Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17979


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO L. MJMERO 142


r A% A CAPITAL E LUG IRES OXDE NiO 0B PAGA PORTE.
for tres mezes aduntados................. 6#00O
Pot seis ditos idem........ .,' j 129000
Pw am anno idea.................. J4000
Cada nomero avulao ................. $320

QUAR'ty FE1RA 24 DE JtlMHO DE 1874
PAR A DE.1TBOE FORA DA PROVEVCIA.
Par tret mazes adiantadoa................ 6*750
For seis ditos idem................ HHpO
For noTe ditos idem................. 80*180
for am anno idem. ...... ^ ... ...... S7)K)00
f
V
. 1

PR0PRIEDADE DE MAK0EL FICUEIROA DE FAN* A FILH0S.
" i"'

.
Gerardo Antonio Alvesd Filhos.no Par*; Gon^altes d Pinto, no Maranhio; Joaqaim Josd de Ojiratra d Filho, no Caara; Antkio de Lemos Braga, no Araeatj ; Joio Maria Julio CiiaTes, no Assa; Antonio Marques da Silva, Natal ; Jose Justiao
Faratra d'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahjba ; Antonio Joee GomM,M'tiMtS Fenna; Belarmino do* Santos Bolcao, em Santo Antio ; Domingos Jo** da Costa Brags, emSazareth;
Antonio Farreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar dai
f ABTE OFFICIAL
Governo da Provincia.
Palaeio da presidencia de Pernambueo, 22 de junho de l87i.
O presidente da provincia, em execueao da lei n. 1,130 da 30. de
abril de 187%, resolve que seja observado o seguinle :
Result* men to da guarda local die Per-
taaiubuco.
PARTE PRIHEIRA.
TITPLO I.
Capitulo I.
Da organisacao da guarda local.
Art I.* A guarda local, autorisada pela lei provincial a. (,130
4e 30 de abril do corrente anno, :em por fins especiaes velar pela
eapimn,! publica, e assegurar a execuclo das leis na localidade on-
de for iottituida, prestando todo o servico policial.
Art 2.* Ella sera composta de 900 pracas, distribnidas pelos
nwmcipKa e paroehias da provincia, segundo a tabella que sera op-
portuoamente organisada.
Art 3.* A guarda local sera commandada por urn commissario
de poheia e am sargeato.
Art 4. Somenle em caros de imperiosa necessidade publica,
taes como perseguiclro de oriminosos, que estiverem em bandos, e
grave alteracao na order*) publica, polera a guarda local sahir do
municipio ou parochia onty tivcr sido organisada.
-'* Capitulo II.
Ao alistamento.
Art 5.* As pragas da%aarda local serao aliitadas d'entre os ci-
aadios brasileiros de 18 a 40 anno* de idade, que tenaam bom pro-
cedimento e robuslez notonamente reconhecida.
Art 6.* Para esse alistamento, o pretendente requefera ao de-
iegado do respectiva term), ajuntando documentos probatorios da
idade acima exigida, e attestados do jniz de paz, do parocbo, e do
subdelegado, que comprovem a sua boa conducta durante os ultimo*
seis saozes dessa residencta.
Art 7." Nas paroehias onde nio residir o del igado de poll
cia, exercera o respeeajsro^suhdelegado as attribnicoes conferidas
aquoM* faoceionano, e tern a resjionsabilidade que Ihe 6 imposta por
este regulamento. i
onico. Nesta hypothese, ou quaoJo o commissario por aulo -
hdade policial, o attestado para o alistamento, sera dado pelo prcsi-
dente da respectiva camara municipal.
Art 8.* Serao preferidos para o servic) da goarda local: 1*
as pracas que forem desligadas do actual corpo policial; 2 os sol-
(eiros que tiverem pelo menos urn anno de resideucia na respectiva
localidade; 3* os que comprovarem, por sua fa de officio, haver bem
setiMo ao exercito ou armada.
Art 9." A peticio para o alistamento sera remettida imm eJia-
Laments pelo deiegado ao promotor publico da comarca, e na fait a
Aeste ao sen adjuoto, para emittir sua opini.io sobre a validade, e
procedencia dos documentos apresentados, dentro do 24 horn, con -
tadas da respectiva recepcSo.
Art 10. Cam o parecer do promotor publico, o deiegado reraet-
teri deatro de 24 horas a diia peticao ao juiz de direito da comar-
ca. emiUindo tambera o sen iuizo a respeito dos raencionaJos docu-
mentos, e sobre a robuslez do pretendente.
Art It. Dentro de igual prazo e juiz de direito devolvera esse;
papaii ao deiegado, declarando-lhe se considers ou nSo babitado o
preteodente para ser alistado, e o deiegado o commuuicara ao com-
missario oa sargento para, no caso afflrraativo, abrir ojrespectivo as-
sentamento no livro competente.
Art 12. Todos esses papeis serao archivadoscm devida or-
dem, sob a goarda e responsabilidade do commissario ou sar-
geato.
Art 13. U alisUmento do* guardas locaes durara por dous an-
nos, devendo ser renovado no fim dessc tempo, de conformidade
com as disposicoes antecedentes.
Art 14. Nenhum individuo podera ser alistado sem que previa-
meute preste o seguiote juramento sobre um-livre dos Santos Evan-
gelhos: < Juro defender a constitui^ao politica do imperio, bem
*ervir ao men paiz na guarda local do municipio ou parochia de...,
ser fiel ao cumprimento de meus deveres, e obedocer as orden.3 dos
meus superiores em tudo quanto for concernenta ao serviQO
publico.
onico. Esse masmo juramento prestarao o commissario e o
sargeato nas maos do deiegado de policia ou subdelegado.
Art 15. A praca da guarda local que houver completado o
tempo de servico a que estiver obrigada, requerer;i a sua baixa ao
juiz da direito, ajuntando certidao de seus asscntamentos, e median-
te previa informacio do deiegado. No caso de deferimento. o juiz
de direito, por iotermedio do deiegado de policia, lli'a mandara im-
mediatamenta conceder pelo commissario de policia ou sargento.
Art. 16. Antes, porem, de ser-lhe conferida a dita baixa, serao
ajustadas as suas cootas no praro iraprorogavel de 48 hora?. conta-
das da recepcao da communica^ao do deiegado de policia, dando-se-
Ibe atinal urn documeuto datado e assigoado pelo commissario de
policia ou sargento, e rubricado pelo delcgido de policia com as se-
guintes declaracoes: I" a data do daspacho ao juiz de direlte ;' 2*
o coraportamento que tivera, e os servicos que prestara durante o
tempo de seu alistamento; 3* o ajustc de contas.
Art. 17. A praca que, depois de flndo o tempo de seu alista-
mento, quizer coutinuar, assira o requorera ao deiegado de policia,
qne procedera para e novo alistamento na conformidade das dispo-
MCoes antecedentes.
S unico. Nests caso jserao dispensados os documentos e attesta-
dos de que trata o art. ti deste regularaento.
ArL 18. Se a praga nada requerer n'essa epoca sobre o seu no-
vj alistamento, entender-se ha que nao Ihe convent continuar, c en-
taose procedera do accordocomas disposicoes do art. 16..
. Capitulo III.
Da nomeacao dos commissarios, sargentos, cabos e cornctas.
Art 19. Oi commissarios o sargentos da gu.irla local serio da
iivre escolha, uu nunaagi) do president: da provincia, devendo ser
preferidos os olllciaes e sargentos que tiverem bem servido no corpo
policial.
S unico. Do mesmo modo poderJo ser por elle demittidos a bem
do serv:co publico.
Art 20. Aos commissarios e sargentos compete nomear dous
cabos e um coroeta para a guarda local respectiva, bem como sub-
slitui-los por outros, quando aqueiles mal cumprirem seus de-
veres.
Capitulo IV.
Da disciplina, inspeccao e policia da guarda local.
Art 21. A guarda local, quer dos municipios, quer das paro-
ehias. ficira immediatamente snbordinadamente quanto ao servigo
policial, a direccao e vigilancia das autoridades policiaes respectiva*.
bem omo aa chefa de policia, quanto ao emprego dessa forca, se-
gundo as convenienchs do servico publico.
Art 22. No* casos omissos dasta regulamento, e coucernentes a
ecooomia, disciplina, regularidade e instrucrao da guarda local, o
prcsidente da provincia expedira as providencias, que enlender cou-
vaaiente*, adoptando-se, ate que ellas seiam tomadas, as disposicoes
o actual regulamento do corpo de polieia, que Ihe forom appli-
caveis.
Art 23. () presidente da provincia podera nornear annual-
DMBte uai ofncial de sua conOanija para ir inspeccionar a guarda
local de quaesquer municipios, ou paroehias, em todos os ramos do
servico que Ihe for peculiar; mandando publicar o relatorio, que
ease ofllcial devera apresentar a to 30 dias depois de procedida a dita
tospece&o, se assim julgar convenienle.
Art 24. 0 commissarios de policia e sargentos da guarda local
serao os principaes responsaveis pela canservacSo da disciplina t e
fiscalisacao do servico, em todos os seus ramos, cada um na respe-
ctiva localidade, sem que por isso deva near prejudicada ou demo-
rada a execucao das ordens das autoridades policiaes, no que for
con:ernente ao emprego de forca para quaeaquer diligencias.
Art 23. Para observancia da disciplina, exercitarSo as pracas,
unto quanto for possivei; passario as revistas do costume e as ex-
traordinarias serapre que entenderem convenientes
Art 26. Os commissarios, on sargentos satisfarao immediata-
meate qualquer requisiclo feita por escripto pelas autoridades jndi-
diariasou administrativas da'respectiva localidade, de pracas para
mxitiarem as diligenelas da justica.
Capitulo V. t
Dos venciraentos da guarda local. .
Art 27. 0 commissario de policia tera o ordenado de 500/000
e a gratiflcacio de 300*000; o pargeuto a djaria de li400 e os
cabos, cornetas e guardas a de 1/000.
Art 28. Esses vencimentos serao recebidos ncs dias 1, 11 e 21
de cada mez na collectoria do municipio em presenca do respective
Hscal e do deiegado ou subdelegado, mediante relacao nominal or
dnplicata, assignada pelo commissario ou sargento, contendo nao so
as atteraedes havi las com os guardas, como os vencimentos a que
cada um tiver direito, segundo as mesmas alteraQoes,.
Art 29. Uma das reiac-des com o competente recibo do commis-
sario ou sargenti, authemicada pelo Gecal, deiegado ou subdelegado
-------------M ....... i 1 > 1 | I
ficara na collectoria, e a outra ira para o archive da guarda local,
depois de ter o collector averbaao o pagamento, datade e assi-
gnado.
Art. 30. Recebida da collectorii a iraportancia neeessaria o
commisssrio ou sargento, formando a guarda no respectivo qnartel,
effectuara o pagamento a todas as pracas que coraparecerem a
esta formatura, one sera coosiderada revista de.mostra e tera lagar
na presenca do deiegado ou subdelegado.
.. Art 31. Os guardas que na occasiio di revista se acharem
auseates am servico, poderao receber os seus vencimentos por
mao de legiiimos procuradores ou de pessoas de sua familia,
coapetentemente antorisadas.
Art 32. Todas as relacSes nominaes de pagamento serao rejis-
tradas em livro especial pelOs commissarios ou sargentos, apenas
cwululdu a pagsmeuto, sob resDonssbiHdade destes edo deiagado en4
subdelegado que tiver nscalisado o servico.
Art. 33. .Nao se podera fazer desconto algum no soldo aas pra-
cas da guarda local, salvo nos casos expressamente autorisados por
este regnlameato. r-'1
mvho'a.. '
Cipit-nto I.
Do fardamento armamento e utensis da foarda local.
Art 34. a fardamento da guarda local serf 4a boa qualidade
e fornecido no principio de cada aono pela thesonraria provincial,
que a respeito procedera de acordo com o disposto ao art 60 e se-
guintes do regulamento actual do corpo de policia.
Art. 35. As pec.as de fardamento a que tern direito cada um
dos guardas serao as da tabella n. 1.
Art. 36. A guarda local (era o armamento constants da tabella
n. 2.
Art. 37. No servico ordinal io usara ella de sabres ou terfsdos,
e nas diligencias importantes ou quando for neeassario o emprego
de forca pars capturar criminosos. e restabelecer a ordem publica
alterada, de carabinas ou espingardas.
Art 38. 0 commissario ou sargento da guarda local tera o
maior cuidado possivei para que todo o armamento distribuido se
conserve em bom estado; assim como seja bem aeondiciooado o ex-
cedente de qualquer desses objectos, sob pena de responder pelo seu
extravio ou deterioracio.
Art. 39. Os objectos que se deteriorarem por deleixo das pra-
cas ou que forem por ellas extraviados, serSo repostos a eusta das
mesmas, ou a sua importancia descontada no respectivo told A ratio
da 5* ate a 3* parte.
Art 40. A pra?a que sourer o desconto de qne trata o artigo
antecedente e tiver conclnido o seu tempo, servira por onto unto,
qaanto seja necessario para completar os descontos; salvo se Ihe
convier effectuar a immediata e integral indemnisacao.
Art. 41. No quartel da guarda local havera as tarimbas que
forem precisas para a dormida das pracas.
Art 42. 0 presidente da provincia organisara uma tabella dos
valores de todos os objectos fornecidos a guarda local, para que so
possa regular a indemnisacao dos que forem extraviados.
} Alves A C,na Bahia; e Leite, Cerqninho A C. no Rio Janeira
TABELLA N. 1, DO FARD.UBNTO.

Natureza das pe^as.
Capote de panno aznl ........
Bonet de panno aznl........
Gravaia de sola de Instro.......
Blusa de brim pardo com botoes de metal e vivos
encarnados na gola e punhos.....
Calcas de brim pardo.......'
Sapatos......'......'
Tempo ie
dwrafao.
2 annos
1
4-
6 mezes
3
3
TABELLA N. 2, DO ARMAMENTO.
Pegas.
Espingarda cempleta com seus accessorios, bayo-
neta e bainha, adarme 17......
Tercado com bainha de couro .
Ban'doleira de couro ........
Patrona com correia e cartuxame.....
Tempo de
duraQdo.
17 annos
17
6 meies
C
Capitulo II.
Dos livros.
Art. 43. A' guarda de cada localidade fornecera a thesoucaria
provincial, os livros seguintes : -
1* Livro mestre ou de registro geral dos guardas.
2 Oito de carga e descarga do fardamento.
3 Dito de carga*. e descarga do armamento.
Art. 44. Ainu destes livros os commissarios ou sargentos terao
os cadernos de notas que entenderem nece33arios, como auxiliares
a escripturacao, comprado3 4 sua custa.
Art. 45. Os livros mencionados no art. 43, serao rubricados na
thesonraria provincial, e Bcarao sob a immediata guarda do commis-
sario ou do sargeHto.
Art. 46. A sua escripturacao sera feita com o maior asseio, nao
se admittindo emendas, enlre-Iinhas, borroes e ra.-paduras.
Art. 47. 0 deiegado ou subdelegado de policia e o promotor pu-
blico, inspeccionarao trimensalmente a escripturacao dos livros, e nao
a encontrando regular, darao immediatamente parte ao presidente
da provincia, para que providencie como no caso couber.
Art. 48. 0 livre, cuja escripturagao contiver erros, emendas,
borroes e rasuras, sera reformado por conta do commissario ou do
sargento.
Art. 49. A proporgao que sefor Qndando a escripturacao dos li-
vros serao outros fornecidos pela thesouraria provincial.
Art. 50. Os mappas diarios, a correspondent reservada das
autoridades e quaesquer outros papeis, serao emassadps e guarda-
dos com os competentes rotulos, sob a responsabilidade do commis-
sario ou sargento, que pora todo o cuidado para que se conservera
sem deterioracio, ou se nao extraviem.
Art. 51. A thesouraria provincial dara os modelos necessarios
para clareza e boa escripturacao dos livros, submetlendo-os a ap-
provarjao da presidencia.
Capitulo III.
Das rondas e patrulhas.
Art, 52. A' hora designada-pela autoridade policial, serao as pa-
trulhas distribnidas pelo commissario ou sargento, que previamente
recebeni as ordens da mesma autoridade.
Art. 53. As patrulhas, no exercicio de suas funccoes, percorre-
rao amiudadamente os lngares que Ihes forem maroados, gusrdan-
do o possivei silencio e eltectuanJo as diligencias de qne forem en-
carregados.
Art. 5-i. Os cabos, sargentos ou commissarios que commanda-
rem patrulhas, uao consentirao que as pracas se dispersem, e que
maltratem 03 individuos presos, sob pena de serem responsabi-
lisados.
Art. 55. Os commissarios ou sargentos, rondarao as patrulhas ;
observarao se teem sido cumpridas as ordens da autoridade policial ;
e no caso de qualquer emergencia, inteiraado logo delta a autoridade
competente, providenciarao con forme as suas attributes,
PARTE SEGUNDA.
T1TUL0 I.
Capitulo I. '
Do julgamento dos crimes.
Art 56. Com excepcao das penas correccionaes, qne podem ser
impostas pelos commissarios ou sargentos, de conformidade com o
arts 75, 76 e 77 deste regulamento, as demais so poderao ser de-
cretadas per um conselho poremptorio, composto de juiz municipal,
do promotor publico e do deiegado de policia, e presidido por aquel-
le magistrado.
Art. 57. No caso de ser o offendido vogal do conselho, a substi-
tui{5o se fara pelo seu subatituti legal.
Art. 58. Se o aecusado f5r menor de 21 annos, o presidente do
conselho, Ihe nomeara curador, que tiver profissio de advogado, e
na falta, pe*soa habilitada, que prestara juramento.
Art. 59. A defeza sera escripta on verbal, aquella sera nnida
aos antos, e a summa desla escripta pelo vogal, que fizer as func-
coes da secretario. v
Art. 60. As testemunhas da accusaclo devem preceder as da
defeza; e o numero de umas e de ontras sera de 3 a 5. Todavia
se ao conselho parecer conveniente ouvlr outras para maior es^la-
recimento do facto, o podera fazer.
Art. 61. 0 processo nao podert sahir do poder do presidente do
conselho on do secretario. Os defensores do aecusado poderSo ahi
examina-lo e tomar as nota* de que precisarem para basear a
defeza.
Art. 62.'03.aecusado3,livre3 dequalqaer coac^ao, oan?pe59-
riMfi o conselho, no dia qua tor por este determinado, para o seu
ioMNWatorio.
^M.i'i. Logequeo conselho tiver interrogate o aecusado, re-
o>0*a a defeza, einquerido as testemunhas desta, lavrara em segui-
I amtenca.
"l84. 0 processo com a sentsnea sera, sem demora, remetti-
sroissario ou sargento para fazer effeotiva a pena, se for
itoria,.e p6r em llberdaoe o reo, e for absolatoria.
IrCS. Logo que a praca tiver de responder a conselho, sera
aediataraente, por ordem do commissario ou do sargento,
^ualqaer destes por erfem da autoridade policial res-
0 aecusado sera chamado a sala do conselho para ouvir
tor pnalioo a sentenca, qne houver sido proferida, e
'.- Art. 67. Dessa sentenca haver* recurso, no proprio processo,
e juiz de direito da comarca, intarposto dentro de 48 horas,
las de sua pubucacao, quer pelo promotor publico no caso de
Ivicio, ou improcedencia sem justo fundamento, quer pelo accu-
no de condemnacio.
/.Art. 68. Esse recurso sera serapre suspansivo e procofisado mui-
toAummariamente pelo juiz muaicipal, sem que saia do seu poder o
Ml processo.
'i Art 49. 0 recorrente e o recorrido apresentarao ao mesmo juiz
as Auas collegacdes eseriptas com documentos, ou sem elles no im-
rogavel prazo ie 24 horas.
oi< Art 70. Dacorridos esses prazos, o juiz municipal ajuntando ao
i as allegacoes e documanto* que receber, o remettera sent,
de tempo ao juiz de direito da comarca, o qual proferindo sua
dentro de 48 boras, devolvera os antos aquelle juiz, que
transraittira ao deiegado, pira qne a fa^a executar.
H> Art. 71. 0 reo maior le 21 annos podera escolher advogado, ou
fopoa de sua confianoa par* o defender no conselho. S3 porem nao
trier detensor de sua escolha o conselho nomeara quern o defenda.
. Art. 71. 0 conselho perenptorio, no dasempeoho de suas func-
coes, podera dlrigir-se por officios rogatorios a qualquar autoridade
ot* on militar, deprecando-lbe os esclarecimento* e deligencias que
forem de mister para o bom andamento e julgamento do processo,
praeedeudo sciencia ao reo da deprecata 24 horas antes de sua ex-
peAflo.
:-e Art. 73. Ao presidente do conselho compete derigir os trabalhos;
manter a regularidade destes durante a sessao ; fazer sahir da sala
aa pessoas que partarbarem os mesmos tralhos ; suspender a sessao
quando nao for attendido; a finalmente pedir a autoridade superori
as providencias neeessarias para que sejam observadas as suas deci-
s3as e mantida a ordem no julgamento.
A t 74. 0 presidente do consalho tarn voto de desempate ; e o
vogal que devergir da opiniao de sens companbeiros tarn o direito de
*HU uar-sevencido.
PARTE TERCEIRA.
TtTULO 1.
j. C a p i t u I o I.
) Dai penas.
Art 75. A guarda local fica sujeita pelas faltas e crimes que
aatimeter as seguintes penas :
I.* Rreprehensao em particular.
2.' Reprehansio por officio.
3.* Carragamento de armas.
I c 4. Umpeza do armamento.
'! t 5. Servico dobrsdo.
6.* Desconto para reposicio.
If Perda pareial do soldo.
I 6.* Prisae simjtles.
9.* Prisao eon isolamento.
10.' Baixa dc servico local.
11.* Exclusfc da guarda local com destino ao exercito ou ar-
nuda, se nao tiver isencio do reirntamento.
' 12." DemisMO do posto.
;-.- C apitu I o 11.
* Art. 76. 03 delegadosou subdelegados de policia poderao repre-
hender parilcularmente, por e officio aos eommissarios ou sargentos
que-#desviarera dos seus deveres; e esgottdos esses meios soiieita-
rioao presidente da provincia providencias mais energicas, decla-
raido as faltas em que elles tiverem incorri Jo.
Art. 77. Os commissarios ou sargentos poderao impflr aos guar-
das que infringirem sens deveres, alem das penas especificadas nos
ns 3, 4 e 5 do art. 75, mais a de prisSo simples ate 15 dias pelos
crmes previstos nos arts. 79, 80, 81, 81, 83, 84 e 85 deste regula-
mato. *
Art 78. Essas penas serao impostas com moderacao, segundo a
gnvidade das faltas, independentemente de processo.
Art. 79. 0 que faltar a? revistas diarias, a qualquer diligencia,
ou lervico de qne tenha sido incumbido:
Pena : prisao simples ate 8 dias. *
Art. 80. 0 que andar f6ra de horas nas ruas, sem que seja a
ser'ico, ou pernoitar, sem hC6nca, fora do quartel:
Pena: prislo simples at6 3 dias na 1" hypotbese ; e pelo mes-
mo empo com perda da metade do soldo, na 21. ______
Art. 81. 0 quo sem licenca, se ausenfar do quartel, guarda ou
diligencia por tempo menor de 8 dias :
Pena : prisao simples pelo dobro dos- dias da auseneia, e du-
rante a pruSo, perda da metade do soldo.
Art. 82. 0 que faltar com o respeito devido a seus superiores:
Pena : prisao simples ate 8 dias,e perda da terca parte do soldo
em quanto estiver preso.
Art. 83. O que rhaitratar sera justo raotivo, o preso qne estiver
sob sua guarda :
Pena: prisao simples ate 15 dias.
Art. 84. O que, sem motivo legitimo, deixar de prestir auxilio
para alguma prisao em flagrante :
Pena: prisao simples ate 8 dias; e se a diligencia se frustrar
por falta desse auxilio; a mesma pena por 1 dias.
-Art 89. O que der falsa* infornuc^es, tendo sciencia do con-
trario :
Pena : prislo simp'es ate* 12 dias ; e perda da terja parte do
solJo, em quanto estiver preso.
Art. 86 0 que se ausen'ar do quartel, da guarda, diligencia oa
outro qualquer servico por mais de 8 dias :
Pena : prisao simples por 30 dias, e perda da metade do soldo
pelos di is da auseneia, e de um terco em quanto estiver preso.
Art. 87. 0 que dirigir ao superior qualquer ameaca ou eausar-
Ihe algum mal, ou offenst physica leve.
Pena : prisao simples por 30 dias na 1* hypothese; e na 2* a
mesma pena por 60 dias; e mais baixa do servico local e perda da
metade do soldo em quanto estiver preso.
Art. 88. O que faltar ao cumprimento de sens deveres por peila
ou suborno :
Pena : prisao simples por 30 dias, e perda da metade do
soldo.
Art. 89. 0 que cpneorrer P1"" qualquer modo para desordens,
motins e tumultos dentro ou fora do quartel; ou servir-se das ar-
mas para perturbacao da ordem publica.
Pena : prisao com isolamento por 20 dias na 1* hypotbese ; a
na 2' a mesma pena por 30 dias e perda da metade do soldo.
Art. 90. 0 qne desrespeitar ou atacar qualquer sentinella :
Pena : Prisao simples ate 8 dias na 1* hypothese ; e com iso-
lamento por' 20 dias na 2.'
Se do acto resultar ferimento3 ou offensas physicas laves.
Prisao com isola"mento por 20 diasl e baixa do servico local,
com destino ao exercito on armada.
Art. 91. 0 commissario on sargento, que prevalecer-se do seu
posto para tirar lucro illegal :
Pena : Deraissao do posto e inderanisajSj do objecto ou quan-
tia do que se apropriar.
Art. 92. 0 que fizer descontos indevidos :
Pena PrisSo simples por 15 dias, e indemnisacao da quan-
tia descontada ; e na reincidencia demissao do posto.
Art. 93. 0 qua se entregar aos vicios da embriaguez e do
jo,ro e tornar-se relaxado no cumprimento de seus devere3 :
Pena : Prisao simples por 15 dias e perda da 3" parte do sol-
do durante a prisao ; e na reincidencia, baixa do servico local.
Art. 94. 0 que fugir antes de cumprir a santenca, ou parle
della, ou que estiver condemnado : ....
Pena Um terco mais da que Ihe havia sido imposta.
A-t. 95. Os crimes commettidos peta guarda local, nao espe-
cificados neste regulamento, 6cam suieitos ao fdro commum, e os
delinquentes terao baixa do servico, e serSo postos a disposicao das
respectivas autoridades.
disposiqSes gkraks.
Art. 96. Nenhuma requisicao de forca local sera satisfeita, sem
ser por escripto, salvo para casos urgentes que assim nao permit-
tam ; devendo portm, o commissario ou sargento exigirpara sua
resalvauma declaracao escripia daquelle qne trouxer a requisi-
cao verbal. ... ., .
.Art. 97. Quando o juiz de direito re3idir em distancia maior aa
5 leguas' do Ingar em que se organisar a guarda, o substituira o
juiz municipal do respectivo termo, era todas as attribuicoes que
Ihe s5o conferidas por este regulamento.
Art 98. Nos casos de reconhecida e coraprovada enfermidade
serao tratados em suas proprias casas os commissarios. sargentos,
e pracas da guarda local, percebendo os respectivos soldos ate 15
dias. Si a molestia se prolongar perceberio meio soldo por igual
tempo e d'ahi por diante nao terao mais direito a soldo algum.
Art. 99. 0 commissario ou sargento remettera diariariamente
a autoridade policial e ao fiscal da collectoria am mappa nomi-
nal da guarda local, especificando todo o seu movimento. No mu.
nicipio ou parochia. onde nio houver collectoria, a remessa sera
somente feita a autoridade policial.
Art 100. Estes mappas serao con3ervados e guardados com
cuidado tanto nas colletorias, como no3 archivos policiaes.
Art. 101. A nao observancia do artigo 99 sera punida com a
multa de SJ a 5 pela collectoria, por cada falta.
Art. 102. Ficam revogadas todas as di3posicoe3 em contrano.
Henrique Pereira de Lucena.


DESPJCHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 22 DE JUSHO DE
1874.
Bjcharel Elisiario Augusto de Moraes. -Sim, na
forua da lei.
Wre Florencio Xavier Dias de Albuquerque.
Deferido, com officio desta data dirigido a thesou-
rariade fazenda provincial.
loie Casimiro Alves Bezerra.Ao Sr. director
da iistruccao publica para informar.
Lmrenca da Silva Neves, Maria da Silva Neves,
Fraicisca da Silva Neves e Emilia da Silva Neves.
Rqueiram ao governo imperial.
ianoel Ferreira dos Santos.-Defendo, com offi-
cio desta data a thesouraria provincial.
ltenoel Ferreira de Carvalho. Passe por-
tarii. .. .
IVbnoel Xavier Corrt5a Lima.Sim. _
tenoel Leonardo dos Santos. Sim, nao ha-
venco Inconveniente, mediante recibo de pessoa
auta-isada. ,
Sweriano de Siqueira Cavalcante. Deferido,
com officio desta data dirigido a thesouraria dc
fazada. ,.
Tburcio dos Santos Portugal.-Sim, satisfeitos
os tireitos e mais prescripts legaes.
Repurtieao da policia.
2 eccao__Secretaria de policia de Pernambueo,
23 de junoo de 1874.
fc 7ft7Him. e Exm. Sr.Participo a V._Exc.
que Toi hontera recelhldo a casa de detencao, a
ordro do subdelegado de Santo Antonio, Raymun-
do Jonato da Silva, por embriaguez c desordem.
Bus guarde a V. ExcIilm. e Exm. Sr. com-
meidador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
(sidejte da provincia -0 ohefe de policia, Anzo-
nioFrancisco Correia de Araujo.
Commando das armas.
OD.RTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
>E PBRNAMBTJCO, EM 23 BE JONHO DE
1874.
Ordem do dia n. 830.
I Exm. bngadeiro commandanle das armas
puolice a guarnicao, para os fins convenientes,
qm segundo the communicou o Exm. Sr. general
ixuoector Joao Guilherme de Bruce, em officio de
22 do corrente, deu elle ne3se. mesmo dia por con-
cluda a inspeccSo do 9* batalhao de infanteria.
Assignado.) U*oel 4a C.unha Wanderley
Lbs.
tonforme.0 major Jose Bonifacio dos Santos
Hegulkao, ajudante de ordena encarregado do
dehlhe.
ro assumpto da discussao, o projecto de lei Gxando
a 6poca da reuovacao do conselho geral do depar-
tamento dos Bouclua-du-Rlwne, projecto em que
tern segura uma grande raaioria. A commissao
nomeada pela assemblea e favoravel ao pro-
jecto. m
0 Sr. Ttaudat apresentou uma moQio- para ser
posta em ordem do dia a lei sobre c eleitorado mu-
nicipal. 0 governo aceita 3obro este ponto a de-
cisao la assemblea, o que 6 conforme ao seu pro-
gramma negativo, e e um meio seguro de ter sem-
pre maioria.
Na sessao de 30 de maio houve uma larga di3-
cussao em que tomaram parte os Srs.. Belhnuret
Waddington e Bert-nger do centra esquerdo, e os
Srs. Raudat Dupepe e Babtie da direita.a assem-
blea decidio qua comecaria pela discussao da par-
te da lei municipal, que trata do eleitorado. 0
resto da lei municipal e a lei eleitoral politica se-
rao discutidas depois.
St'IsSA.
As camaras federaes suissas reuniram-se no dia
28 de maio para verificarem o resultado da vota-
cao de 19 de abril sobre a .evisao da constitmcao
federal. .
0 conselho nacional votou por unanimidade, um
decreto declarando que esta constituicSo foi adop-
tada, e deve entrar immediatamente em vigor.
0 conselho dos estados deu o seu parecer no
mesmo sentido no dia 29, e por consequencia de3-
de esta data esta em pleno vigor.
ITALIA.
Segundo as ultimas noticiasde Italia parece cou-
sa decidida adissolu$ao da camara dos deputados.
E' realmente uma camara extraordlonaria aquella
que depois de ter votado uma lei em todos o* seus
pormenores, a rejeita na goneralidade, e isto pela
maioria de um so voto. E' a terceira vez, em dous
annos qne isto acontece.
A loi sobre a instrnec-ao obrigatoria a a lei flo-
restal cah'ram de um modo analogo no ultimo mo-
mento. Surprezas deste genero, tornara todo o 0
verno regular impossivel.
Assim, o parlamento, esperando a sua sentenca
RECIFE, 24 DP JUNHO DE 1874.
Noti^*ias da Europn.
Hontem, Jj-n horas e meia da manha, fundeou
no lamar^o o vapor inglez illimani, trazendo datas
deLis^oa ate 12 do corrente, cinco dias mais mo-
de'aas que as trazidas polo vapor Rio de Janeiro.
Cis o que colhemos de jornaes e cartas:
franca.
A sitaaejio politica na Fran;a continda no mes-
as indehnido; o governo nao apresentou pro-
1 g'amraa algarn politico; apresealoij como primei.
de mor'e 'n'M" ", *uccessivamonte ob
diversos orcamentos para assegarar a marcna re-
gular dos servicos publicos.
0 orcamento da justiQa foi approvado sem dis-
cussao.
Os projectos que envolvem despezas novas, e no-
vos encargos para o thesouro, sao cuidadosamente
afastados pelo governo.
0 Sr. Minghetti achara provavelmente nos de
bates que vao surgir. a proposito destes ultimos
Pr0'i questio de gabinete e de legitiraar a djssolucao do
parlamento.
Afflancam a3 ultimas noticias de Roma que a ca-
mara dos deputados sera dissolvida no mez de
agosto, e qae as-eleicSes garaes devem ter lugar
no mez de novembro.
Assegura-se qae no-relatorio que acotnpauha o
decreto de dissolucio das camaras, o minisierio ex-
pora o seu prograrama.
A estiuerdX dirigira tambem una proclamacao
aos eleitores.
0 Santo padre esta completamente restabele-
cido e retomou as suas habituae3 occupacSes ; ja
fez os seus papeis habituaes nos clau3lro3 do va-
ticano. ,
i IXGLATETRA.
Oj esbrjlos dos Sa Slorley e ^o,,, roembros
,
do parlamento, para conseguirem o termo da dis-
puta entre 03 operarios agricotas, e os rendeiros
nao foram tSo bem succedidos em New-Market, *
no condado de Suffoln, como no Lincolu Shire.
Neste ultimo condado depois de concessoes rau-
tuas, operarios e patroes entraram nas suas rela-
tes normaes, e os trabalhos da cultura nao sof-
frerara pela interrupgao.
A associacao dos rendeiros de New-Market, re-
jeitou completaraenta tolas as propostas a qua!a
unido de Lincoln tinha dado a sua approvacao, e
este exemplo acaba Je ser seguido, em despeite dos
conselhos do seu presidente, pela associacao dos
rendeiros de Suffolk. Estes, apezar de todas as
garantias, que lhes foram offerecidas, contra a su-
bitaniedade das groves e pedidos exagerados de
augmento de salario, persi3tem em recusar o em-
prego de qualquer trabalhador, que fa^a parte da
sociedade da UniSo.
Os rendeiro* tem de certo o direito de se asso-
ciarem para a proteccao dos seu3 interesses, mas
nao vem que portando-se, como o fazem, recusam
aos outros o exercicio de uma liberdade, de qae
muito bem sabem servir-se.
Nao e deste modo que podem pOr a opiniao pu-
blica do seu lado.
0 Times tem por muitas vezes dirigido observa-
ijoes tao sensaias como moderadas, mas elles con-
linuam a persistir nos seus erros.
Hoje as advertencias da imprensa tomam um
torn mai3 araeagador. 0 Daifv Neivs conclue nes-
tes termos um longo artigo consagrado ao eXime
da que3tao: ...
t 0 paiz collocar-seha cada vez mais do lad i
dos operarios da agricultura se as conce33oes qua
elles offerecem fazer, nao forem aceitas.
Receiamos bem que se os rendeiros rejeita-
rem agora este honroso compromisso, se vejam
bem depressa obrigados a admittir os seas operarios
sem condicSes algumas, e a pagar-lhe3 um salario
ma>3 elevadu. >
Eutretauto, manifestam-se hesitacSes enlre os
rendeiros. A esUcao adianta se, eera maitos sitios
a cultura soffre.
No districto de Bury e em Woodbndga grande
parte dos proprietress se pronunciam pela aceita-
cao do compromisso, proposto pelos Srs. Money e
DisoC. E'. precise esperar qua a sua. lauuenwa
seja bastante grande para srfastar a maioria.
ALLEMANHA.
Nas ultimas discussSes das camaras do reino da
Saxonia e na imprensa d'aquelle paiz tem-se apre-
sentado com toda a energia e vitalidade o partteu-
larismo. _.'..
0 jornal de Dresde, orglo official do governo sa-
xonio, entendeu do sen devr, para diminuir a ma
imprejsao que este aeontecimento tinha prodando
em Berlirn delinir chramente o pooto de vista etn
aue o sroverno saxomo se colloca nesta questio. -
qDeclano jornal saxonio, que a actual organi-
sacao do Werio Honao satisfazendo 4 necess^
de'dacohesaoj unidade d-; ^ ^^
da estados, *-. comtudo a car- defies a sua
vida politica propria, assi"' v v- ..,43 institui-
coes particulares, e ^ como asaV* ^~-
garantias; eui'- w mesmo as rooeia do novas
maes e- -utaoto obspwa que os ,povos alle-
corp- .ueitameote lig.^dos pelas necessidade*
^rnuns, nao deixarn deeonservar as suas diver-
sidades lundamentaes.
Ficando fieia a grande patria, os paiaes do nolle,
e as alias regioes do sal nao se parecem.
Esu div;rsidade, assira come as origena e a*
H.



