Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18007


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Full Text
J.

numero 5.
--9e>
PSOPBJSB&BS BB MifcH!!. FIOTRIK^ g FURIA & FILSeS
REDACTORES ANTONIO .WITRUVIO PINTO RANDEIRA I
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE | SA0 Nossos AGENTES ^c* SIV0S gE PBLIGAg0ES NA
8000 FRANCA E INGLTERRA
Os Sr?. Mayence Favre &'t#, Tesidentes em ParistS ru de
La Grange Babero
IOLI DE VASCONCELLOS e MANOEL ARAO
Por iras mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno achantado
Nutcero avulso do mesmo da
0&000
$100
PARA OS LUGARES ONDE sfe PAGA POfTE
Por seis mezes adiantados. .' 6J500'
Por om anno achantado ... 331000
Por trimestre-vencido., .... 94000
Numero avulso de dias anteriores. .
Telegrammas
:e:.:::: p.uticulas so Ma
Rio de Janeiro, 30 de Janeiro,
s 4 horas e I5 minutos da tarde (rece-
bido na estaco s 8 horas e 8 minutos
e entregue s 8 horas e 2o minutos da
noite).
OSr. ministro da guerra cogita em
passar para o quadro extraordinario do
exercito os officiaes arregimentados,
que exercem o cargo de professores e
lentes as Escolas Militares.
Foi assignado novo regulamento
para o corpo de bombeiros.
O governo italiano regeilou a pro-
posta de paz, que apresentara Mene-
lick; e tomou logo disposicoes da maior
actividade imprimida na campanha da
Abyssinia.
Os argentinos compraram 20 ba-
teras para o seu exercito, onde alis-
tam-se innmeros estudantes.
Naufragou em Long-Island o va-
por americano Hawkins, carregado
de municoes de guerra para os Cu-
banos.
A perda material foi total, e sobre
isto contam-se IO mortes ainda.
I
DIARIO DE PEBMM31C0
RECIFE, 31 DE JANEIRO DE 1896
Pitases Polticas
(Coticliisao)
As instituigOes liberaes neutralisadas pela
taisa comprebenso que se lhe tem dado, af
irmarara-se durante o periodo critico, inicia-
ram-se como estado auarcbco do espirito pu-
blico ;o que deu como resultado, o scepticismo,
a philosophia da descrenga em relagao' a sin-
ceridade poltica das coovieges humanas, e
aos principios, tornados o meio pelo qual en-
cobrem-se todas as paixOes expressivas do
mais requintado egosmo, e das ambiguos io-
frenes, especulando cora a ignorancia do po
yo, figurando como o arbitro supremo de to-
dos os destinos para prestar-Ibes o necessario
apoto.
O mal tornado ebronico perdeu o seu grao
de intensidade ; e depois de moUas reformas,
nada bavendo mais a reformar, fica-se no
mesmo, desojndose proseguir sem saber
para onde. O mundo poltico como urna
esphera tem inevitavelmente de girar em tor-
no do mesmo eixo, apezar de precipitar-se
em .-ua marcha incessante nos illimitados es-
pagos.
Em poltica, nuda ha mais que inventar cu
descubrir; todas as formas de goveroo tm-
se succedido, e sido experimentadas; ellas
sao o produito histrico da vida de um povo,
e obedecem aos principios da pischolegia col-
lectiva, variavel segundo os principaes grupos
bum. nos, e as particularidades individuaes,
0U menos geraes que caracterisam os sub-gru-
pos, ou varw{5ea o'uma mesma raga, conside-
rada no snr.do mais ampio e genrico.
A ra;i llanca forma o grupo Europeu em
contrapjsigo ao monglico ou amarello e ao
negro. 51 s ella constituida por VariagOes
ou sub-ragas que isoladaineote, ou depois de
fnnndad urnas cem as outras, formaram as
Dages existentes.
Nao obstante constituiris urna certa forma
ou a mais adiantada da civilisago humana, e
pproxmarem-se no seu carcter geral, cada
Urna d'ellas tem suas particularidades sociol-
gicas e urna evolugao bistbonca, se bem que
teodenlo para chegar aos mesmos resulta-
dos, caraclerlsada por sensivtis differengas,
ao pbnto de estabelecerem um typo quasi di-
terso.
Assim as nages de raga germnica, e An-
glo-Saxonia, predomina o espirito pbiloso-
phico, positivo e pratico;e as de raga latina,
o romantismo, o vago idealismo, antes o pre-
domino da f.raiul, o symbolismo poltico,
io que a realidade objectiva das crengas ou
objectivagao dos principios professados.
A mobllidade de um espirito irriqueto e
aventureiro, milita infelizmente ao lado da
preoecupago do espirito partidario ceg e
anatisado pelas aspiragOes do poder. A cor-
rupgao 'j&e pode deixar de decorrer d'esta
fonte, e tem ramente progredido desde que
a nova organisago poltica da sociedade ainda
incompleta, e oscillante, iniciou se com o enfra-
quecimento do autoritarismo ou do poder ab-
soluto, criando a crise, pela qual o poder age
sesmo difficlmeote na sua legitima esphera
' da aegao.
Dominado pelas faeges existentes, ebegan-
o por vezes representa! as, degeneran se
o despotismo, ou 'na impotencia, passando'se
esa Tirtode de ana tal disposigao, em pbases
aceessiras, da aoarchia dictadora, do abuso
da liberdada & sppress&o da mesma.
Ho i raro verse om bom governo ser aba-
opti pelo tufo revolucionario, e ser substl- moral, antes mesmo do que da intellectual, que Francflpo Morsira de Quelrox. cnefe de se-gao scripgo Iliteraria que lhe r designada^um
da Caataloaia Oval da Guerra, pera, em co u- quadro das escolas particulares, com os nones
tuldo pela demagogia inconsciente, que vem
a ser suffocada pela dictadura, perdendo o
povo as liberdades que ja possuia, matando-
as,quando pensava conqustalas.
A phantasia as instituigOes ou antes no
estado geral dos espiritos, no temperamento
dos povos modernos, tem um vastissimo
campo onde e'la se desenvolve, de modo a pa-
recer a bistboria dos Tactos polticos, um lon-
go drama cheio de extraordinarias imDrejs>s,
deseorolando aceas de grandezas e oefesma-
gadoras decepges
O romantismo poltico que caracterisou as
diversas phases polticas das nagOes euro-
peas, tende a nma completa decadencia, para
nao dizer que approxima-se do seu aniquila-
mente.
E a cnamma de 89, que permaneceu vivaz
durante a metade d'este seculo, deixa apenas
boje pallidos clares, convencendo aos povos
que actualmente o seu trabalno deve consistir
em construir, e nao em destruir.
A convirgao da utililidade dos movimentos
revolucionarios para a coosecugo d'um ideial
representado pela tendencia socialista, dissi-
pou a illuso de aniquilar o poder publico,
para substituir apenas individualidades, ou
mudar a forma de goveroo existente.
A questao da democracia, ou da aspiragao
indefinida das moltides, o socialismo.
Se a forma democrtica afrma que deu ao
povo a sua soberana, este responde que ella
nao lhe aproveita desde que o seu estado con-
tina a ser o mesmo, e expontaneamente abdi-
ca a soberana da miseria.
O patriotismo 00 seu desenvolvimento nao
deve ter outro objectivo, seoao urna orienlagao
deduzida da pbilosopbia poltica da actuali-
dade.
Os povos agitam-se n'esta ou n'aquella dire-
cgao, preciso interpretar es movis das suas
impulsos, coohecer a verdadelra fibra dos
seos seotimeotos, e agir de accordo com as
suas oeceasidades vitaes.
Cooserval-os n'uma esphera nebulosa, ai-
mentar as suas illusOes no que ellas tiverem
de impraticavel, mystifical-os p .ra incutir no
seu animo um sentiinento de veriadera hosti-
lidade contra os poderes constituidos, fazeodo
Ihea ver a causa dos seus males onda ellas nao
axi8tem, certameote o desvario, ou a n-ga-
gao completa dos sentimeutoa altruisticos, ou
do bem publico, subverter Alas as condi-
gOes da felicidade nacional, para levantar a
tenda do industrialismo poltico, tendo apenas
em vista o interesse {pessoal, e os resultados
e-te aproveitaveis pelos meios Insidiosamente
empreados.
O rgimen poltica moderno abtese 00 char-
co da corrupgao, que veio substituir o amigo
rgimen da fr.rga.
O syslhema representativo alarga a sua es-
phera, e o euffragio universal tem fsito da po-
ltica a questao de todos.
Os partidos toroam-se muto poderosos, nos
paizes em que o rgimen democrtico assaz
implantado e conqoistou o mais ampio u'omi-
nio, como em Franca, em Inglaterra e nos Es-
tados-Unidos.
.Vaquelle?, porm, em que d-se manfesta
fraqueza do syslhema, os governos tm sem-
pre maioria, o que significa indifferenga do
povo para actividade poltica.
Extranbo s luctas polticas/ e
que nao o seja,quando lhe fa/a a oecessfia
capacidade, nao pJe ser o mentos.revolucionarlos ou perturbadores da or-
dem publica.
A aegao e reaego fica reduzida um circulo
mais estreito, e assim produz-se urna moblli-
dade permanente quando a parte da nagao in-
fluente nos acoateciinentos, possuida d'um
espirito iniraoaigente e aggressivo, dirigido
por suggesiOes vehementes do interesse pes-
soal.
O exemplo d'isso acha-se na phase iniciada
pelo liberalismo em Portugal, ou na fuodagao
da mooarcbia liberal portugueza, onde final-
mente, nao se sabia o que se quera, e ao que
se quera chegar.
Eram recordagOes do antigo syslhema, e o
scepticismo em relagao ao nove, que apenas
nascido pareca ] ter envelbecido.
Os golpes de estado em paizes que tm urna
tal constituigao, realisam-se com a maior faci-
lidade ; e quasi sempre a forga armada n'elles
representa o pnncioal papel.
A instabilidade dos governos nm mal fe-
cundo em resultados perniciosos economa
nacional.
Nem as instituigOes podem realmente ibres-
cer, quando as ambigdes partidarias toroam-se
cegos e apaixonadas.
Os bous governos, em summa, qualquer que
seja a sua forma, s podem resultar do tempe-
ramento das nagdes.
E" do carcter de lodos os individuos, ou se-
oao da maioria d'eiles, que se p le esperar o
regular funeciooameoto das instituigOes de
qualquer paiz.
A. sua completa objectivagao nos costumes e
em todas as manifestagOes da vida de um povo,
o que pode assegurar a liberdade, o enraiza-
melo do direito e da jnstiga tornada urna for-
ga directriz,o governo que age expootaoea-
mente, apenas sancelooando o que a opioiao
publica tem estabelecido, ou o que produz-se
com suas verdadeiras e justas manlfestagOes.
E' portanto, da educagao cvica, da cultura
pode depender o aperfecoaroento e a reali-
dade pratica de qualquer systhema de go-
verno.
Faltando estes requisitos esBeociaes e indis-
pensavei-, todos alies afuodam-se nos mesmos
m'8-ao presUt^t palo p-imelro, p'e^entarrm dos professores, directores, numero de aluiu-
um p-ojectd'WreKulameoto reorgaoisaodo o nos, materias leccionadas, e bem assim a rela-
A seoies de flfaerra da Repblica, de encord gao dos professores e directores que, devendo
com a aotori*gaa. confe ida pela le o. 360, de ai resedtar os mapp^s meosaes da fr quencia
30 de Deiembr
O D C.laz*
stitucionaes firmados e o modo A manifestar-
se o temperamento nacional.
E' qiH a^jda de uro nagao nao uma Sen-
tenga que posea ser lavrada no papel.
Os cdigos sao mndjs, e nada exprimem,
como a esphinge, se nao sao a^signicagao real
do3 costumes, da ndole e das modalidades da
vida de um povo qualquer.
Devem ser um producto espontaneo da sua
evolugdo bstorlcij^a syntbese das necessidades
physlologicas do organismo social.
E8 porque muitos paizes tem perseverado
n'um circulo vicioso, ebegando sempre depois
de muito terem andado ao mesmo ponto de
partida.
Reclama-se sempre alguna cousa de novo,
at esgotar-se todo o programma nascido do
cerebro dos politices, e nao sbese mais o que
se possa inventar, sendo o resultado totalum
grande zero.
Muluplica-se, somma-se, diminue-se, sem
que a ti nal ntese mudaoga em cousa alguma.
E' que o carcter e os costumes de um povo
nao podem ser mudados com revolugOes, e me
nos ainda quando nao foi elle quem as fez.
O rgimen,,moderno tendo destruido o an-
tigo, nada mais tem que destruir ; pois o que
subsisti, 6 justamente o que na* pode ser
eliminado.
Toda a sua evolugao histrica agora, aquella
que abrange a historia contempornea, consiste
em reconstituir; na cobesao das forgaa natu-
ralmente antagnicas, na realtsagao pratica do
syslma adoptado, excluindo as suas conse-
queccias exageradas e eliminando a dispjsigao
narchca que elle contm.
A' isto se oppOe o espirito systhematico do
sectarismo ; a poltica metapbhica e de ana-
lya-, que longe de ver as instituigOes o pro-
ducto da evolugao histrica dos povos, procura
uma base puramente racional e aprioristica
para explical-as.
A poltica 8cieotifica, positiva ou evolucir>
nista, peder apenas saiiafazer o problema da
fe icidade, ou do bem estar geral, acompanhan-
do o dominio da falalidade dos tactos, dando a
razoavel explicagao que elles podem ter.
Corrigenda
No artigo edictoral de honteic escaparam
alguna erros reviso, dos quaes menciona
remos alguns: c-dula do futuro Estado, lea?
se cellula etc. Na 3.* columna-e esta ambi-
go, lea-se E' esta etc., mais abaixoE" as
uctas partidaria?, lea se E as luctas ele. Cou-
as impossivel, lea-se cousa impossvei.
Dto ;
1895. an. 5. c. IV.
de Azevedo Cos, a>-do
to. na g'jirmcao do E.iad.i
vicios, degeneram e revelam os mais negativos fdjonto do exm
-. lio Espirito %it
effeitos. ou disparidade, entre os preceitos coc- 0 ptlraioUc civil Francisco Arthidoro j dirig.f aAm pariicular "aos profess.Te'sVd.:
nao e teuham feito nj.devido tempo.
S 9. No exercicio de suas atirbuigOes,
quando tiverem de reclamar contra alguma
nfracgao de le, regu'amento ou regiment,
da 6na a, pormaceutico adjunto do ei-;rcito,
no Bs Foi oxooendo 00 cargo de inspector dos
arpos de inf."ta4 da guarmcao aest%. caoit-.l
o geieru d litead* Franc seo de Lima e
SHV4. .f
Por portlrias de 16 dj corrente, foi ex
ooerado Jos Carlos de Vas onc -II s M >n ei' ,
do logir de escriturario da Es ola Un tj- d
Cra, 8endotoomfalo pira e-te ligar o Diblic-
ibecario Ca8 bliolhecario o amanuense Lo'z da Silva Pedre-
ra e airanceSBe, moo da mesma escola, gua.da
Manoel Gai*elbj.
Coocelu-se trocas de corpos entre si acs
alfares Artbor Aogos'.o Cjflno oes Santos
F-oooso da Roctia Pasaos, i-ste do 9.* baialoo
de Infmala e aquelle do 6 da meami arma.
Foram tr^n.^fe idos :
Pa a o 12 batalbao de infamara o alfares d
32 la esma arma Laii Augusto da Tnndaae
Jobim, Pa-a o 30* batalnac de Infaotaria o alfer s do
x da meseta arm-, Joe Ferreira e S uz.,
conforme ptdio ;
Por porlaria de 10 do crrante, forano
concedidos ao cb-fe do servigo mcrogrdpnico
do Obserfatorio do Rio de Jauei-o, Dr. Ao'oniJ
lia los de Azevedo Pioeota tres mez-s de H-
uenga, cem qjatro auimas pans do respectivo
ordeoado, para tratar de negocios de seo lote-
rea-e tora esta capal.
Foi cfocedida ao alferfa do 29a batalbao
de m'aDtarh Joa^uim L'is B stos a exoo-ra-
gao, qoe Otilio, do 1 ua- d- subalterno do cor-
po de alcanos da K-coh Hilatar desta capital-
rector i, por escripto 00 verbalmente,
10. As-istir e riscalisar %s exames das es-
colas primarias dos logares onde re achare.>
por occasio dq suas visitas *% orcumsenp-
gao a aeu cargo.
11. Enviar, finios os exames, um relato-
rio ci'Cumstaociado sobre a regulara1 ade ou
irregularidade de taes actos.
12. Communicar ao Inspector Geral, du-
rante a pa excurso, as occorrencias graves,
que exijam promptas providencias.
13 Remetier mensalmente ao Iospector
da losirucgo Publica relatnos a respeito das
I Promover conferencias na capital sobr&
qu -siOes de ensino e sobre assumptos qie es*
tendam com a-educagao civic do povo.
II. Resolver de accordo com o Secretar^di.
Industria sobre a escolua do plano das catMtn-
cgOes^acolares.
IIRTomar conecimento da validada ou ofr-
dade dos concursos dos candidatos ao ma.-
Ifrio normal.
IV. Conforme a connexao do objecto sureste
a sua apreciago, .ouvir previamente a coogre-
gugao ue qualquer-dos esiabelecmentoa &
tasimf.
4jt. 64 O cousho superior ser pret*fcc
peTO- loapector da Iostucgao Publica, sai
quando convocado extraordinariamente peta
Secreta/jo do Ioterior que eniao o presidi.
An. 65. Cada um dos membros do CoDseA
Superiur lera um substituto e o presidente ser
substituido em suas faltas 011 impedimeoJo
pelo vice-presinte eleito na de 1." sesso anse
do conselbo.
1 Os substitutos dos membros natos d*
escolas que tiverem inspeccionado, nos quaes[couselho, excepiuando o presidente, seraooe
exporao os factos occorridos com relagao ao seus substitutos legaes nos respectivo cargo#t
ensioo, proponde as medidas apropriadas ao ** "8 substitutos dos mambro3 elecuo"
servigo pu-
Governo do IStudo
nambuco
de Per-
lic^ulaiiieiito orgraaico do en
sino publico estadoal.
(Continua(ao)
PARTE OFFIC1AL
MiaisCerio da Fazeuda
Em oa a a 23 do correte mez tul dirigida a
setiutnie cirColar:
Declaro as Sre. Delaeados Fiseaes e lo-
sneciures de Alfaodegas qu, por despcbo de
3 do correr.i; m^z, exarado 00 of:io da Dele-
uacia Fiscal do Tneseuro Federal 00 Estado do
Paran, 0. 25, de 23 de Ouiobro ul imo, re-oUe
nao so defenr a peugao com que D. Guilbermi-
ds Loiza Stiesser Scieder, viuva do ex-2." es
enpturario da mesma delezacia, Jos Loureogo
11 I liillili''-'- demlHido por decreio de 20 de Janbo
pOSJ^OS .*! |Jy^ com a noa de lrB,fl0f a RepuDIlC, re-
quereu a peasao do montepo para si e sen fi
100 menor, nos termos do regulamento nnex>,
ao decreto o. 9*2 A, de 31 de Oo>ob'0 da 890,
mas lamben) revegar a circular c. 3 de 13 de
Setetflb'o daqutlle amo, visto d5o existir no
reeoiamento citado ospos gao alguma que co-
gite de bypotbese de demlssao com aquella
nota, prituoindo que o coutriDuiote cootiuoe a
concorrer para a losutuigao 00 otntto de ga-
rantir o beneficio s pesajaa de soa fmula.
Ft-i exooerado, a pedido, Miguel de Bru-
to, do log'ir de ibesoureiro da Calxa E onoml-
ca do Paran.
__ Po! oumeado o 1 escripturario d^ extio-
cta Tnesoorana do Estado de Sergipe Fionaoo
da Silveira Fonies para 3. escripturario do
Tbesooro Federal.
Foi nomesoo o 3/ eecriptorario do Tbe-
sooro Federal Ameno.- Augusto Coni para t
da mesma repa-tigao.
Foi oomeado o 2.* escriutorario do Tbe
sooro Federal Amonio Gmgalves Gomes da Sil-
va para 1. da mesma reparuco.
Ministerio da Industria e
ViacAo

Foi exooerado, a pedido, 0 Amazonas, do cargo de 2 ofli -.1*1 do Crrelo
do Bspi iio Saoto.
Foi oomeado o eogenbelro Domiogos
Sergio de Saboya e Silva para chele da com
mise&o de melooramenlos do pjrt0 do Para.
Ministerio ta Guerra
Foi exooerado, a pedido, o 'ene x- o-on-'l
do esiado-maior de anilha n Antmio lina M -
reir do carga de subdirector do Arsenal de
Gue ra deesa capital.
Fot considerado professor adjunto d > Col-
legio Militar o bacharel Aotcnio H -arique de
Norooba.
Foram promovidos:
Na arma de artllbana; a prlmelro3 teoentes
os segundos Joo Fredenco Ribeiro, Jos Loit
Fahric o Jnior, Joo Baptista Monte, Mooel
L bento Biltencoort, Samuel Angosto Odveira,
Jo4o Baptista Mooteiro, Jooathas Costa do Regu
Mooieiro, .irchimin o Pinto Armando e Jaaa-
tas Borges Fortes.
Na arma de iofantaria, a capiSo o tenante
Raol Esullac Leal, por astados, a lenle o al'
(eres Alpinlano d .8 Santos Feraandes por ao-
titruldade.
Foram comeados :
O general de diviso Francisco Jos Telxei-
ra Jnior, o general de brigada Francisco Pi-
res Ferreire director loterioo do Arsenal de
Guerra da Capital raieral, o tenante-ooronel
I0I10 Feraandes de Alcneida, director do L b ;
ralorio Pjro ecanico co Campiobe, a Auioni
' SEcgo 3.*
Dos inspector escolares
Art. 50. Os Inspectoras escelares sao agen,
tes lis alieajio das, escolas e mais estabeiecimeo.
los de iusirucga 1 do Estado, de cooformidade
com as oxigneos do servigo publico.
Art. 51. Esses inspectores sero oomeados
pelo Goveroador do Estado mediante concurso
restado perante mesm commissao incum-
bida de xamin'ar as escolas primarias de 4'
entrasen e as complementares-
Art ^- Secretario do Ieterior mandar
aonu>iCiar o coucurao, marcan o praso para aj
inscripgao dos candidatos, bem assim, da a
hora para ter lugar u coucurso.
Arl. 53. O concurso versar sobre todas as
materias do* curso da Escola Normal 9, mais
particularmente, sobre pedagoga, bygieue das
escolas e legishgo do ensloo.
Art. 51. Sero os inspectores escolares con
servados em quanio cumpnrem bem seus de.
veres, e smente no caso contrario perdero
o emprego, precedendo, porm, processo per.
ante o Conseibo Superior, 00 qual rero ouvi.
dos por si ou por seus procuradores. ,
Ara, 55 Depois de p estarem juramento ou-
comprduiiBso, tomando posse do emprego per.
ante Secretario do Interior, ser Ihes- abo.
eada. alm de passagem graiu ta as estradas
de ferro, ajuda de custo de 200fl000 para os que
bouver-m de visitar as escolia oe 3' entran,
cia, 30OS0O0 para os de 2' e 500S000 para os
de I*.
1*. Pela importancia da respectiva ajuda
de cu-lo fcaro responsaves ao Estado, ca*o
reouuciem ao emprego ou delles s.jam exo.
nerados antes de haverem visitado e cuida,
dosamente inspeccionado todas as escolas uo
seu disliicto.
2. A oenhum iospector ser paga nova
ajuda de cusi seoo depois de deco ndo dois
anuos do recebimento da pnmeira e satiafeito,
ajuizo do Con elho superior, a condigo do
g antecedente in fine.
Art. 5i. as attnbuigOes dos inspectores es.
colares ambulantes sao as segulntes :
1. Visitar as escolas publicas e partcula,
res de sua circumscnpgo de seis em seis me.
zes para o 4o e 5o dislricto escolar, e de tres em
tres mezes pelo menos, para os demais, exa.
minando quaoto a estas ultimas, suas condigOes
de u.oralid-ide e hygiene e colhendo os dados
estatisticos oeces-arios afim de consignal.us
no seu relaiorio.
Nesta- visitas examinaro :
I. O procedimeoto dos professores, a manei.
ra pela qual desempenham as funeges do seu
cargo, sua assidu lade ao irabal o, se obser.
vam o regulamento, o regiment interno e o
programma de ensino, e se tratam seus alum-
nos com adeviJa afiabilidade.
II. A casa da escola, suas condigOes hygie.
nicas e capacidade, em relagao ao numero de
creangas que a frequentam
III. disciplina, ordem e rogularidade dos
trabalbos escolares ; se observado o borario
das nges de cada da da se 1 ana, tomaudo
nota dos abusos que por ventura existirem.
IV. O estado em que se acba a escnpturago
escolar, examinando os livros respectivos.
V. A mebi.ia e o material teennieo, tendo
em vista o livro do inventario.
VI. Os compendios adupiados na escola se
sao approvados pelo Conselbo Superior e se ba
falta delles para os meninos pobres, indagando
a manera pela qual teem sido ellas distribu.
dos, e fi-calisaiido a diBtnbuigo de accordo
com o delegado de ensino.
g 2*. Verificar o recenseameoto da popula,
gao escolar, indagan io da frequeocia dos meoi.
nos que residem 06 perimentro de 2 kilo,
metros em torno da escola.
3o. Auimar a organisago de assocagOes,
que teunain por m estabelecer asjlo infan.
ca desamparada.
4*. Excitar o olere se pela instruego da
parte dos homens do voatude activa e solicitar
do Governo as providencias que julgar indis,
pansaveis para o seu desenvolvimento.
5'. AConselbar delicada e cortezmente aos
prufessore*, mas uunca em presenga de seus
jalumnos, no iutuito de facililar-lhes o cumpn.
ment de seos deveres.
6o. Propor ao poder competente a suspen.
s j das escolas que, durante um semestre, nao
tiverem reunido a frequencia, legal fazendo
acompanhar a proposta de provas que a justifi*
quem.
7\ Denuncia ao Governo os estabeleci.
memos de insirucgfo, pablicos e particularea,
onde occorrerem lacios attent torios da ordem
publica ou deretn-ae oifensas moral, fazendo
acompaobar a denuncia os documentos com-
prob 'torios das factos allegados.
$ 8*. Remetier an Inspector da losirucgo
Publica, por occasio da cada visita i circum
as
regular andamento deste ramo de
blico. i
Esses relaiorios nao sero publicados, salvo
parte d'ellts, quando o inspector escolar, o
professor ou o Conselho Superior se tenham
de defender, ou a reqoisigo de membros do
C ngresso, ou quando a sim o enlenda o Go-
veroo.
g 14. Percorrer em cada mez um certo nu.
mero de escolas, de manera que no tempo
marcado no 1 deste artigo, visitera e offere-
gam os relatnos que Ibes competir sobre to-
das as escolas de suas circumscripges.
,\S 15. Remetier i Inspectora do Instruego
Publica relatnos s> mestraes, que sero pu.
bllcados na revista mensal, quando esta existir
e o Conselbo Superior julgar c-nveoieule essa
publicago por extenso ou em resumo.
16. Sem apresentago do relaono men-
sal e semestral 00 devida tempo nao poieio
os inspectores recebar seus vencimentos, salvo
se Qsuverem licenciados por molestia devida
mente comprovaoa em iospecgo da Junta Me-
dica, caso em que s tero direito ao orde
r ido no mximo at 6 mezes em 30 mezes.
S 17. Lavrar no livro proprio o lermo de
sua visita, no qual mencionar a imprasso
que recebeu da inspecgo feita na escola.
D'esse termo sero tiradas duas copias pelo
profeseor, para serero remeltidas ao inspector
da InstrucgSo Publica e ao Conceibo Supe-
rior.
18. Sero substituidos pelo inspector do
districto escolar mais prximo, durante seus
impedimentos temporarios.
Art. 57. Ficam creados dislrictos escola-
res, sendo o L" da capital e suburbios, cuja
insnecgo cabe ao inspector geral ; 2 das es
colas de 3.* entrancia ; 3 o das escolas de
2 entrancia ; 4. e 5 as escolas de 1 en-
trela, de modo a l'ormarem o 4. as escolos
dos municipios de Buique, Pedra, Aguas Bel-
las, Tacaral, FlortsU, Villa Bella, Flores,
Triumpbo, Aiogados de Ingazeira, S. Jos do
Egjpio e AlagOa oe Baixo; e o 5 os muni-
cipios de Belmonte, Salgueiro, Leopoldina,
Cabrob, Granito, Ex, Ouncurj, Boa Vista
e Petroima.
Art. 58 O Inspector geral da Instruego
Publica designar cada anoo o districio que
dever inspeccionar cada insp-cer ambulao
te, podeodo remover esses agentes de uns
para outros dislrictos.
sEcg.o 4*
Do Conselhu Superior
Art. 59. O Csoselno Superior da Instruego
Publica ser composto dos seguintes membros:
I. Membros natos :
O Inspector Geral da Instruego Publica;
O Director da Escola Normal Offii-ial ;
O Director da Escola Normal a cargo da So-
ciedade Propagadora ;
O Regedor do Iostituio Benjamn Constant,
O Inspector de Hjgieoe ;
O Director de Obras Publica ;
O' Inspectores escolares, quando presentes
na capital eu convocados expres-amente ;
II. Membros eleitos ou oomeados :
Dois professores primarios eleitos pelos pro-
fessores de 4.' enirancia ;
Um professor eleilo pela Coogregago da
Escola Normal;
m professoor eieito pela CongregagSo do
Instituto Benjamn Cntutan ;
Um membro do magisterio particular, eieito
pelos seus pares :
Um membro do magisterio publico superior
eieito semelhantemeote ;
Um cidado d'enire os que se hajam distin-
guido as leltras ou no magisterio publico ou
particular, n^meado pelo Secretario do Interior,
sob proposta do Inspector.
Art. 60. 0 membros eleitos do censelho
-erviro por dous anuos, podeodo entretanto
seren reeleitos.
Art. 61. Os pareceres do conseibo sero
presentes ao govetnador, que com elles podera
can forma r-se ou nao.
Art. 62. ao Conselbo Superior compete
emiltir parecer:
1 Sobre methodos e systemas pralicos
de eosino. >
v2'. Sobre adopgo, reviso on substilui"
gao de compeo-lios, livros, objecto de ensino
e mobilia escolar.
g 3.. Sobre o programma das obras elemen
tares qoe o goveroo pretenda fazer. compOr e
imprimir para a iustrucgo publica e OJPreci
ment das que, composips segunde o program-
ma, forem subiiieciidas a sua apreciago e
sobre premios aos autores ou traductores.
4.". Sobre o rgimen internadlas escolas
e de quaesquer estabeleomeBtos pblicos du
instruego. t
5.*. S')bre a necesaWade de creago, trans
ferencla e suppresso decadeiras.
6.*. Sobre programmas para provas oraes,
praiicas e escripias dos exames de habilita*
gao e dos concursos para o magisterio publico,
bem como sobre o mereciraento das provas
prodozidas em todos esses actos.
S 7." Sobre os exames dos alumoos das es-
colas primarias, sendo lhe submetiidas as pro-
vas escripias, bem como copia dos respect vos
termos, para c nsultar sobre sua regularidade
esobre o progresso apreciavel, <*m vista des-
sas provas, de easino dado oas aulas publicas,
podando propr que sejam punidos os profes-
sores que nao observarem os preceitos regula-
mentares e o programma de ensino, bem como
louvar quelles cujos alumnos maior aprovei-
lamento revelarem.
8 8.*. S..bre vitallciedade, accesso por antr
guidade, remogo disciplinar, gratificaco ex-
traordinaria e jubilago djs professores do
Estado.
g 9* Sobre as iufracgOes disciplinares dos
professores publico* de instruegio primaria,
secundaria e especial.
5 10 Sbre elaborago de bases para qual-
quer reforma -00 melhoramenlo de que carecer
a instruego publica.
11. Sobre quaesquer outros assumptos lit-
erarios cu d nter-ss? para o nsino publico,
a respeiio dos quaes o queira ouvir o inspector
ge al ou e secretario do interior.
Art. 63. Compete anda ao' conselbo supe-
rior :
do magisterio da capital sero tambem eetic*
por seus pares e ao mesmj tempo que os efe-
ctivos.
S 3* Os substitutos de nomeago do goTe-r-
nador do E3iado sero tambem tirados do s-
guterio da capital, um de cada magistcrio.
Art. 66. A eleigo dos membros do coos-
Iho superior e dos seus substitutos ser, faiat
na capital na da 10 de Janeiro.
Art. 67 O presidente do conselbo superior
expedir para a eleigo as instruccOes come-
nieates, observadas as seguintes regras :
L Com a anteced ncia precisa, ounca infe-
rior a 30 dias, sero publicadas no jornal cjS-
cial, e, pelo menos uma vez de 0110 em oh
Oas, listas dos nomes des membros de rada
magisterio da capital, para que d'eotre elles a
jam escull,..os os que devam ser votadoa patr
seus pares.
II. S tomaro parte na eleigo os mem^ruc
do magisterio particular que tiverem cumpli-
do as disposigOes do presente regulameoio sa-
br o ensino primario.
III. Os membros de cada magisterio caar.i-
festaro seus votos especificadamente jm&
membros effectivos e substitutos do consol
superior, em officio que, com as firmas ae- -
damente recoohecidas, dirigiro ao p esidcs
do conselbo superior, que. com os desaas
membros natos, constituir a junta apurador .
que comegar a apurar a eleigo 15 dia de-
pois de ser esta realisada.
A apurago daver ficar concluida at o d
1 o de Fevreiro.
IV. Um resumo da acta de apurago serrn
de diploma aos eleitos por maioria de vol9S> i
ou ao mai- velbo, em caso de empate.
V. E' facultado o recurso ao goveroador d
Estado cintra a eleigo, i terposto por qoeix
se julgar prejudicaJo, 00 prazo de 30 da, *
cont-.r da data da publicago do resulUJ <**.
eleigo no jornal oflicial, e q e ser decidid
00 prazo de 15 dias, a contar da data ers $
(r prosete.
O silencio do governador importar a ap?ra
vago da eleigo.
Art. 68. Os tembros electivos do COSaaAn
superior e seus substitutos serviro por doa
anuos, podendo s-r reeUltos ; e, pelo ineBM
prazo de tempo, serviro os de nomeago de>
governo, poden 10 ser recondozidos desde q^r
cooveuha ao servigo publico.
(Contina).
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTtCA^
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCfO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBVCBy
DO DA 29 DE JANEIRO DB 1896.
Eupbrosioo Francisco de Amortm, ex-pra^
do 2.a batalho de Iofantaria, sentenciado, jw
diodo copia de seu processo para inter-pe*
recurso de graga. Ao Sr. D Questor polka i
interino para mandar entregar ao peticunaxio
a cerli o iocluza.
Bernardno Jos de Melle, sentenciad,
pedindo certido. Ao Sr. Dr. Questor poltc:
interino para mandar entregar ao pdicioaar**
a me usa certido.
Bacharel Francisco de AssisT. Rocha, juI
la Direito do Uunicipio de Senobaem, pea io-
do pagameoto de ajuda de cusi Deterid*
nos termos do ofticio desta data ao Sr-
Dr. Secretario da Fazeuda.
Bacharel Thomaz Soriano de Souza, Juiz o*
Direito do Municipio de Buique, pedindo ua
mez de lieenga.Sim, Com o ordenado sat
turma da le.
Jos Telles de Menezes, 2.- Tabellied
Municipio de Triumpho, pedindo sua remocSe
para igual cargo no de AlagOi de Baixo--A-
vista do art 302 do Decreto n. 9120 de 28d*
Abr de 1885, nao tem lugar o que requer-
Bachare N1I0 Rodrigues de Miranda, Jais.
de Direito do Municipio de Garaohns pe tina
do pagameuto de ajuda de custo.Deferido,
nos termos do officio d'esta data ao Sr. fcr -
Secretario da Fazenda.
Bacharel Abdias de Ohveira, Juiz de Direils
do Municipio de Nazaretn, pedindo pagamente
de ajuda de custo.Deferido, nos termos d
oflicio d'esta data ao Dr. Secretario da. J-V-
zenda.
Bacharel Thomaz Soriano de Souza, Juiz de
Direito do Municipio de Buique, pedio to pn(R
ser removido para igual cargo no de Ipojuck
que se acha vago.Ao Sr. Dr. Presidente 0
Supe' ior Tnbuoal de Jusliga para que se digo
de irif nnar.
Bacharel Maximiano Francisco Duarte, Mi
de Direito do Municipio de Munbeca, pedkvi
pagamento de ajuoa de custo. Deferido, oo
termos do officio d'esta dala ao Dr. Secretan
da Fazenda
Bach irel Jos Antonio da Silva Mello, Joit
de Direito do Municipio de Amara^y, pediad
pagamento de ajuda de custo. deferido, no
termos do oifitio de boje ao Sr. Dr. Secretaria,
da Fazenda.
Jos Ueserra da Silva, sentencalo, pediod
perdo do resto da pena.Ao Sr. Dr. Pronsr
rador Geral do Estado para que se dgale lis
normar.
Jo.- Brando da Rocha, Juiz de Direito de
Muuicipio de Barrriros, pe'iiudo sua remoli
para igual cargo no de Ipoju a que se actw
vago.ao Sr. Dr. Presidente do Supeno
Tribunal de Justga para qud se digoe de z>-
formar.
U.ciiarel Agemiro Martioiano da Con-.v.
Galvo, Juiz de l/ireito do Municipio do Pa-
nellas, pedindo pagamento ie ajuda decaen?.
efe ido, nos termos do officio d'esta daJ
ao Dr. Secretario da Fazenda.
Tenunie Francisco Panlo de Souza Raogef r
ageuie do receoseame1 to do distncto da Totnr
reclamando do despacho que marcou-lb*- a.
quautia de 1000000, como gratidcago pasr
aqurlle servigo. -Informe o Sr. chefe da coca.*'
misso central de estatistica.
Mana do Ca^mo de Figueiredj, pedindo m>
prazo de 60 dias para apresentar sua certidS
de idade e poder matricular-se na Escote
Normal.Remettido ao Sr. Director da Escwft
Normal para atteuder, vista de sua intorc
cao de hooiem datada.
POHTEIRO
C. Moraes.

