Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17978


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Full Text
I sT
\vT
ANNO L. NUHERO Hi
rAn4 A CAPITAL K LITQARES O Y Di; N.IO SE PAQA PORTE.
Jortminewss adiaotados................ 6*000
For seuditos idem.................. 129000
For am anno ide Cad* Bamero aralao..........'....'.['. 9330
MARIO DE
i

-,-*

TERCA FEIM 23 DE JUNHO DE 1874
PARA OEMTBO K FORA DA PROY1XCIA.
For tres mezes adiantados. .............. ,
For seis ditos idem................
For note ditos idem.................
For urn anno idem. ..............- .
6*750
189500
909350
379000
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA FILHGS.
Cerardo Antonio Aires Filhos, no Para; Gonoalres d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Olireira d Filho, no Cear4} Stttonio de Lemm Braga, no Aracatj ; Joio M*ria JuUo Chares, no Assu; Antonio Marques da Sura, Natal ; Jose Justiao
Fereir. d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxoncio Monteiro da Franca, na Farahyba ; Antonio Jose Gomes, ni FA da Penha; Be'armino do. Santos Bulcao, em Santo Antio ; Domingos Jose da CostaBraga, emfiazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar dti Alagoas ; Aires d C.aa Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio Janeiro-
PARTE OFFICIAL
frn 4 it provhuin.
ITS Do MA 4 DS HARl.VO DK 187%.
/.' ta%ao.
- "an raw :
Aa Ext*, farigadeiro commandante das armas
- Mi etspoali o vapor Mandihti de acoromoia-
gie* pan poJer iransportar ao presidio de Fer
mastV 4e Va'onaa/o de-tacamento do 9" batalhao
J* aataataria, qae vai ah* render o do 2* dames
ai araaa, eirra-ae V. Etc. de maodar sobr'estar na
.1* testa lerea e b?m assira dos sentenciados ; o
at?.-. faclMsera preriainente coitimunicado.
Aoea;*ti> d< porto. Sciente do que mo
eaaaaaaaca V. S. en sen offlcio deua data, sob
8 99, rwsabTaiieate at vapor Mandiliu, que se
Issiiau haje ao presidio de Fernando de Noroulu
''-M adeittera-t) de mandar sobr'estar na ida
i raaaaaa rap r dj iropa, presos e sentenciados.
0 ft isdiro era resposta ao citado offieio.
2.* srcrtlo.
wmtmz
Aa Or. chefs de policia.Deixando de seguir
para o presidio de Fernando de Noronha os
alii estavani destinados, e dc que
i V. S. eaa offi-io de hontem datado ; assim
la o eaaaaanac> para os fins convenientes.
A* ;-)-Rispondendo ao officio de 3 de
aeaeaaaa proximo findo, em que V*. S. comuiuni-
ea qae* tetaeameoto de gaarda nacional exirten-
: *aa S. Beato. segondo partecipacio do dclegado
- amrtcto. aehava se red undo a duas pracas,
reaaaaa she iacluso par eopia, as infonnacOes do
i com nandante do batalhao n. 27 do
de Caroaru, e do respeetivo comiuau-
afim de qne a respeito informe
respeetivo deiegado.
- A) eoarainiante superior da guarda na:io-
u. A> Paa a'Altio. Aecuso o reeebimento do
i? V. S de 22 do mez proximo findo tra-
ae aaen eonbecimen'o, que o tenente-coro-
a* lase Mana d< Santos Caralcante, commanda'b-
HTle V> aotalkio n. 17, por motivo de cegueira
v-4a-e lira daqaelle commando, ha mais de 3
mkVefH capltlo Americo Carnero da Cnnha
AaVaeaeraoe. qae o sabstituio interioamente re-
o sol sem pedir passagem, e sem
1 a ease commando superior. Respon-
e tea citaio officio incluso, remelio o por
?>;". afim da que sobre ella informe o dito te-
acate-eamnel, e quant i ao commandante intcrino
abierve nVlmente o disposto no decreto n,
35*5 de 25 ae novembro de i860, e instruc^oes,
jae c irnaapuhm. apenas se completarem os 6
aanes ie aasearia.
Ae coanaandante superior da guarda nacio-
Bi > Vslli Bella.Competindo aesse comman-
4: aaparaar a riaeasa dos prets, para pagamen-
ias jr*c-a= d=-ucadas em Villa Bella, devoUo-
sa'as andasos, aSm *de que venham compelente-
iafirmaios por V. S.
1 commandante superior da guarda nacional
4- Caraara.Xio consundo d secretaria desta
mi liliaaii. ae 0 alferes Alexandre Sergio de
Varies a"wast, gaia de passagem para esla capital,
deasKa aadasa a proposta, que acompanhou 0
a%o ie V. s. de 23 do miz proximo Undo, afim
i? qae iaaaraw a respeito.
aVt pracoralor fis:al da thesouraria provin-
r ji ft.ii tlii a Vmc. os autos de inventario dos
so teri _lugar com rela?ao a metado da terceira
prestajiio. Assim Qca respondidoo olBcio de seu
anU'.cessor, de 25 de fevereiro ultimo, sob n.
5i bis.
KXPEDIK.NTE DO SEfiBBTAWO.
2.* uccao.
Offlcios :
Ao commandante superior de Garanhuns.
De ordem do Esra. Sr. presidente da provincia,
communico a V. S., que ne.ua data se expedio a
conveniente ordem no sentido de serein pagos pa-
las reparticdea competenles, a importancia dos
prets que vieram annexos aos seus offlcios de 4
do mez undo, sob n$. 12 e 13.
Ao escrfvio do clvel Manoel Joaquim Baptis-
ia.OExra. Sr. presidente da provincia manda
accusar 0 reeebimento do offlcio de V. i> de 3 do
corrente, a que acompanbaram os autos de ioven-
tari. dos bens deixados pelo fiaado Joaqaim Jose
Lourenco Cirtaxo, declarando que acceita e agra-
dece 0 offerecimento que faz V. S., em benelicio do
asilo de alienados, do que lbe deve tocar na co-
branca do imposto relativo aos legados deixados
pelo dito Cartaxo, e qua ne3ta data se manda pro-
ceder a respectiva arrecadacao.
3." secciio.
Oflicio :
Ao inspector da thesouraria provincial.Ac-
cujo a rccepgao do offlcio de V. S., de hontem da-
tado, sob n. 145, e bera assim dos exemplares im-
pressos a que elle se refere, do orcamento da re-
ceita e despesa para 0 exercicio de 1874 a 1875 e
dos balancetes do primeiro semestre do corrente
aos quaes dei 0 onveniente destino.
4.' secfSo.
Offlcios
Ao 1
N. 6.-Por
provincia,
Mnl>~ pelo finado Joaquim Jose Loareneo
Canasrw. e py copia, o offfcio de 3 do corrente,
--crrrto di civei Manoel Joaquim Baptista,
afcr i; foe Vmc, "sem perda de temp?, proceda
a_5 lerii? ia lei. a respectiva arrecadacao, deven-
a> nsnaai inlsirar-se si nos cartorios desta ci-
iaie existeai ontros autos nas raesmas condiccoes.
3.* ttcr&o.
A? aaapeetor da thesouraria de fazenda.
Iraaiaateo a V. S. para os devido; fin?, a inclusa
-ia ieTheodoro Christerio do Nascimento Val -
- ageate aoaatado para o correio da vilh dc
Aauro de Jaboatio
Aa aaesmo. A" vista da folha e pret jnnto
a: iapskata minde V. S. pagar aos commer-
* Braga, G -mes & C a imporlancia dos
ariTisssalBi do de^tacamenio da v.lta de Bom
a gfci, reUtivji aj leaapa decorndo de I a 27
a cooforme solicitou 0 Mspectivo
ftiraailaaar saperijr em ofli ::e de 4 do mez fin-
M U-
nesBW.Manle V.S. pagar aos commercian-
- Braaja Gjows k C, a importancia constante da
f Jka e prets joni s em dophca'.a, procedeni: dos
H Afla?i'.l c pracas da gaarda nacio-
1 em ie novembro do anno passado se-
ie xnao de Bom Conselho para esta capi-
: -aiacaado 5 recrutas e um desertor, confor-
r. ?!ieata 0 respectivn commandante superior
Saa ie I io mez findi. sob n. 12.
la ttwsoararia provincial
r.i m>-a rpgedora da irraan-
de Sissa Seabora da Paz da frcguezia dos
. >cada, awdiaate previa fianra, a importancia
93ftf anpi iTili aaasa thesouraria, procedente
da 2* parse da loteria n. 70, concedida a favor
- jras da matrix e extrahida em ontubro do
aa&ade.
Ao saesnia. Mande Vmc. pagar aos commer-
Braga, Gomes & C, conforme Jsolirita 0
superior da guarda nacional de
i) era offlcio de 4 do mez findo, sob
a. f 2. a isaportancia consume da folha c pret
ttf eoadnphcita, procdente dos rencim|,nto
raras ~ daq jelle termo para esla capital con-
3 criminosos de justica.
- Aa aaeaaio. -Communico a Vmc. para seu
c aaAEiieato qie nesta data mandei a reparticao
da< aaras paUieas passar, certificado, a Antonio
Value de Sa Barreto, arremalante do o' Ian50
da estrada ie Buribeca, relativo a metade da 3'
4.' secgao.
Ao Exm. presidents da provincia do Mara-
ato Sitiifaieado 0 que solicitou V. Exc. em offl-
- 6 da aaes proximo passado, incluso remetto
a a ie pa*saajeat, qae trsuxe da cdrte 0 alfe-
1 gaarda aajeional Dionisio de Araujo Can-
da director feral da. untruccao publica.
Para -s Bas eoareaieales declaro a Vmc. que ap
pesaa as iadrnccoes qae tem de vigorar no gym
aaais prosiacial conforme solicita Vmc, em offlcio
- ie fevereiro findo.
Aa prareior da Santa Casa de Misericordia.
> .ata do aae represenU Vmc. em offlcio de 23
proximo fia-lo, a respeito da falta em
easorrido Agra & C., contractantes do
aaortaario desta cidade, quanlo a presta-
ia iaatca a qae sao obrigados, e das razoes
que apresenuram elles dessa falta;
a Vaac aae deve marcir am novo praso
esatractantes a neeessaria entimacao, e
ao easo de nio eamprimento da obri-
do contracto e do respectivo
5.' sectfio.
chefe da reparticao das bbras
laoie Vmc. pagar 0 competeote certi-
a Aatoaio Victor de Sa Barreto, arremataa-
se das aaras do 5* lance da estrada de Muribeca ,
feaaaBs Hr em rista que esse mesmo certiCcado
secretario da assemblea provincial.
ordem de S. Exc 0 Sr. presidente da
remetto a V. S. 40 impresso3 do orca-
mento da receita e despesa provincial de Pernam-
buco, para 0 exercicio de 1874 a 1875.
Ao mesmo. N. 7.Por ordem de S. Bxc. 0
Sr. presid-nte da provincia, remetto a V. S. 40 im-
pressos do balancete da receita e despesa provin-
cial de Pernambuco verifioadas no 1* semestre do
exercicio de 1873 a 1874.
Ao mesmo.N. 8.De ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia aecuso 0 reeebimento do
offlcio que V. S. derigio em 3 do corrente, ao qual
acorapanharam 10 exemplares irapressos dos An
noes dessa assemblea do anno proximo Gado.
Ao mesmo.-N. 9.Faco sciente a V. S., que
apresentei ao Exm. Sr. presidente da provincia a
relacao nominal dos senhores deputados, cujos po-
dares foram ^ reconhecidos; e assim respondo ao
officio de V. S de 2 do orrenle, remettendo dita
relacao
Ao mesmo. N. 10.Communico a V. S. que
S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia flea sciente
dos senhores deputados provinciaes, que foram
eleitos para os lugares, de presidente, vicepresi-
dente, It e 2 secretarios dessa assemblea confor-
me 0 offlcio de V. S. da 2 do corrente, ao qual res-
pondo.
Ao Rvm. vigario da freguezia de S. Lourenco
de Tejucupapr S. Exc. 0 Sr. presidente da pro-
vincia manda coramunicar a V. Rvma. que em
data de hontem de^larou 0 inspector da thesoura-
ria de fazenda haver expedido ordem no sentido de
ser entrettue a V. Rvma. pelo collector da cidade
de Goianna, a quantia de 200JO00 para 0 fim in-
dicado no offlcio do mesmo Exm. seuhor, ds 28 do
mez findo.
5' seccao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da reparticJo das obras
publicas.De ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia, communico a V. S. para seu conheci-
mento que, tenlo sido aberto am credito supple-
mentar para a verba Ecentuaes, fica sem funda-
meuto a materia contida em offlcio de seu anteces-
sor, de 12 de fevereiro ultimo, sob n. 39.
Ao administrador dos correios.De ordem
de S. Exc. 0 Sr. presidente da provincia, declaro a
V. S. para seu conhecimento que nesta data remet-
teu-se a thesouraria de fazenda a portaria qae no-
mea Theodoro Christovio do Nascimento Valois
agente do correio da villa de Santo Amaro de Ja-
boa'tao.
Ao engenheiro fiscal interino da estrada de
ferro do Recife ao S. Francisco, Chnssolilo Ferrei-
ra de Castro Chaves.-De ordem de S. Exc. 0 Sr.
presidente da provincia, declaro a V. S. que 0
mesmo Exm. Sr. fica inteirado de haver V. S. en
trado em exercicio do cargo de engenheiro fiscal
intorino dessa estrada de ferro desde 0 dia 2 do
corrente.
despach03 da presidencia, do dia 20 de jl'.nho
de 1874.
Abdias Bibiano da Cunha Sales.A lei a que
allude o supplicante deixou de ser sanccionado, e
por isso nao tem lugar o que rerjuer o suppli-
cante.
Antonio Jose Ferreira. -Deferido com offlcio
desta data ao repedor do gymnasio provincial.
Bazilio Jose da Hora.Deferido com (fcicio desta
data dirigido a thesouraria de fazenda.
Padre Francisco Rayrnundo da Cunha Pedro-
sa.Informe o Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial.
Florencia Maria do Espirito Santo.De-se.
Francisco Ribeiro Pavao.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Felinto do Rego Barros Pessoa. Passe por-
taria.
Francisco Ribeiro Pa vao.Deferido com officio
derigido nesta data ao Sr. director do arsenal de
guerra. .
Bacharel Joao Cavalcante de Albuquerque e
Thomaz de Carvaiho Soares Brandao Sobrinbo.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provincial
tendo em vista o desposto na lei n. 1,141 de 8 do
corrente.
Joaquim da Silva Costa.Concedo o praso im-
prorogavel de 30 dias.
Manoel Pereira da Hira.0 supplicaale ja foi
mandado por em liberdade.
Pereira Vianna & CSim, mediente recibo.
Rufino Jose da Cunha.Passe portaria conce
dendo tres mezes de licenca.
DUIUODE PELiN/iMrJUUO
RECIFE, 23 DE JUNHO DE 1874.
Moticias da Europa.
Hontem, a) meio dia, fandeou em nosso porto
o vapor I aneez Ville de Rio de Janeiro, trazendo
datas de Lisbda ate 7 do corrente. Dos iornaes
e cartas colhemos o que segue :
FRANCA.
0 novo gabinete presidido pelo general Cissey,
nao e mais do que am gabinete de expedienie ;
apresentou-sea aisemblea sem lhe fazer a menor
communicacao sobre a sua signiflcacSo, nem so-
bre a sua politica ; o unico signal de rida que
deram como ministros foi tomarem posse das suas
cadeiras ministeriaes.
A opiniao dominante em Paris e que o gabi-
nete para existir se deve abster de obrar ; o seu
unico papel deve ser o de executor das vonta-
des de uma assemblea que 6 impotente para as
formular.
A dissolacao e a unica solucao inevitavel; nao
esta mais do qae a liada.
0 ministro do interior recebendo os funcciona-
rios das suas reparticoes, disse que defenderia a
orclem e as leis.