** V
f phases da sua hitoria, da ama iruportaacia par-
laliri 4iefiJada do sea senffrrf into politico.
E-ta divenddaaa fas a for.; da .Uleman'aa; a
ail aaaaeaptrar a siia grandezi da unifar-
e jMais a procurara cella, como o deve-
aanesaerar.
T> pnmeiro syaodo da igreja dos vetho3 ca-
zaetieaa reaaio se no dia27 de man em I! mn,
aa a presieearia do niseo Reiokens.
A assemblea coiaposta da perto de 70 eccleilas-
ticjs, edelegados aacularas das cj-nrnanidades,
adaataa o regulamento synodal e parochail pro
post* peio eoogreseo de Constaneia. Deliberon-se
* *<* reformat reiativas a administra;ao
Dicem de Bertim que as negociacoes relati-
ve a n .va demarca$io da diocese de Nancy estao
f *rauaadas, gratas a deferencia do governo fraa-
<-2, c. ncordaa-se sem difficuldade sobre a ad-
laarcio as .dioceses allemas, das psrochias qua
vio ser desligida-; do bispado de Nancy.
f* o governo f ranee z qnera se encarregou de
'.aa* a approvacao da curta romana, ncste ar-
raajo.
A rrtacie? officrae* diplomatieas entre x Fran
'.* Allemanba sao as melhores que podem ser
aaas existe am ferment) de discordia nas tenden-
<-ias dericaes do governo franoz, c na luta que o
cr.twno prussiana sostenta contra o ultraraonta
MBO.
AcsTna-iininmra.
ii leis SMtossioaMf na Austria, tern sido ate
y, lean m r?i, porque para as applicar, sao
i raedi !s legislativas especiacs de (|ue o
nil pire-e ter muito a petto apro
qualqner iooperacaj inlernacjooaj. Com ran ta
Yp.jerr* fts direi qiwelwg.vj a oner pw a hi
ciativa da intervene*) sana liraada pcJa ftana*
pola login terra, devendn Portugal, segjind* 6s
tratados, cooperar1 cam trbpas e muakoai de
guerra. T
Veterans qial a resultado da aceao que erti
proxiraa a ferir-si oas visinhanca3 da Estella.
Um serio revez para as forcas do general I bem
Concha, deler-ninarao esto desenlace, no qual a
Franca paroce a principal empeoaada, pur isso
mearao que anJa no mundo diplomatico novaman-
to a sandidalura prussiana.
Dizern d'Oran ( Algeria ) que ama fragata e
W'WI 1
/ /
1
Us joraaes bltramoiitanos explicam com fran-
He clern .entende que deve gnaniar provisoria-
.a?ate uma attitude ps-siva e especlantee reser-
^ar t>li a en-irjiia da >ut opitosicao para o caso
4na* osedidas g )vernameuiaes, disposicSea
-^iativas especiaes f.-rrarem a sahir da sua
r#-*fra.
Roasii.
A Riia tn ta a iiuciativa d'u-ni proposta hu-
maaturu, eaja a 'Cdssidide se ddmotmroa na ulli
iaa {TJerra.
\ Haia eitabilju negociacoJ' para u;m reu
:ie.ii BratellM m dia 13 de julh, de u-n con
jt*so fn qae os plenipstenciario^ politicoi e mi-
. i |ie resolver diversas questoes, ainla
* abert- da direito das gentes,ee
. i : wassli aa tralaaaasao d m prisioneiros
*' gi-rra \ srdasi dj >1 a dis d'liberaco, aia-
J* i ]! r:iiimii, mis e certi a sui
i-aaiij.
TO0(l\.
Dj Canal lal ; ipla eserevem sobre a* madi.las to-
aali-peia Pjrta conira os hassounisus. Foi otn
!d-t rilale c-jnsileravel perto da Darbe:kr,
i i- .-: ea, i a le os has-.iuui-tis e^tio e:n
-. pj e a aeda de am bipalo. e do um
.-! rh aotdridade, depiis diter en
id aj< di-ideates da igreja, o ti-pij >, as us-
Rr-M bas da cuimi ii.la' minion
.'. r < a.ureis entre o< tessaiMulis, para os
rar *m refea.
m i ^- I't em N'arlio, cilaj; da me-ma
i i i ifsntaeale a sdda d'uai bispado
iBMassBfeta.
>:- n steias on-ternanm os armenios hatsott-
' r. -;-'.-intin;.ia que receian s'lTr-r bre-
aajann setts, apeiar das altimis pn-
-io -vicir.
UIB iir.UNK.
h lelfrado mulrana-se geralnente
- -" 11 re^aluJ < di visiti dj reu piincipe a
nii : pelu con'.rarij osjaraaes hnnga-
-v>; p-etende-n que o principe Milan
i-.ra I- C 'Ti-'aTVin-ipla nnit) irritad] cjfiira a
::-e j i -n :ia da re; isi dl restiluiQio
- : leZi raik; e pwtaaltf-se elia pre-ta-
:'-1 safHI) < iJeis cjrrentes
" -:n a:'.) d; p.ira vas it -.':i_-i> mm dj!.:-3!i en frente
- rvi'.
.(*.:u-n. que hoave em Bacbarast,
priaeip i Miia-i a> priasi-
- i\ sWniQia, u na troca de c m& leucias,
aci am;givis a resieito da Sublime Poria
i*r<"nmam tm prever uisa a ic\i com-
Jiaa iiUiajaaaia, da S;rvia e ale da Grciia,
#ra s* enHBeip-'.ren c.aipietamoate di tutella
. n:ia s^zerana.
aaauncia que o principe Mil .n
ni priswipia de julln uma viagem
nsaad por Vienna. 0 orgio ofScioso
ra. tem o cuidalo de declarar que esta
i-'m a!can:e algum politico.
RESP1NHA.
esta pail escreve aasso correspoaleate de
skaa
. E daajna e-n pDaos dias qae proximo de Es-
J -.::n lance decisivo o futuro do
. ami liSeral hespaaaol. 0 levantam^nto do ear-
".'raiuecenb a forca moral doscar-
--I-1.- J s reconoi pecaaiariai, nJo
- vdmente ( coino se disse e proclannu
' ar *aas ;>r;as inililares Concentran lo se
a ;iarte delta) em rel_>r de Estella,
i^m o aiiqae dis forcas liberae*.
r .!,;, a pens Hies Sea, como ultima c.v
ircai 11- a gae-ra dj guerrilhas, qus pou:o jo-
*t* d-arar. laepdJe eassar apeoas algumas dif-
: 1 -. 'Am .--..i perigo seno. VenceJore-, po-
JMssM sjajwriasBira impeto avaoear ate quasi as
MaJ'id, a neicanii a Ilespanha com um
"era naria.
li jaero l^assoaibradameotfl ponha
azior c rin;; na net ma defiaitiva da cauaa
.
__ Por-T: i aisiB) dos que assim pensam,
i va? ti iMge, qae ni) almitta a possibilidade
' rTtz. eabata pooco provavel.
aa am general verJaJeiramente habil;
Ida am exercito numeroso e disciplinado, e
a maxtraa probabilidade e a de ser dalle
^asptoo. Tudavia e muito conliagente a sorto
las bazaltias e rauius vezes se eucuulra um revez,
'* Victoria se julgava certa. Nesu eventuali-
date, a causa di liberlada e do progress? estaria
^saeacaia naj so em Il=spanba, mas tambera era
rtrntmL
CoasjderaaJj, porem, a hypo'.hese da victoria
d.. exercito de Concha, muitos duvidam
logo em segnida a forma do governo
i'as, preveem a restaurajao bour
outros fallam em negociacOes com a Prus
** Pr da novo se apresentar a candidatura Ho
-t: km.
Apezar do aao parecer geralraente que esta
Lma s-lurao tenha a seu favor grandes probabi-
idadev, e uiaito poisivel.
A polilica de Bismark e bastante arteira para
loo rt-c ahecer que as monarchias tradicionaes
luraaadas, nao e nossivel na actualidade sabsti
lair ectra? fandadas apenas em mtrigas pjliticas,
aaau ou saenos habilmente dirigidas. A sorte de
oadea. a tndole conhecida do povo hespanhol,
- d.iisao e as ambicoes que dividein as parciali-
dates liberaes em Hespanha, oppojm se decidida
j1-*caajsadatura prussiana, que nao seria para
+ Ailenaaclia causa de forca, mas siin ongem de
aaros e mais serios embararos.
Nai parece tambem que tenha grandes pro-
iaaaSiaaes de exito a resuuracao affonsin*.
As ciiades mais importantes da Hespanha,
prorascias intciras, sao desididamen'.e republi
caaas.
No partido asabk*sos insorrigiveis, aJeptos em parte da ve-
*a aristocracia e da culta barguezia. Na classe
saedu e no povo, a idea bourbonica 6 geralmente
rtttliida cim a versa n
Wra possivei qae am golpe do mao entregasse
taroao a D. Affonso; mas nenhnm esforco o po
dena de fniuro snstenur. Alem da impopulari
da indignacao que feriram de morte a
de D. Izabel, os partidarios da restau-
aae se emeodam na repeticao de erros e
jae de novo e dentro em pouco, proda-
T catastrophe.
ABgnri-se, pois, amuita gente, que debili-
e entraquecidos consideravelmente os car-
, sacenmbira a dicUdura actual, coias razoes
de txisur terao cessado, elhe succedera a repu
blica moderada.
E*ta solncao, qae parece a mais provavel, so
i ser adiada, ou ate definilivamente preiu-
ipelaa errosdosrepoblicano'. Os desvaries
aes e as suas fanestas consequencias p;ra
* *** devem comtado servir de Iicao.
p*ra ^aalquer caosa e.para qnalquer par-
-*" *>0 t*"l mais perigosas as inexperien-
*4!/rreLdos ^ adeptos, que as hostill-
aades w. ^ mais oa menos, como a imprensa
*f^' P0"1-' oreeia neste momento a si-
l*Tal partogoesa, ** :
m^kS^^illTli^ ",anegl.ciac5es
11A u(a podena accrescenUi -rmada che-
* P1^0* intervepcao -Mv0| jez
um aviso de gaerra hespanhoes embarcaram 900
forcados de Cartagena com as mercadorias roa-
badas aaquella pra;a, avaliadas em 38 contos da
riiis fortes e sahiram para Ceata.
Na Mba official de Madrid, de 3 do corrente,
vem a convocacao de uma assembles geral dos
acrionislas do Uanco territorial de Hespanha para
o dia 13 de julho, na qual se tratara eadusiva-
menta dos assumptos que motivaram a prisao da
Cleraente Davernoisa em Paris.
Em Psion houve um renaido eombate dos
vuluntarios com os carlistas que fugiram.
o De Miranda sahiram para varies hospitaes os
doentes que alii estavara.
Tem-se concentrado em Logroao, raalto ma-
terial de guerra e abundantes viveres.
Eis os ultimos telegrammas :
a Madrid. Desmente-se a noticia di que o
repres?nunte dos E*ados Unidos fermolasso exi-
gencias. Segundo parece tem inslruccoes do seu
governo para reclamar uma indemnisacao em
favor das lamiiias dos prisioneiros do Vufimus
que foram fuzilados. D. AITooso eD. Branca tuuia-
ram a direccao da Vinaroz. Sao perseguidos por
varias columnas. Continuaram-a sabir tropas de
Ligrono para Navarra occupando varios ?ontos
estralegicos. Estava determinaJa hoje a sahida
de Concha. Qainta-feira ficaram completos os
nova iiata hoes que se estava n organisando eui
Madrrd. 0 minislro da fazenla conferenciou c^ra
os possuidures de fandos para combinar as con
di.;oes em que hade effectuar-se o pagameoto do
coupon exurno. Sobea 20,000 o nuinero dos re
crutas que teem dado entrada nos deposiios.
Madrid 10. Albareda parte amanha pa-a
Lisboa. Concha poz em movimento as tropas em
direcc.ii a Estella. 0 jornal L-i Iberia comeca
hoje a publicir uma sorie de ariigos muito impor-
Uat s co:n referen'iia ais receias desperiados em
Fraaca, pela v.mla a Madrid, do Mr. Halzfeld, en-
viado extra .rJinano da Prussia. Desmmteseo
restabeleoiuBiito do concordia entre o ostado e a
igreja. SaacUez Mira foi uomeado para mandar
a bngaJa da c.ivallaria de Cislella a Njva. As-
segara se qaa o governo mandou a os capitaes ge-
neraes concodar inlu to a toJos os carlistas que
se apresntare.il. Diz-se que Mmlilla recabaa or-
dain da sahir immjdialamente para se occaptr da
legaeio de Hespanha em Washing!>n. Esta tarle
reunio-so o coasalafl presidld) por Serrano. Diz-
se q ia em Urioti e Andoain ha via dons batalhoes
earfistis gaipu'.'-jano.s insahbrdinad>s, u.'gaado-
se a marcaar para a Navarra a ombater lara do
paiz. IVo.avaiiiDate hoja apresentara o raiuUtro
di f.iz^n I) aa coaselaa o projecto relativo ao es-
UbeleJimeat) do binca ncioaiL No dia 12 pa
re;e qaa se i nagiinra o cam 'nao de ferro de Zi
r.igiya a Pitettas d;l Earo Sibe-se tiuo os car-
listas fozilaram em Daran/o Jus chefes partida-
rios djs torus e qae pruaderaai alguns outros.
Os carlistas ratiraram de Estella granJe quaatija
de de material da gaerra. .Nos-circulo3 p >liticos
ha gra ida aoiau^ao pjr se suppor qua esta m3-
Qaa se empeanoq a accaa nas immediacoas
de Estella. A ultima estatistiea das foreas car-
hstis d. n>rte da 8.' 03 uavarros, 7:0*) biscainhos
6:03aalavases, i.OJJea-teHnhw, 9 canaoes pe-
queaoj e 403 ca/allos.
POaTUQlL.
En 12 d> corrente escreve o nosso corres-
poodente de Lisboa :
Foi deceudjqae no dia!'"- de Jalho proxt-
m i sa fiiassem as eieicoas garaas para deputadns. Os
tralnl.'ns eloitoraes prosaguSm com actividade,
mas tranj -illa:neat?.
Cilculin algaas jae a opposicii Irara aoo-
nas uns lo deautados a arena le'gislat va.N NSo
utiviljqua pouco mais excadam a cste nanero
dos qua declarada e francamnte se dream oppa-
sicii; mas devesa coatar coai aquelles que di-
zeado-sa governamentaes na vespera para cap-
t:ir as boas gracas das au'orilades alninistrati-
va-s no dia seguiate, depois de servidis, ostentam
empavezaios no Saio da representatj.So nacional a
auton)inia da sua in-livilualitado e se declarant
indepandontes por mil escrupulos de consciencia
q leoito dias an'es nao lues fazia peso algum.
E' desses taes que pria*=piar;i a formar-se um
grapo que Ira refor.rjj o da esjaerda da camara ;
e eis a navem de que mais tarde sahira a tem
pestade em que o baixel da siluacao tera do sos-
sobrar.
A visita do illuslr i tribuno e eminente oraJor
da Peninsula, D. Emilio Castellar a esta cidade,
foi maitoapreciada por todos os seus admirado-
res, de qualquer grupo ou parcialidade polilica.
Otfereceram Ihe alguns jan'.ares, em qaediscarsou
aobremente. E depois de ter visitado a piltores-
ca Cintra e algans monumentos, partiopara o Pr-
to onde cherjou honte.m.
Duron por mais de 10 dias a greve dos opera-
nos da antiga fabrica de tabacos de Xabregas.
Depois de c=crever em uma carta ao Diario Popu-
lar, a fome reduiio aquelles oitocentos e tanlos
proletarios, que por fim se renderam a discricao,
o^primidos pelas mingoas qaotidianas das pobres
lamiiias.
A direccao quiz lutar e venceu, como vence
quasi sempre o capital contra o trabalho; e esta
luta dura a sempre em quanto nao seTesolvef am
dos mais difflceis problemas sociaes dos nossos
dias que u o da perfeita harmonia de interessos
entre o capital e o trabalho.
Atinal, o grande crime dos operarios despedi-
dos, foi terem querido pedir esmola para os ope-
rarios idosos. aos qu.ies os riquissimos directores
da fabrica tinham ccrtado uns ceitis diarios n)
seu magro salario.
0 ministro da fazenda eontinua a ser interpel-
lado diariamente pelas folhas da opposicio afim de
ser pub!i;ada a lista dos subscriptores das obri-
gacoes do caminho de ferro do Miaho, inaicando
se as quantias em que subscreveram e o modo
como fizeram os depositos, se foi em cheques ou
vales, e sen Jo em cheque?, sobre que baneos foram
sacado?.
0 governo por dignidade sua e das repartlcoes
que dirige, dizem essas folhas, devia esclareccr
completamente o assurapto, pois e para lamentar
que se fuja a publicidade official, etc., etc.
Estas interpeltaQoes ja sao de chapa e como
que stercolypadas.
0 governo ou pelos menos o Sr. A. de Serpa.
homem de um caractar Inaeslissimo, como e, e
de uma timidez e escrupulo incomparavel em as-
samptos que mesmo por sombras possam affectar
o seu pundonor e brios, deve terse airependido
mil vezes de recorrer mais uma aos emprestimos
nacionaes, que alem de serem anti-economico?,
trazera destas e de outras semsaborias 1
t Os nossos fuados Ccavam hontem (6) en Lon-
dres a 47 l|8. 0 banco de Londres baixon a 3 a
laxa do desconto.
presided; do.consolho foi iisrieccicnar
cacoas do forte da Graca (I'.vas), e aa o
qie alli3e Jasia a salva d Uieiro [pi imaeHtJ'j pela explosa i do pfl
cmdo coitt umj'lno da menos, os dons b:'
tidos a uma pefoa muito molestada.
lo hospital foram Hie logo amputadesos _,
r-os. 0 soldado que tapava o ouvido da peca tam-
icun comjima das maps qaeimaia e
o parno hapital. tf^sl ST Str
o Sr. Pdntes ficiu,|to contrislido p
aconteaiflioBse, |ne di^^pou^H g^
comprUaro' a :
V/aca.
it Sr. Fontes so no dia 17 #' que
Beja pan o Algarve.
Estifcnteo eode da Janqueira (J
l';u Seabra) ha dous meses agraciaJa com a
titalo, dit-se que opt colDveniencias eleitorai
A Imprensa da opposicao tanto injuriou,
bou e chasqueou, e epigrammou o novo titular,'
qna caaio de cama e diz-se qae gravemente. ;
Parte hoje no vapor lllimani da carrem do
Paeiiio para Pemambaeo. o disiiocio medioo bra-
sileiro Joao da SUva Ramos qae vieja aJSuropa
em viagem de reweio.
a effeito um cisa-
|fci^rX8BeraSeifUind0 "dapqb Pafa l ; < W* > ****** de casa-
No esUJo da-fowa levou-se
ajento peU segainje forma.:
Os noivoy habitavam em Boaaparte o official
qae realisava o acto em Keokuk.
A' hora ajurtada: os noivas tomarara lflgar na es-
tacSe telegraphica da sua localidade, ao mesmo
tempo que o padre fazia o mesmo na sua terra
Uub3 aos futures conjugea serem os primeiros
a ir aos anmt*, e fizeram passar am telegramma
assira composto:
Bonaparte, 1 d'abril de 1874. Estamos
promptos para a ceramonia, poJeis eomerar. As-
signados :-John Sullivan-Fany Godowon.
Logo qaa o padre receben este reeado, respon-
aram as embarcaypes to gttarra, tendo a
" vergas.
horas compareccu tauifeani ao arsenal
identedo conselho no. nflnisiro, o 3h.
tro da marinha e o enearregido dos nego-
ciqs da legacao brasileira, e dirigiram-se a com-
imentar sua alt?za a Sra. rondessa d'Eu, que
mbarcaffara nao aggravar o sea
de. r
da noite pbjo a- tjaira Tapor fit-
augustus viajantas.
as aceitaraai o lugar de proteeto-
de Benefa-eale Brasileira de Litboa
sempre % coatemplacao da fallocida
senhora j^ugueza ii braganca D.
altezas a|bscreTeraBi com to'libras
mandaragi entregar ao tbesoureiro
da Almefla Hebello.
As tripolacoes dos escaleres e galeotas empre-
gaJus aoaarrieaie suas altezas foram convenien-
0 5r7lferao ae lapflra, digno ministro de S. M.
Imparador -da Brasil em Lisboa, acompanhou
dft *'lva lUraoa, ana sehera< tm sobrinho, H. A.
Fox, It. Va>qua.
- Sahidos pSVa os bortos do sulno vapor fran-
cez \hlUde Mode Janeiro :
Joao Baptista de Vargas, Jacintho Jose tie An-
urade e Danwl M. Iodus.
deu
WS$MI%%$1*
Janeiro, donde regressara
.J& Cn1Je de MaaJ14es- aue h dias seapre- Consulodo provlaaclal.-Por portaria da
sentara para ser presde proeasssdoporaeiinlpnD* presidansla da prurtoela, de 2d do corrente, foi
nuoiciadoeterapdadoausente,como.mpbcadono permittido ao conferentrdo consulado provincial
processo da revolta, contfnaa a estar na eaJbat/i- Fatiato do *ego Barros%?essoa, pWulaV o a
V".dErft'r dos diasd. saaiaaa prr-=-------------^-^ 3' **W* esmo consu.ad
ser julgado na relacao o aggravo de
injasupro-
nancia.
< Quando ha dias sahio do Limoeiro uma leva,
de degradados para a Costa d'Africa, o caade deu
uma libra sterlioa a cada um dooses mfelizes, re-
com.nendando-lhes qua tratassam de morigerr-se
pelo trabalho e pelo arrependimento.
" As palavras do illusire pre.o, qua lei am 1870
ministro dos negocios da guerra, e grande do rei-
u s a memaro da eamara dos pares, foram oiavidis
entre lagnmas por muitos desses desgracados quo
a justica mandava espiar seus delictoj on crimes
. escripi
proxiaanamd* Aiacmto.Rodriguez He Albuquerque, conformoso-
para longinqaas regioes, alguns por toda a vida.
" 0 partido realista (dlto legitimista) reuawa no
dia 12 no velho palacio des conies de S. Miguel,
a Arroyos, suburbios de LwbOa, para discutir s'
sumptos eleitoraes.
' 4* eonselheiro Mendanca C6rfS recebeu hi
I oueos dias, o seu diploma da goeio da acatiemia
urgtnlhtu pelo paquele Tibe>:
Ciegou no Uironde o cadaver do infeiis vis-
conde de Santa Isabel, talleeido ha poacas semanas
na Suissa. Parlio a perna (do qae fallecen), quando
salua de casa do ministro do srasil era Berae.
" Ha dias foi aaudien-ia do 2 dislrictoarimi-
n.l, policia cirreocional, presidancia do Dr. Maia,
l>ara julgama'ito do reverendo padre Amado, pro
lessor do Ivceu nacional de Lisbo*. O Dr. Pinto
toelao pedio a palavra s disse que sendo o sea
constitainte (o re.) juiz da relacaj ecclesiaatica
nao podia ser julgado pelos tribunaes ordinarios,
e requena por conseqaencia, a excepcio deelins
tviria de iucompettncia.
,; ladefarido este requeriraento pelojaiz, oadvo-
gado do reo aggravoa para a relacio. maodaado
aquelle tomar aggravo em separado. Novo aggra-
vo, chieana, do coituma, etc. Fica de roraissa.
" Do testamento com que falleceu o e-tiinada
e symoathico ciiladao Joao Laiz deOliveira Aze-
vedo fazemos os seguintes oxtractos :
' D;ixa a saa inna D. R ,sa Joaquina de Almei
oa o usofructo de tres propriedades da casa* que
possuia m rsa Fernandes Thomas, incluindo a
mobilia e outros objectos da casa do sna moradia. a
qual por fallecimonta da dita sua irmi, pertencera
cjmoesta a saa sobrinha Amelia, residente em
Pernambnco, pertencendo as duas outras a sans
man is Antonio e Francisco.
" Ueixa ao seu irmao Antonio o dinheiro que ti-
nha em seu luder^ A sao irmio Francica....
0.600*000 en insenpeoes. A Arlhar, litbo de
se.i irmao Antonio, 24 accSes da Reserva Mercan-
' da Baliia, IS dita3 da caixa filial do banco do
til
Em Lisboa os fundos internes fi:aram honied
(sabbado) a 47,10 e com o jnro pago a 45,58.
t Sabbado (6) hoave sessio da assembled geral
-rcommissao central 1 de dezembro de 1640. A
subsenpeao para o monumento, aberta em Potu-
gal, tem sido muito auxiliaia pelos cbefes admi
nistrativos ^os dfstrictos.
Foram dous empregados do ministerioda fazen
da, os Srs. Perestreflo e, Colla^-o ao Porto, Braga e
Brasil na Bania e daas apoliccs da divida publica
brasileira no valor nominal de 1:000,000 reis cada
uma. ,( t
' A Julio, filho do mesmo, 10 accoes di aaixa
filial do banco do Brasil. A Joao, fillio do mesmo,
1 acyoas da socledade CoHlmercio da Babia ei
uaia in.-cripQa..) de k-fl00,000 reis nomina
" A seusaiilhados Alcina, filho de Panlino Jose
RoJngues Guimaraes, da Bahia. 5 accSes da Re
serva Marcaatil da Bahia, e 100,000 rs em 1061311
para uma prenda ; a-Joao, sea raano, 2 acrpeedo
mesmo banco ; a Ermelinda, fllba de ioao Jose
Rodngues Mendes, de Pernaobuco, 4 ditas. Dei-
xou a seus dous sobrinhos, ilhos do seu mano
Joso, re^identes em Maeeio, 5 jecoes da Sociedade
Commercial da Bahia, a cada im.
' A' sua sobrinha Amelia,joomo saudosa lem-
bran.a, 2 apolices da divida pu'slica brasileira de
rs. 1:000,000 cada uma.
' Eis os ultimos telegrammas aqui recebidos :
" Washington, 7.A memoria do ministro da
fazenda mostra a necossidade de redusir as opera-
cues a metal, e recommenda a derogajao ea ju-
lho de 1875, da lei do papel raoeda, e o reemlolso
a 7|76 (jreembankt, por meio de bonds pagiveis
em ouro.
" N.wa-York, 7.-0 coogresso approvouhon-
tem que o canal de Mississipi inferior, no gdpho
da Mexicor se abra a todas as najijas.
"Washington, 9. -Os represen'antes adoptiram
a lei qu6 adraitte Colorado coro,o estado da I'niao.
*' Roma, 10.-0 papa, recebeu hontem ospere
grinos araericanos.
iicitacam.
.tM.sorin^-iio Commercial iti-n<-ii-
<-eisic. a directoriadesta corporacao olfereceu
houtotn, ao iueio dia, n'um dos saloes do hotel
Vicbjria, a rua do Bom Jesus, um excellente lunch
a officiMiidade dos dous vapores inglezes Invesliga-
l(/i'9//,to'/iw, ao qual assistiram, alem da dita olli-
cialidade e divarsos membrcs da A3sociacao Com-
merciaL algumas pessoas especialmente convi-
dadas.
Reiaou, durante o tempo que duroa o lestejo,
muita curdialidado, fazendo-*e diversos brindes,
eatre s quaes os seguintes :
Do Sr. Juaquim Lopes Machado ( em inglez) a
companbia telegraphica submarina brasileira.
Do ar. che.'o da commissao do cabo aos brasi-
leiros, espec almente ao governo pelas auxilios
que Hies prcsOu.
Do Sr. Machado a nacio brasileira.
Do Sr. chefe da commissao aos peraambu-
canos.
Do Sr. E. Fenton a S. M. o 'mperador.
Do Sr. Machado a S. M. a rainha Victoria.
TclosruiHs*) lwaNii.il o submariaa
para m Euraaa. Huuiem a directoria da
Assoeia^ao Commercial Benelkeale expedio os
dous seguintes telegrammas :
A Associajao Commercial Beneficente de Per-
aamboco eongratuia-se com a A sociacao Com-
mercial de Lisboa, pela realisacao de tio grandio
so acouteciinento, que nosioe em conlactoimme-
diato. a
A Associacao Commercial Boneficente de
Pernambuco cougratula secoina Associagao Com-
mercial de Liverpool pela feliz reallsacao da com-
municaQ.io telegraphica eutre esta pracae a sua.
Ale 5. horas da tarde nao ohegaram as res-
posta*.
lestn naial. Informan-nos que ama-
nha^ ao meio dia, a commissao encarregada da
immersao do cabo, offerece, a bordo do vapor
Hibenua, que se acha fandeaio no lamarao, um
copo d'agua a directoria da Associagio Commer-
cial Benelioente.
k'assauiciKo. Victima de padecimenlos
chronicos, falleceu ho-jtcra o Rvm. conego Liuo do
Monte Carmello Luaa, bibliothecario da provincia,
e seu cadaver adia-se depositado no convento de
N. S. lo Carmo, donde, pelas 3 horas da tardo de
hoje sera eoadazido para o cennterio publica.
Homem de lettras, dislincto orador sagrado, o
que lhe valau o titulo de pregador da imperial
capella, membra insiallad >r e muito prestimoso do-
Insti'.uto Archeologico e Geographico deta provin
cia, e honorario de rauitas outras associacoes litte-
rarias ; sacerdute que soube sempre respeitar o al
tar sem mentir, nem negar a face a sociedade ;.sua
morte deve pungir acerbarnente no cora-;3o desta
proviucia, que lhe foi berco e Ihe vai ser tumulo,
e para a qual foi tile, luzimento em vida, e depus
de morto honrosissima recorda;ao.
Eis uma sepultura, a do Rvm. conego Lino do
Monte Carmello Luna, sobre a qual, corro a im-
prensa o dever dd depor uma coroa de cypceste.
Era am operario lao modeslo, quao esforcado
da civilisagao. Pranteamol o.
>iix<>iiis e cincoenta. Dizem-nos
que, na estagao telegraphica da ilba de S. Vicen-
te, haviam hontem 230 telegrammas de felicita-
cao, expedidos da Europa para o Brasil.
Para mi! do Inipcrio. Cora 3 re-
cebidos era nosso porto, levou o vapor francez
Ville do Rio de Janeiro 113 passageiros.
0 vapor inglez lllimani levou 343 passa-
geiros, dos quaes 8 recebides em nosso porto.
HiiiiK-ii-o. 0 vapor Cururipe trouxe___
2:000i para os Srs. Lehmanii freres.
0 vapor lUimani levou de nossa praca para
a da Bahia I42:<'00^.
Vapor I'uni. Este navio da companbia
brasileira, segundo telegramma hontem recebido,
sahlo da Bahia para o nosso porto pelo de Maeeio,
hoatem ao meio dia. E' provavel que aqui chegue
amaahi,
Brnxellas, lO.-Nas eleieoes parciaes d: Bel
gica venceram os liberaes. Por eonsequemia as
maiorias ministeriaes e catholicas dirainuirim no
senado e na camara dos deputados.
f Paris, 8Mac-Mahon reeebaa o noniio do
papa. A assemblea adoptou o art. da Id mu-
nicipal relativamente a lista eleltoral. 0 geverne
hespanhol deu ao governo francez a seguranja de
que Serrano nao entabolou nenhnma conferacia
acerca de uma candidatura allema ao throno de
Hespanha.
Paris 9.-Assemblea: A interpellacaoi res-
peito da carta que dimanava da commissao cntral
bonapartista, era um manejo a favor da elei^o de
Bourgoing. Os minislros do interior e da jistica
responderam que nao de proseguir se a commssao
existir realmente. Rouher declarou~aqnelle rocu-
memo apocripho, e pedio um inquerito serero.
Garabetia accusou os miaistros da fazendae da
guerra de serem 'camplices dos bonapartilas e
qualiflcou os bonapartistas de miseraveis. Foi
chamado a ordem.
Telegraplio submarino brasllciro.
i Tai e a denominar^ao da compantiia
pho transatlantic", a
Si
Cbegaram : a 4 do corrente, o vapor hglez
Brunsicich, do Maranhao, a 7, galera Josephita H,
de Pernambuco, e a 9 6 vapor inglez Mdlard,
de Manaos pelas escalas, todos a Lisboa:
a Sahiram : de Lisboaa 9, vapores in.lezos
Augustine para o Para, Maranhao e :eara,e-Li-
lian, para Manaos pelas es;alas ; do Porto-a 4,
brigue Triumpho para Pernambuco.
Acaara se a carga os navios : era Lisioa
Voador do Mondego para Pernambuco, Lgeiro.
para o Para ; no Porto iVooo Paquele par! Per-
naaibuco, Saudade para o MaranhSo e Jowuina
para o Para.
a Sao aqui esperados os vapores : inglez byne,
a 13 ou 14 para Pernarnbnco ; inglez Maraihen-
se, para o Maranhao e Ceara, a 20; o franca flic
Grande, para Pernambuco a 23.
I lanaa, encaregados de levar os certificados pro-
fffaS. ^a t s5ie 1 emprestirao dos caminhos
ae ferro lo Mmha e Donro.
Faliouse outra vez n'uai granJe emprestimo
que o governo se vena obrigado a contrahir n'uma
das pnmeiras pragas da Earopa. Nao se diz ainda
bem claramente aaaes os motivos que determina-
ram esta resolocao tomada era conselho de mini3-
tros ha poucos dias.
Mo Porto comecou a publicar-se uma folha
diana qae tem por titulo 0 Porto. E' governa-
mental segando ouvi dizer, pois ainda nao a vj
Fot agraciado com a commenda de Cbristo o
Sr. Dr. Joaquira Jose do iraaral, cbefe de polic'a
da provincia de S. Paulo (Brasil).
a Teve a gran-crnz da ordem de Leopoldo da
Belgica o viscsnde de ChanceJIeiros, par'do reiao,
0 dia 1 de lulbo sabira em f.ishoa nm nn
fSBSAnmroa
REVISTA DIARIA.
julho sabira em Lisboa um novo
jornal diaflo favoravel a polilica do gabinete.
4 Chegou a Londres o Sr. Carlos Testa, um dos
mais distinctos offlciae.s da armada portngueza,
Para fezer ura eontrato com algum dos primeiros
S?co"> navaes de fnglaterra, para- a cons-
truccso de duas corvetas e dnas canhoneiras.
lX3 da ul''ni8 (omada flcou a camara he-
i m SnPHingue? c?m ,3 Pares do reinoj nu-
aaaatoTonga, mas o gabinete hespau. n nLT ao de ,dePQdos.
por ama circular aos seas representanu.- : ? par?s sSo duques 3,inarqnezes 15, con
ls edrtesda Kurops.qae sem qaea into-1 de .,a'.v'*CQndes 25, barSes i, patriarchy J, arce-
do territoria bespanbol fosse araeacada, on bispos 3, Z"*P0 o ; o 41} pjo titulare.
i amiiia imperial braaileira.r-Mos-
so corresponde de Lisboa escreve o seguinte :
Como se esperava, enlron Bo dia 8 do eoirent-
te o.vapor Gironde uas Messageries de Boros,
condazindo a seu bordo snas altezas o Sr. code e
a Sra. condessa d'Eu. Era parto de meio dia man-
do o paqnete chegou ao qoadro dos navios de
goerra naeionaes, sendo recebido na saa
gem com safvas de vintee om tiros.
Proximo-de uma hora desembarcou no oaes
da 9upermtendencia sua alteza o ooede d'fin, aiom-
panhado do Sr. Li9boa, ministro do Brasil emPor-
lugai, do Sr. visconde de Soares Franco, dc 8r.
Serums variot eavalheiros e geqtis damas. Agur-
davam, no desembarque, a sna alteza, o Sr. api-
tao de mar 6 uerra Neves e o Sr. capltSo teiente
Vianna. Sua'au."" entrou na carruagem dcSr.
nacional
ministro do Brasil e ^rigio-e para o paracii da
Ajuda.
A prifl^aaa, a Sra, conda".' d'Eaificoa a wp-
do do paquete, visto o seu estado de aaiide a,sim
o exigir.
a Poaco .depois dirigio-se suat magesl'ada oSr.
D. FernaDdo.com saa alteza o Sr. D. AuguL,toiai
a galeota pequena, a bordo do paquete parac*-
pnraentar sua alteza a condessa d Ea.
A's 2 horas deu entrada saa augeattdeel-1 _
rel D. Luiz no arsenal, acompanhado dS tut alia- corflo sahfa, por descuido da revl*5o'
za p_condo d'Eu, estado's-maiores a o'sr. miniltrp | Cameid.,. electrico. Cresaa
do telegra-
qual e riesta cidado repre-
sentada pelo Sr. Eduardo Fentou, e tem por
seu superintenJente-gerente do tralico ao Sr. Jose
Howe.
Fotnos obseqaiados com nm livro para despa-
chos e a tarifa circular da uiesma companhia, o
que devidamente agradecemos.
Ittreja de H. Pedro.-No dia 23 do cor-
rente culiccou-se no frotespicio desta igreja uma
Donita Cruz ; tendo sido bonta pelo secreurio da
respective irmandade, padre Antonio de Mello e
Albuquerque.
Inapeccao de tropa. Em 22 do corren
te deu por concluida o Exm general Joao Gui-
Iherme de Bruce a inspeccao dos corpos de linha
desta guarnic2?, missao de que se acha incumbido
pelo governo imperial.
ftania Caaa. Deve effactuar-se amanha
(2o) perante a junta da Santa Casa, pelas 3 horas
da tarde, a arreraa'aclo das rendas da ilha do No-
gaeira, pela qaantia de 1:000*000.
Declarai-ao necesaaria. Por engano
de paginacaa sahiram intercaladas no resumo de
noticias da Europa, primeira pagina uhima co-
lumna. algumas noticias que faziam parte da He-
vista Diaria, as quaes comecam no tituloDuas
letradas e terminam na palavra perpctuamente.
Inatitufo Arclieoloarleo c Geogra-
phicoDeve haver amanha sessao desta socieda-
de, no lugar c hora do costume.
LuHo-braNiieira.-No dia 26 do corrente
(sexta feira) ;i9 6 horas da tarde, deve haver ses-
sao da assembled geral dos membros desta socie-
dade, afim de proceder-se a discussio da reforma
parcial dos estatutos.
Ariiataa Heclianicoa c liiberaca.-
Domrago (28) deve proceder-se nesta sociedade a
elercao da directoria para d anno social de 1874 -
l87o.
Ciressaio iui'idico.Reunio-se hontem (23)
esta sociedade sob a presidencia do Sr. Baptista
Vieira.
Depois da posse dos membros ultimamente elei
tos para a directoria, procedeu-se ao sorteio paraj
a defeza de theses; seudp sorleado em priraeiro |
lugar o Sr. Heraclides Ferreira, que escolheu a
these : 0 mtlhor syslemt dc eleicao e o directo; e
em segundo lugar o Sr. Napoleao de Oliveira, que
escolheu a these: 0 governo monarchico repre
sentativo constitucional hereditario e inferior ao
republicano.
Em seguida foram sorteados para a refutacao
da primeira these os Srs. ADgelo Soares, Fernan-
des de Carvalbo e Vianna Bandeira, e para a do
segunia os Srs. Joao Maranhio, Gabral de Mello
e Alexandrino Guimaraes.
Nao havendo mais nada a tratar-se, o Sr. presi-
dente designando a ordem do dia, levantou a ses-
sao a uma bora da tarde.
Telegramma commercial.0dos Srs.
Hnowles & Forster, de Londres, em 9 do corrente
diz:.
< Algodao sem movimento aos precos de : 7 li8
a 10 1|2 a de Pernambuco, 7 5i8 a 8 o da Parahy-
Keoknck, 16 d'abril.-John Sullivan e Fany
Godowon, jontai as vossas mios, tomai o seguinte
eomproraisso : Nos (os vossos nomes e prono-
mes) nos obrigamos mutuamente e solemnemente
diantedi Deus e das testemunhas presentes, a to-
mar cada um de nos por esposo (ou esposa), aquel-
le a quern darao3 a mao e a fazel-o no.^so compa
nheiro (oa corapanhetra) eterno ; -e mais jnramos
bdelidade ate que a morte nos separe ura do ou-
tro b 0 ministro offkiante.William Pratt o
_ In-tantes depois, a respssta chegava a Keo-
Bonaparte, 16 d'abrtl,Declararaos aceitar o
tomar o compromisso indicado.John Sullivan-
Fany Godowon.
0 revereado William Pratt, tendo examiuado o
telegramma, redarguio-lhe nos seguintes tor-
raos:
Keoknck, 16 de abril.A John gnllivan e
Eany Godowon, em Bonaparte (Iowa) -Em virtude
da minha autoridade, vos declaro e proclamo ma-
rido e mulher. Que Deus vos abencoe e abencoe
a vossa uniiio.0 ministro offlcianle.W. Pratt.a
Assim foi dado o consorcio como realisado lo-
galmente.
lAccurao peremptoria. Acaba de
acontecer so Havre um facto que caasou sense-
cao entre os Lovelaces, que o sao prineipalmente
por nao terem occupacao util em que empreguera
as suas faculdades.
Um individuo, tendo encontrado a mulher em 11a-
grante crime de adulterio, ma ton a gnlpes de espa-
da o homem que o offendera na sua honra e as-
carnecera as snas mais charas affeicoes.
A mulher pole fugir a justa ira do marido. Este
foi immedialamente apresentar-se a prisao.
Um iui pro quo. N'um regimento de
gaarnicao em Brabante Ha dons soldados com e3-
les nomes : Henri Aninble e Henri Aimable.
Esta scmelhanca de appellidos occasionou um
iulgamento em conselho de guerra a Henri
Amiable.
Os pais de Henri Aimable lhe tinham remettidu
ura yaledo correio de sete francos; mas, indo pa-
rar a mSodo soldado Amiable, e ccmo o i nao
linha o panto, bilgou ser para elle, c tratou de re-
ceber a quantia. Ten Jo depois sabido que o tale
era para o sea camarada, deu Ihe conhecimento
do eng.no, e prometteu embolsalo logo que rece-
besse o dinheiro que o pai lhe mandaria dentro
em breve.
0 camarada sanvelo ; ;aa3 cbegado o caso aos
ouvidos dos supcriores, estes rrto quizprara acre-
ditar no equivoco e fizeram lhe instaurar pro-
cesso.
0 conselho da gaerra eondemnouo em tres ma-
zes de prisao e a ser ineorparado durante urn an-
no n'uma companhia discipllnar.
0 soldado recorreu da sentenca, fundando-se
prineipalmente a sua defeza em que elle nao cos-
tumava por o pinto no I, ligando as seis hastes de
forma que tanto se podia ler o i antes do m como
depois.
Recorrendo se ao seu assentamento de praga
ahi se verificou qae o reo nio acentuara o ;
donde se inferio a sua inaocencia, seudo portanto
absolvido.
Ora, eis aqui quanto produzio a falta do ponto
sobre o i na assignitura do talc do correio.
0 que se pode ajuizar e que Henri Amiable, fi-
cara com aversao a Udos que se negaram a por
os pontos nos ii, ainda no sentid) translate da ex-
pcessl).
Os ccuteiini'ioM da imprensa.0 pri-
meiro jornal que se fuudou na Allemanha, por
oceasiao da guerra d3s trinta annos, a Gaseta de
Una, festejou ulti.tamente o seu anaiversario bi-
secular. Aqaella folha apparecea pela primeira
vez no dia 23 de abril de 157i. E' e.-te um gran-
de exemplo de longeviJaJe nos annaes da impren-
sa periodiaa.
Mas ha quem reclame contra a primazia. Ha se-
te aonos que a Gaseta Van Gent, orgao flamengo
de Fiandre3, celebrou tambem o sen anniversario
bi-iecular.
Nessa oceasiao distribuio aos seus assignantes
um fac simile do seu primeiro numero, que data-
va de 1567. E' este, poi^, o raais antigo, e dave-
mos accrtscentar qua esta folha advoga sempre as
ideas do progresso,' e os principlos do liberalismo.
Ciigantets Io mat*.Diz um jornal ameri-
cano que os seis maiores navios do mundo sSo na
actualidade os seguintes :
i. 0 Great Eastern, que hoje pertence a //<>-
AppeJlacao commercial.
nacional Telegraph construction and maintenance APPe-lar"es Manoel da Suva Santos, appellado
Company, tem de comprido 674 p^s e 87 de largo.
2. 0 City of Pekin, construiao recentemente
nas raargens do Delaware, pertence a Pacific Mail
steam ship company, 6 ie 6,000 toneladas e mede
423 de longo e 48 de largo.
3." 0 Liguna. pertencente a Companhia de No-
veg woo por vapor do Pacifico, a sua tonelagem e
de 4,820 toneladas, comprimento 46 pes, largura
45 ditos.
4." 0 Britama, pertence a White Star Line,
4,700 toneladas, 433 pes de comprfdo e 45 de
largo.
it.- 0 City of Richmond", pertencente a Inman
Line. 4,600 toneladas, 453 1(2 pes de longo o 43
de largo.
6." 0 Bothnia, da Companhia Cuhard, 4,300 to-
nelaias, 425 pes de cutnprimento e 42 1|2 de lar-
gura.
A capacidade reanida des'.es seis vasos excede
a 30,000 toueladas. 0 seu total comprimento at-
tinge quasi um kilometre
Loteria de aiidrid. -Relagao dos nume-
ros mais premiados na extracjao veriflcada no
dia 6 do corrente :
t'HRONICA iliilCWUL
SESSAO EM 21 DEJUaaaflfDE 1*574.
PRESIDF.NCIA DO EXM. S*. CO.NSEI.lll -IKO
CAETAC10 SANTtMO.
Sc-.retario Dr. YngUio Coelho.
As 10 horas da manni, preieates os Srs. des-
embargadores Silva Guiraaries, Almeida Alba-
Kaerque, Mot'a, procurador da coroa, Accioli,
oraingues Silva, Souza Leao, Oliveira Maeiel, e
o Dr. juiz de direito Quintino de Miranda os dous
ultimos chamados por falta e impediment dos Srs.
desembargadores, deixanlo de comj-arecer o Sr.
desembi-rgador Reis e Silva, por estar na presi-
dencia do jury, abrio-se a sessao.
JULGAMENTOS. IMI
Habeas corpus.
Paciente Francisco Manoel do Carmo. Relator
o Exm. Sr. eonselheiro presidente.Negou se sol-
tara.
Paciente Grataliano dos Santos Vital. Relator
o Exm. Sr. eonselheiro presidente.Concederam a
ordem e a caucio rc.uerida para o dia 26 do a r-
rente.
Recurso commercial.
Recorreate o juizo especial, recorridos F^ria 4c
Lessa. Relator o Sr. descmbargador Souza Lao.
Sorteados os Srs. desembargadores Accioli e Al-
meida Albuquerque.fieformou-se a pronuncia.
Appellacoes civeis.
Do Recife.-Appellante Antonio Annes Jacome,
appellado herJeiros da Euzebio P. Pinto.Nullo
o processo.
Da Parahyba.-Appellante D. Antonia Gomes
da Silveira, appellado Dr. Dario Gomes da Silvei-
ra e outros. Conlirraada a sentenca.
Processo de'responsabilidade contra o Dr. Aus-
teriiano Correia de Crasto, juiz municipal de Bom
Jardim. Relator o Sr. de embargador Accioli.
Apresentou o:fei'.o com o relatorfo do estylo que
foi lido em mesa, e estando presente o reo com
sen advogado o Dr. Antonio Epaminondas de
Mello, este pedio a palavra e produzio a defeza Je,
seu constiiuiole, pela incompetencia do tribunaJ
em conhecer dos crimes praticados pelos juizes
municipaes e sim somente quanto aos juizes' de
direito e chefes de policia.Em seguida fechaJas
as grades e em sessao secreta foi julgado n .Ho o
processo.
fASSACENS.
Do Sr. ilesembargador Silva Guimaraes ao Si
desamiiargaJor Almeida Albuquerque :
Appella^es crimes.
De Nizarelh.Appellanteo jaiio, appellalu Fir-
mmo Lopes de Oliveira.
Da Pal neira dos Indies. Appellante Al
Coelno de Barros Luna, appeilada a juiti;a.
Appellacoes civeis.
De S. Xiao. Appellaute o juizo, appellados Joao,
Jose e : utros.
DeOlinda. Appellante o major Fsane.sco Jo.-*
Silveira, appeilada a camara municipal
Do Sr. desembargalor Almeida Albuquerqui ao
Sr. desembargador Motta-:
Appellacoes civeis.
Do Acaracii.-Appellante Narciso Marques de
Azeyedo, appellado Vicente Ferreira de Paula e
Silva.
Do Reci/e.Appellante o'jaizo, appellado o pre-
to Joaqaim, por s^a curador.
Ao Sr. desembargador Accioli. .
Appellacoes crimes.
De Ingazeira.Appellante o juizo, appall, tl
Manoel Fernandes da Silva.
Do Recife.Appellante ojuito, appellado Joao
Pedro de Oliveira ; appellante o aesamb:irgad..r
presidente do jury, appellados Aatonio Jose dos
Anjos e outros.
l>o Sr. desembargador Souza Leao ao Sr. d"s-
embargadwr Silva Guimaraes :
Appellacao crime.
Ap;ellanle o juizo, appellado J sti Vitalino da
Silva ; appellante o p.ometor, appellado Aotcnio
Ferreira de Oliveira ; appellante o pr.motor, i; -
pellado Aatonio tczerra da Silva.
Appellacoes oiveis
Appellantes Jose Antonio Guiaiaraes, appellados
a administracao de massa de Manoel Jose Lopes 4t
Irmao ; appellante Fran eis ooaimoes da Silva Ma-
fra. appeilada D. Maria Magdalena Teiies de V is-
eoatteUoa.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerqoe :
Appellacao crime.
Appellante o juizo, appellado Paulino, escravc.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da jastica
Do Recife.Appellante o juizo, appellado Fran-
ciscoAntoio do .Sascimento
Diligencia civel.
Ao Exm. Sr. desembargador procuradoi- da co-
roa :
pio
ba, 7 3|4 a 8 3|8 o de Maeeio, 8 lil a 10 Ii2 o do
Maranhao, 7 5(8 a 10 1|2 o do Rio Grande do Nor-
te, e 8 1)4 o do Ceara.
Assucar firme aos precos de 20iG a 23i0 bran-
co, e 14i6 a 20j0 mascavado.
o Cafe flrme aos precos de 63r a 90i o do Rio e
82ja 87( ode Santos.
Errata.-Na 8 Iittha do li- paragrapho da
noticia que hontem publicamos nesta seccao. solr
o titulo de Teligrapho submarino brasileiro para
Europq, Jeia-se : nao teve entre nos, etc., e nJo
6.427.....
3.017.....
1.155.....
1.862.....
7.136.....
6.426.....
6.428.....
4.943.....
9.713.....
1739.....
9.963.....
655.....
9.552.....
6.656.....
8.563.....
870..;..
6 93J.....
8.464.....
1.537.....
4.079.....
2.906... .
7.092.....
1.237.....
862.....
3.7S9.....
9.649.....
9.630,...
4196.....
3.051____
348.....
6.304.....
2.335.....
263.....
300:000 1.832....... 3:000
250:000 8.012....... 5:000
100:009 4.816...... 5.000
30:000 5-296...... 5:000
25:000 2.401...... 5:000
6:000 473...... 3:000
6:000 1.70!...... 5 000
5:000 3.612...... 3:000
3:000 9.978...... 5:000i
5:000 5.249...... 5:000
5:000 3.056...... 5.000
5:000 9.057...... 5:000
5:000 3.641..... 5:000
3:000 3.016...... 4:230
o:0C0 3.018...... 4:230
5:000 3.011...... 2:500
5:000 3.012...... 2.300
3:000 3.0 3...... 2:500
5:000 3.011...... 2:500
5:000 3.015......' 2:500
5:000 3.016...... 2:500
3:030 3.018...... 2:300
5:000 3.019...... 2:500
5:000 3.020.= .... 2:500
5.000 3.421...... 2:300
5.000 6.422...... 2:500
5:000 6.423...... 2:500
u.000 6.421...... 2:500
5.000 6.425..,,.. 2:500
5:000 6.426...... i-ayQ
3:000 6.428...... 2:500
5:000 6.429...... 2:500
3:000 6.430...... 2:500
5:000|
que se acha a venda e
de Una,
herdeiros de Manoel Leite Goncalves e outros.
Assignou se dia para julgamcnto dos seguintes
leitos :
Appellacao commercial.
Appellante Pedro Barrozo Valente Veras, appel-
lado Antonio Goncalves da Jnsta ; appellants 'Joao
Marques Fernanles, appellados Azevedo & Maia ;
appellante Jose Joaquim de Castro Moura, appel-
lados Joaquim de Souza Silva Cunha e oulrc.
Appellacao civel.
Dj Recife.Appellantes bacharel Antonio Ma-
noel de Medeiros Furtado, appellados Pereira Car-
Man & C.
Appellacao crime
De S. Miguel.Appellaute o juiao, appeliado
Felizardo Jose dos Santos.
D1STRIBUICOES.
Recurso crime.
N. 8 -Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Recorrente Balthazar Goncalves Machado. re-
corrilo o juizo de direito do 4 dis ricto.
Appellacoes civeis.
N. 23Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Do Recife. Appellante Bento Jose Ramos de
Oliveira, appellados herdeiros de C. Starr Aj C
N. 26Ao Sr. desembargador Loureucp San-
tiago :
D'Agua P.-eta.Appellante Domlngos Martins
de Barros Mpoteiro, appellado o barao de r,.l-
mares.
N. 27Ao Sr. desembargador Almeida Albu-
querque :
Do Inga.Appellante Manoel Francisco Gomes,
appellado Joao da Matta Rodrigues Fnndador.
Appellacoes crimes.
N. 10Ao Sr. desembargador Silva Goimar&s:
DeFlores.Appellante o juizo, appellado Ma-
noel Vicente de Luna.
N. 11Ao Sr. desembargador Lonrenco Santia-
go :
Do Pilar.Appellante Manoel Luiz de Souza e
ontro, appeilada a jnstica.
N. 12=-Ao Sr. desembargador Almeida Albu-
querque :
Do Cabo.Appellante Jose Marques da Silva,
appeilada a juslica.
Encerrou-se a sessSo a 1 bora e 1 qu?.rto
da tarde.
PARTE POLITICA
103.*
qual
V-i I ^7? j ar p^/..P """ v *.uuuu uou, esiaaos-maiores e o sr. miniarp tassmemo... electrico. Cresaa na
offendida dispen-anam1 QuAPdo o t>r. Pomes, ministro da gaerra e' do Brss.l, embaroando todoi na gileota de We- J An}?rw *> prte o emprego da telegraphia etec*
9.722
Loteria.A
a beneficio da igreja de Abreu
corre no dia 27 do corrente.
Casa de deteaeao.Movimento da casa
da detencao do dia 22 de junho de 1874.
ExlstiatO presos 334, entrou 1, existem 333.
A saber :
Naeionaes 255, mulheres 8, estrangeiros 25,
ascravos 44. escravas 3. Total 335.
Alimentados a custa dos cofres publicos 272.
Movimento da enfermaria no dia 22 de junho de
1874.
Teve baixa :
David Ferreira Barboza; gastralgia. ,
Tiveram alta :
Aniceto Jos6 de Araujo.
Manoel Vieente Ferreira.
^eilaVa).Sexta feira,(26) do corrente, effectua
o agente Pinto, o de objectos de escriptorio e ar-
raazem. no 1" andar e armazem do sobrado n. 11,
a rua do Bom-Jesus, conforme esta annunciado
na seccSo competente deste Diario.
Paaaagcirog. Chegados dos portos da
Earopa no vapor inglez lllimani:
o. Candida de Souza, A. A. Pinto, sua senhora
e uma filha, Mmd, Emma Levy, Cordeiro da Cu-
nha, Antonio dos Santo?, Antonio J. Lopes, Jolr.
PARTIDO < 0\S||t\ ADOlt

