Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18044


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Full Text
'
i
r
Bf.
AXMOLXXI
Domingo Bo de f mili o de 1S95
1DMERO 10
PBePBIBBBE BS
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 8&000
Por seis mezes adiantados. 15$>000
Por um anno adiantado .... 30^000
& SILBOS
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS D PURUCACOESNA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.', residentes em Pars18 roe de
La Grange Ratelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
#
Por seis mezes adiantados. .
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo dia.
Numero avulso de das anteriores.
161500
33I000
1100
|200
Telegrammas
SmC0 PASllLAfi 20 SZABI3
Rio de Janeiro, 15 de Junho, s
6 horas e 40 minutos da tarde (recebido
na estago s 8 horas e 50 minut s da
noitc e entregue as 9 horas e 35 minu-
tos da noite).
A Cmara, votada a ordem do dia,
applpou em terceira discussao os pro-
jectos autorisando a reorpanisacao do
servico da immigracuo c c lonisaco, e
dispondo sobre bens de contisses reli-
giosas q ue continuam em servico do
cuito catholico.
Regeitcu em segunda diveussao o pro-
jecto de concesso de praso ao Banco
Iniciador de mel'ioramcntos paraacons-
trtuicao do primeiro ncleo agrcola.
Approvou em primeira diseu:so o
projecto que declara commiss.ao o cargo
di chotes das repartices de Fazenda : o
que reorganisa o ensino das Faculdadcs
de Direito ; eao que extingue as lega-
fjoes do Mxico, Venezuela, Bolivia,
Snissa, Roma e Austria.
Foi enviada ao Congresso a propos-
ta da receita- e de.-peza para o exereicio
financeiro de 189G.
A receita calculada cm3oo.88-i,oo0j
e a despeza fixada em 296,028.078^639.
A proposta oppoe-sc a creaco do ter-
50 em ouro nes direitos de importaco ;
de 5 cp sobre as prestaces que as com-
pinhias de seguros estrangeiros recebe-
rem no paiz ; de 1 ojo sobre lettras sac-
cadas para o exterior ; e dos impostos so-
bre rendas, inclusive as apolices-c sobre
alcool s
A mesma proposta pede ainda auto-
risacao para emisso at a^.ooo.ooo^ooo
de bilhetes do Thesouro por antecipaco
de receita.
Est lavrado parecer da commissao
respc.-tiv.i, indterrao a petico dos as-
pirantes de marinha indultados.
A tax eambial hoje oscilou entre
DIARIO DE PERNAMBCO
RECIFE, 16 DE JUNHO DE 1893.
INrttUCCAOPOPUiAK
OS HAU7US DA SCIECU
POR
(..isln Tissandier
CAPULLO VI
0 METHODO SCIENTIFICO
^^ *>t
ROGERTO I'.ACONPEDRO RAMIS GIOR-
DAXU BRUNOTHOMAZ CVMPANELLO
BERNARDO DE PALISsY MIGUEL
SERVETPEDRO BELON FRANCISCO
BACON.
(Ctntinuac o)
Pa'ifsv nasceu tm principios do seculo XVI,
pcriii da pequea cidade de Biron entre o Lot e
a Dordogne, n'uma modesta alien. Igooram-
s<> o- n.>m<-nores da eua infancia, mas sabe-se
que ai Me muio novo comecou percorrer os
I vrii.tu-, a Flandres, os PaUes Baixos as Ar-
i -... r 0? m rgens do Rneno... como ira-
ba:ii 1 tmuda, segundo as suas palavra?,
so nearornte agrimensor, relratsta e
vid mas observando pnncipalmenle
a; 11.1 naiurnes, percorrendo as mon-
lanti -la?, visitando as pedreiras e as
if.ii.ac as cavernas.
Continua).

Dr. Fclippc de Fijrueirda
Nascer para que ? Para lu< tar
e soffrer ? Vi ver para que 1 Para
que venha a morte ?. .
Alma Dorida.
Que tenhogranie triste, e que
ni'u corajo teai dor coi tinua.
5. Paulo.
.. pois 6 certo que sentimos
praz.T desafegando com outrem
nufsas magoa?.
Delphim de Brito.
O primoiro trigsimo na serie de
diaa decorridos aps o fi amento doj
nosso mallogrado chefo no dia de
amanh teni o seu implemento, e;
marca para a redaccao reste Diario
assim um primeiro eyelo tambem de
luto que nao esmaece, de saudades
que nao cessam.
Completam-so anianh trinta dias
que a morte anniquilou, impiedosa,
urna existencia til patria por sua
dedicagao de bom patriota querida
familia por sua dovogao amoravcl
ao culto do lar inestimavel seus
companhoiros, que lhe compunham
a l'amilia espiritual, por suas com-
placencias amistosas e deferencias
de cavalheiro, que o era na extenso
da palavra.
Inteira-so amanh, finalmente, o
trigsimo diado passamento, que oc-
cultando no tmulo aquella grande
alma, que se objectivava soba ap-'
pellidacao de Felippc de Figueira
Faria, abri-nos no coragao, a nos
que fomos seus consortes na faina'
jurnalistica, funda saudade, que e
alimenta do nosso sentituento e nelle'
se insina, sefnpre viva, sem treges
sensago dolente que esperta.
A dor n&o esmoreceu.
Temos o peito cheio de saudades, e \
a lembranga mais nol-as aviva ao tra- i
balho incessante da imaginago, que
nos pinta a cada momento o amigo
na convivencia fraternal de todo da,
o mes tro na direetjao critoriosa quo
imprima ao labor, em que todos cora-
mecido chefe, cujo trespassoprante-
mos o prantearemos sempre, como a
patria ha de glorificar-lhe a me-
moria.
E parti para eesa viagem myste-
riosa, em que so anniquila a mate-
ria para acrisolar o espirito ; o ao
vel-o assim partir, sereno como o
justo, sentimos descer-nos ao cora-
gfio aquella noblina escura que devo
onvulvoro enragao dos adolescentes,
quando, ajoelhados junto ao leito do
un pai moribundo, o vem partir
pelo myterioso caminho da Eterni-
dade .
E parti, legando-nos suas honro-
sas trad:goes como exemplo a seguir
nestas paginns, quo tanto abnlhan-,
tou pelo seu talento que nellas scin-
tilla, pela sua probidade que nella?,'
se retrata
A ligo procuraremos nao des-!
aprendel-a, rospeitando-lhe o filho
de suas predilecgOes, como qualiflca-
va o Diario de Pernambuco, que de pai'
filho ha sido a gloria do seu bene-
mrito fundador o dos continuadores
que nelle avivontado tem sempre a
memoria d'aquelle grande cidadao.
Nesto dia, bom amigo, om que aj
familia reverdece as suas maguas e
prantea-to a perda, os teus compa-
nhoiros, que l'oram de labores, des-
folham tua memoria as saudades
que Ihos brotam do coragao reconhe-
cido.
quantia e 50gOOD. Pedio-sa informagao a Se-
cretaria , Jo.- Dias da Silva, pedndo um lote dp Ierra
mediante as condices legaes na lugar Ferve-
| douro do Insiiuto Fre tan -ca. I'ed u-se in-
fornncao cora urgencia, ao Screario da Fa-
'zend i.
! Abaixo a.'ignados moradores ua cidade de
Oiinda. pedinuo roslbelecimento do rhafarU
na ladfiia da R beira. Pedio se inferm cao a
SecrdMJada Fazenla.
Dia 12
O bfMdfcl Jote Antonio de Magalhaes Bas-
toc, pedndo p ,r ci-riidfio llieor dos contracux
da Empr-sa do Gaz, da Errada de Ferro de Ca-
, xang e ;\ Companlna Perro Carril, rom todos
as u.novatOes feas aos mesrnos contractos.
Dirija se ao Dr. Secretario da Fazeuda a quein
cabe allendar.
QVigconde de Campo Alegre, pedndo Illinacao
dos apparelhos dos preaios n 31, a ra da Res-
tauracao e n 22 a ra Domingos Jor Martin*,
visto ler desde o mez de Maio do anno de 1894
demolido os referidos predio por ordem do
Dr. Prcfeito deste municipio.S m.
Da 14
Companha Indostri.il ommercio de Esl'a,
pedinuo ilhminacio de 3 apparelhos do predio
n. 51 ra do Araonm, bcincomo se lhe mande
dar baixa na co lecta para pagmuento da comri-
buico da Corapanhia Rei-ife Drainage.-Sim.
i fim le ser vretoriad*^ depoi iuliumada e das 1/,^, ^ _
d.ligenciss a que pntfMeu nao conseguio saber RECeBEDORU DOjfSTADO DE PERNMA
ain in se fui casu il ou proposiial.
Tambem unte-lio.item mesiQo pelo trem de
('axang, quando saina d'esta cidade para
nquelle, poviado, ao passar na ra Formla, s
0 horas dxnouie, piuco mai3 ou menos, succe-
dera apandar urna das pernas de Luiz arneiro
da Silv>, praga do 3 batal. j de infantera es"
la leal, na occasiao em que este lomava o refe-
rido trem, que se achava em movimento.
A mesma autorilate all comparecendo fez
transportar o olTen lido para o Hospital Pedro
II, aliiR de iir devidameote tratado, e das d.li-
BUCO
Despacho do dia 14 de Junho de 1895
Herdeiros de Samuel do Espirito-Santo, Pau-
lo Coelho de Vasconqellos.Informe a 1.a Se-
cgo.
| Antonio dos Sanios Villaca.-Informe a 1.*
Secgao.
Joaquim Iloccorck A 1.* Seccao para os de*
vidos ns.
O porleiro,
Custodio B. da Silva Guimares.
KSOjr PrCeUeU' Vtrl"C0Ulr8ia0(1"0 DESPACHO DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO DIA. lo DE JUNHO DE
1895.
Sa le e Iralernida le.
O questor.
Jos Fdippe Nei v da Silva Filho.
Secg5o 2- N. 131. Secretaria da Questura
Policial do Estailo de Pernambuco, em 15 de '
Junho de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
nui o digno Secretario da Justiga e Negocios
Interiore!.
Participo-vos que foram hontem recolhidos
Casa de Hetengao s s^gunles individuos :
A' minha ordem, viudos do municipio de
Gloria de UojU, Joaquim Per-ira de Lima,
Manoel Domingos Nunes, Jos Balbino de tal e p| n i.
Alexandre Lipps Medices, Rodolpho Silva,
Thomazia A. Martina de Almeida, Arthur Gon-
calves Porto, Manoel J. aa Rocha, Manoel Mar-
lns da Paixao, Luzia Mara da LonceigSo, Ga-
soina Izldora P. de Souza, Rajmunda M. J. da
Conceigao, Francisco Jos Cavalcante, Annato-
lia Garrett, Antonia Jos dos Anj is, Iidoria
Thereza da Conceigao, Manoel F. da Silva, Bea-
to Ribeiro & C. e Jcao Ignacio de Medeiros.
Deferidos.
Joto da Silva Santos.Indefericlo. O peticio-
nario so peder fazer a obra de accordo com a
rancisro Antonio Fernandes, proprielario da Antonio Fuireira, como ladr :s de cavallo.
casa n. 38 a ra do Araonm, pe-lindo ilumina
gao do apparelho da Corapanhia Recife Drama-e
existente no mesmo predio.Liforme o Dr. Di-
rector Geral da 3.* Directora.
Hirdeiros Bawn^n, replicando do despacho
de 11 de Malo ultimo.Mantengo o despicho
anterior.
O porleiro.
renlas Mafia.
F
99
POR
***.*
XII
O VERGEL OCCIDENTAL
(Conlinuagao)
Horas depoia, quando o principe de
Nagato contemplava do alto da montanha
o sol poente naufragando em purpuras,
a Kisaki approximou-se dells. Esta pa-
rida e dir-se-hia abafar urna dolorosa emo
gao ; (uiz fallar, oas nao te ve animo ;
os olhos hmidos perdiam se ao Ionge, no
horizonte.
Nsgato estremeceu, sentindo que ella
ia lhe dizer slgum, cousa terrlvel, e,
como para a impedir de fallar :
Rainha, o co lembra urna grande
folha cor de rosa...
E' a ultima ptala do dia que ae
desfollia, responden a soberana, do dia
que toniba 110 paasado, mas que ha de fi-
car em nosso espirito como a lembranca
de um dia de festa e de paz, o ultimo tai-
vez.. .
Vo,toa-;e para escobrir as lagrimas que
aaltavam-lhe doa olhos.
O principe sentio ama angustia inaxpli-
Ainda nos punge, sim, a mesma
dor do momento da separago, em
quo a morte roubou-nos o chefo do
;nosso cenculo de trabalho ; e agora,
ao tragar estas linhas, experimenta-
^mos a commogao natural quelles
que aprenderam a venerar o mallo-
grado extincto no seu proceder o nos
exemplos consequentes que loga de
reaes virtudes.
A' ello se ajusta exactamente este
conceito for.r.ulado illustre finado
por um notavel publicista :
Quem quizesse inspirar-so no
respeito pelo cumprimento do dever
abeirav-se d'elle e ganhava forgas.
Assim era.
Em Folippe de Figuoira havia um
corago que ascenda ao que era ele-
vado ; urna intelligencia que nao se
abatia ao que rastejava ; urna alma
que se expanda e s pairava em es-
pagos superiores. j
Foi um predestinado para o bem ;
foi um espirito naturalmento educado
para o amor ; o taes qualidades em
acgo sao a historia da vida do estro-
ca?el no coragao : era como a victima que
v o ctelo sobre a garganta e n5o ou-a
fallar com medo de apressar o sacri-
ficio.
De repente a Kisaki voltou-se pai a
elle:
Principe, preciso que esposes Fat-
koura.
Nngato olhou a rainha com espanto;
vio que os olhos della estavam hmidos
de lagrimas, porm cheios de urna resolu-
gao tranquilla e irrevogavel.
Aba'xou a cabeca lentamente.
Obedecere, murmurou.
E emquanto ella se afastava rpida-
mente, Nagato oceultou o rosto as maos
e deeabafou em solutos.
XIIJ
OS TRES JANTARES DO MIKADO
O sublime filh dos deusea cahe em
profundo tedio ; conserva-se sentado, as
pernas cruzadas, eui ondas de brocado de
earo que descera do tecto.
Urna linha de aposentos estende-se
diante do soberano, que jien.^a na sua
grandeza.
O centesima-nono mikado, Go-Mitzn-
No, joven ainda, muitissimo obeso, guarda
urna immobilidade constante.
Nunca um raio de sol tocou-lhe o rosto
bago ; as pregas de sua roupa c5r de pur-
pura amontoam-se ao redor delle ; a di-
reita estao as insignias da omnipotencia :
o gladio, o espelho, a taboleU de ferro ;
na f onta arge ae a alta lamina de ouro.
O mikado acha a vida montona. To-
dos oa seus actjs sao previamente regula-
dos e devem-ae consammar segundo leis
minuciosas.
PARTE OFFICIAL
Governo do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
5X0 PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DIA 12 DE JUNHO DE
1895.
Jos Iz;doro de A buquerque. atieres do 3."
balalhao de infantana Esiadual.Deferido, n *
term>8 do officio ao Dr. Secretario da Pateada.
Beroardino Jos de Mello, sentenciado, pe-
dindo certidao. -Ao *r. Dr. juiz de direito do
municipio de Palmares, para, mandar jun ar os
ceriides pedidas.
Manoel Alexandrino de sallas, sentenciado,
pedin 10 p.rdao.Ao Sr. Dr. Substituto' dapro
curad t g ral do Estado, para que se digne de
informar.
Manoel Jonquim Becerra, lente do 3." ba-
lalhao de infanlaria E oflicio ao Dr. Secretario da Fazenda.
Rufino Marques da < untia, ju do 1. dis-
Irielo municipal da Villa da t'edra, pedndo
pasamento de vencimentos, do cargo de juiz
da direito interino.O supplicante no lom di-
reito a graiificugao em face das decijs do
Governo do Estado.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DIA 7 DE JUNHO
Maria Leopoldina Pires Ferreira, profesaora
publica. Deferido, por portara de hoje.
Din 14 -
Manoel Antonio Chaves, sentenciado, pedndo
perdao.-Iiideferido.
Manoel da Paixao Ramo3, sentencalo, pe-
dndo eerlidlo.Iodeferid.
Vicente Atnancio de Oliveira, sentenciado,
pedndo perdao.Indeferido.
O porleiro interino,
Hermenegildo de Siqueira.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho dti da 11 de Junh> de 1895
Coronel Joaquim Maximino Fereira Viaona e
outros pedndo os auxilio de qua iratao os de-
cretos, 15 de Ouiubro de 1890 e 31 de Janeiro
de 1891 co.n o augmento indicado ni Le do
1 de Uezembro deste ultimo anno. I'edio-se
informagao a Secretaria de Fazenda.
Abaixo assgnalos moradores no povoado da
Jaqueira pertencente a escola industrial Pref
Caneca, pedindo urna aria de terreno atim de
ed licarem nina capella.Complete o sello.
Ramiro M. Cosa & C, pedindo pagamento da
Quando quer sabir do palacio trazem-
lhe um vehculo puxado a bfalos ; mas
prefere conservar-se no throno, immovel
sempre.
Se quer admirar as flores do pomar,
acoropanhado de um squito numeroso, e
os annaes do reino registrara o acontec-
meato.
Deve passar a maior parte do tempo
meditando, o que lhe succede poseas ve-
zos ; incommoda-lhe a meditagSo ; o ce-
rebro enche-se de ideas confusas e estra-
chas, que o assustam.
Alguna de saus pecsamentos sao crimi-
nosos, outros humorsticos ; estes o di ver-
ter, mas elle nSo ri, porque sabe que o
observara.
Ent&o procura levar o espirito para as
cousas celestes ; isto, porm, o fatiga ;
volta aos son h os ph antas ti eos.
Vem-lhe s vezes urna vontade de se
fgitar, da espernear, de saltar, mas isso
nao se concilia com a immobilidade silen-
ciosa que deve guardar o descendente dos
deusea.
Entretanto, um dia, ou antes, urna noi-
te, elle realisou mysteri-smente o seu
desejo ; ergueu-se do leito quando toda a
gante dorma e fez um salto la a seu
modo.
Ninguem pode nunca saber, ao menos
lhe parece.
Como elle n&o v senao o dorso curva-
do de seus subditos, acredita que de
urna especie superior e que o commum
dos homens anda a quatro ps.
Tratam-lhe s vezes como crianga.
Supprimiram-lhe o arco e a flecha, por-
que um dia, quando muitos delegados do
siogoun se prosternaram ao p do tbrono,
elle disparou urna flecha sobre o mais no-
bre.
Questura Policial
Secj5o--2.N. 129 Secretaria de Questura
Policial do Estado de Pernambuco, em 13 de
Junho de 195.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho. -
Muito digno Secretario da Ju9tica e Negocios
Interiores.
Particlpj-vos que foram hontem recolhi los a
Casa de Djlenjao os segrales individuos:
A' ordem do Subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, Ania di tal, por disturbios. .
A' urdijm do Su leU'gado do 1." districlo da
freguena de S. Jone Marcelina de tal, como
alienada, com destino ao respectivo Hospicio.
. No da. JA do correte, o alteres Joao Francis-
co de Hola da Cavalcante, assamto o exereicio
do cargo de delegado de polica do mu ipio
de Amaragy.
Sade e Fralernidade.
O Queslor,
Juti Ftlfpe Nery da Silva billio.
Bracio 2."-N. 130-Secretaria da Questura
Policial do Esladj de Pernambuco, 14 ae Jaoho
de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Miilo Filho, mu
to digno Se55telr riores.
'articpa-vos que foram recolhidos hontem a
Casa de Detenco os segrales individuos :
A' ordem do subdelegado da freguezia de
Santo Antonio Antonio Francisco dos Santos,
por disturbios e fenmentos.
A' ordem do subdelegado do 1." districlo do
Manoel Fernandes Veoso.-Deferido, limi-
tando-se ao requerido.
Benedicta M. da Conceigao.-Indique as di-
menses da obra.
Julia Aunes de Souza.Certiflque-se.
Pojo da Pan;lla. Alexandrina Maria de Lmi, F'rancisca Mana de Mello.-Como reqner.
como alienaJa.om deslino ao Azylo da Tama- Manoel Cavalcante Coelho. O supplicante
rineira. | pelas allegages f~ itas pagar o que dever cor
Communicou-rae a Irma f uperiora do Ho?- respndeme ao anuo de 1893 daudo-se a baixt
picio de lienados. que hentem s 5 horas da requerida.
tarJe, fallecen naquelle eslabelecimen'o o louco! Jos Dativo dos Passos.Deferido de accordo
sentenciado Floren o Jos It.beiro. com as posturas.
Communicou me o delegara de polica do' Manoel F. Mascarenhas.-Deferido de aeccor-
municipo de Triumpho, que diversos crimmo do com a le.
si.s adiando se horaisudos no 2." districto Secre aria da Prefeitura Municipal do Recife,
daqunlle municipio, o juiz respectivo, requisi- 15 de Junho de 1895.
tou'uina forja, lira de capturar (Los crimino-
sos ; a qual ao chegar no sitio Sania Lala,
daqu<:lle districlo, ao amanhecer do dia 21 de
Maio ultimo, foi recebida p->r tiros partidos de
urna ca.ja all existente.
A alludida forja por sua vez, fazei do fogo,
conseguio cercar a referida casa, prendeodo
qualro individuos, que depois verilicou-se nao
serem criminosos, fuindo .iversos, dentro os
quaes, consta ler se .vidido o de nome Va de-
v.no de tal, que foi ftido.
O porleiro,
Nuno Alves da Fonseca.
TlUSSCBrCOES
Occurrencias do Vinajia
Dj Repblica do Ceara, t-anscreVejios o rs'rf-
po em ,-r^oi a do Sr. J. Brig'do, a retpeilo do
Da lula resultou a morle de Antonio Moreno Amap4i Da Q1i 0 ditiocto esonnior desenvoUe
Magalhaes e um fenoaeno na mulher de nome aate,j0 oa G>V^n? Francea com o Brasil.
Alexandrina Mana da onceijao.
iqu-lla auiori tade lomando conhcimento
do fado, procede as necessanas diligencias.
Sade e fraternidadp.
O Queslor,
Jos Felippe Sen da Silva Filho,
SECRETARIA
Dl-
egumte;
disoosic
DA INDUSTRIA2.*
RECTORIA
Inspectoria Geral de Hygieiie
Expediente do dia 12 de Junho de 1895
Fiaga R idia & C, Joaquim Ferreira de Car-
A'minha ordem e a dnTposijao no Dr. juiz do vliio & C. e Pereira Carvalho & C ^pedindo
5.' districlo municipal, Viculino Crrela de ; para ex:lHJjnar cafe -Sim.
Mallo ou Pedro Luiz da Silva.
A' ordem do Dr. delegado do 1' districlo da
capital, \nlonio AugUto Silva, para arerigua-
jes policiaes.
A' ordem do subdelegado da freguezia de S.
Antonio, Varianna Talhada por embriaguez e
disturbios e Antonio Francisco dos Sautos co-
mo gatuno.
a acioli i'ie digno de toda a auenjao, e a
soa Iri'n-a se impe pela ios cae tras i urna
qiestaa secla'.
MAPA
I
Mi ou Arcapa. noreqoe se t-m declinado
muito oestes oas art a ooiiria co morlicicio,
de que nos falla o ieiegr %., i na b2hii do Mu a cima do czbo do Nor-
te ceica de i. 5 graos de I tjiude.
iio uo-i"> Iiikio ou r.iio do sor. pop frnn-
teira cuta a Franja, o valle do Mapa foi conside-
rado oeotro, at ncat solcjao do pleito nteraa-
doaal, por ajoste celebrado em 1811.
pilo 1)7 "comm-sario do 3. districlo, foram I^0: accordo .ma. celebrado em P.'. em18
considerados em cond.jes hvs? enicas para se- de Jonho de I86. se rrgoloa o joU.u n.o dos
rem habiados o< predios os. 100 da ra da Pon- '" comma.ncs n.que a "g-ao.
predi
ti Velha; 42 ul ra da Conceijj e 155 da ra
da Aurora.
- Dia 14 -
P\n rr rntnmiaaarin .ln 3.0 dtitrtCtO. foraffl
Entrelaoii, segando o art. 8 da convenci de
Utrecnt e 11 de Ab.ll de 1713 e art. 107 da de
Vieana. bem como en virtu e do tratado de Pa
riz de 28 le Agosto de 1813, M^pa territorio
mtiiiptlmi braseiro; por is.o jue n' oa estibe-
a,lo Dr. Commissarjo do 3. dltrtclo.
- CnuDunieoD me o delegado de ca do ^.^a losTs p^dinR1! u'da'rua da'Val-, ;c.do. que a notsa l.oba o.vi.or,!ifOMi oo re
municipio do Bonito, qua no da 3 do corrente, ^D. g d atuaa'flora e 20 da ra do General :0ypoc, o qoal faz fcar a no cabo de Orange. er>
no lugar denomina lo Estrello, daqoclle mu gAra ,re 4' e 5' Kr?os N' ^LSP? acHDa l *i ,0"
cipio individuo de nome Manoel Uezerra as- i pran'CjgCo Antonio Gomes de Maltos, pedindo
saesignou facadas a Jos Francisco Guabi- |icenra para fazer o esgoto da aguas servidas
raba. da ca3a n. 2o da ra da Roda.Deferido.
Aquella autondade lomou conhecimento do Dia 15
fado e contra o criminoso, que evadise, pro-1 Foram considerado era coodij5es hygieni-
cedeu as necessarias diligen-ias, remettendo-as ca^ a 3ere|n r.abj,ados :
ao promotor publico respectivo. pe|0 Ir Comraissario do 2." d striclo, os pre
Communicou-me tambero o Dr. juiz de dl0g ng 3 da ra do Padre Nobrega e 4 da ra
direito do municipio de Alagoa de Uaixo, que 1 dQ3 pescadore3.
no dia 30 lo mez de Maio Ando, diversos indi- pfl|o [)r coramlsario do 3 lislricto, os pre-
cabec-iras, e dab por dlaole a serra de Tuiu-
turcaqoe.
Sem embargo da fi;rc*io de limil0, lao p:si-
tiva. das coovenjfies iooicadas, a Frarja qaes-
liona por oola ln hi diviporia, a psber a da ca-
nal de Ci'apaponp, qoe sepa-a a Imba de Mara-
ca das trras adjactsuies ao cabo do N rte, depcls
o galbo septentrional ao rio Arsgaary, se estiver
desempedid,. ou no caso ooposte, a primeira
corren'* indo para o N; a saber o rio Mmale,
quando passava pela ra do Prea cora destino a da nformacao, deferido; ja forara tomadas as
eita cidade, o trem da estrada de Ierro de 1 a-, pr0TJdenCi s necessarias.
xang, conseguio apanhar una mulher de cor _.aCriiUrja da jngpeclorja Qeral de Hygiene
preta, cujo nome se ignora e atirando-a fra do "^ RStado de Pernambuco em 15 da Junho de
trilho, produzo-lhe urna contusao na tes a, da 189-
qoal resullou a morte insialaneamenle.
O subdelegado respectivo, tomando conheci-
men o do faeto fez remelter o cadver da ofe-
iz para o Cemilerio Publico de Santo Amaro,
Irrita-se, s vezes, mas nunca se re-
Apollinario A. Meira Hearques,
Secretario.

i3"
gritos de furor? Havia de ser muito en-
vota ; sua inaccio, a sociedade perpetua gracado vel-ps levantar a cabeja, estupe-
das mulheres que o servem, amolleceram- factos .
O store correu novamente e os princi-
pes sahiram recuando.
Nenhuma palavra fora pronunciada-.
Depois da audiencia o mikado desee do
tbrouo e tira a roupa solemne, muito pe-
que os homens n&o tm o direito de o
contemplar, e ent&> procura isolar-se ain-
da mais do mundo.
Pouco depois imagina que no ha nada
melhor que urna pessoa corrar livromente
sobre as m ntanhas, trabalhar ao ar livre,
ser, emfim, o ultimo dos homens j entao,
fica desesperado, queixa-se, lamenta-se e
geme.
Dizem-lhe, porm, que a sua tristeza
nao senSo a nostalgia do co, de sua le-
gitima patria.
Nesse momento o mikado est prornpto
a receber os enviados de Fid-Yori Vm
testemunhar a gratidSo deste para com o
soberano supremo, que lhe conferio o ti-
tulo de siogoun.
Corra-se urna cortina diante do throno
e os principes entraa, a fronte baixa, as
mos cabidas.
Apos longa espera, ergue-ae o atore.
Reina profundo silencio na sala ; os
principes conservam-se de cabeca baixa,
mmoveis.
O mikado os considera do alto de seu
throno, observando-lhes a roupa, a dispo-
sij&o dos folhos, os pequeos descuidos de
toilette; a seu ver, as insignias de Satau-
tna, urna cruz dentro de um circulo, pa-
recem urna trapeira feohada por duas ri*
pas de bamb...
Depois, lembrou-se : Que pensaran)
elles, se eu de repente couiecasae a dar
como q .alqoer campooez.
A velbacada cjrrej pnr chamaro ooesu con-
tppriorhobii de /ic -n e Piboo baha de Ma*
wv, oa caoi.1 de Parapai;one, sustentando, qoe
?qul fura o recoDbecimen.o feno pelo navegante
des je nome ; o qu\ sobre ser para njpMbese i
f ue dados historeos nada u beoticos coar-
c-a ia rea e eem alcaoie, em lace da coaveuc&o
de irecbt, qoe rege exclastvameote qoes ao-
lhe a coragem ; entrega-se vontade dos
ministros e teme ser assassinado.
Muita vez, entretanto, apodera-se delle
um orgulho immenso, corre-lhe as veias
um eangue divino, e entende que a trra
oSo dina de ser pisada pelos seus ps, sada, substituindo-a por outra mais leve,
mais fresca ; depois encaminha-se para os
refeitonoa.
Go-Mitzou-No considera a hora de jan-
tar a mais agradavel do da.
O mikado ama a boa carne, tem mesmo
os seus prutos predilectos.
A esse respeito houve outr'ora nma
difficuldade.
O filho des deuses uo poda razoavel-
mente eccupar o seu espirito sublime
com problemas culinarios, nem indicar
as suas preferencias em materia de guiza-
dos ; por outro lado, tambem no podia
submetter-se ao gusto e 4 phantasia de
seus cozinheiros e de seus ministros.
Depois de ter pensado bem no assumpto
o mikado achou, emfim, um meio de con-
ciliar tudo : ordenou que Jhe preparassem
diariamente trinta e tres jantares varia-
dos e que lh'os servissem em trinta e tres
sidas ; nSo tinha maia do que escolher.
Aconteca que, depois de ter jantado
n'uma sala, passava a outra, onde nova-
mente jautava
Logo entrada da primeira sala doze
amas nobrea e de urna grande belleza
vieram recebel-o.
S ellas tm o direito de cuidar delle.
Seas cabellos, em presenya do omnipo-
tente, devem estar soltos, cahindo larga-
mente nos vestidos.
O mikado tomou assento diante do jan-
tar preferido e comecava a comer quando
a Kisaki entro u sem se fazer annunciar.
Trazia, como as outras damas, o ca-
bello solt, muito negro, e quasi a tocar
o chao.
O mikado ergueu os olhos, sorprehen-
dido, e tratou de engolir o bocado que es-
tava mastigando.
N&o te esperava, amada conopanhei-
ra, disse elle.
Vim atinqnciar-te, divinho'senhor,
que brevemente perderemos nma de nos-
sas damas : a bella Ftkwira vai casar.
__ Muito bem !- m%*to bem 1 approvou
o mikado ; e com qum ?
Com o principe de Nagato.
Ah I ah 1 Perfeitamente.
Que princeza omeias para substi-
tuir Fatkoura ?
A que des'gnares.
Obrigada, senlur, ohrigada ; afasto-
me da tua divina presenca rogando me
perdues haver-te interrumpido.
Oh I n&o ha de que; disse Go-Mit-
zou-No.
E continuou a devorar, ligeiro, ataba-
lhoadamente.
XIV
A CAQADA
Horas depois da recepc&o dos embaja-
dores, pelas dez horas da manhi (*), um
joven cavalleiro galopava toda a brida
rumo de Osaka a Kioto.
(*) Hora da serpente.
{Contina.)
Typ. de- Diario, roa Duque de Oaxiafc, 42
1
f


