Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17982


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Full Text
ANNO L. MJMERO 145
'.I
PARA A CAPITAL E LUG ARES O* BE WXO SB PACtA
For tres rneze* adiautados.............- .
for seis ditos idem........ .'.'.'. .
Por um anno idem............... .
Cada numero avulso................
69000
1*9000
S49000
9320
SEGl'NM FEIRA 29 DE JUNHO DE 1874
.
PARA DENTRO E FORA DA PROVIXCIA.
For trea tarnel adiantados......*......,..
Per teis dhao Idem.............*. .
Por nove ditoa idem............. .
For nm anno idem....... ........
6*750
lSp&0
i0*250
379000
PR0PRIE0A0E DE MANOEL FICUEIR0A DE FARIA Y FILH0S.
Gerardo Antonio Ahead Filhos, no Parf; Goncaives & Pinto, no Maranhao; Joaquim Jose de OuTeka 4 Fllbo, ao Cearaj Antonio do Lam, Braga, no Araeatj ; Joio Maria Julio ChaTes, no Assu; Antonio Marque, da Suva, Natal; Jose" Jostiao
Fereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, -a Parabyba i- Antonio Joae Gome*, na Villa da Penha; Be'armino do. Santos Buldo, em Santo Antfo ; Domingos Jo** da Costa Braga, em Harareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Gojanna; Joio Autoaio Machaeo, no Pilardas Alagoa. ; Aires A C.na Bank; 6 A. Xavier Leite d C. no Rio Janeiro- .
PAETE OFFICIAL
fwno da provlncia.
(Peraaatbaeo.Keparlicao das obras publicas,
6 de maio de 1871.
Ilim Exm. Sr.Em men rclaiorio de 21 do abril
a* eerreale anno, live a honra de suboieUer a V.
Exc projecto sabre unu nova divisao d h distn-
nm Ob aageaheiros, sobre a organisaeao d > pessoal
-*? ill da eonservacao das c^tr.i las e sobre a
retatartsacao servic),
eOegaalo as miahas concludes por uma serie de
amgos qae podem ser considerados um complc-
do regolatnentj de 2i de fevereiro.ul-
Kae pretendo bo prosenie rclatorio tratar de
at*** aessas dispoifo s sabmeltidas a decisao de
V. Exc. O meu fim boje e tratar de uma quest io
djffsreale.
i i part* a conservaclo e os reparos or-
i das eslradas e ediflcios provinciaes, que
aaiacro pleaam-utegaranldos por uma boa orga-
B-cio da pessoal e do material, prueurarei in la
ga fmaes as vanlagens que offerece a organisaeao
acaaal a respeito deste s tres objectos essenciaes : 1 .
ilCllilirao das obras novas em exeeucao; 2.* or-
raaisacio das projectos de obras novas; 3.' exe-
cacie de ana carta tjpographtca da provincia,
pr>li-d) lodos os estudos, ja exeeuladas por
arenas eapregados, e que devcm ser coordena-
Jss aavMaaieaue por meio de trabalhos de carnpo
'degabiMte
PriaMiro qoe tudo d-vo fazer uma observacao.
"? eaaaulo depots de um decurso de trinta annos
a eeoaaar aa lugar em que por e paco de seis
aaaas aenaanecej raea respeitavel amigo o Sr.
WaatiMer. De to Jos os ladjs chegame esta Itson-
tags aarociagao: que aestadadoSr. Wautier na
sooaaca de Peraunbuco deu as obras publicas
aa wajroso impalso e que esse impulse fecundo
eaaaaaaa depots de sua partida, gracas ao pessoal
par ols Joatraido e aos numerosos projectos ela-
aaraaaiaaa so* direccio.
raaeee-aw one etlamos nas circumstancias de
5 > aa impulse semelhanle
i aresentemeule alguns projectos que fo-
i por assira dizer na vespera, para
l-s urgentesd ) dia seguinte.
augmen'.o dos venciinentos do pes-
iiica em vista do graode accrescimo das
da vida, e em presence, sobre tudo, do
i aaacro de empregos, i secnem a nossa protissao as graudes
iadustriaes, explica suffli'.ientemente
i vagas e a difficuldade de manter um
de eageabeiros e can iuctores. Actual-
das 5 conductores das obras publicas, 4
e nem am dos 5 pa:sou pelo exame
. Aomesmo tempo, uao se tern an-
lx cone paecia natural, em vista das ne
i eda prosperidade do paiz, mas sim di-
aaaero dos empregadjs teebnicos.
limiiar-me-hei a reproduzir o
i extrahtdo, do orcamenlo da receita
awca atavineial para o anno flaanceiro de
14.2 a ISiX. edafecetoaado a H d& Jezarahr.i dc
<".t. paw nupeclor da Ibesouraria provincial.
L* idriiai Irador fiscal, vencenJo as gratilica-
i) eagenbeiro em diligencia activa....
comprehendido a impnrtancia dos traballtos publi-
cos parao desonvolviirieuto e prosperidade da pro-
vincia, e nil) disport* a oalrarial a.
Ora, comparand) a quantia desfinada ao pessoal
e as despezai do gabioeta e de estudos com a des
peza total, vd-se que com o pessoal de?pende-se
3.79 por 103 da despeza total; com o gabincte e
eitudos 0,76, isto i,55 de despeza total.
Esta reiacio 6 certamante mui pequena ; e nao
e p astral que com um pessoal Uo diminuto se
consiga fhcalisar conveaientemente as obras em
construccio, e fazer alern disto os estudos de pro-
jectos novos.
Com maioria de razao nao e possivel com este
pessoal reduzido dar comeco ao trabalb) indispen-
savel de uma carta topographica.
Asshn, quer examine o pessoal em relacao ao
numero actual ou a despeza que Ihe e relativa,
quer o compare com o que era no periodo mai3
abundante das obras publicas da provincia, reco-
nnect que por um louvavel espirito de ec momia
tem-se feito uma reduccao maior do que convina.
Todavia, muito ioimigo dos estados-maiores nu-
merosos, nao proporei o aagmento do qmdro
do pessoal permanente, mas somente que seja ad-
dido por um periodo de dous annos, numero stri-
ct ani Mite indispensavel de empregado auxiliares
para os estudos e para o servico lopographico.
Acho que nao 6 possivel obtel-os no paiz, atten-
dendo que 03 nacionaes acham facilmente nas era-
prezas iadustriaes uma rerauneracao dos saus ser-
vicos muito mais elevada.
0 probleaa torna-se muito mais facil de revol-
ver desde que se decidir contraclar alguns indivi
duos babilitados da velba Europa, onde, gracas as
nnmerosas escolas technicas e aos hab (os invete-
rado3 de trabalho, enconira-se nm grande numero
de homens distinctos aos quaes so falta oceasiao
para chegar a um emprego melhor. Procurando
esses homens, a provincia obtera servicos muito
superiores a despeza que fizer.
Eis o quadro auxiliar que proponbo contractar
por dous annos.
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Q-v eoajiaerar o administrador fiscal como fa-
aeala pane do pessoal technico, porque suas func-
ies si* preeacbidas actualmcnte polo director ou
pal* eeaaaaeiro aj^dante.
S* laspeclor g?l dos trabalhjs, director do
jpaanaede n^ograpbicoe encarresado de ensinar
avtraptia, 1:1*0*000.
3 Eacarrefado dos trabalhos prcparatorios e da
asaecdk da eslrada de Pao d'Alho, 588000.
'.' Ea^tregado dos trabalhos prcparatorios e
xa aiawrcbn da eslrada do sul, 552$0JO.
5." Eacarregado de levantjr a planta do muni-
oaia a> Recife, 816 jOtK>.
c 7* Dans desenhistas, 600JOOO.
c 9.* Dous desenhistas extranumerarios,
Eaoarrefado da eslrada de Sa.to Antao,
Itaie da inspeccao peral (August Kersting)
*mmm
11.* Eageaheiro cngijado, (L. L. Wautier).....
o engajadj, (P. V. Dolitreau)...
11* Ejf^abeiro eogajado (F. D. P^rtier)......
\ mtm.
'.'.. Engeahetro engajado (L F. Buessrad).....
!*. Eajeaheiro engajado (!. B. More!).........
K* AIM., Jose Antonio da Silva Grillo......
^aaflaaa.
IT Aafeabetrogeometra (I. Uillet) 810^000.
* EapregaJjs, 20:316$000.
Xi-ita hsu nij estio comprehendidos tres pm-
pRSalss aoalificados de aponladores e emprega-
Vadacaiaorte ao levaoumento de planus.
a, 0 pessoal tecanic > no corrcnte anno, em
.it d r-^alamento dc 21 de fevereiro, que
alas c asagra as mesmas disposicocs cxistentes ha
vt aaaos, comprehende :
I.* Ii eageahetro director, i.OOOiliOO.
*.-. X% ., 5.c e 6.* Um engenheiro ajudante c
fc faf tajairis de dislrictos, 15:200^030.
'.- 6^*-*. 10 i 11- Ciaco coaductores.........
II. IJ. Ii. Tret 4e*t*kistis, 3:600*000.
1 Eaargidos, 31:803*000
Pan v>aparar esles dous quadros convem em
pruMara lagar Botar que as estradas que estavam
ea exeenjao estao cocstruidas e sao conser-
ecat as obras em exeenjao acham-se mais
1 partaplo qui a censcrvara; e os repa-
ns isaaiiiiii d- ta? estradas consti'iiem um tra-
1 pe niiexistia em 18121843
1 aaexagera^aj en aim Itir que em cada
essa eoaserra^i esuffijiente para absor-
wr a a-UTidjde de am coulactor, se 0 en;enhei -
tirer occapid/em estulo ou em obras no-
l.-ae-at, pois, excloir do quairo do pessoal
u '<> ao corren'.e anno os 5 conduetores; e
aataa o peaaal realneatc disponivel para estudos
u vts 9ca assim composlo :
"i ? empregados, a saber : I engenheiro
dbreeur, 5 eageabeiros e 3 deseniiislas: 22.
* mt
UM 17 agentes teebnicos sob diversas deno-
anavoles: SO -3:6i000.
X saaaaa despendrJa em 1842 e realmante
aaaiar do oae em 1874, em razao da diminuicao do
xtSv da aaad-de monetaria nn lerjo de seculo,
e i aazj'.ro Ijs empregados iechn;cp= 6 apena' a
aT-^6e d j ta' era enlao.
Caaapr.b-ril-r s> hia c sa reduejio se as ne-
eaoaaade) tirt*>sog diminjid), ou s* o-desenvol-
Tawato das grill's coostracrjte. fbsse paralysado
"lea provincial.
1 aio e ; e para bem ver.nos 0 verda-
das consas a esle respeito, basta ter
nor meio dos documeatos offlciaes,
la ea qne se acham 03 traba!ho3 execula-
1 a direc'do ou insp ecao da reparticlo das
laaMcas.
Xa* leado em men poder 0 balanco da receita
sdeapexa proTia:ial do exercicio de 1872-1873,
-atrafc. aa inf .rmacoes segnintes do balane > da
scrota e despn no exercicio de 1871 -1872.
v*-e par esU despaia elevada com obras novas.
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Este supplemento de pessoal, dando aos estudos
am maior impulso, traz necessariamente um ac-
crescimo do despeza com os estudos, instrumentos
de levantamento de planta, nivellameot?, com as
viagens desst pessoal, joroaes de serventes, porta-
miras. etc.
Eotendo que deste modo sera necessarlo au-
gmentar a quantia de 6:200/000, deslinada aos
estudos.
Rennindo psta quantia aos 15.300/000 temos
um augmento total de S 1:500/000 annuaes, -que
tomo a liberdade de propor, para que seja aceito
por dous annos.
Algvismos proporeieanaes, para 0 caso de rolar
a ossemblea provincial esle accrescimo.
desirna-aodasdes'exkrcicio d e
PEZAS.
1871 a 1872.
Somma
exercicio d e
1874 a 1875,
troposto.
j* a
Vencimentos d 0
pessoal........
Despezas de gabi-
netee estudos..
Total.
Ora, 6,34 nor conto para 0 pessoal e as despezas
com os estudos c certaraente uma proporcao muito
moderada.
Eutrarci agora tra alguns pormenores para jus-
tilicar um por um, os augmcnlos que acabo de
apre3entar no quadro.
0- trabalhos em execucao ou projeclailos no
primeiro districlo formain uma longa serie e exi-
gent um pessoal experimentado.
Estoa trabalhos reclamavam, scgundo penso,
uma fracjcao consideravel do tempo do meu an-
tecessor ; nio creio que se possa contar com tan-
ta assiduidade du parte de seus successores e os
motivos serao facilmente apreciados.
Pelo que me diz respeito. 0 servico da provincia
apenas constitue uma parte das rainhis attribui-
Cio e so pode reclamar um terco de minha activi-
dade.
Para os meus successores nao havera a mesma
razao ; purera. tornar-se-ha cada vez mais evi-
dente que 0 engenheiro director das obras publi-
cas da provincia deve estar absolutamente de
accordo com os engenheiros que estudam no in-
terior os recursos da provincia e procurara auxi-
liar t do 0 a>snnvo!vimento possivel com traba-
lhos de intelligencia, de prefereucia a estar em
trabalhos na capital, que uao exigent 0 mesreo
grSo de iuves!igacaq e a insiTUccao superior do
chefe do servico.
Ora, isto c imLrialmente incorapativel, com a
extrema assiduidade que exigent os trabalhos da
capital e os seus projectos.
0 men antecessor, repito, fazia graudes esforcos,
consagrava talentos, a que 0 pnblica incompeten-
te nao faz a devida justija ; porera a insufflcien-
cia nnmerica d> pessoal posto 4 sua disposicSo
raantinha-o nesse empenho, sem que podesse dar
ao servi;o em geraj um impulso bem energico.
Collocadonas mesmas circumstances, eu teria
provavelmente feito raeno3, alem de que estou
muito longede, pretender tomar 0 torn magistral
dos engenheiros que me precederam.
c5es, visto que 0 governo provincial entendeu, eba-J
mando am engebheiro europeu qne estivesse ha.
longos annos em s.'mco publico, dar logo if
obras provinciaes nm impulso tido como necessa
rio, e depots uma mareha regular, convem que
diga com toda sinceridade 0 qne a e.te respeito me
parece indispensavel.
Relativamente ao 1* districto. de cajas traba-
lhos esta incumbido 0 engenheiro ajudante, auxi-
liado por um condtctor, ao qual pade reanir um
dos desenhistas da direccio, os trabalhos e os pro-
jectos teem muito desenvolvimento, para que este
pessoal seja snffleiente ; tanto mats que o enge-
nheiro ajudante ve uma parte notavel de sna acti-
vi lade absorvida em trabalbos administrativos e
pequenas questoes.
Conseguintemente proponho reunir Ihe um en-
genheiro auxiliar para os estudos e trabalhos.
0 21, 3, 4* e .V districtos estio mais alliviados;
comtudo 0 2* tern am grande numero de trabalhos
que sera difflcil veneer com os estudos necem-
rios, sem am auxiliar de fora.
Alem disso, seodo 0 pessoal dos districtos ape-
nas sufficiente, no caso ii haver estudos e traba-
lhos a proseguir no serlan, nao se pole separar,
sem prejuizo, nma parte dest-i pessoal. Admitto
que os dous engenheiros auxiliares do servico to-
pographico, que tomei a liberdade de propor no
quadro supra, sejam empregados em uma parte
do anno, quer como auxiliares do 2.* districto on
em outro qualquer onde houver estudos impor-
tantes quer em commissao no sertlo.
Todo 0 reito do tempo que Ihes Hear disponivel
sera empregado no servico topographico.
Finalmente, 6 preciso acabar com a desordem
em que se acham os documeatos topographicos da
direccio das obras publicas, que esta absoluta-
mente impossibilitado de fornecer na actaalidada
ao governo central 0 que quer que seja que se as-
semelhe a uma carta da provincia.
0 men antecessor linha igualmente dirigido a
sua attencao para este lad0 ; a (alia de tempo e
do dinheiro impediram.no de fazer qualquer con-
sa, porque os ensaios tentados no gabine'.e de de-
senhos, para coordenar em nma carta aproxima-
tiva os principaes docuraentos topographicos, for-
necidos pelos encarregados desse servico, foram
complotamente infructiferos.
Isto manifesta-se especialmente na carta de
//500.000 Brincipiada nesta reparticao, na qaal os
trabalhos feitos manifestam irregularidades enor-
mes ; nma tentativa para conformar esta carta
com as maritimas da costa prova que a propria
orientacao desta carta da //500.000 esta immensa-
mente errada.
Torna se, pois, necessario p6r Rm a esta desor-
dem e proceder methodicamente, porqm todoj
estes ensaios infructiferos teem absorvido muito
tempo.
A base de nma carta e uma boa triangalacio,
que nunca foi feita.
Proponho qne se ineumba especialmente deste
servic) am engenheiro que nao seja distrabide
em occapacoes administrativas ou technicas, es-
tranhas a este trabalho. Ette engenheiro tera
sob suas ordens dous oulrns engenheiros auxilia-
res. dos anaas ii ocenpei-me. silvo as inMimiwn.
cias de que estfs possam ser encarregados, assim
como um dos desenhistas actuaas da reparticao e
um desenhista auxiliar.
As cartas que devem ser preparadas para este
servico, assim organisado, serao :
Carta geral da provincia ) Sera publicada em
de i/500.0CO } duas folhas.
Carta da regiao costeira, )
(com curvas de nivel) )
//I0OO0O )
Cartas maaicipaes, (com ) Uma folha para cada
curvas de nivel) j/SO 010 ) municipio.
Planta de freguezias e planta geral do munici-
pio do Recife //10.000.
Plantas de 1/5 000 ou de //I.OOO so poderlo
ser uteis para os estudos especiaes de obras, ou
entao para as ruas e as circumvisinbangas do Re-
cife]e das cidades importantes da provincia.
Deve se por de parte estas planta3 de detalhe
para tratarse da obra em geral.
Julgo haver dado os esclarecimentos necessarios
parajustificar a minha proposta.
Nao fallo das pe;soas que possam preeacher
os quatro lugares de engenheiros auxiliares.
Si a assembled provincial votar 0 credito ne-
cessario e autorisar 0 presidente a engajar, com
as condicfles apresentadas no quadro supra enge
nheiros na Europa, terei a honra de apresentar a
V. Exc. os nomes e os titulos de quatro pessoas
que me sSo conhecidas, e cuja aptidao 6 perfeita.
Embora nJo tenha carteza, creio comtudo que
elles aceitarao as condigSes pecuniarias, mencio-
nadas no quadro, comquanto sejam rouito redu-
zidas.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provincia.
V. Fournie, eogenheiro chefe.
SBRGIPS.
No dia 13 do corrente lot installado, com to-
da a solemnidade, na cidade do Aracaid, 0 asylo
de Nossa Senhora da Pureza, para re^olhimento de
M orphis desvillidas.
A osse respeito lemos no Jornal de AracajA :
1 Realijou se no lia 12 do corrente a inauga-
racio do asylo de Nossa Senhora da Pureza, como
estiva annunciado.
"t Foi uma festa simples e modesta como s6em
Ml as festas da eari Jade, mas esplendida de ju-
ntos as expansdes.
Tidos, ate os mais deierentes, porfiavam em
saudar a installa;io do piedoso estabalecimento.
Graade numero de senhoras distinetas a de
ewathos de todas as classes, sera distioccio de
creooaa, eorreram pressurosos ao festim da or-
phandade.
< 0 edifi 'io destiaado ad asylo aehava-se pre-
Oarado com main ordero e asseio. Nada alii fal-
tava, nada era snperflao.
Caasava admiragao que em tao poaco tempo
e com recursos tao exigu >s se bouvesse feito
Unto. '
A's 10 l|2 boras di manhi, campareceado 0
Sera publicada em
tres folhas.
OESPACHOS DA PBESIDENCIA, DO DIA 26 DE JUNHO
DE 1874.
Alfredo Alves Pacieco Oaportunamente to-
mar-se ha em consideracao o que requer o sup-
plicaote.
Candida Luiza de Cesar Baptista. Indeferilo,
em vista da informacao do Sr. inspector do arse-
nal de marinha.
Franciseo Monteiro Ferreira dos Santos. Como
requer.
Jose Casimiro Alves Bezerra. Informe o Sr.
director geral da instruceao publica.
Manoel Tavares de Aquino Junior. Informe o
Sr. engenheiro chefe da repartija> das obras pu-
blicas.
Sebastiio Dias de Toledo. De* se a certidao
pedida.
Coiuntando das armas.
JUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 27 DE JUNHO DE
1874.
Ordem do dia n. 83%.
0 brigadeiro coramandante das arpas determina
que na manha do dia 1 de julho proximo vindoa-
ro se passe revista de mostra em seus respectivos
quartcis aos batalhoes de infauiaria, deposito de
recrulas e companhias isoladas, pela ordem se-
uinte : As 6 horas a companhia de pperarios, as
1/2 ao 2s batalhio, is 7 a companhia de cavalla-
ria, as 7 1/2 ao 9 batalhio, as 8 ao deposito.
* 0 mesmo brigadeiro faz publico para o fim con-
veniente, que honlem se apresentou vindo da cor-
te, no vapor Para, e reunii-se ao batalhio fl. de
infantaria a que pertence o Sr. alferes Damiio da
Costa Lei tao
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.0 major Jose B nifucin d>s Santos
ilerguthuo, ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
DURLODEPEMA.MtfU00
RECIFE, 23
ft'oticlas- de
DE JUNHO DE
Sergipe e
1874.
de Ala.
goas,
Amanheceu no 3ab'oado era noaso po.-to o vapor
Juguaribs, da companhia Pernambucana, trazendo
. datas; da Araeajil ale 20 e de Maceio at6 26 do
t**Hnh!a provincial tem perfiitamentc? F,)mo, porem, estou collocado etp oalras condi-,|correu'e. E! o que olhemos dos joroaes :
Rxm. Sr. presidente da provincia e todas as auto
ridades, o Rvm. Sr. vigario geral, eommendador
Jose Goneatves Barro edilicto. Finda esta solemnidade, o mesmo Rvm.
vigario geral fez oavir a sua palavra eloqueate e
autorisada, prendendo a atteagao do aaditoria por
quasi ami hora.
Dspois S. Exc. o Sr. presidente da provincia
lau nm disearso demoastrando a utilidade da ins-
titaigao que ia inauzurar.
< Segairam-se os Srs. Dr. Maaosl Laiz A. de
Araaje, director do asylo, Severiano Cardoso,
orador do Gabiaete Litterario Serdipease, Etelvi-
no de Barros, orador da Associa;io Propagadora
da lostrucci j Publica, Houra Mattos e Dr. Mar-
tinho Garcez, que pronunciaram bonttos e elo-
quentes discursos.
t Reeitaram bellas poesias os Srs. Silva Lisboa,
A. de Carrascosas e Diniz Barreto.
0 Sr. Dr. Sancho Pimentel offertou am do-
nativo ao asylo em noms de nma associaeio Dene-
flcente.
c [/'go em segnida o Rvm. vigtrio geral eele-
brou uma missa.
f Concluid i esse acto religioso, S. Exc. o Sr.
presidente da provincia declarou que estava inan-
gurado o Asylo de Nossa Senhora da Pureza,
proferindo algumas palavras de agradecimento
a todos qaanto o aaxiliaram nessa obra pia, e as
pessoas qae coacorreram a abrilhantar a festa.
Passaram os eircamctantes a assistir o jantar
das edueandas, as quaes foram boodosamente ser-
vi las, pelas Exmas. Sras. da commissao pro tec-
tora.
Emqaanto-se dava a refeicao, os Srs. Andra-
de, Cassiano, Jo-i' Gailherme e S. Cardoso lem-
brarrm-se espontaneamente de esmolar para as
pobres orphis, e em poucos momentos recolheram
a somma de um conto de r6is.
c A' noite foi o estabelecimento visilado por
grande numero de familias.
i Bis. Dortanlo, inangarado o asylo das orphis
desvallidas.
c A seraente langada era fertil solo germiuou
e surgio vicosa. Resta dispensar-lhe os cuidados
necessarios para que se torne arvoro florescente.
c Parabens a provincia, que acaba de ser dota-
da com uma instiluicio de tanta utilidade e tio
proflcuos resultados para a nossa sociedade !
Parabens a assemble i legislativa providcial,
que vio executada promptaraente a lei que, leva-
da pelos mais nobres senlimentos, promulgara !
a Parabens ao iniciador da generosae caritati
va idea, que tantos applausos justamente mere-
ceul
Para a commissao prolectora desse estabe-
lecimento, foram nomeadas as Exmas Sras :
Presidente.D. Anna de Barros Pimentel.
Vice presidente.D. Maria do Prado Pinto.
Membrosda commissaoD LaudemireSchramm
T). Constanca Alves Branco de Mello flarreto, D.
Anna Candida Cesar da Silva, D. Henriquela Ca-
rolina Ferreira, D. Carolina de Vasconcello3, D.
Jesuina Alves de Sampaio e D. Maria Jose de Abreu
Fialho.
Para director foi nomeado o bacharel Manoel
Luiz de Azevedo Araujo.
0 gabinete litterario sergipano celebrou, no
dia 7 do corrente com todo o esplendor, a festa do
sea 4.* anniversario, pronanciando na oceasiao dis-
cursos diversos senhores.
Nesse mesmo dia procedeu o gabincte a eleicao
da sua directoria, que ficou assim composta :
Presidente Dr. Sancho de Barros Pimentel.
Vicepresidente.Cavalheiro Arnolfo Afro de
Alcantara.
Secretarios.Aristides P. dos Mares Guia 6 Ca
pituiino H da Costa.
Orador.Etelvino de Barro3.
Membros da directoria.Manoel Jose Teixeira,
Polydoro Pereira Goraes, Thomaz Narciso Ferrei-
ra, Leandro Pires Branco, Luiz Carlos da Silva
Lisboa, Joio Diniz Villas Boas, Jose Pereira Coe
Iho, Ramiro Torres, Fernando Manoel de Bar-
ros.
Ainda nesse dia effectuou-se a grande corri-
da de escaleres a remos, que disputavam os pre-
mios concedidos pela sociedade aos amadores ms-
criptos.
Cm numeroso e luzido consurso de senhoras e
cavalheiros abriihantavam o p?vilhio do ponto da
partida, e todo o caes da rua da Aurora estava
apinhado de espectadores.
A's 11 horas da manha teve lugar a primei-
ra corrida geral de escaleres a dous remos, e acha-
vara-se inscriptos os de nome : Sereia, Lasciate,
Juiia e Violeta. Foi vencedor o Violela, que
tambem obteve um segunlo premio coacedido
pelo conselho director, se vencesse a Jadia.
Ao meio dia teve lugar uma corrida especial
entre os socios, que compunham as guarnicoes
dos escaleres Adolpht e Judia, a quatro remos.
Foi 'vencedor o Adolpho.
A' uma hora da tar Je eomecou a corrida geral
a quatro remos, para a qual se acham inscriptos
os escaleres: Evelina, Tainha, Lasciate, Jitdia,
Estrella di Norte e Magdalena.
Foi Vencedor o Jadia.
Terminou a regata com uma corrida especial
entre socios, que guarneceram os escaleres: Ju-
dia, Esperanza e Adolplw, a dous remos. Foi
vencedor o Esperanza.
Finda as corridas foram distribnidos os premios
pelas socias honorarias, qne 03 conferiram aos
que dirigiam os escaleres nas corridas genes, e a
toda a guarnicio dos escaleres vencedores nas
especiaes.
Os premios concedidos aos vencedores das cor-
ridas especiaes consisti am em lindo3 trabalhos de
agulha e croshet, generosamente offertado3 pelas
socias honorarias.
Falleceu, na villa da Capella o escrivao de
orphans Canute Dias da Hora.
alagoas.
Foram nomeados : promotar publico da ca-
pital, bacharel Manoel Florentiao de Albuquerque
Montenegro ; e procurador fiscal da thesouraria
Erovincial, bacharel Luiz Monteiro de Amorim
iraa,
Tendo deixado o exercicio de chefe de po-
licla, em vista da exoneracio que Ihe foi emcedi-
da, o Dr. Serapiio Eusebio da Assnmpcao, foi pel i
presidencia da provincia designado para exercer
interiuamente esse cargo o bacharel Barnabe Elias
da Rosa Calheiros, jaiz municipal do ternus de
I Santa Luzia do Norte.
Moticias do sul do imperio.
Amanheceu hontem em nosso porto o vapor
inglez Neva, trazendo datas : de Minas Geraes 17,
de S. Paulo 19, do Rio de Janeiro 23 e da Bahia
26 do corrente.
Eis o qae colhemos dos joroaes e cartas :
M1NA3 GERAES
Refere o Biario d; Minas em data de 16 :
A 19 de jaoh-j de 186*. Antonio Marciano
assassioou barbaramente Antonio Boneco, na
cidade de Sahara. Foi processado e pronun-
ciado no art. 192 do codigo criminal.
t Apezar das reiteradas ordens e diligencias da
reparticao da policia, nunca se puJe captu'ar o
enmiaoso, que, segundo se dizia, tinha graade
proteecio.
Pelo Exm. Sr. Dr. Benevides, chefe de poli-
cia, foi mania la ao Curral d'EI Rei, no term i de
Sattari, onde Ihe constava estar o criminoso, uraa
escolta comraandada pelo tenente do corpo poli-
cial Joaquim Jose de Senna, para eiTictuar tal
captara, o que se conseguio, senio preso o crimi-
noso em um rancho, junto a tazenda do Bom
Successo, e remettido para a caleia desta capital,
onde se acha.
a Aos esforcos do 2J supplente do delegado de
policia do termo ie Santa Luzia, Luiz Maria da
Fonceca Ferreira, deve se a importante prisao do
criminoso Daniel Dias, autor do barbaro assas-
sinato praticado na pessoa da infeliz Policena
Alves da Silva, e dos ferimentos na pessoa do
marido da mesma. Alem dos grandes embaracos
com que lutou essa energica autoridade, devida;
i graade proteecio, que era alii dispensada a
ajuelle criminoso ( pelo que se censervava na
cidade de Santa Luzia, zombindo da ac;ao da
tastica, e ameacaado praticar outros assassioa-
jos ) lev)a el:a a sua dedicagio e patriotismo ao
pon'.o de dispensar indemnisagao das despezas que
fez de seu bolso com a captura desse criminoso,
o qie a torna credora de elogio9. >
Dia o Mineiro, de Pouso Alegre, de 3 :
< Um nosso amigo escreve-nos qae, is 2
horas da tarde de 11 do raez passado, cahira sobre
a villa de S. Joio de January uma grande chava
de pedras, e entre el las algumas do peso de 4(0
grammas, estr^gando as plantacdes de cafe, furao,
arroi e feijao.
Entre as pessoas que soffreram maior prejui-
zo contase o Sr. Joio Jose Ribeiro, importante
fazendeiro daquella localidade, onde foi tal a iu-
tensidade do granizo, que cbegou a tnatar as aves
domesticas.
A futnra colheita de fumo por aquelles lados
esta cornpletamente perdida.
s. pauf.0.
A chegada de nma locomotiva a villa de Indaia-
uba fOra alii saudada cora grandes festejos.
A variola ia em decrescimento na idade do
tRio Claro, onde havia uitimamente apenas 18
affectados.
Refere o Constitucional de Campinas, de 17 :
< Depois da incessante chuva que cahii na
noite de 11 para 12 e durante o dia 13, desenvoi-
veu-se am frio intensissimo, apezar do sol bri
lhante e eo sem ouvens do dia it. Na man'ii
do is -im don.:o ion,. ,i Ha (to|o hr.anaueava lodos
os lugares baixos desta cidade.
Fallecera no dia 4, na sua fazenda do Quilembo,
o Sr. Antonio Feliciano de Barros.
BIO DE JANEIRO.
Na sessSo de 20 do corrente, no se-
nado, o Sr. barii'3 de Cotegipe pronunciou
um longo discurso sobre a questio do dia,
sendo os topicos mais importantes os se-
guintes :
Diz que o nobrc senador pelo Mara-
nhao onchergou no voto degrar.as uma cen-
sura expressa ao gabinete, ondo o nobre
senador por Minas tambem a principio a
vio, posto que delicada ; mas afinal reco-
nheceu nao haver.
Entre eitas duas assercoes contradicto-
rias decida o senado qual 6 a verdadeira.
Por si declara, que a commissao nao quiz
fazer censura alguma m resposta ibrono ; ateve-se, assim, aos precedeates
da casa, que sao nunca
pec.as desta ordem.
Exprimindo-se desta
dizer que no pensamento
bros da commissao (pelo menos no seu) nao
estiyesse alguma reserva, uma dellas, sobre-
tudo, deve ate ser sabida.
a Na primeira sess5o do anno passado o
governo apresentou, na falla do Ibrono, o
programma da reforma eleitoral, tendo por
base a representacao das minorias. A res-
posta ao discurso da corOa acompanhou esse
pensamento. Em maio do mesmo anno
sendo o orador eleito, com o Sr. Teixeira
Junior, para a commissao, trataram do as-
sumpto no projecto de resposta em termos
geraes, que os nao prendessem eai seu pro-
cedimento futuro, e assim votou o senado.
Na presente sessao teve o orador du-
vidas em tomar a fazer parte da commissao,
e se ellas nio prevaleceram, foi porque re-j
ceiou que, em sua recusa, se quizesso des-
cobrir symptomas de opposicao. ii se ve
que, quanto ii esta grave questao, tem re-
serva, e reserva muito importante.
0 governo continua a manter o pro
grama a que enunciou entao. Ora, nao
p6do haver maior discordancia como a que
ha, era ponto tao capital, entre o orador e
o gabinete.
Continua a pensar que a eleicao direc-
ta 6 ama necessidade indeclinavel. Por
mais que o governo procure provar a pre-
ferencia de outro systema e a inconvenien-
cia deste, a opiniao publica, a quasi totali-
dade do senado, e os que hesit8m em adop-
tar as id^as do ministerio sobre esta qaestS),
respondem em sentido opposto.
0 discurso da cor6a insiste agora na
idea da reforma eleitoral, como o' governo a
conprehende, isto e\ apenas com retoques
do qiie temos. Duvida que haja tempo de
conseguir-se este anno semelhante decisao ;
e estd-lhe parecendo que, afinal, nao tere-
mos nem representat}5o de minorias, nem
eleicao directa.
e A ser assim, segue-se que continuarao
ainda as eleicOes conforme um raethodo
condemnado pot* todos os partidos e ate nos
discursos da torbi. Cr6, portanto, ter ra-
zSo pira receiar que a obstinacao manifes-
fazer censur.i em
sort'1, nao quer
de aauns mem-
nao e para desejar, e que cumpre afastar,
procedendo com criterio.
E' dever do governo estudar a opiniao
pub'ica, em taes assumptos, e, quando tem
bons fundammtos, conformar-so com ella,
nio oppor-lhe um dique, que p6Je dar lu-
gar a grandes estragos.
Eis porque diverge, sobre este pnto,
da opiniao do gabinete. Suas convicajdes a
este respeito s8o tao profundis, que para a
realisacSo de tal reforma esta" disposto a au-
xiliar ate seus adversarios politicos.
t Esta- persuadido que o paiz nioperde,
antes muito gaana, com a eleigio directa ;
mas quando perdesse, senio evidenteque o
paiz quer essa reforma, nio deve sor contra-
riado, porque ella tem o direito de ser go-
vernado a seu g isto.
t 0 partido conservador nSo serd preju-
dicado de f6rma alguma. Os elementos
conservadores subsistem sempre e por tal
modo, que, apezar do esfacolamento do par-
tido, elles nunca sio sacrificados. Em todo
o caso, a opiniao assim o quer ; e o orador
deseja que os partidos se revezem no poder,
uao por effeito de vontade de alguem, raas
por effeito da opiniao. E' porqua nio se
attende a isto que a nacio nao tem a con-
fianga devida nos seus representantes : se
ha peior mal do que este, o orador n3o sa-
be qual seja.
Nao tern ambi;ao alguma pessoal. Em
opposicao, na sessao de 1867, estas foram
as suss ideas. No poder, pugnou por ellas.
Hoje, fora do poder, cada vez mais se
convence de que ellas sao as melhores, em
vista do estudo que tem feito das cousas.
Nio ha, pois, transaccao possivel, para o
orador, sobre semelhante assumpto.