I aiGtVEL
RECIFE, 24 DE JUNHO DE 1874.
I ma ietima do Sr. laiccnu.
Foi este o titulo que eseolhen a Ptovincia para
noticiar o fallecimeDto do Sr. Jose Peretti Seve.
Cancada a Prooincia de especular com as ciazas
de Nunes Macbado. quiz ver se tirava algum
proveito da morte do Sr. Peretti Seve contra o
honrado Dr. Lucena.
Mas como e de que maneira espaeulam os pro-
vtneianos com a merte do Sr. Seve ?
Attribuem-na a remocao, qae o Exm. Dr. Lu-
cena dera ao Sr. Seve de escripturario da
thesouraria provincial para secretario ao gymnasio.
Se nao fora a nacessidade de protestar contra
mais essa falsa rmputacao, que os provincianos
fazem ao illustre pernambucano, que administra
esta provincia, um silencio absoluto guardaria-
mos sobre aquelle, que ja nao pertence a esta
vida.
Entretanto, nao pensem os Srs. liberaes que
desrespeitaremps o par de seputtis. Fazemos uma
simples exposicao sem tocarmos na pessoa do
morto, para que o publico saiba, qae da remocao
alludida, nenhnma deshonra veto ao Sr. Seve ;
ao contrario, este, sendo removida, snbio era ca-
thegoria, porquanto o lugar* de; secretario do
gymnasio, posto que menos rendos'o, havia sido
occupado por bachareis, qae sacrificando tempo
dinheiro em estudos, nio iriam exercer am la-
gar de cathegoria baixa. ^


.
..
/




Jtt*06Be safit
Rd)t_o Em Sc Cr. Luccna o it. lave le
Pc?!i desbourd para o smnregado, quanl)e
NttuTido pan am Rigaf dj anponor cathegorla ?
Por esse lado vt5-s, pois, que o removido nada
perdea.
wr-aoshio O4pro*itc;an<)j ; houve perda quau-
fni judidiarla, atd^HS!k!^^.f. Mndependencia
I aos juizes, e ma^(t9taMiW*.
'' An.igos da rerdadeira Hberu..
^VMNtfMllelo I* e
ppoMKr
rrei
,,l^amaq*
/reoiti
i.\ 9*KSBi""tlaril, por
to
. forma alguma
Mria forcado 9 Sr. Sere a procurar i mortp,
eopo iaeaica i Prsoiaciu do irais a mais por
qaeaaaae o Sr. Seve am mono solteiro, esia di-
miMido de rencimentos era poaco seusivel.
8e raea 01 prorinciaiKs qua o Sr. Sere nao
^oibio da enfermidade, qua Ihe sobreveio por
** tkcrpctto porqae passara, pois qua lal
aeeepcaaaiSo bow*.
n o que Vinos dito a com a repugnancia que
sjm liiwMa alguiTta ha de eooontrar o bom seaso
dllsre* en aer^ditar a inverosimil historia
da Pnrimdi, poderijnios dar-nos i or satisfeitos.
Ma-, no entretanto, para d> todo corroboraraos o
qta._kavmo$ dila, e bora dasmascararraos o es-
..,r da ck'otica provinciani, terminaremo-
te par Iraaseierer do obiluario do dia 18 do
currents pabheado no numoro de 20 deste Diario,
0 1 iwnwj /
t Jos PSTttti Sere, braaco, rernamBuco, 36
Ui>, aelteiro, Boa-Vistt ; phtysioa >
Ora, lerao os prermcianee coragem de dizer
qnr-o St. I. Pereni Seve entisieou, a pooto de mor-
rer,- por ter sido removido do lugar de 1* escrip-
nrario da tktsmtraria provincial para 0 de se-
-rmrio #e ffmmatio T
<) procimcianos sao desfacados especuladores,
Se nao o querem ser, procurern outro modus vi-
rrnd" ; eertos de qua nao os aoompanharemos,
a* cuntiaoareia a revolver as ciusas dos mono.-.
maeode-os para discussao, da qual se soc.orrem
para ferir a qaem, com a coascieneia de homem
! Jh, aaaesto e honrado a tola a prova, teia
c jnuilldi a cinsideraQio e o respeito dos hon-
nseas sensatos e imparciaes; so nao de uma op-
j>jt7ij> rnfrene, desasada e sob'retodo fora do ni-
eL com que aopiraio puDlica aqailata os actos
1 qae possuem 0 que se chamacoascieneia
Tural.
rejaizos, atacando a escravidao, e faiendo
ao uiiramintanfsmo. -
vossas ruigeAi/vjmo' lire> M iauef-jf e mo
ten^Ses audacTosas Bo ttirsmioiitanl3rn0j"i1vrando 0
paiz da iriste sorie do Paraguay e io Haspanlia,
due v6_s iiberao* de palavraf; qfiefa|-", atliaado a
liberdade cam 0 jesiiticmo I
Se somos ou uao incef03, digarri as lew de
do 28 de setembro de 1871, a reforma da guarda
flacional e 0 decroto do roftotro olvil da casaraeu-
tos e obitoi, digam os nossos aetos, as nossas pa'
lavras I *w-> -jk \ M M
Se pois, como ios, nmais aa iosUtuiotes a a mo-
narchia, se, como nao negate, realisamos ideas li-
beraes, 0 temos basteado vpssa teadeifa, prque
nao nos vlndes ajudar t Er pofque uao sois sin-
ceros e nao tender principles I Juugiios a uma
politica toda individaal, tomais nomes proprkw por
bandeiras, e cegos voltais as coslaj a luz, para
caminhar nas trevaa -1,1..
Cega-vos a ambigao, devora-vos a t6$fro po-
der ? .
Quereis erapolgar as ppsi^oas, nio neg provei-
to do paiz, mas, de vossas iridkvfflualiMPs e por
itso : serers liberaes ultramoptanos, goerrilbeiros
de D. Carkw, on petroletros da communar segandi>
mais facilmente alcanoais voseo escopo por qual-
quer desses mcios. ;
E tendes anim) de proelamar-vos liberaes f
E ha quern em vos aeredite f
Pobre genie r Pobre paiz !
flvarQe i):
e
PUBLIC
r
A r^ovincn desnortea !
Trac'Bdo em breve quadra os servifos da actaa-
..i^dU, iiuouia iarenurio das reformas e beae-
Tici >i qu: tern feito e espera fazer 0 ministerio
aeti
Nio- ^taferamos nem (allamos a verdade. 0
ae di.;s-L-:n'j esia ao alcance de todos; ninguem
I: n-^r.
E unto nioo passim), qua a Provitcia decla
:ai Dep>is de repelir aquillo a qae ja respon-
deaa^, a Procincia a. 319, veconhecendo que 0 go-
annal *em realisalo reformat liberaes,
ra qie os seas nao aceilam 0 papel de b.i'.e-
. a uplvadores de terreoo, para outros
seaeareoB e colbereaa.
E nio 'uerenio esse papal, nos pedem os pro-
r *c,ii*M u progranlma que devam seguir, os
lo X'filtava miis naJa Sena celebre que
alemdimais, fssem>> dif programma, distri-
bBir pnneis e sewlr de p$nio a gente da Pro-
1' t
uapo dm rsformis e vast), explorai-o a
!, que na> vos embnr^aremos 0 passo,
M qaiwrdes attentar eontra as institnicdes,
r .: a pai e a ordain, e prejudica." 0 des-
a:> 1j paiz !
Sa=. bateudo o caropi, parmitti que outros
rJem e reflexao o semeem.
. boa I Uaem vos mitteu ca cacbola que
j iriuos a manaiencio das iujlitulcoes que
1, cstamos inhibidjs da fazer as refor-
. melbiramento-, que 0 paiz uecessita e que
aoonselha ?
-. qua v>> proclaniii-' Iiberae3, achais. qae
:< imnarehia nao c ioaonpativel com a liberdade ;
s> ;: queremjs es-a mouarchia, segnndo a
a i, c qae nao podemo* realisar as refor-
nlar no bem pnblieo ?
Uro l Nenhum partido acoita 0 cualn
iiilidade, nenhum renuncia ao desenvol-
\.j.:..e progresso qae deoorre da natureza
^.ia, j da raia? Hon'em e hoje temos mo?-
|oe so attendenns ai bem pnblieo ; qua
>- a ordem unida a liberdade, a monar-
basea^i no amir d I :. de no* ja fallou em acabar com 0 pria-
hareditario Km 'if* nio (omos D6a que
raaos a bandeira da constituinte, e nem hoje
lr 'l:;marao3 contra 0 im'iginario poder pessoal !
S a 'ssas palavras tern alguma coasa de bri-
; i porqae so exprimem a verdade, e tanto
\ -i) fan que vos lhes respondeis !
I que sfiitido nao adoptais alargamento al-
g*>* t No da heredilarMade f Nao vos compre-
len -. Se quereis acabar com 0 direito civil
i- fceran .;a, retifendo os mji gados, nao sois li-
S*olb essa palavra vos referis a dynas-
'.(Xiriai 1 Nio a atanamos ; e nesse caso
tool 0 papel ii D. Quixote combatendo raoinhos
!- vent !
t cnij^ na orua a principio da estabilidado de
js in>tilm^3es ; a chave de nossa narmonia
iams'sapaze adiantamento.
Se. -mind?, qnareis a monarchia conslitucional
:tiva, eslamos de accordo, e nesle caso
iae gritai> J
- ibeMOfj nao precisa que 0 digai.*, que nJo
eis da amores pelo monarcha actual, 0 que 6
aim injastira da vossa parto; vemos que
.^j.e qua poJeis llie farrais 0 dente, erabora
m -ircegos, bafejando a dentada ; sabemos
qae a corOi lem sido alvo de vossos ataques, em-
bora a onstiiaicio, qae respeitai3 taato como
- chinWljs velho;, a deolare inviolavel e sa-
. t; mas sa delle esperais remedio, como por
.- tendes dito, p>rqae comnosco contendeis,
qaanlo qneremos sincerameme a monarc .ia
cwstitucional representativa 1
i.t m -empry am prol dease principi* pleiteamos,
: historia e v6s nai negais. Sim, nao fomos
d pncUaoa Peraiinim, quera fez a revolu^ao
'!iaas e S. Paulo, e desfraldou a bandeira da
riiainte ; era todas essas occasioas eslivemos
na i>tarada em prol da legalidade e gracas a
Din-, salvamos a ordem, as inslituicues e a II-
lade!
Se, com dizais, a verdade conslitucional precisa
irantias, pori|ue no poder nao as decretas-
l'orqoe entao vos guiastes pela mes.ua car-
tiina. e segotsles pelas irilhaa que dizeis mis?
i*jrque manlivestei todas essas leis qae ehami-
vets cMnprassoras, tots que so agora, pelo minis-
iefto actuU, foram derogadas ?
E que fazeis como Fr. Thomaz! Pregais uma
djiCioi que nio seguts; gritais em opposicao
pela m-rriadt que na poder garroltais I
Se nio quereis a republica para qae solapais a
onarchia, atacaaJe a na pessoa do monarch a ?
jiaudo sereis sinceros t
Umlem apcuuaveis para as republicas hespanho-
1m, con* dtgnas de imitacae, hoje ja tendes oatra
liifHiun aoatrai-vos mmarehicos liereditarios
> jna quereis com essa rapreseDtacao?..) e estigma-
usais as pabres republicas, que alias pouco se
:m;. rum com os vossos elogios ou estigmas !
Acaso. quereis etiveijptr a farda dos carlistas
a > mande de guerrUhekos de burel 1 Nao nos
iiMtmii 1 iss I 0 plrata lem mais de uma ban-
deira 0 jesuita m?i da uma lioguagem !
M >uirclita, liberdad^ povo, consn'tuicso, leis,
pneresso nada disso rate a posse do poder, e e 0
jue sosaente desejafs atoi<;ar seja porque
laeio Lr '
Ergrimidoras ri-jliticos, levaojaii p<* 0 dais cabe-
ralas p3ujiinAo|tfcdo 9 torrtno, e so bus-
cando dentear^^lonlnirids f
Qoem desmoraiisa os homans e os parlidos, sao
ajuelles que como r6s, sem priacigios e sen fa
nao Um oatra cousa em vista se nao 0 poder !
E essa ambiclo de mando, para caja satisfa^lo
'ado sacrifisai?, e qae vos desmoraiisa.
Enjaias, cscorregars as ml03 d'aqnelles qae
?as querem estadir; camaleoes, malais de edr a
Qalainsuntef '
sos clarameate temo3 estabelecido nossos pnu-
cipiui. diremos 0 qae qneremos e para onde
v^aaus '
Alto e bom som diremos: somos coasemdores,
iMrqu* queremos as no3ss institojcSes, que jul
eamos eanazas de fazer nosso bam, e aagmentar
sassas garaauas.
Somos monarchista constltaclonai, porqae
estemdemos qae ess* forma de governs, sem pre-
padicu-a. UnardadB, nas garante a ordem, a paz,
o imnwaWmita (ataro.
Qaeremos a verdade do systema representatiro,
qne a apinno publica ae pronaacie; e bascaado
apato ooia, djtajamas a reforoaa do processo
ajaitiraL dignpdiaaos 0 aasiao, ahriado as rias de
l nniiiniii favorteemos 0 eommercja, anima-
mu a iataMria, 0 daaos k4o cuidado a agricul-
Qoareaos a ebsarfatoU da lei/e garantiaj dos
dire* ftm/m ACW4, pwa isso Oienq* a rafor-
Qaoslao le ram 1
0- patrSes de Jo?6 Chacon, vieram ao
attestar, que 0 qae elles tinhaai attestado e verda-
de ; e coaeloem padindo qae eu aproscnte tambem
os meas attiita&os. Nao ha duvifla, essa gtnte
morra por attestados.
Para qae taata asafama em contestar uma coa-
sa que esta na coascieneia de todos?"
Qaem nao sabe 0 que valem entre nos os attes-
tados de cond(rct3, da moralilade etc principal-
mente, n'uma qaostao entre duas classes prover-
bialmenle inimigascairres eestudsutest
Um anno appareceu aqui um padre Grego, os
bisposrecominenlam-n'o aos saas vigarius, padre
GregiA\z raissa, b3pt|6a,.eifes=a, otc. etc.e todos
os vlgartos dio testemunho 8a s mlidade de padre
Grego. Um bello dia, porem, rga-se 0 veo, e
descobre se qae.ijadr Grego e u,m scelerado, '
Depois nao 6 mais pidre Grego, e um bispitie
Urmia. 0 gorarnador do'bispada escreve pastti-
raes, racommendando 0 ptedoso bispo a veneracao
do clero e do3 fleis. Nao tarda muito qde ana-
vem so dissipe, e vem a saber se qae 0 tanto bispo
nao passa de um foragido.
E querem 03 lionrados commereiantos qufl'sa H-
gue 0 menor aprego a attestados de conducta e
moralidadel Para que lanti sintplktdade f
Ha ahi quern julgae seriamente, que 0 attestado
dos Srs. Bastos Silva, raereija alguma fe? Te-
ria muito qae ver realmente, se Ss. Ss. atlesta33em
qua conservavam a sea lado, como seu emprega-
do, um bomera sem moralidade, um homem de
conducta desregrada Ss. Ss. nao seriam lao.ine-
ptos que 0 fizessara.
0 aifstado do? Srs. Basils & Silva, e taato mus
saspeito de purcialidade, quanto e evident* que
elle se convene em louvor proprio.
11a am proverbio mui judiciosoqae diz: dize-nie
com quera vives, e eu dir-te hei 0 que vales. Sa
os Srs. Bastos & Silra, se negassem attestar a con-
ducta do seu cafxeiro, teriam tacitamante confas-
sado que ella era ma Altestando, haviam de di-
zer, ou que era boa, ou que era ma : Se dissessem
que era immoral 0 Sr. Chacoa, immoraes erara
os Srs Bastos & Silva, em virtude daquelle pro
verb;o, porqae -mio i, quern com os mais convi-
ve : a con'rario sensu, altestando-que e de illiba-
da moral 0 Sr. Chaeon (0articulista diz -nao vul-
gar), tem indirectamonte dado testemunho de sua
honradez, por forga daquelle mesmo principio.
Ora, poJe agora 0 publieo avaliar do. conceito
que merece 0 attestado, em que os atteslantes in-
directamenlo- sa- elogiam.
Qfianlo aos demais todamWfaw m mtsmi cla
ve. So am cego nao vera que 0" espirito d) classe
os arrastou. Os honrados commeniantes do gros-
so trato, 03 Srs. Bastos & Silva, tiuham attestado
a boa condu.ua do Sr. Chacon, nao era mais licito
aos demais igualmente honrado3 commerciantes
recusar m-se a subscrever.
Que eha nisto de deshonroso para os dignissimos
signatariosdos attestadis?
Pelo contrario e muito loavavel essa consordia,
essa especic do solidariedade entre os honrados
commerciante?, esse espirito de cla3e lao vivo, ta>
firrae ainda, nesle tempo cm qua raina 0 mais
desenfreado individualismo.
Demais um attestado gracioso de boa conducta
e moralidade nada tem de condemnavel ante a
moral mercantil que, a semelhanga do pretor ro-
maho, de minimis non curat. No commercio, 6
cousa sabida, e Innradissimo 0 cidadao em quanto
paga em dia e hora as suas dividas.
E' este 0 prjncipio capital, 0 mais sio bagatelas.
Porqae, pois, tanto se encommodam os honrados
negociantes, por ter eu qualiflcado de grociosos os
seus attestado?, se, na phrase de um de seus hon
rados coilegas, au comment parobe d'honneur ne
vaut rien f
Accusam-me os honrado3 commerciantes da um
crime horrendo, 0 ate hoje nunca ouvido -andar
ea na Boa-Vista alta noite I De modo qae fica
deshonrado 0 cidadao que for visto f<)ra de casa
alta noil*, e principalmonte no bairro da Boa-Vis
ta I Tem boas leuibraocas esses senhores!
Mas essa deshonra nio sera por certo ante a
moral mercantil; porqua la nao se acha prevista
esta singular hypothesa.
Comludo eu devo dizer que e falsa, falsissima,
semelhante asser;ao.
Os pasjageiros do ultima trem da noite, que
pane do Becife as 9 1)2 horas, poderao dar teste-
munho da qae eu ia sempre nesse trem ; e quera
embarca a3 9 1]2 hora3 para 0 matto nao pole
frequeutar a Boa-Vista alia noite.
Ah Srs. commerciantes; quaodo Ss. Ss. tive-
rem uma filha a quem amem com todo 0 estreme-
cimeaio, de quo e capaz um coracao de maf, e yi-
remna sedazida por qualquer pe{(-maifr de pin-
ce-nez, qae nao tem outro mereciraento senao 0
da saber trocar bem as pernas em indecente can
can, entao Ss. Ss. conhecerao 0 mal que estao fa-
zendo com a defeza sirenua qua estao proligalisan-
do a Jo3e Chaeon. Por minha vez cabe-me dizer-
lhes : tomem juizo senhores; lembrera-se qae hio
de colher 0 que semearem.
Quanta a minhi conducta, nao se persuadam
que eu va basear centenas de attestados para
apresental-os ao publieo, porqae eu sei qae apre-
co 0 publieo da a esse ja tao carriqueiro e sedico
meio de prova.
Para os que ma conhecem nao preciso de a/tej-
tados, pira os que nao me conhecem esses does
mentos nada valerian).
Entretanto appello para 0 Sr. Dr. Pinto Junior,
que nao pode ser suspeiu para os Srs. Chacons
S. S. pode dizer qual e uinha conducta, qual c
acto indecoroso qae conhece na minha vida.
E agora e tempo que ea (aca uma observajao
aos Srs. commerciantes. Ca na acadamia os ne-
gocios nao correra como la no balcao ou armazem,
nao. Os leoles da facoidade nao indagam da vida
Srivada dos seus discipulos, nao; ouvam os eiju-
antes nas aalas duranteo anno lectivo, e aos actos
julgam, tendo so em vista 0 aproveitamento qae
0 estadaato nwstra. ,
Se pois Ss. Ss. querem provar minha ma con
ducta petos B It que toabo levado, islo nao passa
de um simples rasgo da igaoranci* qae, comtnui-
tas e honrosas excepeces, e 0 caracteristico de
alguem ao balcao entre nos, nao compete a mim
responder, mas sim aos digaissimos tontes da Fa-
coidade, a quem vat irrogada a'esta iusiauagao
uma grave injaria. Os honrados commerciantes
pintam aquelles veneraados anciioa a ladagarem,
quaes beligains de policia, daMda dos seas dis-
cipulos, e a jalgaeeai aos actos segando as pre-
vencoes particolaras qae d'assa iadagagao tive-
rem nascido.
Se pordaa as. Ss. eoafessam a& aos actos os
AA e o RR >ao dirtribuidos conforme 0 aprovei-
tamento de qua o.examiaaado da provas, n'esia
caso 6 0 cumulo da iaepoia formal capltalo da ae-
casacao a alguem porqae leva BB;eoma se-o ser
mtelligente estivesse no qaerer doe homeus.
tAs approvacoes plenas sio a reeompensa do es-
tado aeoHrDiatiado da iatalligeneia, as aparovaodes
simples. sip a coroa d'aqaefle desaconjoanhado
d'esla: e 0 qae se tem veriQcado em mim.
Muito faoil serai aos Srs.' wfameroiantes obte-
rem de alguns agentes de policia atteitado de ma
condaaUjOlviia meu reapeito-
. Btwo a ladependentQ por natureza, e imbuldo Don Joao Bwou, ticfooMtdSd44i>
na3 (lf3es( e, mats que.taao,'no aiemplos de meu paaa
as de'affei_
mas d'ella."
Nao p
eirtM ednitras ititim'^mr*tmm$f > a
*]? me vio nascer, e a qaem eu estinio com todtd r anoel Aalonii
**eras d'almi, tinto; s.eroure um estygma oar*
linear coalra as arSurSri-dales e tropelias qua o*
vja commelter. D'abi 0 odio muito natural que
alguns dalles me Maa).
E' de balde que os Srs. commerciantes proca-
ram pfntar Sos6 Chacon doitlnado de um ambr ar
dtnte, de uma paixao rfucera ffvleieTila. ffidgusn;
que tenha bom senso 0 acreditara.
Quem tem amor nao recua aate perigo de espe-
cle alguma, antes como que senle uma salisrajao
ialiraa, um prater indisivel em arosta-lo por ardor
do objects iaolatrsdo. B 0 Sr. Chacoa nio aeom-
panhoa a axpedicao raptora por medo I
, Quem temaraor nao flea tranquillo e quedo,
qaaado oote oa gereidos doobjecto dos seas so-
nlios; .osknojqsp> aogoMia qua este lTadria, 6
que Ihe duRfeqaram 0 cora'ijno Iro pefto, ^dmtr que
lhe dio-WfljVtaiBtt-wo sardo ads eoaseHtos da ra-
zao, totaaia-D'e lasflBsitel aos soffrUMnloe, como
que reaaam-lhe o olbos aS dqie itko feftPtt
bios qua se Ihe aMolbam, elle n*o para,
scanca emquanto aio *0a para junto delle,
; Andre's Cusou, da J^tiWPMN(
_. eft 01 .-
anil (SMlLoH! BhflM Lr. annClftTft5?>r.C".7;.,a t^ul 10*000
10*000
. ijWtlftetiigii> 0* -.'Jot: a M .1 t
1*8) AXmbtZm
if,ib9
nto nio Ihe ermaga essas tagrimas saatas, .Lorenzo Bodrigaes
ivjUHJ030
fjona fflstina Izquierdo
^an.i aaittt. w*m AIT A?Ai
HBrnJ'''1'0 Perez Gonzales >ft
Francisco 'iodrigaas A)miranle
A. Buzon y i?'tton
MafrxeJ Laudatt."''0 v Ricoa
Isidxo Izt-ru, capita.**, A ,
<9Hel Aotanio de Ca^ Qolotaes
CerhMo rYios
*Vaocisco fglesias Loper
Jbse Maria Vasqnes
Jo?a Ignacio do Vail
Mrfnael Mirtinsz Dia*
Isidro Alsina y Sala, capilan
Seraflu Bazoa
Slanael Sarrido
Vieeate Castro, piloto
*P**,*> *dffi?d Kb ,
Manuel Miguel
F'lawatino la traeaie cb s
Ceiidonio Perez ./T*l ff
morra na teautiva. E o Sr. Chacon di .
vio 0 brado pangente, que minha irrai IMJ^i
ia va do nMio das sevician, e......ficou t ranqnil-
toaqaotoemOWada I
Qaem lem amor tem ciurne ; este esta flSMtSO1
directa tTanuelle. Qaem ten aator nan eotufa a
outro por considerafiao aaahaiaa-a guarda do ibp-
soure preeioso que resume todas- as suas aspira
coes, toda sua vealura, a ninguem 'absolutamente
cede encargo de protege-1 j. de soccorre-io quan-
do elle corre perigo, de arriscar a nda paia ar-
^anca-Itt aos soffnmenlos. E 0 Sr. Chacon man-
que ootros viessem era soccorro de minha ir-
a, que outros Hie roubassem a gloria de- pretege-
(a durante 0 perigoso trajecto da um rapto- daqual-.
la nature?..', e em vez da voar ao seu eaeontro, as
peri tranquillo e socegadb em Olinda, qaeontros
Ih'a tragnm antff\tiAjUMU
Quem tem amor nao manda arrancar a forja de
armas por nma odi de maMeitwas- e reos fa po-
licia, por am troco do bomeos sem coascieneia c
sem pudor, o (euro e delieado mimo de seus.- so-
nlio;. Vai em pessoa, porqua tem medo qua 0 ha-
lito impure de seres tao despretiveis Ihe crestem
as delgadas petalas. E 0 Sr. Chaeon mandou rap-
r minha irma pelo que de mais impure havia ua
esceria da nooulaca, e ficoa em Oliala III
Nio, senhores commerciantes, quem taes infa-
mias comraelte nio tem amor; u outro 0 senti-
mento jue 0 domina.
Agora duas pal.vra3 ao Sr. Francelino Cha-
eon.
S. S., depois de vir por sua vez attestar tambem
qae an fUho e actico (isso elle e), diligente, da uma
aplidio incontestavel (ha aptidao para tanta_cou-
al)e tie ami conducta'exemplar, (esse attestado)
merece maita consldeta^So) passaa raostrar que
ea iffirmei uma falsidade, quaodo disse qae 0 Sr.
lose Chacon se achava matriculado com 0 ordeua-
dode l.OOOi.
Onde fdi que eu 0^33,6 tal Sr. Francelino ?
Ja sei, 0 que illudio 0 Sr. Francelino Chaon; 0
qae elle nao entendeu, 0 que fe-ld sir a imprensa
com semelhante disparate, foi a' expressao por
mirnempcegada ttangmentarde um cono de reis.a
0 que faz, nao me dira S. S., um tilho quasi ba-
charel qu^ tem em casa. qdo nao Ilia da os escla-
[recimentos indispen-'avels para a intelligencia do
que lo *
Ouca, Sr. Francelino. Aagmentar de um conto
de reis 0 ordenado de alguem, quer dizerdar a
esse alguem um coot) da reis mais do que tinha
d'antes. Entenda agora, Aqaella preposi^ao de
nfio assignala 0 panto de partida para 0 augmen-
to, nao; ella designa 0 quantum do augmeoto,
mostra quanto 0 ordenado lleou maior do quo era.
Entende agora :
Oh t E' difflcil explicar as coujas a quem as nao
quer calender!
E' bom que 0 publieo attenda, e veja qua 0 fac
to do andarerh os Srs. Chacons se soccorreaJo a-1
csa; pontinhas hem prova qua elles nada tem a
allegar contra 03 pontos capitaes 'd'aquilto a que
elles, com um chiste impigavel, chamarara meu
aranzel.
\ ou coacluir. Nao descerai jamai* ao exame
da vida privada da pessoa alguma; porem se a
tanio'mo obrigarera os meus adversarios, se me
atirarem a lava de modo qua hnta naj faces, entao
nao me sera perraittido dehrar Ua acaitar 0 repto.J
E' preciso para nao ser-sesmagado na lata, com-
bater-se com armas iguaes.
Becife, 21 de janho de 1874.
Jose Poppe da Silca Lopes.
Consistorio da irmaniade de Santa Cecilia, erect 1
na igreja de Nossa Senhora do Livramento, em
mesa'regedora, 2zdejunhoda i87i.
Da ordem da mesa rage Jora faco sciente a todos
os meas irmios a deliberaeao qua a mesma to-
mou, de mandar publicar 0 art. 75 jj 1. e 2.e os
arts. 76, 80 e 18 do nosso compromisso.
Art. 73. 0 director que convidar para tocar
ou cantar, pessoas que nao pertencara a irmandade
de Santa Cecilia, pagara para 0 cofre da irmanda-
de"" tanto quanto percebf|Bi ditas psssoas, seja
uma ou mais, exceptnandb .
1 1 Aquelles profassores que sendo irraaos da3
irmaridades da Santa Cecilia nas outras pcovincias
do iraperio, apresentarera k e3ta irmaududa paten-
tes qae os declare taes: ims que nao sejara com
tudo doraicilianos nesta cidade.
2' Os discipulos dos diractores, emquanto se
acharem debaixo de seus dorainios e direcjoe?.
Art. 76. Quando as pessoas de que trala 0 arti-
go antecedente forem cantar, ou tocar por obse-
quio, graluitamante, ainda assim 0 direetor entra-
ra para 0 cofre com a quaatta de tanto quanto el-
las deveriam ganhar pela tabella.
Art. 80. Logo que por motivos justos e provados
for su3pen30 qualquer director de sna patente, a
mesa 0 fara constar a tod03 03 irmao3 por raeio
de ami circular: e aqaelle irmao que fahando ao
disposto nesta compromisso, coadjuvar a esse di-
rector suspeuso em qualquer funcgao, pagara pa-
ra 0 coTre 0 duplo do que nella deve perceber.
Art. 18. Sera do restricts dever de todo director
qae dirigir qaalqaer fauc?5o musical participar
antes por escripto ao procurador geral qual a fuu-
cgao qua vai ter lugar, para esta fazer 0 compe-
tante assento em livro proprio para este fira des-
tinado, sob pena, se 0 contrario praticar, de pagar
0 dobro da fuuecao que tiver occultado.
Assim como chamo a atten^So do's mesmos ir-
mios que se acham debilados para com a irman-
dade, a vir pagar 0 seu deb,to no prazo de oito
dia* a contar desta datat,e ge assim'-nio flzaren,
verio os sousnomes dot extanso aasta mesma fo-
lha.
0 secrelario,
Bento da,Silca Ramallto.
Lilgir...ihi
f* sfrttl .h


