Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17991


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Full Text

Domingo 1^ de Janeiro le W

M 111:no 9
V
i

*
A


PBePSISB&BS BI MAS01L i-f38IK& BB W&XUL & fEUSOg
REDACTORES ANTONIO WITRTTVIO PINTO RANOEIRA E ACCIOM DE VASCONCEIXOS
LVP TAL 1 Li )NDE NAO SE PAGA PORTE SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS D PBLICACOES NA
FRANCA E INGLATERRA ,
Os Sr?. Majence Favre & C.*, residentes em Bars18 ru de
La Grange Batelir*4
Por tres mezes achantados.
Por seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
Nan ro avnlso do mesmo da
8&000
15&000
305000
SiOO
MANOEL, ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por nm anno adiantado
Por trimestre vencido. .
Numero avulso de dias anteriores.
:
331000
9$000
200
Avso
i
Segundo a praxe seguida djesde
alguns annos, passamos a offerecef aos
nossos assignantes que mandaren!
abonar um anno adiantadamente de sua
assigr.atura, at odia 15 do corrente,
a escolha dos livro's constantes das
duas series abaixo ; sendo.da primeira
um s volpme e da segunda dous.
A Empresa.
Primeira serie
J. C. MachadoLisboa de hontem.
Segunda serie
Os companheiros do crime.
O romance d'um autor dramtico.
A mestra.
Joo das Gales.
Lili Tutu Bibette.
Joanna d'Armaillac.
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
Urna mulher perigosa.
Um drama na? minas.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Aventuras de Tartarinde Tarascn.
Pedro e Joo.
O Sonho.
Sror Philomena.
Medico Assassino.
In Memoriam (lbum do Infante D,
HenriQuc.
DA: 10 DE PElHAtHXO
RECIFE, 10 DE JANEIRO DE 18S6
Auglo-Americano
(Conclueao)
E' sobijo que todas es nacOes americanas
loraui colonias que loriiarain-se independentes,
entre as quaes algumas de menos imnoriancia
coutcuarm sua existencia colonial, sem que
anda reunissem condices precisas para trans-
formarera-se em nacoes independentes, OU se
dispozessem conquistar esta posico.
Cuba apenas insurgio-se contra a Hespanha
porinais de urna vez, e ainda hje acba-se
empenhada n'um i lucta ternvel, e aureolada
por heroicos sacrificios.
Enstem diversas questoes sobre limites ter-
ritoiiaes de possesses europeas com algumas
nac.0es americanas, como succede entre o Era-
21I e a Franca respeito do Amap, entra a
Inglaterra e Venezuela; e todas estas ques-
toes devem e promettem ser resolvidas pelo
arbitramento.
lisa, portanlo, do lado da Europa evitar
susceptibilidades ameiicanas, que darao como
resultado a preponderancia de urna nacionalf
dade americana scbre as demais, o sacrificio
evidente dos seus proprios interesse?, e a per-
turbado geral dos intereses econmicos do
mundo, se sistemticamente estabelecer se o
Conflicto dos dous continentes, bypotbese dif
til, mas cujos resultados podiam ser desfavo-
raveis i grandeza e forja do continente ame-
ricano.
Nem z colhgaco europea poderia facilmen
te estjbelecer-se, de molo unnime pelo me
no?, des le que as nacOes que a poderiam fof
mar, acbam se divididas nos seus interesses,
' na* .us urabicOes, e cada qual procura enfra-
quecer a nutra para fortalecerle.
Cbegon pois, urna pocba para a solufo de
todas sst s 11-le*, realizndose o afasta-
ment de t das as causas irritantes e que
concn'' 'ii tiara abrir um abysmo entre a
-*
hMIM
56
UKiB kYSTEKIOSO
TRADUCCAO
DE
Liiy:: ssum
XXIX
(Centinuacao)
Ha alguma contradiccSo nestas diver-
sa? circumstancias?
Nao ba.
Continuemos.
O que acontece alguns minutos mais
tarde ?
Hildreth, fatigado da sua solido e de
repente ancioso por chegar a tempo para
nao perder o comboio, vai pela porta
principal.
O vagabundo, que tem j dado volta
casa, nao o v ; Imogene, com o olbar
sobre Mansell que foge^ para o lado do
bosque, tambem nao o v.
Ninguem da por elle.
A vitva,.dorante alguns minutos, est
to ad come jolgava estar um oa doas
iudos antes quando estavam trea ho-
mens, sem se verem uns aos outros, a
cada ama das tres portas da sua casa.
Europa e a America, segundo a direegao qoa
toma o espirito da poltica internacional, do-
minado dos sentimentos de urna verladeira
rivalidade.
A prudencia deve se impor aos grandes es-
(adistas do mundo, e ellas tero a reserva
precisa para fazer dis-ipar os grossoa ne-
voeires que toldam a grande atmosphera da
vida dos povos modernos. E o negro cometa
que boje levanta-se, percorrendo-a em toda
sua extensao, ha de sumirse como urna ex*
crescencia nascida de urna allucinacao mo-
mentnea, ou do movimento de urna grande
paixo, deixando o horisonte sem nuvens, e a
humanida le livre na sua vida de paz e de pro-
gresso.
At eoto observou-sa guerras entre na-
cues, culligat,es de urnas contra as outras,
mas nao entre continentes, cujos interesses
ligam-se eslreitamante, e excluem urna lucta
ou opposigo systemaiica.
A voz de Ciavelaud, por consequencia, nao
deve ser interpretada como o echo vibrante
levantando as ondas da tempestado, pondo em
movimento todos os ara.-ricano9, atiraodo um
desafio Eurcpa, 6 antes um rpido eslremeci-
mento que vira abalar a conciencia dos povos,
fortalecendo o respeito devido ao direilo e
jos tica.
E' talvez ainda mais um motivo para a ees*
Bagao das divergencias actuaes, pela soluco
razoavel das queslOes existentes.
A imminencia de choques lio terriveis nos
dominios do mundo social, semelhante estes
que se realizara no mundo physico, quando as
lea que o regulara sao periurbadas, om mo-
tivo de reaego contra a forga impulsiva da
qual elles podem resultar, desperta a conscien-
ca dos que teera a grave responsabilioade dos
ueslinoi das nages, e do governo do munde
adverte-os dos perigos suscitados na rota ver-
tiginosa que seguem.
Entao a reflexao surge, o espirito commove-
se, e a razo subordina ao seu imperio as sug-
gestes das paixes egosticas ou patriticas,
as proprias imprudencias do patriotismo con-
leem se, e os estadistas que estenderam das
alturas da sua imaginagao as vistas sobre a
inmensa planicie, onde os povos realizara o
grande problema da sua vida e do seu engran-
decimenlo, tesa o canos que iriam crear nes
dominios da ordem universal, as ondas que
iriam levantar, e recuam procurando desfazer
abmpestade, cujos elemento viam conden.
sar-se.
E o grande tITeito produzido pelos primeiros
momentos vai diminaindo progressivamente,
com os das que succedera-se.
A eBpeclativa de urn conflicto continental,
que seria a ruina da America e mesmo da Eu-
ropa pelas vastas proporgOes qns necesaana-
mente deveria tomar, excede es limites de um
facto que lenha probabilidades de realizar-se.
A applicago systematica em toda sua pie-
nitade da theoria de Mooroe, ou de ludo quan-
te della pode deduzir-se, um acontecimento
verdadeiramenle impossivel, e traria como
consequencia o facto cuja espectativa tem tao
mu icopressionado todos os espiritos, muitos
dos quaes nao teem talvez attingido as ulti-
mas coosequencias que delle poderia resul-
tar.
E quem tiver observado o effeiio dos Jpri-
meiros symptomas do phenomeno previto, a
grande e geral commogao annuociada por te-
legrammas procedentes de differentes nagCes
da Europa e da America, de certo ter nota-
do posteriormente urna certa calmara, um
decrescimento extraordinario das impresses
produzidas, e mauifeslagOes de desejos para
O que faz ella neste momento ?
Trata dos ltimos preparativos para o
jantar e notando entao que tem o relo-
gio atrazado, acerta-o.
Mas antes que o tivesse feito, a porta
principal da casa abrio-se novamente,
Orcutt entrou, e, tentado talvez pela po-
si^ao da viuva sem defeza possivel, pega
as tenazes do fogao, com urna s pan-
cada estende aos ps a desgrasada mu-
lher e coi re para a ra com a noticia
da sua morte.
Vejamos Ha em tudo isto alguma
contradiego.
Nao ha.
Ha nicamente urna consa inexpli-
cada.
Nao se fallou ainda do annel, esse an-
nel que estava em poder ou e Mansell,
ou de Imogene Dar, as vesperas da
more e que foi encontrado no chao da
casa de jantar, quando alli entrardm.
Se as exclatnacoes de Mrs. Clemmens
devem ser consideradas como tentativa
de descrever o seu assassino, aquelle
annel devia estar no dedo da mSo levan-
ti da contra ella.
Como podia entao esta mo ser a de
Orcutt ?
O facto era que o descobri ment do
annel no sobrado da casa de jantar,
approximado das palavrss da viuva, par-
ta um annel da cadeia de dedceles de
Gryce.
E no entanto, refieotind a consterna-
$5o de Orcutt, quando Imogene reclamon
o annel como pertencendo-Ihe e o met-
teu no dedo, ti .ha talvez significado
mais seria do que se pensou naquelle
momento.
O advogado teri estado, de nma ma-
nsira oa de ou.tr, de posse daquelle an-
urna soluro pacifica nos dous paizesem que
a excitagao dos espiritos ebegou ao seu mxi-
mo grao de culmioancia.
Os limites do territorio de Venezuela com a
Guyana Ingleza, que lainda nao estavam
tragados por urna lioha divisoria, davam lugar
incertezas e pretengOes por parte da In-
glaterra e Venezuela sobre estes mesmos li-
mites, que a Inglaterra naturalmente aloegava
e Venezuela restringa ; constituio-se entre
as duas nagOes um territorio litigioso, sem
que se saibu em que facto histrico ou em
que disposigao geographica, possa-se fundar
o din 1:0 de qualquer urna das partes lit-
game?.
Urna proposta anteriormente feta pela lo*
glaterra para lixngao dos limites foi recusada
pelo governo Venezuelano.
Ultimam'.nte alguns subditos britannicos
alvorarao a bandeira ingleza em lugares do
terreno litigioso, o que deu lugar a priso dos
mesiiios por agentes da polica venezuelaoa,
prisao que foi relaxada em virtude de ordens
do governo de Caracas.
Este incidente provocou o ultimtum bri-
tannico, que exigi urna iodemmsagao em fa-
vor de seus subditos considerados como \ic-
limas de urna violencia.
Chegado o momento melindroso da questSo,
o goverco americano enteadeu nomear urna
coiLmiss&o para fixago d..s limites entre Ve-
nezuela e a Inglaterra.
E a mensagem de Claveland revelou ioteo-
c5o oiunifesia de intervir a grande potencia,
resolvendo a queatao do modo que mellior Ihe
parecesse, objectivandoassim os principios da
doutrlna de Monroe, dando-Ibes talvez maior
latitude do que at entao.
A Inglaterra .-entij.se como que affrontada,
sob o peso de urna imposigao que a sua alti-
vez nao pode respeitar, e ha de Ihe parecer
covrria ceder ante a altilu-Je do governo
ameiic.no.
Sobretudo nao pode dar acquiescencia ao
laclo de urna commiss&o comeada por um go-
verno extranho ao litigioe sem o seu co-
nhecimenlo, para a fixagao dos limites ques-
tionados, dando-se por esta forma solugo a
pendencia existente.
E' a recusa lormal da doutrir.a de Monroe,
pelo menos no modo porque foi entendida e
considerada, que se n.anifesta por parte da
Gran-Breanha, e com o apoto da opiniao fa-
voravel da Europa ao seu procedimento.
Alguns paizes americanos, entre os quaes o
00960, proiestarSo adbes&o a mensagem de
Claveland, antes m-mo que os aconlecimen-
t03 se manifestassem e que as palavras se
converlessem em factos.
Actualmente, sbese que a Ingla erra re-
cusa qualquer intermediario na questao, e re-
sol ve-se a tratar directamente cora o governo
de Venezuela.
Emquanto o espirito britannico exaltava-se
com os americanos do Norte, e atra'essava as-
8im urna pbase de verdadeira excitagao, o
Imperador da Allemanba por um acto em
relagao a fados occorridos em Franga, provo-
cou a mesma exaltagao contra a Allemanha, e
allemaes residentes na Inglaterra tornaram-se
o alvo da irada populaca ngleza.
E' assim que u:n equilibrio de forgas ha de
necessariamente produzir-se.
Claveland e Salisbury ho de moderar o vo
alianeiro que queriam elevar as nuvens ,do
desconhectdo, atraospbera pesada d'uma
condagrago que poderia generalisar-se.
A intervengao norte americana na questao
de Venezuelj, provavelmente, cessar, e qual-
quer concesso apioveitavel a este paiz oatu-
ralmente sera feita ; mesmo porque esta pe-
quena Repblica temer tudo obter por mio
da proteegao das armas amercauas, e ver urna
luta tremenda estender-se pelo seu territorio,
expondo a graves prejuizos, cuja indemni.
sagao nao ter a qut>m pedir.
A Inglaterra tem grande intaresse, na occa.
sido, de um accordo com Venezuela, afina
de privar os E-lados Unidos de tomar qual-
qu r parte na discusso em que as duas na-
gOes interessadas procurarlo urna solugo mais
ou menos rasoavei.
Em uliimo caso osatatu quo* ficar esta-
belecido.
A Inglaterra ha de sentir o interesse de af-
fasiar o protecturado norte-americano iobre
as demais ungOej americanas, para o qual es-
las sero impellidas a medida que se accen-
marera as suas aggress^s. A Franga esgui-
r a mesma direcgo, e finalraante o arbitra-
mento vira resolver tudas as questoes exis-
tentes eotre as nagoes da Europa e da Am-
rica.
Os Estados Unidos conservando se por sua
vez dentro dos limites da prudencia, sem por
em praticao monroismo, ou as ultimas consa-
quencias de.-ia 'dooirina, respeitar algumas
colonias europeas ainda existentes aa Ame-
rica.
Assim dar-se-ha urna reciproca ponderagSo,
que neutralisar 03 males d'um conflicto de-
sastroso, ou d'uma preponderancia Ilimitada,
por qualquer modo .que ella se manifest em
rrlago as nagOes mais tracas.
Nao sejam estas reflexes interpretadas
c>mo significativas d'um verdadeiro optimis-
mo, ellas pelo contrario resudan da propria
natuieza dos fados que eslo se deseovolven-
do, edj interesse cominum que determina o
desenlace previsto.
D'uma laisca porm, peder resultar um
ternvel incendio.
E' preciso que entre as duas poderosas na-
ges nao :o; o primciro tiro de canho : elle
precipital-as-hia na ternvel e exterminadora
voragera.
Os dous povos da raesraa raga, e ligados
pelo lago do mais estreito parentas'o, pos-
suindo o seoso pralico mais desenvolvido, cer-
tmente Bao se aliraro a um duello quasi
insensato
-"
PARTE OFFIC1AL
nel anteB de Imogene o reclamar, e nao
o tinha no dedo quando dau o golpe
fatal ?
Gryce concentrou toda a sua intel-
gencia em resolver o problema.
Em primeiro lugar, onde estava o
annel quando os dous namorados se se-
pararam no bosque, na vespera do cri-
me ?
Evidentemente na algibeira do casaco
de Mansell.
Imogene all o bavia deixado. Mas
Mansell ignorava-o, de modo que nao
pensou nelle.
Era, pois, necessario que Ihe tivesse
sabido da algibeira.
Mas quando ?
Nao fra quando estivera em casa de
sua tia, d'outro modo tel-a-hiam encon-
trado no caminho, ou, pelo menos, nos
degroa da porta da casa de jantar.
Mas eotao em que momento ?
Gryce julgava que devia ser quando
Maosell tinha pasaado o casaco d'um
braco para oatro, esquina da casa, na
roa.
Se o annel Ihe bavia saltado da algi-
beira nesse momeotp, fra evidentemen-
te em consequencia d'ikm movimento r-
pido, e como o casaco ticqa sido atrado
bruscamente d'um braco p"fi^a oatro, o
annel de certo rolara na dirac5ifc.,da por-
ta, ou cahira talvez directamente no ca-
miuho em frente da casa.
Se foi assim, a sua presenta na casa
de jantar pareca provar que tinha sido
levado por Orcutt, visto que fra a pri-
meira pessoa epois de Mansell que en-
trara na casa.
Mas tinha cahido alli.
G yce s vio um meio de o saber.
Mandn chamar Byrd. Q
Actos do Poder Legislativo
LE N. 359DE 30 DE DKZEMBRO DE
1895
(Continuafo)
6 Para facilitar a ttscalisago do sello as
leltras de cambio, saques ou Instrumentos que
traduzam remessa de ninhenos para o exte-
rior e contractos de operagOes sobre moeda
meiallica e nperagoes de bolsa, fica o governo
aulorisado a crear nm typo de sello para es?-e
liii! determinado e que poder s.-r estampado
cas leltras, saques-cheques.
Art- 5# Fica exten tro s corapanhias es-
trangeiras e bancos, cujas filiaes teera sede no
distrido Federal e nos Estados, o imposto de
21/2,. sobre dividendos.
Para essa cobranga, conhecido o dividendo
distntuido no exterior, o imposto de2l/2|0
recahir sobre o dividendo correspondente ao
c-.pitil existente no paiz
Art. 6 A mulla de expediente em todos os
casos previs os na legislagao em vigor do r-
gimen aduaneiro ser de 5 a 10ioa juizo dos
inspectores das alfaudegas, conforme as cir-
cumstancias dos fac os (art. 492 3" da Ton.
solidagao das L-ms das Alfandegns de 1884 e
decreto n. 680, de 23 de Agosto de 1890).
1 A multa de direitos em dobro s ser
applicada quando a differenga dos direitos
duaneiros consignados na tarifa em confron-
to com a mercadoria Mibmetlida a d^pacho,
exceder do valor de 200J qu-r essa difieren
ga saja determinada por quanlidaJe eu exces-
so de mercadoria verificada, quer seja por
differenga de qualidade relativa ou aDsoluta,
encontrada em urna partida de velumes sub-
mettida conferencia ou isoladameole.
S 2. Destes actos nao haver recurso, cum-
pnodo sments nos casos de differenga de
qualidade de mercadoria ou da sua classidca-
gao obei-cer-se o precito do art. 15 do de-
creto de 25 da Abil de 1890.
3." Ficam approva as a* enges de di-
reuo de expediente concedidas at 31 de Ju-
Ibo do correle anno pelo Poder Execulivo
em vistu lo de contrctos celebrados cora os
Estados, e que depeooiara de approvago do
Poder Legislativo.
Arl. 7 Em caso alum a laxa expediente de
capatazias ser dispensada.
Art. 9 O art. 99 da 3Nova ConsolidagSo
das Leis das Alfandegas e masas de rendas
da Repblica fica modificado do seguinte
modo:
As mercadoria* despachadas a bordo ou so-
bre agua, e que por couseniimento do ctiefe
da repartlg&e, tiverem de transitar pelos ar-
inazens, depsitos ou ponies, gosaro de iseo-
gao coajplea de arma^eoagein quando tiverem
sabida em 36 horas ut-.-is (o mus como oa
Coosolidagao).
Art. 9 E' o governo aulorisado a orgaai-
sar ura novo regulaiuento das alfandegas, dan-
uo-ihes a classillcago conveniente.
Art. 10 0 imposta de 2 *|0 sobre o cap al
das loteras federaes, e de 4|. sobre o capital
das loteras estadoaes, sei pago plos respe-
ctivos concessionarios antes de serem os res
pectivos bilnetas exp jstos v n la.
Os planos das loteras estadoaes devero ser
deposilaios no Thesouro com os actos oiHciaes
einnnaJos dos poderes pblicos estadoaes dos
quaes resulta a sua approvago, e julgados
conformes pelo mesmo Tnesouro.
Nos bilhetes sera leila a declarago de ser
a lotera federal 011 estadoal e neste caso a
que estado ella pertence.
A fiscalisago das loteras ser feila por
empreados du Thesouru que percebaro urna
graficagao de seis co-.itos de reis por anno,
senlo tres contos e seiscantos rail reis para o
ajudaoie, supprimida a actual fiscalisago.
Os concrssionarlos das loteras federaes e
os das loteras estadoas cuja venda de oilne-
les se fizar na Capital Federal entrar&o, para
o Tliesouro cora a quantia de dez contos de
res, para as despezasde fiscalisago p>r quo-
tas que sero eslabelecidas pelo governo.
E' livre a venda de bilhetes da loteras es-
tadoaes na Capital Federal desda que forera
satisfeitas as formalidades cima exigidas e
as determinadas por leis e regulameutos que
nao forera maDfeslameute contrarios a esta
lei.
Contina prohibida a entrad 1 e a ven la da
billietes 'te loteiias eslrangeiras no territorio
da Repblica.
Art. 11 Para o langameoto do impesto de
penas d'agua a municinalidade 10 districto
Federal obligada a fornecer repartigo
fiscal competente urna copia do langamento do
imposto prelial, pela qual aquello deve ser
le lo.
nico. E' aut. risado o governo a limitar
o consumo de agua na Japital Federal p.r
meio de pyflrorneiro para os usos que nao fj-
r ni domsticos ou da bygiene das habila-
cOes.
^ ff 12. as capitaes dos Estado* sera-j
encarregados da cobrnga dos impostos le>te-
raes taes como os do sello, fumo, bebidas,
alcoolicas, etc., as delegacias e as cidades
onde nao houver delegadas e existirera mesas
de rendas a essas incumbir a cobranga.
nico. Nos municipios e cidades do in-
terior sero encarregados ou os dgentes do
correio ou cobradores nos moldes das cobra
dores creados pe o regulamento de 2 de Agos-
to de 1876, ficandn o governo aulorisado a n-
xar Ihes veucimsotos.
Art. 13. Contmuaro era vigor todas as dis-
posiges das leis de orgamentos antecedeates
qua nao versaren particularmente sobra u
fixago da r^celta e despeza, sobre autorisa-
go para marcar ou augmentar venciraentos,
reformar repartig0e3 ou legislag > lineal e
nao tenham sido expressamente revogada*.
Art. 14. O governo modificar o svstema
de taxago dos lelegrammas Ulterioras sufisti-
tuindo as bases de 400 kil 111 -tros como uni-
da ie de distancia e 70 res por palavri para
unidade de laxa pela considemco 'las zonas
de cada E*tado, qoe o telegramraa a'ravessar,
reduzida a laxa a 60 res para o percurso era
cada Estado da Umo, sendo essa taxa ele-
mentar mesma entre os dous pontos quaes-
querdeum mesmo Estad", eslabalecida, po-
rra, urna taxa ou quota fixa de 400 res por
telegramma, qualquer que s ja o numero de
palavras ou seu destino, independenle da ta-
xago das palavras coudas-
art. 15. Fica o governo aut risado a ex-
pedir o regulameDto para cobrangn do impos-
to de consumo de que tratam os os. 41 e 42
do art. 1-, ja ao sahir o prodneto das fatiricas,
j ao si-r exposto venda podendo 1111 piV mu.
tas at 5:000$ e o confisco em casu de reinci-
dencia.
4
Esta va porta do tribuoal quando
Orcutt atravess iu a ra para entrar em
casa de Mrs. Clemmens ?
Estava. sim, senhor.
Seguio-o com oa olhos ? Poder
descrever-rae os seus gestos quando en-
trou na casa ? Abri a porta sem hesita-
oo ou parou para olhar ao redor de si
antes de entrar ?
Nio posso dizer-lh'o. Talvea o se-
guisse com o olhar, mas nao me recor-
d de cousa a'guma especial as suas
maneiras
Algum tanto desnorteado, Gryce foi
procurar o attorney do districto e tez-Ib.e
as me-smas perguntas.
A resposta foi diffrente.
Com melanclica contracejo de so-
brancelhas, Ferris disse:
Sim, recordo-me perfeitamente.
Andava depressa, cerno costumava, e de
caueci levantada. Espere I eontmuou
elle olhando para o agente com ar sin-
gular, o B-nbor julga Orcutt culpado,
est convencido que nos deixou a porta
do tribunal, atravessou a ra e entrou
em casa de Mrs. Clemmens com a pre-
meditacao de a matar, deixando pesar as
suspeitas sobre o vagabundo. Pois aca-
ba de recordar-me am facto que me pro
?a que isso nao pode ser. Se tivesse to
infernal inteacao, era verosimil que ti-
vesse paralo, como fez, se baixasse
para apanhar qualquer cousa que estava
no chlo diante da casa de Mrs. Olem-
mena ?
Orcutt fez sao t eclameu Gryce.
Fez, recordo-me agora perfeita-
mente. Foi exactamente no momento
em que Wrou a porta. Pr acaso um
hornern qa medita am homicidio nota-
ria um alfinete cahido no chao e para*
na para o apanhar ? E' verosimil ?
E se tosse um annel com um bri-
lhante, Sr. Ferris ? disse gravemente
Gryce. Acaba de fornecer-me um dos
oos mais importantes da cadeia de pro-
vas contra Orcutt.
A nica difficuldade era sber como o
annel que mis.s Dar julgava ter ficado
na algibeira de Mansell tinha sido leva-
do para a casa de jantar de Mrs. Clem-
meus, sem ter sido levado por ella ou
por Mansell. Creio que acaba de de-
monstral o.
E Gryce explicou, era algumas pala-
vras, a situaco, assim como os porme-
nores da fgida de Mansel1.
O attorney do districto estava absolu-
tamente estupefacto.
A culpabilidade do celebre advogado
ia-se tornando inegavel.
Entretanto, fiel sua amizade por
Orcutt, fez um ultimo esforgo para dis-
cutir os argumentos do agente de po-
lica.
Tem, disse elle, a preten5o de
explicar como o annel pode ser levado
para casa de Mrs. Clemmens. Mas,
como explica a exclamagao da viuva ?
Nao parece significar que estava no dedo
da mo levantada para a ferir na ca-
beca?
Mas estava, effectivamente, no de-
do dessa mSo.
Julga o possivel se essa m&o era a
de Orcutt ?
Perfeitamente possivel. Onde po-
ria elle o annel, sendo no dedo, no esta-
do de espirito em que estava 1 Na algi-
beira ? Um vagabundo talvez tivesse
feito isso, mas nSo nm gentleman.
Art. 16. as tarifas aduane rasTax8
as fraeges menores de quairo res as taxas
al 100 rs. sero desprezadas, as de quitrc
ris al nove ris sero addicionadas com dez
ris.
As fracg0e8 menores de 40 ris oas taxas
superiores a 100 rs sero desprezadas.
As da 40 ria al 99 ris sero computadas
com 100 rs e assim addicionadas.
Art. 17. Ficara suppr midas as vistoras
permittiuas para o despacho de vinhos impor-
tados em cascos, o qual dever ser feito com
os segumtes batimentos : 3 por canto n 1 peso
liquido no 1- mez da entrada da mercadoria ;
mais meio por cento, por mez q ,e seguir at
o mximo de qaatro por cento, que subsistir
por iodo o tempo em que o vinho estver em
deposito.
Art. 18 Picare oujeitos ao pagamento do
sello de lg os termos de responsabilldadeas-
signados as alfandegas para resalvaa de di-
vidas futuras quanto propriedade de merca-
dona3 a despachar ou quaesquar outras.
Paragrapho nico. Os termos de rrsponsa-
bilidade assiguados as alfandegas pela ex-
ni&igo das provas de descarga de mercado-
rias reexportadas para outros p >ntos da Rep-
blica ou do estrangeiro, ficam sujeilos ao pa-
gamento do sello p-oporcional ao valor nos di-
reitos que a mercadoria deveria pagar si fosse
despachada para consumo.
Art. 19. Fica redundo de 60 por cento o
imposto e impurtaco sobrf; o material escolar
para o ensino primario, considerado como tal
nicamente o material lechinico (:arteira-< es-
colares, quadros pretos, mappas, dous da Fro-
bel, scieocias naturaes e solidos geomtricos,
e nao qualquer outro que possa tar destin
difireme ) a reduegoapenas vigorar du-
rante o periodo orcarnsoiano e smente para
o ra iterial que for importado para estabeleci-
mentos de ensino gratuito.
Art. 20. Fica o Governo autorigado a ven-
der ao Estado do Rio de Janeiro a f izenla da
Boa Vista, no municipio da Parahvba do
Sul. J
Art. 21. Ficara livres de direitos os pro-
doctos da industria pecuniaria similares aos
do Rio Grande do Sul, que com procedencia
do Rio da Prata entrarem no mesmo Estado,
excepgoo feita da carue seca e sebo ou gra-
xas.
Art. 22. Fica elevado a ?0# era estampilba
o sello das cartas de saude para os navios es-
trang-iros de qne traa a tabella annexa ao
decreto n. 1.553, de 7 de Outubro de 1893,
que regula o servgo sanitario dos portos da
Resublica.
Art. 23. E permanente a disposigao do art.
19 da le n. 26, da 3i 'la Dazembro da 1891.
determinando que nos oolelins mensaes >o ren-
dlmento das alfandegas se mancione a impor
tanci 1 dos dtreitos da iraporiagSo naj cobrados
era virtude da eooCeSSOSS do po 1er competen-
te -especitcaodo'se as emprezas e os gneros
isentos.
Art. 24. As mercadnrias mencionadas nos
artigos, que se seguem, da actual tarifa .las
alfandegas, pigaro dreito< de consumo pelas
taxas em V'gor, na razo^do pa-o bruto, con-
for ue se expucar a sab-.r:
Ciarse 2": arts. 4, 7,8, l). 7 e 1. Era cai-
xas ou caixinhas da papelo, papel ou envol-
torios semeluantes.
Classa 3', art. 4.". Era caixas caixinhas
dem dem.
Classe 5*, arts. 71, 79 e8>. Em caixas idem
dem dem.
Classe 8', art. 113. Em saceos.
Classe 10, art. 171. En lats ou frascos.
Classe 13, arts. 415 a 421. Em caixas ideo:
llera dem
Classe 14, art. 438 Em caixas idem.
Classe 15, arts. 451, 469, 475, 477. 501 e
507. Era caixas iiem idera4)5 e 505, ex-
ciui-id > smente as caixinhas de papalao em
que veera acondicionadas.
Classe 16, arts. 527, 533, 543 a 554, exc'uin-
do smente as camuas de papelo era qoe
veem acondicionadas
Classa 17, arts. 570, 580, 592 e 595, excluin-
do smeoie as ]caixinbas em qua veem acon-
dicinalas, 5^3. Era catxas ou cataraas de
papelo, papel ou envolto'ios sera-'inan'a.
Class-s 18, arts. 602, 615 618,619, 6S1, 625,
629 e 633. excluindo apenas as ciixinOas de
papelo em que vem acondicionad >*
Classe 19, aris. 637, 639, 611 e 612. En
caixilias de papelo, papel ou eo\0liorios -e '
mediante?.
Classe 20, art. 652. Em caixas idem idem ,
Classe 21, an. 639. Km caixas dem
Classe 23 arts. 701, 717, 721, 722, 723 e 724.
Em caixas idem idm.
Classe 25, arts. 739, 741. 745. 747, 754 e 757
paita-758, 762, 764, 767, 777, 780 e 781. Em
canas dem dtm.
Classe 31, art. 873 Em caixas dem dem.
Classe 32, art 022. Em caixas idem dem.
Ferris olhou para Gryce quasi com
express3o de medo.
Entao como estava no sabrado, se
Orcutt o tmha mettido no dedo ?
Do modo mais simples deste mun-
do. O annel feito & medida do dedo de
misa D re, era mu mnimo do Sr. Orcutt Saltou quando
largou as tenazes com qua h .va dado a
pancada.
E deixou-o onde tinha cahido ?
Nao reparn provavelmente que Ihe
tinha cahido, se, como provavel, o ba-
via apanhado e mettido no dedo machi-
nalmente, sendo cousa de pouca impor-
tancia em tal momento. Alm disso,
como poderia suppor que urna joia que
nunca tinha visto at entao e que s es-
tivera no seu dedo um momento, forne-
Ct ria, contra elle, em caso como este,
um indicio aecusador ?
Raciocina cerrado, disse o attor-
ney, demasiadamente cerrad >, accrecen-
tou elle recordando-se, oom dolorosa ni-
tidez, o ar e atutude de Orcutt, quando
pela primeira vez se falln no annel.
G yce com a sua habitual iiitu^ao pa-
reca adivinhar os pensamentos de Fer-
ris.
Se as nossas supposicoes sao cor-
1 rectas, noten elle, esae momento deve'
I ter sido ternvel para o advogado, por-
que, certo de que as suspeitaa nao reca-
ibiriam sobre elle, vio miss Oare entrar
em scena com as suas perguntas cerca
do crime.
1
[Contina).
I
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-