Tem dito quanto basta para provar que
a nioguem e licito pensar que o orador tem
vistas interesseiras no governo, ou que no
procede por motivos que nio sejam de or-
dem publica muito elevados. E aqut esta*
uma re'serva muito importante, quanto ao
projecto de resposta & falla do throno.
Tratando de outro topico, notou o no-
bre senador pelo Maranhao, que a commis-
sao tambem censurava o procedimento do
governo em relacao & questao com os bis-
pos. Nao tem razio. A commissao affirma
que o governo nesta questao tem procedido
com moderacao, e esta e" sua cuuviccdo sin-
i)Ci a.
a Iiiterpoz-se recurso & cor6a de um acto
do prelado. 0 conselho de estado, tribu-
nal competente, tomou conhecimento do re-
curso, o o proven. 0 governo, desde en-
tao, nao era mais do que o executor. O
bispo uao cumprio a decisao. 0 governo
ouvio de novo o conselho de estado; este
foi deparecer que s6 resta va o processo, eo
governo mahdou que o bispo fosse proces-
sado.
Em tudo isto nao ha falta de modera-
ta.'ia'nas altas regioes
contra a eleii'io di-
recta, longe de conseguir sou %Tn, n5o ve-
nha nor fim otyer outro yesu ta |g quo ufio
^or um moao que
seja fizer se e'sss' reforfRa
cao. Se a sentenga foi injusta, se a lei nao
era applicavel no caso, nao e por isso o go-
verno rcsponsavel. A decisao foi do tribu-
nal competente, e dada por um poder inde-
pendenle.
Mas o governo ainda continuou a mos-
trar desejos de ser raoderado, mandando
uma missao a ltoma, missao que teve bom
exito ; pois, se n3o ficou ludo acabado, foi
isso devido d obstinagao do prelado.
Mas a verdada e que os processos nao
acabam com a questao ; pelo contrario mais
a corap icam, por quanto o governo vem a
achar-se em um dos exlremos deste dilema:
ou fazer processar todos os nossos bispos.
todos os seus prepostos, todos os ecclesias-
ticos que a elles obedecem, e enlao acha-se
a bracos com uma inversao geral, ou tera
de fechar os olhos ao que os mais bispos
vaoe forem fazendo, e nesfe ultimo caso,
n3o So haverd injustiga relativa, como que-
b>a da forca moral do governo, consentindo
que se continue a executar impunemente o
que considera crime, e palo que outros s5o
punidos.
E" preciso n3o desconhecer que esta
questao tomou p-oporcoes muito se.ias ;
receia muito as consequencias e os perigos
da conlinuacao deste estado de cousas.
Ora, qual e o meio de acabar corn a
questao? E'o quo procura s ber. Nota
que ha uma especie do amor proprio entro
o governo e os bispos. Aquelle pensa que
serd falta de energia dar um passo para
estes, uo sentido de minorar tao triste ac-
tual idade ; os prelados estao possuidos do
mesmo preconceito.
Entretanto, e impossivol negar que o
governo comprometieu-se com a curia ro-
mana, se n5o expressa, ao menos moralmen-
te, a nao provocar conflictos e a evitar
meios extremos. Cumpre attender a isto.
' Processos sao inefficazes. A pris3o dos
bispos, sua condemnagdo a trabalhos, 4
cousa que faz estremecer a fibra de quern
quer que tem um pouco de sensibilidade
moral.* 0 facto 6" de tal ordem, que tor-
pBu-se preciso que o poder moderador cor-
rigisse o escandalo judiciario da pens de
prisdo com trabalho a nm prelado, porque
n8o cumprio uma decisao do conselho de
estadj. Ndotrata de eszandalo o julga-
mento do tribunal, mas o facto da existen-
cia dis tal pena contra os bispos, e por tal
falta.
Se o Sr. Marquez de S. Vicente disse
que a lei e b^rbara. 0 que isto signifies
e quoo codigo, impondo tal pena, u3o co-^
gitou desta espo;ie ; nao era p 'a^,,e'i qu"'
uma lei do Brasilcommi'-5SO aof bispos.
em r rocesso do r;a00nsabilidade, a pena de
raspar-sa-Uies a cabef a e de trabalharein eta
lUma casa de correc^ao.
i