teiii-'M

rN
e Maria Peraaaaaa
es Euas Pare* ,
'auuol Delgado
isco Salaado
l Bamto Gil Pevez
. Bozon y Buzon
Francisco Bios Martinez
lose Martinez"
Antonio Susl, piloto
Francisco Rev y Bodrljaer^.r _,
#ow Aatonlo Porta
lose Ramon .Blanco
Manuel Josd da Silva
Bamon Bodnguez
Manuel Martinez Campos
Camilto RiosSobttio-
Manael Alms Martiaez
ManuST Rosendo
Ramon Erraida
Bernardo Eitawz
Francisco Otero- 4 C.
Jose Maria Saw v
Angelo Romero Peflero
Boqne Filgaeras
Manuel Otero Carpintero
Severino Mariioez
Franciseo Perez Algan
Maury y Campos
Salvador D;minguz
Francisco Maury Filgaeras
Soylo Lorenzo y Gonzales
Juan Rodriguez .
Manuel Jose Dominguez
Manuel Gomez de Moura
Juan Antonio Veilcwo
Manuel Alves Pitolo
Manuel Benilo Piiiero
Francisco Moura -,Q gA gH.
if/I
10^000
toaooo
nrirjrjrr
10*001)
104000
204000
lOjOOO
1040 0
1040 0
K)#000
1O4000
104009
I0|0)
3040C0
104000
104000
104000
104000
3*000
S4000
eiooo
44000
i4000
24000
44000
4 4000
>ooo
6/000
54000
S4oeo
54000
44000
41000
24000
23000
23000
S300O
MOOO
44000
84000
54000
54000
34100
000
SKRYICO MAR1T1J10
*i>irtgftj descarregadas nc trapicLe da
aa, alfandega :
fc.dia liiii
to dia il. .
**- trapicfc* Conoelca-j
ttft :

ae
1J
41
0

lilt
eup at
Francisco Perez'
Miguel Femjjndes
Joaquim Boiz
Manuel Pereira
Ramon de Castro
Felippe Villaverde
Jos6 .Martinez Dias
Manuel da Farias .
Jayme Pla, capitan
Jo-"e Marti, piloto
Juan Benito de Lagos
Antonio Dias Canosi
.1 Cid
Joaquim Gmealies ferira
Manuel Perez y Perez
Guilherme Perez e Rodriguez
Casimiro Fernandes
Ramon Carrara
Manoel Vasques
Severino Lyra
Francisco Gomez Marti nez
Jo>e Perez
Antonio Gonzales
Juan Felis Sensat, capitan
Rafael Ri )S
Serafi n Rjdriguez
Jose Moraes Atloaso
Paulo da Silva Bastos
Francisco da Silva Bastos
Ventura Lorenzo Farias
Jose Vasques'Gil
flannel de Lima
Manuel Martinez

14100
5JW00
iiSOOJ
54000
54000
5^000
24OOO
24000
oiOOO
84000
40000
44000
yopo
14000
23000
33000
54000
23010
23000
34000
24000
5400')
23000
24000
04OOO
53000
54000
14000
54000
54000
54000
2400)
2400O
64000
53000
23000
2 4000
UOJO
14000
54O00
54000
24500
23500
540C0
54000
04O0O
54000
54000
54000
54000
24000
24OOO
34000

CtjMMERClS.
JUNTA DOS CORRETORES '
Praca do Beoifo, 't'.i tie jaulio
de t84.
AS,'3 HORAS DA TARDE.
COTACOM 0FF1CIA.ES
Carabio sobre LondresaSO d|v.2o l|8d. Dor
I4OOO, do banco, ho item.
Cambio;6obre Paris a 3 d|v. 386 rs. 0 franco,
do- banco, hontem
Cambio soore Hamburgo a 3 djv. 478 rs. por
B. M., do banco, hontem.
B. de Vasconcetlos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
ALFANDRGA.
Rendunento do dia 1 a 22. .
Idem do dia 23 .
423:9954574
22:8744677
446:8704251
Ra-CKBEDORIA
-
DK RENDAS iSf)' RNAS GE-
RAES DE PERNAMBDC J
lndiuienlo do dia f a it 48918/824
dn do dia 23..... ,#154800
CONSULADO PROVINCIAL
3*4*
Sandimento da dia 1
idem do dia 23.
a 22
111:3394327
3^22*719
110JI624O46
40Y!MNfO DO PO
Navios erttrados no dia *
Rto de Janeiro. 22 dias, barca portugaeza JVopa
Vtnredora, de 319 toneladas, capilao Joaquim
Martins de Oliveira, equipagem 14, carga cafe,
bacalhao e outros generos; a Tito Livio Soa-
fife.'
Liverpool e portos intermedios. i"i dias, vapor
inglez lllimani, commandanta Shamon, equi-
pagem 113, carga varios generos; a Wilson
Rotre & C
Trieste 77 dias, patacho allemao Dedo, de 166
toneladas, capitao W. Bolivin, equipagem'8,
carga 1,924 barricas com farinha de trigo; a
Johnston Pater & C.
Cardiff 48 dias, lugre americano C. S. Bayles,
de 466 toneladas, capitao T Smith, equipagem
8, carga carvao ; a Johnston Pater & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Portos do sul Vapor inglez lllimani, comman-
dante Shamon, carga a mesma rfue trouxe da
Europa.
Portos do sal Vapor francez Ville de Rio de
Janeiro, comraandaute Fleury, carga parte da
qne trouxe da Europa.
Babia Patacho inglez S. N. Collymore, capitao
Perry, carga parte da que trouxe de New-
York.
New-York Hiate americano; F. C. Eraus, capi-
tao "Yater, c;rga assucar.
1 I 1 irw
------
f 01 TAES.
0 Him. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em virtude da.ordem da presidency, de 19
do corrente mez, manda fazer pnblieo que vai a
praya no dia 3 de julho proximo vindouro, peran-
le a junta da mesma thesouraria, a obra dos re-
paros ao empedramento' e da bomba da varzea do
cngenho Tapera, na e3^rada da Victoria, entre 0;
marcos 16 e 18,000 bracas, oreada em 3:245^,
debaixo das condi^oes abaixo copiadas :
As pessoas qUe sa propozerora a esta arreraata-
gao, compareeam na sala das sessoes da referida
junta, naquella data, ao raeio dia.
E para coos tar se mandou fazer publieo por
este jornaL
Secre'taria da thesouraria provincial, 20 de ia-
nho dc 1874
0 official maior,
Miguel Allonso Ferreira.
Clau^ulas especiaes para a arreraatacao dos repa-
ros do empedramento e da bomba da varzea
do engenhn Tapera, na estrada da Victoria, en-
tre os marcos 18 a 18,000 bra?a*.
la Os reparos do empedrament) c da bomba
serao execuudos de conformidade com oorcamen
to, da iaiportancia de 3:2i-ii.
i' 0 arrematante dara principio a obra no pra-
zo de 15 dias, e a concluira no de tres meze3.
3' 0 paganiento sera effettuado em Ires presta-
?des iguaes, a proporcao do trabalho executado,
sendo a ultima e dilinitiva 15 dias depois do sua
couclusao.
4.* Para tudo mais qua nao se achar espeeifica-
do, sera regulado pelo-qne dispde o regnlamento
de 24 de fevereiro do Corrente anno.
Jaboatao, 9 de junho de 1874. 0 eagenheiro
interino, F. R. LiedUer.
Conforme. Liiz Salazar Moscoso da Veiga
Pessoa.
Conforme. M. A! Ferreira.
P< la thesouraria provincial se faz publieo
que ieram transferidas para 0 dia 3 de julho pro-
ximo vindouro, as arremata<;oes segointes :
Pome sobre 0 rio Serinhaem, no lugar Pao-San-
gue, oreada eat 9:5704.
Pornecimento dos medicameritos e utensis pre-
cisos a enfermaria da casa de deteneao, e ferra-
gens da Illuminacao da cidade de Olmda.
Secretaria da thesouraria provincial de Peraam-
buco, 20 de junbo de 1874.
0 ofDcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira
Pernasufcuco, 22-dejuui>dc 1871
Seiiore3i redactores del Dtqripde Perrtajnbuco.
iBuegoles se dlgnen Vds, mandar publicar la lista
de los donativos, hachos par lps qua suscribia/on
en esia oanoilleriat.a favor de I03 IreHdos, hier-
fanos y viudas de la ultima guerra civil.
A mis digno? compatriotas> por este medio, les
agradezo de corazon la' naaifestacion que ban
hecho de sus sentimientos patfios y humanitarios
aendiendo, generososal llamamiento qae se.hizo en
Uvor denueswos hermanos, que, lleno* dealinega-
cioa, se sacriBcan, fecandaado con sa sangre el
arbol de la libertad.
La patrla agradecera a todos sas hijos. qae apie-
isar de la distancia qae los separa1 de su seno, ha
demonstrado, en la ocasion tan critics pdtaue
,atraviesa nuestra cara Espafia, quo no son ajO'
nos a las dolores prodosidas por nma tan' fatal
Conrlemps en los hombres eminentes qu diri-
;jen la nacron qjxe preclaudose de verdaderos Bs-
ipaiioles, hacen: para bien merecer el titulo do. I*
patria agradecida, ufanaudoso Pr cemr a la liWre
E-paiu la, corona esptsndorosa qae. U historia
siempre la consagra.
Acepteo; sefloras redactoras, la expreston sinoo-
ra de mi wta estmii y eoosideradon, f ey tte
Vds. afectisimo y S. 9.*.
Q. B. S. M.
c30rde Espana,
;llt Jton-Buson.
9auscrleIon ex^Miannoa igoe
pnAolea aitdMtoa en el t
tlet BrasM kaeaa par* rr
las fcerl*B, iMiw-ranoi y v4*4s de
la gnamra oivll m* twa*. ea el
aiio de 1M1.
Descarregam hoje 25 de junho de |074,
Vapor inglez Boyne (esperadoj, mercadonas
e bagagens para alfaadega e trapicbe
Conceigao..
Vapor nacional Cururipe generos nacionaes
para 0 trapiche da companhia pernara-
bucana.
Barca frauceza ^- Fidelite mercadorias para al-
fandega e materias iollaaiavais para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Barca-ingleza Wenifiid mercadorias para
alfandega.
-<
Iuiportaeo
Patacho aHemao Dedo, eotrado de Ttieetre em
23 do cqrrente etonsignado a Johnston Pater &
C., manifeston:
l Farinha de trigo 1,924 barricas ao3 censignata-
lrias ......
I Bscuua ttneric!aaa E.&-Bayli, enlrada da Car-
diff na mesma data e consignada a Johnston Pater
et C, ma'nifestou:
Carvio de pedra 591 toneladas.
Bfadeira da pinho 100 pepas; tudo aos consigna-
jtarios.
0 procurador uscal da thesouraria provin-
cial de Pernamhnco d8dara aos devedores de ap-
[' lareleos collocados era suas casas pela Companhia
lecile Drainage qae lhes fica marcado 0 prazo
improrogavel de 30 dias, a contar da publicacao
deste, na conformidade da lei n 891 art. 53, para
solicitarem na seccao do contencioso as respecti-
\as gaias, sfim de recolherem seus debitos, eertos
de que se nao 0 fizerem dentro deste prazo, pro-
ceder-se ha a cobranca judicialmente, publican lo-
se para Isto a relajao dos devedores abaixo trans-
cripta.
Seccao do contencioso provincial de Peraamba-
co, 9 de junho de 1874
Cyprteno Fenelon G. AwMtVMO.
Relacio dos devedores da Companhia Beeife Drai-
nage que deixaram de pagar seas debitos rela-
tivos ao semestre findo em junho de t872.
IDESPACHOS DE,
;H5i51
Dubnbto cov/sutur de fitrjlambut*.
804000
ACAO m DIA 12 DB
9wa ot portos do exterior*.
Nt> v* iMtotFtrdQuet* para Liverpool,
carregrfa:"R. MnjioRai & C. !,223 saccas com
9*,M7-kilos Be aWMe ; P. Neoseo A C. 404 far-
dos com 71,104 dites de dito?.
aa-Na brlgtta portagueE Gitnt, para- Lisboa,
carregou : R. Liaa Guimaraos 69 saccaa com
9,237 Itikis de abjodSo.
Jlabarea porla^oM* Mmiravei, para e
Pofto, oarregou : A. P. Gaedes de Palva 3 caixas
torn S#4itros de agaardeate.
Wo navjo naWnal m*i*ho f V, para e Rio
A^Prata; aawecoa : A. UOtO1 28'hamieas coal
I^M|t*rVi8 de aseuear nnaeo.
^ ton** portonio 1t*e*or.
Para 0 Rio Grande do Sol, no brigue brast-
leiro 4rT0**-W* ettmou : A. G. P. Lima 10
pipas tm ijmiitm da afa^Mfiiiav_____
spSSSWSSbss
JlS I J At
1!:837#650
Campo dasPrincezas a. 3. Anna Um-
belina Gbes de Miranda
Dito n. 5 Antonio Marques Ferreira
Rua de Joao do Bego n. 14. Aagusto
Ferreira Pinto
S. Francisco n. 35. Anna e Armin-
do
Roda n 46. Antonio Jose Rodrigucs-
deSouza
Imperador n. 79. 8 mesmo.
'Fogo n. 50. 0 mesmo.
ftravessa dos Quartels n. W. 0 mes-
mo
Roda n. 20. Anna Thereza do Sacra-
mento
Dila n. 32. Dr. Antonio Joaquim da
Moraes e Sibra
Duque de Casias n. 4. 0 mesmo.
Triocheiras q. 42. 0 meimo.,
Estreita do Rcsario n. 18. 0 nasao
Roda n. 15. Antonio Joaquim Tava-
res Rodovalho
Dita n. 19. Adelina Marinha Falcao
Largo do Paraizo a 15. Albino Joso
Leito M
Larga do Rosario n. 23. Almeida &
Fernandes ,
DiUn. 25. Antonio Pereira deOUvei-
ra lamos '
Dita a. 35. Antonio Valentim' da SU-
va Barroca
Dilan. 37. O mesmo.
Travessa do Lirramento a. 12. 0
' mesmo
Larga do Rosario a. 10. Antonio Mar-
tins Fernandes
Travessa dot Expostos n. 2. Aa'.o-
nio Jose Moreira e ootros
Santo Amaro n. 32. Antonio Jose do
Faria Lins ,
Becco da Malriz n. 7. Antonio Jos4
Pinto
Calabouco Valho n. 4. 0 mesmo.
Barao da Victoria n. 16. 0 mesmo
Travessa da Matriz n. 16. Albino Jo-
se Ferreira da Cunha
Coronel Saaasana n. 15. 0 raesmo.
Ditan. 17."Omemjp
Trayessadog Quartos a. *tAnt-
nlCf'JQiOgp da Silva
CalaDOuxo Velho n-' 9- Aatoojo da
35,625
38,625
1.-174,190
21,750
559,812
115,531
868,529
97,531
22,688
Dita n. 12. 0 mestne,. 39 k mwlT '
Bario da Victoria n. 20. 0 in#mo.
Dita n. 24. 0 mf3no.
Dita n. 34. 0 mesmo
Becco do Calabouco n. 20. Antonio
Bodrigues Pinto
Dita n. 26. Antonio Jcse Cowado
Duque de Caxias u. 41. Annunciada
Alves Camella da Silvj ,
Dita i). 49. Antonio Goncdves da
i.zevedo aaaaa a. i
Ditan. 65. Antonio Ferreira da Sil-
va Maia
Dita n. 61 Albino Jose da ailva
Dita n. 81. 0 mesmo
Barioda Victorian. 21. Antonio Joa-
qnim dos Santos Andrade'(reato)
Dila n. 63 Antonio Coelho de a e
Albuquerque:
Dita n. 4. Antonio de Moraes Gomes
Ferreira
Dila a. 6. Antonio dos Santos Oli-
veira
Imperador n. 63. Antonio Francisco
rereifa
Barao da Victoria n. 39. Albino da
*** f.eal e outro
Lirramento,n. 38. Os mesmos
rraperwtora. !*iAnna Jowfutaa da
t> Concerao Teixeira
Larangeiras a: fa\- Aptonio M aia Cor-
tes
Dita n. 23. AaCoofo Antunes da Silva
Dita n. 68. Arraa Thereza do Sacra-
mento
Larangeiras n. 26. Antonio Jose Diae
Dita ns. 16 4. Anna Maria da Con-
ceicao
TrincheiTas n. 25. An^aio Sirr.oes de
Almeida
Dita n. 28. Adelia JosepWna Pereira
de Mira
Paulino Camara n. 3 Antonio Gomes
de Araujo
Dita n. 11. Antonio Jose Er.es Braga
Mathias de Albuquerque n. 12. An-
tonio Jose Ferreira Befinador
Paz n. 6. Alexandre Jw& da SHva
Estreita do Rosario n. 43. Palre An-
tonio Gmcalves Ferreira e Silta
Travessa das Cruzes n. 14. Antonio
de Azevedo Villarouco
Livramento n. 12. Antonio Monteiro
Pereira
Dita n. 32 Antonio Henrique Bodri-
gues
Dita n. 3ft 0 mesmo.
Fogo n. 27. 0 mesmo.
Dita n. 0 mesmo
Marcilio Dias n. 11 Anna Franceli-
na da Cunha
Fogo n. 23. Antonio Martins de Car-
vai ho & Irmao
Dita n. 26 Herdeiros de Antonio Joa-
quim da Costa Figueira
Travessa do Carmo n. 3. Antonio de.
Paira Ferreira
Dita n. 2. Antonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro
Largo do Carmo n. 14. 0 me3mo
Travessa da Bomba n. 13. Antonio
Duarte de Figueiredo & C.
Largo de S. Pedro n. 2. Anna Maria
de Paula Cavalcante
B
Largo da 3. Pedro a. 31. Bernardo
Alves Piuheiro
Una de Carvalho n. 35. O mesmo.
Dita n. 0 mesmo
Roda n. 18. 0 mesmo.
Dita n. 33. (J mestr.o.
Travessa dos Expostos n. 14. 0
mesmo.
Duque de Caxias n. 35. Bernardo Al-
ves Pinheiro
S. Francisco n II. Bernardo da Sil-
va Costa Campos
Larga do Rosario n. 3i. Bartbolomeu
Francisco de Souza.
Larangeiras n. 5. 0 mesmo
Becco da Malriz n. 17. Baibina Fran-
cisca de Araujo Co3ta
Dito do Cahbouco n. 40. Barao de
Campo Alegre.
Bario da Yietoria n. 67. 0 mesmo. 1
Larangeiras n. 18. 0 mesmo
Santo Amaro n. 1. Bario do Livra-
mento.
Caes 22 de Ncvembro n. 2. 0 mesmo
Imperador n. 3.- O mesmo.
Dita n. 5. 0 raesmo.
Dita n. 7. 0 mesmo.
Marqnez do Herval n. 19. Filhas de
Bellarmiuo do Rego Barroj
Barao da Victoria n. 59. Barao de
Utinga .
Imperador n. 12 Barao de Aracagy
Uvraioento n. 20. Bernardo Correi
de Bozende Rego
Paz n. 2. Bernardo Jose da Costa Va-
lente _
C
Joao do Rego ns. 1820. Desembar-
gador Caa:aao Jos6 da Silva San-
tiago
Ilha do Carvalho n. 19. !>r. Clemen
tino Josti Ferreira da Ca ta.
Dita n. 23. 0 mesmo.
Dita n. 25. 0 mesmo.
Dita n. 12. 0 mesmo
Largo do Paraico n. 11. Castodio Jo-
se Vianca
Larga do Rosario n. 27. Capella dos-
Prazeres de Gu'.rarapae.
Daque de Caxias n. 94. A mesma
Travessa dos Quarteis. Clorindo Fer-
reira Catao
Santo Amaro n. 2 A. Companhia des
trilhos urbanos do Becife a Caxan-
Duque da Caxias ns. 2-26. Casimiro
dos Reis Gomes e Silva
Dita n. 2& Carlos
Primeiro de Marco a. 9. Claudino
dos Santos Viegas a outro
Barao da Vietoria a. 31. Corbiniano
de Aquino Fonceca
Trio;h8iras n. 15. eandido Affonso
Moreira
Dita n. 33. Conrento do Carmo do
Recife
Dita n. 34. Claudino Jose de Mello
P. Camara n. 29. Candido Christo-
vao e Adolpho
Fogo n. 37. Clara Rosa Monjkeiro .
&
Barao da Victoria n. 36. Herdeiros
de Domingos de Sa Peixoto e ou-
tro ..
Imperador n. 34. Domingos Jose da
Costa e oulro
Travessa das Flores 2ft Herdeiros
de Domingos Rodrigues Barbosa
M. de Albuquerque n. 5. Herdeiros
de Domingos dos Passos Miranda
Largo de S, Pedro n. V Diaa Candi-
da Ran gel :
Duqae de Caxias n. 12. Domingos
Jose da Costa Araorim

VatDJlTC?. S4HWQ8
0
.
rwceira
1 .'.
'
i?J3
82
96
109.
Cunjia Soare3 Guimaraes
Dita a. 11. 0 meamo. j,I.,r"'7
traVeSsa dftCalabonco n. l,.Aoton
XcavessadftCalaboacon.
Brochado soares Gtiimaraes-
o do Calabpuco n. 6. 0 mesmo.
libin, 8. OTh
tJuaa.lO.Q-i
75,648
61,688
22,195
749,949
150,688
21,363
3ft,638
7*4,219
598,239
6,3*3
177,8 a,
6,343
Larga do Rosario ns. 8-6. Emilia
Ferreira.
Barao da Victoria a. 2. A mesma
Duque de Caxias n. 61. Eimlro Ce-
sar Coutinho
Caes 22 de Novembro ns. 28, 30 e 32.
Emilia Constanca de Menezes Ta^
vares.
Imperador ns. 3133. A mesma.
Dita ns. 33-37. A mesma.
Dita ns 39-41. A mesma
-Dita n. 59. Emilia da Silva Lemos
Gakriaraas
Dita n. 71. Eduardo Alexandre Bar-
le
rineboiras n. 14. Emilia Lo L"
pes
Pa n. 24. Dr. Este**" Carateante de
atrSta doXirto n. 10. Herdairos
de- Estot* Cavalcaato da Albu-
C( qaerque
xo.
11-13.
rapo das Princeias
Francisca Emilia de Alboqawque
t Maranhao
Dita n. 15. Monsenhor Francisco
ManizTa vares
J)itan. 54. Viuva de Francisco Ri-
beiro Pires.
Travessa do Livramento a. 3. A mes-
n.
68. Franohco Jose
S. Francisco
V1 anna. '
Paulino Camara n. IB. 0 mtm
f. .a t' '-
msti 1 '
47,188 113,280
20,080
2,230
33,300
m,m
SOjOOO
338,187
127,31a- .
37,685
1
loJ.OCO
462,666
139^)63
19,668
192,28*
224^)79
3I2,98
2,144
#20,729
60,000
404,417
84,979
34^29
2W,62:>
12^87
77,230
990,625
235,300
rj,30o
81,000
1,842
329,120
98.730-
432.833
318,690
6,343
195,500
161,836
598,12!
815,893
105,781
18,188
131,500
50,000
30,000
87,63-i
" ,
231,139
18,875
237.2IK
90,781
14,6iiS
11,400
86,813
114,000
84,750
89,314
97.23.
99,000
4.22.
82,114
92,313
477,63:.
4,22;)
92,417
360,34:)
19,500
433,814
113,251
1:107^74
154,314
165,616
132,729
119,417
136,688
63,905
57,500
284,435
103,835



