Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18038


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Full Text

1MMOLXXI
Sabbado 9 de ?J.i.iZjo de 1995
\i hi:ro iso
DE PERNAMBUCO.
*
PB0PBI1BABS S ilAlieBL flSBBiKO SE VJlBA & cteos
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE i SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAgOES NA FRAN- |
Por tres mezes adiantados 8&000 ^ ^ INGLATERRA
O Srs Mayence Favre C &.', residentes em Pars18 rae de
Por seis mezs adiantados.
Por nm anno adiantado .
151000
301000
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 161500
Por nm anno adiantado .... 3300G
Numero avulso do mesmo da. $100
Numero avulso de dias anteriores. #200
leiegpammas
:::,::::::?.:::::::. jo ::s::
Rio do Janeiro, 7 de Junho, es
3 horas 20 minutos da tarde (recebido a a
esta{o s 7 horas e 30 minutosda noite
e entregue s 7 horas e 40 minutos da
noite).
A Cmara approvou em primeira dis-
cussao o projecto que prganisa a forca
armada do paiz ; eem segunda nao s o
que dispensa aos funecionarios dos Gor-
reios o concurso litterario, como o que
mantem nes postes guardas marinhas
commissionados.
O governo autorisou a legacao bra-
zileira em Buenos Ayrcs a promover
processo por crime de injurias contra o
Petit Journal.
O Sr. Marques de Carvalho conferen-
ciando, com o ministro das relacoes ex-
teriores daquella Repblica a esse res-
peito, disse-lhe o mesmo que a lei da
imprensa punia os seus excessos. '
Madrid, 7 de Junho.
A revoluco de Cuba extende-se e ad-
quire vantagens importantes.
O marechal Martnez Campos insta
pela remessa urgente de reforcos. Es-
tes lhe vao ser enviados em 6 baulhoes
que seguem.
Rio de Janeiro, 7 de Junho, s
6 horas e 4O minutos da tarde (recebido
estacao s 9 horas 3o minutos da noi-
as 9 horas e 55 minutos
na
te e entregue
da noite).
Foi sanecionada a resoluco legislati-
va, que autorisa a reviso do regula-
mento dos co rreios.
A proprio pedido foi exonerado o
general Sebastio Ewerton do comman-
do do y districto militar.
Logo que aprsente as suas cre-
denciaes o ministro italiano, tero so-
lucaoas questes pendentes.
O ministro da Repblica do Uru
guay enviou hontem notas ao Sr. mi-
nistro das r.-ldc5e$ exteriores, insistindo
pela priso e processo do capito Joo
Francisco, apresentando novas reclama-
pelas recentes Jinvases do territorio
oriental e pedindo processo criminal e
indemnisacopela morte do cidado uru-
guayo de nome Pereira, empregado da
p ilicia daquella Repblica. |
Ataxa cambial fechou a 9 318.
LNMKUCCAO POPUlAK
os iubrbis dscma
POR
Gastao Tissandier
CAPITULO VI
METHODO SCIENTIFICO
O
ROGERIO EACONPEDRO RAMIS GIOR-
DANO BRUNOTIIOMAZ CAMPANELLO
BERNARDO DE PALISSY MIGUEL
SERVETPEDRO BELN FRANCISCO
BACON.
(Continuaco)
Quando j nao houver arvores, diz elle, to-
dos as arles paralisarao e os artistas terao de
ir pastar lima, como acooteceu a N'abucliodo-
nosor. Expe a todos as no<,.:s raais claras
de urna sa pbtlosophia natural: o grande artis-
ta au se revela como um sabio, mas eleva
se s altas regios onde paira u espirito dos
mais profundos pensadores, quando exclama:
A sciencia nianifea a-se a quem a procura
e maj adame: E' preciso nao abusar dos
dons de Oeus, e esconder os seus talentos na
Ierra, porque est escr po que o tolo esconden
I do a tua toleima, vale mais que o sabio occul
lando o seu saber.
l-.iuquanto que Bernardo de Palissj dotava o
et-u steulo com importantes e valiosos traba-
Ihos, as guerras fvis arruinavam a Franca com
as suas discordia?. O oleiro, no raeio das suas
tribuales, abracara a Reforma, e, por occasio
uas pumas religicsas, que arruioarem a Sain-
toDg, linba elle sido preso e arremessado de
priso em priso tanto em Saiotes como em
toideus. Gropas a prolecao de Catliarina d
Mdicis, tinha escapado carnificina da Saint-
Bartlilemv ; mas eslava escripto que nao ha va
e evitar por mu to tampo 01 odios religiosos.
(Continua).
PABTE OFFICIAL
governo
IMI ESTADO
MHIIKO
DE PER-
Lein. 1
O Congresso Legislativo do Estado de Per-
nambuco
DECRETA :
Art. 1/ Fica o Governador do Estado autorisado
a despender, dentro do corrente exercicio, a quautia
necessaria para as seguintes obras : Urna estrada de
rodagem que, partindo da villa de Gamelleira condu-
za cidade de Barreiros, e urna ponte no lugar mais
conveniente do rio Una.
Art. 2 Os estudos precisos paaa a realisaco das
mencionadas obras sero approvados pelo poder com-
petente, depois do que dar-se-ha comeco aos respe-
ctivos trabalhos, simultneamente, nos dous pontos a
que se dirige aquella estrada.
Art. 3? Revogam-se as disposicoes em con-
trario.
Senado do Estado de Pernambuco, 5 de Junho
de 1895.
Francisco leixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
Supplente de i." Secretario.
Joao Baptisa Regueira Costa,
2." Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernam-
buco, em 6 de Junho de 1895.
Alexandre Jos Barbos \ Lima.
jL,o 11. 9$
O C ngresso Legislativo do Estado de Pernam-
b : o
DECRETA .'
Art. 1.' Fica o Governador do Estado autorisado
a despender a quantia de 20.-0OO$OOO com os concer-
tos urgentes, de que necessita a ponte denominada
Pirauhira, a construeco de urna ponte no riacho
Carrapicho, povoaco de Pedra Tapada, e os reparos
precisos as estradas que, no Municipio de Limoeiro,
seguem dessa povoa-co para a cidade deste nome e
da Victoria.
Art. 2.0 Revogam-se as disposicoes em con-
t r'01
Senado do Estado de Pernambuco, 5 de Junho
de 1895.
Francisco leixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
Supplente de 1.' Secretario.
Joao Coplista Regueira Costa,
2.* Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 6 de Junho de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Art. 2."
trario.
Revogam-se as disposicoes em con-
Senado do Estado de Pernambuco, 5 de Junho
de 1895.
Francisco leixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
Supplente de i.* Secretario.
Todo Baptista Regueira Costa,
2.* Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 6 de Junho de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Le 11. OO
Per-
O Congresso Legislativo do Estado de
nambuco
decreta :
Art* i." Fica o Governador do Estado de Per-
nambuco autorisado a contractar com o engenheiro
Jos Antonio Saraiva Jnior, ou com quem melhores
vantagens offerecer, os estudos definitivos, projectos
e ornamentos de urna estrada de ferro de bitola de
1,meo entre trilhos, que partindo da cidade do Recife
se dirija a Itamb, passando pelas cidades de Olinda,
Iguarass e Goyanna.
i." Estes estudos devero ser apresentados no
prazo mximo de oito mezes a contar da data da assi-
gnatura do contracto.
Art. 2.* Fica ainda o Governador autorisado a
conceder ao referido engenheiro a preferencia, em
igualdade de condicoes, para a construeco da mesma
estrada, para o que ser aberta concurrencia publica,
vista dos estudos definitivos, projectos e orca-
mentos.
i.'A concurrencia versar :
I. Sobre o prazo do privilegio, subvenco kilo-
mtrica, uso e goso da estrada.
II. Sobre o custo mximo do kilmetro que gosa-
r da garanta de juros de 7 0/0 ao anno.
III. Sobre o prazo para a concluso de toda es-
trada.
IV. Sobre a condico para o resgate da estrada
quando o Estado entender necessario, ficando esta-
belecido que, findo o prazo fixado, reverter para o
Estado a estrada sem nenhuma indemnisacSo.
Cmara dos Deputados do Estado de Pernam-
buco, 4 de Junho de 1895.
jfos Marcelino da Rosa e Silva,
Presidente.
Celso F. fe/triques de Souza,
1. Secretario.
Affonso de Barros Cavaleanti d1 Albuquerque,
2.* Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 6 de Junho de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Lei 11. 89
O Congresso Legislativo do Estado de Per-
nambuoo
decreta :
Art. 1. Fica restaurada a lei n. 1180 de 12 de
Junho de 1875, quecreou nesta Capital o officio de
curador geral de orphSos e interdictos, sendo o respe -
ctivo serventuario vitalicio e percebendo 3:2OO$00O
de ordenado e i:6bo$ooode gratificaco.
nico. Os emolumentos devidos ao referido
funecionario constituirSo renda do Estado e sero co-
brados em sello pelos escrivaes de orphaos, na forma
do art. 65 di, lei n. 15 de 14 de Novembro de 1891.
Lei 11.OI
O Congresso Legislativo do Estado de Per-
nambuco
decreta :
Art. 1." Fica o Governador do Estado autorisado
a reorganisar os estabelecimentos de ensino secun-
dario do Estado (Gymnasio Pernambucano e Escola
Normal) modelando o curso de preparatorios do mes-
mo Gymnasio, que continuar a ser extemato, pelo
programma do Gymnasio Nacional.
Art. 2/ Os actuaes professores d'aquelles esta-
belecimentos e os que forem nomeados por -occasio
da presente reforma sero inamoviveis, excepto a pe-
dido, e gosaro de todas as vantagens at agora ad-
quiridas, inclusive a de vitaliciedade.
Art. 3/ Paraoccorrer as despezas, que por ven-
tura accrescerem, poder o Governador abrir crdi-
tos necessarios.
Art. 4.- Ficam revoga.las as disposicoes em con-
trario.
Senado do Estado de Pernambuco, 6 de Junho
de 1895.
Francisco leixeira de S,
Presidente.
Eduardo Augusto d'Oliveira,
Supplente de i.* Secretario.
yodo Baptista Regueira Costa
2.' Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 6 de Junho de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lma.
_---------*-----------
Palada do Governo do Estado de Per-
nambuco, eni SO de Fevereiro de 1895
Q Governador do Estado usando das attribui-
coes conferida pelo artigo 57 da Constituico resol-
vq apptovar o presente Regulamento para ser obser-
vado na Recebedoria do Estado.
O Secretario dos Negocios da Fazenda assim o
tenha entendido e faca executar.
ALEXANDRE JOS barbosa lima.
Pedro yos de Oliveira Pernambuco.
Rcgulainento a que se refere o Decreto
suppa
TITULO I
DA RECEBEDORIA DO ESTADO
Cap. I
Sua organisaco e attribuices.
Art. i.- A Recebedoria do Estado c a reparti-
Co de fazenda encarregada, no municipio do Recife,
da immediata fiscallsaco e arrecadaco das rendas
do Estado decretadas na lei do orcamento, e que
nao estiverem a cargo de outras repartieses por
lei ou regulamento.
Art. 2." O expediente da Recebedoria, confor-
me "a sua natureza, ser distribuido em secces, su-
jeitas a inspeceo e fiscalisaco de um Administra-
dor que ser o Chefe da Repartico.
Art. 3.- O pessoal da Recebedoria compor-se-
de um Administrador, um Porteiro, Continuos, Ser-
ventes e dos empregados que constituindo tres sec-
Coes na forma dos artigos 4., 5. 6.
Art. 4.* A 1. seceo compor-se- de um Chefe
um i." official, tres 2. e 3. 3. e 6 lancaiores. g
Art. 5." A 2.* Seceo compor-se- igualment
de um Chefe um i." official, tres segundos e tres ter-
ceiros.
* Art. 6.' A 3 Seceo, que a Thesouraria, com-
por-se- de um Thesoureiro, um Fiel, um Escrivo
da Receita e dous Cobradores.
Art. 7/ A i." Seceo da Recebedoria compe-
te.
* i. O laneamento e a escripturaeo necessarias
a cobranea dos impostos laneados cuja arrecadaco
pertence a Repartico, salvo a contribuifo addicio-
nal, da Recife Drainage, que incumbe a 2." Seceo.
2.* A extraceo de- guias e conhecimentos
para recebimento dos impostos laneados.
3.0 A escripturaeo em livro especial e des-
criminada da receita dos referidos impostos.
4.0 O abono dos pagamentos nos livros de lan-
eamento.
5.0 A averbaeo das transferencias de proprie-
dades urbanas ou de quasquer outras sujeitas a im-
posto, em livro destinado a esse fim.
6 O arrolamento e inscripeo dos contribuin-
tes isentos do imposto em virtude de leis em vigor.
7.0 A conferencia da arrecadaco diaria, a
vista dos documentos de receita e dos documentos
de despeza autorisada pelo Administrador e paga
pelo Thesoureiro, proveniente de gastos com o ex-
pediente e asseio da repartico ; bem como a do
producto do imposto addicional decretado em favor
da Santa Casa de Misericordia e que dever ser
igualmente recolhido ao Thesouro para ser entregue
a mesma Santa Casa.
8." O exame e conferencia das guias do reco-
lhimento ao Thesouro do que for arrecadado sema-
nalmente, e de todas as guias de pagamento da di-
vida activa passadas pelos cartorios.
9.0 A organisaco do mappa annuo estatis-
tico, detalhado e comparativo de toda arrecadaco
da Recebedoria no ultimo triennio, segundo o mode-
lo annexo.
10. A carga e descarga dos conhecimentos
entregues ao Thesoureiro para a cobranea, com
multa, dos impostos laneados, por intermedio dos
agentes cobradores.
II. O encerramento da cobranea com a multa
em que tenha incorrido o contribuinte at o fim do
anno financeiro, continuando d'ahi at o fim do tri-
mestre addicional na mesma cobranea, mediante O
augmento de multa estabelecido. ^^^^^
A liquidacao da divida activa do exerci-
no encerramento do trimestre addicional,
12.
ci findo
de accordo com a disposeo relativa do regulamento
do Thesouro.
13. A remessa ao Thesouro, at tres mezes
no mximo, depois do trimestre addicional de cada
anno, das relaeoes da divida activa liquidada, acom-
panhadas dos livros do exercicio findo, conveniente-
mente arrolados.
14. A remessa at o ultimo de Janeiro de
cada anno de urna nota concernente a divida activa
que se achar constituida no encerramento do exer-
cicio, e declarativa da importancia da mesma, com
distineco dos impostos e deduco da quantia das
receitas sobre a dos lancamentos respectivos, afim
de servir de dados ao Relatorio do Thesouro.
15. A execueo das ordens e despachos do
Administrador, fazendo nos livros respectivos as
notas necessarias.
16. A prestaeo de todas as informaees re-
quisitadas pelo Administrador; bem como passar
todas as certides necessarias e as de interesse par-
ticnlar, mediante despacho do Administrador, quan-
do se tratar de negocios de sua competencia.
Art. 8." A 2.a Seceo da Recebedoria incum-
be :
i." O processo de conferencia na arrecadaeo
de todos os impostos nao laneados ou contribuieoes.
2. A. extraceo de guias para recebimento
dos -ditos impostos ;
3." A escripturaeo da receita em livro espe-
cial e devidamente descriminada de todos os impostos
nao laneados, contribuieoes ou emolumentos arreca-
dados :
4. A cobranea das multas regulamentares, sal-
vo as dos impostos laneados ;
5.0 A conferencia da arrecadaco diaria vista
dos documentos de receita relativamente aos impos-
tos a seu cargo ;
6, O Exame e conferencia das guias de reco-
lhimento ao Thesouro na parte que lhe disser respei-
to;
7 O processo das apprehenees quando se
tratar de impostos em cuja cobranea tenho de ser
applicaveis essas providencias ;
8." A extraceo, em vista dos laneamentos re-
mettidos pelo Thesouro, das guias para recolhimento
da contribuico addicional a decima, pelo servieo
prestado pela Companha Recife Drainage ; bem como
os abonos e a liquidacao dentro dos prasos que fo-
rem estabelecidos ;
9.* A conferencia das guias de divida activa :
10. A conferencia das guias de sello de he-
raneas, e as de outros impostos nao lrneados ;
11. Ministrar as informaees exigidas pelo Ad-
ministrador e dar as certides sobre negocios a seu
cargo ;
Artigo 9,* A 2.- Seceo incumbe mais auxiliar a
repartico encarregada da cobranea dos impostos de
exportaco todas as vezas que o Secretario da Fazen-
da julgar conveniente e ministrar esclarecmentos so-
bre as medidas qne convenho ser tomadas para me-
lhor fiscalisaco na cobranea dos ditos impostos ;
Artigo 10. A 3-' Seceo, que a Thesouraria,
incumbe :
i." O recolhimento de quaesquer quantias pro-
venientes de impostos, contribuieoes ou emolumentos
cobrados de conformidade com a legislaeo vigente ;
2.0 A remessa diaria e acompanhada de docu-
mentos de receita da nota da arrecadaeo effectuada ;
3.' A remessa no fim de cada mez, da nota da
despesa effectuada mediante autorisaco do Adminis-
trador e proveniente de gostos com expediente e as-
seio da repartico ;
4. A escripturaeo em livro especial das en-
tradas de estampilhas recebidas do Thesouro, dando
a devida descarga com relaeo aquellas que forem
vendidas :
5.0 A escripturaeo do livro-Caixa por debito
e crdito, diariamente e em vista de portaras assigna-
das pelo Administrador ;
TITUL II
Da inspeceo superior e admnstraco da Rece-
bedoria ;
Artigo 11, A inspeceo superior da Recebedoria
do Estado e a tomada de contas de suas operaees
competem ao Thesouro do Estado ;
Artigo 12." Ao Director Geral do Thesouro cabe
a inspeceo conferida no artigo precedente, que a
exercer em carcter de jurisdico administrativa,
fiscalisando e expedindo as instrucees necessarias
ao regular andamento do servieo :
Artigo 13. A direceo inspeceo e fiscalisaco
immediata da Recebedoria e o conhecimento e deci- "
sao dos negocios que por ella correm, na forma do
presante regulamento e instrucees em vigor, sao da
competencia do Administrador, ao qual ficam subor-
dinados os demais empregados;
(Contina)
DESPACHOS DA SECRETARLA DA JUSTICA.
NEGOCIOS INTERIORES E 1NSTRUC
CAO PUBLICA DO ESTADO DE PER-
NAMBUCO DO DA 6 DE JUNHO DB
1895.
Aureliono da Costa Ramos, sent.-nciado, pe-
dindo cerlidfjes.Ao Director do Presidio de
Fernando des'oronha, para mandar entregar ao
peticionario as cerlides juntas.
Emilio Ferreira de Mello, lente do 1. bala-
Ihao de intanlara esladoal.Deferido, nos ter-
mos do officio ao Dr. Secretario da Fazenda.
Antomo Carlos de Almeida, escrivo do civel,
comraercio e official do registro geral de hyp>
theca do municipio da Eacada, pedindo 6 mezes
de licenca.Como requer.
Leobina de Barros Lins e Silva, professora
em dispoi bilida le, pedindo certides. Pasae
do que constar.
Dr. Euzebio de Almeida Martina Costa, pro-
fesor da 3.a cadelra da Escola Normal, pedindo
3 mezes de licenca para tratar de sua sa le
Sim, oa Forma da lei.
Antonia Clementina de Souza, professora em
dlsponibilidade, pedindo gratifieacao.A vista
da informacao da 3.a Directora, nao tem lugar
o que requer a supplicante.
Jos Antonio Baptista de Souza, profesaor pu-
blico, pedindo pagamento de vencimentos.
Deferido.
O porteiro interino,
Hermenegildo de Siqueira.
Francisco de Soma Reg, pedindo iaencao do
mposlo de annuidades.do appa-elho da Com-
panhia Recife Drainage .de sua casa n. 37 ra
de Lomas Valentinas, relativo ao exerc ci Ue
1894, visto achar-ae'em estado habitada desde Dezembro de 1893.-Prove des-
de quando a casa est deshabitada.
Joao Mayrnk doa Santos Cavalcante, pedindo
illiminacAo dos dous apparelnos'do quadro n.
21 ra do Conde da Boa-Vista, visto achar-se
o mesmo quadro fechado por ordem da munici-
palidade.Prove lar (ecbado o quadro por or-
dem da muncpalidade.
O porteiro,
Archias Mafra
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Detpacho do da 6 de Junhj de i895
AT,na Uarcionilia do Reg, viuva di Miguel
raso julgue
auxiliar.
conveniente um empregado para
O protocolisla,
Franceco Militino Ferrretra.
DI-
D1RECTORIA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
Detpacho do dia 6 de Jutiho de 895
Jos Cavalcante Carneiro.Junte o peticio-
nario certidio de partilbas.
Emilia Etelvina dos Santos Machado, Joanna
Mara de Ricarda Aguiar Vabrico, Theobaldo
Alipio Martina Saldaoha e Francisco de Paula
Mafra.Certifique-se.
Joao Antonio da Costa Moreira.A seccao do
contencioso para informar se existe ou nao de-
bito em relagSo a casa q'je se trata. .
Francisco de Paula Borges, STestre Jo- cldos qraca da Independencia na. 21, 23, 25,
quim da Silveira.'Luz Hespanhol e Theodosio 27, 29, e 31 a 35, reclamando contra o mSo
Joaquitn de Souza Braga.Informe o Sr. Dr. estajo do mictorio existente na referida praga
administrador da Recadorla. I pedindo para retiral-o. Os peticinanos re-
Jos Ferreira Marques, Antonio Pedro da queirara ao Dr. Prefei o do Municipio.
Silva Marques, Beoto Jos de Farias.-Infor Vicente Ferrer de Salles Menezes, pedindo
meo Sr. Dr. subdirector da Contabilidade. [prorogacfto do praio que lhe foi marcado pelo
Antonio de Moraes Campello.-Volie ao Sr. Dr. commisnario do 3-districto,Indeferido.
Dr. subdirector da Contabtlidade aflm de mac<' Foram considralos em coodicOes bvglenicas
dar tomar as contal definitivas designando, para sertm habitado! :
SECRETARIA DA INDUSTRIA2*
RECTORA
Inspectora Jeral de Hygiene
Despachos do da 6 de Junho de 1895
Joaquim Ferreira de Carvalho & C, pedindo
para mandar examinar caf.Ao Dr. ajudante
para examinar.
Vicente Ferrer ie Salles Menezeg, pedindo
prorogagao do praso que lhe foi marrado pelo
Dr. commiasario do 3- districto =Informe com
urgencia o mesmo Dr. commissario.
Foram considerados em condicoes hygienl-
cas para aerara babltadoi:
Pelo Dr. commissario do 4-districto, o pre-
dio n. 42 da ru-i da Amzade.
Pelo Dr, commis ario do i distric o o predio
n. 45 da ra das Calcadas.
Pelo Dr. commiasano ao 1' districto os pre-
dios na. 30 e 43 da ra Barao da Victoria.
.. 7 _
QAnlonio Salgado de Albuquerque Maranbao
propnetario da pharmacia Maranbao, pedindo
para renovar sua lieenga. Indeferido.
Abaixo ajaignadoi doa negociantes eatabele-
V
i
I
-V
A



.
1
Icario de Fernambuco Sablrado J de Emilio de 18&5
Pelo Dr. conioiiaaario do 3 districto, o predio
n. 26 da ra da Santa Cruz.
Pelo Dr. comnissario do l- distado o pre-
dio n. 19 da ra da Roda, depois de satisfeitos
os melhoramentos.indicados.
Secretaria da Iospeclora Geral do Hygien*
do Estado de Peroambuco, em 7 de Juooo de
Ni
Apollinirio A.Meira Hennques,
Secretario.


