Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18006


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Full Text
I !!
AMN6
i





Quinta-feira Q-Je'Janeiro de IS9G
\lllERO 94
NAMBG
PSePEIID&BB BE LKeii. FiCrBKHtda* DI f-SJUEA & fILH9S
REDACTORES ANTONIO .WITRUVIO PHVTO BAKDEDtA E ACCIOU DE VASCONCEULOS e MAXOFX ARAO

^ARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO
Por tres mezes adiaotados.
, Por seis mezes adiantados.
Por um anno adianlado ....
Nurrt-ra avolso do mesmo dia
SE PAGA PORTE
81000
45$000
0&000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLSIVOSJE PUBLICAgOES NA
FRANGE E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C.*, resideJMwn Paris18 ru de
La Granee Batele*
----;------J 7 ---^---
.
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiaotados. ,
Por nm anno adiantado ,
Por trimestre vencido;, .
Numero avolso de dias anteriores.
161500
335000
91000
0
-**B""*"
^^
Telegrammas
SSOTC PASTILLAS 20 SIASIO
Ro .de Janeiro. 2g de Janeiro,
s horas e 3o minutos da tarde (rece-
bido na estac s 7 horas e 5 minutos
e entregue s 7 horas e 15 minutos da
nqite).
Do Rio Grande do Sul chegam fic-
ticias de que continuara os federalistas
a commetter crimes.
Fram asfessinados dous agetes de
polica, sendo mutilados totalmente.
J embarcou em Pariz o material
da estrada de ferro Espirito Santo e
Minas.
__Em diversos pontos do morro do
Morro do Castello houve lugar desa-
bamentos do mesmo morro.\ ______
Foi causa disto a chuva torrencial
que tem cahido.
O accidente nao foi sent de victi-
mas, que succumbiram ao desmorna-
melo inesperado.
Bucnos-A.vres, 29 de Janeiro.
O governo acaba de fazer acquisi^ao
por cinco milhes de pesos do coura-
ado Saint-Bon.
O referido couracado foi construido
nos estaleiros italianos.
Consta que em Outubro prximo se-
rao adquiridos outros dous navios.
Washington, 29 de Janeiro.
Confirma-se a noticia do reatamento
das relaces com a Inglaterra.
Consta que o governo boliviano
recusara subjeitar-se arbitragem dos
Estados Unidos na questo de limites
com o Brazil.
Ser candidato presidencia d'a-
quella Repblica o ministro da guerra
actual.
Londres, 29 de Janeiro.
Tenta o governo dos meios da defe-
za nacional, na eventualidade de urna
guerra.
Neste proposito acaba de pedir no-
vos crditos
DIAH10 DE PERNAMB11C0
REC1FE, 29 DE JANEIRO DE 18G9
Pitases Polticas
A onda da democracia que em sua marcha
assombrosa ha mais de um seculo tem cres-
cido, e submergido as sociedades alterando a
iua coustiluigo social e poltica, nao de todo
intilmente que em seu moviraento projectou-
e m busca da consecugo de um ideal.
E se o seu embale foi poderoso para destruir,
a saa lorga lem nido fraca para organisar e re-
coastituir.
Nao m pj le sersysthematicaraente, que
estes coninuos movimenios se uo-am; elles nao cas-
laucado suas conquistas quasi sobre o mundo
ento conbecdo ou mais prximo ao grande
colosso da antlguidade.
Por phas-: idntica passarara os paizes'euro-
peus que receberam do romanismo os priaci-
picios da sua organisagao poltica e social, e o
fluxo potente da sua civilisago.
A. escravidao foi um d'estes phenomenos
anormalis8imos, que significaran! a ioeriori-
dade de uos individuos,os plebeus da ultima
con iicao.os vencidos as guerras continuas
que davam-sa contra os 'povos visiobot, e na
idade media teve o seu pendant oa vassalla-
gem, ito no povo em relaco nobrcza. *?*
Nao que a plebe romana fosse escrava, mas
sim reduzlda urna condigo inferior, em
quanto por sua vez, a vassallagem era urna
servido, urna escravidao voluntaria, mais doce
a nobilitada.
Assim a escravidao nao fci sent o exagero
da ioferioridade as classes mais nfimas da
sociedade.
A realesa coexisti com a aristocracia, e
d'ella resultou algumas vezes; este titulo tinha
apenas um valor puramente formal ou symbo-
lico.
Nao bavia propriamente poder publico, ou o
Estado na sua verdadeira accepgo.
Cada uobre, Barao ou Conde, exercia um po-
der lllimitado na sua barona ou condado ; oa
que residiam na extenso do territorio do seu
dominio privado eram vassalloa, com os quaes
formavam exercitos, e col.igavatevse as suas
guerras contra oa estrangeiros oa Inira go?.
lneviiavelmeote, lodas estas pequeas socie-
dades formavam as cdulas do luturo estado
que resultou da reuoao de todas ellas ; os
grupos que reuoiam-se e manijveram-se
n'uaij precisa cohesao, formara ra as nacOes
hoje existentes, que depois de guerras cons-
tantes e seculares, estabeleceram os seus res*
pecuvos limites, intluindo a di"sVrenga de ra*
cas para a constiiui^o ou extenso dos no*
vos E-lados.
Esie resultado s polia ser obtido depois
que a realeza foi fortalecendo-se pelos seus
meios de accao e manejos, at dominar todos
estes pequeos soberanos, servindo-se de una
contra os ontros e libertando do seu jugo o
povo, naturalmente propenso a dar forca ao
aovo poder que despontava.
Dest'arte, ao poder obaolulo da aristocracia,
chegou'se a monarchia, que assim sigoificou
a unidade do poder, ou a existencia do Esta,
de.
Tomando por sua vez a revancbe contra o
nico poder existente, e mesmo influenciado
pe a propria aristocracia abatida como suc*
ceden ua Inglaterra, o povo, cuja condigo
melhorcu sensivelmente, ja quaad constitua*
se a burguesa que eslava destinada a ser a
tuba dos mevimeotos revolucionarios, reagio
forlemente reculos depois, explorada a sita*
cao econmica, como um fermento que devia
atear o incendio contra as velhas instituidas ;
e que, em Inglaterra manifestou-se com Cro
mvel, custando a cabera de Carlos I, o que
foi urna covardia do autoritarismo nascenle.e
em Franca a de Luiz XVI em 1793.
Sendo notavel que estes dous soberanos
foram virtuosos e bem intencinalos, e expa-
ram de modo cruel as fallas dos seus aate*
passodos.
O povo, porm, nao racloca.
Abalada a base tnrooos, estes ceociliaram*
se com os principios ou iheonas triumpbantes
00 dominio dos fados, ou desappareceram,
Assim temos actualmente as monarchias
constilucionae3 representativas, ou as republi-
gMas ha ama outra cansa fecunda uo engen-
dramenlo de males, e que ha de persistir fa*
zendo os povos atravessarem ptiass de verda-
deiras agonas e estremecimentos, que nao po-
dem deixar de aggraval'os ainda mais.
E esta ambigao iilimitada do poder, esta
vaidade pretenciosa de una quererem governar
os outros, comtjfle is^Ipsse determinado por
urna necessidad#o*u interesse gara-I.
E' as luctas partidarias extremas e acerba,1
violentas e perseguidoras. Oto tm outro ca-
rcter, ou outra stgoifrcagao.
E' contra os males d'esta especie que devem
volver-se todos os esforgos, e elles s podem
cessar pela desistencia voluntaria no duello
d'esta ordera de interesses, limitndolos pelo
menos um circulo mais restricto, subordinan-
do-se ais principios da equidade e da juslica,
sem os quaes a harmona social torna-se urna
cousas imposivel.
As ambigoes polticas como causas de todos
os cataclysmos sociaes, da phase anarchica
porque tm passado 03 povos, principalmente
nos lempos moderno',eis o que a historia nos
affirma do modo o mais iocootrastavel, subju*
gando todos os pretextos, acobertados pelos
quaes, ellas se manifestaran].
Eterno vulcQo que as neves da experiencia
nao lem feito de todo extinguir, apezar de ac
cumularem se na mootanha da qual elle faz as
suas lerriveis erupgoes.
O periodo meiapbisico produzio odoutrina-
rismo inconsistente, que scindio-se era diver-
sas rarniticagOes, tornando-se cada urna deltas
urna bandeira de combate, o lbaro flamrae*
jante das revoltas.
A liberdade nasceu como a deasa de todas
as phaotasas, e 00 aeu manto iriado cada qual
procurava pr-lbe urna perola ou diadema; e
disputando lhe a pos-e para meliior abrigan-
la!-o, nao raras vezes, arrancaran)-loe pedagos,
converlendo*o am irapo manchado pela ver*
nielhido do sangue.
a4Jffic&o, lo ge de unir, ou de ter formado a
cohesao dos diversos grupos, tem aberto o
campo das hostilidades, creando faccOes impa-
cientes que egladiam-se apaixonadamente ;
a conquista do poder, es o ervo vibrante de
I
constitura urna necessidade para as expan
sfles e a vida da liberdade, apenas arrastaram
is resitencias offerecidas tendencia da di-
gaiicayo bumana, ao restabelecimenlo dos
tfireii s da individualidade conculcados ou nul-
lifinados pela organisagao defeituosa da socie-
dde quando as relages entre ella e o iodi-
ytduo, nao eram fixadas segando urna conce-
pcio scientifica, ou as Ieis sociolgicas que s
depois tiveram a necesaria comprehensao,
segaindo o movimento que se desecvolvia ex-
ponlsnea e insjinctivjyaajpie, alargando o cir-
culo es*treito dentro do qual os povos movam-
se 8Ubjugados a fijsitic^es, se bem que ne
ceisanas a fataes nos primilivos lempos, esia-
vam em conflicto'com o*s interesses do mafor
numero de individuos, e eram oppostas ao des-
envolvimiento das forcas da nago, reduzda %
amaro limitado de potentados, proprie
do solo e de todas as riquexas, e no g
ais elevados privilegios.
A feudalidade foi urna das phases
flac&O das sociedades, e nao ha ra
uppor qua fosse urna exclusiva
idade media; o seu tjpo j
trado na antiga Roma.-nVsta R
cana de patricios e plebeus, que p
consa seoao urna aristocracia
cada dos mais elevados pnvil
% plebe achava-se quasi na
qae os vassallos da Europ
e, por seu intermedio, d
ami-barbaro para o estad
O patriciado romano
ir ao cesarismo, ao dia
aooidade do poder, ec
farimUiva arisiocracia.
Assim, a democracia romana nasceu do Ib-
reacimento do imperte quando o povo romano
Cbegaado plenitadt das suas forcas, j tinbf" carcter nacional.
4
r
inidade da crenga, a oniversaldade da
cas era qualquer rarte do te-ntorio da Repu. des que prodazi era do fumo e qae r ceberem
bnca d^s Esiaaos-U ndos do Brasil era i-up-i para cigarros -eu-- nemeih. o es,
f S-rao equiparados as fabricas, para os! mas tarabem as sabidas para concomo po~ es-
fl is desiejrtigo, os depsitos qne ellas tive-1 pecies, qaer de fomo qaer de papel, fin de
rt-m rom njachinaa oa tpp :relt>o de qualqner
especi^kem eral todas as casas 00 e-une.
Ifi'irjKoiM' que produzrem peparadcs de fu.
r.o ou tt'' pelo empree de ff.a binas epppa.
i-IBoS' i de qualquer ootro modo, em qaaod.
iade stffeenor a capacidade de orna pensoa ou
d uaoa familia, nos termos do paragr pbo ae-
: |%- Sao isentos do pieameot do importo
o pbMicalareg que faOricarem ciearros e coa.
otja em fuas residencias por conta propria e
tivc-rrm rt-; cus aprendizes, nao se oosids
rando taes a nu'lier, (litios e mis pesias ja
familia, vjvcdjo em commam e sob a mesma
ecnnnmia. ,
3 Os qce derem a pa'tirulares fomo para
ser manipulado ticam sojeitos ao artinrarxeo-
to. fe nao liverem a escripta de qne trata o
art ti.
A-i. 2. As taxas do imposto se-ao as se
guete* :
Cem reta por 500 gramraas oa frargo desta
ooldsde ae-lomo em bruto de procedencia es
iraiiL'eira ;
Des ris por 2 gramxas 011 fracc&o desta
cnisdi' de fomo picado, oa desliado, mrlusiv.
o manofactarado em cigarros ue proaocgao oa-
cional;
Q jarete rls por 25 grammas ou fraeco
deba anidade de fumo picado, migado oa des-
liado de prodoccao estraogetia;
Cem ris po.- cbaroto da fabrico estraogei'o;
Clnco ris por rharato de fabrico nacional ;
Des rls por 123 grammas ou fraegao desta
uoidade d rap de fanrico nacional;
SeseQta ris por 126 grammas ou frargao
desta ooidadn de rap ae fab-ico estrangeiro ;
Trinia ris por mago de 20 cigarro^ e por
uoalqoer fraegao exceden'e de 20, de prodac-
gao estraogeira;
Os cigarros de morlalba 00 capa de fomo,
-< procedencia e.-irangeira, pagaras Eessenu
rls;
o papel para cigarros e f;raelftant-s pagar :
em fulbas ou rolos qolobemos ris por kilo
oa milbo duus mil e quiishenio- ris por kno-
gramma. ,~^p) aSfif
O meio da cobranga de todas as taxasSreferi-
das ronUnaar a ser o ora adptalo, emqaanto
o contrario nao for resolvido.
CAPITULO II
Do laogameato e fiscalisago
/ rt. 3.* Para este servigo serao oomeados
polo ministro da fazenda aie li rJeeaes para a
Capital Federal e tres pira os municipios de
Nii-toeroy e s. Gongalo, sojeitos toaos a Rece
Deduna,
Art. 4. Nos Esudos i Hscalisago ser feita
.'f lis deleitadas e pelas alfaodegas, conform
se acbarem as fabricas e os depsitos as cu-
cumscripoDes destas, por empreados deelgaa-
dos pelo respective ebefe, nao devecdo ser de
todas as luctas polticas, convertidas em urna categora superior a oe segn Jo escriptnrario,
u K _._____ e fe ser 1 obstitpidos de seis em seis me-
s*. us logares onde nao boover taes repar-
tteM 3calis-go ser feita por pessoa do-
das formas da grande lacla pela existencia,
as quaes proattarsm raalisar se todas as as-
p9g8 indivi4*es.
E neste mare-magnom fluctuante, tudo con-
foo'de-seemjstificase,e as msiiiuigOas moder-
nas praticamentenulliticamse, de modo a sub-
stituirse a iinmobilidade antiga por urna mo-
bilidade excessiva, qu* nao deixa viver o que
ella me-ino creou.
saa fiapffiM>ads ou prai>sta pela CD.fe da Re
part gao'riscal ou pelo agecte fiscal na locali-
dad", por intermedio oa delegada ou da alfao
deita, coui joforuoaeo destas, eojoiias a appro-
vago do mmlstro aa fazenda. laes scaes Q
carao soDoriinados aos ebefr-s das reparugfies
00 ltenles ao- os propuxerem.
Art. 5 |o sera oomeado fiscal para a lo-
calidade oops nj boover fabrica oq deposito
cuja reDda'allioja a 3:C0u coaipetiodo r
Se estudarasa as grandes lucias polticas no mexas de renda geraes 00 aos ageres fl-caes,
. ______. encarregados da arrecadagao da renda da
parlamento das diversas oages, o numero mal-. Q|a0j 0 8erVC0 da arrecadaQa0i concessao das
tipio de partidos que se arrigimentam e me- iicngas e Bscausagao.
deixar de
representando
lente ruina da
iitf
C presente, portanto, nao teria existido sem
o passado, e a liberdade sem a escravidao ; o
direto fot urna conquisa dos mais poderosos
e perseverantes esforgos.
O individualismo,-eis o resultado total da
evolugo das sociedades humanas, ou a orga-
nisagao da sociedade, sob novas bases, com*
pactiveis com gs direitos da personalilade.
Entretantojnda o conflicto mantearse en-
tre as duas dbndigjs differeales e nao abso*
BCiliave8.
l oppostoo socialismo, proco*
as bases da organisagao .actual,
onomico da vida dos povos mo-
tende a demonstrar a existencia
iondigo idntica do individuo aquel-
tJd que elle se acbava na antiga sociedade ;
prquanto a sua emancipigo politica oa a
Lu 1 suuagosob o ponto de vista jurdico, dif*
e da mesma sob o ponto de vista econo-
tnio ; e assim apezar da sua liberdade garan-
tida pela lei, elle continua a ser arn servo.
O problema poltico da actualidade vai-se
tornando um facto indifferente, e sem verda*
deira imprtancia philosophica, e a questo de
forma de governo, coosa de nenbom valor,
Mas nao tendo ainda assim compreheodido
o povo inexpenente as suas indefinidas as-
pirages.muiUs vezes sacrificoa-se 4 lucos in-
fructferas e sem resaltado, como em Paria,
levantando barricadas para depois da victoria
ser fuzilado pelos qae conquistaras o poder
com os seus esforgos.
As llasOes dos povos tendem a despare-
cer e onde a liberdade levantou a sua arvore
frondosa, prodozo-seo veneno qne ba de
destruir o aoarebismo, ama das formas da
despotismo, qae s pede desapparecer com o
desenvolvimento do civismo, e a paraca do
dem as armas as campanbas parlamentares, a
voz apaixooada da imprensa nos seas caloro-
sos debales, nao pde'se precisamente fixar as
causas que criam inconciliaveis adversarios,
ou motivos que os separem, pele menos, em
absoluto.
Nem todos tm a coragem da lgica, a im-
ponencia do espirito superior d'um Castellar,
que por trra alirou a bandeira de combate,
quando reconheceu o desapparecimenlo da
causa que o tinha determinado a agir.
Preferio immolar a sua individualidade po-
ltica no aliar do bem publico e da felicidade
da sua patria, do que, levado pelo egosmo, ia-
ollar a cbamma que poda carbonisal-a, ou
atiral-a em alternativas ruinosas.
Os povos comegam a viver pelo despotismo
cootra o qual revollam-se, e cabem na anar;
chia, para depois de alternativas de ama para
outra cousa, chegarem, finalmente, um estado
de ponderago, de equilibrio de tendencias
oppostas, formaodo a synthese das ideas di*
versas, propendendo a dar a solugo final
todas as questes que se debatiam, dando sobre
ellas urna mais justa comprehensao.
. (Continuaremos)
PARTE OFFICIAL
TOE*
ACTOS DO TODeRlXECTIVO
DECRETO N., zt'r'i' 16 de Janeiro r
' d 1896
D novo reeolaraatifo para a.cobracga do
impostle roosarso de lumjp e
preparados
O presidente da Repblica dos Estados U M-
dos do Brasil, asando da aotorisago conr!>sdi-
da pelo art. 15 da lei o. 359 de 30 de Dezpm-
bro de 1895, tendo en vista o art. 1- 0. 41 e o
art. lie seu paragrapuo da mesma le, e at.
teodendo a rvcesaiiade de algamas oot-as al
ierac6es radicadas pe'a pratlca 00 regolam. n-
'o aue acm i-nnoo o decreto o. 1626 >e 29
de, Novemb'o >e 1893 para o laogamento, a'
ecadago e fiscal sagao do imposto de con.
sumo oe fomo. resolve qae, desta da nao'e, 8obsrveo regalamenio qoe. cera e->
le baixa ; ficaado revogadas as dispos err> contrario.
Cap a Federal, em (6 de Janeiro de 1895.'
Prodeote J. de Moraes Ba-ros.
Fraacs-o de Paula Rodrgaos Alves
RegoUmento para a cobranga do imposto de
coosomo do fomo, a qoe se refe e o de-
creto 0. 2216 desta data.
CAPITULO I
Do impoato de coosomo do fumo
Art. i O imposto de coasumo do femo e
seas nr ra'aiop, de qoe trata a lei 0.359 de
30 de Dezembro de 1895, ser cobran de ac
cordo com o art. 2- deste reealamento e reca.
bir tauto s bre o fomo e o papel e semalbao.
e qae for imprtalo do estraoeelro equeja
eoha pago os respectivos direito< de Importa,
gao, oa veoha preparado 00 em boto, como so.
re o preparado qae for prodaxldo pelas fabrl.
Art. 6 Os delegadoB-fJicaes, e, oodn nao
boover delegadas, oa inspectores das allaode-
gas. d vidirao cada Estado em tantas clrcom
scrlpgoes qnaotas forem conveni-nles para a
00a liicaiisago, 00 separando dis.ricios e fre
Boezias as capua-s de mdor prodoegao, 00
isotado iwiuicipios cu con emplaodo diversos
dos qoe mais p-oximos se acbarem, de modo
qae baja facilidaoe e prompticfto 00 servigo do
fiscal; co 'tanto qae oo baja circamscrlpgo
sem fabrica 00 deposlio.
Para os Daoicipios dos qnaep, como oa ca-
p tal federal, Estado ua tabia e oalrcs em
igaaes condiges, boover lo coosideravel nu-
mero de fabricas cu depsitos que torne-se
ureciso mais de um fiscal, serSo nomead'8 tan-
tos qaanto foreai neceisarios, teodo em atten-
go o 111-00810 00 art. 9.
A't. 7 Os ebefes das reparlig6^s Bscaes,
toda a ves qoe epienderem necessario, oa por
f<.lia de fiscal 00 de ageole, ou porque es.es
do preeucbem as fumgOes de qae sao encar
-euados, nomearao um empregado do qoadro
doslfuncclooarios ds soas repirtigOes para pro-
ceder a exame mioacioso a escriptaracAo das
f-ortes e deposiios, com assisteocia do respe-
ctivo fiscal 00 agente, si boover, abooaodo*se-
ihe ama uratillcago para a despeza ue t-an*
sports, a qqal se'a tirada do depos to c eado
ueio rt. 17 e nao excedeote de cenio e ci-
o.enu mil ris mensaes, conforme a distancia'
-em direlto a qnaiqaer ootra remonerago.
L)o que aastm pr.tcede*rem commaaicare o
fac o josiflcatido o. Meando entendido qae se
des-a 0s(all8aeAo resultar colpabilldade para o
riscal on agepte ser proposta a exonerago dos
mesmos acoespanbada^de designago de qoem
-s deva sOn-lfTr.
Art 8.a A Gratitiagfo dos Aseses se bxada
son preposia doaichetes das respectiva- repar-J
ticoe, epreosJttniles de 200 at3Q0. meo-"
saes oa Capital Jederal e de 1001 a 203# fio-"
Estado, padenao nesies ser elevada a 2:01
para atN-ir&wecripges J form% qoe tive
rem naais de 0 fabricas on depos t s, ou qoe
rem mais de tres monuipios cora
rem
cuml
fab-^S*3B(>8UQ8.
' Art. tf* As gratfj(*ag6es serao arbitradas de
modo qoe sanca posaam absolver mais de me-
ta ie da reod.
Art. 10. Os tistes deverai apreseotar nos
primeiros ijaiAs de cada mea um mappa da
prodocg dasdobncas'e depisitcs qae Ibes es
ivrera subordloados. 00 d- -urso dos m-
xaa de Jinabo e Juno ora minocioso relatorio
di sua ospeccao, acompaaoado resumo da pro
du g 10 semestral, enuegando o ao ebefe da re-
patiigo qoi eslrveiem sobo-dinalos, qae <>
iraam'ittir i directora de rendas ac tnesoaro
*pWmeot^ 'forroade.
, Au -eaioriu deve se- acorap*nbaio de ara
raanp'* estaliiUco qae demoastire: o numero
.de fahri-.'as'.e deno-iios com os i.oroes de a.a
proprieiaoa, data da saa fon i- gao, fuuio ca
pitaj, valdra alerta prima importancia dos
ma.-.hipi oje>, forga da prudaego por qaaoti-
dades especia/, oumer* de operarios e ira-
portancia dio coosomo; bem assim o camero
de casas de negocio com os Domes dos sejs
dosos e a declaragao de lerera e peciaes 00
mixtas.
Os cnefes das repartigSe desigoarao ora em
p-egado para examinar todos esses trafialbos,
aura de sdrem im ledla'.ameote tonudas a-
p ovlden las co venientes BCalisago e boa
ordem dos servigos.
Art. 11 04 ''onospo admidst-adores das fa-
bricas e deposiras fd-o organisar escripia em
lvros especiis, pela qal te possa conne^e',
de pronipto e diariamente, nie s as qaantida-
serem por ella conferidos os boletms qae o-
meiTJios doaos 00 administradores de fab-icas
oo depc8i'.os fleam ob-igados a reraetter m salmenie a repa-tico. em coja circamscrlpgo
fo-em s toadas as faoricas oa depsitos.
I.* Esses livro se o Bollados e robrlcados
00 au'beolicados as respectivss repartigOes lo-
CSB8
2." A e-cr p'oragao fia al da fabrica pode
r rom pe ejder a do deposito oa deposito;
pertencentes mesooa firma oa razao social,
desde qae o deposito seja oa mesma locad la-
de, e eio ser snffi iente om livro de entra-
das e sabidas ; o qu nao sen a o deposito da
rjscalisago.
Si o depo ito 00 depoell s forem em logares
liffe-en'es cada a a td-a sua es --iptorigio. e o
exame versir sobre amo ?, pod-odo ser si-
mn nen.
3 Taes livros serao examinados pelos Bs-
caes do imoostj do fomo on oor empregado*
qne o ebefe da reparligo designar, e, qnaodo
esses uverem dovtda si>D-e a exactido da es-
cripia especi.il, pedirlo o exame da escripiu-
raco ge-al do e^tabelecim mo.
S i* Ns escrlptaragao deve Agorar diac-im
oadamenle a p .re relativa a veada do fomo
por qu-lqner forma preparado, de maoeira a
facilitar o exame oe qoe irata este artigo.
A t. 12. O calclo da prodocg&o aoooal para
o langamenlo assenta- no qoe a fabrica oa o
deposito 11 ver psodozido no anno aoterio-.
i.0 Si os dimos oa adra nistraiores reco-
s rem O" livros pa-a o exrme. si pe recoobecer
que sao toexac as as raformaces por elles
prestadas ou si do exame da escnpiuragjo oo
se poder cbegar a coobecimento da verdadei-
ra prodorgo, proceder-se ba ao lang*men o
do' arbitramento, fazeodo sn disso deciaragio.
S So caso do pa-aerapho preceden e o
arbitramento assenia-a sobre a capacidade p*o
oucora das macnina*, oa sobre o numero de
operarios do e:tabele:imen o, atiriboiodo se a
cada operario a oossibilidade de prodnzt' dia-
riamente 150 charuto?, cootados 00 asno 300
dias.
3 O pnmeiro langamen'o ser sempre por
abitramento e rectificado tres metes depois
pela repnigaj fiscal.
Art. 13. Todo o mlividao qoe fabricar cigar-
ros sera obrigado a empregar rotlos com o
seu nome, e oestes devela baver a declaragao
da roa e do numero da casa onde for produ-
cto manipulado.
Art. us qoe desacata rem por qoalqoe-
maoeira oa injoriarem os eoca*regados da Oa*
callssgo 00 exercicio de soas foocgoes sero
ponidos na forma do cdigo criminal.
Para esse fim o ebefe da repartigio enviar
ae promotor pobliro o aura, qae ser lavrado
pelo empregado nffendido e acompaobado do
rol das testemuobas.
CAPIIL3S III
Das ncengas
Art. 15. Todos os fabricaote?, administrado-
res de depsitos e mercadores de fomo, em
broto oo por qoalqoer modo preparado, tirarao
lireoga antoai, at 31 de Jaaeiro de cada anno,
psra cada casa qoe ti-eem empregada oesse
trafego. S a patente de liceoga Ibes dar di-
reito a esse negocio, seta de imponago, ex*
portago, coBSigoago 00 varejo.
Art. 16. A i'oDraoga das liceos s para o rom
mercio de fomo sera dividida em qaato clas-
ses, a saber :
i) Fabricantes de pnpa-ades de
lomo, denos ou a junnier do.
res oe ettanqoes e mercade-
res por grosto oa em grande
escala
2] Mercadores exclusivacente de
lomos e seas preparados, val.
garmeole cbamaoos cbarutei-
ros :
Com fsbrlco
Sem fab-ico
3) Mercadonas com diverses
ramos de negocio, cono se.
j .m : boteqnios, buhares, ca.
sas de nasio, de geaetos all.
menucios e ontros idnticos,
qae vendara fomos e seos pre.
parados como additivo ao sea
commercio
4) Mercadores ambulantes e par.
licolares que fabr juera por
coata propria oo alheia
Os plaoiadores de famos nao estao sjenos a
imposto de consumo, e 0S0 precisam de .icen.
ga para venderem os producios de saa co
Inelia.
Art. 17. A arreradago deesas qoaotias se.
r esenptorada como de osito e deltas se for
mar, na repa t gao arre adadora, om reK8tro
que, pa a base do laogameato, indique todas
as casas qoe neg -ia-em em fumo e seas pre-
parados em grande oa pequea escala.
As licengas deve-ae estar extrahidas at a
vespera do da mar -ado para comego da co.
braoga a boca do cofre.
Art. 18. A importancia das licengas ser ap
pilcada ao pagameoto uos flseaes e auxi.10 10
oagameoto e mais despezas com e execogo
deste regulamento. seado 00 Um no exercicto
coove.lido em renda da Umo o saldo exis-
tente.
An. 19. Qaem d'ixar de negocisr em fumos
e seus preparados ud-ado a fazer a devida
deciaragaoa reparligo fiscal, 00 Praso de 30
das, sod pena da multa do a-t. 29.
Si- Si a asa que fiodoo o sea negocio aa.
tes de termkiar O exercicio eativer laogada
com a prodotco do 'anuo aaterior e nao se
raosl a- quiledesse exercicio, abo loe ser da.
oa a b Ix* solitala ;
2- Nenboma iraos:erencia de estabeleci.
raemos poder ser feita aso qae o veodenor
p ov; estar qoit', n -a ido o conorador raspn,
savel por toda a divida existente ;
i As licengas sao iraasfenvels e serao co.
Oradas i Ugralmeote em qu.lqaer lempo qae
sejara ti-adas.
Art. 20. Niogaem poder negociar em (amo
eseu- p eparajos sem qae leona previamente
pttdido a reparligo co upe ente a respectiva
ucenga e arbitramento.
CAPITULO IV
Da cobranga do Imposto
At. 21. A c raraoga do imposto ser feita a
boca do cofre oa reeeoe'oria e os de.egaclas,
alfaadegas e agencias Bscaes, a saber:
Era ami s prestigio, ao mes de Aoril, se a
qooia oo ex -eder de WO*, ua Capital Pede,
ra, a 80' t as cipitaes da B-hia e Para e ci.
dades aa Cacboeira, S, Peiix e Santo Amaro e
a de <0) ua dem Em Juas pre lacees igoaes. em Abril e Se
timbro, ji exceier daqoellas qoann.s.
A t. 21 As casas aD-rt ,a deatro do exerci-
cio pagarlo pela pro iu' gao correspoodeole ao
lempo em qoe no mesmo txj c ci foacciona-
rem
i 00*000
50/5000
30*000
20JO0
20*001)
anota do segando semestre es aodo em divida
a do primeiro.
CAPITULO V
Das maltas
Ar'. 25. A recosa ao exame da escriplora
gao do estjbelecimeoto, a inexactido oas in-
fn-miges, oo si a escrlptaragao for feita da
modo a oo se poder conbecer a verdadeira
orodncgo, sojeitar o iofractor aa pagamento
do impo8'o por arbitramento e mus a malta
correspondente ao dobro da Importancia do
exresso entre a p-odaego arbitrada e a mam.
testada nao excelen 10 a 5 0 0*.
*'t-16- Eicam saje tos a alia de 200a) t
50u* todos ns esabelecimentu em qoe for eo-
coairaia, petas fiscaes ou p loemp-etado no-
meado pelo chafe, a escnpiorago atrasada ,
leveodo ser em acto coonooo rubricada e eo,
cerrada e cimmaaicado o facto ao reapectiT/o
cuete, qoe impor a malta.
Si dentro de 15 das, coala los da di a da
lO'imago oo for ella satis'eita ser a CJbraa.
ga feita execa ivamente.
Art, 27. Os qoe Bao tlverem a escripia em
livros orgaoisada de accordocom o art. 11 e
es qoe Da empregarem os rotlos designados
00 art. 13 ticam sujeitos : es primeiros a -oolta
de 1 O'K)* a 5:600* e os segondos a de 200* a
1 000*.
A-t. 28. Os qoe deixatem de impetrar a li*
cenga de accordo com os arts. 15 e 20 incor-
rero as seguales molla- :
Os comorehendidos no n. 1 do art. 16, da
500* a i :000*000.
Mero no a. 2 do mesmo artigo, de 200* A
400*000
i lem nos os. 3 e 4 de 100* a 200*000.
Paragrapho ooicc. Esta raudas seio ele-
vadas ao dob.-o si oo forem satlsfeitas deatro
de 15 das, contados da data da inumago,
ioroanio-se as disposiges deste a tlgo exten-
sivas aos qae at 31 de Janeiro oo tiverea
pago as llceogas.
Art. 29. Os qae rieixando de negociar em
fomo oo fizerem a declaragao de que trata o
art. 19 iocorraro na malta de 20* a CO*, a
joizo do cDefe ia repartigo, teado em vista a
classificagto oo arl. 16.
Art. 30. Os qae deixarem de pagar o imposto
aos praxos Bxados e pela maoeira ladeada oo
an. 21 iacorrero oa malta de 10 % elevada a
15 |., si demorarem o pagaments alera de 20
de marco do trimestre addiciooal do exerclto.
Estas maltas s comprebeadem os aegoiao aa
sojeitos ao imposto do fomo de qae iratam o
art. 1* e seos par -grapbos.
art. 31. Os ijfractores do art. 23, isto oa
qoe oo pedirem aroilramenlo, ficarra sojeitoe
a malta de om semestre de Imposto oo ex-
cedente de 2:500*, alera do pasamento qae de*
vido for. Si oo praxo de 15 das, cootados da
data da mtimago, ao for paga a malta sera
ella cobrada em dobro, execanvameote, po
deodo dar-se apprebeoso e perla em c-so da
relor.ideocia, de accordo com o art. 15 da le
r. 359 de 30 de Dessmbro de 1895
Art. 32. Os que deixarem de satisfaser aa
dlsposiges do artigo i3, qu ndo s esenp'-o*
ras, cam sujeitos malta de 200* e mais ao
pagameoto do prejoixo qae tiver a Pateada Na-
cios'.
Art. 33. Os infractores de qoe iratam o art.
4 i e seos paragr a olios ti .'ara soj silos : 00 pri-
meiro caso 4 molla do valor du imposto sooa*
gado, e nosegoodo eslabelecida oo art. 31.
Art. 31. Com as mollas estabelad las neste
capiiolo proceder-se-ba do mirara modo indi-
cado para as licengas no art. 18.
CAPITULO VI
Dos recursos
Art. 35. Das declres das repa tiges arre*
cadadoras, qoaoto ao laoga r.eo'.o e multas, ba
ver recurro, loterooaio pelos prejodicados do
prsso de 30 das oaiauos da dala da oecisao,
por meio de reqoerimento ao Ministro da Fa-
zenda transmittido cora o respectivo processo a
info-magao pela repartigo qoe boover profe-
rido a deeiso recorrida.
Art. 36. O recurso voluntario oo ex-ofliew.
1. O recurso volootarjo ser inierpoato
peos qae se jalgarem nreiu.Hca ios.
2.* O recurso ex-aficto ser nter posto pe-
los encarregados da cooraoga nos Estados
qoando booverem proferido despacho favoravei
a parte, por iotermedio das repartiges a qae
'iirer-j subordinados, oo praio de 15 das, com
eQeito sospeosivo.
Art. 37. O recurso sobre imposigo de malta
tiu poder ser accetto sem qoe preveniente
sejs depositada a respectiva importancia na re-
partigo fiscal.
An. 3*1. O recurso perempto oo sera eo-
caminh'do inyuncta sapenor e o qae for la*
levidamente eacaminhado nao ser tomado em
cooslderaco.
^ CAPITULO Vil
;*
Dsposiges geraes
Art. 39. 0 presente regulamento comecar a
ser execotado nesta capital e nos estaios de
cenrdo com o decreto o. 546 de 5 de Jalbo de
1890.
Art. 40 Os estabelecimeatos em qoe boaver
a fabncago de cigarros oio rica o sojeitos ao
imposto pelo cigarro ; mas sim pelo fomo em-
pregado na manipolagao -Jjs mesmos, desde
que o fumo tenba sido picado, migado ou des-
dados nos mesmos estabelecimeatos.
Paragrapho onico. As dlspoaiges dos arte
11 e 13 aoraogem os eslabeleclmeolos em qie
noave* a maaipolages dos cigarros.
An. 41. Para o primeiro leogameoto do jen*
oosto soore charutos de fabrico nacional sera-
aceitas as declaragOas e loformages dos qae
i.verem de ser conectados, segando o qae as
saas fabricas liverem prodaxldo em 1896.
Paragrapho uni :d. Si as ve-ificace teitas
oo 1* s rae-tre de 1896 radicarem qae oao fo-
ram ex ra as as bases offerecidas pelos colecta-
do*, ficaro e-tes sojeitos ao pagameoto do im*
posto por arbitramento e mais malta correa*
pondenra ao dobro aa mpotancia qae a mais
se reco ibecer evida.
Art. 42. A imponancia qae nao for paga,
qaer do imposto qaer das maltas, esta oo praaa
de i5 das e aqodU deoois de finio o semestre
a qoe se refere, ser cobrada execativameoie.
A-(. 43. as esc-iotn-ae, caria- de arrema*
tago e ootroa litlos de traosfereocia d do-
minio, sojeito ao impos'o de con-umi de fomo.
far-se-ba meogo da qoitac, qae seri pre*
vame/.t- rrquerida reoartigo cmprente,
Art 44. Sao admittldas deoancias conira as
fabricas qoe clandestinamente procuraren de-
fraudar a Pateada Nacin i, e ama vez Diovada
a denuncia, cabe ao denunciante metade da
malta qoe for por este mot vo imposta.
t. Sao moiivos de denuncia :
1) o facto de ser manipulado preparado de
fama em ama fabrica e ser esenptorada esa
seos livros prodnegao menor;
2) a morjiagem da fabrica de preparados da
fomo aem a competente licenga oa tem es*
Ofi^SSrSA* lSTZ trstl ?\*q ft^^-r S."i!.f
feiio por arbitr ment pira o fim re aer dada |
a licebcs para taes-cas^s funccloaarem. contar. !* > 3^de 30 de Dexembro d9JM_5, jb
me o a-t. 12, e rectifico pela .iaformago do "'"?.'f-S,,.--
flscal respectTO oo p.'la do empregado oomea. ue?:.*iS..r_*i.
ao peta ebefe da repartigo arrecadaJora. sera ** -R'O5-o-se as dispoaice- em eoa-
paga a differenea oa resMai-J qaaotta qae Um PeaeMWem l6 ie lDait0 de 189*^
^"*J?Sk** o Pagamento daFraacisco de PaoT. lodrifeWAlm
Mutilado