t
DfaKlH2k5 P^maaibueo Sesunda feira 29 de Juriio 3e 1874
li^fr
Prv.
a
tia? EAm
sio irwtis, nio Qajrvlo uma Mas cstJ madura. c fta
fealUfrjSo ti uiovitavel por^ae o pan a c,aer.:
Qae. mcios rests m en-
e a indagacio -a que do-
e o ponto da pratica quo
Ha aaaaa caaaiieio como solucao ra-
4nal a aiaanctj da rgraja c do estado.
la ri la fie talsaja a sspiracAa d
: c aaa jjsSeaia bmsH) apregaalo ;
ireprora, prinuipalmcnlo
de aaaiica-to ao Israsit, paiz
saa touHaade catholieo. Em
setaelharuo. seluei">, ja
* partanto in jcnveniente,
latent* revolHciar.aria. Nao
nterecer o "concurs do
aponlado c retirar das at-
acdemsticas certes actos que se
d ti Ja civil, conn os asscntos dc
aaptisni'fS eabitos. Mas isto
resolve a queslao. A cons-
dos fcrasueiros, ao menos por em
naa aJm.tte o casamento civil ; os
tsto e, i cu *si totalirfade dos
dm qucreta casar-se perante o
-aaaepK. E*. psrs. mais uma solucao
{tea sal* ciaduz.
Taalma leaibrt-se a Iixacao de novas
r-sjaMHtr aarefor-na d.-s que temos, para
oitriaau. dn re>pon> Mas essa laojifieecan do que exis-
ts aa^xaada astermos da ques'a : deixa
im r^stri<> t aaaissa : so alguaa exist?,
a aniiaa. dss leapirali lades; mas e
.aalflL iaaticn.
Ha awe tea dito devcr-svha concluir
^ar. ma saa npiaiao, cstamos em urn becco
satnia ? 5ia. Rcsta o meio queja"
: a aceorJo com a saitta se, que j.4
e-*w disposta a repor as con ras no
estad*. O qae vmve n e usardesse
ena-eslar arwaltoi questdes qae
m> aaMcaaaaas gran las contra-
?*as5^.
l"f a aawrao algrm jnsso no satitidb
da c^nhrjn, e aao exija qua a santa s6
os bispos, de mo Jo tal
ain !a mais Jo que
isso
>aar^iametai-los
ji a i.li seado ; i.ao se podc esperar
leeai pai pva co-n seas 'iihos.
Sao nao est*-j*oi de accordo com
p-Iooolrario, acredita qu-
traha ha, porquant" o nolm;
caasviha di-sse que espera qu
aaauaaaa aos bispos quo vullem
de s^u l;ver, e isso uao
i 4e cerio seuaj pir accordo com
aaeae seaador por Minas criticou
i a p ** da rc-^posta A falla do thro-
s?refereis rdatdtstxlcrjores, mos-
ares-a occasiaj rcceio de que nos-
fies coaa a Ropubl ca Argentina ag-
i a panto d* darem em resultado
Est<* asaaspla demanda res-
a !*, eaasUaca^es tao extansas,
resiva-se para a discussao
ae ti\Ac; i de mar e terra : nao
a^-s Incites ana trace.a aesta r s-
pasai ae esti JTa prssa ct^IiiiiIi seu ara.Linaauilo e a posicao
^ae se adu. c qoe pareccu merecer as
i a> aobre \isconde de Abaete.
L*aaalo o ora-Jor failoa no principio
debase Urarann de seu discurso
iqienelle ,-e nto c.ntinham ; ain-
e pabiieado, continuaram os
a rius, couj-ari i a sua letra e espi-
Tea ttoctj:.. Io taoobrir qual seja o
^t aaaaajiD possa ter cm dar
tj! .r as j^a'svras do or.ador. Se
i !< aas*st--ticia ti a iaaa de sua impor-
'" pwsnal, agraaaoa a in encao ; mas
que o ora lor reconhecesso tal
a, aiim de que Jesse os passos a
aawaata. e tambcm quo lhe deixas-
s^ ahbrrJa' d ia 'her a occasiao que
.mis taaaaaiaata pan fazer
*aasr a imponancia.
-n anajla-la, v tentativa balla-
I c-n que esta, ja nao
i pi iluzim graade im-
e pass-a d-t -rminar o effetti que
"'**9^** m le i?\ aUratagema.
1 lartiej nil0 niva, p .r pa to da op-
nj >enaJo. I.emhra-se que,
par* do gabin-rte iGdejnlho, mais
** wi ouvio dizorsaiam do ministe-
n*; derent o poJcr aos seus partidarios,
iay.r <1 is mais a iiauudas, e qu-rem
aaiaa-laa. L nao so linitavam a indica-
s : ap-.r:Javam como substitutos
* M *i3ente e Ir.aominm.
rariw roaiisa l.s os d^sejos dos que
ie santfesuvam : mas diga o nobre
cemo foi tralado Tcve ate" de
"^ss aates da abertura da assemble'a
ffraL arrtpenJido de ter cxhido e.n tal.
<>ra, nao esti disp:s'.o a realisar a segunda
Unto mais assiai peasa, quaato e
Oerto qae os ftctos estio mostrando que do-
aeta-se o sea poouunciamento, mas uao por
" taati iaaportancia ao concurso do
araaor; por kso procuram desde logo
lanNar aiguma contingencia (apezar de
estacjUa reaiota}, pronunciaodose o no-
are unit: pela Bihia nestes termo6 bera
pecMOs : <-entre os dous, antes o Sr. Rio
"", ; a 1st. Cotegipe, n5o. >'a oatra
fis propr.'t o Sr. Cotegipe e um
; e iotimoa-se Ibe em nomc da
hununa cem ao menos da sua
pessoal,, que declarasse com
esta. Xic e ite o que importa ; o
So era Jor quar saber e quea) esti com
: para poder caninbar em uma senda
preeisa sabsr quern estd com o
c paaeiso ir pop dianl*, apez.ir- daresisterjHa> Qaaias'pm.'K las c-amarcas gc ao*, su!>Ui
e divisao de pane do partido..
E' onvenido desta vcrdaie, qua nad -suas attriboii^di enminacs.
hesita em pronunciar-se pola elei^ao (iirccta.
0 paiz a quer ; e escusado contraml-o; tu
de ser uma realidade.
t Em sua opiniao nSo se deve cimentr a
dissidencia eexageral-a cada vez mais. Os
inconvcnicirtes sio immensos c mui graves ;
os vencidosno governo vo para a opposi-
0o, e os embaraoos Ja administra^ao aug-
mentaui.
Aqui tem, pois, o nobre visconde de
Abaete a resposta ao final do sen discurso.
Nunca o otador aflirmou que solTresso hu-
railha^oes do gabinete ; se isso so tivesse da-
do, nao espereria o conselho. por mais au-
torisa Jo que fos^o, para praticar o que sua
dignidade lhe dic'asse.
que disse foi que, se o governo nao
rehabilitassc a forga moral do partido a
que estd ligado, preferia ir regeuerar-se ns
opposi^So.
Nao ha, por tanto, razA) para qu so
queira cliamar a questao para essas peque-
nas cousas ; outras ha ein que o proniincia-
mento nao p6Jo offender a oenhuma suicep-
tibtttdade.
Nao sabe como agraJe^a ao nobre se
nador por .Minas o Tivor q 10 lhe fez compa-
randa-ocom Pitt. 1'ede, porem, pertrtissao
para ohservar a S. Exc. que o facto citado
nao troaxe A Inglaterra ?s vantageus que o
nobre visconde enxergou ; pelo contrari),
trouxea dissolu^ao complota do partido de
Pitt.
- Tom dado asexplica^Sosque ju'gou m-
cessarias, P6Jem agora fazer os commen-
tarios que quizere.il ; nao deixara de censcr-
var-se no posto que torn oecupado, em re-
lacao ao gabinct' e ao parti lo conservador.
Salvo os pohtos a que se refore n as reservas
declaradaS, quant) aos outros assumptos de
puhlica administrara >, apoiara o nobre p-e-
siJented j conselho, nao o empurrara', como
parecem querer os quo o excrtam. Perdem
osou teinpo.
OtiantOii queBtSo de olei^ao, ha muiti
que S. Exc. sabe que ntd p6 le conta'r com o
auxilio do orador; pelo contiaiio, hi.de
envdar tolos os seus esforcoi para quo nao
passe x reform! desejada pelo nobre minis
tro >>
0 Sr. Visconde de Rio Branco, respon-
denJo ao preceJcnte orador disse :
Hcconheoe qi;e a opiniae de S. Exc. a
respeito da eJei^So directa ha muito que e"
conhecida. 0 orador tern tambem mani-
festado ao scnado que, sobro esse ponto,
nao ha transacgao que lhe seja pos:ivel acei-
tar.
A ek'ica) diretla, na sua opiniiio, nao
i n medio ellicaz para os males que senti-
rnos : e r.So ha de concorrer para que so
pelo desejo c"c mudar de systema, se vd en-
trar em uma nova serie de abusos, iguaes,
si na? peiores, aos quo todos lamentam
actual mente.
gales polos rep'ctrv.'w -sons-lhos -tft jnra-f&( faapr-Ho.
aaavdoaVifiaa4 pelerao, do m.'si^V* '^
saw at a iiacnwrlaes eatros, c imo iiasf*utra5
i) que se lhe nfiigura mclhor d o me-
tho lo seguido ; ir procedondo a reformas,
como a ju liciaria, e da guarda nacional e
owtrHS, que acabam com os meios de com-
pressao quo impedem a liberdade do voto ;
e ao mesmo tempo tratar se de aporfoicoar o
system a actual rfe eleicoes, introduzindo-se
lhe alguns melhoramentos.
Nao estao isentas defraude, corru, <;ao
e outros vicios as eleicOes dos paizos que
torn adoptado a cleicftQ directa. Nao cle-
Vft^lOi (i.spprar cop mai; Kotn cucooii loc.
Accresce que este systems envolve a
qneslao do ecoso eleitoral. Aqui estd um
grando escoiho para a transicSo quo se pre-
teode no Brasil. 0 senso ha de baixar ate
o nivel di elei>;iio primaria que temos ; por-
que nao sera possivel arrancar d uiassa da
populacao os direit jS de que goza. Entao,
para que mudar de systema ? Ha de, pois,
combater, a eleigao. directa com toJas as
suas fonyis, quer esteja no govern), quer
fora dello.
Disse o nobre reaador que o paiz qjer
cIri.;3o directa, e que tlie tern o dire'to de
ser govemado como deseja, Mas onJe estd'
o orgao exclusivo da opini?o puhlica, que
deu assim a confaecOT a vontado do paiz ?
U nobre senalor nao poie apreseutar pro-
vas de tal .ossergao.
declarou S. Exc. que era agora im pas-
sive! no governo, porque nao pode prescin-
dir da eleifjaj din-eta. Se assim se expri-
mindo, o nobre seuador nao quiz enunciar
senao acoaviccao, em que esta, do que a
maioria da camara dosdeputados e oppos-
ta a t se a sua propoeicio. Se porvuntura, porem
reportou-seds altas regioes do poder, eevi-
denic que babora emequivoco e.esquece os
faetos.
Com effoito, era o nobre senador mi-
da cora qumdo, cm nomc do go-
Paa scr daviio.-o que o orador esti
partido conservador ? Querom aca-
-!o a to-nar parte decisiva por mn
lados Nio o fara, porque nao
par sua parte, coocorrer para tornar
* dmsao. Assim que, apoian-
ae 7 de marca, neia por isso
la ape todos os seus esforc,as
tHMido para congracar e reu-
todo o partido conservador.
coaaarreri para que cada vez
e alarfue e se al'unde o vallo que di-
" aas ciapoi as seus amigos. E 6
^* comprehende, e lamenta
do partido conservador se esteji
_ir qaesl.ies de eonfianca,
do do partido foi devida a
ao mvnos tinha razao de
que a isso se chegasse
peBstmenfo de alta magni-
!, porem, do mesmo modo,
si estta an queslao peqrjQpo5 inte-
* '-apii'.fcoj.
nistro
verno, foi apreeenta lo d camara um projec-
to de reforma eleitoral, queabrange a elci-
0o directa. Asum, se um collega do no-
bre senador no ministerio pdde entao inj-
ciar tal projecto, por que razao lhe seria
isso defendido ? Niio pode suppor que o
contrario lhe acontecesse.
Preve o nobra -6enador que nao lere-
mos a eforma eleitoral este anno. De
quern serd a cuipa ? Se assim acontecer,
em todo cas, taoib:m nao teremos a elei-
0o directa, que 4 comJmida por uns era
principio e por outros em consequencia de
nao a julgarem possivel sera reforma da
constilu0o.
< 0 nobre seuador, prude.I) como e e
dirigido sdraente por e?nsider0es de inte-
resse publieo e do partido conservador, cer-
rou os ouvido-i aos cantos da strea, e de-
clr,iu que estd firme no seu posto, em re-
Ia0o ao gabiaete. 0 nobre senador sabe
guanio isto e agradavel aos ministros, e
(jue dies nao de *empre esforijar-se em res-
peitar as opinioes e bs conselhos do nobre
senador; com quuito, apezar de lodas as
bomenngens ds saa iuteiicOos, nao o pos-
sam acorn janhar nas ide"as que tern a res-
peito da elei0o directa.
Concluo peiindo ao senado que po-
nha termo d discussdo do voto do gramas,
para que uao diexemplo que antorise o quo
a opposi0o istd praticando na outra cama-
ra.
Nessa sessSo fui kido e vai a imprimir o
parecer da commiss&o de legisui0o sobre o
projecto olTerecido pelo Sr sewlor Zaca^
rias, derogando o art. 6* da lei Cc 20 de
setembro de 187 f, na pane em qye esta-
balecja competencia ^ios desembargadorps
para prssiJir as sessoes do jury ; o con'lue
propondo com uma eraenda aJJitiva 8 se-
^ainte :
Paragrapbo uuico. Os juizes de di-
veiU) das .mesmas coiaarcas c ntiojjirdo a
pwpa'rar os procewos que devem ser jul-
Na camara dos depiiadoa, no dia 29 4o car-
rente, passando-aea vota0o da redaecao do pro-
jecto de res AMI' fa I lv d > taeeno, sa*ri1das
uma loiga ((aestio de Mm,^H i[M tomamn
Rjrte os Sr*. Ifilacio Mariinsi Pilv^ira Martfas.
a-.ilin > de So'aza, Aiaujo Lima, Caraeiro da Ca-
nha, Dieg.) Vitcon:ellos, MirUnao Campos, Flo-
rencio de Ahrcu e presidente, seadi aliuat appro
v.iJn a.-jhalUredaccri), depnU de rejeAido irm re
(jaeriiiionto tMrh.il d > Sr. D.ojw rasooaeellos, pe-
dinda urjearia para que fosse ella discutida.
Km sef lambern wrlialmetle, a inversS"* da ordom do 4iv,
para qae enirasse em discussio o art. 2' do pro
jecl o. 9 desi > auao, que lixa as lorcas de terra
para 4S7S a 4876. Depois de ama nuesWo de or-
dem, sust^ntida polos Srs. Enfrasio Correla, A ran
jo Lima, Floreocio de Abreu e presideate, licou
prejadieado o requerimanti', por naj haver nume-
ro legal para votar-se,
Por ul.iino, entrando na orJern do dia, or.cupoa
se a camara com a eontmu.,rja t da discussio do
remierimento d> Sr. Ferrcira Viaani, solicitando
informaciVs aeerca de varias ocearrencias qae se
derm ultimamsate 03 provincia de Pernam-
o>:j. '
Oraram os Srs. ministro d) imperio e Diogo de
Va A commissSj qua tem de.apresunt r a Sua Ma
geslale o Imperador, pir parte da camara, o pro
jecto cle resposta a falla do throm, com'poe se dos
Srs. Pinto Lima, Cardiso Junior, Gasmit Lobo,
Borges Monterro, Marlinho Cimpos, Wilkeas de
Mams, Gomes do Amaral, Fausl-i da Agaiar, Bu
Irasio Correia, Bittencourt Cotrim, Flurenno .de
Abreu, Gunlia Figaeiredo Junior, Araujo Lima,
Teixeira di Hocaa, Sobrsl Pio'.o, Gomes da Castro,
Horla Barbosa, FreiUs Henriques Fiel de Carva-
liio, Duqaa-EUtraaa Takeira, BarSo da Villa da
Barra. Silva Maia, Caminha e Tarquinio de Souzi.
Por portari.is da JO do orrente foratu nomea-
dos :
0 engenheiro Miguel de Teive de Argolo cliefe
da commifsao iacumliiJa dae-tudar o aielhor ira-
(,-aJo para uma e^lrada de roJ^gam eatre o porlo
da Vii-nrh, na provin^ado E.spirito Sinn, e a
provincia do Minas-Gir.ie?.
AjuJan'.e da mesma commlssSc, o engenheiro
Alberto Eugenio da AnlraJ 1'ereira Horta.
Por pori.irias da masma dau f >i efoaerada,
a seu pedido, do lugar de engenheiro fiscal da es-
trada de IBrr i do P.'eif; lo no S. Praneisei, o- Dr.
MmoelBuarme de Macelo, e nomaado para o
mesmo lugar o engenheiro Uiaoel de U.irros Bar-
ic to.
Pelo ministerio Ja josti;i cm 11 a 13 d) cor-
renie :
Foi remettido a sec^a) de justica do cjaselho de
esiado, seodo rehtor o con;elheiro de estado Jose
Thnmaz N'ibuco de Araujo para coamltar sc -a
vista da natareza da pern de priapp perpctua com
trabalh a que foi eouJemaaJo o d jsembargaior
da relaclo do Maranhlo Jose Cm lido da Ponies
Visgueiro, deve o mesmo s;r privado do cargo,de-
clarandose vago o seu lugar.
Declarou-se ao presidenie da proviacia d) Piau-
hy, a vista da informajao de ii de fevereiro ulti-
mo sobre o reqaeiimento de Jose UeinalJo da Sil-
va, talielliio do puwiao juhciil e n>lw e escrivio
do civel e crime d) tenni de Barras. que aos olfl-
cios do esorivao do orp'iaos, au-entes, capollas e
residuos do msm term), nos quaes [ i provide
Binjarain Jose (wastante Wmderlay, esta.i igual-
metre annexos cs'de escrivao d) ctvel e crime, Je
conformiifada com o art. 2 d i lei provincial n
771 de 28 do novembro da 1872, qne os t>raou
cumulative? entre'os dtos serventuarios.
Por sentenga de id do correnle o Dr. jaiz de
direito do 5. dislriclo julgou incurso no minimo
do art. 863 do codigo criminal e condemnou a um
anno de prisao com traballio Joao Jose da Cunlia
TcIIcj, por qnebra fr-udulenta.
- 0 Jockey-Clob cstabelecau um prensio de
o:00J< para a corrida, que deve ter lugar ua
code eai juibo de 1873, e devcra ser ilisputada por
cavallos inteiros e iguaes de r;n;a pura, de qual-
qucr nacionalida ie.
- Lemos.no Jornal do Cnmmeicio :
a Ao cahir d tarde do dia 10 do corrente, o
vapor americauo SotUh America, entrado hootem
neste porlo, encontrou, proxira) a barra da Bahia,
am homem agarrado em uma taboa. lulan'Jo com
a fu: ia das on las. O commandanlo do vapor, as-
si.il que descobrio o infeliz, fe/. immediatamente
voltar n vapor, a arriar um mnnjoii cm seu mccoiio. Senao salvo o pi lire
liomem, declarou que era tripolanie de um barco
que, carrcga lo de leniia, soaobrara, as 10 horas
da inanha desse dia, em consequencia de uai forte
tufao que repentinamente sobreviera ; e qae ti-
nha mat. dous companbeiros-, dos quaes nao piodia
dar aotieia, por terem desapparecido logo que o
barco se afundou.
o 0 paquctj seguio viag-im ; mis naohavia pas-
sado 1/i de hora, quando foram avisudos dous
vnltos sobro a agua. tinmediatameata o Sonth
Ameiica aproou para os naufragos, e o eomnaan-
dante man ion o escaler salva-los. Urn dalles ja
estava exhausto de furcaa, o e bora provvel que
succunibis-e. se nao fosse o cuidado a lino empre-
galo pelo Dr. W. Kil%, medico de borlo, que o
chamou a vida. y
a 0 acto humanitario do commaadaDte do va-
por foi generosameote secundado peia b .a vonia-
ift da tripolagao e sobretudo oelo terceiro piloto
Tiiomaz Roberts, que, em ambas as vezes, debaixo
de chuva e Tento rijo, dirigio o escaler, e corajo-
sameate animou os remadores.
Os naufragos chegaram a bordo semi-mis;
porem foi-lhes logo fornecida a necessaria roupa
pelos passageiros Dr. A. V. Farreira Penm, A.
Nuncs Pirese Jo.io Brlmiro Looni. A'senhora do
Dr. Penna promoveu a favor desses desgra<;ados
uma subscripgao que promplamente foi assiguada
por todos os passageiros. Estes por seu turno
dirigiram por e enpto um voto de louvor ao coin-
mandante Mr. E L. Tiaklepaug, aos seus ofQciaes
e marinliagem pela auao caridosa, que haviam
praticado. 0 commaudatite, para completar o
sen aoto, vai levar gratuilamente a Bahia os nau-
fragos, de ondo sao naturaes, e onde teem fa-
miha. >
Falleeea no arsenal de guerra o capitao do
1." regiraento de artilharia Cesario c)e Almeida
Nobre de Gusmao, natural da fregaezia do Poc;o
da Panella, bispado de Prrnambucc, fllho legilimo
do major Antonio da Silva Gusmao e Cesaria Can-
dida Ncbre de Gusmao, residences em Pernambn-
co, soltelro.
Recoohecea e legitimon seus dous filhos Joa-
quim e Cesario, os quaes inst'tuio como seus her-
deiros universaes, menos de sua terea, que dei-
xou a sua mai D. Cesaria Candida Nobre de
Gusmao.
Declarou ter ao ibesouro a quantia de 2:000
mais ou menus de seus soldos e veneimentos de
militar, ainda nJo recebidos.
Declarou mais ler entregue ao corretor Numa
do Hego Macedo 50C libras esterlinas para trocar,
o que fez aquelie corretor, pagando-se a seu ir-
mao Antonio da Silva Gusmio Junior, resfdente
om Pernauibuco, a qutDtia da 700J1 que lhe devia
o teslador, resgataa*-se a declaracao de divida
que lhe passara ; que linn a uma.pequena livraria
e varios objectos de seu uso no arsenal de guerra.
ftomeou seus testamenteiros, em prlrueiro lu-
gar o corretor Numa do Rego Macedo, em segun-
Aacora, o em lerceiro Auxencio Nobre de Gus-
mao. residente em Areas A'oroeou para tutor de seas filbos o capitao
Ataaneio Pulcberio da Frauja.
tt Sea testtmenteiro mandari dar a cada um
deseu* filhos a mens3lidade de iOiOOO.
Ei< as noticias commerciae* da ultima data ;
Nao bouve aiteragio alguma po mercado de
que se eonservou pouo activo a 2a d. papei
bancario, 23 3|J6 d. particular aobre Londres
Negociarani-sc lotes iosignilicantes de sohe-
ranos a 9<530 e parlidas regnlares a 9*600 a di-
nbeiro.
Fizeram se boja pequepas vendas de eati e iu-
aigniikantes (tj assusar para consumo.
Nao uos coustou fretaiaento algarn.i
H HIA.
So dia 23 do eorreajte assumio as redeas da
admioistracao da provincia o Kxm. Sr. Dr. Ve-
nancio Jose de Oliveira Lisboa.
FaUeceu, na capital, o abasiado proprietario
Antonio Fran^jsco de Burros Itaparica.
No dia > do corrente.inaujurou-sc^a ca-
pital, o asylo de S. Joao de Deu, para r'ecolhi-
mento e traljioeoto de alieaados
Arribou, no dia 23 do correr,!". por falta
d'agua e de earvao o vapor equatoriano Villa de
biibdo. qua ia de Liverpool para Guayaquil.
Clwusra procedente & ilha do Taiti, o {rans-
porlc da guerra franeez Var, com 630 sentencia-
dos para a Caiodonia.
0 cambio j'j.bre Loodrei regojsvj 23 a 23
3!8d. ,
famaan amanSteceu U'lntemear aosso portoo
r ,ljr*'->ileiro Pirnjum', traaaado datas: do
<-^ta^ile 20, do Rio Granie ate Ti e da Para-
^^HaT6 27 di corrente :
Ja se achava ao exercicio de secrelarlo do
'ovcrno da preWncia, o Dr. Attnino Alvares Af-
'^.*-..
iega rendea de 1 a 15 do corrente
7ft0j 196.
0 vapor inglez fertme, taliido no dia 13
para Liverpeol, conduzio: 2,933 sneeas .com al-
fc'odis, 33 saccos coin cera do carnauba, t dito
com penaas de ema, pesajfdo tndo 189,91'J kilos,
e deixando de readimerio a alfandega 7:73Ui89.
0 edificlo em queMuncciona a alfandega, co-
merjou a deihoronar-se no dia 16, tendo abatido
pane da coberta.
Leraos no Cearense :
* Arribou a nosso porlo para refrescar. o brigae
dinamarquez Freihcit, em viagern de Hamburgo
rrara o Rio Grande do Sol, conduzindo 175 immi-
grautcs allemaes, que se destinam a uma das co-
yonias daquellaprovincia.
jPessoa fidedigoa nos informa que em Pente-
[eosie, termo de Caninde, d^u-se um crime horro-
roso. Um indlviduo, amaBte de uma iilha do ca-
pitao Gongalo Morumboca, decombinaQio "com esta
inalou friamenle a do uma maneira barbara a sua
desventurada mulher, com o lim de casar-se
tun aquaMa. A infeliz senhora delxou 7 lllhinhos
na orpliandade e ella se acnava gravida II
E' desoladora a situacao iia imporunte villa
do Pereir".
Um amigo, escrevenJonos em data do i. do
correule, nos descrcve o estado lastimoso a quo
sa ajha reJuzida a popul.15.ao da]uella villa.
A) Sr. Bar-to de Ibiapaba, como ceareuse, co-
mo Uomem de coracilo, e linalmente como a lmi-
nistraJor da pravincia, pedimos.que secorapene-
tre ill suite daquelles nossos infelizes irmaos,
diapimsanlo-lhejal^umasmig.ilhis do gordo on; 1-
manlo do Estaio, que miuorem a sua alQicliva
situacao.
Attenda S. Exc. para 0 seguiote qnadro, q ie
representa neste momen'.o a villa do Pereiro:
0 quo ha de mais notavel aqui e que t)m
absorvido tndo mais e a var ola que grassa com
uma inten-idade horrivel. Con'.amos ate hoje 193
doeotes e G1 mortos, e 0 mal so vai estenJendo
cada dia mais.
0 estado dessa villa e lastimoso. Na ha Cam-
mercio, nao ha viveres, nio ha medicamentos,
nao ha facultativo, todo dia merre genie, lodo
Iia a peste accommette a alguem. Qaem mais tern
soffri Jo sao os pobres, que a nao acharem debt e
os raoradores da jui alguem q:ieos socorra, mor-
rem a mingua dc tudo. Coitados !
Qjantot nem uma esteira tern para se deita-
rein I Qaaatos uera um paano para se cobri
rem 1
(i Em muilas casis so entra e se eneonlra um
quadro trista e aflliclivo I Pai, mii, filbos -toJos
cahidos, quasi expostos ao relento nessas choupa-
nas mi-eraveis, tiritanh de fri), sem re;ne:ios,
sem alimentos, se:n cams, sam ciberta I
a Faz do tanta pennri.a. a
KIO-GlUNOi: 00 NOi'lTE.
Nida recebemos desta provincia.
PABAHTBl.
Foram bastan'.o f j-te'a los aqui a vespers e
dia da S. Joao; e apez.r da gran le quantidade
de buscapes, salvas, pistolaS e outros fogos pro-
prios dessa fasta, n;ui ae mteceu iacidente algum
desagraJavel, 0 que 6 rarissimu.
0-crgto da opoosi&\ 0 Detperlaior, vai na
sua marcha de escc'.: la lerindo a todos, desle o
iiiinisterio 7 de mrr^i, ate 0 mais humilde agente
da poder.
De prefereucia o::u.)a-se do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, que, no seu eatender, e causa
de lodas as d.'.sgrajis que por ventura teem aeon
l.vido no proviacia, e ale' no mundo inleiro.
Tinhamos ouvido dizer por pessoa competente
que 0 odio, elavadj a um Carlo grao, era uma es-
peoio de luucura ; e agora aos conveacemos des-
sa verdade, pelo que estamos preseuciando do
Despertador para com 0 digno e laborioso presi-
deuie da provincia.
E' preoiso ver, para crer I
Teve lugar no clia 11 d> corrente pelas 3 ho
ras da tarde, 0 assentamento e beni;io da primcl-
ra pedra langada ao la Jo direito da igreja de N.
S. Mai dos Ilomcns, on lo deve princioiar a edili-
ca(jio de uma torre, corredor e sacristia.
A esse acto compare^eram 0 Exm. presideote
da provincia e muitas peasoas gradas, a corrvite
do RvJ. prior do convento do Carmo, frei Alberto
dc Saaia Augusta C. da Vasconcello9, que mais
uma vua vai dar um oxemplo do quanlo vale a
vouiaJe do homem
1 Nao 6 preciso dizer que a freute dessa imoor-
tante obra so acha esse incancavel rcligioso, a
quern 0 ?ai. ja deve tantos beoeficios iguaes
Assumio o exercicio intei'ino do cargo de chefe
de policia desta provincia, no dia 17 do corrente,
o juiz de direito di conwea do Pilar, Dr. Clau
diano Bezerra Cavalcaute
c Chegou m vapor do Sul, que aqui tocou no
dia 11 do corrente mez, e ja assamio 0 eumuian
do da companhi.a de aprenJi es m.aricheiros, para
que fora interinam'nle nomealo o Sr. primeiro
tenenle da armadi, Domingos Jos6 da Atevedo.
Renderam as du.as renariiySes publicas, alfan-
dega e consulado provincial, do 1 do corrente
reezate hontera,a i.* 9:242^.946, a 2.' 6:6JOJ50t4
"ISfetSo^Syi*^"7*' to"""C* u,Nltimo da parte/nrMioa. 0 julgamento d.ve ter
rj.aria reira ode 1874 -187a. jnar nf) m ,. (ffc = |h
impoKi.n vrmvifu-.;.<*. ~ Termin* no
dia 8'de jullio'o prazo tie 30 dias dtefs' nurcado,
REVISTA DIARIA.
Enforcado. -Foi como amanhtceuem uma
arvore, no lugar Poco, do districto da cidade de
Goyanna, 0 individuo de nome Manoel do tal, co-
nheciio por Manoel Gordo, e alii residente.
Das iuvestigacoes proceJidas pela policia, pre-
surae-se ter side 0 acto resaUalo de alienacao
mental.
. Kx>li 3ue uos communicarain de S. Jose da Coioa Graa-
e c fizemos publicar nestl secijJo de nosso nu-
rnero de 16 do cxpirante mez, a respeito de cartas
e macos eaiontrados no mar por Pescadores de
Gamelleira e Peroba ; 0 i|ue fez suppor um cao
de n3ufr3gio, podemos agora declarar queos_Uc-
cedido foi motivado pela cahida ao mar, de bs'rdo
do vapor Parti, em sua peuull'ma viagern ao nor-
te do imperio, da mala da Bahia que 0 mesmo va-
por conduzia para AlagSas; 0 qua se deu na oc-
casiao em que 0 ageote das maia?, arrumando-as
em seu belixe, escapou-se aquella pela pequena
janella do mesmo. 0 occorrid) so o communi-
cou 0 ageote a directoria dos correios na cdrte,
que 0 multou em 100,000 reis
Dinbeiro. 0 vapor Jaguaribe trouxe para :
Baltar, Oliveira & C. l:000300i)
G. De Lailhacar & C. 1375800
0 vapor Marquez de Caxias troaxe 130J1000
para Alfredo Vidigal.
Fernando dc Noronba.-A sahida dp
Jaguaribe que devia ter lugar no dia 1 de julho
proximo, Gca traosferida para 0 dia 2 do mesmo
mez, as 3 horas da tarde.
I'lHiiiiiii. iKiK-oiotini e Ccogra-
liliicu. E-ta as-uciai;ao, inandl amanbi, as 7
horas do dia, celehrar, na igr-ja "do convento do
Carmo, missas pela alma do seu fioado consocio 0
Rvm. conego Lino do Monte Carmello Luna.
Hutnca. Sahio a luz 0 n. 8 deste jornal
illustrado. -
lunta dc emancipacao. Nj dia 3 de
jalho deve con>;ar a fnnrcionar a junta do eman-
cip'acao de escravos, ho pacn da camara munici-
pal, de accordo com 0 arL 30 do regulamento que
baixoa com 0 deereto n. 5,135 de 13 de novembro
de 1873.
irrcnialariii'H provluclacs. Perantc
a junta da thesonraria provincial vaoa praca, no dia
3 de julho (qufOtafeira): os reparosdo empedramon
to e da bomba da varzea do engenho Tapera, na es-
trada da Victoria, orcados em 3:245*000 ; a ponte
sobre 0 rio Serinhiem, no lugar Pad Sangoe, or
c3dam 9:57O|O0O; a bomba para q povoado
dos Mantes ; 0 fornecimeuto de medicamentos e
atensis 2 enfermaria da casa de deteneio; e a
ferragem velha da illuminar^ao da cidade de
Olinda.
Cumara municipal do Becife.
Amanbi comecs esta corporacao a sua i* sessao
ordinaria do correnle anoo.
Coiupnniiia do ateberibe. Na sede
desta companhia vao a praca, pelo tempo de um
anno, 00 dia 30 do corraute (amanha) os chafari-
zes do bairro da BoaV'ida, e das povoagoes do
Montejro e de Apipucos.
i-yaaiMlro. -Soli este litulo deve brave-*
inenie sahir a luz, ao Rio de Janeiro, nm remanca
do Sr. Dr. Luiz Mari:: V/daY, natural de Minas-Ga-
r*a>, no qua! 0 antor descreve ceq8 da viJa fa-
railiar do sua provincia uataj. As3.,aa tp nas li-
vrari.as ditU cidade, a raiSo de 3^009 0 yg>
lame.
AuaoH flMaitveiroa.Termiaa it,'ca-feir*
pelo eonsufido provincial, para pagamenlo.'.lrvfi!
do multa, dos impostos da de.-ima urbaaa, ue a ",'o
sobre bens de corporacoe3 de mao morta, e de 60
r^is por litro de agnardente, correspondentes ao 2
semestre do exercicio de 1873 -1874.
CJj nanaslo provincial. -Terra feira (30
do corrente) termina 0 prazo de 8 dias, marcado
para 0 pagamento das pensroes dos alumnos
deste estabelecimento, no trimestre de julho a
setembro.
Arccblspo da Bahia.No dia 23 do
corrente deu a alma ao Creador, victim.! de pade-
cimentos chronicos, na capital da Bahia, 0 Exm.
e Rvm. Sr. D. Manoel Joaquim da Silveira, arce-
bispo e primaz da igreja brasileira.
A esso respeito lemos do Dtario da Bahia :
" Foram hontem dados a sepultura os restos
mortaes do pralado venerando, que p ir 13 annos
foi 0 primaz do Brasil -0 Sr. D. Manoel -Joaquim
da Silveira, coode de S. Salvador.
" Nasceu o finado metropolila em II de aliril
de 1897 na freguezia de Santa Ri'a do Ri> do Ja-
neiro.
" Foram sens pais Antonio Joaquim da Silveira,
empregado da anliga casa da moeda, ereada
naquella provincia no seculo passado, e D. Maria
Rosa da Conceicao, desiimidos de riquezas e de
tilulos uobiliares.
Joven ainla, foi para 0 seminario archie >is-
copal de S. Jo.-e, do Rio do Janeiro, onie comegou
os estudos de huminidades, concluindo-os nas au-
las publicas da mesma cidade.
" Tendo acabado esse curso do aprendiza !o, e
mostrando vocagao para 0 sacerdocio, voltou de
novo aquelie seminario,' e alii fez sous estu los
theobgicos. No dia 2 de maio de 1830 recebcu
elle a ordem de presbyt^ro.
" Foi a elle, ainda iliacono, a quern 0 finado
bispo do Rio de Janeiro D. Jose Caetaao da Silva
Coiitinho, tendo de visitar a dio-ese e levando
comsigo 0 secretario da camara episcopal, encar-
regou de tolo expedient! da mesma e da econo-
mia de sua casa; e de tal sorta desempenhara
essa incumoencia, que aquella bisa > o consertoa
depois dislo semyre junto a si ate 1833, epoca em
quo morreu,
" 2m 1814 foi oppasitira fregoezia de N-issa
Senharada Coneeieao da Cadelaria, e em 1836 a
fregaezia onde nasceu.
" Apezar de oecupar nalisu o primeiro lugar
em arabo- 03 concjrsos, outrem foi 0 preferido.
" Mais tar te, porem, em 1J do nove nb-o de
1817 foi nomeado len'.e de sajraia Ibeologia moral
e dogmatica do semixoario dc S. Josrj, cuja cadeira
regeuatu at dedezembro do 1-3I, tendo sido em
28 de julho do mesmo anno nomeado exa ninadjr
synodal.
" Tendo dado provas de tin) c prudencia, foi
esco'.hido para 0 im;>ortaats cargo de reitor da-
quelle seminario ate a data acimi de 31 de de-
zatnbro do 1831.
" E 11 2 do dezembro de 1839 foi pelo regente
Pedro de Araujo Lima, dep e hoje ja fallecido, eleval j a calhegjria de canego
da capella imperial.
.'; Alguns aoais depois, em 184J, tend) sido
ajuslado 0 casameuto de S. M. o Pnperahr com
aaugusta priaceza rer.l das Daas Sicilias, hjje
unperatriz, foi olio nomead > capetlao dessa au-
gnsta personagem, e parlio para Napoles iiesse
caracter a bordo di fragata Consiiluicao, que fa-
zia parte da esquaJriiha que a 3 de man;) da melle
anno deixou 0 Rio de Janeiro para ir a Napoles
buscar a fulura imperatriz. Por semelhante mo-
tivo foi condecorado pelo rei das Duas Sicilias
com a cruz de cavalhoiro de Fraccisco I.
" Tendo com faliciJaJe regressado daqaella
importante ommissao em 2 de setembro do
mesmo anno, contiuu.'u no exercicio de seus em-
pregos.
" Em 14 de marco de 1814 fai condecorado pelo
soveruo imperial coma cotn.nenJa >lt brdem de
Christo Em 10 de setembro de (843 foi nomeado
promoter do bispado do Rio de Janeiro, e em 13
de ootubro de 1847 leve a carta do titulo de con-
selho.
" Foram relevantes os services prestados p?lo
finado naquella provincia ate 1831, quanlo,
em rewmpensa merecida, foi escolhido por de-
ereto de 13 de maio de 1831 para bispo do Mi-
ranhao, cuja diocese estava de luto pela m irte
de seu pastor 0 Sr. D". J-"rei Carlos de S. Jose e
Souza.
" Ema de setembro do mesmo .anu) 0 santo
padre Pio IX continnou a|uuila escolba ; e fa:
elle sagrado na imperial capella pelo coade de
Iraja, fallecido bispo da Rio da Janeiro.
Durantit lado o lempo qae Mb e;teve, exerceu
um verdadeiro aposlolado de caridade evaagelica,
de mansidao e de bons exemplos. conspguindo fa-
zer seu nome veneralo e respeitada par todos us
seus diocesanos.
Foi assim quesaulos.a no a proviacia do Ma-
raniiai deixar seus i.ires o.sei venerando pasl>r,
escolhido a 3 de Janeiro Je 1851 para preencher a
vaga me noarcebisoado deixara a morte do sem
pre lembrado marquez de Santa Cruz.
No consist>rio da 19 de mar5) daquelle anno
foi 0 Exm Sr. D Manoel ppeonisado arcebispo da
Bahia, e pouco tempo depois chegou a esta pro
vincia.
0 qae foi aq.ii 0 finado primaz dizem no suas
obras de.caridaJe, uogidos t dos os seus actos do
espirilo evahgelico, gasta t>Ja sua vida na pratica
do been.
Na eloquencia da silencio, lamentaremos que
fossein seus dias tao inexperadamente cortaJos
apos a molestia qae 0 prostrou no leito da dor.
t Ainda nao ha muilcs dias, na seguada feira
pela inanha, parecia que 0 mal cedia, e qua a
ProvidenciaDivina queria dil.lar ta> faaesto suc-
cesso.
Infelizmentj, porem, desde a tarde desse din
a molestia recrudesceu, e na tares fefra as 10 !i -
ras e meia da noite 0 nosso veneranio metropolila,
na serenidade de sua consciencia, como im jnsto,
enlraaava a alma ao seu Creador.
Dizem nos que breve, rapid 1 foi sui agonia ;
e que tanta placidez de espirilo apresentara nessa
hora extrema que sua alma desprenJerase d >s
liaraes terrestres ti) serenamente Como seja de hi
muito nao pertencesse ella ao corpo human).
< X.ela mais restava senao Iributar-lhe as honras
devidas a sua alta hierarchia.
t Seu cadaver, revestido a pontifical, foi deposi-
talo na mesma noite na camara ardente. no'pa;o
arcbiepiscopal, onde grande foi a eoncurrencia de
christaos, do ambos os sexos, a prestaretn 0 der-
radeiro tnbuto degratidao nas sentida preies en-
viadas a Deus, e nos signaes de seotitaento pro
fiindo que enlutava-lhes a alma.
. Hontem is 9 horas e meia da manha foi 0 fe-
retro Conduzio em procissao dalli para a cathe
dral A esta ceremodia fuuebre compare*.eram,
alem de numeroso concurso de cidadaos, as prin-
cipaes autoridades da provincia, todas as irmanda-
des religiosas, religibsos de todas as ordeu", semi-
narisias, etc.
Carregaram 0 ferelro, em primeiro lugar 0 ca-
bido, e depois os vigarios.
Na catheJral, onde armara-se nra grande ce
notaphio, foi elle deposiiado, cclebrando-se, com
todas solemnidades, 0 offtcio de corpo presente.
Findas e3sas eeremonias, foi 0 cadaver sepul-
tado, segundo as ultimas vontades do venerand-j
finado, na cathedral, ao pe da sepultura do falleci-
do marquez de Santa Cruz, em frente a eapella do
Sacramento.
Os batalhoes 16 e 18 de infanteria. e es.iualrao
de cavallaria e a foitaleza do mar tizeram as hon
ras devidas a dignidade do illustre mor to.
1 Por tao infausto acontecitnenlo a secretaria
ccclesiastica resolveu conservar-se fechada dtiran-
te oito dias, eo; respectivog empriigados tomiram
luto por innla dias.
Ejta. Pis, coberU do luto a igreja brasileira.
Vote a metropole os trajos de viavez; e ante a
lembranca daquelle qua foi 0 successor do mar-
quez de Santa Cruz, que.despendeu bens de fortu
na no amparar a pobrea,m)rrendo em miaguada
penuria e que fai a imagera do bom pastor, a me- -
ta agradeclda 6 saudosa escrever-lhes- jcondemaado em seis mezes de prisao simples, Itw-
Biapo de *. Paula.-Aehara se na cvrte,
a procura do allivio a sens iocommodos pby-
sico*.
OTclci-apbb JjsiiI>mui-liio braisilci-
ro. Lemos no Jornal do Commercio, da eorte, de
21 do corrente :
0 Brasi esti em commontcacio immedii.ia
com a Europa. n
Esta lisongeira noticia, traosmittida hontem
pela manba de Pernambuco, espalhou se rapida-
mente pela cidade, desperlando em quautos a ou-
viam 0 maior enthusiasrao.
c Associaudo-iios cordfaimente a tao justas ma-
nifesta^Sas de regosijo, saudamoso dia 22 de ju-
nho como a data gloriosa da reausacao de um uo-
taVel acontecimeato, que era uma das nossas mais-
ardentes aspiracSes.
0 telegrapho poderoso agente do progresso,
tornaudo instantanea as nossas communicifjOts
com 0 veilio mundo e com a parte septentrional
da America, onle vai mais aJiantada a civilisa-
cao, estreitando os largos que no? prendem ao? nu-
tros povos, auiiudando as rela^Oes, lazcnJo nas
sentir ao mesmo tempo as mesmas imprcssSes,
viver vila coinnum, sera um energico auxi-
liar para 0 mais rapido aJiant.amento do Brasii,
a que 0 future reservajsem duvida graudiosa mis-
sao.
n P.ara todas as classes da nossa sociedado abre-
se com 0 estabelecimento, da linha telegraphi.a
Iransatlantica nova era beneiiea ; as relacoes in-
t'rnacionaes se tirnarao mais intimas e as qnes-
toes qua surgirem terao mais proihpta r fa;:l
salucao ; a artes, 0 progresso das art-s e^ndas-
trias receberao mais forte impulso, 0 commercio
tera assim meios de maior desenvolvimento.
Ainda uma vez sauJamos, cheios de lubila, a
data ti de junho, qtie ha do figurar em letra- Je
oaro nos annaos Jo Brasil.
A grata naticia, apenas recobMa nesta c.jrte,
fii levada a Sua Ma;restadc o Imperador. Ao re*
eebor na Ribliotheca Nacional 0 tctcgramma em
nao o Sr. Daniel Gooch, pre-'idente da companhia
do eabo transatlantico, [tie parti;ipava a abertura
dss communica?o)s telegrap-icas cntre e tal 0 a Kuropa, Sua Magestadc mamftsDu a mils
viva satisfa^io e incontinent! expedio ossegui:/.ej
teiegrammas :
A sir Daniel Gooc'o : a Congratulo-rne com
a companhia pelo estabelecimento da comtnilnfca-
;So cleUrica cntre minha fatrW 0 0 rest)do mun-
do.
A' rainha Victoria : 0 As communicates por
meio da electricidado cntre nossas palrias sio acon-
teetmentos do mais inspieroso futuro para dous
povos que man'.em ealre si as mais amiiaveis re-
lacdes.
t Ao rei D. Luiz de Portugal: t Liga a elec-
tricidado dous povos irmaos. Jubilosas coogram-
I igdos e saudosa" lembrancas'.
Ao rei D Fernando :" Inangura s) neste
momento 0 telegrapho electriio entre nos: saudo-
sissimas lembran-as. >
A's Sras. con lessa d'Aqaila e prlnceza de
Joinvifle foram tambem dirigidas communics^'??
eontendo manifesia^oss de regosijo e palavras de
amizade.
Trahsmi-ttida a noticia para 0 pay) de S.
C'iristovao, S. M. a Imperatriz expedio igualnen-
te telegr mmas ccngratulando se com seus ant^s-
tOS irmaos.
0 Sr. conselheiro Mnthias de Carvalho, minis-
tro portuguez nesta corte, que se achava tambem
na Bibl otheca Nacional, telegraphou cumpriinen-
tando 0 Sr. D. Luiz.
Na camara dos depntados, 0 respective presi-
dente, Sr. conselheiro Correia, antes de dar a or-
defm do dia, disse :
. S.mhores I julgo dever transmitlir vos uma
grata noticia. qua acaba de me ser dada com ?egu-
raflfa, e que e do maior intoresse para nossa *;!-
ra patria.
U.11 dos grandes elemer.tos da civillsacao mo-
dem:!, c tjlegrapho, trabalha ja entre Pernambu-
co e a Europa.
Pica assim c Brasil em communicacao imme-
diata com 0 velho continente, estabelecettJo-se as
mais rapidas relacftes entre a capital do imperio
e as grandes capitaes dos es's.dos mais poderosos
da globo.
DanJo esta importante noticia, que estoucer-
to, sera reeeblda com a maior satisfarao, sinto que,
por nao ler bavido sessao, lique a camara iRhibi-
da de resolver que se inclua na acta qualquer ma-
n;fe?tag?.o.
t Na praija do commercio, ^penai se divulgou
a grata nova, manifestou-sc grande enthusiasmo.
Do is ban las de musica tocaram varias pecas ate
as B horas da tarJe ; ievanlaram se estroildosoa
vivas, cat irosamenie applasdiios, rccitaram-se
discursrTs e poesias.
Por iniciativa de alguns corretores abrio so
uma subcripc.io em que os directores dos estabe-
lecimentos badcaiios e grande parte dos princi-
paes negocian'.-s so ins:reveram, para 0 lim de
colhgir se uma somma que sera destinada a com-
memorar de modo sohmne 0 dia 2! de junho.
Varios eliflcios csti7eram embandeirades e
nas ruas principles a populagao da cdrte tro:ava
i- injratalafSos pelo importante nulhoramento que
aeabava de realisar-se e sera fecundo em beni-fi-
cios para 0 paiz.
Fanailia imperial*-Sezundo telegraQi-
ma, recebido na capital da Bahia, S5. AA. a Sra.
princeza imperial I). Isabel, e seu augusto esposo
0 Sr. eonde d'Eti, chegaram ao Rio de Jan-ira, no
dia 23 do corrente, a bordo do vapor franeez Gi-
ro ride.
Segundo diHtricto naval.Pelo minis-
terio da mannha I'oi expedidi ordem no comman-
dmte do 2' distri-to naval que estenda os cruzei-
ros ate" 0 presidio de Fernando da Noronha.
K-tat-.:ii (las raculdades dc me-
dicina. -0 minislerio do imperio dirigio, em 2
do corrente, 0 segniate aviso ao conselheiro direc-
tor intetiao da faeaJdade de medicma da corte :
Declare a V. S. em solucao ao sen ofllcio de
23 do mez proxuiN liado, iue nao se refenndo aos
dentisias e saogradores, nem directa nem indirec-
tiinentc, a disposleid dos arts. 28 e 118 dos esta-
tutos porque se regem as faculdades de nitdicinn
e a doutrina do aviso n. 509 de 8 de novembro de
1835, podia ser almittido a exatne, como 0 foi,
Joao de Figdeiredo Lima, afim de habilitar-se para
0 exercicio da profissao de dentista ; apezar de ji
ter sido inhabibtado por duas vezes, e deve-se pro-
ceder ao respectivo julgaroenlo.-. Por esta occa recomuoeudo a V. S. a organisacao do regimehto
especial de que trata 0 art. 26 doscitados estatutos.
De>is guirde a V. S.-Jouo Alfredo Correfo dn.
Oliveira
Ordcnados dc juizes de direito.
Em data de 17 deste mez, 0 ministerio da justija
expedio 0 seguiote aviso a presidencia do A oa-
zonas :
Illm. e Exm. Sr. -En offlcios as. 11 e 17 de
5 de agosto e 8 do novembro de 1872, n inspector
da thesoararia de fazenda dessa provincia coraoiu-
nicou haver decidiJo negativameate a duvida, alii
susci.ada, de competir ordenado ao juiz de direito
nomeado presiJente de provincia ate que tome pos-
se deste cargo, e da data em que 0 deixar at* reas-
sumir 0 exercicio em sua comarca. Declaro a
V. Exc para 0 fazer constar ao dito inspector, qua
os juizes de direin) e desembargadores nomea los
presidentes de provincia percebem os ordfenados
de magistrados ate que tome n conta da commissao
administrate, conforme decidio 0 aviso de 4 de
maio de 1868, expedido ao presidente de Sergipe
ern virtada da imperial resoluciio de consulta da
secjao de justija do conselho de estado, mas dei-
xando el|es a presidencia s6 continaario a venier
aquelles ordenados depois que reaSsamirem nas
comarcas en relacdes 0 exercicio de seu3 cargos
de magistralura. De is guarle a V. BxcMonoel
Antonio Duarte d; Azevedo. b
ConMHho Supremo Mllitar.Ni ses-
sao de 20 do corcep'c foram jalgado? os seguintes
proce8sos ;
ExtrcUo. Tenenle Estevao Ribeiro dasSan^s
Munteiro, accusalo do crime de haver pablicado
um etcripto injurioso e calumnioso contra a major
eucarregado, do expedienle e detalhe do q'uartel-
general da provinc a do Rio Grande do Sul, sendo
ha na lapida que sellou sua beasfica passagem
nesta vida dolorosa as sacrosant s palavras do
martyr do Golgotha: -Pertransiit benefiicieado.
Proeeswo do bispo do Par&.-Rece-
bou copia do libello accusatorio psra conlrariar, 0
bispo do Para respdndeu do modo seguinte :
ft Nida mais me resta qne fazer senao appellar
para a jusiica divioa, Em mihha prisao, no arse-
nal de maritiha da cone, .17 de junho de 1874.
D. Antonio de Macedo Costa, bispo do Para.
Pox despacho da presidencia do supremo tribu-
nal de jnstica foi ordenado que 0 processo voftasse
ao conselheiro relator, e nas duas sessoej que fo-
rem designadas terio IfJgar a leitara do processo
e julgamento final da causa.
No dia 27 (sabbado) eomecoa 0 julgamento,
sendo 0 diocesano defendido pelos Srs. senadores
Zacarias de Goe* e Vaicoocellos e Candido Meiides
ds Almeida, e depntados Au'onio Ferreira Vianna
0 yaspaf da Silveira, Martiqsi, encarregando-se 0
vando-se lhe em c-aota 0 tempo de prisao j a soffri-
da ; foi esta sentec.a reformada, para condemna-
rem 0 re0 em seis mazes de prisSo era uma forla-
leza, como incurso no art. 7" dos de guerra. Solda-
dos Jose Alexandre Ferreira da Silva e Manoel
Rodrignes da Paixao, aceuJados do crime de terem
deixado evadir-se um preso ; tendo sido condem-
nadais a serem posDs em lugar do crirainjso ; foi
reformada' a sentence para imporem a pena de-
seis metes de prisic a cada um. FeKppa Jos6 dps
Santos, accusado dc- crime de feriraento e condem-
nado a seis raezes le -priiao rigorosa foi confir-
mada a sentenca. Mircellino da Costa Amaral
Rosa, Caetapo Jose Antonio, Joao Baptista, Antonio
Jos6 de Saht'An.^a, \ntonio Hygino ^mplicio e Ma-
noel Joaquim de Lima, afecus'ados do crime de 1*
desercao simples e condemnados em seis uiezes de
prisao cada um : foram confirmadas as senlensas.
(oionia dc Mctlray. No relalorio do
minislerio da justica, sob 0 titulo Imlituirdes pre-
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oaegniote:
qae ehr.na para
asfs pont'j rossa
r o qua 39 tem
H adfatjlM'wJ^ita'e -ancdfiffaraos
t| Altars de. sereui imitiflas. E' bejp co
t a catena- grie<*a e peniteaciaria do
_ a ciaco roilhas de Toars. i9>te estabe-
, qne de ordinario contem eerca 9a 700
aaaauras, i Jevido principal mente ao zelo e infati-
prt jiMttire| le M. fierau, seu fnndador,
fe ajaaU hop dirig/. Durante os 34 anno?,
&,** 17 ilbus, illeajliroo?, 1,637 orphans,
1 eageibdA* on abaowmanos, 595 sujeitos a
aadra*> 00 a madrasta, 381 filiios de aniues ilii-
rtas. 8M enjos ptis j>u irmios tinham estado nas
prisdes. a 7 cow Pal ou raai ttra condemnado a
pen ataaia. Todos esses desvalidoi forara alii,
abrigaauecaM em uni asfugio contra os vicios'
* \i os salvarara do crime. Assim, M. De-
a Mi' eaasegaido raalisar a sua divisa, que
e-SM*a can lajimai 0 homem. pef a teiro, e n
terra pete k-mum."
%"Hla>-BeIiaa.A's pressas lhe escrevo, para
aaer-lbe wgaiofc
Puc circumsianeias imprevistas, vio-seojuiz
ate Mio uthgado a adiar p ira 27 de jullio, o ju-
i> 45 leVni'j ooTriumpho, qua se acha-a convoca-
d' para 6 daqnelle met.
E- a Duile de II de junho corrente, e.;capon
e-4a Tina de ser p tfccairo de urn e?pectacu!o bem
in^ie, JepHMoM deseu estado de aivili-acao e des-
gralave! por.ine poder i a ate tor dado lugar a mor-
t*. A opposicao a mm ordem de habeas corpus
1 oats passaia.
E o f sto eonto dense :
Km a acitt de 4, presas, foram nmas malhe-
r petea Mteaeatos prabcados em am soidadj de
patina, qne a uma deltas quiz forcar em sua pro-
p-ifj,oj iaa-s forara d -clarados leves pelos
peritet^me r.rocederam ao corpo de delict0.
\.i dii 10, reqaerendo Hiss uma ordem de
>afc>u r rpn' em sen faor, e reeooheeendo 0 juiz
4**rrl> |Has dnigoocias e inf.>rmacoes a que
prxtudea, ait terw sido presas cm llagrante, fo-
ram ellas solus en Tirtnde do respectivo provi-
Srs. T;*> RsiW T.iBrWjfi*, e Se9Bt Junior, tvbll der
proposw to Sr. V. Borges. Oeeupadk* a aadWra
da presidencia pftj ra^pfwtiYo fiee-presWettW,
orou v Sr. Bandeira de Mefio, explictW' 0 ii>*
&* je* rimento do Sr R-a e Sttva1, HmhandJ as attribui-
edee do so'omisiti 3 de reaaecBDi' Falteam, sobre
0 aaeumptj m Srs. Arauj 1 Slaeiel e A. Mira, a
fni rejeiiado 0 reo/ierimento. B- pedialo a Sr.
F. B'M-ge* quo fos-e revogada a disposieio %a
confaria a nas a e dirsitu ie aceitar ou rejeiUr ar-
tigos de pessoas estraahas a soctedadu, foi adlada
a discussio da petieao a requerimento do Sr. A.
Meira. Encerroue a sastao ai 6 boras da
larde.
Riklioihucn i1h riMiw.-A's livra-
rias doste cidade acabam da chegar exeuipkreM
da 7' oadorneta dasla importaale publica^ao, coo-
teado a coniinuagao do romance A muiker do pi-
lhaco, por Xavier de Monlcpin. Contmtia a as
signar^e a 400 reis cada cadernela.
jtaaeta Imiiiiia. Acabam de cbegar
para as livrarias desta cidade 00 as. 72 a 75 desla
revista, contendo :
N 71-JiVgamenlo do desembargador Visguei-
ro. Em argis.de nullidade. Mandato mercantil.
Propostas para arrematacao. Crime de respon. lidade. Jurisprudencias porlngueza e franceza.
' 73. Porca probante de senten^a civet no
m)momm,mmirr** tleMM>iigu*
N.
A < 7 horas da aoite, do mesmo dia, na forma
* r tj-n. achaado-sj 0 juiz de direito com sua
fealados a porta de sua casa, prescneiou
MA i-sf jlla e>m a maior osKntaQao c>n-
Hi-* pre?os e s-'m ser de costume ser da
ft n* bidalada - Inlasanl-* o que aquilin era, iutormaram lhe
; a? trim a* atul^ieres, qae tinbam sido soitas por
*!.':* rarawt, que haviam de novo sido presas a
crfera 4< ju 1 muaicipal supplen!e Sebastiao Jo:e
de Magaibies Lapitta, a requisi^io do promotor
:'.'.> I i-e d" B.irros Fran:o, quo immoliata i'
atnaxTi 'm?nlc, dapais do bavorem sidoellas sol-
v tin de sanidado 0 conseguira se
ram edastderad is grav.-s os mesmos Ferimentos.
- It. -nun mtt' mandon o juiz de direito chamar
a >aa j-'e-^nra o career iro e o cabo da guarda
4a caxsa e a4?ertira-lhes, leodo-lhes as dHposi -
r I jraes. qae aqaellas mulheres aao podiam ter
ail) ji.-Ji facto presas e ser recolhidas a ca-
dsta. enji vet qae liaham sido soitas por habeas
-siaxu, quse as recoihessc iacorreria nas panas
s viado a sna casa o juiz municipal, con-
j:i < cv.>ace I j da dlegalidada do seu acto,
seal* as re'erilas mulheres soitas logo depois.
%'caJo juiz dedireit) que de conformidade
:L 331 do codigo du proce^so nao podia
: sir de advertir o jail municipal e
ynaaanr da illesahdad<> dos aatos por tiles prati
1:a ??gnint*, d'este adverlio-lhes official
Ma.
Uescurtrzinente raateaado lhe 0 promotor,
- raaia so li-nenl de niodo e^erpicamente, foi adverti-
' it!', le dir ito, di iginio-lhe 0 officio que
d ir a-^reveiaos por delle constar 0 pe em
q it Zzavx as eou>as:
kaaa de direito da comarca de Villa Bella, Ii'
:-jii 1 le I87i. De c nformidade com 0 art.
- Ii? 1 d i nrocc ai pule atca proiujloria c pes.-oa alguma cmba-
rar-r a pleat execuc.io d 1 uma- ordem de habeas
s, eai virlnde da qua! e 0 paciento solto por
1 to nao haver sido preso em llagran-
cjo eaem sr o crimo inafnaneavel, imme-
diaicmcate requertnd) exame de sani lade e atro-
jffl.diaitiflk' consegulndo ser cousiderados graves
Mrateaios reconlitcid /ji-iuado eubleoJo a prisio do meimo pa-
.l*, anl.is da prouuncia.
A i* se nao presta a lolra do art. 13 2 da
-a n. %tX de 10 de setembro de 1871, porque,
nas faculur a prisio antes da pro-
aia*. ^fclmTT** n? oyo procedcra ao
..'.-. <-n a requisicao, etc.so referem a pro-
p's it qae s^ja o delinqnenle e nao a etassificacSo
-.* part poder ser idle do novo preso depois
11 ; A i-T 1 ^e niopr<-sia a letra Id art. 18 g T da
)- I-;, paraas aspahvras r.om obsta qual-
h n->t >, qae possa ler lugar em juizo
. l^t} so re'oren a foraraeSo da culpa e nao
prisaa da pacieale qua foi solto por habeas-cor-
t r.-sulta do suu palavras iniclaes-A
ar^ssio, etc.
- Mj.i iu ojs a ist) se prosta 0 espirito do am
- -" ;oragrjpjo, por juoo eontrarioseria sup
- t-;n e nlra UcSo com as amplas garantias
aeaa sera-te a plena execu.-ao de habeas-
11 ivHa lei ;inda no proprio art.' 18, polo res-
.'aianfati no'art. 73, peio codigo cri-
mtr.--.' aas arts 181 a 188, pelo co.ligo do processo
fa, 340 a 353 e pelos avisos de 22 de junho
Jj aani p>sado, 4 de feveroiro de 1834, 12 de
|aa*ia aSda oat-bro de 1835 e4dejunho de
ar ndo ou se refcrtaao ae dizer qua 0
y'< deve str preso dep is de ondem
so["!ii.-ma 0 pMeuder-sc sus-
-... r q ie nnicaraento e prohibldj polo art. 187
i 1 -r, aMl prender se pela im-sma causa,
a* se o pole later logo que pelo exame de sa-
fd-.Jr sio d;elarados grav.s ferimeutos reconhe
tjada orpide delict); por isso que di
->> aada iaflair na classificacao do crime
at da algum tender a madar a causa, princi-
: facio ou aconlecimealo pelo qoal se foi
.
sin .'idvirio-lue mais .|ue, como 0 fez,
1 iirigir a este j.iizo callocando-sc aci-
'.',-. : e mi lhe nao devolvo dii) officio, como
.. ca* Jaes so coatama a procedor, porqae como
a rr -va !**n do sen criminoso procedimeato nes
r .rnarca, vou transmilti 1 ao Exm. presidente
laaa.- O jaiz de diroito, Francisco Cor re a
i-lrtie.
irawjila pnitlira. Na caraara do3
.;. :.: fo iilo e maudadj a oo.a.nissao respoc
I o vegai; :e project 1 :
A aasaadriai geral rescl.e :
- Art. I.* Fica o governo aatorisado a crear
esucada uma das provincial eui que julgar ne-
e nos lugares deaias quo lhe pireeerem
T*j coaveaientes, am collegio dial ao de Pedro
a intsmalo e external j, em qae se ensine as
anwrin aaaaaaala de PeJro 11, por cujos estatu-
.^Jj, c. de caps privileges gozara, po-
ra ease fim crear lugares de professoro
qae s iaipeccioneoi, marcar-bes ven-
Art 2 Ilevogara-se as disposiroes em con-
- da das sessifes em 16 de janho do 1874. -
atajiad .le Amdrjde Braga. a
*aaaBa %aaerir. E^te vapor americano
saUu i Ru ae Janeiro para ooo-io gmrto no
'. -". di aorrente
bra.Dizera [de Ca-
aaaJi- > Ce n-etue:
N B.mtcas ''ma cascavel picoa a Prancis-
c# -atiais de Uacade, qae nao dnroa tints aua-
Vfaatas.
Er 1 :ra carapina Lbarioso e aa mesmo tempo
jattca, e com 0 frncto de seu trabalho conae-
fy> nVinr algoma couja para sua familia.
i>? -jiaado iai tcz estao se dando d'esse*
tsa e.-a pass-as do eampo. 0 anno pas?ado no
Caara, bgar OM:;aa, raorre.-am Manoel Pelix da
JP4 e u*rs irmao, mordi-'o- por taea serpentes.
nl accT'scenli:
1 tom se daij varios easos de mortes
ia le raordiduras da cobras. Era
C ^ato#e d>:-aai-se ires qae ji noticiamo?, e agora
A-icatf-as?ti, qae alii, dealro seis dias,
am p *^a forara ricumas das raordiduras de
cawarrts.
a*ara a Earaaa. Com 23 recebidos em
to, i?rou 0 .Xew 229 passageiros.
Maala. Este vapor portugner, da
. IflaPriaj.-asso aTarfCrao, oicgadohonlom do
4Nrta,ea direitura, nala adiaalou em nolicias.
ale Caaxiaa. Esto vapor, da
Babiaaa, deve sahir na qaaria feira a
tarde para a Itaaia pelas escalaf.
Imnlitmtm WUmfrito e B*lall08ophl-
* Terfa-feiri (14), reanio-se esta sociedad;,
oat sessaa exU apaes.l acadi Sr. Bandeira de M:llo. Vencida
prpea.-.'a, fefa-a appr^rado* socioa effectivos 05
crime. Domicilio nao se prova pelo pagamento do
imposto pessoal. Cusias. Notas promissorias.
Nova^Io. Decendio para appellaQao. Acfio de de-
posito. Appellagao em accio decendial. Prisao do
executado. ErpeciQcacao do valor recebido. Pro-
ce?so crio-inal.
N. 7i.-Preparo dos processos sobre os crimes
do art. 12 7 do codigo do processo criminal.
Venda a retroarrendamento. Arresto e recurso
respectivo. ReivindicaeSo da apolices. Riscoa do
seguro maritinio. Bens dotaesalienaQao. Acta de
julgamento. Crime de injurias-processo. Casua-
lidade.
i\. 75.Crime de concussao. Escriptura. Parte.
Possuidor. Capi'alisaivio do juroi. Liquiddcao de
sdciedad". Embargos de 3* em fallencia. Contra-
tos annullaveis. l'resnmpfSes. Crime de. concus-
ao; decisao em senlido affirmativo ; decisao em
seniido nejativo ; outra decisao em sentido nega-
tive. Prooesso criminal. Processo de responsabili-
dade.
Refornan Judiciaria. Na se9sao da ca-
mara dos deputados, de 15 do corrente, foi lido e
mandado imprimir 0 seguinteparecere projectos :
t As coaiinis.-oos reunidas do juMifa civil ede-
justiga criminal examinaram 0 prejocto n. 284
apresentado por varios Srs. deputados na sessao
do anno proximo passa&o, cvem boje expor a esM
augusta camara 0 seu parecer acerca do assump
to do mesmc projecto. .
t Elle versa sobre dou? prnto* referentes anos-
sa legislacao civil e criminal, n pretende :
0 l." Abolir acompetencia dada aos desembar-
gad >res para pn.-idir 0 jury nas comarcas espe-
ciaes, restitnindo-a aos juizes de direito.
t t* yVbolir as comarcas especiaes, reduzindo
todas aa comarcas a uma so ciasse, segundo a an-
tiga ordem de cousas.
o A compr tencia dos desnmbargadores para a
presidencia do jury, bem como a creacao das co-
marcas ttpeeiaes sao providencias da lei de 20 de
seterabro-de 1871, que refornnu a lei de 3 de
dezembro de I8il.
car-Dos que nao era ainaa tempo de alterar as
suas disposicdes, e quo convinha antes esperar
quo larga experioneia de anuo3, ou a inudanca de
circumst ineias de aossfe vida social viessem de-
monstrar 0 o ao exilo do taos providoncias.
Todavia a respeito da presidencia do jury 0
curio prazo deeorndo depois da execucao da lei
de 20 de setembro ale hoje tem evidenlemeule de-
.nonstrado quo asa ioDovacao e prejudicial a
promf.ta aduiiuis'.r.,; 10 da jn;ti;.a, e que urge sup-
primi-la.
Com effeiio a pratica tem palenteado, qua re-
tirar 0 magislrado do tribunal de segunda instari-
cia para 0 mandar luncoionar como juiz na pri-
meirae prejudicar sensivelmente a administracao
da justica na mosua seginda instancia, embara
cando e relartando 0 curso dos julgamentos nas
relacoes.
"Para demonstrar a verdade desla assercao
basta considerar que'duranto a presidencia do ju-
ry 0 desembargador ndla empregado nao so in-
terroinpo 0 seu trabalho no tribunal, de que e
membro, como tambem impede os juizes, que com
elle julgam 11 j eivel, de despachar os feilos ja vis-
tos p r ese desembargador como relator da causa.
Da |ii resulta, quo qs feitos que deveriam ser
julgados quando 0 mesmo relator da causa deixa
o seu tribunal para ir para o Juiy, so 0 poasam
ser la Wet no ttm dc dtras mete a;
_ I;to constantemonte acoatecs na relagao da
corte, onde as sessSes do jury s;Ij mensaes. e du-
ram sempre os quinze dias da lei.
0 foito quo h juvcra, de serjulgado no dia em
iue 0 juiz rel.!l.r .ai piesidir 0 jury, Qca por este
(acto paralysado por qoinze dias.
Quando esse juiz regressa ao tribunal, sahe
para preMdlr a nova sessao do jury, 0 seu imme-
diato, que e revisor no feito ; e isto occasicna no-
va demora de quinze dias.
Voltando es-e desembargador, que foi presi-
dir 0 jury, sahe 0 seu immediato, tambem revi-or
no feito, 0 qua1 consome nessa trabalho outros
quitize dias, de maneira que so no regresso deste
pode a rcspectiva turma julgar 0 feito, que alias
devena c.-tar decidido iia quarenla e ciuco dias.
. Semplhante e-tado de cousas nio pode per
raanecer sem gramma manifesto para os lidgan-
tes, e sem laeonvenifQCia palente para a adminis-
tracao da justica. quo assim tanto so retarda.
a Essa unica cousideracao basla para determi-
nar a aceitacao da primelia paitedo projecto.
Nao entrain as commi-soos em oulra ordem
de consideracSos, tendentes a demonslrar a vanta-
gem de supprimir essa nova altribuicao conferida
aos desembargadores, porque ellas sao inluilivas
ao espirito daijuellss que conbecem a organisacao
judiciaria do nosso paiz, taes como a necessidade
de conhecerem da appeitepao juizes do categoria
igual a dos juizes appellantes ; a conlingencia (sc-
bretudo nas relacoes de pequeno numero de des
embargadorss) de serem frequeatemente caama-
dos juizes de direito para decidir de appollacoss
interpostas por juizes de grao superior.
isio Gonstitae verdadejra a noraalia, quocum-
preevitar.
Emquanto a altera^ao da lei de 2 de setembro
da 1871, na parte relativa as comarcas especiaes,
as commissfits entendem que a disposigao actual
deve pormanecer ; porquanto della ainda se nao
conhecem resatttdos desvantajosos a administra-
Qio da justi;a.
Esta disposigao entende com 0 systcma da lei,
que nao pode ser mutilado sem grande inconve-
nieucia, e constitue um ensaioque deve ser apro-
veitado, generalisandose a sua appltcajao, se 0
tempo 0 demonstrar proficuo.
a Nestes lerraos pensara as comm sioes que de-
ve ser adoptada a primeira parte do projecto, dei-
xando a segunda do ser porora tomada era cori-J
sidera<:ao.
a -Para isso a= commissoes offerecem 0 seguinte
projecto substitutivo:
1 A assembiea geral resolve :
Art. 1." Nas comarcas especiaes iiea corape-
tindo aos juizes do direito a presidencia do jury,
da mesaia forma porque compete nas ccmarcas
geraes.
a Paragrapho unico. 0 governo regnlara 0 mo-
da de se effectuar esse servico nas comarcas, em
que houver niais de am juiz de direito.
Art. 2. Ficam revogadas a ultima pane do
art. 6' da lei de 20 de setembro de 187! e mais
disposicoes em contrario.
Saia das commisso>s, em 13 da junhode 1874
T. de Alrncir Araripe.A. 0 Gomes de Ctutro.
J. It. G. Alcoforado. ll.de A. P. da Grdca
H. J. Rabeilo.
A assembiea geral resolve :
Art 1." A competencia privativa dos juizes de
direito para a presidencia do jury em todas as co-
marcas do imperio lica reslabelecida
0 guyerno regulaia 0 raodo de se effectuar
esse-isenvigo nas coaiaroas era que servir mais de
um juiz de direito.
a Ar;. i. Todas as comarcas sao geraes, ainda
mesmo aqneilas que sio suites de relagoes, gradua-
da unicamente a ordem das eotraoeias.
Art. 3. Compete ao9 juizes substitutes nas co
m ireas, qua actualmente sao especiaei, as-avs-
mas attribuiofias que 16m os juizes raunieipaes das
omareas peraes
Art. 4. Picara revogadas as disposicSes em
conlrario
a Paco (I.taaaara dos depulidos, em 2 de abril
de 1871, lyi;:,*, 4e,Albuquerque. morat$ Silva.
Freiln ('into Lima.-Joao Mendes.
/we Calm}*' -remand} dg Cartaliio.F. A. Xa-
cier I Marlinho de Freitai. Josi Ber
nmd ,-ado. Antonio Ferreira dos Son-
lot Coiniith \ -AntonioCandida da Cruz Machado.
-~SI. C. A. tiavi Arnawh^-Buqne HtUfdda Tei-
xeira.
Inateiauidadea elerieaea.Nas eleicoes
a que aa pouco se proceleu na Belgica, sueee-
RECIFE,
am,
ratam eoraa protoponisiai
Eis eomo se relata um delle* ;
L'm pat iteiaatWJia da ;i"secijao.:Weral conrlet),,
inha, na vespera da eleicao, escrlproa suaatftoaP WiESiDWOiA
a. reMMlp%pkJpHdy flAiaoal'QjBe ten- '
cionava paramentar.*} no dia immaaiaHj.
No outro dia de manhS, vestio 0 casaco, e" Veri
Qcou se linha au nao a lists, na aJgibeira ; conrl
effeito, lavslava am papel ignal. aaTajDtretantb,
sempre quiz veriH mas, oh que transforraacao 0 nome do candi-
dalo liberal, Mr. Ilaaeas/eslava transmudadono
do candidato ulirjuwotaao.
0 hotnem, tstupefacfo, mal podia crer que se
houveraaperado smneNianle mil/tare; elle, cuat
orria msliciosataeote ao onvir narrar 0 caao dae
aodas bibficas de Cana, em line a agaa fresca C'-r-
tida nos pines se transformou, peft v^Stade Jo S#
nhor, em excetranie vinho, que regatoa os.convi-
vas, um pooco tristonaos e enfadados por ter es-
casseiado 0 precioso sununo da uva.
0 eleitor nao descaJacou-sfm procurar a origem
do milagre, posto que> Se apressasse a escrever ou-
tra lista. Deste mquerito, remJaau saber, que
uma de suas (Unas, que era maiusaimo devota,
havia sido a milagrosa que Szera desappare,cer uui
nome apparecer outro. A menioa dunuaciada
toi, a preseaca do pai, por ordem dasjte, e fnterrf-
gada por este modo :
Fizesie iu isto de teu motu proprio ?
On 1 nio, nieu pai, redargue a beatlnha.
0 meu confessor e qne me aconsethou a. trccar a
list*. Elle me linha dito : Espreitai oade
vosso pai guarJa a lista para votar, e substiiui
la-heis por este. '' E ao mesmo tampo me deu
am quadrado de papel. Disse-me mais que fa
zendo eu isso, fazja utni boa obra, a ajudava a
salvar a ama db tnen pai das pens* do inferno,
impedfndo-vos, ainda qae contra vossa vontade,
de votar a favor dos inimigo* da nossa mai a
sanla igreja. "
0 pai,- condoendo-se da simplicidade da filha,
tratara de a acautelar do tal santo Tarao, qae leva
a sna piedade ate 0 ponlo de estabdlecer a esplo-
nagera em casa dos liberaes, empragando para se-
melhante lim as flllias dos chafes de familia.
I'aprrio d'Auttla-iM. -Letnos n'uma cor-
respondencia de Londres :
" 0 cando Andrassy respondea com dignidade,
cortezia e bom sauso a circular do papa dirigida
aos blspos autriac ?.
"Seu caracler principal e, declara elle, a exa-
geracao dos ractos. As leis eeelesiastieas recente-
inente votadas sao a coasequencia natural da di-
reccao do ittca opportuaamenta adoptada pele go-
vern j imperial.
" A, circular do papa, por outro lado, na? pare-
ceao governo imperial e-tar calculada para impe-
dir desagradaveis occurrencias. 0 rniuislro ac-
crascenta que a sanla so pode Hear descaner.da,
qua as leis em quesiao nSo tem por Am um acto
de hostilidade para com ella ou am cerceamento
da seus direitos em questoes de religiao, porcm
unicamente regular as questSes materrae3 e mais
especialmente remover as orden3 qae sao obslaca-
los is. leis do imperio.
" Comtudo 0 papa, replicando a uma mensagem
qae lhe foi apresentada pelos cathoNeos franeezes
e americanos, exprimindo a esperanga de .qua a
igreja resWibaiecera a paz em tido o mundo, dis-
1 selhe qua nao se pi dia dapositar conllanca nos
governos para obter a paz Sua santidade lancou
sua bengao sobre a Franca e sobre aquelles que a
governavam no inluito do lhe dar liberdale, sa
in^truccao a sua mocidade, e de reprimir os abu-
sos da iraprensa.
" Dupanloup, 0 bispo de Orleans, foi cfomado a
Roma aiim de assistir a renniao para a projectada
canonisacio de Joanna d'Arc, sobro a qual ksvan-
tou-se a seguinte diffleardade : que ella fora o.ini
mada como u ra feiticeira com approvagao de um
outro bispo de Orleans. Claro esta que nao e con-
sentaneo, nem inadmissivel, para uma igreja que
pretende ser em toda a parte, sempre, e para to-
do?, a mesma, condemoar nma mulher a ser quei-
mada como criminosa, e algunj seculos depoii or-
denar que seja ella invocada eotre os sant a.
0 torcal encarnado do Vaticano parece eslar scria-
mente embaraeado com este no, e resta ainda sa-
ber sa as delicadas maos do famoso bispo poderao
desala lo satisfactoriamente
Proclamas.-Forara lidos na igreja do Ro
sario, que serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, no domingo 28 de junho, os seguin-
tes:
I.1 denunciacao.
Joao Mamede da Silva, com Luiza Maria dos
Prazeres.
Jose Felippo Pereira dos Santos, com Candida
Thereza Carneiro Pinto.
Ju?e Pciio Ai^xaaare Bezerra, com Bmina Olim
pia Telles.
Antonio da Costa Ftrreira Rollar, com Alexan-
drina Amelia d'Oliveira.
Juvenal Jaciatiio Jo^e dos Santos, Cum Rosa Ma
ria da Conceicao.
Thome Barbosa Alves di Silva, c:m Afrodizia
Eugenia de Mattes.
2.* denunciacao.
Joajuim Pelippe de Carvalno, com Maria Fran-
cisca da Paz.
Francisco Verissimo de Jesus, com Deolindina
Amalia da Silva.
Vicente Ferreira da PaiXiio, com Maria Rufina
BarLosa de Moraes.
Joao da Cruz Kstanislao, com Hermogena de
Bnto Correi.
3." denunciacao.
^ Francisco Ferreira Miia, com Maria Luita da
Costa Maia.
Jose dos SautosMireira, com Maria Stuarte Bor-
burema.
Antonio Basilio da Silva Guimaraes, con. Ame-
lia do Fari 1 Amorim.
Jose Lino doCouto.com Oltndina Felieissima
Cirne At Souza.
Manoel Firminb Ferreira Fdho, com Maria da
Conceicao Medeiros Raposo.
Joao da Silva Gomes, com Maria Virtuosa dos
Santos.
Luteria do BBtt dc Jam-ire Resumo
da lista da la loteria ( 514.") em baimGcio da ma
triz de Guaratiba, extrahida no dia. 22 do corrente :
N. 413.................... 20:0)0^000
N. 420...................... lOHiOOiOOO
N. 524...................... 4:0OOA0dO
N. 4370....................... 2:00^000
Ns. 74 e 7931:0005 a. cada um.
Ns. 532, 1710, 2941 e 3267-8004 a-cada um.
Ns. 227, 98i, 2154, 2377, 2371, 2870, 3939.
3061, 3370 a 4032-2005 a cada am.
Ns. II, 146, 394, 699, 1056, 1075, 1297, 1434,
2037, 2133, 2561, 2995. 2999, 4446-, 4501, 4670
3140, 3420, 5463 e 5626-1005 a cada um.
Ns. 19, 200, 233, 286, 442, 476, 522, 720, 788,
860. 1159, 1200, 1340, i4t3, 1421, tS2l, l.i7,
1698, 1733, 1737, 1843, 1849, '1917, t92ft, 30i
2046, 2056, 2191, 2*53, 2362, 2421, 2578, 2:99,
2670, 2740, 3102, 3383, 3582. 3681, 3718, 3836,
3897, 4208, 4455, 4465, 4483, 4499, 4507, 4599;
4744, 4788, 4994, 5012, 3272, -5323, 5327, 5ft39,
5646, 5735 e 5957-405 a cada um.
Loteria. A qne se acha a venda _e a 106."
a beneficio da nova igreja do Nossa Sea bora da
Penha, a qual corre no dia 4 de julhc
Casa de d-teucno.Movimento"da casa
de detencao do dia 20 de junno de 1874.
Existiara presos 334, entraram 2, exisiem 336.
A saber :
Nacionaes 254 mulheres 6,. asttraugairos 26
escravos 47, oscravas 3. Total 336
Alimentados a custa. dfcs coffes publicos 274.
Movimento da enfirmaria no!,dia 26 de junho de
1874.
Teve alta : ,
Francisco Jose da Lima.
Cenaiterio paolieO' Obituario do dia 23
de junho de 1874 :
Constantino, pardo, Ternarabuco, 3 me7fs S.
Jose; pneumonia. /)
Jose Lucio>de Albuquerque Mellb, branco, Per-
nambuco, 27 anno?, soiteiro, Boa-Vista ; laringite
ichronica.
Raymando da Costa, pardo, Pornarabuco, 6 an
nos,.soiteiro, Grapa ; repentrnaraeate.
Jnsto Pereira de Almeida, branco, Pornambuco,
21 annjs, soiteiro. Boa-Vista ; variolas confl'ien-
AlKONIfA'
1 turn v a 1,1V.
SESSAO E3PtWlAIVBM-7 DE4ttXaK>a. 1874.
my ex a. aav'i 1MKBiir.iRo
CARrAWJ- S ANTf ,\G#.
Secretario *>. Virgtii^ Voe-ho.
At }-0 horas da manhd. prcs'entes os, Srs. des-
ambargadorei Lourencu S-antiagd, AccioH, Dbain-
gu'e's S!.'3, e Sdaia X.e3tf; flu' aliefft'> sessao.
0 E*m. Sr. conaelaeiro president?; refalou os
seguintes: *
Aggra^o de instrumenlo.
N. 3. Aggravante Jose Joaqaim de Santa A-npa,
3pJai"avadojistev| Dias C irreia.Jttizes* sorteados
os ars. desembargadores Silva e SOnza Lead.
Deu-se provimedto ao aggravn.
Aggravo da petico.
AggrawNta D. Hortenca Amu Alves-Ferreira,
aaaravado Jusa M. Bezerra da Silva Cosia..
Relator a Sr. duembargador l^mirenco Santiago,
aaa- iwpa4iaaaates do Exm. coaselheao preaidente
e do desembargador Silva Guiiaariies.
Adjoacto* sorleadoa os Srs. de*eabargadopes
Accioli e Domingnes Silva.
Derara proviuaento ao aggravo.
Encerron-se a sessao ao meio dia.
Jbos ; mas cad* am deHes e, por si fflfesmo, impo-
ten le para conslhnirem e governo do paiz.
A permanencia dj gabm'ete 7 de raarco Mo 6
pois uma oslenlacio pessoal do poder, 0 qnal, se
nao existe dentro da coustitaicio, nSo pode achar
a*arida se nao na eaehola dos provincianos.
9
kfe*3*0E$' A 9mm.
kilos de assucar
PiRTE POUTICA
PiKllUO < OVSUKV \IM>11
tes.
Porfirio Manoel de Sasiro Ariujo, branco
Alagois, 13 annos, soiteiro, Boa-Vista ; febre per-
nicio-a.
Felippa Maria Ramos, 23 annos, casada. S. Jose, I
pbtysica pulmonar.
r- 26 -
Bernardina, naeds, PernambWco, 7 meze, S.
Antonio; convnfScfes.
Um parvulo, pardo, 2 mazes, S. Antonio; cj-
lile.
Maximiano, prate, Afrioa, 30'annasj aalteiro,
Bea-.Vista, hospital Pedro II; tuberculos palrao-
naros.
Aulia, escrava, preta, PerdambUco, 36 anno,*
casada; -Bea Vista; esnen rro utero. *
Manoel, pardo, Pernambuoo, 5 mazes. rida-Vn
ta; intero colUe. ik
28 DE JUNHO DE 1874.
Mb ha pei r posigao para
umpniz ; temos todas at des-
rgiuagens dos governos absola-
tas, em que s6 uma vontoile
impera, sem neaJwiaa de suas
possiveis vantagens. A demons
tra<:Jo do goeeraa pessoal hoje
e uma ociosidade nas lutas da
nsa, datribuwtyddt ami
cios; cahio sob 0 dominio pu-
blico.
AM volta 0 feenndo', inexaurivel thema do pes-
soal poOev t
taerivel aiafama que e essa dos !iberaes pro-
vincianos a tanto mais depLravel quauto 0 intui
ta, que os leva a 'vaguer por incognitas veredas,
nao e de modo algam, salvar 0 innocente rebanho,
de qua se comtituiram on se arrogaram chefes.
Temos todas as desvaatagens dos governos
absoUitos dizem os publicise da Pcovincia ;
mas em que consistem essas devanlagans ?
E' de publica nctoriedade a existencia do
poder pessoal; mas onde existe esse poder t
Todos ns poderes politicos, consagrados pela
consiitui'cao do imperio, sao delegacao da uaeio ;
e portanlo nao e a hi, nossa, 0 mais liberal codigo
politico, nem na letra, nem no espirito, qua vive
e se desenvolve esso tao fallado quanto estraaho
pooVr.
Decidamente a nossa sobarana carta constitu-
cional repelle, como u^urpadora e fuoesta, t->da
e qualquer inlluencia, que nao 3eja de emanacJo
dos poderes publicos conttiiuidq?.
A perigosis.-ima thcoria da qu ret reina, ijo-
nrna c udministra 6 um vivo reflaxo dos gover-
nos absolutes : par drott de conqaete ; par drcit
dc naissence.
A' !uz das idea? democralicas e christas, que a
constituif.10 de nenhum povo mais flelmente tra-
duzio do que a dte imperio, e laraantavel a
aberragao daflnelles, que cegos pela paixao vehe-
mente do poder, estao a enchergar 0 Imperador,
c rao 0 agi.mt > unico, omnipoten'.o, substitniudo-se
e inlerpoado-se a vontada da naijio. x
A prova irrecusavel da existon:ia do governo
pessoal encontra se plena 0 absolula no facto d-
ploravel de se acharem fora da governarao do
paiz os liberaes de lei; e pois esse gwerno pes
soal t scnte-se cm toda a nossa vida politica ;
desenvolve-se por todas as rodas do mechanismo
governamenlal; 6 uma vontade preponderanle, um
dens ex machina, qua tudo move a seu gra Jo. >
Qual deve ser porera 0 reiaeJio heroico para
salvar 0 paiz desse pider terricel, quo, unico, in-
tervem na gercneia da causa publica ; desse
Briareu politico qne sulfoca os generosos anlielos
da vontade nacioiul ? So ura exi-to :
Pilofo, outra gente ao leme.
Dai-nos 0 poder e entdo tudo salvaremos
pela liberdade e pira a liberdade.
Eis alii a ineognita do.problema !
Mas qne gente nova sera essa qae 0 piloto deva
chain ir ao feme para salvar a liberdade ?
Vejamos :
Zachari.is do G.ies e Vaseoacellos & liberal ultra-
montano. que Iraz I.pdi desfratdada a sua bandeira
do syliibus, que 6 0 seu pharol e 0 de toda a
tiumanidade.
Quanto a politica, propriamente dila, e inimigo
Ggadal da eleicao diroota, que nSo julga poder
ser 0 programma de um honiem de bem e e uma
thaoria- repugnan e ao bom senso, qua deve ser
condemnada nao em raziio do tempo, mas da idea
era si, alem de inconslituciotial.
Jose Thomaz Nabuco do Aranjo quor a eleicao
directa, realisada sem intervencao dc um poder
consliluinte; quer os bispos proiessados e encar-
cerados e aconselha as temporalidades. Depois,
esse sol da democracia moderna, esse Paulo do
aposlolad) da liberdade ; es!Je Gastellar brasi-
ieira, passou a hypothasc no3 liberdadeiros, os
quaes, em quanto aguardam 0 st :lu quo do es-
tadista liberal, vai e^te reflectindo paasadnnente
na execucio do codigo civil, que lhe traz mais
positives r'esultados do que e tar a soffrer pachn-
chadas desses procopios politics, quo elle melhor
que niuguem c nhece n aprecia.
E' por isso tambem quo tjo nossos crustaceos
da Provincia, percabendo 0 logro qne lues pre-
gou 0 sagaz e esperto conselheiro, ja 0 deixaram
do mio a nem se ouve mais patavina cm favor do
idolo decahido do liberalismo.
Silveira Martin?, 0 tribuno do povo, 0 defensor
das liberdados, 0 patriota distincto, e quo esta
agora em moda para a gente da Provincn ; mas
esse liberal do lei na> faz liga e>m 0 velho fanati-
co. qae adcra 0 syllabus, condemna a eletcio
directa, e clnma a camara dos representaotes
liberaes : Confraria de pedintes..
Por outro lado diverge do 1 astellar br.'sileiro,
no processo dos bispos e seu encarceramente e
ainda mais, das temporalidades. Declara urbi el
orbi que a macmara d> Brasil e eontra a reli-
giao do Roma ; quer a igreja livre no estado livre
0 a republica em these e em hypothese.
Toda a sua doutrina e diametralmente opposta
a dos notaveis chefes da que acima fallamos.
0 conselheiro Souza Franco, chefe de palha,
quer a manulencao do statu quo dacomtituicao,
sem que sa lhe ure pinto, ou virguta ; tambem
os liberaes do lei nao contain com elle, que e carta
ja nio .figura no baralho politico ; est.i can-
0 e'aborreeido dessa Infa-tuf* inutil e infruc-
lil'era para oprngresso real do naif, era que os
denominado* liberaes sao os 'jae meuos desejam
a liberdade f. s-'ncia1mente .lucompalivel com os
cnocos fogosoS e com 0 velho fanalico, onserva
nalteravel a sua fo de oulras eras.
0 eoBselltein Oclaviauo, neste nao fallemos:
doente e ja som craugas, viaja por marcs e t ;rras
desconhecidas; tambem nao e com 0 auxdio desse
cavallieiro liberal, u_ue contain os provincianos;
e como que 0 trazem exoluldo' dos seus calculos
governamenta s.
. Silveira Lobo, esso nSo commuaga'maisjia taca
do poderpissodt, codffa < qual queimou os seus
a^avios c toda a irraandade dos Lobos tem se
aventurado a novos destiqos ; eiJi todo caso
acha se incompatibilisado com 0 velho fanalico e
chefe do palha e somen'.e pos?ivel, em um in
ro, nao mu'to proximo, de ligar-se com 0 fogoso
fihuno, que faz hoje a eipepasa;db povo proem-
ano._ t*
Era'Ganga'nelli, nesse nao faflem s, que'se ajha
excommungado por. gregos e troianos ; e podera
rfio, se e 0 que mais afastado se acha do podea t
j Aqui.nesta provincia, e cerlo, poderiam recru-
tar alajim: liberal d ''i ma-J a1'' e;la 0 Club
Seguranca not* viiioM e lugares
in#alulM*e9.
O aso da saleaparrilha da Bristol, torn elfectna-
do casos admiraveia 4e se5es, tercas, febrea bilio-
saa, calefrlos, fbbres remittentes eontras molestias
cansadas pelas nocivas exhalacoos do terreno e
das aguas eslagnadas, Refarem-seeasos occorri-
dos nos vales do Mississipi e do Ohw e em todas
paries da California, para os quaes, depois de
se haver empregado infractuosamentie os talentos
do medicos os mais experimentad js, este grande
restaurativo e conservador da sadde, ndo somente
d^salojou a molestia, como tambem regenerou
ccmpletemente 0 doente, dando-lbe, segando disse
um tadividuo que so havia salvado das garras da
morte, nova vida, novo~ vigor, e tornando 0 invul-
neravel contra os effeitos da malaria, espostjSes
e todas as mais influencias pernici09a de am
chma insalabre e doeatio. Para a cara da* mo-
lestias ulcerosas e eruptiveis e 0 unico e- derra-
defro remedio infallivel.
raes 165 ba.'"r,ca > ^,898
braoca
Para 0 Pari, na iarca pcrtugueza Arabella,
czrr/foa: J. C. Goflealvei 70O-Bar%afnbas com
38,6I kilos de assucar braoco ; I. If de frlranda
200 barricas com 15,968 dilrt dSiJfto; J. A. S.
Araujo 330 ditas eora 25,131 ditos de dito.
I'ara Macela. no vapor nadrJnal Cururipe.
carregou : Peffaandes & Irmao 1 cana com 30
kilos oe doce, e 1 ba'rril com 96 lirts ddagtxar-
dente.
CAPATAZlA
rttindinento d" dia 1
idaiD do dia 27
DA ALf AKbfer.A
a IY. 14:231^316
k.; 4335757
26.
WMMERCIG.
JUNTA DOS CORRF.TORES
Priira do Recife, 2J do jnolao
de 1894*
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAQOKS ornciARS
Coaros salgados seccos 538 rs. 0 kilo, bratem.
Cambio sobre Loadres a 90 d|v. 2b l|8 A. por
15000, do banco, honiem a hoje.
Dito sobre dito a 90d|v 25 3|8 d. por UOOO:
Cambio sobre Paris a 3 d|v. 385 rs. 0 franco,
do banco
Cambio sobra Lisboa a 3 d|v. 116 0|0 de pre-
mio, do banco.
Dito sobre dito a 93 div 113 0|0 de premio, do
banco
Dito sobre dito a 90 d|v. 109 0[0 do preraio.
Cambio sobre 0 Porto a 90 djv. 113 0,0 de pre
mio, do banco.
Cambio sobre0R0 de Janeiro a 8 d[v. Ij2 0(0
de desconto.
nasconto de leiras 12 OiO ao anno.
d. de Vasconcotlos
Presidente.
A P. dc Lemos
Secretario.
ALPANDRUA,
Headimenw dn dia I a 26. .
ldm do du 27
497:002^363
21:8195784
518:8225147
vatio
Popular, para lhe opRor embargos, e quo em-
bargos f de terceiro enlnr e possuidor, qua nio
ia vi- sou p^lriuii^uLnui bar^taju OJsaa-
gratis liHus. r-'Iip s qaa, depoi?
BpBlBdf
de riiver^in bffartalo saivjt?,, oidi e coraoSo aos
poprfhris, SMis'irmSos prordram sawiftcalos aos
s ns naturaes algozes I
Desl'arte poderiamos nos fr descr^vondo alguns
r s'os dedibaratsfdanpm terra, aver FfMAvel
s ria, cliaanilelM< aunVdea*' dos pnlJiWaaago-
c as, salvar a liberdade qoeproxima esta de sosso-
b arl
Mas que fc*He!ddaJVHh <& pro**;wiaos capaz
d ser chamada ao leme ?
Apontem, setsfto capazes.
OsAaii notaveis dig reyMeViriam; cam toda a
csrteza, a-nao por direccdes oppostas.
Xjcharias, Nabuco, Silveira Martins, Souta Fran-
c, Oetaviaurfj SUvrtra Lobo, etc., cf.,:f4riam da
nio do estado 0 ladibrio de saaa palxiies contra-
ilas e intcrosses opposlua 1
0 ministerio actual tem, e verdade; a opposifio
mais ou menos'prtmiinc1a',ta' dew'es ^Tfitsos corri-
Descarregam hoje 30 de janho de 1874.
Vapor portuguez Almeida Barrett (esperado)
varios generos para alfandega.
Vapor nacional Parana (esperado) generos
nacionaes para 0 trapiche Companhia.
Vapor naional Jaguaribe generos nacionaes
para 0 trapiche da companhia pernam-
buc.na.
Barca ingleza Wenifiid mercadorias para
alfandega.
Patacho portuguezMichaelense pipas vasi s ja
despaohaias para consumo, para 0 trapi
cue Companhia.
VLTER.VgAO NA PAUl'A. DOS PRI5Q0S DOS GBMKBOl
SCIEITOS A DIRKITOS DE EXPORTAQAO, NA SB3IANA
OE 29 DE JUNHO A 4 DE IULB0 DE 1874.
Algodaoem rama ou la 163 rs. o kilo.
Assucarmascavado 86 rs. o kilo.
Courosdc hoi seccos salgados 529 rs. o kilo.
Carvaj de pe-Jra estrangoiro, tonelada raeirica
. 20^000.
CaroQO -de algodao 20 rs. o kilo.
Crina- animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Pernambuoo, 27 de junho de 1874.
0 1 conferento Manoel Antonio Rodrigues
Pinheiro.
0 1 c nferente -Joaqntrn Aurelio Wanderley.
0 I" conferento -J. Ribeiro da Cunh.a
Approva. Alfandega do Pora^mbuco, 27 de
junho de t87i:
0 inspector
Fabio A. de Carvalho Reis.
Iaip.rt:lcao.
Vapor nacional Jaguaribe, entrado dos portos do
sul em 27 do corrente e consignado a companhia
pernambacana do navega^ao costeira por vapor,
manifestou :
Algodao 60 saccas a ordemf 32 a D. da Silva
Torres, 8 a at J. Alyes. Assucar 13 caixas e 52
saccos ao mesma, 1,200 saccos a ordem, 170 a J.
Ramos & Machado. Abobras 30 a Antonio Braga.
Couros 67 a ordem. '
Farello 59 saccos a ordem. Fariuha de mandio-
ca 6 saccos a ordem.
.Milho 210 saccos a ordem.
Pedra de amolar 400 a D. da S. Torres.
Rebolos 10 a Antonio Braga.
Sola 149 meios a ordem.
Escuaa porlugueza Christina, entrada do Rio
Grande do Sul em 26 do corrente e consiguada a
Manoel da Silva Maia & C, manifestou :
Graxa em bexigas 5,536 kilos.
Oleo de mocotd ICO caixas com 200 lata?.
Sebo coado 95 barricas com 8,923 kilos.
Xarque 165,955 kilos a ordem.
Vapor portuguez Almeida Garret, entrado dos
portos da Europa em 28 do corrente e consigna-
do a E. R. Rabeilo & C, manifestou :
Alhos 63 canaslras a J. J. Rodrigues Monde?.
Azeile 1 caixa a J. Joaquim da :i. .Maia.
Coaservas 2 caixas a Souza Ra-to3 & C. Cha-
peos 1 caixa a Pinto & Gon^alves.
Facas e garfos 1 caixa a Souza e Sa A- C. Fei
jao 20 saccos a Silva Gaimaraes & C. Ferragens
I caixa a Vianna & Castro.
Livros 2 caixas a Rodrigues. Irmao 4 Guiraa
raes, 1 a Walfredo & .-onza. Linha 3 caixas a J.
T. Leite Bastes. Luvas de pellica 1 caixa aos cm-
'signatarios.
PalitosO caixas a Silva Guimaraes. Prezunto 1
barril a H B. dc Oliveira. 1 a J. J. de Amorim.
Prata em obra 1 caixa a J. da C. de Oliveira Pi-
gaeiredo.
Retroz 1 cunhete a Moreira Halliday & L. Ro-
Ihas 12 saccos a S. Guimaraes & C.
Salpicoes 2 caixas a Bernardo Jose Pereira, dita
e sementes 1 caixa a Antonio Pontes da S. Gui-
maraes. Sapatos de tranca 1 caixa a D. M. Mar-
tins.
Taraaneos e chinellos 1 caixa a ordem, ditcs e
sementes 2 caixas a J. da Aeevedo Braga.
Vinho 164 caixas a ordem, 60 a Simpsou & U,
20 barris de quinto o 10 de decimo a Francisco G.
de Araujo, 12 de quinto a B J. Poreira, 13 a Men-
donca Cdrreia & C, 2 a Antonio J. Rodrigues, 2 a
Manoel B. de Miranda. 4 a J. J. Fernaodes dos
Santos, 20 ditos de decimos a Pocas 4 C, 5 a 3
caixas aos consignatarios, 8 ditos de quarto a An-
onio J. de Azevedo.
So dia i a
No dia 27
c'rimefra pom .
3egnnda porta .
Terceira porta .
"Jnarta jwrta .
Ttrpiehu Ccnceiijae
VOLUMES SAI*1W
HMStm
-ii-3_____Li_____
18,307
u;
3I
453
19,593
SERVJCO MAR1TIMO
Artarengas desearregadaj bo trapiche da
affacSeia :
No dia I a 2 26 .
No du 27. .
If trapicb* uoncaieao .
*
47
-----.
RKCEBKDORJA Dg
RAES DE
tandiinaato do dia I a 26
d*m do dia 27 .
RENDA3 INT
PIHU1AJIBUC
__
UNAS GE-
M*|MJM
5:1701*61
59:340*702-
CONSULADO PROVIKClAu
Kenduncf>w do dia 1 a 26 tK: 1171525-
Idem do dts 27 7:338*554
136:456*079
Da
Revista
sernana de
Vapor nacional Marquez de Caxias, entrado dos
portos do sal na mesma data e consigaado a An-
tonio Luizde Oliveira Aaevedo, manifestou :
AlgodSo 30 saccas a M J. Alves.
Bacalbio 500 barricas a Johnston Pater 4 C,
472 a ordem.
Came 10 barris a ordem.
Fumo em folhas 50 fardos a Fortunate R. Bas-
tes.
Lirio 8 pipas a Menron & C.
Milho 300 saccos a Francisco Goncalve3 Torres,
90 a ordem.
Pennas 1 pacote a Francisco Gancalves Torres.
DEsPAC30 DE EXPORTACAO NO DIA 26 L)b
JUNHO DE 1874.
Para os portos do exterior.
No vapor inglea iVet>a, para Liverpool, car-
regou : M. Lathan & C. 870 saccas com 66,2i2 1|2
kilos de algodao.
No vapor ingle* Fire Queen, para Liverpool,
carregou : ft J. da Motla 10'k saccas com 8,627
klos do algodao ; E. A. Burle 6: C. 2 ditas com
175 dltes de dito ; S. Brothers & C. 177 ditas com
13,351 ditos de dito.
No nnvYo hespanhel Presidente, oara Barcel-
lona, carregou : J. J. G. Beltrio & Filho 247 sac-
cas com 18,743 Ir? kilos dc algodao.
Para or portos do intartorl
Para q Rio Grande do Sul, no patacho por
tnguez^rrojo Granite, carregou : P. R. P. Guima-
conamercial
2^ a 27 de junho de
1874.
Cambio sobre Londres, 90 div 25 L8 d. por
15000, banco, 23 1|4 25 3(8 d par 1*000. parti-
cular.
Dito dito, 90 d|v 23 3/8 d. por UOOO,
Dito sobre Lisboa e Porto, 3 d[v 116 e 120 O(o
de premio, banco.
Dito dito, 90 d|v e 113 0|q de premio, banca,
106 e 109 Ojo de premio, particular.
Dito sobro Paris, 3 d(v 385 e 386 reis o franco,
banco.
Dito dito, 90 d|v 380 reis o franco, banco.
Dito sobre Hamburgo, 3 d(v 475 e 478 reis o
reich-mark, banco.
Dito sobre a Bahia, 8 d|v, ao par.
Dilo sobre o Rio de Janeiro, 8 d[V 1|2 e 1 0|(> de
desconto.
Desconlos de lettras 12 0|Q ao anno.
Algodao I1 sorte, 75800 a 7560O por 15 kilos.
Entraram por mar e por terra, 270 saccas.
Assuc:.r em saccos de algodao. Bom nio ha.
Dito em ditos 3* sorte, 3/3C0 a 3*800 por 15
kilos.
Dito em ditos, l soite, 35000 a 3*100, por
l"i kilo?.
Dilo em ditos, suiuenos, 2*-00 a 2*800, por 13
kilos.
Dito em ditos, A. 23100 a 25300, por 15 kilos.
Assii'irem saccos de e.-topa, purgado, 2*000
por 15 kilos.
Dito em ditos de dita, americano, 1*800,
por 15 kilo3.
Dito em ditos de dita, Canal, UiOO, per 13
kilos.
Em deposito nenhum, ecirada limitada.
Entraram por terra e mar 3,974 saccos. "
Aguardente. Vendas a 19*'00 a pipa.
afro*. Sem chegida, vondas 3*000 par 13
kilos.
Azeite doce. Sem chegaia, vendas a 2*400 o
galao.
Alpisto Sem chegada, cotamos a 4*500, pur
15 kilos.
Bacalhao. Chegaram WO caixas, e retalha-se
de 135000 a 17*000.
Em deposito 3.0C0 barricas 0 iOO caixas.
Banha de porco. Som ch -gada, nominal 938
reis okilo.
Breu. Sem chegada, vendas de 15*000.
Batatas. Chegaram 237 1(2 caixa?, vendas do
5*000. por caixa de 30 kilo?.
Conros seccos salgados. Chegaram 76, vendas
538 reis o kilo.
Carne. Chegaram 642,913 kilos.
Em deposito, 61,960 arrobas. do Rio Grande,
3*700 a 45509, por 13 kilos, e 36,500 am has, da
do Rio da Prata, 3560!) a i*200, por 15 kilos.
Cafe. Chegaram 2,007 saccos, vendas 8*500.
por 15 kilos.
Cinela. Sem chegada, nominal, 1*533 o kilo.
Gmento. Sem chegada,- nominal, 8*000 a
barrica.
Ccbola3. Chegaram 50 caixas, vendas a
6*3 '0, por caixa.
Cerveja Bass.Sem chegada, nominal de 7*000
a 85000 meia duzia.
Dila Noruega. Sem chegada, nominal, de 6*
a 7*000 meia duzia.
Cha. Chega am 7 caixas, nominal, conforme
a qualidade
Cognac. Sem chegada, nominal, de 8*C00 a
16*000 a duzia.
Farinha de maudioca. Chegaram 300 saccos,
cotamos de 3*000 a 3*500.
Em deposito, 6.0C0 a 7.C03 saccos.
Feijao. Sem chegada, nominal, importado a
8*000, e da provincia a 12*000.
Farinha do trigo. ('hegarara 1,921 saccos e
1,000|2 saccos, aos precos s-eguinte?:
Huugria de 30*000 a 31*000.
Trieste de 27*000 a 29*000. .
Richmond 21*000 a 25*000.
Baltimore 23*000 a 23*300.
New-York 21*000 a 225000.
Saccos, da India, 10,250. a 10*501, cada um.
Em deposito, 13,900.
Farello.- Sem chegada, cotamos a 4J1O0 por
sacco.
Fumo em rolos. Chegaram 30i, de 12*0.0 a
12*500 os 15 kilos.
Dito em latas.- Chegaram 99 vendas 12*';Oi
a 13*003, os 15 kilos ; raelhires noticia3 do sul.
Dito em pacotes. Chegaram 40.
Dito em caixas. Chegaram 46.
Dito em fardos. Chegaram 69.
Dita em encapados. Chegaram 9.
Genebra de laranja.. Sem chegada, nominal
7*200.
Dita commum. Sem chegada, cotamos a
4*500.
Dita em botijas. Sem chegada, cotamos a
380 reis.
Kerozene. Sem chegada, nominal, 5*200.
Louca ordinaria. Sem chegada, nominal, 380
por cento de premio.
Mdho. Chegaram .109 saccos, vendas de 100
reis, o kilo.
Manteiga ingleza, Sem chegada, vendas da
2*178 por kilo.
Dita-ingleza em latas. Sem chegada, nomraa!,
2*505 per kilo.
Dita franceza. Chegaram 630 barns e 940
.meios, vendas 1*390, 1*612 e 1*633 o kilo.
Phosphorus. Sem chegada, retalha-se a 2*800
a grosa.
Pimenta. Sem chegada, vendas 1*015 o kilo.
Queijoa flamengos.' Chegaram 354 eaixas, in-
clusive os de prate, e cotamos 2*400 o queijo.
D'to prato. Cotamos a 1*521 o kib.
Sal. -Sem ch?gada, nominal, f** a 1*400
o alqueire.
Sabao inglez ordinario. Sem chegadn, cota-
mos a 2i0 rs. o kilo. .'-..
Dito da terra. Cotamos de 360 a 3W reis o
kilo. -'
Toucinlio. Chegaram 10 barr, cotamos de
12*500 a 135000 por 15 kites.. .
Velas ftearinas. Chegaram 30 caixa*, cotaios
a 520 rs. o maco. ...fc.Zwi
Vinagro. Sem chegada, cotamos de no*uuo
a 130*000, a pipa. a.m,
Vinho linto da Figueira. Cotamos de 2dO*oot
a 240*000 a pipa.
Dita de LisbOa. Cotamos de 220*001 n
pioa. -
Dito do Estreito. Sem chegaia, cola mo.
212**000 a pipa.
Vinho branco de Liiboa.-Sem chegaua, ceiamoi
de 230*000 a 230*000 a pipa.
Dito do Porte.- Chegaram 32 caixa?, eot
a i0*000 por duzia, ;
( ILtJaB i