Questura Policial
Seccao 2.*N 12' Secretaria de Queslura
Policial do Estado de Peroambuco, em 7 de
Junhc de 1895. .
Ao Sr. Coronel Dr. Jul\o de Mello Filho.-
Muito digno Secretario da Jasliga e Negocios
Interiores.
Paniclpo-vos que foram hontem recomidos a
Casa de Delengao osst-guintes individuos :
A' ordem do Ur. delegado do 2 disincto da
Capital,. Antonio Mara .te raujopara averigua-
res po iciaes e Jos Manoel i.eleslino deSouza,
como gatuno. ... j
A'ordem do subdelegado da freguesia de
Sanio Antonio, Antonio Octavio de Torr.s e Eu-
zebio Amaro do Monte, por uso de arma?, pro-
hibidas e desorden*. .
A" ordem do aub delegado do 2 distrito da
freguezia da Boa-Vista Cosme Soarts dos San-
tos, por embriaguez o disturbios.
Loramunicou-rae o subdelegado do dis-
tricto no Poco da Panella, quv ante-hontera, a
1 hora da madrugada, manifestou-se incendio
na venda perlencente a t.uslodio Rodrigues Ne-
ves, no lugar Casa Araarella, d'aquelle distric-
A mesma autoridade all comparecendo, en-
contrn bastante queimado o baleAo e |?'*r*
genero*, sendo o prejuisra avahado em 40030JO
e pela synd canca a que procedeu, verincoii ter
sido dito incendio casual.
Hontem o cidadao Jos Maximtano Pereira
Vanna.na quali.'.ade de 1 supplente^ assumio
o exercicio do cargo de delegado do municipio
de Jabonto.
Sade a Fralernidade.
0 Questor,
Jote Felipe Sery da Silva t lho. J 5
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM
BUCO
Despachos do dia 7 de Junho de 1895
Tberesa Ma.ia d'Anounciagao avalcante, Pin-
ta & Irunao e Manoel Araujo & CI forme a
1'seccao.
Affons \ Doarte & C. Certifique-se.
Alfonso Maa fe C, bacbarel Celso reriuliano
Fernaodes Quratella, Antonio de Hollanda La-
valcanle, Martiniano Campo, bacharel Jos*
Marianno Carneiro da Cuoha, Mara Amelia Car.,
neiro, Mara de S Pedro Ralis, Manoel Augusto
Cavalcaoie d Albuquerque, Sena & -., Jos
Alves Filno e J. B. da Costa Pereira.-A 1.a
seccao para os devidos fina.
O porteiro,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
DESPACHO DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO DI A 7 DE JUNHO DE
1895.
Mi'ria Francisca Nunea.-Depois do pagas as
dcimas faga se a averbacao.
Abuixo assigcados dos moradores do becco
do Trindade a ra Azul.-Era lempo serio al-
tendidos. ... .
Oaldmo Angosto C. dog Anjos.-NSo ha o
que deferir. O peticionario nao esta sujeuoao
imposto de dcima.
Antonio Lopes de S. Braga.-Certiliquc-se.
Deodato da Costa F. Palmeira.-Averbe se
F Jos Antonio O. JPenna, Daciauo alcebiades
daPorcinncula l-errera.Franci.ca Amanciu das
Neves, Thomaz Cantuarta e.Theobaldo saldanlu
Deferido. 4 t
Manoel Ancelmo C. de Figueiredo. lodete-
rido. A Prefeiiura inoerainsar o peticionar o
pelo justo valor de aeu terreno que preciso
para a praca Munuipal. ....
Antonio More.ra Res.-Indefendo O peti-
cionario poder fazer urna raediflcagao com
Antonio Ribeiro S. Guimaraes.Deferido de
aceordo cora a inforinacao.
Manoel Francisco 11.beiro.Indique o peti-
cionario as dimenco da obra.
Secretaria da Prefeiiura Municipal do Recite,
7 de Junho de 1895.
O porteiro,
uo Alves da Fonseca.
EXTERIOR
EUROPA
Portugal
Anua a cbegada do Sr. A?s-
B.aMl-Sui recepc*o e entrega
das reoenciaes-O banquete em
S. Carlos. Homeaaeetn dos ago.
nonos de Lisboa.- Espectculo
bomtnagem no tbeatrc D. Axe-
lia.
Nao pfqiecer nunca, escreven o Commercio
de Portugal, a rece, cao bniban sima f-lla
pelo povo de L'tboa ao novo mioisiro brazilriro
o Sr. Dr. Joaquina Francisco de Aasls Brasil,
ro-aue loi urna manlfeatacao impooeotissma do
sen jubilo pelo lao de.ejado resta belecimen'.o
das relagbes entre os goverooa de /ortn?al e da
nova repunlica americana e ao mesado lempo 00
entrao; do cffectc, que une os ocia tovo, que
nunca eafriou nem dimiooio e que seta ene
Tolos qoeamam o ckski e que admiram esse
grande e nobre paiz, devem e.lar satisM'.os,
por verem um povo metro participar de goae
seotimei'.08 e expandi'.-os tai eipnuUuea a ca-
loroeaxente.
A cumtDtsBo dos jornalistas, promctora dos
festejos em honra do novo ministro braz.leiro,
Lao se eoganoo qaacdj dirigi ai povo lisbo-
nense o seu convite, pira ir com eli* esnearo
.lustre lilao da Rt-pabiica dos Enados Uaidos
'do Brazil, com a'.iifjQj contessa lerem sido
jieirameO'.e Si'isfeitos is8eo d?8*jos de que
lae frese feia ama r c.pcao em que oem se pa-
l rteaeae o sentir deludo o povo portugus.
ABSim foi, com tffeito, porque o Sr. D; Asis
B-azil foi recebido com palmas e vivir, por mi-
mares de cdaiaos de todas as classss da eo
ce Jale, procurando todos aociosamen.e vel-o e
gaadJ o 1 provaodo-lDe aselm que o qa*r coau
c iriro dilectissim}, booraodo-o, pa-a bor/a-
ao mesmo tempo o nobre paiz de que elle di-
gno rep-e-eotaole em Portugal.
Tambem o Joroal do Commerclc,ap6s o
banquete cfferocldo ao referido ministro, se ex-
* pres*u em editorial de ik de;te modo :
< Vimos o taoqoete celebrado em bomeua-
gem a S. Exc. o Sr..Assls B.-axil, /epreseoiaule
da Hepabltca dos Sitados Uaidos do Brazil,
Nao quB'emo*, oea.e momelo, aoalysar os
termos do reatameolo das relasoes.4iploautica8
entre os doos pcvos trmaos, soore o* qaaea jul-
gamos til que algumas observacOes seja d an-
da diso etamentii expreasaa.
O que lao soliente queremos consignar, o
intimo joDilo geral manifestado pelo fado em
i e que (ao ioteoso 00 coracao do paiz, que
83 wode a paesir voluntariamente um veo so-
bre es pormenores clDciaes do deifecbo pol-
tico.
Pela su parteo S-. Aasis 3razil conlriooio
aoje cocseriVBlmente para consolidar eaia sa.
tijfjCao.
S. Ese. falla, respondendo a eaudacao do
5. Bnlo Arinba, presidente da commisaj pro.
motora do banquete. S. Exc, falln, e nao a:
"llou excelleotemenie, com rara e i anginosa
t'loqoencla, mis fa loo a a ais captiva ate lia.
gaagem para o co-ago e para as trauctoa de
Portugal, na saia historiis e morasa rolagOss
como Brazil.
Neste deliezdo momento, deva considerar.se
jue a escolQa do ilustre brazileiro fot om ver
d ideiro aebado, e que S. Exc. esta destinado a
:ocqat8tar entre nos as Intimas e iffectaifas ad.
:BOei de etirx. que ootr'ora na Brazil, com
unto pr.veito pora Portaeal, all conquiston o
5*. Maihiae de Carvalbo, euja palavra foi boje
lio caraarterisiicamate aaudada por biazUeiros
II paripgnezea.
A escolha do S.\ TbDmaz Ribeiro, como nos.
o represenlanU 00 Brazil, consideramos que
(ai taiobem aislgoaladameate feliz.
.. B>Msim de esperar qae elle e o S\ Aaug
BraxM lao affictoosameute recebido em Porta,
gcl, se constituirla come peonores de urna eres,
eeute e efhcaz approxiaiacaj dos inleressea
OiOraes e materiaes dos don povos, que, p-la
rapa, p .lo geuio e pe.la lingja "uja graniezi
Amonio Candido, o ioeomparavel oralor, em
taj aloqaealdj e axlraordioariaa palavres exal.
toarepteaeniam, na verdade, nm sO e uieamo
povo.
Para nos nmi causa ticou esclarecida boje ;
que a diplomacia entra o B-azll e Portugal
nao tem de fazer -je segundo o formulario orai-
i a-io des chancellaras, mas pela (miliar efTa-
tao dos espirites e dos coragOes.
Asis 8rs I e Toomaz Rioeiro So, sen dun-
da, daas individualidades especialmente apro
pnadas a doseuipenbar em Portugal e no Brazil
esaa lao p>csliar especie de diplomacia.
Nj da 11 foi retejido o Sr. D\ Aieis
Brazil em audiencia solemne pelo re o Sr.D.
Cirios, afJm de presentar as anas credenciaes,
que o acreditara ju^to de S. M., enviado exiri.-
ordioan j e miuiato pleuipoteociarto da Rep-
blica dos Estados Unido* do Brazil, leodo pj-
essa occasiio s. Exc. o ceguiote discarso :
-1 Seatior.v*enbo depor Das augustas mSos de
Vu.-a Mageelide a cana que me a;rei:ti eavu-
dj extraordinario e ministro plenioteocU'io
dos Estados Uuidca do Brazil, sabstitaindo o
noarado Sr. Van a de Lima, de cojos sirvipos
a norte prematura acsbi de privar o corno dl-
pljmaiio brazileiro.
As relances of&ciaes enl-e Por'ug.l e o Brszll
soff.erata crise pass^geira. Fasse.u qoaes fos-
sem, porm, as razo -s que levaram o goveruo
brazileiro a julgar dever declarar o rompimenio,
elle poz sempre o maior empeobj em demoas'
trar po- actoa, que apenas eacrapol s de cara
c er diplomtico tu aouirioari) estavam em
questio, e nanea a profanja estima, com aqual
a oaturea, mais do qas a vontade doa horneas,
v neulou os Ojos povos na ma:s estrella solid**
r.adade.
Cultivando sincera : eo'e esses sentim n'^s,
S. Bxc. o S-. prt si lenta da Repblica e o povo
br.tileiro nao podiam deixar de t com a maior
complaceacia que ama dlgoa so'uc:.o viesse [-
termu ao coi flic 0.
. E', pos, Seahor, este momento o mais auspi-
cios para o cjj.ee;) co desempeobo da u.i tu
m ssao, que ser-ut-ba agralavel e fcil, con
wodo eapecialmeate com a beoevoleacia de Vos-
sa aijgesta ie, -com a do seo lllui.raio goveruo
ecom aa sympathias de tola a aacao por.ugaeza
j lio eloqu;uteme.te reveladas na exfaorli-
naria u-aailest cao com que o povo, a impreosa
e a autjriiade mun;p>! honra am na miaba
homirde pe.-s.ja o nome do B-azil, por occisiai
da miuha chegada a esta capitel. A vosa M.
geslade, como augusto ebele da o>i}io. me
grato afirmar que to eubida diliocglo ha do
[tocar pro/aasameete o fraternal ffecto o.ue liga
0 Braz.ii a Portogal.
Em neme de S. Exc. o Sr. presidente da Re
publica e no meo, formulo os votos mais e-
pressivos para que omi con tinte pro.'peridada
seja a tartilna perenas de Vossa Magesiade o
da nago poilogueza.
A resposta de e!-:el foi a segu-W :
S-. ministro.ReceDO com especial ag ado de
vossa* maoe a carta pela qoal o prta.uoate da
Repcblica- eos Estado* Unidos Uo Brazil vas
acredita aa qaalidade de euviaio extraordinario
e miQUto pleoipoteociario junto da miotu pes-
soa, e agrad?o os vo es que em no me da presi-
dente da Repblica e ao vosso formula.3 pela
miaba presperidade e pela da aacao portu
gueza.
Eatoa certo.de que no desempeobo da mlssao
qo: vos foiooflada, todos os vossoa as forros
tendea a estrellar, cada vez mal-, as relacea
da tradicional amizade entre o doas panes.
Sao t iotas as recordacOes qae approzimam
os dous povos, lio vivos.e tao profundo os ai*
fectos e 0) intereeses que os ligam que bem se
explica o sincero applauso com qoen'uoa c
n'oulra nago foiacolbida a honrosa e amigavel
solacio que poz termo a um incidente passagei-
ro, (elizmeute liquidado aem deixar vestigios
qae allerassem a harmona e aaiiziJe que tn-
tunlmente ex sts e caovem cimentar ente Po:
tugai e o B azil.
Para reaiisacd dos levados Bas da vo-si
missio podis coalar, 8r. ministro, com toda a
mioba Oenev.leoia, com a leal e efh:az ejope
racao do mu governo, e com a viva sympa Oa
do mea povo pel nagao irm3. *
Fin a a leaura do sea discarso, S. M. pidi
ao nlutre representante do Brazil para tr 00
dis seguinie ao pagodas Necesidades, aiim de
em audiencia particular convercar com S. Exc.
Como veem, otm ama nsla discordante. Da-
de o mais alta personag m aia o tn*ia humilde
jo^uiar da naci po tueueza fl fe'la eua> =
corda da aym.a'.his, que Be exieriariiava da
forma mais completa, do mi'omus eigoitlc.
tivo, colmando o B-azi na p 8.0a d> sea m -
nutro daj attejges mais prdouacia'aa.
Trataodt-se do acobimeoto que leve e mi
nietro do B-.-uil em Portugal, faci -, que ao
momete rxuiio lateresea a esse pslz ler con e-
cimento rxai< ampio, permilliodo que descre
vamos o banquete qu< o mesmo ministro offere
cea icp eoaa isbi!-', tomando a codcu
d. (Jommeroto de Portujal,
Asaim a a:a a il usr.ua f ,1ra :
Real zua-se bou em ao real theatro de S.
Carlos o jali- offerecido ad dgno m nutro da
Repoblica djs E lados-L'atd js do B azi, e pro
mondo por orna commiasio ae jjroalisias ce
todos o partiios, tirando se asaim a es-a m.-
nifesiac4o todo o car. cter poltico, o qae a iter-
la de certo oais apreciada pelo iliastre di-
plmala.
Com eff-ito, nao bivelio divergencia de opi
niea com reapeito aos lagos que nos devem
prender, .-eaapre ao avapaibiCd e nnbre povo
brazileiro, sendo ooanime o sentimeoto cordeal
e lleciu. sj qae Ponogal Ibe tnouta, oenbum
partido tinha di eito ao exclus vo nos tesieoiu-
uboa de apreep e de a:atimento ao digno repre-
ses tan e da nagao J que mus ifliauades t;.n
com a noesa e oa qaa^ nai pilera nica sepa-
rarle a m falsear a bis orn e ai trsdir a cj-
mou-.
Do meimo mo20 nesae jantar, qie foi um
verdadeiro a.onieciuento, estive am bomeua de
todas as pro edenciai e de todas as fe g;s para
tidarias. animados des mesmo eot&ususmo,
posanidos da mesma aspirar>, coogracalo'
ao mesmo empenbo, de aigaili;arem ao B azu
o sea aSecto fraterna', faz-ndo o sm mi-nstro
alvo cas mata aljroaaa deminstracOea de es-
pontanea, sincera, reil e e^t ann.Ua esliaia e
da mais elevada cosaideragao.
E assim devla de ae po qae por mu 10 os-
teatoaa que fosee a (esta em boara d.t S^. D-.
A-sis Brazil, par mais cuidados que se puzes
aem em dar ao tanque e ama feic2j opulenta
e por maior que tivestie sido a vontade de que
a mam fes tacan se avaniajaae a iodos 08 aute
ores tr.hut-is de amisade e de raspeilo a qoaes
quer vultos nacionaes e estrangelros que foram
julgados dignos ue tao excepcional bornea 1
gem, ella nada valena, psis oai tena aigaiti
cacao, se Ibe fattassem a tloceridade < 9 expon-
a neidade a que ja nos referimos e que ficaram
bem impresaas no preito da imprenta daLs
boa ao joroali3ta emeri o, a j parlamentar br.-
Itiants e ao diplmala lllnitM, e qual prono-
lamente se .as-o.iaram taos horneas impu-
tantes, que se leem eoobrecido pelo seo carao
ter, pala soa i.luslraeao e pelos seus aervlcoa ao
p iz.
O aspado da sala era deslumbrante e a fas-
ta erren semprj aa mada, desle o sea com:
cd al qae lermiaoa.
DelU vamos dar ama no i ia, fjrgadameale
rpida, pelo adiaotado da ora em qae a escre-
vemo?.
O banquete abra camo bynaa caconal ra-
zileiro, ao eom do qaareniroa na sala o Sr.
Dr. sala Brazil. Seguiram-se os serv:coi es-
plndidamente fetos. al qaa ae eatroa no re-'
nodo dos bnode?. Multo correcta e primos
o ousao reape avel co lega Sr. BriUo Araahs
laudando a Sr. D Assis B azil e exaliaoio a
cordealidade das reljg.a entre oa doua paites
irmac s e amigos. Multo notavel o esplendido
discarso do Hlustre ministro do Brazil, qae piz
em evideniia um es^rt kors ligne, felicuauli-
ae pela restabelecimenU das reucOes diploma
ticas entre aa duss naces.
Multo notavel lambed a rasposta, por parte
Jo Sr. ministro dos negocios estrangeiros, que
mala orna vez poz em evidencia os recursos de
parlamentar e de diplomtt?. E aqu acabaran
os diacuraos poluco?, que fo-am calorosamente
applaadido?.
Segairac-se no aso da palavra os aeobores:
Josa Antonio de Freitis, na sj illustraio col-
lega e amigo, e om tlace-o amigo de Portogal
que pronanclou am magnifico diseurso, espe
cla'.mente aob o po ate de vista diplotnitico, rt-
fe'indo-se particularmente ,famosa ques'.aa das
Missea. O Sr^ coosileiro Martina de Carva-
lbo, aempre nm gentil bonum, fez o elogio
da Brazil e des damas brazlloira', provocando
ama celo'oaa e entbualastica ovajao esposa
do Sr. Dr. Assis Brasil que assiatla i feata
n'um dos camarotes de primeita ordem.
Segaam-ie 00 uso da palavra o Sr. Alves Cr-
rela, qrj9 saodou em pbrase eloqaenle, qae arran-
cn applaoaos eolbuaias'icos, a Impreosa bra-
zileira; o Sr. Cooselheiro P.dioso que presten
nomenagen a mais caloro.a e a mais justa ao
profesorado do Brasil; o Sr. Augusto Ribeiro,
qae fes ama origical reivtodicncao em favor do
povo dos Acores; o Sr. Coaaelbuiro Antonio Ce-
dido, qae pronunciou o mais onlbaule, e mais
extraordinario de todos os seos discurso", subli-
me oes peonmtn o*, admiravel La forma, mode-
lo de eloqaeacia, delicioso as imagen?, primo-
roso nos conceitos, alevaalada as I ias.
Nunca se faitea me bor ao hngaa de CamSes.
O grande e glorioso orador portugus foi alvo
da mais calorosa ovacio, a que tamos assistido.
Liuib'oo-noa oaquelle momento o que do iilus-
fe orador dase urna das materas glorias do par-
lamento porluguez Fallou o Sr. Dr. Antonio
Candi lo, e a Caraira anda eanica I
Pailn depois o S\ Viscoade de Boaventara
qus com grande euthusiasmo fez o eloquenie
paoeey-ico da muln-r b'azileira, olTe-ecenlo o
seu bro le tomo bomenagem a vlrnosa esposa
do Sr. D Assis B asli, alcancado esl saudacao
applansos geraes. Par ultima falln Magal&aes
Lima o rtnpitnico tribuu uzeado admlravel-
mente oem, tocando todis as quastdis relacio-
nadas com a festa da noite e leudo af-micoes
hrilbaatee. Ooieve grande sneces-o.
Dspora 8eguio-3e o -siraot luierar o, recitan-
do poesa com grao le applauso algees dis1.instes
poetas, especialmeite o Conde de Mongarar, cnoi
a ana diliciosa peala As moijia;* Jayme V-
ctor com os eua Poetas. que multo agradou
e Lolz Osoro com a Maldicaa e a Ltberdi-
de,* sendo tolos caloosameote applaarldoa.
A' meta noite termi lava a fes'.a aos s ns dos
bymnoB nacionaes ponogaez e nrasileiro.
Presidia ao bauqnete, o presideate da commis-
sao dos jornalistas que o promaveu, o Sr. B-ito
A-anhd, que tinha a ana direita o S*. Dr. Asi>
Brazil el sua esqoerda o Sr. mfalatro dos neg
el os estrangelros.
O S*. Dr. Assis Brazil dava a saa direita ao
nebro Conde ao Reslello, digno prndente de
Cmara Muu1r.ip.1l de Lisboa, que em nm cuita
discursn brlodou em nome da cldade. o illnsire
ministro- brazileiro ; e o S*. ministro des nego-
cia estranzeiros tinha i sua esqoerda o Sr. Cou-
selber, F.-rreira do Axaral, p:esidene da Sa-
ciedade de Gograpbia.
Es os oomes dos cavaltieiras, que tomaran
parte n^ata brilhiote lala, que a todos deixoa
record a c.'s laamorredoras :
Canataocio Roque da Ooa.a, do Universal .
Dr, rjeaas^io de Ma^albaes Lima, do -eculj- i
Alves Corroa, da Vanguarda e do Pa z, do
Rio coD8"lheii'o Aegusto de Castilno, Dr. Anuonio
R.d.gnes da Silva Pinto, Caetaoo Perret*, 1o
iorreio nacional Alberlo Pimeitel, (o Dia-
ria Popular J yme Vicio-, do Co-teio da Ma-
nna.; D (paito Moateiro Gatmaries, da Mila
da Europa ; D Lula Osoro Albina Pimentel,
do Primeiro de Jan-iro- ; Biygdia da Silva,
Jaaqutm Jirdim. commeudador Jas Perera
Saares, U-bsno de Castro, da Tarae; vUcoode
de S. Solventara, do Carreio da M-mba, D .
Mi noel de Azeveio Eouea /aailuo Giedes, Mi
noel Jos Mon.eiro, Bretn Ve ira. cnsul do
JaxKo, Jos Aaionio de Frjlt..i, do Jornal da
Gommercij do Rio de Janeiro Francisca Gi-
mes da Silva, do D a; J.ym.9 A'ttiur da Costa
Pialo,-marques de F anco e A maaovar, Praa
csco Teixeira Bastos e Jos Joaquim da Si.v
Ga-aca, do S=cuIo ; viscoade Mase, M goel
Brag^, Dr. Csrlo 1 Tavar-ia, Fieucisco Sime*
Margiucbi, viS'O.de de Faro e O.tveira, Diuiel
Col I ico, Zapbimo Ctoeig'ie.-l Pe iro-o, coo-e-
Iheiro J- J- da Silva Amalo, Ciri,s Ferreira doi
Siatos Silva.Dr. Francisco da Slveira Van a,
Eigenl Siivaira, da scalo* ; Ja- Pinto L:i
i&o, cnselte ro JoaiTavares da Silva. Mapm
.queira, A. J Siuaaes, da Alxieid 1, coise'bsi-
ro Aloerto Sorres de Carvaino, Cyro -4Ugus 1
de arvain >, Eiysio Mentes, E yaii Gitnas, Jo^
de Mello e Souza ; Vi lor.a 1 a Eiielia Braga, Jas
K;d-igar8 Testa. D:. Jos da Vascon-isloi Mis
oarema, Etoardo ooi Sioloi Mareira, Franca
ea d Sautosi, Mareira, Dr. Fe-uai'o Peiraso,
da Naio ; coide de Bora^z, A. S.beiro S--
bra, R. Bardada Pioheiro, H niqae Oancalves
'Jairan raes, caaselbairo Fe*reira do Amara1, Pe-
dro de Olive.ra pires, do Tempo*; caas-ihi.ru
Julio de Vilbeaa, Dr. Etoardo Burnay, da JjT-
110. da Cimuier lo* ; Paulo Limo-n, Viaoua dr
Lemos, Rodrigo Pereira Felicio An oto Ramo-.
Kamoi, Antoai) Joaqaim Caelba di Siivera,
Jola de Mello Erre o, do Co retro N'.cloaai e
T.rCe ;D-. Hinrique Vaz Perre a, D F.ao-
iiao Td xelra d-i Qieiroz, Augusto F.-rrer.,
Cinstuvao Pillo. D Alberto de l v; ra, Au
gusto Qa r m. Ai onto Maa dos S.a.as Vie-
gaa, Jase Anones Plato, Juaa Kemp, A.exanl-e
Bey Co ucu, Pereira e Soaza. Juaquim Moreira de
Mulo, .oaie de Res ello, J. de Mci.o, 8. Bastas.
Gailcer te la Sitveir, Dr. May Figaeiras, Vis-
coade ds S. Luis Dr. Cetaria di Abren, Ja.-e
de Oliveira, co Reprter, aude de Maasaraz,
Dr. Jos Jironyaio de Aseveda Lima, Jaia A
ves de Almena Arauj -, Luz Diaga da Silva,
Corase beiro Jas de Azeie^o Cast-ilj B-aoco,
Canseineiro Luz ae Srra Pinto, D. Hyg'aa
de Soaza, D. Jo. de Castro, Conlede Porto
Cavo da Baodeira. Luciano Cordeiro, Accacta
Aatuaes, Caoselhilro Matbias de Cirvalba, Jaa-
quim Aal'nia SiO-s, Dr. Haanque Matbeas
jo Siaioi, Jos Mariinbo da S.lva Goimi-.Vs,
U-. Ferraz de Macedo, Cooialheiro Raposa di
Csrvaiha. D. Antonia Lapes Maateiro, Miuaal
Jaaqui o Aives D.niz, Aatoaio neste Bangil
da Costa, A. Fenei-a Lopes, Jas Jaaqam Mir-
qies Gaima'-aes, Camera d Maora, da Tari:.
g-ne-al Almeia, Arihnr ae Mello, ao Scalo,
Biasrdo Se;.waloicn, co Jornal de Solidas
Aageliao J. da Costa SimOss. aqiouij Caoova
du Fa-ia, Antonio Fer.'d a Lopes, Antonio Mo
reir da Cona, Aliono Gaocatvej de Azevedo,
Franc'S'o Manoel da Casta Preira, Miguel Au
.onio Lipas, Dr. Mayss Morcondes, Miooel A'
ves Goacalves Ferrea, Migael Hearique dos
Siutet, Manoel Antonio da C igla Pereru, Ma-
ooel Francisco de Ai.n-i Ja BrsniSa, Visconde
da Rozano, Aotoaio M-de Olivera Castaa.Vis
caade de Moosanio, Jos Mana Pereira de Li-
ana L uo L-aa F.eas Poto. Jalo Vieira da
S.lva, C'neul do Brazil, Coat Mit a, secretario
di legagao baulera, Antena Portilla, Pran
d-co Marques, L-ial Pangad', Aogel > Hibeiro.
Visconde de Maltcior do Commercio de Portujil
eted
Para completar a deslumbrante ornameotaejo
da saa, dirigida pela Sr. Riphael Pardillo Pi-
ucei'o, encbaro-se tolos os camaratea, com
excepso das frisas, de elegantes senbaras da
no-'sa primera aociedade.
O mean foi excep-donalineule organizada e
e da ama seleccJio notavel.
Durante o jantar, a magnifica banda da guar-
da municipal execntou na salo da entrada, o
seguale programma:
li Goaraoy, mrertare C- Gomes,
Os Maranos do Mondego, tresnas pillore:-
cas.
3* Rapsodia Partogaesa V. llnaala.
Loio -o bal E- Oillei.
. Meplietophelea, grande selection Borro.
Pretndeme, o-ave.-ture Er. F jckea.
O brinde do Sr, Augusto Ribero, bomeni-
gem do acarunos de usboa Assis Brasil, fai
expressado ne.t.13 palavras :
Saudo o Dr. Ass s Brasil en nome di arclii-
pelago dos Acariv. Dave ser-IHe agraaval esta
hamenagem cu; ibe vem recordar a trra to
amada de seas oaes e invocar ame o seu espi-
rito a gloriosa historia daqaelle novo, q e em
(ola o lempo se aprimou na honra da lealdada
e na civismo e onda aioda hoja visean aa mais
iliostres memariaa da indepoilencia da Ji-
berdade oactonsl. a
Bravo pequeo povo, sagrada 4 otvillaago
oco oes primeiro3 inicios doi deacoarlmentoi
porlogoesea, recbeu como brazao a naoiliai
ma signa da inaute a'.vegador-a caz da or-
dem de Cbristo.
Eom slogalar destino parece ter-lbe sida
propicio. Fai no mais occldaotal dos roibodos
