Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17980


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1 W-.
ANNO L. MJMEKO 143

A CAriT-AL E LUtt IRES 0*DH NA
' Sets OltOS MM ...,,,..,.
K>idBm. .......
r-ACU POBTK.
. B90BB
. llftOM
949009
99M
MARIO DE P
PR0PR1EDADE DE MAKOEL F
-^1
SEXTA FHRA 26 M RW DE tT4
-
.'1

PARA BWIM E FOBA DA
P* Ires meaesadiantados. ........
Per seis ditee idem..........
Pot note drtee Mem .
Por am ana idem.......... .
VINCUbi
6|75
SOWfr
tT900
A DE FARM FILHOS.
--
*
.G*rtrdoAirtonioAlT4 Filhos, no Pari; Goneelves d Pinto, bo Maranhio; Joaquim Jose de OUveira d FUno, no Ceerd; Antonio it Leon* Braga, no Araeatj ; Jolu Maria Jolio Chaves, no Asso; Aatoaio Marqaes da Silva, Natal ; Jose instiao
d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Monteiro de Franca, sa Parahjba ; Antonio lead Gomee, aa Villa da MB*; Be'armino doe Saatoa Bakio, em Santo Aatao ; Domingo* Joad-de Corta Braga, emBazveu;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Haeaeeo, no Piter dee AJafdaS ;pfrw dk C.,ua Bafcia; e Leke, Cerquinho d C. no Rio Janeira-
r*ARTE OFFICIAL
Governo da Provincia.
j arasiduate da prorinda, usandoda autorisacSoconsrigrada tie
tei 1,114 ee 17 de jnoho de (873. resolve baixar 0 seguinle
KlilLtHGNTO s
TITDLO I.
DO CONS1XAD0 PROVINCIAL.
Capitulo I.
Saa organisa?ao e altribaicdes.
Art. !- 0 cou-u ado provincial e a reparticao de fasenda en-
.-rjegada no municipio do Recife da immediata flscalisacao e arre-
cadacao dos direitos de exportacao e das rendas provinciaes, que por
lei oa ivpaUmeatos nlo estiverem incumbidas a outras repar-
uroes.
Art 1* 0 consulado provincial aa arr cadacao dos impo9(03 a seu
cargo regular se-h pela laxa con*ignada nas leis annuaes do orca-
raeato e eaabnae as segaintes disposicSas :
{ L* 5os direitos de exportacao servira de base para a arreca-
dacao a Unfa oa pant* sera inal dos precos correntes, organisada
aria aABMje.
5 S.* Quaodo a paala do preco corrente, organisada pela alfan-
dega, aa> coaprehender algum genero sujeito a direitos pro-
viaeues, proeederi 0 eonsalado provincial a avaliac.ao delles, logo
ajaeaefa o taestno genero sobmeltido a despacho.
11* A avalico do genero sujeito a direitos provinciaes. sub-
keOido a despacho e nao cornprehendido na pauta organisada pela
aJfaadega, sera feita pelo chefe da seecao incambido da arrecadacio
ao reaeectivo imposto, 0 qua I tera em vista 0 preco do raercado e
abawttera a saa avatiacio a approvacio do chefe da reparticao.,
Art. *. O expediente do consulado provincial sera dividido em
senses ialerno e servico externo. Aqaelle, sendo execataio por em-
preg ad s, qne estarao no recinto da reparticao e constantemente sob
a aaaeediata iospeccao do respeclivo chefe ; este sera ineumbido a
laapngidiii especiaes, que o execatarao forada reparticao, onde exi-
{r a asaveaieneia publica e a do li-co, no3 termos deste regnlamento.
Art. *. 0 sarrico e 0 expediente do eonsalado provincial, con-
toraw a soa nalorua, sera distribuido era secQoes, sujeitas a inspec
*i e feeatisarao de am admiai.-irador, que sera 0 chefe da re-
pirticaa.
Art. >- 0 pessoal do consulado provincial compor-se-ha de urn
iliaiaiiri id 11. am porteiro, urn continao e dos erapregados que
oasJiioirai ires seccoe*, na forma dos. arts. 6, 7 e 8.
Art. 6.* A I* seecao ompor-se-ha de um chefe, nm 1" eserip-
. r*rio, am t*, dous 3" e qaatro lancadores, e incarabe-lhe :
*. O laacamento e a escriptnrapio necessaria a cobranja dos
aapasUt laocidos, de patente ou licenca, e de outra qualquer natu-
rera, enja axrecadagio compita a reparticao ;
!. O examc e a conferencia das guias do recolhiraento de ren-
dapeto thesoureiro a estacao fiscal ;
3.* A revisio dos documentor de despeza ;
i.* 0 mappa detalhado do rendimento dos impostos, cobra Jos
pela seecao em tres annos comparados, 0 qua! deve acompanhar 0
trialsrin aaaoal do adraini-trador ;
-' 0 expediente do adrainistrador, bem como as certidSes, in-
tsmafues e tado 0 mais que for tendente a negocio de sna compe-
leacta especol.
Art. 7.* A egnnda seecao compor-se-ha ignalmente de um che-
fe, oat I* escripturario, nm 2*, dous 3' e nove conferentes, e 6 de sua
asViwieio :
I A eseriptaracao convenient^ a cobranca dos direitos de ex-
, c^pio e iadasivunenle o calcuto dos mesmos ;
t* A avaliacio e qjalificacao dos generos sujeitos a direitos
pravineiaes, que nio tiverem sido incluidos na pauta semanal da al-
taaaaga com preco e qualidade ;
O exame e a conferencia dos documentos de despeza e das
galas de recolbimeoto do thesoureiro ;
*. 0 processo das apprehensoes ;
5* O mappa demonstrativo do nuraero de kilogrammis e volu-
sees dos generos qae pagaram direitos de exportacao era cada am
os tres annus Cnanceiros proxiraos findos, com mencSo especificada
i readimentoannuodesses direitos;
6.- A escripturacao e 0 despacho dos generos de outras provia-
lrap.irtadoj nesta ;
7.' A fisealisacio nos pontos de embarqne ;
a> 0 disposto nos 1, 2, 3, 4, 5 e 6 do art. 9 do re-
jjiliasrnTi) da 1* de abril de 1873, dado as ageDCias fiscaes desta
proviacia;
'.. As certidoes, informacoes e tado 0 qae for de expediente
reUtivo a negoeios de sua competencia exclusiva.
Art. 8 A terceira seccjto compor-se-ha de um thesoureiro, de
j fid e de am escrivio de receita, e compete Ihe:
!. O recebim*nt 1 do producto de quaesquer direitos de expor-
e impono?, cuja cobranca compita ao consulado, na f6rraa da
i^i^acio vigente ;
2.* A entrega ao thesoaro provincial desse prodacto em entra-
nts seaunaes, e trimensalraente do qae perteacer as agendas fiscaes
esu provin:ia, hjs termos do 2" art. 9 do regnlamento do 1 de
abril de 1873, por raeio ue gaia da sec;5o conferida pela outra oa
Mm, por onde se tiver dado a arrecadacao, e visada ptlo admi-
abtradur.
1* A e?eriptaragao cm carga do thesoureiro da arrecadacao
duria, por meio de portaria de debito emanada do administrador so-
bre as a>tas parciaes da I' e i' secgoes ; e cm credito oelo reco-
lhoaeaio dis rendas. qae 0 raesrao hoover feito, nos termos do 2*
iesteartigo ,
I.* 0 pagamento das despezas do asseio da casa, autorisado por
*e<{). "h do aliuinistrador ;
r>. A ela-sificacao nen-al dos impo=tos e direitos cobrados, sc-
ant) as noUs de receita, fornecidas pelas outras secedes, afim de
r entrejue ao tnesouro provincial com a guia de saldo da arreca-
darij do met;
6. 0 devulvimento ao conlencioso da segunda via das guias de
reecibimenio da divida activa ;
;. O Uvrar e dar os conhecimentcs do qaita5aoj)elas quantias
rrr ssidi c provenientes de impssto^, com menrao nelles do im-
aosto, vaV>r reeebido, nome do contribuinte c data do pagamento ; e
ias resoliantes de direito dc exportacao, exarar a verba de recebi-
:oeuti aes despachos de exportacao;
8.* As certidoes, informac<5es e fudo 0 que for pertenconte a
l 2 TITULO IF.
DA 1NSJW.CAO SrPF.RlOa F. DA ADMINISTRAQAO.
Art. 9.* A inspeccio superior do consulado provincial u deferi-
aa >e iheiouro provincial, ao qual compete por sea chefe, no exer-
eidu jarisdiccio administrativa, conhecer dos recursos interpos-
ms aas decboes do administrador sobre qnaesqner materias ou ne-
1 do contencioso administrativo, concernente ao consulado ; e
Die lesolver- quaesquer duvidas occurrentes nos negocios so-
I a int'dligencia e execueao das leis, regulamentos e instrncQoes
rtianvai a arrecadafio e flscalisacao das rendas ; expedir as in-
straceoes precisas para 0 regular andamento do servico e melhor
exeeacas das leis e regolamenfos, e inspeccionar a repartic,So quan-
0 eauaier de eonveniencia.
Art. 10. A direc^io, inspeccao e fiscalisacao imraediata do con-
sulado proviucial, e 0 conhecimento e decisao dos negocios qae
y* t\\e correm, na lorma do presente regulamento, pertencerq ao
aamra-trader, ao qual sao subordinados os demais erapregados.
Capituta II.
Do administrador.
An. 11. Ao administrador do consulado, alem ang.c>>es especiaes, qne lhe competirera pelo presente regula-
a>eato, incambe :
!. Inspeccionar as notas do3 despachos de exportacao e 0 ex-
Mdieaie da reparticao,e dirigir 0 sea trabalho na conformldade das
leis e rcfuUmentos e segando as instrucgoes do tlneouro pro-
viaeial,
S." PromoTer e flscalisar a arrecadacao dus direitos e rendas
iciaes a cargo de so.i reparticSo, de modo que sejarn d.evida e
Imente satisfeito-, e soa importancia recolhida aog respecti-
~coires aos pri03 ordinarios de entrega ;
! Sabrn^er a decisao dothesouro as duvidas qae poa ter a
iinipiiiin '^ intelligencia das leis e regulamentw, levando ao seu co-
fce*"' diento ifualmente os defeitos, incoherencia on in3ufflc:encia
r^eeaeoatrar nelles eem quaesquer instructs ; bem como pro-
fit aeaellas que jolgar conveniente3 ao movimento interno e econo-
aaoo ia reparU;ao ; os !ivro3 que se Gzerem praciso3, e as ntfmas
de escrimaracio qae mats convenha seguirse ;
X aepresenur sobre 0 imposto oa direito de exp rlafSo, caja
ieu possa prejadicar a producgio da provincia, 0 pro^resso
inlastrias, on tiver entorpecido 0 sea andamento re.
f ad
5." Dar por eseripto as informajSes e pareceres que lhe forenl
ato presidente da provincia e pelo Inspector do tnesouro
i e os qne se flzerem necessaries ao procurador fiscal, que
ite pode-los-ha solicitar, curaprindo e fazendo cotnprir as
MsVas do thesoaro provincial e as que lhe (orera exigidas pelo pre-
"Tale da provincia direclamente;
B." Rsmetterao thesoaro provincial em daplicata 0 portfo men-
sal dos empregados, enjas faltas serio falgadas a sea criterio. em-
bora justiflcadas com attestados da facultativos era caso de mo-
lestia ;
. 7." Dirigir i fiscalisar as ageaeias desta provincia, leaaMaadas
em outras limitrophes e em Goyanna, na forma do art 2* do rega-
lamento do 1'de abril d 187i; -i :
8.* Itubricar por si on por alguns dos ehefes de seecao, a qaea
commissionar, todos os livros, qae nio forem da receiu;
9.* Bramassar na ordem numerica e chronoktgiea todas u natas
de despachos, e as ordens, resolucfies e instrnofdes expedidas pelo
thesoaro provincial, sobre a direccao do service, arrecadacio, admi-
nistracio e fiscalisacio das readas qae cobrar a reparticao, e faze-
las encademar com indice de saas materias, devendo as notas
dos despachos f >rmarem tomos distinctos, segando os livros de re-
ceita ;
10. Proferir todos os despachos de mero expediente e os dos re-
queriraentos de reclamacoes com previa aadiencia do chefe de see -
gao, de quem dependam as nscessarias informacoes ;
11. Exarainar e por o seu visto nas guias para a entrada se-
manal no thesoaro provincial da renda, qae cobrar a reparticio,
depois de conferidai Delas secedes competences, tomaado mensal-
mente conta ao thesoareiro, com verificacao do dinneiro em eofre,
todas as vezes que julgar conveniente;
12. Visitar a miudo os pontos de embarqne e os anaazens de
depositos sujeitos a.fiscalisacaj da reparticao, providenciandonosen-
tido de etecutar-se nelles 0 qae acha-se determinado neste regula-
mento e nas leis respeclivas ;
13. Veriflcar a bordo das embarcacSas, com assistancia do che-
fe da 2' seccto, a existencia de generos oa oatra qualquer materia
sujeita a direitos provinciaes, qae tenhara sido snbtranidos ao pa-
gamento dn mesons direitos, qaando isto Ihe coostar por denuncia;
para 0 que solicitara do inspector da alfandega permissao, com de-
signai.'.io de dia e nora, na forma do art. 207 do regulamento de 19
de setembro de I860;
11. Impdr maltas nos casos de reincidsneia deltas, e em qae as
bis e regulamentos Ihe eonferiram esta attribnicio;
15. Ordeoar 0 pagamento das despezas do asseio da reparti
cao, depois de examinados e revistos 01 respectivos documentos pelas
seccoes competentes;
16. Dar posse aos empregados qae lhe sao subordinados.
17. Conhecer e julgar das apprehensoes, na forma estabelecida
neste regulamento ;
18. Vigiar qae os empregados, sous subalternns, campram
exactamente os sens deveres, procedendo contra os qne se mostra-
rera omissos, negligentes e qae tiverem mao comportamento, punin-
do os na forma do arflgo segninte, com respjnsabilidade, pelas faltas
e delictos delles, e damnos resultantes, se os nio fizer panir dentro
de sua alcada ou nao der conta do facto a autoridade superior.
No caso de desobedieacia formal on de oatro delicto, com cerfidao
do continao, raandara autoar 0 empregado delinquente, remettendo
0 auto, qae se lavrar, ao juiz eorapelents para formar lhe a enlpa
nos termos da legislacao criminal ;
19. Apresentar annualmente ao thesouro provincial, por tod0 0
mez de novembro, am relatorio do movimento da repartigao no anno
fmanceiro flado, adlici mando-lhe as medidas qne entender dn util
adopcao era proveito do trabalho e da liscalisacio e arrecadacio das
rendas.
Art. 12. Ao administrador incambe ainda punir as faltas de
seas subordinados com as segaintes penas, na proporcio da gravi-
dade dellas : reprehensao verbal, reprehensio por portaria, sas-
aensaosem reinrso por qaatro dias, represeatando ao inspector do
thesoaro provincial, qaando a falta por sna gravidade exigir maier
pena; *.
Capituln III,
Disposicoes communs aos ehefes de secclo.
Art. 13. Aos ehefes das daas priraeiras secc&es compete era
2er.1l :
1. Distribuir, dirigir e inspeccionar 0 trabalho da respectiva
seecao, na conforraidade do prosente regulamento e ordens do ad-
ministrador, fazendo revesar 0 servigo por sens empregados, no in-
teresse de hibilitar indistinctamente a todos para 0 movimen'o di
reparticao, e dividir a responsabilidade e 0 peso do mesmo servico
tambem por todos ;
2.' Advertir os seas subordinados nas faltas leves qne commet-
terem, dando parte ao administrador das que possam prejadicar 0
servico ou que forem contrarias a disciplina da reparticio ;
3. Fazer os pedidos dos objecto3 precisos para 0 expediente da
seecao ;
4.* Dar as informacoes por eseripto e 03 esclarecimeatos ver-
baes, qae tambem Ihe3 forem exigidos pelo administrador;
5. Extrahir dos livro3 de receita a cargo da seecao 0 rendimen-
to diario e mensal da reparticao, e'delles ministrar notas ao admi-
nistrador, sendo classincada3 as mensaes para execueao do art. 8
deste regulamento;
6. T'ropo- e representar 0 qae coavierjao bora andamento do
servico da seecao.
Art. 14. Compete especialmente ao chefe da 1" seecao, alem das
obrigacoes que lhe sao impostas pelo presente regulamento :
1.* Examinar os lancamentos dos impostos apresentados pelo
lancadores, e participar ao administrador as duvidas qae tiver e as
alteracoes que se deverem fazer ;
2. Dirigir e superintender os lancadores no trabalho do lanca-
meoto annuo dos impostos, dando-lhes os precisos esclarecimentos;
3. Pdr as verbas de lancameoto nos conbecimentos de paga-
mento, depois deste effectuado, nos impostos internos, e a de confe-
rencia nas gains do thesoureiro ;
4. Organnar 0 mappa de que trata 0 art. 6 deste regularaeoto,
bem corco outros quaesquer qae forera exigidos pels administrador.
Art. 15. Compete especialmente ao chefe da 2* 3eccao, alem das
attribuicoes conferidas pelo presente regulamento :
!. In?peccionaro calculo dos direitos dos despachos, distri-
buindo os para este fim aos escripturarios ;
2. Pdr a verba de laacamento nas notas dos despachos de ex-
portacao, e a de conferencia nas guias do thesoureiro.
3." Acompanhar 0 administrador nas diligencias que se flzerem
precisas a bordo de embarcacoes, para verificacao de direitos sub-
trahidos pelo contrabando de generos ou outra qualquer materia,
sujeitos ao imposto provincial;
4.* Organisar 0 mappa mencionado no art. 7 deste regulamento,
e outros que sejara exigidos pelo administrador, bem como avaliar e
qualiflcar os generos que pagam direitos provinciaes e nao forem
contemplados na pauta semanal da alfandega ;
5. Superintender 0 servico dos conferentes e visitar os pontos
depois de encerrado 0 expediente ;
6. Avaliar ou arbitrar os generos apprehendidos nas condicoes
e para os effeito3 estabelecidos neste regulamento ;
7. Fazer a distribaicao pelos conferentes dos despachos para os
embarqufis, nio sendo de rigor que recaia ella nos estacionados no
ponto, em que deve ser feito 0 embarqne.
Capitulo IV.
Do thesoureiro, sen flel e agente recebedor.
Art. 16. Ao thesoareiro compete, alem do qae lhe 6 proprio e
acha-se designado no art. 8." :
!. Dirigir e inspeccionar 0 trabalho da seecao sob as orden3 e
flscalisacao do adrainistrador;
2. Assignar os artigos de receita do livro caixa e pdr a verba
de reiebimento nos connecimenlos que der aos eontribuiutes e nas
notas dos despachos dos direitos de exportacao ;
3.* Conservar emmassadas as folhis da arrecadacio diaria, que
ministrara as seccoeS para conferencia da mesma arrecadacao -por
cada uma dellas, aQm de confrontar comas portarias de debito a
renda qae arreoadir e tern de ser lancada a sua carga ;
4." Apresontar ao administrador no primeiro dia alii de cads
semaaa 0 conhecimento de entrega no thesodro do rendimento da
semana anterior, sob-a comminacao de ser iraraediatamente snspenso;
5. Prestar mensalmentc contas ao administrador, e annual-
meate ao thesouro ;
6. Dar verbalmente on por eseripto quae3quer informacoes
ou esclarecimentos, que lhe forem exigidos pelo administrador ;
7. Gaardar na reparticjio e em eofre proprio e sob sua res-
ponsabilidade a renda que arreeadar.
Art.- 17. 0 thesoureiro e solidariamente responsavel pelos actos
dojseu fiel oa preposto.
Art. 18. Ao flel do thesoureiro, que prcstara DanQa idonea a;este,
incambe :
1." Coadjuvar 0 thesoareiro em todo 0 servijo a seu cargo ;
2. Substittii-lo em seas impedimentos ;
3.' Desempenhar as obrigtcees do ihesouriiro em todos os
actos de reeebimento, pagamento, reme3sa ou entrega de dinneiro,
quando por elle lhe forem taes funccdes delegadas.
Art. 19- Ao agente recebedor corre a obrigacio :
!. De prestar fianca idonea a contentq do thesoareiro antes
de entrar em exercicio; .... ., A
2. Da fazer entrega ao thesoareiro no primeiro dia util de caaa
semana, ou antes, conforme a natareza da cobranca, do prodacto
anteriorraente arrecadado ;
3 De cobrar a mnlta de seis por cento em qne incorrerem os
eontri'buintes, que nio satisflzerera nos irinta dias da cnamada a
sua coutribuicao, e metade da mesma multa Ihe pertence como gra-
tificacao da cobranpa, dedazindo-a da entrega semanal.
Art. 20. Por qqaesqaer 'abusos e prevancacoes sera de3peatao
0 agente dnaador pelo adtmnistradDn; qae dara parte documentada.
ao- promoor poblieo para promover contra elle 0 processo corope-
taate. a-
CnpHmi: V.
Dos escriptararios.
-<4 Aft, Hrfti laripaaaiiiii fniwati
eambe
am*, so elasse a qae 1
1.* Desaapeahar com zelo exacta proatptidio todos os traba-
Itios de escripiuracio e cc-ntabilidade qae Ibes forem distribaiaos
pelo chefe da reapeetiva seecao, ordeoados pelo, administrador di-
reclamente ;
2.' Obnrtar qae eslejam era davida ordem e reveslidos das
fornalidades legaes o- papeis sujeitos a sea exame, on qae passem
por saas rnios, e velar oa guarda dos livros e pape s a sea cargo,
sendo por ettes responsaveis durante 0 tempo em qae estiverem. a
a an exame on servico;
3.* Bxpor e dar contas ace respeetivos ehefes de todos os pa-
peis a sea cargo, de qoaesqaer vicios que nestes encontrarem, e .
dos abusos contrarios a boa ordem do servico, que chegarem a seu
coohecimeMo.
Capituh VI.
Do escrivao de receita.
Art. Tl. Alem do que e commum a classe dps escriptuearios
em attribuipdes, ao escrivao de receita, qne tera a calegoria de V
eseripturirio, eabe :
1.* Fizer toda a escripturacao de qae trata era seas membros o
art. 8*, etnfeccionanio as guias de recolhimento semanaeseaclas-
sifloada di rendimento do mei;
2.* Assignar com 0 taesoareiro os conhecimento3 de quitacao,
enchend-os com os dizeres espeeiaes e mencionando no talao res-
pectivo a imposto a qae perteace a data do pagamento e o nome do
eoetribante;
3.* Oebitar no livro caixa diariamente, sobre portaria do admi-
nistrador, 0 thesoareiro pela renda qae cobrar;
4.* Fazer recolber ao contencioso a segunda via das guias da
divida activa, dentro de cinco dias do pagamento, eom as precisas
eaatelas, sob a responsabilidade da lei a. 706.
Capitulo VII. \
Dos lancadores.
Art. 23. Compete aos lancadores :
!. Proceder 0 lancamento de todos os impostos provinciaes, a
enja arrecadacio precede ease trabalho, no comeco do anno finan-
ceiro, annuaciando pelas folhas publicas 0 dia em que ha de prin-
cipiar ;
1 Examinar 0 verificar, para as ImposicSes dedazidas da renda,
0 pre:o dos predios, eonstantes dos recibos ou arrendamentos, sem
att 'Qca> aoi qne pareeerem visivelmente dolosos ou lesivos do im-
posto," ou contiverera algum viuo, oa por qualquer oatra cirenm-
stancia sejaa elaramenle suspeilos de fraade, e nestes casos fixara
0 preco prcvavd do alngael qae poderiam render em relacao a
capacidade e localidade dos predios, e ao .tempo de lancamento oa
alaguel pap por outros semelbantes ; tixaodo a quota do imposto
por um arbitramenlo raioado, qaando for 0 predio occupado pelo
aenhorio ;
3.* Fazer nos impostos assentos na extraccao do producto, a
lotaeao dessa extraccao por am rizoavel arbitrio, e attendendo a ex-
tensio do consume provavel e ao preco corrente ; e, nos de taxas
fixas, relacionar pelas industrias on profissoes tribntadas os contri-
buintes noalnalmente e com as indicacoes especiGcadas e de si-
tuacao ;
4. CoUaborar na seecao, a qae portencem, em qaalqaer ser-
rieo qae ibes for distribuido; bem como ministrar as informacoes
aae laas forem exigidas acerca dos iangamentos e de qoaesqaer
incumbenclx? que lhes forem dadas ;
. 5.* Kntregar 00 principio de cada semana ao chefe de seecao 0
caderno do lancamento effectuado na anterior, acorapanhando-o de
nma nota em separado das alteracdes occorridas, afim de ser pu-
blieada, na forma e para os effeitos dos aits. 38 e 39 do presente
regulamentos.
Capitulo VIII
Dos conferentes.
Art. 24. E' da attribnicio dos conferentes :
' f Conferir ace pontos de embarque com os despachos, os ge-
neros qae sahirem, sujeitos a quaesquer direitos e impostos provin-
ciaes. So depois do exame da qualidade, peso, medida, marca e
numero, e sn falta no despacho algum requisito, dando principal-
mente attencao a verba de reeebimento do thesoureiro e a de lanca-
mento no respectivo livro de receita, e que devera lancar no masmo
despacho a verba da conferencia authenticada com a assignatura, e
Sara effectividade desta flscalisacao estarao nos referidos pontos des-
e as 6 horas da manha as 3 da tarde ; e depois desta hora, em
qaanto houvar embarques a fazer ;
1 Toraar 0 rol, namero e marca dos volumes que entrarem pa-
ra os armazens, remettendo diariamente ao administrador esse rol,
e 0 dos que ficaram depositados no dia anterior.
3." Empregar toda a vigilaneia fora e dentro dos trapiche3 e
armazens para evitar-se 0 extravio dos direitos provinciaes, e acom-
panhar. quando lhes for ordenado, 0 administrador e mais empre-
gados nas diligencias que forem precisas;
4. Verificar se os generos importados, de prodnccao da provjn-
cia sao os mesmo3 declarados nas guias que apresentarem os conda-
ctores, passadas pelas agendas fiscaes desta provincia na proceden-
cia delles e se trazera nos topos dos respeetivos volumes a marca
Pernambuco, qae sera posts, qnando a nao tenham ;
Nao resultando differenca lancario a verba Conforme nas
guias, e as remetterao a seiqio corapetente; e, no caso contrano,
devem dar immediatamente parte ao administrador com as circum-
stancias do occorrido, para fazer-se effectiva a responsabilidade do
0011 S." Assistir a descarga dos generos de producto de outras pro-
vincias, importados oesta, afim de verificar 0 peso, quantidade e qua-
lidade dos mesmos e do seu resultalo dario coata a seecao compe-
lente, de conformidade com a lei n. 705, art. 4.;
6." Dar parte ao administrador para proceder-se na forma ao
titalo G capitulo 15, de ter eacontrado nos volumes de assucar,
aleodao ou de outro qualquer genero, corpos estranhos. muturas,
de generos de inferior qualidade, ou finalmente, genero di verso, ou
de niator valor e peso do que accusar 0 despacho, apprehendendo
insontinente 0 volume em qae descobrir a fraude ;
7" Prestar se ao servico do expediente interno e de lancamento
undo, nao tenio 0 de embarque, for ordenado pelo administrador.
Capitulo IX.
Do porteiro e do continuo.
Art. 25. E' da obrigacao do porteiro :
I' Abrir as portas do edifkio da reparticao meia hora antes de
comecar 0 expediente, e fechal-as lego depois de terminado, com as-
sistencia na entrada principal, afim de raanter a ordem e 0 respeito
entre as partes qne entrarem e sahirem, e ouidar do asseio da casa
e da conservacao dos moveis e mais objectos nella existentes, sendo
por tudo responsavel; ...
2." Escripturar 0 livro da porta, lanc?.ndo ahi por t ementa
todos os papeis que entrarem e sahirem com a circurastancia do des-
Uno que tiverem at<5 solufio definitiva, entregar a3 partes, mediante
recibo nesse mesmo livro, oi requeriraentos e quaesquer papeis que
lhes possam pertencer, e enderecar ao seu destino a corresponded
cia oracial sob 0 scllo das arraas Iraperiaes; .
3." Distribuir 0 servico dos serveate3 com flscalisacao do seu
procedimenlo, representando ao administrador nos casos de omissao
ou desobejiencia delles; m
4.' Comprar 0 que for preciso para 0 asseio, precedence ordem
do administrador, e legalisar as compras superiores a IgOOJ de ira-
portancia com recibo do vendedor. -
5. Cumprir as ordens que lhe forem dadas pelo administrador
e satisfazer as requisites qae se Ihe flzerem por parte de. outros
empregados, concernentes ao servico a seu cargo, e por ratermeaio
MC6 Ter6sobCsaa 'gaada e responsabilidade 0 livro do ponto para
observancia do disposto no art. 68 deste regulamento.
Art. 26. Ao continao incumbe, alem do servico que e proprio a
T^Fazer as notiflcacSes, intimacSes e"diligencias que lhe forem
ordenadas pelo administrador ou chefe de secc-io, passando as^cer-
Uddes precisas para 0 que terio te publica sob 0 juramento do seu
Cafg2.i Desempenhar as funccCes de agente de leilao, por occasiio
de arrematacao de objectos apprehendidos na forma do presente re-
gularaenU), do admmi3tradori e camDrir as ordens
que direclamente lhe forera transmittidas por este c.peloscheTes do
seecao ou por intermedio do porteiro, a quem coadjavara no ser-
V'S' Capitulo X.
Das' substituicoes. .
Art 27 Nos impediments ou faltas repentinas a substituicao
^S^^^S^o^TSi^ na falta des-
te 0 dt is na de ambos seguirao os primeiros eicnptaranos. na
ordflmde sua antigaidade, regulada pelo servico orestado na repar-
ucao%, era^igualdide de 'circumstancias, 0 qae fSr ma* antigo no
^rrifosPchefes'da 1" e 2*-ecc5es subsUtairao os escripturarios na
I ILEGfiEl I
sua ordem e antiguidsde, eomo no artigo precedMte.
Ao thesoureiro snbstitaira 0 flel, e dando-se a falta simultansa
de ambos, sem haver- pessoa afiancada que 0 sobstitaa, o adminis-
trador commnnicara. a- occorrencia ao tnesouro, e designara provi-
soriaraente um empregado para fazer suas vases, aguardaodo ulte-
rior decuao.
Ao portei'o snbstitnira 0 continuo.
Aos demais empregados dar-se-ba a substituicao pela designa-
Cio de empregados, a arbitrio do administrador, da. mesma ou diffe-
rente classe.
TITULO HI.
DA BSCRieTURACAO R CONTABILIDAOE.
Art. 28. Os livros do expediente do consulado-provincial serao
uumerados e rabri:alos, abertos e eacerrados pelo administrador oa
por quem suas vezes fizer, salvo os de reeeita, que 0 serao pelo- the-
soaro provincial.
Art. 29. Para a respectiva escripturacao, havera. 0 livro-oaixa,
os de differentes receitas dos impostos e direitos, os de laocamentos
dos impostos lancados, 0 de talao de conhecimento", 0 de teamo de
posse dos empregados, 0 de termos de fianca, ode termos de-muUas
por infraccio, 0- de termos de apprehensSes,. 0 de termos de
leiloes dos generos apprehendidos, 0 de lancamento do prodac-
to desses leildes, 0 de registro do expedience do adroinistiator, 0
do ponto, 0 de registro do porteiro. Alem destes, podera seryir-se
dos anxiliares. que forem indispensaveis a maior clareza e taoilidade
do expediente.
Art. 30. Na escripturacao opro-esso adoptado aefciaJmente 6
mantido, salvo nos livros de receita da 2* seecao, os qaaes serao re-
duzidos a um soraente, com columnas especiaes a cada imposicio ;
e na contabilidade flea annullada a praxe de ser ciassincada pela
procedencia ou imposto originario a divida activa cobrada. Deve
ser escripturada como nma so verba com dcclarasaodo anno flnan-
ceiro e da imposicio, a que se refere a cobranca no corpoda reeeita.
Art. 31. Todos os actos, papeis, calenlos oa quaesquer escriptos
de seus ofQcios, feius pelos ompregadoa, serio por elles assignados,
ou rubricados, para que possam pelos mesmos responder.
Art. 32. 0 pagamento repetido no primeiro seraestre de impos-
to lancado, abonar-seha em saldo da contribuicio annua, 0 que esta
sujeito 0 contribuinte, enja conta eacerrar-se-ha sem outra depen-
dencia que a verificacao de achar-se escripturada em receita 0 du-
plo reeebimento.
Art. 33. Os lancamentos de quaesquer impostos, uma vez feitos,
subsistirao pelo anno fmanceiro a qne pertencem; e no caso de al-
teracao referente a cessao, venda on traspasso de estabelecimenlo
commercial ou industrial por qualquer titulo, dapois de ultimado o
laacamento, so tera lagar a mesma alteracio sobre requerimento da
parte cedente ou cessidnaria e por despacho do administrador.
Os lancamentos de impostos, porem, que assentarem em matri-
eula, nao serao sujeitos as modiflcacdes annnaes de collecta, e con-
tinuarao na reprodnccao dos aonos flnanoeiros, em qaanto nio se
der baixa na matricnla pela mesma forma.
TITULO IV.
DA ABRBCADACAO DA BBNDA.
Capitulo XI.
Dos impostos.
Art. 34. A cobranca dos impostos sujeitos a lancamento e divi-
siveis em semestres tera lugar ne mezes de dezembro e Junho por
30 dias uteis; e a dos demais igaalm9nte sujeitos a lancamento, mas
de contribuicio integral, sera aberta no mez de fevereiro por identi-
co prazo, annunciando-o a reparticao dias aote3.
Art. 35. A arredacacio de outros impostos de natareza diversa
nao estara snbordlnada a tempo; e realisar-se-ha sempre que in-
teressar ao contribuinte 0 pagamento da quota, que lhe corres-
ponder.
Art. 36. 0 excesso dos prazos do art. 3i, sujeitari 0 conirlbara-
te a mnlta de 6 0(0 da valor do imposto.
Art 37. A cobranca nao realisada nos prazos ordinarios conti-
nuara aberta sob a multa do artigo antecedente ate 0 trime^tre ad
dicional ou fim do exercicio fmanceiro, sendo agenciado no domic>-
lio dos eontribuiutes pelo agente cobridor, nomeado pelo adrainis-
trador sob proposta e responsabilidade do thesoareiro.
Art. 38. As alteracoes para mais, em qualquer lancamento pos-
terior, bem como 0 primeiro lancamento para contribuicao de qual-
quer imposto lancado, deverao ser pablbado3, mencionando a publi-
cacio 0 nome dos eontribuiutes, a natureza do imposto, sua localt-
sacao, e 0 quantum delle ou de sua base, conforme a especio da
imposicao, para scieneia e quaesquer reclamacoes dos interessados,
Estas serao preduzidas dentro de 30 dias da respectiva publicacio
pelo jornal para esse servico contratado peb governo, sob pena da
prescripcio desse direito e de qualquer recurso.
Art. 39. A nenhuma reclamacao nos termos e-praso do arti-
go anterior ractificara 0 lancamento, e este produzira todos os effei-
tos legaes sera poder jaraais ser infringido no anno a que correspon-
der, nem 0 empregado responsavel por elle em qualquer irregula-
ridade, que posterioriorraante se possa arguir ao mesmo lancamento.
Capitulo XII.
Dos direitos de exportacao, -
Art. 40. Os direitos de exportacao cobrar-se-hio por raei de
despachos ; e estes serao agenciado3 pelo3 pnpnos donos dos gene-
ros ou por seus prepostos devidamente reconhecidos pela reparticao
ou por despachantes geraes.
Art. 41. Para despacho de qualquer genero ou producto sujei-
to a direitos provinciaes, devera 0 exportador trazer ao consulado
provincial uma nota em duplicata, contendo o segninte :
A data da apresontacao, 0 nom 1 do exportador dos generos, 0
porto do de3tino destes, 0 invio em que erabarca e sua nacionaii-
dade, 0 lugar, 0 ponto de embarque, os volumes, snas qoalidades, an-,
raeros, marcas e contra-marcas, qualidade, quantidade, peso oa
medida dos generos contidos era cadi volume, sendo todas estas
' condicoes, com excepcao da priracira, cifradas era algansmo e re-
petidas por extenso, assigualura do dono dos generos, si este por
si os despachar, ou de seu preposto devidaraente habililado, em vis-
ta de autorisacao por eseripto, a qual podera ser lancada na mesma
Art. 42. Apresentada a nota e verificado quelhe nao faltam
03 reqnisitos e soleraoidades do apligo precedente, 0 admmutra-
dor pondo-lhe no alto a data da apresentacao com a authen-
ticacio da sua rubrica, passara ao chefe da secjio para pro-
cader-se pelo seu conteiido ao calculo dos direitos, e este sera
commettido por destriDuicao do mesmo chefe a dous escnptararios.
Art. 43. Os escripturarios ealculistas procederSo ao calculo de
de cada addicao da nota, commanicandose reciprooaraente 0 re-
sultado do mesmo ; e no oaso deste coinc'idir, lancara logo cada urn
na via da nota quo tiver servido de base ao seu trabalho, a verba
da conferencia, na qual devera declarar em resumo a importaucia
total dos direitos, por exteuso e ropetida era algansmo, trocauoo-as
era seguida para que a nota da revisao seja posta na primeira via
por aqujlle que exarainou a segunda e vice-versa ; e praticar-se-na
da mesma fjrma com a terceira via da nota. ...._.
As verbas do-calculo serao datadas e assignadas pelas calculi*
tas ; os quaes, ultimado 0 processo, entregarao as notas as paries,
que, apresentando-as ao thesoureiro, effectuario 0 pagamento,
Art. 44. Satisfeita a importancia do despacho, 0 Aoaoureiro a
toraaraem sua folha- diaria, especial a seecao; e pondo. depois^a
verba de pagamento nm cada uma das vias da nota, devolvel-M1 na
a seecao competente, para, em vista daquella verba de pagamenio
ser lancada a importancia no respective livro de receita era carga
do mesmo thesoureiro. ,u.i^m nna .riion*
Art. 45. Coucluido 0 despacho na forma estabelec da nos artigos
anteriores e posta a verba da-lancado-nas notas pelo chefe serao
entregues duas vias dellas a parto e a terce.ra "STelta?
para campriraento do disposto no art. 11 no qua respei'a a ellas,
segaindose a conferencia no ponto de embarque do generb por um
conferente designado para elU. Mh,ri _..,.
Este achando ludo conforms 0 despacho nelle wharard1 a verba
de conferencia com dcclaraeao dos objectos confendos e erabarca-.
dos. AA.
Art 46. 0 valor sobre que se liver de cobrar osjlireitos ae .
exportacao sera restriclo ao qae vigorar ao tempo, em que wr
apresentada a nota para despacho ; e com esse depacho seembar-
cara 0 genero depois sem que haja lagar, por parte da WMfft^
cobranca do excesM dos direitos pelo subseqaente aagmento dc1
lor, e por parte do exportador a restitaicao pela baixa do mesmo
valor, na conformidade da lei n. 706. n,.wincial
Art. 47. Ficario sujeitos ao despacho do consulado J'^Z
e ao pagamento dos direitos, quaesquer generos estfaBg8'!
outras provinciasdo imperil que possam ser confandid^ cora ,
produzidos nesta provincia e que, depois de importados, nao
em deposito ate ulterior reexportacao. armazens e trapi-
Esies generos so poderao ser recolhioos era aromens e uv
ches com guias espeeiaes ^.^^T^^i^SA
892 ; e qaando tiverem sahido ou para consumj oa p
bene'ficiados era outrcs armazens, serao nseradw co ^J,
vincia, sem poder 0 trapicheiro ou 0 arraazenanc "p81"1 *$,
outros, lendo porisso a reparticio sobr.9 laes depo,itos, toda
specie efisc^ ^ arilgo d
sidos por m,r Qu6Jor terra, darao entrada-^ ?*?JSS.
manifestos e rilas, e nao ^wjetj^^ioi^^
cia por pv".e 'do empregado competente, do peso, qoanuoau H