de Penambuoo Segunda feira 29 de Junho EDITAES.
presidente da camara
tax pub 11:0 qoe em vir
o ari. 30 do regalameDto qoe
-tto a. 5,133 de 13 da novem
a junta de emancipacao de es-
rennir-se no dia 5 de ju ho
M asras do dia, no paco da camara
de dar prineipio aos seas traba
ao dito regulamen'o.
fjo o presente.
municipal, 10 de junho de
Joa mim do Rego Albuquerque
Velas de carnaiiba, idem.
Velas stearinas, maco.
Vinagre de I.isboi, litro.
Viaho tinto, idem.
Vinho branco, idem.
Secretaria da Santa Ca?a da Misericordia
do Recife, 27 de junto de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
do Rego Barroi de Lacerda, juiz
do oommercio da cidade do
por S. M imperial, que
etc
k> presente eJiial, que no dia 30
, is 11 horas da manha, na sala
eaara ler logar a reuni Ao dos ere -
de Manoel da Silva Ponies
a- credilos e deliberar-se acer-
a lormar-se contrato de uniao
i HIM se administradores a di-
as cradores de qae nio serao ad-
ptwearador sera que este exhiba
aal sio poJera ser confer id a a de-
podeodo outrosim um so in-
aoas divf r-os eredores e que se
quo comparccer como adherente
loatar a maioria de votos dos
x-cereui, com Unto que pai u
a taacsrdiU e neeessario que seja coa-
tal i- eredores que repre-
a ss ioria destes em nnmero e
i tfMH Tatar de lodos os creditos sujeitos aos
Ms da rnarnrditi
I m m ctm ao conhecimento de todos
o presente qae sera allixado nos lu-
i publicado pela imprensa.
i asta cidade do Recife de Per-
17 dejonhade 1874.
Ba. Friswisco Xavier de Souza Ramos, escrivao
AjBaaodel874.
'- do Rego Barros de Lacerdn.

