Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18039


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Full Text




*
-.
MOLXXI
I>imiiiiuo O e Innlio de 1305
VI MFKO 191
*m4HWMMMb
PERNAMBUCO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiaDtados. 8$000
Por seis mezes adiaDtados. {5$>000
Por um anno adiantado .... 30$>000
BABB BE MAK^EL FieSRe Bl W&M& & FIL3S9S
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBUCACOES NA FRAN-
QA E INGLATERRA
Os Srs Majence Favre C &.*, residentes em Pars18 rae de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiaDtados. .. 16|500
Por om aono adiantado .... 331000
Numero avulso do mesmo da. |100
Numero avulso de das anteriores. J200
fe-s:s::;:r:s:i::L::.::::::,::
Rio de Janeiro, 8 de Juuho, s
IBI6yP3nijfi3S No sitio Pao Cedro toi assassinado o
azendeiro Esteves Barreto.
Bucnos-Ayrcs, 8 de Junho.
O chefe de polica d'aqui intimou a re-
dacto do Petit Journal para que mo-
9 horas e 2> minutos da noite entregue' derasse a linguagem aggressiva que em.
no dia seguinte as il horas c 5 minutos pregara com relaco ao Brazil.
da manha. O advogado Tornasse aprescntou
As noticias que transmittem outrodes- hoje queixa contra a mesma folha, em
pacho anterior, com referencia a traba- nomc da iega3o brazileira, pcrante o
lhosda Cemara. carecem da seguinte ,uizo correccional,
rectificavao e ampeacao. | Par85 8 de junho.
Encerrada a segunda discussao do Publicou o Temps um longo artigo
projecto que [dispensou o concurso lit- xbn os negocios do Amap.
terarioaos funccionarios des Crrelos, Mostra-se satisfeit; com a conciliaco
procedeu-se votacao cujo resultado foi :>'a qUe chegou-se.
empate da mesma. Qanto aojincidente recentemente emer-
- Foi approvada em segunda discus- gid0i declara ser absolutamente impossi-
so o projecto que maotem nos postos os vei jexar 0 Brazil abrir inquerito a res-
guardas marinha commissionados, com'peito pois isso imp0rtaria reconhecer a
emende, extendende a favor guarda Franca direitos contestados.
Mcional. Rio de Janeiro, 8de Junho, as
Esta emenda, entretanto, ser separa- 8 horas 45 minut0s da tarde (recebido a
da, para constituir projecto distincto da- 'estaco s 8 horas e 5 minutos da noite
9ue'le e entregue s 9 horas e 38 minutos da
O projecto votado em primeira dis- noite).
cussao organisando a forca armada do j Deu.se um choque de trens na estrada
pa1Z fo> enviado commisso de legisla- de ferro Central. naestaco de S. Chris-
Jvjsi1 Mello Cosa, J PlU'O Hetelho, Anlnniu
Joaquim Cascao e-Alfredo Alraeida & C.-Hija
vista o Sr. Dr. Procurador Fiscal
Joao Anlero da Med iros.-Indeftridc.
Abilio Rosa ds Meces. Janseti. Ao Por-
teiro para entregar ao interessado.
Compaohl Iodustrial Pernambucana, Carlos
Perrett Marinho FalcSo, conf aria de Nossa Se-
nhora da Soledade, Felsmina de Oliveira, Joao
Rodrigues de Moura, Luix Affonso de Oliveira
jardi e mesa regedora da confraria de Nossa
Senhora da Soledade.Informe o Sr. Dr. Sub-
Director da Contabilida le.
O protocolisla,
Francisco ilililino Ferrrtira.
cao.
Ouro Pi-cto, 7 de Junho.
Deu-se [hontem 'aqui grave
entre acadmicos e 'populares.
Houve mortes e ferimentos.
conflicto
Rio de Janeiro, 8 de Junho, s
4 horas e 50 minutos da tarde (recebido
. na estajo s 8 horas e2o minutos da noi-
te e entregue as 9 horas e 38 minutos
da noite!
O Senado regeitou em votacao nomina'
de 20 contra 25 votos o projecto de am-
nista.
A mesma casa do parlamento approvou
a nomeaco do Dr. Jo: Thomaz da Por-
ciuncula, para ministro junto a Rep-
blica do Uruguay.
O Supremo Tribunal concedeu or-
dem de habeas-corpus aos Drs. Mauri-
cio de A breu e Martins Torres, e a ou-
troc cuuiprehendidoc na donunila oubiw
a eleico municipal de Nicthoroy.
Porto Alegre, 8 de Junho.
O pardo Trajano de 17 annos de idade
matou duas criancas de 6 e 8 annos nesta
cidade.
Preso e interrogado, confessou cynica-
mente o brbaro crime.
Ouro PrclOj 8 de Junho.
No conflicto que aqui teve lugar, e do
qual honlem dei noticia, suecumbio Jos
Dias dos Santos.
tovo, morrendo o velho mestre de li-
nhas chamado Narcizo.
Ser nomeado o almiranie Guilho-
bel enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario para tratar de questo
de limites da Guyana franceza.
O presidente da Repblica vai con-
vallecer na Tijuca, hospedando-se no
hotel White.
A taxa cambial oscillou entre 9 114 e
9 5l16-
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
T>A INDUSTRIA
Despacho do da 7 de Junho de 1895
Jos Dias da Silva, pedimio o arreodaniento
da propriedade denominada Mumbuca simada
era Barra da Jangada, afim de effectuar em
mesma propriedale plantajes de cannas.-In-
forme o Dr. Director da Escola Industrial Fre
Caneca.
0 porleiro,
Archiag Mafra,
DESPACHOS DO SR. DR, SECRETARIO DA
FAZENDA, EM 7 DE JUNHO DE 1895
Carlos Perret Marinho Falcao, administrador
da Ivpographi meuto de 3128000, de publu-acOes mandadas
fazer pela Recebedoria do Eslado.-Informe o
Sr. Dr. direc or geral,
(oofraria de N'>ssa Senhora da Sjledade da
freguciia da Boa Vista, pedlndo pagamento de
foros do terreno oceupado pelo quarlel do 1*
corpo policial.-Ioforme o Sr. Dr. director ge-
ral.
Qoestura Policial
PARTE OFFICIAL
Governo
do Estado
na m buco
de Per-
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUC-
ClO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DIA 7 DE JUNHO DE
189S.
Simplicio Antonio da Silva, sentenciado, pe-
Olndv p.rJ4. Iallv.U..
JoSo Rodrigues de Monra.-Deferido, nos ler
mos do officio ao Dr. Secretario da Farenda.
Joao Fabio de Sani'Anna, alteres do 3." bata-
Ihao de infanlana estadoal.-Deferido, nos ler
mas do otficio ao Dr. Secretario da Fazenda.
F. P. Boulilreau.-Deferido, com o oflicio des-
ta data ao Dr. Secrelaro da Fazenda.
0 portero interino,
Hermenegildo de Siqueira.
DIRECTORA GERAL DO THeSOURO
DO ESTADO
Despacho do dia 8 de Junho de 1895
Dovina de Queiroz Guimarae.-Certifique se.
Jos Paulino Cavalcante de Albuquerque,
Francisco Augusto Paes Barretto, bacharel Fran-
cisco Aminthas de C. Moura, Guilherme Gomes
Pinto, Manoel Soares pe Figueredo, Francisco
SeccSo 2.'-N. 125 Secretarla de Questura
Policial do Estado de Peroambuco, em 8 de
Junho de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho.
Moito digno Secretario da Justica e Negocios
Interiores.
Harticlpo-vos que foram hontem recolbilos
Casa de Detengao os segointes individuos:
Communicou-me o delegado de poli a do
municipio de Panellas, que no dia 30 de Maio
ultimo, aDresentaram-?e voluntariamente, aflm
de se recolberem a respectiva cadeia, por se
acharem pronunciados n'aquMIe municipio, os
individuos de nomes, Jos Salgado da Silva,
Jos Thom do* Santos, Tiburlino Francisco da
Silva, Manoel Vicente Ferreira, Jos Felippe do
Niscimento, Cyriaco Jos dos Santos e Mano J
Piolo Meirel es.
Commumcou tambera o administrador da Casa
de Delenco. que hontem as 10 1,2 horas da
noute, falleceu na enfermara d'aquelle estabe-
lecimento, o individuo de nome Jos Vicente
de Sani'Aon.i, que se achava sentenciado no
municipio de Jaboalao.
Sade e Fraternidade.
O Questor,
Jote Felippe Sery da Silva tilho.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2* DI-
RECIUKtB
Inspectora Jeral de Hygiene
Antonio Alves Pacheco, pediodo prorogsao
do praso que Ihe foi marcado pelo Dr. commis
sano do 4." districlo.Informe o mesmo Ur.
coramissno. .
Corapanli a Industrial e Commercio de Esti-
va, pedndo para examinar caf.Ao Dr. aju-
danie para examinar.
Maria Venancia d Abreu Lima Basto, pe-
dindo para mandar examinar, a casa n. 6) da
ra do Padre Nobrega.Ao Dr. commissano do
2. districto para examinar.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Pernambuco, em 8 ie Jun.10 d
189*>
Apollinario A. Meira Henriques,
Secretario.
>ci 11. 0*
O Congresso Legislativo do Estado de Per-
nambuco.
DECRETA:
Art. 1.o Fica o Governador do Estado autorisado
a re irg. nisar o ensino primario de aecrdo com o que
dispon o art. 36 S.* da Constituico.
Ar.. -'." as nomeaces, que houverem de ser fei-
tas -> ira provimento das cadeiras creadas pelo Estado
nos versos municipios e nos suburbios da Capital,
de .'rao ser preferidos os professores actualmente em
d ^ponibilidade, os quaes ficaro avulsos, caso nao
acceitem as cadeiras que lhe forem designadas.
Art. 3.0 Na Capital as cadeiras serao preenchi-
das, um terco por simples nomeaco e dous tercos
precedendo concurso.
i." A nomeaco, independente de concurso,
recahir nicamente sobre os titulados pela Escola
Normal do Estado e da Sociedade Propagadora da In-
strueco Publica, que tiverem obtido melhores ap-
provaces, um ou urna de cada turma annualmente
diplomada.
2.0 /\o concurso, a que se refere este artigo,
podero apresentar-sc os que se julgarem habilita-
dos, cabendo apenas a preferencia, quando classifica-
dos en identidade de condices ; i. aos professores
err: disponibilidade ; 2." aos titulados por aquellas in-
stituices de ensino, e ficando garantidos os seus or-
denados aos professores, que nao quizerem sujeitar-se
a concurso ou que, o tendo feito, nao poderem, por
qualquer circurnstancia, ser nomeados.
Art. 4.0 Os actos expedidos na conformidade
do art. i., devero ser opportunamente submettidos
approvaco do poder legislativo,
Art. 5.* Revogam-se as disposicos em con-
trario.
Senado do Estado de Pernambuco, 7 de Junho
de 1895.
Francisco Jeixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto (fOliveira,
Supplente de I.* Secretario.
'Joao Baptista Re guara Costa
2. Secretario.
Palacio do Governo do Estadio de Pernambu-
co, em 8 de Junho de 1895.
Ale:candre Jos Barbosa Ld.
Palacio do Governo do Estado de Per-
nambuco, em O de Feverelro de t95
O Governador do Estado usando das attribui-
Coes conferida pelo artigo 57 da Constituico resol-
ve approvar o presente Regulamento para ser obser-
vado na Recebedoria do Estado.
O Secretario dos Negocios da Fazenda assim o
tenha entendido e faca executar.
ALEXANDRE JOS BARBOSA LIMA
Pedro Jos de Oliveira Pernambuco.
Regulamento a que se refere o Decreto
supra
(Continuaco)
CAPITULO III
Do pessoal da Recebedoria.
Artigo 14. Ao Administrador alem das attribui-
ces e obrigacoes especiaes que lhe cempetem pelo
presente Regulamento, imcumbe :
1 Inspecionar o expediente da repartico, e
dirigir os seus trabalhos, na conformidade das leis e
regulamento e de accordo com as Instrucces do The-
souro ;
2.0 Promover e fiscalisar a arrecadaco das
vendas estadoaes cargo da repartico, de modo que
sejam divida e integralmente]satisfeitas, e sua impor-
tancia recolhida aos respectivos cofres nos prasos or-
dinarios da entrega ;
3.0 Submetter deciso do Thesouro as duvi-
das que possam occorrer a respeito da intelligencia
das leis, regulamentos e instrucces concernentes
arrecadaco dos impostos e contri buices, bem como
prepr medidas para o melhor desempenho do servi-
co da repartico, e especialmente os livros e normas
de escripturafo cuja adopeo julgar conveniente ;
4." Dar por escripto as informacSes e parece-
res que lhe forem exigidos pelo Secretario da Fazenda
e pelo Director Geral do Thesouro e os que se fise-
rem necessarias ao Sub-Director do Contencioso e ao
Procurador dos Feitos da Fazenda, que directamente
podel-os-o solicitar, cumprindo e fazendo cumprir as
ordens do Thesouro e as que lhe forem dirigidas pelo
Secretario da Fazenda ;
5." Remetter, em duplicata, ao Thesouro o
ponto mensal dos empregados, cujas faltas poder
abonar at o numero de oito, dispensando a apresen-
taco do attestdo medico quando nao excedem de
trez ;
% 6.' Rubricar as folhas de arrecadaco diaria, e A
de todos os livros que nao forem de receita :
I 7.* Fazer emmassar na ordem numrica e cro-
nolgica todas as ordens, resoluces e instrucces
tarnsmittidas pelo Thesouro sobre a direceo do ser-
vico, arrecadaco, adtninistraco e sc asaco das
rend&s que cobrar a repartico, mandando as encar-
denar com ndice de suas materias ;
5 8 Proferir todos os despachos e expedir as
ordens necessarias para o prompto e regular anda-
mento do expediente ;
$ 9- Resolver, depois de ouvir o Chefe da res-
pectiva scelo, as questoes que se suscitarem a cerca
das leis e regulamentos expedidos para a cobranca
das rendas a cargo da repartico se mandar executar
as suas decises definitivamente, se o assumpto fr
de natureza contenciosa, e provisoriamente si o nao
fr, submettendo as neste caso ao conheciment do
Thesouro ;
IO. Examinar e por o seu visto as guias para
entradas semanal ao Thesouro da renda que cobrar a
repartico, depois de conferidas pela seceo compe-
tente, tomando mensa'mente contas ao Thesoureiro,
com retificaco do dinheiro em cofre todas as vezes
que julgar conveniente ;
I n. Impor multa at 508000- nos casos de re-
incidencia de infraeco e na'quelles em que as leis e
regulamentos lhe conferirem esta attribuicao ;
12." Ordenar o pagamento das despezas do as*
seio da repartico depois de examinados os documen-
tos pela respectiva seceo, e as de expediente, pre-
cedendo autorisaco do Thesouro ;
13 Dar posse aos empregados qne lhe sao su-
bordinados, depois que prestarem juramento no The-
souro ;
14. Nomear os cobradores sob proposta e res-
ponsabilidade do Thesoureiro ;
15. Velar em que os empregados da reparti-
co cumpram exactamente os seus deveres, podendo
punil-os, segundo a gravidade dos factos, com as se-
guintes penas : reprehenso verbal; reprehenso
por Portara ; suspenso sem recurso por cinco dias,
devendo representar ao Director Geral da Fazenda,
quando a falta, por sua gravidade, exigir pena
maior ;
16. Mandar no caso de desobediencia formal
ou de outro delicto, autoar com certido do emprega-
do raais graduado da seceo em que se der o facto, o
empregado delinquente e remetter o auto ao Juiz
competente, de comformidade com a lei penal; fican-
do o Administrador responsavel pelos damnos que
Fazenda do Estado resultarem das faltas ou delictos
commettidos pelos seus subordinados, quando deixar
de punil-os dentro da sua aleada, ou nao der sciencia
do facto ao Director Geral da Fazenda ;
17. Apresentar annualmente ao Thesoureo re-
latorio do movimento da repartico do exercicio findo,
acompanhado do mappa comparativo do rendimento
dos impostos, assim como das observaces que lhe
occorrerem sobre a conveniencia de serem conserva-
dos, supprimidos ou alterados alguns dos impostos e
da Tindicaco das medidas, cuja adopcao lhe pareca
til ao interesse do Estado ;
18. Devolver qualquer petico, mandando que
requeira o peticionario, em termos, quando desatten-
cio^Bfcu. injuriosa ;
' \' A nnrehender e remetter ao Thesouro com
os precisos esclarecimenros quaesque ^ap^u om que
se acharem falsificadas as firmas do Thesoureiro onde
outros empregados da Recebedoria ;
20. Manter o necessario respeito dentro da
Repartico, contendo pelo modo seguinte qualquer
particular ou interessado que desacatar, insultar ou
injuriar os empregados lendo-lhe a presente disposi-
Co, fazendo-o sahir incontinente da repartico ; no
caso de nao ser attendido, prendendo-o em flagrante
delicto com autoaco pelo !. Escripturario da seceo
e remettendo-o preso |e o acto de flagrante ao Juiz
competente para proceder contra o mesmo, de com-
formidade com a legislaco penal ;
I 21. Mandar considerar ausente no livro do pon-
to qualquer empregado que, sem licenca retirar-se
da repartico antes de encerrar-se o expediente dia-
rio, e ordenar o descont das diarias dos serventes
quando faltarem ;
~22. Verificar si todos os seus empregados
conhecem suficientemente o Regulamento pelo qual
se rege a Repartico ;
Art. I5. Ao Chefe da 1.a Seceo compete :
i. Distribuir, dirigir e inspeccionar o traba-
lho da respectiva seceo, na conformidade do pre-
sente Regulamento e ordens do Administrador, fa-
zendo revesar o servico por seus empregados, no
interesse de habilital-os em todo o movimento da
repartico e dividir a responsabilidade e o peso do
servico tambem por todos ; i
8 2. Advertir os] seus subordinados as faltas
leves que commetterem dando parte ao Administra-
dor das que possam prejudicar o servico, ou que fo-
rem contrarias a disciplina da repartico, e na omis-
so dessa participaco responder perante o Admi-
nistrador por todas as faltas dos empregados da se-
ceo ;
3." Fazer os pedidos dos objectos precizos
para o expediente da seceo ;
4." Dar as informaces por escripto e os es-
clarecimentos verbaes que lhe forem exigidos pelo
Administrador, fazendo encadernar e archivar as
minutas de suas informaces escripias ;
5.0 Propor o que convier ao bom andamento
do servico da seceo e representar contra quaes-
quer irregularidades ou omissoes que se verificar nos
cadernos e livros de lancamento de impostos sujei-
tos a collecta e de quasquer outros ;
6 Examinar os lancamentos dos impostos
apresentados pelos lancadores e participar ao Admi-
nistrador as duvidas que tiver e as alteracoes que se
devam fazer;
7/ Dirigir e superentender os lancadores no
trabalho do lancamentojannuo dos impostos dando-lhes
os precizos esclarecimentos, e distribuindo com audi-
encia do Administrador o servico da colleta, de modo
a revesar os lancadores as differentes fregezias.
8.* Por as verbas de conferencia as guias do
Thesouro ;
9 Organisar os mappas relativos ao servico
da seceo, bem como outros quasquer que forem exi-
gidos pelo Administrador ;
10. Inspeccionar e velar sobre a regularidade
e. execuco do servico, de modo que sejam os con-
tribuintes despachados com promptido e a cobran-
ca effectuada sem prejuizo da fazenda ;
11. Prestar contas de todos os livros cargo
da sec?o e relacional-os, bem como todos os docu-
mentos de receita que tenham de ser recolhidos ao
Thesouro e que estejam sob sua guarda ;
12. Rubricar, numerar, emmassar e guardar
diariamente todos os documentos de receita que ser-
viram para escripturaco do livro de receita, confe-
rencia da arrecadaco diaria, folha do Thesoureiro e
prestaco de contas ao Thesouro ;
13. Mandar encadernar e archivar todas as
minutas da correspondencia oficial e portaras do
Administrador guardada ordem numrica ;
Art. 16. Ao Chefe da 2.* Secgo compete;
i. Dirigir e inspeccionar o trabalho da seceo
na conformidade do presente regulamento e ordem
do Administrador, fazendo revesar o servico por
seus empregados, no intuito de habilital-os indstin-
ctamente no movimento da repartico, e dividir a
responsabilidade e peso do mesmo servico tambem
por todos ;
2." Advirtr os seus subordinados as faltas
leves que commetterem, dando parte ao Adminis-
trador das que possam prejudicar o servico ou que
forem contrarias disciplina da repartico, e na
omisso dessa participaco responder perante o
Administrador por todas as faltas dos empregados da
seceo;
para o expediente da seceo ;
4. Dar as informagoes por escripto e os es-
clarecimentos verbaes quo lhe forem exigidos, pelo
Administrador, fazendo encadernar e archivar as mi-
nutas de suas informaces escripias ;
5.- Propor o quejeonvier ao bom andamento do
servico da seceo, representado contra qualquer ir-
regularidade commettida pelos seus subordinados ;
6.- Por as verbas de conferencia as guias do
Thesoureiro ;
7.- Organisar os mappas relativos ao servigo
da seceo, bem como outros quasquer que forem
exigidos pelo Administrador ;
8.' Inspeccionar e velar sobre a regularidade
e execuco do servico, de modo que sejam os contri-
buintes despachados com promptido e a cobranca
effectuada sem prejuizo da Fazenda ;
g.' Prestar contas de todos os livros cargo
da seceo e relacional-os, bem como todos os docu-
mentos de receita que tenham de ser recolhidos ao
Thesouro ;
10. Rubricar, emmassar e guardar diariamente
todos os documentos de receita que serviram para
a escripturaco do livro de receita conferencia da
arrecadaco diaria, folha do Thesoureiro e prestaco
de contas ao Thesoureiro ;
11. Mandar encadernar e archivar todas as
minutas da correspondencia official e portaras do
Administrador, guardada a numeraco de ordem ;
(Contina)
ESTADOS DA tSHO
CAPITAL FEDERAL
Datas at 31 do passaio,
O Se Cooselbeiro Tbomas Ribero, enviado
extraordinario e u.lalstro plenipotenciario do
Reino de Poriapel, entregan bontem em aadieo
cia publica no palaco do governo, oas mios
do Sr. P-esidente da RepuDiicn ss cedeociaes
que o acreditao naquelle cargo junto ao gover-
no brailleiro. -fS
A'd 12 I/J da manb parti o Sr. ministro do
bote) Uetropole acompiobado do Sr. Dr, L011
0. Neil, 1. secretario da Letaco, e do Sr. 1.*
leoeote MagalbSea Castro, ajanante de ordene
do S\ Prealdeote da Repblica, em carro do
palacio em direccS > ao me3mo, ende ebegoo a
1/4.
Recebido pelo estado-maior militar do Sr.
p-esl 'ente da Repoblica e pelo Sr. Dr. Gomes
Perelra 1. secre'ano da Legacjto B axtleira, foi
int-oduiido na sais immedia a io sali da re-
cenco.
Presentes ni tallo de bonra o Sr. Presidente
ds Repblica, tendo sos direita e i esquerda
os membros do Ministerio, o seu secretario, e
offi lal da gioioete e o Dr. Cbefe de Polica, e
do lado esquerdo d seu estado-maior militar.o
Sr. 1.* teme Uagalbles Castro, cooTldou o
Sr. ministro a ap eseaUr-se no salao de boora.
Abi, acompaobado aluda do seu cretarlo e do
Sr. Dr. Gosses Pereira, secretarlo da Legacao.
leu so S\ Presidente do Repblica o seguate
discurso:
Sr. Presidente s Repblica dos Estados-
U i r ento feliio do jubileo cvico celebrado com
ts aui* effectlTas demonstrares em Portugal
e no Brasil pelo reatamento dos sem lagos po-
lticos, nicos eveatealmeote desfeito?, mas nao
(elismeote I Quebrados.
Veaho encarroado da urna mistio angosta
a de tos coamoDicar os votos de cordeal
aitade que tos enva o Re de Portugal; as
saudacQoi de ni governo das MeltacOea e
congratularles mono leaes ao poto portogact,
qoe, de toda a parte do muado onde exer :e a
sua srtividade. maoif-stou o seu eatbmiasm 1
pelo tacto f -lias da reatamento das oossas rela-
oes coa a Repblica Braiileira.
Tamben son incumbido de manifestar vos o
empeobo sincero, cuja realitacio certj vos ser
grata, de qoe os dous povos, cojos Ieteraeses
legtimos se eocootram Intimamente lijados, se
cotdjjvem cada ves com desejo mais intenso e
mala prjflcuos esforcus.
Para isso pouco mais mlster qae cimentar
ni miaba estima a con llanca reciproca.
Nao veobo representar o meu pait com dls
simulacGes; a miaba ndole moito leal para
acceitar essa incambencia; o mea governo
maiti portagaex para esquecer as lostroccoes
qoe me desee as honradas tradlc.068 de nossos
maiores.
Ao dlse'-V33, Sr. Presidente, que pera mlm
nao poda baver missao mais grata que a de
vlr neste momento para jauto de vos. confi-
me que me acreditis.
E affirmo-vos que nnnea veris desmentida
00 desempeobo da missao coas que lal boora-
rado, a Impressao afTactiva da minba cordea-
llda e.
Nao cabe em coracio portoguex a malqueren-
cia, nem mesmo a oesconflancaqnasi aempre
iojasta as suas suspeitas e ingratas as snas
determinag5es.
A intransigencia que dease estado resolta po-
de ser filba de um preeoocello nlo criminoso,
oem ponedora reprebenslve'; ple pretender
at fandar dontrlna e constituir escola ; nunca,
porm, ezerci jastlca, nem creara dlrelio.
No respeito reciproco repousam as relactos
loternacionaes, e esse respeito cometa pelo ca-
lamento lovlolavel aos poderes consumidos.
0 representante de Portugal Incapas de (al-
tar a esses deveres, por si pela oacii que tem
a boora de representar.
No'a-se, Sr. presiiente, na atmosphers polti-
ca de militas na(0es, neste momeoto, orna certa
oer'urbaci; pbenomenosque resaltam da acce-
ua grande espbera da bumaaidade, que mais e
mais se alarga e se illomina.
Venbo felumente eocootrar o Brasil, o grande
e lormoso Braxil, em pbase de plena florescen-
ooseot'., Sr. presidente, que Ibe deixe regis-
trado aqu o lestemuobo de intimo reconbeci-
meato pelo aflicto qoe maafesion aminba pa-
t-ia, no modo por que receben o sr o represen-
tante. E aceitai-me os votos sinceros e cordiaes
que especial mate a iin offereco e ao vosso U-
matrado goveroo, por baverdes facilitado ao ga-
binete loglez a ana intervencao amigavel o lf-
flutl eveitualldade em que se encontraran! as
duas oacoes Irmas.
Dos ai aos Estados Doidos do Brasil peren-
ne pax, coaiiauadas glorias e multiplicadas ven-
toras.
0 Sr. presidente da repblica responden:
Sr. Miui8-.ro.Obesa a oa erdade no mo-
mento feliz, no restabelecimento das relacOee
eotre os governos de Brasil e de Portugal, me-
diante os bons officios de nma patencia amiga.
Sei qae para contiouir estas relacOep, como
ram e deveas ser. viadas aolmado dos melbores
sentlmentoi.
Confio uelles com podis confiar nos meas.
A trela nao difficil, porque tea o apoio nos
lagos que ligam os dous paises e que estes nao
qoerem romper.
Os dous governos estao de accordo e assim se
renen lodos os elementos de estabilldale
Ac* lo com agradecimento os votos que S. M-
Fioelusima me envia. Sao votos de amigo qne
eocontram siacera reciprocidade. Bu os face
pela (ellcidade pessoal de S. Magestade e pala
posperllade e eograndaclmecto da naci por-
tuguea.
Boa iegnida o Sr. ministro conversn tonga-
mente com o Sr. presidente e o Sr. ministro das
relacOes exteriora-.
Qk sua entrada e i sabida a banda de msica
ao 33* taialnao de Infanta ia, que dava guarda
de Uonra junto ao pal ci, execulou os bymnos
pj'tngufs e oacional, rompendo o povo, que era
\
'i

1 ra;ln aacceisiva da sua mareba, pelo camlnho immeaso defroote o palacio, em calorosos vivas
do progreiso. la '.idelas sao apenas attendiveU I ao Dr. P udente de Morae, ao povo braxileiro, a
de certo na economa particaLar de um ou da I Portugal, ao conselbetro Tbomas Ribelro e a co-
ootro paix, mas pouco ou qaasi nada percebivels I looia portuguesa do Brasil.




-r-^- <"-. |
iijfiiL.u?se^?-'-
\sr
Diario de> Pernamimco Domingo 9 de Jim lio de fl$2o
II?