*-


1
I
r
T
j titin
\S A



Icario de Peinambuco Domingo IB de milit de 1$&5
Neste documento te dtt que o limite norte do
Brasil o no Oyspoo que sabe oo cabo de Oran
ge, e se diz qoe elle tioba a deacmraagao Igual-
mente de rio de Viceote Pdbod ; de torte que,
ti a babla de Marac ou ranal de Parapaporii veese tambero euse nome, aah cao adviria ne-
Dbuma 'u'ida, por que a couveogo ci trata
de babia. poim de am rio, qoe liaba esae no
me, e uns o de Oyapoc.
i O artigo 8 da cocvenglo allcdida assim ae ex-
prime :
S. U- (Jsjjpaaissima destele de todoqual
c quer dleito, qoe pede oa colera ler sobre a
propriedade das ierras, chamadas do Cabo do
norte, situadas entro o rie das Am *z mas e o
de Iapoc (Oyapoc) ou de Vicente Pinson.
Os tauceie9 nanea esqueceram p'ejuisos suf-
rid: s ii'uw goerra infeliz, cootiaua uien'al-
meole senbores do que corporal ente perderam
decorram annts, decorram seclos
Nao te regigoarom, poia. bomlIbagOes
Ulrecb', no O da la d.: Liiz 14* quando se
deviara esperar males matares do que Kram a
grandezas e glorias, que se tiobam tuto (Yol-
taire).
Aos 74 ODoe de ldade, o grande re, approxl-
nnva >e do tmulo, como Carlos Mago>-, vendo
cabir aos pedag* s a ana 'obra, e coafessafa a
Veeroi:Oo o'est plua bereux i not-e *e.
Desde muitu a Frccga disoulava a P'iusal o
dominio das teg Oes amasonicaa, a partir o Ma-
ranham, quiga co Cear (Ibispala) onde os
ees flibasteiros tlonam sido os prlaiet'03 a
exercer autondade entre os selvageos. Invoca-
vara o dire.to de p.imo capieote, vieto a o cu-
pagai de Maraobam anterior a toda denomina-
gao de Portugal naquella regtSo ; altelas as
entradas realizadas no Amazonas por seos mis-
sionaMee, anUs da toacao felta a Benlo Uaciel
Fareote em 1637 por Felippe 4 ; ex-vi das depen-
dencias e eommunkago havidas enl'e Mar
nbam e a Guyana, e outros facos, que prodo-
ziam poeae.
Taio se v de ama nota que dirigi Roqne
Montero Paim, em 31 de iulno de 1699 a M.
da Roaili, na neeociacao, aue termiooo pelo
ralada provisional da 4 de Margo de 1706, eo-
re Loiz 14- e Pedro 1- de Porogal, sob.e as
erras entre Guyana o Maranbam.
Como ie# pre, os franceses batidos oo Mar-
tbam, eta?1614 porieronymo de Alboqaerqoe,
nao esqueceram o territorio per Ido.
Se foraos o joir, a esse lempo, nao duvida-
riarxos opinar pela Franja emoora quanto
addu- o Paim em abono dos dlreilo? de Portogai
a regiO'a sm.z micas, maito --ab'-i o utl
jossidells ja (osse de Portugal em 1699. .
A Fraoga poderia allegar a forga maior de
ceas reveces na poltica continental, o qae nao
perroittlo reivendiear, em lempo d'eifo>, de qu
es Felippes a despoja-ara, quaudo eeobores das
duas coreas de H-spaoba e Porlogal.
timado, porm, o pacto de Utrecbr, nao ro-
dla reoovar iostancta e quanlo bouvo de en>ao
por diante, mais liquida toroou a nossa succes
sao a essa parte da espolio do velbo Portugal.
n
A questo mudoo lnteirameote de face, de-
pois do tratado de Utrecbt, que assigoou ptra
Doesas frooteiras com as possessoes francesas,
o rio Oyapoc, ou de Vicente Pinsoo.
A mee plonoaUqoe aceitn a canea, mas
neeou os iffeitos, interpretando a son er a
sentenga que bomoogara as coaciutes de
Paim. Nao se cogiloo man da regtio ao su
do Amazonas desde Maraoo, qoe eatrra as
primetras reclamscOe', mas f da que se extea
de de sua margem^esqoerda para o norte, o qu*
permiltirla a Franga concorrer com nesco no
dominio de?ae rio, e por ventora levar-oos
melbo', visto que, no labyrtotbo das aguas, f-
cil Ibe fra Ir pondo a sua parte o meln.cr qui-
nlo.
B6a a mullos resreitoe, esta communnao seria
a perda do Brasil como oago.
< Nuiqu'm cum pote te socletas .
Na eenteng?, alias tio pooco ausceptivels de
restricgfies, a Fraoga fes quela) do que se de
va chamar Oyapoc, cu antes onde ficava uya
por, ora admtttindo que este e Vicenta Pioe-ra
eram um s e o mesmo rio, o a qae coostilu m
correntes diversas.
La Cood; mine o celebre viajante francs, rol
por veolura qu m soggerio o ar.iil sustentan e
n'oma memoria que leu em 1745 na Acdenua
ue Sclencias, ter tnconttado emupida orna se-
gunda faz do Araguarl, e aecrescentOdo que
essa tos e proiuno cauai que cite coodi
viodo do norte entre o continente e o cabo dt
Norte, is ilbB que cobrem esse cabo, (babia de
Marac) to orio e babia de Vicente Picson. a
menos que o no Pina, d nto fosse o proprio Ama
icnas!
La Condamioe nao ea um beme-u serlo. De
sea prcboade scie minea bavia bens motivo.'
para duldar.
O illustre diplomata .'oaqoltn Caetano da Sil-
va, na sua iojporaotH memoria sobre o atsom-
pto, liil i no list loto H torro do Ro de Janeiro
ere 1851, bem ca^acterisa este viajante Irancez
rep-odozindo de Mrbaud a accugio, qoe lh
fes a du,ueza de Cooiaful, de [Or-se a ler por
traz dHla urna ctrta, qne ecrevia.
FdLa Condarriioe princpalmenta o actor da
palela. que forceceu maenal pira os embargos
de declaragao. com qoe o oarSo da Bessner, go
vernador de Cayenna, em 178!, preteodeu Ino-
tilisar o aresto de Ui e ht.
Este goeroalor mandn explorar, per peeso<
sua e adrnje toda a costa entro os dols cabos
de Orao*e e do Norte, e deu ella o Caiapaporis,
como sendo o ro de Viceote Pinson Am, pois,
fondn elle um fortim, e tanto a este om bospi-
cio de je-u; f.
Mas tetes eslabtleclrentos t doraran at
1793. ratat. e todo destruircm, cen oz'odo cerca de
4?500 ad'iof que os missionaiios traslam al-
tfMados.
Em bem m'o.) temros pa-a a Franga, pe dan
ra^e desforgo, percutido pelas leis portu-
guezis.
. A rev lugao estava no seo maior furor, a mae-
acrar a familia real; e como se peija se morda
a si mesmu' f-seodo centenas de victimas entre
oa sfu3 pro ooonlAtas.
Forg foi sorees ar ao piel o, qoe a forlona
s6 mnl tarle devia favorecer.
Nao ccntan'e, entreUntos de estarem as coo-
sas repjstas no l, em qoe licaram pela con-
vergi de 1793 o goverao por:o-n*s nacdoa
occopar toa; b Guyaooa, nao delxaodo a Franga
om pjlmo de trra, de saa aoliea colonia!
Foi is'o ama sabservieoda do priocipe reg n
t>, posto em teqoestro pe s logUses no Rio te
JOero, emqoanto elles faziau dos seus Estados
ca Ea epa orna provincia sua, e b elxavain a
Portugal um papel ttere Da cocdlcjao euro-
pea contra a Frarc.
Te ido declarado guerra aos franceies pe'o
seo ma&Uestc do 1. de M o de 1808, expedio
ordem so giivernadcr so Para. Jis Na".iso de
>f (a i:S .s e M ceses, para prepara.' oma inv a sao
dos domir.m equmoxiaes da Franga.
Um corpo de Pernamboco embarcou para all ,
e com outras tropas em uumero da 900 botien?,
ao mando do teaente-coronel Manoel Marques de
Souza, e doas embarcagOes de guerra, parti
rcnseguiTio por sorpresa desembarcar ao coc.ii-
oeute.
M .ao 'I Marques apoderon-se de tres portos
pricctpaG?, e ocrtgoo o goveroador da colonia,
Vistor Hagoes, a asstgnar orna capItulagSo.
No da 1S de Jaoeiro de 1839 as tropas brasi
leiras entraram trium^bantea en Cayenoa, e no
da 14 do Janeiro arvoravam a baodelra porio-
goesa.
A. gua-oleSo franceza, de 603 pragas, com te-
das as bonras da guerra sabio da Draga sob con-
digSo de ser transportada para a Fraoga em na-
vios portoeueies.
Vctor Hugue, aotigo representante da Con-
Teogo e goveroador de Gaodelape, am pero-
naeem da revolugao, que Moreau de Joons ac
ba de nobil.tirnas suas nteressactes memorias,
viadas a luz em 1893. Tmba retomado aquella
Iba aos ingleses, o'ara combate homrico, para
acabar lao tristemente !
So em 1818, foi a colonia fra-ceza restituida,
sssomindo o cea governo o conde Carra de S
Cjr em 8 de Novembro, lado em comprl ment
do tratido de Paiz de J8 de Agoste de 1817, ce-
lebrado entre a Frang e Portogal, para exeru-
g4o do *rt. 107 do congresio de Vienns, de 9
de Juqco de 1815.
tu
pelo tratado de Psris a devclngao da colonia
francesa se faria, gaardande-se os limites do
podo de Urecbt. Ai coasas ncavitn, pois, co-
mo ante bellom*, e moito claras, 4>ara nao se
e^mpregar ma;s a trica de ser o rio da Vicente
Pidsod, o qoe (as barra em Marac, com o Borne
de Larapapom.
Para comprebea;&o dea no:so3 leiorea, da-
mos aqni, na sai integra, o art. 107 da enun-
cio de Vieon.
Saa Alteza Real o Principe Regente de Por
tagal e d > Brasil, para marifestar de maoeira
iccontes ave! a sua considerago particular pa-
ra com Sua Magriiade Cbristianlsdma, ce obrl-
gaa restituir Sia dita Magesiade a Guyaooa
franceza al o no Oy idoc>, coja emboscadura
etta situada eolre o 4' e 8- graos de lat lude
sep ent'ional, limite qae Portogal consideroo
semp-p, como o que fora fixado pelo tratado de
Ut-echet .
Aepccba da entrega des'a colonia Sos
age-nade CSristianlBima, sera determinada,
rSelm qae as cirtomsiancias o permlttirem, por
urna roovecgao particular entre as doas cortes ;
e proceder-se-ha atiigavelm>'niel com a ma or
brevliade, a xagao dto, iva dos limites da
Guyaona portuguesa e Iranceza cooforaeo
senado exacto do al. 8 do t.-a alo d- U re-
ebet.
A convencao entre a Franga e Potug1, celt-
b-ada em 28 de Agosto de 18'7, foi nos termos
g-guintes :
Artigo Sua M;geslade F delis.ima aol
mado do de-ejo de dar i xecugo ao art. 107 do
Aclodo Cong esso de Vteana, se obrtga a en
tragar a Soa Magestade Cbrtsiiacisslma. den ro
de tres meses, ca aotes, ei for po s ve a Gaya
oa f-ances. al o rio Oyapock, roja embocada-
ra esit situada entre o 4* e 5 g;a s de htitode
septentrional, e at 322 graos de longitu !e a
leste da liba do Ferro, pelo paralleio de 2 g.
24 t. de latilode s-pten'ri. ni.
Artigo S- Prnceder-S'-ba Immedialsmente
de mbas as ptrifs a oemeagio e exped'ga. d s
commissarios Dar flxarem deQ lnvamenie os
limites das Qoyandas portugaeza e franeza,
conforme o seqtido ex teto do ar igo 8-d)t-'-
ta lo ae U recbet. e as est'pulagO s do Acto d;>
Congresso de Vienoa; os ditos commlssarios
deverlo terminar o sen traolno do praso de
am snnn ao mais tardtr, con ando desde o oa
da aoa leoniocia Goyann.
Se a expiragao desie termo de um amo, os di-
to* commiesarl08 respectivos cao consegorem
coccortar entre si, as doas altas par es conta-
ctantes proeederio amigavelmen'e a outro ar-
aojo sob a meJIagao da Gra-Bretaoba. e sex-
rre cor forme o seotido exacto do art 8 do tra-
tado de Utrecbet concluido sob a garanta des-
ti poteacla. >
bija no lempo de La Coodamtne e de Bess-
ner, n&o te poda qoestiona' sobre a loe: gao do
-io Oyapoc, oa rio de Vicente Pinson. depois
dos convenios supra, txando a latilode des-e
rio, nao bavia qoe insistir mais sobre a linba
le Carspapolis.
Sabia-se, oede Qcava o grao 4' a S- de latitu'
de norte, e pois. restan aoenas deoerciru
intuito s de eem determioar a projecc&o desse
rio, seas ataeotes. etc. Da margem direita do
Oyapoc s margem esqnerda do Arrazcoas se ex-
tene a Guyanna orazileira, compreb<-ndendo a
regiao do Amapt, qoe demora entre um e doia
grfto de latilode norte.
A Franja e poderia allegar em sea favor
u i a rasao, qae nao de di-eUo pu lico iuleroa
cmnal. ai esie direilo exute. onde 60 a torga
predomina.
Uuecbi foi em 1713 qoando os alados, a sol
da da Hcllanda ameagavam a a saa intenri a
oe, nao tendo limites a soberba uesses merca,
dores de pelxe, que linbam as suas rxo o
ourn, que fazia mover toda a Eorepa (T. Buret-
te), Partidas ue otmigoa ja se tiobam fe em Veraaillea. em L'\U, em Re ms e SoieSJO, '
ao marecbal de Villars, em Benain, se d^via
poder morrer na saa Cuma o grande re, que
dera o OorLe ao 8- Celo.
V enna foi em 1835. fe ois de cotra Irropg'o
por Versaitles, da aoropa iole'ra, ji agora ee-
magando a oagao, ao eocalgo do loimltavel ca-
piiio, qoe tinna dest-u do as coroas do su dt-
reito divioo : maior que Cesar, tao grande io.
mo o mon.'o.
Mas nao era fazenio qoes'.&o da ex'en^ao da
lobosolta G ya a. qoe tona de alevaotar se o
grande povo, alias ob'i/ado a totas as ceodencias com teas traaos do ramo .atino, c.
mo i ti- fe da lanilla.
Si mes lo Iratava de dar rxais exrcnso a
su* publica colonial, no io uto de prever a aoa
s>-guranga pelo domioio dos mares, df-vsra ao
menos resig-ar.se tos Bicriticlos, que fazem os
seus concurrentes da reg'o, Icglezes e bullan
dezas qoe, cono cb^rva Leroy B e.ulica e
fnnd-aran colnnia neaaa I:.niod>, prov.-ndo an
tes de todo, por oDras caricslmas e especate, a
cultera e conaequente p>>voameao da ter'*.
A Fracga'em tudo a Ls<-r anda na aoa io'c-
nla, para qaererdar.be 'xteoso duola da li
oba de Carartapohs. Aqoillo continua urna ter.
ra d deso ga', .'in quan o. oa saa vsiobaoga.
gosam.se todos ca lastr s da vida rural.
N s seos melnurea das, Cajonea,, c-aiita! de
Goyanna francesa, canea te ve m s de 5,000 ba.
D: i t s, em qoanto Paramarino, capital da hol.
Lodeza, con'.a mala de 20 000 e Demerari, ca.
plial da I iKleza, mala de 25.000.
A Coyanoa F-aneeza anda boje o que nos
dtzia Ferdioand D niz. em 1839.
Dir nos.bao qoe em melucres coudiges nao
esa a Guyanna bfisileira.
De accurdo : mas, pelo qae no1 toca a qoee.
lio cao procede de mera sosceptibilidade, ai.
o da oecebslJade, em que nos acbamos de ter
r onteiraa m o naturaea e Inequvocas em or-
dem aevi'a- litigios com vi-iones poderosos.
Callando monos Incidentes do notso pleito
com a Fraoga, pomos termo aqal u nos^aspop.
derag6>-B.
"1ECR0LGIO
No regimem decahido foi um dos elementos
de forga do grande partido conservador, em cu
jas fleiras iniciou a sua vida publica, leudo
como divisa a imagem querida da patria.
Ea formado em en enriara.
Por vez 8 foi Depu ado Geral e Provincial no
regimem deualiido.
Sena lor por este Estado.
a tribuna par meo'ar bateu-sa com deno-
do, proflsciencia e vantagem nos quastOes mnis
meiindrozns, s no ompatiiio louvavel de desen-
volver o bem material e moral do Paiz, e espe-
cialmente de Pcruambuco de quum ra geu re-
presentante.
A inquebranlabilidade de seu carcter, a flr-
mesa de suas convieces, a sinceridade de sua
palavrn, o zeram conquistar a estima e ad-
mrag&ode seus collegas e de quem o ouvia.
Era flseal da Estrada d Forro de S. Fran-
cisco, e na A.llema'iha de.-i-inpen:iou importan-
te coinmissao que llie conl ira o Governo da
Uniao, Jeizando em todos elles luminoso exem-
plo de probidaJe.
Dr. Felippe de Kigueiroa Faria, 4sU; a en-
carnago da bon la.le.
Tua desolada* espoza e lhoa chor&o a la
morte, mas ouv tri voz agradecida d; nossos
compatriotas,que repetem leu none, como o de
um lio dedicado da patria, como verdadeiro
jornalisla, e sobre o leu tmulo vertjm s nli
dissiraas lagrimas.
Naespliera uivuivel on le la alma permane-
ce, aro he o pranto da saudade d>j um sobriaho
e amigo que jamis t esquece^.
Victoria 17 de Junlio de 1893.
B. F.
----------- ------
Rccorda^uo eterna
Offerecida ao Illra. Sr. Dr. Miguel le Figuaira
Faria, em commi-raoragao ao trigsimo da
do passamento de seu digno irmoDr. Fe-
lippa de Figueira Faria.
Ha trinta das que o paiz lmanla
A parda de um seu ti lio agsaz querida 1
Ueixando um povo inteiro enternecido
Cuja magua ciuel mais cresco e augmenta !
Semilhanle ao hroe que firme slenla,
Em grande lula seu valor subido ;
Peleja s-m cessar e destemido
Silencio nupOem chusma turbulenta.
Cruel desillusao!... N'esse momento.
Em que mais Ihe sorria a propria vida.
Corta-lhe a mora o derradeiro alent!
Eis, p is, sua sentenga emm enmprida!...
E eu venlio Ihe off-artar sam fingimento
Urna lagrima saudosa a mais sentida !
Villa de S.
de 1895.
Lourcnco da Matta, 17 de Juobo
Antonio Pinto Gomes Pinheiro.
.--------------------a
Dr. Fclippc de Fi^ueiroa Faria
30. da do seu passamento
A morte c como um ladro que assalia, quan
do menos se e psra.
L.M I sabia o Dr. Kelippe que saus das esta-
vam contados e aos seus ps o tina Jo se abria,
para recebel o, quando nao Iha passava pela
menta tao lugubra e fatal ideia.
Tnslissimo e cruel lance 1
A vida vardadeirameota sonho. ou p..nulos
de espera, ee.te mondo urna eslalagem onde
se abrigara os viandantes com deslino Patria
Celestial.
Perdero o deslino venturoso todos os infe
llzes que se reeusnrtm a crr em Deus.
St feliz e dorme era paz.
F. de Assis E. R. Pinto.
CHHONOLOGIA
COLLECCIONADAS POR
r
tfelchisedcch do Albuquerque
Lima
Dr. Felippe de Figueira Faria
30. DA
A ara izad
nem a grati
nao esqniC,
iio olvida.
Ah !... Fazem amanh 30 dia- que a norte,
essa impiedosa e cruel devasta!,ni da tiumia
dade, sem altengo s lagrimas ci esposa i I,
dos lihos amorosos, da raae carin a, dos ir-
mos extremosos, dos sobrinhos henil los e dos
amigos recontaecidos, veio com tolo o rgor cei
far urna das mais preciosas e necesarias exis-
tencias :...
Smi... bem amargurados team sido esses
30 das para quem, como eu, sent no corgao
a justa saudade do bora e resperavel amigo,
d'aqu.'lle que tao cedo e inopinadamente foi
arrebatado do sacro-lar, onde expanda os doces
atr-ctos de sua b;m intencionada e agradabi-
lissima alma !......
0 Dr. Felippe de ngseirda Faria era, por
todos que sabem fazer justiga ao mrito indivi-
dual digno de ser considerado, como o era, q
mod-.lo dos homens. Possuido dos dotes que o
ornameniamm, ell s podra ler sido acoima-
do de equivoco por injustos desafiados, por
aquellas mesaras que anda hoje, sentindo o
seu inesperado desappareciraenlq, s podem di
zer elle era recio, probidoso e mullo sin-
cero...
A dr que dilacera o eoragao de seus amigos
e ser a dr que s encontrar all vio, como
dase um digno e Ilustrado redactor do Diario,
derramando-sc esse sangue d'alma-as lagri-
mas 1
BecifeJunho-1895.
Guilherme Patricio.
Dr. Fel'iui de Ffgueirea Faria
UMA LAGRIMA NO 30. DIA DB SEU FAL-
LECIMENTO
Profunda commogao moral ab.la o organismo
da sociedade brasileira.
E o choque enorme e violento arrancou de
nossa chara patria sentidissimas lagrimas, an-
te o claro que a mao impiedosa da morte abri
ca pnalange brilhantissima do jornalismo.
A' 17 de Maio tranzado par o-se o lago da
vida preciosa de um ingente luctadorDr. Fe-
lippe de Figueira Faria redactor ebefe o co-
propietario do Diario de Pernambuco.
Presta tribuna, n'aste grande livro popular, o
brilho de sua potente cerebragao, secur.d da
por urna erudigo varala, manifeslou-se em
toda a sua plenilude.
Intrpido no combate das discusses, inven-
civel pela logca*de .seus argumentos, nolavel
pela pureza da linguagem, estvlo ameno e de-
licadsimo, levava sempre de vencido os mais
vigorosos e aodazes compet.dores.
JOHaTO
Dia 16
lC-15-Oi conjurad js pernambucanos com
130 homens deixam o Outeiro do Bezerra e
marchara para Camaragibe onde depois de re
ceberem alguna reforgos, organisam o seu pe-
queo exercilo em companhias.
la) 1C As Kuarni(,as da dous navios bol-
lanlez^s que viajavam em Itapissuma e Catua-
ma, ao verem os nossos senbores de um navio
bol indez, abandona-03 e recolhem-se ao forte
Oraoge, emquanto os vencedores percorrem a
illia destruindo ludo que pode.-=e servir de re-
curso ao immigo.
Feito i lo lornaram para o Arraial.
1851 Comega a admustrar a provincia o
Dr. Vctor de Oliveira.
ISO-E' creada a commarca de Salgueiro
de 1.* eQtrancia.
Dia 19
iil-l-I). Gaspar de Souza assig.ia, em
(i.iihi.i, a carta paleute continuando a nomeagao
de Joronymo de Albuquerque, para capitao mor
do Maranhao. (Vid. Eph. de 22 de Junbo).
1671Bulla do papa Clemente X, confir-
mando a creago era Pernambuco Ida coDgrega-
.,o do oratorio pelo padre Jo.'.o Duarte do Sa-
cramento.
18 1 Na cidade de Olicda e i arad a o p/n-
jecio de constituigao por 40 pessoaa. itscordan-
do to los era vista das dissenses intestinas que
lavravam na Provincia, pedssem ao iniperador
dir as providencias necessanas para se poder
obier um faci social verdaderamente consti-
tucional e de geral contentamento*.
aEVISTA DIARIA
SenadoEffec'.aiu-s boatem a 48* sesiao
ordiaana sob a presidencia ao Exm. Sr. Dr.
F.aucmoo Teneira Teixeira de S4.
E-tivra-u prejentes os B*. BarS de Nasa-
reto, Teixeira Ce S, Reguera Costa, Salasar
Hoscoso, Aloloo Meira, Amonio Pernambuco,
Edaardo a'ii.ein e II rculm Binleira.
Fui l:do seodo appovada, sem debate, a ao a
da -e#-to antecedente.
O Sr. l* aec etario proceden a leitara do se-
golnie exped'ente :
Urna petigao das tres associ gOes bip.-ieas do
Recife, reclamando cootra os imposto! jue Ibe
sio IH.gidos oo projec-o de orgameoto para o
exercicio de 1895 a 1896 A 3' comm s ao.
Ou ra dos proprletariu3 dos eogeoboa Pereira
Grande e Freacondim, reqoerendo qoe seja ano-
tada a dlscuesao do projecto do Senado n. 19
dcste auno.A' 2' commlapao.
Ooiendo a paiarra o S Aitoiij Pornambaco,
em pbraaes commovidas, commanicoa i casa o
fallecimeUiO do ex-senador estadoal df sembar
ador HermogCHe.i Scrates Tavares de Vascor
cellos e cooclulo pedinio fosse lav alo na acta
um vol de profuado pesar por lao infausto
acoot-clmeoto e se ieaataise em segoida a
amle.
Este reqaerimento fci approTado por ooanl*
midade le votos.
O Sr. presidente levanten a aessao ifamedia
tafate, di-sigo-oio a seguiat9 ordnm do da
18 do correte : Continnagao da antecedente.
J895-PA.REERN !57
A 5 commisaSo, a quem foi preseote a reno-
lugao oicirda nesie Sanado pelo projecta n. SI
do corrate anuo e approvada em 3* ditcoasao,
de parecer que fique ella assim redlgida :
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO, RESOLVE :
Art. i* Pica o Goveroador do Estado anta I
3ado a crear om gabinete de bacteriologa com
o respetivo laDoratonn, teolo por Ha prioc
plmenle o cultivo da lympba rbica e do adro
aottdiph:erl:o. \
\ L'nico. Para dirigir o gabinete o Govern*'
dor contratara aqu ou na Bu-opa am proiiio
nal habilitado, e nao sendo passlvel o contra-
cto enviara para all em commisai um raid no
de competencia ootorl, qae fga no I is i ut'
Ps ear os estodos preciso-.
Art. 2* O Goveroador fioa autorizado a des-
pender a qoantia neceasaria com a ed ficigo de
om pavb&o, oo logar qie juigar mais conve-
niente, a compra de movis e apparelnos in-
dlspensavei3 a inatallagao do ganlnete e do
laboratorio e a subveogio do medico commts
siooado.
Art. 3* Revogam se aa dlsposIgOes em con
trario.
Sala das eommississ do Senado. 14 de Ju bo
de 1895.A^uet'ra Costa. D-. Conttanco Pon
tual.
Cmara dos Deputados E:f c uoa
ae bo i'.eio a hora regira.eu.ai, a 6* sebsao ordi
oa-ia, sob a presileocia do Exm. Bf. Dr. Jos
Marcelino oa Rosa e Silva, tendo comparecido
os Sre. Gacgalves da Rocha, Araajo Lm, B r
ttioldo Galvo, Perei-a Tajo, Jos Marcelino. Joa
qolm Galmani(a, Le-poldo Los, Godofndo
Moscoso, Pereira da Silva. Affonao de Barros,
Celso de Sonsa, Estacio Coimora e Bianor de
Medeiro*.
Ueixcu de ser lila a acta da sai :n:ece-
lene, por falla de numero para volar.
O Sr. Io secretario proceden a leitara do se
gaiota, qae ndepmdia de v laclo :
Oficio do Dr. secretario d s Negocios da Fa
sea a, comxuolcando acbarem se laminados os
t ;ib lh;s da conrniseao oomeada em Ju to do
anno piss.do para faser a escrlploragao da di-
vida activa ilo Estado, rea'ir aos exere'.cos de
1875 a 892. Ioteirada.
Ou'.'O oo mesmo Dr. secretario, remetiendo
Informada a petig&o de Isaas de Carva bo Luna.
A quem fes a requis gao.
Oo.ro do meomu Dr. secretarlo, remeneado
inloruada a peti^o de Loo-ecgo Gnedes A'co-'uido, u-ge providenciar, no seaildo de
forado. A quem fez a requistgao. [rp.-to--le.iJj u bood, curya de S. Joao,
Ojtro oo 1* secretarlo oo Senado, commuai-
caedo qa. foi alopiada, cono ama emenda, a
resoiugio loiciida oesta Cmara pelo projecra
o. 69 do crrante anno. A' 2* commtssa .
Pengo de Francisco Lacio de Castr", reque
rendo a re irada da petigao docamentada, qua
dirigi a esta Casara. A' i" co oraisso.
Furam lidos, iodo a imprimir, oa seguio'.es
pareceres :
N. 2i9. Da 3* commissSa, couclaiodo qm
deve ser adop ado o snbstitativo a provado oo
floajr. ao projecto n. 15 de iniciativa dea Cmara.
N. 2S0. Di S' commissao, concloiodo pelo
d^fenmenio da petigao do corooel Padro Se-
cuidino Barbosa da Silva. (Prnjecta n. 155)
Ni bora do expedieo:e o Sr. Leopoldo Lras
just'ficon e envin mesa a segrate inilcagao :
1 idico qne a meta tiesta cmara se di'ij
por ffiio so Goveroador ao Estado, no sent jo
de iotervir este peraote o Governo da OoiSo para
o Qm de ser mantldo o aoatimeoio de 75 */ DJ
tarifa da classe 6 da Eat.-ada de Fe.ro Sul de
Pernambuco para os gneros n'ella e3pecitica
dos, enire os qnaes se compebende o transpor-
te de canoas, o qual por icterprelagao do ac ua
director da inesnvi Estrada acba se gravado cot
o onas de 300 % e igualmente pa'a o fim dr
se em liHemnisados os agricultores deate ex-
cesso de aespezai. lodehliamenie mo'ivado por
aqn lia deliberagao arbit-arla do mesmo dire-
cto urna ves que faudaram os ditos agruol-
tores sa<8 safras, sob a garanta daiuelle favor
coocedido & materia prima ds assucar, a oos'
orlncipal fonte < s, 1
de Janbo de 1895.Leopoldo Lina.
Esta lndlr.ac.ao foi, de cooformidade com o
dispoato oo an. 103 do Rejimeato laterno, n
i eitido a 9'"ommisHao.
Nao bavendo quem quize3se se olilisar da pa-
latra, e verifican lo feia a chamada, oo baver
o meo legal, passoo-se ordem do da.
Foi sobmeitido 4 t" discusao. que ficou en
cerrada, e deixou-se de votr a falta de nume-
ro, o projecto o- i 10 de iniciativa oesta Ca
mar. .
Eolrou em 2- diacusso. que ficou eiserrada,
e deixoo de ser votado falta de numero, o
crmelo o. 138.
Submettido a 2* dtaenaafo o proiecto c. u,
oroo o 8'. Goigalves da Rocha, que tnvioa a
mego orna emenda.
Nao bavendo mais quem quisesse se utlisar
aa palsvra, ence'rou ae a diicuasSo do proje-
cto, bem como a da emenda, e deixoo'se de vo-
tar por falla de numero.
Foram eubmeitidos a 3' discosso, qae ficou
igaalmente encerrada, e de .aram de ser vota-
dos, os projectos os. 99. 105 e 114.
Tendo de ser submeuidos a discuaaSo os pa-
recers de commissOes, o Sr. Bianor de Medei-
ros reque eu o adiamemo.
Seodo acolado este reque tmento, ficon adia-
da a discu-fai dos allndidos pareceres.
Nada mais baven-lo a tratar, o Sr. presidente
leoan ou a sesco, designando a segulnte ot
dem do da : 3" discussao do projecto e. 81 e
ce''InoagAo da anterior.
Para publicar-Da secretaria do go ver-
lo remelle-oos .'
Palacio do gove'no do Estala de Peroam-
baco, em 16 de Janbo de '893.
O goveroador do E-tado a qatm foi sobmel-
tido o requerimento do sentenciado Roberto
Jos dos Saotos, pedindo perdi do reato da
peoa de deseeete aaoo3 a seis mese a de pisa)
qae Ibe foi imposta pelo jo y do municipio
de N>sarein, com Incnrso as peoas do al-
go 29i 2. do Coligo Penal, por haver na
roa do Jua daqaella cidade, f.rido coai urna
faca no da ll de Cimbro de 1893, a Joa Bea-
to qae fallece) doos das daois;
Considerando qae o peti.iooario contra coja
conducta e compj'tamento anterior ao delicie
oa ta disem as lestemunbas, foi levado a p-a-
tica do crime depois de iojuriado e aggredi-
do pelo off.-nso', notnem de mos p ecedtntes.
to-bulento, aesordeiro e dado ao v.cio da em-
rKues e que estava lambam armado, o.o
83Qdo toas trmas inferiores as do impetrante,
verificada reuposta do jury ao 5.
dale p-oloagadamen'.e. tendo as aguas Icnid*
do o cligamento e asaobe-bado o passera de al
gama i mis, a ponto de iifli .-altar o transito.
Chavas to abuidanle? e io demaradae
anda nao naviam este anco banbado esta cap-
til.
Consta-nos qoe desde os brsjos at o luto-
ral ros e correifos flearam iraosbordanlo.
Marcha cvicaNo dii 17 do correte,
om Cjmauemor.cQo a promulgaga) da nossa
Constituigao, havera oini graude marcha cvica,
promovida por slgomas 1 fliencias polticas.
O ponto da reaoiao ee- o 1-rgo da Santa
Cruz, d'onde te 5 horas da tarde partir a mar-
cas qae percorrer as segu'ates mas : Arag),
Irape atriz, Nova, Cabog, Imperador, Praga da
Repoto ic.a e Aur ra.
Bio Grande do Norte Agradecemos
aos collegaa oa Rapabli;a* a noticia qae nos
iransm-t irm do neguinle telegramma :
Natal, 15 de Jocho. Redacgo do Diario.
Homero procedeo-se no Esiado a eleigo para
Goveroador e viee Goveroador.
O resoltado ja coobecldoaqui consigna na-a
os c-o li l: t o a do partido republicano, Dr^. Cla-
ves Pilbo e teira e Si 4 318 votos e (.ara
os can t'.dataa opposicionistas. D.-s. Mireirj Braa-
dao e Je& Gervasio 2 9 votos.
Ao pie to presidio inteira ordem e liberdade,
e houve auseacia absoluta do intervengan offi-
cial.
lito confessa mesmo hoje o o'gio da oppo
sigao.
Falta Bioda o resoltado de 27 manisipioi.
Redacgaa da R-cubh'a.
Companhla Ferro Carril-Ai^uus
moradoiea oa ra di Maqueado Be val pe-
dex-nos [a-a fazer-mos a S'gaiute reclama-
gao :
Devido as annJaa es cbnvHs qae tem ea-
ser
qo
aiem de ser de grande u.ilidade paraos mora-
como ti
''"coisiieraado qa o prop-ii Jais da Direlto
que presidia o jalgamento, de.laraeoj saa in-
o'macao qae o jary teria recoohtcido a legi-
tima defeza p-opria d. peticionario se o sen
patrono Uvesse dado maior desenvolvmento a
mate'l, o qua imparta recaoh'ce,- qne o impe-
trante nao criminoso, assim como uSo o
para qoatro dos meabroi do coicelaa de sen-
tenga, segundo cuasia la resposU ao 7.* que-
r4o1vp de accorda com o parecer da D.\
ubstitato' do Procurador Geral da Esado, e
ajando da alt'ibuigao qae coofere o art'go 57,
S li la Conatitaigao do Estado, perloar ao
seotenci do Roberto Jos dos Santos o resto da
pena a que foi conde noado.
O D- Julio de Mello Fllbo. secretario da
Jastica Negocios Interiores e IosIrocgSo Publi-
ca, asim o teoha entendido e faga expedir as
ordena e commuiicagSes necesarias.
Alexandre Jo^ Barbosa Lima. *
Ju'lo de Mello Filho.
Telegrapbo terrealre Temos vista
am iel-gramma expelido de Gameileira ao D-.
Britto Btsioi na sexta- eir ultima, s 8 horas e
i3 minutos da mat.b e recebtdo no esenptono
de.-ta cidade s 8 boras e 53 minntoa do mesmo
da, ao paso qoe s leve lugar a eotreg ao
destioatario oo sabbado por obra das 8 oras
la manha.
lato nao se commeata, pois feas as contas,
o transito do lelegramma, das Cinco Pontas a
roa Doaue de Caxias. gastoa 23 horas I
Aim diaso, nao se pola attribnlr essa morosl-
lide a falta de indicagSo do destino do despa-
cho, urna es qoe o proprio enderego consigna-
va Dr. B itto Bastos, Hotel Republicano e ao
sen portador este nio era de3conbecldo, visto
que por maitai veseatemabi eairegne telegram-
mas.
E sobre talo oceorrla qae o texto do despa-
cho revelav a urgencia da entrega, pois chama-
va-se nm mlico para aoeota qae peiorara,
lato parece carecer de provileacia, pa_a evi-
tar a reprodcelo, de parle de quem fot compe-
tente para dal-a.
Assienabla geral-Rene se hoje em
as embla geral a oiao Typographlca, para
irater deassumptos de Importancia.
Chavas torrenclaea-A. niia, da
Paahvba, di a segoiote noticia em saa ed ggao
de 13^do correte :
Rasgara n-se as cataratas do co e ebuvas
lorreoolaes leea nesses diai desalado neata ca-
pital e, eeguodo nos conat, em maitos outros
pontos do Eslado, desde os brejos at o litto-
Tras ante-bonlem e, sobretodo, ante-bontas
(orlas e medoobja sgoacelros cabirsm neata ci-
jo es ua r-ferid) roa, igualmente o para os
oa-saueiros da E trada de Ferro C-rairsI.
Companhla de Beberibe Recebe-
mos o dgra .ecemoa um x> ra lar do relato la
desta Co.np ch a, apres; nado a a.-samoa ge
ral dos accionistas, em ees o ordinaria de
18ri4, pelo rs.e:iiso director.
VasabundjsPelem-oos para c'isin -
mos a aii>-ogao ao ir. snbJelegado da f e :u
sia de Saato A non o, ali.u de faser co-.-ar o
aous-i dia-iameule, na roa Paono Cain.r.
u. 19, te reo-irem alguna men i.os, qui ec-
ccmodam, nao e a v.aracanga codo tamb m
j iran^pante0.
Uni&o Tj-pographica- Palea -nos a
puuiica^-o do o el .le .
Hje pelas 10 l/z boras da manha, em sua
sede a ra Mirado Das u. 31, i.* andar, re-
ne se ej asaeruoia extraardiuaria a (Jalao Ty-
pograpbica Perniubucaua.
Se os seus associaios comprehenlfm que
cima de todo esta a nossa causa, nio de faltar a seasao de boj qoe pata tratar de
um alio assumpto, todo ae imevs3e s.ciai.
Bata, portlo, feuo o appello.
Iaisnigros da ordeai-0 Sr. lente
Ma suaaelegado da fregoesia do Kecife.oren-
leu, nos dias li, e 15 do corrarrte, os eegum
tes individuo i que foram reralbidos ao palace-
te do Capibaribe :
Siliaao da Silva por ler fartalo do Sr. Luiz
Fraocisco da Oliveira. 27*003 e rouoas.
Joao Liaadea Marques e Lmz da F.-.raga Arau-
jo, por embriaguez
Maucel Sonauo Baodeira par R< ver faado
da barcaga Venus, a qoautia de 19i$00 e om
cuxao r. paisas.
Era Nova -Recabemos o n. 22 desse no-
so culi- l ..
Transferencia de escr.ptorio
Heceoemos te carta :
Srs. redactores do Diario de Pernambuco-
Pedimos o obs quio de pela gazet.lha ae 8eu
ente ioso joral, aarem aviso aos n a-ses ami-
i ie qae aceta data transferimos o nosso
essrlplorio do predio n. 11 do largo do Carpo
ajoto, para a ra do Cjmme'co n. 9, 1, andar
ala de detrs.
Por este obsequio boj coaficsamoa snmma.
me'ite ritos. >
A rythonisa-0 A'elier das Artei Gra-
pbicas nos cll';-e:eu um exemplal desse uwj
de sorten qae acaba de edita-.
Bem feuo e bem e3crip'.o esse livriabo men-
ee acceitagao nos nossos si'es.
G'atoj p la offerement''.
Transferencia-.! feaU de Santo Aati-
nio qne tena la^ar uo dia 13, como de eos
turna foi trans rila no Convento da S. Fraa
cisco para o da 2i da co-rente. por ter oi:or-
rido oaqoelie dia a (esta de Corpus Christi.
X Uniao Recenmoa e agradecemos o n.
25 desae panod'co, orgio da classe iy;og.--
pbica.
Aasociaco Medico IMiariuaceu-
tica -lt-nu-ao toja em .-a A) !". i i da ao laar da co-tama,
Cidade de ltarnbD.-osa lo:alldade
escrevem uos em data ds 8 oo correte :
E-pe-ando com ardaute desojo a saocgSo
do projecto qae iniciou a coi t-uego de cm
linba terrea do Racife otra esta criada, agra-
deoemos cordialm^nte aos i lustres p'opagoado-
res da tao Importante bem commum ; certo de
que jamis II :a no olvido a glo.-losa iraJ gao
qoe aitestra a ingente data por qua boave ae
io:umbir-se do poder 03 actaaes representantes
do convresso.
oo foi tambern sem o menor viso de me-
boramentos de rasgo de patriotismo, qaeo meso
mo coigresso votava a qaantia neceaaaria para
a cioitrucgSo de ama calea neata cidade.
angas a iniciativa, nao s dos representan
t'8 do co .g-essa, mas tambera da in alllgen'.e e
sabia admluistragao do invicto e denodado go-
vernador do Estado, o Exm. Sr. Dr. Bira.sa
u ma, devexos a fineza desies ra-os melbora-
meotos-
Esa pitoresca e bella cidade, que disrSa da
um clima ameno, abatida por um povo de ui lo
Id or le a e amaate do prog-esso, estava resr-
vala a merecer a coadjavagao e Impilso, abra*
do saas partas ao progrelir, em imi quadra em
qne o sen illustre e legitimo ebefe local, o ben-r-
mrito Dr. Loireogo Bezsrra Vleira de Mel,
fosss o ciual representante dos Interesis d.saa
localldade.
No da 2 do correte o -Job Dramtico Fa-
miliar Iiamoeeose levoo a acea o drama inti-
tuladoDiana de R ooaa beneficio da Illustre
artista, D. Amalia Plato.
Ao termina o nltlmo acto, foram proferidos
diversas ducarsos em oonenagem, lj e a
ar.e dramaticr, mas tambem pelo bom desem-
panbo daquella eximia artista, fallando em 1
lugar o tabeliiao Jo&o Barbosa, oa qo. lidada a
vice orador do Cinb.
No da 17 do correte tara logar a abertu-
ra da 2* aesso peridica do ja-y deste muni-
cipio.
O averno tem silo bastantemente rigoroso
na3, ua obstante, a culla.aoval se desenvol-
veos e os agricultores eslo anlmadisslmos.
A polica ten tmalo sena iniciativa pro'
cursnlo prenler e afageotar os amigos do
alneio, embora seja mui'.o resumido o destaca-
mento municipal, nica forga publica estaciona-
da nesta citada.
At OQtra vez. *
Embellesamento da cidade Esta
concluida a pintura dos jardios do Campo da
Repblica e da uraga Masiel Pinbeirc, me'bora.
ment -naudado raalisar pelo D*. Affonso Costa,
diligente p ef-ito deste mnatetoio.
Por S. S. fot mandado completar o trecho de
calsameoto qae faltava roa daAssom.cSi
depois do qne ser! cilgado o caes da Compa-
nhla peroaraboca a.
Por nossa ves. chamamos a atleegao de S. S.
para a ma dos Gaararapes. por oode ae fas tolo
o transito da linba de L'moeiro e que, sendo
lnsupportavel pela poeira oo verlo,, no invern
se transforma em grandi e invencivel lamagal.
Multas sao as mas que ainda carecem de cal -
gameoto, bem sabemos; ponm essas de malo
transito e '.raatito aiaia (oreado ostao a merecer
a prefjemela-
Maestro Polacco-Segue amanha pira
a Barooa, ten lo viodo bontem trazer*nos ama
vela despedidas em nosra escrlpiorio, o sympa-
tblco e ialentoso maestro Giorgio Polacco qoe
s'gaQio nos lisie, estar de volta a eate Esta-
do m Agosto.
Molto gratos a es-a finesa dssejamos-lhe
maltas ventaras na vlagem qae emprebende, c
en qua pretende abragar a sui (anille na I.alia.
Telegrammaa retido* -Acaax-se re-
tidos na repariig&o geral do Telegrapbo Nacio-
nal os seguintes ;
De Barreiros, pan Dr Lio"1.
De Parabyba, para AugUto Das.
Do tasquera Dar* Or. Joc tiotioy.
De Ru, paa S.u.'A-iui e 8illion.
Da Sa'guelro, para Ismaal Victo-.
Linbas sul, no-te e cenfo boas
Ferrovla de Itamb -A:b-je atera
a coucur tsucia para cousirucgo deasa Ierre*
va, qo" partindo deta edadt, segura pelas
de 01 da, I^uar.s e Goyraaa a terminar na
de raros*.
O prazo asgnalo a refe'iia cooen rancia
eoc.erra-sd na dn 23 do corrate.
E' par di?iejar qua te nlo i'eiiore o empre