or Francisco de Assis Oli-
Dtaciel, official da imperial ordem
Rosa, cavalbeiro da de Christo, c juiz
pmativo de orpha .s e ausentes da cida-
de do Recife e seu tormo, por S. M. o
laaperador, a quem Decs guarde, etc.
F*eo saber aos que este virem, que o bacharel
fiaaiista Perreira Martins Ribeiro. ioventariante
c astisaaaleiro dos bens que ficaram por failed-
de sea irroSo Leop IJo Ferreira Martins
rejoereu-me para vender em hasia pu
a escrava Iddra. parJa, crioala, de 26 annos
Mi alga-nas habililaeoes, e que perten-
espoiio invenuriado, foi avaliada em
E, pass one, annuiodo a semelhante pretencao
pes* piii iiin finnado no que dispoe o decrelo
pifj, coavido a toJ-s qusnto quizerera lancar so-
ere a awaooaada escrava, a apresentarcm suas
i eartas fechadas competentemente es-
, aas stlas das audiencias das respec-
i iBtondaJes da prim<*ira in?tancia, no prazo
e 91 dkas, a contar de hoje.
Oi prctraarnln. querendo, poderao yer e exa-
a referila escrava, na casa da residencia do
invent -rianle, a rua da Imperatriz n. 86
E para eoasur, nundei passar o pr sente, que
sera aabaJo nos iugares do costume e publicado
Dad? epassado scb meu signal e sello, ex-valha
aaa seMo ex causa, nesta cidade do Recife dePer-
aaaaaco, aos II de junho de 1871.-Eu, Floriano
Carreia de Brito, escrivao, o fiz escrever c subs
BBBBBi
Francisco de Assis Oliveira 1/.
Edital n. 187.
r*Ia in^pertcria da alfandega :e faz pnblico, que
il !l h. se aa de arretnalar, a porta desta reparlicao, livres
de eevilos. 30 cainisas de flanella, aval'adas por
, apprehendidas na n i paassda.
Aliaal ga de I'ernamba.-o, 26 de j'inho de
0 inspector,
l.l.io A. de Carvalho Reis.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
Peranle a lllma. junta adminislrativa desU san
ta casa, lem de-ir a praja, na a\x das suat ses-
sdes, no dia I de jnlho proximo fataro, a renda do
sitio que'possue o patriraonio dos orphaos, no-lu-
gar da Tamarineira, pela maior quantiajiae for
offerecida, com a condicio, porem, de o arrema-
tante deixa-la logo que pela junta Ihe for exigida.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 26 de junho de 1874.
0 escrivSo,
Pedro Rodrigues de Souza.
it' 11.*. do Slip.*. Arch.'. Crv. OHV. Provincial do Kit.
Escorei Ant.*, e .lcc. ao Or.'.
de Pcruambuco, Sob.*. o
Ausp.'. do Gr.'._Or.'. lln.-. do
Brasll
Os AAther.-. dos CCap.'. Seis deMar?o
de 1817, Pbilotimia, Conciliagao, Uniao e
Beneficencia e RegeneragSo, ci nvidam aos
Srs. OOb.-. de gr.-. 30 a 33.'. para a sessao
de installa^ao da Gr.'. Off.'. Provincial,
quo deve ter lugar no dia 29 do corrente
,1s 10 horas da manha, a" rua de Marcilio
Dias n. 31, 2.^ andar.___________________
A Gl.-. do Sup/. Arch.*, do
Univ.*.
I.-bcrdade. Ignaldaie e Fralernidade.
A Aug. Lo. Cap. Negredo e Amor
da Ordem, ao valle da rua do Barao da Vic-
toria n. 50, transfere as suas ses.-. econ.-. pa.-a
as tergas-feiras de cada seaiana em horas do cos-
tume.
Outrosim, toda a correpondencia deve ser reee-
blda na rua larga do Roario n. 26, 2* andar.
Secretaria da Aug.-. Loj.-. Cap.-. Segrc-
!o c Amor da Ordem, em 23 de junho de
1874. E.-.V.-.
0 secretario,
' _______Jo(7o Ribeiro Pessoa de Lurerda.
Juizo dos feitos da fazenda.
Egrrhuo Bandcira
Sexla-feira, 3 de julho proximo futuro, depois
da audieneia do Sr. Or. juiz substitulo, as 11 ho-
ras do dia, ira a praca por venda o seguinte :
Idem a rua da Fioresta, em Olinda, com 21 1)2
palmos de freute, 37 de fundo, 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fora, quintal em aberto, avaliada em
3005, para pngamento da cxecucio contra herdei-
ros de Jose Lucas do Espirito Sant>.
Idem a travessa da Levada, no Monteiro, com 2
janellas'e 1 porta de frente, 42 palmos de fundo,
21 ditos do largura, 2 salas, 2 quartos, cozinha
fora, quintal em abet to, em mao estado, avaliada
em iOOi, para pagamento da execugao contra Fe-
lippe Santiago Pereira.
As casas seguintes : no largo do Salgadinho,
sem numero, com 37 palmos de frente, 80 ditos
do fundo, 2 salas, 4 quartos, Cozinha fora, estri-
baria, quintal em aberto com arvoredose cacimba,
terreuo foreiro, avaliada cm 2:000*.
No lugar da Torre, sem numero, com 2 portas
de frente, 24 palnvs e 3 pollegadas de largura, 34
dit03 e 6 ditas de comprimento, 2 salas, 2 quartos,
cozinha fora, em mao estado, avaliada por 6005.
No lugar denominado Agoa-Fria, n. 1, com 62
palmos de comprimento, 35 de largura, 2 salas,
quartos, 1 gabinete, cozinha fora, grande sitio
com coqueiros e baixa de capim, solo foreiro a
Santa Casa de Misericordia desta cidade, avaliada
em 3:500 j, para pagamento das execucSc3 contra
herdeiros ile Henrique Gibson.
Recife, 19 d'.> junho de 1874.
0 solicitalor da fazenda provincial,
J Firmino Corrfa de Araujo.
Rna do Baaio is 5. Borja as. 501 M.
Rua da ASemU a. W.
Raa daSeWaads ns. 37, 41. 43, W e 47.
Rua da Ponte-Velha as. 107 e US. .
Travessa da Palaeio do Bispo as. 8 e 10.
Rua do Coroael Lamenaa as. S, 7, 9, II, 13, SI
e 48.
Beceo do Tambii n. 14.
Rua do Rosaria n. S.
Rua do Servasio Pires ns. 99, 101, 103, 100,109,
HI, 113 e ItS.
Freguezia de S. Frel Pedro Goacalves .
do Recife..
Rua do Apollo n. 4, 2* andar.
Rua do Bom Jetus n. 3V.
Eseriptorio da companbia, 27 At Junho de 1874
O gerente,
John Blounl.
Freguezia da ttraca*.
0 fiscal da fref uezia de {f. S. da Graca faa scien-
te que acha-se em deposito uma cabra com dous
cabritos : quem for tea dono, Ihe sera eetregne,
pagan lo as despezas.
Fret uezia de N. 8. da Graca, to da juaho de
1874.0 fiscal,
____________J. tf. da Souza Magalbaes.
1NSPECCAO DO ARSENAL DE
* MAR1NHA.
Faz-se publico que em data de 25 do corrente
foi vistoriado o vapor Cururipe, da companhia per-
nambucana de navegacao costeira, e a eeaidsissao
julgou-o em estado de poder continuar no servico
era que se empraga.
Inspeccio do arrenal de marinha de PeraamDU-
co, 27 de junho de 1874. ..
Francisco Jose Coelho Netto,
______ In"pector interino.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
A' ft t| Loraa da tard
- Cujo program ma conatara dos awlaores traba-
lhos da companhia.
N. B. Nos domingos dias santos principiara
Mmpra
A'a ft 1|* hora* da tarde.
Os biinetes vende-se no circo.
PREQOS.
Entrada gerai 1/000
Cadoiras X#000
THEM*
mrn-m ram
Hoje
A'a ft i|* horas dts nolle,
0 drama maritimo em A aetos :
4 Senhora da Bonaip.
Triampho, largo do chafariz.
0 agenle Oias, competentemente autorisado por
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz de direilo da 2.* va
ra desta cidade, levara a leilSo, no dia e hora aci-
ma designados, os artigos qae abaixo se declara
A SABER:
S 2 machinas ccmpletas, para furar, seado uma
n. 4, e outra n. 1, 6 toraos patentes de bancada, 8
snfras de forjas. 2 folles com forges e todas as
suas periencas, ferramenta completa para serra-
Iheiro, 20 duzias de limas sortidas, 215 folhas de
ferro, 125chaves sortidas, 250 libras dechumbo
em barra, novo, 1 balanca decimal, 1 picao, 2 bi
rrnas, 1 cylindro, 38 cepos de pedra, 10 grades,
varandas, 1,000 libras de ferro, 458 pedacos de
dtto novo. aeo de Milao, psrafusos diversos, gre
Ihas para fogao, 3'toneladasde carvao de pelra, 1
diU de ferro velho, 1 relogi", 1 carteira de ama
re lo, em bom estado, e rauitos outros artiaos que
etsario patentes ao exame dos Srs. compradores
Garante-se a casa a qualquer pessoa que pre-
tenda para continuar com a mesma officina, e pa
ra qualquer esclarecimento, a rua do Marquez de
Olinda n. 37, primeiro andar, eseriptorio do agenle.
4VIS0S MAftltlMOS.
Edital n. 188.
rV"'a i-wji-rtoria d alfandeird se (m. puDIIco, que
!. nrrematada a mercadoria abaixo
:4a, aaann<*i< la p^r edital n. 185, por falta
-, -i<-n-ia ao valor official, se transfere a
siT-tBa!a;\o para as 11 horas da manha
4s dia i' lejaflas fiadnaro.
Armazem n. 7.
Barea V S 1 to volumes com grelhas de ferro
para eaoaaa. vinJas de Liverpscl na barca Her
, de-rarrepalos eai 31 de j?neiro de 1873 e
Ijs a Via Session & C, no valor de
Aifasdrga
It i>7i.
dc Pernaoibuco, 20 de junho
0 inspector,
Fabio A. de Curvalho Reis.
0 Or. Lniz Ferreira Maciel Pinheiro, juiz substitu-
U ia vara commercial de?u cidade dp Recife de
Pfersamoaco, por S. M. Imperial, que Dcos
aaarde etc
Faro saber pelo presente edital que no dia 9 do
xaet ie jnlho ao corrente anno se ha de arrematar
per veaia, depois da respectiva a jdiencia, a quem
aaats osr, os moveis seguinies :
12 cadeiras de guarnicao de jacaranda a 6^000,
'it; I par de consoles com tampa de pedra, e--
taaos aaa qurbrada. dita maflei a, por 40i ; 1
aaesa rel .-nda de dita madeira, com tampa de pe-
oes, par 23i ; I sofa de dita, por 40i ; 1 marque-
aa ie aaaarello com a palhinha rota, pur 103 ;
1 caaesras aani:anas a I4X<0, 6< ; 1 guarda
saapa oe praao p >r lot ; 1 armario ordinario per
If ; I jarrao gruide usado por it ', 1 bide por
34,1 escarradeira de louca por It', I mesa de
pake por it ; 1 espelho veho por If ; cujos mo-
aas ae a praca por execucao de Joaquim Antonio
a* Araajo A C, contra Antonio de Souza Oliveira.
E aa fssta de liciuntes que cubram o pre^o da
La arremata^ao sera feita pelo preco da
aaa a abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de
dis, raaudei passar o preseute, que sera"
i4o pela i-nprensa e alTixado nos lu-
do costume,
i e passado nesta cidade do Recife de
too, aos 27 de junho de 1874.
Ba, Francisco Kavi-r de Souza Ramos, escrivao
sscraa, MXcrevi.
Uuz Ferreira Maciel Pinlteiro.
Ja* a*3 300 rs. V. s. S. ex-causa. Maciel
alECUBACOES.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
a Una. junta adminislrativa desta santa
va de aovo a praca em sessio do dia 2 de
vindouro, peUs 3 horas da tarde, o
de geaeros, ao trimestre de julho a
aas eslabelecimenlos pios a seu cargo,
aapital Pedro II, constantes da relacao
ido-se por base os menores pre-
stas Ja apresenudas, e que podem
pel s iateressados, na secretaria.
iJea.
da terra, liso.
sosRta, lukframmo.
Mngrvairao.
No dia 30 do corrente, pelas 19 horas
da manha, tera lugar no eseriptorio da
compMiliia, rua do Cabugd n. 16, a arre-
matnrao dos chafarizes abaixo declarados
Os Srs. licitantes podem compart cer com
seus iiadores ou declarai;ao dos mesmos no
mencionado dm, ou antes no respectivo es-
eriptorio, onde melhor poderSo informar-se
das condijoes do contrato d'arrematagao ;
devendo ser estas propostas em carta fecha-
da. Declara-se aos Srs. licitantes que o pa-
gamento sera feite em sedulas.
BASES SOBRE AS QUAES SE DEVE
LANCAR.
Bairro da 'Boa Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova de San-
to Amaro. Dito da rua do
Principe. Dito do largo da
Soledade. Dito da caixa d'a-
gua dos Pires. Dito da praca
do Conde d'Eu. Dito da rua
de S. Goncalo. Dito de San-
to Amaro das Salinas...... 19:5025000
Monteiro
Chafariz dessa povoaQao. 2015000
Apipucos.
Chafariz dessa povoacao.. 1335000
Eseriptorio da companhia do Beberibe,
25 de junho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valeria.
0
Rio de Jarjeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
cional Isabel, tern parle de seu carregamento en-
gajado ; e para o resio que Ihe falta, trata-se com
o sen consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, raa do Bom Jesus a. 57._______________
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca porlugijeja Feliz Uniao por
ler a maior parte de sea carregamento engajado,
s para o resto que Ibe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jos* Ooncalves Beltrao .AJFi-
sho.a ma do Commercio n. R.______^^__^^
Agente PestanA
LEILAO
DE
100 saccos com feijfto mulatinho, dtsein-
barcados ultimarnente.
TERCA-FEIRA 30 DO ORRENTE
A'e 11 horas
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega.
10 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e nsco de quem pertencer, de 100 saccos de
feijao mulatinho, desembarcados ultimarnente, em
um ou mais lotes, a vontade dos compradores.
para creanca, comraodas,
mesas para jantarr 1 gran-
de guarda roupar tear pa-
ra bordar, quartinlieiras^
banco para marcineiro,
grande qiiantidade de tes avulsos, e innumeros
artigos douso domestico,
que serao vendidoe
ao correr do 'martetfo
Quinta-feira 2 do corrente
t%s it horas
NA
FEIRA SEMANAL
liiRua do liuperador-fir
ARMAZEM.
LEILAO
COMPANHIA PERNAMBICANA
lavejsacilo costeira a vapor.
GOYANNA.
0 vapor Mandahu,
commandante Msri-
nho, seguira para o
porto acima, ne 1 de
julho as 9 horas da
noiie.
Recebo carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete: eseriptorio no Forte de Mattos
o. 12.
SANTA CASA DA A11SE1UCUUMA DO
RECIFE.
A lllma. junta adminislrativa da Santa Casa ds
tfiserieordia do Recife, manda fazer publico qut
aa sala de suas sessees, no dia i de julho, pe-
las 3 horas da tarde, tern de ser arrematadas s
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
i ires annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECIMEXTO DE CARIDADE.
Rua do Padre Floriano.
Casa terrea n. '.3......201*000
Rna Nova de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Rua das Calcadas.
Idem n. 34........201*000
Cinco Pontas.
Idem n. Hi........362*000
Rua de Santa Thereza.
Idem n. 7.........221*000
Rua larpa do Rosario.
ie 2 andares do sob'rado n. 21 A 310*000
Hem do sobpado n. 2i.....408*000
3* andar do mesrao......280*000
Rua do Cabuga.
Loja n. 1 ......ii.j0*000
Rua do Amerim.
I.* andar do sobrado n. 26. 304*000
Rua de Antonio Henrique.
Casa terrea n. 26...... 99*000
Largo da Campina.
idemn 11....... 120*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua Duque de Caxias.
Lojan. 77 ....... \ 700*000
Rua Primeiro de Marco.
Sobrado de 3 andares n. 11 2:000*000
Caes da Alfandega.
Sobrado meia agua n. 1 .... 2:100*OCO
Rua do Marquez de Olinda.
Sobrado n. 33.......1:000*000
Rua da Madre de Deus.
Casa terrea n. 20......7CO0COO
Becco das Boias.
Sobrado de 2 andares n. 14 601*000
Idem n. 39........421*000
Rua da Lapa.
Casa terrea n. i0. ...-...' 202*000
Rua do Amorim.
Sobr*do de 2 andares n. 23 6026600
Casa terrea n. 34......122*000
Travessa da Madre de Deus.
Sobrado de 1 andar n. 19 630*000
Casa terrea n. 17......601*000
Rua do Burgos.
Idem n. 19........153*000
Idem n. 21 .......153*000
Rua do Vigario.
2 andar do sobrado n. 27 143*000
f-andar do inesmo......300*000
Loja do mesrao.......375*000
Sobrado de 2 andares n. 18 \ 1:300*000.
Raa do Encanamento.
Sobrado de 2 andares n. 13 1:400*000
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......701*001'
Idem n. 25........209*000
Rua da Guia.
Idem n. 25........209*000
Idem n. 29........201*000
Rua daCrur.
Sobrado de 2 andares n. 12 800*000
Rua de S. Jorge
Casa terrei n. 100......241*000
Os pretendentes deverao apresentar no acto da
irrematacao as suas fiancas, ou comparecerea
icompannados dos respectivos fiadores, devendc
pagar alem da renda, o premio da quantia em
joe for seguro o predio que contiver estabeleci
nento commercial, assim como o servigo da lim
peza e precos dos apparelhos..
Secretaria da SanU Casa da Misericordia do Rs
life, 26 de junho o de 1874.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza, ____
COMPANHIA
Acham-se promptos para funccionar os appare
es. Os senhores proprietarios so deverio
np
oil
lhos que foram collocados nos predios abaixo de-
delles fazer uso depois que receberem um eartao
da companhia que os autorise para issq.
Freguezla da Boa-Vista.
Rua do Visconde de Goyanna ns. 48, 50,52, 109,
IIS, 131 e 135.
Consulado provincial
Pela adrainistrpcao do consulado provincial se
faz publico aos respectivos contribuintes, que da
! de jnnho vindouro por diante comeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 21
do regularaento de 16 de abril Je 1842 para a
cobranca a bocca do cofre. do 2 semestre dos im-
po=tos <'\ decima urbana, 5 0|0sobre bens de mao
moi Li, e 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na mnlta de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao salisiuerenT nesse prazo.
Cansulado provincial do Pernambuco, 27 de
maio de 1874.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
racilic Steam .\avigaiimi Companj
ROYAL MAIL STEAMER
CHIMBORAZO
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 5
de julho, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool tocando em Lit
boa e Bordcos, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete.
Xfio sahira antes das tres horas da tarde do die
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Bone A C
14PRACA DO COMMERCIO14
. Companhia Fidelidade
Segnroa marltlmoa e terreatres
A agenda desta companhia toma segurcs ma-
ritiraos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratulto ar
egurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o Togo
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
:ellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior eon-
servacao das mercadorias depositadas, servigo
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e aspbaltados, isentos dt
:upim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar
sazens, pederao dingir-se ao eseriptorio da com-
panhia pernambucana, que acbarao com queu
iratar.
ADMINISTRACAO DOS CORREIOS 1>E PER-
NAMBUCO, 30 DE JUxNHO DE1874
Malas e expedir se.
Pelo vapor nacional Cururipe, esta administra-
Qao expede malas; para Maceio, Penedo e Sargi-
pe, hoje (30)
Recebera-se jornaes, impresso< e cartas a regis-
trar ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ate 3
boras, e com porte duplo ate 3 112.
O administrador,
Alfonso do Rego Barros.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
viceStb
Hoje
Primeira, segunda e terceira representacio do
drama sacro em 6 actos e 8 qoadros :
Os Sele Passos.
Entram era scena 70 pessoas.
Scenario e vistuario tudo novo.
Os bilhetes ostao a venda desde ja no theatro.
Os espectaeulos comecarao as 8 boras em ponto.
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
GOMPAttUlaTBRsiSILEIflA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Segunda-feira 29.
Dia saato.
(.raudc espectaculo.
Lisboa e Porto
Segue viagera com a possivel brevidade a barca
portugueza Nova Veneedora, recehe carga e pas-
sageiros : a tralar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. 20.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegacflo costeira a vapor.
Transferencia
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe
seguira no dia 2 de
inlho proitimn as 3
horas da tarde para
Fernando de Noronha.
Recebe carga ate o
dia 1.
Agente Pestana
LEILAO
DE
MICIiK.15.fcfc
Terca-feira 30 do corrente
No primeiro andar da rua do V gario Thenorio
n. 11
as 11 horas eiu ponto
0 preposto do agente Pestana fara leilao dos
objectos seguinies :
Duzias de pares dc botinas para senhoras.
Dilas para meninas.
Ditas de focos para senhoras.
Ditas de ditos para meninas.
Ditas de gravatas para homens.
Ditas de dilas para senh ras.
Ditas de golinhas para seahoras.
Espelhos grandes e pequenos, com moldura dou-
rada.
Mantilhas pretas para senhora-.
17 duzias de oleo oriza, perfeilo.
Tcrca-felra 3 No primeiro andar da rua do Vigario The-
norio n. 11.
AS 11 HORAS EM PONTO.
Novo leilao
i
De um sobrado p.. 30, site u rua do Viscon-
de de Pelotas, 'outr'ora Aragao] com ns
seguintes commodidades : 2 s.ilas, 2 quar-
tos e cozinha, pavimento terreo, 1 sala e
2 quartos, bom quintal plantado e ca-
cimba.
QUINTA-FEIRA 2 DE JULHO.
A's 11 horas cla manha
No eseriptorio a" rua do Bom Jesus n. 53,
primeiro afldar
0 agente Pinlio B;rges, autorisado, vender* cm
leilao o referido sobrado por conta e risco de quem
pertencer.
Qualquer esclarecimento relativo, o mesrao agen-
te pode dar.
DE
moveis, loin;as, vidros, pianos de armario,
de jacaranda e laia, jogos de pedraa- pa-
ra consolos e jardineira, chapeos do-Chi-
le e diversas miudezas
Quinta-feira 2 dc julho
A's 11 horas em-ponto
Xo nrmazem da rua dp Bom Johuh
n. OH (antisa Cruz).
O agente Dias, competenteireuie autorisalo,
vendera rm leilao no dia acima dito, mobilias d
jacaranda com tampos de pedra, ditas de amarel-
lo, cama3 francezas para casal, dita de mogno, dita
de ferro, marquezSes, marquezas, toilettes, lava-
torios, santuarios de jacaranda, guardas-loucas,
guardasroupas, guardas-#esti'os, mesas elaslicas
de 4 e 6 taboas, secreuirias de jacaranda e ama-
rello, coosoios, mesas redondas, cadeiras avulsas,
tocadores de a narello e faia, e muit.)s outros tras-
tes avulsos que serao vendidos ao correr do mar-
tello.___________________________________
Agente Pestana
PAHA'
A escuaa Georgiaaa segue nestes
porto acima, e recebe carga a frete :
Tassi Irma.;s & C.
dias
a tratar com
parao
Rio-Grande do Sul.
PATACHO
FRAWCiSC*.
Recebe carga a frete para o referido porto : a
tratar com Amorim Irmaos & C.
r.
Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Maranhao.
Para o referido porto prelende seguir com pou-
ca demora o mate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se com os consignata
ios Joaquim Joed Gmcalves Beltrao &
rua do Commercio n. 5.
isignat
Filho,
Ceara, Macao e Mossord.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ter alguma
carga engajada e para a que lbe falta, trata-se
com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Bellrio A Filho, a rua do Commercio n. 5.
Para a Bahia.
Para o referido porto segne com brevidade o
hiate /own Arthur, por ter grande parte da carga
engajada, para o resto que Ihe falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, na rua do Bom Jesus n. 57.
LEILOES,
Agente Pestana
DA
armac,ao, generos e mais utencilios da la-
Terrjar sita a rua de Loroas Yalentinas
n. 78.
Quarta-feira 1. de julho
as 11 horas da manha
0 preposto do agente Pesuna fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, da annacao,
generos e mais utencilios Aa. taverna sila a rua
de Lomas Valentinas n. 78, em um ou mais lotes,
afvontade dos compradores.
Ouarta feira V de
, as 11 horas
jniho.
DE
fazendas avariadas
miudezas, chapeo3 de pello preto, ditos de castor,
pretos e brancos. ditos de seda, meias para ho-
mem, algodao azul, grav.'itas estreitas e largas,
chapeos para senhoras, elastic.) para botinas,
sapatos de casemira e outros rauitos
Quinta-feira -2 de julho
as It l|'i horas
No primeiro andar dosobralo la rua do
Bom Jesus n. 53.
0 agente Pinho Borges vendera era leilao as fa-
zendas avariadas acima deelara.las, por conia e
risco de quem pertencer.
LEILAO
. DE
toda a ferramenta, instruments e utensilios
da ferraria pertencente a D. Luiza Cons-
tantina Machaupk
Terca-feira SO do corrente
as 11 horas da manha
5m o es\}belecimento u. W da rua do Barao do
Em continuaqao
DE
moveis novos pi'a liquidar, no armazem
do Sr. Joao dos Santos Coeibo, a rua do
^Bom Jesus n. 41
Quinta-feira 2 de julho
A's 11 3^4 horas em ponto
Um rico piano, 1 mobilia nova de jacaranda,
composta de sofa, consolos, com tampo3 de mar-
more, 4 cadeiras de braens, 12 ditas de guarni-
Sao, 1 mobilia de amarello, nova e completa. guar-
a-vestidos, guarda-roupa de amarello, camas
francezas de jacaranda e amarello, 1 toilette de
jacaranda, mesa elastica de 18 palmos, ditas pe-
quenas, cadeiras avulsas, consolos, marquezas,
marquezoes para casal e solteiro, lavatorios de
mogno e amarello, bancas para jngo, cadeiras de
faia, ditas de bracos, ditas de balanco, ditas para
crean^as, secretarias, carteiras, mesas para es-
eriptorio, 1 aparador de mogno, 1 bagatela com
pertenca*, cabides, mesas redondas, C importan-
tes pedras marraores, com 5 l|2 paimos de com-
primento, 11|2 de largura e 1 1)2 pollegadas de
grossura, e nma de nove palmos de comprimen-
to, 4 l|2 pellegadas de grossura e outros moveis
queestarao patentes no dia do leilao.
Era continuacio o mesmo agente Pinho Borges
vendera joias de ouro do maito gosto, cotto: bun-
cos, aderec s, al6netes, anneis, relogios, 1 salva
de prala, e outros artigos do mesmo genero.
0 agenle Pinho Borges. autorisado pelo Sr. Joao
des Santos Coelho, vendera os moveis acima men-
cionados, ao correr do marlello.
0 agenle eonvida a s seus freguezes e amigos a
concorrerera a este leilao.
Grande feira
DE
mobilias, quadros dourados,
com Anas gravuras, guar-
da louca, aparadores, ca-
bides, secretarias, estan-
tes para livros, espelhos
dourados (obra de gosto),
carteiras para eseriptorio,
,1 grande fiteiro para loja,
camas de ferro, objectos
de ouro, louca, vidros,
pianos -de armario, relo-
gios de algibeira, bercos
DE
nove velas para navio
No trapiche do Machado, no largo do Corpo SaDto
n. 11
&i 11 horas em ponto.
QO preposto do agente Pestana fara leilao dc
ob;ectos acima.
lu inta-foira 9 de julbo
Xo irapiche do Machado, no largo do Corpo San-
to n. 11
ds It horas cm ponto.
a'JISOS OVERSOS
Attengao
Os abaixo assignados declaram pelo presente e
previnem a quem o Sr. Joaquim Theodoro Correia
da Silva offerecer uma parte do sitio denominado
CUmbe ou Cafezeiro, que nao fa^ara negocio com
o mesmo Sr. Correia, porque este Sr. nao tem
terras nos referidos sitios cera no sitio Cumbe,
nem no Bringuel, nem era outro qualquer que
faqam parle das mattas dos sitios Cumbe, Cafe-
zeims e Bringuel, e pelo presente pratesta contra
qualquer transac^ao que com o mesmo fizer qual-
quer pessoa viito que os consen^ores dos referi-
dos sitios e mattas do Cumbe Caftzeiros e Brin-
guel, sao os abaixo as:ignad. s Antonia Isabel do
Canto, Melchiades Manoel dos Santos Lima, Anna
Idalina da Costa Guimariie, Francisco Rodrigues
dos Santos, Clandino Jose flodrigues dos Santos.
p Antcnio Theodoro do Saplos Lima.
Muga-se o ierceiro andar e Bptao do sobra-
do de azulejo, a rua da Imperatriz n. 14, o qual
tem excellentes commodos para uma.numerosa
farailia, e outros gozos da vida domestica, como
agua encanada, gaz, muito fresca, e uma excel-
lente vista ; e a grande vantagem de se achar
caiada e pinlada ha pouco tempo: a Iratar no pri-
meiro andar do scbrado a rua do Vigario n. 1.
Aluga-se > casa da rua lo Nascente n. :0 :
_ tratar na rna Imperial n 217. A casa tem com-
modos para grande farailia.
Villa de Palmares.
As Sras. Carroll pariicipam aos Srs. pais de
familia, que abriram um collegio francez para
o .-txo femi lino na Villa de Palraares, onde re-
ceberJo alumnas internas e externas. Eosinar-
se-ha alem do francez, portoguez, inglez, arith-
metiea, geographia, historia, musica, bordados
etc. Tambem se propocm a receber alumnas das
3 as 6 horas da tarde, por metade do preco : pa-
ra tratar na mesma villa, no Pateo da Feira
Francisco Mamede de Almeida e sua senho-
ra, nSo tendo podido, por incommodos de saiide,
despedirem se das pessoas de sua amizade, pedem
desculpa desta falta involuntaria; offerecendo-
lres seus dimmutos prestimos era Buenos-Ayres,
onde vao demorarsa algnm temp?.___________
Jo-e Martins do Rio, retira-se para Europa.
CMDHORTUM.
AOS 4:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marco (outr'ora rua a*
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizei bilhetes um raeio n. 3027 com *700*, dous
meios n. 1648 com 100*, e outras sortes de 40#
e 20i da loteria que se acabou de extrahir (10P),
eonvida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume sem desconto algura.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 23* parte das loterias a beneflcio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penha (106), que se
extrabira no sabbado, 4 do mez vindouro.
PREgOS.
Filhete inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
(m pongio DB 100JWOO VKHk ClsU.
Ililhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
CASA DO OURO
Aos 4:000$000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nov
n. 30, oasa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens'
uuito felizes bilhetes a sorte de 4:000*000 em um'
meio bilhete de n. 134, e a sorte de 700* em meio-
bilhete de n. 3027, e um meio de n. 27* com a
sorte de 200*. alem de outras sortes menores de
40*000 e 20*000 da loteria que se acabou de ei-
trahir (105"); eonvida aos possuidores a virem-
receber, quopromptarrente serio pagos.
0 mesmo abaixo assignado eonvida ao respeita-
vel publico para vir ao sen estaMecimento com-
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao da
tirar qnalqtier fremio, como prova polos me.mt9
annuncios
Acham-se a venda os muito feUzes bimetes ga-
antidos da 25* parte da loteria a beneflcio da
nova igreja do N. S. da Penha, que se extrahira no
dia i de julbo.
Precos
Inteiro 4*000.
Meio 2*000
De 1009000 para lus.
Inteiro 3*500
Meio 4*750
Racife, 27 de Junho de 1874.
Joao Joafum d* CottaLht*.
!
-
ir
-4-
*


Diwio de Pernambuco Segunda feira 29 de Junho de 1874.
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pharmacaatioo da Parts


i propriedades de ostsaas tem vivamente
a attcucao das pessoas sciontificas e dos medi-
^ae alb eessam de utilisar sua virtude nos Cazos
eaatra as qnaes se n3o coahecia athe esta data
*ass Mao de accao efficai.
ft mr Nans ha pouco tempo se exprimiu nos seguintes
as, as Academia das sciencias : Duas substancias
l, o chloroformio e o chloral, que na
deseoberta foram o assumpto de muito
> e serios estudos, no puro interesse da scien-
e das theorias chimicas, tomaram em
segada parte eatre as preciozos agentes dax therapeu-
tics : o chloroformio para a chirurgia, e 0 chloral para
a nedeciaa.
0 Sa- Folk* tendo montado uraa fabrica para a prepa-
* tia itriieada de chloral, garante a pureza absoluta
aa produrto, e para facilitar o emprego d'este mara-
vdasa, aodkamento, preparaa una Xarope de chloral,
aaa fraaau de Moral em uma eolher de sopa.
0 UIOR DE CHLORAL DE FOLLET, na
ae arduiaria de uma a duas colheres de sopa procura
e acOita aos doeotes urn somno tranquillo e rcstaurador
^ekV taz esperimcnlar um grande allivio, restitue-Ihe as
farcas e o aoimo perdido e ajuda enormemente a reac-
$*, staisanca provocar nenhum d'esses accidentes tantas
* Us nepstklas vexes produzidos pelo emprego dos opios.
i coaseqoeoria d'estas propriedades eminentemente
qoe o XAROPE DE CHLORAL DE
e senpre empregado com grande succcsso
caaos d'insomnias, nevralyias diversas, gotta, rheu-
enckaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
adicmskepmtiaumomtrat, canter, eclampsia, tetanos, etc.,
e ea goal, em todos os cazos em que uma dor aguda
aocarcla a Calta de somno.
female cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
FiiaiJ, caefe do scnico dos feridos no Val-de-Grace,
pahhkaa, na Botetim tkerapenticouma serio de observances
sabre e resultados obtidos com o chloral que o Snr
FeUet, linha postoadisposicao do dito hospital; os feridos
redaaaraai o sen emprego com instancia.
0 Sar douctor Lecacheur, que muito se occupou do
oapregs do chloral (on hydrate de chloral) em therapeu-
tica. pablkoa sabre este assumpto um trabalho notavel
do fsal passanos a dar um extracto :
mmm imaio* primeiros e miis constantes effeitos, prod uzi-
***re ddord j principia sempre cm geral um quarto de
h> aaa an depois de se ter administrado o medkamento.
fwSddto e analogo ao somno normal; nSo e pertur-
aar Motes, e nio 6 acompanbado nem de excitacSo psychica
?* *e *gitc aaiaagnoneit. Geralmente os doentes, nao se qaeixara
a> dbaSaaago, nem depexo de cabe^a, nem de cephalgia
aaaaaa a m* parte da vexes com o emprego dos opios.
tai a pk> lorna-se indispensavel elevar progres-
*a para qoe seas mesmos effeitos se continuem a
roja samnw nao acontececom o hydrate de chloral. *
i dstts, o emprego e accao do chloral so t or na ex- f
tremamente prectoza, nsslm como o sefior Bergeret de
Saint-Leger o demousUa pcla observacao segunite :
t Um (tactile estavodecama liavia ja um mcz, rettido porum atta-
que de gotta, e durantc oito dias nao pode doi-mir, oinda que cx-
tenuado pcla dor, insomnias e Hgoroza dicta; tudo fazia prever
noMcs terriTeis : administrou-se-lhe de uma so vex duas grammas
< de chloral dissotvido em agua com assucar; e dex minutos depoia
odoenteadormeceu, eo sonbio durou trex lioras; a meia noite des-
pertou-se sem dftres de cabeca c cm um cstado de contcntamento
indescriptivet, depois adormeccu dc noro paaa todo o rcsto da
f noitc.
< Dcsde cntao continua com o uzo do chloral, e as ancias atrotcs e
dolorozas bem como as contracc&es dos musculos cessaram. a
0 chloral tcm tarn bom uma accao notavel sobre-a tosse
que canca tanto os doentes atacados de constipacdes ou
de bronchites.
0 seiior douctor Offret, depois de ter citado em suas
memorias algums cazos de curas rapidas pelo chloral,
accresccnta :
a Podcria citar ainda varias outras obscrvacSea feitas com indivi-
t duos altacados dc tubcreulos pulmunarcs, em differentes graus,
de bronchites chrouicas c agudas.
Estcs doentes cxtenuadiis pcla tosse, privados a maior parte daa
vcrcs dc um somno tranquillo, cncuuU-aram no uzo do chloral um
grande allivio. quartdo incsnio a morphina n3) tenha produzido o
t menor effeito, Os suores abondantcs que opprimein todos os phthi-
sicos me pareccram diminuir sob a influencia d'este mcdicainciito}
a tosse se tcm constantcmentc apaziguado por uma maneira muita
t sensivcl.
Os jornaes de medecina e resttmos scientificos tern
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de chloral
pelos Snr' douclores : Itichardson Bergeret de Saint-
Leger Brodbury Ilichard Beranger Feraud
Liebreich Westphal Meyer Bardeleben Lan-
genbeck Virchow Diculafuy Krishaber Bemar-
quay Gublcr Jastrowitz Liegeois Mauriac
Marjolin Mandl Bottchut Giraldes Verneuil__
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar scrvigos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma ddr dando ao doente
um somno reparador. '
AVISO. Afim de evilar as falsifkacdes ou imitacoes
que podem ser preparatlas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exiyir sobre
cada frasco a etiquelta de quatro cores 1
tendo a assignatura.
Uma instrucgao minucioza acompanha cada frasco.
Preco de frasco : 3 francos.

ROA DO BR
':!
BOWMAN
I H. 52
Podendo|todos
'ser movidos a mSo
por agas, vapor,
Ion aoimaes.
CAPSDLAS D'ETHEROLfi DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissolug^o de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o sav5r do medicamento e complectamente nullo.
Cada capsula contem approximadamentel5centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas colheres de
agua pura. N
Preco de frasco : 3 francos.
A^aseaiulo o/ chafarifc)
r*f!.M Mk sfxjrss 4t r^e-je or/..-s i-'LoJ^or t *BJp:"g '.jfi de u.
..aiJtijo o ftvrrtJ, 46 sum rtsiU sr. esli^mrttjfnU), jra \eram o t*o aortimenu
oaaplet} qoe, ihi tem; soado ir.ao soDerioT em qcili-lade e fortidlo; o qne cum a ins
*& pKfl pDfkvH yrtfl(ar. /
8CIALAflKrigJ[0.\OTUMpO E LlT.AR DE SUA, FUNDIAO
^ nn^nf, d MA^na rltotirin ^s m\* caodernos systemat eem ta
V%pOA6a6 rOtlaS avagaa maQbos convenientes para as diterwi
ir^emstanciai doasenhores proprietaritw e para deicaro^ar algodao.
loendas de mim]%. ""*- +*"* *" ,qni
aodas dentadas p^" ^
Faizas de ferro fundido, batido e de cobre.
il&mbiques e fun^os de alambiqnes.
KWniUUBUlO* parttdHarmideira.
8WW** de |*0e, garantidei........
redan as nsiJiinas e pefa*de qoe w co(ttuma precssar.
Pai qnalfter eooeerto d* ***> w mni Taii0-
Form aft fM farrO tem md'a0r6a Etis b!rsus eiistentes do mer-
RlaimnilsPsMlliflsV ^conbe-M da noesd*,- vir qaalqoer machioismo a von-
QUVUlIAIBVUUaOa ta(je ,j0, Cliei2*, tetBbrando-lhes a vantagem de fazerem
oal eotnpraa por interasdii 6e pessoa enteodidg, e qne em qaalqaer neccssidade p6df
ass presttr raflio.
irados amerfeanos in,trawnt0' 8ricoI- ,
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARI2
--- ----------------------------------------------------- -- i -
<0DIM DUARTE k IRMAO
UABELLEIREIROS
Premiados na exposiqao de 1872
&&
-/,
*$*"&&**
U-m do Maiqnez dc 01inda--24
EsqiiTnn Participa a sens frfgnezcf e amigos que mudoa
o ?eu estabelecinento do relojoe'ro para a mesma
ma n. 24, onde cnconirarao um grande sorlimento
de relogks de jarcde, americano?, e cima de me-
sa, dos melhores gotos e qcalidadc?, relogios da
algibeira, de todas as qualida es, patenle-suisso,
de ouro e prala dourada, fcleado (plaqnet), relo-
gios de onro. ir.glez, descuberto, dos mc-ihores
fabricante?, cadcia de euro, plasact e prala. lucetf.s
detods as qualidades, tudo por prc?os muito ba-
ralos.
RUA
eava
WPERATRIZ
[1/ ANDAR.

