Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17989


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Full Text

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*j
de I89*
HXjDERO
<<*>
PB6PBJBB&BB BB IKAB6SL FIOTBJERf A BB VABIA & BILHOS
PARA A CAPITAL E L
REDACTORES AjVTOIWO
tES ONDE NAO SE PAGA PORTE
Por ires mezes achantados. &$Gvo
Por seis mezs adiantados. (5{000
Por um anno adiantado .... 301000
Numero abolso do mesmo dia 8100
OM DE VASCOXCELEOS
SAO NOSSOS AGENTES EXCLUSIVOS DEbBLICAQOES NA
-*--------FRANCA E JNGLATEP
Os Sr?. Mayence Favre & C.*, residentes "en^aris18 ru de
La Grange Batelire x- ...
e MAXOEL ARAO
PARA OS LUGARES ONDE SE PAGA PORTE
Por seis mezes adiantados. 16|500
Por nm anno adiantado .
Por trimestre vencido....
Numero avnlso de dias anteriores.
331000


i
Aviso
Segundo
expectativa lao surprehendente e provocante
da mais subida atimirngao.
Dir-se hia qua os dous continentes se mirara
praxe seguida desde como d008 poderosos fcigantes, qua medem
alguns annos, passamos a offerecer aos 8ua8 forja8 hercleas anles de atirarem-se
nossos assignantes que mandarem
um cooflicto descoramunal.
Eatteanto, nada parece mais extravagante
Signatura, at o da 15 do corrente, entre a EQr a e
escolha dos hvros constantes das ,, ,
a America; pode-se com multas boas razOes
duvidar que o facto se realise, ou p.ssa rea-
lisar-se.
Nao ha becess dade de uaiversalisar ama
questao entre os Estados-Unidos da America do
Norte, e a Inglaterra.
abonar um anno adiantadamente de sua
assignatura, at odia 15 do corrente
a escolha
duas series abaixo ; sendotda primeira
um so volume e da segunda dous.
A hmpreza.
Prinielra serie
J. C. MachadoLisboa de hontem.
Segunda serie
Os companheiros do crime.
O romance d'um autor dramtico.
A mestra.
Joao das Gales.
Lili-TutuBibette.
Joanna d'Armaillac.
A rainha dos estudantes.
Os Rebeldes.
Urna mulher perigosa.
Um drama as minas.
La de Mel.
O romance d'uma cantora.
Aventuras de Tartarinde Tarascn.
Pedro e Joo.
O Sonho.
Sror Philomena.
Medico Assassino.
In Memoriam (lbum do Infante D.
Henrique.
T&legrammas
SBSVX50 TASTICULAa JO HABI
Rio de Janeiro, 9 de Janeiro,
s 4 horas e 55 minutos da tarde (rece-
bido na estacao s 9 horas e 25 minutos
da noite e entregue s 9 horas e a5 mi-
nutos]
Goncedeu se licenca aos lentes Drs.
Seabra e Epitacio para ausentarem-se
dessa capital durante as ferias.
O eonselheiro ThomazRibeiro, que
segu para Lisboa, despedio-sc 'do Sr.
Presidente da Repblica.
O Jornal do^Cbrrirercio publica
um artigo do"Baro de Capanema, cri-
ticando o Telegrapho jNacional pelo mundo a parte, separado do concert e da
mo servico, que elle attribue a falta de comrauoho universal, qoando elles formam
as partes componentes do universo civil isa-
X^^T1 d Janeiro. J^ ^C do; as torgas que se crusam e .a .qu.l.bram
O almirantado inglez ordenou aos das grandes correntes da civilisagao do glo-
aavios suitos nos portos que estivesem D0?
nacarados para qualquer aventuali- .
Pr p d f i i ^ a America, pelo menos, em sua totahdade,
- Valla-se na chamada da reserva a nao chegou ao desenvolvimento completo da
Dava ser esta antes urna questao de duas
nacOes. do que|uma questao continental.
Nem a Europa se coltigar com a Inglaterra
contra o continente americano, nem este de-
ver formar urna colligagao anti-europa, in-
duzindo a Europa imital-o.
No va a faisca elctrica saluda da bocea de
Cleveland, produzir o geral estremecimento, e
collocar o universo n'uma to vexa'oria e
anormal situacao.
Nao v desenvolver-se urna nova esp'ci de
patriotismo, ou urna generalisago do que sem-
pre foi existente e comprehendido. O patrio-
tismo europeuem opposic&o ao americano.
" Nao"jugamos que as nagOes europeas pos-
sam sempre ser solidarias, oas suas questOes
internas, ou do sen proprio continente, como
nunca o forao, e isto prova as guerras conti-
nuas e seculares em que teem sempre vivido,
at a ultima que arrancou duas provincias do
imperio francez, que aonexaram se a Alleina-
nha, dando lugar a formagao do imperio-alie
mo, e a fuodajao da Repblica franeexa.
Assim, e do mesma modo, as nagOes ameri-
canas n&o podero ter sempre solidan' dade
nos seus interesses, e nunca o tiveram, como
provam as nossas luctas com as repblicas
platinas, e as d'estas repblicas entre si.
Se assim como manter-se orna solidarie-
dade americana em face d'uma solidariedade
europea e viceversa ? Sobre muitas questes
americanas as nagOes da Europa pensarao di-
versamente, como sobre multas quesiOes euro-
peas! pensarao os amertanos de modo difle-
lente.
Quem nos dir que urna nagao ame.icana
nao precisar nunca para sua defesa do apoio
de urna nago eurvpea ?
Como es dous continentes formarlo um
servico.
Vicua, 9 de Dezembro.
A imprensa austraca acompanha a
allem na campanha contra a Ingla-
terra.
Roma, 9 de Janeiro.
Finou se o cardeal Graniello.
TOAOS
Macci, 9 de Janeiro.
A inaugurado da illuminacao a luz
elctrica, publica e particular desta ca-
pital, ter lugar no dia 14 do corrente.
Adriano & Loureiro.
DIV 0 DE PERNAMBUCO
RECIFE, 1U. DE JANEIRO DE 1896
Qucstr Anglo-Venczuclano
O auno q la findou delxou os horixontes po-
Uticos da mundo toldados per urna nuvem
assaz espessa, fazendo crer que a dvoamica do
mundo social em sua evolugo economi:a,
as suas condigis de existencia e equilibrio,
irrompia da sua posigao normal, entrando
em confiicio os mais graves iateresses dos
povos, e que, sob o peso de um grande cata-
Clysmo politico-economico as nagfjeB estreme-
Ceriam, j seguindo o declive d'uma perigosa
marcha, em que o choque das grandes massas
nacionaes paracia inevitavel.
Pheoomeno extranbo este assaz curioso, e
inteiramente novo, aioda nao previsto, mas
entretanto d'uma extraordinaria signifleagao,
d'um adrairavel imponencia, como aquelles
que figuram urna terrivel tempeslide.
O mundo social em suas mutagOes continuas,
0 t ansformagOes lentas, tem seus periodos
agudos, em que, grandes perturbagOes ludo
avassalam, jubmettera tados oa principios da
ordem, da vida e do progresso do3 povos.
Os phenomenos parciaes fcilmente neotra-
llsam-se, e eao corrigidosjpelas forgas normaes
do grande organismo das nagOes ; o desequi-
librio geral porm, a guerra universal, seria um
d'estes phenomenos extranbos, so raras vszes
txperimaotados, que trariam por alguna tempo
urna pbase de desorganisagio total, que iria
encontrar poderosa resistencia- no instineto da
conservado universal e as grandes necessi-
dades da vida econmica geral, fariam contar
O impulso do djnamismo anormal, qne resalta
d'oraa axeessiva aspiragSo.para a realisagao do
ngrandecimento das nagOes, da cubiga exage-
rada dos poros para supplantarem oa seus ri-
yjes, tendacia boje que se concratisou no fa-
immensa cauda, faz tremer de algum modo os
povos que ebservamoo, e que em certos mo-
mentos appellam para sua lorga reclamando
algumas vezes protecgo contra a investida de
qualquer potencia europeaque parega zona-
bar da sua fraqueza.
E' assim que hoje manifesta-se, n'um mo*
ment de irritagao do gigante, o estremeci-
mento, em que as nagOes americanas tendera
arrasUdas por invencivel attracgo, mover-
se em lomo de um centro, applaudindo o gri-
to espantosoe heroico de Cleveland, como ini-
Ciag&oda theoria de Monre, Ii.terprrtada como
significando a absoluta autonoma da Ame-
rica, rompendo com todas as especies de in*
teresses Europeos.
Co ntinuart mos.
PARTE OFFICIAL
Gsverno do Estaado de Per-
nambnco
EMPACHOS DA SECRETARIA DA JUSTINA,
NEGOCIOS INTERIORES E INSTRUCCO
PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
DO DIA 8 DE JANEIRO DB 1896.
Dionisio Jos dos Sai' oj, sentenciado, pedi-
lo documentos referentes ao seo proceseo.
Declara o oso qua pretende fazer dos docu-
mcotos a que se refere.
Marcolino Pereira da Silva, msico do 3.a
balalhao estadoal, pedindo exclusao do refe-
rido batalhSo.Informa o Sr. tenente-ooronel-
commarrdante interino do 3 batalbao de in-
fanlana estadoal.
Bachartl Antonio FeliQlaoo Guedes Qondio,
promotor publico do municipio de Florea, pe-
dilo prorogago de licenga S ro, com or-
denado.
Joaquim Alves de Mello, sentenciado, pe-
.im.io perdo.Ao Sr Dr. procurador geral do
Estado ptra que se digne de informar.
Lucia Leocadia de Souza, mulher do senten-
ciado Jos Alexandre de Sonz.i, pedindo re-
mogo de seu marido do presidio de Femando
liar a Casa de Detengo. Informe o Sr. Dr.
juiz de direito do 2. distncto criminal.
Francisco Cor rea de Matas, professor pu-
blico em dispooibilidade, p-idiodo pagamento
de vencimenios. -IH'esta dala providencio no
seoudo ue ser escripiuiado o debito de que se
trata no quadro da divita passiva.
O PORTEIRO,
6'. loraes.
sua civilisagao, e das suas forgas.
Ella nao se interessa em um rompimento
desabrido com o velho mundo, este tambem
nao tem razo de lbe ter incooeiliavel odio ;
a Europa nao atrophia as for?as do novo con-
tinente, antes lhe empresta os elementos pre-.
C80S, o material, a substancia que deve incor*
porar-se ao organismo americano.
Urna absoluta emancipagao intellectual ar-
tstica e econmica, que lhe ainda impossi*
vel, como impossivel em absoluto ao mundo
civilisado, em que o esforgo e o producto da
actividada de todas as nagSes sao necessarios
ao bem cemmum do genero humano.
E quande o fluxo da civilisagao europea
atirando se para o occidente vai fecundando-o,
avigorando o seu Qorescimento, nao tem elle
razo de temer a sua absorvigao, a sua deca-
dencia e fraqueza econmica por ser o gran-
de consumidor dos productos das industrias
dos povos do ootro continente.
As nacionalidades americanas sao assaz con-
sistentes para reduzirenrse colonias, pela
influencia econmica, pelos recursos que d'el-
las auferirera as potencias europeas.
Estas agem em seus proprios interesses,
mas nao podem fazel-o sem fortalecer os dos
povos americanos.
Por grandes que possam ser as correntes
emigratorias, concorrendo para o augmento
da populago do novo mundo, o type indgena
ser sempre predominante, e absorver a cor-
rente que vem reconstituir os seus elementos
etboicos, e reanimar a vida das industrias e
dos empreuerjdimentes, e do progresso de na-
gOes que se acbam aioda na infancia, e nao
podem encentrar em si mesmas os meios ne-
cessaries ao crescimento das massas que de-
vem consiituil-as, alargando as expanses da
sua vida, ou dando-Ibes as proporgoes que de-
vem ter, de harmona com a exteusao do seu
territorio, ou com a capacidade da sua forga pro-
ductiva, para virem formar este todo de po-
der e de grandeza como onidade nacional.
Da populago depende muito principalmen-
te a grandeza e o poder da totalidade quasi
das oagOes americanas.
O eolosso norte-americano j est forte de
suas grandazas, a sua populago j assom-
brosa, as suas indusras attingiram o mximo
desenvolvimento, os seos captaes riquexaa
destioam-no a representar um papel irapvoan-
te no grande movimento da vida econmica
poltica e social dos povos.
O aeu olbar deaguia allanelra atinndo-se
sobre toda a America, dominando-a como um
gigante que pansa vr em toda esta exlensao
SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS
DA INDUSTRIA
Despachos do dia 8 de Janeiro de
i8g6
Joo da Silva Carvalbo Como requer.
Joao Carolino do Nascimento.ludeferido
vista das inlormagOes.
Coronel Manuel ao Nascimento Viera.
Aguarde opporiuoidade.
O PORTEIRO.
Are/lias Mafra.
DESPACHOS DO DR. SECRETARIO DA FA-
ZENDA DO DIA 7 DE JANEIRO DE
1896.
J. E. Durcell, pedindo pagamento de 3:0001
pelo foroecimento de apolices ao Thesouro do
Estado em /utude da lei n. 112 de 22 de Ju-
Iho ultimo. -Hague se, da accordo com a in-
foimag&o do Dr. d rector geral, de hoje data-
da, sob n. 6.
Jos Mara de Hollanda Cavalcante, 2. ofH-
cial da Secretaria do Thesouro, pedindo 3 me-
zes de hcenga para tratar de sua sade. Sim,
com ordenado na forma da lei.
Pedro Fontes Selva, pedindo pagamento da
quaotia de 1:200j|000 que se acha escripturada,
proveniente do f rnecimeuto do pedras Se-
cretaria da Industria.Informe o Sr. Dr. di-
rector geral.
Carlos Perrett Marinho Falcao, administra-
dor da typographia 'O Ettaio, pedindo paga-
mento Oa quantia de 7853320, proveniente de
publicagOes de editaes da Recebedoria do Es-
tado.Informe o Sr. Dr. director geral.
Braziliaoo Daino da Costa Lima e sua mu
llier, pedindo pagamento da quantia de 258000
qua se acr.a escripturada, proveniente de seos
veiicimentos correspondentes aos dias 23 a 30
de Juoho do anno passodo.Pague-sp, nos
termes da informagao do Dr. director geral,
de boje datada, sob o. 7.
Dr. Jos Anastacio da Silva Guimares,
sub director da Contabilidada do Tbesuuro do
Estado, pedindo 3 mezes de liceoga com todos
os veocimentos.Sim, com o ordenado a que
tiver direito, na forma da lei.
D. Liuriana Umbeiina de Jess Villar, pe-
d ndo para ser encamioh.do seu reci'so ao
Dr. governador.Iuforme o Sr. Dr. director
geral.
Jos da Silva Pereira, pedindo pagamento
da quantia de 76*200 que se acoa escripturada,
proveniente do loroecimento de ferragans a
Secretaria da Industria.Informe o Sr. Dr. di-
rector geral.
Cuestura Policial
Secgao 2*.N. 6 Secretaria da Questura
Policial do Estado de Paroambuco, 9 de Ja-
neiro de 1896.
Ao Sr. Coronel Dr. Julio de Mello Filho,
digno Secretario da Justlga e Negocios Inte-
riores.
Patcipo-vos que foram hontem recomidos
Casa da Detengo os seguintes individuos.
A' miuha oraem Hermiao Jos Carotioo,
por embriaguez.
A' ordem do delegado do 1. distncto da
capital, Francisco Justino da Silva, como de-
sordeno*
A' ordem do subdelegado do 2.- districto
da I'-eguezia de S. Jo, Flix Bruno Italia-
no e Franklin brancsco Duarte, para a veri
guagOes policiaes.
rt' ordem do subdelegado da frrguaxia da
Torre, Jerooymo Jos Soares por crime de fe'
rmenlos.
Saude e fraternidade.
O Qeestor,
Jos F. Nery da S. Fi/io.
tres casir,has fba Sete da Setembro, pedindo
relevago da apta de ]j00g000 que lhe foi im
pota.-Ao ^t commis8aiio do 3* districto
para informarJ^-
Fraga Rochjr & C, pedindo para mandar
examinar caf.-Ao Dr. ajuante para exami-
nar, t
Foram considerados em Ccniig5es hygieoi-
cas para saren)habilitados :
Pelo Dr. caoMBissano do 4.- districto, o cha
let da travessaaro Cupim.
Pelo Dr. comoiissarlo do 2.- districto, o pre-
dio n. 70 da ru* da I>. Vidal.
Pelo Dr. eopmissario do 3 districto, o
predio n. 10 itfpfc d Maeiel Monie.ro.
Secretaria da IJapectoria Geral "de lygiene
do Estado de Fernambuco, em 9 da Janeiro
de 1896.
O secretario iriterioo,
Miguel Nuues Vianna.
'^
RECEBEDORIA DO ESTADO DE PERNAM-
BUCO
Despachos do dia g de Janeiro de '
i8g6
Vicente Gomes Fernandos.Inform a 1.
secgao.
Prado Pernambucano, Francisca Salvina de
Alboquerque, Mana da ConceigSo Reg Mot-
la, viuva da .Modesta Coelbo do Reg, Dr.
Joao Jos Pinto Jnior.Informe 1.* secgao.
Ral Euclides dos Santos.Informe a 1.*
secgao.
Francisco JSo de Barros Jnior.Dirja-
se a directora geral da Secretaria de Fazen-
da.
Mara Luiza da Costa Penoa, Joao Pereira
de Mara.Informe a 1. secgao.
O PORTEIRO,
Custodio B. da Silva Guimares.
DESPACHOS DA PREFEITURA MUNICIPAL
DO RECIFE, EM 9 DE JANEIRO DE
1896.
Manoel Carpinteiro Pires.Sim, pagando
os exercici >s anteriores.
Joanna Francisca da Cruz Martin'.- -Sim,
pagando o imposto qoa deve.
Manoel da Costa Gomes.Sim, pagando o
imposto da tifnsferencia da firma de accordo
2 mi o novo orgamenio.
Francisco RiDeiro & &, Manoel Ionocencio
de C. e Silva Arlhur Lindoso & C.-Deleri-
do.
Secretaria da Prefeitora Municipal do Recite,
9 Janeiro di 1896.
O porlelro,
Nano Alvet da Fonseca.
EXTERIOR
la singilariasimo da rivslidade/continental.
9 000 novo radioo sob osaipicio d'uma as denuil nacionalidades americanas a mi
Secretaria da Industria2.' di-
rectora
INSPECTORA GERAL DE HYGIENE
Expediente do dia g de Janeiro de
1896
Manoel Carpate! ro Peres, pedindo para que
se mande proceder a um exame por pessoa
competente em um pantano existente em sua
baixa de canim. Xomelo os Sra. Drs Ar-
tnur Cavalcante, Octavio de Fre.tas e o enge-
r he i ro Capu para procedarem exame e infor-
mar a esta inspectora oom a precisa urgencia
AMERICA. DO SL
Cbill
O goveroo notidcoa os uaocos do Cblli, Sid.
^fiegoe Coaiwit?, pa-a efla>irarem o p,-r
m"iro od oiilDio e os outroa qombeot:s mil
em.
O Seoado approvcu o empre-timo com a
ronulgio de oDiel.o o governo direcUmeoiee
dos baoqaeiros da Europa sem ioierveog) de
oeobum* pessoa do Cmli ou do estraogeiro.
Igaalmeoie ippr.vcu o irn'aao com a Boli.
via.
O contelbo de estado approvon orna pro.
rust de empresumo de qoatro milhfias para
ser aopcado a conairocco e cosleij de estra.
das de ferro, melnorameotos de polos e ctbo
suomirino dePan'a Aena.
Disla-se que U. Vicenta Santa Cros nao
ir como ministro para o B-az os E-iadOB-UQidos. Mas f*cto que o miuis-
t-o do Cbliieo Fraogj.8 A. Malte resigo u
o seu cargo.
I.iduium como caolldatos a p'estdeocu
la Repblica os Srs. Altamiraoo e Birros
Luco.
Augmenta de dia a dia a cabala em favor de
cada od desiea pretndeme?.
Cada partido poltico envida os malores es
forgo? para fazer triompar o seu candidato.
Rema grande agitac&o cm todos os circuios
oolitico, e os nimos eBto extremam ote al.
vorogidos.
Tem-se dado diversas reooioes dos parti-
dos polticos para combioarem na marcha qoe
devem seguir.
E t fecnada a cH ioa de papel sellado,
at concloireui-se as averiguagOes sobre am
roubo slii praticado.
Diversos navios da esqaadra tioaam re-
bebido ordem para eegoirem para os mares do
sol.
Eatre os presidentes a Repblica e da
Balivia trocaram-se leie^rammas coogratolaio.
nos pela approvagao do tratado oe paz feta
pelo congresso boliviano.
O corooel Lopetegal foi nomeado ebefe
la 3' zona milHar, que camprebende as pro-
vincias do sol.
__O srceb.spo 0>a*aoova ebegeu a Andes.
Pol recebldo coas eotbusiatmo.
Ao traospor a Haba diviso ia, o arcebispo
exclamoa : Deus abeogoe a Repabltca Ar.
f'ntiQs >.
O Club Porvenir offereceo-lhe um banquete.
Foi approva 1 j o empreatimo de 4 milnOeB
de libras.
Em Valparaso reallsoo.se orna reonio
secriU de meamos da maana Collena, igao.
raodo-se o fim dessa reooie.
_ Os Srs. Gubler e Caosloo, propnetarlos
la faaiica de cere)a e de gelo de Siollago do
Chii', segoraram a sua fabrica em um iniloo.
E'este o maior segoro feito ite agor.
O edificio ru Coagresso se i reconstrui-
do soore os antlgcs ailcerces, sem variantes
impo-t' les.
Costara 585 0G0 pesos e deve estar conclui-
do dentro de um anno.
Paraguay
O coverno maodou mu pesos ouro ao consol
em Montevideo para auxiliar a passauem do?
o.dre* salesianos que vio eitanelecer em As.
aampgao orna escola de art-s a ofle oj.
U governo decretou a lona,cao de orna
ecola a*Z agrlcaliura pratlca e granja mo.
de.o. .
T ata-se da fondagao de urna ctlonla mi-
mar em Ydla Havea.
D.xsm qoe o argentino Agostinbo Naiar-
ro foi a ica-regido f comprar no Paraguay
p ojriedadas no v.ior de 180.C09 pesoa-ar
de famillis Italianas,
Bepublica Vrgentlua
Esi sendo orgaoiaada a lade, agio democra-
ca liberal para formar um grande partido de
reaene'acSo poliilcj e social,
_- O governo da Repblica teociona t-a-sfe-
rir a Escola Militar para a cldae de Li Plata.
Nesta cidade, em qae oao ba tentar dirtnc.
ces como em Baenos-Ayres, espera.ee qoe os
Siomnes militares fasm os seus estados com
moito mais ap'OveiU auto.
Sobe a *M),000 o mnaro da cldsdlos alls.
tados oa gaarda daclooa1. ,,.j.
Co n as refortnaa que o governo ten Introdn
(
ar a ata luspotiuna uuiu a yiousa uib<=">-i. w--------~.>iZ. -..i.i.* ali> nmi farda*
Jos dos Santos Ollveira, proprielario da ildBMsa milicia, cousUiat.I alia omi tartta

delra reserva do exareito e ser de grande au-
xilio em qualquer emergencia q09 possa so
brevir. s
App.re'ei o deceto fo mando umi dt.i.
sSo das ir s armas com as bases dis l formam a lioha militar do Rii N g-o.
O general Gadoy foi nomeado ebefe dessa d!-
v sio.
A Cmara doi Denotados resolveo a cres-
g&o da Ma'oe na facoldade de medicina, aso-
do votada a verba necessarii para a sea 1 ib al-
lago e fuocciooameotn.
A verba votada de 35.009 pesos, qoaotida-
de sofliiieote pa a ae maoier a nova lostilui-
gao eetiuodo estados qa- foram praticados.
CoailcOi activamente o processo contra o
general Vlejoboeoo. a cerca da compra de ba-
ier as Kropp. Maitoa cDefes e pfficiaes qoe
petencum cemmissao prestaram j declara
gOes, devendo ser ouvidos tambem os oli.iaes
qoe es ao oa Europa.
Bm Mendosa foi asaassinado no sea do-
micilio um inciiviluj chamado Aaeosto Gil,
qae viva completamente s. O cada*er ap e-
enUva tres ferimentos fe tos co a arma bran-
ca.
A polica poi-se em campo para descobrir o*
autores do enme, qae nao se suspeita quem se-
jam.
Gil deixa urna fortuna de 60 030 pesos.
Disem de La Plata qae entre as acensa
g6ee formuladas cont-a o lotendente Ugalde, se
falla ue complicidad s com membros de tres
partidos qae parece entraram em negocios poa-
ro escapolosos, do- qaaes nai seria extranio
qi.e re^Dliasse uoj pequeoo Panam platino.
O ministro da guerra preparoa ama mea-
aaKem ao Cong-esso, pedindo auspea-ao da lei
referente s viovas e filhas dos oerreiros do
Paragaaj por apreseutar inconvenientes soa
ipjllcac&o.
Dla-se qoa o governo vai ordenar orna in-
vesllRscio do material de artilbena f.e monta
aba comprado oa Europa.
Parece baver deooacias graves.
Dit a mprensa qae ba raxes para acre-
ditar q-e oao ser aceito pelo perito BaTos
A'aoa ae boma forma de accordo de limiies
com o Chile qoe oao cooiprebenda o arbitra
ment, sobre o principio a dirigir a demarca
gao o soi, pelo qaal admitie-se remover o
marco de Sa. Francisco e a eotrega doi terri-
torios concedidos colivia.
Consta qoe a 1.* sab-commiS3o de limites
j ebeg o Chiboie.
O mimstro Adolpbo Guerrero apresentoo
ao prealden'e oa Repon ica a saa carta revoca-
to'la, cnamaodo-o ao Gila.
A p.rtida de-le ministro se effaciuar dentro
de poacos dias.
u ministro nas relagoas exterioras offerecea-
lbe om banquete. Em brinde do S-. Axancio
Alcorta, entre ootros conceilos dlsse, affirmoo ,
elle qae le-u sempre por norma de seo poce-.
der a mxima da Washingtona probidade
sampre a m< Inor poltica.
Taes palavras encantraram fl no accordo de
parte de todoa os convivas.
Teve logar a rocepgo do nroiam da
Pasaou um cjlooe sobre Sio'-a Fe. cau-
sando moito* esfasaa.
O pr jecta de le do imposto sobre os as-
sucares do tedr Begolaie :
Todcs os a'tacbre fabricados no paii doran-
te o anno de 1896 pagsrio de imoosto iate-00 4
centavos cor k lo; o imposto ser pago pelos
lab'i:antes u serao exigidos contratos pelos
qaaes estes dever) entrar com o pagamento
da maie-ia prima am urna qaantidade de ermt-
nada de a-sacar ao prego equivalente do im
posto, o qaal ser dedazldo pelos faoricaaies
ao entregar o assucar oa a asa importanc'a ef-
(activa.
O paganento do imposto effectoar ae-ba em
ieltrai e 8ais mexs de prato oa com descont
de i por ceoto se fdr a cornado, etc.
O projecto no ser approvado.
__Hoove om pequeo laceadlo 00 tbeatro de
Opira que foi logo exuncto, nao baveado des-
ericas a I .menta-.
Asseaora-se qae o ioceadio foi rateado-
oal: a polica investiga
Qaaodo se m^nilestoa o incendio, estavan
dormiodo deni'O do tbeatro um sojeilo ae
mos precedentes, connectdo na polica, acom-
pinbado de mais dous odividoos qae eslo
presos.
Ten continuado acabir abundaotlssimas
chovas. ., ._
Receia-se qoe, a conlionar esse estado de
oasas, os prejuizos se toroem extremamente
cod8deraveis.
Com os grandes aguaceiros qoe tem monda-
do os can os cestes oliimos dias, as colhbitas
em S ata-P ficaram completameoe pe didos.
Os agrhallores acbam-se coolrariadissimos
com os orejanos soffrido*.
Telegramma de Hivana dis qae conllru
ama lat eo-arnlgaia entre o iosorrectes e ab
tropas bespanbolas perto de Mitaoias.
Da parle a parte lem'se realisado p'Olglos
de valor.
Oa bespanbes encaram a marte corajosa-
mente, mas os insurrectos cobsooa parecem
firmemente decididos a derramaren! at a ulti-
ma gotta de saogae para con 1 untar a saa In-
dependencia,
A bravura indmita dos cubano?, o sea ar.
dente amor da liberdade, a teoacidade com que
esto combateudo para reivindica? a sua liber.
dade, faxem aoppor qae em breve obterao no.
vas e asslguaiadas victorias contra os bespa.
nhes.
Tambem de Venezuela notician qae se
acbam os nimos extremamente agitados por
cansa da quesiao com a Ioglaterra.
O povo moaua grande eotnusiasmo e iooge
de parecer iotimidar-se com a idea de ums
u-rra, cada da vai exaltando-se mais.
O ardo' bellicoso exiraordlnarlo.
Todos parecem dispos os aos maiores sacrl.
(leras, no intuito de maoier illesa a integ iiade
da patria e a honra da bao ieira venesnelana.
aepubli.-a Oriental
A cmara dos depuiadcs ejeiioa ama petigao
apresentada pelo represeoiaote do Banco da
Rapoblica do Brasil, para que o servigo de
jaros e amortisago do empreslimo brazileiro
se effectaas e taobem em Loodras, corroodo
por coala do Estado todos.os gaatos das com.
missfies. ... ..
Os psriido8 colorado a blanco esiao se or-
gaaisando com actividade, tendo.se fundado
varios clubs.
Esiio concluidas as graves operarlas que
so mraifea aram em Montevideo.
O fiscal do crime val presentar sua acca.
sacio contra oa autoras do assassraato de Bu'te-,
os quies ci o alferes Almeidi e Jaaqaim Per.
uaodes Fenlsterra.
O Banco da Repabllca ser Inaugurado no
{ de Margo prximo.
Esta coasiiioido o CooBelba Garal deHy.
siena. w
Coaildera-se tcitalmenta perdida a barca
tslim Riacl, qae eaoalfcoo em Palomo, a
100 metros da cost. ..
TaUgrapbam di Rivera qneem Sanv Aana
do Livamento maudaram fsser i 000 laugae
pelos ferreiros e carplntiiros Lorensi, Mrooi e
Labirtba, dlsendo-se tambem de Qaarabn, on-
da os odios polticos aioda nao ceaeram de 10.
leniidade, qae sa faiem all iguaes prepsrattioa
pe'os adeptos da poltica do Governo do Rio
Grande.
Joo Francisco cominaa com a sua forra
.reonlda. *
Dlftfi-Qas. esta forga, com s que ae acbtva
son as ordeo8lr{rSa*wUIjppolito, firmar a
do m aniel po de Algrete. -.
Pera'
Aerad.tava-se qae nao passaria oa cmara
dos Sepoiados a lei de impregna sioccionada
pelo senado, em razio da resistencia que eu.
coolroa na impreoaa eco geral, em todos os
.entres sociaes a em qaasi toda a-popal'(o.
Aos meob'os do senado teenr sido disi.
iios muios teleg ammas, pediado-lbes pela
rejeigo ao projeco de Ui sobre bens eccle.
susticos.
Assegora-se que Plerola offereceo 10 mllbOes
de oesoa pelo rescate de Tacna e Arica.
O governo guarda reserva relativamente s
negociagOs pendentes.
Morreo com a idade de 90 annos o gene,
ral Pirmiio Castillo, orna das reliquias do exer-
cuo peruano.
Caasoa profunda impressSo a noticia of-
ticial de ter o congresso boliviano approvado o
tratado entre o Chile e a Boli v a.
Bm Cateo boave serias dasordeos or ter
o povo se oDposto ao recrolamemo militar que
A ordem foi restsbeleci a.
Os traMnos as minas da patroleo da
Talasa, est&s parados par causa da coctenda
judicial entre os co-proprletarios, pols oenbam
delles paga aos trabaiba lores.
P.ra ev tir prejuiios o governo eavolveu-se
ao assampto.
alivia
Encerraran-^ as 8ese6es do congre.-so.
O presidente do conzresso fez ama resenta
dostraoalb03 e o presidenta do repblica rea.
poodeu: em ambos 03 discursos foram tbema
principal os tratados da qae failam em termos
enihas'astlco?.
0 protocolo que decidlo a approvagS estibe-
lece qoe dentro do termo da deas annos o
Calle entregar o poto e no ciso contrario,
entrega1 Anofagasta, como est estipulado 00
tratado.
A poltica boliviana est pe-feitamen te de-
riuda ; o governo pan. ario da aoiao franca
e resoluta com o Cbile.
Os I beraes comba em enrgicamente este
plaoo.
0 Commercir pablicou um telegramma
duendo aue o lr>tade ccilen j-bolivuno con.
tm seie estipulado s. seado a primordial a de
a de a iqalrir Teas e Arica dentro do direito
doPei; o COileeocarrsga-se da divida boli.
viaoa. qoe asceade a 15 milbOes e eairegt a
Bolivia mais 5 milbOes para babil taruma xona
territorial e, se poda: ser, aevolver a percep-
gao integra dos arenos aluaaeiros da Solivia
em Arica.
Este teleg-a r,ma foi assigoado pelo ministro
D. Medina.
EUROPA
espanisa
Os joroae* tralam desenvolvldameote dos
Ooatos de crlse ministerial.
A sea respeit i eacreve o Inpa-ciil o se.
galo p, qae di ama i lea das ansas dessa cise
e qae define bem a sitnagio poli -i'a da oagio :
Seria Inntil escrever boje sobre assumpto
qae nao fosse o da criae m material. Niogaem
prestara attengio. De tal modo aquella qaes.
tio artsorve lodos os aolmos I
O 8y tena de racru amento da boste e a mi >
nei-a qas de eateader e faser a guerra teem
01 vs. Romero e Boscb sao os motivos do ac-
tual movioieoU da grande masa social. Isto
o qae a scciedade bespaobol nao sopporta
boje, como sopportiria que os actaaes exerc:-
tos se re;rutasseai e maotivesseo pe!o metbo-
do da comoaobias braocaa ou dos tergos da
Ca-troc-cio Gasficani.
Os uegecios do monlclpio de MiCrd foram
a caoaa dte minante ; a eficiente qoe essa
man.-t-a de comprebeoder e de paticar a p-li-
nca velo a ser insapportavel para o povo bes-
panbol.
OS-. Cnovas deve ter-se convencido d'islo
qoaodo rectifica a marcha da situagio actual e
aopella pa-a oalros eleneotis qae, pelo me-
aos. 8igai3cam urna mod fleagao de systema.
Os acontacimeatos nos dir&o mais adame a
oode essa modificagio alcaaga.
Se. como se nnnacia, a reciificigio ebegasse
a ser om facto boje meemo, o illoslre ebefe
cooservalor oio ueserla lamentar o esforgo
que aqaella lbe coste, porque a mesma signi*
ilcaria am grande t'iampbS sobre si pro-
orlo. B depoi8 de todo, ease o nico terreno
onde nio bavia at ao preeeote alcaogado algo*
ma victoria.
No conseibo de ministros qoe se reail*
zoo, nio apparecen o Sr. Basca, ministro das
ooras puolicas e o principal acensado nos pro-
cesaos resultantes das denuncias do marques
da Cibrloaaa. Maodou. porm, ama carta pa
diodo a sai demissio, disendo qae procedia
tesse medo para ter completa lioerdade para
se defeoder das calumnias que contra elle tem
langa lo o marqoez de Cabrloana que nio se
demutira ha mais lempo por aitender aos pli-
dos de Cnovas.
Romero Rblelo, qoe tambora nio assitio a
este couselbo de ministros, envin ama caris,
pedio 10 tambem a saa demlseao pa-a dar orna
sitisfagao a opini) pablics, qne se mostrava
mnito exaltada com ae suas afinidades pollt.*.
cas com o Sr. Boecn. Alen o'isso, tenciona-
va ba muro sabir da ministerio, po> oio con-
cardar com a lctica seguida por M rtines
Campos na guerra de Cuba.
Seguado se dii. os dous ministros domisslo-
oa'103 serio sustituidos por Eiluayen e mar-
qu?t de P.dal.
E oio isio porque sairam do gabinete doos
00 tres minist'os; mas pirque a modifieagio
mioisterai que se annuocta desda juma en*
se imerna do partido coosorvador, e exlerda-
mente un comego de crlse da poltica na-
c-nal. Bsia a canga tinto os liberaos como
os 0086' va 10 er.
Qaai -o no decorrer dos temos o Sr, Sagss-
t* voltar a porse frente do governo, ter qoe
a'e -se --gniflcag&o do que cuece ie nos mo-
mentos presen es, sob peoa de acba'-se em
traoses i&o daros como estes em qae o Sr. La-
njvcs se t _
Os Srs. Romero e Boscb sio a ncarnago
mais geaoioa de ama poltica qae a sociedade
osspantioli j nao ole sapportar. Pot bso,
aute o movimjnlo desta, aquelles sio os mi-
nutres principalnente ob-igalos a deixar o
podeit Maisjainda qoe sejam os representan-
tes eximios, nio saa os nicos ; tambem ha
personados com a mesma represen agao em
mos oa pa lidos, sem exceptuir de modo al-
un o liberal. ....
Da so'te qae o qas hojo val por unJ, podar
Ir manbi por ooiroa, se oio se observar oa
oa louiidade e alcance os acooteclnentos
di,les mas e oo se Urar delles oos os seas
urovei 10 ios eosloam sotos.
O ooacelio qae da arte palitica formam o
ministro daiostgaeoda faseada actaaes aa-
geodra inevitavatmente a mmoraltdade admi.
Jaistra'iva cono ama premissa iaillndive a
<\
------------ V^'i.
*
l
I
**&.
-;'