.
-
::
,


I^MBMM
.-// I
P@raa.*&bwco Sexta
Art- at. iwao hvres de direitos provincS&es os generos (iae fo-
i coosaniaos pela tnpolacSo de navio* estrangeiros durante a
esuda Bopwte a dos nacionaes no mtsaio tempo e- no da viageai.
TIUjLOV.
DA C0!tftB3CU K.EMBAaOOB DOS GE.VEBOS.
Art 30. 0 coasulade provincial talervirf no embarque dos ge-
eras snjeitos a dsWKos prtrvinciaes; este intsrfereneia, porem, limi-
tar-se-ha a eooGMstia m ponto de embarque, procodido nas conui-
tSta do art 2m |,nao poaendo weuhum dos referidos generos ser
aesetztturaeada part embarqae, sem coaster do respective despacha
o parameoto dos fnesmos dirertos; e ser;i apprehendieo o que s*i
a:har embtrcaado or for effecavameute emaarcado sem estar com-
peteolemeote satislRla essa farmalidade, sendo polo administrador
imposts (MHtiv^Bote e sera recurso algnm a multa fle 20(>f0to ao
trap;che!r* arwzenark), que deixar faaer-se eaJjatque'ii* lalta
4a lit pagamento eSMB assistencia do confereale iacnmbido da fis-
Art. 51. Nto poderiembarcar genero algnu snjeito a direitos
provineiaes, para ser portado, senao bos pontos que se atharem e
forem deternrmados pela corapeteate aaioridade^ e considerar-se-ha
coma extra vi id aos dtreitos o

fir para afama emtoarcacao, sendo apprehendido o raestao genenero
bexo como a caada, alvarenga oa'outro qualqu.r terco que o
coaduzir.
Art ^2. ConchrSo o earregameato de qaslqaer enrtwrcaclo, que
oadunr generos sajeit03 a direitos provinuiaes, devera o seu com-
maadaafe apreseaaar o manifest* 4a earga que liver trbordo, com
separaf*'' do qae leva por exportacfin, ualdeacao e reexporf-
afim ac confenr=?e com as notes da 2' seeeio; e na omis~sao
ubncMfia ioc- rrc o coaaaaaadanle na multa de 5 /. "do valor dos re-
Is* generos.
Imput.i
oas
s pa
'An. t53.'li"relur '^MiTu^j^T
desle Te,mlament>. ** *,D avoir rj
. Art. 66 As paries iaumM 1st .iodwK'^kigir tertiflcado
apresentacao do racureo, alleyacoes e documeatos. annexo*, c
"Jo uumero e
gecificada decjaracao do dia. met a ati
jLo
. -la. met
dM mesiMS tililos* document >-.
DISSOfiiSOKS
cte Jiuiho tfc
1874
zm omm j w/A
janda doliberac3j foi de
ois a primeira leitnrirtef %nigos
nisacao municipal e asfeaiblea,
om discuss^o paar a a sefunda
urloni declarou quo mantimW#propos-
ao duque de Broglie relativa ao direito de no
irei_neio gov?ra'; diffljja que
peiienjaaos conselho
soffrc
uv.o UI9.-UH9ICU u IIVIU UO (JUUHI, C1U 1(UU U3 00"
rmfcaoao do expedient assigorio os einpregaH
zeafio 11 me,-mo livro o porlMnai qufci o sub-
ilta??os cmpregaaos on de qualqoer inclaeffle, f
verno pjde-li.e faMr
primeiro clioque, se ds 5:(
mbros da extrema direita se eo.iservam floij a
Sr. GambeflBonunnio
uxerre, n^Hodo os
icana, de^Hfez parti
e attitudd^Bconcluio
s a uaW^p|Bpara orL_
mente o uoverno do paiz pelo pait
frattteaee esjabelecidos '
curso politic j
sos da opinia >
m sua ex
1 mdo todos os
TWRnitiva?
pjli-ra igat'.menle o adistrador oxiRir para o mesrao Qo
livro io portal* se o jnlgar ecessaria, e ao comnwniante nio sera
I'Citu recwar.^ob a mesna pean.
Ait. 51 f.essa drlig.*ria da Gsc^isacao fara o adminiftrador
tw |M nin-spja descurad oexpadiente delta,- para que nunca set-
fr. p ir is5o s stiii la da mb&rcacao.
TITU'LO VI.
JM:;^SS*#-\DM!SHTB*nV P3B OOKTRABANDO'0C POR QUALQSR BES-
. cammno oe *inEiTos.
CapUuh XIII.
Da competeacia do consulado provrncial.
Art-Jt. E' da jarisdicjao do consulado provincial a itnpsic5o
V muitas por infract** dos r>galamentos a percfpcao dos impostos e direfcjs; e igaalmente a in'trucjio e o
jatjimeeco dot pr^cessos do appehensao dos generos sufetrahidoj
sot direttrt* e das embarcajSes que os conduzireto.
Art 53. A appreheasao -tern higar:
l. Deotro de Mfw armazem ou trapiche, em arto de em-
t'lrqa- ou na ocj.tsjae e tonme o respeetrvo trajecto, ao genero,
*a dtsembirani, am as hoaver ilfudido por falseacao do cir-
ram-Um-ias ;
t- E.n gener daia aas embarcaces. snjeitas a Hscalisa-^o sem guia ou de^pa-
,ou que forem^Hibarcados sem autorisaijiocompeten'.e-;
J.' Era etTibar.-a^is de qaalquer qaalidade, que fotem apanha-
da na etatfattfaa de generos sibirahi loas direitos proTinciae".
CupUnlo'XlV.
Do piwcesso ad.niui^traiivo das app^ehenr<"i -;.
Art. 56. Dada a appreheuao serio os objectos irafdos a presen-
ra do admiai^iradar, o qoal mindara proceder polo clMfe da 2* sec-
CMi a avaliarao dos mesiaos, sfgundo a oauta 'ou o arbitraraento, si
-.u> nao estrverem eontprt'hfudidjs o acharem-se av?liados, e la-
*rr o'< livro eeaapetecte:p(>!o escripterario teniM,-em qoe serSo
dNaiplu os eea^ros e declarados o valor delles e as pcssoas que in-
Art. *7. t)expedients doebosnlai
ras consecntiva^t jomeEarmw hor.
todos os dias qaenfo forem amificad
nacional; psdeodo o sdtpkiittraaor
mais uma licra om cir:utniiauoias e
gente.
Art. 8. Todos es empragadira sSoanjIitos a
ministntfw; qua t^ffta^iaoWlpJwier d.__
cao. Para observancia dlsso ha*vera o livro de ponto, em quo as bo
ras da comeco -8 T-rratoasai) do expedier"
dos sens nomts, fazeBb uu me*mo IIv
stitua a nota BisTTaltJsflos cmpregaaos ou ae
^T^^^^^rr^^^*^*^*0 ~^~- SrvS; asSuraX B'si's n
Art 69. 0* empregados serao responsavaia^^-^y m dimJ____^oh/au majuiUncaTda DMiirnuAa
nos ou prejmzos qua causarem a fazenda pP X, S^ ,
Idixoj ignorancia ou culpa, q por uualquer dTsSKaVTendaV J??S t0U ",a tnbana Le
para que e-OBCorwr.li de qualq^ m4d(v;^rest*h(S set^ebW >*"
consennme. to. ou dixando de partieio.ir a autoridadejcomnetent* Oi
tjne cbegar an -sen coMtecsmen-!. a e*WWpllW. ?&
Art. 70. TjJo o emprega io [era, por devar iratar can. aUenciJ
Ss paries, aviando-as corn a p.wspfef ftomViftm, Mt 3elerj*ffe1a,
nem prcdilecfao odiosas, e da jiuta queixa lavada -varbalmeoia-aa
inistrador contra o empr.-gi !o ,,u.- se exceder, dapolg de ouvtd
fuTaTlKofiTrMs^u4.fas de Java,-Je Borneo e
raosmo-ae Sumatra n lem.-n-lraw, qua senipre o-'
roon oseiforQ)9.da politica cohnial neerlandesa.
II >je o sitfiaa jio Atcaip, inprrcu, e os cbtfes, das,
tnbus tornados independente nlo teem entre si ou-
tra'liga-?ao, que'o fafaatismo masolma'no e a neces-
sidade das rapinas ; isolados no meio das monta
separados daaosla, acab"araa_por se sub-J
rera successivameate ou desapparecerera.
6 precis j aaerescentar que eate system a nio
grado, negj|d/) exercito^ nera da armada, e
dejcoatenumeBto 6" grande.
:overno colonial e p da metropole acreditam
na efflcaeta do systetfla adoptado e na an-
o final d* maii betla parte da graada ilha.
segunda camara dos ajtados teraes o depu-
tado Fabius mlerpellou o gflvemo sobra os nego-
cios de Sumatra. 0 ramTstro das col >tuas pro-
meTOn dar a caraara as explicagoes p'edidas.
^mx ^ TUROUIA.
! so le/aotar ama liteira nuvem sobre
dru-Roilin, e no seu discurso pedio a asst
que^rfaniswse a repAlWa.-
fcjfo8tepedldo^ha ama especie de abandono da
rm ate agora wgni*a pela extreraa esqaerda,
t( Iff im lam nnernA,-. A ....._ __.
.?? -. "tao.... i camara e do-governo. A camara recosa os recur-
ca<
cao.
tia
terveram na apprehensao, mencionando ^e ao mesma passo o lugar
cia e hora em qn? f ii fe.-a, m motivos della, com t.rdas as circum-
txia ia> ^ae I ernmabem da ju*trca das panes. A' tas licara mar-1
am o pras. de l dias para independentemeoia de outra qualquer aoMarne&tes
is'jm:a .. apneientar^m sua defesa,
i.r-iii, e verera pn>seguir todoa o
Art. 71. Nao sera licito entreter-se o erapregado em mesa com
qualquer outro. Item como com paries em eoaversacoes estranhas
aotrabalhd da sua corapetencia, nera t atar sobre negacios prorjrios
ou.rela.ivos a reparticao mesmo, sem permissao de taperior presen-
le, sendo dever de toJ js guarJar segredo nao sd sobre todos os ne-
ipcios que se tratarem na reparucao, on da qae estiverem incara-
idos, crJmo a respeito de tndo que neda constar sobre quakiuer as-
urapto, que por sua naturaza o exigir, on sobre qnaeiq:er despa-
cbos deeisao ou provideacia quo se tivcrem de expedir, Omar, ou
public r.
Art. 7i. As certidoes >6 serao passa Ia3 sobre despacln da ad-
ministralor em req :e imeato datado e auigaado, e pjr dislribnicau
do chefe da sec/a* a qua perencerem es livros an 'papeis da qut
devam ser cxtramdas, sendo s .bscriptas e assignadas polo mw
cnere. A cabnn.a dos respective- emolumemH e regulars pela
tabella dos do thssoaxo provincial; e contir se na husoa por todos os
livros ou do.uraentos d stnetos qae se t mi a de consultir, embora a
ceriilS) haja sido passadi no mesmo requerimento. e quando sere-
cu^ea pane a. pagaros e ;.o umentos sera charaada por annnncios
por 8 dias, e depois remetlida a certidfo ao taesouro provincial para
o&brar execati/araenteose nolumentos devijos.
Art. 7J. Oidocam5ntos que fundamental deci-lofavoravel as
partas sao pecas que ficarai nareparti.Ao, podendo. Dorem, se: des-
entranlndos d.is patigSas pir meioxla rertidao, qua" bi substiiaa na
auiheatieidadedosoriginaos. s as. paries os pretenderem. E*t,
sempre quo agitem alguraa pretenjao, devera.i provar a soa inten-
caoenao mcumbir a pnva por me) de remissdes a repart.-ao.a
qual apenas cabe aprecrar o facto em face das provas exhibidas. e
decidir pel. eonjuntto deltas e das inf rm<;8es.
An 7i. Eacerrado oexercicio financeiro, depois de cmferidas
asreceitaseomoslau.-amerrtoj, e nestes faitos os co.npeienles aoo-
>.*, serip todos os livros recolhidos ao thesouro para a liquidacao
da divi la activa do aano ; e por ei-a occasiao fornecora uma nuta
ial aw aajra tem uegado a c.
irxLix
Petas dflirlirac3es feitas na camara
actual o
importan:ia desta por lmpostos, o ganisada da deduccao daquan-
ua' rtcertas sobre a dos lancamentos respactivos.
>. Refar se-bao pelas leis le regulamentos
r atom ^l^^H^^oVS&rlS^
licenca
provinciaes
e aposenta-
mats termes do proeesso,
aei. .s geaeros appreheudidos recolhidos cm deposit a algum ar- cial con<
taazeni airani*?ado per igual praso, ou vendidis logo eoi leilao a junta- e
p.na Jarepart'cao, precedendo ediUes por tempe- convenieote, si' iiM.-a' i
f.re:n d
A:t. /b. Os vencimento; dos empregados do consulaio provin-
-taraode ordenado e poreeatagem, na forma da tabella
aos mesmos veocimentus a quinta parte constituira grati-
iaaeai pro Ubore-para os tfTaitos da lei relativa a desconto" por
falla e licenga. '
Art. 77. A
porcentagem dedirzir-se-ha da recoita que for arre-
via tll'Jh iLiZx!:* de outras Pro*incias importados nesta otr
& Km^ "ZS^H ^ aCOmpi,nhl,d',s Para f'jva d P'ocedea-
c,n Je,?Sle? logr d'onde vem os g.nerS^ <,aaes seam
quantidaie dos volumes, a marea delles e o nome do
prorapta deleriora^io on d:mandarem trahmenio; e o
prodada liquido carregado ao thesoareiro em livro especial, para i
>errt->!! aid ao depois a qoem peri-neer.
Art. ."j7. Xa j comparecendo a parte, ou algaern pir e!la, denlro I
4j ,.t*i d. a.-ttgo preeeienle, deridira o admi-iisir.il la saauAri* e defiaiiiv.imente pela pro-eden:ia da apprehensao
Sa, p : a, c .i ar-;- r. e o valor dos generos appiehendidos nao
; MiW, e, feitas as pr.-eisas averigu.^-oes, eniender o
*d*.j -iri! t qae na-. prjeede a apprehensao, assim pr.ferira a sua
^ec*-- ram ij declarer no termo a- razdw e faadamentos da rnes-
2SiL"fc"M mmiV d'S ohjeitos apprchecdidos a quern de j
Art. 58. Sa appreaensio de generos, cuj(
1< i. i I'iervar-so- ha a inesina ordein de process
nislrad jr tanbera sammariamenle p^r termo
am Jarsa suspen-ivo ex-offlcio para o thesouro.
____s fC,~ .eawne, pages as dirertas ou impostos devi.ios, sendo confirmada a i
: r, corrida. Ko caso de reforma, em seatido de pSSdaT*1 oarq^terT l^'aalSL^ con'^nte, pelos pontos da em-
de conS,raacSo da deeisao que julgou bemJeUa, frad'or Uma tab?l1a E^$ggS^ Pafa K *imiaPV
Art. 81. Olancador quo deixar de
estes, a
! conductor."
Art. 79. A guia do artfgo anterior dever4 ser
procedencia, sem o que sera o geaero Co*
produccao da provmcia, e ueaharaa outra prova podera
apprehensao, oa
leri lugar a vends dos mjsaio3 generos em Teiiao a port a da repar-
ga, aaannriando com precedencia de tempo, sendo o producto pelo
antirer.) distiibnido aos ppprchensores, depois de pagos todos os
M i impostos devidai cm lioaro
Art. "i9. Das appreheasees elTeetuadas em consequencia de de-
cancia tera o dennnciants metado dc producto, que sera adjudirado
aos apprejeasores, e nunea taes poderio ser considerados o chefe da
r-partica'. nem os empregados, qae em cumprimento de ordem fo-
reaa effectaar a appreiieasao, cujo liquido revertera
tm taes cao.
i N. Era todos os casosde apprehensCes previstas nesie re-
m ra MBfeta multa igual a metade do valor dos generos
' <*ject.-is apprehendidos ao dono dos mesmos.
E-ra an la, aanexa as apprehensoes, devera ser declarada em
s-aai-i:p .rtancia em reis (por extenso) na deeisao dada, e pertencera
a tazeoda ictt-gralaiente.
Art. SL m muitas por infraccao de regulamentos rbservar-se-
aa o nesn;o proeesso tanto quanto for aopiicavel, p)dendo ler luear
\L ES requerer, seja qual for o valor dos generos ao-
pre^tnaiuw, e o admmistrador julgar convenienle, a decis3o in-
--; L- iiu-m,-::!e de qaalquer outra formalidade.alem do anto i\"
aaracrio e a acdiencia do contraventor, exceptuadas as muitas que
.ov:v,is sera dependeacia de despacho pela deraora de paa-
a:-j das rendas lancadas, e cuja arrecad.ieao da-se conjunctameate
a das mesmas reodas.
Capitulo XV.
Da execueito das decisoes admiaislratlvas.
Art 6 a cxecueao das decisoes adramistrativas e a liquidacao
dasiau.tas impostas por forra desta e de outros regulamentos, que
seajdwa com a Oscalisa^ao e arrecadajao da renda provincial a
o\. eoasulado provincial, sao da exclusiva comp-tencia de seu
aaaaiBus-.ralcr, enja deeisao, tornando-sa irrevogavel, sera intimado
para sazKacaodentre de 8 dias o multado, e o nso fazendo nesse pra-
aa^jiraaaoTsr se-ha a cobranea pelo meio executivo da arrecada.-ao
essa falta.
Art. 80.
barque tera
supprir
A distribuicao dos conferentet
lualqaer imposto algom con-
na lei, sera responsavel
menmannuoparaa coalribui,.lVda'qaa"lrCOmprehea1-r 'an?a-
tnbuinte, sem ser nos casos determinados
) lugar, soflrera as pnas a
minal.
que estiver sujeito pelo codigo cri-
'^stsasrrs:
podera ser preenehido denire
flea reduzido a nove.
iH^AI,:8li FiCa rev3a1 regulamento de
1852, e igaalmente quaesquer "
tares em contrario.
. 23 de dezembro de
disposicoes legislativas e regulamen-
Henrique Pereira de l.ucena.
Dan
JulK aJ?e Se refere arIiS 7(i relativa
aos vencimeatos
qae devem perteberos empregadoldo consulado^ovindaL
EMPP.EGOS.
T1TUL0 vn.
Dosrecursos.
Art. W. Das decisoes do administrad r proferidas em quaesqner
w*5 J^P11080 admmis,rativo havera recurso para o the-
"*t tV/"'ie r*carso j volnntario e devera ser interposto no
' ** dias sob pena de perempcao, seja qual for a materia de
trnu\_cori!ando-se da dau das publicadas no livro da porta
nos casos em qae esta liver lugar, por meio de re-
J.cam.ntado a superior instancia, mas aprestntadono
, de cu.-a decisio se recorre, para fazel-c seguir com as in-
'3 4i iaiitrai-.
pretericao dessas forcalidades, cm nenhama instancia

FlESmCSnA, DO DIA 23 DE JUNHO
M tS7i.
Bio.Sim.
ieroaades Monteiro.Reqaeira
s conBi^Setites.
B. Rfbello AC Indeferido, visto os
i> fe trata o decreto n. 4,955 de 4
> de 1874, so ge estenderem aos va-
VMMnaes e aos transatlanticos que
aas cos portos do imperio, e nao
ectrax, os qaaes, pelo art. 8 do
:r qoe coastitttem propriamente
> p*t*a do pwrto.
**; sao Thsctonio daSilva Loureiro.-
! hsicado inconvcoiente, mediante
re
Administrador............
Chefes de seccao..........
Thesoureiro..........
Fiel...................../.'!
Escrivao de receita.....'.'.'.,.',
Primeiros escripturarios..,., "
Segundos ditos.........
Terceiros ditos___.......['.['.
Lancadores...............'.'.'
Conferentes .............1 ii'j
Porteiro................!!!!"
Continuo............
VENCIMEXTOS.
0RD3NAD0.
Porcentag'inde4yi
do rendimenlo an-
nuo.
Quotas.
720*000
480*000
i 80*001)
288*000
3i25000
38UOO)
312*000
288/000
384*000
560*000
6(10*000
600*000
i7
15
15
8
10
12
K)
8
12
7
5
1
Somma.
17
30
15
8
10
24
20
32
48
63
S
4
276
Henrique Pereira de Lucena.
datas da
Ceedisno Bassone de Almeida.Pas-
andaodo dar a guia pe Jida.
iase Felifpe de Souza Leao.
so porto o vapor inglez Bjyne, trazendo
Lisboa ate 13 do correote.
Djs joroaes e cartas colhemos o qae segue :
. FRANgA.
^..,P^-'!aA feita pe' marechai Maj-Mahoa a
eontitoicaa de um mioisterio quasi repablicano
.lffa^0l,Braprop0bto Sr d-AuJilTret, oseu
JSW tfn0.rC* qUe emm> P-" conser-
var o Sr. Magne no njvo gab mete : as suas eatre-
pulso do depiamento do nTni/ZTriS ac-
tos do aovo ramistro do interior,
deArruda.Jnforme o
tbsoareria de lazexida.
F*W *> Moote.Indeferido.
Knto da Rocba. 5o ha que
Moolciro LeitB.Informe o.Sr.
dssfc da repartijio das obras
dos Santos Portugal e Miguel
.Entregue-se, mediinte re-
socego sempre crescente tlos bonapartistas, tem
feito crescer de vulto o boato de uma allianca en-'
tre o governo e o parti Jo bonapartista. 0 gover-
ao defendese vivamente desta acedsacjo, e ate
SEK.? S* F0Urtdn ja decla, que'ainda que
partidano de uma monarchic constiiucioaal, elle
se nao recusaria aoestabelecimento de uma repu-
bbca conservadora se Ibe fosse demon trado a-ie
era o unico governo possivel em franca
#i Jfec,s? Di d"raais importancia a estas de-
claracSes do que ellas realmente teem-
que os factos as desmentem.
tmadas a darem ao marechai de Mae-Mahon oe
meios de governar, pelo tempo nue tem de duraf
o seu governo; recusara-se porem a obrigarem-*e
por um prazo maior, e mesmo se reeervam for-
maimenre do indicar a forma do governo que cotr-
vira adoptar as instituicoes publicas.
De tacto, mantem o provisorio, condemnando-o.J
arJl Uma nota publicada no Journal des Debuts
em nome do centro esquerdo. diz que o program-
Tn,t Cen? d,rieit0- Parece na Wr por fa, as-
sentar as bases de um accordo com oe republica-
nos consemdores; mas evitar uma raptura im
rainente eotre a di^itae e centro direito!
enhV,,Vilcaa4,slooceWr? iaerdo maater se-ha
leettoeio" Vaie Koerw^da t^rf2 aesclareciment9s e^-"
-v-.'-> ^.'aessPerardapossioilidadede uma aproximacao.
> centro esquerdo rosolwa publicar um pro-
ttfi* ;-o minhtro rejeita provisoriamente os proiec-
tos riatiros.s)Cas publicas} ao axercilo. as for-
tibcaroes aaatirfnhav para-sdM impor ao the-
sourd eocargos excessivamente pesalos.
o OJenstdo entraado nesta quesiao, da razao ao
sr. Miaghetti. 0 general Cialdiai, cuja autoridado
em assuaaptos imliUres e de grande peso, acudio
em dtfeia do mimsterio, e declarou no senado,
que Ciosiderava as depezas mililares, incluidas no
or;amento. como muito importantes, mas qae na
fal;a dos reeursos necessarijs convem addia las
ate a epaca ein qae. o parlamento adopundo os
projectos fiaanceiros do ministeno, tera posto a
sua dispost.ao os meios de realisar estes pro-
jectoi.
A sessao do parlamento foi prorogada.
SUISSA.
A sessao ordinaria dos conserhos legislativos da
conrederacao suissa foi encerrada no dia 29 de
raaio depois destas assembleas tirem regulado a
ordem do dia para os trabaihos da sessao proxima
o fixado que a constituicao federal, revista, lictria
em vigor adatar do dia da sua ratiflcacao pelos
coaselhos, mo e, a 29 de maio de 1874.
As canaras federaes helveticas abriram no 1*
de jalao a sua sossao ordinina de I87i, e proce-
derara a eleicao da mesa.
Foi nomeado presidente o Sr. Fre"e Herzog, da
Argoria e vice presidente o Sr. Ruchonnet do can-
uo do Vaad. O coaselho dos estados elcgeu pre-
sidente o Sr. Kachlin de Bale, e vice-presidente 0
Sr.- Morel do cantao de Saint-Gall.
B&LGICA.
Diziem de Berlim que o congresso iuternacional
rerativo a sorte dos prisioneiros de guerra se reu-
nira a n Bruxellas uj dia 27 de juliio ; 03 governos,
europeus serao ahi repreientados, e as Jelibera-
cues seguirao 0 programma proposlo pelo principe
de Gol.schikoff. Estas informacoes tiradas da bya
fonte, desmentem as notieias era contrario dadas
pelos jornaes, de que a proposU do imperador
Alexandre n--o havia esperangas de bora resuitado
e que mesmo poderia ser considerada como tendo
abortsdo.
P.'.rece que 0 programma da reuoiao abraager.i
ai>da outros pont>3 do direito das gentes e que
se trarara drt disposicoes relativas aos feridoj, e
dartirtadas acompletarem a ootencao de Gsnebra.
Afflrma a Corresponiencii-pronnciil, qua a
.maior parte dosgoverajs aceitaram jaoconvite
d* Russia para 0 congresso internacionil da Bru
xellas.
E' certa a parlicipacao da Allemiaha.
iaxi;.\ibu..co.
A Guzehi de Trices alludinio a advertencia da
imprensa ministerial de-Benim relativameato as
agitacoes clericaes nograndusado do Luxembur
go, assegora qae 0 goverao allemao ja expozera ao
governo do granducado as suas qneixa3 e formu-
Jara 0 pedido que a demora so territorio 'uxem-
burguez fosse prohibida aos jesuitas expulsos do
territorio prussiaao.
O raiaistro da estado do Luxemburgo responded
a estas reelaraacoes, asseverando que depois de um
terio inquerito, se cerliflcava que os jesuitas re-
fugiados.-Dao se o:cdpara de fomentar nigran
dneado agitajdes hostis a legislagao prussiana, e
que por censequencia 0 governo graa-ducal se nao
julga autorisado a dar seguimento as reclamacfies
da Prussia.
ALLRMANIIA.
A camara dos deputados da Bade tiuha de apre-
seatar ao gran-duque uma lisla .de tres membros
para a escolha do presidente, em sabstituicao do Sr
Hoffmann, ultimamente fallecid-. 0 Sr. Hoffmann
pertedcia ao partido progressista ; os outros depu-
taios que flgaram na lista da camara sao igual-
aeate progressistas.
A primeira camara dograa-dacah adoptou 0
projecto de lei sobre a situacio legal dos velbos
catholicas. A nDva lei nao tardara a catrar em
vigor. t
0 plirUeularisrao na Baviera alcancou ama victo-
ria na camara dos deputados, que podia ter coase
quencias gravevse fosse segaido de effeitos pra-
ucos. v
0 padre jesuka Fugger que perteace a ama fa-
miha nobre da Bavieca, havia sido expulso do paiz
em consequencia de nma lei do imperio.
-Depois deter esgotado todas as instaaoias judi-
ciarias e administrates, 0 padre Fugger recorreu
pata a camara, sob. pretext de que na sua pessoa,
tinha sido violada a constituicao, eos direitos reser'
vados a Baviera pelo tratado de Versailles.
Uma raocao neste seatido foi apreseotada por
dous doputados e foi adoptada pela maioria de um
so vote.
Os miaistros tinham combatido vivamente esta
proposta sob 0 ponto de vUla da posicao da Baviera
em face do imperio.
0 rainistro do interior deelarau que neuaum mi-
nistro se atreveria a dar cumprimento a esta reso
lucao da camara, e que 0 cnst-Nm federal nao to-
lerana am tal desprezo pelas leis do imperio ; e
preve qae a Baviera se vera obrigada a baler em
retirada.ou a lneorrer nas mais graves conse-
qnenciaB.
0 ministro dos eoltos 0 Sr. Lutz declarou que
esta lnterpretaeao dos direitos reservados da Ba-
viera, naoosta nem no espirito aem nas iatencoes
do tratado do Versailles. Que nessa epoca nao se
podia prever a insorreigSo clerical e jamais, nor
prer_o algum a Baviera Jeria obtido eemelhaate con
nW dTsca7s7"p*o"i^o 'IT^ot^^LSfi^^ *?* Tur mdor*; asseaai^I ^.a. SJil1 ^t&S'.S?!^?16 "escoberla do p-etendi-
-no rrresonro ue frrarm, ni5 ruiaas de Tova, f"
tanta bulha, tinha sido autorisado pelo governo
oltomano a fazer as excavajoes e buscas necessa-
nas, com, a condjcao porem de eotregar no museu
fle Constlntmbpla' a3 aniignidades do valor que
elle por venlura dascobrisse.
03r. Sehliemann, qae e domfciliado em Alhena
levou para alii tolos o< obfectos asliados 9 re:usou
otreflecer as rectamacSos do goverao larco qae 0
citoa aos tnbuoaes. Os tribunaes gregos, porem,
resolveram em favor do Dr. SchliemaSn.
O ministro da Turq-iia em Athenas dirigio uma
nota 10 ministro dosuegocios estrangeiros da Gre-
cia, pedindo Ihe as razSes que determinaram os
tribunaes gregos a repellir 0 pedilo do maea im-
perial, para sercm seqaestra Jas as antiguidade*
troyanas descoberta3 pelo Dr. Sihlioraaoa.
0 ministro ottomano invoca em apoio do pedido
da mosea imperial 0 artigo 2i do tratado de com-
mereia coaclaido entre a Grecia 0 a Turqma em
tigo em qae se estatue que a Tu quia
1835'
gozara na Grecia. doi mesmos direitos
tados mais favorecidos.
que os es
RGYPTO.
Dizem da Constantinopia (juao vice-rei do Egyp-
to, trata de entabolar negoeiacSes om os governos
earopaus para a ebneiusao de tratados de com
raercio.
Esta noticia aproximada da da suostituicao de
iNubar-pacha do mimsterio dos negocios estraagei-
ros, liga-se aos project? do Khedi/a.
Nabar-pacha0 alter eg-, ,i0 vice-rei recebeu a
missao da se dingir pessbalnjante junto as corUs
estraugeira3 para tratar dis questojs de tarifas e
conveaqoes. aduaneiras.
Isto e uma q:ie?tao capital para 0 Egypto, por-
qna os tratados existentes entre a porta e os-paizes
ffaEuropa estando era vesperas de expirarem o
Kliediva diugenceia tratar, com a auWrisacao da
Porta directamente com as pjleacias interessadas
na commercio do Egypto.
ssr.vn.
Oprmcioe Milan regress.a a Belgradj da sua
yiagem a (.anstaatinopla a a Bucharest no dia 1 de
junao, e recebeu da popula;Jo um acolhimento uu-
thusiastie>.
Antes da sua partida.de Bucharest 0 principe
Milan recebeu dotB-ineipo Carlos da Roumania um
dacreto qae 0 nomeia chefe do 6 r/gimentj de ia
fantana allm da apertar caJa vet mais 03 lajo's
de sympathia eatre o5 exer.-itos roumano e ser-
vio.
0 principe Milan Da sua volta a Belgrado expri-
raio-se no mesmo sentidi, respondenJoadepatica^
que 0 vmha felicitar em nome do paiz, dedarando
que a uaiao da Servla e da Roumania foi sellada
pela sua visita a Bucharest, e qoe fora esse 0
mais importaats resuitado da sua viagem.
Estas palavras corrfirman 0 que disseraos na
oo-sa ultima revista, relativamente aos sentimentos
que 0 comportamento da P^rta provocarara no
principe no e pevrj servio.
S-ob esta ponto de vista a visita da principa Milan
na Roumania pod; ser consideraia como u.na
damoastracao de qae a P^r;a aao tera da que se
felicrtar. ^
por isto
gramma em resposta ao do centro direito; a
edVoffd9ery3. SfS- L60H *> C^< *5
JMAiJlODEPERWAMBUOj
******, DE JONHO DE 1874.
^mn as spfeans da minna fuadeou em nos
Pn^wrno tu "PP'wtf Pnas sevens aos jornaes
repablieaaos, e eontenu-se de dirigir timidas ob-
servacdesas folbas bonapariisUs. 0 governo re-
1 ama para si 0 direito de eonservar a nomeacao
cas maireg, e, por consequencia de guardar 03 mai-
ret bonapartistas, e substituir os outros, por fuue-
ctoaarios que eensem de um modo ideatico
Os membros da asaemblea do centro' direUo
por 30 votos contra 10, votaram 0 novo program-
ma da sua rouniao, que tinha por fim servir de
base a eonstituicio de uma nova maioria em que
os redubbcaoos do eentro esquerdo substituissem
os iegitimiitas da diraia.
.? .grupo *onJpondo^e de perto de cento e ein-
eoenta membros, dos qaaes a maior parte se abs-
i .e a s"a- rei0,u55o e prugramma nao tera de cer-
w a signibcacao e imporUueia qae Ihe uuizeram
luJZiUS1*? am abo''ta'nnlo e uma deullusar.
..ffiif A,0BTOM8 diri,d08 Plilica d0 a"'go
abmete e de uma approvacao baslaDto reservada
Lda,a,S mcabT0* r*nSo que cowfintiram era
aceitar a succes^ do Sr. de Broglie, 0 program-
1]w. reconhece a ne^aidada .de votar al'K
- HWciopaes proviiorias-, Jei dp sepieqado de?.
S ?*^8*bmeiteu ** wwelno de estado ur
,ldr d'sPf08,fes as nelhores que iinha podido
TbJ^ fn^l* qae seeaki0 e,,e m"" confessa, se
n.Jr*r Coa, expdienle3 Provisorios; pare-
St?S.qae mesmo eob este tituJo, 0 conselho
Jtr 0 J mJTZ* k adf,i,ti-Jas 0 AM pode le-
var 0 sr. Magoe a abandooar uma pasu. que so
conservou na mudanca ministerial, pelas repetidas
mstancias do chefe d5 poder e.xecutiVo P
^as,erabto* n*e,on'J'i comecou a diicusslo
sobre a organ.safao. A primeira parte da sesao
liberSo."*^ ^ deVeria haVW U3 seeD*>&
a,?r^lii0> *Tidi"->e nesu apreclacao. A
extrema esqua^da, e uma pane da esquerda *
pell.ram a -eganda delibera;ao para afflrmarem
ainda uma vea a impotencia da asiemMeaS
apressarem a sua dijsolucJo. d3eraD'ea e
,2.CalUro es^rd0 1U6 avalia que a disiolucao
fi J^a'T as ktt COBi^''onaes n5o no
dii deixaj- de aer favorayel aos bonapartistas, ou
essao.
SUBOU E NOBDEOA.
Na discussao do orca mento da innruccas publi-
ca, no Storthing da Nor uega, elevoa-se uma dis-
eussao que prova, mais uma vet, com aue
euidajto 0 pove noruego, se asforca par constituir
eate paiz, n am estado completaraente antochtou*
e independente dos estados viziohos
Dm deputade 0 gr. guara depot um projeeto
para que para 0 Juturo se ensinasse em todas as
eseolas, atom do dinamarquez, que e a liapuagera
offleul do paiz, bus a velka lingua seaadio-v!f e
o duiecto partteular da Noruega.
.H.MJUSOA.
Una lelagramma daudo oe Ruilenzorg, reaideu-
cia do governador general de lava, mas expedido
de Atebin pelo coroael Pel, comraandante do s*>j-
po de oecupas?o, trouxe novas noUcias
HKspAXHi.
. T-"'?.re este Paiz e'*reve njsso correspoadente
de Lisboa: K
Como expoaho aliaote, sao mailo importantes
as notieias a:erca das ultimas operates militares
do nort9.
a Os carltstas viram-se obrigados a deixar 03 ar-
reaorea de Heroani, e segoiram para E.tella. As
faceoes command idas por D. Alfonso soffreram
sensivel derr.ta e as optracoas do cxercito liberal
segam com tanta prosperidade que ha immensas
eiperan;.is le joa a guerra nao dure tanto co.no
sa esnerava.
Em Madrid contiauam as mesraas questoes
politicas, oi mesmos recaios, a agitaeao cos uma-
da, as intngas Itahituaes e mgano reciproco. Os
ropablicanos continnara a preparar a-queda dos
alTonsinos, e estes julgam que 03 surpreueaderaa
com a raoaarchia, posto qae de vez em quando
mostram que os surprehende a desconfianca, que
Ihes causa a embaixaia da Prussia, de que teoho
failado neste lugar.
< A este respeito reina a ttoalmeute, um carlo silen-
cn, uma hesitacio, qua nao e passivel explicar-se.
A causa principal deste hesitar 6 a energia -com
que a antondade faz mover a machina das repres
soes da imprensa. E' certa que se contmaa a
r.llar com insistencia, na candidatura ailema. Fal-
la-se nun principe da Saxonia, e tambem no pri-
meiro candidato do tempo do general Prim. Esla
unoarchia nao a qaerem os arron3ino3, ainda mes-
mo qae fosse segaida da nniao iberica. E' certo
porem, que em quanto darar a guerra carlista'
pouco se node fazer de qualquer dos lados. Quaa-
do D. Carlos liver passado a fronteira e as suas
tropas tiverem largado as armas, e que tera luaar
a nova luta, isto e, a nova guerra civil.
Consta nos principaes circulos politicos, que 0
Sr. Alonso Martinez, actual rainistro da graca e
jtistiea, logo que tomou posse do seu mimsterio, di-.
ngio nma carta circular a todos os bispos, ceriifi-
ciado-lhes quaes os exietlenles desejos de que es-
ta aaimado, para contribuir, para 0 prompto e
conciliador arranjo dos assumptos religiosos pen-
dea es com* para a renovacao das relacoas com a
sanu se. talla-se tambem na resposta dos pre-
lados. Parece certo, que 0 representante do go-
verno pontificio, esta autorisado para uma combi
nacao infruct.fera ate boje, in Jo para Roma uma
formula que concilia 03 direitos do governo hespa-
rt'imn,o,hSias d9re;es> como representante
d um povo cathol.ro. a formula parece, que com-
prehende 0 reconheciraento por parte da Santa Se,
do padroado sempre exercido pelo governo hes-
panrioi; reconhecimeato da parte deste governo.
?n,loinlqUe t6m de SUSt9mar c,ero cathono,
a? or5amento m corresponde aos
seus haveres; mos nio satisfazendo estp compri-
misse senao depois de term.nada a guerra fa-
22h!Si2 atraM de Pa8*mentos qulpor obriga-
coes eccles.ast.cas, o estado devia pagar e Sao
A tisfactorias'do" estado da's coiasasTm^Suma^trl60 **"
r.Wd, dhToKK.- ^I^S^SL^ ^e"^_tenar?ra.ataques
0 Sr. Deseilligay, em resposu
fc^iu^t0^ 0 po MM. de Kramu-e
frane^r cl!hm0it0 .t" fl,aBC". dP-wesourp sobre dous outros pontos fortificados da vizinhanra
feitas ataqueg que foram repellidos, provam pore'm
que a exeepeia do Kraton, e da estrada que vai de
Atonin ao mar, os hollandezes se acham bloquea-
das pas suas posicSes e estio reduridos a defensi-
va. Alemdisso 0 mesmo telegraama confessa
que 0 estado sawtario do exercito i pouco satis-
esuca'o0'!erP 'da Pr Ca8a da 1D3a^b"dade da
Estas notieias prodoziram nos Paizes-Baixoi pe-
JEt-nWu"SOc Dapoi! das Prtrao'raa victorias
do general Yon Swielen, espenva-se uma eonquis-
ta mais complete e 0 anfqaillameuto da insurrei-
StiiH lmnJ?t iu,?avag m 9 general comman-
dant emprehendena uma exped.cao vigoro?a no
L.n.l'* ? *enera'L Vo'Mle/a realisou eom
Amffi&SV** 0S a'hant"- Mas, aparle as
difflduldades immensas de ama ta! erapreza nos a!-
cienles 0 general Von Swieten preferio uraj laica
pensa, eonduzir com saguranca ao fim ,
Elle eoubeee 0 terreno sobre que opera, e 0 mod* I (
d ftzer tf guerra nas ilbas da Sonda, onde -,'
nhon suas divnai muri a democracia extrema, foi de nm parecer contra,
no. Votara contra as d.sposiCoos menos liberaes
da lei nraoicipal, mas entendem que a assemblea
deve dear dela decisio de .31 de maio. 0 crT
P'gou.
nrCna,0S cIe,ebrou,em To'o5a am conselho de
guerra, no qual seresolveu continuar a guerra a
ram VS ^ -dinhulro e Puc. P'^
?t? .Nnunuir 0 pret dos seldadose nio
pagar aos offlciaes. Estarao tolos pelo ajuste ? Por
\i\ ex,erc4t0 'bnl comome mais de onte
milhoej de reaies por mez.
a Oi carlistas continuam a fazer grandesdestro
gos nas lianas ferreas, oade podem chegar.
0 actual minisiro da fazanda esla empregan-
do todas a ua ajtividade para por 0 direito as fi-
nan^as.
a Conta elle obter 1.900 a 2,000 milhoes de re-
cei a Espera redutir 0 juro da divida interior a
metade e fazer jgual proposta aos portadore? da di-
Jnmr!fn fr?f' 5 quaes ceitaado, reeeberao pelo
coutrato fe.to para 0 pagamento dos coupons ven
eidos Vat restafcelecer os impostos de barreiras
a regie absolute do labaco, e 0 imposto do sal
}oM5qaeparaui taaios projectos. 0 que
.^ a dTa? qae Sr- Camacho teve de as-
n^^a?1.8*!^ *2n,e,h0 de Wrosf para
fiSazsgs^da3 saas eievadas ,o^uLra-
A?,r?overDO nesPanhl. publicou ura manifesto
no quaro goverao hespanhol, expoe a sua &
fLXT es[.raneiras Por via dos seasrepreS
tantes d.plomaticos. Diz neste documenlo 0 co-
wno homogeneo, qae ap6s nm lonno periodo8de
fotas e convulsoes. a Hespanha esta actualmeute
em circumstances tao difflcels, qas pr-cisa,cnn
centrar em n6s mesmo todas as suas forcas e at
rahlr sobre a stiaacao actual todos 0 pSsajSen
to e todos os desvelos dos poderes publicos wra'
ra aVZrndV!m0re-8'- d ^'encias e de 'guer*
ras, ao solerane exercic 0 da sua soberania .X
&JTJL*? dJ?JfccoMiderac5e8 sobre 03 no
soldMof e e?perar da *na tenacidade hoiiandWT W
nacidade" hollandeza, | sea jogo* Datura?/ Se
ii*forCM qae emPro^ Pa oniformisar ns
^,PaaJi(>sJeJasre3is,encia Para ^ubTlecer a
solidanedade dos governos, qSe 0 seVflm actnal
erv.r a causa da ordem oaliberdade* do So I nh-
rreo, qae eonsidera a causa da todo P '
*ob ,-rt paJ*dls*icTlo fuate|isHomo entao,
o<_g)V(Tn is o>lringairq* coolmium aa.ii reco-
nhecerain madanca dftiA tverao ern. Hfesnan';a.
Ten vi-t. riassat a fMJW.c'i procfamala. pelas ra-
dioaes -de H d feverefrfr,-* epdWfcJ*%.o!ucio-
uaria de Figuecas, a rapubhea aaansbsite da Pi,
a republics philosophica de Salraeron, a republics
moderada de Caslellar, e flnalmente a republica
oanservadofa de *a Janeiro, ficararsilencio-
Jos. Depois dista 0 que ha a esperar? N;iu me pa-
reao que uma semelhante iiidifferenca tenha expli-
pagao possivel a nio ser a completa da toda a Eu-
ropapara 0 agonisar de uma na?ao dijna a todos
os respeit03 de melbor aesiino.
0 0 grosso das faegdesdo norte, estava uitima-
mante em Oriamendi, onde tinha estsbelecido uru
depoato de vieres e muniQoea. Dr-modo que 0
exercito do norte nao deve encoatrar grauics
ditfuuldades pan se apoderar de Eslella, teudo
depois de ir perseguir os carlistas qae anteacam
Hernani, em .quanto simulam alguns ataques con-
tra S. Sebastiao, com 0 meio de realcar 0 sen-de-
cahido prestigio moral. A respeito desti formida-
vel po3ic,a), diz so quelijuve..um.uotevelfiuconiri*
er.tre a companhia dos mobjlisados, comraandados
por Arcelus, com as avaacadas carlijias; depois
formou-se uma pquena columna composta de
300 bomens da-rawva de Sai^aauea, de iiaO o-
luotarios de S. Sebastiao, e uma bateria de mon-
tanbai que foi reeebida eom vivis^mo fig das po-
sicoes carlistas. A companhia de Arcelus deu ura
ataque a baioneta as 3 companhias de navarr-js;
quizeram envolvela; mas nio 0 conseguiram,
gracas a corapanuia de reserva Em poder da
mimigo ficarara dous leridos, ipie foram immedia-
tameuta passados pelas- annas. Generalisado 0 f...go
em toda a Imha.os carlistas apenas voltaram a t-x-
hibir-se fora dos parapaltos; pnrque 0 nutrido
fagoda reserva e voluut rios uiolhes permittiam
i|ue saiussem impunemente. '0* Tories de Sar.ta
Barbara e Ristore, e a bateria de moiitaoha fa-
ziam fogo incessaatemente, causando a uinerosas
haixas.
Em Victoria, apezar das continuadas ehuvas, 0
exercito liberal tem seguido a sua marcha. Ciaco
companhias de Gerona atacarara cum a maior bra-
vura 0 bata'hao deGarordo, queestava em Alger-
ia e nas immediacies. Em poaco tempo.as com-
panhias iesalojaram 0 inimigo de todas as posi'-oes,
fazeudo-lne numerosas baixas e ferilos, e colhendo
alguns pruioneiros dentro da casa de Algr.ta. As
perdas do exercito liberal, con istiram em d us
mortos e alguns feridos. 0 inimigo fugio em com-
pleta debaodada
Chegou a Saatander 0 general Lomas. N'a-
qaelle porto eiperava-o um vapor que. 0 coaduiioa
S. Sebastiao 0 general foi nomeado capitao-ge-
aeral das provincias vascongadas.
0 general Cj mcha dirigio-se para P>mha aem la.
0 general Bissel enearregou-se do command j do
l. corpo do exercito, licando 0 general Andia,
como na primitive, a frenta da primeira divisio.
0 generl Ecbague commands 0 segnndo corpo, e
Martinez Campos 0 lerceiro,
Enviaram-se ordens a lli-roani, para |ue
reisstisse ate que chegueai reforgos.
c 0 general Catalan, com dous batallioes e 10
eavailos, chegou a Puebla de Arganzon, oa de per-
maneaera, suardaodo as comiounicacoes.
llercani foi evacuada pelos eartistaa, qae se
dirigiam para Navarra. Dispararam, ao lodo, 1,000
bombas, sobre a nutavel praga.
0 exercito da Catalunha vai ser reforeado.
Concha entrou era Logrono, que deve vir a r^r
0 centro de operates do exercito do nirte. Apre-
sentou toda a olTlcialidade a Espartero. Fji i;-
ponenle um tal acto.
Os carlistas continuam fort ficanio se e 11 va-
rias posicoes. .
Teve lugar era Aragao ura importante feito .
d"arnias. As brigadas Delatre e Despujor bap-
rara, nas alturaidaGandosa, as faccoes reuaidas
de Ciicala (pat). Valles. Sagarra, Ciscala (tilho),
1'aneza e batallido de zuavo3 ; dispersan lu-.i.-
completamente depois de ura rude combale que
durou mais de cinco horas, em presenca ou ia lito
perto de D. Alfonso e D. Branci ; d ixando 0 ini-
migo mils de 80 homens unrtos, trinta e Unt03
prisioneiros, entre elles um ah fe, varios offl:ies
e zaavos estrangeiros, e granda num ro de arm is
e raunicues. As facades retiranra se di-illdis
era dous grupo^. As iropas bateram se con bi-
zarria de parte a pa to.
Todos dao grande imporlaneia a este feito
d armas, nao so pelo combale se emponhar com
forcas numarosaa; mas lamb -ra pelas posicSes oc-
cupadas pelo inimigo sere.n de graaie imperian-
sfa.
No ctrapo carl'sia vai Uvraado a dasorlam.
Temse amot nalo mnitos artilheiros, sendo dir.gi-
d3 por olliciaei. Valasco iniiiulado commanJan-
te geral de Oastelia a Velha fugio para Fraaca,
afim da escapar ao furor dos soldaios, Acompa-
uharam no muitos offlciaes.
Oi ultimos lelegrammas dizem continuar os
movimenlos de Con-ha sobre a esquerda do :io
Ebro em direccao a Eslella. 0 trajecto ate Estel-
la e de 6 kilometros da terreno montanhoso.
t 0 Impartial diz quo a Hespanha esta deeidi-
da, no caw de fallecer 0 Suramo Pontifica, a rei-
vindicar os direitos consentudinarios, relativa-
mente a eleifio do successor;, que p rtencia aos
reis de Castetfa, e hoje e sua sober.mia.
PORTUGAL. '
Em 13 do correate escreve nossj c.rres-
pondente de Lisboa :
c Pelas ultimas notieias telegraplucas de Ma-
drid, sabe-se ainda que as agencias nao tinham
dado plena cerleza, que ja come^iu 0 combata ajs
arreiore3 de Eslella, entre as forcas carlistas e as
tropas ivpoblicanas do commando do general
Concha.
Como succedeu na acSo de SomorrostrO, 0 go- '
verno central de Madrid ha de impo lir que elie-
gue ao conhecimento do publico a v.rdade inteira,
em quanto 0 mesmo governo nao tiver a certeza
de que a b.lauca da victoria peade para 0 sen
lado.
Travada a batalha, ainda assim, as cifras Jas
baixas de uma e outra parte bao de chegar-nos
pelo telegraph muito aliar.>das, ao sabor das con-
veniencias, pois e sabido que os telegraphos.quan-
do pode iotrometter-se uma razio de estado, nao
tran3mitten sena 1 so 0 que se lbes deixa Irans-
mi'tir e nada mais.
t Essa accao que vai decidir da sorte dos par-
lidos liberaes hespanhoes, e que para os desliaos
de Portugal nao pode ser indifferente, sera tam-
bem a pedra de tofue das foi (as e vitalidade hes-
panhola. E, depois de serum conbecidos 03 re-
sultados da luta, que os gabinetes mais interessa-
das no restabelecimenio da legalidade naquelle
malfadado paiz, pronunciaram 0 seu vela por
meio de uma intervened energica, isto e, se a
sorte das armas fur ad versa as forgas republica-
ns. Ainda assim, parece colligir-se da ultima
circular diplomatica do gabinete bespanhol, que
n?m 0 governo nem a opiniao publica aceitam
de boa mente 0 passarem pelas forcas caudinas
de uma interveocao estrangeira.
a Nos que ja em Pormgal Ihe senlimos todo 0
peso, poderaos apreciar 0 quanto, a troco de uma
pouca de paz interna, soff-em os brios nacionaes,
vendo pisar 0 solo da patria pelas tropas estiaa-
geiras que a forcas das circumstancias etiama por
lim a uraa especie de arbitragem, nem sempre
decorosa. Mas, que Ihe poze, sera precfsoial-
vez que a Hespanha venha a passar por mais
esse transe, porque 0 estado actual dilacera-ihe
os reeursos lodos. Os seus fundus estao apenas
a 13, e, quando as pulsacoes da arieria Raanceira
de um paiz se contara assim tao debeis, S'preciso
acudir-lbe com remedio heroico para Ibe iasuilar
mais alguma vida. A intervencao, porlanto, pa-
receJuevitavel e e cousa assentada nos cons el hot
de Hac-Mahon, e nos da rainha Victoria tambem
E como obrigacao que nos impoe os-tcatedos, pos"
convidaa fater parte desse jury inlernacional -
teremos de la ir pagar uma visita qua cs nossos
bons visinhos nos tizeram em 1847, conduzidoa
pelo propno general Concha, que hole esta des-
Ilndando no cauipo da batalha as mais graves
questoes que um paiz pode ler na sua frenie.
Chegara brevemenle a Lisboa 0 Sr. Sanf
Annae Vasconcellos, consul portuguez no Peru
A abolicao do iraQco dos coolies em Macau, fez
com que se toma^em insignificanles os rendi-
mentos eoasuJares, ta'^to de Lisboa, como de Ha-
vana.
Foi nomeado consul pou'^pm em Siam 0
sr. Marques Pereira.
Foram agraciados : com 0 titulo de*Baro da
mli? SfA-0 Sr- Ayres Coelno <* Sii? Ga-
metro, subdtto portiiguez resideate no Bra-"'i
Jara me pprto.-saJiio no dia. II do c.arr.
0 bfigna portoguez Vondor do Mondeao -'
"Com 0 titulo Os doutores maTa^
versidadt, escreve 0 Conimbrir- Mimsia Uni-
" Dissemoiera 0 num
conselheiroJoaoi''"
i
wnce
-^ro passado, P"5]:
,ua Antonio de Agmar gjenuo se
,4 laaaddade de leis no dia 2^ ,J*;
. 1818, era 0 doulor mais antigo da umver-
r** voltemaUao| Aecrescentaremps agora, qua^ainda exislem
.. .,,.iparar a epoca actaaiJ ires doutores aates do anno de 18zO -
as institn''**'-
-