acaraoos, que a lenda doa velaos oavegaolea,
transmit fa at aos ooisos, fe erener a colos-
sal eatataa de nm cavalbelro, qaa cam a dax-
tra estendida, apontando para o boriaoots in-
menso e largo estara indicando o caminal de
novas trras e de novas mandos.
Fui nos envos peabascos da liba de Santa
Maria e o'oma modesta capel! da VPgem, qae
CQrlstov&o Colombo, ca alabo da America, foi
com os seus marinbalras suao!i-a*a proeccn
divina'para a sia avenlarosa vlagem.
Poi as vardejjQtis plagas di Texelra i
Iba doa Amores talves? Qus descaocou al-
guna diaa o grande CimAe,*, da reg-esao de Ma
ambique aa ota Santa Clara. Fai anda a
Te'ceira qaa den baspitalida ib a Vaaca da
Gama e conceden amorosa sepultura a sea des-
diosa irmaa Paulo, victima di cruel doeigi no
regres30 do descob imeato da India I Assim-
floaram os Acres vinculado} lndissoluvelmeote
as grandezas e as glorias do seolo.
Qoem, pela ves primeira, mv^stigir a bis'.rj-
ria dos Acores, Oaa miratllbado cam a pode-
rosa actividale e singular eto-naibiiidale da-
quella rag, que desde o d-'cahi- do seclo XV
e oa decorso dos dous secutes aegulotes, u--
8giuadamenle no secute X/I, den asmis al-
tar provas de valor e de prestigio espadndo-
se pelo mando o'nm generoso impulso df am-
Digan e de gloria, devessando os marea descc-
rjbecidoa, aprestando para as guerras de frica
a Una fiar da sua tnocidade, enviando at ao
Extremo Oriento .verdaderas leglOes de mis-
aionarloz, qje se forana a morrer pela f I
Ns irmos Corte-Reaes Joo Lavrador, JeSO
Fernaades, Pedro de BircellOB, o taoios oatros
arrojado' marinbeiroB agorianos aventurar. m-.je
aos mares, accrescantaodo novas derrotas aos
famosos role ros dos lllbos da escola de Sagres,
levando a remotas parageos, talves mesmo at
Amerina, antes do olorrbo, o no te e a fama Portugal. M ns tarde Bento de Goes, agonano
doa mai'.iosigne'p, abria o cam'nho continental,
al entao descoobecido, da India *o Cstayo. n'um
percjjrso de 4 000 Kilmetros ou 800 pg as
realcando a primeira daa gra dei explora^O-is
asiticas, aiada boje consideradas celebaes por
'.oos os mestres das adeudas geograpni:aa.
Neste nctabilissimo perodo da vida dos ac-
riaoos. a bra'ura insular era pea em prova,
guiado em 1581 soccomblo as maoa 00 invasor
estrange.ro a independencia nacional. Nos ro-
bedoB de Tercelra basteava se a baodei'i do
Pnor do Crato. e durante tres annos a mao que
susteotava a adrlca nao a arrion, oppoodo os
acrtanos i.idom la resistencia as bosles bespa
onolas aob c commao lo do vaioroso D. Alvaro de
Bazao, M.rqufz de Slaour, um dos mais illnstres
;abos de guerra do sea lempo- A conquista do
Ctelo de S. Felippe em 16 tf a tingia as pro-
pocos de ama epopa de acriticioa, de abne-
gares e de herosmo. Renovaram-se as vr u-
ses antigs. Augnrava se.a liovrdade e a inde-
pendencia da naga a, qoe maia tarde e j neste
secaba baviam de eer novameote resgaiadae ptla
dedicafao e pelo valor acornnc-
E na paz como oa guerra os Acores asaigno-
lartm se semp'e, dando um resol ado contingen-
ta de bomena illuatres par o serviQO da pttna e
da civllBacio, leudo na metrepole, como as co-
lonias e aluda mesmo 110 esirang-iro. erain
mestres doa mais insignes a douta Univeraidade
de Salamanca, e a nosaa propria U cversidade-.
oa os as mais illustes cathedraes 'a Ueipinba e
de Portugal. Foi ilheo o Trmetro bispode Para,
Fre Barihotoma do Pilar lbeos dois arcebia-
pob dsrGOa, Fre Christovao da Silveira e D. Au-
toni;Tavetra, o blspo de Faochi', D. to'adeFi-
gue rado, o Pispo de Angra, D. Alexaadre de
Sica Familia, o bispo ds-ktacau, D. Manoel Ber-
nardos. Pilhode acarianoa, emoora nascido no
Rio de Janeiro, foi tambem o celebre biBpo de
Coimbra, D Francisco de Lemoa, o sabio refor-
mador da Uaive-s'dade.
Descenda de lbeos o divina Grett, era ti.tu
de i 1 heos a grande a.triz partogecza Emilia da
Nev1, as libia nasceram tinos contempor-
neos ilnsiies.iintre es qoaes se d->st.ca- atigoe
ra primacial do duque a'Avla, modeste lho
do povo, qae attiagio, pelo oroprio nurito, todas
as iCulna n noias da g.-aodez, med.cos com
Antonio Mara Barhasa, uurry Cabral, B.tteo-
court Pitia, o Avenares, oaiU'ali8'.a8 coma A -
rada Parlada a Aflauso Cnaves, exploradores
coma Robera I^eaa, engeaueiros como C ni;Ji
de Mir..ei. estadistas cono o marques de sao-
serra e Hioze R:beir- ju-is:oault03 como
F'anc.8co Jerauymi da Silva e Tavares de Mi
de*-os, oradore sag alos como o padre Seana
Frenas, tribunos como Manuel d'Arriagaa e
Eiaard 1 Abroa, artis as enana Souzi P.Dta, tre-
vezes ]4 laoreado em Paria, e, para por termo
is citacOss. HII103 d03 Acares, linios tamoem,
tio essps dous poo'iQca mximos da ma lerna
luteratnra po toguezi Aotbio do Qientil, o
d:a e iny,tico p.ea, eTO polla Braga, o gran-
de pablicisti e p-ofua lo peisaior, qua urna
das mais pilerosas olivlduildadea da ui g-
ragaa a dojsaa n iiz.
t ni Brasil, Nis sciencas, as lettras, as ar-
tg*, na commsrjo e ni inmola, quintos iibai
e tainos nnaa ae tea o il ust a lo e en^aadaci
do Y Q tantos toan o sen oorae oailteedo 011
nistoru paliti;a e Literaria do B-asil ?-a cf.a-
rei Mima Birrete, o celeb-e repentista e o uo-a-
blIisBlmo orador, Fr Francisca de Mon-'Alver
ae, a ma or gloria da tribuna brasileira. Mis
para qae citar ootro', se temas aqu', jooto de
ni, nm lllust e o t o ne acnanos, aquella qns
o a reprsenla cm Portugal, a eajaa ir usa e ami
ga a qie noi prendam la^toi lcoa de aUsito e
de emma e qoe, po* una coin:ilene a digna de
menjo, vem exercer entre ods as eaas elevadas
fanecas eiconlrando um asiriano, illosre tau-
oem, parlamentar e eaiadisi* lanbam dos mais
disliootes, na preallencta do gsoinete potu-
goez.
San lano, pois, o illost-e diploma em ncra-
do pavada- Acres, p-estiulo-ms a mus grata
das ho nsnag-rns do un 'U ca-acaa de agonaao
iavocarei anda o nome da mais querida e a mais
i lolatrala dina da patria losnlaaa, cajo berco
foi entretenido pelas mos da esperaocosa moci-
dade em i8!8, orv.ilbado por lagrimas de mata,
u-i muita< vezes ttzeram lembrar aa da Sparta,
e caberlo par beocSoB de ere incas, farmasas e
cistiscamo as que em Rama coroavam de lao
reh os dffeosores da patria, e narado das maia
billas flo-ea diqaelle opaleatissmo arcb pelago,
hirco que a l patritica, mas ardente, sigrou
em al'ar nos campas de brtalba e qae fot be o
carnate defeadio du ante seis anuos peas
oayoelos e pelos coracOa.'- Invoca a liberdade
portogueza all r.asciia e all embaloda, qae lera
namelles nislonco'ochedos o maia ateetnoso
e o mais santo jos eolios e pela qnal aioda haje
-ae preciso fosse-dariam vida osreorianos
lot,CB- T^ ,
Healisouse a 11. no tbeatro de D. Amelia, o
espectculo dado pela emp-esa do mesmo tbea-
tro em honra do D-. Assis Brazil.
A commtsso da mprensa recaben o illnsire
diplmala e ana Brma. esposa, qoe den o braco
ao usse presado cillega e p-esldBnte da mes-
ma commissao, o Sr. Brito Araaba.
Logo qne.Ss. Exc-. appireceram no cama-ote
qua Ins eslava reservado, a orcneslra execntou
o bymno brazileiro, que tolos oaviram de p.
Em seguida levantou-sa o panno e o actor
Tavera reciten urna esplendida poesa, do nosso
collega do brrelo da Noite, o Sr. Visconde de
S. Boiveotura, allnsiva ao B-azil, sendo ealore-
sametite applaodlda.
Logo depois a orebeatra execnton o bymno na-
cional, qae tambem 10I onvido de p, Dodo o
qual comecan a repreaeolacaa da featejada co-
midia 3 eoar dos barrigas, qoe alcaoepo oais
nm trlompbo. .
O tneatro eslava elegantemeate adornado,
cam fiares e arbustoB, leudo sido collocados 00
camar;te;do Sr. Dr. Assis Brasil e da commisaao,
banderas brasilera e portoquesa.
A empresa offerecen om liudiasimo bonqnet*
a madame Assis Brasil.
A casa estava chela, notando-se nos camaro-
tes mnnas familias brazlleras, OBiealaado as se-
nbaras magnificas loileltsa*.
163S -Rendi.ao do forte do Arraial do
Bom Jess. Cercados por todos os lado?, mor-
ios de fome, vendo se no extremo de comerera
caes e ralos, os defonsores do forte n&o podiam
esparar mais que urna c ipitulagao honrosa.
Os hollandezes procederam de m f, obr
gando os chafes mais iraporlante3 a pagarem
resgate, subindo a 30.003 coraso dinlieiro apu-
rado.
Do forte, diz o historiador hollandez Lacf, sa-
hiram pan maia de 503 vellios soldados os me-
Ihores que n-'quella erra tm p sado, junta-
mente com 150 pracas tiradas d* g^nte do paiz
as quaes permitlio-se seguir para o interior por
nol-o assim haver mu humildemente pedid),
allegando o desejo que tiuliam de viverem eti
tre os prenles. Alem desles foram anda en-
contrados no forte para mais de 203 habitantes
os colonos que ahi se ach vam alojados com
suns familia?, filiios e escravos, excepto auas
mullieres, os quaes resguUram-se a si e a seus
bens por 50.030 florins concedidos ais sitiado-
res.
O forte foi arrazado e tola a arlilharia e mu
nir,:s, nelle encontradas, iransporlala para o
Hecif-'.
lfll Perdao do rei de Portugal aos parti-
darios da nobreza pernambucan.
ERRATAS -MAIO
Eph. de 6-1611-linhas 10, onde se !: e
aconsclhado ; leia-se : e aconselliaa.
Eph. de 13 -1635-iinlias 6, onde so \i : no-
vas ; lia se : urnas.
Eph: de 14 1633 -linhas 35, onde se l : 6-
caram laia-se : lizeram.
Eph. de 19 -1817-linhas 97, onde se lj
divo-;-leia-si: o divino.
Eph. de 23-1817-linhas 14, onde se l:
derramaran); leia-se : devassaram.
Eph. de 23-1645 linhas 10, onda se l: vis-
to'; leia-se; mato.
Deliciosa
Quando en te vejo creanca,
Travessa,alegre, calila;
O rneu olhar que te fita,
De te filar nao se canea.
Quando, as voltasda danga,
Teu seio no meu, palpita,
Minh'alina flea, acredita,
as corvas da tua Uanja.
Ao teu lado esque0 mundo,
Sic.to o prazer mais profundo
Que dentro d'alma me bole...
Tu lens s gratas doguras
Da- mangabinhaa maduras,
Da bagos de jaca moli.
Recite-1895.
Ernesto Paula Sanio.
CHRONOLOGIA
srssmisss rsnnAusncA^s
COLLECCIONADAS POR
lelchisedecfa de Albuquerque
Lima
BOTO
Dia 8
AVISTA DIARIA
>l Senadi* EoYectuou-se ante-honteru a
43* seaso ordinaria sol) a presidencia do Exm.
Sr. r. Francisco Teireir de S.
Verificando-sa eslireui presentes apenas 03
Srs. Bari de Nazareth, Hegu.-ira Costi, Teixei-
ri de S, Albino S.lva, Ednardo le Olivaira,
Sa azar Mostoso e Aniono Peruambuco, o r.
Presidente m-in lou ler o expediente e entrar-se
na ordem do dia.
Foi li la e encerrada a discussao da acta da
ses-ao antecedente.
Nao houve expediente do Sr. 1." Secretario.
l'assou-se ao do 5r. 2." Secretario.
Foram lidos, inlo a imprimir os seguales
pareceres :
N. lll -Da 5." omraissao, redigindo a reso-
lugo iniciada na C-unara dos Sr. Diputados
pelo projeclo B. 84 desle anno (reorganisagSo
dos esiabelecinenlos de msirucga secundaria);
requerendo o Sr. R'.'zueira Co-ta dispansa da
impressao, a 1:11 de ser discutido immediata-
ra^nle, nao se votando por falta d; numero.
N. 112 jDa 5.* Commissao, acceitando a
emenda fela pela Cmara dos Srs. Deputados a
resolugo iniciada no Senada pelo projeclo n. 5
desle auno (ensina primario do Estelo), reque-
rendo o Sr. Eluardo de Olivera qua fosse un-
meiiatainante discutidos, deixando tambem de
se votar por falla de numero.
N. 113Da 3." Commissao, adoptan lo a reso-
lugao iniciada n'aquella Cmara pelo projeclo
0. 82 desle anno (elevagao da peasao do cliefe
da secgao da Secretaria do Governo, Clementino
Philoineno Henriques da Souza).
N. 114 -Da 3.a Commissao, dem, idem, p^-lo
projecto n. 61 d ste an 10 (aposantidoria ao por-
teiro da Bibliulhcca, Aristidcs Honorio Bezerra
de M'-nezes).
li 115 -Daj 3." Comraissar, idem, com emen-
da, a iniciada pelo projeclo n. 69 deste anco
(abatiraemo da divida de D. Mara do (.'armo
Prazeres de Mullo.
N 116 -Da 3.* Commissao, concluindo por um
projecto sob n. 24, melhorando a aposentadoria
do hacharel Caetano Mara de Faria Neves,
tendo o Sr. Barao de Nazareth requerido a no
meagao de uin Sr. Senador para assignar este
parecer, vista acliarem-sa impedidos os seus
dous collegas da Corcmi3sao, lendo para fita
o Sr. Presidente nomea lo o Sr. Salazar Mos-
coso.
Nao havenlo quera quizesse utilisar-se da pa-
lavra na primeira hora da so33o passou or
ck'in do dia..
Encerrou-se sera debate a 2." discusso do
p-irecer n. 91 adoptando a resolugao iniciada na
Cmara dos Srs. Deputados pelo projeclo n. 65
deste anno (forga estadoal) bem como em 3 o
projecto do senado n. 18 deste anno (lcenga ao
Dr. Juiz de Direito de Quipapa}, nao se volando
aioda por falta de numero.
Annuncirau-se a 2* discussao do parecer n. 82
sobre auxilio a usinas, com vote em separado, e
tendo comparecido os Sra. Constancio Poniual e
lrmiro Coutinho o Sr. Presidente declarou
abena a sessao.
Votarara-se, sendo approvados, os requeri-
mentos feitos re at vamente aos pareceres ns.
ill e 112, e, subm-atlidos a discussao, foram
ambos approvalos sera debate, e rem titdo o
ull mo 5" Commissao.
O Sr. Presidente declarou que ia ser envalo
sam-gao, o de n. lll.
Era seguida votarara-se, sendo approvados, o
parecer n. 91, para o qual pedio e obteve dis-
pensa do intersticio o Sr. Uirio de NasaNtb, e
o proje-, o n. 18 que foi remettido 5'Commis-
sao adra de o redigir.
E' lido e subraetlido discu sao o parecer a.
82 sobre usinas.
Adiou-se por 21 horas, a requarimenlo do
Sr. Antonio Pcrnambuco, havendo orado os Srs-
Eduardo de Olive ra, que pedio e obteve a reti-
rada da emenda da Commissao iniciada no pa-
recer ; Bar3o de Nazareth, Constancio Pontuai.
que rnandou mesa urna emenda seb 11 1, Euar
do de Oliveira (2* wa), Constanc o Pontual (2,
vez), Errairo Coutinho, B*rao de Nazare h (2,
vez), vindo mesa urna emenda do Sr. Cons-
tancio Pontual sob n. 2) e Eduardo de Olivei-
ra (3a vez), sendo as duas emendas apoiadas e
entrando em discussao.
O Sr. Io Secretario comraunicou a remessa
sanegan da resolugao autorisando a organisa-
$80 dos estabelecimenlos de instruccaxa secun-
daria.
Approvaram-se sera debate era 2' e 1* dis
cussOes os projeclos do Senado ns. 14 e 21
(aposentadoria do Dr. Jos Anastacio da Silva
Guiraares e Gabinete de bacteriologa.)
Adiou-se a 1* discussao do projecto n. 19
(engenhos de Agua Prea pa*a Gamelleiro) pela
approvagio do seguiute requerimanto justifica-
do pelo seu autor :
Bequeiro que sejara ouvi los os Concelhos
Mnnicipaes de Agua Preta e Gamelleira sobre
o projecto n. 19.Regueira 1 osla.
Esgolou-se a ordem do dia.
A de hoje : 3* discussao do parecer n. 91 a
97, e contionaC/iQ da do de n. 82.
1895-PARECER N. 112
A 5' Commissao tendo presen* o oficio n.
88 da Sr 1 Secretarle da Caraira dos Srs. De-
putados commnnicando que dita Cmara resol-
veu adoptar a resolugao Iniciada neste Sena-
do pelo projecto n. 5 do correte anno cora a
seguinte emanda ao arl. 2":depois das pala
vras em dispon billdade accrescente-8e-os
quaes ficario avulsos, caso nao aceitera as ca-
deras qua Iher forem designadas, de pare-
cer que seja adoptada dita erneoda.
-Sala das CenHnissfks, 6 de Junno-de 1895.
() Repruduz se es'a noticia por ter sido hon-
tem publicada com algumas incorreeges.
Barao de Nazareth.Dr. Constancio Poniual,:
Regueira Coste, vencido.
Emendas presentadas na 2' discusso do
parecer n 82, em;sissac de hontem :
N 1 Ao arl. Io do projeclo. Supnunara-se
as palatras : te que fica extensivo a Socieda-
des anonyraas. Dr. Pontual.
N. 2.-Supprima se o 2-Dr. Poniual.
Senado de l'ernainfoueoEllecluou-
se hontem a 44' sesso ordinaria sob a presi-
dencia do Extn Sr. Dr. Francisco Teixeira de
S.
Estiveram presentes os Srs. Regueira Cosa,
Baro de Nazareth, Albino Silva, Solazar Mos-
coso, Teixeira de.'S. onstancio Pontual, Anto-
nio Peroambuco, Eduardo de Oliveira, Ermrio
Coutinho-
Foi lid.i e approvada spna debate a acta da
sessao antecedente e approvada tambera a da
sesso de 5, cuja discusso ficaru encerrada.
Nao houve expediente do r. 1." Secretario.
Passou ae ao expediente do Sr. 2." Secre-
tario.
Foram lidos, Ires pareceres da 5." commis-
sao sob ns. 117, 118 e 119, sendo 03 dous pri-
meros dispensados da impressao a requeri-
nnentos dos Srs. Barao de Na/.areth e E luardo
de Olivera, e approvados sera debate, indo o
de n. 119 a imprimir.
N. 117. Redigindo o pr-ajecto do Senado n. 5
deste anno cora a emenda da Cmara sobre
a instrucgo primaria E^tadual ; declarando o
Sr. Presidente, que ia livrar-se a resolugao
para a sanrgao.
N. 118. dem o o 18 deste anno, concelendo
1 anna de lcenga ao Dr. juiz de direilo Luiz
liarb ilho Ucha Cavalcante.
N. 119. dem ao de n. 17 auclorisando a apo-
sentadoria do Dr. Joaquim Pereira da Silva
Guimaraes.
O Sr. Presidente declara que relativamente
s duas ultimis resol ugOes iu fazer-se a de vida
coraraunicago Cmara dos Srs. Deputados.
Finalmente foi lido, sendo approvado sera de-
bate uiu parecer sob n. 120 da 4.a commissao
requerendo aauliencia da 3." sobre a r-'solu-
go iniciada na Cmara pelo projecto n. 44 des-
le anno (premios a plantadores de cacau e caf).
O Sr. l."'Secretaro comraunicou quo ia a sane-
gao a resolugao relativa ao ensno primario Es-
laduai.
Nao havendo quera quizesse ulillsar-sa da pa-
lavra na 1.* hora da sessao passou se ordem
do dia.
Approvou-se em 3.* discussao, sen lo enviado
5* commissao para o redigir, o parecer n.
91, que adopta a resolugao da Cmara dos Srs.
Deputados sob a forga stadual.
Veio a une-a um parecer sob n 121 da refe-
rida ComrnfsBsao, redigindo dita resolugao e
sendo Iic"p, c dispensado da iaipressao a reque-
rimenlo do Sr. Barao de Nazarsih, a (i n de ser
iranne Malamente discutido.
Poi approvado setn debata, declarando o Sr.
Presidente quo opiwrtun.imente eei, reraeliida
sinrgao a precila resolugao.
Comparaci'U o Sr. Erraino que, pila ordem
declarou que, se eslivesse presante votara coa-
ira a parecer n. 91.
Continua a 2' discussao do arf. 1. da reso-
lugao da Cmara consiente do parecer n. 82
(auxilio a usinas).
Depois de orar o Sr. E luirlo de Oliveira,
encerruu se a discussao, e procedendo-se vo-
tago veriftcou-se terem sido approvados a
emendada Commissao e .0 artigo, licando pre-
jit 1,cadas as emendas ns. I e 2 do Sr. Constan-
cio Pontual e o vo*.j era separado do Sr. Erm-
rio Continuo.
O Sr. Barao de Mazar th pela ordem declarou
votar pelo projecto tal como veio da Cmara.
O iiemas artigos da resoluto foram appro-
vados sera dbale cora as emendas da commis-
sao ao arl 3." sendo supprimido o arl. 2 .
O Sr. E luardo de Oliveira pedio dispensa do
intersticio, nao lendo o Sr. Presidente accei.ado
seu requerimeulo por ter de ir a resolugao,
emndala como ticou a 5.a commissao .tira de
redigil-a para a 3." commissao.
O Sr. Barao de Nazarelh, pela ordem, com-
mumcou achar-se na anti-sala urna cmuais sao
de mercieiros, que vinha eniende:-se com o
Senado.
O Sr. Presidente noraeou aos Srs. Baro de
Nazareth, Albino Silva e Salazar Moscoso para
tem saber do que desejavara.
Voltan lo a Cimmissao do Sanado, o Sr. Ba-
rao de Nazarelh, pela ordera, expoz 03 intuitos
dos mercieiros enviada mesa una petigao
delies.
O Sr. Presidente declarou o.ue, opp tuna-
mente, seria lida a refer la pslig&o.
Approvaram-se st-an debate im 3.* discussao
indo ii 5 Commissao para os redigir, os pa-
receres ns. 92, 93. 95, 96 e 97, que adoptara as
resolugas iniciadas na enmara pelos projectos
deste anno ns. 83. 91, 23, 51 e 53 ; o 1 ele-
vando Serinhaem a cidade, o 2 extinguindo
dividas do calgiraento do Recife, o 3." autori-
sando a despender se 6:0X)S com as obras da
Casa deCaridade de Caruai, u 4.* idem o que
for precis > para conci'rios das pontea c estradas
e c 5. dem al 20:000$ com a construcgo de
uraa cadeia em Barreros.
Finalmente approvou sj, tambem sera deba-
te, em 3 discussao o parecer n. 91 adoptando
a resolugo iniciada na Cmara pelo p'Ojecto
n. 12 desle anno, que aulorisa a despender se
40:00D# com a canalisagao d agua para a cidadft
de Caruar cora a seguinle emon la, que lera
de enlrar era 2.a discuss8n :
N 1.E' tambera 10:000$ para um agude em
Angelitn Barao de Nazarelh.
E-gotou-se a ordem do dia.
A de hoje : 3.a discussao dos pareceres ns.
93 e 99; 2 a dos pr jecioa nos 20 e 21 e dos pa-
receres n. 114 e 115.
1395 PARECER N 119
A 5 Coraraissao a quera foi p esenle o pro-
jecto n. 17 de3te anuo, approvado em 3.' dis-
cussao ; de parecer que fique assim redigido.
O CONGRESSO LEGISLATIVO DO ESTADO
DE PERNAMBUCO RESOLVE:
Art. 1.- Fica o Governador do Estado autori-
sado a jubilar cora todos os vencimentes ao ba
charel Joaquim Pereira da Silva Guimaraes,
professor da 1.a cadeirj de lingua latina do
Gyranasio Pernambucano, urna vez provada a
invalidez de que trata o arl. 127 da Constitu-
cao Poltica do Estado.
Arl. 2 Abcrla a vaga pela jubilagao d'a-
quelle professor, sei supprinnida a cadeira por
elle regida, o que se observar com reiac&o s
deraals cadeiras do Gyranasio qua ferem va-
gando, sempre que houver mais de urna da mes-
raa disciplina.
Arl. 3.- Revogam-se as disposicis em con-
trario.
Sala das CommissOas do Senado 7 de Junho
de 1895 -Regueira Cosa.Dr. Constancio
Pontual. B. de Nazarelh. 7
cmara dos Deputados Effecluou-
se hontem hora regimental, a 58.a sessao or-
dinaria, sob a presidencia do Exc. Sr. Dr. Jo-
s Marcellino da Rosa e Silva, ten lo compare-
cido os Srs: Elpidio Figueiredo, Gongalves da
Racha, Pereira Reg, Manoel Jardim, Jos Mar-
cellido, Celso de Souza, AlTonso de Barros, Es-
lacio Coimbra, Araujo Lima, Berlhnldo GalvSo,
Pinheiro Raraos, Leopoldo Lins, Francisco Ri-
beiro, Julio Antero, Godofredo Moscoso, Molla
Silveira, Pereira da Silva, Bianor de Medeiros
e Joaquim Guimaraes.
Foi lida e sem debate approvado a acta da
sessao antecedente.
OSr. 1. Secretario procedeu a leilnra do
segu'nte expediente.
Olicio do Dr. Secretario da Justiga, Negocios
Interiores e InstrocgSo Publica, dando nforma-
ges sobre a peligao do protessor Pacifico Pau-
loo Malaquias-A'quem fez a requisigao-
Petigao de Francisco Lucio, professor de Ca-
tende, municipio de Palmares, requerendo que
se auorise o Governador do Estado a poi o em
disponibilidade.A 7.a Commissao.
Outra do Coronel Pedro Secuodlno Barbosa
da Silva, requerendo que se Ibe mande pagar
as despazas fetas cora a illuminagao da cidade
da Victoria, de-de odia 8 a 31 de Margo de
1893 -A8.aCornrai.8io.
Outra da prJcssora Isabel Olvupia Maciel
para ser considerada em dispontbilidade.A
7 Commissao.
Outra da AssociagSo Commercial Benelicente
dos Merciairos, requerendo que seja modificado
o imposto referente ao n. 44 (Tavernas) e esen-
g5o de outros impostes por gneros proprios de
3eu negocios-a 3.a Coranraissao.
Foram lidos, indo a imprimir 5 pareceres da
10. Coamissao sob ns. 187-188 -189-190 a
191, redigindo os projectos-ns-^w, 109, 77,1
e 116 do correte anno.
*
>