Nas eleicSos'parciaes era Franja a opiniao
republic ana acaba de experimentar am revez
inesperado. 0 candidato republicano foi derro
tado' nx eleicao de Nievre, pelo depatado bona-
partista. A dilferenea entre os votos dos doas
foi Jo 3:500 votos. Hiviaum terceiro candidato
pertencente ao partido legitimista, que naoobt^ve
seuao 4:500 votos sobre mais de 7i mil voi-n-
les.
Este resultado tem sido muito commentado pe-
los jornaes f:anceres.
Nao ha senao doas partidos em Franca que
possam disputar o poder em frente do suffragio
universal : o partido republicano e 6 partilo bo-
napartista ; o primeiro e mnito mais forte, mas
o septeaado e especiarmente a administrapao do
Sr. de Boglie lizeram ao segundo grandes
progressos. Estes progressos serao ainda maio-
res, se a pretendida tregua dos partidos s^ pro
longa com a impotenoia da assemblea nacional
para fundar alguma cous'a.
A victima do candidato bonapartista deve es-
clarecer alguns orleanistas, mais araigos da or-
dem e da liberdade, que das formulas monar-
chicas, e leva-los a juntarem-se ao Sr. Thiers para
o ajudarera a estabelecer em Franca uma repu-
blic* tio prudente e tao conservadora como qui-
zerem, mas tio fort que possa fazer frente as
lutas das antigas dynastias, e sobreludo para
preservar a Franca de tornar a cahir sob as
vergonha3 e desastres do cesarismo.
0 Sr. Thiers, recebendo uma deputacao de
republicanos da Gironde, dirigio-lhe um discurso,
Sue teve maior alcance de certo que a formacao
o novo gabinete incolor.
Ei3 as palavras do illustre anciJo :
Senhores. Agradeco vos a vossa presenca
aqui, e do hello presente que estais encarrega-
dos de me fazer, e especialmente dos sentimen-
tos cuja expressio vos encarregastes de me apre-
sentar. Estes sentiraentos, quereria ti-los mere-
cido completamente ; acredito comtudo, pela mi-
nba dedicacio ter merecido ama parte delles,
e estou encaotado de poder fallar com esta con-
fianc> diante de v6s representantes da Gironde,
no meio de "quem eu recebi o poder, e perante
os quaes delle fiz o primeiro uso.
E' a vos que ea gosto de tornar por tcstemu-
nha, e que sou feliz de ter por juizes neste dia
de 24 de maio.
< De certo, quando, ha um anno, a assemblea
nacional, u mim, nao se podia, em presenca do paiz pacifi-
cado, da ordem restabelecida, do credito subita-
mente levantado, do territorio libertado pelos
meus esforcos, e pelos dos meus dignos colle-
gas, nio se podia dizer que ea.tinha asado mal
do poder, que me tinha sido confiado. Dirigiam-
me porem, ama arguicao : e era de nao ter sa-
bido ou de nio terquerido Ievar o paiz para o lado
da monarchia.
; Pois bem, senhores, vos tendes visto tudo ;
e perguoto vos : em Bordeas, no meio da vossa
eobre cidade, tao animada en tao, em presenca
de todas essas populacoes di meio dia, confede
radas para a republica ; em presenca de Paris
prestes a insurgir-se e dispondo de forcas immon-
sas, podiames nos proclamar a monarchia 1
Podiamos nos apoderarmos nos do gorerno
e fazer reconhecer a antoridade da assemblea,
se tivessemos annunciado que era para abolir a
republica ? Alguem, teve a ousadia de o pro-
por entao ? Sem duvida, ouvi mais de am non-
rado deputado, lastimar qae isso nao fosse pos-
sivel, mas nio ouvi ninguem fazer es3a proposta.
E un mez depois, quando chegados as portas
de Paris, que era preciso arrancar a anarchia,
nos eramos obrigados a declarar em nome da
propria assemblea, que era, nao pela monarchia,
mas pela ordem social em perigo, que nos com-
baliamos, teriamos nos podido ousar proclamar
nessa occasiao a monarchia ?
E se nos o nao ousavamos fazer, em presenca
do perigo, poderiamos nos, desmantindo-nos inv
pudentemente a nos mesmos, fazer no dia se-
guinte o contrario do que haviamos promattido na
vespera ?
Alguem atreveu-se a propo-lo ?
a E um mez depois, quando nos viamos obriga-
dos a pedir ao banco o pao do cada dia, quando
era preciso achar de repente 500 milhoes para af-
fastar os prussianos so a algumas leguas de Pa-
ris, poder-sehia, provocando no paiz a commo-
Cio que de certo produziria a abolicio da repu-
blica, poder-se-hia, digo, obter esta repentina pa-
cificacao de doiis.annos que nos permittio execu-
tar emprestirao3 prodigiosos, e resga'tar depar-
tamento por departamento, o territorio da patria,
e restabelecer a JFranca na estima das nacSes,
revelando repentinamente a immensidade dos seas
recursos ?
Foi com a republica, e em sea nome, com o
apisiguamento que a sua leal accitagao produzia
nas massas populares qae nos podemos obter dous
annos de um socego inesperado, e realisar os fac-
tos, que vos hoje raesmdi tivestes a bondade de
qualiluar cm terraos tio'honrosos.
E neslcs factos onde entrava talvez algam
merito de esecucao; sabes v6s qual foi o- ver-
dadeiro merecimento dos meus collegas e o men ?
Foi de ter tido uma apreciacao clara da situacao.
foi deter comprehendido, que no "estado actual
do paiz, a republica era a unica forma possivel
de governo.
a E' este o acto|de razao de qae eu fa'lava ha al-
gumas semanas, e que e preciso cumprir-se sequer
que o paiz encontre a seguranca, e cam esta a ac-
tividade do trabalho, e a aptidao dos negocios. E
aiem dlsso os ultimos aconteciraentos forneceranos,
por. si mesmo a mais completa prova desta asser-
5I0.
a Os homens que me succederam, e que me
succedcram para fazerem a monarchic que eu nao
fazia, poderam-na elles fazer ? Tiveram para a
preparar um anno inteiro; tiveram a forca mate-
rial, a antoridade da assemblea, 0 poder exercido
sem restriccoes; restabelecerara elles a monarchia ?
Ninguem se atravera de certo dizer que elles a
nio queriam; e se quorendo, 0 nio fizerara, neces-
sariamente foi porque 0 nao poderam faxer.
Dir-se ha, que foram os partidos, qae foram
0 ob3tscu!o I Masest-s partdos, encontrarsehao
do mesmojamanha, como se encontrarara hontem.
E demais, 0 que sio esses partidos ? Sao as macas
populares profundamente ligadas a form a|republi-
cana ; sao os proprios partidos monarchicos qae-
mesmo querendo a monarchia, masnaoquerendo a
mesma; sempre prompto a fazerem coallisdes con-
tra aquella das tres monarchias, a qae se quizesse
dar apreferencia.
E' este 0 eusinamento que se deve tirar desta
data de 24 de maio; nao aecusemos os homens, nio
os irrilemo*, accusando os, e procuremos nos ulli-
mos_ aconteciraentos, nio nma occasiao de recrimi-
nacoes, masjum ensinamento.
a 0 ensinamento e este : os homens que ma ac-
cusavam de nao ter entregado a Franca a monar-
chia, tiveram em suas m3o3 0 poder durante am
anno, a forca material, uma maioria monarehica,
e esta monarchia nao a restabeleceram elles uai-
camenta porque 0 nao podiam fazer.
Esta li$ao, 0 paiz aproveitod a, eo demonstra
com admiravel perseveranca todas as vezes qae
tem am depatado que eleger. Comprehendea qae,
para bao ter a guerra civil para chegar ao socego,
ao trabalho fecundante e preciso aceilar 0 gover-
no qae con'undira todos os partidos em am so
composto da universalidade de bons cidadaos onl-
dos, qaalqaer qae seja a sua origem e as suas
opinioes para reorganisar a Franga, e conduzil a
assim a am futuro melhor, este governo, nio ha
oatro melhor qae a republica conservadora. E se
------------------------------------------------------------------------------
hja, se encontra na assemblea taoia difficuldade | rein is scandinavvs
par* compor um ministerio, que obtenha a maio-
riaiqua se nao querem reconhecer as verdades
queaqui exponho Infelizmente a assemblea m-
cioai, represontando as nossas divisoes, tern a
maUr difficnldade em estabelecer uma maioria es-
tavwe homogenea.
a Mas, nib a aecusemos, respeiiemol-a, e saiba-
mos tgperar della resolucoes salutares. Espere-
mosque segundo as ultimas experieocia', ella ad-
mittira ran j nos a necessidade de tornar 0 paiz
por juiz t arbitro soberano dos desaccordos qua a
dividem. 0 paii nomeando-a nio limitoa nem a
sua missao. nen a daracao desta mi^sao, fiou-se
na sua razio, leadade e deheadeza, do cuidado de
determinar a exteisao da sua tarefa, e do tempo
que levaria a realsal-a.
Se, nao podeido chegar a am resultado, ella
persistisse era consjrvar 0 seu mandato, ella sahi-
ria das condicoes qie a razio impoe a tada i, as-
semblea deliberantt Desde que nio pode dar
ama maioria. nio tea meio de governsr, e quando
ella 6 nio pode, naotem direito algam de 0 que-
rer
a Fiemo-nos, poren, nella, esperemos da sua
Sarte, 0 que eu chame um acto de razao, que a
onrara aos olbos da mcao e lhe tornara a dar os
sQlTragios que ella- tem da si alienado. Esperemos
sobre tudo que ella conprehendera qae quanta
mais ella esperar, mono moderadas e prudente3
serao as eleicoes futuras
Quanto a mim, nao lesejando nada mais quo 0
de-cnasj |no meio do esttdo,a afifeicio dos meus
amiges, a concordia dos meus concidadios; nao
vos fallo, deste modo, se tao inspirado por uma
conviccao inabalavel, e pr nma exp-riencia dos
homens e das cousas qae ainguem me quer con
testar Agradeco-vos de nwo os vossos testemu-
nhos e dando a mao ao voso antigo maire, por
tio justas raz5ss lastimado, ajerto-a a todos vos bem
cordialmente. o
SU1SSA.
A commissao de conselho le estado encarregado
de examinar 0 relatorio da assio do conselho fe-
deral saisso, adopton uma resjlacio, convidando 0
governo a tomar as disposicies nece3sarias para
introduzir, no mais curto prazt possivel, a unidade
de pesos e medidas.
Sabe se que esta reforma e irevista pela nova
constituicao da confederacao ;telvetica.
ITALIA.
Tendo 0 governo italiano feio questio ministe-
rial da adopcao completa do coojuncto das leis fi-
naneeiras, e especialmente da oJlima que se refe-
ria a nullidade dps actos nio registrados e ten-
do esta lei sido approvada por O'aa pequena maio-
ria na generalidade, nio se esperava que na vota-
cao da especial idade a camara a rejaitasse final-
mente ainda que por unico voto de maioria.
0 miniiterio em seguida a esla votacao reunio-
se e depds de seria discussao resolv -u aceilar a
decisao parlamentar, sem a coosiderar como mo-
tiro de crise ministerial.
0 ministerio conlinua pois, no poder assim 0 de
clarou na camara 0 Sr. Mioghetti, annuuc ando
qas para preencher a lacuna, que a rejeicao des-
te projecto deixaria nas receitas calculadas, apre
seitaria nma nova combinagao financeira.
\ eventualidade de uma dissolucio da camara
couo solucao da crise, foi assim afastada.
Por pedido do ministro a camara continuou a
diicussao dos projectos de lei relativos aos orca-
mmtos de 1874. entrou imraeiiatamente na do
ocamento definitivo da marinha.
Apezar da solu^io da ultima crise ter sido inof-
feisiva, continuando as cousas no mesmo pe em
qne d'antes estavam : a assemblea parece querer
forcar a situaqao. N'ama das ultimas sessSes, am
deputado pedio qae fosse dado para ordem do dia
an projecto de lei sobre os trabalhos de dilleren-
tes portos. Debalde os Srs. Mioghetti e Spaven-
ta fizeram valer qne se nao podia sobrecarregar
othesouro com despezas custosas no momento
en que lhe recusava recursos indispensaveis para
ccbrir 0 deficit annual das flnancai; em vao
ainunciaram que contavam pedir ao senado 0
aliamento das leis sobre as fortificacoes e sobre 0
aigmento dos emolumentos dos functionaries ; a
cimara n3o fez caso das suas observacees. A Cri-
st politica subsisle pois, torna-se a fallar n^va-
mente em dissolugao.
0 boato de estar sua santidade gravemente doen-
te tem corrido em Roma ; mas a doenca nao e
nais do que am defluxo, acompanhado de um
accesso de febre que nao deixa de dar cuidado
aos medicos.
0 doenle nao quiz, porem, outros medicos, que
os seus medicos ordinarios, e tem podido levan-
tir-se todos os dias durante algumas bores ; nos
ultimos dias os accessos de febre teem diminui-
lo; mas os medicos aconselharam lhe que limita-.se
as suas audiencias durante 0 rerio.
ALLEMANHA.
Dizem de Berlim que se trata de crear, nao um
erdadeiro ministerio do imperio, mas urai repar-
lieao ministerial, cujo titular teria 0 titulo de se-
cretario geral ou sub'-secretano do estado, e qua
serveria de intermediirio entre a chancellaria,
eujo chefe supremo e 0 unico responsavel, e as
differentes administrates dependentes do imperio.
Nao seria ainda 0 ministerio imperial responsa-
vel, como reclama ha tanto tempo 0 parlamento
allemao, mas pelo menos cada am dos chefes das
grandes molas da adminislracao geral, do interior,
da guerra, da marinha, dos negocios estrangelros,
teria a sua parte de responsabilidade pe33oal, que
hoje reside inteiramente no principe chancellor.
Estes chefes das reparticoes comporiam de al-
gum modo um ministerio de estado, um conselho
de ministros do imperio, de que, naturalmente 0
cbanceller do impario seria 0 chefe.
0 correspondente de Berlim pen3a que esta idea
preconisada pelos jornaes,'ainda nio esta com-
pletamente resolvida, mas esta em claboracao. A
opiniao publica prepara-lhe bom acolhimenlo.
0 parlamento allemao, e as camaras prus-
sianas terminaram os seas trabalhos, mas ha
I'Utra assemblea, legislativa tambem, 0 conselho
federal, composto do3 delegidos dos governos con-
federados, qae ainda teem grande tarefa que
executar. "
A commissao judiciaria deste corpo acaba de
apresentar os seus pareceres sobre os projectos
do codigo do processo criminal, de organisagao
judiciaria e de processo civil.
Estes projectos tinham sido elaborados pelo
governo prussiano, mas a commissao federal intro-
duzio lhe numerosas emendas, era grande parte
em sentido liberal e conforme aos priuciDios de
oralidade, da publicidade, e dos direitos da defeza.
Quanto a organisacao judiciaria, a commissio
tem felizmente mantido 0 jury em materia crime.
Os delictos de. imprensa serao deferidos indis-
tinctamenta e julgados pelo tribunal de assises; 03
delictos que nao comportam senao uma pena
correccioual de tres mezes de prisao, on de 600
thaler t de multa, como maximum, serao da com-
peteacia dos tribunaes echevmaes, qae se receava
dever substituir completamente 0 jury.
0 projecto nao admitte senio um unico tribunal
supreme, 0 qual aiem da revisao das sentences dos
tribunaes da assises e de appellacao, tera tambem
de julgar os easos de alta traicao.
0 alto tribunal do commercw que funccioaa ia
em Leipzic, sera fundado no novo tribunal da
diciarias de
occupar,
pVNAMARCA,
A 'coaven{5o monetaria projectada pelos tres
, tendo sido rejeitada pelo Stor-
: thing da Njruega, entrou em vigor so para a
Dinamarca e para a Suecia. Mas a Noruega nao
tardou em comprehender que tinha ido contra os
sens verdadeiros interes3es, e 0 seu governo fez
cunhar pecas de ouro d) mesm) valor que os-
da Suejia e da Dinamarca. Ja nao havia diffe
rencas algamas senao relatiras 33 peqaenas moe-
d as de prata.
Esta mesma differenca vai agora desapparecer.