Pi-
farlo de PernanbMeo exta-feira O de Janeiro de ISitG
das ola-
Ramero Ri-
potultdo que amelle coo ello **t5#J**
aqaellea senhorea 0*0 exereem jP09*
dessa arte. 0 er< qn a Prgp JJ"
exageras^. Por eaia caota.-^pofA.?* !Jf!
de agora, os protes8 da maaia^eu co"*"
.eaelban'te oJlilCilarw iaoc/os Wtfl.
les. Provado qae tes pr*e> *av,a,*f''
tnoltj possivet -6 u ae'.^kion atgcm ola
0rTToad.ptwfy&>Wo constele era
acreditar que a Mttedtta QewaalioU crece
po* al de toda a foreVt'a o**ptiera polrti
ca e ter de aceitado qae se loe < 00 se ibe
impoona palos polKlcoa qie laobam forgis or-
gaoisadis. B como, par* easa conquista da
sociedade, com a ente coaa qaera mais prora-
pamente se pode coatar a aventureira o aoi
qae qaaoto mais impaciente o ambicioso con-
quistador, naalor nume.-o de cao lot'.ie 1 de
tados oa eneros recrnia, amia qoj tiha tam-
ben aleos enia-s-O* por sopirlor desioteresse.
f Cada Gooiotttert acbs-ie mais adher toao
eucbefe, Begonia a pirte daptu:a qae se
Iba deUa. A.sstm. qaaod ee qoer te- grande
numero delles e monos affactos, pre:iso dei-
xai-os assolar orna grande parte do pas. Mas
este pala ialet:ocJ9 multo bem do exposo,
sent a ana forc. emOora nao ete|a organiza-
da. E qoaodo 1a os abasos de qae objecto
ctieaam a om graoirnuate, agiu-se e leanta-
ae dentro da esphe-a da legalidad-, como ee
aeitoo e levaatou agora com a fundad* espe-
ranga de encontrar apoio oade timoera asura
oenciOlroD. '" _.
Ora reaoio era eows/ro 00 da 13 o mi
DlBti-io 'para taa- da cnse, motivada pelo
";Jj ue dsmisso dos moistros
paolicas. Bosch, e da jast^a
t\t*Q
O Sr. Bosch aoles de entrar para o conse-
Ibo'esteva falUn'o com varios jornalisU-,
nue o iote'rogaram sobre os moliTos qoi ta-
llara reunir o conseibo. Bosch respuudeu-
'b "ao que parece ba por abi moita gente
qoe deseja que eo me dem tta, e como son om
bomem mano amaiel. e nao se traa de as
caso anda va-
rfeitameote pe -
agradavel e a
aaV-'lbes o gosio de poderem dormir esta noite
Bocega-ioa. po qae voo .presentar a mipna de
misso. Aqol vae o pedido, cim a dala fe
hoK e esta carta pira o mea querido presi-
dente. Limitar-me-ne a eot-ar no c neelbo,
dar as mionas expiicacoes aos meas coilegua,
e a entrecar esta carta ao meo presiden*.
Depois veoho-me logo emoora.
A cart que Boscb eairegou o S-. C.oovib
cameca assim :
Meo caro amigo e p esideote :
No-aliimJ ccnselno ae minis'ros a que Uve
a boora de assiBtir foi aorprebenlido pela no-
ticia de que o marques de Cabnaaoa formulara
centra m m umi calumniosa deouocia. mo
cooegoiria expliear-lbe a imp-eesao qae me
nroduzio um faci 1S0 inesperado.
Aote o v.oleoto thojui de un ataqce a ml-
nhi boara, sent a n ceas dade de laucar-me
sobre oi-meos calumniadores, onde qaer qae
os encootrasse e por qoantoc meioi tivesse ao
meo alcance.
Coota depals come teva que retirar, a pe-
dido de Craovas, a coi demisao, qoe ne se
momento u x ipresentar para livre de todos os
comororaissos offi Ios as caluoonoeai a cusagoe, e para pro
var que eiu nada se otllliarsa da po^igao qoe
occopasse para tefeoder a soa boora.
Nao necessi'o, diz Boscb. nem de pite
neo de amparo para a defesa da mioba
bomem mano auum, ^ -
samptJS politicos.-pois nesse c
eillariamas dnmassamp:o par
fcoil. estoo ti posto a se-lbes
C&o
coqo em Dos e ni
bonra Luctei por ella
verdade da mioba causa
E accrescenta :
Qaaoto aj que se refere ao que podenam
ser os meos lotereseea oo as mion.s ambigas.
V. sabe que nun;a, nem directa, nem indire
ciameatp, solicitel coosa alguma, nem fi exi
gencia alguma pessoal.
Dpois de l- es-a cirta, Bosch rellioi se e
os ootr.s ai3i8tros osaram da palav-a lame: -
lando a damifs&o do seu collega. Romero Ro
bledo que lo> o ultimo a fallar dise qoe ae jal-
gava no dever de acemoanbar o Sr. Bjscb uso
pelas eoas elai^s o'amixade, mas lambem
para que se oo dissesse que a poa cooiiooa
cao n 1 mo sierio da jostra tioba por objbCto
oa poiia ter p r cen tqoeucias influir nos tri-
bui.ae', que nao de jorgar das denuoclas e dts
processos.
D:sse mats qu; sablndo do mln'sterio, era
conveniente qae 83 soobesse qoe lora geospr-
cott-ario a laslica empregada por MartiBez
Campos La guerra de -oba e que coaside'ava
moito lenta a jccSo do gove-no na qo.etaa
dos escaniljs maoicipaes, oSo tendo airda
entregoe aos tribonacs osjornaes calumniado-
res e os himens qoe deaoociivam escndalos
que nio exisiiam e de qae nao (oroeciam pro
B.scb oo seo pedido de demissSo dirigi-
do a'Rainba Regente escreve: Por motivos
que V. M. coobece tenbo a boora de enve-
gar reapeiiosamenle a V. M. a mioba demlf-
i"aj do cargo ae ministro das Otras Pabli-
Ci8.
Romero Rblelo eRCreve o segua e :
Sendo de opioila divesi da dos meas com-
paoheiros sobre algumai questes qoe oao af-
feciam a integridade nem a pureza das don-
trioasdo partido libara! ronservador, deponho
aos ps da V. M. a dems-o do ca go de mi
nistro da jostica. __.
Ao sabir do conseibo Romero Robledo econ-
tro Ptdal qae quem, segando se di, o vse
Euostiair. ,.
J consegolo o qoe desejava : por-me fra
do ministerio.
NSo te exalte, respoodeu Pidalnada
quero do goemc, nem oa meos actDs tm ou-
tro m que nao seja servir a rainna e o meo
part jo. ..
Aos jornalialas que, nessa occaa a\ Ibe per
guotavam o que havia, respoodia Rooledo :
S sei qoe nao soa ja ministro. O ootros
fleam conferenciando.
Como se s la faoso.
O marqoes de Gabrioana ao ier a carta
qae B^ocb entregara a Cnovas, explicaBdo o
gen p di lo de demissao. eovioa ao minia ro
demissionario doi; doa seos amigos, para Ibe
pairara expiicacoes. O regultado vem oa se
golbte cana puolicada em todoB os joroaes bes-
panl>e8. _.
^ Exm Sr. marqos de Cabnaana.Nosso
presado amigo.Em cumpnmento da honrosa
misso qoe de novo nos tocombio, tUemos
esta larde urna entrevista com o Sr. Bcb,
fundando a apaa. reclamacSo ea orna uas
pbrasea c iBtidaa na carta publicada boDtem e
dirigida ao presideote do conseibo de minis'
iros e na qaal dis lexloalmeole : que perante
o vioieoto coo|ae aaaa honra, sentio a necestr
dade de lancar- e aoore os seos calomoiado-
res onde quer qoe os eocootrasse e por qoao-
tos meio9'tive8'e ao seo alcance, coja pb-ase
na opiolao de V. e oa nossa encerrava voma
Depals baeeaado-se em qae neihama das
expiicacoes dadas em outras entrevistaa, soo-
Blstiam para este caso, os padr.obos de ca-
brinana pediram a Baach qoe noaieasse doas
te6temaabaB 6uas para resolver a questao.
B sc reBpondeu qoe os meios a qoe se refe
Tia oa soa caria eram os permiitidos por lei e.
qoe oao comeava Uslemanbas porque nao se
bata, por emquanio, oom o marqoes de Cabrl-
naoa.
Saeela e >oruega
Ho principio de Desembro Aojo reun) na
Saecia a commi*eo noaaada para traUr do*
melos de resolver a odj dos doos reiood,
Saecia e floroega, de modo a evitar as compU-
cacea a rivilidades qae retaium da separa-
cao deltas ...
Ts Foi apreBentada orna proposta da Legisla-
cao de aifto Saeca Noraega, e depola o re
Osear pronuo^ioa o seguate discurso :
E' com grande praser qne os comprimeoto,
meo3 seohores, neate momento em que, con-
vocadoa por mim, se reoneu em coose bo para
discoHrem asanmo o de lao alia ImporUncia.
Importa a corjetvacao ia UoiSo e garao i^ o
Bcofoioro. E' por'O nataral qoe eo tenba
agna dado este d;a con verdadelra ancledade
Nanea occolie; a m nba convicta de qae a-
diversas loterpreates das disposloas e con-
dicoes da le primitiva da Uoio, asmen como
aa divergencias de a por era exeocao, oeceBai
Tiameate obrlganranaa orna discosso entre de
legadoa daa doua reinos, Saecia e Noraega
Ne-o de ootra oro en poaso imaginar poda
se chegar a ama comporte80 pacifica entre
doos poves 11*res.
Oopois de feaeidas-SMitis dtffijaUade', o
apelar de tatas aa neiHiooea, vej> eoififl rea-
isa los oaaMoadasejoi raiatl'ameote ao fado
leae-rrioonrftoB-, tn p4BBMMueaas>(% a coa-.
0189*0, pw tn. oo niao, sendo esta a tereelra reaaaao tlesM
1814. Tealee diaie d*6i omi/abath) d-fv^--
rae arduJ, ae4a>corn 90 das al-tras;5es as
tiaal e let(SO)!)caa.iao d> grande proalema.
Cam vivo 1 iteraasi e deseja incaro de am
iixa resol tato oeapasuare setopre mus
jiaias osa, e-tatMN a convicjSo oe "oertorro'
os mamaros da cuai-nissij, sejiai saecos oo-
aora-gmtes, e d do trabaloaque ibes 6 impostoesede Isak'
a elle om lealdale e selo. Porqu-, Mguolo
jolgamemo'nom'Qd, de^^odem na rtal|iade.
em nao peqjeuo g ao, da se aicanc*' ama re-
soluto boa e ea'.av-l, a 'atura aeguraoca cu
raiua-doj doa* paizes IrmX a. Dee-s^ ext.f
mtaar o poma da nscn*iia, que dorante 01 u
huios aaoos tancaualo a niispjsicao de
am pavo contra o Oitro.
S.oa, veriaie, uo aoviio dizel-i : oao
eO a repalagai coma timoeu a liberdaje. a
iod(peodeo5ia. a odlvisibilllade tait 1 de ou
reino com da outro, Mea j ex jos o a gran-
Jes oerigos, se se nao flzer dpgfe ja a paz en
re o* doos paites irqjjj B' portamo da mais
alia mpo'laociaqe 04 membros di :oujiis
k), eada'M por sea lado, lagam tod-8 as dill
gaaskS v,t* evitar e afastr de si tolo e qoal-
;or inoliv 1 para queo.-a das ueg uiaso-s, U
naimeote couec-das boje
8a rea multo vas a, ve-d.d) ; as cao
848 disso eslo expostis part; -Qia-me.ite n--s
-eciaracOes dos doos conselhas de estado, e
juigc, ua realidaJe, ser u-ua vaniag-sm. ni pon-
to de dlsco.dia entre os doo reino-, tino
quaaio posaivel. por agj-a ra icalmeote eecla-
recua e discutid j A.ssim mala fac Ime.nle, -8
peromos, deiipparecerLo os motivas da dis-
O'Jia.
Mas lambem multo verdade, que o tim das
commisses. e deve ser, bariiionisar e canso-
ItJar, mas nuoc dssonir oa eufraq03S?r.
Nunca vos aeveis esqaecc qa-s eaia ci-nmis-
sao, cuooca1a peio bero commoaa, t.-m por
uoico ti o tata: da qa^siaa da uoUj A nossa
misso beib maufesia pira a soc:elale
illusl ada e que pens e niogaeaa de liooross
inteog) Ina poder Jamis dir urai nova 10-
lerpreiagao
A Noruega, oaao a Sue:ia, un reino hvn
e loJepeaduuie que seoao pode dividir >u alie-
nar. Aseina o prescreveu a acta di Urna), lei
commam ao* doas reinal. Mas o mesma para
grapbo da acta Ja Umaa p-eacreve lambem
qop, os doos re 10* GnUos te 5i a o e mesan
rei, commum a arobo<.
Caaao am> oaseqoencla natural destas Jis
po iQOes da le sao iguilmeJl- limitadas s re.
soiuyOea exclusivas ae cada am doi doas rei-
nos, e, a la oem se pole d zer, a soa cam-
pista independencia em certos ra n ) de ad
mioistracao. Mas rista na-ia exista de depre
clavel p ra qaalquer dos daus reinos.
N-ui lio pouco e avilada a igoaldale das
doas pevos. A caaven;j f>\ (cita voluntaria
meute no anao de 1814, e foi d-po s letaimen-
le coofl-midi e saocciooada. ConvengOjs oorr
gato'ia8 enantram-se em tol< a pvie eatre
paniculare', assia como n*s traalos entre rei-
nos indeaendentes.
Se o co.it a :to da Uaia ea'.re a Bowla e a
Naoega de carcter mais intiuao e m petao, baeea-se Uto em raxoes >a claras e,
demaM, lit compravalas pela experiencia,
qoe julgo deeneaessario repetil o aqu.
O qne eu, pelo caatraria, me jolgo, pj- de
e consciencia, obngado a recommeoaarvos,
:
Qae deve discutir com circumacripcSo t.-
leraacia e affiblllJade motua as auestOes lo
melindrosas como imoariaoles, que entre o
membros da cammlssao se levaotem, ou que
Ibes sej m sobmettlaas a coasolti :
Qae ueobom usa pr vio possa im;eiir
qualquer ae 'a dar o seo voto Qual a r-s<-
lu^-Oes razaaveie, lo-.naias de coatmum acca. *
do, para Oem da Una;
Qae oem eeasam^iitoB de supremaca nem
le separafi possam dar logar a br|r seotr
roentos nouroso8 em detrimento da Uaiao ;
Qir, Qualmeot-), com fructu du vossa ira-
baloocorrmum.sorjam propos m para ispo*
ei5o da acta oa Q >io, evitan lo-se todas as
formas inloielligivels e amoiguas, e.pelo coa-
i-ar o, p'o ove,ida uuia vida nova da Una.',
[lis e peiD dispot s.
Para eo &> prevpja um fu ara brilbaute e
glorioso para os doos povos unid is, caja feli-
Lidade o principal ti n a que deJi;o Jo m o
irabalbo oeste moodj.
Qie o Altiselmo vos aDenc/e, bem como a
vj.-sa trela.
MUSIGIANA
EPHEMERIDES LYRICAS
9 de Janelr
167G-Lulli, aprsenla na Academia de
Uusiqne de Pars a opera .Uy=.
18*0Cantase em Franja a Fiancea
de Auber.
188-Verdi, depois de Ier modiflea lo e
reduzid a 4 aclos o D. Cario, apreseuta-o
uo Scala*.
I805-No Egypio, apparece em scena o
Olello de Verdi.
REVISTA DIARIA
alfandega Do gabinete do Sr. Dr.
Inspector da Alfandega remettemnos o tele*
graramado Exm. Sr. Ministro da.Fazenda de
31 deDezembro fioio, baixo transcripto, re*
ceb lo hontem da telegrapho nacional as 2
lioras da tarde, para conhecimento dos senbo-
res interessados :
Direilos unporiagao para consumo oo exer-
cicio de 1896 serao cobrados ni razao do do-
bro das laxas actuaes supprimidos addicio
oaes de cincoenta e seis por cento, mais con-
servadas as sobre taxas de trila e quarenia
por cento para as raercadoras sujei'as a ellas
na lei de 1895.
Sao exceptuadas disposigOes cima os se-
gointes gneros cujas laxas aSo especifica-
das : _
Cerveja mil duzentos res por kilo,
Licor s e vinho espumosos qualquer que
seja o acondicionamento tres mil seisceoios
res por kilo.
Alcool rectificado para uso pharmaceutico
consevar taxa actual.
Gomma arbica bruta 3eiscentos reia por
kilo.
Foiha flandres trinta res por kilo.
Perfumara cinco mil reia por kilo.
Carta de jigar mil res por baralno, sendo
em carto por acabar oa em folhas por car*
tas cinco mil r*is por kilo.
Sardinhas mil reis por kilo, quaesqner ou
tros peixes nao elassifleados mil quiaaentos
reis por kilo.
Aniagem etc. n 564 cl&sse 17 sendo sup-
primidas as distribuido :s por numero fios e
e de lisas e eotrancadas nove ceios rais.
Capsulas, confeitos, drogas, perolas medi-
cinaes, cuja razio aera quarenta por cento,
valor oficial setenta e tres mil duzentos eoi-
lenta reis e laxa vinte nove mil dnzeotos e
oiten a reis.
Elixires, licores, vfnhos. xarepes e solugOes
medicinaes, enja razao ser trinta por ceoto
valor oficial viote mil seteceotos e cincoenta
reis e taxa seis mil duzenos e vinte cinco
rei .
Magnesia finido de Mnrray a outros fabri-
cantes mesma taxa dos elixires.
Paatilha8 medicinaes, coja razio ser qua-
renta por ceoto, valor official oito mil seis-
ceios e vinte e cinco reis, taxa tres mil e
qualrocentos e cincoenta reis.
Paatilbas comprimidas medicinaes cuja ra-
zao ser de quarenta e cinco por ceolo, valor
official eenlo e vinte mil reis taxa cincoenta e
quatro mil reis.
Plalas, bolos granulos, graos de qualquer
qualidade, cuja rao ser quarenta por cento,
valor official cento e cincoenta e seis mil e
quioheotos reis, taxa sesseaia e dona mil e
eiceotos res.
Salsaparrilba da saude a mesma taxa dos
elixires.
Algode em fio simples para Irania ou urd-
ara era u tranco, ueseutoa reis o kilo.
l'hosphc*88 de pao.tres mil dazentos reis o
kilo.
Phosptiema da qualquer ostra qoalidade
s -8apooa#wa aanoMos e afcaiarea-nao parfa-
assklos, ratl'4aMrsma reirfbrtlo.
Esmalte rdJnario oa cofeloV) vitrllcado
para oletees dous mil qonhootas rtis por
kilo.
t>}aratriieda potassio puro*mesma lasa
qoeocejamarito bruto, todos osateos paga
rao peso bruto com a vasilha que os contera.
O vinho engarrafado pagara a mesma laxa c
mais a da garraf com a taxa raapectiva do
casco.
Asgarrafis, garrafn, potas, frascos e cai-
tas de raideira de machado ou oo quando
importados em cendigOas semalbBOQa com as
que contendo qui lo ou marcai'bebidas, es-
trangeiras, rotuladas ou nlo pagario como se
contivesjein a bebida indicada pelo acoodiclo-
oamenti. ___-
Fica elevada al quinhentas grffrbrnas o peso
por metro quadrado casomrsa'da l e de l
algodo que pela tari.r- pagRm tixa raaior
S g'rosso pagar quinze reis por ki o.
A multa, expediente em todos casos previs-
tos legislago vigente ser de cinco a des por
cento a jmzo inspectores Altndolas multa
direitos era dobro ser applicada quando dif-
ferenga diraitos exceder duzajtos mil reii
qoer casa qualidade a dirTerenga quantidade
merca lorias despachadas a bordo ou sobre
agua tiverem transitar pelos armasen-, dep-
sitos uu ponas gosaro isengn completa ar-
mazenagem, quando tiverem saluda em trinta
e seis horas uleis.
l'icara supprimldas vistorias para despachos
vinhos importados em cascos seida despa-
chos fetto com segnintes aoatimentos : tres
por rjento peso liquido priraeiro ojez entrada
mercadoria e mais raeio por cerno par mez qu
se seguir at muimo quatro por cento que
subsistir por tod-a vinho permanecer em ds-
pasito.
Ficam sujeto* pigamento sello mil ris
termos responsab lidale assignados as Al-
fandegas pira resolver duvidas futuras, quanto
propnedade raer:adirijs despachar.
Termos responsabilidid^ a9signados para
exhibigo provas mercadorlas reexportada las
estraoieiro fleam sujeitas sello proporcional
valor dire'tos que raercadorias devena pagar
se despachada consumo.
R-vtuzido irapist ele 60 por cento imposto
imporiagSo sobre material escolar eos no pri-
mario consi ierando-se tal : carleiras esrola-
res, quadros pretos, mappas bons de frobul,
BCieB^i'is nttiraes e solidos g-iometricos.
Mercadorias mencionadas arligos aegumles
da actual nnfa Alfandega pagiro direitos
consumo pelas taxas vigentes, razo pizo bru-
Classe segn la, arts. i, 7, 8,10,17 e 19 era
caixas ou caxinhas papello, papel, ou. envol-
torios seinelhantes.
Classe terceira, art. 47 ilem dem.
Classe q inta, arts. 71, 79 e. 85, dem.
C.lasse oitava art. 113 em saceos-
Classe 10, art. 170 in Utas ou fras-os.
Classe li, arts- 415, 421 em caixas papello
papel ou envoltorios semelhantea.
Classe 14 art. 4S8. ,
Classe 15, arts 451, 469. 475, 477, 501 e
503, dem dem ; e aris. 496 e 505 excluiodo
somente caixiohas de papelldo em que veem
acondicionados. .
Classe 16, a-ts. 527. 533, 518 e 554, excluin-
do Bornele caixinbas de papello.
Classe 17, arts. 570, 58), 532 e^M idera
dem, e 5?3 com as respectivas caixiobas.
Clas 18, arts. 6)2, 615, 618, 619, 621, 62.,
629 e 633, excluindo s nenie as ciixiohas de
papello era que vem acondicioneda*.
Classe 19, arla. 637, 639, 611 e 642 era cu-
xas, caixinhas de papello, papel ou envolto-
rios sern-lhante8.
Classe 20, art. 632.
Classe 21. ari. 689.
Classe 23, arts. 701, 717, 721,722, 721 a
724
Classe 5, arts 739, 741, 745 747. 714 e 757
prineira parte, 75, 7J2, 764, 737, 777, 730 e
781
Clas*e 31, art 873.
Classe 32, art. 922.
Classe 31, arts 1022,133 e 1037.
Classe 35, iris. 1011, 1042 e 1030 tolos cm
caixa-, caixinhas de pipello. papel o envol-
torios semelhantes a nota 57 aoart. 543 nca
ubstituida pela seguiole :
o calculo peso metro quadrado sero in-
cluidas as ourelas arroz, cavadas farelio, fe-
jao. milho, pioho, xarque e kerosene lero
abatiraento trila por cento direitos.
Gado vaceum isento imposto.
Guano, phospba'o cal, sulpbato ammotio
chlorureto polassio, phosphato em geral in-
cluBive escorlas phosphatadas nitrato sodio sao
iseolos imposlo8 tero mais reduego 50 por
cento laxa expediente.
Impost08 sobra raercadorias liquidas cobra-
das por kilo e nao por litros.
Todas as disposigOes neste telegramma quan-
to aggravag&o imposlos s sero executidas
com referencia mercadorias sahidas portos
embarques depois da 31 Dezembro de 1895.
Rodrigues Alves, Ministro da Fazenda.
Escola Industrial Fre Caneca-
O Sr- director dessa escola, Dr. Adolpho Bar*
balho, pede-nos a publ.cacao do seguinte :
Ha das publicou A Provincia umi noti-
cia cheia de revoltantes calumnias contra a
alministrago deste estabeleciraento e, se
bem que promet esse voltar ao assumpto, ale
gora nao articular um s fado em apolo de
auas injurias.
Absolutamente calmo, porque na la poda
receiar das proraettidas revelagOes, deixei
passar sem resposta essa como todas as ou-
tras pilherias que me lera dirigido esse jor-
nal. ,
Agora, porai, que quer talvez razar crer
que houve pedidos para que nao continuasse
a tratar do assumpto que invenlou, eu cont-
nho a minha natural repugnancia a dlscuasOas
pela impren8a, e provoco toda a redaegio da
Provincia a que apresent o seu estuo mi-
nucioso, cite fados e produza provas de suas
ousadas e infames assergOes.
Em 4 de Janeiro de 1833. -Adolpho Barba-
Ibo Uchi Cavalcanti, director geral.
Brioso oinclal-No paquee Qnda,
qae aqu deve cngar .aoaaoh, vem, com Des-
uno Cipitil Federal o brioeo alferes do 1."
bataibo de mfan-erla Arualdo das Nevea Car*
neiro rt Almeld.
Collesjio 6 de Janeiro Acbam-sa
abe u.- a^ aalas d'esta oa de n-t-ucgai prl
maris ( exo femenino),^|irigido pela Exma.
Sm. D. Calbarma Relaja sitalo provisorio-
ajenie r vessa do Carn 0. 1, 2." aodar.
Falleciinenio -* Segundo telegramma
particular expedido de Psfriz em 5 do corrate,
sbese haver fallecido n'aeruella eldade a res-
pettavel Sra. D. Cordalina Velloso da Silveira
Pootual.
A finada, que *ra vmva do major Joa Ha-
noel i'ootual,xontava 60 anuos de idade.
Recoramendandose pelas vriudes que lhe
a'doroavam o carcter, era a finada geralaaen-
te estimada e respeitada, porquaotos tiveram
occasio de approximar-Be-lhefT
De xou 5 tilho8, dos. quaes um smente va-
rio, sendo das senhoras urna casada com o Sr.
AlbTio Machado
O'aqui enviamos sentidos pezames sua
Exma. familia pela perda sensibilsima que
acaba de soffrer.
Estrada de Ferro de Caxangi-
Uma commisso representando a Sociedade
Beneficento dos Erapregados da Estrada de
Ferro de Caxang, veio hontem ao nossa es
criptorio commnnicar-nos que no da 26 do
cnenle tari loga em Caxang urna kermes-
se em beneficio d. mesma sociedade.
Para agenciar objectos para a alludida ker-
messe, bnje sahirio commissOes da referida
80ci'd ide.
Attendendo se aos Sos que vlsam os empre-
gados da estrada de Caxang, com a socieda-
de que fundaran), e cojos fina sao nobilitautes
du crr que encontrera da parte do nosso pu-
bllc 1 todo o acolbimento, pelo qnnl fazemos os
mais sineeros votos-
ue vista Contempornea-Esti pu-
blicado o n. 24, auno 11 d'esaa revista, que re-
cebemos agradec ios.
Tlmbaba -Escrevenrnos am 7 do cor-
rente : .
Aqu estove no da 3, am vlagem de re-
crelo, o Ilustre Sr senador do Estado Exm.
Bario de Nazaretb, acorapanhado dos dlstia*
ctos cavalheiros Dr. Maooei Nones, 1.* pro-
motor da capta', e capitia Pei.ro Lins; o qoal
veio obsirvir de perto a cidade d TitnbaOa,
queja deve aquella Ilustrado senador o aae
ihorMaeoto que possueo seu ramal de va-
ferei.
inconxoatavelmente, depois da de Goyasna,
a mais atiaatada do interior a)o Estados e meotou nao ier ella em aboadanaiaaguar pota--
val, prometiendo que na prxima sessfeo do
CongreaaoAavia de fazer oque feffie possivel
para ob'er que se Ih'a dsse, encanada de
Agua Azu, riacho diatante de sua seda 3 le-
guas.
< Praza aos cos que o seu deeejo se realiso,
como j tem lido a ventura de ver traduzdo
em fac'.o consammado ion raeros melhoramen-
tos por elle advogados e consegu des para ou
tros logares.
Aqu demorop-ae 6MB Ss" seus corapaobei-
rp#.iJ?;-rffi',"e durante os quaes, cora a sua
lucida e perspicaz |.ercepge, tudo observou
nao escapando nem mesrao o uso, cosiurae e
e grao de adiantameato dos seus numerosos
hbbiti'do'-es. E leve grande parle a'osse tera-
po hospedado em casa do Sr. Francisco C. da
Silva, negociante de fazenias d'esta cidade
que, apezar dos s.-us poucos naveres, deu bos-
pedagem condigna hon-rabilidade de lo l-
lustre vi 'ja te.
Ao seu embarque concorreram alguraas
pessoas, fazend-liie na eslago os ul cumprimenl04, bem como aos seus dignos
corapanbeiros de excurso .
InfainiaS turcas -Dizem-nos de Coos-
tantinopla :
As ultimas rocias que nos chegam da
Asia Menor acerca das uiortes dos armenios
sao n ivamente gravissimas.
Os turcos nao ^e contenlara mais de rnassa-
erar os armenios, mas se atiraratn tambera a
casamento elvllO escrivao das caea-
mni08 qua funeciona nos districtos do Recife
Saoto Antonio, S. Jos e Afogados. afflxou na
repartico do registro dos caSamentos ra
de Imperador n."W 1." aodar, edital de procla-
mas de casaraantosjdas saguintas coatraben-
1" Publicago
Manoel da Silva-Mages/naiural' de Portugal,
com Anna Kugeni
Parahjba,
Pinto Osorio, nataral da
e residentes na freguezia
solteiros
de S. Antonio.
Francisco Lino de Souza Couto Filho, viuvo
' natural deste Estado e residente era Jarnaio,
cora urea Esmeraldina da Conha Oalvo. sol-
teira natural deste Estado e residente na
Torre
gf risco de Pau.b F^5xW9 CstiP ris
denle na freguezia da fr.- ''sta, cora Uuioinar
Ouisbetta Braga de OUveira, residente na fre-
guezia 'le S. Jos, solteiros e naturaes desle
Es ado*
Alfredo de Mallos Pinto Ceelho, natural de
Portugal, cora Beatriz Augusta de Canalno,
natural leste Estado, solteiros e residentes
n* freguezia de S. Antonio.
O respectivo escrivao do reeistro de casa-
mentos da Boa-Vista, Graga, Pogo e Varzea
affixou na repartigo do registro ra do Im-
perador a. 41, 1/ andar editaes de proclamas
dos seguintes enntr-hentes :
1 PublMfdo
Benedicto Jos da Mello com arminda Julia
Mentz-rs Pestaa, solteiros e resiliente na fre-
guezia do pogo da Panella.
ft-acnarel Eunenio Mososo, resid-sdta na .re-
guezia da B. Vista, cora Eugenia da Franca,
residente no municipio de Palmares, so1 lei*
ros.
Ant.-mio Augusto de Oliveira cora Henrique-
rapurrap^igas-bellas para depjs vendel as [ u de Araojn Rarhoza. solteiros e residentes na
rrPoni>zia da Graca.
Costa Ma?alhes. rasi-
B. Vista, com Zulmra
aos harens.
Vos confirmo as noticias das espantosas tor-
turas infligidas aos paires armenios. En Ma-
rasch seis toram atados e'n posies se Ihes cor-
tou a lngua ; e os cegara u com ferros quen-
le, sendo epois raortos a fogo lento.
Em Ouzon 08 brigantes turcos nvadirara as
casas dos chris'os e as saquearan), levando as
rapangas ene d idas.
Era Ichme 200 armenios foram afogados .
Santa Casa de Misericordia Eis o
pessoal que no mnz de Dezembro ultimo oceu-
pou os estabelecimenlos a cargo dessa pia
nstituigSo :
Hospital Pedro II 787
Hospital dos Lazaros 52
Hospital dos Variolosos 96
Coegio la3 Orphs 19
Ajlo de Meodicidade 249
Hospital dos Alienados 295
Casn dos Expostos
Era poder das amas 103
No eslabelecimento 216
frpguezia da Graga.
Joaquim Rolngue1
denle na freanezia d >
titira de Btilto Macedo, residente no Pogo da
Panella.
Cnmmisao de melhorament lo
t*orto do RecifeRecife, 8 de Janeiro
de 1895.
BOLETIM METEOROLGICO
Horas. Term. cent. Barmetro Tenso do Huni
11 vot%f.
Segu^
Dr. Antt,
p r 11 v>;
Tercet
Erando
>la do Arroya!, para fundacJo
achola,
approvados.
ORDBM DO DA
eu-se a eleic&o dos juzes da
que deu o seguinte reaultado :
iro dstricto Recife Dr. Mi-
da Motta Jnior, eleito por
irado
m.
26,"3
27*. 1
23,-8
29.'I
28,'l
Temperatura
I.
o O)
757.-W
757,m53
7o7."98
756,"40
756,-40
miniraa 2,
vapor
dade
'50
20,32 80
21.50 78
22,23 76
22.11 74
21,69 77
Tbemometro
Ennegrecido
19 87
Concursos do Crrelo-Kucerram se
hnje as iuscripgOiS para os oocursas de car-
leiro, praticantes e terceiros otficiaos a que
se t;m de procedar na administrugao dos cor-
reos desle Estado no decurso do crrente
mez.
O concurso de pralicante ter lugar no do-
mingo 12 do correnta.
clun Musical Arlense-No dia 6
do c rrenie esta sociedalo musical comraamo-
rou solemnemente o 5." anmversario de sua
fundagao com urna sesso masna, na qual
orou olBcialraente o Sr. capitao Es iras de Sou
za e um raagniflco sarao dangante a noute.
NesU festa Azarara-se representar diversas
sociedades.
Ao terminar a sessSo ra gna, o Sr. Julio Ce
sar Piraeniel, era noraa do clun, oEfereceu ao
presidenle do mesiuo o seu retrat> a oleo.
Foi urna fesia -egular.
Liiiil 1 *ssunipco-0 hbil proussor
Amaro Ferreira da Silva acaba da publicar
mais urna bella JcoinposigSo que a valsa
Lrada Assurapgao.
Os nosso leitoree ) aabein aem o pro-
fessor Amaro, digno de talas as aitengis.
pelo qua nao precisamos fa-zer reca ninand-'
gSea sobre a alludida msica que achavie
venda niloj dos S's. P.ea'le & C.
ralos pelo exemplar que nos enviou
Como te amo Pela casa edictor* dos
Srs. l'realle & C, foinos ob3?quia los com una
ntdo exemplar do b ilhmte schevisch flu-
minense Como te arao, composto polo co
nhecido amador A. Kaller.
O Carao te amo uraa coraposigao linda
e por todos os motivos digna das amores elo-
gios.
Aos nossos leitores recoramendamos o re-
ferido schottisca como digno de ii'urar nos
mnis exigentes repertorios.
Aos Srs. l'realla & C. somos obngdos palo
offerecinieo'0 que nos fez.
aiuaro na puntaInformaram-oos que
esle nobrado, composto pilo Sr. Emygliode
Albuquerqua L-io, clia-se era irapresso.
Estrada de Ferro de Idmoeiro-
Alguns pussageuos pedem-nos para reclamar-
mos ao superiten lente desta estrada sobre o
relxame.ito que ha no servigo da raesra*.
Estes ltimos dias o trera da noute tem si-
do Iluminado exclusivamente a cusa dos
conductores, isto devido a falla de fornecimen-
lo do nec.ess irio.
corrbanttiina Olndense -Essa dis-
ttacta saciedade recreativa qua fuoccion 1 na
vismha cila-le de Olala teva a fineza de
enviar-nos ura convite para aasistiraios a 4"
soiree realisar-aa no dia 11 do correte.
Muito grat s.
Institutos scien tilicos-A inaugura-
gao, ultimiraente realizada era Bruxellas, dos
institutos especiaos de physiologia, bygieoe,
therapeutlca, anatoma, bacterologia, sarotha-
rapia, etc., etc., que censtituem trez raagni-
Heos edificios dissemoados no parque Leo-
poldo, foi um verdad-iro aconteciraento Soieu-
tfico.
Estes instituios especiaos, com o instituto
botnico creado ha annos, sa> outras tantas
dependencias da Uuiversidade livre daquella
cidade, hoja flor-sceota como nenhuraoa oulra,
porm cujos comegos foram em extremo diffi-
ceis.
A Uoiversidade livre de Bruxella3 foi fun-
dada era 1834 por um punhaio de horneas de
scieacia, freote dos qoaes se enconlrava o
professor M. Theedoro Verhaegen.
Nesse aono, inaugurou ella as suas classes
era urna pequea e modesta casa cedida por
favor, cora nos 30 professores e uos 90 disc-
pulos. Ao presente, conta mais de 100 pro-
fessores de diversas nacionalidades, mais de
1.300 estudanlas, um edificio uo centro da
cidade e quatro institutos especies, soberba-
mente iostallados, em os quaes se eosraam
cinco faculdade8, inclusive ao doutorado eaa
SCieiicias sociael.
A' inauguragao dos in tutos asaistiram
mutascommisees da diversas Universidad:8
extrangeiras. M Ricner, professor de phy-
siologia da faculdade de medicina de Pars,
flcou tao maravilhado com a magnificencia da-
queltes eslabelecimentos, que lerminou a pe-
rorago que teve de fazer por estes periodos
desobrigado ao meio dia.
Temperatura mxima 3l",03.
60,0 -Prateado 42.-6.
Evaporagao em 24 horas ao sol 30, som-
bra 2," 0
Chuva 0"2.
DirercaO dn vento E com interrupg>.
de '.SE e ENE da ra*ia noute at 3 h. 37
m- da manha ; E p ENE aiiernado* al 5 h.
57ui ; NE a 7 h.4:5 m.: NXE al8 h. 02 ra.;
Eal8h. 25 ra.; ENE at 10h.3lm.;E
com int-^rrupgas de USE e ENE at meia
noe. .
Velocidade media do vento 2 -9o por e s
uundo.
Nebulosidade media 0,55.
BOLETIM DO PORTO
Pra-mar ou Dis Horas l-wa
baxa-mar n.
P M. 8 de Janeiro lOh. 3>dim. I "9o
B. 4 h. 00 ra. da t. 0-"80
-einiterlo publicoOb.tuano do dia
8 de Jneiro de 1895
Jos Adaulo da Costa Filh>, Pernambuco,
57 das, 3. Antonio.
Mirin Jorge da r.araara Lima, Pernambueo,
30 raezps, S. Antonio.
Francisco Menezes, Portugal, 20 annos, sol-
tero-, B. Vita.
J03 dos Passos Paixao, Permrabuco, 30 an-
nos, solteiro, S. Antonioe
Antonia Maria da i^onceigao, Pernambueo, 30
annos. solteiro, B. Vista.
Alaxandrina Miria do Espirito Santo, Per-
nambueo, viuva, Beberibe.
Maria do 0*. Pernambueo, 1 anno, Grnga.
Ura feto do sexo femenino, Pernambueo,
Antonio Manoel Soares, Pe nambuco, 29 ao-
nos. solteiro, B Vista.
Jos J. Soares >'e Albuquerqu-, Pernambu-
50 annos, casado, B. Vista
Casemiro Jos do E. Santo, Pernambueo, 41
annos, casad B Vista. .
Joao Romuullo Ferreira, Rio de Janeiro, 3a
annos, solteiro, B. Vista.
MargariU aria da ^onceigao, Pernamtuco.
16 annos, solteiro, B. Vista.
Thereza Ribeiro, Pernambueo, 21 annos, fOi-
teiro, B Visla.
Luiz Paulo de Araorira, Pernambueo, 70 an-
nos, viuvo, B. Vista.
Amaro Luiz de Mello, Pe nambuco, 40 annos
viuv, B. ,
Telezrammas retidos -Achara-so re
tidos na eslagSo do Telegrapho Nacional os se-
euintei telegraramas:
jDe Baraaelras, para Maaoel Peuoi?.
De Tne-ezina, para Miguel Rosa.
Da Fortaleza, para D\ RidolpOo Banleira
(Pbilomeno).
Da S. Loit de Qa-tuode. para Agricultura.
De 3 M goel, para Fernando.
DaBibla, para Proprleiarioa
ReiTestivo.
Da P.r.byia, para Pedro Jas t,osta.
De Be n. pra Jo Gomes da Silva.
De Natal, para JoSo C ementiao.
Ds Jarago*, para loo Jos di Hora.
Do Rio, para Heoriqoa Cavalcaate.
Llnhas, reaccionando regu'armente para Sui,
Norte e centro do Estado.
Casa de Detencao Moviraento dos
oresoa da Casa de Detengao do Recife. Estado
da Pernambaco, em 8 de Janeiro de 1895.
Existiam 410. entrara m 5, saturara 2, exis-
A saber : naclnaea 371 nrilheres 1!, estran-
eiiws 28, mullierea 0, toui 413.
ArragoadoB 396 ...
Bons 370 doentes 19, loncos 4, loucas 3,
total 396. .
Moviraeoto da enfermaria-Tiveram baixa .
Valeriano Ferreira dos Santos._____
Cln Dramtico
diatrictoSanto Antonio
e Jt Henrique Lima, eleito
d8tricto Sao Jos Dr.
ntos Azevedo S1I74 Jjntpcf ,
eleito por 9 votos, tondo obtido 1 voto o
Dr. Joaquina dos Santos Lessa Jnior, a
aparecido urna chapa em branco.
Qarto diatrictoAfogadoaDr. Al-
varo R idrg*ue8 Vianna, eieito por 10
votos, tendo, tend apparecido 1 chapa
em branco.
Qiinto dist-icto Boa-Vista Dr.
Manoel Cildaa Barretto Netto, eleito por
11 votos.
Sexto diatrictoGraga Dr, Joaquim
dos San'os Lessa Jnior, eleito por 7
votos, tendo ob ido 4 votos o Dr. Al-
fredo Olso Correa de Aranjo.
Stimo diatricto PocoDr Antonio
Corde'ro Fonseca da Medeiros, eleito poi
11 voto .
Oitavo dictrictoVarzea Dr. Jcs
C valcanti Paes Barretto, eleito por 10
votos, obtendo 1 voto o Dr. Zozimo Ze-
naidas da Cmara Lima,
O Sr. Presidente suspenden a sesso
por 10 minntip, conv dando os Coace
lheiros inunirern-se de listas para a
eleigao de supplemes de jnizes de dis-
trictos .
Re.berta a serbio verificou-se terem
comparec do mais os S s. Concelheiros
Dr. Coelb 1 Loite, Souza Brazil e Hermi-
nio de Figueired<-, tend.-ss retirado o
Concelheiro Ourgel do Amatal.
Pddio a p-lavr* pelo o dem o Conce-
lheiro Dr Coelho L te e apresentou a
apguiote declarac ;o devoto, qua pedio
fose exarada na acta.
c Declaro que d* estivesae preieute a elelgo de juizes de
districto, aes segu ntes Srs. :
Recife Bacba el Miguel Jos da
Motta Jnior.
Santo Antonio Bacharel Antonia
Jos Henriques de Lima.
S. JosBacharel Jo..qom dos San-
tos Lessa Jnior.
ggBGa-VistaBacharel Maoel Caldas
Bar.etto Netto.
Graga- Bacharel Alfredo Celso Correa
de Araujo.
Afogadoa Bacharl Diomedes Gon
galves da Silva.
PogoBacharel Antouio Fonseca da
Me lei ros.
Vanea Bacharel Jos Caval anti
Paea Barretto.
Principiou-;e a votlo para supplea-
tes da jui.es, e rocolheu-se na urna 13
cdulas de cada distri t).
Foram pelo Sr. Presidente nomeados
excrutad ires oa concelheiros Santos Sel-
va e Manoel Thomaz e faz-nio*ae a apu-
rago verificouse terem obtido votos
para o i," districto.
RecifeJos Vicente Ferreira d Sil-
va, 11 votos.
Nano Al ve da Fonseca, II votes.
Jos Alves Rodrigues Lte, U votos,
tando apparecido 2 chapas em branco.
Segundo districtoSanto Antonio
Dr Edgjr Tav-res dos Santos, 11 vatos.
Mananto Figaeit5a da Faria, 11 votos.
Manoel Carneiro de S uz Lacerda,
11 votos.
Terce'uoSao Jos-Agripino Thy.sa
Nogueira Limt. 11 votos.
Jo Auacleto do Nascimanto,
votos.
Francisco da Souza Medeiros,
VOt08.
Quarto distric'o-AfogadosDr.
noel Henrique Cardim, 11 votos.
Francisco DamiSo Caval:anti Pessoa,
11 votos.
Izidoro Theodulo de Mattos Ferreira,
11 VOtOB.
Quinto districto Bda-Vista Jos
Gongalves Ferreira Costa, 11 votos.
Com mandador Jos Candido da Mo-
raes, 11 votos.
Aprigio de Mandn ca Simrea. 11
votos, tendo obtido os Srs. Dr. Jos
Francisco de Barros Almaida 1 voto para
primeiro s pplente, Jos Gon9lves
Ferreira Costi, 1 roto para sagundo
supplente e Commendador Jos Candido
de Moraes 1 voto para tereeiro supplente.
Appereceu urna chapa em branco.
Sexto diatricto Graga Dr. Ral
Teixeira Leite Cintra, 12 votas.
Dr. Joe Zeferino Ferreira Velloso,
12 votos.
11
11
Ma-
PERSAMBCO
ACTA DA SE3SO EXTRAORDINARIA DO
CONCELHO MUNICIPAL DO RECIFE,
SOB A PRESIDENCIA DO COMMENDA-
DOR Joaquim Alves da Fonseca.
Aos 30 dias do mez de Dezembro de
1895, preseatei na sala das sassSes a
hora marcada os Concelheiros Joaquim
Alves da Fonseca, Francisco Carlos da
Silv Fragoso, Miguel de A reu Ma-
clo, Mannel Thomaz de Souza, Ale-
de Abren. Bernardo DamiSo Cavalcanti
Pe sa, Francisco Gurgel d> Amaral,
Alfredo doa Saotis Almaida, Luiz da
Veiga Pessoa a Marcos Jos da Si va,
fultando com motivos justos a co-u par-
ticipagao oC ncelheiro Manoel Jiaquim
da Costa Ramos, o Sr. Presidenta abri
lidia acta da sa-sao antees-
Estas creagOes so caractersticas de nossa ._ .
poca. Cora o mesmo aelo com que outr'ora xandra dos Santos Sel/a, Joaquim Jos
se uudavara grejas, boje creanrse institutos
acieniiticos.
A loja da Per ala-O Sr. Domingos
Fernandos, proprietario da Perola ruada
Imperatriz n. 78, leve a fineza de enviar-aos
um lindo csrtao de felicitagOes e outro coovi
dundo para visilarmos o seu eslabelecimento
de miudeas.
quiescendo a i5o amavel convite fomos a
referida raja, onda vimos o qui ba de mais a Besa&o e
chic e moderno em bijonteries, fazendas -dente, foi approvada sem debate.
c. .. EXPEDIENTE
O Sr. F manaes mostrou-nos 4uj ptimas M ^n^das para o archi-
novidades, iuportadas por elte d reclmeme *or*."u" fiq 70 71 a 70
daHamborco, que sao : rosa da novo anoo. vo as Leis numaroe W, .U, /l e i
lindissiraa flor de pura seda cijo interior (Orcamento Mnnicipa ) mandadas pu-
cueio de materias odorferas; eos celebres bucar pel0 Dr. Prefeito.
boobannires Iindissima figura de biscouils uu
elegantemente collocada am cima de uraa
carila que serve de porta-jotas.
jEra leones de papel vimos o que ha de me-
lhor e em grande sortimento.
Vimos tambera urna enorme quantidade da
ptimos b rdados 8U8SO8 que o amavel Sr.
Domingos vende metros, allm de estar aa al-
cance de todos. ___
Resta: nos agradecer ao gentil proprietario
da Pero-a a extrema deiicadea qm dispen-
Bou-nos e o calila presente qae bos fe.
For.m lilas as raz3as de n5o publica-
gao do projacto de lei creando um pa-
nepago, sendo resolvido s tomar-se co-
nhecimento dellaB aa primeira reuniao
do ConcelhoA
Foram tambora lidae as redaocoes ae
leis oreando am Monte Pi obrigatorio
para oa: ampregados municlpaes, e auto-
risando o Preftito a desapropriar o sitio
Jos d'Avila B ttancourt, 12 votos.
Appareceu umo chapa em branco.
Stimo districto Poco Dr. Julio
Clmente de Farias, 12 votos.
Jos de Ges Cavalcanti i2 votos.
Fernando de Albuquerqua Cesar, 12
rotos.
Appareceu ama chapa em branco.
Oitavo districto Varz a Dr. Jos
Hugo Gongalves, 12 vetos.
Dr. Jos Hortenci o Peregrino da Sil-
va, 12 votoa.
Aristides Jos de Oliveira, 12 votoa.
Appareceu urna chapa em branco.
Tendo aido por oonaegoint* eiaitos
primeiroe, segundos e teroeiroa supphv-
tes de jaizaa de diatr otos aquellas mais
votados, e pela ordem em que cstao ool-
loados.
O Sr. Presidente em ooatinaaoKo
laamoa Ier a presenta acta, qae foi ap-
provada por naanioidade e depois de
(asar ama alocagao agradoeodo aoe
Concalheiros e especialmante aos dona
secretarios os esforcoa qoe empregsram
afim da auxilial o durante esta aeaaSo
extraordinaai, qaa hoja finda, deolaroo
estar ella enoerrada ; oonvooando os Srs.
Coneelheiroa a comparecern, na ada dii
sales no da U da Janeiro da lsyb,
afim deabrir-se a primeira aeaafto ordi-
naria de aocordo oom o regiment.
Joaquim Alves da Fonseca.
Presidenta
Francisco Carlos da 8ilva Frafoso.
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1 MUTILADO
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t>fl.l.M