1
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MUTHADO


-*"*
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RELATOBIO aproawttada mm B*m
Ooveraadar da Eaimo ** Ffem
eo pe* Directas* da E*a4a loaduntrial
Fre CiMM, ena;enhelr AdUp*
Bar baila ffea Java loante
fBRNAMBUCO, 20 DE JAMEH DE 1816 >

PRIHEIR.V PARTE
II
Lavonra|
(Continuacao)
Fomos obrigados a comprar roilho, feijao e fari-
nha, porque d'estes cerea?s encontrei pl toUijoes dU
minutas. *A mandioca foi toda utilisada a fabrico
da farinha, que servio para consumo do Internato at
o omite- Novembro- o mho nao rendeu quasi nada
e o feijao perdeu*so quasi todo com as* chufts de Se-
tembro e Outubro.
Tratei cooveftientomerrte- do* calesaes que pro-
duziram ifeste-armo muito poueo^ *
Alguas pequeos cafosaes situadas em logares
distantes do estabelecimento foram cognados a lavra-
dores, que d'elles tratam mediante urna terca parte do
producto das colheitas.
Cabe aqui tratar dps lavradores t moradores.
Pelo ultimo recenseamento aqui prooeditio wiifi*
cou-sea existencia do 939 moradores, sendo 167 os
fogos ou familias.
D'estes moradores, alguns sao empregados, ou-
tfos operarios, outros foreiros e, o menor numero, la-
vradores ou plantadores de canoas.
antigo regulamento da Colonia (art. 7 e 24
das Instruccoea annesa) permittia o arrendamento e o
aframerrto de parles do terreno d'ella, quando taes
partes nao se prestassero cultora da canna ou se
achassem muito affastadas do engenho. Mas essa
permissao foi levada a ura tal excesso quevion encon
trar a propriedade choia de foreiros, dos quaes mu-
tos nao eahaam nascondie&es'supraciladas.
E esses foreiros, mediante um pagamento de
i0#000ou de 20$000 annualmente, o que difficil-
mente se consegua.receber (Vid. Relatorio de Frei
ISdlis, 1891, pag. 34^, tiobaHi^o direito de plantar
e que lhes conviesse e gozavara da mais ampia liber-
dade. D'isso provinha dous graves prejuizosy alm
d falta de pagamento: l." grande estrago as mat-
tas e esgotamento- das trras; 2." sensivel reduccao
na rea de cultura da canna.; assim nenhum benefi-
cio provinha d'ahi par o estabelecimento/ qae nem
ao menos gozava da vantagem de dispr desse. gran-
de numero de bracos; porque- os foreiros- nao se
prestavam de boa vontad ao Irabalho diario do cam-
po. Eo nao sei se era isso quedava ao estabeleoiraen-
to o carcter de Colonia, raas-meparece defeituo-
sissimo um tal syslema, por isso tratei de acabal-o,
nao admittindo mais nenhum novo foneiro e intimando
todos os antigos a-virem prestar servidos como traba-
jadores, percebendo o salario, que lhes seria pago
como aos demais.-
Keconheco como urna necessidade imprescindi-
vel boa marcha dos trabalhos agrieolasa fixaca na
propriedade de um numero elevado de trabalhadres,
pois nada ha mais prejudicial ao serrico >d que-a de-
pendencia de um pessoal ambulaale, quasi nmade*
como sao aqui os nesses operarios agrioobs. Enten-
do, pois, conveniente a admisso de muitos moradores
em pequeos lotes- de terreno (pequeos sitios)
que elles possam usufruir cultivando os cereaes; mas
indispensavel que essa admisso se faca sob a con-
doli expressa de que elles. trabalhem regularmente
nos diversos servtcos>do eslabeleeimenloe qae s pos*-
sam cultivar aquillo de qae precisarem strictamente
para a sua amentacSo-e desua familia, som qae pos-
sam em caso algum negociar com- os productos de sua
torvoura.
N'esse sentido tenho procedido e vou redigir as
bases do regulamento -da Seceso agrcola d'este esta-
klticj ment.
A dasse^le moradores que se dedicam aqui no
cultivo da canna, classe de la vradores, era tambem nu-
merosa quando aqui cheguei.
Observando entao que grande numero d'elles
nao satisfaziam s condicOes nesessarias, tratei imme-
diatamente de reduzir esse numero, que atlingia a
mais de 50. D'enlre csses, muitos eram mais pro-
priamente pensionistas do que lavradores, porque,
recebendo dinheiro como auxilio para o custeio de
suas lavouras, nunca podiara indemnisar os adianta-
aientos fertos, por cultivaren! quantidades diminutas
de canoas, Muitos d'esses lavradores plantavam um
pouco de canna smente para obter adiantamentos,
e algumas vezes empregavam os dinheiros recebidos
em negociar com toda sorte de cousas..
Encontrei os lavradores todos com dividas e des-
gostosos, desarrimados mesmo alguns.
Haviam atcavessado umasaira desastrosa, na qual
muito perderara ou derxaram de moer grande quanti-
dade de cannas. Alm d'isso, queixavam-se muitos
de-que nao se Ibes fornecra os necessarios1 auxilios
para o tratamento e o desenvolvimento de suas lavou-
ras. Preciso foi, por isso, fazer muitos adiantamen-
tos, anknal-os a proseguir nos seus trabalhos, pagar
muitas contas de diversos que ainda nao haviam rece-
bido as importancias das cannas que forneceram
usina na safra passada. D'ahi a grande despeza
que foi necessario fazer e que explico no capitulo
Receita e despeza.
Hoje reduzido o numero de lavradores a cerca de
vinte, esto todos satisfeitos e fizeram novas planta-
jes na epocha opportuna (Juoho e Outubro); alguns
ainda plantam agora, aproveitando as ultimas chuvas.
Como syslema de diviso dos productos das plan-
tajes de cannas dos lavradores, estava vigorando
aqui o seguinte: das cannas fornecidas- usina, me-
tade era considerada como pertencendo ao estabele-
cimento e a outra pertencente ao lavrador, lhe era
paga de accordo com o peso verificado na balanca e
segundo urna tabella de precos proporcionaes aos
presos do assucar no mercado do Recife. Conside-
ro excessiva essa parte de meiacao como remunerado
do terreno oceupado e dos juros do dinheiro adianta-
do, porisso julgo necessario reduzir a quota do es-
tabelecimento, que ficar bem pago recebendo urna
quarla parte do peso das cannas.
Entretanto julguei prudente nao por essa modifi-
caco em pr tica na safra actual, porque esta vamos
liarlo &e *tevi*aiifi>i*e< #exta-f#ira dte toneiro de 1S90
sorwTgados>d deseME8oa- o tntTWito da:
lavouras e os reparas dai)si*eHda VtaF#a%a,ien-
oa > I
W
do sA'olfrgadM-a fazer adiaalaaie
elevados aos lav*ado*es.
Pretendoimlirar isse-na proxsap safcaj
urna modida de jatto^s, queeapeaaf appa^v^ft.
Ha tuaes-no^limrtes da~propriedad, que esto muito
affastados da Usinae sao difficilmeate aproveitavets.
Por isso, julguei conveniente continuar ctm taes ar-
rendamentos. ^
Pretenda apresentar-vos agora um projeclo de orga-
nisacao agrcola do estabelecimeuto; porm, a falta
de urna planta completa da propriedade papa servir
de base distribuic3o dos terrenos-wos diversos ra-
mos de lavoura, planta que s com vagar poderei or-
ganisar ; e, tambem a necessidade de proceder ainda
a alguns estudos da capacidade agrcola desses ter-
renos, azem-me demorara apresentacao desse pro
jecto, que opfxwtunamente submelterei vosaa-apre6
ciacao;
0 regiaiemaetaal, igual ou tal fez inferiar aos
das pequeas propriedades cora .engenhos. da systema >
antigo, nao deve continuar, por incompativai com a
vastido do territorio e com as proporcoes daJabri-
ca; alm^llisso embaraca sobremodo a adiistra-
Caopor complicar demasiadamente os s^rvigos.
E' preciso acabar com o servido de grandes plan-
tajes feitas directamente pelo estabelecimento; o.
que deve ser substituido por urna parceria *em toda
propriedade. Devemos nos oceupar somente com
pequeas planlacoes', que nos permittam fazer en
saios e verificar resultados de experiencias.
A produepao em grande eseala de cannas para
a Usina deve ficar ao cargo de cultivadores que re-
cebara o terreno e fornefam o seu producto fa-
brica.
Os productos das lavouras recolhidas ao Almo-
xarifado para a alimeoiafo no Internato, foram: du-
rante os mezes de Maie Dezembro-:
Farinha de mandioca. ....
Milho.........
Feijao.........
Caf.........
Btalas doces.......
5.764 litros
480
222
1.298 kilos
2.338
LnvouraN de cumias na propriedade
Colonia
Liaba ta Jaqueird ;
Fazanoa'
Lavfaoore
Lioha do Mamjal :
Faaeo-ia.
Lavradoms
Liaba 'dos-Gregorio*:
Faienda
Livraofea
Lioba do Mamle :
1- iiieua i
Lavradorts
Liolia do Monteiro :
Fazenda -
Latcadore
Liaba do Fervedor:
Fauo a
Livradores
PLANTAS
es
50
25
15
38
12
30
250
3
28
4"7
o
o 2
.2 ?^
I *
500
250
150
389
120
300
2.500
30
60
283
4.570
SOCCAS
5
160
52
174
80
30
20
31
67
"619
TONELADAS
6-
1.280
416
1.392
B
1.780
666
150
1.772
640
240
160
248
536
4.95
rao
5401
2.660
278
40 100
816
9*582
3 8
2 416
1.921
1.300
J.938
*
100
816
9-52S
BelaeSo {dos lavradorea da. pcapriedade
Colonia *
NO ilAMAL D JAQOBIRA
1) Jcao Antoaio de. Silva.
2) David Amaiim.
3) Manoel Hitara.
4) Sebasliao Araujo.
IN RAMAL DE MARAYAL
5) Manoel Compadre.
6) Francisco Guerra.
7) Joaquim.Lete.
no ramal dos greorios
8) Balbino Jos da Siita.
9) Paulino Viceute.
10) Manoel Ignacio-.
11) Goriolano Soares.
12) Pedro de Alcntara.
no ramal de mamte
13) Maeoel Amancia.
14) Jos Mbnteiro.
15) Jalo Qoirino.
16) Antonio Apollonio.
NO RaMAL DB FERVEDOR
17) Simplicio Pereira.
18) Manoel.Zeferino.
19) Joaquim tallado.
20) Firmino Pereira.
FORNECEDORES
1) Jos Rufino.
2) Manoel Pedro Rodrigues.
3) Constantino Cavalcante.
4) Paulino Vicente. .
U
Via-Ferrea
A linha frrea que serve Usina no transporte
de cannas comprehende os trechos constantes da re-
lacao junta, coma exlensao total de 22.207 metros
em toda a rede e urna bitola de 0,m75. Alm disso
ha um pequeo trecho de 638 metros de ligaejio da
Usina com a estaco da Estrada de Ferro Sul de Per-
nambuco, com a Litla de i.m00 entre trilhos.
Encontrei essas linhas em pessimo estado. 0
Jeito se acbava desprovido de lastro, os dormentes
quasi todos apodretidos ; as pontes, em umero de
cinco, as madeiras ameacavam ruinas. Era tao pre-
cario o estado das linhas qae nao so poda trafegar
senao em alguns pequeos trechos;
Necessario foi, pois, proceder a um., reparo. ge>r
ral, reparo que atlingio as proporces de verdadeira
reeoastroo^ao. Fez#se- grasde sseviaaeDto de' trras*
e sakslBiiOao de dowfienaa.' Servia* pesadissimop.
occftBiaao grandes despesase anda ni est de toda
coochaio porque, ainda qaaossa ataaado cora toda-
forca, fiitmuito prejujicadiplatv chuaas excessvae*
que titaJbDs.
A safestituico de (tormni'*aatBB|io ao numero-
de cerca de quinze mil; foram comprados \l.~lll
por &94528#:-
Em muitos trechos Gzeram-se modicacOes uo tra-
do de mo"dO a augmentar os raios d algumas cur/as
excessivaraente aperladas e de diminuir ou corrigir
algumas rampas-fortes demats Em diversas partes
fee-se a eubstitucao completa da madeira.
Em nutras collocou-se novas pecas, melhoran-
do-as.
Em summa, todas as linhas foram reparadas em
suanteira lextansao, palmo a palmo, posso dizer,
pois aquellas qae manos exigiram precisaram d Ierra
parai seguraros dermentesi e dei pregamenlo dos trit-
lhos.
Na linha do Mamte foi neeessarto fazer um
grande ^arvtco-ir'unrdos cortes, na exlensao de mur-
tor metros, para dar escoamento s aguas de infiltra-
gao, que ali se accumulavam, tornando o leito da li-
nha de tal jnodo movedico, que era impossivel lazer
nellp o trafego.,
No ramal do Fervedoivtiveoaos de consteuir um
novo pontiluo comencontrOs dealveniFa, porque o
antigo, insufficiente para dar completo escoamento s
agnas de um^riacho que ah corre, desmoronou*se
logo no comef-o do invern.
Fez-se tambem substituicao de alguns trechos
de trilhos gastos. Os trilhos usados nestas linhas
sao do typo Vignolle, d afo, pesando 9 kilos porra/c.
Ha.porm em diversos.trechos trilhos de maior peso
t, creio, obtidos das diversas estradas da ferro do Es-
tado*'
Esses trilhos de 9 kilos, bons para os trechos,
de nivel-, sao uiuilo inconvenientes' nos. trechos de
forte rampa, como as linhas de Fervedor e.d Ma*
mote, porque-offerecem s rodas das locomotivas pe-
quena superficie de adbereucia. Resuila disso grao-
de difficuidade na traegao e morosidade nos- transpon
tes.
0 material rodante compoe-se de 3 locomotivas
e 50 carros para transporte de cannas e um carra
para- passagelres.
Das tres locomotivas urna- denomina-se Barao
deLucenau de systema Compoud (quatro cylo-
dros;) as nutras duas tGastro Rabello e Colonia
Isabel sao de menor forga.
Encontrei todas rrruito mal tratadas e redaman-
do serios reparos. J por faita de material (tubula-
gao), j porque os reparos da Usina absorveram quasi
loda a actividade da officina de serralheiro, nao foi
possivol proceder a um coneerlo completo das locomo-
tivas. Urna dellas foi toda, desmontada e reparada,
porakinoencontrarida no mercado do Recife tubos
que-nella servisseui em sobstiluigo dos antigos, im-
pnestaveis^j} eiiGommendei-os na Europa e anda nao
chegaram; pm-isso ficou ella com alguns tubos de
menos e trabalha com alguma morosidade e pouca
forca.
As outras tiveram concertos menores, porm li-
caram em eslado de trabalhar, como tm-feito duran-
te toda asafra actual..
Os carros/ cealtruidM-'todos da ferra-,' estav*11
na rnaier parte quebrado*-; apenas uns vinte podiara
fazeiwservieo de trafego* Grande nuaaero delles
foram convenienaswent&reparados e assim tivemos no
trafagoatoagopa 50 carros. Bromes, parachoques,
truebst rodas, mesas, lado soffreu grande concert,
exigiada servico- pesadisaimou
Muitas pecas dos carros foram encontradas es-
palhadas ao longo das linhas e cobertas j de matto,
todas foram recolhidas ao deposito e devidamente
aproveitadas.
Trafego. O trafego foi pequeo no periodo
anterior a raoagem da Usina, havenlo eulao smente
transporte de lenha e nuteriaes de constnrecao (lijol-
los, areia, madeiras) e algnm servido de lastro para
as linhas.
Depois de iniciada a moagem em 5 de Outubro,
tornou-se o trafeg intense.
Al 31 de Dezembro foi este o movimento :
3.712 carr6 de canoas, pesando 5.617.242
kilos.
780 carros de lenha; pesando 1.078.438
kilos.
Alm disso, continuou o servico de transporta
de materiaes de construccao.
Foi feito tambera pelas locomotivas o servico de
cannas vindas da Barra e de S. Benedicto pela Estra-
da de Ferro Sul de Pernambuco e o de assucar, re-
cebendo ellas os carros na estacao, trazendo-os at a
Usina e restiluindo-os depois.
0 servico da transporte de cannas foi didicil por
faltarem desvos as linhas, para estacionarem os
carros durante o carregaraento.
Precisam ainda as linhas e o material rodante
de alguns melhorameotos, que s com algum vagar
poderemos realisar.
Sw1
SoecaoEscola Industrial Frei
Caneca
VIA FRREA
Rclafao do material redans
Q.
<
a
H
'A
<
DESIGXAO
OBSERVARES
2
1
38
8
4
8
4
2
18
8
4
30
4
12
28
6
.1
1
acni a de 4 ,vl odros
Ditas dw 2 cjlindroa .
Carro de passageifos.
Ditos para canana .
Ono d-it......
Ditos ditos.........
M*as de carro saoi pwacoo-
qaes.......... .
Dna d ditos com paracho-
ques...........
Trucrrs completos......
Ditos sem rodas
Oitoa sem rodas
Itodeiras .
Rodas so as .
Ditas ditas. .
Eixos ....
Ditos ....
Grades de carro* de-1 metro
Tr0l9B.de serwco
Dito para ped
pequeuus repa-
reparos
. Reclamando
ros
Reclamando maiores
Em bou estado.
Em bom estado.
HecJamaadx) p.quenos repa-
ros.
Reclamando grandes reparos
Era-bom estado.-
Inutilisados.
Rrr> b-m esttdov
Reclmanao pequeos cou-
cert'.
Reclamando grandes concer-
tos.
Em bom estaco.
Em 1j jm astado.
I utilizadas.
Km bom estado.
Inutilisados.
Em bom estado.
Em bom estado
Sem franjas uas rodas.
Dito par mestre de linha. Em bom etarto.
6.
SeecaoEscala Industrial Frei Caneca
VIA-FERREA
COMPBIMENTO DAS LINHAS E DESVOS
Ns.. Linhas Compritnento Ns. I.8 Desvos Compritnento Observafes
1.a Da Estagao 77.7.m Da Esteira 32.m
2. Da Jaqnerra 3.592.-" 2o Da Esteira 57.m
3." Da Marayal 2.623.- 3." Da Usina 283.D'40 ,
4 Da Olatia 1.968. 4. Do Barraco 81.mbQ Morto-
5. Du Gregorio 2.907. 5. Do Barraco 95.m30 ( 9
6. Da Caita .d;Agua 1.77?."- 6 Do Brracao 84."60
7. Do Fervedor 4.260." 7. Do Barraco 108. Morto
8.8 Da Mamte 2.745.m 8. DaMarayal SI," Morto
9. Do Menteiro i.562.m 9. 10. Do Gregorio Da Caixa dAgua Da Mamte 28.m 36.m 62.-70. Morto
12. Do Fervedor 38.
22.207.ni 937.m50
Viu-ferrea
TRANSPORTES DE CANNAS E LENHA
Cannas Lenha Total
Mez Carros Peso Carros Pesa Carros Total
Setembro .... Novembro .... Dezembro . 8 24 27 23 "*82 46 1.161 1.560 951 r 42.812 1.895.074 2.185.370 1.487.986 80 132 295 273 ""780 110.011 186.002 395.083 387.343 T078738 120 1.203 1.855 1.224 "47492 152.823 2.081.076 2,580.453 1.875.328
5.617.242 6.689.680
Media de numero de carros em movimento por dia 55.
Media do peae transportado por dia 81,581.
(Contina)
^oestura Policial
Seceso 2*. N. 21Secretaria da Qoestnra
Policial do Eaialo de ernamJtico, 2 9ie Ja.
neiro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Jallo de Mello Fiino,
digno Secretario da Jistic e Negocios Ioterio-
re.
Participo--os qae forsm bon'.em rebolludos
a Casa de Deteoc&o os segototes inaividoDs:
A' orden da Dr. delegado do 5* dietricto da
canital Antonio Regs de Socza, para aven
goacOts poliches.
A' oro>m do subdelegado da fregneiia do
Re ife, P. J^osem. como bllenado ate qce possa
ter o co vea ente destino.
A' 'rdem do saouelegado do 1* districto da
Boa Vi'ta, Herminio Jos Carolino, cemodes*
ordelro.
A' orden do Subdelegado da Magdtiena Ma-
ra J laqama da Conceicto e Tobas Harlinao
dos pantos, cono lesordelros.
A' ordein do xaidel-gado da Torre, Joio
Fraacisco dos Santos, emo deaordelro.
Commoolcoa-me o delegado do mantel
po do Bonito, que no dia S do crrante mea,
no lagar Huta'ti, d'aqoelle mooicipio, otlo-
ditidaos Jos Bertino e Francisco Bertino as
aisioanm a Jos Virginio, Virginio de tal e
Joaquim- Maceio-, e feriram graTemente a Pe
dro Virginio t Manotl Virginio.
Contra 01 erlmlaoios, qae foram presos, pro
ceie a mesma amormada de conformldade com xa d poapboro e asa coto de v la, o qoal sea*
g |et I do interrogado, declaroo os nones de diversos
-'conmonlcoo me ainda ne.na aolori- iffs^anoSn C0 larapM e laar
^^\TVl^lLmlVJjmLh0^J 8Ude ue declaracOes, diritirau-se
tardi, o distrjcto imadas Flores, do neano. ag me8(na3 iator,4BdM a roa do'Jasnin ns. SI
naciciplo. o individuo de none Manoel Anbor
en conpanbia de Jos Ferreira de Carvalbo,
efaesinoo com om tiro de rrwolver ao prest-
ojoso cldadao Lsvioo de Sonta Ramos, que ex
exma 00 referido districto o cargo de i sop-
pente ae subdelegado.
Contra os criminosos, qae foram presos en
flagrante delic o, procede aquella autwldade
de conformldade con a le.
Connoolcou-ne o delegado do i'distrl*
ca da caoital, que no dia 28 do correte, fes
reeolher Casa ie D-tencSo, a molbar de no-
re Emilia .Mana da Silva, po* baver furtado
m= strKngeiros J. Cats e '. Cats, a qnaotiade
tOO* em do-eiro a 2:6O0 om tettras, os
quaea se acbsvan boapadados eui a casa-da
reaidecla de Pedro L$aus, de onde ara ama
a dita Entila.
A mesma aaio-ldida fes entrega aes. seoa le-
gtimos donos. das referidas lettras e dinheiro.
tor oficio danta data commuoicaram-me
os delegados da capital que percorreode elles
as roas d*ata cidae-neje, pela oaadruqaa, en.
cootraram jumo a poote de ferro de Calinga o
indtvtduo de none Manoel Pedro Olegario da
Silva, que condis 10 bolso da calce urna cai.
e 14 e atlt prendern os bem conbecldos gatu-
nos Francisco Barbosa Monteiro, Manoel Fir*
miaoo de Almeida, coobecide por Pesca, Fran-
cisco Lias Macbado, Pedro Francisco dos San-
ios Faltosa, conbecido Dor Pedro Casaca, Seve*
rio Correia de Melle, Aolonto AlexindrJoo
Viei-a, Joao Rodrigues e Luz Cavalcante Gou-
ceiro, que foram rn olnido* a Casa de Datan-
Ce para avengoajoes policiaes.
Communicou-me o sub elegado do Recife,
qae ijtelramente inexacta a noticia dada
aela Commercio de boje datado, o qual afir-
ma que polieiaes do oairro do Recife haviam
cortado os bracos de doos homeos.
Stude e frateroilade.
O Queitor,
Jos FelippeNery da Silva Filbo.
RKCEBKDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos, do dia 30 de jfamir dt
Z896
Pereira &C, Rita Marta de Lima, Manoel
Gregorio da Silva, Carlos Joto da Soou Cor-
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Diario de Peraambuco Sexta-1ira 31 de Janeao de 1S06
3