hea lmenlo deasa obra, cojo in'eresee salta aoa
olios; pa STvraloa una sooa Impo tante
oela prolu Ji-, dever trazr graj.es resol a-
dos ?.q .em d- lia re ioecmbir.
Oonn^ Idi -<'a tr.jjcioru, r."n 31 Ihe po-
der! negar a importancia qoe (riaaaia.
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
astabelecimeiito cargo da : anta Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 14 de Junho, foi o se-
cuinte :
Entrou..... 1
Sahiram..... 13
Falleceram .... 5
Existera..... 779
Foram visitadas as enfermaras pelos saguia-
lM mdicos :
Dr. Barros Sobrinho, enlrou s 8 12 da ma-
nha e saino s 8.
Dr. Berardo, entrou s 12 1| l da manhe sabio
s 12 1,2.
Dr. Arnobio Marques entrou s 11 1 1 da ma-
ulla e sahio 12.
,. Lopes Pessoa, entrou s 10 da manh
o sahio s 11.
Dr. Bastos de Olivaira. entrou s 9 1|2 di
ni ih e samo as 11.
Dr. Jos Avila, entrou s 12 da manh e
Babia s 12 12.
Dr. Octavio Froitas, entrou s 10 1/1 da manlift
e sahiu s 11.
Dr. Allredo Costa, entrou s 8 da manh
e sahio fl 11.
Dr. Jo&o Marques, entrou s 10 1/4 da manha,
e sahio s 11
Dr. Baptista de Carvalho, entrou s!) 1,2 di
manh e saiio s 10 12.
Dr. Nunes Coimbra, entrou 10 s 1/4 da ma-
n i e sahio s 11.
Pharmaeeutico, entrou s 10 da manh e
3ahio 11/4 da larde.
. Ajudante do pharmaceu ico, entrou s
8 1/4 da manh e sahio s 3 1|2 da larde.
2.* Ajudante do pharmaeeutico entrn s
8 1|2 da manh e sahio s 3 1/2 da tarde.
Assistenle, enlrou s 11 da 111 mlia e sabio
-i 11 3/4
Casa de Detencao Movimente dos
oresos da Casa de Detencao do Recife, F diado
d 1 Pernambuco, em 14 de Junho de 1895 :
Existiam....... 47
Entrara n. ...... 6
Sahiram....... 1
Existera .
A saber:
Naclonaeh.
Mulheres .
Estramonios
Muliier. .
432
Total .
Arralados
boas .
Doentes .
Loncos. .
Loucas. .
Total....... 411
Movimenlo da enfermara :
Tiveruii b-iixa:
J0S0 Vieira de Sandros.
Manoel Jos Barbosa.
Tiveram alia :
Harculano Mmles da Oliveira.
J0S0 Lins Cavalcante Pessoa.
Commisso de Melhoramento do
Porto do Recire-Rjcife, 14 de Juobo de
1(95.
Bolet m Meteorolgico
Boras. Term cena- ari'/ietro Tenso do
grado
6 m. 23/4
9 . 23.
12 211
3 t. 21 0
0 . 21,0
vapor
20.12
20,41
20 ri
202:
20.2:
Rumie
dado
94
94
91
91
91
Thermoinetro-
Ennegracidt
(* O)
761.'03
732.-53
7t0,-50
759.-77
760,-12
'e-nperatura mnima 23,25
dosabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 251"30
Nullo Praeado Nullo
Evaporago em i horas ao sol 2 0 a som-
bra 1,-9.
Chuva 38,"'6.
Direcglo do vento : SE e de ESE alternados
meia traite at 2 b. 23 ra. da ;manh SSE com
interrupges de S al 7 h. 30 m. cora interrupgcs
de SW e SSE at 8,'"53 ; SW al meia noite.
Velocidade media do vento 4,-34 por se-
gundo.
Nebulosidade media 0,3.4
Koletim do Porto
Pra-mar ou Dias Horas Altara
baixa-mar
P. M. 11 de Junho 9 h. 20 m. dam 1.-90
B. M. de 3 h. 30 m. da t. 0/90
PassageirosChegad03 do Norte no va-
por nac otial Maranhao
Major Crios C. F. S, Dr. Jos Alves A. Me-
nezes, Anna Alves M. Maoezes e 1 erado, Ber-
nardino Garca, Aureliano Mat'.a, Silvio Matta,
osma Mario, Manoel de Almeida, Turico Vi-
dorra, Nicolele Oclavo, Beltelte Govacni,
Lente Luige, Barn e Cesar, Antonio Gornie,
Baalia Alelia, Catabro Cezario, Guize Carlos,
Raphael Padar, Flix Sinenes, Vicente Albino,
Buida Coter, Estrue Carolioo. Domingos Teijo,
Mo ganda. Catharina e Giovanni Manch, Luiz
Chimin. Aruerico Diopessio, A. It. M. Sleix, De-
sembarga ior Montenegro, Ignez Montenegro,
Marinlio Montenegro, Elvira Montenegro, Anna
Monteneero, Maria, Maria Silvio, Maria Oliveira
Silvio Oliveira, Augusto Olive;a e 1 crlanga,
Carlos Poster, Alien Hammond, Dr. Felippe R.
de Azevedo, Dr. Arthur Moreira, Henn Char-
tai, Jos L, S. Jnior, Tnomaz P. Rodrigues, S.
Slard e sua senhora, Jos T. Nigueira, J. A
de S. Brasil, E. Silva, A. Cbiappe, A, Ribeiro,
Th. Undistsch, Raymundo Cavalcantl e sua se-
nhora, C. Marques e 1 menor, Francisco Anujo,
L. Anna, C. da Silva, Francisco A. da A. Mello,
Carlos M, Rodrigues Ferreira, Joo F. Pimen-
tel, Ande Alves da Costa, Bonifacio P. Rocha,
Junios, Joaquim da Rocha Freir, Joaquim da
Souza |L., Joo Furtado da Costa, Jos de Oli-
veira, Manoel M de Oliveira, Aron Cah Ca-
tharina Araujo, Jos Fernaades Pimenta e
Paulina Maria de Lima.
Chegados da Europa no vapor inglez f Tha-
mes .
A. Stanley Hill, Berlram C. "Wade, Joseph
Krause, Julio Fuorstemberg, Gerson Gradvol,
Andr S. Dias, Hanrique Brormert, Charles
Bakor, Frauk Biga, Lousaina Marlroye, Edrnn
Roso, Anna Costa e 2 filtras, Seraflm Oliveira,
Antonio Dia3 Marteig, Thereza dos Santos, Jos
O. Teix.aira, Filismina Silva Moraes 1 filho.
GALEPINO
^iovid des! INovidades !
Bonnet-Manuai do capitalista, ou contas
feitasdejuro sobre qualquer quantia, 1 vol.
ene.
Teixeira Bastos-Poetas braziieiros,
Raymundo Correia, Alberto de 01 veira, Va-
leotira Magalhes, Fontoura Xavier, Tneopbilo
Dias, Mucio Teixeira, Izidoro Martin3 Jnior,
Svlvio Romero, Felinto de Almeida, Hago
Leal, 1 vol. broc.
ISeu Haiaeroy-Joudval d'nne Rui 'u-
re, 1 vol- broc.
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auia Baptlsta-Pratica do processo
civil, ultima edige, 2 vols, ene.
Pereira e SonsaPrimeiras linbas so-
bre o processo civil, 2 vola. ene.
Gouveia PintoTestamento e succes-
sOs, anotado por T. de Freitas, 1 vol. ene.
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m
S
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vol. ene.
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Jos de Alencar-As rumas de prata,
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lecgo >e bun romance?, 1 vol. broc.
MA
F. Varella -Obras completas,
6DA. de Azevedo Obras computas, 3 vols.
1
leilura
nova edigao,
col-
800
vols.
do matrimonio,
Araripe-Cdigo civil brasileiro, l grosso ncia, mitagao-educagao, imitagao-'sponlanea,
imitagao-reflexo. (Sghele La froule criminelle
pag 33).
Na especie, anda pela grande le da Imita-
cao, que amitos lndivi uo?, nao tonda asssti
do ao drama sangrento do 4 de Margo, na Praia
do Caldeireiro, delle nao tendo urna noticia certa
alidos publicages, afRrmira, como se estives
sera d; veras convencidos, que o denunciado
tomou parte na morts do Dr. Jos Mana.
E, embora a opiniao formada propositalraente,
o denunciado espera mostrar a sua inteira In-
nocencia. Para isso lem da desear a analyse
completa dos auto-, trabalho sempre enfado-
nho ; mas cuja necessidaile o digno e illUatr
do julgador de certo reconhecer.
DENUN AFL.2
gJAgdenuncia a fl. 2, seja dito com a devida
venia, atfastou se dos principios de Justiga, que
deviam dominar o llluatre orgo do Ministerio
Publico, para vincular-se to fomente no que
allegava urna das partes, a qual, por mais res-
psitavel .que forse, procedia sob dolorosa im-
picssSo e antes quera urna hecatombe expiato-
ria, a modi do Dahomey do que a punigSo do
verdadeiro e .nico responsavel pela raorte do
Dr. Jos Mara. Rapsodia truncada do relatorio
afl. 102, a denuncia limitou-se a transcrever
do al lud 4o relatorio, o que, isoladamenle, po-
da prejudicar aos denunciados Migno e Ottoni,
aos quies se pretendeu, a forliori, ortorgar a
autora da norte do predilo Dr.
Infelizmente o effeito da bala de revolver, no
corpo humano, nao est em relagao cora a qua-
lidade da pessoa que o dispara...
Entendanse que o assassino do Dr. Jo3 Ma-
ra sramte poda ser urna pessoa altamente
collocaia, quanJo 6 certo que, na especie, tudo
est demonstrando que a responsabilidade un
ea e 'miada do fado compete ao cabo Ama
zonas, conforme confessou.
No relatorio, o Dr. Sigismundo Gongalvcs,
notando que o nobre orgao da justiga publica
nao houvesse requerida nenhuma diligencia,
asser'a que o inquerlo foi feito antes pelos ad
vogados da familia do Dr. Jos Mara, sen io
attendidos em lulo por fallaren) em nome dos
sagrados diretos da mesma familia, embora
sera terem exhibido ttulos legaes de seus po
deros.
Ora, parece que o inquirto deva ter como
intuito a invesligagSo da verdade, e do modo
porque foi objec vado, nao passou de urna pega
de aecusagao, sera nenhura valor, pois o digno
Juiz, que o presilio, pelos motivos expostos,
annulou se ante os advogados da fam:lia do Dr.
Jos Maria e o Dr. Promotor publico nada re-
quereu tendente a c-rrigir os excessos e dema-
gias do3 advogados presentes.
As teslemunha3, qua depozeram no inquerito,
snspeitissimas, como as classicra o Dr. S;gis-
mundo, presas pelo seu depoimcnto anterior, te-
mando, talvez, que o corrgindo. incorressem
em sanego penal ou fossera vctimas de algu
ma vmganga particular, repetiram na formagao
da cu'pa o que disseram no inquerito.
Curapre notar que, com urna excepgSo somen-
te, o digno org&o da justiga publica escolheu
para testemunhas da formagao da culpa as mais
suspeitas en re as suspeitas.
Um pouco de selecgo e talvez se apurasse a
autora do ferimento, que soffreu Ignacio Fer-
reir de Menezes Drummond...
No lulo.
O procedimento da ju liga publica permittio
urna substituigao de nova especie.
As t9steraunhas fallarara de ura velhinho que,
vendo o Dr. Jos Maria ferido, procurou pres-
lar-lhe alguna soccorro e dirigio-lhe palavras
tocantes. O velbinbo, de que se trata, era-
pregado na Queslura Policial, como dep5e Joa-
quim Alfredo Rodrigues dos Santos; e, entre-
tanto, foi subst tuido pela testemunba Rufino
Mirtins de Miranda, negociante, que mulo
3r o tal velbinho...
A denuncia, depois de transcrever trechos do
relatorio, termina que sao responsaveis pelos
factos lamenlaveis do dia 4 de Margo os denun-
ciados Magno, Ottoni, Carvalho e Amazonas.
Apeiar de dixer fados lamentaveis, concloe
p;la nclusao de todos os denunciados no art
291 do Cod. penal, que trata do homicidio sim-
ples e qualficado.
A denuncia, portante-, nlo com prebenden o
ferimento de Drummond e sim apenas aquella
que deulugar a morte do Dr. Jos Maria.
O art. 291 comprehende duas especies dis
ene. .
Debay Phj3iologu
"eiar -Phvsiologia do amor, i vol. ene.
urs.vn^G-rammatica franceza, nova
edWalde9- diccionarios inglez-portoguez
poriuguez-inglez, 2 vjIs. ciic.
V Jos de Alenear-Til, 4 vols. ene. em 2
birajara.
Ilomances de G. Ohnet.
Romances de Macedo.
Romances de P. do Rock
Comedias, sccnas-comicas e
dramas, grande sortimentopor
preco barato.
Li feral ura, romances,
poesa?, grandes remessas
por lodos os vapores.
Nossa casa nao faz con-
venio em presos de Ivds,
*eade emj'e pelo menos
que po le.
LIVRARIA ESCOLA DO POYO
DE
gvllli PAZ C.
81 RA DO U4FEADOR 81
Compra r vende livros no vos e visados
JURISPRUDENCIA
Jateo Criminal do Rccifc
Defeza do tenente-coronel Raymun-
do Magno da Silva no surnmario
que lhe foi instaurado pela morte
do Dr. Jos Maria de Albuquer-
que Mello.
IUm. Sr. Dr. Juiz de Direito de Olinda, em
commssao no Red fe
Depois de tudo quanto se lem dito e escripto
sobre o lamentavel e luctuoso aontecimeoto da
Praia do Caldeireiro n. 33, do qual resultou a
morte do Dr. Jos Maria de A buquerque Mello,
eabe ao denunciadoTenante Coronel, Raymun-
do Magno da Silvademonstrar que nem direc-
ta era indirectamente concorreu para a predi-
ta morte. Sua incolpabilidade resisti a tu lo
quanto forjaram terriveis e mesquinboa inimigos
para dar-lbe o papel de segunda assassoo do
Dr. Jos Maria.
Procedendo com a maior moderago e cri-
terio, desde o inicio do inquerito ou (melhor
chamado devassa) at hoja; sem ura instante
desfallecer na defeza de seus direitos, nao en-
trar o denunciado na apreciagio de circunstan
cias estranbas aos autos, embora pjdesse assim
provar a enorme respansabilidade de nosso meio
social no facte que todos deplorara.
Tambem nao o aterra a opiniao apparente-
mente e bypocritamente reprovadora dos que
ge considerara aptos para julgar de um caso ju-
rdico, tem estudal-o Intimamente Jsem conhe-
cel o em sem elementos visceraes, agindo pela
publicagSes joroalislcas ou pamphletaras de
ir.teressados, sempre supeitos.
A historia e a observago diuturna juslamen
te valoriiam as opiniOes e conceitos das collec
tividade3 quer expressados oralmente, quer pro-
pagados pela imprensa.
as unidades, que formara urna collectivi Ja
de, encontra-se alm do que original a cada
umi dallas, e que 6 melhor, um patrimonio de
qualidades bardadas ( sempre o peior) que as
tornara similhantes e conferem-lhes um valor
commura, dando-lhes impress5es uniformes.
D'ahi a facilidade com que, suggestionadas
ou por um jornalista ou por um orador imitam-
n'o servilmente, esposando algumas vezea a
opiniao menos justificada. Nao importa que taes
pessoas sejam indlvidaalraente muito capazes,
uuit'j distinctas
Ferri, ja escrevia: A reunlo de pessoas
capases nem sempre ganntia segura da capa-
cidade total definitiva ; da renniao de indivi-
duos de bom senso, se pie obter urna assera-
bla, que nao tenba senso commura, como em
chinaca da reunan de dons gazes se pie ob-
ter um liquido.
Cada homem, diz Bordier, disposto a imi-
tagao.
Basta Jangar uai olhar ao redor de nos para
ver que o mundo social um tecido de semi-
Iha i;as, que sito produzidas pela imiiagao, cm
A Inglaterra eoviou urna esquadra a Djeldah;
apoderou se dos priocipaes moradores e enfor
cou os sumraariamente as vergas do navio che-
fe, sem cogitar si os nfelizes tinham de qual-
quer manera tomado parte no morticinio dos
ingleses.
Parece que era islo o que se desejava fazer no
presente caso.
CORPO DB DELICTOAFL. 73 E AUTOPSIA
A FL. 7
Qoem, mesmo profano na sciencia medica, ler
o corpo de delicio a fl. 73 e a -iulopsa afl 7,
b'ra roroprehende o que afflrma Sighele, obr.
cit., sobre as commisses scenlillcas, artisc is
e induslraes ; chegando : ao envez de Spencer,
a estabelecer o S'guin e principio : aiforcis dos
homens reunidos elidem-se e nao se lommam .
0 resultado das duas diligencias lao me-
diocre, lao lacunoso que, qualqusr dos dis-
tinctos profussionaes, que nellas toraarara par-
te, sosinho, leria falto cousa melhor.
Modelos nio faltava n e dos mais completos
Sem fallar nos magnficos trabalnos de Lacas-
sagno sobre o procosso Gouff e sobre o assas-
sinato de Carnot, bastava a leilura do que ensi
nam Briand, Lg and du Saulle e Vib^rt, em
seus manuaes. livros boje ene mirado) em toda
parte.
Sobre ludo o segundo dos escriplores cita los.
(raz no seu tratado de Medicina leg'l pag. 503
urna autopsia, que bem poderia ter servido de
guia aos peritos da fl. 7, atiento as afiuidades,
que nellas se encontrara com a especie.
O Dr. Jos Maria suecumbio, quando se con-
clua o corpo de delcto.
Os protissionae?, que o viram e examinaram
vivo, embora moribundo, no descreverara,
como se fazia aioda nelle a vida phystologica,
slo como se operavam 03 phenomeoos vitaes,
o que alias era necessario e recomraendara os
escriptores.
Fallecendo o Dr. Jos Mara e nao haven
do mais pretexto algara para os peritos restrin
girem suas iudagagOes, no inluito de verificar a
extnsSo, natureza e sede das ferdas, naia d'is
lo fizeram :
.Na regiao temporal esquerda, assertam os
peritos do corpo de delicio, havia urna feri ia
p 'netrante, de ura centmetro de dimetro, em
forma circular.
Mas do trecho citado, apenas se poda dedu
zr que a fenda lloha a forma circular e o di-
metro de um centmetro !
Como e at onde occorreu a penolragao ? A
bala podia ter fijado alojada,na parede cranea-
na sera penetrar na face interna do crneo, pro-
du'indo apenas commogo, que nem sempre
determina a morte.
A morte do Dr. Jos Maria podia ter sido oc
casiooada, por urna queda, depois de ferido, ou
pela hemorrhagia interna thoraxica, pois a bala
encontrada na alludida regSo, embora nao ti-
vesse cahido na cavidade, pela penelragao na
parada thoraxica, rompeudo os vasos intercos-
taes e o slerno, podia ter occasionado a morte
pela hemorrhagia.
Foi tSo grande o descuido dos professionaes,
do corpo de delicto, que havendo silo extrabi
da do ihorax, no decurso da diligencia e ainda
quando viva o Dr. Jos Maria, urna bala, simi-
Ihante oceurrencia nao foi mencionada no auto I
A autops a, longe de corrigr os graves de-
feltos do corpo de delicto, foi de urna deficien-
cia quasi criminosa, a ponto de ser impossivel
aos professionaes, noraeados a fl- 197. darem
resposta cabal e satisfactoria aos quesi'.oa dos
denunciados Ottoni e Magno. (1)
Os peritos da autopsia, que nao descrevem
cousa alguma referente ao estado da cabega d
Dr. Jos Maria, entre a abobada craneana e o
couro cabelludo, depois de descreverem, de ac-
cordo cora o corpo de delicto, o ferimento da re
giao temporal esquerda, assertam.
(1) QaisOos dos pronunciados Ottoni e Magno
$ resposta dos Drs. Arnobo Marques Martins
Costil, Arthur Cavalcante, Coelho Ln'e e Breie-
rodes.
Qnlsitos
1." O Dr. Jos Maria, depois de receber o fe-
rimento da regiao temporal esquerda descripto
na autopsia, podia andar, devagar ou apressa-
do. com ou sem conhecimento do que fazia ?
2."-Tal ferimento poda produzr a morte
Ab.Tla esta (cavidade craneana)
encontraram derramamento abun-
dante as menngeas e destruigao
da raassa enoepbalica no ponto do
contacto cora a ferida cima; a
abobada craneana achava-se fractu-
rada comrainutivaraente e encer
rava ura projeotil de arma de fogo
de forma irregular, achilado e pe
sando seguramente 0,50 grsra-
mas(!!)
Pela descripgo dos peritos, a bala depois de
ter atravessado a parede craneana, e ferido a
ma3sa encephalica, no ponto de contacto, no
seguio ura Irajecto horisonlal e sim descreveu
urna curva n lo alojar-se na abobada craneana.
Os peritos nao dizem como occorreu o derra-
mamento e a quanlo lempo remoDtava ; n5o de-
terminaran! a posigao da parede interna onde
d'U-se o conlaclo da bala com a raassa ence
phallca, nem o trajelo da mesma bala al a
abobada craneana.
Nao daterminaram o p:nt) era que eslava a
bala, nem se esta acha?a-se incrustada ou de on-
tra qualquer maneira presa a mesma abobada ;
no detirminando outro sim, as lejs, que po-
dan ter sido occasionadas pela psreussao do
projectil. Nao foi pesada a quaniidade de mas-
as encephalica offendida, nem mes-no a olho,
como fez se com a bala, qua nao foi apresonlada
ao Dr. juiz formador da culpa.
O ferimento no penelrou no centro motor
orebral; e, por isso, dilo ferimento, embora
fosse gravissimo, nao poda determina: a marte
mraediata do Dr. Jos Mar a, era mesmo ira-
pedir-lhe os movimentos, cora manos exacta-
mente assertam os peritos da autopsia.
O simples fado de ter sido ferida a massa
encephalica, nao podia dar logar a morte irame-
dala, nem mesmo Impedir o movimento. em
qualquer sentido.
Tardieu, no seu estudo sobre as feridas, as>
sarta que podem haver desordens traumticas
muito exteosas no crneo e no cerebro sem
abolir a palavra e a inlelligencia.
As feridas e as eoniusas do cerebro, a-serta
Legrand du Saulle, nao sao sempre, como se
poderia crer, segundo a importancia do orgo,
raortaes a breve trecho, nem mesmo abs.lula-
mente morlaes.
verdadeiro a nico rcsponsavel, fazer-se urna
perfeila classificagao delictuosa. Nao admira
que os peritos nao dascrevessem os d;raais or-
g&os do Dr: Joe Maria quando nem ao menos
descreverara completamente os que foram affe-
ctados.
Si a ferida da caixa thoraxica affectou a arte-
pia mamaria, no podia oceasionar urna he-
morrhagia e esta a raorle do Dr. Jos Maria?
Parece qne, apezar de ludo quanto ensinam
os raeslre3. os peritos nao preslaram a devida
alli'ncQo a ferida da caixa thoraxica, qua podia
dar lugar a urna serie de phenomenos t5o gra-
ves, como a ferida da regiao temporal.
O que certo e est na opiniao d>s compe-
tentes que os (.-rmenlos encontrados no Dr.
Jos Mana, como os descrave a autopsia, nao
podiam dar luger a morlo, a breve Uecbo, sem
quoocc.rressem no mesrao Dr. condigOes par-
son ilissimas ou predisponentes e justificativas
do prompto desenlace fatal.
A autopsia foi feita, justamente para verifi-
car-fe taes cousas; mas do que disseram es
dignos peritos apenas se oonclue um faci no
susceptivel de contestago-a morte do Dr.
Jos Maria.
Para isso, a despeito de todas as lacunas, bas-
tava, o corpo do delcto.
(Contina)
telas, puniris diversamente e o digno orgaoimmediata?
da Justica nao classiflcou o crme. em referen | 8.*Sem produzir a morte immediata impli-
cia a especie objectivada, dificultando assim a cava a perda immediata do conhecimento ?
defeza dos denunciados.
A responsabilldade, asserta o art. 25 do cod.
p;nal, exclusivamente pessoal. E'um pro-
gresso raconhecido pela sciencia a individe
-agio da responsabilidade.
Mas, para obter a reago punitiva referente a
cada individuo; de misler, em relago a cada
um delles, estabelecer a eulpabilidade.
Foi isto que nao fez a dennocia.
Depois de re'atar os fados de accordo com o
inquerito, isto de accordo com os advogados
que o fizeram, declara todos os denunciados
responsaveis pela morte do Dr. Jos Maria, sem
demonstrar a criminalidade de cada nm delles,
nao s em referencia ao tempo em que toma-
ram parte no acto, como em referencia ao es-
pago ou lugar em que operaram.
Sao co-autores ?
O art. 18 estabelece qualro casos de co-anto-
ria e era praciso determinar-se em qual delles
se achavara incursos os denunciados.
Obraram isoladamente ?
Nste caso a responsabilidade nao podia com-
petir a todos egualmente nem uniformemente
A actividade criminosa reveste as formas da
adivilade licita.
Para que se podesse determinar a existencia
do concurso, era preciso qua se verifleasse a
existencia da vontade commum ou do concert ;
endo que ja Pessina mostrava a quasl impos-
iblidade de tal concert nos que toraam-se
criminosos repentinamente no calor de urna
disputa ou em caso de sangue.
Desde que nao se estabeleceu urna vontade
commum, nSo podia baver concurso, e o crime
deve pezar somonte sobre aquello que o com-
metteu, a menos que nao queira proceder-se
n'e3ta cidade, como procederam os Inglezes em
Djeddah-
Poram all assassinados diversos subditos bri
O mesmo escriptor, diz que os derramamen-
los cerebraes podem existir sem feri la e cau-
sara muitas vezes a morte. Taes derrmamen-
103 resultara do despedagaraenlo ou rotura de
um vaso intracraneano.
(Na autopsia fallase em derramamento ; mas
nao diz-se qual a sua origem, nem qual o vaso,
que, rompeado-se ou despeoagando, deu causa a
elle;.
Vibert cita o caso de um homem hemplegi
co, o qual, recebendo na parle posterior da ca-
bega urna bala, que alravessoo inteiramanle o
lbulo esquerdo do cerebro, segura io o grao-
de eixo, fnleressando 03 corpo3 opto striados,
subi nma escada e andou um kilmetro.
Briand allirraa que urna bala pode atravessar
de lado a lado a massa encephalica, al>jarse
em um dos ventrculos e mesmo na visnhanga
da glndula pineal sem abreviar a vida do fe-
rido.
A gravidade daa feridas cerebraes est na
razio da proxiraldade da base do crneo.
Do que expoz-se resulta que o ferimento da
regiao temporal esquerda, como flcou dito, nao
podia occasionar a morte immediata do Dr.
Jos Maria nem tolher-lhe os movimentos.
Tanto podia ter sido recebdo M sala da fren
'e na casa n. 33. como no quintal da alludida
casa.
Por causa de tumores cereb aes, quotidiana-
mente, 3e fazem trepunagOes, elimiaando-se
parte do cerebro, sem que os pacientes deixera
de mover-se, fallar e at Irabalbar.
Na regiao anterior direita do tborax entre a
< terceira e quarta cartillagem costal (o corpo
de delicto diz entre a quarta e sexta coslella)
outro ferimento da mesma natureza e di-
< mensao, de bordos deprimidos e ennegreci-
dos, interessando a palle, tecido cellular e
quarta cartillagom costal, que se acbava fra-
durada. Aberla a cavidade tbor.xica, nota-
< ram hemorrh gia na parle posterior do ster-
no .
O projectil nao penetrou na cavidale tbora-
xca.
Aqu encerra-se urna inexactidao, pois o pro-
jedl penelrou, sem cahir na caidade thora-
xica, sendo exlrahido pelos mdicos do corpo
de delicto.
Os peritos nao descreverara quaes os vasos
intercostal interessados e elles devem ter
nome.
Nao veriflcou-se a constituigao do Dr. Jos
Maria, pois tal fosse ella lal fosse o seu estado
anmico, que a morte podia occorrer ou pela he-
morrhagia thoraxica ou pala bemarrahagia occa-
sionada simultneamente pelos diversos feri-
mentos, produzmdo esgotamenlo vital.
Os peritos nao examinaram as visceras pric-
cipaes do Dr. Jos Mariacoragao, estomago,
iins, medulla, nada mereceu urna palavra del-
les l (2)
Entretanto : era pala aprechgao de todos os
orgaos do Dr. Jos Maria, que se podia deter-
minar se a mora resultou immedlataraente
dos ferlmenlos ou de qualquer d'elles isola-
damente, ou de todos coojunctamente, att nlo
condiges personalissimas do mesmo Dr. Sao
especies criminosas dis indamente classifica-
das e que devem ser apreciadas separadamen-
te;
A lcsao somenle se reputa jurdicamente
mortal quando causa da mora por sua natu-
reza e sie ou por ter sido praticada sobre
pessi cuja constituigao ou estado mrbido an-
terior concorram para tornal-a irremediavel-
mente mortal (art. 295 do cod. penal.!
Quando a morte resulta das condiges perso-
nalissimas do offendido, o caso desee para o
art. 295 I
Apezar da autopsia, na espee.ie, nao se pode
hy
Algamas qiiestffes sobre a
potlicca
Appella^o commercial n. 117 4
Embargantes Ernesto & Leopoldo.
Embargadas D. Senhorinha Maria Fer-
reira e outra.
(Continuafdo do n. 133)
Ainia com o Sr. Dr. Benjamim Ban-
deira.
Nj Diario de 11 do corrente e sob a
epigraphe Aos tfuus companJietros de
foro e ao publico em geral3ppareceu o
Sr. Dr. Banjamim Bandeira, dizetdo que
aguardava que eu concluisse a analyae
que e tava fazendo de sua modesta publi-
cagao inserta no Diario de 28 do prxi-
mo passado mez de Maio, para ento res-
ponder-me, dandi as suas raz3as de c n-
viegao ; mas qua ficra sur preso Com a
leitura do meu ultimo artigo em resposta
ao seu e que u linjuagem de que n sse
artigo me servi a seu respaito tirava-me o
direito de discutir com elle, pelo qu re-
solver nada mais dizer sobre a que t& 1
porjmim trazida imprensa.
O Sr. Dr. Bnjamim Bandeira, no ar-
tigo de que agora me oceupo, allegou sir
um homeai acostumado a respeitar a to-
dos e p ser respeitado e que cootrahio o
habito de linguagem decente e commed -
da, tanto na vid particular, como na
vida publica ; pelo que sente-se seriamen-
te inoommodado, toda a vez que ulgue-n
se dirige sua pjssoa sem ser de modo
delicado e de accordo com o meio em que
elle tem vivido.
Tudo isso, naturalmente, teve por fim
fsz^r acreditar que eu, ao contrario do
Sr. Dr. Banjamim Bandeira, sou um ho-
mem grosseiro, nao acottumado a re-pai-
tar os outros e sem hbitos de linguagem j
decente e commedida, que o desrespeitou,
a despeito da sua quasi velhice; e tanto
assim que o mesmo Sr. Dr. Benjamim
Bandeira, depois de transcrever algumaa
palavras do meu ultimo arng, accres-
centou : -c Nao ; decididamente me
impossivel discutir com quem usa de
semelhante linguagem.
Com certeza pensar o publico diaute
de tamanha abespinhacao que de facto
offandi e at insultei ao Sr. Dr. Benja-
mim Bandeira a > ponto de forcal-o, para
nao discutir comigo, a abandonar a defe-
za de suas convieces em urna mportan-
tipsima questo de direito.
As expressoes, de que usei para com o
Sr. Dr Benjamim Bandeira e que foram
por elle transcriptas, sem durida, como
as mais ofensivas de quantas empreguai
a seu respeito, foram as aeguintes :
i Sou, portante, ainda urna vez obri-
gado a metter pelos olbos, a chegar
aos ouvidoa, a mtroduzir pelas ventas,
< a emparrar pela bocea e a esfregar pe-
* las mao do Dr. Benjamim Bandeira as
disposisSes de lei cima apontadas,
4"Podia o Dr. Jos Mtria, sem mesmo ter
conhecimento exacto do que fazia, andar ou cor-
rer por um movimento puramente phvsologico
e autbomalico ?
5.#Podia ainda neste estado procurar tro
par-se no muro da casa, agarrando-se para isso
no raamoeiro?
6.'Podia, tendo recebdo o predido feri-
mento na sala da casa ou no corredor, ir al o
lugar em qua foi encentrado no quintal ?
Dr. Ferrer.Elpidio de F'igueiredo.
Resposta
Os peritos respondem :
Ao 1.*Sim, se a fractura cotnminutiva da
abobada craneana e o corpo estranho encontra-
do no exame de autopsia nao inleressaram os
centros motores dos membros inferiores.
Ao 2.'Sim, porque os traumatismos cranea-
nos, mesmo suppostos insignificantes, podem
produzir a morte immediata.
Ao 3.-Nao, porquanto a sciencia registra io
nmeros fac os de traumatismos craneanos sem
perda mraediata do conhecimento.
Ao 4."-Respondem que se houva perda ab-
soluta do conhecimento, smenlo pelos movi-
mentos automticos o paciente nao podia andar
a grande distancia, nem correr.
Ao 5."Se a expresso neste estado se refere
a perda de conhecimento, respondem negati
vamente.
Ao6.Sim, si a fractura comminutiva da
abobada craneana e o corpo es'ranho encentra- mesmo saber de um modo absoluto qual a sede
e natureza dos ferraentos receidos pelo Dr.
Jos Maria e ainda menos nada sabe-se quanto
todu as suas formas: imitagao-moda, imitago- taQCoa por MaiU|manos fanticos, voltando de
os ume, imitagao-sympatbia, imitagSo obedi-jueca-
do no exame de autopsia no comprimram os
centros motores dos membros inferiores.
Em deligencia, na sala onde funecionava o
Superior Tribunal de Justiga, 10 de Maio de
1895.-Dr. Euzebio Marras Costa.Dr. Au-
gusto Coelbo Leite.Dr. Alfredo Arnobo Mar-
ques. Dr. Arthur Cavalcante d'Albuquerjue.
Dr. Flavio Brederodes Pessoa de Mello.
a constituigao d'este e ao estado de seu> or
gaos* de modo a poder-se, ainda era relagSo ao
f etc.
Em que aue essas expressoes, anda
mesmo assim "isoladas de todas as mais
do meu artigo, podem ser conaideradaa
urna offensa, urna injuria ou um insulto
ao Sr. Dr. Benjamn Bandeira ?
Nao ha quem sej i capaz de dizel-o.
Pois bem, semelhante hypotheae de of-
fensa, de injuria ou de insulto, anda
mais' gratuita e improcedente se torna
em face do conjuncto de todo meu ar-
Affirmando ter demonstrado as al/e-
gacoes, com qne sustentei os embargos
de meus constituintes Ernesto & Leopoldo,
qne no dominio da no sa moderna legisla
gao os credores privilegiados na prefe-
rem aos credores hypothecarios, a nSo ser
nos dous nicos caaos por mim entao io
dicados, escrevi em teguida estas pala-
NSo mister grande esforgo para fa-
* zer a prova d'isto.
Quasi que nao se trata de urna ver-
c dada e coguoscivel pelo intellecto.
A cousa cai debaixo de todos os fin-
a co sentidos corporaes e dtbaixo de mais
* sentidos cahiria, si mais lentidos hou-
vera.
c Quem tem ervos, quem tem sensi-
bilidade, senao lh'os tiverem enerva-
c do, paralys do ou destruido, por al-
crum proceso para isso apropriado, v.
onve, cheira, gosta e apalpa esta ver-
dade, que resalta materialmente do art
5 15 1- e 2- da lei n. 1237 de 24 de
Setembro de 1864, dos art* 242 e 244
do Beg. n. 3453 de 26 de Abril de
1865, doart.5 1l-e2 doDec n.
169 A de 19 da Janeiro de 1590, dos
arts. 220 e 221 do decreto n. 370 de 2
de Maio de 18JO e do proprio art. 70
n. III do Dec. n 917 de 24 de Ou-
tubro de 1890. Effectivamente ella
brilha no texto desees artigo como as
mais vivas cores as ptalas das flores
c torpicaas ; rumoreja na sua lettra e no
t seu espirito como a brisa bulicoaa do
c ocano, que banha as plagas brazile.-
(2) Porque nem ao menos conservaram a parle
do crneo affeclada e o Berno como pegas de
', conviegao f
, ras, por en're a folhagemda luxunan-
te veiretacao das nos>as eostas; trescala
do seu entrecho como o mais activos
e inebriantes aroma do se das aoasas
c mattas virgens; tem para o palaar
juridicame te educado o sabor exqui-
t sito a delicad> dos nossos mais delicio-
sos fructos e toma ao tacto do jurista a
c provocadora rijeza de uns seios de vir-
gem, esses inconhos jambos de um ce-
leste pe mar de que falla Tobas Bar-
ce retto, em um momenSo de inspirac".
Depois d'isto que vem as palavras
tran:sriptas pelo Dr Bsnj^ffcm Baadei-
ra e por mim cima reproduzidas.
Ora, combinadas entre si urna e outra
passagem du meu artigo, nSo se com re-
hende que o Sr. Dr. Benjamim Bandeira
tenha de veras encontrado na que foi por
elle transcripta urna offensa tal, urna in-
juria t>atrz, um insulto to ins lito
a sua pessoa, que o tivessem forcado a
nao discut comigo e a abandonar a de-
feza de suas conviccoas em urna questao
de direito, em que seus crditos de advo-
gado achavam-se de todo empenhados.
Poderia ter havido da minha parte urna
hyperewrgia de phrase, um arrojado tro-
pot urna vigorosa Sgura de rhetorica, com
que procurei realgar a forga do meu pen-
sartento ; urna offensa, porm, urna in-
juria, um insulto, nao, a menos que se
queira suppor o Sr. Dr. Benjamn Ban-
deira as condiges d'aquelle tabaro.que,
ao ouvir outro empregar a seu respeito o
ter.no- individuot julgou-se profunda-
mente offendido e, considerandosse na si-
tu jo da legitima defeza, atiron-se so-
breo seu interlocutor de um modo beuja-
minico. chamando-o de pedafo de mal-
creado, de grandississimo atrevido, e ter-
minando por diz-r que individuo era elle
e nao um cidadao honrado como O'que
elle acaba va de insnltar.
Tem grafa o Sr. Dr. Benjamn Ban-
deira, que, na verdade, faz o seu papel
eom bastante naturalidade !
O Sr. Dr. Benjamim Bandeiea acha-se,
cu rao se costuma dizor, entupido e com-
prehendeu que as suas conviegoes nSo ti-
nham dsfesa possivel; pelo que sahir a
campo para sustental-as era provocar urna
nova derrota e vir eutregar-se losquia,
quando ello andava cata de la.
O que tazer em semelhante emergencia?
Fingir-8e offendido, injuriado, insultado,
e sob tal pretexto metter-se as encolhas
cjm as suas decantadas razoes de convic-
fo.
D'ahi essa fuga, decorosa talvez s
taes razSes de conviegao do Sr. Lr. Ban-
jamin Bandeira, mas prejudic al aos seus
crditos de advogado
E' o ca oda dzer-se, paraphraseando
o exemplo da artesinlia do Dr. Antonio
Perelra : Illa fuga, deeora Baudeirce
argumentis, existimationi sua advocati ca-
lamitosa feit
Qur o publico uooa prova da que tudo
quant dissse o Sr. Dr. Benjamn Ban-
deira nao poss de uo pret xto para fugir
disctis-o e nada ma s ?
Eil-a :
O Sr. Dr. Benjamn Bandeira, fa-
zendo alarde de delicadeza; dizendo-se
*costumado desde a mais tenra idade a
respeitar a todos ; afirmando ter contra-
hido o habito de lingusgem decante e
commerlida, tanto em sua vida particular,
como em sua vi~a publica; inculcando
que se sent seriamente incomniodado,
toda a vez que -al^uem se dirige a sua
roe soa sem ser de um modo delicado e
de accordo com o meio em que tem vivi-
do; nao achando phrases para traduzir a
impressSo que sentio ao lr as pouco de-
licadas expreesOea que diz ter empregado
a seu respeito a que transcreve ; decla-
rando ser-lha decididamente impossivel
discutir com quem usa de lingnagem da
ordem da por mim empregada no trecho,
acaba por mimosear-me com a allusao dis-
paratada e simplesmente insultuosa, em
que procura qualificar-me de CAO HY-
NROPHOBO.
AquioSr. Dr. Benjamn Bandeira des'
cobrio-se.
Bem v o publico que nem eu son o
homem grosseiro e aggressivo, que o Sr.
Benjamn Bandeira apregoa ; nem o Sr.
Dr. Benjamn Bandeira o homem deli-
cado, acoatu.Ladoa respeitar a todos, que
contrhio desde os mais verdes ancos o
habito de linguagem decente e commedi-
d, nem essa sensitiva que cerra espamc-
dicamonte os folilo, quandj alguem se
lhe dirige sem ser de nm modo delicado
e 'de accordo com o meio em que elle tem
vivido.
O queeu disae do Sr. Dr. Benjamn
Bandeira nao tem comparacSo com a pnrar
se insultuosa, que elle me atira em soa
allusao de cao hydroplbico que procura
accommettel-o.
Ao depois, o mesmo Sr. Dr. Benja-
mn Bandeiraqueixou.se de] que eu, em-
pregando as palavras por elle transcri-
ptas, me dirig a sua pessoa sem se de
um modo delicado e de accordo com o meio
em que elle tem vivido.
Pargunto agora:o .Sr. Dr. Beniamin
Bandeira, qualificando-me de cao hydro-
phobo, porque em urna dacussao jurdica
commetti o crimede levar-lhe yantagem,
se me dirigi de um modo delicaddjJBde
accordo oom o meio em que tem viv) *
r-Si assim nSo lhe invejo nem a deli-
cadeza, nem o meio em que tem vivido.
E si nao retalio, pagaudo-lhe o capital e
os juros do desaforo que me atirou,
porque nao quero parecer-me com quem,
nao tendo pulso para empunhar as armas
nobres de urna discussao jurdica, apa-
nha para atirar-me em cima a lama dos
improperios, que suja-lhe as mos ou a
penn, mas nem siquer me attinge.
Recfe, 13 de Junho de 1893.
Dr. os Vicente Meira de Vasconcelos.
P. S.
' S hontem fui intimado do Accordao
proferido sobre os embargos de Ernesto
& Leopoldo. .
J pedi ao respectivo esenvo a certi-
dao desse Accordao para opportunamente
ntreeal-o publicidade e discutil-o, as-
sim como tan bem requer vista do autos
para embargar o mesmo Accordao, visto
ter elle abandonado tjdos os fundamentos
do anterior Accordao econter decis2o
intairamente nova, ambo a nao menos in-
jurdica e Hegal e, por tanto, improce-
dente e atentatoria do bom direito do
meus constituintes, do que a precedente.
Data-npra.
Dr. V. Meira de Vmconcellos
( Contina ).
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N^r--