&
- Acompaoboo o carra taaso na mda como co
regreseo o Hotel am p qoete do lanceiroa do 8'
reclnenlo de vallan, emcntforrxe de gala.
Era grande a qoaatidade de peto qpe ae va
na a roas por oole S Exc. bananos, ooladameo-
te dos largo do'Machado, da Lapa e Da roa
Larga, em fente do palacio, onde aa acctam-
cois foram eolbaslaadcae.
k' i horas reuroo-se 8. Exc. cem al formal!
dadea de tstyto, sendo nesga occatiao mono vic-
loriado pelo* povo, qoe lambem o seo do o com
rote osa salva de palmas.
O Sr. cona?lbelro tratia a farda de miolatro
de estado oo (ffici.i mor da Caaa Real Ptrlogae-
ia e as segrales coodecorsebes: Grao croa,
commenda e collar da ordem d S. Toiago, com-
menuas de Carloa III e *e Mrito Ntval do Rel-
do de Hespacba. da Corda da Italia, Collares da
Academia de Seieoeias de List61 e da Acade-
mia Real de Madrid.
O seo seiretaiio Dr. 0. Neit tratia a (arda de
cecre:ario de legislo e o pendeote e a condeco-
raco da Ordena no Cbrlslo.
O Diario Oficial nevera pobllcar o se-
gointe, no da 31 : ____. .
A*s apreciagfles da Cidade do Rio bootem
publcalas wd a eplgrpne Repabiica de Goo-
nanv oppoe e o eego'me :
A neetralif.agao do Amapa t,ao a goiuca aban
dono do direito ee o Brasil com r-ao Haiga ter
a esse ierttturlo ; etgnioca, pelo coatr rio, qoe
elle mantea e o sea direilo. E om estado pro
viaorlo qie os doos governos coovencionarara e
qoe cessara logo qoe se resolva a ques as de
1 "Hite?- u .. -
goveroo fraocei ttnha corio'ado no Amapa
daos pastos militare*, qae cooaistiaoi em oob
eslabelecimeoto na illa daqoella oome e em om
destacameulo qoe all ae maudava pa-a a de Ma-
raca. Eisos poaios foram ret alos em 10 de
Jolbo de 18.0, em coeseqneocia de iosisnte re
clamagee do goveroo brasilelro; maa flcou e.-
tend -o qoe ae mauteiia o sutn quo do deaecco-
ccSl) de amoaa as partea al qoe se rosolvesse
a quealao principal, e a eaaa deaoccopagaonem-
porarla se ou cbamando oeutralisagao.
Cada om dos dona governos esta aten o 10
qoe ae passa no Amapa, nao porque desconfi
do ostro, mas para que o dlreito que oiga ter
Eo seja pre;odicado pelo pro-edimento de aa
torldades aonalternaa. Di parte do Brasil na>
tem havido descuido, e o actual m nutro das *-
lagOts eileriore mata de ama tea tem cuapri
do o sen derer, inalado pela numesgai da com-
miss&o rniiu ajustada e adiada em 189).
,, O territorio-tea alguna pooolac&o, e esta ee-
c'esaidads de qaem o du-.ja. Dui sem a ootaea-
gao de om ebere, qae tolerado por -causa Deeessidade, masque depeode s:mpre da reao
lacio dos limites, porque ella ba de p? termo
ao sea gowoo.
Em 18 de i .abo di t892 awignaraa esa Pars
os ministros do B asil e dos negocios ertrangei-
rosesta declar gao :
Emquao'o se nao resolte smigavelreentr
entre o B'ail e a Frasca o litigio pandete
a crea do ttrntaate da Ojapofc, couaem qae e*
criminosos e malfeitores procedentes dease ter-
ritorio, qae forem levados, qaer ante os, triba-
naes de Cayenna, qntr anle os tnoonaes brasi-
leiros, ee trio possam eproveitar da sitaag;a,
ainda mal definid, do territorio de que se rala
para recabar a competencia dos nioanaes bas -
leiros ou fraoceses.
Em conseqoencia, pois. e no intaresse com-
mam de orclem e seceraac*, Mea eoteodido pth
presente declaraco qae o noveno de S. M. o"
imperador lo B-asii e de S, M. o imperador-dos
Granceies nioporio respectivanreuie-ocsiacolj
algom a qte os maife'tores do territorio em lu-
gio, oe forem eotreeaes aa jasticaa tnasileira
ou francesa, aejam jo'gados por omt oa pela
onlra; nao prejadicaado alm dissj en nade
esta delarac&o a sola.io qae dore ter a qoettio
de linit-9 atada peadenta.
Esse documento, so outro naa honvosse, brs
tarta para uioatr.r qoe o govorno braaileiro cao
aaaidooon o sea dire.to. Se nao esercer Hirs-
dicgao no Amap, lambem o faocaa a mto tem ;
a acedo externa das jascas igaalmeate res-
peiladaaeo tirrtorlo dea sempTe sajerto I se
locae do lulgic.
0 assompt) e8ii bastante estadado ; rubli-
c (Oes impjrt:ntes o eem vu'gtnsado; 6 indes-
Coipavel desecnbecer a Baioreaa do factoa ea
forma dlpiomatlea qae as duas nacCes ligantes
bes attribairam.
O Jornal do Coim?iCl. pttbHcoa este
telegramma :
Parir :W de Malo.
A- impreusa parisiense d noticia de ojee 9
governador da Gayanoa Francea telegrapboo
ao (.ivornn ra RunnlViP. i aniUQCiaBo ID.e ter
navido grande eonfnc'.o entre fraoieaen e rar
leiros.
Auribae a cama do conflicto a om francs
cbam^do T-ajane (?) 400 travia swe atacado po
gente de C'b-al.
O governadorda Goyinm mandn ao Connany
o transporte Bengal eob as orderts do capitae
Linter.
Este cbe{;ando ao legar den cambite aes ca
brullistaa. morreado na aejo.
Morreram t>mbem quaira sjlda^os franceses
e se asenta Uraxilr es.
Os franrezeedes rairsm Con acy.
A imprtM-ra desia cidada exige a&o nergi-
ca do seo goveroo com o goveroo do Brasil.
O depntado iaocooie pityica heje om artigc
no Mano que o t;l Trajano (?/ nio e trances,
ma* ou aveotorer da laia de Caorai. Adiffe-
renca es & em que Trjane tjmpatbico o
franceis da Goynos. *'CS
Cm loe, insisundo na necessidsde de aeabir
com esea questao do Amasa qae data do reina-
do de Leu 1V-*
A mesaoa foloa ainda cobre o mesmo assnmpto
poblicoa este outro despicbo telegrapbtco :
Par*, 30 de Mate.
Acaba de ebegar a este p>r*o ama embarca
ao sabida Coala o (.atrio dessi emb i-cacio qae oa ves
pera, no d>a 15, amauhecaram ancorados em
freatt iqoeHa poc*o rjarco*fraaoese8, se
loga aela :mal>a der?m daiemnarque em doos
logtres d'fftrentes do mural 400 marinoa-ro-
t! oftiMaes.
O commandante dos mariebeires, eacentran-
dose com Vnga Cabral e conheceMi^o, aea-the
voz de pristo.
Cabral protesteu e res's'io.
E iio o commandante f-ancez ordinoo a sna
gente qae Otese fogo, travando lata com a gen-
te de Cab'at.
Es-a lata du'oa slgam lempo, sendo mar'.o o
consmanle -laoaes.
Estando os marinbetros franceses mais fcern
arm idos do qoe a sent de Catora^ este avacujs
a povoa(ao, e retirou e ea uoa ordeto.
Os franc mi tomara n entao conta da povo*
50, destrniudo e iacoadiaodo as casas e pratu-
cando out-a depred(&a?.
Dorante o saqua os asarinbeiros franceses mar
taraua a mnlberes e enancas em amare fope-
rior a insta e delxaram fertdas msis de Tinte j
pesso?.B rombatentes.
Essas pe^-i as baviam afflmds a aaaoacio a
noticia da desembarque e os mannneiroa france-
ses a a lomas am como auxiliares ou reforoo par*
Veiga Cab-a!.
Por tim a mariohagem fraocasa (emoa a em-
barcar e retiren-se levando presos ttoai brazl-
leiros e om portugus.
A noticia desses aeonlecimentei cansa aqai
grande mpre-saj.
Fot declarado aem effeito o decreto qae no-
esa o bacasrel ioe Astrogdo Rodrlgies Ll
ma. jniz seccional sobstitoto do Estado da Bs
pinio Santo, sendo oomeado para este laxar o
oacbarel Jo f Goncalves da Caoba e Silva.
Por decreto de 30 do passxdo foi p -omovl
do a official la inspeccao do Arsenal de Mariana
do Estado do Para o amanuense da mesma re-
p;irticio, iot Francisco dos Aojos.
Foi promovido na arma de es vallara, a cs-
rtnel por aatignidsde, o coronel gradasdo do
quad'o exlranamerario do exordio, Jo Pedro
deOlivei-a Gilvao, contando antlgaidade de J3
de Jolbo de 1894, data em qae foi preterido pelo
teaeate coroiiel arlos Lnis de Andrade lleves.
Foram vransferldos na arma de artilhar
do corpo de cstaio-maior para a 1* batera do 1*
regiment o capitao Antonio Angosto de Mo-
nea ; para ajadante do 3 batalbto o capnio
Fraocisco Mendea de Morses tambera do estado
maior e para o corpo os capitaes TQimoteo de
Farras Crrela e Angosto Duarte Niea.
Foram tambern transferidos ns arma de ea-
Tallsria 03 ciipities Zeferioo Horacio Mareellmo
e Adolpho Bpaminondaa Pinto Banderrs, este do
4* esquadro do 3* regiment e aqoelle do 3 ec-
qaadro do mesmo regiment.
I>o despacho do da 30 foi assigoado o de
creto creando os lugares ds suppientes dos sub-
etilutca dos jtiixes scele na?s ds Pernambaco.
O Cooselbei'o Taomss Rlbeiro. dfs o Jor- Ainds ama fes aerador tem de agradecer ao
nal do Gommerclo. mostra-se moilo saiiBfeltolftoorado presileote, 8r. Brlio Arams, o navnr
pelas provas de eonsideraclo qoe boatem rece-
ben.
Fallando do Presidente da Repnblic, dase
qae jd coonecia por tradicao como om bomem
sem mcala e republicano convicto; dase qoe
leve a maior sattafaclo em conversar com 3.
Exc. podendo assim conbeceUo de porto e con-
firmar o alto conceito qoe delle fasla.
os Sr*. Ministros, dos oosee erebeu o mals
affavel acolblmento, como da casa civil e militar
do Sr. Presidente da Repblica, Hcon o ?r. Con-
selheiro mnio penborado.
Na 1 esqnecea do pqaete qqe o acompanboo,
fazendo os amores elogios i. correc{&) e disci-
plina com qoe se boave.
EXTERIOR
EUROl \
Purtugul
O di-curso do S'. Asis
B'azl no banqntte dalm
prensa. Visita aonnnciada
o mesmo eeabor ao Porto e
os preparos abl para recap.
g&o.Part ia do commenda.
do; Tbomas Ribeiro*para o
OrasilO seo embarque.
No beltcbe Telegraouias
do Brasil Autononia dos
Acores.Loorence irques.
Nova industria.
0Commercio de Portuga, de quem apro-
venamos a noticia descriptiva qoe mes trans-
mlttimos do baoquete da impreasa ao eslimavel
ministro brazileiro Dr. Assis Brasil, sabr o dls-
tarso desle acrescentoa em edicao posterior o
segaiote :
O sdeaotao da bora em qoe bootem escreve-
mos a 'tsamtda noticia do qoe sep-Sioario
banquete qne se venric ju no real tb -aro da S
Carloa, em bonra do nobre e honrado m aistro
brasilsiro, o Sr. D Assis Brasil, apenas nos
permittie fazer ama 1 igeirissima referenca ao
bulbaote discurso, pronunciado po- S. Ex;, e
que tao grande enihasissmo cauou.
Boje, porem, temos a boa fortuna de preen-
cne* ama lacnoa, qjae nos pesara, dando om ex
tracto desenvolvido da formosa o.>, qae de-
luhTsema aouie- fnuncioa deale osea cjmego, e comojdisse-
'08, um esprli bors ligae, e qae condrmoa a
bem asete reputacao, qae de long data a-
canfiars Sr. B*. Asis -. razil, de otalor expon-
t neo e oossommado. de palavrarracil e elegan-
te, de pirase correcta e alevantada, sem reser-
vas astudadas, mas com a descrelo prudente
qae a postefto ooraga, abriodo a coracao gene-
roso em expandes alleciaosas, mas respeiao
letotas as conveniencias e tolas as suscep'.ioi-
lidades.
Kssea excepcloases pre Usados de um orado',
que ao mesmo lempo um diplmala, revelara
ae no extracto que vai em segu la, e qne josti-
-na pJeoemenie, nao ( o effeito prodoz do em
tan numeroso e ao mesmo temoo tao selecto su-
dnoriJ, cono rarntom a opiailo |a formada em
oomenageo as supariorej aptUOrs do ctdadao
prest!mogo, qoe a Ripablica dos Es alos Ui
rdos dj Basil leve a felKidade Ce escolw, pira
a repreaeatar junto do au BO''ugoex.
O digna presidente da commtssao da impren-
ga, e bosso presado collega e amigo o S.\ B io
A'aofia, que presillra ao binquete, rompen lo
os brindes, eaadara-o, lembranio pilmas d-
Tbomas Ribiro e fa-eodo referencia sm> gradivel coofli.ta entre os doas overno; dos
dais poves innlos, e os leitores vao ser o p;r-
idoqueoSr. D Assis Br^z'.l soube tirar de<-
es doas poirtos, qne ioram tamoem dons dos
mais Dellos tpicos do ser. brilbaote discarso.
Assim foi que, con raxao.a aasemblapo
monas vties e iaterrompera c m prolongadas
palmas e calorosos applaasoa qae comee irn
desde qae 8. Exc.se levarttou pararaspoad
so o'iade que toe Mra f-n > palo ao sj cittma
lo colega do Dtarn de N.ti:ia.
O klastre diplomas, p-ouidamaote cjmnv
vido, cimera duendo qse 1 unca ea ana vida e
ve de fazer es 1 da palava, rodeado de tao as
atas, nea de tantoi espillos opulentos. Mis
tambera nu .ca levaatou se com ao -ogu ar
ce sVsja intima, tb a eaa voitaie. Nern. sanj
te o orador a neceas dada de fazer o q e se ca
ms o 11 discnrsj. O nobre pres deo e deste bm.
quets, o veaeraoia patna.-cbt da imprenta. Sr.
glmp4icidde7qna de Tooxax Ribetro ti iba m
videqneo u.us re poeta, querido de p rngaese
e b azileiros, ao encontrar.se pela prime ra vez
eos o orador bavia> sen lio anapreaao de qu-tu
ve oa seibo conoe.ldo e amigo. Pota bem, o
jrador eagrandecera esta adjr*vel imagem.ad
propria 00 gran le ".oragao ae T roosz R betro :
nste barrqoete fiustcso. oesta festi sem gaal,
oeea qae mata urna vez se qoiz e consaguio cap.
isas* a gratidao da Br, z I, ao orador ee a&gu.
-it tncontrar.s: noseodesua propria familia.
Oa.iodos os lados ve;m.lhe aos cav los as es.
mas pativ:aj, aa mesma barmairesa liagoa ea
jue aalbasioa os primeros 30a*. at loe pare,
ee que os restos q-ue loe rorriem sj os mesmo-
jue a o/ador ja vio e amou nio sabe onle, e u
aigum paiz eocantalo, en le a Mmiaiscenc'alb
diz nue ja fivea. E' isto um eagaoo ? Nao. O
h-iz eiro em Portagil esta eaire oa seas. (Ap.
piaasas).
Disae o orador que nSo senta a necessidade
de facer nmdiacarso- Podia sccreaien.ar qa
ai) t-r a tamoam f j-c. 1 ara uso. G-raode adini
ralo-, e por algom lempo aeirj)), bnmiidecal
torda ar.emae^ca da eloqaej.cia, o orador foi,
eatretaoto. laocado, bem aovo amia, em um,
carreira am qoe se via locompaiibillsado coa 0-
urocessns depreparoa iodispensavels coestru-
cco da i grande pecas o-aiurus. Oa'igado
aacolir com a paUvra oiJe qoor qu) uer.ci
tsasa a causa que ella devia cobrir, leudo d
lesear liogaageo requerida pela evaneeiisa-
gaopopua-, exposic) eir ffia iemoos
t-acao, perden por completo o exercicio dos
qaarasilfaosos recursos ii eloqoencia, destiaa ios
t elevar os espintos e tocar oscor.c5ja ( on
testacac). Mas. se o orador perdn a apt d 10
de p'Odoair, c hater corrserva' a facol-a e
e ea ir e admira-. B para sentir eaimuar
a qae v em torno de si basta ter om cj.-acaj
drotre do p-ito (&pplaoaos.)
Dtase com multa rato o venerando pn si Ios-
te do banquete, qoe o que seronpeu e e re-
atoa entre Por.ugil e o Brasil foram iapies-
eot relacdaa dipomaticas. Q ie out-a.- s 1 pe-
deran! romper, sem romper antea com a pro-
pria natareca? (Applaoao. J. As leu no'.u-.ir-
padem ser violadas, cas nao descuidas. Aj
plausos.) E a naturexa qoe reage, attfa ando
ae mondo que dentro da atmespnera poltica e
diplomtica, na qoal deu-ae a pequea oor.-, Bc.
na eol isleeeu a oranleiros e portugueses, e*.>
tem d'iasnacOas que formara urna t familia,
(tpptausos.)
Ao arador nunca flzeram grande imp-tssS< os
sucoessoa passsgeiros a que se est refenndo.
De ootros, e mano mais graves, bavia eatiido jt
i atemora la a prjfbada amiiade qa; uae os dous
povo.
A separaedo da 1812 parecen baver ftrid
mais profonlameate o coracao a. diga-aa mes
me,os interesses da vaina metropoie. Era
orna parte gramnadma, a maior e a mais b-iia
das soas conqaistas, ca otada coa bareicos
sacrlBcios.'era a esperaoca do prem o ia aeas
mais ardasa labores oaa pareca evaporar- *
com a Independencia do Basil. Mas, qaem
aprefaodar os factoa. roceabecar qas o qae
Portugal sentlo nao foi a dece.cad do avaro que^
v fugir-Ibe das aaos eoesrqnitnadaj o tnesouro
aasaotoado cs.ta de privafoese miserias ; fai
satas a ar santa da maternidade, pela em as)
do f roclo das pro prisa entraob, qae, soparan
Jo'se de saaa visearas, la perpe.aar-ine ebja
rar-tbe o come. (Censago e manos appUatso?:)'
velo depois o dia em qa: o povo brazileiro jal
gou convtr-iba adoptar oaa aova forma politiza
pana prosecuclo dos seas destinos, a pareoea
a muosique a antiaomia de lastUaicOds pjderla
esfriar o a oor reciproco. Bagasavearse essea 1
(App'aosos.)
Par nossa honra, em Portugal e 00 Brazll ha
cuitara intellectoal bastante para que ao ae|a
desconbettda esta verdsde. qoe do A. B. C.
da siieneia internacional e t do soaso coa-
mam, isto qae os posos teea o direito de
reger-se, de ser feiizas aa iaJelises, pelos meisa
qne ellea soberameate prefeiirem e qae as de-
mais nacOea occorrs o dever de reapeitsr e aca-
tar essss resolacOea lospellaveis.^(Grandes ap-
plao'O'.)
recordado 0 noae de Thomas Ribeiro. E-te
nome lbejvem como anx'lio providencial para
concluir o sea discarso. Cbami o cantor de
D. Jayme a Portugaljardlm da Europa a
beira;mar plantado. A tmaglaiclo do poeta
aliadla as bellezas tndescriptiveis de Portugal.
O orador, que qaer fallar antes com matenall-
aade do diplomata, dir qae Portugal aiuda
am jardimg pela pequenez do territorio qae oc-
capa.
Pois bem, seobores, exclima o orador, se om
lia, por desg'aca, algom estraobo cataclismo
social, on algum novo [hsnomeno plutuoico,
como o qae commoveu outr'ora o solo em qae
assentt es'a bella ca.jttal, saoverter asfasia-
(0-8 dests nacao tao grande que ocenpa um
teir.torio to pequeo, des ;aacae os vossos co-
racOes patriticos, porque l. do outro lado do
ocano que nos divide mas pao nos separa (ap*
paos}.') levanta-ae a mais bella obra dos pa
tugeles, que ha de asr perpetuo atestado da
megoalavel potencia do sea gjn 0. (\pplaiaos.)
A puna portogneza ba decontiamr e ha A: aer
grande sobre o solo maravilboso por onde er-
ren ss msiores arterias do Planeta, onde o ou-o
e o diamante nlhram a aujfrcie da ierra, on
de todas as riquezas acenam ao braco, trabalba'
dor a bamaollade, qae ndo ten mris qae eg-
tender-se pzra eoihei a. (applausos p hol-
gados.) All li'ar ainda aa Por bgal qae is
clcalos dos geograpbos de.l.ram affinente
para qoinhentoa e al para mil milhSas de hab
taatea. (Applausos.)
O orador termina convidan io os cornalones
a levantar as su: tacas (tem temor de qoe
loavorUo soiejo mal Ihasesteja, oa parase,
emoora rompeido o metrd, do grzodep co pela'
pro'pe-il^de da N 5S0 portuguesa e pelado sao
augusto mona'Cba
= Para soleamsir a visita do S*. Dr. A'sii
lirazil ao Porto esto seado ornamentadas ne cilada com miit/os e ba ideiras as roas Formo
sa, Santa Citbi-ia e Si da Bao leia.
Os festejos es So assim planeados :Da 2),
receocSo e comprimeros; li, sessao solemna ;
i. banquete.
Por essa occaaiao illomioarlo a gaz as facb-
as o* edlflslot da Asaociac^o Commertital.
Centro C taaerclaf, Atbeaeu Coamercial, As
sociafio laluurial e ibeat-o de 8. Joao.
K saaso solemne sera celebrada no referido
tbeat o.
O Ce itro Coamercial offarecer ao illustre
dioiomata om baoiaete no tbeatro Gil Vicente,
do Palacio de Ciata'.
No dooiing' vi i 'ara S Exr. os elicioa da
cidade, asslstlndo na seiiunda-feira no to uro
de S. Jjo, ao espectculo em lavor da eocie-
dade 4 beneficencia braziLura do Porto.
A Associacao Commer; al realizar lambem
em ana coara ama sessao solemne no saio
nobre d j aeo elirJsio.
0 illustrado Coosethelro Toomas Ribeiro,
qoe foi escomido para desempenho da commis-
sa de eoviado ext-ordinana e ministro pled -
potenciarlo do Rio de J'oelro, emoarcon para
ah no da 6 bordo d j Clyie.
Talento dos mala orilhja.es e coracao do>
mata leies, es-ji."ito dos m.is generosos e ca
racter dos mais patriticos, o Sr. Cooselheiro
Taomaz Rioeiro 111 de rep-eaeolar digoameate
9 pas a concorrer oolerosamente para qo-
afervorem amia mais, si issd passive.l, os
cordatos seatmanios de affaico e de sol la
riedade que ligam os doos paizes rmeos e ami-
gos.
O novo ministro de Fotogat tan no Brasil,
antedpadaaetiia cooqaisiadas pelo sao genial
laieato, as maiores sympaihiu. Sabamos qae
lera, as Ierras de Saata Craz urna recepcao
calorosa e euibasia tica ecompreheademisquan
tas conquistas da aSacio a ae sympaihia a ma
bella miiviiuaiidad^ vai tazar reverter emboa-
ra e ea gloria de Pormgal.
Tolos os nosto3 votos sao pela Istia flagea
do S', Toomas Ribeiro e pelo xito completo
da sai uussao no B-asii; e os triumpuos rui-
dosos qae eile vae oater ent e braleiros e
portogaezes serviro para altenuar as saudidei
qoe o illustre miaiairo leva ie Po-'.u/al, espe-
cialmente ue aes alora ios flihot e para jus-
ulh-gi, a eico na do goveroo portugaez.
Davia ter lapressioaado o illustre posta *
-001 i di .lomata amanifestaca de sympitbia de
qae fot alvo, taaio da par.e do govaroo-cjm 1
das lanomeras pessois qae foram dxar-lbo o
edeas de despedida.
i'ar.o das 3 ocre da tarda, qaaod) S. Ex -.
ebegoaao arseoal era ja grande o nome-o d;
pes.-oat connecilas qoe all n azoardaT30,.e
"T'ora lem*despedir-se dalle a bordo rl >
6'jyeeaoarcaoda no Terreiro da Paco.
. Na aa a de espera do arsenal de manaba ra
cebeuoS. Tbomas Rrbairo os cuopriaeotos
de moitos cavslneiros daa sais reacss, e a 1-
miraiorea doaeu ieraoflO taleoto, e eolre ellas
ootavj-se os saohordo miaUtrosdos aegocion
egtraogeirosi da guerra e da marlnha, mioic-
tro do B-azil e Bea secretario, Conselaeiros M
-raea d< CirvoHio, Perreira do Amaral. Beraa-
iiuj Macoado, Augusto Jos da Cachi, Frai
eiaco Costa, Augusto da A'aujo e Lila Peres-
well, maraaexde Fan-o.iJoode ue Paco d'Ar
eos, Bispo de Betoaaida, Conde da Valbom,
Vis:onue de Fe.toza, Bario de Alaeida Santoa,
Dr. P traalairaate Pedr so, Coranea Vaacoocsllo e
ja e Abano de Olive.ra, Rangel de Lima, T.">
de Carvalho, Padr V e ra d- Salla. S?qaeira
C'.ha, Viseonde d: Pereira Micbado, Obveia
Pires, digno par Sia6as Msrgiochi, Cnriatovao
Ayres, Augusto RlOeiro, Lima Araujo, Pern
das Are. Dr. Maooel de Arrlag Costa Cir-
vaiho. Coronel Paimeirim, Viiooada de S. Boa-
vento-a. Irio Csta, Banleira e Mello, Jos R
beiro da Ciara e Gomas Nano.
Des tea cavaloeiroi diversas acomoaobaram a
bj.-do de Clyie. oade deos cnegaram tata
bem mutis seno, ra entre as qaaes vimos as
iras. D. Amella, D Virgiat, D. Jjseohiii e D
Elya VasManteiro, D. Maiada Aasenca Ca-
nelo Bran: ,\ D. Etther Rioeiro, D. Maria L z
retxeira e D. Josephi a hh Telxeira, D. Jo e
bina Lza Conhi, D. Ma'a da EocaTiicao
Ribeiro, D. laanmae Alelae 4lvts D Ale
lalls Mj eir, Sama e D. Fredenca Figan,
D. Paimira Cas.ello B-anu, Viscoodassa do t -
veJal da Bsira e Qlni, e oot-as.
Batre os mnitu ostro cavalbenroi, tab8m
aenavam-se 4 bordo d CiyeoiSrg. pre len-
te do coaselco, ministros dos Mt-angeirog e
mi'inha, baa comj a relcelo da JfJt da Eu-
ropa, e moitos esoriptores e joroil^taa, amigos
e admiradores do Con^-loelro Toomas Ribeiro.
Mao descoobocida tinba-lha preparado aoa
sorprest, que muo o enternecen, no interior di
sej balice. ,,_ _
Ea o retrato das soaa encantadoras alnas D.
Pran.-a a D Irene de Gonta.
O Sr. Airado ds Mraes Plato (Pan Ti anta! )
ao deparar o grooo daa gen i creanga?, impr.-
VI800 a Taomaz Rib uro a s.-guioie qnadra :
Vais delxar nos, nao tarda ;
Mas dnrante esse abandono
Es'-es dous aojoa da guarda
Ird veleodo (en aomno.
O ^ommandanta do ^ly le offerecen vraa tac >
de caampagna s peasoas que foram lespedir-sa
do illustre dlploxats.
T.-ocaram-ae affeetnosos brindes e entre eliea
am imp-ensa a rae respondes o Sr. Bato
Araa 1a, agradtceado.
O vapor levaatou ferro per.o das 6 horas e
meia da ta-de.
O -Ciranerc oda Portugal em sea n. de
31 publlcoa as sagaiates telegrammas expedi-
dos do Rio de Janeiro, notando qne ellea nio o
sorprenden!, poren qae sabe quano acrisola
do o patriotismo portoguez e quanto franca e
bizarra a hospitalid.de brasilera.
