Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17990


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Full Text
- |HM |


I
X,
/
AMo M
Rabilado 11 de Jadl-ro de l00
DIARIO
1UGRO H
RNAMBOGO
&
PBePBIIB&BS BB MAK0IL FIOT3BR0A Bg 9ASIA & FILH8S
REDACTORES ANTONIO WITRUVIO PINTO DANDEIRA
PARA A CAPITAL E LUGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE | gA0 N0SS0S AGENTES EXCLUSIVOS DE PUBLICARES NA
Por ires mezes adiantados. 85000 FRANCA E INGLATERRA
ACCIOL.1 DE Y ASCO*CELLOS o MANOEL ARAO
\
Prr seis mezes adiantados.
Por um anno adiantado
ISnt;rj abolso do mesmo da
i51000
30S000
8100
Os Sr?. Mayence Favre & C.\ residentes em Paris18 ru de
La Grange Batehsre
I
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 164500
Por am anno adiantado .... 33J000
Por trimestre vencido. 9$000
Numero avulso de dias anteriores1. 200
s,
\
N
Aviso
Segundo a praxe seguida desde
alguns annos, passamos a offerecer aos
nossos assignantes que mandarem
abonar um anno adiantadamente de sua
assignatura, at odia 15 do corrente,
a escolha dos livros constantes das
duas series abaixo ; sendo^da primeira
um s volume e da segunda dous.
A Empresa.
Primeira serie
J. C. MachadoLisboa de hontem.
Segunda serie
Os companheiros do crime.
O romance d'um autor dramtico.
A mestra.
Jo&o das Gales.
Lili TutuBibette.
Joanna d'Armaillac.
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
Urna mulher perigosa.
TJm drama as minas.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Aventuras de Tartarinde Tarascn.
Pedro e Joo.
O Sonho.
Sror Philomena.
Medico Assassino.
In Memoriam (lbum do Infante D.
Henrique. _______
Telegrammas
ss:.7i;o PAanwna so naud
Rio de Janeiro, io de Janeiro,
s 2 horas e 30 minutos da tarde (rece-
bido na estaco s 7 horas e 5 minutos
da noite e entregue s 7 horas e 10 mi-
nutos]
Por exoneraco concedida ao general
Luz, foi nomeado em sua substituido
commandante da Escola Militar o gene-
ral Miguel Girard.
Consta que esto assentadas varias
r^mocoes e promoces na Alfandega
dessa ctdae-
_ Foi assissinado o juiz de direito de
Vicosa, Dr. Octaviano de Araujo,
Mandou.se despachar, livres de direi-
tos fornos e gradil importados por esse
Estado.
Londres, lo de Janeiro.
O matquez de Salisbury declarou a
Aemanha, que a Inglaterra sustentava
a convenco de protectorado sobre o
Transvaal.
O presidente Kruegar, alem do des-
trro de Jameson, exige do governo in-
gles iodemnisaco, ^bem como tambem
o desterro de Rhodes, ex-ministro de
negocios indgenas na Colonia.
O governo nnuio a tudo, evitando o
conflicto com os Boers.
Em Cap Town foram desarmados
os bandos assoldadaios pela Chartered
Company
PAKTIS OFFIGIAL
Aos objectos do n 119, classe 9.', aceres-
cente se a seguate nota :
Todos os l.-o? paf-rao o peso hru'o com
a vasilba que os conteem : o izeiie de Olivei-
ra, que por analysa do Labora'orio Nacional
for declarado comer materia esiraoha ou star
falsificado ser despejado no mar e o impor-
tador soffrer a mu'U de 2008 a 5003, imposta
pelo inspector da Alfandega.
Aos don. 127, classe 9.*, accresceota-se as
seguwtes olas:
Os viohos condemnados pelo Laboratorio
Nacin! serao despejado? no mar e imposta
;-o importador a mu a de 2003 a 6003
O v,ntio engarrafado pagarn mesma taza e
uiais a da garrafa, :oiu a taza respectiva do
casco.
As garrafas, garrafoas, potes e frascos de
qualqaer qoatidade e caixa de madeira des-
manchadas ou nao, quaodo imporlaua em con-
dicOes de Beraelhanca com as que cooteem l-
quidos ou marcas de bebidas, estrangeiras, ro-
tuladas ou nao, pagarao como si contivessem
a bebida indicada pelo aconJiciooaiaeuto ou
possivel falsificag&o deisa.
Dos objectos do o. 160-dasse 10.Perfu.
manas, que pagarao 53 por kib.
Das carias de jogar, que pagarao 13, por ba-
raltto e em uario por acabar ou em lollus por
loriar, coloridas ou smeute estampadas, que
pagarao 53 por kilo.
Do n. t>0 penes nao clasificado', mariscos,
ostras a outros msculos e ovas.
Em conserva de qualquer modo preparada :
saniin as 13 por kilo; quaesquer ouiros 18500
por kilo.
Dos saceos simples nao especificados, que
pagarao 1S500 por kilo.
Dos objectos do n. 546, classe16, 15, etc
Fica elevada at 500 grammas o peso por
metro quadrado das casimiras de la e de la e
algodo, que pela tarifa pngam taxa inaior.
Da aiuagem, eic n 561, classe17, sendo
6upprimidas as dielinc(4es por numero de
os, assira como de lisos e entroncados, que
pagarao lodos 900 res.
Dos objectos do n 203 e 2)7 ; classe-11,
drageas e parola medicinaps
quaesqopr, cuja rasto e^r de 40 |. valor offi-
cial 733230 e taza 298280.
Dos us. 37, 310 e 311Elixires, licores,
vintios, xaropes e suloc ;s medicinaos quaes
que", cuja razo ser de 30,. valor ollicial
208750 i Uxa ( Do ii. 273 -Magnesia fluida de Murray e ou
ir js fabricantes, que pagar a mesma laza dos
elixires, solucGes.
Do n. 233 <-Pastilh*s medicinaos, quaesquer
cuja razao ser de'W'ij, valor ofU. ial 8SJ25,
taza 38150.
Das paaulhas comprim las medicinan, cuja
razio ser de 45jo, valor official 1203, taxa
513000.
u ii. 301 Pillas, bolos, granulos os
graos medicinaos de qualquer qualidade, cuja
razio i'r da 40[, valor otii il 1568500,
laxa 6 8600, e da Salsaparnlha de sade, que
piga 0 mesmo que os elixires, licores un-
dicioaes.
Do o. 450-clas8e8 15.-Algodo em fio (im-
ples para trama lu urdidor:, cr ou branco,
que pagar 300 rtis o kilo, e tiuto, que pa-
gar 400.
2. SxjMdienle dos gneros livres de direi-
tos de consumo da accordo com as leis em
vigor, (Le n. 126 A, de 21 de Novembro de
1892, art. 421 da Consolida^ao das Leis das
Alfandegas) isenias as sementes destinadas
lavoura e o trigo em grao.
3. Dito das capaiazias, dem.
4. ArmazeoageDS, dem.
DESPACHO HARITIMO
5. Imposto de phares.
6. Imposto de Jocas.
ADDICIONAES
7. Dez por cenio addicionaes sobre os itn-
poftos de expediente de gneros livres de di-
reitos de imponago, pbares e doeas.
sahida
8. Direitos de 2 1/2 "/. de plvora fabricada
por conia do governo sobre a exporincao do
districto federal de productos nao sujeiios
imposigo dos estados na conformidade da le
n. 191 A, de 30 le Setembro de 1893 e da le-
gislado anterior a que ella se refere.
INTERIOR
Actos do Poder Legislativo
le n. 359de 33 de dezembro de
1895
Oica a receita geral da Repblica dos Estados
Unidos do brazil para o exercicio de 1896
e d nutras piovidencias.
0 presidile da Repblica dos Estados
Unidos do Brazil
Fago saber que o Congreaso Nacional de-
CfaU e eu tancciono a lei segufme :
Art V A neceta geral da Repu'lica dos
Estados Unidos do Wazil, para o exercicio de
1896, oreada em 354.634.0008 e ser reali
sada com o producto do que for arrecadado
dentro do mencionado exercicio, sob os titU"-
los abaixo designados :
heceita ordinaria
importaqXo
1. Direilo'da imporlaco para consumo nos
termos da lei o. 2bo de 24 de Dezembro de
1894, e das disposi.Oes legaes a que ella se
referemolificados porm os valores dos di-
reitos dos gneros tarifados do cambio de 24
para o cambio de 12 dmheiros por 11 e sup-
rimidos os addicionaes de 50 |, e60|. e
Kenidas lodas as demais sobre tazas as ta-
x*. consolidadas em urna so excepgo fe-
'^ cerveja eslraogeira, coja taxa ser de
18200 por kilo.
Dos licores, vnoos espumosos, de qualquer
qualidade, como o de Champagne e qualquer
que seja o acondiciontuaenio, qoe pagarao
38600 por kilo.
Da geoebra18500 por kilo.
Dos phospboros de pao, que pagarao por
kilo 38200 e pbosphoros de qualquer outra
qaaffdade qoe pagarao por kilo 48500; do*
saponceos, sapolios e seas similares, todos
nSo perfumados qoa pagarao 18200 por kilo
o esmalte ordinario ou cobalto vitritteado para
Isiros, que pagar 28500 por kilo, e o cja-
aureto de potassto paro, qoe pagar o mesmo
qoe o cyauureto broto.
Do sal grosso que pagar 15 reis por kilo.
Do alcool rectificado para osos pbarmaceu-
licee, qoe conservar a taxa actual
Da gomma arbica bruta, qu* pagar
rsis por kilo.
Da foiba de flandre, que paga:
por kilo.
pac

600
) rsis
9. len la da fazenda da San'a Cruz e outros
de propriedade da Unio.
10 Dita da Estrada de Ferro Central do Bra-
zil.
11. Dita das estradas de ferr custeadas
pela Uoi*.
12. Dita do Crrelo Oeral.
13 Dita dos lelegraphos elect icos, Da con-
formidade do art. 14 da presenta lei inclusive
a laxa de Irs. 0,10, ouro por palavra de tile-
gramma em percorso nos cabos da Brazilian
Submarino Compiny, limited.
14. Dita da Casa da Moeda.
15. Dita da Impreosa Nacional e Diario
Oflicia'.
16. Dita da Fabrica de Plvora.
17. Dita da Fabrica de Farro de S. Joo de
Ipanema.
18. Dita dos Arsenaec.
19. Dita da Casa de Correcco.
20. Dita do Qymoasio Nacijoal.
21. Dita do Instituto dos Surdes-Uudos.
22. Dita do Instituto Naciooal da Msica.
23. Dita de matricula dos estabelecimeotos
officiaes de eosioo.
24. Dita da ssistencia de Alienados.
25. Dita arrecadada nos consolados.
26. Dita dos proprios nacionaes.
27. Imposto do sello de accordo com a legis-
laco em vigor; mais o augmento provave da
renda da venda do sello das lettras que nego-
ciaren) os bancos oreado em 400:0008000 a
mais o sello de 103 ris sobre recibos passa los
pelos baocos as caderoetas e coQtascorrenles
e de 20 ris impresaos sobra os contractos da
correctoreschequesindependenie do sello
proporc ooal orgido em 100:0008000 e mais o
sello de 100 ris por cont de ris ou fraego
de coolo sobra as guias de entrega de dintiei-
ros aos bancos ou casas baocanas computado
em 200:0008009 e a renda proveniente do sello
de 18000 sobre os termos de respoosabilidade
asslgoauos as alfan legas e mais o augmento
do sello sobre as cartas da sade com as dis-
posicOes da presente lei.
28. imposto de 1/10 / pagos pelo compra-
dor e vendedor aas operacOes de cambios ou
de moeda metalllca a prazo sobre o valor em
moeda crrante do contracto*
29. Imposto de transporte.
30. Dito da 2 1/2 >/. pagos dividendo dos ti
lulos das com pao ti as ou sociedades anonymas
nacionaes e eatraogeiras com sede no disirieto
federal e das compaubiaa estrangeiras com
sede dos Estados de accordo com a legUlacao
em vigor e o art 5.* da presente lai 1'20 "/
sobra o valor das operacOes das casas tiliaes
de bancos ou companhias estrangeiras.
5 /, sobre os premios de lodos es seguros
novos que forem realisados, a contar de 1 de
Janeiro de 1896 palas compaahias estrangeiras
de segaros de vida.
31. Dito de 2 "/. soore o capital das loteras
fedaraes e 4*/. sobre o.das estadoae?, cuja
venda da bilbetes se effecaar na Capital Fe-
deral, na forma das leis em vigor.
32. D to de 2 /. sobre venciraentos e subsi-
dio, inclusive o do presilente e vice-presi-
dente da Repblica e membros do Coogresso
Nacional.
33 Dito de peonas de agua.
34 Dito de transmisso de apolicea e embar-
cares.
35. Conir bigo das companhias ou empie-
zas de estrada de ferro, subvencionadas ou nao
a de oulras companhias para despezas de res-
pectiva Uscalisacao.
33. Foros de terrenos e marinhas.
37. Juros das acgOjs das estradas de ferro
da Bahia e Pernambuco.
3S. LauJemios.
39. Premios de depsitos pblicos.
40. Cobraoga da divida activa.
CONSUMO
41. Taxa de 100 ris por 500 grammas ou
frucgo desla umdade de fumo em bruto de
procedeocla estraogeira.
Dita de 10 ris por 25 grammas ou fraegao
lesta anidado de fuma picado, migado ou des-
fla lo, inclusive o manufacturado em cigarros
deproducgao nacional.
Dita de 40 ris por 25 grammas ou fraego
des'a umdade de fumo p cado, migado ou des-
Hado de nroduegao estrangeira.
Dila de 100 ris por charuto de fabrico na-
cional.
5 ris por charuto nacional.
Diia de 10 ris por 125 grammas ou fraegao
'testa unidade de rap de fabrico nacional.
Dita de 60 ris por 125 grammas ou Ira g)
desla unidade de rap de Irabrico estrangeiro.
Dita de 30 iis por mago de 20 cigarros e
por qualquer fra> gao excedeut; ae 20, de pro
duego estrangeira.
Os cigarros de mortallia ou capa de fumo de
procedencia estiangeira pagarao o dobro desla
laxa. Papal para cigarro e semelhaote, sendo
em folhas ou rolos 500 iis por kilogramma.
Sendo em livrinhos ou mortaltias de arro ou
uiillio 28593 o kil igramma.
Estas laxas poderlo ser cbralas em es-
tampilbaa.
42. Taxa de G0 ris por Miro oa 40 ris por
garrafa, cobrada em estampillas ao ahir o
prouucio da brica ou exposta venia, sobre
a cerv-ja nacional.
Taxa de 300 ris por litro sobre as beb las
cons'antes do u. 126 claes^9.' da tarifa -quan-
do labncadas na paiz. 50 ris por kilo sobre
as beb is alcoolicas constantes do u. 127 da
tarifa, excepto o alcool agurdenle farict
dos nos engenhos centraes e outros estnbeleci-
mentos ag icolas tambem cobradas em estam-
phas ao sanir o producto das fabricas ou
quando expstos venda.
Taxa de 18 por garrafa sobre as demais be-
bidas fermentadas que possam ser assimiladas
ao vinno de uva, aos vnoos espumosos, etc.,
aos champagnese cujo fabrico seja autorisa-
do pelo governo.
Taxa de 50 ris por kilo de aguas mine-
res arliticiaes, gazosas ou nao.
EXTRAORDINARIA
43. Montepo de Manaba.
44. Dito anillar.
45' Dito dos empregado3 pblicos..
46. idMmoisagiio.
17. Venda de gneros e proprios oacfsoae?
48. Juros de capitaes nacionaes.
49 Remanescete os premios dos bilheles
de loteras.
50 Receita enventuai, comprehendidas as
mullas por conlravengdes de lei e regula-
menlo-
51. Imposto de IransmiBsSo de propriedade
do uistricto federal.
5?. Dito da industria e profissOes ao distr-
cto federal.
DEPSITOS
53. Saldo ou excesso'eutre.es receblmentos
e as reslitoigOes.
DiSPOSig5ES GERAES
Art. 2." E' o goveruo autorisado:
1 A emittir Dilhetes do Thescoro al
somoia de 25,000:0008 como anteapagSo re-
ceita no exercicio a'esta lei, que serao resga-
tados al o lioi do mesmo exercicio.
2." A receb. r e resliiuir, na conformidade
do disposto no art. 41 da le o. 638, de 17 de
Setembro de 1851 os diotieiros provenientes :
do cofre dos or, fiaos;
dos oens de defaotos e ausentes e do
eveoto.
dos premios de loteras ;
dos depsitos de caitas econmicas e mon-
tes de soccorro;
dos depsitos de outras origens.
Os saldos que resultaren! do eoconlro das
entradas com as sabidas poderSo ser applic.i
dos s desposas publicas e os excessos das
restituigOes sero levados ao balaogo do exer-
cicio .
3.* A rever as tarifas aduanairas de modo a
pl*as de accordo com as det -rmiaages da
presente lei. isto calculados os direitos ao
cambio de 12 e nSo ao cambio de 24 -snppri
midos os addicionaes de 50 e 60 '/, e consoli-
dadas em urna s laxa todas as demais laxas
em vigor, excepgSo feita dos gneros que es-
li exceptuados no art. 1.* da presente lei,
cojas tixas serSo as iniieadas n'esse artigo.
4. A rev-.r es impostos de expediente de
gneros livres de direit >a de importago, de
locas e phares, de modo a consolidar as
mesmas tazas, incluindo os addi onaes as
ti xas originaos
5 Os gneros advalorem contiouaraosujei-
tos s mesmas taxas e sobretaxas que presen-
temente pagam, con.'olidadas oslas em urna f.
6.* A arrendar o servigo do capalazias das
Alfandegas o ar.uaiezs. .
Art. 3." Para fazer face ao dficit j existen'.
to e comyrovado q governo aoori8ad>|-fa-
zer applicago do saldo que verilicar-se/ no
tim do exercicio da receita sobro a lospeza e,
caso essa teaha sido coberta j por al
guma operago de crdito, eff-sctinda em vir-
ooe de autoiisago legislativa anterior, d-ve-
r o governo reiirar em papelmoada culagao quanlia equivalente ao sardo verilicado
Art. 4.* S&a declarados allos para ludes
os effeiios ob cootractos de cambines ou moe-
da melallica vista ou a prazo que nao te-
oham o sello legal.
8 1." E' abseluiameote vedada aos bancos
ou tlliaes ou casas bancarias a liquidago por
diflTerenga do transacgOes sobro moeda metal*
lica e cambiaos. O eyndico da Cmara dos
Correctores tora aitribuigo de impflr a multa
le 10 a 20 0008, o oo dobro, no caso de rein-
cidencia aos esiabelecimentos que infnngirem
a prsenle disposigo, com recurso suspensivo
para o poder execulivo.
2. Ficam sijeitas ao pagamento do sell
de 1/10 /. as operagOes de cambiaos ou d
moeda meta! tica a anuo, polo comprador e
vendedor, sobre o valor em moeda correte
a- contracto.
3.- Todos os contractos da correctores a
cam sujeilos ao sello Impresso oo de carimbo
de 20 ris lodepeodento do sello proporcionar
sobre a quanta do valor do contracto
8 4.- P cam sujeilos ao sello flxo de 200
ris as petlgOes e roquer.meatos, os cheques
sobre ob baocos os recibos de entradas de di-
nheiro oas respectivas cadernetas o os de qual-
quer quantia de 258 para cima.
8 5.* Considoram-se para os eff itos das
actaaes disposi^Oas, operajOes a dinheiro?,
cambias!"o moeda melallica, as liqaidaveis
dentro di tres dias olis, a contar da dala da
transacejo. As que excederem d'esse lempo
al 30 dlss, que ser o maior prazo, sero con-
i.leadas a pra'.o
Gsfvrno do INtudit de Per-
oambuco
Expediente
Decretos
,?
(Uverno do Ettado, do dia 30 de
Jalho de 1895
o goveruajar do Estado resolve considerar
sem effetio vdecreio d* 15 do crreme mez na
parte w. qoa nomeou J*ach-rel Jos Ferro ra
Muuiz lente da cadeira de Llteraiura Nacional
precedida de nogOes sobre a litteratura un.
versal.
O Dr. Julio de Mello Fho, Secretario da
Justiga, Negocios lnleri res o In-tlucgo Pu-
blica, assim o teoha entendido o faga executar.
O governador do Estado resolve nom ar o
Dr Mano 1 do O.iveira Lima, para exercer o
cargo de lente da cadeira de litteratura nacio-
oal precedidi de nog.-s sobre a lilleratura
universal do Instituto Benjamn Constan!.
O Dr Julio de Mello Fillio, secretario da
Jusiiga Negocios Interiore* e Instrucco Publi-
ca, assim o lenlia entendido e faga executar.
cilicios :
Ao Preci lente do Estado do CearS. Agra-
dego a remesaa do exemplar impresso, que vos
dignastes offerecer me com officio n. 577 de
13 do correle mez da mensagem, qu- apre-
seniastes Assembla Legislativa desse Estado
por occasio da abertura de sua 4.* sessao or
(linaria.
Ao Dr. Secretario da Fazenda.-Confor-
man o-me com as razos expendidas oo voto
que desies cootra a preiengio cootida no re-
querimenlo de Jos Gomes Kerreira Maia, so
licitando restiluigo do imposto de sello pago
ao Estado oa vigencia do contracto celebrado
com o governo em 24 de Margo de lb99 para
o xiracgo de loleiias, dou provimenio ao re-
curso qoe nterpoz-stes na forma do reguU-
meolo esa vigor e determino que sejaii os res-
pectivos #ape submcllidos a consideracao
do Congresso para resolver como julgar de di-
reito.
Expediente do Secretar o da Jusiiga, Negocios
Interiores e lnstruecao Publica, do diu 30 de
Jullio de 1893.
.idos :
O Secretario da Justiga, Negocios Interiores
e InsVuccao Publta:,- altendendo ao que re-
quereu o bacharel Thomaz Soiimo de Sooza,
juiz de direito do municipio de Buique, resol-
ve conceder-the dous mezes de licenga. com
ordenado > a forma da lei, para tratar de sua
saJe j Apvendo entrar n i gozo da referida Ii
cenga nC p'azojle 30 das. Fizeram-se as
commuaicages do estvlo.
O SeOtstaila da Jusiiga, Negocios Interiores
o Insiruoleo Publica, allendeo io ao que reque
reu o prff-tssor da cadeira de Alagia dos O.-
ton, no oraoicipiodri Paaeilas, Manuel Edmundo
de Aib .Derque Sanios, resolve decliralo em
dispouibttidade, ojRto tat. aido supprunida a
c*dahar \ obo> dispaosHd^s os seus^r-
^ ?,' ctaofe* da>aaai*u:afio do respectivo
prefeito,"W*2o de Juobo pn>>.imo tiadp, e reo*
nir o referido professor os requisitos1* legaes.
Commuuicuu sa ao Dr. Secretario da Fa-
zenda. "
Officios :
Ao Dr. Inspector da Alfandga.De con.
formidale com o decreto n. 947 A do 4 de
Novembro de 1890 e circular de 28 de Juoho
de 1802 passo s vossas mos o otticio em que
08r. Dr. governador do Estado Iransmiltin-
do ao Sr. Mini tro da Fazenda copia do de
25 do co rente, do direcior do sorvigo de
identii*ago e da lista que a este ollicio
acoupanhoo, solicita quo sejam despachados,
isenics de direi o 03 objectos constantes da
mesma lisia que so deslinam quelle servigo
recentemenie creado oesta capital, os quaes
lem de vir da Europa por encommenda da
Francisco Pedro Hou'iireau era virtude do
confacto com este firmado por aquello direc-
tor em nomo deste governo.
ao mesmo. =Transraiilo-voB para os
ti'is co-ivenieate- e incluso termo de exame
dos gneros o mas artigos remettidos por
essa Alfandega a bordo do vapor Una. no
mez de Malo prximo fiado, para o abaste
cimento do almoxanfaJo e pharmaciado pre-
sidio de Fernando de Noronha.
__^o Dr. Secretario da Fazenda.Solicito
a e^pedigo das vossas ordens no sentido de
ser paga a Alexandre Braga a importancia de
novecenlos mil reis de quo trata a coma junu
proveniente de artigos foraecidos ao.1- Da a-
Ih&o de infantera estadoal, correndo a des-
peza pela verba do 51 do art. t- do orga*
ment em liquidagao, de accordo cora as n
formagoes annexas ao voaso otficio n. 638 de
27 do corrente.
Ao mesmo.-Pego-vos que providen-
ciis afim de que a Secretaria a vosso cargo
informe sobre o pagamento da quantia de. .
2253450 da que tratam as conlas juntas, pro
veniente de passagens dadas por conia do
Estado pela companhia Great Western of
Brazil Railway oo mez de Junho ultimo.
Ao raesioo. -Sobre a inclusa peligao da
professora em disponibilidade Joaquina Alvos
de Carvsfno Veras pego que para os fins con-
ven i o tes.vos dignis prestar*mo as uecessa-
ras infoiDtgoes.
Ao qjesm/'.Para os fins convenientes,
cusxprr--ma.da>:l*rar-vo8 quo o professor Ilde-
fonso MirfflhTde Arsujo, posto am dispooi-
bilidade jior portara de 18 do andante, deve
corcar fperceberos respec ivos vencimen
tos do da Us crranle moz, em quo foi pelo
Prefeilo daifalrasjre considerada sem effeito
a sua noDBo para amadas cadeiras da
quelle muTcipto.5-
_Ao in>smo.-Transraittindovos a pel
cae do JJMhrefMano I MaiiaTavares da Silva
juiz de areito do municipio ia Victoria, ro
de
jfaoleria e >adoal.Recoramendo que fagis
destacar no municipio de Barreiros o sargen-
to do baialhao de vosso commaodo (amillo
Borges da Silveira Tavora, seudo requisita lo
passe da questura po icial.
Circular:
Aos jaizes de direilo's dos municipios deste
Estado.Renov o pelidoque vos dirig em
oflicio circular de 14 de Margo do corrente
anno com referencia ao eatodo do predio qu ;
servo de cadeia publica no municipio de vos-
sa jurisdiegao, coovlndo que na vossa infor-
raago declaris si o referido predio pro-
priedade particular ou si perleace ao Es*
lado.
Cumpre-me fazer-vos sciento de que o Sr.
Dr. governador do Estado t-m o mximo
erapeoho era que taes informacas sejam for-
necilas no mais breve praso possivJ.
Expedente do Director di 1.* Directora
Ofcio :
Ao juiz de direito interino do municipio de
Leopoldina.O Sr. Dr Secretario da Justiga,
Negciios Interiores e Instrurgo Publi a ora
resp st.i ao que expuz.stas em olficio de 7 do
corrente manda remeller-vos um exemplar da
circular de 8 do NovemDr* do anno passa o.
Ao Dr. questor policial interino O Sr.
Dr. Secretario da Jusiiga, Negocios Interiores
e Instrurgo Publica, manda communicar-ves
que expedio as necessaiia- ordens no sentido
de seguir para o municipio de Barreiros afim
de all destacar o sargento do 3.- batalbo de
infantera estadoal Gamillo Borges da Silveira
Tavora que dever requisitar o competante
passe nesia questura.
Expediente do Dredor da 2." Directora
Offlcio :
Ao director do presidio de Fernando de
Noronha.O Dr. Secretario da Jusiiga, Ne-
gocios Interiores e Inst ucglo Publica manila
communicar-vo8 para os fins conven entes,
que exarou hoja na peiigo ue Flavio Alves
Viaona, pharniaceutico desse presidio o se-
gointe despacho :
ludefer'do vista d informago do Sr. Dr.
Inspector da Alfandega.
DESPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTICA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCfO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 9 DE JANEIRO DE 1896.
Bacharel Jos Marianuo Caroeiro Bezerra
Cavalcante, juiz de direito do municipio da
Glo-ia da Govi, pedinde pagamento do venei-
inentos.-Deferido nos termo3 do offlcio desla
data o Dr. Sec elario da FazaSkil.
Manoel Alves de 3-trros, jaalenciado, pe-
dindo para ser remo*ido da Caaa.d* DetengSo
para a cadeia do rauuicipio de Liotoeiro -In-
forme o Dr. jnu da di.-eilo 4e raSJnicipio d
Liraoeiro. ,
Felippe Nerj Santiago o seu Albo Oenln'a
n> Felippe Nerj, seotenciados, pedindo per
oao ao Sr juiz de direito iatenno io mom-
cinio do Caiuar para informarjinantLin lo
isBlar os docoraenios do queJr4airi. 2>+4o
dBio n. *6t de 28 de Ma^o d ITOO. *
^oreira Carneiro & C, agentes da Jompa-
rOiii Llojd Brazileiro, pedindo pagamento de
ama' conta na importancia de 123750, prove-
niente de urna passag-ra para o Estado do
Ceara. -Deferido oos termos do offlcio dirigido
ao Dr". Secretario da Fazenda.
Amonio Leonardo Rodrigues Filbo, 1. se-
cret.no da Sociedado Arcadia Dramtica Julio
de Saoi'Aana, pediodo o Tneatro aota Isabel
para n'elle realisar um espectculo 28 do
corr ote mez.Inlorme o presidente da inspe-
ctora dos tneatros.
O PORTEIRO,
C. Moraes.
Palacio do Governo do Estado do dia 8
de Janeiro de i8g6
Abaixo assignado de cominerciantes, mora-
dores na cidada de Bezerros, reclamando coo-
tra urna delibertco da maioria do Concelho
d'aauelle'muoicipo-Remetlido ao Sr. Dr
procurado- geral do Estado para emilltr pare-
cer, com urgencia.
O porleiro,
C. Moraes.
DIRECTORA GERAL DO THESOURO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO
Despachos do dia g de Janeiro de
1896
Fre Caeta o de Mesmo, Lau'iana Umbelina
de Jess Villar, JoSo Carlos de Souja Lobo.
Jos da Silva Pereira, cari 8 Perrel Mannho
Falco, vuva Andrade & C, Naler.ano Nuoes
Pelippo do Mendooga & C Jo8o Barboza de
FCordeiro, Manoel Lop--8 de S & C. Carlos
Estanislao da Costa -Informe o Sr. Dr. sob
director da Contabiiidade.
Tnomaz Comber Informe o administraaor
da Recebedona. ,, .
Padilba I mo.-Iotorme o Sr. collector de
Isabel Augusta da Coala e Vicente Jos Fer-
rera. A" socgo do contencioso para fazer os
devidos abonos.
O PROTOCOLLISTA
Francisco Militino Ferreira.
Secretaria da Industria-.' al
rectora
inspectora geral de HYGIENE
Expediente do dia 10 de Jane ir de
1896
Jos dos Santos Oliveira, propreUrio de trsf
casinhas roa Seto de Setembro, ped ufo rala*
vagao da multa da 1O0J000 que Ihe foi impotM
Em vista da ioformago de Dr. Commusarlo
sin.
Nones Coimbra & C, pedindo para mansar
examinar caf.-Ao Dr. Aldante para cu
minar.
Pelo Dr. Corrmissario do 4 disiricio, le
intimada a Sra. Umbelina Mara da .onc-ics
para no prazo de 10 di.s nao cootinaar aasta
porcos e caroeiros no quintal da casa a, M,
ra de Joaqui.n Xabuco; Meando saieilss
penalidades oa lei na falta de cuiiipriinrots 4a
iniimago.
Pelo r. Commissario do 1.' districio, fe
considerados em condlgoes hygipnjcae s
serem habitados os predios na. 18 da raa
Cal ereiro o 47 da iua da Nognera.
Secretaria da Iospoctoria Geral de Hvgu,_
do Estado de Pernambuco, em 10 de Jauelrf
de 1896.
O secretario i termo,
Miguel Nunes Vianna.
RECEBBDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despacito* do dia 10 de Janeiro de
1896
Sebaetiio Antonio do R-go Barros. -Cnit-
que-se.
Nicolao Miguel Novelino, Jos Thomac ie
Mello Costa, Benio Maooel Carlos do Meit* ,
Joao Lucas de Moraes, Ferreira oelno C ..
Joo Augusto da Cuaba, Jos Germn tfa-
zerra, Antonio Carlos Borromea dos Sanio
Maooel Joaquim Pessoa.Informe 1.a nsr[se
Pelo porleiro,
Joaquim Ignacio G. Lima.
que
80*
) que informis sobre o qaantura em
deve ser arbitrada a ajuda de custo que
licita esse djaglstralo. .
_ AoHSrTqoHator policial.-Transmittiodo
or copia ollictr/Je 23 do correte do Sr
eeroote.rtCcirjpaT.IJBa de Tiilhos Urbanos do
Recife a GaoMjt^recommendo^vos qua pro*
videncieiaobro oastamplo do mesmo otficio.
O miau "6 ao gerente di Comp'Obia de
Tnltios Urbanos dQ'Recifaa Casanga.
_ A) Dr. juiz de diralio'das execugoes
crirainaes.-Remoflo.-yos para yoss> conhe.
cimento* devidoedio*. copia do offlcio n.
251 de 21 do correa* em que o director do
nresdio de Fernando da Na-onha communica
tsr desappareci lo dalli em 9 do mea fiodo o
senteuriado civil Placido Josa do Nascimento,
tambera conheeflo por Clanaio.
_ ao director da Escola Industrial Fre
Caneca Cimoioo covos quera em 18 do
corrente o r. promotor publico do municipio
de Quipap requereu em audiencia do Dr.
iuiz de direito interino do mesmo municipio
o andament? da aego. de douarcacao da
propriedade .Barra de Jangada, incorporada
a essa Escola o que>e achava paralysada 00
cattorio por falla de pagamento de custas.
ao commaQdane do 3* batainao de la*
Questura Policial
SecgSo 2-.-N. 7 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Peroambuco, 10 de Ja-
neAo0Sre1Cotonel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Jusiiga e Negocios late-
"participo-vos que for.m hoatem recolhidos
Casa d Detengo os segrales individuos.
A' ordom do subdelegado da freguesia de
Santo Notonio.Zeferino Candido da Silva, por
crime de fenmentos.
A' ordem do suodelegado do 1* distncto da
freguesa de S. Jos, Jahs Braz, torillo Ma-
noel do Espinto Santo e Francisca Folia Pea
soa, como gatunos, Joo Uysostomo da Costa
POA'dordorra'2o subdelegado da Magdalena,
Maria Senhorinha de Oliveira, como allanada
at que trossa tero cooveoieote destino._
A'ordem do sublelegado do 2- i.stricto da
freguesla do Pogo da Panella, Antonio Podro,
como alienado, a qua possa ter o cooveoieo-
leoeSmunieon.mo juiz do 2- dislricto do
municipio deGamellena quo no da 5 de.cor
rente moz, as 2 horas da manh em terna do
engenbo Lages do mesmo tnuoicipio o indivi
do de nomo Antonio Joaquim, contiendo por
Mocor, asssssinou brbaramente a Aotooio
MA Ves-jectiva auloridado procede s necossa*
rias diligencias aflm de capturar o crimino
so queevadio*8e
Saude e fraternidade.
O Questor,
Jos F. Nerf da S. filho.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 10 DB JANEIRO StU
1896.
Maooel Joio de Amorim.Satisf ca a exi-
ge-ca do chafe du servigo lechnico.
Manoel Fernandes Velloso. -Sim pagando a
quo estiver devor.
Antonio Nunes da Silva, Maooel Aoioua
Esteves e Maooel Leoucio C. de Mooaootsv
Sim, limitaodo-se ao requerido.
Pedro Alezaodrino do Mala e Silva Or
Joo Paulo da 8ilva Brilo.Deferido.
Bernardina do Oliveira >:.Indefride>,
Secretaria da Profanara Municipal do Meca*
10 Janeiro da 1896.
O porleiro,
Vuim Alces da fense.
MUSICIANA
EPHEMEftIDES LYRICAS
-JM 4 j|sHier--s*
1675 -Era Saint-Germain canla-se a 1
Tosco, do Lulli.
1879-Ero. de Boliesino. entra em scessaa
thea-ro Reggio*.
1887-No theairo Joniavalli. de Bolonba ,
cauta sa o Barbieri di Siviglia. de Rosera i.
188S--Em Catan;a ca.ita-se os Pnrilaoi'sa
Bellint, sendo um dos interpretas o baratos*
Ssnt'Eibos.
1892 -Em Roma vai a scena La ser7 aa<
drona de Pergolese.
1891-Canta se em Ferrara o Amieo FrU
de Masca gni.
COMPANHIA DE ZARZUELA
Tivemos na quinta-feira mais uma^occafila
le ouvir a exhibigo da intere sant-.~ arzoeto
Marina que foi bem cantada 'por todas ar
artistas que nella tomaram parte.
Veio em seguida a Oran-Vid onde foi ea
ochado o conhecido duetto dos Chapees 4a
Sel. que foi muito bem recebido, assim eetaa
o tango do Muguox.
COMPANHIA LYRICA
Neo resta a meoor duvida sobre a viuda aa
Santa Isabel, da compaobia lvnca da qoal
emprezano o Sr. Ferrari
A companhii j esta no seu todo orgaoieess
em Miiao e do crr que com ezcetleote ar-
tista?. A competencia do Sr. Perrari j coaet
regente de orenestra que foi na Italia, j rosee
emprezano de outra companhias do merma
genero, urna garanta de que este aun "ere-
mos urna azcelleoie temporada.
Alm das estipuladas no contracto Ornada
com o geveroo, o Sr. Ferrari pretende fazef
cantar operas do moderno repertorio frasees a
italiano, taes como Ro de Lanore* de Masas-*
net, Amico Fritz. de Mascagoi e outras.
Preparem-se, poie, os apreciadores do Ijric*
para a boa msica.
COMPANHIA DRAMTICA
A companbia dramtica do Sr. Moro-ira 4
Vascencellos. nao eocootraado agora desocea-
pado o tbeatro Santa Isabel, s chegar a safe
capital depois da retirada d* lyrica Ferrari
No repertorio d'essa companhia tiguram mais
duas revistas novas : Amapa e Hollandesea
em Pernambuco.
SANGAIO
Esta revista, escripia por dislinclo mocas.
que em 3 artos reuniram os factos princiaase
acontecidos n'esta capital durante o anuo da
1895, ser levada a scena no Santa Izabel sala
Companhia que ora n'elle trabalna.
Hontem foi feita enlre os artistas, a dieln-
buigo dos personagens. _
Toda a msica expressamenle escripia san
a desojada pega cheia do mais deli ado araj-
rito e dividida em cangOes, valsas, polkas,dset-
tos, lerceltos, ia> gos, habaneras e maxiacs
REVISTA DIARIA
Elelco de ana Senador-Palade
do governo do Estado de Pernambuco em
de Janeiro do 1896. .
O governador do Estado, teodo em vista a
oflicio n. ljdo supp:ente do 1* secretario oa
Senado de 2 do corrento mez, resolve dosaf
oar o dia 5 de Fevoreiro prximo viaaai
para so proceder a oleigo de um Senador
Coogresso Legislativo deste Estado, em si
ti uigoao Dr. Herculano Bnd' ira de "
que foi eleito e raconbecido deputadk> LMi*.
mar Federal __
O Dr. Julio de Mello Filho, Secretarla m
Justig Negocios laterlores e IosJracgo Psr
bltca expega as oecessarlas iomrauolcagoe-e.-
Alexaadre Jos Barbos LimaJulio de Jsei
lo Filho.
i MUTILADA
i
a--