SfikSKBlHi
I
Diario dePernni'nfo Sabbado 9 de IiiiiIio de 1^5
,z
i., j. ,mi>rPwJn ffdaida ediicacao da capaila de S. Sebastiaj,
a li.los, deRFsnwJo d_e_,mPrefn na c.dade de Palmares, velo communicar-nus a e sahiu s 1
Foraai tn _
e sem dbale aprovados, 2 pareceres
da 10.
Co"mmis~sao SOb'n. 192e 93 dando redacio aos
projectoa ns. 12, de iniciativa do Senado e 101
Qn-ado resta Cmara. ... ... .
Foi MU lidos, apoiados 8 julgados objecto de
leliberagao, indo a imprimir es seguintes prtf-
''m .-Aprestado pelo Sr. Pinheiro Ra-
mo-ie.membnnlo do municipio de S Lou-
KDCO para o de l'au d-Alho o engento Sitio
N 146 -Apresentado pelo Sr. Bertholdo Gal-
va'o divi-indoo actual tabellionato do muni-
cipio di- Qalpap pm dois officlos dislioctos.
N nr Apri'S'jntado pelo mesrao Sr. depu-
tado desmembrando do municipio de Canholi-
nho'rariode S. Bento todj o territorio do
di>tncto municipal de Jupy.
N. 1H Apn sentado pelo Sr. Manoel Jardim
autorisawlo oOoveniador do Estado a dispen-
der a quanlia de doze contos do reis com a
construcgfn de urai cadeira no municipio de
Amaran ;
Na horu do expediente u^u da palavra o Hr.
Estado Coimbra, que en-rou a mesa documen
tos relativos a eleiyo-do 4. dislriclo no mu
nicipio de Barreiros, atim de serem reunidos
aos anuaes desta C-imara,
Nao ha/ando quim qu'zesse utilisar da pa
lavra Dassou-Sfl a ordem do da.
Submeild; a 2." d
50 oruran os Srs. Pere
redo, Pereira da Silva c envuram a mesa emen-
das as qu;.es forana approvadas, bem como o
projecto, leuda porm regeitado um artigo au-
ditivo. .
Foi opprovado sem debata em 1.* dis usso
o pruj:cto 131 A.
Eniranlo era 3." discus-ao os projectos n.
40 42 s 88 Corara sem dbale- approvalos, sen-
IICII UU Ul.
liscuso os projec4os n.
ireiraTejo, Elpid o l'iguei-
discus-
dispen-
Sr. Af-
do remetti los commissao de redago.
Foram :-.pproados sem d- bale em 1
sao os pr. jectos n. 133 e 11 sendo este
saxlo d: intersticio a requeriraento do
fonso de Barros. ,
Foratn ubmaltidos a discussao e sem debate
approvados os sepu;nies paree-res:
Da 10' cotnmi-io os de ns. lol lb, 10J. I.U
e 171, iwdigiQdo os projectos ns. 55, 125, 75.
de Junlio de 05. Cel-
120 e 100 Jo correnle anno.
Da i* commissao os de ns. loo 1.3 e 1.8 o
primeiro conc'ulodo pelo uidefenmento da pe-
tigfio 'le Francisco Augusto Pa-'S B arreto, o 2."
pelo indeferimento da pelijao do professor Au-
roliano Angosto de Vasconcelos e o ultima
palo ti lil-riinento da de Antonio Jos do Mj
raes Sarment.
Da s." commissao os de ns. 1.4 e 17o, este
concluindo pelo inJtferimento da petigao de
M^n m I Clementiuo Crrela de Mello c aquelle
pelo di de Jo;quim Flix Brzerra Cavalcante.
Sendo BObmeltido a discussao o parecer da
4.* commissao sob n. 61 o Sr. Celso de Sjuza
justificou e eOTion a mesa o seguinte requeri-
mento.
R-.'queiro que volte novamenle ao lliesouro
a p ligue do ex-co!ljctor do municipio de Bom
Con IV Luiz (arlos dn Costa Vilella, afim de
que ;quel!a renariig&o cxaminandj os papis
referentes a prcslagao de con'ss a que se refe-
re o EOpplicaole complete suas inormages,
teodj igualmente era vista o documento cora
que dito colleclor mslrue sua petigo.
Sala das sesses, 7 d(
SO de Souza.
Submettido a discussa foi sem debate ap-
provado, licando adiada a votago do parecer.
N.J.i i:ia!s havjndoa traar o Sr. Presidente
levan'ou a R89&J designando a se^uinte ordem
do din :
Pnmeira discussao do projecto n. 111 ; 8.a
d s d: n. 13 do Senado, 131.111. \2, ios
de 0. 58 73, 112 3), 32,115 e US.
\omracao -Por portara de 5 do corren-
te do Dr. Secretario da Justiga e em execuc-V>
ao reguUmento approvado por Decreto de 31
de Dezembro do armo ndo, foi nomeado Can-
dido Quinlino Rodrigues Lima para o lugar de
mestre ensaiador gerel das bandas de msica
dos rorpos policiaes d'OBta listado.
Autol idiide policial -O S". Dr. Secre
lario da Juslga sob proposia do Dr. Questor
Policial nomeou em 6 do correnle para exercer
o cargo de delegado de Amaragj o alteres do
3- batalhao Esladual Joo Francisco de Hol-
landa Ca\alcai te.
Matriz da Ila Vi si: O di.-no e zeloso
vigario da fie^ueiiB da Bji-Vista, Rvdrn. Au-
gusto Frankim Moreira da S Iva timemprehcu-
dido obras de certa importancia n'esse mages-
toso ijm,ilo o qua! ao que nos parece, pretende
S- Rvdm. fazer passar por grandes raelb>ra
menios
.Nao po ie d lixar de xerecer todos os nossos
app ausos, essa resolugo do digno Vigano da
B6a-Visla que assim junta mais urna prova as
mu tas que jtera dalo do seu amor pela F
catho ic.% e do muilo que sempre eraprenende
pelo sera prest jio e enallecimento.
O que resta "que as obras que agora come
ga a execular o digno pastor da freguez a da
Biu-Vista, seja n'ollas coadjuvalo pela popula-
jo jalhoica d'esta cidade, s^rapre prorapta a
auxiliar lodosos lentamens era que possa por
prova e nitela de sua f e a grandeza dos
seus sttiiroenlos religiosos.
Taes sao os votos que fazemos, desejosos de
que quaato antes seja levado a U n tal empre-
bendimento que sera motivo de justa satisfagao
para todo o povo catbolico d'esta cidaie
Pastellara ln Mello Blsel-Aoda
urna vez o Sr. Luiz de Mello Bisel, igoo ge-
rente d'essa pastelUria, nos quiz provar a ex
cellencic. dos productos que tem exposto a
venda. .
Honlem mandou-nos |>ara que emittissimos a
nossa opimao sobre a bolachinha Kragnell que
acliamos verdaderamente deliciosa.
Portanto... deve o poblico nao perder oppor-
tunidadu de ex pe rimen tal-a, aflra de que nao
exage'ado o qualicativo.
Ao Sr. Biset, muitissimos gratos.
Disaertaci e beses Recebemos e
registramos agradecidos, as apresentadas Fa-
culdade de Ureito d'esta cidade, pelos Srs.
Drs. Tito do3 Passos de A. Rosas Filho e Vir-
ginio Marques C-jrneiro Leo, candidatos ao
concurso que se deve proceder no correnle
mez, ao hagar de lente substituto da 3." sec-
go.
A proposito o Sr. Dr. Virginio Marques,
nos pede para declaramos que no seu traba-
lho escaparam algumas incorrecgs, entre as
quaes urna de nota : Xa segunda proposigao de
Historia do Direito nacional, ende se l 19 de
Janeiro de 1890, dever-se-ba lr 24 de Ja-
neiro del8!K).
Concert Rayol-Realisou se ante hon-
tem, cerno eslava anounciado, o concert Rayol.
O programraa foi brilhanleraente exeeulado,
sendo, que na execuao do 5. numero da 1*
parte o maestro Rayol extasiou a grande turba
de espectadores, que mais urna vez teve occa-
siSo da admirar o seu grande valor artstico.
A mocidade acadmica da Faculdade de Di-
reito fez e representar por urna commissao,
lendo como orador o Sr. Morisson Farias que
em nome de seus collegas offereceu ao maestro
hayol um impelante violino.
Nossos compnmenlos ao Sr Rayol.
Novidades Litterarias-0 Dr. Pessa-
nha provou que lem j produzido diversos tra-
balhos e sobro varios assumptos acaba de reu-
nir em ura pequeo volurae com o titulo Autos
de Estima, dois escriptos que offerece ao9 seus
amigos e collegas do joroallsmo,o prlmeiro
a Celia do Padre Anchiela. tocante narragao e
o segundo um artigo publicado no Estado do
Espiri'.o-SaBto sobre Cielo Nunes, a proposito
da avenida que na capital do Estado recebeu o
seu neme. A Celia offerece a mais agradavel
leitura -e o artigo revela que o autor sabe ser
agradecido.
O ex-mnistro da Fazenda ao publico
(questao das loteriasl o titulo de um livro
que o seu autor, Dr. Felisberto Freir, acaba de
publicar no Rio.
O Sr. padre Bellarmino de Souza, j tao
conhecido pelos seus escriptos, reuni em volu-
mes oh arttgos que com o titulo iRazOes e fa-
dos publicou no Apostlo, do Rio.
Apoiando a origem los males presentes, en-
tende que ella vera de 1873 : trata da influencia
do militarismo, da separagao da Igreja e do
Estado e conilue tratando do progresso do ca-
tolicismo nos Estados-Unidos.
Lucio de Mendcoca. o distiento escriptor
braiilsiro, vai publica" um livro de prosa. Se-
rao ecitores os Srs. Fauchon & C", do Rio de
Janeiro.
A -Unlo- Recebemos e agradecemos o n.
24 deste jornal, orgSo da classe typographica.
Trunsferenclt-A commissao encare-
transferencia da procissao e assentamento da 1.*
pedra para o da 13 do crreme.
Grupo Unao Theatrlsta-Essa asso-
ciacao 'iirigio convites aos seus socios para
urna reuniao de assembla geral amanha, atim
de serem lidos os Estatutos que serao aprsen-
la ios por essa occasiao.
Fallecimento-Pelas 8 horas da mantia
de hou era fallecen victima de amigos padect-
raentos o respeitavel anciao capitao Joao Gon-
calves dos Santos. .. .
O tinado que contava 6o anuos de idade, era
um dos antigos commerciantcs do nossa praga.
Dolado de excedentes qualidades moraes,
conslitutrao estas ura attriclivo a todos que se
llie approxiinavam e eulrelinham comsigj rela-
cOesde eslima.
Damos pezames a sua Exma. familia e espe-
rialmente ao seu digno flllio Joao Gongalves dos
SEnarae-Para a Capital Federal se-
eui > a borlo do paquete .Brandenburg, o ar-
tista tvpograplio E uardo de Souza Guimaraes,
a cujo embarque compareceu grande numero
dos seus collegas.
Boa viageru __.. 1fi
Uiiio Typosraphlca -AmanhS s 10
horas do dia em sessfto ordinaria reune-ne esta
so-i -da le afim de providenciar sobre a extin
ca delegada da (.azota da Tarde.
Tambera o conselho do delega los reune-se,
sob as penas da lei.
? assa uenti -Fallecu hontem victime
de antigos paderimentos o Sr. Francisco Lande-
lino da Silva, ex-negociarite de nossa praga.
i az a sua alma-
Eieici de irnaandade -* irmandade
do Saniissimo Sacramento da Matriz da Boa-
Vista procedeu a eleigao da meza regedora para
o ano coinpromissal de 1895 a 189J, sendo
eleitos os Srs. : i ._. j u
Juiz-Commendador Jos .andido do Mo-
Escrivao-Dr. Joaquim ira Silva Cabra!
Tliesouretro-Joaquim P. de Freilas
Procuradores Manoel Bruno dos Santos Gou-
veae Manoel Jos ie Araujo
Yesarios-Ciror.el Joaqum Jos da Silveira,
'ommendador Mano'l Antonio -ardozo, Izidoro
da Mattos Ferreira, Adolpho '"esar da Silva,
Dr Amallo Bastos, Alberto Teixeira Bastos,
Demetrio Bastos FUUo, Luiz Vernet, Tiburcio
Adelino de Oliveira, Joao Rodolpho Passos Gut
maraes, Jos Anaslaco Perreira Costa, Jos Ve
Dio Barred, Francisco Boi-Vtagem, bebastao
Lopes do Ainaral, Antonio da cruz Ribeiro, Vi-
",nio \ugnsio Franllin. "
Incendio -No da 5 do correnle 1 hora
da madrugada manifestou-se incendio no esta-
belecimento de molhados pertnceute Custo-
dio Rodrigues Neves, no logar Casa Amarella.
O prejuizo foi a aliado em 4093039.
O Subdelegado respectivo lomou conheci-
m-nio do fado e verlficou ser o facto caual.
Telogramina retidos-Na Repartigao
Geral dos Telegraphos, acham-se retidos os se
guintes avisos :
De Penedo, para commandante Caxias.
Do Rio. para Maislva e para Teixeira.
D; MaceiO, para Tuiks.
De Aracaj, pira Adriano.
De Nazareih, para Santos.
Servigo para sul, norte e centro do Estado
func.cionando regularmente.
Casa de Itetenoao Movimenlo dos
orosos da Casa de Detengio do Recife, Estado
la Pernatnbuco. em 5 de Juoho de 189o.:
Existiara .
Entrarara.
Saliiram .
Existem .
A saber :
Naclonaes.
Mulhe.res .
Esti-anueiios
Mullier. .
Total .
Arragoados
Bons
Doentes
Loucos.
Loucas. .
448
5
0
453
420
4
29
0
453
414
392
19
3
0
"414
Total.
Movimenlo da enfermara :
Tiveram alta :
Teve baixa :
Rodolpho Manoel Gomes.
Cimiiissiii de Melhoramento do
w.rla do Ueclfe Recite, 6 do Juoho de
1895. .
Bolet m Meteorolgico
Boras. Ttrm centi- Bvometta Tenido do Humir
grado
6 m. 25:5
9 . 2t,5
12 . 27/4
3 t. 2o, 9
6 26\4
Dr. Octavio Freas, entrou s 10 da manb
entrou s 7 da manhS
truoso erro de queos credores privilegiidos pre-
ferem aos credvres hypotkecarioi e-de que, por
Dr. Alfredo Costa, entrou s 7 da manh5 tanto, os credores por cusas, despezas etc. re-
e sahio s 7 1/2. j ferenles inassa fallida preferem aos credores
Dr. Joao Marques,entrou s 8 3/4 da manha, por hypotlnca legal ou convencional inscripta,
e sahio s 11 1|4 Para nao ser pelo raeu illustre collega ar-
Dr. Baplista de Carvalho, entrou s 8 1(2 da' guido de deflcieocia na exposigao do seu pensa-
raanha e sahio s 9 1/2
Dr. Nunes Coimbra, entrou s 8 1|4 da ma-
nh e sahio &s 9 1/2.
Pharmaceutico, entrou s 9 1/4 da nianh o
sabio s 2 da tarde.
I. Ajudante do pharmaceu ico, eotrou s
3 da manh e saino s 4 la tarde.
2. Ajudanto do pharmaceulico entrou s
8 da manh e sahio s 4 da tarde.
Assistente, entrou s 10 lil da manlia e sa
hio s 12.
CALEPINO
movii des
No vi Jadea
/a 00 j vafor da6
761,-03 18.42 73
762,-03 19,05 75
761,-41 20.52 75
769,-15 19 8 i 77
760,*38 19,69 7s
Temperatura mnima 25,"25 Thermometro-
desabrigados ao meio dia.
Temperatura mxima 28-50 Ennegrecido
55*2 -Pirateado 40;8. **-.,
Evaporaco em i, horas ao sol 10.-1 a som-
bra 4,-3.
Chuva0,m2. ____.. ____
.fJDirecgdo do vento: SE e S3E altaroados du
ran'e todo o dia.
Vetocidade media do vento ,-13 por se-
gundo.
.INebulosidade media 0,67.
lioletim do Porto
Pra-marou Dias Horas Altura
baixa-mar ^^
-^8. M. 6 de Junho 9 h. 25 m. dam 0,-40
l> M de 3 b. 30 m. da t. 2,-36
Casamento civil -O escrivSo dos casa-
meatos que funeciona nos d strictos do Recite
Santo Antonio, S. Jo: e Atogados, afflxou na
repartigao do registro dos casamentos a ra do
Imperador u. 75 V andar edil! de proclama de
casamento dos seguintes contrahentes :
Segunda publieacSo
Joo Luiz Vianna, erapregado 00 commarcio,
com Joseph'na Hortencia do3 Santos, sol eiros,
naturaes deste Estado e residente na freguezta
de S. Jos.
Primera publicagao
Albino Simes da Silva Brito, natural dePor-
t"gal, cegocignie, com Anna Marlns de Castro,
na ural deste E-tado. solleiros, e residentes na
rreguezia do Rec fe. .______
Manoel Alves dos Santos, natural de Portu-
gal, negociante, com Mara de Souza Te xeira.
natural deste Estado, solteiros e residentes na
fregnezia de S. Antonio.
Cemitcrio Publico -Foram sepultados
noCemterio Publico de Santo Amaro, 00 da
6 de Junho: ,, .
Constantino Viclor, Italia, 18 annos, solteiro,
Boa Vista. ., ^_ .
Ignacio Martins Natal, Braztl, 3. annos, sol
teiro, Boa-Vibta.
Francisco Jos Jnior, Pernambuco, 33 annos
casad", Boa Vista,
Guilherme de Menazes Silva, Pernambuco,
8 mezes, S.Jos.
Mihtano da Costa, frica, .0 annos, solteiro,
Ron. Vi sis
Miguel Ferreira de Lima, Cear, 43 annos,
casado, Boa Vista. _
Luisa arneiro Souza, Pernambuco, 38 annos
casado, Boa Vista.
Matadouro PublicoForam abatidas
no Matadouro Publico da Cabanga 9J rezos
para o consumo de boje
Hospital Pedro IIO movimenlo desse
estabelecimento cargo da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife no dia 6 de Junho, foi o se
guinte :
Entraram
Sahiram .
Falleceram
Existem.
Foram visitadas as enfermaras pelos segua
tes mdicos: .
Dr. Barros Sobrinho, enirou s 6 1/2 da ma-
nh e sahio s 7 3(4
Dr. Berardo, entrou as 12 da manhae sanio
8Dr. Arnobio Marques entrn s 10 1/4 da ma-
nh e sabio s 11 3|4.
Dt. Lopes Pessoa, entrn s 9 1,2 da naanhi
e sahio s 11 1/2. -________
Dr Vieira da Cuaha, entrou s 11 da ma-
na e sahio as 121/4.
Dr. Bastos de Oliveira. entrou s 10 1. da
na h e sanio s 11. _
Dr. Jos Avila, entrou s 10 da manha e
sabiu s 12 1,4.
Bensabat Ingles sem mestre, 1895,
l vol ene.
Bibliotbeca da Juventude ebris
tu, hvros de recreio, 1 vol. ene.
LIVROS RfSCEW.;HEli.\DOS E SSM COMPE-
TBNCIV EM PRE .OS
Spencer-A educago.iuoral, ..intcllectual,
1 vol. ene.
Johnston -Guia de conversagao era 4
1 nguas, 1 vol. ene.
lolmstoii Guia de conversago em 4
lin.uas, 1 vol. ene.
Johnston-(juia de con7ersagao om 1 s
logua, 1 vol. ene.
Cosinhelro Indispensavel, livro mo-
derno, 1 vol. ene. i*
Cosinhelro Econmica, livro sem(.
igual 1 vol. ene.
Livro de X. Cyprano -Iofallivel a
lodas as consultas, 1 rol. ene.
Historia de Carlos Magno-Obra
completa, 1 vol. ene.
SegurCruz nos dous mundos 1 vol.
"nc.
E. Renau -Vida de Jess, 1 vol ene.
OlHcio de defuntos, com tnissa dos
janos, 1 vol. ene.
*. Uuuiiis=A dama .das Camelias 1 vol.
broc.
Pinbeiro Chngas Rrazileiros illustres
1 vol. ene.
As rail e urna noites, contos arabas, 4
vols. ene.
Macelo Ca Costa -Historia biblia, 1
vol, ene.
cames -Lusiadas edigo completa 1 vol.
ene.
Th. Braga-Pana Portuguesa, 1 vol.
ene.
Joo de Dcus -Diccionario prosdico,
ultima edigo completa (esta edigao annul'a as
outras) 1 vol. eoc.'
Diccionario Portuguez da B. do Po
vo, 1 vol. ene
Diccionarios Portugucz francez a
francez-portuguez da B d Povo.
Escoro admiravcl ou novenario com
pleto, 1 vol. ene;
Manual Encycopledico, livro de co-
naecimentos, 1 vol, ene.
Cartilla de todas as regras, 1 vol. ene.
Lunar o Perpetua, nova edigo, 1 vol.
ene.
Pledosas meditares e oragojs, 1
vol. ene.
Relicario Anglico, 1 vol. ene.
siaeh A'icora da salvago, 1 voi. ene.
Flores a Maria, l.vro para o mez de
Maio, 1 vol.
Freitas-Autopsia da velhico do P. Eter-
no, 1 vol broch.
Rabeis -Aplmdisiacas. 1 vol. broc.
Rabela s -Cocoles e conseliieiros, 1 vol.
broc.
Rabflais-Eva, 1 vol. cora estampa.
chateay-SedugSo por vingauga 1 vol-
broc.
chatenay-Sensulidade e amor, 1 vol.
broc.
chateoay -Angelo e Ada, vol. broc.
E. ZulaNana, 1 vol. broc.
E. Zo-laUtna pagina de amor, 1 vol.
b oc.
E. Zola-Thereza Roquier, 1 vol. broc.
Importantes romaeces de es-
erieh : Manyr do Uoigotha. Piam decla-
ra. Amigo intimo. Anjo da guarda. Amor
dos amores. Martjrio da gloria. Mariposas
d'alma. Calumnia. Anjos da trra. Livro de
Job. Segunda vida. Promessa sagrada. Por
bara fazer, mal baver. Queta ludo quer, ludo
perde. Tal arvore tal fruclo. Vioiiuo do dia-
bo. Um til lio do povo. As culpas dos p=es
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mgica, t vol. ene
Castro-Carteira da Satn, 1 vol. ene.
Vieira Thesouro inesgotavel sobre todas
as cousas do mundo, livro utl, 1 vol. ene.
Thesouro recreativo, t vol. broc.
Meereio as salas, l vol. broc.
Eya de Que roz -O maadarim, 1 vol.
ene .
Eya de Que'.roz-Os Malas, 2 vols,
eoc.
Th Rbelro-D. Jayme, l vol. ene.
Carlos e Silva -Paleographo, 1 vol.
ene.
Recebi Jos pelo Correio
Novos Contos da Carochinha, edi
gao illustrada de 'multas estampas, livro para
criancas, 1 vol. broe.
Franca Jnior-Folhetins, edigo com
peta, 1 vol. broc, .. _..
FerreiraOconfeiteiro nacional, l vot.
ene. j ,
M- A.-O rei dos cosiabeiros, 1 vol. ene.
Comedias, scenas-esmie a e
dramas, grande sortinaento por
preco barato.
Ahn -Meiholo francez, Ivol. ene.
Bodnguez Grammatica hespanhola, 1
vol. ene,
II storias populares, grande quauli-
dade.
Lifieratura, romnce s,
poesa?, grande-s remessas
por tolos os vapares.
Nossa casa nao faz con-
venio em presos de livrjs,
veade ftempre pelo meno
que pode.
LIVRARIA ESCOLA DO POVO
DB
P AI
22
4
4
826
SOUZA. PAZ 4 C.
81ROA DO IMPERADOR81
Compra e vende livros novos e
asado
JURISPRUDENCIA
hy
Alguuaas quesMSes sobro a
potlieca
Appellasio commercial n. 1174
Embargantes Erneato &C Leopoldo.
Embargadas D. Senho'rinha Maria Fer-
reira e outra.
(Continuafo do n. 128)
RESPOSTA AO DR. BENJAMN BAN-
DKIRA ()
III
Entro hoje no-terceiri e ultimo ponto da pu-
blicagaodo Dr. Benjamim Bandeira, do qual elle
nao fez sen&o insistir na sustentado do mons-
(') Deixou de
tarde.
sabir honlem por ter vindo
ment o tambara para raehor"a3senlar a minha
nrgumenta^ao em relacfio ao qu'i elle disse na
ultima parle de seu artigo, de que agora ms
oceupo, passo a transc.ever as suas propnas
palavra'.
O illustrado publico, que nada decide, e a opi-
nio publica, que nada val, no pensar do Dr. B.
Bandeira, que apreciera bim esta juia jurdica
que elle ha poueos dias expz na vitrina da im-
prensa.
Eil-a : Como ja d'sse cima, o Dr. Cu~ador
Fiscal da massa fallida de Fehx Gomes Coim-
algn bem para occorrer as despezas e cusas
o da fallencia, e o Juiz msndou vender por in-
lerraedio do leloeiro, pir forga e em obedien-
cia aos arts. 35 d, e 60 do Djc. 917 de 24 Ou-
o tubrode 1893, qua dispOe :
Vender em hasta publica por intermadio de
leloeiro, ou, onde nao o haja, do pirteiro dos
auditorio?, etc, a rasa em quesiSo, qU3 foi
arrematada por tninhasconslltuinles
Nos autos fez-se a prova de qm tolo o pro-
duelo da casa foi dispsndido em cusas, etc.;
portanto, foram pagos os credores preferentes,
nos termos do arl. 67, do ct. Dec. n. 917, que
dispOe :
Sflo credores da massa e sarao pagos de
preferencia a lodos e quaesquer outros:
a) os da deupezas, salarios, cuitas, honora-
rios, comraiss?, fornacime iios referentes a
arreca lacSo, administrago e distribuigao da
massa f Ulula o de sua seguranga, guarda,
conservado e defeza.
Nao 6 possivel externar de um modo mais
inequvoco, era proclamar com nnis arreganho,
que a classe dos credores privilegalos prefere
classe Jos credores hypothecarios.
Antes, porm, de descer ainda urna vez ao
exame desta queslao e de mostrar a tn fe ou a
ignorancia, quo levara o ra ;u Ilustre ollega a
continuar a rustentar to errnea doulrina, v .u
fazer sobre a passagem transcripta uns iigeiros
reparos, que serviro para patentear o descuido e
a nc'irreci-'io, com qua mesmo em relago lis
cousas mais simples e ao seu proprm alcance
se exprime o D B. Ban ieira.
D'ahi tire o publico a conclusao do modo pir
que se haver no campo da doulrina da expla-
nado do direlto, onde nao basta ser feUxarJo
para fazer-se figura.
Affirma o Dr. Banjamim Randeira que o juiz
da lallencia, a requeruneuto do Dr. Curalor
Fiscal da massa fallida de Flix Gomes Coim
bra, mandou vender por intermedio de leloeiro
o predio hypothecado a Ernesto ft L'oooldo por
(orea e em obediencia aos arts. 33d,c60dj
Dec. n. 917 do 24 de Oulub o de 1890.
Pois bem, fique sabendo o publico que a ven-
da de qui se rata leve lugar era 1881. E
si assim 6, como potera ella ler sido ordena
da pelo juiz por forca e eui obediencia ao Dec.
n. 917 le 21 de Ouubro de 1890?
Diz lambeta o Dr. B. Bandeira que to lo o
producto do predio hypiiheca lo a Ernaslo &
Leopoldo foi despen li lo era cusas etc. cora 1
massa fallida |de Flix Gomes Coimbra e que,
por Unto, o que se fez foi pagar com esse pro-
ducto os credoret preferentes, isi > 6, os credores
d^ssas costas etc., nos termos do art. 67 do ct -
Der. n. 917.
Atienda, porm, o publico que o tal paga-
mento de cuitas com o producto do predio hy-
o.othecado verifiou se antes de 1890 e que, por-
tanto, nao se corapr:hande como livessesiio
feto de conformidade com o Dec. n. 917 desje
mesmo anno de 1890.
.Sao segredos di natura, que. Como o do ini-
cuo ACcordao ultl mente proferido pelos tres
juizes do Superior Tribun-il no meio dos des-
lurabran'es clar6es de urna aurora polar da tar-
dada jurdica, s podem sor explicados pelo
meu illuslre collega Dr. Benjamn Batideira,
sabio de urna escriptura que nao conhejo.
Vau.os questao.
as ALL&jC'ES, cora que sustenlci 03 em-
bargos de m'eus const luiot^s Ernesto & Leo-
poldo, j publicadas nesle Dtaro, deiionsirei
a Siciedale e de modo a coaven:er a todas a-<
ioupeira3 que no dominio da nossa Ugisiac&o,
desde 1834, os credores pr.vilegiados u&o pre-
ferem aos credores hypolhecarios, a nao ser nos
d .us nicos casos e crdito proveniente d-is
despesas e rustas judiciaes feitas para excusso
rto imraovel hypothecado e de debentures, ou
obrigacOas ao portador, emllltdos uuUiluiunB-
te petas sociedades anonymas ou comraandita
ras por aeces, sendo que a 2* dessas exce
pcOes data de;1890 por er si loincluida em nos-
sa ult ma le) liypoiheceria (Dec n. 169 A de 1
de Janeiro de 1890 e seu reg. o 370 de 2 de
Maio do inesmo anno).
NSo mister grande esforjo para fazer a pro-
va disto.
Quast que nao se traa de urna verdade s
cogaosclvel pelo intellecto.
A cousa cae debaixo de tod 5 os cinco senti-
do co poraes e debaixo da mais sentidos cabi-
na, si mais sentidos houvera.
Quetn tem ervos, quera tem sensibilidade,
sioo Ih'os liverem enervado paralysado ou des
truido peralgum processo para isjo apropriado,
f, ouve, cheira.gosta e apalpa esta verdade que
resalla materialmente do arl. 5, 3 1' e 2 da
le n. 1237 de 24 de Selembro de 1864, dos
arts. 242 e 244 do Reg. u. 3153 de 26 de Abril
de 1835, do art. 5, S l" e 2 do Dec. o. 169 A
de 19 de Janeiro de 1890, dos arls. 220 e 221 do
Dac. n. 370 de 2 de Maio de 1890 e do proprio
arl. 70 n. III do Dac. n 917 de 24 de Oulubro de
1890. E electivamente ella brilna uo texto des
sea artigos como as mais vivas corea as ptalas
das flores torpicaes: ruraoreja na sua lettrae no
seu espirito como a brisa bulicosa do occeano,
que banha as plagas brazileiras, par entra a fo-
lliagem da luxurianle vegetado das nossas
costas ; trescala do seu enlrecho como 03 mais
activos inebriantes aromas doseio das nossas
mallas virgans ; tem para o paladar jurdica-
mente educado o sabor exquisito e delicado dos
nossos mais delic osos fructos e toma ao tac'o
do jurista a provocadora rijeza de uns seios de
virgera, esses inconhos jambos de um celeste
pomar, de que nos falla Tobas Birretto em um
momento de inspiragao.
Sou, portanto, ainda urna vez obrgado a met-
ter pelos olhos, a chegar aos ouvid03, a inlro-
duzir pelas ventas, a erapurrar pela bocea e a
esfregar pelas maos do Dr. Bemjamim Ban-
deira as disposijis de lei cima apontadas
para experimentar si consigo fazel-o, j nao
ligo entender, mas ver, ouvir, cheirar, gostar e
apalpar esta verda le :a clas3e dos credore3
privilegiados, salvas as duas exppcOas ha pouco
indicadas, depois da lei n. 1237 de 1861 at
hoje, isio ha 31 annos, passou do 2 lugar que
oceupava na graduagao de credores, segundo o
cdigo do commercio, para o 3- lugar e por sso
desde entao deixou de preferir classe dos
credores hypolhecarios, que por sui vez do 3.
lugar passou a oceupar o segundo.
Riso que diz a lei n. 1237 :
Art. 5- Os privilegios nao comprehendidos
nesta lei referem se :
Aos movis ;
aos iramoveis no hypothecados ;
ao prec> dos imraovels hypotnecados, di-piis
de o iaa as dividas hypotheearias.
i*. Exceplnam-se da disposijo deste arti-
go os crditos provenientes das despezas e cusas
iidiciaes [ectaspara excusso d> iminovel hypo-
thecado, as quaes sarao deduzilas precipua-
mente do producto do roesrao immovel .
..8 2 Continuara em vigoras preferencia
estabelecidas pela legisiagao actual, tanto a
respailo dos bens movis, semoventes e iramo-
veis nao hvpothecados. como a respMto
do prego dos mmoveis hypoihecados, depois de
pagas as divida hypotheearias .
0 Rea. n. 3453 precaita o seguinte :
Art. 243. Alera dos effeitos referidos nos
artigos antecdanles, a bypotheca tem
sobre O IMMOVEL HYPOTHECADO orefe
reacia a quaesquer crditos com excepedo so-
mente do crdito proveniente da despez e custas
uiciaes feitas para ex;usso do immovel .
Art. 244. Assim que, dedusidas as sobre-
ditas despezas e cusas judiciaes, o prca do im-
movel ser precipuamente destinado AO PAGA
MEMO DA HYPOTHECA e s DEPOIS DO
PAGAMENTO DELL A pode o mesmo prego ser
applicado AOS OUTROi CRDITOS, conforme a
ordem que Ihes compete (art. 5 da le.)
O Dec. n. 169 dispOa :
Art. 5. Os privilegios nao conprebendidoe
oeste Decreto referem-se :
Aos movis.'
Aos mmoveis nSo hypothecaJos ;
Ao prego dos immiveis hypothectdis, DRPOIS
DE PAGAS AS DIVIDAS HYPOTHECARUS.
1." Exceptuam-se da disposigSo de3le ar-
ligo :
1." 01 crditos provenientes das despezas e custas
jniiciaes feitas para exiusso do immovel hypo'he
cado, as quas serao deduzidas precipuamente
da producto do mesmo immovel ;
2. Os debenlures ou obrigacs ao portador,
emdidos pelas sociedades anonymas ou com-
raandilarias por acgOs.
2 Continuara era vigor as preferencias
estabelecidas pela legislagao actual, tanto a res
pcto dos bens movis, semoventes e iram v:is
nao hypothecados, como a respeilo do preco dos
immoveis hypoihe-,dos, "DEPOIS DE PaGS A
DIVIDAS HYPOI'HEOARIAS.
K' igualmente expressivo e lerrainant; o pre
ceito dos dous seguintes arts. do Decreto n.
3T0:
Art. 223. Alm dos ofifeitog referidos no3
artigos anlece lentes. A Hl'POTHEGA tem sobre
O IMMOVEL HYPOTiiE ADO PREFER.ENJlA
a quaes'jwr crditos com excepgio somenle :
a) do crdito proveniente das \despesas e custis
juliciaes feitas para excusso do mtsmi immovel ;
b) dos debenlures ou obrigtces ao portador,
emittidos anlerio-menle pelis sociedxdes anonymas
ou comman litaras por aeces.
Art. 221. Assita que.'deluzi as as sobre
litas despezas e cusas ju liciaes e a impor-
tancia dos de'jer.ture, quando houver, o prego do
immovel ser precipuamente destnalo AO PAGA-
MENTO DA HYPOTHECA, e s depois dopjgi
ment delit pjde ser app'.icaio aos outros creduos,
na ordem que Ihes compete (art. 5." do Dec )
O Dac. n. 917 de 21 de Oulubro da 1890,
que reforraou o Cdigo Commercial na parte DL
e qii", tendo si io expedido posteriormente aos
de ns 160 A de 19 de Janeiro e 370 da 2 de
Xato, ambos de 1890, como se v de suas res-
p divas dala?, poderia ter derogado ou altera-
dos estes ltimos no que diz respailo s prefe-
rencias dos credores bjrpoihecarios, nao o fez,
nem masino relativamente a gmtoafin dos
credores Das fallencias, tanto assim que, Ira
tan lo dessa graduagao, dspoz em =eu arl. 70 o
seguinte ;
III Os qua liverem hypotolheca legal ou con-
vencional inscripta :
i nico. Os decretos ns. 169 A de 19 de
Janeiro de 1890 a n. 370 de 2 ie Maio de 1800
reg diro as preferencias.
Orn, esta disposigai s pode tar um sentido e
que o Dec. regulaoientar .las tallencias o.
917, que, por ser postirior, poda alterar as
lisposiges do. Dec. ns. 169 A e 370, re-
lativas aos credores ypolliecarcs segundo as
quaes t.es ere loras preferem a lodos 03 credo-
res privilegalos, menos os da cusas e desp--
zas taitas para excusso do 'mtnovel hypothecado
e os de debentures emittidos anteriormente pelas
siciedales anooy.uas ou commanditarias por
acgas, e, por lanto preferem tambera aos ere-
lores qua lera privilegio por custas e despezas
referentes massa fallida, quiz que na propria
fallencia subsis'.issem as .iisposigO:s .los mes
raos citados Dec. ns. 16'J A e 370 relativas pre
f:reocia dos credores liypjtbecaros.
Desde, portanto, que nos termos do? Dec.
ns. loO A e 370 os credores hypothecarios pre-
ferem aos credores por custas e despezas feitas
com a massa fallida, visto nao terera silo estes
lluiios credores incluidos as nicas excep-
tes abortas regra pir aquellas Decreto1, se-
gu>se que era quulquer hypothese e conseguin-
teraenta mesmo na da fallencia os ere lores hy
pnlnecarios POR FOR A do decreto n 917 de
21 de Oulubro de 1800 preferem aos credores
p r lespezas, custas etc. feitas com a arreca-
i.ii 1, administragao e distnbuigao fallida e com a sua seguranga, guarda, conser-
vayo e defeza.
Em que que a disposigao do art. 67 lettra
A, do Decr-to o 917, citada pelo meu Ilustre
oollega no trecho de sua publicngo cima tran-
scripto, contraria o que acabo de expender t
O Dr. B. Bandeira leva-me a dizer-lhe que
est precisando de recordar muila cousa de
que est ou se faz esquec.do e que tao neces
saria se faz na prossao de advogado.
O mea llustre collega, por exeraplo, teria
occasiao da recordar esli comasinha regr1 de
hermenutica :que urna disposigao de le na>
pd ser entendida soladammle das outras.
Assim no caso vertente para quetn destacar
a disposigSo do art. 67 Jo Dec. n. 917 de outras
disposigOes desse mesmo Decreto e especial-
mente da do art. 70, n. III e nico, podui
parecer que, segundo a disposigao do citado
ari. 6r o or.i<>r por. cusas e despez.s com a
massa fallida o credor por excellencia, o que
prefere a todos os mais de quaesquar classes
que sejam em vista dns palavras ,-erao pagos
de preferencia a todos e quaesquer outros.
Mas j assim nao acontecer para quera nao
passar a esponja da m f ou da ignorancia so
nre a disposigao do art. 70 n. III Uoico rio
mesmo Dec. n. 917, onda se diz que na ordem
das preferencias as fnUencias regula em rela-
go aos credores hypotnecarios o disposto nos
Decretos 16) A e 370, 03 quaes dizem sem cou
sa que duvida faca que a hypolheca tem sobre o
immovel hypothecado ou preco do mesmo preferen-
cia a quaesqner crdito, com excepeo smente do
crdito proveniente de despezas e custas judiciaes
feitas pira excusso do mesmo immovel hypothe
cado ou de debentures emtitidas anteriormente
pelas sociedades anonymas ou commanditarias por
acedes.
Islo mais claro do que a luz do sol, que,
eotretan'o, valha a verdade, os cegos nao vem.
Combinadas as duas dispoSHfoes, dellas re-
a seguinte inlelligeocia :
Os credores de despezas e cusas referentes
4 massa fallida serao pagos de preferencia a
todos e quaesquar credores que nao sejam hy-
pothecariot.
A razao da semelhante inteligencia da
mais perfeita corrergo jurdica e consiste no
fado de ler a lei estibelecido a regra em rela-
gSo aos credores de despezas, eustas etc., refe-
rentes massa fallida, havenlo logo adianto
aberto a excepgo com a adopgo do preceito
constante dos Dec. ns. :6) A e 370, em relagao
aos credores hyoothecanos.
Outras murtas raz5es poderia eu dar ainda da
doulrina legal; mas de xo de fazel-o agora
pira nao alongar demasiado esta ligo, que
ninguem me paga.
Si quizesse descer autoridades, nao preci-
sara fazer mais lo que abrir os livros da to-
dos quantos entre n3 tem escripto sobre a
materia de 1831 para c e copiar o quo elles
ensinam e que eu nao tenho culpa de que seja
amda hoja ignorado ou sophisraado por juizes
que embranquecem os caballos na ignorancia
das leis ou na sua conculcagSo e por alvoga-
dos que me fazera recordar a sentenfia de urna
sabedoria quasi salomnica, qua muras vezas
ouvi por entra um sorriso de ironia qua Ihe-era
peculiar e coarque satyrisava as miseria do foro
no seu lempo, ao raeu saudosismo amigo e nm
dos mais dislioctos advogados deste foro palo
seu saber, pela sua honradez, em summa pelo
seu carcter do mais fioo.quilne, o Dr. Fran
cisco de Paula Panna :-Felicida le ae d
Deus que saber pouco rae basta.
Anda hoje, como naquallc lempo e ainda
mais hoje do que naquelle tempo, a phrase do
meu pranteado amigo urna verdade era brasa,
que cha as carnes dessa juslga que razia di-
zar a Tobas Barreno nos u'.tiraos annos de sua
vida que nao Ihe era mais dado avistar se com a
justiga em seu paiz, porque a ura hornera velho
orno elle nao ticava bem entrar em pleno dia
em casa da urna senhora da t5o pouco recato.
Saba o publico quem era essa senhora, na
phrase incisiva a candente do grande mestre
era a justiga brazileira e especialmente a de Per-
nambuco, onde elle resida.
Eis o mal qua resulta para a justiga de nao
lovarem certos juizes em conta, nem o le, nem
a opnio publica, fazendo o qu bem Ibes pa-
rece.
D'ah vera o seu descrdito, affectando mes-
mo a quem para elle n5o concorreu. At 03
justos pagam pelos pecadores.
To clara e tao ao alcance de qualquer inlelli-
geocia a lei era relagao a questao de preferen-
cia do credor hypolnecario que ignorarem-na
osjuuei jma vergonha; e conhecerem-na,
mas violareoFha, mais do qua urna torpeza,
um crime..
Quer ver o publico sa ou nSo como digo, is-
to ee ou nao tao clara e tao ao alcance de
qualquer in elligeccia a le que resolve a ques-
iSo da preferencia dos credores hypolhecarios,
vou dar-lhes urna prova :
Era 1891 um mogo estudante da S. Paulo,
mentar sobre a hypotheca que servi3se de auxi-
lio no'esludo da materia aos seus j jvaos colle-
gas e assim o fez publicando n'esse me3mo an-
uo as suas nteressantes NogOjs sobre Hypo-
theca.
Pois bem, esse mogo que nao tinha dezenas
de anuos da vida de judicatura, nem de advo-
gacia, estudando o nosso rgimen hypoihecario
dame da nossa legislagSo de 1864 e 1835 e da
modernissma de 1890 escreveoeeguint? Es-
ta le fa de n 1,237 de .'4 de Setembro de 1834)
trasladou das legislages modernas para os seus
lextos os progressos que erara compattveis com
o nosso direlo e cem o estado da nossa.pronre-
dade territorial. Alm de outros vanlajosos re-
sultados que trouxe essa admiravel disposigao
legislativa, ella teve as seguintes benficascon-
sequencias:
III. SiraplilL'ou a quesio das preferencias"
A hypotheci p'.rime os privilegios e quiesouer
preferencias ( II, pagina 31) .
Todos os bens do devedor, S'gun o as regras
fundaraentaes de direito, sio obligados ao pa-
gamento de tadas as dividas. E si o valor do3
b tiri nao basta para a solugio inte.ral das di-
vidas ha lugar o rateio entre 03 credores, na
proporgo do crdito de cada um. A hypothe-
ca derroga este principio, eslabelecando a pre-
ferencia em favor do credor hypothecario, prefe-
rencia que consiste n > direito que elle tem di exi-
gir o pagamento em vista do seu crdito, QUE PRE-
FERE A QLAESQ'JER OUTROS, com excepeo :
a) do c edito provenanle de despezas e cus-
as ju liciaes, feitas para excusso do mesmo
immovel;
b) dos debentures ou obrigag5e3 ao portador
emit dos anteriormente pelas sociedades ano-
nymas ou coramanditarias por acgas. t(8 65
pags. 133 : 137) .
O credor nypolhecario ao haver o pagamen-
to pela cousa liypothecada, pode ter em frente
tres ordens de credores do raesmo devedor :
1." Credores nypjthecarios.
2. Credores privilegiados.
3." Credores chirographarios.
No estado actual so nosso direito o privilegio
um direito puramente pessoal, produz a pre-
ferencia, mas nao d a sequella : poda ser op-
posto aos credores do mesmo devedor, nas nao
p le ser invocado contra terceiros detentores.
0 nosso direito antigo imprima era certas hy-
oothecas o carcter de p-lvUegiadas e Ihes da va
preeminencia sobra as hypotliecas simples
legaes ou coovencionaes.
A le de 1831 derogju tal systema e tanto por
aquella lei, como pelo decreto de 17 da Janeiro
1 hypotheca legal ou convencional, pura e
simples eillida e perin sempre o privilegio,
qualquer qu seja a sua prerogativa.
Este principio absoluto ; s se llie conhece
duas excepgOas : 1.a a que respeiU a3 despe-
zas e custas ju liciass feitas com a excusso do
immovel. As ditas despezas, por determina-
gao da lei, sao precipuament; tiradas do pro-
Jucto da arrematago da cousa hypothecada.
2. a qua respeita aos debenlures ou obrigages
ao por ador, emitlidas aotenorraeiita pilas so-
cieda les anonym 13 ou coraraanditarias por
aegoe-. Os pnvitcgwi, pois, s subslstem e PRO-
DZEM EPFEITOS, quando se referem &
movis cu a mmoveis nao hypothecados. ( 63,
pas. 137 e 130).
Esl, porque o Ilustra patrono de D. Senho-
roha Maria Farreira nao acha de bom conselho
discutir na imprensa as ques as que pendem
de decisao dos juizes ou tribunaes. De cerlo
quam as discute por tal modo e espera julga-
nantos da ordem do que acaba de ter lugar na
causa de mms constituinles Ernesto & Leopol-
do, prefere a obscundada das "(binas dos autos
a o silencio discreto do porteiro das audiencias
ou dos continuos do Superior Tribunal.
All dou por finda a miaha resposta ao Dr.
Benjamn Binieira, que me relevar qualquer
expresso mais enrgica, nunca porm offensi-
va, a que forgou me a defeza do direito truci-
dado sob a sua ordem de commando.
Agora reservo-me para escalpel r o Veneran
do Accordo, para o que tenbo apparelhada a
mesa em que fago a dirsecgo dos cadveres ju
ridicos.
R-scife, 6 da Junho de 1895.
Dr. Jos Vicente Meira de Vasconcellos.
*~-
[Contiuiia)
GHRGIlCa HD1C1AR1A
apeilor Xr'aud de luti?
SESSaO ORDINARIA EM 7 DE JUNHO
DE 1695
'RESIDENCIA DO SB. DH. FRANCISCO LUIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, prsenles os Sr*,, juizes
am numero legal e o substituto Dr. procurador
Tai do Estado, foi aberta a sessao, depois
de 1 la e app'ovada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados oa faitoa, deram-M
>s segoiotes
JDLQAMHSTS
Recuido crime :
Dj L'moeiro-Racorr^ate o juio. recorrido
l,uix Claadiao da Silva. Relator o jan Joao Gar-
lo.. Adjaotos os joizes Almeida e Carlos Vax.
Negoa-se proTtmenio, unnimemente.
Recurso municipal:
De .iidaRe.urrente o.:. Antonio Este*
So deOliveira. recorrido o Cenceo Munfci*
p.i. Relator o juiz Galvo. Adjuntos os juizes
Gal das Barrete e Joao Carlos.NO ie tomsn
joohecimeuto do recorso, unnimemente.
Aggravo. de instrumento:
Do BonitoAggravaote D-. JA) Francia)
de Arroda, agg-avado Jos Luix Sabiao. Relator
o jois Costa Ribairo. Adjaotos os jai es Carlos
Vaz e alvao. Negou-ae provlmeato, onaai-
Demente.
AppeilagSes civels:
Di Cabo Appellante Antonio Ferreira Bar-
ros, appeiiada D. Marta Caalota.de Pinbo Bor-
.es- Ciofl'mou-se a seDterg, onanimemene.
Do RecifeAppellante o jniz >, appellados Heu*
ry jaiques Adrlen Salter.Nagon-ae provt
ment.
PA8SAGBNS
Dj ju z Costa Ribeiro ao juix Caldas Bar*
reto:
D> RecifeAppellante Dr. Alfr.d) de Aqu-
no Cispa', appellado D-. Jos Mirla Save.
Da ju 1 Caldas Barreto ao juiz Almeida :
Appell gao crime:
De Caroaru'Appellante Jos Lu'z de Moa-
ra, appellado Jos Barbosa dos Santos.
DILIGENCIAS
Recurso Maoic pal:
Da Boa VistaRecorreote o promotor publi>
.0, recorrido o Concelno Municipal respectivo.
Uandoa-se com vista ao procurador geral do
Estado.
DISTRIBUICES
Recurso crime:
Ao jais Almeida:
Dj JaboRecrreme o jalao, recorrido Jos
Teixeira Vasc ncellos.
Aggravo de petigao :
Ao juiz Galvo :
Do RecifeAggravaote Goagal) Jos de Mel-
lo, apgravada a Barooeza de Ticarnoa.
Aggravo de instrumento:
Ao juiz JaSo Carlas :
Da Paimarea= iggravaotes Francisco Fausti-
no da B-itto & C-, aeg'avados Dr. Antonio ios
Smtos de Slque ra Cavalcante e outros.
Embargos .infrtngentes:
Ao juiz Almeida :
Do BonitoEmbargante Martinho IOdrtgaai
da Silva, embargada Antonio Lete de Maga-
ihaes BzbIoi.
Appel agio commercial:.
Ao juiz Caldas Barreto :
Da RecifeAppellante Manoel Peres Jaconn
da Gana, appellados D. mbe'wa di Sampato
Aicoforado eoutroa. .
Eacerroa-3e a sesS 1 har da Urde.
SPORT
DERBY CLUB
Amanha real isa a sua corrida em nw
ta-se urna carreira de 2.500 metros em h
!

-





i
--

Manoel Martins da Costa Cruxao cursar o> anno cap, paraanimaes de Pernambuco com o prv
I de direito, emprehsudeu escrevur um livro ato I mo de l:0WSOw.


f.





IMario de Pernambuco Sabbado 8 le Iimlio de 1
Ncsea corrida, dedicada ao corpo commercisl
desta praga, a directora offerece aos concur-
rentes importante prenda, realisavet por sortelo
em 'nacb>nap Ficjet.^^^^^^
A directora resolveu suspender o joi key Jos
Marcellino por 60 das por irregularidades veri-
ficadas na corrida ulima do prado do Lucca.
n NABABO
Fallava-se hontera que esse magnifico pare-
lheiro morrera. ......
Verificada a exactidao da noticia, por certo
nma srande perda para o turf pernambucano.
6 O SPORT
O nosso colega do Sport, em noticia edito-
rial, disse que em 1838, comegou se aqui a tra-
tar da importante questao do mejhoramenio da
raca equina, iaao por pora iniciativa particu-
lar, tendo a consequente fundagao de uro hi-
pdromo obrigado a imporlago de animaes de
saosue puro que, depois de mutilisados para as
provas publicas, senam a forlion. transfornia-
dos em garanhes e reproductoras.
O nosso governo, em opposigSo ao que Tazera
03 das naces esclarecidas, nao s nao auxiliou
esse. tentativa, mas. pelo contrario, tributou-a
pesadamenti, nao concorrendo isso pouco para
o seu declinio -
Agora porm, que as directoras pareciam
dispostas a sanar os abusos, augmentar os pra
mos, etc., agora que o governo do Estado uti-
dou urna escola da zootecuoia, e parece querar
occupar-se da industria pastoril, nao justo,
dizemos n-, que se imponha 10 % sbreos
premios e outro tanto sobre o jogo ; pois juoio3
esses novos impostos com os do Concellio Mu-
nicipal, os prados (echarao as portas.
E isto convir?
Sem corridas, sem concursos, sem criterium-
al"um para avaliar os melhoramentos obudos,
todo o esfrgo feito no sentido de melhorametilo
de raca ser nulio, conclue bem o .Sport.
DERBY DE EPoOM
A grande prova classica ingleza, universal-
mente conhecida sob essa denominaco, teve
lugar, vencendo a Sir Visto, por BarcalJine e
Vista e de propriedade de lord Rosebery.
Os vencedores do Derby de Epsom nos l-
timos dez anuos foram : Melln, Ormonde, Mer-
rv Hamptom, Ayrshlre, Donovao, Saratora,
Common, Sir Hugo, Isinglas c Ladas.
Este ultimo lambem pertencia a lord Rose-
bery que assim v as suas cores tnumpharem
na grande proa dois annos consecutivamente
fUBUC\(oFS k PEDID 0
Ao Exm. Dr. Alexandre Jos
Barbosa Lima
A vos benemritos o inclyto Governadar d'Ste
heroico Estado : vOs que tendea sido incan-
savel em promover o bem moral e material des-
te Pernambuco. apezar das grandes e profun-
das chagis abertas em vosso corac&o, por aquel-
es que sempre foram os inimigos da patria,
refractabas ao bem e progresso desta trra ;
vs que semore cheio de acendrado patriotismo,
acabis de tornar em le, o p'ojecto que manda
con ractar cora o habilissimo engenhero Dr.
Saraiva Jnior, a construcg&o de urna Estrada
de Ferro, que partindo desta cidade v ermioar
na do Itamb, passando por Olioda, Iguarass
e Goyanoa ; o projecto appresentado na (Jama-
ra dos Deputados, pelos patriotas, o jovem e
talentoso Dr. Elpidio Figueiredo e coronel
Araujo Liraa ; vos qua tizestss realidade a
urna necessi lado de a muito reclmala e por
todos desojada ; vos varo illuslre damos os
nossos agradec melos pelo acto de ju liga e
de patriotismo que acabis de pralicar, certo
de que, nSo estar 1 ingp o da, era que a loro
moiiva, altravessaodo aquellas fertni..simas zo-
nas, v encontrar umpivo agrad r do, unido
em um abrago s, bem dizendo o vosso ame,
e proclamando bem alto : Viva o Governador
patriota, o Exm Dr. Alexandre Jos Barbosa
Liraa? ..
Recife-1895.
do
PERNAMBUCO
Banco Popular
Capital do Banco 1.50D.000S00O
dem realisado 75O.0OOS000
Fundo de reserva 200.0COSO00
Balanco em 31 de Maio de 1895
ACTIVO
Accinalas 750.000*000
Letras descontadas 2.643 822S620
Emprestimos e caucSes 3.53i5.6545140
Adiantamentos de or-
denados, pensos etc..
Caucan da directora
Diversas agencias
Fundos pblicos
Mobilia
Valores depositados
Diversas contas
Litras a receber
Ca'xa:
Em moeda corrente
357.1708900
30.0005000
2.778.0:->3S720
77.1733800
12 384$ X)0
7.015.439*700
89.6055240
3.828.748S360
1.132.8458300
Rs. 22
PASSIVO
Capital 1
Fundo de reserva
Lucros suspensos
Depsitos :
C jutas correntes de mo-
vimento
Contas com aviso
Contas de peculio
E'epositos a prazo fixo
Diversas garantas
Depsitos voluntarios
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos :
Saldos pagar
251.8978780
500.0008^00
200.C040K)
10.1538400
609.0338380
.033 6758860
561.8038800
.8799118250
,914.3205630
131.119*070
124 2565100
479.73283JO
8.8918900
Rs. 22.251.8979780
S. E* & O.
Pernambuco, 7 de Junho de 1895.
Gustavo da Silva Anunes.
Gerente.
Modesto do Reg Baplisia.
Pelo contador.
nGHOGUCIO
<*9 Feraaia-
llol tan
rCTACOKS OFVIOIAIS DA JUNTA DOS C0UBT0KI8
jirafa do eci/e, 7 de mhe de :895
Cambio sobre Loodrea a vista a 9 1,8 pir H
do Baico.
Cambio sobre Londres a 90 d|v 9 i;4 por l1
oBiOco.
O presidente
Antoalo Marques de Amoro.
O secretan)
anoel Goojalves da Silva Pioto.
OaaoU*
Praga do Rdfe
Os Bancos ib iram com a taza de 9 3|8 sobe
Londres a 90 aim, sobrado depois de mel dia
para 9 1,4, resinando-se iraoiaec6'8 regulares,
'chaodo o mercado em poiigao menos Arme, ao
cltimo algarlsmo.
En panel particular houveram pequeos ne-
gocios a 9 5|ld 9 3|8.
< otace de genero*
I'ara o agrtcuUor
Asencar
Blanco, id< o, idem. MM0 a 5*800
.-.uaenos, ilem, :dem 3*Wo a 34600
Miscavado idem. idem. M480 a 94600
firu'o melado dem, dem 24300 a 24400
Reame, dem dem 14900 a MICO
AI godao
NSo cooston negocio-
a\laol
?j pu a de 480 litros 1184 venda.
JiCitardente
Por pipa de 480 litros 1304 fenda.
>
Seceos salgados na base de 11 kilos 900 rls
venda.
Verdes 700 rls, oomlnal.
Carnauba
Cota-te de 234 a 354000 por 15 kilos.
Hei
Por 1004000 nominal.
fcpertaeao
eclte, 7 ae Janbo ?.e 1895
Para o exterior
No vapor ingle* Plessey. para Estados
'Jaldos, carregaram :
Pjhlmao & C, 304 saceos com 21.800 kilos
de assucar mascavalo.
No vapor iogle B. Prince, para New<
York, carregaram:
a>. Williams i: C, 2,063 peilea de caroeiro.
o vapor ItigleitColeng, paratw-Yok
:arregoa :
D. Gjoea, 60,000 pelles de cabra.
- No palbabcta portogaea Rasouro., para o
]?)T At Irmt v, 1W eacc3 com u.oei kilos
Governo da liberdade e
progresso
Pernambuco estremece de ufano vendo
d ariamente augmentar o seu progreso e
a tua giandeza
Veriamos desds qae fo proclamada a
Repblica entregued a governos tiesp -ti-
cos e arbitrarios, a governos criminosos
que lap dam os cofres pblicos, para
fazer presentes do dinheiro que encentra-
vam ao seus amibos.
Ydriamos cercado pela capanga jem in-
frene, a toldo do deleterismo que faz o seu
ninho na redaccao d'^4 Provincia e da
capangagem assalariada pelo grup i insi-
gnificante do Sr. Martins Jnior, o hi-
mern que torn:u-sa mulher no dia 18 da
Dezembro de 1891, ficando histrico e
sujando os calcos quando rompen o nu-
trido logo para ter lugar a dao icio.
Vivamos neste trate estado, entregues
de corpo e alma a gatunagem vil e aV>
trabuco do sicario.
Nao existi lei, e quando o cidad > era
perseguido e preso, recorra ao liabcas-
corpus e tinha como r* postaquebrar
pedra* em Fernando de Nuronha.
Achava-S9 as cousas ne te p quando
eleito governador de nosso Esiad I, o
benemrito, sobranceiro, heroico e deno-
dado Sr. Tr. Alexan'.re Jos Barbo-
sa Lima, que fez surgir nos h rizontes da
patria perntmbucana um raio de lux,
urna nova era de prosperidades.
As nossas vidas est&o garantidas, a
honra de nossas familias estao intactas, < s
cofr s pblicos OstSo r.-pletos, o progresso
augmenta e todos nos respiramos o ar
vevificante da liberdade.
Sao gr ndes os nossos pro^re.sos
3 annos de goveino de S. Exc.
Escola de instruejao por toda a parte.
Estradas de rodagem, calamento d
r >as, pones atraves^and os rios qua te-
mos nos reconcavo* do Estado, e rauitos
m.'n' malhoramentos adequados com t
genio arden'.e e empre'iendedor de S
Agora meamopor iniciativa de S. Exc.
e dos illustres senadores p rnarnbu anos,
vamos ter ama Escola de Engenharia,
urna de Medicina e um Conservatorio Mu.
sical e outras reformas grandiosas, que
S. Exc. projecta para dotar o seu idola-
trado Pernambuco, com riquezas immen-
sas, que c iuz ;m inveja aos outros estados
da Repblica,
Quando o nome de S. Exc. o Sr. Dr.
Barbosa Lima delirantemente applaudi-
do por todas as claaseg populares
auando surge do antro da escundao ho-
mena negros que nSo (odem fictar a luz
do dia, para no auge do dse ? per o ataca-
rem a S. Exc. e os seus bons amigos e
valentes auxiliares.
Todos os diaa os bons e Llustrea per-
nambucanos, os Exms. Srs. senadores
Francisco Teixeira de S e Bar&o de Na-
zireth, s3o atacados na impi-ensa venal,
somonte porque elles amara sinceramente
o seu torro natal.
Emquanto sao assim insultados tao il-
lustres senadore pernambucanos, elles
vSo marchando desassombradamsnta no
camioho da honra e d > dever. desprezan-
do es3es mi-eraveis vilSes, que o seu pa-
triotismo, to smente de barrigas que
nunca seenchem, porque tudo pouco e
nunca de factos de roabos.
(Iracas a Dens ainda temos thesouro e
temos quera faya santinella a ella, com
a mis nos hombros.
Kacife, 7 de Junho de 185.
Fortunato Viuheiro.
acrstico
>vanlo, sempre avante luclador,
- mundo vasto cimpo de batalba ;
cuja gloria, pertence ao que pirdoa
?os insultos da misera canalha I
Tjrosegue sem descanco, has de vencer,
_n la tendo de frento os vis tyrannos ;
H';r"S da populaca a gratidao,
yi bencao dos que sao republie mos !
o hornera tein o dever de prosseguir,
aler-se pela causa justa e santa ;
Huibora enfrente intrpido inimigo,
c-ucta, enhe, mas su? alma se levanta !
~ucia pois para que sejas raais tarde
> Patria, que hoje'si araedronladn,
resurgir sob os livmnos da victoria,
Sais bella de que. os rajos de alvorada !
ivejao-te bem sei : Porm que importa ?
2lo deves esputar a plebe vil ;
O hom^m de va ouvir a voz da Patria,
> voz de nosso pae, q' o Brasil !
^ucta pois. Has de ter n'esse combate
I applausos de pura gralidao
rr'iihoia os que te odeiam, le mildigam
m ivejando o leu nobre coraco ,
o i xa pois esses esquecidos zoilos,
P>vante no trepides cidadao 1
sacco om 11,2.0 kilos de
100 coaros silgados re-
de a go asaocar braceo.
A C. Mo-eira Diar,
sai M. Fe'reir. 8 barricas con 869 kilos de afsa-
far braaco e 1 dita com 67 kilos de farioba ae
maoJioca.
Pira n miarlo*
No apar alieoSo Crefeld*, pira Santos,
carree rj :
B. WiHisms & C, 63 farCoi com 10,13) kilos
de algodao-
No vapor nasiocal Marte, 'pira Santos,
carr garam :
S. Gaioaraes \ C,300 saceos cem T030 kilo
de assucar braaco.
P. Irmio & C, 175 calxai com 1,703 kilos de
sabio.
Para Rio de Janeiro, carreoa :
J. da Cosa Ferreira, 20 pipas com 10.900 I
tros de a'OKl.
ParBbia, rsrregaram :
C. de Es iva. 40 barric s com 4 600 kilos de
assaca* braoco, tOdius rom l.tUO iltoi de dito
mascavido eSO canas con 400 litros se ci ira
Amorlm & Cardlo, ioO vo'.oaes com 2*:51S
k Para Victo-la, carreaaram :
P. Iruoio C, 200) caixia cjra U0O0 kilos
de sabio-
C. do Esilva, 400 banis com 34.800 I tros de
aaardtn'.e.
Paia DesUr-o, carrejoa :
C. de Estiva. 30 saceos com 1.800 k los de
asacar braoco-
No vaPer noroegaenBeBergen8e.*eo*, pare
H o de Janeiro, carreearam :
M. da Costa Morena. 800 saccoi com 46,030
kilos de sisar ir ranm.
B. Car oca A C, 303 ^ccas com 12 000 kil.s
de assaca* uio t 00 anos cim 18,000 atos
de dito m&fcavado.
Ne vapo nacin.1 Bebe-ibe, p.ra uear
carresaram :
r. Alves C, 30 bi ricas com 3.185 kilos de
abocar brancu.
C Pioto &C, 10 caixis com 80 litros de
cilra. 1*4 oams com 7.375 lliroa de viobo de
(roelas, 48 ditos com 1.800 ditos de viosgre, 131
canas com 1040 ditos de geoebra e 10 unas
com 300 ii os ae veroiontb.
Bjr.-i & C, Sacceesores, 1 catxa com 242 kilos
de rap.
No blate Barrcso*. para Macan, carresa-
ram :
Ollveira 4 C. 1 barrica cor 80 kilos de asen-
car retina lo e 4 ditas com 416 los de dito
braoco.
Para Santo1, c r regar a m :
Aroj j & C, 15 calas coi 345 kilos de sabo
P. Alvea 4 C, 18 barucas com 490 kilos de
aisocar reikado e 13 ditas com 1,785 ditos de
dlio braoco.
Para Mi-so-, rarregaram :
M. Vlsg.s & Filbo, 6 barricas com 252 litros
da cu veja, 3 barris com 280 duoa de vioagre, 2
cuzai com 10 ditos de cogote, 7 ditas com 49
di o de capii e 145 ditas com 1,015 ditos de
geaabfi.
No cnter Jrgairary, para Macabiba, car-
reta ram :
T. Lipa & C, 5 birria con 210 lliroi d? vi-
oagre.
Na barcaca
carreeoo :
. de Esli\a,
** tal-
gos, qne, mesmo pela vota9So d'^4 Pro-
vincia o seu candidat j foi vencido.
No resultad > total daquelle org&o, nSo
est o municipio de Bam Conselho, onde,
nem rae.rao os rauitos cartes do ?sita
do EstevSo de Si, fizirarn com que o
Louren^o Ypiranga pleiteiassa a elei-
C^o...
E la o candidato governista tave qua-
si 630 VJtos, os quaes reunidos aos que
A Provincia fez o favor de c nceder, do
victoria ao. .. Benicio das Chagas.
E' o caso, agora, d> imraortal talento
do Bonito, ou bonito talento, paisar um
telegramma ai Yp ranga, dizendo :
a Tua abstenclo matou n-ssas aspira-
{Ses. Maldito sejas tiJ or teres aban-
c Vilella te persiga, autonomista de
< urna figa.
a Volto breva Pernambuco, reunir i
c o directorio e pedirei tua condamna-
cao.
Venha logo o telegramma, para prova
de que o Banicio tito bora no caf, como
na poltica.
Viva o Benicio I! !
C/iupurrebasI
Recife, 29 5-95.
Mara Biarra.
Flauteantlo,...
O Binicio do Bouito um homem ta-
lhado para as grandes cousas [..,
\utonomista de quatro costado i, elle
nao perde occasiao de apparecer em pu-
blico e da faz:r um agrado aos co-religio-
narios 1
E' um damnado !
Talento de pulso, escriptor macho,
elle, & propos to da qualquer cousa.mais
trivial, mais reas e, at mernio, mais
ridicula, apparece no planalto da irnpren-
sa, e em parases alevantadaa e com per-
fumes de caf torrado, diz todo quanto
lhe vai por aquella alma, & dentro 1
Forta liora..-ii de saber !
Bemdito seja6 Municipio o Bonito,
por veres gerado era teu ventre aquella
grande poco de sabedoria e de tino p li-
tico !!...
Benicio bem merece de ti, tein do
caf !
A victoria do candidato autonomista
Dr. Carneiro da Cunha levou o B inicio,
gastar quatro vintemsinhos com um tele-
gramma detuvo de fel citac5es !
Imagine 0 leitor que aquillo vale pelo
diploma contando pela junta aparadora !
Est diplomado o Dr. Carneiro da Cu-
nha !
Nao tem mais do qae apresentar o te-
legramma Cmara dos Diputados a es
t resolvido o grande problema !
O Benicio un hjmem da grandes
ideas !
Cortn o n gordio, de modo a encher
de pasmo s multidas !
Mas elle, to louge da nos como se
acba, l naquelles mundo, onde o FO
MENTE-SE, no dizer do finado Dr. Jo-
s Maria, urna palavra Casta, elle n5o
soube, por falta de telegrammas dos ami-
JJ- .-Na barcaca Albitros, para S. Lcii, car-
F. Jrmo 4 C, 30 caixas com 690 kilos de
aab&o.
Iteadliaeatos pablleoa
Mes ae Jaabo ae 1895
Beoda geral:
Oo dia i a 6
dem de 7
Alfundega
349:403^513
51:471*475
Renda do Botado :
Do da 1 a 6 43 505*242
dem de 7 10 335*596
Somma total
403:14t*??8
53.810*938
456.985*82)
de
que segu ae Quipap^ para a Jorema, meiod0808 cantCos d or&0 aos g .
e dah, buscando o cu me do monte Tufcd mia)0808 r8inilhete8 flore
a encontrar os limites de Cuipap com o
de Panellaa, ficar servindo de limites
para os lados do poente e norte os ines-
, symboli-
sando os votos ardentes e as effusoes
puras de sea amor to carinhosa .N'ai.
Era >pguida come^ar a missa rezada
mosdo distncto de Uaipapi e sua tra- _, 0i *., _____, _
u j j- j'ni (lual 8era destribuida a sagrada com-
ffuezia, que comprehenda as aivisoes aos ,,>.Sn j ? tI
districoi de Cahotinho, Altinho e P*-'1
nellas.
Art. 6.*Ficam revogadas ae dispos-
c8a* em contrario.
Mando, portanto, a todas as autorida-
des, a quem o conhecimenlo e *xecu95o
da presente resolucao pertencer, que a
cumpram e facam cumprir tio intei a-
mente como ne la so conten.
pessoas que de modo to pie-
doso quizerem encerrar serie de suas
praticas p edosas dur -nte este mez florido,
havendo tambem a primeira communho
de diversas meninas para isto prepa-
radas .
A's 10 1/2 comecar a festa sendo a
celebrante o Revdm. Sr. Conego Marco-
lino, muito digno governador do Bisp do
e elo*
.erocomono.aaocouw.il.. orando ao evangelho o distincto
O secretario da presidencia desta Pro-, 8 d c J&0 Machado
viQCia a.faca, imprimir publicar e correr. *, ^^ fl effl um elabSaai.
Palacio da Presidencia da Pernambuco, ,-n5- LB,.t x a '
,, T I3, -, locucao mostrara quo d gna de nossas
13 de Junho de l7#, 51- da indepen- hnm* ftn8 4. \K ,?, aJ^TZ
dencia e do irapeno*
L. S.Francisco de Faria Lemos.
Sellada e publicada a presante resolu
cao nesta secretaria da presidencia de Per-
nambuco aoj 13 de Junho de 1872.
No impedimento do secretario,
Francisco Lucio de Castra.
Mercado Publico de 8. Jos|
Em contestaco a urna publicarlo in-
certa no Diario de Pernambuco de hoje,
sob a epigrapheA > Sr. Gjvernador e ao '
Sr. Preeito oa quem competir, ven:io
da declarar com o grande conhacimento
qua tenho do movimanto do Marcado,
que o Sr. administrador ainda nao tomou
compartimento algura sim preceder or-
dem do nosso digno e p-obo Dr Prefei-
to, o qual se asa:m tem ordenado em
virtudc nao a de urna portara do seu,
nao menos d gno, antecessor o Exm. Sr
Dr. Jos Marcellino, que prohibe ao lo-
catario a posse de mais de um comparti-
mento, como tambara por lhe constar
que alguem negocia com ditos comparti-
mentos.
Provoco, pois, sea taes signatarios Os
locatarios que sob a resp rasabilidade de
seus noraes ven!iam provar o contra-
rio.
R'cife, 7 de Junho de 1895.
Manoel Waldoaldo Soares.
A. Intendencia Municipal do
Recife, e muito especialmen-
te ao Sr. Dr. Prefeito deste
municipio.
N o mais em ootne da le codificada do mu -
ripio e "iai em nome da caMiad p- i nos ao S .
O-. Prefeiin qae ge digne laocsr ras vistas paa
o e tilo 111 lito em qne se ach. m ma:tis d s
famillis de eeus muinr. p-s, que tm & mielici-
d^di de resi 'ir nrc.nmaa aoi est. beleciJieotos de
cor ar e rtesfa limo.
Sabido como qae enes es abeleciaiHoios sao
verdiceiras font. s n'.nrte se -ifusii leiruea en-
er.iii ud-s, u-' qoe V. S. c jlloi;ndt-Sd a >1
tura em qne ien siti m unu;- -ja, e poriuno
dijiiociaidc-je di aig) corroo*.'ra do mai lo-
f'eoe dos patrooatos. ..u n-illi > s les iafractor-s dus teis moni 1 >,, e' rriuovertra
seus esiabelcunelos de ores e cl-.-li.iir.' n u
de lera pira us lojre' *p-oprta ct. 6' istoi
qu>> speramos da IHm-. I l- do R'.-Me d-* seo uii*nii">no Prttno.
R.cife. 7 Je .'o-ibu de :89>.
A. victixas.
kuiuites de Pao d'tllio
LEIN. 1.070
O desembargador h norario Francisco
de Faria Lemoi, presidenta da provincia
de Pernambuco :
Faco saber a todos os seus habit ntes
que a Assembla Legislativa Prov ncial
decretou e eu Banc ionei a rezolujo se-
guinte:
Ar. 1.'A diviso entre o l-e2.*
diatrictos de paz da freguezia do Divino
Espirito Santo de Pao d'Alho, fica esta-
belecida pela estrada da Gloria at o eu-
genho Belmonte e d'ahi at o Rosarinho,
eguindo pela estrada do engenho Conca;-
5o at encontrar a estrada de rodagem
e por ahi seguir at os limites com a fre-
guezia da Tracunhera.
Art 2.*A freguezia do Divino Ej-
pirito Santo da Pao d'Alho, se limitar
com a freguezia da Luz pelo rio Gjjat
at os limites da Gloria.
Art. 3.*A diviso da freguezia de
Pao d'Alho com a de Tracunhera ser a
estrad. de rodagem.
Art. 4.*Fica ravogada a lei n. 816,
de 11 de Maio da 1863, na parte qua al-
tern os limites das Teguezia3 da N za-
rath e Tracunhem.
Art. 5.* Fica creado um districtode
paz na povoaco Jurenu da Concoico da
freguezia de Q lipapi.
nicoO nov districto, comban-
do no logar denominad) Palmeira, na es-
trada que segu palo sitio Ligairo, a qual
servir de limites at o rio Pirangy, no
lig-r Birra do Riach) Ganso, e subindo
pe.o rio Pirangy a encontrar a estrada
a e -
10 cargas com gerimoos a 300 is.
4 carga com bananas a 300 rs.
8 cargas com dirc.-sas a 300 rs,
2 cargas com loucas a 30-i rs.
26 cargan com farioba a iOO rs.
12 cargas com miiho secco a 100 rs.
3 cargas com fe.jao a 200 rs.
73 logares a 200 rs.
1S Sainos a 100 rs.
12 como, com uineiros a 4*000
9 comp. com scuh'uc a 700 rs.
9 comp.com fressaraa ou b.
34 comp. com comidas a 70u rs.
71 comp. com faieodas a 600 rs.
49 comp. com verduras a 300 rs
85 comp. com farioba a 400 rs.
56 comp. f.oai tainos a 24000
2a saoc&o da Alfandega de Peraambaco, 7
de Jaobo de 1885.
0 ebefe da seccao
L. P. Codecera.
Pelo tbesoareiro
ffemeoeglUo N. Claves.
HEEBEDORIA
O) dia I a 6
dem de 7
DO ESTADO
20.625*280
1:184*074
RE:irE DtlAINASK
Dj dia i a 6
dem da 7
Mvil
Sl:909*3:4
778*52i
*
778*521
Linda Roa, para Maeei,
4 UUj com 64 it js le <-l&>
ento do porto
Ni ios ect ados oo dia 7
Rio de I raeiro e escala, 7 das Vapor nacional
Espirito Santo, de 1999 toneladas, commac
dan'e Frao.i'co de Oliveira Mjcelo, eqmpa
gem 60, carga varios geoeroi; a Pereira Car-
neiro & C.
CarJiff, 32 das Barca alleni Pax de 1357
toneladas, cspliao Joao Reloers. equlpages
19. carga carvio de pedra; aWihon^ond
&C.
Nivios sabidos no oesmo da
Santos e escalaVapor allamto Oefeld.. com
mandante \V. Boaenstadt; carga varios ge
eros.
Paranago- Palacft) allemio Maria. capitSo
G. Gorseoak ; carga varios gneros.
|S*noo
U2X
2*40i
*600
5>>0
2*40)
*600
14:60'
3*000
12*000
6<30
5*400
23*800
43*20 i
14*700
34/000
112*000
3(6*0(0
1.656*01
1.8'2*0C0
kilo.
Mercado fanleipal de m. los
O movimeoto deste marcado oo da 6 de Juobo
foi o segointa *
Kntrsrtm :
48 bois pesando 8.796 kilos
165 kilos de peixe a 20 rs. 3*30
2 comparl com mariscosa 100 rs. *i0J
9 ditos com camarOes 100 rs. *gjo
27 1/2 columnas a 600 rs. 16*200
1 carga com gallinbas a 60) rs. *500
6 cassoaes com gallinbas a 300 rs. l*su0
14 cargas com miibo verde a 300 rs. 4*200
1 carga com ameodoim a 300 *3oo
1 cargas com cebolrabo a 300 rs *300
% cargas coa macacbeirai a 300 tt yj
Readlmenlo do dia 1 a 5
Precos do dia:
Carne verde de 400 a 1*000 rs. o
Sainos de 1* a 1*2)0 idem.
Ca-neiro de 800 a 1*200 dem.
Pancha de 800 a 1*400 rs. a cois.
Milbo de 8)0 a 930 rs. a caa.
Feao ce 1*400 a 2*000 a coia.
Parraba por coota da lilendeacla de 1* qoali-
dade 1*000
D ta de 2- qnalldade *800
Feio 1*100
.Varios esperados
Rio de Janeiro
Birca porlagoexa alaria Emilia.
De Pelotas
PjUcho argentino Alberto Caula.
Lu^araliemSo Artera'-s.
Lagar poriagoei Miriubd Vil-
Lagar orasileiro Zeqomba.
ratacbo bespaobol Rdvnundo.
De Terra Nova
L'jt ar ingles sfistle oe.
Ligar iogle Oora
De Hamborgo
Patacbo aiiemio Aoa?.
Barca allecna Cari Botb.
B.-iga-ialiemao O.ra Grat xa Stal berg.
Vaporea a entrar
Mes de Junho
Sanielmc, do sol, a 8.
Mirte>, do col, a 8.
Ciyde, do sol, a 8.
L'aboQjJS, do norte, a (0.
Coleridge, do sal, a 10.
Miriner. de Liverpool, a 11.
Miranbao, do norte, a 11.
Tnamee*, da Earopa, a 12.
Tapares a sabir
Mez de Junho
Manise esc, Espirito Santo, 8, s 5 horas.
Slaihamplob e esc, Cly :e, 8, s 12 ocas..
Rio e esc, Maraabao*. 11, as 5 horas.
Baecos Afros t> esc, Taanes, 12, ts 2 boras.
Babia e esc. U it 14, as 4 boras.
Paa e Ntw-Y ^ik, Lisoonense, 15, s 2 boras.
Santos e se, Colonia, 15 s 4 boras.
Geoovs e esc, Rosario, 16, 4j 12 boras.
Minios se 8razil. (7, i< 5 horir.
tfiU b'mptoc o 8'-., T ei' 17, s 12 lo-a'.
homenagens a "M.i augusta do no so
axavol redemptor entoando-se por essa
occasiao urna salva, o coro ser oceupado
por distinctaa senhoras que em maviosos
accordes se fare ouvir nos solos.
A' noite pelas 7 horas sa cantar um
solemne 7* Deum fazendj se ouvir por
essa occasiao o distincto e intelligeute
pregador Conego Octavio Costa entoan-
do-se urna Ave Mara.
E' assim que terminar se-ho os pie-
do8os exercicios do mez de Maionaquella
freguezia, onde com tanta piedade tbram
ellas realizados.
Peitoral de Cambar
Opinado do Dr. Cruz Cordeiro
O Peitoral de Cambar, preparado
pelo Sr. J. Alvares de Souza Soares, o
um excellente balsmico, e como tal
tenho empregado nos doentes de bron-
chites e affeccoes pulmonares com
grande proveito, tanto mais por ser
um expectorante suave e fficaz ; o
i que affirmo em f de meu grao. Dr.
''Antonio da Cruz Cordeiro. /Parahyba
di Norte
A laryngile e o Peitoral
de Cambar
O Sr. Dr. Telasco Lopes de Gcmene
soro, medico da armada, certificou que
urna pessa de sua familia que desde
mezes soffria de urna laryngite com ac-
cessos de tosse, restabeleceu-se com o
uso do Peitoral de Cambar, de Souza
Soares.
O AGENTE Companhia de Droga
Productos C/iimicos.
rionic:t(e ltun
Poreira
Carneiro &
e aos do
C, convidara
fallecido Cle-
E'
O Cognac Brazileiro
DE
A. M. VERAS
superior ao cognac estrangoire
mente Lima a assistirem a urna mis- porque tem o sabor da agurdente do
sa que pelo repouzo de sua alma, uvas, tendo mais a vantagem de custaj
mandurh rezar na Matriz da Boa-
Vista, s 8 horas oa mauha do dia 10
do corrente e antecipam seus agra-
decimentos.
Ai publico
Nos abaixo assignados, ex-locata-
rios dos compartimentos ns. 3o e 40
2$500 a garrafa.
verdadeiro cognac estrangeiro cus-
ta Sgooo a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, c um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
1 tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
viomos perante ao publico desmentir J_est privado d'ellas por um processo
chimico.
^Este facto tem grande importancia
a calumnia atirada ao digno adminis-
trador do Morcado de S. Jos de nos
lar desalojado dos compartimentos
allu lidos com ameacas quebrando
utensilios, inutilisando objectos etc.
O facto deu-se mas de um modo o
mais coherente possivol. Fomos des-
alojados verdademassem intimaco
formal e'ainda assim tivemos tempo
sufficiente para desarrumar as nos-
sas mercaduras sem nenhum pre-
juizo.
Isto fazemos a bem da verdade e
para desmoronar de urna vez estes
embusteiros que de nada valem na
opiniao publica.
Pretenderam no seu artigo de hon-
tem inc3rto neste Diario mancharem
a reputagao illibada do nosso admi-
nistrador mas muito ao contrario
applicavel agora o dito seguate;
Foram buscar l e sahiram tos-
queados.
Recife, 7 de Junho de 1895.
Jos de Siqueira Moura.
Joo Lino de Albuquerque.
A
bem da dignidade dos tu-
ll mo re* do Ulereado de .?*:
lom.
Jos Theodoio SiraOes Ja Siva, capataz, ten-
do aehado ni dia 4 do crranla a quantia de
OOSOOO pertcncente ao caixeiro Jis Ornillo do
Nascuoento e p-dinlo ao marchante Antonio
Xavier nfira de ver se encontrava com Jos
Ornillo, este foi por mira encontrado o que Cu
entrega da refjr Ja imoor ancia.
7-6-95.
Jos Todosio Siaiao d Silv,
Capataz dos talhadores.
As
pu-
I'miiiis. familias e ao
blico em geral
I^Figueiredo & C.a agradecem as Exmas.
familias e ao publico em geral pela con-
fianza que se dignaram dispensar-lhes
durante sua vida commercial a pedem
qne o.ontnuem a dispensar igual confian
ca ao seu snecessor.
' Recife, 4695
tratando-se de enancas e pessoas de
licadas.
UA Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de autorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 28500
Duzia 25S000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
^Pedidos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
--------- a>
Peitoral de Cambar
:00*000
Do-se :0OO$0O0 em moeda cor-
rente a~quem provar a nao authentici-
dade do seguinte attestado:
P< Minha mulher foi accommettida de
perigosa pneunomia, que cedeu a atu-
rado tratamento medico, continuando,
porcm, depois a soffrer de urna tosse
secca de mo carcter.
Reapparecendo-lhe a pneumona,
passados tres annos, e, em condicoes
ainda mais graves, dci-lhe ento o Pei-
toral de Cambar, de Souza Soares, e
apenas com alguns frascos ficou radical-
mente curada. /. J do Nascimento
[ S. Jos dos Campos, S.Paulo. ]
O AGENTE Ctnpanhia de Drogase
Productos Ch micos
::: :::::::
Creou ma:s urna risonha primavera, entre ri-
sos e flores a gentil Maria Veneranda Avila Pe-
drosa, cunhada do coronel Oltoni e tilha da
Exm. Sr. D. Luiza Franga Pedrosa. Colha na
sua preciosa existencia muilos dias iguaes ao
de hoje.
Recife, 6 de Juno de 95
/. de A.
Progranima
do encerrAmento do mez marianno
na matriz de s. jos
Com o mximo brilhantissimo a par da
mais fervoroso piedade procura um pleia-
do de distnctas senhoras encarrar o mez
de Maria na freguezia de S. Jos.
Eis o seu o programma.
A' 5 horas d manha no dia 9 do
corrente urna salva de 21 tiros subir aos
ares saudando o alvorecer desse dia tao
grato aos coracGes das sinceras filhas de
Mara.
A's 7 horas aquellas senhoras incorpo-
radas rSo ao altir de Maria no meio de
Botucat
D*ve ser lida com interesse a se. uinte coticia,
qu' a Fanfu'la publica a proposito dos p->duc-
cs medkioaes, propagados p lo Sr. D. Carlos,
odo o B-asil e e?p'cialtnent ete flor-scei-
t ssiio Es ado, tem ouvio tallar du E.irr e de
oatrcS especialidades medtcInDes do Sr. M Mo-
rato, aai cem todos 'onbecem o alto m-nto. a
bondade, a tanacid^de e a te inieza do prepara*
dor desses producto?, o S*. D. Carlos, qoe
am joven cceio de iateliigeo*:ia le pitados,
que CBJ feo labor incangavel soube gaobar os
elogies de varias celebidades medicas por parle
de numerosos doentes, bjje perfeiiam nte tu.
rados pelo maravilbo o Elixir.
E, visto abo'darmos ette a?sompto, devenios
dlser, por amor a verdade, qne tnto aa pillas
de T yuj como o Elixir M. Morato sao proaot*
os examioadoB e approados pela Inspectora
Geral dr Saode, do Rio de Janeiro, e que a sua
veoJa oi aotorisada pelo governo federal, pri*
meiro'e pelo de 3. Paulo, tepjis.
O Elixir, lendj por b-e certas plantas raras
qoe s se encontrara na Ihra de nossos ser;0 s,
t ser?e rara a cora mircnloea da astbuia, do
c.noro. das dores rheamaiicas, da sypbilis e da
terrivel nro'Fba.
0 seu eegredo foi revealo, ha bstanlo tem*
pr, pelo cte'e de ama tribu de indios, cojo do*
ne go-a 008 escapa, mas que opportnnamente
designatrfflos, pirqae a eaie facto se prende
orna lo ereesaate historieta, qae vale a pena ser
a rr.-'a.
u eaiabelectmento do Sr. O. Carlos ten una
nrportanc a excepooial e pode competir com
os melbores desse geaero qce se acbum oss de*
mais partea do mauuu.
A88ielimo8, ba algoos da?, preparrco del-
ta Biixir, tcompaohando attentaaeole iodos.os
trabaiboe, deale a inturtgau (ios vegenes ate ao
eocaxoumentr, ao qual se sf^ue a expedigSo
para as m. U importantes pbarmaciaa da Eoro'
pr.
Atm do carioso proc o, nSo digoai de ad.
mirar a Hscaluijao. ordeai, iietlpuoa qoe re*
1
I




A
-





Diario de Pernambnco Sabbado H de Junho de 95
^
5
n&m iu ampio laoormori, ao qoal t tj< j- o
Sr. D Cario, cororia a colner o I actos, aiis
Itimwta lisongei-os, lauto pelo lauo moral
como pelo pecuniario.
uSr. D. C-rlo* oo se deixa porem, dormir
atbre oa louroa. cog ando tenor re em ampliar
mais o seu e^isbelccimeoto. e.>ludaodo o pro-
cedo |>ara o fabrieo de outros proio loa rzedi-
cinaes qoe eraa- antes a? lodo, eubomiidos
nalyse dos ..is noiaveie e imelligeutea mli-
cos.
0< ao9sog comenle tu i eese horneen i ios-
t-e que em Bo o n .gasa de geral sympai I
ao qoil i~esejamo-> pn soero* negocios.
Coqueluche
Curas do Peitoral de Cambar
Declaro que crianzas de mnha casa
que se achavam atacadas de coquelu-
che ficaram em poucos das restabele-
cidas com o uso do PEITORAL DE
CAMBAR^, de Souza Soares.
Amrica Salvatori.
[Socio da firma Matwel Joaquim M?
rnrv &C, do Rio de Janeiro.]
ELIXIR 5. MOR ATO
Totnei o thxT M. Morato, propagado
por D. Caries, e eat u bom completamen-
te d<-8 empigece que se perteguiam.
Agrade ando.
S. Paulo.
Sea c i -do e obrigado.
Josa Aivea Marque'.
Deposito em t'ernamb co :
Companhia de Droga* e Prodactos Cbi-
micos.
---------------^---------------
Curade tosse asth matica
com o Peitoral de
Cambar
Pessa da familia do Sr Jos Car-
neiro da Silva Reg, da Baha, que sof-
fria de urna incommoda tosse asthma-
tica, que resistir a cinco annos de tra-
tamento, curou-se com o Peitoral de
Cambar, de Souza Soares.
O AGENTE Companhia de Drogas
e Productos Chimicos.
As Per las d'esseacia de terebintina
do r. CleroiQ actuara com urna rapidez
e urna efBcacia tal que quera as toma pela
primeira vez fi:a admirada. O contrario
da maior parte dos medicamentos que t
aotuam dapois de cert) tempo de uso
coutinuo, eatas Parolas alliviam o doente
quasi que immediatamente. As m is do-
lorosas nevra!g-as, as mais insupportaveis
enxaquecas sao dissipadas no espaco de
al^uns minutos tomando-se 2 < u 3 pero'as
de C'lertaa.
em SI de Setembro do dito anoo, cooieodo roa-
los idoddc08 em folnas do Flaoores, consigna-
da a ordem.
Leirelro JA e C. Urna grade n. 831, etn no
Tapor Scbola em 17 de N vemlro do dito
aooo, cooteorfoocas oto classiricas de ferro ba
(Ido, estanb ado signada a Jaciatbo de Aie-
Tedo e C.
Letreiro FG c Jma barrica c. I, dem no
Tapcr ingle i ;s -titee, om 1 de D z-mbro do
dtioaooo, conteni 34 kilos de coouexoes de
ferro, onsignada a A. P. da Si'vo e C.
L^ireiro A' S e C DoO ptaos de f rro de 5
kilos de cada um. idem, no ?apor Eiclid, em
iinal dala, coosienades a A. P. da Silva e C.
L-treiro D3. Um pacote aeoa oamero, vindo
de N w York no vapor Oogec em 14 de De-
temoio 06 1893, comeado 4 kilos de eovelopes
im iresso', coomgrisda a Aaorade Lepes e C-
Mires APS e C. Uca caixa n. 955 ce Liver-
[ool ou vapor E mor. em 19 de Deiemoro de
893 ciiendo 8 k os de id ron. I de cor para
uudeires, coos naja a A. P. da S Iva e C.
taca Ji-M. Urna ca n n. 1, dem, dem,
cooieodo cinteado arreius para carro', de um t
ailmal com gaarcico de metal ordioario, con-
signada a ordem.
Marca U e S Urna barrica n. 957, da mesma
procedeicia oo vapor Eiplo'e em 12 de Ja-
fi'o de 1894. c-.ceiJ.i 236 k.los de correte
de ferr, coosigaada a Mi^oda e Sonta.
Marca II e C -m cima e H :il em baixe. Doas
barricas ns. i 3 e 24. de L verpool uo vapor
Mer'nanl eu. 2) >o dito m-s e aooo contando
768 kibs de dODradicos de ferro, cocs guadas a
tteis e S-.n'o?.
M ire R e 267 a 277 e 280. id m, Ueon. coa eodo 2380 ki-
los de cazadas de f-'rro, con-lgoaJa a K.is e
Santoa.
Mircaqia rido com B :o centro. Doa cai-
xas as. 1 e 2 dem. dem, comeado tG kilos
de ao-im e- anpid Voosigosdo a Browos
e C
Letreiro APSeC Uai ci xa o. 773 A,
idem, dem, cootfo.lo 10 k un da obras de fer-
ro, coaai ;m la a Antoam Plato da Silva C.
Alfa idega de Ptranoniiz), 6 da Jonlo de
1893.
O iotpertor,
AlT*nH>a ar s Per'- dn C'mn.
Abertura de uuia coclaeira para
boia1 e vaccas ra Pedro II
Nao ha medicamentos que tenham sido
objecto de tantas invett gaces como oa
ferruginoso?. N3o ha tambera outros
que tenham causado mais decepc/es,
quando se recorre a extraotdinarias com-
binacuea ; a mais simples a mais racional
e activa fica sendo o Phosphato de ferro
liquido de Leras, doutor em sciencias, so-
berano contra anemia, palhdez, caimbras
de estomago, irregularidades mensaes.
23.
Braga, 13 de Maie de 1886-
IllmoB. Sr. Sootc e Bowno.
Tcnho proscripto, tanto oa miaba clini-
c;, hoBpitalar, como na civi>, a Eroolilo
Scott e o aea nao tem sido muitoa e de
remedio outrea, aeodo por isso um me
dicamento muiti; apreciavel, e, talves, a
melbo' f >rma do taaer ueo do oleo do fi-
gadoa de bacal! au.
Jo5o Bapt tt de Souza Mande Chaves.
Firmado em Me icioa a Cirurgia, e r.m
des mdicos do Hospital de S. JuSo Ma-
ces da Cidade de Braga.
O ar livre, to necessario saude, nao
basta s creancas a aoa adolescentes, sem
a-netite paludo?, debditados, com as car-
nis mollea, as glandolas engorgi adaa,
fatigados peloj estudos; os mdicos re-
commendara entad o uso do Xarope de
Rabo iododato de Grinault e C, que
purifica o sangue, faz desapparecer as
crostas e todos os accidentes proprios do
lymphatismo.
Um dos melhores peitoraes conhecidos
o Xarope ou a Pasta de Seiva de Pi-
nheiro martimo da Lagasse, que contem,
concentrad i s, os (principios balsmicos e
resinosos do pinheiro martimo ; nos res-
friamentos cas bronchites, nos catarrhos,
naa grippes e molestias do peita estes
dais productos sSo superiores ai alcatro
de sabor desagradavel e indigesto pro viu-
do da combusto dos restos do pinheiro.
Miooel Naoes da 3ili reiaereo liceaca para
onatroir em sen sitio n. 48. da 'a Pelro II,
Iregoeili da Bi-Vu, a maeem do Capibaribe,
cma coebetra para Oo'g e vaccas; de accorrte
com o dispoto no ar>. 2 cap. I /, ti'. II da lei
a.4, qoem fe jo'gar p- jodi ado com a preten-
Ci do rei|oe en pode repreguntar ao D Pe
ffits r.o rr.s) d- 8 ji.b con ad03 It- b)je. flB
'Snperiotecdencia de Eygiene Mouiuipal, 6.ue
Juatio de 85.
O Becrelari--,
Jos B,nifacio de M Ribe'ro.
Secrttana da Justic?, Nego-
cios Interiores e Inslruc
9S0 Publica do Estado
de pernambuco.
nirtcorli da justlca
'.* SecsSo. Em 6 do Jocho do 1895
EDITAL
De ordem do Sr. Dr Secretario da
Joetija, Negocios Ioteriorea e IostraccZo
Publica, h<) publico, pa u c nhaoimento
doa interessado?, o ed tal abaixo tranacrip
i Dito de emend. a de eateioa at 6
metroa de oomprimento e 0,25 10,25 a
0S0,0,3O.
j Prego de um eateio de 0.3i0,3 a<3
metroa de onmprimeite.
k Dito de dito de mais de 8 me'roa.
1 Dito de metro de longaririna de
0,12,0,12 e 0,l2j0,12.
2.- Oa lomes de auis rea 3.a Pro vas de idonoidade profaioosl
pr dirigirm e exeoutarem os trabalhos :
Havendo duaa ou mais propoatts em
igualdade de oondicSaa, ser preferido o
concurrente que melhores provaa do ido-
noidade cff.-reor.
N3o serlo acoeitaa as propoatas que so
sentirm ii as s-guite* faltaa :
1.* Aa que nao forem organisadaa de
aocordo com o presente edita 1 ;
2.* Ai que se baieirem sobra procos
de propostaa de outro concurre n*.e ;
3.* Aa que firem firmadas por peasoaa
que tivertm j deixado de cumprir con-
tractos celebrades com a ex iacta repar-
tido de Obras Publioaa ;
4.- As de co; c irreotea que nlo offe-
reoam i a garantas e qualidadea exigidas
no preaente dital.
Cada propon versera sobre om ac re-
paros a contracta r e devora, traaer no in i
volocrj a declarscSo d'aquolla a que se j
referir.
Nenhuma propesta ser acceita aem
que o propooente apresen te recibo que
pro j e ha ver depositado na thesourtria a
importancia de treaento8 mil rea 500)5000.
O pr ponente que tiver proposU esoo-
Ihda e ae rrcaaar a atigner o termo do
oootrt.cto, perder o direito a oaoc&o teim*
exigida.
As lI' rmacS s dos trabalhos de que
trati o presente edital, achare-ae neata re
particSo a disposicBo djs propone ites, que
nuderSo examinal-as das 10 a 4 de
arde.
Eate sera pnbli.ado pela imprensa e
kliado naa portas da sala de audiencia e
matriiea e ende mais oa chefea de dia
tricto julgarem coa veniente.
A duraoSo do contracto a;r at 16 de
Novembro de 1896.
Reci'e, 16 deMaio de 1895.
Joi Joaquim Rodrigues Saldanba Jnior.
Director-gera'.
Bilhetes de Banco
De ordem do Sr. Dr. inspec'or transe re vo
para conhecimento do publico, o edital
infra da Inspectora da Caixa de Amorti-
sagUo, declarando prorogado o prazo para
recolhimento dos bilhetes dos Bancoa de
emias&o.
Caixa de Amortisacao
EDITAL.
Faz-se publico, para conhecimento de
todos, que, por despacho da Junta admi-
nistrativa desta repartic&o de 2 de Maio
corrente, em requerimento do Banco da
Repblica do Brazil, fica prorogado o
prazo marcado para o troco dos bilhetes I nTeigVifraocea, dem,
doa bancos de emiss&o, hoja a cargo dolMiloo moldo. dem.
Latagem, ra-.ssgem a ferio e concert de roopa
PC-
Lixa sortida, dniia.
Livro para a Pbarmaci, cenforoce o modelo
om.
Dito para as Enlermarias, um.
Dito para o Receilaario, um.
Dito para o Almoxarifadn, om.
Dito de papel Coroooe 200 fl'. om.
Ouo papel aimasso 100 fia. om.
Dito papel C rr, 200 11*. om.
Livraocae impressaa, cento.
Lila Faber o. 2, dnstr.
Dito de 2 coree, om.
Dito de borracbs, om.
Manteiga inglesa, kilo.
Marmelada, kilo.
Macarri.o, idem.
Maiiena, *dem.
Matte, dem.
to, chamando candidatoa ao lagar vago de dia.
Pagamento de decima
O Dr. Prefeito do munipicio, manda
fazer publico que, amanha comecar o re-
cebimeato 3 imposto de decima urbana
dos predios situados naa freguezias deste
mun cipio e que ser recebido no thesou-
rj municipal, sem multa, nos trinta dias
uteis contados do 1. de Junho, desde as
10 da manh& at 2 1^3 da tarde de cada
MITAES
Alfandega de Pernambuco
IIdiial u. &
Praso de 30 dias
F que no da 9 do t.ei vndooio seraj vcjuuas,
em basta p^oiio, as 11 ora?, a porta tala re-
parCo, as mercado las abaixo descrlpiar, qoe
aftc o.am despacbadasno prsso da lei to.- seas
donosou coisignaiarioB, tos qaaes, alias, fica
aarcado o prato de 30 das, a cootar deata dala,
paraasrtt arerx, eot pena de, realisida a ven-
da, nao se atteuder mala a reclamar; alru-
EO?.
Armazem n. 5
L'tniro Jale1 Raga]. Urna caixa sem tunero.
finda do H ue no Vapor fraoc-t Botrevlvo,
ce-carregado em 20 de Abril de 1893, coateoco
' kilos de cariuchos vastos de papelao, para a -
toas de fogo, e 19 kiha de ebembo de mooicao
raro cfii, codb goada t Jallo Peyv
Mar a A D C Urna barrica d. 23. vindo de Li-
verpool oo vapor ingles a&dictora e 26 do di-
to mes e aono, conlendo 49 k>loa de cimento
em pO, igoorande-ie a cons'gaacSc.
Marca A P S & C. Una cana n. 1, de Igual
procedeicia no vipor Dil'.oi* em 1 de Jtlbo
do dito aooo 19 diamantea em cabos pa a cortar
vldros, consignada a Antonio P.uto da S Iva
eC.
Let elro Br&was e C. Urna caix* n. 1374
iierx, dem, conteodo 6 kilos de obras de ferro
ftndido e 4 ditrs de obra de cobre nao claeaifi-
cadas e um monumetro para marcar a pressao
(lo vapor, ccosigoano a Bavn e C.
Marca F. 6. C. Urna caixa n. 2S24, de IgU I
prccedeniH no vapor A tor, em 5 de Agesto
do dito auno, ccolendo 12 kilos de carlacoosde
cobre, varios, pa a armas de fogo, cooeigoada a
Ferre>ra Goimar.es e G.
Marca diamanta W : ao Udo. Urna harnea n. 15 e irea ca xas ns.
16 a 18. idem, ic'em, conteodo 5!0 k los de lio-
tas preparadas a oleo para pintara de casa, con-
sigr aia* a ordem*.
Marca diamaole R no centro e Pem balxr.
I xa c ixa a. II'',tdtm, idem, conteni uso k -
ios de amianto em loibas e cooa'goada s (tela e
Baatov.
kan a diamaole DF a C no centro. U na caixa
116 .eitu I \t'ite-ieiiu.* o po.- E itoi
juis de aeccSo do Estado do Para
O dr actor,
Aff.nao V. de Mede r ..
Edlal
De cid-.m do Sr. Presidente do Supre-
ao Tnbjnal Federal, se f z pub ico, de
cenformidade com aa disposiySes em vigor,
que estando v eccSo do Estado do Para, se sc'ia mar-
cado o praso de trinta dtaa, para aerem
apreaentadas na Secretaria do meamo Tri-
bunal ai petic^Sea doa candidatos, dovid-
meote inttraidos com documen os qae com-
provem os aeua aervigoa o nomeadamente
as condicSss de idonedsde exigida so
art. 14 de Decreto n. 843 de 11 de Ou-
tubro de 1890.
Secretaria do Supremo Tribaaal Fede-
ral, 3 de Junbo de 1895.
O esreUrio,
JoSo Pedreir de Coato Ferraz.
Edital de segunda praca
O Dr. Jote Gomes Villar, uis do sc-
gaodo dictricto municipal da cidade do
itecifrf, do Estado de Pernambuco em
virtude da lei, eto. eto.
Faco saber aos qae virem o presente
ecital, qae por este juiso tem de ser ar-
rematado a quem mata der no dia 20 do
conente me;, as 12 horas do da, na
aalli daa audiencias publicas os bsns
penhoradoa a Bernardno de Aievedo por
execucto que Ibes movem BeirSo &c A!-
meida, cu jos be os ti i os eeguintes :
Vinte pecaa de madapolB > cPormno,
avaLadaa cada ama em 10(5050, profesando
ao todo 200300, teado que a dita mer
calora vai a aegunda praca, pela qaantia
i e 180($000, feito o abatimeato de 10 por
cento, sobre o valor por cnanto foi api*
meira praca.
E para qae chegae ao conhecimento de
todos, mando ao porteiro do jaiso, affitar
o prest nf.e io logar do o-atume, paseando.
se a respectiva certidlo.
Dado e paisa do neate segur.do districto
municipal do Raofa, a?s 6 da Mareo de
1895- -Antonio Horacio da Silva, escrivlo
o eaorevi.
Gomes Villar.
Secretaria da Industria
3a direc'oTia
Substituicao de madeiras de
pontes
Edital
Palo presente f>go publiei, qae no dia
8 do Jurh mea ao meio da cesta Secre-
taria serlo recebidas propostas para aubati-
taicSo de madeiras de qae precisam as pon-
tes do Estado.
As propostas devam ser convenientes
mente selladas e oonterein em termos
claros :
1* O preco pelo qaal se propSem os
toita ntes a oollooarem oada orna daa
pagas de ponte iocluudo dealccajSo daa
qne tm de ser aubatituidos:
a matro correrte da corrjmSaa.
b prego de cad* pilastra e pega d
cruietaa oa intermed arias.
o prego de metro corrente de vasas (
contra-vasas.
d prego de metro quadrado de iaatre
(aoalho) de 0,08/0,20.
e p ego da metro cubico de viga de
0,m.2 a 0,"30 de seogBo at 10 metros de
enmprimento.
dem, idem das mesmaa s ecaa de
mais de 10 metros de cumpr ment.
g {demde contra vigas chapases e mos
de forg.
h Dito de mr.drea.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 31 de Maio de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreita do Roclia.
Da o'dem do cidadao Dr. administrador do?
Go-reios deste Estado, faco publico que desde
j se a bam aheitas nesta admioistraglo, com
o praso de 30 das para o respectivo eicefra
ment, a contar da data do presente edital, a
loacripcoea para os loocursos a qae mao snb-
me iidos, em corxprimenio ao vibo aoa niiro
da Indosiria. Viacaoe Ooras Paburai n. 182 A,
de 22 de Abril olum", os entregados abalxs
meocionadoF, oomeados oa promovidos sen a
formalidades exigidas pelo artigo 490 do regu-
lameato approvaio pelo decreto n. 1692 A, de
10 ce Abril de 1834, expedido pa-a a execo.o
da lei o. 194, de 11 de Ootobro de 1893.
Para os logares ne praticaotes e rarteiroa po-
dero luscever-ae p-ssoas extranbae a aepar-
licar, de cooformidade com o aviso do MioU-
terio da Iidastrii, Vuca e Obras Publicas n.
187, de 26 do mes de Abril prximo flode.
Para oa lagares de pratcaotas e suppleotep.on
candidatos deverae e- mais de 21 aanoa e me-
nos de 30 sonos de edade, etceom se ja tlvereu
exercic o no C rreu ; gowr de boa eaade e ea
tsr vaccioadoa; ter bom pojedlmenlo e co-
ohecer as Iiogaas porlugueic. e francesa, a geo-
grapbia eral, com desenvolvimeoto qoanto ao
Brazil, a'llbmetica al a ibeoria daa proporcoes
incloeive, sendo motivo de prelerencia o roobe-
amen o de algoma oa Igcmas daa 8fgainie>>
oa ateras: dse bo linear, escriptoracao mer
cantil, inglex e allerxao, guardada a dlspostgao
4o artigo 489.
Oa candidatos aos logares de carteiro e sop-
plenie de carteiro ceierao ter mala de 21 e me
nos de 30 aanoa de edade. excepto se j ti ve
rt m exerciclo no Crrelo ; gozar boa aaude a
star vacemados ; ter bom procedm ento, aabe
er e escrever correctsuieaie, a coanecer ae
aaa'.ro operacOes fondameniaes da aritbmettca.
Oj candi Ja'os aos logares de praticaota de
soppleoie de praticantc, carteiro e sopplente e
caririro, piderao apreaeotar docoaeotos qae
comprovem saaB babiiltatoes cervos, sendo
oa clasflirica;ao attendidoa os q le se rtferiretu
a materias nao exigidas ns Regolamoto e dis-
pensado do exsme de materia oa ant-rlas do
concu.-so o candidato que aprce n'ar atustado
de approvscao obtido ca loetroccao Publica,
acdenla ou iostUoto approvado pelo goveroo.
Pelo aviso n. 181 A, de 22 de Abril prximo
oaaaaao e cima citado, foi dispeosado o iotas
liclo dn doos sones, de que trata o 1.* do ar-
tigo 496, poiendo, potmto, todos os amanuen-
se e pratlc ntea concorrerem s vagas de lercei-
ros officiaea:
Terceiroa officiaea
Fraociaco X Antonio Jjiqiim Cavalcaote de Albnqnerque.
Amscuenses
Olympio de Arroxellas Galvo.
Praticaotes
Aoillo Teixeira Los do Barros Lo.eto.
Alfredo Ernesto Vat de Olive! a.
Manuel JjaqaiQj de Castro Madeira.
Jos; Napolei de Lana Freir.
Igoacio da Silva Lope?.
Jote Bonifacio do Ama al e Mello.
Miguel Figaei-Oa de Farla hobri. lia.
Acioilo Doa.te Manir.
Caitauos de 2* classe
Antonio Cuvalbj aa Costa L'sbOa.
Antonio FraorUco de Sonta.
Bernardo Joaquim d Akvo.
Igoacio Cavalcaote de Sa e Albaqaerqae.
Manoei Franc>8C0 de Alm ida Doria.
AdmiD3tr8g>o dos Correio? do Salado de Per-
nambuco, em 17 ae Maio de 1895.
O 2.' offislal.
Joaquim Speiicer Lopes Netto
mesmo banco, at 30 de Junho de 18U6.
Os bi h:te6, cujo troco prorogado, sio
do Banco de Crdito Popular do Brazil,
de 503$, 2000, 100J, carimbados sobre
bilhetes do Banco dos Estados Unidos do
Brazil e de 5 sem carimbo, todos de base
mjtalica, de 5000, 8!fi, e de 58 de base
de apolicea, tambem carimbados ;
Do Ban-!oEmiasor do Norte : de 100$,
50$, e 10$, de base de apolicea, carimba-
dos sobre notas d Thesouro ;
Do Banco doa Estados Unidos do Bra,
zil: de 500$ e de 1)$, de base metallica-
e 200$. 50$, 21$, e IOS, dbase da apoli-
ees, carimbados sobre notas do l'he-
soura;
Do Banco Emissor da Baha : de 1000
e de 500, de base de ouro, de 10.' $, 50$,
200, e 10, de base de apatice?, carimba-
dos sobre notas do Thesouro ;
Do Banco Emissor de Pernambuco:
de 2009 e 100$ de base metal ica, carim-
bados sobra notas do Thesouro, e de
100i, da 1.* serie, 1.a estampa;
Do Banco Emissor do Sul; de 2000,
100$, 50$ e 100, de base de apolices,
carimbados sobre notas do Thesouro ;
Do Banco Unio de S Paulo : de 500$,
200$, 50$, 200 e 1:8, de base de apo-
licea ;
Do Banco Nacional d i BrazU : de 500
2000, 20$ e 10$, d<> estampas proprias
2000, em ouro e vista, e 1000, todaa de
base metallica, carimbados sobre notas
do Thesouro ; o de 100$, das l. e 2.a
series, parte carimbados pelo antigo Ban-
co da Repblica ;
Dj Banco do Brazil: de 5000, 2000,
1000, 500, 20$ e 100, de base metal-
lica ;
lo Ba co da Repblica dos Estados
Unidos do B azil: de 500$, 2001, 100$
50$, 30$, 2JS e 100, de base metallica,
e 200$, 50$, 20$ e 10$. de base de apo-
lices ;
Do Banco da Repblica do Brazil.'
emis?ao provisoria de 5000, 2000, 1000,
500.30$ e 10$, de base metallica e 200$,
50$, 20$ a 100, de base de apolices, todas
sobre bilhetes do Banco da Repblica dos
Estados Unidos do Brazil.
Declarase que os bilhetee de base me'
tallica levara a chancella do tbesoure.ro
desta repartic&o, Antonio Arnaldo Vieira
da Costa.
As pessoas que possuirem taes bilhetes
devem apresental-os no Banco da Rep-
blica do Brazil, desta Capital, e as suas
agencias nos Estados da Unio, para
sereai trocados, sob pena de perderem o
seu valor, nos termos do art. 45 do de-
creto n. 10,262 de 6 de Julho de 1889 e
dn decreto n. 165 de 17 de Janeiro de
1890, art. I.' 14, 81 OS nSu aprcoonto.-
rem ao troco dentro do dito prazo.
Rio de Janeiro, 8 de Maio de 1895.
O inspector,
M. A, F. Trigo de Loureiro>
3.a Secc&o da Alfandega de Pernam-
buco, 30 de Maio de 1895.
O ebefe,
Clito Valterino Pereira,
Alfandega de Per-
nambuco
Edital
Um vitelo tourino
FkZ-se publico de ordem do Dr. Pref ito
do municipio do Rec.ft, que ir em praga,
por meio de pragSo, no dia 8 do corrente,
ao meio dia, em frente ao pago maniaipal,
nm vitsllo da raga to orina que aerve na
vaccinagSo municip'il e acra entregue a
quem mais cffereoer, se fm pelo mesmo
Dr. Prefeito aceita a offerta.
Secretaria da Prefeitura Municipal do
Recife, 5 de Junho da 1895.
O secretario
Joaquim J. F-.-rrira da R c'a.
O coQ8elho para fornecimento de vveres doa
Corp a e Hispltal M litar d-sla gaaroico, for
ragem e (eragem a cava h da, recebe propostas
ao da 11 de Janbo prximo vlodoaro pelas 11
da manbS, no quartel do Comtraado da mesma
goarnicSo onde funcc;oia- para contracta- os
gneros 6 arligoa constantes da relcao tofra,
dorante o semestre de Juibo a Dexemro.
A'etrta, kilo.
Agurdente de canna, litro.
AFamta, kvlo.
Arrcx pilado, k lo.
Amenas pausadas, !Mo.
Axeite dice de Lisboa, kilo,
dem idem idem, litro.
/is.'car retinado de 1' qaaiidade, k to.
Assocar de 2' kilo.
Alfafa, ideo.
Alvaiade, dem.
Aiul altramar, idem.
Amarello rantez. idem.
Altas impressas, cento.
Bacalbsa, kilo.
Hlalas inglfias. dem.
BuiacQiabaB inglezas, dem.
Bolachas, idem.
B acoutos, dem.
Banba, de porco, idem.
bolachiobsa de ara ota, idem.
Baixas im^ressas, ceole-.
UraDaote pardo, aovello.
Carne verde eos osso, kilo.
Dita dita aem oseo, ide r.
Dita do Rio Graade, dem.
Dita de porco, dem.
Dita d. carnei-f, Hem.
Ca' em grao, idem.
Dlio moioo, iderr.
coa verde, idem.
Cb preto, idem.
Cognac Bae cbaipg^e, lito.
CarvSo cike, k'lc
Carvio vegetal, barrica.
Caplm em (elxes de 3 kilos, a ".
Cal branca, ilqaeire.
Cal preta, dem
Colla da Babia, k.lo.
C-avo?, cento.
Cortaoelra para officios, orna.
Coivtl' tino, om.
Ceit fi ado de bito, ceoto.
fioierro por cavallo, om.
Bacardern cao de ordem do da, om volme de
armo.
Eccade n gao de Diarios Omcke;, ou volomi
de trimestre.
E'ivellopts para cQL-los, cento.
Dit s firrxato pipe tmasso, cento.
Fejao mulatiobo, klo.
Parlaba de mandioca. dem.
I em Ideo, litro.
Fraogos, um.
Fructas, (1 bananas oo 2 lsraojaa) rtco.
Ferra-n-as, un.u.
Gillinba nma.
G-iea kilo.
Go badi em lata, idem.
Go urna lacct, kilo.
G rama arbica, kilo.
G ampos de me al so lidoa (0 a 7J, ceoto.
Le te, litro.
Lnna em acbaa de metro, ama.
D ta em 'oros de dito. bu.
Llm. (f-uctajuma.
Medicamento para cavallo, nnmefo.
Mappa. geraes de dietas, ceoto.
dem parciae?, idem. cento.
dem noaologicof, ceoto.
Idem de Pbarmaiia, ceoto.
Iiem de rxoimeo o diario, ceoto.
Mata borio cartooado, folba.
Ovoa, un.
Oleo de linbaca, cacada.
Obrei8 grandts para sello, nma.
Fio, k'o.
Ptixe fresco, dieta, k lo.
Po-de-l torrado, dem.
Pasaas, Idem.
Brxe, idem.
Piocel para calar, om.
Dito para pintar, om.
Pnospboro?, duiia.
Pos preto, kilo.
Papel timbrado para cilicio, roseo ou braoco,
resma.
Papel almaso pautado, resma.
Pap'l almaeso liso, caderoo.
Papel imperla', idem.
Ppel cardo para capa?, idem.
P.np| para mappas, 40, 50, 00 e 70 lionas, fo-
Ibas.
Papel timbrado para carias, olEc aese sobrecar-
tas, ama caixa.
Pcnm Perry, caixa.
Penna liallai, idem.
Peona Faieoo idem.
Papeletas impressas, cento.
Paaia para archivo, ama-
Pasta para carteira, dem.
Qaeijo de Uias, kilo.
Haspadelraa tinas, orna.
Begca de C".;0. dem.
I em de 0x80, dem.
Rap k lo.
Rjxo ierra. dem.
Sil, litro.
Sabo, k le
Seccame. idem.
Sjpolio, um.
Tapioca, k lo.
Talbarin, dem.
Toocinbo de Minas, Ic'em.
fijlo pira facas, om.
Tinta Blu'-B ack, litro.
Dita S'epbtos, frasco.
Temperos e vordurai:
Biieta, doce, alpim, aoobora, coavea, lepolboe,
ceooiiabo, daifa, pimenta. tomate, (fracio oa
maiso), coentro, kilo.
Vela Etoile, m?co.
Dita de cera, kno.
Verde francs, dem.
Vaasoara de piaeaava. dnxia.
Vinagre tinto de Lisbca. litro.
Dito braoco, idem.
V nno F.gat-i'3, d-m.
Vmbo do Porio. kilo.
Vmho do Porto, litro.
Vales diarios, ceoto.
Z .nao, kilo.
Coodices
1' Todos oa geceros aero de superior qoali-
dade e os forne, elores devero eotregal-os nos
qaarteis oa bosp'.tal, doas horas depois de pe-
nidos em vasilhaie seu ; e depositaro oa Al
faodega urna qaantia como caugao, qae aera ar-
bitrada pelo conreino de fornecimento.
2* dvero entregar al o da 5 de cada mea,
oo bo pilar militar, as tontas do (ornecfmeito
do mes lindo, eco pea de malla de a -|. sobre
valor do foroecimenio do mes.
3* As propostaa devero cooler a declaracc
extrema de eojeitar-se o proponente a malta de
5 -|. d* losporiancia a que montar o norxeo de
arugcs que forec aceito^, ae deixarem de eos-
parecer para a seriar o respectivo contracto
dentro do prazo qae Ibes for marcado pelea jor
se*.
4* S poderio coocorrer ao fornecimento o?
caodidatos que se babi'itarem na forma do arti-
go 18 do decreto n. 7,685, de 5 de Margo do
180.
5a Os forxecedores eerao obrigados a vender
generas pelo preco do contracto qae ssalgcarem
aos officiaea doa re'pecilvos cop 8, hospital e
forialcxis.
C* Da falta de fiel cumprirxento de qaalqaer
dea obrigaces contrabidas, os (ornecedores ti-
cario sojeitcB a pagar a molla de 25 |. do valor
dos gneros e artlgoa regeitados porcrquali-
dade oa nao receidos em tempo, obrigando se,
alm diss", a sobsiitalrem-no oa pagar inconti-
nente os qae forem comorados pelos corpoee
hospital, sob peca de malla de 10 *j. dj respec-
tivo valor.
7* Os concurrentes eao obrigados a apresen-
lar as amostras dos gneros oa artigos qoe fo
rem julta 03 precisos pelo conselbo.
* As propostas sero apretentadas em dopli-
cata at es 11 oras do referido di, em qae,
ll<, se j aberras e aparadas em pieieoca doe
prnponeoter.
9* Oi fornecedo-es que reqrjere-em resciso
de contracto f forem atteodidos, licarao tojeitoa
a molla de 10 V sobre o total do forneciu.eoto
do uno anterior.
10* Finalmente, nao sero aceitas as proocs-
taa qae. nao cooteado as qaanlidades e qaalida-
des dos anigos nelidoe, se affasiarem dtsie edi-
tal, nem tambem aquellas cojos precos esii
ven m 8ajeiio8 a abitimeotos oa descont*, por
isso qae os meamos precos devem ser iovarla-
veis.
Aifandega de Pernambuco, 27 de Mato de
1895.
O iospector,
Alexaodre de S;uza Pereira de Carmo.
Fejilo mclatinho, ideo).
Sal, idem.
Vinagre de List da, idem.
Vi ribo Figueirs, idem-
A_.ua dente de canna, idem.
* raotss (2 bananas oa ama laranjk) racSes.
Verduras e temperos, idem.
Uravos le ferro, mag).
Ferradaraa, pares.
1*
Oa oontraotontes aerBo obrigados a for'
oecer diariamente e om a necesatria
promptidSo aa diversas meroadorlas qao
Ibea forem devidarecte s licitadas para o
raccho das pracaa doa Corpos Estaiuaea.
2
As mercadoriasserSo de 1* qaalidade e
devem ser entregues nos respectivos quar-
tais doa corpop, onde qner qae edes se-
jam, contacto que aa aohem denir. do pe-
rmetro da cidade do Reoifs.
3a
O f rnecimento ser feito pelos con-
tactantes por intt r j edio do agente do
rancho cm vista de p&didcs por estes or-
;anisados e rubricados pelo major do
corpo,
4*
Quando fr qualquer mercadoria r pa-
tada de m qaolidade s'-.r deve'vida ao
oontractaote, que a u^ati'.uir immediata-
mejte, sob pena de malta de 25 i do
valor da mesma mercadoria que pelo cofre
ser comprada por costa do contractante
pelo prego qae l&r eacontrado no mer-
0'
Em igual mrla ice -rrerSo oa i: intra-
tantes pe demora da entrega daa mer-
Cidorias.
5'
_ Na bypothesa do final da Ia parte da
clausula antecedente os contratantes ficam
obrigados ao pagamento das meroadorias
compradas logo que seja a present da a
respectiva centa, competentemente visada
pelo commandante do corpo, sob pena de
asr descontada aui importancia com o
a igmento de 10 .y n > primeiro pagameo.
to que ti ver de lhe ser effec Ofti .
6
As cent as de fornecimento psra o ran-
cho aerSo peloa contra antea extrahidas
em duplcata e apresen'adas m nealmeits
at o da 3 ao commandante do corpo, que
aa mandar pagar dentro dos dea primei-
rus dias de cada mee, dapois de devida-
mente conferidas pelo fiscal, fijando aos
contratanteasalvo o direito de impender o
fornecimento am ves rindo esse prs o aem
qae tsnham embolsado a imp rtanc'a da
coata do mes aLterior e de reicendir o
contrato ae o paga rento demorar se por
maia de 30 d as.
7
Fomecimento aos corpos
estadoaes
De ordem do Sr. Coronel Presidente o
oonaelh econmico, fajo publioo que oo
dia 15 do corrente, ao meio da, recebe-se
na Secretaria do 2. Batalhio de Iofaata-
ria Es'adohl, onde se reunir o mesmo
i onselh >, propostas dos gneros abaix I d i
clarados para oferoeoim n-o ao rancho
d;-a pregas dos,Corpos Etaduaei e ferra-
ge-.s a caval-a* d rante o saxe-. e V.
Julho a Deiembio deste anno.
Cada propoata, qae deve ser feita
em carta fechada e devidaneate sellada,
contera alem prego das mercadoria
que o prjfonente q ianr coitraetar, a de
olsiagSoce aojai'ar-sa nult de 5 .y sc-
bra o valor dos aitgos qoe forem aooei-
t's, ae oo prtzo de c'bjo dias coitado da
data do recebimento das piopoataa, nto se
apr contar paia asignar o respectivo oa
tr oto :
Aaaucar refinado de S* classe, kilo.
/ r oa pilado, idem.
Batatas ingles s, idem
Baoalh, idem.
CV em grSo, idea.
Carne verde, Hem.
Carne eecca, idem.
Lecha, idem.
Manteiga francesa, idea.
Plea, ideo.
Carne de porco, em.
Doo da (i. isba, idem.
Tocinbo, idem.
Aseite doce, litro.
Farinla de n a-.dioo, iiem.
Oa contratantea ficaii obrigados a for-
cee :r peloi meamos pr gos dts mere do-
rias contratad s aos afEciaes dos corpo),
mediante pagamento vista, oa em vir-
tado da vales per elles assignadoa e ru-
bricados p 5 do mea subaequente, medante C)oka es-
pecial para o Ctda um dellea.
6a
Pelas iof ac.Sis das claomlas dsate con-
trato, cijas penas nSo ce rchem especial-
mente determinadas os c ntrataotea lie un
sujeitos multa de 20^000 a 100,5000
mil reis qae Ibes serSo impostas pdoa
cimmandantes dos c >rpos.
9a
F'c.m obrigados oa contratantia a faser
naa mcamas coudicgSes o fornecimento de
taes mercaduras que fr jugada recesa-
rio para o rancho de qualquer oatra forga
es-doal, qae por ventura possa ter crea-
da, senda o eate Ciso feita a entrega dos
gneros no respectivo quarlel.
10*
Oa contratantes nSo terSo direito a ic-,
demnisagSo alguma por exoaao de prego
daa mererdorias, quaesqoer qne aejam as
CondigSea do meicado, o qae tambem ca
poderlo s I'g-r pera eximir-me do c im-
primento do contrato que vigorar pilo
tempo de 6 meaea a c otar do primeiro
de Julho a 30 de Oeaembro do corrente
anno.
11*
Sa os cmtratantea reciaarem se dentro
do praso estiplalo na c'ausula IO a fa-
ser o iornec ment a que sSo obrigados
pagarSo a multa de 100JOOO a 500)5000,
CJtforme for arbitrada pelo cooselio qae
ter em attengSo o valor do C intrato, fi
c todo eate ipso tic "o r "
Para garanta da multa a que se refnre
a c'ausula antecedente os contratantes re-
ColherSo previamaoto ao c itre do corpo
que for designado a importar c:a qne dr
estipulada, a qaal a podar ver d'alli le-
vantada depoia de terminad) o craso do
contrato e de lia.uid.sdaa todas as contas
a ella relitivas.
13a
Os c intratantes renarc'arSo todos os
casos fortuitos, ordinarios e extraordina-
rios, que podem ser previstos e todos os
cisos s 1 tos oa iasc 1 tos, cogitados oa nSo
c 'eitado? e ficam em todos e em Cida am
dell s nempra obrigados, sem qae pom
deIIos vslsr-se, nem sllaga 1-os em tempo
algum para aljum effeito, qusliuer que
elle aeja, bem cuno quaeaqaer perdav,
prejuiaos ou ti-lta de meios, salvo se fo-
rem eccaaionadas por incendio caso 1,
deotruigle por cmveoietca poblie in-
nandacSo oa rebelbl", cibob em qua de-
veri ser feita a competente prova peranto
o conaelha.
JoSo lfrJo Figueira.
Tenencesecretario.
DECLARCOES
Segaros conira l%
Royal Insuraoce Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:080.
AGENTE
POLMAM & C-
COMPANHIA TETHYS DELEGEOS
MARTIMOS E TERRESTSES
bu a do vioaaio n. 1, 1. andab
Directores
Bario de Soma Lelo
Thomas Comber.
Julio Cesar Taes Barretto.
-
X
i



sam
si




r
Diarfo de Pernambnco ft anmelo H de Jtmlio de 1595


DBBBV-Ctfl
DE
FERNiMBDO
Dedicado ao corpo commercial desta prac,a
pusmm __ $;&mm
QUE SE REALISARA* NO
Da 9 de Junto de 1895
Terminando com a entrega do impor-
tante
PREMIO
Urnapassagemde Ia classe, da e volta para a
Europa (Lisboa).
50 libras esterlinas para as despezas da va-
gem.
Urna malla contendo um corte de casimira lna
para um costume, urna duzia de camisas, col-
larinhos, punhos, meias, ceroulas, lencos e
toalhas para rosto,
Um binculo e urna cadeira espreguicadeira.
ornear
Pello*
Nainra
lid.
Cor da vestl-
menta
Pruprielaroi
*i. Parec-JuntA
(ommfrrlal-300 tnelrofAnimaes de Peroamboco.
250*000 ao i.*, 50*0.0 ao 2." e 25*000 ao 3".
Premios :
1
2
3
4
8
6
7
8
9
40
Accionista ..
Me.lady.....
Niio.......
Calor.....
P!eiide.....
Eia Grande..
firafa......
Cabioda...-.
Traidor.....
Caja-Fuado.
Castanho-----
Foveiro.....
Mellado.....
Castanho ...
Rodado......
Castanho
Alazao.
Pernamb..