Diario de Pernamboco Domingo IO le Iiiiiho de 1*115
1
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CHRCMGABBIC1ARU
oeflor Trfhnnal de tfnatlea
jSsSaO ORDINARIA KM 14 DEJUNHj
B 1695
FBK8IDSNCTA DO 8R. DB. FBAHOI8CO LDIZ
Secretario Dr. Virgi/io CotVw
A'a horatfjkeostume, preacmes 03 Sr., jones
tm numeroTlgal e o anta.ilota Dr. protoralor
geral do Estado, foi aberla a Beasao, depois
de lida e app'ovada acta da antecedente.
PA88AGBNS
D> jois GiUao ao jan Co ti Ribeiro :
Appeilc6es civeis :
Do ReclfeAppellante a Compaabn de E da de Ferro do Recite ao Lmoelro, appeilaua o
Dr. JaSo Aotonio do Reg 8-ros.
Da B>m Cooelba- Appellante Coima Mari
Mantelro, appellado los Gome de LeorasMi-
ciel. ,
Appellacao commercial: ....-,,
DoRec.t-AppellaotePaiede da Sil 0M-
mao. appellado o teoente-coroatl Mmoel Car
eiro Leao.
S:PBeirttnCs-ApPe..aote Aoton.o Rodrigues
XirCalW^SaiaJ^oCaMoa;
a9PG!otderT..-Appel..ote.Pelro Fran-
cisco do NiacUeoto e ou o, appellada ajuar
C8ePP!,:,be-VAep,p".nte< J. Games Pe-lr.
sai malber, appellado Beunqae Los de Q iei
D*j Jil loto Carlos ao jai Gilvao :
^iVp'Xe ioe Garda de A.ojo
;PDe8"o;.-A1Se.l.ote o promotor oublico
appellado Ma-oei G. da Silva.
Appellacoea civeia: .__.ii, ._
BeGoyanoa-Appellante o juno, appellalo
Jlamjl Amelio Tavare de Gaovea.
Do Reclfe -;..ppellaoes t-edro de Atbav te
Lobo Maacoao e ootro. appellada a Caoap,a n*
Refinadora e Aucare:ra.
DISTB1BOISOB8
Ao jnU GjIv-o :
S"CTecirT-.R,correote o alzo, recorra
Joa) Cavahanle de Alboquerqie.
Ao jais Cirio Yaz :
Recur*o crime: ... .
De Paml aa-Re:orreaie o ]ui*o,|recorrido
noel Mar juts da Silva.
Al jan Joto Ca los :
Recorao crime : .,
D PanMIaa-Recorrenteo jotzo, recor Ido
nor.o Jos de Barro.
Appellacao civel: _
Do Rrcfd-Appellante a Companbia b
Weele" ofB-aaii B-i.wi. Licite", appellado
Joaqo ra Cavalcante de Aiooqaerqce.
Ao jois Carlos Vaz :
Sa'ot C a;r de Gistoa, ppell-da a Barona
VSpm'de passadoa e diatriboidoa os l-lice
Sr. presidente reconOCiodo n*a baver oomerc
para )U gamen'o, l^vant a a sees).
>Ma-
)H>
eai
.LBC4(0KS k PEDIDO
Passeiata c'.vica
Convidamos ao bens per-
nambncano para comparece-
rem as -1 1| da tardo, do da
i do corrate, no pateo da
Santa Cruz, auna de, eneorpo-
rados em grande passeiata c-
vica, solemnisarmos o anni-
nowE8r.in
do Feruaui
Bolea uotnuiepclal
buco
fCTACOBS 0PTICUB9 DH JONTA DOS CORITOR*S
iraca do Recife, 15 de iunhe de 1895.
Obrlgacesda -omp-rarii. P.a.ao Tedios de
Pemamboo jaro de 7 O.o ao auno do valor d
I00 a 20.*K>0. .
ObrigaiO- da C mpaobia Tecidos Paohs.a ju-
iosde8 0io o p-ego de par.
Na B.ls. ecde-m-=e.
250 O-rigace da Companbia iacao e Teci-
dos de Pernaubuco-
SO Oarigacoes da Ciipaobia Tecidos P.olis-
"cambio sobre Londres a 90 J| 9 i [i d por
jJOOO do Basco.
-^ O presidente
Antoalo Marques de Amorix.
O secretario
Miooael G. do Silva Pi.to.
MSM
2J6>0
i #li.
Cambio
Os Banco abriram com a laxa d- 9 i|i obre
Liodrea a 90 Jlas realisaodo-se nogocios peque
nDe Urde recotavam eaccar cima de 9 3|I6
lechando o mercado menos firme.
Em papel parli:oUr bouve traasaccOas a 9
5.16.
Cotaces de genero
Pan o agruuUor
Aisucar
Branco, idta, idean. WM a
Soxeeos.llem.mm MJJJ
Ma!cavado; dem, i-em. ">w a
Broto melado dem, dem -gg
Betame, idem dem i*3tw a
% I godao
^Sj cocstoo negocio.
aleool
^ar pipa de 180 litro 118* venda.
Aftftardento
Por pipa de ABO litros 130# venda.
toaros
IccxM algados na base de .1 kilo 903 rls
N-dJ.
Verdes 700 ris, nominal
Carnauba
Cola-Be de 23# a 35*800 por 15 WlOi.
ei
Por 100*000 oomloal.
TABELLA DA8 "ENTRADAS D3 AS-
8U0ABE ALOODaO
Mez de Janbo
Barca.as
Vapores
Aoimaes ;
Estrada de Ferro CenUa!.
idem de S. Pranclsco.
dem do Llmoeiro.
Somma.
importaeio

PortOJ da Eorop', por log'.ez Tiamea
tntrado em 12 do correte e coatigaao a Amo-
rlin Irm&03 & C.
Amista. 6) volame*a diverso.
Clap03 1 calxao a D.ai & C.
Gna30 cali* Companhiade E" va, 20
jniquiJi Ferreira de Carv.lbo & r. i* l orden,
S gradea Ferreira Riliigoes & C 3 a o dem.
Ca',ado3 caixas a C Campos & C.
latico 1 ^l F. flaae & C
G ne'ra SS Cn orden
eite c. deat do 0 calt t ordeta,
versarlo da pronnlgacSo da
CouNtitiaicto do Elstado.
uecife.ta de Junho de 1805.
Amaro Tavarea.
Alejandre dos Santos Selva.
Jas Vicente F. da Silva.
Theodomlre C. Pessa.
Jolo L. T. Braga.
Haooel Tkonaaz de Sauza.
Antonio Pereira Lagos.
Flix Cabril.
Jos Antonio Pereira da Silva.
Jos Joaquina do .Viscimeiitu.
Ijuz dos Santos Aguiar.
Trocando...
A Anglica obrien-me a despeza extraordi-
narias", e eu ando uin tanto arrependido de ter
dado o ineu consenso, para c papel saliente, que
ella vai Tazcndo, peraule o mundo poltico-so-
cial.
Bera sei que sera incomraodoa nSo pode lia-
ver commodos, roa a verdade que eu nao
eslava preparado, para essas arranluduras na
bolsa.
HoaUm, ao entrar era casa, esbarrei-rne cora
duas indmdualida-las, mteiraratnte aiitiuctas,
ale cerlo ponto, porra unidas na questao do dia
17 de Junho.
Avahe o inlelligente leitor, que a Aogelica,
nao contente em mandar no ferreiro a minha
vjlha"espada, obngindo-rae 4 gastar com ella
quaotia nao pequea; lembrou se, agora, de
preparar palitot, caiga e cohete de I) m b anco,
para meltior figurar na balalna do da 17 do
correte; domlo que nao venhi ser, por
vestir saias, o alvo das balas inmigas.
Ura dos lypos era o alfaiale Castro Silva, ura
dos raelhores artistas desta velhaOlinda. Qj ni-
do eu peoetrava n > lar doraeslio, tirava elle a
medida das calcas ; mas fa.u-o mulo de a;cor-
do com a friglIldaJe do 3exo da fregu a, e ie
modo, que nao bouvesse reclamago da luinlia
parle...
Tnlvez livesse escapado ao lelior, como cir
curastanca trivial e secundaria, a cor escolhida
pela Anglica, para a sua encaderna^dt no Jia
fatal, era que a trra p:rnambucana ln de tre-
mer hiita e sombra. .
Ella n&o mette prego sera estopa. Lpu, em
uin dos jornaes do Estado, que os amigos da
Patria e da Repblica, eslo rcsolvidos en
vergar naquelle dia de lulo nacional, no da era
que a nossa ConstiiuifiSo Poltica vai ser apu-
nhalada roupa prela, para melhor se assemelha
rem uo corvos; o porque ella, por ura bera en-
tendido calculo ooliiico, quer andar aempre em
desaccordo cora elles, ach >u que nao baria me-
lhor antithese do que a vestimenta branca,
symbolo de sua nno encia e de sua pureza de
senlimento8!
O outro iypo, que all estiva, era o notari ,
couvidado para lan.ar era scu livro o testamen-
to da gaer reir.
Seguro morreu de velho ; e D Prudencia
foi ao seu enterro.
En proximidades de bernardis, os grandes
polticos costumara preparar o terreno...
Ella conhecia diversos casos; e dahi o convi-
te daquelle fuoccionario de jusiiga, para o ser-
vico mortuorio...
Testamento, como sabera todos, lerabra a
morle. .
A Anglica nSo me esperava aquella hora, di
modo que moslrou-se vacillanle. em dictar as
su;n ultimas dcliber>r;Oes.
No era que ella tivesse egredos para mira ;
mas estimara ante, que eu nao esUvesse pre-
sente, em momenio Ido funtare.
Encarou o desgraca; e approximando-3e do
notario, raanlou qu elle, depoia de feito o ca-
becario escrevesse o seguinte :
Declaro que sou !lliolica Apostlica Ro
mana, em cuja f tenho vivido e hei de morrer-
Hdreadartas 3 -uiun^- n leu
ProvisOei 3 aixa a orden.
Soneroo- 1 ci a o- em
Qoeijis SI caixa< j dem, 13 a JiSo P. de
AUeldi. 16.LonoO)i* de Estwa, 13 a P-
rU (! F.ria &. ', ll a A v.-n de Prests &
Ir.-aoK UaCota& R cha, 16 a Figa;ireio
Co u & C.
T pies 1 caixa a '^n-ariS Bailos 4 C, 1 a
Fr, .ci- -o to-g.-i & i mao .
le i'os 2- f jl.mei a O into Jardlm & f. 4
a MaU & C. 9 a L. .m & C 7 a Rudr-
iO- Lima *, C, 9 a !e- &Ci a Albino
Amjrim & O.. 16 Be oei & 0.. 2 a G.acal
vea Canoa & C. 17 ores, 3 Pe re' &
MblnSe 5 a F di Shv Pioto, 2 a A. Vie r.
& C, a A. Mar.lo & C 1 a M Ro r-goe
&. C, 10 a Sjota No.oeira & C, 7 a V. Mi
meas & C, l a i. G' calve- & '* -'k a Ma
baio Perci a, 6 Alvo de Bru o 4c C 3
Dus Pereira* C, 1 a Fauc seo Gortei & lr-
ottor.
Vi nno 20 caixa i orlem.
Wm kj 10 caixai a D.I.. & C.
Pelotea, palacbo sueco Arl_eo,< entato ex>
1. d) correte e co signado a U, S. Mu.
Xnqie 10.051 arrobas aoo coosigoita;i03.
. -.uiorCaeo
Recite. 1> de Jonbo de 1895
Para o exterior
rito bjove.
Para o interior
No vapor fraccez Co'onu, p.ra Sautus
carregaram :
J. S. Goimar3S & C 30 pisas com 16,250
litros de alcooi. 800 saceos com 480OJ -los ue
asiucT oraaco e 1,40} ditos com 84000 ditos de
dito mascavado
E. C i eliraj &, Irmao, 60 barricas com 3,00;
Ij de assecar rcoado e 1,110 taceos com
69103 ditos de dito branco.
Para Rio de Janti o c rregaram :
P. Piaio C 150 pipas com 77000 litro de
agoardinte.
M. da Csta Per reir, 808 ea.COS com 4800
'tilos de asaacar braaco.
Nj vapjr ntCionalSiotelire,Pr Santo,
canc.aram :
P. Carneno &C-. 800 aacco com 30,000 kilo-
de assac-r maicavado e 1000 uitjs c.m tO.OOO
ditos de oito braocc.
Para Rio de Ja eiro, carregaram :
P. Ai ves <~ '.., 500 saceos com 30,100 kilos de
aesucar mascavado. ___
P. Pioioa C, 15) pipas com 7,700 litros de
agurdente.
No vapor noruegoense Sif, psra Rio de
Janeiro, carregaram:
G. Vascon.ellos 4 C, 160 saceos com 9 6t0
kilos de sanear branco e 120 ditos com 7,2)0
altos de dito mascando.
no vapor nacional Uaa*, para Macelo, cji-
regaram :
Aorante a C, 2 banicaa com 110 kilos d^
assocar braoco.
Para Penedo, carregoo :
J. Ltcaie, 64 barris com 3,5*0 litros de vh.no
de frucui.
Para Aracajo, carregaram :
C. Plato C, 10 barris com 450 liircs de vi*
obo d (rucus e 3 dios com 170 ditos de vinagre
Pra Penedo, carregaram :
J. S oo Amar al & ti, 15 barra com 360 li-
tros de ce Tej.
fio vtpjr ingle Lisbonense*, para o Par,
es'regaran *:
F. Irmao & C 2000 Cilxia com 23000 kilos
de sabao-
E. Ka iibacK & C, 10 pipas com 5,400 litros
de agaardeote e 50 saceos com 3750 k los de
assacar braceo.
E. c Beltraj & Irmao, 300 barricas com
23,150 silos de assocar braoco.
= no vapor nacional Brasil*, para Mani*,
carega am :
C. Piolo & C, 10 barr coa 880 Uros d
agiardPLle e 5 ditos com 4.0 ditos di alcoj, 40
c ixa com 34') liaros de geoebra.
QP. Caroeiro & C, SObarris com 9i0 litro d.
agurdente.
g. Kaolbick 4 C, 103 barr com 8750 1 toe
* agoardecte.
sera embargo das UntajOas da toj i masnica
Cavalleiros da Cruz,-a mais poltica deste
Estado ;
Declaro que sou casada com Antonio Fran-
cisco de Oliveira Rosell.a, de cojo ccDiorcio
nunca Uya tilhos,
Declaro mais que, podendo dispr llvreraente
da terca de meu< ben, quero qia ella seja di-
vidida assim :
Ao Goncalves Maia deixo, no caso de aer tru-
cidada, 17 de Junho prximo, a espala do Ho
sellis, cora a condi.ao de ser o ra-jsmo Maia
obngndo a I rapal-a todos os raezes, e tel-i em
seu saldo, como urna dolorosa record ..1 > de
un passadoinglorl >.
Na mesraa espada, man lar o Maia gravar o
seguinle eptaphio :
Anglica Felsmina do S Pegado.
17 de Junlio de 1986.
Dr de mullier mor a,
Dura al porta.
Ao vergnlhi deixo a grammatca porlugueza
era que o Rosellis apren leo ; a ira de qvM he
n&o continu errar proposialmenie, quando
escrever conira quera quer que seja. Tura o
direilo de ir todos os annos, 17 de Junlin,
residencia do Mal beijar a espada do Ro.i'ilis ;
aquella com que hei de ca>r na lula e que fi-
car sendo um objecto srgrado ;
Ao individuo quededarou na imprensa,
que ru imita ido ao mercado comprar tripas
para Rosellis, procurando assira escarnecer de
mira, deixo a minha hocMa de rap, orna figa
de clnfre cora que mmha defama ra4i afug^i-
lava os mos olliados, que botavara sob'e mira,
ao nascer, e um corno, qus servio en 1855, no
priraeiro eslabelecimenio coiunaercial, que o
Rosellis teve nesta cidade, binita arma bovina,
com o segrate leltroro, linia azul: Fiado,
s es e ;
A ultima deixa um raaravilhoso especi-
fico contra as di botis, e lem o vahr do llama
raellis virginica.
E" opiniao do pitonnbo Msiftalo, qu;se
diz medico, e qu A> illustre negociante do llocifequ-, jul-
g.mdo bera do raeu merecimento inlelleciual e
poli'.ieo, vera minha casa, honrando-me com
doui interviews, deixo o raeu annclao de ouro,
legado de meus velhos pais ; e mais ura saeco
de papis, onde encontrar rnuito bons subsi
dios para a historia poltica do novo Estado, de
1870 1893 ;
A' todos aquellas, que pjgarern na alQi do
m;u c nxao, deixo um ra urae los arligos do
Ros-Mis, quando, por ventura, elh se resolva
mandal-os reunir era (obelos..
R cora nende qui por minha aira rag&o-se
grandes fesias, Com msica di pancadana,
olirigados i assislirem ell;n, todos aquelles
que me ti erra) liu-.idado.
Recoram-ndo, ainia, ao Rose lis, que lem-
bre-se serapre de raim. e que nao v, no estado
de fraquezi em qu se acha, procurar outra An-
glica. Seria urna profanaco aj minhas cra-
zas. Se eu morrer na lula, o qu-? inulto pis-
sive', porque sou o alvo iie lodos os odios,
qu.To, icr mu o brazileira que sou, que elle
plante bananeiras em -oda da ranilla s puliura,
e que as len a s-rapre muilo bm tral-idas por-
que, alera da sombra que favorecer cssea mea. \
ele lera bananas era por.--1, para dar ao-pi-
lombis, vergilhos e mais apreciadores da fructa
nutritiva e saborea*...
Recomraendo mais ao eleilo do miu cora
cS i, ao velho, quera nunca prourei que nao
acha8se. prompto serapre salisfazer os raeus
raais extravagantes desejos, que nao facilita
cora os autores da bernanla, era que presumo
t r de succumbir. A poltica de noje urna
spliing^, e os camlnliamos para a barbaria.
Ao contrario do que sustenlava Cicero, qua di
va como base dajuslija, primeiro, nao causar
damno a alguem, e depois coDSgrar-se o ho-1
mera compleUmente ao bem genil, os pitombis
da actualida quereii|iue a base daquella u leal
lo ja esleja no assassinalo, no saque, nos ata-
qocs a honra, ao pudor e A vi tu le.
E porque conversa comprida faz quera quer
hraito-imao qu; fl-a d.t) ; de.ixando a Rost-
lis a faculdade de nomear tittamrnt iros.
Comprehende o leiUr, que eu liquri terrivel
raeuU sensibilisado cora as declarares de ul-
tima voiitade da cara Aogelica ; a. porlant) eu
Mi baeaca I Jibl, para Fa.-iQtBa. ca.-rt-
j. S. do Auaral 4 C, t caita con 2. litro
de e 'eja e 20diias com 8.0 d ios de viii._n
F. I-raaj 4 C, 300 caixis com 6,9(0 kilos
de a*o* '
f. V-leote 4 C, 10 bar.-icas coo 400 litro
:e cerv ja e 30 oarr.s com 900 Jilas de flua e-
Ni oarCiC* Joven Aneocia, para P.lar
e *iagj F. l-niao & C, 330 caix'8 com 7,190 kilos de
itUi.
PAUTA DA ALFANDEGA
VALOlM DAS M-aCAoOBIA NACIoSAa 80IKITAS
ptanos i>a axToatac-o ,
Semana de 10 a 15 oe Junhe de 1895
Agoaraau'.e, catbiga litio,......... -i8
Dua de caoaa, litro............. tuo
D.ta deeliiada ou aleool.......... 410
Al Arroz com casca, tu.............
-aaca. branco. idem............. 310
Dito rna8cado idem.............
Olio retinado, idem................
ta :i de mamona, idem..........
Borracha de Veite mangabeira, dem. 1*500
Cacao, dem......................
Caf bom, dem................... 1*700
Dito eseoiba ou restolbo, dem...... 1*.00
Dito mado, i dem................. 2* .00
.uto a.-.io.rio, dem............... 1*100
Sement de ca.'nadoa, o kilo....... 47
Saoao.kilo...................... ^eo
Sebo em rama, kilo ........... 666
Tataiuna madeira, kilo........... '-''
Taboas de amarello, do-,!-......... 160X00O
Cera em veas.kilo................. l*JO
Dita vegetal em broto, kilo........ 281*000
Carocoa oo sement dealgodae, dem 0.t>
Carrapaleira (sement,............
Caroaba. idem................... 1*900
Carvio -e pedra. tonelada.......... 40*21'0
Coaros seceos espichados, kilog.... 860
Ditas ditos salgados. dem......... 8t0
itos verdes, idem............... 610
oariojao om...................... I*'0J
Cocos em casca, Cenio........... 9*000
Frraba e mandioca, kilo.......... 164
Graxa sebo, kilog.................
Geneora, litro.....................
aboraody (folba), idem..........
JSetos de sola, valer nominal........ 6*500
Sel de tanque oo mela.e, litro...... 186
Milnokitogr ...................... 130
Pedes de cabra em cabello, valor
do ceoto........'............. -W*
dem de caroeiro em cabello, valor do
cento .......................... HO*
Readlna.es.tos publleos
Mez -e Janbo ae 1896
pe. > I cenga para terminar, por hoj'-, azendo
orientes vitis i ara qu<, at o t staraenio feito
seja urna verdadeira PULUA, umo inteira pa-
Ihagada ..
Olila. Junho 95.
Dr. Ro; i.''.
Declaracao official
O Sr. PhaeUnte da Cmara, o fidulgo de
tnaior cieulaedo, que transita oos arraiaes do de-
leterisrao, o raelhor talento de que nos d no
licia a actual gemelo, f<*nf,u u'A Provincia^,
de domingo ultimo, sol) a epigraphe acma, ura
pouco da bilis, que lile vai no organismo de-
pauperado e eradissolugao-----
Tu lo aqutllo, mixto de lama e de sangup, ge-
rou-se no cerebro daquelle anmico, justamente
quan lo a febre, que o visitn tu das, secundo
Ue.:larago d'A Provincia, eslava no seu
mais elevado gio, perturbou-lhe a razao pelo
delirio.
Ah, nesse momento crtico, no perodo agu-
do da terriv. I molestia, que incacou arraocar-
Ihe a existencia, o Iliterato Sr. Pliael nle viu
passar-llie em frente, bera prximo, ura grupo
de vultos da bistur ura punhado de aconUCi-
mentos trgicos e luctuosos I
Era a idea da raorte, que alacava o cerebro
do enfermo I. Travou-se a lula a condecida
luta pela vid i ; e S. S., Cog tou enio njt| E-
TlUO UE O BIT'', de qu fal a ; pelo desejo
que livra, anleriorinenle, no uso da razao eo-
liaquocida, de que multas fossnn lavradas, era
beneficio da san poltica, p ir que tanlo eilre-
mece....
Quera sabe I
O Sr. Phaelanlo arda em febre delirava, e a
da flxa da morle produ-iu-lhe ura bypoot s-
ino agradavel, dando-ihe (quera o duvidar ? !)
gozos iofiidos, momratos de um prazer enor-
me ; vendo era ura ceiniieno, a tmbela dt
mrti, o estrangultmeulo as barricai s Saint An-
tune, os vu ios symp.illucos de Bau Un e de
Tiberio, emliin ura mundo de tlluses, cada qu-il
ra ais bella, cada qaal mais desojada como ter-
mino do periodo___critico, que alravessa. .. o
cerebro enfermo de S. S. o dos st us amigos
Be,ndiiarebre.a do S,- Pinsaalel I rad-
ta, sira, porque fez-lhe \6 un* al a*al; aio
porciOtlOU-ilM o ensejo dJ la\rar Crritddu dt
bito, de avallar O 17 de Junho pelo 2 de D -
z-iubro do Sapjled/ de cera!!
A imagtnaco desregrada, dizia Miss H m I-
ton, cousa funesta, era razao de sua brea ira-
peiuis.i. E falso o esp Uio que ella ofT rece.
Vera a'an, a no;so lit, lodo m.i do Sr.
Pliaelante.
Perse vel idea da raorle ; e, doente ou sao, S. ba
de estar aempre s voitas com Bau ira, Tiberio
e oulros, lera de ver sol) os odios o n-.-gro |! V o
d 8 assi'nlamentos de bitos!...
!i! grande infelicida le a do r. Pbaclante
da C-irnaa! '
Por ura slribism) moral, elle ve anarchia na
des.rgusdco dos municipio1, on/>rnsidos p IM
seus ara gos, quo souberaiu na;er tantas pal-
mas i le n 52; elle v amia o hibe s orpui
brutalmente desrespeita lo -. pla Junta lo
vernativa c pelo O'. Albino Mlira; elle ve mus
das escalas ou piraa-i de Palacio... o* Hor-
rores do 18 la uezerabro d i ISOl e do 10 de
Maio de 1875 ; elle v ambeui das sacadas
d'A Provincia,. Ricardo Guiraaraes, cara lo
victima do punhal de Paula N ry ; elle ve- mais
sar do Thesouro, na) pela po-ia larga dos 6-
duos necessirios, P *RA BEtf DO \N iUE PE'.-
NAMBUCA.NO, mas pela porta estrella do rou-
bo escandaloso, selecenios e ramios con tos de
ris distribuidos int-r amcos. PAR \ E.NCHl!.ll
O FARNEL DOS PANTAORUELI JOS, WgM I)
exp-essfto su-i ; He >----- lana ciUS baa, s
quo j est baslaatemente discutida, e delira..
no ardor de ura lebre Ue 40 graos! ..
Aos seus proprlos lu eraos, cst-i assislin 10 o
S Pliaelante da Cmara ; esta assisliudo o de-
lirante partido que S. S. perience !.. -
, Conspiran as Irecos a mais tngrati dis ma
rhtiKices, para aerrir ooa da. pnmeiras pala-
vras do artigo do Sr. Pliaelaiit-, a leu ara cei -
ii-za de que escreveiu con o dedo na area da
praia '
_----****,*B,,^,,*^i"
Mercado Huilirip-i de 8 los
Omovimentodeste me.-cado no Jia 14
fol o soguiote
Pn''- rara :
:li hoia pesando 5 l9 kilos
501 kilo de peixe a -0 re.
lt comps t com mariscos* 100 -s.
6 tfitos com camarOe* 100 ra.
27 i/z columnas a 6iK) rs
2 carga o.o galliunas a 500 ra.
6 i"a8oaes com gallinhas a 300 -s.
6 cargas com milho verJe a 300 rs.
1 carga com amenloim a 300
t carga com batatas a 300 rs.
2 cargts com ceboaho a 300 rs
2 cargas com macac&eiras a 300 ra
i carga com genmons i 300 .s.
4 carga cem cama a 300 rs.
6 '.argas com Uranias a 300 r*.
2 earga com bananas a 300 ra.
17 cargas com ditc->s a 300 rs,
2 cargas com loocas a 30 < te.
9 cargas com farioha a 200 rs.
2 cargaa com milho Becco a 200 ra.
3 cargas com fejao a 200 rs.
73 ugare8 a 200 rs.
9 Soinos a 200 rs.
(2 como, com otnelroa a 1*000
8 corap. com sci. i-o- a '00 r.
8 eomp.com fressort. a -if -s.
34 comp. com comidas a 70o r3.
72 comp. coas fazends a 660 ra.
49 ootnp. com verduras a 300 rs.
87 comp. com farioba a 400 rs.
52 comp. wm tainos a 2*000
ie Juabc
1 *I00
1*60-
*6l"
16*501)
l*ri:0
U8)i)
1*800
13011
*'! 0
16 Kl
*eoo
* 0
*30.i
*60
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3*40X1
.0 1'
l*"00
*400
*6iH)
1460.
<*600
|2*0'Ki
*600
4*8 O
23*8i
i 11 11
14*70D
3.4800
10.*000
3)I*5K
4.036*0=0
Reuda geral
Do da 1 a 14
idem .e 15
Alfandega
649:477*411
29:0.8*561
Renda do Estado :
Do da 1 a 14 87:161*339
dem de 15 9:'.60*090
Somma total
678.555*972
93.314*4-9
774.8s0*.H
V 83Cj da Alfandega de Pernambnco, lo
de Janbo de 1895.
O ebefe da seceso
L. F. Godeceri.
Pelo tbesonrelro
flemeoegltdo N. Gaaves.
REUEBEDORIA DO ESTADO
0) dia 1 a 14
dem de 15
RECIFE Di.AI.iAGB
Do dia i a 14
dem da 15
36 695*315
901*127
37.596*452
3:001*828
*
Rendimento do da 1 a 13
4.337*500
Precoa do da :
Carne verde de 400 a 1*000 ra. o kilo.
Sulnoa de 1* a 1*200 dem.
Ca'neiro de 800 a 1*200 dem.
Faricha de 800 a 1*40) ra. a coi.
Mbo de 8 W a 9)0 rs. a coi.
Feiiao ce 1*400 a 2*0 '0 a con.
fiarlo* esperados
R o de Janeiro
Barca porlogoeza Ma.-ie Emilia.
De Pelota*
P.Ucno argpntino Alberto Cuu'ia.
Pataebo hespanhol Raynoodo.
ue Terra Nova
Laiar ioglez Mlatleoe.
Ligar iuglez Dora
De Haxbu'go
Barca alloma Cari Boto.
B.'ignealiemio Ouo Grat za Stal berg.
De Londres
Lugar neraegneose Palander.
Logar ingle PaoDy.
Vapores a entrar
Mea de Junho
I aposo, de aol, a 16.
Riaarlo*, do ol, 16.
Sinto, da Eoropa, a 17.
Roaario*, do tcl a 17.
Ast. do aol, a 20.
Daoobe, do aol, a 22.
Oropra, da Earopa, a 22.
I'.atiao Prince. de New York, a 24.
.amar*, da Eorop, a 24.
.-Hile da FU'op, a 27.
Vapores a safclr
Mez de Junho
A.9 ondas levarao lodos, uns^e outros, s pro-
fundizas do Ocano. .
O* mais valeules, o raais audazes, j pedem
misericordia!.. -
Temos as provas era nosao poder...
Hippocaies.
------------------1*-------------------
Ave, 1? de Junho!
E' urna das mais iinporiaut'-s dalas para a
Palria-pernambueana. cujas bonros:.s Iradi.tte
jamis se apagaraj des fastos da nossa hiato
rio.
Os filhos devotados aquella idolatrada mfii
os defensores da sua justa nutooomia, e ?.r-
dadeiros republicanos devem 8audal-a jubilo-
sos, ao desponiar da bnllK.nie aurora do da
d'ainanh, por ser o do qu.n lo anniverairo da
promulga.o da nossa Carla Constitucional.
E cresce a nossa salisfacfio, porque, fdiz-
ineute, fruimos paz e Iranqu lli lado, mu gra-
do dos n>.8sos degeoerado irmos qu; por v<"
zes tcera tratado laiigar nos no horroroso abys-
rao d'anarci.la?
AoBencinrito Pernambueano, Dr. Barbosa
Lima, que para gloria e honra deste Estado,
ach se a frente dos seus destinos, profligando
pelos seus direilos e pioraovendo cora acryso-
lado patriotismo o seu iragran l^ciraenlo, deve-
nios uao lest.miunli trinos, entre nos, as tristes
e desoladoras sernas qne se lera representado
no Esiado do Rio Grande do Sul, infelizmente,
vlilima da raais cruenia guerra civil.
S. Kxc. as.-umio o gorerno, vendo de ura lado
vencidos e do ouiros vencedores, iqudies aba
lidos, foragidos e perseguidos estes orgullo-
sos ]: ainda sed ratos ile vingra.i, procurando
i-ircurascri-ver toda poltica t-s'adoal a ura de-
ininulo grupo de aiubici sos vuV-ares!
N) lardou E.c. era romper cora estes, ter-
naedo patente a irajloria id niiiisiraliva qu
ii-na de s guir, e dcrxan lo b.in clara a .-ua
orientiyo politic.i. nu: tora silo consolidar o
novo rgimen, creando pela lealdade, justiga,
igualdade a Iraterolsa^o, bem segaras, raizas,
n.i consciencia publica do no**- patritico Es
talo. E assira S EzC si-iiipre firme em suas
uobres i: elevadas nn'vi-. qu* |r ceno, consii
tuem a rdigiS i dos innis adlaatalos di-mocra-
la?, sera qni'bra d-. euergia d<- qs-i dolado e
que se f:z ifCessa ia aos ag : les do pod-r pu
blice, li'in cjino dogma poltico, rcapeilan lo o
severos priaeipios it juaits, "a prsegoir ais
a I versar toa, ao contraria lera para com el lea
proeelido generosament;, p>is so procura e d.-
sej i fortalecer o su gnvarno pela roataJ* ex-
ponia'i.-a d. uobre e heroica fotail a l'ernun
cana.
Reala circunstancias nao palia Ese con >
viver eodi aquellas q ie aulepoiH os ama m-
confessivis inter-ssoi ao bera e-lar do E-tado ;
era mesraa impos-kel, pus alera -V so S. KxC.,
ie su.iert r laten o, e d: carador u lepen l-ute,
&) se prestava ao iai*arael papel dd rainivel-
la, oo d inslruruimio dcil as raras imfhras
dosl'-irjsqov gor adi aniam com tllul0'r -
sos, pa-a .rpp^ov.r as vi'-etirlaa, 'aU.n alos,
persegoir s inauli i-, e BaVa iini* s escan-
dalosas iHylt.-i qui '-'es r.,t easainl AOS
erira nosos f'bau ii-los 6 qia S. Exo. inspira
receio.
Fiel ob-ervador las lea as lera f-'o respei-
tar, e sui duvida, a aegu'a g.ra i lia do nasso
Bsiado.
S.uleraos ronfraternisailos, e pisSQt'doa immensa aa'isf <{*.- ao ^'l irioso lia que assigna-
la a era em oju a nssa L"i fundara Dt>l co
in*'c->u a vigorar para garanta dos nosgji sa
gra ios di re tos quer clvis. e qu r polticos, e
da grande .un nunhfio a qie os afanarnos de
pertencer como eidalSos, iu: p.esaraos os njs-
sjs foro?.
Avante Pernanibucino* amantes da ordem e
do progresao. Eia. c un sahl'in* enibusiasra >,
geralo era pjitos livr^s 1I03 que saein aquila-
tar 0 valor e inerecimeil'.O real do novo regi-
IUHII.
Viva a R -publica !
Viva o K de Junli)'.
Viva o Precia o Governa lor d > Es'ado !
O cig'ihnle.
--------------------------------->-------------'---------------------
IImica u mrito
A ben m;r la bisa do lal ralo,
Exibl la espoii *a%a d'un portento
A Periiaii.lmc > d u rai.ior vulto '
Glorioso se slenle o pnCcior,
O seu inclii i ..ctu..l G iveruador
A' cojo ccrtin-;i ro cu o.
Qu-m nao numero despeit",
E analisir, iixren:"iite, os iflitos
Q ie i a Imuiistra'.nfaz patente,
Convicos leao de li ar
Qu i ningumu llM sera rival
Neasa rai=:o io ingente :
Governador Pernambueano -avante !
Seiupre liaveis de ser nu uphaie
E por lodos bera acoHiid > -
Gravado flquo na historia,
Seus grandes felos a-t gloria
Com quj se lia reccbdo.
Itamb Junho 1803.
T.ibelliao Publico,
Jco Burbusa de Souz \
E_m. Sr?. D-*. Al.xaolre Jo Bi boas L ma
ilio de-Si, lio P.lboe Affm.o G,icJK er.Sr
da i.o.ia, pre'eito do inuoi.jpio do il-tife
Toies estes br'odea for, m c(r esroodidoa e
com multa (fftsio telo oraoo- a |
s-tiio aesiro lermlnoo urna t tia .n",ia de
tratito, Dvolenrto fodabtiavMmfcic 1 n-,il"
c.deDDa a, Cao to me-.io ja amp"-2. e"
tam. par. 0, ,M atm* t-UcrJ^X
1 rn ooe r;0 fijae bo clvi-io edadfio na(,
13o digname te pro e.-ra re. |s.r..D0B 4*,.
gu'da 01 r ou ea o, s a,f abros da .Ifndld con.
jo MMIo, orirt.r, A iroA. de M. Pratr.'S- e
.remoro- .i ,, Lra-e-. i,iU odor.ro F'e.'iag
JoiioCo- ,df A-acj M ii.. r,.,^-/ e'u"
JKaqne^ani-sue !
Ura republicano da Ri publica do Brazil ner
guniou-tne-.s de Jcs Marianno. oti' de
Mar11.'i? T
Eis aqui minha resposla.
MOITE
Eu nao sou repablieaoo
Da It-publica do Dra/.l !...
Nao rae illu-lo, nao mVngano,
iNo ai'pl.iulo o qi' hosiil...
GLOSA
Infi-liz Pernambueano,
Desamparado da sorte. .
Esperan lo pela mora
Eu nao sou re ublicano!. .
Nao si'U de Ji Mariaono,
l)o Marilns, nein d'oo'roe mil
Nunca foi, nao sou se vil :...
E declaro, ioi*, agora, ; ,
gui mal d'; i i0.|u ,, hora
Da II"u iiica do Branl: ..