A maioria do comitc raonetario do storthing, ceden-
do aos vivos desejos dos negociantes noruegas pro.
poz mandar cunhar pecas de prata de 5, 2 e 1
acre.
Se este projecto e adoptado implicara de facto a
adhesio da Noruega a convencao scandinava.
TUBQUIA E SBBnA.
A demissao do ministro dos negocios estrangeiros
da Turquia Rachid-Pacha, seguindo immediata-
mente a partida do priucipe Milan da Servia, pa-
recia ligar-se as negociacoes que tiveram lugar
durante a demora deste principe em Constantino
pla.
Diz-se que Rachid-Pacha fizera ao principe pro-
messas,,quanto a restituifao do Zwrnik, que nem
0 sultao, nem 0 gran-visir tinham tencao de rati-
Gcar.
As conterencias pessoae3 do principe Milan, jun-
to do sultao, nao fizeram mais dp que irritar 0 sul
tao contra 0 ministro que tinha i Jo alcm das suas
intencoes.
As folhas de Belgrado, procuram attenuar esta
desillusao das suas esperancas, insistindo sobre a
concessao importantissima para 0 paiz da junccao
dos caminhos de ferro da Servia com a rede otto-
mana, assim como sobre 0 estabeleciraento das
boas relacoes com a Sublime Porta.
A verdadeira razao que levou a Porta a reeusar
a Servia 0 abandono do Zoornik, seria, segundo os
correspondentes de Constantinopla, a apprehensao
que as agitacoes e 0 procedimento da Omladina,
partido da Grande Servia, causara aos homens de
estado turco.
Os representantes das granies potencias proles-
taram junto da Porta contra 0 estabeleciraento db
iraposto do sello, e contra a nova lei sobre as pa-
tentes, que submette os seus nacionaes, residentes
na Turquia a este imposto.
Este, nio seria mais do que um imposto de capi-
tacae, absolutameote prohinido pelos tratados in-
ternacionaes com a Turquia.
ROUMANiA.
Na Roumania 0 governo tem sempre que lutar
contra uma opposicao, que nio despreza occasiao
alguma de lhe suscitar embarac^. N'uina das
ultimas sessdes da camara dos deputados foi pro
posto por um dos raembros da opposicao um voto
de censura ao governo, mas a caraara, pensando
melhor, nao so afaslou a censura, mas substituio-a
por una manifestacao de confianca em favor do
ministerio.
Esta declaracao foi votada por grande maioria,
77 votos contra 28.
JAPAO.
0 Japao declaroa a gnerta a ilba Formosa. 0
aviso official foi dado a 3 de abril as reparticoes da
gaerra e da marinha era Yeddo. Quatro navios
com 15 mil soldados tem de partir brevemente,
para se vingarem da morto de rauitos japonezes
que, em conseqnencia de um naufragio nas costas
daquella ilha, foram alii barbaramente assassina-
dos pelos indigenas.
0 mikado tinha pedido por differentes vezes ao
celeste imperio, a quem a ilha Formosa pertence,
pelo menos em nome, reparacao deste ultraje.
Nao tendo sido dadas explicates aeeitaveis, os
japonezes estao decididos a fazer justica pela? suas
maos.
EGYPTO.
Annunciara do Egypto a demissao do ministro
dos negocios estrangeiros do Kiediva, Nubar Pa-
cha, e 3ua substituigao por Riaz-Pacha. Esta mu
danga liga-se provavelmente a um conflicto que
houve entre Nubar Pacha e 0 consulado geral da
Franca.
BRSPAHBA.
Sobre este paiz escreve no3so correspondente de
Lisboa:
a Continua-se a fallar, ainda que com a maior
cautela acerca da embaixada a Russia. As noti-
cias Sio dadas com 0 maior recato, po'13 apezar
do actual regimen se chamar monarchia republi-
cananao se pode fallar alto, nem commentar na-
turalmente 0 succedido. E' irri3orio, mas e ver-
dade.
rf Falla-se em transaecoes para uma candidatu-
ra monarehica d"um principe allemio. N'iio 0 creio,
mas a verdade e, que se multiplicara as conferen-
cias entre 0 embaixador e 0 ministerio, e que 0
actual representanle da Prussia, e todo intiino da
corte de Bismarck. Em quanto a mim, mal fieara
0 partido que deixe abater a nacionalidade do seu
paiz, embora com 0 intuito de lhe trazer a prospe-
ridade. Negociar uma candidatura, que alarma-
ria a Europa e que de modo algum deve sustentar
0 engrandecimento do paiz, a custa da perda da
autonomia do povo, e acarrelar sobre elle desgra
gas incalculaveis e de uma responsabilidade extre-
mamente affrontosa. 0 que lhe posso dizer e que
Bismark, altaraente experiraentado em negocios de
gabinete, vem agora a peninsula hespanhola, ex
plorar uma allianca.
a Nada mais ha digno de mencionar. Se 0 go-
verno nao grangeou adhesoes atejagora, nio perdeu
cousa alguma da pouca seguranca dos primeiros
dia3. E' certo que os fundos nao sobem, confir-
mando, com a sua logica d'aco, qae os negocios
nao caminhara bem ; havendo um que, que espa-
the desconfiancas, receios e temoros.
a Foram renovadas as relates inierrompi las
entre a Hespanha e 0 Mexico. .Chegja a Madrid e
foi recebido pelo general Serrano, com as solem-
nidades diplomaticas do costume, 0 representante
dos Estadjs-Unidos daquelle paiz. Nos principaes
circulos politicos, dao muita imporlancia a seme-
Ihantes renovagoes das antigas relacoes diplomati-
cas entre as duas republicas; parecondo-me certo
que, actualmente um semelbante facto deve ter a
maior Importancia, logo que 0 embaixaior alle-
mao tenha 0 fim que lhe 6 attribuido.
E' certo que a Hespanha 63ta ligaia com 0
Mexico pelos vinculos de religiao, de linguas e de
ra?a3; mas tambem nao e facil qua alguem oc-
culte 0 menor pens .menu no3 tempos actuaes de
reconquista de intervencao, ou de adquirir outra
influcncia que nio seja a natural e mutua que se
dirive do3 vinculos, do idioma, religiao e raca.
a As financas caminham cada.vez peiorj si em
0 actual ministro da fazenda, inspira a confianca
neeessaria para se adoptarera medidas radicaes.
E' uma das causas da indicisao do actual gabinete.
Prey<5 se que peja a demissao com a maior brovi
dade. Quem 0 substituira na actual crise ? E' a
pargunta constante que pas deixando todos-perplexos com a resposta
a Topete nao aceitou a embaixada da Franca,
Lorensano foi nomeado ombaixador junto da San-
fa S6, e Maro ministro de> Vienna. Partiram im-
medial imente.
a Foi publicado na folha official 0 novo regula
mento e quadro, nos casos de reforms do service
railitar._
As' avanijadas cariistas continuam a permane-
cer nos campos do Bilbao, e em tiroteio constante
com as avancadas repablicatias. que occupam os
1 arredores da praga.
0 general Concha tomou medids0 energicas
cassacao.
Taej sio os pontos principae? ds reforma'/jQ. I
- qua. p conselho federal terrt de se contra os fornecedores ^ gQa3 ,ropaJi caj0- for.
aecimento pessimo. causava doencas graviss'rmas
nos soldados Hberaes. pela ma
mentajio,
qualidado da ali-
0 general Echaque, na batafha de Arlabam,
dividio 0 seu exarcito : a divisio de Martinez Cam-
pos tomou a direccio de Arriaga/emqnanto aqoel-
le general com 0 restante das suas tropas seguia
a estrada da Franga, que passa por Botosi, Duvan-
za, Olliharsi Garaboa e alturas' de Arlabam, an-
tes de neaetrar cm Guipuzcoa. 0 centro com-
mandado pelo general Andia, avanjoa pela estra-
da real de Alava.
Os cariistas sob 0 commando de Sovre-Jarrav, .
e fortes de 24 batalboes, occupam ainda todas as
alturas, em trincheiras babilmente con.straidas, e
envolvera, por assim^dizer toda alinba di exercito
republicano.
Martinez Campos avancou ate Arriaga sem
difficuldade e marchou logo depois por Araca, a
reunir-se ao centro, que tinha sido hostilisado pe-
los cariistas qne causaram alguns feridos. Echa-
gue enlrou em Ollibarsi-Gamboa, sem disparar um
tiro, occupando logo as alturas de Arlabam, qu>
os cariistas abandonarara. Em Arlabam esta reu-
nido 0 grosso do exercito republicano. A gaer-
ra e muita arriscada naquellas paragens por cau-
sa do pessimo terren > e do odio que a maioria das
povoagoes tem aos soldados republicanos, ate em
Victoria, onde respondera com 0 mais profuado
silencio as exigencias do estado maior para 0 for-
necimento de racoes.
Actualmente Echagae e3ta em Logrono. Uma
parte do seu exercito composto de artiiheria, in-
fahtcria e guarda civil, esla em Sodova, devendo
concentrar-se em Alcaoadres, para se rennir a de
Uribera. Se esta corpo avancar ate Estella, pode
dar-se uma accio importante.
Ha tristes pormenores sobre a invasao que 0
guerrilheiro Marco de Bello, fez no territorio de
Molina. A partida devastou todos os povos da
comarca. Duas destas companhias cariistas diri-
girara-se a Cantaviega. E' consideravel 0 dinhei-
ro que lovaram e nao menos de 10) rapazes se
incorporaram na partida. 0 grosso da faccao
coosta de dous batalboes, coramandado3 por um
tal Calvera. com forca de 700 homens, proxima-
mente. E' gente regular e medianamente vestida.
0 sea principal fim nos intervallos que Ihes dei-
xa m os republicanos. e sequestrar corresponden-
cias e periodicos e furtar to lo 0 dinheiro de que
poder apoderar-se. Tem cau3ado grande3 estra-
gos.
Saballs com todas as suas tropas foi sorpre-
hendido em Figueras, sendo repellido com muita.-
perdas.
Dea-se um combate nas immediafoes de S. Se-
bastian. As tropas liberaes desalojaram e disper-
saram 4,000 cariistas, que queriam impedir qae
as tropas chega-sem a Chelva, que foi occupada
em seguida sem a menor resistencia. Entraram
alii 35 feridos do exercito.
Em Medina e Patersa districto de Cadiz, hou-
ve uma tentativa de revolta. Os insurrecionados,
poaco numerosos, dirigiram-se para Quyonza. As
autoridades adoptaram as medidas mais energicas,
para impedir a contiauacao da revolta e a perse-
guicao dos revoltosos.
t 0 general Concha chegou no dia 2 a Logrono.
Assegura-se qae sera reforcado 0 exercito da Ca-
talanha.
Correu em Madrid um boato dc desastre das
tropas liberaes.
Foi 0 caso quea'gamas forcas cariistas dis-
pondo de artiiheria atacaram a prata de H-.-ra.ini,
cujo commandanle resistio brilhantrmente, dando
tempo a que uma colunna sahida de S. Sebastian,
coraposta de 200 homens viesse operar uma diver-
sao na rectaguarda dos cariistas.
Na provincia de Gaipuzcoa ha mnito poucas
tropas e logo queo general Concha soube d'aquelle
acontecimento, mandou sahir de Bilbao para S.
Sebast an algumas tropas postas sob 0 commando
do general Loma, 0 qual partio de Madrid para
SanlanJer para se embarcar alii para 0 seu des-
tino.
Julga-se qae 0 general Concha sera nomeado
capitao general das Vascongadas, e Echague capi-
tio general da Navarra.
On as letratlas. 0 periodico 0 Monde
russe refere que entre 03 advogados nao inscriptos
nos tribunaes superiores de S. Petersburgo, mas
com faculd.ide de advogar ante os juizes de paz, se
contam azora duas senhoras solteiras e jovens, as
quaes se desempenham perfeitamen^ do seu mis-
ter, havendo estudado direito a fundo, no proposi-
to de se apresentarem a exame na faculdade de
direito daquella capital. Deve notar-se que os
juizes de paz na Russia teem auribuicoes incom-
paravelmente mais latas que em Portugal. -
t'ondemnariio dc um Jexuita.Em
um dos tribunaes-'de Milao foijulgado 0 padre je-
zuita Bailenni, sob a imputacao de offensas a pes-
soa inviolavel do rei, por meio de pablicacao de
um li.-ro intitulado : Giulio 0 un Cacciatore delle
Alpi. Os jurados pronunciaram um veredictum
condemnatory, sendo impostaao jezuita a pena
de 3 mezes de prisao e multa de 360 moeda por-
tugueza.
liitttiiirtits pcrversog.-D.-bateu-se ha
poacos dias no tribunal de assises de Payde-Do-
me, uma accao crime, que poz de manifesto, ain-
da uma vez, quaotas malfeitorias se originam nas
paixoes araorosas quando secundadas por in3tinc-
tos rains.
Uma tal Antoinette Pouyet, mulher de poucos
annos, casara com um rapaz dono de padarias ;-e
desse consorcio heare dous fiihos.
Por desgraca a mulher enimorou-se apaixona-
dsmente de um mao visinho, e para real sar uma
criuiinosa uniao, os seus ruins instinclos lhe sugr
geriram um pl peloamaite, que se chana SauzeJe.
A noticia de que 0 marido de Pouyet, tinha
morrido quasi repentinamente, se seguia analoga
noticia a respeito das criancas, com pequeno in-
tervals de uma a ou ra.
Este3 obitos repelidos, e por ventura a descon-
liane 1 de que a viuva tinha relacoes iliicitas com.
Sauzede, levantaram suspeitas e as autoridades
procederam a syndicancias.
Chamada a mulherinha a pre3tar esc arecimen-
los, negoua principio tudo ; mas como lhe dis-
sessem que as duas criancas iam ser exhomadas
para era suas visceras se fazer analyse chimica,
a muller confessou 0 crine, dizendo que fora elii
quem por meio dj veneao matara 0 marido^ e 0
mesmo fizera aos filhitos, desculpando-se porem,
com 0 amante.
Referio qua este nio se conlentara com 0 ho-
micidio do pobre padeiro, mas lhe exigira tambem
a destruicao das duas creancinhas. Na audien-
cia, porem, disse outra cousa, pretendendo attri-
buir a si principalraente toda a culpabilidade.
Sauzede negou sempre absolutamante tado.
Era con jury, 0 jutz condemnou, tanto a mulher como 0
seu amante, a trabalhos forcados perpetuamente
0 ministro do interior deu ordeus energicas
para 0 alistamento rapido dos^niancehos ultima-
mente recrutaios.
Diz-ra a 3 do corrente em despacao telegra-
phic 0 de Madrid para Lisboa :
( a gnarnicao de voluntarios de San Sebastian
verificou uma sortida no dia 30, sustentaudoi
era Oriamendi renhi la accao com tres batalhoes
cariistas, os qaa<>J. SQJfrsrw. consideraveis bai-
Saa,
t Gorou 0 emprestimo de D. Carlos com uma
casa de Paris.-
t Segundo a ?,l" ....*
na fUn ultima cota^io da bolsa de Madrid,
^ us oonsolidados internos, ficaram a 13,45 ;
, ~* externo3 a 17.70. Os bilhetes hypothecarios a
199,00.
'


.

!"
ntcfira 1


T<5

7
AJ8i
MILL
O wapcr 0*J^*. yJ^J>J naufragou no dia
as agaas de Bill^ Jaiga se s:it#a. a trtyela-
C deapacao 4* 3 (hootem) diz que por car
Us reeebii s aaqa&Tlfi dia se
confirms terem os
abaaawmjr os arredores dc Hernam
am uU'fn^a bombardearno dia I da
Concha no dia t apresenton em Logrono a
dale a Espartero. _^
A brigada Out pertencante ao 3. corpo fe
laraac, partio pantos-limiles-de Aragao e Na
Tarn, para onde so} dirigiram alguns batalhoae
A' ultima bora escrcve ease nosso collabo-
radar :
Cartas coafideajeiats c com toda a rezerra
diaeaa ajae nos gabineteada Earopa' se preparam
as ae. ocia*^ para ama intervene*? armada ua
Hespaaha, aflra do a ceaduzir a urn ?\ sterna de
riaa e tegalidade, poado am terrao a guerra ci-
vil foe a esta di'acerand \ Parece que a Franca
a Iagbiem nao sio estranhas a estas combina-
."< dtploaaaticas, para o bom exito das quaes s:
atxa tralado da quadrnpula-alliauca.