I
reia, Jos Soares do Amaral.- Informo a 1.'
Seccao.
Joaquim itedrlgues CaiapeUo.-4Je r ti fi-
"abal Marta da CeoceicSo, Fructuoso Fer-
naades da Silva. Aonm Vietorioa, A. Vieira &
C, Anttnio Alve Pacheco, augusto Silva &
C, Affonso Domwges da Silva, Figueiredo
Silva ., Jos da Moraes e Souza.-Informe
a 1.* SeccSo. -
Rosa Mana do Carmo.-Certifiqua-se.
Antonio de Almeida & C.-A 1.* Seceso
para os dewdos fias.
Maooel Joaqun) da Silva Rocha, Thomaz
Mauricio de Paula Rocba, Iguaco uo Nasci-
meuto Googalves da Luz, Joao CavalcaBle La-
inenba Liss.- Informe a l." Secgao.
Olympia Candida Guimaraes do Amaral.
Joao Caroioo do Nascimento, A. Martina &
C, Joaquim da Silva Salgu-iral, Jos Thoinaz
de Mello Costa, Possilonio de Mello & C, Jos
Francisco da silva. Defer lo.
Julio Cezar Brazil.-IuJefer do.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimaraes.
directora geral do thesouro do
.estado de pernambuco
Despac/ws do dia 30 de Janeiro de
8g6
Abiin assigoados, empregados do Thezou-
ro, Antonio Jos Das Pioheiro, Compaobia
de Bebenb e Jos Alves Filhos. -Diga o S
Dr. Procurado- Fiscal.
Joaquim Googalves & C, Mana Jos da
Assumpgo A. Costa.-Informe o Sr. Dr.
Administrador da Recebedona.
Sociedade Prado Pernambucano.Ao por-
teiro para entregar ao Inlereasaoo.
ldalina do3 Santos Leal, Antonio Carneiro
Meira de Vasconcellos, abaixo aasiguados ne-
"ociantes da ra do Livramento, Agostioho
Santos 4 C, Francisco Joao de Barros Jnior,
PolmaO & i"., Pedro Ozono de Serqueira,
Pereira Carneiro & C, Antonio da Silva Como,
Moreua & C, Ramiro Antonio da Costa, Tho
maz Macdonald Hood.
O PROTOCOLUSTA
Francisco Militino Ferreira.
Secretara ds. Industria-2.' di-
rectora
inspectora geral de hygiene
Expediente do dia 30 de Janeiro de
8g6
Figueredo Costa & C- Fraga Rocba & C.,
Guedes de Araujo & F.ltio, Victorino Silva
&C.| Amorim Feroandes & C, Joaquim Fer-
reira de Carvalho & C, e Joao Fernandos de
Almeila, pedindopa a mandar examinar caf.
Ao Dr. Ajudante para examinar.
Pelo Dr. Commissano do 1 Dislricto 101
considerado em condiyes hygienicas para ser
habiiado, o predio n. 54 ua ra de Marcilio
Da?.
Secretaria da Inspectora Geral de Ilyeone
do Estado de Peroami uco, em 30 de Janeiro
de 1836.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
ISTAtS D4 iBIiO
SUL
Capital Federal
Data? al 2"> oo cadente.
Como tiieram correr. d&o exacto que sete-
ja iaiiioe-ie ocia rupto'a de reiagOc* eulrt; o
Brszii e I a.
Nos ja coocardaaics tubmetter ao urbit'a-
menlo raode numero das reclamagoea italianas
e se oem qae o protocoilo teilo eutre o 003*0
govenm e o Sr. De Maruoo tivesso sido oesao-
prova.io p-lo noverno S Roma por vicio in-
trnseco, liceo de p o principio; e o U3sso gj-
verco nao pode neic Heve perder lempo san
eseas liquiaaies, 18 o cuta o preparo das ma-
terias que deveaa ser tujf ilas ao arbitramento.
Nao fia motivo, pois, para aUrlloe e muito
menos para a bsurda noticia da fn.za e ru-
ptor* entre rs deas gotereos.
pelo Miuseno uas ReUges Exteriores, a
propc.-ito o as.ompto, se oeclara:
Por proposta do tm 3 de Dez^moro ultimo om protocoilo
acceilacio em principio o arni.raCbulj como
meio de resolver toiaa as reciamages Uaiu-
oaa e nxanuo a scolba ao u'u.lro.
Trata-se agora de regular o proce&sso a se-
guir e de liquidar #m iierveogao lo arbitro
algunas da red,'.u:*&>&*, ctmo foi tufcgerido
pelo giverco bazi eiro.
Nao ihd, ponan 0. fon t-menio algnra a no-
ticia de *6iar imnjiialqoef ojOift^ao
as relac a entre o Braz 1 e a 1 alia.
Disse o Jornal do oinierfio. de 21.
que o 8r. coDseineio Fre a Hennque<, que
ba dua fol victima de ora osastre, acb.-e em
boas coodicea de sale.
Como em lempo damos no c'a do triste acoo-
tbcimento, fol^arooB de ad-Jicmoar esta comple-
mentar e satisfaetjra do Jo nal.
De LoDdresem'12 de-te unez foi transm t
tldo ao Jornal o Comm-rciij. ene e.pa li;
telegrapbico :
A Agencia Reoter publica boje orna noticia
officiosa declarando qoe nao ba ameac-as de -u
piura de relacoea oieloroaeas do-Brazii om a
Inglaterra.
Accrescenta qne as oegocia0es prosegoenj
perfeiiarseole.
Um te.earamma do Rio de J*ael'o aqoi no
blicado uix eaiar usai'aeote a ru.ilura e rela-
ces do Brasil com a Italia e auf o cruzador
Be jamio Cons'ant sabio rtese pono para tc-
copar a Una da T'iodade.
Esee lelegramma caasou ma impressko e in
uio na BBixa dos titules brasiieiros.
Os jornaea daqoi cen^oram a recosa pelo G -
veroo Braxileiro do arbitramento [i'oposio neia
Ioglaterra para B(-lao da qoer^o oa T 111-
dade,
Nu idas don Estados Unidos con'lrmim a da
reaegao pacica que slli s opera.
O Sanado aduo a discusfao do parecer da
tcmmissao de oeeocios eatrangeiru.- sobre a
doctrina de Monroe.
O correspondente do Times em \V snuig-
too adirii'a que all ba desrjos de CftbCi'iJ ',"
dos Goversos Ioelez e Americano.
A proposito larcou o llus'-re COega ;:o
Joroal as f-e^oin'es coosideracOes :
telegramma ue Londres, que poolica.
na respectiva aecgo, nos diz que all lora
blicado um teleuramma dasta Japita! com u_-
ticia de que o cruzador Benjamn Coiistaait
sanira fiara a ilba a Triodaae, e que ea dc-
tiiia caceara ma imprese&o, provavelmeoie por
se considerar tal commiseao do craiador um>
picvo gao loesplicavel na v gencia das oego-
cl -cues \'.\iuwa'.\ :- entre o noaao Goveroo e o
da laglaierra. Sabemos todos qoe tal ooticu
cavilosamente Falsa, e someote poda ee
transmitida a fulgida le por qoem leona \a-.e
reae em pertu nar, em um ambiente a-tit al
de Doemiras, a serenidade da geeiao dos nego-
cios ao Braitl.
Nao aliat o primwo lelegraaima scien'e-
mei.U mentiroso qie afoluaade Londres e do
Rio a Prata, de Ode aqaellaa rec6bem pane
do aeo servigo, pobltcem, tantos eao qne si-
ria enfadoobo cttaLos-todos. E' gpaciaiine.iit'
soore a^ questo8 ioiaroaciaoaes que oa no'-
reponaiie-i lalegr^pbtcos a qoeoosrefsnoius
Umbram em o ear m-ntiras-eenaacionaes.
Ntafle-'io l-oma meaWaHade de qoem c
eegae, somanostilidadeao-no^opaii,oe a
soas reUfies com os eainaogeiros pode se
tado por eicepcionae8 ceodeaceodencias e
graode tenev lencia. e nunca por.mi voctada
oo por prpconceiioa barbaros.
tvio- que turaas feiio plo -aodo- irn qu-
temo procediJo, povo e. Goveroo J3miUsios,
em setenta aonoa de -todepejideoria potica,
devoio8.e pedamos eapeTar-reciprecJdaiJs doa
que, acampanbanao a roa istenaia de na-
gu livre e coobecedo dos oossos negocio?,
.So os>mcaZMde*icl.e.*l-os, -tt- ;-gara-
val-os com telegrammaa de noticias falsas e
perverismecte radjgidas para prejldicaro Bra-
sil.
Mas, como infelizmente a toAoeocitv da men-
tira pasaagem quer e,m Loodrea, qoer no Rio
da Prata, quer no Braxtl, ease falaos noticia-
riaui ato loso deamenildos ejtaacoberta a ver-
A inslitencu delles qoe se torna grave,
exiKindo o reparo qoe aqai faiemoa a ana ma
f e I so a dealealdade.
Bata nomeado d rector da Fabrica de Polvo-
ro da Estrella o coronel eogeoaeiro Modesilno
Angosto de AaaiaMartina.
Diz o Apostlo que ".oticJaa vindaa de
Roma do como creado o Blspado do Espirito
Santo, desmembrado do do Rio de Janeiro.
Est elevado a em anno o prazo qae limi-
ta a validade doa coocu-sos para o car;o de i*
ofBclal doa co-reio<.
O Dr. Director do Museo Nacional, 8620?-
do ootii'toa o Jornal do Commercio di-itia
ao Sr. General Mello Reg a segotote caria :
Compre com intima sal'alagao o dev-r qoe
me cabe de maaifeatar a V. Ex. o qaanto me
siot-j reconbecido i geoeroaa e vallosiaslma of-
ferta com qoe aua Bxma. S-a. acaba de dis'-io-
gair i sie estaOelecimeato.
Enriquecenioo Uasro Nacional, em orna das
soas mais icteressantes aec{Oef, com t-ranne
numero de anefactos ndigeo-a de aiff-ireTies
iriboa, brazlieiros colleccionados caidaao8amm
te, presin aua Exma. Sra. se.-vici assigoah-
do a esta instiiugao. em .cojos aooaes car
perpeiuadD o seo nome.
Si-vo-me da opportuoidade para tes.emu-
nbar a V. Ex. os protestos di maior cooside-
racao.
O administrado' ^ag officinaa 'la Reoo-
t-ca.de -nryuoa, fex u-n retrato d> Dr. Pro-
deme deMoraea, empregando oi.icame.ite ty-
(10.
Eote trabado, em que o aotor gastn oto
dlaa, deve vlr Hgnrar oa Expoaico Industrial
Parece qoe esta raaolvuio 1 ao ae contar o
temoo para a reforma dos officiaes de marmba
qoe se eavolveram na revolia de 6 de Sstem-
bro e qoe foram amnistiados, durante o pe-
riodo da referida revolta a dala de sua apre
aeo'.ajao,
O Sr. Senador Roy Barbosa vai intenta'
acgo perame o juno seccional contri a coas-
tuacionalidade do acto do governui.quo ano-
sentn oa magistrados em dl^ponibiliJade, oe-
poia da orgaolsacao dos Estados.
E' possitel qae a petiQ&o inicia, do acto saja
posta em jo'zo 00 oia 27.
Pelo Haraobao o Tb -ooro N'onal
f-nvioo a alfaoi'.ega da Para y.)a 200:0'JO/000,
e a do E-pinto Santo 1.06600, e8ia imp r-
tan-'i- em 'U-n aquella em notas dos valores
a Gazeia le N ticiae noticiando arbe'
gai.' do S. Dr. Juo Esberard, narron o assim :
De vo ta de eoa viagem a Eoroca, cneuou
a esta capital o Sr. D. Joae Esoerard, a.ctbis-
pc d.--a archidiocese.
Logo qoe uo morro do Caatello foi avlet'f'o
na rra o paquete Tbames, oode vioba S.
Exc. soDiram ao ar diversas gyraodolas de fo-
surtes, sigual este deiermioaoo para a reontao,
no cae Pbaroox, das peajoas qae quize sem ir
ao encontr do illa tre prelido.
Diversas lanena- e ama carca da Compaabia
Cantarera segolram em direccao do piquete,
coadunado c.'mmisFOes, sacerdote, omigo* e
admiradores de S. Exc. Anos a visita da poli-
ca, atracanm as emoarcage0 ao paquete, so-
o;odo os vieitantes, qoe comprimen-aram e
abracaran) o Sr. arcfblspo. Doas bandas de
masica. qoe seacbavam Qas lanchsa, loaaram
alegremeoie.
Entre as maas ne*soas que ae a ctisvam a
bordo no amos os Srs.:
D-. 1 hefe de polica, mooieobor Peixoto, moo-
aeohor Bruto, mooseribor Rocba, conejos ot
Rodrisoes, Gorgel, Simeao, Eduardo, padres
Jerooymo, Scalue*i>, Manoel Maineas e outrns
capito-eoente Jos Carlos, eommeodadores
Brandao, Mircellino Maraes, Mala. O--. Serio
ao, Laet, Sallber-y, Epipbanio Reis, A'tbor
Alcautara, coronel Rastori'jo, fre Maooel, reli*
diosos b:-nedicunos, nadrea lazaritas. commise
sao drt Vrenle oe Pauli e grande numero d.
divnelas eobiras.
Nj ces aguardavam a chfgada de S. Exc.
crande numero de pesaoas; eotre ellas timos
os Srs. marqoez de Pa'auagu. conde nu
Cordelro, visconde de Silva ; os Revas visarlos
de S. Jos da Gloria, da Candelaria, de Snu
Rita, lentes do Seminario, commissao do Cabi-
do, commissao das PDras d Caibedral, monse*
nbor Nery. c-fiego Cerejj. Guva e Rosa, pa-
drea Tarl e Lurtto.
Oa Rvds. cooegos Cario e Z'Cbanas e frei
Amancio da Lus acompanoaram S. Exc. da Ba-
bia a esta capital.
Do esea do Pbaroox segoio S. Exc. para a
Igreja catnedrtl oodb fez orafio. iodo depois
para o palacio-da Conceigao.
O Sr. Dr. Andr Cavalcaute^rxti'.oa sacerdo-
tes e graude Damero de amigos e admiradores
do Sr. arceoiapo acom-'anbaram-n'o at o pala-
co. oude fol servido om lamo almoco, eenao
ao aervir-se o cbampagne trocados amistlas
MBdafSea.
S. Exc. agradneendo oa brindes, comprimen-
toa o Sr. Dr. cntfe de polica. Por esta occa-
sao o S-. pa;re Lo-et, pediado liceoga ao
Sr. arcebispo, jant.10 orna ssod^co -o Sr. Dr.
chefe ce polica em nome da mprensa, agrade-
cendo o Sr. Dr. And' Cavbante.
O brinde de bonra foi levantado por D. Joio
EsDerard a Sua Saotidade o papa Leao XUI.
Em virtade de conaulta de Supremo Tn
Duaul Militar fol adoptada a aegoin'e resolncao :
A perda de antigoidade dos officiaes tran-
sferidos para os coros de engenbeiroa e de
eetvdo-malor de i* closse, em wtode da lei n.
3,169 de 14 de. Jolito de 1883, deve ser con-
siderada para os meamos cfficiaea em concur-
rencia en.re si.
Em iraiando-fe, perm da conenrrencia dos
.fliciaes transferidos de aocordocem a citada
le a doa transferidos em .virtade da de n. 1,351
M 7 de Favereira de 1891, devem todos ser in-
dibtiuctamente coosrderados e colioeados 00 al
Q.Oik, segundo snas antigoidades boioia?.
Capital Federal, 7 de Janeiro de 189o\=Pro.
d--nte de M raes Beruardo Vasqoes.
-Com-refe-enca ao crdito de 14,000 000*
oobi'cou no oia 21 o Diario Officlal o seguid-
le ol n do Triboaal de Cootas dirigido ao Sr.
fin-. o da goeria :
S'. mioiet'O des negocios da cerra.Ca-
be.me <-omiiiuoicar-vos. paa oa tins convenio i-
tes, qce este t'ibooal, tendo presente o voaso
avi-u c. 346. de 30 de Ootob-o ultimo, ao qaal
acompao*ram aarnia au be .tkaa do ecre-
:o legialatito o. 357, de 24 dease coex, aotori
samo-o goveroo a abrir ao Ministe io a vos-o
caga crditos pa-ciaes a' 14000 000/ para
occorrer a despeis extraorduarias com o
exerco corpaa patrioticcs do Balado 00 Rio
Graud do Sal, e do caivo, tamcem e 24 ae Deaembro Hndo,
abru o os creiit's de qne se trata, resolveo,
em sessao de 13 do corrente, offi iar-tos desta-
rando que a aotorisaao conferida no citado
lecreto-legtslativo e pode eer ntilisada abrin-
.1)0 governo tantos crditos sopplementares
i -antas forem as verbas orcame-tarlaa, cojas
jjiac'S tiverem sido excedida, faxeido-e
a e isao da importancia com a qaal cada ama
dr- us supplementads.
E' eate o peosamento que p*esi1io conce-
aao de credros gapplementares at a importan
cia d-> 14 000:000*, como se dep-ebeode 1a dva-
ciw-o navida as daas casas do Congrego e
especialmente do que expenden o Sr. senado-
Maraes Rarroa, relator do parear da commis-
sao de fiaarci.-, na se^sSo de 9 de Dezem;'ro
de 1895, oa-qoai, rer>ond*odo ao 8r. senador
Oi icca e tomando aaiie-e qae as exprr-s-O-s
G editos pirciaesbatiam *ido proposital-
meoie emorega Din crdito aoer.o a diversas verbas, expr mi-
e o?sies termos:
--asta tl denamioacao do oredito .para
ae comprefleflder, a siaoitMCo da 4>al*tra
pa-clal.
E'o crdito de 14000 000 5 destinado a pre-
encRe* laounsa erinVaias em dtot/rearubricas
do orjament -ia guerra.
Por.auto, como se loase no creii o para
cada ma de-iaas rubricas; sao,diversos c e-
ditos pa a diversas rubrican ; por i*so a pro-
poslco da Cmara os denomioa e es daoomi-
nana om multa proprieladeC-eJitos par-'
Ciaes.
E iaa's adtanle accrescentava aindi.* masmo
Sr. aeiia'or:
Aqu -eato as diversas mriEas do or$a-
menia.a qoe o eredilo deaiiaada a pfeeucQtK 1
desde oue sAo diversas as rubrica o crednoi
se diatribas por estas rubricas todas, coosti
tniodc u u crdito especial para cada urna d 11 js..
Dab a deoounnafiio ae rditos pirciaes mono
bm ea p regada .a propos.cio da Cmara dos
8ra.->9BaWdos. ,. .
Saude e fraleruiiade.Didiao Agapito da;
Velga.
L-aa 00 Jornal o fio
Hoalem. as 4 orae da UMe, fol entregue 0
Sr. Or. Andr valcaute, chale de. pohcia4a
Capital, o retrato .qae Ibe otTereceram. mpltn
amigos e comprovincianos seos, em bomana
em *n eertioos que tem prestado po cargo
que exerce.
Rduoldos aassja.priacioal da *flreta/ia os-
Srs. m|ai8L-os de lostifa, Dr. Goncaives Fer-
reira, diversas membros da ooasa njagletralura,
repreaoataDtes de moitaa clasnes sociaea e da
Imprensar-oa delegados auxiliares a de circom
acrip^fias e grande oomero de amp/egados da
SecrHiana, o Sr. Dr. Joao Capi-trano Bandeira
de Mello, orador doa maaii'esiantes, prgauocion
ama Delta alloaacio, ia qoal fez. rea gar as
qoaildo>s do Dr Cavalcanie, oa servlcua qae
tem prestado ao paii, e qce jaauficavam .queila
mariifestagao, que exprima o mulo apreco
esiima e aumtr. (aa qae loe coasaeravam toaos
os qae a ella as aaaocia am.
O Sr D-. Ca-valcante, epoi*dabracado per
todos, agradecen a,manife-i3cao. que senamais
um eiiiroulo tara continuar no conaprimeoto de
seos deverea, asseKarando que se nio [ora o
concurso de todos es auxiliare, aom os-guata
tem Balado aaiap-e em perfeito accordo, nSo
pode la prestar os servlcos lembradoa pelo seo
amigo e mestre Bandeira de Mello.
Foi depois servida croa taga .de Cbampagne,
t-oca'.do-se oiveraes brindes, sendo seudado
celo Br. Carij o D*. Gcncalvea Ferreira,. que
agradocea eaodaado a imprenaa.
0 reprseosme desta folba agradecen bria
daodo o ebefe de pohcia e todos os seus aoxi-
1 a-e'. O Sr. Dr. Aodr Cavalcante ssndou a
mai8trnura ,na passoa do Dr. Jos Hygn
Foram mais saoaados o exercito, a armada, a
oreada policial, o commercio e a industriae
em a me d.-.i seas auxiliares o D.*. Cuvalcaate
pele Dr. Lafay.me.
O u)u.oo Mine fol do Dr. Jos Hygioo ao
Sr. p.-stidele a repblica.
Foi ama man'festacao lao sincera qoanto ex-
o-G.Hiva, reinando neiu a-maior -coraialidade e
alegra.
Coa o retrato foi eotregoe um liado albnm
ci m as *8ignitara8 doa mamfe8iantes.
mmerclo, de 22 .* qolm de 3am'Anna,.de quem era inlmigo^e nao
eflcootraado-o. ferio gravemente com orna faca
de poota a sua mulbr de nome Quitea Mara
da Conceigao
Ocrjpaiftaao jvadlo-ae. jotra Ua ,prsoajie laeus Jooitidatela" -aerweoa -qa
10,
Secretaria da lnlO pesaeal
deasa Secretaria, apreciando devidamente as
attengOea qoe Me foram aampre preetadaa pelo
Hoilre DfaRodfllpao GalvSo, e.jaobsetodo oa
MUSIGIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
31 de Janeira
1797Nascimento do notavel artista e com-
pomsta Franz Schubert.
1804 Em Veneza, canta-se a opera de
Gnecco, de nome Arsace.
1874No tbeatro Regio de Turm. vai
acea a opera La Cootessa di Mons. de Lauro
Rossi.
1880Edna,
em Tunm
opera de Catalani, apparece
REVISTA DIARIA
oiiieato e licenea -for acto oe 29
do Cjireutn do Sr. Dr, afretarlo da Jusng
Negocies Interiore-: e las'.ruccao Publica foi
oomeado o bacbarel Joae Vieira Rabello, pa-a
exercer o cargo ae Promotor Publico do M0.1l
cipio do Cabrob ; e, cuocedido um mez de li
ceuga Com uraeoado i.a forma da le ao Juu
de Dlreito oo Municipio de Boique Bac a-el
Tiloma'- Sorlaoo de Soma, tendo aquelic o p a-
to de 60 das para ast-omir o exerciclo e e-te
0 de 30 oara entrar ho goso da mes oa licerca
PruruRacao de liceneaO Sr. Dr.
Secretario lostrucjao Publica por portara de 28 do cor-
rete, prorogoa por noveula dtas a licenea e 1
cu]o goso se acba o Bacbarel Jos Cavalcauti
.la Cotila, Promotor Publico do Mjoicipio oe
Taearai.
Congresso doEstad9-HontP.il d&o
bouve bd.-Kuu, tenao oiupsrecido apenas oa
Srs. Alomo Meira, Affonso Uoata, Rudrigoes
eorio, Albino Silva, Saiazar Moacoso, Telxeira
de S, Amonio Per'aoboco e Maooel Jardiro.
A reutiiao foi presidida pelo Exaio. Sr. Dr.
FraociBCO Teixeira re Sa.
Nao bouve espediente.
Em se -o )a diaaolvptvpe a reunio.
Dr. cnperlino CintraEsse n^-ao dls-
tincto amigo e digno Preleito do municipio do
Recife nevera ebegar a f sta ciuaue amanba t
Horda ao vapjr Buenos Ayres.
No seu desemoarqoe que ne etfecuiar as 7 bo-
ras.da 1. ani a, sera executadu o segnime prc-
gramma :
Ao fazer signal o Boeno?-Ayref>, largar do
ciea da CompaDbia Pernambucana ao fceu en-
contro o Jaceato, levando ao seu boroo as
pessoas que qoizerem campnmvntar o liustre
pernambucano.
No caes do Arsenal de Marinba lera logar o
desembarque, aegoi. do-se a carro e em Dones
expresaos a dispoaieao do poto, aie o palacio
do governo.
No ralao do Ihe-.tro Santa Isabel sera nffV.re-
ctdo om lano almoco ao digno depotado qae
tamo tez pelo nosao Estado.
A's 4 horas da tarde o D-. Cu;enino Cintra,
acompanbado de seos amigos, seguir em trem
especial para a Varzea qae se acta caprtebo-
'smente ornada.
.ilvino do Amaral Como disaemoa
em ooaaa edigao oe uootem velo ae paesagem
00 tapor f'ancoz Portugal o Sr. Sil vilo de
Barros Gorgel do Amaral, ltimamente -co-
meado secretario da legacao arasileira na Ros*
sia.
S. S. deaembarcou em companbla doa bos-
sos distinct08 amigos aao av o Bxm. Sr. Ba-
t$>s de Nazaretb, e seo lio Dr. Alvaro Vui ra,
qoe tinbam Ido a bordo recebel-o. e dingiram-
se para a casa do pri oelro, oode os espera-
vam a familia e diversos amigos, e Ibe foi ser-
vido pro uao almoco. > ._...
A exlguidaae de lempo nao permltiio a S. S.
0 mais ligeiro passeio por esta bella ierra, de
qoe alias to grande adairador.
Qoe a eroapendade acompanbe S. 8. cm lo-
dos os seas pa sos o que sinceramente dse*
Jamos.
Estrada de Ferro, de LtmoeJro
A aamiuielragao u'essa Estrada, em pooiica-
gao que oeerimos na seaeo competente, pre-
vine os Srs. recebe oses de merradorias a reti-
raren] estas dos rmateos da Estrada, no m-
or prazo pos-ive, em vista de esiarem oa
meamos armazens cm maltas .mercadorias
accnmuladas n'esta epocba do auno.
Vapor ThanaeaTelegramma recebido
pela ag-ncia ua Mala Real log eza djs qae o va-
por Taamea, sabio no dia 27 ao meto da do
Rio de janeiro.
La PlataEsse paquete da Compaobia
dea Mssageri64 Mar.times aetera amaniecer
dumngo p'ox mo em oseo porto, 2 ae Fe ve
reiro, procedente aos da fioropa.
Foi essa a conmaoicac&o que .recebemos da
ra-peciita ageocia ae. te Esiaoo.
O Carnaval da roa NIova-rOs.com-
mercii-.ic da roa bardo da Viciara uornea, am
a segninte commiseao para tratar oa oraamen-
la^o da meema uurautj os Has de carnaval:
PreauUata
Coronel Taomaz Carvaiho.
Vice-dUO
Hen'ique fenandes L ma.
Secretario
Ar:bar Carva.bo.
Vieeadito
C ipert'no Basto Ju i r.
T&eaoureiro
Horacio S.lva.
Vioe-iito
Carlos Vulela.
eommlssao
Eugenm Perelra de Aaevedo; Rapbael Dial.
A .<.>mo Daminges Lima, Adolpoo Castro-SU a,.