I


*
*fcib# &mfatfcfci& Sfefta i&&^W&)&<&'yti4
>Sr. Dr Bvilio Alberto de SomaWntJ inje
d* S J^runym, doutoroa-se a dlttt2 de
JMa i* W!7j ds facnldade de leis.
* 0 Sr. Dr. Jose Maria de Lima e Lemos, tout >
*-* X>^fcmeSnl0 mez e "W. l3ltW
f5t i* 1ijncifc* .!* Faneeea Corrca Tor-
ins, loatoroa-se no dii 14 de juaho de 1818 na
faruiiad* de eanonea.
' A idade e exaelamento na mesma ordem,
' Sr. mconde de S. leronymo foi bapiisado
** naarjo de 1793 ; o Sr. Dr. Lima e Le-
J*** ; ear 5 de setembro do mesm.i anno ;
e Sr. Dr. Fonceca naseeu em 4 de setembr dc
179*
"" Todos tres, depois das largas vicissitudes da
Tbii, <4 a*tam rasidindo em Ooirobra ou seus su-
- Vire tamben era Coimbra o Sr. Dr. Furtuna-
Riafcid Inra de Seaiia, qae apeiar de se ler
lyy. irado Allans annos mais tarde, na facullade
4s pfcilos-jphia, no dia 6 de outubro de 1822, tern
a asesma Made do Sr. Lima Lemos; ponrac tendo
e.-:e senior, como \i diss^moj, na ii iembro de 1793, o Sr. Dr. Senna nasceu no
*a 10 do mesmo met e anno. Ha, porlanto,
eatr.' aabor, $6 5 dias de differenra de ida-
k^ J*em expsifio a fata de matto dc qne
tallaows am tempo am qua urn artista porto-
goer .rabatha ha onieanno*. Dtina-so a el-rei
a Sr. D. Fenian !o, e e am prodigio de paciencia
e a> priraoroso irabalho. A faca e de prata e
aaede 6J ceauraetrcs de compriujanto. 0 artista
sa*a exeratoa e qae tern 58 anaos de idade, cha
vi -e Raphael Zicnarias da Costa. A obra esta
avalnda em SI cooios da reis.
" A 'imzHa de Madrid, em data de 31 de maio
declare* saj-ti as portos de Pernambuco, Rio de
iaoeir \ Paira e Babia e am observacao as proce
A neiai de Maceio, e lodas as da repnblica do
I rarar.
- A iaou da huuidacio dos fundos das extrac-
ts- c mpanhias do Gro-Para e Maranbao, Per-
ar.ilmeo e Parahyba abre no dia 14 de julho
> pigiwnlo da 17.* raleio aos accionistas do
Grio-Para e Maranbao, a razao de 6^000 por
aceia.
N uma carta dirigida a Democracia, n ta-so a
. *-.-{'jin:e e notarel cuincidencia :
- X dia 28 da maio de 1834, foi assignado pelo
:i;.nnle D. Pedro IV o decreto que abolia eai
.' riu^al as ardeos religiosas.
" E-se ado do maior alcance politico e social,
fi oombaiido en cooselha de mioistros, votando
k-do nntra, a excepclo do illustre patriota libe-
ral loa^aim Aolonio dAguiar, que referendou
aaoeHc decreto.
U:'arenu anaaa depois em igual dia, 28 de
la-w de 187i, descia a sepultura o homem, que,
uc.wentre oa mini>tros da priraeira dictadura li-
fcer.il. v,,!ari aqn< lie ado.
' Eu!r jtara em Conslantinopla e que am navio inglez ti-
i ja do (undo do mar, comprando-o por 19,000
l*r\; sterlinas. O Dheoiia e am bom barco
e aialt esta avaliado em 300 eontos de r6is. "
10S***m n-J*oado p-fco de Janeiro, ;em oi i*/ffnwwt^^d^i^^1*Wi3sem
1'dyallio^wJouro. Itanhas russasjuw-eHa linha niandado e.>n trfiV
< Toodo aor no epacial disoaOqodas as pue*' |
ous mez s da *#ao,
Euj KLjsoow uma criada de quactftdo Sri
j-igiyrlao grandes gro>se*Kf a sua-ant qae s-
as tnRllljencias ka*orogoarif ^UTmar o protfasw ioqin,prodwir a# 'Tm~t\ Ulilillllrill 1 su
material do paii nfflj;ecen|o estudos precfaa. a, toei, e a Sra, Ejrf-c
aJe]uads ; proelte : uoinsleta neutralidala na
luta de interosses dos partiaos ; liberdade plena
Lde ea inciagio de pensameolo, na defeza dojnle-
rosse proprio, com responsabilidade real e ejeffti-
va do seu aotor; noticias commereiaes exactas e
mioaciosas; pubKeatfi" do revistag sobre eaono ,_.
mis, sciential eartes, para o qua ottarece suap^* aoita, sa iu for pmotae, earotaato qua
lumnas, gratuitamente, a todas as iQtelligeoaais> faffaea>04 dig alear*d'aiaj anBtWa.
iilrada. J"*'"*
Ds Pra ncisco & cour. Gwinvtys, sabmdeaA?
en ladala rejjstro a Jntfdsj nn-tfa*ao s..-\- caBiro'
-Proceda-.s-- ao registroreqnerft).
Dj MSntfl Xiwer CoCTeiaUaw, jecoledo a
m* da- nivte aaoloadl toibiJ-tde, rhte- ttr de
armal o a barca.--Jafoee a secretaria.
I). SafTtos Kiilcao & C., deoiapandi) uue aah&i.
teaM^luenaouabadjreiiodedespt irnaimiiD duse iiauidadi *wc.iade ,We liveram pode r
ignoram de eerto que erp
a pre
Aquelles juizes igdorafli de ...
Franija, por exemplo, que e ura-paii muUo demr'
uaUcOj pode um criado aer despedido no raeio da
se lrie
B isto
??-1siJleJe-.C0.HBborari no.lic",^0 *^ ,ddp3 sa urn criado depots da astar despedido tern incon-
venientea, e pode algumas razes ser um parigo
real. >
l*el!6c*J. Ilijje, 2G do .orrente, efTectuara.o
agente Pinto o de moveis do escriptorio e as per-
factos-imporuntes, quer do paiz, quer do es|ran-
geiro ; ccrrespoadenaias pjluicas a commereiaes
das principles cidades do muudo ; publicaQao dos
act< oflciaes, das diacussdes daacamaraslegisia-
tivai, e das deliberagSes da muaicipalidade ; fo
Ihetias de romancaa ineditos, devidos as pennas de
illustradoa rooaciUa nacionaes e estiangeiros ;
annuncio?, a.orecos rommodos e com circulftclt)
extraoriinaria e groiia ; publicaMo de tolqo
telegrammas de intaresai geral, em virtude da nm
contrato especial, ce ebraao com a Western and
brasilidn telegraph-company limited.
Tal 6 o vas o e iataressantis-iimo programma de
Globo, qu tera o fortnato do Diarig do Bio, a cu-
jas assignaturas custurio : n^Corte a em Niothe-
roy, 20*000 por anno e 12J por aemestre ; nas
teoeas da armazem de faatndas ententes ao 41aal raaoivfto a vista-do Mrew-flseV J^macS-
aadar e paviaeDin terreo do sabrade da rut do da ..,-r,t.,-:., ....^ -.> 1__.____
proYiacias, 2i^ por anno e li^ por semestre, com

REVISTA DIARIA.
iuj|o deyoliria.Por portaria da oresi-
aea:"ia &.i pruriacia, de 25 do corrente, era exe-
ca.i-i i let a. 1,(30 de 30 Jc abril ultimo :
F. -ram apjsenudjs coin os vencimentos a que
a dirdilo : o ajudaute Ania-Jor de Aracjo
o capitao iliguul da Funceca Sjares e
rasa Ji^paasa J js do servi;o as praeas de pret.
ierera do numero flxado na lei citada, e
: n os seguinle; oflciaes : capilaes Anto-
..-..r.n'j ds uosiaao Loba a Fernando Pad-
_;uiir Haaticroyos ; teueolts Jo?e Carlos
IL n.el CaeUuo \ leira da Paz, Fiavio Juse
s^jlM e Siiva e Jo.iquim Hercalano Pereira
e all'eres Camiilo alachado Freire, Seve-
V. Ira da Paz. Francisco Ignacio de .Moura
: :, Marci.lino da Costa RapoM e Laureuio
hres de ninmaa
. aomeaJo ajudante o tenente Antonio Fran
: rdeira de Mello,
r.-dujil.> o pessoal a cinco companMa>, com
-ogniates officiaes :
1- i-npaihia.--Capitao Luiz Felinpe Caralcaa-
A jj.juerque, te;ient-; loSo Fires Ferreira,
.\ Antonio do Alcantira o Juio Ribeiro
- Bt Capitao Antonio Jose do Aodrade, la-
. '.;.. icio d>: iluraes, a feres Laurenliuo
J.i.vira Lima e Munoel Rayueco de Bar-
'.. -Capitao Francisco de Siqueira Caval-
He. tenente J .araim da Mjtla a Silva, alferes
1 Aaloni i Cuuello e Bellarmino Pinto d-
Rara.
La. -CaaiUo Camillo Augusto Ferreira da
tiiiaale kaaad Candido de Albuquerque, al-
I i-ti.u Apridij li i.sa da Costa e Anionio
1>- Barros Lima.
. uti.-Capita) Sam i,-l de Sa JlonUnegro, te-
. > Pereira Jo L.go, alferes Jose Pe-
r*:ra da Siiva Gaimaraes e Pergeatino de Miranda
Pi j*ate .
a*a!iri local. Por portarias da presiden-
cy da pruvincia. de 2o do corrente, em execucao
da iei c I.13J do 3J d-; abril ullimi :
iti creaJas gaardas l.caes nos seguintes
Mieiakii, teado cada uma o numero de praeas
a aoarcem, inclusive o cominissario e o sargento :
aaaa
N .zar.-tii
jdAlho
-.iro
Victoria
E-cada e GimelL-.ra
40
40
30
20
20
25