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" -
MUTILADO


"9W"'." .VT '.'*
V*. "V
11- ".
'.-- '
H
tt.arto de Pernambuco Domingo l'Z de fmieiro de 1896
Claua 34. art. 1.022,:1033 1037. Em
^SSSiwl, 1-018 e 1980. Em ca,
Tas dem idem-
Paragr.pho nico. A Dota 57, que aeompa-
nha o 54,6 da tarifa, Sea .Miilaida pateca-,
gUNo calculo do peso por tro cuadrado se J
rao incluidas asouaelas.
/rt 25 As bebidas coartantes da claaae 9,
ns 126 a 127 da tarifa, 'oando aimporia1a<
ou quaodo fabricadas no paz e posta
_- ._ .niiiln'satr^nL'piro.
con su
mVcom oYoiuloJestrangeiro, terao, ao ser ven-
didas ou expostas venda oo a consumo, urna
estampilha presa sobre a rOlba e a garrafa de
valor igual ao imposto.
Para o cumprimento d'esta disposigo no
acto do pagamento do imposto a Alfandega
restituir ao negociante a mesma irapartaocia
em e.-iampilhas.
Paragrapho uic. O negociante que tiver a
venda ou em exposigo para consumo as refe-
ridas beDidas, aem a competente eslampilba.
pasara a multa de 3008000.
Art. 26. As agencias de bancos e compa-
nbias nacionaes ou estrangeiras ou quaeaquer
outras mstituigoea que negociarem em cam-
biaes com o publico, por meio de saques Je
qualquer outro titulo n4o sendo bancos ou de-
psitos constituidos n'esta praga sob o rgi-
men das sociedades ananyoias ou Htiaes de
bancos estrangeiros devidamente autorisadas a
funeciooar na Repblica, sao obrigados a fazer
um deposito no Thesouro de 100:0038, no m-
nimo em moeda correte ou fundos pblicos
braziieiros, ou fundos pblicos estraogairos
que tenuam cotajao na bolsa da Capit.l Fede
ral. ,
g 1." O deposito da garanta podera ser au-
gmentado a juizo d i governo, nos casos que o
deseovolvimento das operagoes o exija.
2." Estas agencias e mslituiges ticam su-
bordinadas s lea e regularaentos a que eslao
8Ujeitos os bancos e compaonias que negocia-
rem em cambiaes.
3 Sao declaradas nullas as operagOes de
cambiaes feitas |,or taes casas ou emprezas,
quando na sejam devidaraent; selladas, tican-
do os responsaveis sojeilos multa de 10:0008-
Art. 27. O governo flea autoriaado a mandar
cunbar no eslabelecimeoio monetario do es
trangeiro, que 'offereeer melhores vantag-ns,
caso ao o possa fazer O dsa da Moeda, a
somma de 10,000:0003 era moedas de 100 e
2U0 ris, abiiodo para isso o necessano cr-
dito. ,
Art 23. Os instrumentos de lavoura, as er-
ramentas de openrios, os macninisraos, as
materias primas, as substancias tinciones*,
os productos chimicos de uso industrial, os
demais artigos necessanos ao consumo das fa-
bricas terao abatimetito de 30 -| (Art 1*
da lei n. 126 A, de 21 de Novembro de 1832).
Nao gozarao da r-ducgo indicada o fio de al-
gol 4o rama eo algodi em.
Para gozar d'estes favores os importadores
deverao regisrar antscipadameote, em livro
propno, as Alfandega, a relago (quaotidade
e quahdade) das mercadorias que t:?erem de
importar.
O arroz, a cevadn, o farello, o fejao, o mi-
lho, o pnho, o xarque e o kerosene tero o
mesmo abatiraenlo de 30 *|. dos diretos.
Ari. 23. Sao isei:t is de irapostos as pecas
importadas pelos Constructores estabelecidos
no Brazil para os navios e vapores que se con-
slruirem nos eslalei-os nacionaes; devendo
requerer a isengo ao ministro da lazt-nda com
a relago dos matenaes e pegas necessariis, o
nome do na/io, o estaleiro onde v.i ser con-
struido e a capacidade futura d'aquelle.
O poder executivo reglamentara a iseng.o
impondo a pena de p-rda do direito de con-
struir e consequente pagamento de todos os
ixpostos da elago isenta de diretos, ao do
no do estaleiro que distrahir em venda ac
mercado qualquer dos objectos importados.
As pegas para machinas locomotivas, im
portadas para construega > de maHriaes para
estradas de ferro pagaran 50 % menos do que
a taxa fixada na lana qu; l> adopta 1.
Art. 30. As fabricas nacionaes sao obrigadas
a nao deixar sanir os productos das suas ma-
nulacturas sera levar em tinta iodelev-1 a mar
ca e o nome da fabrica, ou da localidade e do
Estado onde a fabrica situad, sob pena Ai
seren os artigos incursos em eontrafacgi_
enjertos os productores as penas aos arts 353
e 351 do cdigo penal, accrescidas do confisco
das mercadorias.
Art. 31 E considerada entrafaegao e sujet-
ta s penas do mesmo cdigo e do confisco dan
mercadorias, com mua de 1:0008000 a 5:0008,
a fabncago e importago de lotulos e marcas
de pro lucias astraogeiros que i presten)
falsiflcsgo de bebidas ou producas naci
naes para seren vendidos como se estrangei
ros fossem com a marca ou com o rotulo fa-
bricado no raz
Art. 32. O gado vaceum 6 isento de impos-
to.
Art. 33. O guano, o pho phato de cal, o sul
phato da ammonio, o cblorureto de potassto,
os phosphaios em geral, inclusive as escorias
ptiosphatadaa cons er das fertilisanles e o ni-
tral de sodio tambera sao sentos de impostos
e tTo urna reauegao de 50 % na taxa da ex
pediente.
Art. 31. Os irapostos sobre mercadorias I -
quidas serao cobrados or ki o e nao por litro.
Art. 35. O governo providenciar para que
os vinbos e bebidas alcoolcas, assim como as'
aguas mineraes, ao sabtrem da Alfandeg se-
jam acompanliadas de un sello ou estampilba
correspondentn aos voluraes, por onde o Im
portador possa prov>r que pagou o imposto.
Este sello ou atampina sera callocado sobre
o topo das garrafas ou ootros envolucros.
Art. 36. Revogam-se as nisposiges em con-
trario.
O Ministro de Estado dos Negocios da Fa-
zenda a faga executar.
tapitar Federal, 30 de ezembro de 193,
T. da Repblica.
Prudente J. de Mohaes Barros.
t'rancitcu de Paula Hoiri'jue Alves.
a mandar juntar os documentos de que
trata o art. 20 do Decreto n. 2566 de
28 do Marco-de-1860.
Pedro Ratis de AievedofJSilva, 1- ta-
bello do municipio de) Agua Prata p-
dindo um anno de cea9a p*ra tratar da
ua saude.Informe o Ju z de Direito
Inter.no do municipio de Agua Preta.
F. P Boulitreau, pediadopagamen-
to dff uma oonta na importancia de...,
1900600 proveniente de fornecimenti a
wasa de Detenco.Informa o Sr. Dr.
Quest r Policial interino.
Antoni > Francisco' de Souto Moror e
cutroa sentenciados pedindo perdo.
Informo o Dr. Questor policial uterino.
F. P. Bolitr au, pedindo pagamente
de urna contana importancia de 7370225
proveniente da fornecimento para o ex-
pedinte desta RaparticioDeferido com
officio desta data ao Dr. Secretario da
Faxenda.
o ORTEIRO,
C. iloraet.
Questura Policial
SecgSo 2*. N. 8 Seeretana da Questura
Policial do Estado de Pernambuco, 11 de Ja-
neiro de 1896.
AO Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filno,
digno Secretario da Justiga e Negocios Inte-
riores.
Pa licipovos que form bontetn recolbidos
Casa de Detengao os seguintes iodividuos.
A' minba ordem, Jos de Cavalbo Gusmao
e Sverino Gomes Jezerra, para averiguagOes
paliciaes.
A'ordam do subdelegado de freguezia da
Torre, Thecdosio Jos dos Santos, para ave*
riguag5es policiaes.
A' ordem de subdelegado do 2- dstricto
da freguezia do Pogo da fanella, Manoel Fran-
cisco da Silva, como desordelro.
Communictu-me o subdelegado de Cha
Grande do municipio de Gravat, que no da
27 de Dezembro ultimo, do lugar RiarhSo,
daquelle municipio o individuo ue nome Ua*
noel Francisco Lima, ferio com um facao a
Francisco Baierra de Souza.
Aquella autarid^de tomando conbeciTento
do facto, procede de accordo com a lei contra
o delnqueme que se aclia preso.
Communicon*me anda a mesma auto-
ridade que oo dia 26 do referido raez de De-
zembro no lugar Frecheiras, tambem do mes-
mo municipio o individuo Joao Alves de Fa-
as assassioou com um faco a Antonio Soa*
res de Moura.
Contra o assassino, que evadile, aquella
autoriJade procede as necessarias diligencias,
afim de captural-o.
Saude a fraternldade.
O Questor,
Jos F. Nery da S. YWio.
Sko seus directores o Srs. Ora. Boai Mar-
Dos e Pirmo Braga.
Noiicia a Krorlnela :
A b>rca lagiei* Preire, procedeme de
Ganlut, coa* ca[teaeoio de curvao, desina-
da-aik-'pari.amfraioO'ao da 24 o expirante,
*. OtMas a ste de. fihliuas, ntre al villa, se
Pirabas eacllade-da Bragnca.
Cootav 23 diarde nlsg m.
U caci, floe viort ue urataneapa-s Cin-
tra, recebeu os aiufragos e detxon-ns nessa cl-
dade. oade tomaram o ba-co denominado Va
soz,> ortotado por J aquim Manoel da Coda,
aue cuadosio para 4elai, aqu coegaodo, aote-
bontem, pela .i.anna. oito e meia Doras.
A barca Braeoaslgnadaaoa Srs. A. terueaud
&C.
A t-ipulago componha se le 8 oessoa?, in-
clusive o capillo. Sr. J. Ivenning.-en.
Os naofrai-os foram pp-eseutados ao Sr. con-
. ul ingles e a:ham se tiomeaados em um botel
no Doolevard da Repablica, canto da travesea
Primeiro de Marco.
Maranbo
Datas at 4 do correle.
O confere e da man-i-iga Caadldo Costa fo;
nox'ead) para trir -m coonnissj de ei-
ame na C.oza Econmica Foi puoli -ado o accordo do iribooal le-
derai coceelendo oaieas-corpag sos nego-
ciantes da pr-ga da capital Cbrtsp'.m Alves
dos Santos. Juaj Alves dos Saetas, Fran.isco
Carociro Jnnqoeira e Manoel Jos Vmbaes qu.
se a bavam eovolvido no crime de coiiraoan-
ist.
A'.hava-se ni rmi'.al o 'U3're oroalista
poitu^oei paire Guileme D,as.
.ooslava que as faDrica de tecidos de
Caixas es'.avam amelgadas ao iaierroinp-r os
seos taD linos p>- caasa di flu absoluta de
1815 -Nascimento da celebro canti ra Stolz,
coja vos de mezzo-soprano conquistla os
maioras tnumpbos.
Rosine Sola, cojo nome verdadeiro era Victo
rie Noeb, apresentou-se com oatros Bornes
cuoio Mine. Ternoux e Mlle. Heloise.
1883-Morra em Veneza o ootavel Richard
Wagner.
REVISTA DIARIA
Consr'ssn do EstadoEs'ando con-
vocado ex te o Congresao Legislativo do Estado a fim de,
nos termos do art. 8.- da lei n. 93 de 10 de
Junho do anno passado, apurar a eleigao pro-
cedida em 7 da Dezembro ultimo oara Gover-
nador e VceGovernador ; comegirao ama-
nha (segunda fera) no Senado a na terga*rei-
r na Cmara dos Deputadosas sessOes prepu-
ratonos, as termos do Regiment Interno em
cada urna dessas Cunaras.
Arrendamento de lotes de ter-
rNa secgiio competente poolicaraos ura
addal da Secretaria da Industria, a para elle
chamamos a attengio dos intereasados, annua-
cumio a C'incorreacia para o rrendaraenio .ia
lotes de larra no archtpelago de Fermndo
de Norenha para a fmdagSo de estagao de
pesca, de salga, ou cocservagOjde peixe para
a exportagao, pesca de esponjas e ootros pro-
duc.i 8 marinhos.
No mesmo odital acbam-se especieadas
as condigOes do arrendamento, e quaesquer
informagoes qne se tornem precisas serao
prestadas n'aquella secretaria.
Ch'-sadaChegnr iioje a esta cidade
por trein expresso procedente do Alagas o
Sr. engenhffiro ebefa da fisjalisagao das es-
alRodac teado sa8|-adi 4oiseas 'raD'V'if! Itradas de fer.e Dr. rbrockalt de S, a quera
da bagao e teci ios Progresao Maranbaa- IzTJzu. a______. ka-i--
STAB0S D4 bMlO
proxtaio pas-
votos
232
71
SI
votos
Governo do Estado de Per-
nambuco
Ij;SPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTigA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DO DIA 10 DE JANEIRO DE 1896.
Avelina Maria da Conceico, sentn
ci da pedindo previdencias no sentido
de ser removida para o Municipio de
Bezerrus para responder a novo jury.
loforme o Sr- Dr. Juia de Direito do
Municipio de Bezerros.
Lemardo Bezerra de Menezes, sen-
tenciado pedind para ser removido para
o municipio de Alagoa de Baixo fim de
Ber alli julgado.Ao Sr. Dr. Juiz de
Direito do Municipio de Alagoa de
Baixo para informar.
Jo3o Francisco Rosado sentenciado
pedindo certido.Ao Jmz de Direito
do Municipio de Granito para attender.
Benedicto Gomes da Silva, sentencia-
do pedindo para ser removido para o
municipio de Jatob afim de ser all jul-
gado.loforme o Sr. Dr. Juiz de D -
reito do mnmeipi de Tacarat.
Alexandre Soares de Mello, senten-
ciado pedindo para- ser removido para o
municipio de Muribeca, afim de ser all
'ulgado. Info'mi o Sr. Dr. Juiz de
Direito do Mu ieipio deJaboatao .viata
da informacao prestada p^lo^Jaia de Di
reito do de Muribeca. J
J &o Rodrigues de Moura, pedindo
pagamento de urna conta na importancia
de 6.5428795, provenienti do fardamen-
to qu ; f. mecen para o 1.* bataihSo de
Polica.Deferido nos termos do officio
desta data, ao Dr. Secretario da Jus-
tica.
Joaulm Antonio dos Santos, senten
ciada conhecidopor Joaquim Novo, pe- ,3o da-Beitm nos aovo orga.aootidiaoo, com
dmdo perd. .Ao Dr. id. de Dlm ^J^Sr^^SSTSZX.
do mamcip.o da Gravat para informar JBpwUoie eleme^ lo o progresa do Eitado.
NORTE
tIDI'dlKU
Datss ttt 31 de Dezexbro
-a-'.:
No aviso Teff chsgado da Rio Pots.
velo taeote o Sr. corouel Qregono Tnaoma
torgo de Az^-vedo, chef- da coiLra sjj de limi-
tes ontre o Brazil e a Bolivu.
No mesmo aviso vinba lambem doente o
istmeto capia Jugortba Coato, nue f>z>s
pate da iimncionada coai'ntss&o. Na> pood<'
,-< osda, fiecru o referido capr.a a t3 da do
TelT.
Conlir-aa-se a notisia da escolha dos Srs
Dr. Fileio Pi'es Jos Cardoso Ramal 10 para
canrtidaios a Goveroator e Vice-Governidor Jo
Ai azotas.
P,ra o tlt'rao cargo tanab'in foi rcno votado
o PS.KDael amazjnense capuaa Car.os Marcel-
Iido da Silva.
O partido reooMic-sno federal j pobltcon
miuifesto re;ommendando-ines as candidatu-
ras.
As noticias do interior to Estado conti-
nnavam a afnrmar a victoria de partido gover-
olsta iidS nlnrais eleicOes es'adnaes.
O mspector da Alfani'.ega nomeco nina
comraissao composta dos Srs. en^enbeiro D-.
Laidzius, conferen'e Conoto e garda ter
adolfti-j Cnan, atim de escolber o local em
qne deve s r conairoito o novo ediiieio desti-
nudo qapiia ropartigo.
A Alfdcdeua manual arrecadon em N)?em-
oro ultimo U)i:2i7o2o.
Pelo Qove nador do Estada foi nomeada
.-eeainte cooamisso, am de promover (es
tas poteconisadoraa aa innoguracao do cabo te-
le^rapbice sab-flj7lal : Coronel Rajraondo Af-
fonso de Oarvalno. Cesar Jos de Figoetre-'c,
coronal Frlomeoo Jos da Caoba. Dr. Joao Mi
aael Rira8, capitao de mar e goerra Loiz de
Azevedo Cai;.val, Amonio de Miranda Aranjo,
OfCit Dnseafiocnoo, Jos Pieto na Costa Oti-
v-;ra, Ronerto Mooteomery. coronel Deodato
Gomes ca Fonsesa, Luis S mi, Jos Antogint.
E Pa'ker, ios Clanoio de Mesqoita, Bsrnardo
ie Azevriio da Silva Ramcs, Toeocoro Le).
Joaqa'm Gomes Nocorira, Jos Googalvel M-
deiros Braoeo, Aureliano Beroardes e Antunio
Ignacio Martins.
Fbi nomeado presidente da Joma Cox-
tnercial o negociante Anreiiano AatoniOj.Fer-
aaoies.
Para
Da as al 4 do correte.
E este o resultado connecido at a ultima sa
ta ;cr-spti'.u da eli-o ba pouco procedida :
Fara secador
D-. Jos Coelho da Gama e Abreo
(Uaro de Miraic) 0.383
Tejeoie-corontl Frederlco Angos-
to oa Gama e Costa
Te ieoi-.eoronel Aarelano P. Li-
ma Gaedes
Dr. Atnerico M. Santa Rosa
Para depotados
Pelo U> dstricto eleit.r.il
Dr. Alfredo D as de Mello 7.22,1
Mijor IgoaciJ Gon^alves Nagaeira 7.200
D Luis A. de Araojo Bania 337
Habarm T-oente Franca Carvalbo 74 *
Joaqaim Siqaeira 45 <
Ur. Aa^usio Saota Rota 21
Jos Cieta o da Gama e S Iva 18
Pelo %.' dist-icto dieitoral
Dr. Cypriano Jos dos Santos 3.143 voto,
Major Laureoco Volete do Coato 3 141
D'. Napoleo Silveno da Silva 18
Dr. O", de Almeida 5
Pelo vapor da linba do U un y, cutga
rara noticias d,|terrlorio c^nie-tado, oada n
Q.via occorrencia a'guma de mpo'taocta.
Con'inoava assiina a emigrago para o Ca-
-o'Or',de fjras eiros preceteates de Cajenna,
Mdrtinica eontroB logares.
Veiu para Releo, no referido vapor, oobso
v..lenie cimpar ota Francisco Xavier da Yelg
Caoral, co>o estado de saude exige ama viagem
sd sal di Repablica.
Com .a somma de 1.737:4I8JI720 para a
urrecidiicn do mes de Dezembro, e. ..
T.425:619*679 para o Io semestre do exerclr
ci noaocpiro oe ISgS-iISQe, a da ris..
12.415:1754995, para o a ,uo de 1895 eibuu
n i ihib B-Receoedona do Esudo os seus livrcs
de reoelta*
A renda meosal exceden a do anuo prximo
pateado em r< 5l3;51182s; a do semestre
en -.s l 6'1:817*348, e e do anoaem ii>...
2.443:09#955.
Aicafl{aoio ji-a arracawacao estadoal no 1."
semestre a romma de 6.5U6:8?i167 e teodo
vi a tecla oreada cej8.590:2084; esuaio
por. cobrar toda a renda de InaaxtMas < profa-
ses e lomando or ba e a renda do 1* sjm s
t-e au 18941895, DOde-se calcular como certa
.n eisesso.de 2.400a 2 500 conlo-s sem cota
p tr o'este" clenlo a renda das coiiectoring.
Nfculia 1. de eorreote entrn na cirtnra
brica
se.
Havla xoU de 4 mezes qae os empregi-
dos de ura repartirn federal nao recebiam
seas vencimeoios.
Faeceram o orfessor de C^xias Jos
Malbios Ber-edo Smza e o plotor Joao Mar
nos de Asevedo Jonior
Piaaby
Dalas a 25 de Dezeraoro o'oxi'no pascado
Foi eleito presideate do Tribunal de Jasiija
o Sr. des-uioartMiT Joa Gibrlel Baptuta.
N.ni'ia o Diario :
Boas cnavas teem cabi o pelo interior do
Estado e nesta capital :
O lovemn prernette ser to abnodsale como
nos doas allimos annos.
Diz o Kiouny. de (9 :
Citn m ,'or sati-f*;o danos coabeclneois
a todos Hcu-lles qae siocrrimente se loteres-
s-im pelo progresso do no-sj E-udo, qae ja se
acna realisada asegunda p'estic&o do con*
tracto para a coustru>:caa de um vapor e daas
barcas, na capital federal, de conta da Cumpa*
onia Fiaviul Ptaabyeose que aman.a seguir
o eo^enheiro Tooiuaz Fuli'ber para recobel-os.
E' a prova mats eloqueate de oue brevemeo*
teteremos o pr-zer de ver cerresponduo o
|o-toe lamectaveliote.ito de tai fa nrosa ex-
presa, qae, coui certeza, d^S'OvjIveodo a toen*
peieBCia da navegigo de no-so aN^ti-o
Parnanyba, nos livrar do mooop lio qae uos
cacrunha.
Cer
Bat*a a' 7 do cjrreoie.
A Rspablica de 3 da corren e. tratando
das boancas do Estado, hnca estas palavas
dedosidas de faci comproDatjrio de suaamr-
macio :
< Pflo balancete qua noje nablicamos, viudo
da secretaria da fszeoda, v-se o est do de
propendade em que se asba o Cear, era$as
a admioi.-traca> honesta e de criterio do ExJ
Sr. coronel Dr Jos Freir Bezerril Footenel*
le, a quera em hora abencoaa e feliz coone a
sopre^a m.gis ratura do nosso quer'do Esta-
do.
Ex'stem roa corren pblicos 1 103:98j4672
em diubeiroSil 130,000 em apolires, di uiir
moemu'estiuio, ou sejara 1.615.133.672 coo-
108 de rel8.
O Sr. presidente do Estado regressoo do
Aricaiy. oude ich.va-se a Fortaleza a tarde
ao da 6 do correte, viodc a oarao do Be-
boube.
L-se na RepuTiicii :
O ooflso amigo Manoel Pialo Soares Brao*
do de Camocim leve a j-eotileza de offerecer-
ooa ora sacco de sa', declar->ndo-uos que se
acba tal qual foi apaobato na saa salina, 81*
tuada a om k Iomeiro da Estrada de ferro de
Brtunt.
O sal qae coatem o referido sacco lino e
aivo como amia nao viran podendo perfeita*
meoie servir para a meza em suos.itu.gao ao
sal lnglez retnalo.
Aiiradecemos coMialmsoieao Sr. Brradio a
a delicadeza da offerta e recommeadamos aos
oossos tenores o orodneto da* sois salinas.
Multo precisamos nos da innr->nsa de ama
disi'ihaicSo dd sal pa-a ver -a uos modifica o
insulso que no' ani anda.
LITTERA1W
Funiatricc
SANTOS)
( E. P.
Che m'importa sentir che lce poco
alia donna il fumar ? La prediletta
ma, per priva che il volgo sprezzo o ginoco,
la sposer fumatrice perfetta.
Ch'ebbrezza non sar cbiederle fuoco
e d labri suuchiarle un bacio n fretta,
un baclo invollo nel profumo fioco
co'esala il fumo duna sigaretla t
E ebe grazia, cha chte, io essendo amante
delle muse, veder.. che gioie opima !
veder La musa ma fumarmi mnaute I...
E dall'ardente guardo su > sublime,
e dalla bocea rubra e provocante
cogliere, in un mar di fumo, un mar di rime 1
Recife-1896.
F. Marotli.
Mytho
Eu nao amo ninguem : Debuxo apenas
as fecundas regie-i da phaotasia,
Quando esplende o luar, quando cicia
A melga brisa em mutas mut serenas.
ma forma gentil qua me extasa...
Aojo e mulherum mixto de paalaas
E divas gregas, cujo riso as penas
Gela do corac&o que se atrophia :
Naa pupillas um po^ma incandescente
De luz qae as propnas almas illumina ?
Nos labiosepopa resplendenle.
Tal a surgir de novena d'oiro e rosa
O casto ideal que a vida me domina
Que de joelhos mioh'alma adora, anciosa 1
Recife-5-12-95.
Do Ten Livro.
Olympto Ualvo.
MUSICIANA
EPHEMERIDES LYRCAS
f de Janelr
1821 -Beilini, apresenta ae Conservatorio de
aples, a saa prim-ira opera Adelson e Sal-
vini.
lB32=Appareca em aples, no-theatro S.
Cario, a Fausta de Doniz-tti.
1S57 -Vai a -cena em Paris, a opera de Ver-
di II Trovatore, teado o auctor escrlpto om
bailadepara as angarinas da Opera.
1894 Em Moieni, apparece em scena a
Manon Laacat, de Puccial.
OtalS
1755-Cauta se enr Monaco,
aiera da M-izart.
1794- Paul et Virginie 'opera de
Tai a sesna om Paris no tealrt Feyd
Finta Giardi-
desde j damos as h-is viudas
A respeito deste faets pessoa de no*sa arai-
aade e que muito considera o digno Dr eu-
viou-nos a seguale noticia que gostosamente
aqu inserimos :
Deve che,' >r boje da Capitrd Federal em
trem especial da ferro via S. Francisco, s
2 horas da tarde o prestimoso engenbeiro che-
fe da flacalisacan da estradas de ferro da
Repblica Dr. JoSo Chrcckatt de S Pereira
de lastro, acompanhano de sua dignissima
esposa, o qual tendo viajado no vapor Bra
zil do Lloyde Braziltiro saltou era Macei.
para inspeccionar as linhas dalli, e a inglsza
Sul de Pernambuco, segujodo talvez amaotia
mesmo nara Parahyha,' pala Estrada do
Ferro do Limoetro.
honrado Sr. Dr. Chrokcatt de S, to
vantajosamente connecido entre nos. por
seos irabalhos nao s na exploragSo e cons-
truecSo do lelerapho nacional em 1871 a 72,
como na organisago do servlco de liaacao das
estradas de ferro do Nort-, ra que S S. foi
digoissimo enere em 1890 e 91.
A ptima directo que o Sr. Dr. C.hrockatt
de S, deu a estrada de ferr de Palmares a
Garanhons quando desligada da direegao
da central, em 1892 inda bem patente, nj
s oa escolha do pessoal que colUborou com
elle n'aquella estrada, como na parte finan
ceira e technica da ligafio, qne eontinuon
aobsua direego.
Para o pessoal i parado S. S foi sempre de
nma orbanidade Invejavol, at natituindo es-
colas espectaes com hipothecas, e grande
numero de casas pi-rabibllutbera, que depois
tomaram o nome de .Villa Chrockatt, tudo
em Palmares embora ootros tivessem desvir-
tuado este grande bem aoa operarios disviao-
no ns casas construidas, de modo que ai nesie
ponto nao correepondeu o lim de sua insli*
tuico o facto que as casas foram construi-
das em boa parte como donativos dos particu-
lares, e do Estado oo governo do honra liasimo
Sr. Barao de Lucena.
Os que conhecem o Ilustrado engenheiro, e
os que o acerapanbam, sabera que elle
urna das glorias da eogeuharia brazileira to
aventajada.
Nos trabalhos de seu escriptorio o Sr. Dr.
Chrockatt de S, deu nos o mappa grande do
Estado de Minas como outro nao ha em 1893, e
muios outros.
Nos do gabinete da fiscalisago das estradas
de ferro te os a carta da Repblica dos Estado-
Unidoa do Brazil em 1892, grande numero de
relatnos e tranalhos especiaos do seu serv*
co sendo para salientar a planta do Brazil era
alto elevo qne o mesmo doutor fez Se-
gniram para a exposicSo de Chicago, causando
grande e especial admirago aos muitos que
os viram, nSo s pelo gosto como tambem pela
pericia do trabalho.
Ua dire^So da estrada de ferro Sul de Per-
nambuco S. S. foi arraatado para a da estra-
da de ferro CeBtral do Brazil com geral des-
contentamente dos seus companheiro8 e des-
proveito do s-rvigo e rendas publicas, naja
vista as demonstragOes que recebeu par occa-
siao de aeu regresso. Hoje mesmo afastado
como se acna d'aquioSr. Dr. Chrockalt de
S. bastante eslimado, nao s por suas vir
tudes pessoaes, como pelo grande pre3timo
que r-velaem todas as suas commtssOes.
Por outro lado o hoorado Sr. Dr. Chrockatt
de S bastante amigo de Pernambuco, de
onde se considera fllno adoptivo, no bem que
iutenta a amitos annos fazer a esta desventu-
rada ierra com a monumxnlal estrada de fer
roLeste Oeate e Mco ao S. Francisco; sto
, do Recite ao alto Araguaya com cerca de
dous rail kilmetros, a contar de Peaqueira, e
servndo aos interesses de onze estradas do
Brazil, ficando o R^cife como ponto de para-
da e sem um pouso principal; o que julga-
mos motivo bastante para a nenhuma deciso
dos altos poderes da Republ ca em 12 annos
qoe S. S* incita este grandioso 6 monumental
melOoramenio aos povos do norte e centro do
Brazil. .
bamviodo
Uulo Beneflcente dos trofeS- i |a. oia
rea-Essa sociedade reBne-se n>dia 15 Da V4r)0
looerrente, em assembla geral, as 10 horas
di da, no 2.- andar do predio o. 43 a roa
do Vii-conde de Iubaoma, afim de proceder a
eleigao dos mera broa da directora para o an-
no da 1896, ouvir a leitur* do relatorio a ap-
protar as con tas do tlwaoureiro.
Urge providatMiarA espada illa.
da ei.trt a roa do Hoapi io e o Cemiteno de
Santo Amaro acba-seda tal forma eaouraca.
da aue impoasivel o transito de venicolos
por ella, sem que estes euffram qoalqoer dai-
no.
Devido a loto aUnns proprietarjos de ce-
cbeiras *u.e olt-manenie negado a aHeger
caeros para as circamvsitibaogaa oa mesma
irada.
E' aecessario que providencese orgente-
me 'te
Almanak Blok Os riroauislaa Farl
SiDruiuo & O., a r.ia ai.r-juez de Ol.da n. 41.
uimo-earam nos com om elegaot.- almanak
81o. k.
Otnaadna
Companhia de Zarzaellas Terga.
fera prxima 14 do correte Companhia d-
Zirsoellaa do Sr. CifU'Oles dar u u a r-h-n.
e e imprtame espectculo com om prograoi-
raa esoieradameaie escomido.
Maia ama vez o nosso publico lera da a*tm>.
rar o tale"to artialco dos cCf res cmico.Ij
ricos qae notabil^ais a alladida compa.
nbia.
E' de esperar orna enebente red em o Saota
J.aoel.
Perfg-oso-Pdeoj-n s para cbamar a ai.
tengao ua aotoriale competente para n'ii
ourme e pingoso ouraco qoe esiete oa ezlre.
mldadedaama calgida da roa Bella.
Diversas oesso<8 tam off-iio cootosO-s ero
conneqoencia de quedes occasionadas peo tal
buraco.
PatriaE' e mo pooma de tiaerra Juoqaeiro nao acaoa de
ser pablicado-
0 preaeote livo que foi ediiaJo pelo so.
tor consta de 200 pagiuas nitidarneule impres-
sas em ptimo oapel.
Acna a venda em tolas as livraras sendo o
deposito oa vrana Iaieroacioaal do Sr. Soe'es
Qalolas a quem agradecemos o exeinpiar que
uos envin. t
i;om mais vanar daremos a birjiiog'aphia
de'ta ohra.
AssssnatosN) dia 27 de Dezembro
alliaio no iu;ar oeuo Diado Riacbo. manic -
po oe Gravai. o lndiv.duo de oorae Manoel
Francisco de Luna travao'io.ee de raies com
Francisco Beerra de Sjoza ferio.o grave-
mente com um f'Co.
A astili 'a ecornpMen'e p'ocede nos termo1
d- i! cont-a o crimiouso que acba-se preso.
Ouiro>o da 28 do mez prximo n^ssa.
do uo lugar F e,n-i! is, mnntciiuo oe G-ava
t., Joo Alves oe Panas drpois de rennia
iota com Antonio Soares de Moura Cintra, lo
groo Cmt a o criminoso que ev.aio-sa procede-
Be a di^geicnf afln oe eantoral-o.
Concurso do correio -R-alisa.se ho.
je a< 10 boraa em DObto o coocnr ilcantes da aminis'rago dos Gorrel.is dt-ate
Bsiado sendo a segam>e a anca examina tora
nomeada :
3 ofhcial Jo Candido Fonseca de Medel.
ros, ariiometica ;
Amaooene Olympio de Aroxellas Galvar,
fraocez:
Amanuense BemvindJ Lr.relo, porlugoez ; e
Pra icaale Pedro P^alo dos Santos, eora.
obia.
S. rv.rde cetario do concurso o 2- oln.
cia1 Soencer Netto.
Bazar dos pobres a Sicledade S.
Vi a costumada diatriboigSo das testas aos seus
pob-ea socorridos.
Hospital Portnsfae-E E' mo-domo de
em.oa deeta Deaemerita o-litoigo de 12 a
19 do correle o III'". Sr. Candido de Carv*.
ido Nevea.
4 Im a-k historie:.littcrario i' a
Livraru Cnifiiporaoea do Sr. rtatuiro Costa,
a roa 1- te Margo n* 2, fomos obsequiados
com om exemplar do Almanak ois'orico-lnte-
raro do Estada da S Paulo orgaoieado e pu-
oliralo pjr Osear Mameiro para s anno de
18)6.
Este alminak e.t nitidameite impressa e
compi-sede 470 p-tanrosas pagi.as, formando
assim um kroseo volme cooteado : as bio
erapnias e ret-a os doi Dra. Baroirdiuo de
Csmp >s e Hyoo Hj de Ca-nargo ; ephemerides,
dcciipgfo dos oriocipaea factoa euccedido3
de Janeiro a Ja.bJ de 1895 ; eacolbida parle
tteai, foiem8, ibardas, logogriphos, etc.;
Conetitoigao Federal (esta parte do almanak
por si e torna-o mportaotusimo); horarios
de es reda de ferro, etc., etc.
E' e-.te o orimeiro auno qoo o almao.k bis*
torico-litterano vem pabllcidade e, segando
eremos, tea gral aceitago por ser de grao-
de u indade para todas as classes sociaas.
Ao pabilo apresantamas as respectivas re-
commeodagOes.
Somos graios ao Sr. Ramiro Costa pela of
fer une nos fez.
Concurso do Correio- Boje, s 10
boraB da maun. comegarj as provaa oo con-
corbo para praticautea na Repartigo dos Cor-
'or. Cornelio Lima Ciegou hon'em
da Cap tal Federal o itlastre Dr. Cornelio Lima,
l.-potado por este Estado ao Congresso Fe-
der.l.
Felicitamol-o.
O. Pedro lea Independencia-
ReceDemos om foltieto esenpto por Aor Wr-
neck, intiiulado D. Pedro 1 e a Iudepen-
(tencia. ..
Este trabalho foi sscnpto a proooBito da de-
obra Intitula Ja Graf dog a na dial
os captulos e graude namero u- pn-a-
ses que sSo reprodnogao pura e simples, em
italiano, ae ama oora de Crpleox Jamin e qae
em suiima o livro de Lomoroso, poolicado por
Hceoli, nao mais qae ama co.itrafacgo e om
va'da^elro plagalo da mencionada obra de
Crpieus Jimio.
Bte reclamava 2,500 francos por perdas e
damnos.
o fioonal decla-on na sentenga qae, eff-cti-
vamen'.e navia plaeieto na obra de Loabroso,
o que reprimido pelos tratados e condemooo
t sabio italiano e o seo e'icor a pagar ao la-
sado 2 500 francos de indema' ag&o.
>' sodienrin estev pre-ene edito*.
O exercieio ajcaa-allo Encontramos
o segumte era ora jornal europeu :
Entre outros exfercicios o andar a cavallo
talvez o mais saluiur, diz Smiles.
A sella a seda da aade.
O cavallo pode canaiderar-se como urna es->
sencia concentrada do exercieio. fe em mo-
vimento os masculqs e os pulmOes, e respirar
o ar puro respirar sade. O saugue torna se
arejado, emqoanto 'qae a pello, que nao se-
oo urna bainha exterior, refresca e nutre-se
pelo movmeoto rpido do sangue.
O cavalgar facilito igualadme a circulago e
a nuirigao ajuda o trabalho dos org&os ex-
cretores. Se existe um especifico para a bilis,
talvez seja o andar a cavallo. Quem jamis
ouvio diacorrer de ura cagaaor bilioso ou de
um pasullio gottoao? Quera o vos o me-
dico t perguotou-ae a Carlyle. 0 meu
melhor medico respondeu, um cavallo .
0 sabio Sydenham tiuha tanta coatianga na
equitag&o que em una das suas obras d- me-
dicina disse : Se ulguem poasuiss um re-
medio que influisse na conslilmco humana
quanio o andar tranquillaramto a cavallo duas
vezes por dia, a posse d'esae remedio teria o
valor da pedra phiosophal .
Pope fala de um caito Lord Ruwell, o qual,
com urna viia de lib;r'inu, linba arruinado a
censlituigo; sahio todos oa das a cavallo,
acompanhado dos seus caes, em busca do ap-
petite ; quando o 8ntia voltar, exclamava oh I
achti! e, dando volta ao cavallo, tomava a ga-
nbar rpidamente o caminho de casa.
Reverll Pariae diz: Combato a melan-
choa, a raisaalhropia ou o spleen, segundo as
circurasiancws, com o renouao, os -bandos, pe-
queas doses de trabalho manual o tambem
com o reme lio, to gabado de Lady Wortley
Montago, andar a cavallo todo o da e beber
champagne ao oscurecer.
A Egrej* grega e a Egreja lati
na O oainarcOa oe CaostJBi- om- Au ibi*
m.-. acba de responder a eneiyc de LeSo
XIII sub-e a reooio das Eg-eia. A rana ao
pal"a-cna assiauada por "..... Oiau.'S orto
doxo*. a'auns dos qnaes a am pate do eypodo
ecomenici'.
De^s. .-arla espalharaii-semilna-es de exem-
pla-Ha entr- o< liis da E^ja grega.
Alnrma-sn ne^ss documento qo- sO a Enreja
g-cj-ii p-o'o direciameote da primitivas ida-
des bn-las, emqnantj uu' Erfj* de Roma
faleideoo s Escripm-as. Iraocoo as aeciscs
ios coac los e os sa""-' n->ii'**.
casameito civilO escrivao dos casa-
mentos que funcciooa nos distncios do Recife
Sant.) Antonio, S. Jos e Afoga los, aftixou na
repartigo do registro dos casaraentos ra
e Imperador n. 75 1.* andar, edital de procla-
mas de oasameutos.dos seguintes conlraDen-
tet:
1" PuUcago
Antonio Gomes da Costa c. m Joaquina Pa*
fica de Albuquerque. solteiros, deste Estado e
.residentes no mesmo
Benedo Romualdo Mooteiro da Silva, natu-
ral do Rio Grande de Norte, residente na fre-
guezia de Santo Antonio, com Clotilde Celeci-
na dos Santos, natural deste listado, soltei-
ros e residente na freguezia d- S. Jos.
Amonio de Gusrao Ucha, residente na fre-
guezia de Santo Antonio, com Cecilia Ucnoa
residente na freguezia de S Jos, aolieiroa e
naturaes deste Estado.
O respectivo escrivao do registro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
atMxou na repartigo do registro ra do Im-
perador a. 41, 1.- andar editaos de proclamas
dos seguintes contr-hentes :
2.' Pubtteafo
Arthur Fausto Botelho cora Maria Marga-
rida na freguezia da B. Vis a.
Domingos da Silva Fereira viuvo, com
Amalia Ferreira de Carvalho, aquella viuvo e
ella solteira, residente na freguezia da Roa
Vista.
Natadouro PublicoForam abatidas
co Matadouro Publico da Cabanga lti3 rezes
para o consumo de boje.
Casa de Deteneao movuriento dos
presos da Casa de Detengo do Recife. Estado
de Pernambuco, em 10 de Janeiro d* 1895.
Existiam 414, enlraram 5, sahiram 10, exis-
tem 409.
A saber: naclenaes 372 mtilheres 10, estran-
enos 27, muH^es 0, total 403
Arragoados 396
Bona 373 doentes 19, loucos 2, loucaa 2,
total 396.
Movimento da enfermarlaNao liouve :
Comnusft&o de raelhoramento do
Porto do ReeifaRecife, 10 de Janeiro
de.1895.
BOLETIM METEOROLGICO
fforas. Term. centi. Barmetro Tensdo do fftmi
J
*
Portados estes movos seja bemvindo o ----- ---- Tiraaenies.
honrado eogenheiro, e que sua viagem rpida m04'4_a->..da eaiaiua aa rrdV-
embora, como seja do melhor proveito para
a patria .. .,
Companhia Henpanhola-Muito ani-
mado deve ser o espectculo de hoje que no
Thea ro Santa Isabel realiaa a Companhia de
Zarzuela Heaoaohola.
Dizemos muito animado porque temos infor-
magoes de terem, desde, hontem, sabido da bi*
Iheteria todos os camarotes de primeira e se-
gunda ordens e bem assim as cadeiras.
O eapecmculo consta das pegas Comlehe y
Trooati, Como est la socieda, Gran-Via,
entrando o'esta o duetto dos Chapeos da Sol
e o Mungus do Tim*Tim.
Haver trem para Olmda. Varzea, Caxanga,
Appucos, Arrayal e Bonds, comegando o
espectculo as 8 1|4.________ __,
O.irieadoa.
ConsorcioConaorcloo-ae bontem o nos-
so disnocto colleja Manoel Ara, pelo qae can-
dialmente felicitmol-o.
Festa em Olluda- Celebra-'e hoie na
iz-ea do Senoor do Bom Fim em Olinda orna
musa can.ada e .Te-D'Oi em loavor do Glc-
rioeo S. Goocalo de Axaraote.
* tarde tocaro as msicas do i* corpo po-
licial e ama daa aociedadea oliadenses, baven-
do diversas d vertimeDtOB.
-Lombroso plagiaro.-O sabio italia-
no Cezar Lomroi e u sea editor HCBM tive-
ram que re-oonder. perante o tribunal de com-
me-cio de Raneo, n'oma causa totenta.ia contra
elles PO' um esenptor Irancez C'pieox Ja-
ellas
min.
qu" <-8 ai-eosa de haver publicado em Mi
ad*
6
9
3
6
ra.
26,2
27\9
29,"3
29/7
28,*7
emperatura
a O)
758,-24
759,0l
757,-95
756,-49
756,-96
mnima 26,*.00
vapor dade
PERNAMBUCO
L.ei n. 1S
O Vigario Padre Joo Baptista de Araujo, presidente
do Concelho Municipal do Cabo do Estado de Per-
nambuco
.>..