;s;;;-*
T
4/

"
Otario de Pei'npmbuft *ulda 1 i de Janeiro de 189B
F.lrlcao de PreCelto MunWpai-
Umbuco
Palacio do Governo do Estado de P.
em 9 da Janeiro de 18W. 'J
0 governador do Estado Vend presente .0
officio do sub'prefeHo m exjo do mut
cipiodo Brejo da Madre
Dezembro do aqnoeasss
*-Sea haverfallaj
dos Santo, que lo
municipio, wolv
? ^yirflento
eleicSo para f
6
de 26 de
se veri*
Ariionio Maiioho
prefeito do roeemo
o da 10 de Feva-
a de ter laxar a
do Iludido car.
.-o de
")r\,/oCi08 Interiores e
Mello Filho, Secretario da
, interiores e Instruegao Pu-
j18115a, j* necessarias comraunicaces.
bt lca3eJo8 Barbosa Lima-Julio de Mello
AI8X3
PilodleltaeIro Manoel Partala
Qt^ontem, trigsimo dia do passmento do
tieiro Dr. Minoel Porteila, foi a memoria
Ilustro cidado coberta de hom na
s pelos seus admiradores e amigos.
Alm d8 missas mandadas celebrar era di
versos pontos do Estado, teve logar as 8 ho-
ras da noite oa sede da .ciedade dos Aruatas
Mchameos e Liberaes a sesso fnebre que
essa soc edada anuuncira era homenagem a
memoria do distiocio finado.
A sala-da. nao ra do palacete em qae funccio-
na aquella sociedade eslava deydamente pa
ramenlada, ostentando-sa no meio d'ella entre
pannos de crpe e profusa illnmioacao o retra-
to a-oleo do conselheiro Porteila, ao qual fa-
zism guarda dous dos socios da corporago al-
ludida. A banda de msica que a mesma as
sociacao maut^m, exeiuiaa de espato era es-
pajo pegas adequ^daa 4 ceremonia que se re-
alisava. .
A' hora marcada occupou a presidencia ai
mesa o Sr. Vier da Cunta e em hre/-8, mas
eloquentes palavraa disso qual o fim d aquelli
sessa', que era mostrar a gratidao da Socieda-
de dos Artistas Mchameos e Liberaes pan
com a memoria d'-iquelle que havia sido seu
socio beinfeilor e p-esideote no ora io.
Foi depois dada a palavr, po-- parte da so-
ciadade, ao respectivo orador, profesor (,'ynl-
lo o qual leo um bailo discurso fazendo a
apreciacao da vida publica do conselheiro Por
Subi tribuna era seguida o I)r. Mariins J-
nior, orador do Instituto Archeologlco e Qeo-
grapiiico Pernauobucano a do Const-lUo Supe-
rior da Sociedade Propagadora da lasiruicao
Publica. .,
Cuinec/>u o Dr. Martios fazendo con3i lera-
Ces sobre o culto dos morios e mostrando qua
desde a antiguidade esse culto tem si lo a ba
se da ura grande numero de concepsoes phj-
losophicas e de progresos socaes ; citou para
exemplo as ceremonits fnebres da Persia, do
Egypto, da Grecia e de Roma, e mo3irou qua
asolemnidade promovida era memori* do con-
selheiro Porteila, era urna nianifestagao do es-
pirito philosophico da m esa poca, o qual pro-
vinba das antigs festas funerarias dos aoie-
passados.
Disse que obedecendo a esse d.ver Je no-
menagera aos morios l istres ja lioha na c-
mara dos depotados federa s prestado seu
Ereito ao merecimento do eminente pernam
ucano Dr. Manoel Kortella; mas qua all M'
lava como poli ico e aqu fal ava com> disc-
pulo e sobreludo coma peroarabucano, espe-
cialmente como consocio e admirador das grao-
des virtudes privadas e publicas do eminente
mono.
Termioou louvando a Sociedade dos Artistas
Mecnaoicos e Lib-raes pelo seu acto e deco-
rando que o Ins iluto Archeolagico e Geogra*
phico e o Conreino Superior da Propagador i
da Instruegao Publica virara saropre no con-
selheiro Poitella um jurisconsulto distinctissi-
mo (mr bonus discendi peritus) e om poltico
Bonp6t) e til sua patria (etr probus agenli
ucritusj. ,. _,_
S guio-se na tribuna o Dp. Adelino rilho,
director da Faculdade de Direito, que decla-
rou representar all a corporarao a que o coo-
Belhe ro Poriella per.encra e qual dora to
to lustre e honra pflos stus talentos e erud
gao. Eucarou o diitincte motto como nomem
paiticular, como mastre e como poltico e pro-
vou que elle fura sempre ura ve.rdadeiro ope-
rario do progreso social,-raaAopeteoual a
classe dos artisl s pmsttva-lhe muito justa-
mente aquella digna homenagem.
Ti varara successivaraent' a palavra os ora-
dores das issociajis : De us e Human i Jad p,
Montpio Popular Pernambucano e Alheneu
Musical, 08 quaes rUerara em elevados e sin-
ceros t*ma* ap.l Ra doc*^lbeiro Mjnoel
Porlella, manifeslindo-se solidarlos rom a
Sociedade dos artistas Mecnanicus e Liber-ies
no pezar que a punga pela mora da Mo pre-
claro cidadSo.
EstanJo esgotada a lista dos oradores in-
Bcri|t)s o Sr.-Vieira da Cunta profeno algu
mas paluvras de agradeciraento s pessoas
presentes e levaotou a sessSo, aps a qual fo-
rara abrogados e sentraentidos por todos os
cir u.iiSt int s os dignos membros da familia
Po t'iila qu<* sa acliavain presentes.
Traeos blosraphiooS -Pomos ohse
quiado cora um exemplar da obra Intitulada
Tagos biographicos do Dr. Manoel Pinto D-
maso.
O aulor d'est trabalho, em bello estylo,
ra cm evidencia as grandes merecimentos do
Dr. imo Dmaso, um dos mais salientes vul-
tos brazileiros que eerapre marebou ao lado
da honra e da justiga.
A terceira pigina do lvro era questo vem
ornada com o reiralo do Ilustre morto.
Unio TypograpiilcaISssa associa
gao rene se no p'oximo domingo, era sessaj
da assemMea geral, pira tratar ds assumptos
que altameaie nter ssain a corporagao.
A segsao effeciuar se-ha cora qoalquer
mero de socios.
Em seguida fuaccionar o concelbo. de
legados.
Abi Queiroz- Sr. Eduardo Paiva e
C, offereceu-nos um exemplar do lindo tan-
go para piano Ah Queiroz coraposto pelo
talentoso professor Claudio da Gama, um dos
primeiros compositores d'esta capital.
i dias tivjraos occasiuo de analysar esta
mesma msica pelo que dispensamo-nos da
fazel-o presentemente.
Ao publico recommendaDoa o Ahi Quei-
roz a ao Sr. Paiva, agradecemos o exemplar
offerecido.
Coronel Jos Heanles -A bordo
do Brasil chegou uoalem a es.a capilal o
illa tre coronel Jos Bernardes de Medeiroa,
senador ao Cun.'resso Federal pelo Estado do
Rio tirande do No te.
Felicitarr.ol'O.j
Z El Berbenlie Jde Labaples-Hoje a
Companhia de Zarzuela que trabalba no Thea-
tro Santa Isabel, levar a acea a applaudidis-
sima opereta em 3 actos El Berberille de
Labapies que tem obtido grande aceitagao em
toda a Europa e America do Sul.
E' de esperarque o Santa Isabel boje regor
gitn de espectanores.
Tlieatro Sania IsabelAnimadissi-
mo esteve o espectculo dado pela compan..ii
de Zarzuela Hespanhola na uoite de ante-
hontem.
Os artistas caniaram com muita animagao,
sobre abiudo o Sr. Gonzlez, qua ostentos to-
dos os bellos recursos de sua vos de tenor.
A Marina orna zarzuela cuja msica como,
belleza pode ser considerada a pnmeira no
genero e sempre que tver ioterpretagdes co*
mo a que dos deu a compaahia Cifaentes
ser aioda mais apreciada.
No maio de flores e palmas a Sra. Alonso
caotou o tango do Muuguz a com tanta gra;a
que mereceu, como das outras vezas, as non*
ras do bis.
Hoje vaia scena a pegaBarberilho de La
vapsque devera traer ao tbeatro boa en-
diente, pols est maito bem ensaiada e os pa-
pis perfeitamente distribuido?.
A companhia merece melbor protecgo do
, publico, pois ella rauilo igual no seu con-
. jDQCti. Aqueles que ao theatro tem ido, sao
ai melhores provas.
Depois do espectculo de boje harer
trem para Onda, Caxaog, Apipucos e boods
para todas as lionas.
Vaccinacao na Varzea-OSr. Dr.
Albe>to de Mendongo, commissario de bygiene
do 5* districto sanitario avisa a quem inte*
rsssar possa que segunda feira 13 do correte,
far urna sesso vaccioogenica na Varzea.
A sesso ser realisada em casa do proles:
sor, das 9 s 11 horas damaoba.
basteras Mgica-De volta-da Trio-
dade, eocetou o collega o seu dcimo quinto
vi.--
nu
de
anuo da existencia cora o a. 481 cujo exem*
plir agradeceroos.
Instituto Naetoaalde Msica--
Lemoa j>K.rnai do.duBOMroiti de 3U oe-)e-
zenhra d* 1*63 o garate >
Reatnaram-Ke hontem nea'e astabelleclainio
os conenrsos ais premios eoi corsrs de-ctnio
e ce Qxuli. A' 1 i|2 horada Urde, parante
um iodiUirio natna'csissirxo, compasto n* saa
malcra de duiinrlisaioias seohon?, eorarare
cerina o alomnoi ci'icarreotes D Caraira Hi
na da-tioocaico, av II wirji de id* e, te tm-
Diobada pelo respectivo prot<8'or d canto o
S-. Laz Gr'au i-e Pedro de AssW, de 25 ana
de idade, aconop nnado nelo profearo- de flaa*
t Sr. Angosto Duque Bst ida Meyer.
O |uy presid lo pelo director io erioo S. F.
Alfredo ivilaeqoa, con letava-io com os pro-
fessiores Atbario N-pouncen^, Ignacio Porto,
Alegre, J. R. Cortes, J. ae Lima Coiliaho,
AgoeliDho Luiz de Goa\ea, H arique Braga e
icen oro heoorario Paulo Faunab- .
O aljmno Pedro de AssU que ioicion o e'tn-
do do corso de FUuti em 15 de Janho de 1892
e o coucloio agora, exa otra o Oooversiui k
op. 3 te Joa bim Aniersoo. Sui eleu.'n a
alumoa D. Camilla i. d C/JoceicSi queinieoo
o ^eu corso de c-n a a 6 de Abril de 1891 e
t-riniaou-o no anao lectivo q'.e .-cabi '<. na-
dar ; caotju-se o rociativo e cavatiaa di (pe-
ra C Propbetaa de Meyeroee*.
P/.88iodo-3e exe u;a> d>a peQa escolbida
pelos coacurreote^, o Sr. Peiro de Assis io ou
* scai'a pira fliuta e pinno op. 23 le Dommer-
semaa e D. Camilla da Cooceicta rantoa a aria
de Rastna Una voce poco fa* do Biroeiro de
Sevilha O icompanbatueot) e a parte do pa-
ao da eonata couberam ao aco-npaoba r do
IistUao, Sr. GaDriel Difricbe, qaa desaaipe-
ari >u se de molo compativel com saa compe-
Naris*
DtermiaadiS as prova os manabros Jo ju-
ry d'i&o po- escriplo seo pirecer soo:e os m-
ritos e qqal'didet do coica reates, lavran lo-
se pela secrelaria do Iiitiiuto a respectiva acta,
qne nelos me moa (,il as-i ada.
O director loenoo, Sr. P.-aneiseo A. Bailas
uaa, convocon e fez rennr immedtit.oian e o
Cooselno c"o lostiato, a coj suspSo oresidlo,
oaipa'eceado o raemb-o honorario S-. Paulo
Faoloaber e os profesores Angosto Duque Es-
t-ada Msyr, Frcder co di Nisclneo'o. l^aa'Jio
Porto Alegre e Joo Rolngaes Cnes.
- O secretario interino Sr. Gaslo teo'i fe s>
Ir.lira da acta do parezer do juy sobre os
concursos feitos, e, teato en tul o juno for
molaio pelos memoros du ja y, resolveu o Con-
seibo co ifenr i alomaa D. Camilla Marta da
Cooceigo o primelro premio da mrito, a me
d.ha de oo'O, e ao alumno Pedro di Ajsis o
redando peino de mente, (grande med lai de
p a> )
Eram seis e meia hora da tirde, quin I te'.
ra non a sesco do Conseibo, e ee .a affixado
ai portara o resuha io das fu-s delioerai-1-.
Nao poda ser mais agradavel a tmoressn
que em todos os esoestadores deixaram as pro-
sas daauelle certanen es:olar.
Nao sabernos se o jolgameoto dea t to coa
ten'a-ia igualmente, porque tendo-se demralo
dorante l'ei horas e meia as ses;6-8 do jury e
d) Coselho, j no bavia especiado ej, alom-
os, oem08 proprios concurrentes no estai.le-
ciait-u o, qua'ido ttrraiaaram is trab hoi do
jalg^mecto.
i) lumco Pedro de Kms tocoa taUei o mais
difDzil cenceo da litt-rora da lila, e fel-o
com moiu llmpeza, rau:ta bravura, respirando
bioi, sera se fatiga', emi:tiodo som porissimo,
[ieodo todo o mecoao>Bm> sara dnixar p:ce-
bar ao ooviote a iifli udide vmeda; ;ara
ess-effelto comp-ebende-se que a virtoos'dade
10 execnlaote n-cemita dispr de iooamerjs
recursos, e isso o qae se de A-si?, qae tem um exce.lente temperaneuto
ne soluta.
Se ro Coocerlstucki de J. Aiderseae-
alumno Asis mo t'oa- e & altura do -o!o (te
a gnaip, oo rolu escoioilo po- elle, a s-oni'a "o
Demoieratmin, acnave-se peraitimecits a vou-
i.de.
D^das esas coodigas, era nau-al qie ao
aloiDO Assls deesse compe;lr o p-lmeiro e
aaooee^uaio premio; eotre'.aoto, talve que
esse resuluctoCp/jyenba de cir .ams.aocias
iiependeales'Sa vntade e do valor do
iu s.
A alumna Camilla da Craceigao, fe n5o *w-
puah de graurles recorsos voc'ts para as no-
tas raves do ree.Utio e cavatoi doProphe-
ia. cantoo, lodavla, com voz poderos, oo* re
uniros medio e agodo, emittlodo-a oato-al
mote, eem espotiaeidade, e dando ao seo
canto orna profana aciontuagao dr*matio.
Na aria de Rosioa saa voworria da grave <
agudo em urna vocaliaago le?e, punsstmi, ata-
canto os diversos gris dos *ot corotima pre
cilo, com una afinago qae os teroava cla-o5,
lislocios e olti ios na euoiesSo.
Ambcs is alomos re eoeram, nos applao-
sos prolongados do aoditorio, a coufirmago
dos 83us mritos ir uticos.
Sao retlmeote dignos dos mais calorcsoa n-
eo Kios o resultados oblitos oaqaelle esiabele-
cimen'o no eosino oa arle. Essa* provas pa-
blnas e solemnes sao ob documento valiosia-
timo dos 8ervigo8 rtlevantes qoa eda agfto
nistua do povo presta o Instituto Na:icoal de
Masica, an eetabelecimeoto modelo pela saa
eiceilecite organisagao. pela competencia uo
sea corpo doceoto, r'a eriedade do euslno
dado e principalmente pelos resoltados bri-
Inaotes colbidos pelos alomaos quo a freqoen-
tam
Cerno todo que tem valor real, o Instituto
tem tambem iniuiigos, mas esses foeem dessas
festas para nSo dcarem coafondides e bomi-
Ihsdos' eante da dem nstragao evidenciada
des tractos de ama das mais bellas inslitu'cOes
da Republira
A ongeao da guerra fetn ao Iaatitato a
mesroa do seo engrandecimento. Comprebeo-
de-e iso pefe.lamente desde que se conside-
re qoe at hoje nao foi peroittida alli a entra-
da do cba-lataolfmo a do pedantismo qoe prc-
curam oo mcgis eno nao o exercicio de orna
proflsso para a qual Ihes falta competencia,
mas apenas ama fonte de renda, orna linc-
eara.
Emquanto o goveroo comprehender qoe o
ensioo te- deve ser confiado tos idneos, aoa
de con petencla real, e ds Baber lncoolfatave',
o Instituto Nacional de Musir sera sempre u
es'.abelecmento de que rodamos nos orgulbar.
Assassinato-No dia 5 do crrente s 2
horas da manfi, em trras do engeaho Lage,
do municipio de Gamelleira o individuo de no-
me Antonio Joaqaim, conhecido por Mocors
assassinou brbaramente a Antn o Macario de
tal.
A autoridade respectiva est procedondo as
deligencias necessarias aflm de captarar o
criminoso que acba-se evadido
A responsabilldade do codigro
ehlnea- principio da responsabilldade
representa um papel tao excessivo como eslra-
vagante no cdigo chinez.
foliase lar ltimamente nos uliimos jor-
naes de Pekio ama nova prova: om joven
chinez havia morto seu avo ; este para os
celestes o mais abominavel dos crimes depois
do parricidio. A le determina que o culpado
seja em tal caso, lentamente cortado em 10
mil pequeos pedagos. Ora, o pa do assassi-
no aioda viva,e segundo as disposigOes da le
chmeza, foi este condemnado a aasistir exe-'
cugo do fllb, depois de recebar 40 chicla-
das.
O juiz encarregado de pronunciar a senten-
ga declarou que se o dever dos pais era edu-
car os Albos no temor do mal, pareca certo
que o pai do tal criminoso nao se bavia con*
formado com essa obrigagao. Era preciso pois,
caatigal o severamente pela sua negligencia.
Nos termos da lei cblneza, a mando tam-
bem responsavel pelos crimes da mulher.
O Sangalo -Est em ensaios, para ser
representada no Sania Izabel, a nova revista,
cujo assumpto o apanbado de lodos o> factos
passados na cidada do Recife no anno de
1895.
Todo o mise eo scene, est sendo feito es-
pecialmente e com todas as exigencias dos au-
terea.
Saoemos qae j tem a bilheteria do tnealro
grande numero de encommendas paraopri-
meira representagao do Saogaio e que n'aquella
Doile o S. Izabel ser pequeo para satisfacer
a todos : tal tem sido a procura.
Sociedade Propagadora da Ina-
truecao rrabllcaAmanha ao meio da
reunaia-se os socios dtssa aseociago pela se-
gunda ves para procederem em sua sede no
povoado do Monteiro a eleigao do novo coass-
Ibo director que tem de.dirigir comegocios da
mesan ociedaie no correcta anskv
H y si ene da vista -Una mista acien-
tfica traocasa da ossegmotes coanlhoB sobre
a hjgienfrtda vista :
(Juaiido sa li', deve se manter o tronco ere-
cto; pois que os oloos njectam-n-dasan^ua
mclinando-se e corpo para a frania.
Devo-se p ocurar qua o raiotda luz desea
sobro aaespaduas, desusando pelos hombros.
Nao cocivra ter luz eseassa do fogo ou dos
earros. A leitura na cama oociva qoando se
no'ar que produz somnolencia. As cortinas
dos dormitorios devem ser azuas ou cimentas
e a cabeceim da cama deve flear voltada para
o lado da janella.
Quaodo se (enha necessidade de uzaroculos,
nao se delira nem de um dia de o fazer. E'
um falso orgu'h >, qua redunda em prejuizo da
vista, obstinar-se em desdenhal-os, spezar da
utilidade que offerecem. Alquirara-se dous
pares era vez da um e erapreguem-se respe-
ctivamente ura para a grande distancia e outro
para Itir.
Os oculos curara frequentemente dores chro-
nicas de cabega e oulros eocommodos de pes-
soas em cujos olbos existem as causas igno-
radas da molestia.
Dr. Jas ihomiz -Segu hoje para a
Capital Fe leral o aosso dlslincto co-estadano
Dr. Jos Thoraaz de Oliveira.
Da Capital Federal o Dr. Thomax de Oli-
veira ir para Minas-Geraes, onde oceupar o
cargo de promotor.
Agradecemoa-lhe o cartao de despedida que
enviou-no?.
CliegatlaEra regrasso d- saos (rabalbos
na faraira dos Depuiados como represealao-
tes deste Estado, tornaram'hontero a esta ci-
dada es Sr?. Drs. Jos Mariano, Nicolao Toleo-
tino e Gaspar de Drummond.
SS lxcs. foram rtcebidos por seus amigos,
que accorreram essa raaaifeslagSo ao caes
de desembarque e acompaobaram aquelles se-
cibores s suas residnc:a.
Ia Uusinaelrie -Agradecemos o rece-
bimento do n. 11 dessa nova revista de mede-
cia e therapeutica.
Casamento civil-O escrivodos ensa-
rnen tos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
a.-Hxou na repartigfto do registro ra do Im-
perador n. 41, 1.- andar editaes de proclamas
dos seguir.les contr-hentes :
2.a Pubcafo
Oiibn Joel Eusiad'io Tucuraan comZalmi-
ra Elisa Pereira Dutra, solleiros e residentes
na fregueiia da Boa Vista.
Rodolpho Gomes da Silva, residente em S
Jos, com Mari a Mxthilde Lopes, residente
na freguezia da B. Visla, solteiros.
CommiswaodB tnelhoramento do
orto do Recife -Recife, 9 de Janeiro
de 1895
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. centi. Barmetro Tenso do Humi
nrado
o O)
v.ip'ir dade
Da Gloria de GonaAppelltntes Cosme Jos
Da mi 4o e oot'os, apoellado o jaizo.
Appctiagio commerclal:
Do ReciteAppe lile Joo Jos de Alba
querqae, sppelladcs Manoel Machado Botelbo
sVG.
Do.juiz Almrdda ao jaizC Appell gao orime:
IDe Paloidres-Aiipellane las Joaqun .*a
Silva, appelladaa josUca.
DISTKlBDigOKS
Recorao crime :
Ao |ois Carlos Vaz :
Do Rio FormosoRecorreote o jaizo, reco"
rldo i.y u,.i > Krau iaro L .do.
Aggravo* de peticSo :
Ao juiz Carlos V-z :
Do Recite Agravante a Compannii Pdrro
Carril oe Parnamoaco, aggravada a Compa*
uhla Estrade de Ferro do tice ir a C-'ati^i.
Ao jais JoSoCailoa :
Do ReciteAggravaotes Alomo Silva & C,
aggravadaa Cocnpanbia de Iiluitr.a e Malao-
rameoto
ao jaiz Sigismundo Gong Ites :
Di RicifeAg ravante D Leopoldina Soa
re* Hite, aggravadoi os berdeirjs de Jcao
Fficiscn Lene.
Ao Jo z G .ha > :
Do Recite Agg.-avante Bernardmo Ferreira
le Azevedo, aggravado Jos Fernaddes Lima.
Aojuis Alieida:
Do RecifaAggravante Jos Jaciutbo Si-
veira, agg avada Emilia Amelu de Oliveira
Fnitas.
Carta testemaohavel:
Ao juiz Cosa Ribeiro :
De Jabea tao -Aggravante Agostiobo Bezer-
ra da Silva, aggranado Joaqwm M iidiio Pe
reir Vianna.
AppellagOes crimes :
A i juiz Callo. V.cz :
Do t ej i da Muro da DeasAppellanti o
promotor publico, appellado Miaoel Jos Fra-
goso.
Ao juiz Joo Carlos :
Di GimelUtraAopeltante Rodolpho Manoel
Gomes, aope>lada a justig- .
A> joiz Sigismnoio Gonc-lvea :
Do Kecife-Appellante Uiyasea Tiburtlo da
Cos'a Minteiro. ppMiiaio o jaizo.
Appellago commercial:
Aojan Joo Carlos :
Do RecifeAppellanies A. Paille, Gaspar
PaHl-i objois, 3.1.-.I-) >ia 'ma A. Paule & C ,
appelli*do Jo.- Xavier Barreto das Neves.
Eucerroase a sesso as 2 hora* da larde.
PERMMBUCO
O Dr. Pedro Pontual, ex-chefe de
clnica do professor Wecker, de volta
de sa viagem a Europa, tem seu con-
sultorio ra Nova n. 18, i. andar, e
residencia em S. Jos do Manguinho
n. 4. Consultas de i s 4 horas da
tarde. Chamados a qualquer hora.
a1Dt. Brrelo Sampio, occaliita.d
consultas de 1 s i horas no primeiro
au 2.
r videncia a ru Hospicio 0. 46.
Telenhone o. 3o5.
Drogaras
ttximares Braga C. Depsitos
ii Drogas e productos chimicos, espe
vialidades Ptiarmaceuticas, medicamen^
ios homeopticos e titilas, leos, piu
ceis etc., etc. Ra do Mrquez de OId
da n, 60.
Farias Sobrinho & C.*, droguistas
por ata ado, ra do olvrquoz de Ulinda
n. 41.
I'ajicis Pintados.
{i Casa especial de Papis pintados de
todas as qualidades para iorrar sallas.
Ra Mrquez de Olinda n. 12.
A. P. Braga Guimaraes Agencia de
\olis as especialidades pharmaceuticas,
lalas, drogas, productos chimicos e ou-
tros med carnet) tos hom :opa tilicos, ru
Larga do Rosario o. 34.
m.
t.
26,7
27',8
28,3
28,'3
2,*
20,48
22,36
22,05
22,05
21,85
78
80
77
77
78
758.-17
758,"33
738.-37
756,-05
756,-31
eraperatura minim 23,*.25 Tbemometru
dasobrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 30,00. Ennegrecido
50,C0-Prateado 37,-0.
Evaporacao em 24 horas ao sol 3"3, som-
bra 2," 1
Chuva 0,3.
Direcgao do vento E com interrupsOas
ESE e EEN doranta todo da
Velocidade media do Tent 3 "45 por e 8
gundo.
Ntfbulosidade media 0,84.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar oa Das Horas AL-ra
baixa-mar
P M. 9 da Janeiro ti h. 30 dono- 1-90
B. 5h. 40 m. da t. 0-aO
Telcgrrammas retidosAchaa-se re
tidoa na estacao do Telegrapbo Nacional oa se-
guiniei tele^rainmu-- :
Para De A toor Cota, de Thresina.
Pa'a FaerdiemOTU, de Llnoei-o-
Para Pedro Jo Cost?, da Porobjba.
Para Ohvef'a de Pelotas.
Para J./ai Jo da Horj, de Jaraeu.
P.ra H-dolpho Lacerda, de Belm.
Para Hlias do RO.
Pdr H.;nri P^ra D I man Arfps.ife Moesor.
Para,J"o Coelbo, da Parubyba.
la a Piarmar-ia, df M cativos.
Pir N l*Lobao, de Mcete
Para Dr. Malta? Soczt^na Babirv
Lmhas, fuocconando regu'armente para Sul,
Norte e centro do Estado.
cemiterlo publicoObituario do da
9 de Janeiro de 1895
Luza M Pinto, Pernambuco, 76 annos.viu-
va. Graga.
OigadaC. Meira, Pernambuco, 1 anno, Boa-
Vista.
JoSo, Paroambuco, 11 mezes, Boa vista.
Maria, Pernambuco, 7dias, S. Jos.
rsula M. Virgem, Parahyba, 94 annos, sol-
tura, Graga.
Luiz J. da Silva, Pernambuco, 31 aonos,
solt'ro, Boa Vista.
Antonia da Hora, Pernambuco, 18 mezes,
Boa Vista.
Alexandrina Manados .Prazares. Pernam-
buco, 53 aonos, solteiro S. Antonio.
Joao M. do Nascimeoio, Pernambuco, horas
Boa-Vi6ta.
Severino J. da Hora, Pernambuco, 8 mezes,
S. Jos. _
Ura homem, Pernambuco, 40 anno9, Boa-
Vista.
Um feto do sexo femioino, Pernambuco.
Um feto do sexo m'colino, Boa-Vista.
Ura feto do sexo masculioo, Boa-Vista.
Casa de Detencao aioviutenio dos
presos da Casa de Detengao do Recife, Estado
de Pernambuco, em 9 de Janeiro de 1896.
Exisliam 413, entraram 7, sabirarn 6, exis-
hsm 414.
A Baber : naclsnaes 375 mulheres 12, estran-
enos 27, mulheres 0, toial 414.
Arragoadn8 396
Bons 367, doentes 20, ioucoi 5, loucas 4,
total 396.
Movimento da enfermarlaTive alta : Joao
CypriaBO Leita.
LUIZ d03
relatorio,
imprensa,
CHROHICA JPDICIAR1A
u|eiior Trlhanal de Mastica
SS5SAO ORDINARIA
RO DE
EM 9 DE JANEI-
1696
PUB8IDBNCIA DO 8B. DR. FRANCISCO LDIZ
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costme, presentes os Srs., jai-
sea em numero legal e o Dr. procarador ge-
ral do Estado, foi aberta a seso, Hda e ap-
P'ovada a asta da antecedente.
Distribuidos e passados os feitos, deram- se
os seguales
JDLQAMSNTdS
Uabeas-corpas :
Paciente :
MaaoH Joaqaim de Barros e oulros. Zoo-
cedeo-se a ordem, unanimeman e, deveado ser
o paciente ser apresentado na segado de 17 do
corrente com loformaco do delegado de poli-
ca de Bom Jardim, por Intermedio do Dr.
questor.
Recurso crime
De Quipapa-Reco-reote o jaiso. recorridos
Ped o Lopes de Oliveira e ostro. ReJ.tor o joit
Costa Rineiro. Ad]aotoi os jaises Galvao e Al
meUa=Nesoa-ee provimeato. anaaimemen-
le.
Aggravo de petigao :
Do RecifeAgravantes Atevedo & C, ag-
gravado Manoel L> iz dos Sanios. Relato* o
iU>i Almelda. A'.juntos os juizes Co-ta Rioelro
e Cirios as.Nao salomn coobccirxeato,
e ntr< o voto do ais Cosa Ribeiro.
Prorogagao de inventario :
iQveu.arianieMiguel Cysaeiros de Alba*
qierqae.lodeferido.
PAI8AOBN8
Do jais Costa Ribeiro aojis Aimeida :
Appeilufiao crime;
ACTA DA 2a SESSO ORDINARIA DA COM-
PANHIA DISTILLACO FRAGOSO, REA-
LISADA EM 18 DE DEZEMBRO DE
1395 :
Presidencia do Illtn. Sr. Coronel Andr
Maria Pinheiro
A's duas horas e dez minutos da tarde reu-
nidos no escriptorio prosorio ra do Bom
Jess n. 1 vario* Srs. accionistas da Comna-
nhia Distillagao Fragoso, conforme se ventica
do respectivo livro de preseoga, rspresenlao*
do rail oeoto e vinte e cinco aeges mais de
3'4 do capilI subscripto, foi pelo mesmo Sr.
declarada aberta a sesso.
Nao se achando prsenles 03 Srs. I.' e 2.
secretarios, foi pelo Sr. presidente nomeado
ai hoa para oceupar o primeiro lugar o Sr.
B ujamin da Cunha Torreao e approvada essa
niui-ngo pela a assembls, occupou aquelle
S-. dito lugar.
As.-ira coosituila a mesa declarou o Sr.
presidente que aquella reuui&o havia sido coa-
voca 1 a pela directora para us tardos dos
annuncios publicados pfla imprensa, proce-
dei-se a leitura do seu relatorio, do parecer
da coramiss&o fiscal, cora referencia ao ultimo
anno social e resolveren] sobre a exonerago
de um dos directores, elegerem seu substilulo
e a commis?o scal.
Foi lila e approvada a acta da assemblu
geral de iostallatao.
A requenmeato do Sr. Antonio
Santos foi dispensada a leitura do
visto j ter sido publicado pela
sen lo approvado pela assembla.
Em seguida o Sr. director presidente pede
a palavra e faz largas consideragas sobre a
LposigSo da Compmhia a qual tendo sido crea-
da 8>b (So bons auspicios devia-se nao aban-
donar por emquaato, pois o futuro da mesma
dependia apenas de urna pessoa activa e que
entcn les-e bastante daquella industria para a
Companhia tornarse prospera.
Com a projectada estrada de ferro de Itam-
b, seria ento urna empresa que vaieria o
duplo, porque a faciiidada de transporte era
um doa problemas resolver e orna vez re-
solvido o seu engrandecimento nao e (aria
esperar, entreunto, o que acaba de expr era
conhecido dos Srs. coronel Andr Maria Pi-
nheiro, Dr. Jos Antonio Saraiva Jnior e ou-
tros accionistas.
Diz mais que figura no balango da Compa-
nhia como credo? da quantia de dea conloe
setecentos e trinla e dous mil setecentos e
trinta reis, o Sr. S. Oinoermann a qual nao foi
paga e nem dever ser, visto como, loado
aquelle Sr. efFectuado contracto para forneci-
mento, montagem do macbinismo e construc-
gao do edificio, nao o salisfez, pelo que julgou
que elle nao tinha direito aquella paga.
Pede a palavra o Sr. director secretario, Dr.
Jos Antonio Saraiva Jnior que faz idnticas
considerages e diz que no caso da Compa-
nhia n4o querer por ora explorar o fabrico do
alcool, arrecadar-se-hla a mesma e caso as-ip
nao se faga, esperarse mais uos tres a quatro
mezes, afino de verse melhor o que se pode-
ra fazer.
Pede a palavra o Sr. Antonio Luiz dos San-
ios e discord quanto ao alvitre lembrado de
arrendar-se, porque o arrendameoto de pro*
priedades ruraes com matias etc., seria pre-
judicial aos interesses da mesma.
O Sr. presidente Andr Miria Pinheiro,
chama o Sr. Joao Luiz dos Sanios para o
substituir; pede a palavra e propOe que visto
nao baver deliberagao .sseniada pela assem-
bla geral dos Srs. accionistas, concrdese
com o director que pedio exonerago para
continuar por emquanto e que de aceordo com
o parecer da commisso fiscal se oomeie urna
commissao de tres membros para estudar e
dar parecer cirenmstanciado do estado da
Companhia, o que leudo sido acceito e appro-
vado flcou a8sim organisada dita commissSo
dos ?rs. Audr Mara Pinheiro, Carlos de
Moraes Rodrigues Ferreira e Benjamn da
Cunba Torreao e, nada mais baveodo a tratar,
o Sr. presidente encerra a sesso, as tres ho-
ras e quarenla mioutos da tarde.
E para constar eu-Benjamin da Cunha Tor
reSo secretario ad hoc fiz escrever a presenta
que aesigno.
Andre Maria Piuheiro,
Presidente.
Benjamn da Cunha Torreao,
Secretario ad-hoc.
HiBLlCACOf-S PEDIDO
INDICARES DTEIS
Medico
O Dr, Lobo Motcoso d consultas era
ua casa ra da Gloria n. 39 das 11
horas da manila 1 da tarde. Achan
do-se fra do servico publico offerece-st
para acudir a quaiquer chamado cotu
promptido para fora da cidade. Espe-
cia tidade, operacOes, paitos e molestias
de senhoras e raninos.
Dr. S Perora, da Imporatriz a
6, d consultas medico-cirurgicis todoi
dias das 8 meio dia, menos no-
domingos e dias santificados.
Oeenilt
Dr. Vertir da Suva com pratica as
clnicas de Whecker e Landolt, di
consulta de i sj 4 da tarde a ra do
mperador n.* 63 x.* andar. Rezide em
Caminho Novo.
Telephone n.* 588.
Ao publico
Nos abaixo assignados, eleitore?, ne-
^oc antes e residentes no municipio de
Canhotinbo, possuidos da maisjusta, sa-
tist9ao por vermoa frente dos negocios
pblicos d mttnitipio o m jor Agrgo
Cezar da Andrad^, cuj conducta n
desempenho do cargo de Pcefeitu tem
fido irreprehensivel da in do a impor-se
4 nossa- est ma e considerado, vimos,
como um d s meios s a*segurar-lhe o
nosso ma s franco e deeidido apoio, dar
um publico testemunho de adhesao aos
seus actos.
Canhotinbo, 4 re Janeiro de 1896.
Ant nii> de Albuquerjue Mata, eleitor.
Luiz Manoel de Sioueira, commer-ian-
te.
Joo Nepomuc no de Siqae ra Sobrinho,
negociante.
Joo da Rocha Acc'oly, negooi-nte.
Hanrique Jos dos Sautos. droguista.
Jo5o Florentiao dos Santos negociane.
Elpidio de Carvalho Rposo, negocian-
te.
Antonio Domingos de Moraes, nego-
ciante-
Vicente Rocha & Ira o.
Manoel Joaquina Tenorio, negooiante.
Othon Jos d'Albuq erque, negociante.
Manoel Pergentioo Pereira Lima, neg-
cante.
Vicente Ferreira da Costa, negociante.
Eduardo Jos d- Mello, juiz do 1-. d 8-
tricto da Villa de Canhotinho.
Joaquina Lucas Evangelista, negociante.
Manoel Nepoinuceno d3 Siqueira, ne-
gociante. .
Alberto Roques, negociante.
Agostnho aues de Aimeida, eleitor.
Joaquina Nunes de Aimeida, eleitor.
Luiz Dcoclecio Muoiz do Amaral, neg.-
ciante.
Ovidio do Nasoimento B. Wanderley,
eleitor.
Joaquim Solano de Oliveira, eleitor.
Lu z de Fransa Cavalcante, el itor.
Antonio Miguel da Silv, eleitor.
Vald.vino Fran uco de Oliveira, eleitor.
Joaquim Ferr.ira da Cunha Lial, ele-
tor.
Joo Baptista Lusitano, eleitor e juiz do
2.' di.tricto.
Jos Pereira Leite, eleitor.
J0S0 Co-deiro dos Sa tos, eleitor.
Joo da CoBta Moiteiro, eleitor
Manoel Ignacio da Rioha Accioly, elei-
tor.
Salnstiano Falis 1 ino de Aimeida, elei-
tor.
Rufino Jos da Silva, eleitor.
Jos Florentino das Neves, eleitor.
Joaquim Manso da Silva, eleitor.
Joao Norberto de Jess, eleitor.
Paulino Jos da Silva, eleitor.
Victoriano Pires da Costa, eleitor.
Manoel Tavares de Vasooncellos, elei-
tor.
Melchiades Pulpino Freir de Carvalho,
eleitor.
Francisco Tavares de Va.concellos, elei-
tor. i
Joaquim de Albuquerque Maia, eleitor.
Jos Lopes de Miranda.^ele tor.
Manoel Marcal Goncalves, escrivao do
1. districto.
Odilon Austricliano Brayner, eleitor.
Benti Dantas da Oliveira, commer-
ciante.
Antonio Dan'as de Oliveira, eleitor.
F ancisc Bazerrada Silva, negociante.
Jos Ignacio de Oliveira, Antonio Santos Vieira, eleitor.
Lucio Geiuiuo de Mello, eleitor.
Joao Ferreira de Moraes, eleitor.
Jos Thomaz de Farias Torres, agrimen-
sor.
Caetano Cordeiro Manso, eleitor.
Francisco Vitalin da Silv, leitor.
Jo5o Cavalcante de Albuquerque Ca>
jueiro, eleitor.
Joronymo Ferreira de Moraes, eleitor.
Manoel Ferreira Rabe lo, eleitor.
Jo vino Honorato Cordeiro, eleitor.
Joaquim Al ves dos Santos, eleitor. ^
Manoel Ferreira da Santa Cr z, eleitor.
Joaqaim Ferreira da Costa, eleitor.
Antonio Nunes de Aimeida, eleitor.
Emygdio Nunes de Aimeida, eleitor.
Jo&o Mareelline Prad>, negociante.
Joao Pereira a Silva Mello, eleitor.
Jos Tenorio de Araujo Filho, eleitor.
Jos Elyseo da Silva Burgos, eleitor.
Ja ob Alvea Bezerra, eleitor.
Vicente Landolino da Silva Burgos,
eleitor.
Joaquim Alves Talarindo, eleitor.
Manoel Joaquim Nones, eleitor.
Manoel Lopes Pereira, eUitor.
Man el Pereira dos Anjoa, eleitor.
Manoel Ferreira Lima, eleitor.
Domingos Pereira de Gonveia, eleitor.
Jos Zacaras de Freitas, eleitor.
Jos Tenorio de Araojo, eleitor.
Honorio Bispo Leao, eleitor.
Manoel Bitpo LeSo, eleitor.
Jobo B zerra de Vatconeellos, ele'tor.
Andr Tavares de M randa, ele'tor e ne-
gociante.
Francisca Nunes de Aimeida, eleitor.
Antonio Nunes de A'meida Filho, elei-
tor.
Motta & Maia.
Pedro de Mattos Feij, negociante e elei-
tor.
Antonio da S Iva Barros, eleitor e ne-
gociante .
Jo< Ferreira de Macdo. commerciante
eleitor.
Jos Argemiro Lins, eleitor.
Manoel da Rocha Wanderley, nego-
ciante elei or.
Jos Alves Lins, eleitor.
Jote Antonio Nunes Pereira, eleitor.
Vicente Adelino Cavalcante, eleitor.
Jos Muuizdo Amaral, eleitor.
Antonio Alvos da Silva Vhnna, eleitor.
Sebastio Alves daSil'a, eleitor.
candido Ladislao de Azeved eleitor.
Rozendo do Amorim Campos, eleitor.
Amando Ja Cordeiro, eleitor.
Joao Francisco Lins, eleitor.
Joaquim Flix da Silva Burgos, eleitor.
Ol-gario L->pas Pimentel, eleitor.
Isidro Teixeir* de Macedo, eleitor.
Jos Archanjo Bez r a de Millo, eleitor.
Joo Ferreira da S Iva, eleitor.
Joe V cnte da Conha Valpassos, elei-
tor.
Antonio V cente de [Oli/aira Leal, elei-
tor.
Manoal Casusa das Neves, eleitor.
Manoel Ferreira Moraes N, eleitor.
Caetauo Jos dos Mattos, e'eitor.
Ao benemrito Governador do
Estado, Bxm. Dr. Dr. Bar-
bosa Lima
SaD a epigrapha acirai publionu o Diario
de PernamtiU'-o de hoje um artigo m .nyrao,
in que se quahlicou re esdruco o o remrso
a execugo da le municipal n. 53, ignorando
o autor d artigo a sisniacncao do termo es*
rt'Uiulo.oii a dispofigao do ar'. 1." la l?i Esta
dual n. 125, que permute a nualquer cidadao
recorrer da deliberaco contida na lei para o
Governador do Estado.
,\ petigao foi aseriado nlo s pelos pro-
pr etarioa de curraes e pescadores, como l-m-
nem p^los m-sreadores de pnxe, quo fi eram
da compra u venia de ti mercadona sua pro-
lisso, como permute o 13 do art. 129 da
con9iiiuico do Ealado.
A le em queslao foi vetada pelo Ilustra Dr.
surrprefeiio por ser inconstitucional, nem po-
de a reppeito existir duas opiMi-s :
O peixepropriedsda do pescador, log) qm
este apropria-?e dalle ; sendo proprielade
maniida pelo S 19 ''o nrilgo Citado em toda
sua planitude, nao pide estar sujaila a lei re-
conida, que consilun uma viilago maoifesla
do prereiio constitunonai, o'-iosisslmi, desd e
que s attio^e a uma das c asses mus desfa-
vorecidas da fortuna.
O aruculista affirmou que no3 paizes mus
adiantados o prego do pze 6 lxalo, mas
nao indicou como prova de soa afflrmacSo se-
oao a munieipalida le de Mai ios e uto mesmo
restricto a laitaiuga.
Si o articulista pretende favoracer o con-
sommiior pobre, morque nao lembra ao Con-
eelne Uunicipol a t.xa do prego do bacainao,
que coHsiiiue um genero de priraeira neces-
sidade e est desde muitos anuos monopolisa-
do por pequeo numero da capitalistas ?
Parece que o articulista faz parle dos feli-
zes da nossa sociedade e lalvez do numero dos
monopolisa >orcs do bacalno, que deixou da
ser peiie dep is da lei recorrida.
Confiando o recorrreotes n i int^gridade do
Exm. Sr. Gobernador do Estado esperara que
saiba cumprir seu dever, corno o tem feito
sempre, coodemnando uma lei inconstitucio-
nal e odiosa como a recorrida.
Recife, 10 de Janeiro de 1893.
turraleiros e pescadores.
Francisco Xavier Camello.
Pedro Celestino de Souza.
Joaquim Galvao Ja Kotseca.
Flix Ferreira Cou'inho.
Pedro Guedes da Cruz.
*
-<

