Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:18000


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Full Text

ANNO liXXH
Oninta-reira #3 de Janeiro de 1S96
DIARIO DE PERNAMBUC
PaeFKISBABB BS li&KOSL FISBKiRO. BB ?8X* & ILHeS
REDACTORES ANTONIO WITRITVIO PINTO DANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEIXOS e MAXOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE

'Por tres mezes achantados.
Por seis mezts adiantados.
Por um anno adiantado
ISuirtTO avulso do mesmo da
8000
5&000
01000
$100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLSIVOS-JiE PUBLICAgOES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C.\ residente em Paris18 ru de
La Grange Batelire
PARA OS LUGARES ONDB SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. .; ,
Por am anno adiantado ,
Por trimestre vencido....
Numero avulso de dias anteriores.
161500
331000
K
200
*
Telegrammas
SSSVI.O MTICULAl. jo siasio
Rio de Janeiro. 22 de Janeiro,
as 2 horas, e| 3o minutos da tarde (rece-
bado na estaco s 4 horas e 15 minutos
e entregue s 4 horas e 30 minutos da
tarde.]
A pretendo do vice almirante Wan-
denkolk a ser considerado na activa
deixou de ser attendida pelo governo
que lh'a indeferio.
O referido almirante passou a 2.*
classe em consequencia da le de con-
cesso de amnista.
Declarou o ministro da marinha,
que os aspirantes revoltosos nao go-
zam do favor da lei, quesmente man-
da approvar os legalistas pelas medias.
Esta resolu?o do governo foi to-
mada contra o parecer da Escola Naval
e do ministro.
O chefe de polica Dr. Andr Ca-
valcanti foi alvo de urna manifestaco
de amigos, sendo muito felicitado.
_ O Jornal do Commercio diz ha-
verem muitas alvarengas carregadas e
demoradas pele mo servico da Alln-
etela, cuja administraco censura.
__Acaba de dar-se novo desastre na
Estrada de Ferro Central do Brazil.
Londres, 21 de Janeiro.
Sao satisfactorias as relaces entre
os governos americano e inglez.
A esquadra j seguio viagem, le-
vando carta de prego.
__ A imprensa officiosa da circula-
cao d a noticia de estarem bem enea
minhadas as negociares com o Bra-
zil concernentes questo da Trinda-
de, chegando a affirmacao de que ser
resolvida honrosamente sem depen-
dencia mesmo de arbitramento.
Berlim, 21 de Janeiro.
O commercio allemo solicita ao go-
verno que reforc a esquadra da Ame-
rica do Sul, para garanta dos inte-
ressesallemes, que sao superiores ao
commercio de outras nafoes n'aquellas
paragens.
DIARIO DE riMllMCI
forma diversa que nao iacompativel com a
soa identldade.
A poltica sabio das regi0es|nebulosas Qda
cooslanta de forcas para um estado que con-
cretise a maior somma do bem social, cousa
alguma pode ser feita, qoalquer melhorameoto
e o eorpo social pa,aa | metapbisica para tornar se positiva ; de.
pode ser obtido, sem qu
pelas mais enrgicas reaegoes, e urna grande
sonata de males cause-lbe gensivel abalo.
Os povos sao como os individuos; a infancia
inexperieote incontentavel, domina-se por
todas as illuses; a mocidade ardente langa-Irte
todas as aventuras, nao consulta os tneios,
nem as coosequeocias reaes de suas actes.
E depois, quaudo alravez o temporal leeoo
feito a sua espinhosaromsria, encontrado os
alcantilados de precpitam, atravessando pbases diversas de
angustia e desespero, as soas forcas retem-
peram-se as decepgOes do passado, criam no-
vas eoergias para a obra grandiosa do futuro.
Os impetos das paixOes moderam-se, as co-
leras insensatas disslpam-se, e novas desposi:
gas reslabelecem-se.
Entretanto, no mio dos escombros das rui-
nas produzidas, dos immensos sacriflcios ef-
fectuados, nao se pode dizer que ludo foi in-
tilmente. E' preciso reconbecer que sempre
alguma cousa de bom flcou feito.
Nem sempre este pouco que se conseguio
corresponde exlenso dos males aconteci-
dos, ao cumulo dos Boffriraeotos experimen-
tados no deseocadeamento do tufao revolucio-
nario.
A sociedade orna lucia de forca?, urna lucia
de ambiguas, um esforco de lodos para a rea'
lisago do seu proprio bem.
E' necessario que o bem individual,o de
um grupo, ou o de um partido, cnciliem-se
com o bem de todos, ou o bem geral.
As classea opprimidas, exploradas muitas
vezes, levantam o incendio em que tudo des-
truido, sem saberem depois da victoria, co-
Iber os louros para formarem a coroa da soa
felicidad*.
Muitas revolugOes realisam-se sem que de-
pois d'ellap, as turbas vict.riosas tenbamante
s o objecto de suas conquistas, ou conservera
o tbesouro, ou a objectivago do seu ideial.
Tm ante s apena a decepgo, desillod-
das Je nada verem que corresponda aos gran-
des sacrificios que fizeram.
Por seo as revoluges como que vo exlio.
guinde-se, e as massas populares parecem
adormecer; e ja a voz dos agitadores soecum*
be, sem poder levantar stas vagas que por
tantas vezes submergiram as nagOes, transfor-
mando-as, ou dando-Ibes urna nova orgaoisa-
cao, sem comiudo modarem-.se as coodicOes
que lhes sao inherentes, ou ebegassem pro-
duxir o grao da felcidade almejada, cuja rea-
lidade afigura-se depois como um soBho que
mecede-se urna noute ttrica, para logo
ser revolucionaria para ser evolucionista.
Como j dizia com muita razao [o sabio
Augusto Comte, a destru gao da antiga socie-
dade trouxe o periodo critico ou de transigi
para a orgaoisagao definitiva da sociedade ,
qual ser ella, e como estabelecela. o
problema existente anda resolver.
Nao ser a realeza dos sabios, porque esla
degenerarse-Illa no arbitrio ; nao ser o ab*
solutismo das massas populares, partindo do
dogma democrtico da soberana do nume*
ro.
Ser a soberana da razao, a solugo dos
problemas polticos e sociaes, segundo o bem
publico e geral, determinado pela evolugao de
todas as foi gas orgnicas da sociedade, repre-
sentando .oda a ordem e especies de inters*
ses.
A situago actoal da Europa umaprova do
que temos ennunciado.
Nos dous tergos de3te seculo, desdobra*
ram-se alli o quadro de todas as perturbages
polticas, as revolugOes, e as guerras ujortife*
ras de nagOes contra nagCes-
A calma produzio-se, e o ultimo tergo do
seculo parece terminarse sem os grandes ca-
tad jsmos polticos e ioternacionaes.
1 As revolugOes que sao exageros, precipita-
ges do movimento evolucionista e destroem
mais do que podem crear, e aiaal sao muitas
vezes contradictorias nos seus resultados, vao
se eliminando ; emquaoto qua o conflicto de
lnleresses e tendencias opposias conciliam-se,
e com as experiencias colhidas, o choque de
forgas opposlas vai descrescendo, firmando a
orienlagao segundo a qual o iateresse ou bem
geral pode ser realisado.
PARTE OFFICIAL
1
RECIFE, 23 DE JANEIRO DE 1896
A evoluefto
O aspecto da nossa vida politica otferece a
imagem d'ura borisonte ennegrecido, ferldo
pelos lampejos incertos d'uma lux duvidosa
qua promette coloril-o com o tempo, deixaodo
ao futuro o cuidado de accentuar o brilho
que falla ao presente, creando urna bella reali-
dade onde apeuas existe urna esperaDca.
Yamos n'uma marcha progressiva, como a
d'uma locomotiva em carreira vertigiuosa,atra-
Ttssaodo campos floridos, e ingremes Berras,
percorrooJo pespectivas diversas, variando de
momento momento as impressea do espe-
ctador.
Ora aqui somera alegras, ora acola perpas-
sam tristezas, succedidas por esperancas, pela
Confianga segura nos progressos da homani-
dade.
A ttecOes jamis seguiram o caminho d'oma
I inba rwa, nao podem evitar o choque con-
stante das revolugOes, as lutas anteles dos
partidos, o combate das ambiges, os desva-
tios dos individuos que ai formara.
Ha su vida tormentosa no escapara ao pe-
lago das palxe8 e dos iotaresses revoltos no
frauda problema da lucta pela existencia.
Ha periodos de pai, de harmona, de coheso
de forgas, as meo de lucias moderadas, du-
rante o qual o seu mecbanismo aperfeigoa-se, e
col he-se o melhor resultado p tico das suas
institufiOes.
Mas a dynamca da vida social e politica, urna
as condigoes absolutas do seu desenvolv-
mento, nao pode dexar de condusll-as para
ama lenta transformacao.
E esta inevitavel traosformagao nao pode
aperar-so sem profundas perturbages, as
quaes a orieotago perdida, e o desequilibrio
das suas forcas orgnicas produs-se, realzndo-
se am movimento ceg e fatal que accarreta
ama serie de males iocalcnlaveis, qua s o
futuro pode, com as experiencias colbidas, com
e deerescimeoto das causas irritantes, com o
ansafio das luctas determinadas por aspirages
simplesmeote arbitrarias ou impuIsBes egoisti-
desapparecer.
As oages precisam de chegar velbice para
adquerirem o vigor das suas forgas, o apet*
fcigoamento do seu rgimen polilico, e conse-
guirem a harmona de todos os ioteresses das
classes ou dos individuos que a formara, cre-
ando a mekior con di gao bomanamenta possi-
vel.
Um povo inexperiente, um povo sera histo-
ria, que nao aprenden na loDga vida da ela-
borago poltica do seu paiz o que deve for-
mar a soa orienlagao,o norte do seu destino,
nao raras vezes, sanio immobilisa-se, atira se
ao cbas, d'onde nada pode surgir para a sua
felcidade.
Laclar pela conquista da liberdade,ob-
jectival-a da melbor maoeira quando ella j
existe ; nao reduzir-se factor de discordias
inuteis,desprezar questas de formulas que
praticameote nanea affirmaram a sua soberana
como no seio da pax um povo pode produ-
zir a sua prosperidade o equilibrio das suas tor-
gas manter-se, e urna situagioeconmica favo-
ravel firmar-se, removeudo todos os obstculos
ao stu progresBo e engrandecimento.
A causa que anda abala o socego e a paz
das naguas, antes econmica do que pol-
tica-
A Europa actoalmenle'jnos assevera este
facto- Contra o imperialismo do Cesar da
Roflsalevanta-se o nihilista, ou, o anarchis*
ta, que outra cousa nSo do queo socialista.
Contra o poder da Gulberme da Adema*
nha, arregimenta-se o partido socialista que
um elevado numero de representantes tem
uo Reicbtag.
V*se poisque trata-se antes d'uma questo
econmica do que d'uma questo politica.
O socialismo.prepara grandes catastropbes
polticas para o futuro.
Filando o phanal looginquo d'am id- lalquasi
tmpossiveJ, a propaganda eateade-se, augmen-
ta o numero dos seas proseljtos.
As reveluges polticas quasi que extingu -
ram-se, e s os povos que acham*se anda
dos fulgores d'amaj mocidade.inexperiente,
ella pode acbar o fermeatOjpara terriveis ex-
plosOes, menos que a postergac&o do direito
ou o dispolismo, uto tenttam chega'do ao sea
cumulo.
ApeDas manifestam-se ravoltas ou sedigOes
que trazeo rpidos triuoaphos, e que seriam
uteis, se dallas nao resoltassem um estado de
permanentes perturbages pelo qual iootilis-
sa-se adela em nomo da qual o movimento
loieiou-se; at analmente que ella venba
flxarse quando favoraeis coudigdas se esta-
belecem ; ou que o estado aoterior de cousas
Actos do Poder Legislativo
LEI N. 360DE 30 DE DEZEMBRO DE
1895
F.xa a despeza eeral da Repobllca dos Estados
Uuidos do Brasil para o exerclcio de 1896
n a outras provideocias.
(ConclBso )
Decreto n. 1.367 de tt de Feverelro de
(893
Para occorrer ao pagara -oto
do orJeo-do os magis-
trados porius nn dispoai-
b,l,dade 680:SOOtSC0O
Decreto n. 1.173 d* 7 de Pevereiro de
1893
Para occ rrer as ue- peas
relativas ao pessoal e ma.
tenal oai* inspectora? ae
hyeieoe d.>8 E tades do
Cra-, Pa-abjbi, RiO-
Granda do Sul e Gova,
nos p-imeiros tres me-
zes do correte anno,
sendo:
Para pe9oal 3:450^000
Parama erial 1:000*000
Subsidio aos senadores e
dnpoUdos 1.856:230*000
Decreto n. 1.898 de 24 de Novetcaro
de 1894
Abre o crdito supplemen-
tar neaip exerclcio as
verbasSecretaria do se.
i ado 8 a Cmara dos De.
patadas 21)7:000*000
MiNiSTBftIO DAS RELCSS EXTERIO-
HES
Deere
o. 10.184 d 10 de Pevereiro de
1889
oslo 21.-093*755
10.178 de t de Feverelro de
a 1869
s d Urales 130.000*000
o. 10.398 de 12 de Oulnoro
. ue 1889
lo 93:000*000
Tifas Qoaxtenor 29:331*48
124:531*48
Decreto n. 759 de (1 de Margo
de 1892
Ajodas- de costo 107:250*000
Decreto n. 1.318 do 17 de Margo
de 1893
Ajodas de costo 283:873*000
Extraordinarias no exterior 88:706*670
374:581*670
Decreto n. 1.315 de 13 de Margo
de 1893
Para despejas com a ptcifica-
go dos Estados 200:000*000
Decreto o. 1.331 de 24 de Margo
de 1893
Para darccmprimenoaodii-
Doslo no art. 2. >a le n.
97 de 6 de utnbro de
1892. Mlsso especial a
Com, (este crdito foi
abe'tj pelo Ministerio da
Iadoslna) 150:000*000
D?cteto-n. 1.59 de Novembro
de 1893 M^-
Para as despezas ds veroas
Ajadas de costo e ex-
traordinarlia no exterior
oo exeteicio de 1893 110:000*000
Decreto o. 1.656 de 20 de Janeiro
de 1894
Para as d speas cora a paci-
ficagao dos Estados 200:000*000
Miolstaria da Marioba
Decreto b. 10.1! d- 23 de Feverelro
oe 1889
MQiges debo:ca 119:500*191
Decreto o. 10.397 de 12 de Ou.uDro
de 1889
Eveotoaes 66 341*794
Decreto n. 656 de 7 de Novembro
de 1891
A-ienaes 897.777*804
Mao Mao.tep n-MM 296:4*9*5,0
4:450*000
Decreto o. 1.310 de 8 de Margo de
1893
Para cocstrocgo de am Is.
zareto oo E tado de Per.
naroboco, de conformida-
de com a aolorisago con-
ferida pelo decreto legis.
la ivo n. 121 de 11 de No.
remoro de 1892 1.500.000*000
Decretos os. 1.338. 1.339 e 1.340 de
18 da Margo de 1893
Para pagamento do pessoal
de caaeiras exiinctas do
Gymnasio Nacional, ...
15:000*. e des peas com
o servico sanitario.......
50:000* 65:000*008
Decreto u. 1.358 de 20 de Abril de
1893
Para occorrer as despeis
com o pessoal da Repar-
tigo da Polica com os
vencimenio* dos magis-
trados do Ettado da Pa
rabyba, daraote o perio-
do definitivo desses ser-
vgos
34:808*252
1.492:083*537
Decreto n. 76S de 18 de Margo
oe 1891
Munig0*s navaes 219:545*841
Decreto n. 654 de 7 de Novembro
de 1891
Para renovago do maierial
da armada 10.000:000*000
Decreto o. 637 de 7 de Novemo-o
de 1-yi
Constroogoes de pbares 400:0.0*000
Decreto o. 1.165 de 11 de feverelro
de 1892
Hospitaes 62:151*414
Muuigoes naTaes l^:.nt,5nfn
Eveutnaes 100:00. *0b0
Decreto
cas, encarregar-se de providenciar, cooservan
ato o que de bom fui conquistado, o aperfeigoa-
ento, para o qual dinje-se a taodencia ge al.
Na vida politica dos povos n'esta elaboraja,.'^, Ie qmria reformar permanece sob ama
Decreto b. 1.374 de 17 de Abril de
1893
Para pagamento do premia
a. Dr- Jo.- Lola de Al-
meida Cooto. lente caibe.
ortico da Pacoidade ae
Medicina da Babia, e da
impress&o de soa obra
(DtitoUd Lic&es de Cl-
nica mtdic* e tberkpaaii-
ca 5:280*700
Dacrtto o. 1.555 de 5 de Oota-
bro de 1893
Para co-teio do presidio de
Fernando de Neroohi da-
raote o 2 semestre desta
exerctcio .122:493*750
Decreten. 1.575 de 21 de Ootadro
do 1893
Abre am crdito sappla-
mentar a verba Soccor.
ros Pblicos, do exereicio
de 1893 769:600*000
Decreto o. 1.657 dn 20 da
Japelro de 1894
Para o rostelo To Presidio
da Fernando de Noronha
no primeiro a e mastre
desse exereicio 122:493*750
Decreto o. 1.784 de 30 de Agosto de
1894
Para o costeio do Presidio de
Fernando re Noronha oo
seaondo- semestre deste
exereicio 122.493*750
Decrete o. 1.795 da 11 de Setamoro
d 1894
Despesas com a Col oa
Correccional dos Dous
Ros 80:000*000
Decreto o. 1897 de 24 de Novembro
de 1894
Ab-e crdito soppiemeotar
neste exereicio 4s verbas
n
267:698*212
Decreto o. 1.266 de 11 de Feverelro
de 1893
Combostivel 268:431*056
Material de ccnslrocco na- ...______.m
vai 412:371*905
~~68l802*961
Decreto o. 1.309 de 6 de Margo
de 1893
Reparilgio da Carta Martima .IKMnnft
Secgo de pba oes az.swuuo
Decreto o. 1 556 de 6 de Oolooro
de 1892
Abre am crdito sapplemeotar
a diversas verbas deste
exereicio 3.021:113*738
Ministerio da Goerra
Decreto o. 10.405 de 19 de Outubro
ae 1889
D.versas8 desposas .e eveo- ^
Decreto n. 809 de 4 de Maio
de 1892
Ajadas de costo 150:000*000
Decreto n. 1,293 de 4 de Margo de
1893
Para atteDder s despezas ex-
traordinarias com as oc*
carrencias no Esiado do
Rio Grande do Sal e a
necessldade argente de
langar mo de meloa
enrgicos para mamer a
ordem e defender a Be*
n. 772 de 22 de Margo de
1891
luminagao publica 559:000*000
Decreto o. 797 de 23 de Abril de
1892
Para segmentar a diaria dos
empregadoe nos jardins
pblicos p viveiros da
Qainta da Boa-Vista 6:800*000
Decreto n. 899 de 29 de Jnnuo de
1892
Obras publica?, estrada de
ferro do Rio d'Oaro 1360:R95*000
Decreto o. 938 de 15 de Julho de
. 1892 .
Esgoto da cldade 1.268:156*130
Decreto o. 939 de 15 de Jolbo de
1891
lllamiDag.'o publica 559:045*000
Decreto n. 1.211 d* 13 de Janeiro de
1893
lllomtoaco poblira 232:000*000
Decreto n. 1.263 de 7 de Feereiro ae
1892
Para pagsmeoto dos j.i-cs ga-
rantidos Oara H-r-jur
Corporatloo 16,875 0 0 150:006*315
Decreto a. 1 2i2 d 13 de Janeiro de
1893
Para occorrer As detpesas
com o servigo de illomi-
oaglo publica no 1- se-
mestre 293:000*000
Decieto n 1,213 de 13 de Janeiro de
1893
Para occorrer s despezas
com o servlg de ceglo
da cldade, no 1* semes-
tre 1.274:156*250
Decreto n. 1,261 de 7 de Feverelro de
1893
Para occorrer s despezas
com os servigos a ca-go
da Inspectora geral das
obras publicas desta ca-
pital, oo 1- seme-tre 1.418:345*000
Decreto- n. 1.325 ie 21 de Margo ce
1893
Para occo rer ao pagamento
de salarios dos serventes
da secretaria de Esiado 16:200*000
Decreto n. 1.381 de 27 de Abril de
1893
Para pagamento 4 vu-ferrea
intercontinental, abre o
crdito extraordinario de
qoinse mil dollars ao cam-
bio de 17 dioheires
Decreto o. 1.399 de 18
1893
Para occorrer s despexas
com o servigj da illa !
uaco pooiica a' o tim
do 2* trimestre deste
aooo
Decreto n. 1.469 de 13
1893
Para occorrer s de^pnas
com o aarvico cargo da
IoBpecgSo Geral dta obras
pobliC'S da Capital Fede-
ral durante o 2 semestre
deste aooo
Decreto o. 1.552 de 28 de Setembro de
1893
Para occorrer s despesas
com o servigo da Hiami-
nuco poblica da Capital
Federal no 1* semestre
deste anno 721:590*000
Decreto u. 1.600 de 18 de novembro oe
1893
Abre os crdito eoppiemeo-
tr a vera Correio Ge-
ni- 9.0:631*362
Der-eto o. 1.890 de 14 de Novembro de
1894
Abre am crdito sapplemeo-
tar a varba Garanta de
joroa do exereicio de
27:50OOO
de Maio ae
de
379:185*141
Jolno oe
1 418:345*000
moradores no dis'rido do Jopy do menicipio d
Caonotinho, reclamando contra a proiaeocia
tomad pelo respectivo prefei'o do municipio
sospeodendo a le do orgamecto que se acha
em vigor para o correte exereicio de 1896.
Reme ttdo aoSr. Dr. procura'or geral do Esta-
do para qae se digne de emittlr pa-ecer.
Bacbarel Celso Tertollaoo Remandes Qintel*
a, secretario do lostitu o Benjamn Coosiant pe*
oiodopar8erlospeccooadnafimde8-raosi*
tado.Hemettido a juma medica do Estado, a
qaem o peti ionaio ae apreseotar para ser
inspeccionado.
Abaixo assigoado de nesociamea residentes
no municipio de Garaobaos, recorrenio da de*
hberagao do Coocelbo Municipal -.obre o Im-
posto laogado nos rmateos de compras e ven-
das 'ie cereaes, oaqaella cidade.=ReQetlido ao
Sr. Dr. procurador geral do Es.ado para qua
se sirva deemitiir parecer.
Avelina Ma.-ia da CoBCelgSo, sen'eociada,
peolndo providencias no sentido de ser remo-
vida pira o municipio de Beierros, arim oe
responder a novo jary =Opportaoameote ser
atendida.
Ciaudina Mana da Conceigo, professora pu-
blica em dlsponioililade reqoerendo gratifica-
gao.Remetiida ao director da 3* directo*ia
aeaia SecieUria para sobmetter ao parecer da
coocelbo Iliterario.
S iciedade Congresso Dramtico, pedindo o
Tbeatro Saota Isabel para nelle real.sar om es-
pectculo a 9 de Feverelro prorno viodonro.
Informe o Sr. presidente da inspectora dos
tbealrjB
Francisco Soares da Rocba. sentenciado, pe-
dindo certido. Ao Sr. director do Presidio de
Fernando, para entrogar ao peticionario a cer-
tid junta.
Bernardloo Mar ihao, jois de direito do
muoiclp o do Rio Formoso, pedindo so- remo-
gao par igual cargo no de Ipoju:..Ao Sr.
Dr. presidente do Superior Trioonal de Jostiga,
para qae se digne de i formar.
Maooel Pereira de Moora, sentenciado, co-
obecido por Maooel Gato, praga da 3.* coipa-
nhia do 1.* batalbSo e.-tadoai, pedindo copia
de ana seot oga.Ao i'. Dr. jais de direito de
monu-.inio da Vi -tona.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS DO
DA 17 DE JANEIRO
Marcoloo Pereira aa Silva, mosteo do 3.a ba-
lalno esiadual, pediodo eiclosio oo referido
batalbo.Deferido nos termos do oflicio desta
data, ao Sr. coronel commandaoie do 3* bata-
lbo estadoal.
O PORTEIRO,
C. Aoraet-
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despacho do dia 20 de Janeiro de
1896
Eugenio Tavares dos Santos e Arminio Ta*
varea dos Sanios.-Informe a 3* directora.
Da 21
Trajaoo Staart Barborema.Iofoime o Dr.
director ge-al da 3' directora.
-olio M. 'raacisco de Me|io.=Iaforme o Dr ;
director deral da 3' directora.
Joo Loix de Araojo.-laforme a 3a direc-
tora.
Compaobia Greai Werte- of Baxll Rallway
Limited.Deferido ao* termos oo cilicio desta
data ao Dr. secretario da tasenda.
O PORTEIRO
Are Atas Mafra.
poblica
i. C 00:000*000
Decreto n. 1,322 de 21 ue Margo
1893
Para compra da armamento .-,.,
tlMjm. 2.163:869*458
Decreta n- 1,346 de 7 de Abril .de
^ i gol
Pabricas 39:280*000
ecreto 0. 1.650 de 27 de Setembro de 1893
^aS-T"16 "l"erdl' 8.000:000*000
Decreto n..l,623 d 16 de Deaembru de
1893
Abre, mn crdito exlraord.* & m.mt(j00
*bI\lrio"toleKtr80rd1' 16.000:000*000
Exereicio de ***-
MlSISTRlU uA 1NDUSTRA, VUCA^
eOBRA^ PUBLICAS
Decreto n. 717 de 2 de Janeiro de
1892
Obras publicas e es.rada de ,Rn.s9!{.000
ferro do Rio d'Ouro l.360.895*uw
Decreto a. 736 de 13 de Feverelro do
1893 "
1894 9.367:729*000
Decreto n. 1.830 de 31 de Dexembro de
1394
Abre am crdito soppiemen-
tar a verba Correio Ge-
ral ao exereicio de
1894 995:000*000
Decreto o. 737 de 17 de Feverelro de
1892
Sapplemeotar a diversas ver-
bas do exereicio de 1884 ----------.
-1885 a 1890 299:237*537
MINISTERIO DA FAZENDA
Decreto 0.1.541 A de 31 de Agosto de
1893
Para regolarisar e pagamen-
tos de dividas de exerci-
oos nodos no exereicio M-||
rte -892 9.601:830*971
Decreto n. 1.192 de 22 de Fevereuo de
1893
Para despexas com o material
do Tbesooro Federal, do
Tribunal de Comas e das Qft.nmafl00
Delegadas P.scaeB 99.00J*00U
Decreto n. 1.293 de 1 de Margo de
1893
Para occorrer s deapeaas
com o montepo obrigato-
rio, penso e fonerai
Decreto n. 1.360 d* 20 de Abril de
1893
Pendonistas A 400:000*000
Decreto n. 1.718 de 11 de Malo de
1894
Para legallsar as desposas
com a Recebedaria.noex- ,,,,,
. ercicio de 1891 369:061*987
Dejreto n. 1.747 de 3 de Jalao de
1894
Despexas com o pe-soal e
material das Alfaodegas
deraS. Paulo e Jai. de
Capital Federal, 30 de Deierubro de 1895.
Prodente J. de Moraes Barros.
Francisco de P.ula Rodrigues Alves.
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DIA 22 DE JANEIRO DB
1896.
Francisca de Mondonga Pinto, professora
1 em dispooibilidade pedindo pagamento da
400:000*000
40:290*000
34:360*000
9:600*000
1.-000*000
Borla VictoMa '
Jardlm.da Praca, da Repbli-
ca
Jardn do Passelo Publico
Viveiro da Quiola da Boa-
Vista
85:250*000
Decreto a. 751 < 1891
Esgoto da ojdade 1.268:156*256
Decreto o.*767 o 18 de Marco de
1892
Cutelo das fasendss da Boa
VisU, oo manicipio A
da
Parth jba do I
6:780*000
Governo do Estado de Per-
nambuco
DSPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCAO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 18 DE JANED10 DB 1896.
Raml o M. uo-ta & C, pedindo pagamento
da qaantla de 772*270, proveniente de oroe-
cimento de llvree ao Instituto Benjamn Cons
Un.Deferido ejm o offilo desta dala ao Dr.
secretario da faxenda.
Odiloo Eocildes de Avila, altereB do bata-
lbo estadoal.Inieferido.
Jos Francisco Pereira, aenlenclado, pedindo
certld5o.-=Iodefendo. ; '
Manoel Praocisco da Silva Branco, jolx do 1*
dlBtricto do monleipio de Caroar e no exerei-
cio da vara de jais oe direito do mesmo muoi-
reqoerendo a gratirtcagio a qoetemni-
reit como tola substituto daqoelie jois.Defe-
rido, com officio desta data ao secretario da
1 Ahiixo assigoado de eleltores e prt pnetarios
seas vencimentos-Informe o Sr. Dr. Direc-
tor geral.
Compaobia de Beberibe pedindo pagamento
de fornecimento d'agua ao Tbesouro do Esta*
do.Informe o Sr. director geral.
Agnello Hooorio Bezerra de Menezes pe*
dindo pagamento da limpiza feita a Biblio-
theca do Estado.Informe o Sr. direeter ge-
rale
Emilio Billieo pedindo restitoigo de im.
posios.Informe o Sr. director geral.
Jos Carlos Lima Lobo pedindo para ser
escnpiurada e paga as subvengSes concedidas
ielo Estado aos recolhimeotos da Olinda ,
guarass e Goyanna.Ao Sr. director ge*
ral.
Questura Policial
Secgo 2a.N. 17 Seeretaria da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 2 de Ja-
neirde1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Justlca e Negocios Inte-
rores.
Participo-vos que foram non tem recomi-
dos 4 Casa de Delengo os seguioles indivi-
duos :
A" minba ordem Pedro CelestiBo da Roen-
Antonio Joaquim de Mallo, Autono Serapbioc
Pestaa, Cosme Fraacisco dos Santos, como
alienados at que possam ter o convenante
destino*
A'ordem do delegado do 1- districto da
capital, Avalino Ferreira da Silva, para avor*
guagoes policiaes.
A ordem do subdelegado da fregoezia do
Recife, J"<-o Simplicio dos Prazeres, como^ga*
tuoo.
A'ordem do subdelegado do 1- dist-iclo da
freguezia de S. Jos, Antonia Mara da Coa*
ceigao, como gatona.
A' ordem do subdelegado do 2- diatneto
da Boa Vista, Augusta Manoel Seve, para
averiguages policiaes.
A' ordem do subdelegado da Magdalena
Luiz de Franca do Nascimeote, Joo Thomaz
da Silva e Pedro Jos de Moura, como desor*
deiros. ,
Assomio o exereicio do cargo de dale-
gado de polica do municipio de tabrob, no
da 5 do crrante mez o leoenie coronel Fran
cisco Maclel de Sonza.
Saude e fraternidade.
O Questor,
Josi F. Nery da S. Filho.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 22 DE JANEIRO DB
1896.
M. fcuarque de Macedo.-Sim, pagando o ex;
ercicio passado.
Joaquim Martlos ViUl. Deferido em vista
da ioforruaco do laogador.
Antonio Lagos, Eogeoio Silva e C. A>SUW
Moreira e C, Julio Coata e C, Joo Pedro Be
aer a e Pat-icio Jos Tavaes.-DetoMdo.
Secretaria da Prefeitara Municipal do Recite,
22 de Janeiro de 1896.
O porteiro,
jVuno Alm ia Pomeca.