175
a ia bb ados comraissarios : em Goyanna,
, !l -rculano Pereira Caldas; em Nazareth,
Jaaajaini SanaJa Vieira da Paz ; em Pao d'Alho,
Ca-los Vital ; em Limoeiro, Antonio Jose
\ m Virtoria, Fiavio Jos6 dos Santos e
S-ira ; e aa Escada e Gamellaira, Francisco Igna-
ci.d- MjjraGialim.
7aiai !. Realison-se hontem, a bordo
d cayar iaglea Hibernia, fandeado no laraarao,
..TereciJo pela comaiissao encarregada
da iamersao do cabo talegr.ipliiso, a uiretoria da
v- rio Commercial Beneftcente.
M de nma bora da tard.v largaram do caes
. -amereio, diversas embarcscSes, rebocadas
aei) vap>r Cimiragibe, conduzindo as pessoas
fae dertaai t dos meaores do Arsenal de Marinha.
dnrante a viagem e no intervallo dos
haalui.
A fesu esteve aa allura dos elevado3 motivos
ejoe a ia^piraram, qner na'profasao das igaarias,
j: r aa fie^oeio do servico.
Xailos briades se trocaram na effisao da mais
aiacera e expansiva c irdialidade, sendo todos elles
eaifci:as!ica e pbrenetieamente applaadidos.
A; i; .j* tornaram a terra os convidados era
earta) pennjrados pelas mansiras sobre modo
M?adas com qae fbram obsequia,do3.
i" is*! el** S. <*o.Na noite de 23
4a iwreate, Ddefonso Sonlo Maior, de combinacio
ca Aatoato Bezerrade Meaeics, raoralor a rua
astreita diRisario, carregoti um cano da ferro
ceai Balvc-ra e vinte e nma bombas, e pouoo de-
axs paasaad) pelo lugar, casailmente, um meni-
, ese aediramnae disse fogo ao cano, ao quo
cll.i desrenturada crianca, depois de tar por
a-a pi'j:.i nesitado as instancias daqutlle3 dous
r*o? Sagaio-ae o qua era de esperar, a ar-
i^a do cano, de qae resnltou flcar o meni-
: :a ambaa as auis borrlvelroente fracturadas
e aaasa inahlisad j lambent da perna direita.
Heasaes tot preso, Souto Maior evadio-se. A
atiria caa^ri i depois com o sea dever.
*riaue> e rentstencia, Em 4 do corren-
te, ae ser capturado no termo de Floras, o cri-
aaaiao de morte ao termo de Ingazeira, Anto-
n: i Franc sco Gomes, conhecido por Antonio Be
zarra, retsae taairmralo; mas ftndeu se por fin
eleaols delevemeataferido com uma bayoneiada.
rc*el. As 9 haras da noite da S3 do cor-
feeaa, Jose Itarceluoo ferio com nma facada a
Jaio ie ta'i, conhecido por Joao'Caboclo, na rua
aaajterial, so t* district) da freguezia da S. Jose :
avaliose. A antondade tomou conhecimeato do
facto e arasegae aos termot da lei.
*keatlx ArsiSAtieo Ficou transferido
Ci aaoi^dehojea primaira represaotacao do
a taariarao a Senhora da Bonanza, que dei-
i ia raaUsar-se aa da hontam, como estava an-
*i theatro.
Prosrcsso. Havera hoje
i exxaoraiaaru ao lugar do costume.
fctefc*. -F esta o Utnlo de am jornal dia-
na sVeiiealo exotasirameata aos interesses geraes
i timmtnh, da laroor* e da indnstria, e que
pagamentos adiantados^ e as assignaturas, qua
poderao eomecar em qnalquer dia, termjntrio,
porem, em 30 de junlio e 31 da dezembro.
A lentativa e arrojada ; as difOculdades que se
off-recem a sua completa reaiisagao incalculaveis,
a primeira vista ;. mas por iaso masmo, razao de
sobra para que sauderaos animadonramenta ao
nosso futuro companheiro dfljornada.
Vniioroa a snOtir. -Para Maceid, PeneJo
e AracajQ, o vapor Comripe recebe cargasonea
te hoje e amanha, uma vez que os dias 28 e 29 s3o
feriados.
Os Srs. carregadores queirara pois aetivar seus
embarques, attenta aquella circumstancia.
Para Fernando de-*afronha tarabem segue no
dia de julho proximo, o vapor Jagitaribe e re-
cebe carga ate o dia 30 do correate mez.
Dlnltciro. 0 vapor Boyne, levou de aossa
praca para :
Bahia (em notas) 47:0005000
Rio de Janeiro (cm ouro) 13:000^000
Para o sol do tnaperio. Cam 5re-
cebides era nossj porto, levou o Boyne 192 passa-
geiros.
Vapor Para. Sohio hontem a tarde do Ma -
ceio para o nosso porto, as 4 hor^s da tarde. De-
ve chegar hoje aqai.
Mcrcado dc Lontlre*. Telegramma
particular, em data de hontem, dizque o descon-
io baixou na praca de Londres a 2 1|2.
Aiii-sJas Mcctianicoa c Libcraca.
Domingo (J8) pelas 10 horas do dia, deve -proce-
derse nesta sociedade a e!ei?ao da directo.ia para
o anno social de 1874 a 1875 ; para o que davem
comparecer todos os s >enl qua estiverem quite-
com a mesma sociedade.
Honlc-Pio .In.--, Uouorarlosdo cver-
cito, Os Srs bScises honorarios do exercilo e
officiaes voluntarios da patria, que assistiram 4
campanha. do Paraguay, sio convidados a coinpa-
recerem no domingo, 28, pelas 11 horas da manha,
no l. andar do sobrado n. lii da rua do Coronel
Suassuna.
\ >!i< ias commereiaes. Em 12 do
corrente diz o Sr. F. Yonle, de Londres :
a Algodao de Pernambuco, em ser, 8 "5|IG, Pa-
rahyba 8, Maceio 8 5|16.
As sucar ma?cavad) de Pernambuco, regular,
em Liverpool, 9|13 frouxo.
Chegaram aetherton de Pernambuco, e Jessii
de Maceio.
Errata. -No rr-gulamento da guarda local de
Pernambuco, que hontem publicamos na pane '
ofDcial, derarr-;e, alera de erros, que oJeitor des-
prevenido supprira, as seguintes fallas, 'que con-
vent reparar :
A' 1' parte, titulo I, capitoJo II ; na 5' linha do
art. 6 L'ia-se : ultiraos seis mezesdo sua redden-
on ; na i* linha do S unico do art. 7*, leia-se :
quando o commissario f r autoridade policial ; na
2* linha do art. 11, leia-se: ou nao uabilitadu;
na a-1 linha do art. 15, leia-se : requerera por in-
lermedio do' commissario de policia ou sargento a
sua baixa ; na 6' linha do art. -16, leia-se : do
drspacho do juiz de direito.
A' mesraa pane e titulo, eapitulo IV : na 2' li-
nha do art. 21, leia se : immediatamente sub.r-
dinada.
Si tabeila n. 2 do armameato, leia-se com re-
1 eio d i tempo de duraglo de cadi peca : e3pin-
i^arda com;)leta com seus accessorios, Daioneta c
bainha, adarme 1710 anno3,~ lergado com bainha
de couro 10 aunos, bandoleira da couro 3 annos,
liatroaa com correia e cartuxame' 4 annos.
A'^2" parte, titulo I, capital? I: na 2' linha do
art. 69, lei se : ossuas allegacocs.
A's disposicoes geraes : na 2 linha do art. 98,
eia-se : sera) tratadas era suas proprius casas as
praeas da guarda local.
duvcrno do ltispadu. I'or provisSo dd 19
do corrento Li noraeadj vigario encoramcada :o
da freguezia de Santj Antonio de Garauhuas, o
Uvm. Sr. Pedro Pacifico de Barros Bezerra.
A jusiica de pnw, na RiiHsia. -Os se-
guintes escl'arecimentos sao extrahidos de uma
corre-pondeucia de S. Petersbtirgo dirigida ao
Nord, de Bruxella*, na qual se encontram largos
porraenores a respeito desta organisacjio :
t Falla se de uma mudanca qne deve ser in
troiuzida na nossa in a Como se sabe e3ta ella organisada na Russia
quasi pelo system.) Inglez Os nossos juizes de paz
nao sio iiillmos empregados de ordem judiciarla,
qae podem ser exonerad s a vontade da adminis-
tra;ao, mas sim. verdadeiros raagistrados, com
uma posiclo iraportanto.
A unica differen;a que os distiogue dos seu3
collegas inglezes, 6 nao serem nomeados pelo go
verm, mas eleitos por tres annos. Trata-se ac-
tualmeate de prolongar o termo destas suas func
coes.
A pratica tera demonstrado qua um periodo
de tres annos nao e suffleiente para se adquirir
toda a experiencia necessaria a boa expedicao das
causas, e por outro lado, que a renova;io tio
frequente do mandato, deixa (alvez o eleitQ sob a
influencia muito pronunciada dos seus eleitores,
que e necessario praparar para a eleicao futura.
a Vao, pois, prolongar aquelle prazo^ triplica-
lo, oa talvez fazer uma nouaAcSo vitalicia.
Digo nomeagao, porque o. juizes de .paz, de
raagistrados elegiveis, pa^sara a ser maiistrados
nomeadas pelo governo. Pela- miaha parte, en-
tendo qua e difficil adminislrar boa justica. quan-
do os que podem ser justicados e que elegem os
seus juizes.
A experiencia di-me ate certa ponto razao,
pelo que diz respeito a Russia.
Os nossos juizes de paz apresentam no sea
oonjuncto, uma das melaores injlituicoes. Mas
como sio eleitos, e como o nosso publico e muito
liberal, faz este reeahir os seue suiTragios em ho,-
mens de ideas raodernas, resultando d'aqni que
a sua jurisprudep-'ia. traz cemtigo seinpre um
cunho ultra avangado, qus nao devia existir em
acte de justica, a qual deve ser impassivol e im-
partial.
Examinanio-se os actos pratieados, dir se-ha
que os nossos juizes de paz esubeleceram- como
regra fazer iacliaar ooastaaleraante a balanca pa-
ra o lado das classes inferiores, e nao dos podero-
so3 da terra ; deste nao pravalece a re:tidao.
E as balancas da justica fiteram se para es-
ur em equilibrio, e nao e i3so qae vemos aqai
desgrafadamente.
Quaado se faz differenra -eirtre a
Bom Jesus n...
Araauhi, 27, effectuara o otestno agents
o da differentes generos de estiva, tinta prepa-
rada e charatos 6> Havana, no anwndni da rua
do Trapiche n. 41, conforms os respectivos annun-
aios insertos na secoao competanta daste Diana.
F aasagelros. Chegados da Europa no va-
por inglez Boyne :
F. Lmdan, & Broun, G. Tnomaz, J. A. Emfry.
G. da Silva Alves, C. J. da Croz, A. D. de Figpei-
redo, A. Martins, sua mulher, 1 filho e"dou cria-
do*, P. V. Caldas, D. F. Gaiheirft S. Ferreira.
Sahidos para 0 tul no vapor inglez Illimani,
no dia 934 at-alartMa eaaaafffaj
John Hollensteiad, Jose do Valla LisbOa, Jacin-
tho Leopoldlno da Silva, major Antonio Penro
Machado de Aranjo, John M. Nair, Guilharme
Charles Ochsenbein. j
IiOterla. -A que se acua a venia 6 a 10S.*-
a beneGcio da igreja de Abreu da Una, a qual
corre no dia 27 do corrente.
Cemitcrio publico. Obituario do dia 23
do corrente :
Maria, parda, Pernambuco, Recife ; rocempas-
cida.
Francisco MendoOca, pardo, Pernambuco, 20
annos, soUeiro, Recife; variola*.
Jose Joaquim Henriques, Portugal, 25annos, ca-
sado, B)a-Vista, hospital Pedro II ; tuberculos
pulmonares.
Maria, parda, Pernambuco, 3 Ij2 annoa, Boa-
Vista ; f ebre interraittente.
Manoel, pardo, Pernambuco, I mez, S. Jose ;
convulsdes.
Thereza, parda, Pernambuco, 2 annos, Bua-
Vista ; bronchite capilar.
Francisco, pario, Pernambaco, 4 anno?, Boa
Vista ; febre perniciosa.
Fabiana, parda, Pernambuco, 6"me!es, Boa-
Vista ; espasmo.
Francisca Mamedede Almeida, branea, Per-
nambuco, 26 annos, casada, Boa Vis a ; hetior-
"hagia no parto.
Joao Franiisco;da Goata Fialh), branco.'Pernam-
buco, 30 annos, casado, Boa-Vista ; erysipella.
24 <-
Rvd." Lino do Minle Carmello Luna, branco,
Pernambuco, oj anaos, Saoto Antanio ; hydroperi
crdite.
m Isabel Maria da Conceicao, preta, Pernambuco,
52 annos, soltcira, S. Jose ; cnterite chronica.
Manoel, pardo, Pernambuco, 21 dias, Boa-Vil-
la ; espasmo.
Paulina, parda, Pernambuco, 10 raezes, S. lose;
convulsoes.
Violaute, preto, escravo, Africa, 45 annos, sol-
teiro, S. Jose; hemorrhagia cerebral.
Jfleeas, parda, i'ernainbuco, 26 horas, S. Aa-
tonic; hemorrhagii umbellcal.
cimerKa dos iujfettiuw, aeomptnJwJ^ de
uma amivel prisdu de ventre, rried'iaQHo o
uSrjMte pitulis que reeebera em outubro
proiiflfto passado : e naor receia recabkla al
gurr.a. 0 Sr. Joseph El wards, do Tri-
bune, escrete Eu pa*eota, u dyspoptico ioewravel, pore;i>
ram inteirumente
- -..........------'"v dosapparecer
Joar/uim Lopes Machado e Francis. Dfas akaha melestia, da qual havia ado um
martyr pelo espa^o de pouco mais ou uenos
D/j Joarfuim Lopes Machado e Francisr. Dias
ttaofjgues Saraiva, registro do sea- coi;r*Jj. -, R>
gistre-se nos.termis do decret,> n.4^aev, H*a vo-
tou o Sr. daputado Lopes Macnado.
. De Joaquim Joso da Silva Figuairedo e Cyaria-
no oa tsta Almeida, registr,i-do sen- contratrj.
Faca-se o registro nos terraos da te.
Informacao da tecretaria a respeito dos tie pi-
clies de quo sao admini la Ribeiro e Ptaacisco Ferreira Borges O'tritou-
da secretaria, qua najo tain lugar o procedimtbio
tentado, porquO a peoa que e-tava. sujeila a
elle deixou, uomo 6 aubHen e notorio de ser ge-
rente.c'a cjrapanhia pernarabucaua.
Suranjario e*-offllcio in*taiirhdo contra o corre-
tor Henriiiue 9. Stepple.- Manijo o tribunal ar-
ciuvar o summario em questio dapois da-contadas
e pagas as custaa. .r v
8* Leitfo apresenton a peticao o\s Alfredo
& Barboza Junior, qae se aclrava adiadv em sea
poder.Deferido o accurdo com o parecer fiscal,
i-endo que- ao jaiz municipal suppttcalo ja foi de-
clxtdo qae este tribunal se coiifurma com a
cpiniio do contador. a qual firma se na verda-
deira intelligeucia da tabeila organisada por este
mesrao tribnaal.
Nada mais havendo a despaohar, 6. Exc. o Sr;
coflselheiro; presidante encerrou a sessao as
11 horas e tres quarto-.
'UBUCACOE* A PEDISC.
pe
'(>a doze hbos. Semelbantes provas sao
mais que conclusivas. A excolleote forma
.eaxpieas pilulas vao acondiciouidftsb met-
tidas-deDlro em vidrinhos de crystal, astor-
nom irnrulueraveis era todos os climas, e
consenram se mvariavehnente frescai e per-
feilas.
- <
CAPATA2TA DA AffAWMtOA
1aod9B) av. dt# *"*%. t^8Dz65(
dam an dia 25 .~r;e*e>aeHj(582z.lil
^^, I3.a22z6';i
Mu dia j a 23
So dii 25
.Timeira poru
iegonda porta
rerceira poru
^oarta porta .
T-tpkhn (kaca.vao
V0L!H9 S-Af!t!X*
>> %asT -c^-*laMafJ
63
COMMtftCIt
JUNTA
Praca
. ^sMlaaYI
.a>J>*a>5
239
136
17,681
SBKVIGO MAWtlMO
kl^Arengas uescarragadas so iraprake da
alfacdega :
So dia 1 a 2 23 .. 41
No dia S3-....... 2
Mo trapiebs Coneeieio-. .at*-e*ii**-uii i
DOS CORBJETORES
_Luiza Maria da Conceicao, parda, Pernambuco,
27 anqos, solteira, S Antonio; parto.
TaMBl.^.lL, DA RKLVCIO
SE5SA0 ESPECf\L EM 25 DE JUNHO DE 1874.
PREgtDEN'CIA DO EXM. SR. CO.tSELIIEIKO
CAF.TANO SANTIAGO.
Se-.returio Dr. Vngilio Coelho.
As 10 horas da manbi, presents os Srs. des-
emb.vgadores Almeida Albuquerqae, Motta, Ac-
cioli, Domingue* Silva e Souza Leaj, adjnnctos
sorteados anteriormente, abrio-se a sessao.
JULGAJIE ;T03.
Aggravu de pclicjl.o
N. 13. Aggravante. Fiavio Ferreira Calao, ag-
gravado o juizo. Ik-lator o Exra. Sr. presi dente.
Adjaoctos sorteados os Srs. deserabargadore3 Do-
mingues Silva a A^cioli.Negou-se proWmento.
N. 13.Aggravante Joso Ferreira Daltro, ag-
gravado o juizo. Relator o Exm. Sr. presi-iente'
Sorteados adjanctos os Srs. desembargadores Al-
meida Albuquerque e Do.ningues SjUa.-Negou.
se provimento.
N. 10.Asgravante Francelin i Carneiro do La
cerda, aggravado o juizo. Relator o Exm. Sr.
prestdente. Adjunctos sorteados. os Srs. desem-
bargadbres Souza Le3o e Almeida Albuquerque.
Xeou se provimento.
K. 11AggravanteSerra Chuquesse & C ag-
gravado o juizo. Relator o Exm. Sr. presiden e.
Adjunctos sorteados 03 Srs. desembargadore3 Mot-
ta e Accioli.Negou-se provimento.
Aggravo de instramento.
N. 2.Aggravante Jorgs Gatzmayer, aggravado-
o juizo rfos fei'.03 da3 Alagoas. Relator o E\m.
Sr. preiidente. Adjunctos "Sorteados os Sr3. des-
embargadores Almeida Albuquerque e D^mingues
Silva.Negou-sa provimento.
Eacerrouse a ses?ao a meia hora depois do
meio dia,
Tribunal do commerdo.
ACTA DA SESSAO DE 22 DE JUNHO DE
nobre ou
am negociante e um insigniucanta burgaez ou ho-
mem do campo, entre um alto funccionario e um
pequeao empre^ado, podj-ae.estar certi qae, noye
vezes em dez, e a pess'a Si condiclo sabalterna
qae vence a caa3t.
a Mas isto nao se pode considerar como am
systema.'. E o que o alfeota a especialmente o se-
guinte facto : quando se apresentam quesloes ea-
tre os patriies e os dome3tiaos, as nossos juizes
de paz adoptam uma maneira parlieular da pro-
cedar.
Se 6 o patrao qua se qaaixa,' apoiam-se n*uai
certo artigo do codigo qua recasa a accAo civil aos
contratos verbaes, e exclaann oub 9 stmptesmea-
te o direito do qaeixoso.
c Quando a qaeixa e pelo contratto apresenta-
da par um domestico, nio deixa rje sar aceita, e
o patrSo 6 Invariavelmenta condennado.
a Ha juizes por assirn dizer incriveis a esle
respeito.
a Ha pouco em uma cidade do interior, uma
cozinheira lovou a sua ousadia atd ao ponto dedi-
rigir expressdes muito lu30lentes A seu amo, que
era um official superior ; a cozinheira formulou
a sua queixa, e o jaiz de ptz condemaou o amo
em quiuze dias de prisio,
1874.
PRESIDENT!.* DO EXM. SR. CONSfiLHEIRO ANSELMO
fRANTISCO PERETTI.
A's 10 hora3 da manM, presentes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Lopes Machado,
Alves Guerra e o Sr. supplente Sa Leitao, 3. Exc.
o Sr. conselheiro presidente abrio a sessao.
Lidi, foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedente.
EXPEDIENTS.
OfQcio :
Do presidente e secretario da junta dos corre-
tores, reraettendo o bcreiim das colacSos offlcia es
daseraanad* 15 a 20 do corroate.Para archi-
var.
Forara dlstribuidos os-seguintes livros diarios :
Diario de Francisco Mamede de Almeida, dito de
Barros Mendes 4 C, copiador de Souza Moalinho
& C.
DESPACHOS.
Requerimentos :
De Joao de Aranjo Cesar e Francisco Horoncio
de Araujo Lima, associados sob a firma Arnujo
Cesar & C, pedindo transferaneia do livro diario
que seryio a firma Araujo Lima & C Como pe.
dera.
De Admson Howie & C, solicitaido eartidao da
petigao, despacbos, parecer fiscal, informa"fab da
secretaria, a. respeito das uotis que requer.-rara
fossem feitas em sua matricula.W se-lhe3.
De G. Fialho & C, solicilandp que se certiflqae
qual o valor da ultima, cotac^o aa? accoes da
companhia df3 Tnlljoi Urbauos do Recife a Olm-
da e Beberibe.- Cartflquo sa, declarando antes
os supplentes se a ceitWao qae solicitam, tem de
ser passada pel* secrelaria do tribuaal, ou pela
'lunta dos corretores.
De Henrique G. Stepple, requereodo filiminajao
da noraeagao de seu ex-caiieiro Ueariqae Oettlz.
Na forma raquerida. Votaram contra o Sr. d-
putado secretario Oliato Bastos e'S.. Exc. o Sr.
conseihejro presidente, qaa declararam qne sem-
pre oonsideraram Henrique Oettlz, aao'eomo caj-
xeiro e aim como petsoa que exar.'ia illegalmeate
as funcjoei de corretor fazendo transacts quo o
supplicante legalisava.
Do mesmo Stepple, para dar-se-Ihe certidio da
data, em que forara alimiaados de sens caixeirqs
Eduarde Casar Stepple e Edaardo Paton. rfa
forma" requerida.Deolararara o Sr. deputado 94-
cretario Olioto Bastos e o Exm. Sr. soaselheiro
presidente, qua na acta da setsio deste tribunal
ds 16 da junho da 1873, se aeha exaaado o seu
voto, a respeito da circumstanoja "aUegada, de se-
rem os supplioados caixeiros do supplieaate.
De Joao Joaquim da Costa Leite, para eerlifi-
car-se se Antonio Qaiplino Galnardo, aini* oonr
tinua no exercicio da suas funccSej. De"rsa a
certidao requerida.
De H. Maciel da Silva 4 C, irapretaaio,uuft se
mes certiuque as uomeagoas dos sen* ^iaaw*
Sjlvano Verftsimo 4a. Almeida e AVni9'Hn\Uto
Maciel da Silva.Cer tin que se.
D* **>? r\& raquerendo .certidao da no-
meacAa to seu caixeiro, qaal a sua aataralidide
Ao publico,
Tea.lp lido na Pravmeia do dia 18 do corrente,
um artigo sob a epigrapheSera Carupetiio y -,
em qua se procurou nioljstar o Illm. Sr. inspeetor
da theaouraria, pelo facto da nAo tar en ainda
conclOido a especialisajao da fianca qua prastei
para poder exercer o cargo de collector das ren-
das geraes desta ccmarca, cumpre-xe dizer quo
nao C por protect escandalosa do Illm. Sr. ins-
pector, nem por neghgencia de minha parte, que
ainda- nSa- conclni essa especialisacao.
Diversos offrclos tenho recebido do Illm. Sr. ins-
pector, ordenando rae pepsteza e raarcapdo prazo
para tal fim, mis a iaz1o. de nno ter podilo reali-
sar a especjalisasao de mihlia fiaarja, e a segninte :
Para poder exercer igual cargo em SerinMem,
live de prestar fianca. oem como o respectivo as-
crivao, sendo o liador o me.;mo.
Essa flanija consistente em bena de raiz, foi de-
vidamenre especialisada. T.'ndo, porem, si lo no-
meado para esta eomaroa, prestei nova fiani.M, mas
devendo ser o? bens especialm nte dados a hypo-
theca os mpsmos, fei preciso tomar-sd as conlas
relativas ao men exercicio em S .rinhaem, para,
depois de caocelados os b ns, proceier-se a nova
especialisaQao.
Ja foram tomadas as mlnhas cppta, faltara as
do escnvao, a cuja prestac4o estao igualmentc
sujeitjs os bens do mea fiador, pelo que vejome
ainda na impossibilidaile de realisar a nova e'ps-
eialisacao.
A dis'.an ia em que ta acham as collectorias, e
o grande oxp?dieote qne ha na thesoararia, sio
motivos pelys quaes se naotem.podilo concluir o
processo das contas, e ve-ae por conseguinte, que
nao foi senao po*- de-peito ou desejo de moiestar
o Illm. Sr. commendador Emilio, que se taxou de
protccc-ao escandalosa o pneedim-'nto dfllle para
corpigo.'
0; offlcios que leniio-em meu |K>der, as pelicofs
que Ihe tenho^dirigido, o que tudo deve c lliesounria, sao as provas mais sclemnes da ener-
gia e justiea do Illm. Sr.inspector, e do despeito e
vingani'i tto autor de I il annnnrio.
Cabo', 21 de ]ax^.o de 1874.
/. Ii. Gomes Penna.
Ao publico.
Ten Jo sidoerof>razaila pelo Rvm.Fr. LuA-
gero do SS. Some de .Maria, a irmandaie
do S. Benedicto da igreja de Santo Antonio
Jesta cidade, em o Diario de 18 do corrente
para dizer sobre um triste inciJcnle, que ti-
vera lugar por occasia ) da missa solonne,
que a mesma irmandade mandura cantar
em honra deseu padr^eiro e deque faila>a
a Guzelilha do Jornal do Recife dc 1G do
mesmo mez, sob a epigraphoum seraphi-
co modelo, subscrevo a mesma irman-
dade a publicacaj feita p^lo Rvm. Fr Lud-
gero, p r conter-se em dita publica^o a
verdade dos f se, inexact) ter elle procurado obter a re-
gencia da orcbuitra para un musico de
sua affeiQao.
Respondendo assirn ao omprazamento fei-
to, cumpre a irmandade apenas um dever
de adhesdo & verdad .
Re.ifo, 23 de junho de 1871.
0 secretarb,
Joao Silveslre Francisco de Hello,
do Recife, *S ale imih-o
de INM.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTAQOES OFWCkkKS
Algodao de 1- sorte 7^800 por 15 kilos, terca-
felra.
Assucar bruto baixo IJoOOpor 15 kilos, terca-
feira.
Assuear Canal 1J2C0 por 5 kilos, terci-feira
Cambio sobre Londres a 90 div.2j li8 d.
1*000, do banco.
Cambio sobre Paris a 90 d|v. 380 rs. o franco
do banco.
Cambiosobre Pari
banco.
Cambio sobre o Porto
mio, do banco.
Camliio sobre Hamburgo a vbta 475 rs. por R.
M, do banco.
B. de Vasconcetlos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
por
a vista 385 rs. o franco, do
a vista 116 0|0 de pre-
liBCEBBIXRJ* DE RBltDAS INfiRSAS GE-
RAES DB PUIAMWC
iandiiaenlo do dia 1 a 23,. 49:5341621
dam do dia iS _, ..' 2:608*356
. .
'\ "f *4^
SaUfc2i9H-)
rtundimento do dia t
'dem do dia 25
CO.NBOLADO PROVINCIAL
a 23
HMMiOUi
6209*117
122:371* 163
ALFANDEGA
Rendimentc Jo di? 1 a 23. .
Idm do dii 25. .
i'i6.870.251
22:832;i3S
469.702*680
Drscarregam hoje 26 de j-iuho de 187V.
Vapor inglez Boyne mercadorias para alfan-
dega e trapiche Conceicao, para despa-
char.
Barca ingle^a Wenifi id mercadorias para
alfandega.
Lugar americano Charles S. Bayles madeira
para o trapiche Coneeicao, para de*pa-
char.
Barca portugucza Veneedora -genero:
para o trapiche Concei>;ao.
nacionaes
Consislorio da irraanlr.de de Santa Cecilia, erect)
na igreja de Nossa Senhora do Livraraanto, em
mesa region, 22 de junho de 1874.
De ordem da mesarogedora fa;o scjeote a todos
os meus irmaj3 a deliberacao qua a mesma to-
mou, de mandar pablicar o art. 7J | l. e 2. e os
arts. 76, 80 el8 do nosso comproraisso.
c Art. 75. 0 director que convidar para tocar
ou cantar, pessoas qae nao pertencam a irmandade
de Santa Cecilia, pagara para o cofre da irmanda-
de tanto quanto perceberera ditas pessoas, seja
nma ou mais, exceptuando :
1 Aquelles professores que sendo irmaos das
irmandades da Santa Cecilia nas outras provincias
do imperio, apresenlarem a esta irmandade paten-
tes que os declare taes: m s que nao sejant com
tudo dumicilianos nesta Cidade.
2* Os discipulos dos'directbres, emquanto se
acharem debaixo de sens dorainios e direccfies.
Art. 76. Quando as pessoai de quelrata o arti-
go antecedente forem cantar, ou tocar por obse-
qaio, gratuitamente, ainda assim o director entra-
ra para o cofre jom a quaatia de tanto qaaato el-
las deveriara ganhar pela tabeila.
Art. 80. Logo que por motivos justos e provados
for suspense qualquer director de tua paten'.e, a
mesa u far.i coa-lar a tod is os irmaos por meio
de uma circular: a aquclle irmap que faltando ao
disposto neste comproniisso, coaJjuvar a es.se di-
rector suspenso em qualquer funccao, pagara pa-
ra o cofre o duplo do qae'delta deve perceber.
Art. 18. Sera do restricts deyr de toda director
ImpnrtaciEn.
Vapor inglez Boyne, chegado dos portos da Eu
ropa ecrasignado a Alamson, Howie A C, inani-
festoa :
Agulhas 1 caixi a ordem. Aguan mineraea 10
volumes a urdem. Anostras 1 volume a Cramer
Frey & C, 2 caixas aos consigoalarios, I a Silva
Gaioiaries, 1 a Manoel da Silva Faria, 1 a Jorge
Tasso, 1 ao Rariio de Bemlica, 1 a ordem, 4 a
Jos6 Fernandes Lima & C, 2 a H II. de 0 iveira,
I a Antonio Luiz Siqueira, 5 a Josu Howe, 1 a
A. B. Ghewy.
Biscautos 1 ca'xa a H. Huesch Borracha 1
caixa a companhia de-esgoto do Recife. .
Calcado 2 caixas a ordejn, 1 a Lyra_& v'ianna.
Cartas de jogir 12 caixas a Parente Vianna & C.
Chape ^ de palha 1 caixa a Monteiro Gregorio &
C. Conserva? 4 caixas e 1 barrica a II. Huesch.
Ferragens I caixa aos cunsignatario3.
Linhas 4 caixas a ordem. Livros" 2 pacotes a
Wal rido & Souzi.
Meias de algodao 1 caixa aos consignatanos.
Mercadorias diversas 3 caixas a ordem.
Objectos de escriptorio 1 caixa a De Lailhacar
4 C.
Panno fino 2 caixas a tfonbard Mettler <3c C, pel-
ls 1 caixa a D^miagosTeixe ra Bastos, 1 a ordem.
Queijos 20 caixas a Antonio Francisco Corga,
49 a P. J. C Amorim 4 C 27 a Beltrao & Filho,
17 a Jose Correa Braga, 35 a Cardozo Martins &
C, 45 a Antonio Ferreira de Carvalho, 35 a Domin-
gos Joaquim Ferreira Cruz, 17 a Lima & Silva,
32 a Jose Marcelino da Rosa & Filho, 20 a Sraza
Bastos & C, 6 a Jose Joaquim Alves, 17 a ordem,
10 a Ferreira & Vellozo.
Tecidos.7 caixas e 1 fardo a Monhard Mettler &
C, 9 caixas e 15 fardos a Cramer Frey & C, 1
caixa a Bastos & C, 56 caixas a Keller & C, 3 a
Monteiro Gregorio & C., 3 a Phipp3 Brothers & C,
7 a Carneiro & Nogueira, 45 aos consignatarios, 1
a Saunders, Brothers & C, 16 a Mills Latham &
C, 10 a ordem, 2 fardos e 4 caixas a Browa Thom-
son & C.
Valvulas 1 caixa a companhia de esgoto do Re-
cife.
COMPANHIA ALLIANCA f
seguros maritimos e terree-
tres estabelecida na Bahid
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,0O0:0OO:OOd.
Toma seguro de mercadorias e diaJAeiro
i*co maritimo em oavio de vela a vapore*
para dentro e fora do imperio, assim eomc
ujntra fogo sobre predios, generos- e fa-
roudas.
Agente : Joaquim Jose Goncabies Behrao,
ua do Commercio n. 5, 15 audar.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA E0 FOGO.
A eompanbia Indemnisadora, estabelecid*
aesta praQa, toma seguros maritimos sobr*
aavios e seus carregamentos e contra fogo
:u edificios, mercadorias e mobiliaa: na
ua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias,
fretes, dinbeiro a risco efinalmente de qual-
;uer natureza, em vapores, navios \& ela oo
oarcagas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Gonjalves Beltrao & Filho saca.n
por todos os vapores sobre :
que dirigir qualquer funcjao musical participar de Almeida, manifestou
antes por escripto aoptxeurador geral qual a fun-
ccao qae vai ter lugar, para este fazer o compe-
tente assento era livro prcprlo para, este fim des-
tinado, sob pena, se o contrano praticar, de pagir
o dobro da funucao que liver oeeultado.
Assim como charao a attenQfo dos mesmos ir-
maos que se acham debitados para com a irman-
dade, a vir pagaro seu debtto no prazu" de" oito
dias a contar desta data, a ae it^im nao fizerem
verJo os sens aomea por exteaso-oesti mesraa fe-
lha.
Barca por'.ugueza A'oi-a Veneedora, cntrada do
Rio de Janeir. em 23 do ccrrenta e consignada a
Tito Livio Soares, manifestou :
Bacalliao 400 caixas a Barros Mendes & C. Bar
ricas vazias 372 meias a Antonio Joao Furtado
&C.
Cafe 100 saccos a Souza Bastos & C, 100 a Le-
bre 4 Reis, 97 a Manoel Duarte de Figueiredo, 200
a Joaquim Jose Leitao, 100 a Jul o C. P. Barreto,
88 ao consignatirio, 50 a Antoni) Francisco Cor-
ga, 70 a Antonio Jose Gomes, 50 a Paulino Jose
da Costa Amorim & C, 50 a J. J. R. Mondes, 50 a
Magalhaes 4 Irmao, 50 a Fraga 4 Rocha, 50 a
Ricardo J Gomes da Luz, 43 a Cardozo, Martins &
C, 50 a J. Rodrigues de Faria, 40 a Ferreira 4
Vellozo, 1 a B. da Silva Costa Campos. ha 7
caixas a Loiz Duprat.
Fecbaduras 1 caixa a Francisco Gaedes de
Araujo. Fumo em folua 969 fardos a Oliveira
Filho & C. Ferrigens 7 caixas a Joaquim Montei-
ro da Cruz.
Ladrilhe demarmore artificial 15 caixis a Ma-
noel Bast03 de Abreu e Lima. Linhas 1 caixa a
Joaquim Monteiro da Cruz.
Pipas vazias 100 a Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo.
Sola 1 rolo a JoSo Ramos 4 Machado.
Vinho 29 caixa3 a Joao Luiz Ferreira Ribeiro.
Patacho national Principe, entrado do Ilio
Grande do Sul em 24 do corrente e consign a 1j a
Manoel da Silva Maia 4 C, manifestou :
Graxa 10 pipas.
Sebo em raraa 72 barricas.
Xarque 179,933 kilos.
Patacho poriuguez Michaelense, entrado do Pa-
ra em 25 do corrente e consigaado a Antonio P
Anaiia. Evora.
Aguida. Fafe.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Chaves. Leiria.
Elvas. Lisbea.
Amarante. Barcellos.
Guimarae3. Coimbra.
Coviiha. Mirandella.
Melgago. Penafiel
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nova de Portimao.
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja
Valenca.
Villa Real.
Gabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa Nova de Fa.nalicai.

Villa do Conde.
\u.s ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira.
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
Jorge Tasso
IV. 33 Run do Amorim .V 39
Saca por todos os vapore's qnalquer qnantia a
prazo ou a visli sobre esse Banco, ou suas res-
pectivas agendas nas seguintes cidades, villas de
Portugal e ilhas adjaccutes e Hespanha.
A saber :
Portugal c iilia*.
Pipas vazias 130 a ordem.
Jno,
Tamalho.
estes
' To ra aos doent
Forafirofferec1d^'s],4^^'% 1,300 edito-
red dos principaes jornaes fles Estados Uni-
dos, pacotes de amostras contoudo as pilu-
las assucaradas de Bristoi, accrmpanhado do
pedido cspacial que cada um dos editores fi-
zosseseienje a sua opmifto quanta ad resul-
tado dot efteitos produzidos por maio de
suas fantilias ou seusamigos doerrtes. Bo
innumefavel numero'fle satistactorias noUli-
o*^es.publu)adas am rasposta, eilfahimos
as seguintes passagene: o Sr. R. D. Croswell
do Daily Times, nip : No caio d'uma se-
nhora, urjia Sua parenta cb^gada, as pilulap
effefituaram a remogaj? de iocb^as txjitor
p>a qua kmm e^aUdjft para aya 4a **
eosfiuordenado.-Sim: M*M>* umos. TETooodfoa, frlmraim-Gar
Da Ceciliaoo Mamede de AIneJa, aprasentandof ***'' dia : Qa* elle -Iftra proraptamante
.1 oatro ponto, uma jobre sejthora quiz iro- para regisirar-se a pro.iorac.ao junta.- Seja re-1 alliviado d'um eslsdo chronico de eutorpe-*
OE^PACHOS DE BXPORTACAO NO DIA 23 UB
JUNHO DE 1874.
Para os. portos j!d exterior.
No vapor inglez Fire Queen, para Liverpool,
oarregoa : S. Brothers & C. 511 saecas com 37,634
kilos de algodao ; J. Paulo 200 ditas com 16,420
ditos de dito ; S. P. Johnstoa 4 C. 280 saccos com
20,860 ditos de assuear roascavado ; M. M. N\
Netto 1 caixa com 30 ditos de doce.
No navio hespanhol Presidente, para Barcel-
ona, carregou : J. J. G. Beltrao & Filho 255 sae-
cas com 17,498 kilos de algodao.
No patacho hespanhol Elvira, para o Rio da
Praia, carregon : A. Loyo 66 easeos com 30,240
litrosde aguardente.
Na barca portugneza Admirqtel, para Lia-
boa, carregou : H. H. Rabello 4 C. 1 casco com
40 iitros de aguardente.
- No brigue portuguez Cidral, para Lisboa,
carregou : T. L. Soares 160 saecas com 6,389 1|2
'kilos de algodao.
No navio naciooal Jf an'aao IV, para o Bio
da Prata, carregou: A. Lojro 25 barricas com
3,832 kilos de aseucar branw.
Para at portos do inttnor.
Para o Rio Grande do Sul, po brigue brasi-
leiro Arrtio Hallo, carregou : F. B. Pinto Guima-
raes 60 barricas com 4,385 1(2 kilos do assucar
branco.
Para o Bio Grande do Sol, no patacho natio-
nal Satseputfts, carregou : J. B. Mveira 50 pipas
com 24,000 lltros. ue aguardente-.
Para Macaojua barcaca Riachuello, car,re-
fou : A. P. Gomes if ha/ricAs com 130 kilos de
assacar bratjeo.
Aguida. Famalicio.
Amarante. Faro.
Anadia. Figueira.
Arcos. Couvea.
Arco dc Baulheim. Guarda.
Aveira. GuimarSes.
Barca. Lagos.
Bareellos. Lamego.
Beja. Lisboa.
Braganca. Louie.
Cabeceiras de Basto. Mealhada.
Caminha. Melgaco. Mirandella.
Chaves.
Coimbra. Moncao.
Coura. Oliveira de Azemeis.
Covilha. Ovar.
Elvas Penafiel.
Extremoz. Pinhel.
Evora. PontS do Lima.
Fafe. Povoa de Lanh030.
Funcual. Port'Alegre.
Fayal. Portimao.
Porto. Povoa de Varzim.
ftegoa. Silves.
Tavira. Thoraar,
Torres Novas. Valenca.
Vianna. Villa do Conde.
Villa da Feira. Villa Real.

Villa Real de S. Antonio. Villa Pouca d'Aguiar
Vinhaes. Vizeu
Villa Nova da Cerveira.
!!;. jsanlia.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
Seguro eootra-fogo
THE LIVERPOOL A LONDON 6 GLO
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS 4 C.
11Corpo Santo11
NORTHERN.
Capita*. 20,000:000*000
"unclo de reservs. 8,000:000*0e
Agwtes,
Mills Latham & .
RUA DA CRUZ N. 58.
kgusu. f. d oiivm a:.
- A casa commercial e bancaria de Augu st
j d'Oliveira <& C.,'4 rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execucao de ordens
Lpara embarque de prodootos a da todos o-
mais negocios de comiuissio, quor comm er-
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambiaes, e saca i vista e a
i it* i