ao sr. thom l de oliveira pyapon-
te, autor da walsasaudade do
"maranho.
D'artist'a fronte brioza
P'ra o paito indinaste,
E, suspiroso, caoUste
SAUDADES CO MARAXHAO ;
E ordenand'essas notas,
Oriundas do coragao,
quelh walsa fermasto.
S4oflores melodiozas
Que d'eile a alma cultiva,
Confessando-se captiva
Ante as notas qu'mspirou.
Enternecendo um salao,
Do genio que as creou
Sao esaas-flores-gnnalda,
Similhand'a sensitiva.
Rio Formoso, 2 de Janeiro de 1896.
Ibituzaingo-
W>-------------
Taquaretnga
Disse o missivista 'A Provincia de
6 do corrente :
Nesta infeliz comarca diariamente se
espanca e se roubs, sob a protecjSo-do
Sr. Vigario Tejo.
ltimamente tem se foito mais e
peior: mata-se como em um paiz barba-
reado 1
Ap o brbaro assassinato dos iga-
nos, que os leitores conhecem ja, honve
outro a 9 do corrente, revelador de maior
perverstdade anda em seu au or.
Entretanto, o Sr. V gario Tejo, de
maos dadas com o Promotor, procura
innocentar o crimincao
Manoel da Costa Bizerrj, filho^ de
Joao da Costa Bisen-a irmao este ultimo
da me do referido Promotor, matou a
sua inditosa mulher com um ccete.
Depois de morta, ateou-lhe fogo s
roupas ofim de que, se fosse descoberto
(i corpo houvesse a explca$ao de incen-
dio casual. f^
Alta noite, s, envolve^ o o%3$,T9a
n'um lencol e o coaduzio para o cemi-fe-
rio da Topada. V
Nao sabemos como o inspector policial
d'fequelle logar Jos Menino teve soien-
ca do facto, foi ao cemiterio com uma
patrulha e l prenden o assassino to-
mando de sen poder o cadver.
Cnegado o monstro preso cidade, o
Vigario e o Promotor puzeram-n' o em
liberdade, ficanda, assim, impuna o hor-
roroso crime. f
Rea ivamente ao assassinato dos C>
ganos, consta que o Vigario Tejo alli-
oia e prepara teatemunhas falsas que
jurem en favor do verdadeiro criminoso, ,
attribuindo crime a um innocente. #,
O d ^abusado padre, accresentam,
promette e garante livrar no jury um e
outro. i
Serferdade?'
Tristr situadlo !
J
MUTILADO






\*
Otario de Pernambnro abluido 11 de Janeiro de ISO 8
A
J"
-
Aoaliaem agora os lit-res respeta epois (]e [esA 6 USU
do orgulloso chefe do Poder Executivoi r J
Munic^al no Diario de 20 do cor jmeute indei~HSaaa, e (le
se proceJer a avaliacao
rente :
Provoco o fil detractor, que, embu-
dado na inmunda capa do anonyroato,
procorou derramar a bil de eua per-
Tersidadd sobre a respeitavel pessoa do
meu digno ti e amigo Commendador
Vigario Tejo, a assigoar os paaquins e
calumnias que contra elle sempre soe
volitar, como fez pela Provincia e 6
do crrente.
ITenha a descobe to es e abutre a
reputac^o albeia, que temos ieri c n-
tas a aju.tar.
Cresca e Bppareca, mas nao se ab igue
sombra de algum testa de ferro, que
tera resposta ao p da lettra, e ver o
enrgico effeito que p oduzir o farro em
bras-s quando fr applicado sobe as
mazollas que lhi cobrem a aarnelha.
Taquaretinga, )7 de Dezembro de
189. m .
francisco de Assts Per eir Tejo.
Perguntamos ao Sr. Coronel :
Defendeu o seu tio ? Justifico:! a
calumnia ?
Taquaretinga, 30 de Dez mbro de
1895.
AO PUBLICO
E' falso o boato sem-
pre crescenle, de ter
sido pago o prejuizo
causados Puerta del
Sob, pelo Sr. Arthur
oe Carvalho. na impor-
tancia de seiscentos ses-
senta e dois mil e du-
zentos res-
Isto na celebre note
de 21 de Outbrc do
anno lindo.
-----------
Empreza de illumina-
Hecie.
4 emprsza de illuminacao
gaz desta cidade ten lo
apreseotido protesto po
diversas vezes quer per.-nte
opodoradtinistrativo,qu f
peraote o pod-r jidiciario
contra as i irdccoes dejpu
codtracto e dispojgoes d
direitocommum qm lhe sao
applicaveis,?endo a sua ava
liacac, o mt 'iial e perten
ees, feita de modo ejeneivu
aos iutererFe: da Empreza,
acbando-se osprco?respec
tivos IoDge de representa-
rem o justo e eal valor
de sua propriedade. mis-
ino prevalecendo o paga-
mento em ouro, como de-
clara o actual ediial man-
dando obseiva o Ludo do
Dr. Thauuoaturgo, segundo
o qual a sommi fot 1 da
avaliacao da Emprez* deve
ger paga de conformi a de
com o cambio de 27a p i
]#000 r., em curo ou
moeda nacional ao caaib (
do dia, como con sta da de-
ckratjao ;nfra do mPiu
Dr. Thaumaturg^protesto*
esses que sendo renovados
e publicados nos jornae
desta cidade, como se v
do t Diario de Pernambn-
buco de 1 de Janeir
14 de Outubro de 1890.
18 de Fevreiro de 1891 e
cProvincia de 1. de Ou-
tubro domesmo anuo, sub-
sistem em seu pleno vigor,
sendo admittidos pelo po-
de* administrativa como
consta do acto de 13 de
Outubro de 1890 do in-
vernador deste Estado e
jal gados por sentejnc.a pelo
Dr. juiz dos Feitos da Fa-
zenda em data de 30 de
Abril de 1889; vern de
clarar para coohecimento
de qucn inters ^ar possa
qne continua no firme pro-
posito de fazer firme e va-
liosos os seus Jireitos, nao
abriodo absolutamente mo
de sua propriedade senao
fupplecLeatar de q-ie tra
tao art 9. 3 e 4 o do
actual edital tu lo de con.
foimidade com o contracto
eLeis vigentes.
Para a resalva de seus
di re iros por cuja integri-
dade protesta ainda urna
vez e para evitar duvi las
e questaos futuras sao fei-
tas as presentes declara-
coe*-
Recif*', 20 de Dezembro
do 1895.
Samuel Jones.
G're te.
Resolvido o 1. quesito e conside-
rando que o capital da empreza foi
levantado em ouro, em paiz eslrangeiro,
a indemr>isac3o deve ser feita na mes-
ma especie, urna vez que o contracto
nao determinou outra moeda.
Feita, pois, a avaliacao em moeda
brazileira, esta ser transformada em
ouro, tomando-se por base o cambio
legal, e, urna vez determinado o nume-
ro de libras esterlinas correspondente
importancia da aviliaco, o resgate
ser l'eilo em ouro ou moeda nacional
correnle, ao cambio do dia em que se
effectuar o pagamento.
Esta deciso conforme ao direito e
ao beneficio da importagao de capitaes
estrangeiros; sendo ltimamente con-
firmada pelo ministro da Industria,
Viacao e Obras Publicas do Brazil na
interprelacao dada clausula 2.a do
Decreto n. 1029 de 30 de Agosto do
anno findo.
A empreza lem, pois, o direito de
exigir a importancia da avaliagao ao
cambio de 27, e, tanto importa que o
governo do lisiado compre libras para
pagar-he em ouro como llie d em
moeda nacional a importancia relativa
ao valor das libras, ao cambio do dia.
E urna vez que nao loi eito o resgate
quando o cambio se achava ao par,
nao justo hoje que a empreza soffra
o prejuizo resultante da demora do pa-
gamento.
Ao governo do Estado cumpria n'a-
quella epocha ter depositado em um
banco a importancia da avaliacao, e,
se o livesse feito sua responsabilidade
leria cessado, poupando hoje ao mes-
mo Estado, ou a Companhia que tiver
de ficar com a empreza, urna indemni-
sacao maior do que a avaliada ,em
consequencia da depreeiacao conside-
ra vel da nossa moeda.
A avaliagao dos materiaes sobresa-
lentes e bem assim os movis dos es-
criptorios da empreza (fabrica ra do
Imperador) constar de urna relacao es-
pecial.
Deve, por conseguinle, ser addiccio-
nada importancia total da avaliacao o
prego desses objectos, depoia de ava-
hados. ..-3
Capital Federal, 31 de Janeiro de
1893.
Gregori Thaumaturgo de Azevedo.
--------------?--------------
Ao commercio
W enthack <* Gruner avisara
no commercio e a quem possa
ntereesar que temi fallecido
o socio E. Siegfried Gruner,
resolvcram liquidar sua casa
couimercial ra do iloin
Jess n. 18.
t
Jane Jones -
Samuel Jones, aeu filhos e sobrinbc
a^radecem cordialmecte a todas as
p soai de sua am zade que os teem
acompnbado ador pelo infaust> pas-
samento de sua esp sa, mi e ta, Ja e
Jones e de novo as convidam para assis-
tire a a m ssa que aandam rezar na ma
t iz da Boa Vis a as 8 horas da manha
no dia 14 do crente trigsimo do fal-
lec mer.to.
Pen-oraos saberSo recon*iecer mais
es e acto da caridad e e r ligiSo.
Recife, 10196.
Dr.
Silvio^ Pellico
Perelra
Fcrraz
Maria Carolina de Araujo Ferraz
seus anteados, Carlos Augusto Vaz de
Oliveir, Augusto Car os Vaz de Oli-
veir viuva, filhos e cinhadoa do Dr.
Silvio Peliio Pe.ei a Ferraz, convidam
a seus parentes e *migos para aeaisti
rem aa mitsis que por alma do finado
mandara celebrar no Moeteiro de Sao
Be. to, em Olinda, s 8 1[2 da manha
do d a i4 do cor ente.
Feitoral de Cambar
Cura de urna tosse rebelde
Cheio da mais viva alegra e grati -
dSo venho declarar que em menos de
dona mezes minha esposa restabele
ceu-se com o uso do Peitoral de Cam-
bar, do Souza Soares, de urna hor-
rivel tosse secca acompanhada de
dores no peito, t o espaco de dous anuos, empregado
sem o menor proveito, um grande nu-
mero de outros remedios Joaquim
Afoes Cavalcanti (Firma reconhecida).
O agente Companhia de Drogas
FAGA CiliS
Os abaixo astigoiidoa
previnem a quero coovier
que e8taomuaidosdemaa
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do commercio para fozprem
apprehender onde fjrem
chades cigarros de outra
fabrica com a maica contra-
feita ou imifada dos seus ci-
garros, tanto na moitalha
como no rotlo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito
do J llegio de Saota
em 1885, participa aos
A d rsetoria
Lacis, fundado
pues de iubi alumnaa o ao publico env
^cr 1 que reabra as-auUs de seu Colla
gio, snguoda-feira 13 do oir raudo merecer a confinc* e aoolhim uto
que sempra lie diep.'naaram.
No neimo rs:belecimento tir.m se
retractos em tamaoho niturel a creyn
e a oleo, mediante prreo isodico.
Estatutos no Culi' g o.
Kaa Vdsl de N Peitoral de Cambar
Cura de toise pertinaz
Confirmando a poderosa eficacia do
Peitoral de Cambar, de Souza Soares,
attesto qne, empregando este excel-
lente medicamento em minha.esposa,
vi-a curada de urna tosse pertinaz que
muito a affligia.Joaquim Jos Rodri-
gues (Firma reconhecida).
O agenteCompanhia de Drogas.
cigarros
o rigor,
com as
por le.
a venda
todo
ae
penas
com
conforreida^ie
decretadas
de
Agosto
de
Vamos traoscrever, com toda a im-
tarcialidade que nos habitual, urna
bseiva^ao do Dr. Cazeneuve, de Panz,
edificando urna nota publicada recen-
t-rnente por alguna collegas da im-
oren a atiribnindo-lhe a cura d'um S .
'aron c.in o Xarope de Quina Ferrugi-
noso de Grimault e C*. t Foi o Dr.
D bjot que obteve essa cura, disse o
hos.-'o collaborad r, com a tdmiravel
ireprajio de Grimau't que, durante
mu o lempo, rece t u nos luspitae* de
Panz contra a auemi* e a pobreaa do
augup, sempre com o ma>or exiti.
Elixir II. llralo
Ha quatro annos qua estava entrevado
sem poder ir na roca nem cuidar do
minha vida, "com forte rheumatism a
qna ninguem dava remedio. Tomei seis
frase s de Elixir M. Morato, e estou
completamente curado. Ajudado de Deua
seja que u descobrio este remedio.
Villa de Lenfe8.
Wenceslau Peretra Bonii/ut.
Deposito em Pemambuco : Companhia
de Drogas, ra Mrquez de Olinda
n. 24.
Peitoral de Cambaiv
Cnra de urna tosse violenta
Atacado de urna tosse violenta e
pertinaz, acompanhada de vmitos, re-
solv tomar o Peitoral de Cambar, de
Souza Soares, e apenas com um frasco
fiquei completamente restabelecido. -
Carlos de Alentar, major-fiscal do i* re
gimento de cavallaria do exercito.
[ Firma reconhecida ]
O agente Companhia d\Drogas.
As associaces hip-
picas desta capital Pra-
do Pernambucano, Der-
by Club de Pe nambu
co eHippo dromo do
Camp > Grande resol-
veai fechar os seus
estabelecimenlos, e m
face dos onarosissi'uos
impostos com que fo-
ram tributadas pelos or-
namentos estadual e
municipal, que impos-
sibihtam-n'as de con-
tinuarem a dar corri-
das, as quaes deram
prejuizos avuliadcs; a
contar de 1 de Julho de
Recife, 7 de Janeiro
de 1896,
Pelo Prado Pernam-
bucano.
Jos Comes Ganches,
Francisco Flix Gon-
calves.
Pelo Derby Club de
Pern-jmbuco.
Hermenegildo da Sil-
va Loyo, Guilherme A"-
tunes Guimares, Ber-
nardino da Costa Cam-
pos.
Pelo Hippodromo do
Campo Grande.
Augusto Silva, Ma-
noel Lopes Viera.
Peitoral de Cambar
Cura de tosse pulmonar
Gravemente atacado de urna tosse
com escarros de sangue, com carcter
de urna enfermidade pulmonar, o dis-
tincto commerciante Sr. Antonio M.
da Silva Pimentel recorreu, depoia de
e agotados todos os recursos das cien-
cia, ao Peitoral de Cambar, de Sonza
Soares, e este importante medicamen-
to restituio-lhe em pouco tempo a
sade perdida.
Recife, 31
1895.
Azevedo Dr. Joan Paulo
1! Especialista^em partos, moles-
'j) tas de senhoras e de creancas
& com longa pratica nos h< spitaea ft
R dePariz e de Vienca d'Austria, m,
8^ d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo u. 19, g
1! 1.' andar e reside na ra de $
fj Henrique Dias n. 2. $
K Telephnes na. 190 no eonsul- (L
K torio e 467 na residencia. m,
Peitoral ce Canutar
Cura de affececSo pulmonar
Em casa do Sr. Fileno Goncalves de
Medeiros foi accommettida de urna af-
feco pulmonar a Exma. Sra. D. Leo-
nidia Vellas, cunhada daquelle cava-
lheiro, e depois de tomar intilmente
um sem numero de remedios, curou-
se radicalmente com o uso do Peito-
ral de Cambar, de Souza Soares.
O agente Companhia de Drogas.
Dr. Arthur Caval- I
t canti i
Participa seus clientes e
arciqos que mudou seu consul-
torio e residencia para a ra do
Bario da Victoria n. 46 1. an-
dar onde contina a exercer os
mv.teres da sua proflssao.
Consultas de 1 s 3 horas da
tarde.
TELEPHONE N. 430
S.]S<3i&&3i&ISl&i&iSSSSS
A ALTA ou CUABA
LiquidaCuO de fin de aun
SALD'
RENDAS de d versas qualidades.
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BOLQAS de palha com 6 aabonetes finos por 3S000.
GRANDE variedade de panno'para cadeira\
GRAVATAS.
LINBO para fazer lencas do prec> de GS o mat'o a 33000.
SJMBRINHAS de s^daa 10$ e mu:tos outror objectos qie
precos muito reducidos, para nao entra e em J*slaHco.
nicos agentes do verdadeiro N
Creme Simn.
P de arroi Simn.
Sabenetes Simn.
BAZAK DA BOA VISTA
N.88 Ruada imperarrizN. 88
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Oh
Dr. Alfredo GasparMedico Con-
sultorio e residencia ra da Imperatriz
n. 71, 1 andar: Operador parteiro tra-
ta com especialidades de molestias de se-
nhoras e creancas. Consultasde 8 s 10
da manha. Chamados (por escripto) a
qnalquer hora.
-----------------------*-----------------------
Anton:o da Silva Girio communiea
aos seus amigos que por forca maior
deixa de realisar o casamento de sua
filha no d a 11 do correte.
Recife, 8 de Janeiro de-'^'JG.
CDLLEGD 9 0: JElRQ
13Ba 9 de Setembro13
As aulas daste eatabelecim'Dto do :n-
struc9o pimaiia e socundaia. estarlo
abertas no da 9 de J.i.eiro prximo
viudouro em diante.
Recife, 28-1295.
O director.
Bacharel francisco LamenhaLins.
gfroa loa-
da, mais
pr.j duc-
^tiv a
qne tem foi
cinba como
msroa de
fabrica
E' e'la s-iperior a todas aa ootras.
Obteji-ae luente, diriginda-sea oaiaa
exp irtadoras do Hambnrgo.
Jo5o Correia da Cuth* Ribeiro Ihni-
d*tario da ext:ncta firma J. Corraa
& C.*, letirando-ae por algum tempo,
para'.a do Estado, previne a quem u-
leresatr poasa que fioana notrregado de
noua negocios oa Sr<-. Manoel Ferrara
DominEuea a ra do B*rao da Viotoria,
n. 28, e o br. BeDJamin / ristidea Fer-
reira Bandeir?, a u.a do imperador n
42, 1."andar; o ^viaaeiro de seus nego-
cios particulares e commerciaea e o ae-
guoda cim poderes ce propor qnalquer
hc^So que, por ventura ttnha cecesBida.
do^le iutentar.
Recife, 1 de Janeiro de 1896.
J. Correia de Daoba Ribeiro.
O ftauliveira
p- o poiloral mais efficaz, mais barato e de
costo. maiigraJabilissimo ; na Drgana Bra-
ga e todaa-aT p"hYtoact8.
Advoga|^
0 bacharel.E^per.diao Ferreira Mon-
teiro tem escriptorio praga 17, antigo
Pteo.do Collagio, n.J?7, 1.- andar.
Bronchite / sthmatica
DR. COELH LEITE, C inico da
justa nomeada na cidade do Recife,
attesta que o
Xarope dflbeiialaflata
DO
PHARMACTICO
ILDEFONSO DK AZKYKDO
E' encllente no tratamento da BRON-
CHITE ASTHMATICO
Deposito:
Ra Bario da Victoria 37,1.a undar.
Pharmacia Conceico
Pharmacia Alfredo Ferreira e em todas
aa boas pharmaciaa.
PeiDambuco
Francisco Pedro da Cunha
Presbyero Secular, Caval/ieiro da Ordem
de Chriso e Vigario Collado da pa-
rochia e cidade de Sao ]os desta pro
vincia de Santa Caharina, etc.
Altes o que tendo usado por veies o Peitoral
Caiharinense de Raolivelra XAROPE DE AN-
Gli.0 COMPOSTO LOM TOLU 'E GUACO, pro
paracao doslllms. Srs pharmaceuticos Rauli-
?o Horn & Oliveira, acbei que esse xarope da
benfico e prompto effeito as affecsOes dos or-
gaos respiratorios o que afBrmo in verbo sa*
cerdotls.
Cidade de S. Jos, 8 de Julho de 1888.Pa-
dre Francisco Pedro da Cunba.
Mais de 50 mil pessoas residentes em dive *
sos Estados do Brazil atles'am a emeacia des e
grande medicamento.
Deposito
NA
Drogara Braga
--------------------- -
Minha esperanza
R. SicolleIU9 fle Croesol. 14MaisoofoQd.
da em i86i
Paria, 4 de No-emOro de 1895 Me Sr-
An co'o Frdocisco ja Cruz.Peroambnco.
Amigo e Sr. TVob presente o seo e-tima-
do favor de 7 de Ootubro p-oxloio pasaado,
jnolo ao qaal Uve o prazer Ce encontrar cm
feudo de paptl para cigarro?, que muito es-
aei reetber e agradC3.
Logo t'atei de entrgalo aD (Jb'ic3nte i
inriel para que s^ja enviado com esmero e rxa-
i:loo presteza, t-oir.se comp omeitlde o fa-
oricante a aprcmplar o ata papel tara os fine
des te mes. Espero qoe pasa fazer ibe a re-
me83a peto vapor do Havre a Sbir em 14 de
Deimbro prximo tuturo.
Si bem deft]i86e servu-o o mala cedo alo-
a, dSj seria pos4*el, po qne o seo papel
nao ?e (az com ao'ecedencia. e slm de p-apo*
siio, oeceaitando o seo fabrico de multo oal-
dadj.
Sem ootro motivo, sobscrevo me cotn since-
ra sumada V'PC, amigo luoilnjutento ve-
neradorPelo Se H. NiccleJb. Ignlsil.
(Manoel J so Pereira Montero acienti-
firia qu?, exiatiodo outffr pesaoa de igual
noia, de he ja em diante asB'grjaj-se-ba
Macel Fernando Lara Pereira Monteiro
R,\ife, 10 de Janeiro de 1896.
rauliveira
08 os mdicos receitSo o Peitoral
nenie como o nico medicamento
contra Tosaea e Broncbitea
1>1UM. AltIA BRAGA
Collekio de Nossa Senhora
das Merces
(SEXO FEMINJNO)
20 Ra do Hospicio 20
As aulas d'este eatabelectuealo de i a-trac
gao primaria e secundaria abrir-se-bao no dia
7 de Janeiro.
Recebe alucinas interna* seminternas e al-
ternas.
A directora.
Maria do Carmo Azevedo.
Botucat
Deve ser lida com interesse a seguin'e
noticia, que a Panfulla publica a pro-
posito dos productos medicinaes, propa-
gados pelo Sr. D. Carlos :
Todo o Brazil, especialmente este
Horescentissimo Estado, tem ouvido fal-
lar do Elixir e de outras especialidades
medicinaos do Sr. M. Mor ato, mas nem
todos conhecem o alto mrito, a honda-
da, a tenacidade e a gentileza do prepa-
rador desses productos, o Sr. D. Ca los,
que um joven cheio de intelligencia,
de estudos, que com o seu labor incana
cavel soube ganhar o elogios de varias
celebridades medicas e tantos attestados
de benemerencia por parte de numerosos
doentes, hoje perfectamente curados pelo
msravilhoso Elixir.
E viato abordarmos este assumpto, de-
vemos dizer, por amor verdade, que
tanto as pilulas de Tayuya como o Eli-
xir M. Morat > sao productos examinados
e approvados pela Inspectora Geral de
Saude, do Rio de Janeiro, e que a sua
venda foi autorisada pelo governo federal,
primeiro, e pelo de S Paulo, depoia.
O Elixir, tendo por base certas plan-
tas raras que se encontrara na flora de
uossos serios, s serve para a cara mi-
raculusa da asthma, do cancro das do-
res rheumaticas, da yphiles, da terrivel
morpha.
O seu segredo foi revelado, ha bastan-
te tempo, pelo chefe de uma/ribu de in-
dios, cujo nome agora noa escapa, nas
que opportunamente designaremos, por
que este facto se prende urna inters*
santa historieta, que vale a pena ser
narrada.
O estabelecimento do Sr. D. Carlos
tem urna importancia excepcional e pode
competir com os melhoraa desse genero,
que se acham as demais partes do
mundo.
Assist irnos ha algn* dias, prepara-
cSo deste Elixir, acompanbando atienta-
mente todos os trabalhos, desde a tritura-
cao des vegetaes at ao encaxotamente,
ao qual se segu a expedicao para aa
mais importantes pharmaciasda Europa.
Alem do curioso processo, sSo dignos
de admirar a fiscalisacao, ordem, disci-
plina qne reinam no ampio laboratorio
do qual s hoje o Sr. D. Carlos comega a
colher os fructos, alias altamente lison-
jeiros, tanto pelo lado moral como pelo"
pecuuiario.
O Sr. D. Carlos nao se deixa, pora,
djrmir sobre os lour s, cogitando sem-
pre em ampliar m>is o seu estebeleci-
ment, estudando o pr cesso para o fa-
brico de outros productos met-icinaes que
serSo. antes de todo, submettidos a ana-
lyse dos mais notareis e inteligentes me-
dico?.
Os noasos cumprimentos a e>8 homem
ilbstre que, em B .tucat, got de geral
8j mpatbia e ao qual desejames prsperos
negocios.
Instituto Dezenove de
Abrsl
Sob a direc^o
DE
J. A. Porto Carreiro
Ra dcHospicii^n. 53
A matricula de
deste collego est
7 do correte.
Admitteoi-sa alumnos
internos e externos.
103 Di
admis ao s
(berta desde
aula
o dia
inter-.es, semi-
Instituto S. La* Franca
, Regido por D. Lunilla Mouteiro,
abre suas aulas no dia 15 do. corren-
te ra de Mathias Ferroica a. 40
dunda.
1
V