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A
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I ..
Di arlo de roriiamboco Sexta-feir IO de Jaoeri de 18
-________p^^,_l_______gaga
-
Iiel v. 5
OConcelho-Municipal do Recife, decreta:
Art. i.Fica creado o Monte Pi obrigatorio
para os empregados da Municipalidade do Recife.
Art. 2.'Constituem os fundos do Monte Pi :
i.Prestarles mensaes.
2.Penses extinctas.
3.Penses proscriptas.
4.=Pens5es nao applicadas por falta de quem a
ellas tenham direito.
5.Legados, ou quaesquer beneficios.
Art. 3/Contribuirao para o Monte Pi todos
os empregados municipaes activos ou aposentados
por lei municipal, excepto os Juizes Districtaes, Ser-
ventes e as pravas de pret da polica municipal.
i Os empregados municipaes que tiverem
sido aposentados por meio de leis provinciaes, pode-
ro concorrer para o Monte Pi.
Art. 4"-O empregado contribuir no primeiro
anno, que comecar era Janeiro vindouro, com 8 /
annuaes sobre os seus ordenados, que para o calculo
ser computado em 2/3 dos vencimentos que o em-
pregado perceber, deduzidos mensalmente, e nos se-
guintes com um dia dos referidos ordenados tanibem
mensalmente.
nico. Ao empregado que vier ter augmento
de ordenado, s deduzir 5 7. sobre este augmento
na razo d'este artigo, sem prejuizo das demais con-
tribuic<5es.
Art. 5.0 Os que forem aposentados com orde-
nado inferior ao que percebiam, podero continuar a
pagar a mesma contribuico a que eram obrigidos,
afim de deixarem a sua familia penso mais vantajosa;
Si porem, preferir pagar a contribuico de accordo
com o ordenado inferior, a penso familia ser na
proporco d'este, seja qual fr a importancia com
que tenha concorrido durante o exercicio do em-
prego.
Art. 6.*Quando o contribuinte, depois de cin-
co annos de exercicio, fr privado do emprego por
sentenca ou demisso, ser-lhe-ha facultado continuar
a concorrer com aquota a que era obrigado, afim de
que por sua morte, a familia gose da penso corres-
pondente ; mas, se aquelle praso nao tiver vencido,
Ihe sero restituidas todas as contribuices feitas.
Se, entretanto, vier mais tarde a exercer emprego
municipal, se lhe contar o tempo de exercicio ante-
rior para complemento do sobredito praso de cinco
annos, contanto que entre e de urna s vez com as
contribuices restituidas.
Art. 7.0Aquelle que tiver de cumprir sentenca
por motivos estranhos ao emprego, assim como o
que achar-se ora do exercicio por outra qualquer
causa, e nao poder por esta razo concorrer com a
quota, voltando ao emprego indemnisar o Monte
Pi por prestaces mensaes correspondentes ao tem-
po da interrupco do servico
nico. Se fallecer antes de satisfeita toda ou
parte da importancia da* contribuices atrasadas
ser esta descontada na mesma proporco de cada
penso mensal.
Art. 8.O empregado que se demittir volunta-
riamente depois do praso fixado no art. 6 poder
concorrer com a quota a que tra obrigado, se nao
preferir receber a imporsancia com que tiver contri-
buido, prescrevendo este direito, passados dous me-
zas, contados da data da exonerafo ; ficando assim
a sua familia privada da penso.
Art. 9.0A contribuico corresponde a urna pen-
so que por morte do contribuinte devida a fami-
lia declarada no artigo seguinte, na importancia de
metade do ordenado, do qual tenha sido descontada.
Art. 10.- Entende-se por familia do contribuin-
te para ter jus a penso :
i. A viuva, se nao e?tava divorciada e viva
em familia ; os filhos menores de 21 annos, se j nao
estiverem emancipados por qualquer dos meios legaes
e as filhas solteiras que viviam em companhia do em-
pregado ou fra d'ella com o necessario consentimen-
to, legtimos, legitimados ou reconhecidos, segundo a
legislaco vigente, sendo metade da penso para a
vuva e a outra metade repartidamente para os filhos
e filhas.
i."No caso de ter ficado grvida a vuva na
epocha do fallecimento do contribuinte far-se-haa
divisSo da penso contando com o filho posthumo,
cuja quota ser entregue a ella, em quanto o contra-
ro nao fr determinado pelo Juiz de Orphos.
2.0Se o contribuinte era viuvo, se a viuva es-
tava divorciada, se nao viva com o marido e os fi-
lhos, se tornar a casar, ou se vier a fallecer, a pen-
so ser repartida com igualdade pelos filhos e filhas
do contribuiote as mesmas condices cima.
2.' 0 pae invalido -e a me quer seja viuva
quer nao tenha sido casada, se nao tiverem outro
amparo.
3.0 Os irmos menores e as irms solteiras
quando nao se der a existencia de me ou pae as
condicoes do paragrapho antecedente.
Art. 11.Os pensionistas declarados preferem
uns aos outros na ordem em que se acham collocados
e podem receber mais de urna penso com tanto que a
importancia de todas nao exceda de 1 SoooSooo rs.
Art. 12.Extingue se a penso :
i."Com a morte do pensionista observada a
disposico do art. 10, i., n 2.
2.0Com a mioridade dos filhos e irmos e com
o casamento das filhas e irms do contribuinte.
Art. 13.As familias dos empregados que falle-'
cerem quites com o Monte Pi, ser abonada a.
quantia de 200$000 para funeral ou luto logo que fr
reclamada.
Art. 14.As penses do Monte Pi nao esto
sujeitas em caso algum a penhora, arestos ou em-
bargos.
Art. 15.Incorre em prescripco a penso que
nao fr reclamada no espaco de tres annos.
nico. Dessa prescripco esto iseatas as pen-
sos dos menores, interdictos e outros que pela legis-
larlo vigente estejam privados da drecco de suas
pessoas e da administraco de seus bens.
Art. 16.A importancia arrecadada mensal-
mente, at 200.000S000, ser recolhda nos Bancos
aqu existentes em conta corrente com aviso previo
ou a praso fixo percebendo os juros de costume.
Art. 17.Logo que seja completada a sobredi-
ta importancia, o excedente ser empregado em ttu-
los de renda taes como apolices geraes, estaduaes e
municipaes, e lettra3 hypothecarias, devendo a com-
pra d'estes ttulos ser effectuada por intermedio de
correctores geraes.
Art. 18. Para acudir de prompto a qualquer
urgencia ficar em conta corrente de movimento em
um dos Bancos a quant a de cinco contos de res.
Art. 19.O recolhmento nos Bancos ser feito
pelo Thosoureiro ou por pessoa de sua confianca.
Art. 20 Os cheques para retirada de qualquer
quantia dos Bancos sero assignados pelo Thesourei-
ro e pelo Contador.
Art. 21. Haver urna commsso fiscalisadora
composta de Prefeito e dos dois referidos funcciona-
rios.
Art. 22.Haver tambem quatro livros para a
escripturaco, denominados Caixa Conta Corren-
te Inscripco Penses.
nico. O contador designar um empregado
que tenha seu cargo a respectiva escripturaco.
Art. 23.S depois de ter o Monte Pi accumu-
lado a quantia do 200 000$000 rs., que se pora
em vigor as vantagens que elle offerece s familias
dos contribu;ntes.
Art. 24.O contribuinte que no decurso desse
tempo, for demittido, demittir-se ou fallecer, a im-
portancia de suas contribu oes ser entregue a quem
de direito, sendo que nos dois primeiros casos pode-
r gosar da vantagem que lhe confere es arts. 6.*, 7.'
e 8..
Art. 25.Nos casos omissos n'esta lei se recor-
rer ao Decreto n. 94 A de Outubro de 1890 do Go-
verno Provisorio da Unio.
Art. 26. Fica o Prefeito autorisado a expedir
Regulamento para a perfeita execuco d'esta lei.
Art. 27.Revogam-se as disposices em con-
trario.
Paco do Concedi Municipal do Recife, 28 de
Desembro de 1895.
nar com a aguIN JANBLat! !. .
Aqtrt eu abro um parntesis para lembrar
S. 8. que, se ofto como parece, sectario d
ortbographia phoneca, devM ter ecrescenta-
do mais orna coaejaote toa JAN'ELA, que
assim ficen, meta aberla, meia fechada.
Eu nao aei te trttdndo o Dr. Pereira do
reino vegetal desda que Mlou em POMOS, po-
deria usar da e.*pelos no beico de um bigode !
Quar parecer-roe que S. S. an lou mal avi-
9 ido em suj comliiascao de ideas.. .
Escrere anda o Virg lio dos pomos ma-
duros m
Do namoro sal a dona da casa a da bobe
ma o bachar? o que nao impede que, sendo
um homem e outro muier, de um e de outro
eaiam flllios, muitos filhis. que tambera serao
bichareis e douas da casa.
Na> enlenlo onda deste pedaco DE MA-
TRIMONIO I
Com franqueza, sioto-tm impotente diante
da maguilude do assumpto !
Olhe l, meu Dr. Virgilio, diga tuda, menos
que do hornea, isto do nosso sexo, saiem
filhos, que sarSe hachareis e donas de casa!...
Eu tolero todis as su-.s asneirns com cara
alegre; mas nao devo consentir que V. S.
p iiiha em duvida o sexo qo pertencemos
querendo que do homem .aia (ollie que no*
i. vestimos saiu) til o hachareis e donas de
casa I...
Pelo SuntissiiEO Sacramento, meu caro Dr.,
deixe de briocadeiras com fogo !...
Fique com os seus pomos maduro?, porm,
d'ah em diante, nada de juizos temera'ios.
O r. Virgilio sabe o que bohemia ? Se
sabe, empregou muito mal a palavra, dizendo
que da bohemia sai o bacharel.
Bohemia quer dizer vagabunda, mulher da
vida desregrada meu sabio Dr., e eu peoso que
badin-I vagabundo s V. S.
Eu ira mu.o long se quizesse apreciar
toda o --HHal, do Dr. Virgilio dos Pomos
da Bohemia.
Tanta asueira em lao poucas palavras, reve-
la urna rara babili'ade.
Eu ira muito longe se quizesse apreciar
to o o "Natal-do D Virgilio dos Pomos da
Bohemia.
Vou cabar cora o conselho de S. S. as crian -
jas das espalas da folha de Fliodres.
Diz S. S. :
Sede boas, pois; urna hora nao ser til em
vossa existencia, st> nao servir correccao dDs
vossos defelos de urna hora antes.
Se nao charada bem parece. E coma lhe
falta conceilo, eu f iciliUrei a dcciTragao com
o segrale :
E' pomo espetado no beico de um Ligo
de. .-2-1.
t-ico esperando alguna trabalho novo do ba-
ctirel bohemio, que SAHIO do namoro...
Recife, 9 de Janeiro de 1893.
SSk
e sim com 2059000, dou oa de 50JO0O cada urna as
ou
tras em menores quannas, alora Oa roupas
movis a todos os objectos de si a uso.
Bem v o publico que facas lao escantillo
sos nao podiam deixar de aer trazldos ao-co-
Doectmento das aut ridades superiores ; por-
que s necias teas os offendidos esperances de
encontnr remedio a seas males.
Dada ao publico esla explicacao, a que fui
provocado pelo Sr. Manonl de Queiroz, prc-
lest) nao voliar imprensa; porque confio
que no se faro demora as provide/icias que
solicuei das autoridades superiores do Estado.
Recife, 9 de Janeiro de 1893.
fanoel Ignac o P--s*oa de Mello.
Ao publico
Jos Ignacio de Albuquerque Trin-
dade habilitado pelo Seminario de
Ve ama lei boa, ella daye ave nwnti-
o\ cumprid e fxecotida.
^ira o patritico e humaaiUrio Ccu-
celho>Mumc pal do Rrcfe. *
Abii\p os tartufos !
Recife;- de Janeiro de 1896.
E' falso o boato sem-
pre crescente, de ter
sido pago o prejuizo
Olinda, era latim, francez, portrjgaez,rcaUSado a Puerta del
geographia, philosophia, rhetorica e) 01 1 C A #u
arithraetica, hoje professor publico em ^"15, peiO of. Arthur
disponibilidade, faz sciente que tern oe C^rvalho. ia niDOr-
aberta urna aula particular das 9 s 2 j "
horas da tarde, em casa de sua resi- tQCia ^ SdSCentOS SeS-
dencia ra do Amparo desta cidade, senta e doiS Iil e
onde, com sua filha Eslher Trindade
convenientemente habilitada, recebem
du-
meninos e meninas para o ensino de
primeiras lettras, e qualquer dos pre-
paratorios cima fallados; e o mesmo
professor aceita tambem alumnos e
alumnas em casas particulares, para
lecciouar latim, francez, 'geographia e
porluguez, tudo por preco commodo.
Outrosim, o mesmo professor offe-
rece-se para defender no jury, quer
em Olinda, quer no Recife e Jaboa-
lao.
Olinda, 3 d^e Janeiro de 1896.
Jos Ignacio de Albuquerque
Trindade.
Manat Antonio da Fonseca e Oliveira.
Joaquim Alvis da Fonseca.
Presidente
Francisco Carlos da Silva Fragoso.
i." Secretario
Miguel de Abren Macdo.
2 Secretario
Publique-se.-R3cife, 7 de Janeiro de 1896.
BlANOR DE MEDEIROS.
Sub-Prefeito.
London & ttiver Pate
Bank Limited
Estabelecido em f.882
Capital
dem realisado
Fundo de reserva
balancete da caixa filial nesta
praca, em31 dedezembro de 1895
1.500.000
900.000
950.C00
PASSIVO
Capital
Fundle
reserva
L u ero s
suspen-
sos
1.500.0001000
400.CO0S0OO
37.6528350 437.6529350
Activo
Letras descontadas
Letras a receber
Emprestimos, contas caucio-
nadas, etc.
Diversas contas
Caixa matriz, tiliaes e agen
cias
Penhores de empres timos,
contas caucionadas etc.
Caixa m moeda corrente
1.559:17830-0
1.129:7138570
2 653:5S4S'i80
778:4578910
Depsitos :
Contas cor-
rentes de
movimen-
to 2.125.7235540
dem com
aviso 342 207*240
dem de
peculio 1.452.3238730
afi
7.406:9208370 J
2 616:8438730
2.971:0878570
. 1 Letras a
Rs. 19.195 7858730
Passivo
Capital declarado da Caixa
Filial
Deposito prazo flxo e com
aviso
Contas corren tes sem jures
Diversas contas
Titulos era caugSo
Caixa matriz, tiliaes e ges-
elas
Rs.
500:000800-3
2.367:4)78050
1.777:23180 0
929:77980)0
2.696:8438730
10.924:333*290
19.195:7858730
q p & O
Pernambuc, 31 de Dezembro de 1895.
(Firmado) T. EOis, gerente.
F. Wilmot, contador interino.
Banco Popular
Capital do Banco 1.50 >.000$000
dem realisado 750.0008000
Fundo de reserva 40O.0CO8O0O
Balando em31 dedezembro de 1895
ACTIVO
Accionstas 750.0004000
Letras descontadas 3.030 0108850
Emprestimos e caucoes 3.933 8974UO
377 786*700
30.0108000
26 3*88000
12.3848000
1.478.8828210
5.425-. 7945560
165.205*900
2.038.7838690
Adiantamentos
Caucio da directora
Fundos pblicos
Mobilia
Diversas agencias
Valores depositados
Diversas -contas
Latras a receber
Caixa:
Eoajmoeda corrate e
em conta corrente
f^nos outros Bancos
886.602J180
premio 3 817.7668990
Diversas garantas
Depsitos voluntarios
Diversas agencias
Diversas contas
Dividendos :
Saldos pagar
Rs.
8.038.0218500
5.396.7755490
59-0198070
77.4835360
2.660.9858030
45.7388400
18.215.6755200
S. E- & O.
Recife, 9 de Janeiro de 189S.
(Assignado).
Gustavo da Silva Anunes.
Gerente.
Manoel C. Leal.
Contador.
PUBLICACOIS K PEDIDO
"PolUica do PernaBtbaco
AO DR. VIRGILIO DE S PEREIRA
Um amigo meu maito particular, qoem
devo, entre outras muitos finezas, a de ter
conseguido a minba collocajao na importante
casa commerciJ, em que me acbo, pedio-me
bontem um pouco de misericordia para o Dr.
Virgilio Pereira.
Alma grande, coracao bem formado, senle
sedas desgrajas albeiis/e, ssmpre que se
lhe offerece urna occasiao, surge em defeza dos
infelizes.
Dissa elle que toda pena dte corresponder
aodelicto e que eodetia ter deixado o Dr.
8a Pereira no doce engao da que litterato
profundos eximio. Lembrou que eu sppa-
reci oa imprensa, para castigar a insolencia
do seu protegido, na parte concernite ,pw
litica deste Estado, e que nao era just1, que
eu me aproveitasse da occasiao para de urna
18.2*5.r375#200 ^jaiadanaurJeoicoeUios.]
Nao Celaram em meu espirito osargum-mos
dequelle meu bom amigo, de modo que eu,
impossibilitado de fugir com o corpo i quei*
ma roupa, ped praso para responder.
At l, eu irei escovaodo o pello Iliterario*
do Dr. Virgilio, sem esquecer o poltico, qu
incontestardmente que o pai da crianca, tem
o direito de primogenitura.
S. S. nao merece perdac.
O seu atrevimento em jogar insultos sobre
o Ilustre governador deste Estado sem ao*
me : s n de pea.
Naoe porque um virg lio valha cou-a al.
guma ; a queslao que o mandatario tambem
criminoso perante as nossis leis penaes.
Pens, at, urna bonra para vultos da esta-
tura moral do'Dr. Barbosa Lima, serem m.r*
didos p?los p;relras ; mas d'ati nao se se*
qae que convenba entregar o caso ao des*
preso.
Pega*se a pulga, fura se-lhe os olhcs e
delx'se ir, para exemplo dos viodtu-
ros...
Nao ins3iirei na demonstraco de qua o
Dr. Virgilio deve ficar n na praca publica,
exposto ao motejo dos garotoj o s ferroadas
dos crticos.
0 ponto clariismo, mesmo sem azei*
te...
Estou obrigado a continuar na apreciac/o
da obra Iliteraria no S. S-, sobre o-Na*
tal :trabalho que como ejj disse, est
n'0 Pa z de 25 do msz findo, disposijao
dos leitores.
J consegu um quadro para nelle mandar
C)llocar a obra; quadro que cooservarei no
meu gabinete de estudos, como attestadb'vivo
da decadencia moral do Dr. Virgilio.
Contino na au'opsia cadavrica. Fiquei
no ponto, em que S. S. cocbilou tristemente,
usando do verboasnar, como se elle exis.
**2^5
L val o Virgilio :
Logo que comecam amalurecer os pomos
do seio, abandonis a agulba pela janela, para
verdes o rapazintio da esquina, que tambem
abandonen o padre Pereira da artesinba por
vos, ao espelar-se lhe no beico a bypotbese de
um bigode.
Oh 1 mas o Budiao de Eecama reclama para
si este periodo, mixto de immoralidade e Je
sandial
Dirao todos os que me lem que o trabalho
, sem duvida, de algum Budiao.
O Dr. Virgilio poder dizer-me em que
poca amaturece a FROCTA de que falla ?
&E nao estar S. S. engaado, afirmando que
aquelle comeoo de maturacao nao pode combi-
O subdelegado de Tres l.udei-
ras, em Iguarass, Manoel
Jos da Rocha Queiros.
Neste Diario appsreceu em data de 5 do
corrente mez a aatoridade policial cima men-
cionada, occupando'se de tiinha pessoa a pre-
lexio da jujuricar-se ds violencias por sua
ordem e sob suas prop-ias vistas coramettidae
contra diversos mora lores meus.
Nao vento responder a eesa autoridade, que
assim como nao sabe respeitar a lei, nao sabe
tambem respeitar a verdade.
Vindo agora iuiprensa, meu flm decla-
rar ao publico que infelizmente exacta lu
quanto disseram esle Diario, o Jornal do Re-
cite o a Provincia a proposito das uistes oc-
curreneias por essas folhas riescriptas.
0 Sr. Manoel Jo.= da Rocha Queiroz, pres-
tando e, o5o sei si consiente ou inconscien-
temente, a manejos fie certos poltrOes e in
tejosos, associou-se ao inspector de quar-
teiro Manoel Meodes da Rocha e nunindo
um numeroso grup1 de paisanos, que foi cal-
culado em cerra de cem, cercou a casa do ao
tigo engeoho Mazago, onde esta'am moran-
do desde Setembro ultimos meus (rabalbado-
re', pratic?ndo contra elles as mais inauditas
violencias.
Poi nm espancamenlo brutal, que termioou
pelo saque de tudo quaato possuiam as pobres
victinas da raiva e da rapia policial.
E" falso, faisissimo, que os homeos de quem
se trata fo3sem criminosos de qualquer espe-
cie, bem como que nerseguissera elles amilla-
res'para os libidinosos, surrando as que Ibes
resistiam. .
Si assim fosse, ninguem mais interessad)
do que eu proprio e os demais moradores da
minha propriedade em que fossem aquelles in-
dividuos punidos, e em tal caso seria eu o
primeiro a pedir a intervengSo da polica
quando nao podesse por mi n contel-os.
O Sr. subdelegado de Tres Ladeiras e o
seu innpecior Manot I Meodes n^o podem ter
a preteno de serem mais ioteressados na
(.Liiuteogo da ordem dentro da mioha pro-
priedade do que eu mesmo.
D se. porm, de baralo que assim nao seja
e que as taes antorkUdee tenbam mais hor-
ror ao ciime.do qoe eu.
Perguuto : eapaocado, ferindo e rouban-
io, que se puoem criminosos, ou proce
len.io nos Urinas da- lei contra essea crimi-
nosos?
Si eram crimin*
primo carlelio,
que o Sr. Manoel-
cornecailo a cum
criminosos e ma
liberdade a um
liral, que nao pa
campo ?
A verdade, entretanto, que Jo5o Cbral
mesmo esfvea pfolo ser victima da facaqhu-
da quadrilha assaltante, quando appareceu
em soccorro dos meus moradores aggredidos e
s deveu ter escapado fafia desses novos
canil) .as interveosSo o inapector Manoel
Mendes, de qnem era connficido e que em tan
apertado transe o va leu.
Todo O meu crlme aos olhos do Sr. Ma
Boel de Queiroz consisti em ter vinlo eu a
esta capital, solicitar providencias s autori-
dades superiores contra os desalios do 'Mee-
me Benb r e de seu inspector..
E' a isto que o subdelegado de Tres La-
deiras chama dar um espectculo, querendo
naturalmente significar com a sua piioresca
phrase que, nos lempos que correm, ca no
ridiculo quem se lembra de ped r providencias
contri os alternados que certas autoridades do
interior praticam contra os mais sagrados reitos do cidadao.
E' sem duvida um bello elogio que faz o
Sr Manoel de Queiroz aos sjus superiores, que
s Ih'o pisaran) generosamente com urna
demisslo a bsm do servlgo publico, e a in-
8Uuraeo de um processo de responsabilidade,
em vista dos corpos de dllelos e dos Interro-
gatorios proce iidos oa Quastura Policial a pro-
posito do fado de que me ocenpo.
N5a iovento cousa alguma. O corpos de
delicio, a que acabo de referirme, abi estilo
para aiteslar os ferlmenlos recebidos pelos
meus moradores e mostrar que elles foram
taes que os mdicos da polica acooselharam
aos espancados que se recolhessem ao hospital
ptra se irat.irem convenie temente.
Nos interrogatorios declararan as victimas
terem sidos espoliados, ama da qoantla de
meamos, malfeitores de
meus moradores, por-
Queiros depois de ter
seu"r]ever de panir taes
polos todos em
pedido de Joao Ca-
meu simples feitor de
Programma
Da festa do glonos S Goncalo de Amaran-
te que tem de se rcalisir no dia 12 do
andante na Egija do Bom*F:m em Olinda.
Vespera
Ao idho dia 8oltar-se-ha urna salva de 21
tiros e diversas gyran tolas le logeles,
As 6 horas da tarde ser basteada a aodei*
ra em seguida entrar a la lainha a grande
orebestra regida p.-lo professor Rozas, |tocan-
do dorante fsle acto a banda marcial 13 de
Maio Olioden^e ps a ladainba soltar-se-ha
um lindo balo aereotaslo f to a capricho.
Da
Ao romper da auro a ser soltida urna sal-
va de 21 tires e dirersas gymndolas de fo
KUetes annuuciao lo aos fiis da velha Cidade
de Oiinda que chegado o dia de sua testa.
As 11 horas enlrar a festa precedida de
t>ri.isa prende orchectra regida pelo maes
1ro Soares Rosas, subindo a tr:bu la sagrada
o Rvdm. Vij-arlo da tlraCB, padre Velloso,
tocan >o durante o aclo a ra-sma ba ida
A tarde diversos diverlim-'ntos popuiares
terSo lugar no pat-^o da Egr^ja como danca
de corda, peu de sebo, panella de feitlros e
outros mais, tocan lo doas bandas marciaes e
sendo soltados alguna bales aereotatos.
As 6 horas entrar o T-'-Denm deno-
minado R:o de Janeiro, orando nesta occasiao
o mesmo Rvdm. Velloso.
A pos o Te Deom ser queimdo um
grande e magnifico fogo artificial preparado
caprichosamente tocando nesta occasiao as
mesmas banda.
A commiisio pede aos moradores para il-
'uminar as fachadas de suas casas attm de
tornarse mais abrilhantado o refeiito acto.'
I.'vio. Sr. t.overnador e niais
autoridades superiores do
Estado
Sendo solt por ^abeas'corpus da priso
em que me achava em Gamelleira e voltando
a Ribeiro onde sou oegociante e lenho faml
lia, fui intimado pelo capitao Mmoel de 11)1-
laoda Civalcante para retirar ma da Ribeiro
sob pena de ser ggredido em plena rua !
Leve o caso so conhecimento do Sr. jurz
do districo e esta disae-me levara ao co-
nhecimento do Dr. juiz de direiio.
E como seja grave e chela de pprigos tal
intiraaco contraria a lei, (e aos ictereases
de mintia familia) venbo respeitosamente fa-
zer scien'e a V. Exc. e mais autori ades esla
arbilrariedade e este despotismo inqualifica*
vel e atacante a coostituicao do paiz, para pe-
dir-vos as garanta* de cidado, e para defeza
futura, se por ventura for necessario.
Estamos no rgimen legal e cumpre-no-, a
nos lodos, obedecel*o em toda oteireza. Ga-
rantas e imperio da justica o lemma de
oossa bandeira.
Hrov.dencia8 o quanlo antes !
Ribeiro 8 de Janeiro de 1898.
Rufino Cancio Cavalcaote. alferes da 5* com
paohia do batalho n, 46 de guardas naci
naes do municipio de Serinbem.
zentos res.
Isto na celebre note
de 21 de Outubro do
anno findo.
^.ongratula^o
Deve hoje aporlar as nossas plagas,
de volta de sua viagem de recreio que
fez ao Sul da Uniao desde 26 de Ou-
tubro de 1895, o distincto cavalbeiro
negociante Sr. Francisco Jos da Silva
Guiraaraes, socio da honrada e acre-
ditada firma desta praca, Silva Oui-
'marjies & C.
Os seus amigos felicitam-n'o pelo
seu feliz regresso ao solo que lhe ser-
vio de berco, e a Veneravel Ordem
Terceira de Sao Francisco do Recife
orgulha-se em vel-o de novo sua
frente dirigindo-a com a sempre cos-
tumada caridade e desinteresse com
que at hoje o lera feito secun-
dado por outros dignos irmos de que
se compOe a sua direccao.
Os empregados desta Instituico
jubilam-se por ter occasiao de abra-
fal-o e de serem guiados por tao U-
lustre quanto sabio che,fe sem offensa
aos demais.
Recife, iO de Janeiro de 1896.
F. G. 5,
o
Ao commercio
Konthack. Ot Gruner aviram
ao commercio e a quem possia
interefsar que tendo Tallecido
o socio E. Siegfrled Gruner.
resjolveraua liquidar sua casa
couaniercial rua do Bom
iesus ii. 18.
Declarado
Ao benemrito Govcrnadordo
Estado Evni. Sr. Dr) Bar-
bosa Lima.
O recurso que para a V. Exc. inter-
pozeram aiguns individuos oppondo-se a
ex-cogi da le n. 58, vota la por dois
ter9 )s pelo patritico e humaaitario G o-
celbo Municipal, nem se quer coatm a
assignatura de algnm proprietario de
curral, viveiro cu d'aqnelle que vive ex-
clusivamente da pe.-c i, aos quaes, quan-
do muito, poderia a mesma iei affectar.
Nao 1 o exdruxulo recurso nao et
nicamente firmido por aquelles a quem
o vulgo chama de pomberos ser atra-
vessadores, que especulam e matam a
p breza, que vive quasi qne privada da
alimentaco do peixe, de-, i-io a enormia-
sima caresta com que aqielles atraves
sadores esp.culacn com semelhan'e ge-
nero de alioientacio.
E de mais, V. Exc. sabe, que nos
paizes mais adantadns o peixi taxado
e vendido a pezo.
A Municipalidade de Manan.', a bem
pou^o tormulou urna avbella tachando o
preo da venda da tartaruga e at do-
otos deata.
Q e,V. Exc. desfazendo o tal recur-
so at por incompetencia de quem o in-
tsrpoz, far mais um beneficio a esta
trra ssm que pola vez primeira os vos-
sos olhos seabriram. o que nos ltimos
das do vosso sabio, enrgico e patriti-
co gov. r- o espera o povo agradecido, fi
cando assim esmagados aquelles que es-
peculam com a venda do referido peixe.
E d* mais aiada O inglez nao d se
que eibora a ilba da Tr ndade porten-
cesse ao Brazil, elle della precizasse em
bem da civilisegao ?
N6s tambem por nosssa vez diremos :
quando mesmo a lei qne regula a venda
do peixe fosse ma, por offender a direi-
tos de meia duzia,[/se direito tiverem) de
especuladores, ella se tor aria boa e
como tal deve ser mantida, porque re-
dunda tm beneficio de urna poputacSo
nteira, qne a muito gime debaixo do
monopolio do peixe.
O povo todo, e desde que elle acha
As associacoes hip-
picas desta capital Pra-
do Pernambucano, Der-
by Club de Pernambu-
co e Hippodromo do
Camp Grande resol-
ver fechar os seus
estabelecimentos, e m
face dos onerosissimos
impostos com que fo-
ram tributadas pelos or-
^amentus estadual e
municipal, que impos-
sibilitam-n'as de con-
tinuarem a dar corri-
das, as quaes deran
prejuizos avultados; a
contar de 1 de Julho de
1495.
Recife, 7 de Janeiro
de 18%.
Pelo Prado Pernam-
bucano.
Jos Comes Ganches,
Francisco Flix Con-
nives.
Pelo Derby Club de
Permmbuco.
Hermenegildo da Sil-
va Loyo, Guilherme n-
tunes Gumares, Ber-
nardino da Costa Cam-
pos.
Pelo Hippodromo do
Campo Grande.
Augusto SU va, Ma-
noel Lopes Viera.
PHOSPH ATINA FALIERES.'ulmud u mea.
wmm
>
r~