*) tabira de*a inter vea^o se ciu chogir a
etactaar m ?
A restanracao do regimen m>>narcbico-repre-
'iiaaabvo com a triumphs completo do partido af-
E" possiw1..
E qae restaaracao meditara tambcm a Pranea
da Hac-Uahac. e:u .p;anto se occapa tie intervir
nasdi35c8cs int-rnas da Hespaaha? Safee lo he-
ra.is jaiis tarde
P -Tt?6.\t.
Foi pcMica lo 'i d ereto-marcandopara lode
jalbo proximo a? eWri$>s geraes para depntados.
"Em LbJna ehepara. a 4 do corrente, a gale-
-a pwtorn^ta rVavsa, procedentc *e Pernam-
PEKiUMBOCft
REVISTA DIARIA.
Faataitia Imperial Bi-asitclrn. Se-
... u Sr. coinmanJaui-a Jo vapor fran-
i iL-dc ll-oie Janaro, S. A. I. a Sra. princeza
LcatN!, deve ter partido da IJarleos iu dia 3 do
a burdo do vapor francez Giionde, em
i i:ara para o Rio de" Janeiro.
r. ::-^.-.t,)ait *:i > iarin Urasilciro
tva a Earopa. Estanios ligados peia te-
-jr*p!u4 ttf-diin ao velbo continent;; os graudes
talus de amD.s os munlos apertam sa as mios
*:ravex dj O^eanu, o u'utn moraeato dado a uni-
de peusaiucai i eatre quasi toJos os povos
&aU< e u:ua reiUJ.J;.
:*iu c gr.i-.i..-1, irniueuso, e um facto 'la orden
U d- c :i--;ien:ias beneQcas taj vas'.as, lio
caispVsts baoraesmo tempi So exleasivas ao
Oe--c .... ra;.:la.i: 'uw prugressiv) i!.i acli-
idaJe haruoaj, qj; na occasuo Dial pjdemns
:. Uctsl-v.
Xj Jjauagi, a- 3 boras da larde, c'igarara a
:ui!!us ao mrt: do nosso pirli, onie.so
.va a ri;. r -.nA -i Itratij ilar, com a ponta do
cato Ua cjupanhia dj Tei'grapbo Brasilairo Sub
aj, c>> vapores damesma na.;a) E'lmburg),de
: .. ;u !,i p^r t;:;-j= i u aergilj, no total de
.7 miuv, eaire S. V:;.-ate e o d isso porto, n i
Set: apj dfl 13 Jias, i-to e, Jj S a 21 do
. :oaaidos, proceJeu-se auniaodo-'
.jii!u qte so ;<:>\i !i^..r t-nnioado
ras ia njlle, vial us tres vaporos e:n se-
laailraao; onJe, ao cbegan n.
r !,.'. J .-|i-rtaud) a atteucao
do njve Wroi da pafi, cjm
i cJ ;-. e .!; fogjetei di ar.
, .;-. attrabir a praja dj coai-
cjd ..t-'uju de povo, qae alii se
. ..!: i u A-', preseociaalo o rcgosijo
ItTxm .: .. : ;:\ix>:i OS I tit7s J?
i leceram os tre> v.ip ires em liaba
-' I'-' s embaadeirados, no qae fjram
Ids pela eorreta de gofirra bra-
him nivios tnercantes, casas
lares > estatfiea pobkcas.
\m anwo d.a, lenda viado a terra o pjssoal da
: -waais^ii de cug abeiraa eneanvgaJjs da im-
aaewao Jj cabo, acceJeraui dies ao convite d-i
... C am r.-ial Ueaeficente, e foram assis-
. ama msaaV) especial, a qual concorreram di-
- .-, e ahi, depais de a'gu.oas palavras
i gratadacao, pronaaeiadas peb respectivo
o Sr. Jjaqoia Lopes Macbado, trgticu
r, vhras a rainha Victoria, e a com-
I ms, os Qoaes foram enthusias-
11.! =, bjrn cjhij o foram os
Ingleza, ao grands melhgramen-
ia S.. ato Laaerador d> BrasH, c ontros;
. ban la de mosica do corpo de policia
; i !... ano Bacional e -utros treeaos
i f Li) am telegram na do Exra.
i. Jliui, p:i;;ieirj eoiKraianw do tele
vj para a Europa, aeclaranJo que ia levar ao
ie S. M. o haperador, a realisaelo
le tij in :: -, :aelhorameato, e que co:jmu
icaria a resfosta que pjr reatora tivesse.
-lila, un* conimissao da directoria da
ameroial Beaeliseate, acompanhaJa
..!. ch;fe da Hotiliia eacarregada
aaersij Jj eabo, IA ao palacio do goverao,
i Exm. Sr. eommenlador presiJen-
- ia, e aU foram acolhidos com ver-
..-anie o res- > lo .'.i.,., iijuve basiante geute
raa:da 21 pra;i do Comuerci), a espera do to-
lajra:araa de S 4. 0 l.aperador, 0 QOal, pordoa,
aofji pati E-a festa, qae traz como eoDseqaaaeia, iacoa-
trarfaTtrl, gr^ale iucremecto para 0 bra-il, pois
aja*a>j3-a-j em ominuaicagij ciin S. Vicente,
iiiesx, I.isbja, Gran Brelanlia, 1 jJas as partes
das cantiaentes da Earopa e da America, Ilespa
zAt. 1'rtagi!, Gibraltar, Malta, Egypto, Adeu,
Xadra, j'eaing. Singapore, India, Chiaa e Aa<*
aaaa, vao ter enlre nos 0 acolhimeato que era de
esperar a li) momeatoso melboramenlo, urn dos
aauret para ouspjsioi cm eieeaeao neste seculo,
0 ajae estamos certis.-nao acontecera em Lisboa,
mm na Baaia, Pari ou Rio de Janeiro.^
A commissao encarregada da iratnersao do Jabo
camp ,su dos Srs. J C Lawes, engenheiro em
<^efc da telegraph), C Hookin e Herbert Taylor,
raatrheiros, e iS pessoas auxiliares.
O soperinendeate nesta provitcia e 0 Sr.
-jfeph Huwe.
A conunissao foi auxiliada na immersao do
cabo de terra para 0 mar, e na uaiao dos dous
cabas, pelo ajndante do pra'ico-mor, 0 Sr. Jero-
Joe Bastorff, que acompanhoua era seus
.~-.'.: a bjrdo do vapor Investiyntor.
Coasla nos qae hoje comecarao a ser recebidos
itiegraaunas a razao de oliJ'J'O por 20 palavras,
xdas.ve direccao e assignalara.
r**tr}mn. Hintem a noite, em regc?ijo da
iaaagnncao do telegrapbo submarino para a Eu-
rapa, estiveram illaminadas as facbadas dos eli
js da I iwjii^iu Commercial, do Arsenal de
aba e da Caraara Manicipal, tocaado ante 0
1 i < a ban da de mnsica dos menores.
iry a> Krriftv Aiada hontem nao laac-
sa este tribunal.
eto. Em terras do engenho Selubal,
da ibtrieto do Cabo, Manoel da Cruz ferio grave-
metfe com ama facada a Antonio Pereira dos
Saatoa, eoasegaindo evadir-se. Procedea-se ao
respectiTo loqaerito, qae foi logo remettido ao
caaawteaie joito
CoaagaiBsa) litierarlo. Reone-se esta
*^e***e > dia 15 do corrente, as i horas da
tarae ao lagar do costume.
Oidaai da dia.I* parte. Discussao da these :
Haacca eeessidade aeexercitos permanentes? Es-
tiaaasTiptososSrs. Vieira da Silva, Carvalho e
Siaza, Rosa e SUra, Silva Marques e Vieira da
ft Em 1783 Luiz XVt oor.cedea ac ?ng!?t Milti, 1 Wanda Hnia da roncp.loJo. ^ivt*, Pernambado,
fa sa liaha disiinguido na,lac*OMte algodfto a in?, 30 an nos, easada, Boa-Vist^ oleWo peril ni^H
pqrlaruesimma de 00,000 .stg. (3V0 coolo* de | UeocWciwi** i^ajco, Petavnbuco, 10 iia%4
aossa moeJa) e uma penwa aneual de 6,OQ0 Jore ; Xraqueia iaayenita.
de Pernambuco Tefcja feira. 23 de Junho de
1874.
ofliKi/ :.i &

stg. (3i centos de r6is) -e aWm tiistd mals 'I,2(M
stg. (10'oontoB de-rei^ per cada sortimenlo do
mac iiaas que elle pr.ovassa. lerforaecido as mat
nufacturas francezas.
t Foi animando comtanla generosidade esta in-
dustria, e depots com uirettas protectores que a
Franca p6de em poncos annos competir com arti-
gos identlcos de manufactura iagleza e participar
do igaal prosperidade, etc.
niario ale I'criinmbiiro.-Se chegar
hoje o vapor iogtez lllimani, disiribafremos ama-
nba o nosso nnmero de quinta-fewa.
PacadaPanella. Escrevem-nos desta
fre^uezia em 22 do corrente :
Clama %e cesses.Srs. relactores.Cahimos
na asncira do reclamar contra o abaadono desta
freguezia da parte dos Srs. governadores dobispa-
do, e o resultado foi ni) haver missa tambemaion-
tem !
i Parece que agora ha capricho.
Odireito de pelicaa qua a constUaicio ^aran-
te, c am crime talvez para aquelles seohores, que
nao toleratn uem admittem queixas,ainda as tnais
justas e fundadas.
Os (ieis, (fue senntremcom o pasto eapiritual,
nao podem reclama-la quando Ihes fatta, e se o
fazem considera-se o pedido embora humiide, co-
mo uma falta de respeito, urn attentadol E para
castigo nao deve haver raissa, nem conflssao, uem
baptismo 1
E' com effcito uma santa vig Os proclaims de casameato deixam de correr
e por conseguinte e&tea fleam retardados, as crian-
i;as levadas a pia baptis-nal, como aconteceu com
dnas ou tres, voltam pagas, as moribundos cor-
rem o riseo dc exhalar o ultimo suspiro scm con-
flssao, e ludo isso se faz para o esplendor da re
ligiao, e ad majerem Dei Gltrta 1
c Melhor sera raandar fechar aigreja, ao me-
nos ningaem se incommodara mais expondo se ao
mao tempo para presenciaro quadro contristador
de nao podor o povo levar a effeito suas dtvofoes,
cos mais sagrados devcres da religiao por falta de
um padre !
Sctgrada sabedoria,
Deus te pague esta harmotia. >
Ficamos de sentinella, Srs. redactores, e ja
que dos acolhe tao benignamente dando public
dade as nussas justas queixas, voltaremos sempre
que for tieeessario.
Aos airetialore. Ko arraazera Fide-
lidade, a. rua do Imperaior n. i\, ha um variado
e grande sortimento de fogos chiuezes, proprios
para as noites de S. Joao e de S. Pedro, que sao
I veadidos a pregos modicos. Os apreciadofts de-
vem alii ir munir-se.
ilo!<>i>ital itortugneaf. Movimnto das
entarntarias na semana de li a 20 de junho de
1871
Existiam 10, eatrarara 8, saliiram 1, iicam em
tratam.'ii'.o 41.
Eatra de semana o Sr. rnordomo Francisco Ri
beiro .ri ij.iimaracs.
ilospitul Pedro II.O movimento deste
ostabelecimeato, de li ao dia 21 de juoho foi o se-
guiato :
Existiam 389, eutrarara 19, sahiram 40, falle-
eeram lo, existem 383, seado :
llomens 21'J e muilures (34.
Adcertencia.
Foram visitaJas as eufurmarias nestes dias :
A:s 8, 9, 9 I[2, 8, 9, 8, pdo Dr. Ilellrao ; as I,
2, 1, I, 2, pelo Dr. Sarmtmto ; as 11, 9. 8 l|2, 10,
9 It2, 8 1/2, pelo Dr. Malaquias; a- 9, 9 \\% 9
l|2, pelo Dr. It. Viauna.
Fnlkcidos.
SebastiJrt Raymundo Jo;e da Cruz ; iubercclo;
pulm>n res".
Antonio'Delgadh V.eira ; variolas coallueates.
Fraajisco il.'lrigues'dos Santos ; epilepsia.
.Maria I^nacia do Sacramecto ; tuberculos palmo
cares.
.Maria foaqdiaa ; ascile.
Thereza; vehiice.
Fraocirco das i^ltagas Aman.cio ; diiataja) car-
diac.).
Bartholomea T.ivares dos Saatos ; tnbercalos pul-
nwnaroi.
Antonio Feiippe dos Santos; variolas hemorrha-
gicas.
Rulino ; velhise.
lierairdo Ferreira ; apoplexia fulminaate.
Maria ; diarrhea.
F.iiz H>drigucs ; dysenteda ehroaica.
Maria daLuz ; eserofalidas.
Maria Jose Alves de Soliz'a ; tuberculos' pulmo-
nares.
L.oteria. -A que se acba a venda e a 10o'.'
a beneficio da igreja de Abreu de Una, a qual
corre no dia 27 do corrente.
Casa de deteacao.Movimento da casa
Je detencao do dia 21 do junho de 1874.
Eiistiara presos 333, eutrou 1, exis:eia 334.
A saber :
Nacionaes 231, mniheres 8, estrangeiros 23,
CA^CttA RVNIC1PAL.
SESS.W EXft0fA*DTSARIA EM 3 DE
BE 1874.
BSG
ntes.
ju:
CIA
p.iKsiauici.
Ao meS^di
TbeodoraiSi
ioaza Leio,
a sessao.'
Foi lida e
Leu-set
BXPErtBNTK
Olucio do Exm. presidente d
rando a camara para sua s'ciencia
K AL'lUQUBttftUR
sario de M
, Cunha Guimari
r. Maaeoso, abria
a acta d% gate-cJc
PARTE POLHlfiA
I
->,
ot
PARTIOiO CO.\NKStVADOll
" REQFE, 23 DE JU.NHO DE 1874.
' &intra toda a espectativa voltou o corajoso es-
criptor provinciano na Provincia de 19 do cor-
-rente, ainda eaiado pelo fiasco que Gzera ua de
iSfim ceaa protencoes a desfonW-se da. bem
jnarectda sova que lha dooms no n. de 17 de.-te
Diario.
Mas, coitado, desta vcz foi qua o encaiporait
scrlptor protineiaiw fez uma barrela ainda mais
eia qae a>primeira ; desta vez foi que pot de todq
mostra a inunensa calva.de sua. ignoraneia, onde
pparecem raros cabeltos e estes sio de mafe.
Uaerendo prestar um verdadeiro servieo a esse
h rinTaSSca?StiadaVp^SK,rfi' fj^Z^^ZJ* V** ^ fc ^
v,;__ i.o i?.; n.A... /f._.Vi...- Si"__2T Ugo a que respondemos e do onmeiro u
naia, de
tins couvi-
bairro do S. Frei Pedro Goecalves.Commun^
que-se ao--fiscal. *\** '*3
Do mesmo, apatamado a> arreotatacSo faiu
por Urbano Vicente Ferreira, pela quantia de 201^
pagos a boci do cofre, dos materiaes do sobradr
em ruinas, sito a rua do Amorim- n. 10,
coadicao para o acremaiaate
dio a sua custa.Que se eifectue o oontrato.
Do mesmo, recomraendando qoe a camara con-
si iere sera effeilp o acio, pelo qual absolvea a
Jose Augusto de Araujn, contratante da obra de
mercado da ribeira de S. Jose, da multa do dez
contos de r&s, etn qae incorrera por forca da
tigo a que respondemos e do primeiro ja respon
di Jo, vamos mostrar-lhe a evidencia a sua inep
lidao para o offlcio, em que ie esta iugerindo,
aconselhando'lhe qae) em quanto n&o muaar por
dentro o caco, nao_ pegue da penna para escrever
cousa alguraa, a naoserem annunciospoeticos paca
'KrlLr^'i-TL! a confeitaria do Campos.
d:hrmhLdl} V* Se aproveitar o nosso trab'alho, dar-noshemos
pir feliz, julgando-nos ao mesmo tempo com
Sreilo a gratidSo da Provincia, por tao assigna-
bdo servieo.