"lrFHIQBM^ i
fitlife /
RUA
DA
WVlftffr
IMPERATR1Z
H. 82
i> ANDAR.
por attaendo dlrlg!r-se caza do Stir V. FRERE, 19,
u Jacob, em Porl
ESSENCIA EONCENTlftDA
in:
EGUMAUE1RA.
Lava-se, e engomase, com
rua do Nogutira n. 18.
perfoijSo a
IANOS-
/T.-r
w; ;
Prewaaa bis expo-
;4e Peraambnco
rs SO lasciro.
na expo-
Pi larmaceulico
Premiada
sii/ao de Virnna d'Aus-
iria.
Pla
es<-ola de
Success':r do
Pa vis
ARISTIDE SA1SSET E. J.
woo
Tnuweala paramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A SffrSi de Caraba e tun remedio- boje reconhecido como um poderoso depura-
jBBecial para eora de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
tejass: asnKltias Syphilitk-\s, Boubaticas e Escrofulosas, Rheumatismo, Empixg ens, Dar-
Caxsaus, EaiTgoEs, etc. etc.
Oi prodieij*os effeitos qoe tem produziio a Bssencia de Careba, por toda parte
dh tesi aSs apropriadamente experitnentaaa, a tem feito adoplar como um dos medie.-.men-
ds iifBioa e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza yphi!itica e
A cada frasco acompanha nma insirucrao para a maneira de usar.
Pomada anli-iliii'lrosa
i as aflectoes cntaneas
fan en das
comichSes, etc., etc.
dc Cawba
boaba*, ulceras, chagas antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
darlbros,
0
Ingueiil
ROO0OAYR0L IBMAuS, SUC"ES30RES
Bolica Frani'oza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
ATTENQAO.

swisjpaio pede aus senhures relojoei-
ss o obsequio de apprehendcrem ao
ojbb Hes for ooVreor qnalqaer tran
Pedido.
Antonio Adolpho Feraandos roga a todos os
sens credores de apru.-entareiu suas cootas n > pra-
eaaeia e dim bot6>-", tudo de ; xo de 8 dias, aflm de serem agas a rna_ do Mar
hjectoa foram furtados na ma
do aobrada n. 25, 4 rua do
nta estojo, eoatendo dnas na-
Jo se
, sotlo, sito a rua da
ceramodos e p.nUdo:
31.
uei de Olinda n. 13, e nao .-e responsabilisando
|ue po.-sa appa
Jfsnino Alves Fernandes,
co para caixevO de pada-
oratica e osm 'efra: a
a ISA Direda, casa m. 8, *M**, caitone
t1s.dh)ojoaSssi
dbsKrrmTgfrwBasdeua.

1
de future por al^uma que po.-sa apparecer, sendo
estas apre.'PDiadas a
afim de verrfica-las.
Pernambuco, 26 de juniio de 1874.
_________ Antopio Adolpho Fernandes.
Hotel chinez
fiUA BIREITA N. 33.
Onde os amigoa do pom petisco eccontrarao toda
e qaalquer qaalid.de de comida, com pr^mptidao
e 'asseio, tanto para avulsos como para assignatafa,
por precog comqoode?, desde as 6 horas da tnanha
as JS da tarde,
Ac:;'. -:.'. de chegar muito bons pianos fortes e de
elejranies modellos, dos mais notaveis ebem co-
1 nhecidos 'abricantes ; como sejam : Alphonse Bi
j donel, Henry Hers Pleyel Wolff &. C. : oo Vapor
Franuez, a rua do Baiao da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. a precos muito commodos.
Perfumarias.
Fines ex tract os, bannas, oleos, opiata e pds den-
Sriiee, agua de Her de laranja, agua de toilete,
divina, llurida, lavande, pos de arroz, Fabonetes,
I, crosmeticos, tuuitos arligo delirados em perfnma-
a-ia pr.ra preseotes em frasoos de extractos, caixi-
nhas Borudas e garrafas 4e differentes tamanhos
J'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
4os bem conheeidos fabricaotes Piver e Coudray,
No armazera do Vapor Francez, a roa do Barao
da Victoria, ouJr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artt.^os de tfsffepetites gostos c
pkstntaxiaa.
Espelhcs, leques, iu*as, joias d'ouro, tesourinbas,
camive^s, caixiabas de coslura, albuns, quadros,
ecaixmhas para -retratos, belsinbas de vellado,
dita.de couro, e -eestinhas parabracosde meainas,
cbicotee, bengatas, eculo, peneinez, pontetras para
cbarutoe e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
raadreperola, lapete para lanteraas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para ianelfas, esterioco-
pos,lanternas magieas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damaa, de bagatella, guadros com paisagens
S;lobos de papel para ilUminacoes, machinas de
azer ca/e, espanadoree de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e Jerco3 para criancas, e
outras maitas quinqailbarias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, (ira entretimentos das criancas, tndo
a precw maw resnniidos que e possivel: no ar-
raazem do V^por Francez, rua do Bars? da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calf ado francez
A 9$
Botinas para homem
Aeibam de cbegar grandes jacturas de botiaas
de beaerro, de cordavao, de pelica. de daraqne
com biqueira, de bezerro com botdes, e eom ilbo-
zes a 9j>000 (a escoHier) por ter- vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armaaem do Vapor Francez, a rua do Bario de
Victoria ;(outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINA6 pretas, brancas e de cores, diflerentei
lif as, enteitadas e bordadas.
SAPAnNHOS de pbantasia coin salto, brancoe,
pretos e de cdres differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de trancj.
Para iueuinaa.
BOTINAS pretas, brancas e de core* differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTJNADOS de dirersas qualidades.
SAPATOS de tranca portugneses.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de eordaao,
>BOTI.NADOS e sapaidea, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pertr
meias pemeiraa para homens. e meias perneira
para meninos.
Acabam 4e reformer o seu estcbelecimento, collocando-o'n8s"'me]hores con-
4ic*es possiveis ^e Vem senrk so publieo desta illustre capital, e a*s Exmas. Sras. n'a-
qofllo que fdr tendente a arte 4& cabelleireiro.
Fazem-se csbelleiras "tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
OQirlares, flores, bouquets e todo-e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabeleoimento aoha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, reoebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e flgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 28 '/ menos que outro qualquer, garantindo
perfei^ao no trabalho, agrade, siaeeridade e prego razoavel.
Penteana -seshoras, tanto no estabeleoimento como fora ; vende-se cabtllos em
porgio-ft-d retalho e todos os tecsilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
mmmmmmmm mmm m m mmmmm && 9
mmm normal
DE
JfOSI. ElalAS lt MOUBA &
17Largo do Mercado Fublieo17
(Antfga ribeira de S. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposi^ao do respeitavel publieo esta nova phar-
raacia e drogaria, eompletamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem exeepcao de prodnctos cbimicos e medicamentos preparados no eslran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas des Srs. medicos serao sempre despacbadas com a mais seria attencao,
e sempre ob as vistas do pharmaceutico qne compoe a nossa firma social.
As pessoas quee dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de que serio conseienciosamente =ervidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
dmdiBmdmdmj
in;
Ct-rdciro Simees
i c.
#
V
m
mm
Cabelleireiro francez
Rua do Maxquez de Olinda n. 51
. 1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e.gerente da casa de Gustavo Hervelin, cabel-
leireiro franeez; tem a henra de prevenlr as JExms. Srs. familias que acaba de fazera ac-
quisi0o de um perito official viodo ha pouco de Paris, o qual esta bsbilitado a desem-
penbarqualqter encommenda de sua arte, e -se acha & disposicSo das pessoas que deceu
prestimo,se.queiram utilisar. Outro aim scientifica que em seu estaJelecin>ento encon-
trarao stmpres Monitor dos cabelleireiros, ondeseacham dfscriptos edesflnhados todes^
os penteados .mo'dernos, para soiies, ca&amentos, hailes etc.
Finalmente previne As mesmas excellentissiic&s senhoras, quererebbo tuncompleto
sortimento de.coques, cachepaines, bsndos, crescentes, etc., e vende tudo pelo* pregos
abaixo ntencioBados:
Coque de cabello de lfi, ^0,5 a 5CSC00.
Tranjas do dito 10%, 12,5 IS* a 20^0(0.
Cacbepaine de dito 15$, 20?) a 30^000.
xCreseentes de dito 2*3, a otJOCO.
fambem (Pcontrarao um cosopleto sortimento recebido ha pcuco, de cabellos de todas
as cores e comprimento.
N. Si.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
Acabam do receber pelo vapor Mend'ca :
Riquissimr,? eortes de ? rgurio de seda !ios e
com listras achamakitada?.
Ditos de linho para vesiidos, eontendo cada cor-
te, o necessario para seu enfeite, como seja :
franjas, tranjas, I otoc, Qvellas, etc.
Riquifsimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
7 r. Murii!o.
jf, RDA DA CRUZ If. 26, 2. AND.Ut.
jj{ Kecera-ehegado da Enrepa, unde fre-
C quentou os hospitat-s de I'aiis eLondres,
r*) pode ser procurado a qualquer hora do
*J dia ou da noite para crjecio de sua pro-
gr) fis?ao.
Consultas das 6 horas da manhl as 8 liu-
ras, e do meio dia as dnas da tarde.
*., Gratis aos pobres.
if ESPECIAUBADES.
J Molestias de seflh.....-, da pelie e de
\JI crianca.
... .... -.
=*- ':
.flliirJ
Natravessa da rua
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se |
dinheiro sobre pa-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
;-*-

V
vi \\ n

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t '$
i-.yr
v*w
'
5ik3 uC^c/^"ii4
...
Joaquim Paulino Cavaleante
Uma peasoa que deseja ser util a Jo- quia Pau-
lino Cavaleante, qne desta provincia segsio para
Santos, a foi eneontrado no Rio, Ihe offerece .-eus
prestimos a ate mesmo os meios de voita para esta
cidade, e pede que se dirija em. earta para a ty-
pographia de&te Diario, enderecada ao' Dr. Felix
de Pigueiroa.
ENGENHO
Vende-se e tambem arrenia-se e engenho Po-
toai, situado na fregoezia de Agna-Preta, a duas
lgaas da estacio do eaminho de ferro, e movjdo
por agua, e suas obras e
orjanisadas, tambem tem.
Alugam-se
os armazens da traVessa dos Expostos n. 18, e da
rua deBarreto de Menezes n. 8, aotiga rua da Ca-
cimba : a tratar com o miaistro da ordem terceira
de S. Francisco, no eonsistorio da mesma ordem.
150#000.
ESCRiVA FUfdD.
Fugio da casa de sen senhor a escrava Felicia,
da coj parda clara, cabellos corridos ?te os hora-
bros, baixa, clieia do ccrpo, rosto redondo, falta-
Ihe um dente do lado direilo, foi acompanhada
por um homem (praja de cavallaria) o qua! se cha-
ma Francisco de tal V'asconcellos, tambem pard->
da mesma cor da e-crava ; consta torem fgnido'
para osertae, dinde sao ambos naturaes : rcccm-
mendase as autoiidades e capltaes de campo a
apprehensao do dita escrava, remelteuJo a a
Camboa do Carmo n. 3.
, AGUAS MIiMEKAES NATURAKs
DP.
VJchyCosscl
Prefcriveis as de Vicliy-Vi< trv
por serem as unicas que censervam todas as suas
propriedades depois de transporladas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminaiia, na chlorosis, no empobrecirrw ; Jo
sangue, e nas febres intermiiientes. 0s resnltados
obtidos nas diabetes sSo muito aotaveis.
Fonte Elisabeth, nao so altera nunca eta mais
rica das aguns de Vichy em bicarbonaio de st da
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
Ji_ga , rins, da bexiga, nas areias e na gotta
EXIJASE
o nome da foaaie na copsalav
\ ende-se em caixas e a retalho, no cnico de-
PHARMACIA AMERICAWA
Ferreira Mala 37- RUA DUQUE DE CAXIAS-57
II
xiyiav*
Ha mais de um anno /agio desta cidade do Re-
cife, e se snppSe nella occulto ou ter seguido
para a provincia da Parahyba, o escravo Jote", com
os signaes seguintes : cor preta, de- a tnra regu-
menos,
porem o sig
DeposiJo.
Js Vende se o de carvao da roa de Santa Cecilia
n. 27, bem afreguezado : a tratar no mesmo.
Alugase o sobrado da travessa do Pires n
J. com commodos para grande familia, com i
sala, 7 quartos, I grande sotao, 1 unque para.
banbo com agua do Praia, muito fresco e excel-
lenle vista, muito piltoresco : para ver, no pavimen-
to lerreo do mesmo. Alugase umbem o sobrado
eatio novas e"muito bem ,ar' ^ 23 annos de ">". poaco mais ou
. mniu, e exceliemes te ie flllt ie. d?ntf na frenlfl. ***> P*
e vanea como ladeiras de grande fer- f' a.liieD"TeLni,u ""^ncia na palpebra
Mad., eom .nit. m.tta e de boa ooalidade eom K0 f ma Dire^1" h0 '
ids. tem oroporcao pars sfrejar annnalmenis f^\ ee8"
ara mala de qnatro mil pSos : qaem pretendej t" Protesta
irija-se i cidaie de Oiioda/raa deTioao Fernandes pelos projQ1203-
Viara n 53 qua aebari com qnem tratar.
qnera o capturar,
o. 119, nudaSau aden. 32,
generosamente recompensadu pe'o sen
seconira quern o tiveroccalto,
e jotao da rua di Senzala-novi a. 28, com 2 sala^
um terreno, 7 quartos, tem agua do Prafa, muito
fresco a bonita vistr "
aluga para familia.
fresco a bon.ta vista parao caes do Apollo, so se
No armazem do Vapor Francez, a rua do Rarao
da Victoria n. 7.
Alnga-se o primeiro andar do sobrado n, 47
da rua da Imperatriz: a tratar no sagundo andar
dp mesmo sobrad.
, T f"*'0 doeKenl10 Tapogi de B.iix >, termo
do Cabo, no dia 15 do corrente, o escravo de nome
/ore, cdr mla, alto do eorpo, tem na testa cms
marca de lalho. outra em um dos pnlsoj de nm
dot bracos, tem falta de denies na fiente ; este es-
cravo foi do Sr. Virgoliso. de Santo AutSo, tendo
nndo do Hrejo da Madre de Deos, ja foi visto na
estacao deOlind,., e depois nos arrabaldes do Cabo
levando reupa de riscado, chapoo de pallia, e nas
costas nm sacco, eootendo dentro nma bride e um
feixe de piatola, velbo, o sacco deve ter a marca
deste engenho : rogase as autoridades policiaes
on a quem o psgar, leva-lo a dito engenho, ou no
Recife ao Sr. Jose Marques Carneiro Leilo, na ma
Direifa.
Aluga se o segando andar e sotio com bone
commodos, fresco, salas e alc,va forradas de pa-
pel e tod- bem preparado, contendo 7 quartos,
cozinha, saleta para engommado, 3 salas r quin-
tal ; na rua do Rangel n. 73: tratar na the-
sonraria Jas.loterias, com Antonio Jose Podrigues
de Scuzi.
Engenho para vender ou
dnendar.
Arrenda-se ou vende-se o engenho Cananduba,
u ireguezia de Jaboatao, proximo a povoacao : a
u-atar no mesmo engenho, ou na rua do Marquez
de Olinda a. i.
Luso-Brasileira
A assemble.! geral extraordinaria designada pa-
ra o dia 26 do andanlj, nao teve lagar a falta-de
numero de soeios qne a constitnissem : isto po-^to
e tendo em miraus artigos 23 e 26 da lei que nos
rege, o Exm. Sr. presidente me ordena que, nova-
men te convoque os senborea socios a reunirem-se
na se"de da nossa soaeiade, no dia 2 do proximo
mez, as 6 l|2 horas da tarde, para lomarem pane
na discussSo da reforma partial do< estatutos;
advertiudo que, UTia hora depois da marcada, priu-
cipiarao os trabalhos com o numero dos senhores
socios presents?.
Secretaria do conselho flscal da. siciedadehene-
flcente LusaBrasileira, 27 deiunho d 1874.
Andre M. Pinhelro,.
1* secretarfo.
Na rua Nova n. 50, primeiro andar, noua
tbesouraria das loterias. precisa-se alugar um
criado para casa de familia.



FUNDICAO DE
l' nu 4o Barfo do Triompho (roa do
CARDOSO f
SiM aos senhores de engenhos e oulros agricult-jMM ao^ublico em g
* !2!ESLflir.*!?tfI*-fr",1?f e America, todas a* ferragens e macuinasne-
qce tern vindo
aos estabeleciraentos agricolas, as mais mode nas e aaelbor obra
$m(&?ffimi&Qfr ^aSs^j^^ira 2&jfe,Junto da IaU
iJK>reS de for?, de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os melhores
qae tern vmdo ao meracV
vapores.
m
e bouitos gostas.
LAldeiraS de sobresalente para
^Oeildas inteiraS emciasmoei as, o
XaiXaS fundldaS e batidas, do. me.hores fabricantes.
ooo3 d agua com cubaje de ferro> fortes e bem acabadas
KodaS dentadaS de todos 0S tamanhoa e qualidades.
Kdogios eapitos ^ Tapores
Bombas ^ trro, de repucho.
- rormas para assucar,grandes e MDMli
Varandas deferro fundido, franceias dediv^
tOgOCS francezes p3ra ,eph? e carvao, obra superior.
Dates ditos p,ra M2.
Jarros de ferro fundido para ardim.
Ft^ deferro para wesa e banco.
>I-Chma parageiar.gua.
Vaivulas p.,, boraba e banheiro
Wreia>iuglezaS p,ra machinismo.
buncos e SOfas u,as de madeira, para jardim.
ncertOS wm^l,.m com promptidao qualquer obra on maebiw, para o qae tea*
saa fabnca bem montada, com grande e bom pessoal.
GH^OmiiiendaS mandam vir Por encommendada Europa, qualquer machroiaaio,
psra o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
crn melbores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assents?
r. -iiw, e se responsabilisam pelo horn trabalho das mesmas.
Buffo do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
* L- K D 1 C A O DE CARDOSO & IRMAO.
j A empreza
publico qn
cado!! I
Am dura '
a fur*. ,
io Vieira de fell
ascnvao na *\dade de Nazareth desta provincia, |
nw de tir'*-raa Dnque de Caxias n. 36, a con- i
!j*fe*J^*r,>ci> fua.;S.e)iproraelleu a
fins de dezeirl
passofc a-'ftfrwUMb.......
a por eaii.ftrtfo*de ime cftaid#-p*ra*"diio
to, pois l S. se deve Jembrar jjue esto negqtio
de mais de oito acnos, e quando o Sr. seartiiio se
sorlimeui
'arua
' seas ft
S A. B. (Ja Silva Maia.
- Roa do. Viseonda de *"1gyirf
r II, Qptrora roa da mau&jla Boa-Vu1..
^ 2
livre
Praa
e sadid
9 horal
de annunciar ao
nlfimamenle nm esplendido
ustres de vidro, candieirdi, aran-
s, cujas araostras esiao no eseriptorio
perador n. 31, e serao veodidos aos
pelo preeo mais rauavel possivel.
se de duas amas, un a para comprar e
e outra para engcmmar, que ?ejam am-
" : qoem quizer dirija-se ao terceiro
lypograllu, para tratar.
:isa-se de uii a kfiia de leite, escrava ou
ruJ'doTraperad.jr n. 52, 2 andsr.
ma^jiiJa"TJoa|V|s3
os : a miakraer bora. Q
Q
If.
. Canaultas : Aos "po 'es araii*. daABVaa u
4horasdiarfa.P'Q* *** **H
Precisase comprarmna nagrinha de 9 a
10 annos de Idade, que seja sadia e sem vi-
cios: quern tirer 8 qizcr vender dirij4-se ao
. andar dejta typograpliia para tratar.
-
Engenho
40 Rua do Imperador 40
iiffiES
H Bfl4a eslabelwimento o melhor sortimento de pianos dos mais afsniadGs^autores,
: Hon. Heyel, Hap, etc. Offerece-se tambem uina qualidade de pianos supa-
Maiaa pxpressamente construir para esto clima, o qual os amadores dos
I s6 en eon'.ra ran ne=ta casa.
*-,.'n-se piano; ucalos em troca.
taaa-ae ? afinnm-se pianos.
bea avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
9emy r.- o mm complete sortimento de materials para concertar pianos, como
f.dba para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, ean.ursa, cordas,
Vende-se engenho S. Pedro, siluadoraa pro-
fincia da Abgoas, comaroa do Porto Cai^o, a
menos de uroa Tegoa distaate do porto de mar do
Gaipalla, tern oxcelleate*1frras, matas, e safreia
regulBnenie 2,( pies ; a tratar na rua d* Vi-
garlft-drSi.
amsftmio
MedicoTcifjargico
DO
Dr. Johc Felix tin (unlta
eseg.
i Medico operador.
S RUA ESTRE1IA DO ItOsARIO N. 3.
I DA consulUs todos os dias das 9 ho-jflK
5 ras da inaiibJ as i d% tarde, dessa horn &
I em diaote acoa-se prompto ?ara qual- ;.
| quer chamado, era casa de sua- resideocia (j*.
a-a rna da Princeaa Isabel d. 4, junto a'.&,
3 estacao dos trilho* de Oljada. $'
3. Das 7 as 9 horas da manha do-consul- q'.
5 tas gratia aos pobre*. '"
ESPECIALIDA&ES ^
\ Molestiai-iyphilitioas, via digesSva e fe- 8-
i bras.
Crc
Cotoe
Ama se dc uma $m de leite que seja moca
a iraiar na tle,uraria das loterias. da
manlia as 3 da tarde.
Rr*cisa-se de uma pan casa
de pcquena familia : a rua
Duque de-Oaxias, outr'ora das
Preeisa-se de orna ama para coziubar
para, casa de pouca familia : a rua do
n (29
Pibui^a-sa de ama ama.para casa de
[duas pessoas: na ruada Moeda n. 5, 2.
nhar
Ami
rna
prar ca
n. 25."
Precisa-se de uma ama para cozinhar:
jna rna do.Bario da Victoria n. 25. :
ia'o Gorredor do Bispo n. 5, precisa-
se alogar uma escrava que saiba cozi-
pgomroar.
Precisa-se de uma ama forra ou e?
icrava. para casa de familia : a tratar na
\ rias n. 13.
|isa-s<: da uma ama para cozinhar e com-
perfeieio : na rua de Pdro Affotso
AMI
deHor
peqae'e
nhar
ImpJ
Precisa-se de umaawa para cozinhar
e engommar para uma pessoa : na rna
" 16, 1 andar.
se de uma ama es:rava para uma
amilia eslyangeira, para comprar e cozi-
I rna do Marque* de Olinda .:', loja.
e.-crava,
na rua
lisa-se de uma ama livre ow
iftar nm ea.<-a de pooca familia :
Ittor |o. 27, 2- aadar.

KC.
nv
*-
O IMPER %. V&M 49
iro on cozinheira.
*2 ':'.-da Victoria n 14, primeiro
itiaoeiro ou cozinheira.
-crava fugida
aa n rfefti: i :. sde !7 de maio do cor- desconfia-se
i c-c-ava Maria, cor eaten, idade 26 '
n regaJar, magr.Meil todos os den-
Uta algama, eabaHoa carapi-
aaa: i no roslo e tem um
< am pouca grande e estufado
tto"- Ie nm antrai que ella teve,
e a coatM na alturadas pas,
e e ella tern o tick) de
j Tr-!!d-> de cliita elara e dons chalcs
j e oatn novo de cor encar-
raaa padr5es ; taivez ella diga era
- e-tiver que e forra e troque o
eraai tem urr.a irma mulata, escra-
aamaa, m.>rair am Ti^ipio, onde foi
aria, r;ue e-ta fngida ahi
Fujiio do engenho Ajudanto, fregnezia da Es
cada, n anno de 1872, o e?cravo Guilherme, com
os signaes seguintes : pardo, com idade de 2'i an-
nos ponco mais ou menos, al'.ara e corpo regular,
olhos grande?, cabellos cachiados, res compridos
e seccos, roslo coraprido, algtin< signaes do bar^
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
que es'.eja ca ci-lade da Parahyba.
autoridades policiaos a eapitaes" de
camp s a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregueao seu s*-nhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Aiudante, e receberao por paga
3003COO. 6
sua irma e tias, agradece cordialmenle a todos os
senhores saccrdotes e mais pessoas que assisiiram
aos ultimos sullragios feitos so corpo de sen pre
sado e sempre chorado irmao o conego Lino do
Monte Carmello Laoa, e ignalmente, aos senhores
prolesso/es que flier am parte da orchestra e que
nonhuma relribuic'o quizeram recebpr.
i.,.-ft,,-7TThn^-m~;W>
casa mm
E
Kio Tapado
Akigam-se esias propwedades, sitnadas passan-
do.Olinda, e antes de chegar ao Rio Dooe : a trao
tar eom p seu-.pruprielario. o commeadador nas
ram iio engenho Ajulante. no -wno de
1870, ofc^Fcravos seguintes: i. Praouisci*, arwnlo,
preto, cflf idade de 28 annos p uco mab ou in
nos, altfl} iryntar,"corpo regular, olii jrande.-
e brancBjdentes perfeito', cabellos <-ar. 'niiadj-.
p^3 gro, barba a cnyaignae, bigoo e pera,
nma cidKiz por cima do olho esquor!,. tnuito
eonver8r e Pisonho. 2. Anrani ,. caha, ,ra
wade da 25 aanos pouco maie ou mi m j, atai,
secco, opps grandes e vermelhos, pouca barba,
cabellosaum tanto soltos, dente3 perfeito?, i.es
compridji:. e ?eceos, amboa comjerados ao nsrao
ds Nazaja*. Roga-se portanto aos eapitaes de
campo a^is au.taridades policiaes a caplura aos
mesmos gfacraviis, risto haver da5conl'an;i que
esiio oqjbltos ba- comarca de Pajeudd Floras,
ou Rio djjjS. Franoiseo, que terao a paga de GC35
a rjueni aaJevar ao sou senhor no .engenho Aju-
dacte, afeSr.-Eroilla Pereira de Arenjo .
f
Vende-sc um terreno com 60 palmos dolrentee
330 de fundo, nojugar d^pommado
paraa cstrada principal e h'e;i pert
estaeao da Ifnha ferrea, divide com
dade de Josd Braz da Silva, e e fechado pela "fren-
te por um muro de H) paimaa. teno>iUBoiiao
cercado* trnt.vye ,-! i;sa>ite hafehos HJjmte.
Especialidade '
Viuho imrtlciilur, puio c
nuiuo.
Acaba de chegar ao men-ado alguns barris dp
viuho do Alto Douro, especial e uairamente pre
paradodo extracto da iwaeriseBlo d*^jai|"*.
confeccao, sendo muito mais brando qua o da Fi
gueira, o que o torna recammendarel pelo muito
que agrada ao paladar e ureferivel a todos o* ou-
lros vinhos de paste.
Aehase a venda oos armazens de JoSo iose Ro
drigues Mendes, Souz* Batfo &C e Fernandes d
CosU&C.
daas
gc
Sedinhas a l^jOD'ocov df>.
. Venharo antes quo ie acibem : na loja do Paso
\ rua !. do Marro n. 7 A%________________
Veade se grande quanti^ade da tijoJe^grasses a
28j o milheiro, sendo porpo se fSra diferenga :
a tratar na praca da CoBcdrdia n I, confronte ao
nooedificio-Escola modulo, mandano> o pre-
prietario deste estabelecimsnlo conduzir em .-uas
canoas ao porto que convepcionarem.
Vende-se uma casa sila na,rua dos Cleiifos,
em Beberibe, sendo dita caia de ta pa, com daas
salas, um quarto e eozinlu jora ; a casa e situida
em chaos proprios e tem 0( terreno 60 palmos de
frente e 600 de fundo : a Iraiar na rua do Bareo
da Victoria n. 33.
PAUAIflA
Vende-se a padara da r^a do Barao de S. Bor-
j3, antiga do iebo, n. 45} muito afregueiada :
para ver e tratar, com sou dono, na mesma ; o
motivo da venda nao desagfadara ao enmprader
i aaeraTa aarfa, que e-m ihkiui am ;^y_-_ ~s=i----------it-
aem tern efia aeon-1 toneS4'li,uo do Moate Caa'tucllo
%* Sdo iMa n rnas d'Vta cidade.
ias as aatorila'es policiies e capl-

a eaptare c leve-a a rna da
paa at craiiGcara.
SUTNH
-mm
DO
Dr. SMtalosa
Ran m Btarao da Virioria
'.""i I n 46, primeiro ar.dar.
das 10 horas 'a manh5
io d. rharacJos por escripto a
' ^aar i r do di e da noit?.
EClALIDADES partos, mi lestias
Jaaa4u apparelho respiratorio.
Kscr^vo fi!!(ido
8 d current-* DMi foe esta fngiJo do
- ^aaa;aia. -Je B^benbe, o escravo Luir,
>31i 4a caboclo, corpa regular ; e.-ta
jT.*p8ii^r jer acabado de fe tatar de
a sua captura.

m
ft
m
ltncoimu?nda-se
< pan alogar a loja do sobrado n
t.ngel.a l id tem armacio e pres-
i ja^r aejo-ij : a tratar no segundo
;m> predio.
LIV KOS A VENDA.
Se pfimiro aud.r desta lyp graphia em
li-i'-tra-i-jr, ven !>.-.-_ 05 Mfilthl-
taaia> Esperto dialogo ins-
io, analjtico, bistorico, e mo
nl^suuc am matulo e um liberal por 500
rs. eieaaplar.
a1mrf-a Fanili*romance, 0
ie de kitur.:s. 2 volumes por ....
C*-r-ce se tun ccnntieiro para rasa familia:
;* a rna do Caju n. 38.
i ha mais cabellos
brancos.
*
m mm.
vada peias academiaa de
nb!!^a s perior a toda qne
'n iX& boje. Deposilo princi-
ladki* do Recife, iioje Mar-
was bmm de cabaUei*
Lnua.
O r-.gedor do (iyranasio eonvida
aos amijros e parcitca do Rvm. Sr.
conego Lino do Monte Carmello
Luna, a quo se dignem assfctfr a
missa que na caaella do mesmo
Gymaasjo s;ra I bra la, em snf-
fra^io d'ali'a daquellc illustre mi-
nistro do Senhor, na ter^a-feira pelas 8 horas da
manha.
HI Hill I1 III all.....M li i 'T- -"Xm^J
Antonio Luiz deOliveira Asevedo, Francisco Luiz
de I. liveira A2evedo e sua muiher, Amelia de Aze-
vedo Basto e sen esposo Jose Antonio de Sonza
Basto, Arthur Luiz Oliveira Azevedo (ausente), Ju-
lio, Joao Rosa e Jose", irmaos e sobrinhos, cheios
da mais acerba dor pela noticia da nurte do sen
muito nresado irmao e. tio, Joao Luiz deOliveira
Azevedo, fallecido no Porto no dia 2 do corrente,
convidam aos seus amigos para assistirem a a!gu-
mas raissas que mandim dizer Da igreja da Madre
de Deos, no dia 2 de julho, as 7 horas da manha,
de cnjo obspquio se confesam agradecdo-. ^
a ^Tiaaa
lustitiito irciieolwtici) c Cieoi$raplfli-
co I'crHiiniliiicano.
O Exm. e Hvm. Sr. conselheiro presideate do
Instituto, eonvida aos soeios residentes nesta cida-
de, para comparecerem no di:> 30 do correnle, pe-
las 7 horas da manha, na igreja do convento do
Carmo. ao acto da celebraeio de misaas do seiirao
dia, pela alma do nosso fallecido coiisucio reveren-
do conego Lino do Monte Carmello Luna
Gabinete particular do 2 secn-tario, XI dejunho
de 1874.
Por ordein de S. Exc.
No impediment) do .ecreiario perpelur.
Salvador llenriqne de Albuquerque.
AO i>. 9
No Progress do pateo do Carmo vende-se man-
teiga ingleca floe a ) *200 a libra, franceia ;. 800
rs. a libra, bem como tem um completo sortimen-
to de molhados para qualquer chefe de familia
faze* suadespenca, que eneontrara preges mas
commodos do que em qualquer cutra parje.
I
a easa terrea n 133 da rua de Vidtibde Negrei-
ros eom excel Ionics couamodus: a laalar najrua
do Marques do Oliui>* u. 92. armazoiU.
Aluga-so am moleque para o ssrrico de casa
ds familia, dn quo tam complela pratica : a tra-
tar na rna Daqne de Caxias n. o3._______-^
Lava-se e engomma se com promptidao e
asaeio : na rua da Vira<;ao n. II oilao da igreP
de S. Pedro
Boa casa.
Aluga-se a paJaccto do fallecido Custodio j^-e
Alves Guimarae?, na illia dos Jteios (Boa-Visia),
onde morou oltimamoute o Illm. S?. Dr. Ignacio de
Barroj Barreto : a tratar, na 1 ja do Passo, a roa
Primeiro do Man.o (antiga do Crespo), junto ao
arco de Santi Antonio.
Fugjjj na noite do dia 24 para 26 do corefn-
te, am eaaravo de rwrne Luiz, com os signaes .ce-
giiotes: -.aar preta, faita de dous denies na frente,.
pouca halm, olhos brani;p.sleyi>u up>a trouxa eon>
ronpa deft anda as tezes calcado o as vezes des-
ealeo, foafemprado ao Sr. Gregorio ?fan*isco dc
i oi res V'aaaonceUDSjjmorador >em Caruaru, perem,
censta-masque fui,Qa4,oa.juiflt,de,Terr Vermelha:-
rogo a* aaMridades policiaes e os eapjfaes de'eam-
pos a cal^ura So mesnro eleval-o no Caminhc-
No o, casjRae Bodaiaaa Xavier de Soaza Fonee-
c'avque sfia bem r^oompeusado.
ExtraordiiM-
ria baraieza.
sjM b,
Na a*i velljajde.S^Dta- Rita -n.&3J preeisa-sa
alugar unmprela,para vender con: tafeoleiro.
O Bazar da tloria a rua Vtu]
n. 54>
querendo rsdnzir o deposito que tem de fazendas,
raaolveu vender os seguintes artigos com grande
reduccao de preges, a saber::
l.as psra vestido de senhora, de SCO a 320 o
covado.
Ditas idem de 640 a 360 rs. o covado.
Ditas idem de SCO a 500 rs. c-covado.
Alpacas de cores muito larga?-, finas, com lisrrae,
de 1*400 a 700 rs. o cota*).
Dilas de 13600 a 800 rs. o covade-.
Ditas de 2$ a 1*0(0 o c vado.
Ditas de 2*400 a > *200 o covad.-
Popclinaade I580O, 1*800, 2^.a 800 rs., f4O0a>
l*2f0 o co7ado.
Creton para vestido de senhqra.
Meias inglczas para seDhora,,de 15a 6* a duzia.
Gresdenaphi pre nor 1*6001 US*) 2* o cova-
do ; de tude se garante a boa qualidade e es-
tado.i
Alem destes ohjeetos a cabal de receber um com-
pieto sortimentode setirn, de Itodag as cores, qne>
vendn por -liinitndo prvco, e as>in* muilos oulros-
ariigos. de. moda, eome sejapi: oasacos de.s,eda,
easemira, chap^os a madaaie Angel, boxaus,4
l-grampes para cabeeade--senhora, e sedas com lis-
tras,para,ve-tjftof(V;4eohora n l*fiOO o covado.
JblBe-se anas pi
engenho Novo, sito na^
guezia de Serinhaem, dii
te da estacao de Gamellj
3 leguas, moente e correl
que safreja cerca de 3,(
paes^ com optfnra^4 tei
movido a agua e bem oi
dj por preeo eoramodo
tratar com Dr. Feltx de
gueiroa, a* ro/dss<6Blc{
n: 14', ou no ar$einal
guerra.
ra
Engenhos em Mamam
guape.
Vende-se os seguintes !
Preajatea,
l-aar ic
A tratar com seus proprietary. ;aecta
e para informacoes com Joaquim Pinjp de
reiles Filho na mesma cidade de Mama;
Taaae- kroaae C.
K
ei-
Wllsoa Rows 4 L. vendem no sen ar:
- rua da CoaHaercio n. Ui
verdadeiro panno de^ algodao azal aaen<
Excellente Bode vela.
Cognac de qnalidade.
finho de Bordeaox
Carvao de Pedra de todaa as qnalidadas- H
TACHAS TACHiaS
BATIDAS
RWDIDA3
Qualidade super or
Systema jam:
Maie-karato doqnem em qaalquer outra aar>-
NA
Fiindicaij da Anrora
C. STARR & C, E LIQU1DACA0.
Vendem
Wilson, Rowe &' C.
Em sen armazem a rna do Trapiehe n. 14, o ae-
guinte: >
Algodao aaol americano.
Fio de ve'.a. -*s
Carvao depedra de todas as qnaKdades.
Tudo muito baralo.
--------i
Sal'doAssu
Tem para vender Joaquim Jose" Gon^alves Bel-
trio & Filho, a bordo do hiate Hiunl; e para tra-
tar, no senescriptorio, a rua do Comniercio n. 5.
Si
Precisa se de um feitor para o engenho Sa-
pucaia de Beberibe, e que seja Romera affeito ao
campo.
KM!
MBWCO-CIRUIlGaGO
0 DO
a* r. Pedro.dUthavde L. Moscoso
PARTBHK) E-OPERADOB
'Ssua do Viscondede Alfewquer-jB
IS/, iue n. 39. aw
ESPECrALIDADE ***
9. Molestiaa de genhorae e jK
''i nteninos. w
Consultas das 7 is 10 boras da ma- ***
aha, todos os dias. *^
Das 6 as 8 da noite, nas tegundas, quar- j.-,
las e sextas-feiras. "'"{
Os doentesque mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nha serao visitados em suas caaas. *
M
n c 5; *****-$* mm
uao fugido ou roubado.
Quem der noticia, on o levar na casa do paieo
da nutriz de Saato Antonio n. 2, segundo anda?,
sera recompensado ; os : ignaes do cao sao os se-
guintes i cor amarello, fucinho prato, orelhas cor-
ladas, com umas-manohas de raauje em um dos
lados e em uma das orelhas, e uaa signal braaso
no peito e 6 muito manso.