Rio de Janeiro. 19 as S boras e 15 m. da tar-
dee M oiatro dos negocios estmgeiros. Lis-
boa. S. M. el-rel e giveruo portoguez aeabam
de ser briihantemente festjalos ni pessoa do
san representante. () Toomaz Ribeiro.
Rio de Jio-1-0. 10, as 2 ti. e 55 minutos d<<
Urde.Ministro doj negocios estrangeiros, L's-
boa. Miaistro leve racepecau esplendida- Consai ge al.
Ao gaoiaete dos reparters* foi enviado o ee-
guinte despacho :
Rio da Janeiro, 19, as 6 b. e 45 minlos da
tarda. =Sabinete dos reponer?, Lisboa. Coegou
aqai o Sr. Thomas Ribeiro, miols'.ro de Porto-
gal no Brasil. Un delirio lndiscrtptivel na re-
:ep&o, hivendo amitos vivas a Portugal e Bra-
sil.
Oatro despacho :
Mioutrj Thomas Ribeiro tave fecepc&o impj-
oenie em Peraamoaco e Bji.
A recepedo no Rio aSo loi imponelissina, N. 63. Autorisando a despender-s^ 10:000 no
iuexcedlvel em enhuias no. | correte exercicio com a cooairuccao ou acqui
1 penaguea?8 fraternisaram em sico da urna cadaia aa Escada.A'4. Com-
intimo convivio sajdn lo portugal.
J eatl ea Lisboa a repre.-ieutacSj do dls-
t-icto de Pinta Delgida pedalo 1 apol^cagao di
reforma administrativa.
O o amero das z>s ghiturs3 exceden em multo
osdonstircoa dos cidada a eietiores exigido
pela lei. Mas parece que teri demo a a pnbli-
cacao do lecerto de co cessao de autonoma a
essa districlo.
O cooselheiro Antonio Eines tel'grapbon
aa goveroo sohre aegocios de L'areoc.0 Mar-
ques.
Loaraugo Ma-ques. 19 As 6 horas e 30 mi
nu'oi da tarde. Cclomni Iico.nmati laogia
ponte de bareng mais ISO metro'. A'raveasou
bomem p que io^eodioa. Kevolt sos fagtram. A aaoh iri
bater Mjkaoda e teireno e t e M pu.-wa e ur-
ge a esqueeda do no. rospero irabilh) por oc-
copar Iitismaoe. Ennes.
I A comoaibia real de'bnelaria a vaoor,
do Porto, padio patenta de introda -{40 da nova
mdns ria pira o fabrico ce chapeas M feltro de
la a de oicu-e.
COLLECCIONADAS POR
if elchisetlccli de Albuquerque
Lana
Da 9
1047 -l'.llecimento em Lisboa da Mitliias
de Albaqnerque, naiural d Onia.
Sigui a carreira das arma'. Dirigi a capi-
tana de Peroambuca de 1623 a !6o, anuo em
que seguio para Portugal.
3arwndo-se. nhi, que a Hollanla preparav*
urna granie esquadra para titacar Pernambuco,
Matinas ie Albuquerque foi nncarregado do go-
verno da capitana e em 1S29 parti de Lio-
boa.
Tendo muito pouca tropa para resistir ao3 m-,
vasoras fez quinto noude em 5-annas de lu'a,
concentrando analmente as suas forgas em Ala
gas.
Apesar dos grandes serviC09 prestados por,
fio hbil general o goverrro da Hegpaoba fel-o
substituir era 1635 pelo general D Luir Rontas y
Borjas que nao possuia as grandes quali ladee,
4ue dtve lar um commandante de exercito.
Da volta a Lisboa foi mandado encarecrar n |
castello de S. Jorge como responsavel pela-per-
da de Pernambuco; elle.que rtbandonsdo pela
m-itropole batfu-se durante cinco aoaos;
A revolUQiio de Io de Dezerabro de 1610
abrio-lhe as portas da priio, presentando se
Mathias de Albuqnerque ao-rei D.-Joao IV e of^
ferecendo-lhe a sua espada.
-Foram valiosos os servigos prestados por
essa pernambucano, restauragao porlugneia,
oorra ainda urna vez a sua rec >rapensa era a
prisio, ten io como orisem a aecusacao, que li-
guramaaui raimigos, de fazer parte da conju-
ragao do marquezde Villa Real.
Provada, a sua innocencia foi posto era liber-
dade; o rei entregou-lho o baatao de general e
a 2> de Setembo de 1613 gantvoo a batalha de
Arroucar, loraaniu logo depois alguraas cida-
des imporlantes.
Foi lie o vencedor da bataltia de M ntiio
que na plirase de Pinheiro Ctiagas. foi a bellico-
*i sinco do raovimento do 1.* de Dszcmb-o.
Esta victoria foi festejada em Lisboa cora gran-
de pompa e o rei deu a M it 'tas de Albuquerque
o mulo de coode de Algrete como galardao
de seu valor.
t88-Fernao Cabral de Balmonte toma
poiise d rgoverno da capilania.
1-O -Peia segunda vez toma possa do
governa da capiunia de Pernambuco S*bialiao
de Castro Caldas.
183 1 -Luiz do Reg> recbenlo denuncia
Jo ama conspiraco para se establecer era
Perntmbuco o novo goveroo, manda iawwdia-
tamente, prender os denunciados entre os quaes
a-ha am se mu ios pa notas de 181'
e diversos
do 2 bata-lrt.0 de caeadores. (Vid.
'01 uc ai vu c iC autillo;.
Dia IO
1503 -Urna esquaira de seis caravellas ao
mando de Gonyalo Coelho e a qual fazia parte
*erico Vespucio delxou o porto de Lisboa
com o ll tu de ir aa plagas or entaes da Asia
segulndo palo extremo meridional do novooon
ente dascobexti, que se julgava terminar no
cabo de Santa Maria.
Tendo partido de Lisboa, diz Arnerico Vea-
pucio, foraos dlrbtto ao cabo Verde e ahi esti-
remos treze das continuando depo3 a navegar
o rumo de sudueate.
O cornraandaaie hornera p esurnpeoso e ex-
quiilo, resolveu sera neceasldada e contra a
opiniao dos outros capi'aes, de se dirigir para
Serra Ledi, na Ethiopia rae idional para reco-
nbecer ata costa.
A estagao no aendo enia> favoravel, para
andar oealas parageos, e aotfrando a frota um
temporil, foi obrigada a tornar ao verdadeiro
ponto da viagem, t'ornamos de novo o carainbo
para sudoeste edepois de nra-i i*vegac&.o de
trez-entas leguas, descobrio elle, carca de aeis
gras de latitude sul, e no raeio do ocano, uraa
ilha dia;rta, o5o tendo meaos de duas leguas
de coraprida sobre urna de largura, e sobre og
arrecifes do qual a nao capitana do porto, de
333 toneladas bateu a se espadaf;ou
A equipagem salvou-se felizmente, mas as
provisOes que estavam a bordo perderam-ae to-
talmente.
Esta Ilha, acereseenta o Sr. J. de Vaaoan-
cellos, nao pode ser outra senaj a da Fernando
de or >nha.
181 1 E* man lado recollier a fortaleza do
Bruin era rigorosa prisao Fraocisco de Paula
Cavalcante de Albuquerque, por ser suspeitode
se haver alliado a uto partido que Unlia por tira
fazer Pernambuco urna repblica sob a prote-
c.So de Nipoleo Booaparte.
"S em 1802 foi posto am libsrdade e m 1817
commandou era chefe esforgos republicanos nos
cmbales de 2 e 15 de Maio. (Vid. Epli. de 15.
de Junho).
1866 -Fallece em um hospital de Buenos-
Ayres o pernambucano Dr. Jos Paulino da C-
mara capitao de voluntarios.
Foi dos primairos que, em Pernambuco. alia
taram-se como voluntarlos da patria.
1838 -Toma posae da ad ni i ni a tragad da
Provincia o de3embjrgador Francisco de Faria
Lemos.
18Y3 -As'uuia a chefalura de polica o
Dr. Antonio Francuco Correia de Araujo.
aEVISTA DIARIA
Senado de IPernambueoEtfectneu-
se hontem a 43* segso ordinaria sob a presi-
dencia do Exm Sr. Dr. Francisco Teixeira de
S.
A bora ragmental feita a cbamada e verifi-
cando-se estarem presentes 03 Srs. Barao da
Nazareth, Albino Silva, Texoira de S, Begoei-
ra osta, Ermirio Couliuao, Antonio Peraam-
buco, Eduardo d'Oliyeira, o Sr. Presidenle nes
termos do Regiment, nundou lr o expediente
e entrar oa ordem do dia.
Foi lida a encerrada, sem debate, a diacussao
da acta da sessao antecedente.
Compareceodo o Sr. Constancio Pontual o
Sr. Presidente declarou aberta a sessao.
Vatou-se, sendo approvada, a ac a da sessao
antecdante.
m oificio do l'.Seeretano da Cmara dos Srs.
Daputados remetiendo um exemplar de cada
uraa das segrales resoluges, nella iniciadas
elos projectos deste auno dos aameroa aban
xo :
N. 33. Aaiorwando a despenderle 15:003,
com aconstruego de urna- cadeia em Bom Jar-
dira. A' 4' CummissSo.
N. 51. dem, dem 10:000$ com a da urna ca-
deia era Bonito.A' 4* Commisso.
N. 57. oncedendo aos promotores pblicos o
augmento de 25 *( sobre os aeua vancimentoa.
A' 3.' Commisso.
missao.
N. 80. dem, dem 5010$ com melhoramen-
tos na serra do Joao Caago de fioru Jardim
A' 4.* i'omraiesab.
N. 121. dem, a concederse 1 anno de licen-
ca com todos os vencamentoa ao Dr. Antonio
Pedro da Silva Marques, juz de direilo da Ca-
ruar.. A'3.* Commisso.
Outro do Dr Secretario da Justiga remetien-
do tres cxemplarea d-isresolugGis aanecionadas
sob ns. 84 a 80. A archivar.
Outro do mesmo, dem, um da sanectonada
sob n. 90.-A archivar.
Outro 'lo iii-suio, idem, tres das aanecionadas
sob ns. 8" a 83. -A archivar.
Outro do mesmo, dem, um da sanecionada
sob n. 91.A archivar.
Uraapnigao da Associago "'ommercial Be-
necenie c"os Marcieiros reclamando contra a
verba da 150:0003 fixada para a sua classe, no
projeclo de orgmienlo. A' 3" Commiss&o.
Passou-su ao expedienle do Sr. 2." Secre-
tario.
Foi submniido a diacussao e approvado sera
debate o parecer n 119 da 5.a Commisso, ja.
irapresso 10 Jornal da Casa, redigindo o projs
co n. 17 do Senado.
Foi lulo indo a imprimir sob n. 122 um pa-
recer da- 5.a Coran ssao redlgindo a resolugo
-iniciada na Cmara dos Srs. eputados pelo
projaclo n. 15 desle anno {auxilio a usinas) de
que trata o parecer n. 82
O Sr. Eliwrdo de Olvera requer a obtera
que seja dito parecer impresso no Jornal la
Casa a ftm de ser dado para ordetn do dia.
Leu-se e approvou-se s-;m debate um parecer
da 3.a commisso. sob n. 123, declinando para a
Commisso de Pulicia o conheciraento da De-
tico feita era 24 de Abril ultimo pelo tinado
Dr. Felippe de Figuera Faria.
Foi lido e enviado 4. CommieaSo um pare-
cer da 3a, sob n. 121, opinando pela adopgao
da resolugo iniciada na amara d jS Srs. Depu
la-ios pelo projecto n 44 dasla r.nno (premios a
plaotadores de caf.-ciros : cancauairosj.
Finalmente foi lido indo a imprimir um pro-
jes o sob n. 25, precedido de um parecer da
i.' Commisso sob n 12, contando lempo para
a aposentadora do buhirel Jeflcrson liirabean
da Azeved) Siares, chele de seig) do l'lie-
souro do Estado
Nao havund > quem quizesse ulisar ae da.
palavra ira l.'.hoia da sessao passou se a ordem
do dia-
Approvou-se era 2." discussai. aera debate, a
emenda n. 1 de Aogelia r*aolng.V> da Cmara que auto-
risa a depender-se 40:330*003 para a canalisa-
^o dagua em Caruui. Foi i 5.a LOtnmissao
para-o redigir.
Subraiiti los 3a diacussao os pareceres ns.
*i e 8* projecios da (Jumara ns. 61 e 101) fo-
ram sem debate approvados e remellidos &."
Jommissao para as redigir; o l. autorisaudo'a
despeo lar 33:O0OS903 com a coastruego de
uioa cadeia em Titnoau.ua e> o 2." soliciagfto a
mtervengao do ministro do exterior para bene-
dciar a nniMjrtagae de ingo e xarqua do L'ra-
guay, 1 hile e Rjpublica Argentina a favorecer
a ezporiagDo do nosso assucar.
EntFando etn 2.a dijeussSo os projectos ns.
20 e 21 foram appiovadoa sera debate, dispen-
sado ambos do uitersiicio, esle a r.'qurimento
do Sr. E luardo d'Onvaira e aquelle a nquer-
mento do Sr. uHHtancio Ponluil.
O 1. dispensa o pagamento da divida da ir-
manda te de Nossa Senhora da Boa Viagem e
o2 autorisa ao Governador a crear um gabi
neta de bacteriologa.
Approvou-ae em 2.a discussio, depois de
oraremos Srs. Ermirio L'outmho, Constancio
Pomual e Bario de Natareth, o parecer n. 114
que adopta a resolugo da C-imara (projeclo n.
61) autorisando a poseBtadoru do porleiro da
Bibliolheca do Estado.
Approvou se anda ata 2 discussio depois
queorou 0 Sr. Barao de Nazareth, o parecer n.
115 que emenda a resolugSo da Cmara (pro
jecao n. 6) d tpensaaJo 591. da dvada de im*
posios de D. Maria do armo Pereira de Mace,
do. dispensado do intersticio a requnmeato
do Sr. Barao de Rasara**,
Escotou-se a ordem doiia.
A de boje : 2.' discussio dos pareceres na.
101.110 e 113 ; 3.* dos- nrojeetos ns. 14 e 23,
21 21 a do parecer n. 82, redigido pelo de n.
122.
-I a-i~ n*-*j> o 19?
A 5a Commisso, a quem foi presente, para o
fia radicado no art. 110 do Regiment Interno,
a resotu.o iniciada na Cmara dos Srs. Depu
lados pelo projeclo n. 15 do corrente anno, ap-
P'ovado com emendas em 2.a discuasao neste
Senado, e de que trata o parecer 0. 82 ; de
voto que se Ihe d a seguate redaego :
O Congretto Leijitlaltvo do Etlado de Pernambuoo
Resol ve :
Art. 1 O flove-nador do Estado poder ele-
var al 503.000S003, si o cambio etiver aoaixo
de 13 dnheirus aterimos por rail ris, o auxi
lio que os decretos de 15 de Outubro de 1810
e 31 de Janeiro de 18)1 e lei de 1 de Dezembro
desae anao facultara aos agricultores, e que ri-
ca entensivo a sociedades anooymas, para fun
dagao de usinas que liverem capa idade para
produzir diariamente do 100 a 150 saceos de
assucar de 65 kilogramrnas e 4 pipas de ISO litros a precisaren! le 10 kilome ros de
lmhas frreas, no mximo.
$ nico. 1 om a subida do cambio, guarda-
da a proporcionalidad, o auxilio ser conce-
dido de forma que ^estando o cambio a 20, nio
exceda de 399.003S033
Art. 1 O auxilio augraen ara na razio de
) 103:000#d6i) por 50 saceos le assucar que ac-
crescerera e proporconalmente diminuir
subida ilo cambio a 10.
Art. 3.a As usinas que preciaarera de mais
de 10 kilmetros de linhas frrea tero direito
a accr*cimo no auxilio de 50.0003003, razo
de 8.-O30 por kilmetro no mximo, obrigan-
do-se a dar irafego publico e sendo a tarifa ap-
provada peto Governador e a bitola das linhaa
75 centmetros.
Art. 4/ O auxilio, extensivo s usinas exis-
tentes, mesmo s que j o receberara, e garan
lindo con bypotheca sobre todo activo a bena
da rep3cliva3 emprezas, quando nao forem
propriaUrios agrcolas, ser prestado :
a> Para fuodago das usinas de conformidade
Lsora as leia existentes;
b) A'a usinas fundadas, que nao estejam gra
varias com hvpothecas, em urna prestagao;
c^ A's usinas que sa acharem hypDlhecadas
era duas prestages* 1.a medante garanta
do um eslabelecimento baacario que, por termo
no The ouro, se obligue pelo resgale eextinc-
g5o da hypolheca, a 2o depois de lavrada
escriptura de Ia hypotheca em favor do Estado.
g aoico. A ultima prestagao n&o ser entre-
gas sem veriiicar-se qae o valor da fabrica ex-
cedo, pelo meno3, um tergo do auxilio pedido,
por avaliagao feita por pessoa de conaoga o
nomeagao do Governador, atlendendo-se as
a-valtagOes do valor industrial das fabricas
ArL 5." Fica elevado a 2 (o o juro de que
trata o d creto de 15 de Outubro de 1830 no
caso da mora.
Art. 6," O Governador dividir o Estado em
duas zooaa, si assim o julgar conveniente no-
meaedfl peaaoa3 para fiacaliaar a execugo dos
contractas entre o governo e coocessioaarios
de usinas e entre estes fornecedores da canoas,
erpadindo-se o regulamento necessario axe-
cucSo da preseata le e sendo neste caso pagos
proporcioialmenta pelos danos das Usinas os
vaocimenlos fiscaes.
Art. 7. Revogsm-se as disposiges em con-
trario.
Sala das Commissis do Senado 8 de JanRo
de 1835. Rtgueira Cost.a Dr. Constmcio
Puntual.Barao de Saiereth.
Cantara dos Deputados -Effecluon-
se hontem a hora regimental, a 59.a sessao or-
dinaria sob a presidencia do Exc. Sr. Dr. Joa
Marcellino da Rosa a Silva, tendo comparecido
os Sra : Affonao de Barros, Elpidlo Figueiredo,
Pereira Tejo, Francisco Tiburcio, Bianor de Me-
deiros, Araujo Luna, Justino da Molla, Leopel
do Lia?, Celso da Souza Jos Marcelino, Aze-
vedo Jardim, Gongalvea da Rocha, Pereira da
Silva, Bertaoldo Galvo, Julio Antero a Godo-
fredo Moacaso.
Foi hdaeeem debate approvada a acta da
sassio antecedente.
0 Sr. 1 Secretario proceden a leitura do
seguinte expediente:
Offlciodo Sr. Dr. 1.a Sicretario do Sanado,
enviando para ser presente a esta Cmara, a re-
solugSo iniciada pelo projecto n. 21 desle anno
e emendado pelo Senado A' 10.a Commis-
so.
Outro do Sr Dr. 1" Secretario do Senado
communicando que foi adoptada a emenda fei-
ta por esta Cmara resolugo iniciada pelo
projecto n. 5 deale anno, e qua nos termos da
Oonsttuico vai enviar sancga Outro do Dr. Secretario da Jusiiga, Negocios
Interiores e InstrucgSo Publica, remetiendo tres
axemnlares das resoluges sanecionadas sob ns
87 a89.-Archive-8e.
Outro do Dr. Secretario da Justiga, Ne';ocio3
Interiorca a Instrucgao Publica, remetiendo um
exemplar da resolugo sanecionada aobn. 90.
Archive-8e.
Outro do raesmo Dr. Sacretaro, remetiendo
3 exeraplares das re.^o ugOes sanecionadas sob
ns.81 a 83. Archive se.
PetigSo de Sebastiana Accioly Cavalcante da
Silva, requerendo que se Iha mande pagar a
importancia de 608030 do aluguel de urna casa
no povoado de Gaipi no municipio da Escada,
que servia de quartel. -A' 8 Commisso.
Abaixo assignados dos professorea primario,
pedindo gra ificarea extraordinarias a que sa
juagara com direito A' 7 a Coramissio.
Foram lidoa, indo a imprimir os segamte
pareceres.
N. 194 -Da 10 Commisso dando redaegao
ao projsclo n. 98 de iniciativa d'esla Cmara.
N. 195 Da 5-a CoraraiasSo concluindo qui
seja regeitado o projecto n. 53 d'este annj.
Foi ainda lido e sera debate approvado um
parecer da 8.a ComraissSo, sob n. 193, solici-
tando inforraages do Sr. Dr. Secretario dos
Negocios da Fazenda sobre a petigao do Bscha-
rel \rasrico Fernandos Trigo de Loureiro.
Foi lido, apoiado e julga lo objecto da deli-
b^racSo, indo a imprimir um projecto sob n.
149, apreaenlado peio Sr. Estacio Coirabra, au-
torisando o Governa lor do Estado a dispender
a quarrtia de 10 0D0S030 com os raparos de que
precisa a casa que serve de cadeia na villa de
Agua Preta. .
Ni hora do expediente usou da palavra o Sr.
Enlacio Coimbra
Nao havendo qu^ra quizesse ce a usar mais
da palavra, passou se a ordem do dia.
Foram approvados em 1." discuaso o projecto
n. 111, em 2.a o de n. 13 iniciado no Senado.
Entrando em 2.a discusso o projecto n. 131, o
Sr. Manuel Jardim requereu.que o mesmo pro-
jecto fosse submett do a discusaao depois dos
demais, que foram dados para ordem do dia,
seu i) attendido.
Foram approvados em 2.a discu3so os pro-
jactoa ns 114 1* 121, e em 3.a os de ns. 52, 73,
112, 30. 32 e 115, sendo reineltidos estes com-
misso le re lacgo.
Submellide 3.a distussio o projecto n. 118
ficando adiada por 48 horas a requerimenlo do
S'. Celso de Souza.
Ten lo de ser submetiido 2 a diacussao o
projecto n. 131, o Sr. Elpi lio Figjeredo reque-
reu, sendo attendido, que fossem postos em
discussio os numeras conforme as rubricas.
Subraetido3 discusso os arla. 1. e 2." e o
1 -e 03 de us. 1, 2, 3, 4 e 5 foram s:m debala
approvados.
Subraetti'los discusso os, ns. 7, 8,9 e 10
foram sem debate approvados.
Entrando em discusso 03 ns 11,12,13, 14,
15, 16.17,18 e 19 fnram approvados. sendo
reselladas duas emendas sob ns. 1 e 2 dT Sr.
Alfonso de Barros aos ns. 11 e 12, depois de
ler orado o-Sr. Elpi lio Figueiredo.
Foram approvailo3 03 ns. 20, 21 e 22.
SutwnelWdos -discus#o os ns. 23, 21, 23 28,
27 e 28, sendo approvada urna emenda sob n. 3
do Sr. Celso de Soez*, ao n. 23 e regeltada ou-
tra sob n. 4 do Sr. Gongalves da Rocha ao a.
25. depois de terern orado 03 Srs. Celso de
Souza, Fereira Tejo, Leopoldo Los, Gongalves
da Rocha, Joaquira Guimares e Estacio Coira-
bra.
Foram approvados mi debata os ns. 29, 30,
31. 32, 33, 31, 35, 36. 37, 33, 39, 49, 41. 42 e 43.
Submettidos a discuto 03 ns. 41, 45, 46, 17,
43, 43. 50, 51, 52, 53, 51, 55 e 5-i, sendo regei-
lada uraa emenda sob n. 5 do Sr. Jonquirn Gnt-
inaraeg ao n. 47, depois de terem orado os Srs.
Elpidio de Figueiredo o Leopoldo Lina.
Foram approvados sem dbale oa de n?. 57
a 70.
Foram anprovados sera debate o | 2- e 03
03. de 2 a 2<".
Subraetiidos a discussao o 5 3 e os de ns. de
1 a 14, feram sem debate appprovados.
Entrando em discussio os ns. de 1 a 35. fo-
ram approvados bem como Qas emendes sob as.
6, 7, 8, e 10, Ue|iu |4o u>r orado.O Si. ianor
de Medeiros.
Tendo de ser submetiido o art. 3 a discus-
aao foi asa adiada para a sessio ^eguinte a re-
querimeiUo Jo Sr. EJpitio Figualredo.
Nada mais havendo a tratar o Sr. Presidenle
levantou a sessao designando a seguio te ordem
do dia.
2.a discussao dos projectos ns 97, !05, 111,
13t A, 133, a contiruiacio da 2' diseusso do
proiecto n 131.
Licen^a-O Secretario da Jusiiga, Nego-
cios Interiores e Instrucgao Publica attendendo
ao qua requeren o eidado Aoton o Carlos de
Almeida, tabellio do publico, judicial e notas,
escrivo da civel, comra;rcio e oficial do re-
gistro geral de hypothecaa do municipio da
Escada a leudo era nata o atteitado medico
exhibido, resolveu em 6 do correle conceder-
lne seis mezes de licenga para tratar-se onde
bem Ihe convir, deven lo entrar no goso da
raenma no praso de 15 dias.
OiUeiel di> registro de hypolhecas
Por decreto de 6 do crrante o governador do
Estado desigoou o cidadio Francisco Pedro
Gongalve3 Rezerra, segundo tabellio do pu-
blico julicial e notas, escrivio. do civel e exe-
cugea civis, jury e execug'S crliainaes do
municipio de Munbeca para exercer o lugar de
official de registro geral da hypathecas do
raesmo municipio.
\(tuicvau-0 Sr. Dr. Secretario da Jus-
tiga por ponaria de aale-houlem e sob propos-
ta do Dr. questor policial, nomecu o bafiharel
Ral Teixeira Lele inirapara esercer o carg)
de delgalo do 1." disiriclo da capital.
PeridicosReceberao9 :
O n. 21, anno VI, da -Era Nova, excediente
orgiocatriolico d'este Es "do.
O n. 22, an-o II, do Correio Mercantil
de Macei, qua traz bons pedagos llerarios.
Os ns.20 e 21, no XXVII do -Lidador
da Victoria.
Disse-rtaeao e dheses Recebara35,
por obsequioso offereicimeato do aeu autor, um
ezeuiplar das dsserlagOis e iheses apresenla-
d-is Faculdade de Direito d'eta idade, pelo
Dr. Ovidio Alves Maaaya, canifidato ao lugar
de teate substituto na raeana facaldade no con-
curso do correis mez.
E' este um irahaino era queo Sr. Dr. Manaja
ainda urna vez d urna prova do seu reeonbe-
cido tlenlo.
Muito gratos offerta.
- rrado da EstelaBoje rcalisa-se no
prado da Estancia a mporiante corrida dedica-
da ao corpo cora cercial desda praca.
O servico da transporte acna-se providencia-
do de fermaa a ser feito com toda a. regularda-
de, podando ossenhores frequentaiores esco-
llier quaesquer das seguintes condigOes :
Bonds especiaes pela Magdalena t os por-
I0e3 do prado, assim como pela inha de ber-
naodes Viera at os Quatro Cantos na Ca-
ounga.
Trena de Caxang ordinarios at os Quatro
Cantos o especiaes at ps portes do prado.
Aos quequizerem ir a p poderao fazel-o
palo parto que rica nos fundos da igreja da
Estancia.
Ruado Calderelro-Nos escrevem a
proposito d'essa ra, arim de petr por nosso
intermedio, urna providencia ao poder compe-
tente no intuito de melhorar o estado eui qua
se acha a mesma.
Diz-nos o nosso infrmame que a Roa do Cal-
dereiro que e muito transitada, tem-se tornado
inlransitavel cora as ultimas chuvas cabidas
n'esta cidada, pois alfm do pessimo estado das
respectiraa calgadas.o centro da rus, em grande
parte do seu percurao eat transformado um
hornvel laraacal.
Alm d'isto ser ncoveniente para oa transe-
ntes, accresse que esse facto pode muito pre-
idicara sauie dos respectivos moradores
A reclamagSo nos parece muilo procedente a
no caso de r atendida, JO^-ae nais ella
raelhoraraento que por acaso 8e tenha de fazer,
aos malta dimos de nota que leem sido lti-
mamente realisalo e era via de realisaco.
Autoridades policiaca -O Sr. Dr.
1
f iBlm~l
fc iimih 1 -< aMaaaaam.



->
Diario de Pernambnco ~. Domingo 9 de Jiuilio de 1SQ5

4
Secretario da Justiga, nomenn era 7 do correrte
e 10b proposta do Ur. questor policial inleroj
U -3^ui iies autorades :
S it.d l^ado do 2. dislriclo de S. Jobo o ci-
daclo Eduardo tabaleante da Albuquerque, Io
e 2." supnlentes do mesrao snbdeleg*du os cii
daos Francisco de Sraza Medeiros e Manoel
Ep.n oiiio de Olivara ; e para o cargo de 3,"
su :|>!ui:o du subdelegado de Olho d'Agua da
urja do municipio de Taquaretinga o cidadao
Joao Gomes di CNtrain Flho
Dissertacsko e til ses. Recebemos
un librlo com me t tulo cima, trabalho do II-
luslre Dr. Jos An.ysio de Aguiar Campello um
OB candidatos ao concurso de lente substituto
da 3 seccSo da Faculdade de d.reito do Rj-
cife-
jgratecidos.
Contraria da Santisslina ir ma
de -E ta couf aria de accorJo cora o Ex ni. Sr.
Bispo Diocesano, resolveu trasladar a imdgem
J; ju Divino Padroeiro para a Matriz de S.
A installacao da Confraria no novo local sera
boje as 9 huras da roanha.
Obra da adoraco nocturna -Os
ex:rcicios espiritles desta obra comegaro no
dia 10 do corrente pe^as Choras ta raanha no
Convenio doJCarinj.
Szent Sstnvan -Es'.e vapor da R>yal
Hunganan Sea Navigation Compaoy 6 espera
do de Trieste at o dia 16 do corrente. seguiodo
para Baha, Rio de Janeiro e Santos.
Carne ao mar-Pelo administrador do
Mercado de s. Josi, foi mandudo langar aomar
46 kilis de carnevsrJe arruinade e pertencente
a diversos marchantes.
Multa-Pelo a.mni'trador do mercado de
S Jo foi multado em 30,<0DDo talhador blrtnV
no Goi galves do Nasci ento, por nfracjo do
ar'. 5." cap. 6/ dn le n. 4.
Guarda Nacional O Club Central Be-
nefirente dos Otfic:aes da Guarda Nacional, laz
hoj- 0 do corrente, era sua sede as 6 horas da
tai de, reuniao dos seus associados atim de ira*
tarse de assumpUu de seu mleresse.
Associaco Medico Parmacen
tica- Reune-se hoja era sesea*) ordinaria, ao
meio da no lugar do costume.
jono do 5.J dUtrlcioPor ser da
UtiHradO quinta-roira 13 do corrente, rica
transfera a audiencia 'eslcjuizo para o da
12, quarla feira, no lugar do costume.
Casa de ifetencao Moviraenlo dos
presos da Casa de Detenc&o do Recife^ Estado
de Pernambuco, em 7 de Junho de 1895
Existiam....... w
Er.traram.......
Sahirara ,.....> "
Existera .
A saber:
.Nacionaes.
Mulheres .
Estransjeiios
Uullier. .
Tola I .
Arraijoados
ton-
Doentes .
Loucos. .
Loucas. .
442
40)
4
29
0
~442
416
393
2-9
3
0
He
Total.......
Movimento da enfermara :
Te ve baixa : I
JoSo Jos aa Silva, conhecido por Joao Car-
duso.
nata lloara rublicoForam abatidas
no Mitalouro Publico da Cabanga 115 rezes
para o consumo de boje.
Hospital Pedro IIO moviraenlo desse
estaheleciraento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 7 de Junho, foi o se
guinte :
Entraram
.Sahirara .
Falleceu.
Kxislem
13
14
1
821
6 m.
9 .
12
S t.
6
Foram visitadas as enfermaras pelos segura-
tes mdicos:
Dr. Barros Sobrinho, entrou as 6 1/2 da ma-
nha e sahio as 7 3,4. ._____,
Dr. Berardo, entrn as 11 3(1 da manhae.sahio
is 12 t/4.
Dr. Arnobio Marques entrn as 10 1,2 da trn-
nb e sahio s 12.
Di. Lopes Pessoa, entrou as 9 14 da manca
e sahio as 12.
Dr. Vieira da Cunha, entrou as 10 da ma-
na e sahio as 1112.
Dr. Bastos de. uliveira, entrn as 9 1.2 da
moine santo as 10.
Dr. Tavares de Mello, entrou s 10 dama-
nba i! sahiu s 10 1 4. .,..
Dr. Octavio Freilas,,entrou s 8 3,4 da manba
e sahiu s 10 3/4
Dr. Alfredo Costa, entrou a? 1/4 da manha
e sahio s 8 1/4.
Dr. Jo&o Marques, entrou as 9 1/2 da manba,
e sahio s 10 3|4 ,n,.A*^
Dr. amaro Wanderley, entrou s 10 1,4 da
manh e sabiu s 12.
Pbarmaceutico, entrn s 9 1/4 da maub e
sabio s 2 da tarde.
1. Ajudante do pnarmaceu ico, enlrou as
7 lil da manh e sabio s 41|2 da larde.
i." Ajudante do pharmaceutico entrou as
8 da manh e sahio s 4 1|2 da Urde.
Assistente, entro s Q da manh e sabio
3 10
commiuao de Mclboramento do
ro do Recire Recife, 7 de Juano de
1895. .
Botet m Meteorolgico
Borat. Tertn cnit- Barmetro Taido do Humit
grado (a O) vapor dada
25*4 760,-8t 17,97 74
26,6 762,-15 18,7 73
17 1 760,92 1985 75
27'1 769-43 20,33 77
26\4 759,-19 21,29 84
temperatura mnima 25,*25 Thermometre-
desabrigados ao meio da.
Temperatura mxima 28,00 Ennegrecido
39,6 -Prateado 32/4.
EvaporacSo em 24 oras ao sol 11,-1 a 8om-
bra 5,-5.
Cbuva,"2. __ .. ...... .
Dirercio do vento : SE e SsE alternados da
meia no te at 1 b_5l m. da manh; ESE cora
interrupces de 6E e E at 5 h. 39 m. SK cora
inlerrupies de ESE e S?E at al 9 h. 54 m..
SSE e Sailernados at 6 h. 51 m. da tarde; SB
gt 8 h. 06 re. ESE at meia noite.
Velocidad media do vento 5,"5S por se-
gundo.
LjNebulosidade media 0,68.
Roletira do Porto
Pra-mar ou Das Horas Altura
nbaixa-mar .
B M 7 de Junho 10 h. 20 m. dam 0,-40
P M de 4 h. 30 m. da t. 2,-35
Gemiterlo Publico-Foram sepultados
no Cem terio Publico de Santo Amaro, no dia
7 de Junho :
Joo Gonealves dos Santos Pernambuco, o
annos. casado, Afogados.
Jo&o Pinto oe Caivjlbo, Pernambuco, 21 an-
no:, solteiro, Pojo
Antonio Soares Mascarenbas, Pernambuco,
63 anuos, S. Jos.
Rita Pires Beringelta Falcio, Pernambuco,
35 armo?, solteira, Srato Antonio.
Felismraa Marta da Louceieao, Pernambuco,
36 acnos, solteira, Graja.
Joaquim Lopes, Pernambuco, 11 anuos, Boa
Un feto do sexo feminino, Pernambuco,
S Jqs*
Manoel, Pernambuco, 4 dias, Afogados,
Manados Santos Tavares, Pernambuco, 40
annoH. viuvo, Boa Vista. ___ ,
Pedro Barbosa de Olivetra, Pernambuco, 21
aonos, solteiro, Gmca.
Manoel Eurval, Peroambuco, 20 annos, sel
lero. Boa Vi5ta.
Maria, Pernambuco, horas, Grsga.
Horacio, Pernambuco, 4 annos, Graca.
Roaalina Mara des Anjos, Pernambuco, 19
dias, Boa Vista.
lente D'Ogr m ua, cesJe a tn c-ipgo f im>ro
que con.-eguiJ, ao tervica d traopo'ie.
E-te su com efai o. deierm nado de fjrma
a ser execotado com tul- J di pobiico c.n-
cor.-en e. ao o. 1 tt-a *re u esc >lna eotre as se-
8BolodVespciae!peUMiKdile a H o po tJo
dV>roudsdPriinnadaBdFe-a,de. V,e ra at os
qoatroentos da Capong.. proximicate do pr-
IJt da prdo por esse outro 1 .do.
T eos ordnirlos da Ierro va deu-xanS at
os mesmoj qaairo mlm* e epecUes a; o pi -
T-jnsito faciliaio aos peSss pela extrem.d3de
po t--rio- da Igreja da E'l J *
A ero-e f-ia niptai d> P'**" a Ei ancla
h jed^ea^igoalarom dos mio s su-cso'
do lo: f pinaxtincano
N ssos palpitos
f.'p^eo-Mra^y-Cai'-fu-ado-T-ahitor.
pa.-eo-Diellv-T^upo'te'i! c6.
pareo-Ta'icie'-M.i-otte T^ormro.
pareoKo-iaoHi onre le=H.laio.
pireo-T p.reo-Cngi-TinBOia'rc-Dci.d.r.
paro-B.ibry-Virnalor-Be itm.
8- pareoCDO'a-M.nuuie -Fioralo.
9 pareo-tp-j D rom -Oobj.na*.
2-
s
$
ti-
PERNAMBUCO
Companhia do Beberibe
Rclatorio que tem de ser aprc-
Hentado cin scsso de Asscm-
l>la peral ordinaria do anno
ele 183.
Sr Acctowtas da Companhia do Derribe.
Nao vos por certo, extranho o motivo da
demora da presente reuniao. .....
Ten lo o representan e dos obrigacionislas
desta oiupanhia convidado ao Dr. Ceciliano Ha-
onda D recior gerente, a ir a Londres cora elle
tratar e regular negocios que podizm ser re-
Silvilos pe.-soalmenle, para ali seguiram, acre-
ditan 1o o mencionado Dr. estar de volli antes
de poca legal e.u que devia ftlVciuar-se esta
ri-un So. ,
Infelizmente foi se prolongando a terminacho
dcquelles negocios, e na especlativa de chegar
elle a cada momento e poder-vos dar detatni-
das ron as da g.-sta > dos negocios sociaes, fui
adiando a reunilo at agora, quando se appru-
xuna a d^ta da subequente reuniao.
Ccniprehcnlereis fcilmente que outro no
poda ser meu procedimemo desde que nao me
era possivel dnr-vj3 todos os esclarecnnenlos.
.No entre anto. cumprindo o preceilo l-gal.
passo aprestar vos coat d* g3 So dos nego-
cios sociaes do anno decorrido de 1 de Maio 1893 a 39 de Abril de 1894, assim como do rao-
do porque (oi feilo o aba=lecimeni0 d'agua du-
rante esse perodo.
Su cinto e muito succinto e nao po le dei-
xr le ser este relatono, mas, em breve, no se
"uinte reiuorio, o Director Gerente vos dar
c rcumstanciadas conlas de ludo inclusive os
negocios pendentes
as negociacOes-entaboladas pelo Director Ge-
ral aclvira-seastante adiantadas, e se nao obn-
ver como espera, a completa collocacao da Com-
panhia em posifiao desembaragada para conti-
nuar a c.aminhar em prospr-nd ide, pelo menos
iul?acons!gur um .(uodus vivendi. para ella
aue llie permita aguardar a passagem da cr je
que tanto e lao infundadamente tem influido
nos negocios do pau.
Eis o que vos posso dlzer por agora.
Duranie a ausencia do referido Director G-
reni.- t'-nho o substituido as suas tunccOes aqu,
continuando elle no exercic o do cargo por estar
em servigo especial da Compaihia, e Iratando
como scu representante.
Moito melhoraram as condis;s dos manan-
ciaes desta Companhia no anno prximo pas-
saio devdo as abundantes chuvas cahidas, pre-
nuncio do restabelecimen o do antigo rgimen,
o que val oso para urna empreza de abastec
ment d'agua. .
Felizmente essa melhona parace nao ser
transitoria, pois as olinTas eonimuwn a rahir
copiosamente as poca proPr'- .
Cora o flm de aproveitar mais aguisdos
ctuaes mnnancaea. anda mais urna vez foram
feus ex loroces naquellas cercanas, e e.n
oSasiao opporiuaa tereis noticia dos resultados.
A distribnicao d'agua foi feita com toda a re-
g^Urffle Mtanieoienl., durante lodo o
aDA ^SSSi d'agua distribuid. M diaria-
mente na media de 5.704 125 litro.
A Usina Dous lrmaoa toneconou rwjar
mente, mostrando a tabella segrate o trrfiarho,
effectuado;
: ?i 33:?: : : :
-5
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Derby-Club de Pernambnco
Corrida dedicada ao corpo cetnmer.cial
E boje que realii' e aa corrida co p'ado
t'a Ei auc-a. para i-ojo b/ilhan'.'smo o digno ge-
ito taJo te o incidido, nj loe lendo escapa
do COOM i'guma desde a organistas de eicel
-1 -J -1 00
o-.wK
QO -J
-J -J OS 05 -1
Sw-i--mwoo
o
O 3
58
o o
o.
Abrlram-se 169 penoaa d'agua tova* e fecha
ram-se por diversos motivos 181.
Os novos hidrmetros Absolale que desde
cerca de 2 anos osvxperimentaraos, ooolinuam
a dar o resultado satisfactorio, fnneconando re-
gularmenta, smeote p.ecessi'.ando dos cuidado?,
proprios de qualquer apparelho.
O boai funccionameuto da hydroraetros,
preoecupajao d !3ta Companhia nao faz nica-
mente o justo pagamento do ser vico prestado
por esla companhia ao publico, mas em grande
parle evita o disperdicia d'agua que pode pre
judii-ar o abaslecimento da c-ade.
A 8UbstilUH,ao dos amigos por outros novos
hydromelros, u:na necessidade que se irapoe e
de que nao temos dsseurado.
Todas as obras em bom esla lo de conserva-
o e (uneconam bem.
A pequea oflicini qu: temos contina a pres-
tar-nos bons servigo*, a ser de gra de utilidale,
quer pela promplidao da execucao dos trabalbos,
quer pelo bem acabado lelles.
No anno Ando i raceita foi de 420:Do2s390 a
desneza de 197:1578310 apresenlando o saldo
de 223:8058020.
Esse saldo, em quasi sua tota iade foi re
mettido para Londres para s-itislagao dos encar-
gos dos erapreslimos, adquisiyao de novoi hy-
droraetros etc.
Ja pagamos dous semestres em atraso, at 39
de Dezembro de 1812 dos juros dos dous era-
prestimos de obrigacOis alli emittidas importan
do cada ura em 4055.
Tambera forara pagos, al aquella data os ju
ros do debito dos Srs Knowles & Fosler, e dos
ouiros compromissos.
Os balanceies era annex) vo3 explicarao a si-
tuago presente da Companhia.
Foram registradas as transferencias de- aegis
R^nln 372 por ven la a pregos de 55.030 a.
65000 e 291 por evolago de heranga.
Eis, Srs. Accionista? o que tenho a vos dlzer
sobre o anno soci cujas conlas vos apresouto,
pelindo-vos descu'pa de na entrar era maiores
detalhes, fcilmente comprehen ierels que nao
posso llenar de rec rdar-vos que ap-esento me
agora perante vos no desempenho interino de
funci,6i3.
R.-Cife, Maio de 1895.
Graciltano Octavio di Cruz Uarlins.
Srs. Accionistas da Companhia do Be-
beribe
Desobrgand.)-nos do que determina a nossa
lei social, examinarnos a escnpturago d'esta
Companhia com relagia ao moviiQenlo commer-
cinl, havido no anno que exp nu em 30 de
Abril de 189i, e temos a salisfatao de vos di.e ,
que esi ella folla com precisao, regulandade e
de accordo com os b ilangos respectivos.
A receita no periodo de que nos oceupamos
foi de rs. 420.9J2360 superior todas quantas
a Companhia lera ldo noraeiadamenle raamr.
rs. 139:1225210 do anno anterior, que j foi
de rs. 290 540S150.
A sui procedencia f A a segrale :
Pennas d'agua 317 212S010
Chaf.nzes 89:8238520
Rendas diversas 13:92*8100
A despeza foi de rs 197 1578310, raaior do
que a do anno transado, 14:1138030, renga suppomos pequea era vista da elevada
receila, augmento de salario, ordenados e ou-
.03 encargos, que subiram de prego
Comparada a receita com a ciesp-za r^sulli
ura saldo favor de rs. 223.805S020, que em
grande parle foi remettida para Londres arim
de bxet fice aos compromissos naquella p p,
as d'aqui cora o Banco de Pernambuco, com-
pra da hydromelros, e oulras despezas neces-
sarias.
Continuamos 1 p-.rasar qie se nio fossem as
difficutdades-de que se acha actualmente cer-
c*d esta Companhia para tornecimenlo de
pinnas d'agua no por fulla desse liquido, que
lioje abund inte, mas pela exiquidade de re
eorsos para obter grande num ro do hy Iroroe-
tros, a eolio -agao de laes pennas, a sui receita
seria moito mais elevada.
Com qi anto tivesseons dasejo de vos infor-
mar acer admente do resultado da prolongada
estada em Loo ires. do digno director gerente
d sta Companhia n5o possivel fazel-o, por
envolvidas, cora justa razio, na necessarta re-
serva: mas desde j vos asseguramos qu-
nquelle incaneavel director lem empregado todo
o seu prestigio e valiraento para alcangar bom
xito s suas preteogOes, recollocaodo a uom
panhia no aotigo p de conflanga publica, que
tern ju?.
Concluindo fazemos votos pela breve realsa-
go desse desideratun, e somos de parecer que
as con'as examinadas sej-im por v3 approva-
das.
Recife, Miio de 1895.
ioaquitn Alves da Fonseca
Manoel Martins Fiiza Jnior.
Aurelio dos Santos Coimbra.
Batanete da 'receita e despeza
ordinaria no semestre de 1
de Maio a 31 de Outubro de
1893.
RECEITA
Rendimento de pen-
nas d'agua 126:8138930
Arrecadaco de cha-
lames 44)1208650
Reodimeotos diver-
sos 5:8278110 176:7618690
DESPEZA
Admiastragao, pes-
soal externo e es-
crptorio 23:3998360
ConservagSo das
obras 161958530
dem de hydrome-
lros 9 83*8870
dem de mananciaes 1:9388800
Despezas geraes 8:2378940
Idsm judiciaes 9008000
dem eventuaes 3928T20
Usina Dois Irraaos 2(3.4578010
Pennas d'agua 4:8948350
Saldo
Comparagao:
RECEITA
Em igual semestre de 1886
. 1887
> 1838
1839
. a 1890
. 1891
> 1892
1893
DESPEZA
92:2348610
84:4778060
111:5428220
108:1003310
114:109,C)
124 06l89r0
109:3468 140
124:7678670
140:3138220
176.7618690
Adminislragio, pes-
soal extern > e es
criptorio
Conservado das
obras
dem de hydrorae-
tros
dem dos manan-
ciaes
Despezis geraes
(dem cvenlu es
l lem judiciaas
Usinas Dois Irmaos
Pennas d'agua
Explorado de agu-
des
Saldo
Comparagao:
DESPEZA
23.0168890
k18:5l9S790
9:9-118690
2-4573000
6.1168789
1908000
750S000
32:4578630
5 8888330
4"S00 101:8738010
139:3r.S 960
RECEITA
Em igual semestre de 1883 a 1837 114:8178690
1887 a 1818 121:6308650
18 a 1839 121:8968 T70
1380 a 1890 123-3738350
. 1803 a 1891 144:5938240
. 1801 a 18)2 150.33rSJ00
1102 18W 150:22:# 230
1333 a 1801 211 2).>8)."0
DESPEZA
Era igual seraeslre da 1833 a 1837
. 1887 a 1833
1883 a 13-it
1889 a 1890
. 1890 a 1891
1891 a 1802
18 Y a 1393
1833 a 1894
SALDO
23
33
50
57
155
78
91
101
82
83
71
71
Ti
72
50
130
83 8$50
1208230
3358440
02 850
miso))
159J9S0
8-38010
8278310
5103-80
5111330
3153 100
651*000
6018300
0378270
;3278030
Em igual seraeslre de 1885 a 1837
1337 a 1838
1838 a 1889
1889 a 1800
1890 a 1891
. 1391 a 1802
1892 a 1893
1893 a 1891
S. E. ou O.
Recife, 30 di Abril de 1801
Mainel Mirqws,
Contador.
Balanco em 31 de Outubro de
1893
ACTIVO
Dominio e posse do agude do
Prata e terrenos circumvsi-
nhos, condominio da proprie-
dade Apipucos e posse do en-
genho Dais Irmaos, terrenos
annexos e casas inclusive o
chalet do Prata 280:0003009
Agu le do Prata 80:000300)
Oirs du apanhamento das a-
guas 400:0008000
Estrada e encanaraento dp con-
dugao d'agua dos raananciaes
para a Usina e o respectivo es-
goto 34::305S000
Usina Dous Irma.is incluindo os
ni ach mismos 511:4218378
Reservatorio 330.0008000
Encanaraento de dlstribufgao 1.608:7358110
Chafamaa 119.730^000
Proiong.imento da antiga estrada
de ferro do Caxang 13:6003000
Hydromelros 422:6905 IS
Armazras e casas das oflbioas
na cidade 0.0993009
Machinas e ferrameotas das oili-
cina na cidade 23:760>000
I lera idera era Dous Irmaos 4:2208000
Usina americana 40:0093000
Encanaraento de distribaigao nao
usado- 100:0008000
Valor do prevlegio 500 80)08000
E-iu tu pira carulisago de oo-
vosroanaaciaes, res Utinga e
Pilanga 33:5018550
Diversas propiedades :
Valor das seguintes:
Casa de taipa a terreno da mes-
ma 1528000
o >* ""co do Ferraz 1:9138 210
L'arrena di manntu n. ZZ &. a\a
abe/to ra Imperial 503000
rerreno de marraba n 209 P mu-
rado s casas & ra S Joao 8:559sO0S
Valor da parte habitada da casa
rr 6daT. dos Gaararape9 10393330
Valor da parla da casa n. 56 da
ron do Riachuelo 5933000
Valor da parte da casa da T. da
Concordia, separada do antigo
chafariz 50O8O03
Semoventes, vehculos ele 1:7333300
Condominio do engaito Ctinga
em S. Lourengo 6:1198030
Condominio do engenho Pitanga
do Regalado em S Lourengo 5:4113830
Proprwdade Pitanga e Tabatinga
era Iguarass 16:9968000
PresUtao de pagamento do en-
genho Monjope 24 857SS40
Linba telepbamca 1:6383000
Materiaes sobresalentes para a
Usina Dous Irmaos 2:9318190
Concessionanos de pennas d'a-
gua 98:4198130
Movis 3:5808500
Materiaes em deposito para con-
servago das obras 33:6513760
Ferramentas a machinas para i
pennas d'agua 2:0238280.'
Jarvao em deposito 32:4158850^
Insiruraeotos de engenbaria 1:1693220
Banco de Pernambuco c/ de t-
tulos em cangao 236.000,3003
Materiaes em deposito para pen-
oas d'agua 43 0038520
Diversas conlas 60:0038000
Ferramentas e machinas para
consarva$ao das obras 27 7698650
O. Keni, de Londres 9108000
Ferramentas para hydromelros 162622
Knowles & Fosler c/ especial
1815. 15. 4 ao cambio 12 33:3158330
Augmento do capital integral! a-
do 2:700 0008000
London Brasiliau Bank 10.0903090
Caixa:
Sa(do existente 18:5148120
l ilau<;o em 30 de Abril de
1994
ACTIVO
Dominio s po?se do agude do
Prata e terreaos crcumvisi-
nhos, condominio da propr;-
dade de Apipucos e posse do'
engenho Dous Irmaos, terre-
nos, annexos e casas inclusive
o chilet do Prala
Agude do Prata
Obras do apanhamento das
aguas
Eslrala de encanara nto de con-
duegao d'agua dos mananciae3
para a Usina e o respectivo es-
gol o
Usina Dom Irmaos incluindo os
machinismos
B' se.'vatario
HiuMnaire lio de distribuigao
Chafanzes
l'rolmigamento da antiga estrada
de ferro de Caxang
Hydromelros
Armazens e casas das oicinas
ua cnla le
Machinas e ferramentas das ofli-
cinas na cida le
fafam dem era Dous Irmaos
usina americana
Encanaraento de distribuigao nao
usado
Valor do privilegio
EstUilo para canalisago "de no-
vos mananciaes, rios Ulinga e
Pitanga
Diversas propriedades.
Valor das seguinles: casa de
taipa e terreno da raesma
Posse da siluagao do Ferraz
Tirreno de raarinha n. 227 A em
aberlo ra Imperial
Terreno-de marinhan. 20) P mu-
rado e casas ra de S. Joao
Valor da parte habitada na ca-
sa n. 53 da ra Riacbuello
Valor da parte habitada na casa
n. 6 la travessa dos Guarara-
pes
Valor da par e da casa da tra-
vessa da Concordia
Se oventes, vehculos etc.
Condominio do engenho Utinga
em S. Lourengo
230:0008000
89:0098000
409 0908009
311:3058009
541:4218378
359:000s000
160 i: 7353 W0
119:7398000
13:6008000
431:41832)3
60:0903000
23:7303000
4:2208000
40:0)3*000
100 0003000
500:0008009
33:5013 550
1528000
1:0138210
508000
8:5503003
1:0308830
500.3000
l.-333J0O
aVl o Joaqun das Couvas est oceulto, por or-
dena da rovincia, a melbor bjpothese que
queremos figurar, bom ser que- elle nfio appa-
rega, por ora.
E' preciso quealle sgora goze da honra
detersido fuzilado A Provincia. tem i
falta de assnmplo, e o caso admitte discussao ;
da panno para as mangas.
Fazemos votos para quo-os nossos adversa-
rios nao o livessera mandado assassicar...
No desespero era que v vem furo dous olhos,
na esperanga ( nao certeza) de que possSo t r
perdidas qu-itro do lado opposto.
Inten8us arcos minium, facile rurapitur.
Enlende a' Provincia o que ah fica escrip-
to, em latira ?!
Cons dere era nossa enorme prudencia, e, por
Deu3, no queira Iraduzil-a, por covardia.
Ha outros ramios raeios at indecen tes, de
fazer poltica.
Nao temos culpa que o anno Ihes tivesse sai-
do bissexto...
Deixe o Joaquira das Couves e pegue no17
de Junho.
Snica.
8.313:9118354
Aiham-se, Unto o edificio, como o machin3
moem muto bom esladu de conservagSo.
O numero de pennas d'agua em funccion:-
ment de 3333 e das quaes 7 sao gratuitas.
Em igual semestre do 1886 31.7453090
1887 31:9153850
. 1883 35:0918020
1889 58:3618920
1890 58:7908410
1891 64 4998150
1892 91:8318630
1893 92 2318630
SALDO
Em igual semestre de 1886 79:7978130
1837 76:0943160
1888 79:0188370
1839 65:7008050
1890 50:5568030
1891 60 2688520
1892 48 4288560
1893 84:4778030
S. E. ou O.
Recife, 31 de Outubro de 1893.
Manoel Marques,
Contador.
Balaneo da roceita e desaeza
ordinaria do semestre de 1
de Novembro de 1993 a 30
de Abril de 1894a.
RECEITA
Reodimanto de pea-
nas d'agua 190.3988110
Arrecadagodocha-
farizes 43:7028870
Rendimentos diver-
sos 8:0998990 211:2008370
PASSIVO
Capital :
15 000 aeces do valor nominal
de 3O08OO0 cada urna
Portadores de ttulos do 1. em-
prstito :
852 obngages preferencaes ou
debentures bonlsde 100 ca-
da urna oo o total de 85*200
ao cambio 12 d.
Juros de Janeiro a Dezembro de
1002 5. 112 ao cambio de
12d.
dem de Janeiro a Junho do
corrente anno 2 556 ao cam-
bio de 12
Portadores de ttulos do 2." era-
preslimo :
500 obrigages preferencaes ou
debentures bonds da 100
c-ida um-i ou lotul de 50 000
ao cambio de 12 d.
Juros de Janeiro a Dezembro de
1892 3 000 ao cambio de 12
lie n de Janeiro a Junno do cr-
lente anoo 1.500
Banco de Pernambuco c/caugao
Lellras a pagar
Companhia Peroambncana
Banco Emissor ttulos para cau-
gao
Banco de Pernambuco c/c
Knowles & Foster c'geral ...
8822 1.8 ao cambio de 12 d.
Fiangas de empregados
i.opes Guimaraea Irmaos
Dividendos atrasados
Lucros e Perdas
4.500.0008000
1.701:0008000
102:2103000
51:1208000
1 000:0003003
60 0038009
30OO08fiO)
217:731S'M0
60:003SOOO
3:7508000
233:860800
25:0378190
176:4418630
1008000
12ilt787
3:1293400
114:3868901
6:1108030
Condominio do engenho Pitanga
em S. Lourengo da Muta 5:4113360
Propredade Pitanza e Tabatin-
ga em Iguarass 16.9938000
Preslago de pagamento do en-
genho Monjope 30 9313320
Lii >a Telephonica 1:6833000
Miienae- sobresalentes para a
Usina Dous Irmilo 2:9318190,
Coiicessionario3 de pennas dagui 123 1588 >50'
Ualeries em deposi;o para a
conservegao das obras 32:7918760'
Ferramentas e machinas para
penms d'agua 2:0238230
.'arvo em deposito 25:0313030
Instrumentos de engenharia 1:16)82201
Banco de Pernambuco c/ de t-
tulos em caugo 235:000300)
Uateri.-ies era deposito para pen-
nas d'agua 3) 2 nr> 19
Ferramentas e machina3 para
cnnservago das obras 27.7398 550
(i Km! de Londres 9108033
Ferramentas para hydromelros 162s i22
K'iowies & Forster Ci especial
4.0D, 13. 4 a 12 d. 94 0133290
Diversas contas. 60.0003030
Auzmenlo de capital integrali-
sado. 2.703:0008000
London Brazilan Bank C| sim-
ples. 9308339
Movis. 3:6 53500
aixa.
Saldo existente. 14:43 8330
8.4212703221
PASSIVO
Capital.
15.000 aegfjis-do valor nemnal
de 3O08O00 cadauroa. 4500:0008033
Portadores de ttulos do 1'em-
prestimo 852 obrigages pre
ferenciaes ou debenjt u r e s
bonds de 103 cada urna ou
u total de 85.200 ao cambio
. de 12. 1.701:0033030
Juros de Janeiro Dezembro de
1892 511212 d. 102:2108000
.dem da Janeiro a Deaembro Je
1893 5112 12 d. 102 240800Q
'orladores de ttulos do 2* em-
prest uno 503 obrigages prs-
ferdociaea ou deben tures
bonds de 103cala urna ou o
toial 50 000 12 d. L000.OO03000
Juros de Janeiro a Dezembro de
1892 3 000 a 12 d. 60:00080)0
l lem le Jmt tira Dezembro de
1893 3.003 a 12 d. 60:003SOO
Banco de Pernambuco. q caugao 217:7318930
Lettraa a pagar. 60 00)8003
Companhia Pernambucaoa. 3:7503000
Banco Emissor, ttulos para cau--
g5o. 283:8603000
B meo de Pernambuco c|c. 22:9508350
Knowles & Forster e geral
9092 16.11 a 12 d. 181:8558920
Olvdenlos atrasados. 3:12)310)
Lopes Gira a/ es lrmaoa. 2:1178750
Fioangas de empregados. 8003000
Lucros a perdas. 111:5938344^
*8*l2l:2708224(
Recife, 30 de Abril de 1891.
Manoel Marques,
Contador.
8 318.-9448354
S. E. ou O.
Recife, 31 de Oulubro de 1893
Manoel Marques.
Contador.
[BKttiggjj i PEDIDO
Infamia !
Nao temos outro quallficativo para o au Jacio
so artigo da Provincia de hoja sob o titulo
Mais crimes, e proposito da priso de Joa-.
quirn Ferreira Lima, conhecido por Joaquim
das Couves.
E' preciso ter perdido-completamente o uso
da razo e ter descido o ultimo degro do pu-
dor, para vir alli mar em publico, com a raspun-
sabilidade de um partido inteiro, que Joaquim
d s i'ouves desappareceu, correado, como certa
a noticia de que fora fnzllado !
Mas fuzilado como perguntamos nos a esses
vampiros sociaes a esses criminosos de todos
os lempos esses folicularios da honra .' :
O fuzilamento presuppa formalidades, mais
ou menos iguaes aquellas, que se observaras
no caso da ImbHbeira e em outros pontos d:'
Unido, mxime em Santa Camarina e como
admiltir que elle se tivesse dado, sera que na
raesma hora,. ad instar do qua se deu no
caso de Silvino de Macelo, corresse a noticia
pela Cidade do Recife intera, particulansadns
todas as suas crcumstaucias, alguraas al dr
pequenino valor ? !
Em tal caso nao seria fuzilamento ; porque
s do cerebro doentio da Provincia nisceu
a atrevida calumnia, a infame mentira ; tea-
mos um assassinito, autorisado pelos poderes
pblicos.
Se Joaquim das Couves nao apparece, nos af-
firraaraoa sera recelo da contestago, parque lo
dos conhecem do quanto s5o capazes os nossos
adversarios, que ou foi assassaado por aquellas
raesmos, useiros a viseros em taes esfria-
mi'nloa, afim de que o crims pudesse 3er lan-
gaio a conla do governo, ou leve orden da
mesraa gente para occultar-se, retrando-se para
multo longe de modo que o caso merecassi
urna meia duzia de arligos, < perfumados de
sengue, fosse mais um recurso para just Lear c
[iateressaota e chistoso-17 de Juaho.
Trocando...
apreciada a Anglica na poltica, na
Htteraiura e na poesa, pensava eu que
nao xeria ella nenhum outro lado vulne-
ravel.
Engao manifest !!
O 17 de Junh i, a celebre data ater-
radora, aquella do Faga alto | d'A
Provincia ; do Surg Stella da.^?^-
la da larde, aquella monstruosidad^,
quo j vem chegando com todo o aeu
cortejo de horrores, fez da Anglica uraa
guerreira da p virada, urna ranilber de
aeco, capaz de bater-se, com os dous
exercitos, russo e allem&o.
Quem tal diria 1...
S a poltica faria aquella mofina met-
ter-se em espada e prepararle para a
luta !
Nao ha muito, quando a 18 de Dezem-
tro de 1891, o Martins Jnior metteu-se
debaixo da cama do Martins Pereira, es~
condrijo que pagou, logo depois, ex-
pulsando aquelLe magi trado do Supe-
rior Tribunal da Relacao a Anglica,
sciente do oocorrido, dizia oom voz tr2-
mula e 357 pulsacSas por minuto :
Fea muito bem ; se eu fosse elle,
t mesmo debaixo da cama, teria procura-
do algum lugar mais estreito, ainda
t que fosse de loufa, e ter-me-hia encai-
xado nelle, a andando para excluir to-
das as hypotheses, que me cobrissem
com a tampa. ..
Debaixo da cama podia o J s Maria
ir arrancal-o, mas dentro do pote era
iropossivel. Ninguem deixa o certa pelo-
duvidoso,
Stultem est incerta si pro certis /ia+
bueris g
Imagine o publico, at^onde chegava a
covardia da Anglica r
Quera fazer de unta cot/sa, que j esti
encheudo as c lumnas d'A Cidade. 1
Vejarse o numero 125, quarta columna
da primeira pagina, linha nona;
qui eu pego licenca para abrir um
pareuthesis e declarar que nio troco in-
aultoa. ''
Sai dizel-os, porque os tenho apreud:-
d 1 am jorntus de opposicao ; mas, sem
ter ido s Europicas, ti ve alguma edusa-
go.
A phraset O que fazer bispo Lacer-
da ? nao fi e nem podia ser emproga-
da no sentido, que lhe emprestaram os
Safasi'A Cidade.
Por c, eu e a Anglica conhecemos
ds rudimeutare* noyes de civilidade, e
3 pegamos certas flores, porque n3o
queremos sujar as mSos.
Mas, repito, a Anglica deu para guer-
rera, e prepara-ae, Jotis viribus, para a
luta.
Contarei a h'storia.
Ful hontem ao Recife entender-me com
alguna deputados, sobra o meu projecto
de exoloracko de minas metalrgicas : e
de volta, a> entrar em ca valentona, e, correndo todos os cantos da
oasa, nao pudo eucontral-a f
Estremec de horror, ante aq talla novi-
dade e cheguei a pensar que ella, puxa-
da pelos 75 annos de idade, tivesse cado
na cis.erna a morrdo afogada.
Sendo eu criado .da casa e ella a ctrzi-
nheira, isto sendo a nossa familia com-
posta s e bornete de nos dous, fui vi-
zinba e perguntei-lhe, se podia dar-me
ioiwma^es sobre o paradeiro di querida
compaaheira.
Estava fora de roim Senta fugir-
me o terreno dos ps A cabera era
tima fogueira de S. J &o bem accesa !...
As intormacGes da tympathica vizinha
valeram, por agua na fervura !
Oontou-me que a Anglica fra a casa
do ferreiro, levando as mos a minha
espada de alferee das ant'gas milicias, j
muito enferrujada e velha, e um baca-
mar'e sem gatilbo, com que eu, nos tem-
pos da mocidade, costumava festejar o S.
Jlo.
Avaliei, desde logo, que tinlia levaio
ao concert as duas armas ; mas estava
bem longe de chegar s conclusSes !
Para que esses preparativos bellicos ? !
A' que vinha querer a Anglica a minha
espada limpa? !...
O concert do bacamarte ni me pu-
nha em lo grandes difficuldades, porque
eu pansava em S. Jo2o.
Era na minha espada, que eu encon-
trava fraqueaa e desanimo f...
No estado em que eu" me acha va de
hasitaco, precisara de esclarecimentos
imraedatos. Um minuto valia por mais
de urna h ra 1
Aflnal, surgi, ao loope, o vulto vene-
rando da guerreira, com as mos vasias,
e andar apressado.
Approximou-se, b>tando vinte milhas
por minuto, e fallou-me as>im:
Rosellis, fui casa de compadre Ma-
nsinlw levar tna e pada e teu bacamar-
f te, afim de que sejam concertados j &
j.
As coueas, rxeu velho, estSo ftdendo
t a de/unto, e a mira ninguem apanha
< desprevenida. P.r amor de urna idea
eu sacrifico Inda. Atirei-me nos brayoa
< da poltica, e ella me (hama postos.
A tua espada ser minha.
Gom ella matarei. .. a iniuha aode ..
E' chegada a occaiao de ADgelica
Felismina do Ajaor Divino de S Pega-






I





Diario de Pornamlioco Domingo 9 ue ?fimlio de 195
mm

c do mostrar, que naaceu para as mtas da
c espada e que neillaa ha de morrer...
< Ttt bem sabes que a Gaztta da Tar-
a de di8se ante-houtemr em artigj de
tundo, que vai surgir a estrella
a Surge Stella > e eu hei de fural a
na ponta da e3pada do velho Ro-ellia,
a espada tnais flexivtl, que eu co-
c nheija.
Palavra de honra, amavel leitor, que
a Anglica proferio as ultimas palavraa
de sen discurso, com tal entonaco de voz,
que eu comprehendi. que o caso nao era
de desprezar, e que ella estava com furor
bellico.
Nao me quiz opp r aos eus planos te-
nebrosos por achal-os na altura dos acon-
tecimentos, e at porque, SE A COUSA
ficar na vONTADE, o ferreiro Mansi-
nho ganha os cobres, a espada de Ang-
lica fica sem ferrugem e o meu bacamar-
te com gatilho.
c Surge Stella urna cousa, e Nu-
mera Stellas, si potes ..utra muito di-
versa ...
E', realmente, impoasivel contar ts es-
trellas no co!...
A Anglica n5o tem nada de innocen-
te. .. Ardilosa ella, e em grao muito
elevado.
Quiz a minha espada limpa para en-
feitar-lhe o salao de costuras, e o meu
bacamarte prompto, para os tolgares de
S. Jo&o.
Desculpou-se com o 17 de Juuho ;
suppondo que eu sou a'gum papalvo.
Nunca lhe achei geito, nem mesmo
para as guerraa domesticas ..
Onda, Junho de 1895.
D Rosellis.
P. S-Despacho na petico do Dr.
Chicote : tendo sido o Dr. Vergalho ex-
cluido da heranca., por tnnito gramtntt-
co, e, sendo fra de duvida que-chicote
e vergalhos&o palavras synonimas e
valem pela me m* tntidade, iudeferido ;
salvo, entretanto, ao bupplicante o direi-
to de enforcar se na tripa de Anglica, e
ella na sita...
| Rosellis.
do
Goveruo da liberdade e
pra^resso ()
Pernambuco estremece de ufano vendo
d.ariamente augmentar o seu progresso e
a aua grandeza
Vivamos desde que foi proclamada a
Repblica eatregUM a governos desp ti-
cos e arbitrarios, a governos criminosos
que delapidavam os cofres publie >, para
taaerem presentes do dinheiro que encon-
travam aos seus amigos.
Vivamos cercados pela capangagem ia-
frene. a toldo do delelcrismo que faz u seu
ninho as redaccao 'A Provincia e da
capangagem assalariada pelo grupj insi-
gnificautedo Sr. Martina Jnior, o ho-
mam que torn u-sa muihir no dia 18 de
Dezembro de 1891, ficando hi terco e
sujando os calcSes quindo rompeu o nu-
trido ogo para ter lugar a daposicao.
Vivamos neste tri te estado, entregues
de corpo e alma a gatunagem vil e ao
trabuco do sicario.
Nao existia lei, e quando o cidadao era
perseguido e preso, recorra ao liabcas-
corpus e tinha por resttosta quebrar
pedra^ em Fernando de a >ronha.
(*) Reproduzmo8 hoje esse communi-
cado por ter sahido todo alterado e eiva-
do de erros, tornando se impossivel a sua
leitura.
>uias ne te p, quan-, Duirte, os abaixo assignado* laram, c om grande
_ a .^ Paarlr. n sorpresa, o annuncio estmpalo no Jornal do
lor de noiao kstaao, o k h nn nn. n ..,_, Bpan.
Aohavam-se as co
do eleito governador ae uos- .>> "| Refe.,'de honte.n, no qual
benemrito, sobranceiro, heroico edeno- cisco Pereira de Carvalhj p-evine a quem in-
teressar possa, que nenliuma transaccao snlire
o referido enenho ser legal sem titulo ou su-
dado Sr. Dr. Alexindre Jo Barbo-
sa Lima, que fez surgir nos harizontes da
patria pernsmbucana um raio de luz,
urna nova era de prosperidades.
As nossas vidas esta hoje garantidas, a
honra de nossas familias estSo intactas, es
cofr s pblicos esto repletos, o progres.o
augmenta e todos nos respiramos o ar
vivificante da liberdade.
Sao grandes os nossos pro jreasos em
3 annoi de governo de S. Esc.
E colas de instrucc&o por toda a parte.
Estradas de rodagem, calamento de
roas, pones atravesaand > os rios que te-
mos nos reconeavot do Estado e muitos
outros melhoramentos adquados com o
genio ardenta e emprehendedor de S
Exc.
Agora mesmo por iniciativa de S. Ele.
e dos Ilustres senadores p rnambucanos,
vamos ter urna Escola de Eogenharia,
urna de Medicina, um Conservatorio Mu.
s cl e outraa reformas grandiosas, que
S. Exc. projecta, para dotar o seu idola-
trado Pernambuco, com riqueza* inmen-
sas, que cauzam inveja aos outros estados
da Repblica.
Quando o nome de S. Exc. o Sr. Dr.
Birb3sa Lima delirantemente applaudij
do por todas as classes populares,
quando surge do antro da escandio, ho-
rneas negr<>s que no podem fletar a luz
do dia, para no auge do desespero ataca-
iem a S. Exc. os eeus leaes amigos e
valentes auxiliares.
Todos os dias os bona e Ilustres per-
nambucanos, os Exms. Srs. senadores
Francisco Teixeira de S e Bario de Na-
zareth, sao atacados na imprensa venal,
smente porque elles aman sinceramente
o seu torro natal.
Emquanto s5o assim insultados tao il-
lustres senadore pernambucano, elles
vSo marchando desassombradammte no
caminho da honra e d dever. deaprez^n-
do esses misera veis vilee, que o seu pa-
triotismo, to smente de barrigas que
nunca saenchera, porgue tudo pouco e
nunca se faltam de roabarem.
(iracas a Ddus anda temos th'souro e
temos quem faga saniinella a elle, com
armas nos hombros.
Recife. 7 deJunho de 185.
Fortunato Pin/ieiro.
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^rftxs^---ft^gg.'tS/-
Mulla & Maia e o coronel Car-
valho da Palmeira
Comprado por 45:00OJ o eogenho Craul,
sito na propriedade do mesmo nom, viuva e
herdeiros da lenle coronel Miguel Reinaux
C6HHEBCI0
Bolea Comuierclal t*s Peraaw
buca
fCTACBS OFrlCIAKS DA JUNTA DOS COEEITOR1S
trata 4o fleei/e, 8 deianhe de :95.
Nao noote cjucj.
0 presidente
Antoaio Marqoei de Amorim.
O secretariu
riaooel Gonjaives da Silva Piolo.
Oasabla
Pracs do Rcife
Os etsbelecimeoios b4oc4rioi, < ncelaram bo-
je soas treosaccOes a 9 3,16 sobre Londres a9i
das de vista, acodo posuvel obter de Urde 9 l|fc
com off na de dich^lro-
O ovimenio aeste mercado fol iosig ifleaote.
Effl J*B2l particular hcareram peqoenos ne-
CCa a 9 8,8.
< lace de seoera
tara o agricuor
Assucar
CrtstollsadiMMBkilos i
Brsnco, ideo,dem. WWW a
Sorteaos, l tem, dem 3Wd a
Mascavado, dem, dem. 14400 a
Broto melado dem, dem 24300 a
Peame, dem dem 1900 a
llgedo
Nao constoo oegocio.
aleaal
;j: pipa da 480 litros 2184 venda.
Agurdente
Por pipa (te 480 litros 130/ venda.
aaras
Seceos salgados aa base de ti kilos
venda.
Verdes 700 rls, ao cirial.
64000
548W
34600
146 ju
24409
2/160
903 rls
Carnauba
Cota.se de 234 a 354000 par 15 kilos.
kiel
Por 1004000 nominal.
Kxpartaea
Recite, 3 de Jonbo 2e 1895
rara o exterior
No vapor ingles Co'erigd, para Kew-Yjak
ca-regoo :
B. K.oo, 2,090 peiles de carneiro.
- No palbaoote ponogaes lUsoaro-, para o
P i-io, carregaram :
A. I-maos & C, 203 saceos com 15,000 k los
de assucar braoco.
J. 0. Mjrelra & C, 1 calza com 20 litros de
agoardeate.
Para o Interior
= Ro patache aorsegoeose Garibalde*. para
Paraosgaa, carrecoo :
M. i. Pessoa, 160.0C0 litros de sal.
inj patacho nacional clame*, para Rio
Grande do Sol, carregaram :
. Cardoao & C, 80 barricas com 8,560 kilos
d asaacar branca e 20 ditas com 2,200 ditos de
dito nascavado-
N3 vapor nasiooal Harte, para Saotw,
carreaoo :
C. de Bativa, 10 pipas com 11,030 litos de
i!oU-
P.'.ra Rio de laoeiro, carre?aram :
S. de Es'isa, 40 pipas com 21,700 litros de
cjJ e 50 aitara com 24,469 ditos de agoar^eate
S. Gunnaries & C, 60 pipas cox 32.400 U ros
de alcoo'.
F. Lemos a C I p'pa com 530 I tros d- agoa'-
dent, 9 ditas e 1) barra com 5.6,0 ditos de
alcoo'.
J. T. Car re ro. 20 barr a com 1753 litros de
mel e "0 pipas com 11000 ditos de al< ool.
C. A. Borle 255 saceos com 15,800 kilos de
aasne r braoco e 3 barricas com 150 ditos de
doce.
Para De*ttrro, ea'regto. :
L. A d Cotta, 10'. ro us f oc'a.
Para Vulo-ia, carreearam :
J. T. Carretro, 203 barris com 11030 litros de
aaoardeote, 20 barricas com 1,2 H) kiljs de asaa-
car refloado, t00*acc-8 con 600) kUoa de a sa-
car masca*adoe39 Jilos com 2 340 ditos de dito
oranco.
C. de Etlva, 200 barril com 8 800 litros de
a goard ote.
9. Pinto C, 200 barra com 8,800 litros de
agurdenle.
No vapor allecoio Oefeld, para R!o de
Janeiro, carregaram :
B. W.lliaus k C, 15 pipas com 11000 litro>
de agurdenle.
V. Neeseo. 503 fa-cas com 3",352 kilos e
algodio.
No vapor nacloaal Baplrito Santo, para
Cear carregaram :
P. Carneiro & C, 20 barricas com 1,100 kilos
de assocar retinado e 10 ditas com 1 110 itoa
de oiio branco.
Para o Para, carregaram :
P. Carneiro 4 C, 230 barrieas com 16,480 kilos
de assocar braoco.
Para Mantos, carregaraa :
P. Carneiro k Q 0 barra com 1,800 litros
de agurdente.
No blate Barroso, pa-a Hado, carrega-
ram :
J. S. do ma-at C, 4 cairas com 96 litros
de cerveja e 5 barra com 200 II.ros de vio o de
froc as.
H. viegas & F.lh j, 5 caitas com tOO kilos de
sabio, 1 barrica om 90 kilos de aasucar braoco
e 3 d.u s com 210 ditos de dito reinado.
V. C( sta a C, 8 gur/afOfs com y6 i.tros i 2
ba-ris com 18) ditos de viobo de fractaa.
P. V'anoa&c, 2 barricas com 190 kilos d-
assocar nrao^o.
Para Mo.gjr, carrega-am :
J. Rodrigats, 8 eaias com 192 litros de cer-
veja.
J. Licat. 1 caixa com 20 litros de masa de
tomate.
P.ra Mjco, carregoo :
F. Costa, 3 saceos com 75 kilos de Bo de a'-
oi\o.
Na hiate 0. Aatoola, para Aracaiy, c.r
regaram :
C. de Est.va, 1 barrica com 90 kilis de asaa-
car redoado.
L. Perreira & C, 210 caixai com 5,132 kilos
de sabio.
na barcada C. Parahibano. para Parabl
ba, carrtgoo :
G. Dldlo, 25 melos desoa.
No vapor oa.ioaal M. de Caxlas, para
UVel, carregou:
J. Bailar & C. 3 barricas com 300 kilos de
earvao aoixal.
No coter Jagoararj, para Natal, carre-
gou :
l>. Lyra, 2 caixaa com 300 kilos de do~e.
No vaPar ooroegaeoseBergeQsereo, pare
Rio de Janeiro carregaram :
H. S. Ha?, 700'accoa com 42000 kilos de
aisacar braoco.
H. 8. L)yo & C, 1000 saceos com 60.000
kilos de assocar braoco.
Lima & Mo.aes, 80 saceos com 4.809 kilos de
agiocrr braoco.
Pootnai L., 303 saceos com 18000 kilos dr
assacar braoco e 300 ditos com I80o0 ditos de
d:-c aasca-ad'.
h. Uoreira &. Irmao, 400 a:coj com 24000
kilos de uaocar braoco.
lorisacao firmada pelo referido coronel 1
Ser o mesme coronel herda ro no referido
engenho?... no, mil vzes nao.
E' certo que o coronel Carvalho, no respectivo
inventario, feilo e aecbado ba quasi 3 anoos,
figurou como credor da enorme <)uanlia de
131$030, dispendido com o enterramenlo do
mesmo lenle coroeel Re naux, max, lgo apos
a roorte deste, safrejuu as cannas existentes no
referido engeoho e pagou se d'aquol a fabu-
losa quantia, como conla< apresentaJas a
viuva invonlariante pelo tno.-mo coronel Car-
valho.
K, a ser exacto que o me-rao coronel anda
credor andar ou lierdeiro do referido espolio,
sendo-lhe dado um pagamento a parte corres
pon lente n i machinismo do mesmo engenho, po-
deria Impedir que o* Sftarxo asstgnados, conse-
nhores do valor de 41:833*503, no mesmo enge
nho, lUessem qo^esquer trausac^Oss com o qu:
Ihes pertencesse?
Vollaremos se a tanto nos obrigar o 8r. co
ronel Carvalho.
Canliolioho, 8 de Junho do 1833.
Eslava sellada e reconhectdu a tinna.
elestial Confraria da Santis-
siint Trindasle
De ordem do nosso Irmo Provedor
convido a todos irmSos a comparece-
rem hoje na Matriz de S. Jos pelas 9
horas da manha afim de assitirem a Ins-
talac;o da Confraria na mesma Matriz.
Consistorio da Celestial Confraria da
Santissima Trindade aos 9 de Junho de
1895.
O Secretario,
A. Vcssoa.
C.IlVgrio de \nssn Senhora da
Peala
**? Continua a funreionar ra da Imperatriz n.
2; recebera-se alumnas ulcanas, externas e
meio pensionis as.
A directora,
.injusta Carneiro.
&---------
Convento de Santo Antonio
Por causa da coincidencia da frslu de Corpo
de Dcus no dia 13, lira n fesia .le Saoto Antonio
transcrita at u .lia 2.2 'lo correule tnez; lu-
vendo missu solemne 8 horas.
F e Chrysoftimo.
InstrasccJKo Publica
Agora que j vai despont indo a aurora da
redeinpco para essa prolelan clastte da pro
fessores em dispjmbildades que desde 18)3
soffre fli'Ugmaticamente o pesa lelo do ostra-
cismo, devido aos caprichos dos legisladores de
'ntao; agora que o patritico Congresso do
Estado acaba de autonsar ao Exm. Sr. Gover-
nador a reforma do ensino pnmirio, fazemos
votos para que S. Ex*-, como defensor dessa^po
malfadada ciasse qu en tolos os piites civi-
lisados prende a attengio dos gove aoi, Vdnlia
liral-a do abysmo ein que jaz.
Quem desapaixonadnmente apreciar o qnanto
digno de lastima esses que sem outro meio
da vida sao obriga los a mmier se com setenta
e cinco tn I res, avahar perfeitatnente as pri-
vaces que esta pasaando os acluaes profes-
sores em disponibilidad.! nligos servidores
do Estado.
Has que fazer slnao resignar.no-nos, urna vez
que foi em tvlrtude de urna experiencia?
Pois b^m, o ilustre iJongrcsao nao si confor-
mando com e.-sa experiencia e compenetrado
do acaor pela Inslrucgao autorisou a dita refjr-
maaS. Exc que comas bise manifestadas
intences que lem para o magisterio ha de le-
val-a na altura desejaia.
Ento pelemos duer :
Salve Pernambuco.
Ave o lnieerii no r.onst9i*o e o Exm sr
Governador do Estado. E-t sanada injustca
a tanto prailcada para com o magisterio pu-
blico.
Rcc fe, 23 de Malo de 18)5.
C'eole l'rince.
Logo que qualquer objecto, qualquer
nvetifo merecem a sanegao do pu-
blico, surgem immediatamente nume-
rosas imitac;5es e falsificaces, como
succedeo com o XAROPK DE QUINA
FERRUGINOSO 3E GRIMAULT E
C. receitado com xito sempre eres
cente contra anemia, lymphatismo,
fraqueza, pobreza do sangue ; mas to-
das, pois que nao possuem a agradavel
cor de rosa do XAROPE DE GRI-
MAULT e nao dispem, em tao per-
feita combinaco, dos saes de ferro e
da quina, provando isso que o pri-
meiro tnico da materia medica.
0 ancin'cns, Traeos e seroplaal-
ie edicamentu.
Rio Janeiro, 1 Janeiro, 1883.
Eu abaixo assignado, Doutor em Medicina,
coci effeclivo da Imperial Academia de Meti-
dina de Rio Janeiro, e'C, etc. Atiesto e juro
son,lo necessario, que euiminh oimie *>
ampregado a Emulsao de Scotr, e sempre com
aroveilo as pessoas d 1 ronstrueco fraca, an-
mica?, debis e escrophulosa, pelo que nfto du-
virlo aconselhar aos doe ites esse poderoso me-
dicamento.
Doutor Cezar Augusto Marqu s.
13M. P. Lene & C 600 saceos com 3v000 k lo-
de asuntar ma^av No v*por iogl z K Prlcce, p.ra o Pa 4
o-regaram : ,_. ,
M. P. L-Mieft C, 146 barricas com 6.424 k'loa
de assocar trauco e 2!7 dita.- com 9.9S8 ditoa
de dito maectalo
Na harcaca I. P.lmtra, para Parahiba,
r^lrattM & C, 203 caixaa co 4,603 kloa tfe |
sabso. u
Na bi-cac lorreio de Ma-ao, para H<
. carr^oo :
J. de H.cedo, 10 caix-is coa 90 11 o 1 de vi
ono de frucias.
Itendlmeaio pablleaa
Celestial Confraria da Santis-
sima Trindade
A meza regedora desta Confraria sci-
entiea que foi forjada a fazer sua mu-
danza para a Matriz de S. Jos tendo
havido desacord entre os nossos Reli-
giosos, e sendo ouvido o Exm. Sr. Bis-
Diocesano e firmado no artigo 103
do nosso compromisso aconselhou-nos
que fizesse nos transladar o nosso Divi-
no Padroeiro para all ; como resolvido
ficou : para que fosse evitado um mo
incidente que podesse aparecer.
Tendo se da lo o que fica exposto
as proximidades da festa do nosso Pa-
droeiro e as circunstancias qne nos
achavamos collocados resolvco transfe-
rir a festa para quando for annunciado.
Consistorio do Celestial Confraria da
Santissima Trindade na
A' 5 horas d manha no dia 9
ibii
ares saudaadj o alvorecer desse dia tao*
a y tf Vrieioneiro da Betuna. Em que consista
tiros subir ao8| 8egr se poda altingir oa atr ifif tetado p r qoal-
grato aos coracdjs das sinceras filhas de
Hara.
A's 7 horas aquellas senhoras incorpo-
radaa irlo ao altar de Mara no raeio de
melodiosos cnticos deporan aos seus ps
mimosos rain lhetes de floras, symboli-
sando os votos ardentes e as effueiles
puras de seu amor & tao carinhosa Mal.
Em ieguida cornecar a missa rezada
n 1 qual ser destribuida a sagrada com-
munhao as pessoas que de modo to pie
doso quizerem encerrar seria de suas
praticas p eosas dur nte este n.ez florido,
havendo tambera a r.rimeira communho
de diversas meninas para isto prepa-
radas.
A's 10 1/2 cornecar a festa sendo a
celebrante o Revdm. Sr. Cunego Marco-
Uno, muitii dig.10 governador do Bisp do
orando ao evangelho o dstincto e elo-
quente pregador Co .ego Jo&o Machado
de Mello, que em utna bem elaborada al-
lcucio mostrar qnao d:gna de nossas
homenagens a M.\ augusta do no so
a 1 avel rederaptor entoando-se por essa
occasiao urna saiva, o coro ser oceupado
por distinctas senhoras que em maviosos
accordes se tare ouvir nos solos.
A' coite pelas 7 horas se cantar om
solemne 7* Deum fazendo se ouvir por
essa occasi.lo o distincto e inteligente
pregador Conego Octavio C >st euioan
do-se urna Ave Mara.
L' assim que terminar se-ho os pie-
dojos exercicios do mez de Maio naqueila
freguezia, onde cora tauta piedade foram
elles realitados.
As lvnans. familias e ao pu-
blico ein gcrtal
Figutireao tjc ( -1 aijradecem as Exmas.
ias e-o pubUc em geral pala
fimil
con-
Matriz de S. fianca que so dignaram dispensar lhes
Josc aos 9 de Junho de io9S#
O
Secretario.
A Pessoa,
durante sua vida commercial e pedein
qne continuem a dispensar igual confian-
ca ao feu snecessor.
Recife, 4595
quer a^ei.ie ao a'caooe da siibedoria do
bemem, um problema de alto in'.eresae
que c mpete iotelligeouia homana resol-
ver. Pondo da prteos C sos que per-
teocum qje se chama a idade a n mila-
grea podemos ter como corto qae se n5o d
o'bo aa eifico de ama pessoa que, lendo
m rrido, techa sido restituid vida. Ha
todava caaos que taoto se lhe aproximam,
que, at c^rto ponto, o4o podtm dsix.r de
nos mararilb*r. s cita moa ca arguintea
tiCos con:o illuatraeSo :
Hi annoa a Sr W.llian Crtcker de
ouih Farniogton, Nova Se itia, &mm^oii
a deCihir em saudj. Os seus tyaip.ornas
iasiam admirar oa seus im:j e a ella
meema. Tmha e li sempre d^r.'B de cs-
bega, um ntu g S'.o oa boca, e trioa i
ma (3 e oa j. A aua pelie tomuu um
certo haurd o ou spparencia de cOr de
cube ; t. r joa-se el tralo ; somni lenta,
e niditfjrente a tndo que ontao !be dava
t rascr. Quando auda'a, vi.-se por variaa
,V4rs q je vaciHavp, e agaTava-ae toque
11<9 tioava maia .rjxiwo p c.bir. Estava f ejuentemai.te doen e ts
vomit-Vc aeoa sana app-ir-nt: ; tiihc O
veotre preso e fj CJoc*va elle irr'goiar-
meote.
Tohi muta tsia e palpitea) o r-
queuie subi de g ees oDooxiua que lhe
vmbm garg.tta o b cea No out no da
1^84 decahio tHa oou.plet.m>Dte. Qiei-
x.v-ae de uua aguda dor r.-dat do
co ayiu, e raapirava com diffisuldade.
Tu ha tambm ama dor a > laao direio
e graude depieseao e Iraque2a) as crozer.
A seobura loi eutre^xe ao uuido do
mslh.r med co local o qual a exummoa
ai'j'iauut, e dise qae a sua aueoci
p: u/vel.iie.,tn suria Cii;il de CUr,.r dan.
dj-li e poue.b esperances. aTuJo qu : 1 s
podeu>.B f.Bt-r. diste 1 he, c eapcr>men-
tor aquellea lemeJits que t'-aioa, e esperar
pelo meltior.a
Mas oa loelbores eif.rcos duraole t:;8
Cleiutviti* Lima
Poreira Carneiro & C, convidam
sju amigos o aos do fallecido Cle-
mente Lima a udsistirern a urna mis-
sa que pelo repouzo de sua alma,
mandam rezar na Matriz da Bia-
Vista, s 8 horas aa mauha do dia 10
do corrente e antecipam seus agra-
decimentos.
Progrananaa
do encerrAmento do mez MARIaXNO
na matriz de s. jos
U0111 u lua.vimu brlKaatauiaao a par da |
tnais fervoroso piedade procura um pleia-
do de distinctas senhoras encerrar o mez
de Maria na treguezia de S. Jos.
Eis o seu o programma.
que rauta?
pesuas do int-rior. que tm pedido o
nosso CO'jMAC BUAZILEIRO a seus cor
respndanles, tem rece ido Cognac Es-
trangeir ignorando o motivo da substi-
'. uiyo.
Para evitar isto rogamos, que se 00-
dirijam directaraent, que lli'o iemetteres
moa por 5S0) a duzia, sem despeza de
frele, pr.r caraiulio de ferro ou martimos
Os pedidos de 10 luiia*, tem alem desta
vantage'.n, mais 5 /0 de disconto.
A. Martiniano Veras & C*.
uo proCusuam n'Du'ta.ius fdvora-
1
tamen'e, e
ales
Renda geral
Do da 1 a 7
dem 4e 6
e Jaobo de
Alfaniega
1893
3.1.5C8
89:S28Mt3
Reada do Bstado
Do da t a 7
1 lem di 8
53.8i0r:8
3.W119
gomma total
91.973.1
C7 29.'#t30
7)0:165*331
de Pernambuco, 8
1" sjecao da AUandega
de Jonbo de 1895.
O ebere da seccao
L. F. codecera.
Pelo inesooreiro
flemenegildo N. Caves.
RECGBBD0RIA
0) dia I 7
dem de 8
DO ESTADO
ai:9C93.-i
l:W#5it
RE JITE DiiAlSAK
Do dia 1 a 7
Ilem de 8
J3.150/893
7 .-61521
23!i 859
1:010/330
Mercado iianiciaai de S Jos
O movim-uio aeste mercado uo da 7 aa Juabo
fol o seguale .
Bntrtram :
38 bois pesando 5.943 tilos
40} kilos de peue 20 rs. 8*0 0
17 comaart. com mariacoaa 100 -s. 1A70J
6 ditos com camarOes 100 rs. 4600
27 1/1 columnas a 600 rs. 16/500
t carga com galliobaa a 500 n. 500
i caasoaes com galliobaa a 300 rs. l/s.U
11 cargas com milbo verde a 300 rs. 3/300
2 carga com amendoim a 300 /-00
t cargas com cebollnbo a 300 rs /3 K)
2 cargas com macacbeiraa a 300 n. atsOO
10 cargaa com gerimuns a 300 rs. 3/000
2 carga com bananas a 300 rs. /600
3 cargas com divoraaa a 300 rs, /900
3 cargas com toacas a 300 ra. 930
32 cargaa com ra rinda a 200 6/400
3 cargas com milbo secco a 200 ra. /60JI
t cargaa com fejo a 200 rs. Z200
71 logares a 200 ra. 141203;
10 Soooa a 200 ra. 2/00J
12 corap. com suioeiros a 1/000 12/000
9 comp. con Btiau-oe a '00 ra. 6/300
9 comp. com fressorao a >00 *a. 5/400
34 comp. com comidas a 70o ra. 23/800
72 comp. com fasendaa a 600 ra. 43/203
49 comp. com verduras a 300 ra. 14/700
90 comp. com farioba a 400 ra. 36/030
53 comp. com tainos a 2/000 106/oeu
Rsadlmeato do dia i a 6
3*6/600
1/8-2/0.0
rrsyos do da:
Carne veide de 3)0 a 1/000 ra. o kilo.
Solos de 1/ a' 1/2)0 dem.
Ca'oelro d. 800 a 1/20O ioem.
Partcba de 800 a 1/40) ra. a caa.
Uilbo de 8Ki 9J0 rs. a caa.
Failio ce 14.00 2/0C0 a caa.
Pannba por cooia da li'tndsacla de 1" qnli-
dade i/HW
D ta de 2a quilid-.de 800
Feljio 1/1(W
Sari os aperadas
Rio de Jaaeiro
Birca portogoea Ma.-iE Emilia.
De teln a
P-t. co argpiitio'i Alberto Ccula.
L.Uar portuiiuet 51 iitio Vil.
K.taai beapaobol R te Terra .Nova
Lacar insle asileoe.
Ligar ingles Oo-a
De Hamburgo
l'atachi aliemto Aooa.
librea allema Cari Butti.
Bngaellemao O.io Grat xa Sul tir.
De LonJres
Lugar noragoeoe PdUnoe-.
Logar ioglet Faooy.
Un Cardirj
Barca nornegoeose.Melea.
Barca noroeg' erise P.x.
Birca neraegoenafi Jeuoy.
Rana po'togoesa Floreoce Stella.
Birca ingieta A'lmie.
Bi ca noruegaeote Delpls>eod.
B.rca oo asga Sopbie eleoe.
Barca nornega ateriar.
Barca ioglesa iistol.
Vaporea a entrar
Mea de Junho
SsQ'elar, do so', a 9.
Mirte, ao col. a 9.
Ciyde, do sol, a 9.
L'sbona isi do norte, a 10.
olerldge, de sol, a 10.
Mirlner. de Liverpojl, a 11.
Marsnbao. dn norte, a II.
Tnamea, da E iropa. a 12.
Iapoao, do sol, a 12.
Colonia, da Europa, a 13.
Rjaarlc, do sol, a 16.
B axil>. do sal, a 16.
Santos, da Earop, a 17.
Treot, do sol. a 17.
Rosario, do it:l a 17.
i tColoaii, do sol, a t8
! DiQDbe, do sal, a 22.
O opea, da Europa, a 22.
ItalUn Prioce. de New York, a 24.
Tmara, da Europa, a 24.
I'dtao Prioce, de N w York, a 25.
lie di ?u opa, a 27.
Vapores a sabir
Mez de Junho
Manaase esc, Espirito Saato, 9. 5 boras.
S lotamptoQ e esc, C!y Rio e ejr., Maraabao. II, is 5 boras.
Buecos Ayres esc, Toares, 12, aa i boras.
Babia e esc. u 14, ts 4 boras.
Rio G. do Sal e esc Itapoao, 15, s i boras.
Pa 4 e Ncw-Y ik, L'sbooease, 15, as 2 boras.
Santos e esc, Culoola*, 15 s 4 boraa.
Gaoova e esc, Ro;ario. 16, ] 12 bor?s.
Matios esc, Brasil 17, ta 5 hora?.
Son brmpton e ese, T eut. 17, s 12 bora?.
Ceari e ave, Beberib?. 18, s 4 boras.
Santos e esc, Siutoa, 18, s 4 boa.
Valparaso e e*c Oopesa. 22. s 12 borar.
Southamptao e eec Dmabe 22. c 12 eras.
Eu .oa Afreg eejr. T-oa24 2 ora*.
P r. orgia e ere, 1:I ao P, ui Pcitorol de Cambar
ir.ourooi
D-se esta quantia a quem {.rovar a
o authenticidade da declaraijo infraj
Ha mais de 5 annos que eu soffria
Je um grave bronchite, havendo dias
e lancar mais de mjia garrafa de san-
gue e nao podendo muitas vezes con-
ciliar o somno.
J sem esperanzas de restabelecimen-
to, com as forjas exhaustas, resolv,
a conselho de um amigo, tomar o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e,
logo aos primeiros frascos, sent urna
melhora consideravel, podendo dormir
e deixando de lancar sangue.
Com a continuaco do remedio, os
soffrimentos foram gradualmente desap-
parecendo e hoje acho-me completa-
mente restabelecido iodo os Z
bendo f/Lavrador em Canta gallo, Esta-
do Rio de Janeiro ]
O agenteCompanhia de Drogas e
Proiuctos C/timicos.
Tem-se reconhecido sempre que a als
mentaco que mais convem s creanfa
de peito o loite da mulher, com tan-
to que seja rico em principios nutriti-
vos. Infelizmente esta qualidade
rara. E' pois necessario recorrer ao
XAROPE DE DUSART, que augmen-
ta a riqueza e abundancia do leite e
exerce benfica influencia sobre a ere-
anca, cortando a diarrha verde que
se acham to expostas, fortalecen do
sua formaco e facilitando seu desen-
volvimento de um modo maravilhoso.
meata
VelB.
O seu appetiie io:-3e con?
om ella viva era de fuer adm r r. T.-
uba ella eatao chegdo i-l estodj n-i-
voao e de txct va'> 9,uj naK, meio do
mais pe^' e .o barulbo sotno urna criaoya
tem m.dj da ex, 1 s&o de urna ap ng.ria.
At o ara da maia peo^uaua c.mverstiySo
quan 4-e a tasa duila. 111. c-'ctjma*
va s r ou rida e anf<>< a, mas eu; "o aa suas
caro sim, Is fa itrsma, 11 o i '-.r. um o-
ahora Uto tell. qus era a invej de
muiti.'.
VeLdj qui nao r celia
i?n trataaento ooneul na ontro
i\\x 1 einpreg u 'o a su scien:
,iti) '8^ C' de qid
Ca todo o ion p > nunca
ber-ifi;io do
m dic o
a oo < a O
mesea ; e .daraa-
11 1 grou dormir
urna
op o
uo sir so o a uen.'.a de
Bronchite asthmatca
Curada pela Peitaral de Cam-
bar
O Sr. Joo Antonio da Silva, residente
no Barreado, Minas-Geraes, curou-so
de urna bronchite asthmatica que ha
8 mezes o atormentava, j nao o dei
xando dormir, com o uso do Peitoralde
Gmbaro, de Souza Soares.
O agente Compan/iia de Drogas e Pro-
ductos C/timicos.
Muitas senhoras renunciam ao em-
prego de pilulas e pos ferruginosos,
receitados contra a anemia e a pobreza
do sangue, porque causam caimbras
de estomago, e especialmente priso
de ventre; taes inconvenientes nao
existem quando se toma o FERRO GI-
RABD, pois que, em logar de produ-
zir esse mao effeito, sua acf3o recons
tituinte realisa-se prompta e regular-
mente.
2.178*600, B.eaos-ajrea e esc, N le, 27, i 2 boraa.

i ai!
Havendo jazido pi mezes
em urna cova aberfa
Oa nossos leitores eaUrSo larabradoa do
aapitulo lgubre Recalled to L f (Tor-
nado vida) com qae priooipia o ocnto di
novelista ingles Coarles Dickens dscomi-
nd> Tale o i Twi Oities.
D5 -ie 'aioa em dtvarsaa oircumst o- nao esquecendo dizer que as pessoas
cias da vida, qr.e pm interate e admira as mais delicadas o tomam com prazer
gao quasi que orrem pareihis com o do pois c um verdadairo confeito vegetal.
9 l
vea
i
A aua c indicio era tal que f-rv. r s-
mente ees-java mir.'tr, e os eeus pa entes
oinjordaram quj era eaae o uoico all vio
que ella lioha ras&o de dds^j.r De vez
-m cuando, todava o progieaso d-. sua
deeogs dimioo a por pjujo lempo e do-
rante ate priodo a ereutura moribunda
poda <"- por alguna ainutos de cada ves.
E'r. n'uma deataa oscasiS'B que ella
pegou n'um j rn-1 e quando rnv a era da
a aaaa columnas oa seus i 1 i s uairam si-
bre um artigo deacrevendo a m- icina
cbamtd X di MSi Ssigel.
Sem oaihaoia coafiaog* eapecial ia
aarraco i 1 c mida todava ma:doo
a St. Juba's e co aproa um fresco, cooser
vando o qne tioha feto om segredo para
com o medico.
H.vendo temado urna doae oa das do
remedio ricsau ella snrprebend.da e mara-
rilhada de achar tSo prompto effeito.
Em pousoa oi.s j elU pedia dorm r
sem o cp;o, e depoa de mez-s aento pela
primeira Yes appetite natjral da com?r.
O que ella comu cice i-ou se no estoma-
go e m 1 1*10 cauauu incommodo.
Cheia de novas esperaocas e de coa-
riai ca declaruu oque tiaba feito, deBpedio
o medico, e mandou a Hald.x comprar
maia aeia frascoa e aaoo-o de cont.nuo da-
rsnte todo avomo de 1884 -8. Ella ma-
Ihorou rtpidamente e em poncaa aamanaa
para lepetir aa aaas Dalavraa, Eu sioto-
me como ae tivetse resuBcitada depuis de
ter estado por meies n'uma oova aborta
Pul j pr noipio d r mavera j ella es-
tava eip-s de faaer todo o aeu tr-bdho.
Tem ella fg-.ra aeaaenta e irs aoooa
de idade, goz da vidi e tem toda a jre*
aperitiva de chegir a urna idade <*88 a vaneada. N'uma ri cante cirt, a Sra.
Jrocker oonta-noa a sna bis'.ori i C >m om
eothusiasmo quasi qae demasiado exaltado
pera ser commettido tribale di typo;
e diz qua deve o ter podido fagir da ver*
dadaira portado aea turnlo .o myateriao
poder da medicina qne ella vio descripta
ooa jumaca.
Barao da Malta Bacellar
Parecer sobre o Peitoral de
Canillara
O eminente clnico paraense Exm.
Sr. baro da Matta Bacellar, em pare-
cer que deu sobre o Peitoral de Cam-
bar, de Souza Soares, declarou havel-o
empregado na sua clnica civil e hos-
pitalar COM PTIMOS RESULTA-
DOS as bronchites e molestias do appa-
relho broncho-pulmonar.
------------- a ------------
Peitoral e Cambar
Parecer ta Dr. Francisco Sil
veira
O Peitoral de Cambar, de Souza
Soares, um poderoso expectorante.
Tenho-o empregado com muito pro-
veito as* molestias broncho-pulmona-
res [ Dr. Francisco Augush da Silvei-
. a) Recife. _
Cumprimos um dever recommenda n
do s pessoas aflectadas de ligado, s
que soffrem de ntericia e s que s5o
sujeitas affecfes cutneas, como her-
pes, eczemas, etc., o uso da FRUTA
JUL1EN, que obra de um modo suave
como depurativo e como laxante sem
produzir inflammapo intestinal alguma