Jo. CftroMedeirov Maooel arr 1-, Joao Leoncio de Oiivelra, Jos Fer.eir. An
lomo Ba 'o-, Juo Daarie. Doane Macbdo, D d
F awL-isc Reg B-ptiata.-U*. Jo&o Rmgel, Dr.
Patricio Mo *i'a, Lelo eo-de Azevedo, Itr.
Hy^mo Manoel Carlos, Lbiz Brotas, Alfrepo Garca,
Ignacio R )drioe-"Car!VBlb') e A-ceo Jino Mala,
meta e assalsluato-Ni dia 19 di
correoto, em 'erras do eogt-nho Penedo-de Bai-
X| ne S. Loarenco dar Mana, travaram (seta oa
1 iditidaoa Joaaoim Hexaodre de Olveira e Joao
Fraoci8aodos Santos, resultando da luctt a mor-
te .ife>ale-altimo
0 criuM'.a.o (oi presom fligraote dejleto.
Perwrstade-Nroia 20, namanlclpio
a-aoto.r>ade competente
Pt Majrunir fn dia 5, no monicjoto
de a. Beuio.fufaui preaos e recelbidos a caflea
re8pectivaPs8 4'odwidoas de comes Jas Llo.q
Jos J3ezeira<.i)a occaso tm -qae funavam
doia cavalioa, perteocentes. ao cidado Severiao
Eogenia de'Matioa, do megmo municipio.
Criase revuaiante pablicamoa boje Da
parle omcial, a loUiuaeao -presada palo, digna
S'. D -..ques'or ao Dr. juiz de Direno a> 4. da-
iricio cnmm.l.a p-opoailo.da pristo de Xnec-
doM Beotsem, accaaado do crlae de qwe, sob-a
epigrapue cim, tratamos am ma das 0038*8
ol'imas edirgoest
Kairada de Ferro do JBecife a
Itaub-IVi jo a G-e.t Wesiern ul brasil
Kaiiw Coioaany Lim>led eo seu advogado pa-
nucado na luipreosa desta capital um pro'eslo
Cjuuaa, cuatracto.qae,-argoirernado Estad-i?"-
leada celebrjr.Konfotme o edjti.1 pnbhcido oes'
te joroal, para cpnatropQao da eairada de ferro
do Recife a Itiuibe, ereeemoa a cou*ider-gi
do poolico e especialmente a dos iQiereasado a
ioformac&o prestada sobre tal aAsaaapt< pelo
engentiei-o cnefe la commtaso inicial de vi.-
jiio, em 19 de Oaiubro ie 1891, e.da qail se
verifica a sem raxAo os proiesumea :
47i9-aoiuoro i. Em obaertanola ao_qne
me oeiermiuou V. Exc. taabo restar info
m0e8.sobre o as u np o d < oficio em que. j r
g u opportttiio o S'. seperiotendene da es-
lirada de (erro do Limoeiro scieolitica." a V. Es
de que a cooceaso ia projec.aaa eatradi do
Heu'e a iiaonb p.tji,;i.:ara direnos aJjoiridav
pela Comp.-unia, a que per eoce aquella es-
trada, em vituue da iuovagao de eeua con ra
cto>. To exagerado aelopel>s ooeo'tos di
renos adquiridos pela Cjmpanbia, mm de lo-
'.eapettivo,.par -ce tae abaoluta>aenle -sopbia-
tico; porqoaulo, se a clausula J84a joaoHasao
oo cuiiiritio eetaiue que : Du ante o temp 1
ij pr.voegio nao poder o.gjverno conceder
outiaa estradas de (erro deot o da zona de 20
kilometxos.paca cada lado da eairaa e seu ra-
mal e na.meama oirecgao, etc., o i* d>
me-ma cl-usula multo clar&m-'nte reairmge
esse favor nos seucotea e ptecisoa te'rjEOa.-
Esia.proh bSo nao compreneode 1 cotisfo.:
gao de ootraa vas frreas qoe. eoibora oj'i'i
00 do meemo ponto, mas segua ."o dwecc
diversas, lOsao apprximur se .t cruzar >
linba couceJid.i. comanlo qae dentro da zona
pnviitgiaaa cao receyam .gneros oo pjf-
gei-os toediante freie ou pai^ageos, a meco
que para sio nfio teobam feiio accordo com a
Compaobia.
Como se v, si oa 1" partj da clausula cita
tala e gnpbadi pe-o'-Sr. sapenutendente. cfau
aula ae. alias,.nao privativa do.contraen
da esrada do Limoeiro, e.aim commom a to-
dos oa contractas de estradas privilegiadas
sabvenciooadaa p U Uaiio, levs o goveroo es
vista salvaguardar oa interesaes da Compaubia,
imp^dlndo a conatraegao ce.liabas que cor am
par-llelamente, dentro da zona privilegiada e
oa mesma dreceo das estradas de sua p-o-
pnedaae, logo no t- da mesma ciausu \ sal-
va elle, em Deortuio do aieresse geral, a coo-
sirurgao de ootras linbas qoe partiodo do
mesui-o ponto e segua .o direcgOea diver-as
po aam approximar ae e at cruzar aoasl:-
unas, seudo preciso o somente a cor o
cem a Companba qavndo se bouver de esta-
nelecer trafego nos tre. bos situados dentro da
zooa privilegiada.
De loruia aigoma, porem, a clausula lemb-a-
da lir^a a obrigaga a annueocia da estrada
do Limoelro oara a concess&o de qaaiquer es-
irada tula de accordo cjm o da mesma
claoaola.
Si tm seo offiaio foi tambem o Sr. auperin-
l-odeute guiado pea lateoto de imp ir qoe
los pridieiros kilmetros possa a estrada pro-
jectaoa eoiabeiecer trafego, sem conaentimento
seo, por jolgar qoe ease um dlreito garantido
por sea contacto, andn aluda mal avisido
purquauc, na etmente as anteriores conces-
sOes dws estradas de Ollnda e Caxaug devem
ser suficientes para protar Ibe qoe a ua, Je
data mallo posierior as daquellaa, de ferma al-
goma pode.-a junaicamenie annoil'r os direi-
10-s por ellas aoquindns, para mu posterior-
mente firmar em proveilo exclusive da estrada
soo aua gereocia, privilegio da zona naquella
parte, coujo aitda porooe, se tal lterpreiagSo
odc8tie ser aceiU, jamis poleria a estrada
Central, ds'.e E.taoo maoler IivremeDte trafag-
antes oa ectaco de a renos, nem a prop U
Limoelro cotes da oe S. Lourengo, desde que
08 priu-eirua 25 kilmetros de ambas estas
vias-ferreas deaeu-vvlvem-se dntro da zoua
de 5 leguas para cada lado, garantidas a eetra-
da ae ferro co Recife ao S. Francisco.
A simples pitara das 2 partes da -clausula
invocada pelo Sr superioieudeme, alliada aos
acborr; coqjo organizador, Hteliberoa coUotar
em o gabinete priocipal o seo teirato a olao, o
que t*'aUaao-a*bontem, ao meto aftt^ncla 4o8 Srs. Gotarnalor do EHado^e seu
ajadante de ordena, Secreiario da Jwtiga. aa-
mioisirador dos.l'.orrelos, lodos os (oaccioa-
us da referida Sscretaria, e sgaos dAje. Fa-
leodf r
1 Par eiaa,ocosfl:ao,pronunci0 6ljoma8 pala-
vras o Dr. Joao Diols., que iplicou o mctivo
da manifestigo intima e sincera, respoodeodo
o S-. Goveraador, aue, tambem t rjou saliente
a aiiosj coi'ljnvegao qo-s emoat:oo em o Dr.
Rodaipbs Gl30i qoaodo com extrema dedi
cagio. e jaexcen-Uvel zelo, d.a'ia^uDu as
funches de Secretarlo aa lodos na.
Na acompao amos ex-aboodaotia co'de a
essa Onmeaagem, muito jos.amene presiada
ao d'-stincto D-. R violpno Galvio, que .inda
agora, nao como looriste, conforme algoem
aoaixonada e letlanameote o dase,.m a, no
desempenbo de elevada e traoaloosa commis-
si.i. se acba 00 estraageiro.desenvoUeodo eoa
acnvniai" em beneciodo nosso Estado.
O Pantheon Recebemos os dois pimel.
ts nuueros d-s-a bem elaborada eaem feita
fetlat q e-acaba d-if.-iciir a sea pon ic;cao
oa Cipitul Federal, de proprledadede Victo 1
no .fe C.
Contando com a collabor.gao de distia -ios
li"e-its, visando os ma-is ooo.-es as, quaes
es de dar impulso aa nossas latirs, abrilo
eapaco embaas columnas ata qae comegam a
saa mm-ttia oteilestaal, ;o Paineon augura-
mos cm largo (aturo pelo qual faz^iDos dqssos
vi tos.
O 'Pantheon. como-meamo de-Ha'a em seo
artigo programla, publica a em cada pu-er-
em nj:o-gravura, o refato de que'io .es-a
bonra se ornar merecedor pe.a poaigao .alien,
te que lua coaquistado pa so ie- aJe, tanto
-i>s Miras, como uas artes, sciencias, cnmmer.
co. industrias, en.
E* sea director litterario o Sr. E. Carvalbo e
director gerente o Sr. J. Victorino.
ua doia nomeros qa^ t -mas a vi-ta, traiem, o
i- o retrato do Dr. Amonio Pe'eira Leito e o
2- o de Jovioo Ayres, jornalislas.
Amanecemos a soa cffrta ao Sr. P. Ma'ba.
d. Dias, agente r.es'.e Estado da allodida re.
vista.
ObeladaNo paquete francez Pu-t'-ir 1
:t)eaou bsnieio di Capital Federal, licencia-
do pnr o.ttlo de molestia, o oosao coe-tida-
no J a.Miim Rir-bael Passoa de Mello, capufto
:> artilHaria. qae se aoaa ausenta de sua ter
ra natal desde 1877, poca em que venHcou
pagano exercilo com destino a Encola Mul-
lir.
Con f.iHos os trp8 corsos, a"bava.ae elle na
E-c la do T>r?, 00 Realengo, qu. 11 lo foi tirado
pira friea pane da Commi-sSo estratgica do
Pirana, oode se consirrvou, prestando seoipre
bms stv Qcs, al flm do anno de 1894.
S. S. esta bosoedado em caa de seo co-
halo JosMooteiro Battaa.
Dimos.Ibe ^9 b-"-as v ndas.
CumprimcntosEnvin.nos o san ca*.
to de vis,ia, oSr. Jos Antonio Rodrigues Nu.
nes, director gerente da Cormapbia de Scgu.
ros contra f"go Coiomoc, que tem a sua sede
na Ci ..tal Federal.
Agradec des, retribuimos os comprimen
tos.
IiHiiterna Ha^ica Temos presente o
". z8-, anuo XV dese peridico boaoristico
Siri.iu- po- Loiz Tavora.
u.-i.in >--p 'uosa, como aempre succe-le.
Ireja da Estancia Por motivos im.
orevisioci. segoodo 00a oommunicam, fi 00
t-ansle-ida pi-a o dia 9 do mes prximo, a fea.
ti de Ni s-a Secbora da Assumpgo das Fron.
lelraa, pairoeira da Capella de Uenrlque Diaa,
e que f flf-CBar-e bia no Oia 2 do correle.
Passamcnto Em co' sequ.iicia de urna
pnrumonia laiieceu bontem em sua residencia
a raa da Siiedade o eatimatel mogo .Mauricio
Uezerra ae M-l.o.
Con lava- apecas iO aunos de idade e era em.
pregado oa estagao da eairada de ferro Central
de Peroambuco, onde era estimada por. tolos
os aeua o. le, as, encontrando seoipre em cada
om delles um amigo.
E-a bino do finado Dr. Joao Mauricio Bezer.
ra oe Helio-, engeobeiro civil.
A ooumag&o do cadver teve logar ocotern
* 4 iio-a.-i da tarde no Cemiteno duSanto
Amaro onde compa'eaeu grande numero de
amigos.
Noseos sinceros pea mes a eoa Exma. fa.
0,1113.
Coneelbo Litterario Reuni ae no
lia 29 ie Janeiro soba presidencia do Dr. di-
rector da 3'di rectona.-veriiicanao.se a presen-
Ca dos; Ds. Cicero Peregrino, Pedro Celso,
lCooteaiaveiB laciosqus veobo de citar, del- Horleocio Peregrino, Martina Costa e profcsso'
xa pertatuneme ver o proposito de leantar do
1 livilegio a zona ua cidade e seos suburbios.
e uso com o louva*el 10 uo de nao prejodicar
a loco cofto e abasiecimeulo aa populagao e a
peqoena lavoura e ontrss industrias dessa re-
gl&0.
Para qoe possa o Sr. soptriotendente bem
comprebender a grande tanuaem de manter-
se a melbor possivel boa f na in.erpreugao
dos coniractos, basia lembrar-lbe que, elimi
naaa esta, quaiooer estrada concedida e coa-
slruida de accorao eom o 1 oa proprli clan!
sola por S. 8 mesn>o citada, e qoe toque em
diversos pooioa de aua zona privilegiada, poda-
r livreaenie recebar-nesaes pomos aoi.aes
e toda a carga qo Bao esver comprebendida
na especifleagao volgar de genero ; an anda,
receber mesmo passageiros e geoeroa, coa-
tanto que as uxas dos transportes deseas olti-
limas eaieciea t seja cobrada a parur doa
primeros pontos simados conceseo, sem que, entrelaolo possa S. S.
por embarago nem exigir indemoisago da es-
pecie algoma.
A estrada projectada asa perfeitamanie in-
cloida no 1- oa claasnla, porquanfo partir
00 meamo oonto, approximar ae ba e croaba
a liona aa Hmotiro prximamente 00 kilme-
tro 2 a seguiodo direcgSo diversa, tera deot o
da zooa daqu-IU esirada to somen e os *eus
prime'.es 18 ou SO kilmetros.
E' o queme occorre oformar sobre o as-
sumpti e terminando,ieobo a bonra de devol-
ver a V. Exc. o incluso oflicio do mesmo Sr.
uperinieudeute.
:aodee fraiernidade.
Ao Sr. D'. Atexauj.-e Jcs Barnosa Lima,
mullo digno goveroador do Eslaao.
Faliecimento-Telegramma rebebido do
Rio Fjrmoso nos ua a ofaos-a noticia de ter
all fallecido o coronel Jonquim Francisco Di-
niz oma das inaoencms mala prestigiosas do
par'tido republioaco federal naqoeile mooicr
P'o illust'e nalo exercia o oargo do de polica e comajaadava o Forte de la-
maodare ; recommeodando-se sempre i consi-
deracao publico pela 3ua aptidio e reconbe:ida
cjonoeiencia.
Nes^os sentirentos sua Bxm. familia.
OutroViciima de ntigos padeetmeotos
(lie. eu nou em as 9 1(2 oras da maaoa em sua
residencia, a Exin-. Sra. GdilOermioa Canana
Lobo da S l'a, oiga* eapoaa dj ooronei Joofi
Clementino Henrique daSilva e eog a do Dr.
Eatevao de Sa Cavatcaote de Alouquerqoe.
Era a Bnada pelps suea ptimas quaildades
garaimenie estimada.
O sea enterramento realisoa-ae hootem mes-
jdo 00 cemite-io de'Samo Amaro.
Psames a -aa fami.ia.
O occidente-Pela Afeocia Luterana
jo Sr. L-opndo Silveira. f-inws mimaaeados
comn. 613. aooo 19, do Occidente, bem
red gida revista 11 estrada de Portugal.
Eienumerd twz urna iaa gratura-da vieta
di cidade do Porto.
Agradem 10- ao Sr. Silteira.
^Ilrsicas rece enejadas-Com mu-
uxaram'uoa os Sra.'Prealle 4 C, qae reee-
tarain.ila Ra de .aero nuva remessa das se-
aantea .pplau 11 las masicaa : Duetto dos Cba-
poa da Sol. Como te amo, Appetitosa, Garmeo,
vaba ; Manguza, tango; Todos somos Qaeiroi
Pica inauno, laogo ; Quaodo a desgraga pene*
ira, tango ; e a valsa das Meiss Pretaa da cele-
bre revista abicai.
Todas estas-msicas j* o ooiso publico CO*
Obece, pananto, eacusado aoalysal as.
Agradcemos aos^Sr- Preale & C o orlare-
- do Man-
cima, o ludiv/doo daoome Joe Aogua o pene- cimento que nos fez de uta exemplar
tro* furiitameeta am casi do cidadSo Jos lee- gasa
res Ptdro Le-uios e Isidoro Cesar.
Fo am lidos e approvados os seguiotes pare-
cares :
Da 3* saegao, relator o Dr. Hortencie Pere.
gnno, sobre a ret.yao da professora Gailber.
mioa Francisca de Araujo Lio- que solicita a
graticagao de boas servigos de qudala o
art. 126 do regulameoto ae 18 de Janeiro de
1888, concluidlo que a peticionaria esta no
caso de ser atteadida.
Outro da mesma sec$to e relator, sobre a
petigao de Emilia Alves Bezerra que reqoereu
tamoem a graiifteg&o de que traa o artigo
cima citadt, conalaiedo que a petialeoana
c8o est 00 caso de ser atteodida, visto como
om dos docamentoa por ella apresenados, re.
fere-ae a D. Emilia Alexaodnna de Albuquer-
que Par-ka e noao aome da supplicante,
Abuso Alguna moradores das ras da
Gloria e Viaoonde d Goyanna na Boa. Visia.
pedemnos para cbamar a aiieogao da polica
para o proceolmento irregular em demasa de
orna borda de rapizea qoe lavariatelmente in.
vade aquellas ras das 7 boras da ooile por
diaote, prati au'io tola a sori de tropelas,
di'-igindo gracejos immoraes as familias qne
eslao pelas portas de-suas -esil^ncias, privan,
do-as asim deala dVistrago de alguna instan-
lea.
Bibliothe a do Instituto Ltttera.
rio Olindense A bioiiotbeca puoiica, a
cargo lesai aasiciagao, foi frequeoiada duran,
le o mez de Dexembro u timo por 358 peeaoa
qoe consaltaram 842 ornaea, 103 retislaa e
498 obras em 586-tolumes, dos qoaes : 241 de
li.ler tara, 32 de medicina, 29 de roamemati-
ca, 21 de bi-toria. 19 de pbiloaopbia, 18 de
biograpbia, 17 de ifg-sUg&o 15 de p lilica, 14
dt> bygieoe, 12 de geograpbia, 12 de jonspro.
dencia. 10 de moral, 9 de relieiSo, 8 de astro,
oomia, 7 de Bnciologia. 6 de pbyica, 5 de lio.
guisli 5 de cbitolca, 5 de msica. 4 de bota,
oica. 3 de bulo>a, 3 de mideralogia e 3 de me.
cbanica.
Receben das respedMvas redacgOs os seguio.
tes jornae8 :
De Pe nimbuco :
Jornal do Re'-ife, Diario de Pernambuco,
ProtiMI, Ea Nova, Cnmmerclode Pernambu.
co. Estado. Gazeta da Tarde e A Cldale.
Do R o e Jneiro :
Di irlo Ofllcial e do C ngreao. Jornal do
Braz I. Rio de Janeiro, trtela Cjmmeroial e
Fioanceirn, A Noticia, Archivo do Distr cid Fe.
deral n. 12 co respetrdente ao mez !e D-z- n.
b-o e os os. 3 e 4 da Revista do Instillo Dl-
dactiC.
Di S. Paolo :
O Go-reio Pauiiaao, O Nstivista, O Demo.
craia Federal.
Da li.tia :
O Dtano-deNoticias.
Da Paranyha:
A Gisela do Comasercio.
Do Ro Grande do Norte :
A H>publica.
Do Ceara :
A Galera Ceareose.
Do Piaoby .*
O Piaabj.
Do Marannao :
O Municipio.
Do Para :
A Palavrae o Diario Omcial.
Do Amazonas :
Diario Oficial.
De Pnrtagal :
A-Madrugada
Foram durante o mesmo mez eflorecidas.aa
segaintea obras :
Peo S coaego Dr. LuizFrancisco ae Aran.
jo : J. Baberard, joestao do ite, Misas Eat, i
vol. oroen.
P. Campos : Polmica Rellgloa.
Repulago ao opasoalo o Deas dos Jiuleus
e o Deua doa Chrlsias, 1 vol. broca.
M. Samos: Pranios d'Aima, potslis, i vol.
eoc.
Caria Pastoral de D'. Joio Eabersrd ; Da
Eg'eja-e de aua divioa mitso, 1 vol. brocb.
Bandeira Puno : Cpmmrta*io a tei n. i 144
de 11 de Sat^mbro de 1861 a subaequenia le.
gisl-'cSo sobre o calamento de peaaoas qua nao
prvessam a reltgiio o Estado, l volme ene.
LaiCiv4iUa.Cioiica. IX, X, M delta aerie
stima, 3 vol. euc^
A.:ampos:Oeooim religioso na Escola or.
ovl da crovinoia de Sergipe, 1 vol. eoc.
Pelo Sr. Leuvigildo Samael Lima : Maoaal
oe itlegraphfa ele tri;a, irado, cao de F. Colas
e i. Saorameoie, 1 vol. ene.
Padu Sr. i. Nujaciode Olioda Barcallcs: G.
Maotassao, Pedro Joao 1 vol. brocb.
A tubas : F ucto Proibido, 1 vol. brocb.
Pele S Antonio do C. Serapbim da Silva :
Aniwes da tsaemoia prov acial de Pernambu-
co, aooos oe 1880 e 1881, brocb.
Pelo D-. Cicero ae V. Cesar : S. Romero,
DoLtr.n* Contra Dootrioa, 1 vol. ti-ox.
Pelo \'t tato Anholqgico Seogra jhica Per.
nambocano o o. 47 de sua imptrti.ote Revista.
Pelo Sr. Jerouymo L. A. de oliveira : A No.
va Lista (escripto do < Beriacte), 1 ,olb.
Telegrammas retidos \cba >--3e re-
tido- na esiaefto do Teiegrapbofieronal os se-
guiotes telegrammaa :
Lie Pene ;o, para Pereira Alves.
Pe Ari-caj, paia Moura [cl:ul Benjamlm
C>.n^tant.
Do Rio, pare 'Pinbo.
D* Pa/aayba, ipara Luit Rod/igues.
De Peirliaa, p.ra U.tacilio.
Linhs oara Nort e Sol fcdas.
cemiteno ptiMieoObtasrio do dia
29 .'i Jan-iro :
Mauoal-Jose Martina, Pernambuco, S2 anuos,
casado, Altgaaoa.
Alexaodnoa Brigida de Altuqnerqae, Per-
aamboeo, 23 a1.nos, i-asado. Boa-Vista.
Hara EIis .da Caoba,-Pera^mbueo, 8 me-
zes, iiiiua.
M-moel Buriiy Filbo, Pernamboco, 5 boras,
Haeife.
Jdalisa do Espirito Baatn, Poroambuco, 10
metes, S. Jos.
Baot.) rVaUMkM Sanios, Parnamboc', 22 ao-
noa. stltcii.; G--.'.
Domingos G.meo 50 anoos, cas..do, Boa-Vis'a-
Alf'edo Faoatno, Perntmbuco, 10 aooos,
Bo'Vista.
Um nprnem. Boj-Vial?.
JoSo Paolo Pe.oaoJ^s, PerDmboco, 46 aa-
uo, eol Mina Pernambuco, 31 anocs, aoltelra, Boa-
Vi-ta.
Cvorj>oo, Parnaiiibuco, 20 ansus, soltelro,
Boa-Vista.
Laiaa Mana da Conceigao, Rio Grande do
Eone, 27 attojs, siillaira, Boa Vista.
Fraucistfo Pedro, Pemamouco, 22 anuos,.sol.
tei-o, boa-Vala.
G'aciliaao, Peroamboco, 3 aaooa, Boa-Vista.
Casa te Oeteavao novlDienta dos
presos da Casa de Deieagao do Recife, Estado
de Pernambuco, em 29 de Jaoeiro de 1895.
Existiam 421. entraram 77 saluram 11, exis-
tem 437.
a saner: nactenaes 391 mulheres 17, estran-
gi-nos 29, muliierea O, Mtal 437.
Arracoados 392.
Bons 369. doentes 18, louco3 4, loucas I,
total 392.
Movimento da enfermarla Tiveram baixa :
Jos Querino dos Santos eu Antonio Querino
dos Saotos e Jos Pereira de Barros [coane-
cido por Joa Viuvo).
Conamisi&o de melhoramento do
Porto do RecifeRecife, 29 de Janeiro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi-
nrado a 01 vap>r daie
758,-27
757,-54
75-92
756,-34
756,-74
Tbeoioomet.-os desabrigados ao meio dia :
Ennegreiido : 58,'6 Prateado : 41,2.
Temperatura mxima 31,50.
Temperatura micima 26,*00.
Evaporado em 24 boras ao aol 4-4, som-
bra 3,-.6.
Chuva nulla.
DirecgSo do vento
F a FNF alternados de raeia noite at 4,33
da manh ; N at 7,34; ENE at 8.0S ; F e
FNF alternados at 40,02 ; F at 4,48 oras da
larde ; FPF com nterrpupgao de FPF at
meia nmte.
Velocidade media do vento 2-33 poreg'
gundo.
iNebuiosidade media 0,3i.
BOLETIM DO PORTO
6 m. 26,-3
9 27* .6
12 2%'3
3 t. 29,-8
6 28,'4
18,42 78
19,54 71
20,42 67
19,77 60
19,5i t-i
Das
Horas Altura
Pra mar ou
Baiaa-mar
P M. 2 9de Janeiro 6 h. 30-m. da m. O-'.O
B. c 3 ti. 40 m. dj t. g-,30
Natadouro PublicoForam abatidas
no Matadouro f ublico da Cabanga 69 rezes
para o coosumo de boje.
COMUNICADO
Escola Fr. Caneca
Antes de publicado integralmente^ relatono
do zeloso Director da Escola Fr. Caoeca, o
Jornal do Recife uao se soffreu, apanbou o
trecho em qoe aquella illustre fuocciooario
descreveu o estado em que encontrn a ex Co-
lonia, e atlr'buio o fado exclusivamente ad-
ministrago provisoria do estabelecmeoto que
foi de mezes, emquanto ae preparava o as9ea-
tamento da nova instituiga*.
E esquecido de que depois da admiDistragao
de Fr. Fidelis que foi o primeiro Director que
teva a Colonia, succederam outras, que dura-
ram por largos aooos, pareceu tasionr que
ludo corria all muito bem, admiravelmente,
al a infeliz idea de se transformar a Colonia
em Escola Agronmica, contra o que tanto gri-
tou o Jornal.
Per isso o5o Ibe fez coota citar o relatorio do
Dr. Adolpbo Barbalho, onde este diz :
t Tempo era de acodir a urna tal ordem de
cousas, e assim ae justifica da maneira mas
cabal a reforma que impuzestes p^lo Decreto
de 16 de Jullio de 1894 : s.vosso acto fosse mas
demorado, ako encontrarla da ex-Colon mais
do que moolOes de ruina9.
Agora diga o Jornai do Recife a qua admi-
nistracSo se referi o Dr. Adolpbo Barbalho
antes do Decreto- de 16 de Julho de 1894 que,
como elle disse, impedio que-a Colonia ficasse
reduzida a um montao de ruinas ?
Nao foi a admiDistragao provisoria que quao-
do mesmo podesse ter sido mais providente,
nem por lasa deve acarretar com a responsabi-
lidade do estado em que estava o es'abeleci-
mento antes da reforma que o veio salvar.
Portaoto o proprio relatorio do Director
da Escola Fr. Canaca, em qoem se louva o
Jornal do ecift, qua serve para mostrar qoe
o sea artigo de bantem que transpira o mais
desorientado espirito de opposisSo e um
pessmismo qae. nem saba sar babil e come-
dido.
MUTILADO


