Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18032


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Full Text

r

-

AXWOLXXI
&ab1>ado 1 de Emilio de 1993
M lli:ilO 1
r^
PBOPRIBBABB BB a&HOEL SISB^ESQA BI BU, & SILBOS

PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados. 83>0(fl)
Por seis mezes adiantados. i5#000
Por um anno adiantado .... 30&000
leiegrammas
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DEJnjRLICACES NA FRAN-
CA E INGLATERRA
Os Srs Mayence Favre C &.*, residente em Pars18 rae de
La Grange Ifetelift "V
-----_---_Jfc-------------
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16$500
33*000
Por um anno adiantado .
Numero avulso do mesmo da. .
Numero avulso de das anteriores.
1100
1200
llio de Janeiro, 3i de Maio, s
9 horas e 10 minutos da manh (reci-
bido ni estaco as 2 horas e 3o minutos
di tarde e entregue as 3 horas).
Chegam aqui novas noticias a respei
to.do conilicto do Amap.
Um proprio chegado ao Para aflirma
que alli nao foi aprisionado francez a 1-
gum.
A io do expirante mez tendo os lran-
cezes subido o rio em lanchas e escale-
ra-. dei\ando o avi60 Bengali na bocea
do mesmo, desembarcaram no Cemite-
rio, local prximo a povoacao. A fren-
te de lorte columna de marin'ieiros.
Lunier penetrou no povoado c ahi in-
timou a Cabral que se entregaste como
prisionciro ; e sua resistencia, puxou
Lunier, de um revolver e deu voz de
logo,
Nesta stua;So travou-sc renhido com-
bate, no qaal foi victima Lunier, lecu-
ando .nal os brazileiros por ser pe-
queo numero,
Morreram 33 pessoas e os feridos ex-
ceden! de 20.
Os raneczes senhores do campo, in-
cendiaran! casas, e mataram mulhercs e
meninos.
Nessc entretanto chegou reforgo de
gente' brazileira c os Irancezes bateram
em retirada, evitando novo combate e
levando seus mortose feridos, bem como
o prisioneiros que tizeram, constantes
de Jco Lop.-s Pereira e "Marinho Bevi-
laqua, br^zile ros, c Manoel Branco,
portuguez.
Montevideo, 3o de Maio.
Cartas de Buenos Ayres para esta ci-
dade censuram o procedimento dj cn-
sul no dia 25 do corrente.
Durante a parada, estiveram na casa
consular Custodio, Retumba e outros
uv lt sos e toda a populaco vio-os jun-
to as janellas.
Este tacto escaodalisou, provocando
criticas principalmente pela ostensivi-
dade que se Ihe imprimi
PARTE OFFIGIAL
i.oviitx
UO ESTADO
MilIII < O
!>i: PER-
O Congresso Legislativo do Estado de Per-
buc
Iei |1. S*
O Congresso LegisuWw do Estado de Pernam-
tlVO C
nambuco
DECRETA
Art. i." Fica creada urna reparti'cSo arrecada^iora
das taxas devidas pelo embarque e desembarque de
mercadorias no canal de Goyanna.
Art. 2. A repartico ter os seguintes empre-
gados :
Um Director, um Thesoureiro que prestar flan-
ea,um Escripturario, um Amanuense, quatro confe-
rentes e um Continuo, que percebero os vencimen-
tos da tabella infra.
Art. 3.0 Fica o Governador do Estado utorisado
a expedir o necessario Regulamento.
Art. 4.0 Revogam-se as disposicoes em con-
trario.
Tabella a que Me refere o art. 9.
Ao Director IC o/o da quantia arrecadada.
i\o Thesoureiro 6 0/0 idem, dem.
Ao Escripturario 5 0/0 idem, idem.
Ao Amanuense 300 idem, idem.
A cada um dos Conferentes 3 o/O idem, idem.
Ao Continuo 2 0/0 idem. idem.
Senado do Estado de Pernambuco, 29 de Maio
de 1895.
Francisco Teixeira de S,
Presidente.
Here ulano Bandeira de Mello,
!. Secretario.
yodo Bapt.'sta Regueira Costa
2 Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 30 de Maio de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lma.
DECRl
Art. 1.' Fica o Governador do Estado autorisado
a despender, dentro do atrrente exercicio, a quantia
de dez contos de ris (iotooafcooo) para a construccao
das seguintes obras no Municipio de Quipap ; urna
cadeia na sede do mesmo, \tfn acude em Jurema e
duas portes de madeira nc% ros Pirangy e Quipap,
em duas passagens proximai" i villa.
Art. 2." Revogam-se as disposicoes em con-
trario.
Sene do do Estado de Pernambuco, 59 de Maio
d'e 1895.
Francisco Jeixeira de S,
Presidente.
Herculano Bandeira de Mello,
i.* Secretario.
iodo Hablista Regueira Costa,
2.' Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambuco,
em 30 de Maio de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
Lei 11. 83
O Congresso Legislativo do Estado de Pernam-
buco
decreta :
Art. i." Fica o Governador do Estado autorisado
a abrir o crdito que fr necessario para pagamento
do servir; J tachygraphico e de impresso dos debates
do Congtesso, no corrente anno.
Art. 2 Revogam-se as disposicos em con-
trario.
Senado do Estado de Pernambuco, 29 de Maio
de 1895.
Francisco Jeixeira de S,
Presidente.
Herculano Bandeira do Mello,
i." Secretario.
Joo Baptista Regueira Costa,
2.' Secretario.
Palacio do Governo do Estado de Pernambu-
co, ern 33de Maio de 1895.
Alexandre Jos Barbosa Lima.
despachos da secretaria da justica,
negocios interiores e instruc-
cao publica do estado de per-
nambuco do dia 30 de maio de
1895.
Bernar.lino de Arrula Senna Fi no, senten
ciado, no Presidio ile Fernando de prdindo transferencia para a Casa de Deten-
go.Indelendo
Joo Baptista de Snoza, ex-praga do extinelo
corpo policial, peJmdo pagamento tie vrnci
ment?. Deferido no* termos do officio desta
dala ao Dr. Secretario da Fazenda.
Joo da Selva Mananno. sen enciado, na Casa
sfto de accordo com as inform igOes dos mein- giag-s poliches ; Genesio da Amorim Garcia
bros da classe. 0 Marcellino Victoriano da Silva, como gutu-
M-dlo & Velloso.- Estando o' reclamantes nos.
collecado na 9* 11 visa.) e nao na 12" coiuj al- a'ordenado subdelegado do Poco da Panel-
lega, nega-se provimenlo ao pres Me recurso, la, Conrado Jovemino doNascunento, como des-
Anionio NVves &. l". -Indeferito, em vista ordei'o e gatuno,
das inforniacOes dos memores da clisse. 1 Por otcio daialo de 23 do corrente com nu-
Anionio Prancls.^o da Cruz Y Juna resol ve nicou-me *> juiz. do 2" disireto do municipio
maridar proceder a nova collecia na C|U>I ser de P > J'4'lio. que no da 2>. lambem .lo cor-
o peiicionaaioatteuiido ero vista das informa- renic, por voRa das 7'horas da mantiS, no lo-
c-s ministradas p-l^ membros da .'lasse. Ao gar Apuazinho daqu^lft dispelo, fd barbara-
poneiro para miregir .-os interessados. mente assassMiada a mulber de nome Anna Ma-
AnnaLaarinl.de Siqeeira Verejo.Cerli- ra da Conceigo por Seu proprio marido Ma-
fique-e ;no;l Severmo Dmiz e por um rmDo menor
Herminio Egydio de Fgue re lo.Ao Dr. da d'este, .le nome Antonio -los Joaqulm.
te S mortos e no poder do inimigo mu-1 po"r" certidao o beor de sua seatenca.'Ao Dr. donga e Amia Pelmioa das N;ves. Uija o Ur. awnao o exercicio 'do cargo do subdelegado
tos priiioneiros c cavallos ensilhados. Presiden e do Superior Tribunal de Justica. \ procurador fiscal._......_ .Idol.'dist
Wnsliiii};' 31 de Maio.
Do naufragio do Colina apenas i9 pes-
fcoas logiararn salvar-se.
Ki> de Janeiro, 3t de Maio, as
5 hores e 55 minutos da tarde (recebido
..a esijco as 8 horas da noite e en-
tregue s 8 horas e 35 minutos da
noite).
Na;Camara, Frcderico Borges, Mar-
tin: Jnior e outro deputado apresenta-
ram projesto mandando readmittir na
l~^ola Militar os ofliciaes desligados e
os alumnos que tiveram baixa da mesma
Escola.
A bi-ada paraense apresenlou um
requerimento que foi apprcvado: pedin-
do inlormaces a respeito do conilicto
Jado no Amap.
No Senado nada houv.> de impr-
tente iij sesso de hoje. na de hontem,
porm, 19 Senadores apresentaram um
substutivo ao parecer da commissao a
respeito dos actos do marechal Floriano'
00 sentido de approvar o projecto da C-
mara scti nenhum considerando.
Ta.vj. cambial variou entre 9 3(16 e
9
-i.19
I:\oTKUCCAOPOPUlAR
T: ^-:,i::.:::- scisnc:
POR
Gastuo Tiwsandier
CAPITULO VI
0 METH0D SGIENTIFICO
ROCERIO P.ACONPEDRO RAMIS GIOR-
DANO BRUNOTHOMAZ CVMPANELLO
BERNARDO DE PALISSY MIGUEL
S'iKViiTPEDRO BELON FRANCISCO
*BACON.
iContinuaco)
Q conde de Noailles, embaixador de I.uiz
Xm 3a cdrle de Roma, ajudou o a passar para
Franca. CampanelU veio a Pars, e ahi foi be-
nvolamente acolbdo pe o cardeal de Richeiieu.
que o apreseolon an rei, o qaal Ihe estabeleceu
urna pensao de 3.000 liDras.
A Sorbouna approvou as suas obras. De en-
to por dame CampanelU vivea n'oma certa
tranquil Ldade ; mas j vimos cusa de quan
tos supplicios elle comprou esse descanco, aliii
tarde ie\e or.casio de se relacionar com Des-
cartes, que enronlrou na Hollanda Aos setenia
e um anuos, Campanilla morreu em Pars, apa-
gando-.-'.'-lue a lux da vida do convento qua os
Dominicano* liabain construido na ra Saint-
Hoir
(Continua).
penor Inbunal di- Justicu
Man>el Antonio Chaves e Joo Pereira Da- Tenulina do Ohvpra, Antonio Francisco da
masceno, sent-nciado, pedindo perdS".Ao Cruz, Baraa da Soledade, Capitulino 1 andido
Dr. sub^iul 'o procurador geral do Estado
para que se digne de informar.
L'cha de Gusmo, Custodio B. da Silva Guma-
r.'ies e outros, David F. Porto Balar, Ern-st
trelo do municipio de Ba-Vista.
Sau.de e Fraternidade. .
OQueslor,
i mi Felipe Sery da i/ia t'ilho.
18. Secretaria da Queslura
de Pernambuco, em 31 de
ulio de Helio Fillio. M. D.
Manoel Joaquira de Sanl'anna, sentenciado, Crrela de Araujo, Manoel Ferreita Botelho Secr-lario da Justig e Negocios Interiores,
pedindo por certidao as pegas de s*-u processo. ''-, Martms Morara & (ralo, Mel'o ft Valioso, Participo vo< que foram rncolhidos hontem
Ao Dr. juiz de direiio do municipio de Nasa- Monoel*) Nasciinenio
relh, para mandar juntar a certidlo pedida.
Manoel Amancio do Reg, ex-praea do 1.*
corpo policial, pedindo pagamento .ie venci-
mentos. Deferido, nos termos do offlcio desta
dala ao Dr. Secreario da Fazenda.
Viclor Leandro Pereire Leile, sentenciado,
pedindo perdo.Indeterido.
O porteiro interino,
Hermeneijildo de Siqueira.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO
DO ESTADO
Despachos do da 30 de Maio ie 1895
Francisco P. Boulitreau, Vicente Ferrera de
Paula, Emiliano Cordeiro de B. Maciel, Jo*
Pereira de Amares, Comp.nhia Industrial Per-
nambucana, Antonio Fernandes Pereira Braga,
Gerallo Jos de Barros. Thereza Maria da *n-
nunciacao Cavalcante e Jos Xavier Brrelo
das Neves, Emilio Ferrera de Mello.-lofurrce o
Br.Dr. sub-director daConlabilidade.
Abaixo assignados proprielanos desta cap
tal, Silva & C, Joaquim de Albuquerque Bar-
ros Guimara--s.A seccao do Contencioso.
Dr. Joaquim'Jrrela de Araujo.certifiqe-
se.
Manoel da Hora do N scimento.-Ao Sr. ar-
chivista pira satisfazer a requiHcao.
Abaixo assignado emprega ios na Recebedo
ra.Ao porteiro para entregar aos interessa-
dos.
Urbano Carlos de Lemos, Jos Nicaclo da
Silva e Deolindo lavares Gouvea Brralo.-
Disa o Dr. procurador fiscal.
Da 31
Pontual Rozendo & Uavid F. Porto Bal-
ihar, Manoel Ferrera Bartholo & C, Manoel do
Nascirnento Vieira da Cunha Sobnnho, Fran-
cisco Izidoro Ribeiro da Carvalho e Barao da
Soledade. Ncga-se provimento ao recurso em
vista da8|inlormac0es dos membros da classe
convidados para fazer parle da Junta.
Fabncio Gomes de Audrade Lima. -Nega-se
provimeato ao presenta recurso lim de passar
o recorrente para a 7.' divisao conforme as
mformacOes dos membros da classe,
apiiulino eaodido Uchoa de Gumao. -Da-
se provimento ao preseni recurso afim de pas-
sar o recorreole para a 3" divisao de accoido
com as informagOes dos membros da classe.
Jos Antonio da Costa Medeiros & C Joao
Florentino Cavalcante de Albuquerque, M irnos
Moreira &IrmaoD se provimento ao presente
recurso para passar os recorrentes para a 3.*
divisao era face das ioformaeSea dos membros
da classe. ao porteiro p ra entregar aos io-
eMax Drechsler, Sebastiao Alves da Silva &
C e Ernest Hantbck C.-D-se provimento
ao presente recurso para passar os rerorrentea
para a 7." divisao em vista das informac.oes dos
membros da classe.
Tneo Jost.Di se provimento ao presente ^re
corso
cunha Sobrinno, Tneo. Casa de DetencSo os seguintes individuos :
Jusi., Max Drechsler, Pomual R^zende & C, Se-1 A' minha ordera, Jos 'arlos e Joaquim Me
bastio Alves da Silva &, CAo porteiro para uezes, vindos do municipio de Limoeiro ; este
entregar aos inieressatos. Iremetndo pelo Dr. juiz de direito, como pro-
Manoel Pereira Patio, Barao de Liraoeiro,' nunciado ro arl. 2o7 do coligo Penal, e aquel'e
Muuoel Francisco de Souza, Francisco Salgado pelo delegado, como alinalo, cora deslino ao
Braz, Joo Francisco Leite.Ordem 3* de S. l-'ran- azylo da T.imanneira e Joa> Mmervino da Fon-
cisco, Anna Mana Purcell, Antonio Goncalves I sera, remetiido pelo subdelegado do3distri-
de Azevedo, Jos Gomes Leal, Miguel Antonio co aa Graca, lambem como alienado, com des-
de Fguuredo, Alipio Apollomo da Silva. Fran tino ao respectivo Hospicio,
cisco Jos Gomes, Maria ulna de Mara Lucilla! A' ordera do Dr. delegado do 1." districto da
Pereira Lapa. Bernardino Ignacn Guunaraes, j capital. Maria Joaquina do Espirito Santo, para
Sania asa de Misericordia. Mana babel Esbaril,! avenguaces polciaes.
Companhia Industrial de Cb-jpos; Antonio Lu'.I A' ordem do subdelegado da freguezia do
de Araujo. J0S0 thanazio '..avaicante de ibu- Rectfe, Jo'io Jos de Saiil'Anna, como gatuoo e
querque e Joaquim Itodrigues Vieira. A' sec-desor.leiro.
cao dj Contencioso para fazer as notas e devol- ordem do subdelegado da freguezia de
ver. Santo Antonio, Bibiano Jos Machado, como
Coronel Jos Joaquim oelhoLeito Henrique-'desordeiro. Joo Thomaz da Silva, r-onhecido
la de Araujo Barbosa, Carlos A lo.pho de A por Sedjja-, para jveriguagOes polciaes e
Alckorne Antonio de Mo-aes ampello, Fran
cisco Avila de Mend >n(a, Eduardo Cand'do de
Oliveirs, Feliciana Placida fonlual, Francisco
Jos Mello Costa, Lyceu de Artes .s lrios.
Informe o Dr. subdirector da Contabilidade.
Estrada de Ferro de Limoeiro. ao sub-di-
rector para mandar juntar copia das informa-
ces.
Pedro Dias.A' secco do Contencioso para
fazer as notos e devolver.
O protocolisla
Francisco Militino terrrtira.
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despicho di da 30 de ilah de 1805
Man>ei Fernandos Mascarenhas pedindo a eli-
minarlo do apparelho da casa ra do Padre
Nobrega n. 57 freguesa de S. Jos vislo ter
sido demolida. Sim.
Coropauhia Industrial e Commercio de Esti- P's inhumado,
va. pedindo elirainacao de tres apparelhos da Pelo alludido subdelegido foram apprehendi-
Comnannia Recie Draynage, e dar baixa na i das do poder de diversos de-ordeiros e remet-
colleta para pagamento da contribuido das an- 'das a efta repartico. quatro lacas de pona,
unidades, visto como acha se o referido predio urna naval a, um compasso, deus caivetes e
era estado de rnina.Informe o Dr. director.um ccete,
geral da 3.a directora.
Francisco Vctor de Barro?, por embriaguez e
disturbios.
A' ordem do subdelegado do 2." districto da
freguezia de S. Jo-, Felicdade Perpetua Pe-
reira e Horacio Alberto da Sllveira Tavora, por
disturbios.
A' ordem do subdelegado do 1 districto da
freguezia da Ba-Vista, Samuel Pauli o Cor-
rea da Silva, por crirae de furto.
A' ordem do subdelegado de Af.igados, Js
Gomes Rodrigues da Silva, por crime de defl -
raraento.
Por offlcio de hontem datado communicuu-
ine o subdelegado do Recife que apparece.u
boiaodo no rio em frente 4 guardaraoria da Al-
fandega o cadver de um individu de cor
branca, representando ter 20 annos de idade,
cuja idendade nao pode ser reconiecida.
fendo sido o referid cadver transportado
para o cerciterio publico de Santo Amaro, foi
alli vistoriado pelos mdicos da polica e de-
0 porteiro,
Archiat Mafia.
Questura policial ^
Secgao 2.N. 117 -Secretaria da Queslura
Policial do Estado de Peroarabuco, em 30 de
Maio de 1895.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho.
Muilo digno Secretario da Justica e Negocios
Interiores.
Parliclpo-vos que foram hontem recolhi Jos i
Casa de Delenco os seguintes individuos:
A' ordem do Dr. delegado do 1." districto da
capital Jos Cecilio Tavares Catanho, por cri-
me de defioramento; Manoel Corrida de Lima e
J aquim Ferrena de Lima, conhe;ido por Joa-
qmm Gazola, para averiguagea polciaes.
A' ordem do subdelegado da frouezia do Re-
O questor
Felippc Sery da Silva Filho.
SECRETARIA DA INDUSTRIA2 DI-
RECTORA
Inspectora Geral de Hygtene
Foram considerados era condiias hjgeni-
cas para serem habitado!:
Pelo Dr. comraissano do 1," districto, o pre-
dia n. 31 da ra Marcilio Das.
Pelo Hr. coramissario do- 3 districto o pre
dio n. 10 la ra da Lonceico.
Abaixo assignado dos pioprietarios das cas-
abas do bec o de S. Gong lo os, 7, 8, 8 a, 8 B.
e 8 C, pedindo permissao para aiugalasInfor-
me o Dr. coramissario do 3," dislricto.
Augusto Fernandes & C, reclamando contra
dioAo Dr. comrai-sano do l,* d'strcto para
informar, '
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
dn Estado de Pernambuco, era 31 de Maio de
1895.
Apollinario A- Meira Henriques,
Secretario.
RhCBSBOBJA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia 31 de Miio de 1895
Guede" & Irmo, Joaquira Jos de Araujc,
Antonio da Silva Fonies.-Informe a 1.a sergo.
Ernesto Vieira de Araujo.A 1. secgo para
os devidos flns.
O porteiro,
Custodio B. d* Silva Guimares.%
DESPACHO DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE DO DlA 31 DE MAIO DE
1895.
Anna Victorino, Arlhur Machado Freir Pe-
reira da Silv.-Deferido.
Notiimato Vieira da Cunha. Deferido.
Noniraato Vieira da Cunha.-Deferido, limi
tanda an requerido.
Jos Bernardo G. Alcoforado. D.-ferido,
vista da informagao.
J. Salgado & CDeferido, pagan te os im-
posto*.
Sebastiao Luiz Maria Brandao e Antonio Ma-
na Ferr.-ira Baptista. Averb:-se.
Deodato da Cosa Palmera. Averbese, pa-
gando a decima que pst devendo.
Modesto Moraes Pinheiro. Indique a dimen-
sao da obra.
Anna Gomes da Silva.Satisfaga a exigen-
cia do Dr. Sec etario.
Benedicta Maria da Conceigao.Cer ifique-
se.
Manoel Lupes Ferrera.- Indeferido, o peti-
cionario s poder fazer rp"diticagao de accor-
do cim o art. 41 da lei n. 4.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife,
31 de Maio de 1895.
O porteiro,
Nuno Alves d 1 Fonteca.
SENADO
&W^Zlrri^M Ci^^^a^^^^^^^. a W...KI.DU oa calcada do Marido Prs
28a SESSO ORDINARIA EM 15 DE MAIO
DE 1895
Presidencia do Exm. Sr. Dr. Francisco
Jeixeira de S
A' hora legal, feita a chamada, veri fien ndo-se
estarem pr-'seni npenas os Srs. Herculano
Bandeira. Rngueira < osla, Anionio Pernambuco,
Albino Meira. Albino Silva e Teixeira de Sa, o
Sr. Presidente, nos termo regira mtaes, man la
proceder ieilura do expediente e entra na
ordem do din.
E' lila, sendo encerrada sera debate, a acta
da sessao antecedente.
NSo ha expediente do Sr. 1." Secretario.
Passa-s ao expediente do Sr. 2.* Secretario.
Sao submetldos a discussao. que se encerra
sera debate, os pareceres ns. 47 e 43 da 5a ora-
missSo, redigindo duas resolugOes da Cmara
dos Depulados, ioic'udaa pelos projectos ns. 4 e
'.) d.sre anuo.
Nao havento quera queira utilizar se da pala
vra aa pnmjira hora da sesso passa--e
ORDEM DO DIA
Submetie se a 2.a discussSo o projecto n. 12
desie anno (eleigSo do Govercador e Vice-
Governador), art 1.*
Deixa a cadeira presidencial o Sr. Teixeira de
S. iiccupando-a o Sr. Herculano Bandeira.
Vera i Me-a, a segunde emenda, que posta
conjunciament'' em discussu cora o artigo :
N. 1Ao arl. I" -Uepois das palavras 2
periodo governamental acerase nle se: de-
vendo o pnmeiro terminar a 7 de Abr.l d 1 189o
Teixeira de S.Antonio Pernambu-:o. Brd de Sazarelh.
O Sr. Albino Meira: -Sr. Presidente,
eu lenho o direilo de esuaniiar, pnmeiro, que
esla emenda lenha Sido apresenlada pelos p'O-
prios autores do projeito, e, segn lo, que a
queirim deixar ser volada sera defesa, sera ex-
plicagjs, qijando, alias, a materia, s s-ndo
aquillo que est escripto, nao me passou pela
nenie qu"* o art. 1." envolvesse o gravis-imo
assumplo da durago do mandato ao actual
Govj-iiador.
Nao foi, pois, sem grande sorpresa, que eu
onvi duer que esla questo esta conlida nesle
artigo.
Eis aqui porque rae julgo cora o direilo de
estranhar que esia emenda venha hoje da parte
dos autores do projeclo; pjrquanto, si files
tinhau era mente irazer para aqu esse assum-
pto e leuislar sobre elle, deviaiu tel-o feto de
modo claro e formal: e, sem que pretend
o Hender a;>s honrados senadores, dire que Ss
Excs. nao deviara virassim de sorpresa, como
si buscassem illaquear a boa f do Sendo, su-
jeitar uraa qcestao desta ordera sua votago
sera qua elle a visse clara e positivamente for-
mulada.
Se isto nao uraa cila la armada boa f do
Senado, si nao e um meto capcioso de conse
guir a approvagao de uraa materia sera que
sobre esta se estabelega discuss.', si nao isto
provar que era priucipio os autores do proje-
clo nao tiveram era mente legislar sobre este
assumpto, qu* s agora delle se lembraram
vindo, por ra-io da entend, con -ignar no art.
Io uraa idea qu nao eslava absolutamente na
leitra era no espirito do mesmo artigo. {Tro
ctm-ie diversos apartes).
J v o Senado que ha tolo fundamento, toda
a razio para Biaba eslranliesa de ter sido re-
digida a emenda depois de haver entrado em
discussao o projecto, quando os seus autores
deviam ter claramente definido a sna idea no
art. 1.
Sr. Presidente, eu estiva bem long de sop-
por que o actual Senado se lembrasse Je proro-
gar o termo do mandato goveniamentii, que
lem a sua medida e-tabaleada na Consliluigo
do Estado. (Apartes)
Para mira indifferenta que o Governador
aciual complete o seu lempo no dia 7 de Abril
do anno vindouro, ou a 17 de Junho prximo
Sim : a 17 de Juobo, cessando o mandato de
S. Exc, lera de assumir o governo do Estado
o i'residen'e do Senado. E' como.Vs. Excs. lem
por si a lorga, esta, decidindo do direilo como
at hoje lera feto, empopara do cargo o Pre-
sidente d'este Senado, e nao o do Senado legal
E, corao politicamente me indifferenle que
governe o Estado o Sr. Barbosa Lima ou o Sr.
Teixeira de S, bem se f, que a opposigo qne
eu fago a este arligo nao pode asseutar em
nenhum calculo partidario, e s tem por raovel
o meo amor '.otistituigao do Estado.
Aeora, creio que a idea desta emenda que
motirou o apparecimento do projecto.
0 que diz a emenda? Diz que o pnmeiro pe-
riodo g)vernamenial terminar a 7 de Abril de
1896.
Ora, applicando as mais simples rearas de
arithraelica. o que ha de mais ru limen lara
soinraa sobre nmeros inteirosvejo que o pri-
raeiro periodo governamental acaba a 17 de
Junho prximo.
Com effeito, a Constluigfio diz qoe o periodo
goverDam^alul acaba 4 bdro precisos a cooiar
da dala do seu comrgo, isto do dia em que se
tiver realisado a eleigSo do Governador^
Ora, essa eleigo leve lugar a 17 de Junho de
1891. Arithmeticamente contando, v-se que
de 17 de Junho de 1891 a 17 de Junho de 1895
vao 4 annos : portan o, o periodo governamen-
tal rinda agora, no dia 17 do mez prximo.
Eu tenho o direilo de me assombrar diante
de urna infraego lo formal a disposiges con-
stitucionaes tao positivas, vendo que se proroea
o prazo para o exercicio do Governador, quande
esse prazo est inilludivelmante determinado
na Constiiuigao.
O SR AMONIO PERNAMBUCO :-0 Con-
gresso j legislou proroganao o seu propna
prazo.
0 SR. ALBIN'O MEIRA :-Sou forgado a an-
lecipar urna considerago. que pretenda fazer
contra esla emenda, vista do aparte, com que
me honrou o nobre Senador, e vou tomal-o em
consideragao.
Disse .. Exc. que o Congresso j legislor.
prorogando o seu proprio prazo.
Em pnmeiro lugar eu tenho o dreito de dizer
a V. Exc. que isto 1 ao exacto, porque a pala-
vra Irgisl'ir suppe um acto completo, fazar urna
le ; e nos chegamos apenas a fazer um projecto.
Em segundo lugar, nao verdade que o Con-
gresso pasaado tenba prorogado o seu prazo.
Absolulam -nte isso nao esacto.
A prorogaeo suppe a existencia de um prazo
marcado em lei; mas, onde est na Constituigo
marcado o rermo d'onde deve ser cootado o
triennio para rada Congresso ?
E si esse limite nao esl definido, como que
huuve prorcgicao?
A Consiiiugo diz. que o mandato do Con-
gresso durar 3 annos.
Ora, tendo u primeiro Congresso sido eleito,
um acto do forga e de violencia o dissolveu ;
nao podendo elle por esse facto, completar o
seu lempo.
Foi eleito outro Congresso..... (t ocam-x
muits apartes)
O primeirc Congresso, repito, nao p.ide com-
pletar o seu lempo por uraa medida da violen-
cia o seguuo complelou o seu. Foi o que
houve, e mais nada. Onde est aqui a idea de
prorogago ?
Nenhum de vos poder negar que o segundo
Congresso eleito o foi por tres annos, pois que a
Consliluigo nao permits eleger por menos.
Si o pnmeiro nao cempletou o seu lempo, foi
por um motivo extranbo sua vontade : o se-
cundo nada tem qu^ ver cora isso.
Vamos agora ver que applicago tem esta 00-
servacSo ao ca-"0 do governador.
O SR. .ANTONIO PERNAMBUCO d um apar-
te.
0SR. ALBINO MEIRA .-Pois bem; vamos
analysar bem esle ponto. A Constituigo e.n
pane nennuma diz, que um Congresso vira
completar o iemp do outro.
O argumento a pari, pois, s tera applicago
aqui, si a Consliluigo (ivesse guardado lam-
bem o mesan silencio em relago ao governa-
dor. Mi< assira nao o fez.
Ao contrario, a Constituigo diz posi ivamen-
le, que um governador eleuo em certas circun-
stancias vera ap.'iius preencaW o lempo que
faliava aoouiro.
O SR. TEIXEIRA DE S D um aparte.
0 SR. ALBINO MEIRA : -Durante algum lem-
po do per.odo monarciico adopiou-se a princi-
pio de que, dado o caso da amoiugo de urna
Cmara, a nova Cmara eleila vinha preencher
o lempo que tal ava Cmara dissolvida.
Mais larde porm, creio que foi em 57 um dos
uossos raaiores estadistas fez votar urna lei pela
qaal se declarou, que no caso de dissolugo a
nova Cmara vina iniciar um quatrenaia
novo.
[sto se praticou al ao fim da monarchia.
Veio a Repblica, e nao tendo sido dado maic
aos governadores o direilo de dissolver as C-
maras, nao lluvia mais uecessidade de cogitar-
se da hypothsse de que dissolvido um Congres-
so, o ouiro vera completar o seu lempo.
A Con-lituigo nao permute aos governos c
lireito de dissolvereai os Congressos. Nao ha
via, portanio, necess da te de cogitar se da by-
pctliese de que nos oceupamos.
Tendo se, porm, realisado essa dissolugo
por um acto de violencia, o novo Congresso
eieitc nao fez mais do que por em pralica t
insoria adoptada desde a monarchia.
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO :-Acho que
0 ongresso fez muito bem.
O SR. ALBINO MEIR v:-Vamos agora ver e
que a respe.10 do governador a Constiiuiga
diz.
A Constituigo nao deu ao prazo governa-
incntil um carcter pestoal.
V. Exc. /para o Sr. Teixeira de S/ que ju-
rista [alias muito disiincto), conhece bem a dis-
ungo que existe entre o direilo real e o direita
pe-soal.
A nossa Constituigo da ao prazo guberna-
mental um carcter, que eu podere cbamar
ret. Elle nao instituido em favor p -ssoal h.
lal ou qual governador; urna insulug>de
ordem publica.
Ouiros prasos ha, porm, qua tm um carcter
pesso'il.
Fazen lo applicago desta doutrina, nos ve-
mos, por exempio, que aos juizes municipaes,
no lempo do imperio, era marcado o periodo de
4 anuos para estarem no exercicio de seu car-
go-
Mas esse qualriennio nao comegava a correr
da data da nomeago, e sim do dia da pos i de
m do que o nomeado poda passar muitos me-
zes, muitos, sera tomar conla do cargo, sem
prejuizo do seu quatriennio
O mesmo se d actualmente na Republict
com relago aos substitutos dos juizes seccio-
naos ; o seu prazo pessoal, s comega a cor-
rer depois que o nomeado se impossa do carjjO-
Qualquer demora, por maior que seja, que te-
nha havido nessa posse, nao corre em seu pre-
juizo.
Nao foi isso, porm, o que a Constituigo
dispoz a respeito dos governadores.
A Constituigo diz, que o prazo do G vena-
dor comega a correr iudependentemenle de su*
pos lomar posse do 'cargo; esse lempo, porm, cor-
re em seu prejuizo...
1 O SR. ANTONIO PERNAMBUCO :-No ha
do vi la sobre isto.
O SR. ALBINO MEIRA : Eslabeleciia a
theoria de que o prazo governamental um
prazo nao poda a consliluigo deixar de dis-
par, como dispoz, que o Governador eleito para
preencher a vaga aberta durante os dous pri-
raeiros annos do periodo governamental, nao
veuo iniciar um psriodoseu; mas antes vena
completar o periodo iniciado pelo seu ante-
cessor...
UMSR. SENADOR :-Vejo que V S. aca-
bala dr/.endo que o 18 de Dezembro foi feto na
forma da Consiiaico.
O SR. TEIXEIRA DF SA" : Quesles da
panidarismo-
O SR. ALBINO MEIRA :Por mal* rudimen-
lares que sejam oa conheciraenios da gramiua-
tica e da lingua, eu afflrrao que essa disposi-
c5) nao adm'tie excepcOes...
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO :-Mas V,
Exc. adminio excepgflo.
O SR. ALBLNO MEIRA :-Mas, qual foi essa
excepgo ? '
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO .-V. Exc
disse que a Constituigo marciva para o Con-