Eatremos em raateria, qae, so nlo e difllcil a
tared, e lodavia oiassante e longa.
Procurareraos em nossa resposta aeompanhar
A excop.-ia da aagraole dejicto, a arjujio an
tea da culaa fcrmad* su poJe ter ?ir nos crimes
inafflamjsveis, por mandain oscripto do juiz com-
pelent'3 para a formacio da culpa.ou a sua requi-
sici",; aesto ca-o precelera ao mandado ou a re-
'qo.sifao declarafaa do dua3 testemuunas que'ju
rdm de sciencia propria, on prova documental de
ue resultem vehementes indicios contra o culpa-
seciinJa rlaunla bavia^ idoCposia, e %av& ie^emcko VS\ ",ai3 ',Ue ^r pCSSiTCl escrlpt0r Pinc'aao >
Sue o goS im',^ a cujo conheclmeal; po" "^ a?s,ra a ormonte P^eatearemos tanto
submette a materia, resofva sobre os fundamer
tos quo allegou a camara era offlcio de ;22 i'a
abnl proximo passaao. /
Acabada a leitura do ^resente offleio, oSr.
Rego Barros, obtendo a palavra disse, qoe sealia
divergir da opiniao de S. Ekc posto qae Iho'fle-
a sua tacoherencia e ma fe, como a sua ignoran-
eia, imbecilldade mesmo,
Compleiamente por nos verberado pela accusa-
rao infundada, oca e inepta, que em seu primeiro
artigo levantara contra o honrado Dr. Corrfia ae
Araujo pela prisao de Jose" Chacon, principia o
escriptor provinciano o segundo specimen de sea
rogar por mais am anno as obras do mertado
publico, era tambeai competente para relecar a
mult-, e entende mais qaanma onmissao estii-
dasse a materia e d>'Se^a sea pateeer, Jevendo
olllciar se a S. Kxc. que as cousss iicariam no
mesmo e.-tado ate a decisao do govern geral.
O Sr. Tneodoro Silva opiooa cue, achando-se
a camara quasi plena e desnecesario ir o offlcio
a uma conimissao. Coma lembrouo Sr. Rego Bar-
ros, e que a *'ista da opiniao qusi unanimemente
manifestada, sa redija a resposta a S. Exc em ter-
mos respeitosos, mostracdo qu> a determinacao
de S. Exc. nao pode ser ^osta ia em execucao,
n.io so a vista das razdes exp^ididas pelo Sr. Re-
g) Barros, como tambom, s'gundo diz S. Exc.
-undo o negoeio affecto ao loahecimento do go
varno Imperial, deve seespenr'a decisao, licaodo
as coosas no estado em'que a acham,A caraara
resolveu qae se respondess- neste sentido, dei-
xaudo de tomar parte .*na dscussao e votacao o
Sr. Dr. Lohp Moscozo.
Do eagenbeiro cordeador dizendo'que verificou
o estado em qae se acha cemiterio dos acatho-
icog, que precisa de an aterro, que entre as
sapatas do? muros c m ama altura media de
qtiatro palmos (0,88) par; evitar que as aguas
das chuvas invadam o mesmo cemiterio : que
despeza com semelbatta trabalho pode impor-
tar ha quantia de 4:0005.Inteirada.
Do mesmo, dando inDrmacoes acerea do es-
tado actual da estrala d) Taquary, na Torre.
A quera pedio essas infu'inacoes
Uo lisc.il da fregae:i< de Santo Antoaio, infor-
mando a peticao do b.fharel Christovao Xavier
qae sua igaorancia
Mas nos, no proposito firme em que
* parte. Dieenssao da these: O direito de pu
air aara am d;reito individual ?
3* pane: o Sr. Vieira da Cunha desemvolvera
atbeae:
VraaJ e aaais vaoujoso para a sociedade o impos-
la sroparuonal on o progressivo r
aaaaaana isiorico Philottopiiico
^" afcan Hoje, ( 23 do corrente )
.sacncaara esta associacao em sessao extraordi-
a a boras da tarde a no lagar do c.s-
* arogresso. Por delibera-
esaio passada, nlo reunir-se-ha
fcara fSS) esta sociedade
* imnairo__Hoje.
=., 23 reanir-se-ha
S?^i**e6"?*5o extraordraaria, as 11 ho-
iL*m,a ruad'Aurora n. 7.
***** Piaeao e teciioa.-No re-
i Babaaado na oitava pagina do nosso Diario
aaaj, paatUbmo penodo da segunda colum-
a, aoare aaa salto typographico de ama linha.
^sfT^J.t^^rt.i^iJ^iUi iraPrian'e) Joronymo, branco, Pernambuoo, 9 meres, Reci
aU aajoa t irufcrevemos todo inteifo e corrigldo.' fe ; '
ascravos 44, escravas 3. Total 331.
Aliraentados a cuata dos cofres pablieos 274.
Movimento da enfermaria no dia 21 de jaoho de
1871.
Tiveram baixi :
Patricio Jo-e Ferreira ; asthma,
Aueceto Jose de Araujo ; colica.
Francisco Jose de Lima ; tumor.
T.-ve alta:
Claudino Rufino des Santos.
Passngeia'os.-Sahidos para o noite no va-
por nacional Ipijuca :
Joao Augusto Marques, Joao Luiz Ribeiro de
Farias. D. Luiza J. C. Albuquerque Barreto, Er-
meliaJa 0. Lias e 1 criada, Tiburcio Antunes de
Oliveira e sua senhora, Pedro Augusto, Dr. Joao
Paulo Gomes de Mattos, sua senhora, 1 filha e 2
criados, padre Jose Esteves Vianna, Ernesto Deo-
cleciano de Albuquerque Cyriaco, t escravo a en-
tregar, barao de ilece.ana e 1 escravo e Dr. Seve
e 1 criaJo.
Cliegados dos portos da Europa no vapor
francez Ville do Rio de Janeiro :
Henrieta Lack, Thornaz Teixeira Bastos.
Sahidos para o Aracaty no hiate nacional
/o(7o Vatle :
Manoel Francisco da Cunha, Francisco Jose da
Silva e Jose Alexaodre Pereira.
t,cilao. Hoje, (23) effectua o agente Pinto,
as 11 horas em pont >, o'do trapiche Conceicao, e
o de balas de papel para embrulho; e ao raeio
dia o de farinha de trigo, no armazem dos Srs.
Joao Qairino de Aguilar & C, no Caes do Apollo.
Hoje,_na Feira-Semanal, a rm do Iniperador,
havera leila) de mobilias e immensos. artig03 do
u-o domestico, que butSo queimadj3 a troco de
pouco dinheiro.
Cemiterio publico. Obituario do dia 20
de junho de 1874 :
Maria, parda, Pernambuco, 23 annos, solteira,
Boa-Vista, hospital Pedro II ; diarrhea.
Bernardo Ferreira, pardo, Pernaraboco, 70 aa-
nos, solteiro, Boa-Vista, hospital Pedro II ; apople-
xia fulrainante.
Rulina, preta, Africa, 90 annos, solteira, Boa-
Vista, hospital PeJro II; velbice.
Antonio Felippe dos Santos, pirdo, Ceara, 24 an-
nos, casado," Boa-Vista, hospital Pedro II; va-
riolas.
Francisca Maria da Conceicao, parda, Pernam-
buco, 22 annos, soltoira, Boa-Vista ; phlysicapul-
monar.
Joanna Maria da Conceicao, preta, Pernambuco,
34 annos, solteira, Santo Antonio ; tuberculos pul-
monares.
Rosa Maria dos Prazeres, parda, Pernambuco,
16 annos, solteira, Gra;a ; congeslao cerebral.
Elenteria, branca, Pernambuco, 2 1|2 annos, Boa-
Vista ; apoplexia.
Manoel Soares do Nascimento, branco, Pernam-
baeo, 29 annos, casado, militar, Boa-Vista hepa-
tite.
-21 -
Joao pardo, Pernambuco, 2 annos, Recife ; va-
riolas conflaentes.
Maria, parda, Pernambuco, 7 annos, Boa-Vista ;
variolas eonflaentev.
Manoel do Nascimento Marques, preto, Pernam-
buco, 48 annos, casado, S. Jose ; phtysica.
Francisco, pardo, Pernambuco, 11 mezes, Gra-
ca ; dent.cao.
Claulia, escrava, preta, Pernambuco, 17 annos,
solteira, Boa-Vista ; congeslao cerebral.
Luiz Rodriftues, pardo, 49 annos, solteira, Boa-
Vista, hospital Pedro II; congestao cerebral.
Maria da Luz, parda, Pernambuco, 90 annos, sol-
teira, Boa-Vifia, hospital Pedro II ; escrofu-
lides.
Maria Jose Alves de Souza, parda, Pernambuco,
30 annos, solteira, Boa-Vista, hospital Pedro II
tuberculos pulmonares.
Manoel, pardo, Pernambuco, 2 mezes, S. Jose
convnisSes.
Lopes. A' coraniissdade ediflcacao com o en-
genheiro.
Do engenheiro, inf> mando a peticao de Luiz,
Eustaquio da Concelci) Passoa. A' coramissao
de edilicac4o.
D i fiscal da fregue.ia de Santo Antonio, infor-
maodo a petioio de Jose Francisco Goncalves
Orem, diz qae a limpeza-das, ruas desta fregue
:ia e actuaimente feia.com asio, e o arreraa-
tante tem carroca3 trabalhadores sulHcieotes
para o servieo. Em Umpo opporiuno sera attan-
dido o supplicante."
Do fiscal da freguezia de S. Jose, iuforaiand]
lav iravelmente a peticao de Manoel Domiogos Ja-
nuarlo.Sira, paganio o supplicante 8^000 men-
sacs e ass'gnando termo de obrigaeao.
Dj mesmo,- remettando a relaeda das isssoas
ranltadas no dia 2 corroute, na importancia 4e.....
3U000: *
Joao Jjaouiiii Pimentel, como infractor do art. 45
da lei n. 1,129 de26 da j.inho de 1873, por vender
bacalhao pobre, 3000.
Jo;e Autoaio Barbosa, como infractor do art. 43
da niesma lei, em 4 seu estabelecimento.
Joaquim Julio da Rocha, como iofractor do art.
8S da raesma lei, era 4^000, por usar em seu es-
tabelecimento de dous peso> sem estarem aferioos.
Santos & Ferreira.como iufraclores do art 188 da
masma-lei, p r asar de dous pesos s*m estarem
aferidos e revistps ha dous annos, 6*000.
Os m?smos ein 81, como incurs s no art. 42 d3
me ma lai, por venJorem caf6 falsiacado.
David da Silva Maia, como inenrso no art. 42 da
mesraa lei, em 8*000, por vender cafe falsifl-
calo.
Os meant is, em 81, como iacurso no art. 42 da
mesraa lei, por veader banba-de porco carrom-
[oi Ja.
Antonio Jose-Pereira, como incurao no art. 43
da raesma lei, eat 4*000, por falta.de asseio em|
seu estabeljeimeato.Ao procurador.
. Do liscal da freguezia de Afogados, informando
a peticao de Ricardo Pantaleao da Camara Santia-
go, na qaal pede lieenca para f bricar e veader fo-
go do ar era sua casa sita a rua de S. Miguel a. |
74.Concede-se, sendo no quintal da modo que
nao prejudique, e de conforraidade com aspos-
turas.
Do fiscal da freguezia de Nossa Senhora da Gra-
ca, remettendo o termo de vistoria proceiida na
casa em construc^So, pertencente a Jose Gurjao.
Ao archivo.
Do fiscal da freguezia da Boa Vista, participan-
do que no dia 29 do mez proximo passado multou
ao desembargador Joao Paulo Monteiro de Andra-
de na quantia de 23*000 como infractor dos arts.
10 e 42 di lei provincial n. 1,129, por ter um ter-
reno alagado. -
Barao do Livraraento era 20*000, como infrac
tor do art. 104 da mesraa lei, por ter sobre o caes
porcSo de pedras.Ao [procarador.
Do fiscal da freguetia de S. Frei Pedro Gon'cal
ves, coramanicando, que as pedras, que ladrilham
o .caes do Apollo, se acham araancados em diver
sos lugares, competindo semelhaute concerto a re-
parlicao das obras publicas. Qae se offieie ao
Exm. presidente neste sentido.
Uma peticao_de Manoel Geraldo Sergio; Ribeiro.
A' coramissao de plantio de arvores.
Foi submetlida a conti das despezas feitas com
o accrescimo da obra na coberta da casa, em que
funcciona a camara na importancia de 81^200.
Que se offlcie ao Exm. presidente da provincia pe-
dindo autorisacao para o pngamento.
" Por iniciativa do Sr. presidente da caraara, re-
solveu a raesma, que se ofQciasse ao Exm. presi-
dente da provincia, pedindo providencias para que
as autoridadespoliciaes coadjavem aos Gscaes no
empenho de impedir que sejam aproveitadas e
vendidis rezes, que actuaimente sao atacadas de
mal-triste, a ponto de cahirem pelas estradas : re-
cammendando-se aos fiscaes com nraita instancia,
toda a vigilancia.
Foi aprcsentado o seguinte reqaerlmento :
Sendo de necessidade a collocagao de uma latri-
na no caes do Forte do Mattos, requeiro, quo se
offlcie ao Exm. Sr. presidente da provincia, pedin-
do perraissao para que na reconstrucclo, que alii
se esta fazendo do caes, a reparticao das obras pu-
blicas faca elevar o paredao at6 o meio da rarapa,
para que sobre elle se possa con-truir a dlta la-
trina, visto ser de nrgente necessidade para o pu-
blico.
Paco da camara municipal, 3 de jnnho de 1874.
Loyo Junior.Approvado.
Foram despachadas as petijSes seguintes :
De Bernardino Jose Leitao, Francisco de Lima
Coutinho, Francelino Olympio Pereira de Oliveira,
J. Francisco Goncalves Orem, Jo Augusto de Arau-
jo, Joao Thjmaz de Aquino & C, Jose Rufino Cli-
raaco da Silva, Jose Ferreira dos Santos, Jose Do-
raingues Codiceira, Manoel Doniingues Januario,
Maria Joaquina dos Santos Abreu, Manoel da Silva
Morelra Radios e Carvalho, Thomaz Antonio Gui-
maraea.
Nada mais havendo o Sr. presidente encerroa a
sessao as 2 e meia horas da tarde.
Eu, Francisco Augusto da Costa, secretario; a
escreyi. Manoel Joaquim do Rego 4lbuquergue,
presidente.Jost Maria Freire Qameiro.Jost da
Silva Loyo Junior. Jost Cesario de Mello,Theo
doro Machado Freire Pereira da Silva.Bellarmi-
no do ii'po Barros.Jodo da CtfnKa Soares 6ti
maaaes.1):. Pedro de Athayde Lobo Moscoso.
bexigas.
estamos, nao
podemos deixar de toraar palpavel mais estamise-
ria do dsditoso escriplor provinciano.
Fajamos quanto antes uma confrontaeao.
No artigo, que esta seqdo agora respondido,
asiim se exprimo o dacantado escriptor:
a Nao contestamos a competencia do juiz de
direito de Iguarassii para forroar culpa aos indi-
ciado3 no attentado do engenho d'Agua, como
ineptamente infere o articulisla da refereacia de
nosso artigo a um offlcio do juiz substitute da
mesma comarca sobre aqu-.lle atteatado. Se nos
referim s a esse offlcio, foi porque delle se deduz
claramente que nem o promotor publico requerea,
nem a auloridade policial representou -acerea da
necessidade da prisao de Jos6 Chacon ; o que, na
hypothese, era essencial para que fosse feita a re-
qnisicao, com que se pretenie defender o Sr.
chafe de policia.