c



c
c

M
51
51
51
51
51
SI
31
51
Axu!...........
Eicarnado e ooro
Azul e branco
/erde e amarello
Oaro e verde.....
Encarnado 8bmco...
Rdxo e ooro.
Encarnado e
preto___
C. Vlrfes.
J. Crrela.
A. Porto.
J. Uai.
J J. Siotoe Jonior.
U. P. M. Ponseca.
;, S. Franca
C. de Albcqoerqoe-
Armando.
Mamel F.riino
Arsenal de Guerra
O conceibo economio das compaeras de
aprenda** arljacese-operarlosmiltare, recebe-
ra proro tas no dia 11 do correle as II bo-aa da
manta, para a compra (tos artigos eegu n's des-
tinados ao raorbo, dorante o eenea're de Jolbo
Deiemhro desle aono :
Arroz pilado, kilos.
Aseuar Oiaecaviobo, kilos.
Azeite doce, lilro.
Baoha de porco, kilos.
Bacalbo, dem.
Cal ira grje, dem.
Cune teide, ideo?.
Carne tecca. dem
C ne porco, idea.
Fanooa de mandioca litro-.
Fejao mnatiihJ, dem.
Leubo, cci aj.
Maoteiga Bretel Freres, klof.
T o cinho de List A?, id m.
Pies de 125 gramolas, um.
SI, litro,
V uag'e, den.
B tatas, ki o.
ote goiali, dem.
Quejo Fiameogo, dem.
Vinbo Fi^neir, Uros.
Sapatos de cuo, pare?.
Ctioellas de ciur pares.
G-axa para spalos, latas.
Bacovaa para ditos, u> a.
Cortea de carello de aprendan, un-
Roa lavaoa e passada a (erro, peca.
Rojpa lavada e com botoes pregados, p?a.
Obaervagei
Tojos os generes aerao de prlmeira qualiade
e posaos do Arsenal p ,r conta do con'rac'ente, o
qoal flear sojeite a mola de 5 % no caB0 de
recosarem a aseigiir o cenmeto.
O cort-actBDte ser ob.igado a enirar cem oa
gneros que Ibe forem peaid s no prato de 2
nura, fiadas as qoaes serio compradas no
mercadoe pagos por conta do meemo.
As propoetas dt-v rao ser era duplcalas com
relaesoa ceda e.-pec:e da artigo deveuco iraier
no alio o neme do proponerte, a ineacao Com-
mee: I o muco e mana das amostras o prazo
improrcgivel da entrega e declar-aco expreasa
oe se aoieitar s peas vior.
O proponentes mencionarSo, no subscripto
de f Has propostae, a eepecle do artigo proposto
trar ose nomereg < rem a dita Secjio.
S-creuna do Arsenal de Guerra de Permm-
boco, 7 de Joohode 1S93
Jos Francisco RlSeiro Machado,
Secre'>ro.
Abertura de ama rubrica de caja
ejlieoresr |na ua 89
Shooemman & C, requereram a abertura d'
urna fabrica de vinhs e licores Je fructas na-
cionaes na casa n. 236 da ra 80, de accordo
com o dispesto do art. 2 Gap. IX Tit. 2'da
lei n. 4, quem se julgar prejulicado com a pre
tengao dos referentes pode repreaentar ao Dr.
prefeito no praso do 8 dias a contar de hoje.
Superintendencia de Hygiene Municipal, 4 de
Junho de 1895.
O secretario,
Jos Bonifacio de Mendonja Ribairo.
Matriz de S&nto Antonio
Vrneravel Irmandado l> Ss. Sucra-
menlo
ELEigO
De coclormidade c m a* d'Bpos'cSes do com-
promiate, convido sos irmaoa deaia veoeravtl
Irmaodade 6 c mparccf rara em rjosao consielorio
aa 11 toras da maoba do dia 9 lo corrente, para
o 8u> de proceder-si elei(,ai da mesa regedtra
do anno rornp onis-al de 1895 a '836.
Ccnsictoric, 5 de Junho de 1895.
O e.-ciivao
Foruoato As^uato dos Santos Porlo
Sociedade
Monte Pi Bom S ceesso
Da ordem do norfo iriuao director, convido a
todos os Sra. as ociados a com arecerem em
ss.-emtla geral ordinaria do domingo 9 do cor-
rente, a- 10 noraa da maoba, em ooasa sede
fraga B-rSo di> Lu'.ena i. 26 a liga do Paraizo,
aBm de assistirem a leitera do 1- cemestre do
corrento anoo.
Secreta1 ia da Sosledale Monte Pi Bcm Suc,
ceeso, 6 de Jac.bo de 1895.
O I* secretario
Joao da Sil Saraiva.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
MHYVUtiRN
De Liondrets e Aberdeen
Posicio financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
ceeiti animal:
8 premios contra fogo
De premios sobre vidas
D juros
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C
3.780.000
3.000.000
626.0000
208:000
155.000
PareoBolas de Pernaaibnca-900 me r s. Animes de Percambcco. Premios:
250^COO 1* 50*000 ao 2', e 25*000 ao 3.*.
6... .
rttdO. .
, .i|10rtr.
o........
eli......
6 Seguranca .
Castanbo
Rodado...
\i i ado..
Rodado.,.
Castanho
Pernamb.. 50
a 50
50
50
c 50
50
Encarnado e azul......
Hraoco...............
Encarnado e ooro.....
uol e branco........
Atol e encarnado.....
Branco e preto........
Cood. n!5o.
F S.
Coodelaria Arraial.
A, Porlo.
J. F-
A.Pimentel.
3 PareoTelegTapho National1.000 metrosAnlmaea de Pernambuco.
350>C00 ao i., 70*000 so 2.' e 35*000 ao 3.
Premios
B;rlim......
Mascotte....
Tlicier------
Conquistado
Roy-Blas....
T.moneiro...
Ziino.......
Castanbo....
Baic........
Castanho. ..
Turdilbo.....
Pernaipb., 5C
50
50
50
50
CO
P eto e branco........
Azule ooro.........
Encarnado e braoce...
Encarnado a preto....
Amarello e brauo....
Encarnado e pre'.o
A S.
Cood. Moorlscana
B. C.
load. Vigilancia.
Vicente Costa.
Cond. VlKlIaoc a.
pareo- Bo
ha:a
ledadea Anonjma*-1.500 metro*HandicapAnfmaea de Pernarr-
Premlos : 500*100 aol.* 10J/OCO ao 2.* e 50*000 ao 3.*
Ida.........
toroso.....
Torco 2......
Hiroutelle.
Ualao. ..
Patchonly....
Rodado......

Alazao......
Olooio.....
M- iido....
Russo- ...
Pernamb.
50
54
50
53
40
40
P eto e branco..
un...........
Azul e otro-----
Encamado......
Preto e braoc...
liosa e branco..
Ccod. Cruzeiro.
M L. M^hado.
Cond. Vital.
J. Neves.
c
iKNociui'iio Commorcial Beae
ficente e AssociacTo Com-
mercial Agrcola,
Convidam a todas as'ciass: 8 ccmmerciaes af-
tectadas ptlj prcjecio do fotnro or^atoenio esla-
doal para orna recniao qoe tari logar no dia 10
to corrente, a 12 or. s da manfa, no edicio
da AaaociacSo Conmerci! Beoelicenle, afim de
di3 u'.ir-3r e loaiar-Be qaaqoer delibera(o.
Recife, 6 de Jaoho de 1895.
Artbur Gomes de Mallos Sobrinno,
Secretario.
Josi da Sii\a Lrjo Nttto,
Secre'ario.
a de Navegado
rioc
O VAPOR
Santelmo
Ca-
E' esperado do
sol e seguir de-
pois da demera
do costme para
e Rio"de Janeiro/Sontoe, Pelotas, Porto-
Alegre e Rio Grarde do Sul
Para carga, passagens e encommendas trata-
se com os ______
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RA DO COMMESCIO N. 6
I." andar _^______
Red Cross Li e ofSteamers
E'esperado dos
portoa do norte
no dia O de Ju-
nho, e shir de-
ocia da demora
neceaeaTia para o
Para e New-York
O vapor inglez
Lisbonense
Para caza e e'commendas trata se com es
CONSIGNATARIOS
Johnsto^ Pater & C.
Rna *do Comrnercio n. 15
**5.* PareoComoaerclo Pernamlucano-2.500 metros. Handcap. Animaes de Per
na_coco.
200* ao 2* e 10J*000 ao 3
Camor.'...
Todo ......
Feoano......
Triumrhi-"
NaDauo......
Cietanho....
Mellado.....
Modado......
Balo.........
AUzao......
Pernaoib.. 51
41
m 53
51
51
Atol................
Verde e amarello.....
Encarnado e preto....
Ene, preto e b. br.nc
Roaae preto.........
M. Machado.
J. Morsea.
Cood. Vigilancia.
6.' PareoAries
1.000 metros. Anlmaes e Pernambuco.
50*000 ao 2. e 25*000 ao 3.*
Coud. Cruzeiro.
Prem.Ds; 250*1X0 ao l.
T moceiro- -
Dictador.....
sans-SJUCi..
Cingo.......
Doblim.....
Conquistador.
Tordilbo
Rozllbo......
Baio.........
Preto........
Rodado......
Castanho. ...
Pernamb..
50
Encarnado e preto...
Azul e encarnado....
Azol e branco.......
uol e amarello......
Encarnado e o raneo..
Socarnadoe branco-.
7* Pareoagrlcnliura1.200 metros. Animaes
de Peroambuco.
ao 3.*
Coui- Vigilancia.
C. Rezende.
D. A. L. de Mallos.
J. S. P.
A. J.
Cood. Vigilancia.
Premios: 300* ao
Pernamb.. 80
Russo....... c t
Baio........ c
Rodado..... c

1 Bar lio-......
2 Patcbcoly--'
3 atnry.......
4 Pjtropolis 2>
5 Vingador.....
8 a PareoAlfandega de Pernaualmee 700 metros. Animaes de Pernambuco que
nao tejharn lidio classIHcaco oos prados do Recife, contando oo nao victoria.
Premios: 200* ao !.<, 40* ao e 20*000 ao 3.
Pre'o e branco......
ttosa e b-anoo......
Branco e amarello.-
Verde e ouro.......
Amarello............
A. S.
M. Ploeotel.
Coud. Nacion:l.
J. T.
Cond. Portuense.
Associaco Commercial
Beneflcente dos Mer-
ceiros.
A directora da AfociaeSo
G )mmercia' B. dos Mer-
cieiros, communica ao3 seus
associades e a todos os
membios da elasse em ge-
ral, da qual ella e legitima
representante, que acaba de
dirigr-se ao Congresso do
Estado fazendo iudiciosas
ponderales e solicitando
modificaba' no augmente
dos imp stos designados
para dita clape, no pro-
je ilo do o camento que v i
vigorar do 1. de Julio
do corrente anno em diante.
E convencida como es
d-justica da causa em que
baseada a su a reclama^ao,
aguarda silenciosa dos po-
deres pblicos do Estado,
favoravel deferimento a sua
pretenc,ao, do que lhes dai
immed tatamente sciencia.
Recifef 7de Junho de 1895.' aWi
Joaquim Christovao.
Director.
Polibio de Oliveiri Pinto.
Auxiliadora da Agricultura de
PernsiDbeeo
Novo imposto sobre eogenbo)
E' cenvocata per ordem da superintendencia
a asiembla geral dasocetade Aoxiliador.
para o dia 7 de Junho ao meio dia, oa sede so
cial (roa Vigario Teiorio n. 19) afim de entre
cuiroa aasumptos deliberar sobre a attitude que
deverao lomar os agricultores d aole do novo
importo proposio por S. Exc. o Sr. govfrnador
do E?tido em aua rxeD-asem ao cen^e-so.
Recife, 29 de Ma:o de 18 5.
O gerente
A- Pereira S rres.
Companbia North Brltlsh & Mer
cantilee Insurance
Capitn subscripto b,UU,ot>0 0* O*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
BBCBITA. ANNL'AL
De premioB contra
Fogo 1.495.418 10* 9
De premios sobre
divida 992.379 6 l4
lf al Mi 8 FCiei G
O paquete
Clyde
Ce malandante A. E. Bell
PI
2.488.196. 12' lld
N; B.A reparticSo de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, nSo
oe rcsrpoaoobiliaa polas transac^es fel-
fea pela de seguro sobre vidas.
Wilson. Sons & C.
Tip-Tcp.....t
Plorato......
Caoioda.....
Mabomet.... -
Alato......
Rodado......
Jaatanbo... -
Redado......
Pernamb..i 51
Azul.................iJ. Fer-eira.
Sncaroado..........|M. Alves.
Encarnado e branco.. L. de Albnqoerqn;.
Braaco e encarnado..ICoud. Portuense.
co p-r"rrr'iode prra*mueo-1.00D metros. Hindap.Aa:maea de quilqce-
* palz. Premios : 200* ao !.
Dorohy.....
Gipsy......
\ooUo.....
'Jouradilho.
iuayinaz...
Alazao......
Alatao......
Alazio......
.astanho.....
logia erra.
Inglaterra.
. daPrala
Pernsm!)..
Castanho-----|S. Paulo.
54
75
48
43
50
i
3raoco e preto......
Branca azul e encaro.
Vzol e branco......
Oaro e preto.........
Escaria e e preto....
Coud. Cruzeiro.
Cood. Nova.
C. Frateroldale.
Coudelaria Colombo.
F. A.
bservaces
Tocando a pesagem os animaes deverao estar jootos respectiva caea para aerem lmme-
dntam'nte ensilbadoa e seguirem para o barracao no centro da rala oode 6 podero estar oa
jockey* e os tratadores ou criados oa quaes nao podero ter communlcaco cim peasoa algnma
alies de rtaliaar-ee a corrida .... ._._
Continuam em vigor todas as resolocGes al hoje adopt3dis pelas ao:iedades bypplcas
diste Estado, coDatanles dos seos cdigos de corriaa e instri.rc6es j publicadas.
Dentro da casa das apostas, na sala destinada a venda das poulee, nao terl Ingresso
Besfoa alguma alem da directora, commlsaSo Hscal e empregadoa.
Os Srs luizes f terao Ingresso na sala contigua a da venda de pou'es.
Oa Srs. empregalos devem estrar no Daroy Clnb s 10 horas da maona em ponto, sob
nena de nao seren admittidoi no servico.
Coama-se a attengo dos Srs. apostadores para o.borario qne sera restrictamente obaer
vico, fechando o Io pareo s 11 boras em poBto.
Os ]0(ke\8 que nao se apreeenta.em conveulehtemente trajados com as cores ad:ptadai
no proramm, -r seus patrUes, nao serao admHtidos pesagem e serb multados de accordi
cem o art. 51 do cdigo de corridas. .*...
Oa animaes inscriptos para o pareo deverao acbar-se no eosilbameato ai 9 1/2 horas
Os tor(alta serao recebidos at sabbado 8 do corrente, a 3 noraa da tarde, na Secre-
taria do Derby.
As poules que nao (orem pagas no Prado da Batnela no da da corrida ( aerao pagas
3 d:aa depois na Secretaria do Derby.
Os premios serSo pagos 48 Doras depois da corrida na Sacretaria do Derby Clnb rna
Duque de Caxias n. 20, 1 andar.
O expediente para esta corrida encerra'-ae-ha sabbado 18 do correte a 3 horaa da
A directora chama a atleDcSi dos S s. propietarios e Jockays pira o art 21 e sena
e ir\. 16 qne aic restrictamente obaervadoa.
Secretarla do Derby-Clab de Pernambnco, o de lunbo de 1895.
O gerente,
A. A. Gomes Penna.
S. B. dos Guardas M.
do Recife
Por deliberarlo da aaaem lea erai de 29 de
Malo, fol marcado o r razo de 30 dias improro-
gavea, a contar dea'a dala em dlaute, para c-t-
soclos que se acbam em atraso, ficarem quite*
com os cofres pociaes, cooslderoudo-se elimina-
dos para a sociedade aqoelles qne issim rio o
flzerem Bndo o prazo marcado.
O secretario
Jote Frnande3 de Azev do.
1 secretario.
Companhia do Bbe-
ribe
Asscnibla geral
Nao se tendo reunido numero legal
de accionistas na primeira convocao
feita para a reuniSo da Assembla geral
ordinaria do anno de 1894, sao de novo
Convidados os Srs. accionistas a compa
recerem no dia 10 de Junho prximo, ao
meio dia no 1.* andar do predio n. 71, a
rna 15 de Novetnbro, para tomarem co-
nbecimento do relatorio, contas e parecer
da commiss&o fiscal, relativo ao mesmo
anno.
Na mesma occasio ter lugar a eleicSo
do presidente o secretario da Assembla
geral e membro da commisso fiscal.
Esta reunio se effectuar com qualquer
numero de accionistas na forma da lei.
Recife, 23 de Maio de 1895.
Graciliano Oetavio da Cruz Marlins.
Director-gerente interino.
Companhia Pfogresso Colonial
ASSEMBLA GERAL EXTRAORDINARIA
Convido os seobores acciooiatia a comparecer
em assembla geral extraordioaiia no dia 15 do
corren'e i 1 cora da tarde rna do Comrnercio
o.34 i. andar, afim de tratar-sede nteres-
aea fioaaceiroa oesia C mrunhi.
Rece 1 de Jonbo de 1895.
Jos '-ongalves Pinto
^^^ Presidente.
Tothe English Spor-
tmeo
He minager of tbe Coudelaria do Arrayal
sella special horses of magnificent raclng time
for tba races thai tbe Bogiisb Sportmen pretend
to realize oo 13 ib. Irjsl.
To aac and treat tbe Casineasi.
I, eclfe. 0 de Juebo de 1895.
Jcaqulm ki Pestaa.
rtm COMP.-N JA
Centro Commercial
Sao convidados os Srs. accionistas desta com-
paocia para fazerem a quinta entrada de seo
capital, na razio de 10 0/0 no Banco de Pernam-
buco, dentro do prazo de 30 dUs, centadoa de
6 de Jtr he de 18T5.
Os directores
Tiburcio Alves de Carvalbo.
Boataatnra Amorim.
fedro de Atmelda.
rss immi iss:s:s:s mmi
zuna
DE LONDRES
Estabelecida em 1803
capital 1,900,000
(Rs S4,000;000,f000)
BEQCBA EDIFICIOS E MERCADURAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS A I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PREJIZO
Sein descont
Agentes
\\ao\v\s c.
E* esperado dos portos
do B'.'-l 00 dia 8 do corrente,
8eguindo depjis da demora
indipensavel para
Lisboa, Vigo, Havre e Sou-
thampton
Este paqnete vae especialmente ao Havre pan
deecarregar malas e passageirca.
O paqnete
Tharaes
Commandante Jamta Br.-nder
L' esperacfo da Europa do
dia l* do cerrente, segutn-
do depois aa ceme.-u in-
dlspensavel para a
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-ee aos Sra. recebedorea de
mercadorias, qne a Companhia Mala Real iogls-
Ca, contraetou co 1 aGenual Steam Navegation
pomp.nvum servicoda vancres semanaes que
urnodo de Boraeaox, Cognac, obarente, devem
C legar a Southampton a lempo de baldearen) as
sargas destinadas America do Sul para os va-
d rea desta companbia.
Esta companbia acceita por precos rasoaveis
para Valpaialso al Abr!, paes3agelros com este
destino por va de Buenos-Ayres e entrada dos
Andes.
Tambem aceita passagelros para New-York
a Southampton, por especial arraojo feito com
a Companhia Allemand Lloyd.podendo demora-
rem-se oa Ecropa casi o deaejarem.
RednocAo nos precos das patea^ena
Ida Ida e volta
A Lisboa Ia ciasse 20 .0
A' Sonthampton 1* claase 28 52
Camarotes reservados para os passagairoi de
Pernambnco.
Prince Line ofSteamers
Ja">es Knott Bew-Castle-oo-
Tync
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unides, o Brazl e Rio da
Prata
E'esperado doiodp r] oNew-o
York at o dia *5 do corrente,
e sahir depois da necessarla
demora para a
Baha, Victoria, Rio de Ja-
neiro, Santos e P arana -
gu-
O VAPOR INGLEZ
Indian Prince
Para carga,*etc, trata se com os
Ccnaignatarios
Johnston Pater e Comp.
Ra do Comrnercio n. 15
CHABGE11RS REUNS
Companhia Fraaceza
DE
Kawegs^So a vaper
Linba regalar entra o Havre, Lisboa,
Pernambuco, Babia, Rio de Janeiro
e Santos.
O VAPOR
Colonia
Commaudante Lequeux
E' espe a Jo da
En opa al o da
13 do correle,
e eegni depois
da necesearia de-
mora para
Macei, Baha, Rio ^le Ja-
neiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de car;a pelos
vapores deata liara, qoeiram acresentir den-
ro de 6 dias, a contar do da descarg* das al-
varengas qualquer reclamacio conceruente a vo-
lomesijce por ventora tenham seecido para os
portos do eul, a jm de ee poderem dar a tempo
as providencias Deces3ar'3B.
Expirado o reeriao prazo a companhia uo as
8SD^Doaol/isa por extravos.
Recete carta: tratar com o
'AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Comrnercio 9
LEILOES
AmtG inin
Leilo
Para carga,
nbeiro a frete,
passagens, encommendas e
trata-aecom os
AGENTES
di-
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
Companhia Phcnix Pernaoabu-
cana
RA DO COMMERCIO
SEGURO CONTRA FOGO
KEARITIKECS
Hamburg Suedamerikanis-
che Dampfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O yapor Saatos
E'eaDfrado da Borona al
o dia IV do corrente e
eecoir depois da den.ora
necessaria para
Rio de Janeiro e Santos
Para pamgeni, carga, frete e etc., trati-se
com os _/ _
Consignatarios
Borstelmaim & G.
18Sua do Comrnercio1S
l 1, andar
Aaiorimlrrao & C.
H. 3Roa do B< m JeinsN. 3
Gipumia MM H ria-
PORTOS DO NORTE
Parahyba^ Natal, Maedo, Monor, Ara-
caty e Cear
O paquete Beberibe
Commandante 1* tenente Fabio Rio
Segoe no dia H do cor-
rete e 4 boras da tarde.
Recebe encommendas, paaeagen e dlnheiros
a frete at a 11 horaa da manb do da da par-
tida.
r Chama -se a a t ten gao [dos Sra' car regadores
para a clausula 1.a dos conbecimenlos qne s
aegoinle :
No caso de baver algnma reclamsco con-
tra a Companhia, por avaria rn perda, deve ser
feita por escripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de tres d'as depois de Qna-
llaada.
Nao preceden o esa formalidade, a Compa-
nbia flea isenta de toda a reeponsabilidade.
Nao recebe carga para o Para.
ESJRIPIORIO
Ao Caes da Companbia Pernambaoana
n. 12
Companhia Fernambocaua da
Ptavegacoo
PORTOS DO SUL
Macei, Penedo Aracajii
Baha
O paquete Una
Commandante Carvalbo
Segoe no dia 14 do cer-
rente is 4 bo'aa da tarde.
Recebe carga, encommendas, pasaseos e di
nheiro frete at s 11 boras da maoha do dia
da partida.
Cbama-se a attencSo dos Sra. carregadorea
para a clausula 10* dos conbecimentos que a
segulnte :
No caso de baver algnma reclamacio con
ra a Compsebia, por avaria ou perda, deve ser
feita por eecripto co agente respectivo no portj
da descarga, dentro de tres dlae depalrde- nna-
Usada.
Nao precedendo esta formalidade Compa-
nhia Oca iaeota de toda a reeponsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caea da Companhia Pernambucana
n. 12
D 1 I om f obrad o de 2 andares e so 3o, alto
roa Coronel Suassuna n. 4, freguezia de Santo
ALtonio, tendo os ccmxodoa seguintea: o pavi-
ovnto terreo 3 portas de frente, sendo 1 da os-
eada, 2 eali-8, 4 qusrtoa, conba e quintal ; o
andar 2 portas de frente com varanda de ferro,
2 salas, 3 qnartos e cosinha ; o S andar os
meemoa commodos do Io e maib 1 soto com 2
ea'as e 1 qoarto, etc.
rerca-feira, 11 do corrente
A's II boras
lo armazem ra 15 de So-
vembro n. 30
ASTI6A DO IMPERADOR
O agente Oliveira, por mandado do Exm. Sr.
Dr. iuiz de direito da provedona levar a leiio
o eoorado cima de^c-ip'o a requerimeoto da
inveotariaote dos bens que ticaram por fallec-
ment de seo marido Antonio Jos de Meira e
Suva.
Oa Srs. pretendentea desde ja podero exami-
nar o referido predio.
Leilo
De chitas ivarladaa, contedlo da caixa marca
ESP n. 474 deacarregada do vapor Danobe
com avaria d'agoa do mar.
Segunda-feira 10 docorrente
Ageie Pinto
RA D0 BOM JESS N. 45
Em continua^ao
Brins, zepbircs, coletas, leofios, collarlnhos,
boiOes, cambraia de llnno e ontras fazendas,
miodezap, chapoa, gravitas e abotoaduras.
Em coa onafo veade o gente Pialo os mo-
vis e mala objectos ex's'f mes no armazem da
raa do Bom J-;ua n. 45, a saber:
Mobilias oovas de junco lorcido e auainacas,
ditas de Jacaranda, pao carga e faia, cadnras
avutsas, de balanjo e de goarnico, eapregntca-
deiris, cateiraa para menino?, dona toilettes,
camas de fe-ro, aparadores, guarda roopw, re-
loglos e malas.
Cm realeo grande, 1 commoda sntlgak 1 to-
g&o da ferro, 1 machina para lavar roupa, 1 ha-
ndeiro de chovisco, 2 machinas photograpblcas ,
2 pianos, 1 it loa, 1 lavatorio duplo, i filtro
novo, 2 relogioa de mesa, pannos para mesa,
quadros e capiteis^_________________________
Agente Oliveira
Leilo
Quarta-feira, 12 do corrente
A'S 11 HORAS
Na caea n. 79 a ra Nova de Santa Rita, boje
Padre Muo'z
O agente cima, por anudado do Exm. Sr. Dr
joiz do civel e a reqoerimemo do depositario
levar a leilo um caaco de ferro em 3 pedajos
e pertencente a Coxpanbia Minerva Prograaso
Peroambucaoo.
03 Srs. pretendentea deade 4 podero ir exa-
minar o casco.
AVISOS DIVERSOS
Sementes de'Hortalizas
Cbegradas fcJ
completo aortiaeato
Roa estreita do Rosario n. 9
Pocas Mendes L.____________
Piknofl na agencia Oliveira
Rna do Imperador o. 39, ha para vender dous
pianos por precos commodos, sendo um comple-
(ele novo, das 9 88 5 horas.
_ p.-eciaa-se de urna ama para casa de peque-
a ramilla, tratar na rna da Palma a. 45, paga-
se bem.
A'uga-se ou vende-se um sillo na travessa
do Motocolomb. em Afosados, com muitos com-
modos para familia, e bem arborisado, tratar
no nusmo en na eatacio de Afogados.________
Veodem-se porlOea de ferro de;6 palmos a
10, grades de ferro para cima de muro, temeo
e l&rdim, bandeiras para portas, tranqoetas e
ferrolhos de eeguraofia, ludo f ferro, urna
grade de ferro para ponte, bocea de romo, tor-
qnllba para parreiral e lerrac, carrinho denSo
e rodas ditos; defioate do forte das Cinco Pon-
da, tenda de ferreiro o. 4.
i


v;_v
Diarlo de Pernamboeo &ablmdo 8 de Punlio de 1995
H
Dr. Fellpp-o de Fguelroa Farit,
Trigsimo da
Cedliano ioe Ribeiro ae Vtsconcelloi e sai
nolber Leonilla Modiz RiDeiro de Vascoocellos
convidan) a iodos os sena puentes e amigos
pira aesisrem a misna e memento que man, m
celebrar por alma des ea amigo e. compadre Dr.
Fellppe de Figue.roa Fina, ot matrii desta po-
otcio. pels8bjras da manca de 17 do cor-
ete. SO' di do seu i .fausto paesament?, pelo
qce aoiecipam os aeoa agradedmeolos.
AlPtOa Seca. 3 de Jnnhn rt 895.
t
Ao Dr. prefeito do Recife
Pede-se a piteucS.) ao Dr. prefeito do Recife,
para os coacertos qae se eslo fare ido o casa
n. ti Prac de Maciei Piobeiro na Boa Vista.
qu ajasaodo o proprl tari j da hceoca est fa-
jeado oh candes e forualba para a aoeriura de
ana rjjvj reBuacio cootra ezpres9a de.ermma-
(ai da lei o. 4 qae pr.bibe termn intrnente a
aoertora de taea eatabelecimeotos deoiro da
cidaue. O proprietario declara em tola a parte
qae coste o qae cuetar ba de abrir i reGn>{ao,
uj obstan e ja ter sido dada liaminacao Da
mesla. E?pera-se providencias do bonrado
prefeito, oois qae a justici ama e a lei igual
para todoi
Os prejadicados.
taamaaaaam
Ca IOS Pial de Lerto*
Piacid:a Jacobiua ae Lemas e iea iaos agr
dccem a iodo sets prenle) e amicoi que
acomprnbararn ao cemiteno publico os reatos
nottaes de sea presado sposa e pai, Carlo3
Pioto de Lamos, e de novo convidara os para
aaaistirem as musas de relimo da qae terao
lugar Da ordem 3a de S. Francisco, na eegaada
reir 10 do corren e, pelas 8 boras di maobS, e
desde ja se confeseam eg'aceoidos.
FrniacoU Manuel
1* annlv rsario
t Harte M. y. M.ooel, mas filfas (jo
senies ftaet&o Manuel, J >sepn Manuel,
Edaard Leigh. esposa, li.hos. eoteaios
e genro do liado Francois Minee',
cjuvilaa a todos aeos amigos para
atsiatirem a nriaaa que por seo rierno reoooso
maad&m ce! iirar Da igrej matriz da Boa Vista,
sabbado 8 do correte, ae 8 huras da manba ;
aniecipaado-ibes dsete ja seos sinceros agrade-
omentos por este a lo t
404000
Paga se a quiutia cima por urna cosiobeira
qae desempeane seo ira: albo eom perfeico e
dorma em c>s do patrio ; a tratar na Praca
Tira Denles o. 8._______________________
A o commercio e ao
.AUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desorceros do
Estomago e dos Intestinos.
Fortaleoem a jaude das constituyes delicadas, e so d'um valor incrivel para todas as e'ifcrmidades pecnliarc*
ao seso feminino em todas as edades. Tara os meninos assim como tambem para i> pessoas de idade avanzad*
a sua efficacia e incontestaveL
Es**u medicinas s&o preparadas sement na EstabelecimenVo do Profssor HollowaV,
78, HSW OXFOBD 8TEEET (antea 538, Oxford Street), LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
KkT O compradores- &tw coavidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa o Pote se nao teem a direegao,
533, Oxford Street, sfto falsificacoes.
publico
Francisco Carneiro da Cunha
Hancel Carneiro da Cucha e eua familia coa*
vidam seas prenles e amigos e os do seo aerc-
pre lembrado 1 mfio e lio. Francisco Carneiro da
(.uiba, rara o carikao obsequio de assistlrem
as m fsaa qae rtandam celebrar na matriz de
Santo Antonio, as 8 eras da manba do da 8 do
correte, 7* dia do seu nas.-amenio do qae
s !e ja te coofeasam cgradecidos.
t
Laiz de Frasca Zumba
i aomveraa io
Vessia Maria do Sonta, Narciso Qainiino Soaza. Luisa Fraacelioa de Espirito Sania irml,
caobado e sobrioba do inditoao Lu de F anea
Zomb*. de eterna memoria, convidan oss m
pareles a amigos paa aseistrem a mlesa qce
mundana rezar ror alma do mesmo no dia ii, a
7 i/2 boras da mana oa ig'eja do Lvamenio,
pelo qua desde ja p. nhoraj sua eterna gn-
tidao.
Doilogos Goncalvea Villa-Verde, teodo de
embarcar do vapor < Ilv le aqu espe ado no
nu 8 oo 9 do corejie, com dest uo Pouogal,
sieatilic. qae Dcam como seas procuradores o
Srs Francisco Amonto Feroandes. jo de Son-
ta Braz e Jeo do BomOm Salgaeiro, cem pede-
res para tratar de todos e qojlqoer nego'io,
qaer commerciaes oa particalares. Porianio os
eec8migop, qoe pea presteza de sea embarque
nSo se [Ole des) edi- peeaolmenie, Ibes iffsrece
os seus dim autos prestimos em qaalqaer lagar
que se acbe.
Recife, 8 te Janhode 1895.______________
Chamo attenijo
Laiz Cordeiro de BeneviJes, tenlo ar emit o
em e 15o do gao e Onveira as dividas da na- a
fallida de Alvta da Cosa & Ft bo, vem por esse
meio dar sciencla aos Si 9. d vedores da mesma
massa. qas tem de 'azar aa uob<*ancas amigavel-
mente oa jadimimeate ; oairoslm, o mesmo
cima reaiie oa Caponga roa das Pernambo-
canas o. 30, cnJ-- p aira ser eocontrado al 9
boras da uaoba, e a tarde d s 6 boras em
dlaa'e.
Rfcife, 7 deaoho de 1895.
Luu Cordeiro de Benevidef.
MOLESTIAS NERVOSAS
GURA CERTA.
XAROPE HENRY MURE
Bom xito verificado por 16 annos de experiencias nos Hospitaes de Pars
PELA CURA DB
Epilepna-llyateria
Uhorea
iyatero-Elpiiepsia-
Mol entina do Vetebro
e do Eapinhnto
Diabete aaaucarado
Contnilaoes, Vert gen a
Criaea ttervoaaa
Enxtqueetta. Tonteiraa
Congeatee cevebroea
Inaomnia
Spermatorrha
Attencao
Precisa-se de um Irabalbidor que eotenda de
jardim ; a tratar na travesea do Copo Sajto n.
17, armaiem.___________________________
Gaixeiro
Preciaa-se de ora catxelro de iS i ii annos
com praiisa de molbador, dando fiador de na
coedocta ; a tratar ni roa de D. Mara Cesar
numero H.
MtlO
Clemente Llmn
A familia, pared-s (p esentes e atS'DteO
Clemente Lima, agradecem qoeliea qae se de
naram acompanbar o sea enterro, e a todos con-
vidan) para i;s eilr a miesa qae maadam rezar
pelo seu eterno repouso no tetimo da do tea
trispasso, e qoe lera lugar na matriz ce Santo
Antonio, as 7 boras da manta de segunda fera
{0 do corrate, por cojo ob-equ o protestam a
soa gratldo e pnfaodo reconbecimen o.
Compia-se o Diario de
Pernambuco do l. de Se-
tembro de 1893no escrip*
torio do Diario.
Fabrica de relo
Agnas e limonadas gasosas de
tod. s as qaalidades
Hcda water, gioger, ale, limSo. Uranja,
caray", abacaxis, granadina, grosellas
franboisas, baacilha, hortelS pimenta etc
etc.
12A=CAE3 DO CAPIBARIBE12
Ama
Precisa-re de orna ama para lavar e enRom
mar para reqaeoa fao-ilia ; ca ini a Coo'or-
ila d. 85, so irado.____________
Alcga-se uro grande sitio na estrada de ioo
de Barros o. 30, com rasa para morada e co:bel-
ra, tendo sabida oara Feroandes Vieira ; a tra-
tar oesta ra r. 19.
Taverna
VrnJf-=e urna laverna com armacao do am:-
elio e ecvidracada; na roa do Principe ame-
ro 2-A.
Attencao
Compra se cautelJas do
Mente de Socorro.
Ra da Praia o. 8
Om Folbitt molla importante dirigido gratultamento i nala.oer pessoa roe o pedir
HEWRYJlUBEi" PONT-SAINT-ESPRIT (Fbaica);
VBNDE-SB BM TODAS AS PMlNCII'ASJi PHAHUAC1A K l>bUUA-IA8
CASA PINET, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACAO GERAL oo CAUTCHUC
POR MEIO DE NOVOS PROCESSOS APERFEICOADOS
Espeoialidado em Znstxume&tos do Medicina e Chirurgia
Tubos bicos de mamadeiras colchoes saceos para gaz
fundas almofadas injectadores orinoes pessarios, etc.
E SPECIALIDADE ch BEXIGAS de BORRACHA
PARA FUMADORES
Envio-ae os Catlogos franco.
FOURNIER & PUJALET, SUCC"
34, rna Turbigo. PARIZ
Fabrica : Aux lilas, perto de. Pariz.