- Vende-se a casa n. 42, com bons combdoi
rua da "
n. il
sita na rii d Paz: a tratar na do Coronel La-
menha
, das 'i a^li hor,i> da larde.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anuo fugio o mulato Vicente, escravo, de 20aanos
de idaje, bonita figura, barba e e.-talura regular,
levanda vfcstida e em um sacco roupa de algodao
brands' e algama mais fina, perteDcento a um cai-
xeiw da casa donda fugio ; e natural da fregue-
zia oe Sant'Anaa dq.VaUos, diz ,er livre, casado,
e.tersido crlalo em; companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, id* quem. alias, fui- escravo :
roga-se, pertauto, aos Srs. eapitaes de eampo
eaatondadaspolipiaes a annrebeasap. do ditqes-
cravo, e eatregal o na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr, Joaqu m M.oreira Reis, ou.
ua cidade d^ AssiT ao Sr. Torquato Auguslo de
Oliveira Bapbsta, que serao,eoerr.>araentegrati
ficados.
m&'*&
iifi^J'^iB
I I
P. J (p.
i- i^>o* ii^i^j. cj^Aiii
ama casa na villa, de Ba<*reiros, na rua do Com-
tercio, por prejo modjeo.: a tratar com Tassc
frma A C
Cortes deseda
Com 21 ovados a 40#000
Si'si) ilefeiio alsiiui.
Toalhas muito graades oS*50iVa duzia.
Melins de iistra8- a 360 rs. o eaaado.
Madapolio avariado a 3*300 a peca.
Camisas inglezas a 2* e 3* uma.
Ditas de crelose a 3* .uma.
Aproveitem ^e estamos faaando grande abati
menio, nnnoa menos de 40 por ceMo. Oao-s
amostras, coin penhor.
Ire tllas a cor de perola, Bisuiatii, liyrio, azul ce-
leste >; outras. Apreveiiem por qua valem o du-
plo : na loja da.America, a rua do-Cabupa n. 10.
Ayiiiphas, Luiziuhns f> BeSias
Pedro Emilio Doberto, com iojade instnimentos-
de musica, a re*do Harao da Victoria u. 17, tem
a venda as tres quadrilhas acima para piano, sen-
do a? duas priirxiiras novas e lindissimas: compo
Com o n. 43, a. rua d6.
Q.UeimadAi,n;, 43
ThrtfiUr *t> ht-<4ts 4tt> **r-i-\r Frit*.
ou jiiai* ii.lojaaa aatMiia '
j, .. OwngawwBa.il caaeaw?
Lazinnao At qosdros pretos a 240 rs. o eovadq.
Ditas de quadras e de cores a 240 rs. ft eovadd.
Granadine de listras, a parisienee) a 168 rs o co
vado. T.
Poupelina de seda. de furla cores a 1* o eovag*
Cambraia Victoria fina 'a JjOSOa pega. ,
Dita transparecle a 2* e 2*500 a pega^/^
Lenros chinezes-eon versos a l'jSOO^i^lpria.
Cbaiea4a.chita a-fc.scoca*af. por tfi um.
ehiladeeo>ea 240 e 280'rs. o ttvadi-.
Brim pai-Jo Guo a 400 rs. o covado.
Cuiciias para cama a 2* e 3& uma.
Len?6es de bramante a 2*.
Cobeitas adamascadas forradas a 3* uma.
sic o do falleaklo Lilioso
eada exemplar 1*000.
dos Santos. Preeo da-
Precisa->o ulugar u'ma'preia"escrava ou li-
vre para vender na rua : a tratar na rua do Fogo
n. 2-,.eobrado.
Ataga-se o sotSo da-roa do~llangel n, 33 :
a tratar ma rua de Hortas n. .106.
Escravo fugido
Fugio de Villa-Bella o escravo de nome Jose,
caboclo, de 30 annos de Had", poueo mais ou
menos, altura e grossura regulares, tem os peitos
abertos, cabe'lo corridi, falla bem e corn modera-
cao ; consta que veio para esta cidade com o fim
de sentar praga : pedese, porlanto, as autorida-
des policiaes e capttaes de oampo a apprehemao
do referido eseravove-entrega-lo em N'ilia Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante de Andrad?, ou
no Becife, loja de Goncalves, kmao & C, a riu do
Livramento n. 22, qua serao com generosidade re-
compensados:
Aluga-se
uma, easa ci.m tres quartos e um pequeno sitro. na
Casa,Forte : a ttaiar na rua da Poota-Velha no*
mero 84.
Preeisa-se
de um moco qne tenha muita pratica de servir a
mesa nos hoteis : a tutor 09 betel do Bordeaux.
-Alaga-.se uma escriva boa, para casa de pe-
Juc-na familia : a tratar na rua ia laiperatriz n.
, OABoUde Ouro.
Casa de mte de Santo
I Joao da Silva Ramqs, proprietario da
casa !?e saude, tendo regressado da Eq-
ropa* reassumio a administraQlo, e o
servico medicdo mesmo estabelccimen
tos( e espera que o pnblico continue a
depositar a confianga, quo ,-empro depo-
sitou era vista de sen zelo e, interesse
pelos d#enks-aUi raanlhidos."
Joao.vda Silva Ramos, medico rela Uni-
Wrsidade d, Cuiaifcra, de volta da-aaa-
' iageu. a Eur->pa, continiia no eaerciclo
i'e qoal iuer doeote dentra ou for* da-ci-
du-ia, a dando consultas diariamente das
10 as 12 horss da manha em^ea escrip- :
torio na rna do Imperador.n 67". V
CbesLire t,< ndensed -Milk.. \f'
Leite condeusado no-*o.
Ceraejd .de Norua^a. gg
Keller & C. m
Preciea se de 5:000* a- juros, por um anno
dando-se cm garantia escravos em valor muito
su+erior.a contento : qaom convier tat negocio,
deixe ca fechada no escript;rio desfci tvpogra
phia, on a rua de S. Joao n. ? e 9, com as iniciaes
A. r.
Insigraias, m eonicas
Amaral. Nabuco A C. vendem insignias maea-
nicas de differentcs grios : no Bazar Victoria, a
rua do Baraoda Victoria n. 2,
Veade-at oa ru:i do Comroercio n. 4, cervaja
Naruega, raarea ML:'
Bitter Auguitura.
Rum de Ja:rv ici.
Salsa parrilha.
Nova rcaaessa, excellente quaijdade'i veadeS
na rua do Vjgario n. 16. 1 andar.
Fugio no dia 2 de abril proximo passado o
escravo Benedicto, erioulo, de cor preta, tem 22
annos de idade, i oaco mais ou menos, 6" de esta-
tura regular, nao tem tatta, tem as costas corta-
das de antigos castigos que soffren, tem sido visto
para as bandas da EncruzHhada, Beberibe e no
Recife : roga-se a todas as aiorid.des e eapitaes
de campo a sua appreheosao, remette-lo a rua
Direita n. 22, quo .-erao geuerosamente recompen-
salos.
I
Joao da Silva Ramos, devendo receber
raensakneiile da Europa, vaccina de su- ,
perior q/ialidade, preeta-ae a ir vaccinar (
qualquer pessoa cm sen domicUioou em
sen gabinete na rua. do Imnerador n. 67,
Bnas qnartas-feiras e..'aLM3?s das 10 as-1
'n horas da mjnh3;
ijUCH'-jU-^l
sen gabii
'I mi hum
S. CARLOS
Vende-se cu arrenda-se o engenho S Carlo?, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em perfeito estad.o do conservacao, e muilo bom
d'agUa : a tralar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 andar, apnj Gabriel Antonio-de Castro
jttototeeg._________ *J____________________
Alusjua-se
uma casa terrea a rua de S. Joao n. 43, e tnes-
tada de asseio, com gaz e eamferone : a tralar
em'Fura de Porta, rua de S. Jorge, easa n. 153,
Is andar.
Armacjio de amarello
Vendo-e uma armacao de amarello. envidrajia.
da, com balcao, por commode prego : tratar na
rua do Crespo n. 20, loja. das tres portas
Vende-se
tres venesianas franceias, novas, com correntes de
ferro : a tratar na rua da Imperatriz n. 3d, segun-
do aadar.
Vende-se a tav*rna s ta a
3*1: a tratar na mesma.
rua Imperial n.
PU^ iriuazem da es-
irella.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
ili.S-Caes(ioRaui(s-i)f.6
0 dono deste armazem de materiae* contrata
em grande porcio cal preta, p*la medida dos for-
nos, mediaate aju.-te, maadando botar no Ingar
competento, garantindo seriedade neste begocio.
Vende-se
Crnz n. 4.
i ofres de ferro
em casa de Hawkes & C, a rua da
Vende-se
Cr za. 4.
Chafariz de ferro
tasa de Hawkes & C-,- a
em
rua J:
Cimenfeo Portland
do verdadeiro : na rua do Viganio n. 19, primeiro
andar.
Leite.
vacea e de cabra, lirado a vista do
a rua do Marquei de Herval, antiga
COMPBAS,
i
AVISO
Preeisa se comprar Sous escravos, pedreiro e
earapina, paga se bem : a tratar na thesop/aria
das loterias, a roa Primeiro de Margo n. 6.

Compraise-a vanda-se trast6nov(n
e usados no armazem da rua-oioi-
perador n. 48
Aluga-se
uma casa,terrea muito Mescal < rua -das flaleadas
n. 25, coo3 quartos,. 2.8atts, eoaiotai e qamtal
com .uaeimba: a.trju*, oa ruaiWova n. Si.
-j- Vende-seumlind caaaY'de
tnacbo todo branco, e a.femea
itaoa I os nia-daa' Raftadi* p.
V:NDAS.
PK
s," sjinjfo 0| Vendo se" alguns- llvrps d direito, prepara-
" mjlh^i [ {orioi e litteratura, em portuguez,fraucez e ingle- .
narua do Cabnga n. l\, loja dejoiai.
Leite de
comprador
da Concordia, n. 64.
Vendem-se dous ter.-enos muito bons, sendo
um na rua do Capibaribe e outro na rua d i Sau
dade ate o Hospicio, ambos no bairro da Boa-Vie-
ta : a tratar na roa Buqua de Caxias n. 83, >oja
40
por cento menus do valor
Fogo de arliflcio para S. Pedro, vende-se no ar-
mazem da bola amarella, travessa da rua do Im-
perador, a 40 por .canto menos do sen valor.
Sedas a31$280 o covodo. -
Vende-se bqnitas sedas de listras de liadas co-
res pelo baratissjmp prcjQ, dp 1^280 o c vado,
aproveiteBjqneasta.se aoabandftjia rua do Da-'
Sue de Caxias a. 88, loja de De'melrio -Ba^o^.
Para baplisados
A.
Amaral Naboca 4 C. vendem festiraenu com-
plela de cambraia de algodao e de linbo, borda-
dos e enfeitados ; laucaa inglezas e franceias ;
sapatmhos de seda e carmim bordados ; coa pre-
tQ e verde : no Bazar Victoria, a raa do Barao
da,Victoria n. 2.
Luva> do pellica. e de suede para homenTa
senhoras. Fuaio Gaporai. Meias de. U. Cba ver-
de e pi>to Vend '-se no Bazar Victoria, a rua do
Baitij i:\ Metoria n. 2.
E' Wato
Tr^Kjas de eabello
b'lmann, natural, eom um n-etro de comprimeirtQ,
[a 15* cada uma : s6 na rua da lmperatrii n. 8g
I case de Odiloa Daarte Irmao,
Casa e lerrenos baratos no Sal^
gadifilio.
AntoaiOjkee RodrtgaesJe lpuza,4iafcesour
ria das loteiias a rna do Cresao a. 6^Knde si
casa ^e taip.t e terrenas rde aens sitiofrio logai
do Salgfdinho : a tratar somente com ti mesmo 4
Nymphas e Luizinhas
Sao os nDmea de duas lindissimas quadrilt
brasileira?, para piano, che.gadas ante-hoctera pi
vapor Ptr# Queen, eemposifSo do prolfc.-soT'Ltlio-
dfcs Santos.-; as quaes se acbam a yopjja jO*|livra3
ria francbza, a rua Primeiro de Marco n. 9r Qae
quizer tocar nas noites de S Joao e S: Pedro do_
quadrilhas de enthusiasmo, e ir em procura dellas
por serem pt/ucas.os exemnlaies. fcMl ,M-
^.....
Traques cbjoeim
90OOO a eaixa
ISO is. a car la
So n rua do Baraq da Victoria n. 39 (ootr'ora
rua Nova), loja de ferrageas de Sawa i.Guia-
raes; as.-iai como recebem eucaoHawdaa.datfafos
proprios para osfestejos das,m'itaa de &. Pedro-,
todos de boas qualidades c: pracos couMnodes, e
tambem Uww de sortes, Walhoa, luietas, ma-
gicai. etc
f-
Popelinas
or I* f'
0 covaio
Paraj^^mjaAi.
d* gr>s 0 maja raodsrao que ha, de
**, por t*o covtuW, las dTliedos padoe
__Jea a 320
so a rua Duoue de Caxias a 92.
^ende-se
ssj;^^i38: ?,
L


-----;----------
7
Diario Je Pernambuco Segmida leira 29 TjOBfio d, lbtfc
ibhueh 1
nt !
lazendas fiiias
Kma FriiMiro 4Mct^.i n. 7 A
BE
Cordeiro Stmoes dt C.
one toje pod* com pri-
aos seas Ircs*uezes am variadissi-
Inas para grande toi-
aao oraaiarto de lodts u
aaor fracas vaattjosos, das qoaes far am'
easas dos pretendentes,
aaanl necessario, e dao amostras
4e liadas cores.
elodatas cores.
Uia, de listras, prelo, etc.
pcio 9e cores.
pm.
ae seaa, preta e*de core*.
ae aaa*e padrdes.
medic
amento
s exclusivos da Gasia
Vienna 1873,
Meualiia de Mervto.
PARIS, RUA VIVlENNE, 8,- :PARIS
A casa GRIMAULT e C'\ oujos Laboratories sfio dlrljidoa jieloeminente chytaioo
DOUTOR LEC'ONTE
Professor da Faculdade de medicina do Paris. Ex-prcporador dd curSo Be' Wrysiblogia flo Claiiflio Ben* Aiib no' CoBeglo de Franca
CHAMA A ATTBRCXO DB TODOS OS MEDICOS G DO PCBI.iCO S01W.E OS [UODCCTOS SEGUINTES QfJB JIERECERAO NA "BXPOSICXO DE VIENNA
DUAS GRANDES MEDALHAS CSPECIAtt BE HOtlRA E MERITO
Por sua cfficacia constantc provada niio-scunciite nos Hospitacs de Paris, iflns tamnem nos do inrmdo lnteiro.
Vienna 1873,
Medalua de MflUTO,
AamenstruaeOesIrregulares. I 0 Phosphe[0 de ferr0 do r Lcpa
As cOrea pallidas...... Cwaoiccom Xarope e Yinho fetruowosc de quina'
Oempobrecimeatodosaague. 1 de Grl.tmull c >. q
As compIeicSes debels. ] {
As nevralgiaa ......-,./
As dores'rheumatisnWtes. Curfto-sc Com
As d6res nervosas, a gota. |
'' --"""' '" '
V OXaropedecniuraidoDrl,ei
' l.crunle.
0 Xarppc de bromurelo de potassio de
Grlmault c C"*.
seaa, bnaco e prete
decor**, ri, etc
brasca com lindos feorda-
is para ooivas. -
de 6s com tfatru de
Up.
tnati;, lizas e bordedas.
4e tjaaos padroes.
Ob defluxos..........j -i
OscatawhospuUnonares. f c)ur-cin
As irritaooes do pelto. I
As rouquid6es.
0 Xarope e a I'astu de sciv* de pi-
nheiro de I.ngs*c.
As Pasiillias de sncco d'alface e louro-
cereja de Grlmaiilt e C'".
A diarrhea.....
A dyseuteria. .
As cOlicas.......
As d6res de ventre.
r
Cnrlo-ie com
iO Protoxalato de ferro de IK d-
rurd.
A Creme de bitmutho de Grliuault
eC-.
As molestias do figado
As dOres de cadeiras
llcas nephriticas.
V
i. /
a co- C
f iirS so torn
/ 0 Xarope c o Elixir dc Boldo de Grl-
V- manlteC".
J As 1'Uiilas ar.iibiliosus de Podophilina
dc GrSmaiilt c C*.
,..}.
As molestias coBtaioSas. I (S_ra_.._
As blennorrhaglas.....I**
)
As Injecc5es e Capsnlas de Mutico de
Grlmunlt e Cu.
* adros, preios e branees, listras,
de cur, prow-ins oasa vestidos,
Lbtrac
iderestide de Hnbo. e eites da
de cores,
edres.
seaboras.
para seoboras,** (mho e al-

fabrica de
v*e
de eamisas de Iraho, lizas e
boraent, eeninos e meai-
vaaao de eaapeos de x>\ papa =ho-
'^tespara vestidos.
Wfct pft, traa^o e '.3 de vrio.
iw e algodio para to
ansco de cores e preta
eJFes coai listras.
dc cjres c pwtos.
pnu de cores.
e
para sola, cadeiras
de Ulmintto.
WcracawL
de tolisa* cores.
carts de vesMas de tarkstara bordados
ecoaso-
asos. fterdedos.
de seda, aadas cores.
i pan seaboras e taoaiius.
daseia e ia para seaboras.
de feqaaa da awdreperolas
deaeJa.
eaeeSrec
aw prelo e aznl, eoi-
deNabo e saajodao, gravatas, la-
de Caoofsta. e riacesa, peitas bordados para ho-
i dekebo braocee de cdYee. toalbas,
As mas digestOes.....
As faltas de appetite .
O mao gosto na booca. .
As d6res de estomago.
, Cnnlosc com
As Pr.stiilias de laclntos alcelinos de
twin di Sulisnn.
0 Elixir c os I'ds digrsiivos de Pepsina.
0 Elixir e o Viobo de coca de Grl-
EMault c C"**.
As saelestiaa do pelto. .
A tiaica........ .
A laryngite..........
As affeccoes pnlmonares.
0 Xarope dc htjpopkosphito de cat de
Grimanli e >.
I Cnrfto-se com ? As 1>,|ulas do. iodureto de ferro e man-
ganez dc liurin tin Itulsson.
0 Olco de Bgftdo dc bacalhao ferrugi-
noso dc Griinnult e C".
As lombrigas........
As convulsoes zra denticao Curfto-oe com
difficil..........
AsPasiilliasucrmi/u^ajdefirlmanlt.
As Pasiillias de manntta de Gri-
muuii e <;'.
A amanorrhea ou falta de i
menstraa^ao......
CnriSo-se com
AsCapsuIasdo.-l/.wl de Grliuault
iapsuU
As enxaquecas. ,
Aa dores de cabeca
CarilO'se com m As afreccdes das glandulas, )
do rosto, da cabeca. .
Os vicios do sangue .
O lyaiphatismo.....
i in
/ 0 Xarofic de ruhano iodado de Grl-
CnrSo^C com ,M,n "' c"
i 0 Vinlio c o Xarope de Bnsart, ao
lario-phospltato de col.
A asthma...........) 4
Aoppressaoeuaffrontacao.i (iirlo.se com
A falta de respiracao. \
Os Cigarros indios de cannabis indica i
de Grlmaailt'e Cu.
]
As molestias da pelle. ...
As eruppoes e comichOes.
As chagas, as empigems.
CurAo-secom
As Pilulas do Cazcnavc.
A Gliccnina Sichel, a melhor das pom-
madas calmantes.
J
Pepositos em Pernambuco ; ferreira, KAIA e G^ M.-A. ARBOZA, nas principaes Pkarmacias 'd* Brazil.
6
0 BARATEIRO
lmmigo
a

acernmo contra
carestia 1
NA
Una Primein de Marco n. 1
Outr'ut'ii rrut do Crespo, defron-
te do aroo de Santo An-
tonio.
BAPTISTAS, tetr.os grande sortimento desta fa
zenda e Tendemos muito barata, h 360 e 400 rs.
o covado.
^ra aomeas. ALCA>SIAXAS de bonitos desenhes e cores fl-
ms. a i"0 rs. o ccvado. So no barateirb, veDham
apreciar.
METINS trancadas, franceze?, fazenda -superior
e de bonitoi gostos, a 210 e 280 rs. I Qnem riva-
lisa?
CHTTAS de bins ostos-e de cores fixas, a 240
e-260rs. So aqut.
LAZINHAS escooezas, padroe9 bonitos, a 180 e
200 rs.
DITAS de linho e las, padrSes inleiramente no-
vos, a 240 rs o covado, fazenda que custou sem-
pre 400 rs. So no barateiro I
CHETO.NES escuros e claros, fazenda-superior a
400,440 e 480 rs. o covado.
POPELINAS de seda e linho a 900 e Ujapres-
sem-se a mandar ver.
DITAS de linr.o e algodao a 700 e 800rs. o
covado.
-BRIM pardo trancado a 2C0 e 280 rs. o covado.
So no barat'iro !
DITO de core?, fazenda muito bos, a 500 rs. <}
covado.
cmhbraia transparente e victoria a 3*soe e
;'*800 a peca I Aonde tern ? No barateiro I
BRAMANTE dc linho de etias larguras, 1^290
a vara ; adsiira ? e exaeto.
ES6UIA0 de linho e a'godao de 10 lardas, por
4*000 I ,
MTO de linho puro al a peca. Ao fcarateiro, i
ao baraieiro I
deUipa:alwdade,.tMA^:P0LA0/ranoc.e: fazcDda SDFeri r a3*-el
c >i a, -^""" ei sempre caston 8*.
assesada, tendo Ssal.s, %, BOTIVAS para senhora, mnito taperioref, a &a
ion. 0 terreao 6 pro-,e 4*o00. S aqui.
flaataofies, tendo algumas f T0ALHA6 alccehoada? a 4*500 e 5*000 a du
G*krato.
on poqueno sitio perto da sta-
SalcadtDuo. t^odo de freote 150
mats de quatroceotos,
DiTOS uara senhora, a 3^500 1 Sempre cus-
taram C* ; estao se acabando, venham a elles, a
elles I
GRANDE qneima para aeabar de eamisas fran-
cezas e inglezas, por todo o preco a 7i, 18, 20*,
30*. 3o*t, 40* e 481 a duz a, E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a I*, 1*209 e 1*500 o covado. So no barateiro 1
Queni ousa dizer que nao e barato? por certo,
ninguem.
CHALES de casemira com lisira3, e mais mo-
derno quo ha a 3*500 e 4*, fazenda que custa
em qualqaer partc 6/. v'enham a elles antes
qne se arabem II Ao l om lom I
Alem destes, outroa muilos yriigos que deixa-
mos de es, cciiicar para nao massar nussos Tre
Suezes, mas estarao patcutes a vista d s coaipra-
ores. Avista do ex post ficamos convictos oV
que virao fazer acjuisicao de boas faiendas por
pouco :precp.
Ao barateiro I 1 I
Na rua do Crespo n. I.
Artgoi'tinho Ferroira da Silva LealC.
Machinae de descarocar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
PE0FESS0R DA FACU1TADE DE MEDICINA DE PARIS.
Bstc xarope iomado em doses de uma colher pcla manbu e outra pcla tarde 6 o Calmante
mais admiravel de todos aquelies conhecidos at6 hoje, muito superior as preparacoes
opiaceas que tem todas olnconveniente-decongestionar o ccrebro, e o bromureto de potassio
que atropbia os orgiios; porcm <>stas propriodades tao prcciosas nao se manilcstao se o
chleral niio estivcr cliymicamcnte puro, qualidade que so tem quando traz o sello do emi-
nedtc chymtco o doutuiX-EcONTB.
A. sua efticiieia e raara-vilhosa na gota, nas vertigems, nas nevralgias, no hysterismo.
Da cpJlepsja, na dansa dc SaO Unido, e nas colicas hepaticas c nephriticas.
Calrna immcdiatamentc'as (fores de parto. as affeccoce cauccrosas, e di ao doente um
sootno reparaiior e-soccgado.
VJNHO e XAROPE TON I COR E G E N E R A D 0 R
DE QUINA e DE FERRO
De Esta nova co.nbina 6i>Ho, a quina tonic por cscaHcncia, e o ferro um dos principaes elementos do sangue.
A* inpleutiasjeoutra as quacs o Xarope e o Vlnho tonico-ro^encrador sc tem mostrado muito
ei licazes' .sao : ? amcnoriliea, falta de menstruaeSo, dores de estomago, fastio, digestocs difficeis
e v-e^posas t'''"*"sT*ranCa, raens-lruai>5cs difficeis, lymphalismo, empobrecimento do sangue,
esewftJas-' etragos produzidos jpolas moleslias sypbililicas.
ft*ro6|*ectb coritcn? nhmerosos cortiflcadosde rmiilos- membros da Academia dc Mcdicina
e professores a* Faciildrfde, qne attestao que este precioso medicamento e o conscrvador da
caudo por cx^eilencia c onvconslituintc da economia animal, indispensavel as pessoas que
Kahilao s paia quentos, .oumo preservativo das cplderaias.
liepositos eui PtfcnambucQ',: FBRRtlRA, MAIA eC>;- H.-A. BARB0ZA. e nas prin-
cipals ph'armaaias ae Porttil e do Rrazil.
RoadoBarao da Victoria n.-2
DE '
Ganwiro Vianna.
A* este grande estabelecimento ten; che-
gado um bom sortimento de machinas parn
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimarnente na Europa, cujas machinas
s8o garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
! qualquer parte desta cidade, como Lem as-
I sim concerta-las pelo tempo tarnbem d'um
! anno sem despendio algutn do comprador.
'Keste estabelecitnento tatJibem ha perteficas
I para as mesmas machinas e se su[ pro qual-
quer pec,a que seja necessario. Efetas ma-
chinas trabalham com toda perfei^ao de
um e dous pospontos, franze c bortia toda
Jqualquer costura por fira que seja, seus
precossao da seguintequalidaHe : para tra-
balhar a mao de 30$000, 409000, 489000
e 50$000, para trabalhar com o pe* siio de
80P000, !>000O, 100*000, 1109800,
12055000, 1309000, 1509000, 20090CO e
2508000, emqu&nto eos autorts nao ha al-
teracao de pre^os, eos compraiiores poderao
visitar este estabelecimento, que muito dV
verao gostar pela variedade de objeetoa qae
ha sempre para vender, como sejarn : cadei-
ras para viagem, malas para viagera, cadei-
ras para salas, ditas de balanc/), ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costufei-
ras riquissimas, para senhora, 'lespenssv...
para criancas, dc todas as qualidades, car^a3
de ferro para homem e crian^as, copachos,
espelhos dourados para sala, grandos e pe-
quenos, apparelhos de metal para cha\ fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulso'5, colheres de metal ftno,concl.ci-
ros para sala, jarros, guard a-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, es:
para forrar salas, lavatorios complttus, ditos
simples, objectcs para toilette, e outros rnai-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto desde as 6 boras da ma-
nha ate as 9 boras da noute a
Rua do Barao da Victoria n.
22.
tea das eslrdlanit'uto d'u^lra
pela fa^il^pHeatio-'das
S0SDAS OUYAES
cas.
Deposito de ferro para-
garraias.
Macaco dc estivar ou le-
vantar pesos. j 60HMA ELAST1CA
CementO Fodland. A* mais nodrnas e aperfeiQoadas Aq todas
Salitre.
Limalha de ferro fran-
RE
de ndo. agaa de beber e todo cer- ^\Q{^^ cmoQ fraQcM
ellas, a ellae.
.. bordados
~" jeO* .
rara ver e itais explic^^cs, no mesmo si-' Ditos (uso da co te) 6 a aarlaaaraora a enteoder-se com Trie- pre custou 15*.
Torres, e para tratar, na the-' /^N de ch^0' de "' ^ *** a *t
,^ w ,8ie9*. Venham ante? qne s
Iaterias, roa |. de Marco. DITOS cabo de marfim de sn
- ________________________________ a 11*500, para aeabar.
5*500
10*. Sem-
i sei
e acabem.
perior qualidade,'
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruz n. 4, arma-
zem de Hawkes & C.
AS UnicaS VerdadeitaC Acaba de che^r ubj pe^ne isle de calxas
Bickas hamburgueza3 qd*1' ve a esteouercaio ideate desejad- b;calhao : no caes da alfndega '
ra? do Mardnez de ulxda n. ''< araiarem de Tasso frmaos AC- I
as conhecidas
Vcndem-se
NA
PHARWACIA E 0AOGARIA
DE
JBartbolomeu & O.
34- ^lua brga do Rosario 34
tolliao k Noriiega.
bao fi ancezas
O Barateiro sempre queima.
N. t. Rua Primeiro de Marco N. 1.
Outr'ora rua do Crespo.
Grande sortimento de botina< para homem e se-
nhora, lendo B1 versos goftos e todos os numfros e
por precos ainda descoohecidc s no mercado, para
homem 62 e 7*; para senhora 4* e 5* : ao barato
e bom convida o barateiro
Ao ealcado francez
Lazinhas
oja
DO BA
am
!RO.
na
Esta provado
que o cimento Portland exposto a venda no ar-
mazem da bola amarella, travessa da rua do Im-
perador, e o melb >r que e encontra no mercado,
attento o conpetentissimo testemuaho do perito
estucador das ubras da igreja da Pcnha, bem como
o do eximio engenheiro qua dirige aquella por-
tento?a eonstrucc&o.______________
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queim8do n. 43, junto <5
da Mugnolia.
Cbcguem, venham a ellas 11..
Lazinhas de quadrinhos a moda escocera pa-
droes muito chiques, propria para vestidos de se-
nhoras e meninas. pelo dimiauto prcpo dc 200 rs.
o covado.
Sd o 43, loja de Guerra 4 Fernandes.
Dao-se amostras com pep.lmr.
Muito barato
Caixas de fogos chinezes a 10^000 : na rua do
| Barao da Victoria n. 39, outr'ora rua Nova, job
j de ferragens de" Souza & Guimaraes.
Farinha de milho.
Venae-se farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos precos segaintes : grossa para
migunza a 100 rs., dita para angu, pinto e paasa-
rinhos a 100 rs., para cang>ca e pao de prov^nJe
a 120 rs., e para cuscus a 140 rs, em arro"bi e
mais barato : na rua do Colovello n. 25.
Admira
Popelinas de gosto, o mais moderno, da 2*, por
l*o covado; las de lindos pidrik-s a 320 rs. o
covado : so en rua Duque de Caxiasn. 92.
10i>
a
DOS PREMIGS DA w. PARTE Di iS LOTERIAS CONCEDIDAS POR LKI Pi /iVINClAL N. 605, A BENEFICtO DA IGREJA DE ABREU DE UNA. EXTRAHIDA EM 27 DE JUNHO DE 1874.
as. rtfius.jNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. MS. PREMS. NS. PREMS'^ NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS PREMS NS. PREMS NS. PREMS INS. PREMS. NS. PREMS.
3 i*i S80 i$ 573 40 791 45 1029 4| 1276 45 1570 IO) 1837. U 2156 tt0 2360 0,9 2576 40 2819 U 3071 4^ 13289 4^ 3527 H i 3804 iS
* 6 85 9>6 83 802 . 32 86 75 46 40 59 40 -68 16 86 .'29 _! ' "77 *o [ 90 36 5 ^tr
8C 49 9S 4 34 __ 93 77 45 'X. 60 * 77 88 48 -80 H 95 39 g
m 3^i- 604 C 48 mm 98 ZO& 78 100 57 63 - 80 89 50 1 81 98 62 l 13
36 15 9)0 10 9 55 _ 1304 u 81 O0 62 65 - 83 O0 2600 51 G& 84 3308 71 tp 10
37 99 U 18 15 68 _ 13 84 . u 78 80 97 40 9 54 40 86 33 78 ::
8 35 ! 30 18 72 mm 18 92 79 81 99 17 57 97 36 82 - l '8
S3 e#~ 41 - 35 39 78 __ 20 1602 93 82 2401 21 58 3106 . 53 91 I 50
1 e II 46 19)0 48 44 _^_ 85 33 3 : 1900 89 ~ 21 27 68 16 68 3613 1A .il
51 4A 52 50 91 36 4 1 2 94 - 43 35 73 17 69 O0 15 4? 54
! 9 62 63 56 ^ 48 9 17 99 52 41 88 ._ 37 1O0 '77 21 70 4LC9
13 75 0 68 . 57 25 55 22 1000 1005 '19 2201 53 64 2908 _ 38 40 85 _ 30 72 40
-ft 90 98 M A 69 82 / 63 85 27 28 " 59 62 45 48 24 89 - " 4 12 61 70 __* "65 66 -"- 13 18 0 40 39 46 89 93 60 31 51 74 76 1O0
33 J 409 H 83 99 4d 29 68 85 i0. 32 32 72 71 20 47 mmmmt 98 40 55 79 9tf 40
34 s***l 17 89 900 _J 44 81 89 ^ 50 00 42 80 72 22 ^_ 59 __ 3402 00 56 80
91 ** 19 92 4 49 1408 _ 92 61 44 19)0 82 - 74 mmS 34 ' 68 4 49 59 84
99 U\ 42 706 II 54 9 _ 94 64 40 46 10 87 78^ m*. 35 71 10 60 ' 8o
91 -| 16 8 15 57 17 _Jl700 1 - 71 51 91 81 --- 44 __ 76 mmmmm. 13 mmmm 70 . 29)0 88
93 97 91 J 5I 16 21 59 45 5 82 52 92 85 99)0 I 50 - 79 14 p 78 40 89
13 M 19 32 62 r- 49 ^_ 12 83 - 65 97 88 40 54 93 21 mmmm 91 90
*9| 55 "1 2 20 25 __ 37 48 Mr- 74 80 mm 51 57 20 28 ** 84 91 68 -74 2503" 2'l Sii 93 95 55 72 3210 12 sfc 28 29 95 3702 3901 6 100 40
i 81 28 53 89 62 -5 34 2008 -. 3 31 " -tt 2712 75 13 ^^ 35 14 - 9
33 o3 ^* 92 --- 67 U 46 l 12 ' -j '96 32 i . ^25 .mi .80 17k __ 36 15 ii
99 35 70 1203 --- 72 57 81 ' 18 $9 '-J 'ate _ \P 82 21 _^ 39 34 %i
93 99 42 -77 32 76 - 19 2306 46 . 36 --------- &4 24 __ 43 35 ^mm 32 ammmm/
M 93 44 85 -r 34 77 85 i 34 = 7 47 59 --- 87 26 44 40 m- 42 -
39 94 45 87 38 --- 98 . j '88 44 9 60 64 mm 92 35 mm 51 46 _^ 5a 9
39 519 50 88 39 --- 1503 96 4 31 32 52 91 42 7 1601 . 1O0 .64 18 - 56 i 66 4 46 ---1 64 53 _ C.-i
99 33 63 92 43 on 10 . 8 40 67 21 - 60 i 68 17 -- 48 75 68 M. CO
M 37 W 64 94 *,$ 47 , , 25 12 97 31 61 71 22 34 83 <39 20 S- 400
a 49 i 65 96 iS .o'i ' _ 31 m 13 2103 43 62 i 72 ' 25 58 mat 90 0 82 40 40
m 51 68 1004 60 _ 35 4* 14 10 44 63 aVi 76 27 )O0 59 99 40 86 i*l
99 0 59 72 -~ 9 65 59 22 22 . 45 65 77 50 40 68 m^ 3521 ' 68 {).
91 68 79 | 27 72 mmm^ 62 24 38 * 50 a 70 82 56 77 _ 23 98 ,!
73 9t 69 * 83 " '28 " 73 ^^ 63 -1 32 3R 40* 54 -J- 75 "** 92 " 63 ~