UHtMion I
Fago saber aoa qne o presente vrrem que o Conceibo Muni-
nicipal do Cabo decreta e promulga a seguate le :
O Conceibo Municipal do Cabo do Estado de Pernambuco
decreta :
Art 1 A despeza da moolcipalidade do Cabo para o ex-r-
cicio de 1896 orgada em 39:1978000 pela forma especificada
nos seguintes :
S 1.* Secretaria do Concelho.
I. Offlcial maior e ttieaoureiro
II. Porteiro e acceio da casa
S 2.* Prefetura.
I. Ordenado do prefeito
II. Procurador dos fritos da faxenda mu-
nicipal, 20 -(. da arrec?.dago
III. Ordenado do amaoueose, que con ti
na secretario da prefetura e escrivao da
receita / .
IV. L!vv6a, imp-esses, expeliente e
jornal atcial
3. Instrucgo publica :
I. 6 professor-s para a cidade
II. S dlioapara fra
i 4.* i orga publica :
- I. 1 sargento
II. 1 cabo
III 1*2 pragas
IV. Fardameato e armamento
V. Agua e luz para cadeia e quartel
" 5." Funccionarios judiciaas :
Juiz do 1.' dstricto
II Escrivao do 1. dstricto
III. Escrivao do jury
1:4403000
160S000
2.000JOOO
8008000
300S000
7:200000
3:180j000
72O8O0O
SllfOO
5:2561000
1:0008000
2008000
2:0008000
3608600
3O0S000
desobrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 31,00.
60, "8Prateado 42,-4.
Evaporago em 24 horas ao sol 4-0, som-
bra 2,-2.
Chuva nullo.
Uirecgo do vento E com interrupgoes
ESE e EEN tarde; E e ESE alternados al 6 h. 46 m.;
ENH alternados at meia nome.
Velocidade media do vento 3.-80 por e 3
gando.
Nebuloaidade media 0,50.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar ou Das Horas Ai .ura
baixa-mar
P M. 40 de Janeiro 6 h. 40 da m. 9- g
B. 12 h. 50 m. da t. 1-95
1208000
6008000
9008000
8
8
6008000
5508000
2008000
10:0008000
300S000
500SOOO
IV. 1 offlcial de jnstica
V. Jnii do 2." dstricto, escrivao e offl-
cial de jnstga
6,* Fiscalis gao e arrecadagao das rendas
I. Fiscal (lendo 5*|o das multas recebi*
das amigavelmente e da cordeago)
II. gentes arrecedadores das feiras
12 (. na cidade e 20 "i. fra
III. Aferidor, 20 do que arrecadar
IV. Agente arrecadador de imposlos nao
langados 4 *[.
7. Cemiterio publico :
I. Zelador
II. Porteiro e coveiro
8 Jury, alisiamemo e eleigao
$ 9. Obras publicas :
I Illumnago da cidade a luz eletrica
II. Limpesa Cas mas
S 10 Eveotuaes
Art. 2o A recen- do municipio do "abo para o exercieio de
1896 orgida em 39:4008000 que dever ser arrecadada segun-
do o disposto nos segu ntes :
8 1. 200 res por eoqueiro fructfero, exceptuados 20 para
o contribumte.
S 2. 108000 pela averbago d transferencia de casa da ne-
gocio para outro nono.
g 3.* Emolumentos municipaes cobrados conforme a tabella
segumte:
I. 88000 por alvar de lceoga.
II. 208000 por titulo de uomeagSo de empreg dos munici-
paes de veocimentos at 6008000 e d'ahi para cima 5 |0 do ex*
cesso. as aposentadoras o duplo.
III. 58000 por titulo de oomeago de supplentes du nscal e
agente arrecadador. .
IV. 108000 pelas apostillas ou reformas de titulo*.
V. 208000 por termo de fianga, responsabilade ou depo-
sito
'VL 1008000 pelo registro de titulo da qualquei privilegio
ou empresa, concedida pelo Governo Federal, do Estado ou do
municipio. ^ _. ,
VII. 58000 por mez pelo registro de portara ou deapacno de
Resaca coocadidaaeaipregado (da Preleltura ou do OooceluoJ
com vencimsutos.



s
1
19,84 78
21,35 77
21,95 72
22,31 7i m
20,98 72
Tbemometro X
Ennegrecido 'V *
Y
.*
.1
r
I
^
L


m.
j*~-
Otarlo de Pemambaco Domingo Y% de Janeiro de 1898
1800)
ca'acuml)
VIH. 58000 pilo registra da cas- iro ou propostj para mer-
IX 5j000 pelo ragetro de qoalquer despacho, portara, no
meacao eftVtiva oo provisoria que d direlio a vencinento'
X. 28030 por eertidao ; passan lo de uma pngioa UjOO por
cada uro i* mais.
XI 38000 or cada anno da buso. "
XII 15S000 pelo registro de qoilqu-r portara, despacho, ou
decreto de norreacao, patente ou ttulo houortflco
XIII. 108000 pHo r.-gistro de sarta de roachinista.
XIV 58000 por titulo expedido a manare!*, bclieiro e carro-
XV 10|, por qualquer le-mo de arremaiacao o contracto
muniripal cujo valor s-ja determinado, e nao havend) valor
XVI. 108000 pelo registro de titulo de mlicos, cirorgiOes,
e 58000 nal > de pha'tnaceoiic >s e parteras.
8 4 R-udiBMoto do cetniterio public > conforma a seguinle
I 2008003 por tamao e perpetuidad coro 2,33x2,-32
li OSOO i or iunomagao eiu, cataconbi particular ou de
irmoi da-''-. ,.._
III 203000 por Inhumar,'-o em catacotnba di municipalida-
de e 108000 para cringas at 10 annos.
' IV 2>030 r.or inhumacao em sepultu-a coturno n,
par crM>cs al dex annos
V 580)0 por cala aon i qo i exceder di cios em
rese'va. e da n onicip.lMa'ie.
VI O* en;e ramelos de pesso;is indigente* em sepultura
comti.D:n, oao toa imposto, sen lo o encango doenterro
obrisano h presentar ao celador do cernerlo aiteslado de mi-
serabilidade passa-io pelo iearto da fru uia, por autoridade
pelicial, juiz de tlrieto, prefe.t) ou qoalqo r dos conodneiros
mooicinaes.
S 5. Renda eventual:
1 Mullas segundo os cdigos penal e da posloras deste roo-
D,C,'l0 Slulia por V^lta de curaprimen o de contracto municipal.
III. Mulla de 10 ";. par indevida rct-Ofao das rendas e inr
oslo* omnicipaes.
IV Multa de 10 /* aos empralos munieipaes, que faltar
ao cumprim'-nU de seus deveres, a qoal ser deduzida de saus
vencimentos
V Quebrairento de anga
6." -Saldo do cxrcicio anteir.
7. Divida activa.
8 8 i otas juliciaes.
k 9 2/. *>bre o valor dos depsitos.
5 10. Leaados pos nao cumprido'.
11 Impoiio de pona abena conforme a tabella seguinte :
I tiOSOOO por loja de fazendas ou toiuleza?, de primeira
C aSf. 40S000 por di a de 2.' classe e enchimentos de alcool ou
SgDalie.n40SOOO por padaib, reflnac&o, hospedara, bilhar e oo-
t os ioo* na proh bi tos.
V 328000 por laverna de !. classe e venda de sipatos.
V.'lttSOOO por Viverna de 2 classe, agougoe. ferragens e
armazens oo depsitos. .
VI 508000 por armazem oo deposito que vender Farioha.
Vil 83000 por marcenara, oficina de sapateiro, eslabeleci-
nien-o rfe VIH 1108000 |-or cldeiraiia dentro di cidade e 708000
qU* IX "isOOO po- esciiptorio de advogado e 108000 por de soli-
citador no ouira qualqoer ndostria cu proftssao. __
X. 2080 0 p r salgadera de couro deulro da cidade e oSOOO
XI 5S00 p> r casa de quitanda de froclas, doces, loogas de
barr.. e carvao dentro da cidade e povoagOes.
Xli. 20S000 as fa. ricas da fogos de artificio ou individuo
que os fabricar.
XII. 08000 or olaria.
XIV I0S0OO por ca9a ds negocio que vender plvora ou
outra qualquer materia inflamavel, exc pto k*"*. *eodo era
lugares penijitiidos, incorrenio na multa de 1008000 quem ven-
der tes (Tuneros em gr.ss dentro do permetro da - XV. 10JS000 po comprar niel e transformar em agurdente
OU alcoo'.
XVI. 100S000 por comprar couros e curlir.
g 12. Industria e pntissao ambulante.
1. 15SOO0 por mercalor de lasadas,raiudezas eperfura-
naS'lI 208000 por raercador de gneros de estivas e molhados
auinqtiil man. ubiectos de follia, cohre ou outro metal.
III. C0S000 por mercader de ooro, prali, pedras preciosas,
ioia* e r>-li sios. ,
IV. 2P8000 por conductor de marmota, realejos e outros
obierios ce diverlimei.to pub'ico. ___
V 6S000 por engrasador, carr.ceiro de c.rroga de aluguel,
vendedor de guras, estampas, phosphoros, livros e lougas.
VI. 3SOO0 por mercador dd Atas ms testas e registros.
Vil. 10*000 para a mar barracas as reirs Ua cidade e bSOOJ
as ouiras. ._ .,,, ,
VIII 88003 para armar barraca em tempo de restas, em-
quanto eslaa durarem, sem prejuizo do imposto de bebidas.
IX. 5,500) por rr.agarefe ou talhador, vendedor de carne de
PrCX. 108000 por ve dcd^r de.bilhtes de loleiia, excepto os
lavalidos .. u,..
13.108000 de licenga para usar armas de defesa, oblida
iSUulmente ;i da p licia. .
14.58000 pa:a armar crelos, liocar postes para emban-
detrimento e outros ns por occ.iaj doslas J'^t'lu,n","9r;
g 15. 158000 para soltar fogos de vista, na cidade e 108000
nos outros iiii'Tes. .
t 16 5S00 nara ter empanada de molo que nao embarace o
transito, e lazer'mscripgao lisas ou volantes na Irente dos csl-
e eJm*n*J0(M) pnr farr0 oa etrr08a de aluguel par, transporte
de nassagenos ou m rcadonas.
8 18 Lic-nca pa-a cul'ivar rea de terreno superior a 2j
nctares. 30S000.
19. Divertimeolo publiio. ,,.h0
158000 de liceo;* para exposigao de TtsU, theatnuhos,
tivolv, pastoris e outros livert tneiitos desse genero
1 i 103000 por can baile, espectculo em tbeatro, casas,
circos ou pi.vii.0es con entrada p:ga. exceptuindo os espect-
culos de beneficencia ou em-favor do obras publicas.
8 20 EJii.-ago de predios urbanos: .__..._._
I Licenga para edificar ou reedificar, havendo demongao
completa, al o do imposto de armamento quando lor pecefsario
cordeagao, 500 ris pir metro quadrad) na
ris nos povoados, e^ndo a meiade
de%Wce ,niP53^U^e^S;d^fsubst,tuig
exterior, collS oo .*odar soieiro, verga ou portada no extenor
daBCIV."Licenga de 88000 para rasgar, tapar ou mudar varaod',
PrtVVeot de 5S000 para fazer qualquer concerlo no exte.ior
dos predios, aqui nao especificados.
"rea da cidade a 300
degUs taxas quando nao h"ja
VI. 500 ria pnr metro crreme de arroaminto quanlo seja
necessario cord^agj.
VIL 15S000 para depos Ur materiaes na ru emquanto se
fi/.er a obra, nao occopanlo elles mais de um terco oa largura
da roa e nao exceder da freote do pred o.
VIII. 38000 de licenga para armar an laimes.
21. 258000 por esiabeleeimento que vender cerveja oo
qualquer bebida espirituosa
I. Os botequins e barracas da fesla pagarn 153003 para ven-
der bebidas espirituosas.
S 22. Aferig&o de pesos e medidas :
I e fila, corda, regoa, trena at 5 metros de cada uma 28
e 18000 por cada ra tro que exceder.
II. 108003 por metro de oiduir fazendas e outros objeclos as
lojas.
III Da cada vasilia para liqnido oo socco at a capacidade
de um litro 200 ris e de cada medida do d.ius litros ou fraega i
400 ris.
IV. De cada peso at um kilngramtna 230 ris o por piso
fuperior 400 ris por cada k lo^ amm-;
V. Balanca de capacidade ai 10 lilogrammas 68300, at 20
kilogramm-8 8|000 e de maior capacidade 153030.
VI. 81000 pafbalanga decimal, 158000 p>r balanga cenlesl-
mal e 3008000 por bala .ga da pesar cunnas as us.nas e enge-
nn s ceniraes.
Vil. 28030 por ancora-de ve der lquidos.
VIH. 583 0 por medida a' 10 litros ou menos salas pira
venda de mel.
IX 33000 por barril e 58003 por pipa.
X. Por metro corrente de rede de costa pira pesca 43 ris.
23. Na r.!Vi. 24. 400 ris por carga de fannlia, milho e L-i]o exposla
venda as feiras do municipio e 203 ris p >r meia ctrga ou me
nos.
25. 600 ris por carga d-carne secca, bacalho e ootros
peixes, esleirs e outro qoalquar gan-ro exnoai a venda n >
mercado e feiras do municipio, cobrando-so 303 ris por meia
carga ou ran >s
g 26. 58003 por carga de agurdenle.
g 27. 600 ris por vendedor de fumo, queijo, linguigas tooci-
nho e carne de aol vendidos no merca lo e feiras do municipio.
28 608000 de licenga pira armar circo m pavilnao desti-
nado a -sp^ciaculo com entrad i paga.
g 29. Os barraces de vender geoeros estabe'ecidos mar-
geno das esiradas de ferro em construega) ou u is usn is e ootras
emprezas 60|00, lm do imposto de ve i la e b;bi las.
30 18000 por cabega dd gado ovelhum ou cabrum relalha
da no municipio.
31. Dez por ceno sobre o valor locativo dos predios ur-
banos da (itade e povoag-ts do municipio, havendo as iseoges
estb-'l-'-i las na- leis do E tado
32 38030 por cabega de gado so no retalhado n> munici-
pio.
8 33. 9S000 por cabega de gado vaceum talhado para ser
vendido no municipio.
34. 10 |, addicionaes so'ire os mpostos cima, cora exce-
pgao dos deierminados pelos l.#,4., 5*, os. 1/, 5 6.. 7., 8.-
9.-, 10, 22, 25. 26 e 27.
DISPOSI5UES GERaES
Art. 3.- Para se abrir casa de negocio ou de qualquer in-
dustria, e para se fazer qu ilquer construegao em predios urba-
nos ou concertos 6 preciso obier o comp tente aliar, pagos pre-
viamente os impostas.
Art. 4 Quem expozer venda na feira gneros de esti-
vas, moldados, fazeods, mmlezas e ferragens qoe nao sajara ti-
rado' de seos esubeleciraentos n'este municipio oo qo- nao t-.-
nham lirado licenga para mascatear, tica dirigido contribuido
de 28030 por cada fera; devendo pira esse fim fazsi registrar
na preleiiura os noin-s d s encarregados de raercadejarem, quan-
do o propiio dono nao o queira fazer.
Art. 5-- Sao Consideradas lojas de fazenlas e de n iudezas
de 1.* classe as de cap til superior a 6 00)8000, le 2 class as
de quntia inferior; tuvernade 1. clusse a de capital superior a
69OS000 e de 2 a de eapiul menor.
Ait. 6 O eslabil-icimenio que liver mais de uma classe de
negocio na mesma casa, pagar int-gralmeote a laxa mais ele-
vada e meiade de cada uma das outras classes.
Art. 7. L)-'0 que o orjame no enre e n vig ir, prose le & i
o tbesoureiro e o amanuense o lngaramiio dos unpooios da de-
cima urbana, c queiros pona abir.a, carrigu de aluguel, licen
ga para cultivar terrenos e b-bi las espiri uosas.
l.- O thesoureiro entregar ao collectado ura aviso no
qual se d-clare a quanlii, o prazj oeoiro do qu.il deve ser paga,
a mu ae o imposto pela inl do lantamentoe para qu-ra d -vj ser ntei posto.
2 l)> langamenlo pie o comribuinie recorrer pira o
Prefeilo no prazo de oilo das la entrega do avisj. O 'refeiio
tendo em considerago as ra-is do r;curso a infar.ii ig) d
tbesoureiro e ra lis diligencia* qu-. julgir iirtee.siarias, dir su 1
decisSo Picando assim revogado o art 146 do CoJjfm de Pos-
turas
Art. 8 0< irapostos de dcima e de be idas serio pagis
em doas prestag s, a orimeira em Fevereiro e a segunda em
Agosto, livre de mulla, quando importaren) em ims de 20800).
Os demais irapostos sujeitos a lingaraenlo e os der|aanii.i inte
rior a 20s0)0, cima esp^cicados, sero pagos totalmente em
Fevereiro, sem molla.
Art. .* Os imposto* que nao forera pagos no lempo mar-
calo, serlo carregados Om 10 por eento de mulla e 20 po.- ceoto
Ee paisar d > exeroicio.
Art 10 O mesoureiro lera 3 por cento e o amaoie^pW
tambera 3 por cento sobre os impisios, cojo langamenlo tiverern
de fazer fora da cidade, para transporte.
art. 11 Nennuma rez pie ier retalhadn para consumo,
e exposla venda, sem qu> seja exmbido ao flsca ou seu il-
dante o contiecimeaia do imposto, p'na di malta le 10 por c n-
lo sobre o imposto. Qdem preteojer retaltiar gado fra das fei-
ras oo da cidade,dever prevenir ao fncal o da ou das da ma
tanga, satisfazendo no da .o antes o imposto.
Art. 12. Os jones districtaes, seos escrives e ofciaes de
justiga dos mesraos juizes e o escrivao do jory nao perceberSo
cusas da mooicipaltdale.
Art. 13. Ser considerada conn g atificago a terga parte
do vencimeoto dos empregados, respeitando-ie o a t- 25 da lei
n. 5 de 3 de Agosto de 1892.
Art. 14. a rectia pelo 31 ser applicada abertura do
becco e construegao do moro de a'venara, ao lado damitMz e
mercado, e ao calgaraento da cidade.
Art 15. A divida pasiva ser paga com a arrecadago da
divida activa.
Art. 16. Ftcam rev'galas todas as disposlgOes em con-
Concelho Municipal do Cabo, 31 ds Dezembro A* 1895.
Presidente do Concerno,
Vigaiio Joao Baptista de Araujo.
Emiliano Brillo,
l." secretario.
Joao Hermtno Los,
2.- secretario.
Cabo, 31 de Dezembro de 1891.
Presidente,
Vigaro Joso Araujo. _
riBHUCOB k nm\)
A nova situafo poltica flnaneei-
ra de Canhotinho
N deejimos ttte.iuer oe lc bllidate do 11 t- i-ii simo ex-D-efer- o Sr ".
Tonel F.-anitrcol/oacio de Pa v, ien do S .
mejor Aegej tjal p efei'o da Lznminu .
mas Or-remos e-< sumos em o m s o 1 e*.
to esoig'ir |. o carne H os fa t i > 1 <
jnent-; occer-;d >* pelas novas leii r-g >
taria--, de O'-fim dada com aqodlo q 1 'a
exarado m letras beai gordas na Cv.nit.i-
cao E-'adoal.
Como i*b?o astoal P efeito, que a fu> c I
loraci) no aonicipio fot por oora e *..;
D vii B6prno Suto ; do coifa-io. a fu
derrata na beca das ornas erara-un ave
meo'.e r-alisid.: entntnto po- oar. de
impoj-iOi de a-nigos do qoilste do Biroosa,
fji S. *. tlj 11 com murara de votos !
Nao fe pnrsoadir des-a vardade, marta
-ra pleaa es-.crido oas llodas iibit-8 de la^r
S'0 fliK'.issimo ex p-ef-ito t cha e tem tolo
tnnniciiio ao n-u lido, baseado nos ira .niisos
servigos prestico em fovor o cansa pobl a,
cemo todos sabem, r.o e-a de se soppor qo
elle desprezasse o feo codidato escomido e
da EUi COtflitgi, pa-a offerecer ao ymp-
tbicc Sr. Aggi-o, a orefe tara de Caobotlnoo ;
mas no entr*tanto, taes f jtam os empeos do
nes^o dis iiic simo govermdor do E-U o que
5 S. C(tti'8t a o tu bib ro-8< fazenio milagro*...
Pa-ec<;-xe qie pelo lado a politiaeHa
me f-1 mei t esclarecido o qoe se pissoo em
Caobct obo, pa'a S. S. ser o actual prefeito ;
asora pissem s :* fiangas do monicipii.
O n go e eaemer;t { refeiio, o Sr. oroie
FranMsco Ignacio de ralva oa'Cido ecegio
nes'e mui:ipo,e sema mais Iosignific nte
m'jcoli em soa b'i g-.piit>, j pelo lado pol t.
co e ja pelo ptrl.calr, ounoa Bluoe- sonnoo
com e:89S Irjt ^resse', uoe provavalmeoteflac.
toario 00 en ephal.o de a geem oeste1 ulu
mos tetrpos ; ti ve a gec-i' le Ce o g nisar
com o l uat.-a> o con:< Iho, leis e una arreca
daca'', capaz de qailja-r menino oe escDb,
dirigir o aunicipo, ciifaaoo as maioree dea-
Eexas ed.D omi-gem o acta^prefeito no
o do anno, em lugar de lic.r ac-itc-do,
presentar ora rilo> a favor da villa; mis,
oomj dimicui:-p'or a#ae lado o ambieoia dos
6 -i., eoUnea 8. S. qoe devia p 0C0r o re. ...._...._
corso pelo noio bod.so govematt coa- g, (mer petante os. ,.,.
lri qoMlo Q exartdo, citro o^mo a loi I o CMcelho, dlmtanto u deipexag do mnoic..
ao ,n,.i.iuwMuiieiO ls '! l" O06
seo conc iho tive*8e aogmeoiado as disoeza-
c. ni a a Bopeno-idaoe das arrecadago^, s- S-
bav a de dizer que erra proposne- /eme
llian-es med.d.s, om vea qoe o po?o j m-t
8meiiar.ee.h-a com o duplo imp ato d?a rua-
raerc.do'i s; o com mn ta r-xao ^'uv'**
ae di'eito, mas co-ro o cinc Iho favorecen u
gpo-i-o do mujio e abno m-.rgem ao e grao,
deciraei to do mooic po codj a ooanimidadr
de doos tergos, arada leve S S. a aupen-rl
dade. de oao conhecer o beneficio qu o coo.
c-lho Ine prest o mtii esU ultima v-z e a soa
pr-feion, pnruraodo co 00 or> carao en-
omrao'aro nosso ma, naniono B.rbosi.
So i p eciso po3 coode-ar ma s acera,
cam-o e 00 c s) que ss lo e dino oe tods
>s seos esforg s int liecraa- s.
Si n coalla em soas apli 5 s ff ifiraila.
i-, e fs idiidade do carv'o, reoon-ie llira.
ente, 8?mcjmiex^r irepeg s para o pove,
c.mo a caosi fe dos augura, que 6 mellio- ;
10 qoe ao.-ir coa o p-oorio concelno tmi io-
ta cjol-a. as leis esiadose e contri j si te-
res i di odera e neoeola popo! gao aesia
vni', cono de facto as'. a'agaa abena.
S S. etJ p-de sem o reco-so do i lsi-^ds
simogove-nado: cebar o duplo raposra da*
mercad.ris a aessa olt ma le orgneii -
rh, no ei ratnio esa prne oindo a
ca. s.ltanto con e^se prod'meato p
ae todos oe interesfles do com nerctJ e d 1 pro.
pri Uvoora. ^ -_
Al ^er resolvldo pelo Eira- S". Dr. Bir
b s. Lima, rois> pariicolar am go e cor eu.
ioo.ri 8. nao pode e Dera d-ve ol rap^
ir a le do orsamemo, 80b peo* de ser ierae
j cralo om conflicto eme o conceldo e a
sui fevereoiepersoaltdadf.
Ja queremos esmo colloca-a r0:ei'.B ao
muoiipioem irin dando ma-gem a S. S. com os seo 6 -|. a-re
cadar Cento e cioxoenta m 1 riamensae'.
Per.uotainos ede: 8. S. todo acn tmalo
de om ameBJ trato e cav hlro como e, s.
sumiodo grandloslisimas re poosabilida es pa
ra todo momeiti), que tem em m >a mao b -
nevlas 0 lotoro de todos oa b biunie t
Se o coocelbo foi negado por S. S ia 'gao
B3 leis org.ment ria. lealrlogndo como --i -
restringi, as oe*peias do mooiclpo, oa-nio
mais se/fossem elevadas ao soperlaUvo ; o qoe
sen ettiao do actual frefeito? ontJe b. 1
bosour diuhetro par, fser fice as despezas Y
Acredi e, pis, que oao entendemos o qne
coo-aiv
r cm
nra, nao com o Om de retirar os milag *8 dos 6
0,o ; mas, Pra S. S facilaente ir ai rende ido
jio ee dirija ofotoo das oossas propnedi-
di>; p, ao (oi se cao ene o aro desldera-
tou agor1, tomar a coosa asavestas
de qaem i-oaa a
Nos qoe nao semas seos amigo', o acoB^c-
hauK'S, qoe largue is.-o, e vi para o seu entino
ran ran da eecrelari;, onde ludo encheriitvj
e \ bnlbar, corro ts eal ell=B cadentes qoe ee
p-i 'ondam b'iim ocano ae dellci.s e ecca -
los frminioos. S. S. gosia di bello sexo, e, te-
o Relie pOie eoc.ratrar essa-auopllaao do s*:
atir.do espirito as cuoqosias. Lirgoeosse
Prefritura de Caobotiobo, qoe velo para si,
por ar e de sel ceoios dtabop, e d grapas a
Di us drlla se v desembaraga.do.
O rjfW verda le, qoe o S major Aggeo,
aciuil Frefnto de OaoOQttobo. e- em m o-
leug? pa a qoalqoer dos lados qoe oir p-re
o feo oouangosc Bdrizo?ts; ejuniceiro omi.
orno'ce be to, lamentemos a eoa desJnovi
eineila.
O 008--0 particolariesimo amUo e correlito-
oa 10 Dr itrbo8a Lima, nao dixai sera do
vid i aigoma de pognar pela economa do ti-
mclpio, ipprovaoao em pleno da, a delin^ra-
gas do booradiB8lmo coocelbo, e poupsn lo pnr
es e meio aqu'Ho qoe la I rez, tiv-ese qoe s ni'
djs cofres do Estado, para raargem dos 6
0|o en logat de vel-o independen^ nmi
d' ates o va.
a popobgao de soa vez, so teri om essa
de isao de cantar o s-u ny 1 no de pitrtot smo
n<-m Jizeode, o roaws o Cateoro da que e I
d.-. do.
Os Impostos tstao tvlos organ'sados, e, s
aelle boove a sua moditi'igi) p-ecisa com 1 ae-
ce-cilavam O commefcio e a lavonra/us drspe
zas maiores tara^em ftfram completametrie cet-
fadUS.
A' oaixa do tnesoure ro, que na.> pie dar a
loa a aiguma crl oga va po- hora se satt f .1 ir
do ^oji os 'eos mon o< e abortvs rnihgropa-
rueote cootadeb, ate f o-gir o apoto bwefJco do
no-so irldsiradissimo amigo e co r-ng oua-io
D Bsf oosa L ma. a qaem cocflimos 111 to
ta. ti prosperldade do nosso lar e orgnrlo,
como as p'ineiras e Dnfsaa alavaucts g an 0-
S'ssi oas ao oo'Vir i Tearop, poib-, cooclcidoo
n sso sgrariijfimo leBideratom em favor da
pal la e ao nerorao commereio de Canhoticbo,
Villa do C-bO 8 de Janeira de 1898.
Um omjo da teviade.
s.
,P6 Laxativa Vichy
A. voz do Scalo
Fulhie'i as paginas do 1 vro
Da tistira univecael ;
Do templo fui ao archivo
E li o grandenr'asal !.<.
Con-ultei todos os autores,..
O que vi foram horreres...
E horror descorara un 1!
Rectiei, tiva meio...
Da sondar o engredo
Do peccado original !...
Vi o mundo solucando
Araarguraudo unmen a ddr !...
E a trra hirta choiando
Ante o cr rae seuSenhor !...
O vicio mrnundo dictava
A lei que o crime raandava
O povo no mundo, c >mpri -1....
E os povoa d a tontinentei
Tornaram-39 indifferentes
Ante a luz, ante o porrir !
Tive medo da tragedia
Do vicio e do fanat amo !
Vac le ante a "omedia
Da razac e do de po tiara 1 !...
Vi Cezar, tinba na mo
Alv rado o pavilho
o dominiouniversal !
Do rauudo os cistremiim
As feraa negras rog am
E ruga o genio do mal.
D-poi.', vi Neo s'erguendo,
S'erguendo como um gigante /
Trazia o pangue fervendo
E nnha febre delirante!...
Com o sceptro-prost tuto,
Firme, f. te e resoluto
Diz^ndo ao viciomachii !...
E o vicio negro e inmundo
Rolcu da c' 6 1 no mundo
Que diste-lhedominae_!.w.
Depois vi aquello mal-ado
C ei> de colera e paixao,
O denar que fjsse rasgado
Da sua meo c raco !...
A turba iufrene ruga
E suppli ant) ella padia
A seu filho em nome dis cos !
Mas, o algoz desgranarlo
Nao sa le ? brava do peccado
Nao temia o proprio Daos !
E o negro vicio pernorrendo
Todas as partes do universo,
Dis8 a Tiber o morrendo
Tena o peito em dr mine so ?1
Quaodo Alexandre coloasal
Homem do cr me e do mal
Su gindo comoSanso !...
Dirroca sem piedade
O templo da humanidade
(Jora sacrilega, negra mao ..
Vi lutas, e lutas immensis
Tcavadas n'u s da I
O fanatismo com a c enea,
O Cbristo com a tyramnia !!...
D.'pois o Deua profanado ;
O seu lenho despezado
E o crim so dominando I...
E o pavilho da desgrag
Fluctuando al ivo n* pra9a
A hum;i.,idde affronta do I
De tudo que mais me eommoveu
Foram as paginas da iaquisigio!.
"Onde a humanidade mor eu
Pelo ributo da corrupjSo !...
Mintieres santas queira das !...
Virgens nasacou'adas
Eai nome do DeusJess!!...
O santo offico imperando.
Ojesutismo domin ndo
Escaroeoendo daCruz I
Ah quinta miseria na vida
E quaota desgrasa na trra !
O ente deixa a cruz ergoida
E no fanatismo se enterra I
Ea caridade abandonada,
Coma lib rdade abracada
Tura bar ara hias no chao !...
E o mundo nesse conflicto
Ajoelhou-sa para o infinito
E deu um brado de maldic3o !
Na ultima falla da historia
Hi uma estrella de luz ;
A instraeco e a victoria
A setnela e a cruz !
Co'ombo rompen lo os mares
Avista no sul os palmares
E a America altiva achou !
Juntando su nome gloria
Deixou gravada a historia
Que jamaia sa conquistou !
Paes Bar reto.
Programma
Da fe3la do glonos S Gongalo de Amaran-
te que tem de sa realis ir no dia 12 do
andante na Egr-ja do Bom-F:m em Olmda.
Vespea
Ao meio dia soltarse-bao orna 'ah de 21 t
ros e diversas pyaadola3 de logan 9.
A's 6 horas da tarde sj ha tea la o bao ei
rae era seguida entrar a I dnntia a g aode
ribectra re*i a pelo prolessor Ros'?, tocirado
dora ue es'e ato a banda marcial 13 d^ Ha o
O ndense rri l'daiuba s:lta-se-ha om lin-
io bilao airost.tj feto a capruho.
Di.
Ao oraper da an-o-a s?rao s H das nma sa1-
ad 21 ti 08 e diversa* fy.-bndolas defogoe.
t*s anoencian o aos Ansia vilha edade de
OII"'"a 10> ebegalo o da de soa Tata.
A' ll bo as -nrara a fes'a pre:edida df
tercias a graed- orciesi* r.gi a pelo ma>8
tro Soares K sas s.b ndo a ir bina sagrad o
Rvm. v gano 'a Gra.a padra V-lloso, ocao
do dorante o acto a mesrca bao 1a.
At dwe'sos diver iminos rotulare
tero legar no ia eoda iir ja como daoga de
oorda, p) da Sfoo, panella da teitigos e tros malj, tocando doas b nas ma-ches e sjo.
do foliado algn bales ae oalos.
A's 6 ro a tratrarl o T-Deotc denom-na-
do Ro de Janer oran o n sta o c aiao o
meamo Hvdd. V iio o.
Aps o Te Dea sera qo'iuado om gran
d-i e mapn co fogo artificial preparado ca.
prijbosame tf-, tocando neta occasao as mes.
mas bandis.
A co 1 m 8?o pedo ata mo-ad res oar- 'lio
m mr as fa ha1 s de anas casis am de lor.
oa--e mi 8 ubIndotado o referidoaeto.
A lei sbre pejxe
O actoal Coo elbo Moatcip.l ao R-cifn. dt-
cara' do fasiar-se das moldes d'a |uelle to q i
Trio subAtHoir o que iuoio destoroo d n ii";o-
c os 'n iutsresse poblico pa'a ra'-ea--*e aor
vaiv os oa mais etiraoba lOiticagem, ten i'i-
caoie-tavelmeo'e revtlalo o seo mi-rs-e oelos
O'go ios de seos mooicipes, j 1 na fe to me m
alxuma coosa ce o'ilidade e lenirola m j-tra'
i ramele qoe prav^capa-as com a caafl- pu-
n ra.
Vem de millsii ronsderagO's qoe eamef
de fjter a delioerpgdo que foi na pooco voiai
pelo Con -elin a iiioixsi o da ve-;d 1 J. peixe
nesti caDHi', o no era tolo o B A nlngue.n licito e. oohe 'er oa aoi sos a
no" da^a logtr a veua do peixe 1 ol-, uto e.
serata cjmpte.ie oe -K-m.
ij fiaiii as eram cois :mteraei,te exolo-ala-
oela uao n la des -OHr.adies do p ise. como
ti-u disiiii e igoiraocia doi c-ia/ioa
Uora a iberd .de. eutio ora voga, era difli
cil aqaede qoe man us e o mercmio fazer pro
visan de peix sirer a pcgi 1 qoe de l vina.
Ss o pe xe aecco m-rea io ons taveroas 80
jeito a peso, porqie raio na> o se 4 elle frerao
ven -i lo 110 raer.: do poiilic 1 ?
N-nnoon razioju-tiduvi o costme eni-i
n em p*aii.-a ae ssatr do p ao o peixa mer-
e le.
ConsoUando. pcis. os in'eresses do p v,i t
so pp 1 ua i ndo u i aoso que ni.) 'an lava lu. ; r
as io*pes esne uiag-iH, vo'cu o Cancelo a B>-
liberagao leude ue a 3o) 11 a pe ugem o peix
.en do no muunipio d.s 1 caoital.
B nen se po .e nara a deHberagao .lo Cao-
c-'loo ama oovidade, sendo a tes para entr si< -
:er qo-> na capital.de um importante E Udn,
como o losso, se oota a s golan oaie da v-n i-
de peixa a olbo, quanoo em qu^si troi o
Etado', mes 1 o aqoel"* em que bj ujia reru
airaio em seo desenvalvira^oto Oiie-ia', nqiel
les de paqueos extesao. cono o Rio linodi
10 N .ne. a venia do i> ixe f->t a o-so,
JJao se I miiou. oerlo, o Coocelbo aon sj-
ple-i preceit'.
Coaneeedor dos aburas pnslo' en pratba po-
Certo' Indiv ioos qoe explorara as n-ce'si ladef
o-bli 'as enieodeo o Comelno fater ama class
li: i, dos |i-ix- s e I Mi ir o raaxrao do pi e >
po* -m- nodia s r vendida a mercado u.
T.idos sabera qoe ora limitado n -me o de in-
d v.daos qae escercem a mercaran do p ixe
qie cerno ara oor atatVida ios pescadores, ui
looolia d 1 aism a merca 1, ra cojo pego im
p^era o coisumiaj*.
rtiiiKiieai CoOtesta qoe sem abante pnti:
co-j.iirae om damowso -bosoq^e n>pn
encontrar correctivo 00 limie no .u.-iuo do
prego por qie polo 8) vender o pelie.
B?lretmto, nem toiou enxeram no actr-
l^qoella patritica corporag-ao orna medida d"
aicm:e, lomada exlos vamente no lotoilo de
favo'ecer as L'a'sas socaes..
D'iQl a ciu a extnm) anea, as mas apre
ciagO-s sobre a Ce'iOer^ga> i" Concelho, a qual
e pbde p'Pjodicar qoeile3 que explora o a-
n^cessidaies Doo'icas.
Estamos informsics Ce que algoos ioiivi-
doos stotinlo-se prejodicados com a denb'ra.
gao do Cooceiho 10 erpcz*ram recarao da rae*.
ma pa'a o Goveroo do Batato ; nao sab-mos
porm em qoe lermos eg.a concebido o re-orso
8on>e o qil ?6 mais de espigo ms poderemos
exte-ia .
Qae a delibe-ajaj do Canc-'lbo asenla em
prieciptoa deord-ra pub'i-a e no i ite-eaae da-
cta^es soettes e oq-ni se polo negir e
p l-s i -o-ooo-e ells merecelor dos aials
JQSlOS e-iromuis.
(Do Eaiaiu d 10 Jo ctrr.'t.te).
Roleta
A Cidade de ante-hontem noticiou
que foi varejada a roleta da rua dos
Ossos sera resallado, c pergtinlou se
houve falta de perspicacia ou aviso
previo dos dungas da polica.
a isto responde-se:
Na rua dos Ossos nao ha jogo de
rolla, nunca houve casa de tavolagem,
nem alli houve varejo em casa alguma.
Falta de perspicacia, ou aviso pre-
vio se houve foi para a casa de tavola-
gem que existia no Beico do Sarapate',
onde existia uma roleta publica.
Ah, sim ; compareceu a polica, os
utensilios da rolla f.ram substituidos
por um baralho de cartas e acreditou-
se que a casa era moradia de empre-
gados de uma Companhia.
Por ora, basta.
t
*>-
Elixir M. Morato
Rheumatismo: curei-o,completamen-
te, i com -o-itiir'l. Mc*at9~*pr-
parado ptr D. Carlos.
S. Patrio.
^M&theus Alvares da Cunha.
Deposito em Pernambuc: Comp. de
Drogas o Productos Chimicoa.
10 FUI)
E' falso o boato sem-
pre crescente, de ter
sido pago o prejuizo
causado a Puerta del
Sol, pelo Sr. Arthur
oe Carvalho.na impor-
tancia de seiscentos ses-
senta e dois mil e du-
zentos reis*
Isto na celebre note
de 21 de Outubro do
anno findo.
Ao commercio
li a nthack tt Gruner uviwin
ao commercio e a quena possa
intererswp que temi fallecido
o socio i:. Sie^fried Groner,
resolveram liquidar sua casa
eninmercial t% rua do Bom
Jess n. 18.
c Lifo que u^ia jnxaqueca se de-
clara, urgre tomar 1 tro doas ou" tres
perolaa di essnoia de terebiotki na do
De. Oler an. Tomam-ae fcil e rpida-
mente como pilnlas, ajodandose a dt-
gluti^So com nmt colher d'agua. Qusl
sempre aenxqoeca desapparece com-
ple amento ao !abo de 2) a 30 miootos.
Esta meio nio infallivel (qual o re
medio qoe piesa gerantir a cuia em
todos 08 C8is ?) mas eora 8 vises em
10 casos. D:. Wallun. COourner me-
dical).________
COLLEEIQ-.9 DE JANEIRO
13Rua 1 de Setembrs13
As aulas deste estabelecimfnto do m-
strnecao primaiia e socondaa estarSo
abertas no da 9 de Janeiro prozimo
viudouro em diante.
J Recife, 28 -1295.
O director,
i Baoharal fir*/u:isw LammhaLins.
Jane Jane a
Samuel joneBi S6ag fiJho(J fl eobl.nlft0
agtradecem xordialmerte a todas as
p.ssoa. de ^a a zade que os teas
camp.ahado
smenlo de aua e,p ,SB ma fl t .fl
Jones e de novo as on,i(lBal para assis.
tirt>o amssa que nia,dain rezar na ffla>
t ie da BSa Vista as 8 j,or3 aa manh
no, da 14 do co-rente tr^aiino do fal-
leoimeoto.
Penhora-fos saberS? recoAecer m&jg
es e acto de caudada e r ligiav
Reeife, 10 1 96.
Dr. Silvio Pellicoj Pereira
Fcrraz
Mara Carolina de Araujo Ferrar,
seus anteados, Carlos Augusto^ Vaz da
Oliveira, Augusto Car os Vaz de Oli-
veir, viuva, filhos e cunhados do Dr.
Silvio Peliio Peei a Ferraz, convidan
a 86us parentes e amigos para assisti-
rem as m;rs? que por alma do finado
mandam celebrar no Most'iro de Sio
Berto, em Ulinda, s 8 1|2 da manbi
do d a 14 do cor ente.
A d reetnria do (Joliegio de Santa
Lucia, fondado em 1885, partiopa aoi
paea de soaa alamnaa e ao publico em
geral que reabre aa aol s de aeu Oolle-
gio, segunda-feira 13 do orraote, espe*
ruJo mereoer a con Sanca e colliimnf que aempra Ir dispensaran!.
No meamo estabelecimento tiram-SS
retractos em tamaobo natural a c yon
e a oleo, mediante pr-co mdico.
Ea'nt.i no Clleg'o.
Ra Vidal de Ngreiros n, 172.
As associacoes hip-
picas desta capital Pra-
do Pernambucano, Der-
by Club de Pernambu
co eHippo dromo do
Camp Grande resol-
vein fechar os seus
estabelecimentos, e m
face dos onsrosissinos
impostos com que fo-
ram tributadas pelos or-
namentas estadual c
aiunicipal, que impos-
sibihtam-n'as de con-
tnuarem dar corri-
das, as quaes deram
prejuizos avultados; a
contar de 1 de Julho de
Recife, 7 de Janeiro
de 1896,
Pelo Prado Pernam-
bucano.
Jos Gomes Ganches.
Francisco Flix Gon-
calves.
Pelo Derby Club de
Pe mam buco.
Hermenegildo da'Sil-
vaLoyo, Guilherme A-
lunes Guimares, Ber-
nardino da Costa Cam-
pos.
Pelo Hippodromo d<
Campo Grande.
Augusto Silva, Ma^
noel Lopes Viera.
Todos os mdicos do mundo coa
curdam em ImsO
Rio Janeiro, U-i-mori i', 1887.
Eropregnei a bmulBiJ Scoiteobue muios
boas restl'aios.
D'. A. F. Franca.
Declaro que tendo prestado minha
assignatura em um ab xo asignado
que me foi spresentado pelo Prefeio
Aggeo e o ex-escrivao da collectoria
Juaquim Manso dizendo.me que er
para provar que nenhum mal- tnhs
commettido o freftito durante um mea
e tan*:o de seu govaino, neste sentida
dei a minba ssignalu*-* sendo certo-que
depois chegou ao ms i conheciment*
o modo porque vai elle proeedandotom
a su8peneao da lei do Orcamonto rota*
pelo Concelho que muito favarav 1 ao
municipio ; ^>elo q. e proe&to d*quella
assignutura qua'dei.
Paquevira, 6 de Janeiro de 1596.
ZeSt Fraucco Lint.
*'
I
w m
1
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i BH ** __ f



**""! s ... <4^>
-9 -m, ---.
a*s
<^-
Diario de Pernmnbnco Domingo Ifc ce Janeiro de 1SOO
/"
Aa vlrtudea da Emula** cott sao
lntia-ilona*ei
Sio. Domingos N;dtbei j, SO de J n;lro de
888
Ka, abaixo asatsnado. Doctor em Medirios
pela Pscoldade do R o de J Qel'0, medico ene.
divo do Hospital de S. J ao Bipttst de Ni.
cttaerov e alilo do di V. O. T. de S. Fr.nc'sco
de Paola e do Asylo de Sia. Leopoldina, e e.
Atiesto, qoe temo empregado c^m o meioor
re>ultao em mlnha dioica, o pwp*"?0 J;
sSo 8cott d O eo ae ligado de I*1"0 *01.8
nypopboephlto de cal e soda; D*> '?,?.."/'
feccoes cbrooicas do appareoo ntpXntonr,
como atoda ooa individuos <*e coostitu cao ira.
ca e temperamento lympb ice e sobretodo Das
criancas racblucas e escropoolosa.
B, por me per pedfo, doo o presente atiesta
do, ob meriici Ble et jare jamado para conato
oode eoojler ^ ^ Tftmg<)J
ilcsiiuto Pkilomatioo
j^aViscoDde d'Albuquerque n. 33
_rector Bachirel Olrnto Vctor.
As aulas deste c llegio estaro aber
tas do dia 7 do correte em di ante.
---------------?
Collegio Santa Cruz
N.|75-RUA DOo-HOSFICIO-N. 75
Eslarao abertas do da 7 de Janeiro em dian
t e as aulas d'esie estabelecimento de iostruc
io primaria e secundaria.
Admitte alumnos internos, semiinternos e
externos.
Prospectos serio fornecidos no collegio.
Os dirctores;
Joiquim A. de Mentonga Siwdts.
Antn o da Silva Guimare:
CONSTIPACES *S" Peitoral Cathariieus
de rauliveira
drogara, bbag
Instituto Dezenove de
Abril
Sob a direccao
DE
J. A. Porto Carreiro
Ra dcHospicio o 53
A matricula de admis fio s aulas
deste collegio est sberta desde o dia
7 do corrate.
Admitteoa-ss alumnos internos, semi-
internos e externos.
Instituto S. JL.ulz de Franca
Regido por D. Lufiilla Mouteiro,
abre suas aulas' no dia 15 do corren-
te, ra de Math'as Ferreira n. 40,
Olinda._____________
O Rauliveira
f E' o pnitoral mais efficaz, mais barato e de
gosio mais ugralabiliesimo ; na Dr. gana Bra-
ga e em todas as pharmaclas
Collegio de Nossa Senhora
das Merces
(SEXO FEMININO)
20 Ra do Hospicio 20
As aulas d'este eetabelecimento de iostruc
c.80 fumaria e secundaria abrir-se-hao no dia
7 de ...neiro.
Recebe alumoas internas seml-internas e ex-
ernas.
A directora,
Mara do Carino Azevedo.
IDITAES
RAULIVEIRA
ToiOS os mdicos receito o Peitoral
Catliarinense como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
DROGARA rraga
0 Dr. Jos Ca ralean ti de Albo, juerque
Uoti, jais de d>reito ao (Jivel do
municipio de Olinda pela le.
F.co sabor aos qae o prosete edital
virena, sjae por parte dos herdeiroa de D.
Aroelma Xavier Carce'ro Fs rigues G m
pello me toi feta a petipSo do theor se-
guate :
Petiolo
Illm 8r. Dr. juta de direito do manir-
pi do Olinda. D san o Dr. Jos Mari
.'arneiro de Albuquerque L,acer-a por si,
sna .uo'her D Catbanra Candida (Jarnei
ro de Lacerl, o na qu; lidade de curador
do interdicto Di-, Traji.no Augoato de Hol-
1 oda Chacn, e tutor do* meoore* hlhos
deate, Trajauo, Augusto, Jos, Mana e
Francisco, o Barfio do Lacena e aua ma-
Irier, D. Elisa Mara Caro iro Pontaal
p>r si o Ciimu administradora dos seis
tilhca menores Maria e Aroelina e L>.
Mara do Monte Crneiro Campeilo, her-
deiros da fi ada D. Arcelin*. Xavier Car-
n-iro Rodrgaos Crcp 1IU1, que, querendo
0 mtinusr n-. ez< oaglo por divida hypotle-
oaria promovida pela mema D. Aroe'n
oantra o Coronel Hemeterio J > Ve I s
d nyeira e su mulber, j fallecidaa,
precisam faser citar aoa berdeiroa ios
mesmos,afim d virem offereoer na 1.a do
u zo, depoia da oitacio,de artigos de ha-
b i acSo, visto oomo oa dooamentoa ns.
1 e 2 reveatidos daa formalidades legaes
em cortos oa obitoa da txequeote e en-
cutidos e a qaalidade de berdeiroa qai do
iu^pl cante, qur doa aupplioados, qu
aSo oa meooiojsdoa no documento aobo.
2, m como para virem ren var a iootao-
eia, maa como hajam muitoa dessea ulti
008 que ae acham ausentes deste Estado
em lugares nyertos e ro sb dos, ha
?endo at alguna oatroa igucr.dos, roque
rem a V. S. que ae digoe mandar que
jusufisada a ausenoia o ignorancia de d -
toa herieiroa ae paaae edital omo prsso
que V. S. designar para o fim requer io,
axpedindo-se mandado para seren oit dos
o domiciliadoa, neate monioipio que sSu
D. sthetania Esther Brederod s Costa,
caaada com Aatonio da Silva C sta, D.
Auna Silveira Brederodes, e.aada oom
im.0 Tavarea Ferreira, reaidente no lugf*'
Agua Fra, e bem aasim que aejam Ho-
rneados doua cnradoiai ude, visto ha ver
menorea 1 tereasados quer por parte dos
exaqueate, quer por p.rte do eieet-
twdos. Pode deferimento.E. R. M.
( Acoa-panham 2 procuragSea e 5 d camentoe).
Estava urna eatampba de 3C0 reh,
asaim inutiiiaad".
Recife, 27 Je Novembro de 1895.
U advogado,
Antonio Ceaario Rb:iro.
Em coja peticfio dei o despachj d
theor s'giiote :
Despacho
Su.O escrivfio d signe da rara ja -
tifioac&o da auzenca
jHomeio onradjr lide ra advogadoa
Salust ano Jos de O iveira, por parte doa
menores exequeotes e Jtai teserra Ca-
valcante por prrte dos menorea ezecu-
tadoa.
Oiicdi, 28 de Novembro de 1K95
Jos U boa.
E tendo oaaarplioaotea jastificado oom
a prova testemunhal o dedusido em sus
peticfio e 8eodu-me os autos conclusos
nellea lavrei a aentenca do theor ae-
gomte.
Seutenca
Julgn procedente a ju-.tificafSo de fls
r,0MMEBf.O
lol-a Commercial de Pernam-
buco
COTA50ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Rtcife, 11 de Janeiro de 1896
Nao boove OCttcfio.
O presldeote,
Antonio Lponaroo Rjdrigaes.
O secretarlo,
Jj5o LeopcHo do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abrlram com ataxsde9 1/16 po-
bre Londres a 90 d/v, realisando-se pequeas
trsnsac(Oes.
Pelas duas bona eleva'am a taxa para y 1/8
efl*ectoando-8e negocios reeoUres.
Em papel particolar nao consto negocio.
Cotacdes de gneros
Para o agricultor
Assocar
Usinas, por lo kilos. .
Crvstaliaado. "tem dem
Branco, por 15 kilos .
SomenoF, por 15 avos.
Ma8cavado, pe 15 kilos
Broto, por 15 kilos. .
Retames.....
7#500 a 81000
6*00 a 7*200
81800 a 8/0 O
4*200 a 4/500
3/200 a 3/4 H
3300 a 3/600
S/800 a 3/0J0
Algodo
Cotoa-se o de primeira sorte a 15/100, o
mediano a 14/200 e o de segunda sorte a 13/200
por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 480 litros 185/ oomlBal.
Agurdente
Por pipa de 480 mros 105/ oomimal.
Coaros
Seceos salgados na baa- de 12 kilos 1/000 ris
venda o refago 666 o kilo.
Verdes 600 ris, ultimo prego.
Carnauba
Cota-se de 28/ a 38/000 por 15 kiles.
Hel
Por lOOfOOO nominal.
ExportacSo
Kecife, 11 de Janeiro da (896
Para o exterior
Na barca inglesa Egena, para Liver-
pool, carregaram:
J. Paler & C. 5,000 cascos com 37,500 kilos
de assucar mascavado.
__Na barca norcegu'nse Deslderia, para
os EBtados-Uoldos, carregaram :
B. Williams & C, 1,600 saceos com 120,000
de assocar mascavado.
__Na barca ame icaoa Wmt Clood, para
os Estados-Unilos, carrega-am :
B. Williams A C, 500 saceos com 36,000
kilos de assucar mascavado.
No vapor logies C. Donan, para ca Es.
tados-Uoidos, ca'regaram: ftnAn
P. Caroelro & C. 200 saceos cem 150,000
kilos de assocar masravado.
No vapor allemao cHabBborg, para An-
tuerpia, carregoo :
Para o Interior
No vapor nacional Ooeano, para Porto
Alegre, carregaram:
A. Taburda & C, 500 saceos com 37,600 kilos
de 88oear braocc
M S. Maia, (00 sacejs com 7.CO0 k'ljs da
de assocar b-auco.
J. Beltrfio & :. 100 sacco3 com 7,503 kilos
de agfocar braoco.
f J. Bailar C, 75 barucas din 8,219 kilos
ae assacar branco.
x. S. Mais, 10 p.ias com 4 800 litros de agoar
deole.
= No vapor nacional Itaqui, para Rio Gran-
de do Sol, carregaram :
Lima & Uuraes, 2C0 barricas com 20,800
kilos de assocar branco.
Paa Porto Alegre, carregaram :
A. Ta orda & C, 500 saceos com 37,500 k los
com assocar b-aoco.
J. F. Merques, 2,700 saceos com 202 500 kilos
de aa?ocar braoco.
Para Pelotss. carregaram :
i. P. Marqaee, 300 sacc s com 21500 kilos
de assocar braoco.
J. Bailar & S., 405 barricas cota 49,510 kilos
de assocar braoco.
a j vapor allemaj tCiutra, para San os.
carrega-am :
Silva Gaimare<&C, 1,503 sacaos com 90,000
kilos ue i ssucar mascavado e 3,030 di'os com
180 000 kilos ae astaoar Draoco.
Nj vapor ioglet Sbafieabory, para San
loe, carreguo :
J. T. Carreiro, 1,000 sacecs com 60,000 kilos
de assucar mascavado.
Nj vapor francs V. de S. Nicolao, para
Santos, carregaram :
C. F. Cascfto, 246 saceos com 14,76) kilos de
assocar braoco e 135 ditos coi 8,103 kilos de
assocar mascavado.
Para Rio de Janeiro, carregaram:
C. F. Cascao, 150 acece com 9.000 kilos de
aseuea- braoco e 400 ditos com 24,003 k los de
assncar mascavado.
Miraoda Lima & C, 103 saceos com 30 0C0
kilos de assocar braoco.
- Nj vapor oaciooal Itaoema, para Sio de
Janeiro, ca-regaram :
Guimaraea Brasa & C, 50 latas com 8"0 lit 0-
de oleo de ncioo.
P. Altea C, 1,200 saceos com 72 000 kilos
de assocar mascavado.
Bel rao & 1-mao, 700 saceos com 42.000 kilos
de assocar branco e 300 ditos com 18,003 kilos
de a-8n:ar mascavado.
tt. A. A algo 'ao e 5,300 kilos de carocos de mamona.
" No vaper no-uegaease Kong Prode, para
Rio ie Janeiro, carregaram :
A. Taborja & C 50J saceos com 30,000 kilos
de assocar mascavado.
H. d 1 Silv. Loro C, 400 saceos com 24 000
kilos de assocar braoco e 600 ditos com 36,000
kil s de assocar miscavadu.
Lcyo & Moretrs, 800 saceos com 54,000 kilos
de assocar branco e 1100 ditos com 66,003
kiloa de assocar mascavado.
E. Carota c C., 100 saceos com 6,000 kilos
de assucar branco e 400 ditos com 24 003 k.los
de assocar mascavado.
Domingos uenles & C, 1,454 saceos com
87,240 kilos de assocar mascavado e 546 ditos
com 32,760 kilo de assocar braoco.
Nj vapor noroegoeose Baan para Rio
de Janeiro, carregaram:
Pereira Caroelro & 200 secse om 15,003
kilos de algod&o.
B. W Iliacos & C, 1,000 saceos com 60.000
kilos P. Ferreira & C. 20 pipas com 10,600 litros
de aleool.
P. de O iveira Maia, 20 pipas com 9,700 litros
de aga.irdente.
No vap r nacional Dliada, para o Rio de
Janeiro, carregaram :
P. (.a-aelro C, 300 saceos coa 18,000 kilos
dd assocar mascavado.
121 a ,22 v., psae-ae editkl oom o prsso
de 33 diis para a c tacSo doa espetados
ausente.
Coalas px oaasaOlinda, 11 de Di-
embro de 1895-
Jjb Cvalointi de A. c' 6a.
Dooamooto n. 2
Certifiao que.revecd 1 os autoe de inven
tario dos finados Coronel Hemeterio Jos
Velloso da Silveira e aua molher D Aun
Joaquina da Silve r, delles eiostam. ser
o pedido por oenidio do tbeor seguinte:
Titulo de herdeiros lhos doa invtntv
riaioa
1/Dr. Hemeterio J e Velloso da
S'l'eira, caalo, oom 64 aooos ;
2.D. Amelia Ama'ia Vlica? da
S Ivir, solteira com 64 annos.
3.D Emil a Amali* Velloa? da Sil-
veira, fallecida, casada que fui oom o Dr.
Frai.cisco Kreder dea ae A'drade.
4-[). Julia Hmeriua Velloso da Sil-
veira, fallecida, casada que foi oom o oa-
pi'ft Maooel de CatvUbo Paes de An-
drade Gouvim.
5 Frederco Velloso da Silveirat ca
aado, com a idade de 54 ano.
*. 1. J 8eph Jusspbio* Velloso da
3ileira, com a idade de 52 ancos.
7.* D. Mrii da Purifioacio Si.veir-,
ca ad eem o ojuitSj Viadimal Ribeir-
Soarea.
Netos fi boa da fioada D. Emilia Ama*
lia Velloi* da Silveira.
1"-D. Mara Brederodes da Silva
Coata, caaada com Elias Suptiala da Silva
Cesta.
2."Emilia Amalir da Si'veira Brede.
rodea, solteira com 34 aooos.
3." D. Eatiph CSosta^&aadii, com Antoninda Silva Costas
4.Alferes Antonio Franciace Bred?
rodea d- Audrade, carado.
5 *D. Ao.ia (jandida da S Iva Bre-
derodes,oasada com Jj3o Fras Vellos > da
Silveira.
6.-D. Mara Camilla da Svaira Bre-
derodes, osada com Jo&o Tavarea Fer
reir.
Netas filhas da finada D. Julia Honorios
Velloso d Silveira.
l.D. Mana Ann'inciada da Carva
iho Oarneiro Munteiro, ciaada cum Rodul-
pho Floreatal Carneiro Montei o.
2.- Manuel de C^rvalho Paos de Aa-
dr: de, oatal''.
3 D. Zilmira de Aodrade Carvalb
caaada que toi com o Dr. Maooel Bn.z
leiro de Arruda Cmara, ambas fallecidos
Biso'toa fi.his de D. Ztlmira e Aodra-
dn Carvalho e sea marido D Manuel
B.*leiro da Arruda Cmara.
!_Fraoc'soo Octaviaoo de Arroda
Cmara, casado.
2JjIio Cesar de A'ruda Cmara, com
a idade de 21 an ?.
3-D. Msria Amelii da Silva Santoa.
fallecida, r-Hsada qce foi com Ernesto Leo
polio da Silva Saot a.
Tatar^netca, filboa de D. Mari* Amelia
da Sil a S. toe, fallecida e seo marido
ICrnesto Leopoldo d> Silva Stitoe, J it
Velloao da S.iveira Saotoa, c m a idade
de 4 aonoa.
^Hi'rdeirts do inventariads D- Ano
Joaquina da S veira.os mismos deaori.jtos
e maia ta seguotea :
Luis Qonsaga Peisoto de Miranda que
foi OHsado oom D. Saveriana Constancia
PeiX'to, a b >s f-llecidos, com nm lilbo
seguateNet> Lui ouiag* Peisot.o
de Mir Dda, que Li catado com D. Por
cia P-i soto de Almedi, ambos tal'eci-
ios, deizando oa filhoa segu i tes :
Lima & Mo aej, 300 saceos com t8 03) kilo
de aesocar branca.
Rianetoa Ja Q< nsaga Pcisoto d
Miand, 2.. D. Anoa Josepha Prixoto de Mi
randa, oasada oom Pe-g'n'.ino Vi'ira da
Canha.
3' Matia Ea'alia Pe soto de Miranda,
casada com Frauelao Franoisc Rodri-
gue', t*llciJo, deix-ni os filho se-
gui-tee:
Tataraoetoa filhos destea :
1.*Maria com o idade de 10 annos.
2.- Fausto oom a idade do8 anno'.
3.*Severi: a,com a iiade de 6 aooos.
Nada mais se oootioha em ditos auto-,
com relacao ao pedido cojo theor te
cima transcripto aos qut.es me reporto,
doa f.
Sabsorevo e assiguo. 01nl, 28 de
Outobro de 1895.
. O escrivo.
Ba-harel Franceco L (esteva tallada oom 600 res).
Em virtnde do que meoda ao porteiio
os auditorios cita e chame a (ate meu
juiao oom o praao do 30 diaa oa supli-
cados ausentes, cojos oomes vao cima
merci mi d 18,para ua Ia audiencia pobtj-
r ir a exj.ir'.clo do praeo verem tffrecer
na Ia do j'iiBo, deyoi< da oit9So os ar
tigoa de habilittcSo, e l'go citados par<
todos os den:a1 a termua da execu^Io ale
fioal, sob pena de reve, e qoem dos
meamos souber ou tiver noti u dar scie 1
oa a este jaise.
E para Coohaoimeoto de todos passou-ae
a presente e constante de igsftl teor que
ser publicada pela impreosa e tffiado
pilo port-iro dos auditorios 00a lugares
do o ly!o
Dado e paasado cesta cid.da de Olio<&
ao8 14 daa do mea de Dsambro d--
1895.
E an I 2 Theod- miro da Costa M01
t>>.iror eserifSo o mbscevi.
Jos 'Javalcanti de Albuquerque U. hoe.
OD.JjcJuha Me-i-ra Hmlo ae tota joit
de ai reno do l disirco ciminsl H pe.i-
hi t-"t 6a s<-,*:,oor.iioar-a do |oy do Ojo
oleiiio >' Re ife, etc.
Kiijo 8'!vr rt 1 em Inte-essar possa qae em
viriuari 00 a-I 29 | I 2- da I i n. 15 n- 4
de N .'.'! tro 1891, foraiu iuo tilos 08 |fli
es de faci infra deda-ados, econ es qoanti>a
anax menio a-t8 per oo terem corapareci-
do a referida seaeSo :
Aot mo Martns do R o 125/
Arxoiii. Roacio do Rp^oMedejof Jj ir Ubi
Ant n o Sevenno J rdiui US/
Franciscc Xvi-r Frfire 12-1/
F-au3C'M'i'hsdo Dhs 121/
H .rio Ma-qoi- oe Amorlm 125
J ..ij. un Anas'HCiO Illas 12a/
J ao Mirinno Ribeiro 128
Joaqouj Oleu o Gomes d Silva lv!5/
J.. F^'ieira Pilv 125/
Joan | n 1 o Be ro <2o*
J lauuiro KHit-ve* AIvps
Manoel Ferreira da C-ui 12o/
Man el Auiu.-t-'laCunba 125/
Mmoel Bj-g-- La' 12"'/
Siius'iuiiu de A noque qoe Uirantiio 121/
An'onio Uiraoia <\* Silva V eoso I2*i5
A t oa Luz Rdei o Go'ma'-'P 0Z
B-marJiao Je Seu.. Ferruirs Cairal J-
nior l-0
Cundido Au^usli de Aiicqoerqu-; So-
bral 120/
F-cO:!SCO 1a Costa Ferrai lO/
PinuiMio Jo 'ie O^iveira u'Oi 1 0
H rjeneellio da Siiva Loyo 120/
i i) Assia Pere'ra Buena 120/
J-o Hv..., Uj de Ira L'.QS 10/
J.o f Mi anda F'Jgi u !*"
Pe-iro Goiifil es \h (Vlivelra 120/
Hodoiphj Pio-.nno C ne o M:ntelro 14/
It yuiiii!" Miiiu Moreira UO
Amo:.u Poli a-po de Sallas i\'*n
A1D00 P dro e a Barrillo 11/
Amono G mes de Sa H3/
Aifr.-do Garren 115/
Aitk'U'ii) Cabral i*' Bir-cs 115/
Be uh-dloo Pl'.to M.-el- 116/
omioiio- J e da s iv... Boa-Vista lia/
<' iupe B z-rra Cavalca le Uedices 1)5/
Cla-l do de AraojoSiOioa il't
lo Htrmioo de Miranda
l.&l Mai le di Silva
ioaqom Jocn'io Gomes da Silva
J j qaim do Bspinto-Saoio S Iva
Or. Marcos Rodrigues ne Sooza VUona
rt.niel le M^deiros Ba b>:a
0 (dro Ao unes
Riqoe FranIsco da Silva
A' tolo Cavalcsote d- Alboqa rqae
Alberto de Siqueia Cavalcan'e e A|>f>
qaerqoe
CoosUntioo Viti-a Lima
Francia o v*icto ino dos 3aatos
J i-e Fraaclsco Ribeiro Piulo
Jos Joaqoin A Ivs
Joao Pella de Oliveira
lo A. Crrela do Ni.-c meso
Ka; Vieira B-aga
Jofto Alves HmenUl
Maooel Pereira da Cunna
.moni') Gomes Paiva
GaMos Fre e;lco ae 01 vei.a
lLeu K idos de Barros e Silva
Camilo L'His ra S Iva.
-o-tona o Robe.tJ lu m-.rfei
Joao ABj-so Bo-eene filva
J i II lelon?.', Ca v Iho Leso
Maooel Jos Teixtira Fot. es
Joajoim Jos Ranos
Alb rm Casu-lij Br n*o
8eov-DO o di Com Dj (as
01 nbouea e Soot Barro<
Jote Pirera le Mac-uo
Luis Borlamaqoi
M uo'l Anlouio de Miranda Leal
Ped-o Pontea i1 erras
Autooio Auje-ico Ribeiro de Carvalbo
V -eiu.o Das t'-o itio
Antonio Soarea Pombo
UedidoSiW'o Rio.os da Oui
Freoc seo X-'ier de Su Lei-au
R>gno Perraira Ce Car.a.tu
Zacaiaa Jos ao Rejo
Viciet Gong-Ivs >ie Sooia B i-5j
Alfredo Hj' co Grnr Bent do Rgo Ba' o1 Temporal
Bellarmino Corr.ia os S Na
Antonio G>m-8 da Silv* Araojo
Ernesto Marcos de vmoriiu
Pranc sx Amancio di Silva
J aiuim ainblad^s V elrt Cillas
Jv.q-.nmd Rg li : ts
Lois de Car? Ibo
lf. Antonio la S la (ioioia 5i3
Aalomo Joaqo'n de Pul. Mot a
Aurena'ic Soc atea e lln.uu Aln
qoe qu"
P r'uuao T.irqoa'n de Araujo S-Uauba
Beruaui io J)-e Mirt ns
Dsiduo C .r pU B'Uii*
ii i !(ih i \l r.ms Ml'ei'a
Fraicifco Tr.nailloo dp A'm-ld- B.slos
Ato 10 M.i-]'!' 'i- Ara v: n
A A ildoio ao.'UsI de a- i jo
Antonio Vasco A ato ie< Cab-al
Anooo 6aoca!ves Piolo
':elo'ie Al es Teixo ra
Jos F an-iaco P.-reir
E ist<) ).- Perit-ira
J i- He iiqse de ni veira Barros
Jj'quioi Mmoel Codelro
J.m lir.H s Pe ir i I5,rh.isa :a Si V3 N lO
Ar| i ra G 1 a .es Pereira nos Sin'os
Dm B i-;r-a da il/a AlOuqucruqe
Jo4j Irv..re< Coo'inbi
. 1 a AS o o Je A'auj
'"' -1 M j-oel rt Ha ro? C4saicsn e Waoderi-y
115/
115/
1'/
116/
119/
15/
115/
115/
tli /
110/
Secretaria da Industria
3.*
Dlree ra
EDITAL
Pra cosheemento des intereaatdra
faejo publico que do dia 20 do errante.
a 1 hora da tarde, receberji-ie OMU Re-
ra-lic", proposias em carta fecba^a,
dvidumente sellada*, para a ocna'ruccSo
ii/lde om anrigo na oaaa de LXteooao, dea-
I tioado a iostallf c/io de las ele-lr c> da pe-
oitei ciara daquella RepartiySo, oreada
em 14.931.437.
Aa pr p'i! 8 devem aer escripias por
exterso, Eem rasara, emaudt ca ve o de
quhlquer especie, sendo rejeitadaa aa
que se reaceo'.irem da eegaintea altaa :
1* As que esoderem o preco do
t-rj.ment ;
2' Ai qe cao forem orga: iiadaa de
acc rio com o presente ed'al ;
3' As que si bas a.'em em prejoa
de outras propoatas;
4* As firmada* por pessoas qae j te-
oha dviisvdo de comprir ce tractos
com esta Repartilo ;
5- As que nao offerecerem as ga-
r ntas e qnalidadea ex gidaa ceite
edual.
Uaveodo auas oa mais propostas em
giKidade de condi^oVa, sera proferida a
do ci curreote que n>eihoreB provt8 de
aua idooeid.ida cllerecer.
O* concurrentes dovcr2o alem da
'doneid-tde precisa pira irigirem ou
etiouiarem s-s obras, indicar o logar de
sua res'dencia
Neobum propnente sei admittido a
CO'Cirrenaia seu que pro?e ter deposi-
tado na Tbcaourfcna desta R-pa ticlo
qaaot-a correspondente a 5 '. do valor
d* obrt-, importancia .ue perder s", es-
col i la soa i;ropost4 e convidado ptra
assignar o centrtco a iato se recusar.
P. ra b j garai.!i.t da execut;ao do
o..tr to, drposiia e contractante no
Tbosoi.ro do rJs'adr. r.ma cancSo que sera
pr- vumeote ar: i rada por es'a Oirec-
tcr.e.
Netta R particao ssUrSo a disposicaa
doa Sre. coooureDte, das 10 a 4 h rs
da tarde, o orc;amento e a planta esp-c-
tiva.
Recfe, l i de Jane ro de 18P6
A. Urbano P. Mcnteiegro,
Dirett r-geral.
110/
110/
110/
10/
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Vano-1 Jo quim de Oa'v.lno
Mmo-1 Rkioo- da Cui-ha
8 Aotjni. J jr F.- nundes
Allreio .i C pt Carvalho
Aiioui' H^ riq .e M.f a Jjrjior
Alipio Rii-adu oe U iveira
A i oiio Bj "is'a d^ Ario) >
Pruncaco Jj de Me lo Cosa
E qoe Sea marca o n p-azj a- 8 .'.;'.' di na a
desU para os mesioos jait- ne faci r^que-e-
e o an su. leccais perant-* e.le joizr, justl-
1 i ;o o molivoi de seo nao co:Diiarei;irn-n-
lo, e que Un i Bale eraz o escrivo re i eileri
ao Concelti.i Muaicipal um copia do ao'oim-o-
lo de iiDpo iaj tan multas, bem erno ou 'a
ai iro ur.d r dos fe'.ias da fazeoda njonicpai,
atim de se preceder a cooraoc< execa vi coioo
d'iennina a saora-men 'loQidn i-i e. o srt. 152,
g e 3- do regotum.nio de 2) Je Jiei o de
1893.
Recite 9 d- Janeiro de 1S95.
Ea, Klorenco Rol igoesue MranlaFaoco'
8^nvo do o-y o escrei.
Jos Jo'io R. P oto ta Sooz.
A.aruia [tari ib.jkiio.
Arroz com casca, ilk
A. Taourda ft C, 1,000 saceos com 60,000 ,q^q bec Cdgca oo pilado, dem.....
kilos de assucar mas-a- a io.
M B M. Cavaicaote, I Uta com 15 litroa de
in-l e 1 oarnca com 50 kilos de assocarre-
i alo.
Parr Victoria, carregaram :
3 T. Carreiro, 4 barra com 6) lilroi de al-
eool.
C Pisto & C, 100 ciixas com I.COJ litros de
de geuebra.
A. a Ca-dozo, 60 saceos com 3.600 kilos de
assuiar mascavado e 40 ditos com 2,400 ki os
e assucar branco.
no vapor niciooal Bras.l, pira Mjos,
carregaram :
A. I-maos & C. 150 barreas com 9 140 kilos
de assocar oranco, 80 barra cem 7,040 litros
de agurdente.
F. Rodrigase & C, 14 barrio com 1,232 litros
de agurdenle e 15 barricas con 800 kilos de
asocar braoco.
P. Pin'o & C, 5 barra com 435 liiros de
aleo le 100 ditos com 8,700 ditos de agur-
dente.
P. Cirneiro & C. 10 pipas com 991 litros de
agoardi nle.
L J. SUva GaimarSes, 15 barreas com 930
kilos de as8oar braoco e 10 barris com 920
ditos de agoardeote.
P. Alves & C 50 barris com 4 500 I t-cs de
agoardeote e 5 ditos com 450 ditos de aleool.
E. Cardoxo & C 45 barricas com 3,t05 kilos
de aesicar b-anc.
A. A Carioso, 125 barricas com 9,28 i kilos
de assu ar brauco.
P. de uliveira Maia, 10 barricas com 860 ki es
de assocar branco
Para o Para, rarregaram :
P. Ca-oeiro & C, 170 barricas g im 8.770 kilos
de assa ar branco.
E. Ca-dozo & C, 110 volomes com 7,650 kilos
se assocar br.n:.i
Kaaib.k & Gainer, 50 barricas com 2,700
kilos de astucar brancu.
A. J da Cosa, 100 redes de algoiao.
P. R. da Silva & C 1 caixa com cagalos.
Na barcaca D. Jalla, para as Alagos,
carregaram :
P. Carvxlbo & C. 5,000 litros de sal.
Na barcas< Ka cellini*, para Porto Calvo,
carregaram
C. L?mos & C, i calxt com 24 litros de cer-
vejs, 4 barricas c^m 240 ai os de a-socar bran
co, 2 c HX38 com 12 litros de geoebra e 50 es
leiras de carnauba.
AseveJo & C, 15,000 cigarros.
= Na barcaca Naslubi*. para Mamaoguape,
carregaram:
Mideira & C, 10 caixas com 8) litros de ge-
oebra^
- na barcefia Tbeoes, para S. Loiz, carre-
garam:
P. Carvalbo k C, 2 caixas com 24 gigas de
pbosphoros.
Na biate C. do Natal, para Natal, car-
regaram :
Azevedo & O, 5,000 clmotos.
Olivei a & C, 2 barricas com 166 kilos de
assucar refluado.
Manoel A. de Seona & C, 4 barr cascom 240
kiles de assocar retinado.
P. Rodrigues & C 1 caixa com 85 kilos de
ioce 5 duzas de vaesonras de piasssva.
PAUTA DA .1LF.1IDEG
VALOrlES DAS MERCADORlAS NaCIOSaES
SJBITaS A DIRE1T0S DE BXPORTAgAO
Semana de 13 a 18 de Janeiro de 1896
470
130
IsO
430
213
40J
500
031
i/560
910
i/800
l/?00
2/KO
480
0.0
160
i/ O
l00
1/933
410
2/150
600
1/fiO)
1/0 Hl
1/775
175/
4(0
Agurdeme, cactiica litro.
Dua de canoa dem..............
Aleool, litro ...............
Mgodao em roma, kilo..........
Dito em caroco, dem.............
190
375
390
933
Assucar brauco. i em............
Olio toascsvaiic dem...........
Diio el)nado. dem..............
Azeite de c:o, Iliro............
Bagacjos de da'OQiS dealgoli, kilo
tiorracba, teite de uiaogabeira, ldeui
Cacao, dem.....................
Caf bom, dem.............. ...
Hilo o-'nario, dem.. .........
Dito lorrado oo mjido, dem......
Carae secca (xarqoe) .dem .......
Ca-ogos ou semeutes de algo-o. dem
Carrapateira isemenes dem ....
Cedro em prsnctOsa, grossu.-a por
0-081......................
Do em taboas al 40 milimgr., omi
Carnauba kilo -..................
Cereja, liiro ..................
Cbarol s, cento....................
Cigarros, dem......... ........
Cooroa seceos espiebados, kilo.....
D.ios seecos salgados, idem.........
Ditos verdes, dem..............
Couriobo, cento...................
ti ira. litro....................
Cnn-.eilas, par.......,............. i/60o
Cognac, Itiro.................... l/20
Capil e ll< orea, litro.............. 1 <0o0
Cocos seceos com casca, cerno...... 7/00O
Dita ditos sem casca, id m....... 10/000
Coco?, kilo...................... W2B0
Eocbaus, ora .................. 36/
E'pao.idors de peona (grandes1 dozla 36500
Dlt.a -e dita (peqoeaos)idem....... 18/J00
u tos de nalba, idem............... 4/100
Esietoa. om...................... 12/100
Esferas proprias para forro oa e-tiva
de navios, ceoto ................
Estopa nacional, kilo......**>....
Farlnba e mandioca, litro.........
DUa de milno, dem...............
Feja >, ieem......................
Fumo em (olba, bom, kito..........
Dito de dito ordioerio, idem.........
Dito em rolo bom, idem......-....
Dito de dito ordinario, Idem........
Dito em lata, bom, dem...........
Dito em lata, ordinario, idem.-.e.-.
Dito picado oo desnado, idem.......
Geoebra, litro.....................
La de barriguda (oalna Kilo......
Looro em taboas al 40 m'm grossu-a
ama...........................
Mel de tanque oa melaco, litro.....
Dito de abelniB, dem.............
Milbo, litro.......................
Paioa de carnauba, idem............
Pao Brazil, idem..................
Peda de reaolo, ama..............
Pcnas de ema oo pafo, kilo.......
Pbospiiaio de cal, tonelada.....*
Polviibo (gomma de mamloca) kilo.
Ponas oo cblfres de gsdo va:cam,
Pelles de cabra em cabello, ceoto...
'.) a< de |.i s-avu. dem.......... 2/590
-.lae de iim- 0, dem............. 2/200
Vi, banco (em co5tadionu) nnr cmJ3i 22/3--0
Oiio (em praocbOes; no- i "0 Di o tm labos al 40 rr/m gro sura
urna.......................... I6/C00
Reudltaentos
Mei e J.neiro
publico*
ue i', t
H^nda geral
Do dia i a 10
ldemae II
Alfandega
640:746/531
18:396/043
----------------- 699:142/17 i
13/000
i;0
140
180
800
480
820
420
8!0
S30
800
400
400
400
7/100
210
900
OM
030
040
4/500
84500
12/
140
3/500
170/000
Ditas de csrneiro, idem ........... 105/000
Qoeijos de qoalquer qualidate, kilo 1/200
Rap, idem....................... 2/200
Rlpas de qu* cer qaalidade, duia.. 4C0
Sabo, kilo...................... 3C0
Sebo ou graxa, kilo........... /IO
Sebo em velas, klls................ 700
Sicopira em obras felxos para carro.-)
par .......................... 6/100
Tabaco em p, kilo................ 2/100
Tapioca, kilo.................... 180
Taboado de amarello.dutis......... 180/OO
Travs oo linfias al 5 metros de com-
primenlo, nma.................. 9/00'
Di as de mais de 5 at 11 metros, ama 23/0 0
Ditas de mais de 11 metros, orna.. 42/000
Varas para caneas, ama........... UiOO
VasspOfB de camloa, duzla..... 1/100
Reoda do Estado :
Oo da 2 a 10 i 82:039/151
idem -e II 3J.6/o2
---------:-------- 2il:68?/37i
Tot*l 920:819/948
2.* >"\i-i da Alfandega ue Peruauauuc, II
is Janeiro de 1896.
O ebefe da seceso
L. F. Codecera.
O ib68oareiro
L'i'z Maooel R. Valeoca.
RSCEBSOOrtlA DO ESTADO
Renda de I
Idem de 11
Rea de I
dem de II
RE-JfE DrtAINAtJB
50 802/C6I
4260J0J
55:062/124
279/777
/
279/777
llovimeno do porto
Navua entrades a> dia 10
Manise escala12 dia?, vapor nac nal 0 c-
iii, de 1999 oneladis. coumaidaue Rober-
to R pper, eqotpagem 60, carga vanes gene-
ros ; a Peieira Carneiro & C.
Rio Grande do Sol e escala!3 di.8, vapor oa-
ciooal lla'iba a d 633 tooelarfa*, commao-
dante C H. Miles,eqopag m 27, carga varius
geoe-os; a Jo Ignacio Gne.'es Pereira.
Navios sabidos i o mesma da
Rio de J.ctiro e escalaVapor nacional Olin-
da, coT.manJaofe Roberto Rippsr ; ca ga
varios gneros.
Mana seerC-laVapor nacional Brazil, com-
andaoie Antonio F. da Silva; carga varios
gneros.
Pa Vapo- ings Gordcn Ca tle. ccmn;n-
d>i ti K. Brew I r; car 'a aolmies.
Saitos e esca aVapor f-aocez Villa de Sao
Ncilaa, ccmmndanle F. Contn ; carga ve-
mos genero?.
Boenos-Ayres Brea nornegoenss Mlcbel
Bereniseo, caj'itao D. Tirressenjem las-
tro.
Cear e' escala Vapor nacional JaboatSo,
commadao'e Alfredo Goimaraes; carga ve-
rlos gneros.
Londres e escalaVapor ingles Badswortb.
commsndante Ta. H. Fex ; carga aounae?.
Mercado Hanlelpail de H. Jos
O movlmento deate mercado no dia 10 de Js.
neiro rol o segointe *
Entrsrirn :
32 bols pesando 6.971 kilos
825 kiloa ae peixe a 30 rs. 24/750
14 compart. com mariscos a 150 "S. 21100
4 ditos com canaarOes ? 180 rs. /600
36 columnas a 9 rs. 32/480
3 cargas com gallinbas a 70 rs. 2/250
10 cpssoaes com gallinbas a 450 rs. 4/500
l cargas com milbo verde a 450 rs. J450
3 1 carga comS amendeim a 450fj /450
3 carga* com Ltalas a 450 rs. 1*310
EDITAL.
De or;em c"o 8r. Dr Admioistrador
daKecebai Tia do Eatado, sio convida-
dos os Srs. propriet ros de iromoveis
ruraea sitos as fregnesiaa do Poco,
Varees e A'"gac"o', a apresentarem no
prasi ^e 15 d ae, documsotcs, escriptu-
ras publicas, cscr ptos pi.rtieal8re8, f r-
roaes de portobaa ou autos, em original
ou publica forma da quaes conato o valor
venal de bus propr edades como manda
o art. 2." das instruccd'S de 8 de Jalbo
ds 1895, reierente8 so 7- do rt. 3.
d le a. 121 de 28 de Juabo do mesmo
atno-
Rscebodoria do Estedo de Ptraamba-
co, 11 de Jare ro de 1898.
O chele,
Manoel MauhaJte
Sfccretnrl da *f nati;a,Mececlo
Interiores e Inatracco Pu-
lules do Estado de Per
nasmruco
EDITAL
0 S-. Dr. Secretino da Justiea, Ne-
gocios Interioris e lustracc') Poblica
y 1 carga coaa macacneiras a45ura. /450
1 cargas com cebollubo a 450 rs. 5450
2 cargas com gerimuns a 450 '8. Z900
14 cargas com verduras a 4W rs. 6/3U0
1 carga com canoa a S50 f8. /4>0
9 cargas com laranias a 430 ra. 4/050
23 cargas com Inhame ^450 U/260
1 cargas com loucas a 45 rs. /4d0
I cargas com melancia a 450 rs. ZiS'J
1 cargas coaa melSo a 430 rs. Z450
6 cargas com diversas a 300 rs. 1/800
24 cargas com farinba a 3 *0 re. 7/803
4 cargas com milno gecco a 300 rs. 1/200
2 carga Cm feiao a 30 rs. /60O
14 Snioos a 1/ rs. 14/000
76 lugares a 300 rs. 2/800
12 como, com ouineiros a IZBOO 18/030
9 comp. com sein- i-uf a l#980 rs. 9/450
8 comp. com IressorS a 9I0 -s. 7/200
69 comp. com fazeadas a / '8. 138/000
*1 comp. com comidas a 1/U50 rs. 22/050
49 comn. com verduras a 450 rs 22/050
<04 comp. com Tarioba a 600 rs. 62/400
40 comp. com talbos a 3/000 120/000
Rsodimentca dos d!as 1 e 9
5t4/550
4.702/19J
5.24G/740
.-Tecos do da :
Carne verde de 12)0 a 1/000 rs. o kilo.
Sainos de 1/ a 1/200 idetr.
Ca-neirode 1/2)0 a 1/5'X> dem.
Faricba de 600 a 1/000 rs. a cola.
Milbo de 600 a i/000 re. a caa,
Feio ce 1/200 s 2/000 a caa.
I-----
Navios esperados
De Hamborgo
Lagar aercSo Axel.
Bngce allemao Ono Grat zu Stalberg.
De Ntw Porl
Barca nroegennse Raogsbyrd.
De Cardiff
Btrca ooruegno08e Wiaooa.
Barca noroegoense Sala,
Barca norueguense Dacia.
Barca ooroegaense Auriga.
Do Rio de Janeiro
Patacho norueguense Zintia.
Barca americana Virginia.
Patache allemao Activ.
De Terra Nova
Lagar inglez Heldra.
Lu :-r inglez Emulator.
De Pellas
Lugar ro-tugoez Temerario.
Sscuua aliema Eima.
Lagar dinamarqaez Lerr.vrig.
Patrcbo noroegoense Einar.
Paiacbo noruega Rodoipbo.
Vapores a entrar
MEZ DE JANEIRO
Rcsario do col, a 12.
Petofl de Triesie. a 16.
S. Salvador do ul, a 16.
Paraoagui* da Eoropa, a 17.
Porro Alegre do sol, a 17.
Daeabe jo sol, a 19.
Clrenle da Europa, a 19.
Nile.da Eoropa. a 20.
MjraonSo Jo eul, a 20.
Vapores asahlr
MEZ DE JANEIRO
Rio e se. Oliad a 12, as 5 horas.
Genova e etc. Rcsa-io a 16, as 3 boras.
Minaos e esc. *$. Salvador a 17, as 5 boras.
SoutbEmp'on efesc. Danobe a 19, aa 12 b.
Sinics e e c. .P^raoago a 19, as 4 horas.
L'ibja e H>rxl>Qrgo orto Alegre a 19 as 12 h.
7
^
r
-