Diario de Pernambneo Scxta-feira 31 de Janeiro de 1996
V-questao saber ii hoove ou nao coovenieo-
*m fazer da ex Colonia o iosMoto que a
Mfcsltloio.
Que como ella'estava sob a aotiga adminis-
a(io oao poda continuar dia o rotatorio; e si
aviaba substitu'- por outro estabelecimenio
staa'fl til od deixar aqu lio como recolbi ment
Se orphos ocenosos araenta em plantar
raaaas para a Usina, Toreados a servicos pesa-
ae improprios da infancia, nao ha quera va-
tifl*. de b i mente acreditamos que o Jornal
J*Hecife, depoia qu^ se acabar de publica r
ttjdo O relstorio, se convencer do acert d
sedokic&o doGoverno do Botado desmanchando
acuelle lao gabado a^ylo orpnanologico, theo-
rica e praiicamente urna cousa incompstive|
eam as i.is modernas da culinra e educacao
odal.
T. S.
riBLICACOES 4 PEDIDO
Partido Republicano Federal
CIRCULAR
IUtn. Amigo e Sr.
Estando designado o dia 5 de Fe-
erero prximo vindouro para reah-
saco da eleico de um senador, que
ter de substituir no Senado Estaduar
a Dr. Herculano Bandeira de Mello,
eeito e reconhecido deputado Ca-
ntara Federal, apresentamoS como
candidato do Partido Republicano Fe-
deral, o Desembargador Manoel Cal-
das Barretto, que pela sua esclarecida
nteigencia, comprovado criterio e
devotamente causa da aggremiaco
poltica, a que pertencemos, prestar
yertamente Pernambuco, de que
um dos mais dignos filhos, todos os
servicos e esforcos compativeis com
sus. dedicacao aos negocios pblicos
Teste Estado.
Confiados no vosso prestigio e acti-
Tdade, contamos quetrabalhareis com
aiaxima solicitude para que triumphe
aquella candidatura, que bem merece
m consagrac&o do brioso eleitorado
pernambucano.
Recife, 24 de Janeiro de 1896.
Dr. Joaquim Correa de iraujo.
Mtguel Jos d'Almeida Pernambuco.
Fos Marcelino da Rosa e Silva.
Fraucisco Icixeira de S.
Herculano Bandeira de Mello,
francisco Ccrnelto da F. Lima.
Edtiardo Augusto de Oliveira.
Coates matutinos
O publico deve estar lembrado de
que eu censurei acremente corres-
pondente d' O Paiz nesta Xidade,
por ter faltado verdade em diversos
lelegrammas, expedidos para aquelle
orgo de publicidade.
Eu disse que era fasissimo, que os
ho'riens ferrados em Bom Jardim,
como ladroes de cavallos, fossem poli-
ticos ; e disse anda que nao menos
mentirosa era a noticia, de que no
Concelho Municipal de Olinda, por oc-
casio da eleico de juizes districtaes,
se tivesse dado scenas agradaveis.
O alludido correspondente, vendo-se
assim descoberto por mim, com a cal-
va mostra, retratou-se, em tele-
gramma de 17 do corrente, publicado
no dia seguinte, e diz:
Por deciso do supremo tribunal
do Estado, chegaram hontem os
sete prezos, que dissemos ter sido
seviciados no Bom Jardim. Infor-
mam-nos respeito que nao sao Iw-
mens polticos netn adversarios do go~
verno estes infelizes.
Nao constam scenas desagrada-
veis no conselho de Olinda, e sim
um caso interessante na occasio da
i eleico dos juizes de districto, con-
forme foi noticiado por diversas fo-
Ibas
Se o correspondente nao bebesse
em fonte impura certamente nao teria
necessidade de retractar-se duas vezes
em um s telegramma.
Tenha mais cautela, d'ora era dian-
te.
A questo dos canhes de carne hu-
mana, sem virgula, provocou um pro-
testo do orgo mariannista, em seu
numero de hontem.
Foi antes para fazer espirito do que
levantar aecusaces, que eu fal-
na
DR. CPERTiNO CIN-
TRA
A comraisso promo-
tora das festas de rece-
$ieo do Dr. Cupertino
Cintra convida ao povo
pernambucano para as-
sistir ao seu desembar-
que, as 7 horas da ma-
nila do dia 1. de Fe\e-
i-eiro, no caes do Arse-
nal de Mancha e acom
panhal-o dalli at o pa-
lacio do governo.
A commisso.
para
lei naquellas armas, mais temveis
paz do que na guerra.....
Al houve, sirnplesmente, descuido
na composico da phrase resultando
d'ahi a m interpretado dada ao pen-
samento do seu autor. B. P., aprovei-
tou a occasio, para fazer urna barreta-
da ao Dr. Seabra, e disse que era mis-
ter, que eu aprendesse mais um pou-
co de lingua. .
Coitado To ignorante e to pre-
sumido !
Se elle chega dizer que Spinola
nao conheceu Richardet !
Vou contar urna historia B. P. :
Em certa festa acadmica, promo-
vida pela chegada de professor amigo,
este teve de soltar o verbo inflamma-
torio, e, em momento dado, fallando
de qualquer couza do sexo fem nio,
saiuse com o seguinte cacophaton,
que tem suas ligaces com as taes ar-
mas de carne humana :
Meus amigos, eu ouqo ao longe o
echo della.n
E repetiu, por duas vezes, a maldi-
ta locucio, to dura, to spera e tao
cascuda !. ..
E se o B. P. quer erro crasso de
portuguez, consulte urna certa orafao,
e, na pagina 25, leia o primeiro perio-
do, composto de seis linhas ape-
nas.. .
B. P. s engasgou-se com oreveo
do typographo, deixando passar o
can/ido e outras cousas parecidas !.....
Sao segredos da natura.....
bons termos, que foi o autor do artigo
de redaeco, em que o Sr. Coronel!
Jos Martins de Miranda, sogro de
seu irmao Francisco, mereceu o quali-
ficativo de ladro de cavallos; mas,
que, fallando em these, esqueceu-se
de excluir o mesmo Coronel.
E diz que acha difficil, que o Sr.
Coronel Martins se envolva as desho-
nestas scenas de um partidarismo de-
sabusado, ali em accao.
Eu pens que o Arthur fez urna'in-
triga verdadeiramente pullia entre os
Srs. Dr. Estacio Coimbra e Coronel
Martins.
Eu nao tenho culpa que o bobo dis-
sesse, que o estado maior do Dr Es
tacio era composto de ladroes de ca-
vallos ; sem lembrar-se de qu3 o so-
gro de seu irmao membro proeminente
do partido federal em Barreiros.
E' preciso escrever com calma e
reflexo.....
Conforme resa o Jornal do Recife
de hoje, a reunio, convocada pelo
Dr. Martins Jnior effectuou-se hon-
tem noute, ficando assentado que
entre o partido do mesmo Dr. e o stos
Drs. Correia de Araujo e Rosa e Silva
tinha desapparecido a incompatibili-
dade.
Ora, o partido dos dous ltimos e o
Republicano Federal-, logo.....
Jos Marianno perdeu seu latim, em
dar os 200 votos em Muribca.
Nem sempre o bocado para quem
o faz.......
O Dr. Martins Jnior andou, virou,
mexeu, e, afinal, caiu na lua com glo-
ria ...
Bem elle dizia que com Jos Ma-
rianno nem para o cu !.....
O Dr. Barbosa Lima era imped
ment derimente.
O Dr. Martins Jnior anda sempre
encontrando paos atravessados no ca-
minho !...
Forte caiporismo !
Nao ha muito, o Sr. Baro de Luce-
na quiz mettel-o na lista de deputados
federaes e elle recusou a honra para
nao ser collega do Dr. Jos Marian-
no
O Sr. Martins Jnior est soffrendo
de strabismo
O futuro dir o resto.....
Recife 30 de Janeiro de 1896.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
loica Commercial de Pernam-
buco
COTAC;5ES OFFIflAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Placado Recife, 30 de Janeiro de i8g6
lao bonve cotago.
O irestdente,
Antonio Leonardo Renguea.
O secretarlo,
J ao L<"opMo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abrirn? rom a taxa de 9 1/16, so-
ira Londres 90 <1/?, couetando alRoma-
K-aflFacjOes a 9 3/3J, fecoaodo o mercado me
soe firoie a 9 /'.
Em leilra8 nao ccostoo ofgocio.
Coi acoca de gneros
Para o agricultor
A?8Qcar
A reatauracfto
V
J& nSo com o Sr Affoaso CeUo
somente, mais com o seu illuatre oi.
Tomei o filho, do meamo nome, por este,
no primeiro artigo, sem lembrar-me que
na republ ca dos salteadores asaasnos
positivistas, haviam sido conservados por
interpietac&o Barbalho-Lnce a os ti-
tulas nobil arios ; nais ainda com o
seu amiguino e meu Joao Alfredo, que
os vejo bem unidinhos, assigpando o
manifeao do eelvaor nt do patria pela
mona ( oua quer dizer monaichia, se-
gn 'o os monos).
Bons macacos, como bam chamam a s
brasileiros, quer^m restaurar a monar-
chia, como se foz na Hespanha, para
ss enche em de felicidads,|nao ata des-
granada patria que a mona d^ixoi tao
dosgragada, mais os filho?, nato- e bis-
cetos delles et reliquia, seas amifios, oa
gro8sos dos partidos destes paires con-
s^ripti e dos outros dos manifestos e
adhosSes, Begundo a cada um ir dado
O moco sabido que se assigna Ar- pelo grio mo,o abdioar ao poder.
thur de Albuquerque, apparece n'A
Provincia de hoje, declarando, em
Oh que dia, meu Deus 1 que ven-
tura que gloria 1 Oh que goato 1
Falam llee, lavraodo os manifestos :
Dansemos logo, aqu entre nos,
agora que eatam a as ; fazendo peral-
tas e saltando bebenao o champaas e
cantado,' dansemos :
Vai enebendo AfFoneinho e bebamos
E da mona oa que-igos enchamos
Nos cSo somos agora estadistas
Aqui tomos apenas mn atas,
Qu'ella vem, ob su vem a bemdita,
D'outra b nda do mar, infoita.
Oh qne gosto, meu Deus, que alegra
Que ella v m qoera. pensara oa din !?
N0880 caoto nao rei chegou
D. Migu-1 de a m mar s'acaboa
Nos o rei n&o esi doado, mentira,
Falacs contos n acido* da i a.
Enche mais, Affonsinh e dancemos,
A canea" popular eotoemos :
Minba ir a> foi praia logo vem,
Foi comprar panellinha de vintem,
E do Norte abacaxis de Belm
D* Tonqa n unos chai-8 que la tem
E as perolas dos nixres de alm,
Pa noasas mulhe.rea ornar bem.
C m tu'o isto a m&isinba ahi vem
A moninha queiid, de alm ;
Se a patria de.-ffract, a u* faz b m,
E a fih-.'S e nett-is mil e cem
K ventura aos amigos tambem
Oh que gosto, meu D;us, que prazer!
Vejo a mona j a porta bater.
Viva a mona, e x\6< sempre a beber !
T da cona a cabes eDcher !
Pucha t, Lafayettrt a fi ira,
Embigda8 na panca 0 Figu^ira
Sapatea Cailinho Assim Bem I
Retorcendo e cantando : ella vem !
Tange o baiano
Cessa o piano
Da ca o fandango
Mona ahi vem.
J est4 ua cabeca
Va t qu'ella cresga,
P'ra q e se cooh 5a
Dentr.. o qu* tem 1
E' o que j ae sabe
Sem meio que acabe
Nem quero ea indague
Mona ahi vem !
Ttriti ti 1 ti
Tirif ta ta
Embicada para qui
Embig^da para l.
Oh que gosto Doodon
Oa que gosto LaL !
E quanl lia chegar
Que se que, ser !
Pico doudo Lalinha
Enlouqueco Yaya 1
Ta ta t, li li, la tem tem
A moninha j vem !
Ti li ti 1 1 ; ti uinha
E tao boaitnba...
To santinha I...
R sadin*!
Gxlantinha !...
T n banda bandou !
J chegou !
Ooie !8ta !?...
Na cabeca que encheu !...
E que f-z qae dea ?!...
Minil-ato ind ge-to
Um aborto d'um ince>to
E que trouxe de novo
La d- uovo no vo 1
E qa vat os fazer 1
Bem comer e b^ber !
Tu ni 8ibes, Lal ?
Tu no sabe Fifioha ?
IJ-ilo o fanda go 1
Bantes badinh*
Ve ha u maninha
A trra fia
A ge-te vesta
A iagua d-llos
Nos la benJemos.
Bate o pinho Fifinha
Bsicas, por 15 kilos. .
Crysttl'Bado. "if-m ideo .
Sraneo, por lo kilos .
So-menos, por 15 k los. .
lBcavado, por 15 kilos
rato. por 15 kilos
8500 a
700 a
74500 a
4*800 a
3*800 a
3*400 a
9*000
7*400
8*8011
5*0'i
4*00(
4*01)0
3*0 JO
asumes.......,'800 a
Algodo
Foi negociado o de 1* sorte a 154200 00 15
ilos lendo 14C00 menos o medi.no e 240U0
a de 2* sorte.
Alcool
Por pipa de 480 litros 185* nomlaal.
AGurdente
fer pipa de 480 ii"os 115* nomimal.
Coaros
Secccs salgados na naa; de 12 kilos 1*000 ris
reaaa e refngo 666 o kilo.
Verdes 600 rcis, oltimo prsco.
Carnauba
'..!ia-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Mel
t?or lOOfOOO nominal.
Exportaco
Recife. 3) ce Janeiro c1896
Para o exterior
o vapor inglp Edictor, para Liver-
pool, caregaram :
B. Williams & f, 150 fardos com 26,576
tilos de algodSo.
No vapor francei PUxman, para Rwr-
ork, carregon :
Rosanacb Bro dere, 1,000 saccis com 75 000
kilos de assucar mascavado, 7,437 coaros' de
abra e 726 ditos de caroeiro.
So vapor trances Portugal, ptra Parii.
'regaram :
U. C. Moreira. 1 calxa com 10 kilos de doce.
P. Carneiro di C, 1 calxa com 30 kilos de
cce.
Para Bordeaux, carregaram:
L. A. da Cosa, 4 barricas com aba^axl-.
Irma SsUagnoi, 1 calxa com calxiltos de
jerro.
Para o imartor
= No varior nacional Labra, pira Rio
iirnde da Sol, carregaram :
A. I-maoa & C 1.0 saceos com 7,500 kilos
de soca- braico.
P. Caroeiro&C, 301 saceos com 2.500
k los de assocar retiaado.
Para Pono Alegre, carregaram :
A. l-.r aj & C, 1,150 saceos com 86 250
kilos i.ss r-ar braoci.
Pa'a Pelmas, cir'eea'am :
A. irmao. & C, 450 D.r.i a* com 48 015
kilos le assocar tranco
Na vap r na ional Ass, para Rio G.-ai -
de do Sai, carreaarnm :
Manoel F. Lit' & C, 70 sac.ioa com 52.510
klos ne apencar branen.
E. Cardoxo C, 310 saceos coa 24 000 kilos
de asacar braoco. linn.
M.-ta Cosa Mcrelra, 200 saceos com 15.000
kilos dearcocar brauco.
Para P.-lo as, c 'reg r^m :
V da S Ive-.ra & C, 200 saceos cm 15,000
kilon oe assocar branc 1.
para San w Carea r^m :
Soh He s & ilod inaes, 600 saceos com
36 0(0 ki <8 > a-soca- brao o
A. Taborda &. C, 1,000 saccoa com G0.10J
kilo.* de assocar branco, e 1 000 daos oai
60,(00 dilos df as8ac^' mscvaao.
Para Rio de Jan iro. car ?g rarr :
V. da S Ivei a & C 530 si ecos com 31 800
kilos le as-o-'ar biaoco t20 di o Cum 7,200
.Uto* le sanear mascavado.
P. Ca-oriru & ., 30 pipas cum 15,000 litros
de ; .mi.
Nj vapo'ailexao M^odo:a, para San-
tos, caregeo :
L. A. da Cos?, 2 caixjs coa 80 kibs de
docu.
Para R o d- J T.pir, carregon :
L A. da Cc-ta, 10,00) maug8. Trocta.
No vepo- fraocei fnire R:os, p.ri Sao*
top, carri-garaai :
M. Bnarque de M-ce-io & C, 184 saccas coro
123.421 kilus = iso vapor nacional S. FancUco, pan
Penedo, carregaram : t
Fonae.a l mos & C, 100 c ixas cem 2,300
kilos kilos de ;abi .
-3= No vapor 1 acional Maranho, pira Mi
naos, carregarum :
A. I'maos C, 80 barricas com 5,920 kilos
de assocar bran:o
P. Alve? & O., 150 sacros com e 115 birric?s
com 17,753 k'i"8 de as-u brjnco.
E. Cardczo & C, 50 barricas co^) 4.250 kilos
de assocar braoco.
L. J. Silva GcimarSes. 10 barris com 920 litros
de agoardoie e i5 barricas com 920 kiloa de
assocar braocr.
Fara o Para, carregaram :
Cosa Campos & C, 1 ca'X com calfiadoa.
No blate Neptooo, para Mono, carre-
garam :
i^ova Mala & C, 1 far^o com 300 kilos de
estopi.
Na barcaca D. Sinh, para Natal, car-
rezaram:
Fabrica de Eatapa, 2 000 saceos de ettjpa.
Costa Rocba, 30 kilos de tapioca.
T. L.pa & C, 8 calas com 40 litros de ge-
acara.
A. Ct Moreira Das, 2 calxa3 com 48 kilos de
doce.
Na barcaca Pni3o Social, para Macei,
carregaram :
Bants & C, 5 fardos com 324 kilos de fomo
em folba.
Na barcaca Estrella do Oriente, para
Macelo, carregaram :
Caldas b C-, 5 canas com 45 litros de cidra'
Rend Mj .e Janeiro de 186
Atfandega
Renda geral r
Do dia 2 a 29 1,92S-40*806
dem de 30 607*i33
_------------1,988.753*139
Renda do Katarto :
Do da 2 a 29 6t":979*549
dem ae 30 20:37o*510
640:356*059
Total 2.629:109*98
2 8>ccao da Alfanuega de Peroainnacn, 30
da Janeiro de 1896.
O ccefe da seccao
L. F. Codecei-a.
O iiiesooreiro
Luix Manoel R..Valeaa.
RSCEBEUORIA DO ESTAUU
Reoda de I
dem de 30
Reala de 1
dem dd 29
RECIfE DR AIS AGE
350:325*281
2451*634
352:776915
J:742*13ft
107*622
2:849*7,8
Mercad" Hanieipsti de a.J.ie
O movimeoto ueste mercado no dia 29 da Ja.
neiro folo sen ulule
Entrsrim :
39 hola pesando 8.672 kilos
325 kiioa o peixe a 30 rs. 9*750
9 compart. coto mariscos a 150 rs. I350
4 ditos com camarOeg a 150 rs. *60O
35 coloraras a 9)0 rs. 32*4' 0
I cargas com ^allinhas a 70 rs. *750
10 oassuaes com eallinbas a 450 r. 4*5"0
1 cargas com roilho v-rde a 450 rs. *450
2 carga com ameodoim a 450 *9 0
3 cargas com batatas a 450 ra. 1*350
? carga com macacbeiras 9 45 re. 9 jo
1 cargEB com cetioliubo a 450 ra. 45'
2 cargas com gerimoo8 a 450 rs. *00
18 cargas com verduras a 439 rs. 8**00
2 carga com canea a 490 rs. *9i'0
3 cargas com laraajas a 450 rs. 1*350
2 cargas com tbame a 450 *900
1 cargas com loucas a 450 rs. *450
3 cargas com melaocia a 450 rs. |*150
2 cargas com melao a 450 rs. *900
4 cargas com diversas a 450 rs 1*800
36 cargas com fanona a 300 rs. 10*80)
6 cargas com milbo eecco a 300 ra. 1*8 Hi
5 cargas com feiao a 300 rs. 5'
15 Sainos a 1* rs. 15*000
66 lagares a 300 rs. 19*800
12 como, com sainelros a 1*530 18*0 0
9 comp. com snic Iros a 1*050 re. 9*430
8 comp. com Iressnraa a 900 s. 7*200
70 comp. com faxeudas a rs. 140*000
21 comp. com comidas a 1 *i>50 rs. 22*05* 1
5) comn. com ventaras a 450 r*. 22*05"
101 comp. com farioba a 600 rs. 60<600
48 comp. com talbos a 3*000 144*000
Navios esperados
De HamDurgo
Logar allerro Axel.
Brigue allemao Ouo Grat ta *'a berg.
De Nfk-Y ik
Barca D3CL0al Victoria.
De Curdlff
Birca nornegu^nse Wiaooa.
Barca noroetoense Sala,
Barca uorofgoi-nse Dacia.
8arca aoroegof'S* AU'iga.
D. Rio -l" Janeiro
Patacho ncropgufn-ir" Zantaa.
Barca americana Virvinid.
De Terra Nova
Ligar Inelex Helora.
Laiiar niil-z Emulaior.
Luriar iDgli-x Ma-j Ciasen.
Vapores a entrar
MEZ DE JANSIR0
JaboaiSo. do narte, a 31.
Word&wortti do sol, a 31.
MEZ DE FEVER'IRO
Orean da Eomp.a 1.
IIokPGStatifen da Europa, a 1.
Enire Rioa ia Europa, a I.
Fleremnn* do u a !
Alice do sol, a i.
La Plata* Ha Eoropa, a 2,
tuenos-AY'P9 do col, a 2.
T;ii! es do sal, a 2.
Elbe aa Europa, a 3.
Hraiil do norte, a 4.
Grenan Prince de Nw-York a 5.
Alagos do sol. a 6.
C yde da Eo*op, a 6.
Tiyqneta de L-verpoul, a 8.
Orelana do sal, a 9.
Madeirense do non1, a 10.
S. Salvador 'o note, a 13.
OliDda do sol. a 16.
N'le do sol, 16.
Ma.dalpna da Ernoa, a 19
Plolemy <1p New-Yori, a 20.
Marannac do nori^. a 24.
Brat I do sal, a 26.
Ao commercio
Scientiicamosao cor-
po com iie.rcial e as
n ssos fregeezes que
de hoje em d:ante todos
os negocios de pelles
c rrero sob a uoica
responsabilidade doSr.
J. C- Levy, que usar
de su* prirprn firma e
com esc iploro a roa
do Couim^rcio n. 16,
continuando nos a iJis-
NSo perm! i i i ta Deus que eu mor a pe^ariDOS dO luCS 'UO
Sr. todo o nosso apoo.
|{eefe, 5 de Janeiro
Boxwrlf, rWilUams & C.
O pandeiri Lal
E Dondon e Chiquioho!
Tange o m rac
Venham tod pra ci
E sambemos...
E dancemos...
K cantemos...
Neste dia de tanta alegra !...
Cajuiro peqnenino
Carregado de ul6
Eu c nio 8oo pequenino
Mas carregado d'am G
E por quem, e por quem, diga j&
Trurruvi-i irurrur
Titil tara
Or quem quem sor 1.
E' Man a- a Yaia
De buda-ie cantado Lal !
M nha tetra tem plmeiras
Oude c nta a sabia
Sem qui vul ol l te para l
Sana qu' inda veja as palmeiras
Onda c-n an aa ta a s&b !
Eli vem, ella veo, a sant'nlia
E as pa muirs ver, Ghiquinha !
B-.te o p nho, Finfioha
paude'ro L*l
luirurrin. turruru !
Tiu'iutin tintint
Pa^s* o p mulata, passa o p Ba-.aro
Tora la b'ji hos du Pernambucano,
Dons de Julho j delle
Nu mis do baiaoo
J do Joio A freo
Gar. if cantando !
Diz o Codece-ra
Papfis escavandu :
Laiiibeado <1k baia
Agora o Baiaoo
Turr iru tara
Venas essa de l
l'ran es parta
Toma e-ta 'e c
Toror ta p
Ai t\u* gosto !
Ob qu-1 posto
'' monia
Ness- dia.
(u ale*na
Quem dina !
Olha as Un Lafyette e intriga ^
C.ia leusolliosa banda nuniga
dancemos
E aotemoa :
Nso ha entura
Gomo ce" **1j
Qu' t r milo
B' m-.l f-m era 1 #
Veo a mim Joo Alfredo e jHt'nhos
Cora teus a-- o- de Loyos netmhos !
Estas c-jusas 8&o velhas p-ssadas
< moa Hgora j cama adas :
Br-da a patria u'est'bo a emp^igo
C^da ODJ tem a u no embico !
Se fuziUm o mono qu' importa ?
Quem jamis vez nenhuma irns^ou
Tambem nuoca perdeu nem ganluu.
Mu^iiein se illuda !
O xarope df lcntro e jnt*hy, do
p1 armaceatico H'morio do Pr do, O
un co prepa ado qu- coin pon o nnszti
de propagHn-ta atiintrio a urna venia
inensal d 18.600 vdros.com tenden-
cia de augmeoto. porque cura e o pn-
prio dceute o propag entre os conha*
cid 8.
Joascira
E' sdmirave a po-ico do padre Ci-
cero, toro rei^tido mpanido as maiores
tempes.adeH t'aniuillo e forte como a
fecha ; nSo apparece em seu semblante
a menor ar de inquietar;*'! e resiste, a
todos os combates se n d-Mxar escapar
una s queixa, nem represal a, orando
s-mpre p .r sena combateotes.
As r mari.-.s conunnam aos centenares
d a'iamente, de todas as partes.
Traba ha sem cessar em grojas n ''a-
bit5es para es pobres, alem dos re-
cursos ord-nanos e esiiirituae que a
todos destnbue como bom pii ebim
pastor.
As a-cusa-5<*a su'gera de diversos lu-
g*r- s cern pr pri > ais justos os sof-
trimeot -s para o acrisola -tiento da vir-
tud, os seu< persegu lores cem ?m c:-
lidasjtodoa os da confessando
Em quanto ella durar nos eochernos
E a.-. no8a.a cabec^s gua demos.
E esss hoxens sao la-
da banca
eus
desmedidos actos : uns, tratando d il-
legalidades e faltas -ontra o pad e Ci-
cero, o oraparam com o sabio GaUleu,
out-js o tiixain d^ arento, mas cn-
fessam que o fem vist receber a paut-
la e e portula com a mo esqueda e logo
em seguida lanc-l-a c -m a direita
bol
Assim em pie -as contradicSes sempre;
por isso que costumam dizer qua o de-
monio tem sete c-pas. Muit'8 o perse-
(g-uem por se verem cobertos d-f malda-
des, porem s mpre em vergonbosas coo-
trad'Qes ; pra nS < dar a pare o tra-
balho d. defeza, p "* que a Daus offa-
... recen est a e o -tr s anffnuieatos.
A oo Joaseiro, 10 e Novembro de 1895.
Jos Maria Cava le un i.
EUndime tos dos das 1 e '28
541*300
14.959*530
15.601*830
'recos do da :
Carne verde de 200 a 1*000 rs. o kilo
Salos de 1* a 1*200 dem.
Carneiro de 1*200 a 1*500 dem,
Faricba de 600 a 1*000 rs. cala.
Mllbo de 600 a 1*000 rs. s cola,
FeUo re 1*200 a 2*000 a cala.
Vapores a sabir
UEZ DE JANEIRO
Bordeaos e p*?. Portsgi! a 31, as 12 b.3ras.
New York Worlowortn a 31, as 2 oras.
S- tos e e c. Mendosa a 31. as 3 horas.
B-na e esc. 3. Francisco a 31, as 4 Horas.
MEZ DE FEVERE1RO
Valparaso e esc. 0r:ana a 1 as 2 horas
Saolos e esc Hokeostanfeo a 2, as 3 Ooras.
Santos e esc. Entre Rio* a 1, a* & horas.
BjenosAyrea e esc. La Pl-ti a 2. as 2 o'as.
Sjothamptoo e esc. Tn me a 2, aa 12 horas.
Bjence-Ayres e esc. Elbe a 3. as 2 horas.
L'sboa e Hamboruo Boenop.aye? a 3 as 4 b.
Maao3 e eac. Jahaalu a 4, is 4 horas.
Rio de Janeiro e esc. Brezil a 5, as 5 horas.
Manaes e esc. Alaeoas a 7, as 5 horas.
Baeoos-Ajres e esc. C y1e a 6, as 2 horas.
Sames e esc. G eoao Prince a 8. as 3 horas.
Plymouth e esc Drelaoa a 9, as 12 horas.
Rio G. do Sol Tiyqoei a 10 as 3 oras.
Pari directo Ma ieire we a 13, as 3 horas.
Rio de Janeiro e esc. S. Salvado: a 14, as 5 b.
Soothompton e esc. Nile a 16, e 12 horas,
Minaos e esc. OlinJa a 17, as 5 horas,
bo oo>Ayre8 e esc. M Rdalena a 1, as 2 b.
Santos e Macelo Pioleny a 20, as 3 hora.
R o de Janeiro e esc. Maraobao a 25, 8 5 ti.
afanaos s esc. Brasil a 27, ss 5 horas.
Que!
drSes T !
Nem nisto alguem nunca penaou
Mas duran e a moia as fiu*uyas fo am
cada d a de peior a pe or.
Ha quantos annos se treme
rota ? ,*/*
E por que, ss o paiz d tao tert l
pr ducca se o cat qua*i sempre deu
tanto diuh-iro ?
Por onde se escoavam as rendas?
Mas agera rout-a-se assombroda-
meute.
Mas quem guverns ?
E' a repblica, ou urna quadnlha d-
smteado ea sem Deus, que nio o tem,
neo qmr que o p-.vi o tenha ?
E quem -gasalbou no Brazil es'a qua-
drilha, personificada e r-quiutada no
gr nde alteador Julio deCaatilhos?
Quem affagou os seus ebefes, quem
os enebeu de -on-as e proventos, quem
pidanteou com elles, na ihrase do Sr.
Eduard- Prado ?
Foi a mona.
tf as a que vier nao ser assim.
E i foi com essas m smas figurae
qu* festejam ng -ra a toa f.itu-a vinda,
que a quadrilha eatrou na moa- ; le-
van'O't suas tendas, c-rrompeu o exer-
litonegaco de Deus ea mocdadet
imb cil 1
Nao lora ella ene otada pelos apup s
de t-dos os p z-8 do mund i "?
V. a vatria commum ou a p tria d
embig Je cada um quo est s ostu'.tos
paires couuripti querem salvar?
Se ollea se lembra sem da pana
oommum, veriam a causa da desgr-?a
oeste mo'St'O sata Deus a sem le que
nos &ssas8 na e nos rouba ha quasi s-is
anuos e se congrega riam para ban 1-0,
b.til-os todos do territorio br*zileiro
este munatro que elles ine-mos agasa-
lhara-n e al m^ntaram ; en ve de esta-
ram d-ndo este triste e rediculo e, n i
entanto, perigoso espectculo, em nome
da patria.
O m ella nunca algum dees ge im-
portou, nem em su no re, fallou, b nido
oesde quj o grao mono foi feito maior,
rt qu.nto .ste car-cu de fazer volun-
tarios de corda para vingar-se de Lpez
que o empedm de levantar um tbrono
em Montevideo...
Vamos da vagar.
At breve, patriotas do embigo.
Duarte Coelho (Olinda; 25 de Janeiro
d'e 1896'
Affonso de Albuquerque Mello.
Lemos no Guttenberg de huntcm :
Attenctto
GOMPANHIA ALAGOANA DE FIAQO E
TECID08.
Consta-nos que reina de.-harmonia e
diverg^nc a jtre os di-petores da om-
panhia Alagoana de Fho e Tecidos e
Proetesso Alagoano, e que e,r co^se-
quencia disto a maiori da d rec oria
omprega iodos os meios ao sau lcance
para re irar da a'rainistrago o actual
directar ge. ente Dr Propicio Padrazo
Barreto.
Parece-nas que a ex lu>o d'este da
direttoria e gere ci* das fabrica uai
desas re para e e companbi8 : 1-.
porque ao Dr. P-opici. devem s com-
panhaa a sut fundado e prosp ridade ;
2 porgue ene.ntrarquem o sub- em aptHo, actividad^ a dedicaQ.io, se
nS> m impo-8'V'l, -o menos nao
fcil; 3.' poriue na> desmerecen tile
anda da confianga e no conceito dos
Sem entrarmos na aprecia?* dos mo-
tivos que deram luga- a essa diye-gen-
cia
os
\
Asthnaa de
D. Delfina Eugenia de Jesns, travs-,
BadeS. Sebastio n. 47, Cas'ell*, cu
rada pelo Alcatro e jaUhy de Hono-
rio do Prado, deposito ra dos Andra-
das 59.
0 Dr. Qoeiroz Barros ra do Carmo
n. 40, ,receta o AlcatrSo e Jataby, de
Honorio do Prado, contra astbma eco-
queluche.
diremos entr-iaoto, que convem qua
^rs. ac ionistae procurem entrar no
conhecimentj do facto e dos motives da
ongem, e cem o d-vido criteri resolv?-
m em ass^-nbla geral a crise do modo
mais couvnhnvel aos interesses das c. -
panhias, cujos crditos podem ficar se-
riami-n-e a-alados, vindo por fim t-r-se
coco cons-qu nei* que os caprichos e
interesses d pjuc s prejudiqu ra as le-
gitimas conveniencias e vantagers a
muitos.
Estrado pois, c nvocaJa urna, essem-
b'* gerai p-a o dia 8 do prximo Fe-
vereiro .zadis^ima a occas ao para
c-m criterio e isencao de animo tratar-
se de tao melindroso as umpto
Macei, 28 da Janeir > de 96.
Um accionista.
Ao coniiuercio e ao publico
Eu abaixoassignado, pelo presente
declaro ao commercio e ao publico,
que desde o dia 27 de Novembro do
anno prximo passado, liquidei todo
o negocio que tinha com os Srs. Pe-
dro & Irmao, estabelecidos n'este po-
voado de Catende, assim como de-
claro que nada fiquei devendo aos
mesmos Srs. .
Declaro mais nada dever na capital
nem n'este povoado.
Catende, 29 de Janeiro de 1896.
Carlos Severino da Fenseca Carvaw.
Evlcrnato 9 de Setembro
Curso primario a preparatorio sob a
direccao do professor Jo-quim Pompen
Moateiro Pess6a.
As aulas cunegaram a funceonar
desda 7 de Janeiro do corrnte anno.
Ra D as Cardoso ( entiga do Calde-
reiro )n. 2, 2." andar.
i
1,
I