I
- T
-"



Diarlo te Penmmbiico -^ninta-reira, :** de Janeiro de 18M

Ministerio da Fazenda
Por decretos de 16 do crreme, foram do-
seamos :
0 3* esciptorario di Caixe de Amor'.'atjuo
Fraocisco Piolo de Moquita, para o loga- de
J. escnptu'ano da Alfandega da Paroanyba.
Bstado do Piaoby :
O 2-escrlptorarlo da Alfaodega de Paran-
byba, Estado do Piaoby, Praocisco Jorge de
Sonsa, para o logar de 3- eacnptarano Ja Gui-
sa de Amoriisacan.
Ministerio da Guerra
Fol expelido o segaiO'e avieo :
Hii) de iaaeiro, 17 de Janeiro de 1896- 8-.
director da Cotr.adori* Ge-at ta Goer-a. O*-
rlaro-voa, para os aevidos eSeitoa, que o* offi-
riaes mandados pral'icar e i quaiquer do- ser-
vigos especificados no art. 15 da le Q. 39 A,
de 30 de Jaoeiro de 1892, deve o perceber as
mesmas vaoiagens que ue.'tebem os que pa-
licam eui esirata de ferro, com ex;epgo da-
qeelles para os qoaes houver detenniuagj es-
pecial.
Same e fratemidade.Be-nardo Vaqaes.
Fj-am promovidos oo corpo poarmactotr
co do exerctto os aeguiates ufficiae :
A major ?artnuceotic3 de 3" dasse gradea-
do, o capito-pharmaeeutico de 3a classe or-
berto da Silva Ferras ;
A capito-pbarmaceutico de 3" classe. o ca-
pilo-pbarmaceutico de 3* clasce graduado
.-kunque AffoQ-o Botelho.
Coacedeu-sc, conforten pediram, t-O'-a de
coros eatre si aos capfies J-s Feliciano Lobo
Vianna e Manoel Xavier de Ouveira, este da 1*
balera do 3* reg-meoto de arlilbaria e aquel-
ie da 2* baieria do bita bao da mesma ar-
ma.
- Fora i transferidos :
Para o IV Pitaina> de iofaolaria o tenerte
da mesma arma Francisco ADlDDes da Co-t ,
contorme pedio.
Para a arma de anilbaria o alteres Jooatba?
Borges Forte?, do 25 batainao de i ufa ata na.
Para a arma e cavel'ana o alfares Octavio
da Rocba Orieotai do 30 oatalbo de i adia-
ra-
Para a arma de loaniaria o,alteres Olympio
Jorge Mootenegro, do 7* regiment de cavar
lana.
Foi reformado o capi'ao do 2- batalbao de
infamara Presciliano Nuoes de Abrea.
= Foi graduado oo pnmelro posto do exer-
eilo. o ex-ulferes a commis ao Luiz Bezerra
1 Costa, coolorme pedu.
Ministerio da Marinha
Ao ebefe oo estado-mslor general da arma-
di, foi dingiuo em 11 do correle o seguate
viso :
Sr. cnefe do estadj maior general da ar-
mada..Ttoho prseme o officio queme di-
rigales em 27 de mes prximo passado, traos-
siliiodo o reqoerimeoto em que o vice-almr
janie Edu.tdo Waodelkolk repreaenta acerca
da situagao que jurdicamente Ibe compete > m
Jace do decreto u. 310, de 21 de Ourabro do
acoo pas-ado.
Allega o requereote ;
que Be acbava reformado por desreto de 7
de Abril de 1891, e porUoto toclotda aa am-
ustia plena concedida por aqoelta le;
qie a restricto do art. 1- 1' da mesms
le Do pode atingir os otnci.es reformados
aoe j se arbam na oactivldade, para a qual
nao podem ser transferidos seaao os da classe
activa e que nao cootam lempo para a refor-
ma;
qoe, admittindo que em tal restrlcgo fossera
comidos os officiaes reformados, eeu tffaito se
liria sentir apenas soDre as qaoias que variam
scgUQio diflereocaa legaes de eitoago, de
ende resultara desigualdade oconciliavel com
a peneameato do legislador;
qce a le cuosidera a ituagSo dos amnistia-
dos no momento de pronunciar ee a amnista ,
losqueeniai escapam ao alcance de ua-
?es negoes nao podem tocorrer Bellas poste'.or
nenie por urna coullngeacia accidental a ea
stranba;
que a propria lei declara que o praso de done
annos, durante o qual os officiaes oao podem
ser cDamado8 a servico activo deve ser datado
da data em que e< amnistiados se apreseotam
as autoridades competentes e elle requereote
se acba preso desde Junbo de 1893 ;
e, Baal&enie que, em quaiquer nypotbese
elle requereote esta fora da reserva e pecial
creada pelo refenao deceto de 21 de Oatobro
9 deve rever er a aclivloade que ibe compele,
^.loact) que aonullon a reforma ncooetitu-
ciooal de 7 de Abril, porqaaoio, oo esea reser-
va nao abrauge o peticionario, que como re-
armado ao lempo da decretadlo da le, era
maccessivel a oacuvida ie peaal qua ella pres-
t*eve, oo sendo a aprsenla,ao do amnis lado
le autoridades legaes o termo inicial no perio-
do da reserva a de ser contado de 7 de Ju-
nbo de i893.
Couside'aodo que o requerente nao era real-
mente reformado, ao promulgar-se a le n.
!3U, de 2l de outooru, porquaoto o decreto
qoe olas reverter a envidada declaren oollo
naci inconstitucional que o reformoa e o que
enullo oenbom efleito.produi e se considera e
presume nunca ter sido felto oero existido ;
Conaideraoio qu-- desse decetj |decorreram
>a.-a o otplicunte os direitos de perceber
feocimeatos, como addido ao quartel general
la armada, se nao tivesse assento no senado
JederaL e de contar para a reforma como de
ervigo aciivo todo o tempo durante o qual
pertaanecea illegaimeoie reformado ;
Considerando que o oefarneno da peticio
agora apres^aiad^, sena nada menas do qoe
conferir ao peticionaria e outros o as mesmas
ronaiies urna doamiaie da siiuaco qoe Inee
trarla ampias vantagens, o que nao justo
em rasoavel;
Uootideraouo que o lermo Inicial do periodo
da reserva oo pode ser contado da dala ante-
rior da le que a eUOe eceu : 1', porque o
requereote oSo se aprtseotou voluntariamente,
mas, peio cootra-i), foi preso, aiDda cjm i-
armas na m&o, em Smta Cainariaa ; 2-, porqur
Bao fii de ceno o pentamento do legislado-
sbbeleoer orna penaliade ao m^smo lempo
aoe conceda urna amnista, mas visaodo inte-
ressea de erdem elevada cooservar aflasiado
do servico acvo durante doos annos depon de
lermmada a lua civil os otnciaes que se rebe-
laran contra n goveruo constituido ;
Resolveu o Sr. preeMeote da Repblica in
deferir o referido reauerimento.
Saude e fraiernidaue Elisiario Jos Bar-
bosa.
Goveruo do Estado de Per-
nambuco
Rey ulamento orgnico da ad-
ministpacsio do cnsino publi-
co esfadoal.
. CAPITULO IV
D o fundo escolar
(Continuafo)
Art. 40. Fica creado o fundo escolar, des*
Usado a auxiliar o desenvolvimento da mstru-
ccSo primaria, sertindo para a construcc&o de
casas escolare?, melhorameolos das actuaes,
acquisicao de mobilia e material lecboico,
tompra de llvro, roupa, calgado e objecios de
escripto para os alumnos pobres.
Art. 41- O fundo escolar compe-se :
I. Do produelo las multas cebradas era vir-
-inde das lels, regulamento e regiment da lo
slrucjao Hublica.
II. Da importancia dos emolumentos pagos
por certirJOes, nomeagOes, remo6es e licenca,
e dos descoutos dos vencimentos nao s dos
prolessore8, como dos demais funeciouanos da
Insiroccao Public.
III. Do* donativos e legados expressamente
Jetios i ostrncgo.
IV. Das qootas destinadas ao fondo esco-
lar, votadas pelo poder legislativo.
V. Das sobras rem as difiranles verbas da despeza da Se-
cretarla "o Interior.
fljVI. Do producto da venda oo arreadamen-
te' de trras publicas e develutas.
Vil Ds quetas em favor da Instrucc&o Pu-
blica arrecudadas em virtud de clausulas de
contractos feitos com o Governo do Estado.
Art. 42. A arreeadafiao das diversas ver-
has que cooslituem o fundo escolar ser falta
pelas estaces flseaes e escripturadas em lvro
imperado qoe e iBtitolar Ctixa especial d
fundo escolar. "
Art. 43. O Secretario da Fazeuda semestral-
mente enviar ao da Secretaria do Inier.or um
lialancele das quanaa arrecadaias pelo cofre
do fundo escolar e das despe.iaatfeitis por asa
calxa, de modo a mostrv o saldviistenve.
Art. 44. vista aasae salve o overuador,
do Estado ordenara o emprego e. a iipiribui-.'
gao do mesBO pelos tBUUMSipios do Estao^
guardando a devi la proporco ao numero da
escolas de cada municipio e ao de alumno*
pobre qo ae frequeotau.
Art. 45 O Goveroo dar as iostrucc&s
neces^anaa p. do fundo escolar e o san mais proficuo empre-
go e equitativa disMbuicao.
TITULO-II
Da nspeceo do ensno
CAPITULO I
Des funecionanos a quem iocumbe a inspe
cgo :
Art. 48. A suprema direceo da instruccSo
prim-ina cabe ao Governador do Estado, que
a xerce por iutermeJio do seu Secretario do
Interior, Inspector Oeral e inspectores escola-
res, decidiodo os negocias que Ine competirem
por le e pelo regulamento, determinando a
a.iopcSo de quaesquer medida qu" se Ibe nao
opponbam e forera reclamadas pela regulan-
dade e exigencias do servido.
Art. 47. A imraediata iuspecsao do eosino
incumbe :
I. Ao Secretario do Interior;
II. Ao Inspector Geral da Instrucco Pu-
blica ;
III. Ao Couselbo Superior di Instrucgao Pu
blica ;
IV. AO' delegados da ensno.
V. Ao* inspectores esco'ares. *
seccao 1*
Do Secretario do Interior
Art. 48. Ao Secretario, do Interior, como
auxilar do Governador do Estado na supr-ma
dir^ccSo do ensno, compele :
g I.' 1. Nomear as commuses examinado-
ras dos concursos.
2. Resolver s.'bre as reformas que Ihe fo-
rem propostas pelo conselho superior, por ia
termedio do inspector geral.
$ 3.' Refereodar os decretos de noraeagao
dos pri.fosseres das escolas complementires e
do? preliminares de 4.* eotrancia, eos de apo-
sentadora e declaraco de vitaliciedade qu-
a el'a teoham direito.
4." Assignar as portaras de nom^acao dos
professore8 pri narios de 1*, 2 e 3.* entr-
ela, as de remocSo de professores p r qailquer
dos motivos que a podem determinar, as de li-
cenca a iodos os funecionanos da instru cao
publica e as de concesso de gralicages es-
peciaes e premios.
5.0 Sr intermediario das propostas de or-
cimeolo das despezas com a inslrucco publi-
ca, que ao inspecior geral compete animalmen-
te apresentar-lhe para que faca parle dos rela-
tnos annexos meosgem do Governador. do
Estado.
6.* Tomar conbeciraento dos relatnos que
Ibe Jurera annualmente apresentados pelo in-
spector geral, procurando mais especialmente
acompanbar de perlo o resultado da misso
dos inspectores escolares.
7." Crear, sob prorosta do inspector de
nstrueco publica que ouvir o conselho supe-
rior, Kscolaa ambulantes nos logares em que
as circumstancias previstas a'este regulamea-
to o exgirem.
8. Ser intermediarlo dos resultados dos
concurs is que, como base das uomeies para<
o magisterio publico, incumbe ao inspector ge-
ral aoresentar ao governador.
g 9 Tomar conhecimeolo e jolgar os recur-
sos sobre os julgaraentos profer Jos pelas con-
gregages do lusiiiuto BenjamiaOflstant e
Escolas Normaes.
g 10. Resolver sobre os assumpto adminis-
trativos, a reapeito d s quaes lr consultado
pelos directores das Escolas Normaes e Insti-
tuto Benjamn Constaot, ouvido o inspector
geral da ioetruccao publica.
SEcgo 2.*
Oo inspector geral da inslrucco publica
TTTTT49. O iispector geral da iostruccao pu-
blica, como chefe do servico da iostroegao no
Estado, o fuoccionano encarregado de exe-
utar as delibraseos do governo e do conse-
lho superior.
1." Sua noraeago da competencia do go-
vernador do Estado, oeraote quera prestar o
compromisso legal e tomar posee do cargo,
que exercer por ires annos consecutivos, nao
podendo dorante esse praso ser exonerado se-
ndo a ped lo ou em v rtude de sentenca de
que.resulte suspeneao ou demissAo de todo o
emprego publico : Ando esse prazo o governa-
dor do Estallo o racenduzr oo nao, segundo
convier ao eesino publico
2 Pader ser oomeado para exercer o
cargo de inapeelor geral quaiquer cidadao
comtanto que seja titulado por quaesquer dos
cursos superiores da R-publica, ou que tenha
exercido cargos no magisterio primario ou se-
coodaho, publico ou particular, e se baja dis-
tinguido em estudoR relativos inst-uegao.
3. E' incompativel o cargo de inspector
com quaiquer ostro rerauaerado ou nao, ex-
ceptalos os do magisterio publico secundario
oo superior.
4." Ao inspector geral s5o subordinados
todos os professores e directores de escolas a
collegios pblicos e particulares, e quaesquer
funeciooarios da nstrueco publica e biblio*
Ibecas estadGaes.
5 Compete 80 inspector geral inspeccio-
nar e fiscalisar por si, pelos delegados de en-
sno, pelos inspectores escolares amontantes,
as escelas, collegios, casas de educagao e es-
tabelecimentos de iostruccao quer pblicos,
quer particulares.
6. Regularisaro ensino publieo, expedio-
do, com approvacSo do secretario do interior,
as necessartas Insiruccoes.
7 Proceder ou mandar proceder quaes-
quer exaraas ou diligencias precisas para a
ndopcao de providencias tendentes ao melbo-
ramelo do eisino e boa exeeuco das dis-
posicoes que o regulara.
8 8.- Ouvir o cooselho superior nos casos
declarados n'este regulamento e serapre que o
juluar conveniente.
9.- Presidir, as sessas do conselho sopa*
rior da inslrucco publica e tomar parte era
soas deliberado.-8, teodo, alm do voto singu-
lar, o de qualldade, nos casos de empale.
10. Presidir as sessOes do cooselho supe-
rior, regular-Ihe os traballios e discusses, e
mandar proced-r as diligencias necessarias as
suas i.eliberaG6es.
g 11. Remellar ao secretario do Interior,
com informaco sua, os pareceres do cooselh:>
superior e suas delberagoes, nos casos era
que necessitem de subir resolujao d'aqueHa
autor dade.
12. Presidir os exames e concursos para
o magisterio publico e conferir titnlos aos ap-
,pro va'los.
^ 13. Organisar, mediante audiencia do con-
selho superior, o regiment interno das esco-
las e dos estabeleciraentos de iostruccao pu-
blica, submeMendo-o approvacao do secre-
tario do interior.
14. Adoptar, fazendo substitoir ou rever
os compendios e livros para ensino as es-
colas publicas, ouvfnde o conselho superior.
g 15 Faxer organisar e reraetter aas profes-
sores pblicos, no principio de cada anno,
ama relacao dos livros e compedios adopta-
dos.
g 16. Expedir, depois de ouvldoo Goncelbo
Supe ior, o prjgramma de ensino das escolas
primarias, regulando as hces. exercicios, ho
rano, exaraea e o mais que convier, podendo
esse programma ser revisio quando for neces-
sario.
g 17. utorisar, a titulo de eosaio, o em-
prego de quaiquer novo metbodo ou systema
recemmendado de ensino, acompanhando, por
si ou por seus agentes, o seguimeolo das li-
S6j8 e verifleande o grao de aproveitamento
dos alomos.
g 18. Visitar as encolas bibliothecas quaes-
qoer estabeleciraentos litlerarios do Estado,
quer publico, quer particulares.
g 19. Deferir juramento aos che fes de es-
tabelecimentos luteranos do Estado, profes
ores de iostruccao primaria e secundaria, ao
Secretario e aos demais en:pregados da- ios-
truccao Publica.
g 20. Marcar aos professores nomeados oo
removidos praso no qual assumam o exerciclo
de suas cadeiras, adendendo as distanciase
uto excedeodo de 60 das.
g 21. Abonar e justificar, ou nao, as fallas
dos professores pblicos primarios e dos em-
pregados da repartico da Io-truccfto Publica.
22. Rubricar os attestados de exercicio
dos pxoleisosea. de insUufl|o. primaria, par
que posaagiicefieber o v<-.adBMt>(, lima vez
que taes alteando* etajam.aampiUenteraeala
visado*. peiMidalegade de enano,
i S 21, Igyar*per\.doi1at|gos. .. a coa-
flrmaripara .>ue- possain. pro-toair o devido !
fo i lo at qa. aos.. uro fesaeres publicas impuse-'
rain os daicgadjMJ de eusiia. e oa iosp-cturs
tMcolaeaa
g 24 Propor.eo Secretaria- do fcUrior, ott
va i o Cooieliia Superior, cujo;. iiaipcer anue-
xara proposta :
I. Os in nviduo8 habilitados .para o magis-
terio publico.
II Ot professores publie s que devara ter
accesse ou remojo nos termos des le regu
lamento.
III A concesso da gratiQcacao extraordina
rios de que tratara os artigos.. ..
IV. A jubilagSo dos professoresjque estive-
rem as circumstancias legaes de navel-a e a
demisso dos effectivos que a teanasa mere-
cido. .. *#
V. A creac/o, transferencia, sappress&o ou
eocerrameuto da caderas de nslrocco pu-
blica.
VI- adopgo do raelbodo ou systema de
ensino a que se refere o g 17, quando ortica-
mente reconhecido, sua conveniencia e vanta
gem.
VII. As alteracdes que a experiencia acon-<
aelbar no rgimen techmeo, disciplinar e eco-
nmico das escolas e estabeleciraentos da lo.
strucc&j Publica.
25 Contrmar as nomeacOes de profes-
sores interinos, quando fetas pilos delegados
de eesino, nos termos do ait. 79 2, se en-
tender -ju-' os nomaa los sao idneos, e deuiit-
til-os quando as convenieocias do ensino oexi
girem. Se os delegados de ensino n5o flzerem
em tempo a refer ia nomeaco, compstir esta
ao Inapeelor Geral.
26. Fiscalisar o expediente, e todos 0>i
mais trabalbos da- reparligio da lnsuu-co
Publica, autorisar as despezas com o servigo
d'esla e das escolas, quanto ao fornecimeoto
dos objectos que llies rorem necessaric.s, e re
quisitar o pagamento da Secretaria da Kazenda,
por intermodio da Secretaria do Interior, quil
a -atisfara luda a- vez que se nao der excesso
das verbas respectivas da le do ornamento.
27. Suspender do exercicio e vencimen-
tos, al 15 das, os empregados da reparlicao
que coinmetterem faltas no cumprlmeote de
Su US ti e veres.
g 23. Apresenlar ao S at o da 1." de Fevereiro, um relatorio do es-
lado e movmanlo da Instrucgo Publica e par-
ticular do Estado, no anne.anterior, com todas
as iniicijOis conducentes ao progresso Js-
envolvimento do ensino, que a experiencia ei
o --stu-lo Ine possam suggerir, addicionando
I. Um quadroestastico das escolas e esta
belecimentos de inslrucco ; e
II. O orgamenio das despezas a fazer-se.
como pessoal e material do ensino publico.
29 Exercer todas as mais funcgOS de-
claradas ui.s leis e regula nentos, e quaesquer
outras, coucernentes ao service sob su direc-
Cao, das quaas o encarregar o Secretario doj
interior.
30. Providenciar sobre a publtcago de
urna.revista mensal em que os professores se-
jato infrmalos a reapeito do progresso do
ensino.
g 31- Dar attestados de exercicio aos in-
spectores escolares para o recebimeoto duS
re?pe -tivos veocimento*.
32. O Inspector Geral visitar pessoal-
mete aos escolara de 4* enlrancia, exercilan-
do, quanto a estas as fuoccoea con Badas aos
inspectores escolares.
33 0 Inspector Geral ser substituido,
no impedimeotos temporario*, pelo vice pre-
sdeme do C o elho superior da nstrueco
Publica, o qual ser annualmente eletto na 1.*
sesso do mesmo conselbo.
(Contina).
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIPRES E INSTRTJCfO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DA 29 DE JANEIRO DE 1896.
Joaquim Telles de Menezes, sentenciado,
pedindo perdo do resto da pena.Ao Sr. i
Dr. Juiz de Direito do 2. Districto Criminal!
para Informar.
Bacharel JosCavaldnte da Costa, Promotor
Publico de Tacarat, pediodo proroVaca ^B
licencaSim, na formada lei.
Amonio Joodn Araujo, pedindo pagamento
da quantia de 180j(000, proveniente de diver-
sos coocertos em duas carrogas e arreios do
servlco da Companhia de Cavallaria. Defe-
rido nos termos do offlcio desta data ao Sr.
Dr. Secretario da Fetenda.
Abaixo assigoados de corameretantes resi-
dentes na Cidade de Goyanna, recorrendo de
urna deliberaco do Goselho Municipal d'a-
queHa Gidade.Remettido aoSr. Dr. Procu-
rador Geral do Estado para que se digne de
emittir parecer.
Abaixo assigna-lo, socios do Monte Pi P.
Peroambucano, pedindo providencias no sen-
tido de seren respeita4as as dlsposigOes dos
respectivos eslalotos. E tendo o Decreto n
2711 de 18 de Dezetnbro de 1860, revogado
pela Lei Federal n. 173 do 10 de Setembro de
1893, a qual aboli a interveogo do Goveroo
as associagOes da natureza das de que se
trata, nada lia s deferir.
o PORTEIRO,
C. Moran.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despaches do dia 2Q de Janeiro de
l8g6
Antonio Lourenjo dos SaBtw, Joo Edel
trudes de Azevedo.-Ao Sr. Archivista para
informar.
Andr Maria Piobeiro.A Secco do Con-
tencioso.
Francisco Rodrigues da PaixSo.Informe o
Collector de Timbaba-
Abaixo assigoados.Informe o Collector de
Timbaba.
Atrtraio Joaquim Fernaodes, Antoio Ca-
valcanle de Albuquerque Si, Jos Severino
Car eiro.Informe o Sr. Dr. Sub-director da
Conlabilidade.
Antonio Luiz de Mello, Joo Manoel de
Sooza, Luis Maria Ribeiro Gvimares. Diga
o Sr. Dr. Procurador Fiscal
A. Vieira & C., Antonio Alvea Pacheco, Au-
gusto Suva & C, Alfredo Domingues da Silva,
iFigueiredo Silva & C.Jos de Moraes e Souza.
Informe o Sr. Dr. Administrador da Re-
Rufloo da Silva csmo alienado,
* conveniente dastino.
unico-me o delegad da polica,do
?Mp/^lrio de Bom Conselho, qu* no dia l do
corenje mez, no lugar deaotatna lo Pgo do
Veado d'aquelle municipio, o in lividuo de
nom*.J,oae do Bom-Fim, deafacbou um tiro de
bacaraarle em Jo> Cosme da Silva, qu fal-
lecen instantneamente.
Contra o criminoso, que evad*-se, procede
a meima.aatoridade nos termos na lei
Tendo a A Provincia de 24 do correte
mez, publicado um.teUgra.m:ua procedente de
Darreiro?, datado do da. antecedente eassi-
goado por Manoel Quinhantos, no qual se diz
que o povo d'aquelle municipio alarma lo est
se mudando, que parle lo commercio es' fe-
cltado e no qual se pede providencias ao com-
mandaot da gaamico, m-m-Vei vir a aiinha
presngj o signatario do referido telegramma
e daa. suas de larages que me fes ao inteno-
Bal- veriflca-e que o Ci n'edo-do mesra i
telegramma ncerra urna revoltant falsi lade,
estando o municipio de Barreirus em completa
paz.
4 E para raelhor apreciardes a veracidade do
conceito que a tal reapeito aqu emiti, man-
-le eoserir n'esle officio o auto de perguntas,
a que -obmetti o dito Manoel Quinnentos, que
se chamma Manoel Joaquim Quinheatas, no-
mem aaalphabeto e que confessa ter assigoado
o dito tel gramma sera bem conhecer o que
n'elle se conlinha -e un-namenle iliud lo por
Olympio Thaodoro da Silva, negociante na ci-
dade de Barreiros, qua o fez asignar o tele-
gramma mencionado.
Auto de perguataa feitas a Maaeel Joaquim
Quio'aentos.
aos 2i das do mez de Janeiro do anoo de
mil oitocentos e nvenla e seis nejta cidade
do Recife e Sacrelaria da Questura Policial
presente os Drs.Jos Felippa Nery da Silva
Filho, quastor policial e Victoriano Regueira
Piolo de Souza, 3- promotor publico da capi-
tal commigo abaixo assignado servindo de
escrivo, compreceu Manoel Joaquim Qui-
nhantos com quareota e cinco annos de idade,
viuvo, natural do Esta lo de Alagoas, ctiarulei-
ro, nao. sabe 1er oem escrever, apenas assigoa
o seu nome.
A autraa perguntas que Iho foram feitas res-
pondeu da forma seguate :
Que o telegramma que se l n'A Provin-
cincia de 24 do corrate me', sob o numero
desenove procedente de Barraros, datado de
23 desta mesmo mez e que contera o segua-
te :
O povo alarmado est se mudando parte
de- commeroio- jase- ada fechado. Pedimos
procidencias ao commandante da guarnico.
Manoel Quindenios, nao de sua lavra pois
que-elle respndeme o analpbabeto o aesig-
nou sem saber em qua termos era o mesmo
telegramma escripto;
Que Olympio Tneodoro da Sil-a, negocian
te na cidadn de Birreiros e all rsid-nte foi
quem escreveu o referido telegramma e quem
convidou a elle respndeme para assignal.o
ao que elle mesmo respndeme acceden in-
continente visto (er o mesmo Olympio Ibe
(Jeclarado que o telegramma era um pedido
de garantas ao governo pora os habita!.les de
Barreiros :
Que Olympio escreveu o telegramma era
sut propria casa e nao leu e para que elle
respondente eoubesse quaes os termos que se
condonara oo riendo telegramma;
Que at elle respondente suppoz que o
mesmo telegramma ia ser dirigido ao questor
policial os ao Sr. Dr. Sec etano da Jusiiga ,"
Que referuido-se ao que cima se encon-
tra no theor do telegramma transcripto af*
trma que nennom barulho havia na cidade e
-penas o que exisiia-era urna- noticia ou boa.
todeque um grande baruho se ia dar na
cidade de Barreiros em virlude da priso do
individuo conbecido pela alcurnia de Cigaoo
Douior :
Que alem ilo boato e da noticia de ptMe
dencia para eile respondeote deconliecida e
de fundamento para elle respondeote nao sa
bido aada mais bavla nao obstante diversas
pessoasacharen)*se amedrentadas por tal boa-
to a noticia de barulho ;
Que apenas-da cidade de Barreiros retira-
ran]-se duas familias e as nicas casas que
se fecharam foram a botica e mais duas outras
casas commerelaes que todo isto se passou oo
da 23 j referido ;
Que a elle respondeote e a sua familia nunca
faltaram garantas de especie alguma na cida-
de de Barrearos-onde reside a trmta e lao'os
annes, teodo elle respndeme sempre votado
no parlido autonomista e acompanhado o Sr.
Jos Francisco Bello Fltio a quem deve ami-
tos favores ;
Que o capitfio Galvi commandante do des-
tacamento policial saliendo tambem do boato
do barulho que corra tomou Certas medidas
preventivas sem qua entretanto eoubesse qual
0 undameoto de tal boato e se este o tinba ;
Que chegando peras 9 horas da noute pouco
mais ou ren is no mesmo dia 23 o touente co-
ronel commandante de 3- bataino, dita ci-
dade de Barreiros todo o alarma cessou e oo
mais se disse que algum barulho eu conflicto
ia dar*se em Barreiros-
E por nada maio t-aver deu se por concluido
do este auto de perguntas que depois de li do
e acbado cooierme val assigoado oelos Drs.
Questor Policial e 3- promotor publico da ca-
pital, pelo respondente e por mira Jos Ucha
Sobnnno, amanuense da Secretaria da Questu-
ra Policial, escrivo que o escrevi Jo^ Felip-
pe Nery da Silva, Victoriano Regueira Pinlode
Sousa, Manoel Joaquim Quinnentos, Jos
UchOa Sobrinbo.
Saude e fraternidad.
O questor,
Jos A Nery da S. Filho.
cebedoria.
Joaquina
Informe o
dade.
Carolina de Araujo Figueiredo
Sr. Dr. Sub-drector da Contabli*
O PROTOCOLLI8TA
Francisco Militiiio Ftrreira. -
Questura Policial
Secco 2'N. 21-Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peroambuco, 28 de Ja-
neiro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbo,
digno Secretario da Justlga e Negocios Interio-
res.
Parlieipo-vos que foram racolhfdos Casa
de Deleugno os seguimos individuos :
No da 25:
a' ordem do delegado do 1. districto da ca
pital, Emilia Maria da Silva, como gatuna e
Jos Antonio de Medeiros Pinto como alinalo
at que possa ter o conveniente destino.
A' ordem do subdelgalo da freguezia de
Santo Aot nlo, Herminio Marques dos Santos,
como gatuno
A' ordem do subdelegado do 2. districto da
freguezia de S. Jos, Manoel Jos de Araujo e
Augusto do Nascimeoto, romo desordeiros.
No da 26:
Nao foi individuo algum recolbido n'aquelle
estabeiecimerjio.
No dia 27 :
A' minha ordem, Manoel Quinnentos, para
averiguacoes policaes e Virgolino de Oliveira
Mello, viudo do Estado do liLranbao, at que
possa ter o conveniente destino.
A' ordem do Dr. juz do commercio, Joao
Peregrino.
A' ordem do Dr. delegado do 2.* districto
da capital, Maooel Ramos Bezerra, para averi-
guares policaes.
A ordem do subdelegado da freguezia do
BECEBBDORIA DO ESTADO DE PEIIAII- Do minino braslleiro, Dr. Ylc-
BUCO
Despachos do dia- 9 d* JaneirA da
i8q6
Thom Rodrigues da Cuah^- Inorme a 1.'
geccao.
Herminda Rosa de Lima, Marcos Anton >
do Sacramenio, os menores Luiz Isauro e
Pedro, Albos de Adelino Franciseo da Costa e
sua mulher Anua Maria da Costa.Informe a
l. Secco.
Joo Ramos. A 1.* Secco para os devidos
os.
Firmioo Gomas da Costa..Ind-fe.ridn.
Maria Joaquina da Pas. Iiforme a 1.* Sec-
gao.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Quintaraes.
ESTADOS I NliO
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 28 de Janeiro de
l8g6
A Companhia Great Western, of Brasil Ra-
livay Limited.Deferido nos termos do offlcio
desta data ao Dr. Secretario da Fazenda.
Samuel Ramos-de Farias. Informa o Dr.
director da 3.* directora.
O PORTEIRO,
Arc/iias Mafra.
Secretaria da Industria55. di-
rectora
inspectora geral de iiygiene
Expediente do dia-2g de Janeiro de
1896
Jos Gongalves da Costa e Perreira, Rodri-
gues &(-'., pedindo para mandar examinar
cafe. Ao Dr Ajudaote para exaainar.
Foram considerados em condigoes bygieni*
cas para serem habitados :
Pelo Dr. Gommrssario do" 5. Districto os
predios ns. 46 da raa da Restaurago e 12 da
ra do Pnarol.
Pelo Dr. Commissario do 2.' Districto, o
predio n. 200 c da ra Imperial.
Pelo Dr. Commissario do 3 Districto, os
predios os. 20 da ra das Nympbas e 42 da
ra do Deo Fa ia.
Secretaria da Inspectora Geral de Hygiene
do Estado de Peroamnuco, em 29 de Janeiro
de 1896.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
Despachos da prefeitura municipal
do recife, em 29 de janeiro de
1896.
Luisa M. Perera da Rocha, Joo Jos de
Araujo, Flix C. da Silva Teixeira, B-llarmina
Francisca da Silva, Candida de Oliveira Gentil,
Antonia Mara daConceico.-Sim, dos termos
da nformago do chefe do servlco techoico
Gratuh no dos Santos Vital, Dorotha Ama-
lia da Rocha Villela CSim limitando se
ao requerido.
Fehsarda Maria da Conceico, Aotonio D.
Carneiro Vianna, Contraria N. S. do Lvra-
mento.Satisfaga a exigencia do chefe do
sarvigo te hnico
D. Geralde Van Caln, Anua Felippa da
Con eigo. Indeferido em vista da 1 nforma-
go do cnefe do servigo techoico.
Antonio Gomes Cezar de Mello.Deferido.
Secretaria da Prefeitura Municipal do Recife,
29 de Janeiro de 1896.
Nuno Alve$ da Fonseca.
SUL
Matto Grosso
O exaove-nador Ueste Estado Dr. Martinbo
fea concessfies para me!ho'arant s impo-tan
tes oo Estado, e o autor Dr. Crrela da Go-'a
em Outnbro prximo Di-.ssado p- r-jgnn o ori-
egio dessas coneessOes a Ballivian, Mercado
& C.
R-CPOeuos um trabslbo referente s mesmas,
qoe -a 1 e nma estrada de rotagem Ce Santo
ntnnio no MaJelra at Goajar-oirifo, no Ma-
rnoririgaco do rlo-^aaoor da estaco de
Gujara.Minm at a cidane de Matto Grosso.
Sobre estes meibor-''mantos qo mnto devem
coacorrer p ra o pregresso e engrandecimemo
d'aqielle ri^o Es'ado, l-se no traDalbo a que
nos referimos o seglo e :
Estraia de rodagern de Sant3 Antonio Goa-
ja'-iii'lro, estrada de ferro no mesmo trajelo
para eobsiiUiir a de rodagem, oavegagio vb-
r.or do r'o Guapor.
Es'as empresas acbam-se destinadas a pro-
mover effi azmente o desenvolvimento commer-
cial e lodustnal d'aqnelUs regiOes.
Teodo-se j narjuorado os trabalhos da es-
trada d redagem, cojo principal objecto de
se-ri- de tragado otira inicial ferre-via defini-
tiva, evita-^e desde j o passo de J6 das nomea-
d eacriflea-u diariamente.
Ao mesmo t^mpo esta estada- permitte dar
inmediata cabida ao abundante gado vaceum
do departamento de Beoi. na Bolivi, para ren-
d'-zir aos mercados do MaCelra c. mono parti-
cularmeme para as cap! aes de M;o'-os e Belm,
cojos constantes epfurgos nara procurarse esta
aliKo de primelra necessidade ten so al
agora ictrootrosos.
A ferro-va qoe tem de substituir a estrada 1e
'od-gem far' d?saopareeer as poderosas bar-
reiras das cachoeiraa one jintamente inspirara:
terror e tmpedem a sfflaencia de bragos, qna
sao tao valiosos n'aqoellas privilegiadas re
giOea.
A estaco de Guajar-MIrim tem de spr o cer-
Iro, 0"de convlrja a admiravel rede fluvial da
(esa meridioaal do Amazonas, aitrahinio o
commercio da maior parte da Bolivia, e offere-
cendo novos borixontes m-B diverso interesses
-1 Brazil, emuitoespecialmente, ao iTp.rtanie
Estado de Maitc-Grosso.
I" E' por Isso que este Estado se occop3 de
restabelecer a estrada qoe pariindo de Coyab
se dlja sua-antiga capital Ma'to G'oso on-
de ha de comegar a navegago a vapor do rio
Guapor e-iago da ferro-via Gaajari-Mlrim, e
coounoar al Santo Aotoriio em um prrearao
da ptrto de 300 kilmetros para proseguir a-ar-
mai nvegagt> de vapores de alto bordo pelo
Ma '1 i-a e Amazonas at o Atlntico.
2.* Dssde o porto Velarde 00 rio Manor oas
proximidades da cidade de Santa Cruz pela
Serra (Boitvls) navega se a vapor at a po ita
do Guaiar-iHinm.
3.a Esta meema navegago serve em sea oer-
corso nos iaieresse8 de Cocbsbamba por meto
de cffl-lente de Mamor. o rio Chapare an mes-
mo teapi passa pelas visiabaogaa de Trindade,
capital do Bcni. ,J
i Desde o porto Salinas no rio* 3eui existe
naveg'go a vapor at mais abaixo da Florida
onde principia a estrada de rodagem concedida
ao Dr. Antonio Vaca Diez que recorre urna dis-
tancia de 60 kilmetros at terminar em Coaja-
r-mirim.
Essa estrada to pouco ex'eaaa tem forcosa-
ueute que converter-se multo em Dreve em um
canal que permita a commuoicacfio fraoea dos
vaporee entre os ros Guaoor Mamer. Beol e
Malre de Deus. teodo esta obra a tmponancia
em modesta escala, para essas reeifies, do qoe
o Canal-de Panam para America do Sol.
5.* O magestoso rio Madre de Deoe raaotm
navegago a vapor desde as iinmediagOes da
G-irdihei'a dos Andes de Cosco at mais atiai
xo de Florida. Daqui. como tica dito, segae-
se a estrada que val a Guajar-Mirlm. mMI
Rio Grande do Stal
A proposito das noticias procedentes do Pra-
ta. referentes a deeolamentos de federallsras, a
Federado de 20 do correte desala a qoe
justiflquem taes denuncias e a que publlqoem
os oomes das victimas e dos deliqueotes, as-
8im como a exbibam um facto real 00 orna
prora veridica.
Accresceota qoe se trata de urna pora perfi-
dia, no intuito de compromette- a siraacSo po-
ltica do Rio Grande, embora a Injustica da
accosag&o venba a provar-se.
Segoe para o Rio arcaobS o coronel Mar-
ciaoe, commandante da Escola Militar, o qna!
meJha-oo de saode.
Com o tituloAs torgas de Joo Francisco
lemos o -ezuinte no Echo do Sol de 11 do
crrante :
Telegramma qoe temos a vista e foi-ues di-
rigido do Lvamento, por pessoa fidedigna.
em data de aote-nontem, inforna-noa qoe, a 8
do correte, o capi'ao Pires pagoo as forcas
civis ao mando do intitulado hroe de Campo
Ozorio e receben oarmameoto, depositando na
tn tendencia.
As fo*cas, porem, oo'foram dissoWidag, por-
aue as-i d o qu'z o ebefe castislblsta, que, alem
de todo, fes seguir para o sea acampamento.
Com coobecimeoto do teoente-corouel Francis-
co de Paola Castro, commandante da goarni-
gio, as laocas alU fabricada?.
Ha aesse precedimento maoifesta desobedien-
cia ordem que, segoado consta expedin o
Sr. commsodaote interino do districto militar ;
o qoe, oatorglmeote, p5e em evidencia ama
rebelda qoe u'e abafar, para garantia da
ti aoqolUidade ppb'lea.
O Sr. general 8avaget deve comprehender
que, o facto d ser asslm desrespeitada a sai
aotoridade, deve eerar oo animo do poto re-
celo de graves ce torbagOes.
Realmente, preciso qoe se trate de caso
moito grave, para que 0 ebefe castilnista Joo
Francisco se oegoe a comprir ama ordem da
primera aaicrldade militar do Estado, dado
qu' ella foese expedida em temos claros e po-
sitivos.
Nao para despresar semelnaote oceurren-
cla.
Cump'e, porlart, qu as providencias qoe
sobre o raso tenha de tomar o Sr. commandan
te Interino do d stric'o militar, sejam de forma
a garantir o s- ceg oubl'so.
S?peraT0< o pr< ce'imento de S. Ex. para a
respeito nrononeia m -nos mais extensamente.
L-3e oa PewacSn de 7 do corrente ,
c O brioso teoenie Ernesto Domelles acaba
de prestir, a-fandega, 00 carcter de assls
ten'e geral da diviso do glorioso general Hy
polito-Ribei'O, amatas pon, s dos dlnbeiros re-
cibidos e gaatos pela mesma diviso, dorant"
o tempo em qoe ella esteve operando na defe-
sa da Reooblica.
V mes a escripia respectiva, em perfelta or-
em, sem o mnimo vicio, e j com as notas
das conferencias n'ella feitas pelo empregado
da mencionada repartilo fiscal designado para
eise servifo. ..
Pelo tenente Doroelles foram apresentados
Alfaodega, um por um, todos oa documentos
com >robatorio8 das despena faltas pela divi-
so, desde N'ovembro de 1893 at Marco te
189S, com dlnbeiros receidos de diversas re
pa rtloOes, a aabar :Sse^, aj
torio* Monte 1 ro
Da conectara estadoal do Qna-
raby
Da osllectorla esladoal de A'e-
grete
Da mesa de reodaa federaea do
Quwabj
1.664:0004000
31:105*100
4:400<000
531*643
1.690:096*743
O' docataeatos receido' pela Alfandega
constara ce folbss e attestados de officiaes,
preis e relacao ue mostra das pracas
A diviso dorante o anno de 1894 nao abo-
000. ras respectivas folbas. o qoaoiitativo para
c iado aos fficiaes ; e oem, as reiacoes de
mostra, etapa em dmbeiro s pragas. f*
Os farneeimeotos firam feitos medlaatewalea
p- asados aos foroecedores, para aiusiarpra suas
contas na 'epartigo competente; Qcando,
porm. a favo- da na gao, o aoe uSo fosae gasto
oa alimeu ago das pr.cas. a
Da qoaotia teta! cima referida, nenboma
Importancia foi distrabida para etapas ; e sim
appllcada toda ella aos pagaxt-ntos de venci-
meotos geraes aos officiaes, e sold e terca jar-
te de campano is D-ag;-.
A diviso compooba-se, regularmente, de
1,500 a 1,200harneo: vencendo, d- rt.-nto, dia-
naTnie em etapas 1:500* a 2:000*, 00 sejam
45 000* oo (-0:000* ru neaes podendo te *-
mar. ent-et'into, que, os pelos ootros, os for-
necimentos nonca txcedt>m oe 30-UOO'i mea-
spps, detldo todo isso 3 ter andado a divisad
em constante movlmen'.o, nao bavmdo metoa
de traosoorte para condotlr-se o alimento ne-
cessauo s pracas.
Paulo
O manifest do Sr. Campos Salles, acerca da
-oa .';-nii atura oreidencia do E?ta c, ser
publicado ama-iba nos jornaes drqui.
Eis, em resumo, o comeodo desee docu-
mful.i .'
Como representante das ideas da roaiona que
o elecer corre-lhe o dever de to'oar effectlvos,
oa eephera gove-namentai, os prmeipios nor-
maes qoe foram compromtssos com ahidos
pea aggremiago poltica a qoe se achara li-
gado.
Afastar-se dessa conduca seria confessar
que tinha pertencido a um partido 8em ideal,
-o repudiar as aspiragO^e em nome aas quaes
reretiera os lufl-agios.
.luL-a urna oe e-si lade a exietencia de ama
maiona no Coagresso Legislativo, tra crmpleta
Darmonia de vistas cou< o execotivo, deveno,
oo-iantn, aquella ser formada pelos mesmoB
o-trios qoe elegeram este.
O seo cooceitoado papel oa magistratura ca-
racteriza se pelo afasiamemo absoluto dos io-
teres'es politices e partldarics. Resomlodo : a
instiga oo faz poltica; o jais oo tem par-
tido.
O manifest elogia os doos administradores
do Estado, depois d 23 !e NovemD'o de 1891,
Dr. lie-nar 11 no de Campes e Cerque:-a Cezar,
e diz no1 o gover.10 deve dispensar os maio-es
cuidados igricuitara, como fonte priocipal
da? reDdas do Estado, preveniodo as crises
possiveis e conjorande-as quando um-agareui
sorgtr.
Dar o mximo desenvolvimento ao servgj
esta'istico, segoro auxiliar da administ ago.
Pre'ccopa se cem o 1 ugmeoto da producQlo
ao caf. f veroo, e tratar de desenvolver o seo consumo.
Merece-lne a atieocjo a qaesiao dos palarics
eo prego dos traospo'tes, que sao a symhese
de proDlprna econmico da adminisirago de
S. P.ulo.
Acba ser orna necessidade o cooservar oTbe*
sou o do Estado em sltoago desassombrada,
coaviodoornadmieistrago e ooomiea e dan-
do-se a D^cessaria pxpanno aos servigos p-
blicos, mas evltaudo-se novos encargos qoe
ooerem a d'speza ordinaria,
Convm auxiliar as industrias, por mel de
expoigoes. qde devem ter O apelo-do Governo.
Tratar da instrn gio puallca, de preferencia
primaria, fazendo descer qoauto possivel a
porceotagera de soalpbabeos*
Qoaoto bygiene, iece encomios ao Goveroo
actual, qoe tem tettvom --e-vfgo completo, res-
tando apenas esperar os froctos deltes.
Merece aiteogo ama pdela que bem man-
tenba a ordem, defeoda a na ral, reprima os
vicios e preste outroi servigos em eircomstan-
cias extraordinarias.
Rjsd mono o-seo peneamento dis qae o ideal
do sea Goveroo ser a jusilca e a iiberdale na
vida poltica, e justlga Da vldo social.
Est enfermo o presidente do Estado.
Aioda nao se sabe quem ir oceppar a va*
ga deixada pelo fallscido Dr. Ayres Rollim no
T-ibunal de Jus'iga.
Fallase eotreaoto em doos Domes: o Dr.
Aogosto ;outo Dplgado, jais de direito de Jan*
diaby, e do Dr. Hyppotito Camargo, jaiz deor-
pnos da primeira vara da capital.
Fol pronunciado o alferes Fablo, acensado
do empastelameoto da Tnouna do Povo*, de
Santos.
Hoave renoio oa Assoclaco Commercial*
sob a presideocta do coronel Rodovalbo, e tlsou
reiolvido representar ao mioistro da faienda
acerca do funceiOnamento da alfaodega desta
cidade.
Tambera a Associsg Com nerclal de Santos,
reunida do dia 20, resolveu dirigir ao governo
urna represeotago contra o regulamento Co-
valcantl e telegraphar ao presidente da Rep-
blica, ministro da faseoda e Jornal do Com.
merclo, pedindo qoe a auxilien?.
~ MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
SO de Janeiro
1796No Scala, apparece a opera < Giu-
lietta e.Romea, de ZDgarelli.
1804 -Nccohni fas representar no Scala a
sua opera de nome La Selvaggia nel Messico.
1838Em Veaeza, vai a scena, oo theatro
fFeoice, a opera Mara de Roban.
1869-No theatro Des Folies, em Paris,
caoia-se a opera Una Follia a Roma de
Fred. Ricci.
1894Piern, pianista francez, faz executar
a sua opera Jseyl, no Opera Comique.