Obserro maia le um auno
Munas desordene! horrores 1.
Eai ac- d; laes Degrdri'S .
Nao me iiludo.-nfio mengano!
Sra lo Povo Sb-iain,
b'esta (j'ba Varonil,
Qu- nao se curva ao qu' Vil! .
N.1o conh*co qu-ra re :
S Conheu Oras, le,
Nao applaudo o qu lioslil 1
&/?"-_re) rL'rV^B- -&9 -:A/e)
Rio G. do Sa! e esc, Itapoao*. 16, s 4 boraa
Par e NeW-Y-jik, Ltabooense. 16, 48 2horaB.
Sanios e esc., Colonia*, 16 as 4 horas.
Geoova e eec., Rosario. 16,43 1- boras.
Uaooa esc, Brazil, 17, s 5 bera*.
Cear e esc-, Beberibe, 18, 4 boraa.
s atoa e esc, Sanios, 18, b 4 botas.
Valparaso e eic., Oopea. -2, a 1- -orif.
Soatbampton e esc, Daaube. 22, 12 ora .
Bu no Ajre e ear. T.ma- 24, 2 hora.
eniParma e eec, Hallan Pnnc, 28, 4a 31
3:00l:8i8 Bjeaoa-Ajre e eac, Ni e*. 27, 2 boraa.
zsv
Ao commercio
Os abaixo asig-a'a', FClenliBcam ao com
raercio e a quera lot-res'ar possa, que, de co ..
mum acco'oo dirsoiveram a cociecale qo ti-
nbam nesta prag, iob a -ato le Silveira C.,
elirando-se o so'io J.anaim Mo-aes Ribeiro da
Silva, pago e satlsfeitj de seo capital e lacros,
fi .erado a cargo do so.lo Antonia Radrlgces Go-
mes da Silvtira tolo o activo e passivo ca ex
tincta socedade.
.Recife, 15 de Janh)de 189.
Anonio Ridrigae Gomes da S.lvelr*.
Jo q im Maraes Rloeio da Silva.
Honrosa manifestaijao
H.ratem 13 ra corrente s 5 boras da tarde em
casi de sea residencia amia foi alvo de orna
bo.uosa nanif tacac, por om grupo espeiial de
ateigop, o Exm. S t n;3te-ccronel AlexanJre
do S otos Sriva.
Para la se dirlgiram con. tituides em ama com-
rxi.-8o para is;o organlsida servindo de luter-
pre'e de cees sentlmen'.os o or .lo' ofcial o ci-
da lao Alaerto Au. u f'8-or tai dispocibilidade, qoa n'oma allocccic
bem elaborada e sigoificstiva offs-ecia ao digno
maolfes ido om rico e primoroso relogia de onro
Remootoir esm cateia reepciitaeon lindo
oroche do sesmo meul, com ioacripc'o-
E enoalleceod} anda as r^raa quata ies qce
o tornr.r.m credor de tantas eyirpathias deix t
exhaberarjt-mtnle provado a: i u torio o qoaalo
valia e tinba da altruls ica urna manifeitaca
como a ,Ui se prom.v a a am tao distlocto quo
presllmoo cidadao c Extr. Sr. tecene-:orocei
Alexaodre dos Sanios Selva.
Agradecenda penhorado o Ialre m n featalt
offjrecio a commiee.'o e oa diverso cv4bel-
108 e as ansa Exmaa familias, om copo d'agaa
aende trocados mailoa brindes arj.i8tr.8o3, Bi-
ll ntando-se. porm, pelo desprendlmeolo e p:-
triotiamo com qae foi feito o do tneale-crrone;
Alexaodre dos Santos Selva sos dignos e legitl-
'moa repreae liantes do povo peroambacano ts
Junho, 1G de 1895.
Joaqun Francisco de Mello Sinhs.
Miguel de Figueiroi Farla pele ais
aeus parentes o amibos e dos q'ia forara
araig- s do seu presado irrao e dedicado
amigo Dr. Felippe de Figueira Faria,
o caridoso obseqaio de aBsister.cii um i
missa, quepor a!mt do meemo manda
rozr s 8 h)ras da rxan'u do dia 17 do
correte, ni tgrej-ido Coiveato cU S.
Francisco.
Dr. Felippe de Figueira Faria
30. DIA
Marcionilla Birros de Figueira Faria
e seus fllhos convidam os ieus pnrontes
e ao. i raigo do seu nunca esq posoepaeo Dr. Felippe de Figiieiroi
Faria, pern ouvireua uraa mi.ssa que por
sua alma mandara rezar, na igreja do
convento de Sao Francisco, s%gunda-ei-
ra 17 do corrente s 8 horas da manila,
30.* dia do se- pas.-amatito.
Desde j agradecem mais esta prova
di amizade.
Dr. Felippe de Figueirus Faria
O Dr. Francisco Xivier Paes Barrettc manda
celebrar orna missa, no dia 17 do corrente, s 8
horas da raanha, na Matriz da Villa do Iguaras-
s, por alma daquelle sea sempre lembrado e
sincero amigo.
Para esae acto de religo convida lodos os
seus araigis e os do illustre filado, all resi-
dentes.
Anua da Cianlia Guimaraes
Luc ano Jos Dias GuimarSes e sua fa-
milia agradecem a todo3 os se s parentes
e amigoa que acompanharam ao Cemite-
rio Public > os restos mortaes de sua
pranteada espasa Anna da Cunha Gui-
mares e de novo convidao para assis;ir
as missas que serio rezada na igreja
do Divino Espirito Santo, tegueda-feira
17 do corrente pelas 7 1[2 h.ras da ma-
nhS, por cuje obsequio protestara? a sua
gratido e profundo reconhecimento.
0 Vinh a QU;N V LAROCHEaa. urna
preparado vulgar mas o resulfalo de
eatudo e trabalhis que fizeram conceder
ao sen autor urna recomponga de 16.6C0
francos, e 7 icedalhaa de Ouro ; muito
efficaz para combater as Affecses do Es-
tomago, a Anemia, as libres por mais
inveteadas que aejam.





*>'!i i.
******.
-*
MM
?"