v>
.7

/
Diario de Pernambuoo Quarta teirt 24 di Jnrift) He Itf4.
4a Francisco
, do KUrqaex do Recife n. 1.
iThoauzia daConceieao
i. A menu.
at, 10-16. A
Am*-
Franciseo
109,181
0 mes-
do Boom 38. Francisco
n. 29. Felix
dafttTva
3). Fraaci*eo
Jacobina da
Vetno A. 47. Francisco Jo-
lUbeiro
a. 11 Francisco Fer-
deiaxus
DM a.
a. 80. Francisco
ilisdeo deSouia.
II. Odcmdo
a Victoria a. 7. Herdeiros de
itatulaho i
8. Fraadaeo Jose da Silva
. 1. Fazenda Provincial
Nta a. 12. Fraocehna Maria de OK-
Ma a. 50. Fraacueo TaTares Lima
Ti i hi i da Bomba n. 6. Francisco
Tara* de Lima
riior.fcoa-iaa.17. Francisco Moreira
Ftaf sao e ootro
i*a a. 29. Francisco Jose de Olivei-
THa a. M. Fiho de Feaciaao Joaquim
dMSoolos
tCaauraa. 38. Frtncisea Lni-
46. Herdeiros de Fran-,
cweoDiasdeOttreira
tsaiiu do Rosario o. 23. Francisco
Mm o- 4. Fnetoom llarlins Gomes
M a. 30. Fraeoiseo de Sonza Bar-
cakes ooatros
i da S. Pedro n. 6. Herdeioos de
i Joaquim das Cbagas
CaoadSaasnaan. 7. Franeijco Al-
vsg Moaawrn Joaior,
Trawaaa do Carmo n. 11. Francisco
loot dorSaaiot
G
deCaxias a. 69. Guilberme
Mo Rodrigues SeUe
f de "Marco os. 53 Guillierme da
i Gaooaries e onlro
i da Victoria n. 52. Jeaaino Jo-
seTaoares
H
Bad* a. 9. Bospiul de caridade.
Tiiiiiii doe Quartets n. 8. 0 mesmo.
Latfo do* Rosario n. 24. 0 me-mo.
do Calabouro n. 1 0 mes-
i dim a. 18. O mesmo.
e Caxias n 37. 0 mesmo.
Oaaaca a. I. 0 mesmo.
Bdo o. 3. O mesmo.
"da Victoria ns. 27-il. 0 mes-
57 IS. 0 mesmo.
24. 0 mesmo.
i de Albuquerque n. 22. 0 mcsjni.
i Dias a. 8. 0 mesmo.
i de S. Pedro a. 2.0 mesmo
i. 24. Hermegildo Seve-
GoocalTes
de Caxias n. 10. Heleodoro
ooiao Fonceca
Caw de 22 de Novembro n. iO. Her-
rmBtfida Candida da Fonceca
Scares
as. 1719. A mesma
Dias n. 6. Hospital de mise-
rieordia de Angela
I
v. Fiaadfco n. 13. Ignacio Feruandes
3. Ignacio de Sa Lopes Fer-
1:070,686
296,857
io"> ":.
*..,>13
93,218
89,468
Gi,625
249,816
130,100
269,770
44,938
322,812
274,750
209,230
2,114
160,56
16,479
114,729
ue.ii?
388,250
29-7,718
90,747
233,218
396,343
84,339
75,739
37,250
68,499
236,873
1 Saassnna n. 13. 0 mesmo
Hsda a. 28. lrmandade das almas
de Santo Antonio.
mill Snassuna n. 13. A mesma
Latfo doParaizo n. 9. lrmandade
de S. PeJro.
> do Rosario n. S A mesma
i do Paraizo n. 23. lrmandade
ftosario de Santo Antonio,
i do Rosario n. 9. A mesma.
Foga n. 3. A mesma
Larca do Ilosario n. 9. lrmandade
de Nossa Senhora da Concei|,ao da
Escada
des Expostos n. 10. Ir-
do Senhor Bom Jesus des
Banco da Calabcuco n. 6. lrmandade
de S. Benedicto
da Victoria ns. 49 31. Irman-
... X ma Senhora da Concei-
cio dos Miliure
I ma a. 33. Ignac.o Xunes Ferreira e
aaros
'-fc 22 de Xovembro n. 42. Isabel
Maria da Fonceca Seares.
mptTid-T n. 51. A mesma
IrmdMirasa. 7. Isabel Maria Pa-
ns* a. 6. Isabel Maria Tbecdoro e
Bi
> Camara n. 17. Isabel Fer-
Bilur
do Rosario n. 38. lrmanda-
de do Senbor Bom Jesus das Por-
tas
-oroB-4 Saassuna n. 11. lrmandade
de Nossa Senhora da Conceic.ao de
3:984,486
93,148
93,124
569,679
152,000
(i,343
232.0G2
87,313
167,936
260,071
89,281
108,031
96,003
391,834
279,083
413,968
91,614
41,000
47,363
134,750
i do Qaeimado n. 3. Ignacio
Fraadsco Cabral Canunil
( Contiuuar-se-haJ
2,114
67,500
Edital com prazo de 30 dias
n. 180.
Pea supeetnria da alfandega de Pernambuco
fax oablieo, que acbando-se as mercadorias cone
udas aaa ooamaes abaixo mencionados, no caso do
mama mi mil id n para consumo, nos termos d-
caa. da at. >do regnlamento de 19 de*setembro
de 1Mb, os seas dooos on consjjrnatarios deverao
-las ao prato de 30 dias, sob pena de,
seren Teadidas por sua conta, sem que
cooipetindo allegar contra os efleitos
r
Armazem n. 3.
. R A I a. 449 1 fardo vindo de Liver-
pool ao vafir iaglez Lalande, descarregado em 3
de aormahrn de 1873 e consignado a Rodrigues
aailui A Gaaaartes.
Armazem n. 4.
i J C M sem numero 8 caixas vindas no
BriliatU, descarregadas em 1* de
i de 73 e consignadas a J. J. de Carvalbo
, S X & C os. 20, 22 e 121 3 ditas idem
MB a Sara Neves 4 C.
l*a J CM n. 125-1 diu idem idem a J. J. de
ones.
C G & Co. 3,691 1 diu vinda do Havre
rjo traam Saint Andre, descarregada em 4
de 73 e consignada a Carvalho Guima-
&C
ta C G & C n. 503 1 barrica idem no navio
: Mm Crrnndr, descarregada em 29 de ontu-
idafLMMB,
B-iaogolo com am eorte e R S no centro
aa 141/142 174/176 5 caixas vindas no navio
EtooMa, descarregadas em 15 de no-
de 73 a KBBfBaati a J. Ramos & Ma-
lali 2-1 dtta idem idem.
i K. ao centro n. 3231 caixa vin-
'. Elisabeth, descarregada em
de 73 e consignada a G. Dam-
T S seat aamaij4 ditas idem idem a M. J.
deSoaaatC
S M 4 C a 39|40 2 dius idem idem em
a Silva Keves & C
S M A C a 40 1 dim idem idem idem.
S M C ao. IK/127, 162(179 e 155(158-8
Diu J C M as. 7*illl 60 dims idem idem J.
J. de C. Moraes.
Dita B & S n. 1,000 -1 diu idem idem a Baste?
4 Silva.
Dita S X & C n. 47-1 diu idem idem em 18 e
idem a Silva Neves & C.
Armazem n. 9.
Marca Maria Candida da Silva 1 embrnlho
vindo no navio porluguez Recife, descarregado em
10 de outubro de 73, iguora-se a consignacio.
Diu Domingo? Pereira de Magalhaes sem nu-
mero -1 dito idem idem.
Dita Cunba Irmao & C sem numero 1 dito
idem idem idem.
H-^wir0*"."-- violra da'Aoehasem numero i
dito idea, Idem Idem.
UiA i\ A i a 36 1 caixa Vind* d6 Liverpool
no Vapor jugles Lalande, descarregada em II de
novembro, de 73 e consignada a Rodrigues Irmaos
A uuimaries.
DiU R'fiC eontra marca C n 448 1 diu
idem idpm idem.
Dita R 1 4 C contra marca C ns. 447 e 451 2
diUs idem idem idem.
DiU C G 4 C n. 75 1 dita idem idem idem a
Garvalho Gutmaraes & C.
DiU R & I ns. 59, 60, 61 e 62 4 ditas idem
idem a Rodrigu<'s Irmios & Guimaraes.
Diu J K i M n. IGi-l dita idem Idem a J. Ra-
mos 4 Machado.
DiU J R & M n*. 17, 18, 20 e 214 ditas idem
idem idem.
Armazem n. 7.
Marca quadrilongo 73 e J J G M ao centro sem
numero 50 caixas vindas no navio ingles t). of
Surtherland, descarregadas em 27 de agesto de 73
e consigoadas a J. J. de Carvalho Moraes.
Diu M It M ns. 113 a 12210 ditas idem a Ma-
turino B. de Uello.
DiU L G C ns. 171 A e 171 B 2 aUdos idem
idem, ignora-se a consigoacao.
Dita T H n. 1,735 AI dito idem idem idem.
Dita T If n. 1,735 B1 dito idem idem idem.
Dita T II n. 1,735 C -1 dito idem idem idem.
Diu T II a. 1,735 D1 dito idem idem idem.
DiU quadrilongo 13 e J J C M ao centro n. 602 -
1 barrica idem idem a J. J. de Carvalho Moraes.
Dita quadrilongo 13 e J J G M no centro sem
nunitrol diu idem idem idem.
DiU A C S G os. 3|i 2 caixas vindas no navio
hollandez Calkarim descarregadas em 20 de
agosto de 73 e consignadas a Angelo C. Silva Gui-
maraes.
DiU S N & C n>. 16il7 2 ditas idem idem a
Silva Neves 4 C.
DiU A CS G n. 151 diU idem idem a Angelo
C. da Silva Guimaraes.
Dita MSF4Cn. 96 IdiU idem idem a Ma
aoel da Silva Faria 4 C.
Diu J Ii n. 34 1 dita idem idem em 21 idem
idem.
Dita A F C n. 25550 ditas idem em 22 idem, a
Antonio Ferreira de Carvalho.
Dita diamante A Z no centro n. 7750 ditas
idem idem, a Joaquim Jose de Azevedo.
Dita A C S G ns. 5 e 142 ditas idem idem, a
Angelo G. Silva Guimaraes,
Dita B sem numero 7 ditas vindas no navio
portuguez "Nova Sympathia, descarregadas em 26
de agosto de 73 e consignadas a J. J. de C. Moraes.
Dita T S n. 4923 ditas vindas no navio allemio
Triede, descarregadas em 11 de setembro de 73 e
consiguadas a Manoel J. Tinoco de Souza & C.
Dita T S n. 50 -10 ditas idem idem idem.
DiU T S n. 5173 ditas idem idem idem.
Diia T S n. 5210 ditas idem idem idem.
DiuT S sem numero-100 garrafoes idem idem
idem.
Diia T S n. 39-1 dita idem idem idem.
Dita T S ns. 43(4450 ditas idem idem idem.
Dita T S n. 3710 diias idem idem idem.
Dita T 3 n. 38 30 dius idem idem idem.
D ta S X ns. 120(122 3 ditas vindas no navio
allemao Maria; descarregadas em 16 de outubro
de 73 e consignadas a Silva Neves 4 C.
Dita t' iangulo com um corte e R S no centro ns.
120(121 2 ditas idem idem, a J. Ramos & Ma-
chado.
Dita triangulo com um corte e R. S. no centro
ns. 170 e 172-2 dius idem idem idem.
Dita triangulo com um corie e R S no centro ns.
168(1692 ditas idem idem idem.
Dita triangulo com um corte e R S no centro
n. 151-4 dit.s idem idem idem.
Dita triangulo com um corte e R S no centro ns.
31i34 4 ditas idem idem idem.
Dita T C sem numero 1 dita vinda no vapor
portuguez JuiVo Ditttz, descarregada em 11 de no-
vemlro de 73 e consignada a F. Antonio Coimbra.
DiU C 4 S ns. 1, 2, 5, 6. 7, 8,10, 11 e 12 10
gigas vindas no navio inglez Constance Wits, des-
carregadas em 13 e 17, idem, a Costa & Soares.
Armazem de bagagem.
Marca P. C 4 C sem numero 1 caixinha vinda
de Bordeaux no vapor francez Erymanihe, e des-
carregada em 8 de novembro de 1873, a Carneiro.
Dita Manoel Maestrale n. 551 pacote vindo no
vapor inglez Lalande, e descarregado em 10 de
novembro de 73, a Manoel & C.
Diu A. P. Mendonra sem numero 1 caixa vin-
da de Southampton no vapor inglez Magellan, e
descarregado em 8 de novembro de 73, a Antonio
Peregrino Mendonea.
Dita A A C n. 279-1 pacote vindo de Hambur-
go no navio hollandez Elisabeth, e descarregado
em 15 de novembro de 73, a Luiz Jose da Costa
Amorim.
Dita M 4 I n. 380 1 di to idem idem a Maga
lhaes 4 Irmaos.
Dita JI C n. 63 1 caixinha idem idem, a J.
Ignacio da Costa.
DiU Corga sem numero1 dita idem idem.
Diu F. Jose de Mattos sem numero 1 pacote
vindo do Havre no vapor francez Henry IV, des-
carregado em 24 de outubro de 73 e consignado a
F. Jose de Mattos.
Diu Marlins Guilberme 1 dito idem idem, a
Martins Guilherme.
Diia F. da Silva Ronda 1 dito idem idem, a F.
S'lva Ronda
Diu Cunba 4 C. i dito idem idem, a Cunha
& C.
DiU Joaquim Lopes Machado- 1 dito idem idem,
a J. Lopes Machado 4 C.
Dita Souza Bastos & C. n. 539 1 caixinha vinda
no vapor inglez Douro, descarregada em 27 de
outubro de 73 e consignada a Souza Bastos & C.
JDita Cunha Irmao 4 C. n. 560 1 dita idem
idem, a Cunha Irmao 4 C
Uma condega viuda no vapor inglez Boyne, des
carregada era 26 de setembro de 1873, ignorando-
se a quem pertence.
Uma la'.a idem idem idem.
Uma caixa idem no vapor inglez Valparaizo, em
27 de outubro de 73, idem idem,
Um bahu idem idem idem.
Um dito idem idem no vapor inglez Magellan,
descarregado em 10"de novembro de 1873, idem
idem.
Alfandega de Pernambuco, 16 de junho de
1874.
0 inspector,
F. A. de C. Reis.
Armazem n. 3.
Recife, 10 de jaaao da Ittt.
Eu, Manoel Maria lRodrigtW6 do
Ejento, escrivlo, o lubscreti.
Luiz retireXwitlPinheiro, '
SANTA GASA DA MISfitUCOADU DO
RECIPB.
A junta admiaistrativi da SanU Ca?"., d n;M.
rlcordla. continda a receber proposl?,, pj^ 0 for.
Seeimento de carnes verdes a ir^os os esubele-
cimentos a sen cargo, durante, 0 triraestre de ja-
lho a setemLro vindouro, n^ saia da, jessSes, pe-
lts 3 boras da urde do -^ 25 do commie.
i; Secretaria da S^nta Cawi da Misericordia
do Recife, 19 da junho de 1174.
0 escrivlo
Pedro Rodrigues de Souza.
Pela thesourarU provincial so faz pubHco
que fot tran fenda para o dia 3 de julho proxioso
a arrematacao da obra da bomba para o poVoade
dos Monte?.
Secretaria da thesouraria proviaeM de Peruam
fcaeo, 20 de jonho de 1874.
0 official-mator,
Miguel Aaoaso Ferreira.
Instililo Archcologico e Geegn-
phico PernambocaHO.
Haw* seteio ordinaria quinU-feira, 25
do corrente junho, pelts 11 horas da ma-
nhd.
U
2."
3/
4/
ORDEM DO DU.
Expedient.
Pareceres de commissdes.
Propost&s indicates e requerimentos.
Materias adiadas e o mais que oc-
correr.
Secretaria do Instituto, S3 de junho de
1874.
No impedimento do secretario perpetuo.
Salvador Henrique d'Albuquerque,
2. secretario.
Juizo da provedoria,
Santa Oasa de Misericordia.
Deordem dalllmajunuvaidenotoapracapara
ser arremalada no dia 25 da corrente, a renda da
propriedade llha do Nogndfra, peU quantia de
1:000* annuaes, fazenda o arremaunfe os con
eartos de que precisar o viveiro existente.
Os preteodentes deverio Water cartas de fianca,
devidamente legalisadas.
Secretaria da SanU Case de Misericordia do Re-
cife, 22 de j unho de 1874.
0 escrivio,
Pedro Rodrigues de Sonza.
Dor earn jaizo, escrivao mterino Guimar?.es, lrao
a nraca ao dia 25 do corrente met, finda a an-
dleocu do Or. Joii substitute Oliveira Aadrade,
u dividaa do invenUrio do Antonio da Silva Maia,
na imporuncia da 16:367*667, ovaliadas por
2:400*. Os pretendentes serao esclarecidos pelo
esormto em mao do porteiro dos anditorios.
. Recife, 22 de junho de 1874.
! -tin; 0 escnvao interino,
Joao Tiburcio da Silva Guimaraes,
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
No dia 25 do corrente, pelas 12 boras
da tnanha, tera lugar no escriptorio da
companliia, rua do Cabugi n. 16, a arre-
matacao dos chafarizes e bicas, por bairro,
nao se admittindo propostas que cornpre-
hendam mais de um bairro, e aem por es-
pai;o maior de am anuo. Os Srs. licitan-
tes podero comparecer com seus fiadores ou
dectara^io dos mesmos no mencionado dia,
ou antes no respectivo escriptorio, onde me-
lhor poderSo inform a r-se dascondioOes do
contrato d'arremaUcio ; devendo ser essas
propostas cm carta fechada. Declara-se aos
Srs. licitantes que o pagamento ser em sedulas.
BASES SOBRE AS QUAES SE DEVE
LANCAR.
Bairro do Recife.
Chafariz e bica do caes do
Apollo. Dito da rua do Bom
Jesus. Dito da praca de Pe-
dro I. Dito e bica do Forte
do Mattes................ 18:5005*000
Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do Car-
mo. Dito do largo de Pedro
I. Dito do largo doParaizo.
Dito da rua do Marquez de
Herval. Dito da rua da Con-
cordia.................. 23:500^000
Bairro da Boa Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova de San-
to Amaro. Dito da rua do
Principe. Dito do largo da
Soledade. Dito da caixa d'a-
gua dos l'ires. Dito da prara >
doConded'Eu. Dito da rua '
de S. Goncalo. Dito de San-
to Amaro das Salinas...... 19:502^000
Passagem da Maydalena.
Chafariz do largo do vivei-
ro. Dito entre duas pontes.
Monleiro.
Chafariz dessa povoaQao.
Apipucos.
Chafariz dessa povoarao.. ~
Escriptorio da companhia do
19 de junho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenga.
1.' represemaclo
do drama marltimo em 4 actos:
A Senhora da Bonauca.
THEATRQ
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICENTE
Sabbado 27, domingo 28 e
segunda 29 de junho.
Companhia Fidelidade
legaree aMHUnos e terregtree,
A afenda deeU' companhia toma seguros ma
rrtimos e terrestres, a premies razoaveis, dando nos
alumos o solo hvre, e o setimo anno gratolto ao
segurado.
Pelieiano Jose Gomes
Agente.
51 Rna do Apollo 51
Armazens da companhia per
nambucana.
ttmmmmm cantra tm*m
A companhia pernambucaaa, disponao de ex
eetentes e vastos armazens em sea predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior eon
servacao das mercadorias deposiudas, serrico
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
clDsivamente oe generos de uma so pessoa.
Betes armazens, alem de areiados e commodos,
sao inteiramente novos e asp halt ados, isentos dc
capim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue quizerem ntilisar-se destes ar-
mazens, pederao dingir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quern
tratar.
Secretaria do gymnasio provincial de Per-
nambuco, 20 de junho de 1874.
Por esta secretaria se declara aos pais, tutores e
procuradores dos alumnos deste instituto, que do
dia 22 do corrente principia a correr o prazo de
oito dias, dentro do qual sao obrigados a pagar a
pensao dos mesmos, correspondente ao terceiro
trimestre do corrente anno.
0 secreurio,
Celso Fertunano Fernandes Quxntella.
459jJ690
201^000
133^000
Beberibe,
De ordem de Illm. Sr. Inspector da thesou
raria de fazenda publico, para conbecimento dos
interessados, que a praca annnnciada para o dia 17
do corrente, para a arrematacao do fornecimento
de objectos de expediente desta reparticao, duran-
te o semestre de julho a dezembro do corrente
anno, eque nao pode ter lugar por causa de con-
cur.-o que se esta procedendo, sera euectuada a
27 deste mez.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de Pernam
buco, 19 de junho de 1874.
0 2 escrivao servindo de secreUrio,
Carlos Joao de Souza Correia.
OLINDA
0 Dr. Deltino Augusto Cavalcante de Albuquerque,
orBcial da ordem da Rosa e juiz de direito, or-
phaos e ausentes da comarca de Olinda, por S.
M. o Imperadcr, a qnem Deus guerde, etc.
Faro saber aos que o presente edital virem, que
no dia 25 do corrente (quinu-feira), a uma hora
da tarde, depois da audiencia, vai novamente a
praca, um sitio em Paratibe, pertencente ao espo-
lio do finado Belarmino Pereira Beringuer, avalia-
do por 500*000.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei afflxar o presente no lugar do costume e
publica-Io pela imprensa.
Olinda, 22 de junho de 1874.
Eu, bacharel Francisco Lins Caldas, escrivao, o
escrevi.
Delfino Augusto Cavalcante de Albuquerque.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Rlma. junta administrate da sanU easa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de snas sessoes, no dia 25 de Jonho pe-
las 3 horas da Urde, tern, de ser am-maud as a
quem mais vanUgens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
', Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......fOldOOO
Rua de Santa Riu.
Idem n. 32........250*000
Ciuco Pontas.
asa terrea n. 114......362IT5O0
Rua da Viracao
Idemn 74........241*000
Rua de Antonio Heirriques.
idem n. 26........99*000
Rua do Vigario.
I.'andar do sobrado n, 27. 325*000
Eojaidem.........375*000
PATRMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado). .... 1:000*09
IRua do Pibr.
Cau terrea n. 100 241*000
Roa do Amerim.
Idem n. 34........122*000
Rua da Guia.
Idem n. 29........201*000
Os pretendentes deverio -apresenur no acto da
irrematacao as suas fiancas, on compareceren
acompannados dos respeetivos fiadores, devendo
pagar alem da renda, o premio da quantia em
que for seguro o predio qua contiver esubeleci-
manto commercial, assim como o senrico da lim
peza e precos dos apparelbos.
SeereUria da sanU casa da misericordia do Re-
cife, 17 de marco o de 1874.
0 escrivao
____________Ptdre Rodrigues de Souza,
2 batalhao de infanteria.
0 conselho economico deste batalhao contrata
para fornecimento das pracas arrancbadas, no 2
semestre do corrente anno, os generos seguinttes:
arroz pilado, kilo ; assucar branco e mascavinho
refinados, idem; bacalhao, idem ; cafe em caroco e
moido, idem ; came seccaeverde, idem ; minteiga
ingleza e franceza.idem ; milbo branco pilado do
Rio de Janeiro, idem ; toucinho de Lisbon, idem ;
farinha demandioca (da terra), litro ; feijao mula-
tinho e preto, idem ; azeite doce e vinagre de Lis-
bSa, idem ; lenha, achas ; e pSes de 115 e 230
grammas: previnese aos concurrentes que de-
vem apresentar suas propostas em cartas fechadas
as 10 horas da manlia do dia 26 do corrente, nesta
secretaria, que os generos serao todos de 1* qua-
lidade e postos no quartel por conta do contraun-
te, e que nao se admitte propostas que nao conti
verem explicitamente os precos e todas as decla-
racoes necessarias sobre a qualidade dos mesmos
generos.
Secretaria do referido batalhao, no quartel das
Cinco Pontas, 23 de junho de 1874.
Joao Baptista de Siqueira,
___________________Alferes secretario,_____
Luzo-Brazileira.
De ordem do Exm. Sr. president?, convoco to-
dos os Srs. socios, para a sessSo de asserablea ge-
ral no dia 26 do corrente, as 6 horas da Urde, pa-
ra discussio do projecto da reforma parcial dos
estatutos.
Secretaria do conselho fiscal da sociedade be
neflcente Luzo Brazileira, 23 de junho de 1874.
Andre M. Pinheiro,
1* secreUrio.
Prlmeira, segunda e terceira representaijio do
drama sacra em 6 actos e 8 quadros :
Os Sele Passos.
fiatram em scena 70 pessoas.
Scenario e vistuario tudo novo.
Os bilhetes eslao a venda desde ja no theatro.
Os especUcnlos comecarao as 8 horas em ponto.
T1ATR0
Santo Antonio
. Libras eslerlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
>"
Maranhao.
Para o referido porto pretende seguir eom pou-
ca demora o hiate Olinda, por ter a maior pane
da carga prompU : traU-se com os consignau-
rios Joaquim Jose Gjncalves Beltrao 4 Filho, a
rua do Commercio n. 5.
Quinta-feira 25 de junho.
beneOcio do arlixia
Flavio Wandek.
BO mnito aceito drama em 5 actos, original fran -
cez:
0 Medico das friancas.
Terminara o especUeulo com a scena-comica
OSR. DOMiNGOS FQRA 00 SERIO
Principiara as 8 1|2 horas.
0 beneficiado agradece as pessoas que se dig-
naram aceiUr bilhetes de seu beneficio, bem como,
aos collegas que graciosamente se prestarara a
coadjuvalo : a todos q seu reconhecimento e gra-
tidao.
0 resto dos bilhetes esUrao a venda no lugar
do costume.
As cadeiras de ns. 1 a 144 sao reservadas.
Theatro Santo Antoaio.
0 artista Flavio Wandeck, tendo encontrado na
maiona das pessoas que convidou para o seu be-
neficio, grande desejo de que este fosse no theatro
Santo Antonio, resolveu, com a acquiescencia do
respectivo emprezario, leva-lo a effeito de accordo
com os desejos de seus amigos e protectores, o
qual tera lugar quinta-feira 23 i) corrente.
AVISOS
0
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
tional Isabel, tem parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que Ihe falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. 57.
Real companhia de papetes in-
glezes a vapor.
Ate o dia 26 do cor
rente, esperase da
Europa o vapor in-
rez Boyne, comman-
ante F. Reeks, o qual
depois da demora do
costume, seguira para Baenos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Nodia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Neva, commandante West;
o qual-depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passagens, fretes, etc., trata-se na .agenda,
rua do Commercio n. 40.
47i
TSm
iC
-1 diu idem idem a M. J.
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel Pinheiro, juiz
substituto do juizo especial do commer-
cio, n'esta cidade do Recife de Pernam*
buco, por S. M. I.,etc., etc.
Faco saber ao* que o presente edital virem e
delle noticia tiverem, qne no dia 25 de junho do
corrente anno se ha de arremaur por venda a
quem mais der em praca publica deste juizo, de-
pois da respectiva audiencia, o seguinte : 04 pa-
res de botinas de cordovao e de couro de porco
para homem a 3*200 cada par; 14 diUs enfeita-
das, de panno, para senhora a 3*500 cada par. Pe-
nhorados por execucao de Rodrigues Irmao &
Guimaraes, contra Francisco Ferreira da Silva.
E nao havendo lancador que cubra o preco da ava-
liacao, sera feiU pelo preco da adjudicacao, na
forma da lei.
E para que chegue ao conhecimfnto de todos,
mandei passar o presente, que sera publicado pela
imprensa e afflxado do lugar de costume. i
Consulado provincial
Pela administrpcao do consulado provincial se
faz publico aos respeetivos contribnintes, que de
1* de jonho vindouro por diaate cemeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcado* no artigo SI
do regnlamento de 16 de abril de 1842 para a
cobranca a bocca do cofre, do 2* semertre dos im-
postos da decima urbana, 8 0)0 sobre bens de nao
morU, e 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provincia, bo corrente exercicio de 1873
1874, incorrendo na mulu de 6 0/0 aquelles doe
contribnintes que os nao satisfizerem neste praao
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 de
maio de 1874. '
0 admiaistrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
COMPA\BIl
das trilhaa urbanaa da Recife
* Olinda e Beberibe.
Hoje, 13 do corrente. bave-
ra do Recife para Olinda
um trem, tocando em todos
os pontoida linha, as 11 ir2
horas da noite e de Olinda
para o Recife, as 12 Jr2 ho-
ras da manna de 24.
a companhia, 23 de Junho de 1874.
0 gerente,
LJ.de Mirrnda.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
0 conselho contrata no dia 27 do corrente mez,
a vista de propostas recebidas ate as 11 horas da
raanha, o fornecimento de ambulancias aos navios
da armada, assim como os servicos de barbeiro a
enfermaria de marinha, e a lavagem de roupa,
unto da mesma como da companhia de aprendizes
artifices, tudo durante o proximo exercicio de
1874 a 1875.
Sala das sessoes do conselbo de compras
de marinba do Pernambuco, 23 de junho
de 1874.
0 secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
sscriptorio
CIRCO EQUESTRE
NO
CAMPO DAS PRINCEZAS
; COMPANHIA BRASILEIRA
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
HOJE
Variado espectaculo
A's 5 1| horas da tarde
Colo programma constara dos melhores traba-
lhos da companhia.
0 iniigne equilibrista pernambucano Joao Ter-
tuliano, fan maravilhas.
0 grande saludor arabe Algibran execnUra no-
vos e arriscadissimos saltos, nunca visto por ou-
tro artisU nesu capital.
0 joven cri.ulinho Rolando Angico Jequitiba
Pecbba fara prodigios em diversos trabalbos.
0 patusco do palhaco nao deixara nada a de-
zejar a bella rapaziada commercial.
Os bilhetes vende-se no circo.
PRECOS.
Entrada geral 1*000
Cadeiras 2*000
A'* ft 1| horas da tarde
COMPANHIA PERNAMBLCANA
DE
IVavegacdo coateira a vapor.
MACEI6, ESCALAS, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Coruripe, comman-
dante Santos, seguira para
os portos acima no dia 30 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia 27,
encommendas, passageiro3 e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12._______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IX'avcgacito coateira a vapor.
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante r Julio, segui-
ra para 0 porto acima
no dia 1 de julho proxi-
mo ao meio dia.
Recebe carga ate 0 dia
30 de junho, encommen-
das, passageiros e diaheiro a frete ate as 11 ho-
ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
tos n. 12.
Ceara, Macao e Mosswft.
Para os referidoa portos pretende seguir com a
possivel brevidade 0 hiate Rival, por ter algnma
carga engajada e para a qne lbe falta, trata-se
com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Bellrao k Filho, a rua do Commercio n. 5.
ARACATY
Vai sahir para 0 porto acima 0 bem conhecido
e veleiro hiate' Flor do Jardim ate 0 fim da se-
mana vlndonra por ter parte do carregamento
prompto, e para 0 resto, a tratar na rua do Viga-
rio n. 33, com Joao Jose da Cunha Lages, ou a
bordo eom 0 mj.-tre, em frente ao trapiche Dan-
as.
LEILOES.
DE
06 caixas com cebolas
Quinta-feira 23 do correnle
A's 11 horas
?>'a pcrta do armazem do Sr. Annes, era
(rente da alfandega.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vi: ,i a leilao, no dia e hora acima designados, oB
caixas com cebolas novas, ulhmamente chegadas
a este porto.
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
CHIMBORAZO
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 5
de julho, e depois da
demora do costume
seguira para Liver-
pool tocando em Lis-
boa e Bordios, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete.
Nao sabira antes das tres horas da urde do die
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rone A C
Ij-^PRA^A DO COMMERCIO14
Novo leilao
De um sobrado a. 30, sito d rua do Viscon-
de de Pelotai, [outr'ora Aragao) com as
seguintes commodidades : 2 salas, 2 qura-
tos e cozinha, pavimeuto terreo, I sala e
~2 quartos, bom quintal plantado e ca-
cimba.
SLXTA-FEIRA 3 DB JULHO.
A's 11 horas da manha
No escriptorio a" rua do Bom Jesus n. 53.
0 agente Pinho Bjrges, autorisado, vendera em
leilao o referido sobrado por conta e risco de quem
pertencer.
Qualquer esclarecimento relativo,omesmo agen-
te pode dar.
Leilao
DA
taverna da rua do Birao do Triumpho n.
65
Sabbado 27 do corrente
AS 11 HORAS DA MANHA
0 agente Martins fara leilao, sem limites, a re-
querimento de Jos6 Jacome Tasso, e por mandado
do Illm. Sr. Dr. juiz de direito da 2.* vara do civel,
da arma;ao e generos da taverna da rua do Ra-
rao do Triumpho a. 65, pertencente a Joaquim Jo-
se da Silva Azevedo, e penhorada pelo referido
Tasso, para pagamento de alugueis. __________
COHFA\HIA Kit tNII I III \
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do sol
LEILAO
DE
uma secretaria, 2 carteiras 2 mOchos, 1 balcao, 2
mesas grandes, prateleiras, paos para estiva,
prensa de copiar carUs, e mmtoa outroa acces-
sorios de armazem e escriptorio.
SEXTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
As 11 horas.
Por intervencSo do agente Pinto
no armazem o primeiro andar do sobrado da rua
do Rom Jesus n. U.
nmsos oversos
E' esperade dos portos
do none ate o dia 28 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Portos do norte
THEATRO
I
EMPREZALIMA PENINIE
Quinta-feira 25 de junho.
A' 8 ii* horas da noite,
E esperado dos portos do sul ate o dia 27 do cor-
rente e seguira para os do norte depois da de-
mora do costume.
Para carga, encommendas, valores e passagens,
traU-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO -7
Pereira Vianna & C.
LlliGWEl
Rio-Grande- do Sul.
PATACHO
II. FRANCISCO.
Recebe carga a frete para o referido porto : a
traUr com-Amorim Irjnios & C,
Atten^ao
Os abaixo assignados declaram pelo presente e
previnem a quem o Sr. Joaquim Theodora Correia
da Silva offerecer uma parte do sitio denominado
Cumbe on Cafeieiro, que nao facam negocio com
o mesmo Sr. Correia, porque este Sr. nao tem
terras nos referidos sitios, cem no sitio Cumbe,
nem no Bringuel, nem em ontro qualquer que
facam parte das mattas dos sitios Cumbe, Cafe-f
zeiroi e Bringuel, e pelo presente pratesta contra
qualquer transacclo que com o mesmo fizer qual-
3uer pessoa visto qne oe consenbores dos referi-
os sitios e mattas do Cumbe Cafezeiros e Brin-
guel, sio os abaixo assignados Antonia Isabel da
Canto, Helchiades Manoel dos Santos Lima, Anna
Idalina da CosU Guimaraes, Francisco Rodrigues-
dos Santos, Claudino Jose Rodrigues dos Santos.
e Antoaio Manoel dos Santos Uma.
Vende-se a uverna s:ta a rua Imperial n.
168: a traUr na mesma.
Aluga-se o terceiro andar e soUo do sobra-
do de axulejc, a rua da Imperatris a 14, o qual
tem excellentes commodos para nma nmnerosa
familia, e outros gozos da vida domestics, como
agua encanad i, gaz, mnito frewi, e nma ex,cel-
lente vista ; e a grande vantagem de se achar
caiada e plntada ha poueo tempo: a tratar no pri-
meiro andar do sobrado a rua do 5R|*rto n. 1.
**
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue cem poncos dias
de demora a barca portugneza Feliz Uniao por
i. r a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falu, trata-se com oe con-
eignatarios Joaquirajose Goncalves Beltrao |&|Fi-
sho.a r_na do Commercio n. 5.
Para a Bahia.'
Para o referido porto segne com brevidade o
hiate Joven A rthur, por ter grande parte da carga
engajada, para o resto que The fall*, trata-se com
o seu cousignaUrio Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, na rua do Bom Jesus n. 57.
LEILAO
DA
taverna n. 21 do pateo do Terco, em lotes, a von-
tade dos compradores
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
______pelo agente Martins.
Agente Pestana
leilao
DA
armacao, generos e mais utensilios da ta-
verna sita & rua dos Martyrios n. 8
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
as 11 horas da manha
0 preposto do agente Pest na fara leilao d'ar-
macao, generos e mais utensilios da taverna sita
a rua dos Martyrios n. 8, em um ou mais lotes, a
ventade dos compradores. 0 balanco acba-se em
mao do referido agente para ser examinado pelos
concurrentes do leilao.
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 11 horas.
If
i


V.
Diario de Pernambuco Quarta feira 24 de Junho de 1874.
Bom iiegocio.
a arrear'a-se o grairie predio
fe MB aadar e sotao, sito na rua do B<
,, prorimo da igreja da Mfe* J
,4eetarf..tfndodrj4i9loaSMlM
"S^l?no s:-*io' 1uertos
e BW-_ "uma grande cocheira,
*Wado de novo, e com diver-
.iroreduf^ oau boa fonte d'agua, e
Achando-se prepara-
os moreis indispensaveis A
i familia, sera" assim vendido ou
i: Iratar nesta typographia
oa aa raa da Oniao n. 49, sobrado, atraz de
ptca da saaaabtet.______________^^^^^
MI8 IfcMINTOS
If* vinlaa *e *Hno *v r I*wh(. -
a{, Este vinho prCT&raJo Coir, o^titio viul* dc
Malaga e o melhur de tidos os tuuicos recoosii
tuintes Da C"n alesceDca das molestias graves, i

ET Urgcnte.
na da Uniio n. 49 compra se urn
coat labyrintho ou grade, obra muito
uma eocommenda.
Precisa-se de uma ama
ara cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Ckpibaribe u. 40.__________
.-se at 1-0004 a juros, por am auBO
pynth escravos em valor muito
: quem convier tal negocio,
_ ao escriptorio desta typogra-
S. Mo n. 7 e 9, eom as miciaes
vC
Estates
de
swtes, a 300 rs. o cento : na rua Duque
lindo casal de pavdes, sendo o

i!
e a femea
D.
rajada.
38.
Sao bo-
i escrava que sabe comprar e
na rua do Marquez de Olinda
frarticQlar de instruccao
elementir
Para o sexo feminino
A professor*, infra assignada, tendo-
se Eiftililaao na forma da lei, pretende
ao dia 8 deste mez abrir a sua aula par-
, rua do Marqnez do Herbal, on-
tr'ora da Coaoordia n. 139, onde pode-
ra ser proeurada ; as aluranas, alem de
at rastruirem nas materias que consti-
taem a iastruecao elemental*, se habilita-
rio na arte de agulna, bordados de todas
as esaecies, obras de la e de flores, me-
anate anaseatio razoavel.
S. Jose, 6 de junho de 1874.
Esmenia Jcnuina Dias.
Maria do Nasciraenlo deseja muito
i sua aunaFelippa Jacob do Nascimento,
i do Torres.
AVISO
Nio se preslando o peqaeno esparo do arrnazem
j 10 A, a rua da Madre de Deos, para urn abaste-
jdo deaosito das diversas marcas de fumo, que o
~~ ido almejava ter, eha-9o d'ora em
outro es abelecimento sob a mesma
iode
ARHAZEM DO FUMO
A.' rua do A mo rim n. 41
. todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rao os saahores freguezes dingir-se, certos de que,
aaBD ate aqui, achario sempre a par da modici-
iadeaosprocjos, a maior sinceridade possivel. En-
ii ii aiairrilri marcas de fumo da Babia e Rio
ill liBiiin. <|ue tem sido annunciadas, acaba de
begar uma encommenda especial, que muito deve
uaaiaaos senbores freguezes. Conscieote o abai-
xo aaagaado de que neste genero de negocio na~o
-safcsesi ewipetidores, fari muito por evitar que
i as teoha com relacao ao peqaeno lucro
> procarara obter da diu msrcadoria.
Jsse Domingnes do Carmo e Silva.
se recunroenrta para a cum do? paJecimenl >s
do esf-msgo e iiits:mo, R-bru dc uil:i a espo-
cie, com o csracter intermittent*.
vinlio exai-ope He lcii L^c,.rl30
de cat da tr. a.ecwa* l.ccouu.ien-
dado pelos medicos como o taeihor. agenle re*
constituinte para favorpcer a nutfirio, a for-
macSo dos ossos aas criancas e cnriquecer o
sangue.
VlnttA de BtUo t> cllxlr.dn nicmiiu
tplunta prrjiarndo por Frimaalt. -
As folhae do boldo sao empregada? no Chile
como remadio domenico, ranilo efllcaz, para a
cum dos padecimentos do flgado, de que 6 o
antidoto, como o quinino 6 das febres.
Vlnho e elixir de cacfto da Bolivia.
de CJrlmanlt. Tonico fortiSrante, diges-
tivo e reparador das forcas exhanridas.
Vinho de qtalmt r.-rrunliio-.o de Crl-
mault.I'reparado com vinho de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, constitue um
precioso agente therapeutico para acura da
CAtorou, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangne, chlorose e as diversas moles-
tias das senhoras.
Xoropc de chloral hydratado do Dr.
Leconle.- Os medicos aconselham com
uccesso contra a goU? as aphalgias, yertigens,
bystoha, insomnia, epilepsia, nevralgias, tosse
asthmatics, coqueluche^ etc.
Creae de a>laaantho de Crlmault.
Contra as gastrites, diarrheas, gastralgias, dy-
senteria.
Xarope de bronanreto de potassa de
(iriHanii.-Anti nejajao e applicado com
optimo resultado no trf^Q[Ko da gota e rbeu-
matismo. ^^^ -
Inga da India de Cniaull.-Lura ins-
tanteraente as enxaqnRas, dores de cabeca,
nevralgias edyarrheas.
Ferro de Ciirard.Protoxoto de ferro. O
melhor de todos os preparados de ferro para o
tratamento das molestias que reclamam este
agente therapeutico.
Fasttlhas de manntta de-(irlmault.
Empregam se eomo laxativas e pnrgatiyas
contra os catarrhos mucosos, falta ae appetite,
catarrho pulmonar. .
Ole.o de ugado de bacallisiO, rerru.
glnoBO, de Grtmault.E' um medica-
mento de' uma efflcacia constante contra a
chlorose, pallidas cores, anemia, phtysica, todas
as molestias dos pulmSss, lymphatismo, es-
crofulas, etc.
P6 ferro manganico de Burin dii
BuiSMon. -Agradavel ao tomarse, dotado
de propriedade digestivas mui activas, 6 o re-
medio por excellencia, na leuchorrea", anemia,
gastralgis, etc _
Pa mi ii ha de lactato de ferro de Bu-
rin du BuiNson. Digestivas e oplimas
no traumento das menstruacoes difflceis, flores
brancas e todas as affeccpes nervosas do tubo
digestivo..
Cljconina Sichel. Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e uuguentos para a
cura das ulceras e feridas de toda a especie.
Capsulas de Aplol de Cirimaull.
Sao recommendadas pelos medicos para recu-
lansar a menstruac5o, prevenir as colicas, dissi-
par as dores dos rins e ainda para as febres
nttermitentes rebeldes.
PiliiiaM de podophyllna de -ri-
manit. Para a cura de todas as molestias
do flgado, para corabater as prisdes de venire
rebeldes, etc
DEP0SIT0.
NA
PHARMACIA] E
DE
Barlholoiiien & C.
RUA LARGA DO ROSARIO
ENGOMADEIRA. ,
Lava-se, e engoma se, com porf'^jo a
rua do Nogueira n. 18.
PIA.KOST"
Acabam de ch. p rfr man0 bens piaooi [ortes e de
elegsntcs. mw^itj^ tios mais notaveis e biun co-
nhecidos ..oricantes; como *cjani: Alphnnse Bi
'I"1-1'1, iffiiia iiers e 1'leyel Wold 4 C : no Vapot
f'.rtnci-c, a-ua Afi Uaiao Ja Vicioriaf, outt'ora No
vu u. 7. aprui;^ muito coinmodos.
Perfiimarias.
Finof extractos, bauhas, oleos, opiata e p6s den-
triflce, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmelicos, muitos artigo delieados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
ohas soi tidas c garrafa* de differsntes tamanhps
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
"ao
PUNBICAlO DO BOWMAN
BDA DO BROI I. 52
(Passando o chafanz)
DROGARIA
34
34
0 Moule Lima
tem um completo sortimento de galao e franjas de
ouro e prata verdadeiros de todas as largura?,
abotoaduras douradas para offlciaes,-canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
lalins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas para criado,
etc., assim como, um completo sortimento de fran-
jas, galao falso para ornamento, cordio de la com
borla para quadros e espelnos (c'onforme o gosto
da encommenda) tudo por muito raenos preco que
em outra qualquer parte : na pra;a da Indepen-
dencia n. 17, junto a loja do Sr. Arantes.________
Na rua Nova n. 50, primeiro andar, noua
thesouraria das loterias, precisa-se alugar um
criado para casa ds familia _
No arrnazem do Vapor Francez, a ma do Bari
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo^ de !lflTercntea gostoa
phantaziaa.
Espelhos, leques.nuvaa, joiasd'ouro, tesoariahas,
cantvetes", caixmhas de costura, albuns, qtwdros,
e caixinbas para retratos, bolsinhas de velluao,
dita;de couro, e cestinhas parabracosde meniaas,
chicotes, bengalas, eculo, pencmez, ponteiras pars
charntos e cigarro3, escovas, penles. carteirinba de
raadreperola, Upete para lanternas, malas, bouas
de viagens, venesianas para janellai, esteriooo-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos ds floria,
de damas, de bagatella, quadros com nsissfeos
globos de papel para illuminacoes, macninas de
fazer caf6, espanadores de palhas, realejos de veto,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se p6de desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resumidos que 6 possivel: no ar-
rnazem do Vapor Frances, raa do'Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Caleado francez
A9U
Botinas para homem
Acabam ae cheear grandes jacturas de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conla e ordem dos fabricantes;
ao arrnazem do Vapor Francez, a rua do BarSo ds
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de e6res. difierentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranc*.
Para mcninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qtfalidades.
SAPATOS de tranja portuguezes.
Para mcninoa.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
. quahdades.
SAPATOS de tranca. .
^Botas de montana.
Botas a Napoleao e a Guilherme, peruBfrui
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos. _
No arrnazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Para noite de S. Joao.
Sortes francezas mnito interessantes, hoje adop-
tadas nas melhores reunioes de familias.
BalOes aereostaticos de 8 a 10 palmos, para sol-
tar se facilmente com espirito de vinho.
c Globos de papel de cures para illuminacoes :
vende-se tudo muito barato, no arrnazem do va-
por francez, rua Nova n. 7._______________ a*
Pf.DEM AOS afnborea de enganho e Mp.ft gnco!orep,
Imismo o favo: ae ama vitita a sou ealiboiecitaento, para v
ooiBltto qoe abi teaa; aeodo todo loparior em qualidade e (
-4C-;Io peaaoal pode-aa veriflcar. ^_ rar,. ,_,,.
^mSal ATTENCAOAONUMEROE lugar de sua fundiqao
rrAMAMM,M a w.*Anm rl9orvno doi mi'a ^oderaos aysteiiaa eem la
V'apOr68 6 rOCiaS Q7agUa manhos convenientei para ai dr%-eria
IreoBMUDciM doe lenhoree proprietarioa t para deecarocar algodio.
oendas de canna 2J! ot umanh08' as-melbom qQe iqQI
lodas dentadas ^ *>*'"e ^or-
Ijaixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Uambiques e fandos de alambiques.
sttoWlftfaalaiaMAa para mandioca e algodio, I Podendo'todoi

e emprp'gad.^rfi de ^~
erem o novo ortimeQU
fortidSo; 'o qae com i \m
pan
para cerrar madeira.