""^(HHMhm^h^b
Diario de Pernambnco Domingo O de limito de 1855
5

Termel tosse secea ^rti^I^ Pagamento de dcima ttjS?-
ara do Peitoral de Cambar g.do Vianna. 0 Dr. Prefeito do munipicio, manda S"*^ frDCeMi
Cura
O Sr. Joaquim Alves Ca\alcant, resi-
dente na cidade da Fortaleza, declara,
que sua mulher, soffrendo durante aous
annos de urna horrivel tosse secca. com
dores no peito, para a qual nao achou
allivio na medicina, curou-se com o
Veitoral de Carnear, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas e
joductos Chimicos.
PHOSPHATINA FALIERES. Allmenio las enancas.
Exige-se do oleo de figado de baca-
lho que ortaleca as pessoas fracas as
c.ean^as lymphaticas e debis, que
combata a tosse, e nao se pensa que
este oleo desagradu.vel, indigesto, pro-
duz arrotos, nauseas, vmitos, diarrha.
Sob o nome de MORRHOL o Sr.
Chapoteaut isolou os principios acti-
vos do oleo de figado d3 bacalho tri-
gueiro, considerado como o mais acti-
vo, e supprimio a parte gordurosa e
indigesta; assim se consegue fazer
tomar o oleo de figado de bacalho em
forte dose, sem repugnancia nem fa-
diga para o estomago.
ELIXIR M. MJRATO
Sai- t;i me. coi hornve* humoroB sypln'
l'tioos qad me f erseguiraon tanto tetupu
como nao doEl xrito pro
p*gad<> por D. Carlos.
M' t y-D-.niuj.
Ar bur Travasscs.
Deposito em Pernumbuco :
Compaohia de Drogas o Productos Cti-
raicos.
British amateur rage
The MeetLig which
was lo have Deen heid
vxlThursday the 13th
of June, has beu. post-
poned.
F. H. C. Tarver.
Ilon. Sccrctary
tDITAES
Eslava collada ama eatampilha de 3C0
res, regularmente mtilisada.
QE oad* mais e contiena em a peticSo
aoima transcripta a nella dei o despacho
do theor siguite :
Designe 6 e d* 1895. -Pereira de Lyra.
E mais ae nSo cantinha em o mea des
pacho a p.-a, em virtude do qual o res-
p< ctivo eicrivto designoo o dia 29 do
mesmo mea e so o aa 11 horas na manbS
para justificar o allegado.
E tendo o justificte por seu sdrogado,
produsido aiaa testemunhas, que depiz:-
ram cocveuieotemento a careado sl'egade
em tua petico tema transcripta, e fa-
aecdo o resp-c'.ivo esenvao sellar e pre-
parar os utos, foram me alies conclusos
e nelles proferi a senenoa do theor so
gaint .
Jjlgn p >r sentenca joat ficada a eaae: ci*
dos juBuncd;s.
Pa-sc-je os editaos reqa ridos Gustas
Re fe, 31 de Maio de 1895. JoJo
A'vares Pereira ie Lyra.
E nada mais se cent cha em a mioha
sent tea te mi trannripta, e em sea cum-
priaent", O respectivo efCrivSo, pss.-ou o
presente edita), pilo theor do q jal oliamo,
cito e nei p inti cades a O Gruilbermioa
Amalia Oarueiro Lins c aadti c ira Tborx
Corris de Araajo, a Aon Lins de
Mourg Malbaei, es .a ca o Dr. Jlo
Jo de Moura M 'gaihea, e D. Mara
Adelaida Loa Brito, oasaia com o c p -
to Jos Xvier de Fieneiredo Brito, o a
D. Fr&cc Ci Car lina Ca neiro Los, pira
no praio do 30 di 8, auistirem ao t;m s
do tuveotario dos beoa deixados pos
lecimeuto de Thood liad A-gasto do Reg
e de su mulher D. Alalaide Eadoxia
Lra do Reg, sob pena de revelia.
E para qoe chegae ao conhicmmto da
todos mandei pasaar o preaente edital.
qaa s xado no logar do e a ume
Dado e paaaado nesta uid.de do Re ife
aoa 5 de Jucho de .895.
Fu Feciaaimo de Atevedo Meilo, es-
erivSo e escrev'.
JoSo Alvares Pareir de Lv.
fazer publico que, amanha comecar o re-
cebmeato d > imposto de decima urbana
dos predios situados as freguezias deste
raun cipio e que ser recebidu ai thesou-
r > municipal, sem multa, nos trinta dias
uteis contados do 1. de Junbo, desde as
10 da manha at 2 lj_3 da tarde de cada
dia.
Secretaria da Prefectura Municipal do
Recife, 31 de Maio de 1895.
O secretario,
Zoaquim los Ferreita do RocJia
Secretaria da Industria
3a drec'ofia
Edi ttl
Pelo preaent- f-cu publica, que no dia
20 do Jai h > ao meio da serio iecebid*s
c da pente do En^eaho Novo sol re oro
Pirsptma, na Tportaccia de 6.962)5044
ris.
As | r-postas devera ser conveniente-
mente sellad s entregues em c*rtss fi-
chadas e eort.'rem em termos claros :
1- O prego ptlo qual ae p'opBem os
1.citantes a execuUr os reparos :
2.* Os lojaea os suas residencias ;
3." Proas do idontidade pro6aaional
para dirigirem e eaecutareon os tra-
balhos ; #
Havendo di as oa mais propostasem goal
dade de condi\S-p, ter preterido o coo-
cirr.-Lte que melhorea provas te idoneida-
de 0 f crecer.
Nao a. r2o acte'tai as propostas qae se
restntirem das segaiates f.ltas \
l. A qae eaoederem os pregos dos
orcam?n'8 ;
2.- As que nSo foram nrgaoisada de
aco-rdo com o prcaeote ed t.l
3.a As qae ie b^seaieo sobre pregrs
de p-epo. ts de outro ciuoarrente ;
4.* As qae foiem firmadas p r peaioas
que tiverem ja deixsdo de cnmpr.r OOt-
tractos celebrados con a eatinota repart
9B0 de Obras Public, a ;
5.- As de concurrentes que nao off -
reecm as garantas e qualidades exigidas
n> preiei te ccital.
Cid proposta versar sobre um dos ie-
ptr-s a contractir e deber traaer no in-
volucro adeclarscao d'aquelia a que te
referir.
Nenhuma propotta ser acoeita s^m qu
o proponente aprsente recibo qae prove
baver depositado na thesoarapa a impor-
taren f'e dusento mil res (2008000).
O pr p nente que ti*er p-> pota e 00-
Ihida e se reoosar a asa gnar o termo do
contracto, perder o direito a caucSo
cima exigido.
Os e resmentos des trabalhcs de qce trata
o pretene edit2l, aohaa;-3a nesta rtpart
ya disposicao dos p-oponentef, qas
poderlo examina!-oa dss 10 as 4 da tarde.
Recife, 11 de Maio de 1895.
J.t Ju.quim Kodiigoes Saldanha Jnior.
Director-gera1.
11 d de I'amarse
De or.em do Illm. Sr. Tr. inspector
deita rep rtiySo, fsa marcado o praso d^
odias j,n-. oa abiixo meaciooadoa virem
promover a medigSo, demarcayaj e ava>
liagSo dos terreos de marioba que Ihes
foram cocedidoa na liba de Itamaraca
do moijici^io de Igcarait e solicitar oa
respectivos ttulos depois de sati>fetoa os
emolumentos e sello conforme o Decreto
n. 1264 de 11 de Fovereiro de 1893 e
mais dnposi<,o\-s em vigor :
Mejor Lniz Scipi&o de Alboqusrque
MarsnbSo.
The.t no Carneiro Tacares de Mello.
D. Jo vira Alexandrioa de Miranda.
Antonio Quedes Sidronio.
Dr. 3eaioo Bai bosa do Valle.
Irmandadc de No.sa Senhjra c'a Col-
eeicSo do P lar.
Jjs Barbosa do Valle.
Marcelino Brb D. Rosa Frmkilioa de Qieiro Don-
rado Cavalca .ti.
Hermenegildo des Virgens Lima.
Pedro Marques da Silva*
Ricardo Vieira de Soaaa.
Coronel Alexaadrioo F. de A'cantara
Miranda.
Marcalino M.rtyr de Croa.
Francisco Theodoro de Macado.
Francisco de Salles e Alioqui rqae.
Josqaim Brane< d'Assampco.
Jos Pedro da Costa.
D. Dina Msria de Barros Moraes.
Antonio Dome lia C*mara.
M*r.os Jo, o% Santos.
D. Orala Mara do Eap-ito-Santo.
Maco I Fragoso da Silva.
D. M riaona Joaquina da Coace'9'0.
Carlota Msria da f/.s.
Irnesto Alves Progaoa.
Francisco B rgea e P.ivs.
Jlo Atves da Mctts.
Ji-quim Jos de Barros Moraes.
3.a Secc3>da Al'andega do Eatedo de
Pernsmouco, 6 de Junbo da 1895.
O 1. escriturario ser viudo de chafe,
Sebsstio Minia Basilio Pyrrho.
O \r J?o Alvires Pereira de Lyra,
n Recife, Estado de Peroambuco, etc
b'c<> st Dr aoa qae o presente edite 1
virtm e delta aotitin tiverem, qae, co:-
rctdo por esie meu jciio, c.r.orio do ei-
cnvlo qoe este etereve, una sotos de c-
vonUrio dos be os qae caram par f.lle-
cimecto de Tbeodolino Augasto do Reg e
c1' saa cal er D Adtlaide Eadoxia Lins
do Reg, me fji dirigida a pstijao do
theor segainie:
Illm. 8r. Dr. ais de direito do civel.
Da C.85y Javenal do R go, herleiro e ic-
?entariacte doa bens daixadoi por seo ir
mSo e ios caohada D. Adelaida Etdoxia
Lins do R*go, cajo invect. rio ss pr cede
por e e jauo, eicrivffo Felic etixo, qae
exis'.i ido ausentes, em lagar nSo sabido,
0) heideiroi D. Gailhermina Amelia Car-
neiro L'ne, casada com Thoa Correia ds
Araajo, P- Anne Lina de Moura Maga
luBes, casada ci/m o Dr. Jlo Jos de
Moar Mgalhles, D. Maria Adelaida
Lins Brito, casada com o capitao de linba
J,.t Xavier de Figaeiredo Brito e D.
Francisca Carolina Carnoiro Lina solteira,
qjer justifior a aasercia no dia e hora
que V. S. d.-signar, fio de julgada a
uutetcia serem ditos herdeiros c tades
por editaes para acsistirem ao inveotstio,
peca de revelia ; Jpublictodo-ia por t.-mta
das o ifBxs'dn te no legar do slame,
( l.aia da ii.
Secr^tar.a da Justina, Nego-
cios Interiores Instruc
9S0 Publica do Estado
de pernambuco.
Din doria da j .islfa
1.a Secr;5o. Em 6 de Jnnho de 1895
EDITAL
De ordem do Sr. Dr Secretario da
Jjbtica, Megocioa Ioteriorea e IaatrcccSo
Publica, fago publico, pa.a c nhaciment
dos intereasado, o edital abaixo transcr p
to, chamando candidatoa ao lagar vsgo ae
juii de aecelo do Estado do Para
O diractor,
Aff.nso V. de Mede'r a.
Edital
De nddm do Sr. Presideute do Saprc-
rro Tr.banal Federsl. se f a publico, de
cenformidade com aa disposi(Ses em vigor,
que estando vago o lagar de Jnia d-
ec^lo do Estado do Par, ae 1 c ia mar-
cado o praao de trinta das, para serem
presentadas na Secretaria do mesmo Tri-
bunal as ie?ic8ea dos cae didatos, de vida
mante icttraidos com d< oim:n 01 qae cc&>
provem os seas servidos o nomeadamente
as condi$3 a de idcneid.de exigidas no
art. 14 de Decreto n. 848 de 11 de Ou-
tubro de 1890.
st^S cretaria do Supremo Tribunal Fed.-
r. I, 3 de Junho de 1895.
O aeeretario,
Jo'o Pedreira de Ce uto Ferraa.
Abertura de urna coche rn para
bois e vaecas a ra Pedro II
Manoel Nones da Silva reiaereo licenca para
oastrair em sen sitio d. 48. da roa Pedro II,
fregoesli da Ba.Vis, i ma'gem do Capibarlbe,
didi coebetra para Do>s e vacos; de accor^e
com o disposto no sr1. 2 cap. IV, ti'. II da le)
n. 4, qoetn re joigar prtjac'i ado com a preien-
Cao do refloe en e pode repiesrotar ao Dr. P e-
faito 00 pr Ssoperlaieadeocia de Bvglene Mooicipal, 6 de
Tonoo de 85.
0 secretarle,
Jote Bellaco ae M Ribeiro.
De orJerja du cdsiao Or. admialstraJcr dos
Crrelos desie Estado, faco puDiico que desde
i se a bdo aheitss necia admioistraclo, com
o praso de 30 das para o respectivo eicerra
ment, a contar da data do presente edital, aa Pos preto, kilo.
iQScripcOes para os ioa'ursos s que eiao sob-
rxe tidus, em con primelo so aviso do M nutro
da lodostris, Viscaoe Ocras Pobiuai d. i82 A,
mencionados, oomesdos 00 p-omovldos een as
formalidades exigidrs pelo artigo 490 do rego-
Ismeoto bop'o?aio pelo decreto o. 1692 A. de
10 de Abril de 1834, expedido ps-s a execocao
da le n. 194, de 11 de ut labro de 1893.
Para os Indares ie praticaoies e taMeiros po-
dero lusc ever-se p ssoas extranbas a Kepar-
lica<\ de cooformidade com o aviso doHiui.-
le'io da Iaductrii. Vi.ca e Obras Publicas n.
187, de 26 do mea de Abril prximo Ando.
Para os lugares de praticaotes e soppleoiep,is |
candidatos deve o er mais de 21 anms e me-
os de 30 a;.nos de edade, excepto se ja tlvereu
exercicio 00 C >rrei< ; gorar de boa saode e es
lar vaccloadcs; ter b3m pio:tdlrxeoto e co-
nbecer as lingual poi tugese, e francesa, a g?o-
grapbia eerai, com deseovohimeoto qoanlo ao
rJraxtl, aritbmttica at a ibeo-ia das proiorg6e=
loducive, sendo motivo de prelereocia o roune-
umen o de stgoms ou tlgcmas das erguioie*
materias: dse bo linear, escriptoracao mer
cao'H, ingles a alleaao, guardada a disposicao
4? artigo 489.
Os (aodiaatos ao? logares de carlelro e sop-
plente dn carltiro (*ee ao ter msls de 21 e me-
jos de 30 asaos r. m exerciclo oe Crrelo ; goxar boa Sonde o
>slar vscc nados ; ler bom procedida ento, sabe
er e screver correte ojea e, a coatiecer as
Os Cd-jiiiaos sos lugares de praticaota de
sopsleoie de prsltcaote. carteiro e sopplente e
carifiro, piderao a presentar docuaentos qce
comprovem suas tiaoi.ii-tOes e servop, aendo
oa claseitica(,j sttendidos os qie se rtferirem
a materias nao exigidas o Regolamoto e dis-
pnssdj do esame de msteria oa materias do
concurso o candidato que apr-.-s Q'ar slUstsdo
de apprjva(fto obtido ca lastrocc&o Publica,
academia 00 msiruto spprovado ptlo goveroo.
Pelo aviso o. 181 A. de 22 de Abril prximo
lasea jo e cima citado, foi dispensado o loe 8
lirio tlgo 496, pjiendo, po t.nto. todc-a o amaoueo-
e e prmic otes coocorrerem 4s vagas de tercei-
roc ollie aei;
Te.cei.ros cfficiaes
Francisco X Antonio Jj.qiim Cavaicaote de Albuqaerqce.
Amsi unjes
OlympiJ de Arroxellas G-.hao.
Praticaotes
Ao'lio T'ixeira L os do Barros Lo eto.
Alfredo Ernesto Vat de Olive a.
M-tcel Jiaqoim ae Castro Madeira.
J^a Nai>oUo de Luua Freir.
oacio ds Silva Lopef.
Jji Bj ufacio do Ama al e Mello.
Jinuei FiKUi-i i oe Faria BoDrub}.
Al- 0110 Doarte Uaou.
Cilleros de 2' classe
Actooio Carvalb} as Costa L sba.
Anlj 10 Fraorl-co de Souz;'.
Bernardo Joaqotm d AitVddo.
Uoaco C Vilcaote de Sa e Albeqaerque.
Miooei Francisco de Alm-ida Doria.
Admioijirijan dos Correios do Estado de Per-
oambuco. em 17 .e Maio de 1895.
0 2.* ofli :ial,
Joaquim Spencer Lopes Nelfro
dem.
Miloo moldo, dem.
Medicamento para cavallo, numero.
Mappsc geraes de dietas, ceoio.
IJem psrelaes, dem, ceoto.
dem nosoiogicof, ceolo.
dem de Pbarmada, ceoto.
I :em de rrovimeoo diario, ceoto.
Mata bonao cartooado, folba.
Ovos, oj.
Oleo de linbac, caada.
Oorelss grandes para sello, orna.
Par-, k'o.
Piixefiesco, dieta, k lo.
Pao de-l torrstlo, dem.
Pa-sas, dem.
Brxe, dem.
Pincel para calar, om.
Olio para piolar, om.
Pnospboros, cutia.
Alfandega de Per-
nambuco
O cooselho para foroscimeoto de vveres dos
Corp> 8 e Hiapiul M litar d-sta guaraicao, for
ragem e ler.agem a cava h .da, recebe propostas
uo da 11 de lonbo prjximo vindoaro pelas 11
d& manha, no quartel do Comaaado da mesma
gaarDicao onde fuoccioia para contractar os
generus 6 arligos constantes ds reiac&o lofra,
dorante e semestre de Jaiba a Oetembro.
Aetrla, kilo.
Agoardeote de canoa, litro.
Ara.uia, kle.
Arfiz pilado, k lo.
Amenas psisadas, k'lo.
Aieite dece de Lisboa, kilo,
dem i:em dem, litro.
/.S'ocar retinado de 1* qaalidade, k t;.
Aseuuar de i* kilo.
Alfafa, i:eu.
A vsiade, dem.
A10I ultramar, dem.
Amarello fro, ex, idem.
Altas impressas, ceoto.
Bacalho, Kilo.
Batatas iogl-aas. idem.
Bulacoiobas iogiea, dem,
oiacbas, idem.
B sccoios, idem.
Baoba, de porco, idem.
BoUcboDss de sa ota, idem.
Baixas im^ressaa, ceoto.
Brabaole pardo, novello.
Caree verde co osso, kilo.
D.la dita sem oseo. ideo-.
Uiti do Rio Grande, idem.
Dita de porco, idem.
D.ia d caro- re, idem.
Cae em grao. dem.
Dito nioioo, idetr.
Coa verde, iderr.
Cba preto.dem.
Cugoac ti ie rbaopagce, lit 0.
Csrv&o cike, kilo.
Canao vegetal, barrica.
Caplm em tenes de 3 kilos, ut.
Cal branca, .iqoeire.
Cal preta, dem
Colla da Babia, k.lo.
C-avo?, ceoto.
Cortanelra para cilicios, urna.
CaoivfW floo, om.
Ce't fl ado de bito, reato.
(Soterr por cavallo, om.
Eocardero gao de ordeta do dia, om volme de
anD0- .
Eccadenncao de Diarios Officues, om velan
de trimestre.
Eavelljp-s para cffi:los, cento.
Ditos formato pipe almasso, cento.
Fejao molatiobo. kilo.
Parioba de maodioua, dem.
em 1 em, litro.
Fraogot, or.
Fractas, (2 bananas 00 2 laranpe) rajaj.
Ferraduras, u0.11.
GslMQba orna.
Gela. kilo.
Goiibada em lata, i em.
Guma lace, kilo.
Gjmma arables, kilo.
G ampos de me al aortidos (0 a 7), ceoto.
L ue II ro
Leona em acbas de metro, orna.
D ti em loros de d.to, om.
L'Oia (troc.) om1.
La-.agem, taatagem a ferio e concert de roopa
L Livro para a Pbarmacia, ccoforne o modelo
um.
Dito para as Ente-marias, um.
Dito para o Receitoario, om.
Dito para o Almoxarifado, om.
Dito de papel Coroone 2O0 fl'. om.
Dito papel aimaseo 100 fls. om.
Dito papel C rr, 200 0. om.
Livraoc/ss lmpressas, cento.
Lapis F.ber o. 2, doxla.
D.to de 2 corer, om.
Dito de borracba, om.
Maneiga inp'era k'ic.
Marmeia'?, ktf.
Papel tmbraao para cfficlo, roseo 00 braoco
resma.
Papel aimaseo pautado, resma.
Psp'l almasso liso, caderno.
Papel imperial, dem.
Papel 1 a-do para capar, Idem.
Ppel para mappas, 40, SO, 63 e 70 liotaas, fo-
Ibas.
Papel timbrado para carias, offic.aese sobr
tai>, orna csixa.
Peno Perry, ca:xs.
Peos Mallai, dem.
Peona Faleoo dem.
Papeletas impressas. cento.
Pasia para archivo, ama.
Pasta para esneira, dem.
Queijo de Mi..as, kilo.
Kaspaleiras tinas, orna.
Begoa de C".;0. dem.
I em de 0x80, dem.
Rap klo.
RjXo trra, idem.
Sil, li'.ro.
Sabao, k lo.
Ssecaoie. Idem.
SjpoIIo. om.
Tapioca, k lo.
Talbarir, dem.
Toocobu de Miase, ICem.
Tijolu para facas, om.
Tinta Blu'-B ack, litro.
Dita S ephtos, frasco.
Temperos e v^rduias :
Bi'tla, dote, alpim, aoobora, C007es, repolbop,
ce oiinho, salea, plmeola. tomate, (f ocio 00
masa:), coeotro, kilo.
Vela Etuile, aaQo.
Dita de cera, k.110.
Verde francs, dem.
Vassoora de piaesava. doila.
Vinagre Hoto de LiaD:a. litro.
Dito braoco, Idem.
V ono F.gaeira, dem.
Vintio do Pono. kilo.
Viobo do Porto, litro.
Vales diarios, cento.
Z.rc.30, kilo.
Con dieces
1* Todos oa ge e-os serao de superior qosli-
dade e os foroe eJores deverao eoiregal-os nos
quarteis 00 bosp-tel, doas horas depois de pe-
didos em vai-nba e stu ; e deposilarao oa Al
fiodega orna quantia como ciu^-ac, qoe sera ar-
bitra ia pelo coocelbo de torntciioeuio.
2' Deverao entretar a o da 5 de cada rrea,
00 bo pilar militar, as coolas do fornecimemo
do mes rindo, son pea de malta de 5 |. sobre
v^ior do foroeiimeoto do m> i-
3* As propostas deverao conter a declafacao
exi ressa de sojeitar-se o proponeos a molla de
5 |. da importsncia a qoe montar o ouaeo de
arug. s qae foien. aceltoe, se deixa-em de cot-
parecer para a s goar o respectivo comracto
leotro do praio que Ibes for marcado pelos jor
ose*.
4* S podero cooconer ao lornecimento os
cjniioaios que se babi'ttarem na forma do arti-
gc 18 do dec-e-.o n. 7,f83, de 5 de Mso do
I80.
I' Oa forrecedores eerao obrlgados a vender
geuema pelo p~reco do contralto qoe issigcarem
aos tfciabs dos respectivos ro p s, Hospital e
forihltxis.
C* Da falta de fiel comprimento de qoalqoer
d8 obriaces cont'ahdss, os lornectdo'es tl-
csrao eojeuus a psgar a multa de 25 |. do valor
dos geaeros e arligos regeiladoa poruqoali-
tlm dies -, a sobstiloiremoo en pagar loccnu-
neote 08 que firem comprados peloacorpoae
hospital, sob ptna de multa de 10 V da respec-
tivo valor.
7 Oa concurrentes tao obrigados a apresen-
tar as amostras dos gneros ou arligos qae fo
rem jalea 03 precisos pelo cooselbo.
6* As propostas seriio spresentsdss em dopl-
caia at : 11 horas do referido di", em qoe,
sil', se 'd> aberras e aparadas em preseoca dos
propooeoler.
9" Os fornecedo es qae reqoere-em rescieao
de contracto forem attendidos, ttcarao fojfi'os
a molla de 10 sobre o tuUl do foroeciu.eolo
do r.no aoierior.
10* Finalmente. nSo eerSo aceitas as propos-
tas qoe, cao cooleado as qosntidades e qaalids-
des dosangos celidoe, se sffaslarem deste ed;-
ul oem tambero aquellae cojos pregos esli-
ven rn sujeiios a *batimeotos oa descouto?, por
isso qae os mesmus prejos devem ser ioarls-
V618*
Aifaodeja de Pernambuco, 27 de Mato de
1893.
0 inspector,
Alexandre de Sansa Pereira do Carmo.
devem ser entregues nos respectivos quar-
teia doa corpor, onde qner qaa eJea se-
jam, coctanto qae seaohem dentro do pe-
rmetro da ctde do Recife.
3a
O f rnecimento ser feito pelos oon-
traotantea por inti ra edio do agente do
rancho cm vista de podidos por eatea or-
anisados e rubricados pelo major do
oorpo,
4
Qcando fur qualquer mereadoria repu-
tada de m qualidade aeri de* e'vida ao
coctractacte, que a ruSatitair immodiat-
me-a te, sob pena de malta de 25 *| do
valor da mesma mereadoria que pelo oofre
ser comprada por coala do contraotante
pelo prego qaa igr encontrado no mr-
calo.
Em iginl mi la 1 orrerSo oa Cintra
tantea pela demora da entrega das msr-
c dorias.
5*
Na hypothesa do final da Ia parte da
clausula antecedente os contratantes ficsm
obrigados ao pagamento das meroadorias
compradas logo que seja apresentada a
respectiva cinta, C impotentemente visada
pelo oommandante do corpo, sob pena de
ssr descontada sui importancia com o
augmento de 10 .y ni primeiro pagamen.
to qoe ti;er de Ihe aer effec uaiu.
6*
Aa con tas de f ornee i x ento para o ran-
cho serSo pelos contra antes extrahidas
em duplicata e apresea'adaa m.nsalme t
at o dia 3 ao commaedante do corpo, que
as mandar pagar dentro dos des primei-
ros diaa de cada mes, depois de devida
mente conferida* pelo fisaal, fijando aos
contratantes salvo o direito de impender o
furceoimento um ves rindo esae pra o sem
que t-.nbam embolsado a ixp rtanc'a d
couta do mea aLterior e de rescendir o
contrato ae o pagatrento demorar bs por
mata ds 3C d as.
Forne cimento aos corpos
estadoaes
De ordem do Sr. Coronel Preaidente do
oonselho econmico, taco publico que no
dia 15 do oorrente, ao meio di, receba-se
na Secretaria do 2. BatalhSo de Infante-
ra Eatadoal, onde ae reunir o ntesmo
cooselho, propostas doa generoa abaixo de
claradoa para o feroeoimento ao raooho
das pragaa des Oorpos Estaduaes durante o
semestre de Julho a Deaembro deste anne.
Cada proposti, qae dever aer feita
em carta fechada e devidamente sellada,
contera alem da preco daa meroadori
que o pr .ponente q-iaer tontraetar, a de-
clarado te aaieitar-ae nulta do 5 ./ a:-
bra o valor dos artigoa qoe lorem accei-
tos se no przo de cinco diaa contado da
data do recebimento daa propostas, nfo se
apresentar para assignar o respectivo con-
tracto :
Assucar refinado de o" olaase, kilo.
Arro pilado, idem.
Batatas iogleaaa, idem.
Baca'b"1, idem.
Cf em grSo, idea.
Carne verde, i4em.
Carne seooa, idem.
Leilii, idem.
Manteiga Trancesa, de.
Pies, idem.
Carne de pirco, idem.
Doo da Uiiab*, idem.
Tuucinho, idem.
Aaeite doce, litro.
Far'nba de nraadioca, idem.
FejSo malatisho, idem.
Sl, dem.
Vinagre de LislS1, idam.
Vinho Figaeirs. idem-
Agurdente de cana, idem.
*>uotas (2 bananas oa ama 1. rar>j-) racSea.
Verduras e temperos, idem.
l
Oa oontraotontea serSo obriga ?oa a for
recer diariamente e cm a necesaaria
promptidao aa r) i ver sis mercadoriaa que
lhe forem deridamente sJicitsdas para o
raicbo daa praoaa doa Corpos Estadoaes.
2a
Aa maroadoriaa aerSo de I* qaalidade e
Os contratantes ficac obrigados a for-
ntc.r pe'os mesmos pr-cos das mere do-
rias c>ntratad a aos afficiaes dos carpo*,
mediante pagamento viatp, oa em vir
todo de vaiea per elles assignados e ra
briesdos pla ti. ce -I, pagaveis at o dia
5 domes subsequente, mediante cania es-
pc cal para o c*da um delles.
b
Pelas it f J.c,3:a das clmalas dsste coc-
trato, c 'jas peoas nBo ie 1 chem especial-
mente determinadas os c ntrataotes ficim
sujeitos m. lta de 20*000 a L005000
mil res que Ibes serSo impostas pilos
Camm^ndantes de c >rpoa.
9
Pcun obrigados os cintratantes a faaer
naa mesmss couoic(Ses o fornecimento de
taes mercadoriaa qae fr julgada i rio para o rancie de qualquer ootra forc*
eat doal, que por ventura possa ter crea-
da, senda ceate cio feita a entrega dos
geaei\B no respectivo quarlel.
10*
Os cintratantes nao terSo direito a ic-
demnisacSo alguma por ex osso de preco
das mcicrdorias, quaesqoer qr.e sejam as
candicSes do meicsdo, o qae tambem nao
poderlo a 1 g-r p-ra eximir-ma do com-
primento do c-ntrato qoe vigorar ptlo
tempo de 6 mesea a c nter do primeiro
de Julho a 30 de Deaembro do correte
aano.
11'
Se 01 C intratantes reciaarem se dentro
do praso estpulaio na clausula lCa a fa-
aer o iarnec ment a qae sSo obrigados
pagarlo a multa de 10(^0)0 a 500<$000,
C'i fj. m; for arbitrada ptlo caosdbo que
ter em atteoclo o valor do c intrato, fi
C indo este ipso i. c:o r tendido.
lo"
Para garanta da mnlta a qae ae refnre
a c'aoaala ante c dente os contratantes re
co.hero previmente ao cifre do Cirpo
que for designado aimpirU'Cia qne for
eatipulada, a qaal s podar ser d'alii le-
yantada depois de terminado o iraso do
Cintrato e de liquidadas todas as cantas
a ells rtlativsa.
13a
Os c intratantes renuc c'arSo lodos os
essoa fortuitos, ordioarica e extraordina-
rios, Que p:dem ser previstos e todos os
Csob s 1 tos oa iac 1 tos, cogitados oa nSo
C ait-.do? e ficam em todos e em Cada om
dtll s tempre abrigados, sem que po.-sam
dellss vtbr-se, nem tllsgil-oa em tempo
-Isfum para el^am effeito, qualjaer que
lhseja, bem orno qnaesquer perdsr,
prejuiaos oa t lta de meios, st>lvo se fo-
rem ccasiocadas por iresndio cwail
deotruige por Cinveaietc a poblc>, in-
nuodacSo ou retelLil", cisos em que de-
ver ser feita o competente prova perantc
o constlha.
JoSo Al'iJo F.'gueirSa.
Te nente-st cretario.
DECLARARES
Arsenal de Guerra
A Commlt) de compras deste Arsenal ie:e-
bera p-opotas 00 dia l\ ao carrate, al ds 11
auras da maob tara a compra dos artigoa des
tioados ao provimeoto do Imxarlfado des'e
Arsenal, dorante o semestre de Jolbo a Doler-
b.*o do crreme aaoo.
A'iibmenca por Castro Naae>, asa.
Dit por F. Nery Coliaco, orna.
Arle oe mosi> a. ama.
Ca las de A B C, orne.
.aoetas de p o. ama.
Oi-yoos para loosa, ata.
Eiercicio pratlco de reda"cao e tgtylo para
cruocas, cxeuiplar.
Espooia para peoras, gramrxas.
Gil, k.logramma.
Historia do Brasil por Salvador, exempUr.
Livro de 1 leitoia, idem.
Li?ro de 2.* leilora, laem.
Li^rj de 3.* leilara, dem.
L'vro de *ystb-ma mtrico, dem.
M nascrlpio per D. v"entors, dem.
iNarmas para escripia, colleccau, orna.
selecta por Joao Ba balbo. orna.
Loosa para contas, ama.
T.Doadae, ideja.
Arligos para expediente
A'mna k de d- tfolnar, om,
Brabante sonido para emorolbo, novelo.
Cadernclas em biaaco de papel fiame paa'ado
cem 60. ICO e ISO robas, ama.
Caoetas finas orna.
netas entre-tinas, iem.
:aoiei s Dota, dem.
Cesta de T rre, tina.
Envjlopes tu sobre csrt:p, sem timbre para ofi-
cio-, um.
Dlios grandes, io tlio, timbrados para otncio-,
nr.
Ditos glandes, idem, fem timbre psra ocelos,
um. .
D tos oa sobre-cartas, timb'ado? paa (lucios
> om.
Ditos ou sobre carias, timbrados para cartas
officlaes, om.
Espaula de osso, orna.
Gornma arbica liquida, frasco, om.
Dl'a araoica em caroca kilogramma.
-.ere eocaroado e ver-de, pao, un.
Lipis prelo Kaber, um.
L.pis pr< t> Rapbael, om.
Lapis de borracha, Faber, om.
Lapis de doas c e?, F.ber, om.
Livro formato Jes, com SO, 100, 150, 200 e 110
LIO; p, om
D.to 'ormato Carr, com 50,100, 150, 200 e 250
folb s, om.
0 10 frralo Coronoe, com 50 100, 150
folbas, om.
Dito impresso, de tallo, com 200 folbas para pe-
didos do Almoxarifado, am.
Dito impresso para gola Ue preco, com 20} fo-
lbas um.
Dito impresso para gaias de sabida, com 290
folbas, om.
Dito impresfo para conbeclmento de costaras,
com 200 fo ba?, om.
Dito impregno para vales de costaras, com 100
folbas, om.
D.ta impresso de ta'ao para liceoca de a pretil:-
xes, com 200 foihas, om.
D lo para vales quiozeoses, com '00 folbas,
nm.
Dito impresso para liceoca. com 200 folba. om.
Dito Irup ceso de resumo mensal, cem -' fo-
las, om.
Dito de talo para va'ea diarios aoa fonecc-
doies, com 2'JO folbas, om.
Dito de lao para cedics diarlos a arrecada-
cao, com 2G0 folbas. om.
L'v-o impresso para asseotamento r/e tlli-
ciaes e pracas, Idem
Livro em branca de papel E com 50, 190
UO e 200 folbas, om.
Livro de ppel Calomoie*, com 290 folbas iy-
Ibograpraadas para mappa, com eacaderoagao
ieeira de cour nm.
Livro formato Carret, com 150 folbas r scadas
para reecila. um.
Livro formato Carre', com 200 tolbis ri-,cadas
psra despeza, nm.
Ltv.-o em Draoco, riscado, com 210 folbas, for-
mato Carret pora reeistro de tiro, nm.
Livro em braoco de papel fame, paa ado, com
100, t0 e iu folLas om.
brelas graedes para sello, po.
Papeletss pa-a guias de costures, ceoto,
Paot-le Papel ti Uacd', pautado, formato Cironae, Eco.
C rre!, rtai3io,J-sa e Colombio', foiba,
P.pel ame pa-tado,resma,
Pao I fame liso, idem.
Papel ingles rosado, sem timbre, para tullios,
dem.
P^p 1 inglei'rosado, com timbra para illlios,
idem.
Papel ioglez braoco, timbrado, para cIUioj,
dem.
Papsl oranco de lioho, Idem.
Papel ma a borrao, folba.
Papel pardo para embrclno, caderno.
Papel Verg, panudo, cideroo.
Papel imperial cade n1.
Papel timbrado para ra las officiaes, eaixa,
rapel sem timbre pira cartas ofli iies, idem.
Papel de Mono portogoe verdadeire, para mi-
nota*, idem.
Pe.mas de acu. fe- j ca xa.
Peonas "0 ago Ma'iai eaixa.
Panna de ac 1 Falcr, cxa.
Pinnas de ac 1 caiygrapb cas, ai xa.
P eulbas oa araiipo* para papis, > aixa.
Pasiade oUado de uiversss tamanbas. nina.
Rilaces cu mformicOea para condocta ae tll-
eles e pracas, nms,
R'gaa de eoaao com faiso de mV.ai, so-lilas
orna.
Raspsdel-as corr Cabo de osbp, orna.
Saboteies fieos, cm.
Tinta preta de escrever, garrafa,
Tiota preta iogleza pata escrever. um boiao de
1/i litro, om.
Tinti earmeBiro, frasco, am.
Tinta Anloioe. ooio, om,
Tesooras de ac psra corlar pape', ama.
T nteiros cu eserivaoiobss de viuro, urna.
Cjoberimeolos impressos para CCQ'as aos forne-
cedores, 01.
Vasos para Impar peonas, com eecova, nm.
As procostaa ''evero ser em duplcala com
r. U(,ao a cada fpec.e de arligos, traxer uo alto
o nome do p'Opoaeuie, a indwacao da casa com-
mercial, o""cu%ero e marca das arrostras apre-
sentadas, ader.Uracao expresea de fe eojeitarem
a molla de 5%e mais mullas do Reguiamento
Vigente.
Os propocentes meociooaro no subscripto de
suas propostas a especie de artigo proposto. o
uume'o e a marca das amostras qae apreeeata-
rem e data da sesso do Conselbo.
T.tos os arligos qoe serio postos no A's&cal
por conta prop-p,. de conformidade com os pe-
didos que Ibes forem 'eitos, de primeira qaaiida-
de e com a mxima promptidao,
Secretaria do Arsenal de Guerra de Pernam-
buco, 8 ae Janh de 1895.
J. Francisco Ribeiro Machado,
" Secretario.__________
ArseDal de Gurera
O cooctlbo economio das compsobias de
aprendiaea artfices e operarlos militares, recebe-
ra p-orotas no da II do correte as 11 to-as da
mantift. para a compra dos arligos eegoinua. des-
tinados ao raocbo, doraote o eeme.-lre de Jalbo
a Deaembro deste aaao :
Arros pilado, kilos.
A.ssU'Er maecaviobo, kilos.
Aieite doce, litro?.
Baoha de porco, kilos.
Bacalbao, dem.
Cat i m g''o, tdem.
Carop e de, iderr.
Carne cecea, idem
Carne de porco, idex.
Falleba de mandioca, litros.
Ke jao moaiah}, dem.
Leobo, acbas.
slanieigt Bretel Freres-.k'lo?.
Toociobo le List?, id m.
Paes de 125 grammas, um.
S I. litro.
Vinagre, idem.
B itatas, ki'o.
Uj.e goiata, dem.
Qoe jo Fiameogo. dem.
Viobo Fi^ner, iros.
Sapatos de cuo, pare.
Coioellas de ur pares.
Graxa para sipatos, latas.
Escuvas para ditos, u:a.
Cortes de tatello de apreodiiP, um.
Roopa lavada e passada a ferro, peca.
Roapa lavada e com bolees oregados, peca.
Observar, Ces
Tudos os gneros sero de primeira qoaliilade
e po8io8 do Arsecal por conta do con'ractante, o
qoal ficar* sojeito t molla de 5 % no caso de
rerosarem a ssigiar e coolrscto.
O coLtraclaote ser ob igado a entrar com 08
geoeros qoe Ibe foem peuid s no praso de 2
Doras, Ondas as qaaes ao'So compradas no
mercado e pagos po' conta do meemo.
As propoftas dev r8o ser em duplcalas com
relacaoa c.da especie ds artigo devendo traier
oo alto o nome do proponette. a mdicacao Com-
me-ciil o duq e-o e marra das amostras o praio
improogavel da entrega e declaracSo expressa
suietar 4s peoas do
Regalamento em
no subscripto
ue se
viiOT. ._
O- propoaentee menciona-ao,
de toas proposta, a especie do artigo proposto
nar.ase oameros ai aios ras que ap.eseota-
rem a dita Serc*"- _
S'cretana do Arsena' de Goerra de Pein;m~
bocc, 7 de Joobode 1^95.
Jas Francisco Ribeiro Machado,
Sscretarl".
COMPANHIA _____
DK SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados x
eceita aannal:
De premios contra logo x
De premios sobre vidas
De juroB
Arente em Pernambuco,
Boxwell William ckC'
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.000
155.000


*
i


if
-?

Diario de Pernamboco Domingo O lio Inulto de BSQ5
DBIWY-CUIB
DE
fEBNAMBDO
Oicepado ao corpo commercial desta prac,a
QUE SE REALISARA' NO
Dia 9 de Junho de 189S
Terminando com a entrega do impor-
tante
PREMIO
Urnapassagemde Ia classe, ida e volta para a
Europa (Lisboa).
50 libras esterlinas para as despezas da va-
geni.
Urna malla contendo um corte de casimira fina
para um costume, urna duzia de camisas, col-
larinhos, punhos, meias, ceroulas, lencos e
toalhas para rosto,
Um binculo e urna cadeira espreguicadeira.
i Momea e * relio* Natura lid. s i 2
Cor da vrcl-
mtnl
Proprletartos
l* PareeJunta
Commercial -800 metrofAnlmaen de Pernamboco. Preni os
25U0OO ao 1.*, 50i0.li ao 3.a e 25*10O so 3'.
Accionista
He ,lady.....
Nilo.......
0a' or.....
Pleiide.....
Pi Graode-.
Girara......
Cabioda.....
Traidor.....
01 Oaj-Fuado.
Castanbo.
Foveiro..
Mellado..
Castanbo
RoJado...
Caslaobo ...
Alazio......
Pernamb.
5'
51
51
51
51
31
51
51
51
51
Azul............
E'jcaroado e ooro ..
Atol e braaco......
/erde e amarello ..
Ooro e verde.......

Encamado e branco.
Roso e ooro........
Encarnado e preto..
C. Vlrfe3.
J. Corre>a.
A. Porto.
J. Maia.
J J. Siotoa Jooior.
1. P.M. Fonseca.
C, S. Franca
C. de Albnqoerqoe-
Armaodo.
Maoiel F,ruino
2*. PareoBolo de Pernambnco 900 ore r s. Animaej de Perramboco.
250JCOO i, fiOOO ao i; e 35*000 ao 3.*.
Premios:
P*-r>'_____
-runo...
3 "Uporlr.
4 R.
B.Djc'li....
6'ia>ra36si
Castanbo....
Rodado......
Mellado.....
Rodado......
Castaoho ...
Pernamb.
eo
fO
50
50
E0
50
Encarnado e azul.
-irjuco...........
Bocarnadoe ooro.
\ia\ e branco....
Azul e encarnado.
Branco e preto....
Cood. a'.ao.
F. S.
(J jo lelaria Arrala!.
A, Porto.
J. F-
A. Pi n en le.
3. PareoTeiegrapiao warionai 1.000 metrosAoimaes de Pernamboco. Premios
350JCOO ao 1.*, 70*000 ao 3* e 35*900 ao 3.'
Pernamb.. 5C
Mscotte..... Castanbo.... c 50
Bai'-........ V 50
CocqoistaCor Castanbo. .. SO
Roy-Blas.... i 50
Timoneiro... Tardilbo..... * to
P oto e branco........
AtfQl e ooro........
Encarnado e branco...
Eacarnado preto...
Amarello e braco....
Encarnado e preto...
A S.
Cood. Monriscana f
B. C.
ood. Vigilancia.
Vicente Costa.
'Icol. Vigilancia.
4* pareo-So leaadea Anonymasi-1.500 metro?. HandicaoAnlmaes de Peroam-
tinco. Premios : 00*100 aol.', 103*000 ao 3.* e 50*000 ao 3.*
Ida.......
Furioso-..
Torco !..
Hirootelle
Me la o. ..
Patcbooly..
Rodado.
Alaiao......
C'loclo .....
Mellado....
RttSBO ...
Pernamb.. 50
54
50
53
40
c 40
Preto e branco..
zol... ........
azi:I e otro-----
Encarnado......
Preto e braoc...
llosa e branco..
Cood. Crozelro.
M L. M.rado.
Cood. Vi til.
J. Nevee.
M Pimentel.
5.* PareoCommerrio Pernambucano3.500 metros. Handcap.kaimtea de Per*
uaxboco. Premios: i:000* ao l.*, 200* ao I* e 100*000 ao 3.*
Camors......
Todo ......
Feoiano......
Tnumr Qi>...
Nanauo......
Caslanho....
Mellado.....
Rodado......
Balo.........
AUziO......
Pernamb.
51
4?
53
51
58
Azol................
Verde e amarello.....
Encarnado e preto....
Ene., eteto-eb. brtDc
Rota-e prete.... ...
M. Machad.
J- Mora es.
Cood. Vigilancia.