Diario de Pernambaco Domiag:o 10 de ti un lio de 1895
S

I



A o commercio
Delfim Lopes da Cruz, J s5 Delfim
Lopes da Cruz outr'- ra Jo^ Lopes da
Cruz e Jos Gongalves de Souza acienti-
ficam ao corpe coromeicial e ao respeita-
vcl publico deste Estado que por contrac-
to firmado em 6 de Maie findo devida-
mente reg- irado na Mcretiesima Junta
Commercial do Estado, sa associaram
8ob a firma Delfim Lopes da Cruz & C.'
no estabelecimento de gneros de estiva
sito ra Larga do Rozario n 23 sen-
do socio commanditario o pthneiro Del fi-
no Lopes da Cruz e os dous ltimos ol.
darios.
Recife 14 de Junho de 1895.
T-uha muiia u> e p.lpic*uSo e Ir
queote subida de g-ies obnoxio que lie'
Eleicao
das pessoas que tm de festejar o mez
Marianno na matriz de S. Jos, no an-
uo de 1896.
la'.tiB protec oas
As Exme. Sns DD :
SI a U Muos, esposa ao capito I,naci Pedro
cas ver.
SolOis Limbardf, fsposa da negocisate Antn U
Carlos Birronea da Sila.
Je onvuia, esposa de Manuel da Caoba Sal!a-
i.Ca.
de
Mara, estoca de IJefon-;o Dias Feroandes.
E'rxlna Csbral.
ovina Ba-rsl.
Victoria Mara das Ne*e?.
A-ice V-.'. anii r.
Keibi r Peroaodes.
Mari, tapoaa do c.ptao Miguel A. B.-aerra
MeafXf?.
Eoi.li rerte-odes de Meo'ooca Vasconcel >.
Cwrolica de Almptda i c.
L'Caoldios, epns. oo coronel adLdJo de Scoi
Lea .
M-.iid M glsleos, esposa co Dr. Fran :i?co d
Ri-gj BiptHts.
R.sa SjJ-d cap lio Mjriiuiano E. Poe* Bar-
es.
Arana, esposa do n goctan'e Liii da C'u
M>40iu.
Anua. 13;;- = j ''o crgoeiante G bri-.l I. das fe-
Ve8 3"0:0.
M ra toi -ti<, lra c!o rxrjor Juio Gervasio ca
CtLh: i'ert-
Anna, t.-.o u jo cap:!flo Jos M. ia de Lemcr
Dj i e-
Gracii'eua, espesa ) coronel JoSo Boptista Ca
oral.
Ftldtna c-!ha do netfociiJno Alfre'o Abes df
S \ Freir.
Jo*DO espesa do ccrocel A'eant.e dos Santo-
Selva
M'!is, ti i n doneftoiiaoe .'olu alves de Albi-
q srcu- .
M i. oa i D< e cSo, tepes do captlo Jeror ym,
. Fi-r. e r.i i ar>re!.
PbliOOeGa, espbta do negociarle Aitocio Gal
dir o.
Mai:a gatada F-rr.andes.
ala ia Alt monria. espetado ccnfeien'.e A-1 -
rio L. "' Mtneiei Anortm.
Mar', e tc-.a Ju major Jcs Loii da Costa Ro-
Giie reina, esrosa do capilaa Ejedino Rjdri-
gu>*s N. L ii.
Ma-ia Eli, Moa do capilo Joo P->c"o da Croi
Neves. ^i
E'vira d>- M >%* P;Bh>i."0.
Varia, aspo a 'o uegocUute Jc L^pes Frrdrai
Ma.
Mirta VrlICBii.
Lcia Priaut.
Joti's proi Coceo J, ;:o Evaoge!i:t Silva Castre
Capuao Ijna. lo Pa o i N ves.
Coiego Jo,; Uatdo i- M^Ho.
Negociar, e AO'oolo Carlos Borrcmec Ja ?i'va.
olb^o J e ;.ii-e'a Looes.
Negcciaoie Mmoel na Cauha Saldaoba-
C,-ego OcU?is Ccs'a.
NegorlO e J Kad'f Jr^qi: m Alf'fdr.
Cjp:;at Manoji bvKina d Cirvalbo Cocto.
Coueg' J ie Fr il=s Ua barto.
Mjjor.'io T fip'-'k, ria CoffP.
Jouego Fe ra- au R^Bgl i<- M He.
X gociait i. n 11 K'i'io K (tii Samicr-
Xegor'>! A ionio UQ Crrm.
Capilar M el J aqniin de M raola.
N'gcaianie i. Mooel Frrrfira Frar(i.
Tjueiie P>rlirj Pnzera de Vjscouceiios Ca -
iro.
No^oclsire Jlo Pedro da C cz Xvee.
X t'Ciao1- A'iIloo da Silva n ? os-
S. 6, 15 ..e Jiinc ''e 895.
V|p'ri", ctDe^o JqIo E'aogeiista ds S.lva C.s
tro.
vinhim garganta a b-oca. No ont no de
1^34 decabio ella completamsnte. Q iei
zava-ie de orna aguda dor roda do
co agSu, e respira va, cim diffioaldade.
Tioba tambem orna dor ao lado di-ei o
e grande depressSo e fraqueaas as coser.
A aenbora toi entregue ao cuidado do
melhor medico local o qoal a ezaminoa
t eatam-jota e disse qoe a aaa doenc
piovavelmente aeria diifijil de corar dan
do-lte pouc s 03peran9-f. cTudo que lV
podemos f.aer. dase lie, esperimeo
tar aquellea remedios que timos, e esperar
pelo melor.
Mas os molhores e. f.roos dorante tres
meses nSo procuairam resultados favora-
veis.
O seo appetite foi-se cornil lamente, e
oom ella vivia e a de fizer admr r. T.'-
nba ella eotao ch-.'gido a ti estado ner-
voso e de exctay&o que tinha medo do
ma.s peqne >o barulho oomo urna orianga
tem medo da ex, 1 alo de urna espingarda
At o aom da mais pequeua converssQ&o
quaji q va ser nutrida e anafara, mas eolfo as suas
carnes baviam diminii.do e p&redt urna
siaj. 1 ia fantasma, 11 i oi'.'ura urna se-
cbora tSo Lell i qua era a inveja de
muitir.
Vendo que nSo r celia becefLio do
aeu traiamento confu ou ontro m {U 1 empregou ^d a aui sciensia oo o- t>< 11 i b-j' c > de qja;r> m^mi : o i duran-
te iodo o ion p > nunca ll l groa dormir
orna ves a cao ssr seo a ufien.ia de
;> o.i
A su c^ndicSo era tal que firvorosa-
mente desejava m rr - njordaraai qu-j tri ota o nico allivio
que olla liaba rat&o de desrj^r De vez
m guando, todava o progreaso de. ma
do-oy* dimiou a por p>uoo tempo e du-
rante 'Ste piriodo a ere.tura moribunda
poda por alguna cioutos de cada vez.
Fr< n'uma destas occasiS'B que ella
pegoc n'um j rnd u quando rcy'a c-rs .da
.a auas columnas ca seus < lhos oairam ai
Ore oa artigo descreyendo a me icina
ohamtd X.r-pe Curativo di Hai Seigel.
Sem Le huma coafiaogt chpy.ial ia
ni rr e;?n 11 c mida el. todava mandoo
a S". John'a e couprou um fraco, cocscr
vM.to o qr.e tieba leito um segredo para
ILveoo'o temado um dose ou dus do
remedio fij-ia ella aurore hendida e mar-
/libada a tchar tao prompto effeito.
Em poucos di s ell pedia dorm'r
em o ip'o, b depois de meses acntio pela
primeira ves appetiea m.tiral da comer.
) que ella oom-u ooievoa se no estoma-
go e m 1 lie causea incommodo.
Che.a de novas esperanzas e de con
fiarj* deelarou o que tiha feito, deapedio
j^o medico, e mandou a Halif x comprar
ni' seis frascos e o*ou- > de continuo du-
rante todi' averco de 1881 8"). Ella me
ihurou r>p,damente e em pousas semana
ura epeiir as s. as nalv&s, Su simo
mo como se tivetse resuscitada depois d>-
ter estado por me es u'uma oova aberta
Pelo pr ncipio d .r mavera j ella es
ava o*p>a ee foser todo o seu tr. b lho.
Tem ella *g--r snsaenta e tr^s annos
do idade, gota da vida c tem toda a j re-
spectiva de cheg*r a urna idade h-s-s
I II VIH M. 1I0R4TO
Rheumariimo: oue-o, completamente,
l oo oEIxt M M .rato preparado
por D. C rl>s.
S. PscK
Matleis Airares da Couha.
Depotitc em Peana, ibacc: Companhia
le Drogo, roa M rnu s de 01 nda 24.
tDITAES
Secretaria da Iudus-
tria
Peitoral de Cambar
Opiniao lo Dr. Cruz Cordero
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e anecies pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e efficaz ; o
que affirmo em f de raeu grao. Dr.
Antonio da Cruz Cordeiro. /Parahyba
do Norte
:>vocad9. N'uma rc:nte carw, a Sre
;roeker cont:-n- s a sua historia com um
Mthufciasmo qoasi que demasiado exaltado
para ser coumeltido i t-ia^a^o d. tyec;
e diz que deve o ter podido f igir da ver*
d-d3So
poder da roed.cica qne ella v o deacripta
K Urna casa allem deseja representante*
para um artigo novo para escriptorio que
tem a maior aceitac&o em toda a Allerna-
nha. Prefe ir-se-hia pessoas podendo cor-
responder na lingua allem. Mandar os
orTereciineutos a T. 50 Haa enstein &t
^ ^ler A. Franfort s/ Maxer Me n
Haveodo j ^zido por meze-i
em nrxia cova aberfa
Cb netses leitcree estarao lembrados J
espitlo Irg-ubre iKecalled to L f (T >r
odo vidfc) com q-e principia o c^ntj d
novelista lugles Coarles Diekens denomi-
nado tTale ot Twj CitifB.
DSc-ae iaioB em diversas circumst n-
cias da vida, que em inters e e admira
co qaasi qoe C >rrem parelhis com o do
p iaioneiro da B.stha. Em que consiste
o segredo da vida n o modo perqu elle
e pode sitingir on st r eff;c'ado p r qu- -
qutr agei. e ao a cacee da sabedona do
bt.mtm. problema de alto inte.east
qoe cempete ictelligeocia hamaia resol-
ver. Pondo de parte es C ;sos qoe per
tencem a que sa chama a idade d s mila
gres poden oa ter como oerto qoe se nSo d
weo ao fceitico do urna pewoa que, tendo
merrido, techa sido restituida vida. Ha
todava casos que tanto se Ihe sproimam,
que, at c-rto ponto, nio podtm deixr dr
nos maravilhar. 'os citamos os seguinte,
fic'os coa o illu8tracSo :
Ha aonos a Sra. W.llao Orccker de-
South Farnington, Nova Sootia, commejo
a decahir em saode. Os seos symp.oma
fasiam admirar os seos amigos e a ella
mesma. T.nha e li aemprj dorsa de ca-
beza, om aaa gtBto na boca, e trios
mSo e ca (.>. A itia pella tomoo om
certo s m arela o oa spparencia de cor de
cobre ; toroou-se e'Utriato ; aomnolent,
a indiffsrente a tocio que entSo Ibe dava
prazer. Qasndo aedava, vk-e por varias
veses que vsoillav, e agarrava-se so que
lhe fitava maia prximo para ae nao deizsr
cahir. Ettava f eqoentemente doenle s
vomita va sem oaoaa apparente ; tiom- o
ventri preao e furo z loca va elle rregolar*
Ite.
JA laryngite e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gomene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessda de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos Chimicos.
-----------------a------------------
PHOSPHATINA FALIERES. Alimento da: crta
Industria Vickmal
O Sr. Antonio Martiniano Veras,
Eharmaceutico, actualmente em Pernam-
uco, mimC8eou-nos com urna garrafa do
Cognac Brazileiro, preparado com todo o
esmero wr aquella laborioso cavalheiro-
O Cognac Brazilciro possm sabor ex
cellente sendo igual aos melbores simila-
res estrangeiros
O preparado do Sr. Veras ob'eve a
maior acceitacSo no Recife, onde a im-
prensa noticiando este n vo producto na-
cional externa os mais lisongeiroa concei-
tos.
Agradecemos a fi eza do offerecimen
to.
Do Federalista, n. 10 do Maranhab.
M- Garrafa ^500
^^ Duzia 25,J0OO
Na fab ica a dinbeirc po: este prego
remet e-sa urna duzia do cogaac paro
ualquer ponto do Estado, por caminho
e ferro u martimo, sem despeza.
Pedidos de 10 duzias mais 5 0/q de
descont.
J consta que o cognac estrangeiro est
sendo vendtio mais barato. Ha de che-
gar ao pento de nao aer procurado. Tal
a concurrencia do
Tcroeira directora
Sibclituicaode macieiras de puntes
E irsl :
Pelo prefeote faco pobl'c9 qce oo dio c.O do
rorrete rxez ao oceio dM,ee ao receidas ce--
ia secrtts'ia prcpcs'.as pa a fnb:itaij;So ue u
d. raerle one nreci.arfm as pcolej dj Estado
oes t-, a- 4 e 5- dictrlcios.
As prcpos.BS defeai aer coavenientemecte
sellaiaa econ;er eo irruios claroe :
I. O p-eco relo qu^l so p-t o:x os licitao'e'
a collocarem caa bou d madelrs de ign es qualidades adoptadas neta
'. r. c uia, icclaicdu deelo acJo das que leem
de ee- euD ti odas.
Ametro crreme de corritraos ;
B Prego de cada pilastra e >ra$Cf de croze-
tag oo in'ermediaMaB'.
CPeco do metro correo'.e de va:?3 e coaira
vasas.
Pr-co do mr-rro qaadrado de lart o (toa
I o) Je 0.(8X0 20.
CPregJ oo uieTO cubico de V g4 0 o 22 a
0,:i30 de se.eo ai 1U metros ce comprlcer.-
t".
FIlem IdeD d^P raesni^s seccOes ds jale
de 10 metros de coojprirxeoto.
G-Iiem te contra vigas ebapu^es e maca ce
'o-ca.
H-Oito de ladee.
IDi^o de emendan d> estpioi r 6 rnet'03 de
compnmeotD o <*,1X'l 23 a 0 30X0 0.
J.-reco de nai ebieio dn 0 J|0 3 as 8 m3!ros
de ro "priooectO.
KDitu de dito de miis de 8 met-o'.
LDito de metro de longartna de 0,l2,0,t2 e
0,i,OI3.
2 Os locies de snas reflden-Us;
3 P.ovaa de idoneidade p'i fl?iooal para dl-
rlmreo eexecoia-eai os trabaibor,
Haveoto mas oo x \i propostas ca IfiUulJa.
e ae com 6e?, s r preferido o roocu- ei e
qo melho'es provas ce Moneidade effsrecer.
Nao serao aceitas a proporlas que se receaii-
retn das se^aio'es faltas :
! As qne nao oren organisaJaa d; ascordo
com o p cr-u e enial ;
! As qu-i se Oaseire sob'e prejos o'e pro
posia de o tros co eurreti.es ;
3~ A* que fo'rai mi las pur pe.sois qas -
verem ja de x do ue cODprir c.or.trar!tcs cele-
Orados com a extincta repatigaode Ooraa Pe-
o'icas ;
4- As de concurreoies qie nao offerecan as
araots e quali.iad.es ea'gidas oo p-eaeute
eJital.
Cada proposta versar sobre as obra de cada
u.n di s diirici a a contra :ar e deve Irater
no invoiu.ro a otear, gao daqaella a qce se re-
ferir.
N.'tboma proposia ser a'i sem qae o p o-
(ii-u-uie aj.i--ri. n e recibo que prove taver rtasw-
sitadu na Toe-oa'aria a importancia de SOC
0 propooeo.e qoe i ver projc-ti esctatela e
ee recusar a asaignar o termo do contracto, per
lera o ireiio a ci(jao aiaia exi^Ua.
As lof.rmagfjes uos t'abalhosde que trata o
reseme edital, acbara-ee oeata tepirtigo a
nepoeicao dos proooceotes, qae pojeraoex.-
mioal aa das 10 a 4 no-as oa urde.
tai" ge publica o tela imprensa e fDado
a porl'8 da sala de au -i i u: i..s e matrne- e
ou ie mais os ib;les de disiicto ja-garem eor-
veni- n'a.
A uorag5i do cot-tracU 8< a' 16 Jr N.
vembro de 1895.
Beeie, 8 Jur Jjaqu rr. Ridngors Saldantia Jnior
direci- r geral
Neuhuaa proposta ser aoce ti sem que
o proponecte apretenle reoibo qae prove
ha ver depositado na Tb- sourana a impor-
tancia de dusentcs mil rois:
O t r p nente qae tiver proposta esje-
Ihida e se recnsar a assigaar o termo do
contracto, perder o direito a caocSo a:ima
exigida.
<-'a orcamentoa dos trabalhoa de qoe tr; ta
o presente edital, aoham se nesta reprt-
elo a disposic^i dos proponeotea, que po
dor So ezaminal os das 10 s 4 da tarde.
Recife, Jaoho de 1895.
Jo.- Josqam Rcdrigaes Saldanha Jnior,
Diresttrgersl
^^~~!^"
que. for deri.;nsdo a imp.rUto'a qoe fdr ne 0. 15 de dimetro e vlvula da ra
estipulada, a qual i podara ser d'al le
ventada depois da termita lo o praso do
Ontrato e de liquidadas todaa as c>ntas
a e 11 ? rtlttivas.
13
Oa c ntratautes renurc'arSo todos os
cisos fortuitos, ordioanes e extraordina-
rios, qae pedem ser previstos e todos os
c sos 8 l.tos on o.-. l,tus, cogitados ou n3u
c cit dos e fierro em todos e em c da om
d 11 s erapro obrigados, sem que po-sam
dell^s Vl-r-se, nem alligd o em tempo
' lgam para al^um effeit-, quel^aer que
< 11 leja, bem Cimo QOaesqaer perdar,
prejaisos oa t< l'.a de meioa, stl^o ae fo-
rem (CC.sioraiaa por ircmdio cisu. 1
deatruijSe por O nveniarc a publ c in-
nundacao ou rotelli", c sos em qua de-
veri lar feita u c mpetente prova perantu
o oonstIba.
Jo3o Al'; i; lo Figueira.
Teen Peitoral de Cambar
9:000.2000
Do-se :000?}ooo em moeda cor-
fe ite a" quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em conde;es.
ainda mais graves, dei-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. ].'do Nascimento
[S. Jos dos Campos, S.Paulo. ] >
O AGENTE Cmpanhia de Drogase
Productos C/ micos
Secretaria da iudustna
ReconstruccBo do boeiro de H&cog,
nreoamento dos taludes da varsaa do
Cambonge e substitoicae de madeiraa e
verandas dos pontiltoes Rbeiro Sujo a Se-
raphim Pinto.
Edital
Pelo preaente fuco publico qoe no da
20 do correte mes ao maio el a, nesta Se-
cretaria, serao recebidas propostaa pera a
reeoostrneyao do boeiro de Macug na es-
trada da Eecada, para o enrocamento do
aterro do Cambcnge, e substitaicfto ce ma*
deiraa e verandas dos pontilhoss Ribeirc
Sujo e Serapbim Pinto, todo na estrada
da Victoria oreados, o primeiro em
5.9309i4 ieo, o segando om 3 145*340
o terceiro e o qaarto em 1.361S7.5 reis,
cada om.
O cootractante dar priocipio aa obr^s
dentro do prazo de 30 dias contados da
data da essigoatara do contraoto o as con
cloair no praso de 4 meses.
O praso de respocaablidade ser de 6
mese a.
Dorante este prszo aa obras serSo con-
servadas pelo contractacte c:rendo per
ua oonta todas as despesa
Os pagamentes aeifto effectuadoa pelo
Thesouro mediante cer'..'fijado deata Di-
rectora, a podem aer em prestares men-
raes cunea iifeiiore a um cont de reis.
Da cada prest r5o o Theaooro iet-.
10 "/. ce sea val r, para garantir o praso
de reipoattbihdadf, findo o qoal *e lavrar
o termo de recebimento definitivo median*
te citicado desta Directora e poder le
yantar a impertancia retida.
Cada propoata versar sobre reoocstruc-
r;So do b.airo de IrLoug sobre o enroca
meato do Cambooge e sobre oa dois pon-
tilbSes.
As propostes devem ser cor,veniente
Foine cimento aos corpos
estadoaes
Da ordem do Sr. Coronel Presidente de
conselbo eoonomico, (ayo publico qae no
dia 20 do correte, ao meio do, reoebs-ae
na Secretaria do 2.a Batalhao de lufas ta-
ris Eslado), onde se reunir o mesa o '
cooseiho, propostas dos gneros abaixo de E->trala de Ferro Sul de Per-
clarados para o feroeoimento ao ranoho namhuco
da pr.i;. b ni s Oerpos Estadoaea durante o EDITAL
semestre de Julho a Desembro deste anuo. Furnecimento de impresso', livro?, for-
Uada fr post >, que devota ser feita ro, ferragsns, oleOs, tintas, etc. etc., no
em carta fechada e devidamente solleda, segundo semetre do anno co: rente.
contera alt-m de prego das mercador .. De ordem do Sr. Dr. director enge-
que o pr-pcente q.iser contraetar, a de nheiro chefe, se faz publico que as 2 iio-
olatafSoie suj-sitar-se nulta de 5 ./ B'- ras da tarde de 20 do corrate, ter lu-
bra o valor des artigo qoe iorom accei- gar a segunda concurrencia publica des-
tos, se oo pr.zo de cinco dias eoetaio da ti anno para o fornecimeato, por coutra-
d:a io recebimento das propoatis, co so cto n< semestre de Julho Dezembro,
apreaentar para asaigoar o respectivo con dos artigos constantes da relaca > que sa-
ttac'o : r facultada ao exeme dos interessados-
Aisncar refinado de olasse, kilo. na agencia desta mesma estrada em in-
Batatss ogltsiB, idem. co Pontas, e na admin'stracao central
Sacaba11, idem. em Una.
C/ em gru, dem. Os proponentes deverSo apresentar-se
Carne secca, dem. na secretaria de-ta estrada at as 3 horas
Leihi, idem. da farde do dia 21, trazendo stias propos-
Manteiga raneesa, idei*. tas em cartas fe badas, devidamente sel-
Tuucisho, idem. ladas, datada^ e assign dag, com Aaeito docH, litro. 50 por extenso e sem emendas, rasuras
Far'uta de n a idtoca, idem. ou outro qualquer indicio que demonstre
h\ jan molatinho, idatn. duvida acompanhando-as tantos quanto
S.l, idem. possivel das respe tivas amostras princi-
Vinagre do Liil idem. palmenta dos artigos ooja quadade nSo
Vinbo Figoeirs, idem- esteja expressa na rlar;io cima refe-
Agoardenie de canns, idem. 'rida.
'ruot e (2 bananas oa um. laranj-) ra;5cs. Para ser a'mittido a concurrencia, ca-
Vcrduraa e temperos, idem. da proponente far na thesouraria da
1* Estrada um depo ito da quantia de 005,
Oj oontractontea acrSo obrigafos a for perdendo o direito de levntala, aqnel-
recer diariamente e cim a necesaaria le qup, prefe.do para o fornecimento
promptiJSo as divcrs.a mercadorias que de qualquer art'go, recuear-se a assignar
ihea f.rem devidareite s licitadas para o o contracto dentro do prszo de 8 dias
ra cao das grecas dos Corpoa Estadoaes. contados da data em que h uver recebido
2a o avizo que para tal fim lhe fr expe-
As mercadorias serSo de i* qual.dada e dido.
devom ser entregues nos respectivos quar-j Na egencia de la estrada em C neo
teis dos corpor, onde qner que ejes e- I Pontas e na administracao central em
jam, ooctaoto que seachem dentro do pe- Una, encontraro os proponentos os mo-
rimetro da 0H1.de do Reoife. dalos doi impressoe, livros, etc.. e sa
ecjSo.
2 galpSas cobertos ds palla depa-
aitados nos Trss Coq'.eiros.
290 barricas de cimento Portland.
6 ditas pequonas.
140 caibros rolioos.
103 meios caibros roIicoJsO
156 tabeas.
3110 tjolos para alvenaria.
l)6("n de trilhos Decaoviile ageeatadoa.
3')2m")0 de ditos solt.
85 de corva, lolta
I8m3 de cal de pedr
270m3 de pedra nregolar,
l6m3 de pedra britads.
1 galillo coberto de palha.
2 raoohos, ide depositados no
Quartel Nove.
1 madre.
62 linbas.
46 taboas.
25 caibros roli$OB.
2 eecad.a do mSo.
19 ps de pa ear.
5 pecas de cotda de imbira.
135 k ios do cabo de linho.
sino peqceno.
Mace, 7 de, Junho de 1895.
Eugenio Lnis Franco Filho.
CspitSo de engenheiro d rector.
Estrada de Ferro Central de
Pernaibuc
EditaJ
0 f rnecimento
3
ser
feito pelos con-
prestara) as informales necessarias.
Para garanta da boa execu^o do res-
tractactes por int< ra edio do agente do pectivo contracto, depositario es contra-
rancho cm vista de podidos por estes or-
anisados e rubricados pelo major do
corno,
4'
Q'.tndo fu: qualquer mercadoria repu-
tada de m qutlidtide b* r de-e vida ao
cotitractaote, que a 1 ubstitu r immediat.-
ree.te, aob pena de mal(< jde 25 \ do
valor da mesma mercadoria qae pelo oofre
ser comprada por conta do contractacte
p'lo froyo que lor encontrado no mr-
calo.
fio: igo< 1 mi 1 a ii c rrero oa c ntra
teotea (; I demora da entrega das mer-
C .dorias.
5*
Na bypothesa do fio al da Ia parte da
caos, la antecedente os contratantes ficam
obrigadoa ao pagamento daa mercadorias
compradas logo qae aej* apreseotada a
respectiva ci nta, c mpetentemente visada
pelo commandante do corpo, sob pena de
o:r descontada tui importancia com o
augmento de 10 .y no primeiro pagameo.
to qae tiver de lhe ser effec'.aaio.
6*
As contal de f.rnecimento pira o ran-
cho sero pelos contra antas eztrabidas
em diplioata e apreseotada mensalmei to
at o da 3 ao commandante do corpo, que
as mandar pagar dentro dos des primei-
roa dias de cada mes, depois de dev.da-
mente co teridas pelo fia jal, fijando acs
contratantes salvo o direito de tupeuder o
fornecimento om vea tindo eBae pra o sem
qae t'.nham embolsado a importenc a da
coata do mes anterior e de resoeodir o
oon'rato ae o pagamento damorar se por
mais de 'C das.
7a
Oa contratantes ficaoi obrigados a for-
me r peo meamos pregoa daa meic d;-
1 i .0 contratad, s aos atuciaes dos c >rpo<,
mediante pagamento viats, oa em vir
tuda de vales per olles asaignados e ro
bricad<8 pelo fi 5 domos subaequente, mediante coota es-
piC al para o oda om dellea.
8a
Pelas ii f t-ck-8is das claosnlaa deste cot-
trat", cojas penaa nfio te ic'icra especial-
mente dterminadas os c ntratantes ficioo
sojeitOB milta da 2Cp0O0 a OU^OOO
mil res que Ihes sero impostas pelos
tantes no cofre da estrada, urna quanta
fizada pelo director engenheiro chafe, de
tcordo om a importancia do forneci-
mento contratado.
Secretaria da Estrada de Ferro Ful de
Pernambuco, 6 de Junho de 1815.
O secretario,
ios da Cunha Liberato de Mattos.
De ordem do S-. Directo- Ei?f nheiro Chile.
ee Ui tublico qoe at 1 cora da tarde ip dia
20 do corele rxer, recefcem-se nesta Eer.-ta-
na proposiae em rarUs fechadas e devidameo-
te selladas, para o fornecircenlo po* coairacto,
10 acte o secuto eem^stre ueste anco, de ar-
tigos ci-ernoa. eonsianles de urna rel(S> que
ser faeuiala ao exame dos inleretsados na
xr .-.ma se retaris.
As p:opoa!aa deverSo ser datadas e lajlgot-
das pelo* proconeoies, ce m o prego de casa ar-
t'go eBcri-oto por extenso, tem eEEendas, raro-
ras ou (oosa que fa>a do vida e >comp:nhadas
quanto possivel das cemptt otes ?mu?ra8.
As prcposUs apres otadas at squelh to'a
^erao abenas e lidia m prreerca dos corcu -
reutc, to te ido re ebldas entras, tem retira-
da.' quaesqaer das recehidas derois de ate.ta a
ts-ac.
Para ser; dmi'.tido i concurrencia deve-a caita
proponerle depositar prviamen'e no Tr.esonra-
'ia da Etr-da a cauco de ocaenio* mil rie...
(200/OO; em d nb|-o. pe-deoio o direito de
ievaoui-a aqu ile coja proposa sendo preferi-
da oara o fornecimento de qoalquer t'Ugd se
recodar s assignar o respectivo contrario, dentro
do erizo ae unco dis., c. alados da dati do avi-
so que por es a Berreara ibo 6 dirigida.
Nao .e,So acceltjj as proponas qoe nao fo-
rem organiadas de accordo cem a reiago apre-
eentada e as qoe f em firmadas por peesoaa
que tiverem ja deixado de comprir contractos
celebrados cem a Estrada.
Secrearia da Entrada de Ferro Central de Per*
oa sableo.
Recife, it de Jonho de 1895
A'.btrto Antonio Mauvirncj,
Secretario interino.
mente selladas, entregos em cartas techd- Cmm.'-.ndacteo dea c >rpos.
daa e oonterem em termoo o'aros
1 O prego pelo qual se propSsm oa
licitantes s executar os reparoc :
2.* Oa locaes de auas esidei.cias ;
3.* Provas de ideneidade profisamca!
para dirigirem e executarem os traba-
lho .
Havendo doas oa maii prepostas em
igoaldade de coodieSea, ser preferido o
oonoorrente que melbor&s provas de ido-
neidade offerecer.
NSo aerSo aeseitaa aa propostaa qoe ae
reseutirem daa segaintes f.ltaa :
Ia Aa qne excederem aos preg b dos
orgamentoa ;
2 a As qae nao forem orgaaiaadaa de
lcerdo com o presente edital:
3.a Aa que ae baaearem aobre preyes
de propoatas de outro cor carrete ;
4.a Aa que f.rt m firmadas por pesaoaa
que tiveren j de'xtds de comprir oootrao-
tos ('.obrados oom a extinota tepirtiglo
da Ooras Publicas ;
5.' Ai dos cononrrentoa qoe nao (ff -
recerom as garantas a qualidacies exigid- a
no preaeete edital.
Cada propoata versar aobie om des
reparos a erntractar e dever traser no
involucro a declarado d'tqaella a qoe se
referir.
9a
F c nao mearais coodicjSes o fornecimento de
taes mercadorias qoe fr ju.gsda ti c .aa-
rio para o r.cc'c. de qualquer outra forg
est dual, que por ventura possa ser cea-
d^, senda ceste Caso feita a entrega doe
gtncr.s no respectivo qoarel.
10a
Os c intratantes cao terSo di,cito a le-
demniaaco algoma por ei c aso de prego
das m: icrdoriLB, qu-'.eaquer qae eejam as
C md.cSes do me cado, o qoe tambem ra >
podero sil gar p ra eximir mo do c.rr-
prim-.nto do c ntrato qae vigorf-r pelo
tempo de 6 metes a c >ntsr do primeiro
de Julho a 30 de Deaembro do emento
anno.
li-
So 01 c ntratantes recia.rem se dentro
do praso estipula '.o na c'aotnla IO a fa-
se r o ornce ment a qae bSo obrig.d s
pagarlo a malta de lOOtfO'O a 500O00,
C f>rme for arbitrada ptlo coradlo que
ter em altenejao o valor do c ntrato, fi
C cdo este ipao 1. c'o r> te ndide.
la
Para garanta da multa a que se refero
a c'auaula antee:dente os contratantes re
Ci-hr5o previmiDte ao c-ire dj erpe
Estrada de Ferro SI de
Pernambuco
EDITAL
Fvrnecruento de carvo
De ordem do Sr. Dr. Director Enge-
nheiro C:efe, fago publico que *s 2 horaa
da tarde do dia 22 do coi rente ter logar
nesta Estrada a concurrencia para forne-
cimento da carvo de Cardiff necesario
ao serv co da mesma Estrada no 2.* se-
mestre deste anno.
Os proponentes sero ebrigad' s a apre-
fentar na ve.-pera d'aquelle dia at as 3
horas da tarde suas propostas em carta
fechada, devidamente selladas e acompa-
nhando o conbecimento da caugao pro-
visoria de OJS, que depositaro na th>
sou.-ia da mesma Estrada.
O carvo ser de 1" qualidade, tres ve-
zea peneirado e posto pelo contractante
i'm Cinco Puntas dentro dos carros da Es-
trada de ferro do Recife ao S. Francisco,
correndo por sua conta todas as despezas
at aqualle ponto.
Os fornecimentos sero fa tos por pedi-
dos asiignados pelo almoxarife, rubrica-
dos pelo Director Engenheiro Chefe e
dentro do prazo mximo de 10 dias, sob
pena de multa a juizo do mesrao Director
t'genheiro Chefe.
O contractante ficar sujeito a pres-
taco de urna fianga que, para garanta
do contracto, ser fizada pelo Director
Engenheiro Chefe.
Secretaria da Estrada de ferro Sul de
Pernambuco, 7 de Junho de 1895.
O secretario,
Jos da Cunha Liberato de Mattos.
A d rectora das Obras Militares do Es
udo de AUg >sJ de ordem do Eira. Sr.
General Ministro da Querr, chama con-
currente para a ar-remaUgo em hsta
public, q'e b-> d"Vcr effectaar cesta ci
dada no dia '1 do corrents, fiada a publ*
04{o deste, eos Beguintes materi-es :
Depoeitadcs na Capitana do Porto e
immediagOis.
2 4 caibros rogoa.
384 tabois.
37.0 barrio; a de cimento Portland.
17 saceos com cimento Portlacd.
59 linhafl.
7 madres.
1 pedra de amolar ferramentaa.
4S".7O0 do cal de pedra.
78m- de pedra irregdar.
m3 de pedra Lr.tada.
2 harria para agua.
1 locomovel.
1 polia para o mesmo.
II!1" de correia para o mesmo.
250m de trfaos Deeaavills.
5a da corva, idem.
500 doga.
4 pares de roda psra bitola 1
Cm,50.
1 bomba centrifuga oom 4m de can
Afinde^a
Edital
D? crdem do Illm. Sr, D\ iofppetnr desta
repurlic;j e te:do hivido engaoo oc *dual pc-
biicaoo em dias de M>rg> e Abril ultmos com
referercia a ei uajo do terreno requerido or
Dona Joauoa Mina da Cooceigo Olivera, visto
que este terreno oro rica em conlicuncao do
rjoinial da casa o. 131 da roa Ciieota e Nove
(interior Impethl) aea ctdde, confirme al-
le^co a mesma D. Jjaona em seu rejoerimea-
to mis Eim e nlre a Estrada de Pero do Recife
a Sao Franclco e o rio C: ergf. heiro grimenior dos terreros de mirinba
e naei.oaes por occss.ao de proceder respec-
ta a medicae, de novo eso cbatnsdes o qoe fc-
atjm di qne teabao renerer o que ior a tem
de gra direitos, oo praso di (rima dias qoe ldes
flea marcado.
Terceira Secco d Afsadffca de Pemambu-
C>, 14 de Joobo de 189o.
Servid) de rhefe
Siftjioo .1/uniz Basilio Pyrrho.
Cbl<;jinea:tj da roa ds Laran-
geiras
Em addit monto ao edital da Prefeitara
Mun-cipel do Recife de 15 de Maio prxi-
mo pstalo, sao convidados oa proprieta-
ros abaix deoUradcs a virem recolher ao
oofre monicipai a importancia do Lalgs.-
mento na raso de 15 / aobre o valor lc-
cativo dos respectivos pre ios de confor-
mili de com o citado edital.
Bna do Ctba.' n. 5.
D. Mara Victoria de Soma
Loja 8[a a ra das Larm-
geiras 28)9350
Rus do Cabug n. 7
Irmandada do S. S. da Ma-
triz de Sent Antonio Lo
j a roa das Larangeiras
us. 7 B 7 C 7 D 64$SOO
Seoretaria da Pieteitura Mocie pal do
Recito 14 de Junio de 1895.
Serviodo de Secrotarin,
Leoncio Quintino de Castro LeBo.
Secretaria da Indus-
tria
3.a Directora
Ptlo presente se chama a concurrencia
cesta D.rectora ro termos da Iei r. 90
de 6 do correte, at 23 deste para os
estudia definitiva, pr.j?cto a orgamento
de urna estrada de Ferro de b tela do 1
metro entre tr.lhos qne p-rt.ndo da cidade
do Reoife se dirija a ltsml, passando
pelas cidades de Olin.a, Igoaraat e
Goy*nn.
A ccncarrercla versrr sobre o prego
dos e&tudos po.- k Icmefro, sebre o prazo
para entrega destes e acbre a epo.ha o
e modc do pagamento.
Ai condigSes technicsa do tragado serlo
regalabas pel.a instracgSes que ae scoana
nesta Directora a diapeVgo doa lici-
tante*.
Sae:8o accoitaa as p-opostas s-ioscr'p
ta por profisionaes ou pessoa qoe proven
ter a rteoesBaria idoosidade.
Nst huma proposta aera aooeita sem que
techa anticipadamente o licitante depcsi-
tado na theaoararia desta Directora m
qantia de 5. OOOfOO a qae j-erderi o
d.reito si esoolhida asa propoata recusar
assignar o contracto cu protellar a asig-
natura por mai: de 10 dias.
Secretaria da Industria, 12 de Junho
da 1596.
Jo Joaqn:m Rodrigues SaJdaoba Jun-T.
Direc'or gera'.
i
Oi*D.
~


Diario de Pernambneo Domingo 16 de o mi lio de 1SQ5
Edital de segunda praca
^ Dr. Jote Gomes Villar, ion do *-
gando diitrioto mjnicipal da oidade do
Kecife, do Estado de Pernambaoo em
virtuie da lei, oto. oto.
Faoo saber aos que vrem o presente
edit I, qae par esto joiso tem de ser ar-
reixa'.ndo a qaem mais der no di 20 do
cor, en te roer, as 12 horaa do da, ia
salla das andieLcias puLLcss os bens
penhoradoa a Bernardino de Azevedo por
exeoacKo qae Ihea movem Beiro & Al-
meida, cijos bens i;o os eegointes :
Vinte pegas de madapolB > cParimino,
avalladas cada ama eo 1000)0, prefaiendo
ao todo 2005300, tendo que a dita mer
oaioria vai a segunda prac, pe* quaatia
o 18OJ00O, feito o abatimeoto de 10 por
oento, sobre o valor por cuanto foi a p
meira praca.
E para que chegae ao c chccimento de
todos, mando ao porteiro do jaino, affixar
o presente o logar do catume, passando.
ge a respectiva certidSo.
Dado a passado neste segusdo districto
municipal do Recite, aoa 6 do Margo de
1895.- -Actonio Horacio da Silva, escrivSo
o eicrevi.
Gomes Vil'ar.
ECLARACOES
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Poruecimen'o de carne verde
A Illmi. jaula tdcnlH-tra iva da Santa Casa
dt Mi-encir-Jia do RrCife, em ees So do dia 18
do crreme, receba propjstas para o fjroeci-
mento de cama verda para o coQsummo dos es-
taoelecimentos a sea cargo, duraale o trimestre
di Jalb j S-tambro do correle aano.
Ai propostaa cartas divinamente sllala?, declinando o pro-
ponentes eojeitarem-se a orna multa de 5 O/o
cobre o vabr do forne:tmea:o, ae nj rrato ue
t--es di.e nao comparecerm a esta secretarla
ptri assuuar os respectivos contratos.
Secretaria da Sana Caea de M.sericord a o
R-c.fe, 15 de Jano da 1893.
O escrivao
Jote Hanorij B. deM:neiea.
Estrada de tetro de Pernam-
buco do Reciie ao S.
Frnci co
AVISO
De accordo com a d sposfcJo do Art. 69 do
regcUa.ecto em vigor, scientitico os Sre. expe-
didores oe mercadoriaa que o receba ento e
entrega das meamaa naa esiacOea ae effectoara
em todos ca diaa otea, deede 6 Doras oa macha
al as 5 oras da ta'de, com excepcio de orna
boa (das 8 aa 9 da aaobS), fra da bora regu-
larrentar em caso algum aeri recebada q alqoer
mercadona.
Aos Srs. expedidores de aasnc^r e cereaes,
so'.'.cita-Ee que maodem eoaa mercad.ras em
8acccs forlea e ccm a bocea cosida.
Cabo, 11 de Jonbo de 1895.
W. lis Hood
Soperinlendente engenbeiro em chefe.
Associa^o Coiomercial
Beneficente dos Mer-
ctiros.
Adirectoiiada Associacao
Commercial B. dos Me
cieirop, communica aos seus
afsociadcs e a todos o*
membios da classe em g>
ral, da qual ella e legitima
representante, que acaba ce
dirigir-: e ao Congresgo do
Estado fazendo indiciosas
ponderales e solicitando
modificacar no augmente
dos impostos desigoados
para dita classe, no pro-
jecto do orcamento que vai
vigorar do 1. de JaJho
do corrente anno em diante.
E convencida como est
d Justina da causa em que
babeada a su a reclamado,
aguarda silenciosa dos po-
deres pblicos do Estado,
favoravel deferimento a sua
pretendo, do que lhes dar
immediatamente sciencia.
Recife,7deJunhode 1895.
Joaquim Christovao.
Director.
Polibio de Oliveir* Pinto.
Io secretario.
Progresso Colonial
Assemb'a geral extraordinaria
3.a convocaco
N.'o lendo compare i lo nomero lecal 1.'
convocacao, sao de boto coev lados oa eenborea
Cc:onis:as para ae reoolrem em aaaembla ge-
ral exraordiaarla, a 1 bora da tarde do da 10
do corrale mez. roa do Gommerolo d. 34, 1-
miar, afim de ae tratar de interesaes oancei
ros desta compaobia.
R-cife, 15 de Jonbo de 1895.
Jos Goocalves Pinto
Presidente.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phenix Pcrnambu-
cana
RUADOCOMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
tSociedade
Monte Pi Bom S ccesso
De ordem do n:iso irmfo director, convido s
todos os aechos assocladoj a compsrecerem
ta asiembla gi.%1 extr;ordinaria no domingo
16 do corrente, pelas 10 borss ds manbi, em
Eossa fe.de i prsca Bario de Lacena n. 26, an-
tiga do Paraso, aflm de dar comeco acs traba-
Ibes ds nova lei qne dos tem de rtger.
Secreta-ia da Sociedad* Monte Po Bom Suc-
cebso, 14 de Jocho de 189S.
O secretario
Jcao ds Silva Saralvs.
DE
Joaquim de Souza Monteiro
PRAGA DA INDEPENDENCIA 3 E 5
? ltimos successos
9570 6:000^000
9569 100^000
9571 100^000
Estes premios da lotera B 6.a deste Estado
foram por nos vendidas e j se acham pagos.
44116 6.000^000
44115 100c^000
, 44117 10W000
Estes nnmeros e tods os deraais da res-
pectiva dezena, premiados na B 7.a lotera tani-
bein deste Estado extrahida hontem, foram
vendidos nesla Casa.
Esta Casa vende bilhetes da Lotera Nacio-
nal e Estados.
Lotera do Estado na ponta
Ao Sonho de Ouro
PRAC DA INDEPENDENCIA
FU ABO
PERNAMBICANO
Costuras do Arsenal
de Guerra
De ordem do cidadSo tenente ceronel Dr. di-
rector do Arsenal de Guerra, diatribaem-se coa
loras nos das 17, 18 e 19 do corre n'e mez, com
as co'tortlraf, possotdoras ds* golas de ns. 201
a 280, de conformidade com aa ordena em vi-
gor.
seccao das costuras do Arsenal de Goerra do
Balado de Pernambneo. 1S de Jonbo de 1895.
Flix Antm'o <** Alcntara
Capit.o adjunto
Alfandega de Peraambnco
O conselao pa-a o f iroeciaeo'o de f irraeem
cava hida do ezarci(o recebe pronoti do da
18 do co-rm e :a 11 boraa da resnba, noqnar-
le do ccmmmdo da goarn gao Detts E-tado,
oode (onciionara para contr-tir o rornecimeoto
de capto), dorante o 2- semestre do correte
auno, vis'o tai ter bavido ccncorrencia para o
contrato de tal artigo.
Alfandega de Peroami uco. 11 de Juobo de
ItW.
O ogpec'.or
Alejandre do Soma P. do Carreo.
Proj
3.
4.
^jecto de inscripQo
Para a 16.a corrida que se realisar no
domingo 23 de Junhode 1895
l.' PAREO Perimbueo 1.R09 metros. Handcap. Animaen de Pernam-
bur. Premioa : 5004000 ao primeirc, lOCiJOOO ao segando e 504CO0
ao terceiro.
FCSFeniano 55 kilos, Triampbo 54 kilos, Av.ntireiro 52 kilos, C-mcrs,
Bsmarck 2.' e PlutSo 48 kilos oada um o os demais 43 kilos
cada um.
2.o PArlEODertey Club de Pernambuee 1.100 meteos. Anhnaes
da Pernamboco- premios: 3301000 ao primeiro. 60i9O3O ao segun-
do e 30400O ao terceiro.
Art. 5.* Feniano Triampbo e Aventureiro.
PAREO- Hippodromo do Campe Grande 1.500 metros Animae-
do MWMBMW. premios: 5001000 ao primeirc, 100COO oses
gando o 504CCO ao terceiro.
Art. 5 Os do pareo Oeiby Clab e maia Camors, PIuta-i, Malor, Baoqueiro,
Todo Hyrvndelli, Piramon, Farkso, Beija Flor, I'alhaco, Bis-
marek 2.*, Fanaoa 2.', Pyrilampo e Turco 2'.
PAREOSportman 1.050 metros. Animaos de Pernambneo. PRE-
MIOS : 2505000 o primeiro, 50000 o segando 251000 ao
teroeiro.
Art. 5.Os do psrao Hippodromo do Campo Orando o maia Hssoote, Ida,
Bathorj, Conquistador, Pat^bouly, Gaioleto, Cingo, Malaio, Talis*
pber, Vingsdor, e Tenor 2..
PAREO l BIS* 1.100 metros. = Animaes de Pernambneo. pmmios :
250^000 ao primeiro, 50^000 ao segando e 25^000 o ter-
oeiro.
Art. 5.--Os do pareo Sportman e mais Ta'icier, Dictador Galle:, Timoneiro,
Paariaeo, Maarity, Ally-Stoper, Ybo, Bah'sa, Garimpeirr, Dnblim e
Baralho.
6.* PAREOEetlmole 800 metros. Animaea de Parnambuco. Premios :
250)9000 ao primeiro, 504000 o segaado e 250000 ao teroeiro.
Art. 5.*Os do pareo UniZo e mais Mendigo, Petr^polia 2*, Piano, Malango,
Teimono, Vivas, Frontn, Lucifer e Sana-Soaoi
PAREO Inicie 850 metros. Anrr ei de Pernambaco. Premios :
2504000 o primeiro, 504000 ac sagando e 259000 no teroeiro.
Art. 5.*Os do pareo Estmalo e mais Divertido, Saragoasa, Tiberio, Tupy 2.a
Ga'ono, Ideal, Campo Alegre, Eaireb, Gcod-morning 2 ', Vinganca,
Prussia o, Sea Bem, Toulan, Scepticismo.
PAREO-Prado Pcrnambneaoo 1.450 metros. Handuap. Animaos
de qoal.aer pas. Premios : 3008000 ao primeiro. 600000 ao
segando e 304000 ao teroeiro.
PeseGipay 75 kiles, Dcrothy 55 kilosChayanai 45 ki'oi e os demais 40
kilos oada nm.
Nenbom pareo co tari victoria.
Oa pareoa Pernambaoo e Hippo'romo do Campo Grande to *ierSo coiside-
rados realisados qne se iracreve-em 5 animaes de 3 proprietarioa diflf.r'jotea e os de-
mais 4 animaea de 3 pr prietarios differentes.
A insci-ip$2o encerrar-ae-ba terca-faira 18 do corrente ia 6 1(2 horas
da tarde na Secetaria do Prado, roa da Imperatrii n. 26, 1.* andar.
Secretaria do Prado Pernambacano, 12 de Janbo de 1835,
Servindo de Secretario,
C de Abreu.
5.
7.
8.
COMPANHIA
Centro Commercial
Sao convidados os Bis. accionistas dests ccm-
paubia para faxerem a quinta entrada de seo
capital, na rasSo de 10 0/0 no Banco de Pernam-
bneo, dentro do praio de 30 das, ccctadca de
boje.
Macei; 6 e Ju-bede 18S5.
Oa directores
Tiborcio Alve de Csrvslbo.
Boa>entars Amorlm.
redro de Almelda.
Royal Insaraoce Gompany
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos acolmillados L 80:080.
AGENTE
POLHMANN & C-
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
NORTHERN
De Londres e Aberdecn
Posicio financeira
Capital subscripto 3.780.OO0
Fundos accumulados 3.000.000
eceita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vida 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William 6cO
COMPANfflA TETHYS DE SEGUKUS
MARTIMOS E TEIRESTSES
BA DO VIOABIO N. 1, 1. AMDAB
Directo rea
Bario de Sotiza Lelo
Thomaa Com ser.
Julio Cesar r es Barretto.
Companhia \ortti Itritish & Mei
cantilee Insurance
Capita. subscripto 3,000,000 0* O4
Fundos accumulados 9,452,452, I8d 5*
BECEITA ANNUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* 9
De premios sobre
divida 992.379 6' l4
2.488.196. 12' 11"
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transacc5es fei
Xas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
rss immi ihsubance comn
ZL1CZTSS
DE LOMDRES
Estabelecida em 1803
capital i.too.ooo
(Rs S4,0O0;0O0cf0O0)
SEGURA EDIFICIOS B MERCADOBIA3
CONTRA O FOGO
7 AI XAS B AIXAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PRBJIZO
Sem descont
Agentes
iUUVVVNS C,
Beo.-. e Kesp,*. Loj/
Cap.% Cavalleiros
da Cruz
Imperatrli n. S
D) ordfm do Pod.-. Ir.-. Ven.*, convido
'0308 08llrr.-. do Qoad. ., aa Rtsp-. Li'j
deela Or.-. e aeoa Obbrr.-., e a todos es Ma-
cona, para com suaa familias asaletir a Sea8.*.
Magra com pompa, de dopcao de Lew oca oo
Baptl3moMjconico, qoe esta Ben-. Off. ce-
lebra tn borra ?o fpd Pa'rcet'o S. Joio da
Escocia, argonda-feira 24 ao correte, ss II
bora8 da oaoba : devendo ca I rr.. compare-
cer com aoaa ioaigniaa on distiociivos.
Ootrolro, previne-s to pnblico, qoe das 7 as
9 boras da oiie.es'ara o templo expoelo para
qnem qoiserconepa ecer, dPceofmeDte veatido.
Or.*. Recife, 14 de Janbo de 1895- E.-. V.'.
M. F. Martina tir.-. 18.'
Spcret.'.
n
LINHA MENSAL
Vapor Condonan
E' esperado da Europa at o
dta de Jonbo, eeenlndo de-
poia da demora neceaaaria para
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ayres
Entrar oo porto
P/evlne-se anda aos Srs. recebedores de mer
cadorias qne ? ae attendera a rectamacea por
(alas, qne forem reconbecida na occaaiao da
lesea rga dos volnmea ; e qne dectrn de 48 ho'
ras a contar do dia da descarga das a; varengaa
deverao faxer qualqoer reclama^ao concernen-
te a volnmes que porventura tenbam segnido
para oa portos do snl, afim de serem dadas a
tampo aa providencias necesarias.
Roga-se aoa Srs. passageiros de se apreaenta
-em na vespera da chegada do vapor para toma
em as snas passagens.
Para carga, paseagena, encommendasediobfi.
r j a (rete tratar com
08 AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Rojal Hoogarian ita i\ vigation
Gompany Adria Limited
O vapor hngaro
Szent Istvan
EV>Df rado de Trieste a' o
da le do correte, segnia-
do depol8 da indiepenaavel
demora para oa portoa da
Baha.. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendaa edinbel
ro a (rete trata se com os
AGENTES
Henry Forster & G.
Roa do G)mmerco n. 8
1* andar
Boyal lail ihi Paca! s
O paqaete
Danube
COKMANDANTE G. M. HICKS
E' esperado dos portos do
Bul no oia do corrente,
aegoiodo oep in da demora
do costme para
Emprestimo nacional
de 18Q5
Perti-a Carneiro 4 C. fcun'iBcam aos Srs.
fnbacrlp'ores do emp'eatimo cima qce andon-
eados pelo Banco da Repblica do Brasil, paea-
rao rm sea eecrpiono i rea do Cornac-non.
6.1* andar, do i- deJoluo prximo viodouro
em diante, oa jaroa cas apilicis qae enbscreve-
ram por ata mte-rtedio, rorrespondeates ao ae
medre a veocer-ce em '0 do corrente, oa razio
de 29/000 por cada orna atol 'e.
Recife, 15 de Jonbo d 1895.
stftgsITOgOS
Pacifico Sleam tavigalion Coi
STRAITS 0F MAGELLAM LINE
O paquete
Oropesa
Noto, com balice dobrado
Espera-oe da Europa at da
te do correle e seguir* de-
,doIb da demora do cosame para
Valpa-aisc, com escala por
sT'TS?
Babia, Rio de Janeiro e
Montevideo
Para carga, paseasen?, encommendas] a d;
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
Wilson, Soas 1 C, Limited
10RA DO COMMERCIO10
1* andar
Pacific Sleam Navigalion Com-
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Iberia
Espea-ee dos
portos do sal at
o dia 1." deJulbo
e aeguira depoia
da demora do
coatnme para Li-
verpool com es-
cala por
Lisboa, La Pallice e Ply-
mouth
Para carga, passagens, encozmendas e di-
obeiro a frete, trata-ae coi es
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Rob. fi. Sloman's Line
O vapor
Catania
E' esperado do
anl no da 19 do
cerrante, e aabirs
|edols ds demo-
iaceceaaa:l| ara
Rio de Janeiro e Santos
Para cargas e partageos trata-se com os
AGENTES
Percira Carneiro i C.
RUi DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
Hamtjurg Suedamerikanis-
che DaD pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Santos
E'e8D*"a o da 1* do torrente e
Btgoir depois ea desoa
Eece8ana pzra
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, frete e etc., trala-ae
com os
Consignatarios
Borstelmann So C.
18Ra do Commercio18
1. andar
i'rince Line of Steamers
lames Miioft \ew t'asc-on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE GS
Estados-llados, o firazl e Rio da
Prata
E' esperado doiodp r." eNew-o
York at p dia SS do cerreote,
e aablr depoia da necessaria
demora para a
Bahia, Victoiia, Rio de Ja-
neiro, Santos e Parana-
gu
a-
O VAPOR IK6LEZ
S.Vicente, Lisboa, Vigo, Ha-
vre e Southampton
Ea'e paqoele vae especialmente ao Havre par..
deecarregar malas e paisagelroa.
O paqaete
Tamar
Esperado dos portos da Eu-
ropa at o dia se do corren-
ro eegoiedo depoia da demora
neceaaaria oara
Macei, Bahia, Rio de Ja-
neiro e Santos
O paquete
Niie
Commmandante J. D. Spooner
E' esperado da Europa no
da S V do cerrente, segla-
do depois da demora lo-
diapeneavel pars a
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
JH. B.Previne-ee aos Srs. recebedores Tle
mercadorias, qoe a Companhia Mala Real ingl-
Ca, contracton com aGenual Steam Navegaton
pompanvnm aervico da vapores semsnaes qos
csrtlndo de Bordeaos, Cogsac, Cbareote, devem
cbegsr a Sooihamntoo a lempo de baldearem as
xargas dsetinadss a America do Sil para os va-
dorea deata compaobia.
Esta compaobia acceita por precos rsioaveia
para Valpatalao at Abril, pai>saagelros com este
destino por vta de Bueoos-Ayres e entrada den
Andes.
Tambem aceita passageiros para New York
a Soutbamptoo, por especial arraojo feito coa
a Companbia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-ae na Ecropa cas > o deeejarem.
Bednoo&o soa precoa dsa paasagemu
Ida Ida e volta
4 Lisboa Ia classe 20 t O
A' Sonthampton 1' ciass* 1* 4 51
Camaroles reservados para os passagalros de
Peroambaco.
Para carga, passagens, encommendaa e di-
nbeiro a frete. trau-se com oa
AGENTES
A.iiiorin) Irraos & C.
H. 3Rn o Bom JaaasN. 3
mvsni 1EIISIS
Companhia Franceza
DE
KaTegaco a vaper
Li ha regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambaoo, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
VAPOR
Corsica
Ccmmardante Pacc^vre
E' esperado da
Europa at o dia
S4 ido correle;
egnindo depoia
da demora iadia-
eavel para a
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Boga-8e aos S's. imporladores de csrgs petos
vadores deata linba, qneiram Bpreacntar dentro
de 6 das, s contar do da descarga das alvaren-
gas qcalqner r clamaco concerieote a volumee
que por ventara tenbam seguido pira oa portos
do sal, afim de se po"erem dar a tempo as pro-
videncias neeesssrlas.
Expirado o referido praso a compaobia nao se
responsabilisa por extrvlos.
R.cabe carga: A tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Raa do Commercio 9
Indian Prince
Para Carga, et\. trata ae ccm os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Commeroio n. 15
Lh-d Rrazilelro
O vapor
Brazil
Commandante A. F. da Silva
E' esperado dos por tus do
anl no da le do cerrente, se-
,guinio nara o polca do norte
,'io dia n do mefcffic.
A8 encommendaa sero recebidas at 1 bora
da tarde do dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caea da Companhia Pernambncanan. a.
Aoa Srs, carregadorea pedimos a sua attencSo
para a clausula 10* Jos coabecimeulos qae a
aeguinte:
No caso de haver algnma reclamacSo coolra a
compaobia por avartas on perdaa, deve aer felta
por escripia ao agen'e respectivo do porto da
descarga, dentro de trea diaa depois de fioali-
aada.
N3o precedecdo eata (ormandade, a compa-
dra dea isenxa de toda a r sp- caabiliCade.
Aa paeaagena eao liradas no meemo escripia-
rio, at as 2 1/2 boras da tarde do dia da sabida
do vapor.
Atlencao
"As passagens pagas a bordo custam
maia 15*/*>
Para carga, pasaagena, encommeedas e valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6RA DO COMMERCIO-6
! andar
LEILOES
Agente Pestaa
Leilo
Da 11 calas com cbt marca CICE, sendo t
preto na. 44, 45 e 7 verde ns. 1S, 16, 20.19,32,
24, 28, 8 e 9, avarladas com agua do mar e
desembarcadas de bordo do vapor allemSo Pa-
ragoaaf entrado neste peno no da 6 de Malo
do corrale anoo
Terca-feira, 18 do co/rente
A'S 11 HORAS EH PONTO
No armozem a travma do Corpo Santo
n. 27
O agente Pestaa vender s quem mais dr aa
caixaa com cba, cima menclooadas^________
Leilo
De dona boles, sendo orna batel-a denomina-
da Oliada, e o casco do Maranbaj S.
Luis .
Terca-feira, 18 do corrente
A'S 11 HORAS
nte Pinto
A^ei
No caes da Lingueta, se o tempo permitlir, ou
oo armaiem da roa ao Bom Jtsas o. 45, ae cba-
ver: o< botes podem ser examioados dadca do
Arsenal de Mirinba.
Agente Silveira
Leilo
Da casa na Estrada Nava n. 76
Qaarta-feira, 19 do corrente
A'i ti hora
Ho arieazem a. 4 da roa 1J
de Kovembro
O agente cima, per mandadj do Exm. Sr.
Dr. ]mx dos (eitos da fazenda, levar a lellio a
referida osa, execu^aa contra Aotooio Francis-
co dos Praie-es.
Agente Silveira
Leilo
Da caea i roa da Via-Ferrea n. 24 V
Quaita-feira, 19 do corrate
A't 11 hora
No armazem A ni 15 de Ko-
vembro n 41
O ageote -ima, por maDda. o do Exm Sr.
Dr. jan das felice da faienda. levar a lei'So a
rasa acirra, execo(o con ra Amaro ot dos
Priere8._______________________________
Agente Silveira
Leilo
Das e sis Eitrada do G qui a Jaboatao
a na. 141 e 160
Quarla-f eir, 19 do corrente
A'S 11 HORAS
So ai-eeaiem A rae t* ele Ifo-
?esaibro n. 41
O agente aclms, por mandado do Exm. Sr.
Dr. jola Joj fritos da fasenda, levara a le ao a
casa cima, peoborada per execocSa da fazendi
contra Forentlna Mara do Reiar.o.