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MKario de Pernambuco <~ Sabbado B de Jimlu de 9 8&o
greiso U'H prazo de 3 annos, mas veio urna re-
V0 SR-' ALBINO MEIRA : Eu nao compre-
hendo... Eo pego t attencio .le V. Lxc /pira
0S. A'bino SUva/qa* nato nao est cora a
conciencia subjugada palai conveniencias par-
tidarias, para este ponto :
A Gonsiitugoduque, si vagar o cargo da
fim-raior durante os dois priraeiros annos
do triodo governainenttl. por qualquer motivo
que seja (note bem V. Ere? por qualquer mo-
tivo >m sejal, se eiogera outro para preeacher
o termo que fallar para essa perodo; ou seja
por motivo de renuncia ou seja pjr motivo ae
morle violenta, ou seja por deposigo. .
O SR ANTONIO PiRNaMuCO : Por de-
P o'slt "aLRIO MEIRV :-Ora, V. Etc. sabe
qu.n lo a le diz : p >r qualquer motivo
que,
di ser por todo e qual-
onde est isto
que neja, e o ruosmo qu;
nner rao'ivo : nao admiite exceptu.
9 O SR. ANTONIO PERNAMBUCO :- Nao ad-
"o 3B. 'aLBINOHEIRA :-Valha-me Deus (tro
camse vehemente* apartes).
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Motivo
''o'sR. ALBINO MEIR\ :-Mas
Q0Cs:;SSAU0DE0LIVEIRA
tun-5 > poda rrjver depov.gOes, nem o legisla-
dor' rouitou ddsso. (Trocam-se outros aparten.
O SR. ALBINO MEIRA :-Desrte que Vi
EMM dist'in, -qU'- aquella expresso absoluta da
a'CdlislltUigo .por qualquer motivo que seja.
nao abnmg todos os motivos o caso para eu
desistir JVsta .iscusso.
>aoha m ais nada deserto, desde que se ar-
frnnla assim escarcaraiamente a con->UtuigSo,
alli-luando que ella nao abrange toes ou t es
moleros, qiuudo ella di/. I-dos os motivo*. Com
que auioi ul.ide po te alguem dizer. que a con-
stituidlo nao conitou do caso de deposigo,
quiudo em sua disposigo litieral ella cogitou
de todas1? Pois alera de todis os motivos anda
ex ste mh algum do qual ella nao leona co-
g0 8R. 800*100 DEOLIVHlRAi-No po-
da prever epoaiSaO 'o Goveruador.
O SR. ALBINO MEIRA : -Sr. Presidente, um
hornera que nao s ju idiota sabe, qna o cargo
de Governa lor pule vagar por meiu di renun-
cia, morle natural ou violeuta, deposigo ou su-
blimo
O SR. TEIXEIRA DE S V: -V- Exc. nao de-
clame.
OSR. ALBINO MORA...-
O SR. EDUARDO Di OLIVEIRA: A consti-
tuico ni" p '" co_".i.ir d'isso.
08a ALBINO EIRA:V. Exc. (para o Sr.
Herculino, foi r.onstitumle, votou a constitu-
Co. .. queira me tizer :
O SR. REGUERA COSTA : -V. Exc. refore-
se mi id. ?
O Sil. ALBINO MEIR A... quando votou o
arl. 01 abri elle alguiua excepgo no seu es-
pirito? Senhor as .ii-p.iaigea nao foram urna
nv.ngodo inarechal 1-loriauo lodos vos, que
leudes Jguma l-iiura poltica conhecieis esse
rueo violento de abrir vaga nos cargos pbli-
cos, minio antas que o uiarechal o puzesse em
pratica entre nJ.
Si, pota, o legislador consttumle sabia, que o
cargo de Governador pode vagar por motivo de
deposigo, e operar .fisso determinoo que, qmi-
outr que saja o miivo divaga, o eleito vira apa
as co.npletar o periodo goveraimeclal mc ado
pelo f.eii antecessor : em que prncipio de ner
meneui ca sa po lem fundar Vs. Excs. para di-
zer que o Governalor actual nao veio nos ter
mude coostiluico, completar o periodo do
priraeiro?
Sr. Presidente, este projecto vai abrir, um
precedente desgranado, cujas consequencias
ningu.-ru pode prever.
Amaon outro ioogresso abrir outra exeep-
Cao e nao Ihe f.il-.'ira pretexto em que se runde.
Sil EDUARDO CE OLIVEIRA :-A consli
tuico so cogitou de vaga aberta por melos le-
tne.9. _
O SR. ALBINO MMRA : -Vallia-rae Dos....
Om, ie*poiitam-me Vv. Excs por favor : Um
a-tissinato e meio legol de abrir vaga ?
0 STI EDUARDO HE OLIVEIRA :-Nao.
O SU. ALItlNO MEIRV:-E si ogovernador
f-assassmado, o ouiro que lOr eiedo vem eo-
an^car pe-'odo novo ou completar o c.irreute ?
Lo., a deposiio. que. om enme, ver.lade.
mas que menor do que o assassinulo, nao pode
ter -, fea de abrir \m periodo novo.
Fundados em que Vv. Excs. affirmam, que o
govtrni. Oudue.le .(oe vam preancher Uiua vaga
atera porweio de IcpoM^o iva o 6 a continua-
rn do periodo "overnaraeniiil MMMemel
0 Sl ANTONIO PERN\MBUCO : -P-r um.
ra/..io multo simples, porque o govemador de-
pimto pude ser r-posto.
O SR ALBINO MEIRA: A que vem esta con-
silerai-to? Essa observagao de V. Exc. esta em
flagrarle contradicho com oJ iniuilos desle
prnjecto. ...
SI Vv. Excs. dizem. que a deposicao abre um
periodo novo, i que vem o boto 'le poder s:r
roposl.) ii invernador deposto ? Si essa possibi-
lii 1 le eleve s-?r lomada oiii con'i lerago, o que
se devena com.-luir seria, que o novo elilo lena
o carcter de um governa i>r ir -visorio, chuma-
do a gjvernar apenas ti el tit quafUmm, l-I .
U qu toase reposto o outro. iConmuam <
aaartet
O que PU digo qu?, si a depos'jao, por ser
ni'o illjgii.abre um aovo periolo goveiuamcn-
Ul. o asMisiomtO deve tambein -tbrir.
O governador, qua deixa o cargo por p-.il>.
comm-tte um crime qualirtcado no coligo pe-
nal, mas nem por iss> o seu soccessor daixa de
vir apenas itmtmnr o periodo crtente consii
turonal. _
0 SR TEIXEIRA DE SA': A deposicao nao
tein nada de criminosa, lauto que V. Exc. gu
rou nella. (Troco-** oulrus apartes/.
O SR. ALBINO MEIRA : -Eo chamo immoral,
il : una immoralidade jurdica.
0 SR. TEIXEIRA D2 SA' :lmmoraliiadejii-
ridica ''.'- .
O SR. ALBINO MEIRA:-O direito t-m sua
miral e o que no. chamamos direito mlnml.
Do OOtra COUM smo a moral jurdica : 6 a
mo'al applicada ai ireilo. i Apies).
Sr. IVesidente, <>. illegal tu lo aquillo que me-
recf pena por ser um crim .
0 Sil TEIXEIRA t: Sa' : O nobre Sjnidor
fol processadn pela dep-isirio ?
O SR ALiUNO MEIRA :-F. que parle lin
eu nessa deposteto. E si uve ai^uma e nao fui
pr c-ssado, a culpa u.io IW miuha; a r.ulpa lera
si I) de queiu nao ra-: quz proo.-ssar. {Apar
rao illegal a deposigo, como illegal 6 a
morte riofnia < o ahorno.
UM SR. SENADOR :Sio cousas inteirarasn-
te diligentes.
O Sl ALBINO MEIRV : -Nao; substancial
nunte san a uMMH cousa, porque sao tres cri
D|M : liife.reiu apenas quanlo sua gravidade
Si pois, senhores, querem Snnar, que a vaga
aberta por meio illegal abro un novo periodo
governain ;ntal, etlao fa(,am-o claramen e ; apre-
seiteni um proj ;clo interpretativ> daquelle ar-
tigo di cotistiiuico, na qual car a doutrin
coiisignada; fleando sabido qu: d'an por diante
em canos goaes o governador que vier nao vira
completar o periodo daquelle que por paita ou
MbOrne ou qualquer outro motivo illegal tenh*
deixadn o cargo.
Mas Vv. Excs. parlem de um laclo que nao e
verdadeiro. Vv. Excs. bem sabem que o gover
nador nao fo deposto ; elle renunciou o car
lC
" Sr. Presidente, '.a chamo a aitengio do Sena
do para isto. 0 cirgo de governador por via de
deposici nao vagou : e abi eslo os annaes,ahi
esta o leste.Tiunho publico para attestar que o
gevernador Correia da Silva nao fo: deposto :
"l e tinlia renunciado o cargo inulto antes da
reroloco.
0 Sil. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Mus Io>
deposto o seu subititnto.
OSR. ALBINO MEIRA:Si a deposigo
qoemabre um periodo novo, demol-o ao vic:-
rnador ; esse sira, que fui eleito pira pre
encier urna vaga que a deposigo abnu. [Os
aptrtet inlerrompem o orador)
Senhores, eu sei que o Senado vota e3te pro-
>; tas, nao o votar sem que, nos Mtm,
-ra cousignadosos ftwdameulos da opposi
gao que lhe fago.
Si Vv. Excs. Uizm, que s a deposigo abr
uai q,ovo pariodo governamental; como 6 que
querem considerar novo o do Sr. Barbosa Lima,
ndo eele fji elmio para um cargo que satn
vago pea renuncia do govarnudor?
S?. Esc, iois, se aponlam a ilegalidacle do
modo como foi aberta a vaga, para justificaren '
este projecto, eu davo dlzer que, nao tem razo,
porque era H31 a vaa t deu-se p-lus raeos le-
gues, pjla renuncia. Draa vez dasf.ito essa equi-
voco, eu nao sei em qua se possam raais fundar
os aalares do projecto p ira quererem que o Sr.
Barbosa Luna, qua foi eleito para preenener u(p i
vaga aberta legalmente, nao complete sminte o
lempo qu i falta para se encerrar o perodo co-
m-(,ador palo governa lor renuncianie, mas qua
v muilo alera.
0 SR. EDUARDO DE OLIVEIRA d um apar-
te.
O SR. ANTONIO PER.N VM3UCO : E 0 con-
gresso nao cora-gou legislatura nova? ..
0 SR. ALBINO MEIRA : -Quanlo ao congres-
so. eu ja mosirei que, nao havendo ou consuiui-
go nada em contrario, nos nao ftzemos mais do
que seguir a dontrina estabelecida no pal* lu
muilos annos. Era a doutnna I-gil do tempo
da uii'Ciiirclii.i. (Apartes do Sr. Pernambtiol.
O SR. LttlXO MEIRA : -Para que V. Exc
rila a auiuridaie da junta, si anda liontem ne-
gou-lha corapeteocia para nomear magistrados ?
'Apartes/,
0 congresso nao d -cidiu cousa nenhu i'.a a
respeito do governador...
O SR. ANTONIO PERNAMBUCO di um apar-
te.
O SR. ALKINO MEIRA :-V. Exc. allegou
- mus que o Congresso, m eteicto do Sr. 'Birbo-
sa Lima, dispensou as condu.'6'S de eiegib l.du-
de. Mas, V'. Excs. que .xigain para a ei g-
bilidade do Oovern id.>r la es e taes requisros
esquecem que, as disposig transitorias da
Coas iiuign, se deeretou que, durante os tres
primeaos annos, seriam Jdispens idos e ses re-
quisitos? L"go,n Sr. Barbisa Luna sem aquel-
es requisitos poda ser eleiio ; logo o '.ongres-
so procedeu aceriadam-nte, mes no nao se ira-
tan 'o mais de prlmtira eielco (Apar.if.
Porque, pois essa refereocia ao Congresso ?
Vv. Excs. sab nn qu i as cunaras em materia da
reconhacimento d.- pulcras, sa > soberanas,mas
nao MMOtaa douinnas, de forma que nii i
rauito difli-.l nos animes do pirlamento, ver- urna hypolhese resolvida de um i mr.ieira era
uin auno e, 00 anno segui.ile, de mi lo diile-
renle.
i.O Congresso nunca lirmou diutrina, em ma-
teria de reconhecimenlo de poderes, que fo-sa
obngatoria : porque nesies assumpos, alia
obra romo juiz e nao como legislador.
Eu, como juiz. pos>o decidir uiua cousa hoj;
de um modo e atnunhfi le ou'ro, se por novos
eslulos qu liz, conveuci-me de que erre na
prun-ira decisfio.
Nos annaes da jurisprudencia. nSo rar vo--
se u.n jun proferir um julganiento, e mular de
opino, depois de raeliior estado feiio sobre o
assump'o.
S pois o Congresso obra como juiz, e nao
como legislador, para qua duer que elle, pjr
ler eleito o Sr. Baibosa L'ma, a quera faltavun
os requisitos legues, infriogu as disposige da
jonsinuigo ? (Aptrles).
Admitla-mos. so pura argumentar, que Con-
gresso lenha infringido u Oonsiuuiga > na eiei-
c'io de Oov-mador, porque esie nao nnha os
requisi'os exigidos. Mas, porque una vez M
mlnngi i as disnosiges (Jonsuiucionaes. segue-
se que sedeve cjinuar a infrigil as (*fnr-
les.) ,. .
Vv. Excs dizem que o Congresso inlring u
a onstituigo, quaino elegeu o Sr. B.irbo-a, t
pre.-. so que eile tenhi urna pequea dase de
morahdade e renuncie esse cargo que a.iquinu
illeialmm e.
Affirmo a Vv. Excs que sa eu viesse a pub.i
co declurur que mina ooiido un cargo por meis
ill.-g.ies, 'nao continuara mus nelle um so mo
memo '. (Apartes do Sr. Pernambuco.)
Mis du-io Vv. lxcs. que daquella eleifao o
lourawu elegeu um humara ^oe nao era ele-
g *eL
Anaiyseraos este ponto.
Senhores. o Congresso nao teve denuncia de
qua o Sr. Barbosa L'ma nao en elegivel <\o seio
do Congresso nao houve quein conlestasse a
tdeg bil iade da S. Exc.
Ora, si a elegibilidado do Sr. Bubo-aLiraa
nao loi cintestala na occasiao, e so Icpoi* e
qoa se reconheceu o erro, o ConRresso nao poda
mais voliar airai.ja eleigo esava fetu, nao a-
fia para onde retroceder.
Si foi um erro, o Congresso o cnraraite
porque nao lena sciencia da melegiblidude do
Sr. ttaroM Lima; pir conseiUiiUe pode -se
iuuuo bem dizer que o Congresso o elegeu sup-
Itoudo na falla de alegigo eiu conlrario, que
elle fosse elesrivel...
O SR. EDUARDO DE OLIVEIRA, da um
aparte.
CLO SR. ALBINO MEIRA : -Nao se levantou una
s voz no se-n do Congresso para duer que elle
nao era elegivel.
V. Exc. sabe, Sr. Presidente, que o juiz nao
lera o poder da decrcar ex oficio a nullidade
de uiua BOCto, seno em casos multo cspeeiaes,
quando a le expressamenie o d. Ao mures-
sa lo compete alegar e requerer que seja decre
lada a nuliidade existente.
Como eu ia duendo, o Governador urna vez
eleito, nao poda mais o Tongresso volt-ir airaz.
Por esla razo. O Sr. Barb'sa Luna cou elei-
"() SR. DR. TlIXEIflAIde S. :-Primeiro
Q.iverii lor.
(rrocum se outros apartes).
U SR. A. Meir.i:-Mis esta qmslSo muito
complica lu, e Vv. Evcs. multo de proposito es-
lo precipitando as comideragas qu tan ia a
O SR. BARO DE NtZARETH :-EsUmos
aqoi enni i mai>r calma.
OSR. ALBINO MERA:-Ma di/.era Vv
Excs aquella el-.o foi lellu HM s fjste a
primar*.
Si assim se fez, porque assim o mandara as
disrxxigas transitorias da consiuigao, e nao
porque se InrtMM rcalmmte de um* prime ra
eleito. Vamos vero qua a essa respem dts
pe a c>n-iii'u>g>.
A cons ituico e3-ab;leceu, que o governador
seria eleito por voto directo em tolo o Esla lo,
e exlgm no candidato cerios requisitos da ele-
dana como a de clegar Governadtr c Vice-Go-
vernador.
Esla a razo de direito p;la qiil a Consti-
tuigo raandou que, durante os tres primeiro
annos < pelo Congresso, e con3eguinte jera uilengo
aos requisitos de elegibilidade.
UM SR. SECADOR :!foto que V. Exc.
apazar da rirme/.a da sua argum<:litigio, est
lutandn com grandes ditflculdades
O SR. ALBINO MEIRA : -Teohci out[ido di-
z-r qua a revoluto passeu urna esponja sobra
o pass-ido...
O SR. EDUARDO DE OLIVEIil/i : -E 86 fl
cou ne pe a onstitnioo.
0 SR 'LBINO MEIRA : -Eo chamo a alten
gao do Sr. tac ygrapiu pira este aparte, quero
qu i elle liqui consignado.
SR .RESIDENTE : --ra priraeiro lugar, eu
qui'.era que V. Exc. ina digsesse, que valor ju-
rdico tara eato duer : a revolac'i pastm ama
esponja sobre o pissido : que valor ju iJlco lera
esta expressio.
, O SR. EDUAROO DE OLIVEIRA :-d utn'
aparte.
O SR. ALBINO MEIRA :-Si V. Exc, diz,
<|U a revolugo s vdlxou de p ConstttUico
obedegamos a ella ; e ella diz, qun 0 Sr. Bar-
bosa foi eleito apenas para preenchero periodo
orneen lo peto 8p. Cor'reia da S .'a
0 sit. KOU RDO BE OL VEIIU :d u.n
aparte
OSR. ALBINO MEIRV :0 qne\ que a
revolugo nao pissou esponja em causa nenhu
ina
0 SR. EDUARDO DE OLIVEIRA :-Paaou na
Cons nuigo
O sil LBINO M3IR : -O que a revolugo
fez, loi siili-iituir vi len'aneole um govarno
p >r outro ; e ni .is nada. A ComUjuigo ticou,
em ludo mus em vigor, e por ellconjinu.rara
a se nger as nos-;.* condig:s de vida publica.
SR. PREJID.iSTE, os nobres sena lores esli
usii'.iitan lo um principio do qual sg me quero
aprove lar, e do qual me paraca que ellas estaj
arrapenlioos c- qu^rein fugir.
Alten in lo qu; a Constuuigo fi;ou di p....
UM V VOZ : -I-'icju la p al que a Juma a
violou.
O SR. ALBINO MEIR \ : -E quando loi que a
Junta reslali-lee ru a uOnstlloigm ?
OSR. E:)UirtDJ DE OL V'EIRA : -Dapois
dijso.
OSR. ALBIN3 MEIRA:A Junta sempre
prucedeu de accordo com a 'on^liluigio-
0 SR. EDUARDO DE OLIVEIRA : -Mas
solveu o i.onreso.
U SR. ALIONO MEIRV : -Passirei, Sr.
sideui.-, a occiipar-me da questo do prazo
Smhores. a '.a-a. cora o p.issj aue va
anterior
as ucora-
b bilidade. Mas julgan lo qu; essis cusas
nao se detrinm observar desd: logo, aslab-le.-eu
Bas Disp Trans. ar'.s. 4. e (i. um regimm
iilTerenie para vigorar uuranie os tres primal-
ros ar.no* do periodo govyernamenial.
O arl 4 d'essas disposiges dispmsou os
requisitos da elembil dada : o ti.0 subslituiu o
voto directo pelo indirecto, e a eleigao por lodo
o Es ado pela e'.eigo pelo Congre seo E con-
clue dizndo no Unico do referido arl. 0 :
Durante esses tres pnni'-iros annos a eleigio de
aovernador se tara do mesmo modo
OSR EDUARDO DE OLIVEIRA :-Pardo ;
adispisigo d'esse g nico nao abranga o art
4., ella s sa refere ao t.0 ( follteindo o Reg
m*nlo.)
0 SR. A.LBIS0 MEIRA : -0 paragraph mu-
co do art. >. diz qua a eleigo de Governador
e Vce-Oov mador nos trez prim-iros anoos-se
fura pela forma que ali eslava determnala :
mas asa forma ena-na nos dous arls que an-
teceden! e.-sj 5 nico ; e imrae liaiamente anta-
Sedente diz. que Governador e Vic-Governulor
sao eleitos pelo Congresso, e o ou'ro
du que nessa .leigo nao vigoraro
palibllidadas.
Por conseguinte as eleices para Governador
e Vice-Governador durante os tres primeiros
annos obedeeem s normas tragadas oas Dispo
sigOes Transitorias da (MU iluigo.
Islo est clarissimo.
A eleigo para Governalor nos trez pnmei-
ros annos obedece as normas tragadas na' is-
aoscoef Transitorias da lionsttluigo, e essas
normas sao as seguintes : a eleigo sera leita
pelo Congresso e nao pelo voto directo,-e nal-
la nao sero exigidos os requisitos de elegibili-
OSR. TEXEIRV DE SA- :-V. Exc. eaU se
ref-rinJoa eleco de Deputados a Senadores.
O-iR. ALBIO MEIRA :-Nao Sr. Hala da
Governador. .
NaiD era pissivel. perunta os principios do
lireilo publico, que a Constituigo dispuzesse
de outra forma.
V. Exc. sabe, que o primeiro Congresso a
quera incumba essas eleigoes fo o -ougreaso
;onstituinte.
Alm de ser o Congresso, era todos tempos,
o po ler soberano do Eslado, acregee qu
tava-se de um que tinha sido o poder
tuinte do mesmo Estado
Tractando se portanto, do Congresso consti-
tuirs, do poder sberano do Hatada* nao
. ra razoavel nem decente que 8' Ine puzesse
peas no exercicio de suas attribuigOts.
Aquelle que as oagOas lioha tido no exercino
la aliribuigo soberana de constituir o Estado
deyia telas no le urna atlribui;i secun-
a Irac
corwii-
dis-
Pre-
dar,
vai abrir um exemplo qua nade .-.r funaslO a
esie Estado de l'eroarabuco.
En urna qust> capital como esta, que en-
len le com a forma representativa, e que uffecta
10 lo o no-so sysihema republicuno...
O SU. TEIXEIRA DE SA" :~E- a consecuen-
cia du revolugfto, de qu: V. Exc. fot migna
pars.
OSR. ALBINO MEIR\:-Nessa epiclia eu
eslava no Rio, donde s VHO multo depois pura
temar parle n 0 SR. B.ARAO-DE N vZ.ARETH: -V. Exc. fazia
par do gran ie corara aumento.
0 SR. ALBINO MEIRA :Eu eslava no Rio
de Janeiro desde Mam de 91, e s vim tomar
asseti o em Abril de 92.
Mus. Seniiores, nao decente que este Sea-
lo diga : V. Exc. coinralu-u um crime, nos
deeraos co.mueiier outro. Si o argumento 6
-st '. eu o entrego aoreciago do pub C i.
O SR. TEIXEIRA DE SA' : -Nao, "o pode-
mos qjaiicar urna revolugo vencedora de cri-
minosa.
OSR. ALBINO MEIRA:Si V. Exc. quali-
tica...
O SR TEIXEILtA DE SA' : -V. Exc. quem
quulilica.
0 SR. AL SINO MEIRA : -Para que V. Exc.
diz : V. Exc. fez outro tanto.
{Trocam-se mttitos apartes).
<-o uo eu iu .tizan lo, S Presdante, o Sea-
lo pee nem o passo que vai dur; o assumplo
don IIWIS graves...
UMR. SENADOR :-E' de faltos consuma-
dos.
O SR. AlBINO MEIRA : Si nos hoie viola-
mos esc-incirudaraente um preceilo constilu.'io-
nal, est aberta a porta para sere.u atuanlia vio-
la los todos os ouirns.
UM SR SENADOR :-Al a Consltmigo in-
leira.
O SR. ALBINO METRA : -Si boje -tiolam >s a
ousiituic/o para prorogar por mais um anuo
O periodo g ivernamenia!, amaa' ouiro Con-
gresso se juigar aumrisado a pr>r>gal-o por
mais da*, onze e doze annos; a ah estar aber-
ta o rnminiio para o govarao vitalicio.
O SU. TEIXEIRA DE S.V :Isto nao tem pa
rula i.'..
OSR. EDUARDO OLIVEIRA : -Eu me re-
gulo pela vida do Congresso; se ella tem 3
annos. o Governador deve ter 4.
O SR. ALBINO MEIRA :Vv. Excs. sabm
que assim 6 que se tizeram as primitivas mo-
11 irchias vitalicias e dapois as hereditarias.
A pr ncipio dizem os dados ..
0 SR. TEIXEIRA DE S':-Histricos
O sR. aLU1.NO MEIRV... histrico ou qua-
si historeos, que os gov:rnos eram provisorios,
depois passar.nn a ser viialicios e deno'S here-
da ir:os. Seoho'es, eu vejo que o Congresso
actual vai ubrinlo ciminho pira islo.
OSR. EDUARDO OL /EIRA: -Eu s tenho
pena de ;q i; o Sr Barbosa Lima nao posaa
ser reelaito.
O SR. ALBINO MEIRA : -Sr. Presidente eu
jujulcjria ai cari > pollo esta passo do Con-
gresso. si nasa que era u aa mecida necessana
ao seu partido; mas n-ra ao meros isto se c,
porque o partido de que Vv. Excs. sao repre-
tenuuia nao tem necassidade di lo.
S p lis o partido nao tem necessidade disto
pura que dar este golpe na Consiituisao ? Sr.
Presidente, eu sei qu o aclual Governador do
Estado nao >& gragas..
OSR. BAR) ) NAZARETH :-Pois elle
mni o amavvl.
O SR. ALBINO MEIRA... 0 partido repu-
blicano, que o elegeu, querend) arcar contra
ella, foi cruelmente castigado. 0 partido au-
tjnoimsla que o salrou de urna per.la inevita-
vel e o susteniou, urabem foi castigado quando
quiz se opp aos HW caprichos.
0 SR BARO DE NAZaREI'H:-V Etc. e,ta
enganaio, o Sr.overna lor nao o que V. Exc.
esla dizeudo, um citado muilo a nivel.
OSR. ALBINO MEIRA :-Esits duas ligues
duris, dunssiinis, daitain ver bem qua a lucia
com o Sr. Barbosa Lima nao urna baialhz de
lores A lucta cou S. Exc. nao se faz com flo
res; era lugar de bouquels elle lera meiralha
ras; em lugar de cravos e bolinas elle tem
balas. Mas Comvosco nao acontecer assim :
porque si lhe fallar o npoio do vosso partido,
elle nao lera nylo de outro qualquer.
0 SR. BARO DE NAZaRETH : -O par ido
republicano que quiz engulir o administra-
dor.
O SR ALBINO MEIRV :-S. Exc brigou cora
iodos os parldos porque tinha sempre a es-
peranga no apoio Je um ouiro
Brigou primeramente com o republicano,
porque contava cora o apoio do autonomis a.
O *R. BARA.0 DE NA/.ARETH:Nem psn-
sou n'isio : foi o partido republicano quo bri-
gou com elle.
O SR. ALBINO MEIRA :-V. Exc. suba que
nao brigam dous quando um uo quer...
Brigou com os autonomistas porque j eslava
se organisando o partido federal para apoial-o.
Mas hoje, si elle brigar cora Vs. Excs., para
onde vae ? Qua leudas podem Uoje etu Pernam-
buco lhe oSVrecer abrigo, se ella desertar das
de Vs. Excs.? Nenhu na: mariposa poltica,
elle ja esgotou a serie dos amantes possives.
S Exc. hoje est verdaderamente sab mina.
partido federal; e V. Exc, aproveitando-se d'es-
ta crcunstunc i, podiara impor he a le dizen-
do : nao ; esla. esgotado o seu mandato, e nos
nao consentiremos que continu nem mais um
0 SR BARO DE NAZARETII: Eu quisera
ver o seu governo prolongado por mais dez
annos, porque s ella capaz de saivar a dign -
dade d'este ierra.
0 SR. ALBINO MEIRA :- E sl sacrificada ?
0 SR. BARO de NAZARE .'H :Nio est
porque elle taba agir, mas ella tem soffrido de-
oresslo.
0 SR. ALBINO MEIRA :-S3 lia depresso
:io governo ..
Senhores, o partido federal nio'deve se cur-
var a urna exigencia impossivel.
.UM SR. SENAfJOR, alie nao exige nada.
O SR. BARO DE NAZARETH :Elle nm
lioinem de altura.
OSR. EDUARDO DE OLIVEIRA:-Elle est
at fazendii sacrrlcins.
0 SIL ALBINO MEIRA : -Entn 6 urna dort-
do que Vs. Excs. querem fazer a S. Exc.