REVISTA DIARIA
.'_
congresso do Estado Nao boava
bontem sesso por falta de nuxe-o, tendo ape*
as comparecido os Srs. Baro de Maiaretb,
Affioso de Batroe, ipaqotm Gatmaies, A'oa.
so Corta, Julio Aotero. Goocalves da Rocba,
S laza- Moscoso. Apolloano Maranbo, Taixe .
ra de Si, Tboaas daCarvalbo e Auto 10 Fer.
oambnco.
A reooito rol presidida pelo Exm. Sr. D.-
Fraocisco Teixeira de S.
Nao bouve expedante.
Em seguida diisoiveu.se a reonio.
AlfandegaAcba-se nesla repartlgo a
patente do leoeoie-coronel commandante de
27- batalbao de infamara guarda nacional do
municipio de Ipojoca, Flix Jos da Cmara
Pimentei, a quai Ihe ser entregoe depois de
pagos os respectivos dir toa.
Choque -Hooten* pela rranha, aas proxi-
midades oa Estag'io de Mmguinbo, da via fr-
rea da Caxang, no crosamenlo d'essa linba
com o da companbia ferro carril,, boava um
cboqoe de aa oood de Fernandos Vieira com
um trem qoe na occasio all passava, fleando
o bond suoit estragado.
Faj'to'nna oo'ros po-menores sobre o facto.
Estrada de Ferro de S. Fran-
ciscoFui-a n enviaja a seguate carta cuja
poblicago nos pedida ; e para os tactos que
abi sao narrado*, iovocamos a atteoca 1 da So-
pe intendencia da Estrada e do sea digno en-
genbelro fiscal, qae, entamos cortos, descoahe-
cem es efendos factos, sobre os qaaes, coa*
lamos, da o promntas providencia-:
Chama-se a attenco do Sr. Engeobeiro Fis-
cal da Estrada de Pero do Recife ao S. Fran-
cisco para as frregilaridades, qoe se tem dado
oa expeaigo da lelesrammas do Recife para
qoalqa^r das estigoes d'aqoella ferro-va t
Nao s os telegrammas expedidos daa Cla-
co Ponas sao retardadados por tres oo qoitro
horas, seno tambem pagam, maltas vexes,
nma taxa superior i qae se dere por el les co-
brar.
c Do que afirmamos temos docameotos para
espoader a qoalquer COnstestac&o, qae se noa
-1
V.
i
___
^fftfr-