V
DUrio 4e Pernambuoo Saria feira 2* do Juaiie 4e 1874.
MtHO m se- fl Searetaria da Uiesourarta provincial de Pernaea eatatWos.
eaaaenaes :
Soore o ntHON bank w
HAHSBA.TIC BANK,
de 1.* chase.
E b*nque*ros fool*
A C. e A- 1IACQUE,
Sobre es Srs. joIo
8r$. TONSECAS,
li JOS* M
,Soar* o bamgo UMie Bo porto
AWWSECA.
O AMCO CMMERCIA-
, OS SfS. rftUKKOO GAUKNCIO DA
Soore-o St. aose fer
,ta jvmoft.
Sobre os See. I. s. de vas
Sobre os Srs. maruibos & c.
Jnaciro. Sobre-e banco
B PMJL5T1L, BANCO IUOJOKAL e
FBAHCAKE.
MflVMENTO DO PORTO.
entrado no dia 24.
St dias, paiacbo brastfeiro
deHCtweiadas. capilao A. A. Gadee,
a % carga 195,000 kilo* de earn* ; a
*a Sdea Maia & C
Observacao
mtrados mo dia 25.
It bans, vapor naciooal Stand*
I taaeiadas, commandaote Mariaho,
M, em laslro; a companhia per-
botum ulennedios 16 dias, sea
part* 13 frS dias, vapor inglei
aladii, commandaote Pre-
ai,aa>nem 120, carga fazendas
A Adaaason Howie & C
paiacbo portuguez Michaeleuse, de
capitaj Miguel do 0', equipagem
peeu vanas e laslro ; a Antonio F. dc
sahidot no mesmo dia.
a partngaeu Admirarel, capilao J. J.
an, carga assasar e outros generos.
PnU Barca t>rasileira Marinho IV,
J. S. *> Hesquila, carga assucar e ou-
portos intermedios Vapor in-
ndanle Recks, carga parle
e da Europa.
EDITAES.
O
E
iafpeclor da thesouraria provia-
da ordem da presideacU, de 19
e met, auada fazer publico que vai a
ha 3 cWjnlho proximo vindouro, peran-
4b aeau thesouraria, a obra dos re-
imento e da bomba da varzea do
lapera, na es'.rada da Victoria, enlre 03
IC 18,000 bracas, orcada em 3:ilo#,
4as eoaticdes abaixo copiadas :
a* a* propozerem a esia arremata-
na sala das sessoes da referida
data, ao meio dia.
se mandou fazer publico por
da thesouraria provincial, 20 de ju-
i4bM7L
O offi-ial maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
i para a arrematacao dos repa-
ato e da bomba da varzea
Tapera. na e>lrada da Victoria, en-
rcos 16 a 18,000 bracas.
I* Os reaaros do einpedramentd e da bomba
ssa* execat>4os de jonforruidade com oor<"amen-
a, Ok i>r>uiKa k 3:245*.
2* O arreauuate dara principio a cbra no pra-
aa 4e IS ore, e a eonelairi no de tres mezes.
3* O aagameoio era effeciaado em tres presta-
a proporcao do trabalho executado,
e dtiaiuva 15 dias depois de sua
Bb4o mais qae nao se achar especifica-
regalaio pelo qne di 4e fevereiro do corrente anno.
9 4e joniio de 1871. 0 eugenheiro
F. R. Lieutier.
Caatcrve Liz Salazar Moscoso da Veiga
fBBfiBiai1 M. A. Ferreira.
O abaixo a*Mgnado, presidente da caufara
BBBOfjal 4esta cidade. faz publico que em vir
4e 4c 4Haana ao art 30 do regulamento que
a 4ecreto n. 5.133 de 13 de novem-
IB7S, 4eve a junta de emancipacao de es-
4estA cidade, rennir-se no dia 5 de juho
10 bam do dia, no paco da camara.
b de 4*r prin:ipio ads seas traba-
bo dito regulamen'o.
on OBBitar fa;o o presenie.
4a cacara municipal, 20 de junho de
Maaoel JcAqnim do Rego Albnquer que
O It. S^bastiao do Rego Barros de Laterda,
jaazde direito especial do commercio nes-
ta blade do Recife e seu terrao da capi-
tal 1j provintja de l'ernambuco, por
S. M. imperial e eonstitucienal o Sr. D.
fedro II, a quem Deus guarde, etc.
Ve saber aos que o presenie ediial virem e
4aBt aaajeiB tiverem qne no dia 9 de julho do cor-
icaae aaaw e ka4e arrematar por venda, a quem
r, eai (**$* publica decie juizo, depois da
va aadyacia, o teguinle :
! jacaranda, de guarnicl}, a 101
aa, 1 sola de dita, por 100,1,1 par de con -
! 4rta, com tampo de pedra, por 90*. 1 jar-
14e 4iU, por totf, 2 cadeiras de balanco de
, par 804. 2 diias de braco de diu, por 50*, 1
adaalica4e aaaareUo, por 50*. 1 candieiro
i pe 4e aroaze, por 10*, urn globo por if, urn
paw la-vesttdo 4e amarello, por 80/, 2 pares de
14e viiro a 94 cada urn ; penhorados por
14e Kodhgnes Irmaos & Guimaraes, con-
Mcauetro 4a Siqaeira. E nao bavendo
aae cobra o preco da avaliacio, a arre-
sera feiu pelo preco da adiudicacao, na
4a lei.
caegoe ao coobecimento de todos,
o presenie, que sera publicado pela
i e ibttvIo do logar do costume.
, 93 4* joaho de 1874.
La, Maaoel Maria Rodrigues do Nasci-
ctenvio, o subscrevi.
S3 4e junho dc 1871. Sebastiao do Re-
ieLmxrim.
13M rea. V. S. S. ex-causa.Bari-ot
b-co.JOde jsabo4e t87i.
OaMcialHBMBr,
:_________Migaei Affanao Ferreira.
A. Ol.-. ^o Sup.*.' Arch.\ do
Univ.*,
Uberiaits. Igualdmte e Fntftntidadt.
A Aug.*. La.-. Cap.*. Be-gate** e Aaar
* ao-deat, -ao valle da rua do Barao da Vic-
toria n. 50, transfers as suas ses. ecoo. *. para
msftercas-feirasie cadaemana em horas do ooa-
lame.
Outrosira, toda a correspondeaeia deve ser reee-
bida na rua larga do Rosario n. SL, 2* andar.
Secretaria da Aug.*. Loj.*. Cap.*. Seare-
1* r- Amorda Ordeam. era 23 de junho de
I87i. E.-. V.'.
0 secretario, .
JoSo Ribeivo Petsott'Jie Lacerda.
COMPANhHA
DO
BEBERIBE
No dia 36 do corrente, palas 12 horas
da ruaoha, tec* lugar no escriptorio da
comp^nliia, rua do Cabuga n. 16, a arre-
matacao dos chafarizes abaixo declarados
Os Srg. licitantes podem comparecer com
seus fiadores ou declaragao dos mesmos no
menciooado dia, bu antes no respectivo es-
criptorio, onde melhor poderao informar-se
das condiodes do contrato d arremata^io ;
devendo ser estas proposlas cm carta fecha-
da. Declara-se aos Sra. licitantes que o pa-
gamento sera feito em sedulas..
BASES SOBRE AS OUAES SE DEYE
UNCAR.
Bairro da Boa Vista.
Cbafariz do caes do Capi-
baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova de San-
to Amaro. Dito da rua do
Principe. Dito do largo da
Soledade. Dito da caixa d'a-
gua dos Pires. Dito da praca
doConde d'Eu. Dito da rua
de S. Goncalo. Dito de San-
to Amaro dai Salinas...... 19:502#000
Monteiro.
Cbafariz dessa povoagao. 2015000
Apipucos.
Chafariz dessa povoacdo.. 1335000
Escriptorio da companhia do Beberibe,
25 de junho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues ValenQa.
SANTA CASA DA M1SERICORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta adminisirativa da santa casa di
tfisericordia do Recife, manda fazer publico que
i?. sala de suas sessoes, no dia 25 de Junho pe-
!aa 3 horas da tarde, tem, de ser arrematadas i
quem mais vantagens offereeer, pelo tempo de urn
i tr..-s annos, zs rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELECIMEXTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose".
Casaterrean.il.......201*000
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250/000
Ciuco Pontas.
asa terrea n. I li......362ffo00
Rua da Viracao
Idem n 71 ........2114000
Rua de Antonio Henriques.
idem n. 2G........994000
Rua do Vigario.
!. andar do sobrado n, 27. 325/000
Eojaidem.........375/000
PATR1MOXIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209/000
Beeco das Boias.
Sobrado n. 18.......421/000
Rua da Cruz
Sobrado n. li (fechado).....1:000/09
iRua do Pilar.
Caia terrea n. 100......241/OOC
Rua do Amerim.
Idem n. 31........122/000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201/000
Os pretendentes deverao apresentar no acto d>
irrematacio as saas fian^as, ou comparecererx
icoriipanhados dos rcspectivos fiadore^, devendc
pagar alem da nnda, o preniio da quantia em
que for seguro o predio que contiver estabeleci
mento commercial, assim como o servico da lira
peza e precos dos apparelhos.
Secretana da santa casa da misericordia do R-
iife, 17 de margo o de 1874.
0 escrivao
_____ Pedro Rodrigues de Souza.
-BecNtaria do eoaaefco iaeal 4a roiedade be-
BefltBBteLuxo-BracHeira, 13 de iaaao de 1874.
Aadre iTpinlwiro,
I* secretario.
COrttGLHO DE COMPRAS W aASErUL
DEMARINHjL .
O coneelho eoairata ae aia 27 do arrente mez,
a viste 4e proposlas recebiOM aie .as 11 boraa4a
manbi, e forneeimeato de nnaaHiaulai aos navies
da armada, assim como os seraieos 4e barbeiro a
enfsrmam de Butnoha, e a bwageai de roopa,
unto 4a niesma coaw da comsaofak 4e asrendiaes
arttfees, tndo durante o prewmo eaerelelo 4e
1Mb stars.
Sala das sessdes do conaelho de compr^s
Ae maciaha de Pernjmbaeo, 43 de juubo
de 1874.
Osecretarsa
Alexandre Rodriguet dos Angt.
mm
PINK HiUTW
PBLZAUMA PEMAMTf
COMPANHIA
PERNAMBUCANA
DB
GOYAlfHA.
O vapor Mandahu,
eommandante Mari-
nho, -segwri para o
porto acima, ne de
julho as 9 boras da
bbMb.
Reeebe carga, encommoaoas, .passageiros di-
nheiro a frele: escriptorio ao Forte de Mattos
B. 19.
A'a S i|
las Bialle,
1/ representacao
4o drama maritimo em 4 acics:
4 Senkora da Bonanca.
Theatro Saeto Antonio.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Sabbado 27, domingo 28 e
segunda 29 de junho.
Primeira, seg6nda e terceira representacSo do
drama-sacro em 6 actos e 8 quadros :
0$ Sele Passes.
Entram em scena 70 pejsoa?.
Seenario e vistuario tudo novo.
Os bilhetes estao a venda desde ja no theatro.
Os espectaculos eomecarao as 8 boras em ponto.
TflMTRO
Santo Antonio
F0*iBSaO MARITIMO iM> PORTO
vBpsr au-e l*arasaa a a BraaU
O VAPOR
Almeida Garret
dante Touiaaiui
dJ" esperado de Por-
lugal ate 28 do cor-
rente, depois da in-
dispeaaavel demon
dentro deste porto,
seguira para Bahia e
tuo ie Janeiro.
Passagens e freies de cargas, encommendas e
ealores, iratam-se com os
AGEMEB
K at. Rabello C.
48- Una do Commercio 48
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE -
ieaveara^aa caateira a vapar.
IUCBI6, ESCAUS, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor Coruripe, commao-
dante Santos, seguira pan
os portos acima no dia 30 do
corrente as 5 horas da tarde.
Reeebe carga ate o dia 27,
encommendas, passageiros e
diuheiro a frete ate" as 2 horas do dia da sahi-
ja : escriptorio no Forte do Mattos n. 12. ______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
vearacita cos teira at vapar.
Fernando de Noronba.
O vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para o porto acima
no dia 1 de julho proxi-
mo ao meio dia.
Reeebe carga ate o dia
30 de junho, encommen-
geiros e diaheiro a frete ate as 11 bo-
dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
11
Mi
Consulado provincial
Pela administrpcao do consulado provincial se
faz publico aos respeclivos contribuintes, que da
1* de junho vindouro por diante comeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 21
do regulamento de 16 de abril de 18i2 para a
cobranca a bocca do cofre, do 2 semestre dos im-
postos da decima urbana, 5 0|O sobre bens de mao
morta, e 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao satisfizerem nesse prazo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 de
maio de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Quinta-feira 25 de junho.
beneflclo do ariiata
Flavio Wandek.
S:0 mnito aceito drama em S actos. original fran-
cez:
0 Medico das Criaips.
Terminaraoespectaculo com a scena-comica
0 SR. DQMfNGQS FORA DO SfRIO
Principiara as 8 1|2 horas.
0 beneflciado agradece as pessoas que se dig-
naram aceitar bilhetes de seu beneficio, bem como,
aos collegas que graciosamente se prestaram a
coadjuva lo : a todos o seu reco'nhecimento e era-
tidao.
0 resto dos bilhetes estarao a venda no lugar
do costnme.
As eadeiras de ns. 1 a Hi sao reservadas.
Pacific Steam Navigation liompanj
ROYAL MAIL STEAMER
CHIMBORAZO
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 5
de julho, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool to can do em Ids-
boa e Bordeos, para onde recebeti passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do die
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRA?A DO COMMERCIO14
COMPANHIA Kit A SI I 1 I It 1
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do sul
E' esperade dos portos
do none ate o dia 28 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Ma
AV 11 heiaa
pelo agente Marrtins
armaaeaa da raa da Impe-
radar n. 48.
Leilao
K
10 barricas-com commhos
SEXTA-FE1RA 26 DO CORRENTE
as il horas da man ha
No armazem do Sr. Annes, defronte
faadega.
0 agente Dias, competentemente aatorisado, Ie
vara a leilao, no dia e hora acima designados,
por conta e riscode quem perteneer, 10 barricas
com eominiio.
da al-
Garaote-se a casa a quarquer pessoa qae pre*
tenda para conlinuar com a raesma offlcina, e pa-
ra qualquer esclarecimento, a rua do Marqoez da
Olioda a. 37, primeiro andar, escriptorio do agenlo*
Novo leilao
Agents Pestana
LEILAO
DE
S caixas com peixe, 1 barrica com dito,
4 ditas com cigarros e porcflo de caixas
com cebolas
IIOJE
A'S 11 HORAS EM PONTO.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
f 0 preposto do agenle Pestana fara leilao dos
objectos acima mencionados.
Ijeilao
DA
taverna da rua do B rao do Triumpho n.
65
Sabbado 27 do corrente
A'S 11 HORAS DA .MANha
0 agente Martins fara leilao, sem Itmites, a re-
queriiento de Jos6 Jacome Tasso, e por mandado
do Illm. Sr. Dr. juiz de direito da 2." vara Jo civel
da arma'.-.ao e generos da taverna da rua do Ca-
rlo do Triumpho b. 63, pertencente a Joaqoim Jo
se da Silva Azevedo, e penhorada pelb referido
Tassp, para pagamento de alugueis.
ffS9
DE
Charutos de Havana.
( em lotes a vontade dos compradores)
SABBADO 27 DO CORRENTE
A's tt 1|9 horas.
No armazem da rua do Trapiche n. 44.
Por interven<#o do agente Pinto.
Por occasiao do leilao de cerveja, cognac, tinta
e outros generos de estiva, no armazem dos Srs.
Braga Son & C.
leilao
CIRCO EQUESTRE
NO
4o Ilka. Sr. inspector desta tbesou-
que chegne ao conbeci-
qoe em virtnde do oflicio
4a provincia, de 20 do cor-
a praca annunciada para a
barracao sito na estrada de Santo
* Sabaas, onde esteve outr'ora o quariel
raaiB m tai palace para
aBBBBt aas aiereaadj?,
4a ExaL Sr areaatale 4
Companhia Fidelidade
Seguros inariifmoi e tarreatres
A agencia desta companhia toma segnros ma
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratulto ao
segurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
__________51 Rua do Apolld 51
CAMPO DAS PRINCEZAS
Portos do none
E' esperado dos portos do sul ate o dia 27 do cor-
rente e seguira para os do norte depois da de-
mora do costume.
Para carga.. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Rio-Grande do Sul.
PATACHO
. FRAKCISCft.
Reeebe carga a frete para o referido pdrto : a
tratar com Amorim Irmaos A C.
Armazens da companhia per -
nambucana.
Seguros contra logo
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
cellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em gerai
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, servico
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediants previo aceordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e asphaJtados, isentos de
cupim, rates, etc., etc.
As pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quem
tratar.
4a Otesoararia de faxenda de Per-
iaajaaaoae 1874.
Ol- escnpturvie aervindo de secretario,
Carlos Joao 4e Souza Correia.

St. inspector da thesoura-
i pablieo, para conhecimento
i a praca annunciada para o
para a arremaUclo. das ma-
4as obras feitas netta reparUcao
4a para o dia 11 de de julho proxi-
i4a tiaauraiiaae fazenda de Pernam-
a2S Ac Jaaaa 4e 1874.
9> aacripBarario serviado de secretario,
Carka Joio de Souza Correia.
KCLARACOES.
provineial se faz pablieo
ie iulh .
o povoado
fer4a para o dia 3 de julho proximo
can da bomba para
Secretaria do gymnasio provincial da Per-
nambuco, 20 do junho de 1874.
For esta secretaria te declara aos pals, tutores e
Srocoradores dos alumnos deste institute, que do
ia 22 do corrente principia a correr o prazo de
oito dias, dentro do qual sao obrigados a pagar a
pensao dos mesmos, correspondents ao terceiro
trimestre do corrente anno.
0 secretario,
Celto Fertunano Fernandes Qutntella.
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
Grande e variado espccCacnlo
Sabbado 27 do corrente.
Trabalbam todos os artistas.
Ojoven riograndense Joao Baptista, fara ma-
ravilhas na arte de equilar-ao no cavallo em pello.
0 artista arabe Algibran dara saltos com facas
e mais objectos.
0 disuncto equilibrista pernambucanoj Joao Ter-
tuliano, fara prodigios em diversas maneiras de
equilibrar.
Principiara as 8 horas da noite.
Domingo 28 do corrente.
* Pomposo espectaculo.
A's 5 l| horas da tarde
egunda-feira 29.
Dia santo.
Cirande eaaectaeala.
A's & 1| horas da tarde
Cujo programma constara dos melhor es traba-
lhos da companhia.
1*. B. Nos domingos e dias~ santos principiara
sempre
A's & i| horas da tarde.
Os biJ betes vende-se no circo.
PRECOS.
Entrada geral 1*000
Cadeiras 2*000
Lisboa e Porto
Segue viagem com a possivel brevidade a barca
porloguezagiVooa Vencedora, reeebe carga e pas-
sageiros : a tratar com Tito Livio Soares, rua do
Torres n. 20.__________________________
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Maranhao.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demor* o hiate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se com os consignata-
rios Joaquira Jose" Gancalves Belrrao & Filho, a
ma do Commercio n. 5.
Ceara, Macao e Mossoro.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ter alguma
carga engajada e para a que Ibe falta, trata-se
com os consignatarios Joaquira Jose Gon^alves
Bellrao A Filho, a rna do Commercio n. 5.
Para a Bahia.
Para o referido porto segue com brevidade o
hiate Joven Arthur, por ter grande parte da carga
engajada, para o resto que Iheialta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, na rua do Bom Jesus n. 57.
AVISOS MARITIMOS.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
ciooal Iidbel, tem parte de sen carregamento en-
gajado ; e para o resto qua Ibe falta, trata-se com
o seu consignaUria Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jeans n. 87.
De ordem de Illm. Sr. Inspector da thesou-
raria de fazenda publico, para conhecimento dos
mteressados, que a praca annunciada para o dia 17
do corrente, para a arrematacao de fornecimento
de objectos de expedients desta reparticao, duran-
te o semestre da iulho a dezembro do corrente
anno, e que nSo node ter lugar per causa de con-
cor$o que se esta procedendo, sera effeetuada a
"27 deste mez.
Secreuria da these uraria de fazenda de Pernam-
buco, 19 Je junho de 1874.
0 escrivao servindo de secretario,
Carles Joao de Souza Correia.
liUza-BrazIleira.
De ordem do Exm. Sr. presidents, convoco to-
dos os Srs. socios, para a sessio de assemblea ge-
ral no dia 26 do corrente, as 6 horas da tarde, pa-
ra discussio do projecto da reforma parcial dos
Real companhia de paqueles in-
glezes a vapor.
No dia 2i do corrente espera-se dos portos do
anl o vapor inglez Neva, coomandaate Waal,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, locando nos portos de S. Vicente e
Lisboa
Para passagens, fretes, etc., trata-se na agenda,
raa do Commercto n. 40. _________
Rio de Janeiro
Pane indicado porto segue com poneos dias
de demora a barca portugueza Peliz Uniao por
ter a maior parte da sea carregamento engajado,
s para o resto qne Iks falta, trata-se com os con-
$AS?lV&it S.T1 Mxao"*" I Sexta-feir 26 do corrente
LEILOES.
LEILAO
DE
uma secretaria, 2 carteiras 2 mochos, i balcSo, 2
mesas grandes, prateleiras, paos para estiva,
prensa de copiar cartas, e muitos outros acces-
sories de armazem e escriptorio.
SEXTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
as It horas.
Por interveno&o do agente Pinto
bo armazem e primeiro andar do sobrado da rna
do Bom Jesus n. It. '
DE
moveis, louc,a, vidros
o objectos de ouro e prata.
Seado : am apparelbo de prata do Porto, para
cba, coasiaado de 2 bules,. assucareiro, mantei-
Saeira, nm faqueiro completo, diversos objectos
b ouro de gosto moderno, mbbilias de amarello,
aovas e ns das; ditas de jacaranda, do gosto an-
Uao, sofas avuiso.i, consolos, eadeiras, camas
traneezas, nm guarda vestidos, pianos, cabides,
camas para meninas, espelbos, leoca para almo-
(0 a jantar, vidros e nma inhoidade de objectos
qae serio vendidos
ao Gorrer do marteUo
DE
generos de estiva, seado :
. 10 caixas com cognac Chanteau Ville.
5 ditas idem idem *.
10 barricas com cerveja.
25 latas tinta azul preparada a oleo.
25 ditas dita preta idem idem.
Sabbado 27 do corrente
A's 11 horas.
No armazem da rua do Tnpiche n. 44.
Braga Son & C, tendo mudado o seu arma
zem de fazendas da rua do Trapiche n. il para
o armazem da rua da Cadeia n. 25, fara leilao
por intervencao do agente Pinto dos generos de
estiva acima mencionados existentes no armazem
velho da rna do Trapiche n. 44, onde se ellectua-
ra o leilao.
LEILAO
DE
tmoveise mais artigos, e uma canoa propria
para familia
SABBADO 27 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
Em o 2.* andar do sobrado da rua do Marquez de
Olinda n. 25. *
0 agente Dias, competentemente'autorisado, por
despacho do Illm. Sr. desembargad^r juiz de-or-
phaos, levara a leilao, no dia e hora acima designa-
dos, os moveis o mais artigos pertencenles aos bens
do fallccido Manoel Antonio Vieira
A SABER:
Uma raobllia de jacaranda, 1 dita de amarello,
i commoda de dito, 1 sofa de jacaranda, 2 espe-
lbos, moldura dourada, 4 jarros para flores. 2
bancas para jogo, de jacaranda, 1 mesa redonda
dc dito, 1 guarda-roupa de mogno, 1 marqueza de
amarello, 1 mesa de dito, 1 mesa para jogo, 1 ca-
ma de amarello, 1 commoda de mogno, 1 aparador
de amarello, 1 commoda de dito, 1 guarda-roupa
estragado, 2 pares de lanteruas, 1 candieiro para
kerosene, 1 par de escarradetras, 1 canoa, pro-
pria para familia, e para qualquer informacao, a
agenda, a rua do Marquez de Olinda n. 37, pri-
meiro andar,
Agente Pestana
LEILAO
DE
MIUIBEZAS
Terea>feira 34a do corrente
No primeiro andar da rua do V-gario Thenorio
n. 11
as 11 horas em ponto
0 preposto do agente Pestana fara 1 eilao dos
objectos seguintes :
Duzias de pares de botinas para senhoras.
Ditas para meninas.
Ditas de facos para senhoras.
Ditas de ditos para meninas.
Ditas de gravatas parabomeas.
Ditas de ditas para senh ras.
Ditas de golinbas para senhoras.
Espelbos grandes e pequenos, com moldura dou-
rada.
Mantilhas pretas para senhora?.
17 duzias de oleo oriza, perfeito. .
Terca-feira SO do corrente
No primeiro andar da rua do Vigario.The-
norio n. 11.
A'S 11 HORAS EM PONTO.
De urn sobrado n. 30, sito i raa do Viscon-
de de Pclotas, (outr'ora Aragao) com as
seguintescommodidades : 2 salas, 2 quar-
tos e cozinba, pavimento terreo, 1 sala e
2 quartos, bom quintal plantado e ca-
cimba.
QUINTA-FEIRA 2 DE JULHO.
A's 11 horas da manha
No escriptorio i rua do Bom Jesus n. o'J,
primeiro andar
0 agente Pinho Bjrges, autorisado, vendara tea
leilao o referido sobrado por conta e risco,de quem
perteneer.
Qaalquer esclarecimento relativo, o mesmo agen-
te pode dar.
LEILAO
DE
fazendas avariadas
miudezas, chapeos de pello preto, ditos de caetor,
preles e brancos, ditos de seda, meias para ho-
inem, algodio azul, gravatas estraitas e largas,
chapSos para senhoras, elastico para botina*,
, sapatos de casemira e outros muitos
Quinta-feira 2 de julho
as 11 lit horas
No primeiro andar do sobrado da rua do
Bom Jesus n. 53.
0 apenle Pinho Borges* vendera em leilao as fa-
zendas avariadas acima declaradas, por ccota e
risco de qnem perteneer.__________-
Grande
Em continuac,ao
DE
moveis novos pra liquidar, no armazem
do Sr. Joao dos Santos Coelho, ;i rua do
Bom Jesus n. 44
Quinta-feira 2 de julho
A's 11 3{4 horas em ponto
Um rico piano, 1 raobilia nova de jacaranda,
composta de sofa, consolos, com tampos de mar-
more, 4 cadeiras de bracos,- 12 ditas de guarni-
Sao, I raobilia de amarello, nova e completa, guar-
. avestidos, guarda-roupa de amarello, camas
francezas de jacaranda e amarello, 1 toilette de
jacaranda, mesa elastica de 18 palmos, ditas pe-
quena?, cadeiras avulsas, consolos, marqueza?,
marquezdes para casal e solteiro, lavatonos de
mogno e amarello, bancas para jogo, cadeiras de
faia, ditas de bracos, ditas de balanco, ditas para
creancas, secretariat, carteiras, mesas para es-
criptorio, 1 aparador de mogno, 1 bagatela com.
pertenca?, cabides, mesas redondas, 6 importan-
tes pedras marmores, com 5 1|2 palmos de com-
primento, 4 l|2 de largura e 1 l|2 pollegadas de
grossura, e uma de nove palmos de comprimen-
to, i 1|2 gellegadas de grossura e outros moveis
ijue estarao patentes no dia do leilao.
Em conlinuacao o mesmo agente Pinho Borges
vendera joias de ouro de maito gosto, cono: biin-
cosr aderecos, alGneles, anneis, relogios, 1 salva
de prata, e,outros artigos do mesmo genero.
0 agente Pinho Borges, autorisado pelo Sr. Joao
dos Santas Coeltao, vendera os moveis acima men-
cionados, ao correr do martello.
0 agente eonvida as seus freguezes e amigos a
concorrerem a este leilao.
!ttl
3
6^ *. ft, ^\ #
Bom
negocio.
Vende-se ou arren^a-se o grande predio
de um andar e sot3o, sito na rua do Bispo
Coutinho, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas toas saias
de frente, um salSo no sotao, seis quart3S
espaQosos e frescos, uma grande cochelra,
quintal toJo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma l)oa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-se prepara-
do com tod is os moveis indispensavtis a
uma grande familia, serd assim vendido ou
sepa os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da Uniao n. 49, sobrado, atraz do
pago da assemblea.
Precisa-se de uma ama
ara cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
LEILAO
DE
toda a ferramenta, instruments e uteusilios
da ferraria de D. Luiza Constantina Ma-
cbaupk
Terca-feira 30 do corrente
as 11 h ran da manha
Em o estabelecimcnto a. 69 da rua do Barao do
, Triumpho, largo do chafariz.
0 agente Dias, competentemente autorisado por
mandado do Illm. Sr Dr. juiz de direito da 2.* va-
ra desta cidade, levara a leilao, no dia e hora aci-
ma designados, os artigos qne abaixo se declara
A SABER:
.. i machina* completas, para furar, seado uma
n. 4, e outra n. 7, 0 toraos patentes de bancada, 5
sufras de forjas. 2 folles com forges e todas as
suas pertencas, ferramenta completa para serra-
Iheiro, 20 duzias de limas sortidas, 218 folhas de
ferro, 125chaves sortidas, 250 librae de chum bo
em barra, novo, 1 balanca decimal, 1 pieao, 2 bi-
gornas, 1 cylindro, 38 cepos de pedix. 10 grades,
2 varandas, 1,000 libras de ferro, 458 pedacos de
dito novo, a jo de Milao, parafusos diversos, gre
lhas para fogao, 3 toneladas de carvSo de pedra, 1
dita de ferro velh"o, 1 relogio, 1 carteira de ama-
rello, em bom estado, e muitos outros artigos qae
Atteneao
Os abaixo assignados declaram pelo presents e
previnem a quem o Sr. Joaquim Tneodoro Correia
da Silva offereeer uma parte do sitio denominado
Cumbe ou Cafezeiro, que nao facam negocio com
o mesmo Sr. Correia, porque este Sr. nao tem
terras nos referidos fitios nem no sitio Combe,
nem no Bringuel, nem em ontro qualquer que
.facam parte das mattas dos sitios Cnmbe, Cafe-
zeiros e Bringuel, e pelo presente pratesta contra
qualquer transacgao que com o mesmo iizer qual-
quer pessoa visto que os consenbores dos referi-
dos sitios e mattas do Cumbe Cafezeiros e Brin-
guel, sao os abaixo assignados Antonia Isabel do
Canto, Melchiades Manoel dos Santos Lima, Anna
Idalina da Costa Guimaraes, Francisco Rodrigues
dos Santos, Claudino Jose Rodrigues dos Santos,
e Antonio Manoel dos Santos Lima.
Aluga-se o terceiro andar e sotao do sobra-
do do azulejo, a rua da Imperatrii n. 14, o qnal
tem excellentes commodos para uma numerosa
familia, e outros gozos da vida domestica, como
agua- encanada, gaz, muito fresca, e uma excel-
lente vista ; e a grande vantagem de se achar
caiada e pintada ha pouco tempo: a tratar no pri-
meiro andar do sobrado a rua do Vigario o. 1.
AVISO.
Mo se' prestando o peqneno espaeo do armazem
n. 10 A, a rua da Hadre de Decs, para um abaste-
eido deposito das diversas marcas de furao, qne o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
diante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominafao de ^
ARMAZEM DO FUMO
A' ran do Amorim n. 41
com todas as proporcSes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguezes dtrigir-se, certos de que,
como ate aqni, iiehsrio sempre a par da modici-
dade dos precos, a maior sineeridade possivel. En-
tre as differentes marcas de furao da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadai, acaba de
chegar nma eneemmenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscieote o abai-
xo assignado de que neste genero d negocio trio
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem o> tenha com relaqao ao pequeno lucre
que procurara obter da dita mercadoria.
__________Josi5 Domingues do Carmo e Silva.
Na rua velha de Santa Rita n. 57, precisa-s

<.

\
estario patentes ao exarae dos Srs. compradores.lalugar nma preta para vender com ttbolemx.
I
0



Diario do Pernamblicu Sexta feira 26 de Junho de 1874.
ESSENCE CONCENTRADA
^_M_^_ 1MB
mnoBA
Premiada tp expo-
si -io de Vienna d'Aus-
tria.
DE MF.niTO
St
E
i
ENGOMADEIRA.
Lava se, e engoma se, com perfuicSo
rua do Nogueira n. 18.
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOU
> aaramente vegetal Verdadeiro puriflcador do sangue. sem mercurio.
* ale *> e urn remedio hoje recoohecido como am poderoso depura-
para eon de todas as molestias que teen a sua origem na impureza do tangue,
as aaolettias Stphiutkas, Bodbaticas a EscaoroL08A6, Rhkumatismo, Empi.ngens, Dar-
s, Ebcfco'is, rrc. arc.
. proiigioaos effeitos nne tem prodnzifto a Baseneta de Caroba, por loda parte
6 ** *= aMo apropriadaneate experimeutada, a tem feito adoplar como um dos medicarnen-
eaergicos para a cars de todas as molestias de natureza sypbilitica e.
firasco acompaaha uma instruccao para a maneira de usar.
Poinada aiiti-darlrosa
as aJleccGes eutaneas, darlhros, comichoes, etc., etc.
lnguenl# de lamba
Para can das boobas, nlceras, ehegas antigas, etc.. etc.
UN1CAME.NTE PREPARADO POR
ROUQUAYROL IRMAUS, SDCCESSORES
Bolica Franeeza.
22 Rua do Bom Jesus 22 -
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
INJECQAO DO DR. HALTEBRE
Da faculdade d& medicina de Paris, cavalheiro
da legiao de honra
UNICA
SOBERANA E KVFALLIVEL.
A Meaaorrhagia, on pnrgarao, e uma infiammacao do canal da urttra, occasionada a niaior
lias vans pets communieacio impura. Nao 6 uma affeccio geral, que d lugar, como a syplis a
Imaaairine. E' nma afTeecio puramente-iooal. Effectivameote, os nedieamentos que ha
appticsdos interiormente contra este mal, taes como a copahiba, cubebas, elc, nao pro-
saao eomnranieando as ourinas algumas das suas composi;es, que, pela sua passagem
i caaal, se tornam uma verdadeira injeccao.
Fata qae aera aecessario carregar o esiomago com essas preparacoes nauseabundas e repng
r para qeee pteciso fatigar os inteslinos com a sua accao irriiante ? A resposta e simples :=
a aaada descoberto uma mistura qoe, introduzida directamente no canal, produzisse os mes-
iseaa leaser maos resultadoe. As injeocdes tao fatladas ale aqui, conseguem fazer parar-a
a. porem pela irritaeao consecutiva qaeproduzem no canal, sao vrma ameaca permanente de
, afcrrtn ateito maisterrivel que o mal qoe se pretende curar. Eis aqui porque a malor parte
edkos, reeosaas, com raiao, de as empregar.
Preseaaeoieate, este fundado temor nio existe. A injeccao qne nos apresentamos ao pubHco,
aata dec aaaos de bons resultados, nao interrompidos, nao e irriiante. E' anti bleunonkafiica
i toda a exieasao da palavra. Queremos der e a causa do mal, qne ella destroe, decoropondo os
dapurgacao e tonificando amucoza e as glandulas d'onde provem a sua origem. A sua
dolorosa, e se uma ligeira impre-sao se segue a sua introduces, essa iropressao
esegac-tteuma sensacio inmediata e nao desagradavel.
n
i nma ligeira
0 sen tratamento nao
n ontro aoxiliar para fazer parar em muito pouco tempo as purgacoes, ainda mais
*es
Qoasi seanpre basta am
reasbase aoaaprego de doas.
so frasco para a cura, pois nao nos eoireta que houvesse purgarao que
SENHORAS
Ha mcito tempo qne as IKires brancas, leucorrheas, etc., tem sido ccnsideradasnas senhoras co-
"?"*|i acoaalituicio aniimica, qoe na linguagem vulgar Ihes cbamam pallidas cores, quando el-
^no^a causa do entraquecimento, e pobrez* do sangue. D'ahi provem o erro que
i commettem ainda, detratardo eslado geral, em lugar decuidar do estade local, que
...jaMomas geraes. Nio e lugar proprio este de tratarmos theoricarrente o facto que
ok acred;tamos qae basta aponta-lo para que, todo o modico consciencioso reconhera o
1 Til T.
A aossa iajecrio tende sempre a suspender esses corrimentos sempre rebel Jes a qualiuer me-
i para obter esse resaltado e preciso que seja dada eom o roaior cuidado, e que pe-
ats pequenas pregas da mucaza, pois qu e ao fundo da mucoza que esia a causa da
*ecj*o. Ss convidamos a* pessoas qae recorrerem a Bossa injeccao, a servirem-se, de preferencia
* faataaer, da seringa direita, formada de um lubo de vidro do qual a extremidadc redonda
i bunros. EsUs seringas tem sobre as outras* vantagem de abnr largamente a vagina, e
. a meboca em contaclo eom o liquido injectado, ccrndicao indispensavel para a eura.
Dnas colberes de sopa da nossa injeccao lancadas n'uma quantidade d'agua suflkiecte para en-
cier a scnaga, bastam para uma injeccao, que deve ser repetida tres vezes por dia.
i mutt ayeccao e prophylatica, isto e, evita o mal. Uma so injeccao basta, depois de cm con-
cto saspeito, para por ao abrigo de todo o receiode doenca.
DEPCS1TO ^OB^^SIL
BARTHOLOMEO k C.
34 Rualarga do Rosario=34
PEilMMBUPO.
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
PIANOS.
Acalwni do ch. gar rnuilo bons pianos fortes e de
jftgaates QodruVw, dos mais notarew e bfm Co
DitecMj)* l;ibricafttes-i como lejam r AI|>hoiie Mi
ii'P.cl, limn Wvvs, e Pleycl Wolff & (]. : no Vapoj
Prancez, a ** du Bafio " u. 7. apreC/is iiiuiU) commodus.
. Perfumarias..
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
irifice, agu.i de flor de laranja, agua de loilele,
divina, Florida, lavande, p6s de srroz, salwnetea,
erosjneticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para prescntes em frascos de extractos, caixi-
nhas surlidas e garrafas de dilTerenles tamanhos
d'agua de Cologne, tado de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabrican>es Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
*rligos de disTercntea gositoa
phantaxiaa.
Espelhos, leqoes, luvas, joias d'onro, tesourinbas,
canivetes, caixinhas de coslura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bobinhas de relludo,
dita.de couro, e cestinhas parabracosde meninas,
cbicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
clobos de papel para illuminacoes, machinas de
fazer cafe, espanadores de palbas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para crianjas, 9
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qae se pode desejar da to
dos os brinquedos fabricados em diflerntes paries
da Europa, para entretimentos das criancas, todo
a precos mais resumidos qne e" possivel: ao ar-
mazem do Vapor Prancez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calfado francez
A9|
Botinas para homem
Acabam de che?ar grandes jacturas de botina;
de bezerro, de cordavao, de pelica. de doraque
com biqueira, de bezerro com botoe9, e com ilno-
zes a JtjjWOO (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para scnhora.
EOTINAS pretas, brancas e de cflres. diflerentes
lists, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores diflerentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninaai.
BOTINAS prelas, brancas e de cores differenles,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portnguezes.
Para meninas.
BOTINAS de bezerro, lu9tre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro,de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Betas a Napoleao e a GuHherrae, purtmr
meias pcrneiras para lumens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Frances, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
FUNDICAO DO
RUA DO BRIM
BOWMAN
H. 2
(Passaudo o chafariz)
PEDEM MIS aenbores (it ongcrtho e fidro scrirnliorea, f. mprppa(l.tres rte (E
iinisioo o favor de oau vniu a ana eauberacimentu, para vrem o iurm sortimentc
omplet j qoe abi tem; seado todo aoperior em qoalidade e (ortidSo; o qae com a in;
eclo pessoal pode-ae veriBear.
ESPEGAL ATTBN^AO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDiglO
dos mais moderoos aystemai e em ta
maohos convenieotes para aa diversas
descaro^ar algodio.
oa tamanboa, as^melborea qoe aqai
de todoa
exutem.
para animaea, agoa e vapor.
.
LOPES & C.
ESTABELECIMENTO DE PRIMEIRA ORDEM
Rua do Barao da Victoria n. 14, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO DE JANEIRO
Aotta-se monudo sob as melbores condigoes de arte, e aberto d
ooDCurrencia publica, este estabelecimento, o primeiro, semduvida,
desta provincia, no qual se liram retratos pelos melhores e mais
I sjstemas, empregnndo-se somente material de primeira
qoalidade, e garantindo-se
Semelhan^a, nitadez e dnracao.
Trabalhi-se todos os dias ateis e de guards, desde as 10 boras
da raanbi is quatro da tarde, nao prejudicando o tempo de chuva
oa nabUdo a perfeiclo dos retratos.
Faz-se toda a qualidade^de copias, augmentando-as ou diminuiii-
A>as.
duzia ^e retratos de uma s6 pessoa, em cartfles para al-
butB.
Paca os retratos esmaltados, colloriJos, grupos, augmentados be
uau labella de precos.
TnaHe retratos ate tanaanbo natural.
EXPOSICAO
DE NOITE
'ayog op **mu 'te 'TTHao ouaojaa
I*" 'jg*" !,ra *ou e onb o 'saiao sawnviodan oiraj tost enb
tvpn *wmtuofn oxnjtp HnptMun 'mot 'Tmn&y p oioaorejsJJ oaoh

TlBlra tie :;iiiit(it do s>r. l^confc
Este vinho preparado com optimo vinho de
Malaga 6 o melhor de todos es tonicos reconsti-
tuietcs na convalescen;a das molestias graves, e
- se recommenda para a cura dos padecimentos
do cstomago e intestinos, febres de toda a espe-
cie, com o caracter intermittente.
vinho e \Krope de lacto pbospbato
ie oal do Dr. Lecontc-Becommen-
dado pelos medicos como o melhor agente re-
constituinte para favorecer a nutricao, a for-
niacao dos ossos nas criancas e enriquecer o
sangue.
a ii>!j de Boldo e elixir.da mesina
planta preparado por Frimanlt.-
As folhas do boldo sao empregadas no Chile
como remeoMo domestico, mnito eflicaz, para a
cura dos padecimentos do ligado, de que 6 o
antidoto, como o quinino & das febres.
t irtio e elixir de cacao da Bolivia.
de Cirinianll.Tonico fortificante, diges-
tivo e reparador das forcas exhauridas:
Vinho de qnina rerntsinoHO de fcrl-
inault.Ireparado com vinho de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, conslitue um
precioso agente therapeutico para a cura da
Chlorou, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangne, chlorose e as diversas mples-
tias das senhoras.,
Xorape de citaoral hydratado do Dr.
LeconteOs medicos e aconselham com
successo contra a gota, as aphalgias, vertigens,
hystona, insomnia, epilepsia, nevralgias, tosse
asthmatica, coqueluche, etc.
Creme de blstnntho de erfmauLt.
Contra as gastrites, diarrheas, gastralgias, dy-
senteria.
Xarope de bromureto << jxxassu >l-
Grimanll.-Anti nervoso c applicado com
optimo resuitado no tratamento 4a gota e rbeu-
matismo.
infju da India de firimauit.Cura ins-
taniemente as enxaqae^as, dores de cabeca,
nevralgias e dyarrheas.
Fenro de-tsirard.Protoxoto de ferro. 0
melhor de todos os preparados de ferro para o
tratamento das molestias que reelamam este
agente therapeutico.
Pastilbaa de inaiiia de (.rimaalt.
Bmpregam-ee como laxativas e nnrgativas
contra os catarrhos mucosos, falta de appetite,
catarrho pulmonar.
Oleo de flgad* de nacalhaO, ferra.
si homo, de ctrlniaalt.E' nm medica-
mento de nma efflcacia constante contra a
chlorose, pallidas cores, anemia, phtysiea, todas
as molestias dospulmSes, lymphatismo, es-
crofulas, etc.
Po ferro mangaalco de Burin du
Baisaon.Agradavel ao tamarse, dotado
de propriedade digestrvas mui activas, e ore-
medio por Axeellencia, oa lenchorrea, anemia,
gastralgi;,, etc.
Pasliiiia de lactajo de feno de Rn-
rin du Buimmon. Digeslivas e optimas
no tratamento das menstruagoes difflceis, floret
brancas e todas as affeccoes nervosas do tabo
digestivo.
< I jonina fiiehel. Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e uoguentos para a
cura das ulceras e feridns de toda a espeoe.
Capanlas de piol de (.rimauii.
Sao recommendadas pelos medicos para reeu-
larisar a menstroacaO prevenir as colicas, dissi-
par as doies dos rins e ainda para as febres
inttermitentes rebeldes.
Fllnlas de podophyUna de fcri-
mauit. Para a cura de todas as molestias
do figado, para combater as prisoes de venire
rebeldes, etc.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA! E DROGARIA
DE
fripores e rodas d'agua
ircamatanciaa dot teohoret proprieUrios e para
Koendas de canna
Rodas dentadas
raixas ie ferro fundido, batido e de cobre.
ilambiques e fandos de alambiques.
.tfaChlTllftmnft P>' mndioca e algodio.l PodendoJ todos
u.cvuiuiBUiUB t para aerrir madeira, f ser movidbs a mlo
Bombas a ... (vor 8ga, vapor'
^^ de pateote, garanttdai........ |oa ammaes. .
Todas as machinas *** & q co?tQma preciir.
Pai qualquer concerto d6 m,chiai,,no'a ww o,ni r"nmdo.
PormaS d6 ffirTO tem m6'ltlor61 e Q,'i baratas existeotea no mer
ffnAnmniAflilaei Incombe-ie de mandar vir qnalqner machinismo i von-
waaaMiAvuiirur* tarje $QI clientei, lembrando-lhea a vantagem de fazerem
compraa por intermedio de pesaoa entendida, e qne em qnalqner neceaaidade p6de
* presUr aaxillo.
Irados amerioanos 'in,lr^,nenlo, ,8ricoU,
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE & IRMAO
aBELLEIREIROS
Premiados mT exposicao de 1872
rua
E2-a
IMPERATRIZ
. N.i8aj
[!. ANDAR.
>-31 S r. .*<
Otrptnn Jim' > I
RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
1. ANDAR.