i Trocam-se mallos apartes).
OSR. PRESIDENTE:-/. Hxc. pode conti-
nuar.
0 SU. ALBNO MEIRA :-Sr. Presilente, V.
Exc. acahou de ouvir o honrado Sr. Baro de
Na/.urelh|dizT, qua prorogar o praso do governo
era um suppltciu para o Sr. Barbosa Lima. Si
S. Exc. aciia que isto 6 um supplici j, n'este caso
hvreinos o Sr. Barbosa Lima dVsse supplicio.
0 SR. EDUARDO DE Oi.IVElRA : -Mas elle
mnito bom pernambucano.
// i nulros apaete<)
O SR. ALBINO MERA :-Sr. Presidente de
duas um i, ou a Consuiuigao .leva ser entendi-
da tal qual est, isto 4, que o praso conslilu-
i;ional com iga do da da eleigo e acaba 4 an-
nos dop is ; e qua vagando o cargo, pir qual-
qaer nulh-o qw. seja, dentro de dous annos 0
qua por eleito vem apenas completar o periodo
e nao cotnecar periodo novo ; cu ento, si nao
essa o pausara mto da Co isiiiu.yo... Mpar-
les). si a i.'ons'tiluigo falla, meiiia das vagas
abenas pelos meios Ijgues, Vs. Excs. deviam
l-.r ipresentado #n projecto firmando d uw
m>d> ger a doutrina constiluc nal sobre eale
pomo.
(Trocam-se apirtesi.
Mas esie projecto feito especialmente para 0
Sr. BurOosa Luna.
O S-. TBIXEIRA DE S d um aparte.
OSR. ALBINO MEIRv : -ApreseOiera urna
cousa qu- firme doulrmn, mus nao urna dispo-
si/o como esla qua lera un sobrescripto de
musiadamenie visivel.
Sr. Presdeme esla project) Iraz a seguinte
iocnpgo :
.4 o maito alto c mu do poderoso Sr. Barbosa
Limi ftz o Congresso do Estado de Pernambuco
doaro de mais um anno de governo.
Ora, eu nao posso deixar de rae oppor a elle ;
eu nao posso dar o meu voto a seineihanle pre-
lengo.
Sr. Presidente; eu vou sentarme, certo de
que justirtquei plenamente a rainia opino,
mas certo larabem que o Senado vae approvar
e-te projecto.
Depois... s restava esperar, que o Sr. Bar-
bosa Lima se digne responder que : como e para
bem de todos, F1CA .
Tendo comparecido os Srs. Eluardo de Oli-
veira e Baro de Nazarelh, o Sr. Presidente de-
cluru nao s uberta a sasso como tambera que,
sendo a3 materias o votar do expediente, se-
riara votados na sesso seguinte, hora delle
salvo caso de urgencia.
I
L
G0NG1KSSQ N4GIJNVL
Ceiuara dos Deput DISCURSJ DO SR. PINTO DA RO.HV
ao Sr. F. Gluerii
O Sr. Pinto d* RouhaS.-. p.-esideute, nao
era uieu totano ocoauar tieogo da cmara
sem qua ippardCesga ues e reciuto, coosuostO
ci oo o.u uji pr^j-cio, o .issurapto pul.neo qoe
mus premie a ai.eogo do pal*a paciticago
da minia trra ja.al.
Nao era meo nimio, rep lo, caag*r a atieo-
gi d caaiaa cun a .alunas pauvras d-pre-
leu^iosai, i nao visse io repelidas vezes funda
i-* qoeuao peio< oraao e> que u e precederaai
sem q ie. luleilimeuw. se vej reve.nUa em pru-
jaoio, q je pudesse eoir.r e.u dtscussao oesia
sama a, qoestao essd qae, na pnr^ae do oo3r-
jo depuUdo o Sr. Seri-delio Cjr reprasaa-
ti a uiais tmpjrtaaie preoccopig pon ica ^ue
ie esjita uesm .uoeilo ua uoas ierra.
E' lao complexo es e proOleai* ua pacitica;ao
loso, que, o oniolaa nuuspeiu do non alo
iepu..dj peij Io aiatricio da Cspitai Fednai,
oeiie dejeodeui a deoeiUgo da cise tjuiuoeira
e economca que nos asajnefW, a hoar-. do ex-
ttcHj lu^idun, o credno do Toesooro Nicuoa ,
a diguide e.a cisollJagJ SJta di Repu-
olica.
Ora, un problema dista oatu-eaa nao pode
se.- diaCU Uo eui njura do expadieoie, mas a
deput cao .o RO.G.aOJe do tal, que vio a ea*
ierra lia ,0|n8iameuie ataca Ja, e o seo pMJo
uo rudameuie veraerado, j pode llaiUr-se a
s u>;4?s aparie, qui nid* pajera adiantar as
opiuiOas do pa* uein arrasiar aa sim julblas
di caraira.
Si na ! rGCUJienle, provocado Dalas piuvrae ao discor-
o do aoora depuUdo S Ser*adeilo Corii, e
anda p la resnosta qae a S Exc. do mau
njuraoo cooega Ertoo Coeluo, eo nao viru eno-
gir a aieugao de catnara; todava, pira a solu-
gao ueste oroolem o ujiavel, o do qual ue
paude a eii:id*Je da Repuol.ca, pretlu qae
a OUiara cjuuaga mo o0 a rntuigo do Rio
aue, as coa ligues d> pirujo repoolicioo uo
Mi, quue* as circum-.uo-ias bjo q-e so eauoa-
tram os ooDres doleusoros da idea feJeraliv*
oaquel e exiremj da irederago,B-aiiiei-a, mas
umoen a posigao que oceupan, parmiea ps
t ,a, os seos c uenios e inziaios nimigos. E'
h-ci o que uie piopoobo t*er.
Gimo dase, S presidente, tosnspeiio e
ouo e de'potido pe.o 1 dulncta da Capnal Fe
aeral.
Teuno n miQQa f-eae, poblicadas por um
jorul mi lo da cap la as piUv.as do a co so
de i. Ef. em. r 8 osu
a, se o tegoion.: Ci)
O Sr. Se*erdelm C r i Essa redaega nao
exacta ; foi publicad i era una foln-, mas nj
expr ma o mea peusimeaio. Ao coatrar o, da-
o .re que uo era iwralisia, emoo-a retpeitasse
a leaa i ada le cjm qae o* federalistas lo avara
oo sui. a-amara aaae perleiiaraeote que es;e
meo malj te pensar uaa de uole, e de longa
data. S'mpro disse em mais de orna occa'io.
O Sr. Pato da RocOa-- Nissa Caso sito-me de
liz. R-Dogo*va se a man* canscieacia acreditar
que o son deputado fosie revolaciooano como
o i federalistas o sao. Etu lodo 0 caso, Sr. prasr
dar, non dizer qae..apeir da tenacidade qie
o S-. Sari;aeilo Coia mas reenhece, o* ',(
raliecas do sul oio se oitem pela aignidade dj
pal ia, as pslavras de S. Eic. -jresiam'se a fa-
cer crer qae, seudo S, Exc. revolucionarlo, ba-
leo lo-se pela berdade da patria em defeid das
leu coirpurcadas pela perfidia dos;qoe domi-
nam e apregoaodo os leieraltstaa do sul qae
cjinbjtern lenaimante peloi me-aios principios
est de perfeito accordo com ellas.
Fe iiu-vite. pren. S. Etc. dec.ara que um
feleralisti cono os revoltosos do sal.
S-. preideoie, mas a verjade qae os fede.
r .listas do su: nao se Datera pela aiguilade da
pairii nem pela coiquMta oa libardade. Liba-,
dade nanea laiiou ueste pit*-; ao conira'io: p>.
re :e que n tvia tanta .e tao aemaiali qae o p o.
prio Sr. Se-zedallo. e:nao raiaistro do S-. iaj.
rejhal Flortano jalgou nei:es3ano e urgente re.
Jutl.i bastmta. mananlo desterrados para
Cucuoy e Tibuloga moitos daquelles que usa.
vam oessi ra-8ma hberdade, qae Daviara con.
quistado ao lado de S. Ex:., quando ee ojI ara
todos pelo advento da Repblica.
Foram, Sr. presidente, as palavrag de S. Exc.
e as injUias referencias do S-. Erlco Coelho ao
partido republicair. o.grjnlense que me leva,
ram a v.r boje cangar a atteoga da Cmara,
com as miabas pn,.vras, bem o ardor oratorio
do S-- Ssrzedello, sem a mordacidade fra e fi-
naloente Oarilada do Sr. Erioo Coeluo. mas qua
exprimen toda a lealdaJeda mtnna alma pe-
rante a Cmara.
O nobre deputado pelo l- distriom da C pital
Federal, terminando o seo discurso, affirmou
qoe oo o Sr. presi lente da Repabca pacifica o
Rio G'aode ou talha para ei a morulba com qoe
na de ir para a valla cora nam, como foram tan.
tos outroe.
Sr. oresidente, dolorosa, to dolorosa quao.
lo inioita, esta accosagio ao Sr. Prodente de
Mcaes t
Qae laiS. Es;., seibore, el ni tentar pac,
tter o Rio Grande ao Sul ?
S. Exc, coilocando seao lado dos repblica.
ni^, estando de aecordi com a opino qa- do.
mina, nao tem on.ro intuito seno a piciacsca
do Ro.Grande do Sol.
Pacificadoras somos todos o?, pacificadores
sao toioa aqoelle8 qoe se seatam oestas nadei-
ras pacificadores sao os proprios republicaooi
do Rio Grande do Su!, esses qae ha tres anuos
se baten pela censolidacio da Repblica.
Pacificadores eo tedas os repaolicaao3 do
Rio Grande do Sol, que ba tres anus veem
morrer oas liabas de fogo o melbor da nossi
moci'iadn e o mais veneravel da noasa veinice.
aai:ameoie par i ver cimentada a oriem consti-
tucional da patria pale sn Pa id:alires somos nos. que sen irnos pri-
oiei-a-jenie, que re-^b-m' em p eno os to a
fscada dos castelbanos in a o es pacin\-i*e-es
o uos n, qu5 expellimos do clo braaiieiro
os iniraigos da Rspuolica para poierm^s era-
correr com o njsso vou leal e a nassa ooml)
siocramente reinbllcana pa.a a factura das lea
patrias.
Paciticaderes sio aqaelles qne, na legislatu-
ra paseeda, vieram propor aqu, pala vo* ;.u-
ta-Dada do chele prestigioso do partido repu-
olicano rn-ra;i lensa a amnista geral aoi re-
viltosos a< S capnu'ag.i de B:g.
E, >n retii, essa ijinistia, qoa e-a a g*in-
de pona aberta e fr inca para eilea regressa-
rem a seu lar, para que tiles viessem ao no-
so lado tracalOar em favor da RjpaaUc*. eisi
po-t aberia foi repudiada ; e a revologo con-
iinuou e connnoara anda no sul.
Mis pa:ifljago do Rio Grande nao un
problema qoe se pisaa resolver nicamente
com discuses moraeataoeas oesta Cisa.
J. na 8'8i) paseada foram apres'Xtados
variis pro|eci>8, e oenbom delles logroa at>-
p.-ovag) ga-al da Ccmara, e nennuu d.lles
conseguio leddii- a sitaago em que se eacoo-
tra actualmente o sol di R-pobnca.
O partido republicano que domina no sul na
governa tmente com o apoU das armas fede-
raos, cjmo se ten proca-a lo c.ravan :er a ooi-
rii. poblica, como a ioap-enai da Capital Fede-
ral trata de propalar Ilion os das.
N la Cmara asseieroa o honrado depota
Uo Sr. Erico Coeluo qae as caos-s da rcvoln-
glo eram, em primeiro luga- os erros e crim-8
do partido repub'-icano.
Mas, 3r. or--s'deaie. pa-gaa:'-. e pergmto a
C mar, a Cmara, qne tam conscieocia da sua
dijnldade : qaies os erms o qaaes o< enmes
oi.ra-tli.os pe, partido renoblicaao do |ul
jue possam justificar a ca-oifi:ina qaa ha tres
aunoa lamen amo--, e qa^ p j.ies-em tsr ar-a-
tt o um partido a lacia sanguinaria em que
se empenbou ?
Nao encoutrou; imparcialmente atamente
esiudando a historia da revologao do su!, ni)
veio um erro do partido repoDiicano qae oossa
josiifical-j, e maiti menos um crime, apezar
de vermos todos os das as cj'.umnas dos )or-
naes atoibadaa de denuncias de enmes tala-
mantes qae sao aitnbaidos ao governo do S-.
Jal o de Castilhos.
Prefiro acreditar, senhores, qoe nao baja co-
nh-cio-uio perelra do qae ea passa no Ro
Grande : po-que, Sr. preBideote, ei algneu na
qo extremj sol jo Brazi qae necesstte de ga-
rantas e qoe as leona p-irece um pa-aiox.
mas verdade, ^o os proprios republicanos
amigos do r. Ju i > de Castnnoi.
Os erros do partido repuolicioo cifram- e
exclasivamenie oesias pbrasfs-extrema bom-
d i iade e extreraa maKoaoimidade com es ini
miso) e con os v-racldos.
Nai qa na descer atea clUglo de fados
qae iie to da Cuma m vej> rae orneado a iazel-1
porque infelizmeale a dis sucia que niedea en-
re a Jama a actoai e o sul e enorme, e os
acontecim-ntos chegaai aqu deiurpauos, e lo
de.urpados qae ama (o na dia'i dejia cida
de, folb qaa se di* -era, che<* a propalar
qae am crime horripilante; ltimamente pra-
ticado pe'.OB federaatas do sol fot o-aadado
perpetrar pelo-i agdutes do goeroo reawMtM
oo ric-graadense.
Os erros que podem suflear a revalugao/J-
ram todos corometti-ios peio pirudo federalis-
ta, e em de looga data.
(Conma).
Senado
Na ses4ode22.ua tura do expeliente, ora-
ram os Srs. Vicente Machado e Oitteica, o pri-
meiro reclaukO'io contra a demora do parecer
iob e os actos do ex-vi;e Presi lente da Rep-
blica e sobre a nomeago do Prefeio, e o aegon-
do respoodeado-lha.
Na ordem o da o Senado rejetou a propo?i-
gio da Cmara dos Daputados modittcindo as
disposigfies do art. 6 da le o. 23 A, de 30 de
Janeiro ae 189! e a coucloso do parecer da
commis8o coaira o veto do Prefeito sobre a
ojos ruego de urna estrada circolar neste Dis-
tncto.
Na sesso de 23, na hora do expediente o Sr.
Joo Barbaioo commonicoo qoe o Sr. senador
Gil GioUrt deitava de comparecar k Beesio par
ter fallecido soa mi.
Foi lidoo parecer das commissOas reunidas
de Jastigt e Lagistagio e de CoostitaigSo e P. -
deres, relativo ao projecto oflerecido pelo Sr.
baro do Lidano e app ovado em 1 diBCuaso,
coocedeido amnista a lodos oa brasileiro? que
directa oo indirectamente tomaram parte na re-
volla de 6 de SetemDro de 1894, exceptuados oa
miniares de mar e te r .
N* ordem do dia o eeado eucerrou sem de-
bite a diacus a nica das redaeges do projecto
u. il de 189i, qae concede a D. Ma'ia Virumia
de Bta Coemo. ama peieo aoQual de 2:CO0<
e da emenda do Sanado a prooo^igao da Caara
los Dapaiados. o. 87 de 1891, qaa considera
pro'ogadas at Jaooo de 1895 o Dembro de
1896 os p-aios para cooclusao dss obras da Es-
trada de Ferro ae tiaxia a S. Jos de Cajaaeira
e lUliitiiJtU das estradas de ferro de Caxias a
Aragoaya.
- Presentes lOS.-s. Senadores, fot no da 2i
aoena a sesso, sobre a presidencia do Sr. Dr.
at'.ioel Victorino.
Fol appoiada a acta da sesso anterior e lido
o expediente, indo a imprimir, para entrama
o-oem dos iribalhis o parecer das conmisto*.*
reuodas de Oonsiitoicao, Poderes e Diplomacia
e ue Pioangap, comportas dos Srs. Lidario, L*i-
te e Oiticica. Campo* Salles, Genero") Pouce,
Joaquim de Sooza, Aqainno do Ama-a, L F. Maciado e Reg Mello, apsrovando os acto-
do Poder Bxecunvo e seus agentes, praltcados
po- motivos da revolla de 6 de Setembro.
Occnpou a tribuna o Sr. Bario do Ladario,
tratando dos assassiaaios em Santa Camarina a
cooclalodo com a altara de urna ciria da S a.
Baronexa do Hutav;.
O Sr. Coelbo Roongaes apreseotou urna indi-
cago sor>re a publlcago dos debates do Seoado,
fa lando anda, nem como o Sr. Crur, sobre os
ltimos acontecimentos no Estado do Piaaby.
Eigotada a ordem do dia, levaouu-se a ses-
so 1 hora e 30 minutos da tarde.
Cantara
A' sesso de 22 compareceram 131 Srs. Da-
putados.
Approvada a acta da antennr e lido o expe-
dieote, failaram os ;rs. Preside te, Jos Carlos,
Pires Ferreira e Medeiros e Alboque-qu*.
Na ordem do dia proceieoee* voiago dos
projecos iddicad08, cojo resultado d.mos na
secga) competente.
Lsvantou-ae a sesso s 2 horas e 15 minutos
du tarde. .
No da 23 nSo houve sesso por falta de
qaoram.
A" assso do dia i i compareceram 12
deputados.
Depois ae approvada a ac'.a e lido o expedi-
ente, fallou o Sr. Birros Franco Jnior sobre o
falleeiraeoto do Sr. denotado Fraocisco Santiago
e requeren e foi unnimemente approvado aas
se uo eeasse urna conmisso para acompannar
oa restos mertaes, que ae langasse na acia um
voto de profundo pezar e lamoem se levantasse
a sesso em slgoal de sentlmento.
O Sr. PreMdente nomeou p.ra a referida com-
ratsso os Srs. Barros Franco, Marianno Ram.a
e Rocha Cavalcaat.
Levaotou-se a sesso s 12 horas e 50 mna-
los da tarde,
Srs.
Coyaa
Datas at 1 do pasaaoo.
A aoproximago do pleito 20 de Maio tem exal-
tado os espirito*, coocorrendo rauito pira iaao a
attitude assnmida pelo governo do Estado, m-
terviodo em favor do candidato do partido ca-
tholtco, Dr. Lu Jayme, hoStlllBando o do par-
tido republicano coronel Francisco Leopoldo Ro-
drigo Jardim.
Comprehende o preeideole do Estado que nao
bistava para salvar a candidatura do Dr. Jay-
ma asios de favor, cartinbaa ofliciaes e o apoio
moral do goveroo. lanca mo de meios violen-
tos e da reaco, euviindo forga policial para va-
rios poolo?, demitilndo o commaodaole, o bacal,
offi aes do corpo de poli -ia, o cuete da direc-
tora de obras pabllcae, d ierra e colooisacao,
ons'andi qae multas ouirts demissOas j e;te-
cjam ashoutadas.
A demisso dos fiiciaes da policitsem o con-
aelno qae exiee a le foi ora icto ue arbitrio in-
qu.l'licavel, mis o pre-idaate esti ao ao-tgj de
tola e q jaique- resnin^aiilidale, pi-qqa a'ei
qne dev^ definir os crimas do presdeme doEs-
tado ainda uo foi votada.
Pa'a impedir maotf sagOas publicis contra
seas actos di-.atoriaes, o presidente do E talo
pee a palila de promptido e mandoa maaicia-
i-a.
Apazar d s-:o, as mmifestagSes se tizeram asa
demeitido*. com malta co.icarreocia e grande
enthosiasmo.
En cana ao Dr. Balbfias.o D". Crals, ce-
te da cimmisso do Punalto. reere-sn a> piano
de deslocar pira leste n rectaogulo d mar ado
para a futura capnal d< l." nao, atim de que de-
sappaiega a eslreita faixa de territorio goyano
que ex ate entre o novo dtgtricto federal e di-
visa entre Coya* e Minas.
i 'ii que logo que cbagar ao Planalto exami-
n ir a questo, alinde poier ministrar escla-
rectmenios a respeito caso loe sejam pedido*.
Os pregas da cero geoe.-os, como caf,
famo, assaca-e agaa-den'.e, ln-39 elevi o ol-
iimimen'.", aade'ido se a arrooa de asancar a
18, de caf a 304, ce fono a t>)i e o oarril de
agu.r lente, com 45 ros, al a 35a*.
lestilun-se o Cymnasio Goyauo com pom-
posa BOlemaUade.
Accla-nado director do e*taDi'lecimento o D-.
Arinur Manolete Gome', ex director da instrnc-
i; 11 publica, orgaoisoa o crp> di.-ente, dtstr-
naindo as diversas caleiras pelos seijaiaies pro-
fes-ores:
D'S'rana gado' Mitbeu3 da Gama, h's'.oria
oo.ve-8al ; D Xivw d Almsida. geograohia,
t'. Guima-aes Natal, direito cocsiiiu^mnal ,
Drs. Jeroiymo de Miraes e Falix Fleo y ma-
tnemaiica8 ; Dr. Carvalo Riro, linu* fran-
ce*a ; Dr. Cortes Guimares, pr.ysica e cbmiici ;
Uaaoel Brandao, iinaa iogleza e Dr. Aitnur
Nao-ieao. Iiagua po.-iugueza.
O easiuo oesse oshdIo gratuito e o pro-
gramola adoptado o do Lycea. que fol org3-
n biJo de accordo com o do Gynnasio Nacio-
nal.
O Gimnasio Goyano deve a soa fuadago a
iniciativa pa-ilsoiar.
Ten lo o presidente do E*tado demittilo o di-
reciar do Ly;eo. pir monvos poltica*, o* eaiu-
danies sorprendido* com ese tacto dingiram ao
governo do Estado urna represantigo soora a
conveniencia de Bar reintegrado ; e nao sendo
aueodido, proiiovera-n a fundago dj Gyn.a-
sto e abaod iniriii o Lyceu.
O D-. X vier ce Almeida, appl'Udindo a
creagao lymna-no. aptoveitou o eos-jo para
anda urna vez mostrar a oecessilade da fnida-
god- un carao de agrimensuri e da urna fa-
coMade de direito.
O goverio actual nada tem feito em bem da
iastracgo, nam ao menos ioa'allou a escol? nor-
mal, creada por urna le de 1893.
O resoltado coonecido da eleigao o se-
guate.settando teiegramma de 2* ae Jim :
Aoi.-nns. Barra. Corra inho. Jaragaa, Pyreno-
polis, Garaacaojoba, BlU Vista, Caldas e Leo-
poldiaa :
Francisco Loor>'do, 1768, e J'yra9 550.
Rio Grande lo Sul
Ditas telerjp:i:.-.ia a. 24 do passadn.
A impreusa abri dis uss&o soore os detalbes
lo p'ojacto de orgauisag'1 ]udicuria, e ja sabe-
de que muilaa pes*oasc>mp*teaies vj aprejen-
ur emen :aa e ooservagOes.
Esto em reparo o* p-ojeclo* de organisa-
go nollcui e responsabilizado, presidenta e c-
digo do pro les-,i.
Dava pro^eier-se a 25 do correte, na 'stcli
militar, oollagao do grao de bacharel em
sceocias ao* alumnos qae satisfierara aa con-
digoes do realamento de 1890.
Aexoedigi enviada a Caxua pelo teoente-
corooel Topy Cildasao Raposo, lerntorra de S.
Fraricisco de Pana, cima da serra, deatrogm
revcltjs.s qoe damarara uo campo anmaos, bar-
raca*, ooocbes e armas.
Un piquete da divuo do general Hyn-
potito ba.eu oo dia 19, na fronteira de Qnara-
y, um grupa de reoeldes. que apds Iraca re-
sistencia, procurou fagir as perseguigea das
torgas legaes qu- fixe'o qnatro prisioneiros e
quairo mono*, lomaro ouo cavado* ensilba-
dos, qaatro remmgtons, dua* espadas, daaS
langas e cem ca-tuebos embalados.
O piquete legal nada solTrea.
v'_ no da 15, em Siraudy, froateira do Li-
vramento, estando um p.jie.e legal tiroteando
um grupo de revoltosas, fot e-te acossado pelo
coronel Simoes P res at entrar em territorio
onenui. (teixando oa corrida armas, bagagem e
oatroi objectoB.
Sr. -ucral commandanta do distrut)
receben as seguines commuuicagdes, prjeeden-
les da ("ajuara do Mondo Novo :
Njs diversas dliigeacias efiactuidas no mex
de Abril tinao, oa Daodldo-, que sorrateirameo-
te anda olesiam estes arredore=, livaram es-
tae perdes : clo:o morios quairo lerdos, car-
ia de oiieota cavados e muars, una davina
Colis, urna Raaiingtoo, una Spe :er c*rca de
quinze espingarda* d.versas, e-padas, rewol'ers
Girard e Laenclieux, coileegao de pistolas e
allomas centena* de cirtu; o* enoaladis o
Capsulas, todo em perfero estado.
A 17, pelas 8 1/2 boras da noate um grupo
ae 40 bandidos vinna cauteloso oa luteogo
de saquear ceno pooto desn villa, mas esoar-
rou-se com urna partida das forgas uo con-
mando do denudado alfares 0*car Cavalsaute
L'spliirina. qne andava em exploragies e col-
locara-se em posigo coaveniaute, faxeodo-
Ines desea-gas a* quaes lieei ament respon-
den, langando-se em desordenada fuga sobre
espesso espioharedo e taq aral bravo.
Fo am encontrados manos restos de roupis
mancuadas de sangue.
Un dos morios fu o pnocipai; guia da ex-
pedigo qoe em Janeiro ol-imo lea o massacre
em Saato \ntonio da Patruili.; nona a alcuana
de maribondo.
A popaugao aqu vive tranjula, confiante
oo prestigio das autoridades, qo ludo e .vida a
para maoier a ordem, e afugeotar os bandos
uimigos.
O Sr. general Diciz Santiago e Dr.-Pre-
sidente do Es alo tiveran commu'jicago que,
ao r.rap-T do dia 9 do correle, foram ba-
tida* e derogados, ua (rou eir ao Qaarany,
por urna expedigo eaviada pelo general Hyp-
i o no cerca de 300 comeoe da g-n.e de Sal-
daina da Gama, capitaneados por l-mei Sja-
res, basio Ferreira e outros.
O inimigo deixau mais de 50 morios no cam-
po da lata e ate s 10 oras da manh, m
qae foi expelida a commuatcaco do logar aa
peleja, a avangada repuDiuaua Datio os matos
de onde estava, retirando os luimigo* fugitivos.
Foram tomados aos rebeldes mais de cem ca-
vados ensilbaaos, mais de cem armas e iodo o
ircnivo que levavo. i um major e um len-
te nimigos, morios.
As forgas legaes tivero apeaas quatro fe-
riaos.
Poi pablicadi o projpe:to do Banco Tar-
ritorial Rio Graodense, ao qual bao ucarpora-
dores o Srs. Francisco Caud o Lapas, Banano
Fontoura e Guilharme alronle.
O capital de mil coatu, dividido* em cin-
co mil acgaa de dozenloi mi r s, destinados
compra e venda de bens de ra* na Capital,
aoertura de roas, vas de commuoicagi), pro-
tecgo icoionisaclo do Estado, colonuar as
tena* das proxtmtdade?, pea aivisi e sub-
diviso de trras e campo', collocaodao* me-
diante mdicos pregos. ao alcance do proleta-
riado, e coaajnvar o governo ao Estado no eu-
granaecimenio e propriedade territorial.
Do Correio Mercantil de Pelotas :
Ao geaeral Menna Barreto, em Livras, apre-
si tiu-se com 20 e tamos compannetros o che
fa revolucioanrio Loi* Barcellos, que depOz U
armas e pedio garantas oe vida.
Desde o da da apregentago, acompanha a
diviso Meana Bsrreto, p-lo receto de ser pe-
gada por gente de Apparicio, qne o oersegoe,
otra como a Carrion e ceas companheiros, j
Urabem apresentados.
A Federago* pnolicon a seguinte ordem
do di* do lente-coronel Menna Barreto :
Commando do 3o corpo da G jarda Nacional,
em operagoes sa xooa colonial do Estado.
Acampamento em Santa Crui, 18 de Abril de
1895.
Para Inteiro onbecimento da forca eob men
commando publico o seguinte :
Soldados t O da 24 de Abril foi para nos nm
dia de duras provagoes, em que mais urna ve*
rlcou patente o voaso valor, a vossa abnegagao
causa sagrada da Rspablica, mas fol tambem
I Kr"
J
I