./
*
/
*.

Diario de Peraarabnco Sexta-fcira O ne Janeiro de 1990
Emprezadeillumi
gao da cidade do
Kecie. /
4 empreza de iilum inaijao
gaz desta cidade ten Jo
apresentado protesto po
diversas vezes quer perante
o podo* admD8trativo,qu ?r
perante o podr-r judiciario
contra as inlraccoes de ten
contracto e disposi^oes d
diieitocommum que lhe sao
applicaveF,sendo a sua ava
liac,acy Jo mat rial e perten
ees, feita de modo oilensivo
aos interese? da Empreza,
achando-se os presos respec-
tivos Ion ge de representa-
rem o justo e real valor
de sua propriedade. mes-
mo prevalecendo o paga-
mento em ouro, como de-
clara o actual edital man-
dando obseivar o laudo do
Dr. Thauuaaturgo, segundo
o qual a somma 'ot. 1 da
avaliacao da Empreza deve
ser paga de conformi ade
com o -arabio de 27* per
1#000 rs.. em curo ou
moeda nacional ao caoibo
do dia, como con da da de-
clarado ;nfra do mem<>
Dr. Thaumaturgo,protestos
esses que sendo renovaJos
e publicados nos jornaes
desta cidade, como se v
do t Diario de Pernambu-
buco de 1 de Janeiro,
14 de Otubro de 1890,
18 de Fevreiro de 1891 e
Provincia de 1. de O-
tubro do mesmo anco, sub-
sistem em seu pleno vigor,
sendo admittidos pelo po-
dei administrativo como
consta do acto de 13 de
HOMERO"
BoU-a Commercial de Pernam
buco
COTA^ES OFFICIAES DA JUNTA DOS
CORRECTORES
Praca do Recife, g de Janeiro de i8g$
fio bouve ecticao.
0 presidente,
Antonio Leonardo Rodrgaos.
0 secretario,
J.ao Leop ido do Reg Villar.
Cambio
Os bancos abriram com a taxa de 9 1/16 d, eo-
bre Londres a 90 da?, realii-nic-ie pequeras
trsnsrcoes a 9 3/32 d.
Papel particular oao >eallioG--e negocios,
offereceado-se leltras a 9 i/8 d.
Cotacdes de genero*
Para o agricultor
Assocar
Outubro de 1890 do Uo-
vernador desle Estado e
julgadus'por sentenca pelo
Dr. juiz dos Feitos da Fa-
zenda em data de 30 de
Abril de 1889 ; vem de
clarar para conhecimento
de qutin interesar possa
que continua no firme pro-
posito de fazer firme e va-
liosos os Eeus direito?, nao
abriodo absolutamente mao
de sua propviedad' senao
depo9 de legal e justa
mente indei*.nisada, e de
se proceder a avaliacao
upplemeniar de que tra
tao art, 9. 3 e 4. do
actual edital tu do de con.
formidade com o contracto
eLeis vigentes.
Para a resalva de seus
direitos' por cuja integri-
dade protesta anda urna
vez e para evitar duvilas
e questaos futuras sao fei-
tas as presentes declara-
coes-
ftecife, 20 de Dezembro
do 1895.
Samuel Jones.
Gerente.
Resolvido o 1. quesilo e conside-
rando que o capital da empreza foi
levantado era ouro, em paiz eslfngeiro,
a indemnisafo deve ser feita na raes-
ma especie, urna vez que o contracto
nao determinou outra moeda.
Feita, pois, a avaliacao em moeda
brazileira, esta ser transformada em
ouro, tomando-se por base o cambio
legal, e, urna vez determinado o nume-
ro de libras esterlinas correspondente
importancia da aviliagao, o resgate
ser feito em ouro ou moeda nacional
correte, ao cambio do dia em que se
effectuar o pagamento.
Esta decisao conforme ao direito e
ao beneficio da importacao de capitaes
estrangeiros; sendo ltimamente con-
firmada pelo ministro da Industria,
Viaco e Obras Publicas do Brazil na
Usinas, por 15 kilos. .
CriJtslIsado. dem ideta
Branco, por 13 kilos .
SomenoF, por 15 k los.
Mascavado, po15 kilos
Bruto, por 15 kilos
6*500 a 74500
6*n00 s 7*000
6*000 a 7*200
4*000 a 4*300
3*100 a 3*301
3*000 a 3*500
interpretacao dada a clausula 2.* 3o
Decreto n. 1029 de 30 de Agosto do
anno findo.
A empreza tem, pois, o direito de
exigir a importancia da avaliacao ao
cambio de 27, e, tanto importa que o
governo do Estado compre libras para
pagar-lhe em ouro como llie d em
moeda nacional a importancia relativa
ao valor das libras, ao cambio do dia.
E urna vez que nao foi feito o resgate
quando o cambio se achava ao par,
nao justo boje que a empreza soffra
o prejuizo resultante da demora do pa-
gamento.
Ao governo do Estado cumpria n'a-
quella epocha ler depositado em um
banco a importancia da avaliacao, e,
se o livesse feito sua responsabilidade
leria cessado, poupando hoje ao mes-
mo Estado, ou a Companhia que tiver
de ficar com a empreza.uma indemni-
sacao maior do que a avaliada ,em
consequencia da depreciacao conside-
ravel da nossa moeda.
A avaliago dos materiaes sobresa-
lentes e bem assim os movis dos es-
criptorios da empreza (fabrica ra do
Imperador) constar de urna relacao es-
pecial.
Deve, por conseguinte, ser addiccio-
nada importancia total da avaliacao o
prego desses objectos, depoi de ava-
hados.
Capital Federal, 31 de Janeiro de
1893.
Gregord Thaumatrgo de Azevedo.
FABRlCi MUS
Os abaixo assignados
previnem a quem coovier
que estao munidos de man
dado do Excm. Sr. Dr. juiz
do*commercfO pura fazerem
apprehender onde fjrem
achados cigarros de outra
fabrica com a maica coutra-
feita ou imitada dos seus ci-
garros, tanto na raoitalha
como no rotulo; e que
estao dispestos a proceder
contra quem expozer dito
cigarros venda, com todo
o rigor, ae couformidade
cem as peQas decretadas
por le.
Recife, 31 de Agosto d
1895.
Azevedo o" C.
22>S3-S22932S2:S!!S3;33S!S3:3332
ti
Dr. Jouo Paulo
Especial ista-em partos, moles- !S
J tias de senhoras e de cranlas $
| com longa pratica nos hospitaes A
R dePariz e de Vienca d'Austria, -
d consultas das 2 as 4 horas no
Largo do Corpo Santo u 19,
h\ I .* andar e reside ta ra de
|i Henrique Das n. 2.
R Teleph neane. 190 no eonsul-
K torio e 467 na residencia.

do
A seiencia tem provado que 9 phospha-
to de cal a mb-tancia mineral mais
indispensavel ao organismo, per ievir
para a forroacao dos ofsos e para tians-
forroar o*lim4iito8 ero c rne muscular;1 XJi'UllglUPIJPllI'U UlIJPlUtfl flT
porm o phosphato insoluvel natural-! Dr. Alreau UasparMeduo Oon-
mentee o grande passo scientifico, dado ;sultorioe residencia ra da Imperatriz insigne ,clnico Dr. Martins Costa,
pelas brilhantes experiencias do Sr. Du-' n. 71, \> andar: Operador parteiro tra- s grandes resultados obtidos pelo
eart, cona ste em ter combinado com o |ta com especialidades de molestias de se- Xarope do Lobelia Inflata, no trata-
phosphato de cal o acido lctico, sub-: nhoras e creanas. Consultasde 8 s 10 ment da Influenza podem ser attes-
stancia aue se forma no estomago e ter- da manh. Chamados (por escripto) a tados por centenas de pessoasda maior
excepcao, residentes n'esta cidade.
O i convalescentps < as pessoas enfla-
quecida palo trabalho ou m les ia pre-
cisam, para re taurar a esde e reparar
as forcafc, da ton i tos reconstitain'es de
fcil oigetlo e ass milajo. pois o esto-
mago se aeb geralmenl' debilitado, eo
arpetite, ui maior parte dos ctfios, falta
completamente. Para despertar o eppe-
tita e estimular o estomago basta tomar
noute e pela manha, antes da comida,
urna dse do ftr.o Girard.
E t gem da assimilar-se directa e immedia-
tamente ; em urna palavra nao precisa
que seja previamente digerido para en-
trar na circulado e coucorrer para a
uutr cao.
Dr. Amaro Wanderley
MEDICO
Consultorio Ra do Bora Jess,
n. 24 1 andar Consultas de 12
s 3 horas da tarde.
Residencia Ra Direita de Afo-
gados n. 45 Consultas de 8 s 9
horas da manh.
Recebe chamados por escripto.
INFLUENZA
A bronchite que sobrevem a influ-
tnzai as Corysas (difluxos) acompanha-
das de reaeco febril, brontlto-pneumo-
nia, catliarro pulmonar com febre agra-
vada, tuberculose em segundo periodo
com catharros sanguinolentos, asthma,
larangite, molestias da "'ganta, insom-
nios e tesses suffocanes ce lem immedia-
amente ao uso do
Xarope de Lobelia In-
flata
Etker bromado
DE
ILDEFONSO DE AZEVEDO
Pharmaceutico
Formula de alto valor therapeutico'
approvada pela Ilustre inspectora de
Hygiene do Estado, com o parecer
A Mollaari Laurln
Em tempo opporcuno <> pubLoo de
Pernambuno, vista das pio?i qae
serio ztibida n > pr ossao orimiaal,
qae a compchia iS.w Yu:k L'te lito-
ral c >, ioteoUr con'ra o r. Mfirari,
ter occano de vei'fin r o quaoto alo
verdicos oa elegi, que a 'Jidade* fas
a tqaelle senh.r.
Nio poiao oem devo acicitar diaouitlo
pablica aobre au^ili) que da ve aar jal*
gada pelos Txibunaas do Pia.
Rio de Jjoeiio, 28 de D-aembro de
1895.
J S.ocher.
Director Qer>l d Dj^art-manto
Hiopaao Ameriot.no de (ew Y<.rk Li e
Insaracc Uuiupai y.
Instituto 8. IUz de Franca
Regido por D. Lunilla Mouteiro,
abre suas aulas no dia 15 do corren-
te, ra de Mathias Ferreira n. 40,
Olinda.______________
C0LLKG10 PAttTHKNON
3- Ba do Hospicio3
As aulas d este estabelucimento d< in-
s ruc5o primaria e secundaria, re.brir-
st-ho a 7 de Janeiro.
Adiuitte alumiioi iuternos, emi-i ter-
nos e exttruos
Recifd, 2712-95.
O director.
Bacbarel Ovidio A Ivs Sanaya.
Jornal do Comuiercio
BIO UE JaNSlHO
Recebe-se assignaiuras e annuncios,
ra d > Uoinmercio u. y
FiLIX BANDEIRA
Agente neshestado
Dr. Carneiro Lco
medico parteiro e operauor. Kesidencia
e ojuaullorio & ra do Livramento n.
31, i.u andar. Cousultas do 12 s 2
huras da tardo. EspeciaUdade : F< bres,
par us e m lestias de c laucas CLa-
madus .qualquer hura, l'ciephone n.