Agora vejamos o que disse o mesmo escriptor
no n. da Provincia de 14 do corrente e que nos
levou a denunciar a sua ignoraneia sobre a com-
petencia do juiz de direito de Iguarassii para for-
mar culpa no attentado Chacon e consegaintemen-
te ordenar ou requisitar a prisao preventive dos
nelle indiciados. Eis aqui:
t Ora, em vista desta disposicao de lei, clara,
terminante, positiva, o Sr. chefe de policia, excep-
tuado o caso de flagraute delicto, so podia preader
Jose Chacon, se a autoridaJe competente para a
formacao da culpa Ihe tivesse -requisitado a sua
prisao. Mas do offlcio do juiz substitute do Igua-
rassd dirigilo ao Sr. chefe de policia (falsidade -
ao presidente da provincia) com data de 10 do
corrente mez e publicado no Di'crrio de Pernambw
co do hontem, evidenciase' que nao nouve expe-
diQao de mandado de prisao contra Jose Chacon,
nem requisicao alguraa neste sentido, mas somente
a communicacao di attentado imputado a Jo-e
Cba:on e-de que o delegado de policia procedia ao
inquerito e outras diligencias necessarias e ten-
dentes ao descobrimenlo da verdade ; logo o Sr.
chefe de policia nao procedeu regularmente, ia-
friagio a lei, commetteu um censuravel excesso
do |urisdic;ao.
Ora, quern, em face desta ultima passagem, nao
pasmara de ver a tergiversacao do escriptor pro-
vinciano na primeira passagem transcripta, e nao
coneordara comnosco que elle ignorava absoluta-
mente a competencia do juiz de direito de lgua-
rasiti, para, na questao Chasoa, formarculpa c or-
denar ou requisitar prisoes, ao mesmo tempo que
attribuia essa comretencia ao juiz substituto, como
dalle propria e natural! Por certo quo nin-
guem.
. E' imperdoavel, e torpe, sem attenuacao alga-
ma, a desfacalez de um escriplor qae diz -iO
Sr. chefa de policia s6 podia prendcr Jose Chacon,
se a autoridale competente para a formacao da
culpa Ihe tive3se requisitado a sua prisao". Mas
do offlcio do juiz substitute evideocia-se que naO
hoove expedicao de mandado de prisao contra
Jose Chacon, nem requisicao alguma ; logo o Sr.
chefe de policia procedeu ir egularmente, infrin-
gio a lei; e ao depois grita : a Tirastes uma
i lacao inepta de nossa referenda ao offlcio do juiz
substitute ; se nos referiraos a esse offlcio, foi por-
que deile se deduz claramente que nem o promo-
ter publico requereu, nem a autoridafe policial
representou acerea da necessidade da prisao pr<5-
viade Jose Chacon.
No entretanto e ainda no recbago do que dedu-
zimos, e todos hSo de deduzir, das suas palavras,
que o escriptor provinciano recalcitra na sua
ignoraneia e confirma a nossa aprcciacao sobre a
sua referenda ao offlcio do juiz substitute de
Iguarassii; por quanto querer encontrar ncs?e
offlcio prova de que o promotor publico requereu
a prisio previa de Jo3e Chacon ou de qae a aute-
ndade policial representou acerea dolla,e most par-
se convencido de que ao juiz substitute de Igua-
rassii e que cabia requisitar ou ordenar a prisao
do mesmo Chacon e. por conseguinte formar-lhe
culpa : o que na hypothese e um erro palmar, se-
gaado ja demonstramos.
Tanto e verdade que assim pensava o escriptor
provinciano que, achando-se publicado o offlcio
do Dr. chefe de policia um dia antes de dar a luz
la pablicidade o sen artigo, nem se digaou le lo,
imitando-se apenas a procurar a prova da requi-
sigao no offlcio, do juiz substitute, que sendo no
sau conceito o unico competente para faze-la,
no caso de a ter feito, nao podia deixar de a ella
referir-se.
Qaem quer se elevar d\alturas de escriptor,
dispoado meramente de argumentos e conheci-
mentos icarios se ha de precipitar por forga e es-
borrachar-se.
Insiste o escriptor provinciano em dizer, sem
para isso allegar a menor razao do procedencia,
mesmo apparente, que a prisSo de Jose Chacon
effectuada pelo Dr. chefe de policia fora uma vio-
lancia. Sobre isso insiste o escripter provinciano,
suppondo que o juiz_ de direito de Iguarassii
nao requisitaria a prisao do pessoajalguma, senio
satisfeitas as exigencias legaes.
Ora, essa razao e de cabo de esqaadra sob o
ponto de vista para que 6 invocada, e so pode ser
procedente para convencer ao escriptor provincia
no, por quern foi allegada.de que a reqaisicao para
a prisao de Chacon, foi feita com observancia do
preceito legal; por quanto sobre a existencia da
requisicao dirigida pela auloridade competente,
nao deve haver a menor duvida, a vista da seguin-
te passagem do offlcio do Dr. chefe de policia ao
presidente da provincia, sobre a qual nada disse o
artkulista e que denovo transcrevemos : Pou-
co depois dessa minba resolugao, recebi o offlcio,
junto em original, do Dr. juiz de direito daouella
comarca, e em virtude da requisicao que me foi
feita, mandei capturar o alferes Chacon, que se
acha recoltndo a fortaleza do Brum desde o dia
9.
A passagem transcripta, digna de todo o credito
emqaalquer caso, ainda mais irrecusavel se torna,
por isso que vem exarada em um offlcio publicado
antes da accusacao formulada pelo escriptor pro-
vinciano : o que o impede bem s?u arrojo dizer
que ella foi escripta sem attencao a verdade dos
lactos e so para crear defeza.
Que a requisicao foi legal e o que nao soffre
duvida. 0 proprio escriptor provincia no declarou
que incapaaseria o iniz de direito de Iguarassii de
requisitar a prisao de quem quer que fosse sea a
observancia das exigencias legaes. Ora, a requi-
sicao foi feita pelo juiz de direito de Iguarassii;
logo o foi da accordo com a lei.
Agora consideremos a requisicao taxada de il-
legal, como ao depois a taxtu contradictoriam.mte
o escriptor provinciano.
Neste caso dislingamos : 1. mostremos a insu-
bsiatencii das razoes allegadas em favor da sup-
poata illegalidada da requisicao; 2. provemos
qua, ainda quando nao devidamente feita a requi
sicao pelo juiz de direito de Iguarassii (o que so
por hypothese admiltimos), ainda assim nenhuraa
accusagao procederia contra o intelligent^ magistra-
do qua dirige 'a policia, por Jiaver effectuado a
prisao.
Vamos ao primeiro ponto. Para isso principle-
mos por citar a disposicao do art. 13 1" da lei de
2Q de setembro de 1871, E/ assira :
qu
do. ou declaracao deste confessando o crime.
r Esta disposicao da lei foi, para melhor ser com-
rehendida e execulada, dividida em diias partes e
axplanada no* dous seguintes pont os do Reg. de
W2 de n jvembro de 1871:
Art. 29, principia.Ainda antes de inicia-
do o procedimeato da formacao da culpa ou de
quaesquer diligencias do inquerito policial, o pro-
motor pubfico ou quem suas vezes lizer, parte quei-
xosa poderao requerer, e a autoridade policial re-
preseatar, acerea da necessidade ou conveniencia
A? prisao preventiva do reo indiciado em crime
inafflancavel, apoiando-se em prova de que resul
tem vetiemeates indicios de calpabilidade, ou seja
conQssao do mesmo reo ou documento ou declara-
cJo de duas testemunhas; e feito o respectivo au-
teamento, a aut.iidade judiciaria competente para
a rormacao da culpa, reconhecendo a procedencia
d03 indicios contra o arguido culpado e.aconve
niencia da sua prisao, por despacho nos autos a
ordenara, ou expedindo mandado escripto ou re-
quisitando por communicacao telegraphica, por
aviso geral na imprensa ou por outro qualquer
modo que faca certa a requisicao.
Id. | !Indepente de req'uerimento da parte
accusadora ou represeatacao da autoridada poli-
cial, polera do raesmo modo o juiz formador da
culpa, julgando necessario ou conveniente, ordenar
ou requisitar, antes da pronun:ia, a prisao do ruj
de crime inafflancavel, se tiver collegido ou Ihe
for presente aquella prova de que resultem vehe-
mentes indicios de culpabllidade do dito reo.
_ E!as duas pa citado, nao contem mais do que a dispojigio do
art. 13 2. da lei, apenas mais desenvolvidameote
e forraando dous casos distinctos, ambos alias com
prehendidos naquella disposicao.
Quereado nos justificar a reqaisicao feita pelo
juiz de direito de Iguarassii para a prisao do Cha-
con, independent de requerimento da parte accu-
sadora ou de representaclj da autoridade policial,
ciiamos de preferencia o l. do art. 29 citado do
regulamento, deixando de citar a lei, por encerrar
esta indistinctamente mais do que a.hypothese de
que nosoccupa vamos, ao passo que aquelle faria
a questao. Demos por este modo como liquido que
o juiz de direito, satisfazendo as exigencias legaes,
isto 6, apoiando-se na prova de que falla a lei,
pode no caso de crime inalli.mcavel, em qualquer
tempo antes da culpa forraada, ordenar por raeio
de mandado ou de requisicao a prisao do delin-
quante, sem dependencia de requerimento da par-
ts accusadora ou do representacao da autoridade
policial.
Mas o escriptor provincia no, jogando com as
disposicoes da reforuu jujichria, como quem joga
com as dilferentes lettras do alphabeto seaa conhe-
cer-lhos o valor, nem saber combinal as, diz com
uma sem cerimonia adniravel que somos Irab^cil
ou cynico, quando assim pensanus.
0 fundamento desse rasgo de sapiencta juridic i
do notabilissimo escripter esta nas palavras do
citado 1 do art. 29 do reg. poderd ordenar ou
requisitar antes da pro.nu.noia a prisao do reo. Da
modo que diz elle : a a disposicao deste >6 0" ap-
plicavel a hypothese de estar inieiado o procedi-
meato da formacao da culpa. o
Qua fino tacto interpretativo 1 Que senso juri-
dico I .
0 artiguista da Piovincta, nao tem duvida, e
de pu so. Os dous artigos que ha escripto o con-
firmam.
Abstenhamo nos, porem, de elogios ao illustre
escritor, para dizer-lho que labora no mais crasso
erro. A expressao antes da pronuncia nada tem
de reslrictiva, nem implies a idea de formacao de
culpa comecada ; pelo ccnirario e lata e'tanto
se applica ao tempo em qae esta seadi forraada
a culpa, como ao em qae esta correnJo o inquerito
policial. Emfi.ii abrange todo o espaco, que vai
do corametlimento do delicto a senteuca de pro-
naacia exclusive.
A expressao antes d.i pronnncia, iasistiraos.
tem o mesmo valor que esta outra a antes da
culpa formada.
A leitura dos autores o prova a cada momeoto.
A propria lei da refjrm3 no art. 13 20, no qual
eagloba os dous casos da prisao preveotiva, em
viria-Jo de requerimento ou de representagpo e
por propria e espontanea deliberacao do juiz,
serve-se unicamente da phrase antes da culpi
formada, que.6 pelo respectivo regulamente inter-
pretada no seatido de todo o.tempo que decorre
desde a perpetraciio do crime iaafflan.avel ate so
faltar a seatenca de pronuacia.
Antes' da culpa form-ida quer dizer, antes de
quaesquer diligencias do inquerito pol.cial, duraa-
te o curso desse procedmnute, antes de inicia Jo
o processo da forraa;.Io da culpa, depois de inieia-
do esse processo e durante seu curso ate a sen-
tenca de pronuncia exdusive. Bem o confirmam
as seguintes palavras do art. 23 do reg. :
Aiada antes de inieiado o procedimento da
formacao da culpa ou de quaesquer diligencias do
inquerito policial.
Se 6 verdade, pois, que tudo isto c-xprime
Poderia aitso aifaarac a aas*a ,rcspo.-ta a per-
gaata do escriptor proa'ncia/io; mas por deforen-
cia a sua imbcclliiade', sompra 'Ilie diremoS que a
defeza do act.) do delegado, a quo flMevianamen-
te cliimou de illegal e violento, eta na seguinte
passagem do offlcio do mesmo dolagado : t Devo
aqui declarar a V. S. que o Dr. jiiiz de direito da
comarca com o Dr. promotor publico da mesraa
assistio ao intecaogalorio que aeabo de fazer aos
trea individuos que prendi, e approvaram as pro-
videacias que tomei para o um de realisar a cap-
tura dos mais delioqaentes
Esse tiecho bem deixa ver qae as prisoej, de
que falla o escriptor procinci>no, foram effectua-
das pelo delegado mediante as formalidades legaes;.
pois de outra sorte nao teria nellas consentido o
recto e illustradoir. juiz da d.reito de Iguarassii,
que approvou as medidas tomadas para serera el-
las levadas a effeito.
Diga-nos agora o escriptor provinciano: se es!a
ou nao convencido de que o Dr. C^rreia de Araujo
effeciuou muito legalmente a prisao de Jose Cha-
con? Responda-nos : se tiveraos ou nao razao,
quando alBrmamos que e nesta benelica e feliz si-
Uiacio o respeito a Ii-i, que serve de norma de con-
ducta a aquelles que sao. seus executores ?
Nao duvidaraos vernos com o illuslre escriptor
no mais perfeito accordo, pois que sempre trium-
pham a verdade e a razao ; e ate mesmo espera-
m is ouvi-lo confessar que, sob uma adu inistracao
moralhada e- morali?adora, como a do Exm. Sr. Dr.
Lucena, ludo recebe o baptismo da legalidade,
para garantia da ordem pubiica, seguran^a dos di-
reitos individuae3, pro^resto e desenvolviraentTiia
sociedade em que vivemos._______
TsisueiiCBEs a mm
Ao publico.
Protesto contra os injusios ep.thetos irrogados a
pessoa do Sr. Jose Virgolino em um artigo puoli-
cado no Diario sob a epigraph*Apprehensao de
um collegial.
Decl.ro ab respeitavel pnblico que a ida do raeu
filho para o e.-tado maior do qnartel de policia, no
que nada inlluio o Sr. Jose Virgolino, foi uma pro-
videncia moderada da autoridade poHelal, somente
em quanto se entendia com o raeu correspondente
0 Sr. Capitulino Candido Uchoa do Gusmao.
Agradeeo ao Sr. Jose Virgolino, cujo comporla-
mento illibado e costumes urbanos sao codhecidos,
a prudencia, que teve com o meu filho, qae con-
fessa qae par elle era bem tratado, e qae do mes-
mo modo sao todo3 or collegiaes.
R-cife, 22 da junho de 1871.
Manoel do Niscimenlo Vieira di Cnntta.
Club Popular
do Sr. bacharel
a phrase antes di culpa formada, nao o 6 menos
que igual valor tem esi'uutra antes da pronuncia,
pela qual e aquella substituida no reguiamento.
Fica assim exuberautemente provado que podia
o juiz de direio de Iguarassii requisitar a prisao
de Chacon ao tempo em qae o faz, isto e, antes de
comecado o procedimento da formacao da culpa,
mesrao sera requerimento da parte ac:usadora ou
representacao da autoridade policial.
Passemos adiante.
o Qaal a prova legal que servio de fundaraento
a requisicao da prisao de Jose Chacon antes da
culpa formada, perguota o escriptor provinciano,
se o juiz de direim seguado o offlcio do promotor,
publicado no Diario de Pernambuco de 13 do
corrente mez, limitouse a raandar avisar ao de-
legado afira de fazer as necessarias investigates
sobre o facto ?
Poderiamos respon ler a esta interrogagao, di
zendo jue nao e dado julgar do procedimento de
nma autoridada respeitavel e distincta pela sua
integridade por simples palavras da outra autori;
dade, que dando conta da cumprimento de sed
dever, incidentemente falla do que fizeram os
mais. Todavia nao nos limitaremos a Jsso, porque
com as proprias palavras do citado offlcio do pro-
motor podemos desmascarar a ma fe do preten
cioso vrovineiano, mostrando-ibe qoe daquelle
offlcio nao consta simplesmente que o juiz ae di-
reito se tivesse limit ado a mandar avisar o delega
do afim de fazer as necesarias investigates sobre
o facto.
Pelo contrario consta do mesmo offlcio que
no dia 8, pela manba, sub-equeate ao do attentado
do engenho d'Agua, comparecera o delegado,
depois do aviso do juiz di direito, e proced ra a
diversas diligencias, bem como autos de perguntas,
algumas das quaes em presenca do mesmo juiz
de direito, que de todas teve conbecimente. Sendo
entao presente a esta autoridade aquella prova da
qual resultaram veliementes indicios de culpabili-
dade contra Chacon e julgando ella necessario ou
conveniente, requisitou a prisao do mesmo Chacon
ao Dr. chefe de policia.
Abordemos o outro ponto dos doas que deixa-
mos estabelecidos, isto e, que ainia quando nao
devidamente feita a requisicao pelo juiz de direito
de Iguarassii (hypothese ), ainda assim nenhuraa
accusacao pode ser feita com procedencia centra o
Dr. chefe de policia por haver effectoado a prisao
de Chacon.
De facto, a reforma judiciaria, quando trata da
requisicao de prisao feita pela autoridade compe-
tente a autoridade po'icia.l, nao da a esta o direito
de examinar se a requisicao que Ihe e dirigida pre
cedera a prova exigida e aecessaria, bem como
nao dispOe que esta acompanne a mesma requisi-
cao ; pelo contrario o que e evidente e da propria
reforma resalta e que, feita a requisicao, uma vez
que o seja pela autoridade competente, deve ser
ella cumprida pela autoridade policial, sem mais
exame.
A lei em sea artigo 13 3* diz que para poder a
autoridade policial execatar a prisao do culpado de
crime inafflancavel, basta que para isso haja de
qualquer modo recebido requisicao da autoridade
competente.
0 regulamento fallando da reqaisicao, pela qnal
a autoridade policial, ou outra, pode effectuar a
pris5o, diz que ella tem lugar por communicac.ao
telegraphica, por aviso geral na imprensa ou por
qualquer ouf ro modo que a faca certa.
A esse respeito diz Carneiro da Rocha, escriptor
liberal, que e, tal a amplitude da reforma que se
pode fazer a requisicao de uma prisio ate" por ama
carta.
Pergunta-nos o escriptor provinciano como jasti
ficaremos as prisoes que communicou o delegado
ao chefe de policia ter feito, de tres individaos qae
disse elle fizeram parte do grapo assaltante.
Por nossa vez perguntamoa ao escriptor provin-
ciano se elle provou serem illegaes taes prisoee,
para pedif-nos que as justiGquemos.
Aiala uma palavra a respeito
iose Marianno.
Sua S." sahio-nos de encontro, primeiro, na
Provincia de 19 e depois neste Di.rio dc 20 do
corrente, a declarar-nos que, sera conhecer-nos
pessoalmente, nominalraente. nlo descerd a discu-
fir comnosco a questao do Club, pcrqne,-pala-
vras de S. S.*0 anonymoe um phantasmi,gaan-
do nao seja cousa pdor ; um sattead r que aeseja
feril-n de emboscada ; e que a homens taes TtCOm
menda se, npenas, d policia.
Como sempre, foi S. S.' desta vez precipitado,
irreflectido; primeiro, porque esqueceu uo. mo-
mento, que S. S." e proprietario de um jornai de
redaccao annuyraa, cujos artigo?, a pratexto de
opposioao politica, sio verrinas diffamatorias de
pessoas de preferencia a doatrinagao das boas
ide.sjondo a critica degenera em injuria ea
censura em insulto; que prega uma liberdade
selvagem desde que nao attende nem respeita a
responsabilidade individual
Segundo, porque a absolutividade de que se
re.^entem taes proposicSes. deixam vef a claro, que
S. S." apezar do titulo scientifico que ocondecora,
nao tem deste vocabulo anonymo a idea, que real-
mente Ihe corresponde. Vejamos:
0 anonymo, si alguns e, como S. 8." o diz. em
outras e justamente opposto ;' elle exprimeco-
bardia, quando nao signifies -heroica abnega^o;
e a calamnia e a injuria, quando nao e modestia,
a na virtude. E da-se ainda o seguinte: quan-
do o anonymo e o qae S. S.a, tio absolutamente
suppoe, e que realmente nao passa de um phan-
tasma, porque a ninguera prejudica, e S. S." tera
provas disso; mas quando nao, quando traduz
uma verdade, no dominio de mais de uma conscien-
cia, e manifesta a opiniao de muitos sobre um
facto percebido por todos, o anonymo e respeitado,
porque; entao, e a voz do bom senso.
Entretanto, attento o raodo de S. S.* vdr o ano-
nymo, forca e reconhecer, quo S. S." raao grado
seu, naturalmente, confessa que como proprietario
da Procmcla, acha-se S. S.a a frente de uma le-
giao de phantasmas ou de um bando do salteadom.
de emboscada, porque alii tudo e anonymo, ate
mesm > os grandes pnncipios.
Baldado esforco foi, e e sera o de S. S.1 a acas-
tellar-se no facto de haver combatido sempre de
viseira erguida, isto e, sob a responsabilidade de
seu nome expresso, a questao das eleicoes do Club.
E' isto raesmo o ponto mais vulneravel, que nos
offerece a couraca de independencia e dignidade
politica, de que S. S." julga-se revestido.
Sua S.* (i habil; ninguem Ih'o contesta. Sua
S.* commissionado pelo directorio para fazer vin-
gar na areaa do Club o estandarte do zacarianismo
contra a reaccao do liberalisrao popular, que de
certes tempos a catera sobresaltado o liberaiismo
theocraticooligarcha do dito directorio, a morrer
e a viverS. S." entendeu conveniente, no que
andou bem avisado, tornar do raodo mais patente
possivel, perante o Sr. conselheiro Zacarias, que
fora S. S." o learde escolhido para dirigir tao mo-
mentosa crazada.
As recommeBdacoas poderi?m falaar; ha ser-
vices tao importantes que, a deixal-os sem recom-
pensa possivel, e preferivel esqaecel-os; S. S.*
nao esteve por eventualidades; trabalhando pelo
directorio trabalhou tambem em separado, por si.
Ja ve S. S." que assignaado com seu proprio
nome todas as fulrainantes que arreraegou sobre
o Club, nem revelou coragem, nem independencia
politica ; se alguma cousa manifestoa foi que des-
confiava do mandanle e queria obrigar a gratidao
do velho idolo por documentos de inteira authen-
ticidade.
Do expendido deve S. S.* conclair que so nao
nos assignaraos pelo proprio nome, 6 porque n3e
estamos a service de pessoa alguma, mas somente
ao da exposicSo da verdade dos facto?, se ha
nisto um servieo.
Concluireraos assira: latnentamos que s. S.
fosse em tudo isso a victima espiatoria das trua-
nescas aspiraqoes do directorio, phantastico, camo
o chama o espirito raais livre desta terra, e que ao
suidar-se aquelle, qae nao e outro o caminho em
que vai, tenha o Club Popular o cuidado de sa-
pultal-o em sacrado ao menos, esquecendo que
elle peregrinou por este mundo a dar um passo
com Deus e outro com o sujo.
Um socio e/fectivodo Club.
COMMERCE
JUNTA DOS CORRETORES
Praoa da Recife, 99 de junho
de 184*4.
, AS. 3 HORAS DA TARDE.
COTAQOES OKFIC1AES
Cambio sobre Loudres a 90 div.2b' li8 d. por
UO00, do banco.
Dito sobre dito a 90 d[v 23 1[8 d. por 1JOOO,
sabbado.
Cambio sobre Lisboa a 3 d[v. 120 OjO de pre-
mio, do banco.
Cambio sobre o Porto a 3 drv 120 0(0 de
do banco.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
premio,
.ALFANDRGA.
Readimento do dia 1 a 20-
(dam do dia 21......
404:377*132
19:618/442
423:995/574
Descarregam hoje 23 do jnnho de 1874..
Vapor francez Ville de Rio de Janeiro merca-
dorias para alfandega.
Barca franceza FidtliU -* mercadorlas para al-
fandega e materias inflamaveis -para o
trapiche Conceicio, para despachar.
Barca ingleaa Wenifrid mercadorias para
alfandega.
K
ALTBHACAO NA PAOTA DOS PRBCOS DOS OENEROS
suretTos A Dntirros de kxpoatacao, ka semana
dr 22 a 27 ds jtcrao dk 1874.
Algodaoem rama ou \l 481 rs. o kilo.
Assucarmascavado 122 rs; o kilo.
CarvSj de pedra estrangairo, tonelada metrica
.-.
"

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J


~w *
' JMo 4efted4mbiiaD Ter^a ifeira 2S *de imiiil) A dftM
3

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out efl^BfoTbo rs. o
Ifo,
10
Cir*;)ds
Criaa-animal
AlfMefade
Kahatoa,
pprovo. Airandega de Pernarabuco, 20 de
buco, 20 de junho de 1874.
*
0 inspector
Fafrw 4. de Carvalho- Reis
t Import K$ft<>.
4 aper nacaonal fiururfa, entraJo dos
rtos do sul em 22 do currents e consig-
aado i coaqtanhia perawnbicana de nave-
garao costelra a-Tapor, manifestou :
Arguardente a barris.
Barricas vazias 20D.
Vinho 12 barris de'quinto, tudo a Pe-
raira Ywnna 4 C

fapar fanoez Ville do Rio de Janeiro,
eutrado dos portos d'Europa aa mesma data
nonaigoado a August) Frederico do 01 i-
Tdra A C, manifestou :
Carga do Havre,
Alvaiaic de zinco 20 barris a Mauocl
Alves Barboza, 2 a Augus to Caors.
Bagias e couros 3 caixas a H. J. Rober-
ta, brioquedos 1 caixa a J. Ramos & Ma-
chado, boncts 1 caixa a Penna Junior &
0. Boldes i caixa a Silra Cardozo & C.
Bijoterias 1 caixa a Penna Jonior.
Cartas dejogar 14 caixas aParente Vian-
ua Marlins, 3 caixas a J. P. Arantes, 2 a J.
Rocha & Silva, 1 a Mendes Lobo & C.
Confeitos 3 caixas a Amaral, Nabuco
4.C, I caixa a Penna Junior mizas 1 caixa a J. A. Pereira & C. Dita
e capas 1 caixa a Pereira Monteiro & C.
Ciiapeos I caixa a.Monteiro & Silra. Ditos
s perfumaria 3 caixas a Vaz & Leal, 4 a
Sibiuo Jose de Almeida Ditos e tecidos
3 caixas a Papjula & C. D tjS e cristaes 6
caivis a D. da S. Pinto. Caapas 3 caixas
a J. J. Azevedo. Couros 2 caixas a Pereira
Simdes A C ,1 a Monieiro Cregorio.A C,
3 i ordem. Dito e gravatas 4 caixas a P.
Simdes & C. Dito e papel 1 caixa a" or-
dem. Dito e tecidos 2 caixas A ordem. Dito
e miudezas ejoias 2 caixas a Joaquim A. de
Araujo & C. Dito, calgado 2 caixis ao
mesmo. Dito perfumaria e miudezas 2 cai-
xas a Parento Vianna & C. Cordas de mu-
sica e lunetos 1 caixa a P. E Roborto. Con-
servns 1 caixa a D. P. Wild & C. Choco-
late 1 caixa aos raesmos.
Dogas 5 volumes a Joaquim Keippo da
Cosla.
Fitas 2 caixas a Teixeira Leite Basto;. Dita
e couros 2 caixas a D. T. Bastos.
Linba 1 caixa a B. de S. Azevedo. Lico-
"res 30 barris aos consignatarios.
."liudezas 2 caixas a Clemente de F. Ta-
vares, 2 caixas aJJ. 11 >cba .& C. Diia o
s i caixas a J. Chris.iani & C. Dita
e calcados 6 caixas a Olinto Jardira & C.
iorcadorias diversas i caixa a Mondes
Lobo AC. 11 volumes & ordem. Ditae
miudezas 6 caixas a T. Leite Bastos. Mer-
caJorias diversas 2 caixas a J. da Rocha &
Silva, I a J. Nogueira de Souza, 1 a P.
Iriwfph, 1 a D. T. Bastos, 10 a Bourgard
I f.., 1 a Mendes Lobo \> C, 1 a J. Mot-
ta A C, 11 a ordem. Dita e miudezas 6
caixas a J. T. Leite Bastos. Marroquim 3
caixas a Gonjalves Irmao & C. Miudezas
1 caixa a Clemente de F. Tavares, 2 a J.
Rocha dr C. Ditae chapeos 4caixas a J.
Ctmstiani. Dita e caI<;ado 6 caixas a Olluto
V'rlim & C. Manteiga 60 barris inteiros e
10') meios a Magalhaes & Irmao, 2o e 30 a
iozo A Marlins, 20 e 40 a Joao Rodri-
- de Faria, 30 e 30 a Joaquim Jose
Leitao, 10 e 15 a J. Joaquim Alves &
C-, 05 e 105 a ordem, 90 e 175 a H. &
Labille, 10 e 12 a Jose M. da Rosa & Filho,
40 e GO a P. Jose da Costa Amorim & C,
50 e 100 a J. J. Goncalves Beltrao & Filho,
IS el5 a Manoel S. d'Amaral & C, 50 e
80 a Lebre & Beis, 15 e 15 a S. Guima-
raes & C, 20 e 40 a Souza Bastos & C,
30 e 60 a J. J. JRoJrigues Mendes, 20 o
M a Fernandes & Irmao, 25 e 30 a Joa-
quim D. Simdes & C, 25 e 50 a B. Thom-
son &} C. Moveis 7 caixas a Pacheco &
Azevedo.
Objectos de selleiro 2 caixas a Domingos
l'into.
Pimo 1 caixa a J. N. de Souza. Papel
5 caixas a Joaquim J. de Azevedo, 1 a Ot-
to Rohres. Dito e vidros 5 caixas a De
Laiiiiacar A C. Dito, couros e miudezas
2 caixas a D. T. Bastos. Porcelana 3 cai-
xas a P. A. Pereira &C, 2 a Pinto Gui-
raaraes. Plantas 1 caixa a F. M. da Silva.
Perfumaria 1 caixa a Von Schsten & C, 2
i ordem.
Oueijo 1 caixa a D. P. Wild A C.
Tecidos 1 caixa a Guimaraes A Irmao, 6
a L- A. Burle AC, 2 a D. P. Vild A C, 7
a keller A C, 3 a Gon$alles IrmSo A C ,
i a Carneiro A Nogueira, 4 a Monhard Mot-
tier A C, 1 a Cramer Fray AC, 2 a 0-
linto Jardim A C, 6 A ordem. Dito e miu-
dezas 3 caixas a A. Gibson. Dito e bot5es
2 caixas a J. Ferreira Junior. Dito e cal-
ado 3 caixas a Monhard Mettler A C. Dito,
cartas e confeitos 13 caixas a Vaz Junior A
G.
Vidros e pastilhas 6 caixas a Manoel A,
Barbosa.
Xaropes e perfumaria 7 caixas a Penna
Junior A C.
Carga de Lisboa.
Batatas 937 1|2 caixas a Silva Guima-
raes A C 100 a E. R. Rabello A C.
Cebolas 50 caixas a E. B. Rabello A C
Livros 1 caixa a Da Lailbacar A G., 1
J. Antonio S. Andrade,
Vinho 45 caixas e 10 barris de decimo
Silva Guimaraes A C, 20/10 a J. J. Gon-
calves Beltrao & Eilho. Vinho branco 5
pipas e 75 barris de quinto a Silva Gui-
maraes A C
DEWACHOS Dg.EXPORTACAO NO DIA 20 DE
ITOfHO DE 1W4.
fara oi tortot io exterior.
No navio hespaohol Presidenle, para Barcel-
ona, carre|oa : J. J. G. Beltrao & Filho 180 sac-
cas com 16,891 Irl kilos de algodao.
Ifo brigne ingiez William, para Liverpool,
carregou: L. J. S. Guimaraes 800 saccos com
60,000 kilos de assnear mascavado.
No vapor iagiez Fire Queen, para Liverpool,
earrefoa : Brathers & C. 51 saccos com 3,823
kilos de assucar mascavado; T. Christiansen 1,400
ditos com 103,000 ditos de dito ; J. F. Martins 149
d*os com 11,175 ditos de dito.