;
i

"

.-

J MUTHADO i
ErJi


Diarto de Iei intaifeurtoQitiKte-Cftr^ddei^iieiro de 1S9B
ESUAtS M
SUI*
tti arude do
Traanlo -a Gluma reforma )uhria, da
parte refertB>BoQjy; diese oSoo da Sal,
Cu8, !?!' WMttiiWiTMrt aviva or-
tanlsago jadlet'*', na cante rotativa ae tribu-
nal do jury, e e-*ja dea aoticia omnuuieaie
a iropreos.
0 castilEigme feroz, nao teodo man guerra
civil para saciar oa seas fen'imvntos ma'igno*,
oem mais carne para o cantillo, seenndo ama
parase fraoceza, volta se agora centra a Ubr-
rima e 'espeitavel ioBiltaica do jury.
E' o-na Hova Forma de matar a. altivn rio-
graadeose.
Pea nova orgacisacSo jodiciarja do Sr. Cas-
lilnoa, de inste inem irla, fl'oo motilado o-nu-
mero de jurados de csdi s-^ssao e juramento,
redoziodo-e a lista do< 48 pa-a 13(1...).
coDselbo dtlB|aradns para 5 ..
A Ioglaterra e a Franja palies qne-servem
de modf lo aoa lema s setnpre (iveram o ma o-
zelo pela alta cifra de seos jurado-, conside-
rando otus nece("d"l" io IriDnnal a elevafao
da lista do* jaizas pires.
O Sr. Gas Vb <. repuoneanonut saofj po-
'm, nao pansa asslm, em dntiJa, S. ., nao
tenao gente soa em cida comarca oa ierro,
em noroero Ptrffijteate pa'a completar a Mata
dos 48, procarou obel -a-dimlnnindo o numero
dos juradas e do- juir do lolgameo'o.
S S. h paseado; nao teatfo eieitures no Estado, eco
nomertrnasuate p >ra se fizar eleger presiden-
te o Sr. Jaifo de Gastiino?,"fi-z eipetlir d a lis-
tas da qualift;ao de- votantes, qunenla mil
adversarios, e atada oo sendo Jisto sumiente,
mandn falsificar ai actas eteitorsas, fazeodj
apnracesa bico de penna.
Com o t ibuoal o jtrry, ^erve-se S. S. o
mesmo proc?sso; diminue. dimtnue, a Usa
dos jurados e dos mes l cbtgv.
A Coastitu'Co da R-p->bliea, ^m seo artigo
7i 8 31 mantm a instltnitfio do jov.
O estala j do Sr. CasnmoB. froto do mais
execrando eeepoti-mo. nada dispe a respet.u.
Po'tmtJ, a soa mi vontade conua a beoe
menta e democrtica instttofao nao veto de
oje. vem ja de lempo qoe S. 3. Cogttou dtrser
o aleoz da soa torra na al.
E nao e umoacaents oa :omposigao e org-
D>acao o jury, que o r. Cmuluos traten de
extinguir a 1 becuna le, foi tamoem em don'
cu ros pontos importantes; na raanetra de vo
tar os qoesitos tu decisSes, a no direito come-
dido asparles para re:os-r-os citadaos"Batea-
dos para csmp^r ocrjoreo"de.)o1eamenio.
elocodig- do processo criminal em Igor
na Repblica, o acensado poda [.recesar 12 dos
cidadaos sorteados.para o conselho do juina
ment, e o acrusador outros U, teco motivarem
as fuas^apcmagee.
Pela re >rma to Sr. Jalio de CastHhos, acBa-
ram se as recusarles, que sao tao oecessanas
a defeza.e lao nitela para o recta julgamanto
do: criminosos.
S. S. segu soa immutavel mircba, setnpre
preferiodo a dicialu-a i liberdade.
Na Inglaterra, qoe a naco que mas tem
aperfeicoado a nFtituico do )ury, o direito de
recusar val lao longe que o abosado pode re-
jeltar a lista iatelra dos jn'doB.
Na refrmalo S-. Catllbos apenas ba o di*
reto de aospeitar o rldadao sorteauo para o
iuleamerno, m-s irto com um proc-sso que re-
tarda a tanecao. do ]ury, contrariando a boa
pratica, que eosioa qae a individuo wnputedo
de o crime sa deve da^ora!I)pt^ |olgjeoto.
Na o'EanisafJo judictaria do Dr. Castilino a
inneira de se vo ar^m os qoesitos *ad mais
anti-lijeral, inconveniente e prejudicial.
Determina:nw t> voto do cooeldo eeja a
descoJe.rto.
Em roaie-na.criminal juizes popula'e3. v tan-
lando as elaraa. absurdo qua a proprla insii-
laico do iu'y repe.
A nossaJiotiKalei, mal aaiamente esiab-le-
cpo o voto por ecrotroio secreto, que o mais
raeoavel narmenico cjmnmtriDona+. em qa*
os jolzes em saa mato-ia sao tiradcs da OHaai
ponola-. .
Qae o-cida-iSc, qn3 f z p-efissao esrraira
da magi-trataa. o dices de iodepeadeocia Intellectual, maral e
material, vote descoaerto, se cemprebeide
lecilmente,
M-9, o fc"niem do povo eeralrntoie sujeito as
dependenciaeucaes, uSo.
Etnbera mu tcrrionesiw, muitffdevotado )"s
lie, o homem do povo, ter semore- graie
tifficoldade e-n war as ciara, desde qa-i o
acusado seja um parete drf*ea medicoH'bm
eo-religiomriOi oo nm recommeodado de bm
sea amigo.
Coaio.o-voto por escrnlinio cecreto, nao se
di aemelbante incoive ent", e o jurado olea
sem cooatrnaimenK) e desembaragadamente.
Porm, o D'. Jlo de Cavilos, nao atiea-ie
a.easas .circunutancw?, o que ieUa. qpettit
joizes a,feiao. e que coodemnm
segundo as coovea.encas
panido. ,
Nada de liberdade Hida de jostra, a
norma a> roa polvi.a e de sen nefando e n-
sangnentadJ goveroo.
E tama/iba a versSo do repobliraao Dr.
Jal'.cr de Castloos venviranda tasMtaic&o 'do
ary, qae aa expoaii*>-ie mitivo' de aoa ex-
drnxola irganisacao judiew-ia, coofesssa' .ue
mintm a institoico da jnry, ooicameate
por ser ella preceuo conaticocionsl da federa-
"co b'azifeira.
tm U)dos os demaia Estados da Rpabl1ca, a
ioBtitolco (o jury iem'sino conservada em
loda a soa plenltode. entretanto -estava reser-
vada ao Sr. Castilbos, a giona de feril-a'de
morte !
Nao ha negal o, o Sr. Dr. Castilhos, a fe-
cuad dembliior das iibe-dades-ric-Trantieo-
ses e o aigoz deste povo, to nobre, tao bra'O,
i&o generoso.
Acezar Jos. Ca3tilh03, a hor aa rederapjao
ba de chegar.
A blstoria demons'ra que a passagem^dc
despa saao fanattoria* mesare -quando elle
encarnado em genios como flapolt-io Booa-
parte, a primeira gloria militar do-grande ae-
culo.
A liberdade-veoee--, e o* carcrt-s veoceo-
res sero enterrados na valla commuarttos'am-
biciosos valuares.
ContiBoavam 8S*rcclamacCiee porfaltado
garantas no muoicipio de. Sau'Aaua-do Livra.
ment, e-a ease respetra i^-ie po Bebo dO SaU.
O Canabsrro, foibaquese pnblrca^, ba
va nraitor aoBos^iio' fcivropote,.e true,e-
vido falta-de garanta* aa frotrtetra;--atada
est sendo publicada na Rivera, asartn -3 ex-
pressa :
a nalti de uandidos- que tem-como-befe
o fam girado Aodr Galvav, cotHKasas*aas
Driihaoiora; setn" roi4ictaSTaT^fertw,e*Hir o mfeii* Mies
po do Livrameuto de semelbante puotado adros e aesassinos.
Alnatt nao ba mu-tes das, tu tyandfdoe cerci-
ram a casa do S-. Affooe-'MereirB, na-eeetaido
Upamaroty, e de la ttraam doo?'** revolado
nanos, um de nome-Pe*ODe'ect'0'CoQeMo
pda alconna de Magro, es quaee feram lm-
med-a timen te-djgo dos.
as proximidades dd-Gerro-do Trindwve- foi
deuotlaioo exrevt>rueK>oari-MaBoel (Ma Sao
tos, cojo calaver fot reconbecido pelo'-eeaer-
prio rrmSo e mandado' sepuHaT'pelo Sr. Jais
Lettrado desle Derarram-oio, -por ter sido o
corpo da vcMdi emetada'pan trrltoriu orien-
tal.
J aliioge a nm oomero regalar as victimas
!ei aa pe acelerados qae compOem a quadri
loa de Audr G-alvao; e, apezar de ja ba ver-
moa chamado a att0Q{ao do Sr. lnenie-coronel
Paula Castro para eaaea assassioalos bediuudoS
e lufames, S. S. desmoralisai como anda
oo isrooa a.mnima duilbaracao, racatoso< tal
ves de dosagratlar-aoa pro-coasulas do casli-
Iblcmo.
Temos dtto em termos claros os'nomes de
algonir os- DBfldidoa e o-logar onde ailet e.-t6o
inva aveniente, pois nem asi'lmo Sryteoeot-;-
eoronel Paula-Uastro'seammou atoiuar un
rasoloco qualquer. nao di remos ja em at'.emjno
as nossaa redamacCes.'-ows bonraodo eae tra-
tado em fftso exerdto-Haelocar' o garaniMc
da vida dos-qne depuseraurae armas.
Mis-, finnt sao rederarislsa es qae iabem
victimas oo pi.ubae8 dw-miserafBls-assigftOS
e sio iegaas m qae impunemente molbam o
. da tyriotua, estao srodo JMdamanie saertfica-
1 dos *ies**'f8*e\.caaiBB*iamaaraperaatf i
-I Hraaraaee en que oos afesnmmos a eonvea-
er
ds q je o 5r. BralaQaitro ssea mai8oa erra
jcaecatiisatOf*jq'iKaai far*:da.el-
JadotAraralefo. _^
Pareen toe-nvel, ma^^slm-.
No da ti boava all urna ||-anda renoio
iaolao, araaidida prior 4ftin<"te 9r. ecrooeJ.
oattllau(inl<3jir''OBP;ijB8 eeaviacu .-ara'seci*1
lari oicaatt* Jo'- (Juucalve a* Almeid^, in-
cambtaao-a-de faaer jiesDOS-^ae d-awwvo a*
reaailo
Ea>e offi:isl'c3s*aedea(t' v*iaiera(rl da, airtaHii a^rstKwam. -atoamaaatgaes de VaB0BO06llastuinteJttae patbc
ban o noararatieioS da-^earetaria da aajnt
'i.ltora aidanItncrelBrtai d*>iip,ia ; e aa ret
rareioMBClB.teu ertare S*aai9_ *Mt&K'***
i)4 BkMeip|j gaatat amaa o'-d9s< toi<-
tr
Matanaa que and sfaaeo du aawoa do
goveroo ;-de OiHiOKac!^e s.Paaij,, .director sa Tolba
escreveavaopusai etrti ae Bsiado a eeguiut-
arta :
Em. Sr. D-. tertrartrrno da C^mpo =
S jo nfjr -na ij duelan um qmpo de par ida tos
e aos;lvso
e utilidades de seu
ciooal mandado nos.w"*ewtndn los fecbrs fla
estrada de ferro de Sant'Anoa do Lwrameaio
ao S*ycan e a S. 9eoastiao, eltinurotfo a res-
pectiva comm'ifSo resolvera ao mesmo tempo
o asta de amtoairoqre, paniado daqaell
cidade, venha eairoqcar em S Gaori I, na es-
tra a de ferro de tf a-Caceb;y, serado este
t>ecmj conaid'-ado uaa ramal a Ue Porte-\le-
grp> i U tigaaywna.
Ora, sendo eta ultima m- ida nao de
granie* laatagens para o pan. peloe In'eresses
qie -terrde-'ecoromM-TB ulUnte paraos eo-
fres como para es-a cidsie, a que vera serv r.
era de maxim oaveaieaoia padrr os ptras^r1
purlico icio ap ioirra aua p.oapia reali-
sacad.
fa-a tratar deste a;snmot J oe lio amomeajo
'>i<>pma coinffiia- pe,-: a e.Gte para agir em
oome da popaba; gab'ielenae, i:ujos desti-
nos estao presos czeeocao de^sa estrada de
forro.
Diz o Gorreio do P^vo* de Prt-Aleara, de 3
do-carrele
Granda desurde o Hzram aota-b'ntem, ao
despontar do ano novo, o< ; p'ra i-js da faorl-
ca de vidrus, sita i.o Oamiqbo-Neto.
A fabrica acbavase fs.bada. Saeote a sc
Cao rioa furaos <0!i^epva?a-se abMt:., coidaca
po' t'e^ ou qa-t'o operarios. Os demaif,' em
soa ma'oria, tratavam de aa divertir, beoeulo e
peliScsndo, pira boarar o grande Jia que la
dfl'pou tar,
A' me;a ooite alguna operarios, exaltados
petas coatinnaa libajOes e rae rlao'o vellida
padtocias qae mmiubam com o pefsoal'a-
mioialrativo das oflicioas, eaienderaj ae tirar
cm derforgo sqoe'.la n ue.
Comecou a deEor^em. Di bebedeira, da n<
nada, do alarido, pas^arara-as vii8 de faeti .
Asaltaran) 03 guardas, teotarara arrombarii"
poitas dos di quab-aroin vidros e laupeOes, brigaram, pkita-
ram o sete.
Passsva pela fabrica, Jm velocipede, na ou-
casio da desordem, o Sr. Ricardo Heckmann,
iodu8trialifta e coobado do leoente-corouel
FrajKUcn Herzog. < opera-io assalt'o*-
no, espaucaraouo e- ojaeoraiao-IBe o velccl-
pede.
O Sr. Artbor Tracey, gerente da fabrica,
acbava-ne a essa bora no baile de eala do Club
Commercla. Avisado pelo lleoboudo qae se
pHava em seo eiaceleclroenlo, participan
aimdiaUaaenie- pol eia-o que occonia e foi
ao euconlro do subdelegado do 1 disirictu,d,ue
presidia o espacia -alo oo Caf Pa !:. Com
essa autor.daae entjndendo-.'e, iingirao- e a
faonca, acompaobados da fjrgaquada proojoto
sj obteve na cid^d-.
Aili.cnegados, eocootvrao todo calmo u
operarios | se na nao recolnio .; saai posea'
tos, appr.lximafao das foreas que, ae diver-
sos pontos, o O\ ci.bU de polica, com toda a
Boiici'.ode e prompliJc, fizara BBOSrter ao la-
gar ao motim.
a aoioriddd proceden eoto s diigeaeias
cabiveis eai tal emergencia.
Salo llgdiraiueaie lerldo o operario KfeJen:o
Hulier.
A Kaorica de Vidros casta 110 operarios, a
maiorla dos quaes se acba cnvulvida u 8 s'-C-
ceBSO*.
Fanscionao ji reolarmeote todas ae- linbae
t8>irapbica8 do Estado.
Foi niugurada-mai nrai estago lele*
eraoOtca na regiao colonial, timando a eia*ac
Alfredo Cosvaa ligada a Caoital.
Em Caxl*8 comecou no da 5 a ioqniri^ao
ouif* Miguel Sirrs Dolra, ex-commandadle
da gutrua muaupai, eauncwdo pele- promo*
t>r. como manjaite o atteaiado que stffrea
Belisarlo B Es e val bem ; j deixoa u leito.
O ioqaeriio policial .coiDprova acrin.ini-
11.. ir; -:o 2o teneote Judo Autonio de Hoom
Juana e do soldado Satino Fe<-reira Costa id*
oiur, -oo assassina'.o de Octavio Giacomutzi,
faci occorrldo ba das- no ibeatro.
O advcgaJo da vmva requeren a prfs3o pre-'
vennva dos nccusada, que passo i dispusicao
aa ju- tifa.
A Federafo restabeieceu os termos di
telegramua no PresiaVnie do Esladov-ine en-
volv o -no ce do General Qjeiroz e adolterado
na paBlioC/Sa feta na saaHial.
O PresidenlatUo-Ettado, acompanbado auxiliares, fez ao da 14 a escoiba do local otde
tem de ser eataaelecld^ a peniteociaria.
Bate melborameuto ser effdctnado desde j.
A' tt parta psra^ s cidada de Pelotas-o
coronel Tnomaz Fio-es que vae assumir o com-
eando do uistricto, par ter oeeoeral Sav^get
de seguir brevemente para o Rio.
S. Paulo
-mas do Commercio de 8. Paul f ilba son
a> mi (.ba Urerfo.
Orto da qoe V. Exi. igQO-a esta delibera-
b5o dos seos co-relig'onarios, ateado ia
o mea devf-, uj-no. sela'or da p-s^-ledide
une me foi confkda para ga'autir o tesMal
queiii- aoxilii, apressar-nw-b-n' levar 'este-
fjeto ao r-oaaesimeoio de V. Exc.
Coa irviO'O respailo ecoasiaerai;ao, de V-
^xc. ittento servo e venerador.- Eduardo
Prado.
A op'niaj pa ilica ceusidera simples racia-
me o rftroso ataqua a) Go-nme'-.'iO da S.
PWq*. lote-toga io pela aatondade, o redac*
tor-cbe'e, ni neu rafij pliMlval : exageta-
oat aop'fbea.-O.'s.
-* A a* ipatiladei-de 8. Cvlo?-do Pid&al
val deposita*' o^Tiiesvero -Jo Estado cera ctu-
tja para auxiho das odras do saneamnit cbn-
forma ooii ei.
Fal eceu no da lio D*-. Rsltm Ayres, midis-
tro do T-ibunal-tit-tostl$a.
Tidna 88 naos e er pai da dlstlnclB pjeti=a
D. Z ImaRclim.
No ola aegoate eeu cafepo foi-d9do 'sepXil
iae., compi-recendo- a esse acto o presinda'.e
do Estado, vice-presidenie, membros 'do 'o
Vefoo e grai'd uamero de coliegas e amigas
do falleci.
Foi ap'ese^'ada i Ttnicipirldaie ihaa
n-opost* de ';. -neiidAmiz &, O para fo--
necimento de carrve ve-de i capital, pelo pre-
go ce 500 rs. o kilo no raatadodro e a:nb5e*m
-avena aretaitn pel> de 600 rs., caso os
attoineluos p-eie em k lo de come.
Trubem os cidadaos Euardf 'BellardoOt.
flof.tierme 1-ox ap'e^eitaraia a cama-a p-o'
poMa para forne :imenlo de carnes verdes.
A proposta est^beieoe o prega-de i'M rs para
o ii de carne forcea-la aos retaluislas, que
leve revendel-U ao pre;o dj 70J res.
Caso exorDUem, o propon-otes fe3ervairi-sn
o direito de vencer em domicilios a carne a
600 r-. o kilo.
Os proponen es, aBm de tornar eff-iClKvd a
p-roposia, apreseniam dive-sas aramias.
A impreosa pede mumcinalidade que -es-
tu e" a propeia caia-adosameaie,- re olvedo
favoravelmente, prolegeodo assim a pjpuU;
^ao pobre.
Po- iniciativa de DD. VeridUna Pradd e
Ly na A-.a al/mo d a 30 do corrente, disem
que bavera uj salao do li.inco Uoiao reairt^o
de Beoboras paullstas am de tratarem de pto*
mover os mt-ias para conseguir a babUl'afcao
das meineres, de norte que prssam eaercer* os
cargos ae guarda livros, gerente de bfficidaa,
de ca-..s commerciaea o jiros empregos, ht
boje pnvativ s dos bomeos.
Espiral* Nanto
Ao desembarcar uo el 14 o senador federal
Isi i;-- VicoLHe, viadj uo Rio no paqutte
i. Salvador*, toi 'cebido por mumerolos
amigos com lodasas- aemonsra6as ue apregd
e esiim>.
Dorante o asno findo o rendimemo da al
l.u-^a iu Etoirito-Saaio foi de 1.230:063*091.
= A expofldce-de cal no mes.-i.o Estaco,
duraui- o mes oe Dezembro ri-do, foi de 3&.830
sa;- as, cob o peso dh 2K>S9,80l) fcdot?ram(da8
o no valordfficwi de 2l9fJ9:6o:i#,i50.
Daraoie osaeemo ateaeotaram ooporto'da
Victoria 40 \apores; dos quaes 15 er.;m e-trau-
gviro', e uji uavio Je vela,' tHnoeal eatraugei-
ro. fcOHraui 28 vaporea naciooaee, 19 estro.-
^eiros e um UaVio-de vela eatrangelr-.-.
O orovimeoio de passageiros foi o-aegain* :
earraram 613, gabira-or 609 e passaram em
iraasilo, 1,072.
Baha
lo*ia aral da do Rio.
Hol-iaeso aqol Artiro Marftl Intorjea, ^osr-
tolsraeaire do 3.* baiatMo da brtettosnpolicial
mioesr, respoosavel -pelo deafatqaa'da seis
contoa ae reta encontrado Ti mrtaifiSo. O preso es'a no qnartel do 1. oorpo
do MRimento oolicial, a dlaoocSe do presi-
denta de Micas, qae tem j commiratcacao a
reaJBHo.
Domingo 19 se- lframas4B 0 n^vo ere-vado'
do TaboSo, pertenceote a Companbia de T.-an
sp*rieg Urbaoof. O atcsMeno Mi wnvidauo
pata laucar a oenco-iod!e da ioOr*>r;'Qo.
O Diario de Noticias publica a seguate
carta de Momo Santos :
TJUtmamente temos tilo algnmas trovoadas
acomoaobaias de peqaenas chovas que. nSo
obianip,'P8eaaa, bai traztdo mait^ .-.iliaca)
e do nos a e*pranca da soa conlinua{ao.
a?Da-etanfO-no8 alguma abondaocia, de qoe
laot" havemos mlflter.
'BH.s,etua4gnrA*logae9j leo fetto rever-
dteira'catinaa. renovando as foinagea, e, con-
fnriaa a comnom exp'essSo, levaotanGo rama.
A -u?. amindada contlnoacao f. oast*(reT', com a quai o gn o ora vigor e quaai
raoidaoieo'e engorda ; as vaccas prodoiiao
leite em abdndancia para naver reqoeijOes para
alrnentagao no povo.
Sem as. enuvas nio^nodemoa ter vida n-s a
nona trrida, e eoto lulo aesapparece ; os pe-
drenar Wiposltos de goa eTtistentes secrtfti,
pofaun (mia*rpora-Bcma raior celerKJade
e n clamor lorna-se geral.
as pocae, corno oa que coa acharos, 6 Je
cosame dantos parte da obeijada ou tsinban-
Ca dnstmefi-1. porqoanto. sempre-vos rtei' dito
e cnofl-mo : que piles vem servir de refrigerio
na-a os Usbt'(aate3 daqol e de oatrS tuga-
da e po^toewfoga* malta- de Isid->*a,-nooti-
noa em JacoHyj na p'aio'tt do- alfoas di s
cnmmc809 ir?Odviados d*aolo.
Aa'cmto-* eweeeico da aiialaristraclo.do
Estado o Sr. Br(io de Traip.
L-:eno BalaUlador, oe Ifi do corren,
te :
H Dt-m t'-w lo?ar a lnao^r*55o da il a.
minagao pea etectrtrrdads da> na*sa=capitai.
Grescido nomerrr^de ?im asst-'.io a so.
lemnida.ie iiioHiiM por Es- o Sr. lee.
eovernader do Esfi-'o e o 8-. totende ;t- man-
C!pJ que pozer i :i c-s ojovlTientu os moiores
do, posxa les aynaaios d-i Uin-.
Efito a loi jorroa potente do: todas a? nos.
a^'p^ac-1" roas, -drrarajado-se lntaDaeDl-"
pelo espeo.
Ppfprrido ora lo3 r-ircflio bonds exo-es-
sos -a coovMados foram modifi 'ar a su-8 tol-
leis para -s bl que pelo rmio mollvo
bontem rel s-a n-se no Cysr.e sl3Ceioecs*.
As 'ir s ecrglt*am oe pevo e em caaa sen-
blanie dos esooolsaloror v:a.ss o embosiasm i
e com-n ameo o, uelo" sublima melh. ramelo
qoe ev esta capital com a mu !aoc.a do sysiema
de il u-ninaca .
-
REVISTA DI vRIA
^M, teodo aacapalo ti balas doijmerceoarios
0 GoverrjoencarregooosDrs. Pereira Reboa.
jas e Cockrane de fazerem os estuda para-a
avaiiaco do material e trabalbos da Compa*
tibia Meiboramentos de Santos, afim oe depois
ebegar a um accordo a dita Gomnanbla com
o Govenao no proposito de enzetir as obras do
sneameato4laqoeriu cidade.
Tamoem o mesmo Goveroo rntorisoa a des-
aporopriago das mallas visinhas des manas-
cues que servem para bastecimento si'agoR a
capiui, e egoaimente a creaco do sorvigo flo-
restal com pie o.
0 Dr. -GoQzica Eimpog, -foi Incumbido
pelo Goveroo do Eaialo de ir a gaaoe fazer
estado?, qae sirvan de base as nformagOes pe-
oioa8 pelo Goveroo Federal, a reapeiio- aa
Obras do Caoal.
Os Drt. B- -n-irdmo Campoa e Uuolz
Preice dvigirSo ao Presidentes dos Estados
do Ro, ftaaia e I Mrnaa urna cireolar1; convi-
dando os para cma-reonlao qae deve se reali-
za- ao Rio, afim de tratar da propaganda'do
caf, qae por excesso de produejao, ameigi
crise.
O objeetivo da propaganda principalmente
a Rasmia, orne a atgoos auos foi i iniciada
com moito saccesso.
A conferencia deve versar sobre a nomesgao
da commissao-directora do servigo de propa-
ganda; que deve sabir da ciarse da laveura di-
rectameie interesada, e tombem sobre o coa-
corso material que cada Estado deve p estar
para a iattallacao e custeio de tal servigo.
A directora do Lyco ae Artes e Offliioa
procoroo o Secretario do Interior, com quem
conversn sobre a poaaibihdade de ser ella
iosiituicao auxiliada pelo Goveroo, com intuito
prvocipai de desenvolver o ensioo daa Belfas
Arles.
O goveroo val aoxlliar o OrpUelioato
Cbrl8tov&o Coiombo creado para scceorrer ds
tilbos dos imnaigrantes mOrtos; consnrodo que'
o goveroo forodeeri a esse eBtaueftfcimedto
nm professor de pbrtnguex e edacaao crt
tica.
Breve ser publicado o editar da Secre-
taria i:0 Interior afertodo'concurso vara a erec-
cao nos mooomeoies do Mareeaal oraao t do
G.-neral-Gomes Ca'Oeirc,
a'estafa doMaaracuai< deve- cop> equastre e
collocada na praga da Repblica e a do gene-
ral ser levantada oo~tarr dos Guayaoazes.
> O CongreBio di-. enmoealiaoou-i>aia 13
a soa segunda ae8ao, leae-.
No da wgoiote o dito Cong esBOforjccionou
na aatada Gomara doo epotados.
Sera encerrada dentro dd poneos diaa com
toda a Rolrmoldaae- sob presideasiO'do Dr.
Bernardtoo Campos.
Houve urna reaniao em Moirymrrlm, am
qae se revelou a creacAo de nma fabrica de te-
cidos, sendo subacripto graode-'pa.ta 'do cepi-
ta i.
Acompanbado do Dr. Sernardmo Campitr
e Dr. Silva Pinto, director d*ServT50Ldoliaro
o Dr.'Mans Preire, preBiaenteo-BtfplHto San-
to, visitn o desinfectorio goral da oWadej ve-
ridcaasio a soperlondade dos appZrdlDoe e a
su Inrootestavel uttlidae. /
O Dr.Munis Preirf>reaalra moasWCH'rapi-
til do-seoBsvaJo-sorvcogaaioatado** cessidades da popniacao.
A'-BOtta de 6 lo corrale fWS?oo -aceite po-
to o pagete Brasil, a cajo bordo veio o ge-
neral fouocencitf Galvj, que t desembarebn
oo da seguiste.
A's 8 oras goande somero de amigos e ad-
miradores foram em qniiro^8pore8*ermbanaei-
rados,-offereot'jj3geii.HmeBte pelo gereota do
Lloyd Brasilelro, receber o general, quedes-
t-mbarcou na ponte oa antlgaCompanbia Ba-
Piaa, acompanbado de soa extelleotlssima fa-
milia.
A poote acnavase ornada, leado na sabida
oru linio arco enfenado.
Coocorreram ao desembarque o rneral So-
foa, cjujmaonaa'e do distrlct, ccmmaalanres
dos corpja federaes com a offi;ialidade, oorpo
de san ie do exercno, coronel ifireetor-do Ar-
senal de Gu' r-a e officialiaade, o Dr. gover-
pador representado pelos seas officiaes de ga-
binete e ajodante de ordens, senador Severtoo
/leira', depufaJOB feneree. deputador e sena-
dores eatadnaes, ^magistrados, autoridaiea to
E>tado;-representares da imprtnsa," officali-
dade do regiment policial, representantes e
tOdasTi^ classes soctaes, guarda de honra de
masteos*miii'ares foaeraes, e de polica oil-.
recniafpelo Dr. governador, e grande concur-
so d'pbvo.
O forte de S. Marcallo dea a respectiva sal-
va.
N: ponte o Dr. Francisco Braulio Pereira,
irmao do vice presidente da Repuolica, oridor
por parte da commissao promotora da mani-
festado, cm pirase alevautada e vibrante de
pairiotismo, saodoa em oome da Baha o ge-
-joeral Gi -.a o pacificador ao Rio Grande, o3e-
receuao ao ultimar o discurso, como nomeoa-
em da Babia, am ramaibete de cravos ao ge-
neral e oaint asuaeiceUeatissIma sOohora.
O orador foi vivamente festejado.
Profundamente ommovido, o eeneral Galvao
late '.a'r-O'izendo agraie.er lado em oome de Ba*
bu, cajangeaerOsilaCe: sabia aquilatar, e ba-
hno, coraprio osea dever, pois a Babia ale-
gra se eem a alegra dos ootros Estados, sof-
irendo qoaado ertes soBrem.
E*a mister qae um lilao da Babia fosee o
eteissano da paz. patido termo'-a loia ue' ir
mos, iota que prejudicava a'marcba da Re
poblica oo laierlor, e aualava uo crdito a na
ao, no extepior.
O Rio Graude faz jus'ig a Baha, estremece
por ella, ex lama o orador; o coorilatoOo a pa-
tritica oracao deo vivas, calo-oflamente cor-
respondido-, Repabica. oo Dr. Prudente de
Ihjraes, so Dr. Mancel Victorino e Graode
Babia.
O generai foi inoub apphodido.
D'aoi p dirais se para residencia ddco
ronel Jos Joaqotm da Silva Carvaib., onde
88t noapedaao. O eortaeX oflferewa profoso
almoco.
O geaeral segu para a cidade de VaIeoc/a e
Iem sido multo visitada.
No Tbames, entrado no da il cliegbu
D. JoaoEsberard, arceb spo do Rio, O qaal es
leve almas oras em compaiihia do a ceb:e-
po desia arcbdioctse, embarcando com desti
no a essa capital.
-^-Seglo no mesmo vapor o Dr. Frsodsco
Pires de Aragao, a cojo embarque compavede-
r un maltes amigos, entra os qaaes o- senador
Severloo VlePa.
Conatava qae naveria no da 6 urna reo-
o So poltica, no ediiicio do Diario da Babia,
preSldlndoao senador V rtiitlo Damasio, par a
oriaoisac^o do partido repuDIicaoo demcrata.
Dlz-se qae os Drs. ios Goncalves, Flavio de
Araojo, Leovegildo Filgoeiriis e Ferreira de
Honra bSo contra-ib a esse orojecto.e qoe la--
.-o favoraei8 o ba-o de Garemoabo, Freir
Uervalbo, Freir Filbo e Araujo de PKnho.
Diz-se tambero qae, realiteda a creao^o fio
novo partido, ae retirara da poltica o D- J --
Go-'jiives, sendo talvea acompaohado 'por t
vio de Araujo, Jos Ignacio 6' LeovBgildo '"
gil i as.
O governador de accordo com a le o. 93
re I oe. Aeoso de 189I, creoo tres novas com-
panhias no V corpor de regimeOtd-pMiclal.
O Diario da Babia, a proposito dessa crde-
ctd- oteeu-o goveroo esiaddlf diaeoIMbO a
essaloraa se aesiioa a garantir i elOicao, tos
coastitaciooaes loe-deltam o camoo I vre.
Devia rerjorf-se- a WXiH)gat di fceil
Por Isso euearregoao toverao do oosso Bs- [dade de medlctai psaaliWveraoOM'd pendo
pturbal enirjiMrrraao-ue sangae generoso das toHie afqol Ir os untariasa praciwi; Ma otra es Drs. Aoionia*1loWgv*alAla, le
lite
ara o gado Ferve de grande soxilioi afogen
tando a peste do vaceum, fazeodo engordar o
langero.
Pois bem a prortocco destt frocta promel-
te ser abundante e en nom esperanca de tomar
grunde parte oa fesiaoga.
FeliarrftntraTBbnlel(o.lidade d*qui nao'lmpoc
tributo algom para essa especie de tractos.
como 8 do Soace para as mangaba?, purr,
mesmo qne wsim fiouve-se fet o, orovavelmen--
te por Acarramos lliviadas de tal eoc^rg,
com depofl'cao do procurador da iodendeu-
cia pela placa que, depois de coesummado o
v'iJtA, prlocipioo a tater a cobranca seu la-
lanls, a un fncebeodo ama parte e a oulro-
coocedendo plena quiticao.
A coisa tem si o to azradavel qae, se o Ao-
toniacorreeibelro nSo boove9e'0rde o prin-
cipio p-odamado isan^So c>mpl*ts ver-se-hia
agora, guerreado por t.;I competidor, visto crrco
ambo- Idm o mesmb prrjv>ammaaSo delxar
cu-o-eoverno-locil cobre -tributos para regu-
larissgaodos fe 8 servteo; roais argentes.
L>go qoe focamos co nosso sanio homem, e
necessarie que Migamos, qoe erle no pfoaeoie
HChh-se arreiado do sea feudo por ter Ido eoo
Duro de madeira8 para coosteuceo de segun-
da, oo terceri capella que all qaer concloi.r.
Nada'detemaoiida-de fanutlcoB, mesmo da-
ndi, donde poneos- bao desesperado eecs la-
res ; ltimamente diversos tem ee desfeito dis
paqueos' OaTvereS para trem seineorpO'ar a
compaoolado bomem' saolo ; e que vita me-
Ihor I... Rezas todos us diaa e a loias as bo
ras;-mnita fodomagem; n5o se paga tributo
ao governo ; qoaadocbao ilgumiftcaGto qoe
vende o qoe 'sea a crdito,- tera-se a conrlc-
cao de nSo ser procurado, porqoe ningnem se
expOe aos fscoes e becamarte da comp'aohiado
Sr.'BOffl Jetus.
O ArcaoUspo prebibio, sob pena de sns
peosio, qoe qualquer sacerdote celebre actos
religiosos oa matriz da Feir de Sant'Aana,
ee^o-doflaggravo-sro-dpsacato fsrto no mesmo
templo ao padre- Jeio de Mig&lbaes Valverde.
O mesmo Arcebropo annexon-aqnella fregu-
tia-de SiGoocaio des Gamps.
No da U s7"f|1 horas da booI/,'- vo!-
lando com pasavantes daqai, foram & ctdde
de Maragogipe, frromsaaodantedd vapor Con-
selbeiro Danta divisoo encalnado oos pare-
is da ilba do MedO, Porto de ltapa'ica, o re-
bocalor aParaenaSea qae lora em passeio de
fecreio; o commaodaote do CaoselOdlro Dst-
t8 paroo o vapor e mandn a>z bote saber
do occorrido; voltando este com familias, qde
foram recolbidas -a bordo do vapor Dantas
trazando noticia de qoe o Paraguasso eaca
lharadesde 4 borato da tarde.
O vapor Raparle* passando entao tambera
approxlmoo-se, Ocando para aaxiliar o Para-
eoassu segulndo' o vapor Dantar rota*!
capital, s 4 horas da manhS de 13, foi desdn-
eaioado, sem novldade, o Paraguasso*.
Conforme a-lei, foram elcitas as meis
para a elelQao de Govp/oadr.
O Goveroo do Estado pedio ao Ministro
da 1 idusiria passagem gratuita no profonga-
metito da Estrada da Babia a S. Franctacrj
para trila familias de-immigrante d6tinados-
a Compiobia Minas de Jacobina.
A'a 3 horas da tarde d 15 do ofrenie vlo-
iento incendio destruio o grande pfedio d
ra Caquende, freguezia de Ssni'Aona, resi-
dencia da protessora Elisa Meudes.
A (anilla jaotava quando soooe do incendio,
Coosegulodo salvar-se apenas com a respa do
corpo.
Ignorado o loicio do fogo, attnbuem o ro-
rbeco no pavimento terreo onde o oegociaat*
Joaqom BorgesReis, eom armuaem defronte,
ttnha resideocia e deposito, Res estava ausen-
te na occaslao d Incendio.
Consta ser o predio d propriedade^de An-
selmo Azevedo Pernides e-,qoe boje termina-
ra o seguro, que nao forfc renovado.
A casa locendiada era! contigda 'reeideneia
do senado Sever'ino, s-ando-destraido o solao
da'oasa deste senador.
A renda da Alfndega deste Estado, dorante
o mez de Dnmoro Ando, fof'ie 1.799:359768
contra 1.990:581*294-qae rendera om igai
mez de 1894.
Daraite todo o aono findo o reodlmento a
mesraa Alfndega foi de 18 435:113*834, me-
nos 2.147:326*256 do que em 1894.
- Depois do da 15 de Fevereiro prximo adra
inaogorada a linda frrea da Babia aoJoazeiro,
que deve licar condulda at aquella data.
Serfflpe
0 presidente do Estriad oomeou dembar-
gador da Relacfio o joli de direito Bmvinao
Lobio e Accioll, removea o juiz de direito de
Jropri para Laraogeiras1, o de Capella para
Estancia, o d-s Girara para ProortS ; nomeon
juizes de direito da Capella o Dr. Beraclito Di-
Ttiz, de Gararo o Dr, Homero Oiiveira.
Estas- act>8 foram bm receMdns e de ac
cordo com os iatereviadog.
Consta que o Dr. Haraclto serl nomeado
ebefe de policialoterioo.-
Foi lnaugorsdo-o Hospital*Je Garidaue
oo Lasarlo, faodado-plo parocbo'eoQego Dal:
tro.
No da 15 baver reoolSo dO partido re:
poblicaoo federal para a eleigo do respectivo
directorio.
o seuader Coelho Campos, tentando reu-
nir adeptos para reatiear- o partido federal, ouo
o consegua anda.
O alteres Porto, do 33 batalhao, publiccu
um artigo contra o coronel Valladeo dizerstio
qoe este cerca-se de amigos falsos e esperla-
ddreu do todos os tempos, qae coatriaem pa-a
a queda'do mesmo Valladao.
Goufessando-sa dlsillodido como mucs qde
sopoonham o coronel Valladeo capaz de fazer
alguna beneficios a Sergipe, o alteres Porto
diz que com o descmente e a torga federal ter
a eieiglo presidencial na Capella para ser
leito o coronel Valladao.
0 manifest rOonarcblsta foi recebid
aqu netas foTOas "goverafstas com ataque
enrgicos.
Alagoas
Em Porto Calvo o cojj oao'dante do baiah a
policial crea em um dos das "do mez passa.
Jo O refugio de Maooel tsltforo e sua malla.
1 'triuMeirado regularmente dentro de U*a
mita Bacalar, d sponio de armamento a Cam
bl-ii, pote oc.'imi loso com sua gente resist
no- qaarenta mnalos ao fogo da forca legal
-s-.pando-se deoois disto para o terltoriode
t" rnmbuco, ao qua codsla.
Nao devendo a forca penetrar no terrltor o
lo vial boEUado, por accordo com o sen di-
giro goveraadot qae pofltoa nos limites de Ja-
ca y i forte contingente da tropa pertftmbn'a
oa, o de rjretomir'tqae noflles poltcoatJias de b-
ca otara do onsavJe indi vi loo qae lio desas-
tradamente ba aiarmado'u paz do ricoTuanici
po Je Porlo.Calvo.
S. Exc. compaoiiado do Dr. Tneodoro Cs^de obstetricia da (aculdade daqol, e o Dr. Car A^rca policial, depois da ba?er desbarata
Coiiiresso do Eatado-Nao honve
hontem ses-So -o >r lerem comparecido apenas
os Srs. Albino Silva, Rodrigues Porto, Anto-
nio Pernambuco, Teixeira de Sa, Gongalves
da Rocha, Bario de Nazreth, Pereira Tejo,
Franciico Tiburcio, Affonsode Barros e Mol-
ta Silveira.
a reuniao foi pr-sidila pelo Sr. Dr. Fran-
cisco Teixeia de S.
Serviram de l- e 2- secretarios es-Srs. Af*
fonso de Barros e Pereira Tejo.
O Sr. 1-Secret-Tio rirocedeu a leitnra'do
segulrrte expedante :
Um officio doSr. Dr. Secretario da Justica
aecusando o recebimento do oflcio n. 1 de 16
do correte e declarando que o .-.xm. Sr.
Dr. Governador do Estado fica sciente de
achar se funcionando em sessao extraordi-
naria o i.ongreso Legislativo e ter 6do con-
stituida a respectiva mesa. Inteirado.
Em seguida o Sr. Presidente dissolveu a
reuiuio.
rassamentn Ante-nonlem prlas ~ ho-
ras di tarie succurahio a antigr.s padecinien-
tes que na muito rainavani-lhe a exste.ncia,
a virtuosa senhora, D. Felippa de Mesquita
Cardoso, esposa do Sr. Cotnmendador Fran-
cisco Aniomo Correia de Mosquita Cardse.
A Aliada coiitava 60 annos de idde, e palas
sas prenda?/ de co aco, soube-se estimar
por todos qainlo tiveram a ventura de apro-
ximar se Ine.
Honten a tar'le leve lugar o seu enterra-
meto no Geiniteno Publica de Santo Ama*
ro. ..
A'su familia e esieciri1me"n'e ao seu digno
esposo, afireseoiamos os nossos setitimeri-
tos.
Instituto Vaccinieo Municipal
Havera hoje 23 do correte, nesse -Instituto
das 10 s 12 horas do dia, vaccim gao animal
sendo a Iviupha lirada diadamente d aniral
para as pessoas que se apresehtarem para
esse fim.
fffreja da Santa Cruz -Amanna pe-
las 8 l\2 noras do da, ter lugar nessa greja
urna mtssa reaada em loavor do Glorioso Santo
Amaro.
A' noite eslar aberta a greja como e praxe
e nessa occasiSo os devotos enu.arao hvmnos
em aegao de gragas ao seu patrono.
Falleclmento-N) da 20 do correte,
falleceu nesta cidade, victimad') por urna fe-
bre palustre o cidadfio Gabriel Ursino ce
Aguiar Mootarroyos.
O tinado foi esiudar.te, e, tendo concluido o
curso de preparatorios, tuairuutou-se na Fa
culdade de Direito, deixindo porm de pro-
seguir nos seus estudos.
ltimamente erataoellifio do municipio de
Mdribeca e raembro do Ccnceiho Municipal
respectivo, tendo anteriormente exercida o
cargo deiuU districtal.
Gidada-i intelligente,' morigerado c laborioso
d^ixa todava em pob ezi sua familia a quem
lega um nome honrado.
Contava 36 annos de" ida le e era filho do
majo- Gabriel Germano de Aguiar, distiocto
agricultor daqualle municipia.
S*u enlerramento leve lugar ante-tiontem a
tarde, com .assrsleocia de numerosos amr
Damos psames a sua digna familia.
OntroAnte.hontem succurabio nesta ci.
dade o estimado mogo Alfredo Mendes-de
Holtanda, fllho do honrado e prestiraoso g-r
cultor do municipio de Agua Preta, Coronel
SeSasiiSo Jos Mendes de Hollanda
' O finado era maiorde 30 annos, dena-cres-
cido numero de amigos e era dolado de ex-
cellentes qualidades.
A sua familia, especialmente ao .'s*u vene-
rando pai damos sinceras condolencias.
Revista Illustrad Recebemos os
os. 704e 703, auno 21 desia bem redigida e
espimuosa revista que se publica na Capital
Federal. .
O primeiro dos mencionados nmeros traz
o'retratodo grande Iliterato Ral Porcpea,
falleeide ltimamente.
Obrigados.
Aula particularCommunicou nos a
Exma. Sra. D. Laura Adelina Galvao que
no dia S de Fevereiro prximo reabrir* as
aulas de sua e0cola a ra 7 de Setembro
1 Manicisa de noz de coco-Annuy
cia a Rewue ci^ntifique qne appareceu l-
timamente no mercado francez urna nova
manteiga artificial : a manteiga de oz de
coco, produzida com ,o oleo extragtdo daquel-
le fructo. _,.
Segundo a referida revista, formn-se at
nma companhia para fabricar 2.000 kilogram
mas daquella manteiga, devendo oais
produzir4 000 kilograramis.
J havia a margarina para se falsificar a
maaleiga e agora vem mais outro producto
para tal fim. .
Espancamento-Hontem pelas 9 horas
da manba, segundo ioformacfes segaras que
tivemos, foi cruelmente espanc&do na Magda-
lena por 2 pragas do 3- corp estadoal, o cr
dado Pedro Alexandrino de Albuquerque
Mello, empregado no Correio. licando a victi-
ma com um ferimeoto no rosto e multas con-
lusOes era todo o corpo.
Este factodeu-se sem que nenhuma provo
cagao houvesse da parte de Pedro Alexandri-
no que entretanto asegura nao ter immigos
i quem attnbua semelhantd facto.
confiamos que a competente autoridade Tara
syndicancia sobre o occorrido, punindo seve-
ramente oa cu pados nesse crime.
Ap ellamos especialmenie para o digno br.
Admioislrador dos Correios e commandaote
do corpo cima designado que, estamos cer-
tos, se empenhai-ao em infligir punigao em
quem a meracer.
Exteraato 9 de Seterabro-Des-
de .. di 7 do correle acbam-se abertas as
diffarentes aulas deste exleraato, que func-
ciooa sob a uireeg&o do professor Joaquim
Pompeo Mooteiro Pessoa, ra Dias Cardoso
n. 2, outr'ora do CaldereTro.".
Divide-se o curso om primario o secunda-
rio, constando este ultimo das segointes ma-
terias : t.
P rtnguez, Trance*, dglex, latfm antbme,
tica, algebra, geometra, trigonometra, geo'
raphia, hisfona, pbysjca e cDimica e historia
oatura1.
Devidocao conceito, que nos merece o- di-
rector a professores do referido eaternato,
recommendamol-o .ao publico e especial-
mente aos chefes de familia.
Pretextara de- Jlnittres^PalHC'o de
v oEi-do*de Peruambdco, em 18 ao
Jnei o de 4896.
m i've-n dor do Estado, tendo pre-entH o
,ffi o do roo- ruteito, em exerewio, do'maoH
eipodr Coobre-', da-ado de i3 de Dezembro
jn a no o 8-a io, n i'qnal commoo-ca nver fal
leclflo o teneMt'.coronel Pefire Ciemetufoo-Lei.
w, o- fura iteito prerea "o mesmo -moolc*-.
uio re^oive aejigoar o da 10 de Feveret-p pro.
xioio vlodouro'aflm d"-prd"ceder-se" a 'ertrjja*
ca oreeocaTmeotodo-aMotfiH) oargd.
O D Julio do Mello Filho, secretarlo a
jus ga, negocios interiores e tnsfroccin burlli
ca. expega' as nrcesatlts cUoimBnlccfl**. '
Alexa d-a Jos Bartola Llma.--*iliode Mello
Filho.
tarde
Ceta t r o fci t ter arl a' n Recrea' i vo
Natn eno Esta assecragao Mrocedeu nft^
da 19 a-etaigae da nova directora para o ao. '
no social de 1898 a 18j7, sendo eleitos os se-
iUiotea'afB.claao :
Vctor Vieira>.*8 Holl, presidente (reo-
katiar).
Alfredo de Morana Coutiabo, vice.preei.
dme.
JosftrflOeiscoideLlirja. t- secretario.
Anioiilo-PacaecrMarannao. S-secretario (ree.
leito).
Alfredo Jaosen Gongalv. s Ferreira, Ihesoo.
relro (reeleito).
ComojisFSo fiscal e oradores
Dr. Antjnio Flav P-*-oaGor-a.
tr. ros fio 0<'p-8 -ue-r^.
Mar.oetXiVifrS/Tiru,h? (-ee>i-.).
De accordo com i s e-t ni s foram os elel.
toseorivi coren e, d*ta -o 15 annive-saro da Installa.
gao do Centro.
PasSamento JrVm'-drusa'la de ante,
to t-ra, l-iceu oVe a (Hade oode lii.lia vin*
doa procu-a de m?inoras t.ara a sna fande, a
joven Beairiz de Bnuo, dilecta lilha do cap.
tilo Ca lo- X-ver (le B'itto. concettcalo neg.
ciatite rf8dent-i no lou-il-ipio de Pesqaet.
re.
A familia da finada. tSo prerra'urame nte
roaoada a e^tfnr'a, dnrros d'aqxi os co850
p-z'mes. -co'n t>specklidadn aos seus dignos
9 i?.
Escola Municipal A escola publica
do >exo aiascu"no ma do P.y*aor! regida
pelo pro'e8>r Dj,m-ro Sergio de Farias, >cha.
ce-funr-clTmn-io 'roa di Htei "Wricta n. 31 D,
das 9 li? rrnraa d-ir-u-ha s 1.2 a tarie.
Club Musical R'dfense H;je, na
i# ie o s^a asso-i-gao, tem ln:a a 1 d sr-us.
-So e appro/*go de reforma dos seu4 esta.
tul'"1.
Pa a -sae lin forarc digirlbaidos 'oivi'es aos
-nrioi iffi ti^o-, fundado-e?, b^-O'-metitua e
bou rartu*.
companlr'a oraynascinnomeras
s5o as reclamagOes que temos utim menie re-
cebido a prl psito da maneira porque sao re-
cebnlas por essa compa ihia as reclamagOes
que Ihe sao fei'as, sob os mais justos pre-
textos.
I quilmas de diversas casis, sabemos, teem
tido occas&o de mandar prevenir a compa-
n'iia do estado imprestav^l oos respectivos
-apparelhos, gem que da parte desta, como
Ihe cumpre, haja a raenor providencia.
Facics daslaordern, ltimamente, tam se
repetido Com urna frequencia que nao acredi-
tiTiamns; sias'-provas nao fossem patetMes.
Os prejuuos que delles decarrem. os vexa-
raes quH accarretam' aos me: mos i aquilinos
-irnpoem-se dos olhos da todos para que conti-
nuem a reproduzrse em desproveito do pu.
hr.co e dos 'crditos qne deve rtanter a' com-
panhia.
Isto posio, esperamos que ponham paradei-
ro a essa ordem de cousas que nao deve ab-
solutamente perdurar em bem dos inieresses
geraes.
Trleffnimmas retidos-Acham-se re-
tido* na estagao do Telegraphd Nacional os se-
-guinte' lelegrara'mas :
Da Brrelos, para Siqueira.
f-rDG.yanna, para C imenio Iinea Oivdir.
"De M'i-elO; -t>ra"RlriP-o.
De Natal, para Jote Meneiep.
De San'os, para Santos Ret".
De Santo Amaro, pare Waie.
Da Pa-i-rivja, cara Baldio Me ra.
Do Rio, para Bamede.
Da Pa-abyoa, para Joaqoira Rocbj.
De Ipojae*. para Mancel lias.
Do Puar, para Co-rea -Lima.
Do Rio. para AlnieiH*.
Da P'arvba, para V-viano Passcs.
De Ma"ei, para Jof 3-moaio
Da Vic-oTia, para Pranclsco Gbuvea.
De P. 'ypery, Dar- Wanderley.
Oe'Naial, pa'a SulZe-.
Um aviso do Pilar pa-a V cente Correia.
Lmhas, feneconando regu'armente para Sul.
Norte e centro do Estado.
Hospital Pedro IIO movimento des-
ee e sta bel em monto -cargo da Santa Casa de
Misericordia do Recife oo dia 21 de Jaoeirro,
foi 6 seeulnte :
EntraTara. .... 25
Sahiram..... 10
Falleceram .... 2
Existem..... 801
Foram visitadas "as enfermaras pelos egin-
tes mdicos :
Dr. Barros Sohrraho, entrou s 6 1/2 da ma-
nh e sabio s 8.
Dr. Malaquias, entrn as 10 1|2 da manh s
sahfo-as 121/2.
Dr. Berardo entrou s 11 1|2 da manba e
sahi 1 da tarde,
Dr. Lopes Pessoa, entrou s 10 da ma.
nb e sanio s 12 1|2.
Dr. Vieir da Cnnha, entrou s 101-2 da ma-
nh e sanio as 11 3/4.
Dr. Bastos d Oliveira, entrou s 8 1|2 da
manh e sabio s 9.
Dr. Alfredo Costa, entrn as 9 1|2 da manh
e sahio as 121|2.
Dr. Joo Marques, entrou as 9 da manhS
e sahio as 11.
Dr. Ama-o Wanderley, entrou as 10 da
manb e sabio as 12 12.
Pharmaceutico, entrou s 9 da manh e
sabio s 2 da tarde.
1- Ajudante do pharmaceutico entrou as 7
da manb e sahio s 5 da tarde.
2- Ajudante do pharmaceutico, entrou as
8 1/2 da manb e sabio as 5 da tarde.
Matadouro PublicoForam abatidas
p.o Matadouro Publico da Cabanga 90 rezes
para o consumo de hoje-
Casa de Detencao Movimento dog
presos da Casa de Detencao do Recife, Estado
d* Pernambuco, era 21 de Janeiro de 1895.
Existiam 403, entraram 12, sahiram 6, exis-
tem 409.
A saber: nacienaes 369 mulheres 11, eatfn-
genos 29, mulheres 0, total 409.
Arracoados 387.
Bons 365, doentes 18, louco3 4, loucas 0,
total 387.
Movimento da enfertuarlaTiveram baixa :
Tranquilino Ferreira do Espirito, soldado,
Tiveram alta : Numenano de Miranda ou
Lulz Emeliano de Miranda.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
IHD1CAC0ES OTIS.
Medico
O Dr, Lobo Moscoso d consultas dn
tua casa na da Gloria o. 39 das 11
horas da manh 1 -da tarde. Achaa*
do-se fra d(f servico publioo offereeese
para acudir a quaiquer chamado com
promplidao para fora da cidade. Espe-
ciafidadey operaces, partos e molestias
d senhoras e rr"*inos.
Dr. S Peretra.r* da Imperatrir n.
i>.- d consultas medico-cirurgicis todoi
Qy iomingos e dias santificados.
Oeenllstas
Dr. Pereira da Silva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, d
consulta de i s 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 I.* andar. Rezide 6m
Caminho Novo.
Telephone n.'t588.
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sua viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, 1. andar, e
residencia em S. Jos do Manguiaho
n. 4. Consultas de 1 s 4 horas da
tarde.- Chamados a qualquer hora.
Dr. -Brrelo Samptio, occulista.d
consultas de 1 s 4 horas no primeiro
andar da rna do Baro da Victoria i.
2 >.
residencia a ra Hospioio n. 46.
Telephone a. 365.
V