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t
s

* 1

,


iwii wiflMaMMMWBiiiiiiMW*rifnnt-fe,.^,^
Diarlo dePernambnro Sahbado 1 de J1111I10 de 1S95
taem
ii dii de glorian que a hm'o-la rg
Bill. 03 soa* mais l>r inaule p*H>*s I
villa Ge-insoia qoe vos actuis
4 CidOS Di
i


I
cairoeeeaco. pelo iataiigo d-B lasiuaicOes. sen
SevueTaiioe'^, em numera muito superior
o va-so, nao liesuu ea un momento dianta do
dUer toMO fco vei> demoostrar qne, oesse
rijoi--Lio sureno, o osac cra^a. pu>ob 'om
mus iitousiasmo que nunca, oe-perlado pU
voz da pai-n, qa* redamava oe vi o toeso me-
Ibor eafore0 e abneeaco, bradando-aos
ivante I E 'D1:D|KU 'ogio espavorido auaie
lie noto valor, senio perseguido por vi durau-
te ali'um tenoo. delxaodo no campo da u a ti
uior.o eaird 08 qoaes o ajndaue do bandido
Zj;a P-rrelra, alen da ouros qoe !ev*ram joo.-
lamente com monos feriaos.
T ve uta a lamentar a perda do valente a li*
hvplio clf;rea Mano 1 Alves de O.ieira, que
loun a exnime ao seu pos-o de nonr-..
fc.', sois, cous ven:a:t"r jooiio qae maado
dogiar e^se.a bravos tttitootm da Repblica,
eoawCMCO pelo talorosu e ahnefado aaanaa-
dame" da guirnifiao capito GiauJio Jos Fr-
reir, que, oceumuco o seusoarosi pjstbcom
ga bardia e vdor. sosbe, do-mte seis Boras de
laxa vvo, comoioii:ar a seus comuiawiadoa
aqufll. embo^asrao e desprendimenio que Ib
eaehiaa a l.ua oe verdaileito sellad, da Re
Ufrlica.
Tornaram-se igualmente digio de iouvores
es teaent-* Napoleo Jo? Pionero e Tuago
Avehno de A'iarade, allerra S DaeiaJ CJfra e
Anaurelini de Falta* Ricardo pia tratara c
a- I 10 qoe revelan* durante a a^cao ; o
i.*.a j-nto Gregorio SSatt as e dt^uooo* diio>
ose S 'Of4>,Jjaqo! Piore?, Mauricio Car ios >
Fu ,ro Doar e. Cari s Je Lace.-da e (orriei Aia-
ru BOd iaitoa, peta *eu valor e exeuiplar .ac
pliaa, ndn ignalme ai pracas de qiu se comjuoba aqu-1; pugiil >
do u ic.
Viva a ReouMica Jjao Rod-igues Meona
II rre'i. lente- wooei. couiDiauaute.
Noticia o R;o GraaJe do Sai, sob a e..ira-
pbe 'Ixperlenea:
coworme noticumH ia dar-se, ene loou s-
u cijc ti.cia de uatacaoio Ce torpedo.
A o' meio da mi poito. a tone;ei a Pedro
Allonso. uospeo'-u l--o de aru ajc^radouro,
uirui:. o *> a a. Jo do Ni.-te.
All cnegada, ^ob o commaoio do 8r. c:p't5i
taoeote KoLS-ca Kod-H.U38, depoia oaa mauo-
urss oa essarnt, le o Uo(iC6alo da uu do<
eai -pedos qa> p-rco'rou a distaona de 300
iu t os, app-ire vnuo ao lin oo percur-o. t>u
aazat. A^aotalj pelo es ce-, foi ouduziio
nara bordo.
Atxparlaoeia deu o m-lbores resoltada e
Ira uoara ao material enpregado e ao pecsaa!
i> cojo cargo est.
Ai-iraoi o- S a. roximaiduntis da torpedei
ra :'. fajo, o ioiQedia.o da caohaoeira Ca-
ucci r,m e ou.ros oA'-iara dn noaaa fl)ilna.
T.l da A.ejjieli da as ae^oioiea oo-
ti' a- :
S .bemos qoe a sede da 5' gecfSi da Entrada
de Forro qo ua po^co te po nona silo irao--
/arija para U uuni, volt, por l'O'mlaa-
gio 1j -^jueirocbfo. a Inoccioaar aesia d-
Ctade.
Coaata-Doa tamhem qoe j& est en cmhbo
pr. uoi o auxilia: de 1* ca:a: nosao amiga
loi. A-aoj, Filbo.
Ai.ica bem.>
Cometa esta cidade gonnlo pax e trao-
qui. jaOe.
a EoQaosa parece reoaacer no enino da pi-
pol t'io. vicio volta-en ao Algrete uiaitos qoe
deiltj a iiooan^reurado.
E, uarida a jutca dlxel-oeaaa cooSani
e deviaa a< lo-cas aqai estacionadas, cujo pro
cali.neaio, q.e cono aoldaios, qar cono
dHoa ir-eprenenslvel.
jform Diuicioio jo Algrete.
I mnieacti e i-o reeacetarSo os s^as ir.--
BaJ(bM
Ja e-a lempo. *
CAPITAL FEDERAL
Datas at 25 do pas*ado :
O Sr. Hioibtro ua Guerra, ao eotrar do dia 2&
ra fua Secretaria, foi mni o felicitado pelos res
ji c vos poii regados qoe Ibe recordaram as
tra l s qoe praticjo o?, graede bilaibi 2. de
II K.
Do Rio G'aode do Sul, re :eeo S. Exs. o Bf-
gu.i: tclegramma do capio Ayres, sen com-
paob; i.o de gloria* n'aquelle da:
Ao commaiiiaote batera eaquerda a >xtr-
ci'o oatalDa T.yoiT sauda anilgo camaraua e
lompaobeiro cap to av-fs.
No meamo uia receben o governo eala dea
I ero telegrapnico :
Coronel Barman acaba de commnolcir qoe
Sanios Filbo de-t.-ocou completamente uaa T ti
Serraa forjas ioimigai', morreado gr.nJe auaie-
ro de levoltoaos.
Os foKitivos eeto passando o G yo compleU-
Oi"nte desmoralisadna.
Recommeodei a mesmo coronel qoe cffereceg-
sa garantas lgaos ajueliei que se apreseotas-
Sb deoondo amas. Saudaro-s m.
Foram traosfdridoa da arma de Iofanlarli
para a de civallaria, o alferes do 10* b Leaodro Accioli Cavalcaote de Aloaqoerqoe. e
de aadido do I* batalnao de fofantaria pa-a o 6*
oe ar linaria, o altares Autonio Leandro Meadea
Ulbeiro.
Clicgou no dia 21 a bordo do vapor Iiapaev
0 Sr. General lloara, virado do Rio Grande do
Sai.
Ao que consta, ao Paii, sera apreseotado
dentro de poneos das, Cmara dos Depotados,
do importante projecto de le, faciliUudo a Da-
c:.ooaliag&o dos mvios mereanies.
O qoe temos na legislacao brazilem, a reapeU
lo, nao satisfaz oem correspoada < exigencias
da Daasa aHuacio econmica.
O projecto vem determinar intelllgentemeotea
eieco(ao do dispositivo constitucional do pan,
e qce a elasticldade dos praxos tem protelado,
om demora para a organisacio da ooasa man-
aba mercante e com sacrificio dos mais caro*
inieresaes Dacicnaea.
Nem a aologao alvilrada vira aggravar a criae
f b traaspor'es, alias o (ador qne ioflaio no ani-
mo do parlamento, o anco passalo, para adiar
por mais dous annos a etTecuvidade du artigo de
le qoe aaciooalisoo a cabotagem.
lodepeodea'e do praso |a concedido o proje-
c'o abolir monas mposicOea menos razoavea
e extremamente exigentes da nossa legislacao
presente, o que equivale a limitar as condieOes
pira a oaciooalisc;io dos navios.
O projecto nao diapensaado a baodeira bra-
s'.le ra as embarcagOej, nem a sede das direc-
toras das empreza* no Brasil, diepens.>, entre-
tanto, a cirenmsuncia da serem totalmente as
tripola(6rs.
C>mo esla ha pou:as duposiges liberaos no
m porten'e projrcto pa-lamentar, que sera apre-
aeniado pelo Sr. Niio Peganba t ouiroa depu-
tuioa.
Parece a mesma folba, qna o m jo' do af-
t'io-:iaior de Ia cia-ss Aivarj Lopes Micbado
r;fert*ra a 1" claae.
Peti{5o de aabess-corpn-', impetrada
pjio Dr. Generoso Marqoe>, aemdor da republi-
01 no tnennio de 1891 a 93 e poonociado pia
]C:;tiCa felerai do Paran na costanciado sin
rr; n lato, o Supremo Tribunal proferto esta de
C ao :
II" Vistos, expostos e disentidos estes antoa
ex. qoe o Dr. Ma.-oel da Silva Hafra impetra
urna o dem de labeas-eorpns a favor do D-.
Generoso irquea dos Siotcs, pronunciado pelo
jan apecional do Bs'-ado do Paran, como in*
carao no art. 115 i do Cdigo Penal, por ter
imano pane oa revolta qoe se apoderou da*
gcee Estado, e considerando :
Qu-, segundo o art. 20 da CoD8titaia3, os
depntado e eoadores federaos, desde qoe tr
verem recen do dipb a at a nova eleicfto, nao
podem ser presos oenprocesaados crimsoal me-
te, sem previa liceoga de aaa cmara, salvo II.-
grr-Qcij em crlma iuaflaoc>el ; e neste ultimo
caso, levado o processo al pronuncia exclusi-
ve, a aoto ilade p-ocesiante deve rmetter os
actos cmara respectiva para reaolver sobre
a procedencia ot improcedencia da-aecnsaejao ;
Qae o paciente exerceu o mandato de sena-
dor ftderal durante o lienoio de 1891 a 1893,
t si-minando o mesmo mandaio a 6 da Janeiro
tu crrante aoao, data em qoe se proceden s
dovi deigao (cer.i-ao de fl. 3);
Qae dorante o periodo do mandato legislati-
vo do paciente, o joix seccional do Estado ou
I aran inicioo e coodoio o proeesso da for-
i;iao da colpa, proteriodo a seotenca de pro-
gmela em 18 de Notemoro do aoao passaar,
carao mestra a eertidao de fl. 4 ;
Qae, procedeado aeairs, o jnii proceasante
vulou o an. 20 da Consutairao, por oio ter
d do flagrancia em crima ioatiaogavel nern ler
precedido iiceuga do senado pira o procesio io
pscieote ;
Q le a citada disposicao constitucional, con*
sa^rand) urna das iinmumdaies parlamema-
W, reg- aosoluti do processo crimmti,
de cu|a violacio re-alta naulidaue losanav I,
oor excesso da poier e locompeteucia da aoto-
ridade processaote. ;
Conceiem a impetrada orj = m para qna o
piciebte oao possa aer preaj nem suonettijo a
julgameiito om vutude da dita pronnaci*, cea-
saodo assim o conatraogimet>to llegal qce tul
fre.
Cutis ex cansa.
A commslo de verfcaglo de polerea da
cmara dos iieootados lavron pare ^r recoohe*
ceado deoalido ?elo Esa lo de Ala<0'a o-sr.
ArojjG6-, e aiouilaodo o diploma do 8r.
Aribur Peixoto.
0< ore. n-putadoa Nilo Pejaoba. Rivadavia
Crrela e Fraderi o Bjrge' aprefleotaram tma
eoienia BODUtall*a as eoscluaSN do parecer,
aii!ioll.nJj as e eijOsa que J fea ser (ellas
oovmeTe.
A' mesna cmara lo: sp esentado um proj-c-
'o ae le apprj'ao'io os piaooa oe melboranien-
ioi e ob'aa doa ;o tos d Prinm meo, os qu e*
foram o'gaoisdoa pelos engengetros Victo-
Poaruur o Alie 10 liaajv
O p- je:to au onsa b governo a executa' ad-
miuiKi-aiiva-.De i-e *l dra^agam do aa:oradouro
inirt'ni e i:oos;ruc5flo ie caei e qoeora-mr uo
po"io d> RaiiN, qae a'ga a^i var. Alm de oo-
tras medidas aveaiadas, umoem estbele :e i>o*
iij-t'js elix.s Je-limdia lujjIusoj das obraj
do port e soa coaservaglo.
Apuiaudinao, diz o fau, o iniciativa da
caara doa Srs. depalados oe^te asaump'.o, qae
a do mals oalpuaote e elevado loieres-e oacio-
. nal p ,a impo-tiocia qae t-m a capital de Pe
DioDaco r.,aj po lo comnur.ul e uiaritimo.
A meama PcmB* do.mi a :
O aosso estimado compsnb^iro de t abalb
Jovino Ajres f-i bjjten ua a a Copio.Oa.i
aim de cauvalsscer da eufermilala de qae fo
accommetxdo-
O illostra dioico Dr. Fajardo, qns o tem
acivnp' .iii i > dairaoti e oeoca com >odoa os
Cuidado' d amigo pr i'iaa o i !, coata que o
C lario do rea* tao aVaa volUra ana a. U
I b es em orevea oas.
u m'nisteno da justicie negocios do in-
terior expeda o segn ota v.so :
tr. preaidenio do Eatado ae MlaaaGeraia
D'i laro'Vus. afi-D de qu-- vos digueis de baer
cou>t.r ao presto'ule da con^lssao de slisia-
lo-,i.o eieitjrai ae S. Caetaoo oa Va gom Grao-
do. ne-se E talo, em respos'.a a su* consolt
coa'iia uo lli i j e lO des a mex, qua a mea-
ma coonirt) oao pouer allataf sem requarr
meoio ou por coobecimelo proprio ai d i qne o
oidadao te.ua loloria.ueute a- q lalijjjei de
el-itor^ contorm-) orear-.reve a 1* pare do art
14 da le o. 3 de de /iueno da 1892.
Saudd e fravernldaJe. Gon^alves Fer elra.
E-'A nomeado o capitio-tenente Rotolpbo
Ramos Foate para cooimaalar a escola de
apreiizes marino ir s oe Serg-pe, exercfndo
camaljiioamente s logar de ,:>p u. do pono
em saLsii(a'\aj ao.l'jten.Dte Ludgero Beato oa
Caoba atotta.
Foi li lo en sessao de i\ no SeaaJo, o pa-
re e- n. 15 do co'rente anuo aoore os a lo* du
po ler execotivo a reprsalo da revolta de 6 d
etenorj; o qua! ouceoiJo neates termo.
As commiasdea ae coi-t:turyfi j e poderes e
d^ tinaogas, reunidas, Heran presen e a pro
pesi(&o da C v-moro da 1891., qa ^pp'ova oa ac-.o do ooder
execu ivo e s-ua ag-totes, p.-atica-ios por motivo
da revolta de 6 de Sitembro de 1893. A' p opc-
aic*o aeomoaoba nina n<>nagen, druila peiu
ex vicepresidente da reouolica, sutim- itenno a
apreuia^ao do nog-esao nacional 3 decreto-,
exoedi ios de 27 de Setembro de 18)3 a 1 de
Malo de 894 e coja approvacao pedida oas ae-
gnintes liunas da meisagem :
< Aiem das medidas extraordina ias inpostar
pea ecejidada de maoter a ordem e reprimir
a losurrtidlj, oatras providencias uva Ce adop
lar par> imped- que, em tao grave conjuntara,
Bcasaem pa-alvsidos alguna servaos da admi-
ni-tratl). qoe nio unban sido saHi .leiit-me ie
dotados Das lels orcameotra. Consiam oxac
e outras das copas ,untas, qae snbmetio a voasa
apreciago.
Diacta deesa exposicao e da copia dea es de
erutos. Cmara oo* Diputados formuloo a pro
posiQao qae approva os actos do poder execoti-
vo e de eos ageote, remetteado-o ao Seuado
para sobre ella ae proooac ar este : claro que
a approvaao smenie se refe'e aos ac sub-
metudos ao coabecimeolo do poder legislativo
oa forma dos decretos ca,a (opta foi enoada.
Actos ootros que poasam envolver materia in-
constitucional, provldenciaa alm das facultadas
ao cnefe do poder execauvo-e a sus ageotes,
oio podem absolutamente estar locluidos na
o-opoalcao formulada : ons escapam 4 comoe
tencia do Coug-esso Nacional, qae nada ple
approvar contra a Coostiioiao da Reooblica ;
ootos estao f-a da espbera das attriDalcOes do
poder legislativo, porque do sen coobecimeoto
foi eoca'regad o poier jadiciario e base da
organix>cSo da repnblici a dlns&o dos pode-e a,
rom a e.-pcera limitad* das attnbui6es da cala
om. _
Alm disto, nao p61e se pronunciar o Coo-
gresso Naclooal aobre actos que nao coobeuem,
que o&o foram trandos a soa apreciaga\ oaao
uqico em qaa o esnio pds ser eiaoelecldo,
aflm de poder elle apurar qoaes eot-am na sea
com eteocia e quiea esta) sob a jorisdiecto de
oatro poder.
A apreciscio pelo S9oado, dos actos do ax-
vlce-presidente da repblica e d- seas a ge-.les,
por mot vo oa revolta de 6 de S^temb.o, a qoe
g* refere a propos'caoda Caara dos Depotados
oe pode ser ootra seo&o a desees 43 decreto <
que precisaos da approvagao, oo nao do poier
legislativo para p:der regol.r sar si raWc6ss ja-
dtcianas e aaminisirativas por elle* esiaoeleci-
das na vida geral da Nacao.
Para evitar oa tornar efectiva a respoasabi i-
dale por elles, quar quinto ao v!c-president
que o* decretoo, quer quaoto aos ag-totes qoe os
somprlram, o coonectmeuio pelo poder legt li
uno oio lm absolutamente effeito algum os arts
33 3 e 53 da Coostitaigao da Repoblica, bem
coujo o 2* ua le da respoosabilidade do presi-
dente da repblica deixam em dovlda qoe e-a>
reapooaabllidade s se tornara effectiva emqoan-
to quem praticoo os actos esliver no exercicio
do careo de presidente, desde qoe a pena onica
a impor a perda do cargo cem oo sem ncara-
oidade psra aiercer ootro ; a oao app'ovacao
desees actos sobm^tiidos a couneciuitioiu Ju
poder legiflatvo nao lena effeito. algom na bj-
D itbeae vertente, porque nio tena possivei attin-
gir qnalquer procedimento aqoelle qne ja ce -
xon o cargo, pela forma coos uucionai; oem se-
ria ca=o. on^amo para desapproval os, como a
commiss&o dir.
Os aeoa ceja aDp'OvacSo a Cmara dos Depu
tadog propa, e qne cuostam da mensagen do
vice-presidente da rernDlici aSo 03 decreto qoe
foram presenlea ao Seoado oo aono proximj
fiado. Sa>esse os decretos cuja approvacao a
Cmara dos Depntados offerece a deimeraco do
Senado ; comqoao o, psra algaos. seje coniesta-
vel o motivo da revolta qoe jns inca?se o-,
presicebte da repoDiica a expedir esses actos e
os seos ageotes a cumpril-os, fra de dnvida
qoe a maior parte delles teve como causa a si-
tuafiao anormal do paix e a uecessidade impe-
riosa de vencer a revo t de 6 de Salembru.
E como nao mais possivei, en face das dia
pos'cOes constitu:ioaaes, apurar a possivei res-
poosabilidade do Sr. presdeme qaarro aos actos
ana nao tiveram como cansa a revolta, nio pa-
rece de eqnidade discriminar slgons pa-a verifi-
ca/ a respon-abilidade dos agente bavendo
toda a conveniencia em acceitar es^es actos como
foram praticados a sobmet'er-mo nos aos aaori
ficioa qoe, neete pooto. essa maltalada revolta
oos impox.
fot esses motivos sao as commissoes de pare-
cer que a proposito da Cariara dos Depntados,
que approva os setos actma determinado?, tntre
em discossao e seja aceita pelo Senado.Costa
A*evedo.-Lelte e Oilicica. Campos Salles.
Genuino Ponce.Joaquina de Sooxa -Aquilino
do Amaral Liper.F. Macbado.Reg Mella
O Sr. ganeral Carlos iacbado Bittencoari,
sjadaote general do exerelio. e>nvtJoo para sea
assisteale o coronel do es ado.malor da 2* cias-
te Jos adiodo de Noronh e Silva, para aja
dantes de ordena o capitaa Clodoaldo da Poofe-
ca e o lente Francisco Cavalcante e para aju
daote de campo o capiio Joao de Dees OU-
reir.
S. Ex.-, deve lomar to>se co e* go boj-o
amaub.
O coroo-l S>ar Wo'lf '"la com o S'.
general IsjnoCaucio Givao -te Q n-ltig. enroman-
dan! q0 Q diatncio uiilitar ; >at natassoiK o
Ciro de *e:reiano do roeau.0 i sincio e cca-
molart o de ae'-eurin do commando das forcax
em oper^cOM an Rio G'.:U:i tto !M.
L ae no Paz :
Pe aoa de toi.'a a ronaldarai;n e regopit^bili-
iiad^ enejada d- Ja nboqa'ra Dea asevera nn--
o msreouai nao vira, dame no >i r.n'tn a gnu
joru'ies, rpflltlr na .a'"tal Fe.eal, por em
quanto.
U ,0-i'e na runa, a louseliiu de seua iijed
'os, deixar Camboquira or ososa da loteas
lar d<> f-lo qae a li i:o dioi fdalrn -rile, mas
ca residir em una fixei'ia oerlo di esiagao da
Divisa,' oa 1h o clima maia i-a, ie-do nes .
poca do aun -.
= O mlnis'-rio da marlnba baix >a m dia 1\
>in avo, ut cwao'o o auart-i- qne receba' no icia dn f .ll-cimenm de qual ja>-r
otlicial da a'nia >a a da< 'I..8-C8 ainexa-, m-
jnisitar da cooladoria o quaouuuvu parad''.
p-xas do funeral.
Foi pxnedida a segnlnte cir,-o >r :
E re^i'HcacSo a riirnl>- -> 3 1u ^ an Ji
ioi'o do c'reuie" auuo, de la o aos r.-. ch fes
|j rep4-:if6as sooor linazas a s'e miuist- ri .
qu '144 resuial<;Oaa ca< dtamp I >aa o >mros
n> da consumo de famo. deven 1sbjervar a Or-
'' n. ti, le O ae Jonao de 18"3, e nio de
f8J4 cono por engaoo s.s a<-ba indicado na.
-ai- na i.irctlar.-F. ae Paau Rungues Al ves.
Vo\ "on'edid a Po uo''u Soares da Costa
n'iaa de disliocgio oe 1* classe, por b*ver
e.om rtaro 'a prooria i >s, salval > a vida do
od to portoguei HjjPlIuo Forrelr, press a
af:igar ne.
Foi apeneptado o desembareado' em dis-
nnmh'lidaiie J^ronvitiO M riius de Al neida.
TiUMtUFCOES
\OTin.ii9 do un.xila
Sob esto titulo encontramos no Economiste Inten-
naciotial, jornal que se publica em Bruxellas, de 9
de Fevereiro passado Ris seguintes linhas que nos
dizem respeito e que devidamonte traduzidas pu-
blicamos abaixo :
E' com o Esttio de Pernambuco e com o
Recifo, seu porto e sua capital, que hoje ntrete-
remos o leitor.
Consejaremos por dizer que o Recife um lu-
gar de crusamento dos mais nota veis do globo, e,
como o Brazil forma alli urna s:iencia, parecendo
querer approximar-se do Antigo Continente, acon-
tece que o ponto que d'elle mais se avisinha.
Nao admira que os.ta cidade tenha tomado r-
pidamente um desenvolvimento commeroial con-
sidera vel urna vez que dealguma sorte, o ponto
de parada natural e obrigado dos navios, que fa-
zem as viagens do longo curso.
Sob o ponto de vista militar, urna posico
offensiva o defensiva muito importante, destinada
a prostar inapreciaveis servidos, depois de urna
boa reorganisaco da marinhae da installaco de
urna poderosa bateria de defeza.
Como porto, e o centro obrigado onde se on-
contram todos os productos do interior destinados
exportado, e para onde convergem os de origem
estrangeira, destinados a sor ntrocluzidos no
paiz.
A' cerca de ses^enta leguas da costa, acha-se
a ilha de Fernando ce Noronha, trra brazileira
de formaco vulcanica, que tem 6 milhas de cora-
primonto sobre 2 de largura. Nesta ilha onde
acha-se um presidio, exploram-se jazidas muito
consideraveis do phosphato de cal.
porto do Recife iivide-so em duas partes dis-
tinctas :pequeo porto mau ancouradouro. onde
os navios demoram-se por pouco tempe, o o gran-
de porto, onde os grandos transatlnticos podem
ancorar em areia encontrando 10 metros de pro-
fundidado.
Podo-se considerar o porto do Recife como
um dos mais importantes.
E' frequentado peloslnglozes, Allemes, Fran-
cezes, Americanos do Norte, Norueguenses e por
algumas outras nares.
Doze companhias do navegado regular en-
viam seus navios ao porto do Recife :
1." A Companhia Pernambucana do Navcga-
co Costeira ;
2.a Companhia Brazileira de Navegacao a
vapor;
3.'
4a
G.'
7.a
T
United States and Brazil Mail Steamship ;
Red Groas Lino;
RoyaLMi Steam Pachet Company;
Pacific Steam Navegation Company ;
Messageries Maritimes ;
Chargeurs Reunis;
9.a Liverpool, Brazil and River-Plate Steam
Navigation Company Limited;
1 J. T. Harr:son;
11, Adria-Hung trian Sea Navigation Com-
pany Limited.
12. Himburg-Sud Americhanische Dampfs-
chfarts Gesellschaft ; '
A estas devenios juntar urna grande quanti-
dade de navios de nacionalidades diversas, que
nao pertencem a nave.gaco regular.
As ras ao Recife sao muito aportadas e irre-
gulares na parte, que forma a antiga cidade; ao
passo que nos baitros de Santo Antonio e Ba-
Vista, sao largas, espacosas e rectas, sulcadas de
tramways, formando o centro de 3 grandes linhas
frreas, que se dirigem para o interior.
A nao ser o calor dominante, as suas palmei-
ras e a existencia de sua llora notavelmente rioa,
apresentaria o Recife o aspecto de urna cidade eu-
ropea
E' urna das grandes cidades sudamericanas,
onde se acha todo o conforto europeu ; excellentes
hoteis, belsimas ras, e o passeio dos caes apre-
senta aspectos verdadoiramente grandiosos.
Em 1874 a popularlo ra avaliada em 130,000
habitantes; hojeacredita-se que attinjaa 180,000
almas.
Esta bella cidado possue jardins pblicos,
theatros, bibliothecas, grande numero de socieda-
des beneficentes; associacSes httera>rias entre as
quaes o Instituto Archeologico Geographico, me-
rece mencao especial, oelos seus esclarecidos tra-
balhos, concerno.ites historia do Brazil e kis-
toria local, a cujo estudo se dedica ; urna Facul-
dade de Direito, considerada como a segunda da
Repblica; uingymnasio, hospitaes, arsenaes de
guerra e de marinha; um estaleiro de construegao
naval; urna bolsa de oommercio ; numerosas ty-
pographias e grandes jornaes quotidianos, entre os
quaes devenios citar o Diario de Pernambuco, a Pro-
vincia 6 o ]omal do Recife.
Mencionaremos ainda urna importante esta-
cao o telegraphosubmarino-transatlntico, pon-
tes magnificas e belias egrejas.
Eis a nomenclatura dos principaesartigos do
exportaQo : assucar, algoda, agurdente, alcool,
mel, couros, abacaxis, caoutehouo, caf, sementes
de algodo, esmentes de carrapateira, tartaruga,
oarnaba, charutos, Cigarros, cocos, courinhos e
pelles, farinha de maadioca, colla, graxa, madoi-
ra, medicamentos e drogas, diversos metaos, mi-
lho, ouro, ossos, passaros preparados, pennas,
amido, chifre, prata, trapos, cascos de |boi, vas-
souras de piassava, pao brazil, plantas vivas, ta-
pioca, tucum, castanhas, cumar. fcla, queijos do
sertao, uruc e xaropes.
Podemos ainda juntara estes productos ama
grande quantidade de passaros e animaos domes-
ticos, comprados por todos os paquetes, que tocam
em Pernambuco.
Com relacao aos artigos importados, a Franca
fornece urna grande parte, que poderia tornar-so
mais consideravel; manteiga, papel, conservas
alimenticias, chapos de palha, roupas brancas,
calcados, quiaquilharias, linhas, licores, estofos
de algodao ; vinhos, leos, perfumadas, sedas, etc.
constituem os principes artigos pedidos s indus-
trias estrangetras.
Pernambuco possue numerosas instituicSes e
estabelecimentos finaaceiros, bancos, sociedades
do commercio, agrcolas e de seguro contra fogo.
As tres principes linhas frreas, que se diri-
gem como dissemos, para interior, sao :
1." Do Recife ao S. Francisco (270 kilmetros);
2." Do Recife a Limoeiro, (Great Western of
Brazil) com um ramal de Nazareh a Timbaba
(127 kilmetros );
3.' Do Recife 4 Ca.?uar ( 140 kilmetros').
Accrescentaremos a estas, a de Ribeirao a
Bonito ( 22 kilmetros ) e duas linhas suburbanas:
1. Do Recife a Casanga (30 kilmetros);
2." Do Recife a Olinda (14 kilmetros) ;
Varias linhas de tramways, destinadas ao trans-
porto dos passagoiros e das mercadorias, ligam as
estacoes de caininhos de ferro com os centros
commerciaes do porto.
Por estes detalhes, pode-so calcular que Per-
nambuco om urna palavra, urna cidade admira-
velmente situada, que tem tomado grande desen-
vol vi ment, u'estes ltimos annos, e que a sua
posicao topographica, si como se espera, tratar-so
de aprofundar seu porto, a collocar na ordem de
um dos primeiros do mundo.
Este Estado muito estreito de Norte aSule
prolongando-so do Leste para Oeste, tem cerca de
270 kilmetros de littora. Sua populacho de
1.374,000 habitantes. Podemos dividil-o em 3 zo-
nas bem distinctas :
A zona da Matta. muito frtil, ligeiramente
accidentada, coborta de grandes florestas o regada
por dez grandes rios e seus affiuentes,presta-so
culturada canna, do caf e doscereaes.
A Catinga ou zona dos planaltos, chamada
tambem Agreste, urna regiao inontanhosa, espe-
cie do ramificaco daSerra da Mantiqueira ; ape-
zar da aridez do cortos terrenos, produzda rnuitas
vezes pela socca, esta zona presta-so cultura do
algodao, do fumo, do milho, creaco e indus-
tria pastoril.
A tercoira zona, chamada Sertao, margem
esquerda do S. Francisco, mais secco do quo o
Agreste, e ainda que menos desigual, todava to
secca quanto elle.
Durante urna parte do anno os rios seccam e a
vegetacS-o resente-se por consequencia ; na outra,
o verdadoiro terreno dos cactus e outras plantas
persistentes que conservam todo o seu vigor, em
quanto que outras morrem.
Apezar d'esta aridez apparente, esta zona
banhada por urna grande quantidade de rios o seus
alfluentes.
No Estado de Pernambuco, colhe-se excellen-
uva e faz-se vinho muito apreciavel; certas vinhas
dao duas colheitas por anno. Essa cultura desti-
nada a tomar maior desenvolvimento, promette
ser excessivamente remuneradora.
A immigracao achara egualmente, n'cste Es-
tado, um ca.npo immenso de exploraco. A so-
tjiedade do immigracao, de Pernambuco, que tem
sua sede no R.'cife, ra do Imperador n. 31,
obteve do governo e da administracao, med las
inteiramiute novas n'este sentido. O Estado abri
um crdito de 120 000?000, disposicao do Gover-
no, destinado compra de torras bem situadas,
afi.n de installar n'elfas, centros coloniaes ; e em
16 de Fevereiro de 188) a fazenda da Suassuna
para esse fim por 70:000$003.
E' n'esta grande proprtedade que actualmente
medem-se o dividem-se os lotes, dos quaes os co-
lonos podem tomar posse e, por preco commodo.
Estes lotes podem ser pagos immediatamente, ou
em cinco prestaces annuaes, podendo comecar o
pagamento no principio do terceiro anno de sua
installacao*
Os auxilios concedidos aos immigrantes sao
os mesmos em todos os Estados, e, como j nos
oceupamos largamente d'este assumpto, em outros
artigos, d'elle nao trataremos hoje.
Nao resta a menor duvida, diz Mr. Alfred
Mare, em sua obra O Brazil, de que extrahimos
estes dados, que o colono europeu tem diante de
si um bello dominio a explorar, urna vez que a sua
installagau faca-se por sua propria conta.
A cultura dos cereaes indgenas e da Europa,
dos legumes, dos fructos, priraeiro que tudo,
susceptivel de magnficos rendimentos, a quem a
emprehender como homem resoluto, intelligente,
engenhoso, e^accrescentaromos um pouco desen-
volvido.
A immigracao nao deve ser feita 'pelos enfer-
mos do corpo ou do espirito.
Os operarios propriamonte ditos ah acharao
lugar igualmente ; a industria nasecnte e notam-
sej importantes fabricas de tecidos e outras.
Urna nica companhia de fiacao, gastou......
278:207j|806 parasua installacao : a empreza com-
pleta actualmente a sua obra, editLoando casas
para 230 operarios.
Citaremos ainda. .rpidamente, as principes
cidades d'esse Estado, que sao: Triumpno, Olinda
a antiga capital que data de 1532, Aguas-Bellas,
Gloria de Goyt, Goyanna, Pedra de Fogo, Escada,
Victoria, Bezerros, Granata, Palmares, Garanhuns,
Nazareth, Limoeiro, Carvar e Bom Jardim.
Terminaremos esta ligoira exposicao com al-
gumas cifras comparativas recebidasem Dezembro:
ALFANDEGA FEDERAL
1894......1.669;002064
1893 1.644;592S539
1892...... 1.769;648S457
1891....., 1.027;407$778
1890...... 580;562S862
ESTADO DE PERNAMBUCO
1894 ...... 516;9S7$362
1803...... 621;077$543
1892...... 711J248S022
1891...... 658;858$183
1890...... 349;694$053
Eis o rendimento dos dous ltimos annos \
ALFANDEGAJ
Em 1894 .*!.... 19.515;586S915
Eml893 ..... 18.338:617*558
-----------------------
Differnca para mais em 1894 1.176:969;387
O excesso de 1894 representa 6.4 por conta da
receita de 1893.
ESTADO DE PERNAMBUCO
Em 1894 5.251;497J218
Em 1893.....4.914;796g823
Differenca para mais em 1894 336;700$395
O excesso do 1894 representa 6.8|por conta da
receita de 1893.
As medias das receitas durante os diversos lus-
tros decorridos de 1874 a 1893, foram as seguintes:
1974-1878. 9.358;116g939
18791883..... 11.389;1988lo51
1884-1888..... 10.983;53064O
18891893..... 12.856;981*236
Eml894..... 19.515;586S945
ESTADO DEJPERNAMBUCO
18741878..... 1,721;411S600
1879-1883. 2.593;940$474
1884-1888..... 2.056;863$9I1
1889-1893..... 3-555;257$045
Em J1894..... 5.251;497$238
CHKOiNLOGIA
COLLECCIONADAS POR
lelchisedech de Albuquerque
Lima
Dia 1
1613 -X frente e urna pequea expedico
parte de Pernambuco Jeronycno de Albuquer-
que, para expelhr os francuzes do Maranb&o.
(V'hI. Eph. de 11 de Fevereiro).
1684 -Matbias de Albuquerque governador
de fernaubuco parlicipa aos governadore de
Portugal a tomada da Bahia, pelos hollandezes,
1S7-E' elevada a cathegora de villa com
0 noiue de Villa Formosa a povoacu de Seri-
nliem
1641 Escrcve Nassau aos Estados Geraes
participando ler mandado oceupar a capitana
de Sergipe d'EI-Rei.
18S5CReune-se a carona municipal do
R;cife e nella comparecen) deputaeces de lcdo3
os corpos etn guarnico, do povo e clero
Nessa reuniao lavrou-se urna acta declarando
todos que a provincia de Pernambuco de sua
livre vouiade reconhecia o principe D. Pedro
como chtffa do poder execulivo no lirazil lao
independeuto como seu pai em Portugal
Esla acta constitus o documento mais lato
e explicativo que al enlao se tinha lavrado no
Bray.il sobre os negocios do lempo.
Feilo isto a cmara dirigio-se ao palacio da
Junta Governaliva para que soaccionasse ao seu
acto.
Depois de urna longadiscusso ficou decidido
que a Junta sanecionaria o ac o da cmara.
1 vid. Eph. de 2 de Junho).
1835 -As.sume a administracao civil da
provincia o eoTooel Francisca de Paula Caval-
cante de Albuquerque, que governou at 1." da
Fevpre.ro de 1837.
1859Toma pose do cargo de chefe de
polica o Dr. Tristao de Alencar Araripe.
1869 O Dr. Araujo Beltrao, deputado a
assembla provincial de Pernambuco, depois de
pronunciar um brilhanta discurso, quando se
discuta na mesma assembla a concesso de
um crdito de 20:0038 para aux liara libertario
dos escravos, apresen a um documento frrna'io
por elle e outros membros de sua familia, de-
clarando hvre os veotres de suas escravas.

EVISTA DjARA
iScnado de Pernambuco -l-ffe uaua
e uoul-i u 38.* .i s-.io o ..ra 03 a p-est-
leucu do Exm, Sr. Dr. Fraociscj Teueira d-
S.
Kstiver^m presentes os 8r-. Ba'So de riaza-
retb, Saiaaar Misco.ao. Alnioc Silva, Antonio
Pernambuco, Albino Vi i a, Regoein Costa,
l'elxeira de Si, Hercuiano Baudeira, Eduardo
w 0 ivei'a, Cousuncio Poolual a E.-mino CjO-
tinbo.
foi lila gen 'o, sem debate, app ovada a acia
la aess^o aulrceriente.
0 Sr. i. s-ceiario proceden i leitora do
-aetUl Id ^soe'iieole :
Ui> oBlj do 1.* secretario da Cmara dos
Deputaioa remett-n !o om exemplar de cada
ama dus aegoiotea resolagOes oa mesma inicia-
iaa oei.ja j-jecio* denle anno numero* :
N. 11-Aucicruando a despender--e 40:000/
o*r.- h aanaHaac*a o'agua a lugar Brejo Novo
oo Qom i pa-a a cuade ue CaruirttA' 4.'
Com iiji-sao.
N. 8-1 lem 6:0001 com a coocloaao^os tra-
baiuos ae qae n---e.si a a Casa dd CarTdade de
Carua- A'4' Commiaso.
3 51dem a quaotia necesaria com o:
onceno* e melUorame i'Oi Ua* e.-trauas de ro-
agerji t pones do 'ian-A' 4.* (Jommissao.
N. 53-1 lem kU 20:100/ c.m a coostiu cao
i ouj3 caaea oa ouaue de BarrelroaA' 4.*
Comaoisto.
N. 01liem a aposentarse edm todos os
vencimenios o porleiro da Biblioine a do Esta-
1" dalWM Honorio Bezerra de MenezesA'
3.* C mmls*ao.
fl. 64 I i-"n a despender-se uo crrante ex-
e-cicio 30 0104 pjr a consi'oi-gao decmica-
aeu oa cua ie de Tlmbatiaa' 4.* Commisso.
N. o-Fxaodo fj-ra puolica para o ex*
erciclo de 1896a' a.* Commisso.
Na 71Declarando qoe o Vice-goverosdor do
-.siud j i er -en-ra o naaorario de 12:009/ an-
ooaesA' 3." Commiesao.
N. 76 -C^ncedeodo a Clara Umbelini da Re-
sarreigao itupeosa de idade pira matticular-je
o E*"-. la Nriui-A' 3." Commisso.
M. 79Auctoriaando a conaiderar-se em dl-
oontbilidade o professor publico Joao Cordeiro
Foajeca ue Medeiros \' 5 Commisso.
N. 82 B erando a peoSo do ebefe de sc-
co aposeot.do da extiocta Secretaria do Go-
eroo Clementioo Ptrlsmeno Hanriqoes da Sca-
a A' 3 Coaimlssao.
>". fc8-Eiefando catbesoria de cidade a
viim a Serionema' 2 Coaamissao.
N. 94-Extiogalodo as divias decalcaren-
.o do Rec fe. anierives 11880, oao escripto-
rada* no TnetioroA' 3.* Commist-as.
M. li -AniiO" ssono o g^veroauor a aolicl-
lar a ioier*eeio do Ministro e Secreiario dos
Negocios do Exierior para dimtootcao doa obs
obre a tmpor'agao de arencar as Repblicas
do Uroguay A-geotina e Chili. podendo asso-
mlr compromi ao de favorecer a io>porta(So
oeste E a' 4* Commisso,
N. 119Deaimuioao desde j alleraativa-
m nte utre oa doaa tabelliies de Agua Preta
todos os feios .civeis e commerciaes, proces-
saoos oos aginnos daqoelle municipioA' 2a
Commisso.
Oatro do mesmo commonicaodo ibaver aquel-
la Cmara adoptado com urna emenda a resu-
locio iniciada oo Seoado pelo projecto 0. 5
leste anno -A' 5* Commisso.
Oatro do Secretario da Fazenda devolveudo
imdefenda a peuco da Imaodaae de No-da
Seobora da Boa Vlagema' quem fez n rrqoi-
sicao.
Paejou-se ao expediente dn Sr. 2.* secretaaio.
Foi li-'o, iodo a iu p-imir om parecer, sob 0.
86, da 3 commisso, concluinao por apreseutar
um projecto qoe receben o d. 18, cencedendo
um anno de licenca enm ordecaao so b cbarel
Lu Nao bavendo quem qoizesee ulilsar-se da pa-
ara na 1.a bora da sesso, passoo-a a ordem do
ata.
Scbmetiea-se a 3.a ditcusso o projecto n. 16.
deale anno (C nservaicrlo Mus cal de Pernambu-
co), sendo approvioo depois de ter orado ss Srs.
Ai odo Meira (i vetes), Antonio Peroamooco, Er
mino Continbo. Baro de Nasaretb e Constancio
PnntuaS (2 ver.-), vindo a mesa as seguintes
emsndas que apoiadas entraram em di-cusro
sendo as de ns. 2 retirada, 3 e 4 rejeitadas e 5
approvada ;
N. 2. Soopnma-se no 2 do arl 2.* a pala*
vra nato.-D". Pootoal.
N. 3. Ao art. 2.* 2.j8npprima-se a palavra
nao. E.'.Continho.
X. 4. Suppnma-se o 2. do art. 2.A.
Mein.
N. 8. Redija-se o 5 2. do arl. 2. do modo
seguate:
No provimeoto doi logares de professsores ser
- permiltido cootractaro mais como est oo .
-Dr. Pootoal.
Ap/rova-am-se, sem debate, em 3.a diecu;sao,
indo s 5a commisso para os redlgir os seio.
tea pareceres:
N. 72. Creando uxa Escela de Engenbana.
N. 06. 30:000/ para a constraejao de ama ca-
delaem Palmares.
N. K. 10-010/ para a construegao de ootra
em Itamb.
Entraram em 3.a discosrto os pareceres ni. 58
65, aeolo adlauos por 48 boras ambos, eate a
edueritneoio do Sr. Hercolano Bandeira, teodo
o', do o Sr. Albino Meira e aqoelle a reqn^imen-
o idntico do S*. Constancio Pootoal.
Dana e bora o S*. presidente levantou a fe lo
designando a aegnlnte o-dem do dia: dtecoaBao
i* euiecda ao pro|ecio o. 16 em 3.', 3.' do ra-
'e/^raa 66. 67. 68, 81 e 76 a 1* dos de os. 77
a 82.