EEStr. ".~r.; ^_. woo*uw
Algedo
Cotou-se o de pruneira sorte a 15*000, o
medisDo a 14*000 e o de segunda sorte a 13*000
dor IB kilos.
Aleool
Por pipa de 430 litros 185* nominal.
Agurdente
Por pipa de 480 litios 103* nomimal.
Couros
Seceos Baleados na basr de 12 kilos 1*000 ris
venda e refugo 666 o kilo.
Verdes 600 ris, nlumo preco.
Carnauba
Cota-se de 28* a 38*000 por 15 kilos.
1896
, para es Es-
el
Por lOOfOOO nominal.
Kiporisefto
Recite. 9 de Janeiro da
Para o exterior
No vapor Ingle C. Dooon
t idos-Uoidos, carregaraoi: ..
P. Carnetr & C, 2.0T0 saceos com 140,000
UloB de assucar mascavado.
No vpor ingtea Lisoooense, para tw
Yo'k carreeoo
D.Goveia, 19,300 pellea de cabra e 2,961
ditas de carneiro.
No vapor allemao tHalesbnrg., para Lis-
j't'c 1 caxa com 21 kilos de doce de caj.
o vapor Ingle Toames, para Buenos-
Ave, carreeoo:
L. A. da Costa, 10,000 cocos, frocta.
Para Montevideo, carregoo:
-. L. A. da Costa. 10,000 c6:os, (recta.
Na barca norceguansa cDeslaeria, para
os Estados-Unidos, carregaram :
B. Williams & C, 2,000 saceos com 144,000
kilos de assocar mascavado.
Para o interior
No vapor nacional Ocano*, para Rio
'Grande do Sol, carregoo :
E. Silva, 5,600 cO.oj, fro;ta.
Para Porto Alegre, carregoo :
M. 8. Mala, 1,300 saceos com 97,800 kilos de
afincar branco.
iara Pilotas, carregoo:
h. S. H*, 600 saceos com 45.000 kilos de
asacar branco.
r= No vapor nacional lUss.1, pira Pow
Alegre, carregaram:
Lima & Mo-aes de asrocar branco.
No vapor nacional Ccmeta, pjra Ru
Granie de Sol, carrigram :
P. Carntiro &C, 110fardos com 20 5:0 kiLe
de aleodao.
Para Porto Aiegrp, carregoo :
J S. 0a Costa e Silva, 503 saceos com 37,500
kLs d* abocar braoco.
Para Rio de Janeiro, carregaraoa:
Pereira P^nto & C. 20 pifas coro 24.800 li-
tros de aLGOl e 50 di.as com 10,100 litros le
agurdente.
Nj .a-orojcloD.I Iianemai, para Rio de
Janeiro, carregaram :
Gaioiaides Y.leute, 50 canas com oleo de
ricino-
*A. M. Moreira 1I.22G kilos de bagas de na-
mona.
M. A. Andrade, 22 500 kilos de bagas de ma-
mn .
No vapor fraocei V. de S. Nicolao, para
Santos, carregoo :
P. deOliveira Maia, 2C0 saceos cum 12.0 m
kilos de as?ocar broco. 100 Darris com 8 8U0
turs de agurdenle e 20 pipas com 11,000 di-
tos da alr.ool.
Para Rio de Janeiro, carregaram.-
A. Feruandes & C, 40 pipas com 10,700 lliroa
de alcool.
n,i vapor ingle Sbafiesborj, para San-
tos, carregaram:
Silva Goimarass *C, 1,000 saceos com 60,000
kilos de assocar mascavado.
Para R o de J .n-ro, carregoo :
D. G.ovea, 1600 eac;os com 115,358 kilos
de algodao.
= No vaper no-oegae'.ee Kong F, para
Rio de Janeiro, carregaram :
Silva Goimaraes A <:., 1,000 saceos ern 60,000
kilos de tssncar mascavado.
no vapor naciocal Brazil, para Uaoos,
carregaram :
Manoel F. Leite & C, 25 barricas com 1,645
ki os de assocar b-anco.
Msdeira A C, 2 caixas com 80 kilos de dore.
{ dita cem 40 ditos de maesi de tomate, 20
diUa com 160 litros de geoebra e 10 ditas com
100 ditos de cognac.
Para o Para, carregaram :
Madeira & C, 5 calas com 50J kilos de
massa de tmale.
Para o Maraobat, carregaram :
Madeira & C, 20 caixaa com 203 li'.ros de
cognac.
No vapor ingles Lisbonense*, para Para,
car-egar.m:
E Cardoio & C, 200 barr.cas com 13,900
kilos de assocar branco.
J. G. de Amorim. t caixa com 100 kilos de
perfomaria e 80 latas com 1,354 litros de oleo
de ricino.
Companhia de Drogas, 32 la as com 6S0 litros
de oleo le ricino e 31 calxas com 93 ditos de
vioho medicinal.
Para o Cea-, carregaram
J. Bailar & C, 600 kilos de residuos de al
odio.
P. Carneiro & C, 3,345 kilos de carecos de
algod&j.
No vapor nacional Jaboi'a:, para Cea*
r, carrega*am:
J. Bailar A C, 20 barricas com 2,080 kil03 de
assocar branco.
Para o Aracalj, carregon:
A. C. Moreira Das, 2 pipas com 960 litros de
alcool. .
No hate Barroio, para MosaorO, carra
na-o completamente assimilavel, favore
cendo o Hesenvolvimento e combatendo
victoriosamente o racbtismo, deformida-
de dos 08808, fracturas, e'c. Op'a em
poaco tempo a cicet* aajo das cbpgas.
O bem c r hicido medico e pharmucu
tico, o Dr. Carloi Felihagen attes'a tara-
bem com toda a frauqu-aa os meritoa da
EmulsSo de Soott, e dis :
Altes o que tenho empregado e Bem-
pre con glandes resul do, no trata-
mento da eccrofuluae e do r.c!)-tismo, o
compostode Oleo de Figtdo do Baoalbau
com bypophoaphitea da cal e aoda dano-
minxd EmulaSo de re t ,
Rio de Janeiro, 27 de D.iemb o de
lt90.
fAasignadoj Dr. Carlos FeIdh.gen.
C. Ft-mso e- & C, 10 saceos com 2B kilos
1c Ho iiealKcaao, 10 c*<*:.s com t40 k;los de
ie ve lis e 3 ditas com 30 kios de doce.
= No hiaie aolios, para Macan b'.cir.
etar;.ni '.
Azevedo & C. 6 barricas com 350 kilos de
loma. .
Nj bare-ca Tbeoes, para S tuiz, carre-
F. Rodrigues & C, 2 barricas ceu 48 litros
de cerveja.
Pereira Crvjib >, 33 caixas com 660 los de
sat>ao.
8aoioa Na laaetia Filna ata M^n es, para Ma-
raeOky, carrenaram :
Moreira & C, 2 ',000 cigarro.
Na Oarcaca Carmelita, paa hacei,
:arregarem : ,,
A. Fcraaodes & C. I caixa com 80 kilos de
doce.
Na barcaca Joven Palmlra, para Pari-
nvba, ca regaram :
A. Crua & C, i caixa com ca'gado*.
qnalquer hora.
lij"l^lllJPIjl>IIlll"lli?IlTlT1Eni7Ti7 SO
Dr. Arthur Caval-
canti
Participa seus clientes e
arrieos que mudou seu consul-
torio e residencia para a ruado
Bario da Victoria n. 46 1.* an-
dar onde cooiina a exercer os
my teres da sua prossao.
8
i
Consultas de 1
tarde.
s 3 horas da
ir-i
TELEPHONE N. 430
8:33ri:S2:=52S3S,2:33S33!s33s35?:3a
Depsitos
Ra do Barao da Victoria n. 37, l* an-
dar, sala posterior.
Pernaiubco
Sania ruz
Collegio
N. 75-RUA l'O^HOSUCIO-N 75
Ealarae abenas rio da 7 de Janeiro em dian
le as llas.d'. sio cs:ab;leciiu nio de i itlroc
co pMmaiia e secn Jara.
Adinuts alumnos internos, scmiinternos e
externos. .
1-rospeclos sero lomecidos no coUgn.
(Is clir'Clore8,
Jo quim A. de M A nlottio di Siloa tui,Hares
Readltaeatos publleoe
Mez .e Janeiro de 1'.6
Atfandega
Rnda gpral :
Do dia 2 a 8 450:204*699
dem de 9 98:858*438
----------------- 549:063*137
Renda do Estado :
Do dia28 115:877*^67
dem de 9 17:3.0*679
0MPRIMID0S deVICH Yde F OIT
37 comineas a 9JO ra. 33*5300
3 caigas cooi Kalhdas a 7 i> rs. 1*280
lo caasoaes cem uallinnas a 45!> rs. 4*o(Ji
4 cargas con m'lho Vr-rJe a 450 rs. 1*8 0
2 carga com amenrtoiro a 450 *90
i cargas cum batatas a 45" r. *9 0
2 carga coa macacneirae a 4d,j rp. *9
1 cargas com ccboli&bo a 450 rs. 45 2 cargas com gerimons a 450 18. *9_
15 cargas cem verduras a 459 rs. ^*7?,'
t carb c.im caona a *50 rs. *4)
4 cargas com Uranias a 450 ra. KSoO
2 cargas com inbame a 450 *90(>
2 cargas com loocas a 45 rs. 9:0
2 cargas com melancia a 450 rs. *91<
5 i a-gas com meio a 450 rs. A900
3 cargas coro dlversart 300 rs. 1*5"
48 cargas com farinna a 3 10 rs. 14*0 i
6 cargas com milbo secco a 300 ra. 1*900
3 cargas c&m fenao a 3rt) ra. *9 0
l SU008 al* rs. 1!*U00
73 lugares a 300 ra. 100
l comp. com suineiros a 1*5)0 18*0.0
9 comp. com sciau-ut a i#'i50 ra. 9*45u
8 comp. com fressuraa a 9J s. 7*200
70 comp. com faxendas a 2* rs. 140*000
?t comp. com comidas a 1*050 rs. X2*05o
49 como, com verduras a 450 rs !2*05
402 comp. com farioba a 600 rs. 61*00
4o cump. com talbos a 3*000 138*000
5.7*850
3.632*V
Dr. Con oiou8|sPoutual
Avisa aos scu^i amigos e clientes, qne con-
tinua a dar consultas todos us das oiets,
de 1 as 3 liO'as da tardi, a ra 15 de No-
veicr.r > (anuga Ctiamudos por iscnpto.
Tulephone o. 27.
RaodSmenios dos das 1 e 7
133.217*748
Total 682:280*883
2.* seccao da AUandega de Peruamoucu, 9
i Janeiro de 186.
O ebefe da seccao
L. P. Codeceira.
O mesooreiro
Lola Manoel R. Valen^a.
R2CEBEDOR1A DO ESTADO
Renda de 1
dem de 9
Rea de 1
dem de 9
RB.JIFB DttAlNAGE
38.076*543
8:014*1/4
"46:090*717
279*777
*
279*777
4.1?98'jO
garam :
P. Al ves & C, 30 barricas com 1.580 kilos de
assocar retinado e 31 ditas com 8.339 kilos de
assocar branco.
N Fonseca, 24 calxas com 518 kilos de saoao.
L. Ferreira & C, 296 ciixas com 7,696 kilos
desibSo. ...
A. Fernandos & C, 1 barril com 90 litros de
vinagre e 1 caixa cem 12 ditos de cognac.
Ho vap.>r nacional Olloda, para o Rio de
Janeiro, carregaram : ....
F. Lemo. & C, 30 calxas com oleo de ricino.
= Ka barcas 1 Jovea Taorloo, para sa Air
coas carregaram *
J.A. Ponseci, 200 caixas com 4800 kilos de
"l. Ferreira & C, 74 calxas com 1,971 krtoi
^a sabao.
llovlmento do porto
Navlcs eotrados no dia 9
Sootbaroptom e escala 20 das, vapor Irg'ei
Tagos, de 1942 toneladas, commandame
W B. Owsn, eqoipagem 79, carga varios
gneros; a Amorim IrmSos & C.
Areia B-anca )RIO G-ande oNone)-?! das,
jugar naciocal Olivia, de 217 toneladas,
capttao H. L. Haoeseo, eqoipagem 8, carga
sai; a H. L'iodgren.
La Plata12 das, vapor iegle Gordoa Cas-
He,, de 1314 tooe:a B-ewner, eqoipagem 24, carga aolmaes; a
E. S. Levj.
Navios sabidos no meim da
Santos e escalaVapor Ingle Tagos, com-
mandante W. H. Oweo; carga varios gne-
ros.
Nevr-Yorx e escalaVapor ioglex Llsbooec-
sf ( commandame G. Wilson ; Cirga varios
gneros.
Porto Alegre e escalaVapor nacional Come-
ta,* commandame Daniel Ogg ; carga varios
gneros.
FalmontnBarca mexicana Martba, capao
R. Ulrlkieo; carga madeira.
MarfelbaBarca ingleza Ediobnrgo.i capllao
E. Porter; carga madeira.
Ulereado Manleioal de Jos*
O movimeoto desta marcado 00 dia 8 da Ja.
neiro foi o legointe;
Entrrrtm :
37 bois pesando 8,596 kilos
610 kilos de peixe a 30 rs. 18*600
6 compart. com mariscos a 150 rs. *900
0 ditos com camaroes t 150 11. *9U0
.Tecos do dia :
Carne verde de '30 a 1*000 rs. o kilo.
Sainos de 1* a 1*200 idem.
Ca'nelro de 1*2)0 a 1*530 dem.
Faricba de 600 a 1*000 rs. a coia.
Milbo de 600 a 1*000 rs. a caa.
Feiao > e 1*200 a 2*00U a caa.
Navios esperados
De Uamourgo
Logar alletr&o Axel.
Brigue allemao Ouo Grat 10 Stalbarg,
De New Pon
Barca noroegeoose Raogsbyrd.
De LardilT
Barca noroeguense Winooa.
Barca noruegoense Sala,
Barca noruegoense Dacia.
Barca noruegoense Auriga.
Vapores a entrar
MEZ DE JANEIRO
Brazil* do sol, a 10.
Toames* da Eoropa, a 10.
Habsborg do sol, a 10.
Olloda* do norte, a 11.
Rosario* do t>ol, a II.
Iberia* do sal, a 13.
Pctotl. de Trieste, a 16.
S. Salvador do cal, a 16.
Paranagui da Eoropa, a 17.
Porlo Alegre do sol, a 17.
DaBObe do sol, a 19.
Cbareme* da Europa, a 19.
Ntk* da Eoropa, a 20.
Msraonao* jo boI, a 20.
Aiiatic Prlnce de N^w-Y-rk, a 23.
Lia Palmas* de Genova, a 27.
Vaporea a sabir
MEZ DE JANEIRO
Sanios e esc. Salier* a 10, as 3 horas.
Buenos Ay-es e esc. Tbame* a 10, a 1 bora.
Cea.' e esc. Jaboatao* a 11, as 4 boras.
Rio e esc. Olmda a 11, as 5 boras.
Maotos e esc. Brasil* a 11, as 5 boras.
Plymoutb e esc. Iberia a 13, as 12 ores.
Genova e esc. Rosarlo a 16, as 3 boras.
Maoaos e esc. 8. Salvador a 17, as 5 Doras.
Soutbampton e esc. Danobr a 19, as 12 b.
Santos e e c. Paraoagoa a 19, as 4 boras
Lisboa e Humborgo orto Alegre a 19 as 12 b.
Santos e e:C. Cbareote a 21. s 4 boras.
Boenos-Ayres e esc Nile a 21, a i bora.
Santos e esc. Petofi a 22, as 3 boras.
Santos e esc, Aslntic Pnnct- a 26, as 2 b.
Sanios e esc. Las Palmas a 27, as 3 boras.
Maoaos e esc. Maraobao a II, as 5 Doras.
CONSTIPACSES ^* Peitoral Catharinme
DE liAULIVEIRA
DROMARIA Bll.Vfji
I"raiiei>es Pedro du Cunha
Vresbytero Secultr, Cavallteiro da rdem
de Ckristu e Vigario Collado da pa-
rocliia e cidade de Sao Jos desta pro
vieta de Santa Cat/iarina, etc.
Altes o quy leudo usaoo por Veea o *eiioral
Cailiuriiiense di- Ra.liveira XaRU E DE AN-
l- UOdl'oSlU ^OM i'OLU E GUACO, pro-
P-u;o .ios Uiuis- ais pn.ii n uC'-uuccs liauli-
uolloiu & Oliveire, ucliei que esse i-rope de
beiirlicoe pi impo ciiViio uas au-jiyOea aus or-
eaos respiratorios o que uirino 111 verbo sa-
cerdotis.
l-liade de 8. J.-, 8 de Julno de 1888.-Pa-
dre Fraociaco feUro ou Coalla.
Mais de 50 mil pessoas reaidenCS em dive
sos Estados do lirazil alies aui a eillcucia des e
gruude meuicamenio.
Ueuosito
iNA
Drocana Braga
g51
KAIIJMIHV
TodOS os mdicos receito o PeiloraC
Catltarinense como o nico medicamento
contra Tosses e Bronchites
DHOUAUIA BU .4GA
Collegio de Noss^i Senh >ra
das VIerees
(SEXO FEMIN1NO)
20 Ra do Hospicio 20
As nulas d'esla eetb^lecimenlo de inslruc
gao primaria e secundaria abnr-se-hao no dia
7 de Janeiro.
Recebe alumnas internas sem internas e ex-
ternas.
A directora,
Mara do Car vio Azevedo.
seus atollo e clientes,
rosideuci para o En
i, defronte da tstaco,
pfocur. do e contina a
Instituto Philoinatieo
Ra Visconde d'Albuquerqua n. 33
Director BacWel 01 nto Vctor.
As aulas deste cillegio estaro aber-
tas do dia 7 do corrente em d ante.
llr. A %tino de Miranda
Medico Pe'a Faculdade de Pariz, an-
tigo extern d8 Hospitaes laureado com
urna medalhade bronze a Assistencia
Publica.
Consultorio & ra 15 de Novembro
n. 32 1." andar, onde residir a partir
de 20 de Janeiro,
Consultas de 1 s 3.
Especialidades : partos, molestias das
senhoras e dos orgaoi genitourinarios,
Chamados por escripto.
Elixir H. Morato
Salvei-me dos horriveis humores syphi-
ticos que me perseguiram tanto tempo
com o uso do Elixir M. Morato propaga-
do por D. Carlos.
Mogy-mirim,
Arthur Travasso.
"Deposito em Pernambuco : Companhia
de Drogas e Productos Caimicoa.
Minha esperanza
R. Nicollerae de Crassol. 14aisoa fjnda.
da em 1861
Pars, & da N'jvemD-o de 1895 -lie Sf
Amen o Francisco da Crus.Pernambuco
Amigo e Sr.Tenho preeenie o seo e lma-
lo favor de 7 de Oulub o p-oiimo passado,
junio ao qoal Uve o praxar ce encontrar cm
pedido de papel para cigarro?, que multo es-
lircei receber e agradego.
Lj;ot'atei de entrgalo ao fib-lc3nte e
infiel para qae seja enviado com esmero e m-
xima prstela, t-n1c.se comprometlldo o. la-
oricante a apromptar o eta papel para os tins
deste mez. Espero qoe pajsa farer Iba a re-
mesa:) peio vapor do Havre a Scbir em 14 de
Dex-mbro prximo lolaro.
Si bem desej-isse servu-o o ans cedo an-
da, nao seria pas-i.-ei. poique o seo papel
nio se fax com ao'ecedeocia, e slm de p apa-
sito, necessitando o seo fabrico de molto cui-
dado.*
Sem uutro motivo, sobscrevo me com since-
ra eslimada Vuc, amigo moitnjittento ve-
nerador Pelo Sre R. Nicole'Jh. Igobil.
Dr. FreitaatGuiusares
Participa a.B
ter mudado sua
troncomento u
aonde pode ser
dar c.nsultas das 11 1 hora da tarde
A ruaLarga do Rosario n. 0, amigo
consultorio do Dr. Ferr ra.
Tdiepho. e n. 292.
Purgar com um coufe:to de for a se-
ductora e de um g^bor delicioso, que
u ais parece sahir da confei ari do qud
da b ti.a, toma-se por uui sonho pri-
meira vista, i'oim pergunte-se s m&es
de familia e s creanjas tjue o pro vara m
uaa v^z e ellao oiro que esse purgati-
vo e a Fruta Julin, suave laxante re-
conhecil umversalmente como o maia
agradavel e adequado madicasSo da
infancia, p u as creancas o tomam com
verdadeira av dez.
Em todo temp. as regioes tropieaes,
e durante o vero, eos outros paizes, se-
ria meluor, para matar a tde, que ae
empregasse vinbo de Quinio Labarraque
mistrelo com agua de Sehz e nao essea
venen .s disfarjados que sao expedidos
com o nome de bsintb o, bitter, etc.
D'este modo, alm de fazar usj de urna
bebida muitissimo agadavel, o estoma-
go caria de antemao dis.ost para urna
fcil digesto.
Advertencia.E' bom cons derar que
vista da conc-ntraejio d'este vinho e a
capacidade dos frascos, o preco s he mais
barato dj que a maior p.re dos outros
productos similaies. Geralmente basta
tomar um cali, dos de 1 cor, no fm de
cada refe cao para se obter os melnores
r sultadoa.
Manoel J.s Pereira Monteiro acienti-
fica qus, esiatindo ootra pe.soa de igual
noae, de hoje em diante aaaignar-ae-ba
Maneel Beroado Lara Pereira Monteiro.
Recife, 10 de Janeiro de 1896.
Instituto Uezenove de
Abnl
Sob a direc^o
DE
J.
A. Porto Carreiro
Ra do Hospicio n. 53
A matricula de
deste collegio est
7 do crrante.
Admitteon sj alumnos
internos e externos.
. dinis:o s
t- berta desde
aulas
o dia
internos, semi-
Anton o da Silva Girio communiea
aos seus amigos que por forja maior
deixa de realisar o casamento de sua
filha no da 11 do corrente.
Recie, 8 de Janei.o de 1896.
COLLEGIO 9 DE JlNElilO
13Ba 9 de Netenabro13
As aulas deate estabelecim.nto do n-
struego primai ia e socundaria estarao
abertaa do da 9 de Janeiro prximo
viudo uro em diante.
Recife, 28 -1295.
i O director.
3aoharel Francesco LamenfaLins.
\
jrnim
i
-




X
*~*k~


0F
>m.***
Diario de Pernamboco exta-fetra O de Janeiro de H'Mt
______.___________ 'i" "l
5
EDITAES
Recededoria do Estado
de Pernambuco
Edital n. 39
O adminiatrador fu publico para oo>
nhec ment dos raapectivoa ooatribaintes
que dentro di 30 diaa improro contados da da'a do presente ediul, re
c;bfl-sa a boooo, do cofre a contribuiolo
relativa ao o*lc*aiento extaontado na raa
o instante di relaolo abaixo.
Reoebedori do Eitado de Parnamba-
oo,* 9 de Janeiro do 1896-
O administrador,
Affonso de klbuauerque Mtllo Jnior.
Reacio dos predi 8 aojeitos so aposto de cal-
cuieo'o a que se rtf*r o ofliiio do Dr. Se-
cretario de Estado dos N'go;tos da Industria.
daUd > 2 do rorrenie mex.
fV VELHA DE S\NT RITA
pj. Valor loca'.ivo
2 Fraacaco d* Keleiroa Cabl-
earte de Aldtqierqae
a O encamo
6 mesmo
8 Antonio I?n.ci de Alboqoer-
qoe X-vl-r
10 Bjrnardino Jiciotoo Pereira
Raaos
iRoa Feliot* e Ano'a Felicia
de Sflles fleociej
ti J >( J. de Amonen
16 Jos Paulo Botelno
18 Antooio J. Ferreira "ooleiro
SO Amonan I rrS s
21 Tito L i> So-ires
24 Aoio>t. Otavimo O Siuza
26 V.c.ncia Mi-la da C-.o>ic-So
Cs ir
28 J i J e Antonio, Albos de
Jos Ai onio Mo-ein, Miguel
A.0'0010 ce F goeired
30 Victoriano do Ara.o Bbla
32 Saata Cisa de MisencoraU
34 A ajf8 na
36 Irmaodade daa almas do Re-
cite
38 B;roadiao An'ooio da Stlva
Ltaboa
40 Miaoel Joaqoim Alvea da Coeta
41 AotoQio Gomos da Miranda
Lsal
44 L->orengo Alvea Salaaar Jnnior
46 A'ah.niMa M.na da Rowrio
48 Maioel Mitins de Amo-im
50 Antonio do G<"co cerreira
82 Joaqun Jos T-ixeira
54 Julio Retino Vell.so
S6 Aitioio Pereira Meodes
B8 Diot Augusto Res
tO o meamo
62 Ma iaCiod'da do Reg
64 Jos Paulo Baiflno
66 Frai cisco Jos Rodrigues Pra-
ca
65 Manoel J. s de Mallos
7C Francisco Fabin de M mte
72 Mmol.nlbo ce Mmoel Jo de
Matos
74 Jeronyuo FancUo Ferrei-a
76 Miria Joaquina Tetxelra B. de
Castro
78 Jos-: FerosTirle de Mello
80 Fi mino Leila Abren
82 Francisco de Mello Cavalcante
de Alboqueqoe
84 Loix da SiIvj Ferreira
8> M.noel Feroandes Mascare-
nnaa
88 Jjaqoim Ribeiro de Agoii-r
Moutarroy os
90 Marcelino Aosbe'to Lopes
92 U meaiij
94 O mesrxo
96 mermo
1 Joa Soares Revs
3 JtS-'pha Rosa se A'aujo
5 Francisco Jof Vinoa e Jos
Domiiiguea Ccdeie'8
7 Maria Joaioioa do N>sc)meDtn
e Antonio Ildefonso Viacna
9 Jos Joaqoim de C sir Pinto
11 AliUno Pereira Lux
13 Manoel Rodrigues C. Mendonca
lo Garlos Antonio de Araojo
17 Looreo;o aa Albuqoerqoe Ro-
sa
19 \otonie P. Gardoeo Gima
21 Antonio Ptnto Ca-doao Gama
53 Amonio Joaqulm Cascao
23 I ia Maximuiaoa Pereira de
Menez-s
27 J.ao Lolx de Araojo
29 teroardioo Jicimbo Pereira
Ramos
31 Jj* Joaqajm de Castro Pinto
33 Joaquim Gonc Ivs das Saotoa
35 Delpnim Lopes da Crox
37 Antonio Gongalves de Aieve.
dn
39 Flix Pereira de Sooxi
41 I la Miximiliana Pe-elra de
Menetes
43 rispim, rilbo de Joa Joaqoim
de Gaat'o Moo*a
45 Ordem 3' de S. Francisco
47 Jo: Ramos di. Silva
49 M noel Antn o de Fi^oeiredo
51 Antonio Dominguas Gode.ceira
53 Felippe G.mes de Manos
55 Fraocis-a Candida da Silva
57 Joanoa Francisca do Rigo
Mailo e Frao-.Hco do Ra 59 Fraocscu Quotino Rodrigues
61 Jo JoT ae Amo'im Jnior
65 Feiippe Gomes dri Miito
65 Jioaquim E. do Una e Silva
67 JoeepDa C. Pereira de Mo.
raes
69 ioc Das da Silva Gaimaraes
71 Albertioa e Daolioda (mennres)
73 Dr. Aolonio de Sania Cyrne
Los
75 Dr. Francisco JacinthnSampaio
77 D-ljnim Lopa G'U5
79 Augusto Francisco dos Sanios
Porto
81 Francisco de Mello Cavalcante
de Albuquerqoe
83 Tito Livio Sjares
85 J j.- Panlo Botelbo
88 Km:n; Maximiliana Pereira de
M^raei
89 Autoaio Joaqoim Caegao
9 i O meAmo
93 Marcelino Ansberto Lopes
95 O meamo
87 O meamo
99 J Mijmm Loops de Azevedo
101 Jo J.5o de Amorlm Jaaior
2 3-00
2730O0
2 3*000
333*0(0
500*000
450*000
199* 00
380< 00
88<*0>"
173*000
31*0 0
2 3000
1650C0
153*000
213*000
*
*
333*<00
273*000
1:030*0 0
380*000
300*000
273*'00
273*000
2174000
200000
273*000
213100'
2l3J 00
2(38000
333at>00
4b3*000
271*000
393 C00
393*000
393*000
393*U00
213*000
2 < 3*000
273*000
333*000
273*00
213*000
273*5' 00
3' 0* 00
333*(M)0
120*000
120400(1
1: 81*000
920*'-0)
En obra
273*r0'
333*000
273*000
955*000
393*000
273*0 0
273*01)0
300*000
333*000
723*00
824*000
480*000
3544000
333400J
333*000
1:239*000
377*000
246*000
333*000
333*05'
273*0 iO
373*001
3i3*0:m
360*00
373*000
333*000
333*000
480*000
693*000
457*0 .0
2 3*000
573*000
240*000
213*000
540* 0'
333*000
393*00o
333*000
1.173*00
333*000
333*000
625*000
5i 0*0110
900*100
309*000
309*000
333*000
333*000
5
7-9
11
Collecta Municipal
Freguezia do Recife
De ordem do Illm. Sr. Dr. Sub-Prefeito do
Municipio do Racife e, de conformidade com o
dispoato no ari. 1.* (A) das disposgdes geraes
da le o. 72 abaixo se publica a collecta feita
relativa ao imposto do g 66 do orcamento, fi-
cando marcado o praao mproropavel de vinte
das para as reclamacOes quV^ poderao ser
faltas por meio de pelicao entrada oo livro da
porta da Secretarla :
Arco da Conceicao
dameros Valor locativo
2 Manoel Gomes, chapeos de
sol 3608
4 J0S0 Fernanda? Carvalbo,
labacaria 2603
6 O meamo, mladezas 2608
Caes da Alfandega
1 Mendes Lima, armazem da
bacalbo
3 Setxas Irmaos, armazem de
bacalho
57 Thom'iz Times, estiva 1:5008
2 Ponseca & Irmaos, deposito
da sabio e estiva 2.4318920
4 Joa Goocalves da Cosa, ar-
mazem de eetira 1:2158960
Mrquez de Oliada
6 A. Vieira & C, armazem de-,
fazenda 2:4008
8 I. E. Parcell, ltbographia
10 Galdioo Jos Buriij, loj de
al'aiate
10 Cunna Lima, escriptorio de
commtsaoe*
12 Braga & Travassoa, arma-
zem de papel de forrar salas
14 Carlos Hallidaj & C, arma-
tem de ferragena
16 Olinto Jardim & C, arma-
zem de fazendas
18 M. Bastos de Macedo & C.,
commissO'S de rateadas
18 AlfreJo Alves Silva Freir,
eaenptorio de coramiseOes
20 Rodrigues Lima & C, arma-
zem de fazendas
24 Companhia de Drogas
28 Vctor Grandm, relojoaria
26 Fonlins Alvm, escriptorio
de commis Oes
23 Manoel Franco Irmao, rain-
dezas
30 Antonio de Mello & C. vend
3*2 Rodrigues de Souzn & Ir-
mao arrunzara do fazen a
34 Sulier Kauffman ,1 & C, ar-
mazem de especiaras
35 r. Co=loo Lile, Cnsul-
lorio
16 Frederco e C armazam
de euros e utensilios
36 Companhia de S New York
Insurance
36 Antonio Soares da Silva,
escriploiio de CommissOas
38 Dr. Frandsco Leopoldino,
consultorio
33 Herdeircs Je Manoel Cardu-
zo Ayre?, livraria
40 GuiinirL's Cardozo e C, ar-
mazem de miudezas
40 O mesmo, agencia de com'
mi 42 Albino Silva, terragens
44 Maitos Ominh s, armazem
de fazenda
46 V uva de Eugenio Goncal*
ves Cascao armazem de
miudezas
48 Thomaz Joa Guamao, casa
de lellO 8
52 Braga o Castro, arma/.em a"e
miudezas
52 Josepli Lathan, (scrlptorio
de corara 8-Ois
54 Amonio Duane Caroeiro
Vianna, armazem de miude'
zas
56 Leal Irmaos, escriptorio dG
commisfis
56 Reis e Sanios, armazem de
IVrragans
57 Suuza Nogueira, armazem
de Kazenda
60 GuimardesBriga e C, dro'
gas
60 S. Nery da Fonaeca, escrip-
torio d^ cemmissOes
62 Goncal ves Cunta, armazem
de fazenda"
61 Dr Nunes Coimera, consul-
torio
60 Miranda e Souzs, ferragens
6j Ilerbert Jos Perman, es-
criptorio
1 Morcira e C, labacaria
3 Luiz Nennaus, relojoaria
3 Eugenio Smico, deposi-
10 de perfumaras
3 Dr. Bar;03 Lina, escriptorio
de fommisi6-8
D P. Vild, armazem de fa-
zendas
Craraer Frey a C, arma*
z-iii de fazenda
Francisco de Lima a C,
loja da miudezas
13 Moreira a Oliveira, arma-
zem de fazendas
15 Joao Gongalves Cunta, loja
de (alendas
17 Oiveira Basto, armazem de
iniuiezis
19 Companhia Inlustrial de
chapeo?, depoaiio do cha*
po8.
21 It'irnos Gepert, armazem de
miudezas
25 (iomi's de Mattos Irmaos,
armazem de miudezas e es-
criptorio
2325 Aolonio Rod'igues Soares
agencia de commissOes
Antonio Silva & C labaca-
ria cubna
Francisco Azevedo & C, ar-
mazem d fazendas
31 Muller A C, armazem de fa*
zen i-s
33 Affonso Maia, araaze
fazendas
35 MaDoel da Cunba Lobo,
de fazen las
37 G. altos, livraria
39 Francisco Laura & C.,
mazem de miudezas
F.irias Sobnnbo, armazem
de drogas
Viu-a Azevedo & C, loja
de selleiro
45 Joquim Gongalves & C,
armazem de fazendas
Dr. Ferreira Velloso, con-
sultorio medico
Frederco a. da Cotta, loja
de fazendas
Ana ias Gongalves Coim*
bra, loja de fazendas
51 Tiburcio Oliveira & C.. loja
53 Dr. Silva Ferreira, consol*
lorio medico
53 Maitms Moreira & Irmaos,
escriptorio de commisaes
53 L. A. Salazar Jnior, arma*
zera de miudezas
53 Deodato Torre?, loja de lou-
gas
55 Antonio Pereira de Azeve*
do, armazem de miudezas
Parete Viaooa & C, arma-
zem de miudezas
F. T. Leal & C, botica
Bom Jess
4 Manoel Ferreira Bariholo &
C, escriptorio de commis*
ses
10 Browns & C, escriptorio de
commiasOes
8 Depoaito.
14 jo< Rica do da Coata, mar-
cineria
18 Max Dreckser, escriptorio
de commiaaOes
18 Kamtnack & Gromer, escri-
piorio de conaignagOea
20 Francisco Henry Carie, litho-
graphia
22 R jquiirol Freres & C,
pha- macla
24 Dr. Caroeiro daConha, con-
sultorio medico
24 Olivei-a & Irm5os, pharma-
cia .
24 Santa Rosa, registro civil,
cartorio
26 Banco de Crdito Real, banco
28 J0D0 Joaquim de Mello, es-
criptorio de commtssoes
28 Aolonio Jos Moreira, eBcri-
ptorio da commisses
30 Candido Ferreira Cascao, es.
cript rio
30 Dr. Lopes Pesaoa, oonsulto-
rio medico
32 Boxwell Williams & C,
Companhia de Seguros
38 Pestaa dos Santos & C.,
venda .
38 Joa Antonio Cos a Medei-
res, escriptorio de commis-
goes
40 Antonio Braga, loja de bar-
beiro
40 Joao Meira Lins, escriptorio
de commsSes.
42 Cjmpanhia da Fabrica de
Tecidos da Torre, escripto-
rio e agencia
44 Joaquim J.Duarle, labacaria
46 Caixa Econmica
48 branles & C, venda
60 Bernet & C, armazem de la-
ceadas
23-1
23
da
loja
ar*
41
43
47
47
49
57
59
61
12-1
16-1
6008
4508
3008
18008
1:8008
4508
36D|
1:7008
6001
48J8
8008
8008
1:4008
,l:690fl
3008
8008
3008
5008
1:2008
8008
3308
1.2008
10003
4008
1:2008
1:2008
3303
1:4008
3008
9008
3:6003
1:2003
OOoS
1:2008
6603
1:5008
6008
8''08
2008
303
3038
52 J. S. Caroeiro & C, alfaia-
taria
54 Bernet & C. deposito
54 Jcao Jote da Silva, escri-
ptorio de commiasOes.
56 A. de Mello C. Oliveira, pa-
peilana
55 Medeiros Irmaos % C. escri-
piorio de coinraiaoea
60 Fianciaco Joa dos Passoa
Guimiriea, loja de cera
62 Theodnrn Jostt, agencia da
comraises.
64 Banco Popula- de Pernam-
buco
1 Gi-n:ode8 Maria Francisca
N'Sciraento, hotel
1 Guimaraes & B*ato', loja de
birbeiro
1 Luiz Antonio Siqueira, es*
cripleno
3.5 Miiorim Irmos, casa nan-
earla agencia
5 Rosbark Brothers & C, E
commiBfoes
J Sooza Pioneiro, E. commis-
Sea
9 Dr Berardo, consultorio me-
dico
9 Antonio Neves & C, E.
commisses
11 F. Faualino de Brillo, E.
co'ainis,-5es
13 Fabricio Gomes, E. com-
misde8
13 Capitalino Gusmo, E. com -
coramiseOes
13 Vieira & C, E. commis-
aOes
13 Costa & C, venda
15 Joao Barbosa F. Cordtiro,
blhas
15 B. S lidad-, E- commis-
ie8
17 Antonio Joaqoim S. Anna,
oflicioal sapaieiro
19 Henry Falk, deposilo
19 Sebaatiao Alves da Silva, E.
commisaOes
19 Wanderley Bastos & C, E.
commiasOes
21 Bra* Januario Fernandos,
tfficlna sapateiro
23 Alfredos Fernandas, arma*
zem de couros
25 Deog FeilermerDO & C de-
posito Mv-Goropa
27 Souza Neves & C, venda
29 ProcopM, baibeiro
31 Torrea Brotbres, deposito
33 Cheln, deposito
37 Jos Lopes da Coata & C,
venda
41 Americo & C, labacaria
43 Paulioo Alffleida L. Caldas,
tabicara
43 A Ferreira da Silva & C,
veadM
45 F. S. Piot-, leilOes
45 l. A. Oliveira, E. commis-
f-s
45 Silva Goima'es, escriptorio
de comm set
47 Dnotas Bastos, pastellaria
9 Mi-odes Filho, littiographia
51 1 orapachia de Segaros Co-
lombo
51 He meaegildo Aaais, bar-
beiro
53 Joaquir. Lopes Azevedo &
C, veod.
C, armazem de
55-57 Bernet A fzcndas
1:5008 55-57 narnet &
fazendts
57 llommaia
C, armizem de'
1:8308
8003
1:2008
8008
1:2008
3:0008
4:0008
1:0003
1:0008
2:0003
1.5038
1.5008
1:8008
1:2003
1:2008
8008
8008
1:0308
600$
6003
4008
1:400
6008
4803
8008
6008
1:8008
1:7248
1:5008
6003
1:2008
90S
7208
48' 8
2:4008
4008
1:4008
1208
4208
2108
3603
5008
6038
3608
4808
269*
3008
7208
8008
4808
9008
4008
6038
7208
5008
1:6038
2408
3008
4808
1:2008
5008
4008
6008
4008
1803
4008
1808
3608
4008
3608
2408
2038
4008
4808
4808
3008
3608
6008
3008
3008
3003
3003
1808
2508
4803
4008
4003
4008
4203
8008
8003
6008
3608
1:4008
Soares Fonseca,
escnpiono de commisses
59 Silveira, otfiina de alfaiate
61T. M. lloj'i, armazem de
linhas
Ra do Commercio
2 Company Limited, lelegra-
pbo submarino
4 Je&o Albertina & C., chep-
chandlers
4 Pereira Carneiro & C, agen-
cia de vapores
6 H. Lundgreen & C, agencia
de vapores
6 Pernambuco Powder Fatory
escriptorio da fabrica da
plvora 6008
8 Charles D. Plune, fo*necedor
bardo
8 Co.osula'o dos Eslados-Un-
doa, conaulado 6008
8 Henry Forster, agencia de
vapores
10 Consulado Njoi ga Dina-
martk, consulado 6008
10 Wilson Sons Limited, agen-
cia de vapores
10 Consulado de Portugal, con-
sulado 6008
12 Deog Feilizmerm & C, ho-
tel d'Europa 1:5003
14 Paulino de Oliveira Maia,
eacripiono de Cimmissoes 1 2008
14 Companhia de Seguros The-
Ihyo, companhia de seguros
14 Consolado Italiano, conso-
lado 6008
16 Goimares & C, hotel 6008
18 Arthor Dallas, agencias de
navios
18 Torrea & Irmo1, hotel 6008
18 Boratelraam & C, agencia de uti
vapores
18 J^8o Varia Oliveira, escri-
ptorio de commiasOes 4008
2 H. H. Conolly & C, agencia
de vapores
22 E. S. Levy, agencia de va-
pores ,
24 L. D. France, hotel 1:2008
26 Joaquim Lopes Barro3, for-
oecedor boriio
28 Gom-s Ferreira, fornecedor
6 bordo
28 Francisco Jns Jayme Gal-
vo, escriptorio de commis-
sOes 3008
30 ii.8 Lima & C, fornecedo-
res de vapores
32 Loodon Brazilian Banck,
banco ioglez
34 Sociedade Refioaria e Des-
tiilages de Pernamboco, es-
ciptono de agencia
34 Compaohia Progresso Colo-
oial, escriptorio
{Contina).
Secretaria da Prefeitora Muoicipal do Recife
9 de Jjneiro da 1896.
O langado',
Leopoldo Goedes Alcoforado.
Secretar!* da rfustl^a,henele
Interio-es e In-irucco Pu-
blica do Estado de Per-
oannruco.
EDITAL
O Sr. Dr. Secretario da Juatiga, Ne-
gocios Interioras e Inatrncc&o Pcblica
manda f>z r publico para oa devidos
eflditoa e em obaervanoia ao artgp 25 do
Regulamento expedido em 23 da Janeiro
de 1893, para exeoaglo da Lei d. 15
de 14 de Novembro de 1891, qoe ae
ftba vago o crgo de joiz de direito da
4* vara=Feitoa da Fezsnda deata ca-
pital em oonaequeocia da nomeaoSo do
magistrado oue o occuqava o Dr. Sigit-
mnndo Antonio Qoncalvea para o de Juiz
do Superior Tr.bnna de 'ostija.
A vaga de que ae trata aera praen-
obida pelo juiz de oireito maia antigo
d'entre oa qoe requeierem remooSo no
praz o da 1 0 diaa, a contar da data da po
olicago do presente edital ; ceahotna a
requerer, o provimento aera feito pela
forma determinada no art. 24 do Rago-
mento citado e de aceordo con o acto o
inatrnogSea de 12 de Agosto do mesmo
ano.
Pelo dirnctor,
Alfredo dos Aojos.
Secretaria de Estado dos
Negocios da Industria
3-a directora
EDITAL
Para oonheoimaoto doa iotereaaadoe.
fago publico qoe no da 15 do crranle
noez, a 1 hora da tarde, recebem-ie pro
postas devidameote aelLdaa, para o for-
necimente de materiaea de oonatraeoSo e
objectoa de eaaripterio, no aemeatre vi-
gente.
Para aer admittida a ooocorreooia, do-
poaitar cada proponente na Theaouraria
deata Reparticlo a qnantia do CO^COO,
que perder ai, convidado para aasign-r
o contracto, nSo o fiaer dentro do pnzo
de 4 diaa, contados da data do aviao que
para t.l fim lbe lr expelido.
Oa materiaea e artigoa de escriptorio
aerSo todos da prmaira qualid-do de-
vecdo no acto da concurrencia aer apre-
sentada amoitraa daqoellaa qus iaao
forem aaaceptiveii.
Oa preyoa daa propostaa serSo eaeriptos
por ez'eoBo, aem rasara, emenda, oa
vicio oe qaalquer especie.
Para garanta da boa exeooglo do
contracto, o oontractante depositar* na
Tbaioararia desta RepartioSo ama qaan
tia que lhe aera previamente arbitrada
por esta direotoria, em vista do vlor
prnvavel do contracto.
Todas te informagoee precisas serlo
preatadaa neata Directora onde ae ec-
oontnri tambem a rela.So da todc8 oa
artigoa a foroecer.
Recite, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urb no P. Montenegro,
Direotor-genJ.
EdTtal
.los professores particulares
Palo presente afio ohamadoa owSra.
prufusaorajj part'oalares e oa em diaponi-
bilidade sfie continuara a leceiooar
grataitameote s, no przo de 5 diaa a
contar da pablicsctlo deste remotterem
os mappas de esa mes e o numero de
alumnos matr'onlados em anas eaoclas no
anno prximo paaaado para o fim de
poder esta D.ractom com a maior urgen-
cia poaaivel eatiafaser a uto pedido da
Directora Geral de Eitatistica do Rio de
JoDbiro.
O director,
Felippe de F goeirda Faria Sobrinho.
Edital
Secretaria dos Nego-
cios da Indntria
3a directora
CONCURRESOIA PUBLICA PARA
A ESTRADA DS FERRO DO RE-
CIFE ITAMBE'.
De ordem de S. Esc. o Sr. Oovernador
do Estado, fas-ae publico que recebem-se
neata Directora at o dia 31 de Janeiro
rozimo futuro, ao meio da, propostas
em onrtas fechadas, devidamente selladas
e aasignadae, rotuladas externamente
Proposta para a Estrada de Ferro do Re-
cife ltambpar* oonatrucjSo da mesm
Estrada de Ferro, neste Estaao com a
extenaJlo total de 132 kii. 500 metros de
lioba principal, com todas suas dependen
cias, material fixo e rodante 1 de aceordo
rom aa bases aegaintes:
Os proponentes devoin declarar em ana
proposta que tomaram oonbecimento das
toe, plantas, perfis e frojaotos das obras
d'arto e edificios, e mam docimentos or
gaoiaados pe'o engenheiro civil Joa An-
tonio Sarsiva Jnnior, j approvados pelo
E*m. Sr. Oovernador e que as acoeitam
nteiramente.
II
Cala proponente dever declarar igual-
mente :
l.# O praao do privilegio que aolioi-
tam e fiodo o o nal reverter a Estrada
aem indemoisacSo algama no Governo.
2. Os prasos de cornejo e concluaSo
das obras.
3. A importancia da aubvenota kil-
metrioa em apolioes do Estado de jaro
de 7 *|.
4. A importancia do capital fixo res-
tante para a oooatruocSo da Eatrada.
5. A taxa de juro que o Estado de-
ver garantir sobre o referido oapital
fixo.
DevarSo igualmente ajuotar documentos
comprobatorios de ana idoueidude e ha
bilitacSaa para a coostruegao daa obras.
* III
Cada propoata dever oonter a indica
5S0 da reaidencia do- proponente e ser
.companhada c'um cenhecimento de de
psito a ordem do Exu. Sr. Oovernador
do a'ado, pela quantia da dea o ntos
doris (10.0000000) em dinheira effeo
tivo p.o Theaouro do Estado para garanta
da a> s-gnatura do contracto, no caso de
s r acceitk sua proposta, e aem cojo re-
queaito nilo ser^i mesma tomada em oon-
aidaraslo. Esta cauoo .aera reatitoida
aos proponentea ouja propoata nJo 6r
aooeita.
IV
O proponente qua reoeber aviao official
por escripto de qae sua propoata fra
aceita e recoBer-ae asaignar o con
tracto dflntro do praao de 30 diaa da
data do referido aviso perder ipso tacto
todo direito referida quaotia de dea
contoa de ris (10.000$000) que ser re-
oelhida aoa cofres do Eatado como receita
eventual. .
V
Dentro doa referidoa 30 diaa, o propo-
nente enja propoata 6r preferida, depoBi-
taia no referido Theaouro a quautia de
vinte contosde rea f20.000*000) prefe-
aecdo oom a quantia aoima mencionada
de dea oontoa de re (10.000*000) a can
c5o total de triota contoa de re (30.000|(
para garanta da fiel exeouoSo do con-
tracto.
30 reforjo da garanta poder aer presta-
do em epolices da divida publica do TC
tado palo aeu valor nominal.
I proponente coja propoata tiver aido
oceita e nSo effeotnar o reforjo da qau-
9S0 noa menoionadoa 30 diaa, perder o
direito tanto aaaignstura do contrao t
como garantfa de des oontoa j presta-
de e o Govemo ficar livre de proceder
como atender.
VI
O Garerno fioa livre de acoeitar a pro-
poata qae entender prtferivel oa de nlo
scceitar nenhutna.
vn
O oentraetaaae indemnisar o Gover-
no do Ealado da importancia despoodide
com os estod-s, projectos, orosmentos,
etc.
Aoham-se a diapoaioSo doa intereasados,
para aerem exa minad oa, neata Direotoria
aa plantas, perfis, projectos e typos dss
obraa d'arte, edifioios, eto. aesim oomo as
ccndijJJea garata, especficacSea e maia
documentos constantes dea eatudoa organi
aadoa pelo engenheiro civil Jote Antonio
Saraiva Jumor, e que aervem de bate a
presente concurrencia publica.
Reoife, 26 de Dczembro de 1895.
A. Urbano P. Montenegro.
Direotor-geral.
Secretaria de Estado
dos Negocios da In-
dustria.
3.a directora
EDIT L
Fjj publico aoa psame! o res de lotea
roatiooa da Colonia Soaasuna que at
esta dada n8o indemniasram a Ft zanda
da importaccia doa respectivos lotes qne,
fica marcado at o da 21 do correte
para se apresentarem cesta Directora,
im de realiaarem oa aens dbitos, visto
estar esta Directorio b .ti itada a expedir
hs con potentes goias para o recolhiment
no Theaouro do Eatado.
Fiado eete prtzo s?r5o poatos em ItiISo
25 do correnta, oa lotea qoe nao tetham
sido iademoisadof.
Recife, 4 de Janeiro de 1896.
A. Urbano P. Montenegro.
Direetorgeral.
Itelaoilo dos lotes rustios da
Colonia Suassana mo in-
demniaados.
NOMES D03 CONCB3SI0NARIOS
Ia eecgo
Manoel da Rosa Lima
Antoaio Jor L'"- S coplra
Antooio Jo. ae Meaeiros
Jerocyuo Bernardo de Oliveira
Manoel Bernardo de Souxa
A'tonio Paary
Frederco Cooper
Joa Ferreira da Silva
Jna Mana da Silva
Manoel Barbosa da Coala Braga
Manoel Peiiro Soarea
OottinB'8 Frsn-iaco da Gonba
ShastiSo A. de Hollaoda Cavalcante
Leodegirio Libralo Pereira Caldas
Joa Pereira aa hoctia
Jos Joaqnm Caldas de Si Barrello
Augusto Comt
M K-.ymui;do EvanRelisia Pimentel
Francisco Ma'Uns de Al nqoerqne
Francisco Joa de Araojo
Benedicto Carneiro dos Santos
TOomss Joae de Soasa
Tertuliano Manoel da Silva
Viova RicSard Kriege
J s Maria de Anarade
Ju8 Maria de Audrade
S na Fo'tonaio
J-reny-no Jocoodo 1a SiUeira Meodoofia
Domiogos Francisco da iuoba
Jai .ogoalo Moreira de Carvalbo
Francisco Solano de Sa
L o anco Bellarmioo do Carmo
Manoel KranciCO de Oliveira
Paotaleao S. de Senna Portella
JoSo Acbyllee Goncalves Neito
Jos Dioko dos Pasaos
M.noel Felippe Pereira
Mmoel Nanea Cavbante
A'id- Jos Doming'-s
Mmoel Bamosa Bexerra Cavalcante
Joao Xivier Caroeiro de Alboqoerqoe
Joaqoim Roberto de Sooxa
Antonio Joa Soares de Lima
Manoel Marcolioo Meodes
Joa Marcolmo Meodes
Jo5o Xavier Carneiro de Albnqoerque
Eiaiano Antonio dos Santos
Jos Joaqoim Cavslcao'e
Lareooo Jote Pereira
Flix Malaqotss de Sooxa
Agos'iobo da Siiva Nevos
Mantel da Pax Nascimeoto
Fraociaco Solano de Sa
Fraociaco de Salles Evaogeliala
Aotooio Marqoes de Olivara Ramos
Triaoo Daarie Borbortma
i' eeccao
D mingos Joaquim da .-onaeca
Dotrioios Jo-quim da Fooseca
Autooio Hoque
Jos Joaqoim de Sni Aaua
sebaeteao Pereira Mendes da Silva
Malavasi Giovaooi
Fraociaco Flo-o de Barros Araojo
Angosto Xavier Caroeiro da Cunna
Angosto Xtvier Carneiro da Cooba
Jo- Jonqa m Evangelista
Joao Manoel Ferreira
Antonio Px a Silva
Luix de M^deiros Barbosa
Alvaro Bayloo
Eogeoio Tavares dos Sm'os
Armioio Tavares dos Santos
3* secsio
Joo Jos de Sonta
Claudico Jos de Mello
Joaquim Irineo das Cbagas Beaerra
Manoel Florentino de Lima
Manoel Aotooio Belmoote Pax
Joa Jacintno Tavares
Manoel F ancisco Fumo doa Snlos
Antonio Joa da Silva
Antonio Fraociaco Pereira
Maooel Francisco Pereira
JachtboCorreia Lobo
Antonio Augusto de Vasconcelos
Francisco Migoel de Alboqoerqoe
Rapbael dos Aojos
Mnrcolioo Migoel de Alboqoerqoe
Julio Mi limo Fraocisco de M.-llo
Olympio Fraociaco de Mello e Silva
Ciaodino Jos de Mello
Joao de Dos da Silva Gaimaraes
Licioio Pereira BrandSo _______
10
II
l
16
17
i%
28
S7
29
1
31
33
31
35
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99
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3
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5
6
7
l
14
15
16
17
19
20
21
A
B
C
H
I
Edital
O Di*. Procurador des
Feito? Antonio Tolentino
Rodrigues Campos, de 01-
dem do Dr. Stcretarie da
Fazenda Pedro Jos de
Oliveira Pernambuco e em
cumprimento ao disposto
no art. 2, das dispoaiepes
geraes da lei do orcamento
vigente, declara que ficam
dispensados de multa e
custas devidas Fazenda
do Estado os contri buintes
que, dentro do exercicio se
apresentaiem voluntaria-
mente para liquidar de
urna eoVez todos os seus
dbitos provenientes de
impostos e JoWas do Es-
tado al o ejercicio de
1888 exceptan}^, porem,
aquelles que sV a^zerem
depois da arremaiac.ao e
antes da assigaatura da
carta de adjudicacao.
Outrosim, declara que
as respectivas guias de pa-
gamento deverao ser visa-
das e rubricadas nao so'
pelo Dr. juiz doa Feitos
da Fazenda conforme o 3o
infoe do art 68 do He-
gulameuto Fiscal em vigor,
como tambem pelos mera-
brosda cemmissao que se
acha actuiiluiente encarre-
gada do exame dos carto-
nos.
Rec fe, 24 de Agosto de
1895.
Antonio Tolentino Ro-
drigues Campos.
Secretaria da Indus-
tria
l1 Directora
Em 9 de Janeiro de 1896
EJiUI :
rreudamaolo de lotes de trra oo Arcbipela.
go de F rmudo de Noroona
Para coobecimento dos loteressadog, fago
peblico qoe, estando o S\ goveroador do E?.
tado aotorisado pa lei o. 124, de 3 de JolOo
ultimo, a arrendar a qaem melOore vaeiaeeoB
ollerecer, peqoenos lotea de ierra oo A cbipe.
lago de Fernando de Norontia, de novo rece.
Dpm se oeeta secretaria al o dia 9 de Feve-
rtiro viodooro, 1 bora da tarde, proposias
para o referido arreodameoto, mediante as
eian-ulas em seguida eet paladaa :
As proposlas devem eer convenientemente
sellara?, entregara em carta fecbada e cooter
em termos claros :
1* O preco do arreodameoto de cada uro lo-
te de (erra.
2* indicado da residencia dos concurren-
te?.
o' Comprovacio de idooeldade para execn.
tarem esinclamente os contractos.
NSo serio aceitas es proposlas :
I qae pe refenrem a fdadacao de uto depo-
sito decarvao de p-dra e expiciagao do pboa-
pbato de cal para o que ja exiatem contrae,
tos.
II Orgao'sadas em desacconto com o pre.
seoie edital.
III Baseadas em prrgos de ontroa concar.
reniea.
IV Firmadas por qaem qaer qae teoba tei-
xado de comprlr contractos on procesaos de
contracto* celebrados cem qualqaer das ex-
tinctas oo das ac oaes repartiges do Estado.
V Qae nao cff-rere- ea as garantas e qaa.
lidades exigidas oo presente edital.
4* N Dtiuma propoata aera aceita sen; qoe o
i'oticorreot a preaeote recibo, provaodo ba-
ver depositado oo Toeaoo'o E^tadoal, a a
vespera do din desigaado para a abortara daa
pro oatas a qnaotia de 2;0C0, qoe perder
o beneficio dos cofres do Baiado, se, prete-
nda soa propoeta, recosar-se o propoaente a
asignar o contracto respectivo.
5' Oa concurrentes obaervarSa como Ibes
ua.pre as claasalas do decreto abaixo trao.
scrlpto, btm como as demais dlsjoaljps le-
t-aes vigentes, rtlillvas a arreodameoto de
prnprlos es'adoaes.
Havendo doas on maia de doas propostas
em perfeilt Igual da oe de codigSe?, ae pre-
ferido o coocarrente qoe melbores provas de
idooeldade oflerecer.
O director geral,
JoSo D'ii Rlueiro da C'mha.
Palacio do Gove-no do Estado de Pernam-
boco, em 27 de J jlno de 189S.
0 goveroador do Salado, coosleraono qoe
ao ^overoo teem aido apreaeoiadus varlaa pro.
postas de arreada neoto, ornas de todo o ter-
ritoio do Arcbpelago de treman lo de Noro.
oba, oairas de areab vaMavei-t oo mesmo Ar.
chipi lago, para o fio de servirem de deposito
le ra-vao de pedra oo eetacao de p sea ;
Considerando qoe a lostaliacao e ceeseqoeo.
te ex jloracao deqoalqoer das referidas iodus.
tnas e de ootras qne porventora teobam de
tralli fondadas, com in ootestado proveilo
nao f para o Eitado, mas tambem para as
pessoas qoe a sso se propozerem, exigera o
dispendio de capltaes avallados ;
Coi-ideran o atada qoe aos partlcalares,
peasoal e directamente internados oa expo.
raco de taea in.-ostna?, garaotem as leis do
pas lacros lcitos, compenaadores doaeafor.
qos e desppxas qne teem de ser por elles em.
pregados; e
Dudo execucao a le o. 124 de 3 do cor*
rente, r solve determinar qoe, por edital e
com o praao ae 30 das, ejam coov dados
oeeta capital e na Federal, cobearrentes ao ar.
-eodamento de lotes de trra oa rea corres*
pondeote a metade do Arcbpelago de Fernan-
do de Norooba, para a Inn.iacSo de om deposi-
to de carvio de pedra. de orna tstaejio de pes-
ca, de ealga oo cooservacio de peixe para a
exponac&o, bem como a explorado de pbos.
ntiao de cal. a posea de esponjas e ootros pro.
dnctoB mariouoe, e de estabelecmenios para a
cultora de cereaes e qoaeaqoer ootraa plantas
otis] mediante as clan n'as aqoi estipuladas e
as demais qne de etlylo consignar em casos
anlogos para garanta reciproca dos interesaos
da fzsotta Estad tal e dos arrematantes.
1 As proootas versarao exclusivamente so*
b-e cacia ama daa iodustrias aqoi especificadas,
sondo, p:roo, livre a concurrencia explora-
gao de urna, uoicameote, ou mals de orna das
mesmas Industrias.
2.* A cada arrematante ficam plenamente ga-
rant ios : a) o direito exilaslvo de explorar a
iudastria qae cootractar, e por todo o pr do
a-reoda i ento da rea, o qoal nao exceder em
caso algom de qoiaxe aoaos, contados do da
da lostaliacao do aervlgo ; b) o direito de pre-
ferencia* em Igaaldade de condlgOea. caso tenba
de ser novamente posto em concurrencia (Lei
o. 124, an. 2.-)
3 Esgotado o prazo da qne t-ata a el insola
precedente, todos os edificios, obras, macbiaas
h quaeaquer bamfeorias efTdctuadas pelos ar-
rema'ames, reverter&o para o Estado, sem io-
demoiaacio alguma.
4* A. euperti le de eada um dos lotes de tr-
ra, cojo tamaobo, medigao e dema cago serao
fritos a costa dos arremataotes. tr o Damero
de metros qaadrados qoe necessarlo, se-
gando o genero de trabalbos exigidos para ca*
da explorado.
5. Flca conttitoldo om lote de Ierra, para
os effellos deele docreto, o gropo das libas,
umbem perleaceote ao arcbpelago de Fernn
lo de Njronba, deoominadae : R Sella, Geneta, Raa, S. Jos e os lbeos all ex-
iste >te. ,
6 Por conta doa arrematantes correrao lo-
das aa deapesas com o servlco qoe o goveroo
loatttolr para Oscalua- a execoco dos con-
ractos de arreodameoto, qaer em Fernando,
qaer ao continente-
n>