K
f

%
mvM t
II' I !-
-T.


Diario de Pernambhco Domingo \% d Janeiro de 1896

manda f.'z r publtoo para os devidos
*V
15
se
1*
oa-
do
fleitos e em observancia ao artfgp 25 d<
tgolamento expedido em 23 de Jaaeiro
1893, para txeoosSo da Lei r.
de U de Novembro de 1891, que
acha va. o o o.rgo de juiz de direito
4* vara=Feitoi d Feznda desta
pitsl em oonaequeocia da nomeacSo
magistrado oae o ocoaqava o Dr. 8 gu-
iando Antcoio Goncalves para o de iir
do Superior Tr.buual de Justioa.
A vaga de que se -trata ter prcea
ohida peb jc,'z da oi'ito ntigo
'entro os que reqoeterem remojo n^
-wazs dj i 0 d a, a contar da data da po
Micceo do presente edital ; neuhama t
reqaerer, o provimento str feito pe.
forma determinada no art. 24 do Riga
ment cia-loe de aceirdo com o aoto i
instrocfSas da 12 de Agosto do mosme
anno.
Pelo dirnotor,
Alfredo dos Aojos.
EDITAL-
Aferi tes e medias
O Dr. dub Prfeito do municipio do
Recite maoda ftter pabco que dar ite
tf mea oirrent" tar sa-ba na respectiva ra
partido a af r cao dos pesos, baIo.s a
med.das doa estaSeleccnenos commer-
eiaei situados na fregoezta de Santo \u-
tonio, l.vre do muita, das 10 hor-s d
m ih*. &* 2 12 da tarde em todoc or
das utuis.
Secretaria da Prefiitara Mucicipal do
Recif, 2 de Janeiro de 1895-
O secretario,
Joaquim J\s Ferreira da Richa.
Becededoria do Estado
de Pernambuco
Edital ii. 39
O administrador fs puolico para CO-
Bbce:ment dos reapectios cootribuiotee
qoe, dentro d^ 30 das improrogaveis,
contados da data do presente edit.I, ra-
cabe-ae a boocu do cofre a contribaicao
-relativa ao o*\<> manto eseoutado na ra
Constante d* relacio abaiao.
Raoebedoria do Eitadj de Pernambu-
co, 9 de Janeiro d- 1896-
O f>dministrador,
Affonso de Klbnauerque Mello Jnior.
Relaclo dos predios sujeilos ao imposto <1e cal-
chnenlo a qne se rel-r* o offiaio cretado oe Estado dos Negocios da lodustria,
iUd 2 do crreme mez.
MU VELHA DE S \NTA RITA
N8. Valor locativo
2 Fraoetaco de Meieiros Cval-
es r te Alboqoerque
4 O meamo
6 U mesmo
8 Aotooto lanicio de Albnqoer-
qn Xivler
|0 Baruardioo Jiciotao Pereira
Ranaca
12 Roa F-linti e Aoton a Felicia
de S>Ues eaezea
li Jof J. de Atnorim
J6 Jo Paulo Botelno
18 Antooio J Fereira Monteiro
20 Amorfa I nais
21 Tito L'vi) So ves
2i Ao'0:t' O uviino e Sidzi
26 Vio.ocia Mirla da Ci-n eigSo
Cesar
28 J.a-, i;*f e Antonio, fllh03 de
Jos Ai odio More.rj, Miguel
Amonio de Figoelred;!
30 Victoriano do Arado Ebla
32 Santa Casa de Misericordia
34 A mes na
36 Irmaodada da* almas do Re-
38 B-^nardino Ao'.ooio di Silva
Lleboa
40 Maooel Joaquim Alves da Costa
42 Antonio Gom >>a Mlraadi
Leal
41 Liorenco Alves Salasar Jnnlor
46 Arc*MO|?ia Mina do Rosario
48 Manoel M.rt'os de -ronm
30 Aoton'o do C"rco pfrreira
32 Joaqoim Jos T--ixeira
54 Julio Rotioo Vell so
56 Actonio Pereira Mendes
58 Diogo Augusto Reis
60 O me6mo
62 MaiaC.ndida 1o Reg
61 Joe Paulo Boulbo
66 Fraoceco Jos Rodrigues Pra-
ea
63 Manoel Jr-s de Mallos
7C Francisco FaDio do Mmte
72 Mioo.i.tiiba de Manoel Jos da
MattoS
7i Jeronyiic Francia o Ferreira
76 Mirla Jjaqnina Teixein B. de
Castro
78 Job Fernandes de Mello
80 Fi'inino Leite Abren
82 Francisco de Mello Cavacote
de AlDuqoeiqne
84 Luis a Silv. Ferreira
8J Mocel Fernandes Mascare-
Dbat
88 Jaaqoim Riceiro Ce Aguiar
Montar royos
90 Marcelino Aosberto Lopes
92 o mesnj
94 O mesreo
96 O mermo
1 Jj Soarea lieves
3 J a'na Rosa (Se Araujo
5 Francisco Jns Vianoa e Jof
Domrgoes Codeceira
7 Mara Joainina do N e Antonio Ldefooso Viacna
9 Jof Joaqnim de Cisiro Pinto
11 Alriano Pereira Lot
13 Manoel Rodrigues C MendoOfii
15 Carlos Antonio de Aranjo
17 L)ortn;o ce Alboqaerqoe Ro-
2 3 100
2731000
213*000
333*0'- 0
500J0G0
450*000
99*1 00
380*1 00
881*0'
273*000
331*0 0
2)3*000
165*CO
I53*0f0
213*000
*
*
333*000
273*000
1:030*0'-0
3^0/000
300*0 "O
273*'O0
273*000
297*001)
200*000
273*000
213.00'
2t3* O
52130000
333*<>U0
4b3*00O
271*000
393 C00
393*000
393*000
393*000
213*000
213*000
273*000
393*000
273*vOO
213*000
273*i 00
3< 0*"00
333*000
120*000
l0*00o
1: 80*0 0
920*000
En obra
273*00
333*00)
273*000
955*000
393*000
81 Frjocscj de M Uo Caval ante
oe A'buqnerqa-*
83 Tilo Lino Siares
85 J ^ Paci Bolelbo
8 iniiia Maximiliaaa Pereira de
Maraes
69 AitoDio Jjiqoim Carg^o
91 O aaeemo
93 Marcelino ADiberto Lopes
95 O mt-smo
87 O mesmo
99 J.iaquim Los de Azevedo
tOl Jj.- J-io de Amonen Jnior
333*000
1.173*5 00
333*010
333*000
625*000
600*000
900*1)00
309A0OJ
309*000
333*000
333*000
8a 273*00
19 Antonie P. Csrdoso Gama 273*900
21 Antonio Piolo Cardoso Gama 300*000
23 Antonio J aqulm Cascao 333*000
25 Ira Maiiminaca Pereira de
Menez^s 723*r0f)
27 J 5.J Luiz de Araujo 824*000
29 Hernardioo Jacinibo Pereira
Ramos 4^0*000
31 Jote Jo-qnjrn de Castro Pinto 35W000
33 Joaquim G jog-lves das Santos 333*003
35 Deliinii Lopes da Crus 333000
37 Antonio Googalvea de Azeve.
do 1:239*000
39 Flix Pereira de Sooza 377*000
41 I la Miximiliana Pereira de
Menezes 2i6*O0O
43 rispim, flibu de Jos Joaqoim
de Castro Mon' 333*000
5 Ordem 3" Je S. Francisco 333*050
47 Ji Ramos di Silva 273*OJ0
49 M finel Antoo o de Flgaeiredo 373*000
51 Antooio DomingaeB Code.ceira 333*090
3 Felippe Gomes de Maitos 360*000
55 Francia a Candida da Silva 373'000
57 Joanna Francisca do Reg
Mello e.Frao -tuco do Reg Mello 333*000
59 Francisco Qoiotino Rodrigues 333*006
61 Jos Jjai de Amorfra Janlor 480*000
63 Feliope Gomes de Maltas 693*000
65 Joaquim E. de Maia e Silva 457*0JO
07 Josepta C. Pereira de Mo
raes 213*000
69 Jof Das da Silva Golmaraea 573*000
71 Albertina e Daolioda (meonres) 240*000
73 Dr. Antonio de Souxa Cyroe
Lina 2(3*000
75 Dr. Francisco JaciotboSampalo. 540* 0)
77 Dclpnim Lopes C'Ui i 333*030
79 Aagosto Francisco dos Sania,
Porto / 393*000
Edital
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO
Da ordem dj Ilim. S-. Coronel D Iasrector
da Afn .er, taco publico que 00 da 21 do
correte mei a 1 hora da 'a-de, se receDe ao
propo-Ua em crns8 f cbada para o foroec-
jeoto de ariigos de expeliente e ou ros ard-
aos para o eoneoie ermeetre, cups rticos
abraDge-io aa secgoe 1.*. ?.' e 3.* gua da-
moMa e Cipatsla u'es'a Alfaodegi>, engodo
declarar qne n5o ie5j temadas em conslde-
.-icao a' proposlaa que se a'astarem da or
'mi, med das e pesos eatauelecidos oo pre-
sente eii al e nem as nuaes apresentateii os
resp'c vus preces, ofTnre e em para eerero
preferidos abat enns oo porceatageos de tan
tos por ceoto ecbre qualqae: das oolris; oo-
t-osim ap eseLtirao os o opone':tes ss amos-
tras dos rticos qn liverem de ornecer con-
forme a relacao abaixo:
Arela.
Azeile doc?, iit 0.
At-ne da c>.rruat", liiro.
Axitt: da coco, luro.
A.ua raz, lltrO
Aicool. litro.
Azei e de moclo, litro.
'o.
Azul oll'am A eD-n de linho, kilo.
Aicairo, litro.
Ai 'al (.8 ou tapetes.
tal es de madei'p, am.
Hu ei-a naciotal da 3 palmo*, urna.
ti d ka oaciooal de 2 palmos, orna.
K'iro grosso da liiiho, metro.
B-im oa Ra-sia n. 2, metro.
Brueo arnt riraso, metro.
Br^u k'lo.
B osa oa-a pin'uras, sortU', una.
JaDo de cairo, om.
Cabo de iiutio, om.
Cano de manilha, k'lo.
Cu de Jagoa'ine, alqoeire.
Cal banca, slqteire.
Caibros cen'o.
Cim^a o porland, bar.-lca.
C.rvii Cariiff, unela.ia.
d ir50 de algoda mac>.
C-sia oe xiwe para paeetf, una.
Cn"-a ne fl ires, orna.
C kilo.
C.c.' amarpl.a, ki'o.
Col'a da Baile, kilo.
C-ogoe, om.
Cama ne lona para solteiro, ama.
Carva3 Oaoeta8 de madelra, dazla.
(;.' e as de rm'ei a coumons, dozia.
neUs de ma era o diara, duna.
C-mveie fl 10 de 4 fo'b-is, nm.
Convele < rJm-n 3 de 2 (albas, um.
Bspi'.to d^ viobo, litro.
Eiopa aceera, k 'o.
i v lenes tara carias, cento.
Bnveloopes timoratos para officio, ceno*
Bspanador de palba, om.
File;e, metro.
r'o de aluodfo, kilo.
Fin de vela, kilo.
Polcas de cob-e, kilo.
Ferros de moldara, nm.
Fi-rameoias so'tidae, dozia.
Ferramenta8 so-tidaa, dazia.
Ferr lio de fsrro, om.
Fcih u-a de ferro, de urna vela, urna.
K- .:i n icraa de ferro, de las vallas, ama.
Ferroloo de iatlo, om.
foraiorn de ajo, om.
Fio groupo e 801% roveO.
Fio de ccre, sertidos.
Folna de zuce, p.
Gilop), am.
G'rraHChd. om.
Gaxa do R o G aide, kilo.
G'mon iacca, kilo.
ouiroa arbica lijuida, tasco.
Gir, k lo.
Impressc para cap laei de navio porlug1 ez,
m.lbelro.
Impre sos pa a rapi aes ept- ngeiro?, milbeiro.
Impre ees recibos para dispensa de bordo, m -
Ideiro.
Inpftssos de licer-ga para atracar barcsgi.
Iap etsos pases de bsrccCis.
Imp'esais rrappas de alvarenga.
i aprseos de intimai nos capites.
Impresos cedidos para descarga.
I uc n g-( a termo de visita ueia folba.
Iniresios relgao de descarga.
Inpredsog de eot-adas da barcagas.
II pre.-sos maopas de entradas.
Jarro agaib, om.
Jarra de barro con tornera. ama.
Jarra ce (erro (em lorneira una.
Kerosene, litro.
Lmteroa 00 pbarolete, um.
Lr ba de barca, kilo.
Lixa de vi to em fulh?, oms.
Liza de e-menl em folba, ama.
Lona amenc.na 2 5 metro.
Looa na Rossia o. 2, metro.
Lona Ii g eza o. 2, metro.
L Lapes pr^to Faber, doz a.
L-pi de borracDa, duza.
Ln' de co es. daza
LaVdto es de ferre, am.
Livro almasso piolado de 50 folhas.
Dito de O1I0 de dito de 150 Utas.
Diio de dito de 200 ditra.
D to Jeiu, tropresso de 100 (oiras, am.
Dito dito impresso de ISO folbas, om.
Do no impreco de 200 folbas, am.
Do Ex. de 100 folbas, am.
Dito dito de 180 folhas, om.
Dito corenne de 103 folbas, am.
Dito dito de 1M) ditas, om.
L capadores de predaiae, om.
L'vro Riia>tu impreaso de 100 folbas, om.
Dito Cirr de 100 ditas, nm.
mi ae dito de 15) dlias, om.
D to oito de 130 ditas, um.
Manellos, om.
Malta bonao cartao branco, folhas.
Dlio dito rosado, (olbaf.
Oleo de moclo, Itirc.
Dito de liabaca, litro.
Ocre, k'lo.
Olbarea e sapstilbos. am.
pnoapboros em caixlnnas dozia.
Plaioa, om?.
Pregos Irancezo, kilos.
pregos de roDre para (orro, dem.
Pxe, caada.
Piaceis para pintara, om,
Ditos para calar, am.
PrpgoB noaes, mago.
Ditos caibraes, dem.
Probas de metal de 1 4 calzas.
PiDel Jes, p^otsdo. caderno.
Dito Retsio, dem dem.
D.to Curr, ide,m ideen.
Dito Ex, dem dem.
Dito Coronoe, dem idem.
D to paotado a. 301, resma.
Dito dito n. 789, ideto.
Dito dito o. 3i8, idem.
Do dito n. 317, dem.
Dito airo o. 5, dem.
Dito cito o. 4, idem.
Dito ministro paotado, calza.
Pootas oleadas para fkres Ratsio, am.
D tas mas Cari, orna.
Peonas de ac Perry o. 150, caixa.
Ditas dlio M.llat, cuna.
Ditas dito americaoas, oms.
Paso de vidro, om.
Dito de metal, om.
Prutocollo almasso paotado, 50 foluaa.
Dito dodriOO ditas, om.
Di o oito de 150 ditas, am.
Dito diic de 200 folbas, om.
Papel ministro timbrado para cartas, calza.
D ro rosado timbrado para celos, reama.
Po'.arsD, k lo.
Regoa de enano cbata, ficto 1 o ma.
Raacadeira de ago, caoo de oseo, ama.
Dita de dito, cauo de madeiri, orna.
Sebo em bexigas, kilo.
Se ra de tragar, ama.
Saboueie, un.
Secante branco, k'lo.
Dito fexes de oaro, idem.
Sabao, idem.
Serrote, om.
Tatzss de bomba de cobre, k le.
D tas de di,a de ferro, idtin.
Tijolo icglez, om.
Tira branca em lata, k'lo.
Dita verde em latas, dem.
Tinta v rmelha em latar, idem.
Torcidas pa los, dozia.
Taboas de piano de ra, ama.
Olas de cedro, orna.
Ditas de rao carga, ama
Tiotei'o de vidro ue 1 vaso, am.
Dito de dito de 2 vasos, om.
Dio de cito de 3 vasca, um.
Tmta Bleo Black Stepbeo?, litro.
Dita de carmn, tina, frasco.
Dita Bello Rcs>, frasco.
Toalba ferpo ia,para maca, orna.
Tbetoar?, urna.
Tijolio de lapamento, milbeiro.
T-irgutti de ttfrt, ama.
Di'a le metal, nm'.
Va rao de ferro kilo.
Di o de do gaivaoiaado, idem.
Dito de cebre, dem.
V .-aeu'a de piassava, soriida, ama.
Verniz de gas, litro.
Vrae fraacez, klc.
Zacao, dem.
Aifandega de Pernambuco, 8 de Jaoc.ro
1893.
O ebefe,
Manoel Li'e Pereira Bastos.
de
SO
urna
dbitos
Es-
de
Edital
O Dr. Procurador des
Feitos Antonio Tolentino
Rodrigues Campos, de 01-
dem do Dr. Se ere tai ie da
Ffczenda Pedro Jos de
Oliveira Pernambuco e em
cumprimento ao disposto
no art 2. das dispo^icSes
geraes da lei do ornamento
vigente, declara que ficam
dispensados de multa e
custas devidas Fezeuda
do Kstado os cjntnbuintes
que, dentro do ejercicio se
apre=entarem voluntan
menfe para liquidar de
vez todos os seus
proveniente? de
impostos e readas do
fado al o exercicio
1888 exceptuando, porem
aquelle* que s'' a lizerem
depois da arrematado e
anfes da assignatura da
c-rtade adjudica^ao.
Outrosim, declara que
as respectivas guias de pa-
gamento deverao ser visa-
das e rubricadas nao so'
pelo Dr. juiz dos Feitor,
da Fazeoa confoime o 3
in fine do art 68 do ^
gulameuto Fkcal em vigor,
como tambem pelos mem-
bres da cemmissao que se
achH actualuienle eucarre-
gada do exame dos cartD-
rio8.
Rec fe, 24 de Agosto de
1895.
Antonio Toleotino Ro-
drigues Campos.
i. A caia arrematante Bcam pleaameote ga*
rsoliios : a) o dlreilo txctoslvo de txplorar a
iodu'iri qae contracltr, e por lodo o pr.zo do
a renda'! eoio di rea, o qual nao exceder em
ca-o ileum de quinze anooj, cooiadoa d > dit
da aaiail-gao do servlgo ; t) o direlto de p-e-
(e de ser n..?ament posto em concurrencia (Le
o. 124, art. 1)
3 tsgoUdo o prszo de qoe t-att a rUoeola
precedente, to los os edificio, obras, macbioas
e qoaesqaer btimfel'oriis etteciaadas pelos ara
remaian demnissgio algaia.
4' A superti le de cada am dos lotes de tr-
ra, cojo lamanbo, rnedicao e d ma cigao seao
feitos a costa dos arrematantes, erl o numero
ce metros qaadrados que n-'cessario, se*
eoodo o genero de trsbalnos exigidos para ca*
da exploragio.
5.* Fica con. liluldo-om lote de Ierra, rara
os etTeitos derle docet). o gropo das ilbae,
lambem pertenceote to ar. hipelsuo de Pernan
do de Njrcoba, deoomioadas : K.ia. do Mito,
Sella. Geneta, Raza, 8. los e os ilbos all ex-
(leu tes.
6.* Po.' coota dos arrematantes correrao lo-
ias as d' soez8 com o eervigo qoe o eoveroo
tnetitoir para Osrallsa a exteogao dos cea-
tractos ue fcrreodtmsato, quer em Feoaoao,
qner oo cootineote.
7.a O arreadameotoa sero intransferlveis.
8.a Tamnem nao se-So aceitas as propostas
firmadas por estraageiros, i podeido concor-
rer a erte arreodamento cidados braslelroa
natos en na urslifados Da mais de cinco ao-
no, Bcaodo enteodiio que tilas as queetoes
suscitadas, quer ca esca ha dae p'opostas, qaer
na execogio do contracto serao revolvidas em
d^flaMiva o l-i a autori iades brasi eiras. Impor-
tando cado-idade do conttacto, sem di-eito
indemoisagao de especi- aigum>, o appello fei-
to porqaalq'ier forma iote-vengij diplama-
tica oo aos bens ofiicios da auio-uades estrao-
geiras, bem cono qi.lque- ansooiagao dos coo-
cseona-i-s con ida aos ou losiiioiges es-
trsogeiras por instromento "ubllto oo pa-lico-
lar___________________________________
Secretarla da lastifa, Mego-
.. ces Iateriores e Iaatrue-
co PuiJlca do Estad* de
Pernambueo.
DIRtCTOfilA OA JUSTig*.
1.a Sec^BoEm 11 de Janeiro ae 1896
EDirAL
O Sr. Dr. Secretario da Justina, Ne-
hocioa Iateriores e InstruccSo Publica,
manda facer publico, para oa devidos
effeitoa e em observancia ao ditposto no
artigo 25 do RiguUmento expedido em
23 de Janeiro de 1893, para execoao
da Lei n. 15, de 14 do Novembro de
1891, qae so acha vago o carg de jaiz
de direito do municipio da Ip j ca, em
conseqaonoia do fallecimento do magis-
trado qae o occuptiva, baoharel Silvio
Pellico Perera Ferraa.
A vga de qm ae trata ser preeo-
ohida pelo juiz di direito mais antigo
dentro os qae reqaererem remocho ao
?raso de 60 diaa, a contar da data da
publicagBo do presente edital, si neciham
a requerer o provimento ser feito pela
lrma determinada no art. 24 do Regu-
ismento citbHo e de accordo com o acto
e astraccSas de 12 de Agorto do uesmo
anno.
Pelo d ractor,
Al redo dea Aojos
Edital
Secretaria da Industria
Ia Directora
Em 9 ue Janeiro de 1896
Arreudamouto de lotes oe tjrra m< Archipe'.s.
go de F rmudo de Norona
P.ira ronb.er'ceoto dos InterepBades, fago
publico qae, estando o Sr. crovernador do E-<.
tado butorisado p la le n. 124, de 3 de Jolbo
oliiio, a ar'eodar a quem meibores varaseos
ollere e?, pfqoenos lotearte ierra no A chipe,
lago de Fernando de Noronna, recebem se oes
U secreta-ia at o flia 9 de Feverelro viodourp,
a 1 bora da tarde, proposita para o referido
arrendameoto, para a tandagao de ama estago
de pesca, de salga oj conservagao de peixe
para a exoorUgo, pesca de esponjas e outros
productos manobos.
As propostas deven ser convenientemente
sellada?, entregues em carta fecbada e couUr
em (ermo8 claros :
Ia O prego do a-rendameoto de cada om lo
te fe Ierra.
Ia looicagso da resigela dos consorrea-
tee.
oa G' rrp-ovagao de idoneldade para eieco'
tarern estrictamente os conirartob.
N'i se-ao aceitas as propostas:
Ia Org^n sidas em desaccordo com o pre.
e>me efli'al.
2a Baseadas em prfgos de ootros concor.
rentes.
3a Firmadas por qaem qeer qae tenba del
xado i e cumpilr contractos oa procesaos de
contractos celebrados cem qaalqaer das ex-
lioctas oa das ac'naes repariiges do Estado.
4a Qae nao cilereceem as garantas e qoa.
lidad-8 exigidas oo presente edital.
L* N -ni u;na proposta ser aceita sem qae o
concurrente aprsente recibo, provaoto ba
ver depositado no TQegou'o Betadoal, a' a
vespera do di i designado para a abortara das
pro: O tas a quantia de S;0C0^, qoe perder
em beneficio dos cofres do Estado, se, prefe-
rida saa propoeta, recosar-se o proponente a
assigntr o contracto respectivo.
Os concurrentes observaras como Ibes com-
pre as claosolas do decreto abaixo transcripto,
bem como as demals dlsrosIgOes legaes vigen-
tes, rehuas a arreodamento deproprios es'.a-
does.
Havendo doas oa mais de duas propostas
em perfeii tgoaldade de condigOes, sera pre
ferido o coocarreote qoe melbores provas de
idoneldade oflorecer. ___
0 director aral,S2323
Joao Dinii Rloelro da Cuiba.
DECRETO DE !7 DE JULHO DE 189S
Claoeulis :
i.* As pronostas versaraoexclasivamente e,-
bre a industria aqoi especificada.
Secretaria da Iadu&tria
3.a Directora
Para conhecimento dos interessades
fago pablico qne no da 31 de Janeiro
vml uro, a 1 hora da tarde, reoebem-so
neata Director a prrp'Btai em carta fe
chada, devidamente selladas, para a
constrccyao de 2 pegSes e 1 pilar de 1
ponta sobre o rio Uoe, em Barreiros,
oreados em 19.0545975 r>s.
As propcetaa devem ser eacrlptss
extenu, eem rasara, emeada ou viciopor
qoalquer especie, sendo rejeitadas as
qae se resentirem das segaintes faltas :
1* As qae excederem os pregos do
orgamento ;
2* As q'.a So ferem orgaoisadas de
accordo oom o presante edital ;
3* As qae se basearem em pregoa de
outras proposta ;
4* As que forem firmadas por pessoas
qae j& tecbam deizado de oamprir coa-
tractos oom esta Reparticao ;
5* Aa que nao offerecerem ss garan-
tas e quslidades exigidas neste edital.
Havendo duas ou mas propostaa em
igualdade de eocdtgSes, ser preferida a
do concarrente que melhorea provas de
idoneidade offereoer.
Os Srs. cononrrentes deverSo, alm
deasa idoneidade exigida para a direccSo
e execugSo das obras, indicar o logar da
saa residencia.
Neohum propooente ser admittido
concorrencia sem qae prove oom docu-
mento foraecido pela Taesouraria desta
RepartigSo haver depositado nella qu*r-
tia correspondeote a 5 (. do valor da
obra a ocntraotar, importanc, qae per-
der si nSo assigaar o contr. co den'ro
do praxo marcado oo convite qae para
tt 1 fm ihe fer espedido.
Para boa garaotia da esecncSo do
contra't depositar o contractante no
Thesouro do Eitado urna canelo que ser
previamente arbitrada por esta Direc-
tora.
Estar a disposcSo dos rs. proponen-
tes neata Directora, o oroamento dessa
obrs, bem como se dar qualqaear es-
clarecimento que desajarem neste sen-
tido.
Reoife, 8 de Novembro de 1893.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral interino.
por extenso, som rasara, emenda,
vicio ce qoalquer especio.
Para garanta da boa execaglo do
contracto, o contractante depositar na
The to arara deita Repartilo ama qoao
ta qae lhe aera previamente arbitrada
por esta directora, em vista do valor
provavel do contracto.
Todaa aa informagSes precisas aerSo
prestadas neata Directora onde ce en-
contrar tambem a relagRo de todos oa
artigoa a fornecer.
Recite, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urb no P. Montenegro,
Direstor-geriil.
Edital
.Ion profesores partieularcM
Pelo presenta s2o cbamadoa o Srs.
profeaaorea part;oalarea e os em diapooi-
bilidade qae continuara a leociooar
grataitamente no prasa de 5 das a
oontar da pablicscSo deste remotterem
os mappsa de examea e o numero de
alumnos malgeniados em suas eaoolaa no
anco prximo paseado para o fim de
poder esta Directora com a maior urgen-
cia postivel aatisfaier a um pedido da
Directora Geral de Estatiatica do Rio de
Jontiro.
O director,
Felippe de Figueiroa Farra Sobrinho.
Edital
4.1fandega de Per-
nambuco
Pelo presente edital ae f pablico qae
desc-regou do vapor allemao Saliera
entrado em 2 do corren te mea, ama oaixa
de marca qaadrado 1083 no ceotro, e a
palavra Estiva em o com o peso do 3 kilos, lacrada e com
indicio de falta, pelo rae intima-se o
dono ou consignatario da esma para no
prazo de 8 diaa requererem o qae for
bem do seus direito.
Primeira SeccSo, 10 de Janeiro de
189t
O ohefe.
Manojl Al vea da '.Iva.
oai no do Eslado da importancia despeodido
com oa estad.a, projeotoe, crgamentoa,
etc.
Aoham-ie a diaposigao doa interesaado>f
para serena examinadoa, neata Directora
;.s plantas, perBs, projeotos e tvpo8 dai
obraa d'arte, edificios, etc. aaaim como as
condiySea geraes, especificagSea e maia
dooumeatos constantes dos estados crgani-
sados pelo engenheito civil Jos Antn o
Saraiva Jnior, e qae ervem de base a
presente conoorreccia publica.
Reoife, 26 de Dozemhro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-^eral.
Secretaria de Estado
dos Negocios da In-
dustria.
3.a directora
EDIT L
F=gj pablico aos poasaidorea de
Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria
3-* directora
EDITAL
Para conhecimanto dos nteressadoa.
fago publico qne oo dia 15 do corrente
mez, a 1 hora da tardo, recebem-^e pro-
postas devidamente selladas, para o for-
necimente de materia?a de oonstraccSo e
objectos de esnipterio, no semestre vi-
gent-.
Para ser admittida a oonourreaoia, de-
positar cada proponente na Theaouraria'
desta RepartigSo a qoantia de 1CO0COO,
qae perder si, convidado para assignr
o contracto, nSo o fiaer dentro do prszo
de 4 das, contados da data do aviso qae
para tul fim lbe tor expedido.
Os maferiaes e artigos de escriptorio
wrSo todos de Hrlmeira qnalidade de-
vendo no acto da concurrencia aer apre-
sentada amoitraa daqaellas que disso
forem sosceptiveis
Os pregos das propostas serao eseriptos
Edital
Secretaria dos Nego-
cios da Indiitria
3a directora
CONCURRENCIA PUBLICA PARA
A ESTRADA DE FERRO DO RE-
OIFE A ITAMBE'.
De ordem de S. Exc. o Sr. Governador
do Estado, fas-se publico que recebem-se
cesta Directora at o dia 31 de Janeiro
rroximo fut'iro, ao meio dia, propostas
em cartas fechadas, devidamente selladas
e aesigoadas, rotuladas externamente
Proposta para a Estrada de Forro do Re-
cife ltambpar construc;5o da mesm
Estrada de Ferro, neste Estado com a
exteosSo total de 132 kil. 500 metros de
linha principal, com toacs suas dependen
cias, material fixo e rodante e de accirdo
rom aa bases segaintes;
I
Os proponentes devem decan r em saa
proposta qae tomaram conhecimento das
coodigoea geraes, especiticacSes, orgamen-
tos, plantas, perfis e ^rojectus das obras
d'arte e edificios, e maia documentos or
gaoiaados pelo engenheiro civil Jos Jin-
tonio Saraiva Jnior, j approvados pelo
Exm. Sr. Orovernador e qae aa acceitam
nteiramente.
II
Cata proponerle dever declarar igual-
mente :
1.* O prazo do privilegio qae solici-
tam e Sndo o aual reverter a Estrada
sem indemnisacSo algama ao Governo.
2. Oa praBoa de comego e conrluaSo
das obras.
3. A importancia da aubveoolc kilt-
metrica em apoioes do Estado de juro
de ? -j.
4. A importancia do capital fixo res-
tante para a oooatruccSo da Estrada.
5." A taxa de juro que o Estado de-
ver garantir sobre o referido capital
fixo.
DeverSo igualmente ajuotar documentos
comprobatorios de saa idoueidi.de e ha
bilitagSas para a corstruccSo das obras.
III
Cada proposta dever conter a iedica-
cSo da residencia do proponente e ser
acompanhada a'um cenhecimeoto de de
psito a ordem do Ex o. Sr. Governador
do Es'ado, pela quaotia de dea o ntos
de ris (10.0000000) em dinheire effec
tivo r.o Thesouro do Estado para gerantia
da ai signatura do contracto, no caso de
sr acceita sna proposts, e sem cojo re-
quesito nao sera a meama tomada em oon-
sideragSo. Esta cauoBo ser restituida
aos proponentes coja proposta c"o (dr
aooeita.
IV
O proponente qua receber aviso official
por eacripto de qae saa proposta tura
acemita e recaser-se assignar o con-
tracto dentro do praso de 30 das da
data do referido sviso perder ipao facto
todo direUo referida quantia de dea
contos de ris (10.00C$OOJ) que ser re-
celhida aoa cofres do Estado como receita
eventual.
V
Dentro dos referidos 30 das, o propo-
oente coja propoata for preferida, deposi-
tar no referido TheBoaro a qaauta de
vinte contos de reis f20.000)5000) profe-
sando oom a quaotia cima mencionada
de dea oontos de reis (1O.OOO0OOJ) a ca-
cao total de trinta contos de res (30.000(
para garautia da fiel execacSo do con-
tracto.
O reforjo da garanta poder ser presta-
do em spolices da divida publica do Es-
tado pelo sea valor nominal.
U proponente cuja proposta tiver sido
aooeita e nSo effeotuar o reforjo da oau-
gSo nos mencionados 30 das, perder o
direito tanto assignatura do octraot
como garanta de dea oontos j presta-
da e o Governo ficar livre de proceder
como entender.
VI
O Ghverao fie livre de aooeitar a pro-
posta que entender preferivel oa de nSo
acceitar cenhama.
vn
O oectractiase indemnisar o Gover-
lotes
que at
rostios da Colonia Uaaaaana
esta dada nSo indemnistr..m a Ftzaoda
da importancia dos respectivos lotes qne,
fioa marcado at o da 21 do corrente
para se apresentarem neata Directora,
fim de realisarem os seas dbitos, visto
estar esta Directora h*bi irada a espedir
as com potentes guias para o recoihi ment
no Thesouro do Estado.
Fiado este prszo a-rio poatos em leilSo
25 do corrente, os lotes qne nSo tei.ham
sido iadercisadoE.
Recife, 4 do Janeiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
D i r e torcera 1.
IKeliM/tto dos lotes rustios da
Colonia Suassuna nao in-
demnlsados.
NOMES DOS CONCE3SI0NA.RIOS
Ia eeccao
Umoel da Roaa Lima 10
Ar ton-o Joro l/r?". S copira II
Aoion2 Jo- oe Meat-iros 11
Jfl'oi ytr o Bernano de Oliveira 16
Manoel Bernardo de Sooza
Antonio Pao'jr ti
Freierico Cooper 86
Jos Ferreira da Silva J7
Jos Mana da Silva 29
Manoel Barbosa da Costa Braga 3o
Maooel Peoro Soares 31
Djrri"g s Francisco da Conba 33
S 'baetiSo A. de Hollanda Cavalcaote 3i
Leodegano Liberato Pereira Caldas 35
Jos Pereira ca Hocba 36
Jos Joaquim Caldas de Si Barreno 3'
Angosto Coml 38
Mjoo I Victoriaoo de L'ma 39
Raymucd evangelista Pimentel 40
Francisco Martina de Al uqueque 42
Franeisro Jos de A-aojo M
Benecto Caroetro dos Santos 41
Tnomai Josi de Sooia 45
Tertuliano Maooel Viova Rir-bard K'iege 47
Jos Mana de Andrade 48
Jos M-iria de Aadrade 49
8 na Fot to'ato 50
Jtrmyuo Jomodo da Silveira Meodonga 52
Domingos Francisco da 'jonha 53
Jai AUgo*lo Moreira de Carvalbo 54
Fraoc seo Bolaoo de Sa 59
Lno'enco Bellarmoo do Carmo 60
Manoel Francia co de Oliveira 65
Paotaltao S. d SeDoa Portella 66
Julo Achylle Goncalves Ne'tO 67
Jos Diou dos P088O8 M
M.ooel Felippe Pereira 70
Hiooel Noiea Cavacote 't
Andr Jcs Dommg a 7i
Miucel Barbosa Beierra Cavalcante 76
Joao Xivier Caroelro de Alboquerque 78
Joaqoim Roberto de Sooza 79
Aitc d > Jos Soares de Lima 80
Mantel Marcolino Mendes 81
Joa Marcol'00 Mendes 83
Joao Xavier Carneiro de Albuqoerqoe 86
E.islario Antonio dos Santos 88
Jos Joaquim Cavalcan'e 89
Laorenno Jo* Pereira 90
Flix Malaqolss de Soota 9i
Agosiiobo da Si va Neves 94
Maocel da Paz Nascimento 95
Praocisco Solano de Si 98
Francico de Salles Evangelista 99
Antonio Marques de Oliveira Ramos 99
Trsjano Doarie borbortma 100
Sa se(So
D mingos Joaqoim da .-'onseca i
Dorrinvos Jo-quim da Fonseca
Antonio Roqoe 5
Jcs Joaqoim '. Saoi'Aona 7
Seba.-te&o Pereira Met Jes da Silva 8
MaUVdZi Giovaoni 9
Francisco Floro de Barros Araujo 12
Aogostn Xavier Carneiro da Conba 14
AoguetoXiVier Carneiro da Caoba 15
Jo- Joaqam Ev,meli3ia 16
J. Jo Manoel Ferreira 17
Antonio P- Luiz de M-^deiroa Barbosa <9
Alvaro Bayion 24
Eugenio T*vare3 dos S-n'os 25
Armioio Tavarea dos Sanios 26
3a sec(So
Joo Jos de Soaa 1
Claodioo Jo de Mello 2
Juaqom I<*inea das Cbagas Beierra 3
Manoel Florentino de Lima &
Mano-i Antonio Belmonte Paz 5
Jce Jjcintoo Tavares 6
Manoel Fancisco Fitmo dos S-nlos 7
Antooio Jos da Silva 12
Antonio Frac isco tereira |4
Maooel Francisco Pereira 15
Jifi uno Correia Lobj 16
Antonio A'j. urto de Vascoocel.o8 17
Francisco Migoel de Alboqaerqoe 19
Rapbiel dos aojos 30
Marcelino Miguel de Alboqoerque 21
JuKo Mnimo Francisco de M lio A
Olympio Francisco de Mello e Silva B
Claodino Jos de Mello C
Jcao de Dos da Silva GaiiarSes H
^ Licinio Pereira Brando I
Ilsuniina^ao elctrica da c-
dade do Recife
A Secreta ia da Iadaetna do Estado de Per.
oambuco faz pablico qoe de accordo com as
dlspoeicOeada loi n. 73 oe 18 deMiio u timo,
receoera propostas at a 1 bora d? tarde de 20 '
de Janeiro crreme, paras execnco do aervi-
gode illumlnagao ee:tri:a dfsla capital naa
condi(0es em pegni la etlpnlada!>, as qnaes
servirao de oaee oera o co..trac'o, que sef.
oba de lavar.
Am. 1* A concurrencia ve-sa- :
1- Sobre o praso, do privilegio, dorante o
qual o concessionario ten), exclaido qrjalqaer
c. nca-reaip, o monopolio desse servlco.
2- Soore as coodicocs a qae se propoe o
coucessiooa io, ac3a termnelo do praso do
privilegio.
3' Sobre o systema de assentamento, cana,
lisaglo, distribuicao e regolamanUcSo da Ulo-
astnicjio.
4- Sonre a lotensidade mialma da lllomi.
oa(o, altura do calgamenio, em qaalqaer pon.
lo deniro do perimtl'o qae limitar a rea do
privilegie.
5' Sobre o prego da anidado de luz elc-
trica, discriminada r.ente, para aillamlnsc&o
yuDii'-a, qaer das roas, praga?. etc., qaer dos
edicius publi-.os. e para a particular e domi.
cilia-la.
6a Sobre os abatimentos feitos nesse pre
pa, qoando se tratar da llaminagao as casas
de candare, as escolas, palacio do governo,
qaarteid e ma-s repart!(6es pabilo s, qaer es-
iadoae8 qaer maoicipaes e federaes.
7- Sod a redoccao ao prego conforme o
numero de horas da lilaminagao em cadanoi-
te, e o augmento do con-emo normal.
8- Soore a intensidad media da las Bis
\
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1