s^LV^


Diario de Pernambuco Sexta-feira 31 de Janeiro de 18!)6




Elixir M. norato
teuho ampregudu ocio f >lix reaul-
tado en todas as affeC,8"8 sypbiliueaa, o
Elixir M M<>rato, escalente preparado
do Sr. D. O'-ilos, o qua tffirmo oom
juramento ae fr pr.cio. Dr. Edurdu
P. Qaimarlea. (H\io d J.ueiro).
Agentea em Peroumbi-Cj A omps-
nhia da Do'ki.
Rbeuiuitt ismo
S.j Declaro que oarei-mn completamente,
do rheumatisno qio a ffr-a ha 8 ancos a
ponto de ru>a< iiuii ar.ne, tomacd<
Elixir da M. Morato, que garant > aer
DD prodiguso nti-rbeum.tic o e aoti sy-
philit.co. Publiquo a bsm dos que aut-
freai.
S. Pido, 12 de A-osto de 1880
Aff' bu J. Boimacn
',. Agentes tu rerambico-A Cumpa-
nhia de D.*-.'gaj,
r. Nones Coimfera. -Clnica M-
dico Cirurgiea. ousult. rio, k roa Mr-
quez de O nda n 64, 1.a andar, onde
da cnsul', s das 12 s 2 hors da tarde.
r,speciaIidade8=Febrea, parto", moles -
tias de a-nhoras e mangas. Chamados
a qu-lq er h ra na sua residencia, na
roa da S led den. 84, esquina da ra
do Atalho ou no tonaultorio.
Tflephone n. 3^7.
Colle^io de No^-* Senhora
das IV1 erees
(SEXO FEMININO)
2 O Ra do Hospicio 20
As nula* fl*tst>* pst.ib-lfcimento de inslruc
co r*'maria e secundaria abrir-se-hao no dia
de deiro.
Recebe alumnas intern;.? s-mi-internas e ex-
ernas.
A rtirertora,
Maria do Carmo Azevedc.
CONSTIPACOES "^r Peitoral Catharinense
DE RAULIVE1RA
DB4 -ASUV BRAG
I Ni 1S
E cheguei a ficar qn.isi assim !!
Sul vacio
yalrei-me dos hornveis humores ay-
phihiii'oa que me prrsegoiram tanto
t>a>po coa o oso d-> Elixir M. Morate,
propagado por D. Carica.
Mugy-mirim.
Arthur Tr-vassos.
Acantea eso P.Tuorabuco f Compa-
ohia de Di-ogaa.
Collego Santa Cruz
N.;75-ROA DO HOSPICIO-N. 75
Estaiao abenas .lo da 7 de Janeiro em dian
te as aulas dVste esiabelecimento de iostroc
gao primaria secundaria.
a .milita alumnos internos, semi-internos e
externo.
l lu.-u.-ctoB serao torneados no collegio.
Os dirctores:
JOfiquim A.U Mendonga Sin>9S.
Antn o da Silva Gumares.
SoTria horrivelniente dos pnlmOes
mas grocas ao xarope da acatro e
j atahy, preparado polo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron- '
chites, asthma e rouquido
consejil' fe ir aasim !!
Elixir IB. Morato
... D p. la de muita experiencias e
aoordo eatado ohra o sea grande re
medi > o Elix-r M. M .rato, oujo tenbo
ministrado na bosoit es e em minbi
clnica particular, reaolvi, de aooordo
om 08 meua il'uetrea colleja, o Dr.
M e>roa. Dr. L'esrr-, o Dr. S M-.U-
c'e, tpplical-o pela aeguiote forma, sen-
do c-taos de syphihs inveterada, rheama-
iismo chronico e Houbaa...
Tenbo ti Xa o en- Ihor aoccesao com o
Elixir M ..rato, e alguna doa mena colle-
traa oht>mum llie oom r z$o de sa'va vi
das. O sen remedio om prodigioso
u matic
Dr. JoSo Pitta B ZBrra da Burnay.
Rio de Janeiro.
Agentes em PeroambucoA Compa-
ibia de Droga.
_--------------- i->
Elixir H. llralo
]Certinco em t de meu grao que tenhc
empregadu om r-oletas ayphiliticaa e
rheama ic-a o l gado por D. Cari., culbeudo sempre oa
melborea resultados. Dr. J080 Aborto
de Medeiros e Oonha. (3So P.ulr).
Agentes em PAroambuoo A Compa-
ohia de ~>r> gas.
KDITAES
Campletamente curado o bonito
Fabricado na pharmacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDrogara Pacheco '& Ce
Andradas 59. 1
Vidro 1S500.
Instituto Pliilomatico
Ra Viscoade d'Albuquerque n. 33
Director Bach^rel OI As aulas deste c llegio estaro aber-
tas'do dia 7 do corrente em d'ante.
Pocos de Caldas
Voltei de Pucos de Caldas, .ole fui 5
monos aacceupivos para trtar de urna
enorme eropigem que ba maia tempo me
COQsummia a pioieooia, a bolya e a
?idn.
Tomando o Elixir de M. Mcrato, pr
pajado p.r D. Ca-l a earft completu
mente e dep^eas^, obsevbndo direc-
tori-8.
Revlmente enorme o aaocessi be-e
fico que te obtem c >vn o uao deste pro
digio novo o El x r do M. Jdorato.
Pe;j a p.ib ieafKo, que ee torna aoi.
virtude.
S- Pao'o, 9 de A*>ato da 1S99. \r-
tbur ia Canha e Siia.
Agent.s em Pernaxibuco A Compa-
nhia de Drogas.
COLLEGO BE N. S. Di PENHft
RA DA iMPEATRlZ 2, 2.' ANDAR
As aulas deste col egio principiaran! a
7 do crrante,
R^Cfihem-se slumnas internas, exter-
nas e meio-pensinista.
Direct' ra.Augusta Car miro.
Feridas antigs
Curei nma f.-nda ae mua de 12 ancos
que era um verdadeiro tormento, otando
por algum tempo do Elix to, preparado por Carlos. Daua que
recompense tao td.B aciado. Use CjBIo
convier.
Sai Paule. 1. de Aspa 0 de 1889.
Weace&lo Vicente V eir.
Agontea em Ptrrambuco A CJ.mpi-
x.hia do DroRss.
Sfto Paulo
Coafae 'O Estado de -3o Panlo, n;8
aise'St"aa matt a qoe circomdam B .tn-
cst, Echr-se a n-aior deacoberta deste
aeculo.
O trabalb". o estado e a experiencia
deram em res'tado a deacoberta de om
vegetal maravlboso c'm qoe fsz-ae cm
preparado qoe Cira r-.j iiamente toda a
sypbilis, todca oa hamorea cura oom
ama faciiidade espanto-a o rheumatismo,
por chronico qoe aeja, e cora a morphal
para o qoe cao havia fmed.o !
Teve o Eatado de $So Paulo a dita e
fornecer, na soa obefrima vegetlo, a
verdadeua felu-id-de da bomanidade.
Cbama-ae a deso 'bertaelixir de M.
Morato, propagado pojry. Carlos, e ven-
de-se em Pernambnc/s na
Companbia de Dagaa- Ra Marques
de Olmda 24.
Mesas eleitoraes
O Dii-p.'t-le'io lo ruooicipio do Recile, em
exercicio. rran j: fare' pobiico aoe, na (orina
Of !*. 8,9 e 10 .tas '.n-iru ce.i de 11 de
Di-to-robre de >. 9i : s p-f si lames e sec-eta^ios
-f mi-a.' eifltraea ic eile o meados e os
meaiDrus di-8 aseMiaa Ir-nos p-o eoncelno
roooicipal. inccmt)if1<8 do .ei-ebimento, apara-
go de voio^ e oais tMblbos relajos a He)
ee, a que se leoj ..e pro':e ler oo dia o de
Fevereiro prximo vjndoo'o. de om penado*-
ao CooK'essu Etaocal, sao os eleitores se-
(oiotes:
1.' secfo
P-esinente.Capuao Ju=e Jo&qaim do Nas-
cimeoto.
Secreurio.Eu" blo Ales da Cosa.
J Guxes o> M Ha- e Silva.
loaioo Per-iira o,. S va H-ut>.
Francisco ae Paula P'>u*fo ue Alboqoe-que.
X." seceo
Pr--.idpnie. Dr. francisco de Albajde Mar-
t ns Ribeiro.
Secret.riu.-Sibico OIJg.irlO de As?18 Bo*
IDO-.
ilanoel Amonio le OliVla Rej?o.
Mmoei Pedro Taares le Melle.
siaicel Jos i-rre'ra.
3 seceo
Presiderte.Capito huo'aqoio Antonio Go-
mps.
Srcretrio.Julio Pii>enul de Amorim.
r'anoel da Poixao V.el-a.
El-ofln-o Gj'iC^I'e.' le Ate#edo.
Jai Gomes ca UM*a.
i siccdo
P.-eMieoie.Mir anu le'K.^ceirfla Farls.
S rrt rto.-CapI an Antooie Maribu Palcao.
r; U y s- "la Sila Cb a1.
' W-rcj-l>o P nlo ne Piva.
J aa Jos a Oliv-1-.
o.* stecao
Presiden e. Coronel"Hatxelerio Maciel di
Siih.
S- retar o. Auosto Alriauo Pereira da
Sila.
Antole Jet L3al R'is.
Ant'Oi'i Gome Le-1
Maoocl do Noscire o da Silva Castro.
6." seceo
PrefIdete.Manorl au'^uj o Vleira de Amo-
S'cretario. Ma osl Cassiaoo de Miraada
Hi-('riquas.
Caa.!llo L'Hia da Silva.
Manuel Alvs ''ordei'o.
Francisco Macba-m Ntn-'s.
7.' seceo
PreeMeBte.sssafiaWav* A.oerto de Britto.
^eereuno.-Alberto G-.mcaivea Ferreira.
Jo^qcim J. te Viviano da Corta Palura.
Juaquim Niea d (,at_.
8.* seccao
Presidente.Joanoim Jls e Abren.
Secretario, 1 Binario F.-dcibco Perelra
Freir.
Acs nio Antoiio Bo-eea.
Antonio Joaqom Knrna.id. s Ja Silva.
Antonio Ferro d Al i.eida Castello Braaco.
9* uceo
P-ssldente.Anacleto na 3 Iva Ramos.
Secretar!-).Aff pso Fr-itas das Cbagas.
Adoipoo Ct,elho Plnheiro.
ftt-nie Lan oo R-go Barretto.
lurf 10.* seceo
Pi-e8iien'e.Manoel NVdiiioallo Saares.
Se. retario-Miooel Ep pnanio de Oliveira.
Francisco Jorge ds Suva Fieltas.
Jo&o Aogosio ..e Siqneira.
Hemiuio Actoco LrSo.
< I .* seceo
Presideoto. Manoei" Hodrignes Nogoein
LD13. ia
SeereUrlo.taa Crtela de Ararjo Mello.
F.-aocisco Fe.ix V kl-.
HeraeoeglMo Luii de Slqo- Jos AogOfto L.arneiro de M'sqoita.
12.' seceo
Presidente.E cerno Xav er dos Santos,
Sec etsnoGerma o Motta.
Genciano dos Sanios Selva.
Fraocteco de Soox Me.ie ro.
AntuDio Alfiedo de Carvaino.
13* sio
P-eairieoie.-Jo. Gerai .u X-vIer da Gru.
Seire arto.Jos Aot nlo Lordelo.
Antonio Altreno Moreira de Meodooca.
Antooio Pereira de Sooxa.
Panno de Valladares.
14.' uceo
Pre'idenie-Manad laoupollo da Sil Gul*
""e'cretarlo-Emiule c'Amh Campos
LatJ'entlno O orto de Freitai.
joc Bygmo de Olifena.
Alfredo Henrtqte da Ma'ta.
Cor-
i5.* seceo
Prest lenteAlfredo Roungoes dos Aojos.
Sa retarlo-A'fredo Gibsnn.
Dr. Mane-e' TViaoo doa R#ia Compeli.
Antonio Jo de Le.moa.
As-.eacio Miaervmo Mei-a de Vasccasellos.
16.* seceo
Presidente Dr. Ailouoo de Albuqoerque
M-llo Jontor.
SecretarioAn onio Angosto Borges Leal.
Candido Jo- da Iva Goimaraee.
Lea Aff-Tino Ferrelra.
JulloSua.es eAieverto.
15.* seceo
PresidenteDr. Aagosio C elho Leile.
SecretarioHJ'aCio Machado HraodSo.
Francisco A'.tooio de Oltveira Santos.
Riymun. o Ma-ia Moreira.
P 18. seceo
Presidente Dr. AfJuoso Vlrlato de Medei-
ros.
SecretarloJos A-tbor do Reg Parias.
Julio Cesar Cardoso Avres.
Alfredo Lnclo se Castro.
Jo&o Lyr* Cabrai de Cant-o.
19.* tecgSo
PresidenteDr Joao A'.guato Ferrei-a Lima.
SecretarloFernando Cavaleaote de Alon-
qoerqoe Lios.
Manoel Joiqoim Silveira.
Joaqoim Autonio Soares de Avellar Jnior.
Henriqoe de H'iMonia Cavalcaotl.
20.* seccao
Presidente Francisco car.os da Silva Fra-
goso.
SecretarioDr. Jos Alve L'ma.
Joaqoim Elias de Aboqoe'qae Reg Bar'
ros.
Godof'edo de A brea Lima.
Joao Piolo Bandeira e Ac ir!y de Vascon-
celos.
21.' seceo
PresidenteTele maco ^.ivalcante de Mello
Secretarlo-Joaqoim Telxeira Pelxoto.
Paolo Perelra ~>ln,Oes.
II -".-alano da Silveira Be^sooe.
Joaqoim Nepomncpno d Siqoeira.
22.* seceo
P'esideote=Dr. Sebaiao de Vascoocrllos
Saltas*
S"cre(ario=H-n-iqne M^gplb&es da Silva.
D'lmiro Sergio oe Fanas.
Giilbirme Avelioodo Reg Barros.
J'.aqoim O Lago Rar-elle.
23.* seseo
PresidenteD-. Manei aos Santos Moreira
SecretarloAl.aro ffoosode O'iveira.
11 -nriqoe Pdlmetrs.
JosCaeta: o de Mene-ros.
Job6 Candido de Mi-rn^ L'ilio-
24.* seceo
Pr?6ider,t= Aogu-'o Ctzar da Ccnba.
Scrt-iano=Jor da Silva Lordellc.
Tilomas R iseodo de Ouveira.
Ei-sbao Cipi'u'ioo Ribeiro.
Elysio doo Sanios L'ge.
25. secgo
PresidenteJoaqulm JorCo-rela deAraojo.
Srcreiario Jjs Benitacio ae Meodon.a Rl
bel'O.
Jote Jraqoim Borges Uchoa.
Sebast i Cavaleaote de Alboqoerqoe Los.
Aa-onlo Maiqoes O ivira Ramos.
26. seceo
PresidPnteLot Macb'.uo Botelho.
Secreiario Manoel Ne.rvauo Fcrreira G3-
nes.
Aribor Regadas.
Peiru Io Camnos.
Cesario Bruno Hxldanha do Rosario.
27.* seceo
Pre-ideiteArcbus Li .clpbo da Silva Ma-
U-.
Sec-etarlcin'onio Asceodioo da Croi Cas-
tro.
Antonio Gomes Graogeiro.
Antonio Gimea Ceiar ce M.llo.
H-rminio Evar.geiiixa da Siva Fraja.
28. seceo
P'epidenteBarao ut N*ai>ar S-rreiarioHeoriqoe Fra. cisco do Moraes.
Jo; os C eta ae Alboqnorqae Mello.
Itoiro Tneodolo Mat-os Fe'rei-a.
Joao Francisco G r>cji"<" da Los.
2. secgo
Pre''d->nte = Teoeote.tororel Francisco a
miso Cavalcanie Pseos.
Sjcret.ioCapitao Leooco Qaintiao ds C.
L"r.
Joi EleshSo Birge Ucboa Jonior.
Jcaaoiro H> ono de S uzi R.ngrl.
Jo. ue Cor valu tiostuo.
'30* seceo
Presidente Cap'tao Antonio Jos da
Costa.
SecretarioJoSo Aoteportom de Salles Me.
reses.
Jos de Jesos Moreira S broao.
F an.-isro Perei'a R'malbo.
Jalio Cesar Pi. entel.
31' secgo
PretenteDr. Julo u*tnenie de Parlas.
Secretario AmOs da Silveira Borges Ta-
vora.
Angosto da Rocha Wanderl. y Lins.
H cr qoe L"iis'i da Silva A'uje.
Fernanao de Alp^qoergne Ceca-.
32" secgo
PresienteFhIix or ueira Cabril.
S crelarw I ni-o H-nnqu Cardim.
J-..;.qoim Theo o o Brasileirc.
Aibe lo de Sqoeir. uavalcante de Alboqoer.
qnr.
Gas'ao (* S Iva GmixnrSp'.
i 3" seceo
Presidente Dr. Maoel Henrlqne Car.
dim
SecretarioJoaqu ro Ignacio da S Iva San-
tos.
Tibnrclo Firmlno da Silva Tavares.
Jet Antonio P-"e ra da Silva.
Joao Macoel de S qoeira.
3'i' secgo
P-eeidenieCatitSu L0|M.Ue Goedes A'cc-
forado.
Secretario ATolpbo abral Ripos a Ca.
mra,
Manoel Jos da Silva.
A -i'tio Jovioiano de Sooz.
Aotooio Hnriiioe de M randa.
35* seceo
PresideFle Dr. Joaquiuj Antonio Leal de
Bu ros.
SecretarioAp Igio Alves de Sania Maes-
lbaa.
Mauoel Olymtiio Ferrelra.
Weoceslio de Carvaitto Pae de Anlrate.
Pedio FranCiSeo /* Pcola Bapueta.
36* sscgo
Presidente Dr. Faucico Altico Cerris
de -,'ai jo.
S c eurioCel rio Pedro de Araojo.
Amonio Joaomm Coireaoe Araojo.
P -mpiiio Clodcaldo de Aesis Gomes.
U bano Fraso da Suva.
Sec etara da Prel. itor* Municipal do R-:ci-
fe, em 30 de Janeiro de 18*6.
O f eceario,
Joaqalm Jo.- Fer-eira ia Rocba.
Allandega de Per-
nambuco
Edital n. 12
Pela inspectora* da Aliandega ce faz
p-ib ico qoe no dia 8 d futuro mes
de Fevereiro aerao veedidos em hasta
pobiiea ss 11 horaa a porta destt.
Bepaitigao aa mercad' rias abaixo men-
cionedaa, oue rao foram deapachadas
pelos seos donoa oo conaignatarioa no
praco legal, sos quaes fioa marcado o
praxo e 30 di; e para as retirarem sob
pesa de rualisada a venda nSo ae atten-
der a reclamagSo alguma.
Armasem o. 1
Marea doos tringulos R S no centro.
Urna caixa o. 10 contando obras de vidro
n.l de cdr(Candieiro) pesando liquido real
30 ktlogrammas e mus obras nao ciasai-
cadas de c bre e anas ligas, pesando
broto 34 kilogrammas.
N. 102Urna dita coj-tendo 75
kilogrammas de obras de ierro fundido
nao clasaifioadoa e p otados
'> Pe-
hilo-
a 103 Orna dita contend obras
nSo olaaaifioada* de vidro o. 1 de cor,
pez iodo liquido real 30 kilogramm.s.
< 04- Urna di:a oontendo obras nSo
olaaaifoadas de vidro n. 1, p.r outr- s
usoa e de oor, pesando liquido real 24
kilogrammas e mais nlo claavifioad 8 de
vidro n. 1 (Qbamioi) peaando liquido
real 20 kilogrammas.
c 105Urna dita cinteado obras nSo
clsifi-adaa de vidro n. 1 de oor, pesan-
do liquido real i9 kilogrammas.
1(6Urna dita cooteado obras nlo
claatifiadaa de vidro n. 1, de idr, pe-
sando liquido real 3 kilogrammas.
< 107 Urna dita contendo obras nao
classifi:adaa de vidro n. 1, (Cbamin )
peaaodo liquido real 44 kilogrammaa e
maia 10 kilogrammas de obras de vidro
nlc claaaifcadas o. 1 de cor, pesando
liqa-do real 10 k lograrxmas e ainda
mais 8 kilogrammas H torcidas para
lampean simples.
Marca qoadrado B A no centreUn
oaixa contendo 44 daaias de ooilariobot
de algodSo para oamisaa, n. 38.
Marca P & G em cima GNCem baixo
11862 Urna dita contendo tecido de
ponto de meia peaaodo liqoido real bO
[.logrsmmas.
, 11863Urna dita contendo 82 ki
logrammaa liquido real da meama fa-
seoda.
a 11864 Urna dita contando 28 ki-
logrammas dem idem.
M*rca C F Urna caixa co-tendo a^e-
re:oa e obraa aemelbaotes de vidro
anudo broto noa envoltorios 15
gra rumas.
Marca M C L 1404Urna dita co .
tendo 12 dusias de camisas de algodo
lisas.
Marca O f em cima B C em baixo
Urna diU conteni 50 Irascos com licor
medie nal pesando liquido legal 16 ki
lugrammas, contendo mais 6 kilogrammas
liqoido legal de pastilhas meicmaes de
qu-lquer especie.
Conteni mais 750 grammas, liquido
legal de piwtlas medioinaea de qnfelqoer
apecie.
1C8Urna caixa contendo 3 kilcgram-
maa liquido real de lamparines de vidro
n. 1 de cor.
Contendo maia 9 kilogrammaa, 1 qoido
real de obraa de vidro nao claaaificadsa,
de cor (globoa).
Centeudo maia 25 kilogrammas, liquido
real.de ebraa de vidro n. 1. (Cha-
mines).
Marca O & I em cima B C Urna
caix* contendo 100 Iraacoa com vioho
medicinal nSo eapecificado, pesando li-
quido legal 44 kiloa o. ?.
c 3Urna dit> oontendo 2 latas c m
agoa distillada de fl res de larangeirr,
pesando liqoido legal 48 kilos.
< 4 Urna dita com "44 frascos con
tendo agea distilada de flrea de larso
geira, peaaodo liquido legal 20 kilo-
grammas.
c 4 bis- Urna dita oontendo 34 k lo-
grammaa liquido leg>l de paatilht.s me-
dioinaes sendo 24 perfeitos e 10 em
estado imperieito.
C b- uto noa tnvoltories.
4bia3300 grammas broto nos
envoltorios de vitioatoiios de qoalquer
qualidade.
Marca Carimbo 30 em cima T F em
baixoUrna caixa, contendo 10 kilo-
gremmaa liquides de chales de renda de
seda com mesla de algodao.
Contendo -ais 21 kilogrammas de
chales da fil de algodao.
Marca dona tringulos B. S: no centro
20Urna caixa oontendo obras nao clas-
s fiadas de vidro n. 1 (Ohamincj pecan-
do liquido real 55 kilogrammas.
i 21TTma dita contendo obras nao
classificadaa de vidro n. 1 (Cbamiu-)
peaaodo liqoido real 45 kilogrammas.
10CUrna dita contendo ebraa nSo
claea fiaadaa de vidro n. 1 (Cbaroina)
peaando liquido eal 40 kilogrammas.
Alaadega, 22 de Janeiro de 1896.
O inspector,
Alex%ndre de Sooaa Pereira do Carmo.
BibJicthrca Publica do Es-
tado de Pernambuco
EDITAL
De ordem do Sr. Dr. Secretario da
Justiea, Negocios Interiores e Irstru -c3o
Publica fJo publico a quem ioterossar
possa, que oom o preso de 15 das a
contar denla dista, receben) ae cesta B -
blioiheo propostas em cartas fechadas e
selUds para o ioroejimeto de 4 estn
tes, 1 bi.nc e 12 iadei.aa de guarnicao,
Cojos del s estarao vista Cus coecur-
rentea nesta rep-r;ao.
tiblio.h' ch r'u nca do Estado de Per-
nambuco, 25 de Janeiro de 1896.
O director,
Atthur Barbalho Uchoa Cavalcanti.
EDITAL
Instituto Benjamn Coo&-
tnt
Pela Secretaria do Instituto Berjamio
Constant e de ordem do Sr. Dr. Di-
rector, ae declara aborta a matr-cuU dos
alumuoa coa differectes aooos dos d--ue
curaos, devendo og paia ou encerregadoa
dos matriculandoa apresi-ntar ao Director
do eetabeleciraento os requerimentot
instruidos com todos os d< rumectue justi-
ficativos dis coi d^oja m que se ac! am
i s candidatos mtiicula, que sao :
1- certioao de idfc.de oo documooto equi-
valente ; 2- attestado de vaccinagao cu
revacoinayao; 3' certificado de que o
oanuidato nao scffre de molestia falg'.ma
contagiosa oa infecto coutagiosa ; 4* at-
testado de bota procedimecto passado
pelos professorea e directores das escola*
que ele houver freqoentado, oo por
pessoa rcconhecidameote idnea. '
A toxa para a matricula dos alumnos
nos differeates anoos doa corsos de pre-
paratorios e comm rcial de 123000,
paga na repartilo competente, median-
te go-a p>i88> Encerrar- sa-ha a matricula no dia 15
de Fevereiio, noe termos do regulamecto
vigente.
Secretaria do Iostitoto Benjamn Con-
stant, 15 de Janeiro de 1896.
O secretario,
O Doutor Joo Joaquim de Freitas Henriques, Juiz de Direito do 4/
Districto Criminal, Substituto reciproco do 2.* presidente da 1. sesso ordi-
naria do Jury da cidade do Recife, e etc.
Faco saber que tendo designado o dia 24 de Fevereiro prximo vin-
douto, as 10 horas da manh para abrir al.* sessao. ordinaria do Jury,
que trabalhar em dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos
36 jurados que tm de servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da
lei n. 15 de 14 de Novercbro de 1891, sahiram sorteados os seguintes :
Recife
Antonio Gomes do Silva Ramos.
Antonio Gomes de Mattos Sobrinho.
Arthur de i Mello.
Manc-el Joaquim de Costa Carvalho.
Manoel Pereira da Costa.
JoSo Vicente Ferreira Coelho. ,
Antonio Apolinario Moreira Wandorley.
5. Antonio
Dr. Agostinho da Silva Leal.
Caetano Ferreira Ramos.
Antonio Jos de Moraes.
Alchebiades de Maura Rolim.
Aprigio Braz de Oliveira Lima.
Joaquim Bazilio Pinho.
Rayraundo do Almeida Sarapaio.
Francisco Rodrigues Pinto.
Guilherrae Carneiro da Cunha.
Jos Soares do Albuquorque.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Eduardo Nabor.'
Gomes Augusto Gayo de Miranda.
5. os
Podro Lins do Oliveira.
Genuino Rodrigues Cardoso.
Ignacio Gomes Ferreira.
Luiz Eloy de Miranda Duraes.
Tliadeo Pereira Bastos.
Afogados
Balbino Cozar de Almeida Loite.
Henrique Bornardes de Oliveira.
Boa Vista
Jos Bezorra do Barros Cavalcante.
Arthur Toixeira Bastos.
Dr. Jos Nogueira de Souza Filho.
Jos Alfredo de Almeida Soares.
Grata
Joo Rodrigues de Moura Campos.
Jos Bonifacio de Miranda.
Poco
Capitulino Candido Ucha de Gusmao.
Manoel Jaquim Corroa da Silva.
Bonto Joaquim de Miranda Henriques.
E que nesta sesso sero julgados os seguintes reos afianzados :
Antonio dos Santos Mazombo, Joo Sebastio Luiz Carneiro Jos
Pedro da Costa e Lino de Abreu Cerqueira.
Outro sim faz mais saber que sero julgados na referida sesso os
reos que se acham ausentes, pronunciados em crimes que admittem flan-
ea, a saber :
Alexandre Jos Barbosa, Antonio Rodrigues, Jos Henrique de Cas-
tro Lobo, Calisto de tal, Justino Antonio de Oliveira, Sergio Henrique
Cardim Manoel Gomes de Souza, Francisco Jacob Effirt, Isabel Maria
do Carmo. Joo Pereira de Araujo, Manoel Ferreira Calado, Pedro Ban-
deira do Nascimento, Antonio Severino da Luz, Joo Baptista da Silva,
Manoel Joaquim da Costa, Sergio Nicolao Tolentino eSilvino Correia d
Araujo.
A todos os qoaes e a cada um de per si, bem como a todos os inte-
resaados em geral, se convida para que compareco na sala das do Tri-
bunal do Juiy a ra 15 de Novembro, tanto no referido dia e hora, como
nos demais das seguintes, sob as penas da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos se passou o presente
Edital queseraffi ado no lugar do costume e publicado pela impreusa.
Tambemsa remettero iguaes aos Juizes de Districtos e subdelega-
dos respectivos para publical-os e mandar fazer asintimagoes aos jurados
aos culpados e as testemunhas que se acham nss sens districtos.
Eu Manoel Bernardino Vieira Cavalcanti, 2.' escrivo do Jury, o
escrevi.
/o5o Joaquim de Freitas Henriques.
Secretaria da I-idu^tria
3.a Directora
Para conhecimento doa intereasadoa
faco publico qne no dia 31 de Jaseir
vin -oro, a 1 hora da tarde, recebem-so
neata D rectora pr< pastas em carta fe
ehada, devidamente aeliadaa, para a
oonstrccoSo de 2 pegSeB e 1 pi'fr de 1
ponta sobre o rio "Jna, em Burreos,
oreados em 19.054*975 rea.
As preprgtas devem ser escrlpt s
extenso, sem rasura, emenda oa viciopor
qaalquer especie, sendo reja talas s
qan se reaentirem das segoiotes faltas :
1* As que excederem os precoa do
orcameoto ;
2* As q a So f. rara orgaoieadas de
accordo oom o preamte edital ;
3- As que se basearem em precoa de
oatras propoeta ;
4* Aa que f qoe j tecbam deixado de camprir coa-
trccoa oom eata Repartirlo ;
5* Aa oue nSo offereeerem es garan-
ti. a e quBdadea exigidas oeste edital.
Havendo daas ou ma s propoataa m
igoildade de ci dnum, cera preferida a
do concurrente que melhores provas de
dcneidxde efldecer.
Oa Srs. concurrentes deverao, alm
dessa idoneidade exigida para a drec,So
e execu^So d^a obiaa, odicar o logar de
sua resideoci.
Neohum propnente ser admittido -
concurre'.cia sem que prove o-m doce-
Rento f mecido pe>a Tiseaourana desr-a
tiepartigao baver depositado nella qu -
ma correp.indeote a 5 -|. do vaior da
obra a centractar, importanc.a, qoe per
aera si nao assignar o contr^o deu'ro
do prato marcado no convite que pare
tal fim Ibe ter espedido.
Para boa garant da execu^'o do
contracta, depositar o cootractante n
Thesouro do Estado orna caucao qoe ser
previtmete arbitrada por eata Direo-
toria.
Estar a disposigao dos tira, proponen-
tes nesta Directora, o ornamento dessa
obre, bem como se dar qoalquear es-
clarecimento que desjarem oeste sen-
tido.
Becife, 8 de Novembro de \.W.
A. U- bano P. Montenegro.
Dinctor-geral-interino.
J^cola JNtrmal
De ordena do Sr. Dr. Direct r e de
accordo com o art. 13 do BeguUmento
em vigor, fago publico qoe a matrcu
oeata EicoU eBtar aberta do dia 15 d.>
correte at o dia 15 de Faversiro.
Ca caodidatos matricula oo 1* anno
requerida ao Director, deverao satisfacer
aa aegaiutes coadigSes :
1.a CenidSo de idade, ou documento
eqoivalente, em que nrovem aer maior
de 18 aonoa para o sexo masculino e de
16 para o teminino,
2.a Attestados de moraliiade, pssso-
doa por pessoas idneas, a juiao do d>
rsotor.
3.a Atteatado do profisaionai qu?
prove nao soffrer o matriculando molestia
contagiosa oo defeito physie), que de
tutaro o imposibilite de ex.-rcer o ma-
gisterio.
4.a C. noecimento da reparticSo com-
5 a Approvay&o em exame de admi-
aao, o qual versar aobre aa seguintes
materias.
a)Lingoa materna ; analyae lexico-
lgica, dictado, red ecao, leiiura interpre-
tativa de prosador m derno.
b) -Ariibmetica : Pratica das 4 ope
ricSes sobre inteiroa e nomeroa fraccio-
narles ; pratica de problemas facis de
regra de tres, de ooropaohia simples e
de juro simples. Systetra mtrico de-
cimal : coobecimenio pratico dos pesos
e m didas e suas relai5es, qner para
com as ao'igsa, qner para com 88 do
aovo ajeterna entre ai.
c)Ge me'-ria : cooheeimento daa prin-
cipaea fra-aa geomtricas ; trabado de
tiyun-s p anas por ccstruccSo.
Jesses materias t faro objeoto de
prova eaoripta aa daa seriesa e b
e fzeo io o candidato prova oral de todas.
>J drector po 'era recusar a matricula
a- caodidbto qoe, nSo costante exb bir
os atteatados dos ns 2, 3 e cSo esti-
ver a neo juiso, as condicfoi de fre.
queitar o eambalecimento, dandi de
tudo etnbee uw.to ao Ooverjo do Estodo,
que proterir, sobre tal ponto, decisSo
nnsl. (\rt. 12 do Reerolameote expe-
dido com o decreto de 30 de Agosto de
1895).
A matrici la nos demais annoa se far
tambem enj virtude de reqnerimento ao
dirs-ctor, bstanlo juntar os certificados
d xpprovacjlo '.os exames daa materias
io son prec deote e o conhecimento da
Itn
Encerrada a matricals, oenhum can-
didato poder ser mais admittido a ella,
-alvo pagaodo o duplo da tsxo, e at 15
de Margo.
Secre eri da Escola Norrr.al de Per>
oaobuco, 13 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Julio Clemente de Feria.
ptente ees qoe provem ter pago a taza
Celso Tertuliano Feraud Qaintella.l de 100000 (1.a prestso).
Ia Bairectorla da secretaria da
Instlc, Megoclo Interiores
e iDstruccu 'u-.hra de Es-
tado dn fern Bsahueo, eu
? de Janeiro de I&96.
2. tseceo.
Edital
De ordem do Sr. Dr. Secretario da
Justiea fajo publico qoe com o prazo de
30 dias, a contar da data deste edital,
tica pherca concurrencia para o fcrneci-
mento de fard>>mcnto as pregas doa a-
tallSsa Etadoaes de Icfanteria e do
Corpa de Cavallaria e de forragero, me-
dicar: er-tos, forradiras e cravaa cava-
hvda do mesmo corpo, mediante as
cllaueulas segoiotes :
1.a As propostas c'evera vir devida-
mente selladas e fechad.8 e os propo-
. entes requererSo previamente a esta
Secretaria, provando oui sao negooiantea
matriculados e se acham quites, relati-
vamente sob impostoa de industria e pro-
fisooes do ultimo aemeatie, e cec arando
que ae ebrigam a tedas fs condigSes nes
cesaarias para a g-r n:ia des interesse-
do Estado, de ceerdj com aa tabetlss e
dispoeiges regulamentres em vigor.
2 Nlo snao aceitas aa propostas
qoe cootiverem artigoa oo moocionados
as referid] tabellas, neja tambem
aqaellas cojos pregos estiverem acjeitos a
abatimento oa descanto.
3.a O oontracto s poder ter feito
com quem melhores vantagens offerecer
na coocarreocia.
y
-