j
MUTKADO


vmmmmmfmimF1**?1 J*" w,m*m-m
mmmmmm
Diarto de Pernambnco $exta-fei?a O de Janeiro de 1S9B
iQtri
cid
riade3
farlvel*.
propoeUi
ndo coacor-
i brasil dos
i de coco an-
as quesioes
d8 p'opostas, qaer
tfki reolvid eco
braai elras, 1-nnor-
contracto, sem di-e'l* a
especie algomi, o appello (ci-
to por qoaiqriee/lorfaa a tote-venglj dalm-
tica od aoa twos oficios de autoridades eslro-
geiras, beqrconro qii-lquer apsojlaglo dos con-
ceM*ona'i*s con ida los ou tnsiitoig6>8 es-
traugelras por instrumento publico oo pa tica-
Dr. Jolio de Mello Pi'bo secreta-io inte-
rloo dos uegocics da industria, assim o tenjia
entenaido e laca ese> utar.
Alejandre Jis Birbosa L'tra.
Julio de Mello F Iho.
7. Oa arreodameotoa eerlo
8. TMibem otoae-ao aceita
firmadas por eawngeiirot,
r- > este arraodataeoto
Sos en naoTalit.a-o. Da
no, Bcando etneodido tr
Bojcitadas, qoer na **- J
a^xecoeo do cootr
definitiva pelas al-
tando cadncidaae
jaderonisaclo de
DORACOES
.flanco Emissorde
Peraambuco
Sao convidados os poBSoidores de apolices do
enprealiiDO lelio por el* Banco do Etadai e
das letras byeoinecrlaa emitiida P* "m
Banco, a v.rem recebe- osjnroa "
findo. O coopons serio desucdas do acto
do pagamente. IMI!
Recife, 31 de Dezembro de 11W5.
Jexoioo Alves Fernaudef,Di;=<>'
"~ ~~ C0MPSH1A
Industrial Pernambucana
A adminstralo desta compaobta aonuooa
qoe acham-se discos-cao dos Srs. accionistas
em scu escripto'io roa da Conmercio o. P,1
andar, o bataneo e mais r.ocumanloe de que
trata a lei das sociedades anooymas. referen-e
(O aono lineo em 30 de Icono p-^x mo passado.
Recife, 27 de p. aetrbro de 1895.__________
THEATRO
SANTA IZABEL
COMPANHIA HESPANHOLA
Empreza -1. CIFUENTES
AMASHA 8ABBAD0 AMANHA
Alindissima opereta em 3 actos
li. UUHliU DI
Banda para todas aa ltnhas, trena para A pigmeo*. Caxan-
ga e Oliada.
O espectculo camecar s 8 1|4.
B
en.-.
Loj.\
vUMfANtllA
Indu^ruial Pernambucaua
Oa posfuldo ee de debenturfe da seeoode
tniisfi' des a companhia sao convidados a tV
rem receber noeacriploMo a roa oo Lomrr.er.
co B. 6, andar, os ju'os telatlvoe ao sem s
tre vencido boj*.
Recife, 31 de Dezembro de 189j.
,ap.\
Cavavilelros da Cruz
Seas.- Eooo.-. segonua-fer?, 13 Janeiro, hora
do costme.
Martina,
Hecn-t _______
COMPANHIA
DE SEGUROS CONTRA FOGO
DeLondres e Alierdeen
Posicao financeira
Capital subscripto
Fundos accumulados
eceita animal:
De premios contra fogo
De premios sobre yidas
De juros
Agente em Peraambuco,
Scxwe Y/illiaa & O
Royal Insursnce Gompao)-
de Liverpool
CAPITAL t,000,000 O, d.
Fatvoa accumulados 8,2749/3,19'.0d.
AGENTE
POLHMANN & C
3.780.000
3.000.000
626.0000
208.006
155.000
Llovd Brazileiro
O vapor Olinda
Commandante R. Ripper
E' esperado dos
portos do norte
no dia 11 do
:orrente, e 8t-
gdl-a .para os
Mis! Hiles
LINHA MENSAL
VAPOR
Charente
Entrar! 00 porto
E* esperado da Euro a at o
da 1 de Janti o de 1896 se-
eoiodo depos da demora pre
_____rciaa rara
Brihia, Rio de Janeiro, Santos, Montevi-
deo e Biienos-Ayre8
Preime-se anda aoa Srs.recc be dores de mer
. a00.-las (jee 6 se attsndera a rectamaces por
(ai as, que rorem recouoeeida" ua occasiao da
lescarga dos volumea ; e que dentro de 43 bo
-as a contar do dia da descarga das aivarengas,
ieverao faser quaiqoer reclamagao concerueo-
te a volumes que porventara teabam se^nidr
pira os portos do sul, alim de serem dadas a
t rapo aa providencias neceas*ras.
Roga-se aos Srs. passageirva de se apresenta
rem oa vespera da chegaoa ,0 vapor para to-
ma -em as snas passagene.
Para carea, oassagens, encommendas e di-
nbeiro a frete, trata-se com
OS AGENTES
H. Burle & C.
42RA DO TORRE3-42
1. andar
Onuuti Piruinctn iiSi-
porto 8
mesmo
OVAPOR
Brazil
Commandante A. F.
Ccmpanhia Farica de Vi-
dros de Pernambuco
Sao convidados os 8e. accionistas aentrarem
coni 10 / "obre o valor noanal de suaa ac^es
ai o dia 1 de Janeiro iroximo, no escripierlo
da cimpanbia a roa da Aurora n. 173 das 9
boras da manba ao neu da.
Recite, 14 de Desembre de 1895.
O director secrttarlo
Aotooio Mioervio' de M.Soares Filho.
Compaubia Feroatnbucana
deNave^a Convido aos Srs. possuidores de
obrigagoes preferenciaes, cujos nme-
ros foram sorteados para resgate, e que
seo os que abaixo vao mencionados, a
\irem receber na sede d'esta compa-
nbia, e a contar do dia 7 de Janeiro
prximo futuro, o importe das mesmas
e os juros do semestre de Jullio De-
zembro d'esle auno, sendo que, depois
do dia 1. do sobredito mez de Janeiro
em diante ellas nao vencerao juros.
Igualmente convido aos demais pos-
suidores das mesmas obrigacoes, a vi-
rem receber os juros do dito semestre.
Nmeros das obrigacoss:
Companhia
De Trilhcs Uiban^s do Re-
cife a Olinda e Beberibe
So escripiorlo desta Compaa paga-s^ coa
das otis das 11 a 1 bura da tarde, juros de
aeces e cbr'gacflea preferenciaes relallvjs ao
temeare lindo em Dezembro prximo paseado.
Recit', 4 ae Janeiro de 1896.
Bento M'fcalbaep,
Gerente.
da Silva
E' esperado.,
dos portos o o
Bulnodiu iodo
rorreite. e ae-
'goira para ob
PORTOS DO WL
Macei, penedo. Arasaj e Babia
O paquete Una
Commandante A'-cidea Albuqoerque
297 433
838 1093
1609 1625
2367 2436
3214 3267
3636 3639
4064 4072
4404 4521
5673 5708
5975 5998
6304 6340
6607 6683
6833 6854
460 561 618 774
1231 1297 1478 1520
1778 1882 1908 2197
2559 2705 2815 3181
3336 3341 3473 3532
3699 3751 3787 3926
4180 4184 4326 4360
5008 5134 5317 5354
5798 5821 5924 5950
6011 6026 6030 6118
6370 6403 6444 6523
6695 6759 6760 6780
6914 7196 7255
Banco Popular
Convido aos S-8. accionisas de*te Banco, a
virem receber, do dia 13 do correr ts mei em
diante, o 9 dividendo a raio de 10 / ao anuo,
relativo ao semestre rindo.
Banco Ppolar, 9 lie J nsiro de 1896
O director secretario,
Albioo Narciso Mala.
Conipanhia
Exploradora de productos
Calcreos
A direcioria desta Cornpar.bia, fai pagar em
Beu escriptorio a roa 00 caes do Apollo n. 73,
do meio da a doas bo-as da larde doa dias 16
I 3o dests me*. 03 joros vencidos em 31 de
Dezembro de 1895. doa cooponsoa soa eaiss&o.
Recife, 10 de Jaoeir.. de 1896.
Jes; teOliveira Bastos,
Presdeme.
iCAVLTaXSS
Escriptorio no Recife, 30 de De-
zembro de 1895.
(Assignado)Sebastiao Lopes Gui-
mares, director gerente interino.
Emprestiino Nacio-
nald e 1895
Pereira Carneiro <* G.
autorisados pelo Banco da
Repblica do Brazil paga-
rao em seu oscriptorio a
iua do Gommercio n. 6
1. andar do da 2 de Ja-
neiro prximo vindoaro em
diante os juros relativos ao
2. err.estre a vencer-se
em 31 do corren te das apc-
ices do emprestiino cima
subscritas por seu inter-
medio.
Recife, 30 de Dezem-
bro de 1895.
Prince Une of Steamers
James Kuott Newcastle-on-
Tyne
LINHA REQUISAR ENTRE OS
Estados-Unidos e o Brasil e Rio da Prata
E' e8Drado de New-York at
o da tS do correte, e sablr
IdepoiB da demora neceesarla
'para
Babia, Rio de Janeiro e Santos
O VAPORINGLEZ
Asiatic Prince
Para carga e pas?aeeoe tratase com os
AGENTES
Johnston Pater e Comp.
Rup- do ommaroio n. 15
partos to norte uo cia seguicte.
As encommeDdas aerao recebidas at 1 hora
Ja tarda do dia da sabida, no trapiche Barbosa
Caes da Companhia Pernambucana n 4.
Aos Bw, carrepadores pedimos a sea attercao
p?ra a clausula 10* Jos coobecimentcs que e a
ieo'caso de baver algoma reclamagao contra a
jompanhta por avartas oo perdas, deve ser I;li
per escripto ao asente respctivo do porto ra
escarga, dentro de tres das depois oe noa.i-
Nao precedendo esta formandade a compa
oh'* ca isenta de toda a resp^nsabilidade.
As paesgens sao tiradas no mesmo escripto
rio, at s 11/2 horas da tarde do da da sjbld
lo vapor.
Atlencao
As pas8agens pagas a bordo custarx;
aaais l5/-
Para oarsa.paasagens, encommondas e valo-
ras trata-se com os
AGENTES
Pereira Carneiro & G.
6RA DO COMMERCIO 6
! andar
Companbia P. de Navega^
PORTOS DO NORTE
Parahyb, Natal, Maoo, Moasoro', Ara-
ca'y e Cear
O paquete Jaboato
Commandante Alfredo GuimarSea
Segoe no dia 11 do cor-
rele, e 4 horas da tarde.
Recebe carga, encomuiendas, paesagens e di-
nbeiro a frete, at t 11 horas da manbS do
da 10.
Cbama-se a attencao doa Srs. carregadores
para a clausula 10* dos cunbecimenlos que a
segeinte :
No caso de baver algama rerlam'Qo con-
ra a Companhia, por avaria ro peroa, -eve ser
eita por escripto ao agente respectivo do porto
da descarga, dentro de l ea das depois de tina-
Isada.
Nao preceden o es;a formalldade, a Compa-
nbia tica isenta de toda a responsabilidades
ESJRIPI'ORIO
Ao Caes da Companbia Pernambocana
n. 12
Segu no dia 14 do cr-
reme, Ss 4 horas da ta'de.
Recebe carga, eicoromeiEdas, oaBsaeens e di
oheiro trete, at a 11 boras da manba do ola
da partida.
Chama-fe a attencao dos Srs. carreeado-ee
para a clausula 10* dos coobecimentos que a
seguinte:
i*o caso de baver algoma reclamagao con-
tra a Companbia, por avaria ou perda, deve ser
eita por escripto ao ageote respectivo no porto
.ia descarga, dentro de tres dias depoifl de Sna-
lisada:
Nao precedendo esta formalidade, a Compa-
nhia Hca Isenta de tola a responsabilldade.
ESCRIPTJRIO
Ao Cae da Comnanhia Pernambucana
0.12_______________
Top3iia P- de Navgajo
PORTOS nO NORTE
Fernando de Noronha e Rcccas
O paqnete
S. Francisco
Commandante Antonio Pinto
gradea de ferro, grande qoantidade de droga
e prodnetos pbarmaceutlcos, ele, pertenceotes
* mansa fallida do Dr. Bernardo Lindolpbo da
Mdndooc.
f er^a-feira, 14 do coi rente
A'8 11 HORAS EM PONTO
No eatabelecimeolo scima, a roa Bario da
Victoria o. 55
O eseote Olivfira, por manoado do Exm. Sr.
Or joit de di-et-o oo commercio e a requer-
meato dos eyoni -os da referida maise, le*r
a leilao o i aportante eBtabelecImen o acitua
descrlptu, cajo balaceo pode ser examinado
pelos Sn>. preiendeole* no escriptorto do mes-
mo agente roa IB de Novembo o 39.
LEILAO"
Da motelB. knca. vldros, cryPtae?, espelbos
meiae-, objedoa de electro-pate e livros ce
lllleratora fr; u :exa.
A SABBlt:
Sala de entrada
Una m bilia de junco. S espelbos dourados
graodes e ovaea ,1 mesa redonda com pedra,
2 cadenas de.bala1.50. 10 de guarosa<, 4 qu-i-
dros, 2 arietes de toco, 2 eactrratetras, 1 al-
bom, 1 microscopio nov.i e 1 o;olo.
Gab n ts
Uma mesa com 2 gavetas, 1 es'?D'e envidra
gada para livros. 3 cad-iras de vime, 1 de car.
n*)a. 2 cadeirat de b 8508 e 2 qoadros.
Uta linda ee-reiaria de laogoo. 1 /elogio,
6 cadeiras de junco, 1 cslxa de msica e
1 variada collecfo de livros em francei.
Sola de janlar
Urna mesa elstica, 1 ^ua-da lenca envidra-
5ado, 1 aparador grande com armar o, 6 Ci.
deiraa de braco, 12 de toa- ncSo, 1 relogio de
parede, 2 appareiboa para cha e Jattar, copos,
clices, garafas, compiteires e ootros artig *
decryfiai, 1 lavatorio de parede, 1 aerviso de
(tlnce Japooex?, 1 balara, 26 latas n-. 230
grammaa, cba Sonebei.g, curca de 1,000 veae
s'ea'inasifrancetai'.
Objectos de electro plata
Um apparelbo para che, 1 llco-eiro, 1 |ilhe.
t tro, cnocbaB, colberes e facas.
Sala de copa, dispensa e codnba
\]ji gna'da coujida oe rame, 1 mesa de en.
amar, 1 mesa com l cvelas, mesa^de cosi
nha, ilionres, potes, 'rem de cosloha. 1 ma.
cbina para engaritar, 4 machinas para Lvar
roopa e 1 porta chapeo de sol.
Solao
Un guarda ve elido rom porta de espelbo, 1
coonmoda inteira, 1 lavaiono com pedra bau.
ca. 1 toile', 1 cabide, 1 cama fraoceta, 1 guar,
ni(;ao para lavalcrio e 1 rede.
2- qoarto
Urna cama de ferro com lastro de mol, 1
guarda roupa, 1 commoda, 1 lavatorio, 1 guar
i)!5&o para toiltt e 1 deposito para seu?.
Ter^a-feira, Vi do co/ente
Ni chcara n. 17 da E-taia do Arr.ial per.
to da e3tag*JO da Maogab^ Augusto Labille em viasem para Europa faz
leilao por m ervengao do agiote Pinto dos mo.
veis e rxaii objectos da c*sa ie sua residencia
no Arralal caea n. 17.
t
Amella Aagwtm de Almelda Albn-
qserque
Pedro Bastos Helio Alboquequ', Antonio
Carlos Almeida. Prac8o Traoquil.no Airtei-
da Baatos, J0S0 Fraocisro A'meida Bastos,
Qilterla Almelda Vielra de Soota. Hartada
Con-eijao Almelda Aibegana. Ma'la 0a Con*
ceicao Almelda Bastes, soo inhac, 0 ho, irmos
e sobrinbos conviiam seos amig03 e paralas
pira assistlrem as oiisa.-s qoe maod.m celebrar
oa matrii da Bor-Vista as 7 1,2 boras da ma-
nba de sabbaro II do correte, 7* ta do falle*
cimento de soa presada e Inexqoecida mal,
ira! e ta D. Amelia Aoeosta de Almeida Al-
boque que ; e per cojo arto de cariadese son*
focsam agradecido?.
D. Cordnllna Velloso da Sfiv/elra
Pontoal
CO Bario, e Baronesa e Petrolina maodan
dixer ama mise na mat-12 da Bj'Vista per
alma de to raobida D. Co.dol'aa 8a 8 1.2
bor da maibl de II do correte, 7 da de
seo failecimento em Pars
f
D
Cordulina velloso da sllveira
Pontual
D'. Pedro Ponioal e toa mulber, Z-ferim V.
da Silvetra Pontual. ausente, AnDa oa Siiveira
Pontoal, uniente, Davino di> S.lios Pontuale
soa mulber, Albeno Lopes Macbaoo e sua ma*
Iher ronvidam >tos amieos e prenles para
asltirfm as m'as que mandam celebrar lia
matnx da JJca-Vl t-, &t 8 1,2 boris da maobS
de fabbadc II 00 correle, 7- ola do f mr.to em Pars de soa fora e mil D. Cordnli*
os Velloso da Silvetra Poonel. Anieclpam os
8tos aerudeslmentos.
f
loao Francisco de Miranda
Ju-quim Fraocis o oe Miranda, ma irmS e
sobrinbos, coovidam ira pa ect s e amigos
para assiftiiem mis?a que pira.a a do cea
caro i-mao e to, mandam rezar na matriz da
G 15a s 8 horas da msnb to dia 11 do cor-
rente mei, 7. dia do seo faileclmetto, e por
Cnjo ano d ra'ldarie ge mnfe'pam Bratos.
Segoe co dia 18 do correo-
rente, aa 4 boras da tarde.
AVISOS DIVERSOS
= Engcmmadeira que -atoa eugonmar s
roupa de a-oDor?. precisa se na ra da Soleda-
de 0. 82 A.
08 berdeiroe oo fall cido capi'ao Franc :-
co Cavalcaote de Albuqcerque, rroprietanos
da. terreno confronte a Fabrica de Tecldos da
Torre, moram oa dilade de Campia G'anae
(Estado da Parai yt>.), para melbores ioformE-
6ee, qctro pretender dirija-se ao largo do
Mercado D. 2i carvearia, que acbari cem quem
tratar.
t
Dr, Silvio Pellico Per; Ira Ferrar
7o dia
O coronel Joao de Souza Le3o e r-ua senbora
convdameos paieitea e amigos do D-. Silvio
Pellico ''ereira Perras pira eiaurem a musa
que por alia do mesmo mandam rezar na ca-
pella do engeoho Maraoho. pelas II boras da
manb de 14 00 cerr ue.
Antecipam os seu8 agradecimeoto'.
t
Recebe carga, encommendas, psssaceDB e
dibfiro f ete, al aa li bcras da manba do dii
da panida.
Chama se a Ettengo dos Srs. carregadores
para a clausula 10.* dos coohecimento que a
gegointe :
No caso de baver al;uma reclamadlo contra a
Companbia, por avaria ou perda, deve ser feta
por escripto ao agente respectivo do porto da
descarga, dentro ae lre> das depois de Huali-
aada.
NSo precedendo esta formalidade. a Compa-
nbia tica isenta de toda a responsabihdade
ESCRIPTORIO
Ao caes da Companhia Pernambocana
n. 12
A ua-8e a casa 0. 43 eita ra Luis do
Reg, com commodoB para grande familia, egna
e gaz encanados, randa quintal a jardim ao
lado, ree 'iricada de novo, a trat.r roa da Im-
peratriz o. 16, leja.______________________
Prrilsa-se de um criado e otra ama para
o oBioa, na ra do Hospicio n. 14^_________
~^~pTe:i-a rede urna ama para conotor, a
tratar na pr 5a da Independencia o. 31______
bT< Corilutiun Velloso da Silrelra
Pontual
O Bario e Baroneza de Frecheir -s coovidam
aena parentes e amigos para assiti-err. a musa
que por Mena de toa Cnhada t'.. Cordulina
Vel 0-0 da S;iveira PiO'uI, manoam tezar na
c.apella da usina Can. 5a de Negro, no 7* dia
de ?(u fall?r-imeoto, saboado 11 do correte, s
11 horas.
E desde j agradecen} ac que (02 parece-
rem.
Hamburg- Suedamerikanis-
ebe Dan pfschiffahrts-Ge-
sellschaft.
O vapor
Cintra
Costuras do Arsenal
de Guerra
Refirma das caitas de nanga
De ordem do cidalao teen e-ioronel Dr.
director deste srseual, sao convidadas tod?s ?
coa'ureirae matricoladas para vi em at o dia 31
do crreme mz, reformar ae respectivas rar.
US de flanea, nao pudendo oniioaar como
costoreira do mermo ar*eoal, dorante o cor*
r nte auno, as qoe deiiarem de hzel o no re
ferido prazo.
Scelo das costuras do Arsenal de Guerra de
Balado de Pernambuco, 2 de Janeiro de 1896.
Flix Antonio de Allantara
C^pito adjunto.
Braz, Silva 4 C
Sociedade em commanditi por aocOes
Sao convidados es Srs. aasoo'ados a fazerem
4* e ultima entrada de sn capital i rasao da
0 [. oo eBcrlpl jrlo da Bociecade 8 roa do Com
relo o. 13,1* andar, dentro de 30 dias, con-
tados de boje.
Mtcife. 9 de Janeiro de I8M.
Bras, Silva & C.
E' esperado da
Europa no d I a
1* do correte,
e seguir depois
da demora necersarta para o
Rio de Janeiro e Santos
Para paBB3gen8, carga, frete, etc., trata-se
com es
Consignatarios
Borste'man & C.
RUi DO COMMERCIO N. 18
1." andar _____
Pacific Sieam Navigation Coas-
STRAITS OF MAQELHAN LIKE
O paquete Iberia
E-pera-se do
sal at odia la
do correte ese-
;oirl depois da
'demora do col-
me para Liverpool, com escala por Liebda e
La Pallice.
Para carga, paseagens encommendas e di*
abel.- a frete trata-ee com os
AOENTE8
WUson Sons & C. Limited.
10Roa do Commercio10
i. oear
GflARGKURS REUNS
Companhia Franceza
Savfgco a vapor
Linba regular entre o Havre, Lisboa,
Pernambnco, Babia, Rio de Janeiro e
Santos.
O vapor Paranagu
Commandante Baillemont
Esperare da Eo'ora at o da
I do corrale, aegaindo de-
pois da demora inaippensavel
|.. a
Macei, Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Rjga-se aos Srs. importadores de carga paloe
vapores desta llnba, qoeiram acrecentar den
ro ae t dias, a comar do da descarga tig al
varengas qnalqner reclaaiacao concernente a vc-
lumee qce por ventura tenbam segoido para os
portos do sal, aJm de se poderem dar a tempe
as providencias nscessarias.
Expirado o referido prazo a compsnnia nao ve
e>ponsollisa por extravos
E;'-e vapor nao recebe carga.
AGENTE
Flix Bandeira
9Rus do Commercio9
Hambut g- Suedamerikanis-
ch e Damptschiffahrts-
Gesell8cbaft.
O vapor
Porto-A legre
E'esperado do sel at o
dia 1 do correle, e se-
>uira depois da demora
Decessaria para
Lisboa e Hamburgo
Eatra-a no porto
Para paesagens, carga, frete e etc., trata-se
com os
Consignatarios
Borstelmann &C.
18Ru do Commercio18
1* andar
Roja! Hangrian Sea Navigation
Company Adria Ltd.
O VAPOR HNGARO
Petof
E'esperado de
Trieste at 0 dia
1A do correte,
^Beguindo depois
da indiepenea-
? vei demora para
os nonos da
Bahia, Rio de Janeiro e Santos
Para carga, passagens, encommendas e di-
ebeiro a frete, trata-se com os
OS AGENTES
flenry Forster &C
Roa do Cjmmeroio n. 8
1'andar
LEILOES
S?xia-leirii, 10, g'ande e vana o Itillo oe
fazeodas, miudezae, calcados, chapeos e perra
toarlas.
Sexta-feira, 10 de Janeiro
LeilaO
NO ARMAZEM DA RA DO BOM JESS N. 45
De fazendas e miodezas avaria1a, perfuma-
ras, colchas, collanubos, midapcifies, eetine-
tas, chitas e outraa fazendas iimpas.
Agente Oliveira
3'(e ultimo leilao
De 60 aecea da Companhia Sjrraria Pernam-
bucana, do valor de 00/r00 cada urna, cuj
cempanhia arha-se em tdas condiiOP.
Sabbado, 11 do corren te
A*S 11 HORAS EM PONTO
Ho armaiem n. 39 da roa 1&
de IrVovembro
ANTISA DO IMPERADOR
O agenie Oliveira. em rumplmento e m n-
dado e asistencia do Exm. Sr. Dr. )uiz de di-
retto do commercio, levari a leilao as 50 aeces
da Campanhia Peroambucaoa, periencenU a
Francisco dos Santos Macedo, e peoboradas p-io
BaDeo Popular, para 8*-u pagamento, eerviodo
de base o preco do aegondo hillo que fol de
7?*000 por cada urna.
Ob Sr. p-et odenteB desde } poderSo enten-
de'-39 co i o agente cima, que dar algunas
eJfliCcOes. ______________________
Agente Oliveira
GRANDE
LEILAO
Do importante estabeiecimento de Drogas,
alto 1 roa Bario da Victoria n. 25, cons-
tando :
De exceliente armaclo de amarello, lastres
de cr|8tal, arandelas, cofre prova de fogo. < ar
tetras, armajOes inglesas, alambiques, lachos,
foges, grande qoantidade ds vasilhamea dlver .
sos, assoalbo de medeira, ladril bo d mosaico, rora 1 ra Formosa
Precisa ee de um cozabel-o ou u coznheiro, de um copeiro e ce ama eogom
madeira j,ara roupi de senbora : no caes de
Cap'baribe o. 30, Senaria Pernoctbocana.
f
Vendeae
aa daa Flores
D. 76.
desoccopada, a cita
4 tratar na roa d
n. 9 ca
i Ilortas
Aluga-se um grande armasen], na anilga
redacjlo da Gazet^ da Tarde, pateo do Carmo
n. H.
Aiuua-se a Caaa d. 6 aa iraeasa do faj.
aand, com agua da compaohia do Beberibe e
peqseo sliio. Trata-se com o D\ Cirne na
ra do Crespo n. 4, 1.* andar, das 11 h ra da
macha as 4 da tarde.________
Aluga-se o aDdar terreo do eoorado do
caes ao Gisometro o. 3, com agua eocaoada,
appart loo, 2 salas e 3 quarto?, a tratar na praga
do Herval d. 3.
Che.ves perdidas
Perdeu-ee bootem por vtlta das 3 horas ds
tarde, no Soobo de Oq-o para a casa do Fiuza,
orna anota com 4 chaves; quem as achou,
querendo entregar, sera gratificado
Entregar oo Soobo de Curo prega da Inde
pendencia ns. 3e5. ______________
Casa e terrenos
Vende-se orna pequea casa, propria para
baDbos salgados, nos MiUgres. em O inia.
Um terreno opiimo para eiilicaco, na ra
do Blepo Cadozo Atres, Pos.Vista.
l'm oolro em Duarie Ccelbo, 1 marcea do
rio. Oa deus primelrcs esilo reodeodo de 10
i IB [ do pre^o por qeanto se vendem, a Ira*
lar na roa da M<.l-e de Deus o. 10.
Festa de Sant j Amaro das
Salinas
t'or motivos de fo-ga maior fica transferida
para o da 26 do cortete a feeta do Glorioso
Santo Am ser bastala no dia 16.
Sano Amaro, 8 de Janeiro de 1896.
O eec-i-o,
Heleodoro Joa da S;lv.i.
Electricidade
Antonio do Carmo Almei'a Scb inbo, encar-
rega-se de iottallacOes de los ee:trica em uei-
uas e estabelecimentus iacu'tnaes, bem como
ttlepbones particulares, campaB electrictas,
para-raios e oot'oa trabalhos conceoeres.
Pode ser p'ocnrado por cima do Diario de
Pernambuco._____________________
O caf na ponta
A fazeoda Pao Amarello do municipio de
Correte?, Estado de Pernamboco, tem par-
vender da presente dat< por diaote, cerca de
ous roilbOes de pes de eafeei o.
Quem visitar a prcdila faieoda no tnioito de
fnzer acqulBicao da mencionada Bemenifira. co
deixera ae taze: a compra, j oela qu.lidafle,
i. pelo prego.
0 caf teode a oceupar um especial logar no
dominio agrcola ("ooosfo Estado, nelo que tu o
quai to se Hzer em prcl do seu desenvolvlsseot.-i,
accelerar a noeea marcha evolufionisla.
HPo Amarello de Correles, 15 de Dezembro
de 1895.
Francisco de Souza Lelo Jnior.
Belogio perdido
Peder a pessoa que Uvertebedo um peque-
o reioglo de onro para senbora, com ebateiai-
ne do mesmo metal, o obieqalo de emreaI-o
oa roa Coode da Boa-Vista d. 22, oo oa roa
afvquez de Olinda n. 6, qoe ser giaifieada.
Dito objedo fol perdido no domingo ultimo,
mire a roa de S. Bento e> o pateo do Csrmo tm
Oliada, on oo trajelo do trem e eatacSoda Ao-
Amolla \uiis a de Almcldm
Albuqueriue
Pedro B 8 os oe Mello e Albnqueraoe, Mara
Amelia de Lyra Cav.lcante, Cbnstovlo de lid-
'aooa Lyra tavalcantp, Marcolioo Marques Pe-
reira. Ma la Olympia Cavalcaote Pereirr, Jos
da Hollanda Ly a Cavalcante e Antonio Fi mino
4e Lya Cavaicat.it-, convidam aos eeos paren-
tes e amigos para asaidirem as missas que
mandam rezar as 7 hor. 8 da mmtl do da 11
do crrente, na mariz de P.lmares e nada
Boa-Vista no Recif-*, por alma de D Amella
Augusta de Almtida e Alboqoerque, mi, so-
gra e av, dia do seo p .semeoo ; deide j
agradecem nlo e aoa que se dignaram acom*
panbar os teetoa mor'aes. como aos qoe aesla-
tirem a e-se acto de religio.
t
COMMENDADOR
Jlo Pinto de Lemas
A v'uva, 0 ba. georos e netos do commcoda-
dor Jalo Pinto de Lemos agradecem a toaas as
pessoas que ee dignaram aeompaobar ca restos
moriaes do tinado soa ultima morada, e de
novo regara as seu) parentes e pe soas de
smizade para assistlrem as mismas que mso-
dam rezar no da 13 do correte, as 8 borss da
manba, na matriz da Bta-Vista, peio qoe coa-
festam-de desde j mallo agraecidcs a esse
acto dp religio._______^^
Costureiras
Precisa-se de cotueiras i roa Baro ta Vic-
toria n. 50.
Criado e ama
Precisa-se de tm criado de idade de 12 a 18
annee e de urna ama ra a casa de familia, aa
roa Formosa n. 37. ________ _
Ania particular
Julia Tavare8 dos RelB, prevtee aos Srs. pas
te familia que abri a sea aula a roa do Jar*
dim n. 46, constando o ensino do seguiote :
geograpbia, ntbxeiic*, deeeoho e grmma*
Hc3,e todos oUratalbos de rgulha, garanta1
do-re zelo e pe-feic^o no eisiao.
Chegou! Cheguii!
PARA A
A mais alta phantasia d'esta ertago
Tindissimo cbifon de seda & Mara
Stuart I
Variadiasimo sortimento de pbantasias
em lis, algodao e seda.
ATSOOPABAIZO
51 RA DA IMPERATRIZ 51
Alberto Cardoao A C.
Caj
Compia ee quaiqoer qoaatidade
Madre ue Deue n. 4.
roa da
Aluga-se
Urna casa com seis qosrtos i rea Acgoita
o 179; 6 tratar na mesma; e veode-se um
gaaroa roupa em bom estado, tendo a parta um
grande espelae.______________________
^Vitrina e blcao
Vende-se para liquidar; na roa Darlo di
Victoria b. 53, loja de oias._______________
Professor
PrcclM*3S de um com habilitar,ss para lee*
cionar ptimeiraa leltrasem um engeobo nerto
da cldade; prefere-i-e pessoa done?. A ira-
lar com ARoetinho Cita & Plaza, prjea do
Corpo SanV o. 9,1.- andar.
MITUDO

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Otarlo de Pemambaco -* Sexta-reir lO de Janeiro de l*t0
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Ama
Preclsa-e de orna ixi ra-a oeiohar e maU
ervtcos de cas de prant-o* familia ; a tratar
a roa do Raneel n 25.
Sjbrado
Vende-fe o obrado n. 161 da roa Imperial,
de doo8 andar, cot agua encanada, grande
qoiotal nwaoo, cccbeirr, pe to com eradea-
neo'o-de ferro, maltn rcmroidof. p rom pro-
boigSo para urna fabrica, a (talar oa roa de
Bario da Victoria o. 49, I ja.
AttenQo
Vende-se 2 boie, 2 carrocaa e 2 cava'.los Een-
d-Dmde rorridaa e om de Blb. 2 vaccaa pa-
rida fendo urna toonoa e orna sem mettea ;
precos commofi.slmo'. V ta-ar com o douo.
no a Engenhc
Vende-se o eoeenbo S.goanc, margfm
do rioTaqaara, no nmicip-o de Qo.papa. orna
lesna diante oo povoado Barra do Jangada ;
esse engenbo tem nrcporc.6*s aj pa^a se em-
belecar ama naioa.pots mer-Oe de grame ->om
ma de trras ; tem toda ferragem nova e mo
vido por am excellent*. motor a npw. O en
nbo-Segoranca cttft em conloes de nSo
nre-lear de ostras terna para ae montar orna
bacsiaa. Qufm pMaoder todera ir exami-
oar aa obr:s e irwar cem o seo actual p-oprle-
ario se aladar._________________
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PrS 5 r*
O- as
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8-.S
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P4
Cal Braoea e Vi r
de Pajsraaribe
A Companhia Explora-
dora de Productos Cal-
careos, sendo a unc?
expe rad ra de cal bran-
ca e virgem, avisa aos
consumidores que nac
tem suecursaes nem
agencias nestacidade. e
que os verdadeiros pro-
ductos se encontram em
seu armazem do
Caes o Apollo n. 73
Urgente
Precisa-se de orna tdi cosmbeira e de nm
copairo de 16 a 20 ai no3, para casa de deas
pessoafl, a tratar em Oi.nda, roa do Sol n.
18 D.
A/N TI-DEPERDIDOR
REGULADOR
DO CQRAQAO
ELIXIR VINOSO
Sabor- agradavel; poderoso contra
ardiacas, Cansapo, etc.
sistema muscular e nervoso.
Pul, 32. ru Droaot.
AUDE PARA TODOS.
"I
P1LULAS HOLLOWAY |
As Pilulas purificao o Sangue, corrigem todas as desordems do
Estomago e dos Intestinos.
Fortalecen a saude das constltu^es delicadas, e sao d'um valor incrivel para todas as enfermidades peculiare*
ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos ssim come ambem para is pesaoas de idade vaocori
a sua efficacia e incontest?.vel.
Essu medicinas sAo preparadas smente no E*tabelecimenio do Profcssor HeLLOwAV,
78, NEW 0XF0SD STREET (antes 533, Oxford 8treet), LONDRES,
vendemse em todas as pharmacias do universo.
Op compradores sfto convidados respeitosamerte a examinar os rtulos de cad* caca e Pote se nao teem a dreccao,
533. Oxford Street, io fakicaQoes,
Criadas
-, a .-

-
a g e
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t_ "" > ot
o ja u o
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8
!2 S*^ <* .