l


Diario de Pernambnco abbwdo 11 de Janeiro de 1996
-
I
i
Instituto Philomatico
Kua, Viscoode d'Albuquer^ue a 53
Director Bach.ral 01 nto Viotof.
A nulua d*ate c Uegio estuco ber
tM do dia 7 do crrante em d'&nte-
Collegio Saitta Cruz
N. 75-RDA DO,jH^PICIO-N 75 .
Estarao abortas do #7 de Jaoeiro em dian
t e as aulas d'eale aMbelecimeaio de iostruc
qo primaria e s
Admiun al
externos.
Prospecte*
Jara.
internos, seml-internos e
5o fornecidos no coll'gio.
Os dir-clores,
Jiquim A.dt Mendonca Simt.
Antonio da Silua Guimafae
/ CONSTIPACES *&" Peitonl Catbrieuie
DE RAULIVEIRA
DBOGABIA BUAi
tDITAES
Colleeta .Maneipal
^y^ Freguesa do Recife 9
*-* Desordeno do Sr. Dr. Sub-Prefeilo do
Municipio d0 Reciu de conformidad, com o
"aposto Be a*. 1. (A) das dispos.cc-es geraes
Aa le 0. 72 abaixo se publica a c-llecu fela
Sativa ao imposto do 66 vnta por canto
obre o valor locativo do orcamento, Acaro-
do marcado o praso improro?avel t*
dUi para as reclam-ces que so pode So> ser
Sui por meio de peticao entrada no livro da
porta da Secretara :
*^ F, resuena de S. Jos
n-mrn Valr locativo
I*'m Ra da Marcilio Dias
80 Josa Antonio M.rinbo, des-
pachante de navios
84 Ferreira Medeiros, despa-
chante da cat
90 Gustavo Emiliano & C ca-
sa mortuana .
94 Estanislao Jacory, oaicio de
oortve8
102 Geminiano Francisco da
Silva, offina de alfaiate
104 JosLibani) Pereira Macha-
do, dem dem .
103 Antonio Ferreira do Olive-
ra, escriptori de commis*
sao
118 Francisco Vianna de c*rva-
lno, oQi-.ina de aapateiro
93 Manoel Antonio da Silva,
omr.ina de marcineiro
119 Hermenegildo R'beiro da Sil-
va, dem de violas
127 Francisco Jos de Abreu,
aeposiio .
129 Agosilnio E'be, offlcina de
marcineiro
135 Antonio Salgado de Alou*
querque Maranhao, pharma-
Pltl
137 Adalino & Silva, taverna
139 Theodomiro d03 Santos Sel-
va, pharroaci*
141 Joao Correia da Gusmao,
laverna
Ra Lomas Vilentinas
21 Manuel de Oliveira
Antonio Eduardo Bi?po, offi-
na de Marcineiro
31 Francisco Xavier da Cruz,
dem de sapateira
3938
480S
3 DOS
2403
120S
120S
COMIEBN
Holyn Commercial de Pernam
buco
COTAgES OFF1CIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Proco, do Recife, io de Janeiro de l8g6
Cambio sobra Londres a 90 d/v, 9 1/8 por...
Cm^debr.vi=a 9 d/a por 14C00 do banco.
O presiden le,
Antonio Lonardo Rodrigues.
O secretarlo,
J ido Leopoldo ao Reg Villar.
Cambio
Oa bancos abri-am com a taxa de'9 1/15 d. o
bre Londres a 90 d/v, realiaodo-se pequeas
faosarces. ,
Pela urna bora da larde con=tou alguna oe
gocios por do dos bneos, a 9 1/8. retrabiodo-
a em seguida para 9 1/16.
Em papel piriicolar nao coostou negocios.
Lettras particoUres loram off recidas a.....
9 1/8. ___
Cotaces de gneros
Para o agricultor
Aseacar
Orinas, por 15 kilos. .
Cryt'aiisado dem dem
Branco, por 15 kilos
gmenos por 15 avos.
Mascavado, pe- 15 kilos -
Bruto, por 15 kilo*.
Relimes......
7*500 a
6*000 a
6*800 a
iioo a
3*200 a
3*300 a
2*800 a
8*000
7*200
8*0 K)
4*500
344-Hi
3*600
3*030
Algodo
Cotou-se o de prlmeira sorte a 134106. o
mediano a 14*100 e o de eegoada sorte a 134200
por 15 kilos.
Aleool
Por pipa de 430 litros 185* nom'.Bal.
Agurdente
Por pipa de 480 litros 103* nomimal.
Couros
Seceos salgados na bas de 12 kilos 1*000 rn
venda a refugo 666 o kilo,
fardes 600 ris, ulumo preco.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
el
Por lOOfOOO nominal.
Importaco
Vapor trances Ville de Sao Nicols, entra.
do do Havre e Lisboa em 3 do co-rente e con.
lignado a Flix Baodeira, maot'ebton :
Carga do Hav e
Agua mineral 1 caixa a A. Ribeteo C. 011.
velra.
Amostras 7 volumes a diversos.
Batatas 4Q0 cbxss a A Fernandes e C, 2TO
Lopes Alheiro e C. 100 a P de Oliveira
Mala, 59 a S iva Morones e C 50 a joao Fer.
naedes de Alnrulda, 50 a F. Costa, 80 a M. B.
de Macedo, 50 a Guitrja s e Valente.
Bebidas 10 calas a Dias Fernandos e C.
Calcados 3 caixas a Manoel Carnelro, 1 a J.
L. de Oliveira.
Chocolate 1 caixa a orlem.
Caximbos 2 calas a Francisco Lauria e C.
1 a Manoel Coliseo e C.
Conservas 30 caixas a Antonio Soares e C.
Drogas 1 caixa a M. I. Campo?, 9 a ordem,
6 a F. F. Leal e C, I a Goimartea Baga e
C., I a Parla e C 1 a T. dos Santos Selva.
Bspelbi'S 1 caixa a L. A. 8.laxar Jnior, 1
a M. da Silva Loyo.
Elstico 2 caixas a F. Nones e C.
Livros 1 caixa ao director da Faculdade de
Direito do Recife, l a M. Layme e C
Looc 3 barricas a A. Ribelro da C. Olivei.
ra, l a ordem.
Manteiga 80 barris e 100 1|2 ditos a Costa
LamoB e C.,0e5aJ. F. de A'meMa, 50e
60 O Rosa e Domiogoes, 18 e 90 a Amo-
nio Sroare C, 25 e 35 a F. de Carvaloo
eC.,11 e '35 a Caldas e C, 20 e 10 a Das
Fernandes C, 10 e 10 a Alves de Freltas *
rmos, 15 e 20 .a Lopes Alnelro C, 5 a 15 a
P ereira de Carvalbo e C, 65 caixas a A. Fer.
98 Manoel Jos Ferreira, tiolu-
rar a
100 An'onio da Silva Bastos,
officina de sapateiro
74 Robarlo Crux, ofBjma de sa-
tairo
Roa do Coronel Suassuna
218 Jos Gomes Ferreira & C,
tavaroa
296 Caaaimiro Adolpho & C, U*
Tema
97 Joao Frera, oficina de sapa-
teiro
119 Bellarmino Lourengo da Sil-
va, (averna
149 Man.el G. Moreira, taver-
na
217 Cbriaplm Selorio, officioa de
turrad ir
Ra deJ. Joao
48/48 A Slva Fernaodes e C. fabri-
de movis
12 Abel da Rocha Pereira, ta.
verna
5 Joao de Araujo Maia, car
voetro
17 Henrique Felipe dos Santos,
orHcina de mi' -laeiro
63 A Alroefda & '-., caVoan*
Bq2 de Felippe i amarSo
97 Jos dos Santos Villaja, of-
ficiua de Terreiro
111 JoSu Jos Bernardina
[ Ra Mrquez do Herval
68 Carolina Candida co Monte,
laverna
96 Rusa & C, iJem
98 8ilva & Araujo, Looca de
barro
108 Francisco F. Ferreira Guf
maraes, ofcina de ferreiro
124 Jos dos Sanios Moreira, ta-
ve na
126 Antonio A/elino de Araujo,
ta baca ria
146 Seraphim Corre a de /.rau*
jo, tiverua
160 Dmiel Marque", idero
141 Jos uias Ouimaraes & C,
dem
105 Almeida e Si, dem
Travesea do Pocioho
33 Jos Malaqoias Maitias,
laverna
67 Araujo e Runos, carvoa-
ria
Ra 24 de M.io
3) Manoel Angelo da Cruz, offi*
cia de marcineiro
Rui Diis Cardoso
60 Franci-co Autooio de Oli-
veira B azil laverna
91 Jo? Jaocidio dos Santos,
taverna
Ra do Passo da Patria
2 Manoel Batista, io( I
Ruido Paire Nubrega
66 Caetano Pa heco da Silva,
taverna
Ra da Victoria
1G Albino Lima, oflkina de fer-
reiro
Ra da Caleja Nova
65 Mvio-I Jos Fncaeco da
Silva, taverna
27jAqui o e C labacaria
33,Souaa e C, laverna
39 Manoel Joaquim Cavalcanti,
genyibirra
Ra do Gazomet o
Fabrc< d estopa
Ra Vilal de Negreiros
1 Jci Fernandes Mosquita,
jPfdepoHiio de carvo
7 Jos Burgos de Menezes,
barbeiro
11 Amonio Jos dos Santos,
carvoana
I
200S
1208
2008
380*
3608
8008
4008
3308
3008
8008
3308
3008
6008
2108
3608
1208
1208
3i08
2103
1808
3008
390*
3008
2139
4008
3308
4003

'"' 3008
3038
1658
3b'0S
2008
2!3S
1208
1508
2408
3008
1408
5:0008
3008
1208
2408
oaodes e C 30 a o'dem. 12 a Caldas > C, 17
* Amo i S a es e :., li a Manoel Loi.ee o
SaeC. 32 a T. Cwt'eC.
M--c.donas diversas 5 volumes a Pareot-
Vianoa e C, 3 a '-uimarSea Carc'oio e C, 1 <
F. Lana eC, 1 a cosa Campos e C, 6 a o-.
:eui,a K. M. da Cosa e C, 9 a H. Roo
ao yol, 2 a Eloardo Paiva, 1 a Julia Ddo-
d'erlrin. 1 caixa a a. I'erelra de .ixev-do, 2 a
Cesar Lopes e C., 1 a J. Brasilisco, 1 a A. de
Carv.lbJ, 1 a Aona P. do Reg Medeiro, I a
vlova de Eugenio Goncaives Cascao, 4 a A.
Gaocue eC.,l a Antonio O. de L'mi e C 1 a
L te BjsIi'S eC. 5 a Gaimaraes L coa e C 2
a Oliv-ira Bs os e C, 3ja F. P. Bliireao, 2
S.oe* Konseej eG.,li Mmuel tabella e Q.
Maten I 418 vo ornes a orlem.
Pjpel 5 caixas a An ojio Porera de ki v
do.
Po'ce lana 1 caixa a Pedro Animes e C.
Presos 32 volumes a Albino Silva e C.
Qu-1 jo t t oa a orden?
T cidos 9 viluxes a Rodrigues L ma eC. 4
G. Cuoba e C, 1 a Moni-a e Azeveio, I a
He obi eC 1 a Epipnaoio Lnp*8,1 a Majoei
Lopes M. Ramos. 1 a Tenorio Amorim e C. 2 a
Affnipo Mala eC.la FraocIrCJ de Aaevedo e
C, 2 a LatOer e L Dula, 1 a Fe-reira e C, 1 a
Antonio F. de Atevedo.
Velaa 23 caixas a Das Feruaodes e C-
Viaoo 9 ca xas a ordeno. 5 a Jo F. L'ma
iC.
Vidros 13 volomes a Guimaraes Braga e C
Carga de Lisboa
Az'it* 25 ralxas a crdem.
Cal 50 oarricas a I. F. de Carvalbo e C, 50
a All.jnso T.borda e C.
Fructas seccas 1 caixa a Guerra e Feroao.
de?.
Figos 2 caixia a Aitoaio Pereira de M ga-
IMa-.
Gj^-o I barrica a H. Rjoqoayrol.
Ltco'es 200 Ciixas a D. Fernanaea e C.
Masa de tomata 20 caixas a ordem.
Pdd'as 11 volames a Antoaio Jos da C.
A-aoio.
Tecidoa 1 caixa a Aves de BnttoeC. la
L. Mala eC.
Vinagre 10 barris a M.ooel Cielho Pires.
Vinbo 12 pioaa e 50 barril a A. Fernn''1* e
C, 12 e 50 a Antoiio Mara e S i.a 10 a 2 0 i
ordem, 1 e 7 a Jj Rjdrigoes Mala, 15 oaris a
G. Cuoha e C. 1 a Jo> M. de Andrade. II a
M-nde- Lima e C. 15 a Jos F. Lima e C, 8 a
V. Marqoes e C, 14 e 21 calas a Minoel Cce
Ido Pires.
" *!
Vapor iogles Bxolonr, ntralo de Liv rpoo,
e L sboa e cosdgnadu a Blackburon e C.
manifeslou."
Carga de Liverpool
A-ro 300 secos a &. Fernaodes e C, 50 a
Companiia lodust'hl Pernambucana.
Arcos de (erro 247 fexes a Amonio R j Jrt
guea de Sooxa.
Amosiras 2 volnmes a ordem.
Agoa mineral 10 barricas a Pereira de Paria
C.
Barro prova de fogo 58 barricas a ordem.
Barrilba 25 tambores a Fonseca Irmaos e C,
25 a Sanies Araujo e C.
Barras de ferro 247 234 feixes a Antonio
Piolo da Suva e C 3S0 fex 8 a A. de Carva.
10o e C, 45 a Jur de Mace lo.
Bataus 91 caixas a Salzer e KanJXfia^to'
Aoranles e C. ^--^'
Cabos 42 rolo3 CoBpahia Pernambucan
unapos 1 caixa i ugasio Feraandes & C.
Calcado 1 caixa a Paiva Oliveira C, 1 a
Maooel de B. Cavaicaote.
Cerveja 30 caixas i ordem, 10 a Dias Fer-
candes & D.
Cidra 25 caixas 4 erdem.
Ci ks 9 looeladas a Estrada de Ferro de Li-
moeiro.
Carvao de pedra 600 toneladas a mesma, 210
Bmpreza do Gax.
Canos de chumbo 50 rolos a J. de Axevedo
&C.
Chapas para fogao 105 a Antonio Pinto da
Si.va & C.
Cofre de ferro 2 caixas a Osvaldo de Gua-
rnir.
Caoog de farro 23 feixes a A. de Carva'no &
C, 1 barrica a Almeida Bastos & C.
Elstico 2 caixas a Alfredo & Fernand 8.
Estopa 19 fardos ordem.
Folhae de ferro 112 a Miranda 4e Sooza.
Ferragans 3 volornas a G de S. Pefxe, i 11 a
Mi anda & Sjoii, 27 a Vianna Cuatro & C, 94
a Antonio Pinto da Silva 4 C. 9 a Oliveira B tos & C, l a A. de Carvalb.i & C. 4 a Gomes i
de Mittos I'fTj&o?, 3 a J. de Atevedo, 1 4 Coo-|
p nhla de Trunos Urbanos. 10 a Albioo Silva
17 Joaquim Nic lo Ferreira, l
talho
21 Pereira da Costa e C, ta-
verna
23 Augusto Cmara, taverna
29 Manoel Beolo l'inheiro, re-
Saacto
41 Jos Alvea de Almeirla, ia-#
varna
93 Jos Ferreira, taverna
115 Jos Dias de Almeila, ta-
verna
14) Marcos Ribeiro Pires, taver-
na
129 Luis Walfrido de Carvalho,
fabica de caixas
147 Martina Ribeiro e C, pada-
ria
151 Pirmi:o Ferreira de Goes,
taveroa
153 Jos Gongaiv.-s Ferreira
Gnimar&es, padaria
155 Nicolao Jos Ferreira, la-
verna
157 Manoel Alves de S:nna, ta*
verna
2 Alfredo Molli, olflcioa de
alfaiate
10 Manoel Goncaives Marqu s,
padaria
12 Alexanirados Sintos Sal-
va, plia- macla
18 Pedro Alejandrino Filho,
loja de miud 'Zas
21 An onio Beiria, gengirirra
26 Manoel di Cosa Cmaro*
le, gengibirra
23 Joo Ma ioal de Franja, of
flema de marcineiro
30 Goncaives, Pilhose C. ta-
verna
32 Mano;1 Ignacio dos Santos,
ott'c.ina de sapaiero
34 francisco dos Saulos Mo-
reira, taverna
38 Joaquim Mariins Vital, bar-
beiro
40 Jo A tonio Moreira, pada-
ria
41 Bartholomeu Cesar de Li-
ma, barbeiro
46 -48 JoAn Antonio Francisco Al-
ves refinac&j
90 Jo- Mariins de Almeida,
laverna
92 l'onciano F. de Azevedo,
officina de alfaiate
151 Jf L'pjs Ferreira Maia,
taverna
Travessa do Prala
Gi'So & Iraao, taverna
18 Jos Maiaquias, tjverm
20 Costa & Silva
Ra do Forle
19 Trajano Jo^ de Lima, ta*
vena
54 tlfredo de Andrade, ca:
voaria
Ra Domingos Thettonio
2 Joao Alves da Silva Mai,
laverna
10 P nto & Santos, reflnagao
15 Manoel da Co ta Fernaodes,
taverna
33 Floreuiina Bezerra, Carvoa-
ria
49 Joaquim Fra cisco L pe?,
taver ia
Ra do Padre Floriano
14 Francisco Izidoro da Silva
Santiago, officina desapa-
ie;ro
5 E>tevao de Ciusmao, taver*
Da
Travessa do Serigado
1 Jo Ribeiio Goimardes &
C, taverna
5008
4008
4008
4038
4008
2408
3038
3308
2038
3308
3008
8301
6308
3308
2408
6008
4308
3 08
1208
2493
2403
3038
1038
3008
2108
6038
2408
8008
4008
1508
5008
4308
2003
3608
1208
3008
4033
4003
3G0S
1208
3608
1203
4008
3003
& C, 1 i> D'as Mor-ir & C, 8 a Rab-llu
& Sooia. 3 a Aliif-da Gones & C, 61 a E tra-
ta de Ferro d > L iioeiro.
Fcga-ii-os 310 a A itooio P. da Silva C.
Fa'ioba de iruo 59 saceos a Companhia 1 i-
du^t 1 I Pernamoucaoa.
Pona 4 u.rric a a Mi*>nda & S-uta.
Kolhas dp Fiandres 40ciixaa a Aatoolo Po
lo da Sllv & C.
G.mma 80 saceos a C)aapanh|i Isduitrial
Pe-oanobacaua.
L-ite condeusido 10 oaixas a J. Teroides
de Al > ei .
L>oca 30 leiio a Joao Dias Mirelra & C, 1*
a A. Feruaotes A '. 8 b I caixi 4 ordeoo, 2
oarr 'as DfOlato T rre~ & '*.
Linba 10 ca xas a I. M. Hood.
Mjv i' !3 caixa* a ordru.
M-'cadnrlts 15 voiomei oriem. 45 a Ga-
mares & Valen \ 2 a A. Campos & I nao, l *
Prfn-iitw Vianda Se. C. 2 a A. Gomes & C, 1 *
G. Plmen I. 2 a A. P. dw Axevedo 31 a Em
oreza do G z 2 a Maooel da C. L bu.
gMaieriae- 9 voluoie' i Compaonia lalustriai
ih Placi e Tecidos. 7 Compaubia jerloola
M^rcaatu. 67 ao Or. Pra ci'o d* C. B-Urlo
139 a orlem, 180 a Reci'e D aynage C^mpany
41 ComDinbi. de Fi ci> e Tac dos, 142 a loa
quim Jof Gil obri. 2 Das Pootua1, 10 a Com
panma G-ral de Mjlhor.i i enms.
Oeo de liohag 10 barris a A. de C'valho
4 C, 10 a Antanio Pl Jto da Silva C, 5 a Al-
& C,
J
* C, 3 a Jos de Micedo, 2 a Carlos Hallidayae agurdente.
bino Silva & C. 5 a M' aida & Sonsa.
Puns 2 caixas orden.
ProvlsOes 17 cixas a Das Feroaades
9 a Ab-aitea C.
Sida causilca 5'J aubores & ordeno.
T jlos p-ova de fogo 25650 ordem.
Tecidos 22 vtlames rdam, l a Ounto Ja>-
dim & C 4 a A Mata & C., 1 a Rod'izoes
Lima & C. 4 a Silveira & 3 a Emphan o
Lope'. I a M. Primo & C, 9 a Dias Lmreiro
& C, 3 a Sooxa Nogueira & C, 2 a Alves de
Brillo & c, 4 a Aadrade Lopes & C, 1 a Mi-
tins & RodriKjes, 3 a Lourelro Mua & C, 5 a
G. Cunt & C.
Trig) 293 saceos i Compaohia lidust.-i 1
Percamboiana.
Tintas 25 barricas a Miranda ie. Soui \
Vidros 59 caixas a Vianna Castro 4b C, 2 a
A. Gomen & C.
Wniikey l oarril a Torres ImSo.
Ziaco 15 barricas a Mi'aada & Sooza.
Carga de Lisboa
Az'-tp 100 caixas a Silva Guioaraes & C. 50
a Ferreira Kodruue- & C 100 a A. Feroaodes
& C, 50 a Ramo3 & G'poert.
Cama de ferro e perteace 1 a J. R- A. de
Amorim-
Ceboiaa 250 ciixas a Silva Gaimaraes & C,
100 a F^rr^ua Rodrigoes & C, 100 a A.'F.r-
nandes & C, 2S a Galmariea & Valente, 25 a
Castro Lomos & C.
C minno8 55 sacco a Silva Gu Cal 10J barricas a Lopes & Araujo, 110 f
Amorim Feroao Jes & C, 25 a Castro Lemos
& C, 15 a Goimares & V Cioau-vas 73 calxaa a E M. de Barros.
XProvieOas 5 volumes a Jote de S L)pe*.
Pasaas 6 caixas a fanl oo de Oliveira Mala,
Smenles 1 caixa a Pujas Maode< & C.
t^Sardiobas 400" caixas a Silva Gulmraes
& C
Vnoos 18 pipas e 85 baffa Jiquim F. de
Car'vjlno 4 Cx'tS'-e-aj barra a A Fecnaodei
& C, 60 barris a A. abra & C. 18 a Esie-
vo de Gusm&o, 15 a Rosas Mandes & C, 5 i
ordem, 3 a Joi Ridrigues Mala.
o
Kecire. 10 e Janeiro da 1896
Para o exterior
K No vapor allemao Habtburg, para fie-
maue, carretn:
V. Neesen 250 saceos com 5,807 k il 03 de caf
e 1,178 kilos ce bagas de mamos.
Para o interior
No vapor nacional Oceino*. para Rio
Grande do Sol, cirregaram :
A. Fernandes A C, 100 saceos com 60,000
kilos de assucar branco e 800 ditos com 60 000
aillos de assucar mascavado.
No vaper noruegue .se Kong Frode, para
Rio de Jaoeiro, carresaram :
P. Alves 4 C., 4.000'Bicco8 com 240,000 kilos
de aasucar mascavado.
A. Tahorda & C, 1,747 saceos com 104,820
kilos de assucar braaco e 263 ditos com 15,780
kilos de assucar mascavado.
No vapor ooruegueose Baan para Rio
de J>neiro, carregaram:
A. Irmaos & C, 2oO saceos cem 14.500 kilos
de algodao.
P. Fd-rera & C, 100 pipas com 47,000 litros
Roa Chrislovao Colotnb >
Joo Ferreira dos Sanio?,
ta erua 3908
Ra do Nogueira
1 M noel do Nascimento Ri-
beiro Pessoa, taverna 2508
29 Eugenio da Silva Oliveira,
tiivwrna 3008
Ra da Assumpco
2 Domingos Googaives de
Abreo, lunileiro 1208
2 Ramos, bMhja &. C, bote-
quira 1803
4 Antonio Jos Martmet, re-
loj oat-ia 2108
8 Miguel Francisco dos Anjo>,
Hotel 3038
Manoel Teixeira, hottl 2408
Ra Antonio lia Tiques
16 Joanna Francicade Almei-
da Sanios, oficio da bir-
bairo 2008
Ra de Santa Rita
1 Jo4o Mtrlins da AJSumpsSo
laverna 8008
1 Manoel Wanceslo de Oli-
veira. barbeiro 1838
57 Jo&o Bap lata Goncalve?, of-
ficiua de marcinsiro 1808
Ra do Padre Munix
1 Engracio R beiro de Mello,
taverna 488
3 Mtria Benedicta de Mello, ,
carvoaria 4938
5 Jo8o Luis Vianna, hotel 4008
7 Kraoeueo Marcelino Mun'.ei
ro, taveroi 4008
15 Araujo & Lobao, armazera
de maleriaes 008
17 Cavalcanle & C, armaxem
de madeiras 6098
21 Fioriano A da Trinlade,
oficina de ferrer 'O
35-3." Seraphim Pereira Lope?, of-
ficioa de marcine ro 1.2008
33 Gemil O. R de Axevedo,
padaria 0O8
41 Maooel Francisco de Souza,
oficina de carpina 3S0S
67-67 a W11son, Sons & Company
Limied, ofcina machaoica
e de ca-pina ",?k
61 (uimaraes & Silva, laverna 4108
53 Bernardo Sanios & J., offi-
una de serrallieiro 1:008
So Tertuliano Xav er da Canha,
ofcina de sapaleiro
30 Jo- Adelo do Nascimen-
to
( onlina).
8acrelara da PTefi-itora Municipal do
fe, em 8 de J neiro de 1896.
O lancado-,
F. A. Brndito Cav.lca*te.
1208
3608
Red-
Largo do M :rcado
1 Illvecio Barretlo, taverna
5 Jo- Archanj) dos Saato?,
hotel
9 Lag'S, armazcm
11 Ainonio da Losta Rodri-
gues, reflnavSo
13 tuades & Tavares, taverna
15 Vasconcellas. & C, laverna
25 Amonio Gregorio Chaves,
carvoari-i
Ra de S. Jos
2 Gomes & Irm8<% taveroa
53 Aguiar & C, taverna
15 Joao Bapti-ta, ofcina de
sapaleiro
Travess-i de S. Jof
1 Marcelino Ansb-ito L^pes,
laverna
Ra des Pescaloreg
43 Herculano L*mo8, taverna
Largo do Ko-le
4 Jo Francisco Beoio, ofi-
cina de ferreiro
Travessa do Peixoto
15 Baptista & [rmau, laverna
4201
2408
3008
4008
2108
3693
308
1203
3308
1893
2408
3608
120j
2403
0 Dr. Jof Julia Kegueira Pmu oe -tuta juix
de direno do l* dtstrxo criminal pmi*
nileda 6* 'p'i'-'oo'linar.a do jn-y do mu-
oicirio do Re i'e, etc.
P>co aber a n- e-n inie'essar posaa iue em
vinude roil 29 I e 2- da I i o. 15 de 14
fe No-embro o, i89l, furauo motados oa ]Ui
x' He fado iafra decla'ados, e con ca quanilae
ab x> mrn-lo ad^s ncr uSo teeuo compareci-
do a referida cesado:
Aot o'o Mart na do H o 1*5*
Aoiooio I Am n o S-**erinoJ rdim '*f
F aasco Xavl-r Frere 12 #
F anj.C' Mi b*d) Dia H"'*
Ho-acio Ma-iio* de Amorim 125/J
Jnqoim Aoas'acio Das tioJ
J 3o MiNl-nu R'DeTO 15-*
Joaqmm Oiet;-'i'> Gimes d Silva i'5
Jue Fe'-eira Pint H3*
Jofto R-b-i o Be rl > 125*
Joaioim E^ieve-AIvs !lo<
Miooel ferreira da Crux 125
M n el Aui-n-t' na Caoba itt
Manoel Bog-- L ai <2*
Soios'iaao de A ooqoe que MiraohSo 124
An'OOio Mi'an-ia da Iva P. AiiIjuio Luk Ri e: o 6*ima*I-a 1:04
Bvnariao Ji Seo i Ferreira Cairal J-
nior 1-0*
Canudo Angust de A"io^oerqni Sj-
bral UO
Fr.n-.isco 1a Coala F^rrax 505
Fortunato lor de O'itai'a u-mi 1 05
fl-rmeneelllo'ta.*-iiva L'yo UO*
Juo Oe A4SI8 Percra Hiiooa 1204
Jifio Bjoa'll) d- M-ira L:os 1204
Jcld r Mi oda F agj o i4
Pedro Goncal ei irf oliveira 1204
Roloipho F;o-n no C.-ne oM-n'^iro "4
R.v-buoio Mmoo Moreira U04
Autuoij Pon arpo d Salles i i i
Antonio P.-jiro ie Si Barrttt) Hr4
Antn o Gom's e sa 1 54
-, (r ju G.rrctt U54
Augusto Cabra) ip Br es H54
B^ nardOO Pl ;IO M 'ela 11 4
umioiJ, J s da i iva Bia-ViMa H54
rT-^iope B x-ra Cj'a'c.i ii M di:ai H5
I* i ido de Ar Jo H nnioo de M.ra .i* li>4
Ja HcM ai S Iva H5*
1 Joaquim Jo^eo lo Goojj< da Sv ir*
Jo quui do E'piritj-Sioto ftijlrt 1154
Ur. Hi l'j Rilrlgoes ie S Uii Vi iooj 115*
U'ilK.'l I' M !( os lia t) i d 1.55
idro Au unes 115a
R que F ao |3 o da 3vi 1154
A t oo Civaicinte d Alcoqo rque 1U'5
A btrio d= Siqi'.ei a Cavalcauw oe aIju-
qoe.-^ue 1104
Com.ntiao Vki-a L ma H04
Francia o Vicio ho dos jaa'08 1104
J i^e F auisco R'O-M-a Pi -lo 11(>4
Jo Joajuin Alv?s HC4
JoSo Friix de dV'ira H<'5
Jo A. Cirreij do Ni-C mjHO Ml>5
J a Vieira R-ana HO*
Jota Alv-s P mn.tei 1104
\] n >l Peeira o Coma 1104
Anla'ii) GnufS Paia 10 4
Ca-loa Krude-lco 01 vei a 10.15
tll.'U R -xios de Barros e S.lva 1055
Camlilo L'iiis na S Iva. l0~4
Kiiona j Robe t> Gumi'ei lti55
Joa AHoiSo B" f-e iiva 1055
Jj II lelonar. Ca v liio Le*0 104
Ho v*pr ingle Sbafiesoury, para San-
toe, o* re^oram : ,.
A Coila Fiota. 800 ?a:coi cora 48.0'U
k | h df assuctr branco.
S:iv.Gjimre8 &C, i^O barris com 8,710
lilroa dw goane le.
Para Rl > d' Janeiro, r-aregaram :
S Iva Guima -." & C, 25 lioas ern 13.150
|,tros ie aicool u 50 ditos co'u 26,500 Jnoi de
ag arlen e.
No a o-oa-ton! I aoema, para .no ai
Janeiro, 'arrega-am :
1. Goocile- de A-a-iio, 23 pipas com 95 000
litro* de alaotl e 10 ditaa com 4 830 di os te
too rdeote.
No vapor f.*an*ei V. de S. Nicalo, para
Sano<, carregaram :
A. Fe-oandea & C 730 kilos da paloa de
C"'nuia.
=i No vapor aicional lUq'il. paraCoruna,
carreja-am :
A. Kernaoles & C. 90 kilos de plassav.
No vap r nacionalJilo 13, para o IVO de
Jan-iro. rarr.'gararn :
P. Pia'o & C, 3J oipas com 15,150 litros le
a^uardent*.
Pan Victoria, carreearam :
P. Pinto & C 60 barris com 2 6W litros de
agurdenle. ...
J. T. Carrelro 26) sacco3 com IS.'jOj ki os
de asau-ar braoco.
Made ra & C. 3 caixas com 71 ki^os de dore.
.no vapor naciooai B-ax I, para Maoaos,
i* I 'f J fj J fB fifi '
J. T. Carrelro, 3 pipas com 1 620 litros de
alcoo, 5 oipas e 15 barris com J,75 ditos de
sgoardeoie e 30 barricas com 2.176 kilos de
assocar branco.
C Piqio & C, 1 caixa com 59 kilos de doce.
23 sacc s com 1,500 k los de assucar braoco.
10 saceos coro 8U kilo de asaocar retnalo, oo
aixaa com 520 litros de geneora, 10 ditas cooo
120 ditos de vermoith, 10 d lis com 52 dl-os
e cidra 10 dita com 120 dl barris cm 1,350 ditos de vinagre, 215 dito-
con (9,575 dnoe de aguardante, 5 ditos com
i-35 diio de alcool.
J. S. .'A-naral & C, 10 Dama com 880 litros
de agoa dente.
Para o Cear, Cirre?oa
C. raurqies, 6 saceos com 20 kilos de feljao
e 400 ki'os de barago de ai^odao.
Para o Maranhao. carrejaram :
J. S. de Amaral C, 20 taixs com 200 litros
ae varmoutb.
J. Rodrigues, 6 caixas com 120 litros de cer
oijj
No vapor nacional Jaboaa, para Cea-
r carregaam:
M.iti a 4 C, 4 ba r!s com 840 litros de
vinbo de frurta. ,. ,
J. Salgneiral & C, 80 barricas com 4 2,0
kilos de assucar reflaado.
Para o Aracaty, carregaram :
Pereira P.nto & C, 5 pipis con 2,400 litros
ds agurdeme.
J. S. de Amaral 4 C 30 caixaa om 2iO li-
tros de .iono de froelas, 1 bar-il com 90 di o <
de alcool, 16 caixas com 434 ditos de cerveja e
45 ditas com 403 litroi de cidra.
Para o Natal, arregaram :
A. Machado & C, 2 v.lomes com lab kilos
de tomo.
M. Collaco & C, 4 caixas com 60 kilos de
vellas.
Para Vfaco, carregaram :
J. Salgueiral & C, 84 barricas C3U 7,456 kilos
de assucar branco e 13 sitas com 960 kilos de
aaascar retinado.
Para Jtfoaapr6l ca-regaram :
J. Salgueiral, 67 barricas com 3 848 kilos de
asquear braoco e 24 dila 30 ifilO ."los de
de BsaCar retira io.
Para Parabjba, csrregaram :.
A. Mchalo & C, 1 caixa com 96 kilos de
fome.
No hiate Barre), para Macao, carre
g8pa Rodrigues &C, 20 cairas cotn 40 kilos
ds saoao, 4 ditas com 31 litros de cidra e 1 dita
com 16 ditos de o eo de ricino.
Para Mosaor. carregaram :
M. Vlegis & C, 15 caixas com 105 litros de
Pigueiredo Costa & C> 1 barnl com 85 litros
Lopes Alheiro & C 6 caixas com 120 kilos
de saoao, 2 barr cas com 150 kiloi de asacar
branco, 11 caixas 93 litros de genebra, 1 dita
com 28 ditos de agurdente, 3 dtis com 27
ditos de cidra e 1 barril com 50 diloi de v-
o blata C. do NUI, para Natal, car-
regaram :
Fabrica de Estopa, 200 saceos de estopa.
Manoel Jc Tm> ira Fon es 1054
Joajuim Jote Ratroa 1054
Albcno Casuli i Br O'ao 1004
Beov-ou o da Coala Da las 1C04
Olimedes de Soota Bsrroa 1004
Jof Pereira oe Macoo lOJpt
Luis Borlamsqui <00t
M 00--I Antonio de Miranda Leal 100*
Pedro Pooies i-errax K04
Antonio Ame-leu R'bel-o de Carvalbo 95*
Anxeimo Dias l'o ho 954
Adooio Soares Pombo 95*
Dedid'oSil'io Raixo da Crux 93*
Prnc seo Xivier dr a Lsi lo 95*
-gno Perrera ''.e Car-aibj 954
Zica ias Jje m Reto 9 *
Vicior Go'ic-lvex ie Souta B i'So 94*
Alfredo Uo- co Go nur&ea 85*
Penti do Reg Bar-oi Temporal 85*
Bellarmino Correia i StUa 83*
Antonio Gime da Silv. Araujo 85*
Ernesto Marones de Aroorloj 85*
Praoc s x Amaocio da Silva 83*
J aqnim A'cibl^dea p-- etrt Caldas 854
J). qcind Rg B.-tos 8'4
Loix de Car~lho 884
II*. Antonio da S Iva Goiuoa a?a 804
Aq.O'Ho -oa.ju ni de P al* M.t a 50*
Aureliano Soc ales de 111 -J Alba
qee quj 80*
Firiuna'o Ti-qu'-f de Araujo S.Uaobi 80*
Berna-di m Ji-e Mirt os 80*
iltloo Cor eia ta> 80*
Kddolpbo M-rt'na BJj-ei-a 804
Fraici-co Tr..*oiliao de A m id. B.3tos 8)4
Aoto lio Marjue- d- Amo im 50*
A.o h lij Vi-ira d<- L na Junio' 504
A itoiio AUiiUst' de Ara jo 504
Aot imo V.i^co A ti > iej Cab al 604
tu oi'o Gtica!.ea Piotj 50*
;uto lio Al-es T :>.(! ra 50*
J .* F ao is-o P re.ra 504
E-nesto J0; Ferreira 504
1. U-vit-qoe de Oliveira Barroi 504
Jo au-ra M.ioel Co Jeiro 504
lOB MT 1, 8 do Bu. 50*
Pe-irj Brbi -a Si Nulo 504
Aria i es G.lina .es Pereira nos Smlos 504
U m a> Bex-aira da ila Albuquemue 354
Joi I. v.rc.< Counnhi 35*
J a A" nio oe A'auja 35*
Mi o Ka ro; CtvuScso'e Wanderi^y 34
Mm "i J> quin de Ca v-lbj 31*
M tootl Ramos da Ca. ba 33*
Biives r-- Thon i da Suva Fer ao 334
A-itooi i Jote Fe nandes 254
Alfredo da C st. Carolo* 254
Antonio He riq e M.f a Jnior 25*
Alipio Rsalo i- o ive.ra 254
Aitouo Ba 13-a a-> Ariojo 154
Fr neisco Jo d Me lo Cjsta 254
E qoe tica mirca o o p.axo d- 8 Jias da d i a
esli. para os meamos ]u,s-! de faeto r^quere*
e u ab su a recesas ye-ant- eite jo zo, jusli-
rfea i lo o molivoi d sea nao co uparecimeu*
to, e que ti n < ete eax o esofivlj renetlera
jo Cooceltio M iitcipal om cniia d laa'oimra-
tu ie i i.?j-ic^i Ja nnitas, bem oxo ou.ia
ai D'o uradur dos fettas da fazenda municipal,
aiiiu de ae proceder coirangt fxecuivi orno
d-te-cnlnaa sapra meaiooada ii e o ari. 182,
j t- e 3- do regoiam.olo de 21 Je Jioei o da
I8H3.
R-cife, 9 1- Jan-io de 1895
E, Flo'enc o R i ligaes de M ran la F aoc o'
esorivao do ioy o es ,-k i.
Jos Ju'iao R. Piro da Sorz.
Secretarla la ajTastlca,Negado
I ater es e In-tnicco Pu-
blica do JEstado de Per-
namoructa.
EDITAL
O S'. D". Secretario da Justica, Ne
* F nsj:a Ir r>aoa .v C 40 -aix<8 can 200 kilos
narcaca jaoooa-. pa a Paranyoa, car
re(aram :
Pab'iea de Es o->a 8 000 -.ae'^a estopa.
A. B. Pdaaoa Aibuquerque, tO.OOO litros de
sal.
Ni barcici D. Juila., para Ma el, car-
regaram :
J. S. de Ama-l & o., 10 Caixas com 2a0 li-
tro* < e cer .eja.
Na barcig* F.iha doa Mont33, paa Ma-
'atky. car'f-raio :
Aievedo & C, 5 0(0 Cgarros.
Na baru.ca Jove Palmira. para Al -
goas, Ca reiara.n :
M. Viegas F.inos 9 caa'oa com 9oo litro
de vinagre.
Ni ba'C?c }1U cill.n .. para Porto Calvo,
carregaram "
T. Lipa & i:., 13 ea:xss com 101 li'.ros de gt-
aeora e 1 caixa coa 8 <>iua de olira.
ReadlneaJo pnblleoa
Mea -e J.n-i-o au 1816
Alfundega
Renda eral :
Do dia 2 a 9 549:063 i 13"
dem de 10 9i:tJ8oa3J2
----------------- 60:764j89
Renda do Estado :
Oo da 2 a 9 133.2174715
dem de 10 48.821 606
------------. 182:0394352
Total 812:7854845
2.a si-gao da Alfandega de Peruaiouuc(>, 10
de Janeiro de 1886-
coere da seceso
L. F. Codecetra.
O theaoureiro
Lu Manoel R. Valenca.
RgCEBSOO.tlA :) ESTADO
Renda de 1
dem de 10
Renla de 1
dem ae 10
RB-JIfE DitAlNAGE
46:0904717
4-71143'..
50 802C6I
279*777
4
2794777
Uovluieato do porto
Navi s entrados no dia 10
Sou'hampt.m e eaaU-ii da, vapor irg'et
Tcam-s. de 3369 Dneladss, comman raiite
Jame Brander, eqaipagen 138, carga varios
geoaros ; a Amoiim Irmaos & C.
Santos e escolaII diap, vapor allemao Hi-
osburg, de 1996 toneladas, commaodan'e
J. Rabeo, eqopaneoo 80, carga va-ios gene-
roa ; a Vctor Neesen.
Rio de Janeiro e escala8 dia, vapor nacional
B-azll,* de 1999 loada las, commaodante
Antonio F. da Silva, eqoragem 60, carga
varios geoeros; a Pereira Carneiro & C.
Boenos-Ayrea e fseala-16 das, vapor Inglez
Badaworti da 1271 toneladas, comman-
daole Tn. H. Fix, equlpagem 22f carga ani
maes; a Wilsoo Sons & C.
Navios aahidos oo mesmo dia
Bu*no3-Avrea e escaa- Vapor ingles tTba
m-*,. ("onBoandaite James Brande-; ca-ga
vanos gneros.
Santos e escala-Vapor ing'ei Turkisn Prin
ce,, commendante J. A. Hogg ; carga vanos
geoeros. __
ParbyoaVaaor nacional Caplbarlbe, com>
mandante Varlaa'mo Costa; carga vanos ge
eros.
' Mercado Municipal i de 8. Jos*
O movlmento desta marcado no dia 9 de Ja.
neiro fot o segolnte *
Entrrram :
38 boi pesando 8,193 tilos
600 kilos oe peixe a 30 rs.
i compart com mariscos a 150 rs.
i ditos com camarOes *> 150 ra.
37 columnas a 9 JO rs.
1 cargas com gailinbas a 750 rs.
9 oassuaeB com gailinbas a 480 rs.
4 cargas cum milno verde a 450 re
2 carga com amendoim a 450
2 cargas com batatas a 450 rs.
t carga com macacheiras a 450 rs.
1 cargas com cebolinbo a 450 rs.
2 cargas com eerimuos a 450 rs.
3t9 cargas com turfloras a 450 rs.
154000
4600
4600
314S00
4750
44050
148C0
490-
49(0
4450
3450
49 o
8/4/.
1 carta com canea a '50 rs.
4 cargas coro Israniaa a 450 rs.
2 carcas com ionaran a 450
1 cargas com louess a 45 rs.
2 cargas cono melancia a 450 ra.
2 5 cargas cono diversas :wo rs.
2i cargas com 'arinlia 3 Mi re.
7 cargas com ruilhn ecco a 300 re.
1 cargae cem feiao a 3 !0 rs.
15 Sninos a t rs.
68 -neares a 300 rs.
12 comp. com -aiiieiros a 145W
9 comp. com acia l*oi a 14 .'50 rs.
8 comp. com fressur* a s* w s.
69 com. com faaeodas a tf -s.
21 ct'mp. com comidas a 14V51 ra.
49 comn. com verduras a 450 ra
400 comp. com faricha a 6<)0 rs.
43 comp. com taltos a 34000
Rendtmentcs dos das 1 e 8
4410
i*8<>0
4906
49 0
41)11)
4900
431X1
7460J
24<00
43C0
154000
204)00
1840 0
94450
74200
1384000
224050
524050
604000
1384000
52'4300
4.1'948O
4.712419J
.recua do da :
Carne verde de '2)0 a 14000 rs. o kilo.
Suloos de 14 a 14200 dem.
Ca-oeirode 142Mi a 145M) dem.
Faricha de 6)0 a 14000 rs. a cnia.
Milho de 600 a 14000 rs. a cuia.
t t-iiio Xavios esperados
De Hauoburgo
LuRar allerrao Axel.
Bnguo allemao Ono (rat ao Stalberg.
De N.w Port
Barca Qoruegeuose Rangaoy'd.
D (jardn*
Barca Doruegu^nse Wicooa.
Barca norueoen3e Sala,
Ba'ca norueRuenae J)acia.
Barca norueguensa Aunga.
Do Re de Janeiro
Patacho oorueguen'e Z-ritra.
Barca americana Virulilla.
De Terra Nova
Ligar iafclez Heldra.
LUiar loele Emolator.
De Felolaa
Ligar rotugoei Temerario.
Escuna alltma Sima.
Lu^ar dioamarqae Larow.
Paircbo noroeguense Eioar.
Patactoo ooruega Rodolpbo.
Vapores a entrar
MhZ DE JANIRO
Olnda do no l", a 11.
.IV sano, do =ul, a II.
Ioena. do sol, a 12.
PetoQ* de Trieste, a 16.
S. Salvador do sal, a 16.
."a'joaeui. da Europa, a 17.
Pono Alegre do sol, a 17.
. Daeube do sol, a 19.
Coarenle da Europa, a 19.
Nile da Europa, a 20.
MaranDo A^iatic Prlnce de N w-Yjrk, a 13.
Lia Palmas de G nova, a 27.
Vapores a sabir
MEZ DE JANB1R O
Rio e esc. <0liod a 11, as 5 ora?.
Maoaos e esc. Brasil a II, as 5 horas.
Plymou'.b e esc. Iberia a 1?, as 12 oras.
Gaoova e eC Rosario a 18, as 3 horas.
Maoaos e esc. 8. Salvador a 17, aa 5 horas.
S&uiuamptoo e esc. Danube a 19, as 12 b.
Sontos e e c. Paranago a 19, as 4 boras^
Llfboa e B>mburgo orto Alegre a 19 as 12 b.
Sartose e.c. CbVeai" a 21. ia 4 horas.
Boenos-Avres e esc Nile a 22, a 1 hora.
Saotoa e eBC Peto a 22, ai 3 borae.
Santos e esc, Aslatlc Prince a 26, as 2 b.
Saotos e esc. Las Palmas a 17, as 3 horis.
Mandos e esc. Maranhao a 2/, as 5 horas.
Seguros contra Fogo
Royal InsuraDce Gompany
de Liverpool
CAPITAL f,OO0,0OOO, Od.
tndoa accuAalados 8,274'9/3,19.0d;
I AGEiNTE
PQLMANN & C
/&
*>
i
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x
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I MUTIIUW
;,..^...>#


Diarl ile Pernamboco habitado 11 5
*s
B
I)

v
3


manda' f-z r fabl-oo para oa devidos
flditoa e em observanoia ao art'gp 85 do
Rf gulamento expedido em 23 do Janeiro
de 189J, para txeeocao da Lei d. 15
de U de NoVembro de 1891, que se
aoha vai.0 o o.rgo de joiz de direito da
4 vara^Feito da \z?ada deata ca-
pital em oonseqaeocia da nomeacSo do
magistrado oue o occuqava o Dr. S-gu-
muudo Antonio GoDcalvea para o de Juz
do Superior Tr.bunal de .'natic.
A vaga de que ae trata tea proen
chida pelo jciz de oireito mais antigo
d'entro oa que requeierem remocSo no
priz i de i 0 d-as, a cantar da data da pu
blica'o do preaente edilal ; ceabama a
reqaerer, o provimento aera feito pela
forma determioata no ar'. 24 do Rsgu-
mento ciado e de scec-rdo com o acto o
nstrac^oaa de 12 de Agoato d) mesme
tnoo.
Pelo dirnotor,
Alfredo da Aojes.
EDI TAL
Afericaode pasos baUti-
q^s e medidas
O Dr. Oub Prjfeito do municipio do
Recita manda ftser p-iblico que dar ate
o me nrrente lar sa-ha na respetiva ra
partilo a af -rc5o dos peaos, balances a
med.daa dos cstaholecuientos commer-
ciaes situados na fregaea-.a de SanU !.*>
tonio, l.vre da multa, das 10 hor-i da
maobJ. s 2 l|U da tarde emtodoe o
di-i utuis. .
Secretara da Prefeitura Maoioipal do
Recife, 2 de Deaembro de 1895
O aecretarm,
Joaquina J s Ferreira da R-eh*.
81 PraocBco a* Mllo Ca val. a ate
iip A'Ouquerqae
83 Tilo L'vio Sjares
85 Ju Paca Batelho
88 tioiiu alaximiliai Pre.ra de
Maraes
89 Ai.unio Joequim CarcSo
9t O mesmo
93 Marcelioo Aosberto Lopes
95 0 mrgmo t
87 O 0)68033
99 J.nqu:cn Ljpes de Atevedo
101 J J; J.iu do Amoriin Jnior
3334000
1.1734 00
333UOO
3334000
6164000
51.04000
9004000
3094000
3094100
3334000
3334000
Recededoria do Estado
de Pernanibuco
Edital ii. 39
O administrador fa puolico pira nhte meato dos reipeotivoa cootribuintea
que. dentro de 30 d.as improro,'avei8,
contados da data do presente edit.l, r-
cebe-ae a boaoa do cofre a contribuicSo
relativa ao calamento exaoutado na roa
oonatac'e d relacSo abaixo.
Raoeoedoria do Eatado de Pernambu-
oo, 9 de Janeiro da 1896-
O ada inistrador,
Affonso de Albuatterque Mello lunior.
RelacXo os-predics sojeitos ao imposto de cal-
C^meoio a qae ae rtfer* o oficio do Dr. se-
retarlo de Euado dos Nsgocios da laduttna,
d.l-do BUV VELHA DE S\NTA BITA
Hf< Valor locativo
5 'aoetseo de Medeiroa Caval-
ca V3 de Alocquerque
4 O uaeamo
6 U mesmo
8 A'Homo iVn.cio de Albuqoer-
qn X 10 B-viiardioo Jaciatbo Pereira
fiamos ,, ,
12 Ro;a Felinta e Ao'oa a Felicia
de Salles !eoeiea
14 Jote J. le Amorim
16 Jos Paulo Botelho
i8 Antonio J Ferteira Mooteiro
JO AmoM") I rc5 8
22 Tto Lmo Soares
2i Aoo.-ti O'-laviano 26 V.c-ncia Mirla da Ccn;elcSo
Cfaar lt .
28 J Jj e Antonio, fimos oe
joe Amonio HVein, Mi(?ael
An noiJ oe Figoeireda
30 Victoriano do Araeo Bbla
32 Santa Casa de Misericordia
34 A mrs-ua
36 Irmauddde das almas do Ke
ciff
38 B^nardino AD'.ooio da Silva
Lisboa
40 Mi'ioel Joaquina Alves da Gota
42 AntociU Gom)8 d MiraCda
4i Lioreorjo Alvea Salasar Jnnlor
46 A- -ii -"'la M'"a do Roiario
48 Maaiel U .rtios de morim
50 Anion'o d.i Crmo ctrreira
52 Joaqom Jjs Tixeira
34 Joo Rorioo Velloso
S6 A l nio Pereira Mendes
58 Dioi-i Augusto Res
60 O Djesmo
6i Ma a Candid do Reg
64 Jjf Panlo Bo'flbo .
66 Frocisco Jos Rodrifsoes Pra-
65 Munoel Jos de Maltos
70 FrDrisco Fabiao dcMacte
72 M.no.l.lbo deMinoel Joide
atoa
7i J^rooyuo Francis'o Ferrera
76 VSrii Ju3quiaa.TeixeiraB.de
e-isro
"8 Jos-: Feroades de Mello
3 Fi mino Leile Abren
82 Framisco de Mello Cavalcante
d^ Alonqneqoe
84 Luz a Silvi Ferreira
85 M.noel Feroades Mascare-
88*J^quioi Ribeiro de Agolar
Moni^rrojas
90 Marcelino- Aosberto Lopes
92 O tcesuo
94 0 mesteo
96 me'mo
I jD Sdarea Keves
3 Ji8pna Rosa de Araojo
5 F-ancisco Jof Vianoa e
Domioguea Codeceira
7 Ma'ia Joaquina do Nisclmenln
e Amonio Ildefonso Vucoa
9 Jos Joaqom de C.stro Pinto
K Alriano Pereira Lo __
13 Macoel Rodrigues C Meodorjr;a
15 Garloi Aotooio de Araujo
17 Linrenjo de Alboquerqoe Rv
19 lotoole P. Cardoso Gama
21 Amonio Pinto Ca'doso Gama
23 Amomo Joaquina Cascao
25 I?ia Maximinaca Pereira de
Men^-z
27 Ja-Luis de Araojo
29 Uernardioo JaCtnibo Pereira
Ramos _.
31 Jo Jorqoim de Castro Pinto
33 Jo.quioa Gjnc*les dos Sanios
35 Dalt'Oim Lopes da Croi
37 Antonio GoocaWes de Aiete.
do
39 FtLx Pereira de Sooza
41 I la Miximiliaoa
Meoetes
43 rispia. Albo de Jas Joaqolm
de Cast'o Moca
45 Of 47 Jo.' Ramos da Silva
49 Mgoel Aotorj-odeFIgoeiredo
51 Ajigoto Domiogoss Oode.ceira
53 Felippe Gomes de Maitos
55 Fraucis a Candida da Silva
57 Joanoa Francisca do Reg
Mello e FraosiCO do Reg Mello
59 Francisco Qaiotino Rodrigues
61 Jos Jji de Amorlna Jnior
61 Felippe Gimee de Mittos
65 Joaquina B. de Maia e Silva
67 Josepba C. Pereira de Mo.
69 Jos Das da Silva Galmaraes
71 Albenioa e Daolioda (menores)
73 Dr. Antonio de Sonsa Cyroe
75 Dr. Francisco JaciotboSimpaio
77 Dilpaim Lopes C'U
79 Angosto Francisco dos Saoios
Porto
Joe
2 3 onO
273OO0
2i340o0
3334010
80O400O
45O4000
99* 0i>
380< 00
88140'-
1734000
?3"*0 0
213/000
16340CO
1534000
2134000
*
4
3J3C00
2734000
1:030*0'. 0
30*000
3C00H)
273*00
2734000
2''7400H
200*000
2734000
213*00'
2(34 00
13S0OO
333aiX)0
4534U00
27.14000
393 100
3934000
393*000
3934000
213*000
234000
2734000
3^34000
2734V-00
2134000
2734^00
3'04000
3334000
104000
120*00(1
1:18)4000
9204000
Em obra
2734001
333*0
273400-)
95540O
3934000
27340'0
27349I0
300*000
3334000
Pereira de
7534001
8244000
4804000
3544000
333*000
3334000
1:239*000
37740JO
2464000
3334000
3334050
27340'Q
3734000
3334000
3604000
373/000
3334000
333400o
4804000
6934000
45740 JO
2134000
5734000
2404000
213*000
5404 0 1
3334000
3934000
Edital
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO
De ordena dj I'im. 8'. Corooel D losrector
da Aif. ne.e, fago poblico que 00 da 2t do
correle uaea a l hora da larde, se receoe ao
propo-l8 em crn8 f.c&ada para o forofe-
nemo de artigos de expelite e outjs arii-
gos para o eor'enie semestre, cojob artigos
atiNogero a sergOei 1.*. *.* e 3.* goada-
moria e Ci|tia o'es'a Alfaodegp, CjO'ndc
dechra* Qoe n5o sera temadas em conside-
rac*o ai proposias que se a'astarem da Or-
itm, med'das e peos estaoelecldos 00 pa-
sete e'al e nem as auaes apresenlsren os
resp preferidos abat /ectos on porceotagens de tan
tos por cento sebre qualqoe: das outras; ou-
trosim ap eseLtirao os p'opooeates as amoi-
tras dos arliios qae uvareai de fornecer coo-
forme a relafiao abaixo :
Arela.
Aieiie doce, llt 0.
Az-we de cirripato, Miro.
Azelle di (Ojo, inro.
Atoa raz, lrO
Alcool, Inro.
Atei e de moco', litro.
Azul fraocei, ki'O.
Azul ollramar, Ello.
A'.eD-n de liobo, kilo.
AlCatrlO, litro.
Al-at Ub 00 tapetes-
Bal es de maaei', om.
l.n ei-a naciotal da 3 palmo', ama.
li d la nacional de 2 palmos, oma.
liiiii grosao de hubo, metro.
B-im ca Ru-s a o. 2, metro,
ctnr sS 1 am n- ai o, metro.
Br^u. k'lo.
B ota para pintoras, solt'd*, ana.
Cabo de cairo, om.
Cabo de liobo, om.
Cuno de manilba, k lo.
Cal de Jagoarlne, iqaei:e.
Cal b aoca, alqiere.
Caioroa cen'o.
Cimeo o por laod, barrica.
C*rvo Carn*, icoelaia.
'; ae algoda mac>-
i'.-sn de vi re para pareip, uxa.
Ciora ce fl ires, ama.
C c, kilo.
Ora ma-el.a, kio.
Cal'a daJBaQia, kilo.
Croqce, um.
Cama ue lona para solteiro, ama.
Curvas .e tu.iopl-v. orna.
Caoet8 de madeira, dona.
Cme as de madei a conmang, dails.
CaneldB de ma-eira o dioarU, duzie.
C-n.ve e fl o de 4 folbas, um.
Ca veie crdio-ris de 2 (.Ibas, nm.
Espirito de vitibo, litro.
E opa axericao, K '0.
E v-loues pa'a carias, ceolo.
Enveloppes timoratos para ofiBcio, cen'0-
Espanador de palba, om.
Filete, metro.
Fio fie algodso, kilo.
Fi^ de vela, kilo.
Folnas de eob-e, kilo.
Ferros de moldara, om.
F^rrarLentas aortidae, dozia.
FerranaeaUa eu-urtas, dozia.
Ferrolha de farro, om.
Fechidora de ftfrro, de una voa, uma.
F'Cua loras de (erro, ce las vollas, orna.
Ferrolho de iaiaa, om.
Foradorei de ajo, um.
Fio groo e Bno, novello.
Fio de ccrcS, eortidos.
Folna de ziaco, p.
Galopa, um.
G-rraucno. om.
6-ssa rio R o G'ande, k lo.
(i u m i lac :a, kilo.
Gomraa arbica lijaida, f-aJCO.
Im'piess0 s para cap taei de navio portugoet
m Ibeiro. ... .
Impre ios pa a capi-aes estraogeiroe, miloeiro.
lmpre sts recibo* para dispeusa de oordo, mi-
loeiro.
I-npressos de licenga para atracar baresca.
Isp-eisos pases de bsrceas.
Imp-easig osappas de alvarenga.
1 pressos de intimacSa os capitaeB.
Impresos pedidos para descarga.
laapres'fS termo de visita iueia folba.
Inpressos telafao de descarga.
Inp'e-os de eul-adas de barcafias.
lupre^fos maapas de entradas.
Jarro agaiba, ira.
Jarra de barro con tornera, uma.
Jarra ce ferro fem tornera uma.
Keroeene, litro,
Laotena on ptiarolele, um.
Li: Oa de barca, kilo.
Lixa de vi ro em fj!h, uma.
Liza de esmeril em (alba, ama-
Lona amenc.na 2 5 metro.
Loaa oa Russia o- 2, melro.
Luna irg eia o. 2, metro.
L Lap-s preto Faber, iczia.
1,-pis de borracha, duza.
L'p-1 de c es. doz a>
Lavatoies de ferre, um.
Livro almasso pautado de 50 folna?.
Dito de cito de 100 folias.
D1I0 de dito de 150 ditas.
Dito de dito de 200 ditss.
D t) Jh^i), Impresso de 100 folbas, um.
Dito dito impreeso de 150 folbas, um.
D 10 diio iaipre'so de 200 folbas, om.
DiioEx, de 100 tuinas, om.
Dito dito de 160 folhas, om.
Uito coronoe de 10J folbas, um.
Dito ttio de 150 ditas, um.
L-mpado-es de predaiae, om.
L-vro R.isim iinpresso de 100 folbas, um.
Dito Carr de 100 ditas, um.
lino oe dito da 15) duas, nm.
D lo nilo de 110 ditas, um.
Maridlos, um.
alia bortao carto braoco, folnas.
Dito dito rosado, fulbar.
Oleo de moclo, litro.
Dito de liabas, litro.
Ocr.j, klo.
Oibares e sapatilbos. um.
Pbospboros em caixinhas duza.
Plaioa.uma.
Rasradeira de ac, cao de oseo.
Dita de dito, cano de mideira, ama.
Sebo em bexigai, kiii'. .
Se ra de tracar, ama.
Sabooe'?, uxj.
Secante brauco. kilo.
Dito (eses de oaro, dem.
Sabio, Uem.
Serrote, om.
Talxas de bomba de cobre, k Ir.
D tas de dita de ferro, d^uj.
Tijjlo loglez, oop.
TiO'a br.noaem Uta, k.lo.
Dna verde em Utas, uem.
Tinta v<-rmelba i-m laiap, dim.
Torcidas pa a luz, don*.
Taboas de p.nrio de ria, ama.
D tas de cedro, ama.
D.las de rao carga, urna
Tioteiro de vidro de 1 vafo, om.
Dito de dito de 2 vasos, om.
D to ae ti.o de 3 vasos, om.
Tiota Bleu Blark Siepbeo?, litro.
Dita de carmio, tina, frasco.
Dita Bello Res-, frasco.
Toalba ferpoda;para m5is, oma.
Tbesour, urna.
Tljolio de tapameoto, milheirr.
Torqoet 1 de ferrr-, ama.
Dna de meiai, om:.
VarSo de ferro kilo.
Di'o de dito gaivaoisado, idem.
Dito de cebre, dem.
V-fiu-a de piassava, senid?, ama.
Veroiz de gas. litro.
Verde fraocez, k lo. (
Zucao, idem.
Alfaoaega de Peroambuco, 8 deJiDe'.ro de
1893.
O ebefe,
Manoel Lie Pereira Bastos.
Pahcio lio Go.e do da Bulado de Peraam-
oco, em 27 de J Jtio de 1895.
Ogoveroador do Balido, consUeraono qae
o i'O'eno leem sido aprese.D'alas varan pu,
dalas de arrenda 1 ento, urnas de lodo o ter-
11010 do Arcbpalago oe perot 10 de Noro
Iba, ouiras de a'e*b varia veU no (reamo Ar
ii)irelago, para o II o de servireaa de depi alo
a\ rarvao de pedra ou eUco de p'sca
Secretaria de Estado dos
Negocios da Iadustria
3-* directora
vi
Edital
O Dr. Procurador des
Feitos Antonio Tolentino
Rodrigues Campo?, de 01-
dem do Dr. Stcretaiic da
Fazenda Pedro Jcs de
Oliveira Pernambuco e em
cumprimento ao disposto
no art. c2 das dispoeicoes
geraes Ja lei do ornamento
vigente, declara que ficam
dispensados de multa e
custas devidas Fazenda
do Estado os contri buintes
que, dentro do ejercicio se
apreeentarem voluntaria-
mente para liquidar de
uma s vez todcs os seus
dbitos provenientes de
impostos e readas do Es-
tado al o exercicio de
1888 exceptuando, porem,
aquellefl que sV a fizerem
depois da arrematado e
antes da assignatura da
c^rta de adjudica^ao.
Outrosim, declara que
as respectivas guias de pa-
gamento deverao ser visa-
das e rubricadas nao so*
pelo^Dr. juiz dos Feitos
da Fazenda confoime o 3o
infioe do aTt 68 do He-
gulameuto Fiscal em vigor,
como tambem pelos mem-
bros da commissao que se
acha a:tiu luiente encarre-
gada do exame dos cirtD-
rios.
Rec fe, 24 de Agosto de
1895.
Antonio Tolentino Ro
dngues Campos.
Secretaria da Indus-
tria
1> Directora
Coosidraodo qoe a loatal acio e cccssqoeo. |fac0 Dublao oc
taes^loricao deqaalqu-r das referidas ltdus. I fi Puo'lif 1B
I-use de ootras qae porveniora leobam de mn' *, n?r*
litrsll fondada*, cem 10 ootestaao proveiio
no f para o Eitado, rras tambem para ae
Be=8Ja8 qae a i.-o se propozerem, .x'gem o
ilspendlo de capltaes avallados ;
Coi iderao o anda qae aos pa-ticalare',
eoal e direciimejle loteressados oa expo.
cidetaeB lo annai, garantem a leis do
alz lo:ro* lcitos, compensadores oosesfur.
ts e despeis qaa tsem de ser por elles em.
legados; e
Dudo excrelo a le o. 124 de 3 do cor
>te, r solve dtU'miaar qoe, por edital e
to o praao ae 30 das, sejam conv dadoe
IU capital >aa Ph,i--oI -----------r< ,r-..->.-.
rolameoto de lotes de Ierra na *rea co-re*
?ndeo'e a metade do Arcblpelago de Fero*n
i de Norjuna, pa>a a innjacljce um deposr
i de carvio ue pedra. de oma tstacac de pes-
i, de salga oa cooserva,a de pene para a
eponacao, bem como a explorado de pbos.
iaio de cal. a posea de espoojaa e ouiroe pro.
s"i;os mariuuop, e de esUoelecimemoB pa'a a
(ild'a de cereaea e qoaesqoer ootras placas
ipis] mediante as clau'.-a'as aqoi esiipuladas e
admale qoe Je e-tjlo caoaieoar em csob
aalogos para garanta reciproca dosio'eressus
df. zaoda Esialoal e dos arremataotee.
1 l Ai pronoela vtraaraoexclasivamenle so-
ta cada ot-a das iadustrias aqoi esp3Cifi.:adag,
Hdo p.rn, livre a concurrencia a expUra
c d uma. uoicameoie, ou mal de uma das
anas 1 dust-ias.
: A caria arremtame fleam pleoameote ga'
rali ios: a) o direito exclusivo de explorar a
luasiri qae cootraelar, e por todo o pr;z> "o
acodar emo da 8rei, o qual nao exceder em
iaa aleum de auinie aono^, cornados dj da
dana'ail cao do servlco ; l) o direito de pre-
fenacia em igualdade de coudices. caso lenba
dejer ncVameote posta em comarrencla (Le
o. 24 an. 2 ) .
ifi#golado o pr.>zo d.) que t-ata a ciiosoia
prcedeole, lodos osedtflcios obras, marbioas
e. aaesquer bmMionas eQV.iuadas pelos ar-
recaiames, reverierao para o Estado, sem in-
dewisacfto a:guuJ8.
I A soperrl le de cada um dos lotes de ter
ra^om tamaobo, medicao e d-ma c. g4o serao
frils a casta dos rrniatanle8. era o numero
lejet osqualrados que l- n-cesano, se-
vuo o genero de trabaloa exigidos para ca-
da ploracao. ____,
5 Fica conrlituido nm lote de trra, pa.3-|
oselitoa deae doceta, o grupo das ilbis,
.aebsm perteocente ao arhipelaKO de Fernn
d. di Narcoha, denominadas : Ria. do M no,
S Ma. Genea, Raza, S. Jos e os lbeos all ex-
i-e.te?. .
6 Por coota dos arreaataotes corerao lo-
i s as d8peias com o servico que o tzuveroo
lt-t luir para Osralisa a execucio dos coa-
lejos de brrend mjoto, quer em Feroaoao,
ver oo coolioeote.
7 O-i arrendamemos soro intraosferivels.
8.' Tamoem nao se ao aceitas as Droposlaa
rim-das por esirfngeiras, e6 pode^do com-or-
r.r a e:te arrendameoto cidadaos brasileiros
ratos cu na uralisados ba mais de cinco an-
w Bcaodoemendiio que talas as qussloes
sisciladaa, qoer ua esco.ba dai proposlas, qoer
a execucao do contracto serao resoividas em
d flaitiva pelas autorl arles braei iras, loapor-
taado cado^idade do coofacto. sem direito 4
iTlemoiacj de especie algama, o appel o re-
toporqoaiqner forma lotervencaa diplama-
tica cu aos bons oflicios de aoiondades eslran-
neras, bem coxo qoilque- aesojiacao doa coo-
cesiicna i-a con daiaos ou losinaijO-s es-
trngeiras por nsirumenio publico oo particu-
lar
-.0D-. Jalio de Mello Fi.bo, secela'io iote-
rfoo dos uegocioB da iodosira, assim o tenha
enteaaldo e faga exemtar.
AUxandre Jos Barbosa Lima.
Julio de Mello Filno.
EDITAL
Para oonheoimaoto doa ioteressados.
qoe ao di 15 d-> corrate
da tarde, recebem^e pro
poataa devidamente selladas, para o for-
oecimente de materiaes de oonstraecSo e
objeotos de eieripterio, no semestre vi-
genti.
Para ser admittida a ooncarrenoia, de-
positar cada proponente na Tbeaoararia
deata Repartidlo a qaantia de 1C05C00,
qae perder si, convidado para assign r
ocoutracto, nlo o Saer dentro do prez a
de 4 das, oootados da data do aviso qae
para t.l fim Ibe fr expedido.
serlo todos' de ^naeira ,quuu.a--v-
vendo no acto da oonoorrencia aer apre-
seotada amoitras "aquellas qu disso
forem sasoeptiveis
Oe pregos das propostas serio eseriptos
por e*enso, sem rasara, emenda, oa
vicio oe Qaalquer especie.
Para gar'Utia da boa eaecaclo do
oonlracto, o oontraoUcte depositar* na
Thetoararia eita RepartigSo urna qaan
tia qae lbe aera previamente arbitrada
por esta directora, em viata do valor
provavel do contracto.
Toda 8 rjfonasgSea precisas serio
prestadas nesta Directora onde se en-
contnri tambem a relacRo de tedos os
artigos a fornecer.
Rscite, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urb no P. Montenegro,
Direator-gertil.
Edital
Ao* professores particulares
Pelo presente sao obamadoa oa Sra.
profeBBores partoalaroB e os em dispooi-
bilidade que continuara n a leociooar
gratuitamente a, no pr^zo de 5 diaa a
contar da poblicB^Ko de6te remotterem
os mappaa de exmea e o numero de
alumooB matrcnlados em auaa esoolaa no
snn proaimo paseado para o fim de
poder esta Directora com a maior urgen-
cia possivel Batstaier a am pedido da
Directora Geral de Estatistica ao Rio de
Jont>iro. "v--
O director,
Felippe de Figueirfia Faria Siobrinho.
O G averno fioa livre de aooeitar a pro-
posta qae entender prifarivel oo de alo
acceitar nenbama.
VII
O oentractaaae indemmsar o Gjver-
no do Eslado da importancia despeodide
com os estad .s, projectos, oramentos,
etc.
Aoham-se a disposiolo dos interessados,
para serem eza minados, nesta Directora
as plantas, per6s, projectoa e typog das
obraa d'arte, edificios, etc. asaim como as
condic/leB geraes, espeeificar;Se8 e mais
dooamentoa constantes doa estodoa crgani-
sados pelo engenheiro civil Joi Antonio
Saraiva Jnior, e qae servem de base a
presente concurrencia publica.
Raoife, 26 de Dczembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Secretaria' 7ilr~EWuV
dos Negocios da In-
dustria.
3.a directora
EDITAL
Facj publico aoa possuidores de lotsa
raatioos da Colonia Soassaoa que at
esta dada nao indemnisar-m a Fazenda
da importancia doa respetivos lotes qne,
fo marcado at o da 21 do correlato
pwra se apresentarem nesta D rer-ton,
I fim de realisaiem os seas dbitos, visto
estar esta Diiectcrh habi ftda a P"
,. compotentes guia, para o recolbioento
no Thesouro do Estado.
Fiado e.te pnzo a^rao postes em leilao
25 do correte, os lotes qoe nSo tetbam
sid-a iademnisador.
Recife, 4 de Janeiro de lStfo,
A. Urbano P. Montenegro.
Directars^eral.
Secretaria da Iadur-tria
0.a DireclTa
Para conhecimento dos interessados
faco publico qne no dia 31
1 hora da tarde,
v n 'U-o, a
Pregos Irancezee, kilos.
Pregos de cobre para forro, idem.
Pxe, caoads.
PioceiB para piolara, om,
Ditos para caiar, nm.
Pegos ripaes, mago.
BitoB caibrass, dem.
Pr^Bilbas de metal de 1 a 4 Cilxsi.
PiOel Jt. pautado, caderco.
Dito RetBio, dem :dem.
D.ts Carr, dem dem.
Dtio Ex, dem idem.
Dito Goroooe, dem dem.
D.to pautado o. 301, resma.
Dito do n. 789, id m.
Dio dito d. 3i8, idem.
Dlio dito n. 317, idem.
Dito dito a. 5, dem.
Uito duon. 4, Idem.
Do m.olBiro pautado, calxs.
Pontas oleadas para fltres Ralsln, oma.
D tas 'iiiae Carr, om.
Peonas de ac Perry d. 150, caixa.
Ditas dito Millat, caixa.
Ditas dito americanas, oma.
Peio de viJro, om.
Dito de metal, um.
Protocollo almasso pautado, 50 folbas.
D.to i lio da 100 ditas, um.
Di o diio de 150 ditas, nm.
Uitodnc de 200folbaB, nm.
Papel mtoet-o timbrado para cartas, caixa.
Dio rosado timbrado para tfficlos, resma.
i o.a. 63, k'lo. .
Regua de bano cbata, fino metal, ums
Em 9 de Janeiio de 1896
Elital :
Arreuilaaieato de lotes de trra no Archipels.
go de F rn^ndo de Norooba
Para conbecimemo dos loteresadcs, faco
pcblico qae, estando o S-. governador oo E*.
tado autorisado p la le o. 124, de 3 de Jolr.o
uhiao, a ar'eodar a qoem meiborea vaGlaeeus
cfteiecer, pfqoeooa lote de ierra no A chipe,
ligo de Feroaodo de Naronba, de novo rece,
bem-se neata secreta-ia al o dia 9 de Feve
reiro viadouro, a 1 hora oa tarde, propceiis
para o relertao arrendameoto, mediante as
cian-ilas em seguida estipuladas :
A3 proposlas deven ser convenientemente
sellada?, entregues em carta fechada e couter
em lemos claros :
( O prero do arreadamente de cada um lo-
?e oe ierra.
1 Iidlcac/O da resid?3Cla dos concurren-
tes-
l* C.mprova{5o de Idoneidade para eiecu.
tarem tstrictameote 08 comrai'tob.
Naa serao at-eitaa es propoaias :
I que re refenrem a fuadaeso de nm depo-
sito de carvfto de pedra i- exploiacao do pbos-
phato de cal para o que ja existem coatrac.
I AO
li Organsadaa em desiccordocom o pr.
gente esiial.
1 Biasaas em prffio de cotros concur.
rentes. .,
IV Firmadas por qaem qaer qae tenha aei-
xado de enmptir contrattoa ou procesaos de
contractos celebrados cem qualqaer da ex-
tinctas ou das acioaes repartieses do Esiado.
V Qae. 080 tff;rece: en as garaotlas e qua.
Ildades exigidas no presente edital.
4* N oboma propo?ta se-a aceita sera que o
conenrrent a presente recibo, provando ha-
ver depositado no Tnesou*o Betadoal, ai a
vespera do di desigaado para a abertura das
pro -oslas a quantia de 2;0C0f qoe perder
em beneficio dos cofres do Estado, se, prefe-
rida ena proposta, recosar-Be o proponenle a
assignar o contracto respectivo.
5* s concurrentes obiervaiae como ibes
compre as claosolas do decreto abaixo tran.
sertpio. bem como as demais dlsiosigoes le-
gaes vigentes, rthlivas a arrendameoto de
proprios es'adaaes. .......
Have da doas oa mais de duas propestas
em perfeiu Igasldade de condlcfie, Be pre
fenao o .oocurreote qoe melbores provaa ae
idooeidade cBcrecer.
O director geral,
JoSo Dioit Ribeiro da Ca.ba.
de Janeiro
reoebem-e
nesta D rector a prepaetai em carta fe
ehada, devidamente aellada, pra a
conatruc^ao de 2 pepSea e 1 pilar de 1
ponta sobre o rio TJoa, em Barrenos,
oreados em 19.054975 r-s.
As propcetas devem ser eBcrlpta por
extenso, eem rasara, omeoda ou vicio d
qualquer especie, sendo rejeitadaa as
qaa se resentirem das segointes faltas :
i- As qae excederem ob pregos do
orcamento ;
2* As que i 5o ftrem organieadas de
accordo oom o preemte edital ;
3- As aue se basearem em presos de
ootras proposta ;
4* As qae forem firmadas por pesaoas
qae j4 techam delxado de oaroprir coa-
tractos com esta ReparticSo ;
5* Ab qae nao offerecerem b gsrao-
tas e qusdades exigidas neste edital.
Havendo duas oa mais propoatas em
igualdade de condtoBee, ser preferida a
do coocurrente que melhoreB provas de
idoneidade offereoer.
Os Srs. coacurrentes devero, alm
deesa idoneidade exigida para a direcsio
e execuQSo das obras, iadicar o logar da i
sua residencia.
Edital
Secretaria dos Neg
cios da Indutria
3a directora
CONCURRENCIA PUBLICA PARA
A ESTRADA DE FERRO DO RE-
CIFE A ITAMBE'.
De ordem de S. Eso. o Sr. Oovernador
do Estado, fas-ae publico que recebem-se
nesta Directora at o aia 31 de Janeiro
roximo futuro, ao meio dia, proooiUs
em cartas fechadaB, devidamente selladas
e aisigcadas, rotuladas externamente
Proposta para a Estrada de Ferro do Ke-
cife ltambpar- constroc;ao da mesm*
Estrada de Ferro, neste Eatoao com a
extenaao total de 132 kil. 500 metros de
linba principal, com toaaa subb dependen
oioa, tori.l fio rodante e de acoordo
rom as bases segaintee:
Ob proponentes devem declartr em sus
proposta que tomaram conhecimento das
condicSes geraes, especificacSeB, oroainen-
toB, plantas, perfis e irojeetoB das obras
d'arte e edificios, e mais documentos or
gaoiBados pelo engenheiro civil Jos An-
tonio Ssratva Jnior, j approvados pelo
Exm. r. Governador e que as acceitam
nteiramente.
II
Ca'a proponente dever declarar igual-
mente : .. .
V O praso do privilegio qae solici-
tam e findo o aual reverter a Estrada
sem indemnisacSo algama ao Governo.
2. Os prasos de comeso e conclusao
das obraa.
3. A importrvjjoia da subveocls kils*
mtrica em aptfiees do Eetado de jaro
de 7-i.
A importancia do capital fixo rea-
para a oonstraecSo da Estrada.
A taxa de juro que o Estado de-
garantir aobre o referido capital
RelacSo do lotes rustico U
Colonia Suassuna *So in-
detnnisados.
NOMES DOS CONGE3SIONARIOS
i secgao
Manoel da Rosa Lima
Antoa Antonio Jo. ae Medeiros
Jerocy.i o BerDarao de Oliveira
Jlaooel Bernardo de Sooza
aT sPaory
h' ^> Cooper
J s ^Sira da 8lva
iW y. X3 S;lva
ManoelB^da Cosa Braga
Manoel Pe.iro Stores
n itri-e a Fran 's-o da ^onna
KbbUo A. de Bollaad Cavacane
Leodegano Liberato Pereira Laidas
Jos Pereira ua ocha RarrPii0
os Joaqnm Caldas de Si Barreno
.4.
tan te
5.
ver
fixo.
DevsrSo igualmente ajantar documentos
comprobatorias de aaa idoueidt.de e ha
bilitavSa pora a constracsao das obras.
III
Nenhum proponente Ber admittido
canourreocia eem qae prove oom doca-
monto farneeido pela Toesoararia desta
ReparticSo haver depositado nella qaan-
tia correspondente a 5 (. do valor da
obra a centractar, importanc.a, qae per-
der ai nfto assigoar o-X5ontr.cto den'ro
do praao marcado no convite qae para
ul fim ibe fer espedido.
Para boa garanta da execujao do
contracto, depositar o contractante no
Thesouro do Ebtado uma cauclo qoe Bsr
previameute arbitrada por esta Direo-
toria.
Estar a disposicSo dos trs. proponen-
tes oeata Directora, o orcamento desea
obre, bem como ae dar qaalquear ea-
olarecimento que desajarem neste Ben-
tido.
Recife, 8 de Novembro de 89't.
A. Urbano P. Montenegro.
Director-geral-interino.
Cada propoBta dever conter a indica-
nao da residencia do proponente e ser
companhada a'am conhecimento de de
pasito a ordem do Exu. Sr. Governador
do Es ado, pela qaantia de dea c ntos
de ris (10.000,5000) em dinheire effeo
tivo to Thesouro do Estado para garanta
da aesgoatura do contracto, no caso de
8r aoceita sna proposta, e sem cojo re-
qaesito n8o sera a mesma tomsda em con-
aideracao. Esta cauoo aera reatituida
aos proponentes coja propoeta nSo 13r
aooeita.
O proponente que receber aviao official
por esoripto de qae sua propoata fora
accaita e recaaer-se assignar o con
tracto dentro do praso de 30 das da
data do referido aviso perder ipao facto
todo direito referida qaantia de des
cantos de ris (lO.0OC$0OJ) que ser re-
celhida aoa cofres do Estado camo receita
eventual.
Jo
Augusto Comte
Mjro l Victo-lao de Lima
Ravmardo Evaogelu-a Pimen el
Fr.ociaco Ma-ina de Al uqaerque
Francisco Jos de A-aojo
BeneUcto Caroeiro dos Santos
Tbomax Jo de Sonta
Terlulian M^nofl da Silva
viova Ribard K'iege
J s Mana do Audrade
Jase M-ria de Audrade
f.^^j'ocodoiaSilveiraMendonca
Dooaiogo Francisco da .anua
Ja.Aaga.loMoreiredeCarvalbo
Francisco Solano de f
L-ueoco Bella'mino do Carmo
Manoel tfranci:eo de Oliveira
Paotal.ajS.deSeonaPoriella
Joao Acbjlles Gangalvea Neto
Jos Dioo dos P.sos
M.noel Felippe Peieira
M.noel No ea Cavbante
Andr Jcs Dommg s
M.u-*\ Barbosa Beterra Cavalcanle
Joto X.vier Csroel.o de Albuquerque
Joaqom Roberto de Sonsa
Anii.> Jos Soares de Lima
Mancel Marcolioo Mendes
]0g Ma'col no Meodes
joo Xavier Caroeiro de Albuquerque
E islario AuleUlO dOB SaDtos
J >s Joaqom Cavalcao'e
Laorennoo Jo> Pereira
Fel't Maculas de Souu
Agos'.icho da Si^va Nevea
Mdn.el da P- Nascimeuto
Francisco Solano de Sa
Francisco de Salles Evangeliza
Antonio Marque* de Olivura Ramos
Trujano Daarie Booorma
1 ee.cSo
D mingos Joaqom da -'ooseca
Doonaaos Jo.qaim da Fonseca
Antonio Roqoe
Jos Joaquim de Sam Anua
Sebarteao Pereira Mendes da Silva
Malavati Giovaoni __
Francisco Floro de Barros Araojo
Aagosu. Xavier Caroeiro da Canoa
Aoeu.-to X-vier Carneiro da Conba
Jo- Jo*qa m Ev^nnelisia
J..50 Manoel Ferreira
Antonio P^t a S.lva
Lii de M-deiros Barbosa
Alvaro Bayioo
Eugenio T.vie3 doa Sm'os
Armimo Tavares dos Sanios
3* 8ecc.ao
Joao Jos de Soma
r.laudioo Joe de Meno
joaquim I-ineu das Chagas Beserra
Manuel Florentino de Lima
Manoel Antonio Belmonte Paz
Jos Jacintno Tavares
Manoel F ancisco Firmo dos Sotos
Antonio Jus da Silva
Allomo Francisco ferelra
Manoel Francisco Pereira
jmiiboCorreia Lobaa
Antonio Agosto ae Vasconcel.08
Francisco Miguel de Albuquerqne
Rapbael dos Aojos
Marc Uno Miguel de AILoqaerque
Julio M simo Francisco de M lio
Olympio Fraociaco de Mello e Silva
Giaodioo Jos de Mello
Joao de Deus da Silva Goimaraea
Lclnio Pereira BraodSo____________
Per-
10
11
12
16
17
24
96
27
29

33
34
35
35
3'
38
39
40
42
43
44
45
46
47
48
49
53
54
59
60
65
66
67
68
70
71
74
76
78
79
80
82
83
86
88
89
90
91
94
95
98
99
99
100
1
2
5
7
8
9
12
14
15
16
17
18
9
24
25
26
1
1
3
4
5
6
7
12
1
16
17
19
20
21
A
B
C
H
I
Edital
Alfandega de
nambuco
Pelo presente edital ae fas publico qae
deao-regoa do vapor allemao entrado em 2 do oorrente mes, ama caixa
de maroa quadrado 1083 no centro, e a
palavra Eativa em cima numero 60 A
oom o peso do 3 kilos, lacrada e com
indicio de falta, pelo cue intima-se o
dono oa coueignaUrio da mesma para no
prszo de 8 diaa requererem o qae for
bem do seus dreitos.
Primeira 8ecoao, 10 de Janeiro de
O ckafe,
* Manosl Alves da Wlva.
Dentro dos referidos 30 dias, o propO
nente cuja proposta f6r preferia, deposi-
tar no referido Thesouro a qaantia de
vinte contos de res {^0.000,5000) prefe-
secdo com a qaantia cima mencionada
de des oontos de reis'(10.0000000) a cao-
S&o total de triota oontOB de res (30.000|(
para garanta da fiel eseoacSo do con-
tracto. '
O retorso da garanta poder ser presta-
do em apoliceB da divida publica do
tado polo Bea valor nominal.
O proponente cuja proposta tiver
aoceita e nlo effeotaar o reforc da
cao noe mencionados 30 dias, perder o
direito tanto assignetura do contrae t
como garants de des contos j presta-
da e o Governo fiesr livre de proceder
'como atender. ;
sido
osa.
lliuiiiiiiaco elctrica da ci-
dade do Recife
A Secreis ia da Industria do Balado de Per.
nambuco (at poblico que de a-cordo com as
iinaaifiteadB le n. 73 de 18 deMaio u timo,
recenera proposlas at a l hora d?.larde de 20
de Jaoeuo co-reme, para a exetocao do ser vi-
co de Uiymloacao ep;trl-a d-sla capital oas
cBdififias m eoida estipuladas, qaaes
aerviro de base pe'a o conirado, que sea.
oba de lav-ar.
Art. 1" A concurrencia versi'a :
i Sobre o praso, do privilegio, dorante 0
qeal o concessionario ter, excluido qoalqaer
c acarrate, o monopolio desse 8ervico.
S 2- Saore 88 coadicocs a que se propoe o
couceeaionario, arOsa termlnaclo do praso do
privilegio.
3- Sobre o ey.'teaa de asaeolamento, ca,
lisagao. distrloaifiao e regulamaotaco da lllu-
8 4- Sobre a Intensidade miniaia da lllami.
nacao, altura do calcamenio, em qaalquer pon.
to deniro do permetro qoe limitar a rea do
privilegie.
8 5- sobre o prego da unidade de luz elc-
trica, diacrimlnadaoente, para a illumlnacao
publica, quer das ras, pragas, etc., quer doa
edificios pblicos, e para a particular e dotnl.
clIiaMa.
6- Sobre os abatimentoa feitos nesse pre,
r-



.