m








Diario de Pernambaco Sal hado i
de
Inulto de I SOo
Cmara dos DeputadosEflVctuou ge
hooia <>' regimeuUi 51.* sessao son
preeideacia -Jo 8f. Dr. Joa Marcelino da Rosa e
g Iva teodo comparecido os S-s. Aff 0"> de Bar-
roa 'Elpldio pigneredo, Biaoor le M delros.
A'a'"i > Lima, Jos Marcelino, Jolto Aotero, Godc-
f-ed Mobcoso, Plnbelro Ramos, Rodrigues Porto.
Aa'.ooio Vicent- Jonior, Moita Silveira, C.lso de
Soasa, Pereira da Silva e Jcajnim Giimaraes.
Diixa ae se- lila a acia da sessao aotecedeote
por falla 'e uomero pira votagao.
O Sr. 1. secretario da coutajdo segaiote expe-
diente :
Peiicao de Franco & '., propon illumioacao da c.dade de Jaboaiao por meto de
f coa lectricoi, e reqoereodo qae pira dito nrr>
se aolonae ao govetnador do Balado.A 9"
comm'Bsao.
Oaira do profeaaor Sim.io Henrlqae de A'ao-
jo, reqoereodo aue ae mande lnctuil-o no qoairo
dos profeaiorea de qoe traUoari <2 o.
dlsposigfteB transitaras da Consuioigao.-A 8
""^aii^aaicnado do negociaos, de sellas,
correUs etc., reqoerrodo modlBcacSo de inopes-
toa. A' 3." commtssao.
Foram lidos, iodo imprimir do, t""*"
da 10. commissao sob os. 15 e 152 dandoa
dacgio dos proiectos os. 57 e 33 do corrett
"Sao bavendo qnem se qniesse ntilisar da pi-
la?ra na bora do xpedieote e teodo-se verltlc.-
do nao baTer numero para votagao. passoo-ie a
rFom0eoc8rradas8em debateasdtcnssoes dos
re?aarR..iii ..,.*,. o.
ne. 30, 37 52. 77 e 81, e eui 3.* o de o. 15
0 Sr. Alfonso da Barros oblendo a pa!ara pe.
ordem reqoer e looceltdo adiamento da dis
cnssio dos pareceres de commisses.
Nada mala bavendo a tratar o b". Puente
Ie?anta a aessar, dando a seguime ordem -o
!.' diseossao dos proiectos os. 3 ,109, II*. U5.
lfSm noca do erreada apreseotada pl.
Sanado ao p'ojecto c. 21.
2 discossiu dos projecios de ne. 9, iw, M9
elOl.
InauKtiraeao da linlia telegra
lite* Vil Doolem logar loaoguragao oa
*un. qoe se estende a Petrolioa, ligando asstoi
esseexiremo do E*tado a el,cPll,,.il- u
O facto foi oo lo festejado ..'aquella vill-, coja
popolacao rejuniia-se com raiao .,,
Os Ei-s. jo'i de direiio e p'otootor e o pefe.-c
de municipio congralularam-se com o Exm. M
veruudor, transmitirado lbe os telegramm-a se
8Uipc8trolin.,3l de Mam de 1895. s 2 boras
da tarde-GoveroadorRiCif. *..
Saodamos, feliciUmos benemer.to gove estacn poia jubilo.a lnaoguracio da OMafOO
telegraphica. .,
O loii de Dir to e o Promoto-
. Petrona. 31 de Maio de 1895, as 4 .Huras e
20 minlos oa tarde-Govern*air-tteciie.
Em nome do Cooceino Municipal vos relleno
pelo uiauguragao ca estagao uieg.apnica MM
Sonta Janior. prefeito.
O Tambera oa Sr-. Drs. joix oe .relio e proino
!o uvaram a genules de dirigirse a 038, iran-
tmittinao-noa a-, soaa coograiulacOes.
Agradecemos Ibes as expr.sses beoevolaa,
aoe perminir-ooBOo aqol aa cons gueaos.
. Petrolioa, 31 de Maio. 'as 2 boras da larde
Dia'io de Pernambuco-Rectfe.
*;onr,iulmc-oo8 cono o poto pernaoabneano
pelo aoapicioao acootecimento, propulsor de lu
e de progresso. oe qoe acabamos jodiiosos cr
ser teat-moobas. feluiUndo os trimeuoe ma-
gia ra os do Bsiado e da Repobhca. e a im-
prensa qoe s brilbantemente representaea.
O Jou de Direiio o Promotor.
ElelcoAbaixo poolicamos o resollad,
cenea o da eleikao a qoe ante-nontem se oro-
c^deo oo i" di-lricio para um depotado ao loo-
i-fiso Federa). _. ,
Continoam a ebegar notlciae de ter o Pie.io
Corrido em plena pat.
IMllE&Cift
Bol^a twmaiierclal <-5 Pernam
buce
ictaoBks oFFiaiaa jonta aos avaallMH
traga ie Hect/e, 3i de Mate de :SH5.
Csmbio soore Londre a d|v 9 3|l6 d por
1J0O0 a> Banco.
O presidente
Aa ios lo Marqoes deAmorim.
O secreta rio
aanoei Go*cai*ea aa Silva Ploto.
CfeMblo
Praca de Racife
Os Bancos abriram com a Uxa de 9 1,8 sobre
Londres a 90 diaa, realisando-se transacjaa !
mitadas ... ,
De urde o Loodon & B-aslllan Batk saccoo
qoantlaa regulare a 9 3|16, relranmoo-se em
3eolda para 9 1,8.
Em papel earucolar boofcram pequen n trans
accoea a 3|16 e 9 l|4-
<;taces de generes
fara o afrtcttUor
A.8sucar
272 votos
131
Gamtlleira
Resaltado to al
Dr. H-rcalano Bmi.ira
Dr. Carotirj d Gicni
raimares
Nao boove eleifio na secc4o de Pregaicas
Dr. Hercalaao Baodeira 577 voro<
Dr. Caroeiro da Gooba 91 *
Darreiro$
8 boove elrlfJo legal em S. ot. Ni ci-
daus e em oot'ia secedla 0< aa'ooouisias l>-
vraram as acias na vrapera da eleicao, cuo'or
me os teiegraumis qoe abalxo poDlicamos.
Na seccao de S. Jo* o reaaitido foi o sa
gaiotn:
Dr. Hercnlano Bandelra
Dr. Uarneiro da Cooba
Qulpap
Resallado conheeilo
Dr. Hercalaao Banieira
Dr. arueiro da Cu-iria
Ipajuca
Resoltado total
Dr. Hercalaao Baadeira
Dr. Cirneirj -ru Guana
211 votos
i >
278 votos
3. .
292 votos
57
l'.arrm-os, 30 de Mair.
Raceo'do ie 7 bora- Ja comba decoje-Dr.
He-coiano BaOdriraSacife.
C'rais e Mona Cabra* actas lavradas a-,-
ter ormrote. S. Jo tivemo* 2u, adveraario 2,
Barreiros, mesa levantou-so. vunOcando-se apa-
racio fraudada.
Tote-tatu-, obteado recibo.
Tambem proieslarem}' tabel a> elei^o Ca
ri5 Malta* Cuna. -E.< icio Combra.
Conhitinhj
Sec(6es da villa e Gijcerlo
Dr. l eilaoo Baod ira 2 0 votos
D Caroeiro da i'onna 29
Rio Fot mizo
Falta o resoltado da 4 seccaj
D Hirco aoi Bandelra 129 vd'.ob
Dr. Cjroci.w a* Canba 146
Recaplutago
Dr. Hercalaao Bandelra 1989 votos
D-. Campiro da Cansa 40
Dlrelfas de exportacao -e.,ra v-
ohecimeuio a*M nter- Sdri, ir*ncreerro e'n
-escita a oecirao puideada ao Diarto Offtcal
de 22 do correte, pela quil o Sr. Minio.' j d
Fainada declara serem as rU ondades eiUduae-'
as uucas compit-ates p*ra tomar cuone-
cimeoios de qualqoer ie lam:()o ia proles
to relativo ao< or iios de xpi-acaj. raDeo-
io aos Estado* prurnn-r i a re^adacao des.ee
de biminla com a im leglslagio liseal:
llim. fcxa. Sr. M nis'.ro aa r^t^ntaOs
aDaixo as-lito dos, oegiciao'ei expjit*aor>s,
eriaOrle iios oesia prayi. teodo comprado avo<
ladas qaaotidades de cat, nadando roaior pr
Coa cooflados r*a aotjl acao dada por V. Exc.
para o' embarques, de acnrlocm oa de-pa>
coos ii<"es qo-* no'-u i,, le am em ama ta-
na no Jornal do Commercio de bootem, a notl
ca resnmioa oa roniau la commissao o- re
preaeoiaales d. 8 Bs na qail ae todira qoe
o* embarques raseidos nos drspacno< l< lam ser sas|0 isos.
Nesus cor aioes, veem os abano aa'igoados
coro |todo o rraueiic, ii-c-a-a V. Exc. qoe
pr'jt-starao contra a eifcofj Inmediata de tal
reie'oco e lerSo de \>- nr a uideioriisacao cor-
respondente ao valor dos prejuizos qoe Ibe*
rerao caoaados.
Rio de Janeiro, 20 de Ma chle Brohers, por procor ci, J DJi* Keraedy.
Hard. Raoi & ComoJjnn Braaph-rj & C.
por proco ra 3), J W. Doaw & CW. E. Bo-
cb, por procur cao. James Matlbw & C. -D. L .
combe & CW. F. Me L nognlm & C, por
prjcuratt J.inn .". Krogb L vering & ,
Paria Cmr.a & C, -Phipps Irmao & CFiauk
morln & C.
j O impos o de exi ortagn penen em ao< Es
tados, B-udo permettl-io aos do Espirito Samo,
Minas Geaej, S. Pauto e Rio deJ-neri mr
lor>;a na lei u. 25 de 30 de Dexem to de 189 >
proced.rem a arreca .aao Cierta cap -I de Uar-
mooia com a soa leeislaca fl-cai. o* cu >pn-
cantes dnvem. pois diri ir oa shui .rul-sto- a-
aaioridsdes e^iadaaes a qoe o negicio u.tere
Str.
R ode Janeiro,! 21 de Ma o de 1893Rjlri^ues
Ales.
Congrcssj Daamatlco Beneleen-
le Ei. sojieddje ifraiOHilca nos fes Duoteui
iuo'oso cinHe para ass stirmos a (esta que
prepara oar* solomoisar o nea ll.* aaoive solo
ao da 9 deste mer.
So oo. gratos a essa floeita do Coa^resso Di-
a a'ico.
Theatro Santa laabel -E' amai.na
qo- irui uir r |ire>eaa{a>i do Pbantasroa
Braoco n > apectacalo coti :l- ynco qae se rea-
lisa oes- Ibeatro.
I ni uticos da ordem- O Sr. sQDdelga4o
da lregue*i* uo lie.ifi pioiidca os e^uinies
individuo* :
Aa'.t-'ootem J. J JidJ a.s N' Ljh o Aoa-ij Eiua'do
ii- Ouver* que audavaut veodendoobjectoa fur
Ud', seodo esses upprenoo.iido^ iepj-''a'iu-
naqoella snoiei-kici, .tim oeb erem entregues
ao C'.mpetente don .
Alfandegra fdgam-Ki hojn nessa repartl-
vaj, us to u.-aii da 'uaona as 2 bors da tarde
as segaiotes fainas :
Alfaoega.
Exe'Cito.
Eoenneiros ca< Estrauai de Ferro e dos en-
henos ceotraes.
Forja oaval.
Kacoldaae de direlto.
G'iarda mora.
Justina Federal e Formulario pa
ra o Jui/o federal Acua oe vir a pu-
otiuid.oe, ua CapiUi o Hepoblica, e-" lame oO'a devisa a p.tflciiQoa oo S. Dr. Ca-
valco e de Mello.
L' ama oo-a de recente allitdade, contando
leg'.slagao e dat'i3al. fo-rnuins ma'Cba pro-
cesbuars no julso seoc.ioaal e uo T ib mal Feoe-
rai, o que e oasiaote para earauer zar a sui
ljjuortaucia.
Recojimeolamol-a, poi-, ao publico e --peci
a'meute :s pes^oas do loru, qoe oe-U encomr -
rao normas de annii-agao oa le n. 22t de 20 oe
jfeiuoro de 189a, que coinpletoo a orgaais^-
ao oa JiMICa laicr.,i, oa pine couceroeuien a*
I fies oe direiiLS pelas auto.'idaces admiust s-
tivas na (Jjiao.
E recoiujji'ni "n;n como o latamos, precio
Si ira.lilj du S D*. Cavaicantl de AI lio '-
sigualauio* acii.-.e o mesmo a veo a oo R.o
de J .ueiri, n*a pnuco>-a ivrarias, oo senp-
t ir o da >idade do Ri w e deoo-i'u r d*a
iiu-ives 51, I- andar, pelo preco dr 3i00 cidi
exeTinia' n'0''H*di
Rendincntos puMicasNo mez de
Maio lido loraiu arrecada'ios :
Alfandega F.'.deral
189> 1.663:32-1*030
94 !is'J:4.jS*003
93 1 Ai i:850al60
92 1.012 32.5*411
91 701 260*7 ._9
Estado de Pernambuco
1895 559:918*730
94 'H0:Ojr*53S
91 2/9 017*J*J
92 321:146*230
91 222.75J731
Telegrosninas retidos Aduana to re
lliloo Ua ti-p.r..i^ ttstaii uui TelegrapOos 08
seguioteB aviso*:
De Aogicos para A'i iiiy.
De S>mos par* Porcell.
Do C-ara para Cmn'o Mariobo.
De L. M iciiado pra T luuai Cello.
De Biireiros paia JalrS.
no R o par jinn.i.
Di li.nu (a a M.f a Dores.
Uo Ejsi-oro pa-. Vi'^n'-e Fernande?.
De Natal p*ra Jo- Xivierae Sooi..
Uin aviso para Boro* Coiiunbc.
tinas por 15 kilo*. .
C'istallsaili per 15 kilos
Branco, ideo dem. .
Socteoos, ilem, dem >
Masca vado dem, dem.
oto seceos idem, dem
Broto melado dem, dem
letame, dem dem
* a
* a
4*400 a
3*400 a
2*40* a
* a
2*31*0 a
1*900 a
*
5*800
5*800
3*000
1*640
*
2*400
Ui-o
Alendao
Fo negociado a 12*000 por 15 kilos.
II
> pipa de 480 litros 218* venda.
Unardenle
Por pipa de 48 litros 130* venda.
roa
Seceos salgados na base de 12 kilos 850 rls
Teoda.
Verdea a BJ3 e 600 rls, nominal.
Carnauba
Cola-ae de 23* 35*000 por 15 kiios.
Mei
Por 100*000 aomloal.
r*!ELLA DAS "ENTRADAS DB AP-
SUCAB E ALQODaO
Mez de Maio
Barcada!
Vaporea.....
Animaes.....
Estrada de Ferro Central,
ioem de S. Francuco. .
oem doLimoolro. .
Sotnm*.
Das
1 a 27
i a 28
1 a 28
1 a 28
1 a 27
1 t 25
A88U-
csr
Saceos
35833
3500
3587
10370
61705
5572
126567
Alga
dio
Sacca
968
2610
100
2585
3984
HU25
21264
Exportaei*
Recire, 31 de Maio do 1805
Para o exterior
rio Tapor inle Actor, para Ltverpoil,
carregaram :
F. Carneiro & C 244 saceos com 18,300 kilos
de asBoear masca vado
C. r. Csacao. 1CO0 saceos com 75O0O kilos
de assacar mascavado.
No vapor iogiex Ceirease*, para Nw-
Yjrk, carregaram :
B. Williams & C, 6000 pelles decaroeiro.
No vapor allamao Paragnasso, para Ham<
bo'go, carregaram :
Bornielman 10.122 kilos.
Para Lissbce, carregaram :
C. de Es'..vi, 500 raecso com 30 633 kilos de
sljcdo.
litros
M. Lima &. C. 150 saccas com 15.163 kilos
de algodao.
A. limaos & C. 150 saccis com 12 0(9 kilos
e algcdio.
A. ne B.-ito 1C, 1 bm.l cjcq 50 litros de
agoardeote.
Na Daica oo-oe^oeote Cao, pala Esta-
dos V dos, car'egarara :
P. Caroeiro C 4,500 saceos com 337.500
kilos de assacar mascavado.
Para o loienor
No patacho sllemao 'Mara*, para Paran-
gi<4,Ckrregarm :
E. C. Btrai Irmao, 550 saceos com 33000
kilos de *rsocar Ortico e 300 oiios coui 18.000
uilos de dito mas:avaue.
No patacho nacional Jame*, para Porto
Alegre, carregaram :
A. I miuB C, CO pipas com 29,557 li.ros
de agoardeote.
no vapor nacional I'aliba*. para Rio de
J.a-iro. carregaram :
M. S. Mala, 30 saccas cem 2,172 kilos de
algodao.
L- A. da Costa, 10 000 coro- trocla.
Nj vapor oaciooai Capioaribe*, para San-
tos, carregaram :
P. Alva c C, JO'isiccos vasios.
J. T. Crrnrj, 75 barricas com 4 500 kilos
de assucar reHaado
C. de Bsiiva, 3C0 barria com 26,100 II ros de
agurseme.
P. Ferreira & C. 20 pipas con 10.400
de alcooi.
Para Rio de Janeiro carregaram :
P. Piolo agmrdenie.
Le vo & orelra, l00 saceos com 60.000 kilos
de seaocar braoco.
-- No vapor iogiex C. P. in:e, para Santos,
carregaram :
N- Mala & C, 200 saceos com 12 000 kilos de
assacar mascavado e 200 ditos com 12.000 ditos
de dito braoco.
Para Hio de Janeiro, carregaram !
A. Ca doso, 1,300 saceos cem 78,000 kilo*
de assncar braaco.
j. da Co ta Ferreira, 50 pipas com 21,900
litros de agoardeote.
No vapor atiemao Capoa*. para R'o de
Jaaelro, carregaram :
M. F. Leite & C, 800 saceos com 48.000 kilos
de assucar braoco.
No vapor nocional Olioda*-, para Victoria,
carregaram :
P. Pin o 4 C, 250 bsrris com 17,600 litros de
aguarde-le.
J. T. Carreiro, 150 barrio com 13,200 litros
de agoardeote.
io vapor oaclonal Jaboalao, para Araca-
jV, carregaram :
P. Irmao & C. 380 calzas com 8 740 kilos de
sabio-
No vapir iogle Cearenae*. pa-a o Para,
carregaram :
J. M. de Abren, 100 barricas com 6,682 kilos
de assacar brauc.
No hule Argentina*, para Macao, carre-
garam :
Olivera & C-, U barricas com 1,271 kilos de
assacar reQoado e 15 ditas com 660 ditos de dito
oranco.
F. Irmao 4 C, 80 calzas com 1,840 k los de
de sabao.
D. L. da Cruz, 6 calzaa com 110 tilos de
saoSo, 1 barrica com 60 kilos de assacar braoco
e i oarril com 50 litros de vinagre.
C. Pinto C, 1 caua com 12 litros da cog-
nac, 21 ditas com 168 ditos da genebra. 30 bar-
ris e 2 caizaa com 1,590 ditos de vinno oe
trocas.
J. R. Foaseca k C, 3 calzas cem 42 kilos de
cora em velas.
Para Moi orfi, earregoo :
M. O. F. Reis, 3 ca'.zcs com 69 kilos de
saoao.
Na barcaca Camaragibe, para Camaragt-
be, car eeoa .
J. A. Foaseca, 20 caix s com 460 kilos de
sarao.
Na barcaga Ma-celioa>. para Porto Cairo,
carregaram :
F. Carvalbo & C. 5 calzas com UO kilos de
sibao e 1 barril com 40 litros de vinagre.
Na vapor Ingles Cearense, para o Par,
carregaram :
P. Alves i C, 100 barricas com 6,648 kilss
da assacar braoco.
C. F. Caseao, 200 barricas com 14,123 kilos
de assacar "ronco.
No vapor oaciooal Planela, para M carreea-am :
P. P oto & C 2 pipas com 1,090 litros de
alcool e 110 Darris cjuo V 6b0 ditos de agul-
dente.
na barcada C .Lsragion-, pa'a Camarag
be. ca'rega am : i
F. Imao & C, 15 caizm com 3*5 kilos de
saoao.
L. AIdqo 4 C, 1 barril com 102 litros de
vi .agre.
Na barcaca MarceliDa, para Porto Calvo,
earregoo :
C. d- Saliva, 1 barril com 83 li ros de vioa-
gre, i barrica com 90 kilos de assacar refloaoo
e 5 caizas com CO tros de ueoecra.
a oarcaca Oudiua*, para MaceiO, carre-
too :
lia de Eti?a, 2 calzas com 24 litros a. co-
gnac.
Itendlnaentos pablleoa
Mei -e Maio ue 1895
Alfandega
Renda geral :
Do da 1 a 30 i,18?:0 6l3ii
dem de 31 75:220*71
Reada do litado :
Do da 1 a 30 234:94' 15*11
dem de 31 16 754*956
1.661:325*030
31 :Si*677
1,975.021*707
Somma total
2* saccao da Altandega le Pernambaco, 31
de Msio de 1825.
O ebefe da lecgao
L. i*. Codecers.
Pelo ibeaooreiro
flemeotgildo N. Chaves.
RECEBBDORIA DO ESTADO
Do da I a 30 23i 737*00i
dem de 31 'i^i'l
2i8.220*l01
RECirE DriAISAGB
Do da 1 a 3o
dem de 31
13,700*245,
3.08l*4g
~16:78U7~
finvimento til o parto
Navios eot-ados ao da 31
Santos e escala12 dla, vaior Ingles Eeyn'lao
Prloce* de 1251 toneladas, commaodaote Jobn
Donbar, eqolpagem 15, carga varios gneros,
Jobostoo Patter & C.
Sanos e escal7 das, vapo-allemao Paragaas
s* de 1603 toneladas, coiomandanle H. Boge,
eqolpagem 50, carga varios gneros, a Bo slel-
msno&C.
Rio de Jaoelro e cala7 das, vapor oaciooal
I auoa de 407 toneladas, commaodaote M.
Francis, eqaipsgem 27. caga varios genero?,
Jos Ignacio teles i'emira.
Navios saudoB oo mesmo da
Santos escalaVapor allnmao Capn,com-
maodiote G. Matler, carga varios geneiot.
Babia e escalaVapor nacional J-iboa'So* com-
maodaote Altrelo Guimarias, carga vanos g-
neros.
Rio Gande do NorteHiate nacional Argenti-
na, meslre Maooel \atcaio da Silva, carga
varios gneros.
Mercado
iiicipiii de m. los
O movlmento deste mercado no da 30
fol o oegointe *
Entrirtm :
39 bos pesando 5,792 kilos
250 kilos de peize a 20 rs.
2 compart. com mariscoia 100 rs.
2 ditos com camaroea .00 rs.
27 1/2 columnas a 600 rs.
3 carga com galliabas a 500 rs.
8 cassoaes com galliobat a 300 rs.
1 cargas com ceoolinbo a 300 rs
1 cargas com macacbeins a 300 ra.
1 cargas com aprimaos i 300 rs.
2 carga com b.-.-iuas a 300 rs.
33 cargas com dub.-ssa a .100 ra.
da Maio
5*0 0
*200
*200
16*500
1*500
2*400
*300
*300
*300
*600
9*9u0
Un dito pora Sjus C*. tro.
Ijphi ontro para Carvalbo.
Llir)*a. iortj. sol e centro loaf.
Revista lllustrada Fomos visitador
com o o. 6S3 orBie (uroai tlumiuease, cajo no
m .rismo bem coobeado.
Ai S tlaeta.
De viasem-S'guiofo pa'a a Capital F--
derai, a Our ui >u Olinda euj basca de melbo
ras para a soa *a aida o S corooei Deoiato Pinto dos Santos.
Mjiio g-aos a eaaa Qaess, da*ejamos qii' S.
3. f->c Mis .l^gm e ree'*4* "*<->t>*'e!C\o.
Socledade Recreativa Musical Al
liuiKii p;,., ,., ,.. ,., j- r-<.ll-a boj-) UUJ rrSfWlo
opio aob a direccio da Ezma. S-a. D. Mi-i-i
Ro- C. rtn Ali>uqo-*^n" e Sr. V ruto Cunna.
O Tbesunro d larDe'sa paoUcacAo
da t'j i iw.va, aociejade eoviaram don exempia-es correspondentes a este
mes.
Esta edlco esi 'econmeniavel pelas suas bo
nitas ,graa-a* ejeicomiios pelagos litterarios
que a i."i.a n-ntam .
Aera^p^id-ia pei< o(Tjr'5.
Barbero assassinatoNo dia 2) d*j
oe lido, no J. d Btnvto ao mumc'.Dlo ue Pau
d'Albo, 1,0 volta de oras da mauna, o 'q.iivi-
loo d-; i'ume Maocci -Sevenoo M.-i. ux>iiai
po' om seo irmo menor, a-aa mente a na propria muln:r Ana Mara da C t-
cnC'io.
0^ criminosos brasa presos e procele-se con-
tra ?le-.
Barro -Haver r-oje ntola manba na igr-ja
de N i* bora da Co'ic-t(ao do Barro, por
occa Si do "n -Tr.'iieDi i rtrj mez de Maio. missa
sol-mn^ e Te-Dcam n.-u-- i.-lo- vinuo-os e
p'enaii'os irados aa OrJeuo de Sanio Antonio
d'e a IUHfft.1,
l.e Genie de la Mode O di n p<>-
orieuriD >a Agencia L tie-aru, Sr. Leo- I 'o A
da SiUei'i, eovioo-nus o n. 58, correspoadrnte a
i* qoinzeaa do mes liad >.
Na ref rula Agencia podem ser proenndos os
ex "ipiares.
Forana (tendidos Un dos Intoreasa
dos i'.'Uie tos OHnifl eta informo.i \ aluda
e non 'ni a lo de gr-m ao.
N i te e-j 8-m "ioi'ia do s'D movunenin
onninico, a fab-ia L ffiye'te emenden redas!'
o s-u BfiaH io aflSIS0*>i, e de accordo com essa
r. sjIocA'i, f am dmpensados diversos oe seo*
opearlos aolehcC en .
So fanos, os que 0 aram delib raram a-onr-
paah r a sorte n.ia qoe e \>m a iuezo*a-e- *
m-ntivesse o pat'An oa soa medida; maj,c>i-
datos f convenieiit-s, a eiiese Viatiraos e he
Aiearc ai hus coa-i-eraci-s rasoave* em fa-
vo oo4 remoa- heiroe, e foram ce tal on< m qu-
oS.Manoel Pj iie* n demovau e Inullllaco a
orovi .enca aae na'ia tomado. v-Dete enio n
t 8 rO n.iul-o do bo n oora^o qae ao prjp-i
i .tH'ess-. com apraxime t dos 8^us op"*ariiP
s tH-ea. na* nelo D-in (ater q e poiei
a cao
Casa de Detencao Movimein'e dos
Sresos da Casa de Detencao do Itecife, Eslano
Pernambuco, em 29 de Maio.de 1895 :
Existiam....... 41)
Entraran]....... 13
Sutiiram....... 3
Existetn .
A salier:
Naelonaes.
Muinens .
Eslraimeiios
Mullier. .
Total .
Arragoados
Boas .
Ooeates .
Loucos. .
Loucas. .
45)
423
8
2<
0
4">9
421
3' 'o
25
2
2
422
Total.......
Movimento da enfermara :
Tivernm baiza :
Joao M raes de Souza Nascimenlo. '
Manoel Francisco de Oiiveira vulgo Touco.
1 cargas com loocas a 30 rs. *^0i
33 cargas oom larmna a OO rs. 6*6 "'
6 cargas com milhn secen i 200 rs. .*2" I
2 cargas com fei|So a 200 rs. ai*)
71 lugares a SiH) rs. liaUO
12 Soinos a 200 rs. 2.ii
12 como, com aomeiros a 1*000 1*<.ki
H como. cooiciM'ufi'OUm. *60
9 comp. com fressuri a '* s. 5*4>X
3i comp. com comidas a 70 rs. t:i*Kifc
75 comp. coa. faseodas a 600 rs. fcSMOU
49 comp. com verduras a 3l>0 rs t4*700
88 comp. com fanona a ano ra. 3Si20)
54 comp. un tainos a 2*000 108*0txi
3(0**00
Reodlmento do dia 1 a 23 8-*2l*ax>
9.i3l*i00
Preces do dia :
Carne verde de 6 a I *o.iO rs. o kilo.
Sainos de 8)0 a t*200 ioem.
Ca'oeiro d 800 a l*SOO ideos.
Faricba de 800 a i *) J rs. a caa.
Mil Do de 700 a 800 ra. a caa.
Feiiio Panana por coma da liUnleacla de 1* qnali-
dade !*"
Dita de 2a qailldade *80u
Feiiio i*OJ
navios esperado
Rio de Janeiro
Barca porlagneza Ma.ieEmilia.
Be Pelot
Paticho argentino Alberto Ce una.
Lu Logar portuguei Mariano Vil.
Lagar Drazileiro Zjqainha.
atacao bespanbol Kiy cando.
De Terra Nova
Locar ingles Mistletoe.
Logar oglet Oera
Logar ioule Floreces.
Logar Ingles Kosir.a.
De Hamoargo
Patacho ademSo Anna.
Barca adema Cari Botb.
B:igaeallemao Oao Grat za Stal bsrg.
De Londres
Logar noroegnease Palander.
Lugar iugles Fanny.
De Cardiff
Barca nomegueose Melea.
Barca Doroegneose Pax.
Barca noraegaensn Jenov.
Barra portuguesa Florence Stella.
Barca Ingtexa Allante.
Barca noroegueose Delpisseod.
Barca no usga Sophle He lene.
Barca noruega Mercar.
Barca inglesa Brisiol.
Vaporeo a entrar
Mes de Junho
Marques de Cuas*, do snl.boje.
Brendemonrg*, do no "te, boje.
Planeta, do sol, bO|e.
Oltoda. do norte, boje.
Feypttao Prince*, do sal. boje.
0-eooqu1*, da Europa, amsnba.
Patagooia*, da Baropa, amsnba.
Congo*, do sal, a 3.
Urcana, da Eornpa, a 3.
Mercbante*, de Liverpool, a 4.
Croreld, da Ea'op. a 5.
Alsgoae,dosul, a 7.
Ciyde*, do Bol, a 8.
Lisbooeise*, do norte, a 10.
Maranbao*. dn norte, a ti.
Tnsmes*. da Europa, a 12.
.B-axil*, do sai, a 16.
TreoU, do sol. a 17.
Dannbe*, do sui, a 22.
lmar, da Europa, a 24.
*,i||le* da Kumpa, a 27.
Vapores a sabir
^Mez do Janho
Santos e etc.. Capiharib<->. boje, as 4 hora*.
Bio e *S". Oltoda*. hoja, ai, 5 boras.
Manaoa e esr. Plan, l t, a 5 boras.
Jo* Francisco dos Santos condecido por Jos
Moneo.
Cena terio Publico Foram sepultados
nn Cem leo Publico de Sanio Amaro, no da
29 do crrante :
Leopol.li a Emilia da Costa, Para 2i anuos,
casada. Poco.
Uelpiiin-i Alex-indrina Rfwtliaa, l'crnambuce.
43 anuos, solteir.i. Afogadc**.
Joo Clirisustonm Pereira Soares, Pernam
buco, 74 annos viuvo, S. i Flora, Permmou o, 1 mees, S: Jos.
Ambrosio Benedicto da .os a, Pejuainbuco,
33 anuos, casado, Boa-Vi-ia.
Man i Virginia da Conceico, Perdambuco,
20 anuos, casada, Afoialoo*.
Mina, Periiararouc). 3 horas, Boa Vig,a.
?lana, PeriiamliU'O. lo horas, Santo Antonio.
Luiz Cavalcante Bibeiro Pessoa, Pernambuco,
5 inezes. Boa Vista.
Fraaema Mana ra 'onceicao, Peraambuco.
25 anuos, solteira. B-ia Vitla.
Jos Vieira de M-lin, Rio C-ranla do Norte,
35 anuo-, csalo. Boa Vnia.
Isab I Mmi da C.ni-.ei.o, Pernambuco, 60
anuos, viavo. Boa Visia.
Isabel M'i;a .la i>>ui'ei(BO, Pornambueo, 14
anuos, soileira. Boa VlSlt.
Joaqun C. S-mtia^o, Pernambuco, 4 annos.
Boa vala,
llosjitiil Pe*Jr< IIO raovimenlo desse
estabelecimentu a i;aigo da anta Casa de Mise-
ricordia do Kecife iij da 30 Je Maio, fol o se
guiule :
Entraram .... 15
aliiram..... 7
Fuileuurain .... 2
Exisiem..... 815
Foram visitadas as enfermaras pelos segua-
les mdicos :
Dr. Barros Sohnnho, enirou as G 1 2 da ina-
rilia e saino aa 7 3/4
r. Ilerardo, eutroU s 11 12 la manila e sanio
a 1 da larde.
L).. Lopes Pessoa, entrou as 9 1 2 da uoanni
a Radio aa 111/2.
Dr Vieim ua C-i-ha, emrou as 10 3 I la ina-
ba e sabio s 12 3 4
ii.-. ttafltwade .'-"ira. entrn >- 8 3,4 i;:
n na r sanU! 0 3'v.
Dr. Jo.i Ran^ei, eutrou a 8 1/4 da manhi
sanio as 9 1>2.
*Dr. Octavn Fritas,entronas 9 34daminlia
e sania s 11.
Dr. Allre-i" Costa, eutrou s 7 1(4 da manda
e saino ..s 9 3 1.
Dr.Joii Marques, entrn s 10 4 manda, e
sam-i s 11.
Dr. BapSifti de Carvilho, eutrou s 10 da
mando e samo as ll 12.
Pnarinarcutico, etitruu as 9 l 4 da manb b
sabia > 2 .la Urde.
i." Ajutante 8 da maulla e saln. ia< 5 do larde.
2." Ajuilanle do parmaceulico .enrou s
8 14 da m .tilia saino as 4 12 da Urda.
Mataditliro ulil no M.la lomo FaWwo da cabanga 72 reses
para o consumo de hojC.
JURISPRUDENCIA
\lx-.i n:is f|iio*te* obro a liy-
|iotlieca
Appeliasao coinmercml n. 1171
Embargtutes Enmato Se Leopoldo.
Embargada.- D. Seuhorinna Mara Fer-
reira e outra.
(Contiiiuafo do 123)
Segneno-se as novas respostas.
Rscife, 27 de Maio de 1895.
Dr. isi Vicente Me ir a de Vasconcellos.
NOVAS R ESPOSTAS
A' consulta ijue me fo apresentada
polo iilustrailo Dr. Jos Vicente Ifaira
de Vasconcellos, dividida eoa queatjs,
respondo:
VII
Nao, quanto a priiaeirR. Neaa o De-
creto a. 16.) A de 19 de Janeiro de 18yj.
que substituto aa lea n. 1237 de 24 de
etetnbro de lg64 o n. 3272 de 5 de Ou-
I tubro de 188d neiu o Regulameoto, que
' baixou com o Decreto n. 370 de 2 de
Maio de l$90, determinando os .uodoa
porqu' ao extingue a hypotheca, incluetu
1 entre elles a fallencia uo devedor hypo-
t becario.
E tiem avisado andou o legislador nio
considerando a fallenca como causa de-
terminante de extmecao dessedireito real,
porque si a ella dsse esse carcter, si
Ibe tiribuisae enan eifeito, teria mutilado
o instituto jurdico da hypotheca, desde
que fazia desapparecer a seqtila, o jus
pigniis persequeudi, que a sua alma,
que como diz L ffayet e, o proprio
direito real em achilo, que de sua es-
sencia, como por exempl da esaencia
da moeda legal o curso toreado.
Anda mais : alo s, em nenhna tem
pn, rn- sino no da vigencia das luis ante-
riores aos decretos citados, qur hypo-
thecarias, qur reguladoras do processo
da fallenca, asta foi enumerada como
causa de extincco da hypotheca, mas
at essas leis salvaguardavam os direitos
dos credores hypothecarioa.
Quanto segunda, que arrematac"
solemne tm praca pnblka nao pode dexar
de ser aquella que revistida de solem-
nidades legaea ; que se realisa em au-
dioaci publica que taita por autoridade
de ju8ticaem execu9o regular ; aquella,
como eflsina Laff-yette, a que preceden!
editaes e oonsumma-se em audiencia.
Ya d'ella, da arrematado assim en-
tendida,-que tratava a legislaco livpo-
thecaria anterior e que falla o trt. 226
9 do Reg mandado observar pelo j
citado decreto n. 370 da 2 de Maio de
1890, dando-a como causa da extiuceo
da hypotheca.
Em rolaco a 3 % no. A tenda em
leudo do um immovel hypothecado, or-
denada pelo respectivo Juiz, em um pro-
cesso de fallenca, a requerimeuto do cu-
rvdor fiscal, nao constitue absolutamente
arrematacao solemne em.praca publica, e
assim nao pode, de nenhum modo, deter-
minar a extncySo da hypotheca. O re-
gulamento dado vigente lei hypothe
caria, enumerando os casos de extincc&o
do onus hypotheca rio, quando te refere
a arrematacao, diz no 9." do art. 226:
Pela arrematacao solemne em praca
publica.
A arrematacao, assim qualificada e a
venda em leilSo, determinada por despa-
cho da autoridade judicial, sao cousa-
jue differem, que nao podem, do maneira
algumo, ser confundidas. E' o que nos
envan praxistas patrios e portuguezes,
seudo que o eminente Sr. Laffayette, na
nota 8.' ao n. 8 do 277, chega a dis-
tinguir entre arrematacao a arrematag&o,
afrmando que a que tem a forca de
extinguir o crdito hypothecaro a ar-
rematacao em execucao de sentenca e
nSo as arrematares sem sblemnidade e s
por mero despacho, como as que se usam
no juizo de invent rio z partlhaa.
(Quanto a quarta, nao, e dll-o ca-
thegoricamente a lei. O 6 do art. H
tit. 5- do Dec. n. Ib9 A ae 19 de Janei-
ro- de 1890 e o art. v27 cap. 10 do Reg.
que o Dec. b. 370 de 2 de Maio de 1890
uandou observar, prescrevem :
A extinecao das bypothecas s co-
rae^a a ter effeito depoia e averbada no
competente registr>, e s poder ser at-
tonJida era juizo a vista da certid&o do
averbamento. >
Esae mesmo Reg es atue no art 103
que: O registro, emauantn nao so
cancellar, produz iodos os sais rffeitos de-
pois ainda qnauo por outra m.iuslra se
prove que o contracto est dcfcilo, rxtin-
cto, anuullado ou rescindido.
Sao tato terminantes estas palavras,
to formal opr caito que ellas expres-
eam, que nenhuma duviila podem dexar
mesmo ao espir.t menos esclarecido
A' quinta, affirrnalivamente. Desda
que baseiam-se na Ord. do liv. 4- tit. 6
t$ 2" e 3- os arta, da Consolidafo das
L"is Civis deTeixeira de Freitas, a que
se reporta a consulta, conduciente que
r^ferem-se .x ilusivamente a arremata-
cao solemne em exeencao de sentsnca_.
Embora nao sejam tito claros, como
e>tas nltirnMs, as expresses-judicial ar-
rcmacdo e venda judicial qu se en-
Contram nos artigos da consolidaoao, tc-
davia nenhtiraa duvida pode haver
quanto ao seu alcance, por 880 qua
elles firraam e c usubstauciam o que
dispe a^ue.la Ord as palavraa :
: E' quanto as arreraetatG-; que te
?azem per mandado e autoridade de
ju tiQ* c un tabellio, ou escrivo em lu-
^ar costilmado ete.
A sexta tambera affirmativamente.
Goinqu nto a toi de l8t4 e o R'g. res-
pe tivo nilo incluissein a arremtUco so-
lemne emo causa, de extmecao da hypo-
tlieca, {.; ella aeinpre as^ira considera por
se jnlgar eai vi^or a Urd. do liv. 4
t;t. 6.-
O actu*l Reg. hypothecaro. porm,
enumera-a ontre as causas que extinguen).
o onus hypothectrio, nao nessa par*-
ti mais que urna equivalencia d disposio
ua apuntada Urd.
A stima, sim. A lei hypothecaria em
vigor e o seu Heg. sujeitam n detentor
ou ad|iiireiite do iinamvel gravado de hv-
potheca pxprop-iacao do mesmo immo-
vel, quando nSo foi este remedir.
N caso de ne verificar a lesai/propria-
Qo, ii adjiirnnte, conforme o que est
previsto no 8' do art 1^, tit. 4* da le
referida d<> art. 2*7 do Reg. citado, tem
achilo rnirre siva cuitra > vendido.
A oitava, finalmente, sim. De do que
A. tem se i crdito hypothec.no de p ;
desde que o onus hypothecari > nao sa
extio a substancia da hypotheca na pbrase
de Lafayette, e que este direito real
tem um carcter absoluto, vigora con-
tra touos (adversus omnes) e, am quanto
se n i extingue, acompanha a cousa pe-
las mu taces por que oassa ; claro
que A. tem o direito de pagar-- de .-aa
debito pelo immovel que lhe foi hypothe-
cado pelo devedor B expropriando-o para
tal fira a C, a quera cabe amette accao
regressiva contra a massa fallida do mes-
mo devedor B.
lato decorre do principio de que o ere
dor tem o direito de peuhorar o immovel
era poder de quem qur que o detena, a
de excutil-o.
E' o meu parecer.
Recite, de 1895.
Eugeaio de Barros.
(Contina).
CHROBiC wm\k
tupes lor i r">unnl de lastlea
sbsSaO ordinaria km u ue. :.i iij
DE ifso
PRESIDENCIA DO SK. DK. FRANCISCO LUIZ
decretarlo Ur. Virgilio CoeLko
A'b OOtsa do C08iume, prescDies os Se., joiies
em numero legal e o suts unto Dr. prctorador
gerai o Calado, foi abena a seseao, aepois
Oe 11 Ja e apD'ovada a acta da antecedente.
Distribuirlos e passados os fetos, ueram-ie
os scKoiotes
JDLGAMKNTnS
.
Ageravo de instromento:
De Aitaa ifeuAggravanteAlfredo Al ve. da
Suva Freir, tgg'avu.io Miuoei Momaro ne Ouo-
mo. Keatoro juit Galvao. Adjnetos.os jolas
Jjao Carlos e Costa Ribelro. .No6'oa se prorr
ment.
K-carso mootciDal :
o CaboRecrreme o promotor publico, re-
c.-ri o Cuncelno Municipal. Kelaior e U1I
Jou Cario*.No te tomn coube:imeuto.
Appellag6' crimes :
De Caruaru' Appellante Agaeda Mari*, da
Cju eica..', ap.elUda a joslic*. He tur o jui
Aimeida.||aniioo--e a novo jo'ry.
De BsrreiroBAppellante Cerue-itioo Rodri-
gue* de Siqaeira. opeliada aju*tica. Relator O
jji Joao Caries.Mandn ae o rcu a nuvojary.
Appellago civel:
Do tteciieApp-llaote a directora do D*by
C ub, appe.la o H-nr Jacqces ScbnteJal-
Appel ag&o coannercial:
Do RecifeAppellaotes Eoeato & Leopoldo,
appellada D. Senborinba Uan Ferr^ir. Rea-
ur o juii Gaivao. Adjuatos os juizes Costa Ri-
beiro e CaUas Bar.en .Desp/osou se-"os em-
bargos onaoimemeote .
PA8SAQENS
Do jai Costa Ribelo 'ao jnit Caldas Br-
relo:
Appellagao commercial:
Do Recite-Appeliunte a directora co Derby
ClaO appellacio Henrique Jacaues Scimtel..
Do jais Caldas Brrelo ao jai Alaoeida .
Appeliagao commercial ;
Do Recife- Appellante Joe Looeo Mar-tado,
appellaia D. Mana Francisca Homero e Si
queira. ,T
Do jois Almeida ao jai C i .os Va:
Enbsrgos mfngeoies :
Ue Birreiras-Emoarganteo B-o de Grada-
Dy eJiOargsdj D'. Adolpho Lm' Waoderley.
Do jois Carlos Vas ao juii Jj&o Carlos
Appeii-cao crime:
De LourengoAppellantes Ped o Antonio
da Silva e iniros, appelleua a justiga-
D. juit Juta Carlos ao cu G;i\ao :
Appeliac&o commercial :
Do Rdle- Appellante a menor Zi'mlra, fllba
de Domingos da Silv* Gino, appellado Aotouio
de Uliveira Res.
DISTB1BU1COBS
Aojuii Costa Ribeiro :
t. curso municipal :
De TijoDau'naRecrreme o p omotor p bu-
co, recorrido o Conceibo Municipal especiivo.
Ao jUix Almeida :
AKgravo de petigao:
D Becile-Agr.vaute Sebasllo Jo Besar-
ra Cae.lc.nte, atrgravaao bacbarel Aatooio Le-
is pe Sooia Ponl-8.
huoar'Oa-se a cosaca' S bo.as i. tarde.