Otarlo de Pernambaco ^ Domingo 1C de tlnnlio de 1S5
Agente Oliveira
Leiio
De una toa cae;, terrea alta roa Visccnd.
de AlbcqueNuen. ti, car'ora cA Gloria, frt-
guesia da Boa-Vala, coui porta e jaoella de
frente, i salas, l qoartc, coslnba e quintal iu
rado, te.
Urna nreia agua sita roa Domingos Tbeotc-
nto o. 17, l'fgoezii de S. Jos, com 1 porta fe 2
jaocllas de traole, I sala 1 quart, 1 gabinete,
colDtia. etc.
Urna dita sita travs a da fraia do Forte n
36, fregtex a de S. Jos, cum poita e janella de
(rente, i sala, 1 qusrto, 1 s. la que serve de co-
staba, qoititil morado, etc.
TVrca-feira, 18 do co rente
A'8 11 HORAS
W armuem roa 15 de fo
vembro n 39
A.MIGA D IMPERADOR
O agente Oliveira, por mandado do Exm. Sr.
Dr. jni e d.reo da provedoria e a requer-
meato do inveotariante dos beos qae fleartm
por fallen meo o de Joao Flix da Rosa, levara a
leilSo aa osas cima desenptas.
O Srs. preieadeotes desdea poderSo exim
car as rtfendas ca8.8.
Agente Silveira
Ltilo
Dj cisa i roa Im?-r al o. 6i
Quana-feira, 19 do corrente
A'S 11 HORAS
A' roa 15 de Novembro o. 41
O aaecte cima, por rxai.dado do Exm. S
Dr. jai eos fenos da fax-roda 1 vari a leilao a
casa acim?, execuiao contra Benedicta.
Agente Pestaa
Leiio
Da importante armacio com todos seos rar-
tences, g'.nde qianliaade de gneros, loncas
vidros. q'.iutiQba', rao'ingu, jarras, (amneos,
ppgas de flacella, relosios de parede e algibeaa,
1 imcoruuiea micoiuasdo cuna para sapa
telro, re artio-eilos de picho, m-sas de ditr,
fem de crsinha e mu tos cairos cbjeclos quo
serio ven lid; s no da.
Quarta-feira 19 do con e a te
A'8 11 HORAS EM PONTO
Ho 6itab?leciment f tt ao largo da Asamblea
p. 17, no forte do Moli*
m continua c,ao
Vender o me-mo i gente 1 mob lia de jonco,
i mesa cara jaoiar, < esptlbo, 6 qaadros, 4 jar
ros, 1 c.-nliei o, 3 caloogip, 1 sesta para r u.o-i,
1 comiLoda de amarrH", 1 jarr?, 1 mea peqae-
n, 1 ba'ia, 3 ba', 1 reiogio, apetes lime
ooiios cbe: os qae serio vendidos ao correr do
marte lo e a quem mais dcr.
Criado
Precisa-as de o^> c-iado para servido de fa-
brica ; na roa a Concordia o. 128,
Cocheira
Vende-se orna cochura do Cbora Mininos
com daas victorias e seis ctvallos, bons para
carro ; a iraiar na roa de PaV'fndu' n. 1.
Plvora
De todas ao quali iades
em barris e em latinhas ven-
de-se no ercriptorio do Per*
nambuco Powder Factory.
Ra do Commercio n. 6.
Ao commercio
Alfredo Hornera de Carvalbo e Jacinlho Ce
Almelda decla-am que fir 31 de Ma o ollimo
aissolvetax amigavelmeDte a socledade qne ?-
-ava aob a firroa-Cmalbo & Almelda, retirao
de- e o Bocio Carvalbo pago e satis elto do seo
-ariial e locroe, Bcaodo o activo e pasivo do
estabelecimenio a careo do sicio Alaaida.
Pemamboco, 8 de Jonbo de 1893.
Alfredo Homem de Carvalbo.
Jacioibo de Almeida
AVISOS DIVERSOS
casa de fumi-
no escriptorio
Para cosinhera
~ Preciaa-se de ana niulher
j idosa para o servico de
coiinhcira, de
lia, a tratar
do Diario.
Semen tes de Hortalizas
Cbegadis no Je
coapieto somaeoto
Raa eetreita ("o Rossrn n. 9
PO33 faene? s A C.
No brezo dos Ferrelrts n. 6, precisa se de
sjaaa cos.r.r.eira._________________________
UPrecisa-se de uiu artista
iaaapressor, que saiba fazer O
trabalho de que se vai encar-
regar, no escriptorio deste Dia-
rio se dar imformacffes.
Ama
Preci-a-Fe de orna amo qne cosione e faca
compras ; a tratar co terceiro aodr desla iypo-
grapbia.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelke
elctricos, oculos, binculos, ocoloesbo
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mecbamca.
9fina Larga do Rosario 9
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Criado ou copeiro
Precisa ce de om; na roade Pajsandn' Lane-
ro i9.
Ama
Precira-se para cosinbar e mata aljtnm servlco
de raa defmilia de doas pesoas: a tratar roa
da Praia do forte a. 6.
Ama
Precisa se de erra cma perita para cosii car e
comrr<*r para dnas pessoas, e que dorma ea
casa do patrae. paga-se bom salarlo ; a tratar a
roa do firum n. 65, armazem de agoaidente.
401000
Papa te a c.uantia cima por cma eos nbeir;-
qne desempeobe sen ira: albo T;ra Denles o. 2.
51O
ll ra Aiaelta Neves Bola
1* aaniversario
H^nriqne Leal R*'8 e ceo fllho Osear Josiioo
E. d'Assampcao dves e sna rxuititr mandam
rezar mi s .; por alma de soa idolatrada espora',
mai e ti a Mina Aneha Naves R.is na mairix
da b;i V<:ti, s 8 bo'as da marina de 19 do
COTente, ( snnivereario do seo f Ilecimeoto;
aos patentes e amigos qoe comparecerem a > s e
a:'o, ilesde ja aatecipam o seuj ajradecimeo-
tos.
t
Aloga-se om g ande sitio com peqoe^a casa e
grande coebeira, propria para candelaria, carro-
celr(8, estaboibo de vaccas, teodo terreno para
plaoucio, Da estrada de Joo de Barros o. 30 ;
tra'ar em Fernundes Vieiia o. 29.
Boa moenda e roda
d'agua
Qieaj prectpar ?ar moto boa accaisicSo de
oua ex' ellene moeDda em p^rfeilo eeiarfo, ron
cmetas de co, brosiee, parifnaos, todo com
pleto para aseotar em madeira, teodo 40 poll<-
gadss por S6, e assim ama roda dagoa com 18
palmos de dimetro e 7 de larua (sj-tema
Leandro) tendo tambem cm gigante oe ferro
com 8 pollepadas de grossora com rcdeies
aoe fiem tange: a moenra em altnra acperlcr
i roda. VeodP^e o qoe esl cima menciona' o
na atina Gabejo do fiegro, es'acSo de Frecbei
rae, onde m qnalqoer dia se poder* ver para
aier negocio.
Piano
Veode-se om piano novo, com capa, cadeir,
ianteroas ; nt ra da Imperatrit a. 13, ;o.a
arla Paula de abren
5* anoiversario
Joio Cae'.ano de Abreu manda retar missas
pela alma de fu mnlber Hara Panla de Abr a.
s 8 b ras do da 19 do correle, na matria de
Santo Antonia.
f
Dr.
l-. l'ppc de Flajuelroa Paria
Trigsimo da
Ceciltano Jos Rttieiro de Vasconcelloi e soa
mnlber Leonilla Mnnit Ribeiro de Vesconcellos
cocvirjam a lodos os sena patentes e amigos
para aesis'irem a mlssa e memento qoe mand celebrar por alma deseo amigo e cempadre Dr.
Feliope de Figne roa Faria, na mairit dta po-
0.(1,*. pelis 8 horas da manca de 17 do cor-
ente, 30 dia oo sea infausto patsament^, pelo
qoe antec-.pam os sens agradecimenlos.
AIscO" *"<*. 3 de iqribn de 898.
t
Loit de Fra'-ca Pereda, Lata Jovelioa da
Crna. convidara aos parentt*, aaigoa e coebeci
dos deD. Cosma Francisca ta Coala, S8m Ce
irem tasiatir a misen por saa alma, qoe\era dita
is fc boras do dia 17 (segunda-letra) n^g eja
conjunto de S. Francisco, da qaalticarao g a.
dec-cos.
Leja de fazend
Veode-se cma loja de fattndas/ boa roa
bem afregoetada, e o motivo da ven e
stde do p-r prieiario ; a tiaur />
de Caxiss n. 69.
Bonecas/om mollas
a 1j5>000 /duzia.
la Perola
da Imperatriz
n. 78
^mingos Fernandes
Precia -se de
phaa o. 14 A.
Com urgencia
* 08turei:aj na roa da5/m
~

Tijolos
Fabricados na fabrica de Cmarsglbe, de se-
perlor qnaltdac'e, >ende-se 10 escriptorio da
Compaobialadastrlal Pcr.aabacana. 4 roa do
Commercio n. 8.
PARS
8, Rui do Moreofo
e om toda* u
PhtnnaeiuSoBruil.
SflMDflLO BRETONNEflU
CONTRA l
LEHHORRHASIA
toduu
lOUSTUtdiirJOU
Duendas do Estmago, Falta de For$aa,
Anemia, Febrt
eoo,
O ME8MO

imperio
doBra*11
a.
de Hj^lene O ME8M0
COUorosis, Pobreza do Sanguo, Debilidade, to. I DUilC DU1TI Hl
lympbatisi*/), Escrfula, Amollccimento ios Com,*.-'-*\ I UurtlAIflUU
'ai
FEBRuemoso r ___________
frBv lUtUlUo DraMt o VlanualM
AINT-RAPHAEL
OVfe;
W/M//MM\\Wm
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor excellente, mais efficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencie .; esto Vinho rocom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
e s criancas.
SMtt- mPvntmbuto:fi Cm "I u i Prolatto Cialeti; FllA S0M31H8 i O e us |daBJB8i HurwV*-
Hlk
"fMurliS 'GRnD SAUUE oJDTRANCK
. SRAIKL
Rv" du docteur
Tbanck.
*',**
-ADOS ItLa. [...ZPBOTOSttA GEBAL DB HTOnCMB DE RIO DE JANEIRO.
Aperiente? Emtc**chicoa, Purgativo; Depuretivoe
/# Contra a MOKa do amit*, a ObstrueoSo, a Bumihi, as verUceoa
15 as Coacesfe*. etc. Dote ordinaria: 4, tas artos.
/* DesconOar das falsIBcac-os. Exigir o rotulo junto lmpreeso em franca
cSa? .!edU fen1endoe//o rfa ^oaosF^rteantes
m tamiz, ra nnaola IBROY; e em todas as rnsnusoisfc-
FnMH LCTEA RMESTLEl
5 txsai deeuacesec. Fsan-io Ornado.- ExpoaiQ&o 'universal, Porlz 1889.
14 DJ&ioni** c* Honra, 18 Medalhaa de Cluro e 6 Mad<ute de Pratmt.
m
ni
CD.-4 BABK C BOM XiZTiai '. '
* : melhor alimento para as crianras de lepra loada. Snprre^Mh
io;:ifl:cfr.cia do leitcmat<'rna!ef:iCUodc3mama.-Comseu've?
tiso i.o ha cU&rrbea neto vomitse sua digeslAo 6 fcil e coixir.'eu.^ft
taaafSdl tamben rtntajotamente como alimento pin i
Adulta e Conraleswntfit qua tm ttbmatos delicado.
>7ardadelra XiCXTa puro on VACCAS strissAS tendo rx)usrT todas Bas aualldadeswitrlUvaa. AJm do grandes sirvios que esta coDerva prrta Frota,
fao Ixerclto e aos Hosrpltaes, ella tero guillado sua poficao na allmenUcSo dos partlcoluee;]
fv* luies ella assegura um lelte iigradavel, sauJavel e caturaL ,
sr- r:~s: aanrax srsrLt a atrn t% ratota : mjjmmo rtuummutm.
t A casa Kearl BTeatl nao ten nata, como ontr'ora, um nico agente para ii Broail ;
seua productos acham-ae nasprliclpaoa casae Importadoras, drogaras, pbarmaclas loJas^T
toe comcsiiveis. n|
HENRI NESTL,n vimST. tft UE^l&LZZS. "~h 9
Meliol.MTTiTrTrl
da FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL e MEDICINAL
O raelhor quo e>ista, po$ que obteve a maie alta recompensa na
Expolilo Univiroal ot Pariz oe 1889
Receitado desuc 40 an os. em Franca, Inglaterra. Hespanha, Portugal, no Brazll
e as Repblicas Hispauo-Amcncanas, pelos prime Ir oo mdicos do mundo
lntelro as Crianzas riicnltlcas, Pessoas iracas, contra as molestias do
Felto, Toase, Tumore, Xrrapeoas a Pello, etc.
milito mais activoque ll Emolidos iue cotlm mttsth de tf Hinque osOloos br ancos
de Noruega aos quats i depuncic fu perder urna trandt orte is tuai proprltdadet curatirat.
Tttde-ie loment em fraicoi TRIAMGUIARES. Eli ir io eiroltorio o ello .1 Union des Fabrcants.
BNico PROPWkTARio BOGO. 2. Ru Caatiglione, Par.* kk todas U PaARnacxa
Gaiata esposa
Kffio nomos nada ueste mtmd"
Cnlqniobo veoba c. v a toda pressa ao
commercio, roa do Crespo n. 1S, loja Estrella-
da America e compre me 14 cosacos de oma
linda pbantatu de nome Si*; nimba, de IjeOO
o ccv.do, oto se demore, do contrario...
Simplorio esposo
Grande Hotel mercano
99 Raa 15 de .\ovciubro 29
Eatabelecimento de primeira ordem.
Gasa montada com laxo e commodida-
de n'om dos pontos mais higinicos da
cidade do Recife.
Aceommoda^oes magnificas, todas com
janellas para a ra.
Esplendida i-a.lv. de refeicoes, a maior e
mais aroj-da nesta capital.
A cosinha acha-so a cargo de dois pe-
ritos cosinheiros, sendo um francez re-
centemente chegado da Europa e outro
brasileiro, ambos especiali.tas na arte cu-
linaria
O proprietario d'este grande e luxuoso
eatabelecimento tendo a certeza de que
com os elementos que cima offereceadia-
se habilitado a satisfazer aos mais diffi-
oeis dos appetites e bota-o ao despor do
publico offerecendo-se para preparar ban-
quetes, jantares etc. dentro ou fora do
mesmo estabelecimento.
Falla se diversos idiomas.
Presos raso veis.
Pr.priedade-N. GRNBE5G
el
'ONI-NUTRITIVO,
iCOM OUINAj
LECACj
O melhor e mais agradavei do tnicos, receitado pelos mais
t'Wusfrados facultativos de Pas. nos casos e ANEMIA,
CHLOROSIS, PEBRES cte qualquer naturcza,DOENgAS
do ESTOMAGO, CONVALESCENQAS.
Se acha "as principaes Pharmacias.
.imWBRflJUUIlIUlJHW
&0PS
7*\
e Grageas de GUoert
rarYECCES SYPHILITICAS
1 V VICIOS DO SAI.GUE |
VordSlro prodoctoi fcilmente tolerados
pelo estomago e oe Intestinos.
UHIr m frmse ds
Id' SlBIRT de BOUTIQHY. Pfcarsweestlc 1
secutadospelascelebridadti meduaei.
PMCONrlA'-" DA UUTA{0M.
Ao* como..**'*0-L.yyyry- r*ia
ESPECIALIDADES
. JONES
RBMEDIO8
LE ROY
Pnrolaree em frenos, i merlos, Heepuhs
eaw> coloniu, no Bnt, sonde eatso sutcrlisdoe
p*o Oooeelho de Hjglens.
Vomitorio Le Boy
Oltimamente empreado como r repa-
raefio para o oso do Purgante.
Purgantes Le Boy
Irse taMH ceilsrsM i lesea.
Sto proprlos para quslqasr dos nos.
Urna noticia, expcati/a e/iro/rv cada garrafa.
Mas Le Hoy
I i dut Ktmtdlot liquidoa.
tto smsfsrts e:;!lcatlT* uvalTs caiatruce.
Olis.ci de 100 pU. ty O frasoe de tt, 1'BO
Acantelar-se das falsifica^desi
RECUSAR
qaalqarr Prodmot* M lie lavar *-
reeo a Pkarmada COTTil Mar* si II Mf
B1, Hs de assies, B1, seei Psea.
DSPOSITOS *U TOSAS J rfla*mU>ak*A/.>
K rtHFUIMU INGLES
aXTRA-PIMA
VICTORIA E8SENCE
perfume mal delicioso do mundo.
ama fraode colleccao de extractos para o lenco
da ntssma qualldade.
LA JUVENIL!
ro san mistura chlmica alloma, sin* rosto,
e lnvlslvel.
CmAAJll IA/IF
em todos os climas; usa eosalo
su supeaioridadu sobra os outros
Ao commercio
O absixo aMenado dfclara an corpo cororxer
mercial qn cooproo ao Sr. 4ngLio da Sirv
Ramo? roa cni'rQao Fila no larpo da Penba r.
M-B, hvre e e>nbaracad fe aoalqser cons
aon e estabelecido o Sr. Silva Ramos & C. :
qoeno te jo'ga' ten credor qa^iri aprsenla.-st
no rNto R'cife. U de Jsoho de !8'8.
________CiStaobal & C. ________
Altenco
Arrendase vsn'ajosamen e a grat-de caa de
viteeda aoe pprienrsra so fallecido tr. i.oilaco
cono enn m dos e vas'o terreno pn a pln(acai>
oacrixo, sita i estraa do Lim das esioe^ da* Officioas e llanaraliti-a ; s tra-
tar no rresrxo lu^ar com Manuel Tlieop'ilo Ber-
nannvecr, oa cono o Sr. etcmaj Mandes Bastos
no Arrtial.
aVWa W TOUCADOR JONES
Tmlea niresoanta KMeajastiS roara ss
josdaras de insertos.
.IR r PAUTA GABOHTI
loejnurick) as sptico ionice. Branque* or
nca tBtttilca-as transivas.
SS, stotiavwet da aevaaJMB, 2*
Pa%pm
t$m m ******* i s trisn st IMsbm
7 DELAKGRENIER
DB PAR IS
Serte esm fama aminraal
y Ssase dt urna tama emtteraal a 9\
f amamam amsela caria o 1
I eaj COUTSA A* { l
I IRONCHITES^mpNNFLUENZA j
^ e aa lrritaoeei l Pelti i ii Caigaita.
Sea opto, morpblna neir. co- ,
< ^, iielna, sto receiUdoa com
, *.. ptimo xito e segoranes c-
4s criancas padecendo ^
TBSU OOBUUCM ,r-
SIROP
duDp.
irrttacao ao peno
Tosse
Expectoragao
Insomnias
Nevralffiaa
Dores
I Paris 28, ru Bfirqere,
Proxpio tnieba Cbiqainha.
Qoe faxenda esta ? onde c< mprastes ?
criada I ira a de l es obras de misericordia.
Pois a con. a nao est fra.
- E' o casoNao ecm s nada ceste mondo.
Cbiqoinlia... eo comprei... em casa do
nosso compadre.
Qoe com aire, qns cada, en nao te diste
qoe toase i roa do Crespo n. 12, loja Estrellas
da America, nao sabes qoe neste bem montado
eetabeleclmen'o tem rm lindo e vjriado aort
men'o de fazendas finas e modas e qoe sena pro
oretario8 recebem mensalmeoieCe Parla, nula
trra e Allemanba, mollas faiendas lindas e qoe
os memi.8 tSo rxoito agradareis, sioceres na
andida e moo ratoave s em preco ? volias
vais engeitar, traga-me a lateada pedida e as
moitras de
3ertss oe ( es arrepiadas na nliiooa moda.
Vaidoias.
Sedas ne cfl'e8, cbifonfte, systema cesconfceci-
dn.Suspiros qoe tao e vem.
Caibemlras de cores, de cordo, ultimo gosto.
Bombjrdeto.
Sedas preae, t800 o covado.
Panoiobo macio, flea cambra:a, 10 taras, 5f*W
a peja.
Fioo tecldo de cfret, com sal picos.Slrandinta
S as de corta Pernsmbnco na Pools,
lana com llstras de ceda, Adelaide, 34500 o co-
vado.
Lana com listras de seda, Elvira, 44000 o *>
vado
Lans com llstras de sla, Mor.k, 34Z00 o co
vado.
Cacbimiras de edr 8. Tenbo ciomes de tt, 4O0i
o covado.
Lana com salpicos, As Tres Marios, ?4500 o co-
TBO.
Slas, ralr038 no08, As ograa, 44500 o o
. vado.
SJas, tecido de gorgnrto, Hei de amar-te a<-
morrer, 64000 o covado.
cabemira preta e de cores, K&O qoero amor; -
34500 o covado.
Coilas escaras, Sampaio molle, 320 ris o co-
vado.
Cbias claras, 6 de Marco, 600 r;8 o eovado.
Cbltas escudas, Ha)a pao, eovado 500 rls.
Pbantaxia, Nao me toque, 800 ris o covado.
Creones, A flor do baile, 500 ris o covado
Lindos padrees e cassas decores, Lydia, 400rs.
o covado.
Creiooes, Sampaio doro, 500 ris o covado.
Ditos, Gosto de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pocsst, 500 ris o covado.
uitos, TracoR de amor, 400 ris o covado.
Ditos, Bernarda. E00 ris o covado.
Ditos, Regtncia, 480 reto o covado.
D to, Ploriaoo Penlo, 500 ris o covado.
Dnos, Prudente de Moraes, 500 ris o covado.
Unos. Republicanos, 700 ris o covado.
MeriLa preos para balina.
Ditos cor de caf p m batina.
Grande soriimento de merinos preos e de core-
Ii808 e lavtados.
Velbutica de todas '.a cores.
Sorab, completo Borlimeato
Liodo sortimeoto de cambraiae bordadas.
.'orles de vestidos braocos borlados.
Vestidos em cartOes bordados a eda.
Pdataiia, Beljos do amor, 14500 o covado.
Lin'o soriimento dechus para aeoboraa e me
ninas.
Explendldo soriimento de fasendas pretas.
a Semana santa. gxuflS
Peitiibos de linbo, liaos e cordados.
Gracde soriimento de bljonlerias.
Pannos de crocbet para sof e cadeire.
Novo soriimento de grvalas.
Com pie o scrtimenie de espartilnos.
Camieas bordadas para noivo.
PcntiGS e collarinbos.
Camisas do linbo brancas e de cores para bomeic
Vestuarios para baptiaado.
Bolsas de mao, inglesas.
Tapetas para sota e cama.
Sobretodo de oma e duaa vistas.
Ditos de borracha para homem.
Catas de borracba para senbora.
Camisas brancas para n eniaos.
Vestoarios americanca para meninos e meniacs
Chambres.
Guarda l.
Pianella lisa e de listras.
Chales pretos.
CortiBados de crocbet para cama.
Cortioadca de crocbet para janella.
Cortinados decambria para cama.
Mi'nti'.ias de seda pretas e de cores.
Cibertores americanos, 34800 nm.
Bata encarnada e axul.
Cortinados de cores para cama,
Lindos cortee de casemira.
Casemlraa em pecas preus e da cores.
Grande soriimento de roupas faltas para bornea
onpa? (eita8 por medida, perita tesoora
Corles de fostao branco a de cores para
Aioalbadode linho e de algodao.
* Pannos da costa para mesa.
Sercula8 elsticas.
Serculas de linbo e de slgodao.
Lindes padrOes de crep para cobertas.
Bolsai de tapete.
Ditas de slcrodao pretas e de cores.
Camizias de la para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores.
merino preto lavrado, 14500 o covado.
Las com salpicos de seda, dnaa largurae, can-
utaba Verde, 34500 o covado.
S as de listas, Carnaval, 34200 o covado.
Palilols de palba de seda.
Camisas de mela com lis.as de cOres.
Cachemiras pretss, ealpicoa de seda, cores.-
Abra a porta sinb.
Lqoes, ultimo gosto.
Linons lisos, de UsUs, de quadros ede salpicos.
-Jnlieta.
Cachinet de eda e de cores.
Velludilbo de cOres.
Huffjlo de cOres.
Capaibcs. .
Estrellas (.'Amenra
5.* -Roa ide rft
Antigai do Crespo
MARQ0B8 &LIMA
colieu..
FOGOS
STO RTE S
20-Sna da Iinperariz-20
PARA AS NOITES
de
8- JOO
S QLM3B
O proprietario deste j conhecido e
antigo estabelecimento, participa e con-
vida os seas amigos e freguezes para o
completo e variado sortimento de fogos
nacionaes, chiuezes a americanos, proprioa
para sal5es e varandas ; entre elles virara
este anno muitas novidades, como sejam
fogos para soitar^dentro d'agoa denomina-
dos vallas romanas Galnhas, Mergnlha-
dores, Roncadores, fogos qaeapitam ar-
chotes elctricos, etc. Livros de sortea os
mais espirituosos como Fadas e Praze-
resAGangorra-A Chave do Futuro
O BilontraOs Tres JacarsO Diabo
a QuatroDisparatea a lindas aertes de
phantazia em caixas da meia duzia pro-
prias para presentes, dados para tirar os
nmeros das sortes, giornos para illumi-
na^oes, estallos a versos nara sortes e ou*
tros artigos proprios para estas divertidas
noites a venda na
A ^ONSIDBRACAO
N. 20~-AO MAIA--N. 20
FOGOS
ti
('arne verde a 700 r?. o kilo
Vendem os ibaino afP'gnB'O--, carne de pri-
mis qualir'are, coe lt"w da rn^ Marqoea do
Herval b. 17 e J, e Cjt~h6a no (armo n 1.
Este prtco fifffe-a iterado par ma'8 ou
cara menea, semp^e i e accordo com o prec<>-
lo gado n.-p lela-.
Becife, 18 de Malo de 1895.
Fiuxa Lima & C
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Becebeu a Relojoaria David ra do
Cabuga n. 14 desde 1500000 a 400.000.
Grande soitinieoto
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
e
PAILA. AS NOITES
S. Joo e
S. Pedro.
Fogos chinezes para sa-
loes, caixas portidas de di-
versos tamaohos e outros
avulsos proprios para |sals.
Fogos americanes para
sa'oes e jardins, de muitas
quali dade.interessantes no-
vidades.
Fogos nacionaes de todas
as qualidadej des primea-
ros fabricantes.
Baloes de todos taina-
nhos e de todas as cores,
com desennos feitos a ca-
pricho e asmicadas para
salas.
Archotes elctricos para
varandias e parapeitos,
Vende-se na ra da
Imperatriz n. 12
LOJA DO SQ13Z i___
Vende-se
Doas vaccas tonrlnas, paridas, e urna novilha
prenhe, por peco roxmodo ; oa 'na de Lnz do
Beso n. Si, ?m Santo Amaro da* Salina?.
, Atcen^ao
O abaiso, assieoao ^em declarar qne nln-
guem faca uegocib com o Sr. Jos Cardoso de Si
ero relaco aos bens do mesmo tetibor, pola
elle a ula n&9 le o respectivo inventarlo.
Recife, 15 de Jucho de 1895. .
Antonio Gomes de Figueiredo.
4o commercio
En abaixo assignado ecla'0 qoe tenho veodl-
1o o Sr. Cadanbal & C. minba armacSo Bita oa
c.ss o. 61-B ao largo da Penba. livre e desem-
b.raeada ; qnem Be jnljar meo credor quelra
aposentar se no tnxo de tres das, a contar da j
dala deste.___
Recife, iJ de J nho de 1895.
Augusto da Silva Ramos.
AMAS
\a. Capuana ra Joaquina
\abuco n. 55 precisa-se de
urna ctsaheira e de unta ama
para lavar e engomar para
meninos.
I Paga-se bem.
I
-
...
/
~r


.