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MUTILADO L


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Diario de iVs-faa*nire iBinta-feirai &3 de ffftwwrt* 4le 1
3
^-'
PlfiSilBOCQ
uci oaeawsetaria
C> Conctlho Municipal de Quipap decreta ;
Ari. 1. A despez de 1896' orcaa ero 13.000S000.
S 1 OMenado ao Prf.-iio 1.2008000
' Or.ieoado ao Sacretario do Coacalho 50 'SOOO
Ordenado ao thfsourefro 500J00O
Ordenado ao fiscal serv-inlo do cor-
2408000
808000
2
3'
S 4.
deacor
16.
2D0S000
18080JO
2:1008000
5008000
508030
1:2508000
18OS00O
3 4203000
5008000
3008000
1.-.08000
1:650JOOO
Ordenada ao aferidor
| 6. Ordenado aos liscars de S. Benedicto,
3arra, -lur-ina e Pao-Ferro
7. O'diiado ao porleiro
8." Or>leado a qua'rojuizes d rlistr
cto eudo o do primeiro distu.-.io 0008000. e os
out'ros ires 5008000 cada utt), quanJo est.derem
tro exercicio
8 0. Ordenado ao advogado do Concerno
Municipal .
10. Ordenado V esruvae do jury, sera
direito a cusas e r.cumaces
11. Ordenado de quatro t>ser: viles dejul-
zes de disiricto, t-n lo o >ia sue 500S000, e os
ostros tres 2508000 ca.ia un
12. Ortimado ao carc-reiro da cadeia
13. Quatro caileiras de msiruccao publi-
ca," sendo uina na sede, urna era S oene.uclo,
umaem Barra de Jnga lendo a eri metra 1:0008000, seeunda 8008000,
a tarceira !>00S000, e a quaita 7208000, pardea-
do meiade do ordenado quando nao estiveren
no ex rcie;<<, por .ioenca provada
14. Jury, eUicOes, i[nprcs^o.'8, quahfi:a-
rao e assignatura d" j .rnaes
15 Limpeza das roas, rios e estradas
16 Agua e luz par* a cadeia puniica
g 17. Oiims. expediente e eventual
Ari 2." A receita d > municipio e Quipap para o exereicio
de 1896, orpada ^in 13.0008000.
1." 53000 por cada rez abatida para o consumo publico do
municipio, 103000 para^vender obras de flan ira e bilh=tes de
lotera?. .
2 ivci'Tia urbana de accordo coro a le em vigor.
3.' 53000 por cal* -iinai vnecum. cavallar e uiuar, sol-
los ueste municipio vm lo de municipio exiranno.
8 4o Diziido de gado vaceum, ca vallar, muar, ovelhuai e
cabrum, ore-ido >-iu 4008000.
S 5. 603000 por subelecimentos que contiverem tazendas,
molha lo?, (rrageaa e iniudezas, podeudo sses venderetn oo
municipio.
s 6. 30S000 or es'abi'lecimenios qu venlercm seceos e
molhdo-- 103000 por pequeas invernas i>u quitandas.
S 7 200 reM por carga de cereaes expostos a venda as
feira'sdo i.uincipi---, s. Qdo 320reis po- carga de feijo pagando
meiade os costaes. .
S 8. 13000 pur carca de carne. Iinguica, peixe, rocn, qusl-
je? radas e calcados, 500 res por carne e xarque e ba;alhau
e 400 rail por assucar, raspadurns, cjrdas e rolos de fumo, pa-
gando por meiade os costaes i.U volumes.
9.o 23003 por. arga de caf p*gau lo por meiade os cos-
taes ou volumes.
10. ISOOD, por quinto ou ancora de aguardeote, expostos
a v nd>i as feras do municipio.
11 203 res, oor carga de caldo de canoas
ca, estetraa de pery:pe-y e de junco, cassuaes e ontros
tos, pagando meiade os e siaes ^u volumes.
X 12 33030 para armar barracas e bitequins era lempo de
festa, e 303 res por t .Ida ou banca postas n.s feras do muni-
cipio.
S 13. 400 reis por sulno, ovelhura e cabrum.
14 203000 para vender oolvora ou outra qualquer mate-
ria inflauavel so pudendo estas ubsi ncias seren vndidas-em
casas apropriadas e em d stancia nunca inferior a dois kilme-
tros o recinu da villa e povoac/ies do municipio.___________
fructa?, loo-
produc-
j 15. 3'8000 por Harnea de fabrica de f->tjos dtv-*rtiacif,
deviiido as rosp.-ct vas casas serem as coadices do paragraplio
antecedente.
16 308000 para vender fogos de art'flco fra das.fabri-
cas precedendo licenca.
17. 30J00O porolaria.
18. 308000 por hotel.
19. 308000 por billiar.
20. 101000 por cocheira-
S 21. 208000 por acoogue.
22. 406000 por macbinas de deacaro(r algodao movida r
vanor ou a agua ; 208000-as movidas por animaes e lOgOOO as
movidos a m&o.
23. 208000 para armar circo, ou pavrfbao e 103000 por
qualquer espec.iat-olo publico com entrada paga.
21. 408000 p->r mscale de Uzendas e 203"00 por mas-
Cale de miuiezas e periumarias, exeep.uarfos aqueiUs astabeleci-
dos no municipio.
25. 108000 por caproca ou carro para transporte de mer-
cado. l.
26. 68000 para edificar casas, sendo o duplo se fr sobra-
do, e 3S000 por muros.
7 303000 por pad'.ria.
| 28. 308000 p >r fabrica de louca de barro do municipio
e ouiras I..ti icas nao especificadas.
29. Alences de pezos e medidas eujo imposto-sera co*
brado do molo Seguinte :
I. 3S000 por metro.
II. 28000 por fila irena, corda, regu de agrimensor.
III. 200 neta por medida le saceos ou lquidos
IV. 200 ris por cata pazo a ciocokilogramiB*s.
V. 23000 por batanea, commura al vmte kilogrammas e
d'li' para mais. 48000
30. 598000 por fabricas de oaos vegataes.
31 Mullas por infraegao de posturas e mais les em vigor
segund'. o cdigo criminal.
32. Cusas judiciarias e emolumento, muoicipaes.
33. 503000 por armnzem de sal.
5 3i. 10j000 por cada contracto feito pelo Cooselho Muni-
cipti 108000 por n.meaco cem vencimentos.
g 35. 1 /. sobre transferencia de propriedade e meiade
da taxa as permutas.
36. Mulla oe 10 /o P3'a '"divida retencSo das rendas e
iinposi s muoicipaes
37. 208000 por licenca para comprar assucar e cereaes
dentro do muoicipio. 0
38. 30S000 por alambique.
$ 39. 28000 por sumos vendidos em p, nes feras do mu-
nicipio 200 ris por ovelhura e cabrum.
40. 2S000 para expor a venda as .feras do municip o
instrumentos perfurautes, preceden lo licenca da aulorldade com*!
ptente
g 41. 108000 por reflnaco com machioa de ralar caf.
42. O 5o pode ser modificado dando-se em lugar de
tres i-liases, quairo, seodo608000 para o 5 ", 40800O para o 6."
e 208000 para pequeos estabeleci Lentos considerados bodegas
que estiverem expostos venda, gneros diversas e de productos
do Estaio e do municipio
45. 2038000 sobre uzinas quaodo estiverem funeciooando
ou em porleiio estado de o fazer.
46. 108000 por sumo que criarem na villa ou povoacOes
do municipio.
47. 58000 por qu-ilqu t cj que lr encontrado oas ras
da villa.
48. Divida activa segundo a no a fornecina pelo Ihesou-
reiro 18.693872^.
49. Divida passiva fegunlo a nota forne ida pelo thesou-
reiro 8.6463851. ...
Sala das SessOes do ConcelbJ Municipal de Quipap, em 18
de Dezembro de 1895.
O Presidente do Concelho,
Custodio Gomes da Rosa.
Francisco Vieira de Carval/w.
iodo Bezerra Cluxves,
Jos Marques do Cauto.
Publique-8*.
Qu papa, 23 de Dezembro de 1895.
O Sub-Prefeiio-ens exercirio,
Ignacio A Ivs da Silva.
fi-uLltaACOt-s a fIIIo
m
Ao Sr. Albino Heira
Esse politiqueiro, por infelicidade de
Pernambuco importado do Estado da
Parahyba para conspurcar as nossas
luctas politicas, sugeito que j foi ac-
cusado de falsario de actas eleitoraes
para empolgar urna cadeira de depu-
tado, no tempo da monarchia, e que
nao chamou a responsabilidade a pes-
sa que o aecusou dessa facanha em
publicaro assignada, sendo pessoa co-
nhecida e de toda a respeitabilidade,
nao faz muito falsificando os discur-
sos que fabrica no Senado.
No que fez hoje publicado no Jornal
do Recife vem urna resposta delle um
aparte que lhe dei, a qual elle encai-
xou quando reveo as notas tachigra-
phicas.
Esse procedimento urna cobarda
que corresponde perfeitamed-te ao ca-
rcter do Sr. Albino Meira ; cobarda
porque elle bem sabe que, se me t-
vesse respondido do modo porque est
no discurso, eu lhe daria o merecido
troco, o que talvez ainda tenha occa-
sio de fazer para lhe corn'gir o cynis-
mo e a petulancia.
Recife, 22 de Janeiro de 1896.
Affonso Costa
Contos matutinos
Comego oceupando-me de urna noticia do
Jornal do Braz, de 11 do corrente:
Ka qualidade de prente poltico do
marechal Gama d'Efia, foxilado em Snnia Ca
tbarina, o Sr. tenenle O'hon Braga apresen-
toa p-ticSo peraniea auditoria de guerra, para
habilitar a respeitarel viuva d'aquelle mnre
chai percepcao do meio sold que tem
dreito.
Eu coohecia muitos parentescos, at o
d'aquelle soldado que dizia ao fallec do Du-
que de Caxias ser lilho de urna cernadle de
outra comadre do mesmo Duque, mas o tal
parentesco poltico que faz confusao gente !
Bem eu oovia dizer, que o Balthazar das
Historias do Da era prente do Jos Marian-
no; mas eu que era gaoealogia nao eslava
* muito longe do fallecido Ramos Gurjao, v-
me em difficuldades para chegar um resul-
tado.
Por parte de AdSo, oabia eu que elles ti-
nham approximacies...
Sai parentis poitcos, nao ha duvida ; o
Jos pai do Baltbazar; foi quem o fez, em
falla decccupacao seria...
Tem cada filho o pai de Zebedeu :...
E'pwa taes casos que-o Dr. Abel Parele
tem remedio efiieaz...
Viva a esterilidade ::...
O Puz est p-ecisando muito de um c^rre*
pondente mais zelozo...
Os seus interesses o exigem.
f O de 11 do corrente dizque t no couceltH)
municipal de Olinda daveis ponoccasISo da eleicao dos jue*
de districto .
O faeto inexacto, e spoerii ter sua ori-
.gemna feriitissima iiraginacao de algutn ltte-
ra'! vrgtano.
Aqu, em Petoambujo, nao se fallou em sce-
oas desagradareis.
Com ama fertlidad oo ineDO'pasmesa, se
disse apenas.qna, depois de feita aleic9, foi
ella alterada, por.influencia do Dr. secretario
ida Justica.
Entretanto 8. EA. nao tere parte, nem di-
reta, dooi iadirecla n^aquella lel{4o? feita
bnla, nem matiaada.
J mentir!
Sceoas desagradavels 1
Parece que o correspondente na> entende 0-
que ellas sejam !...
E' verdade que elle no mesmo teiegram-na
annuncia a etiegada do Sr. Jos Maria^no no
vapor allemiko Brunswick '. Com os Virgilios e
etc., o>Pais vai ao fundo ti...
O Dr. Alb:no Mnra, a antiga victima do Sr.
Ar'hur Orlando, a nova victima do Sr. Gon-
calves Maia, que quer arrancar-lhe o assento
no curso anoexo ou o Collegio das Artes, acliou
qu; devia apr -sentar urna todicacao sobre o
caso do envenenamento.
O fallecido Dr. Jos Mara chamara a essa
indicagao um cnso albuminuria)...
S. S. nao quer comprebender que os seus
novos amigos esto multo exigentes, brutal-
mente exigentes...
Bem que S. S. poda figurar n'essas scexas
DESAGRADAVEis, por traz da cortina !...
0 Dr. Albino Meira lente jubilado da
Faculdade de Direrto do Recife. Homem
velbo, devia a/fectar urna cena tose de serie-
dade...
O poeta das comas tujas e que collocou o
nariz em mo lugar, suppCe que todos os de-
sembarques, se parecem con; seu pai po-
.tlco, pelo parentesco do Sr. Olbon Braga....
a' proposito da prxima vinda do Infatiga-
vtl e distincto Dr. Cupertino-Cintra, screvetf
na Provincia de domingo, que o Dr. AfFon-1-
80 Costa exige qaotas para os festejos, que"
lile de ser feitos no dia da ebegada do mesmo
Dr. Cintra.
Nem o facto verdadeiro e n m as contas'
d>s de.pezas tcaro sem recibo...
O processo outro muito diSerente ..
Se para a miseria alhea B. P. nao acha
prontos, porque sem duvida, lid na; tem
enlranhas, s tem tripas ..
E diz que chorou pelas desgragas do com-
mercio, quaodo nem mesmo pelas suas ca
paz de chorar !!...
Fica manso, mano!
Recife, 21 de Janeiro de 1896.
Dr. Abelardo de Vasconcellos.
Ao B. P.
Q i pena, o B. P. o mogo que lem enervado
nc cerebro os poemas deslumbrantes, e que
tem M'rado a guitarra e fet pasma; a toda
essa gente que de corago ama a poesa
qui-imouas veibas apercatas de perigrioo da
imprenta. pelo simples facto de Ibe ler dito
em met artigo passado urnas phrases que nao
lhe soaram bem aos ouvidos; e pelo qu
apreoiadas pi'lo esiylo e p< lo pensamenlo 00
que pela metnficagao imposta pela noss 1 es-
cola ; quero dizer pela escola nova do Par-
naso-de que t falla.
Que arrepen miento que teoho !
se podesse des.-zer o qne iropensadaraeritf
riz., sepelesse ret ar aquellas pnras-s, que
como foao queimarim o arminbo de sua
candidas vestes, me considerara feliz, por
que teria o prazer de vei-o ressusciiar dos ue-
voelros de treves em que se ahysmou, vindo
anda urna vez pousar na cumiada do moute
azulado, canta :do> como caulava o ,-ol,a
la, as estrellas e essa infcidade de oes qur
espargem sobre a trra a luz que encaminha
s Ballhazares ao bergo do Redempior do
mundo.
Oh! nao, nunca mais rae ser dada es a fe-
licidade 1
deusParnasosanto co de poesa, que
nunca mais te verei '.
Todo dC.bi'U se, perdeu se com o seu en-
canlameuto !
b porque nao me dado fazer- surgir
Varella, esse gfii'o, cuja lyra vibrada aceor
davam as b'alas das moutanh-s encantadas,
para com o seu poder mgico de poeta desfa-
zer o meu ingrato juizo !
Para mim seria meu ltimo desejo, porque-
sin eramente fallando nao fui justo* com o
sarca-mo. que lhe a ir^i, edo que resultou a
sensivel e enoruie perda para as Ultras pa-
trias.
A Fra ca leve o seu Lanocnai, a Inglaterra
o seu By ron, e porque o Brasil nao pod a con-
servar o seu SabMio, que lautos poemas j 1
Ibe ha va dedicado?
Infelicidade'.
Coi) o seu desapparecimenio' elle boje bra-
da : maldito, maldito sejaesPaes barretto,
poeta manco que ftzeste perder a mioha
maior gloria o filbo querido que me honrava
com suas sstrophes olympicas e qa em sua
massa eocephalica obstruida arada tncerrava
todas a cousas boas e sublimes- !
K eu ajoelna-lo efarrepeadi o chorava la-
erimas de saogue sobre a cova de (ao grao
de genio* !
Recife, SU de Janeiro de 1898.
Jodo Frantisco Paes Barretto.
moudallecido sogrotiinigiamos all os
negocios politicos, militando as filH
ras do partido conservador.
EntScn o Sr. major Macdo pertene-
ca ao partido radverso; mas soub*-
mos sempre trafalo com a considera-
c3o, que tinha direito pelas suas
boas, qualidades.
Qs indvidiioe que, hoje, ospem som-
bro elle as mais negras injurias, eram,
naquella poca seus correligionarios e
tratavam-n'o com a maior considera-
do.
O Sr. major Macdo, foi juiz de paz-
subdelegado de polica com aquella
mesma gente que, hoje,. qualifica-o de
rustico, ignorante, quasi analphabeto
e exclusivamente violento.
Mudaram-se os tempos, e o resto j
o publico sabe...
Um filho do Sr. major Macdo
insultado por um negro audaz e atre-
vido, o terror de Itamarac, que d-
lhe ama. chicotada.
Rapaz de sentimentos nobres e al-
tivos, matou em acto coutinuo o seu
aggressor.
Levado aojury, foi absolvido, por-
que nao podia deixar de sel-o ; salvo
se o conselho de sentenca fosse cora
posto de homens, que nao tvessem
bro e nem hom-a.
Ah tem o publico um argumento
sontca-o Sr. major Macdo !!...
Mas, dizia eu, prestei meus. fracos
servicos ao partido conservador, no
tempo da monarchia.
Eu era o braco direito do meu fal-
lecido sogro.
A sua morte deu-se em Julho do
anno passado, e os amigos de Iguaras-
s entenderam que eu devia continuar
intervr, nos negocios d'aquelle mu-,
nicipio, deternrnaco que nao me
era dado oppr a menor resistencia,
nao por mim, mas por elles.
Era urna homenagem memoria do
meu venerando sogro.
^JEu nao devo descer certas expl-
cacoes.
Recuso, oomo j disse, dscusses
com A Cidade.
Com ellas s teria perder.
Pode nsultar-me vontade ; pode
suppr-me o Fonseca e Olivera e o
Abelardo de Vasconcellos ; pode jul-
gar-me um intruso nos negocios de
Itamarac ; pode ajuizar mal do meu
ilustre amigo o Sr. major Macdo ;
em urna palavra, pode escoucear
vontade, convencida de que eu, como
j disse sentirei sempre muito prazer
todas as vezes que lembrar-se de in-
sultar-me.
Eu nao viria, certamente, impren-
sa, se nao precisasse dizer algumas
paiavrasem defeza do Sr. major Ma-
cdo, respeitavel anciao; que, como j
disse, em toda Ilha de Itamarac, ondo
reside ha muitos annos.s tem tres ou
quatro desaffectos, pessas que j for-
OSr. Manoel de Holanda, gerente
da Estrada, acaba de ped r prov.deociea
ao Exm. Sr. goveroador contra o
trans to do pov*>-pstaianharda ferro ; os
agricultores, tarnbem pedem providen-
cias contra osMawn-iios as capoeiras e
canaviaes occaaionad >s pelo, trem do
Bonito que s qaeira*^ lenhi em vez .de
carvSo.
Esa^B'prejurzos se tm B^ntido m-nos
asta anno em consequeoeta .das ..chuvas,
frequentes durant-) t>dj o verSo, mas]
nos an 10a anterioj^s o t-nra de rinnit -
tem deva.todi ae p-opiedadee cora, os
incend os, causando, enormes prejuizos a
lavoura.
Oj agricultores tain.em pedem provi-
dencias contra 03 abusos e p-ejuz<-.s 03-
casionados pelo pesso-1 que irabalha
na Estrada de Ferro.
Ilha de Flores. 2> de JAnairo e 1896.
Um fornecedor de cannas.
t
Elia's idb pungirtns.'ptdttTaprtaaBfj'iineTitot'de soso*
posa Car]oU..derAfSBio,,fc1oik,>|^Baip0jenil(j
fazer convites pirtiaulareg^ |tde -a -Xo las as
esso*8 de sua amisade e parantes o obsequio
e coraparef^rem a *rttrrB,--qu9 ter lugar
em sua resideocia ra da: Qtor 14.-48; boje
s 9 nows Ao dia.
'*^^"WaWBBaaWBWalBaaWaam
iornat: do Coaunercio
RIO OS JANEIftO
Recebe-8e assignaturaa e annuncios,
roa d Commercio 9
FLIX BAND.EIRA
Agente nesteestad
A nUaari L urln
En temp'>or>portuno..o publo de ;?er-
nanab-TC >,- vi. 11 d-s provaa que aerSo
exhibidas co profesar criminal,, que a.
Os propretaxoa de vehculos encar- ^to-ile wriScar o.q regados dos transportes das msrcador.as """V 8 fl!o5ro8' ^ ^
Aos Srs. Carre|nttIentes
Agurdente
dieta
na.atagao de OincoPont*a. e Caruar ''ST-8.
avsam que do dia 20 di corrento resol-
veram em vista do excess ^e despezas
a que esto suj jitos elevar o preco des
transportes p la tabella segainte :
,|e CompmTrhie Sjv.'-3fork.Li'e Insurao-;e>
atentar contra o Sr: MJinari,. lera
maram de S.' S. ojmais elevado con-
ceito.
Fui alm do que pretenda.
Quando peguei da penna, estava re-
solvido dizer menos, muito menos.
Nao voltare mais sobre o assumpto.
Olinda, 22 de Janeiro de 1896.
I Francisco Xavier Paes Bnrretto.
Protesto
O abaixo ass enano, vena pala presen-
te declar .i protestar contra qualquer
uso que pretenda fazer o Sr. Jos N >-
g reir da da Silva, d'ui balauce-te qm
este Sr. subt'ahiop >r sorpreza ao abai-
xo as ignado.
Este documento- nao representa a ver-
dade e ap tas urnas falsas informscSas
fmecida* pelo meu soco Nogueira e
que pretenda aprov. iar em prejuizo
meu, visto-ser minha a lettra, embora
sejii elle cheio de riscos e sem firma.
Benjamn Len Azetnar.
Socio da firma Tose Nogueira f C.
Por sacco de aasucar 400
Di o de milho feijo e farinb. 300
Dto.xle algodao 500
l ipas de qualquer liquido f'SOOO
Birr:s da tersos 10400
Ditos de quietos 1)5000
Ditos de aoc ras 400
Confiados na benevolencia-dos Senho-
res [correspondentes e agricultores es-
peram que o seu appello aeja attendide
e muito agradcem os
Proprietarios.
Recife, 22 de Janeiro d-i 1896.
Ao respeitavel Concelho Mu-
nicipal do Reciie
As Gasas Funerarias pedem pata que
seja por le fechados os seus est*beleci-
rnentos as 2 horas da tardedo 8 domin-
g! s afim da cescaucarem dos fl?gelloa
da .emana.
O Funerario.
Collegio de^Nosaa Seohora
% das Merces
(SEXO FEMININO)
20 Ra do Hospicio 20
As aulas d'esle est;ib.-Icciniento de instruc
cao p-'iiaria e secundaria abnr-sa-bio no dia
de *dneiro.
Receba aluranas internas .gemida ternas ex-
ernas.
A directora.
Marta do Carmo Azroedo.
Minha esperanza
R. Nicolly;ue ee Gufsnl. UDason fjnda.
oa eai 186i
Pars, 4 de Noembro de 1895 -Me Sr.
Amonio Francisco ta tiras.fprnamboco
Ami>fi f Sr.Tt-nh p-e^enieo seo estima-
do favor ir 7 e U-. luD'o p'otinio passado-,
jurito ao qoal fve o prazer reencontrar nm
pedioo de pipel paa ciirarroe, que muito es*
tiurei Tpceoer e aerad.50.
Lo:o t.-atei de entregal o ao fabricante e
iirtei ff'H qoe s-ja egviado eom esmero e tus-
xima prs.-i, ja, t-n -r.se comp^ometudo o la"
orinante- a aprcmpiar o e*o papel rr os nos
d'-ste un. Espero qoe p.sa fazer me a re*-
Qoessa reio vapor duHavre a sihir em 14 de
Desmbro proxi"-o Hitare.
Si Dtai di-st-j sse servil-o o mais cedo an-
da, 03J sera pos-ivel, po-que o seu papel
no e fas com an^cedencia, e slm de pfapo-
aito, nejes.-.tan .0 o eeo fabrico de muito tui-
dado.
Seor wutre moiivo, sofrscrevo meeotn sioee--
ra estimada V nfr.-j amigo rDoitoJ^tento ve-
nerado pe|& S'e R. Nieol e Sn. IiSOisil.
Ao praMfoo
A Cidade de hontem, honrou-me
com alguns elogios, proposito dos
negocios polticos da Ilha de Itamara-
c.
Sino sempre muito grande prazer
quando aquelle orgao eoutros da mesma
natureea, lembram-se da minha humil-
de pessa, cobrindo-me de flores.
Nao de boje que A Cidade me
tem teir.
Fiz sempre ouvidos de mercador
tudo quanto entenda ella convenien-
te dizer meu respeito.
Comprehende o publico que, s
vezes, o triumpho urna nodoa...
Nao venho defender-me, porque es-
tou mais que defendido, desde que fui
aecusado pela Cidade...
Appareco, porm, em defeza de
um amigo ausente, um amigo bom,
|.leal e sincero, e que s tem o defeito
de pertencer ao Partido Republicano
1
abandonoO o vasto campo da littera-tura e en-,
veredouse na picada que abri, de onde, como I Federal, dedicaudo-ine todos OS seus
partidario mesqutnbo costuma atacar d
sorpreza a reputado de tidos os horneo, de
bem.
Eu nao Ibe fallt-i eflo poltica, nao disse a
menor falavra que podesge ferir as suas cren-
's, e apenas alsaipa* -oasideracfjss sobie o
redwulo que tetp procura lo Virar apmuinas
pC8rtuc0e^ 1 oeticas : no enlretaoto, o homem
'zaogou, se e sahio se "a'acado de/renezl invea'
lindo e tentando morder tanta gente !
E' latnentavel e dooroso ve*rmos o pobre
anjo dvpoesa* o flliio adorado o Parnaso*
t-aasfonnado m abulte descendo-.aa .proluu-
dezfcs donada I
Fraqnreza de mais 1
EntiJ pelo pouco qne scapou do biro de
mVnha'rie'fma toroou-se lie coovulsCvo, a pon-
to tle-ier perdido as branca, azai com qu^
esvoacava as regides az'ues e dourada*, aas
quaes deslumbrantemente* bauara, traien 10
os colares da perblas que enfeitavauaaua
vmuse.aernfffe crescente ?'..
*b i que lauco que'fui t
S pensase como-Lamartiae*, em vez ds-
quellas palavas Ibe lrta dado cantos, lfte te
na tecfttb-umi grioalda de oras de lisonja...
Moa camode que sl~aasim livesse prosadido,
elle lefia e manifestada fevorevelmente acer
ca d cuntas poesas,- twia, as classificado a
par deut-poeti do meu tfnpt), que eram mais
1j
esforcos, trabalhando com o maior
desinteresse e abnftgacao.
Quero fallar do Sr. .major Francisco
Theodoro de Macdo, um-dos caracte-
res mais dstinctose maissrios da Ilha
de Itamarac, onde reside, ha longos
anuos, cercado do prestigio que sabe
dar o trabalho honrado, urna vida pura
e limpa.
OSr. major Macdo tetn all dous
ou tres inimgos pouco generosos, que
procuram sempre feril-o as trevas.
Eu podera eontatv4udo,-ma9 nao
de boa poltica, que o faca.
Direi, entretanto, qqe o Sr. majr
Macdo est, indicado- para juiz- dis-
trictal naquelle lugar e dous ou tres
inimgos seus olh*Jr>rnairpara: aquella
candidatura...
Sabem todos que>resid'wnuitos anuos
emjlguarass, muniaipa que compre-
hende a Ilha de Itamarac, e que all
J'constitui familia.
No antigo refimenrmoaarchico, eu e, gpswrndor do Estado
C0NSTIPAC5S VST Peitinl Catharinense
DE RAULIVEIRA
No poiao nem devo acceitar di cuasSo
pnbt-'ca sobra questao qua leve ser jal-
gad* pelos Tmbonaes do Pai.
Ri de Jmeiro, 28 de DZ3mbro de
189.
J. Sanche?.
Dreotor-Gend" do"Qepartamflnto His-
pano AmerioTOo da New?Yorck Le la
surnca 8c O.
CULLKKI0 PARTHKNH
3- Ra do Hospicio3
As. aulas d'este- estabelacimento de ic*
s'ruccao primaria e aeeundari reabrir-
se-bao a 7 de Janeiro.
AduaKte alumno, iuternoa, - nos e externos.
Recife, 271295.
O director.
Baoharel Ovidio Alves Manaya.
1-1 v terna to 3 de Seteailtro
Curso primario e preparatorio sob a
direccSo do -proiessor Jojquim Pompeu
Mooteiro PeasGa.
As aulas omecaram a funceiontr
desd-; 7 de Janeiro do oorr-nte anno.
Ra D aa Cardoso ( antiga do Calde -
reiro ) n 2,2.* andtr.
O Rauliveira
E" o poiloral mais efficaz, mais l barato e de
2os,o mais,'ra.iabili8simo ; na Dn-garia Bra-
ga e em todas as pbarmaclas.
Ir. Francisco Leopoldnc-
Especialidades : Febres, molestias de
crianjas, syphilTticaB" e dapelle.
Consultas de 1 s 3 horas da tarde
ra doMerquez de Olinda Jn. 38,1.
andar.
Residencia Pateo da Santa Cruz n.
72. Telephone n. 214.
Chamados por eacripto.
IX u era assina
Quatro crianjas atacadas de 'osse re-
belde, em casa do Sr. coronel Jos Lo-
pes da Costa Moreira,- largo de Catum-
by n. 81, carram-ae com o Jataby
Honorio do-Prado
Vidro 1#500.
as boas pharmacias.
I.iii.l.i.
A Sociedade Beneficente 'doa- Eoipre-
gados da Companhra de Trilftos Urba-
nos do Recife Olinda e- Beberiba CTani-
festa, por meio deste, sua sincera grati-
do fimpreza I. Cifuentas pelo bene-
ficio que se dignon dispansar-lhe, com o
espectculo realisado no sabbado 18 do
fluente, bem com ao respeitavel pu-
blico que a'< honrou eom-suas presentas,
nao devendo e-quecer o concursa pres-
tado pe'a Compaa a de Caxang, e os
m'titos auxilios que prestaram a soci da^
de os Ilustres cava boros S s. c roal
Leoncio Lu z Pi to R beiro, cedendo
gi-etuitamene a banda- de muica do
corpo que dignara-ute commanda, eos,
Drs. Manoel de Siqudra e Antonio Pe-1
reir Simas, aquelle pelo icteresse'
que tomou para conseguir o beneficio,
e este pela alt genero~id da que teve
pa-ra com esta sociedade.
Estrada de Ferro do Bonito
Com vista ao Sr. Governador
P rgunta-se, porque razao a Estada
de Ferro do Bonito, s encontra facilt-
dadee quer cairelar can as para- Usina
Caxang ? Sei, porque nao possa su-
bir as rampas da garganta e a do Ma-
caco? Esaoa subbas nao estirara sam-
are e qua.i' a carga ia muito pesada
nao se p.rtia o trem f Porq-ie nio se
faz h je o mesmo ?
J se sabe, que a Estrada quer fa-
vorecer a Usina Caxang e por isso falla
e aconselha aos agricultores que moam
anas anuas all.
Mas nao con ta a n nguem mal al-
gum que tenhstn -feito 9 Usinas Pedro-
za e Ribeirio a Estrada do B raito.
A verdade esta, a Estrada -est car-
regando cannas e leahas do- Macaco
para Caxanir e nao -quafcarragar par
as outrae- Usinas.
Parece que o gerente quer dar a- En-
trada o caraeter da urna liaba par-tice-^
la'. D'abt vem'oqaeHe eli'gfo "no Diarto '
fi 3 do corrente, fe'tb a Estrada de B ?
nito pila Usina .Caxaog, que allejga
Ibe ter dado tuo, agu*/ lanba e caeros^
accrescentando qne quando faltarlo sb*
auxilio t> trafego" fica"parado dentro de
7odiaa.
^Tfcee-t veces Ble se comprehende ;
>lVcom o Sr. gerante-,-para o qoe e
lama'toda a attencao'do Exm. Sr.
Collegio Santa Cruz
N.|75-BA DO HOSPICiO-N. 75
Eslarao abertas-do da 7 de Janeiro 'em dian
te as aulas d'este estabelecimento de instruc
gao primaria a secundaria.
admilta alumuos miemos, semi-interoos e
externos.
Prospectos serto fornecidos no collegio.
Os dir^Clore8;
Joiquim A.cte Mendone* Simn.
Anin o da Silva Gumaret.
RAULIVEIRA
ToiOS o mdicos receito o Peitoral
Catiarintnse como o nico medicamento
contra Toases e Bronchites
UROU.1 k
BRAGA
Advocado
O bacharel Antonio Tolentino Rodri-
gues Campos, procurador dos Feitoa da
Fazande;>do Estado, pode ear procurado
em sen escriptorio a ra 15 de Novembro
n. 75, das j horas da manhl .s 4 da
rde. ______
PAfiTZCirACaO
l>r. Freitas CduiuiarileN
Participa aos seus amigos e clientes,
ter mudado sua residencU para o Ea
tronoamento n. 1, defronte da-estadio,
sonde- pode aer procurado e contina
dar consultas das 11 1 hora da "tarde
a. ra Larga do Rosario a. 20,'antigo
consultorio doDr. Ferxeira.
Teiephone n. 292.
Dr. Constancio Pontual
Avisa aos seus amigos e clientes, qne con-
tinua a dar consultas todos os das alais,
de 1 as 3 horas -da tarde, ra 15 de No-
vembn (antiga rio Imperador) o. 79,1.* andar,
Chamados por -senpto.
Telepbone n. 27.
Elixir M. Miirato
... Depoia de muitaa ezpe ienciaa e
arar-do estado sobra o ae grande ra
med >o Blac'r M. M>ratr>, cijo tenho
miuiitrado nos bosoit.es e em minha
clioic ptrticular, resolv, de oaordo
com os meua il astros oollegaM, o Dr.
Meaeiroa, D.-. Lfevre, o D..' S4 M-n-
dei, epplieal-o eel eege.iate forma; aen-
do csos dd aypoihs inveterada, rbeama-
tiamo chrooico e boabaa...
Tenho tido o mnlhor aueeesso como
Elixir Morato, e alguns doa meas colle-
gas obsmbm-lbe'com r. z5o da ca^va vi
das. O tea *remedio um prodigioso
qoo oomo* a .ti syp'nilitico e anti-rheu-
matioo.
Dr. iol<\ Pitta Bazrra dn'Baroay.
Rio da Janeiro.
Ageatea em Peraambuc >\. Cop*'
nhia dj Drogas.-
_l^lm^||n|^^W ^-aai.
Francisco Pedro da Cnnha
Vresbyter Secular, Cavalheiroda^Ordem
de' Christo 9 Vigario Collado da pa-_
rochia e cidade de Sao Jos- desta pro
vincia deSanta Catharina, etc.
. Atteso que teoda eaadepor vezes o Pailoral
C.ith;!oense de Raoliveira XAOPE DE AN-
GICU COMPOSTO COifrOLD 'E GUACO, pre
naracaoi*io8 lllms. Srs pbarmaceutiecs Hauli-
ao Horn & Olivera, acbei que esse xaropa de
benfico e prompto affeito oas-affecces des or-
gios respiratorios.o que afirolo in verbo sa-
cerdertis.
CWada de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Caoba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive-
sos Estados do Brasil attestam> efflcacit des e
I randa medicamento.
Deposito
TU
Drogara Btaga
MILAGRE
Fazem mais de oito annos que o Sr.
Anselmo Pinto d\ Costa, eidente na
ra do Hospicio n. 266, nao dorma
seno recontado em quatro travesseiros.
N&o se levantava. Tinha falta de ar,
mnita tosse, deitava escarros viscosos e
sanguneos, tendo febre durante certas
horas do dia.
G-racas ao Alcatr&o e Jatahy, hoje
anda a cidade toda, est; engtnando, e,
de dia para dia faz diAVrenca para me-
lhor. Est contentissimo e receita e*te
milagroso remedio a todos os seus co-
nhecid.s.
Instituto IMiilonaalico
Ra Viscende dAlbuqorue.m. 33
Director Bacharel Obirto Vctor.
As aulaB deste c llegio-estarao aber-
tas do dia 7 do corrente emdiante.
Dr. Barroto Sampaio Oculista
Consultorio & ra Bao da Victoria n.
51, 1.* andan Exsbefe"de clnica .-do Dr.
de Wecker, devolta de sua viag*m i
Enropa, d consultas de 1 as-4 horas da
tarde,*xeapto nos domingoaa dias-san-v
cuneados. Telephone n. 285. Reeiden-
ci ma Sete d Stembro n. S^Enta**
pela rua-d5t\udae u. 26.' TleplwM
n.287.
I
4

Muijn I



J*
Diario de Pernambuco Quiita-feira 93 ue Janeiro de lt>6
Importantes curas do]
Peitoral de Cambar
O Peitoral de Cambar, acreditado
preparado do Sr. Souza Soares, tem
realisado innmeras curas de enfermi-
dades das vias respiratorias.
Entre outros importantes casos con-
tam-se os seguintes:
Carlos Couto, photographo no Rio
de Janeiro, ra dos Ourives n. 41,
de urna rebelde affeccao pulmonar :
a Joo Coelho de Queiroz, da cidade
do Rio Bonito, Estado do Rio, de urna
bronchite de 30 annos;
Bernardo Jos dos Santos, fazen-
deiro no Cerrit. Rio Grande do Sul,
de urna tosse de 6 annos, com escar-
ros de sangue ;
Manoel Cavalcanti de Albuquerque,
commerciante no Pilar das lagoas,
de urna tosse asthmatica de 4 annos ;
Uma filhinha do Sr. Jos Carlos
Coimbra de Gouva, morador ra
Paula Britto n. 25, no Rio de Janeiro,
de uma coqueluche de 2 mezes ;
Baro de Avellar Rezende, fazen-
deiro em Minas Geraes, de uma forte
e pertinaz ronquido ;
Antonio Luiz Silveira de Oliveira,
commerciante| no Serr Pellado, Rio
Grande do Sul, de uma tosse de 2
annos, com escarros de sangue ;
Uma filha do Sr. Joao Antdnio Pe-
reira Santiago, socio da firma com-
mercial Santiago, Irmo & C, do Rio
de Janeiro, de uma tuberculose pul-
monar aguda ;
Joo Antonio da Silva, do Barreado,
Minas Geraes, de uma bronchite asth-
matica de 8 mezes;
CapitSo Jos J. Augusto da Fon-
seca, de S. Paulo, de uma grave tosse
de alguns annos ',
Olympio A. de Oliveira, do Socego
Minas Geraes, de uma constiparlo
com tosse desesperadora ;
A esposa do Sr. Joaquim Soares
Gomes, cnsul de Portugal e Franca
em Parang, Paran, de uma bron-
chite impertinente de 11 mezes ;
Ral Cesar Ferreira da Cruz ex-
alumno da Escola Militar do Rio de
Janeiro, de urna pertinaz affeccao pul-
monar ;
Fernando Jos da Gama Lobo, ma-
jor reformado do exercito, residente
em Jaguaro, de uma tosse asthma-
tica de muitos annos,
O Peitoral de Cambar, acha-se
approvado, autorisado e premiado
com as medalhas de ouro da Exp-
sito Brazileira-Allema, Academia
Nacional, Acadmica dos Inventores
e Academia das Sciencias Indus^ae?,-
todas de Franca, e com o premiro es
pecial da Exposico Universal de Chi-
cago.
O agenteCompanhia de Dogas.
EDITES
Jos llygino
fClRURGIO DENTISTA)
De volta da sua viagem ao Sul di
Repblica, reabri seu consultorio a ra
do Barae da Victoria n. 19, 1.* andar,
onde pd- ser procurado das lOhoree s
da tarde.
Din A Hy ; i no de Miranda
Medico pela Faculdade de Pariz, an-
tigo externo dos Hoapitaea, laureado com
uma medalha de bronze da Assistencia
Publica.
Consultorio a ra 15 de Novembro
n. 32 1.a andar, onde residir a partir
de 20 de Jaoeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoraa e dos orgoi genitourinarios,
Chamados por escripto.
COIMERCH
Bolea Commercial de Pernam-
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, 22 de Janeiro de 18g6
Cambio aotre Londres a 90 d/v 9 5/3J, por
1J000 do banco.
dem sobre Pr 1 a 90 d/v 1:0*1 francos do
banco,
dem sobre Hamborgo 90 d/v 4298 Rm. do
banco.
0 o residente,
Antonio Leonardo Rodrigues.
O secretarlo,
J ao Leopoldo do Reg Villar.
Cambio
Oe banco? abrirn? com a tasa de 9 5/31, sobre
Londies a 90 d/v, realuadj se negocios iosig-
nifiCMiee,
Em lettras particulares nao noove negocio.
Cotaces de genere
Para o agricultor
Aseucar
Usinas, por 15 kilos.
CryVallsado. "lera deu:
Branco. por 15 kilos .
Somenoc, por 15 k'ios.
Mascavado, por 15 kilos
Bruto, por 15 kilo
9*000
8*000
8000
4*700
3*700
3*400
9*400
8*401)
9*201)
5*0U0
400U
4*000
3*000
Collecta Municipal
Da ordem do Sr. Dr. Suo-Prefeito do
Municipio -lo Recife e, de cooformidada com o
danoslo n ari. 1. (A) das disposices geraes
da lfi o. 72 abaixo se publica a collecta feita
relativa ao imposto do 66 vinte por cen-
to sobre o valor locativo do predio, flcan-
do marcado o praso improrofavel ne vinte
das para as reclamases que s poderao ser
feitas por meio de pelico entrada no livro da
porta da Secretaria :
Freguezia do Recito
Nomer s Valor locativo
Arco da Conceicao
2 Souza Gomes, loja de t-
peos de sol 3600
4-6 Joao Fernaoues de Carvalbo,
tabacana e miudezas 260#
Caes da AlfanJega
5 -7 Thoroaz Times, estiva 1:5008
2 Fonseca &. Iroiaos, deposito
de sabao 8108640
4 Jos Goncalves da Costa, ar-
mazem de esiiva 8108610
6 Silva Marques &C., arma-
zem de estiva 8108340
Ra Mrquez de Olio la
6 A. Vieira & C, armasem de
fazendas 2:4008
10 Galdino Jos Burity, loja
de alfaiale 6008
10 Cunta Lima, escriptorio de
commis Oes 4508
12 Brga & Travassos, papel
de forrar salas 3008
14 Carlos Hlldiy & C, arma-
sem de ferragens 2:0008
16 OHnio Jardim&C, armasem
18 M. Bastos de Macedo & C,
commisses 4508
18 Alfreda Alves da Silva Frei-
r, escriptori> de commis-
eOes 3608
20-22 Rodrigues Lima & C, arma-
sem de fazendas 3:0008
26 Vi-ior Grandein, relojoaria 6008
26 Fontino Alvim, escriptorio 48t'|
28 Mano I Francisco Irmaos,
miudezas 1:5008
30 Antonio de Mello & C, ven-
.la 8008
32 Rodrigues de Souza Irmaos,
miudezas 14008
34 SulzerKauffraam&C,arma-
sem de especiaras 1.600S
36 Dr. Coelo Lette. coosulio-
ro 3008
36 Frederlco & C, armasam de
couros e utencilios para sa-
peteiro 8008
36 /ntooio Soar?8 da Silva,
escriptorio de coramissoes 3008
38 Dr. Francisco Leopjldino,
consuliorio 5008
38 Herdeiros de Manoel Cardo-
so yres, linaria 1:2008
40 Guimares Cardoso & C,
armasem de miudezas 12008
40 Alvaro Baptisia D. Ferreira,
escriptorio de commiseOes 3608
42 Albino Silva, armazem de
ferragens 1:6008
44 Maitos Camioba, armazem
de fazendas 2 0008
46 Viuva de Eugenio Goccal-
ves Casto, armazem do
miudezas ""08
48 Thomaz Jos de Gusmao,
casa de leilOes 1:2008
52 Bmga & Castro, armasem de
miU'ieza8 12008
52 Joseph Latham, f.ciptorio
de cummisfOes 3008
54 Btomo Duarte Carneiro
Viaiioa, armazem de miu-
dezas 1:4008
56 Leal & Irmaos, escriptorio
de commissOes 3008
56 Res & Santo?, armazem de
ferragens 1:6008
58 Son-a Nogueira, armazem de
fazendas n 3:6008
60 Guimares Braga & C, ar-
mazem de drogas 1:2008
60 1gnaci: Nery da Fon'eca,
escriptorio de commisses 6008
62 Gonc.ilves 1 uoha, armazem
de fazendas 2:4008
64 Dr. Nun-s Co uibra, consul-
torio 6608
6466 Miranda & Souza, armazem
de ferragens 1:6008
66 Herbert J. Perman. escripto-
rio 6008
1 Moreira & C, Ubacaria 1:2008
1 J. Galhardo C, escripto-
rio de commissOes 4208
Luiz Neuhaus relojoaria
33ugenio Samico, deposito da
perfumaras
D. P. Wild, armazem de miu-
5 dezn8
7-9 Meilli Diethelm & C. Cramer
Freig & C, armazem de fa-
zennas
11 Franciso de Lima & C,
loja de miudezas
13 Moreira & Oliveira, arma-
zem de fazendas
15 Joao Goncalves Coixbra, loja
de fazendas
17 Oliveira Basto & C, arma-
zem de miudezas
19 Companbia Industrial de
Chapeos deposito de cha-
reos
21 Ramos Gepert, armazem de
miudezas
23-25 Gomes de Matloa Irmaos,
armazem de miudezas e es-
criptorio
25 Momo Rodrigues Soares,
commiseOes
27 Antonio da Silva & C, Uba-
caria
31 Francisco de Azevedo & C,
arraa/.em de fazendas
31 Muller & C, armazem de
fazendas
33 Alfonso Mji, armazem de
(izenrtaa
33 Mmoel da Cuoha Lobo, loja
de fazendas
37 Gomes de Matlos, livraria
30 Francisco Launa & C, ar
raazem de miudezas
41 Faria Sobnnho, armazem de
drogas
43 Viuva Azevedo &. C, loja
de selleiro
45 Joaquim Gong.Ivs & C,
armazem de fnzendns
47 Dr. Ferreira Velloso, con-
sultorio
47 Frederico A. da Costa, I ja
de fazendas
49 Ananlas Gongalves Cami"
nha, loja d fazendas
51 Tiburcio de Oliveira & C,
loja de roupas
51 Saltle & Labride, eC'iptO-
rio de coramissoes
53 L. A. Salaaar Juoior, arma-
zem de iiju '-7..H
53 Dr. Silva Ferreira, consul-
iorio
53 Minios Moreim & Irmaos,
es riptorio de cummisses
53 Deodato Torres, loja de lou-
cas
55 Anionio Pereira de. Azeve-
do, armazem de miudezas
5759 Prente Viaana & C, ar-
mazem de miudezas
61 F. T. Leal & C, pharmacia
Ra do Bom Jess
4 Manoel Ferreira Barlholo &
C, escriptorio de commissOes
10 Browns & '. escriptorio
de consigoaces
12 14 Jos Ricardo da Costa, oflr
cia de marcineiro
16 Max Dreckser, escriptorio
de commisses
18 Dr. Cosa Gomes, consul-
torio
18 Kanthack & Gruner es-
criptorio de conigoac0^8
22 Rayqu6rol Freres & C,
p 24 Dr. Carneiro da Cuoha, con-
sultorio
24 Oliveira & Irmaos, pharma-
cia
24 Santa Rosa, regalo civil
28 Joao J .aquira de Mello, es-
criptorio de commiss0as
23 Antonio Jos Moreira, fu*
niIj.iro
30 Candido Ferreira Cascao,
escriptorio
30 Dr. Lopes Pe.-soa, consul-
torio
32 BoxwII Willians C., es-
criptorio de cummissO^s
38 Pestaa dos Santos & C,
venda
33 Jos Antonio Costa Medei-
ros, escriptorio de commis-
sOes
40 Antonio Braga, loja de bar-
beiro
40 Joao de Meira Lins, escripto-
rio de commissOes
42 Companhia Fabrica de Te-
cidoa A* Torre, dep >sito
44 Joaquim J*s Duarle, taba-
cana
48 branles & C, venda
Relames .......*800
Aigodo
Fui negociado a 15*800, o de l" sorte va-
lecdo 1*00* menos o mediaBO e 2*000 o de
1 so-te.
NSo constou negocio.
ilwnl
Por pipa de 480 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 ui.os 105* nomimal.
Coaros
Seceos salgados na bas de 12 kilos 1*000 ris
Venda e refugo 666 o kilo.
Verdes 600 ris, ul'imo preco.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
HeT
Por lOOfOOO nominal.
Eiportaeo
Keclfe. 22 de Janeiro de 1896
Para o exterior
o vapor ioglez Bdlctor, para Liver-
pool, carregarm : ._ ,..
M. Camlnna 4 C, 1,468 kiloi de cera ve-
geta I.
_ No vapor Ingles C. Dowon, para o New-
Toik, carregaram :
Jalio & C, S60 accoi com 18,100 kilos de
assucar mascavado.
Ni barca noroeguense Deaiaeru, pir
os Bttados-Uoldos, carregaram
2408
3008
1:5008
3:6008
8008
1:5003
8008
1:6008
3:0008
3:0008
4:0008
1.0008
1.0008
32238
3:2238
1:8008
2:0008
1:8008
2 400S
1:2008
8008
1:2008
5008
6008
1:0008
1:4003
1:2003
1:0008
6003
4308
8008
1:1008
2:0003
1:50 8
6008
1:201|
9608
9008
1808
4308
2:4003
4003
108
430J
2108
4003
3003
1:2003
6008
3608
4808
3608
6008
3008
7208
B. Wil lame & C. 1.107 kilos co.n 68,634
le assucar mascavado.
far u l(Herlor
.No vapor nacional Italiba. para Para-
oagoi, carregaram :
A. ernindes & C, 100 saceos com 6 000
fcil.'s de assicar branco e 50 d:tj com 3,Uuu
ditos de assucar mascavado.
Para Rio Grande do Sul, carreeanm :
P Carneiro & C, 160 fardos com 29,234 kilos
de algodaa.
B Nelman & C. 200 barricas com 21,044 kilos
de assucar branco..
Pa-a Peto Aieere, ca-regaram
P. Carneiro & C.,970 saceos com 7.750 kilos
de assucar branco.
No vapor nacional Camocim, para San
tos, carreearam :
S. Guimarsa C 00 saces com 30,000
kilos de assucar branco.
A. Taborda A C, 980 saceos com 88,800 kilos
de aH-u ar branco.
J. Baliar &. G-, 200 saceos com 12.C0O kilo?
de as-ucar branco*
= Nj vapor austraco Petofe. para Saotos,
carregaram :
Pido Alves & C, 500 saccas com 30COO
kilos de assocar branco.
Na baca nacional Rio Anazooas, para
Rio de Jneiro. carresaram :
A. Feroandes & G, 300 saccas com 22,637
Kilos de aigodo.
No p.tai'no argentino MiMa Buza, para
Victoria, carregou :
J. T. Carreiro, 500 caixas com 4,000 kilos de
eaho.
= No logar porloguez Giia, para o Para,
carregaram :
C. F. Cascao, 203 barricas com 13.803 kilos
de assucar branco.
J. A Fon-eci, 1,600 caixas com 20,800 kilos
de eabao.
No vapor nacional Bebe-ibe, para Cea-
r, carregaam :
M. A. Seooa A C, 40 barricas com 4 3*0 kilos
de assocar branco e 70 ditas com 3,500 ditos
de asoacar retinado.
Na barcaca D. Jalla*, para o Aracaty.
carregaram :
A. Fern-nde? C 100 saceos com farttiba
de mandioca*
No biate Argentina*, para Mossor, car-
regaran: :
Xavier de Simas & C, 13 oolomes com 1,180
kilos de fumo.
M. Viegas & Filbos, 143 caixas com 1.001
litros de geoebra, 34 ditas com 238 ditos de
agurdente, 9 ditas com 108 di os de cognac e
5 barris com 200 ditos de vinagre.
Para Macao. carregaram :
A. Vello & C, 1 caixa com 100 kilos de fumo.
Goimaraes Cardoso & C, t caixas com 30
kilos de veilas em cera.
Na barcaca D. Providencia, para 8. Mi-
gui-i, carregaram :
Madeira & G., 4 barricas com 160 litros de
ce veja, II calzas com 110 litros de cidra, 36
ditas com 288 ditos de geoebra e 4 ditas com
40 ditos de cognac.
J. S. Seixas, 30 caixas com 660 kilos de
sabo.
J. A. PoDseci, 87 canas com 2 088 kilos de
L. Ferreira & C, 148 ditas com 3,8.8 kilos
de abio.
Para 8. L07, carregaram :
C. Puto & C, 2 barris com 180 litro*
a'gre-
= Na narcaca D. Yay, para Macelo, car-
Cast o Lemofi & C, 4 barricas om 300 kUs
A. Fe nandes & C., 8 latas com 128 litros de
cleu vegetal.
Na barcaca Jo ia Mendea, para as la-
goas, carreearam :
J. Rallar & C, 5,000 litros de s-il.
__Na barcaga *cmpre Viva, para Porto
Calvo, carregaram :
Guiftaraes & Vaiemte, 4 ciixas com 9a kilos
de eabao.
No cter Jaguaray*. para Natal, carrega-
ram :
A. Feroanles A C., 1,000 charutos e 12 bar-
ricas co 1 720 kilos de fouio.
S. Ptobo A C 10 barris com 400 li'ros de
vinagre e calas e 10 garraffies com 400 ditos
de geoebra.
ReadlnentoM
Mhi
Renda geral
Do dia 2 a 21
dem de 22
ue Jmeiro
Atfandega
1,364:215*2^9
71:257*009
publico*
de 1896
-----------------1.435:582*298
Renda do Estado:
Oo da 2 a21 481:168*721
dem de 22 36:506*908
517:675*629
Total 1.953:157*927
2.* seccao da Alfaodega de Pernaaibuco, 22
de Janeiro de 18G6.
O cr.efe da seccao
L. F. Codecelra.
O ihesonreiro
Lua Manoel R. Valencia.
RgGEBEDORiA DO ESTADO
Renda de 1
dem de 22
170:184*247
46.289*922
l6444*ltJ9
fmendas 1.2008 ;
52 J. S. Carneiro A C, alaia-
laria 6 08
51 Jo4o Jos da Silva, escri-
ptorio de 1 otntrusOis 3008
56 A. de Mello U. Oliveira, pa-
pelUria 6003
56 Medelros Irmaos & f., es-
criptorio de commissOes 7203
60 Francisco Jos d is Pasaos
Ouimaraes, loja de crea 6008
62 Theodoro Justt, com^nissSes 1:6008
1 Alvares Quental, escripto-
rio de coinmissO^' 2008
1 Firmino de Araujo Jima, e?.
criplono de comtniss-s 3003
1 Oe'trudes Mana Francis-
ca Nascimento, hntel 2403
1 Guimares & Bastos, loja d 1
barbelro 3003
1 Lui Antonio de Siqueira,
E. F. Pauii>ti 4808
3 5 Araoric-n IrmSos & C, es-
criptorio de commissOes 8008
7 Rosback Brotares & C, es-
criptorio de consigoages 1:2008
7 Souza Pimieiro, escriptorio
de oommiasoes 5003
9 Dr. Berardo, consultorio 4008
9 Antonio Neves & C, es*
c iptono de conmissOes 6003
lt F Faustino de Britto, es-
criptorio de commisses 4008
11 Fabricio Gomes de Andra-
de L escriptorio de com-
misses 1808
11 ispiiulino de GusmSo, es-
criptorio de cotnmis?6i8 4008
11 Vieira & C, escriptorio de
coromi88t8 1808
13 'lista Pereira & C, vea-
da 4008
13 ompanhi Estrada de Fer-
ro S. Fra*r0sco, escriptorio
lelegraphico 6008
15 Bario da Soledade, escripto-
rio de commissOes 4008
17 *ntonio Joaqun Sanl'An-
na, officina de sapatas 3508
19 Henry Talck, deposito 2408
19 Si-basnao Alves 4 Silva., es-
criptorio de c immissOes 2003
19 W Bastoe & ., escritorio
de commissOea 4008
21 Brai Januano Fernandes,
tH-ir.a de sap-itos 4808
23 Uredo Fernandes, armazem '
de ulencilios ptra sapalei-
ros 4803
27 Aliredo Horacio Guliuaraes,
vi-nd 3608
29 Procopio Anlonio Dornel-
las, barbfiro 3008
33 C' alim, deposito 30JS
37 Ji- Lopes da Costa & C,
venda 3008
41 Americo & '*., labacaria 3093
43 Peinaubuco Calma, opera-
dor de callos 3603
43 Paulino Arruda L. Caldas,
Ubacaria 3908
43 a Ferreira da Silva & C,
vend 3008
45 F. S Pinto, casa de lei-
I0es 4803
45 K. A. ''liveira, escriptorio
de c romissflfs 4008
45 Silva Guimares, escriptorio
de commissOes 400|
47 Dantas Bastos, pastella-
ria 400
51 Hermenegildo Assis, bar
beiro 4208
53 Joaquim Lipes de Azevedo
& ., venda 4808
57 liluminato S. Fonseca, es-
cripto'io d commissOes 6008
59 Sdv-ira, omeina de al-
Mata 3603
61 T. M. Hood, armazem de
habas 1 4003
Ilua do Commercio
4 Pereira Carneiro. escnplo-
rio de conaignacOes 1:2008
6H Lnndgren & ..escripto-
rio de consign.'C"3 8008
6 Pernambuco Pow ler Fado-
ry, E. F. de po vora 6008
8 Henry Poreier, escriptorio
de consignares 7203
10 Wilsoo SontM Limiled, es-
criptorio de consi(4ai.es 7208
12 Deng Feil zmerm & L., ho-
tel 1:500
14 Paulino de Oliveira Maia,
escriptorio de commis*
s5-s 1:2008
16 Guimares &. C, h..tel 6003
18 Towst Irmaos, hotel 6008
18 Brostelmann &C, esciplo-
ro de consignacOas 6003
Pero ndo de Noronba Roca--, vapor nacional
S. Franc seo, coamaoaale A. P.n:o ; car-
ga varios gneros.
Mercado! Mnnieiptti de H. l..s*
O ocoviiueuto deate awcarto 00 dia 21 de Ja.
oeiro toi o segpintt *
Ko'i- 'im :
39 bois oesaodo 8,2\6 *Hns
360 kilos ne peixe a 30 rs. 10*800
3 comparl com mariscos a 130 rs. *450
4 ditos com camarOes 15) r. .'6 m
36 columnas a 9 K) rs. 32*V 0
2 cargas com galliobas a 7J0 rs. 1*500
9 casauae* com gallinbas a 450 rs. 4*050
2 cargas com milbo ver le a 450 rs. *909
1 carga cora amendoim a 450 *4v>
3 cargas com batatas a 450 rs. 1*350
4 carga con macacneiras a 45' rs. *4jto
I cargas coro cebolinbo a 450 rs. 45)
10 cargas com gerimuns a 450 rs. 4*5(0
13 cargas com verdaras a 459 rs. 7*200
1 carga com canoa a 450 -a. *4'
2 cargas com Uranias a 450 rs. *900
1 cargas com inhame a'45 *450
2 cargas com loucas a 450 rs. *9DO
2 cargas com melancia a 450 rs. *90O
1 cargas com mciao a 450 rs. **50
3 cargas com tiversis a 451 rs. 1*350
40 cargas com Urmna a 3 x> rs. 12*0 0
10 cargas com milho secco a 300 rs. 3*000
2 cargas com feiSo t 3)0 rs. *fl"0
15 Sainos a U rs. 15*000
68 lagares a 300 rs. 19*500
12 comp. com buineiros a 1*8)0 18*000
9 comp. com scin-i'o.r a 1#'59 rs. 9*450
8 comp. com fressaraa a 9 *> a. 7*200
70 coma, com faiendas a l* 's. 140*000
11 comp. com comidas a i*o50 rs. 22*05u
50 comn. com verduras a 450 r* 22*50i 1
101 comp. com fariooa a 600 rg, 60*600
48 comp. com talcos a 3*000 144*000
538*100
10. 45*88
R,-:d,mc tcs dos dtaa 1 e '20
11.183*980
RECIFE DRAINAGE
Renla de 1
dem de 22
1:961*682
*
1:961*682
llovimeuto do porto
Navios entrados no dia 22
Camocime escalaVapor nacional Beteribe a
de 382 toneladas, eqnipa dante F. Carvalbo, carga varita gneros; a
Compaobta Peroambacana.
NewYo'k e Baltimore27 das, vapor allexao
Sleme, de 1319 toneladas, equipagem 28,
eommaadante I. Scbamberg, carga varios g-
neros ; a Pereira Carneiro & C.
New York17 dias, vapor ingles Hogarib,
de 1260 teoeladas, equipagem 28. comman-
dante John Bla k, carga varios gneros; a
Blackbnrn A C.
Navios sabidos 00 mesan da
MaceiVapr ioglez Wtnsbeik, commao-
danie J. Jones ; carga varios geceroa.
Sanios e escalaVapor francs Paranagu
commaniaoie H. Baillemool; carga varios
gneros.
MacoPa'acho aoraegaeoss Ziilia, com-
piti L Oisen, em lastro.
Montevideo Caobonelra Inglesa Baselisk,
commaodanU W. Woods ; carga maniQues
da guerra*
?recos do dta :
Carne verde de 400 a 1*000 rs. o kilo.
Sulnos de 1* a 4*200 idem.
Ca-neiro de 1*2)0 a 1*500 dem.
Faricba de 600 a 1*000 rs. cnia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a caa,
Feilko oe 1*200 a 2*000 a caa.
Navios esperados
De Hamburgo
Lugar allemSo Axel.
Brigoe allemao 0o Grat o Stalberg.
De New Port
Barca noruegeonBe Rsogsbyrd
Vapores a entrar
MEZ DE JANEIRO
Nile da Europa, a 23.
Maraobto o tul, a 26.
ysiatic Prince de N-w-York, a 23.
Vapores a salilr
MEZ DE JANEIRO
Santos e e-c. Ubareoie* a 22. -8 4 horas.
Baenoa-Ayres e esc. Nile. a 22, a 1 bora.
Santos e esc. Peto a 22. aa 3 horas.
Santos e esc, Asiatic Pnoce a 26, a 2 b.
Siptps e esc. Las Palmas* a 27, as 3 boras.
Manaos e esc. Maraobao a 27, as 5 borae.
New Yj k Wordowarin a 30, as 2 boras.
18 Joao Mari de Oliveira, es-
criptorio commisses 4008
20 R. H. c-nolhy & C. es- |
cripiorio de consignues 1-2001
24 L. D. I'rance, hotel 1:200
28 Francisco Jof Jayrae Gal-
vao, escriptorio de com-
missOes 3008
42 Hnniique Burle & C, escri-
ptorio de consignaces 1:2008
44 M. S. Maia, escnpiorio de
conis 6008
46 Ni-tmeyer Cahn & C, escri-
ptorio de consignaces 7208
48 PontU'l Rezende* C, escri-
ptorio de comuiise8 6008
9 Nova Ymeyer & C, escri-
ptorio de consignases 3008
9-11 L'iw. Jo da Silva Quima-
raes, armazem de nssucar e
escriptorio de consignaces 4:0008
11 Silva Guirnarae*. escripto-
rio de coosigiiaf-'s 1.0008
13 Companhia de Scrvic dos
Portos. escriptorio 4503
13 Br*z Silva & ;., escriptorio
de engenharia 4508
13 Black Burne & C, escrlpio
rio de consignac^ 1:8008
13-15 Burle &C, arrraem de as-
sucar 4:0008
15 Antonio Luiz d >s Santos &
('., rs< nptono de znngO^s 4:0008
15 Juhnslon Pater & C, escri-
ptorio d" consignac-is 1:2008
Thom de Souza
2 Francisco de Souto i'eres,
venda 1808
4 Alonso Basto, hotel 3603
t Antonia Andrririirta3, pa-
pag.iios 1448
8 Manoel Vasqu*s Alves, hotel 8003
10 Jo"11 Vlsnoel Caix*iro, bebi-
das 2108
12 QuHrlno d'Assurapcao, gen
gibirra 2008
14 Iiidoru Alv-s Pitillo, hotel 4S0S
3 AnKinio An-ii Tirtarias,
venda 1803
Ra de D Mar a Tesar
1 Joc Correu depo-UO 1803
3 Luz 1a Silva, casa de parto 1.003
9 Murioel Norbeiti de Bnto,
hoiel 1418
Ru* dn Torres
4 G Vasceoeellofl & C, escri-
piono de coinmis-o 8 420J
4 Os mesmos, armaseis de as-
quear 4? 8
14 Miranda & C. venda 4003
Largo do cu po Santo
2 kodrigoes Machado, venda 5003
2 Francisco Gue.les Pereira,
escnpiorio de comra: sss 4208
4 Lr Ji>ao d'Olivpira, escrip-
iori-) de commisses 4308
4 Guimares Valent*, escri-
ptorio de commiss-s 4003
6 tiuimarfies Vnie ie, venia 9603
3 l)r. Klavio Brederodes, con-
sulior o 4003
57 Julio & ., deaosito da sac-
eos c escnp'orio 1:8008
79 AgosUnbo Cosa & Fiuza,
esc ipiorio e comiuis-es 8008
11 Dr. MaUquias, consultorio 0003
13 Ber ardiuo Gom-'S le Car-
valho, escriptorio de coui-
miss-s 6003
15 Dr. Bastos d'Oliveira, con-
sultorio 6093
17 Jo-e Bailar & f!, escriptorio
de co nmises 1:2008
17 M. S. Maa. aru.az-m de xar-
que 1:5003
19 Moura Bi rges &. C, escrito-
rio le comraises TOS
19 Dr J io Paulo, consultorio 7203
21 Bel< ro & Costa, armazem
de macames 4803
23 Barros Gome", barbeiro 4003
23 Eugenio Cb lm-, esciptorio
de commisses 3003
25 Fe-reira Irmaos, ar.nazem
de fazendas 6008
27 Mar.-ellino Fortes & C,
venda 6008
Travessa do Vigario
1 Sani'Ann A C, barbeiro 2103
3 Antonio Jos Candido Sou-
za, sapaleiro 3003
3 Theodoro Francisco de Mou-
ra, ofliina de fuoileiro
Bispo Sar inua
1 A. G. Seixas, hotel 1 2008
311 Joao d'Aquino Fonseca, de-
posito de sabo 1:8008
Vigario Tenorio
4 Joo Fonles, armazem de
macames 6008
4 Dr Barros Sobrinho, consul-
to > io 2408
6 Marceliino Martins Gesteira,
v- ma 4003
8 Joaquim Alves da Silva San-
tos, macames 6008
10 Francisco Ferreira Baltap,
escriptorio 3008
12 Sal Marques Santos, xar-
que 6008
14 Antonio Floro, sapateiro 1203
14 Eugenia Siqueira, casa fune-
raria 3003
16 Dr. Manoel Falcao, cnsul-
lorio 3008
16 Fiuza & C, xarque 5008
18 Jos Cupertino da Moraes,
lorii-iro 2403
22 Martiniano Correa, ferrti-
ro 1208
24 Albino Francisco das Cha-
gas, carpintaria 3008
26 Villa Verde, xarque 4008
3 Eduir.lo Martins Barros,
escriptorio de commisses 6003
5 Antonio Manas oreira, es-
cnpiorio de commisses- 4008
9 Pedro Antonio de Lima, res-
tauran! Brazil 9003
17 Pedro Ozorio Serqu-iira, e-
criptorio deco-i.misses 4003
19 Travassos & O., escriptorio
de coramissoes 3)03
19 Nova Mai* & C, xarque 4008
19 H. Philipsom, fabrica de ca-
rimbos 4003
25 Manoel Lopes de S &, C,
estiva 4008
31 Pedro Antonio da Costa,
barriqueiro 4808
31 Carlos Rabillo, escriptorio
da comaiSMJ 3008
33 Flonndo Jos Baptisla, ven-
da 3608
Mariz e Barros
Silva & C, venda 2103
4 Antonio da Silveira Pinto,
caldo 4 A Bellarmine, alfaiale 968
6 Secundioo, barbeiro 1803
14 Madeira & C, deposito de
bebidas 4003
16 Ji'j Jos de Lima, barbei-
ro 2405
16 Norberto Alvea da Silva, fu-
nilero 2403
1 Antonio Luiz Correia, ven-
da 4003
3 A Manoel Antonio da Silva,
otHcina de funi eiro 1808
5 Francisco Roberto de Arau-
jo, casa de pasto 3008
7 Joo Pinto, venda 2508
9 Isabel Torres Accioly, casa
de pasto 3008
Burgos
7 Medeiros & Carvalho, tanoa*
ria 400*
11 Innocencio Almeida, tanoa-
ria 3608
Travesea da Madre de Deus
2 Xavier Simas & G., arma-
zem de fumo 6003
4,6, o 8 Amorim Fernaedes fe C,
estivas 3.1008
10 Santos Araujo & C., deposi-
to de sabo 1:0008
12 Lopes Albeiro & Companbia,
estiva 1:2008
14 Joo Feroandes de Almei-
da. idem 6008
16 Joao Silva & C, idem 8008
18 Figueiredo Costa &. Camp.,
idem
33 "astro Lemos & C, idem
7 Candido rrmes Ferreira,
escrp'Orio
7 Augusto F de Oliveira, es-
cripioiio
7, 8. 11 e 13, "inonm Fernn
ddes & C, uva
15 Joo B.rbosa de Garvalno,
dem
17-19 Go calves Rosa ft Domin
gues, dem '
21 Joan Fernn les da Almeda
dem
23 Dias Feruandes & "", idem
,"IIim do Amorim
23 30 Antonio Mana & Silva, la-
DOaria
31 Jeronymo Soibero, depo-
sito
42 Joo Franc en de Assis,
vend
52 Pedro Viano* Medeiros, fa-
brica le vassouras
52 Jos Isnaty, escriptorio de
commis.-o
66 Pereira baria A Comp., es-
tiva
1 Antonio da Silva & Ir.no,
venda
17 Euz-bio Manoel da Co ti.
id. m
21 Jeronymo Jos Severo dos
Res, lanuana
23 Leocadio M iriano Luz tanoa-
ri
25 Premenio Francisco Sanios,
polieiro
20 i'ruiencio Alves Britto, ta-
noana
3335 Jocjqum Ferreira deCarva-
Uto. estiva
37 C sia Lira- Se C < siiva
43 '"osla Ruch'i & C. es iva
45 Guedes Arauj & Fllbos, es-
uva
47 Idis &C estiva
49 Souzn Agmar & i'..e (iva
Ra d.i Moeda
1_; Pereira P111111 & '., lannaria
7 Itndrigues Maoie ra, tai.oa-
r>a
11 Pin o Ferreiri, tanoaria
13 -15 vn 'I Marques de Olivtira,
tanotr.t
17 -19 i'ereira Pinto &,''., tinoana
21 Amonio do Reg Lima, la
noana
27 niitinin Sim;S Felippt* Sil-
va,j leposito
49 Euz-bi Manoel da Costa,
Casa de pasio
Hu do Tuyiy
2 Jos da Silva Ribeiro.ianoa*
ru
4 S. Joanei'n, escriptorio,
6 Luiz Borges, tanonria
10 Arihur osla, escnpiorio de
Ccinimisse8
13 -15 Barbosa & G tanoaria
Praa da Assembla
15-17 Pholmam & C, armazsm
de assui'ar
19-2123 A. Taboria, armazem
de asssi car
Ra Madre Deus
8 Bariholomeu Lourenco, es-
criptorio de commisses
1214 Ferreira Ridngues & C,
( sil va
16 neniando Julin & C es-
ti "a
18 20 Fraga tocha & C.
22 J S maral, E e depo-
sito de bebidas
28 Manoel Joaquim Costn Ra-
mos, e-tiva
30 J. F. Carneiro, estiva
32 L. Ferreira & C, deposito
de sabo
34 Nuoes Coimbra & C, so-
reaes
36 AlrueMa Machado & C, fu-
mo e charutos
38 Sebastio Oliveira Rezende,
barbeiro
1 Antonio Soares & C, es-
tiva
35 Jos de Macedo. estiva
7 Browel & C, Successor de
M urom & C fumo e rap
9 Luiz Goncalves Villa Verde,
xarque
11 1 cimbra & Targino, L al-
vaiale
Ra Domingos Jo? Martins
16 Theoiooio Jos dos Sanios,
lanoana
18 Jo.o Alves da Silva, lanoa-
ria
24 ( onstantino Fonseca, tanoa-
ria
46 1 ompanha de Carne Verde,
aeoogae
48 Casimiro Jos Gongalves,
venda
50 Luiz Pinto Siraiva. vendo
52 Joaquim Pereira Rochedo,
funileiro
60 Amelia Cesar de Mello,
ngoueue
62 Compaohia de Carne Verda,
acougue
70 Francisco Guilberme Tirco
da pontes, escriptorio de
consignaj-js
(Contina).
1:2008
Elital
Vendagem de peixe
O Dr. 80b Prefaito do Municipio do
Recle rnandn fazer publico aos Srs.
soes-, guardas e a quera mais interessar
que, de conformidade com o acto de boje
do iisni. Sr. Goveroadcr do Estado, ne-
gando prorimeato eo recurso interposto
pelos pronrietarics de cari-sea, pescadores
o mercadoraa de peixe, da de iberaeSo
cootida na lei municipal n. 58, ceasoa a
suppansao -a execncSo da mesma lei, por
cojo dispositivo o peise s poder ser
vendido, dentro ou fra dos mercados
peso e ssgaudo a olassifca^Sa nella esta-
beeciaaa.
Secretaria da Prefeitura Mnoicpal do
Recife, 21 de Janeiro de 1896.
O secretarlo,
Joaquina Jos Ferreira da Rocha.
O Dr. Jos JuliSo Kguatra Pinto da
Soma, juia dn direito de ausentes no
municipio do Recife, Capital do Esta-
do de Pernambuco em virtude da
lei etc.
Faco saber aos que o presente edital
vrein, 011 delle noticia tiverem que, por
este juiso e a reqaerim^nto do Sr. Consol
dajSuisaa, foi arresadado o espolio do
subdito de isa na^So, tto Brupbater,
fallecido a'o iotestate e se^ herdeiros
oonhecidos, (So pelo presente chamados
os credores e herdeiros do raeimn finado,
para no ,,-azo de 30 das, a contar desta
data e perante estejuiso, se habilitaren!
e leQUorerem seus direitas.
E para que chegue ao conhecime-to
de todos os interessados, maidei pasear o
presente, para ser publioado pela im-
prenta.
Dado e pastada cesta cidade do Recite,
Cuital do Estado de Pernambueo. aos
21 dias de Janeiro de 1896.
u, Vi jante Ferreita Nobre Peac*E
escrevente juramentado, a eaorevi.
Eu Fraociaso de Siqueira Cavalcante,
escrivSo abaorevi.
Joa Jalifto R. Pinto de Soma.
6305
20 f
400| t
4 000S ft
5008 H
1:000 /
8008 6008 A
4008 .
4208 .
3608
1803
300
6038
'1008 .
-1008
3608 :,
2408 1808 >|
2008
13003 4008 4208 j
1:2003 12003 5703 1
1:0093 h
4008 4008
70DS 1:2003
1:2 08
1003 .
2408 %T
1808 360 1808
2.0* 7038 I
6 0003 J
6:0003
3008 '"
12008 1
9608 8..03
9003 4008 7008 *l
4008 8008
4008
3608 1
4008 1:0003 I
8008
4008
5008
2408 3008 H "
1688
4008
4208 4008
2408
4008 .
4008