Cood. Crueiro.
6." PareoArles-1.000 metros. Anlmaes r>e Percamboco. Premdi : J50*0CO ao !.
50*000 ao 3. e 51000 ao 3.*
Tlmooeiro... Tordllbo.... Pernamb.. 50
Dictador..... Roairbo......
Sans-Soncl.. Baio......... 9
Preto........

Cccquis'.ador.
Encarnado e relo...
Azul e encarnado....
Azol e branco.......
Aso! e amarello......
Encarnado e crneo..
Socaroado e branco..
Cbad. Vigilancia.
C. Rezea.
D. a. L. ae Mallos.
J. S. P.
A. J.
Cood. Vigilancia.
7.* PareeAjtrlculiura-1.200 metros. Aoimaes de Pernamboco. Premies: 300* ao
1*, 60* ao 28 e 30* ao 3.*
Betlin.......
Patcbooly...
fla'ury.......
P.tropolis 3
5 Vingador.....
Zaino...
Rasgo...
Balo....
Rodada.
Pernamb.



50
Pre*o e branco......
riosa-e D-aoce......
Braoco e amarello...
Verde e ooro........
Amarello...........-
AS.
M. Pimental.
Cood. Nacin: 1.
J. T.
oad. Porto en e.
8* Paree Alfaniieg* de Pernambae-700 metros. Animaea de Pernamboco que
Do (eobam lijo clasaincicao no* prados do Recife, conlaado oo nao victoria.
Premios: 300* ao 1.", 40* ao 1' e 20*000 ao 3.*
Tip-Top.....t
Plorato......I
CaDioda.....I
Mahomet....'
Pernamb.. 51 j
Rodado...... a V
Gaetanbo.-.. c *
c
Azol.................iJ. Fer-ei ra.
Socaroado .........M. Alves.
Encarnado e branco.. |L. de Albnqoerqee.
draaco e encarnado..Icood. Porloense.
9." PareoCrrelo de Peraamkneo -1.003 metros. Hinicap. Aaimaes de quilqce-
paiz. Premios : 200* ao 1.a
Dorohy.....
Gipsy.......
Apollo......
Dooradilbo..
Ja-iyanaz....
AlazSo......
AlazSo......
Alazo......
castanbo.....
Castanbo
logia erra.
Inglaterra.
. da Prala
Pernamb..
S. Panto..
54
75
48
43
50
3raoco e preto.. ....
Branca azol e encaro.
sale branco......
Oaroe preto.........
Escarate e preto
Cood. Crnseiro.
Cood. Nova.
C. Frateralda-le.
Coudelaria Colombo.
P. A.
Observares
Tocando a peeagem os animaos deverao estar juntos & respectiva casa para serem Imme-
dlataaente enstlbados e segolrem para o barrado no centro da rala onde a poderao estar oe
jockeys e os tratadores oo criados os qoaes nao poderlo ter commnnicacao com pessoa algoma
Alies de realisar-se a corrida.
Continoam em vigor todas as resologes at boje adoptadas pelas sociedades byppicas
des'.e Estado, constantes dos seos cdigos de corras e iDstroccOes ja publicadas.
Dentro da cafa das apostas, na sala destinada a venda das pooles, nao 'era lngresso
pessoa algoma alem da directora, commisio riscal e empregados.
Os Srs. joize f terao lngresso na sala cootigoa a da veoda de pooles.
Os Srs. empregalos devem estrar no Deroy Club as 10 boras da maoba em ponto, sob
nena de nao serem admitiiduS no eervlco.
Caama-se a attengo dos Srs. apostadores para o borario qne ser* restrictamente obser-
vado, fechando o Io pareo s 11 boras em bobIo.
Os jockeys qne nao se apresentarem conveniebtemente trajados com as cores adoptadas
no proeramm jr seus pairOes, nao serao sdmlltidos i. pesagem e serio multados de accordo
com o art. 51 do cdigo de corridas.
Os animaes Inscriptos para o parro deverao acbar-se no eosilharnelo i 9 1/3 borsi
da manbi.
Os Torfaiis. serio receidos at sabbado 8 do correte, la 3 boras ds larde, na Secre-
taria do Derby.
As pooles qn? nio forem pagas no Prado da Estancia no dia ds corrida so serio pagas
3 d:as depcis na Secretaria do Derby.
Os premio* serio pagos 48 Doras depols da corrida na Secretaria do Derby Club i roa
Doqoe de Cutas n. 20, 1* andar.
O expediente para) esta corrida encerra--se-ba sabbado 18 do correte as 3 boras di-
tarde.
A directora chama s alteoci) dos 8 s. propietarios e jock'ys para o art 31 e seis
e art. 46 qoe sao restrictamente obaervados.
Secretarla do Derby-Clob de Pernamboco, 6 de Joobo de 1895.
O gerente,
A.. A. Gomes Penna.
Companhia North Brltlah & Mer
eantilee Insnranee
Capita. subscripto 3,00O,uOO 4> 0*
fundos accumulados 9,452,452, l* 5'
RECEITA. ANNUAL
De premios contra
Fogo 1.495.418 10- 9
De premios sobre
divida 992.379 6' 1*
JE 2.488.196. 12* lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nao
se responsabilisa pelas transaccSes fei-
xas pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
Abertura de nina fabrica de caja
e.licorrsr |na oa H'.t
Shooeraman & ti., requereram a abertura d^
uma fabrica de vinhos e licores Jo fruclas na-
cionaes na casa n. 286 da ra 89, de accordo
com o disposto do art. 2 Cap. IX Til. 2 da
lei o. 4, quera se julgar prejuJieaio com a pre
tsncio dos requerentes pode representar ao Dr.
preeito no praso de 8 das a contar de hoje.
Superintendencia de Hjgiene Municipal, 4 de
Junho de 1895.
O secretario,
Jos Bonifacio de Mendonca Ribairo.
Matriz de S Dto Antonio
Vrnerikvet Irmundailc do S. Sacra
melo
E L EI g A O
De con! jrmidade c >m as d spos Q5es do com-
promlsco, convido aoa rmaoa denla veneravel
irmaudade a c m parece rara em Doaeo consistorio
as II toras da maoni do dia 9 do correte, [ara
0 flm de proceder-es a eleicSi da mesa regedira
do anoo comp-omlsal de 1895 i 18)6.
Censiftone, 5 de Junho de 18P5.
O e-cii i,)
Fononato Aooto dos Sictos Porto
Sociedade
Monte Pi Bom S .ircesso
D tolos os Srs. as ociados a cormarecerem em
s.-emLl1 geral ordinaria no djuiiogo 9 do cor-
rele, a< 10 oras da manha, em nossa sede i
frca B rj de Lo:eoa i. 26 a liga do Paraizo,
aBm de asslstirem a leitora do 1- semestre do
correte anoo.
Secreta la da Sosledale Monte Pi Bcm Soc,
cesso, 6 de Jooho de 1895.
O secretario
Joio da Silva Saraiva.
Associa^o Comuiercial
Beneficente dos Mer-
ceiros.
A directora da Afsociaeao
Commercial B. dos Mer-
cieiros, commuaica ao seus
associades e a todos os
membros da classe em ge-
ral, da qual ella e legitima
representante, que acaba dirigir-:e ao Congresso do
Estado fazendo indiciosas
ponderacoes e solicitando I
modificaban no augmente
dos imi o itos designados
para dita classe, no pro-
jcclo do o* camento que vai
vigorar do I. de Julho
docorrenle anno em diante.
E convencida como es1
d Justina da causa em que
babeada a sui reclamacao,
guarda silenciosa ds po-
deres pblicos do Estado,
favoravel deferimtnto a sua
preten^ao, do que lhes dar
immedatamente sciencia.
Recifef7de Janhode 1895.
Joaquim Christovao.
Director.
Polibio de Olivein Pinto.
Io secretario.
Companhia do Bebe-
ribe
Aswcaajibla geral
Nao se tendo reunido numero legal
de accionistas na primeira convocado
feita para a reuniSo da Assembla geral
ordinaria do anno de 1894, sao de novo
envidados os Srs. accionistas a compa
recerem ao dia 10 de Junho prximo, ao
meii> dia no 1.* andar do predijo n. 71, a
roa 15 de Novembro, para tomar em co
ahecimento do relatorio, contas e parecer
da commissao fiscal, relativo ao mesmo
anno.
Na mesan occaaao ter lugar a eleicao
do presidente o secretario da Assembla
geral e memoro da commissao fiscal.
Esta reuniao se effectuar com qualquer
numero de accionistas- na "forma da lei.
Recife, 23 de Maio de-1899;
Graciliano Octavio da Cruz Marins.
Director-gereate interino.
Companhia togMM Col onial
ASSEMBLA GERAL EXTRAORDINARIA
Convido os seobores acciooistis a comparecer
em assembla geral extraordinaria no da 15 do
correa'.e 11 Cora da larde a roa de Commercio
0.34 1 andar, aflm de tratar-seda c teres
sea finaaceiros aesta C mDaohis.
Reci.e 1 de Jonbo de 1S95.
Jos '-oocilvee P,ato
^^^ Presidente.
Tothe English Spor-
tmen
He maosger of tbe Coudelaria do Arrajal
sella special borsea ot magoihceat raclne lime
for Iba races (bal tbe Eogiieb portmen preicnd
to realne oo 13 b. trst.
Tosac and trest tbe Cosioess.
Lecife. 6 de Jutbo de 1895.
Joaqnim M. Pestaa.
Associactto Commercial Beae-
fleente e Associacto Com-
mercial Agrcola-,
Convidam a todas as classes ccmmerciaes af-
fectadas pelo projecio do utnru or<,amenio esta*
doal para orna reonio qoe lera logar no dia 10
do Torrente, i* 12 Oorus da manta, no edificio
da A>sor;a;o Commerciil BaneHcenle, aBm de
disrnlir-3 e lomar-se qoalcjutr dellberajao.
Recife, 6 de Jooho de 1895.
Arihor Gjmes de Mattos Sobrinbo,
Scretario.
Jcs da Siha Lo yo Ntttt,
__________Sec-ea-io.________________
Companhia Ferro Carril de Per-
nambac)
A comecar -lo 1- de jlho prximo fleam sem
valor lotos o p ;s es coic^didos aos menores
qoe feqoentam aoUs prim^tiis
Esciip'.nrio d Goipanb a Ferro Carril de Per
namboco, 6 de Juobo de 1893.
Feippe de Araojo Sampa'.o
G> rente.
S. B. dos Guardas M.
Sogaros contra Fosa .
Rojal Insura-nce Gompany
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLfflAM & C-
COMPANHIA TETHYS DE SEGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
ana do vioabio n. 1, 1." andas
Directores
Bario de Souza Lefto
Thomai Comber.
Julio Cesar Taes Barrette.
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
De ordem do Sr. director, convido os Srs. so-
cios a se reonl-em rm nossa sede ao dia 11 do
rorrete, pelas 6 1/9 be ras da tarde, arim de
cesse da termioar-se a leitora dos esiaiatss.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechan i-
eos e Lioeraes de Pernamboco, 8 de Jocho de
1895.O 1- secretario.
Gastar Antonio dos Re.
do Uecife
Por deliberado da aseem lea - Malo, fol marcado o trate de 30 dias ireproro-
gateis, a contar derla data em oante, p.ra os
socios qoe se acbam em atraso, 6carem quites
com os cofres eociats, cooaiderando-se elimina-
dos para a sociedade aqoees qoe ts;im &) o
zerem lindo o prazo marcado.
O 1- eecretarlo
Joe Fernanda i de Asev do.
MsV
C'-'MP. NiIA
Centro Commercial
Sao convidados os Srs. accionist s desta com-
paorna para fazerem a qoiota entrada de s?o
rapital, na razSo de 10 0/0 no Banco de Pernam-
boco. dentro do prazo de 30 d>;s, centados de
boje.
Macei] 6 de Ju. be de 1895.
Oj directores
Tibercio AIvp-> rt> Carvslbo.
Boa'eora Axorim.
l-edro de A'melda.
m immi mmm wm
ILMRSO
DE LONDRES
Es t abe Ice i da em 1803
capital i.too.ooo
(Bs S4,000;000(|000)
SBQEA EDIFICIOS E MERCADOBIA9
CONTRA O FOGO
7 AXAS B A I XAS
PSOMPTO PAGAMENTO DB PREJCIZO
Sena descont
Agentes
ttlVOWNS C.
l'oipanbhi de Navegaco Ca-
rioca
O VAPOR
Santelmo
E' esperado do
sol e seguir de-
pois da demora
o costme para
o Rio de Janeiro, Se ntos, Pelotas, Porto-
Alegre e Rio Grarde do Su!
Para carga, passageos e encommendas trata-
se com ob
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RA DO COMMERCIO N. 6
1.' andar
Red Cross Lioe of Meauers
E'esperado do?
portos do norte
oo dia O de Jo-
obo, e 8, h'.ra dd
pois da demora
neceseaiia para o
Para e New-York
Ovaporinarlez
Lisbonense
Para caiga e e'ccmmendas trata se com os
CONSIGNATARIOS
Pater & C.
Rna 'do Commercio n. 15
Johnsto
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Plienix Pernaiaabu-
cana
BU A DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
MARTIMOS'~
Prince Line of Steamers
lames knnll \t laillc on-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE CS
Estados-Laidas, o trazi! e Rio da
Frata
B' esperado doiodp r" eNtw-3
York at o da 95 Jo correle,
e sabir A depois da necessarla
demora para a
Bahia, Victoiia, Rio de Ja-
neiro, Santos e Paran-
gu.
O VAPOR IKGLBZ
Indian Prince
Para carga, el"., traa se com os
Ccnsignatarios
Johnston Pater e Conip.
Roa do Commercio n. 15
UARGEIJRS REUNS
Companhia Franceza
DE
Xavega^o a vapor
Linba regalar entre o Havre, Lisboa,
Peroamboco, Babia, Rio de Jareiro
e Santos.
O VAPOR
Colonia
Commaudante Lequeux
E' esperado da
Eo-opa at o dia
18 do correte,
seguir depois
da necessarla de-
mora para
Macei, Bahia, Rio ^le Ja-
neiro e Santos
ftuga-se aos Srr. importadores de carga palos
vapores desta llora, qoeiram aprsenlar den
ro de 6 dias, a contar do ds descarga das al-
varengas qoalqoer reclamacao concernenta a to
lomes qoe por ventora lenbam secoido para os
portos do snl, a jm da se poderem dar a tempo
as'providencias necessariss.
Expirado o referido prazo a companhia nao it
ssnonsabllisa por extravos
Recebe carga: i tratar com o
AGENTE
Flix Bandeira
9Rna do Commercio9 |
ROJai M 8IN1 PCI8l IsDfelBEI
O paqaete
Thames
Commandante Jamts B:..nder
L' esperado da Eu-cpa no
dia 1* do cerrente, segoin-
do depois oa cerne::: io-
dispensivel para a
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
i. B.Previne-ee aos Srs. recebedores de
mercadonas, qoe a Companhia Mala Real ioglv
Ca, contraeton coi) aGecnat Steam Navegation
pompmvom servicoda vapores semanaes qoe
camodo de Bordeaos, Cognac, Lbarenle, devem
cnegar a Soolbampton a tempo de naldearem as
largas dastinades America do Sol para os va-
dores desta companhia.
Esta companhia acceila por precos rasoaveis
para Valpaialso at Abril, paeasageiros com este
destico por va de Buenos-Ayres e entrada dos
Andes.
Tambem aceita passagelros para New York
a Soutnamptoo, por especial arraojo feito com
a Companhia Allemand Lloyd, podendo demora-
rem-se oa Ecropa casi o desejarem.
Reducc&o nos presos daa patsaaets
Ida Ida e volta
A Lisboa 1* classe SO .0
k' Sonthampton 1* classe 28 52
Camarotes reservados para os passageiroa de
Pernambnco.
Para carga, passagens, encommendas e di*
nbeiro a freie, trata-e com os
AGENTES
Amorimlrrao & C.
H. 3Roa doB IMos HmitliBi
LINHA MENSAL
Vapor Cordonan
B' esperado da Europa al o
da 19 de Jonbo, segotodo de-
pola da demora necessarla para
fia?
Bahia, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos Ayres
Entrar no i orto
Previne-se anda aos Srs. recebedores de mer
cadorias qne s se attender a reclamacfies por
la I as, qne forem reconhecida" na occasiao da
descarga dos volantes; e qne dentro de 48 he
ras a contar do dia da descarga das aLvarengas
deverao fazer qoalqoer reciamacAo coocerneo-
te a volumes qne porventura tennam segmdo
para os portos do sol, afim de serem dadas a
lampo as providencias necessarlas.
Roga-se aos Srs. paatageiree^e ae apretenU
em na veepera da chegada do vapor para toma
em as anas passagens.
Para carga, pasesgeos, encommendas e diobei.
r j a frete tratar com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRES-i-42
1. andar
Soyal Hoogariai S?a Naiigatioo
Companj 4drra Limited
O vapor hngaro
Szent Istvan
E'esperado de Trieste at o
dia lo do correte, segoio-
do depols da iodispeosavel
demora para os portos da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens, encommendas e dinhel-
ro a frete trata-se com os
AGENTES
Henry Forater & C.
Rna do Cjmmercio n. 8
1* andar
Hamburg Suedamerikanis-
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Santos
E'esperado da Enrona al
o dia i do corrente e
segaira depois da demora
necessana para
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, frete a etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann & G.
18Sua do Commercio18
1, andar
Conipaohia Peroambucana d
Nwga^ao
PORTOS DO SUL
Maceio, Penedo Aracaj e
Bahia
O paquete Una
Commandante Carvalho
Segne no da II do cer-
rente a> 4 ho as da tarae-
Recebe carga, encommpedas, passagens e di-
oheiro frete al as II boras da manca do dia
da partida.-
Cbama-se a atiencao dos Srs. carregadores
para a claoscla 10* dos coobeclmentos qoe a
eeo*TJte :
* No caso de baver algnxa reclamacCo con-
ra a Companhia, par avaraou perda, deve ser
feita por escripto oagrn'.o respe.tivo no portj
da descarga, dentro de tres diae derols de tina.
lasada.
Nao precedendo esta formalidade Compa-
nhia Oca isenta de toda a rerpiusabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Companhia Peroambucana
n. 12
Rub. M. Slomans Line
O vapor
Catania
E' esperado di
sol no ola 18 do
^crreole, e aabiri
* i o i da demo-
.acecessariapara
Rio de Janeiro e Santcs
Para narga* e pa-Faeenn trata-se cm os
AGENTES
Pereira Careeiro C.
RUi DO COMMERCIO N. 6
1.* andar
LEILOES
Terca feira, 11, deve lar lugar o leilo de
fateodas avariadas.
N< rxesma ccasio, /ei a> dos movei3 de es-
c-iptono dj cin-olado de P'argi. iraospo.- adoa
p.ra O armasem da ua d B)m J'SOs o. 45.
Ho meno armazem veode-se m b I as da jn'i
co novas, pianos, cadeiras ce jcn;o e munrcs
oot os movis.
JLeilo
De orna m?sa recrotarla, I estante envidrai;a-
da, 1 armario eovercisado, 3 mez?s com cve-
las, 1 sof, 7 cadeiras, 1 p-ateleira, 3 bilaios
para papel e movis p-rleoeen'js ao consolado
de Frsnfa c :raosportados par*
O AR)|AZ3H DA RA DO BOM JESS N. 45
T^nja-teira, 11 do cbrente
O agente Pinto legalmente aotorisado pelo Sr.
consol de F. anca levar a leilao os movis ci-
ma mencionados, as 11 boras co dia teiga-feira,
11 'o corren'e.___________________
lliOli
Leilo
D- 1 tom sobrado de 2 andares e so ao, sito
roa Corse! Suaseuoa o. 24. fregoezia de Santo
Antooir, tendo os cernidos segoiotes : o pavi-
m- n'.o te'reo 3 portas de frente, sendo 1 da es-
Cida, 2 ea 1 8. 4 quirtis, co.-inha e cjointal ; o
andar 2 portaa de frente com varanda de ferro,
2 salas, 3 qnarios e cosinha ; o i andar os
meamos comroodos do 1 e maib 1 solio com i
ealas e 1 qoarto, etc.
rer$a-feira, 11 do corrente
A's II horas
lo armazem ra 15 de No-
tembro n. 38
ATI6A DO IMPERADOR
O agente Oiiveira, por mandado do Ex tu. Sr.
Dr. jais de direito da provedoria levara a leilo
o tomado cima e-c >p'o a reqoerimeoio da
tnventsriaote dos beos qoe ricaram por fallec-
ment de sea marido Ao:ouio Jo de Heira e
Silva.
Os Srs. pretenderles desde ja poderao exami-
nar o referido predio.
Leilo
i De chitas variadas, coot lo da eaixa marca
ESP n. 474 descarregada do vapor Danobe
tom avarla d'agna do mar.
Ter^a-feira ti docorrente
Ageie Pinto
RA DO BOM JESS N. 45
Em continuado
Bros, sepbircs, colchas, lencos, collsrinbos,
boiOes, cambrala de llnbo e ontras fateodas,
miodezsp, chap-'os, grvalas e abotoadoras.
Kn>coo lonacfto vende o .-gente P,oto os mo
veis e mais objectos exsenies no armazem da
roa do Bom J--us q. 45. a saber: HB
Mobillas novas de juqco torcido e austracas,
ditas de Jacaranda, pao carga e faia, cadtiras
avolsas, de balango e de goarntc.ae, espregoisa-
deiras, ca-ifciraa para meninos, dons toilettes,
camas de fe-ro, aparadorts, guarda roupa?, re-
logios e malas.
Um realejo graode, 1 commoda sntlga, 1 fo-
gao de ferro, I machina para lavar roupa, 1 ba-
obeiro de ebuvisco, 2 machinas phusograpbicas ,
2 pianos, 1 Ut ioa, 1 lavatorio dnplo. 1 filtro
aovo, 2 relogios de mesa, pan os para mesa,
qoadr08 ecapiteis.
Agente Oliveira
Leilo
Quarta-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
Na casa n. 79 a roa Nova de Sacia Rita, boje
Padre Haois
O agente cima, por mandado do Exm. Sr. Dr
joiz do civel e a requenmemo do depositarlo
levar a leilo om casco de ferro em 3 pedafios
e perlencente a Compaobia Minerva Progresso
Peroambocano. .
03 Srs. prelendenles desde ja poderao ir exa-
minar o casco.
B
AVISOS DIVERSOS
Sementes de Hortalizas
CJaegadas sao Je
Completo soruaeato
Roa estrella do Rosario n. 9
Pogaa Mendes A C.________^^
Pianos na agencia Oliveira
Raa do Imperador n. 39. ba para vender dona
planos por prcjos commodcs, sendo om comple-
mente novo, das 9 as 5 boras._____________
Vendem-se portoes de farro de,6 palmos a
10, grades de ferro para cima de maro, ttrico
e jirdim, bsndeiras para portas, traoqoetas e
ferrolbos ce segoranca, lodo ds ferro, orna
grade de ferro para ponte, bocea de forno, for-
qnllba para parreiral e lerraco, carrioho de u ao
a rodas ditos; def.ooie do forte dss Cinco Poo-
les, tend de (errelro n. 4.
i
*