nWiADO
-i-


w
l
Diario de Fcra^taitoae Quiota-feira CIO deJauciro &m 13G
..---------
No-efe SJo corree! fol aprande a4U
8 10 e 8 amato da motia dio telegratnuj
p;.ra Riberao e b ia t Ja urde foi elle para
ani expedlao.
Eiae u-legramma destioavd'oe ao engentio
Ra*M0ei>, paca onde (:omo aabe o teiegrapnis-
1 ) devia ser passaau (* effre ivameme o foi)
pe'o leleehone, o,ae existe n'aqoelle engenno
un corraJ"ic.-cSo Q8o catn a referida esta*
580 eow con eul os eogeEDar-, qoe Ibe fl a r
lia.t robra.
E iretanto por ei8e te'eg-smrjj.q e slia^,
da esuc&o pa-a ooaane txpedlo, Dio fol leva-
do por pon dor eapecia1, cobroo fe as Cloc
Pi oae, alea) oa laxa de 740, exig'da al 20 pa-
lavrap, nuis a 0,0a lia de mu rtis
1. nvem qoe nao te reproaoaam Beaiflban-
te? 8t-u?i8 que ono coocorrem vara 10 na- o
lel-'cr iifo 1 o uai ira -nielo de comaouui*
ciclo 1 .1. e carato, porem dfmirad.; e ais-
p.n.o-" paraca qoe delle se qoerem oWI-
ear.
Km transitoA bordo do psqcete Por.
tCK..., que Deja loara em oosno porlo, v tD
eoi Tia'keiD pai a Europa o Sr. Silvioo de Ba .
ros ^trel do rai al.
E se u uS" qo>- e tiluo do Sr. Dr. lof Av -
lino Gi'fefl o Atiaba! e r elo 00 imaso di-i n.
ctj am'gn Sr. btrio te N-.relh, *ai ocrupar
o ia-RO ne secretario da teifao bra*ilrn na
Rci-ia, legar pnra qoe fui clt jaoaeut*r noasfa
co e cuUi tu 10(0:8 (er'.ameiiw sao; r decm
p.ih-r, a t oi<' o eeu laleUa.
Qje oo'-eventrs o conduxurn o oue eio.-e.
ranete d-sMar.os.
Club Musical Bectrease -Hoje r^une.
se e- aua neue a io> do boro-Jmos d. 8 e8r
diib. em sesfo ex'no dna u da asenme,
erai, pa a BrgQiia tscua.-ao di re'o na dot
Es lateto.
lu Carnavalesco cavalheires
do Silencio-E** cloo carnavalo-cu, pr.
c-dco n ouojito uliiOiO a elelcao de soa 01 v*
directo la que fi53 aBlra compott.:
P.ebine.l'I 8 B Rwe.
i-el- tecretarfcs-H. Caiecae 0.w,ldoP.
Si vu.
OraJorJo"fjem S. F>ibo.
TiitfoorerrcMarino Ca eca.
Piteo -adorJ.ci.iibo M-lbelro?.
F.iCblEo ico Fcireira de Alboqu-rqo''
(i refe ido clob toma' parte nos f 8t*jo3 do
proxi'ro reroaaaU
O echo das leltras -R.-cebfm. s 01..
2 ilio 1- d'e-e pe iojico oe que pao red
to. a oa S s. Edoa do ce Alooqoeiqoe. Ly
Ao-ade e Fiio.-a SoDrlooo.
Aer-dr> idos.
Festejos Carnavatescos-Iaforrtam-
DGb qiiO os u oraor-8 da Roa Curone! Suas*
8LD-, pre in-iroD t-stpjar o Dos Morxo,eo
feaaudu o tetvrida Ra, oa pane qoe compre-
hente a de T biaa Birreito a a egre) 1 dea
M'-iyo:.
Os gatunos S^sondo acomrroD ac"
qo mu-'I ua pa t po-icial de bone-j>, d S-.
d do c.tpiu- a usesni aoto^id d 1 tu rtc Iner ;>
C;s! re D-e'cao a molb-r de doieo-E'llia
Ma ia da Si v por fiter furu.iu a- lai
geira.< J. C.ts e A. C.ua qoaoua de 30\>f em
d nh.iiroe 2:00 eru I t a^.
A i-rma HO!or;dale lez entreg aoa reor.
Ipfii irnos doooa das refer-aa leil'as e di.
ote;rj.
lommunicaram lanbem ao D-. qnr-o-,
odeli-gado da caa! qoe, percor.emJc elle se
roa fii-ea eaaital, pela m*d'oe. da d- honlem,
eocint-aiam jan'.o 1 1 oote da va Ierre de Ca.
xaD^-f, o iDdividoo de nome M.ntel Pedro Ole.
g*r-0 Qt Sitia qe t-atia nos OiI.ub orna 1 ti-
ra defDcsphoros e tm'O'o d-. \efa, o qoa!.
eecd3 iourroga-o, decUroo os oocutsde di.
verses fodltidaei 10 h c dos cocro Urap:a, e
o o ares em qie ts cusido" 8' abole'avam.
Ea vis a de isea de UracO s, is rel im
su ondaier dirii;ir.:m- e a roa do Jarraiin os.
22 e 2. e all pr^nderam o e ato nos denoncia-
dos que e-am os do neme Francisco BaM osa
Mofe re, Manuel Firm no de Almtida, Fra>.
cisco L ns M-cra.o, Pe ro FraDCisco cs 3 o.
tos Ptilo>a. Cobbec do for Pedro Casarj, S-ve
riDo'.crela da'IMto, Antonio AexaDrtrinc
Vieira, Joo Rodrigte e Lni Cavauan'e C 'os.
stiro qce imam lecolbidcs a Casa de DdltO(e
para avrrvo^fifS ^oliciaes.
A. acuvuider'veaia p las dipnia aoiorid?.
des ac'ma c Udas, merecedu' dos nos o-
O Or. Velaaee dedka o seo eepactacolo i O mesmo setxede com o Irobo e ai estop-s ;
IiDreoea Peroambocana. as rllbe Creos qoe o publico det'.e Estado coacor-
era a esta fesia.
Somcs agra/leeidoi ao dUUocto art ala *x*
periodista besp.ofioi. p-la Haas que leve de
enir nos soa oneJonrapbla. -
M'ssa fnebreH;je as 8 baras di a-
'.ha e aa aatris e oa* Vista, rean.-ae.-ba mu
sas por alma da Exma. Sr. D* Gesaodes
Lonreoca de Araujj-
Club laltierario de Palmares V
polo sao tamoem sojeias A iuQ aamcao- ej-
pon""
A Nova RevistaVem de apparaeei oa
Capiui Pdcal urna uova revlsi. Miar""?,
de qoe dr-e:io- o S Ad .Ipho Caailbat eee
cretario o S-. *H en-a G nP8, oos ocme oo-
QOf-1 o 1 oas le'tras panas.
O aumua io do numera une lemoi |HBMi te,
o prrtw-rro; o spifoiota, qoe per si, O'i qu.u
lo tal a ii>va-refislr .
eleicSo para a ojva direcluria no txerciciadel A N va H-v as Z< gaws, CcIlaMoo
1895 d-asa eoilena rea i^a'-se-b, seffooJo B.rrosc O poem do ani r, Fr t Pesso
Tarde do E.'ypio, Rolrurars de C (valor
Sociomn, P'tlrion de V'ila S raJiv rit'8,
Ev.uce'isiH da SilvaRepe^cuS'ao do per,
sanenlo ptlosopbico sobe a oie.nlalMa oe ir-'
iMn, Glsvia UeviUqi;a0 veltio e o nove
.uuadu, Pranctico Pa-'be*i As arca i-', '
S MaKainae*.Cb'"0Ua de arl tAd 1 >tio
Ciinlnr.a -N 'las on>ID-apai as.
Aff iiuiipauj nl andamos a R-vsl de*
.ejandc-lne goe co'iwaa prosperar e iau>or*tfl
Hospital de Santa guedaO mo-
vimeoto desle liosuilal ao da 28 de Janeiro
foi o seguate:
Varilas
Existam....... 98
Entraran)....... 4
V'alieceram ... 3
Exis-tem em tratamento 99
Telegraunias retidos-Acnar-ere-
'ido na estatao do Telegrapho Nacional os se-
tuinie telegrammas :
e AraCj, para Lo^as.
Do Ra, i>' Lucio a.
Um a d? pane ne mc'a 1 p.-tnlacao defla criad', que
como su cide em feos es ceiit'o' popodsos,
vive c-. nrUnierteis'e aie'-;ala da m*-f l'daa
audtcoaede 1 divlmos, ddcs aocltceea
vagtbuiidge'- Qie faiena profls o d. roo.
Assassinato-No da S do cerr nte, no
BaipiO d'-' BOl'O no lug^r Qanc 08
iodividio de .orae Jj Rsruuo e Frair-.is-o
Be t o sBsasin:r^m a Jet Vig lo, Virg
no de tnl e J aqcim Mtc o e f. nr-.cn g-, v.-
rxtnto a Prdro Vlrgioio e fc'anoel Vire ni-.
Os pro pd nG8 termos da le.
Ouiro-No da 19 do corr Dte, noitt'T'o
de 1 Da de Flore-, o monicii- o cima, o irdi.
viduo de rorae Mmoel Anin ro, em cernea-
cria de Jos Ferreira de C.r albo.apaaemou
com um tiro de revolver ao cioadao Leiino de bllca na cldade da Victoria deate Estado.
S ua Rmo8 qoe slh extrclcia o ctr, nos csmmnotcam, no da 31 do crreme, ta
ses^aoda assemblea aeril, as 4 l|2 horas ua
la-de.
Caxaag -Haje, 5 oras da tarde, S.
Exc. o Sr- nispo O. M-ooel val ao Caxiiia
sagrar os sino' que serao collocaJos ua cap l-
la l qu- ila locahdade.
S. Exc. ee-a :ondoildo em Irem expresar,
qu partir* di e-i. co da roleaada a 4 lio-a
CarnavalOs comme ci,D'es e mo-ad-.>
res da roa oa 11 perairi p-eteedero fis.ejaros
trrs das do t->roaval, oriiimentando a dita
O 1, 3 pars i8?o orgaolBa'am orna CMimie-o
'Oiriposia dos sega ules cidadios : presidente,
0-. Go nf e.'o di- M I o B.rrMi. thesjorei'O.
api ao F aocisco N. Saldanba (reeieito). ad
jos os, Francisco H. de O Uaia, aV Aulonio
ae Sjc, Ig'alo Pi:a Jorcao. J.aqanr G.
Casca,), DomiogoB Goimaraee, Galdioo Pim-n-
tel, Jo Antonio de Souia Jnior. Joaqmai Pe*
re ra da Freiiaa. Accioly R mos, Jasiimaoo P.
d< Sin. C-P'tciia> P.e-o, Caetano Mase re*
II, J jan Farui e K-pidi-j R. de Souza.
Ar.hur Luna E-te joven fidlislati
acha'e idoreveouo algunoas mosicas p. r.i 1
retttU Sanaio coja 1* repres9nlaf;3o sci
no "ia 4 d- Fev->reiro prximo.
I\aveg-aeo submarina O pro-le.
ma ua oa>t-g*>io saomarioa, q;e ta-tatitos ab-
rios ttio preootupado improcaamen'e nome.
r. pob inve lores e qoe to largo loterej-ae
e-tfriou as moiat ima^inat.Oes como famoso
rumio e ae Juies Ve'ne, parece no camlDBo
de mrar em urna pbase nova, que pocc
tnoi o b-m er a soa pbaee oltima e supre-
ma.
O bar.-o sobmarioo com que o eneenheiro
G ebert real8J0 em 1-90 algomas exn-rten
ti, depois .e ter Btff ido va-ias mou ti iafOet
e aperf-'gjamenios, que o seo aotor eciua
bbo'ioamflD'e dorante estes oltimas cinco bd
008, ai ser lac( lln oovamenie agu por
sii-s das, ili de ee realisar com elle orna
nova serie de experiencias meibodiess, que e
1 o cerero um resalalo completo ao meoo
i'on*iKOirio mar ar poca na bieto j dos pro.
gressesde inu.-t ia numanr1.
Pa-ece nos, por isso opportaaa a ocras'-a-
Pbra dar eos cossos lt> lores orna idea ro que!,
e o Goobet, e ca- CjDd'cOes e qualidades
d<8ie DOO sobmariio.
Dentro dos fliDCO' de brome o Gooh-i
as cend j6^s di babitablliale e-t4o perfeiti-
meuie asrgoraaas por urna seffisiente p*ovi.
>ao de *r e?pi'ave', acoQdicieoado em tubi-s
de q 1 de r, a re- stf ca a 10 ia a prova.
Q.ao'o ar a- viciado e s perda axosas da
eepiroiS;, a soa densilaje soperlor a-rata a
para o feodj. oe cnae a boooba fcilmente *.*
expulsa p ra o ma*, sob a loma de tolbae. A
ixm-"8aj e uceraao realisa se com tx tena
fjcltdad.' tamoem.
O peso oe Gjubet est calclalo de forma
que. ledo irmado e equipado, o barco flaoai
a 80 3Pth\ie, e Dtssa poBtjao Dasia a aeuor 10.
iroducs&o o'agua oos tens resrvatenos para o
faser mprcnlbar, da mpsm manelra qne Das b
igualmente expulsar o'tlies quae;qtpr goltis
pa-a dectro em IreB oo qoatro segnudos o obrl-
ar a reaparecer tuperfloie.
E tO'io Istc se obtem fes a minima oifficul
dade, por mel de un jcin fun:ci'it.am de orna co:i po cao, lambetii bas
tmie nimpleB; rOusegu-'-se a lmmooilidade da
machina entre rim aioas, o que Ibe permute
recolar c, nmcdanieoie e cem seguranga t tiro
dB torpedos, qu- a Goob-t lar ja por tosi
te om dispo8iti-o npvo e etpecicl, e p-cced--
a oc'.n.s O[er3f,0es obna inas qoe demaodam
demora.
Accre?cente qoe o Goobet ficllimo de
manejar, ppla vartacac de sen peso especifico,
nepois de emergid^jtaJo a electridid-1 qce
jtrG met-i,
Lii.ha fonce oatdo rego'srrxeote para o Sel
aj t0| ca, N '1-- b i'fDt'o r6>*.
Cemiteri Publico Obi oario do di:
28 do Jan no :
J se Aiitti'S G mes Vilisgi, Peroambu:o, 70
aooos, casado ; Olio a.
EuxeDo Jis di Silva Mello, Peraambcc (3
anuos ; R.rif-*.
E illa Paulina d t Conce'ca", Pernamboco
41 urjnoe, s li I'- ; Gra^a.
John KorKos, Ix aterra, 19 annop, soltelro
Boa Vista.
Ua fro do sexo mas:olioo. Per au. buco ;
Atacador.
Jos HHpista do Caro-e, Prr.nimboco, 33 an
aos, casado ; Poce,
Si-veija aa G-n erica., Mar-e;ros, Pe nanbn
buco, 1 nn-i ; Bu V sIj.
J ^, Pernamtiuco. 4 'tez'ss; Gfacs.
Ma-notl Fcincisco Pera ra de CartaHia. Per-
amnirc,,l 36 an o lro ; G c
J -;qoioi Fr'm ns Junqoeira, Portugal, 3i
aooo', casado; G-8(a.
Cae.ano P-anewo F-rrelr^, P, roam^uco, 5i
ibooo, soiteiri ; B;a Vista.
J o Peno R beiro, PeTuambuiT, 65 anior.
casadi ; B a V s'a.
Fraoct-'-a M.'ia ds Gjuce'cSo, Car.', 33 an
Boa, c 'rtda ; li a V'g'a.
*jnria Lenpi Idma, te-Oiimtioco, 40 rn-cs,
selle r. ; B-ja V -ti.
l.ozJ^ Perrn a, Ri" G do N t?, 58 au.
as cubado ; Boa Vi-ta
Carclma Marta do E. SiOt", Pe*namtuco, 50
ao ns, osada B'a Vi-i;1.
Casa le Detencao atovimenla dos
presos da Casa de eienco -Jo Recite, Estad
ds PernambHCo, em 25 de Janeiro de 1896".
Exisllam 41(3, enu arara 7, sahiraro 2, exis-
tem 421.
A saiier : nacUnaes 378 rnuHipres 14, estran
genot 29, D.iil|""es 0, totai 421.
Arragoado 390
Bons 364 doenter 18, louco 8 loucss 0,
total 390.
Moviinenlo da enfermarla Tiveram baixa :
Virginio O 'no da -Silva.
Teve alta: Amaneo Estevio Pereira da Sil-
va.
tBLICAOS 4 rBIIO
ibe ea'cBt- a soa Jf*5 mlr-l, _8ij Igui I.
lenle fac^^ia'p mtr-lhe a cireicaor
1 enco alT BlTo.iia^rrTanBFtfTer Resta >6 ssber aora qoal ner o resoltado
d;. novas exp-riPncias, e o'elle informartmo3
a noiso* tenores no lempo compteme.
Falleclment Fallecen no tem. ne t
cidaoe. victima ue orna lymptia Hite perDlciota
o Sr jinooel J 't Mantos. .
0 finado ea casado cox "a Exma S-a D \ eleito e reconh
Eponina de Castro Mart-BB, comava 52 annrs;,
de idade e era do'au'o te qualidades de coraga
r*ue o toroavam es'imavel.
Seo enterran emo leve logar hontem i tarde
Partido Republicano Federal
CIRCULAR
Ilivi. Amigo c Sr.
testando designado o dia 5 de Fe-
vefeiro prximo vindouro para reali-
sarao.da eleigo de um senador, que
ter de^Substituir no Senado Estadual
o Dr. Herfulano Bandeira de Mello,
do deputado Ca-
'mara Federal, presentamos como
candidato do Partido Republicano Fe-
deral, o DesembargadoKManoel Cal-
nru rjliiciiBiuvu-v -w- w-f.ui -W--.-W ........ v
no Ceoniierio Pobiico de Sabio Amaro, em coja das Barretto, que pela sua^esclarecida
capella se atbavam depositados os eeus rfet)t> I intelligencia, comprovado oiterio e
mo t es.
Damos sinceros peiimev soa Exma. familia
e especialmente a Boa loconsilave consorte e
geoms. pela irrpparavel perda scffrrJa.
Publicaces Recebamos :
O o. 3. anuo XIX u Lidador que ge pu.
sucpleDi de scb'fl gado.
Os crimineb"s foram presos em \\ag ante de
ABrisa-Esse tem moctrdff eitvb leci.
meuto tiendo petos Srs Co 1 a Jo, antunes e C.
otlerrceotos nortem dois conitoB ebromos,
qoe m-.ndsrem vir cobo pres-ntea aos seos
I egneies.
Ag idcidc8 peb Offert.
O actual Carnaval na roa do M.
vramenloAifruos moraortn e'negouai.-
tes des-1 roa, org osaram a commls-o, soa-'.
xo, tim de prcmove'em o embeileu ment ua
mesm ro nos 3 das de Carnaval.
Prefi :entt Min< el Joo G mes de M'rn i-.
V re.prffidenttJote Joaquim Az- vndu-Peio.
ThesturenoOdilon Bapi sta ua Sl?eira.
Vn p. nesosreiro- -Mr noel Alagoas.
CcramPro execoliva Jo?o A. Ahts dr
Arau] F aoelseo Salles de Albu m-rqne. Ei
pidi Barro-, Antonio Aff-oso Htdriuuis S10
tea. Autoi'to Sen-jo. Attju'O de Pana Perre
ra Mantel da Cos'a Primo, Joaqun- Ma-tn
dc's Sit-tcp, Joo An berto Lopes, Aff-) Ai
Silva Snt'.s, captto Jos Alfredo de Gtrvaltia
Jnior, Jos Fraoceco D'i-s, Jos da Bllvs C .
b*l e Maooel Joaqcix Pires.
Carrtnval-Os commerciartes e mora, o
re3 u.i roa de M r^llio Das, preieniendo eo
ecrn'sar os tresdias do prxima Carnarai,
resolv, ram enfeita*,iilomlnar e 6mbaodi>ira- a
dita roa e para ibsj dietribultam o servico do
6fgoict? moi-o :
PreMdmleCorontl Alfiedo do. Santas A>
Bseta,
Tnts:u"eiro = Antonio Guilbarme dos San.
tes.
Commss'o para agen:iar donailvosCa hs
de Arruda, AntoGO U.hoa,Pedro do Pego :b<.
vp, J. Mgniral e Joaquim Domiclo Perrei.
ra.
u.TmiBso cara o nametriactio da roaM
Cl-tn-r-tldo R he.ro, Mmoel Carolino de Va-
con:;! s Lio8, Americo P?s?oa de Olivpira,
Antn o S iMdo de Aibaqu-;rque Maraubao e
Hyst" Rjal de Araoio.
"Theatro Santa Isabel Bastante
amm do correo o eap-i^-.aemo de ante honier,
no 30a, a cODptnbia de Z '.relas multo es-
fon,ou- e.
O p- ioria G*'!it e da cjuidt Qaem foera li-
ve.
A conmrrencla foi regalar.
O Sr. Ve'asco desempeobju adrri'avflTeile
os p qae loe eouDe, sendo alto de gerae*
i (ii'V.eO-3 .
n 8rs Corrtreras e lamenta. Mitleos traba-
Ibaram H** bu*i e a-e-ecerta* fre e-ti:os
ai plati*o?.
jb^. HrraaBdo. Glltell', Goaailtra tam-
beui sio oigo^s de eanectal uot-j.
AlruiB tre-b-'B, a pedido Job expectad res,
i,rm re-n-tHosrooita'T'VOTPs
Bsuefleio do actor Velaneo -H ije
te a iog-r a gparne fes a em Deeetici da uo*
tavel astor Gregorio Velascoo sympatb.co d
platea.
Orntm o p'ogrimma a aprarafOBa e a?plao-
dida opereta em 3 aetes Aanel de Perro- e
a lindissima comediaQaem fuera livre.
E' de esperar ama retta a^re pelos rete* rerecimeotjB do lBficiado, orno
umbe* peH MaMMtt' KKptoajrtwne,
niial Federal, qoe pe prloaeira te v si ou-
D0B.
E' sen director o capitoao A. J. Vieira Leal,
e coota no sea corpo redaocional com 18 S'a.
ma'or Borges Fa'tes, captio-lenente Santos
l'o to. mjor Jeronjmo Pr re, coronel Eroes'o
Se. na e major t^roi Sobnnn
O ascicnJa a 25, anoo II da Ageoda 11.
dusir.al repertorio de reta'or as de pateotea de
ouxea(.o c.ncdida8 pelo Cove-oo da Rep-
blica.
O n. 9, aono I da Revista Pbarmaceutica
l 8. Palo, ergao da Sociaae Parmateottca
Panl ita. _
O- n?. 1 2, 3 e 4 'leste aono, to C irraio
rerc^nli beui redlgtao pe-iodlco dj Estado
1e Alagca?.
O n. 2, oro II, do Brazil Medico, qtwr
tras o secutte r-otiim r;o :
Clnica Ophlamil^ica.Dj panopbtalm te e
seu tr*tamento pela eviece agao do globo eco.
a>- inotifiCada (cuotioBaco), pelo D Gaede.-
de Me lo.
S cifdade- de Medicina e C rurg. S rsa
de 22d Jnlho de 1893 Sobre os tomires la'
:r|*MM d,-8 recemuas-idos e as fis olas lac-i.
mse congeatta^, pelo D Gtre-les de Mello.
Correspooleoita.- Carta do Dr. Joa da Si -
-eir*. I >spctor de Saaae doa Portee.
BleMffl Bionogcapnico. P.-imeira qslaztvaa
lu mex de 9 iemD.-o de 1893.
Ag adecl ios,
lexandre Dumss-Taio qg-nio se
di ir reapeltjrd-- Damas Piiho opporlutio.
O aoJe es-riptor foi am fli< jior em Mir
selha com o aeu amigo o Dr. Gutal.
Du. m;e o j.Lt.r Darnos esteve de orna verve
deMcusa.
Qjaulo acabou de jantar ap:e;entaram-b
um atoum, pedtado-tbe que escrevesse alguma
cousa.
Damas escrev u :
Depoi3qm le decteur Gistal
Soigje uefamiileB ontires,
On a demol l'npital ...
O D-. Gistal interrompeu-3 :
Ltsongeiru I. .
Domas, coQlioa-QJO :
E fon a-aU**ei cemiir9.
Inflammaco espontaneaSegon-
1o oa t-ab-lnos r e-iie-, l. Hcb ke, a urna
lebU oxygeoaso. e a oes ovolvimeno de ea
lo- qoe f a tu onaequeicl, qiw confm a-
tribuir a ioflamacft*epa< taoea duacarvOes.
0 perigo lano maior qoauto a 8apn-fl:ia ex-
so-, ta ao ar nwi eotJMdei-trvel; e tmlfarom
eorr o p do carvao,
Oeve-e, rois, aaer o earregamaoto e a ar*
ratnacJ ae-marierra a efuar tantr/quanio p, s
Ivel esm g4ftef**e a '.carga- oefi-ixo da i.-
tlieocia dos movimentos do oavlo.
L.lrjeire nao-er na-poJi^illdadBda irj-
tlamancao 8pt-at)Oea drw carregamectos -da-
e.iKodobomi'ia. Mjs pada sooceier qae orna
falsea ca4uod accideoulmoa e em igaigo so-*
bre urna saca ee cinserve abi em igaicb du
raoteatsniamra-e provoque incendio da massa,
qae se-tWM InjaataiDeBie a orna ioflBMia'
Ci) espontanea.
O algodo grwt, pelo contrario, ee Icn.m-
M com malta facilidad* espontaneimente.
devotamento causa da aggfflliaco
poltica, a que pertencemos, presFara"
certamente Pernambuco, de que
um dos mais dignos filhos, todos os
servicos e esforfos compativeis com
sua dedicafo aos negocios pblicos
d'este Estado.
Confiados no vosso prest-gio e acti-
vidade, contamos quetrabalhareis com
mxima solicitude para que triumphe
aquella candidatura, que bem merece
a consagraco do brioso eleitorado
pernambucano.
Recite, 24 de Janeiro de 1896.
Dr. Joaquim Correa de siraujo.
Miguel Jos d'Almeida Pernambuco.
Jos Marcelino da Rosa e Stlva.
Francisco Icixeira de S.
Herculano Bandeira de Mello.
Francisco Cornelto da F. Lima.
Eduardo Augusto de Oliveira.
h o publico
A Provincia, de hoje, publica urna
correspondencia de Correntes, na qual
o seu autor, qus nio Um razdo para
ter-nie m vontade, faz-me censuras,
por ter eu abandonado o exercicio de
meu cargo de juiz de direito naquelle
Municipio.
A aecusafao injusta desde que o
correspondente attender, que eu
estou muito regularmente nesta cida-
de, servico publico, e, anda mais,
que as partes nada perdem com a
rainha ausencia, desde que tenho sub-
stituto legal, em pleno exercicio do
cargo.
Eu sinto que o'meu gratuito aecu-
sador, que, comoj disse, nao tem razao
para ter-me mi vontade, tivesse sido
to mal informado, quanto ao meu
modus vivendi nesta cidade.
Nao exacto que eu ostente luxo
principesco
Vivo pobre e muito modestamente ;
e nao tenho outra fonte de receita.que
nao seja o meu insignificante orde-
nado.
Digo -insignificante,porque, qui-
nhentos mil res hoje, vale tanto quan-
to duzentos, no tempo da monarchia
Tambem n3o verdade que eu es-
teja no goso de plena sade.
Por doente, estou, ha muito, em
uso de banhos salgados ; sendo certo
que, receitando-rrie ao illustrado facul-
tativo Dr. Constancio Pontual, acon-
selhou-me S. Exc, que eu fosse pas-
8ar algum tempo-enr Itamb, prescri-
p,5o que n5o obedec ainda, por
CERTAS DIFFICL'LDADES oppostas a O
lxo principesco.
OHnda, 29 de Janeiro do 1895.
Francisco Xavier Pas Barretto.
Laia q.oe6to de trras
( Conltnuagao )
Quero que o publico sensato c esclarecido
compare hoje a conducta do coronel Amaro Gomes
o filhos com a do Sr. Luiz de Andrade de A. Ma-
ranho e seu filho Methodio, relativamente a longa
o agitada questo de trras.
Basta agora oco-upar-me-do que tm fdito os
Srs. Andrade Maranho para nao pagar ao coro-
nel Ama-o as cuates e damno em que foi condem-
nado o mesmo L. Maranho, visto os Accordos do
Superior Tribunal, hontem publicados neste Diario
basta-se denunciar o proceder daquelle Sr., rela-
tivo urna ao?o de demaroago por elle pro-
posta.
Em tudo urna misera chicana e misera con-
ducta !
No Demcrata de Goyanna, escreveu o Sr. Luiz
Maranho, com data de de Julho de 1891 :
O Sr. Jos Rabello me ameagou com urna
demarcaco judicial. Pois bem, acceitu o repto :
aprsente S. S. os seus ttulos que eu apresentarei
os mous e vamos requerer a demarcaco judicial
do antigo engenho Calagy.
Em numero posterior daquella folha, com
data de 11 de Julho, escreveu mais :
De novo desalio o Sr. Jos Rabello, aprsente
os seus Ututos que eu apresentarei os meus e
vamos demarcar judicialmente o antigo engenho
Calugy e as ierras que foram desmembradas pelos
propnetarios do engenho Tracunhem.*
O Sr. Luiz Andrade Maranho quera assim
urna demarcaco geral e completa.
E era esta a uuioa- razoavel e capaz de resol-
ver a questo.
Pois bem, em da do mez de Siembro de
1891 o proprietario de Camorim, coronel Amaro,
foi surprehendido com urna citaco para urna de-
marcaco nao no sentido daquella paiavras do
proprio Luiz A Maranho, e sim urna demarca-
gao para aviventar volhos marcos do antigo en-
genho Tracunhem, marcos que iudicam apenas a
extenso do antigo Tracunhem, dando-lhe so-
mente urna legua de 2.100 bragas, terminadas a
leste, em ditos marcos, quando certo que, poste-
riormente a data em que foram fincados,os Se-
nhores de Tracunhem conquistaran! novos direi-
tos, isto o direito de levarem as suas trras
para o nascente ate onde c/iegasse o quadro de Calugy,
como se v de escrpturas de compra feita aos
proprios senhores do engenho Calugy.
E alem de faltar, diste modo, a sua palavra,
o Sr. Luiz A. Maranho praticava outra e deseom-
munal desloaldade, por quanto a este tempo o seu
cunhado Sr. Joo do Andrade, propietario no mu-
nicipio de Nazareth, tratara (011 tros dignos cida-
dos e pessoas qualilicadas j tinham tentado o
msemoj com o proprietario do Camorim, coronel
Amaro, os meios para urna accommodago.
E de ver que os meus parantes nao devia-
mos recusar, como o nao fizemos das vezes ante-
riores.
E quando tratava em accommodaco o cunha-
do do Sr. Luiz Andrade Maranho, foi o coronel
Amaro traicoeiramente citado para a demarcaco
judicial, citado para dar louvados ou peritos na
audiencia que se ia proceder, logo no dia seguinte
O honrado Sr. Luiz A. Maranho conseguio o
seu desejo .- pois o proprietario de Camorim, victi-
ma da surpreza nao teve tempo para comparecer
no dia, nem teve nomes de engenheiros para offe-
recer !
Dcste modo a aeco de demarcaco ia correr
quasi a revelia do coronel Amaro Gomes da C.
iiab lio.
Eu me admiro como o Sr. Luiz A. MaranhaJ
nao cora de praticar semelhante vergonha.
Sem meios quasi para deffender o seu direito,
o proprietario de Camorim, coronel Amaro, tendo
constituido advogado, procurou que fosse annulla-
da dita aeco de demarcaco e allegou em seu
appoio o art. 1G da nova loi sobre demarcaco de
trras.
Esta disposico de lei determina que a citaco
para demarcaco dovo proceder de 3 dias A au-
diencia com que se tem de propor a aeco e dar os
peritos. ...
Ora, tendo o proprietririO de Camoriins do ci-
tado n'uff ia e tendo sido aquella audiencia logo
no dia seguinG como consta dos proprios autos,
era claro que se fizera violaco daquelle preceito.
E em favor dcsta interpretago foram differen-
e advegados muiT
coronf
tes pareceres de magistrados
competentes.
Nada valeu porem ao proprietarto
Amaro.
O entojuiz de direito de Goyanna decidi ene
contrario, o Superior Tribunal, para quem se re-
correu, confirmou a sentenca.
Como claro, o Sr. Luiz A. Maranho nao
fez esperado e tendo obtido a carta de sentenca e
o mandado para pagamento de cusas, o corone?
Amaro, no mesmo dia do mandado apresentado;
mandou dar-lhe 900SnOO (nove centos mil reis,l
quantia que o fructo da mais negra deslealdades
Resta agora ao coronel Amaro rt o proprie-
tario de Itapictrica o venturoso Sr. coronel Luiz A
Maranho, fazercommodamentea sua demarcatia.
Aimirou-nos a n.'is outros, como o Egregia
Superior Tribunal confirmou a sentenca do ruir
de Goyana. v
O juiz de direito querendo advogar os interesan-
do Sr. Luiz A. Maranho, procurou fundamentar.
sua sen tenga ; no depoimento de pobres tesiemc-
nhas e allegando que o proprietario de Can or a:
nao tinha apresentado ttulos*
Ora, quanto ao valor de depoimento de teste-
munhas, que fossem mesrno capazes e mais dignos
do que aquelles sabemos que insgnificaute ent
acgo desta natureza, em que s de ve predemiaar
ttulos ou escrpturas.
Entretanto o Sr. Luiz A. Maranho, proprieta-
rio de Itapicirica a quera cabia o onus da prova.
como autor que era, tendo podido quatro linhas d3
limites, como rumos differentes, nao apresentou oe
ttulos relativos que nao poda fazel-o porque
absolutamente nao os tem.
Tendo porem subido os autos para o Egregi-s-
Superior Tribunal, o coronel Amaro juntou o
seus documentos e escrpturas relativas aquellas,
linhas, mas oppostos ao pedido do autor.
E' por isso que dissemos : admirou.nos a cor-
firmago da sentenga, dada pelo juiz de direito.
Se o Superior Tribunal, em vista da contesU.-
go, digo com o devido rospeito, comprehendeu qui
o coronel Amaro se oppoz a demarcago ou poe
desejo de questionar ou porque tivesse receio s--
enganou muito : pois o nico motivo de contesta-
gao veio da deslealdade ou traigo de Luiz A Ma-
ranho, em virtude dos quaes o coronel Amare
nao poude dar peritos que o representasse na de-
marcago.
Quanto a direito e respectivos ttulos, sobre av.
trras em questo o proprietario de Camorim n
pode tomar mesrno urna severa apreciago po:
parte dos dignos jugadores, porquanto os tem bas-
tantes e significativos, os tem relativos os antigd
Tracunhem o Calugy, relativos ao ant'go Moror>i
que se limitava com ditos terrenos, accrescddo em
seu favor o direito do posse j decedidos pelo Su-
perior Tribunal.
Em prximo artigo terei de oceupar-me destet
ttulos, bem como dos proprios offjiecidos pala
autor, os quaes todos so oppoem ao pedido do de-
marcago, na poligao inicial.
Ficam porem, de j informados os meus ami-
gos e o publico sensato, que acaso se oceupa desle
macante quosto quanto ao que se vai passaada
com rolago a demargo de trras, entre os eagfr
nhos Itapicirica e Camorim, ficain informados so-
bre aquellas artigos assignados pelo Sr. Andrade
Maranho, e o Demcrata do Goyanna esobre o pa-
gamento decustasque o coronel Amaro, em obe-
diencia ao Superior Tribunal, mandou entrogar
ao mesmo Maranho, no valor de 90030O0, quantia
que tica representando o prego de urna negra des-
lealdade !
Quanto as custas porm, devidas pelo Sr. Luk
A Maranho, quando o Superior Tribunal o con-
demnou, na acgo de manutenco por elle propos-
ta, vistos os Accordos hontem publicados, quanto
a estas custas, o proprietario de Itapioirica ha tres
anuos om prega a mais triste chicana
para
tres
nlc
que
Contos 111-iiuti nos
O dia de hoje devia ser feriado es-
tadoal.
Estivesse em minhas m5os, e eu
lavraria o decreto com o maior prazer,
acompanhando-o dos mais solidos fun-
dumentos.
J ouvi dizer, algures, nao sei se
pelo Cezar Zama da Baha, ou pelo
Padre Flix, de saudosas recordagoes,
. .tEx nihilo nihilfit.
principio nao to absoluto, como
parece, primeira vista.
Do nada, nada se faz ; mas do nada
se fez o mundo e do nada se formou
um partido, do qual, rezam as ctar"'-
l/ias (exclua-se o discurso do Dr. Sea-
bra) chelsimo o Dr. Martins J-
nior, o homem que elevou o Dr. Vir-
gilio de S Pereira aos cornos da la
(salvo seja) e que sagrou-o principe
da litteratura brazileira
Mas eu disse que, se dependesse de
mim, o dia de hoje seria feriado esta-
doal, e nao expliquei o meu pensa-
mento.
c A Gazeta da Tarde d-nos a so-
berba nova de que hoje, s 7 horas da
noute devem reuoir-se os membros
do.....partido do Dr. Martins J-
nior, para procederem a eleico do
novo directorio e etc. etc...
Assigno o convite, alm do dono
da embrulhada, o meu Ilustre amigo
Dr. Moreira Alves, velho conservador,
prente e querido do Sr. Consclheiro
Joao Alfredo.
Mas porque demittiu-se ou foi de-
mittido o velho directorio ?!
J urna vez, se a memoria nao me
illude, houve um bate bocea entre elles
todos, resultando da luta, que, dga-
se a verdade, honrou *bem poucoos
contendores, urna justiga de Salomao,
em que o Sr. Dr Ambrozo Machado
fioou com .....a cabeca e o Dr. Mar
tms Jnrrior com.....a cauda.
Nada de juizos temerarios !
Aguardemos os acontec mantos.
O Aroxa representa mil accoes d U
Norte e, portanto, vale por dez mem-
bros. E assim com vinte membros, o
chefissimo fica arnumado...
O Dr. Martins Jnior, talvez, igno-
re, que s chefe quem dispe de ele-
mentos, e nao qufim quer.
\
Borges da Fonseca dizia :
Non cum pitombio, maxixes,
qiabis, sed cebo, touciniove,
lhaatur guabirus .....
pagar, alfixado pelo actual juiz de direito, se
valioso advogado, Dr. Tobas de tal, bem conha-
cido alias !
Eassim, depois de crea de.3 annos do coz
branga destas custas devidas ao coronel Amaro
Gomes, ainda foi preciso recorrer para o Superior
Tribunal! Nesta data sobem os respectivos aut^s.
Bem difirante portanto tem sido o proced-
ment do coronel Amaro e filhos ; que nao querem
ganhar esta pobre questo se para isto fura mistar
empregar os meios indignos !
Nao, a esse prego queremos mil vezes perdel a
digo com orgulho.
Continua.
Racife, 29 de Janeiro de 1896.
____________________ los da Cunha Rabello.
Pego todos, que me honro cocc
vel a sua attengo, que verifiquen, o qat
p- vou allegar.
O B. P., o poeta das cousas sTjas,
anda em atar de burro !
A litteratura do pobre rapaz, de
um olho s, vai um tanto estragada e
muito semelhante a do Dr. Virgilio de
S Pereira, o branco de bater roupa
do Fonseca e Oliveira.
Diz hoje as Historias do Dia
com um despudor de individuo fateiro,
isto que anda s voltas com tri-
pas :
c O Mrquez Spinola, que negociou
em nome da Hespanha a primeira
tregua com a Hollanda nao conhe-
ceu Richardet, um individuo de
existencia duvidosa, que Xico Ti-
pa descobriu agora em Iguarass.
Chega palmatoria, meu litterato
meirim !
Abre Samuel Smiles, O Car-
cter, e procura, pagina 51-, estas
paiavras :
a Tambem se conta que Spinola e
Richardet, embaixadores mandados
pelo re de Hespanha para nego-
ciarem um tratado em Haya em
1608, vendo certo dia urnas oito ou
dez pessoas desembarcarem de um
bote, sentarem-se na relva e toma-
rem urna refego composta de pao,
queijo e cerveja, perguntaram um
camponez : Que viajantes
aquelles ? Sao, respondeu o
c co, nossosdignos amos, os deputa-


sao
rusti-
dos dos Estados. Spinola disse
em voz baixa a seu companheiro \
Convm que fagamos a paz i estes
1 horaens nao podem ser vencidos >.
Meus Senhores : Por alma da litte-
ratura do poeta das cousas sujas, eu
pego urna Salve Rainha.
O bobo veio buscar lan e saiu tos-
quiado.
E'mentira que no discurso do Dr.
Seabra esteja langado tudo quanto
< A Provincia, de hoje, cusptu na
secgao das .Noticias. '.
Nao posso usar de outro qualtficati-
diante do meto indigno de que
vo,
langou mo
mentiras.
aquello orgo
das.
Na pag 12, linha 16 l-se o seguic-
te.;^.......n mas, sobre tudo t
apeZar-_de tudo, quando se saciassaat
de sangue" as espadas e os cantees
de carne /lutnand' quando oessass
confuso infernal etc. -
Ora, A Provincia transcreve, hoje,
este pedago de immoraldade e, para
justificar o disparate, encaixa una.
virgula entre canhesede cab.-
NE HUMANA!
E' muito arrojo !!
Os substantivosespadas e canhdae
sao, realmente sujeitos do verbo
saciar-se; e nao ah que est o
busilis.
A questo outra muito diversa, e
mesmo com a virgula, a phrase ficar
duvidosa; de modo que para evitare
qui pro qu, o Dr. Seabra devia ter
repetido o verbosaciar-se, ou quai-
quer outro equivalente.
Perdes teu tempo commigo, mea
B. P. de urna figa ; quando t ias ao
cjs, j eu vinha-das castanhas.
A tua grammatica e a tua litteratu-
ra nao me fazem inveja.
Diz A Provincia de hoje, ou antes,
diz o Sr. Francisco de Albuquerque
Vello na Provincia de hoje :
Seguindo hoje para a Cidade de
c Macahyba, Estado do Rio Grande
do Norte, despego-me das pessoaa
de minhas relagSes, agradecendo-
lhes por mim e por minha mulher at
attenges que nos tem dispensado e
offerecendo-lhes all os nossos dim-
utos prestimos. Recife, 28 de Ja-
neiro de 1896. Francisco de Albu-
querque Mello .
E' mais um que deserta das hleiras
dq^democratico federal !!
Jklle tem razio. A Provincia de 25
do cor rente, da qual o fizeram reda-
ctor, disse, em artigo de fundo, qoe o
estado maior do Sr. I
bra, de Barre
ladroes de ca:
que ia ferir o
E' urna gen
era composto de
sem attender
iOeeto de S. S<
j
WBIIMi



'? -!