v

j
i.


* **.
' Basas '****
...- -. .

K
Diarto de Pernamboco Qainta-feira 3 de Janeiro de 1&9B
m *

fc*
i Directora da Secretarla da
Jastfc, Negocio* Interioren
lostruecio r-unllca de Ba-
gado d Pernassbneo, esa
SO de Janeiro de ls.
. wecce.
Edital
Da ordem do Sr. Dr. Secretario da
Justiga fayo publico que oom o praao de
30 das a contar da data deate edital,
fica aberta concurrencia para o foroeci-
meoto de fard.mento aa pracas dos Ba
taino1 s Eit-idoaes do Iafanteria e do
Corp) de avallaria e de forragem, me-
dcate itos, torreduraB e cr*vas ava-
hada do m sti> corpa, mediante as
cllauaulaa seguintes :
1.a A propostas evern vir devida-
mente aeIludas e fechadas e oa propo-
nentes reqnerer&j previamente a esta
Saoretaria, probando qu) sSo negociantes
matriculados e se achaco quite i, relati-
Tamecte ais impoatoa de ioduatna e pro
fiso-'s do utimo semestre, e declarando
qu 84 obrigam a tedas es COndicSsa nes
ceasariaa para a g<*rentia dos ioteresse
do Estado, de ?ccordo com aa tabelles e
dtspneiyo^s reglamentares em vigir.
2 Nao s ii) aceitas aa propostas
cae coL.tivereai artigos nao monciuca^os
as refcnda tabellas, oem Umb-m
aquellas cujoa prego eatverem aojeitos a
abatimento oa descante.
3.a O contracto s poder ser feito
com quem me hores van'.agena offereoer
na ciDCurrencix.
4 O toroeoimento de fardamento
ser falto p r prusiana nos praaos que
forem mhroadjs no termo do contracto,
cando os eo.:tractantes suj tos, uo caso
de iffraccao, s mut<8 previstas pelo
legulameuco de 2 de Junho de 1879.
5.* a extractantes do foroeji- ento
de erradursa e cravos ficm obngadus a
terrr a cavalhada sua casta e com a
maxtroH p-.rteiyao, a jmz3 do Comman-
dante do Carpo de Cavellaris.
6.a fccu igualado de circumstanciae
ter preferencia o cccctrrente que ae
prop.zir a furaeuer dito fardacoeuto, com
fazaedas manufacturadas no Pas.
Os fornscimeotoa serSo teitos durante
o preso correspondente ao de um oa mas
da i m exaicioio financeiro, conforme
coavier ao sorvco publico e for deter-
minado pelo Dr. Secretario da Jas-
tica .
O director,
Affonso V. de Medeires.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
KDirAL n. 41
0 admioist'.dor la publico a quem nierps
83r po:8a que oi retaran* < o mappa o. 1 e
no nrasode 8 ii:a* coatados da data n. nabH*
cacSi do pr-sent' edital 8>ri arrec>dado a
bocea do eors o unosto a~lrn declara o, re.
IsIItj so s-m-sue oo exercicio oe 1895 a
I89S da ClaSM u 1.
Recenedoria de Janeiro de 1896.
0 aimiohtrarlor,
Affonso e Albuqoerque M-llo junio'.
Recededoria do Estado
de Pernambuco
Edital ii. 4
O aoroioietraai-r t-ndu em vista a le do or.
$amei.t>em vigor 8-art 3' fazpiblio pa a
coch'eiaeato 'tos esperiiv s cootribulotes qa>
d ntro de 15 da* pre'i*08 contad"8 ia d*ta
do prtBeote ed tal e untarme a relacio abai.
xo, ae procede a 0 i'.cs do cofre, e ar.-ecada-
cao do imposto sobre terrenos baliis nao
ed ti :a i.ij a' da qo" mudados relatv > ao ex.
erctcio de 1895 a i89 j a raiao de 100 rts pur
metro quidr. d >.
Re eoedorii ** Enado de Pernambaco, 17
de Janeiro de 18%.
O administrador,
AITjuso de Aluuqoe-que Me 11 Ju ;or.
Edital
Secretaria da Industria
1* Directora
Em ae Janeiro de 1896
arreudameoto de leles de trra no Arcbipela.
go de F rnitido de Noronlia
Para cooRecimeoto dos lotereraados, fac
Pcdiico que, estando o Sr. gobernador qo E*.
tado autorisado p la M n. I2i, de 3 de Jolno
ohicDo, a ar'eoda." a qaem memores vai'taceae
otleee-, paqueaos Io>ps de ierra no A cbipe
lago de Fernando de Noroona, recebem se nes
ta secretarla.al o dia 9 de Peverelro viodoo'P,
a 1 ora aa larde, propestas para o referlio
arreodameoto, par a fandacao de orna estac'o
de peica. de saiga oj coaserva^ao de peixe
para a exporugao, pesca de esponjas e ontros
productos mariubos.
As propostas deven eer convenientemente
selladas, entregues em carta fecbada e rooter
em termos claros :
Ia O preco do a'rendameDto de cada um lo-
te "e Ierra.
V InalcacSo da resirt^cla dos consurreo-
tes.
3* Ccmprovacao de ideneldade para eieco-
tarem estrictamente os roo -a too.
Nao sero aceitas as propostas :
I* Organsada8 em desaccoroocom o pre.
sent edital.
2* Bageadas em precos de octros concur.
renes.
3* Firmadas por qaem qcer qae tenba del-
Xb.io i e cumprlr contractos ou procesaos de
contractos celebrados com qoalqoer das ex-
lio'tas ou d s ac uaes repartiges oo Estado.
4a Qae nao tffirece eos as garantas e qua.
Utfd-n exigidas oo presente edital.
' N onama proposta ee'S aceita sec. que o
concurrente ap-esente recibo, P'flvaudo ba
ver depositado oo TVsou'o Esladoa', ai a
vespera do di' designado para a abortara das
P'o-.ostas a qoaotia de 2;OC0l, qoe perder
em beneficio don cofres do BataJO, Be, prefe-
rida sua proposts, rscosar-se o proponente a
aSrignar o contracto respectivo.
Us concuTentes observa'So como Ihes cum*
pre as clausalas do decreto abaixo trars'riplo
b'm como as femis dlsrosl^Oes legaes vigen-
tes, rtlativas a arreoaameoto deproprios esta-
do ^8.
Ha>erdo duaa a mais de dnas propostas
em perfeiu ignaldaae de condic5-B, se- pre-
ferino o oncorrente qae melbores provas de
idooeldade itl.rectr.
0 director garal,
JoAo Dmit R'ueiro da Cuita.
DECRETO DE S7 DE JULHO DE 1895
Clausulas :
1 As prorc-'ias versarSo excloaivamente eo*
bre a luduetria aqu especificada.
2.* A cana arrematante Dcam plenamente ga-
rant :us: a) o direito exclusivo de explorar a
industria qoe cootraclar, e por todo o prazo do
a-reodameoto da rea, o qoal nao exceder em
caso algom de quiote aanos, contados do da
da instad ao do servigo ; b) o direito de pre-
fe en' ctD lgualdade de condigOes. caso tenba
d>- .' ntvamente posti em coucurrencla (Lei
o. 124, rt. 2.)
3 'sgotado o prazo de que t.-ata a clausula
precedente, lodos os edificios obrsa, macbioa
e quaesquer bemftitorias ellectuadas pelns ar-
remaiaoies, reverterao para o Estado, sem ln-
demnisi)jo alguma.
4." A. superfl le de oda um des lotes de tr-
ra, cujo tamaobo, medievo e dma C05A0 se-ko
Jeitos a costa dos arrmatantes. >era o numero
de metros quadrados qu lr nresario, se-
gundo o genero de trabalnos exigidos para ca*
da exploraco.
5 F.ca constituido om lote do trra, pera
os effeltos defte docret), o grupo oaa libas,
taubem pertencente ao arcbipelsgo da Feroan
do de Nartnba, denominada : Rala, do Helo,
Sella. Oeneta, Raza, S. Jos e os iinos all ex-
iste les.
6 Por conta dos arrematantes correrao to-
das as dc8pezas com o servico que o goveroo
lnst luir para Oscalisa- a exfdcao dos coa-
tractos de arreodameoto, quer em Fernando,
qner oo continente.
7 0 arreodamentos serio intransferivei?-
8." Tambem naoseao aceitas as propostas
tirmodas por esirengeiras, s podendo coocor-
rer a este arrendamento cidadaos brasileiros
natos oa nauralisados ba mala de cinco an-
uos, Bcando en endito que t > iaa as questoes
suscitadas, quer na esC3iba da propostas, quer
na execucao do contracto serio resolvidas em
dtflo.tiva oehs autoridades brasieiras, Impor-
tando cadn^idade do contracto, sem direito
i'idemnisac'i de especie algumi, o eppello fei-
to porqoaiqner forma lotervenco diploma-
tica ou aos boos oficios de autoridades estran-
veiras, bem como qaalquer aseociacao dos con-
cessicoari b com idanaos ou :ostiini(6es es*
tr. ngelras por nstrumeoio noblico ou particu-
lar.
h) Arhbmetioa : Pratios das 4 ope
ra^Ses sobre ioteiros e nmeros fraccio-
narios ; pratioa de problemas facis de
regra de tres, de oompanbia simples e
de jaro simples. Systema mtrico de-
cimal : coohecimento pratico dos pasos
e m oom ss antigs, quer para com as do
novo bjstema entre si.
c)Qeometria : oonheeimento das prin-
cipaes formas geomtricas ; trabado de
figuras planas por constroccBo.
Deasas materias t farlo objeoto de
prova esoripta as das seriesa e b~
e fszenlo o candidato prova oral de todas.
O director poier recasar a matricula
ao candidato que, nao obstante ezbbir
os attestados dos ns. 2, 3 e 5, cao esti-
ver a neo jaiso, as coodicSsj de fre-
quentar o estabelectmento, dando de
tado cenhee monto ao Governo do Eatodo,
qae proferir, sobre tal ponto, deoisBo
tinal. (Art. 12 do Reeulainente expe-
dido com o decreto de 30 de Agosto de
1895).
A matricula nos demais annos se far
tambem em virtude de reqnerimento ao
director, bastando juntar os certificados
da approvacSo dos exames das materias
do auno preotdente e o coohecimeato da
taxa.
Encerrada a matricula, nenham can
didato poder ser mais admittido a ella,
salvo pagando o duplo da taxa, e at 15
de Mareo.
Secretaria da Escola Normal de Per-
oambuoo, 15 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Julio Clemente de Feria.
Relricio a que se refere o edital sopra :
Belaco d: pa-t" dos terrenos baldos das fre-
gaeziaf, Rc-.'ife. Santo Antonio eS. Jfi
Recife
Roa do Brum n. 26, 2113 "244 2IU344
Trave--- 323,-:40 32^340
S Paz o. 15, 298"^ 29*835
Dita D.i, 218 "2018 22828
Marqu do 11 rval o. 84.
141 'a25r' 14 X750
D.la n. 108, 89'.,'!18 9X318
S Jos
Coronel Snnssuoa n. 183,
475 9.18 474o'8
Alecrim n. 67 I6fi0,m200 i6tii000
Dita u. 91, 1403279 140X179
Passo na Pa ia n. 26 1I3O200 11J510
Travessa doCm^rao o. 23,
651 290 654190
Dita n. 29. 472 "*5T 47*150
Brtboiocnea n. 17. 662 203 664103
DetMigi D. 27 420 2J0 4z0"0
Dita n. 31,2434-O 2434460
Imperial n. 33, 232r230 2342rO
Dita n. 89 2*1 "OO 224KIO
Dita o. t)9 5541 m200 55S4100
Dita n. H4 l-O^O 115J000
Dta n. 22-:, 975,'200 97*500
Dita n. 21-9,18556 240 1 8558610
Dl'a n. 30). 134! 2 0 1344200
Dita n- 197 3094 200 309440H
Dita n. 193, 18 6 m240 1854640
Dita D. 279, 265 in250 2655 0
Dita n. 2o8, 28525"200 2.85245(0
D ti n. 240 390e2i0 3904640
D'ta n. 159, 1112 250 Hl 420H
Dita n. 163, C*,*80 644080
Dita n. 165 1290 230 1294050
Dita n. 165 854 m2 40 8544' 4
Dita n. 16. 104.-00 1024400
Biti n. 128, 16 6"265 1604660
Dita n. 237, HSS^S 5-54?60
Dua n. ?10 770 "^W 7740< 4
D:ti n. 169 A 2496.200 2494605
Dita n. 241, 342<).>2J0 34210:'0
Dita n. 23. 1305-KM) 130J500
Djia n. 261, il062,"*:0 1.116425
Instituto Benjamn Cons-
tan t
Pela Secretaria do Instituto Berjamin
Conatant e de ordem do Sr. Dr. Di-
rector, se declara aberta a matricula dos
alumnos nos difereotes annos dos dous
curaos, devendo oe paia ou encarregadoa
dos matricnlandos apresentar ao Director
do estabeleciment es reqoerimeotos
instruidos oom todrs oa d' comentos justi-
ficativos das condieSes em que se sc^am
os candidatos matricula, qoe sao :
1' certidao de idtde ou documonto equi-
valente ; 2' attestado de accineQBo cu
revsccinacSo; 3' certificado de que o
candidato nSo scflVe de molestia alguma
contagiosa ou infecto contagiosa ; 4" ai-
testado de bom procedimecto passado
celos professorea e directores das escolas
qoe el.o bonver frequentado, oa por
pessos reconhecidameote idnea.
A taxa para a matricula dos alumno
nos differentes annos dos cursos de pre-
paratorios e comm?rcial de 128000,
paga na repart'cSo competente, median-
te go Encerrar se-ua a matricula no dia 15
de Fevereiro, nos termos do regulamento
vigente.
Secretaria 4o lostituto Berjamin Con-
atant, 15 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Celso Tertuliano Fernandes Qaintella.
Secretaria da Iadufetria
3.a Directora
Para conbecimento dos ioteressados
faco publico qne no dia 31 de Janeiro
vtni'Drn, a 1 hora da tarde, recebem-so
neat Directora pr.'pistas em carta fe
chada, devidameote selladas, para a
constrcccSo de 2 pe^Sea e 1 pier de 1
ponta sobre o rio TJna, em Barreiros,
oreados em 19.0545975 ris.
As proprgtas devem ser escrlptcg
exteoao, eem rasura, emeoda ou viciopor
qualquer especie, sendo rejeitadas ss
que se resentiris das segniotes faltas :
1* As que excederem os precos do
ornamento ;
2* s q.a rSo forem organisadas de
accordo com o presante edital ;
3* As que ae baaearem em pregos de
outras proposta ;
4* s que forem firmsdss por pessoae
que ji tecbam deixado de camprir con-
traeos com esta ReparticSo ;
5* As qne nao offerecerem ss garan-
tas e qu sudarles exigidas neste edital.
Havendo duas oa mais propostas em
igualdade de condicSes, ser preferida a
do concurrente que melhores provas de
idoneidade ofierecer.
Os Srs. concurrentes deverSo, alm
deasa idoneidade exigida para a direccBo
e execucao das obrus, indicar o logar de
sua residencia.
Nenhum proponente ser admittido i
concorrencia sem que prove oom docu-
mento f-mecido pela Taesouraria des'a
Repartidlo haver depositado nella quan-
tia correspondente a 5 [. do valor da
obra a oontractar, importanc.B, que per-
der ai n&o assignar o contracto den'ro
do praco marcado no convite que para
tal fim Ihe fer expedido.
Para boa garanta da execncSo do
contracto, depositar o contractante no
Thesouro do Estado ama caucSo que ser
prevismeate arbitrada por esta Direc-
tora.
Estar a dispoBcSo dos Srs. proponen-
tes oesta Directora, o ornamento deasa
obrs, bem como se dar qaalqaear es-
c!arecimento qae desajarem neste sen-
tido.
Recife, 8 de Novembro de 189.
A. Urbsno P. Montenegro.
Direotor-geral-interino.
Recebedoria do Estado
de Pernambuco
EDITAL N. 43
O administrador fai publico a quem
intereasar posea que, dentro de 8 das
contados da data da pnblioacSo do pre
ente edital, serSo arrecadad s bocea do
cofre os impostes abaixo declarados, re
lativos ao 2' semestre do exercicio de
1895 a 1896.
Recebedoria do Estado de Pernambo-
co, 20 de Janeiro de 1896.
O aa mtalst'ffnr,
Affonso d'Albuquerque Meti Jnior.
Impostos a qae se refere o edital sopra
Clasee n. 4Armssem de bscalhan.
< 5' c de farioha de
Recebedoria do Estado de
Pernambuco
EDITAL N. 39
O administrador fas publico para co-
nbecimento dos respectivos oontribointes
que dentro de 30 dias imnrcrogaveis,
contados da data do presente edital, re-
cebe-se o cea do cofre a oontribuicSo
relativa ao calcamento execut do oa
roa e ci nstante da rels$So aqaixo.
Recebedoria do Estado de Pernambu-
co, 9 de Janeiro d 1896-
0 administrador,
Affonso de klbuanerque Mello Jnior.
RelacSo des predios aujeitos ao imposto
de calcamento a que se refere o offi-
co do Dr. Secretario da Estado dos
Neg< cios da Industria, datado de 2
do crrante mea.
FEQUEZIa DA BOA-VISTA
Ra de Gervasio Pires

22Fsbriea de
trigo. "! /
SBbSc. /
Escola Normal
De ordem do Sr. Dr. Direct r e de
accordo com o art. 13 do Regulsmento
em vigor, faco publico que a matricula
nesta Escola estar aberta do dia 15 do
correte at o dia 15 de Fevereiro.
Os candidatos matricula ob 1 anno
requerida ao Director, deverSo satisfaser
as segniotes coodicSes :
1.a Certidao de idade, oa documento
equivalente, em que provem ser maior
de 18 annos para o sexo masculino e de
16 para o feminino,
2.* Attestados de moralidade, pe asa-
dos por pessoas idoness, a iaiio do di-
rector.
3.a Attestado de profissional qo3
prove nSo soffrer o matriculando molestia
contagiosa oa defeito pbysico, qoe de
futuro o iapossibilite de exorcer o ma-
gisterio .
4.a Conbecimento da reparticao com-
petente em qae prvem ter psgo a taxa
de 100000 (1.a prestacao).
5.a ApprovacBo em exame de admis-
sao, o qoal versar sobre ai segniotes
msteriss.
a)Lingaa materna ; analyse lexico-
lgica, dictado, redaccSo, leitura interpre-
tativa de prosador racerno.
6 Dr. Jote Alves Lima
8 Luia Qoc$alves Agr
10 M -ncel Luia Ribeiro
12 Antonio Pereira de
Carvalbo
14 Jos Ferreira de
Mello
16 Joo Monteiro de
Birros, nnida a n.
2 de hosario
18 Joanna de Jess No-
ves S moVs
20 Berdeiro de Luiz
Jos Pereira SimS^s
22 Herdeiros do Conego
Aotonio Manoel da
Assumpso
21 Os mesmos
26 Dr. Henriqae de Mo
raes Campello
28 Francisco Jote da
Silva Gnimaraes
30 Marcelino Jos Maria
de Alnuquerque Lis-
boa
32 (Jompanhia Re o i fe
Drayoage
34 Iz*bel Raymanda dos
Sant s Pinheiro
36 Albertina, Ce c i 1 ia,
Bertha e Amalia
Emma
28 Carlos Antonio de
Araojo
40 Jofto Fercardes A.
Walongueiro
40 A O mesmo 2400000 .
42 Antonio J. C-soao 4U0JO0O |
44 Alpioiauo Cavaloao-
ti de Albuquerque 3905000
46 Antonio Maobado Pe-
reira Viaona 4705C00
48 J. M. dos San'os
Cavalcanti 2731000
50 Valeriano Manso da
Costa Res 2730
52 O mesmo 273J000
54 Jlo Ferreira a'Axe-
vedo l 340(J000
56 Fasenda Naoional
Intendencia Municipal
3 Jos Mara Seve 330^00
5 Antonio Ferreira Alves 330S0U0
7 Isabel Piretii Seve e
outros 330,5000
9 Olympia Gomes A.
da Silva 32TJ000
II A mesna 330iJOO0
13 Manoel das Dores
Peretti 300^000
15 A mesma 300OCO
17 Antonio Jjaquim de
Britto 4500000
19 M a n o el Goccalves
Marques Ferreira o
outros 333*000
21 Olympia G raes A.
da Silva 6200000
23 Jos Mara Seve 33 SOCO
25 Jos Prretti Seve 570,5000
i7 JoSo Ignacio de Me-
deirosRego 1.4700000
29 Cmpanhia do Be-
beribe
31 Antonio Angosto do
Lemos 1.1000000
33 Mara Luiza, fllha de
Luia Gon^alves da
Silva 3735000
35 Beatris Burle de Fi-
gueiredo 60OSOC0
37 Davd Ferraira Bai-
lar 6900000
39 Aona Luisa Coelho
Layme 2730000
41 Joaquina da Costa
Maa e Silva 3300000
43 Paulo Jos Alves e
outro 273&C0O
45 Aotonio Jos de Al-
meida Braga 5700000
47 Mara Amalia Mar-
tint 2730000
49 A meama 4508000
51 A mesma 273(000
53 Joi Goncalves Mar-
tina 2400000
55/57 Manoel de Medeiros 8600000
39 Maris Isabel da Fon-
seca Pinto 7000000
61 Maria Neves Ban-
deira 6301000
3 Antonio Jos Fer
nandes 6C0S"00
65 Mana Meqaelina Ro-
drigues 4400000
67 Aona Carolina de
Magalhaes Guerra 3600000
69 Catharina Maria da
Silva Mata 2O0rCO
71 A mesma 2730000
73 Jos Luia Aires Vil-
lela 200$000
75 Maria Eugeua de
Jess 2400000
77 Maria Luisa, filba de
Luiz G. da Silva 33O0OCO
79 Antonio Goncalves
de Asevedo 3300000
81 Jote Antonio Ferrei-
ra Gnimaraes 16&0OOO
83 Barao do Limoeiro 80fT00
85 Aona Marques de
Amorim 1.3730000
A mesma 775g0CO
87 A n n a Sosres d e
Amorim 7000000
89 Carolina Soares de
morro 800$0.0
91 Mancel Jo8o de
Amorim 69c|000
93 Aona Soares de
Amorim 695$ X0
95 J"3o da O a n b a
Wanderley 1.400*000
98 Anoa C rolica Lopes
de Oliveir 4800000
99 A mema 333$000
101 A mesma 333S000
103 Anna Soares de
Amorim
105 A mes ai a
107 A mesma
109 A mesma
III A meama
113 A mesma
115 A mesma
117 A mesma
119 A mesma
121 Olympia C. Ferreira
Moreira
123 A mesma
125 Anna Soares d e
Amorim
127 A mesma
129 A mesma
131 A mesma .
v33 A mesma
t35 A meama
137 Aotonio Joaquim da
Silva Britto
139 O mesmo
141 Compachia de Trilhos
Urbanos do Recife a
'Minia
RA DO ROSARIO
30 Antonio Affonso Si-
m5es (fundo) 2.25OSO00
32 Lu.a Goncalves Agr 270$OO0
RA DO RIACHUELO
17 Antonio Goncalves de
Asevedo (oitao) 1.4CO0COO
21 Carolina Viegas de
Miranda Caneca e
filhos 8850000
RA DEO FARIA
2 Mariana de Medeiros
Reg Pi.ette (otSo) 873$0.0
LARGA DA SANTA CRUZ
10 Luis de Paula Lopes
(oitao) |61OS
: t: RA DE RIACHUELO
2 Dr. Joaquim de Al-
buquerque B a r r os
GnirntrUes
2 B Diocizio Dias Mo-
3500000 reir
4 Marcelino Jote Bsp-
550)000 tista
6 Maria dos Santos Ne>
330|000 ves eseusfilho
333$000
3330000
3330000
333$ Ol)
333SO0O
6A Olympia H. de Mo-
raes a Si'va 3330000
8 Antonio Jos Ooim-
bra Gnimaraes 333$00^
12 J t Fernandes Fer-
reira 333J0O0
14 Dr. Jos Alves Lima 333SO0O
16 Joaquim C ndido de
Ol ve ir a M rques 2768GC0
16 A Aotonio de Sonsa
Duarte Ferreira 973J0C0
16 H O mesmo 69u$'.)M)
1IO mesmo 57O000
16 J O mesmo 5( $000
16 B O mesmo 600000o
16 C O mesmo 6UO$0OU
16 D O mesmo 306S000
16 E O mesmo 306S0OO
16 F O masmo 3000000
16 G O mesmo 213$000
18 Auna Carolina Lopes
de Oliveira 1.9001*300
20 Carlos Aotonio de
Araojo 5701000
22 Dr. Fabrcio Quedes
de Andrade Lima 900$000
24 Manoel J o 8 o de
Amorim 5130000
26 mesmo 420OOO
28 O mesmo 3930000
1 Dr. Ariitarcho Xa-
vier Lopea 1.5C0S0OO
3 J s Soares do Ama-
"1 2.9730000
5 Vicente Ferreira da
Costa 1.500S0OO
7 O mesmo 2.0000,00
9 O mes.no 1.4709000
11 Manoel Antonio Ro-
drigues Pinheiro l.OOOfOOC
13 Saota Caaa de Mi-
sericordia do Recite
15 Richard Alberto Cbri-
tiaoi 1.1000000
17 Aotonio GodqIv e s
de Asevedo 1.4008000
1921 Carolina VareiSo
de Miranda Correin
filhos 885SOO0
23 Saraphim Ferreira de
Looreiro Msia 2738000
25 Margarida Augusta
M. Ribeiro 500$OCO
27 Victorino Francisco
Rodrigues de Sousa 3330000
2a Juaqaim da C o s t a
Maia e Sousa 46C0OOO
31 Jolifto Barbosa de
Sousa 3308000
33 O mesmo 3308000
35 Dr Joaquim Pontos
de Miranda 3008000
37 O mesmo 33:)j?000
39 O mesmo 273S000
41 JoSo Ignacio de Me-
deiros Reg 3OC00O
43 Miguel Archa-j o de
Figueiredo 3338000
45 O mesmo e outros 33380C0
47 Isabel Egidia Poggi
de Figueiredo 8000000
49 A-tocio Gomes de
Miranda Leal 1.8000000
61 Manonl Forre ra Bar-
tholo 1.0008000
53 Mane el Carpi teiro
Peres l.lOOfCOO
55 O mesmo l.lOOfOOO
57 Manoel Ferreira Bar-
tholo 3.00CSOOO
59 Manoel Rodrigues da
Silva Cmara 1.9701000
61 Manoel Ferreira Bar-
tholo 600|000
63 O mesmo 2.301$(<00
65-67 O mesmo 2 301#OO
69 Manoel Joe Gomes
Amorim 1.1000000
71 Faaenda Nacional
RA VISCONDE uO RIO BRANCO
59 Viscond ssa de Me-
cejana 2.0000000
61 Herdeiros d o Dr.
Msrtimano da Rocha
Bastos 1.7008000
VISCONDE DE CAMARAG1BE
62 Curios Alberto Lo-
pes Maobndo 1.0008000
55 Vicente Ferreira da
Costa 1.980800D
1.a SeCcSo da Recebedoria do Estado
de Pernambuco, 2 de Janeiro da 1896.
O che fe,
Frederico GuimarSes.
prsca
trente
Um bezerro tourino
Faa-sa pub ico qae ir em
quinta feirn, 23 do correte, em
S^OOO i80 P8?0 manie'liBl| nm beaerro de raca
333 iOCO itoar,nB servido na vaQcina95o, o qual
ser entregue a quen fizer maior cfLrta,
se esta for acceita pelo Dr. Sub P/e-eito
Secretaria da Prefeitora Municipal do
Recife, 20 de Janeiro de 1896.
O secretario,
Joaquim Jos Ferreira da R-ioha
333
333JOO0
333 000
33000T0
33"$000
2105000
1500000
2500000
2000000
1200000
1.1001000
1.0000000
1.0008000
1 40000 0
1.3000000
9000000
1.000000
3500000
3333000
3330000
3338000
'3338"00
3338000
3330000
3308000
3505000
300SOOO
O Dr. Francisco Anuo Crrela de Arauj, joi
de direito docommenio da cdade do Reci-
te, capital do E^tidode Pernamboco,em
v,it.de da lei etc.
F.co caoer aos que o prese.te edital vlrem
u deile noticiis livererr, a quem 'niereasar
pu88?, qoe or parte da Corapai 8id N GarcidiS e l op s Baucas, me foi dirigida a
p^ticio do iheor ce olote :
Illm. Sr. Dr. joiz de direito do commercio.
a Comparnia Nacional|de Camisas e Roopas
Branca', querendo vender cm leilao publico
as acetos dos accionistas adiante nomeados e
eue Hcixa .m. ae efectuar entradas, reqoer a
V. S. se divos oe os mandar no'iflcar, me.
mame urna iniimacSo jo> icial, publicada por
nes '.'Z-s di rante um mer. em dnas fjili-.s das
de maior rircolacSo es a ci'ade, como pre
c-itoa o art. '3. de 4 de Jnlbo de 1891.
EsrS sf loois as sao : Antonio Jo-e Moei
'<, 80 a gesc'e 2C0 >aia urna, !4:400 lea-
lisados ; Aotonio Guiluermino oob Sanies, 20
ai-(0es rom 3:606 ; Antonio Ferrtlrj de Ate.
vedo, 10 aigoescoi 1:600J!, laidio Pi de uli-
veira, 5 acc6e3 com 60t S ; Jcaqom Pereira de
F eiias 5 a -cO-s, c ni 700f, Jos Ssotos Sel-
va, 5 accOed coro 800, Jallo PdOlino da Silva,
ib accOes c m 2:0004, Manoel Clementloo Ri-
beiro, 20 acedes com 2:000, Minoel Pi es
Martios Fonseca 5 accOes, 800$ Manonl Fer-
rara Leite, 10 aeces com 1:200$. H.ve ido
term nado o i raso para o recolnimenio da de-
cima preStsco, de 10 *|., cooclue.se d a qavo-
tia-i realizadas pelos mencionados eccioo'sias
quaes aspresta0esqae elles deixsraai de re-
liear.
Pede a V. S. deferimento e R. M.
Recife, 15 de Jaoeiro de 1896.
O advocado,
Dr. Oliveira Fonsera.
E mais se oto coatloba em dita ptticao na
qoal prolTi o despacho efol lanca:a a disni.
(juicao dos tieores segaintcs :
Despacho : D. sim.
Recife, 17 ee Janeiro de 1896.Akiao de
Arojo.
Dlsirlbolcio :A Walacer Oliveira.
2730GOO E em trate do despsebo sqoi traoEcrip'd
2.800$000
3308000
3338000
0 respectivo es^rivao passoo o presente edita/
pelo tfiejr d.-i qoal bel por cotlflcadoe os ac*
elogistas sopra declarados para virem depois
de 30 mas contad' s da poblicacao deste seren
vendidas eo. lena) publico, por Intermedio de
Reote oometdo por este joiso, ae respectioss
a'je, em cunero eco as qomtias reallsa.
das. declaradas oa petiflo que Sea transcripta,
nos termos da le e de conformidade com o re-
querido em diti peticae.
E para qoe ebegoe ao coobecimeotode to-
dos e especielm-aie dor mencionados accio.
nietas, sera o presente publicado pela imprea.
sa e afnxado no logar do costme.
Dado passado nesta cldade do Recife. ca-
pital do E*>ado de Pernamboco, aos 20 e J.
neiro do aoao do nascmonto de Nosto Seohor
Jesos Cbristo de 1896.
Pagos nos antos o f molameDo da asaigua.
tora B
Eo Eu-t.qoio CavalcaDle Los Wallacer. cs-
cr vo o sob8crevi
Fran isco Aluno Correa de A'aojo.
Secretaria da Industria
3.a Directora
EDITAL
Para conheoimaoto dos ioteressados,
1 go publico qoe no dia 8 de Fevereiro
vindouro, a 1 hora da tarde, recebem-'e
neata Directora propostas em carta fe-
chada, devidameote selladas, para os
melhoramentoa faaer-Se na sorra de
Joao Congt. em Bom Jasdim, ojeacas
em 8 0368000.
As prop sths devem ser escripias por
ex'enso, sem rasura, emenda oo vicio de
qaalquer especie, senao rejeitadas aa
qo ae reaentirem das segointes faltas :
1.a As que excederem os precos do
orcamento ;
2.a Aa que nao forem organisadas
de accordo com u presente Edital ;
3.a As que se basearem em precos
de outras propostas ;
4 a As firmadas por passoas qne j
toham deixado de compnr contractos
com esta Reparticfio ;
5.a Aa que oSo effereoerem as go-
rantita e qoalidadeB exigidas neste
Edital.
Haveodo coas oa mais propostas em
igualdade de condicd*es, aera preferida a
do coecurreote que melhores provas de
idoneidade ofierecer.
Oa concurrentes deverSo, alem dessa
idoneidade exigida para direcc&o e exe-
ouc&o das obrad, indicar o logar de sua
residencia.
henhum concurrente ser admittido a
coDCitrrencia sem qne prove haver depo-
sitado na Thesourara desta Reparti-
lo quanta correspondente a 5 *j. do
valor da obra, importancia que perder
se, escoljida sua proposta e convidado
para assignar o contracto a isto se re-
cusar.
Para boa garanta da exacucSo do
contralto, depositar o contractante no
Thesouro do Estada urna caucSo que aera
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Nesta Repartidlo estarSo a dispoig&o
dos Srs. concurrentes, das 10 as 4 horas
da trrde, o orcamento e ss plantas res-
pectivas.
Recfe, 21 de Janeiro de 1896
A. Urbano P. Montenegro,
Direct ir-geral
Secretarla da Justina. .\eocio
inte rio-es e Intrncco Ra-
biles do Estado de Per-
nambuco.
Directora da bostica 1.a
SeecoEm 13 de Janeiro
de 1S96.
EDITAL
OSr Dr. Secretario da Jostica, Ne-
gocios Interiores e lnstrocc&o Publica,
ma'-da iaaer publico para os devidos
effeitos e em observancia ao disposto no
art. 25 do Regulamento axpedido em 23
de J.n-iro de 1893, par execuQSo da
Le n. 15, de 14 de Novembro de 1891,
qoe se acha vago o cargo de juia de di-
reito da 2." vara commercio desta
capital, em consequencia da retnocao do
mag strano que o oecapava, Dr. Joao
Alvares Pereira de Lyra. com exercicio
na 1 *civel em virtudo do revesa
ment de 26 de Sete bro de 1894, para
a 5.* Provedotia =- com exercicio na
4.aFeitoB da Fasendaom BubstituioSo
ao Dr. Sigismundo Astea o Go ^alves,
nomeado por decreto de 31 de Desam-
oro n'timo, Juia Superior Tribunal de
Justica.
\ vaga de que se trata ser preen-
chida pelo juiz de cireito mais antigo
d'entre ob que requeierem remogo no
prsz > de 60 das, a contar da data da pu-
blicagSo do presenta edital; se ceohuoi a
requerer, o provimento ser feito pela
forma determinada no art. 24 do Rag-
ment citado e de accordo com o acto e
instructoes de 12 de Agosto do mesme
snoo.
Pelo director,
Alfredo dos Aojos*
E di tal n. 1
Escola Industrial Frei Ca-
neca
Do ordem do I.lm. Sr. Dr. Director
Geral acha-se aberta, de 20 do crrente
a 20 de Fevereiro a matricula para
admissSo de alumnos internos nesta E:-
c la de accordo com ob arts. 13, 14 e
16 do Regulamento de 8 de Julho de
1895.
Os intereBsados, pas oa tutores dos
candidatos deverSo por meio de requeri-
mento ao mssmo Dr. apreaentar-39 no es-
tabelecimento.
Sao condicySes para admissSo alm das
ccntidas nos artigos cima :
1. CertidSo de idade em que prove
er o c n dato maior de 10 annos e me-
nor de 12, quando tiver de trequentar a
aula primaria a maior de 12 e menor de
14, quando tiver de frecuentar o Curso
Preliminar *
2. Preva de nSo soffrer molestia
contagiosa.
3.* CertidSo de vaocina oom resaltado
oa de j haver soffrido varila ;
A." Asignar na Reitoria do Ioteroato
o termo de obrigacSo com as clausulas
nelle oontida, o quul desde j se aoha a
disposioSo dos interessadoa fioando f or
essa asaignataraQresponssveis es pais oa
tutores.
Art. 13 SerSo re cbidos domos
pensionistas mediante o pagamento da
aaonidade de qoatro oentoa mil rail
res (4001000; qoe Ihea dar direito o
- *
i-
MulMDO


liarlo der PerwunlHico aito-feira 3 ac tlaueiro de ls^ltt
letem uporidos da tud que necoa. ha-
rem (iva. sua subsistencia.
Atf.. 14=A pensao anoual aec* paga
adianiadameote por preawcoa* ..trimaa-
traea. aob pana da retirada, do alumno
por falta da pagamento.
Act. 16A idade para admuwao da
'orneo internes, nunca podar* aer ite"
rior a 10 annoa, nena. soperiiir a. 14
Eaoola Indoatrial Fre Caaeca, eca 13
da Janeiro de 1896.
O Reitor do Intrnalo
Laiz da Coata Ferreira Porto Oarreiro.
O De. FraaoibCO Aluno Correia d'Araujo,
uia de direito do oomm&rjio do mu-
nioipio do Raoif' e Capital do Estado
de Peruambace, em virtud da iei,
etc.
Faoa aaberaos que o presente edital
virom ou dalle noticia tivarem que teado
ae procedi o airaato no esta be 1 cima o u
commercial da roa da Madre de Deua
n. 16, perleacente a Fernandas JuliSo
& omp., requerinjento dos creiorea
Blackburn & Oomp por parte dea es
me foi dirigida a peticSo do tbcr ae-
gainte :
PeticSo
lllm. Sr Dr. jan do commercio =
Blackbura & Go p. no arresto promo-
vido contra Fernandas JuliSo & Gomp.
escrivao Brito, requer a Y. *. qua ae
digne ordenar a venda em leilao doa bena
ari estados, visto serem de dispendiosa
conservado, sendo de mieter pagar-ae
para e.lei um a-maz'.
Outro sim, raquer que V. S. antorise
a abertura do COra, para que qualquer
qusntia nal'e existenta saja reoolhuK de-
poia da competentemente arrestada, ao
dejeaito geral.
Requer ainda que V. S. rubrique os
livrea encontrados, afina de t vitar a aubsti-
toiclo delles.
Requer, fiaaimeat\ qne estand.0 o
arrestado a racobar dividas, afirn de con
tinuar a raudur seua oradoras, e*
por edstul annunciado o arresto para evi-
tar que alguem paguo ndevidumente ao
mnsmo arreatado.
E. J Rumie, 21, 96.-Dr. kerrer.
(Sellada)
E nada mata se continba em a diU poti-
ao, na quai de. o aeguinte
Despacho
Como requer e por intermedio do
agente Peatana.
Qoanto so mais o escrivao marque
o dia.
Recife, 21 de Janeiro de 1896.
A'tino ce Aranjo.
E nada mais se oontinha em dito des-
pacho, em vir.nda do qnal o escrivao
competente passou o presente edital, com
o theor do quai fija annunciado o arresto
procedido, e prevenidos fijam os deve
dores dos ditos arrestados, pira que nao
oaeuem eatae, indevidamente, a impor-. lonpglag pelo, uses I
Capital do Estado d* Pernwnbaoo a 0 14i,e anas, caosequeociaa tecbnicaa,CQo>Drlaci.
ta.~* V~ .. n-ilmapt Aannia M.. nr.*aen* tlm lorf^n fina
dia do me* de Janeiro ai 1896.
Prgo nos autos os emolumentes da
aaaignttoTa
Eo Gustavo Alberto de Britto, es-
crivao o es.rovi.
Francisco Altino Correia de Araojo.
Iliiiniiuucilo elctrica da c-
dade do Becife
A Secreja-ia da ladaetna o.Estado de Per-
nambuco,. laz poblico qae de a co'.io com a;
riisposicoesea le n. 73 oe 18 deMiio o iiobo_
rectaaaa propostas at a 1 ora d urde de 55
ae Jao-iro co-rt-o'e, pana execogSo do se'vi.
eode .ilumtnagar. t-.eun a drsta c*puai n-f
condl^ em .egoida estipulabas, as qo;>es
eknjiNio de osee ue a o conr.cto, que ss tt.
'to, ir lavar.
QAi't. 1* A. con ucencia versar :
'l- Son re o pra*i, do privilegio, dnranteo
qoal o (.Ktessionaiio ter, ex I odo q alqoer
& neo -rqh, o monopolio aesse serigo.
PJ X Sobre as coodicocs a que fe propOe o
cuucesfiop.iP, ai osa term.Uigao oo praso do
pri)iegio.
3- Sobre o Bystema de asseotamento, cana.
gao, dwlriooito e reguUmaotCao da Ulu-
tancia de seus dbitos, conforme I requerida na peticao aqu transcripta par
mim deerid.
E pa:a qua chigae ao conhecimento
de todos, mndei passar o presente edital
que esr publicado pela mprensa e afi-
xado no logr do costme.
Dado e pesiado nesta oidide do Recife
Capital do LBtado de PercamJU'p os
22 das do ~t% de Jioeiro de 1896.
Pagos, uos autoa os emolumento* da
fssigntura.
_a Guatavo Alberto de Brito esenyap
o escrevi.
Francisco Altino Correia da Aj1.)0'
lis., cao
miRacao. '
4- Sotre a Inieosidade mioima da illom'
oa>;iu5, altura do caigamenio, em qalqoar poo.
io deoiro do [ierimtt'0 qne limitar a rea do
privilegie. ,
8 5- Sune o prego da onidade do luz elfe-
traan diictimiaad mte, para a llo'ninacao
publica, qner das rBS, praga<. etc., quer dO
eiHpius publi'-.os, e pa a particular e domi.
Ci lia 'la.
S 6- Sobre os abatirBentos renos cesae pw,
c,-qoaadojeiraur da illominagao as casa
de candar e, as e-ccas, palacio ao tio.ieta
quarieis e mas rep;rtgOes poblic e. quer es-
mdoaes. omer mooicipaes e federaes.
y 7- Soa a reducgo ao p'tgo oaiorme o
numero ce bor>.s oa lilummagao em cada do-
tp. e o ai'gQDt-nto jo codoqo norma'.
8 8- Sobre a tecBidide media aa luz cas
or me cojas lampadas nao serio de torga ;1-
lumia-..te iu(e or a ce 2,00 velas.
9 Soo-e a d.visao ua nao as cjdades em
seores ndeper dente on cao.
10- Sibre o praeo par eomegar os trata.
Ih--. .
i il. S bre o praso para term oagao desaei
ir, o-.i.os-uem l do servigo total nara dtni-
i:v, iu tail.cao e fuoc LoQameuio da UIo:did.
gao em ioda are do priv.leaic. coodo separada-
mo.er'* os diversos bar oa dacidade.de
modo a eec parte ceotr*! illominada a luz *
inca oo mais b-fv pra.eo oue posslvel or, nos
limites do art. 6' desie decreto.
Ari 2- Cada proposia dever ser acompaoba.
da do certiflcado que atieste ^er o propjoente
depesiUdo,oo Tnesuoro do Estado, como rao.
cao para as^i' alna do contracto, a importan*
da de 15:100* (quinte coglos <>e ris) em d -
nbeiro ou em apjlices da divida publica.
Arl. 3- Julgada a concurrencia se restituir
o deposito aos proponent-s pre)adicados, de-
veodo a caugSo do propooenie preferido ?er
olevada a 10:000* por occasiao da assgnatura
jo contracuj, a qual oao poder ser demorada
mais de quiete das apos o julgameoto da
coccnrrtncia, eenio aqueta quaona desuada
a karant.a das multas qua nooverem de a*r
irapo^tas pura, fiel execogo do meBmo contra.
'( Estivcangao final, permanecer noTbe-
souro d Esiado al a. expirifio do praso do
p-iviiegio. .
2- Dtver ser ioiegrslisada, dentro de o
diar, toda a vez que (or desfalcada por monas
(over&o em viriode de
das clausulas cvDirac.
palmete depois de exprecsa oe laracao. dos
meamos Faldeo Br.i'hers de icf*ilari-m a lino.
^agio como iquidandod^fiutivameote ladra
as queeioeeexls.eni.-8 e.'ire eesea emprecanus
a o goveroo ao E-.uao. de.-ob-igado asa do pa.
ga-nento da 10denn.lsi.580 da ciiad-) clausaia
13' .:o contracto de 26 de Abril de' 1836 h Bfm
mais (iirnio daewp-eea i reclimago-de qoal.
QOer pagasen o or parle do Estado, ealvo to.
dav j a a.vida oe gaz cajisamido ua .UaUuaL8c
pa lira e ju esenpturada.
g 2. 0 once-sionario, F el:eQ B'0ttie'8 ou
ouiros. podxvfto emuregar o gaz carbnico pira
UloDimag) dos suburDios da cida^e do Recife,
leo o iioalieale pnvilesio para essem, no
qj-.| ooderao eo-pregar o mater-at aciualuientt
etn servigo, fetjs, a julio, do eDgenbeuo ns-
cal. os av dos reparos, cooeertos e tobs"ui"
COw, tem como coosirucgeeanavas que foreo
precisas.
A t. 12. Os concessiooaclps gczara.0 igual-
mente do privilegio ue feroecer no permetro
da Cl tade fo-ga motriz para o servigo das 10
dusirias qoe qaizerem.eo3pre2ar pgra esse fim
o gas carbooicr, ou a e.e( liclaadr'. ti.aodo
obrigado a conservar durante o da a rresiSj
do gse e n>i-requisitos ntc-earlos.a aiimt-n-
lag-ao de motores, ao ITroeeimentj de laoo^a-
tori.>, e nos emais mielsres a que poder ser-
ftr aqcelle gaz.
Art. 13. O governo f.'.necer ac3 oroponeo
les e to coocessionano as plantas q'ie .possue
da cidade e ecos soborbios. cab-ndo qu'.-iies
orgaoisar as uemais nlautas, trabalDos rapm-
ces o dalos tecbnicos que Jorem,precisus a
coiife.gao das Boas proposias.
An. 14. A illuiDinagao elctrica deveri ser-
vir aos Dairros do Re le. al > fortali-zi do
Brum e a pon e de L'moeiro ; Sano Antonio,
iodo S. Jos (i e 2. disir.icio-), ate a ponte
de A'oga:o8 ; t(a Visia, a combar>ia roa fla
Aurora toda aevtOdo abraoger iodos os :onios
esses bairres, servindo actualmente pelo g.z
arnoi.iCj).
g i* Todos os demais.poalos fra dessa urea
P'edfcemeoie illoinm.>'d03 a gaz podero con
innar a ser iliumioadjs da mesma forma, ou
i loz elctrica segundo m-ls convier aos pru-
tonen s e lo- accord. do com o governo.
2." Nos sonorosos o goveroo poder Con
ceder prazos mlores para a lerminago dos
irabalbos destina ios a le'ar-lhea a ilumina-
580 a az cu a lez elctrica, iodo aioda seiuc"
ao o que mais convier aos propoueote e for
igulateme ejordado com o governo.
Arl. 15. Par^ mala rigorosa d*jlimitag8o da
Edital
Sob^e postes na va pu-
blica
O De* Sub Preeito do Muoipipio do
Recife., em exetcicio^ manda intimar as
oompanhias e a queaa maia tiver poatea
ou columnas margem doa pssseios e
na roximidt da das viaa frreas e dos
trunos da Companhia Ferro C*rril, para
que dentro de W dias os removam para
outros logare qua nao offarecaia pango
on embarace aoa tr^nseuntea, oavido
aobre a nov eollocaSo o chofo do aer-
io tecbnico municipal, sob- pena, se-
gundo diapSe a Iei n. 69, da findo o
praio, pagaiem 30*000 de multa pela
ntraeca. .
Sacre-aria da Prefiaitma Municipal do
Reate, 20 de Janeiro de 1896.
O aecretario,
Joaojiim Joa Ferreira da Bocha*
O Dr. Francico Altino Correia de Arau)o.
juis de direito do commercio, deBtq.
municipio do Recife, capital do Es-
tado de Parnambuco, em virtue.da
Iei et::.
Fa9o saDrr aos que o prosante edital
virtm ou celle noticia tiverem, que serio
levado praya publica deste juizo, de-
po'.s da respectiva audiencia, do dia 23
do correte mere, os bens seguintes :
A Oiaria Sebastopol, em mnito mo
eatado, me lindo de treote 56 metros e
de fondo 69 metros o terreno, e a Olaria
de frente '2 metroa e 30 centmetros e
de fundo 25 metros e 30 centmetros,
com 6 quartoa e 1 aota, avallada por
1.80O(Jlp)e h a 2-' praeja pO'a qun-
tia de 1.62 OX), teito o awatimento
legal.
A Ulan? Melaceff, tambem e mi
.- ado, tetido u trro de frente 27 me-
t o e 60 ceoMmetr a e da fundo 6 me-
tr 8 a 40 centiiri".tros, OiaTa, de frente
13 metro e 10 jentmetro de tundo 57
metra 1 S cerfmetrcs, 6 quartoa,
ae 'o 3 em cada lado, avaliala por
1.50Df$C00e vji a 2.* prega, pe qua--
tia de 1.3501000, feito o abatimento
I egal.
Aa referidas olaria. aao sitnadae no
logar Coelbos, da, ft-egoetia da Baa Vua
e vS.i a pr quenci oa.penhora callas feita, na acgSo
ex cativa que Vicente Perreira de,Al
baquerque Nascimonta. me ve contra D.
Rosalina Aogoata C raeiro da Cunas,-
herdeira^ro^ de aeu pai *Vntocio Ca
nevo da Conh, par4 pagamedo do que
el., ibe deve.
E uBo Jltve,ndo lioitHntes, qaa.cubram
r> preco da }v>.l:av4, irSo: de qofo.aV 3."
pr.ga, com ojr.bai#a>ento da le, e tora o
espigo de 8 4'&s-
E para que ch'egue ao oonhecimento de
todoa mandei paaaar o presente editl
qae erppWi/5hdo.pelac, imprena e afi-
xado no Iogajr com^pK-nte
nfraega-j de qualquer
tuaes. ,
An. i- O contractata ficar sojeito as se.
pninies nju'aa :
a) Perda total da cac58o, a', dtnt-o d tres
mezo, coQ'.adoa da as igoatur de contra,
cto. nao boaver Iniciado o Eernigo de ioslal-
iagao.
D) Multas de JOM a 1:000* du'ant'i o pnvi.
i^gio psla Infracgai ''e qualmer cteusula cao-
tta tujl on disp.'SigSo >o regolamento oue.
com audiencia o j coacesstonano, ter de ser
clabo'aib pelo eogenbeiro Bical, para, boa exf
cogSo.io mesmu cintract?.
el Perda 4fe meta e do prego da loz errfa-
pouuen-.e a caja foco .qa* Jv eu ootrado eu.
fj-aquecido ou. apreoUidj frequenles e in-
comaDQdas ibtermittencias.
d) Perda de aous terco* dease prego qoapdo
o foco apre&eotar freqoentea eclipse.
e) PeJa toial d-se prego, qnmdo o foco
estiver aMagao. durante mais de. meude da
ponte.
t) Qeando o numero de focos, as condigfiea
da lema e subir a 1/3 do total de _fco,
acc-acer a malta de 1:0 O. e a de 5.000*
qcau-jo sabir mia de meiade.
g) Quaodo sse faci se reprodpit W's de
trala vezas 00 auno, o goveroo pader rescin-
dir o contracta, al n8o preferir ebegar a novo
accordode qae possam resolta: vaniagens para
o servigo.
b) CaJocidade d j contracto, si por colpa d
eontractaote'car acidada as escuras.duaa noi.
es censecuivaaou qSo.
Art. 5.' Para boa fiscaliaagio do contracto o
governo maniera junto a cempaonia nmenge.
obeiru fiscal, um ajumante, e a. nomt-ro de
guardas da iilommga > que fr jugado necea.
sa. 10, masque cao excede; 4 de sei^, para, o
que oevtra o ctolractaoie entrar annualrntate
coro o quntial de O:000#OOD para o, TnP8"uro'
do Estdub, destinada a pagamento desse pes.
soal.
nico. A!i dessa quaatia, anooaimente
re.ii-ada pelo concessliioario, devora esse for.
opcer sua cusa e de.nma vez por^todaspara
o escrlptorio de scalieag8o os ibstrnmeatos
que fjrcm^e'.sssarps 8 veriacagSo.daicpnrU.
go>s de urna boa illumini-gao. u-;o exqedeoda,
todava essa cesceij a (0:00i'.
Art. 6.* Deal o do prazj max mo de dezoilo
meses, cornado ao aii da asaianatura do con.
tracto, devera ea.ar funccioaandq em tola soa
pleuitude a llumiQ; gao elctrica nos patrios do
Racife, San o Antonio, S. Jos? q Boa-Vv-ta.
Art 7 O p aso m.ximo para term.oagaordf
todos o' irabalbos ser de dous aoaos.
Art. 8." Sera de tres mezes.o praso mximo
para uii-gao do 5?fv;go, coala lo ejse^ pra.su da
B88igoaHv* o coot'acto.
Art. 9." Uro mei ajuea do aia.flxadQ pelo go.
verno do .bta'Jo para pagamento a Fleld u
B-oiber da prestagao, annual quq.ibe ff de.
vid. 008 terroo da clausula 13* do cobiracto
ce 26 de Abril de 1856, pa a ludemois gfto do
val ;o a aval agap do arbitre neemwadur, m.. -
9i:917528. a ser paga em ooro ao cambio 00
da, e do mais que por ventura acesescer Dfla
avll-gao addicionalj dos | e 3- do presente
artigo, deve' o coacessiunarip enirv pata .-o
Tnesoorp do Estado com a, ii)portaociaflaqaelu
prestagao e o juro de 6'/o, nos ie-mos do art.
i0, e ua mes* forma annualmente at injtg'a
p;.ganeoio a referida qdemuisag&o, too ieoa
ne a m idaie- d > i-oniraclq e pprvVa ca caugao
deliuttiva (30:000*1)00).
Art. i. Em'tdo os pagam/ctos, desldo?
por iodemnisaga' cp Estado a. actual mpraza.
o goveroo u ara' hqu melhpr jne parecer, co
iire 10 que ir.e. garantido, pela claosola 13
00 jefer.ao ceulrsfu 'de realisar ailoa.iaga-.
melos em pre-lgOes anqaa,es, seaauOp as
fj-gs do cofre estaoal e mai p;ja o de 6 /.
da duaitia que restar al a ext;n>go da ai.
Vl^a.
nico. Fixada a prestagao a.qrcaal qpe o
E-tado u?a' pagar a Fjelde.i B,'0tnera;qo le-
.joo da cJaosala 3* do co,tra,v:o de 16 de.ADril
ie 1856. ettrarA o Estaito na pcs=# e to i.- u
naerial'da cmajl empceza, dj gaz,a.quai;.po.
d-tfl ser eatregoe at)s'i}0VQs' conges"so*ric
an*) rin l.'Zr- eco o. rervig..' da illujjvaac?.) n
q. aoe drate o praso e.\igijoj)ara a,iaplalu.
a cutinit va d'novb f Jiems ^copi/acljjdo. si
ift?i<;go' provisorio fer rtlec nado pelos nuvos
d.a.tos en coo.cOe- vaQUj^sas pa*?-t'i'
, em 10 o caso, pqfj. .eloqies di* qife
as "dual eaprezario..
At*il. Podendo a.*ilijl fiOfijezajle illomi.
uig.o gaz cjuxb.-rer iprsseriiapoo prapp^a,
uc.siermis do presebie edital, Oca.eptecdiJQ
que a prfereocid ib Ttie'caora npae/mL-s di
rt i- JM- e 6- da citada le n. 1,901. '
4. ubvVo coptractpa p^dea'aerjuvra/p
rom Fieldeo Brotoers como Innovagao do de 36
da.AWrU M 1856, (qttax aa devUai1 modiflo
rea serillomioada.o ct ncessiooario a-i-i-'na-
ra c.m o contr.;cio um exemplar da p.aota da
cidade, onda esa aiea estar rigorosamente
marcada.
nico. No csso de illuco'oagao mixta a
a ..rea Je urna e a de outro sytema serao rt"
gerosameate marcadas nesaa piaoia a urna
difieren es.
An. 16 No caso de illuminag'io mixta, ba
vendo de ser esse aervigo feito a gas ero pane
ata do pivileiiio a a electricidad em out'a
parte, os propooeotes develo aprefentr a'm
dos p illuminago elctrica, anlogo* detaibes tech-
los rooiasiis mntaod's para o servigo a gaz,
cpuOi Jpo de bvo incloindo oa mais mole'-
uos do sy^lema Aoer, sojeitanlc-se as clan*
aulas do eaital da P eteitora Municipal de 28
de Agosto de 1893, adianto traoscrjpias.
Art. 17. O cootracto sera geral para toda
rea do monicipii do Recife, eujeita a dcima
u ra na ou de futuro eaiivet sojeua a essa d-
cima.
An. 18. Para 'odos os effeito^ do contrac'o
ssrao nicos coxpe eutes os tribonaes (lo Es-
tado de Peroamouco.
Arl. 19. O goveroo de Estado,obrjga-s>> e
Conceder isengao de impos'os eetadoaea ix.ui.ia
cipaea para o material, combnstivel. obras etc.,
ele, e a iaerpor os g.-us boas oficios jame
aos poderes da Uoao para ooter i,-ejgj .'o
impostes federaes.
1. O gaz seta, carbonlco.^xtrabido do car-
vao da pedra ou oufas substauejas que o pes-
sam dar as coougjs em que elle exigido
pelo preaeme cot.t-a lo.
S." Antes ae ser laogado oa t Je de cani-
li^ago, o gsz sera expurgado ae todas ma-
terias,nocivas, tanto a saJe pntilica como a
boa conservago dos encanampntos e appaie-
Ibos.
3- A loz da gaz lera 3 poder llluminane oe
desvalas de espermaceti da*, que queimax
sete grarams8 e oltentaceoligriniaia por Dora,
c8.-K8pondente o 12- inglezes
4.- Esse poder iliu-inante ser verinsado
em pDuiamefo aberto quaimaodo o ga 00
masmo bico que o da illoanagpo publica .em
cada nccasiao.
5.- As excerleocas pbitoxetricas pa a ve-
rincagao do pode-- llinroinaaie, serao leitas 10
oa* as D3ie8 eot'e 6 e 10 bor*8 e os seus re"
iul'adas coneig-aados pelo inspecior da llaroi-
oagao em livro especial e sob Fu gu de em dez dias se adjicionaiS) esses resala,
dos, para se coobecer o poder niomioan e me
dt. da decada, ucorreodo o roniractante eio
multa,.como abaixa se estatu, sempre que a
media da decida lr inferior a dez velia.i. as-
8imcomo,empre qoe amdla decaa o 1 e,
tomada isolaaameoie, fr interior a, nove-e 01
o necipiua djB velia.
6. A preseo do gaz em qualquer poolo dos
encanamentos pBblicj8 jamis sera maior e
20 mulimet.-s. nem menor de i milmetros.
TITULO 3-
Da labrica, suas-dependencias, canalisaga-) e
lamer as pabiicis
10. O contrapunte produzlr u gas em oma^
oo iuai8 faorjeas. comt.oto que jamis pos;
uvocar, a nnidade da fabrica para iseotar-se
de foroecer atonde loe lr reclamad*, taut
pelo robotcipio, como peioa pat,lcolare8, deo-
iro do pe imlro da il.uuiin-gao puDlica.aciuai
a a rea a acc.e&eniar, une sera marcad na
planta qoe elle deve assignar por occaiiio da
ass'goa-ura do cont a to.
il. O coitraemote mantera ssepre a fu
faonca ou labflcos, gazomeiros e ofsioas
em estado de alte ;der todas as necessidades
do servigo da llomioagao publica ou rtico-
lar-. tera as oatsraas de foroo que fo em p.a-
deas, de eorta a naver sempre uma, balera,
pelo me,oo?, ae reserva empregar os appae
Ibos mais modernos para a apa-agap. do gaz,
contiuuaodo porein, aumente com os acluat,
emquaoto el|es nastarem e saiiszerem a. ue-
ceseida,des dp servigo da aistnbuigao ; mrs oe
gazometrj8 qoe montar fora da faonca sero
ligados', a esiej)or un couductor virgem,, ae
sorte que, uein.-mesmo drame o dia, a reo-
laridade da emiseo pcs.a ser, perturbada
pela operagS'j jio nibimento desses gazoaie-
iros ; tara tooa 03 mais appareinos precisos
para a rgulari ade do se.'V.go ; m utera seai-
prea ele da canaliaaga.) poblica e d nvagOcs
at a pofia das, cppsumrlo'es, em boca Miada
com o* CiametrOJ correappqdtmiej ep p.;q8U*
mj.
. as aclnaes laoternas prcpriamanle dftag se-
r ^dentro clo a*.* .13 ;aceignalu-' ~ eqnirapio;. ubsliiuidas
pelo cont'aciaote pur oui''. 8 c!o. tjpo actual a?
cid.dd de Pars, .1810 lanlr-as com viaro?
curvos, reexp e na t.arie rupejior.
i A novas laoteroat^o se *ssen arem sero
Ioio Gee tyjj.
Tods aa lanternaa uob'icas Bero .a^apre
(nadii'a em'Veifeito P8iadOj.de aseio .- de
pioiura \ iium>radas con_ilia isoija de xeuj
prelo nos vidros.
15.- Para a iliominaga pnvMca, enye-ra po
coala oo.C3Qtraciante,o ornec me3io e.o asaen.
tlujenloidds' ctmbulores coruii-ebcuaenao o
ra,,ual, a colomna ou araudea lanterna, e
oei a^rim a couservagao asse:oviJesscs or
a..a e a operaco oe acce-iner e apagar, se-
liunJoCum flor'a -10 qae eeraji^o. pe'oepge-
pneiro H,cai, de accor'cio com. a -counrimeutu
das: UOte-.
16.- Para aJllopmagv> .paricalar lera o
cem racianie o wivu>gio eaji'lvo yde forpeci.-
meino, assenumettO e rep-rugao do ramal.ate
o m'iudqrn correooo as aeSpeaas por coma d"
_n.&urxa49r, caljo as de asseolameuio, orln*-
li; Q contorno de gaz ser pago, por mes
.veneWj, effectusn*.).-ee esse na^amentj at 0
itimo ia Diil- do meaiaegniote.
Na falta de pagafDeotft por parte do Estado,
vencer o debito juros a tazao de 6 -|. no pn-
Deiro^ooo, 8 -|. 1.0 fe^auoo, 10 -|. 1.0 terce-
ro de .demera, e aswm segoidameote.
Na parilcolar, o cjntraciaole lera o direito
de corlar a commuoicagao do gaz e so reala *
blec. la, qnando a divida. Ibe for paga com
o competentes iu os, a razao de 6 -|. ao ao
00., Na falla a qoijoo responde o prejri. tj.-io do p-eno.
23* Os medidores sero do ryoierta m-trico,
coolinoaodo-se. porm a asar os qoe exislirem
a88aolee na na a desie cootracto, em qoaulo
Hiilver em bom estado oa pederem ser repara-
dos.
O coDsomi'o- hvra.de ecu prar o medidor
a qoem qu.ze', incla-ive ao coutractao.e, qua
cei-teotijecio exercera sua Industria en livre
c.m'-.urrcjcia coia o mercado ; nao poder, do-
'ao, o meai-jo; ser de am calibre superior ao
numere de bicoe de gaz que boaver oo p'eJio,
una ser afs.-; tarto oo retirado por ooirem, que
cao ontractaute.
2i A canali^gao a partir do medidor n os
-pj.a-eibo- ii.uuijoacao correm por reola
consumidores (salvo da llaaiinagao p blica) e
podem ser vendidos e asenles por quem coq*
vier ao consumidor, inclusive o contactante,
que cesae ojjmcIo exeruet so Industria livre-
menie
25. Os coosumidores eo responaavata pelo.
pagamento do gaz entrado en suas casaa.e re-
gistrado pe'os meuiJores, embora se perca po*
defeco ou loso estado de seus apparellios de
illamio.go oa ia canaliagu alm do meai
du'.
ii- Tanto o cent-aelante como o consunidor,
semore q.e suspeitaem que o med'dor tem
uelxaoo oe bem sunccioaar, lero o direito de
reclamar da iD>>pectoria om exameoo medido*,
correado a despexi por coma daqnella das
iu* partes qoe,re.:lamar o examee
SI para o exatue for oeces^arlo a retirada do
le n.or. om ou'.ro se' pruvisoritmeiite me-
Ullar|o por coota da parle rcilaroaoie, se por
accoido uuifa eUs nao se aesenlir em avaiia:
0 coturno, na .0 enm pelo numero de bies.
O aiedidor, sendo oaia propriecaie do coa-
somi'.or, se ao exaroe coBtiecer-se a oecessi'
aare de soa .-ubs n. igao e nova uespeza cor
rtrra ,por coota uo consumido-.
27' L> consamid r jamis poder impedir to
ccnirfctante o ingresso a> o medidor, tanto
para a leliora da marcagao, como para eniretar
o nivel d'aeoa Lase apparelbo.
28 Tanto o coniracaote como o coosomldor
sao renpeclivamente rpoD6aveis peraoie os
tnnonaes pela Iraute qoe iniroduz'rem no me-
didor, cabeodo parle les..da accionar a ootra
por nerdas e damnoR.
29 O coneomidor nao peder nem permit-
tlra adoptar ao medidor apparelfio de oaturesa
aleuma coai o cira:ter Bxo e qualquer arpara*
Iba desee genero s ser adaptado a caoaiisa-
go depois de passado medidor.
TITULO 8.
Do contracto
310 Dnranta o prazo do contracto nem o pre-
mio municipal nem o Estado podero conceder
nein pe,-mttr qae uniros asseniern na via pu
plica lobos ara coodaegao de gaz de illami-
oagSo, areos ou sobterraoeos para transporta
e elect icidade rom applicago lluminago
oublica ou particclar, uem tunos, tos ou ca-
noa para transcorte de qualqoer forga qoe pos-
sa ser applicada a lUaminago paolica oo par-
jcular, deafo da referida rea, salvo accorde
arrii.ml cc-m o coniractanie.
33 .Dorime o prazo do contracto, o con'ra-
clame dever 4er sempre era seus depsitos oa
no pon desta capital o-oarve p-*cise para o
fornecimenio de gaz de om tnroesise e bem
asrim um aprovislouameoto de luDoa. para o
de-envoivmeoto e sobatiioigo oa rede ka-a
pabJiCB prevav! m om trimesire. Com ante,
cedeocia de s*is mese*o tnge.eiro fiscal ti-
xar esrjas quaotidaaes a vigorar em cadaextr-,
ciclo.
35 Para todos os cMlos do presente con-
tracto sao onioos Ca-peteate8 os tiiauoaes do
Est.do de Peinamhor...
TITULO 6*
Da msptrcgo
37 Todis as i.nras qoe o contractapte boa
ver de fase-, quer em i>ogmento da caoalisa-
go publica^ gaer ni soa fabrica e dependen-
cias ser tisuallsada-^oelo inspector, para ooa
.-. jam feitas coma necessatia j)eguraD&4 e pro
pnedade.
38 ciab-, ootrosim, ao inspector decidir
qoaesquer questOes qae se sosciiarem eair a
empresa e oa parllco4ares, quapto ao forneci-
mente de g z e co&l.s de cooepmo, -anno II r
vre j partes o recurso para os tnboaaes.
39* Ao.prin'ipio de cada ttiroeetre-o contra-
ctante remeiler ao inspector orna ligia ao pe-
soal de accendederes com as suas respectivas
residencias e disignag&e d. s respectivos dislrj
cto- em que fuocciooarem.
Qualqoer alterago Besie lista de ser lm-
memUmente roimraoicada ao inspector.
Recife, 26 de Juobo de i895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director geral interino.
Banco daRepn blica do
Brazil
Paa-s* o 6o (Mvi-iendo dairaccGeg deste Ban-
co a raio de 6*f'08 por, aego. integrada e 34
por srgo de 60 V rultsaooi, no escriptorio
de Pereira Caroeiro 4 C, a roa do Commeiclo
O. 6, I* rala-.
Recife, 16 oe Janeiro de 1896.
Hamburg-Suiedamecikanis-
che Dau pfechiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor Mendoza
Banco Popular
Convido aoa S s. accionistas desl Banco, A
virem receber, 40 dia 13 00 correr.te mes em
dianie, o 9* dividendo a -azo de 10 0 ao anuo,
relativo 0 serrstee Grdo.
Banco Pupolar,.9 de J. oeiro de 1896.
O irecn r secreur.u,
A'binn Kar-mn Ma.a.
UIsJPAAUlA
Industrial e Comirerciode
Estiva
(Em liqoldago)
fia aotiga ele de>ta Companbia, acbam su
a espos'g.ao dos Srs. acciooirtas o balango,
contas e todo mais qae eeja nec.fsano.[ara
quaeeqoer mlormagS s.
Recite, 15 de Janeiro de 1896/
Os liquidaale,
Jos Jcaqaim Dias Fero^ndes.
Angosto de liv-ira Maia.
E'esperado da
^~ w Eoropa no d 1 a
nSfa do rorrete,
t argir cepoia
da demor necesaana para o
Rio de Janeiro e Santos
Pa-a passvgeoa, sarga, frete, etc., lrata-8
com es
Consignatarios
Borste'man & C.
Rui DO CO
i.-
-MERCIO N. 18
andar
CoHipatibia P. de Navegado
PORTOS LX) SUL
O paquete
Camocim
Comroandante Alfredo Monteiro
Directo Santos
OumPaNIa
Usina OansaiiQo de
Sinioibu'
Aseembla geral
Oa Srs. accionistas Bao convidados renni-
rem se em a^stmola ecal ordinaria no salo
da Associ .gao Corucercial Reneficsote 1 bora
da tarde do da 29 ao crreme mes, am de tu-
marem coobecimeBlo dn relao-io, do b..lango
e ci mas referentes ao aono prximo Ando e do
parecer riscal e tambem para a eleigo eos
membr08 do cons-'lbo fi-cal.
Recife, 15 Janeiro 1896.
George C. Gatis.
Director secretarlo.
Banco Popular
De confornsidada con a Iei, achaca-se a dis-
pceigo des Srs. accionistas, na eededesse Ban-
co a roa do Bom Jess n. 64, os seguioies to-
comelos :
Copia dos Galangas.
Copia da relagao nocoinl dos accionistas.
CoDia da h>ta de tran?fereccm de acgSen.
Recite? 13 de Janeiro de -.895.
Albino Narciso Maia,
Direciur secretario.
Sega no dia ?. do cor*
rente.
Rcebe carga, encomtn<-nr|?8, pacaageos e dl-
nbtiro frete. ate e 10 bi-raa da manb do
da da pnica.
Cbma-?e a atlengo dOB Srs. carregadores
para a clausula 10 dos conbecimentos qae a
segotnte :
No caso de baver slgoma reclamago con-
ra a Companota, ror avarta rn perda, nev ser
eita porescrtpto ao agente respectivo no porlo
da 'leseare, dentro de 1 es d-as depois de ua-
teada.
Nao preceden o esta foraialirjadp, a Compa-
nhia fica isenta ne t. ra a responsabllidate.
g8 RIFiOKH,
Ao Caaa da (/omp&nbia "eraambueaDa
n. 12
DECLARCOES
Hospital Pedro 11
A directora oe serviga ailarle, declara, s*
pessoas uleresaaJai qoe as ni^triculas.do.curse
de obstetricia deste Hospital, abrir-se'bo no
da 1* de Feereiro. e as aolas lero coroego.no
da 3 de Marg-'.
Sao coodigOep para a matricula.
i. Ser maior ue 18-a meowr de 40 annoa.
2. Saber ler e escreve:, ur nogfis daafsle-
ma-mtrico e Ca 4. operagQes.
S Ter Cda condnet civil moral e nao aof-
f-er moleslia contagiosa a ser vacunada.
Hospital Pearo I1, 15 de Janeiro de 1896.
0 direptor,
Dr. Ignacio Alomadas Velloso.
Covidamor. oa Srs. socios a suas Exraas fa-
milias tiara a raouio dangapte de |25, e res-
pectivo concert, qoe comegar s:8 horas es-
poato.Os directoref, Artbur Aimeida.-Gom
lavo K'aose.
Companhia
De Servicos Martimos de
Pernambuco
Moa termos de art. 147 do Re. eobre as eo-
u-.iaie auucymas, ti *ui na .ae tocial a tiis-
pofigio-ios Srs. accionistas.
Copia dos balngo3.
l>iia da relag > nominal dos accionistas.
Dita da lista aas transferencia^ oe a:ges.
Recite, 21 de Jntro de 1896.
Francisco A. Cardoso,
Secrelario.
Norddentscber Lloyd
%% O VAPOR
lohenstaufen
K' eBpprado..
da Eoropa al o
da 1 de Feve-
'eiro. e segui-
r depois da de-
mora iie.-esaaria i.ara
Babia, Rio de Janeiro Santos
Eotiar no porto
Este vapor de primeira classe e
offerece opt;mas accommodafoes aos
Srs. passageiros.
carga, freie, etc., trala-ae
Para
com o
pass8geo8,
AGENTE
V.Neesen
4Caes do Ramos4
Cempanhia-Faonca de Vi-
dros de Pernambuco
Sao convidadla os 8-s. accionistas a entraren]
couTO % sobre o valor njmiBal de suas ac&es
at o dia 1 de Janeiro irosimo, no escripierio
Ji c-jmpanbia roa da Aurora o. 173 daa 9
pora* a* manb ao n eio da.
Recite, 14 de Diezembre de 1895.
O director secretarlo
A' lo"'n Mi- erv.n rte M. SoareB Filh o
anta Casa de Miseri-
cordia do Recife
Por esta secretaria ce declara cae no dia 23
ao co/repte, quiow-fe.ra, as lUbQ-.aa.dtma-
ub e farj panamentj as amas de c-ugo,
em orna das salas da amiga casa dos expo8tos.
Secreana da Santa Cas ne UisaiKordia do
Recif-, 18deJneiro de 1896.
Escivo.
Jos Hooo-10 H. dp Menere?.
Seguros martimos contra
FOOO
Compauhia Plienix Pernana4u-
cana
ROA 60 COMMERCIO
8EOROOONTRA F(K)
|.et
-4
;im. ro du raaal e,8ua o jserwgp, na e
eo des pilmetroa mros coptades
u.j. aio geral, de ood^ dwe-parfr
paru o consumiaor, pane estaque ser a tos
ia oo coiitracJWi)e.
O eDgcbero Bscal Bxsrjdftacco/do c, m o
contraclap'e, a (apella dos prge para essa.8
obras ^pqr- cuo'a-'dos coosaaiidores. de?endo
est tabella ser revista de 3 em 3*nnws.
18. iNenbomJped|jor poder ser assentado
oo. reaaentado^em qoe Ptasejro. J,nQ aWo
fferido p%la especiera do ti- fim anert-
Companhia
8??'-i :'lTadpra de -pro4 Calcares
A directora desta CompaoJila, fax pagar- m
seo escriptorio raa do caes do Apollo o. 73,
do meio dia 4s doas horas da tardedas dias 16
em dlan'e, os joros vencido! em 31"de Dezem-.
Ljvo de 1896. doa aoaponsd soa emisBio.
1 Reoife, 10 de Jaaeiro de i&fi. t.
V."" Jof de Oliveira BaiUM,
Freiidente.
Pede-se aos Senho
res eonsu mmidores
me queiram fazer
jualquer communica-
ijo ou reclamacao, se-
r esta jeitano escrip-
torio desta empreza
ra do Imperador n.
55,onde tambem se re-
ceber qualquer conta
que queiram pagar.
Os nicos cobrado-
resexternos sao os Srs,
Manoel Antonio da Sil-
va Oliveira, HermiQo
Francisco Rodrigues
Freir e Joaquim An
tomo de CastroNunes^
Todos os recibos
*1 _*** -*^->yor#o rl xt^*
VA Ki C5 IU >CUt V'x ^>"l* Uv/ t rao ser passados em
talo carimbado e fir
mado pelo gemente
ern o que nao tero
valor algum.
Samuel Jones.
Gerente.
Lio|il< Brazileiro
" OVAPOR
Espirito Santo
Commandante Ordei." Car
E' esperado dos
portos d" norte
oo da 36 do
orrenie, e se-
guir para os
portes uo so
mesmo
ICJLURHafiSS
8TRA1T8 OP MAttELffAN LHE
O paquete Orcasia ,
Espers-se da
Europa M o dia
%pe,Feverelrr. a
________ 'saguir depois
da demora.do cosame^ara Valparaso com es-,
cala per
Babia, Rio de Janeiro e Montevideo
r. Nao tem.aacoBmeda^oe8.para>pa*aageacBwie
2.' clfM-
b Para oartia^pasfagens encpmma>idas e_dl.
abeiro a .frele-trance com os
AGENTES
WilsouSqj&& fC^liunitedU
lQ>.Raa do CorapcM-iflO
1/ andar
As encommeodas eerao recebidas ai 1 bora
1a tarde de dia da sabida, no trapiebe Barbosa
Caes da Companbia Pernambacana a 4.
Aos Sr?. carregadores pedimoe a sua a lee gao
p?ra a clauaola 10* dos coobecimenloB que 6
segttnte:
Pi caso de baver algcma reclamagao contra
companbia oor avariaa en perdas^deve ser feit
per escripo ao agente respectivo do porto d
Jescarga, dentro de tres das depois de final!
da.
NSo precedendo es'a forjiaudade a compa-
nbia tica ieema de toda a-reapr.naabilidade.
Aa pat'aaeens sao liradas no mesmo-escripto-
rio, at s S1/2 horas da lerda do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
aaais 15 /a
Para ca'ga,- passages, encommefldis e va-
lores trata-e com os
AGE. TES#
Pereira Garueiro 8e C.
6RA DO ;C0MMERCI0-6
i. andar
G'iia umum Ka-
W5
PORTOS DO KORTE
Parahyba, .Natal, Maco. Moeeoro', Ar-
caly, Cear e Camocim
O paquete Beberibe
Commacdante Carvalho
" Spgoe no (Ma do Cor-
reate, s 4 bora oa tarde.
Recebe carga, encommendis, paseaena e di-
nheiro a frete, at a 10 oras da manb do da
da par'ida.
ESCRIPT JfilO
Ao Cae$ a Comoanh'/i Pamambv ca na
o. 12
rince Linee Sta-anrers
Janea MnotC Mew-CaslIe-oa-
Tye /
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-tridos e^graiitfiiada
PniU
B'espeeado de Netf York
al o dia 5 de Feverelro, a
aabira depois cessariajiara a
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
O-rapor iirgler .
Crecan Prince
Praixargas a pas?agen tratare cem
Agentes
WmtpBfPater ^rX.
MUTILADO

')
....



'
\
\
/

?*
u.'.i
r."j< <>4'''"


Otarlo de Perntimi>tico Quinta-ireir $3 /
Pai em direitura
Arken
E
Marl-bourogh
Temos eng;j';o o carregarofnto (Testes dols
navics, poatn.o receoer anda um resto de
Mrga' PINTO ALVES & C.
Lare<> Arsenal se Malo a o. 8
Coiopanliia Fraoceza
:.kavcjftw<;JSo a vapor
Lila regular eatre o Havre, Lisboa,
Psrr sw'bnco, Macei, Ba'iia,*iRo de Ja-
re ro e Ha-ten
O VAPOR
Entre Fios
ommandante Conan
Espra-3e da Ea-or a ateo dia
i le Fevpreiro, segnir.do ae-
POI8 da 0: cetaria demora para
Batu, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se O! orfedorfei de car;? r,o!oa
vapores desta llnna, qceiram anreienisr fien-
ro as dia3, a cootar <'o da Jetearse tas al-
vareDgaS i i ct tarThta a vo
omer coe or tentera tenhatn seeofdtf para os
porii ..: sol, Azi de m (OdoreiD dar a tempo
as providencias Oeces*ri*B\
Expirado o retPftao praxo a ampariDla co -e
respjnsatli^a'por extravos
Agente Pestaa
Leilo difinitivo
Da ffsa terrea sita a roa das L*raogeiras n.
3, edificada m terreno nroprio e servtndo de
base a offerta de 1:600*000 do Sr. Julio Fer-
naodes.
Sexta-feir, 24 do corren te
A'8 12 HORAS EM PONTO
No 1. aadr ra do Vigario Tenorio
n. 26
O agente Petaia vencer livre e deeemb
ra(ada de qoalquer oos, a casi terrea cima
mencionad;', que pela ata Lea localidade* cba
ma a altrocao do Sr?. compradores.
t
Agente Pstalia
Leilo
De 20 ca xas marca M coritendo 500 masso<
de vedas siearmas avanadas com aeoa do mar,
desembarcadas ao navio SanfAlbenine en
Irado ntsie porto em 17 ae Noveaibro prozimo
pasalo.
Sexta-feira, 24 do coi rente
A' 12 horas
No 1* sndir roa Vigaria Tenorio
d. 26
O agente Pestaa vencer por coo:a e risen
de qnetD periencer, as ca xas con vellas aa-
nadas cima mencionadas.
t
Leio
Este vspor nao recebe r?'ga.
AGENTE
Flix Baideira
9ikue cf (Joumierem 9
rijanlia i*, h taega#to
PORTOS DO SUL
Directo ao Rio de Janeiro
O peque e
Capibaribe
Commaadante 1.a tenentaVerissimo
Costa