.*&**
me S'aMwMJo lf:*fe Janeiro 4e 1596
(quaodo se traiar'd* I
------ ,!
'carldado, eiooi, paiaeto do wno,
qwlet e reparto*- 1
U*MB. quer ooollrpew e.4Wraes.
JT Soj
remcco aa P*eco
ras da lite
*TZ"a aoe neuto do con jomo norma'.
U'sV Sore a ioteosH.d aella da los oas
amBro'e horas dallonsiflag^ e
JoSs, coiss lampsdas nao serlo de foc H-
BSaote ioftwior a de 5,00' vela*.
1 s| Sob-e a d.vleao oa nao oas cldades en
actores lodependeote en oao.
Sobre o praio para comee ir os traes.
ra te-mnaQJo desasa
I0
itkjf
t li. Sobre o prasop
naiboa oem f do servico loUl pa-a debm-
UMO;lllfCao e 'onccIooiDealo da illu nio.
co em toda rea do prlvileslo. co no Bsoa-ada-
mate para oa diversos ba>r oa da Cidade, do
modo a ser parte central illaminada a lo elc-
trica no mal b-ev praso qu poslvel for, qh
linites do ari. 6- desie decreto".
Jrt 2' Cala proposla devera ser acompaoba.
da do ce tocado qoe atteate ter o propooeote
deDOSUadO'OoTnesoaro do Balado, como cao
doipara as-lgnatu-a do (ontracto, a importan*
5 de IS.lOOtl dulnie cootos de res) en d -
abelre oa eat apolicea d ditida poblio.
Jlrt. 3" Julgada a concurrencia se restituir
O deposito eos propooeot-'S prejadicado*, d. -
vendo a cancao do propoo*Die preferido fe-
levada a 30:0004 por ocess ao da ass gnala a
do contracto, a qoal nao poder ser damoraJa
miis de qaloie das aps o juigameoto da
concurrencia, seoJo aquel a quan la desuad
lgaranta das mollas que nooverem de s^r
Impostas P-ra ael execoco do mesmo contra
C o.
( Esta can &' Anal, permanecer no Ttie-
aonro do Esudo at a expiracao do praso do
privilegie.
5 J* D-vera ser integralnada, dentro ce 8
diaj toda a ves qoe for desflcala por mollas
impostas pelo ssal do governo emviMudede
lf-sccao de qaalque* das clausulas c .-atrae.
A't. V 0 contractaute nci sujeto as se.
guiles mollas : ._----
a) Perda total di canean, e>, dent d tres
mei-s, coo ados da as-igoatura da contra
co. nao boover iniciado o ser'ico de iaelal-
'^Multas de J0i)# a 1:000* du-aon o p-ivi.
Aurora toda deveudo sbraager todos os ponto
deases balrrea, ser/ n io acmatmeote palo gas
carbnico
8 i.* Todos os dema poitot fra dessa rea
P'Biten eraeoe ill'Ji rjaJo a gaz polerao con
tionar a aer i| umtuadoi damrumi forma, oo
i lux elect-loi -exondo m-ia convler aos pro*
ponent-o* j- ac;onl do com o ^ovoroo.
S V Nos sobo mos o goteros pdela Con-
celler pr-noa m ore para a lermm <-o dos
trabalbos desliolo* a le-ar-lhen a rlomlua
Cao a gis on a luz electrlc, lodo alcdi se^on-
lo o qne mais convier ao< propon-mies e for
igoilmttoie icioriio uoui o goe-no.
Ari. 15. Par rnals rigorosa delimtt'cao da
rea ser illomioada, o o oes*ioQ?.rlo asniwoa'
ra c.m o coatr-c o om ex>*mp ciaie, 9id: es-a rea tatira ngrosimenie
marcad i.
i o jico. Ni c?3> de lamaaca m'x'a a
a urea Je una e a de ontro ey-'t-ma sarao ri-
gorosamente marcadas nessa planta a tu ai
diffeieaieg.
A'i. 16 No ca-o de IIa-ni.iagr,o ra xti, tu.
vendo de ser edse servido fei o a gas em pane
a.ei do p iv|leio o a electridade em out-a
parle, oa yropoo.ote dee *o presentar a m
104 p n'oaso^re que ve sa concurrencia pira
iliniira.to elec'.r'ca, analogoi detalbes lach-
aros inoiagtia muian-J'a para o sa/vieo a ai,
cooco yao de dico loclalndo o nals moJe**
uos do gy-itema Aier, sojeitarilo'ae as clau-
sulas do edilal da P efe.tura Mu le p:l de 28
le Agosto de 1893, aliante traa^cip as.
A'i. 17. O coot-acio aeri geral para toda
&rei do moni: pi do Recife, Dujeiti a d9Cma
arbaaa ou de fu u-o es..ver sujeita a essa d-
cima.
Ari. 18. Para odos o effeltos do Ci>nt'ac o
era) nicos conpe eulea u triboaaes do E-t
tado de Peroamou 0.
A-i. 19. 0 goverco do Estado ob-lga-s^ e
eaadoaes muoia
conceda- isercio de impos'os
cipaes para o material, comboativel, obras ele. as'inj ?m aproviiioua'uooto de tobos para >
etc., e a i.Terpor oseos boas officios jome de en?olv rmato e ub-tiiulcao oa rede cea
reclamar da inspectora om exame a medido',
oerreodo a deapea por conta tfaqu Ha das
dos i partes que reclamar o eximee
Si para o exame for necesitarlo a retrala d"
meJidor, om ouiro se- pr\iiori^meute ins-
tallado por conta da parte recamante, se pr
accordo eoT ellas nao s aasanlir em avana
o cooaomo oo o e*im pelo numero da b.c h.
O medidor, sen Jo orna proprle(*aie do coa-
sumJor, se do "lame cosbecei-sea neceas!
iad-> de soa pub.'li.icao e oiva de rer* por conta o consumido-.
27* u consumidor maia podara imped* ao
Ortuir^claote o vtgresso at o meluor, tanU
para a Itrora da marcacSo, como para emreler
o mve d'aeoa nesse appa-e bo.
29 Taoto o coniraciaote com i o coisom d..r
sai ra.pectivamente respoaaaveia perame o
t.-ioon es pal i f-au le q*e tntro iazir>m n > me
didor, "abeodo a parta les da a clonar a ooi*
por nerdas e limaos.
29* O coasumidor oao palera nem perm>tj
(ira adoptar ao medido- appareino da nature!
aleuma com o ciracter Uxo e ^ualqoer aopre
IHo deaae genero s ee-a adaptado a Canati'
cao dopoia d pae*di) meitidor.
TITULO 8
Do contracto
31 Ou-anie o p-ain do contracto oem o pre-
f-ito muoiclpil oem o Estado poierao coi'eder
oem pe- nitir qae ou ros assen'em na vi pu
blioa tubo* para coa !u gao da gas de illami-
ocao, aereoj oo eobls-raaeca para traospo-t
de elect-ieldaie con appicagao lllam as(l>
oublica oo partictUr, nem taoos tos oa ca-
bos para transji) ta de qtialqaer forca qae p>*'
si ser applicida a illumiaacSo pabea oo par*
ticula*1, dect'o da re'enda a*e-, salvo accordo
aniiv^i com 0 eoo.raclaote.
33* Dorante o p-aio do coatra"lo, o con r.
dame dever ter sempre en seos d poiito* ou
no poto desta capital o carvao p ecs> para o
foroecimento de gas da um t-imeiira e bem
o
I
THEATRO
SANTAIZABEL
COMPANHIA HESPANHOLA
Empreza I. GIFUENTES
HOJK SABBADO HOJE
A lindsima operla em 3 actos
Domingro 19 do corrente
l.*-A rauito applaurlida zaizuela omica
lyricp.
Pacific Stesrn Ibtfgfoi Coi-
STRAITS OF MAQELHAN UNE
O paquete Iberia
Epera-se do
sol ateo di 11
do crreme e se-
guir depois da
'demora do coe-
urre para Liverpool, com escala por Li'bA e
La PalUce.
Para carga, passagens encommendas e di*
obei.-u a (rete tratt-ee com os
AGENTES
Wilson Sons & C. Limited.
10Ra do Commercio10
1. andar
Liojd Brazileiro
O vapor Olinda
o foco
metade da
legi'o pala lnfracgao de qoalqoe' claosola lo5
Uactoal oo disposicao jo regolamento que.
com audiencia da cooceaaiooario, ter de ser
elabo^aJo pelo engeobelro fiscal, para ooa exe-
cocao do mesmo ctntract'*.
ci Perda de meta ie do prego da luz c rr-B-
pondente a caoa o?o qua fo- en oni-ado n.
Iraquecido ou ap*esenlaido frequentea e in-
eommodas iolermiuencia.
Q) Perda de dous tercoi de3se prefO quando
O foco apreeemar frequenies eclipses.
e) Perla total desee preco, qmndo
eit .er apagado daraule mala de
fl QuandJ o oumero de focos, as condtces
la leura- e -subir a 1/3 do total de teos.
accesceri a moHa de 1:0 O*, e a de 5.000*,
qoaoJo subir a mais de metale,
g) Qiacdo esse fac;o se reprodoi* mals de
tnuta vezes oo aooo, o goverao poder! res
lir o contracto, si o8o preferir ebegar .
accordoda qoe possam resollar vaulagfna'
o se-vijo. jr
b) Caducidade do contrado. si oaX -P* a
contractaute ficar a cidade ia escu^ duas mi.
tes conse.u'ivas oo nao. s ...-,
Art. 5' Para boa *>-**--^faii,l> do contra.to o
oeroo'manU-i.'-|lolo 4 companoia un coge.
Bbeiro ns"^. o- aiuaote e o numero de
gad-aas de iiloinioacaj qoe t- joUado oeces.
sa -io, mas que nao exced- de seis, para o
qae deveri o contrapunte "iirar annnalm^nie
com o quan-ia de iO:00*OCO para o Toes u-o
do Eilado, destiasda a pjgaineaio iesse pe?.
al.
8 notco. A'n dessa qoaolia, anouaimente
reni-aia pelo concessionario, d-iver esse for.
O'-c-r sua cusa e de urna vn por lo-J s pira
O f8.ilplo.-io de fii:alisa;ao os inslrumealos
qae forem re'assarios a venliacio das condl.
(Oes da urna boa llumi-i'C5'1 uno excedeodo
todava essa despezi a 10:00 t
Art. 6.* Dentro do prazo mximo de dezoilo
meaes, contado do da da assinatura do coo.
tracto, Jevera es a- fuocoioaaiite em toJa sua
plenituda a illomio-icao elctrica nos oirro3 do
Ri'.ife, San o Aliono, S. Jos o Boa-VIsla.
Art 7 O pjiao m.ximo pa-a termnacao de
lodos o* t'abalaos ser de doos anooe.
Art. 8 Seri de tres meses o praso maxioao
pa a niacio do ai'Vico, coutaJoecse praso da
assigoaio-a o coitacio.
A't. 9o U d mez aoe do oa flxado pelo go.
vareo do Kstido Da'a pagamento a Field u
Broiners da presticao, aoaual o,ae D# 'or vid, nos termos da cUoaoia 13* do cootra to
de 23 de Ab'll de 1856, pa a indemnla gaj do
valor da actual empresa do gas flx-da, segn,
ao awalacao do arbliro uesempa'ador, em...
9;:9l7od a ser piga em ooro ao cambio do
oa e do mai qoe por folura accreacer pela
a; li'Co addiciooal dos 2- e 3- di presente
a'tigo, deve- o coacessiooario aatrar para o
Toes u-o do Estado coma impo.laociadaqoella
prestsc^o e o jaro de 6 %, nos termos do a*t.
lO, e da mesan forma annualmeote a' int>g-al
pag.meato da referida ndemoisagao. aob ieaa
de cadacidade do con neto e perda da caucao
definitiva (30:000i000),
Aru 10. En todos os pagamentos, devidos
por iodemnisagao do Eitado actual empresa,
o governo uara como melbor Ihe parecer, no
dir to qoe Ifie garantido pela clausula 13"
do referido ceotrac o de reallsar olios paa.
melos em prestaefies annoaes, seeoodo as
fO'C)8 do cofre eatadoal e mais o ju o de 6 %
a qoantia qae reslar al a exliacgao da di.
vida.
nico. Fixada a prestacao aonual que o
Estado devd pagar a Fieldeu Brotbers, nos ter
nos da clausula 13" 1o contracto de 26 de Abril
de 1856, entrar o Estado na posse de toda o
material da actual empresa do gaz, o aual po.
dera ser entregue aos oovos coocessiooarios
afim de faierem o servlco da illuminacao da
cidade dorante o praso exiguo para a iostalla.
co definitiva do novo syslem contractado, si
o eerv:co provisorio f-r rfec uado pelo, novos
cooce8Bioaarios em condigoes vantajosas para o
Estado ; em tolo caso, porm, meloores do que
as do actual empresario.
A't. U- Podando a actual empreza de illnmi.
naci a gaz concorrer apreseotaodo p-oposia,
nos termos do p-eseote edital, Oca eotenlilo
que a prefereoc a e he caoer oos termos do
art. 1* | 5- e 6- da ctala le n 1,901.
8 Io. u n.vo contracto e pode- ser I vra o
com Fieldeo B'ottie-s como ionovacao do de 26
de Abril de 1856, fe-tas as devidas modifica-
efies, nao t qoarito ao sysiema de Hluminacao
e suae catisequencias ttcbnicas, como princi.
plmente depois de expresas declaragao dos
meemos Fieldeo Brotbrs de acceitarem a in o.
vacio como iqoldaodo defiottivamsote todas
as qoesiCes existenies entre esses empresarios
e o governo do Estado, de.obrigado este do pa.
gameoto da Indemnisigo da citada clausula
li* do contracto de 26 de Ab-il de 1836 e sem
mais direilo da eocpieea a reclamagao de qnal.
qoer pagamento por parte do Esta jo, salvo to.
davla a *.vda do gazconsocdo na llomiuagac
publica e ja escrlpturada.
2." O concr-sgioaario, F eldea Brothe-s ou
outres. poderSo emprear o gas carbnico pira
illommaca) dos suburbios da cidade do Recife,
ten:o iiiualrxeote privilegio para esse fim, no
qoal poderao empregar o material actualmente
em aervico, fetos, a joi-o, do engenbeiro fis-
cal, os dev.des reparos, coocertos e ubsi-ui-
jfie!-, bem como cons'.raccfieB aovas qoe forem
precisas.
A t. 12. Os concessionarios gcza-ao igual-
mente do privilegio de Lrnocer no permetro
da ciJade forga motriz para o servlco das in-
dustrias qoe qaizerem empregar para esse tm
o gas carbnico, oo a eieCtictdade. fi'aodo
obrigados a conservar dorante o da a pre3iao
do gz e mala requisitos n tagio de motores, ao lornecimelto de laoora-
torio, e aos domis mieteres a que poder ser-
vir aqcelle gal.
Art. 13. O governo fenecer aos proponen-
tea e so concesionario as plantas que .possoe
da cidade e seos suburbios, cab'ndo aquellas
orgaaisar as deoals plantas, trabalbos grapbt-
eoa e dados techoicos qoe forem precisos a
confeefao dassuas propostas.
Art: 14. A lllaminacSo elctrica devera ser-
vir aos bairroa do Recife, at a fortalen ft>
Brim e a pon e de Limoelro ; San'o Antonio,
todo S. Jos (1 e 2. distneof), al a ponte
ftl AtgadOf i Boa Vista, a cooecar ua roa da
aos poderes da Uuiao para oMer i:ejao do
imoos'.os federees.
!. O gaz eir Carboolc, extrabido do car*
va i da pedra en oat-as samoslas qce o pea-
sam dar as con c.-8 em qoe elle 6 exigido
pelo presente coot a lo.
2." A otes oe ser laogado na rledecana-
lisagao, o gaz ser expurgado ae tolas ma-
terias nocivas latto a skIb puolica como a
toa conservagao dos eocanameatoa e app-te-
Ibos.
3- A lot do gas ter o poder illuminante de
i i vai'ai e eapermacete dai qoe quei nan
-e;e '\i um-s e oltentacenlUraoin'S por hora,
es"Epndente ao 12)- nglezes
4.- Esse poder ilia. ioante Be* verfljido
eji pfi uometo abarlo qutlmsoJa O gas no
riid-mo bico ca-a occasto.
5.- As experiencas pb^timetricas ra-a ve*
riticacio do pode* 11'ominante, serao fe'va io*
oas as utes eot'e 6 e 10 borsa e-"aeu8 re-
sltalos conaigoa^ -- ."-pecor da lilomt*
nacao em l|vr" o'speclal e sob ^oa guarda. Ds
dez em d**! das se adiiiionira > esses resulta*
dog-.pira se coobecer o poder liomlaan e me
dio/' oa decada, lacorreodo o contactante eao
alia, como abaix se estalue, sempre qoe a
Jia da decada Id* inferior a dez valias, as
sim como, sempre qae a media de cala n <\ e,
tomada isoladamente, tlr inferior a nove e ol-
io decimos de velia. -s
6. A p esso no giz em quilquer ponto dos
ene.menlos pabilos jaua s sera mnor ce
29 mii imet o, oem roem* de 4 milimetros.
T1TL') 3*
Da fabric?, suas'dependencias, canlsaa) e
lanternas publicas
10. O contractaute prolozir o giz em um
ou oais faoncas, comt invocar a uoi lade da fabrica para iseotar-se
de fornecer gaz onle loe '- reclamadf, tanti
pelo moDlcipio, como pelos particulares, dea-
tro do peimetro da l ammac^o pool ci actual
e a rea a accresceniar, qu- ssr marrada na
planta que ee-Jeve assigur por occa io da
asslgoa u-a do conta to.
11. O coiiractaate maote- s.-repre a su
fabrica oo ,iab-ic.s, gazomaros e olinas
em estado de alie -der todas as necessidaies
do eervigo da illammagao publica ou partico*
lar : tera as bateras da fo oo que fo em N
cisas, de sor te a navar sempre urna biteria,
pelo meaos, de reserva 6npregar& os appa e
lbo8 mais mode.-uos p cootionaado porem, smenlo com os actuies,
emqaanto ellos DaaUrem a saiiHoreu 6- oo-
ce=a(idades do servigo da detribaic?to ; mas os
gazom5tro8 que moaiar lora da faneca serao
ligados a este por u.n conductor virgem, de
sort qoe, nem mesmo doran e o dia, a rei*o*
laridade da emiseo possa ser perturbada
pela operaglo do eocbimento desees gazome*
iros ; lora iodos os mais apparelnos pracaos
pa-a a rgularilade do serv.co; m olera sem-
pre a ls da cana isagai publica e d rivag-8
al a pj-a ds consum lo es, em bam e-lado
com os diametroi correspondiles oo c-usu-
al).
Asac'.mes laotsr.ias propriamanle dftaa se*
rao, dentro do prazo de tres annos, cornados da
data da assignatu- do oairacio, substitoidas
pelo contracunte par ootraa do lypo actual da
ctd^da de Pars, isto lanternas com vidras
corvos, relleno e oa parta sopenur.
As novas laoternas qae sa assentarem serao
logo des'e typo.
Todas as lanternas publicas sero sempre
matHas em perfeiio estado da asseio e de
pialara e oomeradis com laismos de metal
preto nos vldros.
15.* Para a liumioagao publUl, correr po-
couta do oalractaola o (ornee meato e o assea
lamento dos combuslores compiebendeodo
ramal, a columna ou arandela e lanierna, e
bem assim a conservagao e aeselo desees or-
taos e a operago de aceeader e apagar, se-
gundo om horario, qie sera Hiado pe'o eoge*
nhelra fl'cal, de acco-do com o comprlmento
dss cotes.
16.- Para a illomioaca^ particular lera o
cooiractane o privilegio exdjsivo de forueci
melo, asseotamento e reparagao do ramal at
o meoidor, correodo as despezas por coma do
consumidor, salvo as de aseeotameuto, forne-
clmento do rainal e saa couservacao, na exien-
sao oos des p tmeiros metros Cuuiados do en-
ceoamenio geral, de onde deie partir o rafflil
para o consumidor, parle estaque ser a cos-
ta do couiractiote.
O engenbeiro fiscal fixar, de accordo com o
cont-actan'.e, a tabella dos pregos para essas
obras por con a eos coosuni lores, derendo
esta tabella ser revista da 3 em 3 anuos.
18. Nenbom medidor pod9< ser assentado
ou rea?seutado sem qoe prmeiro toba sido
afferido pela Inspectora do gas. Essa afferr
go gratuita.
22. O consumo de gaz ser pagn por mei
vencin, effectuaado-se esse pagamento at o
ul'imo da otil do mez aeguicte.
Na falta de pagamento por parte do Esta lo,
vencer o d-bitu jU*o> a razio de 6 *. oo pr-
meiro anno, 8 -|. uo eguuoo, 10 -*. no terce-
ro de dem ra, e assim segoidaueote.
Ni particular, o contractaute ter o direito
de cortar a commuoic<,'o do gas e s rest-
bale: la, qnan"o a divida Ibe for paga c.i m
os competentes ju os, a razio de 6 [. ao a-i
oo. Na fallada pagamento por parle do in
qul'ioo responde o proprietorio do predio.
23- Os medidores serio do i-yslema mtrico,
cootinuaodn-se, porm a usar os que existirm
assentes aa da a desie contracto, em quaoto
esllver em bora estadojon psderem ser repara-
dos.
O consumidor live de comprar o medidor
a quem qoisar,inclusive ao contrarame, que
nesta objecto exercer sua lodust-ia en llvre
cunea-rene a com o mercado ; oo poder, po-
.n o maiiio.* ser do um calibre superior ao
oamero de bicos de gaz que boofer oo pedio,
oem ser assentado oa retirado por cet.-em, qae
oo contractaute.
24. A caaalis.g'io a pa-tir do medidor e os
appareibos da uminacSo correm por roma
consumidores (salvo da illamin*cao pcb'.ica) e
podem ser rendidos e assentes por quem con-
vier ao consumidor, inclusiva o cootractanle,
que nesse oojecto exercer sua inJostria livre*
mente
25. Os consumidores sao respoosaveia pelo
pagamento do gas entrado em suaseasas e re-
gistrado pelos med lores, embora ae perca por
deleito oo mo estado de seos spparelbos de
iiiomioagao oo aa caoalisac&o alm do med*
or.J
20- Tanlo o contactan te como o coosumldor,
sempre qoe sospetta-em qoe o medidor tem
deixito de b'n 'ucc;onar, terao o direlto de
publica pr.vav-l en om trimestre. Got ante-
cedencia da s s meses oogenbeiro Os cal ti'
xiri es.-as qoactiades a vigora emeadaexer-
ciclo.
3Z' Pira tolos os '.ffrites do preseote cin-
trado sao ooicos compele ites o triboaaes do
EsUdo da Paroamboc.
TITULO 6
Da lospecgo
37* Tolia as obras que o contractante bou
ver de feser, quer em i ugmento da canal sa-
ga i publ :.-. ia *r ni ana fabici e depeoden
cas ser liscallaada^ pelo inspector, para aa
sejam feitae com a necsssaria se^orang e p*o*
pnedada.
38* Cab?, ootrosim. so Inspector decidir
quaesquer ques'.fies que se suscitareiB eaira i
empezi e os pi-n -m*"". auauu*. 'ao fornect
m-o'.e det/Z eco lis de coasumo, ficau'lo n
..-.< pir'.ej o -eco-so pira os t-ibooies.
39 No priaipio de c*da trimestre o cootra*
ctante remetter ao iisoector urna lista do p?s-
soal de accenlelores ron as sua3 respectivas
resideocias e disignagas des respectivos alatrl*
ctos em qoe fuocciaoan'm.
Qualqusr alterago nes a lista d-ve ser im
rneiiati nente romiiuaicada ao i aspecto-.
Rcife, 26 de Juoho de 1895.
A. Urbano P. Montenegro,
Director gerai interino.
PERSONAONS
Onorina f. Alberto Bonifacio Raphael Alcaide Aguasil Sta Alonso. Sr. Velasco. Sr. Critelle. Sr. Gonzlez. Sr. Anioros. Sr. Fernando.
2. A eng cacada e sempre applaud
mica.
Commandante R.
Ri per
E'esperado do
porloi do Dorle
oo dia 11 do
torrente, e se-
guir para os
CO-
porlos ao sol
As encommendas serlo recebidas al 1 bora
Ja urde do dia da sabida, no trapiche Barbosa
CaeB da Companbia Pernambocaoa o 4.
Aos Srf. carregadores -ledimos a sea a'teocSo
pera a claasuia 10* dos jonbecimentcs que e a
seguate:
Dio casodebaver algnma reclamagao contra
companbia por avahas oo perdas, deve ser f;t
por escripto ao agente respectivo do porto d
descarga, dentro de tres das depois de ficali-
ada.
Nao precedendo ee'a (oronaiidade a compa-
nbia tica isenia de toda a resp nsabilidade.
Como esta la Socieda
PERSCNAGENS
5f
cu oa oa
UNIO TYPOGRAPHICA PERNAM-
BCANA
Aviso aos Srs. eocios qa ro domingo (12).
bavera assembla gerai exlraordioaru com
qoalquer oumero de tocios, e reunan do cou-
celno de dplegados.
Secretaria da Uniao Typographica, em t)
da Ja elro de 1895.
O." Secretario,
7. Catialconli.
Rita .
Lola .
Pura .
D. Severo .
Valiente
Cabo Martina
Seorito
Sereno
1'. Guarda.
2. Guarda.
Sta. Alonso.
Sr. Conteras.
Sr. Falomir.
Sr. Anioros.
Sr Oritelle.
Sr. Fernandez.
Sr. Hernando.
Sr. Duran.
Sr. Paris.
Sr. Prats.
-:------
anco Em3sor de
Peraambuco
S3o cor.\idodc8 os poasB dor"s de arolices d^
Buiprestimo feio por e t- Donv.u ao Bs*auo e
188 letras byootbecarias em.tudas plo meemo
Banco, a virem recebe* os joros do semestre
flodo. O coopoos seria destacados no acto
co oagaoienii'.
Recifa, 31 de Dezemhro de 1895.
Jeiuiuo Alvea Fern.oiee, Di e 1 i.
compahia"
Iaduslrial Pernambucana
A admimttrago desta companbia anouncia
que icnam-je dtspos'go dos Srs. acctouiPtas
em eiu escriptono ruado Conmercio n. 6, 2*
indar, o baiao^o e mais nocumentos o- i.ue
trata a le das sociedades aoouymas. refere tre
loanjD fionoem30de Junbop";x'mo passado.
Becife, 27 de Drzembro d 893.