Diario de Peruumbaco Qninta-feira IO ne Janeiro de latOO
Faz bem. Sr. Mello, eu faria o
mesmo.
Kecife, 29 de Janeiro de 1896.
Dr. Abelardo de Vascotuellos.
Peitoral de Cambar
Cura de bronchite chroica
Tenho a satisfaco de declarar que,
soffrendoha4 annosde urna bronchite
que me trazia a maior parte do tempo
no leito, e usando o abenfoado Peito-
ral de Cambar de Souza Soaies, ape-
nas com meia duzia de frascos fiquei
completamente curado.(Firma reco-
nhecida)-S7'w Ribeiro (Tenente-co-
ronel chefe de contabilidade da Guar-
da Nacional do Rio de Janeiro),
O agenteCompanhia de Drogas.
Protesto
A Creat Western of
Brazil Railway Company
L?md. tendo conheciment
do Edital da Secretaria da
Industria para o contr cto
de urna Estrada Je Ferro
do Recife a 1 tamb faz pu-
blicas a qnem interessar
possa a^ seguintes clausula
de seu centra cto celebrado
cm oGoverno deste Esta-
do eai 24 de Oatubro de
1878.
cArt. 38 Durante o tem-
po do privilegio nao
poder o Ccverno cou-
cedev cutras Estradas
de Ferro dentro ia zorja
de 20 kilmetros par
cada lado da estrada e
s*u ramal e as mes-
mas direceoep, salvo se
houver accordo com a
Compa jht.
1. Esta prohibido nao
comprehnede a con-
struccao de uutras vias
frreas que embora par-
lindo di mesmo pont
mas seguindo airec^oes
diversas pjssam apprc-
ximar-se at cruzar a
linha concedida com
COMERCIO
Bolea Commercial de Pernam-
buco
COTA^OES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 29 de Janeiro de l8g6
Nao noove cotaco.
0 oresidente,
'' AalOQio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
J io Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Oa baocoa abriram com a taxa de 9 3/38, so-
bre Londiea a 90 d/v, bailando depois para
9 1/16.
O movlmnto T01 pequeo.
Em papel particular nouve igaos negocioe
a 9 3/16 e 9 5/31.
Cotaedes de genero
Para o agricultor
AeBDCar
Usinas, por 15 kilos. .
Cry^alisado. 'dem ideas
Braoco. por 15 kilos .
Someoo?, por 15 k ios.
yaacavado, no' 15 kilos
Brtf/J-. Por 15 kilos. .
Relames' -- ^
9OO0
7*400
8.S/Y|
S
8500 a
7000 a
7*500 a _
4*80U/k^4000
.3T80U a 4*000
3*400 a 4*0JO
2800 a 3*J
* Algodo
Foi negoc'ado o de (* eorte a 15*200 os 15
kilos calendo 1*000 menos o med; no e 2<0u0
o de S* sor 13.
Aleool
Por pipa de 430 litros 185* eomlaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 115* oomimal.
Coiiros
Seceos aleados oa bas>' de 12 kilos 1*000 ris
veo la e refago 666 o kilo.
v*erde8.600 ris, ultimo preco.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Me I
Por 100*000 Domloal.
ExportacSo
Recife, S9 ue Jaueiro de 1896
Para o exterior
No vapor fraocex IVlagal, para Bor-
deaos, carregaram '-
L. A. da Cosa, 3 barricas com abacaxi?.
Rcuquairol F.eres, 1 barrica com 60 kilos de
caf. _
o vapor ingl- Edictor, para Liver-
pool, carenaran):
Borle & C, 60 sacco3 com 4.500 kilos de
assacar matcavado.
No vapor fraocex Plaxmao, para Ntw-
Yo k, carregon :
D. Goovea, 17,513 pclle; de carneiro.
Pos-bacb P.rotrjerp, 11,600 pellet de cabra e
{,134 ditas de caroeiro.
Para o interior
= No aoor nacional I.abira, para Rio
tirando do Sai, carregaram :
A. Fernandos & C-, 250 saces com 18,7'0
kilos de asocar branco.
Para Porte-Alegre, carregaram :
J. F. Marques, 1,000 saceos com 75,000 kilos
d e assocar braoco.
A. Tibo'da & C. 2.000 saceos com 150,003
kilos de assocar braoco.
Para Ro de Janeiro, carregaram :
Hedeiros Va vedo & C, 100 caixas com 3,400
kiljs de oleo de ricioo.
No vapor ailemao Salermo, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Lima & Maraes. 700 saceos com ii.OM kilos
da macar brisco e 300 ditos com 18 000 diios
de tenca: maleando.
tant3 que dentro da zo-
na privilegiada nao re ce
haiu gneros ou pas^a-
geiro8 mediante fete oa
j.a.-s'gens a menos que
para isto nao tenham
eito accordo c m a
Companhia. *
Pelo que protesta defen-
der seus direitostoda a vez
que se verifique a iofrac-
cao de neu privilegio.
R*cite, 2? de Janeiro de
1896.
W. H. Scctt.
Representante da Com-
panhia
I i-o tos lo
A Great Northern Railway Brazil
Company, Limited, cessionaria dos
contractos firmados 00m o Presiden-
te da Provincia de Pernambuco para
a constrcco de duas linhas frreas
de Timbaba a Goyanna e Olinda a
Itamb, em virtude das leis provin-
ciaes ns. 1115 de 7 de Junho de 1873
e 26 de Junho de 1876, tendo sido
devidamente registrada, e approva-
dos os seus Estatutos pelo Decreto
n. 9089 de 15 de Dezembro de 1883,
sabendo que, pela Secretaria da In-
dustria deste Estado, foi publicado
edital para o contracto de urna es-
trada de ferro de Recife a Itamb,
vem declarar para conhecimento dos
interessados, que subsistein em toda
a sua plenitude, por nao terem sido
anda decididas as reclamaQes que
fez, quer no tempo do Imperio, quer
ao Presidente da Repblica, acom-
panhadas de documentos, afim de
obter a indemnisaco a que se julga
com diroito, comprovada pelos mes-
mos documentos, pela quebra de
seus contractos e de conforinidade
com os protestos perante o Presi-
dente da Provincia e Juiz dos Feitos
da Eazenda, iulgado por sentenca de
20 de Fevereiro de 1883.
E faz a presente declararlo para
a todo o tempo constar e resalvar
todos os seus direitos, quer perante
o Governo deste Estado, quer per-
ante o Governo Central.
Recife, 28 de Janeiro do 1896.
Como advogado,
Jos Bernardo G. Aleo/orado.
Advogado
O bacharol Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitos da
Fazenda do Estado, pode ser procurado
em seu escriptorio a ra 15 de Novembro
a. 75, das 1) horas da manha a 4 da
jrde.
P. Alv.- & C, 1,<-O0 saceos coa 60,0'0 kilo-
de dssucar masca vado.
Hj bpo' bileicao MenJo:a, para R o
Janeiro, -arrtgju :
L A Coa a, z aias cora 80 k los de doco
fij w.por og'es N wjmaa, para io
de Janeiro carri giram :
B. Wl'i mi & C. 500 sanees com 35,855
kilos ne algor ao.
No pat cbo a'geotino Mirii Alice, para
V ciorla, carregaras :
A Fernandez & C, 60J saceos com 30,000
los a* assucar mascavado.
A. irruaja C, iO birria com 8,800 lil-cs
le sgoarJeut".
3= No tapor nacional Mmnhc, pira Para
carregaram: %
P. Cdroeiro & C, 115 barri aa com 6.89J
ml 8 de assocar branco.
A. I maos & C, 60 D*rris cem 5,580 litri s de
aeoaid'U'.e.
P. Moto & C, 95 barris enm 8,265 litrr s de
na.rde ni e 5 ditos cono U5 oit i de al. oul.
Nj voor oaciooal Biterlbe, para Cea-
ri, carrega ?m :
J. Rjlrigot-s, 10 caixas cem 150 litros de II-
rjso'ia ia tai-xa.
P. Caroeir & C. 10 birrids com 620 ki p&
le assocar retn 1 o. s
M.noe! C. P. de IP''" Jl brric^.i'fOT 200
k.los de c(r*o gil !__'~ J|*rtnTrm 800 ditos
O*a'saocav Fefl'oao e 40 ditas com 4,120 ditos
de abocar braoco.
Para Aaca'j, ca^rpaaram :
J. Rodrieoei, 15 caixas com 1350 lii os de
cidra.
P. Alv.'8 & C, 10 barricas coa 530 kilos de
aeeacar brauco.
Para alai, car eearam :
P Alses & C. 36 barricas cou 3.047 tot
dea8ucarbr ,,r> -i.Cir ret alo.
Fao'ica de Estop?, 2,000 saceos de estopa.
Para Par;bvri>, c.nregaram :
Maicel Cjllajo & C. 4 canas coa 60 kilos
de phoapooroe.
Na ba ca noruegueose Ualboroogb*,
pa-a Para, raneaaram :
Axorim Si va & C, 20' barricas ora 14,268
kilo de assocar braoco.
No blate Neptono*, pa-a Muri, carre-
garam :
J. Sal^ueiral C, 4 barricas Com 240 kilo
le assocar refinado.
Na barcaja D. Sioba, para Natal, car-
regaram
Ao commercio
Scient.ficamos ao cor-
po coiuiercial e a>s
nessos freguezes que
de hoje em diante todos
os negocios de pelle
cirrero sob a nica
responsabilidade doSr.
J. C- Levy, que usar
de sua proprr-* firma *
com escriptorio a ra
do Commercio n.
continuando nos a
pensarmos ao iuesno
Sr. todo o nosso apoo.
Reefe, z5 de Janeiro
de 1-96.
Boxwellj rWilliams & C.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tina a dar consultas todas os das uteic,
de 1 as 3 horas da tarde, a ra 15 de No
mtr > (antiga do Imperador) 0. 79,1." andar,
Chamados por t-scripto.
Tolephone 0. 27.
16.
dis
lfr. A HyKino de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hospitaes, laureado com
ama medalhade bronza da Assisteucia
Publica.
Consultorio ra 15 de Novembro
n. 32 1 andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgo^ genitourinarios,
Chamados por escripto.
Extrnalo B de Setembro
Curso primario e preparatorio so'j a
direccao do prolessor Jo.-quim Pompeu
Monteiro Pessoa.
As aulas omecaram a funceiona'
desd 7 de Janeiro do crrante an -o.
Ra D a* Cardoso ( antiga do Calda
reiro ) n 2, 2.' andir.
Collcgio do Coracilo Ilaehu-
ristico
No dia 3 de Fevereiro estarSo aber-
tas as aulas deste collegio.
Collegio de Nossj* Seohora
das Menees
(SEXO FEM1NINO)
20 Ra do Hospicio 20
As anlas d'cste estub-lecimenlo de instruc
(So p-'mana e secundaria abnr-se-bao no dia
de wdneiro.
Receba alumoas inlcrnas scml internas e ex-
eroas.
A directora,
Mara do Carino Azevedc.
CONSTIPACOES s?S" Peitoral Catharinenst
DE RAULIVE1RA
DUOUARU BB.4C
Dr. Caroeiro L.eSo
medico partero e'operador. Residencia
e oonsultorio ra do Livramento n.
31, 1. andar. Consultas de 12 s 2
horas da tarde. Especialidade: Ftbres.
par'os e m lestias de enancas Cha-
mados aqualquer hora. Telepbone n
3
COLLEGIO CE I. S. U PENHA
RA DA IMPE MATRIZ 2, 2.' ANDAR
As aulas deste cel egio principiaram
7 do correte,
R'cel'em-se alumnas inte as, exter-
nas e meia-pensionista.
Directora. -Augusta Carneiro.
Jos Uts'"
(ClRURGIO DENTISTA)
De volta da sua viagem ao Sul di
Repblica, reabr > seu lonsultono a ra
do BrSe da Victoria n. 19, I.' andar,
onde pode ser procurado das 10 ho te -
la Urda.
Clnica Medica
DO
Dr. Alberto de Mendoza
Consultorio : Raa da Imperatriz n- 8
, andar.
Consnltas : de 1 s 3 da tarde.
i li w\
I
i
I
O advogsdi) Hirtencio Peiegri-
n-j couina coro o seu escrip o-
rio rna do Imperador n. 54 ',
eucar ega-se tambero de defezaa
perante o jury.

Francisco Pedro da Cunlia
Presbytero Secular, Cavalheiro da Ordem
de Ck'istJ e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de San ]ose desta pro
vincia de Sania Catliarina, etc.
Altes o qu-J ien Cniharinense de Rai.liveira XARO!;E DE AN-
lil O i.OVIl'iiSTO 1 OM TOLU 'E GUACO, pro
parac&o 'los Illms. Srs pharmaceuticos Rauli-
no Horn & Oliveira, ichet que esse x rope de
benfico e promplo effeiio as ait'ucgOes dos or-
gaos respiratorios o que alfirmo u verbosa
Ll'iade de S. Jo?. 8 de Julho de 1888.-Pa-
dre Francisco Pedro da Cauta.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive
sos Esiados .lo Brasil alies am a etBcacia des e
grande mniicamenio.
Deposito
NA
Dragara Braga
------------
Dr. Knnrs Coinibra. Clnica M dico Cirurgiea. Oousultrio, ara Mr-
quez de Olnda n 64, 1/ andar, onde
d cnsul! s das 12 s 2 hors da tarde.
L specialidade.-=F.-bres, pato-, tuole-
tias de s/nhoras e criii)a Chamarlos
n qu^lq er h ra na sua resdeucia, na
ru* da S led de n. 84, e.-qu na da f> a
do Atalho ou no tonsultono.
Tfle^none n. 3^7.
lllm. Sr. Honorio do l'rado
E* para cumpri ento de um dev expans&o do meu regusijo, que tenlio o
prazer re vos escrever.
Na fra a rainha occup-c,ao e viria
p-.-soalmente testemunhar-vos a minha
gratid pelo motivo desta.
Eis o caso : Minha mulher.soflrendo ha
longos a'nos de .eriivel "Sthma, expe-
riu entou quanto medicameuto app 0-
priado houve e ultimameote l a poder
de injeceSis hypodermicaa de mir^hin*
con eguia algum allivi; mas esto m smo
allivio ja lhi ia faltando, porque c< me-
cva a iornar-se refractaria aos poder .-
sos fTeitus da morpbina.
Imagine as vigilia.* por que pssroos,
os desgost s que nos acabrunhavi.ro
aBsoberbaios pela necessidade de alia
n> te tncommo a roos o nosso med co
seropre hab 1 e s Coro'* ests, muitoa o tros facultativos
distinctis-imos bram con ultados e a
terrive molestia z mb u s mp e di susa
prescripr^oas, at que um dia, guiado
pelos j rnaes e cons-lhos insi.-te t"fl de
migos, c invenc o da eica ia d vosso
pndemso xarope de ja^ahy. mandei vir
aguns vidros -, seguind strictHmente
o seo directorio, a pos 2 vidros, minha
mu her fioou oteira'iieute ^ivr^ da mo-
lestia, qne a dtfinhnva dia a dia, e nos
d desanido que nos martyris va.
A nossi ex-doentrt. qu- limitava- ea
: r as e d-tfnuinndas refeico, h'j1
come do que he app^tece e nada ll e fz
mal, inch'iv- fru tas, que eran seu
maijr inimig.. 1
1: ngorda uuotid anamente, icos ra-s^
bem diaposta'e al .re, llevando sta te-
ltoda.l'f ao vosso cloBtr&O e jataby !1
A espontaneidad co- qne me pro-
nuncio con voi. posso ofFer cer e, ] que me, des-
mpenliei rebta pe'i- vea qu ftCOsileM o ioeu pro
fundo reconhr-ciment, p.dendi f za
a'a ta o uso ^ e vos approiivHr.
t'o deiro -e CaaUgallo, 25 da Fae-
reiro de 18')5.
Ernesto de Oliveira Lima.
(\ firma est recoolwo !a falo tabil-
ltfto J. F. deF'flr eir-'i;. >
E fhcguei a ficar qn:si assi:n !!
Soffriahorrivelentedos pulm5es
mas grojas ao xarope de alcatrao e
j atahy, preparado pelo pharmaceu-
tico Honorio do Prado, o mais po-
deroso remedio contra tosses, bron-
chites, asthma e rouquido^
consegu f rar asim !!
RCEBuOKlA DO ESTAJO
Renda de I
1 i de 29
3i6:-iit2(lil
3-723J2U)
339:325*28!
Rcnla de I
l.iem dt 29
RECirE DRAI1AGB
l 7i2.61.jr.
2:74!/13
Campletamonte curado o bonito
Fabrcailn na pharrnacia e droga-
ra HONORIO DO PRADO, 115 ra
do Lavradio.
DepositoDroaria Pacheco & Ce
Andradas ")9.
^Vidro 1S500.
T. L-pa & J'., li bards com 690 litros de vi
r.sgre e 18 calas e 10 garrafOss com 198 ditos
de ebebra.
f.oau Rocha & C,6 dalias de vassooras dt
pa asa va.
Do-i'te & C, f 0 grczis de phospboros e t.lOO
kilo? de vella*.
Na naicaga I. Taurino, para as Alagoa",
carreea am :
F. Rcdrleaes & C, 1 caixa com 60 kilos de
doce.
Na bare?n. Moem:, para Carxaraglbe,
carregaram:
Gonnar's & Valeote, 1 caixa com 33 kilos
de sabao
Na ba:C3CJ lov a Pulmlra, para Para-
hvba, ca-rejjaram :
A. C 01 & C, i catxa com calcados.
= Na barcada eoapo, rarrecaram :
Mancel oil-co & C, 4 saceos com 100 kilos
de fio de aU-oia-.
Heodiaaeafos pblicos
Hex -e Janeiro ae 1896
Atfandega
Renda geral :
Do dia S a S* 1,813:238*837
Ucmde29 H5:2it*939
------------1,928:480*806
Renda do Estado :
Oo da 2 a28 01:159*281
Idam de 29 19:820*268
Total
619:979*549
2.5.8:460*355
J. seccio da Altaoaega de Perasmbaco, 29
da Janeiro de 1896. ^
O Cerroa secgao
L. P. Codeceira.
O iheaonreiro
Luix Msooel R. Yalenca.
HoTlmeoto do porto
Nivios samdos no da 28
L'^eipaol e Lisooa10 d ai, ?anor uglez *Kj
to',> de l1 59 toneladas, eqcipig-io 27, com-
aiaodaote Oweo Williams, carga varios ge-
ie-08 ; a Blaikboro & C.
Ra de Jacelro-2l d;aa, patacho a.'-r/.na lio,* de 166 looelaias, iq.f-uKm 7, cpito
P. J. Oros', 1 a ga '.tioa geairot; a or
dtm. /
Haxbu-go e eacaia18 dia3, vapor allema
Ven'ota.'ce 2895 t >.)la a s, oqaipagem
41, C-. .iimandanle J. H^lesmano, carga va-
ros ganens; a BoMelrcaoa & < .
flcac !t di-s, hyiie nacional Au ora 2.",.
of. 40 louelifJas, equipaem 4, me^t'e H. J.
Olivti', ra-ia-al ; a Hanoei J. Pate .
Nivlos saludos 00 mera 1 da
Sanios e escala Va;or logle E ra, comxao-
'(ai t> W. Ricna'ds ; car^a assocar.
Estalo -U ii oj3aroa n irneiioeoge Deside-
z",. cap ao A. M. AuJreafei ; carga a;-u-
c.r.
Tesra NovaL Robert Palltw; em lastro.
R'o 'e Janeiro e esclaVador nacioml Espi-
rito Santo, commandaote 0. J. Ciru-i-o;
carg va ios gneros.
Par Ltu*r poriogotx Giyi. commanlante
M uoel 3- Garca; ra'ita va i as genero?.
Par''atacbo sueco Arheu capitaj 0f Je-
bansaen ; carg vanos ge eros.
Ceara e es'ali Vapor naciocal Bebenbe.
ommaodao'.e F. Carralbo ; carga varios ge-
neres.
Mcau L r -ueco "arl. capil&o I. A. Abro-
banesen ; m ladro.
NdVio6 eotradoa.no dia 29
R o de Janeiro e efc MaraQhao. d 11-99 toneladas, co.Tnranlac-
le Gj Idermn de ..asiro, -qulpagetu 61, car, va ios geoeros ; a Pereira Caroei-o & C.
Fernando oe Narooha35 ora vapor oaciu-
Bil S Praociaco, oe 322 t02tlidap, comman-
daote Antonio A. Pinto, eqoipagem 3', car-
ga varios geoerue; a Ccm^anbia Peruambo-
cana.
w.nii'39 lias, barca noruegaense ilbicn.
de 404 tooeladas, cap lio N. iCbrislensto,
eqoipagem 10, carga tarvao de pedra ; a
WiIoo Sons & C.
Niv.o sabidos no mesmo dia
8antosVapor nacional Camocim, commao-
danle Alfredo Moote:ro; carga varios gene-
roe.
Samse escalaVapor alletro Salerno. com-
maaCaite J. Shamberg; carga vanes geoe-
ros.
M.iBior-L?ar inglfi Rete Hill. capi 53
J. li. Jsraen; em lastro.
Eatadcs-UoidosBarca inglexa E-c.-la. capi-
to Jobo Hjrr; carga assoiar.
Mercado aicipal de tt.duie
O movimeuto desta marcado no dia 28 de Je,
oeiro '01 o segointa -
Entrsram :
40 bois pesando 8,694 kilos
350 kilca da peue a 30 rs. 10*500
3 compart. com mariscos a 150 rs. 11200
2 ditos com camaraa ? 15J n. *300
36 cotomnas a 9JO rs. 32*410
1 cargas com galllnhas a 750 rg. 4750
10 eassuaes com gallinbas a 450 rs. 4*500
1 cargas com milbo verde a 450 rs. *450
2 carga com amendoim a 450 9.0
2 cargas com batatas a 450 rs. i 00
i carga coro macactieirae a 45M rs. *9 >o
1 cargas com eeboliabo a 450 ra. 545' >
2 cargas com ganarnos a 450 ra. *S00
17 cargas com verduras a 459 ra. 7*650
2 carga com canoa a 450 ra. *9t0
5 cargas com laranjas a 450 rs. 2*250
2 cargas com tbame a 150
4 ca'gas "om bacas a 450 rs.
3 canias com melancta a 450 rs.
2 argH cuto m*"&o a 4.W rs.
3 carcas com it cargar com farinna a 31 '.
8 va gas cora milbo secro a 300 rs.
5 arjKM ct,ro feifio a 300 rs.
14 Somos al* rs.
64 iagares a 300 rs.
12 como, com joiuelros a 1*5 =0
9 corap. com seta- i'y 1*050 rs.
8 corap. com fresswia a ^00 s.
70 coa, coa f2iesress a *t "8.
f{ comp. cora gaftidas a l*i.59 ra.
5 cotn, com fVrddraa a 450 ra
i0b* corap. coaf 'ancha a 6-> rs.
id come... com talboe a 3/000
>g2-glglaWigig*glsgMMga3Kie
Dr. Joiio l'ntila
Espe-ialista em partos moles-
s re. aenboraa e de j|
"j com 1 nga i ratica nos h spitae* ^
f-> dePariz e de Vieur.a d'Austria, *
g d Gona-ltaa das as 4 hora no |
Largo do Corpo Santo 19, j*
K 1." andar e reside ra roa de )2
@ Beorique Das o. 2. Q
R Teleph cesnB. 190 no eonsul- l|
U torio e 47 ua resideucia.
Peiioral de Cambar
Outrn cura tle broiichito
Ai.plicado contra urna forte bron-
chite de que se achava atacado nm
hlhinho do Sr. Rudolpho Taborda, o
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
c^bellou em poucos dias a perigosa
.nfermidade.
O agenteCompanhia de Drogas.
Instituto Pliiloiaatico
Kua Visc'.nde d'All'Uqiieruuo n 33
Director Bach re I nto Vctor.
As aulas d-ste c llegio estaro aber-
tt.8 do dia 7 do rorrentf em d ante.
1,80'
i .
*aoojik
6*.e0
1*4"
1*5"0
14*100
19800
IHiO 0
9*iM
7*2 H.
Ii0*0iiii
*05
52*05
63 #600
144*000
Rndimei>&8 dos das 1 e !7
540*700
14.4I8*>3
14.95i*530
.'revos do da
Carne veide de 200 a 1*000 rs. o kilo.
Sainas de 1* a 1*200 bm-.
Carneiro de 1*2 0 a 1*500 idear.
Pancha de 6JO a 1*00') r. a cnta.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a cola.
Feiao i e 1*200 a 2*000 a can
Navios esperados
De Ha dburgo
Lagar ailerrSo Axel.
Urigae ailemao Ouo Gra 'n lalbarg.
DeN^k-Y k
Barca DscicBal Victoria.
De Cardiff
Birca nornecu,'nee Wir.ooa.
Barca ooroegoense Sala,
Vapores a entrar
MfcZ DE jxh;iro
Jjbis'So do oort a 30.
Portog'l* <>o so', a 30
Wcr.iwatri io sol. a 30.
MEZ LE FE7ERVIRO
Orean da Eur> p a 1*
H k-dtanfe'. da Europa, a 1.
Entre Rio? da Boropa, a 1.
Minea do sol, a 2.
Li Plata* da Europa, a 2,
Ha"noi-Ayre8 do sol, a 2.
Tiiames do eoI, a 2.
Eloe aa Europi>, a 3.
Braiii do noria, a 4.
Orela P'ince de N w-Y ik a 5.
Algots de sol, a 6.
C yde da Earopa, a 6.
Orelana do sol, a 9.
Vl-leireD8e do none, a 10.
S. Salvador do DO-te,.a 13.
Olinda .;o enl a 16.
N te do sul, a 16.
cMa-dalen; da Earopa. 19.
Mar-ioBac do nort-", a 24.
Brai 1 do so', a 26.
Vapores a sahir
M!iZ DE JANEIRO
Mansos eesc. M.raana. a 30. ag 5 boras.
' B in]*"t)x e esr. Ponogal a 30, as 12 hjraa.
Ntw York Wo-lowtrin a 30, as 2 borjs.
Santos e e;c. Mendosa a 3J. as 3 oras.
8.lita e esc $. Francisco a 31, as 4 loras.
MEZ DE FEVEREIRO
Valparaso e esc. Orcana a 1. as 2 horas,
Saotos e esc. H kenstanfeo a 2, a 3 Doras.
Saot03 e esc. Entre R'03 a 1, aa 4 horas.
Bjeoos-Ayres e esc. L Plata* a 2, as 2 oras
Sootnampton e etc. To me a 2, as 12 horas
Baen.t-Ajres e esc. Elbe a 3. as 2 boas.
Lisboa e Hamborgo Soenoe.Aye," a 3 as 4 o.
Mios e eac. Jboaia. a 4, ts 4 horas.
Rio de Janeiro e esc. Bmz:! a 5, as 5 ho:a3.
Maoos e esc. Alagoa? a 7, as 5 horas.
Baenos-yres e esc. C'yile a 6, as 2 horas.
Sanios e esr. fl-ecian Prince a 8. as 3 horas.
PiyooHtb e esc. Orelana & 9, as 12 horas,
para directo Ma:eire :?c a 13, os 3 hora?.
Rio de Janeiro e esc. S. Salvador a 14, as 5 h. j
ioothompton e esc. Ne a 1C, as 12 horas,
Manos e esc. Olinda a 17, as 6 horas,
bu nos-Ayrea e esc. M gdalena a 19, as 2 h.
R.ode Jane.ro e esc. Marnnbai. a 25, eso ti.
PAIICIPA
Dr. Frei.4'T
/Prtic'ipa a s sen
er mudado sua
&&1SK
Dr. Alfredo Gaspar Medico Cgr-
sultorioe residencia ra da Imperatri
n. 71, 1* andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manh. Chamados (por escripto) a
nal nier hora.
i
tu a riles
nu\]:.~ e atientes,
reaidcnci* para o En-
troncHinento n i, defronte da fstacao,
aonde pode ser procurad e contina i
dar c nsultas Jas 11 1 hora da tarie
a rual.arga do Rosario q. 20, antigo
consultorio do Dr Ferr ra.
Telepho:e n. 292.
:::::;" :::::s:: :n;.v::
MEUICO 110MCEOPATHA
Consultorio ra Bardo d Victo-
ria n. 37, /. andar
i
i
a.
O llauliveira
E' o poiloral raais eflficaz, mais barato e de
gos o mais ngra iabilis."iiiio ; i a Dr gatia Bra-
ga t em toddj as pharaact8.
Ur. Fraacisco Leopoldiar
Y specialidades : Pebres, molestias dt
criau9as, syphihticas e da pelle.
Consultas de 1 s 3 horas da ta-de
ra do Mrquez de Olinda n. 38, 1.
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214.
Chamados por esTipto.
,--------------O
Ur. Anaara Wanderlcy
M EDICO
Consultorio Ra do Bora Jess,
n. 24-1. andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Re-idencia Ra Diieita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manb.
Recebe chamados por escripto.
et ral de Cambara'
Duas curas le coqueluche
Em proveito das mes de familia,
declaro que dous dos meus netinhos,
tendo sido acommettidos de coquelu-
che, e, nao colbendo melhoras com o
tratamento medico, dei-lhes o Peitoral
de Cambar de Souza Soares, e em
poucos dias a molestia cedia comple-
tamente. Mara Jos Rodrigues bar-
cellos. (Firma reconhecida),
O agente Companhia de Drogas.
5 D consullas das 11 inras da manh %
B 1 ila urde (h
Or. Brrelo Sampalo Oculista
Consultorio ra Baro da Victoria n.
51, l.* andar. Ex-chefe de clinica do Dr.
de Wecker, de volta de sua viagem
Europa, d consultas de 1 s 4 horas da
tarde, excepto nos domingos e dias san-
ctificados. Telephoue n. 285. Residen-
cia ra Sete de Setembro n. 34. Entrada
pela ra da Saudade n. 26 Telephona
o. 287. _________
Jornal doCommerco
RIO DE JANEIRO
Recebe-se asignaturas e anuuncios,
ra d' Commercio n. 9
FLIX BANDEIRA
Agente nesteestado
Pe tea' de Cambar
Outra cura de coqueluche
Urna filhinha do infelligente guarda-
livros Sr. Barros dos Santos, accom-
mettida de forte coqueluche, rest abe-
leceu se promptamente com o uso do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares.
O agenteCompanhia de Drogas.
ruz
Collegio Santa
N..75-RCA DO BOSflCION 75
Eslaiao abenas do da 7 de Janeiro em dian
te as aulas dVsle estabjlecimato de listruc
ro primaiia e secundaria.
Admitte alumnos miemos, semiinlernos e
externos. .
Prospectos serao fornecidos no coll'gu.
Os dir-ctoreS;
Joiquim A.a. Uctidonca Simat,
.1 non o da Silva Gu mare:
. ii -
RAULIVEIRA
. Todos os mdicos receitSo o Peitoral
Catliarinense como o nico medicamento
contra Tosaes e Bronchitea
DROGIBmI braga
<9*
90y Manoi e bc. Braill a 27, as 5 tooraa.
Peitoral de Oambir
Qutras ciaras de tosse
Por mais de urna vez, pessoas da
familia do distiheto pharmaceutico
Sr. Ernesto Fernandes de Souza fize-
ram uso, com xito completo, em tos-
ses e outras enfermidades das vas
respiratorias,'do Peitoral de Cambar,
' de Souza Soares.
O agente Companhii de Drogas.
t Dr. Arthur Caval-
canti U
I
a
I
fS
I
Participa seus clientes e
amibos que muduu seu consul-
torio e residencia para a ruado
Baro da Victoria n. 46 1.* an-
dar onde contina a uxercer os
roy. teres da sua proflssao.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
rjA^a>amiiuiuiuiii 1
Minha esperanza
R. Nicolie.U'i e C.m-s !'. J.:f:
da eai 1864
Pa-i. i e Nj e.r'-o le l8Ga I le Sr.
Ai o-o Fr.ioclsco la Cruz. Penamr-uco
Ami^.. < --T. ni p e ea e o fto iina-
rfo or de7deO(.tuDo po.imo paaaado,
inoto ao qaal tive o praier ( e encentar cm
pe-i!- iie p-nl r ra cigarros, que ixuito es-
irxei recefier e arr?d cj. .
Lo^o t-atei oh fut't-iiai o ao hb'lcaBte e
in^tl para H'.e ai-ja ensud.) cu:n esmero e r a-
sima prest-.as, t-mr.'-e C'-mp ocenido o (a-
alicante a aprcmpt=r o e d*ete tan. Espero qne p-i-sa ta Id'' a re-
messa teio vapor do Havre a sibl.' eoi 14 i.e
Desembro prximo tnia-o.
Si bem neeij^sse erv>l-o a rn^is cdo a;o
n, osjaerli panael, porque o seo papel
nao r-e fax coro ao'ecedencia, e slm de p-aoo-
al<0, oe.e*itaouo o seu faonco (te mano cui.
Sj^ ontro motivo, sob'erevo me con emre-
tiesa49 V ic, 'f.\fo mmtotUento ve-
nerador Pelo Se R. Ni<'leC. Iiiil-
[PLazativanVkhy
jnHTMW L