riam i
t
r*



J


fe
Diarlo de Pernambnco Salslado I lo Jmilio do *:."
MlLlCW "EUlUtl

I
)
1
*
Ja defensiva
Sejam a nossa primeiras palavras um agra-
decimento Cid.de pelas amabilidades que nos
dirige em seu numero de quinta-feira.
J hoje nao pode aquelle orguo vespertino d-
zer que nos agrada mas do que A Provincia...
>'ao alugue a Cldade suas penas ninguem..
Assim deve ser.
Os individuos cheios de torpezas e pescado-
res de aguas lurvas nao devein merecer a alten-
jo da Cidade.
?ara que queima: incens cora lio ruins
i1l!'u:.I ;.- ?...
Nao retaliaremos.
ma cousa smente diremos Cidade, sera
que possam er.xergar em nossas palavras a me-
nor oftensa.
Consumen 1 Pois l vai:
.1 Cidade 6 para nos, sob o ponto de vis-
ta poltico, um PROLONG AMENTO 'A Provin-
cia.....
E principio corrente em direito que : Onde
,ix a mesma razio, ka a mesma disposiedo.....
Nuda mais.
A' Provincia
Sob o tituloC'.ngresso Estribara,aquella
folha pornographica, a mesma que declarou t-U-
BLICOS E DADOS A' CERTOS FAVORES os
Drs. Martina Jnior e Albino Meira, pessoas que
Ihe merecem boje as raais vergonbosas barr< ta
das, os mais nojentos el gios, apparece trao-
screvendo do Jornal do lleife, o discurso do
Dr. Godoy, proferido na sessao de 11 do cor-
rente rae/., e acoinpanhaodo-o de um comiu:n-
tario, no sea costumado estylo.
O modo pelo qual aquella folha opposi-
conista atira-se sobre os Ilustres inembros
d'aqueli j corporacao, nos causara admiraco, se
ja nao eslivessemos acostumadijs a esses ou-
staotes arreyaiihus hystericos, de quera vive en-
terrado na lara.i, jogal-a cora os ps para o ar.
Esqueccu-se, entretanto, o Dr. Godoy qua,
aelunlo-.-e tambera na estribara, forcoso era
Seguir a sorle dos animaes, por quira tanto es-
trem ce.
Tribun i piulan nlar. al onle le rebixaram,
diz irnos nos, servindo-nos de uraa phrase co-
nhicda, e que a mesraa folha empregou, em
uraero amenor, para lazer censuras ao jovem
e talentoso depuiado Elpidio de Figueiredo.
Para o Sr. Dr. Godoy o Congresso do Estado
, realmente, uraa estribara : S. S. o disse, <
Programla da Fesi.a do Mi'-
ao Espirit-Santo
Vespera
Sabbad 1 de Junlio, ao meio da, aos
bous da melodas musicae i da banda dos
menores do Arsenal da Guerra, e dos sa-
grados bronzas do campanario do nos o
templo, annuuciar ao publico catholico
drtsta cidade, a vespera lo grandioso a
tradiccional da do Divino Espirito
Santo.
Dia 2 da madrugada
Pelas 4 horas da manh sa. celebrv
a urna inissa rasada em honra e leuvor
do Divino Padroeiro, e por intencSo de
todos os irmos viv^s e defuntos, termi-
nando esto acto com lindissimas pecas
executadas pela mesma banda marcial.
As 11 horas
Entrar a festa solemne precedida da
Tercias a grande o 3hestra com a
missa den.miuada "antissima Trindade,
bob a regencia do profes or Joao Policar-'
po Soares Rosas, sendo prejador ao Evan
gelho o Kevdm. vigario da freguezia de
TpiHac Inccu C.iftVfH caP'^o Prederieo Colombiano Silva Gol
l ciiutS lUaatJ oUllICI ma'fs. presdeme do CunceHio Mioicpal d"
do peito?
Usa o mais efficaz dos remedios, o
PEITORAL DE CAMBARA, de Sou-
za Soares, garantido por Decreto do
goveruo geralde 30 de Junho de 1884.
Este preparado foi distinguido com
tres medalhas de 1.* classe e acha-se
approvado pela Exma. ex-Junta Cen-
tral de Hygiene Publica do Brazil.
O PEITORAL DE CAMBAR tem
realisado curas maravilhosas e por
isso, o remedio de maior consumo em
todo o paiz.
Vende-se as principaes pharmacias
e drogaras.
O agente Companhidde Drogase Pro-
ductos C/iimicos
01 ndi, etc.
FeZ taber une en vl.lade, de lei a 35 de 26
Janeiro ue 1892, se acha deMgaado o da 10 de
Joono p-oxicoo vindooro para a reon;Si da jui-
la municipal dt- ulisuroe it> eleitoral, coovian-
JO os presidentes das respe t vas commis-O'. s
secciooiee para se remiren) na shJ das sess.s
a< 10 horas da uianna do indicado 'lia.
Siia Olinda, 2* ie Mi de (891
F/ederio C, n 8'lva Gjimaries,
_______________Presidente._______
Edifal
De ordem do Ilustre dr. Dr. Inspector,
a Jo convida loa oa cidadSoa abaixo deca-j
graphia. liegoa fraocea, h r'oria de Pernambo-
co noges un geograpbia tobrdado do Estado,
ritlimetica algeba element r com as suas ap
pncat/tas ao cooimercio, com especial ida 1e a
reinrcSo de moedas, pesos e medida-1, calclos
de d-scovo., juros simples e ojmposios, auiO'-
ttsacio e aonuidades, tneoria de camoio e Das
"Ppiic-tG-s e tbeoria de escrioluraco mercan-
til, (mp'estimos a litlos de divi a publica.
Art. 4.* Os prograiomas serao fo'mulnjos na
occaaiSo pelos examioa lores, nomeaaus pelo
eecfea'io, eoa romero sofficieot-.
Arl. 5* as provas scnp;aa te cda materia
serao dadas e concluida! no me interropcao.
Sera innaDilitado o candidato que nao tlver
boa letir.
A't. 6" O mpgrco po^to sera ra preva es-
0 illuslre Dr. Albino Meira acudi em defeza
d- I Prcvmca. As amisades novas principal- Provu-o exuberateraente cora, o seu IMPOR
V t Tu' A.-------.-
n.enle iiiando reatadas, obr am a essas dLlica-
dezas. -
Disculpe o nobre senador; nos queremos a
anliga opiniao de S. Exc. por nos parecer mais
lgica e concluiente.
Parece que nao comprelu ndcu a nossa argu-
Bentacfto.
Nos quizemos di7er em porluguez macarrni-
co porque a mhm innjua no nos ajuda, que S.
Bxc. sempre entendeu que o Dr. Barbosa Lima
.. o srnnndo governador do Estado, porque o
Dr. t orreia da Silva foi o primeiru; e, sendo as-
.-iiui, o art. 'Io da C'onstituii'o poltica do nosso
Estado mareara O prazo de TRES AN.NOS p^ira
a dorarlo do mandato legislativo e o art. 41 da
mesma ConstiU'cao dizia que o poder exeeuii-
to do Esta lo seria exercldo por um governador
cleito lJ0lt QUATrlO AN.NOS, contar do aclo
t: posee, nos lrmos do art. 4J.
Nos estaraos de accordo com S. Exc, e senti-
mx rnuit'i que encontrasse embaraco era cora-
prehender nosso pensa nenio.
Arabos nos queremos que o desembargador
Correia da Silva tivesse sido legal e constilucio-
'. 1! 11 :;' o prmeiro governador do Estado, sem
embargo da deposico do Baro de Conlendas.
O art. M citado por S. Exc. b tem cabimen-
tc na hypoinee. S. Exc. quer, fina forga
que o desembargador Correia da Silva tivesse
:.ido o SEGUNDO governador do Estado.
Nao foi, Sr. Dr. Albino Meira; V. Exc. est
eqaToeado.
O desembargador Correia da Silva foi o pri-
meiro governador, depois de promulgada a
Consluicao ; e o; rt. 6. g nico das Dispo-
:g6ea Tmnsitori.-.s que,n regula o caso.
Nao lalleiuos, porianto, uo art. 64 da Consti-
luij,ao.
E se assira comprchende anda S- Etc.,
que, tendo o Congresso do Sr. Mirlins Jnior
uncconalo tres anuos, sem coniar o lempo do
f RIMEIRO Congresso, os arts. 4' e 41 da Cons-
iuuic.o deviara necesaariainente prevalecer.
A eleico do Dr. Barbosa Lima NA.0 FOI A
PRIMEIRA, disse o Dr Albino Meira; e, per-
ianto, S. Exc... dir o resto......
Todo quanto o dist neto raeslre diz refere-se
ii disposices transitorias ; e eu quero S. Exc.
no logar competente ; desde que a eleigao do
Dr. Barbosa Lima NA.0 FOI A PRIMEIIIA, por
liio ter silo aquella que se fes lojo depois du
uroinulyaaio da ConWdnico. E se so o prmeiro
_'.ivernador tinlia 0$ tres prmeiros anuos do pri-
reiro perodo y orar ni mental, 6 claro, como a
'. luz merid ana, que nos havemos de ir para c-
capttulo IV da Conlituco, onde S. Exc tira-
ra os argumentes, que Ihe parecerem mais con-
venientes parasen uso.
O SECL'NDO i'ongrcsso, do qual o talentoso
Dr. Albino Meira fez parle, foi quera deu-nos
um seguudo Governador. inteiramente estranlio
as dispos ces transitorias da Constiluicao.
O Dr. Albino Meira nao falla a verda le, atlir
mando que Justus disse o seguinle :
O Congresso dispensou o Sr. Barbosa Li-
ma condices de elegibilidade, qu-- a Cons-
tlu rio s perraittio dispensar na pnmeira
eleicao ; logo coosiderou como nao exilente
a elceSo do Sr. Correia da Silv, pura come
jar p-riodo novo.
Perdo, Sr. Dr. Albino Meira; V. Exc. ctou
e% falso.
Sempre livemos o Dosembargador Correia da
Silva como existeBte ; e to existente, que
foi quera ass.-lio ao nasciraento da Consti u-
^ cao Poltica que nos rege.
Nao disseraos urna palavra sequer sobre as
''onligOes de elegibilidade ; uraa calumnia de
V. Exc, permi'.ta que o digiraos.
0 Dr. Albino M-.ira foi quera, metiendo o
n da peia* nos seus amigos de hoje, disse,
'm 1893, que a eleigao do Dr. Barbosa Lima
eslava uvada de nullidades.
; Ora', 8f. Dr. Albino Meira !...
Volt V. Exc. a sua antiga opiniao. 0 pri-
ineiro palpite sempre melhor.
V. Exc. est deslocado.
Quer a prova ?
E" da Provincia de 12 de Abril de 18';0,
Queira S. Exc. ler a bondade de verlical-o, ad
cau'.elam.
Diz assim :
O S'. Albino Meira est com prurido de ser
descomposto ?
Acho conveniente que me deixe era paz. >
Affirmo ao mestre duplo, qne o ooe eu nao
3uo 6 provocaJor, mas nao tenho medo de dan-
'jas, n m morro de caretas de defuntos, nem te-
nbo papas na lingoa.
Me satisfago edou grasas Deas em nao
joffrer urna densas molestias ebroncas, depau.
parantes, capazes de perturbar o equilibrio
funecional, perverleado as faculdades mentaes
como a albuminuria por exemplo.
. FOMENTE-SE, trate-se e deixe-me..
TANTE discurso.
Aquelle couce, na pbrase de quem soube mui-
to bem cla^sit'car le, deve realmente desappa-
recer dos Annaes o" a Cavara dos Depuiados ; e
bem avisados andaram os Sis. Antonio Vicente
Jnior e Julio Antero em requerel-o..
Seja o Congresso do Estado urna estribara
para o Sr. Dr. Godoj, c um saldo de honra para
lodjs os outros collegas, inclusive o opposicio-
nista Apolinario Maranlio.
0 Sr. Dr. Go 'oy na sessao de 11 do corren'e
irtnsportoo, por monumios para a ca?a do Con-
gresso o escriptorio de redaegao d'.4 Provin-
cia .....
Fez bem.
Nos Miciamos lo los os outros Srs. Deputa-
dos, por lerem puchado pelo cabresto os insultos,
e enllocado no logar competente,
30 -5-95.
Justus.
Triuniplio lo partido Tederal
lo 4* liaitricto
J4 conhecido o resultadjdo pleiio elei-
toral do 4" districto para a vaga de um de-
putado, na vag-? do llu tre Sr. conselhei-
ro Goncalves Ferreira, tetual ministr/d'
nter or.
Triumph u a bandeira gloriosa da liber-
dade, basteada neste Estado pe impo-
luto, aobrance ro e heroico Dr. Barbo-a
Lima, digno Goverindor de nos o Es-
tado.
Hozanas a Repullica. Um abraco ao
illuetre pernambucano Dr. Herculan
Bandeira. que vai entrar as luctaa par-
lamentares, com a fronte singida de lou
ros da incruenta batalba da democracia e
io povo.
Eu humilde soldado do grande par ido
republicano federal, abraco a S Exc. a
a todos o* bons republicanos, saudando
mais essa aurora de regeneragao para a
nossa idolatrada put ia.
Recife, 31 de "aio de 18'.)5.
Fortunato Pin/uiro.
Major Fernando Lobo
Cura do Potoral de Cambara
Fernando Jos da Gama Lobo d'Eca,
major reformado do exercito, residente
Nossa Senbora das Gracas, Z-feriao Fer- j em Jaguaro, certifica que, soffrendo
reir Velloso, cujo acto assistirJo tam- 1 durante muitos annos de urna tosse as-
ben no lugar mais distiticto do nosso thmatica, curou-se radicalmente com o
templo, 12 pobres sytnbolisando os 12 uso do Peitoral de Cambar de Souza
apostlos aob:e quem denceu Divino Soares. [Firma reconhecida ]
Espirito-Santo, bem como a distribuisao
de 7 esmilas por 7 irmo.-i necessitadoa
em 1 uvor dos 7 dons do Eapirito-Santo,
udo este acto tocar a mesma han'a
marcial maviosissimas pecas de seu re-
pertorio.
As 6 horas, da tarde, depois de Ilumi-
nado o interior do templo a fachada do!
raesrao, entrar o Te-Deum denomi-!
nado Rio de Janeir subiudo a tribuna
sagrada o Revdm. carmelitnoo ex-(jrovin.
cial Fr. Augu.-t d Immaculada ooncei-
c5o Alve. Fmdoo Te-Deum, cara
anda a refunda banda afn de anounciar
aos fiis a terminacao da 'eatividade do
Divino Espirito-Santo
O templo acha-se modestamente deco-
rado, pois para isto nao e tem poupado
" Qv Toom s, 2y uo eiembra de 1880.
ir- Ag.xie ao Sra.
Lau so i Kao-D. pnaeole.
I |m, s-.Pa>a s o connecimeou e o .1a casa
que V. S. tao d g rm .-m.escota, teobo o
praier oe declara' qo bei astdu em airaba pef-
s a a miobafamilia o Ton.: v Oriental de Laaconu
* Kemp e que os reB0l>d.M qaa d lie bel obtl-
do nao sido altamente .-atisf.ion s.
A quanti a amigos o hei recomroe;djdo para
a caspa os na curado radictlxen e pelo qae
crio que >sta prepar(2o a melhor de aoa
classH para augmentar, liaipar e embel'ece o
cabelle.
Soo 8n amief,
E'uurdo II. M.iron. 23
A::t nu Jorge Gromea
Olympio o*e Oliveira
Cura do Pcitoral do Cambar
O Sr. Olympio A. de Oliveira, sendo
para esplendor do mesrno o digtiucto ar- atacado de forte constipado com tosse
tista amador Agr Filhj. Era todo, desesperadora, s consegua restabele-
aa es actos fenderao ao r gyrandolas e cer-se|tomando litoral de Cambar,
salvas reaes, aspeciahnentj no sabbado Souza Soares
ao mei<< dia.
Antonia Gomes Coutinho Gui-
marites
Manoel Lydio de Oliveira Guim&rSes,
Jos de Oliveira Guimaraes, Antonio Mi-
guel de Oliveira Guimaraes, Francisc
Borges de Oliveira, Acna Coutinho de
Oliveira Guimaraes e Amelia Idalina
Rangel de Oliveira, agradecem a todas
as pesBoas que se dignaran) arompa-
nhar os restos mortaes de sua nunca es-
quecda mJe e sogra D. ANTONIA GO-
MES COUTINHO GUIMARAES, e de
novo as convidam para asaistir a missa
do stimo da, que se realisar do sab-
bado 1 de Junho, na matriz de Santo An-
A mesa regedora pera mais brilhantis-
mo da festa do seu Divino Padroeiro,
convida a todos os carissiiuos irmos a
comparecerem em nos a igieja, domingo
2 do corrente -a 10 horas da manh, afin
de paramentados a?8istirem n5o s aoa
atoa acuna mencionado-, como tambera
a missa'do meio dia.
Secretaria da veneravel irmandade do
Divino Espirito-Santo do Recite, 3i de
Maio de 1895.
O escrivSo,
Domingos Bruno.
O agente Ccn.panlaa de Drogas e Pro
duelos Lkimicos \
Iustifuto Pcrnaiukucano
DIRECTOR BAC1IAREL VIRGINIO MAR-
QUES JC. LEO
QEate eslabele imento de inslrucgao primaria
e secundaria, mu lou se d.-i ra do Hospicio
para a do Vscn Je d'Albuquerque, (anliga da
Gloria, n. 125.
EDITAES
AtleiK'tlo
Si ultima vmem do vano* Jaboalo pro *
deut" 00* or os 'o norte e ibtigauu e8t>- por-
to no (.i* 30 Je alargo, nt-peucaiinhou-sa uuia
OjtriCH aoa looga p rteoceste a bagaje oe
ama familu qu- mbarcou uo porto do Natal,
leudo por marca un a orna ae nota ciaienia.
.jK' povaTel que essa barrirn d.serena casa*
qi 'om a b-iateui de aluum passag^iro. por
IfSj rona- a p-s-ja que ujti ;. narnca em reu
poder < avor de mandal-a eniie({a- a Asoocia-
ko oa Pr ticjgem, u o ule se vg*u u carreo.
Chamamos mu particularmente a atten-
gio de nossoa leitorea Dar as Perolaa d
Dr. Clertan, de diversos saus de quinina ;
porque os sas que eacerra.a estas parolas
ao absolutamente puros.
Recommendamos especialmente contra
as febres e as nevralgias peridicas : as
Perolas de Clertan, de sulfato de quinina,
a mais antiga coabecida d'essas prepara-
res ; as Perola* de Clertan, de chlorhy-
drato de quinina, um dos sim de quinina
que contem o principio -ciiro em mala
forte pr >por$lo ; aa Perol*a de Clertan,
de bromhydrat) e de vaienanatu de qui-
nina, que convem principalmmte s
pessoas nervosas.
O* mdicos tambem receitam as Perolas
de Clertan de bisulfalto, de lactato, i'e
silycilato de quinina, etc
As palavras Clertan Pariz ett5> im-
pressas em cada perola.
MOLFSTIAS DO ESTOMAGO.cnsssainn
O Cognac Braaileiro
DE
A. M. VERAS
E' superior a cognac estrangeire
tomo pelas 8 horas da manhS, confessan-' porque tem 0 sabor da agurdente do
do-se desde j sumisamente penhorados or
este acto de religiao e caridade.
RECORDACAO ETERNA
G
Jos Maria.
0 Dr. Albino sabe o que Fomente-se ? l.....
Justus.
SOBRE
O S II ( Ol'll \4.4>
DE
::;:::;:^::^::::::::::
:::^:.::
Derramam sentidas lagrimas
os seus lilhos
Hoje j. dia do seu prema-
turo passameulo
Manoel Lydio O Guimaraes.
Jos de Oliveira Guimaraes.
Antonio SI. O. Guimaraes.
Fi ancisco H>rqes de Oliveira.
Anna C. 0. Guimaraes.
l.-6-95.
Advogado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
fues Campos, procurador .dos Feitaa da
azenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a Praca 17 n. 79, daaipr',' 1
. 10 horas da manha s 4 da Urde, [ '
uvas, tendo mais a vantagem de custaj
2$500 a garrafa.
O verdadeiro cognac estrangeiro cus-
ta 8S000 a garrafa, pelo menos !!!
O alcool, quando puro, um alimen-
to, mas ingerido com as essencias epy-
reumaticas que o acompanham, um
veneno.
Por melhor que seja, o cognac es-
trangeiro contem essas essencias nefas-
tas ; ao passo que o Cognac Brazileiro
est privado d'ellas por um processo
chimico.
.\Este facto tem granda importancia
tratando-se de crianzas e pessoa3 de
licadas.
fA Imprensa j deu a sua approvaco
e a Hygiene acaba de antorisar a ven-
da do Cognac Brazileiro.
Garrafa 2$500
Duzia 25S000
Na fabrica a dinheiro por este preco
remette-se urna duzia de cognac para
qualquer ponto do Estado, por cami-
nho de ferro ou martimo, sem despe-
za.
3Peddos de 10 duzias mais 5 0/0 de
descont.
0 Dr. Geminia.no Costa
Parecer sobre o Peitoral de
Cambar
Tendo empregado por varias vezes o
Peitoral de Qambar, do Sr. Souza Soa-
res, de Pelotas, tirei sempre muito
bom resultado, quer na enfermara de
marinha, quer na minha clnica parti-
cular, pelo que aconselho sempre est
preparado aos que soffrem de bronchi-
te, principalmente asthmatica Dr.
Geminiano os da Costa. [Belm do
Secretaria da Industria
3a direc'ona
Substituc2o de madeiras de
pontes
Edital
Pelo presento f.co pablio, que no da
8 do Jurhi mea ao muio da cesta Se:re-
un aerSo recebidaa propoataa par* aubatt-
IU9&0 d. madeiraa de que preciaam aa pon-
tee do Ettado.
Aa propoataa devera aer convenientes
mente aeiladia e oooteresa em tarmoa
claros :
1* O preco pelo qual ae propSsm oa
licitamos a ooliooarem cada orna das
pecaa de ponte iocluiudo deslccagio dai
que tm de aer substituidos :
a metro corrente de corr jmS-ia.
b preyo de cd* pilastra a pega d>
craaetaa ou intermediarias.
c preco de metro corrente de rasas t
cootra-vaaaa.
d pr. c ) dn mttrn quadrado de iaitrc
(aoalbo) d 0 -38/0,20.
e p-eyn de metro cubioo de viga de
0,m22 a 0,-30 de aecr;5o at 10 metroa de
Oumprimeuto.
f dem, dem daa mesmaa sscr.-Bas de
maia de 10 metroa de cumpr ment.
g dem de cootra vigua obupusea e mSoa
de torua.
h Dito de madrea.
i Dito de emend- s de esteioa at 6
metros de comprmanlo e 0,25 10 25 a
030,0,30.
j Prego de um eateio de 0.3[0,3 at 8
metroa de cumpriaento.
k Di o de dho de maia de 8 me'.roa.
1 Dito de metro de longaririna de
0,12,0,12 e 0,12,0,12.
2.' Os loc.es de suts rea'denciaa ;
'.' Pro vas de idoneidade pr-diaiooal
para dirigirem e ezecutarem oa c-uDalhoa :
Havnndo duaa oa mais propoataa em
igaaldade de condicSea, aera pretsrido o
concurrente que melbores provas de ido-
oeidade offerecer.
NSo serao auceitas as propoataa que ae
esentirem na ae^uiotea fbtiaa :
1. Aa que nao forom organiaadas de
accordo com o presente edital ; .
2.' Ai qne se batearen) aobr- preyoa
de propoataa de outro coaourreate ;
3.* As que firem firmadas por peaaoaa
que tiverem j deixado de camprir con-
tractos celebrados com a ex'iacta repar-
tic&o de Obras Publicas ;
4.* Aa de cotcirreotes qae nao cfiV
regam aa garantiaa e qualidadea exigidas
no preaente edital.
Cad* propoata veraer sobre um dos re-
paros a coutracUr e dever t-aaer no in-
volucrj a declaruc&o d'aquolla a que ae
referir.
Nenhuma propoata sei acceita aem
qne o proponecte npresente recibo que
prove haver depositado na tbeaouraria a
importancia de tresentoa mil res 500^000.
O proponente que tiver proposta esco
lhida e se recoser a asignar o termo do
contracto, perder o direito a cauySo teima
exigida.
As icformagS.'s doa trabalhoa de que
trata o presente edital, aobam-se neata re-
partigaa a dispoiySo dos projoteates, que
poderlo exammal-aa daa 10 s 4 de
tarde.
Este aera publicado pela imprensa e
afixado naa porta a da sala de aadienoia e
matriies e onde mais oa chefes de da-
tricto jalgarem conveniente.
A durago do contracto aera al 16 da
Novembro de 1896.
Recie, 16 de Maio de 1895.
Joa Joaquim Rodrigues Saldaoha Jnior.
Director-gerai.
t 11 cripta, deeavolvidj por todos o? concurrentes.
radoe, ncmeadus para a Guarda Nacional em" pape, moneado pe. commis^u examina-
deste c.8!ado de Pernambuoo a virem aa'dor tiafaeer nesta Repart 50 oa direitoa de Ar'- 7" Sera eptima a prov qoe alm de
auaa patentes. completo desenvoivijiento, nao comiver erro de
i- 1 1 especie iilguna ; boa a que, renolarieote des-
' envolvida, ao nonti ver propriameae erro?, mas
equvocos; fcffnvel, a qae conttver erros oe
ou a luiporiuncia, e mi a que coniiver erros
graves.
Ari. 8 As provas oraea serao feitas par meio
de argul^ao a cada examioando de per si, sobre
p-.i.t3 sor ^ado, nao poando csdi a.eueme es-
te.er de 30 mi utea.
Art. 9.' Cala examinador lancar as provas
esencias as notas qoe a seo juno me |nsii1;ando-as aaando houver discordancia e
screvel-s-ba, beca tomo aJ notas das p-ovae
orier, em um m.ppa foroecido p.-la repit gao,
00 geal por i-es serio de;KoalaR as ptimas,
piT aou as boas, por urna as eoff ivets a por
zero a< icae. A uota ma nullifica o exame.
Art. 10. A prova escripia de aritnme ica con-
titira a cm resposias a spis quesiiof, tres p anj
ees e ires ineoricos sebre o ponto sorteado. Ca-
de su u;o >tra orna nota Ugurandc a media nos
Baeppas-
Art. 11. De nm mappa geral censta- a me-
dia cas netas de lodos os examinadores sobre
Cidaprovs, sempre que bouver grande di ver
geocii, prevalecen lo a maioria do caco ecu-
ira'lo.
A't. 12- Te'miobdos os exames proceder-se-
ba a eUsniflctcao da m^Deira segointe :
Muluplicados por tres es Dameros que apre*
sentarem as notas rJe ariibmetica. Igebra, lei
tara, ari y-e gemina leal e ortoog-apnia con-
stantes do m-piM geral, por duas aa phi'i b torla e por oma > "" fr**, 'nm.
ibaaos os rreductos respe', tivamenle a cada era
dos concurrentes, oceupara o prieoriiu iu^a.- o
qoe riMi-.r numero de pontos boover obiido e
af8'CD por diente.
A't D." 9 eximes fetos 00 Oje-mo dia
se livrara, em hro e-pecial, qoe oever ecc-
ter o qoe se referir aos concursos a principiar
pea trsiiticripgo las presentes Instruyeles urna
cita mtooi'io.-a. da qcal o direct r geral envia-
r 1 opia ao -ecretano, noexsn o a lista dos
candidatos com o numero de pontos obtidos e
arm-l'ajiio infurmaces sobre o processo do
concur> teresar i es oloa caso dous ou mal- aos refe-
dos C'o ditos teabam sidocillocadoi em um
eo logar.
Art. li. Sero preenebidos pelos candidatos
pprovaios 00 co;icu'8J a que ultimronme se
i-er procedidc, na oriem da cla-s^i -hc i-i. aa
a'.' na uo praao de um aoao ?e \e MI :arem
a C".i ar da data em que boovereo lereniDado
os respeellvos exaroer.
Art. 15. Sorneuie ergotizo e=89 pr zo ou a
lista dos 11 e-"u .-: ca didatos proce'-er-se-ha a
novo concorso, 'ouservando-se, eotao, a di?po-
8ICS0 ro arl. I..
Art. 16. Revogadas a dieposic-'P em con*
t*arlp.-O secreiario, Pedro Jo^ de Oliveira
Pernambacr.
Secretaria -io Tnesocro rio stado de Pemaa
buco, em27 de Mito de 1891
0 cne',
Ma'iaono a. dr M-^deiro?.
Teneote coronel
Querr.
Major Jo Franc seo de Oliveira Qi .
UapicSo Oeouioo A. Brito.
Q.ldino Joa de Ssnt'Anoa.
a Francisco Gonca!ves Tavares da
Silva.
Urbano Barbea 1 pjreira de Ac-
drade.
J s Alves deAraujo Reg.
Tenenta Jea Usencia de Pontea
t Joa Antonio de lbuquerque
Leite.
a Horacio de Albuquerque Monte-
negro.
Taquaretirg-a
Tanecte-coronel Pedro Hygmo Rodrigues
de AsJinpro.
VioenteCini de Qiei-oz.
Major Manoel Flix de Metetes.
< Manoel Antn o de Lm.
Jos Theodoro de AragSc.
Joa Ccrdeiro de Arruda.
t Antonio Manoel de Carvalho.
c Jocelioo Jlaria Villar da Carvalho.
JapitSo JoSd isrbo a de S3ua.
Mn el d S.lva O.rvalho. j
Tenente Jos Pereira dos Stotoa.
Francisco Pereira Tejo de Assis.
Alticho
CapitSo Jos Franklin de Andrade,
Tunete Joaqmm Cooataotiao de Miera.
A feres Marcos Lopes de Olivei.a.
Jo2o Capocho da Silva.
Mathiaa S tyro de Barros.
3" SaecSo da, Alf ndega de Peraamba-
00, em 30 ae Maio de 1895.
O chefe,
Clito Valtenue Peroira
De urueui uo c.ddoo Dr. administrador ood
Crrelos draie Estado, faco publico qqe deeie
a se a batn a'iertas uesta admlniatracCo, iom
o praso oe 30 di.s para o respectivo eicerra-
menio, a cootar da (a;a do preseote edital, as
loscripcOes para os loncursoa a que eeiSo sob-
rxie iidos, em co-pnaienio ao aviso do M nistro
da Indooiria, Viacso e Orras Pabina< n. i82 A,
ue 1% de Abril ullim", os entregados aoaix
meuciooador, nomeados ou p-oaovidoa sem as
formalidades exigidas pelo artigo 490 do reg-
lamelo aoprovao pelo decreto D. 1692 A. de
10 de Abril te 1894, expedido pa-a xecocSo
da le o. 194, de 11 de uotabro de 1893.
Para os lagares de praticaote e earteiros po-
dero tuse ever-se p.-ssoas extrannas nepar-
tict, de conforroidade com o avisa do M.ois-
te'to da Indaslrii. fitcto e Ooras Publicas s.
187, de 26 do mex de ADri! prximo Ando.
Para os lugares de pralicaote* e suppleotep.os
candidatos deve.Se ier mais de 21 anus e me
008 de 30 i.nos de edade, excepto ae j tlverea
exercicio no C irreM ; goiar de boa saode e es
lar vaccioados; ter D^m p o>dlmeoto e co-
nhecer as lio^uas portugneiE. e francea, a geo-
graphia eerai, com cesentolvimento qoanto ao
Brazil, arittimetica al a tbeoria das pro orcOe;
locioslve, aendo motivo de preferencia o roana-
cimeo'o de algoma ou algumaa das segaiote^
materias : den bo linear, escripturacao mer
cantil, ingl't 4 alieno, guardada a dispo8:co
4o artigo 469.
Os raooioatos aos lagares de carteiro e sap-
plenie 0 carteiro .:eeo ter mais de 21 e me-
aos de 30 aoo8 de edade. excepto ae j live-
rm exerciclo no Correio ; gozar boa saade a
>star tace nados ; ler bom proced:rento, sabe
ir e escrever correclexieu'e, a louecer ae
jaa'.ro operac6es foodameniaes na arttmetlca.
Oa candi taios aos logares de praticaots de
eopaleote oe praticante. carteiro e sopnlente
carteiro, pidero apresentar domo entos que
comproiem suas babiitacOes e servos, senao
11a classilicaco attendidos ta qie se referirem
a materias nao exigidas oe Rjgoiamnto e dis-
pensado do e.xame de materia oa materias do
conco.-so o candidato que apres otar aiustado
de approvago obudo ra Ioalrocco Poblica,
acadenia 00 iosti-nto aporovalo pilo goveoo.
Pelo aviso o. 182 A, de 22 de Abril prximo
oaspa-io e cima citado, foi aispecaadoo ime s
liclo ite doas annes, ae que trata o 1. do ai-
ilgo 496, poteodo, po'tiato. todus o amanuen-
se e prauc nies concorrerem s vagas de tercei-
os olficiaes .
Terceiros cfficiaes
Francifo Xivier de A'bi>y?.
Autonio j. qum Cavaicaole de Aibuqaerque.
AmaLQBnses
Olympio de Arroxellas Galvo.
Pratlcantea
Aotlio Teixeira L os de Barros Lo.elo.
Alfredo Ernesto Vat de Olivera.
Manuel Jjaquim oe Castro Madeira.
iotS Napoleo de Lona Freir.
Ignacio da Sil a Lopes.
Jos Bonifacio do Amaal e Mello.
"Ji^nei Figaei.a ue Paria boDr: ho.
Aoioiio DoaiH Manir.
CjiUuos de 2* classe
Antonio Carvalb} aa Cos'.a L'-bi.
AcIojIo Fraoct'co de Souza.
Bernardo Joaqom de Azevedo.
Igoacij UdValcanle de $a e Atbcquerqaa.
Manoel Fr-oc seo de Alm-ida Dna.
Admloitr>cSo dos Crrelos do Estado de Per
aambuco. em 17 .e Maio ce 1895.
O 2. official,
Joaquim Spencer Lopes NetVo
Edital
Paco publico, de ordem do Sr. Dr. director
geral e em viMude de aatonsaco do r. Dr. Se-
cretario dos Negocios da Fazenda, qoe, teaao
sido considera os inhabilitados os candidatos
qae se iascrevero para o concurso do cargo
de 3 (fli ial da 4.* seeco Je eub-directora aa
Cootabi Hade desie Tbezouro, acba-ee de novo
aberta, nesta Secretaria como praso de quioze
das, a cootar da presente data, a ioacripcj
rara o novo coscareo.
Os candid .toa i inscripeo aeverSo apresen-
lar anas petieOea at o dii 10 do mes proximt
viodooro.
Serio rigorosamente o' servadas as iostroc-
jfs lo'ra mencionadas :
InstroccOes para o provlrueoto dos cargos da
Secretaria Ja Fazenda do Estado.
CopiaPalacio do governo do Eitado de Per-
oamtinco. En 22 de Aoril de 1895,
O Gove-Qadar o Esta o resolve approvar aa
'rrflpsies iQ-tri'cces para execoco dos artigos
69 e 74 do iWcUmeoto da Secretaria da Fazen-
o. de 20 de Novembro ultimo.
0 secre ano 11 > Estado aos Negocios Ja Fa-
zenda as Alexaodre ru Barboza Lima, Pedro Jos de
Oliveira PeroambDco.
lostroccfiea a qoe se refera o decre'o supia,
Art. {.* O concuo para os lagares de Ingres-
so as Repartieres oe Fazen 1a sr, dursnie
qu nse da, anr.unciado pelo Director Geral da
secretaria respectiva, de ordem do secretario,
apeuas se ve.rique vaga.
A't. 2 O candidato requiera saa ioscrip-
(So provaodo ser maior de 18 annos, ter mo:-
naade e o mais qoe jolgar a favor de teo direito
An. 3 Sob a presidencia do al rector geral
comecaro os eximes nn d;a d signado, coos
taodj de leilora, aoaijae graeomauca, orino-
Pagamento a s profes-
sores municipaes
0 Dr. Prefeitodo municipio do Recife
manda fazer publico que o pagamento
aos professores e professoras munic paes
ser realisado na pnmeira quinta-feira
posterior ao 3. da til de cada mez, afim
de que nao deixem de dar aula, e os que
no comparecerem, s poderao ser pagos
em outra quinta-feira, salvo se, depois da
1.* mandarem receber seus vencimentos
por procur 9S0 legalisada; ficando nesta
parte alterada a tabella de pagamentos j
annunciada.
Secretara da Prefetura Manucipal do
Kecife, 31 de Maio de 1895.
O secretario,
icaqnim Jos' Ferreira da Roclia.
Pagamento de dcima
O Dr. Prefeito do muoipicio, manda
fazer publico que, amanh comecar o re-
cebimeato do imposto de decima urbana
dos predios situados as freguezias deste
mun cipio e que ser recebido n> tbesou-
rt municipal, sem multa, nos trinta das
uteis contados do 1. de Junbo, desde as
10 da maub at 2 lr3 da tarde de cada
dia.
Secretaria da Prefetura Municipal do
Recife, 31 de Maio de 1895.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira do Rocha.
Bilhetes de Banco
De orden do Sr. Dr. inspector transcrevo
para conhecimento do publico, o edital
infra da Inspectora da Caixa de Amorti-
saco, declaraado prorogado o prazo para
recolhimento dos bilhetes dos Bancos de
emissao.
Caixa de Acnortisaco
EDITAL
Faz-se publico, para conhecimeoto de
todos, que, por despacho da Junta admi-
nistrativa desta repartico de 2 de Maio
corrente, em requerimento do Banco da
Repblica do Brazil, fica prorogado o
prazo marcado para o troco dos bilhetes
dos bancos de emisso, hoje a cargo do
mesmo banco, at 30 de Junho de 18y6.
Os bi h-tet., cujo troco e prorogado, sao
do Banco de Crdito Popular do Brazi,
de 5008, 2005, 10S, carimbados sobre
bilhetes do Banco dos Estados Unidos do
Brazil e de 5$ aem carimbo, todos de base
metlica, de 500(5, 8 :&, e de 5S de base
de apolices, tambem carimbados ;
Do Bamo Emissor do Norte : de 100$,
50$, e lu$, de base de apolices, carimba-
dos sobre notas d Thesouro ;
Do Banco dos Estados Unidos do Bra,
zil: de 5003 e de IOS, de base raetallica-
e 200$. 50$, 20|, e IOS, dbase de apoli-
ces, carimbados sobre notas do The-
souro ;
Do Banco Emissor da Bahia : de 100#
e de 500, de base de ouro, de 10C$, 50$,
205, o lUt5, de base de apolices, carimba-
dos sobre notas do Thesouro ;
Do Banco Emissor de Pernambuco:
de 2009 e 100$ de base metallica, carim-
bados sobre notas do Thetouro, e de
100J, da 1.* serie, 1.a estampa ;
Do Banco Emiasor do Sul; de 2000,
100$, 50$ e 100, de base de apolices,
carimbados sobre notas do Thesouro ;
Do Banco UniSo de S. Paulo : de 500$,
20C $,50$, 200 6 11$, de baae de apo-
lices ;