Ccsinheira
Precisa se de ama cosinbeira e da um criado
de 11 16 ancoi; a Ira'H na ra da Imperairis
O, 16. 1- andar.
Amas
Precisa-se de orna para aervico de ama cara
_e duas peeoas e ootra para tratar de criauca ;
traa' na roa ImpT.ai o. 19i. ______^^
Parallelipipedos
D-se de empreilada o
fabrico de parallelipipedos,
fornecendoee- a pedra. Tra-
ta-se na ra do Ccmmercio
o. 13 1 andar.
GRANDE
HOTEL C0MMERC1AL
Ra Larga do Rosario ns. 29, SI e33
Este importante estabelecimento, sob a direccao ds sea hbil proprietario MA-
NUEL (JARCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, ja tam-
bem pala posiejio hygienica do'seu aditicio.
Depois de innmeras transformacSes por que tem paseado este Hotel, conaeguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna bospedagem que dere ser
greferida pelos illustres viajantes.
OSPEDAEIAS da 1* a 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE BECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantarrjs e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APEKITFTOS
POUR SE MANGER. SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, doces seceos e em caldas, estran-
rpatos e nacionaes.
AOKCaJ A
E' esplendido o sortimento devinbos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermout
cognac, cervejas, licores, chamDagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recebi -
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importacSo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
fiiissimos, que vende as melhores cond98es do mercado e precossem competencia.
GKANDB HOTEL C0MMRC1LA
Ra Iara;a do osario ns. 29, SI e 33
TINTURARA
U8SH8 ^^SIIB
25 Rna de Mathias de ..lbuquerque 25
( A.VNGiA DAS FLORES )
TINTURA PRETA TINTA B GDRK
AS E LAVAGEK
Tercas e Sextas-feiras T018S 0 DAS
Tinge e limpa com t maior perfaicio toda a qnahdade de estofo, e fazendas
em p*Qa ou em obras, tira o mofo da.fazendas todo o trabalho faite por meio de
quinismo aperfeicoado at hoja descoobecido.
Para ter a Verdadeira Agua de
VICHY
(FRAlfCA)
Bmiair o momt 4 Fot** tatii o Latrtira
a uara a Copnia.
,ctL*%imtr**Bkatr>
RADE-GRILLE.-H
IOPITAL.-E'tOB,,iKO-
Ter o cuidado di ditignar a Fonti.
epiloi .9 *-o-naml>co A0C. LABiLLE ; MAR a
ItV* JDUO- c K> pi-cires Ptuiau t tn-guiu.
???????????????o*
FVT deFORCAS
L. U'r.romim. Itebilidud
f.:rtentitftto
C! B I:' 1 IDA k certa pelo
PEP ..;-.....?.FERRO ROBU
VV.00 FcRRUGINOSO
Reconhe-, ido aasunUavel e prefe-ridt
pelos wslhore- mdicos do mando,
eteocliM. aa UIsillcacBu imiUtSe.
POR Al'ACADO I
lo, Bue Greniei B'-Laznre, em PARSi
Depisitoi em todas 11 piincioaes Pharmaoiu.
Quinina de Pelletier
Descoberta recompon#d palo premio
Montjon. Diplomas de honm K*deUUM
d oui o as Bxposi?Des.
Approvada pela
Junta di Ht/gine do Ria-de-Janeiro
Adoptada por todos os mdicos
pela sua pureza e efficacia contra
as Enchaquecas, as Nevralgias,
os accessos de Febres intermit-
tentes, e paludosas, a Gotta, o
Rheumatismo, os Suores noc-
turnos, a fadiga geral, as dores
de rins, etc. Cada capsula engoli-
da com mais facilidade do
que as cpulas, e traz o no-
me de PELLETIER.
PARS, 8, Ru Vivieane
em toda* as pharmaoitu
agricultura decafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia i de
Marfo de 1895 em diante, cerca de
tres milhoes de ps de cafeeros semeao
dos em leiroes cuojs presos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jornaldo
Rceife.____________________________
Por 2:000^000
Vende-ee orna esfiona de taipa, terreuo pro-
prio. SO palmos de fren e e 170 de (codo, i.a rus
o Ct's a ; a trata na tstrf da do Ar.alal com
Aotoolo P dp ATorim. taera n 33.
Vende-se
A eaaa e sitio 00 Barro a b o n. IOS, e iRra.;:
em um teirt-00 de 69 p-lmos de freme e 6 0 dt
fondo, cim al.otnaa a-vurps fructferas, f.-eole
morada coc por ao de ferro ; a tretar rom c
olicitidor Antonio Beztna Cavalcante de Albo
joerqoe no rtorio do erenvao Ve_a Pessca a
roa i- de Margu n. 18. anti^a ra d. Cr^spo^
"PHAEMAA"
Americana
Preciea-se de piticos e
de criados 1 abiritados.
Xarope Phenico
de VIAL
Pharmaeeutico em Paria
0 acido phenico o principio ac-
tivo dos alcatrSes expurgados de todo
quanto torna desagradavel a sua ab-
sorpcao, e se digere com difficultade.
Sob a forma de xarope, um espe-
cifico efficaz contra as Doencas do
peito, Broncbites, Asmas, Ron-
quidoes, Tosse, Coqueluche
Grippe. Produ_ los melhores resul-
tados para aa pressoas obrigadas a
aliar muito.
Deposito em PARS, 8, ru Vivieane
em todo o* pharmocioi
Plvora
De tojas an quali'ades
em barns e em L-tirillas ven-
de-se do e criptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
Ra do Commerc'o n. 6.
Relogio furtado
Fartart-m do boDd qn.) pane do Recife para a
Magdalena i- 6 da tarda,' om relcgiu de prata,
ipgiei, reaootoir, descoberiu, em capa dd tar-
laroga e correte de prata.
Daaccnfla ae de om (ratono qu' junio pon-
te da boa Viata se agavrou em orna daa pilas-
tras.
Riga-so a qoem :'0r off.recido a favor de ap-
prebeodel-o e communicar a aoioridade policial
oo ao Commeodador Barroca em Bemflc o. 40
oa oa EsUcao Central da E. P. C. de Pe-rcm-
buco que sratiear generosamente
Criado ou copeiro
Prcrlsa-ce de um ; Da roa de Paysiodo' norxe-
jo 19.________________________________
Ama
Precisase de ama ama que co-inhe e faca
compras ; a tratar no terceiro andar desta iypo-
grapbla .
tan
Precisase de asa ama para cuidar de orna
rr anc de auno e meio ; na ina da Uaiao Da-
mero 05.
Ama
Pefi.-a-pe para cosiobar e algam servico mais
dp rasa de familia de duas peanas ; oa t ave?-a
ea Fraia do forte n. 6.
Pata familia
Alaga se ama peqoena f m lia om commedo
na roa de HoiUb n. 66, ,1a andar.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcoes applca-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Caixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes
Becebeu a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 desde 150(5000 a 400OO0.
Grande sortimento
Cosinbeira
Precisa-ae de orna aa ra do Raugel c. 19. fa-
brica L^flayette.________________
iNo breco aos FerreircB n. 6, pretisa se de
ma coB'nbeira.______________________^___
Prtclaa-se de ooas criado. n. cocbeira
da ra de Lu d) Reg o. 5i. ^_____
^S
0 2
04
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S.S e-a
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2'L
_Sq.3?bo
'3 B,
r
fc
*
8
s
I
8
a

2*2
-2 _-
Boa moenda e roda
d'agua
Qtem precisar far mcUo boa accuisgSo de
juia expeliente moenda em perfeito eaiado, coi
metas da seo, broBies, par.fo809, todo com
nieto pa-a stentar em toadeira, leudo 40 poli- -
adas por 16, eawim nir-a roda d'agoa com 18
oalmes de dimetro e 7 de lanua (.-y tema
Ls'Ddro) teodo tambem om Klgacte ce ferro
cox 8 pollegadas de grossora com i redeles
jue fcxem laoger a moeoca em aHara stps'lor
1 roda, Vende-se o" qae esl cima menoiooado
1 oslaa Cabe? da egro, esiacao da Precbei
as, onde em qaalqaer dia se poder* ver para
aier negocio.
Gaita esposa
Nao somos nada este mumiu
Cniquiobo veoba c. va a tod* presea ao
commercio, roa Co Crespo n. 12, toja fistrellia
da America e compre me 12 cotbcos de orna
Hada pbantaxu de come Sinndioba. de 1^600
o covado, nao se demore, do contrario...
Simplorio esposo
Prompto rumba Cbiqoinha.
Qae fazenda esta 1 onde ctmprastea ? oh
criada 1 iraca de l is obras de misericordia.
Poi a censa nao esia f:ia.
- E' o casoNSo eemos nada nese moodo.
Cbiqoaba... eo compre!... em casa do
oosso compadre.
. Qae com aire, qua cada, ea nao te disse
qoe foese a roa do Crnpo o. 1J, loja Estrellas
da America, nao sabes qoe neste bem montado
eatabeieclmeti o tem mi liado e variado sorti*
memo de fazendas finas e modas e que ceas pro-
pnetarios recebem mensalmenede Paria, Ingla-
terra e Allemana. munas faxeodas lindas e qoe
os meemts cao iraito agradaveis, aiDcercs na
mtdida e moito razoate 8 em preco ? voltav,
vais engeitar, traga-me a fazenda pedida e as
amostras de
Sedas de c ea arrep!adas na ullina moda.
Vaidoaas.
Sedas de c-es, chifon'le, y-ena cescontec
do.Su8r.ir.-8 qoe tac e vt-m.
Carbemiraa de c e?, de corio, oliimo gosto.
Bombardeo.
Sojas prela?, 4800 o covad .
Panninbo maclo, una cambraa, 10 varas, Sj'VX)
a peja.
Pino tecldo de cores, com salpico?.Sirandinta.'
S aa de cores, Pernambuco na Poota.
_3ds com listras de Eda. Adelaide, 34900 o co-
vado.
Laos com listras de ceda, Elvira, 44000 o co-
vado
Lao8 com liatras de sla, Murak, 34200 o co-
vado.
Cacbimiras de cor h. Tenbo clames de ti, iOOO
O" covado.
Laos com ealpiccs, As Tres Maras, ?4300 o co-
vado.
Sedas, radras novos, As sogras, 445(0 o co
Cavado.
SJas, tecido de gorgorao, Hei de amar-te at-
morrer. 64000 o covado.
cabemira preta e de cores, Kao quero amores
34500 o covado.
Cr.itas escoras, Sampaio molle, 320 res o co*
vado.
Cbitas claras, 6 de Vareo, 500 ris o covado.
Cbltas escuras, Haja pao, covado 500 res.
Pbantazia, Nao me tuque, 800 ris o covado.
Creiooes, tlr do baile, 800 ris o covado
Llodos padrees de cassas de cores, Lydia, 400 rs
o covado.
Cretcoes, Sampaio doro, 500 ris o covado.
Oitoa, Gosto de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pacsee, 500 ris o covado.
Oiios, Traeos de amor, 400 ris o covado.
Ditos, Bernarda. 00 ris o covado.
Dito?, Regencia, 480 ris o covado.
Dios, Ftoriano Peixoto, 590 ris o covado.
Ditos, Prodeoie de Moraea, 500 ris o covado
Ditos, Republicanos, 700 ris o covado.
Meneos presos para batios.
Ditos c> de caf p ra batioa.
Grande sortimento de merinos pretos e de cores,
1 lisos a lavrados.
Velbutma de todas 'e cores.
Sural!, completo aortimento
Lindo bortimento de cambraias bordadas.
Cortes de vestidos braocos bordados.
Vestidos em cartees bordados a seda.
Pnalaua, Beijos do amor, 14500 o covado.
Lindo sortimento de thua para seoboras e me-
nina?.
Esplendido sortimento de faiendas pretas.
a Semana Sania. j_BS-B
Petinnos ae Hubo, tizos e cordados.
Grande sortimento de bljouterias.
Pannos de crocbet para sof e cadeira.
Novo sortimento de grvalas.
Oomple o sortimento de espartllbos.
Camisas bordadas para noivo.
Ponnos e collarinbo?.
Camisas do lineo brancas e decores para bomem,
Vestuarios para baptisado.
Bolsas de mao, ioglezas.
Tapetes para sof e cama.
Sobretodo de orna e duas vistas.
Ditos de borracba para horneen.
Capas de borracba para senbora.
Camisas brancas para meninos.
Vestuarios americanos para menicoo e meninas.
Cbambres.
Gaarda-p.
Plaoella lisa e de listras.
Cbales pretos.
Corneados de crocbet para cama.
Cortinados de crocbet para janella.
Cortinados de cambrla para cama.
Mamabas de seda pretas e de cores.
Cobertores americanos, 24800 um.
Basa encarnada e azul.
Cortinados de corea para cama,
Liados corles de casemira.
Casemtras em pesas p-e'.as e da cores.
Grande sortimento de roopas fetas para borne a
Rcapae feltas por medida, perita tesoora.
Cortes de faato branco e de cores para collete.,
Atoalbado de liobo e de algodao.
Pannos da costa para mesa.
Serculas elasiicas.
Seronias de liobo e de algodao.
Lindos padrees de crep para cobertas.
Bolsas de tapete. .
Ditas de algodao pretas e de cores.
Cantelas de la para bomem.
Cobertas, colchas e cobertores.
merino preso lavrado, 14500 o covado.
Las com salpicos de seda, duas largaras, Ccnv)
nioba Verde, 34500 o covado.
Sj83 de listas, Carnaval, 34200 o covado.
Paulla de palba de seda.
Camisas de meia com lisias de cores.
Cachemiras pretas, salpicos de teda, cores.-
Abra a porta sinb.
Leqoes, ultimo gosto.
Loodb lisos, de listas, de qoadros e de salpicos.
Julieta.
Cacblne'. de leda e de coree.
Vellndilbo de cores.
Roffalo de cores.
Capachos.
Estrellas rVAmerica
flS-Rna i de Marfo 1*
A mica do Crespo
MAHQ0E8 4 LIMA
Carne verde a 700 re. o kilo
Vendem os abano assignados, carne de pri-
metra qualidade, nos talbos da ra Mrquez do
Hr-rval i e. 27 e 2, e CambOa do Carmo n 1.
Este preco scffre.-a alte.-acSo parj mais 00
para menos, sempre Ce accotdo com o precoa
do gado as ei'a.-.
Recife, 18 de Maio de 1895.
Fiaza Lima & C
Okegaraml!
Bonecas com mollas
a ljpOOO a duzia.
Loja da Perola
Ra da Imperatriz
n. 78
Domingos Fernandos
Menino fgido
Um menino de (: preta, com 11 annos de
idade, natural de Piranbas (lagOas), de nome
Eniphanio Serrsnegra, fugio noniem aa casa n.
55 da rea do Socego ; veste om paliioi ce briol
escaro listraao e calcas de aiolao.
Qjem der noticia delle oa o levar dita ctssf
ser gratificado.
Recife, 6 de Joobo de 1895.



-

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8
Diario de Pernambuco habitado 8 de Mimito de l9o
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10
4
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INOFFENSIVO
O GRANDE
PTJBIFICADOR
SALSAPARRILHA
es
SRI3TOL
ouratodas as mtvnxu so
SANOUE E HUMORES
EFFICAZ
*
H
%
H
W
Kugenho
Vendc-3e o pnf nho Canaoduba, urna legoa
distante da estacan de Jaooalao, muito bom
d'igua, moeDte e co>-ente, com externas ierra* e
maUs para safrejr a' 2,000 pafs de arenca
annu*lmeote; a tra'ar cem o commendad&r Bar*
roca, na estac^o ceolral de Caroaia'
Leja de fazendas
Vende-se orna loja de faxendas f m boa roa
bem afreeoeaada, e o motivo da venda 6 falta de
a.de do p'rprietario ; atratir ua roa Deque
de Caxias n. 59.________________________
Copeira
Precisa-se de orna copeira ; na roa Dqne de
Casias n. 86. ____________________
Muita attemjo
No becfo doa Fi reros o, 6, preclaa-se de
peritas cuttarelras.
Regulador da Marinha
Concerta-se relegeos de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja cbronometre de
marinha, caixa do msica, apparelhe
elctricos, oculos, binculos, oculoesbo
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte raechamca,
9Ra Larga do Rosario 9
Cal Branca e Vir-
g-em de Jasina-
ribe
A. Companhia Explp-
rdora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores qae nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do caes do
Apollo n. 73.
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Coiii Hypophosphitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyglenc Publica e autorlsada pelo g-overno de Brazll,
Os mais afamados mdicos do mundo reccitam constante.
lente esta preparacao. Leia-se o seguinte testemunho :
O abaixo assignado, Doutor em Medi-
cina pela Faculdade Medica da Bahia,
Estados Unidos do Brazil, Delegado de
Hygiene d'esta Cidade, etc. Attesto sob
f de meu grao, que tenho tirado os mel-
hores resultados na minha clnica civil,
com o emprego do vosso preparado de-
nominado EmulsSo de Scott" aos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em
todas as enfermidades que deixam em sua
terminacho um depauperamento das for-
jas. Alem do bom resultado em seu em-
prego, alem d'isso, fcilmente suppor-
tado pelas enancas as mais rebeldes
medicagao. Podero fazer d'este o uso
qu|lhes convier. De V. V. S. S.
Dr, Antonio Muniz Ferreira,
Sao Paulo, Brazil. Macoca.
O Dr. Muniz Ferreira
A Emulso Scott urna preparacao d'Oleo de Figado
de Bacalhao, de urna apparencia agradavel e fcil a to-
mar. Nao tem o gosto repugnante do oleo puro e simples,
e ao contrario d'este de fcil digestao e assimilaco. Os
hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto
sobre os ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta
preparacao, augmentam as virtudes j reconhecidas, do
oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrophulas, Anemia,
Chlorose, Rachitismo, Afrecgoes da Gar-
ganta e Pulmes, a medicina nao encontrou ainda
nada que iguale Emulsao Scott.
Vende-se em todas as pharmacias.Scott &. Bowne, Chimicos, New York-
Aos Senhores negociantes
induslriaes.
mdicos e advogados
Almanak Litterario Pernambucano
A Empreza do ALMANAK LITTERARIO PERNAMBUCANO sci-.ntifica
ao publico queja se aclia no prelo a ediego correspondente ao anno de 1896.
Aos Srs. NEGOCIANTES, INDUSTRIAES, MDICOS e ADVOGADOS
desta capital e do interior e a todas as demais pessoas que quizerem annunciar na
alludida publicaco avisa a mesma Empreza qm remettam os seus annunc'os para
'Livraria Boulitreau, ra 15 de Novembro, n. 46, at o fim da Junho vindouro,
scompanbando-os da respectiva importancia e com a declaradlo margem se o an-
nuncio remettido de pagina inteira, ou de meia pagina somante.
O ALMANAK LITTERARIO PERNAMBUCANO o mais antgo do
norte do Brazil, pois ja conta sete annos de existencia ; tem grande circulaco nao
b neste Estado e seu centro como nos demais pontos da Repblica o que de
summa vantagem para os Senhores annunciautes cujo fito deve ser a mais larga
divulgacao de seus reclames.
;' /Pagina inteira com direito a um exem-
Preco dos annuncios) p,ar 10*00
V^Meia pagina, dem, idem 78000
As indicacocs simples no corpo da obra, como sejam : nome de estabeleci-
mento, firaoa commercial, numero de telephone e do predio, ra em que est situado,
pagarao apenas a diminuta quantia de 28000.
03 annuncios de capa e de primeira pagina serao publicados conforme o a
juste
AMAS
Va Capnnga ra .Ioa<|iinu
Vilturo n. 55 precisa-se de
urna cesiaalaeira e de nana ama
para lavar e engomar para
meninos.
Paga-se lem.
Predios
Q.etn ti ver e qoeira vender um ou doos sobra
dos de deus a tres andares, e que e.tejam em
perfeito estado de coDservagao, e sendo as se-
guiotps roas: Quelmado, Nova, Crespo e da
iiirerairix, podero diriir-ae ao armazem a ro
di Imperador n. 3 _____________^_^_
Para cosinhera
Precisa-se de um mnlher
ja idosa para o servico de
cosinheira, de casa de lam
lia, a tratar uo escriptorio
do Diario.
FOLHETIM
i
a mu m m&
POR
;::::: :::::r,
IX
A CASA DE CHA
(ContiDuagao)
Em um dos arra baldes de Osaka, nao
longe da praia que inclina para o mar o
bsncol branco de anas areias, erguia-se um
vasto edificio, cojos tactos desiguaes ex-
cediam o nivel das habitares visinhas.
A faixada dassa casa abra-se largamente
sobre ama roa tumultuosa, sempre cheia
de geate.
No primeiro andar abriam-se grandes
jnnellas com stores de tona vivoa, irequen-
temente arreados e atravez dos quaes ex-
plodiam risos de mulheres curiosaa.
Nos ngulos do tecto rluctuavam ban-
deirolas e pendiam grandes lanternas em
losango.
O rez do eb io formara urna galera
coberta sobre u ra a protegida por um
te^o.
Na tabolsta dourada do estabelecimento
yiam-se tros grandes caracteres negros,
que quoriam dizer: A' Aurora. Cha e
s*k.
Ao meio da a galera oiiche-se de fre-
gotzes que m collocam de pernas cruzadas
EMLLSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHARMaCETKO
::::::::h escola se ussxcina e mmvi i sasia
APPROVADA PELA INSPECTORA DE nYGIENE
Esta Emutso faz expellir completamente em poucas heras os vermes intes-
tinaes, conbecidos vulgarmente com o ame de lombriga*. Tem vantagem sobre
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a.de nao ser preciso porgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s creancas
sem repugnancia. Em sua composicao nao entram substancias mineraes que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeas colberes das de cli. Dcve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Pre$o 1/2 vidro 10000
1 c 28000
Duzia de 1/3 c 108000
1 c 20*000
DEPOSITO GERAL Pharmacia Ferreira
19Praca. Maciel Pinheiro19 PERNAMBUCO
GRANDE
HOTEL nMlIMl
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecinento de. primeira or-
den..
Cas a montada eom lux o e com-
ino ti i I a de 11a ii ni dos pontos mais li> -
ienicos da cidade do Rcife*
Accoiiiinoduce* magnificas, to-
das com janellas para a ra.
Esplendida sala dereleicoes, a
maior emaisarejada nesta capital.
A cosinha acha-se a ca 1*3*0 de um
perito cosinheiro.
FALLA SE 111EBSIS IDHIiS
PRECOS RASOAVE1S
PROPRIEDADE DE
N. G'KUNBERG
mm m mm
E' A DESCOBERTA DO
S
ELIXIR M- MfiATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphilis.
Elle cura o rheumatisme.
Elle cura a asthma.
Elle cura cancros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
pagado por
DO CELOS
DEPOSITO V.M t?VAY\ \Mm:CO
[A COMPANHIA DE DB GAS fij FHHIHCID8
Ra Mrquez de Oliuda 24
sobre a esteira do soalho, bebendo saiou
mergulbando o rosto n'uma nuvem de fu-
maca que se eleva das chicaras de cha.
Mulheres garridamente vestida0, pinta-
das eom delicadeza, circulam entre os
grupos, levando a bebida qnente.
Ao fundo fumegam os fornos e vem-se
lindas porcelanas arrumadas em tagres
de laca vermelha.
Fiatuurs, portadores de cangos, cane-
gadores de fardos, param, bebem e sa-
hem.
A's vezes ha urna altercacSo diante do
estabelecimento, altercacSo que degenera
em combate, para gaudio dos consumi-
dores.
Agora mesmo um sujeito, um vendedor
ambulante pegou-se com om peixeiro cujo
sambur voou pelos ares derramando todo
peixe. Injurias de parte a parte ; in-
terrompe-se e transito, formam-se parti-
dos pro o contra os adversarios.
Ouvem-se gritos:
Urna corda! urna corda! Nada de
combate Tragam urna corda l
Algumas pessoas afastam-se correndo,
entram em muitas casas e, por fim, vol-
tam com o que procurava.ro.
Entao os espectadores alinham-se ao
longo das casas, deixando um espado li-
vre aos que querem brigar. Estes agar-
ram a corda com ambas as maos, quinze
de um lado e quinze do outro, e eomeoam
a puxar a toda a forja.
A corda reteza se, vibra, a depois torna
a ficar immovel I
Coragem I forca Nio larga I bra-
dam de todos os lados.
Entretanto, depois de ter lutado mnito
tempo, um dos partidos abandona brusca-
mete a corda.
Os vencedores cahem simultneamente,
una sobro os outres, de pernas para o ar,
no meto de gritos e gargalhadas da mu-
Depois fazem-se as pazes, os dous cam-
pos inimigOB reconciliam-sa as libacoes
de aak.
Enche-se a taverna, e as mulheres nao
sabem a quem servir primeiro.
Nesse momento um velho, que traz
pela mo urna menina, segura a manga
de urna das mulheres que ia passando ata-
rantada.
Desejava fallar ao dono do estabe-
lecimento, disse elle.
A occasifio realmente muito pro-
pria, disse a criada soltando urna risada.
E com um gesto brusco desvencilhou-se
do velho.
Bom, eu esperarei, disse elle.
Abre-se um tonel de aak o os bebe-
dores conversara e riem jovialmente.
Mas de repente cessam as vozes, ha um
silencio : ouve-se o som claro de urna
flauta e as vibraces de um instrumento
de cordas. A msica parece vir de cima
do sobrade.
Escutemos escutemos I dizem uns.
Transentes param e prestam ouvido.
tidlo.
Canta urna voz de mulher; distin-
guem-se nitidamonte as palavras da can-
c3o l
Quando Iza-Na Gui deseen trra,
Iza-Na-Mi, sua companheira, encontreu-o
n'um jardim.
Que felicidade ver um rapaz tao
bello! exclamou ella.
Mas o deus, contrariado, responden :
1 N&o natural que a mnlher falle
primeiro. Torna a vir ao meu encontr.
Afastaram-ae e juntaram-se de novo.
c Que prazer encontrar urna rapari-
ga tao linda I disse entao Iza-Na-Gui.
Qoal dos dous falln primeiro ?
Calou-se a voz. O acompanhamento
prolongnuse anda um instante.
Abrise urna discussio entre os bebe-
dores. Tratava-se de responder per-
guita da cantora.
E' claro que o deus falln prmarro,
diziam uns.
N80, nao diziam outros ; foi a
densa. A vontade do deus annu'lou a pri-
meira aaudacio.
Annullou ?
Sem duvida I sem duvida Elles ro-
comecaram como se nada tivesse havido.
O que n&o impede que o que foi foi,
e que a mulher falln primeiro.
A discusso ameayava azedar-ae, mas
tudo terminou por um grande numero de
tayas vasias e a taverna, por sua vez, es-
vasiou-se tambero.
Urna criada deu com o velho apoiado a
urna columna, tendo sempre a menina pela
mo.
Cha ou sak? perguntou ella.
Quero fallar ao dono da casa, disse
o homem.
A criada lancou-lhe um olhar. O velho
tinha a cabeca coberta com um grande
chapeo de junco trancado, semelhante
tampa de um cesto redondo; o fato, mui
to usado, era de algodio escuro ; tinha na
mo um leque, sobre o qual estavam indi-
cados o rumo de Yodo a Osaka, a distan-
cia entre as duas villas, o numero e im-
portancia das estalagens.
A pequea trajava pobremente um ves-
tido azul desbotado, e, amarrado cabe-
ca, um panno branco, occuhando-Ihe a
fronte; apoiava se n'um guarda-sol negro
e cor de rosa, esburacado ; mas era orna
rapaiiguinha singularmente bella e gra-
ciosa.
E' algom negocio ? perguntou a
Criada.
O velho fez sigpal que sim.
Vou prevenir ao patrio.
E retireu-se, voitando logo com o douo
da casa um homemzinho feio, repeliente,
de olhos pequeos a veegos, muito apor-
tados ; a hosca, muito longe do nariz com-
pdo anguloso, desdentada, com urna
sombra de bigode ralo e duro, tinha uam
expressSo miseravel e hypocrita.
Qneres te desembarazar dessa pe-
quea ? fez elle, rolando urna das pupi-
las, emquanto a outra oceultava-se no
canto do olho.
Desembaracar-me de miuha filha ?
responden o outro. Sim, mas abrigando-a
da miseria.
Infelizmente nao me faltara mulhe-
res e tao bellas quanto essa. A casa est
completa.
Irei a outro, disse o velho, erguen-
do-se.
NSo te apresses tanto ; se tuas pre-
tendes nao iorem exorbitantes, podemos
ebegar a um accordo.
E o dono do estabelecimento acompa-
nbou o velh*. ato sala da entrada que
dava para nm jardim.
Que sabe fazer a pequea ? tornou
elle.
Sabe bordar, cantar e tocar varios
instrumentos ; at comp5e msica.
Ah 1 ab.! serio ? E o pre$o ?
Quatro kobangs.
O homemzinho ia exclamar : c Nem a
metade mas conteve-se.
Era o que eu ia offerecer, disse.
Pois bem, est feito, disse o velho;
alago-t'a para tudo qnanto quizares fazer
della durante o prazo de vinte annos.
O negociante foi buscar um rolo de pa-
pel pinceis e redigio o contracto, que o
velho assignou.
A rapariguinha guardava urna attitude
de estatua, sem olhar para o velho, que
finga enxugar urna lagrima, emboisaudo
os kobangs.
Antes de sahir, disse este ao ouvido do
outro:
Desconfia della, toma cuidado, por-
que podo fagir...
E sabio da casa de cha. Quem o tsm
SEM DIETA
NEM M0DIFICAC0 DE COSTUMES
es
a
a
< -a
i
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3
>

e
fc-
CS
J=
o.
o
-
especficos de
Eugenio Marques de Hollaiida
Salsa, caroba e manac-Cura to-
das as molestias da pclle, rheumatismos agudos
on chronicos, todas as arTec^Oes de origem sy-
pbilitica, escrfula?, ulceras, bobas, darthros e
espigeos.
Pitillas de velamina-Combaem as
prisOes do ventre, as enchnquecas e sao depura-
tivas e reguladoras. SJaM
Elixir de imberibina-Restabelece os
dyspepiicos, facilita as digeslOes e promove a
defrcagao.
Vinho de annaz ferruginoso e
quinado-Para os chloro-anemicos, debela
a poemya intertropical, reconstitue os bydropi-
cos, benbericos e ronvalescentes.
Xarope de flor de araeira e mu
taraba-Muito recommendado na brooohite,
na bemoptise e as tos es agudas ou chronicas,
na influenza e asthma.
Xarorte de mulung^ e flores de
1 irangeiras Contra msomnias, nevrose
car naca, hysiensmos, clicas hepticas, tosses
nervosas, asthma, coqueluche e convulaes das
enancas.
Vinlio de carao, peptona e lacto
phosphato de cal, quinado Contra o
rachitismo das enancas, deseovolvendo-as, rea-
nimando o organismo; faz recuperar as forgas
perdidas por molestias prolongadas e anemia.
Estes e outros preparados do llluslre chimico
couiinuam a ser lubricados someote no seu afa-
mado Laboratorio ra Visconde do Rio Bran-
co, n. 12. Capital Federal.
Cuidado com as iniitacocs
VeDdem-se as I'harmacias e Drogaras deste
Estado e no Deposito geral ao Largo da Compa-
nhia Pernambucana n. 6, 1. andar, Escriptorio
de Jos Musumbo.
4rren da-fe e
O crgHibo Tr&oqoilidade. moeote e corrale
com toujs seas perieaces, silo na mnolcipia da
Escada : a tratar com o solicitador Amorro Be-
xerra Cavalcante de Aibaquerqoe, i roa i de
Marco n. 18. i- andar, qoe dar iodos os eECla-
reclmeot s precisos a qoalqner p e'enden'.e.
^ende-se
O depositle caf moido roa do Rangel o.
67 a tratar do mesmo.
Tijolos
Fabricados na fabrica de Camarsgibe, de su-
perior quilidae, vDde-se lo escriptorio da
Comp9DbiaIadatrtal Ptr a-noocaaa. raa do
Commerclo n. 6.
dobrar a esquina, rpido, estugando a
marcha, esfregando as mos, teria suspei-
tado da authentcidade de sua velhice e
de sua barba branca.
X
A ENTREVISTA
O principe de Nagato conservava-se es-
tendido n'um alcochoado de setim negro ;
um dos cotovelos fincado n'um travessei-
ro, o outro braco entregue a um me-
dico.
A' cabeceira do principe, Fid-Yori,
sentado sobre urna pilha de estefras, fiza
o olhar na physionomia impeoetravel do
facultativo.
Enorme par de lunetas de viiros redon-
dos com aro preto da urna estranha e c-
mica expresso ao rosto serio o respeitavel
do sabio.
Perto da entrada do aposento, Los est
ajoelhado e cabisbaizo por causa da prcf
senca do rei; di verte-se em contar os fios
de prata do tapete.
Nao ha mais perigo, disse emfim o
medico ; as feridas estao cicatrizadas ;
entretanto, a febre persiste por urna causa
que eu nao poderia explicar.
Ea te explico, disse o principe en-
cslhendo o brajo ; a impaciencia de es-
tar ou aqu, neste leito, sem poder andar
livremente.
Como, amigo, disse o siogoun ; pois
se ea vim partilhar de teu captveiro, j
te mostras impaciente de liberdade ?
{Contina.}
Tvp. do Diario, ra Duque de Gaxia, 4S
f

-
i


Full Text
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