Terrziaar o espectculo com a grande Revista
madrilea em qae toma parte toda companhia..
LA GRAN-VIA
E
O DE.TO DOS CHiPiS DE SSL
e o maiigraza do
Tina tim por tim tim
As passsgens sao (Iradas no mesmo escripto-
rio, at 8 21/2 horas da tarde do da da sabida
do vapor.
Attencao
As passagens pagas a bordo custam
mais 15 Ve-
Para carga, passagens, encommendas e valo-
*s trata-se cornos
AGENTES
Pereira Carneiro t G.
6RA DO COMMERCIO-6
1* andar
Pregos
Camarotes de 1.a e 2.a ordena
dem do 3 *.
dem de 4.* .
Cadeirasde 1.a .
dem de 2.a.
Plateas ....
Paraizos ....
..
258000
15S000
10S000
5S000
30000
2S000
i $000
Compauhia Pernambucana
de Navegacao
Convido aos Srs. possuidores de
obrigacoes prcerenciaes, cujos nme-
ros foram sorteados para resgate, e que
sao os que abaixo vao mencionados, a
virem receber na sede d'esta compa-
nbia, e a conlar do dia 7 de Janeiro
prximo futuro, o importe das mesmas
e os juros do semestre de Julho De-
zembro d'este anno, sendo que, depois
do dia l.do sobredito mez de'Janeiro
em diante ellas nao vencerao juros.
Igualmente convido aos demais pos-
suidores das mesmas obrigacSes, a vi-
rem receber os juros do dito semestre.
Nmeros das obrigacOss:
Ao terminar o espectculo haver bonds para todas as
linlias, trena para Apipucos, Casanga e Olinda.
O espectculo conaecar s 8 111.
Bilhetes venda na Estaco da Praca da Repblica e no dia do es-
pectaculo na Bilheteria do Theatro.___________________________
Emprestiino Nacio-
nald e 1895
Pereira Carneiro Sf G.
CompaDhia
Exploradora de productos
Calcaieos
A directora desta Compaobia. faz pagar em
autOriSadOS pelo BanCO da eu escriptorio a raa do caes do Apollo o. 73,
i t> '1 Ido meio da s duss boras da larde dos diae 16
Repblica dotraZll paga- a Z) deste mei. os jaros venenos em 31 de
' Oezembro de 1895, dos coupoosoa sua emise&o.
Recife, 10 de Janeiro de 1896.
297 433
838 1D93
1609 1625
2367 2436
3214 3267
3636 3639
4064 4072
4404
5673
5975
6304
6607
6833
4521
5708
5998
6340
6683
6854
460
1231
1778
2559
3336
3699
4180
5008
5798
6011
6370
561
1297
1882
2705
3341
3751
4184
5134
5821
6026
6403
618 774
1478 1520
1908 2197
2815 3181
3473 3532
3787 3926
4326 4360
5317 5354
5924 5950
6695 6759
6914 7196
6030
6444
6760
7255
6118
6523
6780
Escriptorio no Recife, 30 de De-
zembro de 1895.
(Assignado)Sebastiao Lopes Gui-
maraes, director gerente interino.
~ UIMPANlA
Iodutruial Pernambucana
08 pos'uido ee de detentun-s oa tegoode
etLisS) dua (ompsolila sao convidados a vi-
rem receber no escriptorio S roa do Comroer.
ci b. 6, 1* andar, es jo'oe relativos ao semrs.
tre vencido btj-.
Hecife. 31 de Dezembro de 1893.
Ccmpanhia Jfauricd de Vi-
dros de Pernambuco
Sao coovidadoB os 8 p. accionistas aentrarem
com 10 / sobre o valor nominal de snas ic{oes
at o dia 1 de Janeiro troxlmo, do eecrip crio
da companbia A ra da Aurora n. 173 das 9
boras da asaba ao tr eio da.
Recife, 14 da Deiembre de 1895.
0 director secretarlo
Aatoaio atinervin) de M. Soarss Filbo.
rao em seu osenptono a
ra do Gommercio n. 6
I. andar do dia 2 de Ja-
neiro prximo vindouro em
diante os juros relativos ao
2. f ecuestre a vencer-se
em 31 do corrente das apr-
ices do emprestiino cima
subscritas por seu inter-
medio.
Recife, 30 de Dezem-
bro de 1895._____________
Costuras do Arsenal
de Guerra
Reforma das caitas de (Sanca
De ordem do ciaiao teese-: oronel Dr.
director deate arsenal, sao convidadas todas as
costureiras matriculadas para vi-em al o dia 31
do correte m*z, reformar as respectivas car.
t8 da flaoga, nao podendo couiinoar como
costureira do metmo arsenal, dorante o cor*
renle anno, as qoe neixarem de ftzel o no re
(erido prazo.
Seccao das costuras do Arseoal de Guerra de
Sstadode Pernambuco, 2 de Janeiro de 1896.
Flix Aoteoto de Al*an ara
CaPit-o adjuoio.
Ben,-. Lnj/. Cap/.
Cav-allelros da Cruz
Sess.* Ecoo.*. Begoo'oa-feira, 13 Janeiro, hora
do costme.
Martios,
Secrrt. *.
J.a- de Oliveira Bastos,
Presidente.
Compaobia
De Trilhcs Urbanas do Re-
cife a Olinda e Beberibe
No esc-iporio desta Companbia paf-a-se oos
das otis das 11 a 1 bura da t-irde, joros de
aecee e nbr gages prefereuciaes relativos ao
eeu-etire lindo em Dezeonbro orosimo paseado.
Recif 4 ne Janeiro de 1896.
Bento ftlxealhaep,
Gerente.
Banco Popular
Convido aoB Se. accionis as deste Banco,
virem receber, do dia 13 do correte mes em
diaote, o 9o dividendo a razo de 10 ao anuo,
relativo so semest'e Qcdo.
Banco Popular, 9 de J oeiro de 1896
O director secretario,
Albino Nareso Mala.
U^ITZUOS
Braz, Silva :% C.
Sociedade em commandlti por ac(0e8
Sao coovidatloa es Srs. aseoc'ados a faierem
4* e ultima entrada de sen capital a razo de
20 /. oo escrlplorlo da socle' ade a -ua do Com
mercio o. 13, 1 andar, dentro de 30 olas, con-
tados de boje.
ecife. 9 de Janeiro de 1896.
Briz, Silva & C.

Hambui g-Suedamerikanis-
che Damplschiffahrts-
Gesellschaft.
O vapor
Porto-A legre
'esperado do sul at o
dia I do corrente, e se-
inira depois da demora
neresfaria para
Lisboa e Hamburgo
Eotra- oo porto
Para passagens, carga, (rete e etc., trata-se
com ob
Consignatarios
Borstelraaan & C.
18Sua do Commtrcio18
' mujer
LINHA MEN3AL
VAPOR
Charente
Entrara no porto
E' esperado da Enrona at 0
da 19 de Janei o de 18S6 se-
goindo depois da demora pre-
_________ciea raa
Baha, Rio de Janeiro, Santos, Montevi-
deo e Buenos-Ayrea
Pie vine-Be anda aos Srs.recebedores de mer-
a donas qce -6 se attendera a reclamares por
faltas, que forem reconhecido" na occaaiao da
ieacarga dos volumes ; e que dentro de 4S ho*
as a conlar do dia da descarga das avareugas,
Jeverao faser qualqoer reclamagao conceren-
te a volumes qne porventura tenbam segnido
para os portos do sol, afim de seren dadas a
lampo aa providencias neceas*ras.
Roga-se aos Srs. passageiros de se -presenta-
em na vespera da cbegaw uo vapor para to-
ma rem as snas passagens.
Para carga, passageos, encommendas e di-
Gbeiro a frele, irata-se cotu
OSAGENTES
H. Borle & C.
42RA DO TORRES42
1. andar
Hamburg Suedamerikanis*
che Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Ciotra
E'esperado da
Eoropa no dia
11 do correte,
'e seguir tepois
demora necessarla para o
Rio de Janeiro e Santos
Para passagens, carga, frete, etc., trata-a*
com os
Consignatarios
Borste'man & C.
RUi DO COMMERCIO N. 18
1.* andar ____
Boyal Hangrian Se~Navigaon
Companv Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Petof
E' esperado de
Trieste at o dia
16 do correte,
eeguiodo rJepois
d a odispenea-
vel demora para
os portos da
Janeiro e Santos
Para carga, passagens, eoccmmendas e di-
ebeiro a frete, trata-se com os
OS AGENTES
Henry Forster &0.



;
M
Roa do
Commercio n.
1andar
frioce Line or Steamers
James Kuott Newcastle-oa
Tyne
. LINHA REGULAR ENTRE OS
EstadoB-Unidoa e o Brasil e Rio da Prata
E' esperado de New-York at
ro da 93 do corrette, e tablr
|depois da demora necessarla
'para
Babia, Rio de Janeiro e"Santos
O VAPORINGLEZ
A^siatic Prince
Para carga e passagens tratase com os
AGENTES
Johnston Pater e Couip.
Roe do Commarcio n. 15
i
I
-K
*
M p

MUTUDD
Mi
L^
r*-


I
Diario le Pemambaco -. SftMado II de Janeiro de 1&9G
__________________________________ --------------^~~^-~~~----------------.-----------------------^.
Companbia P te atepfio
rFORTOS DO NORTE
Par.byb., H.ul, Macio, Mosaoro, Ar-
* oety e Ceara
O paquete Jaboatao
Con5n,aDdant* Alfredo O-marles
GuimarSes
SegoeDodUH do cor-
rete, 43 i aorai dt Urde.
Recebe erg., .ocom neodas. ";JJ d
. nheiro a trete, at a il Horas da manca
da 10.
Cbama-se a attencao-dos Srs. "gj.0^*
para a claosola 10 dos conbecimeutoB que e
TSTcaso de baver algama reclain.gc.coo-
ra a Compaonia, por avaria m perda, flevewm
eita por escripto ao ageote respectivo no.porto
da descarga, dentro del es d'as depois de hna
lBar?ao preceden o esta foroiaMdade. Coinp-
Obla flea i8*nta de torta a responsabiliaaue.
ESCJRIPlORlU
Ao Caes da Ocmpanbia Peraambuoaoa
D. 12
CUAIGKUH8 8EUNS
Companhia Franceza
SavegH'o a ?per
Linba regalar entre o Havre, Lisboa,
Peroanibaco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
Espera--'* da Eoropa at o dis
1 do correle, segaindo de-
pola da demora iodispensavel
para
Macoi, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Rog*-ee aos Sra. tmportadoree de carga palor
vapores desta llnba, qoeiram a: -ementar deo
ro ce 6 das, a contar do da ilecarga das al
vareo gas qoalqner reclamacSo concernente a vc-
InmeB que por ventora lenham seecido para oe
portos do sal, aim de se poderea dar a tempo
as providencias aece3sarias.
Expirado o retenao praio acotapancia nao ve
rtupoasp.oU'.sa por extravos
Este tapor r.o recfbe ca'ga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Ruf no OommorcioQ
Ci$;i pmuiiau u 1-
PORTOS DO UL
Maaei, ^enedo. Araeaj e Babia
O paquete Una
Commandante A'cides Alboqaerqne
Segae no dia 14 do cor-
rale, as 4 horas da tarde.
Receoe carga, eocommendas, passagens e di
nheiro frete, at s 11 oras da maob do ola
da par'i?.
Cnama-Ee a alteocSo dos Srs. carreeadores
para a claosola 1G* dos conhecimentos qoe a
seguir i- :
c fvo caso de baver algoma reclamacao con-
tra a Companbia, por avaria oo perda, deve ser
eita por escriplo ao ageote respectivo no porto
da descarga, dentro de tres dias depois de nna-
lisada:
NSo precedendo esta formalidade, a Compa-
Dbia ca lsenta de toda a respoosabilidaae.
ESCRIPTJRIO
Ao Caes da Comnanhia Purnambueana
_________o.isca_______
lonipaBtm P- de Navegado
PORTOS no NORTE
Fernando de Noronha e Rcccas
- O paquete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
Segne no dia 18 do corre-
ronle, i 4 boras da larde.
Recebe carga, encommend8S, passaeens e
dib.i'O frete, at as t boras da manda do dia
da pa-iida.
Chama se a ftteGCo dos Srs. carregadores
para a claosola 10.a dos coobecimenloj qoe a
Begointe :
No caso de baver aUoma reclamacao contra a
Companbia, por avaria og perda, deve ser feita
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro de tres das depois de Buali-
sada.
Nao precedendo esta formalidade. a Compa-
nbia tica lsenta de toda a responsabilidad
ESCRDPTORIO
Ao caes da Companhia Peroambocana
n. 12
cade, 1 aparader grjbde com armario,8
deiras de braco, 12 de ioa''itcao, 1 relogio de
pared?, 2 tppareibos para cha e j-otar. copos,
clices, ga Mis, comp.tei-s e o'troa artlgos
decrvital. 1 hvalorio Oe pared-, 1 servteo de
falnce Jtpooex, t balacea, 26 latas de 230
grammas, cba Sootbeig, c-irca de 1,000 velas
aiea-ioasitroma.
Objeotoa de electro pate
Um apparelbo pan cha, l-licj tiro, 1 galbe.
tetro, cnocbas, colberes e facas.
Sala de copa, dispensa e :o-inha
U goa'da comida de rame. 1 n.eea de en.
gommar, 1 mesa com z eaveUs, mesa) de cos
Bba, flaodres, poies. irem *de cosinha. 1 ma.
cbioa para eogar-ifar, imaibioaa para litar
r>opa e 1 porta cbapo du s,l.
Sotao
TJrn goarda VfStldo com porta de esptlbo, 1
commeda Inteira, 1 lava'O'lo com pedra bran.
ca. 1 loilei, 1 cabide, 1 cama fraoceta, 1 gaar,
olo para lavatorio e 1 rel.
S- qoato
Urna cama fe ferro com lastro de mola, 1
goarda roopa, 1 coocmod?, 1 lavatorio, 1 gotr
niao para toilet e 1 deposito para aeoe.
Ter^a-feira, Vi do co/ente
Na rnacara o. 17 da Ett ada do Arr to da estscao da Maogabcira de Cim .
Angosto L.Dille em vla^em para Eoropa faz
leudo por o erveoao do g-tote Pinto dis me.
veis e mais orjecicti da ca i e soa residencia
oo Arralal capa n. 17.
= A's 10 12 Doras em ponto partir do lar-
go da R-poblica o trem exnaordioario qu-
dar passrgec s eratis o concorrenies ao leii&o.
Agente Oliveira
GRANDE
LEILAO
Do imponaote rstabeiecimeoto de Drogas,
sito a roa BuSo da Victoria d. 25, cons-
tando :
De excelleote a'rxag'n de Etra-eMc, lastres
e ci js'ai, arandelas, cofre prova de fogo. teiraa, arms06 ioglrzss, alambiqoes, lacbos,
frgSes, grande qoaotidade de vaallbames diver-
sos, assoalho de medei.?, ladri.bo da moxsico,
Krades da ferro, grande qaantidade de drogs
e prodoctox pbarmacejtiros, etc pertenceotes
a maesa fallida do r. Bernardo Liodolpbo de
tfeoMOfp.
Terga-feira, 14 (io coireote
A*S 11 HORAS EM PONTO
No estabelecittT'nlo sdma, a roa Bar8o da
Victoria n. 25
O feeote Olivtira, por maneado do Exm. Sr.
Dr joi de di-eHo do commerclo e a reqoeri-
meoto dos tynii -o da referida massa, levar
a leilao o ir portante eetabeleclcoento cima
descrinto, rojo balanco pode ser examinsdu
pelos Src. preteridente.j oo escrip'orln do mes
mo sgente roa 15 de Novetubro n 39.
AVISOS DIVERSOS
= Eogcmooadeira qoe saina eoeonmar
roepa de 8;0Dor?, precisa ce na roa da Sjleda
de o. 82 A.
Aiasa-ee a casa o. 43 sita i roa Lola do
Rego.com commodos para graode familia, ?goa
e gas encanado*, traed- qototal e jardim ao
lado, reeiicada oe novo, a iraUr & roa da Im-
perara ti. 16, loja.
Precisa-se de om criado e ama ama para
coeios, na roa do Hospicio o. II.
Pe la ie de orna ama para coMnbar, a
tratar na pr c< da Iodependeucia o. zl.
Precisa se de om cozubeiro ou oxa bo-
coztobelra, de om coprlro e ce orna eogoma
madetra para roopa de senbora : no caes de
oapioaiibe o. 30, Serrana Perpoiibocana.
Alaga-se om grande armiiem, ua miga
redacrao da Gazeti da Tarde, pateo do Carmo
0. 21.
AlOKa-ae a caaa u. 6 oa iravessa uo faj.
sanc, com agua aa companbia do Beberibu e
peqoeno al io. Trata-se com o D.\ Ciroe Da
roa do Crespo o. 4, 1.- andar, das 11 horas da
manba aa 4 da tarde.
A'uga-se o aodar terreo do soorado do
caes oo Gdzometro c.3, com agoa eocaaada,
appaitlo, 2 salas e 3qoarto?, a tratar Da praja
do Herval D. 3.
NA SOLEDADE roa do desembargsdor
Nones M aao e asseio. Hambres, bolo do nolvo, dito da
Doiva, iao-de-!6, bolo ingles, dito de arroz,
dito de mandioca, pastis de Data, mal benta,
bous boceados, bolo de rolo, bollnos para cb
tornrhas (k lo pao-de-l torrsdc (kilo podins
de pao, de qoetjo, ce coco, doces de ovos e de
frocta*, iilbs para o entrlo, alnga-se bande-
jas grandes e peqoenas e frisi-se papel o me-
ibor que possivel.
Perderam-se as caotellas do Monte do
Soccorro oo Estado de Pcrnambcco, de os.
30,179 e 30,398; pede se a qoem as tiver acbado
o obsf qo:o ce leval-as roa de Hortas n. 57,
que sera recompensado.
Jcao Ribsiro Pessoa de Oliveira, goarda-
livros, Albo de Jos Ferreira de Oliveira, teodo
encontrado d com o seo. para citar dovidas, assigoar-se-ba
o'ora em dame, JoSo de Pessoa Oliveira-
Recite, 9 de Janeiro de 1896._______________
Ca vallo a pp rehn a ido
Foi oo da 12 do mez passado apprebeodido
pela sobdelegacia da Magdalena om cavallo
co u c s eigoaes segaiotes : (dr mellado, toteiro
e acba'se depositado ca mesma sobdeegacia,
e qoem se jolgar seo dono pode reclamal-o,
provaodo com docomebtos legaes qoe Ibe sera
entreeoa.
7 de Janeiro de 1898.
LE1L0ES
Agente Oliveira
3# e ultimo leilao
De 50 acQes da Companbia Serrarla Peroam-
bocana, DO valor de 200JJG00 cada ama, coja
companbia acba-se em toas coodi^Oes.
Nnbbado, 11 do corrate
A'S 11 HORAS EM PONTO
So armazeiii n. 30 da ru* f *
de Xovembro
ANTI6A DO IMPERADOR
O ageole Oliveira, em comprimeoto e mo-
dado e asistencia do Exm. Sr. Dr. ]oiz de di-
reito do commerclo, levara a leilao as 50 acgOes
da Companbia Peroambocana, perteocenta a
Francisco dos Santos Macedo, e peoboradas pelo
Banco Popular, para seo pagamento, servindo
de base o prec do segando leilao qoe fol de
7fOOO por cada ama.
Os Sr. petendentes desde j poderlo enteo-
der-se com o ageote cima, qoe dar algomas
elpic^cfles._______________________________
LEILAO
De movis, loaca. vidros, crystaes, espelbos
metaos, objectoi de electro-pate e vros de
litteratora fr-o eza.
A SABER:
Sala de entrada
Urna mobilia dejonco.2 espelbos doarados
fraudes e ovaes ,1 mesa redooda com pedra,
cadeiras de balaceo, 10 de goarolc&o, 4 qoa-
dros, 2 aoetes de coco, 2 escarraoeiras, 1 al-
bom, 1 mlcroaoopo novo e 1 ooolo.
Gabinete
Urna mesa com 2 gavetas, 1 estante envidra
jad para Ilvres, 3 cade Iras de vlme, 1 de car.
naba, 2 cadeiras de bracos e 2 qnadros.
Urna liada secretaria de rnogno, 1 relogio,
0 cadeiras de jodco, 1 caixa de mostea e
1 variada collecrcao de livrosjsm francez.
Stla de jaati
v^jm nt etiKtu, i gdN taaoa rtdn.
Casa
e terrenos
Vende-fe orna pequea casa, propria para
banbos salgados, nos Milagrea, em 0 lo Ja.
Um terreno ptimo para eiibcago. oa roa
do Bispo Cardozo Avres, Boa.Vista.
l'm ootro em Daarte Coelbo, margen do
rio. Os doas pnmelrcs es'So readeodo de 10
i IB '[o do prego por qaanto se vendem, a tra-
tama roa da MaJre deiDeos ty 10.___________
Electricidade
A'i ionio do Carmo Almeja Sob inbo, encar-
rega-se de iostailages de luz elctrica em asi*
oas e estabelecimeotos iodostnaes, bem como
tflepbones particulares, campas electrictas,
para*ralos e ootros trabalbos cooeeoere.
Pode ser procorado por cima do Diarlo de
Peroamboco*.
Relogio perdido
Pede-fe a pessoa qoe ti ver acbado om peqoe-
no relogio de coro para senbora, cem cbatelai-
oe do mesmo metal, o (bieqoto de eoiregal-o
oa roa Coode da Boa-Vista n. 22, oo oa roa
Mirqoez de Olinda n. 6. qoe ser! gia licaiia.
Dito objeclo foi perdido do domingo ultimo,
entre a roa de S. Beoto e o palee do Carmo un
Oliod, oo oo trajelo do trem e esta(8o da Ao-
rora roa Formosa.________________________
Ama
Precisa-Be de orna para comprar e coslobar
para doas pessoa?, a tratar oo pateo do Paraso
o. 12, boteqoim. ______________
t
Amella Aogmta de Almelda Alba
qaerque
P.'dro Bastos Mello Albnqoe-qn\ Antonio
Carlos Almelda, Francisco Tranqoil.no Ala el-
da Bastos, JoSo Fraoci'co A'melda Bastos
Qalteria Almelda Vielra de Soasa. Mari da
Con eijao Almelda Albegar a, Marta da Coa-
ceic&o Aimeida Batios, son lobas, Q bo, limaos
e sob-iobos convilam seos amigos c prenles
pjra sssistrtm ^8 missis qoe mnodim celeb *r
ua roatm da Bor-Vist ai< 7 1|2 boras da ma
oha de t boa o 11 do correte, 7* Ha do fall
co.*t;(o oe sea presad;- e inexqoecida mfi',
i-i; a e tu U. Airciia Aa.'Orta de Almelda Al-
baque qoe re p r ajo a. to t cmiladese oo-
fivami asrdecldop.
sBHBZ-aBMBrvBBKaMrnaTii-^BMaBMBaa^
D. rurdalim Velloso dn Silveira
Pontoal
O Barao e Baronza e Peirolioa maoarm
dizer oiua miera oa matriz da Bji-'Visia pn-
alma den; tootud* D. Co dol-oa as 8 1,2
boras oa maoba de i i do crvenle, 1" da o<
seo fallei imeoto em Paria
f
1>
Cordaltna Vrlluso da Silvelra
Poninal
D Pedro Pon'cal e soa mo'ber, Z-ferioo V.
da Sil-era Poolual. auz-nie, Aooa oa SHveira
Pootoal, ; oz-nte Cjviio dos Sa(.io) Pootoal t
soa mulber, Alberto Lopes Macbdo e sua a-
Iber convldam i-eus acuoj e pareitea par
assUtinm as m'Sfa-f qoe maofam celeb-er i
matriz ca Boa-Vi u, s 8 l|2 boras da manb
de fabbadc 11 co corrale, 7- da do filiec-
mento em Parts de soa fOit e mal D. Corro
oa Velloeo da Siiveira Poo'oel. Aoteclpam o
seos aeradeiimpotos.
r
Joao Francisco de Miranda
Joiqom Fraocis.o ce Miranda, soa irm3 t
sobriDbos, coovidam aos paeot s e amlcc
para asslttirem roissa qoe per alma do tei
caro i'mao e to, maDdam reaar oa matiz d
G i en s 8 bo'as da msDb do dia 11 do cor-
reoie mei, 7." Jla do seo fllecimDt e po
cojo ano de. caridade se coofyr-gam ratos.
t
Dr Pellico Perelra Perras
7 dia
O ro-onel Joao de Souza Leo e soa seoborx
convidm os iM'eites e amigos do D*. Silvio
Pellico pereira Ferraz pira asslstirem a m m.
qoe poralxa do meemo maodam rezar Da ca-
pilla do engerido Miraotio pelas II boras da
maoba de 14 do carente.
Aotecipaau os seos agradecimentos.
f
m. Cordniina Velloso da Silvelra
Pontual
O Barao e Barooeza de FtechtlraB convidan
seos prenles e amigos para assistirem a rri c;
que por Mma de toa coDhada D. Coroooa
Velloso da Silveira Pootoal, man :am leztr ua
capella da osina CaDtci de Nfgro, no 7* tila
de seo fallecimealo, sabDado 11 do correte, e
11 horas.
E desde j agradecen) aos qoe conparece-
rero.
f
Amella Augusia de Almeida
Alliuiiuettiue
Pedro B sos ne Mello e AlboqoTOOP, Mara
Arxeh.i de Lyra Cav.lcante, Cbristo^ao de Hcl
laooa Ly-a Cavalcante, Marcolico Miiqoes Pe
reir. Mi la Olympia Cavalcaote Pe rer.-, Jote
da Hollanda Ly a Cavalcante e Antonio Fi'mino
de Ly-a Cavalcante, convidam aos seas pare-
les e amigos par assistirem as mlssas que
mandam rezar as 7 boras da m mt do di.i U
do correte, na matiz de Palmares e na d
Boa-Vista no Recif-, por a'ma de D Arce i-
Augusta de Almeida e Alboquerqoe, ma<, so-
gra e av, 7* dia do seo passameoto ; desde ;
agradecem rao so aos qoe se dignaram acom-
punbar os >ertos monaes. como aos qoe assis
tire m a e t
COMMENDADOR
Joao Finio de Lemas
A V'Ova, Oiba. genros e Dlos do commenda-
dor JoSo Piolo de Lemos agradecem a tojas as
pessoaa qoe se dignaram acompaobar os resto*
monaes do tinado soa ultima morada, e Oe
novo rogsm a s seo prente' e pe-soas de
amisade para assistirem as mismas qoe man-
dam rezar do dia 13 do correte, s 8 boras oa
manh, Da matriz da Bja-ViB'a, peio qoe cou-
fesfam-se desde moli agradecldcs esse
ac t
Adelia da Cnnba Mendonca
Jos Aoionio oe Oliveira Meococca e seoe
Blbos, Juvina C. de Mello Gaimares, seo ti b,
Qlbas e genros convidam aos parentes e ami-
gos para tssistirem as mlssas qoe mandan
rezar ra matriz de Sanio Antonio uo da it id
oorrsnte ptlas 8 horas da manbS, 7" dia de
fallecimeoto de soa molber, mi, tilba. trn S i
coobada Adelta da Contia Menciones, pelo qoe
se coofessam agradecidos.
. ......
f
J.nquim Alcebladea
Caldas