24--Rna do Marquez de Olinda-24
Eaqiilna^do beeco Largo
Participa a sens frrgnezes e amigos que mudou
o sen estabelecimento do relojoeiro para' a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parcde, americano?, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as qnalida- es, patente tuisso,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. ingtez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de euro, plaquet e prata. lunetss
de tod^s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
G<>rieiro
Similes
Acabam do receber pelo vapor Mendo~a :
Riquissimos enrtes de gtrgnrSo de serialises <
com listras athamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o necessario para seu eufeite, como seja :
franjas, trancas, t ot5es, fivellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
i
Acabam de reformer o sea estabelecimento, collocando-o"nas' melhores con-
diccSes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e ^s Eimas. Sras. n'a-
quillo que f6r tendente 4 arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homenscorao para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trao^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por iaso pode vender 20 /o menos que outro qualquer, garantindo
perfei^ao no trabalho, agrado,- sinceridade e pre^o razoavel.
Ponteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porclo e a retalho e todos os utensilios pertencentes a arte de cabelleireiro.
W*V
I
PHARMACIA NORMAL
m
DE
JOSE EE.IAS DC MOUEI &
17Largo do Mercado Publico17
(Autiga rlbeira de N. Jose)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposiijao do respeitavel pnblico esta nova Phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos preparados no estran-
trangeiro, tado novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria altencao,
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que compoe a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua conGan-
ca, pudem estaricertasde que serao conscienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
* s&jBi &:&/& mm r CriBSBltorio medico
DO
Dr. XSgirilio.
RUA DA CRUZ N. 26, 2. AiNDAR.
Recem-chegado da Enrepa, onde ire-
quentou 03 hospitaes de Paris e Loudres,
pode ser proenrado a qualquer hora do
dia ou da noite para objeeto de sua pro-
fissao.
Consultas das 6 boras da maii'aa as 8 ;,o-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pubres.
ESl'ECIALIDADE?.
Moiestias de senhoras, d;t pulie e de
crian^a.
!
1"' "-"V:kJ

. .
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir is Esms. Srs. familias quearaba de fazer a ac-
quisigSo de om perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" habilitado a desem-
pennar qualquer encommenda de sua arte; e se acha a* disposi^ao das pessoas que dc seu
prestimofcse queirara utilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarSo sempre a Monitor dos caBelleireiroe, onde se acham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, paFa soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne a*s mesmas excellentissimas senhoras, que recebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, bandds, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo mencionados:
Coque de cabello de L5$, 20)5 a 50-jCOO.
Trancas de dito 109, 129 159 a 20^000.
Cachepaine de dito 159, 204 a 30-J000.
Crescentes de dito 20(j, a 50800 0.
- lambemepcontrarjoum eompletosortimento recebido ha pouco, de cabellos de todas
as cores e comprimento.
N. 51.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
more;
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-sc
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
raos metaesepedras.

i
]

- -. -.
Alugam-se
Joaquim Paulino Cavalcante
Uma pessoa que deseja ser util a Joaquim Pan-
lino Cavalcante, que desta provlneia segnio para
Santos, e foi eicontrado no Rio, me offereee sens
prestimos e ate" mesmo os meios de voita para esta j da S. Francisco, no conalstorioda mesma ordem
cidade, e pede que se dirija em carta para a ty-
os armazens da travessa dos Expostos n. 18, e da
rua de Barreto de Menezes n. 8, anliga rua da Ca-
: a tratar com o ministro da ordem terceira
1501000.
ESCRAVA FU61D4
Fugio da casa de seu senhcr a escrava Felicia,
de cor parda clara, cabellos corridos ato us lura-
bros, baixa, cheia do corpo, rosto redondn, falta-
lhe um dente do laio direito, foi acompanbada
pur um homem (praca de cavallaria) o qual so coa-
ma Francisco de tal Vasconcellos, tambem pardo,
da mesma cor da escrava ; cunsta terem segutda
para o sertae, donde sao ambos naturaes : recom-
menda-se as antoridades c capitaes de campo a
apprehensao de dita escrava,- remettendo-a a
Camboa do Carmo n. 3._______
AGUAS MINERAES NATURAES
DE
Viehy-Cusset
Preferivels as dc Vlrliy-Viciiy
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mais eflicaz na anemia, na
albnminaria, na chlorosis, no empobrecimi-ntu, do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sSo muito notaveis.
Forile Elisabeth, nao se alters nunca e i a mais
rica das aguas de Vichy em bicarbonato de toda
em magnesia e recommendada pelos senbores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos Hi
figado, do bacp, nas afleccoes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o nome da fonte na capaula.
Vende-se em caixas a retalho,. no unico de-
} posito
PHARMACIA AMERICANA
DB
Fcrreira -Uaia ct Coiupanhia
57-RUA DUQUE DE CAXIAS -57
Alugua-se
uma casa terrea a rua de S. Joao
tado
- n. 43, era es-
> asseio, com gaz e cambrone :
pographia dette Diario,
de Figueiroa.
enderecada ao' Dr. Felix
Na rua da Uniao, casa n. 55, precisa-se ala-
gar uma preta flel para o servico as vendas. Na
mesma casa faz-se bolos de toda a qualidade. -
ENGENH0
Ha-mais de um anno fugio desta cidade do Re-
cife, e se suppoe nella occulto ou ter seguido
para a provincia da Parahyba, o escravo Jose, com
os signaessegumtes : eflr preta, de altura regu-
poueo mais ou menos,
55"J de fomi, rua de"s.7org;rcasaanlriK
Aiuga-se
andar eom soUfo, sito a rua da
Bartbolomen k C.
3* RUA LARGA DO ROSARIO 34
i li^^u 22 aiinC3 de idade>
Vende-se e tambem arrenaa-se e engenho Pos w Ialla ae a?mes na frente, sendo pore"m o sig-
tosi. situado na fregnezia de Agua-Preu, a dna- naI mais aenaivel nma exerescencia na palpebra
legnas da esta^o do camlnho de ferro, e movido <>ue P"eee cego d-* nm olho : quem o capturar,
por agua. e snas obras estio novas a muito bem tra8a" a rua Direjta n. 119; on da SauJade n. 32'
organisadasj tambem tem muitas e excellentea ter-15??k8?ra generosamente recompensado pelo
Refiia(do.
Precisa-se de batadoree de
rua do Rangel n. 43.
optimos : na
ra, tanto de vanea como ladeiras de grande fer-
Ulidade, eom mnita matta e de1 boa qualidade com
uma legua de fundo, e mil e tantas bracas de tes-
tada, tem proporclo para fafrejar annnalmente
para mais ae quatro mil pacs; qaem pretendei
dirija-so i cidade de Olinda, rua de Joao Pernandes
Vieira n 63 qoe achara eom quem tritar.
Na rua Nova n. fiO, primeiro andar, noua
thesonraria das loterias, prtcisa-se alogar um
criado para casa de famIHa
Vende-se am Undo casa] de pavfies, sendo o
macho todo branco e a fNnea rajswa. Sio bo-
itaot I na rua das Calcadas o. 38.
,____ ev_>..u..ul.u>D iowuipeusaao pe/o seu
aennor, e protesto-ss contra qoem o tiver occulto
pelos prejuizos. '
o armazem e 3
r?*t,nr" 11' tendf bastantes^commodo^'e
a tratar na rua do Vigano n. 31. F '
ri,~ae?e"3ehUm rao Para caixeiro de nlda-
t alar nfrl,^,^1 ame pralica P> '" : a
traiar najua Direita, casa n. 8, 2 andar cartori"
do escnvao Torres Bandeira. carwno
mTJ^S?e1 segundo andar e sotao com bone
eommodos, fresco, salas e alcova forradas de oa
pel _e todo bem preparado, contendo 7 auartos
coxinha, saleta pVra'engoinmado, raalasTqSt
ul: na rna do Rancei n a ^^ ^^
Aluga-se uma escrava para comprar e coal-
- Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 47|nbar para casa de ponca nmllla, e por Weco
da rua da imperatrii: a tratar no segundo andar I commodo; qnem nraeisaridirija-se em Santo Ama-
do mesmo sobrade. Iro,aobrado Jtnto doeSriolnJeT
rna do Rangel n. 73
deSoiuadaS lot6TiiS> com Amnio ^"Bodrignes
Engenho para vender ou
tnendar.
Arrenda-se ou vende-se o engenho Cananduba,
B fregnezia de Jaboatlo, proximo a povoacSo : a
nratar no mesmo engenho, ou na rua-do Marquez
do 0Ln3a n. i.
Casa para alugar.
Alaga-se uma propria pan taverna ou outro
qualquer estabelecimento, na rua do Barao de S.
Borja, angga^do Sebo, n. 3 : a IraUr corn Jcao
Martins de Harros. a rna da Madr> de Dens
0 Moole Lima ~
tem um completo sortimento de galio e franjas de
ouro e pra'a verdadeiros de todas as largoras
abotoaduras douradas para oCfleiaes, canutilbos e
eofeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
Ulins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e doaradas para criado,
eta, assim como, nm completo sortimento de fran-
jas, galao falso para ornamento, cordSo de la com
borla para qnadros e espelbos (conforme o .^osto
da encommenda) tudo por muito menos preco que
em outra qnalqner parte : na praca da Indepec-
dencia n. 17, junto a ioja do Sr. Arutes.
m


,fefera> dfii?ataaiibHca m Saxta (eira 23 de Juuho d* &S4

FIINMCAO JEvft&R^AWFiNK
m in Barao in Triompfto (rna doBrnm) as. 140 a
AVIS
eoatiiiuam
CARDOSO *
J n
aos?enh.or df engenb/s e pule* agricultures e ao publico em geral que
,~ IftSf 6 Ing,aterr?> ^58 e America, todas as fercagens e macUinas.ie-
^aos estabelecimentos agncolas, as mais mode, nas e melhor obra qne tern vindo
apores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, <* rrelbores que tern vmdo ao mera'o
tAlaeiraS de sobresalente para vapores.
MoeiidaS iuteiras e meias raoendas, obra como nunca aqui reio.
KaS Adidas e batidas, dos melhores fabricantes.
Kodasdagua
hihu
com cabaje de ferro, fortes e bem acabadas.
KodaS dentadaS de todos os tam.nhos a aualidades.
Relogioseapitos para vapore,
Bombas *_ ^L,J !8d0pidiJ6lfi *b 80
-::->*it tad
Arados
vapores.
de ferro, de repucho.
de diversas qnalidades.
Formaa para assucar
7 grandes e pequenas.
ia*
'
.iivhaoi-u
ardim.

-
Yarandas deferro fundido, francezas de diversos e bonitos g09tOT.
rogoes francezes para lenha e carvio, obra superior.
Ditos ditos p,ra gaz.
Jarros de ferro fundido para
Pes deferro para raesa e banco.
Machina p, ge!.r ,gua.
\ al Villas par, bomba e banheiro.
Correias iaglezas para machinismo.
Baneos e sofas ^ mm de madeira> parajarJim.
UGncertOS C0Qcertp com prOmptidao qualquer obra .
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
QCOmmendaS mandara vir por encommenda da Europa, qaalauer machinismo,
. a~ n. p3ra que.se coupon Am com uma respeitave? casa de Londres
jmm am 60s melhores engenbeiros de Ir.glaterra ; incumbem-se de mandar assentar
WM'nacbiiMs, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Kns do P-rao do Triumpho '(ruado Brum) ns. 1&0 a 104
F C N D J C A 0 DE CARDOSO IRMAO.
dscrivio na eidade de Nazareth desta proyincia,
favor de vir* a rua Duqne do Caxias n. 36, ft oon-
ciuir aquelle negoeio que S. S. m tomprometteu a
realiaar, pela terceira chamada desta jornal, em
Hm de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a fevereiro e abrll de 1872, e nada ctmprio;
e por este tmm 6 de doto chamSdo para dilo
dm, pois S* S. se deve lembrar que este negoeio
dejnais de oito anno3, e quando o Sr. aeu lubo se
va nesta eidade.
COftSdal
Empreza do gaz
A empreza do gaz tern" a honra de' annunciar ao
publico que recebdu cKitnaroente um espiendido
'j |i| sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
a pedra dura a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
jne a fura sens fregneies peto preeo mais razoavel posBivel.
gnacio Vieira da lidll
Precisa se de aoia ama de leite, escrava ou
livre : na rua do Imperador n. 32, t andar.
Ama d# leite
Precisase de uma ama de leite qoe spjatnoc
"oteriaf. a
e sadia : a traur na thesouraria
9 horaj da manha as 3 da tar.V.
das
AMA
Cruzes
Precisa-se de uraa para casa
de pequena familia : a rua
Duque de Caxias, outr'ora das
CflBsallorie mcdffo-drnrgieo 5,c;t0Te"0D
A. 15% da feilva Maia. ft r
A TTlfl Precisa-se de uma ama para cozinbar
* para casa de pouea familia : a rua do
129.

Precisa-se dj uma ama-para casade
duas pessoas : na ruada Moeda n. 5, 2.
Rna do Viscowle de" AJbuqnerqtie n.
11,.outr'ora rua da matrix'da Boa-Vista
Chamados : a qaaiqrrer Bdra.
GoosulUs: Aos po es gratis, das 2 as
ft boras da tarda.
j Precisa-se de uma ama para o servico ia
" "tertw de uma casa de ponca familRi: a tratar na
rua Duqne de1 Caxias n. 99, armazem de mcvei?.
ATTiflCJB)
Precisa-se coraprar uma uegtioha de 9 a
10 annos de idadte, qne seja sadia e sem Ti.
cios: nueta tiver e quiwr render dirijarse ao
3: andar desta typograpbia para 4ratar.
.>
>r..i*in*
ftm *
ou machina, para o qoe teea
Eiigenho
Vende-sa o engenbo S. Pedro, sitaado na pro-
vincia de Alagoas, domarca do Porto ealo, a
menos de uma legoa, distante do porto db mar do
Game!!*, tern oxcaJTaates terras, matas, e safreja
ragumrmcute 1.COO pees : a tratar na rua do Vi-
garioa.31.
49 Rua do Imperador 40 JE
41
m ertaWecimento o melhor sortimento de pianos dos mars afamados autores
sa i: Hrrz. Pleycl, I'lap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de oianoa suoe-
!os expressarnente construir para este clima, o qual os
- s6 enconiraraj nesta casa.
'm-se pinnn? usHos em troca. ~
-;.- r -fh;nm-se
isn-se aos Srs.
pianos- supe-
amadores dos.
pianos.
pre
.' fctiha
., gfet.
concertadores de pianos
msi- completv sortimento de materials p-ra concertar pianos, como
para os mesmos, cravelhos, parafusos, castorv camursa. cordas,

1^0I]fIPE:R.k^OR 49
i ro'ou cozinheira.

da Victoria n 14, primeiro
n^ c^rinheiro ou cozinbeira.
crava fusida
COMSlLTORfO
Medico-cirurgico
DO
Dr. Johi1 Felix da Canlia Me
neiett.
Medico operador.
RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
Ba- cooaaltas todos os diae das 9 bo-
ras- da manha as ft da tarde, dessa hora
emdiante acha-se prompto para qual-
quer cbamado, em casa de sua residencla
a rua da Princeza Isabel- n. 4, junto a
estacao dos trilbos de Olmda.
Das 7- as 9 horas da manha da consnl-
tas xratts aos pobret.
ESPECIALIDM>E3- -
Molestiaa-syphiliticas, via digestiva e fe i
bras.
AMA
Precisa se de uma
na rua da Uniao n. 47.
AMA
da Gone rdia p. 10.
Piecisa-se de uma que sai
ba coziohar, coroprar e mais
servie/) para 3 peasoas: a rua
Amn Precisa-se de uma ama para eozinbar:
xa.iuci> n3 rna d0 Barao-da Victoria n. 25.
4 MA No Corredor do Bispo n. 5, precisa
r*"LX-cl- se alogar uma eserava que saiba cozi
nbar a engommar.
- Pugiram do engeabe Ajudante. no anno de
I8TO, as aserairos seguintes: !.? Prancisco, crionlo,
preto, eo idade de 28 anoos prneo mais ou rae-
nos, altura regular, corpo regular, olhos granites
e braocoa, dentes perfeitot, cab*Ptos earapinhados,
pes grossos, barba a cavaigoac, bigode e pera,
uma cicatriz par eima do olho esquerdo, muito
conversador e risoabo. 2.*Antonrv cabra, com
idade de 23 armos pouca mais o menos, alto,
seeeo, olboa grandes1 e vermelfcos, ponca barba,
cabellos bib ftnto aoltos, dentes perfeitos, ne
compridos aseecos, abos compraios ao narao
de Naza'reik Roga-se portactn aos oapitaes de
campo e as autoridades policiaes a eaptora dos
me3mos escravo?, visto haver descoaflaaiji que
estao occultos na comarca de Pajiide Flores,
ou Rio de S. Francisco, qr.e terao a paga- tie 600
a quern os leva* ao seu seahor no. enget.'io Aju-
dante, ao Sr. Enillo Pererra de Araujn
Precisa-se de duas amas, utca para comprar e
coz'nhar, e outra para engommar, qae sejam am-
bas peritas: quern quizer dirija-se ao lerceiro
andar desta typograhia, para tratar.
I Vsd
.-.-...--a Maria,"eor cabra, idade 26
lar, m pa. tea todos "os den-
Erila alg::ai3, cal>e?l)s carapi-
ie brxg.i no rostu e tern um
a an ; mm grande e estufado
ate !p am actraz q:ie e!la teve,
. e *j ieii. daa costas na altura das pas,
outra pi, e ella tern o vicio de
-' le J.i'.i clara e dous chales
x Iha e outro novo de cor encar-
t padroe- taivez ella diga em
e.-uver que e forra e troque o ]
: ".i tern oma irma mntata, e3cra
srador em Tigipii'i,
i dka aeerava latia. quo-esta
.ea-*e i i iaies policiies e capi-
- a> c;n; a few a capture e Ice-a a ruada
que se grauficara.
;
Fugio do engnnho Ajudante, freguezia da Es
cada, no anno de 1872, o escravo Guilberme, eom-
os signaes setmintes-: pardo, com idade de 25 an-
nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
olhos grande?, cabellos cachiados, pes compridos
e seeeos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
t ba, nariz comprido eum tanto arqueado, umas
i^ sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
17 de raaio do cor- de?cnnfia-?e que estoji na eidade da Parahyba.
P.oga se as autorida'es policiaes e capities de
camp s a apprebensao de duo escravo e ser en-
trcgne ao seu senhor Emilio Pereira de Aranjo,
no engenho Ajudante, e receberao por paea
300,5000
Isabel Augusta Kt-nlla l*int.
Manoel Jose Carneiro Pinto, con-
Vida aos parentes e ?migos de sua
sempre lembrada esposa, Isabel.
Augusta Scolla PiBto, para assis-
tirem a algumas missas qae serao
resadas por alma da finada, no dia
i, onde foi 27 do corrente, as 7 hi ras da manha, na igreja de
fugid.i abi s. Pedrr, primeiro anniversariu de fallecimento da
r r riftq qne a!gu.m tern ella acou- mesma finada ; antecipando desde ja o seu eterno
irecon'icci.nento a todos que mais uma vez se dig-
na: em comparecer ao acto.
i
1
T08W
Mm
DO
ilr. Sola Rosa
m
m
m
m
m
#
Vsa :* narao da Virloria
* rua \ v.i n '16. primeiro andar.
^ OuX:.IXTAS das 10 horas da manb5
S a>> om:o dia, e cbamado> por escripto a
- bra do di i e da ncite.
* ~ 'E JALIOAOES -partos, mclestias
, 4> oAjs e do apparelho respiratorio. g
Escravo fugido
i d j cnrrenle mez que esta fugido do
caia, ale Beberiba, o escravo Luiz,
u > cabodo, corpo regular ; esta
por ter acabado de se tratar de
Reooaraenda-se a sua captura.
i esta aara alugar a loja do sobrado n
M na da Raacel.a anal tern armacio e pres-
yjtx faikpff uegocij : a tratar no seguado
. predio
! far arreodamanto de 3 a 5 annos
i casa e titio, collocada era um dos
i arrahaMes data eidade, com aceommo-
es nara fraad^ familia por ter 6 quartos, 2
*sa salas,saleta para engomm.do, cozinha, opti-
e ataataaae agaa de earimba, tanque, etc.,
toaia a fadLiaJe de trarjporte na linha do-
feaafcaa eaateaabaoabt : a tratar com Graciliano
Oclnii da C Martaas aaa a sua pharraacia a rua
6ftQaaanada.____________________________
I O afta I* \x Pr-ta. dei>a BfOp sens bastan-
at provdraaares aos Srs.: Ceciliano Marnede de
3Jmm.tml latar, Aunnio Baptina Nogueira
"* aa^*l de Miranda em 3*, para gerir a
aaaaaaa da aegaeio aesta praca, e onde mais
oaaaiBr. Retffp, 23 de Jot* i de 187ft.
ftaaeirco MamendedeAlmeida. N
Rredka-ae 4a on neoiau de 10 a 11 annos,
faca caixara da padar-a : na rua Imperial n. 20ft.

Jose liticio 8e Albuquerque
Hello
Miguel Lucio de Albuquerque
Mello, sua mulher, filbos e nora,
tranzidos "de dor pelo fallecioien'.o
deseu caro filho, mano e cunhado,
Jose Lucio de Albuquerque Mello,
convidam a. lodes os sens parentes
e amigos, e do seu sempre lembra-
do filho, para assistirem uma mis-a que mandam
celebrar por sua alma, no dia 27, as 7 horas da
manha, no convento de S. Praneisco, setimo dia de
seu fallecimento ; e se confessam agradecidos por
este acto de caridade.
CASACAIABi
E
Rio Tapado
Alugam-se estas propriedades, sitoadas passan-
do Olinda, e antes de chegar ao Rio Doce : .a trao
tar com o seu proprietario. o commendador Tass
Alugase a casa terrea n. 11, do largo da
Ribelra de S. Jose, propria para qualquer estabe-
lecimento : a tmtar na rua de. Vtarcilio Dias n
34, sobrado.
CASAD00UK0
Aos 4:0009009
Bilhetes garantidos
Rita do Barao da Victoria (oulr oru- Nxma
n. 30, a casa'do costume
0 asarxo assignado acaba de vender nos seas
mafto tefrzes bilhetes a sorle de- 200*000 era um
meio btttiete de n. 3817"& um mo den. 71 eu.-s a
sorte d* JOf)a, alem do outras series menores de
40*000 e 20*000 da loteria qoe se acabou deex-
trabir (104*) ; convida aos poesaidores a vjrem
receber, que promptamente serao pagos.
0 meswo abaixo aesjgoado cc-svjda ao respeits
vel pnblico para vir ao seu estafeetecimento com-
prar os muito feiizes bilhetes.qu? nab deixarao de
tirir qualquer prem, eomo prc-ra peloe me.'acs
aannaMoa
Acham-so a venda ae muito feiiaes bilhetes ga-
antidoa da 3- parte da loteria a beneficio d>
igreja de Abreu de ilria, que s& 3xtrabira no dia
27 is ct rrente mez.
Precos
inteiro ifiOm
Meio 2*060
De lOOeOOO para esaa*.
Inteiro 3*500
Meio 1*730 ,
Remfo, 20 de junho de 1874.
Joao Joa^uiin da CoslaLeite.
iMlHffltlP'
AOS 4^)^000.
BILBCTES GAlUNTfDOS.
A rua Primeiro-de Marco (outr'ora rua d-
Crespo) n. 23 e casa/ do costumt.) ) j
0 abaixo assignado, teado vendido nos sens fe-
Iizei bilhetes um meio n^2099 com 4:0001, dous
meios n. 1033 com 70O*fum meio n. 3617 com
200*, dous meios n 633'com 100*, um meio n.
71 com 100* e outras sortes de 40* e 20* da lote-
ria qoe se acabou de exiraWr (104), convida aos
possuidores a virem recover na conformidade do
costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os lelizes bilhetes garantidos
la 3* parte das loterias a benefleio da igreja
de Abreu de Una (103'), que ae extrahiri no
3abbado, 27 do corrente am *
, nasgos
Bilheto inteiro 4*000
Metobilhete 2*000
km poRgioDE 1009000 para cma.
Biihete inteiro 3*500
Meio bifliete f*750
Manoel Martins Fiuza.
' Fflfeio no dia We abril proximo pas?ado o
escravo Benediclo, crioute, da eOr arata, tem 9t
annos de idade, pouco mais ou menos, 6 de esta-
tura regular, nao tem barba, tarn a*aoafaa aorta-
das de antigos castigos qne sotften, tem sMo visto
para as bandas da Enerazilhada, Beberibe e no
Recife : roga-se a todas as anloridades e-capitaes
de campo a sua apprebensao, e reaiette-lo a rna
Direita n. 22, que serao geaerosamente recompen-
salos.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o angeaho S. Carlos, em
Ipojuca, moento e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conservaeao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Daajoa de Ca-
xias n. 3, t andar, cum Gabriel Anfeaio de Castro
Quintaes.
Ft /T
* EOliSULTBfilO *
MEDICO-CmilRGICO I
ff DO _
S r. Pedro d?Aihayde L. Mostoso- ^
PARTE1RO E OPERADOR
fS(Rua do Vl>eT>n qac n. 39. ga
ESPECIALIDADE
3Iolostias de scshoras e 9
)tt mentnaa. ^4
S Consultas das 7 as 10 horas da ina 2
yft nha, todos os dias. 9
ML Das 6 as 8 da ncite, nas sagnndas, qnap- Mk
2 ,as e sextas-feiras. X
Wt Os doentesque mandarem os scus cha- 9t
Si mados por escripto at 10 boras da ma- Ml
J^ nha btra,) visitados em suas easas. S
,*.;
Cao fugido u roubado*
Quern der notL-ia, ou e levaraa casa do pateo
da matriz da-Samo Antonio n. % segundo andar,
sera recompensado ; os ignaes do eao sao os se-
guintes : ci'.r nmarello, fueiaho preto, orelhM cor-
tadas, com uraas manchas de r&aoje em um dos
lado3 e em uma das orelhas, e- u signal branco
no peito e e muitO' manso.
'3
;"5 Gheshire erndensed
* Leite condensado nov.
"M Cerveja de Nornega.
@ Keller &0.
fiigwAifil Seriohaem.
V4Bdee|feis partes do
engenho fo^ &ito na fre-
guezia de SeHnhaem, distan-
te daestacao de Gamfileira
3 leguas, moente e corlerite,
que aafreja cerca de f,000
paes, com optimas iwr-as,
movido d agua e bem obra-
do, por pFe^oj commodo : a
tratar com Dr. F^ix de Fi-
gueirSa, a rua da& Caimdas
n. 14, ou h afgenal de
gueira. ^
Engeniiofl em Mamam-
guape.
Vaade-se os seguintes :
Barra,
Pregulca,
e Patricia.
A tratar coai saaa aiopriaMfos nesta cidad*.
e para mformacSes com Joaqnkn Pinto de Mei -
relies Puao as inaajqa aadM|#e Mamamguap?
-~ "Wilson Rowe A t vendem bo seu armaaam
rua de Commercio n. 1ft :
verdadeiro panuo de algodao azc* amencanc--
Excelleate ftj davate.
Sognac de quafldade
yinbo de Bordeaux
Can*) de Paftraaa todae as quali'dad**
TACHAS
BATIDaS
(*jalnjjdtf topei* or
* SfjStOMI 1WV0
Mai^-barato do qnem em qualquer outra parte
NA
FuDdi$0 da Aurora
C. 8TARR-A g>,.BK UQltfDACA^.
Vendeia
Wilson, Kowe A C.
Em seu armazem a raa do T>apicbe n. *4, o se-
guinte :
AlgodSe- azul amerieano.
Fio de vela.
Carvao da pedra de todas as qaafidades.
Tudo muito barato.
Sal doAs6
.Tem para-Tender Joaqunn Jose Gon^alves Bel-
trio & Filho,-a bordo do biate Rival; e para Wa-
5.
tar, no sen escriptorio, a ruado Commerri
par;
o n.
Aluga-se
uma casa com Ires quartos e um poqueno sitio, na
Casa Forte : a tratar na rua da Pcnie Velha nu-
mero 84.
Joao Luis Oliveirn Azevedo ^
Antonio Luiz Oliveira Azevedo e Francisco Luiz
(liveira Azevedo, sua mulher Amelia de Azevedo,
Arthur Luiz Oliveira Azevedo (auseBte), Amelia da
Conceicao Oliveira Azevedo Bastos, -Julio Lolz Oli-
veira Azevedo, Joao Luiz Oliveira Azevedo Sobri-
nho, Jose Antonio Sonza Bastes, irmaos e sobri-
nhos, cheios da mais acerba dflr pela racrte de
seu mnito prejado e charo irmao e tio, Joao Luiz
Olivnra Azevedo, fallecido em Portugal no dia 2
do corrente, convidam aos sens araigos para as-
sistirem a a'gumas missas. que mandam dizer no
dia 2 de julho, peias 7 horas da manha, na igreja
da Madre de Deos. Desde fa se confessam agra-
decidos por este ohsequio.___________
0 lenente coronel Lino Manoel
de Castro Araujo, sua mulber e
sens filhos, conyidam aos sen1- pa-
rentes e amigos para assistirem 40
dia 27 do corrente, pelas 8 horas
da manha, a missa que pela alma
_ de seu presado filho e irmao, Por-
Brio Manoel de Castro Araujo, fallecido ao da %l
do corrente, mandam celebrar na igreja da Gla-
ria da freguezia da Boa'Vista.
ha mais cabellos
ImHr^o*
nmuiu jaVHEZA.
anicaapproTada pelas acadenuas de
leeoabecada s perior a toda qne
aft* hoje. Deposito princi-
pal 4 raa da Cadeia do Recife, hoje Majv
' *e OUnda, n. II, 1.* andar, e em
as boticw e casas de cabellei-
Antonio de
Manoel Antonio de Lona, por si e em nome ae
sua irma e tias, agradece eordialmente a todos 03
senhores sacerdotes e mais pessoas que assisliram
aos ultimos suffragios feitos_ao corpo de seu pre.
sado e sempre chorado irmao 0 couego Lino do
Monte Carmello Luna, e igualmente, aos senhores
professores. que fizeram parte da orchestra* que
nenhnma retribuiclo quizeram receber.
Escravo fugido
Fugio de Villa-Bella oescraso do nome Jose,'
cabofilo, de 30 annos de idada, pouco maia ou
menos, altura e grossura regulares, tem os- peitos
abertos, cabello corrido, falla bem e com modera-
cao; consta que veio para esta eidade com 6 dm
aaamtar praca : pede-se, portanto, as autorida-
dea policiaes e capitaes de campo a apprebensao.
do referido escravo, e entrega-lo em Villa-Bella, a
sua senbora Carolina-Cavalcante de Andrade, on
00 Recife, loja deOcmealTes, Irmio & C, a rn^doj
Livramento n. t% que serao com generosida^e re-
compensados.
1 1
- Preeisa-ae de um.feitor para 0 engenha Sa-
pucaia de Beberibe, e que aeja homem affeito at)
campo.
t- Vende-se a c^sa 0, 43, com
sita na rna da Paz.- a
bans copaodoa,
. tratar na do Crronet L-
menba n. H, das 4 is 6 horas da-'Anrde.
a casa terreaa. 133 da rua de Vidal de tfegrei-
ros, com exceUentes commodos : a tratar na rua
do Marqnez da Olinda n. 52, armazem.________
A queni preeisar
de uma excellente cozinheira portugueza, ja idosa,
procure no bocco do Padre" n. 20, 2 andar. Pre-
fere casa de homem aolteiro.
Aluga-se um moleque para 0 servico de casa
de familia, do que tem compieia pratica : a tra-
tar na rua Duque de Caxias n. 33.
Na rua da Imperatriz, n, 3, I? andar, com-
pra-se apolices da Companbia do Beberibe.
Atten^ao
Avisa-se as pessoas que compraram bilhetes da
accan de um boi e um earro, a qual tinha de cor-
rer com a ultima loteria do corrente mez de juaho,
que a mesma fica trausfer da para extrahir-se com
a ultima de julho, visto como o>dono nao pOde
passar todos os bilhetes.
Lava-se e engomma-se
asseio : na rua da Viracao d.
deS. Pedro
com promptidao e
11 oitao da igreja
Boa casa.
Aluga-se 0 palacete do faJleeido Custodio h,&
Alves Guimaraes, na ilha dos Ratos (Boa-Vista),
onde moron uitunameato o Illm. Sr. Dr. Ignacio de
Barro3 Barreto : a-tratar na lja de Posso, a rua.
Primeiro da Marco (aatiga do Crespo), junto ao
arco de Santo Antonio.
0 abaixo assignado declara ao respeitave1,
publico que eomo eucontraase passoa com igual
nome ao seu, -Jos6 Braz da Silva, por cujo motivo,
de bora em diante assignar-se-aa Jose Bras da
Silva Oliveira.
Aluga-se 0 armazem n. 0 da rua da Moeda,
com boas accommodates para deposito de algo-
dao ou.UatJos auaesquer aenaeas.:. a tratar a rna
da Madre de Deus n. 5, 1.* andar.
BoloS: a**aios, eonrn aspaaial.
Fa.0 de 16, ditoa.
Bandeja-s ^wion* & nven gostos.
A.ossenheres^^d,^^
Para grandes jantares, lunchs, etc., etc.
Pecas para cantro do mesa, ditas menores para
djta; estea trabalhos e todos cs mais pertencentes
A.arte de confeltairo podemj aar, encommendados
a rua do Imperador n. 8, psito da raa de S. Fran-
cisco, encarrega-se deUes.o dona da
i\*rfeitoirift
que existio oatr'ora, denormnada doa
Anajtazes
rua daCruzr^^^HHHa^B^B^H
Os donos de estabejMi,
WMMMrorn PVwmI
teiio um ceiio n _.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrento
anno fngio o mulato Vicente, escravo, de 20 annoa-j
de idade, bonita figora, barba & estatura regular,
levaado veslida e eu> um sacco roupa de algodao
branco e alguma mais iina, pertsucente a um cai-
xeiro da casa donde fogio ; e oatupal da fregue-
zia de- Saat'Anoa du Matto.*, diz ,-er livre, casado,
e ter sido eriado em companhia da roadrinha D.
Anna Loiza da Luz, de quem. alias, foi escravo :
roga-se, portanto, ao's Srs. capitaes de campo
e auttmdades policiaes a apprebensao do dito es-
cravo, e entregal 0 na eidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaqu in Moreira Reis, ou
na eidade do Assii ao Sr. Torquato Augusto da
Oliveira Baptista, qae serao genoro3araente grati-
ficadas.
Alegria sextupla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Pogos soltar,
K' ter prazer!
Manifestagao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhos as-alegrias,
Dos fogos as-liadascdres,
Dos santos os quatrodias i;
a um immense prazer
Que todos devem gozar,
Sem ter medo de peccar
E de ao infemo irem ter I
Exposj^ao todo dia 1
Entsada gratis a agua fria !
VanUgem ext-aordSnana, :
2D OjO dinheiro .
ReaMdade:
Venham ver se quesem crer
A verdado do exposto,
Quem n3o vier aao tem gosto
E tristeza ha de saffree ;
PoU e faeto esta provado
Do Campos a ge.ral fama
De vender bom e barato
Come se va do peoglamma I
Libecdade deascolba I
Igualdade aas -qnalidades I
Frateraidado nos-preee I
COPEIRO.
Na rua do Imperailor n. St? 2 asdar, pr^cisa-se
de um optirao uopeiro,
de rae: a e recsdes.
qua seja aetivo no servico
LIYROS A VENDA.
No priroairo andar desta lypographia em
mao do administrador, venie-se os seguin-
te livrinhos :
O luasuta Esperta dia!*>go ins-
tructivo/critico, analvtico, historico, e mo-
ral, entre um matuto e um liberal por 500
rs. cada exemplar.
Educacuii Faaailiarromance, 0
e uma serie de leituras-, 2 volumes por
I$000.
Precisa-se alugar uma preta esorava ou li-
vre para vender na rua : a tratar na rua do Fogo
n. 26, sobrado.
Aluga-se uma esarava que sabe comprar e
cozinhar : a tratar na rua do Marqoez de Olinda
n. 1, segundo andar.___________________
Precisa-se de 3:000* a juros, por um anno
dando-se em garantia escrayo3 em valor muito
superior, a contento : quem coavier tal negoeio,
deixe carta fechada no escriptirio desta typogra-
phia, ou a. rua de S. Joao n. 7 a 9, com as iniciaes
A.C
COMPBAS.
I
Attraccao!
Pyrotechnia!
Gastronomia !
28 Rna do' Imperador S&
Armaum do Campo*
Extasis maravilhosos t
Sorpraza e prazer -
Ver para crer
Saato Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fogos:
Fabricantes neritos f
Cores cambiantes I
Vistas rntiUmtes I
Effeitos prodlglnsoa I
Resnltados inoffensivos I
Precoa diminutos I
- Seneros:
Qnalidades superores 1
Sabores agradaveis 1
t Cheiros embrtagantes I
Propriedadas excitantes
Influencias nutrientes I
. Precos resumidos I
Importacao directa!
.VariedadB ccmpkta 1
Verdade 1
Smceridade I
Especialidades I
Raridades I
m\mm
Offere-se um cozinheiro.: qnim preeisar, diri-
fjti-w it itt* Iron p. 3ft
AVISO
Precisa-se comprar iaaa escravoa, pedrebrv e
carapina, paja se bem : a tratar aa tbesoararia
das loterias, a rua Primeiro de Msico a, 6.
I Trastes. J
& Compra se e vende-se trastesaovos
ft e usados no armaaem da rna 0 Im-
& perador n. 48
ALERTA
Com o n. 4S-,. 4 ma do
Queimado n. 43
Terronie Io Iiecro do Paixe Frito.
ou Juxto n leta ln Wagnolla.
Cru*qru<'in asaegaw :
Lazinuua 1. quadrds pretos a 210 rs. o covado.
Ditas de qnadrcs e de cores a JftO rs. o covado.
Granadrne da listras, a parwiense, a 180 rs o c-
vado.-
Poupelina de seda de furta cures a ti o covado.
Gimbraia Victoria Ona a 35000 a peca.
Dita transparent^ a2|e 2^SO0 a pega.
Lencos chinezes cou versos-a IsWw a duzia
Chales de chita a escoceza, por 2s um.
Cbitas de cores a 2i0 e 280-rs. o atvad)..
Brim pardo fino a 100 rs. o covado.
GBlchas para cama a 2S e 3/5 uma.
Leneoes de bramante a 2J.
Cobeitas adamaseadas farradas a "H uma.
Meias para homem. sendo de c5ras a 1 j a duzia
Toalhas muito grandes o 5*|500 a dnzia.
Metins de listras a 300 rs. o covado.
Madapolao avariado a 3S500 a peca.
Camisas iagleys a 2S e 35 nma.
Ditas de cretone a 3 uma.
Aprovcitem que estamos fazendo grande abati
mento, nunca menos de 40 por cento. Dao-s^
amostras com penhor'.
iJ5^
Arniazem da es-
(rella.
Unieo deposito de cal bran-
ca dc S. Beoto e Jagua-
- ribe.
S. 0 -Caes do Ramos-S. 6
& dono deate armazem de materiaes eontrata
em grande porcao cal preta, pela medida dos for-
aos, mediante ajusta, mandando botar ao lugar
competent^, garantindo seriedade neste aegocio.
Vende-se
Cruz n. 4.
lofres de ferro
em casa de Hawkes & C, a rna da.
Vende-se
Craz n. 4.
Chafariz de ferro
casa de Hawkes & t, 4 rua d\
em
Cimento Portland
do verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, primeiro
andar.
VINBAS,
Insignias maconicas.
Amaral, Nabuco & C. vendem insignias maco-
nicas de differentes,grao3 : no Bazar Victoria, a
rua do Barao da Victoria n. 2,
Vende-se na rua do Commercio n. 4, cerveja
Neruega, marca ML:
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Sedas a 1$280 o covodo.
Vende-se boniUs sedas de listras da liadas co-
res pelo baratissimo preco de 15280 o cc^ado,
aproveitem que esta se aeabando na raa do Du-
que de Caxias n. 88, loja da.Denjetrio Baatos.
Casa e lerreios baralos-i
It Sal-
Salsa parrilha.
Nova remessa^ eacaUonte qnaiidide; vaade S
na rus d# Vjtajrio n 16t ft* anaar.
por serein poucos oa exemplares.
Antonio Jose Rodrigues de Souza,
ha das loterias a rua do Grospo n.
casa de taipa.e terrenos de eus si
do Salgadinho : a tratar somente com
Xymphas e LuiziilS^
Sao os nomee do duat' HmTi in i fftjiiea'i illi
hrasileirm, para piano, chegadas ante-hcatam pel
vapor Piir Queen, coapaaigao do profeenkiflnxo
des Santos ; asquaeaseacliam a venaa aaftwa-
ria franctza, a rua Primeiro de Marco a. 9. Qaem
quizer tccar nas noites de S Joao a S. Pedro duas
quadrilius de enthusiasmo, 6 ir em proeara dalbs
armor.5^ r|^ Tfl ftf aflfo
Vende-so ama armaeSo de amarerio, envtdraca-
da, com balcaa^nox-aommodo preco : a tratar na
rui do Cratoo n. MX loja das tres paMaa
fWfefeftdei^ft^
ltnde-se fariaha de milho moida a janpj^dja-
ente, pelos precos seguintes : gfossa para
inzaalOOrs,, dita para angti, pinto e passa-
nabs a 100 rs., paracingtoa e pao. da avenX
a IS) rs., e para cusciis a 140 rs., em arroba e
mais barato : ay ana ^i6piOTfjtoa |Sv
tres Tenesianas fratMoaaa, aavaa, earn eorrantes de
fetfo : a tratar na rua da Imparattiz a. ,3ft, segua-
do andar.
TraflKs drBfiies
Sonaj
ruajfon,
raerj_|ii
loo: a tratar sa mesma.
oada,;
Umbem
gicas, etc
3d4MM a calxa
arSo da
a As de Souza
ebeaVencommendas
dades e precos commo
series, baralhos, tarjet
TT
Para admJMfcftwv
mars moderao que
kifisJI lindos padoes a
'') *6ft lua Oique de Caxias n. 91
Vendai
-se
Vende-ae a taverna s0 % roa lepetii^nl a casa da tea do Hogaeira. n. 38 ; na mesrand
S Inbir iu nuimi j:.i ._ -- ---
diraooa
i
-
id
^^"WBal
l WK 1