v*l


e
Diario de Peroamlineo Sabbado I e of imito de 1995
Do Banco Nacional do Braz'l: de 5005
200/5, 308 e 10, d* estampas proprias,
20()iJ, em ouro e vista, e 1005, todas do
bai.j metallica, carimbados sobre notas
do Thesouro ; o de 100$. das 1.* e 2.a
series, parte carimbados;pelo antigo Ban-
co da Repblica ;
Da Banco do Brazil: de 5000, 2003,
100,?, 50,J, 20S e 103, de base metal-
lie i;
Do Bateo da Repblica dos Estados
Unidos do Bazil: de 500$, 2001, 1008-
50;; 3()8, 238 e 105, de base metallica,
e 200$, 50$, 20$ e 10$. de base de apo-
licea ;
Do Banco da Repblica do Brazil :
emissao provisoria de 5005, 2005, '005,
501. 308 e 108, de base metallica e 200S,
50$, 20$ e 105, de base de apolices, todas
sobre bilketes do Banco da Repblica dos
Estados Unidos do Brazil.
Declarase que os bilhetee de base me'
talca levam a chancella do thesoureiro
desta reparticao, Antonio Arnaldo Vieira
da Costa.
As pessoas que possuirem taes bilhetes
devem apresental-os no Banco da Rep-
blica do Brazil, desta Capital, e as suas
agencias nos Estados da l'niao, para
sere.n trocados, sob pena de perderem o
seu valor, nos termos do art. 45 do de-
creto n. 10,262 de 6 de Julho de 1889 e
do decreto n. 165 de 17 de Janeiro de
1890, art. 1/ 14, si os nao apresenta-
rem ao troco dentro do dito prazo.
Rio de Janeiro, 8 de Maio de 1895.
O inspector,
M. A, F. Trigo de Loureiro>
c. SeccSo da Alfandega de Peraa ai-
buco, 30 de Maio de 1895.
O ebefe,
Clito Valtcrino Pereira.
jRecclhimento de utas
De ordem do Illm. Sr. Dr, inspector
desta Repartico e em vista do telegram-
ma de 9 do corrente do Sr. inspector da
Caixa de Amortisaso, faco publico que
fica prorogado o praso para o recolhi-
nanto das notas do governo e bancos
emissores, mencionados nos editaes de 5
e 6 de Outubro de 1894, at 33 de Junho
de 189G.
Terceira SeccSo d'Alfandega. 15 de
Maio de 1895.
O chefe,
Clito Valterino Pereira.
OBEBY-El.ua
DE
PERNAMBUGO
PRADO DA ESTANCIA
8.' Corrida em 9 de Junho
de (895
DEDICADA A0 C0BP0 COMMEROIAL
Quem estiver de posse de um bilhete de
ingresso numerado ficar habilitado a re-
ce ber o seguinte
E, F. C P.
"KDITAL
De ordem !o Sr. dir tir eoganbelro chefe,
se faz puui.co, 8. je, qu- no d a 10 ae Jando pr-
ximo vindouro, i ba:a ua tarde, recebem-ae
neeta pecre'arla propostas em cartas fecbauaa e
dev.lamente sel'adas, nara o foro^clmenlo, cor
contra.jio. de Quioic mil dormeotes. de a:coruo
com 13 conalcOes anaixo publicadas :
Cica proposta devera vir aroupsobado ri< nm
coonecmenlo ae deposito na quautu de 2004COO
feto na Tnesouraria da Estrada, perd-Ld j o i-
rei-o "e -vantal-a. si preferida a proposU, nao
f r ella asignad i por qoem a tiver apresec-
l"J- II
Ob dormentes Itfid b* sega otes dementos :
1.8:0,OH0.i3 e serao diviidos em daas c'as-
ses ei das nia-leiras seenio'es. a saber: i* classe
arwa, pao a'a>co, bar. na, po ferro, soco-
pira minio, nceim amargoso, maasaraodoba e
oiticxa ; 2' claseeorucoba.| peqoa, sspucaia.
sucapira-assa.
III
Todos os dormentes aetraj ser perfei atnn
te rectos, aralos ou lavrados a macbado.
saos, de quinas v,v.i=, e iseutos de braoco e ae
qnaesqaer oau os deleito?, taes cuau : feadas
i cariados, brocas, etc.
IV
O praio total para o (ornecimento dos der-
memes sera de cinco metes, a contar da dala da
acRigGatu'a do contracto, regalando o forne -i-
meuto, de tres mi! derm^mes por mea, em par-
tidas nonca inenor-s a q> inri' o oe, os qoaes se
rao depositados a margem da nnhi, entre at ee-
tatOtis do Recite e Victoria.
V
0 recebimento dos dormentes eer faito 30
das depois qoe elles estlveren? depositada', e
medaote aviso oo fomecedor ao engeoneiro
h-'-, da lioba. o jcal p-ocedera a conveniente
verifcelo, nio caneado entretanto a esta Mira*
da respon abilidtde aos depsitos renos eeoao
depois do recebimento.
VI
O pagamento doj dormentes sera effec nado
na ibesouraa desta estrada, a medida bne to-
rea:, elles recebldos e vista 4e ai estada pas
sado pelo engenbeiro rb-le da linba.
Vil
Para garanta da fiel execocSo do mes no con-
trata depositar contractame nos c< fres da es-
trada, em dinbeiro oo apolices da divida pobh
ca nacional, orna caucaa co-respondeole a cinco
po; cento (5 *|; do valor do respectivo contrac-
to-
Es.i caoc&o so era restituida depoii de con-
cluido toda o forneeimento, descontada* as mal-
tas em qoe tiver incorrido o mesma contraciaa-
tem. em virtade de clausula* de seo contracto.
S'cifctarla da Estrada de Ferro Ceotnl de Per
nambuco, 23 de Maio de 1895.
Alberto Antonio Manveroy,
Secretario interino,
DECLARARES
THEATKO
11
Domingo 2 de Junho
de 1895
A's 8 hras da noitc !
Representaco da gran-
de opereta em 3 actos
OPHANTASM ARRANCO
Precos do costume!
os
llavera bonds para ldasi
linhas.
Cnmmiu&o do Melboranento do
Ponto do Recire^Uecife, 30 de Maio de
um.
____________Boietim rnetereologico
SKROS y^RTTIMOS CONTRA "
FOGO
Companbia l'Iienix Pernansbu-
cana
RA DO COM HERCIO
SEGBO (X)NTBA FOGO
Urna passagem de 3 a classe, ida e volta para
a Europa (Lisboa)
50 libras esterlinas ^ara as despezas de viagem
Urna malla contendo um corte de casimira fina
para um costume, :uma duzia de camisas,
collarinhos, puchos, meias, cequias, lencos
e toalhas para rosto.
Um binculo e unie cadeira espreguicadeira.
EATSACCA0depo_s_dultimo pareo
Acorrida comear as 10
horas da manha e termi-
nar as 5 da tarde,
Ba Duque de Caxias u. SO 1. andar, Escriptoro.
Ra Prinaeiro de Marco n. 9, Livraria Franceza.
Ra Mrquez de Olinda n. 27, Cubana.
(( n. O, AkTaiataria.
Ra da Inaperatriz n. IV A Brazileira.
Ra BarSo Victoria n. .?. I.ojti de Msicas.
Companhia de BeDe-
rbe
Previne-se aos Srs. concessionarios de
pennas d'agua que nos tormos da nova
disposico do art. 56 do regnlamento de
pennas d'agua, e em vista da certidao da
junta de correctores que declara ter sido
de 9 3/16 por 18000, o cambio medio
sobre a praca de Londres, as 30 das
decorridos de 25 de Abril a 24 de Maio
do corrente anno o prego d'agua a casas
pelas pennas. Ser de 6.103 para a
taxa mnima, e do 444 por metro cubico
de excedente no prximo mez de Junbo.
Becife, 30 de Maio de 1895.
Companhia do Bebe-
ribe
Asscnabla geral
Nao ae tendo reunido numero legal
de accionistas na primeira convocaco
feita para a reaniSo da Assembla geral
ordinaria do anno de 1894, sao de novo
convidados os Srs. accionistas a compa
recerem no dia 10 de Junho prximo, ao
meio dia no 1.* andar do predio n. 71, a
ra 15 de Novembro, para tomarem co-
nhecimento do relatorio, contas e parecer
da commissao fiscal, relativo ao mesnao
anno.
Na mesma occasiao ter lugar a eleicao
do presidente o secretario da Assembla
geral e membro da commissao fiscal.
Esta reunio se effectuara com qualquer
numero de accionistas na forma da lei.
liecife, 28 de Maio de 1895.
Graciliano Oetavio da Cruz Martins.
Director-gerette interino.
Sociedade
DOS
Artistas Mchameos e Li-
beraes
De ordem do Illm. Sr. director, roavido os
S s. sutioi a se reaniretn em asembla geral
exircordioana, em osa sede, no da 1 de Ju-
nco, pelas ti oras da manda, afim ce ass!s i-
rem aieituratioi oovos estatutos ; e bem a.-s m,
no da 6 do mesmo mes, pelas 7 tarja da nolte,
psra em assetnbii eral ordioana, trataz-se de
S8omptos sociaes.
Bando eisa a seonia convocaco. (nneciona-
r com o nome*e '.o- comparecer.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mechani-
eos e LiDeraes de Pernambnco, 31 de J.u de
1895.O l* secretario,
Gasi ar Antonio dos Res
Societ Italiana de Benefi-
c Da Francesco Crisp
8ono iovltati 1 boc di questa Sacela a voler
comparire nelia sede del slessa, domemea
p ossima J Giogno, alie ore 13 del merieio, per
comemorare ls promulfiarlone delio Statoto e
l'annnvercario delta morte di GiQbepoe Oari-
baldi.
Pernambnco, 31 Magglc 1865.
II SejjretaMo
Dberlo Waidei.
IK!llM)lli;
DO
S. Sacramento da matriz da
Boa Vista
Assembla geral
De ordem ao nossu irm&o jais, convido a te-
dos os Irmaos defta irmabdade para comparece
rtoi no consistorio domiog') X de Jnobo, as 11
boras da maoba, para em mesa geral proceder
se a ele'co da nova mesa regadora que lem de
dirigir enta corporacao oo aono de 1895 1896,
rte accordo com oio-o compromiSBo, e isto
depois da asisilrem a aissa vtUva qoe sei
cele rada oesta matns 4 >>ora cima.
Consistorio da Irmandade do S. Sacramento
da matns da Boa Vis a, 30 de Maio de 1995.
o e'Tiv&o
lz doro Ferrai a.
Ca. G. m
C lub Carlos Gomes
Jogo da bola
Convidamos pelo presente aos Srg. socios e
anas Exmas. familias para assistirem a inauga-
ncao do JOGO UA BOLA qne lem logar sabba-
do 1 de Jnobo.
reenimos aos socios Inscriptos para o TORs
NEIO, qee se dar comeco pontoalmente s 8
h jras da ooite.
Secretaria do Club Carlos Gomes, em 30 de
Uaio de 1895.
Alvaro P. Alves
1- secretario.
SOJlEDAD
Auxiliadora da Agricaltara de
ernambaeo
Novo imposto sobre eng(nbo)
E' convocada por ordem da Boperiotendencis
a asiemblla geral da soc elade Auxiliadora
para o dia 7 de Joobo ao meio din, na sede so-
cial (roa Vigano Tenorio n. 19) am de entre
ontros as8amptcs deliberar sobre a attltode qoe
dever&o lomar os agricultores diante do oovo
imposto propos'o por S. Exc. o Sr. gov- rnador
do Estado prn sna meo8ag<>m ao ctngiesao.
Recife, 19 de Malo de <8 5.
O ge'onte
A. Pereira Sion5en.
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
De Londres e Aberdeen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumulados 3.000.000
eccita annual:
De premios contra fogo 626.0000
De premios sobre vidas 208.000
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
Boxwell William &C
Rojal Insurance Gomparvy
de Liverpool
CAPITAL 00:000
Fundos accumulados L 80:060.
AGENTE
P0LHMANN & G-
PRADO
PERNAMBUfAN
QUE SE REALISARA' NO
Dia 2 de Junho de 1895
As corridas terminaro as
5 horas da tarde.
Koa
B
O
o
s
Pello
Natn
lid.
O
2
Cor da vesti-
menta
Propr'.elarl o m
1. PareoConaolat^o-800 meirofAniraes de Penarxboco qoe nSo tenham ganbo
1." e i.0 iofia-nos prados do Recife. contando on uo victoria. Premios:
25JJ0U0 o 1.', oOO.O ao 2.' e 13U0O ao 3\
ILogo Digo..
z Gi-aa......
3 Pro(u......
i lAccionisia...
SJCa: or.....
Castanbo ...
floilado......
Alato......
Castanbo...
Peroamb.
54
54
5i
5*
64
Encarnado e braceo...
<
P-eto e branco........
Atol e eocamado.....
Verde e amarello......
D. A. de Moraea.
L. S. Franca.
R. II u-i.
L. J. Vi res.
i. F. S. Maia.
PareoHippodronto do Campo tirando1.050 rre res. Animaej de Percas-
oteo. Premios : 2iOt,OU i, oUOtO ao 2-, e JofOOO ao 3.*.
Roy-Bls....
nxcotte.....
Bjrlim......
Tjlicier.....
Cingo.......
Castanho.
Me lado.
Preto ...
Pernamb.
52
52
52
52
62
Encarnado e azul. ...
Azul e oaro......
Rosa e preto........
Encarnado eOranco.
Oaro...............
V. Costa.
Cood. Monriscaaa.
A. Silva.
B. Ca-npas.
Silvrio.
3 Pareo DerbyCiuIa1.500 metro*Ammaea de Pernambnco.
1.*, 60^000 ao 2. e 30M0O ac 3.*
Premios: 3C0C00 ao
Ida.......
Hiroodelle.
Piramon...
HunoBo. ..
fodo-____
Rodado......
Castaubo .. -
Rodado.
Mellado.
Pernamb.
50
f?2
52
52
52
Branco e prto........
Azul e branco........
Anarello e branej....
Azul..............
/erde e amarello
pareo-Magdalena1.100 metros.Aoimans de Peroambnco.
ao 1.*, 50/000 ao 2.* e 25JC00 ao 3.*
Tiberio......
Lucifer ..
Doblim.....
Petropolls 2.
Timoneiro...
Piano......
Guama.....
oaraino......
I Rodado...
Turuilbo.
A lazSo...
Modado...
Castanbo.
Pernamb.. 52
M
32
52
51
52
52
52
P-eto e branco......
Encarnado e braucj.
Preto e encaroado..
Azul e encarnado....
G-enat eaiQ;.......
Oaro e preto......
Qm4. Crnzelro.
J. Ndves.
Cood. Bel'a-Viata.
M L. MkCbado.
J. Maraes.
Premios: 230/G00
Cond. Cruzeiro,
dem.
J. Rodrigues.
J. Fraociscu.
Cood. Vigilancia.
p. C. Rezande.
X. A. B.b;a.
A. A. Campos.
5.* Pareo Prado Pernamburano-1.609 metros. Handcap.Animaes de qaalqaer
pas. Premios: 3UU/ ao l.% 60/ ao 2* e 30/OOu ao 3.*
">
Donradilbo- 5 Donradilbo.. Pernamb.. 40
Apol'o...... 5 R. da Prata 45
9 ua yanax.... 5 Castanbo. ... S. Paulo.. 30
5 Inglaterra 58
3ranco e preto.. ....
Escarale e preto___
Branco e encarnado...
P. Wo'me.
ood. Vigilancia.
C. Fluminense.
Cond. Crozeiro.
6.* PareoImprensa Pernaaabnrana-1.800 metros. Handcap. Animaes r>e Per-
Camoaco. Premios: 600/OtO ao I., 120/030 ao 5.* o 60/000 ao 3.*
Nababo.....
Todo......
3 Cmara......
Fenlano......
TnuiD'b.i...
Piramon.....
lati...... Pernamb.. 55
tfellado.... 43
Zue....... 50
Rodado...... 52
Mellado..... 52
CasUDho..... 40
Brasco e encarnado..
Verde e amarello.....
Axol................
Azul e ouro.........
Bocaroaio e preto...
Branco e amarello....
Cood. Cruzeiro.
J. Moraes.
M. L. Machado.
,ou3. Vigilancia.
Coud. Bella-Vista.
7. PareoSportman
-1.250 metros. Animaes de Pernambuco. Premios : 300/ ao 1,
60/ so 2 e 30/ ao 3.*
Petropolls V 5 Rodado...... Percaub.. 52
Tiberio..... 5 Rodado......
S i >
5 Castanbo. ... la
5 Castanbo....
T mooeiro... 5 Tordilbo..... c
Vingador.... 5 *
Branco e 're'o........
Encarnado e uraneo.
Rosa e preto.........
Ooro e preto.........
Encaroado e preto....
Amarello............
J. Francisco.
Cood. Cruzeiro.
Cond. Cruzeiro.
A. Silva.
A. A. Campos-
Cood. Vigilancia.
Cood. Pncense.
8 PareoOrdem850 metra. Animaes An Pernambuco. Premios : 250/ ao Ia, 50/ ao
2 e 25/ ao 3.'
Prncn...
Plane .
Djeliy...
Mo.. .
Aiitao......iPernamb..
Ciatanbo.... <
Alaxao.......I
Mellado.....I
54
iBranco e prato.......R. Roob.
Sucarnado e oranco...|Cjodelarla Callo.
|J Cintra.
|M. Indio.
Obsem?
tss immi mnm:i mm
DE LONDRES
Estabelecida em .1803
Capital l.oo.ooo
(Rs l,OOO;0OO000)
SEliLKA. EDIFICIOS E MEBCADOBIAS
CONTRA O FOGO
7AIXAS B A I XAS
PBOMPTO PAGAMENTO DE PBEJIZO
Sena deseonto
Agentes
MOWXSC.
Companhia \ortii British & Her
eantilee Insurance
Capita. subscripto 3,000,00u O* 0*
Fundos accumulados 9,452,452, 18d 5'
kece:ta. annual
De premios contra
Fogo 1.495.418 10* S*
De premios sobre
divida 992.379 6' 1*
Tocando a pesa^em os animaes deverao estar junio respectiva casa para serem imme-
diatamente eotilnados e segolrem para o barracao no centra da rala onde t poderao estar os
jock>ys e os tratadores oo criados e os jnizes do mesmo barracao os qoaes nio poderao ter com-
maoiuacao com pessoa algnma antes de rea!isar-se a corr a.
Os animaes inscriptos para o i pexeo darerSo achar-se no ensilhamento
as 9 e 1|2 Doras da manhS.
Os forfaits serlo receidos at sabbado 1 de Junho, s 3 horas da tarde,
oa Secretaria do Prado.
Os jockeys que nao se aprsenlarem convenientemente (rajados com as
cores adoptadas no progratnma por seus patres, nao sero admittidos pesagem
e sero maltados do accordo com o art. 51 do cdigo u> eajffioag.
Previne-se aos senhores accionistas de procurarem os seus ingressos na se-
cretaria do prado roa da Imperatriz n. 26 1."andar.
A Directora chama a attencao des Srs. proprietarios e jockeys para o art.
21 e seus e o art. 46 que sero restrictamente observados e o horario que for
marcado na pedra ser rigorosamente cutoprido.
Chama-se atlenco dos Srs. proprietarios, e jockeys, para procurarem os
seus cartei, e cadernelas na Secretaria do Prado afim de serem entregues aos
oorteiro no dia de corrida.
0 porto do ensilhamento s d entrada as pessoas que rerem com animal.
AVISO
A archibancada do centro, fica exclusiva-
mente reservada para s directoras congeneres,
autoridades, civis e militares e imprensa.
Presos
Entrada geral. 1000
Entrada para senheras GRATUITA,
Secretarla do Prado Pernambucano, 30 de Mlo de 895. ______.
SBKVINDO DE SECRETARIO,
C. de Abren.
2.4*8.196. 12' lld
N; B.A reparticao de fundos accu-
mulados sobre seguros contra fogo, n5o
se responsabilisa pelas transaccoes fei-
\as pela de seguro sobre vidas.
Wiison. Sons & C.
Associaco Commercial

Agrcola
'Assembla Geral
De ordem do Sr. Presidente, convicfll
aos Srs. socios a se reunirem ein Assem-
bla Geral no dia 5 do mez prximo, s
10 1/2 horas da manh para discutirem
sobre a proposta do orcamento apresenta-
do pelo Esin. Sr. (invernador em sua
mensagem ao Congresso na parta que Ihe
diz respeito.
Recite, 31 de Maio de 1893
J. I.oy Neto.
1." tecreiario.
COMPANHIA TETHYS~DE~SGUROS
MARTIMOS E TERRESTSES
Eta DO VIOA.BIO N. 1, 1. ANDAB
Directores
Bario de Souza Leo
ThomazgrComber.
Julio OdShr Taes Barretto.
MLggagas
Ausirian Lloyds Steam Na-
vigation Gompany
O VAPOR AUSTRACO
Berenice
EVnoerado de Triede
da 2S do corrente, SPRoia-
do aepois da Indispensavel
demora para os portes da
Bahia. Rio de Janeiro e
Santos
Para carga, passagens. eocommendas e dinhel-
r o a (rece trata- se com os
AGENTES
flenry Forter & C.
Ra do Commercio n. 8
1* andar
M siiae facsi m\m
O paquete
Clyde
Co malandante A. E. Bell
E' esperado dos portos
do sol no dia 8 do corrente,
segniodo depois da demora
indipensavel para
Lisboa, Vigo, Havre e Sou
thampt.on
Este paaoete ve ecof-iaimeite ao Havre para
dsecarregar malas e paafaiiros.
O paqaete
Thames
Commandante Jamti Brander
&'esperatfo di Eo-opa do
dia 19 do oorrente, segoin-
do depois da demora in-
dlspensavel para a
Baha, Rio de Janeiro, Mon-
tevideo e Buenos-Ayres.
N. B.Previne-se aos Srs. recebedores de
mercadorias, qne a Companhia Mala Rea4 ingle-
xa, cootractoo com ateoua Steam Navegation
Companvom servicoda vaoores semanaes qne
partindb de Bordeaox, Cogaac, Cbarente, devem
cnegar a Soothsmpton a lempo de caldearen) as
cargas destinadas America do Sol para os va-
pores desia companhia.
Esta campnula acceita por precos raeoaveis
para Valpaiaiso al Abril, paesaageiros com este
destico por va de Boeoos*Ajres e entrada dos
ADdes.
Tambem aceita passagelros para New-York
9 Soutbamp'.on, por especial arraojo leito com
a Companhia AMemaod Lloyd, podendo demora-
rem-se Da En ropa casi o destjarem.
RedaocSo noa pregos daa passag-ens
Ida Ida t volta
A Lisboa i* classe i 20 i JO
A' Soutaampton i* classe 2R t, 82
Camarotes reservados para os passagelros de
Psrnambaco.
Para carga, passagens, eocommeadas e di*
nbeiro a (rete, trata-Be com os
AGENTES
Aniorim Irrao* & C.
t. 3Una doBom JanN. 3
Norddentscher Lloyd
O vapor
Crefeld
E' esperado da
Eoropa al o dia
i de Jnobo de 95;
eeguir depois
a demora necea-
caria para a
Bahia, Rio de Janeiro
e Santos
Para passagens de 2." classe, carga, frete, ele,
trata-se com o
AGENTE
V. Neesen
do Caes Ramio n. 4
t

i




fcpanhia de Navegaco Ca-
rioca
O VAPOR
Santelmo
E' esperado do
sol neo dia 4 do
crete, e segui-
r depois da de-
jora no rosiome para o
Rio de Janeiro, Srn'os, Pelotas, Porto-
Alegre e Rio Orar de do Su!
Para rarga, passagens e encommendas trata-
se con. es
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
RA DO COMMEftCIO N. 6
i.' andar
Pacific Steaai NavigatioB Cum-
pl
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete
Orcana
Espera-se dos
portos do -ul al
o dia S de Jooho
^e seguir! t'epois
da o e m o r a do
Icostome para Li-
verpool com es-
cala por
Lisboa, La Pallice e Pli-
mouth
cara '-rga, pasiagect', encommendas e di-
cbeiro a .rete, trau>e coia os
AGENTES
Wilson Sons & C- Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Llotd Brazileiro
O VAPOR
Planeta
E' esperado dos portoS do
sel no di I de Jooho, se-
euM io nara os portes do norte
no illa 9 do mesmo.
O vapor
Olinda
E'esperado des
portos do norte no
da 1 de Ja. be
stgoindo para os
Dorios oo snl no
flambutg- Suedamerikacis-
c h e Dampachififahrts-
Gesellschaft.
o VAPOR
Paraguass
Lisboa
E' esnerado do sol al
o da Si do correte e
seeoiri depms da de&ora
Decesearia pera
e Bamb rgo
Entrar no porto
Para pass&gens, carga, (rete e ele., trata-sa
con os
Corsignatarios
Borstelmann SfC
Roa do Commercio n. 18
! andar
Red Cross Lice of Meainers
E'esperado dos
portes do oorte
oo da IO de Ja-
abo, e si-hiri a oois da aemora
Decesaarta para o
Para
do mesmo.
Ae enn.mmecda? serSo recebidas al 1 hora
da larde co dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Cae?, da Cempanhia Pernamboranan. i.
Ad< S-8. csrregadoree pedimos a soa atteogao
X>-n. a ciacsuia 1C* os caobeciaieotos qoe a
segme:
yo case de hvr algoma reclamagao contra a
compaobia por avarias oo perdas. deve ser felta
por t'cnpto ao aneo e respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de floali-
sada.
Nlc preredepdo es>a (crjiaudade, a compa
Db'. rica isenia ce toda ar rp osabiliCade.
As paF8>(en sao tiradas no mesmo escripto-
rio, at ss 2 1/2 horas da tarde do da da sabida
do vaptr.
Attencao
As passageus pagas a bordo custam
mala 15*/a>
Para varea, passageaa, encommendas e .valo-
res trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro & C.
6RA DO
1
COMMERCIO-6
andar
e New-York
Ovaporinelez
Lisbonense
Para carga e encommendas trata se com os
CONSIGNATARIOS
Joinsto^ Pater & C.
Rna do Commercio n. 15
lH Coss Li o Steamers
E' esperado dos
poros d o oorte
e sahir denoisda
demora necesear-
la para o
e New York
O VAPOR IKGLEZ
Learense
Para carga trata-se com os
Consignatarios
Johnston Pater Sf O.
Ra doCommercio n. 15
Rob. N. Sloman's Line
O vapor
Catania
Rio de Janeiro
E* esperad" do
sal oo ota 18 d*
corrate, e saDir
Medols da demo
lacecessaria para
e Santos
Pare cargas e psepaeroi trata-se cm os
AGENTE
Pereira Ganelro C.
RUI DO COMMERCIO N. 6
1.- andar
Prlnce Line of Steamers
James Kuott, Newcast'e-
cu-Tyne
Lluhn regular ende os Esta-
dos laidos e o Brazll
E' esperado dos portos
do sal at o dia 1 de Jo-
dii, e tarara depois da
. demora ceceas aria para o
e New-York
0 vapor inglez
Eg-yptian Prince
Pira cargas etc., trate ee com os
Consignatarios
Johnston Pater e Comp.
Rna do Commercio n. 15
Para
[Bfflgsnes
LINHA MENSAL
O paquete Congo
Commardante Roseignol
E' esperado do
sol at o dia ae
Jucho, segaiDdo
depuis da demo-
ranecesaana para
Bar eaux, co>s escala por
Dakar e Lisboa
Paquete Equateur
Commacdante Lartigne
K' esperado da Enropa at o
da 3 de Jnnbo, segolodo de-
pois da demora necessaria para
7 fe?
Babia, Kio de Janeiro Mon-
tevideo e Buenos Ayres
Estes paquetes sSo Iluminados A lu ele-
ctrice.
Previae-se anda aos Srs. recebedores de mer
cadoriaa qce a ee attender a recUmages por
fallas, que forera reconnecida" na occasiao da
deacarga dos volme*; e que dentro de 48 ho'
ris a contar do da da descarga das aKarengas
devero fazer qnaiqoer reclamacao concerueo-
te a volnmes que porventura tenham seguido
para os portos do sol, afim de seren dadas a
umpo as providencias neceasarlas.
Roea-se aos Sra. passageiroe de se apreaenu
rett; na veepera da chegada do vapor para toma
rer u anas passagens.
Rara carga, passa?ens, encommendas e diobei.
rQfrelCtraUr0SAGENT8S
H. Burle & C.
42RA DO TORRES42
Cumpanhia Rob. 1. Stoioans Line
VAPOR
Capua
E* -apralo de
N da... do correle,
egoindo depois
>da demora neets
sarta para o
Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas] etc..
etc.. trata-se com
OS AGENTES
Pereira Carneiro & C.
Roa do Commercio n. 6
1.andar
LEILOES
Agente Pestaa
Importante leilao
Do grande eatabelecimeto com macbioa a vs-
por para moer caf, i importante armaco, 1 co-
fre prove de fogo, balaceas, pens. carteiras e
diversos geoeos pertenceotes a massa fallida de
JoSo Ribeiro & C. "i'o A roa Mrci i j Das, on
ir'ora Direit- 0.30; garaot--se as cbaves do
mesmo estabelecimeoto so Srg. compradores.
Sabbado, 1 de Junho
A'S 12 HORAS EM PONTO
Em o mtsmo eetabe!ecimeoto
O agente Pestaoa far letlao por mandado do
Exm. S-. D?. joit do commercio e a reqo*n-
meoto dos ryaiicos da massa fallida de Joo
Ribeiro A C, do grande importante estabeleci-
meoto cima mencionado, o qoal cbama a atten-
co dos Srs. pretendentes para o ezceileoteem-
prego de capital.
Leilao
De boas movis, obj3ctos de christofle e prata do
Po'to, saaer:
Urna mcbilia a Luz XV, com 1 sof. 2 dan
kerqu8, 4 cadeiras de braecs 12 de gcardcici,
1 tapete de rota e cairos de porta, dtios de cen
tro, (oovos), 1 relogio de brome e 2 candela-
bros e ontrea movis, apparelbos de electro-
ptate para cna e caf, 1 pa e eacova, porta sat-
dinbas, galbeteiro, 1 trinchante para peize. t
trinchante, garfos, lacas e colberes, talb^res,
bandeja', salvas e ooiros objectos de christofle
e 1 ceotro de mesa.
Ter^a-feira, 4 do corrente
A'S 11 HORAS
Agente Pinto
Mo sobrado da esquina da rna do Imperador
o.l
AVISOS DIVERSOS
Sementes de Hortalizas
Claegradas boje
completo souimeato
Roa estreita do Rosario n. 9
Pocas Meadts C.____________
Aioga-se om pequeo compartimento com
om qoarto ao fondo, propr.o para barbeiro, ea-
pajeiro, talho, etc., a rna do Bemfica n 4 : a
tratar no n. 6. Magdalena.
_ Tmbete se singa lima loja de funileiroa
am ou sem ferramenla, na mesma roa e cao
regoexada : a tratar oo mesmo o. 6, Migla-
eni^____________________________________
Precisa-se na roa de S. Jorge n. 141.de
ama perita engommadeira, paga-ee bem.
__Precsa-ae de em bom cosinoeiro oo cosl-
nbelra ; a tratar no roa Marqaei de Olinda nu-
meroi38._________________________________.
Precisa-re de om perito ios r.beira en cot
nneua i ns roa' ae 8. Jorge n. 141.
JAUDE PARA TODOS.
i
PILULAS HOLLOWAY
As Filulas purificao o Sangue, corrgem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecem a =aude das constitufoes clellcadas, e sao d'um valor incrivel para tocas as informidades pecaiai'e
ao sexo frminmo em todas as edades. Para os meninos assim come tambem paia is pesjoas de idade avaojada
a sua eficacia e incontestaveL
Essu medicinas sio p-eparadas rnente ao Eslabelecimen.o do Profesar Hci.l>wav,
78, NEW OXFOltD STKEET (antea 88, Oxford Btreat), LONDHES,
S lendemse em todu as pharmacJas do universo.
' O compradores s&o convidados re*penosamente a examinar os rtulos de cada caca e Pote se nao teem a dreccao,
533. Oxford Street, sao faUificasoes.
1NJECTI0N CADE
Cura certa em 3 das sem octro mdicamente
PARS 7, Boftlcvnrd ictiain, 7 PARS
Oerjositos em todas as princioaes Fka^mauip f T>o^.rJ>'-
PARA
RECONSTITUIR O ORGANISMO
NATUREZA DO CLIMA -
CHLOROSE
FLUXO BRANCO
^^^^ QUII
ARRUINADO POR
FEBRES
POBREZA do SANGUE
DEBILIDADE, etc.
QUINA- COCA
EXTRACTO de CARNE HYPOPHOSPHITO
VINHO JOHANNO tem por baee o vinho de MARSALA
dos PRINCIPES .
Xas principar* ihartnaciaa. PAR'/., Rae Lnfayette, 1S3
(MEDALHA DE HONRA
O OLEO CHEVRIER
desinfectado oelo AlcatrSo,
tnico e btlttiBco, o Qua muito
augmtnta. m propritatOei de
04$c.
O OLEO de FIGADO
DE BACALAO FERRUGINOSO
6 unicM prtpartcio qut permttto
tdmifittrtr o Ferro tom pro-
duz r Pnsao de Ventre. ntm
Incoa
nodo.
DIPOSITO (eral ea PUli
21, ro di Faii'-ontmartrt, 21
^GfX DOf^^
>ij H^
E.FERRUGlNOSOlt
O ALCATWfl
^eRJER^ p
:>c.ul,ood.v^>^
* 'K/al Ordim l"^
DIPLOMA DE HONRA
K1CE1TADO POR TODAS AS
Celebridades 2eilcas |
DA FRANCA E DAEL'IIOPA
DAS
MOLESTIAS DO PEITO,
ftFFECC0ESES>OFULOSS|
CrlLOBOSIS.
ANEMIA, DEBILIDADE,
TSICA PULMONAR,
BRONCHITES. RACBITISMO
Vinho de Coca
LICENCIADOS PELA INSPECTORA DE HYOIESE DO IMPERIO DO BBAZ1L.
ta\ta de Forf
HEHIA-CHLOROSE
O FERRO
Eifnimcolio pelos primeiros inrdicos do mnito,
pa&sa immili.itiapnl na Emnomia sen ocasionar
I int'omrao ' lutnilo-o e dando-lbe o ykot necvssaro.
eiconf'irse ios Imila^es e t'alsiica$6cs.
Tiit-u f Hiati t Paris.40442.Rae !3t Lazare
T. SM TODA* AS PH.&MAOUa
CURA CERTA
de todas as Affecges pulmonares
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1CHABLE
pAR/S
CITRATO DE FERRO
CHABLE
1300,000 Curativos Je Gonorrliea.
Fluxos brancos
Perdas seminaes
DebilidadeisOrgos
'EX TODAS AS PHARIICIM
t
Tenonie cnrmel Fruclsro Role
Ib* Se Andrade
1' 80DlverI3
Thenphila Camsllo de Aortriilp, sena filboa,
genro, coras e netoi coovitatn as saos parm-
tes e amigos df> seo semare leaibrao espoo.
Oil, eogro a a\ 'elno d Anir.-iae, para aseistifem as obsfs que
por eoa alroa maridam r> zar na matriz da to
Vista, as 8 horas da triaori de sabbado i* de
JO"'. I nn'TP'ar o rl- (" rnHaan-enin.
Jobo Honoel de C*r<|uoir
Ljo de Abri-u Cerqaelra, sea moiber e Albos.
fDoo receoirto de Portnnal a infan la noticia
do raiteilniPCto de seo caro psi, soero e a0
J io Mido-I de Gerqnera. convidaai sens arci-
ges e i'entis oara as.-iatirem a missa queman
dam celebrar un seff j'o de so alma, oo dta
3 de JorjbG (segonaa fcir*) a.* 7 ho-as da rea
ora. na tgrfja do Moot-iro. Desde ja 8 coDfeg-
am gratos a todos qoaoto comparecerena a ete
icio de r Iviao.
A Litiga casa de pensao
Boa rJ;-ll. o. 37, segoDdo andar
CootnOi discor ae boos commodos para
boaped-s com familia ou tem e l<, meemo para
perncltei foroeceodo boa comida eos qoe qoi-
zerem, caobo, etc., cnmprlodc-Ee fielmente o
dever de rg-adar e tratar bem a todos,
___ Preco3 ftmpre eommodoB
Caixeiro
Preciss-fe de nm caueiro com pratica de
mercearla, e qu? abone a soa conducta : a tra-
tar na roa de Hort. s n. 17.
Vende-se
A casa a sitio so Barro sob oo. 102, eiificada
em om terreno de 69 palmos de freoie e 6?0 de
fondo, com aliomas a-tores frocttferas, frente
morada com pnr ao de ferro ; a tratar com o
solicitador Antonio Bezer-a Cavalcante de Albo-
qaerqoe nn .-artorio io efcrivfto Vcigj Pessoa
roa 1- de Marco n. 18 arr>t>a rna dj Cresno,