8
Diario de Pemambnoo Segunda feira 29 do Junho de 1874.
ASSEIBLEA GEBAL
t*T
CAaURA DOS SIS. DEPUTADOS.
DISCTSS10 DA FALLA DO THRONO.
(Continuagao.)
parlamento nao pole ter
de causa alguma; ao parla-
, emquanto aprouver a S. Exc, basta
a firuMaio de votar os mobs e uma pro-
ragicaj da velho? orstmeotos, Unto mais
ansile sera qu into mais tard chegar i ca-
aaara das denatalos, e conn efhito S. Eic.
de aula taais prea'sa do que v,tagfto do
nao lem, p>rl'tnto, de que nos
li u?m informagoes.
ule. St. presidente, para os brasi-
kir-K, os governos do Rio da Prata hio de
casaaar o governo imper.al a procurar andar
<*im a opiniao publica.
Os aobrcs ministros se entendem que,
preaaraodb ami guerra qo Rio da Prata,
* aucio os acoiipanhari com applauso,
eagaaasi-se. ( Sao apoiados. )
guerra uio justilicada no Rio di
Praia teria boje da nagao a mesma appro-
\*cao qae teve a guerra para a conquista
da Gsplaliua. *
O Sa. Escragxolle Taunay : Uma
gmnrt mio justilicada. de corto.
O Sa. M*cn\HO <1ampos : Esti nos into-
resses do ministerio e da uagao que as bos-
sa> relacds com a confederagao Argentini
axjau patcn'es ao parla.ueuto. (Apoia-
Depots fare, aos, eojos sacnficios a nagaosupporlou
heroifaaieat? ( apoiados ), o go vcruo deste
paiz nao tem o dieito de impor nos novos
sacriGaos, a nao sar em uma guerra justa e
namtavel, e nao por frivolos ciumes de
prepaaaeraucia.
fc. presiJeule, nos sabemos que a nossa
ialalaalade no Rio da Prata e que o nobre
aaaaalns presidente do conselbo trata para
ratar depois, isto e um nunca acabar'
coaaecado em 1857.
Osooareiios de S. Exc, os seus protocol-
xos etratados dao-nos em resultado sempre
a necesaJade mais urgeute e ameagadora
de mm svo tratado !
Eata tea de Penelope nunca o nobre mi-
sokro acaba de ordtr e desfiar!
One politica segue S. Exc. no Rio da Pra
to ? Os iralados de Colegipe, que foram
approvados por S. Exc. nao sortiram effeito.
-\ \iceate nao foi mais milagioso.
Sr. Brisilente, o que a nagio esperava,
qoedesqi e o que pede ao goveruo im-
pilll a qjt a guerra do Paraguay esteja
caaada ; que o estado em que o goveruo
ceaserva-se no rio do Prata, depois de ven-
daae por assim dizer extincto o Paraguay,
aae pMe coutinuar.
O aae espera o nobre ministro no Para-
guay?
Am la nos resta uma tarefa no Paraguay :
nosso alversario foi vencido alem do que
jftKcouTinha (apoiados), mas a culpa nao
e :a. a calpi e do detest i vel despota que
os psrsgasyos soffreram (apoiados ), e so-
Tre a sai .aemoria que pesa a responsabi-
la la e na sobre nos. (Apoia-dos.)
O Sa. Escragsolle Taunay :Memoria
exocravel. 'apoiados.)
O Sa.. >Jartisho Campos:Mas, venci-
. o Par -aa\, fizemos uossos tratados de
paxe de lunites.
Ea nao msuro ao nobre ministro em ter
am 1 beral e generoso com o Paraguay,
ecabora no (undo nao tenba a mesma poli-
tica no Rk* da Prata que torn S. Exc,
psrqoe nao vejono Rio da Prataoutro iute-
msk para a nacao brasileira senao o en-
graadedniento e a liberda Je Ldaquelles po
?os. I A;<:iados.)
Seahum ten jr nem ciume me inspira o
caajrandecimento da C->nfederacio Argen-
tina.
vozes: Muiu beml
0 Sa. MaaTixHO Campos : Eu desejo
ju; o nobre ministro termiue de uma vez
os Bflsaas neg->cios com o Rio da Prata.
lb Exc, pe!o que vejo, da a missSo do
gaveriv) brasileiro por Gnda com os dous
in'*C que (izemos.
kV.-gunto a S. Exc. : fez doac,ao a Confo-
j ftiajntin das despezis da guer-
Ttr*'
I'.ra o fuluro o nobre ministro oa o go-
aerm brasileiro poJe ser que leve avante
j 111ilia que o Rio da Prata torno-se uma
aaHeaCvnfcJera;ao.
M.s s ippoubamos que a sua politica ino
poie prc-vs5eccr por muito t^mpo, porque
m iro- m Rio da Prata est9o tao senbores
dks saa= les!in3s como eram os portuguezes
di Aacerica e, se nds podemos impedir que
aaaaas d.quelles povos sejam absorvidos
pji for[i das armas, nao lem >s nenbum di-
ierc ie'impedir que os orientaes e. ,os pa-
r^faay c disponbam dos S3us duslinos como
jai'ier -~..
1 Escragsolle Taoay d& DOB apar-
W
0 Martimd Campos : Mas pergun-
ii an ministro : porque razao nao se
*i tao MriaaMBto do ajuste definiti-
> 3zas da guerra ?
1 : 1ito que e sd isto que retem no
IV.- i:.\ as f-ircas brasileiras.
.. re ministry, que e o pai do gover-
2>-- Paragusy, que e o seu publicista,
l foi quern formulou a constituigao
ragaay eftate o regulamenlo de sua al
_^jca e, iote-se, que e magnifico o re-
. JaawDto, tomaramos n6s que S. Exc. nos
sse apphoar aqui a mesmi economia
lea que foi app'icada e ensinada ao Pa-
aj _.irq;- aideclaraem que esta-
raai os n >ssos ajustes com o Paraguay
laca: isdes[3zas de guerra ?
nleaJe S. Exc que poie dispdr djs
iros pablicos, do direito que temos do
! ieainisalos de uma guerra. insolente e
tur > a qa* fomis trjiroeiramente arras-
>. Ex; lem.- que a Confederacy Ar-
cia fatal para o paiz, a impossibilidade de
multiplicar Unto quanto convent os estabe-
lecimentos de instrucclo.
0 Sr. GusmAo-Lobo di um apart*.
0 Sr. Martihho Campos :Citarei um
exenplo. Com o apnarato adispendio que
na Europa, nao p6de ser perdido polo go-
verno brasileiro.
0 Sr. Araujo G6es Junior:Se seguis-
semos o exemplo da Prussia, ounca sanirta-
mos do Paraguay.
0 Sr. Martinho Campos :Porque?
0 Sr. Aracjo G6es Junior:Porque na- ,ogoverno acaba'dTfazerna traMfor'maio
da p6de pagar. da escola polytechoica e impossiel fundar
O Sr. Martinho Campos :Nfto 6 razlo. outras escolasno imperio.
0 nobre ministro nJo leri censura minha 0 nobre deputad j acredita que convem
se conceder ao Paraguay, como concedeu- mais dous ou tresestabelecimentos para ri-
se em outras epocas ao EsUdo Oriental t* a va'isar no papal, no piano e na despeza,
Lonfederacio Argentina, todas as delongas comosgrandes estabelecimentos de naizes
e facilidades para o pigamento. mais adiantados do que estabelecimentos
O Sr. Lscragsolle Taunay :A occu- mais modestos, mas que pudessem multi-
pa5ao do Paraguay e uma necessidade por plicar-se p >r diversos pontos do paiz ?
or^ M ... i OSr. Gusmao Loao:E' lovar muito
o Sr. Martinho Campos :Amda alo longe o sceptismo de seu paiz.
vi o relatono do hoarado Sr. ministro dos 0 Sr. Martisho Campos :Nio e seep -
negocios estrangeiros ; S. Exc. sabe o res- tismo, e nao me deixar lerar pela vaidade
peito que Ihe tnbuto (o Sr. ministro dos governmental.
negocios estrangeiros faz signal do agradeci- 0 nobre deputado entende, por exemplo,
mento ), mas amda n5o recebi o seu rela- que seri mais util despender-se muito oom
tor'- ,j t iunB eila eleciraeuto so, do que fazer se es-
vozes:Ji foi distnbuido. |tabeleci.nentos quo pudessem ser multip!i-
>r. Martinho Campos :-Estou con- caios, prestando assim maior servicp ao
vencido, por uma nota quo hoje vi publica- paiz;
da em resposta ao nuncio apostolico, quese 0 piano adoptado para a escola polytech-
o mesmo espirito de decisao dirigir sempre nica assusta-me, porque o restojdo imperio
o nobr-i ministro, tudo que depender de S. nada pode esperar.
agrada-'
igualmente a maioria e minoria (apoiados e
aio apoiados), embora seja oulra'a opi-
niij deste ou daquelle Sr. deputado.
OSr. Martinho Campos :Nao torn ga
rantido (apoiados e contest3$oa3 ); o uni-
co partido deqaem tern a boura do seatar-
e naquella cadeira e* o regimento,
0 Sa. Gu.smao Lobo : Ninguem foi mais
imparcial que o Sr. conselheiro G6es, e, en-
tretanto, ouvimis as accqsaco s que V.
Exc. Ihe fez.
0 Sr. Martinho Campo ;: 0 nobre de-
putado sabe que o Sr. conselheiro Goes,
quando aqui Ihe foi proposto um roto do
louvor, nao .obteve aqui dos mambros do
partido liberal um s6 voto.
0 Sr. Gusmao Lobo : Em opocis mais
afastadas, V. Exc. n8) estava.
0 Sr. Martinho Campos :Sr. presidente
o esforco principal do S-. presidente do
conselbo na p :ssada e na presente sossao,
foi mostrar que era impossivel outro minis-
terio conservador. E' u a tatica cono tan-
tas outras.
0 S. Silveira Martins : -Apoiado.
Exc.
ri.
OSr.
aparte.
0 Sr. Martinho Campos :Se assim fdr
sera" uma calamidade.
em relaQOes exteriores me
Diogo de Vasconcellos di um
0 Sr. Gusmao Lobo : Pois a mim, nlo.
0 Sr. Martinho Campos : A mim assus-
ta, e como o nobre deputado sab.), sou mo-
rador da provincia do Rio de Janeiro.
Sr. presidente, devia pdr termo aqui ao
men discurso, mas nao o posso fazer sem
So n6s enlramos nesta discissio sem co- considerar a politica do? nobres ministros,

nhecimento dos relatorios, a culpa e do mi-
nisterio s6mente.
Sr. presidente, eu desejava saber do hon-
rado Sr. presideate do conselho se as nossas
antigas questdes com a Gri-Rretauha estio
resolvi'Jas...
0 Sr. Presidente do Conselho ; -0 rela-
torio diz tudo.
0 Sr. Martinho Campos :... ou se dei-
tamos sempre a esta bom, generoso e fUl al-
liado e velho amigo, que nos acompinhi
desdc a infancia, pret-xto de insultar-nos e
maltratar-nos todas as vezes e a toda a bora
que quiz t.
Sr. presidente nenhumi observac,ao farei
sobre a questio religiosa.
Um dos meus mais eminentes amigos,
que ji setem occupado com tanta proficien-
cia desta questao, se occupara ainda d'el-
la.
0 nobre presidente do conselho annuncia-
nos uma, diminuigao da renda publica. 0
facto nao nos deveria caasar grande impres-
sao nem temor se o parlamento nao tivesse
conhecimento de que o jubileu aberto por
S. Exc. i fronte do thesouro cootinua.
Ao passo que as rendas diminuem, nds
continuamos na siluacao excepcional de to-
dos os impostos de guerra serem conserva-
dos, o que nos prepara serios perigos no
caso, nao direi preparado e desejado da
guerra.
Eu n5o sei se o nobre ministro da fazen-
da entende que, conservando todos os im-
postos de guerra, pode continuar na pre-
sente sess&o a fazer o qua vimos nas duas
sess5es passadas, isto e, a dizer ao parla-
mento :Ha grandes saldos ; n5o ha que
fazer con elies, duplicai todas as despeza
publicas.
A fluctuaQio de augmento ou diminuiciu
de renda, devida como presentemente e", i
fluctuacSo dos pregos de nossos generos de
exportacao, nao e uma cousa nova njm
pode influir nas flnancas do imperio. Mas,
Sr. president1, as nossas circumstancias G-
nanceiras so mais graves do que ao nobre
ministro da fazen la tem aprazido figurar.
S. Exc. regisijase com uma renda supe-
rior a 100,000:0009, mas S. Exc. esque-
ce que 6 umi renda insustentavel, por isso
que n5) pode manter indefinidamente os
impostos da guarra
S. Exc. prometteu ao parlamento alien-
der i clamorosa necessidade de reduzir di-
reitos nas tarifas.
As modificagoss que S. Exc. fez sio in-
signiGcantes. S. Exc.jmesmo calculou o ef-
feito deltas em dous mil contos.. Poise
com dous mil contos que S. Exc. responie
is reclamagoas da nacte quando ella tem
impostos de guerra a pagar que augments-
ram a nossa receita das alfandegas, talvez
em mais de 40% ? tto ^ irrisorio.
Ao lalo disto S. Exc. attenti abrir as
portas i nova e injustiGcada despeza. S.
Exc. soffreu rechmagoos das provincias do
norte, quanto a bancos de credito real e que
servisseai ilavoura.
Homem financeiro, previdente e de es-
tado que zelasso os verdadeir.-s ioteresses do
paiz, aobrigiQao de S. Exc. era estar dis
posto a auxiliar estabelecimentos dignos de
auxilio, mas o nobre ministro, que sabe o
valor politico que isto teria, e o meio de
clientela que seria para o governo uma se-
melhante autorisacao, pedio ao corpo legis-
lativo que o autorisasse a garantir 2 /0 80S
estabolecimentos de credito real queseobri-
gassem a emprestar com a amortisacjio an-
nual de 11 \, nSo cobrando de juro mais
de6V
O resultado de.te annuncio de S Exc. e
facil d > prever. S. Exc di armas a agio-
tagem para improvisar estabelecimentos e
instituigoos de credito sem consistencia real.
Aquelles que tiverem do governo semelhan-
to concessio poderao improvisar estabele-
cimentos e instituicoes de credito, mas o
que seri difllcil aS. Exc. e"evitar os esco-
lbos e as dilBculdades de crear estabeleci-
mentos so'id >sque possam prestar os mes-
mos servigos que o Banco do Brasil esta em
circumstancias de-prestar.
S. Exc. sabe a posicio em que tem es-
tado os ostabeleoimentos de credito em quasi
todas as provincias. Entendo que o gover-
ab o aav.es oncluir o tratado de ajustes
taspezas de guerra, em quanto a
racao nao expelle S. Ex:, e sua di-
ia dos conselhos do governs pa-
...
1
^^.^
paa.
-. sibi. estes gorernos artificiaes im-
i n.. .^s estrangeiras, a consisten-
ia <-<*' m : e S. Exc. o esti experimentan-
4* l--i.; osdias no Paraguay, e o exercito
fcrasileirj li se acba do arma ao bom-
ratio, pois, nao termina este ne-
Os ajovernos que, sob a prote:(jio de S.
Exc, aa levantam no Paraguay, n&o sao go-
aanaot en cuja duracSo se possa confiar.
Cam;,; r-. por tanto, que liquidemos os nos
sas aaaados com o Paraguay.
em geral. O estado a queSs. Exes, tem le-
vado o partido conserrador em todo o im-
perio, nds vimos ; os esforeos desesperalos
que Ss Exes, fatem para mostrar maioria aa
camara dos deputados, sao patentes; as
difficuldades com que lutam aqui, tambem
sao patentes. (Apoiados.)
Nestas circumstancias o que esperam os
nobres ministros fazer ? Nio comprehendo
qual seja o piano politico do ministerio.
E' notorio que Ss. Exes, nfto tem no se-
nado maioria, ou se a tem, 6* muito fraca.
Ss. Exes, temjna camara dos deputados, nfto
digo embaracos pela opposicfto liberal re-
duzida a cinco ou seis membros, mas da op-
posicfto conservadora, temivel pelo.numero
e pelo talento.
O Sr. Gusmao Lobo : NSo constitue, en-
tretanto, embaracos invenciveis; os factos
o bfto de mostrar.
O Sr. Martinho Campos : Nfto sei. Eu
vi um ministeri) conservador, dos mais
respeitaveis pelo sea pessoal, retirar-se da-
qui com uma maioria de 12 oulivotos.
O Sr. Gusnao Lobo :E se n6s tiver-
mos uma maioria superior a estes 12 ou
14 TOtOS?
O Sr. F lor en cio de Abreu : -Hoje nfto
tem mais do que isso.
O Sr. Martinho Campos :Era um mi-
nisterio composto de talentos conservatio-
ns de primeira ordem, de homens de gran-
de traquejo e pratica administrative, e que
se achava diante de uma opposicfto liberal
muito numerosa, que se fortiGcava com
membros conservadores, e, de facto, em
pouco tempo foi substituido pela opposicfto
no governo.
Esse ministerio entendett que nfto servia
ft causa publica, desde que nfto se achava
em situacfto de obter do parlamento, as me-
didas que julgava indispensaveis. ,
Nestas circumstancias, Sr. presidente, 6
com pasmo que nds vimos a vehemencia, a
into'erancia com que o nobre presidente do
conselho, um homem tao pritico, tao pro-
vado nas lutas parlamentares, e a irritagfto e
in'.olerancia tambem com que S. Exc. o no-
bre ministro do imperio acdie is accusacfles
dos dissidentes conservadores.
As exprobssdes de S. Exc. podia m agra-
dar i nos, os libernes, mas, nfto provam
que os nobres ministros estejam em condi-
coes de poderem na actualidade prestar ser-
vices ao paiz ; falta-lhes a firca necessaria
na camara dos deputados. ( Nfto apoia-
dos. )
Estou certo Sr. presidente, e V. Exc. me
permittiri, apezir de mhhas relagdes pes-
soaes, enunciar desta tribuna os meus temo-
res; estou certo que uma das difficuldades
com que o governo imperial vai lutar nes-
ta casa e a presidencia da camara. (Apoia-
dos.)
Os nobres ministros, devendo-se nomear
um presidente da camara, tem necessidade
de destituir o actual. (Apoiados.)
O Sr. Gusmao Lobo e outros senho-
res :Oh!
O Sr. Martinho Campos : Perdoi-me
V. Exc. a franqueza ; tem necessidade de o
destituir.
O Sr. Gusm.Io Lobo :Isto e uma mjus-
tiga que V. Exc. commette contra um depu-
tado muito distincto desta casa.
O Sr. Martinho Campos :Nfto e uma
injustica, aprecio muito esse distincto depu-
tado, de quern sou amigo ; mas os poucos
dias que S. Exc. tem presidid), me tem dei-
xado a couvicgio de que a presidencia de
S. Exc. nfto seri compativel com a ordem,
a regularidade dos trabalhos. ('Nfto apoia-
dos. )
Tenho esta conviccAo, enuncio-a da tri-
buaa, como uma advertencia aos nobres mi-
nistros ; Ss. Exes, nfto poderao dizer quje-l
nfto foram avisados. *
A camara ve, discute-se um requerimen-
to, esta discussfto nfto tem solucfto de quali-
dade alguma ; apresenta-se uma mogfto di-
versa ; o nobre presidente aceita-a contra a
letra expressa dj regimento, porque agrada
ao ministerio, e, demotn proprio, sem au-
torisagfto em nenhum precedente, em dispo-
sigfto do regimento, onsidora uma mogfto
de louvor e applauso ao ministerio, como
uma proposta de encerramento a um deba-
no procederia com mais seguranca se fizes- te quecorre, votada por urgencia da ca-
que a
e todas as razoaveis concessoes a estabele-
cimentos dignos de toda a conGanca, porque
tfo contrario eu temo que S. Exc. se veja
a bragos com o mal que quizeram cortar
na Bahia.
Educagfto e instruegfto popular. Sr.
presidente, nenhum objecto e mais digno
das sympathias eapoiada parte do corpo
legislativo e da nagfto em geral, do que
este, mas pelo que tenho visto e palas re-
formas que o governo intenta fazer, creio
que se consultaram outras conveniencias e
nfto as verdjdoiras do paiz, que deveriam
ser o empenho de derramar por toda a sua
superGcie a maxima instrizcgao p'ossivel, so-,
bre tudo das sciencias, da applreacfto e dos
conhecimentos ut is.
Eu temo que o nobre ministro queita es-
tabelecimentos do grands aoparalo, defeiW
este qu? jitem os nossos actuaesestabele-
cimentosde instruorao publica c principal-
mente os de iustrucgao superior. De se-
Prussia "acaba du dar melhaate pUuo se seguiri uma eflnsequen
mara.
Neste espirito, com esta disposigfto o mi-
nisterio pode contar com mais de um des-
aguisado, como o que aqui se de'ra ha tres
dias.
A regularidade dos trahalhos e uma con-
digfto indispeusavel para a deliberagfto dos
corpos legislativos, a qual 6 absolutamente
impossivel, desde que da parte da presiden-
cia se manifest? a disposigfto de esquecer o
regimento ; sobe tudo, Sr. presidente, para
proteger a maioria contra a minoria.
Senhores, aquella cadeira e.speciahneme se
fez para garantir os direitos da minpria ;
ella 6 que precisa da protsegfto da prasilen-
cia, e nfto a maioria, que tem por si a sua
forga. (Apoiados.)
Aquel e cargo, que e o de maxima bonra
dos parla ne/itos, e um cargo de suprema
magistratura parlamentjr (apoiados); 0 ho-
mem que alii se senta 6 neutro (apoiados),
nfto tem partido. (Apoiados.)
O Sr. Presidente-.Tenho garantido
O Sit. Mrrtiniio Campos:So eu esti-
vesse "st c'onvicgao, dava parabens aopaiz
mas, permitta-me S. Exc. dizer, proce leu
com z8lo demais pola sua causa, com sacri-
ficio do seu partido.
Os nobres membros da dissidencia, desde
1871 ( e manifesto isto), a questao que
tem com S. Exc ,e de falta do confian;a
pessoal.
Sei que aprouve dizer ao nobre ministro
e os seus no;aveis, que islo e um espirito
fdccioso, e qu; nfto cabia aos membros do
corpo legislativo o direito da c nfianca pes
soal, des le que um ministorro se apresenta
com um decreto imperial.
Mas, Sr. presidente, semelbanto facto nfto
tende sonfto a desnalurar e desmoralisar
complet imento o governo deste paiz, e a sa-
crificar o brillio da cordi trazendo a aos nos-
sos debates politicos. ( Apoiados.)
E' inn >n test a vel que de rauitos annos a
esta parte, muitas vezas acres censuras tem-
se eleva lo is regioes mais altas do governo;
porque os ministros, ou seus adeptos, se
empenham emjfortiacar-se, em fazer crer
semelhantes cousas, em faaercrer nesta dou-
trina porigosissima para nossa forma de go-
verno ? (Apoiados.)
Nao tem a corda o direito de impor certo
e determinado individuo a um partido ; p r
que razfto ha de caber-lho o direito de esco-
lher chefes de partido?
. A nada menos tende a thcoria do nobro
presidente do conselho.
Se a corda tem osse direito 6 o imperador
chefo de algum partido neste paiz, e o chefe
de um partid > nao pode ser o soberano de
um paiz constitucional.
Os inconvenientes de semelhante doutrina
saltam aos olhos,
O nobre ministro da fazenda, por muita
confianga que tenha e deve ter em si e nos
seus talentos, e na ustima de seus amigos po-
liticos, sabe que poie ter tido a infelicidade
de perder a confianga delles.
Nos tempos modernos nenhum estadista
gozou do mais illibado conceito politico e
pessoal no parlamento ingle/, lo que Robert
Peel.
Duas vezes succedeu entretanto que elle
proprio declarou que tinha perdido a con-
fianga de sou pirtido o rctirou go do podor.
O seu mandate foi cassado pela universida-
de que representava, a elle teve de deixar o
governo abanlonado d) seus amigos.
Pois o nobre presidente do conselho en-
tende, que o quo aconteceu a Robert Peel
nfto podia acontecer Ihe tambeoa ? Ou acre-
dita que o soberano do Brasil nao saberi
guardar aquella imparcialidade e real gravi-
dade politica que tem guardado com tanta
gloria sua a rainha tJe inglaterra ?
O que aconteceu a Rob rt Peel nfto acon-
teceu a S. Exc, mais e que S. Exc. nunca
gozou da mesma confianga que gozou aquel-
le nstidista inglez..
Nestas circumstancias o que impede a orga-
nisagao do novo gabiaete conservaior? Com
muita razao S. Exc. tirou de si qualquor
responsabilid ide dizendo que a dissidencia
do partido consorvador e anterior ao seu mi-
mi nisterio.
E' exacto, mas isto mesmo torna impossi-
vel a organisagfto de outro ministerio con-
servador ? Eu nao creio quo um outro mi-
nisterio conservador possa subsistir por mui-
to tempo.
Mesmo antes da aurora da regeneragft),
as divisdes do partido conservador eram
muito mais profundas do que foram as do
partido liberaL
Mas nestas mesmas circumstancias orga-
nisou se e tem vivido o actual ministerio, e
|tor nfto outra combinacfto nova?
. Sr. presidente, estas divis5es tornam a
bermanencia de um ministerio conservador
mfficilima, senao impossivel, por que pro-
vem de graves ac )ntecimentos politicos quo
se tem passado sob nossas vistas.
Qual e a posicfto do partido conservador?
De ha muitos annos a esta parte qual tem
sido o programma dos ministerio; conserva-
dores? NSo se atrevem a apresentar se
perante opaiz senao com programmas e
bandeiras liberaes, e muitos dos seus meio-
res talentos e capacidades fazem hoje a for-
ga e o desvaneci mento deste velho partido
que se ufana por vor suas doutrinas avassal-
lando, pode-so dizer, todos os saus adver-
saries.
O Sr. Gusmao Lobo di um aparte.
O Sr. Martinho Campos : Se este e"
0 facto, e se neu'aum ministerio conserva-
dor, ha muitos annos ousa apresentar-se
com as suas opinioes, o Sr. presidente do
conselbo pode ter motivos para duvidar quo
um outro ministerio conservador seja pos-
sivel entre nds, para longa vida ; mas pela
scisao actual do partido cons?rvador, S.
Exc. engana-se.
Primeiramerite hi um grande numero de
conservadores que nao estfto"" comprometti-
dos na luta, e dos membros compromettidos
na luta, .os que sustentam S. Exc. nft).tem
nenhum embarago para sustentarom outro
ministerio conservador.
Esta argumentagfto do Sr. presidente do
conselho contra sous adversarios actuaes,
querendo arrastar todo o*S3u partido pm
uma quojtao que e s6 do ministerio, ne-
nbuma procedencia tem : e e iacontestavel
que a objeegfto da parte da dissidencia, de
falta de confianga.em S1. Exc, e muito le-
gitima e muito constitucianal, e- admitt'.da
nos p.uz'sq'ue nos podem servir de mo-
delo.
Eu sustento esta opnifto, Sr. presidente,J
porque a doutrina contrarii e porigosissima
e po le ser, e de facto mesmo torn si do ap-
phcada a todos os partidos. A dolitrina
contraria tende a armar o organisa lor d'>s
gabinetes de um poder discricionario, que
a nossa constitaiga < nao lie da, tenJo a
torna-lo dictador etrazer a corda sempre en-
reda.la o lompromettida nas lutas contra o
seu dover, o seu brilho e contra o bem_ da
[nseio.
E' agrada ve! a S. Exc, que tem sido mi-
nistro muitas vez iseba de se lo ainda ou-
tras muitas, esse poder : mas nfto 6 um
direit) constitucional, pois 6* preciso proce-
der de accordo com a opinifto publica.
O Sr. Gusmao Lobo da um aparte.
OSr. Martinho Campos : A doalriha
do Sr. presdonte do conselho e que levou,
V. Exc. sabe, o seu partido, nfto ba muitos
anno3, a crer na exUteucia do ta'. inimigo
occulto, astuto e manhoso, seguiido o orgfto
desse partido em Pernambuco, que mais
ou meuos acha echo na opiniao.
As pessoas, Sr. presidente, quo tem gran-
de posigfto politica e social, estao sempre
disoostas a acre Jitar que tem mais civihsagfto
e m is pureza de intengoos do que o resto
da humanidad-i ; isso as leva ao queesta-
mos observan lo e:n relagl) ao port id-)
conservador, descoiiiiderado pelo gowrno
na maxima parte Jas provincias do imperio.
Entretanto os nobres ministros, descon-
si lor.in lo o seu partido, coin) tem foito,
sem trazerem ao publico motivos graves
que os autoris^m a islo, em nada servem
causa do paiz.
A situagao de Ss, Exes., nds-o vemos, e
a de terem diante de-si u na grande fracgaoy
senao a maioria do parliio couservaJo*,.
pronui>-iando-se e.n- vohemoato opposigao,
e nao terem em seu fevor a opiniao do par-
tido contrario em cousa alguma.
do mo- pois continuarem no sets posto de
honra t Mis supponha-so quee uma bo*
politica ado ministerio. Podem Ss' Exes.
mauter-se som o voto das deputies das
provia tas- em que o partid > conservado e-
declar-do patoteiro ? Nao, absobitamente
nfto. Os esgotos da Bahia o o quinino- do
Pari m.t.tin o ministerio, qualquor que s^ja
a sua linha de conducta; cntrt/tanto $e
os nobres ministros segjiissem u .-i* politic*
franca, mais resoluta e mais clara, Ss.
Exes, podiam, ao menos, sonfto continuar
nogaverno, descer do podor roJeando-se
de uma grande fracgao. do pirtido conser-
vador o promp'.os para rohaverem o pider
em tempo, se o opiniao mudasse a sea
favor.
Supponhamos que sa> fun la las as acca-
sacoes feitas aos amigos de Sj. Exes, em
todas as provincias. Supponhamos qu.: de
lacto ha um systema organisaio de corre-
tagem politica, nds qua temos pela confian-
ga de quo sao a elle Ss. Ex:s. albeios, de-
vemos suppor quo fora do governo se ve-
riam rodeados de geral approvagao e pela
quasi unanimidade de seu partido.
O Sr. Silveira Martins : E com
applausos dos alversaios.
O Sr. Martinho Campos : Mas ac-
tualmente tem desmoralisado, tem inutili-
sado seu partido, e a posigfto de Se. Exes.
e igual i do partido, porque afinal os es-
crupulos de Ss. Exes, nfto os livraram de
cubrirom com o seu manto tudo, afim da
manterem a sua maioria. (Apoiados.)
Mas supponhamos que os ministros sc-
guiam uma politica contraria, que tinham
patrocinado todos os es:andalos quo os sens
presidentes tem recusado; suppanhamos
que homens publicos commettcssem seme-
lhantes firms, esqiincftn.lruso do qua dvem
a si, do respeito que devem i opiniao, a si
proprios e a sua propria consciencia, o re-
sultido qual scria ? 0> amigos de Ss.
Eucs. cahiriam diante das mamfestagdes da
opiniao, a moralidade publica sahiria muito
mais triumphante se o abrago do nobre
ministro do imperio dado ao presidente da
Bahia tivesse sido dado aos patoteiros, por
que o partido conservador, e partido ne-
nhum do imperio, approvaria semelhante
comportamento. Os nobros ministros te
riam do cahir com a desapprovagfto de seu
partido, mas o partido conservador nao sof-
freria nos seus creditos, porque o partido
conservador desapprovaria o comportamen-
to do governo.
O resultado da politica do ministerio
o quo nds vemos. Os nobres nvnistros nfto
se sa varam a si, sacrificaram o seu partido,
e tulo isto com quo interessc publico?
Obras de grande alcance que os nobpes mi-
nistros so propunham a exocutar, eu nao
vejo senao o proposito de impedir uma boa
reforma eleitoral que satisfaga a opiiiiao.
(Apoiados.)
Acreditam os nobres ministros que tem
forga para continuarem a impedir uma re-
forma desta ordem ? E' pre iso ser cego,
formar o proposito de nao ver, para nao co-
nhecer osperigos quo os nobres ministros
procuram para as nossas instituigOes.
Nao se illudam os nobre ministros, a
opiniao esti cansada da comedia eleitoral
(poiados), esta comedia nfto pode continuar
impunemente a ser represontada neste paiz.
A navalha, tendo como reserva a forga pu-
blica, a policia, a guarda nacional o o re-
crutamento nfto polem continuar a ser
meios de constituir a representigao nacional.
(Apoiados.)
O Sr. GusmAo Lobo : E' uma i
gao que vai a todos os partidos.
O Sr. Martinho Campos :Nfto
mas ha hoje esta differenga. A
dos homens politicos do toios os partidos
mostra o desejo sincero do dar remedio a
este mal gravissimo, e os nobres ministros
obstinam-se em illudir a espectativa e os
reclamos da opinifto.
Os nobres ministros nao dfto important
is demonstragd.'s da opinifto. Em todas as
ultimas eleigdes hou^e provas do desconten-
tamonlo popular, partindo de todas as clas-
ses o partidos, e o governo as teria encon-
trado em toda a parte, se quizesse attender
a ellas. Eu p,sso informar a V. Exc. da-
quilh'de quo tenho conhecimento pessoal.
Nas ultimas eleigdes da provincia do Rio
de Janeiro e de Minas-Geraos em grande
parte, as urnas tem Gcado desedas^ as
eleigdes que-Gguram nas actas sfto fekas a
bico de penna, conlam-se e.n geral votos de
votantes que Dfto compare ;erdin, nfto ba
muitas actas em que nfto apparegam votos
que nfto SHJam imaginarios. A populagfto
deha muito tem condemnado e esmaga com.
o escarneo e o desprezo este processo elei-
toral, que nfto e senfto um recorao para
impedir a verdadeira ,representagfto nacio-
nal. (Apoiados.)
E o nobre ministro do imperio quer re-
formar este processo com a sua theoria das
turmas e tantas outras exqu sitices, que nem
merecem exame serio I
O Sr. Gusmao Lobo da um aparte.
O Sr. Martinho Campos : Suppde o
governo imperial que o publico se interos-
sari por uma reforma eleitoral, em qu^ se
diz t'imar a peito o direito das minoriis,
quaoa)as maiorias olamam e bradam em
va; piios sous direiljs ? i. in'fa
o nego;
maioria
sou project dinamarquez ? Quando as
maiorias clamam pelos seus direitos do que
se veem esbulhadas, o governo imperial
preoccupa-se sd com o direito das mioo-
rias I
Os nobres ministros nfto devem parar
neste zelo pela representagao das minorias
afim de continuarem a suffoear o direito
das maiorias. E o melhor e, para conse-
guirem os seus fins, que convoqtiem comi-
cios popularesnas pragas publicas, como nas
antigas repubiicas gregas e romanas. Ha-
via nisso- mais sin^eridade do quo ant pri-
var as maiorias dos- seus direitos : fagam se
ogo ra licaes e utopist* extremes- a ter
se, em cornpjosagao do abandono com quo
a nagao intern puniri tao temeraria tanta'
tiva, conseguen* ao menos f.m tisar algons
sonbajiores que abaudouanj a sabedoriw e a
experiencia para ouvirem os conselhos-de
pbilosopbia especulativa.
Ol 9. Gusmao* Lobo d6 unt aparte.
Sr-. Martctho C a-mpor' r Nfto ser*
goreroo representatiro o que Gzerem, sera*
mcHv.r do que representalivo, seri OjO-
veroo- direito- do povo, que aao deve valor
menos-quo as vastas- minorias-. Se o go-
verno- se preoccupa tanto cona o direito das
minoaia, convoque assembteas populares,
chanw todos a deliberar. Seus desejos-
serfto ao' menos um- systema e oma- doutri-
n j sincera.
Ve, Sr. presidente.V. Exc. perspectiva
quo um liberaes temos diante dos olbos.
No governo, os nobres ca valheir >s envidan-
do todo*-os esforeos- para irape-hrem o pro-
gresso e o melooramento do systema re-
presentalivo liberal, das ideas que nds sus-
tentamos ; na opposigao ao goverao, vemos
nossos adversarios n.turaes a-constantes.
Naobamenor duvida que sa ao* qui-
zessemos nos guiar pelas ligdes- da bistoria
patria aotiga e recente, devianaos- temor os
uossos adversarios, porque elles-foram sem-
pre os mais ictolerantes do paetado con-
servador, mas entretanto a sea- actual po-
sigao e de pugnareaa pelas boas doutrinas
constilucionaes e esperamos- que aprovei-
tando-laes as ligoes do pas6ado>. entrem
para o governo imitando um dos-seus mais
illustres> chefes nosenado, que asseguroa
ao paii que nao aceitaria o-podor senfto
para fazer .uma reforma eleitoral, oeeupan-
do-se menos da ioculcada represanftacAo das
minocias do que de remediar osaGrttieio das
maiorias, de modo que possam eilas hon-
ra r o-parlamento-e ao mesmo- tempo pres-
tar ao paiz e A monarchia servicps que o
senado depois do 7 de abril, nao teve force
para prestar ; e nao sei, Sr. paesidente, o
que seri de-nossas instiUiigOes, que o des-
coatentamento- e meaosprecps publicos.
ameagam seriamente na actnalidade, se con-
tinuar nas alias regioes do go>arno o minis-
terio na pretengfto de impedir quo a eleigao
seja uma verdade. Nestas ciroamstancias, Sr.
presidente, eu augurarei iilluslre dissidan-
cia o melhor succosso, apartando-se de pjra-
ticas nocivas e de pre: en goes injustificavois,
e abandooando um systema que o despre-
zo da nagao esmaga, para chegar a uma re-
for na eleitoral convenient. (MuitoJiem,.
muito bem.)
(O orador e- cumprimentado por seus
amigos e por gcande numero de Srs. de-
putados.)
Skr. IVrrciraVlaana :. (Atten-
gfto.) Sr. presidente, antes de emprehen.
der a resposta que devo ao discuaso. do no.-
bre senador, ministro dos negocios estran-
geiros, tenho qua reclamftr contra alguraas
expressdes de S, Exc. quando considerou ^
igreja catholic! apostolica rom3na privile^
giada, resultando seus priviagios sde sim-
plesmente da constituigfto do impario.
A doutrina do hpnrado Sr. ministro dos
negocios estrangeiros nfto e perfeitamente
exacta. A nossa constituigfto, aoeitando a
religifto catholica apostolica romana como
religiao do Estado, nfto fez senao consagrar
um facto, nfto estabeleceu uma institnigfto
nova, tanto que usou das expressdes :Con-
tinuard a ser a religifto do Estado.
As condigdes em que se acha a igreja
catholica no Brasil em relagfto ao Estado
resultam, sim, do unanimo consentimento
da nagfto ; a crenga que a quasi universal
dade dos brasileiros professam vem ser
para elles a igreja catholica, a consagragao
da verdade, unica e real, daquella que veio
do proprio Dous. (Apoiados.)
Feito este reparo em razfto de partir a
proposigft) do nobre ministro dos estrangei-
ros, membro do poder executivo em um
4>aiz catholico, passarei adiante.
Sr. presidente, o honrado ministro dos
estrangeiros deu i raissfto conhecida pelo
nome de Penedo, isto 6, i embaixada a
Roma, proporgdes tao reduzidas, tftoostrei-
lasquoao primeiro dlhar, bem se pudera
dizer quo fora um apparato inu|il, ou pelo
menos muito indispeusavel.
0 Sr. DuQue-Estrada Teixeira: A-
poiado.
0 Sr. Ferreira Vianna :Dispondo o
governo imperial de duas legagdes em Ro-
ma, que, ao mesmo tempo que e" hoje a se-
de espiritual do catholicismo, 6" tambem a
se ie da soberania temp.ral do usurpador
Victor Manoel (apoiados,), nfto tinha neces-
sidade de confiar esta raissfto ao ministro
plenipotengiario que se achava em Lon-
dres, nem de fazer as despezas que sfto
indispensaveis nestes casos, e dar aessa
missao tamanha autoridade, ta) grande re-
levo, se por yentura tudo se devesso reduzir,
como nos quiz fazor crer o honrado minis-
tro dos negocios estrangeiros, a solicitar do
coragfto paternal do sumrao ponttGce um
conselho, ou se sequizer, uma advertencia
aos bispos do Brasil.
As relagdes que o governo tem constan-
temente com a santasd eram taO amigaveis
que autorisavam nfto so uma solicita^ao
particular, como ate mesmo de outra natu-
r.v.i, pela muita piedade que o governo do
Brasil e seu chefe, o chefe do poder execu-
tivo, tem sempre manifestado, e pela bene-
volenaia, amor paternal e nunca desmentida
demencia com que o santo padre costuma
attender a seus filh >s.
Nds comprehendemos bem que a missao
confiada ao talento e pericia do nosso mi-
nistro plenipotenciario em Loudres, nfto po-
dia ser reduzida aos termos em que o hon-
rad i Sr. ministro do estrangeiros a figurou,
(apoiad para chegar-se ao resultado que o gabinete
desejava, o negociador devia estar habilita-,.
do'com instrucjdss mais reservadas e espe-
ciaos do que aqucllas, cuja leitura S. Exc.
teve a bondage de fazer.
(Continuar-se-ha.)


:
M'. vv



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