Diario de Pernamhoco ^ Segtefeira ai de Janeiro de 1^
4/ O Mi-fjilnuto de fwdMMOto
aera feito por preatacBss no praeoa que
forem marcados no iwmo do contracto,
ficando os contractantaa aujeitoe, no oaso
de iofraooSo, as ma!t8 previstss pela
Regulamento de 2 de Jacho da 1879.
5.* Os contractantes do forneoimento
de f erra dar a b e era vos ficam obrj gados o
ferrar a cavalhada .saa cesta e Jeom a
mxima perfeicJo, a jaizo do Comman-
dante do Corp o de Cave liara.
6.a Em igaaldade de circamatanciae
tera preferencia o concurrente que se
propazer a ornecer dito fardameuto, com
faaendas manufacturadas no Pas.
Os forDecimentos serSo teitos durante
o praao correspondente ao de un oa maie
de m ezercicio financeiro, conforme
eonvier ao servico publico e for deter-
minado pelo Dr. Secretario da Jas-
tica.
O director,
Affonso V. de Medeires.
Ed.tal d. 39
3.a Directora da Secretaria da Juslica,
Negocios Interiores e InstruccSo Pu-
blica, 16 de Deaembro de 1895.
De ordein do Exm. Sr. Dr. Governa-
dor do Estado, fago publico para os de -
vidos fio i que acha-ae aberta ne*ta di-
rectora a contar da data da poboacSo
deste, a ioscripcSo para oa meninos cegos
qre quizerem no prximo anco de 1896
Be matricular no Instituto Benjamn
Constant do Kio de Janeiro, de accor-
do com a circular sob n. 755 de
25 de Novembro do corrente anno do
Exm. Sr. Mioiatro d Justica Negocios
Interiores.
So serfio admittidos inscripcSo aquel-
los meninos qne estiverem as coodicSes
previstas no Regulamento do Instituto
Nacional dos Cegos approvado por de-
creto n. 108 de 17 de Maio de 1890.
S&o as ueguintes aa priucip&ttj candi-
eles :
CAPITULO III
Doa alumnos
Art. 28. O numero dos alumnos cot-
tnbuinUs ser limitado e dos gratuitos
ser limitado pelos recursos do orcamei.-
to vigente.
Art- 29 A 8 alumnos gratuitos, o
Instituto (ornecei sustento, vestuario,
calcado e tratsmento medico.
Art. 30. Aquellas que nao forem cc-
nhecdamnte pobres, ^agarSo orna pen-
aSo annaal de 4000000 por trimestre
adiantados e urna joia de 20SC00.
Art. 31. O Instituto mii.ist.rara a
odos os alumnos, os livros e iosUumentos
necessanas ao ensine.
Art. 33. AadirissSo no Instituto de-
pender de autorisacSo do ministro da
instrueco publica, mediante informac,5ss
do director.
Art. 33. U pretendente dever juntar
ao requerimento:
I Certido oa justficacao de idade.
II Attestado medico no qual coaite
que 8! tire de cegueira total e moaravel.
III Attebtado de vacciaseto.
IV Attestado medico pelo qual prove
cSo 8offrer de molestia contagiosa oa de
molestia chronica o mouravel qus o im-
pcspibilita para os trtbalhos escolares.
Em case de duvida o director peder
outt o parecer do medico do Iuatitato
acerca do eBtado de saodo do pretenden-
te admisaSe.
V No caco de ser gratuita a admia-
sSo do candidato, devora apresentar tam-
bera attestado de duas autoridades do lo-
gar de sua residencia que prove indi-
gencia.
Art. 3i. Nao poderSo ser admittidos
no Instituto os menores de o asnos e os
msioras de 12.
O Qoverno do Estado obriga-ae a con-
ceder paseegens para aquella Capital at
10 menores de 6 a 12 annos, que attisfi-
serem as condiydes supra mencionadas,
enmprindo que para esse fim se aprsen-
teos ao Dr. Secr ;tiio da Ju atipa, Nego-
cios Interiores e Ioatruccao Publica.
O director,
Felippe de Figueirui Faria Scbrioho.
Edital
Inspectora da Alfandoga de
Pernambueo
EM 29 DE JANEIRO DE 1896
N. 48
O inspector em cumprimento do dis-
posto nos arta. 514 1- e 515 1.'
ConsolidacSo das leis das Alfandegas e
art. 14 1. do Decreto n. 1166 de 17
de Deseuxbro de 692, resdve designa-
os empregadoi ecommerciantes, abaixos
nomexdoa, p ra cemporem as commiseSes
que tero de decidir as controversias qae
se suscitarem n ;:jta AUandega sobre a
naturezs, clasaifio-ciio, valor oa qaalqaer
octra circumatancia com relacSo as mer-
caduras imp.rtadas.
Commisso de tarifa
SebastiSn A. das Nevos.
Mete' Zeferino dos Santos.
Supplenfes
Francisco Jeronyuo de A!bnqaerque
MarenHao.
Dr. Jjb di* Costa C-rvalho GuimarSes.
Peritos
Cb> fea d ic.o
Manoel Alvos da Silva.
Dr. Lu Frederico Codeceira.
Manuel Ltite P"reir Bastos,
Confetentes
JoSo B^po o Pin o.
Antor.iu Jote Gost -ira.
Adclpbo Geut'l.
Dr. Ai-tomo Ribeiro de Aibuquerqae
M ranb&o.
Negociantes
Faeenda
Joaqaim Olyntho Bastos.
Francisco Gurgel do Amara'.
Emilio Acesteio.
Clexenti'io de Furias.
Tarares Goncaivs.
Msooei h Cuuhv Lob->.
Commend.dir Joe Maria de Andrade.
Antonio A. Vieir* de Lusa.
Eugenio Hacberlin.
Calcado
Manoi-1 L'pe Fereir.
Alfredo S.
Jos Kibeiro Pesaos
Bbeaai Ferre;ra de C-rvalho.
Francisco Bamoa da Silva.
Manoel da B.rros Ca-alesnti.
Coaar Lopes de Mediis.
Firragens
CarloaHalliday
tUamtbo Ase vedo.
Maaael da Osaba Beis.
Artbur Gomas de Mattos Sobrinho.
Luis Prente Vianoa.
Jos Dias Alvares de Carvalho.
Antonio Rodrigue de Soasa.
Ja dos Santos Qliveira.
. Chapeos
Manoel Lioio Marques.
Wi'lum Chriatirni.
Raphaei Marques Diaas
Adolpho de Castro e Silva.
Antonio Joe Kaia.
Manoel da Silva Crvalho.
Augusto Gongalpf a Fernandos.
Bruno da Silva Carraiho.
Cera
Franciseo Jos dos Pasaos GuimarSes.
Jos Duarto da Silva PapouU.
Alexaadre da Fonaeca Fernandear
Romualdo da Silva Quedes Braga.
Hypjhto Boaquayrol*
Antonio Martiniauo Veras.
Alpheu Soares Raposo.
Graciliano Octavio da v'rai Martios.
Alfredo Joe Ferreira.
Francisco Manoel da Silva.
Jos de Aeevedo Msiae Silva*
Joias
Alfredo Cauceiro.
Benedicto Goetsebel.
Augusto Goncalvea de Barros.
Joseph Kraose
Agostiaho Feneira dos Santos.
Cordoalhm
Joaquim A!vas da Silva Santos.
JoSo Goncalvea da Fente.
Estivas
JoSo Alves de Frenos.
Antonio Josqoim Gencalvas Fraga.
Jos rerreira Doarado.
Jet Joaquim Daa Fernandos.
Manoel dos Santos Araujo.
Augusto de Figueiredo Casta.
Crros Ju&quim Goncalvea.
Joo Fernandos de r.iraeida.
Antonio Gaedes Va'eote.
Livros
Joaqaim Fraaciaco de Medeiros.
Antonio Cerdoso Ayres.
Ramiro M. da Costa.
Joe de Souaa Noguc ra.
JoSo Walfredo de Medeiros.
F. P. Boolitreaa.
Machinismos
JoSo Holmee.
Joaquim Octaviano de Almeida.
^Uan Pateraon.
Francisco A. Correia Cardoso.
Miudezas
Josqaim Pereir de Freitas.
Joao Cardoso Ayree.
Jos de Oiiveira Bastos.
Benco Alves Machado GuimarSes.
Manoel Joaquim Bibeiro.
Antonio Daarte Caroeiro Vianua.
Etgenio Pereira de Azevedo.
Mauoei Coliseo Dias.
Francisco Laura.
Pedro da Silva Antones.
Obfectos diversos
' ctonio Mana da Silva.
Joaquim Lopes Macado.
Joaquim Joe Goncalves BiltrSo.
Jos Josqunn da CiaU Maia.
Vctor Pre.'.lU.
Manoel Joaqaim Pareira.
Albino Narc Angosto Octavianco de Sonza.
Alejandre da Souza Pareira do Carme.
Great Western of Bra-
z RaH^ay ted.
4.VSO ao publico
A aulorisacao concedida esta Es-
trada de Ferro por aviso n. 193 de
12 de Dezerabro de 1892 para aug-
mentar suas tarifas sobre o assucar, al-
godao, alcool, couros seceos e salgados
e licores na razao de 5 /0 por cada di-
nheiro abaixo de 20 d e famo 3 /0
as mesmas condigoes, e que at boje
s tem sido aproveitado em parte. Vi-
gorar na sua totalidade do dia 1 de
Marco prximo futuro era diante.
Os presos para cada mez scrao fi-
xados pela quotacao do cambio a 90
dias de vista do ultimo dia til do mez
precedente despresadas as fraccSes.
Recif?, 27 de Janeiro de 1896.
W. H. Scot.
Representante da Companhia.
-imwm Minos
LINHA MENSAL
Paquete, ta Plata
Commandante Baule
E'es^Tado da EoroDn ateo
dia 9 de Fetereiro de 1896 re-
colado uepois da lemora pre-
_cma ras
Bahia, Bio de Janeiro, Montevideo e Bue-
nos-Ayres
---------,-' V M -^" --^ g 1 ,
Estes
clrica.
paquetes sao luminados a las ele
Rjsrjie-M siada.O srs.r*ceieflort8 de mer
. t qce so attender a reeiamacoes per
tai as, ijae ,'orein reoooijc^rt na occasio da
tescarta oa voiaaifis ; e ana as a coatar do dia da lesearla da.- & varea^aa.
i ovario teer ioaceriieD-
ie a volumea qne. porvetara tenaam segolde
para os portee do *&{, sim4e serena dadar. a
umpo aa providencia? aeceeasrlaa.
ho,;a-se aos Srs.'passugeiros d&e* sfkfessa;*
eia na vesp^ra da ctiepa... .^ vanor para te-
-jfia aa, snas naasagens.
Para enrga, a&asa^eia, eac-xmendae e 4>
Qbeiro a (reie, tutae com
OS AtlSNTKS
Companhia
OeTrhcs U;bao sdrRe-
cife a Olinda e Beberibe
O trem qne as 9 e t|2 boras da manca &
gn a expreeso da Eaoinciiba, v Itar dalli
B^berioe, di n e paru as 10 e 1(J para o K*--
cfa, tocando em todos as eei;ce8, do de
b'evtrei'o em auoie.
BOto M ..' aln5i-=,
Gereuie.
COMPANHIA
Industrial Pernambu-
cana
A*B.'bll K^ral
A 3dmn';'r:ij de-u C^ap,iob'a coovila
os Srs. seclODlsus. a ri-bnirem-se no saio da
Afaofisgao Comosercial Be .i fiante, 1 bora
da tafa ouTirem a eitura do fiiatorio e pare elMierarem soDr cuotas da "/mioistracio
* proceaereoj > eleicSo do cooselbo nsoal, de
coof.riclriade rom o art. <7 os es aintof.
The Great Westero of Bra-
zil RailwavCompaay Li-
Hjited
A adailnistraco detta Es rada de Ferro, roca
aos Srs. recebeaores de mercidoriaa o especial
ubseqoo *e rt-tira-em as mcamas dos aimsien?
do BroiD ioic a pc.-Bivel Drevidade, qoe sc
de VcOiagem moioa^pois aBfnlra'as para nro-
armazeos do Ntecsre al^tdo io lienor pre-
seotemenie sao em oj-to maior escola de que
as anidas, qoe inuit-.> prejodi^s o BeMlgO p^r
screu us armezeos a (ompabia limuadcs
qoaoto ( e-pago e ;.o p-rojiuiatio a acenmo-
lafi de Di<*rod Recite, 30 de Janeiro de i*96.
W. ,H. Scolt,
Gerente.
\en6ravel
CONPARIA
D)
-DEGLibiCOES
Associa^o Gommerdaldos
Kefinador es
De ordem do Sr. vice-presidente desta asso-
cisgSo, ccavidoia tedos os socios e intereass-
dos a rennirem se de novo no 1* andar i roa
de S. Jorge n. 118, s 11 dotas do dia 31 de
Janeiro, para tratar-se oenaitivamente c m o
numero qoe comparecer, de eleger-se a no?a
directora, etartar se de sssomptos tendentes
a mema sociedad?.
Recite, 28 de Janeiro de 1896.
0 secretario ad-boc,
Jos Oliveira.
Banco de Pernambueo
De accor o com o art. 16 do decreto de 17
de Janeiro de 1890* part tpaojos sos Srs. aecio
oisias, qoe se achato Da s Je deste Banco
soe danos gao. os segaiotes dacamentos para
seren examinaos :
1.* Copla dos balsngos.
2.a Reltco nominal aos arci nistss.
3." L'eta das iraoslereocias de aogOes dorante
o anno.
Reclfe, 28 Janeiro 1896.
0 secretario,
Antorji F an<-!sro P^ffMra 6J>;:;jpaahia
De Servidos Martimos de
Pernambueo
Nos termos do art. 147 do Ree. eobre as so-
ciedades anooymas, ficam na t je toclal a dis-
po-'gso dos Srs. acoioo s'.as.
Copia nos balangos.
Dit da relacio noqunal dos pcrionistas.
Dita da lista das transferencias de aegoes.
Reclfe, 21 de Janeiro de 1896.
Francisco A. Cardoso,
8ect tarto.
CUUPANU1A
Industrial e tomir.ercio de
Estiva
(Em liqnidagso)
rxa antlga s Je desta Compaobla, scham se
a expostgao do-' Srs. acckioietas o balaogo,
contas e tolo mais qoe seja neobesario para
qoaesqoer iotormages.
Recife, 1S de Jaoeirj de 1896.
Os liquidantes,
Jos J-aqoim Dias Feroandes.
Aegoslo de OliTeira Maia.
ijonipanbia
Exploradora de prodeetos1
Calcreos
A dfrecioria desta Coxparbla. fot pa?ar em
e do meloda s deas boras da {arde dos/oas 16
em oao'e, os joros Tencioos em di de eaem-
orn e 1895, dos cnponsna sai emissio.
Recife, 10 de Janeiro fe 1896.
JlS* ce Oliveira Bastos,
Residente.
8BL-. CAP.-. R.. C.\
vigilsuicia e uredo
Sess -. sxi. -fen 31 do corrente para eie^er-
se a admlnistracio de 9697, bm como
Rep.. e Dep.v
O Qt.\ Uwt.'. int.-.
M.'. T.-. C.-. 1$.\
DE BEJEDICT3
RECI'E
De ordem do curi-simo Irrr.So pesideate,
couvido aos IrxScs il-sta co .f aria pira coa-
pareee>em piram-nuoos com seas Potros, do
captol, dtsa, as 2 horas da tarde, sfl de
ecomparbarmo a j)fOC;s.-So de Nossa Senbora
da Luz.
O secret: rio.
Ansnsto B.-Rtmos do sciraerto.
COMPANHA
DK SEGUROS CONTRA F0GO
De Londres e Aberdeen
Posi^o financeira
Capital subscripto
Fundos accnmulados
eceila annaal:
De premios contra iog"0
De premios sobre vidas
De juros
Agente em Pernambueo,
oiwl WilliaT "* "
3.780.000
3.000. 00
626.0000
208.000
165.006
Banco de rernambuco
DIVBENDO
Sao convidadas os Srs. acfionisi-.'g a virem
^e:e^e^ o 12 divid'ndo d^ eras atgoes relativo
ao semestre de Jilbo a Dciembro de 1*95
i nao de 10 i. ao anoo e ao mesmo tempo um
co-uj de 1 31U0 por a Recite, 28 oe J.ueiro de 1896.
O secretarlo,
Antonio Francisco Pereira de Cartslbo
Hospital Pedro II
A directora doservigo san'ano declara ir
nessoas iotereesa--a< aoe as mutrieolas do rorse
de obstetricia es-te Hopal, abi-ir ee'fco no
da 1 de Fevereiro. e as aulas teru romego ao
da 3 de Mdrc .
Sao iouflig-s pira a matrirn a.
t. Ser ttaior oe 18 e meoor oe 40 annos.
2. SaOer 1er e-creve-, ter nrgoes de sjaie-
ma-mptrico e ra 4 (.perigCe?.
S4 Ter toa conducta civil e tnornl e nao ecf
fer molestia ecttagiesa e ser vacciDana.
floepial Peuro I, C5 de J;H3ero"e 1896.
O oier.tor,
D\ Isnacio Al^ibai^s Velloso.
SEGUROS MARTIMOS CONTRA
FOGO
omnanhia Plienix l'crnambu-
cana
RA 00 COMMERCIO
SEGROCONTRA FCMO
Mi S Mu
Roya! Irusursnce Gompany
e 'l i ver pool
CAPITAL 2,000,0000', Od.
1 xndoa accumulados 8,274,9V3,191.0d.
AGENTE
POLHMNN & C.
v:-ra
U^^SIMOZ
CompaHbia nacional de Salinas
IdSSftf-iSSO'
O 'vapor Assu
ActualDaeote n'e&te.po a -
sutra ojesm poecoB ciih
Santos, Rio Grande flo Su r-
Alegre.
Para carga, e.c, imib-so com o%
AfENTEo
Pereira Garoeiro & C.
RA DO COMMESCIO N. 6
1.- ndar
Burle <& C.
42RA DO Tt)RBES42
1. andar
STRAITS OF MAGELHAN LINE
O paquete Orellana
Esperarse do
sol at o dia iie
Fe ve eiro, e se-
ira depois d*
lemora do cos-
uo:e para Loernpol, com escala por Lisboa, Co-
rona e La Paliice.
Para csrfra, passaKene, encommendas e o!-
nbeiro a frete trata cam os
AGENTES
Wlsen, iSoss i 6, Limited
10RA DO COMMERCIO10
),* andar
Jos Joaqaim Dias ferreira qoa ratira-sa deste
Estado, vender* em lento efl itlvo e em lotea
todos os gneros ds estiva, arrancio oe ama*
relio e mais oteocilios para completa liquida.
gao do meimo esubelecimento.
AVISOS DIVERSOS
Ata-se o aDaar terrro ao toorado do
oses oo Gnomptro n.3, com agoa eocaosds,
apparlno, 1 sals e 3qeartos, a tratar oa praga
doHerv^l a. 3.
P'eoea-se e
de 8. Jrrse n. 441
i m efua>maoeia na roa
Pra-e- bem.
A.viso
Os v. pores d'esia coropacti a em vlaeem para
a Boropu .tocarao d'aenra em oante no porte
de Corona, e de 48 de Margo em diaote alera
o'aqoelle porto, locarao mais no oe Pljmouth
toroaado-se 'ambem a vi iem mais rpida qoe
ou r'ora (ajenJc-i em lo das.
Veooe-8f lid .> rmsd lio OOce"
o, est'ada du Fonoao. on Brberipe de Baixc
com 120 palmos de freuie e 400 de (ando, limi*
UDdo com um risrbo, a tratar na rna do Bom
Jesos n. 1, 1 andar.
AluR-se o sobrado n. 62 da rna da Santa
C'os, fresnezia na Boa-Vista, a tratar em Olin-
da, Ladeira da Ribeira n. 16 ; as chaves para
correr esta na loja do mesmo sobrado.
ripee Line of St^aniers
James m ^"ew-'atle-cn-
Tjne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados* InHies e BraziS e Bio da
Trata
E'espe'iido de New York
a o da 5 de Fevarelro, e
sabir* depois da demora ce-
cessaria para a
Bahia: Rio de Janeiro e Santos
O vapor inglez
'rince
recara
Para cargas e passi'gens trato-se com 08
Agentes
Johnston Pater fy C.
Ra do 'oLumercio n. 15
Pacific ^teain Navi^atioD Coe-
STRAITS OF MAGELHAN UNE
O paquete Orcana
Espera-ss d a
Eoropa at o dia
I deFevereiroe
seguir depois
d&deuTra do coaiocae para Valparaso com en-
cala por
Baha, Rio de Janeiro e Montevideo
Nao tem rcctir.icoilagoes p^ra passageiroe de
2.* clase.
Para carga, pas'Bgeos eTicommendas e di.
abti.-j arete tfata-se com ca
^GENTES
Wilson Soos & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Compacta 3*. de Nav ga^o
PORTSE O NORTE
Cear, Camooim, Para e Mataos
O paquete J aboatao
Commandante Alfredo Gaimarles
Segw no da 4 de .Feverei-
ro, &a 4 Jjorts da tarde.
Recebe carga, encommendas, passagens e
dibeiro fret- ,t as 1< ceras da manna oo dia
da partida.
Cbama-se a rttenoao des Sre. rarregadores
para a clausula 10.* dos eoobecimeauu que a
segoiote:
No caso de baver aljama eclamag-Socontra
Compaobia, .por avaruo.u perda,^ieve per feta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro oe tres oas depois de ttoali-
sada.
Nao prer.edfl.ado esta- forroalidade. a Compa-
obia Mea iseDta de toda a respoosabilidade
ESCRIPTORIO
Ao caes daLampaobia Percsnnbnoana
n. 12
TCoipjHiiiia T..'de !^avgafo
PORTOS DO SUL
Macei, ^eoedo. Aracaj e Babia
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no di i 31 do cor-
rele, s 4 horas oa tarde.
Rpcebe carga, fn com peoras, paesagens e di-
nbeiro (rete. a: as 11 boras da manna do
di., da partida.
Cbaroa-se a altengo dos 3rs. crregadoree
para a elesolo 10dos coqbecimentos qoe e a
segninte :
,No caso de b3*er algomareciamigao con-
tra a Compan''!, cor.tvana 'o parda, ieve ser
feita por pac.r.fcto ao agente respectivo no porto I
da descarga, drBtro de \ e* das depois de fina-
liaads.
Nao orered(>n:'0'.s a formalLisde. a Comps-
nbla ea isecia da t< ''a a^pocanilidae.
PS JRIFiOBlo
Ao Caes da "k:afijr>ia ^rnambucar-
o. 12
Norddentscher Lloyd
o VAPOR
lobetistaufeo
E' esperado.,
dos portea do sai
o*disiOdeFe-
vere>ro e segui-
r depois da de-
mora ori't-ssaha ara
Lisboa, Antuerpia e Bremen
Aloga-se a rai>a n. 43 sita a roa Luis de
Reg, com corrroodos para trance familia, agoa
e gaz eocai.ajos, tr?r.oe qoiniai e jaroiro so
laa<>. reedificara de .novo, a tatur a rta aa Iin-
peratrls n. 16, loja.
Fin M 81o iPrko.Coiim
O paquete Thames
Commandante Jamts Brsader
E'esperado dos poitos
do sol do reiro, segnindo depois ta
oeujora iccipensavel
osra os ponos de
H. Tcente, Llsba, vg, cher-
bonrq aat-uaitron
> paquete Elbe
E'esperado da
Ruror.a n o dia
3 de Fevereiro,
e -egnr depou
da demora indu-
pfpsavel para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
O paquete Clyde
CommandanteF. Messer^y
E' esperado da
Ro"pa no d i a
Ce Feve-eiro,
sfguindo r.epois
H liemc" indispensatei para os portos da
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Bueuos-Ayres
RodnocSo noa pregos daa pasaagena
Ida Ida e rolla
A Lhoo* 1* classe 20 .<0
A' Seetbamvteo Ia Classe 2 52
Camarote* Hwwimi pa o paaa|tiroi
de Peoaiabrco.
Pan carga, passsgeos, encommendas e a>
obeiro a roie, srala-ja com os
AGENTES
.;:irim Jrma^ &, C.
-.. 3~ om os N. 3
Mfm UlfltMB
E' esperado do port do Par
al o d'a O dt, Fevereiro e sa>
-.it& oe,...;; da demora reces-a-
iaTpara o meamo porto
O vapor inglez
Madeirense
Para cargas e pa^ageos trata-je cem os
Consignatarios
Johnsto^ Pater & G.
Ra do Commercio n. 15
A'roa da PeDba n. 9, t-abalba-se com
perfeicao e toeto em roopas de senboras e
r naneas.
f
llanoel de Britto Araujo Xorae
Etelvio G mes oe Bruto, Joaooa Baptlsta de
Bri.to, Or. Exiliaoo de t. Araujo Novase,
esposa, m&i, iro So?, p irnos e tunnanos deMa*
n'jel oe Tritio A-aojo N>vaes, convidam ao
prenles c amigos do tioado aselsttrem
roala do 7" da de s*-n fallecimentc, do roa
vento do Carar co Recift- e na matriz oo CaD
do dia 1 de Fevirriro a- 8 bors da mar,hk
oue oe ante-o 3j g ad-- em a todos qtelle
qoe atsietirerr a ese atto oe teligiao e carid
de proprjo da alnas t'e.'i faieias.
Compaolia Franceza
SaTegxeo a yapor
Lin!-.a regalar entre o Oavre, Liab-,
Pernambnco, Macei, iaaia, Kio de Js
te ro e Santos.
OVAPOR
Entre -Bios
Commandante Conan
lisp-a-se da Europa at o dia
1 pois da n. ce.jf aria demora para
io de Janeiro e Santos
Ri>ga-ee aos Srs. importadores de.carga, palos
aporca desta linca, qoeiram aoresentar aen
o de 6 dias, a cornar de da descarga das al
?ar*Bg3 oalener reflactacSo coacemejite a ve
lomes qoe por ventnra tenbaro seeoido para os
ponos do al, aim de 5e potarem dar a tempo
as providencias necessarias.
Expirado o reteriGo praso acompano.'a nao 'it
responsbllisa per extravos
Este vapor nao recabe ca'ga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Ra* do Cccnsercio-P
Estrellas d'America
3 Roa 1 de f a reo I 9
Antiga do Crespo
MAXQ0E8 ALIMa
Agrado a todos, poaotazia em tecao de corga-
rao. lO o covado.
Soobei com ligo, pb.anir.sia. i100 o covado.
Pery, phsntazia oe sa|+iicos ce nstras e lavra-
das, >20 o c vaco
Sedas 6. c-es. Vaidoias.
Ditas de 'las. Sujpir>. Cacbemirkc e cores. Bo.:.tiartio.
Phaolazia, S>r,odioba.
Las com hsiras de ta, A'Jelaide.
Ditas idera dem iiiem, Eivi'a
Ditas nem dem idem. Haracn.
Cacbemira de cor, Tenbo ciomea de ti.
L*s com salmeos, Os 3 Jacars.
Sedas, padroro novos. As sogras.
Una tecido gorgorao, Hei de amar-te at mor-
ier.
Ccnemira preta de cores, Nao qcero amores
Merm preio para botlaas.
Doc. f para babito.
Graiie eortlmento de mene pretos e lavra-
dos.
Veitiotina de todas as cVes.
jgaooe sorlimento camb:au3 bordadas.
Corirg de.vestido b'aoco bordados, 18^000.
Vestidos de cartOe?, bortauos sJa.
Lioda rh 'Dtaxia. He'jos dea^cr.
Fictos ce li a 20^000.
Pridlbos ce idoo luos e bordados.
Penos ce crecbet para sola e cadeiras.
CamisiS Dordaos p.ra olivos.
Gmia< b'aruis e oe c es.
Vesiuanos para baptisados.
Sooretuio de oa.a e ouas distas.
-Fiaot-lla liza e de Ikatas.
Cnal-s pretos.
Cortinao- c. cu- .rr.m e de cocQet para ca*
Cortinados para jaoella.
Msotubas de eia de cores 6 pretas.
Ditae de algodau ce cores e preta.
U-iroi: as de '4 para bomem.
Ccb^rtaa, colchas e cobertores.
Dos amoricodi-, 24500 om.
Bramantes de lino e de algoJo.
l'fia-8 pad'Oes de crep para coberta.
Creae preto.
Lios,-de qoad'o e de salpicn.
Cachinet ce seda oe cores.
Vdio subo de core.
SorgorSo preto, orvwaoa precos.
Se'im de toflas as cores.
Merm preto lavrado, 14803 o covado.
Las com salpiccs de seda, Caonioba verde.
Seda de nstra, Aibayde.
Paletots iolbade teda.
Camisas de meia cem lis tras de cns.
Cacbemiras rretas cem ealpicos de cores, Abra
a porta Sinba.
Boffalo.
Lindsimas rasemlras de cores para bomma
gosto especial.
Cor Atoalnado de lmbo e de algodao.
PaDDO da co-ta para mesa.
Sara de todas as cores.
Morim da China, fc4CO0 a-peca-
Cretona de barr^oro metro de largor*.
Cansa pabtit-ia boa, 10J ris o covaoo.
Baeta eocariiada e azul.
Dita dita, 260 Cnita perfena, 20 ris o colado.
S monas cetras fazencas que teposslvel
descrever.
RITA DO CRESPO-12
Estrellas d'America
fc>

n a
- s
a5- a
m
m
O
Agente Pestaa
eo
De fszeodas, movis, relegios, cadeias, copos
e roopae (ellas.
Sexta-feia, 31 do correDte
No 1. aad.r ra do Vigario Tenorio
r. 26
Aomeio\\ m ponto
O agente Pestaa vender no d;a e bora ?ci
ma mencinalo, dlveeas fazendas, reloglos,
cafieiis, copts, costomes de casimiras, cadei-
ras de junco, toilette, lavatorio com pedrg,
qnart.nb-ira9, cortes de vestidos de la para se-
pboras, cnapeps de sol, reloglos ds paredp, ca.
bidts, e ootros mnitos objectos qne estsro
presetites^no co on leliao.________________
9

J
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3-
TS na
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Ce.
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*j o!
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3. s
'a 9
. 8.
Entrara o porto
Este vapor Iluminado luz ele-
(Oes aos Srs. passageiros.
Para
como
pasBsgeos, carga, frete, etc., t*at-t\e
ASENTE
V.Neeseo
4Caes o Ramos4
asH Mm\
Leilo
Da Importante armacao rio naia'ello envernl-
,aud e e'oviaracaoa. bI 4o com tampoae mar-
mcre, seiviodo para qoalquer ramo de negocio
por sf~r aricada t.via com p-raiosos, tedos os
i|tencilio8. genfros se^stiva, etc., aleteles
3o esiabelecimento de moloados, ano a aa das
riouias n. 4 di Cafn.nt-, oes Qoatro Cantos
Ter^a-feira, 4 de'Ferereiro
4's 11 horas
NO ESTABEtBqUl?NTO AC5MA
NA CAPDNGA
O ageste Oliveira autorlsafo pelo IHm. Sr.
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Atte
"Veade-se nm ^etrec
100 palmos de itfente e
o om sitio: /a tratar