i

a



Diarle de Pernamboco Domingo 9 de iuilio de 1895
0
T-
t
Dr. Felippe de Fisruelroa Faria
Trigsimo da
CeiiUano Jos Ribeiro de Vasconnelloi e soa
aultier Leooilla Munn Rioeiro d Vascoccellos
convidara a lodos os seos patentes e amigos
para bs'ihoi a oiisaa e memento que mandun
celebrar por alna des eo aino e compadre Dr.
Fellrpe de Paos ro Faria, oa matris desta po-
o.cio. peles % b tras da manra de 17 do car-
ente, 30 dia do aeu nfaosto patsamenip, pelo
qce aoiecipam o seos aaradeclmentot.
AI(Oa $ef-a. 3 ilo Jnnrn 895.
401000
t
Cfti los Pinl de Lea os
Placid:a Ja obiua ue Lemos e eos nioos agr-
ce m a iodo seis p e ite* e amitos qne
acomprobaram ao cemiterio publico os restos
eco tasa de af a prendo >sposo e pai, Carlos
Pulo de Lenes, e de ojvo coovidam os para
asaiEilrem as ma*a* de timo ota que terao
lugar Da ordem 3* de 8. Praocisco, oa segunda
(eir 10 do correo e, pela 8 horas di manLS, e
desde )l se toaletsiro s>gra t
Luiz de Franca Zamba
1* a o inversa io
Vessia alaria de Souia, INjrci-o Qointloo ue
Sooza. Luin Praocelioa de Espirito. Sao a trml,
connado e obnoba do ioditoso Loi de Fraoca
Zumba, de eterna memoria, ccovidam os s uj
pareles a tmigos pa-a assisU-em a mlsaa qoe
manasen reaar i cr alma do mesmo no da 11, as
7 1/2 boras da macha na ig-eja do Lvameaio,
pelo qne desde ja p nhoraiu soa eteroa gra-
tidao.
Paga se a quintil cima po-nma eos nheir-
qoe deaempeane aeo ira albo com perfeljao i-
nurm emc;s> do patrio ; a tratar na Praca
Tira Peo lea o. i-__________________________
A o commercio e ao
pub
ICO
Dn logoi Goocalves Villa-Verde, teodo de
embarcar ao vapor tClyJe aqu esperado do
di 8 oa 9 da corrate, com dast uo Portugal,
scieotilxi qoe Bcam como seoa procuradores o-
Srs Francisco Antonio Perntodes. jo- de Son-
ta Brax e Jeao do BomOm Saleaelro, com pode-
res para tratar de todos a qualqoer negocio,
qaer commerclaes r o particolares. Porianto oa
rers miop, qoe pela prestexa de aeo embarqae
nio se ple desped' pessoalmente, Ibes offerece
os 8Pos dim'.notoa prestimos em qoalquer logar
que ae ache.
Recife, 8 ce Jambo de 188S.____________^_
Chamo attencao
?Loi Cordeiro de Bpnevides, t^ndo arem?talo
em leilo do g-'oe Oliveira as dividas da masa
fallida de Alvra da Cosa & Filbo, ven por ease
meii dar scteccia aos Si8. dtvedores di rresma
massa, que tem de lser aa uobrancaa amigavel-
meote oa iodlciaimeote ; oniroslm, o mesmo
cima re=iie na Caponia a roa das Peroambo-
canat n. 30, ende podtra ser encontrado al 9
bnras da uanla, e a tarde d s 6 boras em
dlao'e.
Recife, 7 de ionbo de 1695.
Luix Cordeiro de Benevide?.
Clemente Linia
A familia, pareot, s (p esentes a ars?ntei) de
Clemeote Lima, agradecer aqoeliea qne ae d u
oaram acoropanbar o s-u enterro, e a todos coo-
vidam para *;s eiir a miaga qne mandam rezar
pelo seu eterno repouso no i circo dadaiea
trasaasso, eqoe lera lugar oa matriz ce Saoio
Antonio, aa 7 de ras da manta de segunda lera
10 do crrante, por cojo rbeqmo protestaos a
sea gratlcao e prjfando r>corbecimeno.
TeiienU' coronel Joaquina Can-
dido de Olivelra Marque*
Ea epbaua ae Onveira Marques e reos irmjs
meooria fsancem a lodos es compsnbeiros
eaDri.'os qoe e dignaram acompanbar a aua
nltima morada o seo extremo-o pai, teoente co-
ronel joeqo m Candido de 01 veira Marqu e
de novo coovidam p a a-siatirem a i missas qne
pelo reponeo de sea alma mandam rezar na
uenceicSo dos Miniares, no da II do correte.
i' 8 toas da marina ; pelo qce a te:ipam seos
agradeciroenioa. _____ ________
Attencao
r PrecisE-se de om Irabalbador qne entenda de
iardim ; a tratar na t.-avesaa do Co*po Santo o.
I/, rmazem.
Caixeiro
Precisa-se de nm caixeiro de IX 11 annos
o na pralica de molbadop, dando Bador de soa
coedocta : a tratar ni roa de D. liarla Cesar
numero 24.
Taverna
Vendr-'e nma taverea com arma^ao de amr-
rello e envldre^ada ; na roa. do Principe nome-
ro 22-A.
t
Gabinete de Leitura Ga-
melleirense
Teodo esta eociedade de mandar celebrar
missa na matriz neeta villa no c;a 12 d j corre-
te, as 8 boras da onaob, pelo trigsimo passa-
m-nio do nosso prtclaro cooaoeio Manoei Alves
de A*aojc, coDvma a iod. a qoe della tize-em
pane, para as s'irea a esU acto ce CirWade e
religiao.
hrisluvuu KinrJo tli Huinr
Mj Trigeaiteo i la
Amalia Geb V I conciba aos aeos pareo'e',
amuos ecompanb iros, para asst rem a mis-s
qoe por aoa alm manda retar na igrej* da
Santa Croz, te 8 boras do ola 10 do corele,
trigesanj dia de seo pacsameoto, e desde ja se
cotfesaa g ata a todos quaoto comparecerem a
estaacto de'?ligl'.__________________
Atiendo
Compra se cautelJas do
Monte de Socorro.
Ra da Praia n. 8
Cosi he ira
P-ec>sa ae de ama coainheira e da om criado
de 12 16 anco*; a traar na roa da Imperairls
D. 16. 1- andar.
Amas
Precisa-ae de nma para serrico de orna caea
ae doas resoaa e ootra para tratar de criauca ;
irfciar na roa lropT.al n. 184.
Parallelipipedos
D-se de erap eitada o
abnco de parallelipipedos,
fornecendu-fie a pedra. Tra-
ta-se na ra do Commercio
13 1 "andar.
o.
Lligar inglez Ph
er
Henry Daviea. eapiao do navio i'ima, pede
Proposta pira coocertoe, a saber :
Reparos de vtraodaa de popa e escovem de
am:racao, podeodo os pro, ooentea examinar a
aoocenoa no dia 10 do correte, teodo recebico
prepo-tas no cooiuladu iogiez at as 2 obras de
'erca-felra 11 do crrete.___________________
Fabrica de arelo
ignas e limonadas pasosas de
lod s as qaalidades
Seda water, gioger, ale, limSo, laranja,
nrago, abacaxi, granadina, grosellas
ranbonaa, baunilha, faortellpimenta etc
8 tC.
12A=CAES DO CAPIBAR1BE12
Ama
Precisa-ie de orna ama para lavar e engom-
ar para pequea
a o. 85, aoarado.
familia ; na rna da Coocor-
GRANDE
HOTEL COMERCIAL
xa:as3PaDA.FiXA.s
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Esta importante estabelecimento, sob a direccllo do sea hbil proprietario MA-
NUEL GARCA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
pintura interna, j pela promptid&o e aceia do servigo culinario aduaneiro, j tam-
bem pala posijo hygienica do^seu ediiicio.
Depoia de ir numeras transformacoes por que tem pausado esta Hotel, consegaio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje nma bospedagem qne deTe aer
preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* a 2a clarees relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, so, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantards e
banquetes, a contento dos Srs. pretenderles.
AP3EB.5TIYOS
POR SE MANGER. Salpic5es, ostras, lagostins, salchiehaa, etc peixea em
latas, queijos flamengos, suissos e do aertao, doces seceos e em caldas, estran-
geiros a nacinaes.
A IIIM- A
E'esp'.cniido o sortimento devinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Verrnout
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a. a se boiro, odos racebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao com mu m do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinbo Bordeaux em quartolas e cognacs
finissimos, que vende as melhores condijoes do mercado e procosaem competencia.
GRANDE HOTEL OOMMROILA
Continua a manter em seas depsitos completo sortimento de utensilios paraa asn
dendo sempre por precos mdicos: -___
MACHINAS A VAPOR de diBei-entea systemas e tamanhos de Robiason e outros fabn
cantes, e de 3 a 12 cavallos .........
CALDEIRAS A VAPOR mnltitubulares de Fletcher para fancaonar com o ofogpas er.
nalhas das tachas. ,__.
CALDR1RAS A VAPOR Cornish e typo locomotiva para runccionar com lenba e bgaeo-
RODAS para agua:
BOMBAS de motun-continuo.
MOENDAS e meias mosndas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadaa e caldeada.
ARADOS de differentea avstemaa,
CRIVACOES para fornalhas.
-MACHINAS pira descarocar algodao de 14 a SO erras com almentadorea a empaatadore
a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direceao de sua fabrica o Sr. engenbeiro Augusto Clark, ventajosa-
mente coahecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalbos de montagem de grande numero dr
zinas unecionando neste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a produccSole
qualidade de assucar.
APPARELHOS e meios apparelhos de vacuo ;
DISTJLLACOES completas para alono! e agurdente a vapor e a fogo n, para grande e
pequeas fabrica.
52-ETJA BAMO DO TRIMPH-52
PARS
6, Ru a Mtrengo
e em todas ai
| Pharmaclas do Braill.
SNDALO BRETOIIIlEflU
CONTRA. %
BIENNORIHAIIA
e toda,u
OUSTUSdiBEUti
Dorn^as do JEsttaago, Falta de JPorcam,
Anemia,, Febres, etc.
E8M0 *"'^<
Ghlorosis, Pobreza do Sangue,
FERRUGINOSO ^~
Lymphaltsrno, Escrfula, Amollaimento dos Ossos, fe,
Wi. HUiHa DtwM bii*i
de | O ME8MO
Debilidade, oto.
SAINT-RAPHAEL
'h ,vv\\>.:.*
M
w/////////////Miimm\m
Vinho fortificante, digestivo, tnico, reconsti-
tuinte, de sabor escolente, mais eficaz para as
pessoas debilitadas do que os ferruginosos e quinas.
Conservado pelo methodo Pasteur.
Receitado as Molestia' do estomago, Chlorose,
Anemia, Convalescencic .; este Vinbo recom-
mendado s pessoas j idosas, s jovens, mulheres
s crian gas.
-"Main ta Ptrntmbuoo: C* riaci[tu fUaut'"
.0Sr,RA0SDLSAU0FcD
i UCZMCnnos pea inspectora ckral de hvoikne de rio oq ;;'
Aperientes, Kstomachicoa, Purgativos, Depurativo*
Contra a rauta de avppetlte, a Obstrnooao, a aoxaqnua, as Vert"~3
as concestaea, etc. Dote ordinaria: 4, >lSjri03.
Deccoonar das faiscacoes. Exigir o rolulo 3untoET3CsccerJDlfian03
^&^-^*'tSS$QSti* ta t/at>W8FVts>MsnzcM
E3ROT2 o cea tsdao C3 Vtsc^~
.cada Iettra.de
WM es evo ran de worno, PrenUo G runde.- Sxpoai<;u universal, Pariz 1889.
^ 14 Di.lcasu de Honra, 18 Medalhma de Ouro e O Medaluat de Prntm.
FhRH\IHa lctea nestleS
cua aasr, c bom iihb
t? o mcHior alimento para as crianras de lepra ladc. Su^rc j
i losafficiencia do leltc materas! e facitao deamanm. Com seu V
uso nao haxlarrhea neta vmitos e sua.dlgeatao (acU e compteU.^^
Efnaregi-tt tmbm vtntajotamente como alimento pin ~i
Adulto a ConvikscanZ's que tem titmafoi delicado!. w
LEITE QOISalEgiSOO IESTLS
TerOadelro 3.3ITE PT7RO SU VACCAS stnssa.8 tendo conserrado seu aroma
'todas fuias qualldadesnutritivas. Alm don raudos servlcoa que esta coD^erva pirata i Frota,
I ao xerdlo e aos Hos^ltes, ella lem g-auhado sua policio na alimenUco dos parUcultrefi";
^ao* Tuies ella aasegura umlerte aajrauavel, sauJavei u oaturat
r;;r : Risa : iunu sesti ti tana S riiila : ararxo aa ViasasJlOB.
A casa aenrl STeatl Dio tem nals, como outrora, nm uolco agente para BrumUi
, aau producto acham-8t> as ptiDcaptai casas Importadoras, rogaras, pcarmaclaa loias
[de comesciveii
HENRI NESTL, em ?EVEY. [ Uf*Z ?Z~ SLU*"""' 9
mm^mmmmmmmmmmmmmmmmmm
de FIGADO FRESCO de BACALHAU, NATURAL B MEDICINAL
O raelhor aua aiittt, poii qu obttve a mais ata recompensa aa
Expoaiclo Univcrbal de Pariz de 4 889
Receitado desuc 4o annos, era Franca, Inglaterra, Hespanba, Portugal, no Brazll
e as Repblicas Hispauo-Aracricaiias, pelos primearos mdicos do mundo
intelro as Crlanaas racnltlcas, Pessoas iracas, contra as molestias do
reato, Tone, Tumorea, Xrrupp6es da Valle, etc.
znuitoma,iaactivoqjea$ Emuladeaqu* conilm matada datfuaaqua otOIeoe broncos
de Norueaa 401 ouaas & dapuracio faz perder urna randa Darte da tuas pnpriedadaa euratiaat.
Tende-te lomeoU en Iraicoi TIIARGUtAREt. Eii ir so envoltorio o sello da nion des Fabrican ta.
TOico proprietario : BOGO, 2, Ru CastigUono, Paris.i: tu todas as pharmacia
VINHObeBUGEAD
^ONI-NUTRITIVQj
lCOM OUINAj
lE CACAO
O melhor e mais agradavei dos tnicos, receitado pelos mais
{Ilustrados facultativos de Pars, nos casos Ce ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de qualquer natureza, DOENCAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENCA.S.
Se acha as principaes Pharmacias.
e Grageas de Olbert
[4FFECCES SYPHILITICAS
VICIOS DO SANGUE I
Vardaaelrof prodacto* fcilmente tolerados
pilo eatotnago e os Intestinos.
Cilgir a* Firma da
I O' eiBKRT s de BOUTIGNY. Phirmiceullco
Xeccttudos pelas celebridades mciieaes.
Dscoiima- das uutacOe
Aesawpaa. U*iaowt-L.rrirTa. Pian.
REMEDIOS
LE ROY
Popalartf em Franca, Amoros, Hespsnhs
rosa coloniaa, no Brai, aoodt aatao sntnrlavtas
palo OoaaeUio da Hygiena.
Vomitorio Le Roy
ltimamente empregado como prspa-
ratao para o oso-da Purgante.
Purgantes Le Roy
Srti Umiot eoilirai 1 Mata.
Sao proprlc* para qualoraer doanoa.
Urna oatioia axplieatita aittoln aada garrafa.
Mas Le Roy
rtrac(o "oncintrado dos Remadloi Uquldoa.
jia prospteto explicativo iwt cata Iraict.
Otruco de 100 pil. B1 O Irasco aa as, 1'BO
Acautelar-ae das lalieaooea
qualqaer ProdncteIH Ui Imri em
reco ti rsanusU CQTTM Deira ta LE NT
B1, Hm da twin, B1, asa fas i,
DEPOTTOg BM TO>Ag AS PHAMtAOaaA
Plvora
De todas aa qualidades
em barra e em la ti n has ven-
de-se no ercriptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
B.ua do Commerc'o n. 6.
Bichas de Haiuburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porfoes applica-se rentosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
ESPECIALIDADES
T. JONES
DE FERfUnHfll INGLES
CXTr.A-FIWA
VICTORIA ESSENCE
parrme mala delicioso no mundo.
una grande colleccao de extracto* pan o lenco
da meama quaJldadc.
LA JUVENILE
Po asm mistura chlmica al? ima, pane reato.
BBBBMaW lDTlsl vel.
CRUAM IA.-IF
Cmi ao em todos oa climas; na* ensalo
dcaaofiatran **a superlorldadc sobra os outros
Cold-Creim
AaWA aW TOUOADOR JONES
tmn a retreaonta KayUM natn m
?toadnras de loaeelos
WUIXIR r FASTA CAB.OHTI
tlIIMrin tx sptico a tontee. Bran Baa> e tcrtMoals tangir*.
S3, Bonlawd dtw nt^BErtcl, 89
SIROP
duK
irrltacao ao peno
Tosse
Expectoraga-O
Insomniis
Ne-vralgias
Dores j,
I Pars 28, ru tortera.
rj? DELAKGRENIER
r fc? tsrts se su lama atUaanal a '2*\
'm/ sssbsjsj afete/a carta 9\
'<} oours as o>'
BROMCHITES^ "HNFL*Zr
< e i Irriuatti ti hila a ti sarfUU.
Sem opio, morpnlna nem co- ^
i delna, sao raceltado oom Si
,' ptimo tito e seguranca *
Lo 4ert*BQa* padecendo JTi
^ nutcaonuKHE ,N-
Criado ou copeiro
Frpclsa'Ee de om ; Da roa de Paysarjdn' uotce-
IB 19.
AMAS
\ (apuea ra Joaquina
Yuliuco n. 55 precisa-se de
tima cosinheira e de urna anua
para lavar e engomar para
meninos.
Pagar-se beni,
Gaiata esposa
Ko Momos matlo aieate mundo
Cniqnlobo veotia c. va a toda presta ao
commercio, ro do Crespo n. 11, loja Estrellit
da America e compre me 1S covacos de nma
linda pbaotazu de Dome Sirndiofia. de 1*600
o covado, nao se demore, do contrario...
Simplerio esposo
Prompio mmba Ctnqnha.
Que rateada esta ? oDde crmpraslea ? oh
criada I ira. a de la n obras de misericordia.
Pois a coof nao esi fra.
- W o casoNao comes oada neste mondo.
Cbiqonba... en comprel... em casa do
oosao compadre.
Que com; aire, qne cada, en nao te disse
qoe (osee a rna do Creipo o. 12, loja Estrellas
da America, nao sabes qne oeste bem mootado
eetabeleclmeoo lem rm liado e variado sort
ment de lateadas Qoas e modas e qoe sens pro
prieta>ios recebem mensalmeaie de Paria, Ingla
ierra e Allemanba, monas lateadas lidas e qoe
os mermes do xoito agradareis, sinceres oa
medida e moilo ratoaves em prego ? volias,
vais engeitar, traga-me a faien la pedida e as
amoitras de
Sedas oe cores arrepiadas na nltina moda.
Vaidoaaa.
Sedas de edres, obifoof te, f yatena cescoabeei-
do.Suspiros aoe vio e vem.
Caibemiras de coree, de cordao, nltimo gosto.
Bombardelo.
Sdaa pretaa, 14800 o covado.
Paooinbo macio, Moa cambra.a, 10 varas, 'VK)
a peca.
Fioo tecldo de cOree, com salplcos. Slrandlota.
S asdecorp, Pernamboco na Ponta.
lats com listras de teda, Adela.de, 34900 o co-
vado.
ana com lUtras de seda, Elvira, 41000 o co-
vado
Lana com liatras de tela, Mnrak, 34200 o co
vado.
Cactiimiras de con s. Tenbo domes de ti, &4000
i o covado.
Laas com salpicos, As Tres Maras, ?4500 j co-
vado.
SJas, ral; Gas no vos, As uoeras, 44500 o o
IC.-vado.
*i*'Jas, tecleo de gorgorio, Hei de amar-te at-
morrer, 64000 o corao.
cabemira preta e de cores, K&0 qoero trxoree
34B00 o covado.
Gbius escoras, Sampaio molle, 320 ris o co-
rado.
Cbitas claras, 6 de Maree, 500 tis o covado.
Cbitas escuras, Haja pao, covado 500 rea.
Pbaotazia, Nao me toqoe, 800 ris o covado.
Cretooes, a flor do baile, 600 ris o covado
Lindos padrfies ae cansas decores, Lydfa, 400rs.
o covado.
Greones, Sampaio doro, 500 ria o covado.
Ditos, Gusto de ll. 480 ris o covado.
Ditos, Pucaee, 500 ris o covado.
Ditos, Traeos de amor, 400 ris o covado.
Ditos, Bernarda. 00 ris o covado.
Dito.-, Regencia, 480 ris o covado.
D tos, Floriaoo Peizoto, 500 ris o covado.
Ui.es, Prodenie de Mo'aea, 500 ris a covado.
Uros, Republicanos, 700 ris o covado.
MeriDa pretoa para batina.
Ditos cor de caf pira btvtina.
Gra;.de sortimento de merinos pretos e de cores,
lisos e lavrados.
Velbotina de todas 'is cores.
Su'3D, completo sortlmeato
Lindo sortimento de cambraias bordadas.
Cortes de vestidos braocos boriados.
Vestidos em cartOes bordados a teda.
Pbaotaiia, Beljoa do mor, 14500 o covado.
Llnoo sortimento de flchot para seaboras e me
nloas.
Esplendido aorllmenlo de faiendas pretae.
a Semaaa Santa. 'flMsfi
Peituoos ae Huno, lisos e cordados.
Grande sortimento de bliooterias.
Pannos de crocbet para sof e cadeira.
Novo sortimento de grvalas.
Comple o 8ortimenle de esparlilbos.
Camisas bordadas para noivo.
Ponnos e collarinbos.
Camisas do iinbo brancas e de cores para bomem,
Vestnarios para baptludo.
Bolsas de mao, inglezas.
Tapetes para sof e cama.
Sobretodo de orna e doas vistas.
Ditos de borracba para borneen.
Capas de borracba para seobora.
Camisas braceas para neniaos.
Vestoarioe ameiicaoca para meninos e meninas
Chambres.
Goarda-p.
Piaoella lisa e de titiras.
Cbales pretos.
CortiBadea de crocbet para cama.
Cortinados de crocbet para jaoella.
Cortlnadoa de cambrla para cama.
Mantbtis de seda pretas e de cores.
Cobertores amerieaaoa, 14800 om.
Bata encarnada e atol.
Cortinados de corea para cima,
Liados cortes de casemira.
Casemlras em pegas pre'.as e de cores.
Grande aoriimanto de roopas fetas para bornea
oopas feltas por medida, perita tesoora.
Corles de foatSo branco e de cores para collela..
Atoalbado de liobo e de algodao.
Pacaos da costa para mesa.
Seroulas elsticas.
Serotrlaa de liobo e de algodao.
Liados padroes de crep para coberttB.
Bolsas de tapete.
Ditas de algoaSo pretts e de cores.
Csmittat te la para bomem.
Ccberus, colchas e cobertores.
merino preto lavrado, 14500 o covado.
Las com salpicos de seda, doas largaras, Cen-
oinba Verde, 34500 o covado.
S .as de listas, Carnaval. 34200 o covado.
Pautla de palba de ada.
Camisaa de mela com lisas de core?.
Cachemiras pretts, salpicos de eda, cores.
Abra a porta sinb.
Leqoes, nltimo gosto.
Liooos lisos, de listas, de qnadros e de salpicos.
Jolieta.
Cacnioei de leda e de corea.
Vellodilbo de cores.
Boffalo.de cores.
Capachos.
Estrellas f'Amerif.a
flt-Rua I-de Mareo t*
Antlgaido Crespo
MAXQ0K8& LIMA
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abaixo assfgnados, carne de prt-
meira qoalidade, nos talhis da roa Marqnei do
Herval 11. 97 e 1, e Gamboa do Carmo n 1.
Este prego seffrera alterac&o para mais oo
para menea, sempre fe accordo com os preo
do gadonts fei-a.-.
Recife, 18 de Mtio de 1895.
Fiura Lima k C
cr
L
Q.
DELICADO
AGUA
FLORIDA
e/s\ O prfaX \ .
PUM SEM
RICA '* RIVAL
't' wm sr^B
Manleti sempre a sua popu-
larulade. Cautela com as
imitaOes.
m DURADOIRO
73
m
n
73
m
co
o
>
z
H
m
m
^
Ama
Precha-se de orna ami que coaiobe e faga
compraa ; a tratar do tarcei-o andar desta iypo-
graphia.
km
' Precisa se de orna ama para cuidar de urna
rrianca de anuo e meio ; na ioa da Uoiao nu-
mero 65.
Ama
Precisa-se para coslobar e algom servico mais
de cata de familia de doas pesoas ; na t'avetaa
da Praia do rorte n. 6.
Cosinheira
Precisa-3P de orna na roa do Raogel o. 19, fa
brica LitTafette.__________________________
tin beceo dos Ferelros n. 6, precisa se de
ama foeinbei'a._________________
Preclaa-se de dona criados na coebeira
da roa de Loii do Reg n. 54.
Chegaraml!
Bonecas com mollas
a 1>000 a duzia.
Loja da Peda
Ra da Imperatriz
n. 78
D mingos Fernandes
HASMAGL4 '
Ameficaoa
Precisa-se de pratcos a
de criados i abilitados.
_^_-_^^.^_^
Boaraoenda erada
d'agua
Qoem precisar far motto boa acauiaigSo de
ama expeliente BBoeoda em perfeito estado, com
carretas de 8(0, broezea, parafosos, todo com-
pleto para alentar em madeira, tendo 40 polle*
gadas por 26, e assim nma roda d'agoa com 18
palmos de dhmetro e 7 de largu-a (syUema
Leandro) tendo tambem om gigante de ferro
com 8 pollegadas de groasnra com 4 rodetes
qoe faiem tanger a moenfa em altora soperlof
i roda. Veode-se o qoe esta cima mencionado
aa otloa Cabeca.de riegm, estacAo de Frechei-
ras, oode em qualquer dia se poder*, ver para
ier negocio.
Tijolos
Fabricados na fabrica de Ctmarsgibe, de sn-
perlor qoilldade, ende-sa lo escriptorio da
C'ompaobialadastrlal Per.aaoacaca. roa do
Commercio o. 6.
p.ecisa-se de nma ama para casa de peque-
a familia, tratar na roa da Palma n. 45, paga-
se bem._________^__________ _
Aoga-se oo vende se om sillo na travessa
do Motocolomb em Afolados, com muttos com-
xiodoe para familia, e bem arborisado, a tratar
ao m.'=mo en na esta^So de Afogados.
FOGOS
g ISSSS3
Caxas de msica
Importantes modellos dotos.
Secretarias proprias para presentes.
Receben a Relojoaria David ra do
Cabug ii. 14 desde 150000 a 4001000.
Grande sortimento
0
PARA AS N01TES
Santo Antonio,
S. Joo e
S. Pedro.
Fogos chinezes para sa-
loes, caixas portidas de di-
veisos tamanhos e outros
avulsos proprios para salas.
Fogos americanos para
sa'oes e jardins, de muitaa
qualidade .interessaotes no-
vidades.
Fogcs nacionaes de todas
as qualidade.^ dos primei-
ros iabricantes.
Baloes de todos tamL-
nhos e de todas as cores,
com desenhos feitos a c^J
pricho e asmicadaf3 para
salas.
Ai-chotes elctricos para
varandas e parapeitos,
Vende-se na ra da
Imperatriz n. 12
LOJA DO SOUZA

f

Baal
r
1


s
Diario de Prnambnco Domingo O de fuislio de 1895
Cal rauca e Vir-
geiii de Jag-ua-
rifoe
A Companhia Explp-
rdora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
explorad >ra de cal bran-
ca e virgem, avisa a os
consumidores que nao
tem succursaes nem
agencias, n'esta eidade, e
que os verJadeiros pro
ductos se encbntram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
Para cosinhera
Precisa-so de um niulher
j idosa para o servico de
cosinhera, de casa de fami-
lia, a tratar no escriptorio
do Diario.
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POR
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*
'A ENTREVISTA
(Continuado)
Bem sabes, caro senhor, que para
te servir que eu tenho presea de me levan-
tar ; a partida da embaixada que envas
a Kioto nao pode ser demorada.
Porque me pediste para ser ebefe
des sa embaixada ?
nicamente pelo prazer de te ser-
vir.
Nio esse o nico motivo, disse
Fid-Yori, sorriado.
Queras alludir ao mea sapposto
amor psr Fatkoura, pensou Nagato, rindo
tambem.
Se o principe for prudente e deixar
pasear esta super-excitacio, poder partir
dertro de tres das, opinen o medico.
Obligado I excamou Nagato ; sto
vals mais que todas as tuas drogas.
Nio digas mal de minhas drogas,
tornou o medico; aiada nao est acabado
o tratamento.
iaudou profunda mente o rei e seu nobre
cliunte a retirou se.
Ah I exclamou. Fid-Yori, tea de-
GKANDE
HOTEL AMERICANO
Ra 15 de Novembro 29
K*talie leci lien lo de primeira or-
dem.
Casa montada com laxo e com-
modidade n'ii m do* ponto* mais hy -
gienicos da eidade do Reife.
Accommoda^Oes magnifica*, to-
da* com janella* para a rna.
Esplendida *ala derefei^oe*, a
maior e mal* arejada nesta capital*
A co*iulia acha-*e a cargo de um
perito cosiiheiro.
FALLA SE DIVIBIDS IlIOIAS
PKECOS HAS0AVE1S
PROPRIEDADE DE
N. GKUNBERG
A
CAMIiARIAE ALFAIATARIA
15 Ra do Visconde de Inhacoa 15
( Anliga do ra do Rangcl)
Este novo estabelecimento acha.se sob a direccao de Alvaro Jos Pereira,
antigo e conhecido camiseiro n'esta eidade por isso acientifica ao respeitavel pu-
blico pernambucano, e a todos os seus freguezes tanto da praca, como do maito qut
alm de um bom sortimento de finas casemiras, brins, brsmantes, lellas, ptimos
madapoloes, esguiSes, entretella, crotones eetc, tudo o que ha deru..is apropriado
para o bom fabrico de camisas Esta casa tambem se encarrega da reforma ou con-
cert de carnizas. Grande deposito de camisas das qualidades e j>recos seguintes :
Duzia de 1.* classe com punho ou sem punho
Duzia de 2.a classe com collarinhos
Duiia de 2a classe com punh e sem punho
Duzia de 2.a classe com ollarinhos
XAROPE DE REUTER N. 2
O MELHOR
PURIFICADO
PARA O
IINS UE)
Como remedio da Estacan Calmosa; parlflcador do saDgni*, digestivo
a apeme Denhum onlro appellidado deprrativo o a falsaparnlfca se appro
xtma seqoer ao Xar pe de Keoier n. 3. Combina qoatro grandes propieda-
des em nm so remedio, operando a om tempo sobre os orgos digestiros, o
saogue, os Mas, e os Intestinos.
Absoloatamente naotralira e expulsa pelas eanaes ioteslinaes, ria e
poros da relie, os germens necivos, que tluctum no saogne, na orira e na
transpirado.
DEPOSITARIOS DSTSS PRODUCTO i A Companhia da Drogas e Proa noto
ChimicosRao Marque de Olind* n 24.
PEQUEAS PILULAS DE REUTER
Pigado entorpecido cora-se poeltlnnaole com estas pillas. Ellas
sao om remedio purgativo livre de parlgo para o bomem miis fraco, tao bem
romo bastanteaelvo para o bomem mu forte, e nao constipam depoia; pela
accSo geral agrada a todos ane ,as nsam. Sao as pillas enlamarte da pro-
docjs medica dos Bsiados-oldos. Sao as menores e mais Tacis a tomar.
Qaarenia em caa Irasco.
PARA
O
lltilDO
SABAO CURATIVO DE REUTER
Tomores, cravo, pelle Tennelba, spera e oleosa Impedido ou carado
por o mais grande de tedos os aformoseadores da pelle, o Sanio Carttivo de
Renter. Prodoi a pelle formos, branca e clara e mos brandas; absoluta-
mente paro, delicadamente medicinado, extremamente iocompararel como
sabao para a pelle bem como do toocador, do baobo e do qaarto das criancas-
cautela. Nao genuino sem cada envoltorio ter a marca re-
gistrada de Barclay & C. New-York.
MEDICINAL
PARA
TOILETH
TRIGOFERO DE BARRT
Urna preparacio elegante, extremamente perfumada, ramove todas as
mporexas do crneo, perservativo contra calvicie e cabello cinsenlo ; fas o
cabello crescer espesen, bra> lo e formoso. Infallivel Dar corar erafcO^s,
aoentae da pelle, glndulas e mscalo, e cura rapldaaente as cortadoras, quei
maduras, fui 'as, toneleras, etc.
CAGtbal-No genuino sem cada frascr ter a marca registrada.
PARA O
CABELLO E a
PELLE
THEO. JUST.
Casa de commisses e epre-
sentaces
EXPOSICAO*
CATLOGOS 3B
_ X3ES3B3NTXXOS
de innmeras fabricas de todos os paizes da Europa e
das duas Americas, tola espacie de mercaderas, de
nacbinas e de materia prima.
Deposito do afamado RCOL cCIM> o melhor des
i afectante conhecido.
Deposito da bem conbecida ODONTINA do
Dr H. Rirted.
sejo de partir a prora de que nao me
enganaram ; ests apaixonado, Yvakoura,
tn amas e a feliz I
E Boltou um longo suspiro.
O principe encarou o amigo, esperando
talvez urna confidencia, mas o ontro co-
rou um pouco e mudou de conversa.
Vs, disse elle abrindo um volume
que tinha sobre os joelhos ; estou estu-
dando o livro das leis ; preciso refor-
mal-o, suavisal-o.
Ha um artigo que deVes supprimir,
aconselhou Nagato.
Qual ?
O que trata do suicidio mutuo por
amor.
Que diz elle ? perguntou Fid-Yori,
folheando o volume.
E logo :
Aqni esti : t Quando dous amantes
protestam niorrer juntos e se abrem o
ventre, seas cadveres pertencem jasti-
(8. Quando nm dos dous nao foi ferido
mortalmente, tratado como assassino do
outre. Se ambos sobre vi vem tentativa
de suicidio, sao considerados reprobos.
Isso ama iniquidade, disse Naga-
to ; nSo se tem o direito de morrer para
escapar a ama dor intoleravel ?
Ha ama religiSo que nega esse di-
reito, murmaru Fid-Yori.
A dos bonzos da Europa I essa, coja
doutrina abracaste, segundo cerronte,
disse Nagato, procurando 1er no olhar do
amigo.
Estudei, com effeito, essa doutrina,
Yvakoura ; ella tocante e os padres que
a ensinam mostram-se cheias de abnega-1
c&o. Emquanto os noasos bonzos s pro-1
curam enriquecer, aquellos desprezam as
riquezas.
Depo8,_ Iba, nSo posso esquecer a
sesna terrivel que aasisti urna vez, nem a
sublime coragtm dos christios padecendo
as horriveis torturas a que meu pai os
condemnou.
Eu anda era crian ja quando me obri-
garam a assistir um desses supplicios,
para que eu visse como devia ser tratada
aquella gente. Era perto de Nakasaki,
sobre a collina. Nanea mais pude es-
quecer.
A collina estava cheia de cruzas, for-
mando ama especie de floresta de arvo-
res mortas. Entre as victimas, de nariz
e orelhas decepadas, marchavam tres
criancas (parece-me vel-aa anda) desfi-
guradas, ensanguentadas, e que mostra-
ram urna intrepidez gloriosa diante da
mor te.
Todos os desgrasados foram amarrados
em cruzes e passados lanc.a; o sangue
jorra va e as victimas nem sequer gemiam ;
morrendo, pediam ao co perdao para os
seus algozes.
Os espectadores ahriam a bocea em
gritos medonhos e eu, cheio de pavor,
gritava tambem, oceultando o rosto no
peito do principe de Mayada, que me se-
gurava.
Depois h juve urna precipitacSo para a
collina ; todos qaeriam disputar as reli-
quias desses martyres e os daixaram mis,
crucificados.
Ao mesmo tempo que fallava, o siogoun
ia folheando o livro.
Eis aqni justamente a ordem de mea
pai para o maesa ere :
a Eu, Taiko-Sama, condemnei esses ho-
mens morte, porque elles vieram ao Ja-
5So dizendo-se embaixadores, com o fim
e pregar a lei dos christios.
Ordeno que sejam crucificados em Na-
kasaki .
Fid-Yori arrancn esta e outras pagi-
nas contendo leis contra os christios.
Achei o aae doria supprimir, disse
Duzia de 3. B com punco ou sem punho
Duzia de 3.a B com collarinhos
Duzia de 3.* classe com pnnho ou sem punho
Duzia de 3.* classe com collarinhos
Duzia de 4.a classe com pnho e sem punho
Duzia de 4 com collarinhos
Em duzias fazem-se bons descomas
Linda exposijo de gravatas, lencos, punhos, collarinhos, meias de 1S e
algodao, para homens, senhoras ( meninos; o que ha de mais fino em aberturas de
amisas, 'lizas e bordadas. ,
A fren'ejda officina de alfa'airia hcnn as- perito e habilartista
85,5000
90*000
728000
785TC0
60$000
66OOO
485000
540000
420000
48S0OO
Aos Senhores negociantes
industriaos.
mdicos e advogados
Almanak Litterariu Pernambucano
A Empreza do ALMANAK LITTERABIO PERNAMBUCANO scintifica
ao publico que j se acha no prlo a edicejio correspondente ao anno de 1896.
Aos Srs. NEGOCIANTES, INDUTRIAES, MDICOS e ADVOGADOS
desta capital e do interior e a todas as demais pessoas que quizerem annunciar na
alludida publicaco avisa a mesma Empreza qua remettam os seus annunc'os para
Livraria Boulitreau, ra 15 de Novembro, n. 46, at o fim de Junho vindouro,
acompanhando-oa da respectiva importancia e com a declaracao margem se o an-
nuncio remettido de pagina inteira, ou de meia pagina smente.
O ALMANAK LITTERARIO PERNAMBUCANO o mais antigo do
norte do Brazil, pois ja conta sete annos de existencia ; tem grande cireulacio nSo
s neste Estado e sea centro como nos demais pontos da Repblica o que de
summa vantagem para os Senhores annunciautes cujo fto deve ser a mais larga
divulga cao de seus reclames.
/Pagina inteira com direito a um exem-
Preco dos annuncios) pUr 1M00
\,Meia pagina, dem, idem 78000
As indicacSes simples no corpo da obra, como sejam : nome de estabeleci-
mento, fir.Da commercial, numero de telephone e do predio, raa em que est situado,
pagario apenas a diminuta quantia de 28000.
Os annuncios de capa e de primeira pagina serio publicados conforme o a
juste. ______________________^^
TINTURARA
25 Kua de Mathias de ilbuquerque 25
( A\TIfA DAS I I.4MII S )
TINTURA PUTA I
AS
Tercas e Sextas-feiras
TINTA m G0RK
E LAVAGEM
, T0Q0S 0 DIIS
Tinge e limpa com i maior perfei(So toda a quahdade de estofo, e fazendas
em pf 58S ou em obras, tira o mofo de fazendas todo o trabalho feitf por me!o de
maqumismo aperfeisoado at hoja deeconhecido.
rUNOICAO BSBAL
ALLAN PTERSON & C
44-RUA DO JBA.H0 0 DTRl'JMFHOHW
Machinas a vjpor.
Moendas.
Bodas d'agua.
Tsixas uniidas e batidas.
Tcixas batidas sem cravatja.\
Arados.
Fazes bem em proteger esses ho-
mens bons e inoffensivos, disse Nagato ;
mas toma cuidado que 4 boato que por
ahi anda, aecusando-te de seres chris-
tio, nio v servir de arma aos teus ini-
migos.
Tens razao ; esperarei que o meu
poder esteja firmemente estabelecido para
declarar mens sentimentos e resgatar o
sangue derramado a meus olhos. E' hora
de deixar-te, meu amigo ; o medico re-
commendou-te toda a quietaco. Tem
paciencia.
O siogoun afastou-se, laucando ao ami-
go um olhar affectuoso.
S entio Loo ergueu-se bocejando, es-
preguicando-se com mil caretas.
Vamos, Loo, disse o principe, vai
correr um'poseo l fra, no jardim ; mas
nio me atirea pedraa a gazellas e nSo me
espantes as raposas da China.
Loo foi.
Urna vez s, o principe tiroa rpida-
mente de debaixo do travesseiro urna car-
ta fechada n'mn saqoinho verde; collo-
cou-a sob a face e cerrou os olhos.
Era o enveloppe que lhe havia dado a
Kisaki; elle o conservava como um the-
souro e gostava de aspirar-lhe o doce per-
fume ; ha das, porm, que esse perfume
tinha-se evaporado; talvez & forca de o
respirar nio o sentisse mais.
De repente Nagato virou-se : no inte-
rior do enveloppe talvez esse perfume tio
subtil, tio delicado, se tivesse conservado
melhor.
Rompen o carimbo em que ainda nio
ousra tocar, pensando que o enveloppe
estivesse vasio ; mas, com sorpreza, vio
dentro um papel escripto.
Procurou 1er. Um veo rubro polpita-
va-lhe diante dos olhcs ; o sangue toma-
va-lhe a cabeca ; foi obrigado a repousar
om pouco at acalmar-se.
Depois tornou a 1er.
Era um quartetto elegantemente com-
binado.
Indizivel emoco apoderou-se do prin-
cipe.
Duas flores desabrocham *a margem
de um regato. Mas, ai! de mim; o regato
as separa.
Era cada corolla brilha urna gotta de
orvalho, alma da flor.
c Urna resplandece luz do sol. Mas
ella sonha. Porque nio nasci eu na ou-
tra- margem ?
Um dia essas flores penderSo mortas,
deixando cahir, como nm diamante, sua
alma luminosa.
E, entio, as duas gottas de orvalho
podrio se unir...
E' urna entrevista que ella me con-
cede mais tarde, talvez na ontra vida,
pensou o principe. Adivinhou o meu
amor I
Ama-me I O' morte, porque nio te
apressas 7 Porque nio fazes chegar a hera
suprema da nossa nniio ?
O principe acreditou que havia chega-
do a saa hora, e, voltando-se, des-
maiou.
xa
r
AS CODORNIZES GUERREIRAS
A residencia de verio de Kisaki ergn9
os seus lindos tectoa dourados no meio de
urna esplendida paizagem verdejante, na
espessura de um bosque.
As arvores parecem afastar os ramos,
para que se posea dietinguir bem asses
tectos brilhantes que se projectam ao re-
dor do palacio, abrigando nm largo terra-
jo, cojo solo tapetado de seda e setim
bordado a onro.
Em tomo, ama vegotajSo opuleatis-
o. a
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Sai >
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23 2 a> b o
P3
2 S.
^ grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia I de
Marco de 1895 em diante, cerca de
tres milhoes de p"s de cafeeros semeao
dos em leires cuojs precos, tamanhos
e quahdade, s encontrar no Joma lio
Rceife.
Regulador da Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chronometros de
marinha, caixa do msica, apparelhe
elctricos, oculoe, binculos, ocalos?bo
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9fioa Larga do Rosario 9
Lf j i de fi-zendas
Vende-ae lw Ioj rfpf.i. r.rss em boa rna
bem afrecoeia>ia. o aoiv oa venda filia de
sude Jo p-'p-ie'ario ; alai r ua roa Deque
4e Caxlas n. 59.
Copeira
Preclsa-se de ama copeira ; na rna Duqoe de
osjjs n. 86.
Muita atten^o
lio becco dos Ptrrelros ?. 6, precisa-se de
peritas cuetareiras.
Esguios canifos cor de esmeralda dei-
xam fluctuar, como bandeirolas, suas es-
treitas folhas, que parecem querer 6e
destacar da baste, formando bellos penna-
chos de prata.
Moitas de Iaranjaes verdejam perto de
altos bambs, misturando suas flores de
nev s flores vermelhas da cereja brava.
Mais longe enormes camelias grimpam
as arvores ; a seus ps abrem-se largas
folhas vermelhas cobertas de urna pennu-
gem fina, a o lado de outras plantas deli-
cadas.
cima desse primeiro andar de verdura,
as palmeiras, as bananeiras, o carvalho, o
cedro, entrecruzara seus ramos, formando
urna rede inextricavel, atravez da qual a
luz filtra suas nuances multicores.
Urna correte passa, lenta, sobre um
fundo de musgo espesso, sea crystal lm-
pido turva-se levemente s investidas de
urna galucha d'agua que perp.egue urna
libellula, cujo corpo, muito delgado, lanca
b ilhoa de metal.
Mais que todo esse luxo da naturez,
fulguram as ricas e esplendidas toilettes
das senhoras que oceupam o terrajo.
A Kisaki, rodeada de .mas damas e de
algnns fidalgos, os mais nobres da corte,
assiste a nm combate de codornizes.
Por cansa do calor, a soberana traz
um vestido leve de gaze de seda, cor de
pombo das montanhas, sua nuanca verde
predilecta.
Typ. do Diario, roa Duque de Oaxa*, 42

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