V.'
''
7
DkrDTie fkttnkltt^ M gjajft #&?> 2F clPfllfflM^il AP**-
-
fazeodas fmas
* "*M agnolia
,a da Magnolia,a rua Duque ue Cixia* a,
ra stuijire o respo;Uvel publico mo
timento de perfumarias flnas, objectos
i Prinaeiro do Marco u. 7 A
DE
Cordeiro Simoes & 0.
easts qne boje pode com pri-
tnguoses am variadissi-
4e Caaeaaas anas para grande toi-
para uso ordinario de lodas at
Taotajosos, das quaes fax urn
flans dos pretend entes,
in*M ta paamal necessario, e dio amostras
Catta ieaedade Iindas cores:
i a> lodas at c6res.
fcraoco, lizo, de linras, preto, etc.
preto e da cores. '
preto.
railee.
i de seda, prett &,de cores.
Papeaaus de indos padroes.
fid da seda, braaeo e preto.
Ncas basquinas de seda.
"tsacos de merino de cures, la, etc
aafias Waslaras.
-*%e5 eata laibi lia Branca com iiwlos borda-
taaa nprltar e manias para, noivas.
sortimento de las com listras de
de cores.
braacas, lizas e bordadas.
de faaaaapadraes.
, padroec deiicados.
Petrabra* tjoadros, pretas e brancos, listras,
it,(fe.
Brjaadeaaho de edr, preorins oara vestidos,
Uoas eoress de vestido de Sinbo. e files da
uesau Cur, aJtima mod?
Data de cambraia de cares.
Fsssai a> Iindas cAres.
Sana laaiadas pan seahoras.
Caaaiaaa' bordadas para senboras, de liubo e al-
c *ds>
to do lavas <*a verdadeira facrica de
fcemea** -senfioras.
n^aMaaaua.
> tapkLado.
i para auo.
r gnardaatpos adaraascaaos de aj
moesa.
ideH.
bufdaaV*.
taaaau de camisas de iiuho, lizas e
adadas, jora boeiens.
i cures para taomens, tneninos e meoi-
de chapeos de sol par* ho-
cs eseaacrtL
i d> *flre nsra vestidos.
J uaafado e ^3 de verao.
> dot aSw e algodao para to
aiAafaado pardo.
Jasascade'o.
irias de Wr, branco de cores e p^ete.
1 edres com listras.
< de cares e pretus.
' 13, L'ucoi;tiara
, Complete SOrtic
:dphantasia, lavas de JouvIbV artlgbs de mbda e
mludezas Unas, assim como modiadade nos pre-
fos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a raa Duque de Caxias n. 45, aca
i ba de recebor os verdadeiros anneis e voitas elec-
tricas, proprios para os aervosos.
i Meios aderecos
I A Magnolia, a rua Daqae de Caxias n: 43, re-
J cebeu am complete sortimento de -
Meios aderecos de tartaraga.
Meios aderecos de rnadreperola.
.Meios aderecos de seda bordados, (ullima moda
e de muitas ontras qtlalidades.
preta e de cores.
de ttajaim.
i de etau para homens.
cadeira* e conso-
I de liabo e alfodao.
de crocbet para sofa,
Leacot barCados e de labvrintho.
Odeaaa de ereehet
T.Tjaaaa de Sodas as cores.
tocos carles de veslidos de tarlataca burdados
ta cartes.
!i>os, bordados.
! de seda, Kddas cores.
* de seda para seoboras e mer.in*s.
>ucaa tacfcaa aaaeda e la para senboras.
c saiiasealo de leques de madreperolas -e
eVseda.
areu ede cores,
aiiflaprlin panao fino preto e r.zul, eol-
deliabo e algidao, gravatas, la-
e I niwrii, lafteles de lodoe os Umt-
de viafero, peitos bordados para ho-
is de liaoo brancu e de cOros, toalhas,
dc^ etc
E' barato.
Veaifc-se urn pequeno siiio perto da esta-
4o Sargadroho, tendo de frente 150
e de faodos mats de quatrooentos,
legsnte casa de taipa, acabada de
e b*-m ass-iada, tendo isal s, 2
? < ciifaa fora. 0 terreno e pro-
x de planti^des, tendo algurms
de H"*dol agua de beber e todo oer-
i ver e mais explicacoes, no mesmo h-
4) a qaalqver hora a entender-se com Trie-
4* Francisco Torres, e para tratar, na the-
etaana djalatarias, rua 1.* de' Marco
a. C.
I1
^
*
Veade-se a padaria da raa do Barao de S: Bor-
ja, aaJtsn da iebo, n. i5, muito alreguezada :
para war e tratar, com sen dooo, na mesma ; o
aatana da aeada nio d>agradara ao comprador
VENDE-SE
aaaa casa aa tBU de Barreiros, na rua do Com-
*tok par preco aaodieo: a tratar com Tasto
ra*%2 *C
-----', Phltfwia, Be-
at fK Mxueiei> JU.. ^adoi com Appro*
qae a incommoL -ntr tffeceao
w> on qoalqacT o ""^Vfwlor
i, acboio do sea poder re*..
de pnmpU car*.

L
ramasAroS'
J.C. Ayer dr. Ca, Lowell, Mass., E. V.
Cafcwlm r+mctic Analytleot.
g -- veitdh: SB POB
Botoes de a^o r t
A Magnolia, a raa Duque do Caxias n. 4S, tern
para vender os modernos botSes de aco, proprios
para veslidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no racrcado ; .;> eilas:
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 4'S.
Len(}os chinezes
A Magnolia, a rua Daqae de Caxias a. 45, re-
cebeu uraa pequena quantidade de len^oa de soda.
chinezes, com lindissimos desenhos, fatenda'mtei-
ramente nova.
Leques
Liados leques de rnadreperola, do larUruga, de
marlfm, de osso, e de muitas outras qualidafles :
receben a Magnolia, a rna Duque de Caxias nu-
mero 45.
Atten(jao.
A loja da Msgnolia, a rua Duque de Caxias a.
48, acaba de reccber o^ seguinles artigos :
Manual de rnadreperola, tarlaruga e marRra.
Ricos albaos com capa de rnadreperola, Oba-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas com finiisimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voitas de rnadreperola.
Puiseiras de rnadreperola.
Ricas caixas para co^tera.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para setboras.
Lindes port-bouquets.
Gravaiinhas de vlludo, etc., etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua 1)uque de Caxias a, 45, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure
de c"res, apropriados aos vestidos chiques aa ac
taalidade.
Rua da Intporatrft'h.
SMI
iflgii' a ,dB
& IRMAOS
Acabam de fazcr um grando abatimento nos pre^osde suas fazeadas atten-
Jeii'lo a grande falts que ha h"jis de dinheirp,'^ por isso crelo que o pre^o que vai men
cionad i ngradard to n'speit vel publico.
Salsaparrilha de Ayer
riaa ptkificar o SAiroms.
O reoome de qne goza est ex-
eeDeBte remedio e devido a milha-'
re* de cons que tern operndo, mu-
aac das qmN sto verdadelraineiite
Mnifflii.ni Immmeros sto OS
cajOE em one o sy slhcma, pareceD-
do atnrado da podridiio de enfep
Madrn escroralwa?, tem aido
protnptamente restituido a aande.
As affeccoes e desordens, aggrava-
daspelaoontarainacao cjcrofukua,
at^ produzirem dores mortificantes,
i radical e tarn geralmente curadas por elle, em
l aBMaaaa faaaeria, ae o publieo mat precisa de ser
aam* 4aa saw TkakAea do modo de a&al-o.
Mas* e aa* dos mais destroidores Inimigos
Ora, seaaorta-se occults e traicoeiramente
ao e doixa-o fraco e inenae contra molestias
Ota, aatentcaa a mfeccio de qne corrompen o corpo
ia, aaa aaoaaaaao pportano, larra rapidamente sob sign-
al aaas aadnada* farmaa, ja na cutis ja nos orgams
a-_ Maate aaaaao caao aeposita, muitas vezes, rabercnlos
aaaafam. a flaada, ao ooracao, etc., quando cao se maa-
nm aMKoaa, taatores, ete.
av^a tar: ^igoao tain nerfldo nnnca se deve dar
,afc*KGi- i .'. appuucjua os proprios $ympthomat action,
tlLBA DB A.YBK podera evitar
> de KrvHfltu, Foffo de B. An-
a, Mhrnummtlsino, Tumore&9
dolorosa nos ouvidos, olhos, *c.j
on InMftttott; Bydropeiia,
I afleceoes do systheina muscular e
ifciHi sararo aOiTio nsando desta SAiSAJ-AJi-
BB ATBB.
JBfgttfmttmt Tentrtu sao enradas com o
mais dilitado espaoo de
enfcnnidades.
.. .i, as nlceracSes nteri-
l ianatiitia das mulheres sto tambem allivia-
por sen efleito purificador e
GRANABINAS
Granadinas de-seda pura, preta com listras
de odres e padroes os mais bonitos que tem
j vindo ao mercade e que se vende pelo di-
i minuto pre^o de 500 rs. o covado, por ter
j um pequeno toque de mofo, e fasenda de
129Q\)Q o covado ; e pecbineba. Dao se
amostras.
Brim branco
Rrim branco muito fino, fasenda de
2?500 a vara, que se vende por 1$400 a
vera, por eitar com um pequeno defeito ;
pechincha.
Metits francezes
Melins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fazenda qne j*i se vendeu
por 500 rs, a 300 fs. o covado; -e" pechtn
cba. Dao se- amostras.
Cretones de listras
Cretones de listras, fazenda acolchoada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ;'ddo-
se amostras.
" Mctdapoloes
Madapoloes com um pequeno toque de
avfiria, de 3j$500 a u~0U0 a peca ; e pe-
chincba.
CH1TAS PERCALES
Qiitas percales avanadas a 240 rs. o co-
vado; e pechincba.
SO" 0
.V SO da rua do Crespo
Loja das 3 portas
DE
Gulhernse 4C.
Junto & laja da. esqnina
Machinas de desearo^ar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
MaeMnas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limatha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruz n.. 4, arma-
zem de Hawkes & C.
:, quando eansados por accn-
aa sangae, oedem-lbe iacU-
nsodo o Jaal de Btgmdo, Congeslao on
i,Xei Extraordina-
ria barateza,
O Bazar da Hoda a rua \ova
n. &O
querendo reduzir o deposito que tem de fazeadas,
resolveu vender os seguinles artigos com grande
reduccjio de precos, a saber :
Las para vestido de senhora, de SCO a 320 rs. o
oovado.
Ditas idem de 610 a 360 rs. o covado.
Dilas idem de 800 a 500 rs. o covado.
Alpacas de cores muito largas, flnas, com listras,
de 1/100 a 700 rs. o covado.
Ditas de 1/600 a 800 rs. o covado.
Ditas de 2* a IdOOO o cvado.
Ditas de 24400 a PopeUnas de i #600,. 1*800, 2 j a 800 rs., JdOOO,
1*200 o covado.
Creton para vestido de senhora. -
Meias inglezas para senhora, de 12 a 0* a duzia.
Groidenaple preto por 1*600,1*800 e 2* o cova-
do ; de tudo se garante a boaqualidade e es-
tado.
Alem destes objectos acaba de receber um com-
plete sortimento de setim de todas aa cores, que
veade. por limiudo preco, e assim muitos outros
artigos de moda, como seiam: casacos de seda,
casemira, cbapeos a madame Angot, bornons,
grampoi para cabega de senhora, e sedas com lis-
tras para vestido de senhora a 1*600 o covado.
Lugar ameno
Vende-se am terreno com 60 palmos del rente e
330 de fondo, do mgar denominado Afflictos, deita
_." estrada principal f fica perto da segnnda
estate- da ,inh* fen-ea, divide :om ^a rfoprle-
dade de Jos6 Md! oa Silva, e e bxhtuC pels Iren-
te por um mnro da 10 palmos, tendo nm v.',So
cercado : trata-se na crm d banbos do Iteeafe
CUAPKUS DESOL DE SKUA A 4^000.
Vende se chipeos do sol do seda para se-
nboras e meniuas a 43, -ditos de alpaca li-
nos com 12 astcs a 4, ditos do merip6 de
duas cores a 5~, ditos de seda para hon.em
a U3\ ditos inglezes com 12,astes a 89 e 9.
BRIM PARDCK A 400 rs.
Vcndc-se brim pardo esruro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadrmbos a
300 rs. o covado-
CORTES DE CASEMIRA A 59.
Vende-se cortes de casemira de cores para
celc,a a 59, e 69, ditos de dita preta para
calca a 4J?, 59, 09. e 79.
BRI.M DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende se co:tos de brim de Angola para
calca a 29, dlTo rnuito linos a 39.
ABERTURAS PARA CA.MISAS A 2Q0 REIS
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais Unas a 400 e 501,1 rs. ditas ie
esguiao a 19, ditas -bordad:S~a, 29- i
CIHTAS A 240.
"Vende-se chitas para vestidos a 240, 280,
e 32o rs o covado, tem escuras e ciar^s.
MADAP0LA0 A 39.
Vetide-f) p<'^ns de mad polijo eiifestado a '
39, ditas de, dito inglez a 4r500. o^. e 69, {
ditos de ditofrancez fino a 79. 79-00, 89',
99000.
fUOCUES A 15500.
' Veude-se crochet para cadeiras a 1^500
cada um.
LAZIMUSA200REIS.
Veude se lazinhas para vestide a 200,
320, 400, e 500 rs. o covado. |
ALPACAS DE CORES A 300 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640
800 rs. o covado. i
GttANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 4.
Vende-se grande sortimento de lapetes para
todosos tamahbos a 49, 49500, 59, e 69
cada um.
' a
GRANDE SORTli
NTO DE ROUPA FEITA
Calgas de risca'do' para irabaiho a 1,5000
19400.
Calcas de brim patdfo a 19900,29, 2ff500.
Calcas de brim de Angola de cores a 29
39.
Calfcas de casemira de cores a 59500, 69
79.
Calcas de casemira preta a 33500, 59500
.73
Palitots de risca'do a 13.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a pacn preta a 39, 39300, 49
39.

-r-r
A' rua do Cabu^a n. 1 A.
Os proprietarios da I'rcdiiecta, no intuito dt
wnservp.r o bom cuncoito que teem merecido- dv
respeitavel puliico, distinguindo o Seu estabeleci
mento dos mais que negociam no mesmo geaerc
veem s>*ieuiificar aos seus bons freguezes quo pre-
veniram-aosseus correspondentes uas diversaspar-
jas d'Earopa para Ihes enviarem por todos os pa-
quetes os objector de luxo e bom ^esto, que se-
jam mais betn aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paii.es, visto aproximar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta linda veneta
mais ostenia a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pels paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem fiatentear algons
J't litre tlics que se to mam mais recommeodaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
coucurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado,
Albuns com ricas capas de rnadreperola e Am
velludo, sendo diversos tamaoaos e baratos pre-
os
Adere;os completes de borracha prcprios para
loto, tambem se vendem meios aderecos muito io-
oitos. -
Botoes de seiim preto e de cores para ornato
estidos de senhora ; tambem torn para collete
palitot.
*
0
inimigo acerrimo contra
i
a carestia
Btta \\W\nr
n. 1
Bolea6 para ^enhoras, existe am bello sortkaen- sem-se a mafadar ver.
Oiitr'ora rua da Crespo, defron-
tc do area de (Santa An*
tonio.
HAI'TISTAS, temos grnde sortimento desta fa
zeuda e vendemos muito baryta, a 360 e 400 rs.
o poVado.
ALGA SSI ANAS defcomtes deseohes e cores fi-
xas, a 400 rs. o covado. So no bamteiro, venbam
apreciar.
METINS transados, franceze?, fazenda superior
e de bonitos >gotos, a JW'e 280 r. ? Onem riva-
lisa 1 -
CIliTAS de bons gostos e de euros-fixas, a 2*0
e 260 rs. So^qui.
LAZI.NIiAS escoceeas, pad:oes bonitos, a 180 e
:00 rs.
DITAS de linho e la*, padroes mtetramente no-
. vos, a 240 rs o covado. fazenda que cuslou sem-
pre 400 rs. So no .bacaleiro 1
de i '-CRETONES escuros e claros, fazenda superior a
400i 410 e 580 rs. o coYado.
POPELLNAS de seda e linho i COO e \(; apres
LOlASNilMVAO
Rtia da Imperatrte n. 60
PARA LIQU1DAR -
Grunudiau preta a oOO rs. O
covado.
0 PavJo vende granadina preta e lavrada
5>elo barato pre^o de 600 rs o covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande ^sortimento de
alpacas Dretas, que vende a 500, 640 e 800
ra. o covado, assim como grande sorti-
mento de cantSes, bombazinas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 49C00, 49500,
03000 E 73000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pe^a, polos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7C000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a T^uOO, e pechincba.
CAMISAS FRANCEZAS A'2^000, 23500
39000 E 33500.
0 Pavao vende um bonito sortimento d<
camisas fraitcezas com peito de algodao, >
23000 e 23500. Ditas com peito de linbe
de 33000 a 69000. Ditas bordadas muiu
flnas de 63000 a 109000: assim conn
grande sortimento de ceroulas de liubo e dt
algodao, por pregos baratos, e tambem ten
completo sortimento de punhos e collarinho
tonto de linho como de algodao, por preco*
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA 1
JANELLAS, DE 79 ATE' 259000 O PAR
0 Pavao vende um grande sortimento d
cortinados bordados, proprios para cama >
janellas, pelo barato prego do 79000,8300.0
10^000 ate" 259000, assim como : colxa*
de damasco dc la muito fina de 109000
1-23000 cada uina.
BRAMANTES A 19600, 23000 E 23500
0 TavSo vende bramantes para len^ies
tendo 10 palmos de Iargura, sendp o d
algodao a 19800 e 23000 a vara, e de linh
a 29400, 23800 e 33000 a vara: e pechin
cha. .
Grande pechiLeha a 4$00O
e 5|000
CORTES DECASEM RA.
0'Pavao recebeu uroa grande pon;3o de
cortes de casimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato pre-jo de 49000 e 53000
cada corte, na rua da Imperalriz u. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALD1NA A 800 RS.
de seda, de pallia, de chagrim, etc., etc., pOr
barato pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loaca
como de c^ra, de borracha e de massa ; chama-
raos a aiteii'.ilo das Exmaj. Srs. para ete as'li^o,
nois as vezes tornarn-se as criancas um poueo im-
periiaentes por f.ilta de um h|ecto que as en-.
irelenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados |
cara hoKem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de iinho e de algodac, de diversos .pre-'
(eg.
Gaixinhis com musica, o que -ha de mais lindo,'
com fiisticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques es mais modernos e de diversos forma-
tes, i
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da uitima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas. 11
Calcas 1-osdadas para meninas.
Enlremeios estampados e bordados, de lindo* |
4fls^nhos.
fiscovas eleetricas para denies, tem a proprie-1
dade de evitar a carie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, exute am j
grande sortimento de divercas larguras e baratc
pre?o.
DITAS delinbo e algudiu a 7C0 e 800 rs. u
covado. .
BRIM par 86 no toarat*iro1
DITO de cores, fizi'ada uiuita boa, a SOO rs. o
covado.
CaMBRAIA transparente e Victoria a 3^500 e
r/800 a peca t Atmds tern T No tarateiro I
BR AM ANTE de linho de duas larguras, I
a vara ; admira 1 e exaoto.
ESGUIAO de iiaho e algodao de 10 jardas, por
4J0O0
DITO de linho puro a 8^ a p*e.a. Ao barateiro,
aobarateiro '
MADAPOLAO francei fazenda superior a at e
0j ; sempre cuslou 8j.
BOTIXAS para senhora, muito superiores, a 4JS
e 4*300. S* aqoi.
TOALHAS alcoehoadas a 4*500 e 5*000 a da-
tia. A ellas, a alias.
COBTES de creton francez, bordados 5o00
e6ll 1
Dilos (uso da corte) de cambraia a' 10*\ Sem-
pre enstou 154.
SORTIMENTO de chapeos de sol de seda a 74,
8 e 9s. -Venbam Antes que se acabem.
DITOS cabo de marflra de superior qualidade,
a 11*500, para acabar.
DITOS vara senhora, a 3*300 I Sempre ens-
Fitas de saria. Aa j-rgorao. de setim e de oha- laramX* j.estaoseacabaado, venham a elles, a
ii'ie, de diversos larguras e boaitas cores.
Facbas de gorgurao muito Iindas.'
Pi ra artificiaes. A Predilecta prima em cou-
srvar sempre um bello e graude sortimento des-
as Qores, nio so para enfeite dos cJiellos, como
tambem para ornato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para hoirfem e seoboras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores !
elles t
GRANDE queima para acabar de camisas fran
cezas e inglezas, por todo o preco a 17*, 18*, 20*,
304, 35,5, 40* e 48* a duz a. E-' no barateir. que
tem.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores
a M, 1*200 e 1*300 o covado. So no barateiro I
Quern ousa dizer que nao e barato? por certo,
umguem.
CUALES de casemira com listras, o mais mo-
para seanora. derno que ha a .3*500 e 1*, fazenda que costa
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para em qualquer parte 6/. Venham a elles antes
qne se acabem I I Ao torn torn I
Alem destes, outros mnitos artrgos que deixa-
mos de es^ecificar para nao massar nossos fre
guezes, mas eslarao patentes a vista d s compra-
aores. Avista do expost ficamos convictos de
que virao fazer ac juisicau de boas fazeadas por
poaco preco.
Ao barateiro 11 I
Na rua do Crespo a. 1. .
Augostiaho Ferreira da Silva LealC.
i i
ni
odiva.
Livros para ouvir missa, com capas de rnadre-
perola, martini, Gs-o e velludo, tudo que ha de
bora.
Pentes de tartaraga e marfim para ahsar os ca-
bel!os ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouuuet. Um bello sortimento de madrer
perola, marom, osso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esla a Predilecta bem
provida, nao so em extractbs, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
febricantes, Loubin, Pi ver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosuel e Rimel; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorli-
aieuto de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Yesumentas para, baptisado o qne ha de melhor
gosto e os mais moderao i recebea a Predilecta
de or ante preco, para Dear ao alcance
qualquer bolsa. '
Rua do Cabug&n. 1
Especialidade
Vinhu particular, puro e gc-
nitjno.
Acaba de chegar ao mercado algnns barris de
vinho do Alto Doaro, especial e unicameute pre-
parado do extracto -da ova e isento de qualquer
coofeccao, sendo muito mais brando que o da PI-
gueira, o que o torna recommendavel pelo muito
que agrada ao paladar e preferlvel a todos os on
^chths?advendanosarmaz^^
Arn azemj pintado de preto
,. eonfronte dalfandega
Vende:se a retalho e a dinheiro, muito ba*
rato, para liquidar.
Fogo chinez com Iindas vistas para queimar em
salas.
Caixas com 40 cartas.de traques spperiorej.
Batata3 por arroba.
Caixas ccn. latas de 5 galoes de gaz Devois.
Manteiga tranceia PLG.de 1874.
i Arroz, cafe, cba, e mais generos de primeira ne-
cessidade, para os ricos e pobres, como ia indica-
ram, fazendo censara aoadmiuistraaof-G.'
i ii---------------------------------' "" i' .....t
Chapeos de seda.
Chapeos de' seda para homem, proprios de pas-
seios, formas modernas e bem armados, com um
pequeno defeito 2*500 e 3*000, e pechincha e
esta se acabando : na rua do Crespo n. 20, loja
drigues Mendes, Souza Basto^j t.e Fernajides da
Costa & C.
Lindas cbapelinas chegadas pelo ultimo va-
Jor : na rua Primeiro de Marco n. 19, loja de
ose Ferreira da Silva, successor de Santos Neve?.
Sedinhas 4 1#500 o covado.
Venham antes que se acabem; oa loja do Passo
a raa !. de Mar^e n. 7 *
Vende se grande quantidade de tijolos grossos a
28* o milheiro, sendo porcao se fara dinerenQa :
a tratar na praca da Concordia n. I, confronte ao
novoedificio Escola modello, mandando o pro-
prietario deste estabelecimento coadpzir em .'uas
eanoas ao porto que convencionarem,
'esqulna.
Acaba de chegar um.peiueno lote de caixas
destedeseiado bacalhao : nqeaes.,da alfandega
armaiem de Taaso frmaos k C
Vende-se dnas bombeiras de pedra," uroa
mesa grande para servico e quatro bannos, tudo
povc ; a iratar ca rua do Capibaribe n. 34.
Esta, provado
que o cinftnto Portland exposto a venda no ar-;
mazem da bola amarella, trav&sa Sk rta dplm-
perador, e o melhor qne se encontra ao mercado,
attento o competentijsimo ^testennubo do perito
e.nucador das obras da igreja da Penha, bem como
o do extaio angeoheiro qaa dirige aqnella por-
lentosa constrnccSo.
As unicas verdadeiras
Blchas hamburguezas aue tem a estemercadf
rua Marquez de ulinda n. 51
uma armacao com cai.\ilhos, ludo-.de louro em
bom esiado, para loja de ehjrpeosdV ?ol, a (real ja
esta conKecida paFa esse Tm, ou para miudezas,
ou outro qualquer estabelecimento, em a raa Dl-
reita n. 83, garantindo se a mesma cas'; tudo por
pre^o muito commodo ; a' faUar nas Ciuco Por.tas
n. 31.
Taverna.
Vende-se uma bem' afre>nezada iara a terra,
em uma das melhores ruas da freguezia de Santo
Antjnio ; tambem se da toc^dade : quem preten-
der, deixe carta fechada nesta lypographia, com
as inici;.es G. M., para ser procurado.
Sao francezas


0 Barateiro sempre queima.
N. 1. Rna Primeiro de Marco N. 1.
Outr'ora rua do Crespo.
Grande sortimento de botina para homem e se-
nhora, tendo diversos gostos e todos os num ros e
por precos sinda desconhecidos no mercado, para
homem 65 e 7*; para senhora i* e 5* : ao barato
e bem convida o barateiro
Ao calcado franccz
loja
____________DO DA RATE IRQ.
Sitio & venda.
Vende-se (menos uma pequena fraccao ) uiu dos
melhores sitiGS, junto a pra^a, proximo a uma
estacfto das estradas de ferro, com grande casa de
viyeoda, collocada em linda e fresca posi^ao, com
Go palmos de frt-ntu e 90 de fundo, casa para fei-
tor, dita para escravos, accommodatjoes para
grande quantidade de animaes, grande baixa de
capim, paite plant,do, podendo fornecer mais de
mil feixes diarios, cacimbas com bca ; cua de
teber, lodas as proporcoes para uma grande ola-
ria, com jmrnenja quantidade de barro, dous
grandes vivelros, com propor^oes para se fazer
mais oito oa dez, grande quantidade de fmcteiras
dando ductos e outras plr.niaJas de novo, como
sejam : sapotiseiros, sapelas, larangeiras, selecta,
de umbigo, eravo, da China e da terra, limas da
Persia* de umbigo, limai doce, pinheiras, figuei-
las, romtira?, parreiras, jatoticaba, obaia. goia-
beiras, condeca, grande quantidade de cajueiros,
mangueiras, jaqueiraa, fiucu-pao, jambeiros, pi-
tombeiras, coqueiros, genioapeiros, oitlseiros, coro
e da praia, cafeeiros principiando aproduzir ba-
naneiras de differenles qualidades, muitn? pOs de
caneleiras e dendeseiro e (inahiiente diversas e
interessantes planlas da Europa e do Para.
Os Srs. Moraes & Mota, a rua do imperador 14
darao'todos os mais esclareeimentes necessaries e
dirao quem vende e a razao porque.
Vende-se uroa casa sila na rua dos Clerigos,
em Beberibe, ^endo diia casa ds ta-pa, com duas
salas, nm quarto e eozinhi fora ; a casa e -i';::ida
era cbaos proprios e tem o terreno 60 palmos de
frente e 600 de fundo : a tratar na rua do i;?.rao
da Victoria n. 33.
Lazinhas
loja
0 PavSo recebeu um bonito sortimento
das maistlegantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padrOes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pro-
co de 800 rs. o covado, I rua da Imperatriz
n. 60.
6 PcmO.0 queima os artigos
seguinles:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 5000.
Dit s todos brancos bordados a 12#000 e.
1^)000.
Ditos muito ricos a 25$000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Gintos de setim de todas es cores a 55000
f unhos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 13000.
itas de dita ditas sem mofo a 1^600 a
2&Q00.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate. 500 rs.
" Colcbas de fustao brancas para cama a
22500. '.
Ditas de dito de c6r a WOO.
- arnbraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 8&000.
Cortes de cambraia branca com boDitos
enfeites bordados, de cOr, com figurino a
6S00O.
Pesas de madapolao com pequeno toque
de avana a 4^500.
Ditas de algodfiosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4)5500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3000.
- Pecas de madapolao com 20 jardas a
4*500.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 20500 e
30000.
Bramante de linho com 10 palmos de
Iagura, vara-a 2#6CO.
: Atoalhado com 8 palmos de Iargura, vara
a 1#>00.
EspartilhQs brancos e de cores a 4$ e
5^000,
Cortes de casimira a 4$ e 5*000.
Aos dignos macons
Amaral, Nabnco & C. tendo f m vista a grand
e pomposa testa que fazem os dignos macons a
padroeiro desta respeitavel corporacSo na coite d
S. Joao, participam aos raesn.os Srs. macons qu
acabam de receber insignias de diversos graos,
vendem no bazar Victoria, rua do Barao da Victo
ria n. 2.
Cura dos estreitainento d'urelra
pela facil pplica^3o das
SONDAS OLIVAES
DE
GOMMA ELASTICA
As mais modernas e aperfeigoadas de todas
as conhecidas
VeedeiD-se
NA
PHARMACIA E DROGABJA
' DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto a
da Magnolia.
Cbeguem, venham a ellas !. .
Lazinhas de quadrinhos a moda eseoceza pa-
droes muito chiques, propria para vejtidos do se-
nhoras e meninas. pelo dimiauto preco de !00 rs.
o covado.
So o 43, loja de Guerra 4 Fernr.ndes.
Dao-;e amostras com penhor.
Leite.
Leiie de vacca e de cabra, tirado a vista do
comprador : a rua do Marquez de Herval. anliga
da Concordia, n. 64.
Muito barato
Caixas de tegoj chinozos a tOiOOO : na ria Co
Barao da Victoria n. 39, out;'era rua Nova, j"la
de ferragens de Souza & Guimaraes.
*itau'*
BAZAR miYEBSAii
Rua do Barao da Victoria n. 2
DE
Admira
Popelinas de gosto, o mais moderno, de it, por
if. o covado i las de lindos padroes a 320 rs. o
covado : so;ea:rua Duque de Caxiasn. 98._______.
Gortes de seda
Com 21 covados a 40$000
Seui defeito algutu.
Cores Iindas e de gosto apurado, primando en-
trffejlas.a c6r de perola, Bismark, Iyrio, aznl ce-
leste eouiras. Apreveitem porqae valem o do-
plo : na loja da America, a raa do Cabaga n, 10.
E' barato
Trancas de cabello
bnmano, natural, com am metro de comprimento,
a 151 cada uma : so na rua da Imperatriz n. 82
casa de Odiloa Duartt IrmJo.
Carneiro Viaona.
A* este grande estabelecimento tem che-
^gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ul'timamentena Europa, cujp.s machinas
sSo garantidas por um anno, e tendo am
perfeito artist* para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'om
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertcnc,as
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pe^a qne seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a pjerfeic,8o da
am e dons pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fina que seja, seus
precos. sSo da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de 309000, 40^000, 459000
e 50^000, para trabalhar com o pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1205000, 1309000, 1509000, 2009000 e
3509000, emquanto aos autores nio ha air
teracSo de precos, e os compradores poderio
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objector' que
ha sempre para vender, como sejam: cadei-
ras para tiagem, malas para viagem, cadei-
ras pa:a salas, ditas de balance, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queno:;, appare'lhos de metal para chi, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avnlsos, adheres de metal fino, condiei-
ros pat;a ^ala, jarrbs, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteira*
para forrar salas, lavatorios ccmpletos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mni-
tos artigos que muito devemagradar a todoa
que risitarem este grande estabelecimento.
que se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nhl ate as 9 horas da noute a
Rua do Barao da Victoria sv
22.