V
-


Diarlo de Pernambneo Quinto-felra 30 de Janeiro de 1S96
HNTAES
r
*V

Concelho Mun'.cipal do
Recife
O oidadSo Joaquim AUes da Fonsec*.
Presidente do Conoelbo Municipal do
Recife convida aos Sra. oncelheiroa s
supplentei aunixo mencionados, pr
reumrem s no Paco do Joncf Iho Muni-
cipal amacha 30 d > c irreote ao roeio di,
afim da p.-ooedederem aeolba doa el-i
torca que deven constituir -aeas alai-
toraea para a elec3o d-> un Secad r do
Estado, todo de acooido coa o art. 8,*
do sppecdice a que ae refere a Lei n.
93 do 8 de Junho de 1895.
S-soreiaria do Conoelbo M'n ci *l do
Recife as 29 de J.niro de 1896.
J >aquicD Alves da Fonseoa
Presidente.
LISTA DDS CONCELHEIROS
Alexandre dos Santos Selva.
J Miguel diAbreu Masado.
Maioel J juquira da Costa Ramos.
Francisco Garlus da Sil'a Fragoso-
L'ii da Valga Pessoa.
Herminio Egydio de Figaeiredo.
Francwoo tiuigel do Amaral.
Rsraardo Darni2o C^valcanti Poesoa.
Mt-.nr.el Thom a da Sooaa.
MorcJ Joa da Silva
Alfredo dos Sant a Alme da.
Or. Augusto Cooltio Leite.
Pedro A vea de Saa>t Braail.
Joiquim Jos de A^reu.
Repartido haver depositado nella quar-
tia correspondente a 5 r. do valor da
obra a c.utraotar, importancia, que per-
der si nao assignar o contracto deo'ro
do praio marcado no convite que para
ti riin Iho fer espedido.
Para boa garanta da execucao do
contract >t dep sitar o contractante no
Theaonro do Ettado urna cauc&o que aera
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Estar a disposicSo dos a. proponen-
tea cesta Oireotoria, o o reamen to dessa
obrn, bem como se dar qnalqaeur es-
clareoimento que desjarem neste ses-
udo.
Recife, 8 de Novembro de 189^.
A. Urbano P. Montenegro.
Director geri.1 interino.
EDITAL
Recededoria do Estado
de Pernanibuco
Etlital ii. 4
O artmmiBtradi r tendo ra vi>ta a lei do or.
C3or>P't)<>m vii{ur8-iit 3' faz pcbli'o pa-a
cubheiirejto oos respecv 8 cootnbulotes qae
d tro de 15 da* prp'jxoa cmtados da data
lo p^estnt* rd>til e (.'(ufarme a relaeo abai.
go, e uoeoe a bu'ca do cofre, ? arrecada-
cao go imposto sjcre te-'ros baldcs oSo
e (loados anda a xurados retal ao ex.
ereicia de 1895 a 1893 raiao de 100 r;s por
i.eiro qu:' do.
He enedona d Estado de Pernambuco, 17
le Janeiro de 1896.
O administrador,
Aff.neo de Alooqce que Mello Ju ior.
msoto fjraeoido pela Tuesouraria desta teve a destriboJcas segninte : A' Brito.
Oli reir.
Eoi virtade do despicho sqoijtranscrip
to o respeotivo eserivao passon o pre-
sente edital pelo tbe >r do qual bei por
notifictdi.a aoa aooioniatas supra decla-
rados, para verem depoa de 30 dias
oontadoa da pabliotoSo dette aerea ven-
didits em leillo publico, por intermedio
do agenta norne-do por este juiao, as
respectivas aocBes, em numero ow *-
quant as realisadaa declaradas na peticSo
que fioa transcripta, coa termos da lei e
de ootormidade oom o requerido na
mesma peticSo por mim deferido.
E para qae cbegae ao cotheciroento
de todos e especialmente dos referldcs
accin ib ti. s, maodei passsr o presente
qae ser publicado pela imprensa e affi
xado no logar do costme.
Dado e passado nesta cidade do Recite,
Capital do Estado de Pernambneo aos 23
das do mez de Janeiro de 1896.
Pagos nos autos os emolumontos d*
assignatura.
Eu Gustavo Alberto de Brito, escrivSo
O eterevi.
Francisco Aitino Correia de Araujo.
EDITAL
LISTA DOS SPPLENTES
D,-. M*ooel Heo.ique Oardim.
M*noei Rodriguen N gieira Lid'..
Adolpho Taiaeira L"pea.
r, Afficso de d. O. d'^lbuquerque.
Joao Qiioiilio de Foates Brasri.
M*noel Lope VeT*.
Ma ojI Ferreir.4 B Jiaior.
Cisiy Jjvenal do Bago.
Jote da Onve.r* B-tatoa.
Jos de Az-vedo Waia e S:lva.
Flix Pereira di Sene.
Mino^l Fraoc'soo de Barros Regs.
Jjs Mti'oeiino Alves da Fonseca.
Dr. Ascencio M. G. C. Mascarenhas.
Joaquioi Abrantaa Pioheiro.
0 1 Secretario
Fr^ni^s^ G*rlo d Si1* Fraema.
* JDirectorla *< secretarla da
Instlca, 7Vegoclo latcrlore >
eI)Strucco sMi-l-a de Es-
tado de Ccrn iMieo, e
*. Rcceao.
De crdem do Sr. Dr. Secretario da
elBotO a qu fe relere o edital eopra :
Bfla;o de naiie do rrenos baldos das Ir
goe*l, Recife, Santo Antonio e S. Jcs
H^nfe
Roa d > Brom p. 26, 2113 -ni 21M341
T-avesoa no T rade.cS o. 17,
SiS.^iO 3J30
Sin'o Asti nio
Pa o. 15, !98,*3 59*835
Dita n. itbmii)t Sl*828
Harqo t do H-rval n. 4,
1W--25" 14'*7f0
Da n. 1C8, 89 -2i8 69*318
S. Jos
Co'onpl Snagfuoa n. 183,
475-938 47 Al.crim 67. eO.-^OO fifiiOOil
Dita n. 91, Ii3,,'27> H0*j79
Passo na Pa-ia o. 26 USt-OO 113*810
T.-avf g do G maro o. 23,
C5I -290
Di a o. 29. 472 "-'oO
Brib'jioa,eo i7. 662,203
Dtt-'Dco n. 27, 420,-200
Dita o. 31, 2434-^.O
O Doutor JoSo Joaquim de Freitas Henriques, Juiz de Direito do A.'
Districto Criminal, Substituto reciproco do 2." presidente da l. sessQ ordi-
naria do Jury da cidade do Recife, e etc.
Faco saber que tndo designado o dia 24 de Fevereiro prximo vin-
douro, as 10 horas da manh para abrir al.* sesso ordinaria do Jury,
que trabalhar em dias consecutivos, e havendo procedido ao sorteio dos
36 jurados que tm de servir na mesma sesso, nos termos do art. 13 da
lei n. 15 de 14 de Novembro de 1891, sahiram sorteados os seguintes :
Itperial n. 33, 231.-230
O ta n. 89 221 -2(10
Diu c. H9, 5541,-W
Dita n. 114.1 '0,-200
D ta o. 22\ 975.-2HO
Una n. 2^9,18S56 -210
>i a n. 30 Dit-i n 197 309-200
Dita o. 193, I816-240
'llar. 279, 265,-250
Di a O.258.2852B-2O0
Jusrisa faco publico que com o praao de!^ t* o. 240, 3S06-2W
30 dias, a conttr da data deste edital, | J* D; Jj' JJllgo
tica aberra concurreccra para o fcroeci-
ment- de tardmento as pragas dos Ba-
tallo -n Eitxdoaes de Infantera e do
Corp) de Cavallaria e de torragem, me-
dican: entos, torradaraa e cravas oava
bada do m-suio corpo, mediante es
cllausulas seguintes :
1.a A propostas fevam vir devida-
mente selladas e iechad.s e os propo-
oentes requererSo previamente a esta
Secretaria, provando cu3 aSo negociantes
matriculados e se acham quiten, relati-
vamente acs impostos de industria'e pro-
fstoes do ultimo semeotie, e declarando
que se obrigam a tedas i s condi^Ses nes
cessariaa para a garentia dos iateresse-
do Estado, de sccordo com as tabellas e
dispcsiyo-s regalamentres em vigor.
2 Nao seao aceitas as pn postas
que co..tiverem artigo nSo monconados
as reftridas tabellas, nem tambem
aqoellaa cujob precoa estiver-m snjeitOB a
abatiment > ou descont.
3.a O contracto s poder ser feito
com quem melbores van'.sgens cffereoer
na cnocurreDci*.
4 O tornecimento de fardamento
ser feito p r proata(S:s nos prasos que
orem m^rcad>s no termo do contracto,
ficando oa coutractantes su jeitos, no ca <
de 1 I ao'yao, s mu't s previati-s pela
Regulamento de 2deJunbo de 1879.
5.' Os contractaLte8 do forne-i ento
de lerr&daras e cravos ficm obngados o
ferrar a cavulhada sua cu&ta e jeom a
mxima perfeigSo, a jo zi do Commac-
dant do Corpo de CaveiUria.
6.a Em igualdade de circunstancias
ter preferencia o concurrente que se
propozer a fornecer dito fardamecto, com
fz-id-'.s manufacuradas no Paia.
Oa torn"cimontos ser&o teiios durante
o prso correspondente ao ce cm oa mu s
de 1 m exeicicio linanceiro, conforme
convier ao servido publico e for deter-
minado pelo Dr. Secretario da Jas-
tica.
O director,
Affonso V. de M*d Secretara da Iwdufctnag
3.a Directoiia
Para conhecimento dos interessados
tajo publico qae no dia 31 de Janeiro
vin .0 o, a 1 hora da tarde, recebem-so
nestt. D rectora pr^postas em csrta fe
chada, vidamente selladas, pra h
consiiccjao de 2 pegBea e 1 pii>r de 1
ponta sobre o rio Una, em Bjrrei.os,
oreados em 19.054(5975 r-s.
As c re .-astas devem ser escrlptas
extenso, sem rasura, emeada oa viciopor
qualq-er especie, sendo rejotadas es
que ue rsseutirem das seguintes faltas :
1* 'As qae excederem os procos do
orcamento ;
2* As que So forera organisadas de
accerdo com o prestte edital ;
3* As que se basearem em procos de
outras proposta ;
4* As qae forem firmadas por pesaoas
que j techara eixado de oomprir con-
tractos com esta RepartigSo ;
5* As que nSo offerecerem as garan*
tas e quslidades exigidas neste edital.
Havendo duas oa mais propostas en
igualdade de condicSes, ser preferida a
do concurrente que melhores provas de
doneidade ofiereoer.
Os Sr?. concurrentes deverao, alm
dessa idoneidade exigida para a irecc2o
e execac&o das obras, indicar o logar de
soa residencia.
Kechum propooente ser admittldo a
coQcurranoia sem qae prove oom docu-
D a n. 165 B. 1290 250
lit n. 165 851-2 40
Diu o. 16. 10V.-200
lit n. 28, t6"62S5
Dita o. 237,5155-263
Di ao. 210. 770-200
D ti n. 169 A 2496,-200
Dit n. 241, 342U.-200
Dita n. 23. 1305 200
Djia o. 261, H062,-20
65*190
47*150
-j*iO)
4140 '0
24^*460
23*if0
32*100
55*100
11550OO
97*500
1 85.-56V
134*200
309*401
185*640
23o 0
2.8*2*5<0
390*6iO
111*20'
64*08"
129*050
85*4'4
102*400
160*660
8'5*^60
77*0(4
249*6n5
usfooe
30*505
1 116*20
Instituto Benjamn Cons-
tan t
Pela Secretaria do Institato Benjamn
Constant e de ordam do Sr. Dr. Di-
rector, se declara aberta a matricula dos
alumnos nos diferentes senos dos dous
curaos, devendo oe pais oa eocarregados
doa matricalandoa apresentar ao Director
do estabeleciment os reqoerimentoa
instruidos oom todos os documentos justi-
ficativos das condi^oos em que se acbam
' b candidatos matricula, qae sao :
1' oertidSo de idade oa documento equi
vlente ; 2* attestado de vaccintc^o ou
revacoinacSo; 3' certificado de que o
candidato nao scffre de molestia alg>>ma
contagiosa oa infecto coutagiosa ; 4* at-
tt atado de bom prooedimecto passado
pelos profeasores e directores das escola*
que ele hoaver frequentado, oa por
peasoa reconbecidamente idnea.
A toxa para a matricula dos alumno
nos differentes annos dos cursos de pre-
paratorios e comm rcial de 128000,
psga na repart'980 competente, median-
te gu a passftda pelo Secretario.
Encerrar-se-ba a matricula no dia 15
de Fevereiro, nos termos do regulamento
vignte.
Secretaria do Instituto Benjamn Con-
stant, 15 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernandos Qaintella.
Recife
Antonio Gomos de Silva Ramos.
AWtouio Gomes de Mattos Sobrinho.
Arthur de I Mello.
Manoel Joaquim de Costa Carvalho.
Manoel Peroira da Costa.
J0S0 "Vicente Ferreira Coelho.
Antonio Apolinario Moreira Wanderley.
5. Antonio
Dr. Agostiuho da Silva Leal.
Caetano Ferreira Ramos.
Antonio Jos de Moraes.
Alchebiades de Moura Ralim.
Aprgio Braz de Olivoira Lima.
Joaquim Bazilio Pinho.
Raymundo de Almeida Sampaio.
Francisco Rodrigues Pinto.
Guilhermo Carneiro da Cunha.
Jos Soares do Albuquorque.
Pedro Jorge da Silva Ramos.
Eduardo Nabor.
Gomos Augusto Gayo de Miranda.
5. Jos
Podro Lins do Oliveira.
Genuino Rodrigues Cardse.
Ignacio Gomes Ferreira.
Luiz Eloy de Miranda Duraos.
Tliadeo Poreira Bastos.
Afogados .
Balbino Cozar de Almeida Loite.
Henrique Bernardos de Oliveira.
Boa Vista
Josa Bazerra do Barros Cavalcante.
Arthur Toixoira Bastos.
Dr. Jos Nogueira do Souza Filho.
Jos Alfredo de Almeida Soares.
Grafa
Jo5o Rodrigues de Moura Campos.
Jos Bonifacio do Miranda.
Peco
Capitulino Candido Ucha de GusniSo.
Manoel Jaquim Correia da Silva.
Bonto Joaquim de Miranda Henriques.
Edital
Alfandt-ga de Per-
Dambuco
Terreno de Manaha
De crdem do Iustre Sr. C ronel Dr.
Iospector, f-co publico qae, tendo D.
Elisa Huoiz de Carvalho requerido por
aturamento o terreno de marinba sito a
ra dt> Via Frrea, 2 distncto da tre-
guezia de S2o Jos desta cidade, 1 ntre
o terreno dh posse de D. Francisca Ca-
rolina da Cucha Rem e casas pertenoec-
tea a Antonio Qoncalres Di-p, medindo
de frtnte 7,m 15; sao oenvid dos os f -
reros confinantes e domats intere&sadjs
qne se julgerem prejudcidos com o soli-
citado atoramnte, a virem, no prazo de
30 dias, apresentar neats Repartic&o do-
cumentos, que provem os seus diroitos,
cabendoaccescentar que fiado esse prveo
neohuma reclam-^ao eer aecceita pro
cede de-ie de accjrdo com o que Ior de
direito.
3.* SeccS da AUandega de Pernam-
buco, 21 de Jaoeiro de 1896.
O chele,
Mancel Leite Pereira Batos.
O Dr. Francisco Aitino Correia de Araujo
juiz de direitc do oommercio do mu
nicio do Recite e capital do Estado
de PernamLuco em virtude da le
etc.
Fa-.o saber aos que o presente edital
Virem ou delle not ca tiverem que pir
parte de Companhia Fabrica de Vid ros
de Pernambuco me oi dirigida a peticSo
do theor aegninte :
PeticSo
II.m. e Exm. Sr. Dr. juiz do cm-
n ercio.A Companhia Fabrica de Vi-
droa de Pernambuco qoereodo vender em
leilBo publico as acvSes dos accionistas
adiatte nomeados e que deixaram de
efiectur a stima entrada de dea por
cento requer a V. Exc. be c'igne de
mandar notificar, mediante intimaySo
judicial, publicada por 10 vezes durante
um mee em duas tolbas das de maior
cirenl'CSo nesta C'dade, com > prece ta*
o art. 33 do decreto n. 434 de 4 de
Julho de 1-891.
Estes acciouistES sao : B.*nco Emissor
de Pernambuco possuidur de 4 200
acc.3-8, J0S0 Luz dos Santos possuidor
de 0 accSes e D. P.auda Pinio de Lo-
mos, viuva de Carlos Pinto de Lomos
pessuidora de 400 aocoes, todas j com
60 por cento reaiiadoa- cojo valor no-
minal OOCO.
Neetes termos Pade deferimento
E R. M.
Recife, 21 de Janeiro de 1896-0
advegado Aotonio Minervino de Honra
Soares (sellada)
E mais ae nao continba em dita pe*
tieso, na qual profer o despacho do
theor seguinte :
Despacho
Deatribaila como requer.
Recife, 21 de Janairo de 1896Aitino
de Aran; .
Nada maia se contiena em dito despa-
cho, proferido na mesma peticlo qae
Eecola Normal
De ordeo do Sr. Dr. Director e de
accordo com o art. 13 do Kegul.-ment
em vigor, faco publico que a matricula
nes.a Escola estar aberta do da 15 do
crrente at o dia 15 de Fevereiro.
Os candidatos matricula no 1* nono
requerida ao Director, deverSo eatisfaser
as segoiutes condic&es :
1.a CertidSo de idade, ou documento
equivalente, em que rrovem aer maior
de 18 annos para o sexo masculino e de
16 para o teminino,
2.* Attestados de moraliade, pessa-
dos por pesetas idneas, a juiao do di-
rector.
3.a Attestado do profissional qu3
prove nSo aoffrer o matriculando molestia
contagiosa ou defeito pbysieo, qae de
tuturo o impossibilite de exorcer o ma-
gisterio.
4.a Conbecimeoto da repartico com-
petente da que provem ter pago a taxa
de 100000 (1" prestaoao).
5 a Approvacfio em exame de admi -
sao, o qual versar aobre as seguintes
materiaa.
a)Lingua materna ; aoalyse lexico-
lgica, dictado, redaccSo, leiiura interpro-
utiva de prosador moderno.
b) -Aritmtica : Pratica das 4 ope
ritocs sobre inteiros e nmeros fracuio-
narits ; pratica de problemas facis de
regra de tres, de companhia simples e
de juro simples. Sistema mtrico de-
cimal : conhecimento pratico dos pesos
e m didas e suas relagoe*, quer para
oom as antigs, quer para com as do
novo tjeterna entre si.
c)Geometra : oonbeemento da* prin-
cipaes formas geomtricas ; tragado de
figuras piaas por construcc&o.
Desst s materias s farfio objecto de
prova esoripta as das seriesa e b
e r z.'n *c o candidato prova oral do todaa.
O director po ei recusar a matricula
a*> candidvto que, nSo obatante exb bir
E que nesta sesso sero julgados os seguintes reos afiancados :
Antonio dos Santos Mazombo, Joo Sebastio Luiz Carneiro Jos
Pedro da Costa e Lino de Abreu Cerqueira.
Outro sim faz mais saber que sero julgados na referida sesso os
reos que se acham ausentes, pronunciados em crimes que admttem an-
ga, a saber :
Alexandre Jos Earbosa, Antonio Rodrigues, Jos Henrique do Cas-
tro Lobo, Calisto de tal, Justino Antonio de Oliveira, Sergio Henrique
Cardim Manoel Gomes de Souza, Francisco Jacob Effirt, Isabel Maria
do Carmo. Joo Pereira de Araujo, Manoel Ferreira Calado, Pedro Ban-
deira do Nascimento, Antonio Severino da Luz, Joo Baptista da Silva
Manoel Joaquim da Costa, Sergio Nicolao Tolentino eSilvino Correia d
Araujo.
A todos os qoaesea cada um de per s, bem como a todos os inte-
ressados em geral, se convida para que compareci na sala das do Tri-
bunal do Juiy a ra 15 de Novembro, tanto no referido dia e hora como
nos demais das seguintes, sob as penas da lei.
E Para que chegue ao conhecimento de todos se passou o presente
Edital que serafi ado no lugar do costume e publicado pela impre.isa.
Em case de duvida o director poder*
)uvir o parecer do medico do Instituto
acerca do estado de saude do pretenden-
te admisaSe.
_ V No caso de ser gratuita a admis-
j. o do candidato, dev r apresentar tam-
bera testado de duas aatoridades do lo-
gar ae saa reaidencia que prove indi-
gencia.
Art. 31. Nao podero ser admittidos
no Instituto oa menores de 6 annos o 01
m>.iores de 12.
0 Governo do Estado obriga-se a con-
ceder paaitgeus para aquella Capital at
10 menores de 6 a 12 annos, que satisfi-
aerem as condigSes supra mencionadas,
cumprindo que pt-ra esse fim se y presen-
tera ao Dr. Secr tario da Justiga, Nego-
cios Interiores e IjstruccSo Publisa.
O diractor,
Felppe de Figneiro Fara Scbrinho.
BEGLRACOES
THBATflO
i5
ii
m\m
Companhia Hespanhola
SOB A DIRECgO DO
ACTOR GREGORIO VELASCO
HOJE Quinta feir lio.li;
Beneficio do 1. actor cmico e di-
rector da companhia Gregorio Ve-
lasco.
A zarzuella em 3 actos
3 arinel de ferro
o
Due'to de chapeu de sol
E
QUEMFOURA LIBRE
Bonds para todas as lnhas e trera
para Olinda, Apipucos e Caxang.
Principiar as 8 112.
Great Western of ~Br^
zil Railway ^. Limi-
ted.
4viso ao publico
A aulorisagao concedida esta Es-
trada de Ferro por aviso n. 193 de
12 de Dezembro de 1892 para aug-
mentar suas tarifas sobre o assucar, al-
godao, alcool, couros seceos e salgados
e licores na razao de 5 /0 por cada di-
--------_...., .uulxU^6 W.WUIUI. a uuuiiubuu pea impreasa. e licores na razao de 5 7 or cada di-
Tmbenme remet tero iguaes aos Juizesde Districtos e subdelega- nheiro nhairn HP 9(1 / fnrn.q S
dos respectivos para publical-os e mandar fazer asintimacoes aos jurados f- d e fum0 3 /
anc cnlruH.u Qne- (nMnmnUn,. .. ~ U__ ___ ,- jmauuo nao mismas f.nnrlipAoo a ma oln kn
aos culpados e as testemunhas que se acham nss sens districtos.
Eu Manoel Bernardino Vieira Cavalcanti, 2. escrivo do Jury o
escrevi-
____________________Joao Joaquim de Freitas Henriques.
os atteatados dos na.
2,3
e 5, cSo esti-
ver a aeu juiso, as condi^Ss de tro-
quelar o es hb-'.lfccmeuto, dando de
tudo etnbee ment ao Govarao do Estodo,
que proferir, sobre tal ponto, deciaao
rinl. (\rt. 12 do Reculamente expe-
dido com o decreto de 30 de Agosto de
1895).
A matrictla nos demais annos se fsr
tambem em virtude de reqnerimecto ao
director, bastando juntar os certificados
da p;,r->vac2o t oa exames daa materias
do anno precedente e o conbecime.to da
taxa.
Encerrada a matricula, nenhum can
didato poder ser mais admittido a ella,
salvo p yanda o duplo da taxa, e at lo
de Mari o.
Secre&ria da Escola ord- a! de Per
oaabuoo, 13 de Janeiro'de 1896.
O secretario,
Julio Clemente de Faria.
BibJicthrca Publica do Es-
tado de Pernambuco
EDITAL
De crdem de Sr. Dr. Secretario da
Justica, Negocios Interiores e I-stru:t;So
Publica faco publico a quem interessar
posea, que oom o praao de 15 dias a
contar desta dta, rece bem se nesta B -
bliotheca propostas em cartas fechadas e
selladas para o tornecimsi>to de 4 estan-
tes, 1 banca e 12 cadeiras de guarnicSo,
cojos jdelas estarao vista des concur-
rentes nesta repartico.
Biiio hec Po >Jica do Estado de Per-
nambuco, 25 de Janeiro de 1896.
O director,
Arthur Barbalho Udhoa Cavalcanti,
0 Dr. JoSo Alvres Pereira de Lyra, juis
dos Feitos da Fazenda do Estado de
Peroamouco etc.
Fago saber que fodos oa dias i a lei se
ha de arrematar por venda a quem mais
der em praca publica deste juiao no da
7 de Fevereiro prximo vindeuro os pre-
dios ahaixo declara ion peohorades po.
exacucSo da Faeeuda.
S 'ii'<> Antonio
Casa a ra de 24 de Maio, n. 7, oom
4 iiietros 30 centmetros de frente, 6
metros e 3J centmetros de fundo, 2 sa-
las, 1 quarto, avaliada em 80(0000
percncente a Felippa Mara da Con-
ceicSo.
Jas a ra do Carcer-ir., n. 5, com 3
metros e 60 ceutime'ros de 'rento, 6 m -
tros e 70 ceatimetros de fundo, l sais,
1 quarto e sotSo, avaliada em 600f000
Mir toteec te ao Dr. Antonio Lellea do
Souaa Pontos.
ArmncSo e balcSo, no eatabeleoimento
a ra de 15 de Novembro n. 79, avaha-
do em 7000000., perteacente a Antonio
Aug s'o de Souaa Lob >.
ArmHcSo e ba efi-, do estabelectiento
a ra de Viscondo di Icihama n- 56 A,
avabada em 40000O, perrer.cente a
Faria Oliveira.
Sao Jos
Casa a roa do Y^ir >oga n 4, com 4
metros e 40 centmetros de trente, 17
m-:r.)t e 20 Centmetros de fundo. 2 sala',
2 qurtos, cozuha fra, avahada em
3.G0w00O, perteicente a Aureliano d
Crua Mur.iz.
B5a Vista
i

Sobiado no Caes de Capibaribe n.
36 A, com 19 metros a 20 centmetro
de tando, 9 metros e 60 centimetios de
largura, 2 o&laa, 2 quartos, aoto, grun-
de quintal com 2 telbeircs e dependeccias
avahado em 30.000000, perieccente a
0> Sobrado u ra do Visconde c Cama-
ragibe, n. 10. c -m 17 matros e 70 cen
timetrcs de frente, 20 metros e 30
cent metros de fundo o andar temo
3 alai, 4 quartoa, coti&ha :.a e 2
quritos, u prioieiro andar ? s-lus, 2
qu*rtust avahado em 18.000$000\ per-
cncente sos heidiros de Femaades Pe-
rente ViBi.na.
Sobrado a ra do Visconde de Cia
rsgibe, n. 35, com 6 metros e 90 cacti
c. etr-s de trent, 24 mctroi e 20 cent-
metros de furdo, o pavimanto terreo
2 salas, 3 quartoa e q intu mi rdo, o
pnmo'ro sarjar 2 alas, 5 quartos, o a
gundo and^r, 1 sala, 7 quarto e coaioai-.
avahado em Id.OOO^UO, patteaoento
aoa hdrdeiros -o desembargdor Caetaco
da Silva Saotago.
Cisa a ra do G.-neal eara n. 24.
$ m 4 metros e 20 centmetros ae frente,
10 metroB e 90 centmetros de fundo,
em oaixSo, nem rebouco, avaliada em
6000000, pene cont a Antuio Raltha-
ar Alves de Freitas.
A armatao de amareilo toda envidra-
cada oom bulcao da volta, tamf-o de pe-
d a, do eatabelecimedto a ra da Impe-
ratriz n. 1, avalivda em l.OOOSOOO,
pertencenta e Costa Campos Cotard.
Armac&o e baloao de amarelto eover-
nisada do eau-belucimeoto a Pr8ca de
Maeiel Pinheiro n. 12, avahada em
8000000, perteooente a Dias Ferreira &
Comp.
Afogados
C.sM a Estrada do Giqu a'JidmtSo
n. 251, 254,259 A, esta rom 10 metros
e 20 centmetros de fundo, 2 ealas, 2
qttartos, por 72C0ODO, aquella com 7
me'ros e 20 oeotimetrus de frente- 17
metros e 20 centmetros de f indo, trri-
co, 2 salas, 4 quartos, por 4500000, e
aquella outra com 3 metros e 40 cent-
metros de fr?nte, 10 metros de fundo, 2
salas, i quartos, p p.aca, pmrcente a Lua Bernardo da
Rocha Castello Br teco.
Arrayal
Css* a i u de Pedro Aiem n. 3, com
6 met os e 60 centmetros de frente, 10
me ros e 50 centmetros de fundo, 4 ja-
nellas, 3 quartos, 2 salas, cosioha fora
e tapa. por 6480000, terceira praya,
oerteocente a Aotoaio J..rge Tavares Pa-
C eco.
K para que chegue ao conhecimento
de rodos nasaou-se o presente que ser
publicado e af&xado.
Dudo e paseado Desta cidade do Rec.fe,
aoB 28 de Jaceiro Je 1896.
Recife, 28 de J-nelro de 1896.
Eu A'fredo Diamantino de Torres
B*udeir*, escrivSo o eacrevi.
Jo2o Alvarea Pere:ra de Lyra.
EdtaJ n. 39
3.a Directora da Secretara da Justica,
N gocios Ioteriores e InBtruoQ&o Pu-
blica, 16 de Desembro de 1895.
Da ordem do Exm. Sr. Dr Qoverna-
dor do Estado, faco publico para os d -
vid s fus que auha-se aberta nesta di-
rect ria a contar da data da pbicagao
deste, a inscripta pra os meninos cegos
q e qi.izerem no proxjmo anno de 1896
se matricular no Instituto Benjamn
Constant do Kio de Janeiro, de accor-
do com a circular sob n. 755 de
25 de Noverrbro do correte anno do
Exm. Sr. Ministro de Justica Negocios
Interiores.
S S'-ro adm.tti loa inscripcSo aquel-
los meninos qne estiverem n>>s condicSes
previstas no Regulamento do Instituto
Nac.onal dos C^gos approvado por de-
creto n. 108 de i 7 de Maio de 1890.
Sao as oeguict 8 as principi OJ condi-
CAPirLo m
iJoa alumnos
Art. 28. O numero des alumnos con-
tribuinteg ser limitado e dos gratuitos
ae. limitado pelos rtCJrsos do ornamen-
to vigente.
Art- 29 As alumnos gratuitos, o
Instituto tornecer sustecto, vestuario,
calcado e tratamento medico.
Art. 30. Aquellas qae t.ao forem co-
ohtcdaminte pobres, ^agerSo nma pea-
so ar.nual de 4000000 por trimestre
adiaotddos e orna joia de 20 8000.
Art. 31. O instituto mistrar a
o ta os alumnos, oa hvros e instrumentos
}nece;sa-iaa ao eniine.
Art. 33. Andcrissao no Iustituto do-
pender de autorisac&o do ministro da
inatruccSo publica, mediante intormacoes
do director.
Art. 33. O pretendente dever jnntar
au requerimeuto:
I CertidSo ou jastifoacao de idade.
II Attestado medico no qual conste
que soffra descegoeira total e incuravel.
III Attsatado de vacciascSo.
IV Attestado medico pelo qual prove
nao soffrer de molestia contagiosa ou da
molestia chronica e inooravel que o im-
posibilita para os trabalhos escclarei.
as mesraas condicoes, e que at boje
s tem sido aproveitado em parle. Vi-
gorar na sua totalidade do dia 1 de
Marco prximo futuro era diante.
Os pregos para cada mez serao fi-
xadospela quolacao do cambio a 90
dias de vista do ultimo dia til do mez
precedente despresadas as fraccoes.
Recif?, 27 de Janeiro de 89G.
W. H. Scott.
Representante da Companhia.
Companhia
De Trilhcs (Lban s do Re-
cife a Oliada e Beberibe
O irem qne as 9 e f|J tioras da maooa sr
go a exp esso da Eacutilb, v Itira dalli |
B-oenoe, <1. n.e par a- tu e l2 para o Re-
cN, tdcauao em todas es ea> ces do 1* de
r'everei'o em diante.
Beoto M-italtiaee,
Gereuie.
Veneravel
CONFBARIA DE *. BENEDICTO DO
RE: IrE
De o'dem do cin-sioio lrmSo p esideote,
cocido ao Irnaos u^sta co I aria pira corc-
parereem pi^m niaaos com seus Debas, ao
capitel, des a, .s 2 Horas Oa larde, i1, n prb--xo" a i._',--;o de Nosa Seobora
da Luz.
0 secretario,
________Angosto B. Ramos do flascirneoto.
Coiupaohia
Exploradora de productos
Calcreos
A direc'O'ia desta Compar hla, far pagar em
feo esiriito'ij a roa uo caen o Acollo n. 73,
Jo taeio diu s duas ho as rt. la'dp dos illas 16
m dian e, os juros veuc .os o-i' i Recife, 10 de Jant-ir. de 896.,
Jcs^ de Oliveira Baatos,
Presidenle.
Raneo Popular
De coriformdsde rom a le, acbaa-ee a dis*
poeigao d"s S's. accionistas, a ?ede ae^se Ban-
co a roa do Bom Jess n. 6i, o.j egui.ites do*
comentos :
Copia dos balaogog.
Copia dj ruai'o oominal dos acciooistas.
Copia da lista de traoeferencia de accoes.
Rf.ife, 13 de Janeiro de .695.
AlblOo Narcso Haia,
Dirs tor secretario.
Hospital Pedro II
A di'ectona no servico sanitario celara ra
i)-.- icas ioteressatfai que as roLtriculas do corso
oe or.strtncia dette Ho pt;al, ab-ir se-bo no
.:ia t8 de Keereiro. e as aclS tei: roaieco no
oa 3deM Sao con'Ji{0s para a nutridla. .
t. Ssr matar ue id e menor de 40 a anos.
i.* Saber ler e ecreve% ler nejss de sjjie-
ma'ni'-trico e dtt 4 oper*c5e^.
S Ter tOi conducta ci.il e moral e nSo eo*
f er mci('8tiH ccotstjiosa e ser vaccioa.is.
floapital Pearo I, lo de Janeiro de 1896.
O director,
____________D*. Ignacio Alclb'ai^s Velloso.
SEGUROS martimos contea "
FOGO
Comoauliia Phenix Pernamktt*
cana
RA 60 COMMERCIO
SEGUROCO>JTRA POlO
Beenrus onira h
Royal Insurance Gompaoy
de Liverpool
CAPITAL 9,000,000 O*, Oj.
?indos accumnlados 8,274'9/3,19,.0,.
AGENTE
POLHMANN & C