Perelra
Pais, vlora e Albos, IrmSos, cochados e gro, convldam aoi parantes e amigos, assim
como aos colir-eas do fallecido Joaqotm Alcebla-
dea Perelra C'.ldas, para assistirem as misses
qoe mandam rezar por soa alma oa matriz di
Boa-Vista ; s 8 1|2 horas da maoba do dh 13,
trigf sirco do seo passamento, coofessaodo ,=
gratos por fa p acto de CMri-'aie.
t
A ni
Compra se qoaiqoer qoaotidade : i roa da
Madre oe Deoa o. 4___________^__^^__
Vitrina e blcao
Veode-se pata liquidar ; oa roa Bario da
Victoria b. 53, loja de joias.
Criado e ama
P/ecisa-ae de om criado de idade de 1S a 18
aooos a de orna ama para casa de familia, na
m Formn o. 37.
a da Caoba Gnimare*
1* aooiv rsarlo
Francisco L. G raari-s e soa familia, Sebas
tiao Goimaraes e sos familia, O'ymoi, C
Gaimares do Amaral e soa lamilla convida.'
lodos 08 pjrentes e anigos para assistirem a-
miseas qoe pe alma de soa presada ti?, Aou
J. da Cao o a Galaiva**. iia: lam celebrar li-
dia 13 do correte, *.? 8 h iras da manta, na
Igreja da Snta Croi 1 annioeasarlo de ?:
parsaxeol.-, cjnfe^sindo-se agradecidos po
este arto de reli-ISe e cartdxde.
f
Na igreja ds Soledade, em sodragi, d'alma
do loditoso Eduardo Baptlsta Fragoso, mand-
toa famtla rezar mlssas do trigsimo ais "
sea ptBsamento, segoada-feira, 13 do cortete
ii 8 boras da maobi.
BwmQO do Estmago, ifnUa dfo IWfiM,
Anemia, Febre*, etc.
O MESMO
222
omesmo a*ra *~ ___ deHJffW" 0 Meswio
rmniirilIflPn P**' "-"' hloroaia. Pobreza do Sangue, Debilidad, ato. DUnrlHIlTlIlil
rtnnBEIIIuSfl r i^^w^^ 4 UMrmitDB
Preci&a-se
MEDALHAS de PRATA, de PRATA DOORADA e de OJtO
Academia de Medicina Pars, l2deJuibo 1892, Academia das Soleadas Pars, 1ro de Abril 1891.
CISCARME UPftlHCF
\J1^^ VJJRDA.DBIRO ESPECIFICO mmU
contra a PRISO de VENTRE
O tratamento pela Casostrlne nSo lmpoe a modiflcacao dos hbitos de cada
um, e podo ser seguido por todos em todas as occasics.Cura radicalmente:
A PRISO de VENTRE CHRONICA
PRISAO DE VENTRE da* Mulheres
que etilo grvidas oa AS DOENCAS OO FIGADO.
A. ATONA do dmtestino.
AS HEMORRHOIDAS, as mas digetloes.
Uha ou duas Pili-las i noits oo ao iantar (rsjt-sa o Prospecto
EN V I A-SE C R ATU IT A M ENTE A AMOSTRA
Dtisir-!" "crever : C/SA M. UPSDTCI, Pkanudeo i Bourgea OTrancej.
Deposito :'PERNAMBUCO : C di Droga* i Productos CtJmtau.
O rnelhor e mais agta'davei aos tnicos, receUado pelos mais
illustrados facultativos de Pars, nos casos Ce ANEMIA,
GHLOROSIS, FEBRES de (jualquer natereza, DOENCAS
do ESTOMAGO, GONVALESGENgA.S.
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Franfa : Pana, Tribunal Correccional, !3 de Xoveiul.ro de 18?^,
8,000 francos. Uonfinn.-.cia pelo Tribnu.il do Appellacjto em 2 .io Malo 1883, e polo Tribunal da Relacao 15 de Maio do 1884. l'aris, Tribunal
Corroctional om 21 de Abril de 1888, 9209 francos.
Blgica : Bruxellas, Tribunal do Anpellaeio, 1 do A;rosto de 1883.
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PAPIfcB FRA 'COIS, capa de Pargarmnho; PAPIER JEAN, capa de Xadrea coro a Borda ^ominada ,'
LE MTaOPOLiTA.... o*n a Borda gommada; LF. ~*ECHErjR. pape1 riscado 'verge> arpiNDfnoo pe-.----, irwre.
i I I O, Ali-inuox x Sr<-u. importadora* ene o PAPEL ALAMBF.EADO esta jatii/trado e
S erpeitldo dos ,,ortas de Antuerpia. Trente, ele., eotno PAPEL FRAMCEZ
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formam uma bebida deliciosa acalmando ins-
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Preci&a-se
De alia ama qoe copinhe compre, oo 3
andar da ijpcg-apbia do D.i0 buco.________________________
Gasa e sitio
Veode-se oa CapoDga om grande el\\Q 8rbC.
rlsado, com opiimas frocteias e orna q,-,rd ^.
ca casa terrea moderna, de totao com jar ?j|ji
com moitos ctmmodcs para graD e fami\va
cosioba (ora, qoarto de baobo e coeneira, agu,
e graode porteo de fe-ro na freole, morado,
so o p-oprlo, silo a roa icaqoim Nabuco o. Id,
raicSlo esquina para a travesea da Vectora e
lelfon' (fv-p-ii.tu de parada da via-frrea de
C xaog ; a tratar com o capitao Pasaos Lias,
aa oa Penba o. 5,1. Ssi*" das 10 s 3 da
tarde Da roa do Imperador r. 77 i'godar, es-
.ripio io.
Pracisa-ce de orna ama para ra a de horneo
so'teiro, a Iratar oa roa Tobas Barretto n. 2i,
laveroa.
Ama
PrfCisa-pe de orna que saiba bem coslohar,
n;ga-fe bem, a tratpr na roa do Livrameoto n
2i, fabrica a vapor.
Amas
Prfcea-te co doas seodo urna de leite e
o tra para ce mbar, a t atar oa roa da Motriz
da Boa-Vista o. 5.

Aviso
Arrfnla-te cm importaoie sitio com boa
casa pira morala, dita para criados, bai heiro,
rxoitos arv recios frocilferos. prczimo estacSo
Casa Amarella : qoem pretender dirija-se
Custodio Nenes, ettabelecido prximo dita
estaco.
C'osinheira
Precisa-se dj ama qna'lba bem coslBbar
o a Velba o. 28.
Criado
Precisarse d om criado : no becco do Pa-
dre n. 2a-, bot-l.
Giarda-Iivros
Eosloa-se; a tratar no becco do? Ferreiros
oumero 6.
Precsa-se
Um criado de 14 a 16
annos para o 3* andar
da typographa do Dia-
rio de Pernanbuco-
Criado
Precisa-i e para hotel, roa larga do Rosario
d. 25.
Ao commercio e ao
publico
Os abaixo aseigoados declaram qoe nesta
data compraran) a laverna do Sr. Maooel Hip
poijto aroeiro ca Silva, sita rna de. JoSo
o. II, Arra .1, lifie e desembarazada da qoal-
quer rcus: (|ue a se jolgar credor oa com
qoalqner direito ralativamente a allndida la-
veroa, apreseote'se no praso de tres das a
conlar desta publicar ao.
Fraocisco de Castro & C.
Recite, 8 de Janeiro de 1896.
Urgente
Preclsa-se de orna toa coslnheira e de um
cendro de 16 a 20 annos, para casa de deas
Deaaoas, a tratar em Olinda, roa do Sol d.
18 D.
Criadas
Precisa.se doas amas seodo orna para cos.
orar e ootra pa*a copetr, para casa de ponca
familia, paga.se bej, a tratar a roa do Impera,
dor n.'1, 2-andar.
Bichas de Hamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
port;5es applica-se ventosas seccas e
arjada; na ra das Larangeiras n 14.
Ama
Precisa-se de ama ama para cosinhar e mais
servicos de cae de peqaena familia ; a tratar
na roa do Rangel n. 25.
Sobrado
Vende-e o sobrado n. 161 da roa Imperial,
de doas andares, coo agua encanada, graode
qointal morado, ccebeira, poitao com gradea-
ment de ferro, moitos ccmmodo6, e com pro*
poicao para ama fabrica a tratar na roa do
Bario da Victoria o. 49, loja.
SIROP
duK
Trriiacao o i*9tt
Tosse
Expeotoragao
Insomnios
Nevralffiaa
Dores
Paris-28, ru Bemer*
Grande sortimento de meias propras
para padrea, cenegos e biapoa.
Merinos pretos, superior qualidade na
ate do mm
&1 Ra da iavperatrlx 51
ALBERTO CARDOSQ fie C.____
Dorniitorios ou quar-
tos mobiliados para sol-
teiros, no ameno arra-
balde da Magdalena.
Paraiotorma^oes oa mes-
ma ra n. 6, Mercearia.
Gostureiras
Precisa-se de costoreiras a roa Bario da Vic-
toria n. 80.
AttenQo
Vende-ge 2 bois, 2 carracas e 2 cavallos sen-
t om de corridas e om de sella 2 vaccas pa-
ridas, sendo orna tonriaa e orna bem mestt(a;
precos commoditslmo?. A' tratar com o dono,
no sitio em reole a prac Joao Alfredo.
Engenho
Vende-se o eoeeoho Sega*ao(a, margem
do rloTaqoara, no municipio de QolpapS. orna
legua distante ao povoado Barra do Jangada ;
esse eogenbo tem proporgOes at para se esta*
belecer ama osma, pcis dtsr.Se de gran e .-car
I ma de trras; tem toda ferragem nova e mo-
vido por om excellente motor a vapor. O eo-
genbo Segoranca est em conduces de oas
precisar de ootrax ierras para se montar orna
boa taina. Qucm pretender rodera ir exami-
na' aa obrts e catar com o sea actoal proptte-
ario se aladar.
Collegio Accioly, Gara*
nhuDs
*m As aolasdesteestabelecimeniodeinstmc
ao primarla e sraadarla, se reabrirlo no tia
5 de Jc..eio.
A directora do coeglo psrtiripa ?f>t pala de
seos alomos e a qoem itterepsar poeaa qoe
admittio como socio o cldadao Tbeotvbilo Ca-
vilc-nte. ei-empr eado interno do Gjmna.-ic,
le espera merecer a cooanca de seas amigo.
Garanboo. 1 de Jaaciro de 1896.
I Jos Accioiy Cavalcante de Aibaqoerqt.
Jd*tX

-**
* .,"***.
,.,-,>^.


}
Diario de Pernamlmco Sabbado 11 de Janeiro de 1&96
o

/





Os proprietarios deate moderno estabe-
leciraento, apresentam a admiraeao do8 seus
iilustres freguezes e ao estmavel pubiico
desta capital convidam a fazerem urna visita
aoseu estabeleciinento que encontr*rao co-
mo especialista era cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersej, Moscatel, Champagne,
Pasto, Collares genuino e j aamado
DORO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
/mes, munteiga, fiambres no vos, chocolate
menier, marmellad', passas, figos, castanhas
e o niaia-tp concerne a urna boa dispensa
^familiar. Alem disso tem a mesmacasa di-
versas marcas de cervejas inglezas e alle-
mes especialisando se a celebre e afamada
^DaJ^3NTGXSG,A 3NTA.
Cognac, vermutb, whiskjs de vanas
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por isto limitamo-nos a chamar a at-
tencao do estimavel publico e dos nossos dis-
tinctissimos freguezes para ludo que acaba-
mos de narrai, afianc. ndo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fructaspara
embarque.
3__ Ra Bom Jesusa 13
3D
m
0
H
H
ACTIVAS
PILUIAS
DE BRISTOL
VEGETAES
ASSUCAEADAS
SEGURAS
H
0
* INOFFENSIVO *
0 GRANDE
d PUEIFICADOR H
> \&tf
4 4KUp >
4 t SUSIPIBRILll H
0 < DE BRISTOL
CURA TODAS AS IMPUREZAS DO
SANGUE E HUMORES
* E F F 1 C A Z \^\
"W
GRANDE
grande
HOTEL COMMERCIAL
X3CaSDPS0DlJ^^.XA.S
Ra Larga do Rosario ns. 29,31 e H*
Este importante estabeleciment, sob a direccSo do sea hbil proprietar MA-
NUEL G A RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .ot;rna, j pela promptidao e aceie do ser viso culinario aduaneiro, j
tairbem pe posicao hygienica do seu aditicio.
33EP&ET&MIKT0S
Depois de innmeras transforraa$8es por que tem pausado este Hotel, conse-
gu afinal o sen incancavel proprietario offerecer boje ama hospedagem que
dere sei preferida pelos Ilustres viajantes.
HOSPEDARLAS de 1' e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melhor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SALAO DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendentes.
rUNDiCAC GSUL
ALLANFATERSON&G
44-RUA 00 BAMO DO TRllFBMHUt
Ra 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira otdem.
Casa montada com luxo e commodidade n'um dos pontos mais hygieni-
eos da cidade do Recife.
Accommodacoes magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeicSes, a mai r _e mais arejsda nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um trance
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialistas na ar-
te culinaria
Os proprietarioa d'este grande e luxuoso estabelecimento tendo a certera
de que com os elementos que cima (offere-se acha-se habilitado a satisfazer ao
mais difficeis dos appetites e bota-o ao; despor do publico offerecendo-9e para pre
parar banquetes, jautares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimeoto.
PRESOS HASOAVE1S
FAUL1-SE DIYEBJOS 10I0IIS
POUR SE MANGER.SalpicSes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, eatran-
geiros e nacionaes.
E' esplendido o sortimento de vinhos Figueira, Bordaaux, Porto, Vermouth,
Cognac, cervejas, licores, champagnes e outros aperitivos & a se bairo,oios recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem sempre grande deposito
de bebidas de sua importado, principalmente vinho Bordeaux em quartolas e
cognacs finissimos, que vende as melhores condicSes do marcado e precos sem
competencia.
GRANDE HOTEL C0MMSRC1AL
Machinas a vapor.
Mceudas.
Rodas d'agua.
EMULSAO VERMFUGA
Formulada e preparada por
Jos Marques Ferreira
PHvRMACEUTICO
TITULADO PEIiESCOLA 12 millU l milL'U BA SASIA
AFPROVADA- PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emulso faz expellir completamente em poucas heras os verme* in-
testinaes, conhecidos vulgarmente com o nome da lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nSo ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradavel ao paladar, podendo ser usada pe s
cranlas sem repugnancia. Em sua composicio nao entratn substancias mine-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo do usar
miau do wiiiii
Contina a manier em seus depsitos completo sortimento de utensilios para usinas
ven enri sempre por presos mdicos.
MACHINAS A VAPOR de differentes systemas e lmannos da Robinson e oolros rabil-
cantes e de 2 a 12 cvallos.
CADEIRAS A VaPOR multitubularesde Flctcher para fanccion bag g tachas.
CALEIRAS A VaPOR Cornish e typo locomotiva para funcionar com lenba e bagaco-
RODAS para agua.
BOMBAS de motun-continno.
MOENDAS e'meas moendas, garantidas.
TACHAS de (erro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diferentes systemas.
CRIVaCOES para fornalhas. .
MACH1N*S para descarocar algodao de ti a 50 serras com alimentadores e empaliado
res a vontade dos agricultores.
Pizendo parte da direegao de sna fabrica o Sr. engenheiro Augusto Clarb, ventajosa*
mer te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de inootagem de grande numero
a- usinas funecionando deste EsUdo, incumbem-se do mandar vir e erigir garanliodo a pro.
rtucca p qualidade do assu ar.
APPARELHOSe meios apparelhos de vacuo.
DESTILLAQOE completas paraalceol e agurdente a vapor e a togo.ou, pata granaea
t pequeas fabricas. .._
52, RA BARA0D0TR15IPH0, 52
Tsixas tundidas e batidas.
T^iixas b .tida8 sera crava*ao.
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jagaaribe
A 90000 a barrica
Para o fabrico do assucar vend-ae n
Companhia Exploradora de Producvo
Calcareoa no Caes do Apollo n. 73.
Regulador da Marinh&
Concerta-ae relogios dealgibeira, pn-
dolas de torre de igre]a chronmetro de
marinha, caixa de muBicca, aparelboh
electricoB, oculos, binculos, oculoa de
lcanc, joias e todo e qualquer objecto
tendente a arte mechaoica.
9fiua Larga do Roeario 9
Cocheiro
Preclsa-se de nm que seja pessoa cajaz para
o* engenoo prximo di cidile. A tratar coro
Agc8nbo Costa & Socia na prafia do Coip
Santo o. 9,1.a andar.
Caixeiro
Precipave ''e om m^nioo de 1S a 14 anao,
qoe te ha prauca de ooolbadoF, a t'.Ur oo pa-
lpo do To-C1 n ^*________________________
Pretifa-se de non coro p-atic de molh'dis,
de 16 i 18 aoooB, a IraUr na p-aca oa Rep-
blica v. 3.____________
Ama
Adultos colheres das de sopa. CrianeaB colheres das de cha. Deve er
tomada pela manh bem cedo, pura ou misturada com caf, leite, ou raeam
com agua adocada.
2000
100O0
203000
Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
Pre^o 1/2 vidro
1
Duzia de 1/2 c
c 1 t
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro."
FOLHETIM
55
C8IMB MYSTEBIOSO
TRADUCCAO
DE
XXVIII
(Continuagao)
Gryce n&o respendeu.
Refiectia profundamente.
Da repente exclamoa :
E' cimo diz, a chave do en;gma.
E' precia i achal-a.
Mas o seu olhar pareca repetir :'
Com? como? i exactamente como
o preso, com lgubre persistenoia, que
nEo promettia prever resposta imme-
diata.
Craik Mantell aventnrou-se 8urg*f-
rir :
Ha urna s explicaclo possivel,
creio eu. Minha ti* devia fallar com-
iigo misma. Era surda e vivia solita-
ria. Estas pessoas team muitas vezas o
costme de monologar.
Gryoe bateu na testa.
E' exacto I exclamou elle, pos o
dedo no case. Fallava ssiuha, evi-
dente. Pensara em Imegene Dar e di.
riga-e a Imogane como se ella estires-
Precifi-se dN nma p-ra cnstnrar para doac
. u tres peseois. a trocar na praca da Repbli-
ca n- 3, vfPdr.________________
Ave do ^araizo
51 ra da Imperalrix 51
Recebem das principaes pragai da Es-
popa, quinzonalmente as m^is alt^s No-
vidades em fazendas fini-s.
ALBERTO CARDOSO St C
Realejos grandes
r portinies re.lejos com ItQdlfBiiras mosl-
cas, a roats rooderDae, propias para cosido-
rama, kermesfrs. etc. Vende-se pur pr*co
c romodo, por ter grande soriiroen'o na relo.
jo na l)*nd. roa ao Caboe o. (4.
jig^P"^m^
se all. Sevesse aberto a porta, tel-a-
hia encontrado b e confiando oa seus
pensamentos as paredes.
Sinto nfto ter entrado.
Gryce estava extraordinariamente agi-
tado.
E>t entendido. Imogene Dar
n&o estava all sen&o na maginaoao de
sua tia. Concluamoe agora. O sentido
das anas palavras*prova que pensava
em si.
Prova mais do que isso. Prova
que se misa Dar nao estava com ella na-
quelle momento, devia ter l estado de
manha, porque, qoando na vespera me
eparei de minha tia, ignorave absoluta-
mente a minha ligac&o e as minhas es-
perancas. E so axplicaria o nnel en-
contrado no sobrado da casa de jantar
Mas Gryce deixoa esta questao de
parte.
Do que eu quero certificar-me se
sua tia fui inform da, di*ae elle, das suas
i elacoa8 com misa Dar ?
Nao o pode ter >ido senaa no caso
de misa Dar Ih'as baver confessado na-
quella manha.
Da repente o olhar d> agente scin-
tillou.
Tenbo o fio 1 tenho o fio l excla-
mou elle levaatando-se para se retirar.
O fio? O quesoppo?
Mas Gryce nao era homem para ri-
ponder a ama tal pegunta.
Sabel-o-h em breve. E' bastante
haver-me dado urna idea qoe me levar
a resolver este problema e a fazel-o ab-
solver de urna falsa accusaj&o de assas-
sinio.
E misa Dar T
Nao fui acensada e nio o seta,
E Orcott ?
q Espere! responde Gryce, espere
PB1T0RAL 0ATHAR1NBN8B
XAROPE DE ANGICO, TULU* E GOACO
COHPOsl C !" DE BAIILIVE1BA
Approvado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Estado
premiado com a medalha de 1.a classe em diversas exposi^S.-s.
Recommendado na dioica medica de distiactoe fcultativos como grande
medicamento para combater tosseb, brouchites, asthma_t8ca, coqueluche, rouqui-
dio e todas as mo'estias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoa residentes em diversos Estados do Brazil, attestam
a afficacia deste grande preparad'.
RALINO HORN & OLIVEIRA, nicos proprietarioa e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda em todaa aa pbarmaeias e dragarlas
DEPOSITARIO NO"v ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimares lirada i C.
Ilua da Marquen de Oliuda o. ttO
XXIX
Gryce nao a'reditava que Imogene
Dar tivesse ido a ca-a de Mra. C'em-
mens antes da inorte, nem que houvease
tido com ella qualqner relac&o.
Por Manaell lhe haver declarado que
nunca tinha fallado a sua tia das rea-
goes entra elle e misa D*re, o babil
agente tirou immediatamente a conclu-
&o de qoe a viuva as ignorara sempre e
que aa palavras ouvidsB pelo preso se
applicavam, n5o a elle p oprio, mas a
quslquer outro homem e muito provavel-
mente uelle a quem o nome de miss
Dar estava neste tempo ligado, em ou-
tros termos, a Tremond Orcutt.
(.'omtudo nSo era fcil avahar a im-
portancia de tal conclus&o ; porque, pos-
to n3o haver nada s ngular em que
aquella mulher solitaria, cota alguos
miihares de dollars, se gahasae de pode
separar seu sobrinho da noiva que asco-
lbra, nao era de presumir que hoovesse
usado da meama linguagem relativamen-
te a miss D re e Orcutt
S a existencia de algum laco de que
oao se suspeitava entre ella e o grande
advogado teria podido explicar os seus
entimentos a proposito do seu casamen-
de intervir conlida na
ama respoata a esta pergunt* era evi-
dentemente da maior importancia.
Gryce pensou primeiro se nSo haveria
a'gum facto eonhec do, accessori, ou
qualquer outro, que desmeatisse a theo-
ria de que Orcutt havia commettido
a |uelle crime, alguna instantes depois
de ter atraveasado a ra e ter entrado
na casa, porqua se a cadeia mais com-
pleta de provas accessorias nSo prova
necessariamente que urna pessoa suspeita
a^ja culpada de um crime, o menor lo
que falte fatal a accusasSo ; e Grice
queria ser tao justo para com a memora
de Orcutt como havia aido para o seu ca-
rcter eraquanto vivera.
Por consequeccia, consejando pelos
primeiroB incidentes daquelle dia fatal,
oceupou-se em primeiro lugar da carta
que a viuva tinha deixad) incompleta.
Esta carta e a dirigida sua mais in-
tima amiga, e tndicava em alguraas li-
nhaa escriptas com um certo presenti-
mento, oa mesmo um* apprehensao de
morte prxima, muito curioso naquellas
cirrumstancias
Gryce lembrou-se d'uma das suas ex-
prestSes. Ha tantaa pesaoas, escrevia
ella, para quem a minha morte seria
proveitoBa I
Tantas 1 Isto'ngaificava pelo menos
to e a amea;a
quillas emphaticas palavras a um lago'tres pesioas
que, posto de parte o amor, era de na-1 Quem eram ellas ?
tureza a dar-lhe influencia no sea des-) Hildreth, naturalmente era ama, Man-
T
.
tino e a faier della, a deapeito d* sua
solitaria cond cito, o arbitro egoiota do
seu futuro.
Qual era este lac > T
Um aegredo entre ellea ? '
Conhecia ella algom fact) da vida
pastada de Orcott que, se o revelasse,
eria um obstculo ao seu casamento ?
Que motivo podia ter Orcutt para ma-
tar aquella mulher ?
Era este o^aysterio a esclarecer; e
Mas quem
tell era certamen te a eutra.
era a terceira ?
Para G yce um s nome
vel.
At aqu a sua theoria ficava com-
phua.
Agora, qual era o segando tacto co-
nbecido ?
O leiteiro levara o leite As onze horas
e meia.
Espcrou algalia minutos.
era possi-
un mu u uojii
E* A DESCOBERTA O
* ELIXIR M. MUIATO
PROPAGADO POR
D CARLOS
Elle cura toda a syphis.
Elle cura o rheumatisma.
Elle cura a astbma.
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Ra Mrquez de Oada 24
Professor
Precisa-se de am com babllita^Oes para Ice
cicnar pumeiras lettras em om ergeobo rerlo
a ciJade; prff're'-e reasna Idoue. A'ira-
lar com AiiOBtinho C ta & FUzi, prsga do
C'irpn ?anto n. 9. 4. andar.________________
no primeiro
a porta de
Mrs. Clemmens esta vi
andar, quando elle b teu
casa.
Foi neBse momento que a interrompe
ram quando escrevia a carta ?
Se assim era, nao tinha voltado ao
quarto porque, quando Hildreth se apre-
aentou um quarto de hora depois, abrio-
lhe ella propria a porta.
A sua entrevista foi corta e tempes-
tuosa.
N&o tinha a menor preciso das euas
drogas, e, alera dieso. o seu espirito es-
tava evidentemente preoecupado.
Poz Hildreth fra e volt u as suas oc-
cupajoes. Mas asordez impedio-lhe de
ouvir que elle uao sahira de casa ; os
seus pensamentos seguiram a di-ec$o
qoe tioham tomado, e, coa o estava en-
colerizada, falla .-inha em voz alta,
com amargura, emquanto paisava da
casa de jantar para a cozmha, on-ea
tratar do jantar.
As palavras que pronuncia s5o ouvi-
das.
Aqui apresenta-se um novo ponto de
interrogaSo, porque se o seu humor es-
tava excitado pelo pedido que na vespe-
ra lhe havia feito o seu prente e her-
deiro, as suas expressbs de colera neste
momento nao se dirigUra a elle, mas a
urna joven que estranha para ella :
< Julga que vai casar com elle, Imo-
gene Dar ? Pois eu affianco-lhe que nSo
casara emquanto eu for viva 1
O seu principal motiv > de colera,
aquel e que especialmente lhe oceupa o
pensamento, misino no momento em que
suppoa que muitas pessoas lhe deiejam
a morte, tem pir causa o facto d'uma ra-
Dariga formosa tt-r manifestado, pelo me-
jb assim o sqppSe, o desejo de casar
cem Orcutt.
O pronome elU, de se servio, refera-
se neettsariarneute ao advogado, vistoTyp. do
xuia particular
Julia Tavares dos Ret, previne aos Srs. oa!8
'e familia qoe aorio a soa aola a -oa do Jar-
dim o. 46. conslaodo o eoaioo do ff (uinte :
geosraptua, srilbmeticz, deeenho e gramma-
(les, e iodo< o* trabaibes de ?(olh i, garaotlQ1
i > -Fe tel" a n f>ic^n no eia'no.____________
que ignorara a paixao de Imogene por
seu sobrinho.
Mas nao era este o nico ponte a es-
clarecer, porque, para acreditar Orcutt
colpado, era tambem necessario acreditar
que as outras pessoas aecusadas eram
sinceras as suas explicares acerca dos
acontecimentos em que pareciam ter es-
tado envolvidas.
Quaes eram esses acontecimentos 1
Partamos do momento em qua o relo-
gio marcava meio dia menos cinco mi-
nutos
Acreditndose Govemador Hildreth,
elle estava, neste momento, na saleta da
viuva, dig rindo a su posico e rfla-
ctindo no futuro.
O vagabundo, se aqnelles que preten-
diam telo visto nao se enganavam, estt-J
va & porta da cozmha.
Oaik Mansel' eslava sobre os degraos
da porta da casa de jantar e Imogene
Dar por detraz do telescopio no obser-
vatorio do professor Darling.
Hildreth com duas portas fechadas,
entre elle e a ultima casa, nao sabe nada
do qoe Be diz ou re passa all ; mas o
vagabundo ouve fallar e Craik Mansell
recinhece a voz da viuva, cujas palavras
lhe fazem crer, erradamente, que tem
urna altercacSo violenta com a mulher
que ama.
Hildreth fica onde est ; a vagabundo
vai pela porta principal. Craik Mansell
corre para o bosque.
E Imogene Dar ?. Dirigi o telescopio
para a casa de Mrs. Clemmens, para o
lado da porta da casa de jantar, porque
v Mansell fugir e aegue-o com a vista
at qoe tenha deaapparecido.
{Contina).
. roa Doqae daGaue* 42
"S
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MIMADO

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