S T o ^ **
figao
na Boa,Viagem com
de fondo ; o terre-
dos Obos n. Kt

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V



*'
*w
\
Diarlo de Pernambaco -* Sesta-feir* 31 de faueiro de IS90
ii- -. --
" '..I-..
Ama,para.ciaiw^a
Precisas* a Unar. a roa.Vejba^ ;_
Vinho de JanipaJ>o
.EBPBCiaJDAQS);
Vende e a 38*WU o, oarrtl de. 6>, roa da
Madre de DeorD. 10.
Ama
Ni roa do Lvramento n. 7. precisa-se de
urna para cosinnar e mam aigumservico de pe-
quera f..mm
Amas
Precia-ge iaat secdo: ona para cosiobar e
ootra pa a .epeira, oar casa de pouca familia,
"/.-Re b-m ; i-alar 4 tu co Imperador d.
71, i andar.____________________
Ama
Ni roa do Araaio n. 30 ptHN de doaa
amas, orna pata OwInOM e-ostra para lavar e
toenrnmar.
Ama
Precisa-se de ana pafa cosiohar, a tratar Da
Praca da Independencia D. 27, loja de cal
jado?.____________________
Ti.EODOBO JOS' RAMOS E MELLO
E8tabtlcMo com offieraa de ooriaea a roa das
Laraogeirts o. 4, avie aos eeos frtgnues e ao
respeilaioei poblac, aoe ma)ls>.PJC!aeH hab
Ittadisrimos para execocao de quaiqoer trabalru
cooeerneote a auaa'th, eapeeialme.n'e cravagO-'
para brtlbacte, ocolos, pencine. ojoooco
lo* ..etc.
oora is, prateia-se qualooer metal, coocer
toeero.a un oot
especle, garaotiodo preces rr odeos.
Rua das Larangeira* n. 1
--..- '
PER
Ama
' Precisa-se de traa pa'a
roa do Rnm Jn" 50.
cosinbar, a tratar oa
Jeutes
Termina a bcrriveldor de dente usar
de o excallente preparado de Manot.
Cerdoso Jumor.
As carta que lhe tem sido diri^idf
pelos jornaes de maior circulacao, attea
tam a eicacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoei'da Sil-
va & C, ra do Mrquez de Olind*
n. 23,
Pharmacia Martina, roa Duque d'
axiaa n. 88.
Pharmacia Oriental, & ra Estreita cU
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, & ra i i
B. rao da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar-
jr do Rosario n. 13.
Compadre
Compadre or asame onde compra gene-
ros para noa despeasa ?
Eu loe di.o :
Ha moitos atino* qoe compro em um rma-
telo, e ti^ me coo 'a que ntognem seja mais
bem servido em oatra parle ; compro all, por
qoe encentro o que preciso, dou a nota e man-
dam mi todo a meu goato, j v nesia condi-
cao estoo rotipf^i o.
Em precoa nao ba qoem venda roais barato
e todos os gneros t6o de primeira qaalidade ;
a boa mar teles, o bom <-b, o bou qoeijo de
diversas quadades, o bom vinbo de meca da
Serra oa Estrella, o bom vinho do Portj da
sjaie baixa mais alta qoalida res, o bom champagne, finalmente lodo qu.nu
se pode desejar p-ra orna boa despensa.
E teem tambem om conpleto sortia ento de
obras de vim, como s^jim estai para com-
pras, halaos para papel, rcoperoB, bersos e
lindas cadelras.
Obrigado compadre pelo qoe me diz, porqo*
a vida esimoiio cara, von mandar comprar o
qoe precisar nesse armazem.
Pois mande compadre qoe ba de flear satis-
fcito.
Olbe o aotieo armaaem de
Piran Heniles A C.
Rui ESTREITA DO ROSARIO (JUNTO k
1GREJA)
Sei onde compadre.
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra doCommercio n.
6 1. andar vendse ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
strueco.____________
m i mm
f Kua da Emperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, veos e saias de seda re-
"AVE DO P4RAIZ0
Cal Branca e Vir-
gem
de oja^u aribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora decalbran
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nac
tem suecursaes nem
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu aruiazem do
Caes do Apollo n. 73
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
FonteNovaem Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente deaooberiaa,
j 6fto bastante conheoidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencaa intestinaes,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estomago, de qualquer
aatureza, bem como do ngado.
Para con vencer-se eiam os innmeros
ttestados que scompanham cada garra-
finha.
A' venda as princi-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- SALBANHi & G
Raa dos Domadores n. 821
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fernandes de Almeja
Tra*-casa da Madre Deas n. ti
Companhia Exploradora
de Productos Calc-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do asaucar vende-Be na
Companhia Exploradora de Prodacto
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Sobrado
Vende-se o sobrado o. 161 da roa Imperial,
de doos andar, com aeoa encanada, graod
qoiotal morado, coebeira, portao com gradea-
meoio de (erro, moitoa commedoa, e com pro-
potcao para urna fabrica a tratar na roa de
Bario da Victoria n. 49, loja.
Chegoii!
PARA A
Jae^ju
A mais alta phantasia d'esta eatagao
nndisaimo chifoa de seda Maria
Stuart I
Variadissimo sortimento de phantaiias
em l&i, algodao e seda.
AYEBOPAEAIZC
51RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso A C.
Cosmheira
LFI*1*BI CAZ1AS
DE
Campos & G
N. 3-RUA DUQUE DE CAXliS-N. 38
Em frente do Diario
Os propietarios deete bem montado estaba
1 aciment previnem ao reapeitavel publico qoe
para bem servir aos eeas freguezes teem no re-
ferido ettabelecircento ora eepleodioo e varia-
do sortimeoto de casemiraa pelas e de cores,
o qoe ba de melnor em la, briae de paro linbo
de todos os padroes, e por preces rasos?eto.
Possuem boas artistai, pelo que se jolgarr
habilitados a satisfater com todo goito, esmerr
t perleico ao freeoei mas exigente.
Ha meerra alfaiatana alagam-se casacas,
te.
Casa
iloga se o 2o and .r do predio u. 146 silo a
roa Coronel Soassona, com commodos para no-
marosa familia, e aeoa encanada, a tratar a
roa de S. GoDcdo n. z9.
Guarda-livros
Prepara se em tras meses, a tratar no n. 6
do becco doa ferreiros^_________
Professora
Urna eenbora titulada e com longa pratica de
eneir.0 pariicolar, nrop6e-e a leccionar em
collegtos e casas de familia as segointei mate
riss: primeiras lettra portugus, frang e
diversos trabalboi- de agolpa. Qoem pretender
pod> duigi'-.-e i roa Ba ao da Victoria n. 21,
2 anGii, Ja-- 11 bof de, qoe aeba-a com qoem tratar.___________
Caixa Econmica
Perdf o-ie a caderoeta de o. 24 692 da Caixa
Econmica, pertenceote a Jalla Cavalcante, filba
menor de Jos Fetrelra da Silva Braooao;
qoem acboo faca o favor da entrega; i roa da
Hipttitrli n. 36, lt andar.
Criado
Precisa-Be do om criado no becco do Padre
o. 28, botel.
Aproveitem a pecbincha
Vende-se a propnedade Pil6>8 de Taqoare,
em Alascaa, distante apenas 2 a 3 leguas da
estagao ne S. Benedicto: esta nroprledada tem
propo'coes para aootar ama grande fazeoda
de caf, cois saas terr.-s sao proprtaa e magni-
Deas, naja vista orna qoe tem jooto motto me-
nor, que tem 14,000 ps botando tracto, teodo
ge modado os psem 1894. existe na proprie-
dade 3 Machos fortts, muit madeira de con-
iroccSo, amarello e looro, ia parm levantar om
bom eogenbo para ans 3 000 pes de assocar;
vende-se barato por seu dono nao osar de plan-
tactos e precisar retirar-se para fra daciade,
a tratar na roa Marqoei oo Herval o. 165,
enda. ___________.
Vende-se
REGULADOR
DO CORAgAO
EUXIR VINOSO
Sabor agradavel; poderoso contra
ardiacas, Cansado, etc.
sistema muscular e nervoso.
Farii, 22, rae Drouot.
Vende-se na Varzea
Vende-se orna boa cafa do largo da matris
1a Vanea o. 14, rom bom terreno aos lados, a
tratar na mesma oo do Caxang com. Gomes
de Uendooca.
SAUDE PARA TODOS.
UNGUENTfJLyOLLOWAY
1
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pv
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gota e o i
se recor.hd.
Para os males de garganta, bronc.
Tumores as glndulas e todas as molestias a pelle nao teem semelhante e para os membros contiahidoe
juncturas recias, obra como por encanto.
tica de pernu e do peito; tambem para as feridaa
smo e para todas as enfermidades de peito nao
;s resfriamentos e tosses.
sa \ ledicinas. sSo preparadas smente no Kstabetecimento do Professor Holloway,
78, NEW 0XF0KD STEEET (antes 533, Oxford Street), L0NDEE8,
E vndense em todas as pharmacias do universa
' Os compradores sao convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nao teem a direccao,
533. Oxford Street, sao falsificasoes.
MEDALHAS de PRATA. de PRATA DOURADA e de ODKO
Academia de Medicina Pars, 42de Junho tWf, Academia das Sciencias Pars, 1ra de Abril 1891.
^iT^ VEHDADEIRO ESPECIFICO ""T^
contra a PRIsAo de VENTRE
O tratamento pela Cascarlne nSo lmp6e a modincacao dos hbitos de cada
um, e pode sei- seguido por todos em todas asoccases.Curaradrcalmente:
A PRISAO de VENTRE CHRONICA.
A PRIbAO DE VENTRE das Multaeres
que estao pravidas ou do de mamar.
AS OOENQAS oo FIGADO.
A ATONA do intestino.
AS HEMORRHOI DAS, as mis digesles.
Ua ou duas PU.ULAS a noite oo ao jantar (rej'a-e o Prospecto)
CNVIA-SE ORAXUIXAMBNTE A AM OS TRA
Dirigir-se oo escrever : CASA M. 1EFRIKCE, Pbarmacien i Bourges (Pnncei.
DEPOSITO PERNAMBUCO : C" de Drogas i Productos Cmlcos.
Aviso
FARINHA o
LCTEA
is IVEtiis de Familia
melhor alimento para as criancas de tenra idade
alimento o mais completo no precisando seno a^ua
para a sua preparaco.
o alimento o mais eefguro para facilitar o desmamar,
e o nico alimento recommendado por todos os mdicos.
Exigir o nome NESTLE sobre todas as caixinhas.
GONDENSADO 3>ffEllSTX-.:
O mais rico em Creme.
panHarinlio8 soDre todas a>s caixinhas.
i SJCCTI C 4/_.._x. Em PABI8, 16, Ru du Parc-Royal.
TlENRI ntOlLt em VEVEY Km LONDRES, --i--. Cannon Street. E.-CV
Ach se no BRAZIL em todas as Pbarmaciu, rogaxiss, Casas Imponentes de Especiaras e Armazens de Cn-
Verdadeiro Leite puro das Vaccas suissas.
Kxisrir o ninho de pasHarinhos sobre to
sean nenhutn owtro medieatnento e sem temer accidentes
PARS 7, Boulevard Denain, 7 PARS
Depsitos er> fvrnanibuco I FRjiN M. da SILVA A G". r. ns prinoipoee Pharmaolas-
KOCo^ao^o^^^o^oflrda^^^^-'O^eex
LISBOA IJLISBOA
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melhor sltuaco de Lisboa.
Ao p da Estacao Central, vista magnifica.
Aposentos com saino e sala para tianhos- Co-
zmba francesa.Vlnhos superiores. Ascensor.
Todas as quarantenas sao suppressas para os
navios procedentes do Bramil.
De Lisboa para Part.
Sul-xpress (Trem de luxo).
Partios: 3 veas por semana. Trajeto: 44 horas.
P ecisa-ce de ama boa coslnheira qoe dorma
em caaa doa pan fias, pagando-se bom ordena-
do, no CaminnoNova n. >20._____________
55 ANNOS DE SUCCESSO
58 recompensas das quaes 17 diplomas
de honra, 16 metlalluts de ouro, ct.
ALGOOL DE HORTELA
DE
nico Verfladeiro Alcool fle Hortel
Soberano para curar Indigestes, Dysen-
teria, Cholerina, Doras d Estomago, de
Corceo, de Cabeqa
Algumas gotas n'um copo d'agua assucarada
forniam urna.bebida deliciosa acalmando ins-
tantneamente a sdc e saneando a agua.
E' egualmente excellcnte para os dentes, a
boca e todos os cuidados da toilette.
Preseryativo contra as Epiderai.
como Febres, Cholera, etc.
QC
UU
Recusar as Imitaces
EXIGIR O NOME
DE RICQLS
REMEDIOS
LE ROY
Populares em Franca, Americ*. Heepaataa
uu colonUs, do Brazil, aonde stfto autorixadoi
palo Ooaselho da Hygiana,
Vomitorio Le Roy
Ultiin amerite aaspreojado como prepa-
raco para o uso do Purganta.
Purgantes Le Roy
6rM lattadot tsilirw a iltti.
So proprlos para qualquer doenoa.
Umt noticia txpticztit tnmlr cadi ftrrtft.
IfMfls Le Roy
: indo dos Remedio lquidos.
.1 UMn tmin casalrain.
O tz cv .. 100 pil. 51 O (rasco de 25, VBO
.^caLtalar-se daa alsiicacds*
RECUSAR
qualquer Producto fu sil U'ir ende-
reoo aa rkaruda COTTII tsan at LE MV
SI, Ru do Solne, 61, OM Fs4o.
DEPSITOS BM TOBAS AS PHA*I
O importante estabeleci-
ttaentode padaria e venda, a
r na da Ponte d'Uchea n. 59, a
traetar na mesma das A as
fO horas da manhii. ou na
raa 1.* de Mareo n 8._____
irritando ao pea*
Tosse
Expectorago
Insomnios
Neuralgias
Dores
Regulador aa Marinha
Concerta-se relogioa de algibeira, pn-
dolas de torre de igreja chronmetro de
marinha, caixa de muaicca, aparelhoB
elctricos, oculos, binocnlee, ocolos de
alcance, joias e todo e qualquer objeclc
tendente a arte mechanica.
Uua Larga do lioaario9
AMA
Prrrsa-Fe de oma cara engommar e lavar
rcup de enancas ; na ra da Praia, armatem
03. 7 e 5.
Egenho
Vende-ra om mol o Dom oe agoa moenle e
correte, ama legua distante d* eotacao de Ja-
boi>tao, com extensas trras e maltas para aa*
frejar at J.000 paca de assocar : a tratar oa roa
das Laraoeeiras n. 34.
Precisa-8e de oma para coMuhar. na Mapda-
le-..a, roa do Bemnca n. 40 resideocia do com-
meodador Rarroca.
'Precisa-se
n. 35.
de
tn
oma, ircve.sa do Peizoto
Criado
P-ecisa-se de om na pras* aaciel Pinheiro
o 19, Boa Vista.
Casa em OJinda
Aloga-ae oma oa praia dos Milagrea com
freate par' o mar, bous comnodos, a tratar oa
roa do Caboga o 18.
CarroQ
a
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ssO-g
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t-s^a as*
^ Q 8 DO
* a
o -
I
8
I
pequea
PRECISARSE comprar orna peqoena carreca
de dnas rodas para cavallo : aoem tiver deixe
inaicacao 00 escriptorio do sDiario*.
Aluga-se
A casa roa de Aguas Verdes n. 40, com
boos commodos, qcintal grande, est llmpa
rajada e vai pintar-e, bem como a da roa de
H rtas 0. 37, com solo interno, tambem Mmpa
v pintada, a tratar na ra Direita u. 45, so-
brado.
Cabriolet
Vende-se nm americano com doas asaeotoR e
doos arreos, sendo om novo e ootro ozado e
quatro de sobreseleote, a ver e tratar na eo*
ebeira da Jos Vlete.
Cosinheira
Precipa-se de oma ama cosinheira, a tratar
oa roa Duqu-- de Casias na. 56 e 58, loja.
ngommadeira
Precisa se de om? laadelia e ngommadeira
oa Camiobo aovo d. 130.


3
O BU
Broches de coral rosa
Cbegaram lindos broches de troncos de coral
ultima moda, recebeo a relojoaria David, roa
do C-bugi d. 14.
Preco- redolidos.____________________
Cosinheira e criarlo
Precsa-se na ra de Pay-
sand u. 19.
Engentaos especiaes
Qoem pretender comprar doos engenroa
grandes, miniados a capricho, em terreos ao-
nexos e (ertilissimot, coberto de maltas, pro
prii s para se levantar oma osina, com capaci-
dad e de s ffrejar mais de 30,000saceos, actoal-
meote com ssffras criadas para tres mil piet
em cada orr, sitios de cafezeiros ja carregados,
com boos cercados, boia, catailos e borro*,
dirija-se a esta cidade i tratar com Je5o Ado
do Alves, qoe os vende barato.
Pal.nares, 31 de Jaoeiro de 96.
Grande sortimento de metas propria
para padres, coneges e bispoe.
Marinos pretos, superior qualidade na
ATE DO FASAI20
51 Ra da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
Barcada a venda
Vende-se a barcada Rai-
oha do Sul, lotacao de 600
saceos, reformada e pin-
tadade ncov.
Quem a pretender diri-
ja-se n'esta capital aos Srs.
Rodrigue?, Lima fy C.,ou
em Maceio' aos Srs. Rodri-
gues, Cardoso e comp. e
em S. Miguel de Campos,
estado de Alag* s, aos pro-
prieta rios VasconcelJos No-
vae3e
cao.
comp
5
em
liquida-
Hydrosudotherapia
Joao oe Pessoa Oliveira, volgarisador da Ily
dro80dotnerapia oo novo metbodo de corar
todBs as molesms. com exrlosSo abaolita
de medicamentos e uper.ces, resolvea abrir
om corso, onda propoe-sea eosiDar as applica-
(6e8 deste evstema para cada molestia en
particslar.
Praga de Dezesete, antlgo pateo do Collegio
o. 77, 1* andar.
Das 11 1/3, is 3 horas.___________________
Com pratica de fazendas
Preclsa.se de om caixei-o qoe alm de pra
tico d boas refereocua : qoem te acbar oestas
coodicSes, pode entender se com o r. Domin-
gos Femsodea, na loja da Perola roa da Im-
peratrii n. 78, qoe se dir qoem precita.
Pars 28, ru Berqere
Casa com t tic
Ven"P-se om y x'.m i ''?da de B>' n ,
in^o rumo'O d viagem o a a estaca oa
Fe'trsd, oa Huta de ferro de O nua. fe ai-
Mrita o ot. fot o Israaot '**, <'$ "
B-ootiB, hmeiras.pq m-i. t < i pao, man-
gnetra e cu r- arvo er f o i' a-, ba'ia pa-a
apim, 'e'reoo i"* p'-" -C6 roa i >- i
I r e I 'ir i Iss, i i
. a .:,> O V *3.
Fropriedaue
Veodt-se u'i en" oa-oa d Conreica'
da Ti r e leodoona '.-r* de lpa, oma imoor*
Unte caem a cono boa ago* e signos ps (rocuiras. coo leo do 4*0 palmos de fre't" e
mil de fondo : a tratar oo Grande Hotel Com
mareiai.
'araizo
51 raa da Imperatriz 51
Recebem das priDcipaes praca' da Eu-
ropa, quinzenalmenfe as mus ah s No-
v dadp8 eii faaennas fin s.
ALBERTO CAROSO & 0.
Liquidacao
A lo|a Paria n'America ten-
csnnslaaa de modao chana at-
wuea* de seno Irearueiea para
grandes abailmeauwde P*^*
Uua do B. da fletarla Itt
PernamiiCo
Tainhas das Ala-
goas
Vende-se aovas e gran-
des em quartolas e baris,
g^raptindo-se Daoestarem
sujeitap a perem vendidas
a p*so, na ra de Pedro
Aflojo antiga da Praia ns.
7 e5.
rUNOlCAO GEBAL
ALLANPATGRSON&C
44-RUA DI) MRO DO TRlt^PHO-44
Mahinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agua.
Taixa8 tundidas e batidas.
Taixas bitidas sem crava**ao.
Madeiras de construccao
u ater8es parae dificaijao
a Con paobia Exploradora e Productos Cal-
creos, veode em seo armaxem oo caes do Apol-
lo o. 73:
Maderas fra coost-nrcao
al branca ne igoarihe
'.j| p'Pl.
Cal virgem para assocar
Tiioilos de la.iriloo e commons
Tijrllos retractarlos
drat ie i amarla para eoleiras.e etc
wnm do Bowiii
Contina a mantor em seos depsitos completo sortimento da utensilios para usinai
rexdendo sempre por pregos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differeotes systemas e lmannos da Robinson e ootros fabri-
cantes e de 2 a 12 es va I los.
CADEIRAS A VAPOR multltubulares de Fletcher para fnnecionar com o fogo das torna.
Iras s tachas. ,. .
CALDB1RAS A Va POR Cornish e typo locomotiva para lunc lunar com leoba e bagaco-
RODAS para agua.
BOMBAS de motnontiouo.
MOENDSe melas moendas. garantidas.
TACHAS de trro fondido e batido, cravadas e caldeadas,
ARADOS de diff-rentes systemas.
CRIVaCOES para fornalbas.
MACHN 8 para descarocar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores.
Pazendo parte da direccao de soa fabrica o Sr. anganheiro Angosto Clarb, vantajasa-
merte conh cido dos Srs. agricultores pelos seos trabalhos de mootagera de grande numero
o Usinas fonecionando deste Estado, incumbem-s- da mandar vir e erigir garantiodo a pro.
dnecao e qualidade do assu ar.
APPARELH0S e meios apparelbos de vacoo.
DES 11LLAC.0ES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grandea
e pequeas fabricas. ____
52, RA BARAObOTRlMPHO, 52

-^l
' ."?- >-"
MUTILADO


m
Diario de Peraamboea Sexta-fei?a 31 de Janeiro de 1&&B
.
*
MOSQITEIROS
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
annos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
56 e;>8 ra Duque de Caxas
lelephoneo. 210
*
1P AJR.A. X.XQTCTX A.R.
Justa pd<*n e
(catiras
para forro
salla.
al
de
para viagem, de
todos os tama-
nhos e qualida-
des.
Casemiras pretss e de cores de 8| a 4(5
coTado.
Sarja preta fina, pura la a 58500 dem.
Morim fiaisimo cora 24jtrdas de 15$ o
1C0 a pega.
Ditofrancez de 12(5 a 8$ idem.
Dito p ra noiva a 38500, 43 e 48500
dem,
bretones francezes a 600 rs. o colado.
Algod&os nho T maito largo de 128 a 85
a peca.
Merino preto, pura la de 2^500 a 18400
o covado.
la, de 2850^8
oMANEQUTNS
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortim -1te de
tapetes de alca-
tifas e \ el ludo
PARA
SOF' E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todo*
os tamanhOK
coro ioscricOes e lsc
Crepons de cores, pura
18500 o cavado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco e de cor, m-
? dad a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhoa de 800 a 5CH>.
Surbats de seda, todas as cores a 1S500
e 28 o cavado.
Cachemira infestada de Latas e quadros
MALLAS de 2,5500 a 800.
Meias cruas, inglezas para homem de
128 a 68 a duai.
Cam sas para homem de 808 a 485-
Atoslhado blanco adamascado para mesa
de 48 a 28500.
GuardanapoB branco adamascado de 68 a
33000.
Completo sortimento de teclas brancas, capillas, col-
chas e froDbas tu do para casamento.
Damasco, pellada e reps propnospara resposteiro
e cortinas.
Ucea ffrande quautdade de retalhos de
chitas, eretones, cambraias e setinetaque se
yende por barato preco.
LOJA 1> \S ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPHONE N. 210
Kua Larga do ,Rozario n. 22
Fbrica de Molduras
Estampas de todas as qulidadei. Qadros. Snelas para cortinados, cao-
deiros, cha mines, pavios, moldaras pra retratos.
E&c&rrega-ae de retratos a craion para o que ha contratado om perito artista,
bastarte conbecido.
Prepara-ae qualquer eccommends oom a maior brevidade.
Sinceridade e preces baratissimos.
EMULSO VERMFUGA
Formulada e preparada per
Jos Marques Ferreira
ph^rmaceutico
titulaba feuescola be uediciha e phahicia ea sabia
APPROVAA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas heras os vermes
testmaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
porgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel*s
crean cas sem repugnancia. Em sua composigo nao entram substancias mine-
raes_ que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancas eolheres das de cha. Deve ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou mesm
com agua adocada.
n-
Preco 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praca MacielPinheiro?
rOLHETIM
10000
28000
108000
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
11
A MENDIGA DR PARIZ
POR
sava os imm
t.
-WM.-W*
PRIMEIRA PARTE
O TESTAMENTO DO CONDE
5
(Continuacao)
J
' De modo que ests absolutamente
decidida a te casar com Gilbert Rollin ?.
Oh absolutamente.
Nada te convencera...
Nada. j
E que queres de mm ?
Que fales a meu tio... que obte-
ah-is seu consentisnento
Bem. Falarei.
Quando ?
Quando quiz-jres. %
. Entio hoje mesmo... J !
Uns sorriso indulgente veiu aos labios
do jovea paroebo.
Vouj... disseelle.
Como s bom Obligada cem
yezes obrigada !
Ral Areynes foi para junto do tio e
dlstt-lae tpdo qusnto oavtra de Heori-
fMsi
A' proporco que escutava, o conde
ranzia as sobrancelhas.
Por fim exclamou :
Elle I o tal Gilbert Rollin 1 um ho-
mem que tem 29 aonos e anda nao se
cullocoa Um intil !
Pode ser que endireite, replicou o
vigario. O casamento s vezes um
freio...
Um bilontra I
Naturalmente ba de pensar no fu-
turo... O hom*m de experiencia est
meaos exposto s tentacoes do que o que
nao conbece os prazeres do mundo...
Aos 29 annos um homem ainda pode es-
perar inuito... Henriqueta o ama e o
cerrigir...
Om burguez I
Meu caro tio, todos nos somos
iguaes persnte Opus : um dos grandes
principios da nosaa religio, disse o ab-
bade sonindo.
O Sr. d'Areynes ne insistiu.
Depos de ter pensado um momento,
dis.-e bruscamente, carregando o sem-
blante :
Que que me aconselbas tu ? O
qae eu te p^co nao um conselho de pa-
dre sempre prompto a-> perdi; um
conselho de prente, de memoro de urna
familia cuja honra est intacta. Vamos :
o qae me aconseihas tu ?
Creio que as imprudenoias e as lou-
curas de Gilbert Rollin deuaram sua
honra intaeja como a nosaa... Se eu
penaasse ao contrario, nao intercede-
ra...
Ests me impeliindo a consentir no
casamento...
Faliei cora H nriqueta.e estou certo
de que sea amor n&o urna illusao de
moca romntica, como eu a principio
suppunha, mos ama afieifo profunda e
inquebrantavel... Ella v a felicidade
^
a
FESIDAS
HAMAMELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
UNGENTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUNEATISMQ
E HEMORRHOIDAS
INCHAQ8ES
t
<
<
<
INOFFENSIVO h
rl
O GRANDE
PURIFICADOS

DE
BRISTOL
CURATODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
H
%
H
EFFICAZ
^
stad
PBTORAL CA T H A R N E N 8 B
XAROPE DE ANGICO, TULU E GOACO
COHPOSI ( O DE BAVLIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do
premiado com a medalba de 1.* classe em diversas exposic'es.
Recomraendado na dioica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosseti, bronchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos propietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda en todas as pharnaaeias e drogaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Una do Mrquez de Oliuda n. 60
Os proprietarios deste moderno estabe-
lecimento, apresentam-a admira^o dos seus
illustres freguezes e ao estimayel pubiieo
desta capital convidam a fazerem uma visita
aoseu estabelecimento que encoutr0rao co-
mo especialista em cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersey, Moscatel, Champagne,
Fasto, Collares genuino e j afamado
DOTOO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes, manteiga, fiambres no vos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, castanhas
e o mais que concerne a uma boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas ingle zas e alle-
mes especialisando-se a celebre e afamada
:F:R.JUtfGXSC-A DOsTA.
Cognac, vermutb, whlskys de varias
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sort'do, por isto limitamo-nos a chamar a at-
ten^o do estimavel publico e dos nossosdis-
tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, afianc, ndo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fruetaspara
embarque.
3 Ra Bom Jess 13
O vigario de Saint-Ainbroise respon-
deu n'um tom grave :
Qual meu tio Henriqueta uma
d'Areynes... Corre em euas veas o
sangue de toda uma linhagem de ma-
lhers castas !...
E's muito optimista, meu sobrinho !
E' qoe eu estudei a vida e conhe-
co-lhe todts as miserias, todas as lou-
curas, todos os vicios... Como lhe co-
nheco as grandes virtudes... Nao creio
que uma menina de boa raca e de cora-
c&o puro deixe-se levar p)r impruden-
cias 1 Essa a mioha opinio ; agora o
senhor resol va...
E terminou a conversa.
O abbade d'Areynes retirou sedeixan-
do o conde de muito mo humor e sob a
?iva preoecupaco do amor de Henri-
queta por esse Gilbert, que nSo lhe me-
reca c.nfianca.
Mandou chamar a sobrinha.
Ella j esperava alguma exploso, a
sua un a resposta foi esta :
Eu o amo..
S bes l se elle merece ser ama-
do ?
Sei y porque o amo... O nstincto
de meu coraclo nao me engaa 1
Gilbert Rollin fez multas loucu-
em seu casamento cjm Gilbert Rol-
lin...
Desconfio desse rapaz...
A fortuna de Henriqueta muito
modesta... apenas de duzentos mil fran-
cos... Na> ha qae receitar a ambic&o
de Gilbert...
A esses dois mil francos pretendo
juntar uma somma igual, replicou O con-
de. Que ser desse dinheiro .as ruaos
de um perdulario que em poucos annos
devoruu a heranga do pai ?
O vigario de Saint-Ambroise nSo res-
pondeu logo.
Havia ah um problema cuja soluco
n&o lbe pareca fcil.
E' preciso presentar esta questao
ao proprio Gilbert Rollin, meu caro tio...
disse elle.
Sim ; porque n&o?
Como tio e tutor de Henriqueta o
senhor tem o direito, e mesmo o dever,
de ouvir o homem que aspira a honra
de ser seu marido. Elle que pensa em
casar--.e que pretende tornar-se serio...
Interpelle-O... Conforme as re-po tas...
Veremos, disse o conde. Por em-
quanto nada sei delle oicialmente.
Falar-lhe em pr.meiro lugar seria de al-
gum modo atirar-lhe com a sobrinha a;ras...
cara> : Fez o qu fszem todos es rapazes
O abbade soniu. [qae n&o tm quem os guie...
Espere ent&o que elle venha... \ Levoa urna existencia tumultuo-
Elle est de accordo com tua pri-' sa !..
ma?... Tanto melhor !...
Naturalmente, uma vez que se; Como tanto melhor?...
amam. j Sim, porqae saber melhor gozar a
__ E sso n&o um perigo ? v'dg calma 0 obeia de ternuras que eu
__ N&o. lbe proporcionarei...
Henriqueta extravagante... Com- ] Dissipoe a fortuna do pai...
prehendi orna vez queella encar*va a Os'erros do passado f&o uma ga-
vida pir um prisma asolu^mente fl- rantia para o futuro... O Sr. Glbert
ao... Eaaas intimidades com 'Gilbert pode ter commettido faltar, mas no se
podem dar logar a imprudencias... desmoralisou. Meu tio ha de reconhe-
Metado de Santa Catfoarina. Inspecto-
ra de Hygiene Publica. Florianopolis, 22
de Junho de 1895. Attsto que tendo feito uso em".
minha clnica do magnifico preparado denominado
" Emulso de Scott" dos Srs. Scott & Bowne, chimicos
em New York sempre obtive ptimos resultados em
todos os cajos de fraqueza produsida pelas molestias
do apparelho respiratorio, ou causada por molestias
longas cujas convalescencas sao demoradas. de prodigioso effeito na
athrepsia das creancas. O Inspector de Hygiene, Dr. Euphrasio Cumha.
As palavras d'este illustrado fa-
cultativo sao a repercutico fiel
das opiniOes expressas pelos m-
dicos mais proeminentes do mundo
inteiro. Em todos os casos de de-
bilidade, emaciaco ou emagre-
cimento, seja qual fr a causa,
reconhecido que o oleo de figado
de bacalhau unido aos hypophos-
phitos de cal e soda preparado
como o appresenta a
J>r. Euphrasio Cunha,
Florianopolis, SU. Cath., Brazil.
Emulso de Scott
nSo tem igual. D'ahi os maravilhosos effeitos d'esta prepa-
rarlo nacuradeTuberculose, Escrophulas, Anemia, Rachi-
tismo, Bronchite, Tosse e Constipacdes, &c. E excellente
para irritacSes na garganta e pulmes. Cura a Phthi
venda em todas as Pharmacias. Exija-se a legitima. Recusem imitajes.
Scott & Bowne, Chimicos, New York.
hW
QRAI7D
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario as. 29,31 e 33
Este importante estabeltcimento, sob a direccao d seu hbil proprietari-, MA-
NOEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui geturis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .atjrna, j pela promptidao e aceie do servico culinario aduaneiro, j
tar bem pela posij&o hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras transformaces por que tem pausado este Hotel, conae-
gni'o afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje uma hospedagem que
deve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARIAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem o aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com iamilia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretenden tes.
APE&mg
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sert&o, docess eucos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se doiro,oos recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importaego, principalmente vinho Bordeaux em quartolas a
cognacs finissimos, que vende.as melhores condic5es do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL COMMiRClAL
GRANDE
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos maislhygieni-
C08 da cidade do Recife.
Aecommodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a mai< r ;e mais arejsda nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francea
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certexa
de que com os elementos que cima offerese acha-se habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre-
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
FRENOS RASOAVE1S
SED
cer nelle um homem da melhor socieda-
de, sem o aspecto desses rapazes de hoje
que aos vinte aonos parecem vellios...
Ao manos Gilbert tetn saude e intel-
gente...
De que lhe serve isso Que tem
elle feito de sua ntelligecia t
Adquiriu experiencia, o que nao
pouca coisa !... ,
E com a voz terna, muito meiga, Hen-
riqueta accresceutoa abracando o pes-
coqo do tio.
__ E depois eu o amo, tiozinao... eu
lhe dei mea corac&o... dei-lhe minha
alma !.
A rudeza do conde fuadiu-se em beijos
na sobrinha.
Est bom... est b.m... disse elle
commovido. Faze l o que tu quizeres ;
eu, por mim, lavo as mos...
Tres dias depois das scenas que aca-
bamos de nar'ar, G ibert, instruido do
que se pasara entre o vigario de Saint-
Ambroise e o cnu seu tio, i>presenton-se na ra Vaugirard
com o fim de pedir officialmente a mo
de Mlle d' ^reynes.
O conde Emmanue', desgostoso s em
pensar no isolamento em que ia ficar
hlm disso inquieto pelo futuro da so-
brinha, pois esse casamento, meio for
cado, lhe pareca pauco vantajosc, rece-
beu Gilbert Rollin com exti aordinaria
frieza.
Depois das primeiras pbrases de banal
polidez, o conde abordoa a quest&o de
um modo brutal, lembrando a Gilbert as
deplo aveis extravagancias de seu pas-
sado e manifestando iweioa pelo futoro
da sobrinha
Gilbert previra todo aquello aranxel e
espern o fim.
Carvou a cab8ca com tocante humil-
dada s observacOes do cande e respon-
deu-lhe com tanta h bilidade, com tinto
arreDendimento, que o Sr. d'Areynes
seDti'u-se absolutamente desrmalo.
Gilbert percebeu, e, cmico da pri-
meira o'dem, evtou prolongar a con-
versa. Mas n'uma Imguagem simples e
com a voz trmula de emoc&o, deixou
adviuhar as riquezas de sua aliaos
thesouroB de seu c racao.
Ore*ulado foi prodigioso, om mez
depois assignava-se, na casa da ra Vau-
bert Rollin e de Henriqueta d'Areyoes.
Segundo os conselhos do vigario de
Saint-Ambroiae, o contrato estipulava o
rgimen da separac&o da bans.
Gilbert, per-ebendo a coisa, n&o fez
objec'io alguma. Comprehenda que,
em sua posico, discutir seria i-nperdoa-
vel tolice. Que lhe impur-ava? ( brto
d > amor de Henriqueta e nao menos
certo de exer.e-8ob'e ella um imperio
absoluto, coatava obter de sua mulher
o que o contrata lhe recuaava, isto a
livre disposijo da fortuna.
J viraos que a intens&o do conde era
augmentar o dote da sobrinba.
A celebrac&a do casameuto realizm-se
oito dias depois da assi^natura do con-
trato e o conde Emannuel d'A-eynes,
profuudamente triste, voltou s para Fo-
,iestranges onde a caa tornou-ae o sen
nico dive-timanto.
Os receios e presentmentos do digna
fidalgo foram logo justificados.
[Contina).
. do Di*r. ra Duque deOaxiM 48
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