i
I
I MIHIMIB



Piarlo dcf Pcrnamfcnc ^ttlBrta-feirift 30 e Janeiro de tfr
COMPANHIA
Industrial Pernambu
cana
Aasembla eral
A adminlstracSj deata Compaobia convida
os Sra. accionistas, & reuoirem-se no salo da
Asociagto Commercial Beaeticenie, 6 1 hora
da Urda doeia 13 de Fevereiro p-oximo, p MVtrem a leitora do relatorio e parecer riscal,
deliberaren! acDre aa cootaa da adminisuaga i
procederem a eleifio do coaselbo fiscal, de
cod. rroldade com o art. <7 os es atoto.
SDBL.-. CAP.-. R-. C.\
vigilancia e credo
Seas.'. sexta-feira 31 do < orreaie pira e'eger
se a administ"ac.ao de 9697, foem como
Repr.-. e Dep..
0 Gv. Secret.-. Int.-.
M.-.T.-. C\ 18\
pe
Ml&mtQS
Companhia
De Servidos Mari limos de
Pernambuco
Nos termo do art. 147 do Reg. sobre as so-
ciedades aoonymaa, ficaro Da sae social a is-
poao tos Srs. accin.alas.
Copia dos balaacos.
Dita da rel; Dita da lista das transferencia* de acgoaa.
Recite, Si de Janeiro de 1896.
Francisco A. Cardoso,
Secretario.
Associacao Commercial dos
Refinadores
Deordem do Sr. vicepresidente desta aaso.
ciaao, convido a tcdoa os socios e iotereasa-
dos a reoulrem se de oovo do 1* andar roa
de S. Jorge n. 118. aa 11 Doras do dia 31 de
Janeiro, para tratar-se Definitivamente c m o
Douero qoe comparecer, de eleger ae a nova
directora, e tarur se de assomptos tendentes
a mesma sociedad?.
Recife, 28 de Janeiro de 1896.
O secretario ad-boc,
Jos Olneira.
Banco de Pernambuco
De accor o com o art. 16 do decreto de 17
de Janeiro de 18no\ part Ipauuos aos Srs. accio-
nistas, qoe se acbam na sle deste Banco
801 did i gSo, os segointea documentos para
seren examinadas :
1. Copia dos balances.
J. ReltcSo nominal dos acci oift^s.
3. L'sta das transferencias de acces durante
o anno.
Recife, 28 Janeiro 1896.
O secretario,
Antnnin P-anr-isco Pewa "e Cavil*e
Banco de i ernambuco
DIVIDENDO
Sao convidadas oa Sre. accionistas a virem
re:e; er o 12 i"idf ndo a* snas areles relativo
ao semestre de Jo.bo a D zembro de 189S
inao de 10 i. ao anno e ao mesmo tempo ucn
boo ua de 1*1)00 por a yao
Recife, 28 de JoLeuo de 1896.
O secretario,
Antonio Francisco Pereira de Carvalbo
Banco daRepublica do
Brazd
Pagase o 6 dividendo dasECCfies deste Ban-
co a raro de 6*000 por acco integrada e 3*
por argo de 60 V realisado, no escriolorlo
de Pereira Carneiro & C, a na do Commerclo
n. 6, 1' andar.
Recife, 16 ae Janeiro ce 1896.
COMPANHIA
Industrale (.ommeiciode
Estiva
(Em liqo;dag5o)
na antiga sJe deta Compachia, acbam se
a esposlo co- Srs. aedoaUtu o bataneo,
cenias e mo ruis qoe seja necesario para
qc-.' aqoi r io'ormicfies.
Recite, 15 de Janeiro de 1896.
Oa liquidantes,
Jos Jiaquim Das Fern-ndes.
Angosto de Oliveira Maja.
"COMPANHIA-
DE SEGUROS CONTRA F0G0
NORTHERN
DeLondres e Abe releen
Posicao financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fundos accumuladoa 3.000.00
eceita annual:
De premios contra foge 626.0000
De premioB sobre vidas 208.006
De juros 155.000
Agente em Pernambuco,
2cxwel Wliaa & O
Cfipaohia P. de l^avegaco
PORTOS DO 8L
Macei, Penado. Aracaj e Babia
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segoe no dia 31 do cor-
rele, s & boras da tarde.
Recebe carga, encomtnendBS, paasageos e di-
ntieiro s frete, at as 11 boras da manca do
dtd da partida*
Cbaroa-se a attencao dos Sra. carregdres
para a clausula 10 dos coobecimentos qoe a
segoinie :
No caso de baver algoroa reclamagao con-
tra a Compannia, por avaria > o perda, Heve ser
feita poreacripto ao agente respectivo no porto
da descarga, dentro de t es das depois de ftna-
lisda.
Nao preceden o esta foroualldade, aCorapa-
ntiia flea isenta de toda a responsabilidade.
JSSJRIP'iORH,
Ao Caea da Companhia Pernambac-aps
n 12
Pacific SteatB Nftvigalioii Cvoi-
pany
STRAIT3 OF MAGELHAN LINE
O paquete Orellana
E'pera-ee do
sol atea da de
Feve airo, e se-
guir depois da
demora do coe-
uue para L ve-pool, com escala por Lbboa, Co-
rana e La Palltce.
Para carga, paesagena, encommendas e dl-
nbe.ro a (rete trata-se cem os
AGENTES
Wllson, Soqs I C Limited
10RA DO OOJIMERCIOv-10
i.* andar
A: VS O
Oa vaporea d'esta compaobia em viagem para
a Eoropa lecarao d'agoru em diante no porto
de Corona, e de 18 de M go em dianle alm
a'qoelle porto, toearao m's no de Plvmoulh
tornandi.-se 'amb^m a viagem maia rpida qoe
ouif'ora fajenJc-a em 15 das.
oyal liiSte 'i WCuuy
O paquete Tbaraes
Commandante Jamte Brander
Huma
LINHA MENSAL
Paquete La Plata
Commandante Baule
' esperado na Barn at o
da... o'ePWreiro de-1896sf-
gniodo lippois da demora pre-
eiea pa-a
Baha, Rro de Janeiro, Montevideo e Bue-
noa-Ayres
Estes
etrica.
paquetes sao iluminados a luz ele
Prvmb-ef aiadatfoa&ri.rtdOeuurrn i
ca lorias qce se atiener a reciacogces pt'
fa!.as, aue/orem rncapcii' na-oecaio ta
lescarga dos olmr-s :jos dentr>4e V^r.o
-aa a-iontarxlo dia da issear^a dat a.varecg* ,
deverao faier quakjoer recrrnaraonceriieti-
e a volomea que porventura teobam hi-
para os cortos do sul, a>ro de 'serem dada? a
timpo aa provideBctasliecgaarlas.
Roga-se aos Stc .pavssgeircg a^a^aBrescav
rem-ua-reapera daJjee-n.. -.j vaoor-para to-
m> rea a Bas" passageus.
Para carga, oassag'-n >, eoccriimendas e i\-
nbeito a frete, trats-se con
H. Btirte &C.
42RA DO TORRES42
1. Midw
rince Lineot St-amerg
lames Kuott "%ew-Castlc-ou-
-Tye
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados- luidos eo mi\\ eRio da
Prata
porta e janelia da freole, J sallas, ajtaroi,
ccainta, e mai^ 1 qoarto volado dacosloha.
Botad Interno, quintal inorado cono cacimba
rendenJo mei-eai'eH> iO00J e ervi^do d
base prfeo de 2:955TO0O.
Qoioa-ff ira, SO do crrente
A^ 11 HORAS
SoP annnem n. 39 da rua i &
de \oterai>ro
O agen le serrea epnrietenrernt-Me abtor'sado,
leva-a a Inlo ; r>ai e ob-ado, assicc; Os Srs.
pretndeme* desdeja poder ir exaainar a
fin.3 casns.
Agente OIDm
LeiJo
De 1 terreoo tolo murado rom t cainhs
dentro, riaciriPa, algomas ardores, etc., hito na
.. tr*vetga no P-toi pe n. 3. em solo proprio,
8oiio aa ditas rasas de njviu.
Qainta-feira, 30 do corrente
l'sUloras
o
nroaft--m a rnn 15 de Rio
Timbro n. 39
O agfnte Oltveiru auto isauo, vemtvri'em
teilo o terreoo aci.-i a, o qosi dr e ja fo^e
str fxatrin,.ii o pelos Sra. < ooanrsdnri s.
Leilo
D<* 2-caiic-" com laias'de moesa de tomate
rom a vari.
Quinta-feira 30 (Jo corrate
A's 11 kortu
gene Pinto
POa DO
Em
BOM JESS N. 45
cotitinuacao
Leilao de rcadauola-B avarHuioa, cosiemes
para b'Ptifiarii.s, 1 f rara o carnaval e < bj-cics para tbea'.ro.
Pede-se ao Senho
res consummidores
^ue queiram fazer
|ualquer communica-
co ou reclamaijo, se-
r esta jeita no eserip-
torio desta empreza
rua do Imperador n.
55,onde tambem se r e-
ceberqualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
res externos sao os Srs.
Manoel Antonio da Su-
ya Oliveira, HermiQo
Francisco llodrigue?
Freir e Joaquim An-
tonio de Castro Nunes,
Todos os recibos
desta empreza de ve
rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gerente
em o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
E' es aerado dos poitos
do sol no dii Z de Feve-
reiro, segoiDdo depois da
?* d e iti o r a incipensavel
oara os portos de
S. Tcenle, Lisboa, vis, cher-
boorq e ieai.iam.i yu
O paquete Elbe
E'esperado da
Europa o u dia
3 de Fevereiro,
e -egori depois
da demora indu-
peneavel para
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
O paquete Clyde
Commandante F. Messervy
E'esperado da
Europa no d 1 a
6 de Fevereiro,
segnindo depois
da demora lodispeosavel para os portos da
Babia, Rio de Janeiro, Montevideo e
BueHos-Ayres
Sedaocro nos presos daapaaaaaeaa
Ida Idae tolta
A Lisboa 1* classe SO 30
A' S o r.axpton 1' classe a 4 52
Camarotes rnarvados para o passaxtiro'
de Pe'nam E'esperado de New York
o Oa 5 de Fevereiro, e
sabir depois da demora oe
ceasa.'ia para a
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O vapor inglez
(rocan Frince
Para cargas e passageus trata-85 com os
Agentea
Johnston Pater 4 ^#
Rua do Coimercio a. 15
Pacite tem Pivigatioo (!<-
STRAITS OF MAGELHAN UKE
O paquete Orcana
Esoera-sa d a
Et^opa at o dia
1 de Fevereiro e
seguir depois
da demera do cosime para Valparaso com es<
cala por
Babia, Rio de Janeiro e Moetevido
Nao tem scctmmodacOes para passageiros de
2, classe.
Para carga, nassagens encommendas e di*
abii;u a freie tran-se con 03
AGESTES
Wilson Sons ?k C. Limited.
10Rua do Commercio10
1." andar
Para carga, passagens, encommendas
obeiro a (rete, traU-ee com os
AGENTES
0)
A.norim
. ;iMi JiuiJom
in& & C.
os -N. 3
CHAMHiBSMfifMS
Companhia 'Franceza
iVaveg^eio a vapor
Uinf-a regalar entre o Bsvra, Li*; w
Perr:ainboeo, Macei, i* na, io de Ja.
te ro e Sa&tos
O VAPOR
Entre-Rios
Commandante Conan
Eapera-se de Eoropa at o da
,1 de Fevereo, aegoiodo de-
|POia da u.cetaria demora para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
T"
Rga-se aos Sra. lmportadont de carga palos
vaporea desta linda, qoeiram anreaentar den-
ro de 6 das, a contar ao aj .m, art* oab ai
varengaa qnalqoer reciamac&o coni-e?ente a ve
lomes qoe por ventara tenbam segoido para os
portos do sal, aJm de ae poderes dar a tempo
as providencias aecessanas.
Ex pirado o ref enao praio a ccmpanuis e
reapoDsaDlsa por extravos
Este vapor nao recebe carga.
AGENTE
Flix Bundeira
9Rui do I .'onit*rc!)9
Bb Cross LinB of Steamers
Agente Oliveira
Leilo
De 1 importante e grande sitio na Torre com
boa caea de tijola, sito rea do Rio o. 19, em
terreoo proprio, teodo a eea orna porta e 2 ja-
nella re l'eote. 2 sa lar, 3 qaanof, cos'nba ex-
terna, ''Me>mria. eic e o Sirio qi-- arborlsado
meoe 403 ualmoB e-lreote por 300 de fundo.
Qasnta-feira 30 do correte
A's M horas
Ko armizcm rua 2 5 de lio*
vembro u!>
O agente Oliveira aoiuris.-uV, vender em
lenao o grande smo e ezcelleBte casa cima
descriiilos, lixres e deserit'a'5aaos.
Podendo. a>de )S, serem xamiosdos pelos
Srs. prelendentes.
Agente Festaa
Leilo
Companhia P. de Navgao
PORTOS DO NORTE
Ceer, Camocim, Para e Macaos
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo Guimar&es
jfrsr ;
E' espejado do porti. do Par
at o diulO do Fevereiro e ea-
iftr de.o;< da demora necear-
a para o mesmo porto
O vapor inglez
Madeirense
Para cargas e paeageos. tratare com os
CoosigotrUrioa
Johnsto^ Paier&G.
Boa do Commercio n. 15
Segoe no dia 4 de Ftverei-
ro, o 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommendas, p^ss:icens e
dibviro i fet", at .-:s li inraa da manca oc u
da partida.
Cbama-se a sttencao dos Srs. rarr^giioroi
para a clausula 10.* dos conbecimento que *
seguate :
No caso de baver algoma reclana( 5ocoDtra
Compaobia, por avarja oa,perda, dse ?e- l\.u
por escripto ao agent6 respectivo do porto ca
descarga, dentro oe tres diaa depois de oali-
sada.
Nao .precedendo esta forma lid a de. a Compa-
obia tica iseota de toda a tesponsabilidade.
ESCRIPORIO
Ao caea da t ompanhia Peroambacana
n. 12
Companhia Nacional de Salinas
Hessor-Asso'
O vapor Assu0
Aotnslmente ii'eere porto se-
guir oestes poo"08 Cas para
_ 'Santos, Rio Grande do 8o!, Pe
Iotas e pi.no Alegre.
Para carga, etc., trata-so cem c
A GENTE
Pereira aroeiro ^ C.
ROA DO COMMERCIO N. 6
1.* andar
Nrddeatscher Lloyd
o VAPOR
lubenstaufen
E' esperado.,
da Enrcpa ale o
dia de Feve-
reiro. e Begal-
ra depois da de-
mora rifi-rsaaria ^.ara
Babia, Rio de Janeiro e Santos
Este vapor de
offerece ptimas
Srs. passageiros,
Erxra- no porto
primeira classe e
Para
com o
carga, frete, etc., trata-se
passagens,
AGENTE
V. Neesen
4iCes do Ramos4
> 11 1
LEOES
D' faierdas, movis, rel.gtoa, cadeias, ceios
e roopas leioa.
Sexta-feira, 31 do correte
No 1. aodr rua tt Vigario Tenor:o
v. 26
Ao meio m em ponto
O aeeote Pestaa ventera oe dia e bora set
ma mencionado, dive-sas faaeodss, relogioa,
cafle: s, cori' s, cottames de cunaiir?. caaei
ras oe juoco, toilette, lavatorio com pedra,
qaarlinb^iras, corUs de vestidos de la para se-
oboras, cnspeos de sol, relogios a, parede, ca.
bidts, e octros Biuitas uDjeclos qoe et-iardo
prese; tes no ac:o co lellao.
Estrellas H'A.meriea
flt-Rnal de Mareo- I
Aottga do Crespo
MARQC8S 4 LIMA
Agrado a todos, pnaolaxia em tecdo de gorgo-
reo. {IDO o covado.
Sonbel com tlgo, pbanlazia, 14100 o covado.
Perv, pbantaiia de salpicoa se listras p lavra-
aaa. ifiQ o c vado
Sedas i* c'es. Vaidosas.
Ditas de ditas, Suspiros qoe vSo e em.
Cacbemiraa de cores. Bom brdelo.
Pnantana, Smodioba.
Las com hsiras da f.ia, Adutalde.
Ditas dem dem idem, Elvira.
Ditas i'f-m i !-m idem. Hnraco.
Cachemira de cor, Tenho ciernes de ti*
Las com salpicos, Os 3 Jacars.
Sedas, paures noves. As ogns.
Dita tecido gorgarao, Hei de amar-te at mor-
rer.
Cachemira preta de c6re. Nao qoero amores
Merino preio para rotlaas.
Dito eatt para babito.
Graode soriimeoto oe merino pretos e lavra-
do.
Veibotma de todas as cores.
jyu'ie scrtimeoto cambralas bordadas.
Corus de vestido braoco bordados, t8000.
"Vestidos de cartoe, bordados a seda.
Lioda pbintaiia. beijos de aSiOr.
F( la de ii i 20*000.
Peitilnos de intio litos e bordados.
Pannos de crocbet para sof e cadalras.
Camis^B Bordadas para ooivoa.
Comisas braceas e ae c es.
Vestcanos para baptisados.
Sobretodo de ama e oaas vistas.
iFlaoella liza e de listas.
[bal-B pretos.
Cor.inados de cao.brala e de crocbet para ca-
esas.
Cortinados para janella.
Maotilbas de fia de torea e pretas.
Ditas de algcd&o ae corea e preta.
Camisas de
Cobertas, colchas e robertorsa.
Di os ameriem-, 2*500 cid.
bramantes de linbo e de algoiSo.'
L'odcs i-ad Cr de crep para c^berta.
Crece preto.
Liuos. de qnadro e de salpico?.
Cacbii.et ce f da de cores.
Vellalilbo de corea,
fiorgorao preto, diversos prejoa.
Seum de todas aa cores.
Me'tn preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com Balpicos de seda, Canatoha verde.
Seda oe nstra, Atbayde.
Paletcts folba de eda.
Cmisa8 de meia com listras de cftres.
Cachemiras pretas com ealpicos de cores, Abr*
a porta Sioba.
Botfalo.
Lindissimas caeemiraa de cores para nomma
goelo esprcial.
Cortes de (oa ea branco e de corea para colete.
Atoalbado de liebo e de slj/odao.
YaDO da costa para mesu.
Snra de todas as cOres.
Murim da Chica, t500 a pesa.
Oetoue de barra om metro de largura.
Cassa-pabUtla tioa, 403 ris o aovado.
Baeta encarnada e azul.
Dita dita, 200 rls o covado.
Cbtn perfena, 2i0 ria o covado.
E mullas outraa faiena que Impossivel c
deacrever.
RUA DO CRESPO-12
Estrellas d'America
AVISOS DIVERSOS
A'oga-se o andar terreo oo soDradoo"o
caes oo Gomeiro o. 3, com c-gua encanada,
appareloo, 2 salas t 3 quartus, a tratar na prafia
do erval a. 3.
Ten do se exf'a*H00 aa ato.cts a Olvi-
da publica do Estada de Pera mbaco, os. 40 e
973 de 100*100 cada urna, pe.-teoceotea ao
aoaixo aSfigoaao, pede*se a qutm ** n.xnt tu
o avor de eot'egal as naiua dos Afilelos o.
31. qce sera recom.- t-nsado.
Rcife, 14 de rsembro de 1895.
Jo.- deScba Moreira.
Precita-8e ae orna engommaueira na roa
de S. Jorge n. 14*1. Paga-etbem.
Para os que ioieressarena
O absixo a8sigu:do- comprou a Sra. D. Do-
o:rieaUaria da Paisao. no iia 10 de Malo de
1895, p-U quantia ce 200*000 a nesga do ter-
eoo qoe a mesma sennoa con proa ao Sr.
Heanque Gtbvvo em 3 de lubro de 1885,
pela qnsotia de 400*000, coja nebga fax pona
para o bec.-o do tondo e divide os fu idos a
'emwcar com oa terreno* da roa da Begeoe
racao, os qnaes fjram pertecc^otea a D. Keobo5
nona, pelo do poeo'e neje ceno o abaUo sssig-
DCde e pelo us ente rto}e com o Sr. Roaoe Au-
tunes Viiifia, cojo eenbo- Uro 116 palmos,
qaer na freote qoer no fuodo, como coos a d^
eacriptora qoe o mesmo senhor pussoe e tenao
o bMixo assigoado lg.imsHt&comprado,como
consta da escariara paasada ou carloiio d<-
Olnda, e tea Jo receido da vendedora a escip-
tora pea qol comprou e venden, avia a quem
iotereesar prevenirem-se de sua esenp turas
p- is teodo de dividir ca sena terecos co&fcrme
comprou, nao ueer que flquem duvidas.
Augusto Ciraco Villas-Boas.
= Precisase ce um cosinneiro oo ccsiuhei-
ra, de om CQpeiro e de orna engommadeira,
Da-a roopa de seobora : a tr&t.ir oo cas do
CapibaTioe o. 30, Serrana Pernambaca a.
Vende-ee omi terreno na trajese dooce-
o,iestrada do Fuodo, oe Brber.itte de Baixc,
com 120 palmos de, frente e 400 de fundo, limi
laceo coa om riacho, a tratar na roa do Bom
Jesos n. 1,1* andar.________
Aluga-se C'Ui, freguexia da Bja-VKSia, a tratar em OTio-
ria, Ladeira da Ribeira r. 16 ; as chaves p*ra
correr esta oa loja-do -mesmo sobrado.
Aloga-se a ca- o. 43 sita a roa Lun co
Reg, com rommodos pra t:rauce familia, agaa
e gaz eocanalos, rnfle quintal e jardim o
laoo, reedificada de novo, a iralar a roa da la
peratriz n. 16, loja.
y rua
perfeico e
criarlas.
da Peoba o. 9, tabalha-ae com
kc: t'.i em roupes de seoboras e
<:ongarja Mana da Silva e soas c llegas,
convidam os pareles eao-lgos de su> presa-
da colleja D. Carila de Araojo Lobo, assis-
tirem a mlssa que por-su ala manuam tesar
na Ordem 3* de S F a icreo, fs 8 boras da
manna do da 30 do corrate e desde ja agra-
deces a lories aqnilies que aiss-em a este
acio de rt-llgiao.
S
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S-^
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eo

P
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Ulaaoel de Britto Aruju> Xavaes
Etelvina G mee ae Brltte, Joann Beptleta se
Brt-to, proftsaor Elliano de B. AraujoSovaes,
esposa, rofti, irmaoa, pit.0 e eunbados de Ma-
o-el de, tritio Aracijo Nmaes, convidam aos
parentes e amigos do tinado A assistirem a
accommodacoes aoy)a.-:,a d 7* dlB de 9f0 Wieclmeota, no con-
vento do Caroso co Recifpe na matriz do Caro
no,oa 1 de Fevtreiro 8 bcras da manba, o
oue ne ante-a ao ag^adecem a todoa aqcelies
qne asiatireT? a este aclp de.teUgiao e carKa-
de proprio das almas hato faiejaa.
Si
'I
4
si
Attenijao
Vende-se nm terreno na Boa Viagem com
100 pBlmoa de freote e 500 de fondo ; o terre-
o om 8-t'o : A t-a-ar na rm ios Ossosn. 56.
Aluga-se
A casa rea de Agota Verdes n. 40, eom
bonS commodo', qoiotal g-arr >, este llmpa.
caiada e vai piotar-?e, bem como a oa roa de
H ras o. 37, com si i5i interno, tambtm l e pintadj, a IM<*f Bu rua Direi'.a n. 45, so-
brado.
t
2* leilo
. Do sobrado de 1 andar, sito roa nova de
Santa Rila n. 36, em solo proprio rtndenao
mensalmente 66*000 e servlndo de base o pre-
go do 1.* lellao, 1^700*000.
Urna can terrea mesma raa sob n. 58 cpm
ertrale d AraaJ* tialvio
.ntiaoSaralva eAraujo Gilvao, saa se-
n i ri a ecoobai'.os, coowdam toa pare--
t :c de soa finada so^ra, mi e ac, D.
i.A uues Looreneo de A-raojo, assiatirtin a
musa qoe pelo eterno repouao ae saalaa
mandam celebrar no da 30 do corrtnle, na
pjarrlx ds Boa-Vista as 8**m da maoba.
Amade.ieite -
Preciit-ie de ama na r|a do Apollo n, 21.
Cabriolet
Veode-se Om americano oom dous a s eo tos e
dona ar.eos, sendo om novo e outro orado e
qutro de sobreseleote, ver tratar na eo-
lbeir-d* Jof Vlele.
-Cosinheira
P'f ca-s de'oma ama osiehefra, a tratar
oa rt Dmcjoc de Caxias os. 56 e 56, loja.
Pexlferro
Precisa ?e rfe tris p>dfeiros prcfi'sfones, e
tratar: roa Estrella do Rosarlo o. 9.
Propriedade
Venda-eom terreno na ro da Cooceicao,
da Tirre, teodo orna casa de talpa, ama impor-
tante cacimba com boa agu e algcos pea de
froettiras. coalendo 4S0 pilmas de freote e
mil de rondo: i tratar no Grande Hotel Cora-
'marcial.
\
I


i
4
iA^




naa
r
H
'*
__>
Diario de
to Q ainta-feir 30 de Janeiro de 1 S&0
_-=---------------- -------------------------
Ama para crianza
Pre:iai-ae a tiaar 4 roajfdbaj.^
l.na it w "____________--------
V_n_~de Janipabo
Vendos" a 35*i o oarrll de 5
Jladre de Dos d. 10.
roa Ama
N roa do L'vranjfnto o. 7. precisa-se de
ama para -osiunar e itais algum ser?tco de pe-
quera t*BH* ____________________,
Amas
pre i bm doaa sen.dn : urca para cosinbar e
oo;ra pi a opcti, tara casa de pooca famili?,
pagE-a* hun ; a-aUr ru to Imperador d.
71, 1* i a-.___________________________
Ama
N* ron ''o Ar_ao o. SO precisa-se de duas
amas, son pa'a C0e_O*t e oulra par. lavar e
#ntrf"^m-f-_____________________
Ama
Prpr.isa-se da ama pa cosinbar, a tratar Da
Praca --a Independencia o. 27, loja de cal-
cado?.______________
Ama
Prtrsr.-s0 &> tan
ra rti R m Jan i.
P'i-a
so.
cosiobar, a tratar oa
Ueutes
Termina a le nivel dor de dente* osar
do o encllente preparado de Manoe
Oardoao Jnior.
As cartas que lhe tem sido dirigid/
pelos iornaes de maior circulacao, attea
taro a eficacia.
Deposito
Drogara de Francisco Maaoel da Sil-
va & C., ra do Marques de Oiinda
d. 23,
Pliarmacia Martine, ra Duque
axias n. 88.
Pharmacia Oriental, ra Estreita di
Rosario n. 3.
Pfaarinacia Alfredo Fsrreira, 4 ra i i
B: iSo da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, ra Lar-
fri do hcaaric n. 13.
Compadre
Coxpadr, of 'fiza-me onde compra gene-
ros para -o despela ?
Eu Itip lo:
Ha mr tos armo* qup compro em um arma-
ero. e Pi m* con ia hop nioBnem eeja mais
bem frvirtn en ootra rarte ; compro all, por
que encentro o qo p*ceiao. dou a nota e man-
dan. aa iodo a moa goc, ja v resta condt-
cao pgton ratitf^l p.
Em p-ecis nao ba quera venda mais barato
e todos os zpoe'os fSo de orimeira qislidade;
a boa rra: tetee, o r-om > b, o bom queijo de
dlvems qnaltdades, o bem vinbo de mesa da
Serra oa Estrella, o bom vtnho do Porto da
mais b"'X3 mais alfa quahdade, es boos h''
res, o bom chacopaRne, Hoalmeete fodo qaaou
se podf desejar para urna boa despeosa.
E teem tambero om co-rpleto sortin en'o de
obras da ime, como sj-'ffi pegtai para com-
pras, baia'os para papel, rcupe'ros, bercos e
linda carel'a.
Obrizado cemparfre pelo qoe me diz, porqui
a vi da e-i truno cara, v n mandar comprar o
qoe precisar nesse a'mrzeT.
Poi8 mande compvdre que ba de flear patts-
fei'o.
Olbe o ulico prnjaiem n>
Poca* Mrades A C.
RA E3TBEIIA DO ROSARIO (JUNTO i
KWBJA)
Sei onde comprdre.
Ourives Oc-
culista
T_EOD0RO JOS' RAMOS l)E MELLO
Esiabelecido com cflicina de oorives a roa dai>
Laraogei'aa o. I, avisa aos seos IregoPiee e a;
'espeitave poblicc, qne aia::tam nflictaes babt
usadsimos para exececio de qaatqoer trabaltit
concernite a noaa-te, especialmente cravac'f
para bnlbaatea, ocolos, pt-nemes, moDuca
Ion. etc.
oura se, prate'a-ge qoalaoer metal, concer
tose.m itqoes ne m^treerciaou cutra qoal; )
especie, garanttorto pvee o ticos.
^na das LaTEn^eiras n. 1
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
ra do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struccao.
HPLL t EVITAR O- WAU* X I f O 4t EKIJIR O ftPIO, do>l)''J| IR T a HOHOUE ?__
R_C-LAR!IAM RS REGRAS
EVITAM A's OORES.OS AfRRJOJ

KUIAPI0LB--J0RET-HOMOLLE
ITpaBII PWARHACIA URIAWT 150 It.RIVOUI TOPA PH A RH AC I Ai DROCAR._-
PHOSPHO-QCYCERATO DE CAL PURO
Reconstituirte geni
o Sysfema nervoso,
Neurasthenla,
Phosphaf una, ___
|M__B___MP V* Esta preparirao que se pole lomar em nenhum
uerigo, embora que inventada ha pouco tempo, deu j resultados maravilhosos cmodo certlflcazn mllhares de attest~(oes.
Deposito gcral : CHASSAIHO C", 6, avenue victoria, Parig, e em todas as Pharmacias.
*
f Lai
Bronchites
Laryngites
SAO SFALLIVELMENTB t A WAIS REBELO-J CORADOS PELA
TOS SE
CAPSULAS COGIMET
tarrhos "^
stipaco }
is i
L
O mais poderoso remedio contra as
MOLESTIAS do PE1TO
PARS, 43, Une de Snintonge, PARS, ik todas as pmarmaciai
J
______S_^^
Ti*_
Iocr.cL_.3 pela Inspectora do Hygi*ae do Impezis o r?._i_
&ki>0%
Sobrado
CHE6ARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemento descobertas,
] sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia sern igual as doengaa intestinaes,
as dispepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estomago, de qualquer
aatureza, bem como do ligado.
Para convencer-se eiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
finba.
A" venda as prlnc-
paes pharmacias desta
capital.
S_o seas exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
_! 8ALDANHA. & C mais alta phantasia d'esta eata5ao
Raa dos Douradores n. 82|fiBd8,i,mo chifoD deBeda ~ Maria
i o _t tw \ Stuart 1
I. aDdar (Ll8DOa) Variadissimo 8ortimento de pbantaiiaa
era las, algodao e seda.
AYEDOPA8AIZO
51 Raa da Emperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A^s Exiliar Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, reos e aias de seda re-
ebeu a
AVE DO P4RAIZO
Cal Branca e Vis*'
gen
de Jarnaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora deca Dran
ca e virgem, avisa sos
consumidores que nc
tem saecursaes nerc
agencias nestacidade, e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu arutazem do
Caes do Apollo n. 73
DE
feco, $aitntt da cidtmis i rtis I QtBcios di Pei
DIBESTIVO, TQM100, FEBBIFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
ESTB VX1
Com pratica de dzendas
Precisa Sr de die raixe-o nu" la) oe pra
| tico e Da*" rafareoMta : qnem ec!)a cesta?
icon,,ir,Oee, pode entf nder tu om o r. Dooio-
g s Feroacden, na lo]a ca Perola a roa da lu.-
peratrii o. 78 que ?e aira qoem precua.
Cosinheira e criarlo
Precisa-se na ra de I'ay-
sand n. 19.
Engenhcs especiaes
Qnem oreteod^r comprar docs enfterjKos
eraudes, a.t(;o8 caprn-ho, etc terrenc-s an-
'exGS e fertilisBiroo, coherto- d Riat'.ae, pro
o-ios para e lercola? cma oina, rom capaqi-
lade da s ffreja' cas de 20,000 se ecos, actoal-
neote com ei liras criadas par^ (re? mil pae>
em cada om, huios de cafezeires j1 carrejado*,
i'Oin boos cercada?, bol, cavailcs e bor'es,
d-rija-se a esta eHsde a tratar com Jcao Ac
alo Alves, qoe os vende barato
Pal nares, 21 de Janeiro d-- 96.
ro PRECONIZADO POR TODA A IMPRKHSA MEDICA
COMO SBFDO O MAIS PODEROS?
\ 11 iw-
Tnico empregado para curar
ANEMIA. CHLOROSE
EMPOBRECJMENTO DO SANGUE
Soberano contra as Fbres
houyvet, Pharmaceuco de Ia Classe, thompson Sncc"
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depsitos em PEBMAMBUCO C' i BBMA8 t PRODUCTOS CHIM1C08
B AS PRINCIPAES PHARMACIAS
CHLOBOSIS
Cores Paludas
---___ RPIDA E ACERTA.T3A PELO
as ______|_!_L___LE___ Consumpgo
S LICOR DE LAPRADE
"- COM AL__rtllNATO DE FERRO
Empragado em todos os Hospit&es. E o meltior ferruginoso para a
cura das Molestias da Pobreza do Sangue. N5o enewece os dentes.
P*RJZ. COLXIH C 49. Rae de aubeuae. e em 93 Darmaclas
$3H
Aloea-3e a excelleote casa roa Motccolom
b d. 24 em Atufados, a qoal rff--rece ptima
accommcdsccPH para familia, a par ie eraode
oi otal, divrrsas f'oeteiras e exrellente psrrei
ral. P'FC'> doCbsico ra-e vel : a tratar Do
Baz;r de Afouadop.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A 9^000 a barrica
Para o fabrico do aBsaear vende-se n
Companhia Exploradora de Prodacto
Calcreos no Caes do Apollo n. 73.
Veade-fe o sobrado o. 161 da roa Imperial,
de doos andares, com agoa encanada, grand
quintal murado, coebetra, portao com gradea-
men'o de (erro, moitos commodc, e com pro-
noicao para urna fabrica, a tratar na roa de
Barao da Victoria n. 49, leja. ____________
Chegou! Gb-eg'ou!
PARA A
andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Fernandes de Almeja
Travsa da Madre Deas n. 11
Limmm casias
DE
Campos & C
N. 38-RA DUQUE DB CAXIAS-N. 35
Em frente do Diario
Os procrietarios deste bem montado estabe
'.aciment previnem ao respeltaval publico qoe
para bem servir aos sena fregueses teem do re-
ferido e tabelecimento om esplendido e Tarta-
do sortimento de casemiras petas e de cores,
o qoe ba de melbor em la, b-iB8 de poro linbo
de todos os padroei, e por precos raaoavels.
PosFuem boos artistas, pelo que se julgam
babilitai')- a satisfaier com todo gosto, esmerr
perfeicao ao fregus mas exigente.
Ha mesma alfaiatana alagam-ae casacas,
te.
Casa
Alnga-se o 2 andar do predio u. 146 sito a
roa Coronel Soassnna, com c. mmoios para nu-
merosa familia, e agua encanada, a tratar a
roa de S. GoncMo n. 29.
Guarda-livros
Prepa a se em tres meses, a tratar no n. 6
do berec dos ferreiros. _______________
51RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso x C.
Ccsmheira
P.-eciaa-;e de nma boa cosinheira qoe dorma
em casa dos pat'Oes, psgando-se bom ordena-
do, no Caminno Wova n. t-0________________
Criado
Precisa-^ de om criado no becco do Padre
n. -8, hotel.
Aproveitem a pechincha
Vende-se a propnedade Pilfies de Taqoara,
em Alaecar*, distante apenas 2 a 3 leguas da
estacao de S. Benedicto : esta oropriedade tem
propo'.6es para nontar orna grande fazenda
de caf, pois 6Das trras sao propnas e niagDi-
fleas, baja vista otra que tem jonto moito me-
nor, que tem la.OO p4 botando frocto, tendo
ne modado os pesem 1894, existe na proprle-
dade 3 nachos fortes, moit madelra de cons*
troccao, amarello e looro, "4 pa'a levaoar um
bom engeobo para oi.s 3 000 p5.s de asquear ;
vende-Be haral por rpu 'ir.n. neo osar de plan-
tss6eB e precisar retirarse para f6<-a da cidade,
a tratar na rna Mrquez do Herval d. 165,
enda.
PARA
RECONSTITUIR O ORGANISMO ARRUINADO POR
NATURE2A DO CLIMA FEBRES
CHLOROSE POBREZA do SANGUE
FLUXO BRANCO ___ __ DEBLlDADE, etc.
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Hjdrosudotherapia
Jr._i e Pee8oo Olivara, volgsrissco)- da Hy
irosodoih^rapia 00 novo n.etrr do de carar
odas as moles'i.s. com exclofo absoluta
d" medicamentos e rper-cfien, res'-.Ivpo abrir
om curso, onde pretore a encinar as arplira-
i,oes deate sysfema para cala molestia em
oarticolar.
P-3$ de Deze8ete, antlgo patea do Colletio
o. 77, andar.
Das 11 1/2, as 2 hn--,.

P-.
S'g_*
_ m *^
ta_5l
_J -5 .
ce 5) ce
'iB1"ii

03 a
rey a
1 _^
Broches de coral rosa
Cbeearam lindos broches de troncos de coral
ultima moda, receben a reloioaria David, rna
do C bug_ n. 14.
PrfCO- redUSidO?.
BMLLSAI) VERMFUGA
Formulada e preparada per
Jos Marques Ferreira
PH\RMACEUTICO
titlasq ::: _:s:::: __ ::::wa s mum _a baha
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta E hu sao faz expellir completamente em poucas heras os yermes in-
testinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantag-am
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a deniSo ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pelas
creancas sern repugnancia. Em sua composico nao entram substancias miue-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancas eolheres das de cbi,. Deve aer
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou raesm
com agua adocada.
QT_riBTi_-- COCA.
EXTRACTO de CARNE HYP0PS0SPH1T0
O VENHO JOHANNO tem por base a vinho de MARSALA
dos PRINCIPES .
Sus principies phurmaeiaa. PAHIZ, Ru Xa/ayotte, 1SB
ALMOCOdaSENHRAS
ALIMENTO DAS CRIANCAS E DOS CONVA_ESCEN?_S ^___ .
Para substituir o cliocolate, de dlaestao multas voxes dirilcll, e o care com lelte cujos effeltos dcblllUatOl
ftejudlcam em extremo a sade aas Seooras, os Mdicos recommendam o__ca_out do* anata
I Deaoerenler, por ser um alimento leve, agradavei t minio substancial; receltam-no tambem w
rlai 1 ; r-Boas iosas ou anmicas, numa palavra a todas as pessoa3 que carecem de fortiUCM__
A'-' MtS. r-jm Viartena s-jobito* IM TUO_ AB PH_Mf*OL_l DO MUNDO W?_** -
GRANULADO G?m
FRAUDIN Y^l
Pharmaceutico. PARS Boulogne
Adoptado pelo corpn medical para assegurar
1 curac^o das Dotaras do estomago. ,
Dispepsia, Flatuosidades,
Oiarrheas dos panes qaentes, etc.
Preoentioo da Febre imarella.
Depositarios no PERNilBUCO
C" de Drsps e Proi" ChiM0'
Preco 1/2 vidro
1 c
Duzia de 1/2
< 1 c
DEPOSITO GERAL
Pra$a MacielPinheiro".
1,5000
28000
10000
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
ENXAQUECAS
Cura instantnea
___________________ pelas PI LULAS
iim-EVRALGICAS doDontor CRONIER
hu. ROBIQUET, ldilu4.dleditui, 2J.r.UHiii,P*w
Em PERafaBUCO : t> diOrogas Productos Chimicos.
Madeiras de construcijao e
e ateriaes parae dificagao
A Compaobia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em teu armaiem no case do Apel-
lo n. 73 :
Maderas era constmecao.
Cal branca da guarbe.
Cal preta.
Cal virgt-m para amanear
Ttjollos de la "rilno e commoos
TijclloB refractar-os
dras te canaria D:-ra soleiras.a etc
ngommadeira
Prec sa ?e ce um |anadelra e engommadelra
na Camtnbo novo n. 120.
Professora
Cma teobora titolada e com longa pratica de
ensico particular, prop6"-fe a lecrionar eus
collegks e casaa de fam lia -s aegoiotes mate-
rias : pimelras lettra p.Tiaeon, frao-._ e
diverpos Irabalbos de agolba. Qo^m pretenier
pode dirigir-se roa Baiao da Vicua u. il,
_ ande-, da- li berss da trenha da lar-
de, qoe achara com qnem tratar.___________
Caixa Econmica
Perd^u-se a admela de o. 14 693 da Caixa
Econmica, pertencente Jalla Cataicante, filba
menor de Jcs Fetralra da Silva B'anuao ;
qnem acbon faca o favor de entregar a roa da
InjpaMtru n, 3, |* andar.
Vende-se
O importante estabelecl
ment de podara e venda, A
r na da Ponte d'Uchoa n. 55, A
traetar na mesma das as
O horas da manha. on na
rna _. de Mareo u. .______
Casa com sitio
Vende-se om prximo a eatrada de Belem,
cinco minoioa da riagem para a eitajio do
Feltoaa, da linba de ferro de Oiinda, bem ar-
boriaado, com coqnelros, larangeiras, sapotas,
spolis, llmeiras, jaqoeiras, fracta p8o, man-
sneiras e ootras artores fructferas, balxa para
capim, MRMO para plantacoee, boa eaaa da
padraecal.com aotlo, Ma torrada, etc.: i
1 tratar aa ru Bario da Victoria n. 31_____
Grande sortimento de meias propria
para padres, conegoe e bispos.
Marinos pretos, superior qaalidade na
ATE DO P-SIZO
51 Rna da impera trie 51
ALBERTO CARDOSO &_ C.______
Regulador aa arii.ha
Concerta-se ridngioa d^ aleibeira, pn-
dolas de torre deigre)H cbronme marinha, caixa de mnsicca, aparelhoa
elctricos, oculos, bnocnlo, oculo de
alcanct., joiaa e todo f qualqnor oby cto
tendente a arte mechar-.> .
9lina Lar_-a 'io tteenno 9
Liquidaco
A loja Paria n'lnnrca ten-
CHLOROSIS, ANEMIA.
HEMOGLOBINURIA,
Anemia aps de
Hdmorrhagias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
o <:camonto por eicellencia para aa su-
prame-. uadas mdjcace na dose deltico-
IheimcUb :as .ara cal) antes da cada releico.
PAMS : J. DALLOZ, 13. bNhnrtl dt li Ckapdls.
i- eiMMMwao o oaoets productos oiBicoa.
Ave do ^araizo
51 raa da Imperatriz 51
Recebem das principaes pragap da Eu-
ropa, quinzenalmenteas mais altas No-
vidades em fazendas finas.
ALBERTO CARDOSO & C.
iv mm m m\
38Ra do Baro da Victoria38
Tem recebido ltimamente de Pars um variado
sortimento em:
Sedas brancas, pretas e de cores para grande
escolha.
-.s-
nicos cortes de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas e com desenbos.
Espartilhos finos em seda e de brim.
-:r
AMA
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
-o
do de liquidar ilivfrMta la-
sendas de nuada rhaana at-
tene_o de seos freatueses para
(rondes ab-titaaea-oode pre'
Rna do B. da V lr..r 1
__
Perita mDuco
Precisa-pe d ama pvra eogommar e laTar
rcupa de criancas ; na ra da Praia, armazem
ns. 7 e 5.
Barcada a venda
Vende-se a barcada Ra>-
oha do Sul, lotacac de 600
ssccos, reformada e pin-
tadade ncov.
Quem a pretender diri-
ia-s** nesta capital aos Srs.
Rodrigues, Lima Sf C, ou
em Maceio' aos Srs. Rodri-
gues, Cardoso e comp. e
em S. Miguel de Campos,
estado de Alago* s, aos pro-
prieterios Vasconcellos No-
vaeie comp., em liquida-
cao.
lainhas das Ala-
bos
Vende-se novas e gran-
des em quartolas e bairs,
g^rantindo-se nao e*trem
sujeita. a perem vendidas
a peso, na ra de ^edro
Aftonso antiga da Praia ns.
7e5.
Camisas de seda e de linbo guarnccidas_de
rendas e fitas.
Loques de madriperola e de pbantasia a Lu
XIV.
Cortinados de fil para cama.
Helas de seda e de fio de escossia para homem
e senhora.
_____-_-* ______
Esteiras brancas c de pbantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
AI mofadas bordadas_a ouro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodao.
i
i
TELEPHONE---59
rUNDICAD GERAL
ALLANPATEESONSC
44--RUA 1)0 \R0 DO TRl \h PHO-44
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agna.
TaixHR tu n i id as e batidas.
Tc.ixas b tidas sem crava^o.
' >
HMMW 1




,(
V
PPPPP
k-

p


CxKANDE
nidrio,d Pernambnco (uiiiia Teira SO de Janeiro de IMM
-------. i. -----------------_ J *-_._________---------' -4----------
I
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais]hygieni-
cos da cidad do Recife.
AecommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicOes, a mai r e mais arejsda nesta capital
jCcoaimhai acha-BP, a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um trances
e chegdo da Enropa e ontro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxu#so estabelecimento tendo a certeza
de qne com os elementos que cima offere-se achare habilitado a satisfazer aos
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-ae para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimeoto.
PKECO& HASOAVEIS
FALU-SBDIYKBSOS ID10IAS
58 ra Duque de Caxias
lelephonen- 210
3P AJR.A. DUCQTJXXDl A.DB.
MOSQDITEIROS JCasemiras preus e de cores de 8S a 40
covado.
americanos bran-
cos e de cores,
de todos os ta-
manhos.
COMPLETO
variado sorti-
mento de tape-
tes.
Justa coco c
|catifas
para forro
salla.
al
de
MALLAS
para viagem, de
todos os taa-
nnos equ al ida-
des.
Sarja preta fina, pura la a 58500 dem.
^Morim finissimo com 24 jirdas de 15$ a
10)5 a peca.
Dito francez de 125 a 88 idem.
Dito p-ra noiva a 38500, 4$ e 4S500
dem.
Cretones francezes a 600 rs. o colado.
Algodaosnho T muito largo de 12$ a 80
a peca.
Merino prete, pura la de 2)5500 a 18400
o covado.
Crepons de cores, pura la, de 28500
1$500 o covado.
Cambraias brancas, rendadas a 500
700 rs. o covado.
Merino F do b ile, branco de cor, nr-
T^dad* a 500 rs. o covado.
Foulardine,lindos desenhos de 800 a 500.
Surbats de seda, todas as cores a 18500
e 28 o c?vado.
Cachemira infestada de listas e quadros
de 2)5500 a 800.
Meias cruas, iDglezas para homm de
12$ a 68 a duKi.
Cara sas para hornera de 80$ a 48 Atoslhado branco adamascado par mesa
de 48 a 2$50O.
Guardauapos branco adamascado de 68 a
3900O.
Completo sortimeoto de das brancas, capilla", col-
chas e fronhas tu do para casamento.
Damasco, pellada e reps propnospara restosteiro
e cortinas.
Urna grande quandade de retalhos de
chitas, cretones, cambraias e setinetaque se
vende por barato preco.
LOJA D4S ESTRELLAS
56 e 58 Ra Duque de Caxias 56 e 58
TELEPUONE N. 210
oMANEQUINS
americanos para
todos os corpos.
COMPLETO
sortiin-nto de
petes de alca-
tifas e velludo
PARA
SOF" E PORTAS
CAPACHOS
de coco de todo
os tamanhos
com scri^Oes e liso
iua Larga do sKozaiio n. 22
Fabrica de
Estampas de todas as quilidadei. Quedrcs.
dieirog, cbamins, pavios, molduras para retratos
Eoof rrega-ae de retrato a craion para o que ha contratado
basta' te ccnhecido.
Prepara sa qcalqner ercommendc com a maior brevidade.
Sinceridade e pr Molduras
Sanefas para cortinados, can-
um perito artista,
O
A MENDIGA DE PARIZ
.
POR
2AV2EE Di mm
-----<*M,^*
PRIMEIRA PARTE
O TESTAMENTO DO CONDE
VIII
(Continuacao)
Na idade de cinco annos Piaul perdeu
seu pai. O conde Emmanuel foi no-
meade tutor do orphao, cercou-o de ca-
rinhos e fez delle o homem cujo retrato
phvsico e moral ja conhecemos.
Na maioridade Ral apropriou-se da
fortuna deixada por seu pai, urna fortu-
na de quatro mil francos que o joven pa-
dre destinou a obras de caridade.
Depois de Andr d'Areynes, morreu
Gustavo arruinado por desastrada* espe-
culares, deixundo viuva e urna filhinha
da dous anuos, Henriqueta, conhecida
mais tarde pela Sra. Rollin
A viuva de Gustavo d'Areynes sobre-
Tveu apena* dous annos ao marido.
Nomeado tutor de Henriqueta, romo
o ffira de Ral, o conde Emmanuel
cbassou para junto de si as duas criaa-
OP
Os propx
leciin erito, ?
GRANDE
os" deste modeino estabe-
ntm a adrairsjo dos seusj
filustres freguezes e ao estimayel pubiieo
d^sta capitaf c: nvidam a fazerem urna visita
aoseu estarJeleciment que encontr rao co-
mo especialista enveha verde e preto, vinbos
do Porto, Jersej, Moscatel, Champagne,
;:asto, Collares grequinoe j aamado
DOUB0 CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
maes, ms> nteiglf, fiambres novos, chocolate
menier, marmullada, passas, figos, castanhas
eoimis quecbncarne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas inglezas e alle-
mes especiatsando-se a celebre e afamada
^D.u^rGXSG^ 3NT.A.
Cognac, vermtb, whiskys de varias
qualidades, aguas rmneraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sortrdo, por isto limitamo-nos a chamar a at-
ten^o do estimavtl publico e dos nessos dis-
tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, afianc. ndo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fructaspara
embarque.
3 Ra Bom Jess 13
O
Q
<
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE BACALHAO
DE
LANMAN E KEMP
RECOMENDADO
por distinctos Doutores que
he dio a preferencia, o re-
ceitam cada dia para todas
as doencas Pulmonares, Es-
crfulas, etc., eo consideram
o mais puro e rico em
PODER MEDICINA!.
QUE SE APRESENTA
AO PUBLICO
E MAIORES
O
en
o
O

* A TOSSE E &
PEITOEAL DE >
i 3 0 t p o s AHACAHUITA CQ
O O : ? 01 a
O PREPARADO POR o
LANMAN E KEMP
3KW IOF.K
t 0 BALSAMO MAI3 EFFICAZ
PRODUZ CURAS A0MIRAVE15 E TEM 60
TRIUMPMAOO EM MUITOS CASO* OE
PMTM161CA INCIPIENTE.
$S INFALLIVEL 4.
FBIT0RAL CATHARINBN8B
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
COHPOl C;, 4 O DE BA11LIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do stad
premiado com a medalha de 1. classe em diversas expoaicSea.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosset, brouchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas aa mo'eatias das viaa respiratorias.
Mais de 50 mil pessoaa residentes em diversos Estados de Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharioa.
A' venda em todas as pharmacias e drogaras
D E P 0|S I T A RW NO ESTADO DE PERNAMBCO
Guimares Braga & C.
Roa do Mrquez de Oliuda n. 60
Nessa poca morava elle em Pariz, ra
VaugirarJ, n'uma casa que herdara de
um prente rioo.
Ral era mais velho que a prima cinco
annos. Esta, urna crianca adoravel, foi
confiada directora de um dos melhores
internatos de Pariz, emquant) o primo
fazia sena estados no estabelecimento da
ra dos Crrelos.
Insistvelmente irnpellido para a car-
reir ecclesiasiica, aul ordenon-se aos
rinte e dous annos e deixou Pariz.
Entilo o conde quiz chamar a sobrinha
para junto' 4e i e' ai porm, preferio
continuar penaionis^.
Entretanto, quanr Henrqueta attin-
gio os dezenove annos, foi obrigida a
deixar o inteinato.
Ral d'Arpjnes acabava de ser nomea-
do vigario de Nancy.
O conde afim de se approxiraar delle,
tomou a resolu^&o de abandonar, mesmo
no invern, sua casa da ra Vaugirard
e fxar residencia em Fenestrangea,
onde de vez em quando Ral ia pasaar
um dia.
T/es annos depois, com grande des-
posto do tio, o joven padra abandonou
Nancy, chamado a Paria no carcter de
vigario da igreja de Saint-AmbroUe.
H nriqueta ia faze' vinte e dona annus
e a Ba belleza comejava a poduzir ad-
mirtolo.
O conde peosou em assegurar, por
meio de um bom casamento, o futuro da
sobrinha, dando-lhe nm apoio solido.
Henriqueta admitti perfeitamente o
casamento, mas era de um genio ultra-
romanesco.
En nSo me casar a nonca sm ser
por amor !... dizia ella.
O conde apreseotou-Ihe alguna rapa-
Nao os amava ; quera experimentar urna
grande paixao, urna paixao como as dos
rom-nces que ella devorava no nter-
nato.
Diaboa levem taes moaa com as
suas ideas absurdas dizia &a vezea o
conde, batendo op. Henriqueta espera
realiaar o seu ideal quando as gallinhas
criarem dentes I
N&o obstante, como elle qaeria mnito
bem sobrinba, guardava comsigo eBsaa
reflexoes, esperando que o corado virgi-
nal da m <<& fallasse.
Era no comeco do anno de 1867.
O vigario de Saiat-Ambroiae tinba
acouselhado seu tio a passar um invern
em Pariz, com o fim de arranjar casa-
mento para a sobrinha.
Tem razao... penaou o conde ; e,
deixando Fenestranges, installou-se no-
vamente na ra Vaugirard.
Os salOes. fechados ba quatro annos,
abnram-se laxuosamente.
O Sr. d'Areynes dava jantares, bailes,
recebia numerosos convidado.", at que
um dia app.receu a ave mysteriosa qu^
devia produzr urna impreaaao profunda
no corajo de Heariqueta... Era um
bello rapaz de trlata annos, elegante e
de urna correcgSo ultra.
trezentoa mil francos, heranca de seu pai,
advogado diatincto na corte de csea-
9&o.
No momento em que um amigo do
conde d'Areynes o apresentou na ra
Vaugirard, vivia elle de expedientes de
jg'
Aproveitando as boas relagBes de tm
certo numero de velhos amigos de seu
pai, Gilbert visitava de quando em quan-
do o mundo seleto, esperando achar occa-
ajSo de pilbar um grande dote.
Preaenca diatincta, conversador attra-
heute, aabendo fallar de tudo com urna
verve ineagatavel, um pouco msico,
excellente valaista e afamado meatre de
cotillons, Gilbert devia agradar a Hdnri-
queta.
A aobrinha do conde tinha duzentos
mil francos de fortuna pasaoal e grandes
eaperanjas, na qualidade de herdeira de
Emmanuel.
Gilbert percebeu que conseguir agra-
dar.
O partido lhe convinha e tratou de
exhib r as suas gracas de conquistador
emento.
l'om pouco tempo os dous estavam per-
feitamente convencidos de que nao po-
diam vi ver um sem o outr.
O casamento se impunha. Faltava
HOTEL COMMERCIAL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccao do aeu hbil proprietari^ MA-
NUEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, ja pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .ot^rna, j pela promptidao e aceie do servijo culinario aduaneiro, j4
tairbem pela posijo hygienica do seu edificio.
Depoi de innmeras transformaQoes por que tem pausado este Hotel, conse-
guio afinal o seu incancavel proprietario offerecer boje urna hospedagem qne
deve sei preferida pelos illustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Sra. viajantea, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
1PE21ITIV0S
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostraa, lagostina, salchichas, etc-, peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
4DEGA
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos a a se boirofl&os recebi-
dos dirsetamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem aempre grande deposito
de .bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finia8mos, que vende as melhores condicSes do mercado e precos sem
competencia.
GKANDB HOTEL C0MMRG1AL
DE OLEO DE F1CADO DE BACALHAO
Com Ilypophospliitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hygiene Publica e autorisada pelo governo
do Brazil.
** Devo *lizcr-vos que no Drazl inteiro, sou o
medico mais apologista da vossa preparaco de
Oleo de Figado de acalhao, tendo em minba cl-
nica, fazem alguns annos, obtido os resultados
mais satisfactorios, e fui o introductor da vossa
preparaco em muitas ci dad es d'este Estado; por
tanto vos felicito e comprimento.
Dr. Estevo de G. Friuli.
Tcncnti Coronel de JJnha, Ex-Cnirgifio Mor do Exer-
cito Arcentino, Ex-Sub Director do Hospital de Obste-
tricia ile Buenos Aires, Ex-Inteino do Hospital de
oireDame de Pariz, Memoro Agraciado e Honorario
de varias Assoca"es, Ex-Medico de Primeira Classe
e Fundador das Sociedades de Soccorro Mutuo Ita-
liana c Hespanhola de Huenos Aires, Medico Partero
e Epcciahsta de Molestias de Senhoras. Cirurgio
Pentistal autcio > em Buenos Aires, Montevideo e Pa-
riz, e premiado con McdMhas de Ouro as Exposices
Continental ce i3;3 e Nacional de 1880. etc., etc."
Cruz Alta, Rio CraiuU do Sul, BraziL
Este Ilustre Medico receita a
Dr. estevo de c. priuli. Emulso de Scott em todos os
casos em que esta indicada como Thisica, Escrophulas,
Anemia, Rachitismo das Criancas, Rheumatismo chro-
nico, Catarrho epidmico (Influenza) etc., em todas as
formas de Extenuadlo ou Debilidade, as Affeccoes da
Gargante e Pulmes e tambem o emprega nos Conva-
lescentes. E' um facto reconhecido geralmente pela
Sciencia que come o Oleo de Figado de Bacalhao, n3o
ha outra substancia que contenha tantas propriedades
nutritivas. E aggregando-se os hypophosphitos, cujas
virtudes tnicas sSo to recommendaveispara os ervos,
cerebro e ossos, a efhcacia d'estes dous componentes
augmenta, ligados como estar na Emulsao de Scott
sob urna forma perfeitamente homognea, agradavcl ao
paladar, e de fcil digesto e assimilacSo. ____,
DE VENDA AS DROGUERAS E PHARMACIAS.
Evitar as falsifica^oes e Imitagoes. r-
SCOTT E BWNE, Chimieos em Nova York.
Chainava-se Gilbert Rolin e pertencia
a ama eicellente familia da alu burgae- apena8 a approvasio do Sr. d'Areynes,
aia; mas, sob acuella apparencia seda- t0 e tutor de Henriqueta.
ctora, occultava-se, na realidade, um.
triste personagem. yr
Libertino, preguicoao e jogador, Gil-
bert Roilin exercra um ponco todas as j
profiss3es. Gilbert Rollin quera ir ao conde Ein-
D^peia de ter de'xadopor causa de'manuel solicitar a permissao.
sua iucorreccaoo era prego que ocia- Hdoriqaeta oppoz-se.
pata no minister o do interior, fra suc- Ella sabia qae a mocidade daquelle a
cssivamonte reprter, agente de cambio, qaem amava f6ra extremamente agitada
zea fidalgos, qne vinham ao castello at-1 corretor, sportmao, e lancara-a, final- e iaso talvez nao produzisae boa imprea-
trahidos pela bellez* da Henriqueta. | mente, s emprezas industnaee, onde es- sao no espirito do conde.
Amocaoaaeolhia dedeDhoaamentedbaBJa' os resto de um* fortuna de Alm disso Gilbert nao pertencia A
HADICMI 11(1 IIWI.4N
Contina a maoter em seu* depsitos completo sortimeoto da utensilios para aginas
TCLdenrio sempre por prreos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differeates systemas o tamanhos da Robiosoo e ootros ntoll
cantes e de 2 a 12 es val los.
CADEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para faocciondr com o fogo das feraa.
Ibas s tachas.
CALEIRAS A Va POR Cornisb e typo locomotiva para fuoconar com leoba e bagaeo*
RODAS para agua.
BOMBAS de motan-continuo.
MOENDttSe meias moendas,garantidas.
TACHAS de ferro fundido e balido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de differentes sjstemas.
CR1VAC0ES para fornalhas. ..
MaCHINaS para descarojar algodSo de 14 a 50 serras com alimentadores e empasta*)
res a vontade dos agricultores.
Pazeodo parte da directo de sua fabrica o Sr. engenheiro Augusto Llarb, vaotajam*
marte conbecido dos Srs. agricultores pelos saos trabalbos de moutagem de grande numere
a- usinas fonecionando deste E3tado, incambem-se de mandar vir a erigir garantiodo a pro.
daccao e qnahdade do assu ar.
APi*ARELHOSe melos apparelhos de vacao. ... j
DESTILLAQOES completas para alceol e agurdente a vapor e a rogona, para grande*
e pequeas fabncas>. ._
82, RA BAR0D0TR1MPH0, 52
nobreza, o que d'Areynes acbava certa-
mente desagrodavel.
O sensor conhece mau priro3 Ral,
vig.rio de Saint-Ambroise ? pergantou
ella a Gdbert.
Nao o vejo ha muito tempo, res-
ponden elle. stivemc8 jun'os no in-
ternato da ra dos Correios.
Bem. E' preciso que elle S3j"a o
nosso intermediario...
Elle ? Porque ?
Porque tem grande inflaencia no
espirito de meu tio, que nada resolve
sem o consultar... Mea primo estma-
me como se ea fosse irma delle... e dii-
poe da mais persuasiva das elocuencias,
a eloquancia do coras^o... Ral prote-
ger a nossa causa...
Gilbert Rolliu, nao obstante ter rebe-
bido urna educacao religiosa, detesta va
os padres em geral e particularmente
Ral d'Areynes, pela simples razao de
ser elle herdeiro do cmde. Entretanto,
como aquillo era um meio de chegar ao
reaultado appet^cido, nao poz duvida na
lembran^a de Henriqueta e approvou
alto o que no seu foro intimo a hava ab-
surdo e ridiculo.
No dia segainte a este coloquio. Raui
d'Areynea foi inteirado por Henriqueta
de sea amor por G lbert Rollin.
O joven vigario n&o era homem de an-
tipatizas- Isse era centra o seu genio.
Nao gostava de Gilbert Rollin, consi-
derava-o um homem superficial, um
egoist cujo nico ideal era o prazer ;
mas como Rollin hbilmente salvava as
apparencias, o vigario de Saint-Am-
broise n5o podia articular contra elle
nada de positivo.
A confissfto de Henriqueta o sorpre-
hendea e affligio ; elle, porm, conhecia
comprehendia todas aa fraquezas do
coragao humano.
Depois de ouvir em silencio m decla-
rajSea de Henriqueta, Ral d'AreyQea
perguntou:
Ento tu o amaa ?
Amo-o, responden a moga.
Oom certeza? Olha bem...
De todo mu corags, de toda a
minh'alma, com todas as minhas forgas l
exclamo ella arrebatadamente.
A,ora sei o que o amor I
Em tua idade, com um espirito ro-
manesco como o teu, fcil tomar ama
illusSo pela realidade...
Henriqueta sorrio com ar de desdetn.
Que juizo fazea de mim 1 Olha qi *
j nSo sou crian$ ..
Pensaste bem ?
Pensei. Sem Gilbert Rollin nada
existe a meus olh.03. Se elle morresse,
ea morreria tambem 1
__ I Nao, n5o, primo, amor... Eu
vim ao mundo para aer esposa de Gil-
bert.
Nao eaqu'cas que o casamento
acto mais serio da vida. Uma vez rea-
lisado, acabou-se I o marido e atnulb.er
sao ob igados a viver unidos at mor-
te. Nada os pode separar...
__ O dia de meu casamento sera o
primeiro de minha fel cidado !...
Longe de mim a idea de dizer mal
de Gilberto Rollin ; mas Ulvez ignores
que elle esbaojon sua fortuna...
Quem'importa Tenho a minha...
__ Elle est habituado a dissipar...
__ Eu o corrigrei...
E se elle nSj e emendar ?
Emenda-se 1 Urna malher que ama
e amada tem forja !...
Tjk. do Diar, ra Duque da Oaxjaa 4C
I




M0T1MI0


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