Iaer movidos a mio
por agai, vapor,
oo animaes.
pacu de qoe ae coatama prectsar;
de mchiuiimo, a pre^o mui reaumido
lachinismos
fcinbaUaV ^pateata,
TodaB as madrfnai
Fas qualquer concerto
Formaa de ferro ^**i* "**"">** no mer-
ffitAnmiHAiiilAa Incwnbt^a de mandar vir qnalqaef machiniamo i von-
aUCOinilieiiaaS. ua4 dot clientei, lembraudo-lhea a vantagem de faierem
oat compraa por intermedia de peesoa enteodida, e qoe em qualquer aeeeaaidade p6de
kat preetar aoxilio. ,
Arados amerioanoB m,m*mM """'"
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODI'LON DUARTE & IRMiO
CABELLEIREIROS
Premiados na^exposi^ao de 1872
24-RHa do Marquez de Olinda-24
Esquiuas da beeco Largo
Participa a sens frrgnezes e amigos que mudcu
o sen estabelecimento de relejoeiro para a mesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sortimento
de relogios de parede, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, relogios de
algibeira, de todas as quahda'.es, patente suisse,
de ouro e prata dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro. inglez, descuberto, dos melhores
fabricantes, cadeia de ouro, plaquet e prata. lnnetas
de tod?s as qualidades, tudo por precos muito ba-
ratos.
DE
Cordciro Simoes &.C.
Acabam do receber pelo vapor Mendoza :
Riquissimos cortes de gorgurao de seda ltsos e
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para veslidos, contendo cada cor-
te, o necesfario para sen rnfeite, como seja :
franjas, trancas, I o;5e?, fiveilas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moaa,
a rua Primeiro de llarco n. 7 A.
8 Consullorlo medico 8
fl DO %
V Dr. SBtErillo. rsf,
& RUA DA CRUZ N. 26, 2. A.NDAR. '/
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
rua>^ m
-
IMPERATRIZ
N.w82]
'!. AKDAR.
RUA


IMPERATRIZ
H. 82 ,
1. AMUR.
quentou os hospitaes de Paris e Londres, jl
a qualquer hora do v
ro- fzJ-
cto de sua pr
pode ser procurado
dia ou da noite para obj
fissao.
W\ Consultas das 6 boras da manh as 8 r. >
* ras, e do .meio dia as duas da tarde.
g. Gratis aos pebres.
V ESI'ECIALIDADES.
O Molestias, de senhoras, da pclie e de
fj crian^a.
ii o
i
I
Alegria scxlupla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E' ter prazer!
Manifestacao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhos asalegrias,
Dos fogos as lindascores,
Dos santos os quatrodias:
E' um immenso prazer
Que todos devem gozar,
Sem ter medo de peccar
E de ao-inferno irem ter!*
Exposigao todo dia 1
Entrada gratis e agua fria !
Vautegem extraordinaria
.20 0i0d dinheiro
Realidade:
Venham ver se querem crer
A verdade do exposlo,
Quem n3o vier nSo tem gosto
E tristeza ha de soffrer ;
Pois e facto : esta provado
Do Campos a geral faraa
De vender bom e barato
Como se ve do programma I
Liberdade deescolha I
Igualdade nasqualidades I
Fratermdade nosprecos I
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocando-oWmelhores con-
diccSes possiveis de bem servir ao publico .desta illustre capital, e as Exmas. Sras. na-
miiUo aue for tendente i arte de cabelleireiro.
quillo qoe^^eaecabelleiras tant0 ^ homens como para senhoras tupete, chignon.
coques modernissimos, traumas, cachepeign, tecidos. desenbos em cabellos quadros tu-
mnSres flores bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
mulares, W-^eJSSmSltO acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
^eiros recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e Qgn-
SofSe^n^Tl^^l^^^" 20/ menS T 0Ulr qUalqUer' gara
nerfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e pre?o razoavel.
perteisa0pentearn senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
todos os utensilios pertencentes a" arte de cabelleireiro.
porgSo e a retalho e
PHARMACIA NORMAL
DE
JOSfiELIASDEMOCRA&C
17Largo do Mercado Fubhco17
(Intiga ribeira de S. Jose,)
Araha de ser aberta e acha-se a disposicao do respeitavel pubheo esta nova phar-
macia e draKariaISJtotamenS provida do indispensavel a um estabelecimento dessa *&
tSEZ sem except de productos cbimicos e medicamentos preparados no estran-
tmty+gftig'S&KKSio sempre despachadas com a mais seria attencao,
a qprnnresob as vistas do pharmaceutico que compoe a nossa firma social,
e semPr soDass0eedpignaremde honrar onosso esatbelecimento c9m a sua confian-
Ca P6deme^rrtqasdequeseraoconscienciosamente servdas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos^
Gratifica-se a quem levar nas offlcinas, ou ^s
noticia certa de uma trouxa de roupa que desap-
pareseu no dia 22 do correate, da estajao J^ S<
ledade. ______,
acasaterrean 133, na rua Mdal de Negren
outr'ora Imperial, eom excellentes comniodos: .
tratar na rua Marquez de Olinda, .aimazem nu-
mero 52.
.-, c;citr--"C ^T"^'
--- ^- -'
V <
- .

m
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO &;C.
Wurmaceotieos da casa real de S. M. F. el-rei de-Porlagal
Premiados em diversas exposigoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
ISO
raae
njrfsf mmericano, garantido pubamentb vegetal, nao cootem em sua composicae
ae vSo^i sta somente succos de plantas indigenas, cujas propriedades beneficas na
-pa sartencem aos orgaos da respiracao, tem sido observadas por longo tempo pe-
Minctos que orecommendam e prescrevem todos os dias no tratamento das bron-
come chronicas, asthma, tosses rebeldes, escarros de sangue, phtysica no primeiro
sfiirritacoes nervosas.
. DEPOSITO GBRAL
84 Rualarga do fiesario =
PERNAMBUCO.
34
PASTILHAS PEITORAES
OE SUCCO DE ALFACE e LOURO CEREJA
W CBI9IAUIiT e ', pharmaeeuticos en PABII.
Todsfl as pwtflhas pectorsee, hoje de grande reputaSo, conteem oplo e por consegnlnto sSo
nttaotea. Os de Alface e de Louro-Cereja nSo contem opio, sSo ao mesmo tempo mais calmantej
ps todas as oatrsa e nfco exercem accao nenhuma irrilaute nas criancas nem nos adultos,
Osrto rapldsmente a coqueluche, a tosse, os defluxos, o catarrho pulmonar, as Irritscoei
a talta de respiracao, e aliviam a ssthma e as rouquidoes.
FERROHffiBGIRARD
APPROVADO PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARIS.
' ^acsdemia de Mcdicina de Paris he um dos corpos eablos o mais avaro de recommenda*
rjgL, # 4 eat^polo, e tanto he que ja ha a.'^ums annos que nenhum medicamento novo
Dewss*toBMseivIT1 accolhidas com todaabenevo?.'cia. Pelos Sn'ores medicos, as pfepara-
i que menecerao u.1 distui&gao, e cremos prestar-.'.h08 um verdadciro scrvico, ext
State do Boletim da Academia : ...,_ j x
^ca*^ga que o protoxalato de ferro apresJ.?1*10. ^^XnS^nao
*g*g*tf < n3 ***** a thenxpeutica, posto que ten. .* ^tes^ura. radt-
sr prlsao de yentre, e sendo quasi insubo, 6 tornado com gosto pelos a^ Ir^J^nl
"lyate em ^oses PBassasOeeoSes ^e tempor origem a pobrera de sangue.
Alem do que acaban.""8 de dizer ne elle um regeneraaor heroico e rapido das forsas*perdidas
os conTslesoentos, ou muT debuidades de comptelcas,
Attrac^ao!
Pyrotechma (
Gastronomia 1
28 Rua do Imperador 28
Arrnazem do tampon
Extasis maravilbososl
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
8. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fogos:
Fabricantes peritos I
Cores cambiantes I
Vistas rutilantes!
Effeitos prodigiosos I
Resultados inoffensivos t
Precos diminulos f
Generos*.
Qualidades superiores (
Saboree agradaveis!
Cheiros embriagaHtea I
Propriedides exeitantes I
Influencias nntrientes f
Precos reBumidosI
ImporUcio directs 1
Variedade cempieta!
Verdade I
Sinceridade I
Especialidadee I
Rsridades I
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da cua de Gustave Heyelin. cabel-
ipi^iro francez- tem a honra de prevenir ds Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
nuSo & Sm So official vindo ha pouco de Paris, o qoal esta bab.htado a desem-
Se^qStoer^Sidt & sua arte, e se ach. a disposicao das pessoas qne deseu
SresSo queiram utilisar. Outro sim scientifica que em seu f^t^Hm**
trarao sempre a Monitor dos cabelleireiros, onde se acham descr.ptos e desenhados todos
os nenteados modernos, para wires, casamentos, bailes etc. lM,;,l|/ Finalmenteprevineismesmas excellentissimas senhoras, que recebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaiXOm^tued0eS:cbello de 1B. 205 .601000.
Trancas de dito 10, 12^1 15 a 20^0C0.
Cachepaine de dito 15*, 200 a 30,5000.
Crescentes de dito 200, a 5O$O0O.
Tambem eccontrarJo um completo wrtimento recebido ha pouco
as cores e comprimento.
I. 5!.Rua do Marquez deOhndaN. 51
" -----------
de cabellos de todas
Cheshire condensed Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller d C.
Casa.
Aloga-ee a casa b. 149, perto da estacao do Ca-
minbo i Novo, na Soledade, com quintal e com-
modus para grande familia ; a chave esta junto
da aasa b. 1o3 : a tratar no Recife, rua da Ca-
dsisn.3.__________________________
Joaquim Paulino Cavalcante
Uma pessoa qne deseja ser util a Joaquim Pau-
lino Cavalcante, que desta provincia seguio para
Santos, e fot encentrado no Riv, Ihe offerece sens
preetimos eate mesmo os meios de volta para esta
cidade, e pede qne se dJrija em carts para a ty-
pographia deste Diario, enderecada ao Dr. Felix
de Pigueiroa.
~~^- Na ma da Uniao, casa a. 55, precisa-se alu-
gar uma prata fiel para o servico de vendas.
Alugam-se
os armaiens da travessa dos Expostos n. 18, e da
rua deBarreto de Meneies n. 8, antiga rua da ta-
eimba : a tratar com oministro da ordem terceira
de S. Francisco, no consis'.orio da mesma ordem.
iT|
mesma casa faz-ie bolos de toda a qualidade.
Alnga-se uma escrava
Triumphe n. 70
0a mais de um anno fugio desta cidade do Re-
cife* e se suppde nella occulto ou ter seguido
para a provincia da Parahyba, o escravo Jose, com
os sisnaVS seguintes : Cfir preU, de altura regu-
lar, com & annoade idade,pouco^a,soameBps,
tem falta de Rentes na frente, sendo poreJ^ '
nal mais sensivtJ uma excrescencia na palpebra
que parece eego da um olho : quem o capturar
traga-o a rua Direita n. 119, ou da Saudade n. 32'
que sera generosamente recompensado pelo seu
na rua do Bario do I ptffpVejuff ^ "*** qam tfV8r CCbUo'
Na
SOKii
Na irave&sa da rua
das Crazes n. 2, pri- j
meiro andar, da-se j
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
150$000.
ESCRAVA FUG1M
Fugio da casa de seu senhor a escrava Felicia,
de cOr parda clara, cabellos corridos ate os hora-
bros; baixa, cheia do corpo, roslo redondo, falta-
lhe um dente do lado direito, foi acompaahada
pr um homem (praca de cavallaria) o qualse cha-
ma Francisco de tal Vasconcellos, tambem pardo,
da mesma c6r da escrava ; consta terem seguido
para o sertae, donde sio ambos naturaes: recom-
menda-se as autoridades e capilaes de campo a
apprehensao de diu escrava, remettendo-a a
Camboa do Carmo n. 3._______________________
AGUAS MINERAES NATURAES
DE
Vichy-Cusset
Prererlveis aa de Vichy-Vlctoy
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depois de transporladas.
Fonte S. Marie, e a mais efficaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
=angue, e nas febres intermittentes. Os resultados
oblidos nas diabetes sio muitJ aouveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca e a mats
rica das agua* de Vicky em bicarbonate de soda
em magnesia e recommendada pelos senbores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas affeccoes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJASE
o nonio da fonte na capsnln
Vende-se em caixas e a reulho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
liB
FerroiraMaia stCoaupanhia
57-RUA DUQUE DE CAXlAS-57
Alugua-se
-,a cisa trea, rna de S. Joao n. 43, ernes-
Uu. '- a*seio, com gaz e cambrone : a tratar
tado qu *mi, rna de S. Jorge, casa n. 153,
em F6ra de i w. ,,
2. andar.
rastes.
Compra se e vende-se trastesnovotii
e usados no armasem da' rua o Im- '
perador n. 48
ENGENHO

.
iBa,seuma
mate rua ^ <*** WttM B. 1
ar na mesma rua n.
Vende-se e tambem arreaaa-se engenho Pos
tosi, situado na freftmia de Agua-Preta, a dua-
leguas da estacao do eamiaho de ferro, e movido
aor agua, e anas obras estio novas e muito bem
organisadas, tambem tem muitas e excellentes ter-
ras, taato de varxea como ladeiraa de grande far-
Ubdade, eom muita matta e de boa qualidade com
uma legaa ae fondo, e mil e tantas bracss da tes-
tada, tem proporcao para sairejar anBualmente
a F"i' *e Quatro mil pSes ; qaem
Aluga-se o segundo andar e sotao com boneH
eommodos, fresco, salas e alcova forradas de pa-
pal e todo bem preparado, contendo 7 quartos
cosinhs, saleta psra engommado, 3 salas e auin-
Ul; na rua do Rangel n. 73: a tratar na the-
aourarla das loterias, com Antonio Jos6 Rodriues
de Sous.
Engenho para vender ou
arrendar.
Arrenda-se ou vende-se o engenho Cananduba,
tendej, na treguezia de Jaboatao, proximo a poToscao : a
ae a cidW *>.Qtoda.irua de Joao Femandes tratar no mesmo eDgenbo, ou na rua do Marquez
in.3]qw fc*rt waquem trataj, (de Olinda n.4. *
Aluga-se
o arrnazem e 3* andar eom sotao, sito a rua da
Praia n. 59, tendo baslantes eommodos, e pintado:
a tratar na rua do Vigario n. 31.
Offerece-se um moco para eaixeiro de pada-
ria, do que tem bastante praties e optimi letra : a
jratar na rda Direita, casa n. 8, 2* andar, cat torio
do escrivao Torres Bandeira.
Casa para alugar.
A*lnga-se uma propria part taverna ou outro
qualquer estabelecimento, na rua do Barao de S.
Bopja, antiga do Sebo, n. 23 : a tratar com Joao.
Martins de Barros, a rua da Madrt de Deus a. ii


.*//
%.
\
6
*H* dl^PVM&faife^&^ltaafU -kit* 24Mte-ImMtyblMftl
FUIVDICAO DE ilimiHl (
\9 m in Barao Triumpdo (rna do Bitm) ns. KM) a|fftfotfst
CARDOSO IIRMAO
tf"
\V|S- Jl atts senhores de engenhts e

- outr.s agricultures e ao publico em gera! qua
7mJ11"? te"' ^a e America, todas as ferragens e machinas ne-
^ertibelecimentosagncolas, as mais mode.nas e melhor obra qoe tem vinjo
irVl5u-de fW^ *' 8'8 e ,0 ma,Ios <*'melh*8 que tem tjndo ao merido
l^iaeiraS ^ sobresalente para vapores.
H~*endas inf/Mrjua
uunt e meias moendas, obra como ntrttea aqai veto.
^^^^ebaUd^dos.elboresfabricante^,.
Koda* d agua cubaje de ferro> fortes e ^ _^
Rodas dentadas de ^ ^ tamanhos e dadef<
Kelocrioseapitos para vapore,
>MiaS de ferro, derepucho.
AradoS dediTereasqaalidades.
Formas para assuear,.^, ^MaUm
Varandas deferro fundido, franceias de diversos e bonhos
rogoes francezes ^ lepba e cmao> obra s ior
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Mschina
Valvulas
VJ jpul
a Ulna.
pedra dura
_ u gfci a.
Sr. lgnacio Vieira de
Mell
*d
para ardim.
para mesa e banco,
para gelar fgna.
para bomba e banheiro.
Correias iuglezas para machinismo. .
janCOSe SOfaS wmtitasde madeira, para jardira.
^OCCertoS ?* >m promptidao qualquer obra ou machina, para o qoe teem
sua fabriea bem montada, com grande e bom pessoal.
en?OHmienaaS mMdam w POr encomraenda da Europa, qualquer machiiHsmo,
.r- k* melhores engenhetros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assectar
ohms, <> se respmsvibilisam ne n bum tr.shi.lha a.cmatfm..
f I
Roga-se ao
escrivio na' cidade da Nazareth desta provincia, -
favor de vir a rua Duque de Caxias u. 36, a con-
u'uir acraelle negocio que S. S. Se comprometteu a
real'sar, pela terceira ehamada deste jornal, en
Am de dezembro de 1874, a depots para janaiu,
paason a;fevereiro eabril de W72, e nada cumprio;
a por este motivo e de novo chamado para dito
flm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
le maia de eito annos, e qnando o Sr. sen filho se
achafa nesta efdade.
JSjnjfreza do gaz
A empi^zado gaz ;em a Jvnra de acnunnar ao
ublico que ""?cebeu ulimiSraenle um esplendido
J Sortimento da lusw""' de vdro, candieiros, aran-
delas e globoi, f ujas ainoetras eatao no escriptorio
i rua do Imperador n. 31, e wrio vendidos ao
j sens fregnezes pelo preyo mais r^wavel possivel.
Precisase de nma ama de leite, escrava ou
vre : na rna do Imperador n. 52, 2* anui.'.
Ama d# leite
Precisase de uma araa de leite quo seja moca
e sadia : a traiar na thesouraria das lolerias, aa
9 boras da manha as 3 da larde.
KlSQQSJOSSSJ-t1
Consullorjo niedico-cirurgico g
. Preclsa se alugar ama ana para comprar e
. Ajudar a cozlnhar para casa de pouca famiiia : a
trator na rua do Imperador n. 30.______
Precisase de urtia para casa
de peqnena farailia : a rua
Dttque de Caxias, outr'ora das
Cruzea n. 8.
ATTEN
A. 6. da Silva Maia.
Roa do VIsconde de AlbuquBrque n.
11, ouu-'ora rua da matrix da Boa-Vista
n. H.
Chamados : a quaiqner hora.
Consultas: Aos po'jaa fratia, du 2 aa
4 boras da tarde. ^^
t AMA
" rrecisa-se comprar urav negffaha de 9
10 anoos de idade, que seja sadia e sem ti-
cios: quern trVer e qaizer tender dirija-e ao
3." aodar desta t|pograpbia para tratar.
Ha para alaga'r, a rna da Anrora n. 65, ara
Precisa-se de uma para co-
zinhar, para casa de famiiia,
paga-se bem : a tratar na
rua do Hospicio a. 46, casa terrea de bolas ama-
rellas na cornija.
Precisa-se, de uma ama para comprar
e cozinhar : i rna do lmperadoc n. 10,
casa terrea.
AMA
A mo Precisa--e deama ama: na travessa dos
Amdl Expostos n. 16.
Ama
Cotovello h
Ama
Preeisa-se de uma ama para cozinhar
para casa de pouca famiiia : a rua do
Precisa-se de uma ama para casa de
duas pessoas: na ruada Bfoeda n. 5, 2."
andar.
escravo, crioulo, mo?o, mnito
do para qualquer series
robuslo e habihta-
Engenho
Vende-e o engeabo S. PMv situado na pro-
maift de Aiafpas, comarea do Porto Calvo, a
menos de uma Tegoa distante do porto Se mar do
Gamella, tem oxcelientes terras, mataa, a safreja
regularmente 2.C00 paes : a trafcr aa na do Vi-
garioa: 9t. *-*^
O.-- -3 T> ~ m i~'-'^' "auaiuu uas mesmas. moaos : a tratar n* loja- deioiasdo mesi
KaadoBarao do Trmmpho(ruado Brum) ns. 100 a 104 |W imami**** t
FtNDICAO DE CARDOSO & IRMAO. TOlil Mllllwi jgJllMMI
Ateg-se o tercerre- andar dtr sobrade** 45
a rua de Barao da Victoria, com grandes- eom-
modos r a tratar na loja- de joias do mesmo-pre-
49 Rua do Imperador 49

^tsbelenmonto o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
: I rz, I'leyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
ladai eipressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
-.'i pncon'rarao nesta c^sa.
i 2>se pianos uados em troca.
kit e afinam-se pianos,
aviso-so aos Srs.
concertadores de pianos
.- o mais comjilcto sortimento de matoriaps para concertar pianos, como
' '.ha par os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
" et"
H imiMPfiRABOIl 49
iro ou cozinhcira.
- Fugio do engenho Ajudante, freguezia da Es-
cada, no anno de 1872, o escravo Guilherme, com
BarVj da Vietoria n 14, primeiro os signaes seguintes : pardo, com idade de 25 an-
iro ou cozinheira. nos pouco mais ou menos, altnra ecorpo regular,
, olnos grande?, cabellos cachiados, p6s compridos
e secco3, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desconfia-?e que esteja na cidade da Parahyba.
Itoga se as autoridades policiaes e capitaes de
camprs a apprehensan de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Aiudante, e receberao por paga
aoo^roo.
crava fugida
...


'. dt -di- 1" de maio do cor-
ava Maria, cor cabra, idade 26
cnlar, m.igra, tem toJns os den-
lilu algama, cabelhs carapi-
:ino rosto e tem um
t r. um poooo grande e estufado
ate de um antraz que ella teve,
:. rseio das ensta na allura das pas,'
mm a nnira pi? e ella tem o vicio de
-' < de chita clara e dous chales
! ua velbn e outro novo de cor encar-
IrSes ; talvez ella diga era
er pvte qne e^tiver que e forra e troque o
*erava tem uma irml mulala, escra-]
morador em Tigipio, onde foi:
crara Maria, que esla fugid? alii
r, roasta que algucro tem ella acou-'
ritta ns rnas de^ta cidade.
a'itr.riiades po!iciae3 e capi-
a capture e leve-a a ruada
1 |M se grati6cara.
Jo So liicio marques
Joao Licio Marques Junior, sens
irmaos, tios, cunhado e primes con-
vidam aos sens parentes e as pes-
soas de sua amizade para assisti-
rem as missaa do setimo dia, que
mandam celebrar por alma de seu
presado pai, cunbado, sogro e tio
Joic Licio Manraes, no jia 25 dj corrente na igre-
ja da Madre de Deos, as 8 horas da manha, e des-
de ja confes am seu eterno agradecimento.
COHSl'LIORIO
Medko-ciFurgic^
Dr. Jiw.- Felix d Cantaa <-
nee-
Medico operador.
RUA ESTfiEITA DO R05ARIO N. 3.
Da consulus todos os diae das- 9 ho-
ras da manha as 4 da tarde, dessa hera
em diante acha-se prorapto para qaal-
f*?y quer chamado, em casa de-soa resideneia
a rua da Prinoeza Isabel a. 4, junto-a
esta^ao dos trilhos de Olinda. i
Das 7 as- horas da manha da consul- i
tas gratis aos pobres.
E5PECIALIDADES j
Molestias syphiliiicas, via digestiva e fe-
bres.
Preeisa-se de uma ama para o servigo ia-
terno de uma casa de pouca famiiia : a tratar na
rua Duqoe de Caxias n. 29, armazem de mcveis.
AMA
Precisa-se narua da UniJbn. 47.
AMA
da Conc^rdia n. 10.
Precba-ae de uma que sai-
ba cozinhar, comprar e mais
service para 3 peasoas; a rua
CASA M WEP/W
AOS 4:OO0^O(W.
BILHETES GARANTIDOS.
A rua Primeiro de Marpo (outr'ora rua d,
' Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido not seus fe-
lizei bilhetes um meio n. 2099 com 4:000*, dous
meios n. 1033 com 700J, um meio n. 3617 com
200i, dous meios n. 633 com 100*, um meio n.
71 com JQOi e outras sortes de 40* e 20* da lole-
ria que se acalou do extrabir (104), eonvida- aos
possuidores a virem receber aa conformidade do
costume sem desconto algum.
Acham-se a venda oa felizes bilhetes garantidos
la 3' pane das loteriaa a beasucio da igreja
de Abren de Una (105*), que se extrahira no
sabbado, 27 do corrente mez.
PREgoa
Bilhete inieiro 4*000
Meiobilhete 2*000
im PORglo de 1009000 paju cut*.
Bilhete inteiro 3*S00
Meio bilhete 1*730
Manoel Martins Fiuza.
! Kugiram do enpnlie Ajmknte. no amode
1870, os escravos segaiates: !. Francisco, crioulo,
preto, com idade de 28 annos pcuz-.v mais ou m?-
nos, altura regular, corpe regular olhus grandes
e brancos, dente* perfeiio', cabfllos-ttirapinhados,
pes grossos, barba a cavaignac, bignde e per3,
uma eicatriz por conve?sadore risonbo. 2.rAntonk, eabra, com
idade de 23 annos pouco mais ou bi-tw, alto,
secco, olhos grandes e verraelhos, oww barba,
cabellos uni tann soltos, denies periMos, x>6s
compridos e seccos, ambos comprados ae Barao
de Nazareth. Roga-se portanto aos caprtaes de
campo e as autoridades policmes a cavfbra nos
mesmos escravos, visto haver de^confian-.n que
estao occaltos na comarea de 'Pajeii de Plores,
ou Rio de S: Francisco, que terao a paga 6e 6CO*
a quem os levar ao sea senhor ao engenfeo Aju-
2&J j dante, ao 9r. Emilio Pereira de Araujo
Om fogo inoffensivo, chamado Voador,. o qual
depois de gfrar bastante trmpo no chao, ergue-sc
e perde-se no espago, assim como lindissimas pis-
tolas de toxJas as cores, craveiros, rodmhas, eW., [,
ete. ; tudo preparadu na antfga fabriea da vinva
ltuiino, da estrada de Joao de Barros : as pes-
soas qoe quizerem fazer suas eneorarirendas. po*
dem leva-las ao armazem da bola amarefla, rraica
agenda dessa fabriea._________
Fujio no dia 2 de abr-1 proximo pas.-ado o
escravo Benedicto, crioulo, de cor preta, tem 22
annos de idade, pouco maia ou menos, e da eata-
tura regular, nao tem barba, tem as costas corta-
dss de antigus castigos que soften, tem sAlo visto
para as banias da Encrazilhada.. BeberiBe e no
Recife : roga-se a todas as autcrldades e capitaes
de campo a sua apprehensio, e iemette-lo 4 rua
Direka n. ii, queserao generosaraentc recompen-
salos.
fiigmb^ eir Seriahiotf /
Vende-se daas paries do
eii^enho Novo, isitd na fre-
guezia nv-Serinhaem, distan-
te da estacao & Gamelleira
3 leguas, moente G corrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com opt&nas tetras,
movido a agua e bena obra-
do, por pre^o commodo; a
tratar coia< Drr Fdix de Fi-
gueiroa. 4 rua das Caicada^
n. 14, on my areennf de
sa^' > ill Hi
Kngcnhoa eni Mamwnr
Vende-se os segumtea :
Mlljy
A tratar com sous proprieltrios aeata cidade,
e para informafoes com Joaqufa PlDro de Kei
relies Filao na mesma- cioadrdr Mamamguape
________________Tasso Irmaos a G.
Wilson Howe & C varJJem ao 38Q araaaarD
roade Commereio a. 14 :
Terdadeiro prano de aJgooao smt amertcaco.
Exeellente flo de vela.
CogMR de 1* qualidade
Vinac- de Bordeaux.
Carrie-de Pedra de to* as emMadW

ft ***!
_ SIFA k -.
ria rua da nj;ao, armazem de moJbadcs n.
86, se dira quem toma 2.500* aj>remio de 1 OjO
ao maz, pagando-se alguns mexes-^o juro adiaata^
do, com hypotheea em uma casa* Jerrea nesta ci-
dade, livre e desimbaraoada, e da maior valor que
essa qnaalia.
1
Precisase de duas araas, uma para comprar e
co nhar.-e outra para engommar, qiie scjam am-
has perltas : qaera quizer dirijase ao tereeiro
andar desta typograhia, para tratar.
E
Rio Tapado
Alugam-se estas propriedades, sitUadas passan-
do Olinda, e antes de cl?egar ao Rio Doce : a trao
tar com o seu proprietary, o commendador Tass
I mm as run.
J;i blios ?
Ja fogoa ? h serls ?
Ste.
E7 somente uma preveacao para o proximo lii'
ru:o Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
Sim....
E' na confertaria do Campos que se- deve prs-
Lcorar tudo quanto e necessario para diverttr-se o
moral e conforiar-se o physico. Isto e :
O os-.virito e a xnatevjo.
E senao wjam
A!cm de terraos tudo prompto para que qual-
quer famiiia mande nas taes noites acima nomea-
das alii comprsr o necesssario para festejar
I ma nolle inteira.
QTamos-tambom accessories para o fabrieo das
Mo/rtoM c ties liulo*.
A saber :
Amendoas conleitadas. N
Papeis picadoscom estalos.
Folhas com versalhada nova.
Massa flna, secca e alva, para bolos.
Dmentos mil ovos.
Manteiga fina.
Tudo iMo
Na confeitana do Gampos.
ZJLImperador- *4I
N. B.A confeitaria do Campos fornecera vases
gratis, a quem comprar pele menoa as amoadoae
para as sortes.
C0NSILT0R10
MO-CIRIIW
DO
Dr. S^ntalosa
c
0
m
m
m
m
0
m
m
Escravo fugido
8 d j cirrenie mez que esta fugido do
aia. ie Beberibe, 0 escravo Luiz,
: de caboclo, corpo rpgular ; eila
Hi-Jo pjr ter acabado de se tratar de
es. RecDmmenJa-se a sua captara.
na do Barao da Victoria
m n V6, primeiro andar.
fDLTA? das 10 haras da manha
aa mm* dia, c chamados por escripto a
. b r.. i .!i. k da noite.
ESreaALIOADES partos, mclestias
Bks e dit apparelho respiratorio.
Isubel Augusta Nco
WT?
nto.
ui(|iorjue
A s da raa do Riafd, a qual tenrarraacAo e pres-
para faalfajr aegocia : a tratar no segundo
aalar 4* imo predio.
P t airendamenlo de 3 a 5 annos
casa e sitio, collocada em nm dos
; ambaMes dezta cidade, com accommo-
1 tJTi grande famiiia por ter 6 quartos, 2
h aias,saieu para engommado, cozinha, opti-
e aaaadant? agua de cacimba, tanque, etc.,
a ft relate de transporte na linha dos
p oa OMkchambDmbi : a tratar com Graciliano
da C Martins em a sna pharmacia a rua
mQmrm iau._______________[____________
I O abaixo a ' *a Prau, deixa como seus bastan-
aos Srs.: Ceciiiano Mamede de
1 logar. Antonio Baptista Nogueira
f", Mam^cl de Miranda em 3% para gerir a
da Mgaekt nesta praca, e onde mais
cafe, 23 de jnahi de 1874.
Franc ?co Mameadede Almeida.
Manoel Jose Carneiro Pinto, coa-
vida aos parentes c ?migos de^sua
sempre lembrada esposa, Isabel
Augusta Scolla Pinto, para assis-
tirem a algumas missas qae serio
resadas por alma da Gnada, no dia"
27 doeorrente, as 7 Iv ras da manha, na igreja de
S. Pedro, primeiro anniversario do fallecimento da
mesma flnada ; antecipando desde ja 0 seu eterno
reconhecijiento a todos que mais uma vez se digj
narem comparecer ao acto.
Jose litieio de Alb
Mcllo
Miguel Lucio de Albuquerque
Mello, sua raulher, lilhos e nora,
tranzidos de dor pelo fallecimenjo
de seu caro filho, raano e cunhado,
lose Lucio de Albuquerque Mello,
convidam a lodos os seus parentes
e amigos, e do seu sempre lemnra-
do filho, para assistirem uma misja que mandam
celebrar por sua alma, no dia 27, as 7 horas da
manha, no convento de S. Franeisco, setimo dia de
sen fallecimento ; e se confessam agradecidos por
este acto de caridade. __
i^BaflBHHdHHRflBffXI^MMflSHVIM9MHPk
Aluga-se 0 armazem n. 9 da rua da Moeda,
com boas accommodates para deposito de afgo-
dao ou ou'ros quaesquer generos: a tratar a rua
da Madre de Deus n. 5,-1.* andar.
Bolos
Pao
X* ra wiha de Santa Biu n. 37, precisa-se
"** vender com taboleiro.
Iteola Bais cabellos .
kraicos.
MiHttlU JJPONEZA.
icaafMovada pelas acadmiat de
recoohecad* s perior a toda qae
t< hoje. Deposito princi-
leaa do Recife, hoje Mar-
n. *i, i.* andar, e em
cams de
enfeitados, cousa especial,
de 16, ditos.
.tsanaejas com b0iinnos de diversos gostos.
Aos senheres aonos de hoteis.
Para grandes jantares, lunchs, etc., etc.
Pecas para ceatro de mega, ditas menores para
dita ; estes trabalhos e todos os mais pertencentes
4 arte de confeiteiro podem ser encommendados
a rua do Imperador n. 8, pertoda rua de S. Fran-
cisco, encarrega-se delles 0 dono da
Confeitaria
que existio outr'ora, denbminada dos
Ananazes
a ma da Cruz.
Os donos de estabeleeimentos de molbados, que
mandarem preparar fiambres em nomero elevado,
terao um certo numero preparado de graca.
*- aj 0 seu principal deposito no armaxem Uniio
e Commereio, a mesma rua n. 81. ^. _
Sobrado para alugar.
Aluga,-se 0 scbrado da rua D. Maaa Cesar n.
28, outr'ora Senzalla N va, com grande commo-
dos para famiiia : quem pretender, dirija-se a
mesma rua a. 30.
_ Aluga sea casa terrea n. 11, do largo da
Ribetra de S. Jose, propria para qualquer esube-
lecimento : a tratar aa rua de Marcilio Dias n
34, sobrado.
Aluga-se
uma casa com tres quartos e um pequeno sitio, na
Casa Forte : a tratar na rua da Ponte-Velha nu-:
mero 81.
13 SGOHO
S. CARLOS
Vende-se on arrenda-se 0 engenho S. Carlos, em
Epojuca, moente e corrente, com todas-as obras
emp9rfeito estado de conservaeio, e mnlto bom
o"agna : a ?ratar na travessa da ma DoquedeCa-
xias n. 3, J* andar, corn Gabriel Antonio de Castro
Qcintaes.
-"^F*. r'^^\ S^T'-. **V\f *V \/^r\ s^*\ s mw ^^f\ y^P". ^W^ ^^P\ ^PA ^>
I CONSUtTWI *
I MEDICO-CmURGICO
a Dr. Pedro d'Athajde L. Moscoao 5
PARTEIRO E OPERADOR
9"^" <> Vswonde de AibuiiucT-9
que n. 39 'A
ESPECFALrDADE
Blolestias do srnliwas e jfk
nieiiinoM. A
Consultas das 7 as 10 horas da ma- j
nhS; todos os dias.
st Das G as 8 da noite, nas sagunslas, quar- ^
cS tas e sextas-feiras. ^
W. Os doentesque mandarem os seus cha-
at mados por escripto at 10 boras da ma- t
2 nna serao visitados em suas caaas. ?J
Cao fugido ou roubado.
Qaem dr noticia, ou 0 levar na casa do pateo
da matrir de Santo Antonio n. 2, segundo audar,
sera recompensado ; os 'ignaes do cao sao os se-
guintes : e6r amaretto, fucinho preto, orelhas cor-
tadas, com umas manehas de rabuje em um dos
lados e em uma das orelhas, e um signal branco
no peito e e muito manso.
TACHAS TACHAS
-.BATfBAS FUNDAS-
Qualidade super.or
SjSleillii ROVO
Mais barato-do quem em qualquer outra'part-
NA
Fmdi^o da* Aurora
C. STARR & C, EM jaQtlDAQilQ;
Yende
Wilson, Rowe & C.
Em seu armaaem a rua do trapkhe n. 14, 0 my-
gairtte:
AlgodXo azul amerlcano.
P10 de vela.
Carvao" de pedra de todas as quahdades.
Tlidp multo barato.______-
Sal do Ass&
_Tom para vender Joaquim Jose" Goncalves lial-
trlo (Jg Filho, a borilo do hiate Stoat*, e para tra-
lar, ao senescriptofio, a rua do Commerdo n. S.
fS>
AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedrairo e
carapina, paga se.bem: a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
C&m 0 n. 43, a rua
Queimado n. 43
do
a casa terrea n. 133 da rua de VidaL de Wegrei.
ros, com excellenjes commodas: a tratar na rua
do Marquez de Olinda n. 52, armazem.
4 qtfciD precisar
de uma excellente cozinheira portugueza, ja idosa,
procure no becco do Padre n. 2*, 2 andar. Pre^
fere easa de homem.solteira...... ,
0 abaixo assignado pelo presents previne ao
respeitavel publico que a Sra. D. Rita Maria dos
Santos nao pole vender as duas casas meias-
aguas sitas a rua dos Prazeres e becco da Ca-
cimba, sem que primeiramente o comprador se
entenda com o abaixo aaaignado, sob pena de nul-
lidade.......
Recife, 20 de junho do 1874'.
P. P. de Jose Marlins de Almeida,
Cesario Ventura... (..,,
Aluga-se um moleque para o servico de easa
de .famiiia, do qae tem completa pratica : a tra-
tar na rna Dttque de Caxias n. 53. ..___w
Na rua da Imperatriz, u. 3, *. andar, coni-
pra-se apolices da Companhla .do ReWribe.
Ao Sr. fiscal da Boa-Vista-.
Pergunta-se ao Sr. fiscal se a let de fecbar as
vendas nos domfngos e dias santlficados, 6' s6
para ter vista das portas feehadas ou se d para
nib vender bebidaa espirituosas; pois ge- e para
a5o vender, o Sr. fiscal da Boa-Vista nao curapre
w
Boa casa.
Alnga-se o palacete do falfecido Cuitodlo Jose
Aires Goimaraes, na ilha dos Ratos (Boa-Vista),
onde morou ultimamente o Illm. Sr. Dr. Ignacio"de
Barros Bdneto : a tratar na 1 ja do Passo, *rua
Primeiro. da'Marco (anhfga do Crespo), jtrnlb ao
arco de Santo Antonio.
0 abaixo assignado" declara ao respeitavel
pablico.qne coaw eneotraa passoa com Igual
,. nomeaibMa, Josd Bra* da SiWa, por eaja mivo,
"jdehom in diante assignar-se-ha Jose Brwd
com o seu dever, que algumas vendas de Santo
Amaro das Salinas, fecbam as frentes e abrem os
fundos dos referidos estabeleeimentos e vendem
no seu real socego e paz, sem teretn o manor
sobroco de serem multados, como marca a camara
municipal. Algw$ mkpaHvtopuardanao'teem portao.
?en?ao
iSUvaOliveira.
Avisa-s as pesaoaa que eompraran* biUtetes da
taqio de um not a Mawarro, a qual Unfta de cor-
rer com a ultima Jotariado torreate mer de junho,
(joe a ataiau,aclaa*s(erlda.para extrahir-se com
a alttna.de-jnlaauvvisto .eamo'-o doaii ate- pode
pauar. toaaa o-MMwtea.. ,
-UvaWe eam*-se ee#j ^HNdf^e
na ruada^u^l6:u.''l*p<^4l1inij|
de S. JrfWU,
CASA DO -0UR0
Aos 4:0009000
RUhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 30, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
muito felizes bilhetes a sorte de 2004000 em um
meio bilhete de n. 3617 e um meio de n. 71 com a
sorte de 100i, alem de outras sortes menores de
40/000 e 20*000 da loteria que se acabou de ex-
trahir (104*) ; eonvida aos possnidores a virem
receber, que promptamente serau pagos.
0 mesmo abaixo assignado eonvida ao respeit*
vel publico para vir ao aeu. estabelecimento com-
prar os mnito felizes bilnetes,qu9 nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova p"elos mejmcs
annuncios
-Acham-se a yenda os muito feltees ;buhetes ga-
'antid03 da 3" parte da loleria a beneflcfo da
igreja de Abreu "de I'm,' qrfe se extraMra no dia
27 do ccrrente mez^,,
Pireeos
Inteiro 41000
Meio 2*000 -
De 100$000 para cIbim.
Inteiro 34500
Meio 1*780
Recife, 20 de junho de 1874.
Joao Joaquim da CostaLeite.
Escravo fugido
Fugio de Villa-Bella o escravo de nome Jose,
caboclo, de 30 annos de idade, pouco mats on
menos, altnra egrossura regularas, tem os peitos
abertos, cabello corrido, falla bem e com modera-
cao; consta que veio para esta cidade com o lira
de sentar praca : pede-se, portanto, as autorida-
des policiaes e capitaes de campo a apprehensao
do referido escravo, e entrega-lo em Villa-Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante de Aqdrad?, ou
no Recife, loja de Goncalves, Irmao & O, a rua do
Livramento n. 22, que serao com generosidade re>
compensados.
_
Compraseum Vade-mecuntdoDr. Sabiao, em
meio !!.-., : nesta typographia se achara com
quem tratar.
vmm.
Insignias maconicas
Amaral, Nabuco & C. vendern insignias mago-
nicas de diflerentos grios : no Bazar Victoria, a
rua do Barao da Victoria n. 2,
Vende-se na rua do Commereio a. 1, eerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustur3.
Bum de Jamaica.
Aos dignos macons
Amaral, Nabuco & C. tendo em vista a grande
e pomposa testa que faiem os dignos macoas ao
padroeiro desta respeitavel corporacio na noite de
S. Joao, participam aos mesmos Srs. macons que
acabam de receber insignias de diversos graos, e
vendern no. bazar Victoria, rua do Bario da Victo-
ria n. 2.
Asunicas verdadeiras
Bichas hambnrgnezas one vem a este mercado
rua Marauez de Olinda n. 51
Ocfromle do feecco do PeJfxfc Frito.
eu Junto a loja da Hagraolin.
tlic^uc-a r ClHxnrm :
Lazinnao i qnadros pretos a 240- rs. o covado.
Ditas de quadros e de cores- a SIO rs. o covadu.
Gransdine de li3traj, a parisiens*, a 160 rs o c >-
vado.
Ppupelina de seda de-furta cores a-1* o covado.
Cambraia Victoria Coa a 3*000 a peea.
Dita transparent* a 2* e 2*300 a.peca.
Lencos chinezes con versos a 1*800 a duzia.
Chales de ehita a escocea, por 2* urn.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o ci vado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2* e 3* uma.
Leng Jes de bramacte a 2*.
Cobettas adamascadas forradas a 3* uma.
Meis para homem. sendo de cere3 a 4* a
Toalbas muito grandes o 5*500 a duzia.
Metins de listras a 360 rs. o covado.
Madapolio avariado a 3*300 a peca.
Camisas inglezas a 2* e 3* uma.
Ditas de eretone a 3* nma.
Aproveitem que estaraos fa2endo grande
roeato, nunca menos de 40 por cento,
amostras com penhor.
d-.K.
abati
Dao-f^
Armaiem da es-
trella.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
I\vl> -Caes do BarnesS. 6
0 dono deste armazem de materiaes contrau
em grande porgao cal preta, pela medida dos for-
nos, mediante ajuste, caandando botar no lagr competenta, garantindo aeriedade neste aegocjo.
Vende-se
Cruz n. 4.
Muito barato
Caixas-de fog03 chinezes a 10*060 : na rua do
Barao da Victoria n. 39, outr'ora rua Nova, Jola
de ferragens de Souza & Guimaraes.
Armacao deamarello
Vende-se uma armacao deamarello, envidraca-
da, com balcao, por commodo preco : a tratar na
rm do Crespo n. 20, loja das tres portas
Vende-se uma bonita e boa vacca, com duas
crias, estando uma deltas pejada : para ver e
tratar ao sobrado no Caldeireiro, junto ao sitw do
Dr. Alcoforado.
Vende-se
Crcz n> 4.
lofres de ferro
em casa de Hawkes &. C, a rna da
Chafariz de ferro
em casa de Hawkes & G., a rua da
Cimento Portland
dp verdadeiro : na rua do Vigario n. 19, primeiro
andar.
Vicente fugio
Na noite de 13 para 14 de marco do corrente
anno fugio o mulato Vicente, escravo, de 20 annos
de idade, bonita figura, barba e estaftrra regular,
levando veslida e em um sacco roupa de algodao
bianco e algUma mais fina, pertencente a um'cai-'
xeiro da casa ddndflffOfld 6'tiStatH da fregue-
zia de Sant'Anna de Mattos,' dia ser livre, casado,
a ter sido criado em companhia da madrinha D.
Anna Luiza da Luz, de quem. alias, foi escravo :
rega-se, portanto, aos Srs. capitaes de campo
e autoridades policiaes a apprebensSo do dito es-
cravo, e entregal o na cidade do Recife, rua do
Crespo n. 10, ao Sr. Joaquim Moreira Reis, ou
aa cidade do -Assu ao Sr, Torqurto Augusto de
OHveira Baptista,-qa seta gene*3amente grati
fieados.
Farinha de milho.
Vende-se farinha de milho moida a vaaor, dia-
riamente, polos precos seguintes : grossa para
mieunza a 100 rs., dita para angti, pinto e passa-
rinnos'a 100 rs., para cangTca e pao de. provenJ?
a 120 rs,; e para cuscus a HO rs., eu arroba
mai? barato : na rua .do Cotovello n. 22.
Fustao bfanco
Fustao branccyrancaflo^ propria
de meninos, a 32lrrs. o covado,
veite.m, que se esta acabando
eslaario*
cna; apro -
Pataadmirar.
Pupelinas de |ptomo mais_ moflerao que ha, de
^pot'Uflctfvadcr.las de linflos paddes
rs o covado : s6 a rna'Pnque de CaxiaSn.
320
92/