HUlMOfl f-


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DiaHo de Pernambnco Domingo 1 de Janeiro de 1S96
ceder praios miiore para a terminacSo dos
trabalbos desliaadoa a levar-Ibes a iilomloa
Ci a gas on a los elctrica, lodo alo da segan-
do o qoe mais coovier ao* propooeotes e for
ignilaaenie ciord*do coto o govemo.
Art. 18. Parj roaU rigorosa d-liniI.qSo da
rea air illomioada, o ci ncessiooario asaiaos-
'ic.ta o cooiMC'o om exemp'ar da p anta da
eldade, oadd es-a rea tetar* rlgorosimaote
marcada.
i u.iio. Nj c?s3 de lllamlnaci) miz'a a
a drea de o Da e a de outro fy-'.ema sero ri-
{ rosameola marcadas nesga plaata a t!0 ai
dinVea;es.
Art. 16 N) caso de illumioaclo m'xU, bar
vendo de ser esse servigo fei'.o a gas em pane
a^et do p ivilegio e a electri;idade em out'a
parle, o* proponmtea deve-ao spresentar aim
doi p utos sobre qoe versa e.coocorrenci pira
illuminscao elctrica, anlogo* detalhes tecb-
oos nouiasm auotaad's para o servigo a gaz,
como ypo de bico locloindo o* mais mode'-
008 do sjstema Aoer, sojettando-se as cUo-
sulas do edital di Preteitora Muolcip*! de 28
de Agosto de 1893, adiante iraoscip as.
Art. 17. O cootracto erS geral para toda
&re> do municipio do Recife, sujeita a decima
u-baaaoude fu'U'o eenver suieita a easa d-
cima.
Ari. 18. Para todoa o tffeitos do contrae o
08 tribonaea do Es
darte de aaa eobBtit-tgSo e nova despen cor-
rer por coota do consumido-*.
27* u consomldor jimais poder Impedir ao
C0Drctarjte o ingreaso at o medidor, taoto
para a Iclmra da roarcacao, como para enreter
o nivl d'dgua r.es.-e sppa*e'bo.
28 Taoiao cjnlraeteote como o consom der
san respectivamente respoosaveis perao e o<
t.'iDDoaes pela fraode qoe introiozlr-m n> me
didor, cabeodo parle les da a ciobar a ootr..
por nft'das e duoos.
29 O coosom'dor nai plela oem perm't-
lira adoptar ao rrdiJorNjpparelOo de na'u-ea.
alguma coji o c ira :ter Hxo e qoalQue,- app ir<
Ibo desse geoero s sea aduptido I caoaiisa-
fo depois de passado menidor.
TITULO 8
Do contracto
31 Du-anta o prazo do contracto nem o-p'e-
f.-ito mooicipil oam o Eitado poJero coiceder
osm permittir qoe ou ros aasen'em na it po
blica tubos para condmg) da gaz de illomt-
u^gao, aereo* oo subte-raieca para transporte
de electicidade rom appiiaco illomioaca
oablica oa particili-, nem tunos, los cu ca-
nos para Iraosjo te de qualqoer forca qoe pjs-
sa ser appllcjda a illomloacao pobllca oo par-
colar, decido da referida a'e<, ealvj ac;orde
amieavf-l com o contactante.
33 Donte o p-aio do coatraclo, o con r
ctante daver ter sempre en seos depsitos ou
no po-lo desta capital o carSo pecisi para o
gneamente de gat de um trimestre e bem
as?iaa nm aprovinouameoto de tobos para o
de eavoiv raboto e sabstitatcSo na rede te-ai
pobllca pruvav! en ao trimestre. Corp ante-
cedencia da s;b mezt>a o eogeodeiro ns-al ti-
zara essaa quaotiiadea a vigera emcadaexer-
ciclo.
35 Para todo3 os (ff-itoa do presenta eso-
tracto sao aicos competentes os triboaaes do
Est.do da Pe-minac >.
TITULO 6
Da loajucco
37 Todis as obras qoe o cootractante boa
ver de 'axer, quer em uemeoid da caoalisa-
C&o publi:a, qaer ni boj fibici e dependen-
cias serao riauliaada* pelo Inspector, para ton
sejim feitas caa necjssarla segaranji e p:o-
prieit&d-i.
38* '/ti eot'ojim, ao inspector decidi -
qoaesqoer queatas qus se sujciarem eolre a
emprexi e os pirilioiare-, qaanto ao (orneci-
mente de gaa e tont s dq caosnmo, II -ando 11
vre s panes o recargo para os t-iboaaes.
39* o prirj-ipij de c.da trimestre o contra-
.tinte remellar ao inspector orna liria do pes-
sol de acceode lores roo as suas respectivas
residencias e disignac rfos respectivos dist'i-
cto* em qoe foocciooa'em.
Qualqaer uiteragSo nasa lista d?ve ser im-
meiitioenta ou-run'cada ao i.isoe:o-\
Rsjlfe, 26 de Joobo le I89J.
A. Urbano P. Mon'.eneg'o,
Director gerai luterioo.
UNIAO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BUCANA
Aviso ao8 S-8. socios qoe ro demingo (12).
llavera a.-sembl'-a gerai ex'raordinaria com
qaalqaer remero de i ocios, e reunido do con-
reino de delegados.
Secretaria da UniSo Typographica, em 10
de Jaielrode ife95.
0 1 Secretario,
J. Cavalcant.
tontea, coiu lampadas nao serio de forg 11-
DjBioaote Inferior a de 2,00) velas.
| 9 Sob-e a divisio oo nao oas ciJadea em
lectores indepeodeot ou nao.
10- Sobre o praio para comegtr os traba.
IboP.
11. S>bre o praso pra te-mnagao desees
traoalbos oem f do servigo total ara delini-
Uva inallsgao e fuocelaasmeato da illamioa.
gao em toda rea do privilegio, coso aaoa'ada-
rutte para os diversos Daros dacidale.de
modo a ser parta centr*! tllomioala a lut eiec-
Irica oo roais b-*v praso yus po-elvel (or, us
limites do art. 6- desiedecreo.
Art. 2- Cada p-oposta deve-a ser acompanba.
da do ce tiQCado qoe altete ter o propnente
depositado no Tnesouro do Estado, como cau
gio para asOg^atu-a do toitracto, a importan*
Ca de 18:000.1 (qulnie cootos de reta) em,d -
Dbeiro oa em apolices da divida poblici.
Art. 3* folgada a concarreacia se resuto ti
O deposito eos p-opone:it-8 prejodicadoe, dt-
vendo a caocio do propsoente preferido p-
levada a 30:0004 por occas So da ass gnatu a
do contracto, a qual nao poder ser demorada
msis de quloie das aps o Jolgameoto da
concurrencia, eenio aquel a qoao ia destinada
garaot a das maltas que b inverem de ssr
impo:iasp.-a Bel execogao do meamo contra.
C'P. Art. 18. Para todoa o
l- Eati cauca-) flaal, permanecer no Tbe- eero doccb cotripeieutes
/ eouro do Estado a' a expr.-gao do praso do lado de Peroamoao.
/ privilegio. A'l. 1. O govaroo do Estado obrjga-a? e
& 2- D-vera ser lotegralieada, dentro ce 8 conceder isengio de cupos os eetadoaes muia
das, toda a vea qoe for desfalcada por mullas clpaes para o material, combusiivel. ob-as etc.,
lmposias pelo Bacal dj govroo em virude de etc., e a imerpor os e.-us boos officios jante
infacgai de qaaiqaar das clausulas ootrac. aos poderes da L'jao para ooler i.-eagao do
taaes. im pos tos federaes.
A-t. 4,- O cootractante Ocia aoje \o as ee. l. O gaz ser carbnico, extrabido do car-
guiles multas : vao de pedra ou outraa substancias qoe o pos-
a) Perda to'al di caugan, s>, dent d tres sam dar nasconiigOaa em qoe elle exigido
mez-.s, cena ios da asignatura do contra, pelo presente coot a lo.
cto. nao houver iniciado o fervifio de laetal- 2 Antea de ser laogado oa rledecana-
lago. Iisago, o gaz ser expareado ae todas rua-
ra) Maltas de 2004 a 1:0004 d'aote o privi. tenas nocivas tanto ssie pucllca como
legio pala lofracg&a de qualque- claasula ros- bda conservagSo dos eocanameoioa eappne-
tractuil ou disposigao o regulamento que, ibos.
com audiencia da coocessionano, lera de ser 3- A lar do gax teri o poder illonioante de
elabralo pelo eogeobeiru ti;cal, pira Doa ext* dz vallas ae espermacele das qoe queinas
cufio do me-mo eintraetc. sete grammas e oltentaceoligrammas ?or ira,
c) Perda de meta te do pr*co da loz erres- esvespondente ao 12 luglezes
poodente cada fo^o que fo-eo ooteado *d. 4.- Esse poder iliu. inaote aera verificado
fraquecido ou aprsenla ido frequeotes e in- em pbMomet-o aberto qatimsodo o gai no
commoda8 iuiermittencias. xasmo bico me o da illamlnaco publica em
fld) Persa de doos tergoj desse preco qusndo cada occasio.
O foco apreeeniar freqoeulea eclipses. 8.- As experienc as pbctjmetricas pa-a ve-
e) Perla total desse prego, jumlo o f6co ri^cSo do pode- IMumioante, sero fetas io*
est ver apigado daraote mals de melada da jas as njrea ent-e 6 e 10 boras e os seos re-
cont. suHatoa con-iijados pelo iaspe: f) Quand o numero de teos, as cood-cG-s afia ex livro especial e sob aaa garda. De
da leu 2esubir a 1/3 no total de fo*, iei em dez dias se ad iiciooirai eBes resulta-
accescer* a multa de 1:0 04. e a de 5.0004, dos, para se coobecer o poder iliomi'.aoe me
qnan lo anuir a mais de metale. djj da decada, lacorrendo o contactante em
g) Qjando esse faci ee reprodoz^ miis de multa, como abaixa fe estatu, sempre qoe a
triota ve263 no anno, o goveroo pjder resen. media da decada 10- inferior a dez velias. as
dr o contracto, si nao preferir cbeg"ar a noo sim como, sempre qoe a media de cala noi e,
accordode qoe possam resultar vautagen3 para tomada isoladameoie, Ur inferior a nove e or
o servigo. lo decimos de vella.
b) Calucidade do contracto, si por culpa d 6. A pessao do gaz em qual quer ponto dos
cootractante ticar acidado a escuras duas 0)1. encanaraeotoe pabilos jamis sera maior Ce
les conse:n ivas ou oo. 20 miimet o\ oem menjr de 4 milmetros.
Art. 5.* Para boa flscalisigSo do contracto o TITUL'J 3-
goveroo minie' juolo a companoia un enge. Da fabrica, anas dependencias, canalisagS) e
nbeiro tiscal, om ajudante e o oamerj de lanternas publicas
gaa-das de iilnmioagaa qae fr joUado neces. 10. O contractauta prodozlri o gaz em urna
sa"io, mas qae oo exced' de seis, para o ou mala faorlcas, comtaoto que jamis poss
que devera o contrariinte entrar annualmtnte invocar a uoilade da fabrica para Iseotar-se
com o quantia de 20:00040CO para o Tnes -oro de fornecer gaz onde lae lor reclamad?, tanti
do Eslado, destinada a pigameoto desse pes. pelo municipio, como pelos particulares, den-
8oai. tro do pe-imelro da iliuminsgo puolica actual
nico. A' o dessa quantia, annaalmenta e a rea a accrescentar, qua ser marcad na
re necer sai cusu e de urna vez por lod>s pa assigaa'ura do cont-u to.
o es-.-lplo.-lo de iiscslisago os Instrumentos 11. O conractanta maote- smpre p po;
qae fjrom reossirns a varilicagSo das cob^i. faorica ou .labrlCs, gazome ros e offiMnas
ges d ama boa illomio igao. uo excedenJo em estado de alte ider > todas as oecessidades
todavia sa desoeza a iO:0'J'4. do servigo da lllumioagao publica ou particu-
Art. 6." D30t-o do prazo mximo de dezoilo lar: ter as baleras de foroo qae fo em p-a-
mezes, contado do da da asBiaoatnra do con. cisas, de sorte a naver sempre urna batera,
trato, devera ea'a' fanc-nonao te em tola soa pelo meos, de reserva, empregara os appae
plenitude a lllamn gioeleztrioa nos hamos do Ibos mais modernos para a apu ago oo gss,
Ri.-ife, Nan o Altelo, S. Jos e Boa-Vista. cootinnaodo porem, smente com os acluaes,
Art 7* O p aso mximo pa-a lerm nagD de emqaaoto ellas baatarem e satisiizerem ne-
todcs o' trabalbo8 se.- de dous aooos. cesssldades do servigo da dlstriboiga; mas os
Art. 8.9 Sari de tres mezes o praso mximo gazomstros que mouiar fora da fabrica sero
para niagso do s "Vigo, co.,talo esse praso da ligados a este por uoi coiductor virgem, de
assiBData'a ocoitaco. so'ts qoe, uem mesmo doraoie u dia, a reu-
Att. 9. Uti mez ane do a!a Osado pelo go. laridade da emisi) pos.a ser perturbada
eroo do Estiao para pagamento a Field o pela operago do eo bimento deeses gazome-
Brolbers da preatago, annuii que Iba fr de. iros ; tara todos 03 mais apparelbos praceas
vida, nos termos da clsosuia 13' do contrato pa-a a ngularada .10 servigo ; m olera seai-
de 25 de AOril de 1856, pa a indemnls gao do pre a tele da cauaiisagj publica e d rivagrs
talor da actual empreza do caz fizada, seguo. al a porta das consum Jo-es, em fcoin estado
do a aval^agao do arbiiro oesempa-ador, em... com os dimetros correspondentes 00 cinsu-
934:9174528, a ser paga em.oaro ao cambio Jo nn.
da, e do mais que por ventora accreacer pela As actusea laoteroas propriamante dftas se-
avcliago addictonal dos 2- e 3- do prsenle :o, dentro do prazode tras auno', cornados da
artit?., dever o coacessionario eatrar para o data da assignatua do dootracjo, subst.tuidas
Tnes. uro ao Estado coma importancia daqu?lla pelo coolraciaute por outras do tjpo actual da
p-esirgc e o |uro ue 6 %, nos lermos do a-t. cidada de Paris, isto lanternas com vidros
10, e da mesma forma annualmeoteat in'-g-al curvos, reflexo e na parte superior.
p'g men da referida iniemoisaso, sob reoa As novas laoteroas qae sa aaseo-arem sero
de ca 10 na ie do coa racto e perda da caog&o louu an e typo.
definitiva (30:0004000). Todas as laoteroas Dub'icas sero sempre
Art. 10. E n lodos os pagamentos, devidos majtUas em pereito estado da asseio e de
por loiemnisago co Etadj actual empresa, pintora e oomeradas com l o goveroo u-ara icmo m.-lno- Ibe pareoer, no preto nos vldros.
dlre 10 qoe Ihe garantido pela clausula 13* 15.- Para a iliumlnagita publica, correr por
do referido centrac o de reallsar ditos paga, couta do contrallante o fornec meato e o aseen-
meatos em pretlages anuoaes, 86*0000 ag lamento dos comboslores comprebeudeado o
fo-g da quantia qoe realar at a extiucgo da di. bem asslm a conservagao e aaseto desses or-
*'^3- gaos e a operago de acceoJer e apagar, se-
nico. Pisada a prestagSo anoual qoe o gando um horario, qae ser Atado pe'o eoge-
Eslado dea pagar a Fieldeo Brolbers. nos ter oheiro tiscal, de accordo com o comprlmento
mos da claosuia 13* Jo contracto de 26 de Abril das Boles.
de 1856, e.trar o Estado na posse de toda o 16.- Pari a illumlnacaV particular lera o
maienal da actual empresa do az.oaualpo. cooiractane o privilegio exclj^ivo de forneci-
der ser ealrcgoe aos novos concegsiooarios melo, assentameoto e reparago do ramal at
aben de fazerem o servigo da illuminago da o medidor, correado as despezas ror coma do
ciiade dorante o praso exigido para a tostada, consumidor, salvo as de asseutameato, forne-
$o deflmtivi do novo systema contractado, si cimento do ramal e soa coaservago, na exien-
o servigo provisorio for efleciuado peloa novos sao dos dez pnmelroa metros Contados do en-
concessiooarios en cunJiges vantajoeas para o caoamento ge-al, de oode deve partir o rauil
Eetido ; em to to cago, porm, melnores do que para o coosomidor, parte esta qae ser a cus-
as do actual emprezario. ia do coutraitsote.
A-t. 11. Podiodo a actual empreza da illumi. O engecbeiro tiscal fjxsr, de accordo com o
nagio a gaz ooco.-rer apresentanao p'opo-ta, contraclante, a tabella dos pregos par eaaas
nos termos do p-esente edital, flea eotendido obras por cona 003 coosuaiio-es defendo
que prerenc a t( Ibe caoera nos termes du esta tabella ser ravisla ds 3 em 3 anuos
ar. Jn 5- e 6 da citada le n 1,901. 18. Neobom medidor pode ser assentado
1". o o vo contracto e codera ser I vra 10 oa rea-seatado sern qae priroeiro Unba sido
com Fiellen Brotae's como ionoago do de 26 affendo pela inspectora do iaz. Essa afTen-
de Abril de 1856, fe.tas as devidas moJiflca. gao gratuita.
Ces, n> .qoa'tiao systema deillumiusco 22. O consumo de gaz ser pago por mez
e suas ca sequencias tecboicas. como princi. vencido, elfectu plmenle depois de expreesa delaraco do< ultimo da olil do mez seguate,
meemos Fi Ueo Bn'bars de acceitarem a io .0. Na falta de pagamento por parte do E-taJo
vacao como iqodando deflotivameote todas vencer o d-bito u-o* a razio de 6 -i 00 ori-'
as qoeste3 existeotes entre eeses empresa-Ios meiraanno, 8 -i. no ee.ondo, 10 -i. no ierce
e o goveroo do Eslado, desobrigado este Jo pa.ro de demora, e assim seguidameole
gameoto da indemnisaco da citada clausula] Na particular, o contrastante ter o direito
W do contracto de 26 de Abil de 1856 e semjde cortar a commuolCogo do gaz e s resu-
mis dlreiio da empreea reclamago de qual. bjlej 1-a, qoaa'o a divid rha for paga com
quer pagamen o por parle do Estado, salvo to. os competentes jo os, a razio de 6 -i ao an
davia a d.vida do gaz consumido na llumluagc 00. a fallada pagameotj por pane do in-
publica ej escrlptarada. qoilioo rfsponde o proprittirio do preim.
g 2. O coac?=s'oaano, Fellen Brottie-s oa 23 Os medidores sero do i-yslema metri--o
cutres, poderoemoregar o gaz carbnico p.ra cootiouando-sa. porm a usar os que existireni
llluminat) dos suburbios da cidade do Recife, asseotes na da a deste cootracto em aoaeto
teo:o U'oaloiente privilegio para esse fim, no eatlver em bom estadolon poderem ser rtoara-
qual poderao empregar o material actualmente dos. F
em servigo, f-itas, a julio, do engenheiro fis- O consom'dor livre de comprar o medidor
calosa.vdoB reparos, coocertos e sabsi'ui- a quem quizer.mclurive ao contractame ane
Ce*, tem como construeges novas que forem Ueste objecto exercar saa industria en Lvre
precisa?. con-orreocfa com o menaJo ; nao poJer/ou-
At. 12. Us concessionarlos gczaro Igcal- ai o maduor ser do um calibre sune'ior ao
mate do privilegio de furoecer do permetro numero de bicoe de gaz qua boaer no D'edio
da cidade fo-ga motriz para o servigo das in- oem ser assentado 00 retirado por out-em ane
duslna8 qae qaizerem emprpgar para esne Bm oo contractaote. '
O gai carbonice, 00 a e'ed Icldade. fiando 24 A cauali8aco a pa-tir do medidor eos
Obngados a conservar dorante o da a preseo apparelbos da lomlnago cor-em por coota
do gsz e mais requisitos nfcessarios a alimen- consumidores (salvo da illnmin.gao p,blioa) e
tagao de motores, ao iroecimento de laoora- podem ser vendidos e aseantes por qoem coo-
tono, e aos demals mietsres a que poder ser- vier ao consumidor, m-losveo coot-astante,
ftr aqcelle gaz. qae nesse odjbcIo exercei sna lodastna livre-
Art. 13. O gaverno fi'rDecerl aos proponen mente
tes eso, coocessionano aa plantas qie.possoe 25. Os coneomidores bSo reeponsavels pelo
fla cidad* e sena soborbios, cabido .quelles pagamento do gaz entrado em suas casas e re-
organizar as demais plantas, trabalbos grapbl- gistrado pei03 medidores, embora se perca po
coso dados tecboicos qoe forem precisos a defeuo ou mo estado de seas apparelbos de
confecesjo das anas propostM. illamnafio ou aa caoalisaco alm do meii
Ar.. 14. A lllnminaco elctrica dever see- cor#'
lr ao? balrros do Recife, al a fortaleza do 2-j Tanto o coB.factante como o consumidor,
,JAce 8TpJ?.e. de Limoelro ; San'o Antonio, sempre qce suspeita-em qae o meddor tem
todos. Jos (1 e 1.' distrtcios), al a ponte deixido de bem fuccionar, tero o dirallo de
V L*f ; -BOa Vista, a comegar na roa da reclamar da inapecioria um exameno medidor
* ror o'i devendo abraoer todoa 08 rentos correodo a despera por conta daqoella das
o 6 t)alrre' eeTyiaio actualmente pelo gaz dais partes que reclamar o examee
'i.T.aMM^.__i a Si jara o exame for necesario a retirada do o escriptcrlo desta Compaob.-a 1
1, m Jl?. i" p0"0! ,6'a.T M' f 'llor' 0,n OD,ro ,eri pr visoriamente Ina- diu ateta das 11 a 1 bor d. ara>'wro.
\T^^SVSn^J^^^^Zrz ^^1^^^^ 1W- P* Wes e obrigaAes preferenclaes ,ei !,,?, 2o
. I'J.itfll i m .aT80?3 f0ra"'ou !dC:ord eo-,r a 1 jz afectrica segundo mais con'ler ata pro- o coosomo oa D;erfea palo numero de bcjs. 1 '- fl0,
*>0 8 l0T ccPra4d con o govarno. I O medidor, sendo ama propriedale do coa- ]
j x. nos sooarbiof o goveroo poder con-sumldor, se do sxame coaecer-se a neceisl-
THEATRO
SANTA IZABEL
COMPANHIA HESPANHOLA
Empreza I. CIFUENTES
o 111 i ns o I ilc eorrente
1/A muito appIauJia zarzuela crnica
\7 IWM
PERSONAC^NS
Sta Alonso.
Sr. Ve lasco.
Sr. Critelle'.
Sr. Gonzlez.
Sr. Anioros.
Sr. Fernando.
(
Hamburg Saedamerikaois-
ebe Dan pfechiffahrts-Ge-
selischaft.
O vapor
Cintra
,
Onorna
Alberto
Bonifacio
Raphael
Alcaide
Aguasil
2.-A
mica.
demora
Rio
necpfsarla para o
de Janeiro e Santos
E' esperado da
Europa no d la
1 do correle,
c stguir depois
Pa-a paseageoB, carga, rrete, etc., trata-sa
com os
Consignatarios
Borste!man & C.
RUJ DO OO^MERCIO N. 18
1.* andar
engracada e sempre applaudid
3 co-
Como esta la Socieda
Rita .
Lola .
Pura .
D. Severo .
Valiente
Cabo Martim
Seorito
Sereno
1. Guarda.
2. Guarda.
PERSONACEiNS
Terminar
madrilea em

Sta. Alonso.
Sr. Conteras.
Sr. Falomir.
Sr. Amoros.
Sr Oritelle.
Sr. Fernandez.
Sr. Hernando.
Sr. Duran.
Sr. Paris.
Sr. Prats.
O
espectculo com a grande Revista
qietoma parte toda cjmpanhis..
Hoya! Hangrian Sea Navigalioii
Company Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Petof
E' esperado da
Trieste al o da
iodo correte,
t segulodo depoia
d a ndirpenra-
'vel demora para
es porios da
BatiiB, K10 da Janeiro a Santos
Para carga, passageno, encommeodas e di-
ebeiro a frete, trata-ae com us
OS AGENTES
Henry Forter & G.
Roa do Cjmmeroio n. 8
i-andar
1
LA GRAN-VI A
E
_ COMPANtllA
lodur-truial Peroambucaua
3 ooe?uido ee de debanioree da eeeun le
emiat&i da a rompaniia sSo convidados a vi-
rem receber noes^riplo'io i roa do Contraer,
ci d. 6, 1- andar, es ju'-ob lelallvos au eem-e
tre vencido nij>.
Kecife. 31 de Detembro de 189>.
Ccmpanhja turica de Vi-
dros de Pernambuco
Sao convHsd.s us 8 s.accionistas a entrarem
com 10 "/ 'obre o valor njmioal de euas ac6es
s: o du 1 de Janeiro iroximo. co escip trio
da cjmpaoh-.a roa da Aorora n. 173 aa 9
borai d.i acnh *o rxeij da.
Recife, 14 de Dezembra de 1895.
O director secretario
A- Ionio Micervm de U.Suares Pilbo.
0IT DOS
e o mangwza to
Tirn tim
Thesouro do Estado
de Pernambueo
Oe ordena do Sr. D-. Director Ger^l
da Secretaria da Fazea !a, deolaro qoe,
do da 16 do correte em diante, oa pa-
gar Basta RepartiySo, daa 11 a 1|2 horaa
da tardey os juros daa apoliccp da divida
do Estado, relativamejite vo m m are de
jjulho a Dezembro de 1895.
Thesoureria do Thesouro do Estado do
Pernambueo 11 de Janeiro de 1896.
O esorivao da receita,
Paulo Poreira ^imSas.
Camarotes de 1.a e 2.a ordem
dem de 3.*.
dem de -1.*
Cadeirasdo l.a
dem de 2.a.
Plateas
Paraizos
DE SSL
por tim tim
:------Si!
Pregos
25S000
15S0O0
105000
5$C00
30000
2SO00
iSOOO
Prnee Line of Sieamers
James Kuott Newcastle-on-
Tyne
LINHA REQULAK ENTRE OS
Estados-Unidos e o Braail e Rio da Prata
E' esperado de New-York at
o da 23 do correte, e eanir
depois da demora necessar.'a
para
Babia,
?ara
Rio de Janeiro e Santos
O VAPOR INGLEZ
Asiatic Prince
Carga e passagens traase com os
AGENTES

11
todas as
KLRZSaCDS
UuNTE 110
Liberal Uoio Beneficeate
E sa associrgao reone-se boje ao meio dia oa
respeetna s :e, para em assembla ({eral ele-
ner a soa nova directora.
F celo para ec.-e rim convidado lo03 03
asociados qoilcs.
Royal Insurance Gompan^
de Liverpool
CAPITAL '.000,000 O*, O
' indos accumulados 8,274'9'3,l9\0d
AGENTE
POLHMANN & C
OOMPANHIA
SEGU O 3 CONTRA FOGO
MHVYUEIW
DeLondres e Aberdeen
P0S560 financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita anoual:
De premios contra fog-o
De premios sobre vidas
De juros
Ao (ertuioar o espectculo baver bonils para
linhas, trena para Apipucos, Cavan e Olinda.
O espectculo conaecar s S i I.
Bilhetea venda na Estagao da Praga da Repblica e no c
pectaculo na Bilhetena do Tlieatro.
Emprestirno Naci-
nald e 1895
Pereir Grneiro fy G.
autorisados pelo Banco da
Repblica do Bral paga-
rao em seu oscriptorio a
ra do Gommercio n. 6
1. andar do dia 2 de Ja-
Johnston Pater e Comp.
Rno do Commaroin n. lf>
(iUAKbKluS lifct^lS
Companhia Fraoceza
NaTcgRcSo a vapor
LinLa regolar entre o ra vre, Lisboa,
Peri ambnco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Paran gu
Commandante Baillemont
Espera-se da Europa at o da
1 do ccreoe, seRnirdo de-
pois da demora IodiEpensaval
Para o Para
O LUGAR PORTUtiUEZ
Gaia
Signe ij'eBtes peo;fs dlag, re:ebemo desde
neiro prximo vindoaro em i*\;ynJme"rwpQM'tarorto.
una
Macei, Baha, Rio de Janeiro e Santos
Roga-se aos Srs. importadores de carca palos
vapores desta lloba, qoeiram scresentar den-
-o de 6 dias, a contar do da descare:, das al-
vareng3B quaqcer reciamacio concemen'.a a vo-
ume8 que or ventora lenbam seeoirio para os
porios do su!, aim de se poderem dar a tempo
as providencias necenearlas.
Expirado o reieriao praioacompanDia oio fe
reeponsabllisa por extravos
i
DE
diante os juros relativos ao
2. semestre a vencer-se
em 31 do correte das apr-
ices do emprestirno cima
subscritas por seu inter-
medio.
Recife, 30 de Dezem-
bro de 1895.
AMORIM IRMOS & C.
flambu g- SuedamerikaD8-
c h e Dampschifffahrts-
Gesellschaft.
O vapor
Porto-AIegre
Esle \apor nao rtcfte ra'ga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Roa do Commeroio9
la
fla Na-
r
3.780.00C
3.000.000
626.0000
208.006
155.00
Ag-ente em Pernambueo,
Icxwel Williaa & r
ONTtiA
llu-
SEtR-iS MA* TIM )5
FOGO
Comoauhia Phenix Perna
cana
ROA O COMMERC10
SE(ximO(X>NTRA FO(,()
Banco Popular
Convido aos S s. accionia as deste Banco 6
virem recebe % do da 13 oo correr t mez em
diante, o 9o dividendo a raij de 10 ; ao anuo
relativo so semestre Ocdo.
Banco Popular, 9 de J neiro de 1866
O director secretario,
____________Albino Narcigo Mala.
Companhia
De Trilhcs (Jibanes do fte-
cife a OJinda e Beberb'e
Costuras do Arsenal
de Guerra
FWj-ma das cartas de fling*
De ordem do cidalao teese-coronel Dr.
director deste arsenal, sao convidadas todas s
cosiurelra8 matrlroladas para vi-em ateo dia 31
do crreme nuz, reformar as respectivas rar.
tos de Banca, oo podendo (oniiouar como
cjsioreira do mt-.-mo areeoal, dorante o cor-
rele anno, as que deixarem do fizel o no re
(erjdo prazo.
Secjao das coaluras do Arsenal de Guerra de
Sitado de Pernambueo, 2 de Janeiro de 1896.
Flix Antelo de Allamara
CapiLe adjunto.
B
en.*.
Loj.\
Sea?.-
Cap/.
Cavskllelros da Cruz
Econ.-. segqoua-feira, 13 Janeiro, bora
do costme.
Martin?,
Secret T-.
8raz, 8ilva i C.
Sociedade em ccmmandih por aeges
SSo convidados os Sra. agaociados a fazerem
i 4* e ultima entrada de seo capital I rasao de
0 ;, no escrtpt.rlo da sacie.adea 'UadoCom
mercio d. 13, i andar, dentro de 30 olas, con-
ados de noje.
..ecife. 9 de Janeiro de 1896.
i.JMBr,z, Slva & C.
'esperado do sol ateo
dia l* to correte, e ee-
oira depois oa cernea
Deresetrla para
Lisboa e Hamburgo
Eatra oo poto
Para passageos, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmaun &C.
18Ra do Commerpio18
* andar
Recif, 4 ce Janol o de 1896.
Bento MaealbSes,
Gerente,
Companhia
Exploradora de productos
Calcreos
A directo/la desta Compar.bia, far pagar em
seu escriptorio roa do caes do Apollo n. 73,
do me: o da a duas horas, da larde des dias 16
em dlane, os juros vencaos nn:3il de Dezem-
bro de 1895, dos couponso'a soa exisao.
Recife, 10 de Janeiro de 1896.
Jes1 deOIlvelra Bastos,
Presidente. J
LINHA MENSAL
VAPOR
Charente
Entrar oo porto
E'esperada da Eorooa al o
dia l de Janei o de 1896 se-
eoiodo depois da demora pre-
cisa ra-a
Janeiro, Santos, Montevi-
deo e Buenos-Ayres
Ptevine-se anda aos Srs.racebedoreij de mer
caoonas qce 6 se attendert a reclamacCes por
fal:aa, que forem reconhecida" na occasiSo da
descarga dos volumea; e que dentro da 48 ho
as acontar do dia da descarga das alvareness
ieverao fazer qnalqoer reclamac4occncer"e"D-
te^a volumes que porvenira tenham sectrido
para os portos do Bal, asm de serem dadas
t jmpp aa providencias necesaarlas.
Roga-se aos Srs. passageiros de se aprsenla-
rem ua vespera da chegada Uj vapor para te-
ma rem as suas passagens.
PORTOS DO UL
Maoei, penedo. Aracai e Pah a
O paquete Una
Commaudante A'oides Albuquerque

Segu no dia 14 do cor-
rente, s 4 boras da tarde.
Recebe carga, encommeedas, oassapens e di-
oheiro frete, at s 11 boras da manta do da
da partid?.
Coama-se a attencSo dos Srs. Cirreeadores
para a clausula 10* dos coobecimentos aue a
segointe :
ro caso de haver slgoma rcclama{5o con-
tra a Compaobia, poravaria oo perda, aeve ser
eia por eecripto ao agente respectivo no porto
ia descarga, dentro de tres dias depois de tina-
lisada:
N5o precedendo esta formalidade, a Compa-
obia Hcalsenta de toda a resoonaabiuaade.
ESCRIPTJRIO
Ao Cata da Comnanhia PetnambucanQ
o. 12

Companhia P de Navegaro
PORTOS 0 NORTE *
Fernando de Noronha e Rcccas
O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segu no dia 18 do corren-
rente, i 4 boras da tarde.
i.
Par,a carga, passagens, ncommeodas e
abeiro a frete, trata-se com
08AGENTES
1T. Burle &
C.
42RA DO TORRES42
1. andar
MUTILADO
Recebe carga, eocommendas, pisoteos e
dibeiro frete, at b li boras da marb do dia
da pacida.
Cbama se a ettenc3o dos Srs. carregadores
para a clausula 10.a dos coobecimentos que a
segointe :
No caso de baver alguma reclamaco contra 8
Companhia, por avaria oo perda, deve ser falta
por escripto so agente respectivo do-rorto da
descarga, dentro de tres das depois de flaall-
sada.
N8o precedendo esta formalidad^, a Corapi,
nbia -tica iseota de toda a respoosabilidade >
ESt^IPTORIO
Ao osea da Lornpanhi Pernambucaua
n. 12


&&&&&&** ftfc^fr^- *& ^y^aa I
Otarlo de Pernamboco Domingo 19 do Janeiro de 1*6

MMi
LEILOES
Q__ A' iO i|S bor*9_d?1i5,5*,!1"'.
il, dte-
Srtlr* Presa da Repblica o irem exiraordi
Kilo Je S*r. raaeagem KriiB aos coocn-ren-
?eB ao leilao de movis no Arraial. caea do Sr.
Labllle._____________________--------
LEILAO
Demola. K-oca. "d'O*. cfrt*e, esoelboB
meiae; abjeU. de ek-cuo pate e Uvros ce
lltterat ora \r. u eia.
A SAERU:
Sa'a te entrada
Urna m tiilia de junco. 2 espflbo? dourados
graudea e ovaec ,! ineea redonda com pedra,
| cadeira* de balanco. 40 de aarmiaJ, i qo- -
dros. 2 acetes de cdco, 2 eacarraceiraa, l l-
bum, i microscopio uovj e i o:ulo.
Bacinete
Um mesa com 2 gamas, i eewne envidra
Cada para livros. 3 ca. iras de vime. 1 de car.
Uii, 2 cadeltaF de bracos e 2 qoaoroa.
Uia linda secretarla de cogoc, 1 relogio,
6 cadei-as de jannn, t c;.ixa de msica e
1 varala culleccio de hvros em fraocei.
Sala de jantar
Urna mesa elstica, t '< louga envidra
cad-j 1 apa'adcr Kraode com armar o, 6 ca-
deiras de braco?, 12 de OTaro^o 1 /elogio de
prele, 2 appareino* para cha e putar. COPOT,
clices a-r*f, comp^i^s e oefos artig_,
decrjiu. l Uvtono de pared-, 1 aervlffo d
aioco japones, 1 balapCa. 26 la taa '1* SaO
graomas. cba Sooebeiig. cerca de 1,000 vdab
gleiiuasifranccxaF.
Obiectoa de electro piale
Um apoarelbo para cha, 1 licoretro, i galo*.
talro,cnch*p., roiberes e facas.
Sala de copa, dispensa e cosinha
IK. g',a-da comida *e .rime, t meea de er;.
eommar, 1 mesa com 2 cvelas, mesas de cos
ha BaodrfS, notes, irem de cosioha, i ma.
china p< ruartfer, 4 awnioas para l.var
roopa e i porta Chapeo dd 8'l.
Solio
Um (carda v-slHo ccm porta de esptlbo, i
coifcmuua inleira, i UaiO':0 coni peara Drao.
ca. i tulle', 1 cabi'ie, 1 cama f-anoia, 1 goar,
nicao para lavatorio e 1 rede.
2- quarto
Orna cama de terto com laatro de moi, i
guarda roupa, 1 commoda, 1 l.satorlc, i (?a>r
DicJa para loilet e 1 deposito para aeoa.
Terga-feira, Vi do co/ente
Na rhai:ara n. 17 da Eet ada do Arraial per.
to da esii'C'iO da Uaogab^ira de Cim .
Augusto Libille em tiagem para Europa taz
leilao por niervengao do ;g-ote Pinto di s mo.
veis e rxaia objeeioe da c*sa i e sua residencia
DO Arratal cafa n. 17.
= A's 10 1,2 oras em ponto partir do lar-
go da R pjDca o trem extraordinario que
dar pasfauenserstisao- concurrentes ao.leiio.
paramo cas esUc6es em qce bouverem pa3-
sagriro?. _____________________
Agente Silveira
2* leilo
Do engenho Boa Esperanza
Tere, -.-feira, 21 do correte
NA SOL DA DR ra rfo d*s#rubargador
NooeB Macbwdo o. 66 prepara s* f prompti-
dao e eofito, rUmbrf*, helo no boitp, dito da
noiva, ibo-d(-'6, Dolo r.tiei, etilo ce arroi,
dito de manHiora, paHeis te n^1?, o i bentt,
boos boceados, bolo de olo, bclinhoa para cb
torilnbas (k lo pao-de-l torrado (kilo pomos
de pao, de quejo, ce (6co, doces de ovos e de
fructdt, Hlbo* paia o entruto. aluga-se bande-
jas grandes e peqo 'hnr Qne png-iV-l.
t
Dr. Silvio Pellico Perelra Ferraz
Os amigos d floauo U-. S nio Pellico Pb.-ei
ra Pe-raa resider tes na v lia oe Ipojoc?, con-
viiaai aos sen* aniBO-eao- do tinado para
assistirem a mitsas qae mzndaru celebrar iiO
onveo o da menina ill, s 9 i o-a3 da macha
do da ti do wrnnt, 7." de .-u passamento,
antecipando d-ste ja os stros acradecimentos.
Ipojuca, li de Jao de 1896.
A coremis-ao
rr. Albuquerque Salle?.
P.-imooio Daarie.
FiPde'ico d^ Sincelra.
t
AO MEIO DA
So armnzem ra 15 de So
?embro n. 41
O ?gf nte sC'rna, p >r alvar do Eam. Sr. Dr.
ju;z ce ol'ti o do ewl e cou a eoa assisteoc',
a rqoertmento d- D. Julia Ayre* de Almeita
PrelU8, luvecHriaOte des bens d< i nados pelo
finado Ur. Jcaqom Ay es de A'meida Freit^s.
ievi a lea j o enpeuno Boa Esperare?, per-
tenceu'.e ao etp'-ho do mesmo finad e situado
na comarca de Paellas de ufana, c enge
Dbo moente com a*Ga, coo*iro com moendaa
de ferro, casa oe te-b>8, aeser tmenlo coi a', n
te de 6 laxan, g%nde numero ci formas de
made-ri. 2 caixflea >ara deposito, alambliue
de cobre com deposito e seos pertenece, em
casa oe tc-lbas, casa de vianda de lijlo e tai-
pa cobiria de telhaf, seod. que soa demarca-
gao constante de etcriptiri de compra e termo
judicial, qoe esta em nao do me mo agente, e
mais 5 ca'altos lov.-p*
0S:b. prttendeotes podem exjminar.
Ag nte Oliveira
GRANDE
LEILAO
Do importante siabeleomenio de Drogas,
sito a ra Barao da Victoria n. 2o, cons-
tando :
De excellente armacSo de amarello, losfes
de Crystai, arandelas, cofre prova de fugo. ar
teirar. arma^oes icgKzas, alambiquas, tachos,
fogdes, grandequanlidade de vasilhames diver-
sos, a.-.-.ialho de medeira, ladrilbo do mozaico,
gradee de ferro, grnte qoaotidade de drogs
e proi n:to- pharmacejticos, etc, perlencentes
a maesa Lliida do Dr. Bernardo Lindolpbo de
Menonc.!.
Terca-feira, 14 do coirente
&'8 11 HORAS EM POSTO
Ko estabelecimento icima, a roa Bar8o da
^1 Victoria d. 25
O ccetteOliveira, por mandado do Exm. Sr.
Dr juiz de direiio do commercio e a requer
nient:. os eyniicos da referida maasa, levar I
a lnl'.> o i portante eeiabeleclmeato cima
Ceccriitu, cojo balaDQO pode ser examinado I
pelos 8rs. preiendentea no escriptorto do mes |
mo agenta roa 15 de Novembro n. 39.
Pellico Perelra Perra*
7 uia
O coronel Jlo dScuza Leao e soa seDbora
convdameos pareiteae amibos do D". Silvio
Pellico pereira Ferraz para ;sfi8tirem a miss*
qoe por ab a do rcpsiro manJau reza' Da ca-
pilla do eneenbo Uaranho. pelas 11 boraa da
mob de ti i.'o corre ite.
Antecipam os seua agradecimeDlo?.
t
COMMEN0AD0R
Joao Finio de Lcmt
A v'uva, fl'ba, georose notos do commeoda-
der Joo Pinto ce L^mos agrade^-em a looas as
pesetas qoe s digaram aeompanbar os restos
mortaex do tioado sua ultima morada, e de
novo rogm a s tan paente e pe-soas de
tm> dam rezar no da 13 .'o co-reote, as 8 borsa de
maahS, na matriz ou B^a*Vista, pelo qoe con-
fe8.am-se desJe ja multo agradeeldcs a eset
acto de religiai.
t
Jcaqulm Alcebiadea
Caldas
Pereira "%
B6*jtt
Pais, viuva e filnos, irmSos, cachados e o
g'o, convidara ao< psrenteH e amlecp, aseim
como ?os collegas do falkc do Joaqoim Alcebia-
des Pereira Oildas, para afsistirem as mss'S
que mandam rezar por sua alma na matriz da
Boa-Vista as 8 12 horas da maohS do dia 13,
trigsimo do seu paseamfuto, confe3saodo-se
gratos por fse acto de cari ale.
t
tnna J da Cuaba Gnimaraea
! anniv rsario
Francisco L. G.nmarSes e >oa famOfa, Sebas
ti8o Goimarae* e ra familia, Oiymoia C.
Goimaraes do Amaral e sua familia convldam
todos os pareles e ar igos para assistirem as
aiissas que por alma de sua presada Ha, Ann.
J. da i'-uooa Guimira's. roanlam celebrar oo
dia 13 do correte, a.s 8 horas da manha, Da
ig-eja da Sima Cruz, Io aonioessario de etu
parfauentj, confe^aando-se agradecidoa por
eete acto de reluiae e caMdade.
f
Na igreja da Soledade, em FufTragio d'alrr.a
do oditoeo Eduardo Bautista Fragoso, maada
a famila rexar mWaB do trigsimo dia do
seu paesamento, seguoda-fetra, 13 do corrate,
as 8 horas da roanba.
f
Antonio Lourenco do Espirito
Santo
Davino Francisco Gentil e Jovalina Albina da
Cooc ic5o convldam aos amig 8 do finado An-
tonio Looreogo do Espirito Santo, cocbecido
por Antonio oo Banco, para assistirem mlssa
qoe mandam clebr.r na igreja di Nossa Se-
nbora do Rosario de Saoto Antonio, terfia-felra,
14 do corrente s 8 horas da uaoba, pelo seu
3. anniversario. desde ] se anteclpam gratos.
^iae^BH
AVISOS DIVERSOS
= Eogommadeira que ralba eegoamar a
roupa de senbora. precisa te na roa da Soleda-
den. 82 A.____________________________
A;ua-6e a caa o. 43 sita ra Luiz do
Reg, com commodos para grande familia, vgua
e gaz encanados, grande quintal e jardim ao
lado, reedificada de dovo, a irat.r a ra da Im-
peratriz n. 16, loja. ^___
Prcciea-se de um criaao e orna ama para
cosioa, na roa do Hospicio n. 14.
Precisare de orna ima para coeionar, a
tratar Dapnga da Independencia o. 21.
Aluga-e o eob-ao d. 62 da rea aSau-
taCiuz fTreguezia da Boa-V,s'.r), i tratar tm
Olinda, L-deira da Ribeira n. '6.___________
Pede se a pes6oa que acbou no sabbado, 4
de Janeiro no trem qoe deeceu da cidade de
Olinda s 6 e rceia da tarde, um erxbruloosi
Dbo com 40^000, um coobecimeuto j pago a
casa da me oe S. Bento d. 8, em Olinda e mais
doas cautelas do Monte do Soccorro ao Reta-
do de Pcmamboco, de na. 30,179 e 30,398.
Dictos ibjectoa foram perdidos do Espinbel-
ro a esi*cSo da roa da Aurora, todos com as-
sigaatora da-soarxo assif nada.
Roga-se a pessta qoe ss tiver febado o ob-
sequio ce leval-as a ua de Hortts n. 57, qoe
lera recompensada.
Mar Emilia Silva Manta.
Precisa se tfrom czinbeiro ou urna bo-
cozr.beira, de um coptiro e ue urna engem i
madeira para ronpa de monora : no caes de
Caplba'ibe n. 30, geHana Perpombicana.
Aluga-se um grande aromem, na inliga
redaejao da Gaiet. da Tarde, pateo do Carmo
n. H.
Frecisa-se
De urna ama que coelnbe e compre, do 2-
andar da typcgrapbia do Diario de Pcroam
buco.____________
Casa e sitio
Vende-se na Capunga om grande sitio arbo-
rlsado, com ptimas fructei^as e urna magnifi-
ca casa terrea moderna, de eotao com janellas,
com moitos commodos para grande familia
costnba fra, quarto de banbo e coebeira, agua.
e grande porlao de ferro Da fronte, murado,
soo p-oprlo, sito roa Jcaqoim Nabuco o. 26.
fazeodo esquina para a travesea da Veetura e
defronle do ponto de parada da via- frrea de
G?xang ; tratar com o capitao Paseos Los.
ra oa Penba o. 5, 2.* aodar, e dae 10 s 3 da
tarde na roa do Imperaior r. 77 !. andar, es-
crip'.o io.
Ama
Precisa se de urna ama na-a cosiobar e com-
prar, na roa Velba u. 63, Boa- Vista.______
Ama
Pn cisa-te de urna que saiba bem cosiobar,
paga-ee bem, a tratpr na roa do Llvramento n,
24. fabrica a vanor. ^^___^_^_^^^__
Aviso
Arrenla-te cm imt orlante sitio com boa
casa para moraia, dita para criados, bstbeiro,
muitos arv redoe fructferos, prximo i est;8o
Gasa Amarella : quero pretender dirijt-se
Coctodio Nenes, eftbelecido proXlmd dit^.
estagao.______________________________
CosiDheira
P'feciw-se'dp oina que-saib bem silbar :
a roa Velfi* d 28 _____
Atoga-se a casa _. 6 aa travaesa ao Pay.
saad, com agua da compaobla do Beb>rtbe e
pequeo si io. Trata-eecom o D;. Cirne na
roa do Crespo n. 4,1.- andar, das 11 boraa da
macha as 4 da larde.
A'oga-ee o andar terrea do sobrado do
caes do Gasmetro n.3, com (agua aocauad,
do Herval 1.1.
V
Cariado
Precisa-se d''iim criado : no ftecco' do ?
dr o. 18, bot-t. _______
Urgente
Precisa-se de orna Li ccsioe-ira de cm
r.op-iiro de 16 a 20 amo, para casa de dtts
oessoaa, a tratar em Oi.nda, roa do Sol n.
18 D.
Menino desapp necido
Desapparecan da 'na do Pay.-sacd n. 9, oa
menino por nome Joaqoim. que a pouco velo da
BfOpa com -passagrm pafea por estar casa a
SAUDE PARA TODOS.
UNGENTO.HOLLOWAY

lt.s de pernal e do peito; taoibem para as feridaa
:smo e para todas as erermidades de peito nao
O Ungento de Holloway um remedio infallivel pv
antigs chagas e ulceras. E famoso para a gotaeoi.
se reconhet
Para os males de garganta, broe ,;s resfriamentos e tosses.
Tumores as glndulas c todas as molestias da pelle nao teem semclhante e para os membros contrahidoa e
juncturas recias, obra como por encanto.
E&sas i edicinas s5o preparadas smente no Estal>elcmento do Professor HoLLCWAYf
78, NEW OXFORD STREET (antes 533, Oxford Street1, LONDRES,
E vendemse em todas as pharmacias do universo.
gf Os compradores so convidados respetosamente a examinar os rtulos de cada caixa e Pote se nto teem a SrecCao,
533, Oxford Street, sao falsica^oes.
mo
^ GRANULADO ^
Gosto gradael toma a dar_com rapidez ao aani/ue sua rl |ueza e forg*. Nao d
pri-^aa do ventro nSo ennegrece oa denles j:ac irrita o eetomago.
FII'S. SO, na Bolle. Deposito oa Prnambuco : C" it DBOGS k caCDCCTOS cbimicOS.
i II lilil
Cura corta em 3 filas m outro mdicamente
FAIIIS 7, Boulevard Denain, V &A.B.IH
Oeoositos cm todas as princioae? Ebavniaclp c rv 'Wedalua DE HONRA
DIPLOMA DE HONRA]
0 OLEO CHEYRIER
desinfectado pelo Alcatro,
tnico s ba/Mm/co, o qu multo
augment a proprieddt$ to
o/o.
0 OLEO de FIGADO
OE BACALAO FERRUGINOSO
t uPict preoaraeio Que permita
admtniatrar o Ferro um pn-
duzir PriBfio de Ventre, nem
Xaeommodo.
D1P0SITO g*nl en FARI2
121, ni do Faafc-'-Eoiitmartre, 21
rranc0.-l0ir0
eFERRUGINOSO^

BBCRITADO POU TODAS AS
Celebridades Hclicas]
Ta franca e daeliopa
M
MOLESTIAS DO PEITO,
AFFECpOESES^OFULOSAS
CKLQBOSIS,
ANEMIA, DEBILIOADE,
TSICA PULMONAR,
BR0NCHITES.RACHIT1SM0
Vinho de Coca
LICENCIADOS PT.LK INSPECTORA DB HYGIENE DO IMPERIO DO DUAZIL.
iPILLS DIGESTIVAS DE PANCREATINAI
de DEFRESNE
Phurmaccutico de ia Classe, Fovnecedor dos Hospitaes de Par."
A Pancreatina empregada nos hospitaes de Pars, o mais poderoso
digestivo, que se confiera, visto corno tem a propriedade de digerir e
tornar assimilaveis n3o smente a carne e os corpos gordurosos, masg?
tambem o pao, o amido e as fculas.
gipeios mdicos contra as seguintes affeccOes:
ilta de appeiite. Anemia. } Gastralgias.
'Ms d*gestos.
Vmitos.
Flatulencia estomacal.
Diarrhea. i Ulceraces cancerosas.
Dysenteria. i Enfermidades do ligado.
Gastrites. j Emmagrecimento.
Somnolncadepoisi;comer,cvomitosqii5acompanhain a gravidez
PA'SfiHATi'tA |}lFRE8NE em frasquinhos com a dose de 3 a 4 colhe-
fadazinhas depois da uuunua.
Km casa de DEFRESNE, autor da Peptona, PARS, e em todas as Pharmacias
XEURASTHENIA, HYPOCONDRIA, DOEN9AS NERVOSAS, IMPOTENCIA^
acfiltlsmo. Tuberculosa ossea, Arthrite, Rheumatlsmos
TUBERCULOSA PULMONAR, eto.
GLYCEROPHOSPHATOdeCAL dallozi
! 1 Mdicimeoto por exeellencia para ai lopramenconaiiai indicacdei na dote de 1 a!coloradas Ida para cal) aatfi dt eada reljijio.
PARS : J. DALLOZ, 13. iouleoard di la Chaeelte.
Em PERNAMBUCO : CuMPANHIA de DROGAS e PRODUCTOS CHIMICOS.
MMMM_Ma a "Phosphatina Falires
alimente o maja agradavel e mais recom-
mendado para as crianzas desde a idade de 6
para 7 mezes, sobretudo na poca do desmamar
e durante o periodo do crescimento.
Facilita a denticao, assegara a boa formacio
dos-os.-os, tete e eslorva c delei'os de cres-
cimeirto, impede a diarrhe? taofrequenle entre
as enancas.
Pjris, 6, Aveone Victoria e cm toda as phormacia.
(Differente do Apiol)
A APIOLINA o mais poderoso
emraenagogo eonhecido, e O mais
apreciado oelos mdicos. Ella pro-
voca e regularisa o flux o mensa!, faz
desapparecer a interrapcjlo e a sup-
pressao d'elle, bem como as dores
de eabeca, a irritacio nervost, as
crispacos, as dores e clicas qae
acompanham as pochas menstruaes,
comp rom ttendo tio fr equentemente
a saode das senhoras.
Mm PA1UJ, 9. Rae VIvierno.

N E V El RA
DOS
CASTELLOo e los CAMPOS
Produz em 10 Minuto*
50C gr. a 8 kil. de Oelo,
ou Sorvets, Bebidas Ce-
ladas, etc., por um Sal
inotfensivo.
J. SCHALLER
33!, ru St-Honor, PARS
PROSPECTO FRANCO
fa IAORRHUoi "^1
creosotado m
de GHAPOTEAUT
0 MORRHUOL CREOSOTADO con-
tm os principios activos de creosoto
de faia E' um raicrobicida poderoso e^
constite o remedio mais efficaz contra'
as Bronchites e Catarros rebelde?, a
Tsica laryngeanu, a comumpcao e
todas as molestias de peito.
PARS, 8, RU VIVIENNE
^e em todas as Pharmacias
Ama
Precisa-Fe de arca ; rea para
snicos de css de pqu na
oa roa do Raogel n. 25.
C08inher e rnai
fa i.iha ; a|trala'
Collegio Acciolj, Cara*
nhuns
u As aolB8 deatestabelecimenlo d ioatrec-
Cao primarla e steuadaria, se reaDrui no dia
15 de Janeiro.
A directora do collegio psrtlclpa aoa pais de
eos alorD08 e a qoem iBtere.=ar possa qoe
udmiitio como aocio o cldadSo Tbeoobilo Ca*
alesote, eiempregado olerao do Gymoasio,
e espera merecer a coi Q.oca de teas amigos.
Garaoboos. i de Ja iciro de 1896
Joe Accloly Cevalcaoie de Albnqoerqoe.
Ce vallo apprehenaido
Foi no da 12 do mea paaaado apprebeodido
pela sobdeleeacia da Magdaleoa om cavado
con t 8 (ignara segoii tes : id mellado, mtei-o
e acba'se deposrado ca mesma aobdelegaci^,
e qcem se jolgar seu d ico pede reditual-o,
P'ovar p.olrf BOi'.
7 de Jaoei'0 de 1895.
Casa e terrenos
Veode*e orna pequea casa, prrp-ia para
b*nbo8 salgados, dos Milsgre8. em O inja.
U'D terreuo opiimo para e-Mfiesgao. Da roa
lo Bwpo Cardozo Ayes, ro.Viaia.
l'm oniro em Doarte Coelbo, margena do
io. Oa dous primelrcs eslo reneodo de 10
i I (i '|0 do preco por n.caoto se veadtm, a tra-
tar n roa da M< J'e de Doos n. 10.
Electricidade
Ai'odo do Carmo Almei-'a Sob inbo, encar-
r-^a-se de DEtailac6>8 de loz elctrica em osi
oa e e8tabeleclment.'8 iocotriaes, bem como
ulepbones particulares, campas electrlctas,
para*raics e oolros trabalhos conceDerep.
Pode ser procurado por cima do Diarlo de
Perosmroco.
Ama
Precisa-se de cm* par< comprar e cosiobar
para duae pesaba?, a iratir do pateo do Paraizo
o. 12, bcipqoim.
4o commercio
O abaizo aasigoado derUn ier vodido aei
ftHtjHeclroeoto de molbados, sito a roa da
wjamPucaoaB d. 23 D, ao Sr. J. 5o Baptiata da
* ''* '"rae deaembaracado de todo e qual-
2,_iLODU8 a.em 83 lolgar ccm direltj ao
r!0*preaeQte Boa reclamacao do pr.zo de
ila,,fc?olarda data do preaeoe.
Reclt, \ de Jaoeiro de 1896.
_________________Joao Eatevo Freir.
A< comrercio
.J?J."LX? ae"B,aao declara ter Tendido o
da Fabrica d. 23, aa gr< Joao BgtBFao F,el,e
Uvre e deaembaracaa, de ,odo e qoalqie'
onD.= ; qoem se jokar ^ imlQ >0H mtUi0
aprseme ana reclamagaoxa pra0 de 3 d a
ecniar da data do pree Reclfe, 12 da Janel-e de 18^.
_______________Joao Batum-* ria silTa<
Realejos grandes
IxporUolea realejos com liodlfairrat _US1-
cas, as maia moderDas, propias para i ,mo-
'atua, kermeases, et, Veode-ae por p.t{0
cmmo de, por ter grande soriimenio oa re.*.
i ..-;a David, roa do Cabag d. 14.
Ao comoiercio
Os tbaixo Ds?i.:'.a'io declaram qae nes'a
dta d saolverarrj : migavelmenie a sociedade
que nyrava Bcb a Hrma de Saotoa Moreira &
Braga rerando-te o scelo Antonij eos Santos
Morera, pago e Batisleito do seo capital e la-
croa Orando todo activo e p ssivo a cargo do
aocio Julio Alfredo Br ga cootinoaado a gyrar
sob a Hrma individua1.
Reclfe, 31 de Dezembro de 189o.
Antn o dos Saotoa Moreira.
Jc3j Alfredo Braga.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porg5es applica-se ventosas seccas e
arjada; na ra das Larangeiras n 14.
Gostureiras
Preci?a-ae de coatoeiras ma Bario da VlC
loria n. 50.
Atten^ao
Vecde-se om terreoo oa Boa-Viagem, com
jf'O ra'mo8 de fondo e 100 de compriaiea'o, a
riitar r.a roa dos O-bos d. 26.
Amas
Precisase de doas amas, a tratar roa Barao
da Victoria n. fio 2* andar.
; 3
Professor
Caj
Compia se qoalqner qoant'dade
Madre ae Dos n 4.
a roa da
Vitrina e b. I cao
Vende-se para liquidar; oa roa BarSo da
Victoria n. 53, loja de joiap.
Criado e ama
P/eciea-se de om criado de idade de 12 a 18
aoooa e de orna ma ra a casa de familia, na
oa Formoaa d. 37.
Grande sortimento de meias proprias
para padres, conegos e biepos.
Marinos pretos, superior qualidade ca
te do mim
& Ra da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
Dormitorios ou quar-
tos mobiliados para sol-
teiros, no ameno arra-
balde da Magdalena.
Parainforma^oesna mes-
ma ra n. 6, Mercearia.
Caixeiro
Preci8aa8e de om de idade de 14 a 16 ancos
e qoe teoba pratica para Uve'na ; a tratar no
pateo da Paz em Afog;dos o. 23. ________
Sobrado
Precisa-se de um cuco babilitacoas para lee-
cicoar primelras lettras em om ergeno perlo
da cidade; prefre*se pessoa idouea. A'ira-
(ar com AgosliDho C.sta & Fiozi, prsca do
Corpo Santo d. 9, !. andar.
DE
Campos & C
N. 35-RUA DUQUE DE CAXfiS-N. 35
Em frente do Diario
Os proprietarioa deate bem mootado estabe-
lecimeoto previoero ao respeitavel poblico qae
para bem servir aos feos fregoezes teem oo re-
ferido eslabelecimento om espleodido e varia-
do sortimeoto de casemiras p etas e ae cores,
o qas ba de melbor em la, brias de paro liabo
de todos os padroes, e por precoa rasjr.vei-7.
Pe8soem boos artiatas, pelo qoe ae jolgam
nabilitados a saliafazer ccm todo gosto, esmera
a perfeico ao fregoez mas exigente.
Ma mestua alfaiaiana alagam-se casacas,
ete..
Regulador da Marinha
Concerta-se relogrios de algibeira, pn-
dulas de torre de igreja chronmetro de
marinha, caixa de musicca, aparelhos
elctricos, oculos, binculos, oculoa de
alcance, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechanica.
9fiua Larga do Rosario9
Cocheiro
Preclsa-ee de om qoe seja ppseoa capaz para
om eogeDDo prximo da cidade. A tratar com
Ages inbo Cr.sta & Souza Da praga do Coip)
Santo o. 9, 1.* andar.
Caixeiro
Precisa-re de om menino de 12 a !4 annos,
qoe tenha praiica de molbados, a tratir no pa-
teo do Terco n. 34.
i
Criadas
Precisa.ae duafl ^rra- gp do oHij prn roe.
oda- e oo ra para copelrp, para casa de pouc-
famili.-i. paga.ff beD, a tratar a roa to Ixpera.
(T6r n. '1, 2- arfoar.
Professor
caes oo .zomeiro n. j, cora agna. Bcaasd, ^ e r#BpoDBaei por elle ; fcede-se a qoem por carta fechada com as iniciaes A.
ipptrflbo.Sulas e 3qnarto/l tratar nt praca J^Ter em s%-cs^o favor Vmaadtr lvala pMrinacU olindense n. 46 ra cidaie
i ma do Payasandtt o. 9.
Os i cmem casad ji de Idade, com baatao-
ts prtica de ensioo p- pde-se a lecciona em
a'gam eogeobo qo- liqoe a margem das hohas
de ferro desle Eaiado, as r alerias segami-s :
Portngoet, CIDdosIve p-imeiras lettrae), la m,
fra i ex, lta>ii>oo e arl bmetica.
Qoem preteoder dlrlja-se pessoalmenip OD
C O. *
de Olio*
I da, qoe achara abi cm qoem tratar.
MOLESTIAS DA BOCA l BA GARGANTA
PASTILHAS de PLANGI
deChlorato de Potassa
e d'Alcatro
Approvadas pela.Junta de hygin
do Rio-de-Janeiro
E o remedio mais rpido e efficaz
que se conhece para combater as mo-
lestias da toca, taes como a inflam-
maco das gengivas, as aphtas, a
seceura da lingua e do paladar, e
egualmente as molestias da garganta,
como a inenacao e ulceraces das
amygdalas e da campainha, a rou-
quido, etc. Ellas sao muito procura-
das pelos cantores e advogados, pelos
pregadores de sermao e outros ora-
dores pblicos, etc.
PARS, 8, ros Vivienne
B KM TODAS AS PHARMACIAS
Attenco
Vende-ge 2 bois, 2 carrocas e 2 cavalloasen-
d om de corridas e om de sella 2 vaccas pa-
ndas, sendo orna terica e oica bem meatica;
P'ecos comr_odl.-Bimos. A' tratar com o dono,
do aillo em rente a pract Joao Alfredo.
Engenho
Veode-ae o eneeoho Segn'aoca, margem
iio r'oTaqoara, do municipio de Qolpsp. orna
egoa distante oo povoado Barra do Jangada ;
esse engenbo tem proporc6fs at para se esta-
brlece- orna oaloa.pois dispOe de gran e >"om-
ma de trras ; tem toda ferragem nova e 'mo-
vdo por ds excellente motor a vpr>r. 0 en-
genbo Begoranga est em coodii,6es Ce pao
i.re:l.-ar de ootr*8 terrs para se rooOtar tfnra
noarsiun. Quem pretender rodera ir exami-
nar as obras e tratar rom o seo actual proprie-
ario se a^-adar.
Frecisa-se
Um ciadj d 14 a 16
annos para o 3* andar
da typog'-apha do Dia-
rio iePe*nao.btieo.
51 Ra da Imperatriz ftf.
ALBERTO CARDOSO& C.
A's Exmas Notvas. Um variado sor-
Veode-fe o sobrado d. 161 da roa Imperial,|timento de sedas brancas, eolebas, corti-
de doos andares, com agoa encanada, grande t Dados, capellas, veos e eaiaa de seda re-
qointal morado, coebeira, poitao com gradea- __y._a -
Bienio de ferro, moitos commedos, e com pro- t'cuou. ___ _-__ -mrr\
notcaopara orna fabrica, a tratar na roa dc| AVfi l)(> PaKAI/()
Barao da Victoria n. 49, loja.____________ aTU ^^ l t^'fl*^^
Acaba de apparecer o mais extraor-
dinario poema de Guerra Junqueiro
PATRIA
Esta a ditosa patria mioha amada.
CAMOES.
I trosso volume ntidamente i impresso em magnifico
papel 6$000.
A ve oda em tolas as livrarias.
Deposito da ediccao LIVR4RIA INTERNACIO-
NAL de Fr ncisco Soares Quiuts, Ra 15 de No-
vembro n. 77Recife.
Dscontos em 10 br- 10 0[q
EMULS VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PH4RMACEUTICO
TITLAI3 rSLASSCCLA SE UBZ3ZCZZTA 2 FSASUACIA SA lllL
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas he ras 08 vermes r>
testinaes, conbecidos vulgarmente com o nome de lombrig-as. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo m, a de nao ser preciso
purgantes depois de%eu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada peLs
creancaf sem repugnancia. Em sua composijao n&o entram substancias mine-
raes que de mandr>m de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de asar
Adultos colberes das de sopa. Criaaeas colheres das de cha. De*e wt
tomada pela manh bem cedo, pura ou "misturada com caf, leita, ou raesm
com agua adocada.
Preco 1/2 vidro 1*000
? 1 200O
Duziadel/2 101000
1 204000
DEPOSITO GERAL l Pharmacia Ferreira
Praga MaciblPihbiro-. V PERNAMBCO

^

f
T
HIJUDO I

. '..''..'''
nan


Diario de Preuambneo Domingo 1< de Janeiro de 180G
DOCUMENTOS EM FAVO
DO

::
.
t

-
t
PROPAGADO ,POR D. CARLOS
r^ "V J*. DESCOBERTJi I]DIGc
Eemedio sem rival para syphilis em todas as suas manifestacoes para o rheuma-
tismo e para morpha
/<^^X
^^
DR. BEZKRRi DE BURNaY
Illasirado amigo e Sr. Dr. Grica-D'ioo3 da
multes experiencias e cura m e iodo sobre o
sen grande remeoio oElixir M. Moral,cojo
lecho minstralo oos bospit'es e ej mlnha cl-
nica pincola', resol', e a Ilustres collegas, o Dr. Mediros, Dr Lereve e
Dr. Sa Meodes, applical-o pela eeguio'e forin-,
sendo cases de sypmlia itive:era4a, rbeomatia-
mo ebrooico e boobas
T^nto Ido o mcliior euccesse coro o elixir M.
Morato,e algn; dos meas coilegas cliamau,-
Ibe com razo de salva vida. O sen reaedu
om podigio e nico cerno anti- yphiliuco e
anii rbeoroallco.
R>o de Janeiro, Marc/) de 1889.-D-. J. Pilla
Bexerra de Boroay.
DAS CRA8
Sr. D. CarlosAs minbas 0>h s Elvirae Leo-
nor, sibVraui Dastaole lempo de humores, sof-
freodo ornas d-ea oos ojscb oo dores r^-uina-
tica?, e outra de molestia de pelle. Nada poope
para crala3, porm, sempre era vc A abo
finalmente deobUr a cora de ambascoro o oso
que fieram do seoelixir S. Montoee tai
a minba ealisfajo com o effelto de tio bom me-
dicamento, que Ibe escrevo esta com o Oqj de
elcgial-o em sua descoberta.
Sou com respiro e rooBlderafioAntonio Al-
ves de Camargo-S. Paulo.
DR. EDUARDO GUIM VRAE3
Df. Eduardo P Goiraares, formado en rxedl
Cioa pela Facoldade da Babia, etc.
Atiesto n ide gran, qoe lenbo tmpregado
com feliz re. altado em toaaa aeaffVccOe syphi-
Iillcas.oelixir M. Moralosxcellente prepira-
do do S-. D. Carlos o que affirmo cojj o jura-
mento se ir preciso.
Rio de Janeiro. i5 de Favereiro de 189i-Dr.
Eduardo P. Guimaraes.
CURA DE RHEUUlTISlfO
Ulrr. 8r.D. CarlosMm lbo, de 21 anuos de
idade esteve quatro mezes eotrevado das per-
nas e dos bragos comeooo por roaos de oolrea
en om eslado laetmoso. Priocipiou a f.er
oso doelixir M. Moralopropagado por D. Car-
ies, e logo aos primeiros vidros de oso, ievan
too ae e pnncipioo a servirle de suas proprias
maos, E' um verdadeiro milagre tase remedio
auto.
Aounio Martina de Siqutir Sania Rita de
Pasas Quatro.
DR. JCA.0 NEPOMUCENO
Dr. JoSo Nepomoceoo de Olbeira Bello, doo
lor em medicina pela Pacoldade do Rio de Ja
neiro, cavalt-eiro da rdtm da Rosa, etc.
Attesio que lenbo empreado em minba clni-
ca civil oexir Moratopropagado pelo S-.
D. Carlos, com resuuaaos vantajosos Das moles-
tias eyphiliticas ebrooicas, sobretodo no rbeu-
matismo nudoso. O que effirmo sob f de meo
cro acadmico tomo juramento se lor preciso
Campias, 20 de Fevereirode (892 Dr. Juo
Nepootuceno de Oveira Bello.
CURA DA MORPBA
Sr. D. Carlos-D.sponoo de meto, gne^s h
Dos e s-ffrendo ha lempo de morpha, eslava
desesperado por nao acbar remedio q>-e me cu-
rsase, pois tomei todo qoe eflerecem .'ara este
mal; graa a Providencia, pudeobter um* do
xia do seu elixir al. Morato, e em tao coa bora
qoe me acho convalescendo. Os bob-s uesap'.
pareceram ; a groBsetra do rosto e das ma^s,
acaboo-se, a ptlle tomou a sua devida -, eas-
aobrancelbas eslo crescendo de novo, couside
rando-mt sao, e don grabas a Deus pela desec-
berta do saoto rea edio elixir M. Moralo, que
c a qnem devo a minba s'lvac&o.
Pode mandar publicar esta para que quem sof-
rer, saiba qoe boje se cura a morpha, lomando
elixir M. Morato. Deus goarde a V. S.JosCo
rim da Silva, Ci ade do Au paro.
P^DBE JAC1NTH0
O meo visiaho Roberto DUb de Andrad, es-
teve eu ermo cerca de om anuo, e, enianioeu
como aqutlles que o t ataram, lelgaram no pe-
riodo por morpha. Deelllodido per alguns te-
men com parcimonia o elixir M. Morato. propa-
gado por D. Carise sano. Deus me perae m
dixer que se nao foBse eu testemunba o: calar
deele faetc, pc'-o-hia em duvida.
O elixir s). Morato, cora a morpha
Bemdita seabor, oBenberPadre J,ciitboE.
Torres-S. Paolo.
DOZB AN.NOS
Fazia mais de ooze anuos que era Tic ima de
nao infame rheomasroo que me tolbia pan lodo
porm a coneclbo de meo collega major Moora,
de usar do novo medicamento indgena chama*
do elixir M. Moralo, foi o que me fea tirar como
oo'ro era sao, forte, rijo e valenio eprompto
para ludo.
Recommendo quem precisar que tome, para
flear bem, e elixir M. Morato, e mais nada
Major Tito Alves RamosRio de Janeiro.
DR. ANTONIO SEVERO
Dr. Antonio Severo Wenceslao formado em me
dicina pela Facoldade do Rio de Janeiro, rr.e-
d'co aojuu u uispital da Sociedsde Pcrto-
gueza de Besetki n a.
Afalo cb f do meo gr), qoe teoho appli-
cado em mlnha clnica oElxir M. Morato
propgalo por D. Carlos, com grande provello
nos cajos de -yph lis t?rciaria. especialm''nte
quaodoclrooica. Dr. An odio Severo W n'es-
lao.Rio deJaoelro, 22 de Jaaeiro de 1892.
CASO DEESPERADOR
Jama s vvanle aUum lera roff-i io de syphilis
e asa-i cootequ^ocios coma eu, e ua cduuo lem-
po qoe desejava a m< rti*, pea vida atroz que t< -
nho levad.'. Talo qoaoio ha de sypbiiis paece
qoe e tava em mim. E t.u boje curado, e cor
do deveras, pelo remedio novo chamado El-xir
M. Morato.
Foi a P'ovideocia D vina quem fes d scobrir
este grande e magnifico depurativo. Vi:. r ilri
relies de Mata ioade de M os.
CR\ DE FERIDAS
Foi om o oso do Elixir M. Mor >to que curei-
me de uu>a feridas de mo Ciracter, t,ueilve
na multo lempo, sem poder obtei meiborascom
moitos medicaaieotos qoe tcaei. Hoje, gra^ai
ao graode depu avo Elixl- M Mj'alopropa-
gado por D. Cn lo?, qoe se vende em S. Paci na
ras. Peixoio Es relli & C a ra de S. Beato,
11, es oo compl'*ia(x>eoie Dum. Manoem cuelicar
e^ia para bem da bumanidade. F. de Aorado
Costa.Araras.
DR. MEDEIROS E CUNHA
D;. Joao Alberto oo Medeiros e ^unha, Dr. en
mediciua pela Faculdade do R o de Janeiro,
caalhelro commuodador da Ordem Militar
Porlugoeza de Nos*a S nhora oa Conce:(o
ce Villa Vicosu, ec.
Certifico em f oe m u grao que ten'no aempre
empregado em malestar syphilmcase rbeuma-
tlcaaElixir M. Mo atop opagado por D. Car
los, colb.-ndo sempre os melnores re.-uliaooj. -
D Joo Aioer'oi-e Medeirose Cuota.Capital
do Estado de S. P.uio 1 do Margo de 189!.
MAISPROVAS
lllm. Sr. D. Calos.Seno de S. Pedro do
Torvo. Os mullos elogios que ouvi fazer ai.
s"-' graude depurativo oElix'r M. Moratofe-
me lemb-a- expenmeolal o tmuti P'eto dt-
iion.e Fclipp" Maciei, carpateiro e meu v:sinbo
qoe n cenadle irea anuos vive da candado pu
blica pelo i-eu estado hediondo de morpha.
Este Infeliz chorara o seo eetido todo' os diar,
por nao peder trab^lhar; pols qoe, foi s mpre
moito traralaJo: e coooecido ; po-em como
natural, o su estado horrendo da morpha ata-
genlava a iodos de ao p de si. ManJei huca ,
de c do preto. oa.a porcao do seu G.ixir
M. Moralo e lelo porque eoteodl que o seu es-
tad o gravis^imo e adiaitado exigira babiiBte
medicamento.
E' extrsor iina'i m r.i admtravel o que Ibe
como u ;Ko; o doeo:>, urna vez piacipudo o
curativo foi apresurando melho^as leutameuie.
por*m, progresuvamente, a tal ponto qm se
a ha re-tabele:Uo e trabaloaadoconpletameote
corado 1 I
Com a idade ea pratici que tenbo do inoido
e da vida, esou aoio-itado a oizer-lbe qo io ma-avilbeso o effcilo do grande e misterio-
so remedio o-ELxir M. Murato-qu- vacuir.
em jclgal-o des e or nodo, ou eifl < ti mi l-o Sa to
e Providencial Unitivo para ftlicidadi da be-
manioade.
E' preciso qcel he diea, qoe en're os fsaendt-i*
ri s uo'us Tisintios ha home s v!lho: e experie; -
tes que coobeceram o estado do meu proie.iuo,
e que ao sahercm du milagre o>eraoo pel 6anio
remedio, vieram mmba ca^-a propositalmeme
cer tificar-se e emmudecerum a villa da reaiida-
de. E eu p.r mioha vea Ibe oigo que lies tlce-
ram razao de emmudecer, porque oElixir M.
Moratoopera iao maravilbosamente, qoe nao
n nalavras qoe o expliqoem.
Qoe Ibe s r a esta .ie mais um ttealadoque
Ihe ofierego, e que ;e certifique de viso quem
precisar, para beneficio humaoi'arlo.
Sertao de S. Pedro do Torvo.
Joao Antonio de Oliveira Marques.
DR GODOFREDO MAM
D-. Julio Oppas Godof'edo Maia, formado em
medicina eobs^einciapela UniversidadedeGies
seo (Oran D-carte de Hesser^ com diplomas de
habiuiac&o iheor Ico-p tica ae diversas na^Oes
gmericaoas ; aotgo cirurgiao voluntario dama-
iinha e txerjito do Brasil e das Repblicas Ar
eemiua e Orien'al do Uuguay. etc.
Cerlitico qoe teobo administrado em micha
nina o novo preparado de oruem Indgena,
denominadoElixir M. Mora opropagado pelo
Sr* D. Carlos, em diversos casos de syphilis de
certa gravidade, tendo colnido magnficos resol-
udos desle poderofo aoli-fypbilltico. O que af-
firmo 800 de meo gro.'e jorarei se preciso
fdr.
Ro ce J.neiro.
De Julio O.-pas Godofredo Ma'.a.
GRAVE BNFERMIDADK
Declaro qoe foi mordido de orna cascavel, co-
rei-me sem cessa mais de qoairo aooos, fi au-
do-me ons boracos cbagosos nos ps ; se sara
va um, abria ootro inmediatamente, fleaodo
com paralysia em urna rxao depde qoe foi mor-
dido : A tneelhado i ftiw uso -"o novo re-
medio lXIR M. MORATO pr.'j aiiado p< r
D. Caro.-', tomei-3 basta,,i lempo e liqoei con
pietam^nte bom. A quem anda cao co'obece o
ELIXIR M. MORATO, eo declaro qoe este
remedio santo, porque faz milagrea.And
BoriyPorto Feliz.
D >I3 ANNOJ DS SOFFRIHEKTO
lllm. S-. Dr. CarlosDous anuos com om?
perua incbada e urna erar>cj humi a na me-
m, com todos os curativos a lempos e ores
sem seutir meliuras ; pa'a desro-ogar. R<-
perimentei o novo rem-dio indgena oEL1XIH
M. MORATOp opagado por i>. Carlos e seo
tindo meiborss conlmum ausal-i ai flear com-
pletamente curado como esioo. Abe ic.'ido t- -
dlcameoto. Pode usar como ennvier De V. S.
Augu to alheiroa de Miranda.S. Paulo.
DR. SA' MENDES
Certifico em l de meo grao que lenbo supli-
cado em molestias oyphililics chroRicts o ic-
vo prep: rido ELIXIrt M. MORATOpropaga-
do por D. Cirios ootendo eempre os melbores e
mais satisfactirios resultados. Dr. Alfredo
Alcm de Sa Mendee. Vassooras.
GRAVI3SIM0 ESTADO
Sr. D. Carioe=Mi jha mae, D. M'ria nmenia
iicoo depoia ae diversos Incommodos, cem a
morpha, ticando com o rosio agreiado em um
estado deploravel, a nonio de todo o mundo fu
vel-3, disseram-me que nao p-rdecse lempo.
E'a um horror. Abaixo i eDeo?, ao=EL!Xlrt
M. MOHATO=0'op v;r a miona mae dui e a guisa de volt, de vla-
gem multo aemoraia, ac,d-m saos antua-
amibas a ve!-a e a feltettal-a. Rsconh- co joro ae
preciso for qoe t=ELIXIR V. MOttATO-='ura
a mo pD Francisca E mela da Conceicii=Botucal.
CURA DERHEUM.TISMO
Tendo ido a focos de Caldas ba eeis annos
seguidos, pelo rheumismoe a prova do pou o
proveito. a necessidade an-nai que i'li me tem
levado. Tomel agora ELIXIR M. MORATO=
propagado por D. Carlos e a-u por findn a
sia as aguas, porque o=SLIXIR M. MORATO
= urou me radicalmente, b.' lai a miuoa a-
tifagao que oflf-ireco de rootuo proprlo este at-
tesiado reeont ei'do pelo lab'liau=A!freQo Ne-
nias da S.*veiri;=rjampina8.
FELIZ Rir.UI.TADO"
M oha filda Ilal ni Prospera de Sousa, esleve
moito lempo compl-iam-nte eitrevala, pelo
neumatismo leuda sido imiotenle lodo a meo)
cami-nto de qoe Un >i raao. Forom dtos meiea
de os) sem in'er'>ut-n:ias do novo remedio=
-LIXIR V!. MORATOirop.gadu por O. Calos
que pozeram mi .m li.ao i o nplo um^ni resta-
oelecila. R>coobe(o como vertalei.-o pro^glo
es emeiicaoieoto i o i2ena=Tiborcio P ospero
de Smza.=R o ^e Jan i o,'
MARA ANTONIA
As dores de ba tantos anuos r.a peroa e oo
u-aco esquirdo, e orna bo a quo tmba na barr
a, e que lado eslnava remedios, maia nu-
uex rurav- ; sarou ago'a con alguna vidros
:c reme lc= nxi i!. MoratoiDeus ajo le o lc-
veulo =-M.ru A .toaa de Souz0=Jicareby.
GRANDE CURATIVO
I lm. Sr. L'.-Cario.-Logo que ebegoei da Eu-
ropa, incbaram-me as pernas e appareceu urna
ceros dade continua e que era bu ida e esc.m -
sa, com afigravoiu de urnas dores no* o.-rub
ios ps e dao pernas que me flzeram son* e-
itrozmente por mais de quatro in-izes. Foi ir.-
:aio portre meii;os de nmada, tendo dous
diales pronos;icado a molestia de rbeumstxv,
a ootro provoo3:noi3=,5cxeai!. fritado com
to lo o cuiadc pelo lempo referido, peore', sem-
p-e apezar do traiam^uto, e, uo lastimoso estado
em quejazia, z juota dos tres facallativos para
decuireii.-me o resallad j da junta foi acoose.
Ibarem.me a entrar em um hospit I para serem.
me applicadas lnj<:cto>8 de morfina. Desa.
uimei, e tioba razo para isso. Visita.me oes.
ta occasiSo om amian e aconselha.me a qne to.
me K1"^'080ELIXIR M MORATOpr.pagado
por D. Cirios, acceite' p la leima e elogios fet.
tos aos prodigios dest remedio e iom o uso oe
12 Irascos acio.me corado Sinloalta satisfa
Sao em ommumear -Ibe esta co> a qoe acbei ma-
ravlho-a, e auesiar a mullas pescas qoe me
ioi he. em qoe salvei.me de marte cerla, gracas
ao-ELIXIR M. MORATO. Paa beneficio da bu.
manidade mande pcblicar esle aiesiado-De V.
S =Franci8co Peres y HerreraS. Paulo.
a A al
aou obrigado pslo reoonoecimenlo a vir de.
clarar qoe naba meus hlbos nonh-ados pelos
moitos homores que aoffriam e qoe eslava de.
s-sperada de te' ai pircado noitos traiameotoe
quH aconselbavam, de que nunca tlre resollado.
a je estao meus fllboe, livres de peMgo e com
o c-orpo limpo oe humores, emfim saude perfeita
e is'o f aconrrceu depois de ,b f*r osar af.
d ATlemp0 8'rio80 remedic=ELrXIR M. MO.
RAio=prcpagaoo por D. Ca-los. BemdidO se
jn, tao feliz achade-
gaoTutuhy.
=Mria Eteivina da Concel-
MARA DAS DORES
Minha mu'her D. Mana das Dotes es & coro-
pleiarjienie turada da terrivel molestia morpha
que fC* u qua.-i qaatro aooos, lomando munos
remedios, o u uo reedicameG'O 304 Ir e dea
recooslitu'S&odas.'le e a Micidade, cliaaiE-.e
Elixir Morato, t-ropaga o por D. Crios. Poiem
faz-sr o uso qoe convler. Antonio Goolait de Soo
xa.Pirafeij-.
MILAGRE
Eu peneei qoe moma podre de tantos homo-
res qoe eoffri e de feri las amigas oue lanas lo-
res me deram. Hoje grasas ao remedio indge-
na o Elixir M. Morato, propagado por D. Cario?,
estou curado e tendo rade que farte para viver
feliz. Abensoado remedio o Elixir M. Mo'aio.
Manoel da cosa Abren Taubai.
RHEUMAT13M0
SO sabe o qae o rueomati-mo qoem o tem
00 teve. e esses o-< Uro que soffri II anno>, e
ped: a D-up, a morie moias vetee. Usei o novo
remedio Indgena o Elixir M. Morato, propagado
por D. Carlos, e estou bem livre do penga, de-
temo a vida exclusivamente a esse santo reme-
dio. iebaeao Perelra de Agolar.Campias.
ALBERTO DA MATTA
O 8*. Alberto da Muta, coobecido goarda !;-
vros po Rio de Janeiro soQna moito e ba lempo
d?Uohando a ponto de jolgaram- o perdido. To-
mando o graode anlisypailiticooEliMr M. Mo-
ralo, Hcoo robu.-lo e forte causando est'anbeza
aos seos amigos. Escolemos o qoe el e aiz :
1 lm. Sr. D. Carlos.Emmagrecl ba lempo a esta
parte, e isto prog estivamente a ponto de pare-
cer um verdadeiro esqueleto. Perdido appetite,
a alegra naor-l e ocoo6ol.~-, sobresabindosem
pe um certo m So Htar. Cancel de tratar me por t
< add aproveitir. T mei por ultimo com mulla
re'.omm^ndas&o o famoso deoorptivo indgena
El>xir M. Moiato, e com espanto meu e de meos
a utos, res abeleci a saode depauperada I Hoje
orno com appetite, tinto forgis, coragem, ani-
mo e apiidao para o que lo* misier. E a ;ypbi-
hs queeu a outras molestias, devido a vida sedentaria que
tenbo de eacnpto'io.
Paabens pols bnmaniJade pela felicidade
jue pode boje ueuf u r CjQi o apparecimento de
soberano depurativo o Elixir M. Morato, propa
grio po:D. Crios. Uae como coovier.Albtrto
ia Mal;. Rio de Janeiro.
HOirafTA
lllm. Sr. D. Carlos.Sarou a mulher mora-
ka a quemdei oElixir V. M ratoprop-g-Jo
por V. S-, e pela eslraoheia do facto, tem dous
deentes mais a fazer u;o e ccmalgomas melho-
ra.-- ja, apezar do 1 00.0 lempo anida qoe o :u
lomado. Que import-nie, qo* bom qoe o n-
xir M. Moato 11 T bu ci Nisclmenlo Am-
paro.
PAI EFILHO
Sr. D. Cario?.M u Bltio .'os, caJ complela-
rcenle s&o da groseei'ia di rosto e das manchan
do corpo, que todos diziam ser morpha. e, foi
c com u u.-o do seo rem- dio o Elixir M. Mora-
to qoe mandei vir 00 Pelioto Estrella 6c C, de
S. f.ulo. ra de S. Bento o. II. Realmente
urna boa escobertaeste santo rexeaio, consl
dersdo como o melbor dos depurativos. Cons-
tantino de Abreu e Silva. $. Rcque.
ALBERTINA E ALICE
lllm. Sr. D. CarlosVenho cheia de graUda>,
deriararlhe q e miohi hla Albeitioa, soffria
xoiio do ventre, terodo orna bola oa bar. ga
com tLU'tas a es. e dores agudas oa perua es-
queda e as cestas. A micha Giba Atice, eof-
freu sempre desde ciansa, de muit03 bomorei
por todo o cerpo, lendo ae vez em qoando in-
flaoKsOes na garganta Foi eo qoe fez V.
Exc. aescobrir o eaolo remedioE ixlr M. Mi-
; topois iju mlnbas Ulnas usaram deile e ai-
raran?. M18 tanto remedio que gastei t-nta v.-
sita, e lauo trabalho com a ootica todo foi i;
o ooico que curoo a ambas, qoe al me parece
milagre de Deop, foi o Elixir M. Morato.Eo
nem sei como possa agadectr a V. S. e assim
como peso a D -i.s q. e'be. d muitos aunos
de vid:.' e si ule po ler acbado tao Kraudecoua
emo o emedio saot.El.xir M Moraio.-D.
Elisa de Sooza Co'.euo.-S. Paulo.
A REALIDADE
Cinco anoos de tratamento assiino de urna
ulcera oa peroa, nao tive resollado algom ape-
Itr do dispendio extraord;oano. Tree mezes
oe t-atameoto txclusivamenli peloEuxir M.
Moralopropagado por D. Carlos, deu em resol-
tado sarar. Poderooo. extraordinario o depu-
rativoElixir M. Moralo.Jo. Alves Pacheco.
-S. Paulo.
MGRPHE'A
lllm. Sr. D. Carlos.Foi depois de urna g an-
de con3lipa{ao que se me desenvt iveram toaos
03 "ymplomas aessa horrorosa eofermioadea
morphi, e a apezar do rgimen diettico,e ser-
te tractamenlo que observe, desenvoiveram-se
com tristeza da minba pa-te, iodos os signaes
oaratterislicos.
Ja votado ao aotquilamento pela socieda le foi
qoe prlnclpiel a toma* o seo preparadoElixir
M. Morato -e, com quamo a principio seullsso
melboras apaas lentamente, verdade que com
a constancia do uso me acho completamente co-
rado.
Foi sem crenga qoe laocei nao desle medica-
memo, por ler tom.do tiota coota.infiuct fera-
mente, no em tanto que boje declaro recoobego
que boje cora se a morpha, orna vez qoe se
use doElixir M. MoratoRendo preito e lio-
menagem ao poderoso e portentoso medio men-
t, oElixir M. Morato.E' tal o poder mages-
tatico do ioccmpa'avel depurativo oEl xir M
Moratoque, se ba milagrea, elle milagroso.
Crela-ma sempre, ele etc.Aatonlo Augusto
de Almeida.Rio Claro.
CHAMA SE
Elixir M. Moralo, prepagado por D. Carlos, o
remedio que cura a morpba ; e-te poderoso re-
medio descube to agora e eemposto com vegetal
que u m vif U.de excepciouaes. e as curas qoe
tem feto e esta fazeodo lodos os das provam o
seu efl'e.to certo.
O Sr. Coatodio Moladinbo, diz que lomando o
Ellxi* M. Morato. propagado p .r D CarloP, sa-
rou, esperanzas qoe nao tioba m jis i or te: silo
desengaado pelos mdicos.
Toda a pessoa atacada desta terrivel mal, e
morpha, sara completamente tomando o graoda
remedio agora descoberto o tiixtr M. Morato,
propagado por D. Carlos.
RHEUMAT1SM0
Declaro ter-me curado radicalmente de foriis-
almo rheumat8mo com o uso por algom lempo
do novo .eie'iJ deoomioado Elixir M. Moraic,
propagado por D. Carlos, eolendendo eu que o
referido medicamento, o melbor anti rbeotnatieo
qoe existe oo o unid remedio que cura mec-
maiismc. Elysiario Gorgao de Azeveoo.Capi-
vaiy.
CAMPOS OVOS
De Csmpos Noves, o Sr. Fellzardo A. Mattos,
Commuoica-nos que soa mulber que esta aparta-
da ba temos por morpheiica, fe uto do gran e
remedio uovu o Elixir M. Morato, propagado por
. Carlos, e el a nSo t satoo, cerno acaba de
juntarse ao maride.
O Sr Feliza do A. da Matios, 00 expdr as cir-
costanci s, expanGe se de orna manelra extraor-
diuana a fuior ao remedio que Ibe salvou a
mulber.
Tem feito prodigio de espantar esta descobe*-
u 00 Elixir M. Morato, sendo realmente digno
oe icdo o apreso.
U Sr. Feluardo diz mais qae deptis de sua ao-
iher sara*, ja ires pessoas daqoelle lugar tem
apreeenuoo muita melboras de morpba com o
eso do mesmo Elixir M. Morato.
S. PAULO
Fazia moito lempo qoe soffria de syphilis, e de
suas conseqoencias, e o meu s.ff-wieutoera d
veras seno, po qoe alm doscffnmeaio foraui
sempre impotentes todos os medicamentos qae
0801.
Experimente! o remedio novo indgena de*io-
mina 10 Elixir M. Morato, propagado por .
Carlos, em ido feliz momento queatho-me com-
pleta-neme curado E'olgnados un-iores en-
comios a de-coberiaexirser.1ioaria desle m9di-
cimento, o qoal op-a lio ifRcazmeote que as-
sombra os que sbffreram e estavam descorosa-
dos ctmo eu. Paulino Neves daRo Paulo.
NORMALISTA
lllm. Sr. D. Ca'los.-Remello neje a V. S. o
altes ado qoi prometti enviar logo que sarasse.
Depois dos vidro* que V. S. leve a bondade de
mandar me, mandei comprar anda em 8. Pau-
lo mais seis voro^ que tomet Usando compleja-
mente bom da ferila da pepna e do eocbaeso dos
ps. Nao mandei o aitestado logo poique que-
ra esperar para ver bem como passava e feliz-
mente posso dizer a V. S. qoe esioo completa-
mente bom.
Hoj? posso calcar bolinas, o que oao fazia ha
mu 10 lempo.
Por conseiho meu, diversas pessoas iem feito
oso desse Elixir M. Moraio, lendo mono bom
resoltado.
A en.re os seos criados.
De V. S. riado e obr!;* lo \ 1 o I ?rrani,
profesor publico, Casa Branca,
/ FERIDAS
Uselcom persistencia do remed i H- 4q.
oomnado Elixir M. Morato por D. Carlos qoe
me ^urou cocuple'ameote d cinco feridas b'avss
sa fras oue ba mallo lempo nSo bauia qua cura-
de. Abencoado remedio o Elixir M. Mcratc.
Marrolloo Gaspar de Oliveira.Taubai
MORTHA
Mm. Sr. D. Carlos.Tea esfa o fim r'e par
lieioai-llieqce estancoba deus aonoa scUrendo
da terrivel molestia a morpba, tomi loaos os
remedios conbecidos sem proveilo nenfcom efl-
quel completamente descoosoado, por ver-me
isoiado, e motto em vios. G ^as 9 P oidencia
tie 'onbe-iuiento do .-en remedio ae nojoe Eli-
xir M. Moraron e maouei busca-f riz uso o
que tinda eslou fazendo, aci:ando-mecompleta-
rxeQ'.e tao.
Nao eei como possa agradecer a V. S. o bem
que fez a bumaoiut decena esie rerceoio, porm
creio qu me consolo em gritar bem alto qoe o
reroeaio qoe cor- morpha, e qo- >6 egera 'oi
esroberle, chamle Elixir M. Morad,., Pro-
pagado por D. Carlos
Aceite os protestos e estima.D V. s. criado
e obrigauo, Emygdio Pessoa.- S. Ju.
FORMALISTA
Itla. Sr. D. Carlos.Sabindome em urna per
na urna ferida, i uo de diversos remedios para
cural-s, porm sem resoltado ai(.um. Tomei de*
pois Elixir M. Morato. propagado por D. Carlos
e fiqoel completamente b m. '
U*e V. S. deste comolheconvier.-De V- 8.
criado e obrigado, Amonio Ferraoi, professor
duplico. C.ta Bracea.
CURA CERTA
Declaro que desde que vitu ,e M laga Hes-
pauha) tenno sico victiu.a dorbeomaiitmo por
urna forma extraordinaria, ticando p jr vezes pre-
so ao leito em um estado lastimoso.
Trate;-me com doutores em Cami inas e em
S. Paulo, estando cesta cinade, per urna vez
dois metes em hos ital pago com assisteu^e con-
tinuo nunca aproveitaudo em beoencio apezar
do aerlo tratamento.
Hoje estou sao devers, porm foi nicamente
com aproveliar os consolos que me deram de
lomar o graode depurativo Elixir M. Moralo
propagado por D. Cries. Cinc, mezes sem in-
terrupcao usei este roeaicameuto aproveitando
seriamente seus beeii.-os eff-iitos. Ute como
coevier.Joao Moutijo de Alhuquerqoe.Soro-
caba.
RHEU1ATISM0
... Todos os aunos eu s viva nove mezes,
pols que lre9 mezes pelo menoi em cada anno
era para gemer com agudissimo rb^umaiismoe
pasear com as juntas imbadas a poeto de ooti-
hsar-me pir esse lempo. H je devido ao reme-
dio odigena El xir M. Moral., eropagado
por D. Carlos, e-ioa petfei o evito os doze
mees de caaa anno, como acano de ler a prova.
E' celeore a acto medieitueoiora do Elixir M.
Morato.Ceeario Rodrigues de Mendocja.
Bragauga.
D. ESCOLSTICA
Voo fallar-lbe do Elixir 41. M rato propagado
por D. Carlos, o maravllnoso, o imomparavel, o
canto remedio que me cea vida depois de todos
me desanimarem e da-em-me como sem cura da
paralysia oe urna pero?, grosseira em todo o
corpo, multas dores no ventre e irregt laridade.
O que eu soffri so Deus o tape, foi de mal,
era de mais, e den paa c l-ar meus prenles,
qoe todos julgaram nao ter cura as michas en-
fermidades.
O grande remedio chamado ElixJ* M. Morato
propagado por D. Carlos foi o que id* deu vida,
foi o que me curou.D Escolstica Miria Per-
petoa.Indaiaja.
MUITO~ GRAVE
Attesto que s ff 1 por moito teropo uras dores
agudas noiossos quj conforme o lempo se loca-
lisavam aqoi e all, tioba om ador.i e imento oo
p e mao e-queria que resista a mullos reme-
dios sem proveito e urna irregulandade na bar-
riga qoe era orna cooa por demais. Com es-
tes Stlrimeoics, com moitos rmelo; que to-
mei e com a idea qoe me 1 e-ajbfde gorda que
sempre fui Hquei magra que era urna tristeza;
e aepois um (asilo que me e>Traqueo u h ponto
de qoasi licar entrevada. Attesio mais que te-
me! o Elixir M. Morato prepsraio por D. Carlos
e qoe sare de todo, fleaodo como eson de com-
pleta saude, forte e robus a. D. Leocor A.
Vielra.S. Paulo.
MILAGRE
Urna terrivel molesi a sypbit ca. inulllisoa-
me para a familia, para os'amig s e para a so-
ciedad. Scffrer qoctidiano, lastimoso e dis-
pendioso.
Traiei-me com mullos especialista0 da capital,
bz uso das aguas tbermaes, e uu ca ebegou a
viz de uulisar o Irat-.m-nio que no produzio
o effeito desojado. Os consultaos B-eram-me
1. s Q'o do remedio novo o Elixir M. Morato
propagado por D- Carlos e com certo uso elle-
ciivo sarei.
E' verdadei-ameuie miracolo-o est?. seperior
depurativo, e sua aco anii sypbiliica tal que
causa espanto a quem como eu tb'goa ao ulti-
mo estado desta enfermidaie. Pa a mim est
resolvldoque a impotencia de l.J s os depura*
tivos para as molestias de impureza do sango?,
cessa coro a preseosa do soberano ani sypblli-
tico, o lofallivel, o milagroso Elixir u. Moralo.
Para benefioio d'aquelles que precisarem, auto-
riso a qne publiquem esla.Joao Domingues Pi-
lar.Campo Largo.
dlCioa pela Faculdade do Rio de Janeiro, me- com paraijim eiii nmi aau oerae qoe 101 mnr- >-> ^f-m'o i/oi u. i.a-ios. oemaiciw o iuiw..-iuv w. ----- JXf
Todas as firmas cima acham-se recoaheeidas. xia forma da le e sao
de pessoas muito conhecidas e consideradas
ELIXIR M. MORATO, soberano remedio para asmo/eslas syvhililicas, e rheu-
maeasaeha-se approvado pela Inspectora de Hygiene Publica do Braz,
autorisado e licenciado pelo Governo federal, e elogiado pelas entidades me-
dicas scientificas. *
Agentes e depositarios em Pernambuco: '
A Companhia de Drogas.Ra Mrquez de Olinda n. 24
-


tu
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I
MUTILADO


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