Barns vasios
No trapiche Vlaona, Fjrte do aatto. vendem
re birria proprios para condociode agaardeote
e mel.
4rrenda-se
O er;nho Trcnqoilldade, moente e crranle,
com tciijg geus perteoces, s !n na mooicipia da
Escada : a tratar cam o solicitador Aolonio Be-
zerra Caralcante de \iboqoerqne. roa 1 de
Margo n. 18. 1- andar, qoe dar iodos ns eecla*
recimst s preciaos a qo^lqier p eiaodente.
f
D. Franelac de eanla Cavol an-
teile Lcenla
O D-. Francisco ae P nu Caalrante Bodrl-
;oes de Almeida a reoa rilos cnnvidam a seos
nar; lea e amibos para asai^tirem as aitsaa
qa mandato celebrar no da 3 do carete, as
8 birasda manb, ra matr alma de sna fioada e de Paola C'talcanie ce < acerda.
Em Oada
Veade e excellente ^oce secco de cajo', na
Ladeir^ da Rir.eira n 23
Oopeira
r
PHOSPHATO DE FERRO
(de LERAS, Dontor em Sdencias
4|JiMltfo pata Juntt dt Hjtitnt So o-dt-Jtntirt.
Este ferruginoso o nico que
conten em sua composic&o os ele-
mentos dos ossos edo sangue. E' muito
efcaz contra a anemia, a pobresa
do sangue, as dores de estomago,
a pallidez. as perdas brancas e as
desordena e irregularidades da
menstruacSo. Agradavel pelo seu
aspecto o pelo seu sabor, sempre bem
aeccito pelo estomago, muito acon-
selhado peas mdicos, is senhoras,
as mocas e as creancas delicadas.
, Em PARIP, 8, Roo Vrram.
Todos aquelles que soffrem
Ido peito, devem experimentar
[as Capsulas do Dr. Fournier.
betwitot m lodu ai principies Pharmaolts
do Brasil.
????????????O****
F,IT deFORCA?
*ir :' iMorosim, Debilidad
rr -. :,a k ckhta. pelo
t$U J aFERROROBIB
81 T? "">; "-' '-'RUGINOSO
^.gXiRecon/t-:.,. .i.../m/,avs/ e preferirft
.Q pelos melhore^ mdicos do mundo,
Dccoi.c.-. -. cha ir.w.xicJSet t iaiufiet.
POR ATACADO I
110, Rae Grocier o r.ar.gre. em PARO
6e;n-i'o3 em tola- as oiincjpaes Pharmada*.
^**9WO'Wwt9&W 1r #W* WWOfW'
Attencao
Compra-se cautolJados
Mente de Socorro.
Ra da Praia r. 8
"(SOLBST/S das CF.EAIfQAS ~\
laROPEi.itBO ODADO
da QRIMAU1.T c C*
ttmmta safa Jj"* i Hjtitac Mo-dt-Jtftm,
Has MttfP que o xarope antiscor-
bntico, excita o appotite, resolte
o engorgitamento cas glndulas,
combate a paidez, torna firmes
fes carnes, cura os mitos humores
e as c ros tas de leite das creancas,
a as diversas erupces da peile.
Esta combinacao vegetal, essericial-
mente depurativa, melhor tolerada
que os ioduretos de potassio e de feTO
Em PAJU8, 8, Ra VWmw,
Cal Branca e Vi r-
ffcm de iag-aa-
ribe
A Companhia Explp-
radora de Productos Cal-
careos, sendo a nica
exploradora de cal bran-
ca e vrgem, avisa nos
consumidores q e nao
tem suecursaes nem
agencias, n'esta cidade, e
que os veraadeiros pro-
ductos se ene ntram em
seu arniazem do caes do
Apollo n. 73.
Criado
Precisa-se de om criado copeiro: uo Caminbo
Novo n. i 10________________________________
Alugam-se
Alugamse plantas e tambem veodem-se, na
roa do Seto n. 2, de todas as qoalldades a cos-
to des compradores, aesi como baxiantes carr-
|tnas pnnciprs pa-a sombro oo arreados.
Vende-se
O deposito de caf moldo a roa do Bangfl o.
87 ; a tratar no meemo.___________________
Bichas de Kamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porcSes applica-se ventosas seccas e
sarjadas ; na ra das Larangeiras n. 14
Fao ha m*iH | baratas!
ExtinccSo completa
Apparelhos de pegar barata os ne-
tros insectos vende-se pelo prefo de
nicamente na; lojas de ferragens de
Antonio Pinto da Silva & C, 62 Ra
Duque de Caxias 64.
Aviso
Ao publico e ao commercio
Jac-otro pH'0"i-n P.vre. leu '> nacido que o
Sr. Manoel AO'OBia Pereira d- Aifedo a qoem
em temeo tesaraur u t a'elecimentD sito
roa da Impera-11 r. 3, pr^ifo i Doje vende!-o
i tercfi'o .p:i <,u leua anda voto todo o
p-ego da counrr, uvi.-a qoe oiotinem (ag ne-
OCt'> com o rcfs.no sentior. visto cotoj anda
e'.le est a dev r a qoaot>a de alto coitos de rais
constantes de duas Miras qoe representara
o resto do peca, pelo qoal co 1 proa o mesmo
etaueleciu ento.
Aislen si previne p?ra evitar complicajes
rom o novo adqotrenie, qoe em caso algom le-
ra o mesmo estabeleclmea'o lire e desembara-
ed, em qoanlo nao for sol'ido j crdito pro-
ven tote do mumo oegoco.
Criado ou copeiro
rrecUa fe de om ; na rea de Paysanda' name-
0 _______________________________________.
Attencjao e mais atten^ao
r Quem tiver e qoizer vender nm on doos so-
braaos de doos a tres andares, qoe esiejam em
i crf-Mo estado de conaervacio, sendo as se-
tuitites :u<8 : Qsimalo, Kova, Crespo e Itcpe-
'atrir. DOdem "irigir-sH ao armasem i roa do
Imperador o. 39, boje 15 de Njvembro, das 10
oras as 5 a urde.
grcultura de cafeeros
Na fazenda Serra Grande do muni
cipio da Victoria, Estado de Pernam-
buco, tem para vender do dia 1 de
Marfo de 1895 em diante, cerca de
tres railhes de ps de cafeeros semeao
dos em leiroes cuojs precos, tamanhos
e qualidade, si encontrar no Jorna Ido
Rceife.
t-'ato deapparecido
Desapra'eceo do 2* aedar do sobrado o. 16
roa da lmperatriz, cm bonito Rilo oraoco, de
rca Iraocern, o qotl ecstoroava ra*selar ror
trds as varao^as a' a e?qniia do becco do*
Farreiros e vnit^vi demore gratiHca-se 3 qoem
der cotxia delta 00 o levar i casa cima.
Fabrica de ffelo
ignss e limonadas gasosas de
toa s as qoaidades
Seda water, ginger, ale, limSo, larenja,
cnrbcao, abacazis, granadina, grosellas
tranboiaas, bannilha, bortelSpimenta etc
12A=CAES DO CAPIBAR1BE 12A
Ama
Precisa-ce de orna ama para lavar e engom-
an: par f equeoa familia ; na roa da CoQcor-
dia n. 85, bo irado.
isa
Preciss-se de orna ama para cuida-do otea
ranga de snno e meio ; na iua da Uolao Da-
mero 66.
Precisa-se de uhi> ama para lavar e eneom-
Tar; Da roa de Pedro Affjoso n. 43, aegoudo
andar. _____
Ama
Preclra-se de orna ama para andar com crian-
as e mais se rvlcos de casa de peqoena fam'll*:
oSamio ho Novo n. lO.
Ama
Precisa-se para cosinliar e al.?om servlgo mais
de rasa de familia de doaa pesoaa ; na travesea l
da Praia do rorte n. 6.
Boarooenda eroda
d'agua
Qcem pteclsar fara muito boa acinisicao de
ouia exeilenie moenda em perfeito estado, cot
i.rretas de ac, broBses, parfasos, todo com
pleto para a-fentar em madeira, teodo 40 polle-
gadas por 16, e assim nn>a roda d'agoa com 18
oalmos de dimetro e 7 de lamu-a (-y-tema
Leandro) teodo tambem om gigante ae ferrr
om 8 pollegadaa de grossora com i rodetes
qoe faiem laoger a moenfa em altara seperlor
: roda. Veode-se o qoe est cima mencionado
na osioa Cabega de Negro, estacSo de Frecbei
ras, onde em qoalqoer dia se poder* ver para
aier nagocio.
Precisa-se de orna copetra ; na roa Duque de
Casias o. 86.
Gaiata esposa
\!>i somos nado ateaile mundo
Cniqocno venba c. va a too p-esea ao
commercio, roa do Crespo n. l, loja Estrellas
da America e compre me 12 co.aaos de orna
linda pbantazu de neme Smndwba. de 1600
o covado, dSo se demore, do contrario...
Simplorio esposo
Prompto minha Cblqninba.
Que faxemia esta ? ODde cemprastes ob
criada ira-:a de l as obras de misericordia.
Pos a ceopa nSo esta fcia.
E' o casoNSo somos nada neste mundo.
Cbiqonba... en comprei... era casa do
O880 corupadre.
Que com aire, que cada, eo nao te disse
que fortse i roa do Crespo d. 12, loja Estrellas
da America, nao sabes qoe neste bem montado
esUbeiecimeno tem cm lindo e variado sorti-
meoto de azendas finas e modas e que eeos pro-
pnetgtios recebem mensalmeniede Paria, Ingla-
terra e Allemanba, moitas axeodas lindas e qoe
os me.-mLs cao moito agradaveia, sioceres na
medida e moito raxoaveis em prego 1 voltas,
vais engeitar, iraga-me a aienda pedida e as
amostras de
Sedas ae co es arrepiadas na uliixa moda.
Vaicosas.
Sedas de cores, cbifonete, systema cescoGfceci-
do.Sospiros qoe vao e vem.
Cachemiras de cores, de cordo, ultimo gosto.
Bombardelo.
Sedas pretas, 1*800 o covadj.
Paooinbo maclo, fina cambra a, 10 varas, 54Q0
a pega.
Fino tecido de cores, com salpicos.-Siraodlnta.
S as de cores. Peruamboco na Poma,
lana com iistras de ida, Adelaide, 3500 o CO*
7ado.
Lans com listras de seda, Elvira, iOOO o co-
vado
Lans com listras de seda, Kurait, 3*200 o co-
vado.
Cacnimiras de cores. Tenbo ciumes de ti, 4*000
0 cevado.
Laos com salpicos, As Tres Maras, 2*500 o ao-
vado.
Siaa, padres novos, Aa sogras, 4*500 o co
vado.
SJas, tecido de gorgorfio, Hei de amar-te at
morrer, 6*000 o covado.
cabemira preta e de cores, Nao quero amores
3*500 o covado.
Cbitas escuras, Sampaio molle, 320 ris o co-
vado.
Chitas claras, 6 de Margo, 500 ris o covado.
Cbitas escaras, Maja pao, covado 500 ris.
Phantaiia, Nao me toqoe, 800 ris o covado.
Creyones, a flor do baile, 600 ris o covado
Lindos padres oe cassas decores, Lydia, 400.
o covado.
Cretones, Sampaio doro, 500 ris o covado.
Ditos, Gosto de ti, 480 ris o covado.
Ditos, Pacano, 500 ris o covado.
Ditos, Tragos de amor, 400 ris o covado.
Ditos, Bernarda. 00 ris o covado.
Ditos, Regracia, 480 ris o covado.
D tos, Floriano Peixoto, 500 ris o covado.
Ditos, Prodeote de Moraes, 500 ris o covado.
Ditos, Republicanos, 700 ris o covado.
Merinos pretos para batloa.
Ditos cOr de caf p*ra batloa.
Graude sortimento de merinos pretos e de cores,
1 sos e lavrados.
Velbotma de tedas 's cores.
Sorab, completo sortimeato
Lindo sortimento de cambraias bordadas.
Cortes de vestidos brancos boriados.
Vestidos em cartes bordados a eda.
Pbaotaila, Bei]os do amor, 1*500 o covado.
Linoo sortimeato de fieboa para senhoras e me-
Dinas.
Exnieodido sortimeato ci faieodas pretas.
a St mana Santa.
Peimiios ae 110D0, Uros e tordacos.
Grande sorumento de btjouteriaa,
Pannos de crochet para sof e cadeira.
Novo sortimento de grvalas.
Corople o sortimento de espartilhos.
Camisas bordadas para dovo.
Ponaos e collarinbos.
Camisas do lioho braacaa e de cores para bomem,
Vestoarioa para baptisado.
Bolsas de mao, inglezas.
Tapetas para sota e cama.
SoDretodo de orna e doaa vistas.
Ditos de borracha para horneo.
Capas de borracha para seobora.
Camisas brancas para meninos.
Vestuarios amtncaucs para meaiaofi e meaiaas.
Chambres.
Gaarda-pO.
Klane-.la Itsa a de listras.
Coales pretos.
Ccr.iBalos de crochet para cama.
Corlir.adc6 de crochet para jaoella.
Cortinados de camhna para cama.
Mantisas de seda pretas e de cores.
Cotiertorea americanos, 2*803 um.
Ba'.a eocarnada e atol.
Cortinados de cores para cma.
Lindos cortes de casemira.
Caaemiras em pegas pre^s e d cores.
Grande sortimento de roopas fe,tas para bomem
toopas feita3 pnr medida, perita tesoora.
Cortes de fostSo branco e de cores para collete.i
A.toalhadode licbo e de algodao.
Pannos da costa para mesa.
Seroolas elascae.
Seroolas de linho e de algodo.
Lindos padrdes de crep para cobertiB.
tjols'. de tapete.
merm oreto lavrado, 1*500 o covado.
La com salpicos de 6da, doaa largaras, CnJ
ninaa Verde, 3*500 o covad".
isias de listas, Caroaval. 3*200 o covcaa.
?alilots de palha de seda.
Camisas de meia com Usas de cores.
Cachemiras pretas, salpicos da seda, cores.-1
Abra 1 porta einba.
Leqoes, oltimo gosto.
Liooos lisos, de natas, de qoadros e de salp coa.
Jolleta.
Cacnloet de seda e de cOres.
Velloniloo ae cores.
Koffalo de cores.
Capachos.
Estrellas d'America
flt-Raa i-de mnrf19
Antiga do Crespo
MAHQUE8 &L1MA

;
mn




*
Diario de Periiamlmco iabbado 1 de Pimlio de 1895

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PBBIDAS
^
HAMAIffELIS
DE BRISTOL
AVELEIHA MACICA)
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UNGENTO EXTRACTO
ESFECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHAgOES
EMULSAO de SCOTT
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de 01E0 PURO
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FIGAD0 DE BACALBA0
COM
HYP0PH0SPHIT0S
DE CAL E SODA.
Tito agradavcl ao paladar como <> Ititt.
Approvada pela Junta Central tle Hy
giene Publica e autorisada palo
governo do Brazil.
O grande remedio para cur%
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
eomo nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito e vas respiratorias,
ou restabelece os debis, os anmicos e os escrofulosos cora
tanta rapidez como a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS*E CRIA CARNE&
-_- A venda as principaes boticas e drogaras,
6CCTT & BOVVWE. CHIMICOS. NO*A YORK.
19
LOJA
distrahir
I
n tes-
sobre
ParalleJipipedos
D-se de enap eifada o
fabrico de parallelipipedos,
fornecend>8e a pedra. Tra-
ta-se na roa do Ccramercio
p. 13 1 aadar.__________
Carne verde a 700 re. o kilo
Venden os abano assignados, carne de pri-
me ira qcalidade, nos lalhna da ro Mrquez du
Herval 17 e 2, e (Jatnba do Carmo n I.
Este prtco scfTre.a alteracSo par- mais ou
para menea, sunp-e re a.co do com 03 prtcot
do nado n= feua.-.
Recite, 18 ce Maiodp 1895.
fi-M Lima & C
$83
Vedi-p orna : cioaltBer t l'socorada, frr
tt>:i |ocal dade. fregnena de Sarro >niomo, coro
roria f. duas ]tBellm 3 quartos. solio interno
Ov salan, copiara externa, cosiobi do appa-
redo ro*n'i ?', guari para Danbo e agu?
encara'' 1 mrrario e poni rara boa
'ua ; 1 > r !< rea l,rn;i do Rnpario n. 66.
t\, s t.\ 1 o 11 a ta un* n. t-R, lija de jolas.
L( 1 dt' fazendys
Ven-lp-ae i.Liia leja b-i' .-if'eeiiPia'8, f o nio'iV'- da vao'ia P fl-a d-
aande do P"P'ie a-io ; at'atcr oa ra Di>qut
Caxias g. 59.
Regulador da Marnha
Concerta-se relogios de algibeira, pn-
dulas de torre deigreja chroDometros de
marnha, caixa do masica^tppftrelhe
elctricos, oculos, binculos, ocaloasbu
alcance, joias e todo e qaalquer objeetc
tundente a arte mechanica.
i)hua Larga do tiosario
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHARMaCETK o
titulas: :::::::::::: :::::::::a e ?sabma::a :: sas:a
APPROVADA PELA INSPECTORA DE r.YGIENE
Esta Errjulpao faz expelr completamente em poucas he ras os verme?
tmaes, conhrcidos vulgarmente com o ame da lombriga*. Tem vantagem
os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso purgan-
tes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s creaneas
sem repugnancia. Em sua composico nao entrain substancias mineraea que de
mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colheres das de sopa. Crianeii colheres das de cha. Dcve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesmo com
agua adocada.
Preco 1/2 vidro 15000
1 t 28000
Duzia de 1/2 t 108000
c 1 c 205000
DEPOSITO GERAL
19Prac-a Jaciel Pinhetro19
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
GRANDE
HOTEL COMMEKCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29, M e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direcc3o d sea hbil proprietario MA-
NOEL GARCA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, pringa era ser a
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura e
pintura interna, j pela prornptidao e aceie do servigo culinario aduaneiro, j tam-
bem pela posijao hygifenica do'seu edificio.
Ra 1 de Mareo -IS
Pedmos attenr;o das Exmas. familias
paraos presos resumJissimos por quanto
Vendemos as no^sas fazendas abaixo meu-
conadas.
A saber:
Briol da Hoho de o5r para roopa de bomem a 600 rs. o corado
Ore ton es otaros e esc roa c res flrmea 400 l. o corado.
MsdapolSo nacional 24 jardas faceoda dn 145000 por 10S000 a p*c.
Mantilbaa de aeaa pretaa e creme a 55000 urna.
DitM de a'g dao pretas e crema a L'6"<);i i i.-ai.
Coicbaa de cor para cama a 4S0CO, }>' ()) e 68000 ama.
pjeiaa cruas para bomem e para enhor*t 125000 a duzia.
Zepbiros de quadrinhos pora vestidos : 40 m. o covado.
Merino preto lisi lavralo a J550U o 25000 o covaio.
Cortea de embruia branca bordades a 105000 um.
Cachemiras para teatidoa a 400 rs. o conrdn
Aoalbado branco e de cor para mrga a 3i'0 0 o metro.
Br mete com oui.tri larguras a 15800 o metro.
Oito de lioho cem qoa'ro largura a 35000 o metro,
Sptim brHDCo mnoau ptra veatidoa ri- ociru a 15C0 o corado.
Cdaell s com reo para coira a 1O5C00 125C00 ama.
U. i inaJ.oi de crucbet par>- cam e -"Ha a 125000 o par.
DilOf dt cambn-ia borddcs a 1030*0 o par.
Ci-misas de mulha de 3, para boor-em e ambora a 6S00O urna.
Cortos de coaemira de cor 45000 85000 on.
Eapartilhos de corr.ci a 6500o, 85000 e 105006 um.
Luraa de te 'a para teohor e pra nemnta a 15^00 o par.
Kasovaes para bap'isadoa fliveracs presos.
Pianellaa de pura iR 18000 > corado.
Kaplendido airtimnn'o de camiasa d^ Amella com ollarinho a 65000 um.
Moquiteiros ameremoaa 1550C0 um.
Colsot-s Irar.cetea t 1550.0 um.
Ma apo'So pslle oe ovo 105003 a pej c".m 24 jardfs.
Morim para etx< ral a 80C0 peja.
Collerinbos de pnro linho a 85000 a duzia,
Casermia pretn d agooal a 21000 o corado.
Sobretadoa, cbsmbr?s, cobertas e obertores, logcs, camisas, cerou'es e mais artigoi
qne vendemos barato pi ra liquidar .
S
na
LOJA DO POVO
Telephone 61
i'ara
Ua honrosa risita a casa de mod'a
Nov. Espranosn amareis leitoras en*
contr.rSo um completo sortimet,to da
objec.os de noridade e pbtotaaia decebi-
dos mecaalment) Has piin:)pea | rscal
da Europa o Amcnca is quaea bBo vea-
dides por aienws de qoo em outra coal-
quer casa e com descont para as rendas
por atacado oa maior de 5C5O0O
Em repuroo deatacmos alguna artigo
a'.em de muitc* oiitroa.
FINOS E fcLEOANTES
Eapartihos c os peciaes pa.- Sra.
^oe criam, Boro artinento
GRANDE NOVIDADE
Em bordado finos, cambraia branca O
do core e madupolao, preco reduzido
para descont
FINAS RENDAS
De linbo "-rdtdeiro, blgbdan e ceda
ELEGANTES CAPAS
'j pellifrios para 8n.s. o moiahae.
Bonitas camiaaa braocat e ce corea,
para Sras. para o da e para doimir.
LEQUES
Em todo genero o que ha de melbor
em ploma, seda, gace para teohora o
mocinbai.
BONITAS
Mattas para misma
3INOCL03
Oo madreperola, marfm, cirro r
e tartaruga para tbeatroa e vipgeus.
ESTOJOS COMPLETOS
Com, escovaa, malas com artigo para
riagecs estrjos para barba.
ALUnS PARA RETRATOS
Completo sortimeDO.
PEDRO ANTNES & C.
63Ra Duque de Caxias 63
Dgenho
Ver,ce-'p o pngtnbo Oananduba, otra lego
:-:- d'-tu, moeote e i;o"entp. f.no, ex'eneas trras e
matas rara safrejar a 2,000 pars de ?soca.
animalmente ; a ca'ar com o commeodader Bar*
roca, oa estadio central deCaroaiu'
Pianos na agencia Oliveira
Roa do lxper dor n. 29. ba para eoaer doos
piano por pre(03 rommodos, aendo um compie-
ament rnrr, d; 9 > 5 boras.
Plvora
De todas as quali !ades
em barns e em latinhas ven-
de-se no eferiptorio do Per-
nambuco Powder Factory.
lua do Commerc'o n. 6.
Gaixas de msica
Importantes modellos novos.
Secretarias proprias para presentes.
Receben a Relojoaria David ra do
Cabugn. 14 desde 1505000 a 400000.
Grande soitimento
10
a asa si s
POR
J2IT2 &AIIE".
^vAA,'V^
OS CAVALLEIROS DO CO
(Continuac&o)
Agradeceu os favores da rainha, mas
com urna voz to lgubre e commorida,
que Kasaki estremeceu erguendo os olhos
para ella.
Ests doente? perguntou sorpre-
headida.
__ Talvez a alegra de ter sido perdoa-
da... balbuciou Fatkonra.
__ Se sentes alguma cousa, eu te dis-
penso daJeata.
_. Obrigada, disse Fatkoura, que de-
pois de ter-se inclinado profundamente,
a'aatof-se.
'' Os sons de urna orchestra vibrabtm.
Erguo-ao urna cortina em face ao thro-
no, deixando ver esplendida paizsgtm : o
monte Fonsi, toncado de nurens ; o mar,
d.; um azul profundo, semeado de velas,
dmidobrando-se ao p das montanhas ; no
primeiro plano, entre arvore floridas,
b -unqueja ama estrada...
Um rapaz se adianta, cabisbaixo e tris-
t'. A orchestra e cala
O iovea detooubecido canta, narrando
Depois de irnumeras transforma55e3 por que tem pasado este Hotel, con?eguio
afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje ama hospedagem c ue deve ser
preferida pelos Ilustres viajanteB.
HOSPEDARAS de 1* e 2a clases relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, b, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares e
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
APER2OT<
POUR SE MANGER. Salpicoes, ostras, lagostins, salchichas, etc peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertaj, doces seceos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
4DEG4
E' esplendido o sortimento de rinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermout
cognac, cerveja, licores, champagnes e outros aperitivos & a se boiro, odos recabi -
Jos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commura do Hotel, tem sempre grande deposito de
bebidas de sua importaclo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e cognacs
fin8Smos, que vende as melhores coudicSes do marcado e precosaem competencia.
GRANDE HOTEL C0MMRC1LA
Ra Larga do Kosaro ns. 29, 31 e 33
1___------------- i
Aos, Senhores negociaotes
industriaos,
mdicos e advogados
Almanak L11erari Pernambucano
A Empreza do ALMANAK LITTERARIO PERNAMBUCANO scientifica
ao Dublico que i se acha no prlo a edic?o correspondente ao anuo de 1896.
Aos Srs. NEGOCIANTES. INDUSTRIAES, MDICOS e ADV0GAD0S
esta capital e do interior e a|iodas s demais pessoas que quizerem annunciar na
alludida publicacio avisa a mesma Eraprpzt qui reraettam os seos anntiucos par-
Livraria B .ulitrenu, ra 15 de Novembro, n. 46, at o fim d^ Junho vindouro,
companhando-o* da respectiva mportaacia e cun a declameXo margem se o an-
nuncio remetido de padrina int^ia. ou de tifia pagina smente.
O ALMANAK LTTTEcUKIO PERNAMBUCANO n mais antigo do
norte do Brazil, pois ja cinta sete annoa de existencia ; tem grande circulaco n3o
neste Estad t e seu centro como no demais pontos da Repblica o que de
summa vantagem para os Senhores aununciautes cojo fito deve ser a mais larga
divulgaco de seus reclames.
/Pagina inteira com direito a um exem-
t* j ~:nS P'r 105000
Preco dos annuncios;
VMeia pagina, dem, idem 7SO00
As indicacois simples no corpo da obra, como sejam : nome de estabeleci-
mento, firna commercial, numero de telephond e do predio, ra em que est situado,
pagarao apenas a dimiuuta quantia de 28000.
Os aununcioa de capa e de primeira pagina eero publicados conforme o
ajuste.
Caixeiro
Precift-pp de un meo'no de ISl&acnoe,
qop teoba p-a ica oe ". r ifcadcn e qoe d c. nh.-
cirtento de sor condona ; a tratar na >oa d j
Coronel Su>xana d 149
Copeiro
Precisare de om criado copei'o para servico
d jojestKo e compr, qop teoba pratica de ser-
ir em casa de faml.ia, oando conheiimento de
na conducta ; a Iratar no armazem o. 5a -uu
jr;i-n>-- (1p Ollnrta.
Tijolos
Fi.bri.'ados ni fabria de Csmarsgibe. ei'-
perior qu hoace, nde-'sa io eacriptono di
'empanhulidotrial Ptr a"obucana, roa A*
C ii a ercii' n. 6.

toda a historia da sua desgraca : sua raai
morrra de pena, porque os campos cul-
tivados pelo marido tinham-se tornado
esteris : elle acompanhra o enterro cho-
rando, e depois fra obrigado a trabalhar
muito para manter seu pai ; mas o pal
morrra tambem, deixando o filho to po-
bre que n3o tinha com que o enterrar;
ent&o elle proprio vendra-se como escra-
vo o assim pudera, com o preco de sua li-
berdado, cumprir os ltimos deveres para
com o pai ; e agora restava-lhe procurar
o seu senhor e preencher as condicois do
contracto.
Vai retirar-se, quando urna mulher de
grande belleza apparece no caminho.
rapaz contempla-a muido admirado.
Quero pedir-te um favor, disse a
mulher ; eu etou s e abandonada, acei-
ta-me como esposa e eu te serei dedicada
e fiel.
Ah disse o rapaz, eu nao possuo
nada, meu proprio corpo n3o me pertence;
vendi-rae a um senhor, ao qual vau me
entregar.
Eu sei fazer tecidos de seda, tor-
nou a nulher; leva-me a teu senhor e eu
trabalbarei.
a Sim, eu te levo ; mas como que
urna mulher tao bella deseja tomar para
esposo um pobre bomem como eu ?
* A belleza nada vale junto s qnu-
lidades do corac&o, respondeu a desco-
nhocida .
A ssguuda parte mostra aos dous espo-
sos trabalhando no jardim de seu senhor;
o bomem cultiva flores, a mulher borda
um magnifico tacido.
O aenhor approxima-se, velando o es-
cravos, e observa o trabalho da joven te-
cedeira.
Oh I que bello tecido exclama
elle.
Eu t'o dara em troca de nossa 1-
tarialc
aceita o negoevj e
O senhor
partir.
Ent&o o esposo lanca-se aoa ps da es-
pesa e agradece lhe com effusao o ter-lhe
salvo. Mas a mulher transfigura se, to-
ma um brilho tal que o rapa/., deslumhra-
do, nao a pode encarar.
Eu sou a tecedeira celeste, disse
ella ; teu amor ao irabalho e tua piedade
filial commeveram-me, e, vendo-te des-
granado, baixei do co para te soccor-
rer. Tudo alcanzars de hoje em diante,
se cao te afastares do caminho da vir-
tude.
E, dizendo isso, a divina tecedeira sobe
ao co e oceupa o sed lugar na casa dos
bichos de seda. (* >
A orchestra entao executa urna acia de
danca.
O panno ca%e e torna a. lerantar-se,
deixando vero jardim de uta pagoda com
os sen bosques de bambs.
Representam-se pantomimas e leudas
religiosas oa guerreiras ; hroes fabulosos,
personagens symbolicos, trajando como
nos tempos antigo, apreseitam-se, uns
de mitra em forma de ovo, em compridas
tnicas, outros tendo na cabeca o elmo an-
tigo, com os seHs oniaments de ouro, que
protegem a naca, eu trazando phan.asti-
cos toucados, largos, altos, om forma de
pyramide de ouro ou guarnecido de fran-
jas e guizor.
Esses personagens trazan: aa mo ra-
mos, espadas, espelhos e toda a sirte de
objectos emblemticos.
Alguna na- t@m um.a siga ficacao clara,
ninguem os comprehende, porque symbo-
lisam factos muiU antigos, quasi esque-
cidos atravez das idades.
Ve-e, por exemplo, o heria que matou
um drag&o terrivel, ioatallado, durante
() A constellacao de Scorpiio.
deixa-ca longos annoa, no proprio palacio dos mi-
kados.
V se Zangn, a guerreira, imperial,
que conquistou a Corea; YatzizoD, e in-
vencivel, que tem por escudo seu leque ;
o principe illostre, que ficou ceg forja
de chorar a morte de sua amante ; todos
passam representando o acontecimento
principal de sua vida.
Depois a scena fica deserta, e a um
preludio da orchestra surgem bailarinas,
jovens e encantadoras mulhe'res em esplen-
didos vestuarios, tendo nos hombros azas
de passaro ou de borboletas, e na fronte
longas antennas que oscillam na >lto de
suas coroas de ouro ; executam urna dan-
ca Lenta, quebrada, cheia de ondulagoes,
de baraboleios, e formam grupos aos la-
dos da scena, emquanto bailarinos cmi-
cos entram, em roupas extravagantes, de
nariz postico, e termina o espectculo com
urna danca infernal em que abundara os
saltos e as quedas.
Desde o comeco da represen*a8o o
principe de Nagato havia se encostado a
urna parede, junto do theatro, e raeio oc-
culto nos refolho8 de urnas sanefas, em-
quanto todo os olhares voltavam-se para
a scena, contemplava perdidamente a so-
berana, risonha e radiosa.
Houve um momento em que a rainha
voltou a cabeca e seus olhos encontraran
os do principe. Este, n&o se moveu, nem
baixou o olhar; urna sensaco deliciosa
mobilisou-o, aquello olhar, deseando sebre
elle como um raio de sol, queimava-o, en-
louqaecia-o.
Paroceu-lhe que a Eisaki sorria-lhe h>
perceptivel mente.
Mas esta baixou os olhos e poz-se a
lhar attentmente as flores de ouro de
ua manga, e logo, erguendo a cabeca,
continuou a prestar attenc&o ao eapecta
calo.
Quando o panno desceu pela ultima
vez, no meio do ruido das conversas,
quando a agitaeo succedeu ao silencio e
immobilidade, urna mulher chegou-se a
Nagato :
Eu sei teu segredo, principe, disse
ella em voz baixa, porm cheia de co-
lera.
Que queres dizer ? exclamou Na-
gato.
Nao te comprehendo, Fatkoura.
__ Tu me comprehendes muito bem,
tornou Fatkoura, olhando-o fixamente ; e
tens razao para empallideceres, porque a
tua vida est as minhas maos. .
Miaba vida, murmurou Nagato, eu
desejaria que m'a tirassem...
A rapariga tinha-se afastado, mas hou-
va um grande movimento ao lado da rai-
nha ; toda as damas de honor tinham-se
levantado o o silencio restabelecia-se.
A Kisaki desceu os degros do throno
e eaminhou lentamente, arrestando endas
de seda.
As princezas, em grupos, acompanha-
vam-na distancia, parando quando ella
parava.
Todos es assistente inclinavam-se pro-
fundamento ua pasaagem; ella dizia
algumas palavras a um daimis Ilustre ou
a urna mulher de alta progenie e conti-
nuara.
Assim chegou at Nagato.
Yfakoura, disse ella tirando do seio
urna carta sellada e envolvida em setim
verde, entrega de minha parto este papel
mi do siogoun.
E accreacentou baixo :
E' o que tu pediste. O mikado or-
dena que nao te sirvas deste escripto senSo
quando tiveres certeza de que Hiyas quer
Bixas de
Hamburgo
em pequeas e gran-
des quanlidades, a preco
reduzido.
Ba de Mariz e Barros
n, lfi.
Loja de Barbeiro.
Pharmacia dos Pobres.
Ra Larga do Rosario.
Guimaraes Braga k C.
Ra Mrquez de Olinda.
-'perjurar.
Toas ordena serio
fielmente execu-
tadas, disse Nagato, recebendo a carta,
trmulo. Voltarei hoje mesmo Osaka.
B >a viagera disse a Kisaki, com
urna voz estranhamente doce.
E passou.
O principe ouvio anda o ruilo da seda
de seus vestidos.
Urna hora depois Nagato deixava o dai-
ri, pondo-se a caraihp4
A multido encina as ras da cidade.
Era preciso ir devagar, passo a passo, re-
freiando o cavallo.
Em toda a parte brilhavam lanternas
de vidro, de papel, de gaze ou de seda,
Iluminando com os seus renexos multic-
res a pbysienemia dos passeiantes. qne to-
mavam estranbas colorajSes azaes, ver-
des, lilaz e rosa.
A' porta de um theatro de marionettes
explodiam gargalhadas feminyjas..
Era um rumor de vozes, urna ri^sada-
ria ; tamborea rufando *es sfflt^s nrodi-
giosos de urna troupe de equilibristas ;
gente rodeando um feiticeiro que adivi-
nhava o futuro ; canto de padres d'Odji-
gongen, executando urna danca sagrada
no jardim de um pagado; e, em toda a
parte, clamores de mendigos, uns de mu-
letas, outros em costumes histricos, ten-
do ra cabeca um vaso cem um arbusto
em flor.
Homens que pedem esmola para os po-
bres, vestidos de encarnado, a cabeca in-
tegramente raspada, sopram apitoa de
prata ; sacerdotisas do culto nacional
passam cantando e agitam um hyssope de
papel branoo, synibolo da purea*.
{Cotitfuia.}
Typ. do Diario, roa Duque da OaxiaJ, 41
naKi




>.--
i


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