Segu no dia *a do cor-
rite.
|JI
Recebe "sra, eocomata^ss, psssagonsedi
rheiro -i f'ete a as t norsa da msnba do dia
da partida.
Cbam3-se a attrnco do3 Srs. carregadores
para clauanla 10* do.' coidectmentos que a
seguiste :
No ceso de naver alguna reclaraacSo con
tra a Compsrbia p.ir ava'ia 00 perda. deve ser
(eita por eecripto ro agente respe tivo do porto
da descarga, dentro de tres (fias depois de una
inda.
Nao precedeno' sta formaldade a Compa-
sla fica iseota rtetrfda a -e^msabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caes da Cooponhia Pern&mbQcana
n. 12
Da c 8a com 1 porta e 3 jaoellas de frente, 1
rorta no ci a>, com io rcefrds fie'fomprimeote,
10 metros e 5') irutimetros de largn-a.
ca dita jonio rom i i-orta e"3 janellas com
12 meiros de ccmprlmnto e 10 aitos de lar-
gu-a.
Urna dita em cacro com 1 porta e i janella
que serve do engecb c, com II metros de
omprimeoto e 11 duon de largara.
Edificadas jnnias ero cbaos p-op ios, no lar-
da m;riz rta Vanea, periforeoteg aos ner-
deiros do teia:-.: Fi^neira de Mello.
Do terreno, sitio do Vigario, fregoexta d^
Vanea, com lri8 metros de freaie, 140 di-
U s < di os pelo lado do norie.
Fregcexia ca Boa-Vis'a
Um terreno ao lado direiio da travesea do
Pires, com 106 metros de frente e 66 ditos
f funde.
Um dito ao lado e^nerdo da traveesa d->
Pires com 84 metros oe frente e 28 ditos
ae fondo.
Un dito na ro do AtMbo. com 16a me-
tro de frentrt e 28 ditos de fondo.
Um lito com c4 metros de frente e 59
dp fondo, na roa to CamlnDo Novo, ba direc-
Q&e da estrada oe ierro do Recta Caan*.
Na I bu do. 95 do cor rento
A's 11 horat
Agente Pinto
A' RA UO ROM JESS N. 45
Coronel Fran.iseo Cavalcante
Jajmi- (ahilo
Franci-ro Jp J.jice G van soa roniher
e bines. M .ia Emilu B< Hooxa Gal ao e fens
Albos, Jos^ Frangs p J.ycoe Galvo. Ji:aqoim
FranriBCo J-ycne G Uo, cu mnloer e Bloc?,
MalhlaB Frao. I"C0 Joyoie GaivSn, SO niulber e
Sinos, Uanoel C- a o Cavalianto Gol-So.
feu Hlbo, agraJpee pe-horaolgimon a todos
es pareles e au i^os, que se dignaram acom
p-nria-- o cadver de te-i extremopo p-i, sog'<
e a^^, Fan isco Cava'cai.te Jajoje Galv&o, a ma
Ultima inorada; e bern asstm as manifestrgO-'-
oa g'ande am'Siiie'qu- mostrnram ler ao mes-
no tinado, e de novo rooTiuam a iodos pa-a
assistirem a mtf oo 7* da,'qne ip'a legar na
igreja rto recolhlfrpnie oe I/i ar.St, s 9 bo
ras da rr^rhs de 2i do ccrente mez.
t
Commeii l.uli r i.nnnl .rnr.es Mi
ra.iia Leal
20 dia
A viiva, filhos. eor s. norg, netos e i-.
mo. do hoado commeo^ador Ano io Gomei<
Miranda Lel. ron^idam aos peu1 preme* o
amitos para a siMi'pm vi mis'sag que manoi m
rezar por alma do mean p, na Ornem de S
Francisco, o df S4 d" correte, p 8 hora a.
f
i
Commendador Antonio Gomes
randa Leal
Aor Costa, Mmoel nmentel. Anastacio
Costa. Airredo fcoraes e Artbar Carneiro, ero
oluma bomeoagem ao seo bom pat'So e am coromeodador Aotonio Gomel Miranda Leal,
andam celebar caa mis-a no ala 24 do coi-
rente, as 8 boras na O-dem 3* de S. Fraccifco,
para < qu" (onvidam a familia, prenles e ami-
gos do finado.
r*f^.:a
Frnce Line. Meamers
James Kuott Newcastle-on-
Tyne
LINHA REti-AR RNTRE CS
Estados-Unidos e o Brasil e Rio da Prat
B' ppner?''c de New-York at
,o da S3 do correte, e sair
|depois da demora b'ecessrla
'para
Baha, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR1NGLEZ
Asiatie Prince
Para carga e passageos trata'-se com 08
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Ra. do Comteoroto n. 15
Leilao
da ca>a da travessa na Pra'a do Forte n. 88,
fregoezia de S. Jos, pertenceote aos berdeiros
de Flix Soar^s nn Baroaibo servindo de base
a iffe/ta de 266*666.
Urna dita u. 15 A na Estrada para o Engenbo,
freguezia do Poco, porieorente a Jas Rodri-
gues e avallada ,m 1501000.
Leilao
da armafo de Pmbo, bitrSo, terr de pesos e
medidas da casa n. 30 dajrua de Santa Toere
zaa, freeoeza de Sanio Aotooio, periencenle a
Nonen do* Sanios & C.
SABRADO, 28 DO CORRENTE
t
AsII boras
Oo alua-se por barato?"bree* Otta-crBa'de
pedra e cal enr BeberlDe, teneo propHo, na
NO ARMAZEM DA RA DO BOafJSSUS N. tf roa do Matotnoo n. 6, a ir^a- na roa DcaoQ ae
*i
EILOES
Agente Oiiveira
Leilao
D^ 1 ca a terrea sita a roe do Padre Floriaco
D- 23. com porta e janella de frente, 2 sallas,
2 quarto?, copinba externa, sotao interno, qoin-
tal maraoo, cacizb?, etc., nertencent aos bens
que Ocaram por fallecimento Ge Joao i-elix da
Rosa.
Se;;ta-feira, 24 do co/ente
A'S 11 HORAS
So armazem n. 39 da rna 15
de Stovemhro
O agente obveira por mandado do Exm. Sr.
Di. juiz de direito a provedoria, a requer-
nto do inventariaremos referidos rens, le-
var* a leilo a ca-a terrea cima descrinta, pc-
o, desde j, ser examinada pelos Srs. pre-
-' enier.
O agenta Pmio levara a leilo por mandado
do I Im. Sr. Dr. juiz substituto da fazeoda do
Estado de Parnarxbuco.as casas e armagao ci-
ma men-ioosdas.
GRANDE K YAftIADO
Leilo
De vef toarles para bemens e seoboras, casa-
cas e capacetes para guerreiros, vanas armas,
espingaras, espadas lanjas, objertos de contra
regra, vistas, scenarioi-, rirovels, figora tfoi*
tot oolros cbjeetos para tbeafos e
Carnaval
Muii"3 para as operas Fausto, Gioconda,
Jone, Puliuto, Locia, Aida, Ruy-Rlag, Goaraoy,
Baile in Mascbera. L. Rorgia e Trovrtore, o
terceto oe LomPard.
Tenja.feifa 28 do corrente
RA DOM JESS N. 45
O aeente Piolo levara a leilao reqoerlmen-
to da ociedde'anonymi Arion e por despacho
do Illm. S-. Dr. jniz de'direito des feltos da fa-
zenda os objectos cima depcr.ptos existentes
oo armazem da ra do Bom Jasas n. 45 onde
serao vendido?.
O leilao principiar s 10 1(2 boran.
Enedlna Serrano de onveia Ha
(alliues
7o dia
Francisco Mara de Souza Ganveia, eua mu-
Iber, filhs, georo e n ra1, agradecen) as pes-
soas que acompaobarsm a nitima morada c
restos morlaes de ua praoteada filD^, rma,
esposa e coohada, Enedlna Serrano de G.oVea
Magalbaes e coovldam a todos os patentes e
amigos o"a fittilla para assisttrem' Ss misTsaf
qoe i elo eterno repooso de soa alma mmdam
celebrar r,a Oriem 3 de S. Francisco, s 7 1|2 j
boral'da' maobl'ao da 25 do corrente. cou|ea-
aando se iodos Bternarxente gratos por este acio
oe carldade.
Vende-se
CaxiBs n. 87. rbapeU-la Umao.
asa
AloiraJse'a excellerjte casa 'raaotocolom
b o. 24 em Afogados. a qoal cfferece ptimas
ccomreroda'^ces P8ra -fumilia. a par oe vrante
quioial, divrrsas Tocteiras eexcellenie parre!
ral. Prego muitisBimo ra.-eivel : tratar no
BftZT de Afopartno.
Agente Oiiveira
Leilo
DE PREDIOS
Sendo, 7 casss terreas, sitas a ra Azul, fre-
guezia de S. Jote, de ns. 2, 4, 6, 8,10. 12 e 14,
rendendo cada urna mensalmente 15J1000.
Um roorado de 1 andar, sito a roa Nova de
Santa Ri a n. 56, em solo proprlo rendendo
menealmeote 564000.
Urna cara terrea me?uia roa n. 58, com
porta e janella de frente, 2 sallas, 2 qoartop,
coslnba e mais um qoarto ao lado da costnba;
soto interno, qointal morado com cacimba,
ele. rendendo meosaiarjeo'e 40JOOO.
Urna dita n. 60, m<>*a> roa eom porta e ja-
nella de frente, 2 sallas. 2 qoa'rtos, cesinba,
quintal mu ado com cacimba; etc.
Sexta-feira 24 to corrente
A' 1 f horas
NO AHMAZE A' ROA 15 DE NOVEMBRO
N. 39
O agente Oiiveira competentemente autor sa-
do levar a leilo as casas terreas e sobrado
cima descriptos, os quaes entregam-se todos
livres e detembaracaitos.
Os Srs. pretenderes, desdei ja, podero exa-
minar as referidas casas e sobrado.
Agente Oiiveira
3-* Leilo e ultimo
Das 2 casas terreas'sitas roa Amella ns. 5
e 5 A, no logar Afileles, fregnexta da Gra\a
pertencentes ao espolio do finado Jos Joabatm,
de Souza Mo ta.
Sexta-feira, 24 de Janeiro
A'S 11 HORAS
A o armazem ra lde\o
?embro o. 39
ANTI6A DO IMPERADOR
O ageDte cima por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz de direito Ge Olinda, e req erimen-
to da inventaran te, levar a 3.* e ultime leilao
as casas terreas cima pertencentes ao dito es-
polio, servindo de base a offerta de 1* leilo.
Os Srs. pretendentes desde j podero ex -
Binar as referida casas, cajas eaavtfl se
acbam em poder do meemo ageate.
AVISOS DIVERSOS
A'uga-se o andar terre do sobrad do
caes oo Gatometro o. 3, rom sgna encanada,
apparel.io, 2 salas e 3 quartor, a tratar na prasa
do Herval s. 3.
NA SULEDADE ra do desembrgador
Nuoes Machado n. 66 preparase com promptl-
do e spelo, fiambres, bolo do nolvo, dita da
-.iva, i o-df-l, bolo ingles, dito de arroz,
dito de mandioca, pactis de nata, mal benta,
boos boceados, bolo de rolo, bolinbos para cha
tortlobas (kilo-, po-de-l torrado (kilo1, podins
de pao, de qneijo, de coco, doces de ovos e de
fructa1, filbos para o entruio, afnga-se bande-
jas grandes e pequeas e frixa-se papel o me-
Ibor qoe pog>ivp|. .
Precisa-se
Um criado de 14 a 46
annos para o 3* andar
da typographa do Dia-
rio de Pernambuco.
Cominodos
Mme. Margarida Moller tem aposentos para
boppedes : a informar ra do Bemtica o ti
merceana.
Aocommercio
Jolio PocfBco de Azevedo tendo comparo
o estabeleclmento ce Manoel Gouvea, na cidade
de Olinda, rna Santa Cruz dos Milagres n. 6,
livre e desembarazado de qoalquer ouae, vem
por meio desta declarsgo pedir a qoem for
credor apresentar 8oas comas no praso de 3
das a contar da data presente.
21-1-96.
Caieiro
Precls-se de um com'pratica de molhados,
8 trn a- na rna Larca do R s-'io n. 14.
Aiaea-se a casa n. 43 sita rpa Ubis do
Reo, com commodos para grande familia, ?goa
e gaz eocaoados, uraode quintal e jareim ao
lado, reeaificada de novo, a tratar ra da Im*
pertrix n. 16, toja.
Vende-se terrenos na ra Real da Toire,
m frente a estacao da va frrea do Casanga -
trata-se na Capnoga, rea Jcaqutm abaco
n.28^_________________________^^^_
Melanea Ferreira de Meaeiros prbfessora titu-
lada pela Escola Normal; prn| Cese a leccitftiar
prfmeiras letras, portoguez, piano e trabalbbs
maonacs a t-atar em eua residencia tna da
Sen'zalla Velba n. 56, 2 andar.
Lm Iraucez, profeea^r monos anaof em
Pars, deseja le clonar lingaas, silencias, de-
senbo e mdica ; desde as p-imeiras je tiras at
o bacoarelato. Carta no ec iptono'deste Dt-
rm rom as iniciapA L.
Tr'iu ce '- laiu na a rljt-o ua ulvi-
d publica do E tad de Pero mtuco, ns. 400 e
973 de OOJCOO cada urna, pertencentes ao
abaixo as.-igoadr, pede-se a qnem as pn~r,nt ou
o favor de ent-epal-as na ra des Afflxtos o.
31. qoe sera recom eosado.
Recife, 14 de D sembr de 1895
Jo- de S> oa Murei-a.
Ptecua-se oe S. Jorge n. 141. Paga-ee bem.
Uma renDora qoe.eodo morar com ootra
e nao teoo domicilio, qa m tfver, qfeira^oiB
rigtr-se roa BarJ da Viclona1 n. 65, 2* an-
dar, para coovenciooar.
Protesto
Tendo lido er jorr.aes desta kfiaie em an-
noucio oe leilo da propn Dad Heoorainada
Sitio do Vlgarin'. ni fregoezia da V.rzea, e de
qoe eou coosenbor, der lab nlo 'coolr ny mes*
mo leilao, e protesto em rempo'fizer taler o
en dlrei'o.
Kedrfb, ll"de Janeiro d 1896.
Henrique da Foaseea Coatiobo.
Criado
Precisa-se de om com conducta, ra Mar-
ao^z -lo Htv i n. 126. Ifabrira).
Uemai cales de trra
Pelo engeiheiro G. C. Carlinl, escriplorio na
cidde da Escada 6 roa do Rto o. 12.
ng-enhcs especiaes
Qoem prelbter Comprar' dos engerfhos
grandes, m.ntaoos a capricho, em terrenos an-
tiexv.8 e fertiiissimos, coberto" de maltas, pro
prios para se levsntar uma ufina, com capaci-
dade de s ff-ejar mais de 20,000 esccos, actual-
mente com s-offras'criadas para tres mil pes
em caflaom, sitios de cfezelros j* carregdos,
com boos cercados, bois, cava los e horros
dirija-se a esta cidade tratar com Jcao Antb-
ni Alvs, qoe os vende barato.
Paleares, 21 de Janeiro de 96.
Francisco ravalcanle Jaynte
F anriero Jefe J yoe Galvo. sua mulber e
filbos. coovidam a seos parrles e amigos rara j
a'sirttrem as roissas qoe mandam rezar po'i
'alma deseo presado pal,soerue sv, Frociscot
Cavalcante J.yme G^lvao, na oroern 3* de S.
Francisco, no da 24 do corren'.e, as 8 boras da I
marra, 7* ala de sto fallecimento, pelo que Ibe j
eero g-adecidos.
nxaquecas!
nxaquecas!
evralgas!
As
r
PEROLAS SSE D" CLERTAMdil&S
tos as mais dolorosos Nevralgias. que sejam ellas de cabeca, dos mem-
bros ou de qualquer outra. parte do corpo. Nunca de nais o recom-
mendal-as aos doentes que soffrem d'essas crueis affeccoes. Para actuar bem
a Essencia de Terebenthina deve ser perfeitamente rectificada.
Exija-sc Firma de GLEBTAH sobre o rotulo dos vidros de Perolas da Essencia de Teribentliioa.
Em PARI2, 19, ra Jacob CASA L. FRERE A. CHAMPIGNY e C, IT II, ru Jacob, em PARIZ
a VA1IEJO EM QDiSI TODAS AS PHABHACTAS DS TODOS OS r.MZKS
Ama
Precisa re de orna sma para cosinhar e mah
seriC8 oe cas oe r^qeeua familia : a tratar
oa rna d. Bannei a 25
Ama
N ra do L vrsrxfnto n. 7. precisa-se de
oir para i om: nar e n a s algum servico de pe-
quei a f.mnu. h
" tm chebo exquisito n
S.A.R. a Duqueza d York.
ASIA
Pan peqreoa fmilia, precisa-se de orna para
m'T. *h t':,dr ia tt>'ltn ta Boa Viaan.
62 Io andar.
Ames
I -ecisa- e de do?a. a ;ratar iul BarSo da
Victo-ia p. 65. 2* noar.
Ama
N^ ma do AragSo a. 30 precisa se de duas
amas, uma para coslBb'r e ootra part lavar e
? nKommar.
Suave e delicado odorfero aemelhante propria Rosa.
O mais delicioso de todos os Perfumen
O d'ATISSKSON o unico verdadairo e original
Os Perfumes Inglezes de Atkinson
sao multo superiores s butras fabricacos; conf-ervam a sua forca fnteira e possuem t
t cheiro delicado das flores naturaes :
OFOPONA^ FRAN8IPANE, ESS. BOgET, HELIOTROPE, JOCKEY-CLUB
o todos os aromas preferidos.
ttVOiumaM SB MAS Aa\UbCt>yUOO turma de escudo, e a marca de fabrica WHITE RDSEi.
utodas as casas b rt-*FUMKiBos s a dos fabricantes. J. & E. ATKINSOM. 24, Oid Bocd Street, adres.
Licaneiado pila In.pacin da Hjttar.a do Imparta do traiil.
CAPSULAS de SNDALO CITRIN:
Preparacio alg^una i mais etficaz contra ai
MOLESTIAS SE CF E *T A. S
ao que as famosas Capsulas unitxrtaltnenle rWMMMHdadas pelo* Mrdirom.
rwr 5'*l?J;JZm inMtv&* compIfUa para tralamento) enra ^ramente dentro de urna .mana
JIF *S, SO*S t C; em LIVERPOOL. MVAMB. F.SCBBS Je ffMMM, aa LONDRES.
N
Por ser
a mais pura,
a JPeptona
CHAPOTEAT
a nica
empregada pelo
Sr.J*ASTEUR
e nos
laboratorios de
Berlim, Vienna,
S, Petersb urgo
e
na Marinha
Franoeza.
*.
EFFICACtA e ACCAO RPIDA
ViNHO CHAPOTEAT
com PEPTNA PEPSICA
A Peptona, o resultado da digesto da carne de
vacca pela pepsina como pelo estomago. Com ella
ntrem-se, sem nenbum otttro alimento, os doentes,
os convalescentes e todas as pessoas soffrendo d'ane-
mia por perda de torcas, digestoes difficeis, repu-
gnancia dos alimentos, febres, diabte, tisica, dysen-
teria, tumores, cancro, molestias do estomago e do
igado causadas pei* fasbitcao 'dos paizes quentes.!
Este Vinho o mais poderoso de todos os alimentos.'"
chapoteat, piiarinaKOuCO, 8, rae Mmt, PARS, e en todas as Pnarmadas.
Barcada a venda
Ven de-se a ba-cac/i Ra;-
nha do Sol, lotac.ao de 600
saceos, reformada e pin-
tadade ncov.
Quem a pretender diri-
ja--e n'esta c&pital aos Srs.
rlodrigoe?, Lima Sf C.,oo
emMaceio' aos Srs. Rodri-
gues, Cardlo e comp. e
em S. Miguel de Campos,
estado de Alago s, aos pro-
prieterios Vasconcelos No-
vaei e comp., em liquida-
cao.
Governanfe
Precisa-sede orna p;ra tomar coma de uma
casa de om novo, com aoas ovuioas, a tratar
-ua Bdrao da Victoria o. 65, 2* andar.
CADET
CURA
EMTRrSlAS
lenain
p a r i s
Depsitos nas principaes PharmaciaS.
PASTILBAS PEITORAES
DE SUCC0 D'ALfAC LO USO CUUa
de QSIMAULT & 0a, Ph"* e hrii
Admlitido i ora 0Aarmioop4 otlatildtrnsam,
AppromopelaJunlaoenlrildsrlrtlaaaM trtrlt.
Soba fdrmad'uin eonftito delicioso,
tomadocomprazer, tan tpelas crean-
Cas, como pelos adultos, estas pas-
tilhas contm os dois principio
mais calmantes e inoffensivo em
materia medica. Empregam-ee
com o melbor xito contra:
Tone, { Molestias do Paito,
Defraxoi, i Catarrho-Epldeniios,
estantos, i Roaqoidfto,
Doenoaa ds Qarrjanu,
Kroaobitea Coqoalasks.
rAMim. m, rtjx
t
Molestias da palle
Elixir Depurativo
Do jy CAZENAYE
n-VEDICO BU CHEFE DE HOSPITAL DI BAO LCII
(DOENCAS DA PKLU)
Este Elixir representa as ultimas
conquistas da sciencia moderna e cons-
tiue o mais poderoso depura-
tivo e renovador do saugrue
que 8efconliece. Emprgsrssssm|>o
com successo nas segaintes
Drteos. I Pitynaata
rirn, I Prundo.
Hrp. I Uiceraoon.
SecTofola | Psoriam.
Byphltm, todos om
nnltmaUM dam uraccoan
finito PAB18, S, ru
a n* taita om
^&P4S
//
f#
IRO
I rtpreienuexactamfnteo ferro contldo i
J Oa ecooomia. Experimentado pelos I
F pnncipaei mdicos do mundo, ptsat
'immediatamente no sasajae, nao occa-
slooa priso de reir, oo cansa o
i estomago, nao ennegrece os dente, i
loita-u au pilas n eiia cwli.~
Inja-ie t Tirisfiir Ijrta.
Vendase em todas as Pharmacias.
i hrltr:40i42,r.St-Laura,Parlz.
i
Ave do ''arizo
51 roa da Imperatriz 51
Becebem das principaes pracar da Eu-
ropa, qainzenalmenfe as mais altas No-
vidades em fazendas fin>.s.
ALBERTO CARDOSO & C.
Precisa-se
e. uma ama que cosiobe e compre, ne 2' an
aoaar4 da typcgrpbia'do Diario de Pernant'
DUCO.
De.
8-ibrado
Cosnh^ira e criado
Precisa-ae na rna de Pay-
sand n. 19.
LUZ
DIAMANTE
LONGMAN &. MARTNEZ
NEW-YOEK
Livre de Exploso, Fumaca e Mao
Cheiro A' vendo em todos os arm-
zens de seceos e molhados.
Para ura ca^alsemfilhos
A ova re om commodo na ra de Horias s.
66 < anrtar._______________
51 Ra da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado eor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
ceben a
AVE DO P4RAIZO
Regulador aa Marinha
Conterta-se reloe'ioa de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro de
mahnha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binocolee, oculos de
alcance, joiaa e todo e qualquer objecto
tendente a arte mecbanica.
ttBa Lare-a do rtoaario -9
Chegou! Ghegou!
PARA A
Compra se qoalquer qoanttdde : i ra da
M'- dre oe Dos n. 4.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jagaaribe
A 9^000 a barrica
Para o tabrico do assubaf' vende se u^
Oompanbia Exploradora de Prodafcio
OsicaVos no Oses (lo Apollb n. 73.
Re fin -dotes
Pede'estfvlot*S"rte r-Brilcao em gtsl pira
compareesrem na sexta-feira 21 oo correte,
na roa de S. Jorge oo e. if-, pjr cima da refl-
nagao dos Srs. Manol Alves de Senna A C,
para tratar dos Jntere'eses da classe. A re-
sillo de?e ser logo desos da prfcca ta rferl-
dti.
Vende-re o sobrad o. 161 da roa Imperial,
de doos andares, com agua encanada, grande
quintal murado, coebeira, portao com gradea-
menio de ferro, moitos commodos, e com pro-
poicao para uma fabrica a tratar na ra do
BarSo da Victoria n. 49, lija.
Ama de engbrtmado
Precisa-fe de nma com nrgebeta. a tratar na
do Raogel n. t9, fabrica Lfaytte.
roa
Taverna
Ve^e se umr., rm i pumo r-orto, po' motivo
de m< l-stia re seo dono, simada oa fregeezia
de Sanio Antonio, a tratar na ra rteanta Tlie-
resa n. 30, onfo*maco.
A o commercio eao
publ
ico
A abaixo asignada, ~vuva de Aotobio Jas
Rodrlgbes da Costa, residente na cidade da
Victoria de Pernambuco, declara que desta data
em diaote fica eem effelio a procoraco qoe
pu8sou i seo irroo Lan"elioo Lopes de Senna,
para tratar de seus negocios, qoer commerciaes,
quer particulares.
E para evitar duvidss, fak a presente deca -
rfao..
Victoria, 20 de Janeiro de 1896.
Mlnervna Marea-Ida Ferraz Costa.1
A mais alta phantasia d'esta eetacao
lindissimo cbifon de seda Maria
Stuart!
Variadis8mo sortimento de pbantasias
em lis, algodao a seda.
AVE DO PARA1ZO
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoso ft C
Piano
Kap
r 7.
Anda se precisa t*e um com pratica de pa-
daria tu conf'ilaria, dai>"0 atone de rondarla ;
p r-i tima confei'aria tr s cioade e para
t'rb'ba' om bem oet q^e o Monteiro
t ru M- ti I : a tratar f ra do R.hH n. 7.
Ativncao
Vf d'-.f om .ifno rioa-Vlaaem, com
e lomsrimemo, a
500 almo* ne -o o
iria 'u io- O r
i ti
B. 6.
Vende-se
No enaei ho S. Ca>-i no, io ChOO. ptimas
rom>sp"r- ur*a .i-'-socir, a^sim i orno telbas
de sup rior qual>d*ae, iai^r 00 onsmo.
Bro es de coral rosa
Cbesar.m liooosuri b ne troncos ne coral,
oltima mona, receten a retoioaria David, ru
do C. boga. o. (4.
Precoa red asidos.
Vende-se om em perfeito es'ado Je ronper-
vaco, a fatar a praca Maciel Pinbelro n. 32,
(lo.-).
Ae> publico e ao commercio
Aviamos qae desta da'a em diaote deixoo
de ser oos80 caixeiro o Sr. Alfredo Procoplo
Lores de Castro.
Rrcife, 21 de Janei'o de 1896.
M-Ttins Viegas 8 F'lbos.
Ao publico
Lanra AdelinH Sir-iva GjUSo, prefe-sora
i nihca em dixponmtlidade, f. z scime ao po-
Diico desta oati *l b i-cm espedclioade aos pas
oe feos alomnos, que do da 3 do prximo fa-
taro mei de Pe^ereiro em diao e, reabnr as
aolss oe sua encola, sita ina 7 de setembro
o-8.
Criadas
Precisa.se daas urnas sendo orna para eos).
nna' e oo rs pa-a coptira, para basa depones
familia, paga.se bem, a tratar s rna do Impera,
dor 0.^1, 2- anaar. _
DE
Campos & G
N. 3RA DUQUE DE CAXIiS-N.3f
Em frente do Diario
Os propietarios deste bem mentado estabe-
lecimento previnetr ao respeitivel poblico qoe
oara bem servir aos seus fregueses teem no re-
ferido estabelecimento om esplendido e varia-
do sortimento de casemiras petas e de cores,
o qoe ba de melbor em la, b.-ins de poro liobo
de todos os padroes, e por precos raso--.vei.-.
Possaem bons artistas, pelo que se julgara
abllltsdos a satisfazer com todo gosto, esmere
e perfeicao ao fregoet miau exgeme.
Ma mesma allaiaiana alogam-se canacas,
etc.
Den tes
Termina a horrivel dor de dentee usan-
de o escolente preparado de Mfnosl
Osrdoso Jnior.
As cartas que Ibe tem sido diriyida
pelos jornaes de maior circulaco, atfcst"
tam s efficacia.
Deposito
Drog-aria de Francisco Maoer da Ai-
ra & C, ra do VIarquea de Olinda
o. 23,
Pharmacia Martina, ra Doque da
axiasn. 88.
Pharmacia Oriental, a ra EstreitAtic
Rosaran. 3.
Pharmacia Alfredo jentra, ft'ris ti
B: rio da Victoria b. .14.
Pharmacia Virgili. Lopee, ra fiar.
gt do Rosario n. 18.
1 MU1UD0


- >.


s
Diario de Pernambnco Quinta-feira 3 de Janeiro de 1&0O
t

Compadre
CoxptdreOl m-nje onde compra gene-
ros para soa despensa 1
Eu lbe digo:
Ha moltos aonos que compro miun ama-
ten), e n.' me con >a qup niDgoem teja mais
bem oervido en ootra i arle ; comp-o all, por
qn> encentro o qae preciso, di u a oota e man-
dam mj todo a mpo gosit>, ja v nesia eoooT
(9o psIod eatirfei o.
Em piecoa nao da qoem venda mais barato
e todos os gei eros to de primeira qjalldade ;
a boa mai teles, o bom ih, o bum qoeljo de
duersas qcaimaaes, o bom mbo de me^a da
Serra da Estrella, o bom vlnbo do PorU di>
mala baixa tois alta qoalidsne, es boos lird-
res, o bom champagne, Hoalmene 'oso qu>nii
se pode desejar para orna boa fespeiea.
E teem tambem om completo som i en'o de
obras de iidp, como s j;o sestaa para c cu
pras, bala os para papel, rtope ros, berros e
lindas cadel'a?.
Obrigado compadre pelo qoe me diz, porqo
a vi a esia moito cara, vio mandar comprar o
qoe prec aar otase a'mazeoo.
Pois mande compadre qoe ba de flear eatis-
feim.
Olbe o aotleo armai-m de
Pecas alendes A C.
PA ESIBEITA DO ROSARIO (JUNTO A
IGREJA)
Se i ende compad"*.
Liquidado
A loja Paria n'America ten-
do de liquidar diversa* fa-
xendaa de modas chama' at-
teneao de aetu fregueaea para
grandes abatimentoade pre'
eaa
Ba do B. da Victoria le
Pernambuco
Aproveitem a pechincha
Vende-fle a propnedade Piles de Taqoars,
em Al?tr: a=, distante apenas 3 a 3 Ieg038 da
es'sc&o de S. Benedicto : esta rroprledade iem
propo'cOss para n optar orna grande fazeod
de caf, dos coas t*rr*8 sao proptias e magni-
ficas, naja vista orna que tem jonio mono me-
nor, que tem 14 (00 ps botando frocio, leodo
se modado os ppg em l89i. existe oa p-op-ie-
dade 3 riachos ort. s, moit madelra ue coos-
troegao, amarello e looro, <<* paa levantar um
bem engeobo para oos 3 000 pies de assucar:
veode-se barato por seo donu nao osar de plan-
Uc.0 a e precisar retirar-se para fra daciade.
a tratar na roa Marqoez oo Herval o. 165,
venda.
Casa e sitio
Veode-se na Caponga om grande altio arbe-
rlsado, com opimas 'retelas e orna magnifi-
ca casa terrea moderna, de totao com janeilas,
com moitcs commodos para grande familia*
cosinha fra, qoaMo de baobo e cochera, agoa,
e grande portao de ferro oa (mole, morano,
o'o p'oprlo, sito a roa Joaqoim Naboco o. 26,
faieodo esquina para a traveasa da Vectora e
def-ome do ponto de parada da vla-ferrea de
Caxaog ; a tratar com o capitao Pasaos Los,
roa da Peoba o. 5, 3.* andar, e das 10 s 3 da
tarde na roa do Imperalor o. 77 i.* aadar, es-
crip'.o io. ^^^^ ___________
Ourives Oc-
culista
TtEODORO JOS' RAMOS DE MELLO
Esiabelecldo com oficina de oorives a roa da
Laraogeiras n. i, avisa aos seos frpgoexes e ao
reepeitavel poblico, qoe maitm officiaes hab
liadis.Mmos para execogao de qoalqoer trabaliu
coocaroeoie a soa arte, especialmente cravac"
para brilbaoies, ocaloa, penslnex, moooco
los, etc.
Doora M, prateia-ae qoalqoer metal,'oncer
toa em leqocs de'madreperoia oo ontra qoalqoe'
especie, garaotlodo prego a mdicos.
Roa das Laraogeiras n. 1
EMULSO DE SCOTT
DE OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
Com Hypophospliitos de Cal e Soda.
Approvada pela Junta Central de Hyoiene Publica e autorisada pelo governo do BraziL
Os mais afamados mdicos do mundo receitam constantemen*fc esta
preparaco. Leia-se o seguinte testemunho:
O abaixo assignado, Doutor em Medicina
pela Faculdade Medica da Baha, Estados
Unidos do Brazi', Delegado de Hygiene d'esta
Cidade, etc. Attesto sob f de meu grao, que
tenho tirado os melhores resultados na minha
clnica civil, com o em prego do vosso preparado
denominado -'Emulso de Scott" nos escro-
phulosos, tuberculosos, rachiticos e em todas
as enfermidades que deixam em sua terminaco
um depauperamento das forcas. Alem do bom
resultado em seu emprego, alem d'isso,
fcilmente supportado pelas criancas as mais
rebeldes medicaco. Poderao fazer, d'este o
uso que lhes convier.
De V. V. S. S.
Dr. ANTONIO MUNIZ FERREIRA,
Mocca,
Q Dr. Muaiz Ferreira s Paulo, BraziL
A Emulso Scott urna preparado d'Oleo de Figado de Bacalhao, de
urna apparencia agradavel e fcil a tomar. Nao tem o gosto repugnante
do oleo puro e simples, e ao contrario d'este de fcil digesto e assimi-
lac,o. Os hypophosphitos, cujas qualidades tnicas influem tanto sobre os
ervos, ossos e cerebro, e que entram n'esta preparaco, augmentara as
virtudes j reconhecidas, do oleo de figado de Bacalhao.
Nos casos de Thisica, Escrfulas, Anemia, Chlorose, Rachi-
tismo, AffeccOes da Garganta e PulmOes, a medicina nao encon-
trou ainda nada que iguale Emulso Scott.
Vende-se em todas as pharmacias. Scott & Bowne, Chimicos, New York.
79E11P1T
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MURATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a gyphilis.
Elle cura o rheumatisma.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MORA.TO, pro-
pagado por
DEPOSITO M FEUN YMttlXO
J. GOMPANHIA M DR GAS E PRODUCTOS GHIICOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
TIJOLOS
Na Fabrica de Teci-
dos em Camaragibe, ou
'rua do Commercio n.
6 1/ andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dadeproprio para con -
struccao.
Electricidade
Antonio do Carmo Almeja Sob tobo, encar*
regase de instailacOes da los elctrica em asi.
as e egtabelecimeDtoe iodostnaes, bem como
telephones particulares, campas electrlctas,
para-ralos e ootros Ira bal boa coDseoerep.
Pode ser procorado por cima do Diario de
Pernamboeo.
FOLgEflM *
AMENDIGA DE PARIZ
POR
ZAVIESDEMU
~W<"
PRIMEIRA PARTE
O TESTAMENTO DO CONDE
III
|(Continuag5o)
Pierre Ranaud olbava-o ancioso, tor-
torado pelo detejo de lbe fazer ama per-
gunta, nao ousando fallar com meio de
orna resposta esmagadora.
Por fim ae decidi.
E* grave o estado do Sr. conde ?
pergnntoa elle com a voz tremola.
Oh 1 sim, muito grave... Sua vi-
lU corre perigo.
0 escudeiro suffocava.
O medico cootiauoo :
- Hei de fazer o posaivel para debe-
lar o mal. Vou combatel-o enrgica-
mente, mas nao afirmo nada. D'aqui a
alguma horaa devo deixar o castalio.
E' bom procurar ontro medico.
Pierre Renaod, tem dizer pa larra, our-
?oo acabega.
Oborava.
IIP1MMS DES DIMES
38Ra do Baro da Victoria38
Tem recebido ltimamente de Paris um variado
sortimento em:
Sedas brancas, pretas e de cores para grande
escolha.
Ricos cortes de Velludo Flamboyant.
Gazes de seda lizas e com desenhos.
Espartiihes tinos em seda e de brim.
Cortinados finos, com pinturas para janellas.
Colchas de seda, lavradas e bordadas.
Camisas de seda e de linbo guarnecidas de
rendas e fitas.
Leques de madriperola e de phantasia a Luiz
XIV.
Cortinados de fil para cama.
Meias de seda e de fio de escossia para bomem
e senhora.
ESCOLHIDOS
OLEO PURO
DE FIGADO
DE BACALHAO
DE
LANMAN E KEMP
RECOMENDADO
por distinctos Doutores que
Ihe do a preferencia, o re-
ceitam cada dia para todas
as doencas Pulmonares, Es-
crfulas, etc., e o considerara
o mais puro c rico em
FODEB MEDICIMAX.
QUE SE APSESENTA
AO PUBLICO
E MAIORES
cd
O
O
CD
#
A TOSSE E
PEITORAL
DE
AHACAHUITA
PREPARADO POR
LANMAN E KEMP
NEW YORK
0 BALSAMO MAIS EFFICAZ
PROOUZ CURA6 ADMIRAVEIS C TEM
TRIUMPHADO EM MUIT08 CASOS O
PHTHISICA INCIPIENTE.
>
ti
O
ti
I
>
V^ende-se
DMa data em dlaoie *t i fim rio ae, ven"
_ se u qo^m tlter pred'SD, ama porcSo de
cubro* e l a'ei'S para arxialoieB. taooas,
portas e roalas veldts, porgao de pedral de
piolara, om mastro e apparelbo caderoado
para 808pe eSo de oaleirsp, todo isto perlen*
cente an espolio do fallecido Pel:cmi>o Perrelra
das Cbaea-, pii-a ser aorado o qoe de', Dar
fazer a liqoi"ac,ae des debituH do meamo falla*
emo, ror pe,.ido -a? orprifig, a tratar com Ra*
fino Coa^selro. roa do Lima eoi Saoi Ama-
re Sr.g S-iIios t-avensa de Jcao Veiga o. 19,
onpe pe mosiraf&o ditos trate-iaes: tambem se
aloga-a o tt'lbeiro e coebeira para bois, em ter*
reoon iodo mo-ados com ponj oa messa roa
d Lima ; oa pretecoeoiea podern Ir *er estes
objecos todcs os das da 8 boras 36 S totas da
tarde.
Hjdrosudotherapia
J( 5o re Pefgoa Olivelra, vo'ganssdor da Hy
'r>..-ud( li-r.-'pia oo nuvo methudo de corar
lodas ax rrjcle?:us. com ezclosao absoluta
de medies memos e opertcOes, resolveo abrir
om corro, ooda proi.Of.-e a eosloar as ai plica-
oes neste ey.-'ema para cada moleia em
particolar.
Praca de Dezesft?, antfgo paleo do Collegio
o. 77, I* andar.
Das II 1/, as 2 bo-as.
CIDADE m
INFALLIVEL

^K
Estotras brancas e de phantasia.
Tapetes e alcatifas para forro de casa.
Alnaofadas bordadas a ouro e em alto relevo.
Grande sortimento em lans de phantasia.
Grande escolha em tecidos de algodao.
Ul) MI 1 i
TELEPHONE---59
i'
PEITORAL OATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TULIP E GOACO
C O M P O 8 1 V. A'O DE BAIILIVBIBA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Estad
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposigSes.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosBOb, bronchites, asthmajisica, coqueluche, Muqui-
dlo e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todas as pharmacias e dragaras
D E P OJS I T A R.IO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares Braga & C.
Boa do Mrquez de linda n. OO ______
GRANDE
HOTEL AMERICal
feua 15 de Noyembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos maislhygieni-
eos da cidade do Recife.
Accommoda^oes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a mai>-r le mais arejada nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um francs
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima ^offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais difficeis dos appetites e bota-o ao despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS RASOAVE1S
MLl-SEDIfiBSOS IDIOMAS
Fabrica a ya por &3
degcaroc,ar algodao
e caf.
Vende-se a fabrica
de descarocar algodao
c caf com todas suas
machinas e pertenees
na cidade de Bezerros
como tambem o pedio
em que est montada
a mesma fabrica, livre
e desemb^racada de
qualquer cnus
A tratar no Rec'fe Ra
do Commercio d. 182.*
anejar.
CHBGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Nova em Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas recentemente deec bertas,
j sao bastante conhecidas pela sua efi-
cacia aero igual as doencas intestinaea,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estoirago, de qualquer
satureza, bem como do figado.
Para con vencer-se eiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra*
finha.
A' venda las prnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seos exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M-8ALDANH,&C
Roa dos Douradores n. 32
1. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Jlo Fernandas de Almeiia
Traveasa da Madre Dens n. *1
Blaasins Wolff aotivava os preparos
medicinaos.
Este, disse elle indicando um dos
vidros, para o official do nosso exerci
to ; e este (accrescantoa dando a Pierre
o outro vidro) para o seu amo... Faca
com que elle tome agora mesmo urna co-
lore de sopa e continu a dar de hora
em hora...
Obrigado, senhor, obrigado... Eu
cumprirei religiosamente a sua ordem.
E, tomando o frasco, Pierre Renaud
batea para o quarto de Sr. d'Areynes,
onde Raymond vela va a cabecera do
leito.
O allemao desceu para jauto do official
ferido.
O tenante Angelis, preso de um vio-
lento accesso de febre, delirava, e, a
muito custo, o cirurgiao p6de lhe admi-
nistrar o medicamento.
No fim de alguos minutos o doente
cabio em repouso. A iebre dimiouio. O
delirio tornou-se menos agitado.
Eotao o doutor, dirgindo-se ao solda-
do de guarda junto ao ferido, fallen em
allemao :
__Qae dos homens da escolta ?
Foram se juntar &s tropas, Sr.
doutor.
Voce tambem pede ir... Eu irei
depois...
Em p, na pose respeitosa das orde-
naucas, o soldado nao se moveu.
Olhava muito espantado.
NSo ouvio ? perguntou enrgica-
mente o allemao, vendo que o outro pa-
recia disposto a nao obedecer.
O soldado fez um esforco para fallar.
E quem fca em meu lagar servio-
do o tenante ? ,
NSo de sua oonta. V I
A disciplina inflexivel.
O toldado fez o cumprimento militar e
rido. A verdade que elle estimara
antes continuar uas suas fuo.cc.3es de
enfermeiro a tomar a espingarda e ba-
ter-se.
No pateo do castello estavam doas ca-
vallos, o do official de estad-maior e o
do Boldado, amarrados & janella do rez
do cbfto.
O soldado montou e parti a galope.
Despertado pelo barulho, Raymond
desceu para se informar do que se pas-
sava.
Foi a ordenanca do efiicial ferido
que gahio, disse-lhe um criado.
Mande para a eocheira e cavallo
do tenente, ordenou Raymond.
Sim, Sr. r-'chloss...
Raymond sahio do castello e jrigio-8e
rpidamente para a aldeia d'ahi a um
kilmetro no mximo.
Batu em Fenestranges, na casa do
Dr. Pertuiset, o medico assistente do
Sr. d'Areynes.
Contra sua espectativa, as sentinellas
allemaes nao puzeram difficuldade em
sua paasagem.
Mal despontava o dia quando elle che-
gou residencia do medico.
Bateu*.
Immediatamente abrio-se urna janella
e o doator, que voltava da ambulancia
e nao tinha se deitado, appareceu.
Qumela?
Eu, Raymond Schloss, doutor...
O senhor, tao cedo 1 exclamou Per-
tuiset. Espere que n&o saja cousa de
cuidado...
Doutor, vamos immediatamente ao
castello.
Para qae ?
O Sr. conde teve um ataque.
Um ataque I
Um taque, sim, senhor. Venha
ixou o quarto, roltaodo-se para o fe- Isalval-o. Nio perca tempo.
Ra Larga do Rozario n. 22
Fbrica de Molduras
Estampas de todas as qualidadei. Q.udros. Sanefas para cortinados, can-
dieiros, obamiDs, pavios, moldaras para retratos.
Enoarrega-ae de retratos a craion para o qoe ha contratado am perito artista,
bastante conhecido.
Prepara-so qoalqoer eccommenda com a maior brevidade.
Sinoeridade e pre 5 a baratiasimos.
Raymond poz-
A janella |se fechou.
se a espera.
D'ahi a pooco bolio a fechadura, a
porta da ra gemeu nos gonzos e sahio
o Dr. Pertuiset.
Camprimentaram-se os dous e toma-
ram o caminho do castalio.
Emquanto andava, Raymond poz o
medico ao correte do qae se passava e
informou-o da prompta intervenc&o do
medico estraogeiro, gracas ao qual o
cande d'Areynes nao morrra logo.
Francez de coraco e de alma, pa-
triota como todos os filhos do generoso
paiz de Joann d'Area santao Dr.
Pertuiset comprehendra a violencia do
choque, quu prostrara o velho fidalgo ao
saber elle do desastre de Sedan.
Pobre conde pobre amigo 1... mor-
murara.
Chegando ao castello, ah encontrou o
medico allemao instal'ado cabeceira do
Sr. d'Areynes.
Blasins Wolff retardara um pouco a
partida no intuito de conferenciar com o
seo collega.
Os dous profssionees trocaram urna
saudacao glacial e polida.
Fiz tudo para salvar o chafe desta
casa, senhor... disse o bavaro. Cedo-
lhe o lugar.*.
O Dr. Pertuiset inclinou-se, calado, e
approximou-se do Sr. d'Areynes.
Este, vendo-o, teve no olhar um re-
lmpago de alegra e fez um esforc visi-
vel para lhe estndar a mao. O medico
apertou-a entre as suas e achou-a gelada
como a de um cadver.
Meu amigo... meu pobre amigo...
balbuciou com profunda emoc&o.
Blas;ns Wolff tornou a fallar :
Tenho conviccjlo de que a paralysia
n&o Ber, completa... Gracas ao rigoroso
tratamento qoe o senhor empregar, o
doente experimentar grande melhora...
Assim o espero... replicn Per-
tuiset.
E accrescentou :
J foi receitado ?
Sim, senhor...
Aqu eBta a receita, acodio Pierre
Renaud, apresentando ao medico francez
o papel em que o allemao tragara as
prescripcSes.
O caso era grave, tornou Blasins ;
mas felizmente eu pode encontrar na
pharmacia do castello as substancias,
cujo emprege era urgente.
Pertuiset leu com cuidado a receita.
E' isto... disse elle. Era necessa-
rio um reactivo enrgico. O senhor fez
o que eu faria em seu lugar. Muito
bem... Agora resta-me agradecer-lbe
duplamente... em nome da sciencia e
em nome do mea velho amigo o conde
d'Areynes...
NSo tem que agradecer... Eu
que lhe ficoobrgado...
O medico francez olhou o seu collegs
allemao com alguma sorpresa.
Como, obrigado ?
Sim, eu qoe lhe fico obrigado...
Porque ?
Um teaente- de estado-maior do
exercito allemao, gravemente ferido, foi
hootem transportado para esta casa.
Son obrigado a deixal-o para ir juntar-
me ao meu corpo... Paco-lhe que fique
velando esse offioial...
Oh senhor ; farei o meu deyer ;
esteja descansado, respondeu Pertuiset.
Pode contar commigo. Vamos ver o
doenta ..
O conde nio perda urna palavra da
conversa e seu olhar pareca dizer:
Sim, sim, va e volte.
Pertuiset fea lbe um signal com a mao
e acompanhou Blasins.
No aposento de baixo o official pros-
aiano delirava.
Profefs8or
Uos bomem cafado, ja de id.dp, com bastan-
te prailca de ensiDO, pro(0e-se a icccionar, un
algom engeobo aoe t'qae s mareem da liabas
de ferro dtte Estado, as materias pecinales:
portabais, tloclosie primeiras letras', fraocez,
latim e aritbmettca.
Qoem pretender dirija--e pessoalmente 00
por carta (ecbada com as lociaes A. C. O, 4
Pharmacia Oliodense, roa Matnias Penetra n.
46 qoe abi acbar com qaem tratar.
para
Era preciso um esforco inaudito
evitar que elle se atirasse a 3 chao.
Blasins deu os necessarios esclarec-
mentos ao medico franeez, pdl-e ao cor-
rete da extracc&o da bala que em sua
marcha atravz do corpo ocasionara
lesoes graves, e iodicou-lhe os medica-
mentos administrados.
Pertuiset nao se contentan com isso ;
quiz elle proprio examinar a furida.
O apparelho collocado pelo allemSo foi
retirado e o medico francez proceden 4
analyae oirurgioa.
Reposto o apparelho, depois da alguna
minutos de observacao, disse elle :
Este official corre grande risco...
O senhor con fia-me urna tarefa bem de-
licada...
Sai o que Daos quizer I disse o
bavaro. A guerra isto mesmo... Acn-
tela o que acontecer, o senhor tara
oumprido o seu dever de hmem e de
medico.
Trocaram novas e glaciaes cumpri-
mentos.
Pouco depois Blasins deixava o cas-
tello de Fenestranges e o Dr. Pertuiset
veltava para junto do conde d'A eynes,
no aposento do qaal Pierre Reuaud a
Raymond Schloss esperavam modos e
attencioaos.
A physionomia do doutor era pouco
tranquillisadora.
Ah murmurou elle, decididamea-
te preciso agir com for$a !
O conde nSo tirava os olhos do velht
medico. Chegou mesmo a bol ir com as
palpebras.
{Contina).
f\
MUTILADO
i
*.
pj
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