Refinacaa.
Vende-r3e
renWanas francezas, novas,, co* correirtes dtr
o : a tratar na ruada IrDaeratrltn^SO-'segon-
trj
fel
do andar.
Vende-se
a casa da rua do Nogueira n. 38 :
dirir com quem se trata.
na roojoaa se
Preeisa-se de batedores dc assucar, optimos: na
raa da Range! n. 43.
Ataga-ie o prtnreiro andar do sol
dUiraa dtflmjteratrni^ i IrattrnQie
do mesmo sobrado. '
i
*--
L_
3
I'ABARIA
Veade-se a padaria da rua do Barao de S. Bor-
ja, anliga do Sebo, n. 25, muito afregueiada :
para ver e tratar, com sea. dono, na mesma ; o
motivo da venda nSo desagradara ao comprador.
Sedas 1$280 o covodo..
Vende-se bomtas seda? de1 totras>de lindas co
res pelo baratfssirao preco de 1^280 o cvado,
aproveitem que esta se acabalido na rua do Du-
que de Caxias n. 88, loja de Demetrio Ba^fife.
Attencao.
Veade-se por Jnarato pre;*} was de amarello
nara rotolas e jatjellas, com as dimensdes munici-
paes, assim como portas para repartimentos, 6
tudo noto, pdfs ainda nao foram servidos : para
\a e traiar, no largo do Paraizo n. li, e najua
do Amorim a. 6s. ^
bmviktkm iMffafe no Sal
Antonib loii Rrfdrijtes de Souza, na thesoura-
ria das loterias a ruajo Cresna n. 6, vende sua
caSa de tatpa'e terrftrol de 'alfts sitios no lugar
do SajradinUo : a tratar soroaatalaalh o mesmo.
Toda attencao f^'g^raco.
Vende se o verdadeiro fumo ,da^ia>Kovo, des- -
fiado em pacote-, paracaetenbe e ejtawo : na fa-
briea de cigarros, a rna esireita dojjpsarlo n. 36.
Nymphas e LuMiinas
Sao 03 nomei de dual lindtMi^l quadrilhas
braMleirai, pan piano, cBSfOTMnAontem n'l0
vapor Fire Queen, composicao do professor \jfioxo
dos Santos ; as quaes se acham a v*^,a na Hvra-
ria francMa, a rua Primaira de va(p ^ 9. Qnem
quizer tocar nas noitet de^ joio e S. Pedro duas
oujdrilnas de entbu^^jBW, 6ir em procura dellas
porserempop'js pgexempltres. ~ -
Algodao azul
Algodio azat imericano, 0 que ha de melhor, a
320 rs. 0 covado ; apri^em, que se esta acaban-
do. Previne se aos Senhores de engenhos.
Vende s^ fau boaaneiraa de pedra, uma
Pan^ p8raflanlcir W*w>JgfS!' ttt3
t>on I >iraar na^ua do CapibarilMfc .
-


f


Diwio de PernaiafciMo **- QuarU^eteiW^ii^^^^iW^,
IIWIIXfiM
T)K
fazendas finas
In Pnawiw de Mim o. 7 A
Oordetro 8imoes I uu das casas que boje pode com pri-
teer mm tmma fregnezes tun vartaflissi-
> de taeadaa finas para grande toi-
, e per precos vantajosos, das quaes faz am
is casas dot pretendentes,
-arao jb lea pessoal necessario, e dSo amostras
Oancs de seta de lindas cfires.
OwaiBMato da todas as cores.
Jorgmrto braneo, Iizo, de lislras, preto, etc
""I Macao, preto e de cores,
preto.
ipreto.
i de seda, preta eide cores.
4b indoc padroes.
t de seda, braneo e preto.
**cas ba "JBacoa de merioC de cures, ft, etc.
i of asueiras.
>U braoca cooi trades borda-
i e manus para noivas.
BiqaksiiK sortimento de las com listras de
jatcasms de cores.
_ enacts, lizas. e bordadas.
14c liados padroes.
Baptulaa, padroes deucados.
Perraliras d# qu*dro>, pretos e br-ancos, listras,
jc,cte.
Matdelinbo de eor, proprioe oara vestido*.
Mom cones de vestido de linhe. o sites da
aesata cor, utaau mod?
Dawde cambnia de cores.
Fastaa de lindas cores.
aaiaa hwdiifcj para senboras.
Caanas bordadas para senboses, de liabo eal-
cadla^
Sa-Oaeoto de luvas da verdedeira fabric* de
inia. pa* hcaens e senhora.
eaioua.
para fapUiadx
ObapeW para oiio.
Toflas r rnardauapos adamascatios de n de
rpara aiera.
uikbasdeli.
i bad***
de camkas de iiuho, leas e
raaSis, para bomens.
aa* dec'TCs para horaess, meninos e cwni-
aaaaaaoezas.
Cai-'-^to so.flmeato de chapeos de scl pct* bo-
-** t yrtacrss.
Cerx<; eV *>es nsra vetH!os.
Mjaamo, tranfado e 'la de verao.
nibad del oito e algod&o para to
aioatbado pardo.
Oaaasco de la.
t de Hn'm, braneo de cotes e preto.
' da> Nadas cores comtras.
i de merino de cures e pretos.
> iecasemira.
Dsla* de seda preta e de el.-es.
Daw aVtoaajmm.
Caaai da ehiu para homens.
waade OaaaUa.
Ooreotes de linbo e algodao.
i de crochet para sofa, cadeiras e cooso-
i bordados e de labyrintho.
de crochet.
ruiauaa de tolas as cores.
Bices cartes de vestidos de tarlatana bordados
tsa canes.
i fisos, bordados.
Feiardde seda, Kddas cows.
Veas de aada para senboras e meninas.
Rica facfeas de seda e II para senboras.
xonimenio de leqaes de madreperol&s e
i de seda.
prett e de cores.
, madapoBo panno fins pre.to e ami, Cbl-
irabos, poab'W delinbo e algodao, gravatas, lu-
^fc bo de Escossia, tapetee de todos os taroa-
**. aoaa de Tiagem, peito* bordados para bo-
avaa, leaps de linbo braneo e -de c res, toalhae,
ccamaaaagcetc, etc.
E baralo.
Veadc se an pequcno sit io perto da esta-
<* do Salgadmho, tendo de frente 150
paaaas. e de fuodos mais de quatrocentos,
'a aaaetegenle casa de taipa, acabada de
tmuss e beta assciada, tendo sal s, 3
qaartoe ecozinha f6ra. 0 terreno 6 pro-
T-rn o > srrores de iructo, agua de beber e todo cer-
do.
Para wr e mats eiplicajdes, no mesmo'si-
qofJqoer nor* a entender-se com Tris-
'i'i Fraocaco Torres, e para tratar, na the-
* araru das loterias, rua 1.' de ilargo
. C.
Para as noites de Santo An-
tonio e S. Joao.
taara^ Xalnco & C acabam de receber con>
aa> sittiaeBto de sones franeezas e atlemaes,
Saiajoedo das ooitee de Santo Antonio e S.
; i a aa se conhece de mais engrajado e
^jroaciiaVi para brincar-se nessas noites.
VENDE-SE
aaa eaa aa rilla de Barreiros, na raa do Ccm-
aa. par prsco modico: a tratar com Tasso
Site
Salsaparrilha de Ayer
PTRIFICAR O SAKCrE.
OTeoonie de qae goix este ex-
ceUente remedio ^ devido a milha-
res de cures que tem operado, mi-
itas da. qua** aio verdadeiramente
maranlhiosas. Innumeros 1S0 os
wem que o sj-6thema, parcccn-
de aatnrado da podridio de oufer-
midades escromlosas, tem sido"
piuuiBUuneate lestituido a sniide.
As aifeccoe! e desordens, aRgrava.
da* pela contaminacao cscrofulosa,
att prodazirem d6res mortifl-'aiites,
e ban gerahnante caradas por elle, em
qa o poblico mal precisa de sr
edom
^"nal-o-
enradosmais destruidores .'OUpigOS
Oiawafnhotto e occulta e traiipoeiraraenfe
d e aeixa-o fraco e inerme contra molestiat
a iafeefSo de que corrompeu o corpo
oppoitano, lam rapidamente sob algu-
* WiBH, ja na cutis ja nos orgam*
o deposit*, muitas vezes, tuberculos
no coracio, etc., quando e5o se man-
e&?, tmaoree, etc.
^*n peiigoaa tarn perfido ntmca se deve dar
i,jk-sweuu i sempre melhor do que combattel-o.
aw 2; lapMljrni in os pnrios tympthomat aclirot,
%AXMATAMKII.HA DM JLTEM pode evicar,

> de KrvtifUt, Togo it B. An-
, am fill, MhtummHtm: Tumor**,
t sesKibilidade dolorosa nos ouvidos, olbos, 4c;
on XmU#estoer; Uydropeiia,
** *, BpuUfU, -Vec-
afleocoes do srsthema moacnlar e
aDivio nnado aqsu bajlbajfam-
.... to caradas com o
> ce saja, necessario nuiis diliudo espaco da
i aakj^r am jgaperttnentes eirfermidades.
s, as ulceracoes nteri-
aas das moQwres sio tambem allivia-
por sen efieito purificador e
, quando eaosados por cea-
ae sangne, eedem4be
O JTol de Figado, Congestao ou
>, JcKrleim, qnaado sio oritmdas
aja
i nnJlfe reataantdoi *
i e view do srstbema.
Magnolia
j Na loja da Ma%aolia, a tua Duque de Daiiai a.
' IS, encdDtrari seapre o respeitaVel publico am
i completo sortitnento de perfumarias finas, objeetos
[ >le phantasia, luvas de Jonvin, artigoe de moda e
mindezas Baas, assiro couio modiciUade nos pre
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricps
A Magnolia, a raa Duque de Caxias n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adere A Magnolia, a raa Duque de Caxias a. 13, re-
cebeu um completo soctimento de
Ueios aderecos de taruruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
e de muitas outras qualidades.
Botoes.de a<^>
A Magnolia, a ru Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os moderaos bot5es de afo, proprios
para vesiidos.
Golinhas epunhos
das Tnais modernas que bao mercado ; a ellas
na Magnolia, a raa Dnque de Caxias n. Ui.
Lencjos ehinezes
A Magnolia, 4 rua Du^ue de Caxias a. k5, re
cebeu uma peqaena quautidade de leoQus de seda
; ohinezes, com hndissimos desenhes, faaenda inter
ramente nova.
Leqi
ues
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, do
j martim. de osso, e He muitas outras qualidafles:
i recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias na-
mero 45.
Attencao.
A loja da Magnolia, a rua Duqce de Caxias o.
45, acabe de recetier os segulntes artigos :
Manual de madreperola, tarlaroga e marfla.
Ricos albuns com capa de madreperola, oba-
gren, madeira,-velludo, coaro, etc.
Lindas caixas com finisimas perfumarias.
Ligasde seds.brancas e de^ores.
Voltas de madreperola.
Pulseiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas c sapatinhos de setin.
Modernes ciapeos de sol de seda para seeboras.
Lndos pert-bouquets.
Gravaiinbas de velludo, etc., etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um liado sortimento de bicos de guipure
I de cores, apropriados aos vestidos chiques da ac-
. tuxlidade.
BAMTEIRO DA
Rua da Impenitric n. 72


DB
MENDES GUfMARAES & IRMAOS
Acabam de fazer um grande abatimento nos pregos de suas fazendas atten-
defcdo a grande falla que ha bojo de dinheiro.Vpor isso creio que o prejo que vai men-
cteiiad.i ajjradarfi an respeitn-cl publico.
CHAPKOS DESOL HE SEDA A ijOOO.
Vende-sc cbspeos do sol de seda para se-
nhoras e meninas a 45, ditos de alpaca li-
nos com 12 astos a 4j>, ditos de -nerino de
duas cores a 5JJ, ditos de seda para homera
a GJ?, ditos ingletes com 12 asles a 89 e 9?>.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vende-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnnhos a
500 rs. o corado
CORTES DE CASEMIrU A 5$.
Vende-se cortes de caseraira de cores para
oal^a a 5$, e G$, ditos de dita preta para
4*, 5^, fi, e Y3J.
TROCHES A 18500.
Vende-se crocb.es para cadeiras a ljJBOO
cada um.
LAZINHAS A 200 REIS.
Vende-se lazinhas para vestido a 200,
320, 400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640, J
800 rs. o covado.
GRAJiDE SORTIMENTO DE TAl'ETES A 4.'
Vende-se grande sortimento de tapetes para
todosos .tamaahos a 4JS, 4500, 5JS, e 69
cada um.
Vende-se aberturas paracamisas a 200 rs,
rs.
2.
ditas Je
cslca a .,
DRIM DE ANGOLA A 2S O CORTE. GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA PEfTA
Vende-se coltes de brim de Angola para NACIONAI..
calca a 19, dito muito finosa 3?>. Caixas de riscado para trabaAo aljJOOO
ABERTURAS PARA CARSAS A 200 RfelS e ^^OO-
Calcas de brim pardo ai#900,29, 29500.
Camera de brim de Angola de cores a 29
e U9. -
Cafyas de caseraira de cores a $0500, 69
e 79.
' Cafyas 'decasemira: preta a 35SO0, 59500
e .75
Palitots de riscado a 1$.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a'paca preta a 3?, 39500, 49
S9.
ditas mais finas a 400 e 500
esguiao a 19, oMtas bordadas a
OHITAS A 240.
Vende-se cfeitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs o ctrvado, tem escuras e elaras.
-VADAP0LAO A 39.
Vende-se pe^as de mad polao eofestado a
35, ditas de dito inglez a 4?o00. 5#, e
mm unm
uitas-de
99000.
dit.j francez fio a 79 "i%JQO,
09.
89'
P
"SI
GRANADINAS
Granadinas de seda pura, preta com listras
I de o6res e padroes os mis bonitos que tem
j vittdo ao mercado e que se vende #elo di-.
i miauto. prego de 500 rs. o covado, por ter
i um pequeoo toque de mofo, e faaeada de
29000 e covado; e pechincha. Dao-se
amostras.
Brim brance
Rrim 29500 a vara, que se-vende por -19480 a
vara, per estar com um pequeno defeito ;
pecbincha.
Melins I'rancezes
-Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fazenda que jd se vendeu'
por 500 rs, a 300 rs. o covado ; 4 pechin-
cha. DSo se amostras.
Cretones de listras
Cretonesde listras, fazenda acolchoada, pa-
drdes muito lindos a 400 fs.o covado.; dao-
se amostras.
Madapoides
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 2(5300 a 5J000 a peca ; e pe-
cbincha.
CH1TAS PERCALES
Chitas percales avarmdas a 240 rs. o oo-
vado; e pechiecba.
SO' Os
X. da rua do Crespo
Loja das 3portas
DE
uulherme iC.
Junto a iWja da csquina
. languor, Phlegma, Dttm
W* ao mconnodadoe com Appt
on qualqaer outra affect
i do Sl
_ Mluuio do iea poder rei
4b prompts can.
riJLADA rou
d.CArerACa, Lowell, Mas^E.V.
L VENDE 8E POR
Machinas de desearo^ar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.,
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruz n. 4, arma-
zem de Hawkes & C.
A'ruado Cabugra b. A.
0s propri3larios da I'redilecta, no ioiuito di
conservar o bum conccito que teem merecido d>
respeitavel publico,'di?t;'figuindo o seu estabeleci
tnento ds mais que negociara no raesmo geaerc
veem scientificar aos seas bons frgctes qae pre-.
veniram aos seus correspondentes. aas-diversas par -j n
<^a d'Eurepa para laes enviarem por todos os pa-1 VTV" o ^rcspa,
quetes os ebjectos de luxo e bom-g9to,-que se-^ < area de Kan to
jam mats bem aceitos pelas sociedades elegaotee
t
0
[J
inimigo ac'errhno contra
a carestial
NA
IluaPfiiiKiirodciilarco n. I
mats
daquelles ^paiaes, viste "aproximar-e o tempo de
v'esta, em t;ae o bello sexo desta lisda Veneat
mais osteBta a riquewi de suas toillettes; e oo-
ok> ja reeabessem pele paquete francez di verso
artigos da ultima moda, veem pat3taar alguns
d'entre eHe? qae se tomam mais recommeadavea.
3sperando do respeitavel publico a cosiumadt
concurreneia.
Aderecos de tartarupa os mais licdos qoe teeei
"indo ao rasreado.
Albuns eom ricas cepas de niadre-.eri la e velludo, secdo diverges tamanbos e ,-oaratos
os
fa
rs.
touia.
BAPTr8TAS,temos grnde sortimento desta
zeoda e vaodemos muito barsta, a -360 e 400
o covado.
ALCASSIANAS de bonitos desenhes e cores fi-:
xas, a 400 rs. o covado. 86o bamteiro, venham
apreciar. i
WETIN6 ^rancados. francezes, fazenda superior
e de bonitos gostos, a 240 e 280 rs. I Quern riva-t
lisa ?
aUITAS-de bons gosJos e de cors Oxas, a 240
jie2.0-rs. So^qni.
pre-i LAZlNHAStsaicezas, padioes bonitos, a 180 e
200 rs.
Aderecee completos de borraeha proprios part i DITAS de lioho e Hs, parirSes inteiramente no-
toto, tambeei se vendor, meios aderecos mnito bo-! vos, a 210 o covado, taaenda que castou sem-
Eitos. (pre 4*0 ra. *o no baraieiru i <
Hotoes de setira pretos de cores para oraato &* 3 CHETONES escuros e cbco*: fanda supericr a,
^estidos de *enhora; tasibem tern para collate 400, 4i0 e S-BO rs. o covadc.
P^l'tot- L POPKLfNAS de seda e lirrko a 900 e U: apres
Bolsas paiai senhoras, esiste um b deseda,rie palha, de cfaagrim, etc^ etc^ ipor; DITAS delinbo e algodao a 700 00rs. oil
baratopreco. [xovado.
Eonecas de todos os temanhos, tanto de loqea) BRIM pardo tranjado a 268 e 280 rs. o covado
coco de cera, de borracba e de massa.; chama- S6 no baratro !
moB a attend da? Exmas.Sras. para-6=te artigoj DITO de cores, fazenda muito boa a 500 is
pos as vezesiornam-se as.erianQas um pouco im- covado.
peninentes por falta de um obiecto qoe as'.- j .CAMBRAJA iransparante e Victora a 2*X)0 e
ireumham. (r^gfjo a peca 1 Aonde tem ? So barateiro 1
! BRAMANTE de linbo de dnas larguias, -J$200
t vara ; admira ? e exacto.
'NA
LOJA KO PAYAO
NA
Rtm da Imperatrte n. 60
PARA LIQL'IDAR
Granadfna preta a 500 rs.
covado*
0 PavSo vende granadina preta e lavrada
pelo baratu prcco de 500 rs. o covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
O Pav3o tem um grande ^sortimento de
alpacas pretas, que vende a,500, 640 e 800
rs. o covado, assim cotno' grande sorti-
mento de cantSes, boraba&ias, princezas
pretas, merintis, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAU VICTORIA A 4C00, 4?500,
.5 05000 E 7JJ000.
0 Pav3o vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transriarente com
8 1/2 varas cada pece, pelos baratos precos
de 4|i000, 4*500, 53000, e^000 e 7C000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
eo, a 7(JOOO, e" pechincha.
CAMISAS FRANCEZAS A 20000, 19500.
3*000 E 39500.
0 PavSo vende um bonito sortimento dt
camisas franeezas com peito de algodao, t
29000 e 29500. Ditas com peito de linho
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
finas de 690C0 a 109000: assim como
grande sortimento de ceroulas de linho e dt
algodio, por precos baratos, e tambem tern
completo sortimento de punhos e collarinhos
tanto de linho como de a!god5o, por preens
em conta.
CORTINAD0S BORDADOS PARA CA.MA 1
JANELLAS, DE 79 ATE' 259000 OPAR
0 Payao vende um grande sortimento dt
corlinados bordados, proprios para cama t
janellas.pelo barato preco de 79000,89000.
10,5000 ate" 259000, assim como : colxa*
de darnasco de la muito iina de 109000
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para lenses,
tendo 10 palmos de largura, sendo' o At
algodfio a 19800 e 29000 a vara, e de linbe
a 29400, 29800 e 39000 a vara: e pechin
cha.
<5rande pechincha a 4$000
e5,?000
CORTES DECASEMiRA.
O Pavao recebeu uma grande purvuo de
oertes de casimeras de cores para caixas, e
vende pelo barato prego de 49000 e 59000
Cada corte, na rua da Imperatriz a. GO, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMRALDINA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais t legantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissirro pro-
VENDE-?E
uma armajao com caixilhos, tudo de louro e era
bom estado, para loja de chjipeos de sol, a qual ja
esta conheclda para tsse fi-n, ou para mludeza;,
ou oniro qaalquer e=tablecimento, cm a rua Di-
reila n. 83, garantindo se a mesma cas i; tudo por
preco muito commodo : a fallar nas Cinco Pontas
n. 31.
Taverna.
- j .CAMBRAIA transpareuie e Victoria
: r^800 a peca 1 Aonde tem 1 So' barai
Camisas de Imno usas ^ com peitos bordados'
parahomem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulae de iialio e de algedae, de divercos pre-
i;cs.
Gaixinhas con: mu^ica, o que ha de maia lindo,
com di-sticos nat tampas e proprios para pieaen
te
Goquss os mais modernos e de diversos ferma-
'.OS.
ESGUIAO de iknho e aJgodio de 10 jardas, por
DITO de,linho^uro a 8/ a ^wca. Ao barateiro,
aa baraiuiru. l_
MADAP0LAOfrancez fazenda saperi.r a Sfi e
6j ; sempre cuslou &i.
, 80TI.NAS.para aenhora,Jiaiito.uperiores, a 4
Chapeospara sennora. Receberam um sortimeato e 4/300. Se aqui.
Vende-se uma bem afre^uezada jara a terra,
em uma das melhores ruas da freguezia de Santo
Antjnio ; tambem se da sociedade : quem preten-
der, deixe carta fecbada nesta typographia, com
as iniciaes G. M., para ser procurado.
Sao franeezas
O Barateiro sempre queima.
N. 1. Rua Frimeiro de Margo --N. 1.
OQtr'ora rna do Crespo.
Grande sortimento de botinas para homem e se-
nhora, tendo diversos gostos e todos os num ros e
por precos ainda desconhecidos no mercado, para
homem 63 e 7/; para senhora 15 e '6?, :.ao barato
e bom convida o barateiro
Ao cnloado fraucez
loja
DO BARATEIRO.__________
Sitio a venda.
Vende-se (menos uma pequena frac^So) um los
melhorea sitias, junto a praca, proximo a uma
estacao das estradas de ferro, com grande casa de
vivenda, collocada em linda e freca posicao, corn
65 palmos de frente e^0 de fundo, ca?a para fei-
tor, dita para escravos, accommodacoes pans.
grande quantidade de aaimaes, grande baixa de
capim, paite plantsdo, podendo fornecer mais de
mil feixes diarios, cacimbas com boa ;gua de
beber, todas as proportoes para uma grande ola-
riaj com immensa quanlidade de barro, dons
i grandes viveiros, com proporcoes para se fazer
i mais oito ou dez, grande quanlidade do frneteiras
; dando fructos e outras plautada* de novo, como
: sejam : sapotiseiros, sapelas, laranp-eiras, sekcta,
de umbigo, cravo, da China e da terra, limas da
j Persia e de umbigo, liniaa doce, pinheiras, Qguei-
[ ras, romeiras, parreiras, jaLuticaba, ohaia, goia-
befras, condega, grande quanlidade de cajueiros,
inangueiras, jaqueiras, frncta-pio, jambeiros, pi-
tombeiras, coqueiros, genipapeiros, oitiseiro.-, cord
e da praia, cafeeiros principiando a produzir. !).:-
I naneiras de differeuies qualidades, muitos pds i
l caneleiras e dendeseiro e finalmenle diversa:-
interessantes plantas da Europa e do Para.
Os Srs. Moraes & Mota, a rua do Imperador 1 \
darao todos os luais esclarecimentos neces:ark.; 8
dirao quem vende e a razao porque.
2,000 sapotis. "
Para os banquetes maconicos das fest s do Pre-
cursor S. Joao, padroeiro da maconaria : a tratar
no armazem n. 3 da rua do Vigario Thenorio.
Vende-se nmacasa sita na rua dos Clerigjs,
em Bebehbe. sendo dita casa de ta>pa, com duas
salas, um quarto e coziuhi fora ; a casa e" situaJa
em chaos proprios e tem o terreno 60 palmos ;!e
frente e 600 de fundo : a tratar na rua do I!anio
da Victoria n. 33.
Lazinhas
da Magnolia.
Cheguem, venham a ella? !. .
Lazinhas de qnadrinhes a meda escoeoza pa-
50 de 800 rs. 0 covado, i rua da Imperatriz. dr5es muito chiques, propria para vestides de ;e-
nhoras e meninas. pelo dimiauto preco de 200 rs.
o covado.
a 200 rs. o covado.
S6 na rua do Queimado n. 43, junto a
:-j*
So o 43, loja de Guerra & Fernandes.
Dao-se amostras com penhor.
n. 60.
C~ Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
eom enfeite* bordados de la a SoOOO. Leite de vaeca e de cabra, tirado a vista ,!
Dit-s todos brancos bordados a 12^000 e comprador : a rua do Marquez de'HervaI; anliga
Leite.
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellaj -simples e com veo pa^a noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeis eslampadoa e bordados, de undoi
rteeenhos.
Eacevas elestricas para dentes, teai a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de aeda pretas e de cores, exUte um
i'zsuk. sortimecto de divercas largur&e e barato
preco.
de saria. in g-rrgBrao, de setim e de cba-
a 4io00 e o^OOO a dn-
we
TOALHAS alcechoadas
zia. A ellas, a etlas.
CORTES de creton francez, bordados
eOTil
Ditos (uso da co: te) de cambraia a 10/. Sem-
pre custou 15J.
SORTIMENTO de chapels de sol de seda a 7*.
8$ e 9f. Venham autes que se acabem.
DITOS cabo de marfun de superior qualidade,
a llioOO, para acab^r.
DITOS nara senhora, a 3J500 I Sempre cus-
venham a elies, a
Pitas ce saria. an g?rgB--ao, de setim e de cba-' taram C*; estao se acabando
tapioto, Facha* de gorgucao muito lindaa. I GRANDE queima para acabar de camisas fran-
n. aruhciaes. A Preduecta pnma em con- cezas e ingkzas, por todo o preco a 17/, 18i 205
ervar sempre um bello e grande sortimento des- 30/, 33/, 40/ e 48/ a duza. E' no barateiro que
as flores, aao s6 para enfeite dos c^bellos. eoaio! tem.
tambem para ornato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de li e de seda, brancoe, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
La{03 de cambraia e de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda d* cores e brancas bordadas para \ em quaiquer parte '6/. Venham a elles anies
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a If,. 1/200 e 1/iiOO o covado. So no barateiro I
Quem ousa direr que nio 6 barato ? por cexto,
ninguera.
CHALE5 de easemira com listras, o mais mo-
demo que ha a 3/500 e 4/, fazenda que custa
Extraordina-
ry baraleza,
O Ilazar da Had a a raa Novafl
n. 50
querendo reduzir o depesito que tem de fazendas,
resolveu vender os seguintes artigos com grande
reducclo de precos, a saber:
L3s psra vestido de senhora, de SCO a 320 rs. o
covado.
Ditas idem de 6i0 a 360 n. o covado.
Ditas idem de 800 a SOO rs. o covado.
Alpacas de cores muito largas, finas, com listras,
de 1/400 a 700 rs. o covado.
Ditas de 1/600 a 800 rs. o covado.
Ditas de 2/ a 1/600 o covado.
Ditas de 2/400 a Popehnaade 1/600, 1/800, 2/a 800 rs., 1/000,
1/200 e covado.
Creton para vestido de senhora.
Meias inglezas para senhora, de 12 a 6/ a dozia.
Grosdenaple preto por-1/600,1/800 e 2/ o cova-
do ; de tudo se garante a boa qualidade e es-
tado.
, Alem destes objectos acaba de receber um com-
pleto sortimento de setim de todas as c6res, que
vende por limitado preco, e assim muitos outros
artigos de moda, como sciam: easacos de seda,
casemira, cbapeos a madame Angot, bornous,
grampes para cabega de senhora, e sedas eom lis-
tras para vestido de senhora a 1/600 o covado.
Lugar ameno
Vende-se um" lerreno com 60 palmos de t rente e
330 de fundo, no lugar denominado Aflllctos, deita
pa raa estrada principal e fica perto da segunda
estacao da linha ferrea, divide com uma proprie-
dade de Jose Bra* da Silva, e e fechado pela fren-
te por um rauro de 10 palmos, tendo um oitSo
cercado : trata-se na casa de bachos do Recife.
aoiva.
Li\TOS para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, (>& bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bellos ; teem tambem para tirar caspas. -
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, martim, Osso e dourados por barato preeo.
Perfumarias. Neste artjgo esta a Predilecta bem
provida, nSo so em extractos, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel; sio indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
prego.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito eorti
mento de diversos tamanbos, tanto para sofa co
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha de-melhor
gc s to e os mais moderno t recebeu a Predilecta
de or arrto preco, para near ao alcance
quaiquer bolsa.
Rna do Cabugan. 1
Traques chinezes
:-O0O a caixa
ISO rs. a carta
S6 na rua de Barto da Victoria n. 39 (butr'ora
rua Nova), loja de ferragens de Souza & Gnima-
raes; assim como recebem ajneommendas de fogoa
proprios para os festejos das noites de Santo An-
tonio, S. Joao e S. Pedro, todos de boas qualidades
e precos commodos, e tambem livros de
baralhos. tarjetas, magicas, etc.
que se acabem I Ao t um torn I
Alem destes, outros mnitos artigos que deixa-
mos de especiOear. para nao massar nossos fre
Suezes, mas eetarao pa ten tes a vista des compra-
ores. Avista do expostj, llcamos convictos de
que virao fazer acquisican de boas fazendas por
pouce preco.
Ao barateiro I I 1
Na rna do Crespo n. 1.
Angoslinho Ferreira da Silva LealC.
ATTEKGAO
a pechincha
A loja da Korbolcta. A rua do l.i-
vramenlo n. B, queimnudu.
Cheguem fregoeses antes que as cliammas de
vorem tudo.
Botinas para senhora a 3/.
Ditas ditas a 2/500.
Li para bordar a 4/ a libra.
Entremeios e babadinhos a 600 rs a peca.
Oleo Philocome a 500 rs. o frasco.
15#000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tfts de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 58000
Punhos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 15J0OO.
Ditas de dita ditas sem mofo a 1??G60 a
stooo.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs. f
Colchas de fuslao brancas para cama a
10*0*.
Ditas de dito de cOr a 49(00.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
enfeites bordados, de cdr, com figurino a
69000.
Pecesde madapolao com pequeno toque
de avaria a 4500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4#500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3000.
Pegas de madapolao com 20 jardas a
45G0.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 2.-S500 e
oMOOO.
Bramante de 'linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2#6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, v5ra
a 10500.
Espartilhos brancos e de cores a 4.-?
5^000,
Cortes de casimira a 40 e 50000.
da Concordia, n. 64.
Salsa parrilha.
Nova remessa, excellent qualidade ; veude
na rna do Vigario n. 16, 1 andar.
Sal do Assu"
A bordo da
Forte do Mattos
escuna Georgiana, ancorada no
: a tratar com Tasso Irmiio? & -,
BAZAR
Roa do Barao da Victoria n. 2
DE
Carneiro Vianna.
e gc-
Especialidade
Viuho particular, para
iiuiuo.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris de
vinho do Alto Douro, especial e nnicamente pro-
parado do extracfo da uva e isento de quaiquer
confeccao, sendo muito mais brando que o da Fi
gueira, o que o torna recommendavel pelo mnito
que agrada ao paladar e preferivel a todos os ou-
tros vinhos de pasto.
Aeha-se a venda'nos armazens de Joao Jose Ro-
drigues Mendes, Souza Basto & C. e Fernandes da
Costa & C.______________^__________
Lindas cnapelinas chegadas pelo ultimo va-
Sor
3S
Arnazem pintado de preto
confronte aalfandega
Veode-se a retalbo e a diuheiro, muito ba-,
rato, para liquidar.
Fogo chinez com lindas vistas para queimar em
sortes, saiaj.-
Catxas com 40 cartas de traques supartoree.
Batatas por arroba.
Caixas cc n> was de 5 galoes de aaa Devois.
Manteiga francei a P L G de 1874.
Arroz. care, cna, e mais generos de primeira ne-
cessidade, para os rleos e pobres, eomo ja indka-
ram, fazendo eeuara ao adminisu-ador-C
------1
or : na rua Frimeiro de Marco n. 19, lota de
e Ferreira da Silva, successor de Santos Neves.
Sedinhas A 1^500 o covftdo.
Venham antes que se acabem : na loja do Passo
a raa !. de Marre n. "A.
Cbapeos de seda.
Cbapeos de seda para homem, iroprk* de pas-
seiosf foroias modernas e bem armados, com am
pequeno defeito a 2/300 e 21000, e pechincha e
esta se acabando : na rua do Crespo n. 20, loja
das 3 portas, de Guilherme C, /unto k loja da
at
Bacalhao de Neruega.
Acafta de chegar nm pequeno lote de caixas
deste desejado bacalhao : no oaes da alfandega,
armaieoj de Tasso Irmaos 4'C.
Cora dos eslreitamento d'urelra
pela facil applieaclo das
SONDAS OLIVAES
DE *
GOHMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfei^oadas de todas
as conhecidas
Vendem-se
NA
PHARMACIA E DROCARIA
DE
Bartholomeu & C.
- 34 Rua larga do Rosario 34
Admira
Popelinas de gosto, o mais moderno, de i$, por
if o covado ; las de lindos padrdes a 320 rs. o
covado : sdjeu'rna Duque de Caxiasn. 92.
Cortes de seda
Com 21 eovados a 40)?000
iea defelta alaana.
Cores, lindas e de gosto apnrado, primando en-
tre eUp a cdr de perola, Bis mark, lyrio, azul ce-
leste e outras. Apreveitem porque valem o du-
plo : na loja da America, a rua do Cabuga n. 10.
Bom negocio.
Vende-se uma casa com um terreno, sita a rua
do Opilio Antonio de Lima, em Santo Amaro nt
58, tendo o terreno de frente 62 palmos e de fun-
do 160 ditos ; rende annaafmente 400/ : a tra
ar na mesma rur n. 70.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machines para
costura, de todos os autores jaais acredita-
dos ukimamentena Europa.-cujas marbinas
sio garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensiriar as mesmas, era
quaiquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'um
anno sem despendio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertengas
para as mesmas machinas e se suppre quai-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeirao de
um e dous pospontos, franze e borda tode
quaiquer costura por Una que seja, seus
precos sio da seguinte qualidade : para tra-
balhar a mao de 309000, 40J5COO, 45^000
le 509000, para trabalhar com o pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1909000, 1309000, 1509000, 2009000 t
3509000, emquanto aos autores nio ha al-
teracio de pregos, e os compradores podcrac
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao gostar pela variedade de objectos que
ha sempee para vender, como sejam: cadei-
ras parmviagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianea (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para sennora, despensaveis
para criangas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
quenos, apparelnos de metal para cha", fa-
qneiroa coo>'eabo de metal e de marfim,
ditos avnlsOs, colheres de metal flno, condiei-
ros para sala, jams, guarda-coraidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos qae muito detent agradar a todot
que visitarem este grande estabeleeimento
que -setena aberto desde as 6 boras da ma~.
nbi ate as 9 boras da noutei
RuadoBaraoda Viotoria xl
22.

J


.

Diario de Peniambtidd Qaarta feira 24 de Jimho de i8?4.
"J
YARIEDADE
i.A populagao progride
em Inglaterra. Londres, se-
altimo recensearaeno, tern......
3.M*\7I kabiuntes ; Liverpool, 510,640 ;
r.58.l07; Manchester, 355,339;
360.892 ; Dublira, 314,606 ;
211:691 ; Bristol, 192,889, e
e ha urn seculo eram a Ideas, como
teeja 109,319 habitantes. So os
Ksu 3os-luklos teem lido urn desenvolvi-
mtmlo iguil.
Oaegou a Paris uma einbaixada bir-
.chsepeilou-se no hotel do Louvre. A
eafcVaittda ecmpoe se dosseguintes fuuccio-
hb: o minUtro dos ncgocios estrange!-
fs 4* uaperio birraano ; urn addido ao ser-
do imperador ; urn official da
; uin ajudante decampo de S.
i; am thesoureiro, tres secreta
ims e dous interpretes. Dispensamo-nos de
c^roduiir cs noraes destes personagons
;s lit difficeis de escrever como de pro-
oajBciar.
O governo russo acaba de probibir a
*eiisVcii am S. I'etersburgo de todos os es-
miyirn; qae uao teobaai passapories ou
cages Otalos de viagem t-4iham caducado.
O arcebtspo I-edochowski acaba de ser
.jaiiia ido peio tribunal prussiano a uma
nil awlta de 2,000 Ulhers, e o bispo
oadjawtor lanizewski a multa de 2,200 ta-
>, e ato cast, de nao pagamento d quinze
raeaes de prisao.
O imperador Alexandre II, acompa-
ubale do gra-duque Alexis, do duque de
;> e do principe Arthur, visitou no
14 lomulo do principe Alberto, de In-
em Fragmore Chapel. Depois o
- rampanliido da rainha Victoria,- per-
..-rt* as quinus reaes. De tarde o czar,
a ramha e a Camilla real foram ao lago Vi-
ran Water, e i noite houve um banquete
sa palacia de Windsor, ao qual assistiram
id ouuviladjs. O czar devia ir no dia 15
a Landres jaotar com o principe de Galles.
Oaa folha prussiana annuncia quo as
de Allemanha em Italia e de Italia
vao ser elevadas a* embai-
Enoch varaente o imperador da Russia
iem pedir officialmente a* rainha Victoria
a mao da priuceza Beatriz, a unica filha
da rainha, para o gra-duque Alexis,
! e o tuueiio dos cinco filhos do czar. A
da rainha nio era duvidosa ; cora-
mio oaftro principe desejaria tambem obter
a mao da joven priuceza; e o duque de
-Strelitz, que se acha actual-
ilnglaterra.
A mnnicipalidade de Bilbao resolveu
declarer filhos adoptivos, benemeritos e es-
dmcddos daqnella cidade, o duque de la
Tone e o aarquez do Douro, e enviar-lhes
cifii' da ada da sessio em que foi tornado
eSK accordo, escriptas em pergaminho, e
:,.-;rrad*> em luxnosas caixas de metaes
taneaasna e exquisite ornamentagao artis-
HB.
No du 16 de maio foi outra vez le-
aaa perante o tribunal civil de Paris a de-
do St. Guizot contra a imperatriz,
per fim essa qaestao, querer aquelle
- a imperatriz a receber uma somma
!h fora emprestada por Napoleao. 0
yi'iAli perguntoo seestava presente al-
araaB representantc da imperatriz e como
Tinr/*T~ responJesse foi o juigamento adia-
do pare d ahi a oito dias.
O eardeal Chigi, que durante muitos
aaaasfai osaccio apostolico em Franca, ao
'laptiiii 11 do marechal Mac-Mahon recebeu
!*5 saws proprias maos as insignias do gran-
ge cardi* Ja Ligiao de Honra. Sua emi-
:.dcu deve jiterchegado a" Roma.
Se?aado nolicias de Bucharest, reina
gran I agitacao no baixo Danubio, com ten-
IfiMi a proTocar nma completa emanci-
pa0adp9BPbo:io da Porta Ottomana.
Fi presa em Tarragona, pelos agen-
rdem publica, a esposa do cabecilha
Tratava-se de averiguar o motivo
da^adh viagem.
' ii partio de Vienna, deveudo chegar
nwrn' a Madrid, o Sr. Mayerbach,
da cscola teclmo-chimica de Klos-
rjo. Vi alii para estudar as pro-
". j riniculas de Hespanha .e levantar a
. daquell? paiz.
0 c^ir vifitou, no dia 16 de maio, a
i r.jg^nia M sua residencia de
. !..:-:. a jm^nbaram-o o gri-doqae
, coodc de Adelbcrg, ministro da
autr^s person "gens. Sa gare de
q.;ravam cs carruagens da cor-
qoe as conduziram a Camden-Place. 0
. cerca ue raeia hora en inr
ma eoowrssr^o cm a ex-imperatriz o tcr-
mmada a visita a cx-imperatnz aprcsentou-
: as pessoas de sua casa. 0 czar partio
*pois com o mesmo ceremonial com que
'. recbido. < principe imperial
: visitar o imperador Alexan-
in eat iackingbam.
O Vaterlind de Munich, de 16 de
"n?i'. noticia quis na occasiao em que se
11,11111 i um monumento em honra das
idaguerra, em Mommenbcim, um
diastra que os eatholicos foram a
da guerra de 1870. Isto motivou
des-trJem geral, na qual se distingui-
Pelo seu ardor, as mulberes e os rapa-
m arremessaram quanto tinham & mSo
os partidarios do orador prussiano.
' nve namerosos feridos de um e de outro
A Itinaraarca mandou comprar a di-
ism paizes, por um agente especial, 50
". -, pan ana* com ulles as ilhas
:*marquezas, que se acham desprovidas
s r aj lores. So um negociante de Pa-
ao ref( rido agente 6 mil coelhos.
- Faitec-u em Paris o eminente escrip-
-i~--:i. Henrique de Triqueti. Alem de
in r^Kirabalhos que deixou, e que sao
adr? ;rados, nota-se o monumento funebre
: '-i>9 Alberto em Windsor, coja exe-
ca(aa lbe fora confiada pela rainha.
O rzar^egou no dia 22 de maio a*
- j\% o r- i dos bolgas, que o tinha
j. rar ifrtnteira, indo ambos ao pago,
>va preparado um almoco de 125
A's dnas da tarde Alexandre II
Sruxellas, acompanhando-o o rei
aapaldo ate a estagao do caminho de ferro,
. r. e ires quartos da noite chegou a
Fms, aiojaado-se no hotel das Quatro Esta-
Ses. Era Ems teve uma sympatbica re-
dros do exercito. 3.* Manter a interinidade existentes em todos os bospitaes militares
tal como resulta da lei de 20 de novembro (de Hespanha e de 9,000, o que da* ura re-
e da constituicSo Rivet. 4.'Deixar dormir sultado de 6 p. c. em relagio com 0 do
em paz a questio do septenado pessoal ou' exercito.
impessoal, acabandode uma vex com eatas| Continuam com grande actividade os
discussdes, dignes do senado da decadencia preparativos para a grande exposigio inter-
romana. jnacional que deve abrir-se no Chile em
- A camara dos deputados italiana ap- 1875. A corapanhia de vapores, Sol Ame-
provou uma lei obrigando as municipalida-
des a arborisar os terrenos incultos, ou ven-
de- los.
r- No hospital geral de Madrid fez-se ul-
ricana, offoreceu-se para transporter gratui-
tamente os objectos que na estrangeiro se
destin'am a* mesma exposigSo.
A Gazcta de Londret annuncia offi-
t tar entre as pessoas de pouca idade, o go-
colleccio- verno do Aho-Unterwald. acaba de publicar
timamente, com bom exito, a operacSo da cialmente que a rainha conferio, por cartas
transfusSo do singue. 0 medico Ustariz patentes, ao seu terceiro filho o principe
abrio a* si proprio uma veia da mio esquer- Arthur, os titulos e dignidades de cohde de
da e verteu o seu sangue n'um copo dentro Lussex e duque de Connaught e de Stra-
do bauhomaria a 40 grdos. Depois desco- thearn.
brio a veia mediana cepbalica de uma doen- Considerando que o habito de fumar e
te e foi-lhe inject indo pouco e pouco ate 30 tomar rape tende constantemente a augmen-
grammas de sangue.
0 khediva do Egypto esti
nando para uma bibliotheca quo fundou no na Folha official um decreto, ameagando
Cairo todos os valiosos manuscriptos arabes'de uma multa, aqualles que antes de com-
que ha nas mesquitas de todo o paiz. Ate* pletarem 18 annos de idade fizerem uso do
agora obteve diversas edicdos do Koran, uma tabaco.
das quaes tern 1,150 annos. Os eleitores de Buckinghamshire abri-
Em muitos departamentos do Meio-dia ram uma subscripcSo para reembolsar o Sr.
da Franca vendia-se a photographia do coo-' Disraeli das despezas qae fez com a sua re-
de de Chambort com o uniforme de general! cente eleigSo A sobscripgio produzio 1,516
de divisSo. Estas photographies foram ap- libras sterlinas e 15 shellings, que foram
prehendidas por ordem da autoridade supe- romettidos ao agente eleitoral do primeiro
rior e enviadas a Paris. ministro. Como era de prever o Sr. Disrae-
0 principe Luiz, filho dos duques de li dirigio aos seus eleitores uma carta de
Montpensier, fallecido ultimameote em Ran-
dou, tinha sete annos, pois nascera em 30
do abril de 1807, em Sevilha.
Ja* se sabe o motivo por que o gra-
duque IS'icoldo, filho do gra-duque Constan-
tino da Russia, foi privado do commando
militar da expeJigSo scientiiica que estava
preparada para ir a Khiva, e preso na sua
propria casa. 0 facto 6 alheio d politioa.
Segundo uma correspondencia dirigida de
S. Petersburgo, em 3 do corrente a" Gazeta
de Augsburgo, o principe foi preso por ter
subtrahido a* sua m3i grande numero de
joias. 0 que ha de mais notavel e que a
princeza foi, sera querer, a causa de que
seu filho passasse por esta vergonha. Dan-
do pelo i-oubo d is joias, ella deu parte do
facto ao chefe de policia, que veio poc-fim a
descobrir que o autor da subtracgio era o
gri-duque Nicolao.
A familia do general carlista Andecha-
ga, morto n'um dos combates de abril, foi
autorisada pelo general Concha a voltar para
a sua terra, nas Encarnaciones.
0 numero -do Times que appareceu
em Londres na terga-feira 12 de maio pela
manha, continha uma correspondencia de
Paris de mais de duas columnas, datada de
segunda-feira, II, i meia noite. 0 governo
francez arrendou ao Times, por 85,000
francos annuacs, um fio telegraphico que
parte da rua Crenelle Saint-Germain, de
Paris, para Printing-House-Square, oode 6
a redacgao do grande diario inglez.
Esta* jd quasi terminada a greve geral
4os mineiros, em Inglaterra, com excepgao
de 7,000 de Durham, queqaerem trabalhar
unicamente dez dias porquinzena. Ospro-
prietarios das minas de ferro de Cleveland
fecham as suas minas para obrigar os seus
trabalbadores a aceitarem uma reducgfto de
20 p. c. nos salarios. Esta grave medida
vai camar uma paralysagao na industria da
metallurgia e determinar uma aova baixa no
carvao de pedra.
Vai ser estabelecido no rez do chao do
palacio de Compiegne (Franga) um museu
ndo-chinez.
0 papa recebeu por oceasiSo do seu
anniversario natalicio (13 de maio) as felici-
tates dos cardeaes, dos prelados e as de
muitos italianos e estrangeiros. Ura alum-
no do collegio Latino-Americano leu uma
mensagem de devogao em lingua hespanho-
la. Sua santidade recebeu nesse dia milha-
res.de cartas de felicitagSos, procedentes de
diversos pontos de Italia e do estrangeiro.
Comegou no dia 14 de maio a immer-
sao do cabo submarino que ha de ugar
Odessa & Constantinopla.
0 governo inglez acaba de conoeder
uma pensao annual de 200 libras esterlinas
aos filhos do Dr. Livingstone. Alem disto o
governo britannico ordenou que se indagas-
se se havia outros membros da familia do
celebre explorador que carecessem dos soc-
corros do estado.
No momenta em que Pio IX entra no
seu octogesimo terceiro anno, nao deixa de
ser curiosa a reproducgBo da cartidao do
baptismo do Santo Padre. Esse documento
l)3ptl
i do
theor seguinte :
Em nome de Deus,
amen. Eu abaixo
assignado, vigario perpetuo da insigne ca-
La Libertv julga que o programma
da acre ministerio francez e o seguinte :
1-* aXaarar as leis constitucionaes ou adia-
las, qaanlo meoos, para a proxima legisla-
. 2.* Propor i camara a seguinte or-
dodia : orcamentode 1874, lei muni-
", orriaaento de 1875, lei sobre os qua-
thedral c igreja parochial de S. Pedro apos-
tolo, em Sinigaglia, certifico o seguinte :
0 muito illustro senhor Jo3o Maria, Joao
Baptista, Pedro Peregrino, Izidoro, filho do
nobre senhor conde Jeronymo Mastai Fer-
retti e da senhora condessa Catalina Sollaz-
zi, conjuges dssta parochia, foi baptisado
pelo mui reverendo cohego D. AndrS Mas-
tai. Foi madrinha Jeronyma Moroni, par-
teira. 0 menino nasceu ds seis horas da
tarde do sabbado para, o domingo [a di
detlo allore sei di noite di sabato venendo
nella domenica, isto e, as 12 da noite ).
Pedro Venturim, vigario perpetuo.
-^ Em Lyao reina uma epidemia de fe-
bre typhoide, que tem causado grande nu-
mero de victimas. Comegou nos prim'eiros
dias de abril, suspendendo-se logo o ensiao
no lyceu, por ter a epidemia acommettido
diversos alumnos. Desde 15 1e abril a 3
de maio STtraram nos hospitaes 358 enfer-
mos da referida febre, fallecendo durante
esse tempo 50.
0 cholera, longe de augmentar na
Baviera e na Italia, parece extinguir-se, po-
rem, ainda se conserva em alguns pontos
da Prussia. A peregrinagao a Meca parece
ter dado este anno lugar a uma epidemia
colerica, que p6de causar se"rios cuidados &
Europrf.
Londres foi theatro de um crime es-
pantoso, que deixaria muito dquem o de
Troppmann, se o insensato que o commet-
teu n3o estivesse embriagado. Um artista
chamado Blair, vivia com sua esposa, de 34
annos, e cinco filhos, desde la 11 annos,
tendo um passadio mediano, pordm, cop q
vicio iatal dasbebidas. Sem que hou?es:
se questao alguma, na noite de 20 de maio,
Blair, que se tinha embriagado complete-
mente, levantou-se e degolou, um apos ou-
tros, sua esposa e os cinco filhos, depois do
que se suicidou.
Gonzales, o commandante' nflHtar que
mandou agoutarOSr. Magee, vice-consul in-
glez em S. Jose de Guatemala, sera* tambem
agradecimento.
As casas de babitagao de muitos ope-
rarios de Londres, sao construidas em tao
mis condigoes, que 0 governo inglez pare-
ce querer tratar agora seriamente desse as-
sumpto Ultima mente morreu alii uma
creanga, e pela autopsia a que se procedeu,
verificou-se que ella tinha succumbido por
effeito de suffocagio produzida pela fel-
la de ar que bavia na babitagao dos seus
parentes. Por causa das pessimas condi-
goes hygienicas das casas habitadas pela
gente pobre, morrem em Inglaterra an*
nualmente cerca de 3,000 pessoas.
A sultSo jd approvou os estatutos do Ban-
co Nacional, com o qual deve fazer fusao
o Banco Austro-Ottomano. Ao mesmo tem-
po autorisou a emissao de novas obrigagoes
ate a somma de 40 milhdes de libras sterli-
nas ; o typo da emissao sera de 35 libras
sterlinas.
* No dia 23 do mez passado ficou ter-
minada com feliz exito a collocagao do cabo
submarino entre Odessa e Constantinopla.
0 consul da Allemanha em Genova
entabolou negociagdes com o ministro da
marinha para obter que os subditos alleraies
sejam aotorisados a constrair navios nos
estaleiros italianos.
Dizera de Tanger que, segundo as
ultimas noticias de Fez, tomava inoremento
a crise revolucionaria. Logo que o sultao
sahio de Marrocos decretou a aboligao dos
contratos, imposto de eonsumo, etc., po-
rem i medida qae se fazia forte, quiz des-
pojar os kabilas e restabelecer quanto tinha
abolido. 0 povo de Fez, com a protecgao
dos sheriffes, levantou-se em massa pedindo
a cabega de Musa, mioistro do imperador
anterior, reintegrado nas suas funcgoes, e
o cumprimento das promessas feitas. 0 go-
verno mandou tropas contra os araotinados,
porem estas foram repellidas com grandes
perdas, e como a cidade de Fez se divide
em duas paries, o sultao fortificou-se em
oma deltas, e o povo com os sheriffes na
outra. Havia probabilidades de que o povo
obtivesse os seus desejps e se evitasse a luta.
Um telegramma de Teheran annuncia
que o shab, querendo dar ao seu governo
uma base solida e estavel, estabelecera a
responsabilidade ministerial collective. At^
agora toda a responsabilidade governamen-
tal recabia so sobre o gran-vizir.
Um despacho de Philadelphia annun-
cia que Bochefort partira de S. Francisco
para Nova-York, por terra. Os communis-
tas de Nova-York fizeram uma recepgSo
honrosa a Rochefort.
Dizem de Athenas qae a municipali-
dade d'aquella cidade acaba de dar a uma
das ruas o nome de Firmino Didot, em
recordagao dos servigos qae o chefe da casa
Ambroise-Firmin Didot prestara A causa
grega e do presents de uma typographia
feito por elle a cidade Nauplie.
Em uma das ultimas semanas cunha-
ram-se na casa da moeda, em Paris, 20
milhdes em pegas de 20 francos.
Referem de Londres que o vapor
Idaho, da linha de Guion, e que fazia via-
gens entre Nova-York e Inglaterra, naufra-
gara om Fire-Island. Diz tambem nma
carta de S. Pedro Miquelon que o Nice,
.de S. Mali'), se afundara em consequencia
de ter dado de encontro a um banco de
gelo. A tripolagao e os passageiros, em
numero de 116 pessoas, refugiaram-se nos
escaleres da embarcagao, sendo depois reco-
lhidos pelo Aimie.
ASSEMBLEA GERAL
CAMARA DOS SRS. DEPUTADOS.
DISCUSSAO DA FALLA DO THRONO:
(Continuagao.)
0 incidente de hontem, Sr. presidento,
nada prova contra o ministerio. Estava na
ordem do dia o voto de gragas. Quem nao
queria essa discussao ? Quem pretendia
adia-la ? E porque o adiamento T Oh !
senhores, ha scenas na vida dos partidos
que o publico sabe devassar, por-mais que
ellas se occultem.
NSo se queria discussao hontem, porque
esperava-se am favor extraordlnario de uma
das mais legitimas influencias do nosso par-
tido, que respeito e prezo, e de quem o no-
bre deputado disse que me tinha valido em
varias conjecturas. Em que se fundava es-
sa esperanga, nao & um segredo, assim como
tambem sabe-se que ella mallogrou-se, co-
mo er,a de prever, attento o caracter dos
amigos do gabinete, cujo procedimento se
queria tornar dependente de circumstan-
cias transitorias, sem importancia real, e
pelas quaes os ministros nao seriam em ne-
nhum caso responseveis. Osque fazem po-
litica por esse modo sSo os mesmos que at-
tribuem ao ministerio o emprego de meios
n9e confessaveis, os mesmcs que inculeam
muita forga propria, e depreciam o honroso
apoio que temos recebido de alguns do maiss
distinctos chefes.do partido conservador.
Nio nos explicou o nobre deputado jpor
que procurofl-se hontem preterir uma ma-
teria tSo importante, sempre urgente, 'fllaxi-
me nas circumstancias actuaes, em qo.e se
agoutado e depois fuzilado. 0 governo j diz que o gabinete n5o tem o apoio da teaio-
chileno ftfferece uma indemnisagao ao capi-.ria desta aagusta camara. Seria para es-
tao do Tacua, o Sr. Hyde, pelo tempo que clarecer os negocios do Bahia, ja tao deba-
o tiveram preso. tidos nesta e na outra camara ? Nao, para
0 numero total dos doentes e feridos ganhar tempo, para ganhar mais 2^ horas,
durante as quaes id esperava o resultado
de certa cooferencia.
NVstis circumstancias, am illustre depu-
tado, nosso amigo, propoz que se passasse
a ordem do dia, que se desse por encerrado
aquelle esteril combate..
Um Sr. Deputado :Tratava-se de appro-
var o procedimento do presidento' da Ba-
hia.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco I presi-
deate conselho) :N3o, senhor"; tratava-se
de pdr termo a uma discussao que t nha
muito de pessoal, sem importancia eompa-
ravel a da faila do dirono, e sobre a qual a
camara e o publico em geral ja haviara for-
mado o seu juizo.
0 Sr. Araujo 1^6es Joniob : -E porque
nSo se sujeitou a votos a n og3o ?
0 Sr. Visconde do Rio-Branco ( presi-
dente do conselho) :Estavamos longe de
prever esse incidente quando aqui cticga-
mos; mas, reconhecendo que a protelagao
do requerimento, que entao so'discutia, .ti-
nha por fim autorisar as vozes de que hoje
o nobre deputado se fez echo, de que o
ministerio fugia & luz dos debates ou &
prova da votagSo era momenta t3o solemne,
entendemos que, sem contar votos, cumpria
que a camara se pronunciasse.
( Cruzam-se apartes entre os Srs. Paulino
de Souza eParanbos ; o Sr. presidente re-
clama attengao.)
Dizia eu, Sr. presidento, que n5o pre-
viamos o incidente, que nao contamos quan-
tos amigos nossos se achavam presentes,
mas aceitavamos o repto quo se nos dirigia e
desejavamos que a opiniao publica pudesse,
quanto antes, conhecer qual o verdadeiro
seutimento desta camara em relagao ao mi-
ministerio (apoiados ).
Foi honrada a dissidencia que assim o
n3o quiz ; e n3o me compete, Sr. presiden-
to, entrar na defeza do procedimento de
V. Eke., visto que n3o tenbo a honra de
pertencer & esta camara ; mas, como o nobre
deputado, no decurso de suas accusagdes ao
ministerio, nao sessou de inculcar sua leal-
dado aos principios e tradicgoes ao partido
conservador ; ser-me-ha licito retorquir que
as scenas de hontem nao tem precedents
na vida desse partido quando elle nesta ca-
mara era dirigido pelos seus antigos chefes.
OSr. Paulino de Souza :Nao havia
homem de digoidade quo nio se portasse
como eu hontem aqui me portei. (Apoiados
u>. opposiglo.)
O Sr. Visconde do Rio Branco (presiden-
to do conselhoj : Sr. president*, p6de-se
reclamar contra qualquer desvio da lei e da
ordem, e nao do modo porque hontem
se fez. ( Apoiados da maioria.)
Vozes da opposigio:Oh I
0 Sr. Pauuno de Souza :Nao preciso
das ligdes nem dos conselhos de V. Exc.
OSr. Visconde do Rio Branco (pre-
sidento do conselho) :Eu nao dou conse-
lhos da nobre deputado...
0 Sr. Paulino de Souza : Em- materia
de dignidade e moderagSo nao preciso das
ligdes de V. Exc. ( Apoiados da opposi-
t*o.)
O Sr. Viscon.de do Ru> Branco (presi-
dento do conselho) : Eu exergo ura direito
eriticando o procedimento politico de V.
Exc. e de seus amigos, desde que o nobre
deputado S9 apresenta como conservador
puritano, invoca as tradigdes desse parti-
do e nos accusa de poucoleaes aos prin-
cipios de oossa bandeira. (Apoiados da
maioria.)
0 Sa. Paulino de Souza :Lembre-se
V. Exc. da scena tumultuosa que aqui pro-
vocou em ide agosto de 1871. Nao e, pois
competente para me dar conselhos.
Um Sr. Deputado :E?sa scena tumul-
tuosa foi provocada pela dissidencia e nao
pelo Sr. presidento "do conselho.
(Trocam-se muitos outros apartes.)
0 Sr. Prksidente : AttengSol Qoem
tem a palavra e oSr. presidente do conse-
lho.
OSr.. Diogo de Vascon cellos :0 par-
tido conservador nao nega o princicio de re-
sistencia & illegalidade ; o Sr. presidente
exorbitou, n6s resistimos.
0 Sr. Paulino de Souza :Em vez de
levantar a quest5o a sua verdadeira altura,
V. Exc. occupa-se deste assumpto!
0 Sr. Paranuos : Foi o nobre deputado
quem trouxo ;l discussao a occurrencia de
hontem, analysando e censurando o proce-
dimento do honrado presidente da camara.
(Ha outros apartes ; o Sr. presidente con-
tinua a reclamar a attengao.)
0 Sr. Visconde do Bio Branco (presi-
dente do conselho) :Sr. presidente, passo
adiante, e lamento ter sido obrigado a to-
car nesse incidente, porque a camara e todo
o publico estao presenciando o aspirito de
conciliagao que domina a illustre dissiden-
cia I
Trouxe-nos o nobre deputado como mo-
tivo indeclinavel de sua systematica opposi-
fc&o o decreto de maio de 1872, que dissol-
veu a camara que entao existia.
Senhores, e materia velha e ja muito
ventilada : para os nobres deputados Dao ha
senao um remedio ao estado do partido con
servador e a todas as necescidades publicas,
6* que saiam os ministros actuaes. Isto
feito, elles responderSo por tudo mais, pas-
saremos a viver no melhor dos mundos,
tudo sera possivel, glorioso e summamente
proficuo ao Brasil !
0 nobre deputado, porque uma vez di-
vergio de nds em questfio importante, e
certo, mas que e facto consummado para
sempre, que nao pode mais ser causa de
divisao entre n6s, nao quer, nao direi re-
conciliar-se, mas tolerar os ministros actuaes,
e com toda essa uuccao religiose, do que
hoje nos deu mestras, entende que esses
ministros, e todos o que os tem honrado
com sua confianga e estiraa, hao de subs-
crever a sentenga o rosignar-se a proscrip-
gao que o nobre deputado assim decreta do
alto do seu inexoravel poder 1
Senhores, se a conciliagao 6 possivel, o
arauto dessa bandeira nao pode ser o no-
bre deputado pela provincia do Rio de Ja-
neiro. (Apoiados da maioria.) V6de como
elle nada esquece e tudo recorda que possa
dividir-nos, atear paixoes ja oxtinctes I Sou
obrigado a justificar ainda uma vez o decre-
to de 22 do maio do 1872 Mas n3o esta
bera presente a memoria de nossos amigos
e dos homens imparciaes, nao esta na me-
noria de todos que estudam nossos factos
politicos, que, como opportunamente o dis-
semos com profu'nda convicg8o, o desenlace
d'aquella crise nao podia ser outro, a nao
subir o partido liberal ? (Apoiados da maio-
ria). Se o ministerio de entao nao tinha
maioria, o lado contrario tambem nao po-
deria governar ; e por quem estaria a opi-
ni3o publica? As urnas eque o devian\
decidir. (Muitos apoiados o> maioria.)
Senhores, sem ncnhajri apego a estas C3-
deiras, temos procuradu defender os ver-
dadeiros principios do regimen parlamen-
tar. (Apoiados da maioria e n3o apoiados
da opposigao.) Os nobres deputados nSo
mostraram nem nostram que os actos do
ministerio meregam reprovagid. (Apoia-
dos da maioria.
Vozes daopposicao:Oh I
0 Sr Visconpe do Rio Branco (presi-
dente do conselho:A analyse que acabou
de fazer o nobre deputado, eu espero de-
monstrar que foi superficial, summamente
injusta e de um espirito que 6 notavehnen-
te conciliador, mas nao pode ver a verdade
3uando favoravel a seus correligionarios,
e quem se acha casualmente separado.
(Muitos apoiados da maioria.)
Se as ideas e os sentimentos do nobre de-
putado prevalecessem, n3o baveria mais
ministerio possivel neste paiz.
E' da epoca em que vivemos, o progres-
so do principipo democratico traz este re-
sultado, que os partidosfnao possam mais a-
presentar a mesma cohesao e diseiplina
do outros tempos (apoiados da maioria),
disse-o am grande pensador, Stuart Mill,
e com referenda a uma das najoes mais a-
mestradas nesta forma de governo, a Ingla-
terra.
N6s o estaroos verificando, ha annos no
Brasil.
Governaram os lib raes, a divisao appa-
receu em seu seio ; subio o partido conser-
vador, estando & fronte dessa eamara quasi
unanirae, como membro do gabinete de 16
de julho, o nobre deputado pekt provincia
do Ri de Janeiro, esse espirito eminente-
mente conciliador que hoje, como nas ses-
soes anteriores, nos revelou na maior in-
tensidade e franqueza suas intengoes, e o
que vimos? Ai",aso a familia conservadora
se manteve toda u-nida, go/, m Jessa paz
octaviana, que o nobre deputado tngeual-
raen hoje nos prometteu ?
Vozes da maioaia :Muito bem 1
OSr. Visconde do-Rio Branco (presiden-
te do conselho : Data d'ahi a divisao do
partido conservador...
Vozes :f verdade.
0 Sr. Visconde do Ric Branco (presi-
dente do conselho) : -.... quando se orga-
nisou o ministerio de 7 de margo, havia
profundos descontentamentos: a divisao rei-
nava em differentes provincias do imperio.
(Muitos apoiados da maioria.)
E e* proprio do nobre deputado vir dizer
perante esta- camara, peranto os nossos
advorsarios, gujo juizo n8o cessa de invocar
a seu favor, que a divisao entre os conser-
vadores comegou com o ministerio actual ?
E' justamento hoje qae essa divisao quasi
tem desapparecido (apoiados da maioria)....
Vozes da opposiqao rOh Oh 1
OSr. Visconde do Rio Branco (presiden-
te do conselho) :.... esta reduzida a pe-
qtienas proporgOes.
Qiiizesse o nobre deputado pela provin-
cia do Rio de Janeiro nao abdicar a politi-
ca, nSo abdicar os principios, mas mostrar-
se um pouco mais conciliador do que pro-
mette ser quando for ministro....
0 Sr. Paulino, de Souza :Nao apoiado ;
n3o fallei nem podia fallar em ser ministro.
O Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho^ :Eu tenho o direito de
interpretar as palavras de S. Exc, e nao
so exclua o nobre deputado do caso- que fi-
gurei. Quizesse o nobre deputado ser. mais
conciliador do que dissolvente, e esta divi-
sao, que todos lamentamos, teria desappa-
recido tembem no seu foco principal,, que e
a provincia do Rio de Janeiro. E de facto,
fdra desta camara, ha luta ou dissidencia
entre os conservadores da c6rte ou do Rio
de Janeiro ?' Nao- esta alii a asserable'a pro-
vincial, a cuja eleigao conservou-se estra-
nho o governo...
0 Sr. Paulino de Souza : NSo apoiado,
os amigos do governo empregaram contra
os meus os esforgos que puderam.
0 Sa. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho):...ja maioria dessa il-
lustre corporag5o provincial, em qne todas
as opinioes politicasse a:ham representadas,
la estd entendendo-se perfoitament com o
presidente da provincia.
(Trocam-se apartes.)^ i
0 ministerio actual c o unico embarago
para o ongragamento de todos os conser-
vadores, e, uma vez reanidos em torno de
S. Exc, nao haveria mais questao na or-
dem T do dia que nos pudesse dividir, que
n3o tivesso solugao facil e a conteuto de
todos I.... Senhores, se o nobre deputado
se limitasse a este. voto de uniao e concor-
dia... se elle usasse sempre da mesma unc-
gao rcligiosa cpra qua terminou o seu dis-
cucso, afim depersuadir-nos deque a reti-
rada do gabineto tudo resolvera em honra
do p;rtido conservador, em gloria de suas
tradicgoes, em beneficio do oossa patria, eu
mo limitaria a muito pouco ; mas o nobre
deputado foi adiante, e ahi me parece que
S. Exc. n8o calculou bem todo 0 alcance de
suas palavras.
Disse-nos. S. Exc, pelo que respeita d
politica exterior: comparai o estado de nos-
sas relagoes exteriores em 1825 com o esta-
do actualque differenga!Nesta eloquen-
te exclamacao resumio o nobre deputado o
seu pensamento.
Senhores, um estadista, que nos quer
dar ligoes, que desdenha de nossas aptidoes,
vem nesta occasiao perante uma camara e
um auditorio tao illustrado, [responsabilisar
o ministerio actual pela differenga que
possa havor entre os factos politicos de le52
no Rio da Prata e os de hoje ? -
Desde 1852, nesto longo periodo de 22
annos, o quo tera occorrido entre os estados
vizinhos e nas suas relagoes com o Brasil ?
Nada menos do que uma guerra de cinco
annos I E o nobre deputado, t8o estudioso
que tudo observa com olhos do agoia, on-
tendeu de si para si que podia saltar por
esse largo intersticio, esquecer esse grande
acontecimenlo, como senada valesse, como
so n3o houvesse transigao entre 1852 e
1874 !
Parece-me que o trabalho-de conciliagao
tem preoccupado demasiadamento o nobre
deputado, nao lhe deixando tempo para
medir bom o acerto e o valor do uma apro-
ciagao tao inexacta e desarrazoada.
Pelo tratado de allianga, continuou S.
Exc, ou antes por um de seus protocollos
annexos, estipulou-so que seriam arrasadas
as forlificagoes de Humaytd, mas o ministe-
rio do Brasil consente que a ilha de Martim
Garcia seja fortificada, e na embocadura
dos dous affluentes do Prata, o Parana" e o
Uruguay, se levanto uma nova Humaytd
por parte do governo argentine
Pego liceriga a camara para nao empe-
nhar-me neste debate ; e questao muito me-
isso que grandes intortsee* kternacionaes
podem ser compromettidos.
0 Sr. Pajjlino de Souza : Eu disse
o que esti no relatorio do miniiterie dos
negocios estrangeiro*.
0 Sr. \'isconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho : .0 governo argentine
tera ou nao direito de fortificar a ilha de
Martirn Garcia, que pertence ao sea domi-
nie ?
0 Sr. Mahtinho Campos : Qae per-
tence sem contestagio T v
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) : Que pertence ao
seu dominio ; n3o eniro no exame da legiti-
m idade.
0 Sr. Pinheiro Gujmaraes : A de-
claragao de V.'Exc. e muito importante
nesta questao.
O Sr. Martinho Campos s Um do*
nossos mel bores alliados na guerra con test ji
a declaragao de V. Exc.
O Sr. Visconde do Rio-Braneo (presi-
dente do conselho) : Eu usei da palavra
dominio, que pode significar a> posse, ou
dominio de facto ; nao me compete deeidir
essa questao nem a favor do governo orien-
tal nem a favor do'governo argentine*. Ex-
pressei-me segundo o facto actual ; a< ilha
esta no poder dos argentinos ha muitos
annos ; euuiquaoto sua posse motivasse
reclamagoes- em outro tempo, tem continua-
do pacificamente. Portauto, a interrupgaa
dos nobres deputados nao me adverte d?
\ua descuido, que eu. precisasse rectificar.
0 Sr. Martinho Campos : Foi am
servigo qae lhe prestamos.
OSr. Visconde do>R*o-Branco (presi-
dnte do conselho] ^ Dizia eu, se o go-
verno argentine tem ou- nao o direito de
fortificar a ilha de Martini' Garcia, e questio
digna de ser examiaada,. mos elta> nao inte-
ressa< s6 ao Brasil. A neu.ralidade dessa
ilha nao foi estipulada samente com o Bra-
sil, mas tambem' com oatras potencias ; e
o nobre deputado,. que se mostroa tao re-
ceioso de uma guerra imrainente, tao pessi-
mista-a respeito do nosso estado-finenceiro,
nao quer era que o Brasil vd desde ja> crear
um conflicto com o seu vizinho e alliado,
nem querera que seja mos- mais exigantes a
respeito da ilha de Martira Garcia do que
as outras potencias qua tera- com a> Repu
blica Argentina iguaes estipulagoes.
O 3k. Bar Ac* de Penauva. : 0> Brasil
e mais interessado.
OSr. Visconde do Rio-Branco-(presi-
dente- do conselho) : Mas nao pode en-
tender essa estipulagao em desaccordo com
as outras nagoes- assfgnatarias do tratado de
S. Jose de Fiores, no qual se deu a.mesma
garantia d liberdade de transito e commercio
11 uvial daquellas- regioes. Creio ainda, fa-
zendo justiga ao criterio do nobre deputado
pelo Rio de Janeiro, que elle nio quiz* apre-
sentar como um artigo de programma do
ministerio conciliador o declararmos guerra
d Republica Argentina, se ella julgar-se com
direito a fortificar a ilha de Martim Garcia.
Ontras fraqnezas, e nao. menos- iudiscul-
paveis erros, descobrio o nobre deputado
na parte que o Brasil tem tornado-para os
ajustes deQnkivos da paz da Republica Ar
gentina com o Paraguay.
Senhores, emum debate que devia enca-
tainhar-se mais d conciliagao do que a
crear embaragos para um ministerio conci-
liador quo porventura esteja nas-entranhas
do futuro,o nobre deputado a So foi bem
iospiradoem dirigir-uos uma oensura desta
natureza. Pois nio sabe toda a camara
como sao divergentes as opiaiSes entre n6s
a esse respeito ? 0 ministerio actual ate
jd foi censurado porque nao cumpria, em
favor do governo argentine, strictamente 0
tratado de 1 de maio de 1865, o tratado da
triplice allianga.
Pessoas muito illustradas entre nos, e
com assento no parlaraento, entenderam qu.
pelo. tratado de allianga estavamos obrigados
a defender como territovio-argentino aquel-
le quo era assignalado no tratado de 1 de
maio, e, portanto, todo o Chaco, dosds a
embocadura do Rio Paraguay ate a Bahia
Negra, limits com o Brasil.
Nao faltou mesmo quem disesse que o
gabinete actual, colLocacdo-se em outra po-
sigao, nao da ado essa intelligent a ao tra-
tado de allianga, provocava uma guerra
com os nossos vizinhos.
Ndo obstante,' a nossa politica tem sido
firrae, sem deixar de ser prudente e mode-
rada (apoiados) ; nao poderaos impedir que
o governo argentino exijajdo Paraguay os li-
mites que declarou seus pelo tratado da
allianga, mas tambem nao julgamos o Bra-
sil na obrigagao de ir sustentar esses limi-
tes a todo ocusto, emquanto n3o forem fir-
mados por um accordo entre as duas par-
tes interessadas. (Apoiados.)
Estamos tambem persuadidos de que nao
seria proprio do Brasil, sem ter contrahido
semelhante obrigagao, empregar a forga,
para que o fraco, o veucido, cedesse, nao
por conviccao, nAo espontaneamente, mas
coagido, ds preten{oes de um dos alliados,
embora este se apartasse de suas solemnes
declaragoes anteriores, que ate vos foram
apontadas como. norma digna de todos os
alliados. (Apoiados ; muito bem.)
Charaados a ptestar nossa cooperagSo mo-
ral, em nome da alliaOga e como verdadei-
ros amigos da nagao argentina, tornamos
effectivo esse nosso conourso como o ate
onde era justa e decorosa ao Brasil; nao
nos constituimos juizes entre a Republica
Argentina o o Paraguay, mas procuraraos
com os nossos conselhos contribuir para
que as duas partes contratantes, bem ava-
liando os seus reciprocos interesses, e a Re-
publica Argentina consultando tambem a
generosidade que todos os alliados promet-
teram ao vencido, procurassem chegar a
um accordo satisfactorio que puzesse termo
a essa questao, causa unica das apprehen-
soes a que alludfo o nobre deputado, e que
na verdade inquietaram por algum tempo
os dous povos e os seus interesses commer-
ciaes. (Apoiados.)
Acaso o nao estarem concluidos os ajustes
definitivos de paz da Republica Argentina
com o Paraguay e" culpa do gabinete do
Brasil ? Dependia isso da nossa vontade T
Deveriamos passar por tudo, aceitar qual-
quer responsabilidade, para que a Republi-
ca Argentina se desse por satisfeita e ficasse
dirimida a sua questao de limites com o
Paraguay ? Deveriamos, pelo desaccordo
entre o governo argentino e o paraguayo,
provocar uma guerra, por-nos do lado do
vencido contra o alliado, quando este pro-
curava outro meio de solUgSo pacifies ?
rApoiados.)
, (Continuar-se-ha.)

lirtdrosa para ser tratada assim oomo a con-
gidorou o nobre deputado (apoiados), por f^'p1, pg diapjo. -Brv pCQt'E PBi;,XtAa


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E3OG1WQE9_ZX5F9N INGEST_TIME 2014-05-29T17:10:31Z PACKAGE AA00011611_17979
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES