Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17992


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Full Text
AMMo UXIf
Tep^a-feira 14 de Janeiro de 1*06
m hi:iio 10

*p
PERNAMB
PB6PBJIB&&S BB MAH@1L fIGBUB0A BS ViXUL & 2PII.S9S
REDACTORES ANTONIO WTTRUVIO PINTO BANDEIRA E ACCIOLI DE VASCONCEULOS e MANOEL ARAO
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por tres mezes adiantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um auno adiantado
Narrrj a valso do mesmo da
85000
15&000
30&000
3100
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DE PBLICAQ0ES NA
FRANCA E INGLATERRA
Os Srs. Mayence Favre & C.\ resent* em Paris18 ru de
La Grange atelifoe
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA
Por seis mezes adiantados. .
Por om anno adiantado .
Por trimestre vencido.....
Numero avulso de dias anteriores. .
PORTE
16*500
33*000
5200
Aviso
Segundo a praxe seguida desde
alguns annos, passamos a offerecer aos
nossos assignantes que mandarem
abonar um anno adiantadamente de sua
assigr.atura, at odia 15 do corrente,
a escolha dos livros constantes das
duas series abaixo ; sendo4da primeira
um s volume e da segunda dous.
A hmpreza.
Segunda serio
Os companheiros docrime.
O romance d'um autor dramtico.
A mestra.
Joo das Gales.
Lili Tutu Bibette.
Joanna.d'Armaillac.
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Pedro e Joo.
Telegrammas
531,7153 PASTISLAS B3 SIASI3
Rio de Janeiro, i3 de Janeiro,
s 2 horas e 55 minutos da tarde (rece-
bido na estacao as 4 horas e 15 minutos
e entregue as ;7 horas e 10 minutos da
tarde.]
O Jornal do Commercio publica um
manifest dos Srs. Ouro Preto, Joo
Alfredo, Laffayette, Andr Figueira e
Carlos Alfonso, no qual pem-se em re-:
levo os erros do governo republicano, e
concitamse os ciadaos a collaborarem
por meio de aggremiacoes locaes em re-
sistencia s calamidades que t'azem pre-
sentir a completa desorganisago do
paiz.
;_Os manifestantes aflirmam que cada
vez mais se robustecem suas crencas po-
lticas, com as quaes o Biazil fez tudo
quanto tem de bom e honroso.
Esta manifestaco monarchica parece
, platnica e ^veio inesperada ; e o tel-a
assignado o conselh-iro Joo .Alfredo
causou surpreza.
Chegaram o 3.- regiment de Mti-
lherid e o 3> batalho de infantera, se-
gundo este para o Estado de Piauhy
brevemente.
O general Pires Ferreira assumio a
directoria interina do Arsenal de Guerra.
Na eleico a que procedeu-se para
senador no Estado de Minas c o mais
votado o Dr. Fernando Lobo.
New-York, i2 de Janeiro.
Dizem os jornaes desta cidade, que o
governo britannico offerece a Venezuela
100,000 libras sterlinas pelo territorio
contestado.
Lisboa, i2 de Janeiro.
Finou se o grande lyrico portuguez
Joo de Deus, cuja morte levantou ge-
ral coasternaco no reino.
O sentimento pelo desapparecimento
do autor da Cartilha Maternal affecta
"todas as classes ; nao ha ,lar que nao
esteja enlutado.
Londres, 12 e Janeiro.
O presidente do Transjsjaal exige que
seja declarada nulla a constituico de
1074, restituindo a Repblica os inglezes
o Amatonga.
S. Petersburgo, 12 de Janeiro.
O estado maior do exercito recusou
a sua aceitaco ao canho do systema
Krupp, adoptando o canho Bange.
4-------------------
DIAH10 DE FERXAMlO
RECIFE, 14 DE JANEIRO DE 1896
l'in livro til
"A leitnra do livro amena e4deleitavel, e
mu to nos instrue sobre os progressos dos pa-
raenses, que revelam na exposigao alladida
concorrer tambem com o seu precioso contin-
gente para nossajcultura artstica e industrial,
e possuir verdadeira aptidao e gosto para
as beilas artes.
Situados no extremo norta do paiz, sob o
ardente sel dos trpicos, as suas energas nao
succumbam, nao delinhain pelo marasmo, ou
pela influencia eotorpecedora do clima.
O Paraense tem o sentnenta do belio, a fl-
ora do eulbuiiaamo pela que pode elevar o
genio do bomera no meio das grandezas da
natureza que o cerca.
Nao exstem no Para celebridades lutera-
nas ou scienticas, oem estas almas previle-
giadas pela scentelha deslumbradora do ge-
nio; existe, porm, o inicio as tentativas para
a objectivagao dos sedimentos, das commo-
c5es artsticas das almas apatronadas que pro-
curara elevarse ni cultura das artes e das
sciencias.
A msica para a qual parece existir pronun
ciado gocto, desenvolve-se brilhantemeute ;
a pintura,utro meio de externar as impres-
ses artsticas, tem encontrado cultores que
excedem mediocridade.
A imprensa diaria e peridica tem tido tam-
bem grande desenvolvimento no Para.
O livro de que tratamos descreve todos os
objectos interessaites que figuraos na expo-
sigao, e taz urna biographia de todos os pro-
ductores que concorreram ao glorioso certa-
men dos traballios da intelligencia.
A exposicae do Para constitue urna bella
collecgao de oDjectos de artes e industrias
differeutes; urna importante galeria dequa-
dros ouue nota-se importantes trabalhos de
Widiiuii', e Mauricio tlaise e dos alumnos do
instituto Bepjatniu Conbtaut, que revelln o
adiautamenio < a vocago dos mesmos para a
arte de Kubens ; trabalos de agultia ae apre-
ciavel valor ue senUoras paraeuses ; cuiiosi*
dades em obras de marcenara, como um esiru
Uo eui urina de urna estrella, ou do emblema
nacional, inobilus fetas de goiabeira, e ou-
tras madeiras que pnuiam pela sua oura e
elegancia; per fe 1 gao de productos da arta ce-
rmica.
^Nota-se na descripcao de tao variado ob-
jectos que ..accusain apudo artstica, a de
urna maciuna nveulacia para dstumago da
borracha e que mereceu elogios nos Estados-
Unidos.
O Para possue um Conservatorio Musical
que laz parte da Academia de BellaSiArtes,
instituto que se propOe ao ensino de pintura;
esculptura, e desenno.
A administrag&o do Dr. Lauro .Sodr, moa-
ira ter sido fecunda; nao ine tem taludo mi*
cialiva para impulsiouar o desenvolvimento do
Estado cujos destinos derige, e do qual ti-
mo ; no livro que uos referimos e que tanto
nos instrue sobre as cousas do Para, encon-
tra-se a sua uiographia, assiin como a de ou*
tros illustre Paraeuses.
A exposigao do Para occupa ooze salas d o
grande edificio, onde fuucciona o instituto
Benjamn toostant.
A ieitura do livro agradavel e instructi-
va; o eatylo fcil e simples, aem monoto-
na ou traqueza, as descnpcOes fetas aatisfa-
zem, e o 8eu autor consegue o fim a que le
propoz,ae demonstrar a utilidade das expo-
sigues -, e annuncia-nos o projecio ae urna
outra com o concurso de Maranbao e Amazo-
nas para os annos de 1897 e 98.
Sirva o que se esta fazendo 00 Para da in-
cenilvo para outros Estados, pois ja bem re-
connecida a utilidade das exposicOes, princi-
palmente em paizes novos, e em que a; inicia-
tiva traca, e a producgo nacional tem pou-
cos estmulos, pela preferencia absoluta dada
tudo que tem procedencia eatrangeira, e al-
gunas vezea injustamente.
A exposigao Amaznica que ter lugar em
1897 ser assaz curiosa, pois naquellas regies
onde a natureza vestese detodoa oaexplendo-
res, onde a fertilidade maravilbosa, deve a
producgo natural e artstica, ou industiial,
offerecer tambem suas particularidades.
E' pelaa exposiges que 8e pode apreciar
qualquer innovago ou aperteigoamento indos-
trlal ou arti8tico, aproveitar todos os elemen-
toa desseminados, extranhos, deaconbecidos,
com 08 quaes posea-ae iniciar urna nova cul-
tura ou desauvolvel-a, offerecendo-ae vanta-
gens a mullos individuos cujaa aptldfies, ou
emprebendimedtoa tallecem por falta de alen-
loa.
O Para que no extremo norte cobre-se com
a vivacidada e as energas da naturexa trjpr
cal correga a protestar contra esta palavra de
Darwln, quando fitou aa grandeza do Ama-
zonas e oD8ervou o negro contrete do quadru
da eacravido : lao grande e bella a Datu-
reza onde o bomem to pequeo.
PARTE OFFICIAL
Actos do Poder Ux.ecu.tivo
Decreto n. 2.205de 30 de Ddzeibro
de 1895
Concede ao Instituto Benjamn Goostant
do Estado de Pernambuco as v&nta-
gens da que gosa o Gymaasio Na-
cional.
Presidente da Repblica dos Esta-
dos Unidos do Brazil, attendende a in-
formacoes prestadas pelo coojmissar.o
fiscal ao governo sobre os progrmalas
de ensinu e modo porque s2.o execut-dos
no Iusiitato Benjamn Constaat do Es-
tado de Pernainbucj, resolve conaeder
a este estabelecimen.o de instruyo, na
forma do disposto no decreto n. 1.389,
de 21 de Fevereiro de 1891, aa vanU-
gens de que afosa o Gymnasio Nacional
a de que trataoi Os arts. 431 da decreto
n. 1.232 B, de 2 de Janeiro de lc91,
e 38, paragrapho nico, do de n. 981,
de 8 ue Novembro de 1890.
Capital Federal, 30 de Dezembro dej
1895, 7." da Repblica.
Prudente J. de Moraes Barro?.
Dr. Antonio Goncalves 'e.rena.
Ministerio da Justica e d*s
Megoeos Insertares
Em data de 4 do corrente foi expeli-
da o seguiute aviso ao ministerio da fa-
zenda :
Sr. Ministro do Estado da Fazenla
Convindo ixar com a necesaaria precisao
a poca em que devecn ser devo vdas a
enta secretaria as patentes de oficiaos
da guarda nacional, por nSo terem aido
solicitadas dentro do prazo legal, afim
de serem privados dos respectivos postoa
noa termos do art. 5, 1.', da tai u.
602, de 19 de Setembro de 1850, rogo
vos digneis de declarar aos Srs. inspec-
tores de al andega edelegtdos fiscaes ao
Thes uro federal nos Estados, para que
tambem o fagam constar s domis re-
partieses que ibes sao subordinadas,
que tal devoluc.ao dever dar-se depois
de iindu nao t o prazo de que trata o
art. 77 do decreto n. 722, de 25 de
utubro de i 850, mas anda o periodo
addiccional marcado na ultima parte do
art. 20 do decreto n. 1.354, de 6 de
Abri lde 1854, com referencia a facul
dade contida ^no art. 79 do precitado
decreto. f Kttn .-
baudo e fraternidadeGotifalves Fer-
reira.
Ministerio da Guerra
Foram transferidos ."
Para o 5- batalho de infantaria o al-
fares do 18- Jo&o Rodrigues Teixeira ;
Para o 24* batalho da mesma arma^
o alferes do 27: Licinio Jansen Tavares,
e para o 27- o alferes do 18- Antonio
Carlos de Mello, conforme pediram ;
Para o 10' regiment de cavallaria,
onde se acha addido, o alferes da )2'
Roaalvo Mariano da Silva, conforme pe-
dir ;
Em data de 3 do crrante fu ex-
padido ao Sr. ajudante general do exer-
cito o segumte aviBo:
Tendo em conaideraco os servicos
que prestou no Estado to Rio Grande
do Sul o General de Divisao Innocenoio
Galvo de Que do 6' Districto Militar e das forcas alli
em operajies, colaborando efficazments
na obra patritica da pacificago do
mesmo Estado, qual levou a contin-
gencia de sua activa dedicacSo, determi-
no que em orden) do da deas* Reparti-
go e em nome do Sr. Presidente da
Repblica se agradeja e louve o referido
General per to aBsignalados servicos,
que o recenameodam ao Governo da Re-
publica e aos seus cencidadaos.
Foram classificados no 8 batalho de
infantaria o tenente Antonio Olympio
da Fonseca Coutinho, e do 11 da mes-
ma arma o tenente Alfredo Martms Pe-
reira, promovidos por decreto de 19 do
corrente.
393:760*000
^0:000*000
449:80.* 000
Acabamos de recebar um intereasaote livro
de qne autor o Sr. Ignacio Meara, e que noa
foi enderegado do Para.
Occupa-se elle com a exposigao Artstica e
Industrial installadajno Instituto B. Ceostant
na capital daquelleJEalado, desde o anao pr-
ximo paasado, continuando anda attrahir
a attengao dos que teem a curiosidade ou o
deaejo de coobecer o desenvolvimiento das ar-
tes industrias ao norte do 001
Coerigenda
de
[vlaento di
M. paiz.
MTIIOO
No artigo edictorial de notas numero
uontem eacapoa diversos erros a reviao.
Na epigrapheAnglo- Americano 4lela-se :
Conflicto Angto Venezuelano.
Na 3." colomna,A loglaterra etc.aem o
aeu conbscimeoto, leia-se aem o seu conaea-
timento.
Factoa occorrdoa tm Franga : Ufa-se em
TraosTMl.
Ministerio da Harinha
Foi nomeado secretario da Roparti;!-
da Carta Martima o capitao tenente re-
formado Caio Pinbeiro de Vasconcel os.
Foi aposentado o pratieo da Barra
do Reciie Libanio Estanislao da Costa.
-------------- ?
Actos do Poder Legislativo
LE N. 360DE 30 DE DEZEMBRO DE
1895
Fiza a despeza. eeral ia Repblica d s Estado*
Unidos do B-axil para o exercicio de 1896
e d ootraa provincias.
O Prended* da HepuDlica dos Estados Uai-
d s do Brasil:
F&> saber que o Coagrasso Nacional decre-
ta e en aanccloao a le segulnte :
A't. i.' A eapea g-ral da Rpp' bhca dos
KaUdos Unidos ao Brasil, para o pxerelelo -i*-
1896, tizada oa qoaotia de 343 536:210*230,
. qual ser distribuida pelos respectivos mi
inste'os na forma e- pecitkada dos artigoa e-
ga:oles: .
Art. 1 O Presideo'e da Retubllca autor-
saco a despender pela repartlgao ao Minia erio
da Jortiga e Negocios Ioteriorea, com os ?tvi-
goa dealgandos a; s-guntes rubrica* > Qu < -
igo e para as despezas
com Mlnmlnagao, expe ieo-
(t das-creUria, mordumia
epoftaria, reparos as car-
risgens e arreo.-, material
para cocbelra, cavallarlgas
e tratameoto dos aolmaes
da earroageos e objectos
pira a limpeza do palacio,
jardtnis <: depeodeCias 80:000*000
4. Sus;aHo aos seuaUores 567:000*000
5. Seeia do Seuado : sep-
prlm z 00 pe asnal a
cotsiCDago ae t:500* para
pajaaetit.. de un coutinao
maseosado ao servigo e fal-
Isurtr^ugineniada noma-'
t na i a ccoaignagSo ae
3l:00tj para o servigo de
rt-diCgao e reviao dos de-
bates, durante cinco o>-
ze.') ; accrescida de mais
b:l0J a coosignagao para
1 coiupra de livros, joraaes e
outraB pnOIlca^Oes; de....
7:500* ara impreseOes e
puolicacao do o agmeuto Da rasao de
1:500 mecsdlo.ente ; e de
7.0 0* para as desbezas
extraornna las e eventuaes
inclusive a acquisigo ae
material e appa'elbos el-
ctricos e mootaitem dos
meamos para o ae.vico das
vtlagOes 325.763*"00
G. Suos d o aos deputados 1.908:000*000
7. Secre ana da Cmara dos
Dt-poiaos '. dedozlda a
doautia ae 3 ^00*, venci-
mentos de um oQicial da se-
cretaria, aispensado do ser*
Vigo, i,ue falif-cea ; auK-
meniadae uo rx&terlal as
segointea cooaivnjg6eB: pa-
ra pobiu-agao aos aebaies
de 162 500* para 212:500*.
por itl ido elevada ue....
18:0008 para 28.000S a qno-
ta uj'-uaal do couiracto ae
ti.c'.y de uvrts ae 3 500* para
12:000*000
8. Ajuda ae casto aos mem-
ores do CoLgre so Nacio-
nal
9. Stcretaria de Estado
10. Jbsiiga Federal:
Elevada a verba a 1:200$ para
veocimenios de um escre-
vfiue ce que trata a le n.
221. de 20 ae Novembro de
iS'.-i, atl. 6. ede 20:000*
para alaguel de salus aesii-
tiadaB a* aoaieocia dos
joue.f secciooaea, onde el-
las cao lonccionarn em pro-
prioa nacionaes e para pro-
vel-as da mobilia neuessa-
na 722:222*000
11. Jositga do Districo Federal:
/.enmantada a cocsig isgao
de 7:200* par* os veocl-
meltoa dos dona esenves
na C/ie ae Appeligo,
vaDCeodo cada um 2:400*
ae oraenado e 1:200* de
graittcago a ce 30:000*
para reparagao da mobilia
e praos em que tuQCciooa
o TriDOal Civel e Crimi-
nal, e a de 6:000* para goil ae ama caca aesiioaOa
especialmente ao servigo do
j-.rj; reduslda ae lolrJ.'O*
a 108:000* a verba para pa-
gaoeuto de pretores 351:629*000
12. Aludas de casto a magistra-
do 20:000*000
13. Polilla do Districto Fede-
ral:
Augmentada a consigaagao
ae k.000* para pagaaeuto
do i-e.isi.ai de polica reser-
vaos, de escolba e confian-
ga do ebele de polica ; re-
fluido a 70 o numero de
uipeciores seccionaos ur-
banos ; redondo a 10 o nu-
mero dos agentes de 1 *
cUese, a 25 o dos de 2.*
diese, a 40 o dos de 3.a
clisse e incluida ao mate-
riil a coosignagao de.....
10.000* para acqaisigSo de
trrenos para constraegao
at cavallangas e ootraa de-
pmaencias ae qae necessi-
iao qoartel da Br.gada Pc-
linal
14. Giaa de Correcg&o :
Augnentados no pesaoal* cb
veoe roeotoB do medico de
300* para 4:800*. sendo
3:200* de ordenado e 1:600*
dt gratifleagao
5. Ctlooia dos Doas R 08:
(Decreto n. 145, ae 11 de
Jilbo de 1893)
1 dredor
1 ajudante
1 medico
ao mesmo, pelo trabalbo
ue enaino, gratiticagao
1 esenvo
1 almozarife
i eoeroeiro
3 mostrea de offic na a 1:300*
5 peJrtirfls a 4* ulanos
5 carpioteiroB a 4* diarios
6 feiores a 90*
Comedora- ara os petrel-
ros, carpialeiros e fetores
a 1*200 oanos para cada
um
Sustento, vestu >rio e curativo
de 100 correxiooaes, a
1*200
Objectos de expediente
Prompto pagamento
Materiies de constraegao e os-
tras despesas
Servigo ae t.ansporle
2 759:235*750
198:644*960
6:000*000
3:600*000
4:800*000
600*000
3:600*000
2:400*100
1800*000
5:400*000
7 200*000
7:200*000
7:480*000
7:008*000
43:800*000
1:200*000
1:200*000
22:712*000
24:000*100
ta ae
16 750:504*600
A saber:
i. Snosldio do Presidente da
Repblica
2. Subsidio do Vice-Presldeots
da Repablica
3. Deapesa com o palacio do
Presiden e da Repblica:
para pai mentos do peesoal do ser-
120.-000*000
36:000*000
16. Guarda gacional
17. Jauta Commercial da Capi-
tal Federal
18. Anb.vo Punllco :
Aottment^a ae 5:000* para
16:000* a cjnsieiiagao para
a compra e copia ae docu-
mentos importante", etc,
19. AssiBlencia de Alienados :
Sopprimtda a coosigoagi de
7:200* ae combSHtivel, da
robricaMtariai do H sp1-
eto N.ctnn! iuclutd. t
consignado de 250:00o*
para al ueotagaoe combos-
tivel e aagmenlada de mala
26:500* a coosignagao para
casteio e coosetvagao do
material floetmote das co-
lonias, aando st augmento
150:000*000
50:000*000
34:774*000
68:380*000
destinado aos coocertos e
reparos da laocba Esqui-
rol, conforme o respectivo
orgameoto
20. Servigo Sanitario Martimo :
Augmentadas as conelgna-
ges: de 40:000* para com-
pra de urna laocba a vapor
para o listado do Para e de
10:000* para o sea ca-ieio ;
a e 30:000* para compra
de oma laa na a vapor para
a ejuduegao de doeotea, do
Estado dd Babia; 5:000*
para cooatrocgao de orna
punte de eseuio.rqu' no
Hospital Martimo de Bcm
Despacno; 5:000* para col*
loc.-gao e iraospurte das es-
tufas ae desiafecgo de nest Her8cber em deposito
na Alfaouega ao mt.-mo
E'tado e acqalalgao de pul-
vensadores do mesmo fa-
bricante ; 11 000* para o
p-ssoi qoe ter ue servir
dbs lanceas e 10:000* para
o custeio das mesmas e
conservagaj do ma.erial flu-
cluante ; de 40 000* para
compra de orna laocba a
vapor para o Estado de Per-
namnucp e 10:000* para o
ea custeio ; ae 8:00 J* para
a corspra de ama p-qnena
lanCQa p^ra o Eataou da Pa-
ra y Da ; 5:000* para a re'
turma do material martimo
a cargo da josiectoria do
Porto de farananoa; au-
gmeoiaaa a consigocgao de
5:000* para as gra QuagOes
esiauelecidas no art. do re-
gnlameoto da Inspectora
aa SaUJe dos Porto; eleva-
da le 2:000* para 5:600* a
consiKuago paraDespe-
zas eveutoaes, compra de
2?oveia=, 8Uoatitoida esta
rubrica pela setiointe :
j Despezas evenloaeB. com-
pra de aovis, alarias para
alimeutagao aos sjudanles
aa lspeciuria eocarregadjs
aa visita sanitaria do porto,
na razio de 5*
21. Iusuioio Sanitario Federal :
22. Facuiddde ae Direi.o de S.
Piulo :
Aum coosiguagao para mpressOes,
ae 3:500* para 6:000*
23. Faeuidaae de Dlreilu do
Recife
24. Facuidade de Medicina do
Rio ae Janeiro :
Augmentada a coosignagao
para gratlficages a 20 in-
turnos de dioica de .. ..
14:400* para 24:000*, ca-
beuao a eda um 1:200* ;
equiparados os ven.imen-
tos de dous lentes aos coa
outros 27 catuedraiicoa ;
augmeotados os veocimea-
toa do aob-secretario a...
4:800*, sendo 3:2J0* de cr.
deoaao e 1:600* de gratn-
cago ; aagiueutaaua os veo
cimeotos dos amaouenses
de 2: 0U* para 3:600*. sen-
do 2:400* de oroeoado e
1:200* d gratiUcagao ; au-
gmentados os veocimeotos
aa parteira da Msteroidade
a 3:600*, seodo t:400* de
oraeaoao e 1:200* de gra.
tiflcagao
25. Facuidade de medicina da
B>bia :
AuKmentada a coosignagao
para gratiUcagao a 20 nter.
oos ...- dioica, de 14:400*
para 24:000*. cabeiido a ca.
da um l:2o0* ; augmenta*
da a cousirfoago de kratt.
ficago da Santa Casa da
Misericordia para 50:000* ;
equiparados os veucimeo-
los de dous leoles aos dos
outros 29 cainod ticos ;
augmentados os vencimen'
tos do subsecretario a......
4:800*. sendo 3:200* de or.
denau e 1:600* de gratn,
cagao ; a o g m eotados os
veuclmeotoB dos amanuen-
ses de 2:400* para 3:6j0*.
sendo 2:400* de oraenado
e 1:200* ae gratiUcagao ;
augmentados os veocimeo.
tos aa parieira da Materni.
daae a 3:600*. sendo 2-i00*
de ordenado e 1:200* de
gratiticgao
26. Escola Poljtecbica :
Augmentados os vencimen-
tos dos tres auxiliares de
gaoinetes para 2:000* ca.
da nm, sen:io 1:400* de or.
denado e 600* de gratifica,
cao ; augmentana a consl.
soacio de 1:000* para gra-
tiflcaios aos continuos por
ae vigos extraordiarios
27. Escola de Minas
28. Pedagogium : a verba des-
ta rubrica ter a segulnte
ippl:cago :
Pessoal
Material
S rventes
Objectos de expediente e des.
pezas de prompto pagamen-
to
Gratificago ao pessoal e pro.
fe&'ores eacarreK'doa dea
cursos e confereicias
Illumin.gao
Fubticagao da Revi6ta, me-
morias e docom ot -s esco.
lares, trabamos didac icos,
acqalsigao de livrus, jor.
naes, apparelno e instru-
mentos, objectos de ensino,
eucadernagao e conserva,
gao de livroe, despezas ex.
traordmarlas e eveutoae,
trabalbos grapbicos, map
pas e quadroB eatitiatic -s,
reparos de movis e teos!,
los, reparos, ooUservaco e
aiseio ao predio
29. Gymnasio Nacional
30 Encola Nacional de Bellas.
Aries :
Augmentada a consiguagio
de 2:300* para prorogagao
por mais um ana da pen.
sao Je J. Ludovico Be iia
31. Ij t loto Naciooal de Msica
Aogme ta a a coosignagao de
10:000* para acqouigao de
675:394*400
32.
apparelbos para o eablnete
de acstica ; e ae 7:22* pa.
ra ae proroear por um au-
no a peusfio meosal do
pensionista Fraaciaco Bra.
ga 144:540*M6
Instituto Benjamn Cons-
iant :
Augmeotados no pe aod de
oomeagaa do aire tor um
mesire da tl-ma de car-
lonagem com 1:800*, um
de eacovaa e vassouras
com 1:8005, um dj empa-
lha(o com 1:800* ; aug.
mentada no material a con-
aixnagao de 6:000* para o
material das offlcinas e in-
clu la a de 1:200* 1 ara ac-
quis'gao de lerramentas e
c objectos destinados ao
t abalno 196:622O(*
fCottioa).
946:269*000
236:360*000
320:800*000
334:700*000
676:340*000
Governo do Estado de Per-
nambuco
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO"
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DA 11 DE JANEIRO DE 1896.
Casiitiro Alves de s'ouia, ex-praga da gsar-
da local, pedindo documentos.Sioi, mediauie
recibo.
Jos Luiz Pereira, sentenciado, conhecido
por Jos Ignacio, pediodo perdao do resto 0a
pena.Informe o Sr. Dr. juiz de direito de
municipio de Bom-Jardim.
Clementiuo ae Albuquerque Mello, senten-
ciado, pedindo perdao.Informa o Sr. Dr. Jn
de direito do muoicipio de Garanbuns.
Bacbarel Joao Augusto Ferreira Lima, pe-
diado para ser prvido na serventa vitalicia o
cargo de esenvao do Superior Tribunal de .'33
tiga, que actualmente exerce interinameote.
Atteodi Jo por decreto desta dula.
Antonio Joaqun de Sant'Anna, sentenciado ,
pedindo perdao do res'o da pena.Informe o
Dr. juiz de direilo do^municipio de Crrente!.
Bacbarel Adolpho de Siqueira Cavalcante
juiz de direito em dispouibilidade, pedinde
certidao.Certifique-se.
Manoel de Hollanda, director gerente da fc"-
trada de Ferro de R.beiro a Bonito, pediod*
providencias no sentido de cesaar o abuso de
transito de animaes pelo leiio da estrada.Ai1
Dr. Quesior Policial para providenciar.
EM ADDITAMENTO AOS DESPACHOS IfSf
DA 9 DE JANEIRO
Sabino Dourado Cavalcante, lente quartel
mestre do 3.' baialb^ de infantera estadoal
Deferido nos termos do oicio desta dala v
Dr. Secretario da Fazeoda.
o4 PORTEIRO,
C. Moraes.
Palacio do Governo do Estado em 10
de Janeiro de i8g6
Abaixo asiignado de eleitores residentes vo
municipio de Canbotioho, recorrendo da dea-
berago do Concelha municipal d'aquella *)}Sa.
Remullido ao Sr. Dr. procurador gerak de
Esta 'o para emtnr parecer.
Abaixo assigoado de propietarios cojhi:"
cianles e eleitores do municipio d- CaaboS-
nlio, recluir, indo contra urna decisao tomada
pelo respectivo presidente. Remeilido ao Sr-
Dr. procurador geral do Estado para emit!'
parecer.
O porteiro,
C. Moraes.
710:470*000
520:147*009
209:800*000
18:600*000
3:000*000
2:000*000
14:550*000
1:000*000
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCJS
DA INDUSTRIA
Yiespaclws do dia 10 de lanar o df
1896
Cornelio Padilba.-loforme a 3.'directora
11 -
Manoel Clamentino i-orreia de Mello.lo
forme a 3.a directora.
Joao Augusto Moreira de Carvalho. Inw-
me a 3.' directora.
Eugenio lavares dos Santos.Informe a 3.
directora.
Joao Carolino do Nascimento.Slm, mediar;-
te recibo.
Manuel Pardal Garca.Informe a 3.* dire-
ctora.
o PORTEIRO.
Archias Mafra.
13
"^Emilio Dol, representante de Manoile Pis-
que t & Files.Sim, oos termos do oficio diri-
gido 11'eBta data ao Dr. director da Escola In-
dustrial Fre Caneca.
Dr. Fraocieco da Cuaba Beltrao.-Iodeferido
Alfredo Gauches & C,Como requer, ote
termos do officio d'esla data ao Dr. Secretar
da Fazenda.
Pelo porteird;
Julio Pimental.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 11 DE JANEIRO IW
1896.
Companhia Pernatnbucana P. Factory.
Deferido em vista da clausula 2* do seu eos-
tracto.
Joao Baptista da Silva.Em vista da dOt-
magao do langador fica laeota do pagameB*
da decima om-na at 30 de Junbo de 189
Jos Roariguea de Oliveira. Deferido ezs
vista da informagao o laogidor, at 80 de sr
nbo de 1895.
Veotura Matbeua & C Jos Pedro VeJIosc
da Sveira, Jos Alves Barbos*, Paulino de
Olivira Maia.Iodefendo em visti da infc/-
magao. _
Antonio d Lima Ribero. JoSo Bapt sta Vf
da Silva, Jos Firmino Ribeiro, JoSo Mea>'
noite, Josepria Fdreir Guimares e Manoe
Joaquim Peasoa.Sim, en. vista da- iufraa-
go do ebefe do ervigo Technico.
Joaqutm Martina dos Santos, Bernardps
Pereira Ramns e Pedro Joaquina Augusto Ri-
beiro. Sim, limiisndo-se ai requerido.
Res Vieira & C, Amaral & C, Jos Fer-
reira L.opea, Jo- Duarle Pereira.Sim, psr
gando o imposto.
Lima de Abreu Cerque ra.Sim, pagando
18:000*000 a differenga pela rea que pretende ocna-
57:150*000
540:555*000
175:340*000
Medeires & Laje. Nao ha maia que de**
rir.
Dalvino Augusto dos Saatoe, Joao' M- ds
Sanios Cavalcante, Dalvino Augusto dbs Sass>-
to?, Guimaraes & CDeferido
Secretaria da Prefeiiura Municipal do Reci
11 Jaueiro de 1896.
O porteiro,
Nuno Alves da Fanwas.-
.**.
>i> mrjf*ltitm_
MMfM
S
I
*ir


a
Diario d*ri'iiiBiliH Terqa-felriiil^de Juieiro de 1896
/
Tabella
.
DOS PRESOS DAS AWAlTOES CQUKfeE tTOEERroH HRO-
CEDBR NO IiABORaXORIO CHlHICO^ORaAMISASiaM'ELO
CHIMIC0BK3 JEES BUG* WEIL BAPIMHjDA
PELA INSPECTORLA-aBERAIDE*-HYGHDIEH 7V.DE
JANEIRO IW1896, DEl OMPOaMlOADa jOOM'. ART.
23 DO REGJVAMBNTOaOA. SIv*ArUOCTORIA.
tsee
Da accordo coa o art. 23 do Regulamento em vigor, appro-
to nesta datatejawHa dos pfeoos ae anaces *i que s* trver
ae proceder no Eaboraterio Chimico desta ReparttgSo, elaborada
pelo respecw Cbimico. .
iosoecwra Geral de Hjgiene do Estad VfWBamboco,
em 7 deJaflaireo d 1896.
Dr. Euzebio de A. Marnns: Costa,
Inspector geral interina.
TABELLA
LEUTE
1 ^Delerraioacao de densidade
2 Medida do creare
3 Dosagem epproximada da manteiga pelo la'
tobulyrometro .
4 Dosagem da materia graxa total* (memoao
Soxblet) M _
5 Dosagem da caseiDa e da albmina- (dosagem
do azoto)
6 Dosagem dos aibuminalos
7 da laclse
8 Dosagem lo extracto total
9 das crazas
10 Pesquisa do gentes- daeoo-ervagao
H de cada um d'elles
12 Pesquisa dos elementos estranbos diveisos :
materias corantes? espessantes,. etc.
13 Exame microscpico ordinario
14 detalbado
15 Analyse completa: densidadescreme, estra-
do total, mantetg*,- ciozas, laclse, aotisup'
eos e elementos estranbosj
QUEIJOS
1 Dosagem da materia graxa
2 caserna a da albmina
3 das ciazas
4 da agua
5 Pesquisa de metaes nocivos
6 Pesquisa dos corantes estranbos
7 DeterminacSo dosiescorantea
8 Pesquisa da fcula
9 margarina
10 dos antispticos
11 Exame microscpico ordinario
12 detalbado
MANTEIGA
1 DeterminacSo do peso especifico^da materia
2 DetecmioagSo d0 Ponl da fU8ao e de 30,'difl*
cacao dos cidos gordurosos
3 Pesquisas das materias gordurosas estranoas
4 Dosagem da materia graxa total
5 da caseiaa e da i
6 dos saes
7 < da agua
8 das cnzas
9 D terminag&o da natureza das cnzas
10 < Pesquisa da lecula e substancia* ana*
logas
11 Dosagem de substancias estrannas
12 Pesquisa das materias oorantes estranbas
13 DeterminagSo destas materias
14 Pesquisa dos agentas de conservagSo
15 Dosagem de cada.um d'elles
16 Exame micr. scopteo ordinario
17 detalbado
18 Aoalyse completa; peso especifico, materia
graxa totat; saes, agua, cinias.-fecula.-toaterla
co ante e-agente de onserago
LEOS AUMENTARES ""
1 DeterminagS da densidade
2 dogro de pureza
3 Pesquisa doe el eos eslrannos
4 DeterminacSo d'esses leos
5 Acidez
SAL DI COSISUA
28000
8S0O0
4SO0O
108000
108000
58O0
5S000
38000
5801)0
83000
128000
208O00
oSOOO
108000
30S0O0
108000
108000
58000
38000
108000
58000
108000
58000 i.
158000
88000
3S000
108000
58000
68000
128000
5SO0O
8000
58000
380ii0
5S000
58000
fc*f
58000
68006
53000
103000
103000
15S000
68000
128000
. ..>
308000
38O0O
68000
63000
108000
43000
HES-
1 Dosagem do chlorureto de sodio
2 da agua ._-.
3 das materias iosoluveis
FARINHAS
1 Exame microscpico ordinario
2 detalbado
3 Ensaio do valor do Gluten
4 Dosagem do Glteo
5 da agua
t a das cnzas
7 Exama-das cnzas
8 Pesquisa do alumen e do sulfato de cobre
9 Pesquisas das outras materias mineraes estra-
obas
10 Dosagem do aaoto
11 da cellulose
2 materia graxa
13 do-amidon
14 da'acidez
15 Analyse total::agua, cintas, Gluten o *alor,
amtdon; microscpica
16 Analyse completa detalbada
~TZ 1080000
:.._ 51000
58000
PAO
1 Exame microscpico
2 Dosagem do azoto
3 amidoo
4 da eellulese
5 do assucar
6 da materia graxa
7 . agua
8 a das cimas
9 Pesquisa do alomen, sulfato de cobre, etc.
MASSAS. .ALIMESTABES
1 Dosagem da agua
2 das onzas
3 malarias azotadas
4 do amidon
5 Pesquisa das fai8ificag5e3 *
6 da materia corante
ASSUCARES E MELACO
1 Microscpico (pesquisa dos .feculentos)
2 Exame'Polarimetrico directo
3 Exame polarimetrico depois da'inVCTsSo
4 Pesquisa da glycose
5 Dosagem do-aaeacar redactor pela licor de
Fekltng
6 Dosagem da gua
7 das cimas
8 da cal
9 Densidade do meiaco
10 Dosagem tta alcalinidad*
11 Analyse total de um aseocar ou de um melaco
6LYC0SE
1 Dosagem u"a Glycoee
2 dextrina
3 > acidez e da alcalinidaae
4 da agua
5 das cnzas
6 Pesquisa-tio metaos-
MEL
1 Dosagem diagua
2 da GHycose
3 das tozas
4 Exame das cimas
5 Dosagem do cbloro
6 do soifat de eal
7 Pesquisa- do melago
8 das materias amylaceas
9 da gelatina e-de fonrm a
JAROPES
1 Dosagem do assucar -
Pesquisa da-dextrina
S das cnzas
4 Estado > >
5 Pesquisa- do -chombo
6 Dosaguio dagasHM
7 do acido salicylico
8 Pesquisa das materias corantes
48001
108000
6S000
68000
4S000
68000
38000
128000
58000
108O00 .
88000 .
68000 I
68000
43000
258000
408000
6S000
108000 I
8SO00
88000
68000
88000
38000
68000
108000
38000
68000
108000
6S000
158000
103000
5S000
5S000
5SOO0
4S000
6SO00
33000
48000
5S000
48000
58000
308000
6S000
103000
58000
38000
48000
83000
31000
58000
4#000
48000
1000
58000
58000
58000
108000
88000

48000
108000
88000-
6f000<
98000*
15(000
9 > da baowlina -#a
10 i dos cidos: tartajicr^ ejui ce e molleo
DOCES
1 Dosagem doataocat
2 da^yacojiiMiil -
3 ? gamma
4 Pesquisa dagsfaun
i 5 > gelaiioa
tt Doaasjem seowdea
7 PeanosadoToOre^fTtde vinbos)
8 Dosagem. da siroMiaoa
9 Pesquis do acido salicylico
10 a oxlico
11 brico
BOLLOS
Hesmas pesquisas que no capitulo precedente.
AGUA
1 DeterminacSo do grao bydrolimetrioo simples.
2 Extracto a 100 c.
3 DeterminacSo dos saes de calcio e de magoe*
- sia.
4 Dosagem das ciozas.
5 < materias orgnicas.
t do ammoniaco.
7 de gases dissolvidos
8 de nitratos.
9 nitritos.
10 phoeptiutos.
11 cbloraretos.
12 de aloalioidade.
13 de urna agua rgro hydrotrimetico,
saes de calcio e magnesia.
14 Analyse Dactpnoiogica simples.
15 de urna tagua com eaumeraco das
colonias.
16 Analyse de urna agua mineral (qualitativa).
17 Analyse de urna agua mioeral quantitaliva.
VINBO
1 Determinacao da densidade.
"2 Dosagem do alcool pelo alcoometro.
3 i dectlacao.
4 ebulioscopio.
5 extracto secco.
6 no vacuo.
7 < do sulpbato de potassio
8 da assucar reductor.
9 ( das gommaa.
10 da accidez
11 do bitartraio de polassio.
12 do acido tartico.
13 .. malico.
14 da glycerina.
15 do tanino
16 > das cnzas.
17 Analyse das crazas.
18 DeterminacSo da agoa accrescentada ao viubo.
19 DeterminacSo do alcool accrescentado ao vinbo.
20 Pesquisas d js cidos mineraes.
' 21 antispticos
22 do a'umeo.
"23 de impurezas diversas.
24 8 de corantes artiScaes.
25 Exame microscpico do deposito.
26 Dosagem dos compostos metlicos.
27 a dos txicos mineraes.
28 das materias albumraoidos.
29 Analyse total : (alcool, extractos, ciozas, aci*
dez, sulfato de potassio, exame polarimetrico,
antisptico).
CERVEZA
1 Dosagem do acido carbnico.
2 DatarmioacSo da densidade.
3 Dosagem do alcool.
4
5
6
7
!____-!___I
.8000
158000
*
88000'
.68000
t. ejfooo -
58O00
? jtooo ,
<*K)oe
68000
68000
68000
61000
do extracto.
do assucar.
dajlexlnoa.
das.materias azotadas.
8 da acidez.
j9 da gjjcenna.
10 da glyoerna e de residuo do lupnlo.
11 das.materias mineraes.
12 Paiquiza.os euccedaneos.
13 doa antispticos.
14 das materias corante.
15 dos succedaneos do lpulo.
Pana as entras pesquisas os-prego* sSo ignaes
aos do vinbo.
Mutafs Mutandis.
MutaliaMutanJis.
CIDRA,
VINAGRE
ALCOOL .
9
10
11
12
1 Reconhecimento da densidade.
2 Dosagem do alcool.
3 da materia extractiva.
4 do a-sucar.
5 das cinzas.
6 Pesquisa das materias corantes.
7 Dosagem da acidez,
r das aldtbydes.
< do frfurol.
dos erhere8.
t dos aleos superiores.
> das bases.
Bisca
1 Dosagem do acido cyanhydrico.
CAF
1
2
3
4
5
t
7
8
-:
Exame mrcroscapico.
Dosagem da bumidade.
das cimas totaes.
das cimas soluveis.
cbloro.
das materias gordurosas.
dos assucares.
da cafena.
9 Pesquisa das materias corantes.
10 das avarias do mar.
11 Dosagem do extracto aquoso.
CHICORIA
Mesmos aoalyaes e mesmos pregos que para
o car.
CHA
MotatiB mutandis.
CACAO
Mutatis mutandis.
CHOCOLATE
Mutatis mutandis.
Analyse (extraeto, pio, materias extranbas
CONSERVAS ALIMENTICIAS
1 Exame organolptico < microscpico
2 Pesquisa e dosagem do cobre e do ebumbo
3 Pesquisa e dosagem do estaobo
4 arsnico e do antimo-
nio
5 Pesquisa do acido salicylico
6 sulfuroso
y7 brico
|8 dos phenoes
9 Analyse total
ESPECIARAS E AROMTICOS
1 Crwo, baooilha, piawot, mostarda, nox^mus-
cad, canetla, gwgibre1 era.
AoBlyse- total
MATEBIAS CORANTES
1 Empregndas as aumentos e nos papis que
erreiBTJara envolvel-as
UTENSILIOS
1 Pesquisa do chambo e zineo e antimonio
2 Dosagem de cada nm d'estes metaes
PETROEEO
1 Densidade e ponto de inflammabilidade
perfumara
1 Pesqnisa-e dosagem dos metae* txicos
1 Extractes de carne :Ensaio e dosagem
para ver -se eskSo-de accordo como odices as
preseripeOes medicas, as etiquetas e pros-
pectos
PRODUCTOS PHARMACCTICOS
Verrflcaclo de formal
do

380O0
53O00
58000
5S000
, 73000
15SO00
58000
108000
88000
8S000
8S000
88000
15S000
mbm
58000
43000
58000
58000
S8000
58000
48000
4*3000
8000
DOOO
18000
CHIMAS
lfCataettres organoleptiaog (er, aspecto, denii-
2 Dciaagem do assucar e da albmina
3 Dosagem dostes elementes
4 do acido pbospborico
5 Pewfsjtea da biles
6 DoNriam da urea
7 Un atares orgaooleptiwaj 4jesquisa --dosa-
gem Oo assucar e daiaBNoa
8 dem e dosagem das materias dissolvidas, do-
sagem da urea; do acido pbospborieo, da bilis
9 Pesquise de um elemento particular : crea-
tina, exeatina, cbloro, chlorurto de sodio,
acido- -aulfuiico,-cal ousagDesia> cada.exame
simples do deposito por mera do mcroaco-
O
Eecame microscpico detalha-lo
11 Exame simples do deposito ou microsc-
pico
58000
38000
58000
58000
7SO0O
78000
158000
3OSW0
108000
158000
5S000
ESCARROS
1 Pesquisa do bculo da tuberculoso
CALCLOS
1 Aoalyse cualitativa
2 qoantitativa
TECIDOS
1 Pesquisa dos elementos consuiulntes
1 Ligas dtversae-etc.
MOEDAS
MINERAES DIVERSOS
808000
808000
608000
previo ajusta
previo ajuste
Vidros, cermica, faiance, argilas, cal, cimentos, combus-
nvers^ leos espetiaes, pos explesives, saboes, ceras, sebos,
pbosphato3 calcreos, excrementos, guanos dlve.sos. trras
diversas ele, i-lc.
Prego spgondo a aoalyse e os elementos a determinar.
Recife, 2 de Dexenr.ro de 1895.
7. Weil.
3800)
3S0C0
OWO
580W
58(00
5S00
8S0
158300
158300
68300
68300
58600
128000
3C8OO0.
5CB0C0
50C8000
1.0MSOOO
38009
3S00C
58000
58000
53000
78000
58000
58O0O
7S000
5S000
78003
53000
58000
73000
78000
78000
12S000
108000
5S000
108000
158000 ,
88000
108000 I
20S000 ,
5S0O0 r
108000
103000 t
108000 .
K
351000
78000
38000
58000
58000 ,
58000
5S000
88000 |
88000
108000
208000 I
108000
158000
. 153000
[20S000 '
308000 .
308000
83000
58000
58000
88000
58000
58000
58000
88060
30S000
J258000 '
208000
108000 i
108000
.sosooo
761000
258000
1001000
Secretaria da Industriaos.* di-
rectora
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Expediente do dia n de Janeiro-de
i8g6
Francisco izidoro Hioeiro de Carvalho, pe
dmdovpara mandar examinar o 3 andar pre-
dio n 53 da roa da 1 nperainz. misairio do 3- dislncto, para examinar.
Antonio Jaclntho da Costa, proprietarro de
um terreno roa do Munis,- pedindo provi-
dencias mo sentido 'te serem tapados os bura-i
cosa portoes das casas ns. 172 a 194, da ra
Mrquez .lo Herval.Informe o Dr. commis-
sano do 2- disiricto.
Pelisbino Augasto de Lagos, desejando,
abrir urna pbarmacia na cidade de Pesqueira
requer para que s ja submettido ao exame exi-
gido por le.Ao Dr. commissario da2"cir-(
cumser pfSo para informar com urgewcra se
ha neoessidade de cteagao de pharmacia no lu-
gar requerido.
Amorim Fernandcs & C, pedindo para>|
mandar examinar caf.Ao Dr. ajndante pa-
ra examinar
I). Senhorinha Augusta de Figueiredo Vas-
concellos, pedmlo para mandar examinar o
1- andar do predio n. 1 da ruada Penha.
\o Dr. commissario do 1- disincto para exa-t
minar.
Pelo Dr commissario do 2- districti, foram
considerados em coadioOes byeienicaa para
serem habilados os predios os 6 da Travs
da Praia do Forte, 62 da ra de S. Jos, 104
darjade Vidal de Negreiros o 86 da ra de
bomas Valentinas.
-^ 13
Lanrentino do Reg barros, pedindo provii
dencias urgentes contra os inquilmo* da cas?
n.- 29 d* ra do Rosario, freguezia da Boa
Viii.-Infarme-o Dr. cotoaiesario do 3# dis-
w-icto.
Foram considerados em condicoes hygienn
ca paca sarem babitados :
Pelo Dr. commissario do 2- districto, ope
do n. 53 da ra'Imperial.
Pelo- Dr. toBimissario do 1* districto, os
pedios ns.. 34 da ra do Caj, 11 do Pateo de
Paraizo e o 1" andar do predio n- 66 da ra
de Lomas Valentinas.
Secretaria da lospeetoria Gem de Hygiene
do Entado de Pernambuco, em 11 de Janeiro
de 1198.
O secretario interino,
Miguel Nunes Vianna.
uestura Policial
Seecao.a-.r-N. 9 -* Secretaria da Cuestura
Policial do Ealado de Pernambuco, 13 de Ja-
neiro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filbd,
digno-Secreiario da Jusilla o Negocios Inte-
riores.
Pa'licipo-vos que foram recolhidos Casa
de DeieocSo os seguinies individuos.
No da 11:
A'ordera do subdelegado da freguezia da
Torre^ Antonio Viceole da Silva e Joaquim Jos
ani'Anna.rorao desordeiros.
No d a 12 :
A' ordem do f'ubdelagado do 2-.districto da
fregue-ia'de S--J>)S, Luiz Trbnrcio Franfia
Alvos, por disturbios :
Por oficio de boje datado communicou-me
o subdelegado da Magdalena, que bootem s 9
tioras da maobS, qdando passava pela ponte
do Lacerre, daquelie districto. a crioula-J-oan-
naiMaria.da ConceicSo,; foi aacocamettida a
um ataque apopltico, allecendo inslantanea*
mente.
A mesma autoridade fez remover o cadver
para o cemiteno publiso.de Santo Amaro, aflu
de ser vistoriado e depoia inhumado.
Saude e fraterniaade.
O Questor,
Jos.F.NerydaS. ilfw. \
RECEBBDORIA DO. ESTADO DE PERNAM-'
BUCO
Despachas do dia II de Janeiro .de
1896.
LourencO'iAlves Salazar Jnior.Deferido
de accordo com as informne^es.
Mana Frarcelina Neves, Candida Eudoxia'
Maciel Caldas, Maooel Pedru da Costa, Jos
Pedro Fernandos, |Emilia Santos Correia de
Britto,:EliaaLobo 4e Albdrtim, Francisco Pe-
reir de Miranda,. Amaro Emiliano da Costa
Soares, Joaquim Jos da .'Silva, Possidonio de
Mello & C, e TfiomazlJouber.-Informo- a V
seceo.
Tftereaa Maria de Jess), Burle & C, Ramoe.
Gepperl, Ernesto Kab.Deferido.
13 ^
Alexaodrlna Maria 'da ConeaicSo, Jos Ro
zemio-deSant'ABoa, Joaquim Nicolu Ferrei
ra, C. Albuquerque & C, Maooel Goncalves
Leito, J0S0 FerBando Amara!, Jos Francisco
Areias. Informe a l'secQSo.
Flix Batrteira.-'-CerKflque-se.
Felftt Baodeira.A- aaccQ para 00 devidoo
fins.
enlomo Caraeiro Lefio.Informe a 1" seo-
cSo.
- -Pelo porteiro,
Joaquim Ignacio G. Luna, .
Quartel do eommando do 7- batalhSo do
infantaria-daeguarda aacional do mu-
nioipiado Recife, em 10 de Janeiro de
1896.
Para cooheoimento dos officiaes e pra-
cas sob meu commando interino {ac pu-'
blico que, nesta data, fez a promessa d
estylo e.toMBOU poase dopasto, ^Hira quB
foi nomeado, por decreto do presidente
da Repblica, da 25 de Fovewiro do
anuo prximo pasadoj o tenante da 4*
companbia deste batalhao, Augnato d>
Rocha "Wanderley Lina.
(Assignado) 'Manoet lhontaz de Soma,
major fiscal commandanta interina.
Esta conformo, Jos de Caes Caval-
rtr,-tenante secretario.
SL
Ri arande da ui
Dala* telegrapblcae at 5 do cu reste.
Jos ADeobofeo, qo" ivoommeodou forca--
reTolacraoarias na reglia icoionial, acaba de
dirigir ao Sr. presidente do -Bs'ado, commu)-
oicando ter prooio'idQ a crd<&o 10ava pili-
lo, ata de Buida*- do fraB*lno e da prosperldd-
de donanicipto da Bst'ella.
A nova agremiscSo *oi nemaaceita pela pi
cttiacooeiooial, e eomoraanrtte-r-e a amper
aap-M na^rjefezi da paz e da le, n5o< cod'
sernra-10 -00 bandidos perturbem o soseg da
localidade.
Foi boie coavertido eBriitto4Hie orgsnl-
a o'tefvico policial do Retado, sendo acit*
? mendas offeBCidaa pela depaudo Massol,
Drsv Varell? e Plin o Casado.
O Sr. Pedro amibo, -se:re*rio da raf
parifcio da calici*s.noaimpiB de Caby, da
trelod Nova-Pi4tratoUs,-aoabaKde.coamonicar
que renaiceo-ialiiewi8ite-iantca..oe mu
era qa tanto trabtlbo dea em 1874.
Je
o "i agio colonial v.siuna est alameda
e em fuga.
O en- fe de polica protidencia.
NSo se confirma proc sao de responsabi-
IldadedjSr. H^Miooner, oromov ronel Oelestioo.
Conloo o eoaio'jRamiro Borcelios.
Serondo teleer^mma receotdo de Mmtevi-
J) o geierai Hjpoto. acompaobado da otfi-
cidlld.de do 12- regiment e de varios am-g0<
teado,segal la, esteva para ser victima de um grave ace-
tente.
O rio aobava-se oa*Ucle ciescida eaolea*
tarem airaveseal-o em urna barca. esta soseo*
broo. Devldo, porem, s inmediatas p-oviaeo
cas tomadas; nSo bou ve' desgracas pesaoaes a
lamentar.
joo a tHufo deRe'agoe reatadaspu-
blica o Sebo ao 8a :
Sem prcju pero a ordem do da qu-, por occasiSo de a--
samir o comisando do districto militar, trz
tia'xaro*. general 'Savage', traoicrevemoj
ra seguia o a/tigo que suo a roonca qua aos
erie te epigrupoe dea a Repaouca de Portoi
Alegre
aigo reatadas as relafCos entre o Sr. pre-
-odeoie d. Estado e o cammaodo do 6- dis"
trtcio militar
Afastido dabi oglorioso general pacificador.,
o ebe/e do exterminio no-grandeoe oSo p.de
-Jssi rular as mala coca alegras...
Agora recomecarS, com o distincio conmiaa-.
tau-c ir-terioo de dt*trcio, a sua eterna faina
de intrigas e mol.ricaces.
O qae dSo consegato faser cam o general
GalvSo, ae;cie qae conbeceu a sea' irrevoga-
vel lesologuo de paciu ar o Estado, procara
fazel o com tolos os leturos directores do ex-
e-.iio delega*os do cent'P.
O Dr. Castilbos nSo desmima, nSo aban-
doia a idea jo-e.an; de reinzir o -jo.i -tet-
general a ama cbaocellaria de neo palacio 1
No R>o Graode do Sul. elle na i al nitic dous
poderes owuoctos, aatooomos e separadoso
seo 6 o do represeotaue militar da U..-o.
E8se tal ti'no ba de sjr apenas tua ordensu
<, ba de coddesceoaer coca todo* os aosardos
e exigeacUd. na de gui.-r-je pea voz do go-
veruadorueim pensa este, para is'O traoa-
IDa cempre, emDora infociiferameoie.
Soa maula de ebefe omnmodo* constante,
ass.ua-iDe o espirito a mas Uoras I
NSo se juiga apenas o director da tocladane
civil, julg.se tamfcem -e principalmentenm
geueral. am ebr-fe militar, e connldera o exer-
cito da Uoiao um narcella das torcas tro Esti
des ama corporagSo Becondana, a explorar
indignamente a ca.ia momooto-
Qaem observa calmamente, de um ponto de
vi?ta superior, o conjoocto das meditas e dos
aotecedeotes da ambicioso presidente do E*u
'io cooveuce-se de que, oor assim oisar, ape*
oas tolera a oomeacao de um general para o
commando do districto, porque tal acba-se coa .
-ai/raao em 1*1.
De tacto, porem, esforca-se para qae. a lodo
trausf, ss-e coefe do uxercuo nao passe de
ama finara deeoraiiva.-de um subscriptor or-
coanico de soas prepotencias, de um reQector-
dos acto e da pjl-tica do palacio, de am cgo
uf trunu-nto em samma.
A redHa'iio",-enireisnio, qae mala orna vez,-
agora, val espicnar-se redonlamente em tSo
loucas preteocoea.
Todas 88'loformacoes que temos a Sr. ge-
oeral Savaget, alimentaui em nosso espirito a
graia coniiccio de qae elle, sendo um oictal
correcto, repoDlicano, altivo, cumpridor exac-.u
ae aeas deveree, concece or dos eeas direltds
e compenetrado das solemnes responsaOUlda-
ces do cargo assumldo em moineoio tao grave,
destilo ir as velletdades do dominio (citaris-
ta do geitosa governador.
Breve futuro encarregar-se-ba de paleoter a
todos* os albo* da notiiidane creseente dos
manejos com que o gsverno do Estado teota
L/jys idear o commando do districto e aprovel-
lar pa-a os seo fias polticos as armas da
UoiSo e o prestigio do delegado militar do
Sr. Dr. Prudente de Maraes.
Repa>-em todos que o oreSo cfficial receben,
cem aacostumadas mellifioi lades, o general
Ianooeucio GalvSo.
Anda entSo o Sr. Caslilbos i So perder
esperanza de redoxtl-o a seo ca:xei-o, explo-
rando as booias palavras e jogando com a ex-
oepcionalidide das circomstaocias.
On i o oosso goveroador e teimso, elle sa-
be resistir, levar p>r diaote as suas taclluroas
romloacOes.
Mas, abnal, disilladio-se e, qaando fot da
p3Ciflca(So, todo o sea despeno accamolado
-explodio contra o benemrito geaeral qae se
rumortslisara realiando-a.
Dabi em diante, connecida a bistoria'daa
desenvnliora da dente do castilbtsmo contra o
?mesmo ebefe militar.
Fora iodepeodente, nSo se curvara aos ace-
nos do dictador rio-gTande^se, resistir imp-
vido, litera a pazera criminoso*.
Agora, com o Sr. geaeral Savaget, o velbo
processa de adol&c&o oovameoie posto em
pratica.
0 general Os protestos 4e amiaade, as afirmativas da
eolidariedade com a par, sao raterramente des-
tituidos o boa f e lealdade I
Ao rasso aoe o goveroo olasona de oobre^*
;il esforcos para a pacittcaco, deseja da cora-
CSo que o Rio-Grande ae conflagre ontra vez,
para poder prolongar a sus artificial sitaarj&o,
aeeado onicameme na forca.
O Sr. commaodante do dietriuto, intelllgente
e criterioso, como dlaem-nos' que comp-,e
ni-Dferft eTjoabom valor, a nenoama srncendj-
de desia eollaboracSo pacificadora e, po- si
so, mamera a grande o >ra de sea oniecessor.
Em suas mSos todo ir oem, espe*ama-lo
mas as -do cesttUiismo, tudo -pone-S ser perd r
)o e compromettido de om momento para cu-
ro.
Una regeoeraejo difficilima... Entre-tan-
o, se o Sr. general conseguir que efectiva-
mente o raiveoto Dr Castiltios cooforme-sa com
a pas e por ella trbame, tero prestado nwis
nm eruioen? servigo a Repblicas aossa
Ierra.
NOs applanderiamos a convergi, na propor-
CSo do Dj8Simo conceito que boje fazsmis de
suas ntancoes
Seja como 'or, etn o novo d legado milita
oterloo da alo depositamos a-necessari.
cjadaogii esperawdo qoe accrescente maig um
I aos litlos de benemerencia de numerosos cbs
fes do exercito nacional, que tanto se d-stin-
gulram'tmtsa momoruvei'qaeetao da par no-
graadioie.
De axia, Info-ma^o intendente ter visi-
tado Bapilsta, e pai de Beilsario, que lbe; dis-
fi confiar em qae as aatorisades ptnirSo o
criminoso. ., .
J foram Inquirida! (1 te-tetnonbas e 4 in
forman e--, mas sem .resal tsdoartam.
Cnegot alli promotor da comarca, nomea-
do pelo pzocarador- ^jeral do Estalo, afim de
ac mpanbar a acefta-oa ->sttga.
Telegr^mmas procedentes da mesma V Ha
Caxas "ffirmaoi qoe Be.isarlo Baptiata tem me-
iborado do ferlmente qoe Ibe foi feitoco/. om
Uro no vewre.
Jos Soaree, tio do affodido, ass*atlo as de-
'a-acfies fritas por tres-iudlvldoos ^ua se,
acbavam oreaos e qae imputam- o crime b^Oj-
tavlane Avila.
O attsatalo- deu.aa ffoxlmo do di ocio do
ce dla. i
Belisario e os seas amigos mostrao-sai satta-
..afeito* com a proceBieotO' 'ias .aatotMades,
embora nada de positiva se teaba avariguade,
apesir du diligencias emprtgadai.
O intendente da capital, Alfre o de Ase-
vedo f ii tTooar do. a seu pedido e Borneado
p.-a o subst.toiro Dr. JoSo La-a Paria Santos,
qoe exeree o laer de director da Viacao, na
secrea-ia das Obras PoDlIcas.
A PederagSo. de Porto-Aleg e, pobllcoa
em reacSo a cousohdcfto- da paz o segalnte
ort go :
Con veMideiro e proficuo intereses val o
governo do Estado consolidando a paz, ag ra
qoe o commvndo ds 6- districto militar esta
I berto do ambiGloso proiicanie, c mallogr do da ampreiuda federal! u. no Rio
Grande da Sol.
Honve-ip (a mais lempo sido retirado do
Rio Gran te do Sul iiusi la esta riamos algnca passos mis adan.
ia o Qotrabaiba di restaaragaj da ordem e
du foneciooam-nto normal dos negocios esta-
uaes. em todas a localirfdes.
E bem de ver boje, depou de passada i
poei agem das fastas eqie os facos se impOem
qae o gene-el GalvSo i-fij promovea a pas por
M8iincio bamaoo, por deuicmiSo altratstlca.
ror iniciativa ie ?ea palriotisme, pelo mnimo
ioeresse ao Rio G'anoe do Sai.
Todo i^ro i'Sopassi'O -e um BMl3>* den-
gosa ta a t r ar mais soa ve o dlsfarce eoti-
xentali-ti., a pre8ai>pco egoiaica, a i-reocco-
oacSo p;r lonas e a: bicSo de m-.ndo eai
trra stranha, como comcensagSo qoem na
soa proprla ierra oSo pote ser pr poeta.
A caoadocasero o cupn e logar da seriada-
de, o eeta'dilbaco e a oeteotacS:), exagerada
ate o ridiculo, prejulicaram a respei'>abllidOH
do kqosz polka t-; a acnt sa pre?erocia
pelos cab^c loas rebelde* iienoo-lhes deode
tcgi a cooflioca de toaos ; a pewetiuicSo aos
militares civis repoblicaaos prccI-mouqoH o
paitida:isTio ceg e a injo>lca couscien.e da-
vam a noia no d strioic militar.
A ',az "o geaeral Galro comegou, poi8, a
ser mal encarada desd* lo^o, poriae o seos
actos e'am segu os peniores de que todo era
locerto, iodo paotomimlce.
Em c-mt"..pe?o aos disfa'es do geaeral o
ponderado inieresse do eovern^ do Estado, do
partido iepnbiic.no e de outos coocidadSos
o-e^tigiosos aga pela paz, turnando eftV.ivas
a? garantas logats, esqaeceno oudesorefan.
ao asiucoo gas oatrdas em cerebrloos planos1 naooleo.
nico'.
A i az que o general GalvSo e o sen leigni.
Orante feqaito qaenam era caractensada por
*8w fatado ae coonas em qae. S. Exc. n&aate.
ve o Rio '-raode do Sol, ebeio de dnvidas. ap.
prebeoOe8 e alarme.
As elasses conservadoras-e trabalbadoras, o
commercio, os agricultores, iodostrialisias e
fazeodeirosastavam de bracos cruzadja, pus
qio oSo podiam cuidar de aeos laoo'es, qaan-
do a ccosoltdac&o da paz se ibes amoidava
embaracada pela Interferaocia Hlega let'Osa
B perniciosa do regalo*qoe se inculca?a ja co.
motaiaro: ministre da guerra e admiaislrtdor
militar do Esudo I
A pal qoe o eneraI GalvSo c n-olilava.
era um peiigo e era syeaptomatica ue graves
males peleaplonb* com que, oas localidades,
os amnisiai+oa declaravam- nao ooed-cer-aa
autoridades do Esado, mas apenas a ant inda.
dedo geoerai GalvSo, que se presuma urna
-ves um' donatario-'do Rio Orande di Sul, da
inal presampcSo deve estar boje arrepeodido
e para tem pre arredado.
Bem cedo viram os amnistiados que e"pre-
somido poder intruso era um pobre caar*,
impossivel de maoier.se e, como o gove-no oo
B> lado nao poiia parmiuir nem tol-rsr esea
maoite-tacao de deaacato as soasaot> idades
constituidas, os amnistiad s tiveram de faser
emende bon rabie* como Ibes coicpna, e o
celebre poder do pretenso arbitro im nego-
cios do Rio Grande do Sol, ficoo por aii cor-
ru O nulK, eoiretsi aa despeito qae proda-
zio aioda a tonanta-ameaca da cblbata.
Hoje, qoe o desastrado poltico val bem Inn.
ge de nos, e coja triste lembranca iogo.ee
apagar aa memoria, publica, boje, qoe a leal,
dade republlcaoa-voltou, esm e tote ro gene-
ral Savaget, a occopar o comna-i o do dis-
tricto, a paz est se consolidando tffdctvamea.
te e prodniir dentro em breve todo? os seos
reaes e benficos resaltados. -
Sobre o mesmo assampto screvea o
Ecbe do Srl :
Est cabalmente demonstrado que o par.
tido castilbista coiticua a oppor emoarieoa a
consol dacSo da paz.
Por man qoe a soa impreasa naja desejal a
por mais qae apregoe os Intuito* de fraternl.
dade, claro qae nao a qnerem*.
A guerra o sonbo dourado d.j castilb ismo
porque por mel dola qoe- poder- ceotinuar
a sal sfazer anas desmarcadas ambiges, :i an-
do da anarcba os elementos para a Bastala-
gio.
Declara-se aos qdatro ventos qae o Sr. Jallo
de Castilbosem traaimitlido aos- seas subor-
dinados terminantes ordena, pira que s-jam
respeltados os direitos iudividuies e tornaras
efTectivas as garantas prometlidas pelo gover-
oo da UoiSo aos ex-revoloclonanoi.
Mas nada ba que faga acreditar nessas or*
deas, porqae os lacios esto a provar concia-
deolemeote que os eicrevolacioQarlosi aeoba*
m-e garaotias im as localidades em que im*
peram oa caslilblstas.
Nos municipios de Sani'.inna do Livrameato
e Q la-aby, eabem<>l-o- com certeza, os instru-
mentos do E-tadu oSo eeseam em sujs dea-
pie-ladaa correras, periegoiodj e matando os
federalistas'com a mesma ferocidade om qae
o lizeran aps a deposigSo de armas em Bage.
Dada, mas, nao con-elida, a UfpotoesB de
que e Sr. Julio de Castilbos teaba ponto em
pratica reaes esforgos para a maaateocSo dos
dlrenos qae assirtem a seas inrra-los-, de
viver ao seio da patria com as garanas cao*
titatilooaes; enUo nao ba n gar, como por vo-
zes otemos ditf, que o ebefe do E-t-dO nSo
disnOe-doauxiliares capases as loca ida.-e?.
De ontra mareira r Sa te explica a desobe-
diencia formal s anas falladas deierroraicfies,
dndose, como se dSo, continaos aee4aos
contra os me libros do partido federalista e,
nomealamente, contra aqaelles qae empaaba-
ram armas piracombater a-rfydra do flespo*
tismo.
EstSo se repettndo-as sceojs de saogne e
barbarla qoe provocaram a revol,So no Rio
Gran jo do Sol; estSo viddo de oov ,s cau-as
qao determioaram a Iota ltame i que ectaa-
guentou a aossas campias.
E o Sr. Julio de Castilbos quer a paz 1 a soa
gente uSo qoer a guerra I...
Niofgoem ae convencer de ejoa paeesBaos
rlo-grandeoses reemrir em franca qoadra n r*
mal da ;te dMTearjei1doS'gaipoa frendo o direito, a razSo e a jus'-lca da -jarte do
caslilbiamo incorriglvel.
J nao ao poBcos-os aosassloatoa joe apon-
tamos. _
Na Concejclo do Arroio, Plratlny e onlros
pontos tem e*itfaMlaoBietjte a vida aos
federalistas, e nao consta qoe se baja dado
qnarqaer provieocla para a panigSo. dos cri-
miaosos, apeiar de denunciados 03 fictos pela
imprensai
A eitaacSo qae atravessamos -bSo sde ser
por moilo lempo tolerada.
Conbecemoa a enffreia o-gsnica 'do bssos
patricios e reeeiamo* qae oo'vem asaeuir'lse
eaioarjaooa borieouiea oa patria, cama cenan-
do de meaooba tempestaae.
Agora mesma temos o telgrsarc-a ds Uto-
nel *ftoaio M Aa-aatMia-GaViadOt teklaatam
rogavao>.. m-nifestando Igual apprebeBgab,
A falta ae ganntias, visivel ais loateira'* o
em tdaitM cWdHo w WH**#i*Mu ttate-
j HUlADO
#-




ft ;


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Diarto te Pernantrnco Ter^afeir**i4 tte *laieir4> de IS&e
MrMMMM
i.J
recararla observag&o a* p.rle do goveroo fe
0 r.^olio de Castilbcg nSo d*,p ovtdeoclaa
pira fazer costar eme estado deco-as oo nao
tem nenie que o aoxilie na govern.cao oe nm
poo brioso.
O qae e verdad* qoe os males qoe sTe
trra gsftcba dtcin ter om pa alenu, --ja
como (6-.
A Derieoria teoa llm-tes e o patrUt.smo rio-
graudeose nao e.-t esta, esgoad.
A Allanrtfa de Po-to Aleere renden no
me nono U65:7e0fJ46l.
A oidereuc* oa mida da Alfaodega, rompa
nda coto a o a-ioo He 1894. '"' P3r mai8 e:D
1885 de 598 9 kt\6\ abanaos o epoailo..
A reno, do ro-'Wo no m*z de Dr-z-mbo u-
timo fol oe 75:90**830. En Igual m *
1834 fora de 65:79i-#970. na'pn'. P"r <"'
uro- d'ff-renta oara ma.a es 1895 de.......
101024880. Ptrairemfidoa 103 tale* p_
Ue* na impon" ie 10:089*400 e p-igus 73
Do v'.lo- oe 6 859*860.
0 general Savaget digto ao tunutro da
guerra o* s-no'.nt- irlegramm-'B.
Pel.ta 3I.-Becb i-legraroms rio c m
mndame ru fooieira ae U'OitU y na r.^a,
oicardoque D. P e?te< jlra.-e, e.'er.
ritino a gemino un l.--nie a S. B rj re. la
g aitias i.ara se transportar a am resi >wc a
nairuAita. >ileraooo a.harse otrjoel'a ci.
dae- ge> e al L roa com fon;. civia nao ii
qoe par .1 i S'-guisse orna e meaio te ranliarH, eob o e mui-mo :e oft-
calc'iemgo ifim de faztr-trfiV'V-as g .
raoua Conchitas pelo g..verr.o .ia Uolau e .lo
Estaco e nao a.ixar aquelie enlgalo Mr"ex.
to para se cooservi-r fora da lar.
.E'exacto que ia?s fn gas civis aloca I
ge anaro, P r cao t-rem sido pagas.
Qu.no ao general Lima, sel qi e renit-ote
naqoella cidad?, mas d4j e*l 13 suco ce
lonrges rn'tr.ares.
A Fr'Dle'a "e 3. 3orj esta peen curooiao
do, p >rqo* o II* regiroeulo, que parti de S. .
ia k-ru a 10 do crente, infla nao coeoo a
Dregoafaor.
Hroeiioca snofa^O-8. Ge era',S.vafet.
Pelo-as. 31 .O c,<" man a'iie d* frontera
rio Llvrameoio p^oa o c^uinte lelegraro.
m : .
Apparei'en ppqomns sraoo* le bindttog
crnbecido QDP pr-cis.m ser agarrado. P'ovi.
dencias toro tas pra tai, i>6 empero congpgo r
caval'oa. R*penosas tauaajOB.-. Gncdi
Savafet.
fallec ment* -Hontem fiiou ae nesta
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
1" de Janeiro
1879Em Trent, no anligo thealro S. Bo
nene > vai a scena a opera Blanco de Ros-
Si
1855=No tneatro Nuovo de aples canta-
se La Fate epera de Valenza.
18S7Ero Berhamocama-se no theatro So-
ciale a opera de Ver.li Ernani fazemio o
papel de Cario IV o harytono Adriano ac-
conci.
1888-No Scala vai a scena a Africana ap
Meyerbeer
O AHTISTA. VELASCO
Gregorio Velarco um artista cnrrectigsirao
e que oos principaes llieatros da Hespanha e
a America do Su) tem sido contemplado como
urna das rcis disnncla* figuras que s be ven-
cer as maiores difflioldades da scea
Xiiural de Valladohed, entrou para o col
legio militar, onde conciuindo os preparato-
rios, dedicou-sea carreirn de medien e ten-
do se distinguido nos eetudos, era poseo lem-
po obi ve boa coilocioao no Cuerpo di Sa-
nidad Militar, lazendo a campantia cont a
os carlistas, leudo sido urna vez prision-iro.
Mas tarde o general Mariinez Campos, re-
conhecendo os bons servicos que Velasco
pretara, dtu-llie bda collocacao no Hospital
Militar de Madrid.
Os servicos ahi prestados foram Je tal na-
lureza qoe obteva distmctamente a medalba
Affoogu XII.
Em1876 devido a grandes incommodos de
pade, toi dispensado do servii,o militar e
aproveilaudo os egtsdiS leilos no collegio en-
trou para o *L j obtendo em pouco o titulo
de Licenciado eo Filosofa, empegando
toda sua activid da em favor do desenvlvi-
mento de sua patria, sendo o fundador do
Urfeon -Normal de Madrid, do qual foi dire-
ctor o maestro Llanos, o con ecido auctor a
operaFevra.
Seotindo-oesejos de fazer a vida artstica,
Gregorio Velase-) eoiregou-se ao esludo do
canto e entrou para a cimpanhia do erapre-
zano D. Ducarcal, estreando com successo no
tbeatro Jardines del B oo let-no, em Ma-
drid, nc anno de 1882.
Trubalhava como liarjt mo, quan-'o foi ataca-
do de foi t bronchite qo<- o impossiDilitco a
continuar, sendo ento obii.ado a fazer os pa-
pis confiados ao oassa.|
Em ^92 vee para Bu nos Ayree, e em
pooco fez se emprezario do companiiias qoe
levoo a Moo'.evido eKaragoay.
Como artista Gregorio Velasco tem um re-
pertorio de pecas de alio va or, e as quaes
nao pode se apresenlar em o .-anta Isabel de-
vido as condijtis em qoe te acbaa companhia
da qual director.
Esse repertorio compe-ae das peca?: Reci-
ta infalible. Registro parocliial, Peri a, Her
mano Ballbasar, Sallo del Pasiego, Appa'ecidos
Muoca, Hugnoies e moitas outras que ine
tem conquistado o non de artista de 1.a or-
dem.
cidada o artista typographo Francisco de Bor
ja de Almeida, tiiho do provecto artista Um
bem typograpno, Joao Paolo da Almeida, um
dos oossos mais abasa los oollaboradores.
O Soado tendo f-ito em nossas offi inas a
su aprenduageiu d'arte, nellas conservou-se
ate que fugio-lhe a vida.
Estirando pelos seus compaoheiros de tra*
balbo, gosaodo entre ellas de verdadeira sym-
pathia, o seo pagamento quasi repentino,
caosou sorpreza e coosleroagao aoa qoe o
conheciam.
N< assoiiarao-nos i dor do consternado pa",
a quena enviamos as nosaa^ conloleocias pelo
muito e pela distinegao de que dos elle cre-
dor.
Membro fa Assocajao Typograpbica
esta tendo conhecimento da uiorte, collocou o
seo estandarts ero fooerat, resolveooo tomar
luto por 3 das e nomear urna commusao para
assislir ao enterramento.
Joao de DeasDespacho telegrapbico
por ao* recebido houlem nos traosraitte a do*
lorosa n va da morte do inirnilavel lyrico poi.
tugue, cojo oome serve de epigraphe.
JoSo de Deus um norae qua ha de no seu
paz Mear indelevelmente estampado as pa-
ginas da historia e no eterno marmore das
traJicces.
Prra^iro pjela de sua trra, nao pelo arro.
jo das ideas, mas pelo mdizivel encanto e ar-
rebatadora s u a v i d a d e que s possuio
a su musa, eminentemente popular o oo-
me querido de Joao de Dos, permanecer
como orna leoda nos serOes populares, reme-
morando as inexcediveis qualidades de eapi*
rilo e de coragao que foram o apanagio de
sua indi.idualidade.
Todos ainda se recordam das extraordina-
rias manifesti,-6es de qus foi alvo o gran le
poeta por occasiao do seu ultimo anniversano
natalicio, manifestag-s em que p-.de-se di-
zer, iomou parte toda a nagao porluqueza, des-
de as iafimas classes populares ao que Portu-
gal tem oo mais Ilustro entre os seus grandes
borneo?.
E^sus raanilestacis por si tSo somante se-
riara suflicientes pira dar urna ideia do grao
de alta estima, respailo e admiracao em que
era tido Joao de Deus, fi a sua emi ente in
d vidualidade ndo se livessejide ha longos
imposto a venerago de um povo int iro
eothosiasta pelos nomes gloriosos de sua pa-
tria.
Como poltico, nunca poude Joo de Deus
sa>l:ntar-se : a poesa que embaloulbe os
sonhos de mocidade e qu constituia o fnndo te
sua alma sonhadora e amoravel, o haviam in-
compatib'uisa lo com a poltica.
Amar as enancas, viver da infinita poesia
que foi todo o seo sonh i e toda a sua ambiguo
oist) reuno-se a su.i existen ia gloriosa, cu-
ja memoria na de permanecer in lelevel, cerca-
da de suavissiraa luz, entre as beugaos das
gergS"S futuras.
A' patria portugueza, que se orgulha de
haver pos.uido tao losido espiito, damos sin-
ceros psames pela enorme peda que acaba de
foffrer com o passamenlo do grande lyri-
co.
REVISTA DIARIA
Remoco O Sr- Dr. Goveroaior d<
Esiado, por decreto de lt do correle remo
veo a pedido o juiz de direito Dr. J^io Al
vares Pere ra de Lyra, da 1.* vara i?l
deata capital, para a 4.'Faites da Fazemia
cujo eserc io devora assumir no prazo de 15
das.
Prafiuieato-0 Sr. Dr. Governador. or
decreto de igual data, proveu o barharel Joao
Augusto Ferreira Lima oa serventa \ilalicia
do oftieio de escrivao do Superior Tribunal d-
Justiga, com o prazo de 15 das para aesumlr
o exerclcio.
Senado de Pernambuco ftTe-
ctuou-se hontem al* sess&o preparatoria, -ob
a presidencia do Exm. Sr. Dr. EdUirdo de
Oliveira.
Estiveram presentes -os Srs. Albino Silva,
Antonio l-ernambuco, Baro de Nazarelb, Sj
lai.ar Moscoso e Edoardo de Oliveira.
A convite do Sr. presidente, oceupou a cu-
adra de 1." Sscretano o Sr. Antonio Pernaui
buco.
Nao havendo numero legal para se fazer
Cmara dos Deputados a devida commuoica-
gao, o Sr. presidente levaatou a sessao, con-
vidando os Srs senadores a comparecerem
boje.
Canecillo Municipal do Kecife
De accordo com o art. 25 do Regiment Inter-
no, dever o Coocelno Municipal do Recife
comegar a fuocciooar em sessao ordinaria,
amanna 15 d correte-
Manirestac&o de apreso-No do-
mi go ultimo o llustre Sr^Curooei Dr. Pereira
do Carmo, digno inspector da Alfandega d'egte
Est-do, foi alvo de urna bonita manifestaco de
apreso por parte de seos amigos, muitos d'el
les empregados d'aquella repartigao, que as-
sim testejaram legremenie o auniversaio
natalicia do hon ado fonecionario.
O referios amigos, em bond especial fo-
ram ao mel di* cumprimetiiar o Sr. r. Pe-
reira do Carmo e entregar-lheum calloso rnn-
de, tendo sido recebidos com- o maior cava-
lheinsmo.
Servio de interprete aog manifegtantes o
distincto empregado Sr. Oliveira Amaral, que,
em brilhante allocncio, accentuou bem que
era tu amigos que iam assjciar-se a festa 0a
familia n'aquelU dia solemne e nao subordina-
dos, que sabiam manter s; em urna espbera de
respailo, mas de digoidade, em relagao ao
86U cbefei
O Sr. Dr. Pereks do Carmo multo geosibiii-
gado aquella bomeoagam de estimas, corres-
ponden a ella com mxima gentileza.
Por noisa ve* cumprimefmmda a Alustra
ebefe da repartijao j adnane|l d'eito Es-
lado.
Concurso do Correio-Sob a presi-
dencia do respectivo administrador, major
Francisco Cintra Lima, servindo de secretario
o 2* cfficial Joaquim Spencer Lop^s Netto.
realisou-se ante-hontem o coucurso para pra-
ticunles na admmistragao d^s crrelos d'este
Estado.
Serviram de examinadores em portuguez,
francez, aritbmetica e geographia. o ordem
em que vo collorados, os amanuenses Bem-
vindo Teixeira Lins oe Barros Loreto, Olym-
po de Arroxellas Galv&o, 3* orficial Jos Can-
dido Fonseca de Medeiros e praticante Pedro
Paulo des Santos.
Dos 24 candidatos nscript-s, apresentaram-
se 22, sendo 20 classificadrs e dous excluidog
por inhabilitados
Poi a seguate a classitlcagao :
Em lM-gar:
Luiz de Casiro Ma:lel Pinheiro.
Joao Brissant Netto.
Miguel Felippe Vieira de Barros.
Manoel Jos Barbosa da Silva.
Antonio dos Santos Jorge.
Em 2 logar:
Joas Barreiro do Rosario. -
Joaquim Tneotonio Soares de Av.llar J-
nior.
SabastiSo do Amoral e Silva.
Ral Armando de Medeiros.
Arthur Odiloo Campello de Souza.
Joao Mariobo Pao Barretto Filho
Antonio Maximiniano Ramos V?leoga.
Joito Francisco da Cunba Jnior.
Em 3. logar. .
Ped- Celestino de Franga.
Jrfio Alfredo Victor de Moraes Quental.-
Manoel Affonso de Castro Nones.
Manoel Augusto de Araujo.
Jos Thimes Pereira Jnior.
Jo^ Xavier Coelho.
Arf'Ur Bahia. _!*. P .
D scurso do Dr. SeabraFelo ta
elngrapho Amaro Arthur ds Atbuquerque, to-
mos obsequiados com um exemplar do discur-
ro proferido pelo Exm. Sr. Dr. Jo Joaquim
Soabra no da 14 de Dezembro de 189o, oa
Faculdade de Direilo do Rcffe.
Es a obra acnase a venda pelo prego de
l#UO0 a Lvraria Fraoceza, oo Pantrnon das
Artes e na ra Baro da Victoria n. 30,
Gratos.
Colonia snassunaAo nosso escri-
torio veio hontem urna comraiss&o dos possui-
lores de tot-a n'essa colonia e exp.z nos que,
lendo sido chmalos em adital da 3." directo-
i.i da Secretaria da Industria para inderanisa-
rriH a fazemia at o dia 21 do correte, da ira-
puiancia dos respectivos lotes que Ihe foram
,-un elds, baviam enderegado urna petigao
ao Exm. Sr. governador do Estado pedindo
p.ra ser ampliado esse prazo por mais dous
anuos.
A commissao referida, que pedio-nos o nos-
so apoto em favor de sua preteog&o. adduzio-
nos as razes era que foi lu .damenjada a sua
alludida petigo, e que, nos pareceram de jus-
tica.
A. nossa intr-rvencSo no caso, comprehende-
se, nao poae deixar de ser muito restricta;
todavia acreditamos que essas razOes ho de
preponderar no animo do Exm. Sr. Governa-
dor cujo espirito de justlga connecido, in-
clnando-o assim soluc&o favoravel do pe-
^anife?sin9aO digna-Foi a que os
empregados colaboradores da estagao de < io-
co Pomas zeram, oo domingo 12 aos chefe e
aiadante d'aquella repartigao, precedidos de
banda msica e foguetes, foram as resisten-
cias d'aquelles, e offertaram pola ricos borte-
ts, primorosamente preparados pela casa'Gof
maraes.
Em ambas as casas foram servidos de um
copo d'agua, offcrecido por aquelles dou9 ca-
valheiros, que comovidos agradecaram.
Usando da palavra diversos empregados e
alguna do banda musical.
Ulnmlnacao eleetricaem aceio
Fomos distinguidos com um amavel convite
para aisietlrmos soire que no da 14 do
correnle ter logar nos salOes da Sociedade
Cysoe Maceioense emsolmisago 4 iosngu-
racao do servigo de hit elctrica ern Macelo.
Grates.
Era Rowa Recebemos e 1. numero do
presente anno d'esne criterioso peridico, or-
gftu das ideas caibolicas.
A Ra direrco contina confiad* ao Ilustre
Sr. vicario Augusto Franklin.
Muito eraioa sua visita.
Companhla Zarzuela Sab/mos que
acaba de chegar do sul a actrz Is^eni Ma-
tear que vem trabalhar na coropanhia <|ue
funeciona actualmente no Theatro Santa ha-
bel.
N'esles das dever estrar.
Theaira Santa Isabel Ante-non
tem a i ompaohta de Zarzuela do Sr. Cifoeo-
teg propoici-non ao nosso publico um bora
espectculo em oeneficio da Sociedade Beoe
ficente dti Empregados da Estrada de Ferro
de Laxanga.
0 tlieitro acliava se repleeto de especia do
res, senil.) ii notar qoe -* 8 hor.-ia da nouie
a bilhetena f>;c:r'i leudo vendido todas as
Dtradas.
Ant-s do espectculo a 09' ntervallns a
banda do 2. Carpo le Dolici. executou lindas
pecas do seu repertorio.
O programroa foi vanado, compondo-se zarzuelas Coniic e y To ati, '^oino et-t la
socie iad e da espirituosa revista nes,.aull-
la La Gran Via na qual (orara intercalados
o Duetto o Chapeo de Sol e -0 Muoguz
doTm-Tm
O Sr Velagco que tem 'conquistado gjmpa-
th a geral, mais una vez mostrou-se un ar-
tis a correcto e merecedor dos applausos que
a platea dispensoullie.
Ao Sr Mara Alonso e Contreras, egta so-
prano e aquella contralto, eantaram ptima-
mente alguns duettos e foram alvos de palmas
flores.
Os Srs. Fernandez, Gongalez, Clitelli, Amo-
roso e outros. trabalharam correctamente peio
que muiio ent usiasmarm os espectidorea
O oueite do '.chapeo de sol e o Munyu-
z, execu arins pelos 8rs. Velaaoo a Mara
Alonso, foram frenelicameute applaudidos e
bisados.
Finalmente o espectculo de ante-hontem
foi um aHeslado dos grandes mereeimentos da
Companhia.
A orchestra, sob a regeneia dj digno maes-
tro Francisco Duchesne, portou-se admiravel-
ment-.
Hoje a Oompanhi-j levar a scena a appara
tosa e brilhante zar;uela Madgyares e:n 4
cl03 e innmeros quadro .
E' de esperar grande arflu^ncia ao Santa
Isabel.
O SangaloVSo correodo rauito bem os
ensaios da nova re/istn que tem de ser repre-
senta ia utto br v* no Sant* Isabel.
D'eotra os nmeros de msica que exprs-
saraentr fo-am esrnpios, tivemos hontem oc-
casiSo deouti- a Marcha dos Mezes, a v/.An
da Devota e o lang do Club Dramtico o Ar-
cadia, cotnposigOes do intelligent-i pianista E
Pompilio, que u'estes t rabal boa revelou muita
aptioo.
Ouirog trechos esto confiados aos distio
ctos artistas Smido, Duc-esraer, fleto, Se'xas
i ao Dr. Alfredo Gama, que nos coosla t r ja
apresenlado a dislribuigao qui genlilment
aceitn.
Concert Har$ruerite Teiie No
dia 18 do crreme nos sales d'. Club Inter-
nacional ter* logar o grande concert prorao
vtoo peh notavel pianista Madaue Marsuente
T- le. B
J& tivemos orcasio de dizer que Mad.m-
Maryoente obt-ve glonssaraeiile o l," premio
n'uin concurso de piano no Conservatorio de
Pars, e era todas as capitaeg onde tem per
-naneci io gosa de geral admirag.).
0 publico pernambucano dve dispensar Ihe
as mesinas aitencSs que dispensaram-lhe os
Flnminens-8, Lisbonenses, etc.
No referido concert lomam parte alguns
professores e amadores como sejam S'n.
Ria erutli e o-Srs. Elias Pompilio, Can
dido Filho e Oustao V.
O programma composto de brilhanles par-
tituras de operas modernas.
A Madame Marguerite Tile somos-summa
rmote gratos pela geulilesa do convtto que
fez oos pessnalineote.
Festa de Santo .maro das Sali-
nas Com grande potn a e mag iftceacia ce-
lebra -ge a no dia 26 do corr-nte a ndice oral
fasta de Sa"to 'maro das Salinas, nasteaudo
se a band ira no da 16.
Haver oivertimentos populares, kermesse
e variado f.>eo de a'tificio
.Madgyares-A Companhii de Zarzuelas
que wrao illa no tbeatro Santa Isabel levar
hoja sce-ia a imporlant3sima zarzuela em 4
actos Madgyares .
Esta pega, qu- urna das prime-ras do re-
pertorio da companlna ohtjve enorme sucres
so em grande numero de tbeatros da Europa e
Airenra do Sul
E' de esperar urna enchenle que correspon
da ao valo da pega.
Revista do Instituto Diductico
Recebemos o n. 4, anno l d'esta Dem redimi-
da revifta que publicada no Rio de Janeiro.
Traz o seguiote summurio :
I. O Arbitramento e o nosso Direito Consti-
tucional, nelj Dr. Fellsbello Freir
II. 1." de Janeiro de 1896,pelo Dr. Homero,
de Mello, do Collegio Militar e Instituto Did-
ctico.
III. Pedagoga- Indgena, por Herraeteno dos
Santos, do Collegio Milliiar e Instituto Did-
ctico.
IV. A Instrucgao no Brazii, pelo Dr. Manoel
Curvello, do Instituto Didctico.
V La Cbanson de l'exir, pelo Dr. Maximi-
no Macel, do Instituto Didctico e Co legio
Militar.'
VI. Inspectores Escholares, por Jo3 Sa-
ra iva.
VIL Romance de ora professor primario por
E. D. porJ. Silltg, do Instituto Dtdaetico
VIII. Bibliographia.
Obrigados.
Agenda IndustrialTemos sobre a
mesa o fasocul > n. 23, anno II, do R perto-
rio de Rjlat ros de Patentes de Iovengo,
concedidas pelo governo da Repblica dos ls-
lados-Uoi los do Brazll.
Agradecidos.
Companhla Ferro-Carril E' ne-
cessario que esta companbta mande fazer um
concert na curva da ra Baro da Victoria
para a ru Mrquez do Herval, aflm de evitar
que os carros da linha de Afogados continuem
a t;r grandes demoras na mesma curva.
Sociedade Propagadora da In-
siruccao Publica no PoeodaPa-
nella K'.-uiuo-se no dia 12 do correnie esta
sociedade, em assembla geral, para o lini de
appiovar as cuntas do auno flodo e proceder
e eigao do concellio directo; dos trabaloos
no corrente anuo.
De accordo com os estatutos foi aeclamado
presidente da reunio O Dr. Joaquim Loureiro,
que, oa qualidade de presidente do conielbo
parochial do Pogo d Panella, fez a exposi-
gao verbal do m vtmeoto da sociedade no
anno Ando, terminando pela leitura do balan-
go apreseni-no pelo tbesoureiro, o qual, de-
pois ae examinado pela Commissao nom-ada,
composta do Dr. Cel-o Qumiella, professor
Idalino Vieira e -..outo Viaoua, foi appro*
vado.
m seguida proeedeu-3e eleigo, cejo re-
sultado foi o seguime :
Presidente, Dr. Joaquim Antonio do Castro
Lourairo (reelelto).
Vice-presidente, conselheiro Dr. Joo Jos
Pinto Jnior.
1. secretario, Dr. Celso Tertuliano Feroan-
des QuinteHa (reeieito).
2.- secretario, capito-Jos Aveliuo Rodri-
gues da Silva.
Orador, Dr. Francisco de Barros Los.
Tbes.ureiro, coronel Hemeterto Mactel da
Silva.
CooselhelrosCoiBraendador Joaquim Fe-
lippe da Costa, Dr. Paulo Jos de Oliveira e
Or. Miguel Joaquim de Almeida Castro.
Empcssads os oovameote eleitos, reun-
ram-se em seguida-em sesso ordinaria, resol*
vando qu; do dia 20 em diaote estaciam abor-
tas as auUs e a nratricula pa-a a escola pri-
maria do Monteiro.
lOlympio Galv&o -Este conhecido Hi-
tar, to. que era redactor do Novidadea, aca-
ba de retirar-te do corpo redaccin! da mes-
ma foJha.
.A esculla do soldadoO* soldados
muiio jovens nao padam resistir s durii fadi-
gts da vid i militar eisemefam de nsertos os
Bospitasi e o acampamentos.
Vegezjo, fazem rnuitos seclos, aconssfnava nemerlto fwfs da oifio quito gaera!oherio
a Valontinano de fazer o rscrutameoto entre Fer>era vdo eonMommm a tentuiag ne d-
os jovens apeoas puberps, mas boje o mesrao
coriselho'lornar-se bia homicida. Oo os ro
manos de eolio rara mais fort nos conhecamos mais a hvgiene. dos bombos.
Dizia Napoleo I Cambacieres
Pego um recru'amenlo da 303.000 ho-
mens mas quero bomens fetos; os rapaces
que me maurfasles nao servem seno para en-
ch-r os boraitaes.
Tambem Lord Baylan muitos annos depojs
expressava as mesmas ideas durante a auerra
da Cnma. Escrevendo ao duque de New Cas-
He, que o ttnha informado de Ine haver envia-
do i 000 recratas, dizia :
Prefiro espera1-, aquelles que eu receb
eraiu;tao jovens a lo pouco desenvolvidos,
qoe foram assattados de moitas molestias e
nepi-is reifados.
Fraochini, midica mililar italiano, no seu
oos ga, c.. j rtia preparatorios cateouvam
se uao-idianamnie.
-O aswcioso Sr; Mawins t"u cnar tal eeito
o eiitsdo e a intriga qoe iev ero soa mot o
c muandaute do nitncto, o qu I toraoc-ie
'versarlo raocoroio do G.ver. aiur do Es-
f.JO.
Aniquilada a redigao do centro,* sol diuarji
nefe 8edozi"o as mala altan oa enea da wr-
agao e estxulaa-as para a deposico de G >
feaador.
O orimet o paseo para o b ra xito doie'rt^
el p i-io e-a incitar os nimos dos soldados
tsierae cuiitra o? oo Ustano a dar logar astil)
t coostmtes disturbios. Effeciivamente os si-
da os oe noli ia eram Kredldos, ferldos, i-
Bfl na.;o< e o< qnarie'g .s->.n aios.
Deit luodo a ea^aj por parte da fo'ca e-j|
ia oai era infallivil. a reore-alla' mevi'.ave
b-|i > livro sobra a escolha do soldado, insiste i-nio fail um comt>a-.e entre as losa Ijrgas.
neita verdade, declarando quo o soldado Ha
liano recruta em id ule'maito joven, e pro-
olainava esla grande verdaie.que i. vera ser
esculpida sobre urna lam na de brome eolio-
cada porta de ministro da guerra :
.Nao a vida militar que fortalece o indi-
viduo, mas o individuo sao, robusto e livre
de. imperfeigOes phygicas que pode supportar
a vida militar.
E quasi jaculatoria accrescentavam a este
di.gma :
O exercito italiano perde em cinco annos
ou era reformas ou morios tantos soldados
quantos recebe annualmenle com o recruta-
nenio de 50 000 e mais
Pde-se escrever um volume de f-ctos, que
dao razo a Ntpoleol, a Lord Ragln e a
Kranchioi. Mas bastara para todos, esles
d >U5.
Casamento ivilu esenvo rus casa
ii'-uios que funeciona nos districtes do Recite
s:iiit Antonio, S. Jos e Afogados affixou na
repartigo do registro dos casamentoa ra
o Imperador n. 75 1/ andar, edital de procla
Has de casametitosjdos seguimos contrllen-
les :
1* Pubicago
JoSo Baptista Ribeiro Guimares residente
na freguza de S. Jos, com Philomena Mana
do Espirito Santo, residente no municipio de
,aruaru, solteiros e naturaeg de te Estado.
Jos Alveg de Almeja din Vatt de Augus-
to Sycola Pinto, solteiros, naturaes desie Es
ta loe residentes Qi freguezia de S- Jos.
Sebastio Brrelo de M Ho Reg, natural
deste Estado, com Mara do Carmo Silva Na-
ves, natural da Parahyba, solleiros eresideo-
tes em Santo Antonio.
Ma oel Lins Florencio de Souza, residente
Oa reguezia de Santo Antonio, com Rila de
Csala Hegis, residente na freguezia de S.
los, solteiros e naturaes deste listado.
Joo de Bar os'SimOss cm Ad^laide Fran-
cisca de Mendonga, solteiros. naturaes (leste
Esta lo e residentes em Afogados.
Joo Baltazar Paes Barreto.residente na fre-
guezia deS. Jos, cora Anna AlgOSta Selo
K'aga, viuvi, resideote na freguezia da B.
Vista, e naturaes deste Estado-
Antonio Gomes da Costa com Joaquina Pa
fiea de Albuquerque solleiros, deste Eslado e
residentes no mesrao
Beoedi o Romual lo Monteiro da Silva, natu-
ral do Rio Grande de Norte, residente na fre
guezia de Santo Antonio, com Clolil le Celeei-
na dos S iros, naiural deste listad.-, soltei-
ros e residentes na freguezia de S. Jos.
Amonio de Gusmao Ucha-esidente na fre-
guezia de Santo Antonio, cmn Cecilia Ueca
residente na freguezia de S. Jos, solteiros e
iiatunes dvsle Estado.
O respectivo escrivao do registro l casa-
inentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
arlixou na repartigo do registro ra do Im-
perador h. 41, 1.' andar edilaes de proclamas
dos segrales contr-bentes :
l. PubUcafdo
Vicente de Paula AlOoquerque Mello, resi-
dente na freguezia da B. Vista, com Virginia
Irjueo Vianna de Carvalho, residente em Olin-
da, solteiros.
Joo Balihazar Paes Barretto, solteiro, resi-
dente na freguezia de S. Jos, cora Anna
Augusta de Fraga, viuva, residente na fregue-
zia da Boa Visia.
Jos Carneno do Monte cora Josepha Mara
da Silva, solteiros e residsuies na reguezia
d i b Vala.
Antonio Argenrro da Cruz Ribeiro, com
Maria I^nez Ribeiro de Almeida, r-.sidenles na
IB Vaso 8i]esi ou
Telegraiuinas retidos Acha r-se re
idos na eslago do Telegrapho Nacional os se-
Uinte-> lelegrammas:
De Nstol. para Au.uto Soez* L^aeMiOiel
Tb m>i
Da P.,rt.let,'par* B-fledicto Pai5o.
D* Pino Calvo, para L'ilz Janiim Br.-cs.
De Maman ens-pe, p,r Jos T-in'ade Bahia.
Da Pirahv a, pera Antooio Toientino Rodii-
oes C-mpoj.
De Mu-eiO, para Lesl & C.
DeB'rreros, rara Matioel Gietra.
DJ Maroim. ara Ivs.
Do A-fca'y, para Taupa.
DeG yann.', para Mertico.
De ConiiLa, nara F'e;enco Rirnos.
Para Manoel Jo ge Caho, do Ro.
Para Dr. Ber-cn. de L*re Ma'-nado.
ara Hsyuunio Torres, do Ltvrameato,
P^ra G. Ri'Miro. de C ro'.
Para Am mioHezera, de Bom Jardim.
Para Mano-I Maris Po o, oo eeen.
Para Viuva A-aoio, do Rio.
Para Caoit&o Freit-s, de Alagi de Baixo.
Para W4er. do Ro.
Para FasrBlemDerg, do Rio.
E as m r-(li;iindo conduzram dous copb1
oa-a a Fcri-iez^ do BrooT; ai'i,nio om pa-
Pa a 11 e i o ro para o quiTM de polici, mo
airam-te de grai.da cuanudide de arcrotes, a
0< ivora era irazida coui agoiamenio do paioi
da IDiMiiena, e os exe.-cinos d fogo eram
IreqneMes.
i O pnico e-a lrt-n*\ ag familias qoe 'e;|.
diam ns ooximida. es do palacio do gotern,
leii-aran-e son a acgfi i do pavor para os arra
oaldes E<.era-e a cada memntO' qoe o
Recif,a nella Venwa araericaa, te transi -
maase em o varo ceroi erto.
Mas, a P-ov deocia o 8 ro>egi; quando tud
e-lava p eparailo e a polvor. dos CaiibOB la
aoagar o le leb. d bar>ie r republicana, *cg
neniada pelo pairiott-mo do Ma-eetial, este tele-
i-ailiiVi ao cojjuiuod. m- ^ec. m nea'an o m-
si^-re it-ment, aosuiuta ^d-teogao e ameagaodo
os !i. .ue< que e eu'uivessem na puli'ica
lo-:i|.
Gana icen com-? co pir esse lempo det>-
n .r.ear os anaruoiatas.
Ucooul Serra M. tns ser.adoot esiadoal
sp rilo tu io. seto aciroca, sen, entendimento
e se-a pan tism< ODOje'.t-u oeitiipouo ac:o
de mau ar o n tffirio ao Goaeraadkr prenden-
do-) pondo de pn in, l di" o naitlhfto >oD sec
c mmaoio, pa^a hz:r (ff-etiva a sua omem de
pns., motiveda vela pabliCigio de um artigi
ano- y uo.
0 insigne -Marechal t*ndo conhecimenio de
ta'.nha inep ia, ma-idou preooer o CorcQ--l t
tran-fe- -j p^ra o nal.
Seria ireiixi iae ota s repe.lr todos os *t>i-
.-i; cs d'aq-ieila epothi onaia n aip herrO-.
Apeoas (asent au apido eleoo -^o imimci
p.es conecm-nos.
Hoje qoe passamos casto o cabo das tor
mei tas ncr-crosis e cn-iaP0s ebeios e f ao
po-to onde se sa a serenidaie oa paz e a
i-- iq.nl i:,de 8da pilemos cem calmaadmi .ra hednraledesees
stnire da boora o povo que qoeriam p-onuri
dar o te prcfu-idis giore e a grande pa.na,
e es.a.i par-Ibes na fronte, era oome do amor
patritica, o aoliao tysleaa aa goorxinir.
(A seguir).
;(D'0 Estado).
0 faqueiro symboixo bem-o triuopbnobrs
4 faea de ponte,
' Por nada, iiemos offeHas *e palacetes i... .'
Kuaotast para que Os Dts.-'Bsrbvsa Lima
p Julio, de Melle, doni pernembncanos de pri-
meira ag0li ge agje tod0j porque eM gacrig
flearam a propria ,1da em defe2a d0| ogsog
direito?, #m prol da autonoma de nosso-caro
Estado.
O homem das .Qehag., 0 .gacela, ma.
Rnus. da ImbirlDeira. 0 mimgo do Sr. Albino
Metra... na cadei-a 4e porlaguesj,essreve
n'-A Provicera, de sabbwo nlUmo> propo.
gito da reforma do Coron-1 ooni:.Isso quer
dizer que comegou para Pem4mbuco a pejo,
epocha deste -mo. governo a ly.-.anaja, a
n epoena do testamento, das ul imM doagoes
aos amigos e das ultimas persegnis(je3 aos
adversarios .
Se a apuna das ultimas peraegoigSjs, ao
lemrazo oSr. Maiav dizendo ser ella a peiot
de todas as epocbas } 1 ..
1 A epocha do testamento I
N5i tem duvida que o horneo) anda men-
digar um legado qualquer....
I Om cavallo manso, por exemplo ...
Ou mesmo bravo, em feijoada.
Dr. Abelardo de VasconceUos.
Recife, 43-1-96.
-------------- tf---------------,
A' sua prezada comadre D. ( atharina Bran*.
rlSo da Silva felicita cordialmente peo seu fes
liz aniversario natalicio
A comadre e amiga
G. R.
Cont* ni titiiiiiDS
Sao de.-prentencicsos os meus contos.
Nascidos de um corag5o puro, como o seis-
mar dos aojos de um corago de virgem, pe-
dem ap as, o riso, a alegra.
Eile tem oseu pnntj deapiio/oseu bor-
do, novidendo casligit mores.
O bacllus virgula da poltica nao conseguir
entrar nelles, seno como simples hospede
de ceremonia.
Nada de programmas.
A experiencia tem demonstrado, que elle
nada vahm, sao verbos de encher...
Fico, por'.anto oeste exordio, muilo modes
(o e cheirando cas iJade...
Jame .Jones
Santal Jones, seus filhos e eobrinbo
agradecem cordialmo. te a todas as
p soao de sua amzade que os teeni
acomp nbado-ia dr pelo infanati pas-
.ameuto de sua esp sa, mai e tia, Ja-o
Jooes e de novo as convidam para assis<
tirera a m ssa que rxandam rezar oa ma-
t iz da Boa Visa as 8 horas da manhS
no dia 14 do corrente trigsimo o fal-
lecimeoto.
Penbora-os saberSo reconhecer mais
es'e acto de caridade e n-l>gi2o.
Recife, 10196.
Dr.
Pereira
Linhas, feneconando regu rmente para Sal,
Norte e centro do Estado.
Matadouro fubllco Foram abatidas
r-.o Matadouro Publico da Cabanga [85 rezes
para o consumo de boje.
commissao i- imelhorainento do
orto do Reeifaecife, 12 de Janeiro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cenli. Barmetro Tensodo Humi
nri&i
a O)
vap'ir dade
6 m. 26,"4 758.-20
9 27\5 757,-91
. 29,'0 7.^8.-18
3 t. 29,'l 757,-lo
6 28,4 756,-89
Temperatura mnima 2S,rOO
20,16 78
20,52 75
20,5 69
20,92 69
20,39 71
Tbemometro
Ennegrecido
desobrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 3l,7o.
62,0 -lJraieado4I,8.
Evaporago em 24 horas ao sol 3-4, som-
bra 2 3
Chuva 3,07.
Direcgo do vento E e ESE alternados
de.meia noute at 2 h. 45 ra. da manb ; N
at 4 h. 21 tu.; E com mterrupgOes dE e
ESE at raeia noute.
Velocidade media do vento 3.-57 por e s
gundo-
Nebulosidade media 0,53.
BOLETIM DO PORTO
PrC mar ou Das Horas AUra
baixa-mar
P M. 12 de Janeiro8 h. 30 da m. 0-65
B. > 2 n. 40 m. da t. 2-10
?IKL!C4(MS 4 PEDIDO
Hetrospeeto
Vlil
poltico
A exaiperago levoo-os a om ontro plano:
intrigar a goaroigj federal com a do Es-
ta i r.
E-a en!lo commaodante do distrjeto o ge-
neral Roberto Ferreira, que nao qo'z conser-
var a nan.ralidade poiiiica que a le impoe ao
mil tar.
Presidia a Rrpubl < a o glorioso marecbal Flo-
naoo Pelxoo, o qual depois de coaeotir na
!i.p)sg5i d s gov-rnadoies ade tos ao golpe
do EsUdo, e qoe eram por isso acompaiivei*
c m a obra aa co-sollJaclo que elle ia reali-
sar, olo mais admlitio a interveogfto dos mili-
ta) es na pol tica lo'al, recommeniando com in-
iswnrii a Ostpng'ro da guarn'Clo. que s se
ponm mover oa bvpotbese ao rl. 6. da Con-
tnacSo da Repblica.
O faci mais intaressaate da semana linda
foi a queda do Dr. Mna. Dizemos interes-
sante, porque, teiumenta, S. S. pouco, rauito
pouco soffreu alm do susto qua nao devii
te: sido pequeo.
Correm muitas versos sobre o caBO.
Vejamos se a nossa flecha alcanga ao
alvo.
A fonle insuspeita....
Alm a Imbiribaira, mora o Sr. Motta pro
pnetario decarrogas Amigo do Dr. Maia,
cinvJou-a para urna succulenla feijoada
la portugaise*.
L pelas nove horas da n si te quando os
nimos nao tmham serenado ainda das lats,
o oossl doutor teimou em querer voltar es-
ta cidade, onde era esperado com aucieda-
de.
Houve oppos gao geral ao acto impensado
de S. S. ; mas, no dizer do poeta Varella, o
piissarinho veoceu. .
E sem que os circumstantes se apercebes*
sem pegouS. S. de um cavallo sellado, que
est..va na porta da casa, e dea de redeas.
P uca firmeza no cavallo...
A feijoada ou os seus adubos. pezavam d-
Dais e nao estabeleciam o equilibrio necessa-
rio
Mas 3. S. prometiera estar, s nove horas
da noite em casa do Sr. Artnur Bahia e j
bavia grande desfalque oo praso marcado.
Logo adianle, o intelligenta bucepbalo
comprehendeu que eslava mal montado e
quiz 'azer de ca val tiro...
Travou-se a lula ; era natural que o mais
forte vencesse o mais fraco.
O Dr. Maiacou por baixo !...
Na quedaS. S. magoou o brago.
Os cnti os sustentam que nao era (o brago)
que d :via ter ido para a tipoia. .
E acabou.se o primeiro cont matutino I
Silvio Pellico
Fcrraz
Mara Carolina de Araujo Ferraz.
| setw enteados, Carlos Augusto Vaz de
Oliveira, Augusto Caros Vaz de Oli-
veira, viuva,.filhaa e cuBbados do Dr.
Silvio Pel.ico Pe.-ei.-a Ferraz, convidam
e seus parentes e .migo8 para -aaaisti-
ram as missas que por alma do finado
mandam celebrar no Mosteiro de Sao
Berto, em O inda, s 8 12 da manh
do d a i4 do corrente.

Chegoo o Hibburgo. Veioj pezado...
Trouxe um dos chefes e seu eslado maior.
Por notavel coinci lencia, o desembarque de
lo vilosos cidados teva lugar no mesmo
da e quasi s mesmas horas, do embarque
do Venerando Arcebispo D. Joo Esberard.
O povo afluio ao caes para-dar a este ulti-
mo mais urna prova da alta cousiderago em
que o tem e flcou para o rosto da festa,
porque a curiosidade e a falta de oceupago
sao grandes malea...
Carros seis, inclusive o dos variolosos, que
por um infeliz acaso eucontrou-se com os ou-
tros cinco e segulo com elles.
Visita ao cemiterio! Dizem que o lempo
ludo consom... Ser verdada ?
Tout passe, tout lasse, tout casse, dizem os
frao;ezes.
0 faqueiro provocou algumas ledras dos Bal-
thazares d'A Brovinca, contra o Dr. Bar-
bosa Lima.
Se ilvessemos voto ca coofraria, lembraria-
mus mais, muto mais, muitissim > mais ; por-
que um milbeiro de faqueiros nao nada diao-
te dos relevantsimos servicos prestados por
S. Exc. Patria Peroarabueana, acabando com
a faca de ponta, meio de governo ccnbecido.
I foi devido i oppo8lc.9o tenacissima do be-'.at certo tsmpo, enire as.
As associacoes hip-
picas desta capital Pra-
do Pernambucano.Der-
by Club de Pernambu-
co e Hippodnomo do
Campo Grande resol-
vem fecbar os seus
estabelecmentos, e m
face dos onerosissimos
iujpostos com que fo-
rana tributadas pelos or-
ea fuentes estadual e
mnicpal, que impos-
sibihtani-n'as de con-
tinuaren* a dar corri-
das, as quaes deram
prejuizos avultadis; a
contar de 1 de Julho de
1495.
Kecife, 7 de Janeiro
ie 1896,
Pelo Prado reman-
l>ucano.
Jos Comes Ganches,
Francisco1 Fdix Gon-
calves.
Pelo Derby Club de
Pernambuco.
Hermenegilfli) da Sil-
va Loyo, Guilherme en-
tunes GuimaraesT, Ber-
nar Jino da Costa Cam-
pos.
Felo Hippodromo d<
Campo Grande;
Awgnsto Silva, Jila-]
noel Lopes Vieira.

>-._-.
>v.^__r_w^r_^^t^----->***


Diario de Pernambnco Ter^a-feira 1-1 de Janeiro de 1890
Instituto Pliilomatico
Baa Visconde d'Albuquen-ue n. 33
Director Bachral Olnto Vctor.
A aulas deste c llegio estaro aber-
tas do dia 7 do correte em d Collegio Santa Cruz
H.:.75-RUA D04HOSPlCI0-N. 75
Eslarao aberlas do da 7 de Janeiro em dian
te as aulas d'eate estabelecimeoto de lostrac
tta primaria e secundaria.
A. steroos.
Prospectos serio foraecidoB do collegio.
Os diT*ctore8:
Jo iquim A. < Menionga Simts.
Antn o da S\lva Guimar1**'-
HSTIPACiES X Peitoral Catharaens
DE RAULIVEIRA
DROGARA. BBAG
Instituto Dezenove de
Abril
Sob a direcc,o
DE
i. A. Porto Carreiro
Ra dcHospicio n 53
A matricula de edmiaso s aulas
efe collegio est f berta desde o dia
7 o correte.
Admitte-o s* alumnos internos, semi-
nternos e eaternos.________
O Rauliveira
rE' o poiloral mais efficaz, mais barato e de
eo*w mais gradabilissimB ; na Drogara Bra
a c em todas as pharmacias
Collegio de Nossa Senhora
das Mermes
(SEXO FEM1NINO)
so Ra do Hospicio 20
jU la d'est- estabelecimento de insiroe
t*> r'maria e secundaria abrir-se-bao no da
7 feCa'rumnas internas semi internas e ex-
etn*"' A directora.
Marta do Carmo Azevedo.
RAULIVEIRA
TodOS. os mdicos reeeiOc> oWJ*
X0Q.03 os meuitus '""" ~.-------:-
faUarinerue como o nico medicamento
contra Tosaes e Bronehitea
drogara draga

gr.-------------------------- -
l O advog&do Hortencio Peregri- H
t qo cou'ina com o seu escnp'o- ,
J rio roa do Imperador n. 54 ; JJ
\ encarrega-se tamben de defezas
{
rega-
perante jnry.
Elixir M. Morato
Declaro a bem d* verdade que estando
doente com d >res nos ossose muitas bor-
bal U s na pelle, fiz uso do remedio novo
o Elixir M. M rat^ e sarei bem a
ponto de j'i poder trabalhar, o que nao
foza a bastante tempo.
Fazenda dos Mornnbos.
Francisco Jos da Berra d'Agua.
6B8P"ft
BoH-a Commercial de Pernam-
buco
COTACES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Rccife, 13 de Janeiro de i8g6
Nao bcuve coUcao.
0 presidente,
Antonio Lonnarao R >drigues.
0 secretarlo,
J.-ao Leopoldo Cambio
Oabaocoa abri-arc com a taxa de 9 1/8 so-
bre Londres a 90 d/, realuaodo-se neg :1o.
limitados. ,. a ,
De tarde com oflVrtss no?it'v-s Cavara 9 5/3J
Em papel pamcola- dSo ronstou negocio oi-
fereciam poncas letiras a 9 3/16.
Cotacdes de gneros
Para o agricultor
Asencar
MHftj por 15 kilos. .
Crf s'alisado. "i-m dem
Branco, por 15 kilos
Smenos por 15 k ios. .
Mascavado, po' 15 kilos
Brn Rsumes......
7*500 a
i a
64800 a
4*2<)0 a
3*200 a
3*300 a
280 a
8*000
7*500
8*0J0
4*500
34'K
3*700
350J0
Aigodo
Gotoa-se o de primeira se te a 155100 o
mediano a 14*100 e o de segunda sorte a 13*200
por IS kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185* notntaal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 103* nomimal.
Coaros
Seceos salgados na as-- de 12 kilos 1*000 ris
vanla a refugo 666 o kilo.
ferdeB 600 ris, ultimo preso.
Carnauba
CoU-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
Mel
Por lOOfOOO nominal.
Exportaco
Reclfe. 13 ie Janeiro de 1896
Para o exterior
-_ No vapor allemao Hibsbnrg, para Brt-
meae, carretn :
Y. Neesen. 52 sacc.s com 3,932 kilos de caf.
Para Antuerpia, carregon:
' L.. A. da Cosa, 300 abaoaxls.
3 No vapor ingle C. Donan, para es Es.
Udoa-Uotdos, carregararn:
P. Ciroelro & C, 6,000 saceos com 420,000
kilos de aasucar mascavadn.
__No logar americano T. J Slewart, para
ca Estados-Uoidos, arregaram :
Poblmann C. 14.00J saceos com 1.048,000
de assocar mascavado.
Par u tntarlor
= No vapor nacional llaqol, p:ra Rio Gran-
de do Sol, carregoo :
A. B. Leirine, 300 saceos com 21,500 kilos
de assocar b'aoco.
Para Porto Aiegrp, carregararn :
E. Cardoxo C, 500 barricas com 63 020
kilos "e assucar branco.
Para Pelotas, carregararn:
J. Bailar & ., 85 barricas com 9,070 kllog de
assacar bronce.
__No vapor nacional Ocano, paro Rio
Grande do Sol, carregararn :
E. Silva, 5,500 cocoe, fractu.
Convento do Carmo
Tendo a Ordem Carmelita de celebrar
oa auffrsgii a por dona de anas aempre
lembrad' a irmoa, f-.ll>-cd( s no mee pas-
sbd >, veem por meio deste oonvidar os
ngnoa iraSos da Ordem 3.a daa coefra
ras ereotas no Convento e oa devotos
para a-isiBt.reon o officio que aera cela
b -kdo s 8 h<>ra do dia 15 do correte
oor alma do pudre Bliseu Gsmea, trige
imo do tea pnsssroento ; sendo tambero
eelebrado ootro officio por alosa do aea
irmSo leigo Fre seu Coaita no da
20, trigsimo do falleomeot.
'Carmo do Reoife, 13 da Janeiro de
1896.
Frai Cyrillo Font.
C. Provincial.
O oleo de Berth um reconstituinte
de primeira ordem, com bastante effica-
cia para fortalecer oa individuos decon-
8tita53o dbil e de peito mal conformado
ou delicado.
Com o uso seguido e constante d'este
medie ment, a robustez dX> tarda em
substituir o emmagreoimento e o enfra-
(jiiHii ment .
Tambem ocenpa logar importante no
tratamento das bron-hifs ohronicas e
dos catharros antiguos ou descuidados,
assim como tamb-m no tratamento dos
tumores escrf liosos e infartes das glan
duias.
Segundo a prescripco do medico, em-
pregar-se-ha o Oleo de Barth sim-
ples, ou o Oleo de Berth com creosota
Alph ; ou por u timo, o Oleo de Berth
com gaiacol Alpha, nos casos em que o
medico julgar mais conveniente.
-------------- t*
O Ferro Bravais cumpre tudo qua pro-
mette ; assegura a cara de todas as mo
lesties naa quaes o ferro indicado, falta
de Torcas, anemia, chloro-anemia, pros-
tra^ao proveniente das febesdos paiz-is
quentes. E' um dos recjnstituintes mais
poderosoa.
Para as amas de leite, augmenta a
quantidade e riqueza do lete- E' o nica
ferro que nunca cansa <> estomago, que
nao o conatipae que nao ennegrece os
deotes.
Tomar o verdadeiro Fer o Bravais re-
ceitado e appmvadu por todoB oa profes-
a >res da Faculdade de Medicina de Paris.
Bastam qua enta goitas por dia.
Seeuir o conselho d'am velho mdico.
Dr. C/iavano de Corbire.
O Charbon Naphtol Fraud n preven-
tivo da febre amarella, adoptado pelo
Corpo Medical para assegurar a Cura-
$&<> das Djenjas do Estomago e do In-
testino.
A directora do Joliegio de Santa
Lucs, fundado }en> 1885, particpa ao*
paea de soaa alumnas e ao publico t*
eral une reabre as aul s de seu Colle
gio. aegunda-feira 13 do cirreote, espe
raudo merecer a conSanca e acolhimen'o
qnn semprn Ir dilpansaram.
No meimo fs'.abelecimento tirAin-se
retractos em tamaoro naturel a crayon
e a oleo, mediante pr>-QO mdico.
Eita*utos no Collego.
Rja Vidal de N greirjs o, 172.
T das as DMioaa fatigabas por exf*es-
to de qualque- genero, todos es que
.-offrdUi pelo peso de fadigas e abundan-
cia de prazeres, digerem nal e tern-m-
s apathicfts ; n-sses casos, um copo de
Vinho de ?eptona de Chapoteaut intro-
duzir no estomago o melhor dos ali-
mentos, que a carne de vacca pu^a
digerida pela pepsina, que facilitar a
digestSo, e restituir a esaes pacientes a
alegri, a saie, as for9as e o vigor que
haviam perdido.
Peitoral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermdade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pmentel recorreu, depois de
exgotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamen-
to restituio-lhe em pouco tempo a
sade perdida.
A. Fe-oandes & C, 100 saceos Cun 7 500
kilos de o-ucar b anco.
P*r> Po-io Alegre, carregararn .
A. B. Ler-ine, 200 sacecs e id 22,500 kilos de
SSMsear oraneo
J. R llar & C, 100 saceos com 7 E0J kilos dt
aisn.'ar branco.
Mo vapor nglez Sbadesbnry, para Rio
de J-'oiro, cire2aram :
F. X. doa Sanios & C, 2r0 saces com 15,295
kilos ne algodio.
No vapor fraocti Piranagu. para Riu
de Janeiro, r.arrega ano :
L'..yo Moreira, O) sacos com SO 000 kilos
iie assocar nranco e 800 ditos com 3<>,00G kilos
leissucar mascavado.
> vjp. r allem Ciutr-, para San Oo
carregaraai :
. n.ia- &. C. 200 saceos coao 12000 kilos
le assoca' ina-cavado.
Para Rio de Janeiro, carregararn:
P. Wilhams & C. 6< 0 saceos com 36,000
kilos de as-'far hranen h 400 ditoi com 2^,'OJ
kilos No v .pur iiorur^ueiise Baan para io
de J -n-iro, carreearam :
A. Lopps 4 C, & C 500 Haceos com 35 610
kilos de acudi.
Loya & ioreira, 500 naco com 30,00' kilo
pe assocar branco e 500 ditos com 30,000 kilus
de assocar mascavadn.
B. Williams & C, 7U0 saceos com 52.533 kilos
de aUo G. Paulle 20 pipas com 11940 litos de ai-
r.i ni e t mtas com 1 045 ditos de agurdeme.
H B. < Uacedo & C, 1,000 kilos de IoIs
de rico So.
= No vapT ooruegoease Kong Frode para
Rio de Janeiro, carregararn :
8. Gu .- -a--s & ;., 300 saceos com 18,000
kilos de assucar mascavado.
No vapor oaciooal 3. Salvador -. p^ra o
?3'b, carregoo :
Kiotnarh & tiunier, 175 barricas eim 11,700
ki>os de as-ucar branco.
Para Manios, carretn:
Kantnacn & Gonier, 60 barricas com 4,U0
kilos de assocar br.-nco.
No vap. r na'ional Olinda, para o Rio de
Janeiro, carregararn:
A. Costa & Fiozj, 800 sacejs com 48,000 kilos
de asacar branco o 200 ditos com 12000 k o-
.e -a ocar mascavado.
Jo Goocalves de Arauj-, 15 pipas con 7.200
Utos deaicool.
Jo- F. Uarqaes, 1,148 saceos com 63,880
kilos de assocar mascavado.
a Nj vapor nacional Jauojtao, dar Cear,
carregararn :
Kouseca Irmos & C, 150 caixas com 1 950
kilos ds sauaj e 50 ditas com 250 kilos ue
vellas.
C. Pinto & C, 24 barris com 900 litros de
vinagre.
Para o A'acaiy, carregararn :
J. S. do A .a 3 ral & C 1 pipa com 470 litros
de agurdente.
T. Lapa d 0 19 caixas com 152 litros d
genebr.
Ferrara Pinto & C, 5 pipas com 2,400 litros
de agurdente.
Miranda Lia & G. 25 barricas com 1,364
kilos de assocar braneca.
Para Natal, carregararn:
Joles & C, 5 caixas com 50 kilos de oleo- de
mocoi.
no vapor nacional Braill, para Cear,
carregoo :
1. H da Silva, 1 barrica c m 54 ki os de
assocar branco e 2 ditas com 54 kdos de asso-
car mascavado.
No bia'.e C. do Natal, para Natal, car-
regararn :
unveira & C, 10 barricas com 640 kilos de
assucar retinado.
No biate Adelina, para Haco, carrega-
rarn :
J. de Micedo, 6 caixas e 6 barris con 332
litros de vintio de froctas.
Birboka & C, 12 calxao com 120 litros de
clara, 6 di as com 42 ditos de cap.16,11 ba-ris
com 800 ditoi de viudo de fracUa, 5 volutnea
em lagares moertoa e nSo a.bidos, ha- Costa, casada com Elias Baptisla da Silva
yeado ata aliuns oatroo igucr d s, reqne-
rem a V. 9. que ae digne nj.nd-.r que
Peitoral de Cambar
Cura de totse pertinaz
Confirmando a poderosa efficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento em minha esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a afngia.Joaquint Jos Rodri-
gues (Firma reconhecida).
O agenteCompanha de Drogas.
EDITAS
v> Dr, Jns Oafclcnti de Albu^uerque
Uutda, ji>' d direito o Civel d<
municipio de Olioda pela lei.
Feo saber os qoe o uresente ediral
virem, qie por parte dos heHeiroa de D.
Aroehna Xavier Carre;ro Fo rig iea O na
pello me tti lena a petig&o do theor b. -
guite:
Peticao
Iilm Sr. Dr. j po de Olinda.D sein o D Job* Mara
Jarneiro de Alboquerque cacer -a p^r si,
s ih .oolher D. Catbarna Oandida Jaroei
ro de Laoerd, e na qualdade de curador
do interdicto Dr. Trajano Augoato de Hol-
landa Chacn, e tutor dos menores tilhoa
des'e, Trajauo, Augusto, Jos, Mana e
ITraacisco, o BarSo de L iceoa e sua mu
Iher, D. Elisa Mana Caro iro Puotual
oor si e com, aimioUirsdora dos seas
filara menores Mana e Arcelina e .
Msria do Monte Oroeiro Campello, her-
deiros da fi ads D. Arcelins. Xavier Car-
neiro BudnTues Campallo, que, querend
O'intinuar na exi ougSo por divida bypotte-
caria promovida pela meama D. Arce!>Da
c tra 0 Coronel Hemetsrio J > Vell s
da lveira e tu* mulher, ji fallecidas,
precisam faaer citar ac berdeiros dos
mesmos,afim de virem ofFereoer na 1.a do
joizo, depois da citagSOjde rticos de ba-
bin ac3", visto como os documentos ns.
1 e 2 revestido! das formalidades lugaes
t.MiD certoa oa ohitus da exeq-iente e exe-
cutadoa e a qualidade de berit-iros qur dos
suppl cantea, qur doa auppcados, que
-So oa mencioifcd'is no documento sobo.
2, bem como para virem reo var a iostan-
? a, mas como hajam muitos deaaes ulri-
moa que ae acham auaantea deste Estado
com 2.0 litro de ceneja e 10 garr. ea e i8
cslxas com 333 litros da geoeb'a.
A. dos Res C, 4 caixas com calcadas.
V Cosl^ & O., 1 oarrii -oo 90 li ro* de viaa-
gre e 5 carraf-s com 70 l'fos No vapor nacional Jaboao, para Cea-
r, carrega-am :
A. C. Boirigoes.2 barricas co'J 167 ki'os de
assucar reliaio.
C. Piuto & C, 24 barra com 900 litros de
vinagre.
Joo R.Tirigoes, 30 caitas com 270 lit-os de
Clora e25 dlUa rom 00 "iios de cerveja.
J. S. iio Anaral &C, 36 barris con 1,260
litros de viiio de (rucias.
A. dos R-is fc C, 1 eaixa ron calcados.
Para o Aracaty. carregararn :
J. s. do Amaral & C, 3 rseos 1,130 litros de
vinagre, 118 di os coiu 7,470 anos ae IracUs.
35 calas c m OO dios de capil. 4 ditas com
40 ano1 de cognac, 2 ditas com 16 ditos de 1-
eorea, 35 altas e 2J garrafea com 600 litros de
genebra.
A. M ia, 5 iahn:;s de pi carga
M. 'J. B. 'e Mello, 20 oarncas com 1,813 kilos
de asacar brauco.
J Rungues, 20 ca'xaa com 18 litios da
Sidra.
Para o Natal, carrezoo :
U. C. B. de Mello, lo oarr.eas com 600 kilo?
de assucar refloado e 20 ditas com 235 kilos de
assucar nraaco.
Para naci, carregaran :
A. Macbado C, 200 c.narntea.
No mate Barroz;, paraMussor, carre
t;aram :
C. Hailidav & C, 2 caixas com 33 kilos d
vellas
J. de Macedc, 40 barris e 10 calzas com 1,890
litros de viobo oe froctas.
J. Rodrigues, 6 caixas com 120 litros de rer-
veja, > ditos com 90 ditas de cognac e 8 ditos
com 96 ditos de vermootb.
No hiate Adelina, para Maco, cure-
gar .m :
Ouveira & C, 2 barr cas com 120 kilos de
assacar renao e 3 ditas coa 2U6 dos de
assncar braoco.
A. G. Lacedu, 3 dozias de vassou a- de car-
osura, 2 dalias de ditas de pisaava e 4 vola
mes com 96 'iiros de cervej.
J de Micelio, 4 barris com 360 litros de viobo
de caj.
U. Vieg?s & Filhjs, 30 caixas com 210 litros
de genebra.
Figaeiredo Costa & C, 6 caixis com 120
kilos de sabao e 1 oarnca com 60 kilos de
as-u r br.rico.
C. Fernandes & C, 2 caixis com 14 k ios de
cera en veilas.
A. C-oz & C, 2 ditas com calcado?.
F. Rodrigues &, C, 1 caixa com poosphoros
no va or de 404000.
Residsuentos pblicos
Mes de Janeiro de 1806
Alfandega
Renda geral :
Oo dia 2 a II 699:1424574
dem de 13 95:523*347
Renda do Estado :
Oo da 2 ll 221:6874374
dem de 13 20:333*585
79.:655J921
242:0224960
Total 1.036:6384881
2.a sACcao da Allandega de Pernamoueo, 13
da Janeiro de 1896.
O enere da seceso
L. F. Codeceira.
O ineiooreiro
Luiz Manoel R. Valenca.
RBGEBS0ORIA DO ESTADO
Renda da 4
dem de 13
55:0624124
8:1484201
63:210*325
ns' fi :d a siiBenoia e ignoranCa do d -
t' a her 'iros se pasas edital cos o preso
que V*. S. designar para o fim requerido,
expedindo-se mandado para aerem oitidos
oa domiciliados, ueste municipio que s3o
D Eetbefania Esth-.r Brederod'-a Costa,
oaaada com Aetotiio da Silva C ata, D.
Ama Silveira Brederodee, casada nom
Je >o Tu vares Ferreira, residente no lugar
Agua Fra, e bem aasim que aejam no-
meados di us cnradorQs ni-', visto haver
menores 1 terreados q.ier por parte dos
exequeates, quer por pnrte dos e*ee>.
twdoa. Pede def-rimento.--T. R. M.
(Acompanbum 2 prouurscScs e 5 d ci
oameotos).
Kstuv-. ama e.tam^i'ha de 300 reii,
hssim Dutisad .
Keoife, 27 Je Novembro de 1895.
U ndvogado,
Antonio Ceairio R'bsirr,
Em coja peticao di o despacho d
heor S'gointe :
Dispacho
S va.O eserivSo designe da para joc-
tificacSo da auzsrc
^Nomiio curador lide 18 advogadi.a
Salust'aoo Jos de O ije>r, por parte dos
minore* exequentes e Jrga 8' zarra Ca-
vf.l<3iote p >r pnte dos menores execu-
tados.
Olird*. 28 de Novenbro de 1^95.
Joa U Y.Cii.
F, tendo < s su;-p'icantia justificado oom
provt te-i'oaioKhal o dedus'do em sus
oetigla e seodo-me os a tos conclusos
a-Una lvrei a aeoterca do theor se-
goiote.
S--tenca
Ja'gn prnoedente a iastifica^So de fli
121 22 v., piasei-see^iti-l oom o pr-sn
de 30 di.s para a ctagllo Co exiCitados
ausentes.
Cesta z ai oro de 1895*
J it Oavalcanti de A. Uc 6.
Documento n. 2
Cert'fi -o qi;a,rev-rd os utos ds inven-
tario dos finados Corcnel Hmeterio Jos
Vrlloso d* Silveira e sua raulher D Anna
Joaqun v da Silveir, de'lea ooostam, ser
<> pedido por ce-lido do tbeor seguinte:
Titulo de herdeiros tubos dos invent-
radoa
1."Dr. Hemeterin J s Velloso d
3 2.D. Amelia Amalia Vellcs da
Silveiira, solteira c >m 64 a-moi.
3."D. Emil'a Amalia Vellus d Sil.
vem, fal'ecida, casada que fii com o Dr.
Frat cisco HredeP'dea t:e A' d"-ade.
4o _D. Julia Honorina V lioso da Si-
veira, failecid, casada qoe foi c-m o ca-
pi'ft Haooel de Carv.bo Paes de An
dr*^e (ioavwi.
5 Freder 01 Velloso d* Silveira, ca
sado, com a idade de 54 a no.
6.-.'-. Jisepha Jo8*(ih'ia Velloso c'a
Sil-ei-, cot a idade de 52 aonc.s.
7." -D. M-ri* d* Punfioayo. Si.ver-,
oa'ed* com o Oipitio Viodimal Ribar
Soares.
Net'B fi boa da finada D. Emilia Ama-
lia Velio-.o ii* Silveir'.
1*-D. Mana Hrederodes da Silva
Costa.
2.Emilia Amalie da Si'veira Brede-
rortfe, solteira com 3i annos.
3 D. Estiphmia Esther Brederode
Cosa,casada, oom Antonio da Silva Costas
4. Alfares Antonio Francisco Breas
rodes de Andrade, PM-ado.
5 D. Aoja Jandida da S Iva Bre-
-ierodes,casada com J080 Fras Velloso da
Silveira.
6.-D. Mari Camilla da Silveirs Rre-
derodea, casada com JoSo Tavares For
reir.
Ne'as Gibas da firada D. Julia Honorios
Velloao da Silveira. '
1. D. Mana Arii'inchda de Carva-
ho Jarneiro Montriro, Casada com Rodol-
uho Flirestal Ctrneiro Montero.
2.- Maooel de Cirvalho Paes de An-
,rao, casado.
3 D. Z ilroira de Andrade Carvalb"
casada que to; com o Df. Manoel Brsz
lei.-n de Arruda Cemara. emboa fellecido-
Bisn-tos fi h>i de D. Ziimra e Andra-
dj Carvalho e sen marido D\ Manoel
3' 7, leiro da Arruda Cmara.
1- Franc seo ctaviano de Arroda
Cmara, casado.
2Jalio Cesar de Arruda Cmara, com
h iJade de 21 ar>nna.
3-D. M^ria Amelia da Suca Sa-.toe.
fi-ll cida, "aada que *o com Ernes'o Leo
nol 10 da Slva Sant e.
T-tar-netcs, fibos de D. Mari Ame!'
da Sil a S*ntoe, fallecida e seo roariri-
Vnasto L-'-poldo d- Silva Siotoe, J -
Vll .so da S -veira Sa tos, Com a idd-
de 4 annos.
H--rdeir< a ^ inventariada D- Aoaa
l< tqiioa da S''veirii,oa meamos dsoriotos
e mais rs seguntes :
Luz Gon*H Pei*' to de Minada q-.-.
Ij c^aado oom D. S^v*run* Con8tan<-i
Pnx to, .,b->i fllecidos, com nm tlM
seirni'iteNet ItBM C->ot8ga Peaot
i.i Mir-oda, que f i ojalo om D. P-r
cha Prisot de A'tDeid,, a'nbos ul'eC-
ios, deixMnd.- os filh-a a?ui t"8 :
Bisnetoa J a G niKg Pexoto d-
Mi-anda, cota a idade de 8 anoos.
2.. I>. An?a J-spha Ptiaoto de Mi
RE.;irK DHrtl-lAB
Reni- de I
Llera Oe 11
579*777
(81*751
463*528
JoSo Affonso Bn-gese Silva 1054
Jos lUetonsfi Carvilbo Lelo 105*
MaDoel Jos Teixrira Foa es 10,'4
liai-iw J,r Rbos i oh*
Aib rio Casu-h 1 Br n'o 11111*
Hervioo'o di Cosa Daritas 104
Oiiaioies fie Sooa Barros luo*
Jof Preira oe M^c-oo o 14
Li a Bonamsqoi 11104
M i.'oel Antonio de Miranda Leal loo*
Pedro Punies Kerrai i(04
A tomo Americft R Dlo ae Carvalo 934
V!.-eirj)0 Dias Co- ibo 95^
An'cnio Soarps Pombo pg^
l>edid'oSii"!o Reinos da Croa osa.
-r-ix seo Xiie- de Sa L ;. 1 95^
tegioo Ferreira "e Caraibj 95^
Z.ca ias Jos no Reto 954
Vi.itr Gong-lves de Souza B irlo 904
Alfredo Hj-cio Guim.rftes 854
l'ent 1 do Regu Bar-0' T-roporal 8'*
Seliroii o Correa ai Sia 8^4
Aoioni G me da Silv< Araojo 854
ri.r;:esto Marru>-s de AOjoriiu 854
Kranc sec Amando da Silva 854
J aquim AieirjWdec P-retru Cilcas 854
J laqaioi d R-g Binoa 8^4
Lua de Carv-ino 88*
D-. A'-tonio la S Iva Guims 538 804
\n,o;iio Joaijom de P-ol- M-.t a 504
Aureiia"o Socales deHouuda Albn-
qoe qu 804
Fi'ionaio To-qoa'o de A'aujo Sjldauha 804
Berna-di 10 Jo- Mor os 804
Oeiflim Cor eU B.-an 804
Hoiolpbo Mr; 0^ Mo-f-i-a 814
Fra ic-ro Tr noilin.i de A'm^idi B-atcs 80*
A-iiO 10 Marquen de Amorltu C04
A.osi ho Vi'ira de L >a Joiij- 504
A itonio Aagmatb de .ruejo fio*
Antonio Vasco A acoies ijab-al 504
tn'OOm Goofaive Pioto Q
' ukioMi) Al es Teixe ra 3o4
J -e F an:is,-o Pereiro 504
E rsto ;n> Fer eir 504
) 1 e H- rqi- de nuveira barro 504
Jo nu re Mjroel To-deiro 50*
Jio- M-'niis dj R-(. 504
Pe- B fhiMa a Silva HsHo 504
\-i-i es G ina fs PerrCa -os Sinlos 504
O un a 1 B-i"ra da -il/a Alocqueriiue :i4
Joao F*v-res CoattoHd '<5$
) o .'!: no de A'anp :>,j
M. oei '- Barros Gsvajesale Waoderi'j 31*
Maouel J)iqi(n de Cs'|bu :{i
M.n. 1 H mo- da Cn ha 354
Soves.re Tho-n-s da S'iva Fer ao ,<54
A'iioni 1 J -e F,- na mies ?5*
Alle': (la C-.st- Carvaltia 254
aulonto He riq e M;f a Jnior 254'
Alit.10 llorado -ie Olivera 254
A oiiiBi is:a d toj) '5*
Praneaco J e de Me lo Cos'a 25*
E que ti. a marcado o praaa de 8 dia<< da oaia
de-te para os ruefitno-i jnize -e fado r-que-e*
n.aojoo motivoi de sea nao eomearecircn-
to, e que rio i i me sraz i o eBcrivSo e reitera
ao Coocelno MOiripal um co;oa doao!oim-;n-
lo oe iropo-icso .lah multas, hem cooso on:ra
. > n o or*d r dos fei^s da fszeiila monir-pal,
alim .le se pnie^er a cohranc ex.-co ivi como
4u>rm|na a sufr-meo lonaia '-'i e o ari. 152,
? e 3- do regolbm-Oto Je 21 :le JiQei O de
1893.
Reclfe. 9 d" Janeiro de l<9i.
Eu, Flo-enc'o Roo-igoen an M ranla F anci'
s-.rivo do jo'y o es re^i.
Joo Ju'iSo R. I n'n re Snnza.
Hercade Hatnirloel de s
O icoviiueuto Jesia murcaoo no dia 12 de Ja.
neiro foi o seguiota -
Kn"- r-".-. :
K\ hois oess'do 8.197 kilo
95 kilo oe oeixe a 30 .e. 24s50
3 corapart com -r/ariscos i 15 > -s. 4**3
5 ditos com eP'naree e 5) rs. *450
36 eolumnas a 9 rs. 3248o
3 cargas com allinhas a 7*0 rs. 2*250
10 eaaauaes com eallionas a 45 i rs. 4*50i>
l cargas com railho verde a 450 rs. *45i'
1 carga comj ruendoim a 450 *4>--
3 cargas com Datatas a 45 rs. 1*300
1 carga com roacacneiras a45'rs. 4450
t cargas com ceoolinho a 450 rs. 430
2 cargas com genmnns a 450 is. *9.0
14 cargas com verduras a 459 rs, 6*'t'jO
l carga com eauua a \50 s. 4450
9 cargas com laraojas a 450 rs. 4*i'50
25 cargas com inbame a",450 114150
1 cargas com loucas a 45 rs. 4450
t cargas com melancia a 450 rs. 445
i cargas com mei&o a 430 rs. 4430
6 cargas com diversas a 300 rs. 148oo
24 cargas com rarlnna 3 <0 rs. 7*8.01
4 cargas com milno eetxo a 300 re. 1420"
1 cargas com feiao a 3X1 rs. *60
Sainos a i 4 rs. 14*000
76 lugares a 300 ra. 22*800
12 como, com eaineiroa a 145JO 18*0:0
9 comp. com sein i'o.- a 14350 ra. 9*450
8 comp. com fressoraa a 9kj s. 74200
69 com.v com fazendas a 4 rs. 138*000
51 comp. com comida) a l*u5') ra. 22*050
49 como, com verda.-as a 450 rs 32*05''
111 comp. com farioba a W rs. 664 0
40 comp. com tainos a 34000 1104000
5194530
5.827451)
r*"da, oasid* com Pergen'.ino Vieira da iem as soas recosas perant- este joisr, ju-ti-
anba.
a* Mara Ku'ali* Peixotode Miranda,
!8B-Ja com Frar.i-e'iao FranC'sc > Kodn
i-oo-, tatUctde, diano os tilbos te-
^ui tes:
T-r.HrQ!toa fi-hca destB :
l.Mana cem o dada de 10 annos.
>, F usto coro a dsde do 8 aonof,
3.- Sesenta,oom a dado de 6 amo.
Nada mais se conuoba em ditos aotoa
c.oin reiaco ao peiido enj-) theor Boa
acm- transetipto aos quae me reporto,
!ou f.
Sibsorevo e ass'gco. Oliaa, 23 de
Dutabro de 1895.
O escrivo.
Ba.-harel Francisco Lita Calda'.
(sta7 sallada oom 60T raa),
f^m vrtude do que m-nda ao porteiro
. Auditorios cite cname R este meu
nao com o prisa do 30 das os sopoli-
Qe.ou Misentea, Cuj s omeB v5o beima
-.f.i ci i''dos,para oa 1* uudieoc>a ooet--
! praao verem effareC*r
na *.* do juso, defcoi da citQ&o os ar
f,'oa do babihtwVao, e kgo citados par
tolos es dema s termos da exect'5o at
fi.v, son pena de rve!ia. e quem dos
meamos sorber cu tiver not i* dar scie i
cia a esve joizo.
E pura conhecimento de todos passou-se
O wesente e constante do igual theor que
sera publicada pela imprensa e anisado
p*lo por iro doa auditorios nos lugares
do flylo
Dado e pasaado resta cidde de Oln-ia
4os H das do mea de D^aambro e
1895.
E ou Mo Theodomiro da Costa Mon
teiro, eserivSo o mbscrevi.
Jo' Javalcinti de Albuquerque Uehoa.
RandSmentoB dos das 1 e 11
.3474090
.-Tecos do da:
Carne verde de 2)0 a 14000 rs. o kilo.
Sainos da 14 a 14200 dem.
Ca-neirode 142)0 a 145X1 dem.
Faricha de 600 a U000 rs. a cala.
Milho de 600 a 14000 rs. a cois.
Fenio i.a 1*200 a 2400o a caa.
Navios esperados
Oe Hambargo
Lagar allemSo Axel.
Brlgae allemao Ono Grat tu Slalba g
qi De New Porl
Barca noroegeanae Rangsbjrd.
Vapores a entrar
MEZ DE JANEIRO
Rcsario do sal, s 14.
PetoQ de Triesie, a 16.
S. Salvador do -ul, a 16.
Paraoagui da Earopa, a 17.
Porto Alegre do sol, a 17.
DaBabe do sol, a 19.
Cnareute da Earopa, a 19.
ile da Earopa, a 20.
Maraonao o sol, a 20.
Aiatic Prince de New-Yjrk, a 23.
Las Palmas de Genova, a 27.
Vapores a sabir
MEZ DE JANEIRO
Genova e esc. Rcsarlo a 16. as 3 boras.
Mantos e esc. 8. Salvador a 17, as 5 oras.
Sontbampton e esc. Danobe a 19, as 12 b.
Sanios e e c. Paranapoi a 19, as 4 horas -
LUboa e Hambargo orto Alegre a 19 as 12 b.
Santos e e-c. Cbareote a 21. s 4 horas.
Baenos-Ayres e esc. Nile a 22. a 1 bora.
Suuio e esc. Petofi* a 2, as 3 horas.
O D JitJoliao Reducir em oe uun jit
de oireiie do dislr'.cio C'iminsl e preri-
uente da 6* 'ensao o* lina-a do jn'j do mu"
oicioio io Ra ife. etc.
r'ajo sar>?r a o em ioterPH8*r nossa iijp em
vtrtaoe co al 29 I' e 2- da M o. 15 de U
.le N HTb-o de i89l, foram multados os |U'-
tei 'ie faci infra de-la-ados, eon es noannss
oa x menno a.us ocr nao te'em compareci-
do a referida lesSo:
Ant nio Martios do R o
Amonio Igoacio do ReoMede:ro? Ju i)r
Ant n o S-venno J-rdim
Francisco Xivl r Freir
Francisco Mu-hado Das
Horacio Me oues oe Amorim
J aquim A'ias'aCO Olas
J ao Miricbo Ribeiro
Joaquim Oleg"io Gomes d Silva
Jof Fe-reira PmW
JoSo Rio-i o BeirSo
Joanoim Esleves Alveg
Manoel Ferreira da C-uz
Man el Augo.-t da Caoba
Minoel Bd-ger L'al
Saiosoano de Aibnque qoe Maranbao
Amonio Mirauda da Silva Fragoso
Aotuolo Lan Riiiei o Goimaraee
B.ooardiao ae Sena Ferrdira Cabral J-
nior
Coodido Augusto de Albuquerque So-
bral
FraDJiseo da Cosa Ferrax
Fjnonaio Jos i!e O'ivelra u'mi
H'rmenegildo >ia Silva Loyo
JoS i de Assis Pereira llocna
Joio HypoliU de Meira Lina
Joo oe Miranda f rsgo o
Praro Gonc^l es oe Oliveira
Roaoipbo Pioren loo Carnero Monteiro
R .yma :o Maguo Moreira
Amonio Pohcarpo de Salles
Aiiomu Pedro Je Sa Barrtlto
Antonio Gomes de Sa
Ailn do Garreit
Angosto Cabral de Barros
Be nardino Pioto Mcelra
Domingos J se da Silva Boa*-7ista
r*eiippe Bezerra Cavalcaole Medices
La r do de Araojo Sernos
jo H-rmino de Miranda
Jalo Mide! aa Silva
Jojqmm Jovencio Gomes da Suva
Joaquina do E-:pirito-Sanlo n Silva
0'. Mateos Rodrigues ae Souza Viaooa
Manoel de Medeiros Balota
Dr. edro Amanes
Roque Francisco da Silva
Antonio Cjvalcanie d Albaqaerqae
Alberto de Siqceira Cavalcaole de Aln-
qoe.-qoe
Constantino Vieira Lima
Francia- o Victoir.o dos Santos
Jos Francisco Ribeiro Picto
Jos Joaqui n Alves
Joo Flix de Oliveira
Jote A. Crrela do Niscmen'.o
J o Vieira Braga
Jo8o Alves PimeLtel
Manoel Pereira da Cooba
Antonio Gomes Paiva
Carlos Frecerlco de 01.veira
RILeu Ramos de Barros e Silva
Cimillo Lellisda S Iva.
Portooato Robeito Golmaraei 1U54
O Dr. Marcoa Tulio d is R-is L ma.
jo pal do K /C'fd.
Faz saber pelo presente qu9 no da 20
de Jaaeiro do corre..t aoao ae h3o de
arrematar por venda a quem mais der
e a pr 9a pubi c. deste juiso 2 carros
do passeio, sendo 1 dn numen 9 > rea
qaontia do 4.96'SCOJ, e ootro ce nomero
So? pe* quantia d^ 567OK>, te.it >
abatimento legal, visto cemo foi avali-
100 or'miro em 6OO0OOO e o ae^nido
-tn 70OS0OO e esta a teroeira praoa.
P rtaucem a Jos da Silva Nanea e ez:>-
rentes na casa o. 117, a ra Marques do
Serval.
E para onstar rssson se c edital
aa forma da lei.
Dado e pesiado nest* oidda do Reoife
de Peroamou -o aos 10 de J-eeiao de
189%
Eu Jos da Costa riego Lim, eBC-rivSa
subscrevi.
Marcos Tulio dna Ris Lima.
O Dr. Jos Gomos Villar, juis do 2."
distncto municipal do Recife, Estado
de Pernambnco em virtude da lei ete.
Fuco saber aos que virem o prisitt
idtal. que por est- jaizo tem de ser ar-
rematado no die 27 do co.rente as 12
horns do dia ua salla oas audiencias pu-
blicas es bees penricrodos a Bernardino
df Asevedo, por execaqZo qoe Ibe move
BeirSo e Almeida cujeg bens sao us se-
guintes.
20 pegas de madapoldo Purissimo*
avalladas cada ama em 100000, as quaes
qodem ser viatsiem poder de Alfredo
Ferreira Pinto, depositario, a roa do
Crespo n.
E para que chegue ao conhecimento
de todos mando ao porteiro do Jubo ani-
sar o presente no logar do cestume pas-
saodo-ss a respectiva certidSo.
Dado e passado neste 2,- districto mu>
mo pal do R- cite em 13 de Janeiro de
1896.
Eu Antonio Hsracio da Silva, e&criv&o
e OBprevi.
Gomes Villar*
Escola Normal
De ordem do Sr. Dr. Directr e de
aceordo com o srt. 13 do 1 eguhmento
em vigor, faQo publico que a matricula
neata estar aberta do dia 15 do corrento
at o dia 15 de Fevereiro.
Os candidatos matricula r.o 1* enno
requerida ao Direetoi, deverSo autisfazer
aa segniutes aoodi$5ei :
1.a CertidSo de idade, ou doeumento
equivalente, em que provera ser maior
de 18 annos para o seso masoclino e de
16 para o feminioo,
3.* Attestados de moralidade, pissa-
doa porpesooas idone rector.
3.a AtteBtado de profissicnal qua
prave cao aoffrsr o matricalodo moleatia
contagiosa ou defeito pbyaieo, que de
futuro o in.poseibil.te de exarcer o ma-
gisterio.
4.a Conhecimento da repartc5o com-
petente aa que provera ter pago a tasa
de 100000 (l." preetscoc).
5 a Approvacao em exame de 2dmi---
sSo, o qual versar aobre as seguntes
a ate ras.
*)LDgua materna ; acalyao lesicc-
logica, dictado, redaccSo, leitura interpr-
t-itiva de prosador rs. derno.
b)Arithmetica : Prattca daa 4 ope-
rngSsB sobre inteiroB e comeros trace ios
oari'-s ; pratica de problemas facis de
1055 regra de tres, de oompanhia simples e
*0?* dd puro aimplesf Systeaa mtrico de-
105
I25
ilot
1255
lioi
1235
!o
255
125>
1255
125
1255
1255
1255
1255
1255
1255
1235
105
1:05
1205
1205
1".05
1205
1205
1205
1205
1205
1205
1105
1155
1155
1155
1155
1155
1155
1155
1155
11 "5
1155
1155
1155
1155
1155
li55
1155
1155
ill'5
1105
1105
1105
1105
1105
1105
1105
1105
1(05
1105
1015
cimal : conhec/lento pratico doa pesos



Diario de Pernambaeol- irer^a-feira 1-1 de Janeiro de 1S&G
&

em didaa e suas relsjoes, quer pura
oom ca antigs, quer para cot a do
novo fjatama ootre b .
o)teome'.ria : oooheeimento daa priu-
oipaes frmai geomtrica ; trabado de
figUiJi panas por oonstruego.
Dessas materias t farao objeoto de
pro va eioripja as d*s series a e b
O fazea lo o candidato prova oral da todaa.
O director polera recu ar a matricula
ai candidato que, nlo obstaote esb bir
oa attestados dos ns 2, 3 e 5, nSo esti-
ver a en juieo, as coodicS de fre-
queatar o eatabelecimento, aaodn de
todo ocnheo ment ao U-over jo do Estodo,
que proferir, sobra tal ponto, deciaao
final. (\rt. 12 do R<>eulaineot aspe*
dido com o decreto de 30 de Agosto de
1895).
A matricula nos demais annos se far
tambera em virtude de reqoertmento ho
director, bastando jnotar os certificados
di apqrovacSo uoa examen oaa materna
ao auno preo dente e o coohecime to da
taza
Encerrada a matricula, nenhum cao
didato poder sar maia admittido a ella,
salvo p.igaud j o duplo da taxa, e at lo
de Marco.
Secretaria da Escola Normal de Per-
naobuco, 13 de Janeir de 1895.
secreario,
Julio Clemeote do Feria.
Secretarla da fustlca,Negocio
I merlo-ea e la-traccu l*a-
biica do Estado de Per-
nasnrucii.
Dre orn da lastlca 1.a
Mee(o-Em 13 de Janeiro
tfe 1806.
EDI TAL
O Sr Dr. S-cretano da Justica, Ne-
gocia interiores e lds'r.icgao Public,
anuida taaer publico para os devidos
effeit< 8 e em oDservaici o diopusto no
art. 25 do Kegulameoto aspe'id em 23
deJ-.n-iro de 1893, para txec Le n. 15, de 11 de Novembro de 1891,
que se acha vago o cargo de juis de di-
leito da 1.* vara civel, aesta capital, em
conseq'^eacia da remocao do magistrado
qua oo.cjpava, Dr. JoSo Alvares Pe-
reir do Lyra, qara a 4. vara Paitos
da Fz'i.d, .
A Vhga de que se trata ser prceo
chida pelo jciz de oireito mais antigo
'entro os que reqoeierem remocho no
prazi di 0 dias, a contar da data da pu-
blicado do preaente edital; ae neohuoi a
requerer, o provimento ser foito pela
frm* determinada no art. 24 do Rag-
ment citado e de acourdo com o acto e
instruyes de 12 de Agosto d> mtsme
nao.
Pelo dirnctor,
Alfredo d)8 Anjcs.
EDITAL
Afericaode peso?, balan-
gas e medidas
O Dr. ub Prefeito do municipio d<>
Recif) manda f o mea cirrent* lar sa-ha na respectiva re
parteo a af-r cao dos pesos, oklaeg-is e
medidas dos estabelecioienros commer-
ciaei situados na freguezia de Santo A >
toni", livre de multa, das 10 horas da
manhS. s 2 12 da tarde em todoc oa
das iituis.
Secretaria da Prefeitora Municipal do
Recife, 2 de Janeiro de 1895.
O secretario,
J.iaq'iim Jos Frtrrm'ra d Reoha-
250SL00 tambera annuaes, j deduzidos
10 |. na forma requerid?.
Que finalmente, us termos do ireito
a oa forma requerida, vai novamenie em
praga pela tercer* vz o arrenrlaosento
do dito eogeaho, Bob ai coodi^Ses ex-
postas.
E para qua chegue ao c nhecimento
de todos, m-nda que o affi ;ial do joiz ',
servindo de po teire os abditorios, ffise
o }>rece ite editai no lugar palico do oos-
tume e paase a respectiva cer idSo que
aoreaenui em cartorio, para os devidoa
fas.
Dado e passado nesta cidade do Cabo,
dn municipio deate Hume do Esadu de
Pernambnco aos 18 de Dezembro de
1895.
:i Ciiriapiniano Bnarqae d Macelo,
eacriv&o o es revi Pedro Wanderley
Jacques"er forme oum o ariginal.
C ,b, em 18 de Dezembro de 1895,
Ero t Ce verdada
Chrispnit.no Buarqne de Macedo.
ia pelos ar-
o, sem lo-
tes de ter-
cio se'&o
oormro
rio, se-
1 ca*
e qua-squer b>mfei>oria* efiVta
rematantes, reverierao para o Est
demoMacio aigaona.
4 A aup-rri e de cada um des
ra. uo|o tamanbo, me 11 ao e-d ma
Mtos a costa dos ar-> itatinies. tti
ie ujetros quairbdos qa n-'ces''
ourto o enero de trabalOoa exigidos
oa exploragao.
5.* Fica con.liluido om lote de trra
oa ffeitoa decle docreto. o ropo das
lamben perteoceota ao ar. bipelsuo de Pe
do de Norcoba, denomioaaaa : K'ta. do
Sella. Geoels, Raza, S. Jos e 08 lbeos al
steutes.
6.* Por coota dos arrematantes co-rerao
>is as desoes** com o servico que o overo0
Inttilor para flsralua a i(Cc(ao dos
iractoa de arreod^meoto, qner e
qner no cootineole.
Edital
O Dr. Procura lor des
Feito- Aotonio Tolentino
Ko irigaes Campos, de 01-
iem do Dr. Secretario da
uzeada Pedro Jos de
Oliveira Pernambuco e em
cumprimeoto ao disposto
no art. 2. das dispor-icoes
^erae-4 ia lei do orcamento
vigente, declara que ficam
dispensados de multa e
custas devidas F&zenda
do Estado os contri buintes
que, dentro do ejercicio se
apresentarem voluntan -
menle para liquidar de
vez todes 03 seus
proveniente-t de
las do Es-
tado al o exercicio de
1888 exceptuando, po.em-
aquelles que s'' a fizerem
depois da arrematacao e
antes da assignatura da
c^-rta de adjudicagao.
Outrosim, declara que
as respectivas guias de pa-
pera
,111). s,
0
ilO,
X-
contrtri tambem a relayfto de todos os
artigos a fornecer.
Reoife, 4 da Janeiro da 1896.
A. Urb no P. Montenegro,
DireJtor-gerf.I.
Edital
Secretaria dos Nego-
cios da In lutria
3a directora
CONCURRENCIA PUBLICA PARA
A ESTRADA DS FERRO DO RE-
m Femando, V CIFE A ITAMBE'.
\De ordem de S. Eie. o Sr. overnador
7 0^ arrendamemo* serao lotranafenvel?. \ir.foJ <_ _ki;- ~.____v___
8.' Tamoem nao se-ao aceitas aa nropotas dentado, fa.-ae pablieo que recebsm-se
H'msdas por eairengeiros, *6 pode->do conror*
rer a arle arreodameoto cidaddos brasilelrog
natos cb oanralisados Oa ruis de cinco an-
noi>, ficando en'eodi lo que tj'laa as qas8t688
suscitadas, qner naescoba oa? propoBtas, quer
oa execocao do cootracto serao reaoividas em
di fliUivi oelts soln artes braai eiras, lu.cor-
tando cador'dade do p.ont acto, sem di'Pit i i
indemniaclo de especi- aitumi, o appello tal*
to porqoaiqiier forma lotervencih diplsma-
i i ca oo aos boos oDicioa da auio-ioades eetrao-
eiras, bero coroo qaalqoe' asociacJ dos coo-
ivss'onari-a co.o ida idos ou io8iitnif,0es ea*
tr. ogeiras por lostromeoio nobco oo particu-
lar
urna so
dbitos
impostos e re
gamento deverao ser visa-
das e rubricadas nao so*
pelo Dr. juiz dos Feitos
da Fazenda confoime o 3*
in fine do art 68 do He
gulameuto Fiscal em vigor, |orcameoto .
como tambem pelos meta- 2* ,As v*,So frem "gansadas de
1 accordo com o presinte edital j
3* As que ae basearem em presos de
outraB propoata
Secretaria da lusiiea, Nego-
cios Interiores e Instruc-
cio Pabllca do Estado de
Pernambueo.
DIRfcCTOKI i DA JUSTINA
1.a SecQ2oEm 11 de Janeiro ae 1896
EDirAL
O Sr. Dr. Secretario da Justica, Ne-
brjcioa Interiores e IaatruacSo .'.'ubli.-a,
msvnda tasar poklioc, para os devidos
effaitos a em observaoaia ao diaposto no
artigo 25 do Rtgolarneato expedido em
23 da Janeiro de 1893, para execo$5o
da Lei n. 15, de 14 do Novembre de
1891, que se acha vago o oargj de joiz
de djreito do monioipio de Iptjuca, em
consequnncia do allecimento do magis-
trado que o oceupava, baoharel Silvio
Pellico Pereda Ferrae.
A vg de qut se trata ser preeo-
ohida peio juz ds dimito mais antigo
d-ntre os que requererem remogSo co
praao de 60 das, a oontar da data da
pubiieaefio do presente edita!, si nenhum
a requerer o provimento ser feto pela
forma determinada no art 21 do Regn-
tamento oitarlo e de accordo com o acto
e i.igtruc;8s8 de 12 de Agorto do sesmo
annt.
Peio dractor,
Al r do des Arjoa
Secretaria da Iidu&tria
3.a Directora
Para oonbecimento dos interessados
faco publico qne no da 31 de Janeiro
v:nl uro, a 1 hora da tarde, recebam-so
nesta Directora pr p-stas em carta fe
ehada, devidamente selladas, para a
constrcocSo de 2 pe?Ses e 1 pi^r de 1
poota sobro o rio TJna, em Barreitos,
oreados em 19.0540975 res.
As propestas devem ser escrlptss
extenso, eem rasura, emeoda ou viciopor
qaalquer especie, sendo rejetadas es
qae se resentirea das segnintes faltas :
1' As que excederem os presos do
O Jli r*earu Wao.ney Jacquea, )Ul
de diroito do civel do ^Estado de Per
nambuco, etc.
Fhs aaber aos que o presente edital de
prac para arrendamento de engenho
virem ou delle tiverem conhecimeoto
qua p)r parte de Jote Antonio da Silva
Lapsi oonseohor do engenho Coimbra
deste muni-jnio, l*>e foi dirigida a pe'.i-
cao do tbecr seguate :
Illin. Sr. Dr. jui de direito do Cabo
Jos Antonio da Silva Lapa, na acolo
de arrendamento do engenho Coiobrsa,
nao tenlu apparecido licitaites na se-
gunda frica, requer V "*. digne-se
mandar passar novos ed'taes para ter
lagar a terceira, com o prazo legal e
(ovo abatimento, transcrevendo*8e no i
mes tos edit*es as clausulas cocstsetes
dos resoeotivos sutes.
Aaaim, pde a Y. S. deferimento E
R. M.
Cabo, 10 de Daaembro de 1895.O
solicitador Francisco Manoal de Almei
da Jnior*
tQ.ie em dita petifjSo proferio o des-
pacho do theor 83gointe=Cjmo reqoer
Cabo, 10 de DfZiinbro de 1895.
Wanderley Jacques.
Quo u clausulas, a que se refere dita
peticlo, ia, as segnintes :
Primeira
Que o arrendameoto seja por 3 annos
oa 3 sairas a contar de Maio visdouro.
Segunda
Que o arrematante se comprometta a
zelar as obras, trras e bemfeitorias de
engenho, compromettendo-ae a faser a
ontrega de todo no es'ado em que rece-
ber u3o rendo direito a rete- o predio,
fiodo <> contracto, qoaesqner que sejtm
as bemteitorias qoe tiver feito.
Terceira
Que o arrematante dar fian ce idnea
oa por bypothect em bens de raiz, di'
nheiro &u titalo da divida publica.
Qiiarta
Qua o mesme arrematante pague as
casias da arremataQSo,
Qainta
Qae o arrematante r.o lngara fogo
s trras do engenho, nem estragar
as mattaa de.las se utilisndo somonte
nos miBteres do roesnso engenho.
Qme o mesmu engenho Coimbra si-
tuado neste monioipio, moente e crrante
em permito estado de conservarlo com
todas as saas trras, matas, obras, bem
feitorias a logradooros, ir era prags,
afiuj de ser arrendado em hasta publica
por quera mais der e maior lance offere-
oer e por tempo de 3 annos agrcolas ou
3 safras, no dia 14 de Janeiro, prximo
vindouro, na sala do Concelho Mani pal,
depois da bidienoia do referido dia,
oom o abatimento legal, sendo que em
primeira praca as rendas do -pasmo en
genho foram em hasta prjblica por
225004000 annuaes, segundo a respectiva
avala(3e, na segunda pracaV toram por
bros da commissao que se
acha actusluiente encarre-
ejada do exame dos carto-
rios.
Rec fe, 24 de Agosto de
1895.
Antonio Toleotino Ro-
drigues Campos.
Edital
Secretaria da Industria
1* Directora
Em oe Jaoeiro ae 1896
rreudarneuio de lotes >:e trra m> Arcbipela.
o ae P ra.udo de Noronlia
Pira coofeecimeoio dos intere?aadr>8, Tarjo
pcbicn qoe, estando o Sr. eoveroador tado autorisado p la le n. 124, de 3 de Jolr.o
ultiao, a ar'eonar a qem meiorea vspiaeens
offe'e'er, pqoenos lo'^a de ierra no A chipe
Ugo de Feruaodo de Noronna, recebero s nea
ta" SHcretaria.al o na 9 de Fevereiro tiodoo'e,
a 1 hora da larde, proorsus para o referro
a-:en ameiuo. par< a fonia;So ie ama esisfo
de pesca, de saiga oj uonserv^So de p*ixe
para a exnorurjo, pesca de esponjas e outyjg
producios mariuboa.
Aa o-opo8iaa (leven cer convenientemente
ellaaa?, eotregoes em carta fechada e coater
em lemos claros :
1* O precn do aTeadamento de cada om lo
e ne ierra.
i" loaicagSo da restrteicla dos concnrreD-
tes.
* Comp'ovacao de Monedade para eiecn*
tarem estnetsmente os contractos.
.Vio se'o iii.eius as propostas :
Ia Orean sadas em desaccorao com o pre.
sent edital.
2* Baaeudas em prffios de ontros coocor.
rente.
31 Firmadas por quem qcer qoe tenha oel
xaao e comprlr contractos on proceesos de
contractos celaondos com qnalqoer dss ex-
linctas oo d--3 acoaes repartieres do Estado.
4a Qae nao oereceem as garantas e qua.
lid*d-8 exigidas no preseote edital.
' N i! una proposta ser aceita sen; qae, o
coocorrente aprsente recibo, provando ba
ver depositado no Thesoa'o EsUdoal, at a
espera do dl> deeigaado para a abertura das
pro oetas a qnaotia de J;0C0, qoe perder
em beneficio dos cofres do Estado, se, prefe-
rida sna proposta, recosar-se o proponenie a
asignar o contracto respectivo.
Os concurrentes observarse como Ibes com -
pre a cUasolas do decreto abano transcripto.
brm como as domis dls; o-tges legaes vigen-
tes, relitivau a arrendamenio deproprios es'.a-
doaes.
Haerdo daaa oa mais de doas propostas
em peifelta Ignaldaa; de condicOee, ser pre
ferido o .oocarrente qoe mel&orea provas de
Idoneidade efl^recer.
0 director garal,' .j^^at
Joao Diiz Rioeiro ds Cu iba.
4* s que forem fir nadas por passoas
queja tecbam deixado de oampnr ca-
tractos com esta Repartirlo ;
5' As que nio offerecerem as garan-
tas a quslidades exigidas neste edital.
Havendo doas oa ma's propostas em
igusldade de oondicSes, ser preferida a
do concurrente que melhores provas de
idoneidade offerecer.
Os Srs. concarrente8 deverao, alm
deBa idoneidade exigida para a direccSo
e execuQSo das obras, indicar o logar t
sua residencia.
Nenhum propooente ser admittido
concorrencia sem que prove oom decn-
mirito f.rneoido pela Toesoararia desta
RepartigBo haver depositado nella quan-
tia correspondente a 5 *|, do valor da
obra a centractar, importanc.a, qae per-
der si d2o assigoar ocontr-c"o den'ro
do prazo marcado no convite que para
til fim Iba ter espedido.
Para boa garanta da execacSo do
contracto, depositar o contractante no
Theaouro do Etado urna caugSo que s^r
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Estar a disposicSo dos Jrs. proponen-
tes oesta Directora, o ornamento dessa
obrt.
oesta; Directora at odia 31 de Janeiro
roxirPo fotaro, I ao meio dia, prooostas
em carcas fechadas, devidamente selladas
e aasig0i>daBl rotuladas externamente
Propost* para a Estrada de Ferro do Re-
cife ltnibpar construc.So da mesraa
Estrada de Ferro, neste Estado com a
exteosSol total de 132 kil. 500 metros de
linba prcipal, oom toats saas dependen
cias, msterial fixo a rodante a de accordo
rom aa jases segnintes:
I
Os pn1 pocen tes devem declare r em saa
propofita qoe tomaram oonbecimento das
ooodic.o'ej geraes, especificacSee, orgamen-
toE, planas, perfis e jrojictos das obras
d'arte e edificios, e mais documentos or
ganisados pe'o engenheiro civil Jos An-
tonio Ssr'"* Janior, j approvados pelo
Em. Sr. Governador e que as acceitam
nteirament0*
II
Ca^a propnente dever declarar igual-
mente :
1." O prato-0 privilegio qae solici-
tara e fiado o uui'i reverter a Estrada
sem iodemnisaclo algama io Qoverno.
2. Oa p.-asos de comeg e conclusSo
das obras.
3. A importancia da subvetole kila-
metrica em apulioes do Ectado de juro
de 7 -,.
4. A importancia do capital fix> res-
tante para a coostruo^So da Estrada.
5. A taxa de juro que o Estaao de-
ver garantir sobre o referido capinl
fixo.
Deverao igialmente ajuntar documentos
comprobatorios de sna idoueidi.de e ha
bilitat,ojs para a constraccSo das obras.
III
Cada proposta deveri cooter a indica-
9S0 da residencia do proponente e ser
companhada o'am cenhecimento de de
psito a ordem do Ex o. Sr. Qovernador
do Es ado, p^la quantia de des o ntos
de res (i0.000*5000) em dinheire effeo
tivo r.o Thesouro do Estado para garanta
da a-s'gnatura do contracto, no caso de
a.-r acceita sna propeste, e sem cajo re-
quesito dSo ser, a mesma tomada em coo-
sideragSo. Esta caugao ser restituida
aos proponentes coja proposta n?o lor
aooeita.
IV
O proponente qua receber aviso cffioial
por escripto de qae saa proposta lora
acemita a recuser-se assignar o con-
tracto dentro do praso de 30 dias da
data do referido aviso perder ipso facto
todo direito referida qaaotia de den
CDDtos de ris (10.000$OOJ) que ser re-
oelhida eos cofres do Estado como receita
eveotcal.
V
Dentro dos referidos 30 dias, o propo-
oente coja proposta lor preferida, deposi-
tar no referido Theaouro a qaaotia de
vinte contos de res (20.OOOiXJOO) prefe-
secdo com a quantia cima mencionada
de dea contos de res (10.000)5000) a cao-
gao total de triota contos de reiB (30.000f (
para garaatia da riel execucSo do con-
tracto.
O reforgo da paren'ia poder ser presta-
do em spolicea da divida publica do Es-
tado pelo sea valor nominal.
\J propooente caja proposta tiver sido
acceita e nao efectuar o reforgo da can-
rSo nos mencionados 30 dias, perder o
direito tacto assignatura do emeract
orno garants de del contos j presta-
da a o Governo ficar livre de proceder
como entender.
VI
O Governo fica livre de aoceitar a pro-
posta qae entender prefdhvel ou de nSo
acceitsr nenhama.
VII
O centractAise indemnisar o Gover-
no do Estado da importancia despeodido
com os estud.s, projectos, orcamentos,
etc.
Aoham-se a disposigao dos interessados,
para serem examinados, nesta Directora
Antonio Jote de Uedeiros
Jerooyrco Reroario de Oliveira
Maooel Bernardo de tiooxa
Antonio P Prederico Cooper
Jos Ferreira da Silva
Jos Hara da Silva
Manoel Barbosa da Cosa Braga
Maooel Pedro Soares
0 1. i:: s Francisco da Gonbs
Svibastilo A. de Hollaoda Cavalcaote
Leodegano Liberato Pereira Caldas
Jos Pereira da Rocha
Jos Joaquim Caldas de SI Barretto
Angosto Comt
Mano I Victoriaoo de Lima
Raymando Evaogelis'a Pimeatel
Francisco Ma-iins da Al' oqueiqae
Francisco Jos de Araojo
Hene neto Carnelro dos Santos
Tbomas Joa de Soasa
Tertuliano Mnoel da Silva
v'mva Richard Kriege
J8Maria de Aodrade
Jos Mara de Aodrade
S na Fortor ato
J r. iiy-no Joiaodo 1a Silveira Mdodonc
D^imiugoi Francisco da Jonba
JoSo Augosio Moreira de Carvalno
Francisco toiauo de S
Lioeogo Bellarmloo do Carmo
llaooel Franc: co de Oliveira
Pantaleo S. d- Seana Porlella
Joo Acbyllea Goncalves Ne.to
Jos Dioeo dos Pasaos
M.oel Pellppe Pereira
Hinoel Nn' es Ca val:. rite
Andr Jos Domiogcs
Mu"-l biroosa Bexerra Cavalcaole
joao Xavier Caroelro de Albaqoerque
Joaqom Roberto de Sonza
A'iti ni 1 Jos Soares de Lima
Mam el Marcolino Men les
Ji'f Marcolino Meodes
Joo Xavier Caroeiro de Alboqoerqoe
Eisuno Antonio dos Sautos
Jos Joaqom Cavalcan'e
LareaUno Joe Pereira
Feln Malaqous de Sonxa
Agosiiobo aa Si va Neves
MdU.el da Pai Nascimeoto
Francisco Solaoo de Sa
Francisco de Sallas Evangelista
Antonio Uarqoea de Oliveira Ramos
Trujano Daarie Borbnrtma
Ia sejcSo
D mingos Joaqnim da .*'ooseca
Uorrin.oa Jo-quim da Funseca
Antonio Hoqu"
Joa Joaqom da Sini'Aona
Sebateao Pereira Ueodes da Silva
Malavazi Giovaonl
Francisco Floro de Barros Araojo
Angust) Xavier Carnelro da Coooa
Aogu-to XVier Carnelro da Cunta
J.>- Joqa m Evangelista
J. ao Manoel Ferreira
Antonio 9m 'a S.lva
jLiz ie Medeiros Barbcsa
Alvaro Biy 00
luf-uio T^vares dos S-.n'oa
Afiiiuio Tavarea dos SantuB
3a secgao
Joao j>8? de Sonta
Claudio Jos de Mello
Juaqnimlrineu das Chagas Baserra
Maooel rorentioo de Lima
Manoel Alomo Belmonte Paz
Jos JacioOo Tavares
Maooel Fa-cisco Firma dos S-ntos
Antonio Jostda Silva
Aetoolo Fracisco Pereira
Manoel Frascico Pereira
Jaci libo Corra Lobo
Antonio Aopa'kae Va8"oncelios
Francisco Miguel le Alboqnerqoe
Raphtel dos aojos
Marcelino Miguel de Albutrargae
Julio Mi simo Francisco de Mrr&^^^
Olympio Francisco de Mello e Silva^*^
Ciaudmo Jos de Mello
Joao de i-us da Silva Guimaraes
Lieaio Pereira Brandao
*^acc'3cer a molta de 1:00', e a de 5:
r |qoan 10 sabir a mais de metade.
2*
30
3l
33
3i
35
3
3'
38
39
4U
42
Vi
44
45
46
47
48
49
50
52
53
54
59
60
65
60
67
68
70
71
74
76
78
79
80
82
83
86
88
89
90
91
94
95
98
99
09
100
1
5
f
7
8
9
12
14
te
16
17
18
19
24
25
26
1
2
3
4
5
6
7
12
T4
45
16
17
19
SO
21
A
B
claracimento que desjarern neste sen-
tido .
Recife, 8 de Novembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Direotor-geral-interino.
Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria
3-* directora
EDITAL
Para oonheoimaoto dos interessados.
fago publico qoe no dia 15 do corrente
mez, a l hora da tarde, recebem--e pro
postas devidamente selladas, para o for-
neci mente de materiaes de oonstraecSo e
objsctos de es*ripteno, no semestre vi-
gent >.
Para ser admittida a concurrencia, de-
positar cada proponente na Theaoararia
desta Repartido a quantia do 1C0C00,
que perder si, convidado para assign-r
o couiracto, nao o flaer dentro do prazo
de 4 dias, contados da data do aviso que
para ti fim lbe r expedido.
Os materiaes e artigos de escriptorio
serao todos de ,.rimeira qualidade de-
vendo no acto da concurrencia ser apre-
Bentada amostras daquellas qua disso
forem sasceptiveia
Us pregos das propostas ser&o escriptos
por ez'eoso, sem rasara, emenda, oa
vicio oe qaalquer especie.
Para garanta da boa esecocSo do
conl racto,' o oootractacte depositar na
Thaiouraria desta ReparticSo ama quan
tia qoe lbe ser previamente arbitrada
por esta directora, em vista do wlor
provavel do contracto.
- 3 ^s'ou*/ o prazo de qne trata a clao.ai. Ttd" forraacSes precisaa.serao
precedente, lodos os edlOclos, obras, macbuas prestadss nesta Directora onde se en-
bem corao se'dar qnalqnesr es- plantas, perfis, projectos e typos das
obras d'arte, edificios, etc. assim como as
condigSes geraes, especificagSea e mais
documentos constantes dos estados organi
llitiiiiiiiii<-ito elctrica da ci-
dade do Recife
A Secretla da ludottna ao Estsdo de Per*
oamboco faz poblico qae dn a-cordo com aa
diaposicOesda le o. 73 de 18 deMiio a timo.
leceoera proposias at a 1 hora d? larde de 20
de Janeiro corrente, paras execocao do serv-
cooe 'iluminacao elctrica desls capital naa
coodlQ033 em seguida entlpoiadas, as qaaes
serv rao de Dase pera o cootracto, qae seta.
oba de lavar.
AI. 1* A concurrencia ve'sa' :
1- Sobre o praso, do privileeio, dorante o
qua 1 o touce8siooario lera, ex .laido qoalqaer
concorrenie, o monopolio aesse servijo.
2- Sobre as coodigoes a qoe se propOe o
con es:lona-ic, a(03a tarmmtclc do praso do
privilegio.
3' Sobre o syslema de aesentameoto, cana.
lisajao, distribaiao e regalarnaoticSo da lla-
minacao.
% 4- Soore a lntensidade minima da illumi.
r acao, altura do calcameoto, em qoalqosr pon.
to dentro do periintt-o qae limitar a rea do
privilegie.
o* Sobre o prego da nhidade de Inz elec-
triza, discriminada 1 ente, para a illominaco
publica, qu-r das roas, pracae. etc., qaer dos
edilicius pblicos, e para a partcolar e domi.
ciliaMa.
6* Sobre os abatircentos feitos nesse pre
co, qoaado se tratar da lluminacao as casas
de cama -e. as escola., palacio do governo,
quarteis e ma s repsrtiebes pnblie p, qaer es-
ia 7- Soo a rertnccao ao prego conforme o
numero de horas da nlammaco em cadaooi-
te, e o augmento do coocmo normal.
8* Souie a iDteneiddd media da loz as
piule?, cojas lampadas nao serio de for* l
laminante Iulerior a de 2,00) velas.
oas cidadts em
g) Qdsndo esse faci ae reprodota mais de
. trala voie oj auno, o goverao poder rescin-
fz d r o cootracto, si nao preferir chegar a novo
' accordo de qoe possam resollar vaaligens para
0 ser vico.
b) Cadocldade do contracto, si por colpa do
cooiractante car a cidade i escaras duas nol.
es coase'.ndvaa oa nao.
Aru 5.a Para 00a tlscalisicSo do contracto o
goverao maoter juuto a compaaoia un enge.
ohei-'> scal, am ajadaote e o oamero de
aa-dj de iilminacaj qae f- jugado necea.
-a lo, mas qae nSo exceda de seis, para o
que oeveri o coolractnte entrar aoonalmeole
'.om o qaantia de 0:0001000 para o Taesonro
do Eitado, destinada a pigameato desse pes.
so*.
g odIco. Alm dessa qaaotia, anaoalmente
eii-ada pelo conceaslonario, dever esae for.
oecer saa cusa e de orna ves por todas para
o escriptorio de Hscalisacao os loatrameolos
qae fjrem recassarna i venlicacio das coadl.
cdt-8 da ana boa lllomi"cao. oo excedendo
uJMVia ea>a dpspeaa a 10:000.
Art. 6.a D ntro do prazo mximo de dezoito
meses, cornado do ais da assieoatora do coa.
tracto, devera estar funccioaao. ) em toda soa
oleoitade a illomiaagSo elctrica oos bairros do
Ricife, Saoo Amonio, S. Jos e Boa-VIsla.
Art 7 p aso m.ximo para termioacao de
todos o irabalhos aera de dou* aooos.
Art. 8." Ser de tres mezes o praso mximo
pa a Hnagio do s^rvico, coala o esee praso da
assignatn o coit'acio.
A't. 9.a Un mez ames do oia Oxado pelo go.
veroo do kstido para pagamento a Field-. u
B-oihera da prestacSo, aonaal qae lbe lor de.
V'd. nos termos da Claudia 13a do contracto
valer da acioal empreza do tai nuda, seeon.
to a avalacao do aroiiro oesempa'ador, em...
9^4:9174528 a ser piga em ouro ao cambio do
da, do mais qae par ventura accreacer pela
avli cao addiciooal dos 2- e 3- d j presente
"tigo, deve o coQcessionario eatrar para o
Toesou'O oo Estado con a importaocia daqaella
prpstacai.' e o juro de 6 "/o, nos termos do art.
i0, e oa mesma forma anoualmente a' intfgral
p'gnenlo da referida mdamaiaacio, eob 1 ena
ie ra la ida ie di coa;rado e parda da caucao
dliniliva (30:0001000).
Art. 10. Em iodo.' os pagamentos, devidru
por iodemD!8ao co Estado actual empreza,
o Roverno a ara como melbor Ihe parecer, do
lire to qoe Ihe garantido pela clausula 13a
no referido centrar o de reallsar ditos paga,
roemos em pre-iagS- a aoLuaes, segnooo as
foc-s do cofre estadoal e mais o ja o de 6 /
aa qaantia que reatar al a extinccao da di.
V|13.
nico. Pisada a prestacSo annaal qae o
E-iado flevd pagar a Fieldea Brolbers, nos ter.
moa da clausula 13a do contracto de 26 de Abril
le 1856. ectrar o Estado oa posse de lodo o
na erial da aciual empreza do gaz,o aual po.
der ser eatrcgae sos novos concesionarios
atim de faierem o servlco da lluminacao da
enfade daraate o praso exifaido para a IneUlla.
cao deQmt'va do novo syslema contrastado, si
o sertico provisorio for eBecaado pelos novos
conce8sionarlos e o coodices vaolajosas para o
Estado ; em tolo caeo, porm, melbores do que
as do actual eroprezario.
A't 11. PodeDdo a actual empreza de illomi.
ocio a gaz cooco:rer apreseotao .0 propoaia,
oos termos do presente edital, flea entendido
que Deferencia rfj Ihe caera nos termos do
ar'. 1- 5- e 6' da citada le o 1.901.
Io. <> o to contracto so poder ser i. vra o
coto Kieldeo Brothera como innovagao do de 26
de Abril de 1856, fe tas as devidas modifica.
cOes, r,a 1 qaanto ao systema de illomiDaco
e soag causequencias technicas, como princi.
palmete depois de expressa declaraco dos
meamos Fi-tdeo Bra'hers de acceitarem a In o.
vacSo cumo iqoidando definitivamente todas
as qoesiOes existentes entre esees empresarios
e o governo do Estado, desobrigadoestedo pa.
citada clausula
e 1856 e sem
eclamaco de qual.
qaer paganice D'or- parle do Estado, salvo to.
davia a divida do ga^nicjamido na illomioacc
publica e j escrtptorada>
2 O conceosioaarlo, F ermst.%father8 oa
ooiroa. podero emoreear o gaz rarbotiv ^.ra
illomioac&o dos suburbios da cidade do Reum,
temo leoalmeote privilegio para esse fim, 00
qual poderao eropregar o material actualmente
em servico. feitos, a juno, do engenheiro fis-
cal, os atv dos reparos, comerlos e subst'ui-
(0ea, bem como consiruccoea navas que forem
precisas.
At. 12. Os concessionarios gczarao igual-
mente do privilegio ae furnocer do permetro
da ci'iade forga motriz para o servico das in-
dustrias qoe qaizerem empreear para esse fim
o gaz carbooicr, oo a e'ed'icidade. ficando
obrigados a conservar dorante o da a prestito
do gaz e mal requisitos necesarios a sllmen'
tac&o de motoree, ao fornecimento de laoora-
tori 1, e aos demais misteres a que poder ser-
vir aqcelle gaz.
Art. 13. O governo fornecer aos proponen-
es e ao coDcessionano as plantas que .pos?ue
da cidade e ceas sobnrbios, cab-ndo ^qaelles
organii eos o dalos tecboicos qoe forem precisos a
coofeccao dassoaa propostas.
Art. 14. A uTiuiato elctrica deveri ser-
vir aos bairros do Renfe, at a fortaleza do
Brum e a pone de Limoeiro ; San'o Antonio,
todo S. Jos (1a e 2." disincioe), al a ponte
de Afga ios; BOa Vala, a comecar ua roa da
Au'ora toda oevtndo abraoger todos os rentos
esst-8 balrres, servlndo actualmente pelo g.z
arbonio.
1.a Todos os derrais poiton ''a dessa rea
prr-tQieaienie iliammados a gaz podero coa*
tirjuar a ser iliamioados da mesma forma, ou
5 loz elctrica segando mais coovler aos pro-
on-': s e for accord<>do com o goverao.
2.a Noa suburbios o governo poderi con-
Cj'inr prazos m.-iures para a termioacao dos
Tabaleos destnanos a levar-Ibes a Ilumina-
%. ga.mento da lodemnisagao da cit
jM^jJiJ 6Jltraclo de 26 de Ab-il de
_ maia-mcio'-q-j empreea a reclama
9 Sobre a d visSh oa nao
sei.'ores indepeodeoto oa nao.
10- Sobre o praio para comefir os traba, '.cao a gaz ca a loz elctrica,^ud^ainda segn-
Iboe.
II. Sobre o praso para termioacSo desaes
traoainos nem s do servico total para defini-
tiva iostallscao e fuocclooameoio da lluxioa.
gao em toda rea do privilegio, como separada-
mtnepara os diverso3 ba>r os dacidade.de
modo a ser parte central Ilumina ia a loz elc-
trica ao mais breve praso qu5 posslvel for, nos
sados pelo engenheiro civil Jos Antonio lDllle3 do art. q- desie decreto.
Saraiva Jnior, e que servem de base a
presente concurrencia publica.
Recife, 26 de Dezembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral.
DECRETO DE 27 DE JULHO DE 1895
Clausulas :
1 As prooostas versarn exclusivamente so-
be a industria aqu especificada.
2.* A cada arrematante Ocam plenamente ga-
rant 108 : a) o direito exclusivo de explorar a
industria qee cootraclar, e por todo o priz do
a-renda-i eolo da rea, o qual nSo exceder em
caso algom de quiote anoos, contados do da
da mstallecao do servlgo ; b) o direito de pre-
fereocia em Iguatdade de coodigoes. csbo tenha
de ser novamenie posto em concurrencia (Le
Secretaria de Estado
dos Negocios da In-
dustria.
3.a directora
EDITAL
Fago publico aoa posaudores de lotes
rostios da Colonia 3oasBuna que at
esta dada n3o indemuisir-m a Fazenda
da importancia dos respectivos lotes qne,
fioa marcado t.t o da 21 do corrente
pura se apreaentarem nesta Directora,
8fim de realisarem ob seus dbitos, visto
estar esta Directora hbi itada a Bxpedir
ss compoteotes guiaa para o recolbiment
no Thesouro do Estado.
Fiado e.ete prazo atrio postos em leilao
a 25 do corrente, os lotes qne nao teLham
sido ademnisadoF..
Recife, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Dire?torgeral.
Belactto dos lotes rsticos da
Colonia Suassnna mo in-
demnisados.
NOMES DOS CONCE3SI0NARIO3
1* secsao
Maooel da Rcaa Lima JO
AntoBoJos* tes Sicoplra t*
art. 2' Cada proposta dever ser acompanha.
da do ceitiQcado qoe atieste ter o propjneote
depc8ilado 00 Tnesonro do Estado, como cao.
rao para asnienatara do contracto, a importan*
ca de 15:l00j (qalnze contos de ris) em d>
' nheiro oa em spalices da divida publica.
Art. 3- Jalgada a concurrencia ae restituir
o deposito aos proponent8 prejadicados, de-
veodo a caocao do proponenie preferido ter
levada a 30:U00 por occas ao da asa'gnatura
no contra ".o. a qual nao poder ser demorada
mais de qoioze das apOs o jalgameoto da
coccurrtncia, sendo aquel.a quan ia destinadn
a garaut.a das maltas que nooverem de ser
impagas pra fiel execugo do mesmo contra.
Co,
8 1- Esta cauco fiaal, permanecer nn The-
souro do Estado at a expiraao do praso do
privilegio.
2* D ver ser integralisada, dentro de 8
liu-, toda a vez que for desfalcada por mullas
impostas pelo fiscal dv> governo emvuluaede
inf accSo de qaalqoer das clausulas Contrac,
loaes.
A't. 4-O contractante Ocai sojeito as se.
gniotes mullas :
a) Parda total da caugao, al, dent-o de tres
mez-s, coniados da as-ignatura do contra,
co. cao houver iniciado o cerrico de iastal-
lacSo.
D) MoiUs de 2004 a 1:0004 du-ante o privi.
legio pela Infracc&o de qaalquer clar^f ula eos-
itaciail on disposic&o ao regalamento qoe,
com audiencia dj cooceasiooano, lera de ser
elabo-ado pelo engenbeiro fi.-cal, para 00a ext*
coco do me?mo ctotracto.
c) Perda de metano do precn da luz corres-
pondente a caa foco qne fo- encontrado tn.
fraquecldo oa apresenta:idj freqaentes e in-
commodas iotermitiencia.
d) Perda de dons tercos desse prego quando
o foco a presentar freqoeotea eclipses.
e) Perda total desse prego, qmndo o foco
est v-r apagado doraule mala de metade da
oouie.
f) Quando o numero de focos, as coodigoes
da leti-a e sobSr a 1/3 do total de focos,
for
do o que mais coovler aos propnenles e
igoalmeme c 'ord^'o com o governo-
Art. 15. Par^ maia rigorosa delimitagSo da
rea ser Iluminada, o cencessioaarto assieoa*
ra c.m o cootrac'-o om exemplar da panta da
ci 'a e, onde es-a rea estar rigorosamente
marcada.
nico N> caso de luminagj mixta a
a rea de uxa e a de outro sy-'.ema serao rl*
gerosameote marcadas nessa planta a tinias
diHarn es.
Art. 16 .> 1 caso de :llamnag"o mixta, ha
vendo de ser esse servigo feito a gaz em pane
a>ea do p-ivilegio e a electricidade em outra
parle, o propoo-ntes deve-So apreseotar alm
dos p. oioasoore que tersa a,concurreocia pira
ilinmin.gi) elctrica, anlogos it laes lecb-
m os mntastis malatri's para o gervigo a gaz,
corto ypo de bico loclaiado os nais moder-
nos do systema Aoer, sojeitandci-gn gg cUa-
solas do edital da P-efeitura Manlcipal de 28
de Agosto de 1893, aduote traoscrip as.
Art. 17. O contracto ser geral para toda
are dn municipio do Recife, i-ajeita a dcima
urbana oa de fu,uro estiver sujeia a e*8a d-
cima.
Ari. 18. Para iodos o effeitos do contraen
serj aoicoB compe entes os trioanaes do Es-
tad de Peruambn'o.
A't- 19. O governo do Estado obrjga-se a
conceder iseocao de imposios eetadoaes mnoia
cipaes para o material, combastivel. obrsa etc.,
etc., e a ia:erpor os seos boas officios junte
sos poderes da Uaao para ooter isejgo do
impostos federaes.
1.a O gaz ser carbnico, extrabido do car-
vio de pedra 00 ootras obsianclas qoe o pos-
sam dar oas coodigoes em que elle exigido
peio preseaie contra to.
2." Antes de ser langado oa rie de cana*
lisag", o gaz ser expareado ae todas ma-
terias nocivas tanto sade publica como
boa tonservaco dos eocaaameatos e appaie-
lbos.
3- A lar do gaz ter o poder lllomlaante de
d'z vallas de espermacete das qae qaeimam
sete grammas e oitentaceotlir..nviias porbora,
CB-respondente ao 120- ingleses
4.* Esse poder illa inante ser verificado
em pb>Homet'0 aberto qaalmaado o gaz no
masmo bco qoe o da illomi. agao publica em
caa occasio
5-- As experienc as pbotometricas paave-
nh ago r*o poder lUnmioante, sero fe tas to-
uas as asnea entre 6 e 10 horas e os seus re-
soltados consignados pelo inspecior da illumi-
t-** --"
^^-i-v--

h "-"
:



-\ MOTUADO \r




Diarlo de Pernambuco jTert?a-feira #| e Janeiro de 1S9B
j livro especial 9 sob oa goarda. Da
ji aet-dias e adiiBionarSi e^sas resala*
ios ara se coobecer o poder Rarnloaote me-
lio da decada, lacorreodo o comraciaoie em
nJulia, como abalxe se estatu, sercpre qoe
adU da dcada fr inferior a de valias, as-
gtrn como, sempre qoe a media de cala ove,
tomada iaoladament, fSr inferior a nove a o-
residencias h disignact* "---a respectivas diit-i-
ctos m qoe fooecm a-*m.
Qaalqoer aiteracAo neaia lista de*e aer lo*
meiiitijjente potitui carta ao iuopector.
Recife, 26 de Juoh > Aa i895.
A. Urbano P. lloateneg-o,
Director eral laterioo.
m
tomad
lo decmos de vella.
6. A p es5o do gat em qaalqoer ponto dos
encanameBtoa pobos Jamis era maior e
90 mulicaetro, oem rntnjr de 4 milmetros
. TITULO 3*
Da fabrica, bu-'s dependencias, caniUsaja) e
laoiernas publicas
10. O contraclaute prjdotlra o gis em orna
ou mais Naneas, comUolo que amas possa
invoca- a uniade da fabrica para i*eatr-s6
de fornecer gaz onde loe lr rtciamade, uot)
pelo municipio, como peioi part colares, dea-
tro do pe imetro da iliuaiin. cao poolica actual
e a rea a accreaceniar, qu- sera 'Darcad-* na
plaott qoe elle deve asaigaar por occaj.S) a
aes'Koa'ura do cout-a to.
ii. O conracianie mantera s-ccpre a su
fabrica oo abrlcas, gasotneiros ofu-ioas
em estado de alte ider todaa as riereis dales
do eervigo da illamioacao puoii -a ou particu-
lar : lera as bateras de lo.-00 qoe lo em p-a-
CI888, de sorte a naver sempre nma batera,
pelo menos, de reserva 6m pregara os appae
lbos mais modernos para a apa ajio do g>,
continuando porem. somente com os actuar,
emqoauto ellea hastarex e salisaerem a oe-
cesseid-des do aervico da distriboicfto ; mas ob
gaxom'tros que mooiar lora da fabrica serao
ligados a este por uu cooducor virgero, oe
sorte que, nem meamo dorane o da, a reu-
laridade di emiseao posa 1er. perturbada
pela operacio do embimeatj desees gaaome-
tros ; t.-ra ioJos os mais apparelbos precisos
para a r- gularidade Jo serv.co ; m olera sem-
pre a l< da caoalisavao puoltci e d-nvacO.-s
at a porta das consumido es, em bom orlado
com os dimetros correspondentes no consu-
BO-
AS actuaes laoteroas propriamaole dftaa se-
r?, dentro do praxode irea annos, contados da
data oa aasigoainra do eontraoo, substituidas
pelo contactante por ouir.B do tjpo actual da
cidade de Pane, isto lautemaa com vidros
corvos, reflexo e ua parte nopenor.
As novas laoteroas qoe se asseotarem serao
loso ori e typo.
Todas as lanternas Dob'icas serao sempre
aaaatldM em perleito estado de asseio de
piatora e aumeradaB com il preto nos vidros-
15.- Para a iliamiaataj publica, correr po
ConU 00 ciitractaote o (ornes meato e o a*a< n
lamento dos combostores coaipiebeoceo 10 u
ramal, a columna ou araudella e laoierna, e
bem asiim a conaervajao e asBe:o aesat-s or
gaos e a operaco oe acceoder e apaaar. te-
guoJo oro horario, qae sera liado pe'o eosf
Dheiro fiscal, de accordo com o comprimeuto
das note-.
pi6.- Para a illum!oac,> paricular lera o
congracame o privilegio ex Ij^ivo de forneci
melo, assrnumeuto t> reparsgao do ramal ate
O meaiflor, correado as areperas por conta do
Consumidor, eal?o as de asreotameto, forne
Cimento do ramal e soa co:)6erva5So, na exien-
aao 00.1 dez pnmeiros metros contados do en-
canamenio eral, de onde dee partir o ramal
para o coosomidor, parle estaque ser a cus-
a do lo.itraitme.
O eogebeiro fiscal lixar, de accordo com o
contractan e, a labeila dos pregos para essa-
obras por con'.a nos coa-unidores, deendo
esta laoella aer r. vala di 3 em 3 sonos.
(8. S obum med jo podera ser assentado
ou rea-seotado s-m qoe pr.meiro t?oba sino
affe-irto pela ioapectorla do az. Essa aff ri-
ca" e gratuita.
f,22. O cori.-umo de eaz ee pago por mei
vucido, effeciuaodo-se f8se naKamento at o
ultimo uta til do miz aeguir.te.
Na falta de pagamento por parte do E-taJq,
tcncera o djbito ,um a razio de 6 -|. no prl-
meiro ai.no, 8 -|. uO -e^uoio, 10 -|. no lerce-
ro de iem ra, e a83"u sea'ji .menle.
Na parucular, o contratante lera o^ireTtc
d- >:o't b-3le:>l-a. qoan'o a divida Iba' 'n^^paga com
os corn^eo-es ja os, a/^%r/e *|. ao aa
do. Ni filia Ud pajjjir*.ui' por parte do in-
qoHiar. rfspjnjKrC p-ojrutjrio do p-ei:o.
\1>\^' "pedidores -ero do galerna mtrico,
<" *V..o-ii-8e. pi ira a unr os qip cxislirem
aaeolea oa da a des.e cootracto, em quauto
eellver em bom es-ado.oo pederem ser repara-
dos.
cooomdor livre de comp-ar o medidor
a quem au'zer, loclu-ive ao cootractane, que
ueste onj-cio eserce-a soa Industria en llvre
con^u'reocia com o menado ; nao poe', do-
lm. o maduor ser de um cabre supeMor ao
numero de bicos de gaz qus boover no predio,
uem 8r assentado ou retirado par ouireui, que
nao coniraitaote.
Si A caualisasao a partir do medidor e os
appareibo" da ll'uoi'oaco correm por routa
consumidores (salvo da llUJJin.cao pv blica) e
podem ser vendidos e assenies por quem con-
vier ao consumidor, ncloaive o contactante,
que nease oojeclo exercer sua Indostna livre-
mente
J5. Os consumidores sao responsavels pelo
pagamento do gaz entrado em suas casas e re-
gistrado pelos medidores, embora se perca po-
deleito oa m3o estado de seas apparelos de
lllominaco ou na canalisaco alm do med-
dop.
25- Tanto o contactante como o consumidor,
eeuipre qce suspeitaem que o med'dor tem
aeixano de bem foncciooar, tero o direlio de
reclamar da inspectora om exarueoo medidor,
correado a degpexi por conia oaqurlla das
do's partes que reclamar o eximee
S para o exame for necesario a retirada do
medidor, om outro ser prtvisoriamente ins*
tallado por conta da parte reclamante, se por
acco-do eatre ellas nao se assentir em avaua*
o consumo 00 in e-im pelo numero de toicis.
O medidor, sendo urna propnedaie do coa-
Bnmidor, se do exame coabecer-se a oecess*
darte de sua substiiticao e nova deapeza cor-
rer por conta do consumidor
pt7 U coosomidor jamis poder Impedir ao
co>"-ct.-ate o ingresso al o medidor,
Edlfel
\lfandega de Per-
nambuco
Pelo presente edita' se faa publico que
deso rogou do vapor hemo Saliera
entrado em do correte mea, ama caica
de marca qoadrado 1083 do centro, e a
p*lavra Estiva em o com o peso ds 3 kilo a, lacrada e com
indicio de falta, pelo cae iotima-ee o
dono oo consignatario da aaesma para no
prtx) d 8 diaa reqoererem o que for
& bem do aeua dreito.
Prmeira SecgSo, IO do Janeiro de
189t
O chafa,
Manoal Alvea da S".lva.
O
BEL
THEAT
SANTA IZ
COWPANHIA HESRfANHOLA
Empreza -1. CIFUENTES
HOJE Terca fera HOJL
A magnifica za/zuela jern 4 act s.
LOS MA0GYARES
Edital
A^lfandega de Per-
nambuco
Por eata reparticSo ae faa poblioo qae
d.-scarregoa lo vopor inglez Bellardint
entrado em 6 do oirreute, urna caixa
de marco R & C, numero 29, peaando
38 kilos, lacrada e com indioio de fal<
pelo qae intimam-se oa donoa oa consig-
natarios para reiuererem no praio de 8
das o qae for a bem de aeua direite.
Frimeira Sec^ao d Aifandega de Per
namboco, 13 de Janeiro de 1896.
O cbefe,
Manoel Alvea da Silva.
Ao terminar o espoctac
linhas, trena para Apipucos
O espectculo comeen
lio liaver bonds para
Cu van 411 e Oliada.
as 8 li 1.
todas as
VISO
Km ensaio o debelado
SAN GAJO.
EnconiiiiBridas desde j na bilheteria,
sendo r?speiti a para as primeiras noites,
at a vespera. T
THEATRO
Hambu i g- Suedamerika qs-
che Damptschiffahrts-
Ge^ellgchaft.
O vapor
Porto-Alegre
Is'epperado do fol atqt
da 1* do correte, e se.
ttn d-po:s na nemora
neressaria para
Lisboa e Hamburgo
Bntra no po'to
Para passageus, carga, 'rete e ele, trala-se
om os
GonaigoaUrioa
Borstelruann &C.
18Ru do C'ommereto18
' andar
aT Tfif K
1
tepisrcIfliPiiiiii-
O paquete
Danube
COMMAND ANTE G. M. HICE3
y
EDITAL
De oHem co Sr. Dr. Adminiatrador
da Kecebaioria do Estado, s8o oouTids-
dos oa Srs. proprietarioa de injmoweia
ruraea Bitoa as fregueaiaa do P090,
Varaea e Afogadoa, a apreseotarom no
praro de 15 das, docomentoe, eBcriptu-
rB publicas, CBCrlptoa particulares, fr-
maea de part.ibaa oa autos, em original
ou pablica forma daa qaaea conste o valor
venal de auza propr edades como manda
o art. 2.* das instrucedea da 8 de Jalho
de 1895, referentes ao 7* do art. 3.
d lei n. 121 de 28 de Juubo do amiaml
atno- /
Recebodcria do Estado de Pernamba-
co, 11 de Jaceiro de 1898. /
O chele, /
Mi-noel Macha.1' e
l
1
11 MaCJ
OV5PANHIA HESPANHOLA
Empreza I. (IIIK\TI^
Quiota-feira 16 de Janeiro.
Itpetaculotferecido em favor das c braa da ma-
iiz da Boa-Vista,
LA fiRAN-YJA
Com o duetto dos Chapeos da Sol
t
O medidor, tanto
para a leilura da roarcagao, como para entreter
o piv.-l 28* Tanto o contratante como o consumidor
gao rPfpectivaraente respoosaveis perante os
t-inti03es pela fraude qoe Inirodtzirpui no me-
didor, cabendo parte les^da a clonar ootra
por rerda8 e damoce.
29 O consomidor nao peder nem permit-
tira adoptar ao medidor apparflho de namrn-'
aleuma com o carcter Hxo e eualqoer aipart*
Iho desse genero s sera adaptado a caoaliaa-
cao depois de passado medidor.
v TITULO 5
Do contracto
31<> Durante o praio do contracto nem o pre-
bito municipal nem o Estado poderao conceder
nem permittir que ou ros assenltm na vii pu
plica tubos para condorcJj de gax de illami-
ncao, aere03 oo subturraeoB para iransportf
e electricidade coa appcacao tllomtpac&"
publica oo partictli'. nem tuoos. flos oa ca-
bos para traoBoo te de qualqoer forfia qoe pos-
ea ser applicada a iilamtoa{ao publica oo par-
icular, act-o da referida rea, alvo aepordo
ami?avo| com o cooiractante.
33" Donte o p-aio do contracto, o contra-
clame dever ter sempre em seos depsitos ou
no porto desta capital o carvSo p-eciso para o
forneclmento de zaz de om trimestre e bem
assimnm aprovisinamelo de tobos para o
de-eovolviraeoto e subslitoicao na rede seral
publica pro?a?el e-n om trimestre. Corp ante-
cedencia de sis meies o fngeobeiro flseal B-
xara eesaa quaoliuaea a Vigorar em cadaexer-'
ciclo.
35 Para todos os cff^itos do presente coo-
tracto sao nicos coro peteotes o> tribuoaes do
Est.do de Peroambuen.
TITDLO 6-
Da inspFCfiao
37 Tod's as obras qoe o contractanie boa
ver de 'ate-, quer em ; uamento da caoalisa-
cao publica, qaer na sna fabrica e dependen-
cias serio Bacallsada" oelo inspector, para que
aejam fettas cam a necssarla segoranca e pro-
pnedade. tj
35' f"a) outrcaim, ao inspector decidir
qoie^qoer qaeatOes qoe se sasttarem entra a
enBDrza e osparttttare', quaato ao tornee!-
dj- :' t?ai e conts de consumo, cano Ii-
-p \ ir-M o recurso para o triboiaes.
39* No ori-iplo da cada frlmeetre o contra-
fctaote remstler ao iaspectbr ama lista do pes-
&oal de acceadaorea com ai auai reapecHvig
Secretaria da Indust/ria
3.a Directora!
EDITAL J
Para conhecimento d"8 atereaBEdos
fajo publico que no dia 20 ^-Co errrente
a 1 hora da tarde, rejMfea-se ueata Re-
particSo, pr^fir^ta em carta frCbaa.
devidam**^rie selladas, para a constraccSo
&s, "Om asrig;o na caaa de Doteo^So, dea-
tinado a D8tslifc'o de lus eletr c* da pe-
nitenciaria dsquella Repartido, orgada
em 14.931.437.
As propnataa devem ser esoriplaa por
extenso, aero rasara, emenda cu vicio de
qaalqoer espacie, aeudo reieitadaa aa
qu Be reasearem da seguintea faltas :
l* As que ezcaderem o prego do
urgamento ;
2- Ai que n3 forem orgarisadaa de
accordo com o presente edital ;
3' Aa que ai baaearem em pre$oa
de outra* propoatfB;
4* Aa firmada por pessoaa qoe j te
nham dei*ado de comprir contraotos
com esta ReparticSo ;
5- Aa que cao offerecerem aa ga-
rantas e qnalidadee ex gidaa cesto
edital.
Havendo anas ou maia propoatas em
igaaldade de condicosa, ser, pretarida a
do coi crrente que melhorea provas de
ana idooeidade ottereoer.
O* concurrentes deverSo alem da
idoneidade precisa para cirigirem oa
eceoatarem as obras, indicar o logar da
ana reaidencia.
bienhom propnente ser, admittido a
concurrenoia aem qae pro?e ter deposi
tado na Theaooraria desta Repartilo
quantia correspondente a 5 -.do valor
da obra, importancia qoe perder se, es-
colada sua propoata a convidado p ra
assignar o oontracto a ist*> ae recusar.
P*ra boa garanta da exacac&o do
ooatra:to, depositar e oontraoUnte no
Tbeaouro do Eatado ama caacSo qae aera
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Nesta Rtprtic&o oatarS a diaposiglo
dos Srs. cooourenteB, das 10 B 4 horaa
da tarde, o orcamento e a planta espec-
tiva.
Recfe, 11 de Janeiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro,
Director-geral.
Tren para Olinda, Casanga, Varzea, Apipucas e bonds.
Lyceu de Artes e Of-,
ficios
De crdsm do Sr. oirectrr daa aulas, cenvido j
aos Srs. profes*ortg a coa pirt-cerem oo aia 15
do audanle, as 6 horos da .arip. pira em coc-
greg8rao, tratar-se do corarlo da* ulas a vibo-
rar no*torrente anco.
Secretarla, 14 de Janeiro de 1896.
Pelo eecrtta-io,
Nstor Co-nini-oo do So'-o*'c.
Fgpera-se do sol oo dia
19 do correle, segoindo
depois da demora nci--
pensavel para
Lisboa, Vigo, Cherbourg e
Southampton
O paquete Nile
Commmandante J. D. Spooner
E'esi erado da
Europa no dia
tS do cerrent-,
e egorB de; o s
na demora indu-
rensavel psra.
Baha, Rio de Janeiro, Montevideo e
Buenos-Ayres
RedaccSo nos pregoa daa paBaagona
Ida Ida e volta
A Ufcoa 1 ciasse t 20 20
A' SoBtnamptoa 1* elssse W 52
Oosaroten reEervacoB par o naaBaitciro?-
de Pcnambaco.
Nota importante
A Rojal Mail Sieam Packet Coropany resolveo
para commooidaae dos Srs. patragelros com
destine a Pars, que es 9eos paquetes tanto oa
Inda como na ida fa^am t-scala por CHER-
BOURG, a f.occae boras oe Paria.
8 o oomero de passaeeiros para esta cida-
d oer para cobrir as despea?, a Sieam Packel
Companj lera em Cberbcorfc um irem especial
para a conducc&o dos meemos Srs.
Para carga, passageoa, encommendas e fll-
nbeiro a frete, traia-se com os
AGENTES
Aiorim Irrao^ & C.
*. 3 Roa o fom emi-N. s
PrDce Line of Steiaers
James Kuott JVevvcastle-ou-
Tyne
LINHA REGULAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brasil e Rio da Prata
E' estrado de Sew-York at
o da *3 do rorrete, e sablr
Idepoi aa demora oeeeaaaria
"para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
Para carga e passaceos trata se com as
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Rup do Cotninarcio n. 15
UiAwttiK.s bims
Companhia Franceza
i"aTrg*^o a Tapar
Le;-a regular entre o invre, Liaboa,
Perramboco, Babia, Rio de Janeiro e
Batata*.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
Espera-s da Europa at o dja
1 do correoie, sepuindo de-
pois da demora naitpensavel
Macei, Babia, Rio de Janeiro e Santos
Ko^a-se aos Srs. imporladoree de carua palos
vapores desta llcba, yoeiram apresentar ro >e 6 dia8, a contar do oa dest-arK das al-
varengas qoalqner reckmacSo conneroente a ?o-
lomee qoe or veoora enbam seeoido para oa
portos do sal, a.iro ds se poderem dar a lempo
as orovideocjss Decejsaria.
Exoiraoo o reierido p.-azo a ccmptnnia oso te
ret>poDsaoil!8a por extravos
Este vapor nao r>cebe rarga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Ro Ho Commerco9
banco Copular
De conformdsde com a le, acbanvse a di6-
posicao d'S Srs. accion-.sias, na sede Jesse Ban-
co a roa do Bom Jess n. 64, os segables do-
comentos :
Copia dos nalanjos.
Copia da relagio oominl dos accionlalas.
Cooia da lista de tracitfereoc: ae accOes.
Recife, 13 de Janeiro de l-89.
Albino narciso Man.
Director srcretirio.
Companhia
Exploradora de productos
Calcreos
A directora desta Compar,bl>, fa? pairar em
eeu escripbrio i rba aocaes do aooIIo n. 73,
do meio da s doas bo-as da larde dos das 16
txa dian'e, os joros vencaos ta 31 de Dezero-
bro de 1895, dos couponsoa soa emissao.
Recife, 10 de Janeiro de 1896.
J'.s-1 de Oliveira Bastos,
Presidente.
Royal Insurance Gompan_y
de Liverpool
CAPITAL 2,000,000 O', O
'indos accumulados 8,274,93,19,.0d.
AGENTE
PILHIVANN & V,.
UUStSSS&
Para o Par
O LUGAR PORTtUEZ
Gaia
Sf(oe i.Vstes poneos d:-s, recbenlo desde
j maie aituma carga paro aqoelle tor'.o. .
A' l>aar cm
AMORIM IRMAOS & C.
Banco Popular
Convido aos Sis. accionisas desle Banco, i
virem receoer, do ala 43 oo correrte me* em
diaote, o 9# dividendo a raio de 10 -, ao aooo,
rejaiivo ao semestre flodr.
Banco P-polar, 9 ae J ueiro de 1896
O director secretario,
Albino NarJiBO Mala.
OECLAhCOES
vOMPANHIA ..
Industruial Fernambucaua
Oa possuUo-ee de debaniores aa eeaunje
tmistaj rits a compaoDja sao convidadoa a ti*
rem receber oo essriptorio a roa oo Coaoiuer.
ci b. 6, andar, 08 juros tela lvos ao seoins.
tre vencido boj-.
rtecile. 31 de Deiembro de 1895._________
Companhia Faonca de Vi-
dros de Pernambuco
Sao convidadas os 8 8. accionistas aentrarem
com 10 % sobre o valor n jaunai de suas acfies
at o dia 1 de Janeiro uroximo. no escripiorio
da companbia i roa da Aurora o. 173 das 9
Pora da manba o meio da.
ReCile, 14 de Dexembre de 1895.
O director secretario
Aotoiio MinertiU) de M.Soaras Filbo.
Companhia
DeTriihcs Otban-s do Re-
cife a Oliada e Bberibe
rio escriptorio des'a Compub:a paga-s- dos
diaa otis da- 11 a 1 bora accOes e obr gsgOes pref.-eociaes relavj ao
(eoje Recil', 4 ne loelo de 1896.
Beato v.ualbaee,
Gerente.
Braz, Silva & C.
Sociedace em ccmma"dit> por ac;6e*
SaooovlaaUS os Srs. assoc'ados a.faierem
'a 4* e.cluma ntrala de s.'o rapnal a rm^.o de
O 'i, no escrtpt.no "a sol ad- ua do Com
mercio c. 1?, i' aotar, dentro oe 30 oia3, con-
moos de boje.
..ecite, 9 de Jaoeiro de 1896.
R' 7, S lv & C. ____
Al pobiicu e ao cosimercio
U Sr. Fr^ocisco Paolo Palbo, ex*cortador da
casa Silva, R'ls A C, neixon de ser contra-
mestre tonador oa casa Paul JtllieD, desje o
dia 11 do corre ele.
Recife, 13 de Janeiro de 1895.
Pai JoHteo
Thesouro do Estado
de HPernambuco
De ordem do Sr. Dr. Director Geral
da Secretaria, da Faaeni'.a, declaro qoe,
do da 16 do oorrante' em diante, 8a pa-
gar neata Re-jarticBo,-das 11 a 1(2 horas
da tarde, oa joros das-apelioes da divida
do Estado, relativaoieate o semeatre de
Jalho a Desemoro de 8-95.
Theaooraria do Tbetouro do Estado do
Pernambuco 11 de Janeiro da 1896.
O so-ivao da reoeita,
Panlo Pereii-a SimSoi.
Companhia P. de Ravegafo
PORTOS DO 8L
O paquete
Camocim
Commandante Alfredo Monteiro
Santos
Seguir! oor estes iliae
para o poito cima.
Bcebe carga, encomiendes, paesagens e di-
nboiro frete. ate 10 boras da macha do
da da partida.
Cbama-se a attencao dos Srs. carrefjadores
para.a ciacsnla 10. dos conhecimeetos qae a
seRotnte :
No caso de bsver algoma reclamado con-
ra a Compaonla, por avaria rn perda, Heve ser
eita por esrripto ao agente resoectivo no porto
da escarga, utntro de t es das depois de Bna-
isada.
Nao preceden'o es^a formalidade, a Compa-
obla flea iseDta de toda a rerponsabilidade.
ES '.JRUnORlo
Ao Caea da Companhia Pern*mbueana
n la
totupanbia P. de Navegado
PORTOS DO SUL
Directo ao Rio de Janeiro
O paque e
Capibaribe
Commandante 1. tenenta VeriBsimo
Costa
R-'pt-rado do nerte no dia
1 do correte, seguir
depois de pequea demora
para o porto cima.
Recebe carga eocommensaa, pansaeens e di
aheiro i frete a as 10 oras o* tcaoaa do ca
da partida.
Cbama-se a attengao dos Srs. carregadorep
para a clausula 10a dos conbtcimenios qoe a
nesotrjte :
< No caso de baver alguna reclarcacso con
tra a Companbia. por avana oo perda, oee ser
feita por escripto ;o seente respectivo do porto
da descarga, dentro de tres diaa depois de fina
isada.
Nao precedendo esta formalidade a Compa-
nhia Oca iseota de toda a repi>nsabilidade.
ESCRIPTORIO
No Caea da Companhia Parnambucana
n. 12
Sayal Hongrian Sea Navigalion
Company dria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Petof
E'esperado de
Trfsate ateo dia
ledo correte,
>" .-s^uinnr depois
o a indi.-pt nca-
Ive demora para
os Dorios da
Babia, Rio de Janeiro e Santos
tara carga, passagens, enccmmendas e di-
cneiro a frete, trata-se com os
OS AGENTES
Henry Forster&C
Roa do Cjmmercio n. 8
1*andar
LEILOEf!
CfflHW. Psaaiicaaa u li-
PORTOS DO SUL
Macei, Penado. A-acaj e Babia
O paquete Una
Commandante A'cides Albnqoerqne
A's 10 1|2 horas deterja fera, 14 deve
partir da pr^ca da Repblica utrera exiraordi
nano qoe a'a paiii.gem gratis aes cooco ren*
tes ao leiij de movis no Anaial, tasa do Sr.
L.biile.___________________________________
= fleje, po acanao oo lenao lcs tf etes,
veooer Be*aa 2 vafea loBioas.
s>xu*feira, 17, leil&o ce nons tenenos em
hnr. '*' em one e e rorglror brot casas.
Sr,
Leil
De du>>8 vacCdS ioglezas
Ho je
U DO CORhENTE
A's 2 boras, nes All eos
Por occa8iao do leilao dos movis aa cusa do
LabiUe._________ .^___
Lseilo
De duas vaccas de raga i..ileza, preobes, man-
tas e goraaa
Ter^a-feira, 14 do corrate
Ageiie Pinto
Ao meio da
No Arraya! jiaaDgiceira de C ma)
Por occasio uo lenao de movis
gas.o Labille.
do or- Aa*
LINHA MENSAL
VAPOR
Charente
Entrar no porto -
E'esperado da Enrona ateo
dia 19 de Janei o de 1896 se-
'guindo depois ila demora pre-
__friga rara
Babia, Rio de Janeiro, Santos, Montevi-
deo e BuenoB-Ayres
SEGUROS yA'TIMOS i OSTRA
FOGO
Companhia Plieaix l*ernanalu- previne-Be8indaaosSr8J,3cebedoresdemer
cana caoonaa que -0 se attandera a reciamacOes por
BOA O COMMEfHClO i fal-as, qe forem recormeada ca occasifio da
SECrUROCONTRA P(MJ6 i descarga *ao voinmea 5 e qae dentro 9 43 no
II_____ | aaTcontar do dia da descarga das aivarengas,
COMPANHIA
DE SEGUB03 CONTRA FOGO
KOWEUF,tt,X
DeLoadres e Aberdeen
PosicAo financeira
Capital subscripto 3.780.000
Fando**cixnuiadoi 3.0fl0,0l)O.frA Para cargai passateafl, ncommendaB e
eceita.vpnual: _. nbeiro a freie^ irato*-8eicooj
. devera faiex qnalqqer reelamac^o concer^eo-
I te a volumeB que porventora teiBapi seguido
,' para os portos do sol, atna de serem dadas
; umpo aa proviaencias'necesBariaa.
; Roga-aeaos Srs. pasaagaros de se apraaania-
rem na vespera da cnegaci. v fapor para tc-
' marera aa anas paesagens.
U-
De premoB contra f ogp Q26.00P
De prenos sobre vidas 208.006
De juro 166.000
Agente em Pernambuco,
2oxwel William & O
OSAGENTES
H. Borle & C.
42-^-RUA DO^ORES-erda
1. nadar
Segce no dia 14 do cor-
rete, as 4 boras oa tarde-
Recebe carga, eocommeedas, 038sagens e d>
nbeiro frele, at s 11 oras da manb do ola
da partida.
Cnama-ee a attencao dos Srs. carrecadores
oara a clausula 10a dos coebecimentos que a
seguiote:
no caso de baver algorra reclamacSo con-
tra a Companbia, por svaria ou perda, deve ser
eita por escripto ao agente respectivo oo porto
na descarga, dentro de tres dias depois de Hna-
lisada:
Nao precedendo esta formalidade, a Compa-
nhia ficalsenta de toda a responsabilldaoe.
E9CRIPTJRI0
i Ao Ccut da Comnankia Pertombucana
a. 12
Compaoba P. de Navegado
PORTOS' O NORTE
Fernando de Noronha e Roccas
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no da 18 do correo-
rente, s 4 horas da tarde.
Recebe carga, encommendas, psasaeeos e
dlbeiro i frete, at 8 li btras da manba do din
da partida.
Cbama-se a Eitencao dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos conbecimentod que
segninte :
No caso de baver algasia redare ar,9o contrae
Compaobia/por avaria oa perda, deve ser falta
por escripto ao ageste respectivo do porto da
descarga, dentro do bes das depois de fiaall-
Bada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
ohia flea Iseota da todt a retponaabihdade.
ESGMPTORH)
AooaaidaCompanhiaPerDBmbncana
n.12
LEILAO
Da movis, boca, vidios, crystseb, espelo
meiaes, objectos de eitctro-plate e livros
litteratora trs-ncesa.
A SAbElt:
Sala de entrada
Urna mobilia de jonco, J espelbos dourados
grandes e ovaeB ,1 meta redonda com pedra
2 cadeiras de balaceo. 10 de guarnijae, 4 qn
iiros, 2 apeles de coco, 2 escarrartiras, 1 a
bom, 1 microscopio ocv<> e 1 o:ulo.
Gabinete
Urna mesa com 2 gavetas, 1 estante envidra-
Cada para livros. 3 cadt iras de vime, 1 de car.
oaba, 2 cadeias de befc8 e 2 quaoros.
Usa liada secrearia oe iQogoc, 1 elogio,
6 cadeirae de juoco, 1 caixa de mcBica e
1 variada collecgo o.e livros em trances.
Sla de juntar
Urna mesa elstica, 1 tuaroa lenca envidra
cado, 1 aparador arande com armar o, 6 ca-
aeiras de omcop, 12 de goar.-.igap, 1 relogio de
parede, 2 apparelbos para cha e jaotar. copos,
clices, garrafas, compueiras e oet'os artigos
decrystai, l lavatorio fe pai?dJ, i servifio de
faioce Japonesa, 1 ralacea, 26 latas ie 250
grammas, cba Sooebeog, cerca de 1,000 velas
siearinastrancea.
Objectos de electro pate -
Um appareibo par cha, 1 licoreiro, 1 galhe.
teiro, conchas, comeres e facas.
Sala de cepa, dlspeaf* o ca-inr.a
Ux guarda comida de rame. 1 meea de en.
gommar, 1 mesa com 2 cvelas, mesas de cos,
oba, flandres, potes, irem de cosioba. 1 ma.
china para engaritar. 4 machinas para la?ar
roopa e 1 porta chai o de s.-l.
Sotao
Um guarda vestido coro porta de espelho, 1
commoda imelra, J n>0',o coro .e.ira brao.
ca. 1 toiler, 1 cabiae, 1 cama franga, 1 gaar,
nic&o para lavattrio e 1 rede.
1- qoarto
Orna cama 4e ferro com lastro de mola, 1
guarda roopa, 1 conmods, 1 Isvaionr, 1 oar.
Dlpo para toilet 1 deposno para agua.
Terea-feira, 14 do co/ente
Na rbawra n. 17 da Eet-ada do Arratal Dr.
toda estacao da Macgabira^aCImi:.
Angosto Labilie em viagem para Europa fax
lento'por miervencao do Bgnte Piolo des mo.
veis a mais objactos da as t* 8na resideacla
oo Arrala! casa n. 17.
= A's 101,2 Doras em panto part* do lar-
go da Repobllca o irem enraordioario qaa
dari paBBSMDB mtis ob concorreoie^ao Jellto,
parando vas eftajiJes em qoe hooverfm pu*
aagelros.
MUTILADO
.:

''
'
i.
i
i\
i.-

-
w.j.y.wu,!.. m,Ji 'jpniaiiw
TT



*
I
II
I
Otarlo de Peraamboco Ter?a-feira 14 de Janeiro de 19&4S
3
Tere,*
Agente Silveira
I- leilo
Do engenho Boa Esperanza
!-feira, 21 ocorrente
AO MEIO DA
So arnizem a roa 14 de No
venbro n. 411
0 igeoie acta, por wlvai do Exm. Sr. Dr.
iniz de airei'o no civcl a.co*-a sm as-iateru-i?,
a reaoenaifDto df D. Joiu yre* !e Alojera
Freas loveoUmoie dos bt-D* ii.ixaana pelo
finaoo Dr. Joaqaiai Ay es ie Alroeifla Freit-a.
levar a lenas o eDivuno Bia Esperase, per-
teocen'.e ap eppio do memo finad e sitoaco
Da comarca cte Pjuella de Miranda, c eote-
nho raoeote com agaa, copeiro cogd moendaa
de fe-ro casa de t< b*s, aase timeoio eors'. o-
te de 6 taxas, g-mde numero de formas ce
made-r* cmo>8 .ara depoaito, alambuoe
de cobre com deposito e seos perteocea, em
casa de telbaa, casa de vivenda de tijlo e tai-
na cobrrtade ceiba*, secd qoe soa ernares-
co constante de eertfrtON d- compra e termo
judicial, que eatft em nao do ce mo afete, e
ruis 5 ca'allos cov-s.
0=Sra. p-ftfpdenter. coriprn enmiinr.
Leilo
Do terreno, sito do Vgario, fresnesia &~
Varzeo. com 168 miliimetrus de frene, 140 di-
tos de onde, 30 diios pelo lado c'o sol e 236
di'os pelo lauo do norie.
Krepoeia ta Baa-\i3>a
Um terreno 10 lado direito da t'aveeaa do
Pires, com 106 milliaieiroa de frcta t 66 dilos
de fuodc.
Ua) dito ao lado ea.oerdo da travessa d->
Pires com 84 millimtiros de feote e z8 ditos
de foodo.
U olio na ro do At Ibo. com 162 millime-
tros oe frente e 28 iMios de fendo.
Um lito cem -4 iiiillimetrcs de f'entee59
de fuodo. na roa do nomine Novo, na tirt-c-
co da estrada ce Ierro do Rec.fn Caxan^a.
Sexta-feira. 17 de Janeiro
A's 11 hora
Agente Pinto
A' "* DO BOM JESS N. 43
-se
De ama ama que coriohe e comp
andar da yprg'apbia do Diario de
bico.
rr. i
Pernam
Casa e sitio
Veode-se na Capnoea om grance sillo arbr
rifado, com op imaa froctei-as e cma m^o ti-
ca casa terrea moderna, de f ctao com janellas,
com moiics cimmodcs para grande familia
coainba fora, qoano oe baobo e corheira, agua.
e njande portao de fe*ro ra frente, morar,
"oo poprlo, .-lo ra J.aquim Nabato d. 26
fjenlo esquina para a travesea da Ventara e
el-ode do ponto de parada da va-frrea de
C xang ; tratar com o capiao Pasaos Lins
raa at Penba n. S, 2. andar, e das 10 as 3 "a
tarde na roa do Imperador t. 77 1. andar, *b-
criplo io.
Ama
Precisa ae de orna ama ra-a coslnhar e co i.
prar, na roa Velba n. 6d, Boa-Vista
Ama
Pricisa-re de urna que saloa hem cosfnbar,
pacre b-tr. a trat?r na roa do Livramento o
2i, fabrica a vapor.
Precisa a rra Ve c se de r>* r>. osinheira orna que saiba bem coalrbar 28.
Agente Oliveira
GRANDE
LEILO
Do importanto rs'ate ecimen'.o de Drogas,
sito a roa Barau da VicUria n. 25, coos-
tando :
De pxcellenle arroacSi de smarellc, losfea
de cys'.al, arandelas, cofre prova de fogo. teirac. araj;^6ds iDgls, Elambiqoes, taches,
foge?, t'anneqoaniidade '' vasilriames diver-
sos, arsoalbo de menei ... ladrbo d mozaico,
gradee de fe-ro, gran e qoantidade de drogx
e pro-ludo-' prjarmace.inos, etc pertencentes
a maRa fallida do Dr. Bernardo Lindolpbo de
Meoaonj..
Terca-feira, 14 do coi rente
A'S 11 HORAS EM PONTO
Ko e3tabelccin-oto ac Victoria o. 25
O eeer.te Oliv-ira, por rxanoado do Exm. Sr.
Dr- joiz de trelo do crmmprcio e a reqaeri-
meot eos syadi'os da referida massa, levar
a leilo o i"i.portante estabelecirxenio cima
descrilo, cojo batango pode ser examinado
pelos Sr. preiendeo'-e-" no ear-riptorm do mes
mo agente a roa 15 "e Novembo o 39.
AVISOS DIVERSOS
= Engcmmadeira qoe tu un esgoamar i
roopa de o. 82 A._______________________________
Aua-ft a Casa u. 43 ella a ra Luis do
Reg, com commodos para grande familia', ?goa
e gaz encanados, (randa quintal e jaraim ao
lado, rea nlicaaa ae novo, a tratar a ra ea Im-
peratnz n. 16, loja.
Prec;ea-8e de um cnado e orna ama para
C08tna, na rn<< do Hospicio o. 14.
Alaga-re o soDrar'.o d. 62 da roa da San-
ta Cruz fTreKU'Zia -a doa-Visis), tratar em
Olioda. L.deira da Ribeira n. <6.
Pi'de se a pessoa qu>- acrou no s-bbado, 4
de Janeiro no trem qae oesceo da cidade de
Olioda as 6 e neis da tarde, om embnloosi
Lbo com 4i'000, om lor.h-cimnito | pago oa
casa da roa ne S- Bento u. 8, em Olioda e mais
doas caotel as do Monte do Soccorro ao Esta-
00 de Ptroamboco. de os. 30,179 e 30.398.
Dictos i bjectos foranu perdios do Espiobei*
ro a estagao siga.itor* da aoaixo assigoada.
Boga-se a pessoa qoe s ti ver Cbado o ob-
ttqa c ce leval-as i roa de Hortas ?. 57, qoe
Eera reCompeosaca.
Mar' Emilia Silva Mila.
Aiuva-se d cana u. 6 ua travessa no Cay.
sanl, cem agoa da companbia do Bebiribe e
peqoeur. si io. Trala-se com o Dr. Cirne na
roa d.i Crespo n. 4,1.- andar, das 11 horas da
mabba as 4 da tarne.
A'oga-se o andar terreo oo soorado do
caes uo Gzometro n.3, icm agua encanada,
appv-hc, 2 salas e 3 quarto.-, a tratar Da praga
do Herv B. 3.
Urgente
Preclsa-se de orna Coa cosinbeira e de ua
cepairo de 16 a 20 anooe, para cata de dti-s
pes^oas, a tratar em Oi.nda, roa do Sol n.
18 D.
Criadas
Precisa.se duas amas sendo urna para ce? .
nha- e caira pa-a copeiri', para casa de pooc=
familia, paga.se bea a traur a roa do Impera-
dor n. '1, 2- andar.
Professor
Um r.cmem casad i re idade, com bastan-
te pratica de ensino prnpde-se a eccioua- ea
algam eneenbo qae rJqoe a mareem das linda-
de ferro deste Estado, as o ateras segU'Dtes :
Portagoez, (nelosive p-imeiras ledras), latlm,
fraicez, Italiano e ari hmeca.
Qaem pretender dirija-se peesoalmente o
por carta fechada com a-- Inictaes A. C. O.
pbarmacU clioiier.re n. 46 i a cidade de Olio
da, qoe achara abi cm qoem traiar.
Attenco
Vende-fe 2 bois, 2 carrogas e 2 cavallos seo-
d om de corridas e om de sella 2 vaccas pa-
ridas, sendo orna toorina e orna bem met cj ;
preces commoiiL-stmc A' tratar ecta o oono
no sitio em reme a praga Joo Alfredo.
Engenho
Vecde-se o engenho Sfgn-acca, margem
do riotaqaara, no municipio de Quipap. orna
legoa distante oo povoado Barra do Jangada i
esse eogeDho tem prcporg6es at para se esta-'
belecer urna osma, pois dispOe de gran e -om -
rea de trras ; tem toda ferragem nova e mo-
vido por om excellente motor a vupor. 0 en-
genbo Segoraoga est em conques de nao
precisar de ootras terr?s para se montar urna,
boa osioa. Qurm pretender i oder ir exami-
nar as obras e tratar com o seo actoal proprie-
ario se agradar.
Precisa-se
Um criado de 14 a \ 6
annos para o 3* andar
da typographa do Dia-
rio de Pernambuco.
Cavallo frutado
No dia do correte, fortaram do engeobo
Barroca, 1 cavallo rosco fjveiro, descarnado,
tendo e ferro NS.
O referido cavaHo foi furtado pelo iodlvidoo
Sevenno Uotta, empregado do mesmo engeobo
qoe tarxbem levoa urna cangalba nova com o
o. 6 e saceos com marca SNC; pede-se as ao*
torldades a apprehensao do oito cavallo oo do
individuo e as pesseas qoe ooberem noticias
exactas o favor dedal-asno mesmo engeobo,
oo ao largo do Corpo SiDto, escriptario de J
Bailar & C qoe eerao recompeosados gene-
rosamente.
Engenho BarrocaII196.
n. Sodr da Motta.
Vndese
r NA SuLEUaDE roa do desemoargadorl
. unes Machado o. 66 prepara se com prempt -
< do e asBeio, ti- ro.va, i-Sa-df-'., bolo inglez, dito de arroz,,
cito de rxandioca, pastis de nata, mal benta,
r es boceados, bolo de rolo, bollnos para cb.
i' rtiebas (k lo pao-dv-l torrado (kilo-, ponina
de pao, de queijo, -e cOco, doces de ovos e de
froctav fllh para o entro io, aiuga-se bande-
jas g-andes e pequeas e flza-se papel o me-
Ibor que p"s->v i.________________________________
t
Dr. Silvio Pellico Perelra Ferraz
Os amigig dn-flnaao Dr. S Ivio Pellico Pe.-ei-
ra Ferraz residentes na v*l!a de Ipojoca, con-
vidam aos seos arrieos e aos do tinado para
assietirem as missas qoe mzodam celebrar no
convm o da mesuie villa, 4a 9 bo-as da manb5
do da 14 do c rrente, 7." do seo pasaamento,
aDteclpando desie ja oe seos aeradecimentos.
Ipojoca, 11 de Jaut-iru de 1896.
A commissao
Dr. Alboqaerqne Salles.
Pnajonio Doarte.
Fredenfco de Siqoeira.
O sitio do Vigario, frecoezia da Varzea. V'de
o leilo do da 17 do correla.
Um terreno com 168 milimetros de frente,
140 ditos de fuodo, 302 ditos pelo lado dosul e
236 ditos pelo lado do norte.
?-oa-Vista
Um te-reno sem edif3>sgao ao lado direito da
travessa do Pires, com 10b millimetrosde fren-
te e 66 ditos de fundo.
Um terreno sem edidcagao, ao lado esquerdo
da travessa do Pires com 84 millimetros de
frente e 28 ditos de fondo.
Um terreno sem edificago. na roa do Aulho.
com 162 millimetros oe frente e 28 ditos fondo.
Um terreno sem ediDcagSo, com 84 millime-
tros de frente e 59 ditos de foodo,- ua roa do
Camiobo Novo, na direegao da estrada de ferr
do Becife a Caxsnga.
A' tr tar no armazem da roa do Bom Jesos
o. 45, ou na i* cbacara a direita do becco das
Barreiras.
G,
t
Pellico Penrlra Perras
T da
O coronel JoSo de Sooza Leao e soa senbora
convdameos pareles e amigos do D< Silvio
Pellico PerVlra Ferraz p- qoe por aln a do mesmo mandam reza na ca*
pella do eoeeobo Maraoti8o. pelas 1<- horas da
manb de 14 ao cerr > Antecipam os seos agradeclmaotos.
aixeiro
Precisa-se de om de 12 a 14 annos, c m pra-
tica de molbado8. dandofiaior de soa conducta,
a fritar na roa Mrquez da H-rval n. 165.
Aocommerc"
Vende-se
Urna pequea cas* sita roa Azul n. 32, fre-
goezia de S. Jos : tratar a roa oo L'vrameo
to n. 18, Ioja.
tyendfr-se
A casa da rna Velba de Santa Rita o. 69, un'
to da igreja, a tratar 2om Maoel Das da Silva
Gctmaraeg, i roa do Llvrameoto o. 18.
Ama e criado
Prectsa-e pa-aOlioda.famttia de duas pes-
Jas, a ti otar* na de Mirge, 15.
O abaixo assignado declara ao Corpo coa -
mercial qoe oesta data comproo ao Sr, Manoei
Boptista deLyraoaeu estabeleciaecto fBtitu-
lado A Lyra, nvre e deseaba ajado de- qoal
qoer onus.
Limoeiro, 9 de Janeiro de 1896.
Bento Pinto Silva.
Ao coa* iercio
O abaixo assignado declara qoe oesta data veo.
dea ao sr. Bento Piolo da Silva, o seo es abele-
cimento iotitoUdo A Lyra, livre e desemna-a
gado de qufelqoer onus ; e quem se jolgar ere-
o- qoeira apreeeniar seus ututos oo praao de
oito aias para Berem llqotoados.
L moeiro, 9 de Janeiro de 1895.
Manoei Bannsta Lyra.
4o commercio
O abaixo aasiunado deelara ter vendido seo
estabeleclmeoto de molnados, sito a roa d;.
Peroambocanas o. 25 D, ao Sr. Joo Bapiieta da
Silva, liire e desembaragado de todo e qnal-
qoer onus; qoem 83 lolgar conv direito ao
mesmo aprsente soa reclamagao nopr.ro oe
3 das a contar da nata do i re- ene.
Recife, 12 de Janeiro de 1896.
_______ Joao Estevao Freir.
Ao commercio
0 abaixo asaltado declara ter vend o o
seo estabeleclmeoto de seceos, sito no b>c da Fabrica n. 23, ao Sr. Jofto Etevao Fre e,
livre e desembaragado de todo e qoalqoe
cnos; qoem se joigar com direito ao mesmo
I aprsente eua realaongao no- preio de 3 das a
cantar da data do presente.
Recita, it da Jineire da 1896.
JoaoBapiiita da-bitva.
E V 1 T Ja> W O X HftUi CKlTOl" EXIJlR O HrP Taoi II JQRE T MOWQI-fcE *i
^^VPt?\0ir JORET'HOMOLLE
L PAB1Z TJJft^^AClA BRIAMT___150 R.RIVOU
EVITAM ni DOBE OS ATRAOJ
PHOSPHO-GLYCERATO DE CAL PURO
Reconsritulnte geral
do Syttema nervoso,
/ Heurasthema,
Phosphaturia,
K|a MEUROSINEI-UNJLAO N U tOSI NE-OBREI? ^* #Ji
% Esta preparacSo que se pode tomar =era nenhum "
Bichas de Hamburgo
Vflnde-se em grandes e pequeas
porcSes appca-se ventosas seccas e
arjada; na ra das Larangeiras n 14.
Debilidade geral,
Enxaquecas,
Hevralgias,
Dtpntsio do ijitema narrlo
prgo^mbraque Inventada ha pouco tempo, dea j resultados maiaviihosos como o certifleam mllhares de attestacoes.
Deposito peral : CHASSAIWQ e C'', 6, avenue Victoria, Paria, c em todas a3 Pharmacias.
rBrc
f Lai
Bronchites
Laryngites
Catarrhos
Gonstipa9
TOS SE
CAPSULAS COG1MET
SAO IXFALLIVELZIBNTB t A MAIS REBELDE J CURADOS PELAS
IOS "^
i9o Y
t
^> mais poderoso x-emo MOLESTIAS do PEITO
PAR/S, 43, Ru de Saintonge, PARS,
t TODAS AS PHARMACIAS.
1
Licencalo pela Inspectora Eyeieno do Imperio lo ErazlL
w -.^^^v*.
VINdeMOITIER
iedico, grtiUint da cadimta di ^Hn 1 fBcloi di gazil
DIGESTIVO, TNICO, FEBRFUGO
PREPARADO COM
Quina e Pyrophosphato de Ferro
BSTB
ro prkcon:zado por toda a iiprmtsa mxdica
GOMO SXNop 0 VAIS PODEROSO
o ' Tnico empregado para curar
ANEMIA, CHLOROSE
EMPOBRECIMENTO DO SANGUE
Soberano contra as Pebres
houyvet, Ptaacentico de r dasse, thompson Sdcc"
PARS 44, ra des Lombards, 44 PARS
Depsitos em PiRItttlBUCO : O it DB06AI 4 FHODOCTOS CHIMIIOS
B AS PRINCIPAKS PHARMACIAS
CHLOROSIS
Cores Paludas
OUUA ]
MmtArx
DEBILIOAOE
Cor.surr.pco
'IDA
ACERTADA FELO
S-LICOR DE LAPRADE
~ COM ALBtffllNATO DE FERRO
Empregado em todo3 os Hospit&es. o melhor ferruginoso para a
| cura das Molestias da Pobreza do Sangue. Nao enegrece os (lentes.
J>H/. coixin c. 49. .Ruu de iXaubeuae. e ero aa Dtarmaclas
>-
PARA
RECONSTITUIR O ORGANISMO
NATUBEZA DO CLIWiA -
CHLOROSE
FLUXO BRANCO
ARRUINADO POR
FEBRES
POBREZA do SANGUE
DEBILIDADE, etc.
QUINA- COCA
EXTRACTO de CARNE HYPOPOSPHITO
O VINHO JOHANNO tem pop base vinho de MARSALA
tem
dos
Sat principara pharmacia*.
pop base 4
PRINCIPES
vinho de
.
VARIZ, Ru Lafayette, 186
DAS CRIANQAS E DOS CONVALESCENTS
leesto multas vezos dilflcil, e o cafe com leltu ciijos eneltos aeDlUUaiM
ALIMENTO
Tara su^stltulr o chocolate, de
StlAiicas, i"e8oas dsas ou anmicas, numa'palavra a todas as pessoas que careccm de fortn
mS. rom VlfiwuM. SiVOBITOS WH TOBAS AS PHAFMAQIAS DO MUNDO OM
M -
!judlcam em extremo a sde das Senhoras, os Mdicos recommendam oBscabont dos ArsJ
x>
r .
PARTS
xtelangrenier, por ser um alimento leve, agraiavel e mutto subsCctetal; receltam-no_ tambemjlf
dos
P^SANDALO MIDY
preparado com o celebre Sndalo de Mysore
Inoffensivo, supprime a Copahiba, as Cubebas e as
Injecjes, e cura em 48 horas todos os corrimentos.
Sua eficacia umversalmente reconhecida na*j affecces
da bexiga, na cystite do clo, no catarrbo vesical, na
hematuna, sem causar dores dos rins, que produzem os
sndalos impuros ou associados a outros medicamentos.
Cada Capsula fem impresso con trata prci c nome mu
TTln toaaa
Pliarniaeiria
EiaAUD e 0"
Perfumistas
8, Rne Vivieano, 8
PARS
4 4gua de - d pelle, e que mais branquea a
cutis, perfumando-a delicadamente.
gztractOd.tKananga,'?
e aristocrtico perfume para o lenco.
leode@anangaSSZs0l
abrilhanta, faz cresc ere impide de cair.
abonHede(Kananga,0
davel e macio, conserva cutis sua
nacarada transparencia.
elegante cor mate e a preserrao
de sardas.
Daoosito nn prnoip$$ Ptrfumtrltt.

UUSDaVaVaWaVaVHISBBBBMiaBflBi
CHLOROSIS, ANEMIA,
HEMOGLOBINURIAf
Anemia aps de
Hemorrhag-ias, parasitaria
ou tropical.
A HEMOGLOBINE
Granulada DALLOZ
o medicamento por excellencia para as su-
pramencioiadas indicaces na dase de 1 2 co-l
beradas (das para cal) antes de cada rc(eicao.|
PiHIS : J. DALLOZ. 13. Wuie.erfl de la Ckapille.
im hmism 1 c- + omets s producios twiiicpt
ELIXIR AHTINERVOSO B
POLYBR0MUMD0 g
d BAUDRY, Phanucoutioo de l Cliss H
Approcada pela Vi
JtMa tU Hygiine do liio-de-Janiir* K
Numerosas experiencias tem con- ?<
firmado a immensa eflicacia deste k
Elixir, preconisado pelo Dr Cliarcct
contra as Encaquecas, as Agita- ^
fes nocturnas e asPalpitaces, y
calmando immediatemente a excita- ^
bilidade nervosa as senhoras que *
I soffrem d'cipasmos, dosmaios e at- k
l taques nervosos. p
Este Elixir una auxiliar pode-
roso da medicina emtra o hyste-
rismo, a epilepsia e a chorea ou
Idanaa de Sao Guido.
PARS, 8, ru Vivienne
e em toda M pharmaciai.
9 GRANULADO CR
FRAUDI W
Pliarmaceutico. PARS Boulogne
Adoptad pelo corpo moilical para assegnrar'
curac.-iu das boenrax i/o estomago.
Dispepsia, Flatuosidades,
Diarrheas dos paizes quelites, etc, y
Preoentioo da Febre Amarettar
Depositarios no PERN4BBUC0
Gu dfi Dragas e Pro*04 Chim"
Casa e terrenos
Venderse orna peqopna rasa. pr> pMa para
DantK8 sa'eadOD. noa Milagres 0 lo.a.
Um terreno op'imo para >- m -^ao oa ra
do Bt-po Cirdozo Ayps Po-t.Yisia.
Va oulro em Duar rio. Os doos priniflrt s es-flo rendenrtu oe i0
i IB 'io do pr-go por noaoto ae vpnotm, a tra-
tar na roa da MjJ'e rlp D.-os n. 10.
Electricidade
Aotoolo do Carmn Almpi'a Sob inho, encar-
r*;a'8' de ioptailai6-s de luz eie;tnca em oai
Da e epiaLelecimt-nt. b jcu-'. laea, bem como
ulepbones [arti'.uiares, campas electrictas,
para-raics e oot'oa rabaibo conrenerep.
Pode ser procorado por cima do Diario de
Pernao>t>ocoa.
Ama
Prpcl??-se de cm' par cnniprar e ooflobar
p>r; di a? pettoar, a iratar no pateo do Parauo
n. '2. b 'POitD.
Vitrina e b I cao
VD Victoria c. 53, loja de ;o a-.
di
Grande sortimento de meias proprias
para padres, coneg e e biapos.
Marinos pretos, superior aualidade na
7E SO PEIZ0
SI Roa da |mperaCriz 51
ALBERTO CARDOSO C.
Dormitorios i>u quar-
tos mobiliados para sol-
teiros, no ameno arra-
balde da M gdalena.
Para Dforma ma ra n. 6, Mercearia.
Caixeiro
Pre. i?a-Be de om de idade de 14 a 16 annoe
e qoe teoba pratica para tve na a tratar no
ra\eo da P-z em A'oed08 o. 23.
Sobrado
Vende-fe o nobrado n. <61 da roa Imperial,
de doos aodarep, corn agos encapada, graode
qoiotal murano, cuebera, nortan com Kradea-
tpen'o de ferro, moitoB cemmodos. e com p*ru*
roico para urna fabrica a Uatar oa roa de
Barao- ds Vicioria n. 49, leja._________^^^
Ama
Preci*a~pe de orna ama para coeinbar e mai-
servifos de cas de p>qoeoa familia ; a.trata-
da rija du Raogel o. 23
~1Yliusl- LIliV
DE
Campos & G
N. 38-RUA DUQUE DE CaXIaS-N.33
Em reDte do Diario
Ua proprietariosmesta bem montado estabe
r-imenio previnetr ao resoeiisvel publico qo?
para bem sertir aoa seas freguezes teem oo re-
ferian eetabelecimeoto om explendiuo e vana-
do gortimento de-caseoiraa p-etaa e de corea,
o qoa na ae meinor em la, bries de poro liobo
de todos os padroes, e por preces rasor.vei,.
FoBPoem bons artietax, pelo qoe B8 jalK*n
babilitaooB a Bansfazer com todo o-to, eamer
e cerleico ao freeoe mas exgeme.
Ha meama attaiaiana alagam-ae casara?,
te.
Caj
1 Compra-ge qoalqaer qaaaUdada : i roa da
Madre de Daoi D. 4.
Collegio Accoly, Oara-
nhuns
_ As aolas dsste estabelecimento de instrnc-
, primaria e sacuodarla, ae reabrirlo do dia
i de Janeiro.
A directora do collegio participa aos pala de
o alumnos e a qoem iBtereaaar powa qoe
mittio como socio o cidadao Theoobilo Ca-
lcante, ex-empregado interno do Qjmnaalo,
espera merecer a coofinca de sena amigos.
Garanboos, Io de Jaoeiro de 1896.
Jos Accioly Cavalcante de Alboqaerqoe-
Csvallo apprehendido
Poi do da 13 do mez passado apprebeadldo
, |a subdelegada da Magdalena oro -cavallo
i m es aignaei segoiotes: cor mellado, Intel ro
acba-ae deposiiado na meso sobdelegaeja,
qoem se joigar seo dono pode reclamal-o,
otando com documentos legaes, qoe
utreaua.
7 de Janeiro de 1896. _____
Ibe aera
Criado e ama
Regulador da Marinha
Ooneerta-se relogioa dealgibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
-)let:tricos, c-culos, binculos, oculos de
alcancu, joias e todo e qnalquer objecto
tendente a arte mechanica.
ySua Larga do Rosario9
Caixeiro
precisa-re de om mDioo de 12 a 14 aoarp,
qoe le; ha pratica de molbados, a tratar oo pa-
teo doTergo n. 34.
51 Rna da Imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas. Um variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capellas, veos e Baias de seda re-
Csbau a
AVE DO P4RAIZ0
Ao comaierci >
Os abaixo asfixia >os d^claram qic resa
i-.ta diS^olveram ; m'K-'Vt-lnipnle a BOiiedadt-
qo*> ey-ava gob a firma iie Santn Mu-- ira)&
Hri.fici re irandove o st.cio A> l '( eos Saoto?
.-.-ra pico e satiafelto d> bpo'Capital e lu
croa B.-MDiiu todo activo ep s->ivo a cargo do
socio J lo Alfredo Br- a ocutinoando a eyrar
-ob a firma lodinoca1.
Recife, 31 de Dezpmb'o de 1895.
Antcn o drg Pai-ios Moreira.
JoS3 Alfredo Braea.
Aula particular
Anna Bastos Vercosa p'pvine aos Srs. pae
de famlta qoe abre do dia 20 do correte a ana
aola particular, oa roa Padre Fluriane n. 26;
constando o eosloo das segointes materias:
primeiras leiraa.geograpbia, deaenbo linear, ari-
ibmetica, grammatica e alguna trabalnes de
agolba.
Gostureiras
Precisa -se de costureiras roa Bario da Vic-
toria n. 50.
Atten^ao
Vecde-se om terreno na Boa-Viagem, com
600 palmos de (ando e 100 de comprmanlo, a
tratar na roa dos Osaos n. 26.
Amas
Precisa-as de doas amas, a tratar a roa Barao
d Victoria n. 66, 2* andar.
Aviso
Arrendare om importante sitio com boa
caea para morada, dita para criados, baobeiro,
moitoi arv jreooa fructferos, prximo a estecho
Precia-ae de om criado de idade de 11 a 18 Gen Amarella: QW pretender dlrija-ee 6
"osede orna ama para caaa de familia nal Costodlo Nones, estabe.oc.do proxtao diU
DDOB
oa Formoaa o. 37.
eeaiSe.,

Tr
Liquidado
A loja Paria n America (en-
de) de liquidar diverams fa-
irndat de modas chama at>
tencao de eu* f regueses para
grandes) abatimeatosde pre!
eo.
Boa de B. da Victoria IB
Pernam buco
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fonte Novaem Tor-
res Vedras (Porlngal)
Estas agoas recen temen te desc bertas,
j sao bastante conbecidas pela sua efi-
cacia sem igual as doencas intestinaes,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estoc-ago, de qualquer
iatureza, bem como do Sgado.
Para convencer-se eiam os innmeros
attestados que acompanbam cada garra-
finha.
A' venda as prnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- SALMNM & C
Roa dos Douradores n. 32
J. andar (Lisboa)
NICO RECEBEDOR EM PERNAM-
BUCO
Joo Femantes de Almeila
Traves*a da Madre Deoa ti. 91
Cal i*rauca e Vir-
gen
de Jagpuaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
exploradora de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nao
tem suecursaes nem
agencias nesta cidade, e
que os veradeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
Caes do Apollo o. 73
CIDADE DE
Fabrica a vapor d-3
deecarocar algodo
e caf.
Vende-se a fabrica
de descarocar algodo
c caf com todas suas
machinas e pertences
na cidade de Bezerros
como tamhem o predio
em que est montada
a misma fabrica, livre
e deseniDaracada de
qualquer onus-
A tratar no Recife Ra
do Commercio n. 182.
andar.
Madeiras de construccao e
n ateriaes parae difica^ao
A Compabbia Exploradora de Productos Cal-
careos, veDde em seo armazem do caes do Apel-
lo n. 73 :
Madeiras p?ra constroc^ao.
Cal branca de -agnaribe.
Cal prela.
Cal virgem para assocar.
Tljollos de ladrlltao e commoDa
TijollOB refractarios.
adras de cantarla para soiniras. etc.
Dentes
Termina a horrivel dor de dentes asan-
do o excellente preparado de Mnnoel
Oardoeo Jnior.
As carta que lhe tem sido dirigid*
palos jomaos de maior circnlaco, atttt
tun a efficacia.
Depsitos
Drogara de Francisco Manoei da Si'-
va & C., ra do Marques e Oiina*
n. 23,
Pharmacia Martina, ra Duque do
azian.(88.
Pnarmacia Oriental, k rna Estr?it de
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfiredo Ferreira, & ra i >
B rio da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lopes, roa Lar-
ga de Resano n. 13.
CBID
'




8
Diarlo de Pernambnco Ter^a-feira 14 de Janeiro de 1&9G
Os proprietario8 deste moderno estabe-
lecimento, apresentam a admiracao dos seus
iHustres freguezes e ao estimavel pubiico
desta capital ccnvidam a fazerem urna visita
aoseu estabeleciment que encoatr>rao co-
mo especialista em cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersey, Moscatel, Champagne,
Fasto, Collares genuino e j aamado
DOURO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
maee, m^ntei^a, fiambres novos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, castaimas
e ornis que concerne a urna boa dispensa
familiar. x\lem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas inglezas e alle-
mes especialisando fe a celebre e afamada
Cognac, vermutb, whiskis de varias
qual'dades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DYGIM.
Em todos os demais gneros enorme o
sort'do, por isto limitamo-nos a chamar a at-
tenc,o do estimavel publico e dos ncssos dis-
tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, afianc, ildo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente iosignifican-
tes, recebemos encommendas de fruetaspara
embarque.
3 ^ua Bom Jess 13
rUN06A0 BSRAS.
AU.ANN.T&RSON&
44-RUA 'J MRO DO TRlftPHO-44
Machinas a vapor.
Moendas.
Rodas d'agna.
Taixas tundidas e
Tixas b tulas
batidas.
se-n crsva^ao.
EMULSAI) VKHM1FIGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH \RMACEUTI O
TITULADO PSIiKCOLA BE SSSICIJIA S Pmi'.IA 2ALASIA
APPROVAUA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emuiso faz expellir completamente em poucas hcras os vermes m-
testinaes, conhecidos vulgarmente com o nome de lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pel-s
creancas sem repugnancia. Em sua composis&o nao entrain substancias mine-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao orgmismo.
Modo ,de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancas eolberes das de cha. Deve er
tomada pela manh bem cedo, pura ou "'misturada com caf, leite, ou raesm
com agua adocada
<
H
<
Pi
AUGMENTA |g?

TNICO
ORIENTAL
CURA A CASPA
IMPEDE A CABIDA DO
CABELLO
t
d
32 i
PERFUMA ^
^?
O
O
fe
o
ce
<
l
D
u.
ce
L
Q.
DELICADO
AGUA
FLORIDA

Mantem sempre a sua popu-
laridade. Cqutela com as
IMITARES.
DURADORO
7J
m
n
30
m
00
o
>
z
H
m
m
GRANDE
^mm
GRA1NDE
coa
Ra 15 de Novembro 2
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
da cidade do Recife.
AccommodacSes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida Bala de refeic5e, a maior ..e mais arejada nesta capital
A coainha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um rancez
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima [offere-se acha-se habilitado a satisfazer aoa
mais difficeia dos appetites e bota-o ao" despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jantares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRECOS KAS0AVE1S
I i
HOTEL COMMERCI AL
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, aob a direccao do sea hbil proprietaris MA-
NUEL GA RCIA, e auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura ,at;rna, j pela promptido e aceio do servico culinario aduaneiro, ja.
tar bem pula posic&o hygienica do seu edificio.
Depois de innmeras tranaformac5es por que tem passado este Hotel, conse-
gHio afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje ama hospedagem que
deve sei preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARAS de Ia e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
IPERSxTFGS
POUR SE MANGER.Salpicos, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos c. do serto, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEG4
E' esplendido o sortimento de viohos Figueira, Bordeaux, Porto, Vermouth,
cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se 6oiro,odo3 recei-
dos directamente dos'mais acreditados committentes da Europa.
Alin do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importaygo, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs tinissimos, que vende as melhores condySes do marcado e precos sem
competencia,
GRANDE HOTEL OOMM.iROlAL
UO
lili
da utensilios
para usinas
PBITORAL CATHARINENSE
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
C O H P O m 1 .. i O DE BAULIVEIRA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Estado
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposi?3es.
Recommendado na dioica medica de distiactos facultativos como grande
medicamento para combater tosse*, bronchites, asthma^tisica, coqueluche, rouqui-
d2o e todas as mo'estias das vias respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a eficacia deste grande preparad".
RALINO HORN & OLVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A.' venda em todas as pkarmacias e dragaras
DEPOSITARIO NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Braga & C.
Rna do Mrquez de Olinda n.
60
DE
Prego 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 <
c 1 c
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro."
15000
28000
10*000
205000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
fOLHETIM
57

ACABA H AfPAHtCEB
o mais extraordinario poema
S3R0
PATRIA
Esla a ditosa patria mioha amada.
CAMOES.
I (roseo volume ntidamente impresso em magaifico
papel 6$000.
A venda em todas as livrarias.
Deposito da ediccao LIVRiRU INTERNACIO-
NAL de Fr ncisco Soares Qaiotas, Ra 15 de No-
vembro n. 77Recife.
Descont em lO ejemplares tO oo.
Francogpelo Correio.
TRADUOCAO
DE
:Lizv: sznm
XXIX
(Conlinuac5o)
Para o senhor, que n3o desconava de
cousa alguma, pareca que elle reoeava
que misa Dar nSo estivesse completa-
mente innocente ; mas se quizer recor-
dar-s9 agora da situaco, creio que se
convencer que a agitaco delle nao pode
explioar-se seno pela app-ehenaao da
sua intuiQo e pelo receio de que do in-
teresse que tomava oeste drama sobre
viease alguma duvida myateriosa contra
elle.
Ferris abanou a cabera com ar lgu-
bre, mas nao responden.
Mias Dar disse-me, tornou Gryce,
que ^ pa* primeira coasa, depois de
havr entrado em casa delle, foi offere-
cer Ihe a saa mSo em casamento. O se-
nhor d-me-ha que era para provar que
nao saspeitava della, ou que era para
e certificar que ella a&o desconfiava
delle. O mesmo raciocinio applicar-se-
p-a ao que te segne. Hto pode conci-peitar delle.
liar, nao verdade, a sua culpabilidade
e a boa vontade com que se encarregou
da defeza de Mansell e o trabalbo que
teve para o fazer absolver.
Mas achara isto muito simples se lhe
disser que, mesmo sem fallar du sympa-
thia, por muito fraca que fosse, que de-
via evidentemente sentir por um hometn
fallamente ateusado d'um crime que elle
proprio havia commettido, tinha alm
disso ouvido da propria bocea de miss
Dar qoe ella nfto sobreviveria con-
demna9ao do homem que amava, e que
a nica esperanca de fazer della sua mu-
her consista na gratid&o que disperta-
ra se conseguase salvar o seu rival.
Paz delle um grande misera ve 1 1
murmuro Ferris com amargura.
Nao era aso que l'ia na sua phy-
sionomia quaodo estava no leito da
morte ?
Ferris nao poderia dizer que nao.
Tinha ficado muito impressionado com
o ar sinijtro que observara no rosto do
amigo moribundo.
Contentou-se em notar nao sem sar-
casmo :
agora diga-me a causa desse cri-
me horrirel ? Creio que a sua habilida-
de deve ter deacob;rto pelo menos urna.
A causa encantral-a-hemos ho seu
amor por miss Dar, repcou Gryce.
Mas como ? Nao posso dizer-lh'o hoje.
O seu amor por miss Dar I O que
tinha que ver essa vulgar M.rs. Clem-
mens com o seu amor por miss Dar ?
Gryce limitou-ie a abanar a cabeca.
O attorney endireitou-se.
Sr. Gryce, disse alie, a accusa^So
levantada contra aquello homem emi-
nente, exige, para que se lhe possa dar
f, as provas mais positivas. E' preciso
especialmente provar que a causa foi tal
que d urna deaculpa absoluta para bus-
Nenhuma rzao insignificante ou ima-
ginaria para deaejar a morte daquella
mulher nao bastara neste caso.
E' preciso <|ue prove que a morte de
Mrs. Clemmens, era absolutamente ne-
cessaria ao xito das mais queridas es-
perances de Orcutt, ou os seus racioci-
nios nao poderao dispertar senao desc-n-
fianga no animo das pessoas impar-
ciaes.
A reputagao d'um tal homem n&o po-
derla ser destruida por algumas palavras
vagas pronunciadas uo delirio, ou pela
a presentado de provas accessorias como
aquellas que tira da presenta do anuel
na scena do crime.
Bem o sei, respondeu Gryce, e
para isso que lhe pego oito das. .
Acredita ent&o que pode descobrir
a causa do crime?
O sorriso do agente nao esqteceu ao
attorney do districto durante o resto da
semana.
XXX
Gryce nao dissimulava a difficuldade
da sua missao.
Estar convencido que Orcutt tinha um
motivo sufficiente que ezplicasse aquello
horrivel crime era alguma cousa, mas
nao era tudo.
Era preciso a vo e que fosse indiscutivel.
N&o desanimou, parm.
Mandou chamar os seus dous sabor-
dinados e diaae-lhea :
Estou persuadido que Mrs. Clem-
mens era urna pessoa mais importante
para Orcutt do qoe a sua appareoca
vulgar e humilde genero de vida fa crer. Algum dos dous sabe te o nome
do advogado esteve alguma vez envol-
vido em algum escndalo intimo que, se
fuese conhecido, o tena prejudicado ?
Nao creio que fosse homem desse
genero, reapondeu Byrd. Desde pela
manh que me dirijo a peseoas que sei
estarem dispostas a fallir delle, e posto
que me admire de ter encontrado muitas
que me teem dito que nunca cstimaram
o famoso advogado e que at nao tinham
confianza nelle, nao onvi dizer nada
deafavoravel a respeito da sua vida par-
ticular ; e caeio realmente que para as
mulheres era de extrema reserva e nem
sequer lhes dava attengSo. S depois
do a'pparecimeuto de miss Dar que
mudon de repente.
Algnem me atlirmou no entanto,
esque;o-me quem, que fez algum tempo
a co: te a urna tal miss Pratt, notou H c-
kory.
Pratt? Sim, ouvi pronunciar esse
nome, murmurou Byrd.
Mas nao teve confluencias, tor-
nou Hickory. Posto que muito bonita
nao soube fixal-o. Ha quem pretenda
que ficen tao desesperada que saino da
cidade.
Pratt! P att repeta Byrd. Ah I
sei agora. Emqaanto estava entre a
multidao, na manh do crime, ouvi, re-
cordo-me, alguem notar como ella tinha
sido spero para a filha de Pratt.
Hum I exclamau Gryce. A "vinva
era spera para todos aquelles que Or-
cutt admira va.
Nao oomprehendo, disse Byrd.
Nem eu, accrescentou Gryce, mas
quero comprehender antes de oito das.
Depois bruscamente proseguio:
Quando veio Mrs. Clemmens para
esta trra?
Ha quinze annos, respondeu Byrd.
E Orcutt ?
Ha quasi o mesmo tempo, creio
eu.
Hum 1 E pareciam conhecer-se en-
0?
Contina a manter em seus depsitos completo sortimento
veLtlentio 9enipre por presos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differenles systemas a tamanhos de Robinaon e outros fabri-
cantes e de 2 a 12 cxvallos.
CaDEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletcher para funecionar com o fogo das forna.
Itias s larhas.
CAL0E1RAS A VaPOR Cornisb etypo locomotiva para funcionar com lenba e bagaco*
RODAS para agua.
BOMBAS de inotun-' ootinuo.
MOENOAS e meas moendas, garantidas.
TACHAS de ferro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diflVrentes systemas.
CRIVaCOES para fornalhas.
MACHN*S para descarogar algodao de 14 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a vontade dos agricultores.
Fazendo parte da direceo de sua:fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, vantajosa*
me: te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de montagem de grande numero
o- usinas funecionando deste Estado, incumbeurse de mandar vir e erigir garantiodo a pro.
duccL e quahdade do assu ar.
APCARELHOS e meioa apparelhos de vacuo.
DESTILLAQOES completas para alcool e agurdente a vapor e a fogo n, para grandes
e pequeas fabricas.
52, BOA BARA0 DO TR1SPH0, 52
sum iwn o hi
E' A DESCOBERTA O
ELIXIR M. MBATO
PROPAGADO POR
B C/1RLOS
Elle cura toda a sjphilis.
Elle cura o rheumatisma.
Elle cura a asthma.
Elle cura caeros.
Elle cura a morpha!!!
Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro-
pagado por
DEPOSITO em iieh\\m.iii:co
. COMPANHA OS W GAS E PRODUCTOS
Ra Mrquez de Oliada 24
Realejos grandes
Importantes realt-jos com lindusiaas mu-i-
ca, as mais moderoae, (Topas para cosmo*
rima, kermesses, etc. Vende-se por prego
cmmodo, por wt grande siriimeoio ua rlo.
o>na D.vid, roa do Cabug d. 14.
que
Una dizem que Bm. outros
nao.
D'onde vinha elle ? Soube ?
Creio que da Nebraeka.
E ella ?
Tambem desse lado.
Da mesma trra ?
E' o que conviria saber.
Gryce reflectio um momento.
Orcutt tinha grande reputaco
como advogado, observou elle. Sabe
alguma cousa da carreira delle ? Che-
gou aqai com a reputac&o feita, ou em
Sibley que se tornou celebre ?
Creio que foi aqui que adquiri
celebridade, e, na verdade, ouvi dizer
que foi neste tribunal que defeadeu a
primeira causa. Sabe alguma cousa
mais, Hickory ?
Sei. O Sr. Ferris disse-me esta
manha que Orcutt nunca tinha aberto
um livro de direito antes da sua ebegada
a Sibley. Era um mestrn-escola em al-
gum districto perdido do Oeste, e prova-
velmente aun ttria sido out-a cousa,
se o filbo do velho Stepheu Orcutt nSo
tivesse morrido, deixando um lugar vago
no seu escripturio de adv gado, que
lhe pedram para preeneber immediata-
mente.
Stephen Orcutt I Era tio do nosso
homem, nSo verdade, e tambem advo-
gado ?
Era, mas nao para comparar a
Tremond Orcutt. hste vencen logo aos
primeiros pasaos. Aptido natural,
oreio eu. Nascra sem duvida para o
foro.
Meus filhos, exclamou G yce de-
pois de um instante de profunda refle-
xo, o segredo que procuramos descobrir
data de muito tempo, e, na verdade, nSo
me sorprehenderia que fosse do tempo
em que viva no Oeste. E' certo que,
ha dez annos, Mra. Clemmens deposita-
iVlenino desapparecido
Desappareceu da 'oa do Pavasand n. 9, nm
menino por nome Joaqulm. que a ronco veio da
Europa com pa;sagetn paa por esti rasa a
qoal 6 rfspoosavel por elle; pe -e a.qaem
0 liver em sna cas1 o fa'.or de man ar leval-o
roa do Pay?saoa o. 9.
va regularmente em todas as semanas
dinheiro no banco.
D'ende lhe vinha este dinheiro ? De
Orcutt, evidente.
PorqueT Em pagamento da refeic,So
que tomava habitualmente em casa
della '' Nao. Em pagamento do seu si-
lencio acerca de um passado que deseja-
va conservar em segredo ? Sim.
Mas ha qainze annos que se esta-
beleceram aqui, e ha apenas dez que ella
recebia dinheiro delle.
Sim, deposita dinheiro no banco
ha nicamente dez aones. Mas i)2o sa-
bemos se lh'o dava antes disso. Talvez
nao, porque nao creio que podesse fazel-o
no comeco da sua carreira.
EntSo manda-nos procurar infor-
macoes acerca da mocidade de Or-
cutt?
E' isso, e verei eu proprio o qua
posso descobrir a respeito da de Mrs.
Clemmens. O layo que os ligava adiar-
se-ha dep'essa. Orcutt nSo dias*? por
acato : E tudo isto por sua causa
1 m <'gene I >
Sfparando-se dos dous rapazes, Gryc-
dirigie-se para casa do advogado.
JL1H examinouj o papis e os docu-
mentos qua podiam dar-lhe algum es-
clarecimento, fazendo allusSo a qualqaer
facto da sua mocidade, mas cao encon-
trou nada.
Exame ignal s cartas da viuva nao
deu melhor resultado.
(Contina).
(
Typ. da Difrio, roa Duqne daOaxiM 42
MUTHAOO

;

-

*'',
^r.-


Full Text
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