;-= a.s Smffa 53 iJS
.= a
p jS ^.^ a,
os
O
a
i
r
fe
Caixeiro
Precica-ee de nm menino de 12 a 14 anuo?,
qoe teoba oa nao pratica de molnados, daodo
fiador de soa conducta: tratar roa Duque
de latas d. 12, taverna.
Caixeiro
Precisa.se duas amas sendo nma para cos.
nha* e cu ra pa-a cupe ir?, para casa de ponca
familia, paej.se be>, a tratar a ra do Iipera.
Bichas de Kamburgo
Vende-se em grandes e pequeas
porc5es applica-se ventosas seccas e
arjada; na ra das Larangeiras n 14.
CHEGARAM
AS
Agoas Medcinaes da
Fon te Novaem Tor-
res Vedras (Portugal)
Estas agoas receutemente descobercaa,
j s&o bastante conbecidaa pela sua effi-
cacia sem igual as doeacas inteatinaea,
as dyspepsias, diabetes e principalmente
as molestias de estorrago, de qualqaer
aatureza, bem como do tlgado.
Para ennvencer-ae eiam os innmeros
attestados que acompanham cada garra-
finba.
A' venda as prnc-
paes pharmacias desta
capital.
Sao seus exclusivos exportadores para
o Brazil os Srs.
M- 8ALDANHA & C
Roa dos Douradores n. 82
]. andar (Lisboa)
NICO RECE3ED0B EM PERNAM-
BUCO
J020 Fernandes de Almeila
Traveasa da Madre Ueai n. 1
Cosinheira
Precisa-se de ama em Casarga roa r S.
Francisca de Paola o. 30. Paita--e bem.
Criado
Precisa-ee para bo'el, roa larca do Rosario
0.25.
Precisa-re de om menino de 12 a 14 aunes,
qoe te-ha pratica de molbados, a tratar oo pa-
X po rt" Tp'co n 34.
Collegio Accioly, C*ara-
DhDS
^_ As aulas desteestabelecimento deiaatroc-
, rimaria P K^mniaMa pp. reahrirao no dia dala cempraram a taverna do Sr. Manuel Hip
d i nitrn reaDriSo no ata ^ CarDero da Silva 8lu rna Q8 s Joao
15;Z,J Ha milpeo n.M.Hn 9c nal. dP I ". A't,l, livie e desembaracada do qoal-
se jolgar credor oa com
da la
das a
contar desta poblicaco.
Francisco de Castro & C-
Recif*', 8 de Janeiro de 1896.
Ao commercio e ao
publico
Os abaizo assigDaaos declarara que cesta
de Janeiro.
A directora do collegio participa aos pais de I'
. ii .pmnr.cHo mtprnr, d.T Grnna*io. verna, aprsente se no praso de tres
v, Icaote, ei-empregado interno do Gjmnasio,
c espera merecer a coofunca de seos amigos.
Garantios, Io de Janeiro de 1896.
Jote Accioly f% val cante de Alboqnerqe.e
Realejos grandes
Importantes realejos com Itodistia'as mu?r
cas,asmis modernas, propnas para cosmo*
rama, kermesecs, etc. Vende-se por prego
ommodo, por ter grande sortimento oa relo.
o aria David, roa do Catug o. 14.
Caixeiro
' Precisa'se de om com pratica de molbados.
de 16 a 18 anno9, a traf.r oa praga da Rep-
blica o. 3. _____________j
Ama
Precisa-se du nma para cosionar para duas
oa tret pesoas, a tratar na praca da Repbli-
ca n. 3, veada.
I*
LimmiL CAZIAS
DE
Campos & C
36-RA DUQUE DB CAXIAS-N. 35
Bm frente do Diarlo
^nietanos deste bem montado estabe
doto previcerr ao respeitavel ouolico qo>
.a bem servir aos seus fregueies teem no re-
iridn estabelecimeoto om espleodiao e varia-
do lOfttmento de oasemiras p etas e de cores,
O jo ba de melnor em ia, bries de poro liobo
de todos os padroes, e sor precos rasjf.ve,.
Possoem bons arti^ta^, pelo qoe se jolgan
tiabllltados a saiisfazer com todo goeto, esmer-
perfeicSo ao freeoea mas exigeate.
Ma mesma alfaiaiarla alagam-se casacas,'
tte.
411 X 4ffi|
51. Boa da Inaperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
A's Exmas Noivas.lSm variado sor-
timento de sedas brancas, colchas, corti-
nados, capailas, veos e saias de seda re-
ceben a
AVE DO f
Cocbeiro
Precisa-se de am que seja peseoa cataz para
om eogenno prximo da cidade. A tratar com
Agostiobo Casta & Sotta na praca do Co-p i
Santo o. 9, 1.* andar.
CIDADE DE
t
kmz& i
Fabrica a yapor de
degcaro e caf,
Vende-se a fabrica
de descarofar algodo
c caf com todas suas
machinas e pertences
na cidade de Bezerros
como tambem o p.edio
em que est montada
a mesma fabrica, livre
e desemDdra^ada de
qualquer onus-
A tratar no Rec fe Ra
do Commercio n. 182.'
andar.
A.VSO
V. Albuquerque & C. commonlcam ao com-
memo que se ach u establecidos ra do
ptiiu 2;. W e 51 com armzem de rtcolcer e
lospe cao de algawi
Ama
F pcie; -;e de orna para cnsinba, que durma
em ca; paga-se ce-.i. A' tratar na roa do
Raogel n. 17, !. solar.
Rapaz
Preclsa--e de am npsz com pratica de pa-
d.ria e 011 f Itaria, d odo abono de soa condu-
ta ; para urna coofeiiarla Tora da cidade, e
para trsbalbar com bom mestre, paga-se bem e
en^na-so a arte, a' tratar na ra do Raoeel
o. 7. oos das 9 e 10
o APIOL^JORETeHOMOLLE '-^1"i^
a MEN8TRUAQAO
CAS a PINET, MARCASSIN, FUNDADA EM 1852, PARIZ
EXPLOTACAO GERAL oo CAUTCHUC
TOR MHO DE NOVOS PROCESSOS APERF23COADOS
Espeoialidade 6m Instrumentos de Medicina e Chirurgia
Tubos bioos de mamadeiras colchaos saceos para gaz
fundas alindadas injectadores orinoem pessarlos, etc.
ESPECIALIOADE em BEXIOAS oc BORRACHA
PARA FUMADORES
E viio-se os Catlogos franco.
E. PUJALET, SC-
34, rua Turblgo, PAJUZ
FABRICA : AUX LILAS, PKRTO DE PARIZ.
Criado
4 Precisa-se d om criaio : no becco do Pa-
ir o. 2?, bot ?
VOSAS
Ri T .A.
KAROPE HENRY MURE
Bom xito verificado por 15 anuos di experiencias nos Hospitaes de Pars
I'EI.A CURA l'B
CURA CERTA
PJSX.Q
Epilcpsia-Slysteria
Vhorea
lystero-Epilepsia
Hiolettins to Uerebro
e do JEspinltapo
liiabete ansucava i nrit/soes, Vertigenn
Crines aerrosan
Eitacaquecas, Tonteiras
Conyeatde* cerebrae
I uso ni ii i a
Sprrm a torrha
Om Polbeto rajilo importaila dirigido gritiitamentt i qulqier pessSa que o pedir
HENRY MUHEm PONT-SAINT-ESPRIT (Fbabca),
Para ter a Verdadeira Agua de
VICHY
(FRANCA)
Exigir o nome da Fonte sobre o Letreiro i
e sobre a Capsula.
CLESTINS.
GRANDE-GRILLE.- H
HOPITAL. Estomas
Ter o cudaao de designar a Fonte.
Gota, Ar*s,
Diabetes.
Otpsitos em Pernamiuco: A06. LAB1LLE; MAR &
SUVA JNIOR o a urinetpaea Pbmn>f,is a rneanaa
w QUININA PELLETIER^
OU DOS TRES SELLOS
Eadoptada par todos oa mdicos, em coo-
sequenca da sua reconhecida pureza e
da sua efficacia contra as Knxa-
quecas, as jXe-vra3sria* as
Febres inteiniiltteiites e as se-
z5es, a Gotta, os llieiinxatis-
m<>M, as Sudores nocturnas;
cada capsula, do tomanho d'uma
ervilha, impresa* com o nome
de..............................
Obrao msis rpidamente que as pilulas ou
grageas, e tomao-se com mais facilidade
qu4 as obreias. E' o tnico mais poderoso ^
que se conhece. Urna capsula eomente
representa nm grande copo de vinho de
quina. ____
Deposito no PARS, 8, ma Virianna
B HAS PflrNClPAES PHARMACIAS A
FUS
ORGAOS DE ALEXANDRE, Pre
81, Ru Lafayette, PARS
ORAOS BARM0X10S desde 100 ir. at 8.000 Ir.
Pera SALAS, EBREJAS, ESCOLAS
Orgaos com maos duplas (modelos ovos
EOtLHlS TODAS S EIPOil(ES
Expedifo Irtaeo wbr pedido do Catalogo illaitrado
Aye do Paraizo
51 roa da Isnperatria Si
Becebem das principaea prar^aF da Eu-
ropa, quinzenalmente aa mais altas No-
vidades em fazeodas finas.
ALBERTO CARDOSO & C.
Grande sortimento de meias propnas
para padres, conegoe e bispos.
Merinos pretos, superior qualidade na
ATE BO PARASO
51 Rua da imperatriz 51
ALBERTO CARDOSO & C.
Dormitorios i>u quar-
tos mobiliados para sol-
teiros, no ameno arra-
balde da M gdalena.
Para Dorma^oes na mes-
ma rua n. 6, Mercearia.
^Elixir Digestivo^
de PEPSINA
ix 3RIMAULT A Cla, Phannaeenticoi ea PARS.
t
Deliciosa preparacao tendo t propriedade de
supprir. no homem, a falta de sueco gstrico,
elementuindispenaaveldadigesUo.CsrioienU:
Ms digestes;
Nauseas e Azia;
Gastites e Gastralgias;
Enxaqueca,
VomitS;
Diarrhea;
Caimbras d'Estomago;
Embaragos gstricos;
Molestias do figado.
Combate os vmitos das mu'heres
pejadas, e tonifica os velhos e os con-
vaiescentes.
Em PARS, 8, Rae Viviente .
ki na* Pumcinn PHt>ouy
ASTHMA-OPPRESSAO
0
s Cigarros Indianos de GRIMADLT
e C" constituem a preparagio a mais
_r efficaz que se conhece para comba-
ter a uthma, a opjtrett&o, as suffoca-
cOes, a tost nervosa, os catarrhos e a
insomnia.
Cada cigarro lera a firma de GRIMADLT sO
DITOSITO PAR.S, I, RUA VIVIERRE
as principase pharmaotas.
TUOLOS
Na FabHca de Teci-
dos em ^amvagibe, ou
rua do Commercio n.
6 1. andar vende-se ti-
jlos de superior quali-
dade proprio para con-
struc^o.
Precisa-se
De orna ama que coobe e compre, no 3.
andar da lyprg'apbia do Diario de Pernal
bocc.
Gasa e sitio
Veode-se oa Cipung om grande sitio arbe*
rleadn, cem opiimas froctei as e cma magotl-
ca rasa terrea moderoa, de fcta) com jacellas,
com moitcs c< mmodos para grao-.e familia
costoba fra, qua.-to oe baobo e coebeira, agua,
c grande portao de fe-ro ca frente, morado,
eo o poprlo, sito rua Jiaquim Ndbuco o. 26,
fazeodo esquina para a trafesea da Vedara e
def'oo'e do pecto de parada da via-ferrea
C zaog ; tratar cem o capi:ao Pass'jg Lias,
roa ua Penba n. 5, i.* andar, e d88 |o s 3 da*
ta-de na rna do Impera ior r. 77 andar, es-
eripto io.
Pracisa-fe de ama ama para ra a de borneo
solteiro, a trUr oa roa T.bpie Barretto o. ti,
taveroa.
Ama
PnciBa-fe de ucea que saioa bem rosirjhar,
pag?-Ee b'0>, a lrat?r oa toa do L'vramento a
21, fabrica a apo'.
Amas
Prtc sa-se re duas sendo orna de leite e
oitra ra'a crsinbar, a t atar na roa da Matriz
da Boa-Vista d. 5.
Os proprietarios deste modeino estabe-
lecimento, apresentam a admira^o dos seus
iilustres freguezes e ao estimavel pubiieo
desta capital convidam a fazerem urna visita
ao seu estabelecimento que encontr^ro co-
mo especialista em cha verde e preto, vinhos
do Porto, Jersej, Moscatel, Champagne
Fasto, Collares genuino e j afamado
DORO CLARETE
Variedades em queijos, conservas alle-
mes. msnteiga, fiambres novos, chocolate
menier, marmellada, passas, figos, castanhas
e o mais que concerne a urna boa dispensa
familiar. Alem disso tem a mesma casa di-
versas marcas de cervejas inglezas e alle-
mes esp ecia usando-se a celebre e afamada
Cognac, vermutb, whiskys de varias
qualidades, aguas mineraes Od Tom e a es-
tomacal DRYG1M.
Em todos os demais gneros enorme o
sortido, por isto limitamo-nos a chamar a at-
tenijo do estimavel publico e dos nossos dis-
tinctissimos freguezes para tudo que acaba-
mos de narrai, afian< ndo a sua boa quali-
dade e presos excessivamente insignifican-
tes, recebemos encommendas de fructas para
embarque.
3 Rua Bom Jess 13
Jarope Phenieado ae Vial
aerobios ou germens das
ito e constite um medi-
Destre os microbios ou germens das
cemento infaUivel contra as Toases,
molestias de
Catarrhos, Bronchites, Grippe, Ron-
quidao et Influenza.
KjoUo: l. ne Ylrtenne e m fism Ptemnada.
Avio
Arreo la-te om importante sio com bol
ras para morada, dit para criados, baDheiro,
mullos arv>redos fructferos, prjimo estacSo
Casa Amarella : qnem preteoder dirija-ae
Costcdlo Nenes, estabelecido proxliuo a dita
estacao.
GRAXTDE
HOTEL COMMERCIAL
Rua Larga do Rosario ns. 29,31 e 33
Este importante estabelecimento, sob a direccSo d seu hbil proprietaris MA-
NOEL GA RCIA, a auxiliares entendidos na materia sui generis, prima em ser o
nico sem competencia nesta capital, j pelo esmerado gosto de sua architectura
e altura .ntarna, j pela promptido e aceie do serviso culinario aduaneiro, j
tarr bem pela posigao hygienica do seu edicio.
IVladeiras de conatruccao e
n ateiiaes parae dificacao
A Coropaobia Exploradora de Productos Cal-
careos, vende em seo armaiem oo caes do Apol-
lo o. 73:
Maderas para coostruccao.
Cal branca de agaaribe.
Cal preta.
Cal tirgem para assucar
Tljollos de ladnlbo e commons
Ttirllos refractarios
ttir^8 de cantarla para soleiras. etc_________
G-OBnheira
Iba bem cosirbar
Precisa-se de nma qoe
rea Velha o. 28.
Casa na Piedade
A loga-se ama casa oa prala da Piedade para
o de banbo* de mar. Fi>a naito prxima
ra estacao dos Praseres 4 tratar oa roa do
Qaelm do a. 46, toja.
Depois de innmeras transformagoes por que tem passado este Hotel, conse-
gaio afinal o seu incancavel proprietario offerecer hoje urna hospedagem qoe
deve sei preferida pelos iilustres viajantes.
HOSPEDARAS de 1* e 2a classes relativamente distribuidas debaixo da melnor
ordem e aceio, a vontade dos Srs. viajantes, s, ou com familia.
SAL\0 DE RECREIO ricamente mobiliado, onde podem ser realisados jantares
banquetes, a contento dos Srs. pretendemos.
APERITYOS
POUR SE MANGER.SalpicfJes, ostras, lagostins, salchichas, etc., peixes em
latas, queijos flamengos, suissos e do sertao, docess eccos e em caldas, estran-
geiros e nacionaes.
ADEGA
E' esplendido o sortimento devinho3 Figueira, Bordeaux, Porto, Venneuth,
ooguac, cervejas, licores, champagues eoutros aperitivos a a se Mro,oioa recebi-
dos directamente dos mais acreditados committentes da Europa.
Alm do que destinado ao commum do Hotel, tem aempre grande deposito
de bebidas de sua importaejo, principalmente vinho Bordeaux em quartolaa e
cognacs finissimos, que vende as melhorew condicBes do marcado^e presos sem
competencia.
GRANDE HOTEL C011MMAL
5"

.-'
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- :


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/
Diario de Pernamlmeo ^exta-feira lO de Janeiro de 1&9B
Enaloa-se
ntmero 6
Guarda-Iwos
; a tratar no becco df Ferremos
GRAiNDE
eos
Duas jovens eja conflicto
NO THfi^f RO
De repet e ccio se rinde rumor nos cama
roles da i* ordem. #ra grande conflicto eDtre
duas jovens: ataqoes, cboro, mato, mere, api
tos, o diabo emBgi, ebega a polica, iodaea do
f co e rica sibeado qne tiobatn Ido a vas de
Tacto, D. Elvira e D. benoteva; verificada i
caoea, liaba ratSo D. Elvira.
Eslava indignada, fuos mesmo, D. Genove-
va, coro saa rnica e companneira de camarote
pelo faco de ver qoe tedas as peesoas qoeesla-
vam no tbeatro, olbavam emeote para ana mi-
ta e nao p ra ell>, indignada Liase : nao por
ana bonita cara Elvira, e e.-te sea lindo vertido
qoe est cbam.Ddo a aitercao de tod vsetido de urna ton na pbantaila o 18o cbici ,
qoe. .-endo o meo de seda, o sea realca mtito
mais qoe elle e o que maia me contraria vo>
Dio qnerer dizer me a loja onde comproa a fa-
zeoda de st u vestido
Elura, contraria 'a, d orragargalbada sar-
cas'.ica e dix : para qoe nao lea os annoocics
datlojas? para qne oo passelas no commercloY
ora Sra. D. Genoveva, ooiro t fficio, q ndo eo
sopponba qoe a coa raiva era por cansa do pri-
mo Juca, vem a Sra. duer qoe Ido fomente pe-
que mi o vestido moito btnilo e qoe sendo de
rhartazia realca orai* qoe o seo feodo de fia
e poique eo nao qola dizer a Sra. a Iota oode
compre!. E' o caso, cao somis nada oeste
mondo.
- Sra. D. Genovevalenha joizo, nao venba para
o thHro dar om especlacoio desle, e quandi
aoizer ctffi1rar qoalqoer razenda de teda oo
ptiantatia de JnoWo oato, v a roa do Crespo
n 12, loj Katreft.4jLABiUcaj^*M
encontrara om liodo e variado so'timeiTtoTK-Si'r*""'
sendas finas e modas e bom com amenidade on
irao, agrado, sinceridade ca medida e precos
coromodoe.
D. Geooveva reqoer verbalmente ao commis-
sarlo qoe Ibe mande D. Elvira dar por escripia
o nomero da loja, o no ice a roa, o da fazenda
de sen vestido, o proco e bem aesim o nome de
todas as laseodas que ella vio na loja referida,
o qoe foi defer 1o.
Estrellas (.'America
fl 9 -Roa 1 de Mareo t
Antiga do Crespo
MAHOES A LIMA
Agrado a todos, puaotazia em tecido de gorgn-
ro, UIOO o covado.
Soobei com tigo, pbaolazia, !I00 o covado.
Pery, pbantazia de salpicn de ustras e lavra-
das. I 200 o c vado.
Sedas >: cores. Vatdozas.
Ditas de utas, Suspiros qoe vao e em.
Cachemira; de cores, Bombardeio.
Pbantazia, Sirandioba.
Lis com lisiraa de teda, Adelaide.
Ditas idem dem idee, Elvira.
Ditas idem idem idem. Maraco.
Cachemira de cor, Tenho cinmes de ti.
Las com salpicos, Os 3 Jacars.
Sedas, padrOes novos. As sogras.
Dita tecido gorgurao, Hei de amar-te at mor-
rer.
Cachemira preta de cores, Nao quero amores.
Merino preto para botioas.
Dito caf para habito.
Grande sortlmento de merino pretos e lavra-
do?.
Velbotina de todas as cores,
jgande sortimento cambraias bordadas.
Cortes de vestido braaco bordados, 18*000.
Vestidos de cartee, bordados a seda.
Linda phintaata. Beijos de atLor.
Fiofcs de If i 20*000.
Peitiltos de iinbo luos e bordados.
Pannos de crochet para sof e cadeiras.
Camisas bordadas para ooivos.
Camisas brancas e de c es.
Vestaarios para baptisados.
Sobretodo de ama e doas latas. -
Flanella liza e de listas.
Chale pretos.
Cortinados de cambraia e da crochet para ca-
mas.
Cortinados para janella.
Mantiibas de s la de cores e pretas.
Ditas de algodao de cores e preta.
Camisas de >i para homem.
Coberus, colchas e cobertores.
Ditos americanos, 2*800 om.
Bramantes de Iinbo e de algoi&o.
Lindes padrOes de crep para coberta.
Crep preto.
Lios, de qoadro e de salpicos.
Cacbioet de eda de cores.
Velladilbo de cores,
fiorgorao preto, diversos precoa.
Seum de todas as cores.
Merino preto lavrado, 1*800 o covado.
Las com salpicos de seda, Caonlnba verde.
Seda de lietra, Atbayde.
Paletota folba de teda.
Camisas de meia com listras de cores.
Cachemiras pretas com salpicos de cores, Abra
a porta Sinba.
Boffalo.
Liodissimas casemlras de cores para nomma
gosto especial.
Corlea de loa Oes branco e de cores para colet.
Atoalbado de ltBho e de algodao.
Panno da costa para mesa.
Sara de todas as cores.
Morim da Cbma, i*500 a peca.
Cretone de barra om metro de largara.
Csea pabtiita fina, tOO ris o covado.
Baeta encarnada e atol.
Dita dita, 200 rls o covado.
Chita perfeita, 210 ris o covado.
E mollas ootras faaendas qne Imposalvel
descrever.
RIJA DO CRESPO-12 <
Estrellas d'America
HOTEL
EMULSAO de SCOTT
Eua 15 de Novembro 29
Estabelecimento de primeira ordem.
Casa montada com lazo e commodidade n'um dos pontos maia hygieni-
s da cidade do Recite.
Accommoda9oe8 magnificas, todas com janellas para a ra.
Esplendida sala de refeic.oes, a mai r le mais arejada nesta capital
A cosinha acha-se a cargo de dois peritos cosinheiros, sendo um franoea
e chegado da Enropa e outro brasileiro, ambos especialittas na ar-
te culinaria
Os proprietarios d'este grande e luxuoso ostabelecimento tendo a certeza
de que com os elementos que cima [offere-se acha-ee babilitado a satisfazer aoa
mais difHceia dos appetites e bota-o ao^ despor do publico offerecendo-se para pre
parar banquetes, jan tares etc., dentro ou fra do mesmo estabelecimento.
PRESOS RASOAVE1S
FOLHETIM
54t
GRMB MISTERIOSO
TRADUCCAO
DB
muz: imiiL
XXVIII
(Cenlinua(ao)
Porque miss Dar n&o estar nesse
momento em casa de su tia. Miss Dar
estar uo observatorio do praessor Dar-
ling, a ama milha de distancia.
Oh 1 oh!
Mas preciso dizer-me primeiro
em que casa estar qaando tara esse in-
dicio da presenca da miss D*re.
Nao estar em casa algomi. Esta-
r entrada da porta da casa de jantar,
do lado da fra. N&o entrei na casa
nesa manha ; creio que ja o disse ao
Sr. Ferris.
Muito bam. Ser mais simples da
Sue eu penaara. Veio at i casa, e par-
t sem entrar. Fugio, nao rerdade,
na direcc&o do pantano ?
O preso n&o negou.
Lembra-ee de todos os i acide a tes
desaa faga ?
Perfeitamente.
Lembra-aa ter taludo por cima do
in-
EMLISA VERMFUGA
_____. JTor-iExada e preparada Hr
Jos Marques Ferreira
PHiRMACETICO
TITULADO F2LASSC0LABEHIWU E PSABHACIA !A 2AZIA
APPROVADA PELA INSPECTORA DE HYGIENE
Esta Emusao faz expellir completamente em poucas heras os vermes
testinaes, conbecidos vulgarmente com o nome da lombrigas. Tem vantagem
sobre os demais medicamentos empregados para o mesmo fim, a de nao ser preciso
purgantes depois de seu uso e ser agradarel ao paladar, podendo ser usada pe s
creancas sem repugnancia. Em sua composiio nio entram substancias mine-
raes que de mandem de cuidado ou prejudiquem ao organismo.
Modo de usar
Adultos colberes das de sopa. Criancas colheres das de cha. Dore ser
tomada pela manh bem cedo, pura ou 'misturada com caf, leite, ou raesm
com agua adocada.
15000
2000
10S0O0
2O5000
5 Pharmacia Ferreira
PERNAMBUCO
Preco 1/2 ridro
1
Duzia de 1/2
1 c
DEPOSITO GERAL
Praqa MacielPinheiro."
^
PEEIDAS
HAMAIIELIS
DE BRISTOL
(AVELEIRA MACICA)
DNGUEXTO EXTRACTO
ESPECIFICO PARA O
RHEUMATISMO
E HEMORRHOIDAS
INCHAQOES
&
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v.
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^ INOFFENSIVO H
> < 0 4 P5 0 < 0 GRANDE PURiriCADOR SALSIPIII1LII DE BRISTOL CUFIA TODAS AS IMPUREZAS Do SANGUE E HUMORES H % r> H <
& EFFICAZ ^
~im
PEITORAL CATHARINBNSB
XAROPE DE ANGICO, TULU' E GOACO
GOHPOl (.; j t> DE H A 1 I. I \ I: I K A
Approrado e autorisado pela Inspectora Geral de Hygiene do Estado
premiado com a medalba de 1.a classe em dirersas exposicSas.
Recommendado na clnica medica de distinctos facultativos como grande
medicamento para combater tosses, bronchites, astbma^tisica, coqueluche, rouqui-
dSo e todas as molestias das vas respiratorias.
Mais de 50 mil pessoas residentes em diversos Estados do Brazil, atiestan.
a eficacia deste grande preparado.
RALINO HORN & OLIVEIRA, nicos proprietarios e fabricantes.
Santa Catharina.
A' venda o ni todas as phar maclas e dragarlas
DEPOSITAR 10 NO ESTADO DE PERNAMBUCO
Guimaraes Braga & C.
Bata do Mrquez de Oliuda n. GO
muro e ter escorregado ao ebegar ao
Chao?
Lembro.
Muito bem. Agora diga-me, pe-
50-lhe, como poderia miss Dar rer isso
da casa de Mrs. Clemmens ?
Ella disse-lhe que me tinha visto
escorregar quando saltei o muro ?
Disse.
E no entanto, estara no observato-
rio do professer Darliog, a urna milha de
distancia prximamente ?
Estara.
Parfce-ma, disse Manaell.com ira-
nia, que em rea de me perguntar como
poderia rer-me da casa de minha tia,
faria melhor em me explicar como
foderer-me do observatorio do Sr. Dr-
ing?
E' muito fac I. Vio .por um teles-
copio.
Eu.... eu.... quereria acreditar
nessa historia, respondeu Mansell com
mal contida commocSo, ella faria...
O que?
Faria de mim um mro homem'
cooclaio elle com ar pensatiro.
Nesse caso lembre-se da diriso
da casa. Lembre-se da hora exacta. Se
miss Dar estar com sua tia, doria ser
ua casa de jantar, nao rerdade ?
' Isso nSo tem a menor durida.
Quantas janellas ha na casa de
jantar?
Urna t.
De que lado fca T
Do mesmo lado da porta.
Entio no da para o lagar onde
altou o maro ?
No. <*}
Como explica que miss Dar ti-
vesse visto esse pequeo incidente d'um
passo dado em falso ?
Poda ter ido a porta o rer-me.
Diabo I te $4 lutar com u tn
teimoso, pensoa o agente. Profunde-
mos ainda mais o cuso. Vejamos, ao-
crescentou em roz alta, se ella esti vesse
all tel-a-hia riato certamen te rol tan-
do-se ?
N5o ha durida.
E rio-a "
N&o ri.
E no entanto, voltou-se.
Voltei-me? #
Miss Dar disse-m'o.
O praso bateu na testa. ,
E' perfeitamente rerdadeiro. Re-
cordo-me agora que n&o aef que vago
deejo tire de rer o reiogio da cidade e
roltei-me. Continu, diga-me o que
miss Dar rio mais.
As suas maneiras eram (futras.
Os olhos brilharam-lhe.
Vio-o, tornou o agente, prestar-
se depois de ter paseado o pantanal parar
em seguida & entrada do bosque, olbar
para o seu reiogio e correr para a flo-
resta.
E' exacto, exacto. Eridente-
mente, para ter vistotudoi^sa, forcoso
que se serrisae de um telescopio.
Deacrerea o seu tato. Disse-me
qoe lerara as calcas arregacadas at ao
joelho e que levara o caaaco no braco
eaquerdo.
Creio que era na direito.
Era no brago qae ficara do lado
della. Se eatara nb observatorio, n&o
podia ver-lhe senSe o braco eaquerdo.
Entendo muito bem, mas tinha o
caaaco no braco direito. Recordo-me de
me harer Berrido do braco esquerdo
quando saltei o muro.
Esse um ponto cap'tal, dase
Gryce eom traaquillidade, apezar de es-
tar realmente anoioso ; se tinha o casaco
no braco que eatara do lado de miss Da-
re, o tacto de estar no direito...
Espero I exclamo $ afansell, recor-
d
FIGADO
OLEO PURO
DE BACALHAO
COM
HYPOPHOSPHITOS
DE CAL E SODA.
To agradavel ao paladar como o leite,
Approvada pela Junta Central de Hy**
giene Publica e autorisada pelo
governo do Brasil.
O grande remedio para a cura
radical da TSICA, BRON-
CHITES, ESCRFULAS,
RACHITIS, ANEMIA, DE-
BILIDADE EM GERAL,
DEFLUXOS, TOSSE
CHRONICA, AFFECCOES,
DO PEITO E DA GARGAN-
TA e todas as enfermidades con-
sumptivas, tanto as criancas
orno nos adultos.
Nenhum medicamento, at
hoje descoberto, cura as molestias do peito ejvias-respiFatfas,
ou restabelece os debis, os ^x^?Xi.zs e os escrofulosos cora
tanta rapidez cmo a Emulso de Scott.
PRODUZ FORQAS#E CRIA CARNES
A venda as principaes boticas e drogaras.
SCOTT & BOWr+E, CHI MICOS. NOVA YORK.
asinaa
FIXDIllO DO BIIWHi
Continua a manter em seus depsitos completo sortimento de utensilios para
ren-'enri sempre por precos modiros.
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cantes e de 2 a 12 en vatios.
CADEIRAS A VAPOR multitubulares de Fletrher para fanecionar cora o fogo das forna.
Ibas s larhas.
CALDEIRAS A Va POR Cornish e typo locomotiva para func ionar com lenba a bagaco
RODAS para gua.
BOMBAS de raotun-rontinuo.
MOENDaS e meas moendas, parnntidas.
TACHAS de Ierro fundido e batido, cravadas e caldeadas.
ARADOS de diirVreotes sjstemas.
CRIVaCOES para foroalhas.
MACHINAS para descarogar algodao de 11 a 50 serras com alimentadores e empastado
res a vonta le dos agricultores.
Pazendo parte da direcc&o de sua fabrica o Sr. eogenheiro Augusto Clarb, vantajosa
mer te conhecido dos Srs. agricultores pelos seus trabalhos de monlagem de grande numero
o- Usinas fnnecionando deste Estado, incumbem-se de mandar vir e erigir garantindo a pro.
dncgL e qualidade do assu ar.
APPARELHOS e roeios apparelhos de vacuo.
DESTILLAQOES completas para alceol e agurdente a vapor e a fogo o, paia grandes
e pequeas fabricas.
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PROPAGADO POR
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Elle cura toda a s jphili.
Elle cura orheumalism?.
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Procurar: ELIXIR MOR ATO, pro
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DEPOSITO WA P.l\N\MBi:CO
A COMPANHIA DH DB GAS E PRODUCTOS CHUCOS
Ra Mrquez de Oliuda 24
Kua Larga do Rozai io n. 22
Fbrica de Molduras
Eatampsa de todas aa qu.lidade. Qjodros Sanefas para cortinados, can-
dieiroa, obamina, pavioa, moldaras para retratos.
Eaearrega-ae de retratos a craion para o qoe ha contratado om perito artiat,
bastarte conheoido.
Prepara-so qualquer eocommenda com a maior brevidade.
Siooeridade e predas baratissimos.
do-rxe agora que o mudei de bra^o de-
pois de ter saltado o mu o. Foi exacta-
mente no momento em que me diriga
para a porta latteral da casa, e como ella
nao diz que me visae antes, naturalmen-
te e mea casaco estava, quando me afas-
tei, no braco esquerdo, como ella diz.
Bem me pareca que poderia ex-
plicar o caso ; mas o qae significa o que
acaba de dizer, de presar para outro
braco o casaco no momento em que se
diriga para a porta do lado ? N&o foi
immediatamente do pantano para a casa
de jantar?
N&o fui. Na minha anterior visi-
ta tinha entrado pela porta principal, e
segua naquelle da o mesmo caminho ;
mas, chegado a esquina da casa, vi um
vagabundo entrar pelo porto, e, n&o
querendo ser visto por pessoa alguma,
vohei para traz e fui & porta da casa de
jantar.
Comprehendo, e foi entlo qae ou-
vio.
O queouvi, completeu o preso com
ar carrancudo.
Sr. Mansell, tornou Gryce, est
agora suficientemente convencido ale que
miss Dar n&o estava com Mrs. Cem-
mens, mas no observatorio do profes-
sor Darling, para me confessar o qae
ouvio ?
Faca-me a pergunta e responde-
r!.
A entrada do bosqae pode ser vis-
ta do logar onde miss Dar diz que es-
Uva ?
Perfeitamente.
Ainda n&o ha duaa horas que en
proprio fiz a experiencia, servindo-me
do mesmo telescopio, e ajoelhando no
lagar que ella indico. Vi n&o a o la-
gar onde parou, mas nenhum dos mov-
mentos do mea collega Hickory, que ti-
nha mandado para alli, aj escapou.
N&o teria vin^o interrogal-o so n&o me
houvesse assegurado pessoalmente deste
ponto.
Comtado Craik Mansell hesitava
ainda.
E n&o me contentei com esta ex-
periencia, tornou Gryce ; quiz tambem
saber se, a olho desarmado, podia ver o
mesmo da porta da casa de jantar de
Mrs. Clemmens. E* imposslvel, e, no
entanto, tenho ezcellente vista.
Isso basta, disse Mansell. Por
muito difficil que seja de explicar, son
f >rcado a reconhecer que miss Dar n&o
etava onde eu sappunba.
EntSo vai dizer-me o qae avio ?
Vou, porque est ahi a chave do
enigma, posto que nao po*sa dizer por-
que, % duvide que o sechor adianto mais.
Nao estou meaos diiposto a satisfazel-o,
porque comprehendo agora como ella
chegou a acreditar-me culpado e explico
o seu proced ment desde o comee o do
processo. Ha comtudo ama cousa qae
nao percebo bem, o faoto de se haver
ella denunciado como culpada.
Urna mulher qae ama capaz de
tudo, disse Gryce, e, notando o rubor
que sub tamente cebrira as faces do
preso, accrescent >u : afinal ezplicar-
me-ha isso qualqaer dia. Vejamos ago-
ra o que tem para dizer-me ?
Craik Mansell baixou a cabeca. A
fronte enrugou-se-lhe
Seuhor, disse elle, n8o neceesa-
rio para mim confessar que as suas con-
jecturas sobre a minha antiga convicc&o
s2o verdadeiras. Se miss Dar nao es-
tava junto de minha ta a'guns instantes
antes da Sua morte, tinha cortamente
razOes para acreditar que alli estivesse.
fc/ verdade que n&a a vi, assim como
oSo Ibe ouvi a voz, maa cuvi minha tia
dirigir-se a ella dtatnctameate t no-
meande-a,
Coudelaria
Em Fernanles Vi-
eira n. 7 A vende-se
grande quanlidade de
inadeira de pinho, te-
lhas de zinco, sellas e
arreiamentos para ca-
vallos, tudo em bom
estado, assim como
alguns cay al los de
corridas.
A pessoa que pre-
tender pode dirigir-
se a mesma casa, que
encontrar com quem
tratar.
Ourives Oc-
culista
T-EODORO JOS' RAMOS DE VELLO
Estabelecido com officina de oorivrn a ras das
Larangeiras o. i, avisa aos aros fregones a ae
respettavel publico, qoe maoUm rtEcian haM.
IttadU.-imos para execoc&o de qoalqoer trabaibo
con:erneoie i ana arle, eapecialmenie erav*ce>fl
para brilbantes, ocolos, peajloet. noooca-
ios, etc.
Oonra se, pratela-se qoalqaer metal, ooctr*
tos em itqors de madreperota on entra ajoaaajaw
especie, Raraotiodo preces n odeos.
Roa das Larangeiras n. 1
Companhia Exploradora
de Productos Calca-
reos,
Cal Virgem de Jaguaribe
A V000 a barrica
Para o fabrico do assnear vende-aa aa
Companhia Explorador de Prodeetos
Calcreos no Ces do Apollo n. 73b
Regulador da Marinha
Concerta-se relognos de algibein, pea-
dulas de torre deigreje chronmetro ala
marinha, caixa de mnaicca, aperelbo
elctricos, oculos, binculo, oeadoe ala
alca.no>, joias e todo e qaalquer el
tendente arte mechanica.
9Ba Lurjra do Horario 9
Liquidado
A leja Paria sa'Aa
de de liquidar di
lendaa de
teneAe de
grande*
eea.
Ra de B. da Victoria tai
Pe mam buco
Dentes
Termina horrivel dor de deatea
de o ezcellente preparado de
Cerdoso Jnior.
As cartas qae lhe tem sede dirigida
pelos jomaos de maior circulacao, artia
tam a efficacia.
Deposito*
Drogara de Francisco Manoel da Si-
va k, C, ra do Marque de Obrada
a. 23,
Pharmacia Martina, roa Deoaa da
axias n.,88.
Pharmacia Oriental, 4 roa Eetreita da
Rosario n. 3.
Pharmacia Alfredo Ferreira, 4 rea di
a. rfto da Victoria n. 14.
Pharmacia Virgilio Lope, roa Lar-
gi do Kaaario n. 13.
E' possivel ?
E. Foi no momento em qoe en-
treabra a porta da casa de jantar. Aa
palavras de minha tia forano esta*: Joi-
ga que vai casar com elle, Ioaerene Da-
r ? Pois eu affianco-lhe qoa nio rasar.
Nao n&o, pelo menos emquanto e vi-
ver
Hum 1 exclamou involunUrianwa-
te Gryce ; continu, continee ; e que
onvio mais? d-
Nada mais. Na aituaclo *de espi
rito em que estava, isto bastn ser asa
conveccer qne miss Dar tink isle a
casa de minha tia, bavta defendido a
minha causa e nio tinha conargeide
convencal-a. Nao eaperei par oevir
mais e afastei-me terrivelmeote eavar
gonhado. Fugir o mais depren poae-
vel e entregar-ma ao t-abalao, ere ealao
o meu maior deaejo, e qaando vi qne po-
dia chegar a tempo i eatacio de Q larrj-
Montheit para segair no comboio,
a correr. Foi assim qae ineei
mente attrahi sobra mim as saapetaav
Comprehendo, marmaron o ageete,
comprehendo.
N&o porque ti vate receio
naquel'e momento, tono vil
aianaell, maa estava epprimido e desej
va escapar aos meas propriee
tos. S ao da seguinte...
Sim, sim, mas aa paUvraa de i
tia T Julga qae vai catar eom dle,___
gene Dar ? Pois eo affiaeco-lbe qae al
casar. N&o, nao, pelo senos eaMaea-
to eo viver I E no entanto Iaaefrese Da-
re ato estava alli I Dilii
ver o problema.
t'wme? como?
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HTp. do &mi9t na Daqae da
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Full Text
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