Diario de Pernambuco Domingo O de Inulto a.e IStio
DAO
4
!0:OOOSOOO
A quem provar a Mo authentcidado de. qualquer dos attestados mira a favor do
PEITORAL DE CAMBARA'
TUBERCULOSE PULMONAR
S o* SoiresPelo-
ce V. S. o segulute
na Estela Militar do
H'na. Sr. J. Altares de
UsLevo so conbecimtnto
acto :
Achando me ma'-ieelado
Blo de Janeiro, fot accoromettldo de orna poeo-
monia, lesilndo ficsr tffeclado doa polmes,
e, tendo cooftlUdo diversos medicoa, tanto bc-
rceopahrs como alloi atbas, nao obtive melbo-
rts oeuboroas. pelo qoe me vi obrigado a ti-
lerro nper meas estados e voltar ao selo de mi-
nba familia neala capital.
Sendo mandado inspacionar de sanie por
orlen do coasmando da* armas, fui jalgado in-
capaz pira todo servic. do exercito por s;ffrer
de tobe colse pulmn r.
Vend) qne nada consegua com os mdicos,
ecorn ao Peitoral de Cambara e comalgoo*
frase.s deete maravilboso preparado Bqoei con-
ple'amente restabelecjdo de lio perigosa er.fe--
midade, cosando pasmo 3 pessoas de mioha
amiade, que julgvam-me iacapax para lutar
com a vida.
Moito grato m* roanif..-star-ihe o nvo reco
nbecirxfnto pelos resultidcs que colbi com o stu
pre> ioso preparado, podenco V. S. ler desia
caita o oo qne Ibe convier.aaul Cesar Per-
rera da Oox.
B'.lm ;ler ).
BR0NCIHT2 ASTHMATIIA
lio;. Sr. Jos Alvares de S uta S ares-Pe
lolac-Com a mais viva satisfago laocp icio da
e-na iara dar-lbe noticia de unja importante
cura realitada pelo Peitoral ae Camb r*. a
qosl servir de grande utilidade para a boman.-
ade scffredora. ,
a cerca de cinco aooos pe-ssoa ce nimba ra-
milia acbsva-se i tacada debrenebite asthmatiC!-,
que zu-ie viver debati di mais acerba dor.
nao obstante baver ell* usado por longo tempo
mui'.cs p-euaradoB e receitas medicas indicada-
Pleoeio! porm, o Jornal de Noticia?., de'ia
capital, selle deparou se-me nm aanuticlo de
Peitoral de Carnear!, em que eram relatados
os seus efficazes efftos.
Em vis:a disto, resolv comprar o preparado
e dei-o doente. qoe apenas com doas frascos
restabetecea-se compleumente do terrivei in
commedo que pjr tanto tempo a perseguir.
Sorprendido per lao admiravel cora, com o
corseas repleto de immeosa alegra, nao eess
de faier votos pela prosperidade de V. S., a
acem a nmanidade soffredora tanto deve-
Aotorifandoo a fater desUs liobas o uro aoe
subscrevo-me Dj V. S. atiento,
criado,Jos Ca-neiro da Silva
lbe convier,
vrenerjdcr e
Reg.
(Beba).
HORRIVEL T03SE SECCA
Pelotas
agradec
Sr. J. Alvares de Soma Soares.
Tenbo a Balisfafio de dar lbe meo*
meatos por urna cora que acaba de rea.iiar o
Ftitoral de Cambar..
Ha dona annos mioa mulher offria de urna
horrivel tosse secc, acompanbada de dores nt
neito faiendo-me de todo perder aesperaDca
de sen restabeleciuiento, pois nao posso expn-
ca'-tUo a p rcao de remedios que oscu, recei
tados por mdicos desta cidade, sem cotber re
Ecitadoj BatisliCtorioB.
Casualmente, veic-me s mos um folbeto do
que V". S. publica e, lendo as curas realizada-
em doencas semelbutes de mioba mulbe-
resolv fazel-a experimentar o Peiioral de Cam-
bar, com o qual realabelecec-ae completa
meme.
Pode V. S. faier desta o oso qoe lbe convier.
Da V. S. emigo, criado e obrigado,Joaqom
Alves Cavaloaoti.
Fortaleza (Cear).
BR0NCH1TE DE 30 ANNOS 1
Illm. Sr. J. Alvares de Souia Soares-Pelo-
tasSon immensaroeote grato a V. S., sao e
pela delxad^ta de offerecer-me o seo preparada
Peitoral de Cambar. la-a curar-me de urna
rebel.ie brenebite qoe me atormentava ta mais
de 30 aDoos, coco pelo fe'ii resollado ue ob-
lije, lomando esse c rre restabeleceu de urna eofermidade que jo'g.-
va incoravel, altalo a mioba ida.e de 71 anoos
a a estar atacado Da occasio de outro ncommo-
doa iLfloenia.
Sirvam estas liobas de teBlettunha de micha
o qual alcance! o resulta lo que ba multo alme-
jaa, e por isso don a V. S. pincerna parabens
pelo ten maravilboso desccbrlmento, faien'o
votos para que a bomaoidade soffredora encon
tre no sea preparado o aluvio <]ue experimen
tei. De V. S. aliento, venerador e criado,
Nstorio Autua.s Pereira.
(Pabia )
CNSTIPAgAO E TOSSE
S'. J. A. da Souxa Soares Atacado de ua?a
forte coc8tipacao acompaobada de tense e toodo
tomadj varios remedios sem o meno' provoi;-,
a conseibo de um amigi\experimentei o seo
Peitoral de Cambara e iao lisoogeiros foram
os ell i'.o. qus coutlnoe a usal-o al restbale-
eer me completamente, p.indo de parte os ou-
tros preparados.
A va-I a amigos atacados do mes ro mal te-
nbo ju'gado prestar um servigo recommeodn
*o Ibes o su pritjral, qoe om vertaleiro al
liio para os doeotes.
Qu ia aceitar miibis feritacOaa por tao otr
debCoberta e tre a-.ne D. V. S atttnlo ciadu
a obrlgada,Artbur Osear (General de briga-
da).
BRONCH'.TE ASTHM TICA
Illm. S?. Silva Gomas Janeiro Felielto-me por ver annoaciado em
casa de Vv. Si. o remedio denominado Pe.'
toral re Cambar*.
Soff:endo eu ba t iti metes de ama broocbile
astbmatica, que nao me deixiva dormir, e, sem
que os meaicos a coosegolssem debeitar, pcis
pois j a jolpavam chronlca, resolv com>rar em
casa de Vv. Si. o pre.iaso medicamento e prin-
ciptei a lomat o, observando cuidalosameme a
di-ti e reg meo recommendados e presciptos
dos impressos qoe o acompaonaram, e no flm de
pooco lempo, depois de ter umaio algnas (ras*
eos. acbei me completamente carado-
Grtiesimo ats ialroductorea de^te maravilbo-
so preparado, pe-so-lnes qua oru paacidi'de a
eda minbi declarago, para della terem corhe-
:lmen:o iodos aqoelles que sofrerem da mearan
molestia.JoSo Antonio da Silva.
Barreado (Minas G.-raeO-
PRINCIPIO DE A TUBERCULOSE
Illm. S*. J. Alvares de SouxSoares E* com
erande praier qoe commuotco a V. S. que.
tendo esiado ba aoa8 metes Cjtn urna tosse re-
belde, a ponto de nao me c'eixar dormir imitas
otiles, coosultei dincrsos clnicos desta cidade,
os qoaes da eram que eu eslava com um prio-
cipio de tubercolosc.
Parto j de lomar diversos melicameotos
sem proveito >lguui, lembrei me do seo Peito-
ral de Cambar* e, lateado uso de 6 vidros
creio acoar me completamente restabelecidc,
visto nao ter mais to.-ss nem febie, etc. ; e por
isso pode farer oso desta como lbe convier, a
bem da homaudade.De V- S. criado e obri-
gado,Francisco Jos de Barcel.os. 1.* empre-
gado da Pbarmacia Dallado, i ra Jos Oorives
o. 31. (I! o de Janeiro.)
pr-oNcaira e tosse asthmatkja
Ilm. Sr. Jos Alvares de Sooza SoaresTem
esti por Qm sclentiBial o de mata ooas eplto-
didas coras de?id8 ao sen precioio Pelto*al de
Cambar.
Por occai') de effectuar-se um batar em
beoeficio da Bibliotbeca Publica Pelotese, fu:
a'-acado de urna forte broocbte que me leven ao
lei'o. Veado-me prcitrado e deejscdo o
mea restabele^iiaeoio o ie-.i-' prompto posrivel.
delibere usar o Peitoral de CamDars, e o riz
com tanta felicidade qoe, no lerceiro dia da mo
leslia, pode reaesumir sa miobas fuor(Oes de
biblioibcca-io daqoelie estabeleciaten:o.
Na mesma poca fot minba Oibiaba Julieta
atacada de orna tosee impertinente, com car-
cter astbmatico, e applic.odo-lbe eu o mesmo
. ffi ai medi;arxeoto, vi-a reatabelecida em pao-
eos das. Sobsr.revc-me, etc.,Fraocisco P. Prea.
(Pealas.)
BRONCHr.BCHRONICA
Ilim. Sr. J. Alva-e3 de Soasa Soares Teobo
a 8ati8faSo deescrever aV. 3. para p*rticipar
de qujt'o anoott
zralido.JcSo Coelho de Qoeirot. |lhe que. soffreodo eu ba mala de .
nidada do Rio Bonito, Estado do Rio de Ja-]d broncblte -qoe me trati a maior parte do
I tempo prosfat no I tito da dr e, usando ao
geu aben(oado Pritoral de Cambar, apecae
neiro.)
TOSSE ASTHMATIA
Illm. Sr. J Alvares de Socxa Soa-esPelo
es-S ffrecdo ba quairo anuos ae orna tosse
astbmatica, e nao colbeao dora: te esee longo
espaco de tempo melboss con ob mnllos r.me
dios tidoa con.o fficaies que me receitaram oe
med eos, ree olvi abaodonal-03 e expenmeoar o
Peitoral de Cambarf, loveoco de V. S.
Logo ao prlmelro Irasco acbei me com um ti-
lmo surfrebenlente,e, qoando acabei o lercei-
ro. es'ava completamente restabelecido, apre-
sentaodo boje orna robuetet como talvet nunca
posBOlsse. ., r,
Com praier affirmo qoe o Peitoral de Cam-
bar est cima de todOB os remedios conbeci-
dcs para a aslbma, bronebite e molestias pul-
rxonaies.
TeetemunbaBdo lbe orneo rcconhecimento por
tSo importante ecra, aotonsc-o a fater desta
miaba declaradlo o uso que lbe aproover.
nbscrevo-me, com alta estima e conaierago
De V. S. amigo, venerador e criado,MaooeI
Cavalcantl de Alboquerque.
(Pilar dasAlsgoas.)
FORTE PNEUMONA
Illm. Sr. J. Alvares de Sooia SoaresPelo
taa-Cumpro om dev:r scientlBcando V. 8.
de qoe ba tempos acbando-me atacado de urna
forte pneomonia, recorr a diversos preparados
q ue os mdicos desta capital me accnselbaram.
sem cbter melboras. _
Por mioba eipontaoea deliberrgao, resolv
experimentar o sen Peitoral de Cambar, coa
com meia dozia de fr^sc^s restabieci-me, e,
por so, don gracas a Dos por ter encontrad
tao benfico remedio.
Disponba sempre de quero com maior es-
tima e considersSoDa V, S. amigo affeijoado
e moito obrigado, Silvino Ribeiro. (Teneote
coronel ebefe de coa abilidade da gcarda nacio-
nal do Rio de Jineio.)
TOSSE COM E3CARR0S DE SANGUE
Lvo ao coobecimento do publico mais om
trompbo alcanzado pelo popular remedio Pei
toral de Cambar, preparaco do Sr. Jos Al
vares de Sooza Soares, ue Pelotas.
Havia seis anoos qoe can tosse grave me
atormentava dia e noite, faaendo-me Diurnamen-
te deiiar abaodaotes escarros de saogoe, e os
polmoes.c.m certeta, acbavam se allectaios e
eo leria iofallivelmente de soccombir a terrivei
uica pulmonar I
Um amigo, sa beodo do meo estado, aconse-
Ibou-me o precioso Peitoral de Cambar, e
ornete com o uso de dote vidros deste impor-
laotissrmo medicamento, coosegoi corar-me
radicalmente, seotlndo-me boje forte e podeodo
j eatregar-me s lides de mioba fatenda do
Cerriio. Dapois deste caso tenbo aconeelbado
a moita gente o Peitoral de Cambar., e todos
teem colbldo reeoitados importantes.
Actoalmeote faz uso deste preparado com
moito aproveitamento, minba filba Neufrides,
que tambem se acba soffreodo do peito.
Faseoda do Deacaoco, no Cerrllo (Rio Grande
do Sul)-Brnardo Jos dos Santos.
ASTHMA CE MUITOS ANNOS I
Sr. A. Das de Freilas Valle Itaqoj (Rio
Grande di Sol Sendo V. 3. o agpnta oesta
cidade do Peitoral de Cambar, do Sr. J. Al-
vares de S. Soares, le PcIoub, dlrijo-lbe a pre-
sente am de atteatar qoe, soffrenlo miaba mu-
Iber, ba moi'OS annos, do astbm>, e agora e
com o oso constante do referido medicamento,
ticorj radloalmeote curada.
Passo O presente atestado pira ler o eosejo
d-, recommendar to benenco preparado s pes
soas victimas deesa croel e^fermidade, fleanic
V*. S. para tal fin aotorisado a fater desta de
claraco o oso qe lbe convier. De V. S.
altelo, venerador o obrigado,Battlio Perelra
de AtbayJe.
(Eslancieiro.)
TCS3E SECCA COM DORES NO PEITO
O abalxo assignado attesiv, a pidido de sua
comadre D. Roaa Mara da CoD-"i;ao, com Idade
de 34 annos, conatituicao de til cestoreira,
moraaora oesta cidade, qoe p:toclpiando esta a
sefirer, ba perto de dous anoon, de ama tosse
Sfcca, com dores do peitj e costas, rwpirajo
emDaragada, no maio- extremo de debiii^ue e
sem nanea ubter allivio com os aritos remisos
qae osou, ficou radicalmente curada com o i'-*-
toral de Cambar, prepar -530 o Sr. Joa Al
vares de Sonta Soares.
j Pole V. S. fazer des'a declarsco o aso que
be coovier.
Soa com estima e conMdeN>cSo De V. 8."
amieo e criado obrigado,Joc Barcioio Soares.
(Piratioy, Rio Grande do Sol.)
TOSSE DESESPERADORA
Illm. Sr. Jo; Alvares de Sonta SoaresPe-
llasSendo atacada mlnha esposa de urna tosse
desesperadora e de carcter grave, lancei mSo
de diversos preparados Bem eclber oenbom be
nelkio, e, tendo conbaelmento dos bons resul-
tados do Peitoral de Cambai, mandel com-
prar dous frascos deste sen preparado e com o
uso do primeiro loo man fesiaram-semelbjras,
pendo sefficiente o ->guodo para debellar ccm
pietameme o terrivei mal.
Qaeirs, poie, aceitar a erpresso do rreu re
conbe:imento, poJendo fazer desia o oso qoe
Iba convier.De V. S. amiga mallo obriga-
do,Israel Antonio CiCala.
(Sarros de Taquary, Rio Grcode do Sol.
BEONCBITE. R JUQUIDO E TOSSE
Illm. Sr. J. Alvares de Sonta SoaresPelo-
tas Veih) peoboradissimo dar-lbe lomores
linio sen benfico Peiioral de Cambar, poi?
E sendo o referido verdade, tpbem por_mim(ttIiY(0.0 app|lcado em pegJ0. o attesio, a bem da bomaoidade soffe-iora.
J;8o Cor.i Peixoto. (Ourives estabelecido em
Pelotas.
COQUELUCHE SEM .- LL1VI0
A abaixo assigoada atlesla, a bem da boma-
oidade, qoe tendo silo, em Denambio (asado,
atacados de coqoelocbe seos nctiabos Antouio e
Dejanira, e sem terem podido obier allivio com
o tratamento de seo illas re medico, deu lhes o
conbecUo Pei oral de Cambar. do Sr. Jos
Alv .res de Sooza Soares, e com quatro vldro<
deste efficaz remedio, tJcaram com pie menle
restbelecioos do terrivei soflrlmeolo. Maria
Jos R. Barcelloc
(Pelotas
CONSIIPAgO E TOSSE
Eo, abalxo assigaado, a'.tes'c, a bem da bo-
maoidade, qoe fui atacado de orna constipaft)
acompaabada de tosse desespersdora, qae im-
possibiliidva-me de eac.-ever e nao me deixava
ccncili?r o somno.
Sem ter ailivio algom, lancei mao do Peito-a'
de Cambar, depois de ler feio do mea esto-
mago ama campleta pbarmacia, e s este im
portan ta medicamento remo vea os sotlr menlos
qae unto me alormealavam, diiodo-me, llnal
mente, o deacan(o 'da noite e o somao impa-
avel.
E' dever meo agradecer ao Illm. Sr. Jos
A.vares de Sooza Soares lo importante deseo-
berta. Por isso, tenbo recommendado o sen
preparado a diversos amigos, e o recommenda-
rei sempre a todas as pessoas qc, por laiahda-
de, sofrerem de molestias p-ovenientes de coc-
8i pactes...Ulympio de Assutopgo Oiiveira.
(Socego, Mioas Geraes).
-AFFECOC rULMJNAR
Sr. J. A. de Souza SoaresPelotas Acban
do-me b 9 metes seiarnente iffectada ae um
pulmo e j desanimado pelo oeDbom reiultado
oDti'io com ama iolaidade de prepralos es
irasgeir^r, priocipiei ba 3 metes a Umar o
Pjiioral aeCambar.
Anda oao eet terminado o 10- frasco e j
me acbo co 1 pie amerite restabelecido.
Devo, pois, a este poderoso remedio a ninba
cura, que lbe commu-io para o que V. S vul-
gar conveniente.Carlos Couto (obotjgrapic
no Rio de Janeiro, s ras danta Luna n. 41 ?
Oorives o. 40).
T0S38 VIOLENTA
lm. Sr. Jo Alareg do Souta Soara Ata-
lado de urna tosse violents, pertloas, ten lo tido
,or e pago de oito dias con8ecoti"Ios, pe Ama-
ni S, vomito!, a ponto de Bear soi.ocado, lem-
rrei-a.e de tomar o seo precioso me licamento
Peitcal de Cambar e com um t frasco O-
quei restabelecido. pelo que o fel.cuo.
Com toda a coosideraco, subacreve-me de V.
S. al ento e admirador,Carlee Augusto Peixo-
10 de Alencar. (Major de cavallana.)
BRONCHITE EM UMA CRIANQA
Illm. 8.-. J. A. de Soota Soares-Pelotas-
A baodo-se mea fllbmbo Arcbmedes atacado
de ama forte broocblle, fleoo em p jocos dias
rad caloie: te carado com o oso de seo precioso
preparado Peitoral de Cambar*.
Qoelrs, por isso, aceitar os protestos de meo
reeaober.imeoto, podeodo (azor da prsenle o
oso que lbe aprcuver. Soa com estimaDe-
Vv. patricio e criado,Rodolpbo Taborda.
(Encrosiioada, Rio Grande do Sul.)
INFLAMMAtyO DO L&RYNGE
Illm. Sr. J. A. de Souza Stares.Pelotas-
No intuito de prestar ama bomenagem ao me-
nt do Peiioral de Cambar., dirijo lbe as
presentes liobas, narrando-lne orna importan11
cura realitada por aquello afamado remedie :
Sendo accommetlido de ama forte e pertinaz
mflammago do larjoge, recorr medicina,
sem celber resoltado algom dorante qnatro me-
tes de acorado tratamento.
Acbando me bastante mtl, era estado de nao
poder levantar-me do leito, pela mioba excesi-
va frsqueta, lembrei me, em oto momento feliz,
de experimentar o Peitoral de Cambar, e co-
mecei a osal-o 86m a menor coobanca, tal era
o desanimo de qae eslava posso Ido I
Em pooco tempo, com continuac,5o do re-
medio, Oqoei radicalmente carado t
em c8oa de bronebres, rouqoido e io*fe agu
disiim.. colbendo os meibores resollados, pela
qoe bou incansavel em recommendal-o aos
doentes do 'oparelbo respiratorio.
Aceite min>as felic tacOes e Dos o recoro
pense pela sua eseobena de ta..to ailivio para
os qae Screm. Jercoymo Acacio S. Car
qaero.
(Babia.)
TOSSE CAVERNOSA
Eo, abaixo assigaado, declaro qoe, fatendo
duas pessoas da amizade de miaba familia uso
do Peitoral de Cambar*, e(lectivamente tira
ram bons resllalos, ficaodo coradrs da tosse
cavernosa qoe ba bastante tempo as abigia O
tabelliao, Francisco Pereira Ramos.
(Rio de Janeiro.)
TOSsES ER0UQUn53
Eo, abaixo assignado, morador a ra 3. Lnh
Consiga o- 176, no Rio de Janeiro, atiesto que
nao s eu como todas as pessoas de minba fa-
milia temos sempre colbldo os mais satisfacto-
rios resultados com o Peitoral de Cambar*, do
Sr. J. A. de Souza Soares, oas tosse*, rooqoi-
dOes e mais affecces das vas respiratoria,
oor isso eo cessamos de acooselbar o seo aso
s oessoss de nossas relagOes.
E, por ser verdade, firmo o pre?ent?.Alfre-
do A. P.obeiro.
TOSSE PER'IMZ
O abaixo assigosdo declara a bem da verdade
qae, ten o soa seobora feito oso do Peitoral de
Cambar*, do Sr. J. Alvares de Soota Soares,
ficou completamente reatabelecida de orna tosse
pe .insx que a affigia.Joaqoim Jas Fnin
gues.
(S. Paulo).
TOSSES REBELDES
Ea abaixo assignado, commer;iante pr?ca
geoeral Osorio, 00 Rio de Jan-i-o, declaro qae
tent feito rso ao Peitoral de Cambar, do Sr.
Jos A. d Sjuza Soares, em tosees rebelles e
ootras enfermldades das vias respiratorias, eo
Ibeoio semp-e os mais satisfactorios resaltados
e bem assim qoe pessoas de aiaba familia em
toem teobo lera appI'ca\ao do mesmo prepara-
'* bao conseenido os meamos benficos resul
ta*>8.Alf.edo Caeano.
^S3E ANTIGA
El abaixo asslgaio declaro a bem dos qoe
si'ffrem de tosso3 per o^es qoe teodo feito uso
de Peitoral de Cambar a. $e, jog Alvares ne
Sonta Soares, tquet reatabeivjido de urna tosse
qae na moito lempo me fezia -offrer. Jos J.
\ogustoda Foaseca.
(S. Paulo).
TUBER ULCSE PULMN.'R
Illm. S-- J. A. de Sonta Soares.Fat dots
anoos que fallecen minba mnlher de tnbe.-coiose
pulmonar.
Poneos metes depois, mlLha nlha mais velba,
de noaw Bonoria, declarou-s cora a mesma en*
fermidade da mai.
Recorr a lodos os me'cs icooselbados po-
mdicos e cariosos p ra a crale mioba filba,
assim como < tmba feito para a ftllecida mi', e
o resollado era sempre o mesmo: a molestia
camlobava a olbos vistos para o sq tal I O meu prente e amigo, o S-. najor Jos
Manoel BarboBa, actualmente joii de aai do 3-
disincio de Pelotas, e muilas pessoas 'vhj, Ba-
Dem deste cso desesperador.
Desaoimaao sem saber mais o que faz, \q\
instado por om amigo a dar minba doen*
seo elegtado Pe.toral de Cambar e. cooleavo
qoe onnea vt remedio tal maravilboso, pola fo
o qoe salvoo minba Biba de ama morte certa I
J se pode diter qoe a tsica pulmonar nao
orna molestia iocaravel, qae tomba de todos
os melos aconselbados na medicioa.
Dou-lbe os meu3 parabeos por esta grande
descoberta, e Dos o recompanse pelos benefi-
cios oue della lm resoltado bomaoidade sof-
fredora.De V. S ,ete.-Delflm F. de Vascon-
celos. ..-__.
(Upacaraby, Rio-Grande do Sal).
OPINiOES MEDICAS
Damos em seguida, em resumo, a opiniao de
muitos distiDct' s aeiicrs brazileiros e eetran-
geiros sobre o Peitoral do Cambar :
... O Peitoral de Cambar* um heroico
meio preventivo e om aoxiar no tratamento da
tsica pulmonar, to frequente noBrazil...
Dr. Unas A. da Silveira*.
Barra Mansa (Salado do Rio).
...tem sido per mim emprega do em di-
versas feffpcgOes Cas vias respiratorias, obleado
ssnpre os meltores resallados...Dr. Fran-
sitta Mariaroo de Atn:a:.
(Btlm rtoFas).
.. om excellente balsmico e cemo tal o
tenbo empregaao nos doentes dr- bron. hites e
ITc6,.s pulmonares, com grande provet > tan
lo mais por ser om expectoran;? >-uave e eflicaz
Dr. AotoDto da Cruz Cordelro.
(Parabyba 00 Norte.)
... temo o empresado sempre com moito
bnm resultado as molvstics dos orgrs reepi-a
torios e tem a propriedade de eer nm medica-
mento de sabor agradavel, sendo bem tolerado
pelas creancas, em cojas molestias i de grande
ifficacia.Dr. Jos Joaqoim Pereira de Souzs.
(Cidade do Banana!, em 8. Pauio.)
... acooselbo sempre este preparado aos
qae pofi em de broDcbite, principalmente astb-
matica.Dr. Geminiaco Jo da Coila.*
(Pa:.)
... exerce aegao benfica sobre a mocosa
das vias respiratorias, pelo qoe teobo abeerva
do em minba clnica...-Dr. Mancel Alves da
Costa Braceante..
(Rio de Janeiro.)
... mam testa sua accjto especial sobre a
mocosa das vias respiratorias, por cojo mmive,
em miaba clnica medica, tem ildo enorme
aceilagao... Dr. Jos R. Ribeiro..
(Belem do Par.)
... tenbo-o empregado com resultados im
perlaotissimos em diversas affecces da*, viae
respiratorias, sobresabido om caso de tober
enlose incipiente que foi radicalmente crala
poi este preparado, em D. Virgioia Maria Men-
des, residente na capital do estado da Babia,
do cem moilo bens reeoliadog oas
oroocbc-palmcn.res...Dr. Se afim
drigues de Araoj< .
(Pelotas.)
molestas
Jos Ro-
ra S. Miguel o.
'O*. (Babia.)
46Dr. AlfredoMendes Rioei
... lenho-o empregado em diversos doen
tes,obten 10 encllenles nsoltados... Dr. Pe
reir da Mota..
(io de Janeiro.)
... om excellente balsmico expectorante,
e como tal o tenbo embregado sempre com bam
resallado as affecges pulmoaares... Dr. Yi
cente Cypnano da Mala.
(Pelons.)
... tenbo-o empregado em molestias dos
orgibs respiratorios colbendo os meibores re-
saltados... Francisco Alvea de Lima Filbo
(Pirybaba do Norte.)
... tenbo-o empregado com gr?nde prove-
10 oas moles isa das tias reapiraiorias...Dr.
Pedro Conia de Macedo.
(Valeo, Balado co Rio )
... tem orna aeco especial sobre a mrcosa
das vias respiratorias, curando ou alliviando
muitas molestias d-sias mesmas vias, o qoe
proia cabalmente a sua cresceote procura e
acraci, qua anda nao leve -"jai producto al-
f.'aj ffi.iual. D. Ociaci.io A. Cimar*.
(Pelotas )
... teobc-o empregado, com ptimos resol
tados, oas bronebites e molestias do apparelbo
broncbo-polmooar... Dr. Bario da Matta Ba*
cellar.
(lari)
... Atho o moito importante, nao e pela
efbcacia de seus resaltados em molestias do pei*
'o, como tambem pelo agradavel sabor, qae nao
fat repugnar o doeote meis delicado de pala-
dar...Dr. J. Lscala*.
(Aatllbas.)
... empregnel-o com grande vantagem em
pessoa de minaa familia qae soffria ba algons
mezes de ama laryogiate. acompaobada te
accessoa de tossa ..Dr. Telasco de Gomen-
soro.
(MaraobSo.)
... tenbo-o empregado com brilbante resnl-
taGos as diflereuies formas da oroocbite e em
alguas periodos da tobercalose pulmonar...
Dr. Lopes Pessoa.
(Kecife.)
*... gosa de pr priedades emolientes e fici-
nta lepectoraso e o considero como excellen-
te meio para alliviar e corarfla tosse qoando
convenisneaiente preseripto...Dr. Bario de
Itapitocsy
iMolM
e tKnvjxcellente medicamento, emprega-
\
... Terho o empregado com assai proveito
em miDba clintca as moleetias oronciio polmo-
oares.. Dr. Francisco Aogo'.o da Sveira
(Recife.)
tenbo o empregado com o melbor resol-
tados as diversas affeccOes das vits respiratori-
as, principalaeote na brocebite catanbal das
creancas quaDdo stravessam a crise tz p/meira
deitleo...Dr. Emygdio Bezerra Montece-
pro-
(Recife)
... tenbo-o aplicado em micha clnica cem
grande proveito as diversas stfectOs das via3
re-plratoriap, especialmente quanao tnronicas.
-D'. Julio A Camacbo C'earc..
(Rio de Janeiro.)
... fui ltimamente obrigado a 'angar mSa
delie em minba clnica e juigo-me boje babili-
tado para iflirmar que om dos meibores reme-
dos qoe em mu-ha pratica tenbo conbecido para
enferm'dades do peito e vias respiratorias...
D." C. Beoriq^cr.
(San'a Victoria, Rio Grande de Sul.)
... teoii-o empregado :rm resollcdos van-
tajaos as molestias do ippareibo brontbo pul -
moia', sobretodo oas bronebites ebronicas e na
Coqueluche.-=Dr. Feliciano Teixeira da Mata
Bacellar.
(Par.)
... lenho-o appcao em diversos caeos de
aff-cjOes da vias respiratorios e tenbo cbtido os
meihores resultados...Dr. Joe de Azevedo
Mal?..
(Parabyba do Norte.)
El mdico-cirujano que suscribe, certifica
que el especifico titulado Peitoral ce Cambar
del Sr. J. A. de Souza Soares, del Br; 211, me ba
dado admirables resoltados ea el tratamiento de
las enfermedades del aparato respiratorio, eepe-
cialmento en las brcnchitls crnicas.Dr. Joan
Peralia R.
(Elqoi, Ch le.)
... Tenho-o acooselbado namlrba elinic. e
com elle tenbo tirado resoltados importantes ao
tratamento das molestias brouebo pulmonares.
Dr. Carlos Marcband.
(S. Gabriel, Ro Grande do Sal.)
... Tenbo-o empregado em minba clnica
nos casos de molestias br, ncho pulmonares, co-
lbendo resultados muilo s tisfacto-ios. Posso
em virtude desses boas resultados, garantir a
effjcacia deste medicamento, principalmente
qoando estas affecces tiverem tomado o rara-
cier decbroaicidade...-Dr. Lulz Jos de Arau-
jo Filbo*.
(Sapucais, Estado d Rio.;
...teobo obtido ptimo resaltado na ap-
plicacao do Peiioral de Cambar Das molestias
broncbo-polmonares.Dr. Polycarpo A. Arapon-
ga do Amara' -.
(Pono-Alegre.)
... empregei-o e com o melbor resultado no
hospital da Santa Casa de Misericordia as affec-
(.Oes em qne indicado, e contino a empregal-0
com o mesma resallado na mioba clnica civil.
Dr. Israel Rodrigues Barcellos Fihc.
(Porto-Alegre.)
v ... tenho-o empregado com feliz xito D3B
affecces catarrnaes-broncbcas... Dr. Jcs
Bernardina da Caoba Biltenconrl*.
(Porto-Alegre.)
... Uve occasISo 00 '.oKDecimenio, acoaaelbo o sen uso com a
maicr confianca*.
(Formuiario Intercacbna', do Dr. Pires de
Ameida.)
... leoha-o empregado com bom resulaJo
cas mcles:ia3 do apparelbo respiratorio...Dr
Agnello Candido L (Parabyba do Norte.)
... tenbo-o empregado na minba dioica ci-
vil, oas sffecceB broneno pulmonares, obtendo
Hxcellenies resultados...Dr. Ceciliano Alves
Nazaretb.
(Babia.)
... na mioba dioica civil tenbo tirado boce
resultados com o Peitoral de Cambar, nos casos
de bronebite?, nao s acudas como chrooicas...
Dr. Francisco Bomem de Carvalbo.
(Babia.)
... tenbo-o empregado as differeates sffec-
Cea do apparelbo respiratorio, colbendo sempre
multo bom resaltado, especialmente em casos
de cooueiacfae...Dr. Antonio Cardoso e Sil-
va. (Babia)
... Teob-a empregado com proficuof rtanl-
tados em todas as affecces broncbo-pnlmonires.
Dr. Guilberme Pereira da Costa*.
(Babia.)
... tenho-o empregado com ptimos reaalta
dos oas bronebites e molestias do apparelbo
bronebo pulmonar.D\ FranciscoTosta Mello.
(Villa do Prado, Babia )
... teobo'O empregado em todas as man-
festases oroncho-polmonareB, sempre com raag.
nificos resoltados.Dr. B tillo R'ymaado Sel-
xas.
(Maoos, Amazonas )
... tesho-3 empregado sempre com grande
proveito em tolas as mo'estlas do apparelbo
respiratorio.Dr. Angosto Serafim da Silva-
(Paletas.)
O PE TORAL DE CAMBARA remedio sem rival para as molestias das vias respiratot$, acha-se appromdo pela Inspectora
qeral de Hyqiene Publica do Brazd, no Rio de Janeiro, autorizado pelo Governo Federal e premiado con os mais altos premios da Exwmco
Brazileira-Allem de 1881, Exposxcao Universal de Chicago de 1893 e Academia Nacional de
IT agento e depositario Hueste Estado a \
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