!
/
8
3iwio de Pernambaoo Sexta feira U de Junfao de J874.
ASSERLEA GEBAL
CAMARA DOS SRS. DEPITADOS.
KSGCSSIO IIA FAILA DO THRONO.
Conainaacao.)
AN eaUa os dieuaeotos, ahi esta a his-
i essa n^gociacao, para attestar
apral-MCu.e dignidade do nosso procedi-
i ; e aw.i qua urn juizo imparcial ha
nio duvido rppe'lar mes-
d*ersarios, como fez >
e nesta occasiao appello
do que para os espiritos
que cm materi.i neutra e tao
l aaaanas. {Muitos apoiados ; muito bem.)
O^iaJia'e- inaodro pareceti critico ao no-
te* *pa4o; S. Exc receia que t-nha-
aw Mnxi]r. ou que, para conlindar
< fetoe taapvlto dado a nossos melhora-
e niateriaes, seja preciso
* ni*s o poro brasil- iro de im-
decidido o saber se os nobres deputadoa,;que, apenas alguns prelados resolveram
com quanto muito digaos e illustrades. if' -

res. se nobre deputado, que diz
=r a ate de nwssa eustencii era suas ra8os
^ki*e oorta-lo... (Risadas.)
' Sau Paruso de Socza : Kao disso
t, e (iini de ?. Eic.
>x- Viscjnw: do Rio Branco (pr^si
: ... de ura mo.nen-
quando Ihe aprouver : se
ilo, ou porque esteja comple-
a respeito de suas esperan-
magico (risadas), ou
gvoerosidade, de que amda o
de algum tempo de re-
nder ate a discussao do
poderanos analysar, com os
A vhfta, ae o relatorio da fazenda
*a a Trdade. on aproseota ficcoes A assem-
Hsa avval. (apoiados.)
A iVaaiffi cresceu de (870 a esta par-
?.
Ok Oae- oovidade e que estraoheza !
IA ae t?, Sr. presidente, que o nobre depu-
nao obstante suas asperezas.
com quanto muito digaos e lltustradas, roT perseguir a maeonaria no Brasil, eu deria
presentam so porn o partido consorvador dar-me por deaaittido ds ministroda estado
, Apoiados; muito bom e apartes.) Pode ha- Eu nio me submotti a esaa sentenca As
ver illusio sobre este ponto T | garantias quo a nossa conetituicio politics
E, Sr. prasidente, seja dito de pasaaajsm offerece a todos os cldadlos, a, mais que
o que me doeu durante o discurso do nobre tudo, a dignidade a os altos daeeiati dogover-
deputado nSo foram tan to as suas palavras'no levaram-raea aio coder a aasa pretencAo
como algans apartes de amigos, qua ainda' nuuca vista, qae inesperadamente surgio com
ate ao anno passado nos honravam. com o taotaimprudencia quanta arrogaocia, e ctijas
seu apoio, e hoje applaudem tudo quanto o coosequencias nio seriam outras sendo fir-
nobre deputado diz sobre p que elle ehama mar a preponderancia da autoridade eecle-
situacao politica creada pelo ministe-io ac- siastica sobre o podar soberano dsste paiz.
tua'- (Muitos apoiados.)
O Sr. Araujo Goes Filho:Eu pela Senhoraa, se alguma cousa pudesse abalar
minha parte nio o applaudi. os meus sentimentos de catholico, porque
OSr. Visconde do Rio Brando (preai- tambera fui eduoado e vivo nesta religido
dente doconselho) :Mas, amfim, como is- ale noasos pais, aaria esaa guerra imprudente
toe a bem da conciliacSo, passe, seja-lhes einjusta que se esta* movendo, como um
perdoado. (Hilaridade ) aaero pretexto, que visa outros Gns, contra
0 Sr. Araujo Goes Filho :Eu o inter- os macoos do Brasil. (Apoiados.) Eu pe-
rompi unicamente quando tratou dos ne- co aos nobres deputados, que, com a mSo
gocios da Babia. na conscieacia a os olhos em Deus, nos di-
0 Sr. Visconde do Rio-Btanco (presidente gam se a maeonaria no Brasil persegue a
do conselbo):Doeu me tambem, Sr. pre- igreja e o tbxono? (Muito bem f muito
sidente, que o nobre deputado, som reparar bem I)
f- ami impulso n tural, filho de
~T^_ "Pcs. pira chamal-o ami-
"** wande pnnsamento
^^Hite as paginas do tt.
*"*- ipoudos .
* **- Pau-ino Dt Socza:Ji li
> fcwaa an Rio-Branco. (pre-
d* consdno : A despeza cres-
E*a proposi^ao mostra que S.
ae. aaa rrlatlioDu oao quiz reflectir so-
>"**te*tei iaaneeiros d*stes ultimos an-
l s
to-
- >J>
esoer, se continuam as liqui-
se ainda teraos uma divi-
v. se tantas leis tem augmen-
i do estado'
t fasaitU construir estradas de ferro,
; w garaauas, augmentar soldos, elevar
T9Kaaaaate de eaapcogados civis, renovar
r aaateiaal do eserato e da armada, como
rvapria aagovemo qae o fizesse, nio para
ta gn?rra mas para evital-a, sem
isso proviesse algum augmento
' M-iitos apoiados. |
i fe*n Ile^?5sa^iamanle do crescer
i quauros.que mostramo seu
nn Urso p-riodo de *i annos,
|i*"rt>?m p^ratlelaiiento o mo-
iioal da receila do estado.
Via posso, Sr presidente, acompanhar
terra '-are deputado em todas as suas
aawMPfutP.; os meus nobres collegas, logo
^ehesaffrrrcaopportaoidade, mostrarSo
^-c S. tax. nil teve razao quando tSo li-
laaaeaite apreciou os negocios a cargo
"^= 4rihvrtes ministerios.
.iiostmi > Sr. ministro da justica nio
a a let, mas prestou um bom serviQO
! raBahaaento concernente as relacoes
quanto tioha de impropria e de injusta a j Senhores, as poucas vezes que tenho
sua expressao, quizesse apresentar-me como comparecido a reunioes maconicas nuuca
ilesleal aos meus amigos. E e notavel, pelo ouvi discutir religiaa nera politica : sio
seu grande alcance politico, o facto que S. (cousas alii expressamente probibidas.' Quan-
Exc. exhibio para juslificar tio acerba invec- do se procura perturbar a paz deste paiz
tiva I Esse facto 6 o procedimeato do gabi- era nome da religilo, para restaurar um
nete para com o Sr. desembargador Goes. | regimen quejdmais poderi medrar entre
0 Sr. Paulino de Souza:Da lealdade n6i (apoiados, muito bem), quando se da-
do minisiieo. I ma contra a maeonaria, como procedem as
0 Sr. Visconde do Rio Bran co (presi- lojas majonicas ? Fundam escolas, dis-
^pj6.do^ conselbo) : 0 nobre deputado tnbuem auxilios pelas familias necessita-
das. (Apoiados.) Acaso os perseguidores
da maeonaria lem procurado competir com
ella nestas obras de caridade, de verdadeiro
amor ao proximo e ao bem publico ? (A-
poiados.)
Reviverara-se bullas antigas, que nunca
tireram o placet do governo do Brasil, que
n8o podiam ser executadas entre n6s, em
face de nossa liberal e sabia constituicao, e
para que ? Para excluir do seio de algu-
mas irmandades varios cidadios que viviam
ao abrigo das leis do imperio, .que nada
haviam feito contra a religiao de Christo,
allegando-se apenas qae eram suspeitos ca-
mo macons I
Pois, senhores, quereis firmar acrenga
rehgiosa no Brasil, quereis que os Ceis tri-
butem todo o respeito que e devido aos
ministros da igreja, e aconselhais aos pre-
lados qua prosigam nessa guerra impru-
dente asnossas pacificas e benefbentes so-
ciedades maconicas, na mesraa epoca em
0 Sr. Visconde do Rio-Branco:(pre-
aidtente do conselbo ):-0 n>bra deputado
ha da permittir-mo que exponha a questilo
como a encaro.
0 5a. Paulino de Souza :Mas n8o me
attribua o qoe eu nao disse.
0 Sr. Visconde ao Rio Branco (pre-
sidaote do conseJho) :0 nobre deputado
pdde responder-me e rectificar as mitihas
inexactidoes ; mas nlo tem o direito de diri-
gir a minha palavra.
Neste ponto no' me coocilio com S. Exc;
querp inieira a liberdade de pens': men to e
da tribuna, este direito de que S. Exc. nos
falloa comtanto enthusiasmo, equo foitara-
bem, Sr. presidente, a escada por oade che-
guei a posigao em que me acho. (Muitos
apoiados.) Realmente, em quanto houver
nesta t-irra direito do tribuna e de ira-
prensa, nSo havera" tyrannia possivel. (Apoia-
dos. )
A maeonaria e uma sociedade
civil.
puraraente
e muito leal para com seus amigos ; mas
eu, gracas a Deus, nao preciso aprender
normas de lealdade com S. Exc. 0 Sr. des-
erabargador G6es ahi esta, elle pode dizer
se houre alguma mystiftcacio de nossa
parte para com S. Exc.
0 Sr. Araujo G6es Junior : Houve
s6 desconsideraclo.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselbo; : Como n6s conside-
ravamos os negocios da Bahia, e a soluc8o
que, em nosso parecer, devia por termo a
essas desintelligencias entre amigos e corre-
ligionarios, o nobre deputado Sr. desem-
bargador G6es o sabe desde que pela pri-
meira vez se avistou com os ministros. Se
nao havia de nossa parte nenhum acto, no-
ihuma palavra, nenhumjuizo que pudesse
deian "r 8 Vse nosso a0Q'8' deputado pela
Bahia "see 'e conlinaava ser em nosso
conceito o mesn." homera- f s* JP" "*
parte elle manifestav- ^aal sentimento a
nosso respeito, porque nao roncorreriamosjaue 6 permittido ser macon e catholico na
para a sua reeleicao de pre3iu.ente destaj Italia, am Portugal, na Hespanha e na
caraara? j Franca ? (Apoiados.) Pois teremos n6s
IBB
Sa. Dtaktf or. Azevedo ministro da
Eulieide mostxar a sem-razao
>Masa eeatsar.
ft >i~ n Rio-Branco f presi-
. "! :-Pelo que respeita &
..-_... ia pablica, sc em| projectos de lei
aa aia>teaaos podido fazer muito, nao e
Baseert-t qoe praticamente o nobre mi-
w+ 4a aaaerto tem provndo o seu zelo
' eaae rav-ortante MM da administracao
hem. inuwjqniio gerel aceita<;So suas
Maftteaka, esrido coroados dos melbo-
twkados tateaa fjaaliriilir em secundar esse lou-
ib! aaaaaaBBaD que o povo brasileiro mos-
mtHi part", e qw. nunca foi tao in-
"fli'-az-
t iniiT lainistro do imperio nao veri
i- -_'u> importantes trabalhos
r eaaas palavr-s de ironia com que o 00-
t AefflUM julgoe amesquinhal-os.
\emt ^ae teaos feito a bem dos inte-
agtwmrmn e mat^iiesdi sociedade bra-
gsa, daalraatar os honrosos testemunhos
x e aaaagos e aV: adverssrios nus ani-
fts aaateaaamans tanto mais insuspeitos,
-"tj<- ni sio a wot de uma localidade,
de todas as proviocias. (Muitos apoia-
i
ft
i ser injusto, e demonstrar que o
p:la provincia do Rio de
do a concocjia univer-^
ac ivameote para que nos
Ale ainda libertar se de to-
que o dominam desde
aa ministros actuaes.
ErraLazio Coea:Nao apoia-
ii Tm :Apoiado.
- \|-:oMiEDoRio-BaiNCO (presidente
iiafiaa : O nobre deputado alardean-
a atltliaaie aos priocipios conservado -
v*a aas aaoskrov qu^l o acto do minis
~ i aiirrii eaa qae esses principios
ii iBMtado'i, nio nos disse quaes
*pwes Ao partido, que ten ham sido
-rater pelo gabicele actual. E* ques-
5r. presiaaate. muito debatida en-
^a. flL Exes, nos repetem desde 1871
ajpi i aaaai > dophinrti 7 de marco nio
aav ~-?ateao o partiJj conservador, n3o es-
sae partido.
Sectors, fae estas proposicoes fossem
BOte 4.k em 1871, co ardor daquella
,.reliende-se : mas hoje,
aan -a* 4a rciMacio, em nome da con*
ca*4ia, a awaae da paz da igreja com o es-
tate e r ateaeate para notar-se I
vSas to o nobra deputado que neste
aaa jaaao afta aaa aoaaaoAe censura ao gabi-
a tantos distinclos
qae nas duas casas do parla-
io e apoiado de uma
para nos (muitos
i4os ,atantos eonserradores que nas
p*ac > aiio ceaaani de a:oroco3r-nos com
sat^ .3Baftaaa palarras? (Muito, apoia-
4as r Pats, KaftiWai, aio e um pleito }i
0 Sr. Araujo G6es : Presidencia q"ue
naosolicitei.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselbo : Presidencia queo
nobre deputado nao solicitou ; e essa elei-
cao exprimia um puro sentimento de ami-
zade e de confianca que nos compraziamos
em conservar para com S: Exc.
0 Sr. Araujo G6es Junior : Ninguem
coutesta isto.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : A questio rehgiosa
foi o remate do discurso do nobre deputado
pelo Rio de Janeiro. Abi elle mostrou-se
verdadeiramente patbetico ; eu o admirei,
porque nao podia acreditar qae S. Exc,
em materia religiosa, quanto Is relacoes do
estado com a igreja, estivesse de perfeito
accordo com outros nobres deputados que
por esta ques'.Jo separaram-se radicalraente
do rainisterio.
Mas o nobre deputado n5o defihio bem
o seu pensamento.
0 Sr. Pauuno de Souza : E" o da
constituicjio do imperio.
0 Sr. Visconde do Rio'Branco (presiden-
te dc conselho) : N3o nos -disse qual a
espada que elle manejaria para resolver este
conflicto entre o poder civil e o ccclesias-
tico. Declarou-se muito bom catholico ;
todos n6s o acreditamos, e somos tambem
fieis catholicos.
0 Sr. Leandro Bezerra : V. Exc.
nao o e.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos da um
aparte.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Ora, Sr. presiden-
te, V. Exc. nao estranha corao fallam esses
nobres deputados, que se querem proclamar
doutores da igreja ?l (Hilaridade.)
Senhores, sou assim proscripto d'entre os
catholicos, porque ?
Porque pertenco a magonaria. Eu pro-
nuncio estas palavras a raedo, em voz bai-
xa, vistoque os nobres deputados dizem
qae a maeonaria, mesrao no Brasil, e" um
monstro, uma vibora, e n3o sei o que mais
. Senhores, como em questao tao seria,
tao grave, ha quem preteuda leva la &s suas
ultimas consequencias, perturbando a paz
religiosa de que gozava o imperio, sem um
motivo real [apoiados), por uma verdadeira
mystificacao ? (Apoiados)
N8o admira, por^m, que os nObres de-
putados, extremosera suas opinides de or-
thodoxia catholica, ereiara qoe, do feito, a
maeonaria brasileira e uma seita perigosa
ao altar, e, segundo costumam accrescen-
tar, tambem ao throno, quando o nobre
deputado pelo Rio de Janeiro, que vive
nesta cdrte, que nao podia ser tido como
ultramontano, me lancou em rosto, e deu
como prova da minha heresia, o se^ gr8o-
raestre da maeonaria.
0 Sr. Paulino de Souza : Nio lhe
lanrei em jrosto ser grao-mestre da maeo-
naria, quiz apenas mostrar a contradiccao
que exite entre V. Exc. e o Sr. ministro
da guerra. Ha outros apartes.)
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Eu vou restabelecer
rfitrogradado tanto, que as garantias cons-
titueionaes possam ser levantadas por al-
guns prelados', cujas intencdes eu ate este
momento quero respeitar, pretendendo
desairar e extinguir no Brasil, como im-
pia, como perigosa, uma associacAo que
existe em outros estados {catholicos, que se
tem mostrado inoffensiva & religiao e & po-
litica, qae, pelo contrario, pratica o precei-
to divino em que se resumera todas as vir-
tudes christisa caridade ?
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :V. Exc.
esta excedendo o Gonganelli.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Admira-me que o no-
bre deputado peU provincia do Rio de Ja-
neiro, que nio era ultramontano, que que-
ria, como nos, a uniio da igreja com o es-
tado...
0 Sr. Paulino de Souza : Mas nao
como V. Exc. a tem considerado pratica-
mente.
0 Sr. Visconde bo Rio-Branco- ( presi-
dente doconselho) :Pois bem ; mostrarei
como V. Exc. e mais adiantado do que eu
nestas materias. (Apoiados) V. Exc. e ad-
versario dos conventos...
0 Sr. Paulino de Souza :Nao apoia-
do.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco :(pre-
sidente do conselho) :V. Exc. nao 6 da-
quelles que desejao a extinccio dos conven-
tos, que o julgam inuteis, se nao prejudi-
ciaes ?
0 Sr. Paulino de Sobza :Sd concor-
dei na conversio dos bens das ordens regu
lares em apolices inaUenaveis da divida pu-
blica.
OSr. Visconde do Rio-Branco :(pre-
sidente do conselho) :Appello para a cons-
ciencia do nobre deputado: ainda e ou nao
contra a existencia dos conventos ?
0 Sr. Paulino de Souza iN8o senhor.
(Ha diversos apartes.)
0 Sr. Visconde do Rio-Branco:(pre-
sidente do conselho):Eu julgava ter razao
para crer que o nobre deputado queria a
extinecAo dos conventos...
0 Sr. Paulino oe Souza :Queria a re-
forms.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco :(pre-
sidente do conselho:... mas como S. Cxo.
afiirma o contrario, creio que realmente n8o
estamos distantes um do outro.
0 nobre deputado e" tambem partidario
do casamento civil.
OSr. Eutrazio Correa : Priineira ne-
cessida4e do imperip. Jd ha projecto apre-
sentado para isso.
0 Sr. Paulino de Souza da" um apar-
te.
0 Sr. Visconde do Rio Branco :(pre-
sidente do conselho):0 nobre deputado
comecou por uma tentative, maso seu pro-
jecto resolve tudo1, por quanto, se o casa-
mento civil 4 permittido entre o catholico e
o acatholico, esta a questao resolvida, o mes-
rao principio p6de ser applicado & uniio de
dous catholicos.
Nao peose o nobre deputado que lhe que-
ro fazer uma accusacio por essa idea, que
alguns espiritos insuspeitos sustentam que
e demonstrar a verdade de minha proposi- pode existir no Brasil como era Franca e ou-
tros paizes catholicos.
Notei a recordei o faeto, porque, tendo
S. Exc. procurado hoje agradar muito a
certo lado da caraara (risadas), e quasi que
fiareceu ura ultramontano dos mais assigna-
ados, eu devo, por amor da verdade e do
proximo, abrir os olhos aquslles nobres de-
putados que se mostram tio intolerahtes.
(Hilaridade prolongada.)
Um Sr. Deputado :0 ministro da justi-
ca nloquer o casamento civil.
OSr.Visconde do Rio-Branco:(pro
sidente doconsefco) :A tradicSo da igre-
ja contra a maQonaria, evocada pelo Rvm.
bispo de Olinda, e" uma questfio toda espiri-
tual, disse-nos o nobre deputado; por con-
sequents, tudo quant) se fez para a repres-
sio desse facto, foi exorbitante offensivo da
cio com referencia ao nobre deputado, a
quem tenho a honra de responder. -
S. Exc. disse que havia divergeocia ou
discordia no seio do proprio gabinete, por-
que ? Porque o nobre ministro aa guerra,
que era outro tempo detendera aqui as ir-
m3s de caridad", e eujos sentimentos. ca-
tholicos o nobre deputado nlo pod em du-
vida, ostava^unido neste rainisterio com o
grao-mestre de um dos circulos da maeona-
ria. Logo, segundo o nobre deputado, ha
antsgonismo intrinseco entre ura catholico
e um magon. (Apoiados e nlo apoiados).
Se nio ha tal antagonismo, porque estarei
eu divergente do nobre ministro da guerra ?
Mas o nobre deputado ja reflectto, a seja-
lhe isso relevado, porque, antes que eu fosse
grao-mestre, um cidadSo muito illustre,
que sempre respeitei e que me honrou com! boo doutrina catholica e do direito canoni-
sua araizade, cidadao cuja meraoria o no- co. (Apoia-dos.'
Pergunta-se: o juizo da autoridade ec-
clesiastica a respeito desta sociedade civil do
Brasil assenta sobre algum dogma, sobre al-
gum ponto de fe ? Pois e a autoridade ec-
clesiast'ca quem nos deve dizer se uma as-
sociacio puraraente civil, cujos membros
se denominam ma^qns, e perigosa A ordem
e seguranca da nacio brasileira ?
Seguramente n8o ; por conseguinte, o ac-
to do bispo de Olinla n3o derirava de uma
causa puramente espiritual, assim como oa^
se limitou era seus effeitos i jurisdiccao do
fdro interno, suscitou bullas que estavam es-
quecidas, que n5o podiam ser executadas
entre n6s sem o beneplacito regio, para fe-
rir inesperada e publicamen'.c e em masia
a to Jos os cidadSos que fazena parto dessas
associajoes pacificas, innocentese bumanitari-
as (apoiados), que, longe de serera inimi-
gas da igreja concorrem para o cullo religio-
so e fazem notorios beneficioi i comraunhao
brasileira.
Violar o corapromissojde uma irmandade,
alterar uma de suas importantes c'ausulas
sem o accordo do poder civil, unicamente
por arbitrio do poder ecclesiastico, e ou
n8o uma ijivasao no domiaio do poder ci-
vil?
Mas, senhores, n8o 6 agora o momento
de ventilarmos esta questao, que se pre-
tende tornar intrincada, mas debalde, por-
que o bom-senso do povo brasileiro a com
prehende e nao se deixa enleiar pelas pre-
dicas do fanatismo, nem pelos arrazoados
dos theologos politicos.
Legitimo ou illegitirao, o acto do prelado
de Olinda podia ser objecto de ura recurso
& corda, e esse recurso foi interposto pelos
offendidos em seus direitos, e seguio os
tramites que nossas leis ten* prescripto. Da-
do o provimento pelo juiz ou tribunal com-
petente, segundo as leis deste imperio, essa
sentenca devera ser cumprida in conti-
nenti.
0 Sr. Paplino de Souza :E porque V.
Exc. nio a fez cumprir ate hoje?
0 Sr. Visconde do Rio-Branco:( pre-
sidents d > conselho) :Eo nobre deputa-
do, que ainda hoje nos disse que todos de-
vemos respeitar a lei, que a lei u o verda-
deiro soberano de uma sociedade organisa-
da, o nobre deputado preteode, nio obstan-
te, antepor a sua opiniao i dos conselheiros
de estado, que, na forma de nosso direito
eivil e ecclesiastico, eonheceram do recur-
so; pretende tambem, era nome desses prin-
cipios conservadores de toda a ordem so-
cial, decidir ex-cathedra que o supremo tri-
bunal de justica, o mais elevado orgaoju-
diciario do Brasil, nao entendeu a lei, ou
trahio o seu dever T
Sr. presidente, se n6s os ministros erra-
mos, erraram coranosco autoridades muito
competentes.* (Apoiados.)
OSr. Paulino de Souza :Sustente a
doutrina que eu combato, nao se ecolha d
sombra do conselbo de estado.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco:/pre-
sidente do conselho) ;Mas, entretanto, o
nobre deputado permitta-rae que lb'o diga :
antes quero estar com essas autoridades do
que com a opiniao singular do illustre che-
fe da dissidencia nesta camara.
Parece-me escusado repetir que o caso e
muito simples: ura compromisso de irman-
dade 6 objecto de natureza mixta sujeito a
duas jurisdicgoes, e, por tanto, n8o p6de a
autoridade ecclesiastica violar es?e compro-
misso ou inaoval-o a seu arbitrio (muitos
apoiados), e menos o podia fazer por um
motivo futil (muitos apoiados e nao apoia-
dos), por um falso presupposto, attribuindo
a brasileiro* verdadeiramente catholicos, que
desejavam contribuir para o culto da igreja
nacional... _
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :A maior
parte estrangeiros.
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presiden
te do conselho):... a imputac,ao de here-
ges e perigosos & ordem publica e ds nossas
instituic/5es, como o inculca essa seita jesui-
tica, que outr'ora foi o flagello da huraani-
dade.
0 Sr. JoAo Mendes :Faltava esse pala-
vrio agora I
Vozes :Oh I
0 Sr. Visqonde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Eu nao me refiro aos
nobres deputados, fique bem entendido.
(Hilaridade),."
A seita dos jesuitas nao se contenta com
dizer que os macons sao perigosjs, que
conspiram contra a igreja, elles accrescen-
tam em voz baixa, porem que possa chegar
ao Alto e contra o throno. (Hilaridade
geral).
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :V. Exc.
parece que jd foi da ordem.
OSr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : 0 procedicoento que
o nobre deputado queria que tivessemos,
sobre o provimento dado ao recurso da ir-
mandade do Santissimo Sacramento do Re-
cife, foi justamente o que observamos: o
prelado teve intimacSo da sentenca, teve
prazo para executa-la, e nao o fez. 0 juiz
civil por si sd nSo podia fazer tudo ; n3o
era o juiz de direito quem devia levantar de
facto os interdictos, quando o prelado deter-
rainava aos parochos que fechassem as igre-
jas dquelles hereges, isto 6*, aos masons, e
nio lues'permittissem nenhuma intervengdo
no culto externo.
(Trocam-sediversos apartes).
Senhores, p6de ser que o nobre deputado
pelo Rio de Janeiro, assim como descobrio
o segredo de uma conciliacio universal,
consislento e perpetaa ontre os conservado-
res, tambem tenha descoberto algum segre-
do para resolver este conflicto religioso, da
recorreu i igreja, usou da ospada de Cesar
e nada conseguio I
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente. do conselho):Mas aio dao bons
consalhosaos prelados...
0 Sa. Diogo de Vasconcellos :Nin-
guem os aconselba.
0 Sr. Visconde do Rio Branco (pre-
sidente do conselho) :... n8o se mostram
catholicos prudentes, os que estao acoose-
lhando aos bispos que prosigam, que resi3-
tam as ordens legaes da autoridade civil.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :E'hio
de proseguir; ainda nao ha Judas no Brasil.
Vozes:Oh I
0 Sr Pereira dos Santos : -Nab hao de
proseguir; gragas a Deus, elles teem muito
bora senso.
0 Sr.Visonde do Rio Branco (presiden-
te do conselho) :-0 nobre .deputado pelo
Rio de Janeiro pretendeu ekabelecer um
antagonismo entre elle e nus sobre as dou-
trinas do catholicismo, e ent8o nos disse,
com accento de sincera conviccao: era ma-
teria de dogma ou de fe, n5o tem que ver o
poder civil. E quando ogoverno deste paiz
se ingerio n i definicio dos dogmas ?
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : E* o que
nos faltava I
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : A questao do*placet
n3o tem esse alcance : quaesquer que se-
jara 08 decretos dos concilios e-lettras ponti-
ficias, para que tenham execugio nesto paiz.
carecem do beneplacito k-egio, mas o poder
civil n8o vai conhecer da verdade dos dog-
mas, da materia espiritual; o seu direito e
o seu lira 6 evitar que de envolta cora a
doutrina espiritual nao venha alguma cousa
que possa offender os interesses da socieda-
de civil. (Muitos apoiados).
A que vem, portanto, esse santo zelo do
nobre deputado pela competencia incontes-
tavel e incontestada no Brasil dos oraculos
da igreja universal ? Porque trazer para
aqui o poder divino do sacerdocio, se a ori-
gem dessa laraentavel questao e a maeona-
ria, qua nuo e condemnada em nome de um
dogma, mas o foi em" outros tempos por
motivos politicos (muitos apoiados), socie-
dade puramente civil e que entre nos nunca
offendeu a religiao ? (Muitos apoiados).
Ainda quando as sociedades "maconicas
offendessem a religiao, a autoridade eccle-
siastica nao podia conderana-la individual-
mente senao d vista de factos provados e que
constituissem os seus autores hereges ou
infractores das leis da igreja. (Muitos apoia-
dos). Mas dizer a um cidaddo, que quer
contribuir com seus servicos peseoaes e cocn
a sua fortune, grande ou pequena, para o
culto catholico, que nio o pode fazer, por-
que pertence a uma sociedade eivil que se
cbama maeonaria, e ultrapassar os limites
da jurisdiccao espiritual', e uma verdadeira
tyrannia, que nenhum espirito calrao e ink-
parcial poderd approvar. (Muitos- erepetidos-
apoiados).
(Trocam-se apartes).
Eu nio disse, Sr. presidente, que Cesar
tinha todos os meios para resolver qualquer
eventualidade da questao religiosa.
0 Sa. Leandro Bezerra :Disse-o res-
pondendo ao Sr. Silveira Martins.
0 Sa. Visconde do Rh> Branco (presi-
dente do conselbo) :Respondendo aa no-
bre deputado pela provincia de S. Pedro do
Rio-Grande do Sul, eu disse que nio care-
ciamos entao de novas disposiQdes legislati-
ves. Ainda agora nao creio que seja pru-
dente recorrer a provideneias que possam
parecer dictadas pelas paixoes do momento,
como arraas de combate, e nao eomo aeto
calmo e reflectido de um governo que nio
quer lutar com a autoridade suprema da
igreja, mas que tambera nao pode em caso
algum sacrificar a soberania nacional, nem
os dogmas politicos da lei fundamental do
estado. (Muitos apoiados).
Senhores, o uobre deputado nao fallou
como um estadista prudente, fallou como
adversario que quer a todo o custo guerrear
o gabinete (apoiados e nao apoiados), mas
escolheu pessiruo terreno.
A quesldo provocada por dous prelados,
transviados uas aspiracoes do seu zelo reli-
gioso, e agora excitados pelos interesses
transitorios e mesquinhos da politica parti-
daria, essa questao, de que os ministros ac-
tuaes ndo querem fazer uma"arma politica, e
por isso talvez lutera cam desvantagera con-
tra os seus adversarios, nao deve ser resol-
vida pelos meios coercitivos exclusivamente.
Devemos crer que os prelados, cujos ados
bra deputado venera, sentou-se na raesma
cadeira. .(Apoiados.)
Sr. proiidente, houve quem preleudesse
Senhores sea maeonaria...
0 Sr. Paulino de Souza .Eu nio foi-'
lei da maeonaria.
unicamente por meio desse extasis my.-tico
cora que hoje quiz prcvar-nos toda a sua
devocio.
0 Sr. Pauuno de Souza :V. Exo. e que
teem perturbado a nossa paz religiosa, re-
flictam sobre o seu erro e voltem ao verda-
deiro caminho de sua santa missao.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos :0 go-
verno e que tem perturbado a paz da igreja. J
0 Sr. Pereika dos Santos : Os prela-
dos deviam ser os priraeiros a dar o exem-
plo.
O-Sr. Jo.lo Mendes :Os prelados nao
teem medo do governo, este n8o os aterra.
- 0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) : Ninguem procura
aterrar os prelados, mas nao Thes fac,am crer
que elles estao no seu direito ou que o
poder civil deste estado tem medo do epis-
copado ao ponto de sacrificar-lbe a sobera-
nia nacional e as garantias que sao o palla-
dio de nossas liberdades. [Muitos e repeti-
dos apoiades).
Em nome dos mais caros interesses de
nossa patria, n8o animeis, senhores, cora
essa excitacao a autoridade ecclesiastica que
se desviou da obediencia que todos os bra-
sileiros devera ds leis do seu paiz.
0 Sr. Leandro BezerRa :N3o se des-
viaram.
(Ha outros apartes).
0 Sr. Visconde .do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Cora esses conselhos,
inspirados pelas paixdes e interesses politi-
cos do momento, os nobres deputados n3o
fazem mais do que trabalhar pelo program-
ma do illuilre representante'do Rio-Grande
do Sul, o qual quer, como Cavour, e como
jd perfeitamente se pratica nos Estados-Uni-
dos, a igreja livre no estado livre, indepen-
dencia e separac;ao completa da sociedade
civil e religiosa. Ora, eu quero, assim
corao vds, a uniao da igreja com o estado,
mas distinctos e independentes os dous po-
deres, gyrando cada ura livremente na sua
espbera legitima, mas respeit^ndo-se e auxi-
liando-se reciprocaraente.
(Os Srs Jo8o Mendes, Diogo de Vascon-
cellos e Tarquinio dao repetidos apartes.)
0 Sr. Presidente :Attenc3ol Atten-
gao I
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dents do conselho/ : Senhores, se eu nao
noite para o dia, sem a espada de Cesar, Tne alisto sob a bandeira da politica religio-
sa do nobre deputado pelo Rio Grande ^
Sul, n8o e" porquo creia heretica opiniao
que elle suitenta, e em cujo apoio poderia
iuvocar a autoridade deura Montalembert,
e a dos cathaticos daa Estados-Unidos a da
Inglaterra. Eu penso diversamente do S.
Exc, porque creio que a unidade religiosa
6 ura bem immenso, quo nenhum governo
deve destruir calculadamenta, e porque eft-
tendo qae ha a mais ostreita relacio entre a
sociedade religiosa o a eirif, Reconhoeo,
porem, que a separacao esti no fundo das
doutrinas ultriunontanas que ora se aprd-
goara no Brasil. ebem o demonstram alguns
illuitrados escriptores coatemporaneos, que,
discorrendo como verdadoiros christios,
con lemnan i emprego da repressSo penal,
e nao acham outro remedio para evitar con-
flictos da natureza do que appareceu recon-
temente entre nos, se nib a separacao com-
pleta da igreja e do Estado.
.' para que ndo cheguemos a esse extre-
mo que eu v peco a^s calorosos defensores
dos prelados e adversarios do gabinete, oa
quaes se julgam sentados no alto de uma
montanha sagrada, mais reflexio era seu
devot i zelo e mais moderacao em suas pa-
lavras e procedimento, qoe revelara antes' o
homem politico do que o religioso.
No andar em que vlo os nobres deputa-
dos, a consequencia de suas ideas, edaa
pretengOes que appareceram da parte do e-
piscopado brasileiro, 6 o programraa do
nobre deputado pela proviocia de S. Pedro
do I'.io Grande do Sul, a separacio mteira
e plena dos dous poderes (apartes). Se a
raaioria dos brasileiros, e nwnha crenca,
naoaJhero A maxima da igrgjo1 livre no-Es-
tado livre, tambem nio aeorapinharA os
que pretendam uma igreja livre no Estado
submisso. (Apoiados e apartes^
Sr. presideuto, a bora esta^ adiantadav. e
ea jd tenho incommodado muito-os nobres
deputados, estou talvez prejpdicando a- obrar
da concMiacAo, objecto das vig^lias- do no-
bre deputado pelo Rio de Janeiro ; por-
tanto, vou concluir, dizendo a esta- augus-
ta camara:Ouvisles odiscurso do illus-
trado orador da dissidencia conservadora,
elle vos prometle um futuro de paz e de
gloria, tanto na ordem eivil como na ordem
religiosa. K*tii,guir-se-hao para sempre os.
germens do dissidencia entre os conserva-
dores ; elle e-autoridade-nesta malaria, por
que a divisao no seio de nossa grci politica
comecou pnecisamente quando S.Exc. era
ministro do imperio, e e- muito natural qua
teaha, eomo bom observador, 'estedado a>
causas esaiba applicar Ibes poderosos espe-
rilicos. Oft ministros actuaes, na opraiaa
de S. Exc.,. sio- pygraeus> que nao padem
chegar ao estaldo de Si Exc. e aos seus
amigos. Estes tres annos de vida aainiste-
rial, e que tm si Jo tres annos de ineassantes
trabelhos, os actos que dos tem atrahido
espontanea6-demonstravQes-tioacima-.de nos-
so meritd e de nossas esperancas, todo isto
nada vale para a illustrada. dissideecia de>
que S. Exc; e orgao. Outro ministerio, em
que S. Exc: influa, boide-raiar bcilhante e
dotado de todas as virtudes necessarias a,
felicidade do nosso paiz. Se a camara dos
Srs. deputados prestao ioteira conuanca. as-
palavras e aos precedences do nosso illustre>'
antagonista e dos seus nao menos illustre*
companheiros, fique certo de quo os minis-
tros actuaes deixario de bom. grado estas'
madeiras, con vie to s deque nio poderam fa-
zer tudo, de que nio fizeram o melhof h mas
esforcaram-se por cumprir o seu dever, se-
guindo sempre os dictames de uma con-
sciencia bem intsneionada. Quando, po.'s,
chegar o momento de se ratiaarem e volta-
rem a uma vida mais tranqnilla, elles o
farao promptamante, dizendo sem orgulho :
faciant meliwa potentes.
Vozes :Muito bem f Muito bem I
O Sr. Uartiuho Campos : -Sr.
presidente, nio sei so V. Exc. deve pdc
o projecto de resposta d falls do throno em
discussao na ausencia dos Srs. ministcos.
0 Sr. Presidente : Elles estao ahi.
0 Sr. Martinuo Campos :V. Exc. deve
saber disso, esta mais em contacto do que
eu.
(Os Srs. presidente do conselho o minis-
tro da guerra entrain no-recinto.)
Vive, Sr. presidente, desejo de que o de-
bate iniiiado por nossos illustres collegas
da opposicao conservadora continuasse entre
elles e o ministerio, porque constituem fra-
rrao mais numerosa da opposi^io e porque
estdo prestando ao paiz e ao seu partido in-
genaveis servigos nesta discussao.
Sabe-se pela nossa historia parlamentar
que as opposicQes francas, claras e deci-di-
das servem muito ao paiz, mas nao servera
ao sous interesses de partido. Na transfor-
raacSo porque o governo parlamentar tem
passado no Brasil, aquelles que pugnam pela
verdadeira causa nacional, pela causa do
governo representative, criam serios emba-
racos para si. Mas forga e que aoeite a parte
que me e dada nesie irnportante debate.
Sr. presidente, V. Exc, a camara e o
pa'z tem testemunhado a habilidade com que
o nobre o illustrado presidente do conselho
sabe sempre envolver-se do manto impe-
rial, b'elicito a S. Exc. e d camara porque
hontem nao ouvimos,Invocar o nome e a
pessoa do imperador para cobrir o nobre
presidente do conselho, como vimos em
1871,1872 el873. Felicito tambem ao
nobre presidente do conselho por este pro-
gresso.
Isto nos dd, como V. Exc. sabe, mais li-
berdade para os debates.
A causa de que se trata e" do nobre pre-
sidente do conselbo, e do ministro; nao ha
outro personagem envolvido e interessado
nella para sustentar ministros nem presi-
dentes.
Jd hontem S. Exc. presiou-nos um ser-
vico de confessar que selhe faltasse a maio-
ria da caraara dos deputados, S. Exc. aban-
donaria o governo. Esta declaracdo e uma
verdadeira conquista depois de 1872 e ura
passo no caminho do progresso; voltemos
ao caminho constitucional; jd 6 licito i ca-
mara dos deputados, a uma maioria conser- .
vadora, negar confianca pessoal a ministros,
que Ih'a ndo merecera, porque, Sr. pesiden-
te, a camara tem visto que em toios os de-
bates entre os illustres cavalheiros da op-
posic,8o e do partido ministerial, do que se
tem tratado e do que se trata d-de que o
nobre presidente do conselho e seus colle-
gas ndo t6m a confianca do uma grande
fracc,8o do partido conservador.
Nao direi, Sr. presidente, da fraccio mais
respeitavel; todos me merecem igual respei-
to ; mas sem duvida alguma, da fraccio
que mais irnportante papa! politico tem ta-
presentado no paiz, daquella que Sio coa.
fiauca tem tido no partido Conservador, Se~
eu exceptuo a pr^Vracia de Eernambuco,
era todas as Outras provincias do imperio, ao
lado ao Sr. presidente do .conselho e dos
seus collegas, so vejojuma nova fornada de
conservadores. (Apartes.)
[Contimar-se-ha.)
TYP. DO D1AIU0. -UCA DUQUK Ufi CAXhta"
/



Ii;
-----*-----
"T~
1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E9UFEBIBD_RB5WRV INGEST_TIME 2014-05-29T19:10:13Z PACKAGE AA00011611_17980
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES