di ut i e borran., dem.
Ii ma cbala luulez.i, surudz, pr Ke.ala.
Dita iriaaguUr logleza, dem dem.
Dita caia ei-iu canto muro e vivo, sorJa,
idea.
D ta de meia coca, sortida, idem.
Dita mu ca, dem.
L'mtao ir glez soitlde, idem.
/limadores de pencas, am.
I.ir.tia alcoroada kilo.
Lmna de barca, iGem.
LiobiB de Dana e eon?orz>, dem.
L;vros em o i;co, de papel almasso pautado,
Mem d.m idem. forajbt.i k'ca uma.
dem dem dem, fj'mao Ri> Fj0. um.
Peonas Perry, de 1, 2 e 3" qu alidade. caixa.
D las Mo aia re 1* i* s 3' qoaiiaade, caixa.
IHias Coas pa'a derenbo, dem.
P rsevejos de metal, lonlaos, idem.
Poarol, um.
Pias-ava, kilo.
Pite, I.tro.
P p to, k lo.
Prantboes de picho da Snec'a de diversas di-
meoOeF, meti.
Ditis de o o-carga de diversas dimeneOes. idem.
D.loe de piubo reeinoio de diversas diaieD>s.
detc.
Ditos de anranlio de diversas diraenF6?s, idem.
Ditos deoiiicica de diversas dirxesOes. dea.
Pregos calbraes canres e pequeos, dem.
D.toj de ferro de jto e costado, kilo.
Duos de ferro, Lotel, grandes e peqoeoos, idem.
D.tos de ferro galvanizados, sonidos, dem.
Di ios fraorezes sottidos, idem.
Duos d- stoeo, sortidos, dem.
Duos de melai com .esxao, sortidos, idem.
Ditos estcpoies, ceoto.
Di'os tipae francezes, kilo.
Ditos de Ierro ripafs do Rio, idem.
DUos de ferro ripaes da trra, Idem.
Ditos e cobre. SoW.graodese tequeno-, idem.
prari)o de rbombe, iaem.
Quri para cabo. um.
naspa de ferro, a a.
Raspadeira cabo de o=fo, uma.
rtegua oe faia, uma.
D ia de Jacaranda, ema.
Hemos de faia, metre.
Kialtes, kilo.
Rodo de e-rn, nerj.
HOxo Ierra, lt lo.
L-iio rommocii, dem.
sabtnate. om.
Sapai.luoe, om.
S-udalo, kilo.
S-iccaiie leies de ooro, dem.
Uno de zinc, dem.
Sola nglrza, meio.
Dita naetcnal. idem.
Taoois de pioao da u?c:a, de diverses dimen*
068, W I'O.
D, as de picho resicoso de divoraas dimeofOS
dem.
Ditas de amarelio d diversas dimeoses, idem,
D;tas de pao-jarK oe ruversas dnnsn.-Oes, dem
Dnas d- ceiro idem dem. dem.
Taxas ce cobre ?o.tida, kilo.
Taxas de bomoa surtioas, dem.
Ditas de ferro sortdse, ,dem.
Tape'e para escaier-, metro.
Tenas de zioco onceadas, kilo.
Ditas ae oarro Dacioaal, ru .im-o.
I) t .- de v.d'o, uma.
Te.-ou a para paoei, orna.
Toas de inadeir?, forradas, ama.
Ti julo fr-ncez, ou,.
Dito e alveua.-ia grossa, m Ibeiro.
Luo oe alveoana, sortida, dem.
D.to de logo, om.
Tinta branca em masea, kilo.
Dita preta em massa, kilo.
iJita verde em macs?, idem.
:'a rarmesim, (rasco.
Dua Stepbeos (-ii 1[2 litro), iden.
Dita Siepheii8 (em lian) idem.
Dita preta oaciool, garrafa.
Tioteiro de vidro. om.
Tw-rno pequeo de m-ss, om.
Trave ae .ocupira verda eir, netro.
D ta de emneriba pr*U, dem.
Tr^do de colber de t|i uiai.. pol egada.
Dito oe ro^ca de l 4 a mais, idem.
Trena de fia ae <0" a C, orxa.
D ta de ac de 11 2C", uma.
Turros de ferro, om.
Ttbj de vidro a prova de pres'o para nivel,
caldtira con diversas dimea6-8, 'M.
U-upemj de palbs, um .
Na ao ie ferro ingles, reondo. de diversas di-
meie-', k:lc.
Varas para car O (ma^eira de camacary oa can*
do' com 4 a 6 metros deccmpritceuto, ums.
Varao de fe^ro gtlvanisado, sonido, am.
Vaseou->8 de piassava, ume
V'asador de ac, om.
Verde chromo, kno.
Dno francez, nrm.
Ve melbo da Cbioa, idem.
Veroiz c. al, dem.
Ve.nlr, de alcaiio, litro.
[li o de gaz, dem.
Va.-souias de t'enb, um>.
Zarcj ingle k lo.
Z oco em folba, ii< ra.
Dito em lencoi, ae ...
Att.
Os feneceflores serfeo ob.-lzados a apre entar
s amostras dr s objecics, propostas ctin sua
rm, numero e prevo.
Commissao de Melboramentcs do Porto, de
Joqc de 15-93.
O secretario Interino,
DecoosiheoeB de Onda A meida Cavalcaote.
Edital
De ordera do cidado chefe de secc;o,
servindo de administrador, declaro que o
concurso para revalidar as nomeaces de
praticautes e carteiros, eTectnar-se-ha no
da 25 do correte, sendo dispensados de
submetterem-se a elle, conforme determi-
iou o cidado Ministro da Industria, \ ia-
cao e Obras Publicas, os candidatos que
instruiram suas peticoes com certificados
de approvacoes plenas obtjdas em mata-
ras que constituem o referido concurso.
Adminetraco dos Correios io Estado
de Peruambuco, 21 de Junho de 1S9.">.
iodo dos Santos Jorge,
Praticante.
Di ectona da Juti{i.-2.a Secca.>.Se. retara da
Jostiga, Neeocio.- Interiores e IosiruccSo Po-
blica < Ltic de 1(93.
fcDITAL
De ordem de Sr. D: Secretario de Justica,
faco publico que tica abe.-ia, por espaco de 5
diai. a ccour da publu'agSo desie eai-al, con-
currencia alim de serem apreseotadas proponas,
devidarceote selladas, em carta fecdida, para o
foroecimen'.o, dnrzct? os mezes de Juloc a Se-
da 50 a 200 foibas, eucademaco de panno e! tf.ibro do cirreote anno, re racOs e dietas aos
iapei,ua. presos pobres da Casa ce Deteogo, mediante
as condn,0e8 baixo tstipoladas.
Os propooenles re obrigarao a fornecer den-
tro de vinte e qutro hn'*-, os ooj"cios pedidos
sob pena de molla de 20*. sobre o valor de pe-
cimba, avahada em 200.JCOO, para psgu- aid0.
Livros oe paptl Ca-., de SO 200 folhas, enca-
ceroaco de pai.no e couro, um.
Llxa de esmeril em panno, uma folba.
Dita de vidro e pai el, foiba.
Lona ugleza de i* qualiuade, me.ro.
Dita imperial, Idem.
Macbadiaca, urna.
Miogaelra de loca de diversas dimeasOe**
D l de sol?, idt-m, idem dem.
Miiiiiba de ferro, grande e equens, kilo.
Marre.as de ferro surtidas, uma.
M,rieilos de farro sonidos, uiu.
D'tos de ago ortidcB, um.
Meriim. kilo.
M- al compoicic, diversas grossnras, folba.
malla alcotroack), kilo.
Mialo^r braceo, idem.
Mol oes broDzeados, pollegadas.
Duos de fe re e modelra, dem.
Duos forrados, dem.
N,el o de lio tino, um.
Dito dt lio trofeo, Lem.
Oleo de liobac, litro,
ouu de ejoco'. ife.
PA meneaos, um.
f ae ferro, iaem.
Pa de ferr.. palele avado icttiro, uma.
P.nno de estoca, metro.
Papelao aberto de 1/8 a 3/4, kilc.
H.p'l almasso de Ia qualiaad**, resma.
Popel alinasso pautado de Ia qualidade, idem.
Panel aiuusso ptuiado de 3a L.uilidade, dem.
Capel mata-borrao, carto.
Papel para emb-ulho folbc.
Papel sem lim, peca.
P. pe timbrado para oMcic, resm?.
Papel Carr, folba.
Papel Ex. dem.
r"apel Colnmbier, iderr.
Papel ministre, caixa.
l'apil Raisim, lolba.
Papel Jffj,ldero.
Parafa os de (erro sortidos, cate;s abe ta.
duzia.
Ditos de (erro srrtidrp, cabec boleada e ana
orad?, com po ka e sem polka, kilo.
Panllepipedos de g'toito, um.
i
O coDtractante obriga se a azer o (ornecimen,
to com ger.erns saoe, de boa quiiiidaCe e crus
mencionados oas tabellas as. 1 e 2. de accerdo
com o Regolamonio aa Casa de Deieucao de 18
de M reo de 1873.
2a
Tanto as rOes como a dietas SPrSo enve-
gues na porta ao e^belecme^o a cm erni'e-
fcado oo ernprt eaics, e^car-egados pelo a.'.ci-
cistaJor de as rereber, nao reo Jo permittido ao
ccntraciaoi'1 ou aos siuj repreea!ao;es ler in-
gresso no estabelecimeme.
3a
0 nuieo das rsces e soas QQalMadei 8e8o
exigidas oo routrbc.arjte por miio -e om Vele
assigoado pelo adminit'ado-, e das dletac por
meio de nm outro vala asaign:do pelo me-
dico.
4.a
A' rac,-'S e dietas recusadas pelo medico, por
sua ma qoaltdadr, serao de pompto substitt.1 !as
pelo cem mu ils (O'0CO), quando nao o laca, ten-
der er-te case i pastitclcS felta a sus ^o^ta oe:o
aamla.sirador do es"..te't'Cimen.o, e ce.-CiiUdo
o seo valor al S.
0 contratarle obrigaco a fornerer, iodepen-
dente de m emnisacSo, o bab?.nte necessario
para formula* as rr-ces de carne e baaalbuu, tor-
rador c mciobo paa Cif*.
6a
As isces e diet-s dos preses pobres de ate
se irsla, nao podeSo exceder de feseeotos rls
(600) diarios, cem exeepgf j das foroee.das aos
presos militares, que serio oagosde conformlda-
de com o disposto no aviso do M oi3ter'o da
Guerra ae 2 de M..io do 1838.
7.a
O cont'aet?nte rSo poder recebar imper-
Unca do f roecimenta feto oo mez anterior,
seo que tenba pago o pecttvo sello.
8a
Para garat.tia das multas e da boa exe-ucio
io con r.co, que sera aesigaado dentro de tres
ssa
t

tk
T
I aiEftii



Secretaria da Iadus-
tria
Teroeira directora
Scbatuuigau de maaeiras de poaies
Ediiti : tDJ
Pelo presente faco pnblica que do dio .8 ao
correte mez ao meio du, ee-ao receoioas nes-
ta secrttana propostaa pa;a substitnicao oe ma
duras de qoe precarem as ponte do Estado
cos-, 2\ V, e 5- dUtnci08.
As prcpostas devem ser convenientemente
selladas e comer em termos claroe :
1. O preco pelo qual se prcpOem os licitante*
a collocirem cada orna das pegas ce ponte de
madeira de igoes qoalidades adoptadas nesta
dlrecioria, Incluiodo detlocafiao das qoe teem
de ser substituidas.
Ametro correte de corrmaos ;
B-Prego de cada pilastra e precos de ero ze-
tas io intermediarias!
CPrego oo meiro crtenle de vasas e contra
' DPrco do metro qaadrado de lastro (soa-
lce) de i O.C8X0 20.
CPiteo oo metro cubico de Viga ,m o*2
0,0:30 de secc.o ate 10 metros oe comprimen*
Fdem dem das mesmas secces de mais
de 10 metros de compnmenlo.
Gdem de contra vigas cbapuses e maoB de
fo'C-
IIDito de i adres.
IDito de emendas de estelos al 6 metros de
compnmenlo 0,15X0,25 a O 30X0.30.
J.-recn ae uoi eieio de. 0,3|0,3 at 8 metros
de coipnmento.
KDito de dito de maia de 8 metros.
LDito de metro de longartna de 0,12i,iz e
0,12,0.13.
2- 03 locaes de anas residencias;
3- Provas de idontidade profissional para di-
rigirem e executarem os trabalbos,
Havenoo duaa on mus propostas em gualda.
de de conai oes, sdr preferido o concnenie
que melhores provas de idoneidade cfferecer.
Nao sero aceitas as propoctas que se reaentl-
rem das seguimos faltas:
|- Aa qoe nao fore-u organisadas de accordo
com o presente ediial; __
2- As que se basearem sobre precos de pro-
posta* de outros concurrentes ;
3- As queforca fi-madas por peesoas qae ti-
verem ja deixado oe enmprir contractos cele-
brados com a extincta repartijao de Obras ?u-
"'Pi de concurrentes que nao offerecam as
garantiaa e qualidaea exigidas no presente
eiitai.
partilo a dispoaic&o dos proponentea, que
poderlo xaminal-o das 10as 4 da tarde.
Recife, Jaobu de 1895.
Jos Joaquina Rcdrigaes Saldanba Janior,
Direotcr-geral
das, a contar d'aqoelle em qoe tr acceili i 3>
proposta, o contraciante recome' sos cofres do
Kstaao a qoaotla de ris ',1:00C*000> em liobei-
Bbeiro on apolices da divida pobuca Federal oo
Estad oai.
Director,
Affonio V. de Medeiros.____
""az-ae publico a quem nteressar Secretaria da IndllStria
que no dia 27 do crrante, ao meio da,
na casa n. 1 da Estrada de Monteiro, de
Franc-co dos Santos Moraes e Silva,
ir em praca, por meio de prega o, tira
bode aprehendido vagando no 1. districto
do Poco da Panella, para pagamento das
despezas do deposito, multa e pregSo,
sendo entregue a quem mais der, se at o
momento da praca nao aparecer o dono
que o reclame, ao qual mediante paga-
mento das referidas despezas, ser-lhe ha
entregue.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 25 de Junho de 1895.
O Secretario,
Joaquim ose Ferrcira da Rocha.
3a direc'oia
Edital
Pelo presente faoo publico, que no da
28 do Jarho ao meio dia serio lecebidas
neala Secretaria propostas pan os reparos
da ponte do Eogeoho Novo sobre o rio
Pirapama, na importancia de 6.962(5044
ris.
As propostas devera ser conveniente-
mente selladas entregues em cartas fe-
chada e cor-tareas em termos claros :
1* O prego pelo qual se propSem os
lioitantes a ezecutar os reparos;
2.' Os loosea de suas residencias ;
3.* Provas de idoneidade profissional
para dirigirem e executarem os tra-
balhos ;
Havendo di a-Joo mais propostasem igual
dade de condic,5 currente qoe melhores provas de idoneida-
de ofierecor.
Nao ser2o acceitas as propostas qne se
resentirem das seguiates faltas ;
I.* As que excederm os precoB do
orcamentos ;
2.* As qoe c2o forem nrganisadas de
accordo com o presente edital;
3.' % que se basearem sbrepreeca
de propoitss de ootro ce ocurrente ;
4.' Aa que forem firmadas por pessoa
que tiverem j deizado de cumprir eos
tractos celebrados com a eztincta repart
{5o de Obras Publicas ;
5.' Aa da concurrentes qne n8o off;-
recam as garantas e qualidades ezigidas
no preeeite ecital.
Cada proposta versar sobre um dos te
paros acontractar e dever trtxer no in-
volucro a declarac&o d'aquella a que se
referir.
Nenhuma propof ta ser aeseita sem qu
o proponente aprsente recibo oue pro*e
haver depositado na thesourari a impor-
t&no'a de dusento* mil reis (2C080CO).
O proponente que tiver preposta esco-
Ihida e se recusar a asa'gnar o termo do
contracto, perder o direito a caucSo
cima ezigida.
Os orcamentos dos trabalhcs de qce trata
o prseme edital, acham-se cesta repart
c&a disposic&o dos proponentes, qne
poderSo ezaminal-os das 10 as 4 da tarde.
Recife, 11 de Maio de 1895.
Jos Joaquim Rodrigues Saldanba Jnior.
Oirector-geral.
DEiDY-CLUB
DE
PERI^AMBUCO
DECLRALES
Projecto de inscripto
Para a 9a corrida a realisar-se no dia 30 de
Junho de 1895
Nao se tend<" realisado os pareosMefistofeles.
Africana e Giocondapara a 9.a corrida a realisar-se no
dia 30 do corrente, chama-se a concurrencia para os se-
gointas:
rao ser passados em'flojel VI UN M! uDI|l!
!. PAREO
Art.
2.
= Animaes de Pprnambuco. pbb-
6ui5O0O ao segundo e 305000 ao
de Pprnambuco. pbk-
segundo e 305000 ao
Meflsof.'ie I .050 metros.
mos : 3005000 ao primeiro,
terceiro.
5-' Feniano, Triampho, Cemors, Bismarck 2.-, Malor, Pluto Tudo ,
Furioso, Aventureiro e Ida.
PAREO Afrlcasaa 1.100 metros. Animaes
saos : 3005000 ao primeiro, 605000 ao
tereeiro.
Art. 5oOs do pareo Mefi.tolele, e mais PalhaQo, Piramoo, Hyrondeili, Beija
Flor, Turco 2.-, umaja 2.- e Pyrllampo.
(bsorvaoes
A inscrip^So encerrar se-ba boje ao meio dia na secretaria do Derby.
Secretaria do Derby Club de Pernambueo, 29 de Junho de 1895.
O
gerente,
V A. Gomes Penna.
talo carimbado e fir-
mado pelo gerente,
iem o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Emprestimo nacional
de 1895
Percira Carnero 4 C. scuntiflcam sos Sr?.
subscriptores do empreaiitno cima qne aa'ori-
eados pelo Banco da Repblica do Brazil, pata-
rao cm sea escnplorio a rea do Coma e-cio n.
6.1- andar, do 1- de Jnlo pnximo viodouro
ein diaote. os juro? uas ap^licea que sunscree-
ram por a^u iniermedio, cor.espoadeates ao se
rcegtri a vencer-te em 30 do corrente, na rsia.0
de 350OO por cada orna apolice.
Recife,_16 de Jonbo de 189o-____________
Estrada de ierro de Pernare-
buco do Recife ao S.
Francisco
a adminUtracao desta estrada, de accordo
com o Art. 116 do reepecivo regolamento, Lra
leilo perToeta e risco de quem pert'.ncer, no
di 28 do correte, em soa sede na ctdade do
Cabo, dua objectos sbanuonadoa tm diver-a-
estages, por mais Ce 90 das, para pagamente
das despeses a qae os meamos objecios esto
sujeitos : sendo 3 12 bar'ios de cimen o, mar-
ca J. L. S., 1 saceos com emiti, marra A. C, 20
saceos com aseucar. marca A. C, 200 saceos
com farinba. marca Mona, 40 rceos com asso-
car, marca J. A. A., 3 sa os com fejao, marca
P. L, 2 babus, marca S. L., 1 Cala com 6 to-
sas a tiracol, 1 caixao com chapee?, mar a I. G.
& S., 1 babu de cooro, com marca I. J., 7 s.ccos
com farioba e f .va?, marca A. J. R.. 1 pacote
foaces, marca S. G., 1 a'aio cccq nacas, marca
B. P., mesa, caruira. latas com Caoba de porco
babus de couro e felba, oolea', tapete, barris
rasics, alado sota, saceos com carne salgada,
saceos cou cal, e outros objetos de menor va-
lor. Labo, 22 de Jocho de 1893.
Wells Hood
SoperiDtrndenle, eogenbeiro em chefe.
O paquete
Nile
Commm andante J. D. Spooner
i.' esperado da Europa no
dia Zt do cerrente, stgoln-
do depols oa deme:; in-
aiepenssvel para a
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
, tevido e Buenos-Ajres.
N. B.Prevlne-?e aos 8rs. receoedereslde
mercadorias, que a Compannia Mala Real ingi.;-
Ca, conlraetoo com aGenoa St*am Navegation
pompanvom ser vico ta vacores emanaes qoe
camodo de Bordeaos, Cogrjac, Lbaretite, devem
ebegar a Socthampton a lempo de baldearen] 28
largas satinadas a America do Sol para os va-
do-rea desta eompaobia.
Esta eompaobia scceita por precos rasoavels
para Valpaialso al Abrii, pasageiroa com este
destino por va de Boeoos-Ayres e entrada dorf
Andes.
Tambera acelts pasaapelros para Kew-York
a Soutbampton, por especial arranjo feito com
s Companbia Allemaod Llujd, podendo demora-
rem-se Da Europa cas > o desejarem.
RoiiucgSo sos presos das patsafters
Ida Ida e volta
K Liehoa 1* casse 20 0
k' Sootaampton i1 c'ssse 28 Z 52
Camarotes raservaecs para os passagcuos de
Pernambueo.
Para carga, passagens, crjcommendas e di
nbeiro a lrete, trata-?* com os
AGENTES
AmoriD Irmos & C.
K. 3r?na ^o Bom 3aanN. 3
LSojd Braztleira ""
O vapor
Alagoas
Command&nte Carneiro
E'esperado dos
porto? do sol no
da *C ce Jntho,
isegoinio para os
Wtoadororteno
rj'.a ""do me8mo.
O VAPOR
Planeta
Quartel do Commando Superior da Guar-
da Nacional do municipio de Ipojuca,
em 20 de Junho de 1895.
Ordem do dia n. i
Fago poblro para conne^mecto de todos os
K .... mmmmm aphre as obras de cada oe Srs. officiaes e pracB sob o meo comu ando,
Cada proposta versar sobre as ooras_ c^- ^^ ^ ^^ Jorameo(0 e wtjm 0
exerciciodo cargo de corenel commandante so*
pe'ior da Goaraa Nacional des'e momcipio,para
o qual foi nomeado por decreto de 4 ae Ma-co
do corrente anno.
Joo de Scoza Lao,
Coronel commandante superior.
Est conforme.Porfirio Aben da Silva, se.
crelario interino.
nm des distncles a contractar i, deve-, tjaijf
no involucro a ueclaracao daqoella a qce se re-
'"'nhnma propoKa ser* aceita sem qae o pro-
ponente .presente recibo que prove ^'e'depo-
sitado na Tbesourana a importancia oe 50C*.
O proponen que tiver propesta escobioai
ie recusar a assignar o termo do contracto, per-
der o irelto a cauco a ima exigida.
JiUrmacei dos trabalbos de que-trata o
presente edital, acbam se nesta "PSo
dispoeigio dos proponentes, que podero ex-
mioal-as das 10 as 4 horas da tarde.
Este se publicado pela imprensa e anisado
ca portas da sala de audiencias e matrues e
onde mais os obeles de districto julgarem con-
'Tdraco do contracto ser at 16 de No-
vembro de 1895.
Recife. 8 oe Junho de 1985.
Jos Joaquim Rodrigues Saldaor- Jonlor
director geral_____________
Secretaria da Industria
EDITAL
fc Pelo presente fago pub co que no dia
28 do corrente me ao teu> da, cesta
Secretaria, serlo reoebio ?topoUs para
o enreoamento do ateoO do OafeMg pa
estrada da Vctor i a oreado eto %.\*bMO.
O contactante dar pa^o a obras
dentro do praao de 0 diaa oo^ados da
dato da asignatura do contracto e as
concluir no praao de 4 me*ei.
O praao de responaabiidade sera de 6.
Durante esto praso a obra seri conser-
vada pelo cootractante oorrendo por soa
conta todas aa despeas.
Os pagamentos serio effectuados pelo
Thesouro mediante o oertificado desta Di-
rectora, e podem ser em prebtacSes raen-
saes nunca interiores a om cont de reis.
De cada prestaso o Thesouro reter
10 i de sen valor, para garantir o praso
de responsabilidade, findo o qual se lavra-
r o termo de recebimento definitivo me-
diante certificado desta Directora e poder
levantar a importancia retida.
As propoatas devem er conveniente-
mente selladas, entregaos em cartas fecha
das e conterem em termos claros :
1 O prejo pslo qual se propSem os li-
citantes a executar od reparos ;
2- Os locaes de suas residencias ;
3- Provas de idoneidade profissional
para dirigirem e executarem os trabalbos.
Havendo duas on mais propostaa em
ignaldade ce condicSes, ser preiendo o
concurrente que melhores provas de ido-
neidade cfferecer.
NSo serio acceitas as propostas qne se
resentirem das seguintes faltas :
Ia As qae excederem aos presos dos
orcamentos ; .
2* As que nSo ftrem organisadas de
accordo cosa o presente edital";
3a Aa que se basearem sobre precos de
propostas de outro concurrente ;
4a As que forem firmadas por peasoaa
qne tiverem j deixado de enmprir eon
tractos celebrados com a extinola reparti-
lo de Obras Publicas ;
5a As dos concurrentes que n5o tffere.
cerem as garantas e qoalidades exigidas
no presente edital.
Menhuma proposta eer acoeita em que
o proponente aprsente recibo que provo
haver depositado na Thesonraria a impor-
tancia de cueuto mil reis.
O proponen*e qoe tiver propoita esco-
colbida e se recasar a asignar o termo do
contracto, perder o direito a caucSo scima
exigica.
O oreamentca dos trabalhoi de que tra-
a o presente edital, ohm-e neto re-
Banco de Pernambueo
Convida-ae es f enbores accionistas este Ban-
co a receber no oa 30 do cur-ente o dividendo
de soas acc5.s a rszSo de 2*.00 por cada orna e
referente ao actual semesire.
Banco de Pernambueo, !5 de Junho de 18S5
O director secretario
A. F. Peretra de Carvalbo.
" COMPANHIA DE
Servidos Maritimos de Per-
nambueo
Stimo dividendo
Sao es seohores accionistas convidados a
vtrem a tde da companbia receber o stimo
dividendo de soas accOes relaivo ao primeiro
semestre rteste anno, a vencer em 30 do corren-
te, na raso de 10 0/0 ao anno cu 5#UC0 orna
accio.
ttecife, 35 de Juobo de 1895.
F. de Arsis Cardoso
Director secretarlo.
Instituto Archeologieo e Gcogra-
phico Pernambocano
Qotnta-feira 27 do corrente, hora do costme
haver tesso ordinaria.
Secretaria do Instituto, 25 de Jonbo de 1895.
U 1- secretarlo,
J. Bapticla Hegoelra Costa.
nbla North Brltish & Mei
can tile e Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0- 0*
Fundo8_accumulados 9,452,452, 18d 5"
KECBITA ANNAL
De premio contra
Fogo 1.495.418 10* &
De premios sobre
divida 992.379 6* l4
Joaquim de Souza Monteiro
PRA(!A DA MDBPBNDBCU 3 E 5
ltimos successos
9570 6:000^000
9569 100^000
9571 100^000
Estes premios da lotera B 6.* deste Estado
foram por nos vendidos e j se acham pagos.
41116 6.000#000
441 i 5 1000000
44117 100-^000
Estes nmeros e todcs os demais da res-
pectiva dezena, premiados na B 7.a lotera tani-
bem deste Estado extrahida hontem, foram
vendidos nesta Casa.
Esta Casa vende bilhetes da Lotera Nacio-
nal e Estados.
Lotera do Estado na ponta
Ao S011I10 de Ouro
PRAgA DA INDEPENDENCIA
c.
Club Carlos Gomes
Sarao em 28 de Jnnho
Convidamos aos Sr*. socios e soas Exmas
jaclilia 3 para a.-si.-tirem ao sarao rrusical e
daosaote, que teri lugar sexta-feira 28 do cer-
rente. pjdmdo oesde j reclamarem os sena
DRre'sfo. em poder do Sr. tbe^ooreir.
Secretarla do Club Carlos Gomes, em 22 de
Jonbo de 1895.
Alvaro P. Alves
1- secretario.
Pernambueo Powder
Factory
5a divneodo
Os senhores accionistas desta companbia >
convidados a recener no es-rip orio ra do
Cotnmercio n. 6, o 5- dividenoo oa raxSo de 10
1/2 O/o ao auoo, oo s*jam 75)00 por acgo inte-
grajisada, e 54250 por aceo cao integralisadae
das 10 boras oa rcanb in 2 da tarde,
itiecile, 22 de Jonbo de 1895.
A. J- Barbosa Vlaona
t-ecretario.
Associaco
Commercial Beneficente
de Pernambueo
SSo convidados os socios da AssociacSo Com-
mercial Beneficente a reunir.m se extraordira-
riamente na terca-Ieira 26 do correte mei, s
12 botas do da. atim de deliberarem sobre ne-
gocios orgente8, de accordo com a resolucSo f*a
ultima assembta geral- Recife, 21 de Jonbo
de i&95.
Artbor G. de Hattos Sjdrinbo.
Secretario.
' COUPANlA
Ceotro Commercial
Sao convidados os Srs. accionistas desta com-
paoma para faxerem a quinta entrada de seo
capital, na razio de 10 0/0, no Banco de Pernam-
bueo. dentro do praxo de 30 das, contados de
boje.
Macei] 6 de Juche de 1895.
Os directores
Tiborcio Alves de Carvalbo.
Boajeatora Amoro. *
Pedro de Almelda.
2.488.196. 12' lld
N; B.A reparticSo de fundos aecu-
mulados sobre seguros contra fogo, n&o
se responsabilisa pelas transacc;5es fei
tas pela de seguro sobre vidas.
Wilson, Sons & C.
COMPANBIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
M>i\TUFAYN
De Londres e Aberdeen
Posicio financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambueo,
Boxwell William &0
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000
COMPANHJA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
BA DO VIOABIO N. 1, 1. KD/.B
Directores
Bario de Sonza Leao
Thomaz Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
SEGUROS MARTIMOS CONTKA
FOGO
Companha Plienix Pernambu-
cana
BA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
ihs \mmi :mimi :wm
ZL2CZTSS
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital l,too,oo
(Rs S4,0O0;OOO(f00O)
SBOUBA BDIFICIOS B MERCADORIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS BAIXAS
PROMPTO PAGAMENTO DE PREJIZO
Sera descont
Agentes
BROWXS C.
Roy al Insurance Gompany
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C
Companha Pernanibu-
cana de Navegaco
Convido aos Srs. posioidore3 das obrtga(6es
prefereociaes desta Compaobia a comparece-
rem na sede da mesma as 12 boras da manha
do da 27 deste mex afim de asf isfrem ao sor-1
lelo das que teem de ser amortisadas no corren-'
le semestre.
Bscriptorlo no Recife, %l!de Jonbo de 1893.
SebastISo Lopes Guimaraes.
Director gerente Interino.
Banco E mis sor de
Pernambueo
No dia 36 do correte, s 10 borai da macha,
prceder-se-ba neate Banco ra do Commercio
n. 38,1.* andar, so sortelo des letras bjpotheca-
nas qoe terao de ser premiadas e reigatadas.
Re:ife, 19 de Joobqde 1895.
0 director,
Jesnioo Alves Fernandes.
Pede-se aos Senho-
res consummidores
me queiram fazer
jualquer communica-
(jo ou reclamacao, se-
a esta feita no escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
5 5,onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Sil-
va Olivera, Hermillo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes.
Todos os recibos
SJCLEDADE
Refinaria e Destila^o
Pernambucana
Teodo de se peoceder o sort io para resgate
de qoa renta deben totes desta sociedade, to
convidados os Srs. accionistas e portadores das
mesmae a as istirem dito sorteio qoe ter logar
a 1 bora da tarde do da 27 do co:rente, no seo
escriptorio roa do 'Jommercto n. 3a.
Recite, 2J de Jonbo de i;95.
J. Goncalves Pinto
Presidente._________
Emprestimo Nacional de
1895
O Banco de Pernambueo avisa aos Srs. sub-
scriptores do emprestimo scima qoe, autorizado
pelo Baoco Nacional Branleiro, pagar em seo
efciptorio, roa do Commercio n. 40, de 1o de
Julbo prximo vlndouro, em diant, os joros
das apolicee qoe subsireveram por seo inter-
medio, cerrf sooodentes ao semestre, a vencer-se
em 30 do correle, oa raxao de 25*600 por cada
urna apolice.
Recife, 20 de Junho de 1895.
E' esperado dos portos do
norte oo dia 30 do corrente,
seguindo para <-s portos do
sol no meimo dia.
As encomtnendas serao recebidas al 1 hora
da tarde do dia da sabida, oo trapiche Barbosa
Caes da Companha Pernambucana n. 4.
Aos Srs, carregaaores pedimos a soa attengao
p?ra a claostla 10 Jos coabecimentos qoe a
segoiute:
So caso de baver alguma reclamagao contra a
companbia por avaries oo perdas, deve eeT feita
por escripio ao geme respectivo do porto da
descarga, dentro de tres dias depois de finali-
sada.
NSo precedendo eBia formaildade, a compa-
obia ca isenta da toda a r sp^nsabilitade.
As paf sagena sao tiradas no mesmo esenpto-
rio, at as 21/2 horas da tarde do dia da sahidt
do vapor.
Atlen^ao
As passageas pagas a bordo custam
mua lo*/.
Para carga, passagens, encommendas e valo
res trats-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6BA DO COMMERCIO6
1* andar
Goffipanhia Bob. H. Stofflans Une
VAPOR
Niord
E' esperado de Montevi-
deo oestes poneos dias, se-
goiodo depols para
Santos e Paranagu
Para carga, rassagens, encommendas e valorea
trata-ae com os _____
AGENTES
Pereira Carneiro i G.
Ra do Commercio o. 6
1.ndar
Paeific Sieam Navigation fom-
pany
STRAIT8 OF MAGELHAN LISB
O paquete Iberia
Espea-se dos
portos do sol at
odia 1.* de Julbo
e seguir depois
da d e m o r a do
costme para Li-
verpool com es-
cala por
Lisboa, La Pallice e Ply-
mouth
Para carga, passagens, encommendas e dl
nheiro a Ir te, trata-se coia es
AGENTES
Wilson Sons & C- Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
'
Companha Pernambucana de
Navegado
Fernando de Noronhae Roe-
uCotu t?axi|Ja^*-a
deye
iggggipg
Hambutg- Suedamerikanis-
c h e Damplschiffahrts-
Gesellschaft.
O vapor Patagonia
E' esperado do
sol at o dia *8
do crreme e ee-
igoi depuis da
indiepensavel de-
mora para
Lisboa e Hamburgo
tara passagens, carga, frete e etc., trata-sa
con os
Consignatarios
Borstelmann t^C.
Roa do Commercio n. 18
1* andar
cas
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo Guimaraes
Segoe no dia SO do cor-
rete s 4 horas oa tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e di <
nheiro a frete at s 11 horas da manta do da
29.
Cbama-se a attencSo dos Srs. carregadores
pars a clausula 10* dos conbecimentos qoe e a
8 ,>o caso de haver algoma reclamado con-
tra a Companha, poravaria oo perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no por
de descarga, dentro de trea das depols de nna-
"Na"precedendo esta formalidade, a Compa.
nhia tica ieenta de toda a responsabilidade.
E8CRIPTORIO
Ao Cae da Companha Prnomiteofkl
n. 12
V
1
7







V
1%
i


Jk


"

m
Diarlo de Pernambnco Qnarta-feira %W de Jmilio de 199o
Companhia Pemambucana de
HTegaco
PORTCtS DO SOL
Maceo, Penedo e Aracaj
O paquete Beberibe
Ccmmandunto 1- tenante Fabio Bino
Secoe do dia do cor-
niDte a%4 Horas da larde.
Recebe carga, eocc tnnwjdss, passapeos e di
Dbeiro frete al 4b 11 boraa da maoba do dia
da partida.
Cnama-se a attenciio dos Srs. carregadorea
para a clausula 10* dos coobecimeotos que a
gegnlrite :
< No caao de baver aljama reclamacao con
ra a Compasla, por atara oa perda, deve ser
feita por eecripto coagente respectivo oo portj
da descarga, dentro de tres dlae decoia de tina-
Usada.
Nao precedendo esta formalHade a Compa-
Dbia fica iseola ne loda a regoinsabilidade. a
ESCRIPTORIO
No Cea da Companhia Pernambacana
b. 12
Prince Line of St*?amers
lames Knott \ew Cas!c ou-
Tyue
LISIIA REGULAR ENTRE CS
Esladjs-tnidos, o Brazii e Rio da
Prata
E' esperado do porto de New-
York c gabir depois da oecas-
aariacemora para a
Bahia, Victoria, Rio de Ja-
neiro, Santos e Paran-
gu-
O VAPOR INGLEZ
Indiaii Prince
Para Carga, etc., trata se cotn os
Ccctigcatarios
Johnston Pater e Comp.
Rua do Commercio n. 15
Prince Line o Steamers
James Kuott, NewcastSe-
ou-Tyne
Linha regular entre os Estados-Uni-
, dos e o Brazii e Rio da Prata
E' esperado dos portoB do sol
gaur depois da demora necee-
Leilo
De 19 saceos com asnear broto, 11 barricas,
3 alados, 6 oiioes, i torno, 4 mesas, 1 banco,
1 cablde, 4 picareis*. 3 alados com canos, obje-
tos abandonados a Greal Weettrn Brasil Railw^y
Cjmpan; Lmited.
Em continuado
4a segnintes fTrageos e muterues, eobrecel
lentes, pertenceotes a me ma Companhia, a sa-
ber :
24 tamanco8 de ferro fundirlo,, 13 dem idem,
6 (oiras de broDze, 24 corredizas de (erro fon-
rtido para craseta, 390 grojas de contra peonas,
3 maceras de bro ar, H6 grdbas para foroa-
ihb, 8"7 kilos de porcas de oarahisos para talij
psa. 22 cba^ea dem dem, 48 eexada, 250 kilos
de pregOB, 6 teoaaes de levantar (ribos, 3 ba-
taneas (oeeo ingle) iis erampos para madeira
(11 pollegadasj, 23 pas, Si rodas de treiley de
co (uodiao.
Quarta-feira, 26 do corrente
A'a ti hora.
Na EaUcSo da Estrada e Ferro para
L'DDOetro
REU DOBrUJM
O aeeote Pinto, I- gilmente aotcr'sado, levar
le: 15o os bjedos cima mencionado?, pe lotes,
i vooiace dos Srs. compradores, devendo ser
effectoada a entrega em acto contlnoo e em 24
boras.
Agente Oliveira
PARS
6, Rut de M rengo
e em todas as
Pharmicias do Brazii.
SNDALO BRETONNEAU
CONTRA :
BLEHM0RRHA61A
e toda i as
OLESTIASdiBEIlGl
Palta
MESMO
Leilo
De ama casa terrea n. 23 roa da ConceigSo,
f-epuetia da boa V;sla, ero terretoproprio, com
2 salas, 2 qaartos. cosioba tora, apparelno e
mais 1 quarto no fondo do quintal.
Quarta-feira, 26 do corrente
A'S 11 HORAS EM PONTO
No armazem rua 15 de Ho-
embro n 89
ANTIGA DO IMPERADOR
O agente cima, compe en emente tironeado,
levar a leilo o predio cima.
Os Srs. pretenden es desde j p. dero ir exa-
minar o referido predio.
Agente
2
Oliveira
leilo
mmufiioso r
Sementes de Hortalizas
Caaegradas boje
Completo sortirjoeQto
Rea estrella do Rosario n. 9
____________Pocaa Mentas A C._____________
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os aballo assignados, carne de pri-
meira qcaliade, nos talbos da rua Mrquez do
Herval i s. 27 e 2, e Gamboa do Canto n 1.
Este prego soff'er alleracSo par. mais oo
para meaos, sempre ce accoido com os precoa
do gado nss fera,-.
Recite, 18 de taio de 1895.
Fiuta Lima & C
de
Chlorosis, Pobreza do Sancjue, Debilidado, etc.
l/mpbatismo, Escrfula, Amolluimento dos Ossos, *.-.
Ard. iiKia, lia* Dnul
MESMO
Loja de fazendas
Vende-se urna loja de faiecdas em boa roa
bem afreeoeada, e o motivo da veoda 6 falla de
sade do prnprielario ; a tratar oa roa Duque
de Caxias o. 59-
Tijolos
Para e New-York
]0 vapor inglez
Carib Prince
Tem ptimas ac3omodae.oee para passa-
geires c illaminedo loa elctrica.
Para carees e pasaren* trata se com os
Co8Cat&TOS
Johnston Pater e Comp.
Rua do Commercio n. 15
Hamburg Suedamerikams-
che Dan pf^chiffahrts-Ge-
sellschaft.
0 VAPOR
Argentina
E' esoerado da Enroca
al o dia S de Jolbo e
segeir depois da detuora
r.ecesaria pura
Rio de Janeiro e Santos
Para passge>i>, carga, frete e etc., trata-se
com os
Cocsigcatcrios
Borstelmann & C
18Rua do Cotiwmpco15
] andar____
CfrEMUn es fla-
FBpPJ
PORTOS DO NORTE
Pardhyba7 Natal, Maeo, Montor, Ara-
caty e Cear
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segae po dia o cor-
reate a? 4 boras da tarde.
De om terreno sito rna Imperial prximo aos
terrenos da Companhia de Pdoiflcaco, com 60
pa' os de freote e 15') de fondo, e pe-ienceote
a massa fallida de Alves da Coala & Filbo.
Quarta-eira 26 do curente
A'S 11 HORAS EM PONT)
9o armazem rua 15 de .\o
vembro n. 39
ATIGA DO IMPERADOR
O gente cima, por mandado do Exm, Sr. D-.
jn z de direitj do commercio, e reqoenmento
dos (y idicos da maesa 'allidj de Alves da Costa
& F-io, levar a leiISo o mporiaate terreno
cima.
Us Srs. pretendentes desde j podero ir exa-
minar.
Aei Qlinin
2* leilo definitivo
Fabricados ni fabrica de Camarsgibe, de sc-
pe-ior qo'lidade, >ende-se 10 escnpiono da
Compaobiala lo.-itrial Peraasoacans. i. rna da
Commercio n. 6._________________________j
Precisare de nm ccainbeiro e de um feit?i
trata* oa rna Marques de Olinda n. 35.
No.beceo dos Ferrelroa d. 6, precisa-sede
orna eos ntiera.
Precisa-Be comprar nm tanque oe trro
pa-a deposito d'a(na, que comporte tres a que-
ro pipas d'agna pelo menos : no escriptorio do
Diario se dir qoem compra.
Arreada-s urna graude haixa de capim oo
Jacsr o'A^oaF'ia para )Dfi>rma6cs na Ta-
mann 'Ira, laveroa do Arco-vrde.
Vend--se dona bois proprios pa*a carroga :
a tratar com Majaes & Sobriebo, rna Larga do
Ro-ario n. JO.
Engenko
Veode-8 tres partes do engenbo M-icbadp, na
fregnezia de I.uraesu' rom largas maltas, dis-
tando da estaco de Santa Rita 1 1/2 l< c". com
capacidade para safrejar de 1,500 2.000 pSe.-\
no valor de 21.000*000 : a tratar no engenso
Muiupiobo.
Quiuta-feira, 26 do corrente
A'S 11 HCRAS EM PONTO
No armazem rua 15 de .\'o
vembro n. 39
ANTIG* DJ IMPERADOR
O a.en'e tema, por manaado uo Exm. Sr.
Dr. jc.z de direiio da provedona, requerlrxeo-
to do inventariaote dos beos qoe ncaram por
failecimeo-o de Joo Flix da Rosa, levara a
leilo as segumtes a-as:
A ctr-a terrea n. 14 roa da Matriz da Boa-
Vista, em solo p:op:lo, boje rua Visconde de
AlDaqcerqoe.
A casa terrea trarnaa da Praia do For.e o.
!6, frfgueiia ae S. Jo.-.
A caa terrea roa Domingos Toeotcnio D.
17, tregueiia de S. Jcs.
A gente *estana
Leilo
Djs generes existentes ra taverna sita rna
Gervaiio P. es o. 31
Quinta-eira, 17 du corrente
A'S 12 HORAS EM PONTO
No mesmo estabelecimento
O agea'e Pestaa vender por mandado e es
sislencia no Exm. Sr. Dr. Ja z do Commercio a
requerrnoslo de Joaquina da Costa Ramos dos
gneros existentes na taveroa cima mencio-
nada.
Agente Pinto
JLeilo
De mcvei, espelbiB, quadro?, lonja e vidros.
A saber:
1 moDilia de Jacaranda, 1 espelhs oval, 2 ca-
deiras de balango. 4 quaa.oa, 1 pete, 4 jarros
1 cama f.-anceza, 6 co tinaaos para poru, 1 mar-
qneza, 1 cama di ferro, 1 mesa para jamar, 2
apptra ores e muitoi outros cujeaos de casa
ce iolia.
Sexta-feira, 98 du corrente
A'S 11 HORAS
Roa ie Hortis n. 72 |. aedar
Agente Oliveira
Leilo
Recebe encommendas, pasaagena e dinheiros
a frete at s 11 boras da manda do dia da par-
tido.
y
Cbsms- a attencSo dos Srs* carrezadores
para a clausula 1 dos conbecimentos qne a
seguirte :
Ni case e bsver algnma reclamago con
tra e CcmpaaMa, ror avaria ra perda, eve ser
feita por escr-.pto ao -gente respectivo no porto
da descarga, oentro de tres d'as depois de Bna-
iisada.
Nao precedenio es.a formsltdade, a Compa-
nbta fica ibecta de toca a responsabilidade.
Nao recebe carca para o Para.
8 JJRIPTORl
Ao Cees da Companhia Pernambacana
. \2
LELOES
Quarti-fei-a, 26, leilo de asaocar brnto e
ontros objectos abandonados a Ccmpanbia Grea
Weiurn Brasil Railw.y, bem como lerragens e
materiaeg Bobrecellentes pertenceotes a mesma
Compaohia.
Qamt-te.ra 27 deve ter logar o leilo de
40 pegas de lgidas medado. espoletas e en-
tras fazendas llmpag e variadas.
Sexta-fira 29 Mio de movis no sobrado da
rua de Hortas n. 72, ipoletas 138 macos a dona
milbeirO'". espoletas sao 276 milbetros valor per
por milbeiroB em bom esuda 2300 para o seo
governo.
Eb'o bem estragadas e vende se pelo qne der
porm alguns macos perfeitos.
Leilo
De fazen las licnpas e a variada?, miadetai e
cnapo8, mobilias e movis avoleog
Quinta-feira, 27 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
A." ROA DO BOM JESS N. 45
Dos caballos de corridas Ideal e Caridade.
Saxta-eira, 28 do corrente
Na armazem rna 45 de de No7embro n- 39
(tul ga do Imperador)
O agente cima, compl.amenie aotortsaioj
fra.leilo dos cavatlos oe corridas Iieal e Ci-
riaade.
/
cWnde~se
Vende-83 orna grande casa, lea do oj~.re'l?s
de frente, lcrar.de soio tendo 2janellasde
cada lado, radeamento e porto de f-rr i ca
frentp, janellas em iodos os lados, dous candes
qomtaes murados, agaa encanara, sita em San-
to Arcaro, roa Lemoranga do Gomes o. 4. atraz
da tabica d'vidrj ; a tratar na rna B'io de
S. Bo.ja r. 24.___________________________
Engenho S. Mano el
Vende-se o eneno S. Maooel, sito no roonl-
cipij de P.-lrxares. moenta e cor-ente, com obras!
regulares e em hom estsd). < d u kikmetro"
da esiajo de Uja, com capacidade para 2,500
pSes.com a safa creada e ni-rnu's de servido :
a tratar com o Dr. Barato Sampaio, rua d
Saudade a. 25, de 9 s 11 borrs da manb.
Cal Branca e Vir-
g^em de lag-aa-
ribe
A Companhia Explp-
radora de Producios Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa sos
consumidores q e nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
Taverna
Vend^-se nmi te^e.-na em feqjeno ronto pro-'
orla pata om principiante, senoo muito atrege- j
xada ; a tra'ar em o armazem de xarqce do Sr.
LM'Xingcs G)acaives Villa verde, roa da Madre]
de Di:CS 0 .9.
!
AVISOS DIVERSOS
Vende-se 2 a 3 k ometros triibos de acs
syxtema Deconvi le, postos, bitolla 50 ceotime
tros, aormentea cravados, etc. etc., em perfeito
eetado de conse-vago, com material rodante,
cojiposto de trese erres para carrega- canoa,
o os de forra, sendo 3 con breacks. H, igual-
mente diversos desvias completos para dlreita e
esqoerda ; icform-6e8 ua do Apollo n. 81,
l* andar, escriptorio. ____
Vende-se
Dous cavalloa Inieiros, Eendo nm castanbo e
ontru rodado, tendo ambos estrada baixa mnito
f anca, e servindo para sella e carro ; a tratar
rua de S G ccalo n. 29
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Alegase nm grande sitio com terrenos para
plaatpce?, leaao grande ejebeira e pejeeca
casa, proprio para csrroceiros, eetabolbo de
vaccas, ccndeliria, trndo frentes e portOes para
a estrada de Jco de Barros f roa de Fernandes
Vieira : a tratar nesaa roa n. 39.
Fabrica de srelo
4jms e limonadas gasosas de
todS as qoalidades
Soda water, gioger, ala, limlo, laraoja,
enrajo, abaeaxis, granadina, groie'.lai
franbauai, baunilha, hortela pimenta etc
eto.
12ACAE3 DO GAPIBARIBE 12
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Aluga-se
l'ffi armazem na rna de Domingo Jos M ar-
tins n. 5, proprio paraaruazem a tratar na
mesma rna n. SO.
PHOSPHATiDO
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SAINT-RAPHAL
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Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencis .; este Vinho recom-
mendado s pessoas j iaosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
Maitis a Pernambuc-j: C ai Crogariu a Proiactoc Cktmica; FiSil SOBRaBO i C e us .-iacipass Faueati"-
^FRDAlFIROt GR AOSTTS U 0 E^tff DTR ANGK
l^ UCmCUDOflPBA L..3PBGTOBU EBAL DE HTOIINK DE BIO DK JANBIHO,
* Aperientes, Katomochicoe, Purgativo, Depurativos
* Contra a falta de appetlte, a Obtmc<;o, a Bnxaqneca. as Vertlg-eas
* as Coneeatae, etc. Dose ordinaria: 1, l a S grdos.
Desconfiar das falsiDcac^cs. Exigir o rotuio judio lmpresso em francez
ecaa?S'd^M o Sello da Unlao dos Fabricantes
Boa 9AJUX, FDrTmacla I.EROV, e em todas as Phamjsclsfc-
-*$<*-/
'f-r tgl tM t?-att 4BaVdlVM
li ajinso 'jeu-.-ccMo. Prendi Cruadc- IfTTincr/pSrt Oaivoraal, Parir. 1S89.
4 XHlomu i! Hozara, 1S Meo'alham do Curo o 6* Mudaiou cim Pr&tm.
U> FAiMHA UCTEA NESTLES
CWA BA.8F. c E.--:iI T.TTTX1 >
t? o molhjr allaiento rara as criancas Oe lenra ade. Supure ~
i !a?urii.'icncia do leitematornsie&citaodcamams.. Cosa seu
oso nao La diarrae* Dera vmitos tsua dlgestao acll e coaiptela.
Eriortga-n tamban vantajoszrr.orite c-mo ilimento psrt wj
Adultos e Coofa/ascsn"! qja tm sima;j dalles-Jas.
Teraadelro XITB roso B VACCAS s;iasAS tcnao conservado seu arcma el
rtodos aaaa aualldades 'ait.-Uvas. Alera dos ^-raudos snrvl^os quo esta couerva presta a Froia,
[ao Gxerclto e aos HogptUes, ella icm ganhado sua posiQo na alimentadlo dos particulires.l
g^ac Taes ella assegura u;a lelte agradavel, sauJavcl v Lutu-a:.
r.;r: r.:=s : iskei aasTi a nana t> Fabrica: xmo az PissMtoa.
A casa ZZesr! neatl nao tem nata, corno ontr'or. nm nico agente para u E-raril
ais productos acham-se as principies casas Importadoras, droganks, pharmaclas e tojas ,
io comes u. on.
HEMRI KESTL,em vEVET. { 6?%g; ^^555?**'*
H.'.l'lfcMil
OLEO
HOGGBHOGG
xxtractodsFIGADOS FRESCOS
de BACALHO
0 mus activo, agradavel
c naiCivu
Receitado ba perto de meo-leculo pelos
pnmeiros mdicos do mando.
NmHYP0PH0SPHIT0Sa.CAL
ce SODA
Deliciosa reme je Dacalnao de og-ftao agradavel
ao paladar como o leite: as criancas
tomam-o com gosto.
Contra u molestias de Pei to.Tosse Tumores. IrrapeSes de Pille, eU.
(Frascos TRIANGULARES) Farmacia BOGO, 2, Rut Casliglione, PARS, Ftiraaciu.
Deposito COMPANHIA dt DB.O&AS e PRODUCTOS CHIMICOS.
VINHOdeBGEAD
ONI-NUTRITIV(
[COM OINAj
[E CACAOj
O melhor e mais agradavei des tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Parle, nos casos e ANEMIA,
CHLOROSIS, FEBRES de quaiquer natureza, DOENgAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENOA.S.
Se acha as principacs Pharrracias.
^ ** *i *-.
e Grageas de Gibert
[AFFECCES SYPHILITICAS
VICIOS 00 SANOUEl
Verdodelroa productos racllricnte toleradoa
pelo estomago e oa intestinos.
Exigir ai Flrmti do
ID'GIBERT do BOUTIGNr. Pharmaceulleo |
Recatados pelas celebridades meiieats.
PESCOSflAB-SI DAS niTACOU.
aoo'-wdre. M*iioHs-LtmrrB. Pabis-
I
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, America, Hefpanha e
as colonias, ao Brazii, aonde ustao autorizad*
palo Oooaelho de Hygleaa.
Vomitorio Le Roy
TJltimarnente empregado como prepa-
racSo para o uso do Purgante.
PurgantesLeRoy
6ro oidoi enNrm a lates.
So proprios patu craalcraer doenes.
Urna noticia cxplicaUn envoht cada garrafa.
ESPECIALIDADES
[T. JONES*
FSOBIMTE CE FERFKflRA INGLESA
BXTTA-riNA
VICTORIA ESSENCE
O pTOme mala dL-licioso no mando.
Eama grande coiieccao de extractos para o lenco
da DMnaa Qualidade.
LA JUVENILB
w tasa mlatura clmica aljama, pan* raato,
I a-tceraBia e nvlslvel.
CRttAsV lA/IF
! Conserva-se em todos os climas; na ensalo
8 1sonitri>i na supeiiorldado sobra os outres
',\ Gold-Cream#
AOV/ TOUCADOH JONES
' foaira s rtres^anie BiMIma rsam u
dtoMaras de Infectos.
KX.IXIR r PASTA CAtBOKTI
DaotSlricio as replico e ionice. Briirr on


Le Roy
Ib Cj Remedioi liquidoi.
'-T:vo mrti-j cadalratco.
100 pll- tV O (rateo de SS, I15O
Acautolar-se das falsificacSes
RECUSAR
qaalqaer Producto ris to tirar ende- .
eco it Pkaructi COTTII Gnti ti LE UT i
{
Bi, Rut de Mu, 61,1
DEPSITOS IM TOBAS AS PHAaMAOUf,/^
Chegaram
Bonecas com mollas
a !M)00 a duzia.
Loja da Perola
Rua da Imperatriz
n. 78
Dmitims Fernandes

SIROP
duK
irrllacac ao Pena
Tosse
Expectorago
Insomnios
Neuralgias
Dores
I Pars 28, ru Bergre.
9? DELAHGENIER ^
-/ DK PAR % ,
" ? fui* mata tama animal a *&\
' *t} ooirru as $ '
BRONGHITES^" ^INFLUENZA j
1 ti irriutiti i reito a dt Carpita.
o. Sea opto, morphiua nem co-
{ Uelna, alo recciudo? com f,
K ptimo xito e seguranca '
k s ertanets padececlo
TOSSE i COQKUfCHI
PiT^
A
Regulador da Mariuha
Concerta-se relogioi de algibeirs, pn-
dulas de torre de igreja ehronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhe
elctricos, oculos, binculos, oculos^bo
alcance, joias e todo e quaiquer objecto
tendente a arte mechamca.
9Rua Larga do Konario 9
Bichas de Hauburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na rua das Larangeiras n. 14
FOGOS
He e campisto mim
PARA A N01TE
S. Pedro.
Fogos chinezes para sa-
loes, caixas sortdas de di-
veis os tamanhos e outros
avulsosproprios para salas.
Fogos americanos para
saloes e jardins, de muitas
qualidade.interessantes no-
vidades.
Fogos nacionaes de todas
as qualidade^ dos primei-
ros fabricantes.
Baloes de todos tama
nhos e de todas as cores,
com desenos feitos a ca-
pricho e a mi cadas para
salas.
Archotes elctricos para
varandas e parapeitos,
Vende-se na rua da
Imperatriz n. 12
LOJA DO SOUZ4
Uuga-se
Ama
Precisa-ge d ama am qoe cosinhe e faca
compras ; a tratar do terceiro aoQar Oesta typo-
grapbia. ____
Attengao
Uro rapaz de t-.m comporiirnento dpgeja en-
contrar oir cciLirscao qaalqae-, assim como
cSere3t-e para fazer cohrarcas na cidade e oo
mato para ioiormucce3 deixe carta fechada em
rcSo oo Sr. Aaniim i ATjCSO Ferr ira, do arma-
em le Msuus CaStab* c; C, roa da Camela
Damero 44.
FOGOS
S'ORTES
20-aa da lmp^ratr'z-20
PARA A NGITE
de
sjMnaH
O proprietsrio deste j conhecido e*
antigo estabelecimento, participa e con-
vida os seas amigos e freguezes para o
completo e variado sortimento de fogos
nacionaes, chiaezes e americanos, proprios
para saloes e varandas; entre elles viram
este anno muitas novidades, como sejam
fogos para sokar dentro d'agoa denomina-
sdo vellas romanas Gallinbas, Mergnlha-
dores, Roncadores, fogos queapitam ar-
cbotes elctricos, etc. Livros de sortes os
mais espirituosos como Fadas e Praze-
resAG-Dgorra A Chave do Futuro
O BilontraOs Tres JacarsO Diabo
a QuatroDisparates e lindas sortes de
phantazia em caixas de meia duzia pros
prias para presentes, dados para tirar os
nmeros das sortes, giornos para illumi-
nasoes, estallos e versos nara sortes e ou-
tros artigos proprios para estas divartida-
noites a venda na
A W8IDERAC0
\. 20AO MAIA--N. 20
ir
Fara urna obra importan-
te, fora desta capital, cen-
tratam-fe carpiras : no Caes
da Regen-r c,ao
andar.
n
3o, r
Copeira
Precisa-se de orna copeira ; na roa Duq.e de
Caxias o. 86. I andar.
jy Ao corpo commercial
-.os abaizo aesiKoadje d;Clarm ao corpe com-
mercial deata oraca qoe a contr co da 2 do
correte cons itoiram orna gjciFdade commcr
cial do tBtdDel-ciaeuto de malhados sito roa
do Rosario da Boa Vista n. 51. a anal girar*
sol) a aiao so;ial de Vlnta R betro & SHtelra
Recie. 25 de Jacoo de 1893.
Aooa de Soma Ribeiro.
Jjio Auioaic da Slveira.

.
Aloea-se a casa e sitio do largo do Uontero
n.|12 ; Da taTbca d" Cs'mo d. 16.
Criado ou copeiro
Precisa ie de om ; Da roa de Paveando' oame"
ro 19.____________________________________
Piano
Vende-se om piaco novo, com capa, cadeir e
lanteroas ; na roa rJa Imperatriz o. 13, loja
Ama
Precisa se de um ama idosa para .cesinhar
em casa de rapaz soiteiro ; na Crmboa de Car
rxoo. 44.
Ama
Precia-sp para cesinhar e rr.als alsnm servlco
de raga d>-.f .rr.ilia de dnas pesoae: a tratar a rua
da Pnia do rorn n. 6.
cww SrawUuAl am 3*t
Precisa-ge de orna aun para cosiobar para
pooca ternilla : na roa Wl' a n. UO.





r


\



I*iario iiiilio tic lfc>5
Vende-se
Duas vacan toDrlDa, paridla, e ama do fin
pr-cbe, por pego rommodo ; Da >oa de Luiz do
Rko D. 6, em Santo Amaro das Salinas.
Boa moenda e roda
d'agua
Qieai precifa' fara rundo boa acnoisicSo de
nina ex eleo'a moeuda eru perMto eatalo. (ot
carretas de ICO, b'CEzec, par.fusus, t"do coro
pelo para a->e ilar ero maeira, tendo 40 poll--
jjadis por 26, e aseim un:a ro*a d'agoa rotu 18
palmos e ci-metro e 7 ci lar*'U a (-y t^rua
Leandro) tendo tambero om gigai te ue ferro
nom 8 i>olleaoaa de gro?sora ccm i redeles
que iViem 'aozer a moe''a em altura srperk-r
a roda. Veode-se o qoe est cima mencicoa 'o
na czina Cabec d ras, onde em quaiquer da te poder* ver para
azer netccto.
Para urna obra impor-
tante fora desta capital,
contratam-se psdreiros : no
Caes da Rege era cao n. 30
Ia andar.
FOLHETIM
S
a Mil m
POR
-^.v^
XVII
A ILHA DE LIBELLULA
(ConnuagQo)
Cala-te, disse o eutro ; olha qu as-
sim o aenhor tica zangado.
Elle pensa como eu, tanto que se
fez marinheiro, dase Raiden.
Chegaram a aldeia mais prxima, e
antea de indagar o que havia, concorda-
ram sobre 0 que desejavam saber.
Muitos burgos visinhos emigravam para
ene.
As ras regorgitavam de gente, animaos
e carros.
[lavil um fjrmidavel broubaha de ho-
rneas e animaea.
Bfalos amedrontados urravam, pisn-
dose una aos outros ; berra vara parcos ;
cboravnin multares ; criancas gritavam ;
e, de grupo em grupo, corriam as novida-
des da guerra.
Tomaran a ilha da Libellula.
Os habita ates nao tiveram tempo de
fugr.
Vienm em tras juncos de guerra, tres
bellos juncos dourados, coxn mastros mui-
to alto e bandeirolas que flucta: em
todos es ladee.
Vlod
a.
UJl N FOfO
19 JRua I/de Marco 49
Este acreditado estabelecimento centipua a
vender por precs sem competidor os
artigos abaixo mencionados
Constando de
MadapolSo pera no va a 45C0 e 5J000 a psea-
Dito americano a 8JO0O e 100000.
Dito francs para cumisas, puohea e col arinhes 13000.
Ditos eecoroB mnito argos a 400 o corado.
Ktaminea aneid-doa a 500 o o 'adu. ------
Bramante rara leiices 4 largona '? "0) ) o njetru.
Atoalbado braceo e iavrado para mesa a 2fJ5( 0 e 3000 o metro.
Cachemiras com 2 larguras para veati 4oa da 20500 por 10200 o eovado.
Casemira prata de agonal para roupa de bomem a 2IOUO o covado.
'"sc'oemirat de 12 com 1 BtrB du asi > 102)0 o c >vado,
L ndos cbamalntes oro benitos padr5*a a 10000 u ovado.
Grande sortimento da chi onetis >00o c vadj.
Meiaa de la para senbori.9 a 405000 a dnaia.
Ditas de alg> dao para sentara a 120000 a duzia.
Ditas de c r para bomem a 120OO a dusia.
Ditas cuas com flus d.< s-d p ra bomem a 120000 a duaia.
SetinetbB de todbs es cita a 6C0 o cov>do.
Sedas Lrtic-3 Ii vradaa para vetid(B de roiva a 20500 o eovado.
Cortinados de crochet e cambraia bordados par- cuma e jaoella a 100000 o por.
(.'apellas CDm veo para noivaa a lOOOO e 120OCO urna.
Eapartilhoa de couraya a 60OOU, e 80000 um.
Mosquiteiros amremeos a 150000 um.
Camisas para tamem dormir a riSOO urna.
Ditas para senhora idem a 60000 ume
Finos cortes de casemira inglesa para Ci'caa 80000 e 100000 um.
Camisas de malba de 1S pira homem e senhora a 60C0 urna.
Vestuarios de Jeicey para meninos a 150000 um.
Cobertaa de crelone para c-ma de c sal a 50OCO urna.
CasiLetas pe a roip de homens e cranlas a 500 o covado.
Brim biac o ~. 6 a 20500 a vara.
Dito preto a 10800 a vara.
Sobretodos com orna e duas vistas, cobertores, c:!x s, ceronlas, mantilbas, tudo p:>r
preces sem competencia.
toa w 1
5tt e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
Resolveram liquidar peja quarta parte de seu
Jor Jodas as mercadoiihs que se achavaoj no Gentro da
va-
So
na
A saber
Madacllcp ~tzz iCiva a 4^503 a peca.
Bramantes de linho de 10 palmes de largura a 31000,
Cazemiras pretas e de cor a 385O e 4S0 *>.
Bramante de algodo com 4 larguras a 1S-00.
Creto'nes francezes claros e escuros a 6C0 e 640 rs.
Crotones inglezes a 320 rs.
Brins brancos e de corea
Cretones de 1." qualidade para coberta a 800 rs.
Sedas escossejas e lavradas a 1$5X) e 2SG00.
Setim de todas as cores a 800 rs.
Cortes de setim da Persia de 703 por 2 8000!!
Ditos andnesuk de 308 a 6000 II
tos todos de renda de gripure valinciane de 800 a 1280 0'J
Cachemiras escuras de 35 a 800 rs.!!
Atoalbados para mesa a 2SO00.
Panno de cores de ouadro para mesa a 28000.
Guardanapos duza a 38 e 46000.
apas e pelerinas de seda e cachemira.
Chapeos de sol, com renda de 903 per 258 e 30S0OO.
Calyas de casemira de 3>f a 128 e 150?OO.
Um completo sortimento de frak, de 1008 a 58000.
Oolletes de casemira de 128 por 48000.
Ditos de brim de 88 por 28500.
Grande quantidades e retalhjs de sedas, las, cacham ras, cretoae3, lyaon
chitas, etc. etc..
Pede a todos os seus freguezes e as Exmas. fami-
lias em geral que fee dignem visitar o nosso estabeleci
ment, &fim de se convencer da grande reduccao de
pre^op.
NA
Loj& das Estrellas
56 e 58 Raa Duque de Caxias 56 e 58
DO P0V0
(Antiga do Irespv)
iiiiii! m um
8 13 H DIETA
NEM MDII'CACAO DE C0STMES

ii
m
f.
E
U
a
8
o
I.
a
o
GEAKTDE
HOTEL COMMERCIAL
xxas3PaD(Jv.pixA.s
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao de sen hbil proprietario MA -
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis,- prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja tam-
bem peJa posiso hygienica do]seu aditicio.
Depois de irmumeras transforraa^es por que tem pausado este Hotel, coneegaio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem qua deve ser
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARLAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da ^melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
IX
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do serto, doces seceos e em caldas, estran-
eeiros e nacionaes.
ADECiA
E' esplendido o sortimento de vinbos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odo3 recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commura do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importaao, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos que vende as melhores condicSes do marcado e precossem competencia.
GRANDE HOTEL COMMRClLA
Serao monges? perguntavam al-
guns velhos que se lembravam confusa-
mente das guerras antigs, de invasOes de
estrangeiros.
Nao o regente que quer matar o
siogoun.
__ Quautos soldados desembarcaram
na ilha ? perguntou Raiden confundindo-
se com a muhidao.
Nao se sabe; sao muitos ; os juncos
estavam cheios.
__Quinhentos homens asis ou menos,
murmurou Raideo parte.
__ E' a vanguarda do exercito de
Hivas, disse o principe de Nagato a meia
voz ; se as tropas de Fid-Yori nao che-
gam promptamente, Osaka corre os maio-
res perigos.
Embarquemos, (accrescentou); tenho
um plano que, apezar de audacioso, pode
?iagar.
Antes, porm, de embarcar, Nagsto
mandou Raiden comprar grande aumero
de ferramentas de carpinteiro.
Depois fizeram-se ao largo.
A' tardinha a pequea frota fundeava
atraz de um promontorio, em Soumiossi.
O lugar era admiravel.
Arvores enormes, cujas raizes desesber-
tas prendiam-se, como garras de abutre,
trra e aos roebedos, debrucavam-se na
agua, cheias de flores, engrinaldadas de
trepadeiras ; boiavam ptalas, iormaado
ilhotas que iam, sobre as ondas, mar a
fura; branquejavam lenyes de espuma
nos rochedos.
A agua tinha um tom uniforme de se-
tim azul prateado de urna docura, de um
brilho incomparavais ; e bavia ainda n->
co os restos de ama explosSo de oure
fluido.
Ao longe a ilha da Libellula, fresca e
verde, destacava seus contornos de in-
secto.
A costa de Soumiossi, toda vermelba,
estendia-se com as suas escarpas entrecor-
tadas, e no alto do promontorio erguia-se
'o tecto fino de um pagode em porcelana,
e cujos angalos pareciam recurvados pelas
quatro correntss que se prendiam a urna
flecha dourada.
O principe lembrava-se da tarde que
elle passra em cima da montanba, parto
de Kioto, com a rainha a seu lado ; fecba-
va os olhos e via-a tao bella, to nobre na
muda confssao da sua desgraca, os cilios
hmidos de lagrimas, voltando para elle
seu elbar puro e ordenando-lhe que es-
posasse a sua rival.
Os menores detalbes da voz, do gesto,
o espelhinho da fronte brilhando como
urna estrella tudo estava gravado em
seu espiito com urna nitidez sorprehen-
dente.
Doloroso momento aquel le, pecsa-
va ; e comtudo lembra-me que foi cheie
de encanto. Ao menos ella estava presen-
te, eu a via, eu a ouvia, o som de sua voz
era um balsamo dureza des suas pala-
vras; mas, agora qne dr de viver! o
tempo como um mar sem limite, onde
nenhum rochedo, nenhum mastro offerece
repouso a ave caneada I
Tinham-se arreado tres embarcaces
miudas e leves.
Pela noite, Nagate escolheu oito Ho-
mens entre os mais dispostos, guardando
comsigo Raiden e outro marinbeiro cha-
mado Nata. Em cada embarcac&o iam
tres homens.
Se ouv'.rdes tiro, vinde em men
soccorro, prevenio Nagato aos que Aca-
ra m.
E as tres ambreteles afastaram-se si
lenciosamente.
Os que as guaraeoiam estavam armados
de sabr e punhaes ; alen disso, levavam
ferros comprados na aldeia e muitos fuzis
de mecha.
Estas armas do iavencio estrangeira,
Casa de commisses e eprc-
sentages
EXPOSICAO
A.XWXOST. A.S
CATLOGOS 3S
X3DSSDS3Nna:05
de innmeras fabricas de todos os p^es da Europa e
das duas Americas, tola espacie de mercadorias, de
machinas e de materia prima.
Deposito do afamado RKOL cCIM o me'hor des
infectante cohecido.
Deposito da bem conhecida cODONTINA o
Dr. H. Rirted.______________________________________
IBBAL
ALLANFTBRSON&C
44-RUA m BAR0 0 DTRlllPHOHH
Machinas a v^per. .
Moendas.
RoiJas d'agua,
T;ixas lunJidas e batidas.
Tuixas b tidas sern crava^a >.
Aradcs.
muitas vezes imperfeitaa ou avariadas,
quasi nunca disparavam ou espocavam as
maos do soldado, e portanto eram tao pe-
rigosas para o inimigo como para os que
se servan dellas.
O principe bavia arranjado cincoenta
fuzis novos e bem fabricados : era urna
grande forca para a sua pequea esqua-
dra : no obstante, os marinheiros olha-
vam o armamento estrangeiro com des-
prezo.
As embarcajoes desusa vam na sombra,
camioh da ilha da Libellula.
O ruido dos remos manejados cautelo-
samente confundia-se com os mil clamores
do mar.
Soprav urna brisa leve, cantando no
ouvido.
A' medida que se approximavam da
ilha, iam diminuindo a marcha ailenciosa-
mente. /
J se viam fogos entre as arvores, e
p;rcebiam se distinctamente os passos re-
gulares de urna ronda.
O principeHeu ordem para se canUrnar
a ilha e procurar os juncos de guerra que
se achavam tundeados pequea distan-
cia da matgem, lendo entre si e a costa
de Soumiossi a ilha da Libellula.
Viam-se-lhes os mastros na escuridao
meaos intensa do co e dir-se-biam gigan-
tesca* embarcaces.
Em cada um delles brilhava um pha-
rol i sentinellas iam e vinham de p6pa
pr6a.
__ Podem nos ver, disse Raiden.
Nao, disse o principe, o pharol im-
pede-os de nos distinguir na escuridao em
que estamos. Approximeme-nos, che-
gada a hora 1
O tres barcos afastiram-se nns dos ou-
tros e cada nm delles foi tomando che-
gala.
O qua levava o principe tinha-se appro-
ximado do maior dos juncos : fioava entre
os outros dous.
A sombra era mais densa ainda junto
ao bojo curvo do navio ; a agua negra
saltava, impeindo a leve embarcac&o
contra o casco gigante ; mas o ruido mis-
tura va-se ao choque incessante das vagas
urnas aps outVas,* quebrando na ilha.
Fiquemos aqui, disse o principe
baixinho, n'uma voz quasi imperceptivel,
e occultemo-nos...
E' verdade, concordou Raiden ; mas
aqui nao poderemos fazer nada ; o barce
nao tem estabilidade para nos debrucar-
racs 4 borda ; se pudessemos galgar a
prGa do navio, estaramos melhor.
Vamos, accedeu o principe.
Todos tres ajoelbados no barco apoia-
ram as maos no junco e avancaram rapi
damente ; de vez em quando paravam a
um encontr involuntario que pareca fa-
zer um barulho terrivel, depois continua-
vam.
Chegaram & proa do navio.
Nesse momento a seatinella bradou :
Oho!...
Responderam-lhe dos outros pontoa :
Oho 1...
Oho!...
Fez-se de novo o silencio.
A' obra 1 disse Nagato.
Tratara-se de metter a pique essas
grandes embarcaces, abrindo-lhes um
rombo peuco abaixo da linba de fluctua-
do, de modo que a agua invadisse-as.
O que urna pedra faz com a maior
facilidade, nos poderemos fazer com al-
gum trabalho, peosava o principe.
Os ferros que tinham servido para con-
struir o casco de navio podiam ser empre-
gados utilmente na ana demolicSo.
Bastava fazer urna abertura larga onde
coubeaea ama mo, levantar am taboa,
para que a agua entraase em jorros.
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BSPECIP1C08 DE
Kugcnio :Ia:'|ii-s de Uollantla
S;iKi, i-aroiia e rnanc -Cura to-
das as BMlesbaS da pelli'. rlieiialismos agudos
( u clircnicos, lolas as affi rjOes de origem sy-
philiuca, escrfulas, ulceras, boba?, darlhros'^
empgen
Ptiulus de veamina-Comhapm as
priscs du venir, as eiicl;iqu',cap e sao depura-
uva? e reguladoras
Elixir de liu)eritiiia Restabelece os
dv>pepucos, liKiliia as digesies e promove
ef-cnefto.
Vinho de annaz ferruginoso e
quinado taraos clitor^-uiiejincos. debela
a poemja inlertrnpionl, mconsliiue os hydropi-
cos. beribericos e ronvalegcentes.
Xarope ile Ilir de arucira e mu-
laiuba Mu:iu recuiiiinendado na bronchile,
na hemoptise < as ios fs agudas ou cMronicas,
na influenza e asinina.
\arO|ie Je iiiulun^ e flores de
larangeiras ontia uisomnias, nevrose
cardiaca, iiystnsruuis, clicas hepticas, tosses
nervosas, asibma, coquvluciiu e convuises das
criancas.
Vinho de cacao, peptonr e lacto
phosphato de eal, quinado Contra o
rae instan das crtanyas, U seovolvendo-as, r.a-
nitiiando o organismo ; faz recuperar as forjas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e oums preparados do illustre chimico
continuara a s;r fubricadns gmente no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Braa-
C0, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as niitaecs
Vendt-m-se as Pliarmacias p Drogaras deste
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6. 1." andar, Escriptorio
de Jos Musombo.
Oentes
Termina a horrivel dor de dentes usan-
do o ezcelleute preparado de Manoel
Cardoso Jnior.
As cartas que lbe tem sido dirigida
pelos jornaes de maior circuiacSo, attee-
tam a eficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoel da Sil-
va o C, ra do Mrquez de Olinda
n. 23,
Pkarmacia Martina, ra Duque de
ax ias n. Si .
Pharmacia Oriental, a ra Estreita do
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, ra do
tao da Victoria n. 14.
I harmacia Virgilio Lopes, ra Larg
do Rostrjo n. 31
Plvora
De todas as quali ades
em bains e em htinhas vn-
de-se no escriptorio do Per-
Dambuco Powder Factory.
Ra do Commerc'o n. 6.
Sementes de hortalizas por-
tugaezas
C1 uve fl>r.
Dia m-ca.
D.ta repoolbo.
Di a macteig<.
Dita t'on'bou...
Rabuete.
iiriOi-
All.ce.
peosaras.
CMcorla.
Sarca.
AlOu.
Vecde- Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Receben a Relojoaria David ra do
Cabug n. 14 desde 150000 a 400000.
Grande sortimento
Paiden debrujado na chalupa tacteava
as paredes viscosas do navio, cobertas de
agua, e procurava caberas de pregos fixos
no costado.
O principe e o marinheiro Nata esforca-
vam-se por manter a pequea embarca-
cao mais ou menos immovel.
Raiden tomn um ferro e fez saltar, de-
pois de muito esforo, alguns pregos.
Este navio forte, disse elle : 09
pregos sao compridos como sabres ; alm
disso, esta > enfdrrujados e presos ma-
deira, como grandes dentes de urna boa
queixada.
Acabas ou nao ?
__ Creio que sin, disse Raiden. E' im-
possivel que um senhor como tu encontr
difficuldade em alguma cousa.
Somente estou mal collocado assim
com a cabeca para baixo e obrigado a ti-
rar os pregos obliqaamente ; preciso en-
trar n'agui.
O que? disse Nata ; o mar muio
fundo aqui.
Ha algum cabo por ahi ?
Sim, diase Nata.
Bam ; amarra as duas extremidades
banqueta.
Nata obedeceu e Raiden passou a corda
nos b**os.
Desta maneira fco suspenso n'agua,
disse elle.
E esconegou silenciosamente tora ae
chalupa.
Duraste ais de ama hora trabalhou
na escwidao, sem dizer palavra, e sem
fazer o menor barulho, porque suas maos
trabalhaviim dabaixo d'agoa.
Ouviram-se os passos montonos da
sentinella e reMC das ondas.
. (CoMtimia.1
Typ. de Ditr, ra Duque da 0x>a, 48
r
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Full Text
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