No patacho aaericano S. C. Evans, para
Liverpool, carreffoa : Carvalbo A Nogueira 550
saccos com 41,250 kilos de assucar mascavado :
para o CadaL P. Barbosa & C. 600 ditos com
45,000 ditos de dito.
No navio iagiez Hampton Court, pap Li-
verpool, carregoti : Carvatho A Nogneira 00 sac-
coa com MB) kilo* de aaaaear mascavado.
Na bssrea iogleza Wasefrti, para o Canal,
earregoa: P. Sarsosa k C !,* saccos com
92,175 kites do assoe&r mascavado.
No pattcha haspanbot Elvira, para b Bio da
Praia, carref on : A. Loyo 400 barricas com
, para Lts*
boa. unfgao :. F. It P. GuisHtes 1,109 ourol
rtga#weom 15,308-kffm.
Paraosportos do interior.
Para o Para, m baeca pcrtugao* Arabella,
carragmi: J. d-fe Bastos 20 barris com 960 iJgos
de agaardente:
Para o Acaracii, no vapor nacional Ipoftea,
carregou: Feraaodes 4 Irmao 1 barril com fta
lirros de aguardfcte : para o Ceafa, A. F. da C#U
1 dito com 9Sdns do alcool; 11. da Silva Fsria
& C. 1 barrioa cajn 110 kilos de assucar braosjo ;
M. A. Senna lOflitas com 617 ditos de dito ; P.
Barbosa & C. 10 diUs com WO dKos W dito rafl
nado.
Para Mosscro, na barcacaj Riachuello, car
regon : A. 0!ivoira 4 C. 1 bsifril com 46 litrol
aguardente. MMl
mm
CAPATAZU DA ALFMrOBSA
aendimentb dr. dia 1 a 20. 1*163*358
81,731 hihis de aasiMRf iJTar
carregou : FT^R.PTGaimaraos 115 saccos coil
para Lisboai
\Uuf dMHMWfe a,83. Aawiia t,
8,623
de assucar mascavado
area portugum Jtfffiravel,
VOLDMES SAB1U0S
No dia 1 a SO.....
No dia 22
frimaira pona.....
iegunda porta.....
Terceira poru
vhurta porU ......
Crapiche Ccaceicao .
12.483*937
18,023
88
36
29S
1,291
16,733
SERVICO MARITIMO
*J>*rengas descarreaadas no irtfiche da
alfandea :
No dia 1 a 2 20 ....
So dia 22. .....
36
RECEBEDORIA DE RENDAS INTi RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCc
tendimento do dia 1 a 20 43:393*759
dm do dia 22..... 5:523*065
48:918*824
CONSDLADO PROVINClAu
Rendimento dn dia 1 a 20 101:328*666
Idea do dia 22..... 10:279*504
111:608*170
rwtR i >iSLj
mmmmuM PORia.
Navio sahido no dia 2/.
MamanguapeVapjr n.cional Mandahu, com-
mandanto Marinho,. carga difTerentes generos.
Navios er.trados no dia 22.
Havre por List 6a li 1(2 do ultimo.Vapor fran-
cez Ville de Rio-de Janeiro, de 817 toneladas,
commandanto Fleury. equipagera 40, carga
varios generos; a A. F. de Oliveira & C.
Maceio e escallas5 dias, vapor nacional Curu-
ripe, de 222 toneladas, commandante Santos,
equipagem 17, carga varios generos; a compa
nlna pernambucana.
Navios sahidos no mesmo dia.
Acaracu' e portos intermedios Vapor nacional
Ipojuca, commandante Moura, carga difTeren-
tes generos.
AntilhasPatacho ingiez Andaluza, capitao James
M. Millan, em lastro.
Perto AlegreLugre brasileiro Rio'Branco, capi-
tao Joao Goncalves Reis, carga assucar.
AracatyHiate nacional Joao Valle, capitao An-
tonio Barbaza de Andrade, carga varios generos.
Observacao.
Os vaporos inglezes Elenburgh e Heberiha, en-
carregados da immersao do cabo'telegraphico, nao
tiveram communicacao oom a terra ; o segundo
ja seguio para a Europa,
dum
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em virtude da ordem da presideocia, de 19
do correate mez, mania fazer publico que vai a
praca no dia 3 dejulho proximo vindouro, peran-
te a junta da mesma thesouraria, a obra dos re-
paro; do empedramento e da bomba da varzea do
engenho Tapera, na estrada da Victoria, entre os
marcos 16 o 18,000 bracas, orcada era 3:245;$,
debaixo das coudicoes abaixo opiadas :
As pessoas quo se propozerera a esta arremata-
cao, comparecam na sala das sessoes da referida
junta, naquella data, ao meio dia.
E para constar se mandou fazer publico por
este jornal.
Secretaria da thesouraria provincial, 20 de ju-
nho de 1874.
0 official-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clau-ulas especiaes para a arrematagao dos repa
ros do empedramento e da bomba da varzea
do engenho Tapera, na estrada da Victoria, en-
tre 03 marcos 16 a 18,000 bracas.
1' Os reparos do empedramento e da bomba
serao executados deconformidade com oorcamen-
to, da importancia de 3:245*.
2* 0 arrema'tante dara principio a obra no pra
zo de 15 dias, e a concluira no de tres mezes.
3a 0 pagamento sera effectuado em tres presta-
cues iguaes, a propor;ao do trabalho execntado,
sendo a ultima c dilinitiva 15 dias depois de sua
conclusao.
I* Para tudo mais que nao se achar especifica-
do, sera regulado pelo que dispoe o reguiamento
de 24 de fevereiro do corrente anno.
Jaboatao, 9 de junho de 1874. 0 eagenheiro
interino, F. R. Lieutier.
Conforme. Liiz Salazar Moscoso da Veiga
Pessoa.
Conforme. M. A. Ferreira.
Fernandes 61,6
Dita n^ff Aalaio Pereira de Qlivei^y
h'1
P. la thesouraria provincial se faz publico
que foram transfcridas para o dia 3 de julho pro-
ximo vindouro, as arrematacoes segainles :
Poate sobre o rio Serinhaem, no lugar Pao-San-
gue, orcada em 9:570*.
Fornecimenio dos' medicamentos e utensis pre-
cisos a enfermaria da casa de detencao, e ferra-
gens da illuminacao da cidade de Olinda.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 20 de junho de 1874.
0 offlcial-maior,
Miguel Aflonso Ferreira.
Man. 37, 0 mamno.
Tranrssta do Livrasaento n. 41 0
m smo
Larga do Rosario a. 10. Antonio Mar-
lins FernMdes
Travessa dos Expostos n. 2. Anto-
nio Jose Moreira e ontros
Sanlo Amaro n. 32. Antonio Jose" e
Faria Lras
Becco drnatrrz n. 7. AMonio Jose
Pinto
Calabonco Velho n. 4. 0 mesmo.
' UrsiMfil(**ia *9- mesra*
- "rYafve^safll ffatrit ft. 16. Albiao^ff-
se Ferreira da Cunlia
Coronel Suassuna n. IS. 0 raesaao.
DiU n. 17. O mesmo
Travessa dos Quarteis n. 14. Anto-
nio Diogo da Silva
Calabouco Velho n. 9. Antonio Aa
Cunha Soares Guimaraes
Dita n. II. 0 mesmo.
Travessa do Calabouco n. 1. Antonio
Brochado Soares Guimarles
Beuco do Calabouco n. 6. 0 mesmo.
Dita n. 8. 0 mesmo.
Dita n. 10. 0 mesmo.
Dita n. 13LO mesmo.
Barao da Victoria n. 20.
Dita n. 24. 0 mesmo.
Dita n. 34. O mesmo
Becco do Calabouco n. 30. Antonio
Rodrtgues Pinto
Dita n. 26. Antonio Jose ConWido
Duque de Caxias b. 41. Annunciada
Alves Camello da Silva
Dita n. 49. Antonio GoBcalves de
Azevedo
Dita n. 63. Antonio Ferreira da Sil-
va Maia
Dita xl 68. Albino Jos6 da Silva
Dita n. 84. 0 mesmo
Barao da Victoria n. 21. Antonio Joa-
quim dos Santos Andrade (resto)
Dita n. 63. Antonio Coelho de Sa e
Albuquerque
Dita n. 4. Antonio de Moraes Gomes
Ferreira
Dita n. 6. Antonio dos Santos Oli-
veira
imperador n. 65..Antonio Francisco
Pereira
Barao da Victoria n. 25. Albino da
Silva Leal e outro
Livramento n. 38. Os mesmos
Imperador n. 22. Anna Joaquina da
Conceicio.Teixeira ?
Larangeiras n. 15. Antonio Maia COr-
. tes
Dita n. 13. Antonio Antunes da Silva
Dita n. 68. Anna Theresa do. Sacra-
mento
Larangeiras n. 26. Antonio Jose Dias
Dita ns. 16-4. Anna Maria da Con-
ceirao
Trincheiras n. 25! Antonio Slmoes de
Almeida
Dita n. 28. Adelia Josephina Pereira
de Mira
Paulino Caraara n. 3 Antonio Gomes
de Araujo
Dita n. 11. Antonio Jose Ene3 Braga
Mathias de Albuquerque n. 12. An-
tonio Jose Ferreira Refinador
Paz n. 6. Alexandre Jose da Silva
Estreita do Rosario n.43. Pa ire An-
tODio G<>ncalves Ferreira e Silva
Travessa das Cruzes n. 14. Antonio
do Azevedo Villarouca
Livramento n. 12. Antonio Monteiro
Pereira
Dita n. 32. Antonio Henrique Rodri-
gues
Dita n. 36. 0 mesmo.
Fogo n. 27. 0 mesmo.
Dita n. O mesmo
Marcilio Dias n. 12. Anna Franceli-
na da Cunha
Fogo n. 23. Antonio Martins de Car-
valho & Irmao
Dita n. 26 Herdeiros de Antonio Joa-
quim da Costa Figueira
Travessa do Carmo n. 3. Antonio de
Paiva Ferreira
Dita n. 2. Antonio Joaquim de Sou-
za Ribeiro
Largo do Carmo n. 14. 0 me3mo
Travessa da Bomba n. 13. Antonio
Duarte de Figueiredo & C.
Largo de S. Pedro n. 2. Anna Maria
de Paula Cavalcante
B
Largo de S. Pedro n. 31. Bernardo
Alves Pinheiro
Ilha de Carvalho n. 35. 0 me3mo.
Dita n. 0 mesmo
Roda n. 18. 0 mesmo.
Dita n. 33. 0 mesmo.
Travessa dos Expostos n. 14. 0
mesmo.
Duque de Caxias n. 35. Bernardo Al-
ves Pinheiro
S. Francisco n. 11. Bernardo da Sil-
va Costa Campos
Larga do Rosario n. 34. Barttiolomeu
Francisco de Sonza.
Larangeiras n. 5. 0 mesmo
Becco da Matriz n. 17. Ba'bina Fran-
cisca de Araujo Costa
Dito do Calabouco n. 40. Bario de
Campo Alegre.
Barao da Victoria n. 67. 0 mesmo.
Larangeiras n. 18. 0 mesmo
Santo Amaro n. I. Barao do Livra-
mento.
Caes 22 de Novembro n. 2. 0 mesmo.
Imperador n. 3. 0 me3mo.
Dita n. 5. 0 mesmo.
Dita n. 7. 0 mesmo.
Marqnez do Herval n. 19. Filhas de
Bellarmino do Rego Barros
Barao da Victoria n. 59. Barao de
UHnga
Imperador n. 12. Barao de Aracagy
Livramento n. 20. Bernardo CorrCi
de Rezende Rego
Paz n. 2. Bernardo Jos6 da Costa Va-
lente
n.G
d
Gt^rmiro.Se- ^ ,
J
*W'
. 1
2LJ6J) Jri
39,638
I
598,238
6,343
177,3ir
6,343j
wanimM
ffi. i71-Waald0 A,ex*#&f
, ^iQcaeuaaafUp^ailiaLulza Lo
'pes >* fsjWl/l
Paz n.24. Dr. Este/ao Cavalcante *e
Albfjque+tiae 119,4 ifr-
I
0 procurador fiscal da thesouraria provin-
cial de Pernambuco declara aos devedores de an-
Karelcos collocados em suas casas pela Companhia
ecife. Drainage que lhes flea marcado o prazo
improrogavel de 30 dias, a contar da publicacao
deste, na conformidade da lei n. 891 art. 53, para
solicitarem na seccao do contencioso as respecti-
vas guias, afim de recolherem seus debitos, certos
de que se nao o fizerem dentro deste prazo, pro-
ceder-se-ha a cobranca judicialmente, pablicanlo-
se para isto a relacSo dos devedores abaixo trans-
cripta.
Seccao do contencioso provincial de Pernambu-
co, 9 de junho de 1874
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Relacio dos devedores da Companhia Recife Drai-
nage que deixaram de pagar sens debitos rela-
tives ao seinestre findo em junho de 1872.
Campo das Princesas n. 3. Anna Urn-
belina Goes de Miranda flfi23
Dito n. 3 Antonio Marques Ferraira 3^625
Raa de Jo*> do Rego n. 14. AufSsto
Ferreira Pinto 1:174,190
'S. Francisco n. 35. Anna e Armia-
do 21,730
Roda n 46. Antonio Jose Rodrigues
de Souza
Imperador n. 79. O mesmo.
Fogo n. 50. 0 mesmo.
Travessa dos Quarteis n. 19. 0 mes-
mo 539,812
Roda n. 20. Anna Thereza do Sacra-
mento 115,531
Dita n. 32. Dr. Antonio Joaquim de
Moraes e Silva
Dnque de Caxias n. 4. 0 mesmo.
Trincheiras n. 42. O mesmo.
Estreita do Rosario n. 18. 0 mesmo 868,529
Roda n. 15. Antonio Joaquim Tava-
res Rodovalho 97,531
Dita n. 19. Adelina Marlnha Falcao B.888
largo do Paraizo n. to. Albino Jose
Leite 78,448
C
Joao do Rego ns. 1820. Desembar-
galor Caetano Jose da Silva San-
tiago
Ilha do Carvalho n.' 19. Dr. Clemen-
tino Jos6 Ferreira da Co ta.
Dila n. 23. 0 mesmo.
Dita n. 23. 0 mesmo.
Dita n. 12. 0 mesmo
Largo do Paraizo n. 11. Custodio Jo-
se Vianna
Larga do Rosario n. 27. Capella dos
Prazeres de Guararapes.
Duque de Caxias n. 94. A mesma
Travessa dos Quarteis. Clorindo Fer-
reira Catio
Santo Amaro n. 2 A. Companhia dos
trilhos urbanos do Recife a Caxan-
ga
Duque de Caxias ns. 2-26. Casimiro
dos Reis Gomes e Silva
Dita n. 26. Carlos
Primeiro de Marco n. 9. Claudino
dos Santos Vlegas e ontro
Bario da Victoria n. U. Corbimano
de Aquino Poaoeca
Trin:heiras n.-15. Cndl4o Affonso
Mtorelra
Dita n. 33. Gonvento do Carmo do
ftecito
Dita",n. 34. Claudino Jose de Mello
P. Camara n. 29. CandHo Christo-
vio e Adolpho
Fogo n. 37. Clara Rosa Monterro
D
Barao da Victoria n. 36. Herdeiros
de Domingos de Sa Peixoto e ou-
tro
Imperador a. 54. Domingos Jose da
Costa e ontro
Travessa das Flores 29. Herdeiros
de Domingos Rodrigues Barbosa
M- de Albuquerque n. 5. Herdeiros
de Dominges dos Passos Miranda
Largo de S. Pedro n. 4. Dina Candi-
da Rangel
Duque de Caxias n. 11 Demiogos
Jose da Costa Amorim
G
Larga do Rosario ns. 8-6. Emilia
Ferreira.
Barao da Victoria n. 11
584,622
47,1
113,2
,080
62,230
39,500
294,101
50,000
338,187
127,313
37,688
179,939
133,000
462,666
139,063
19,668
192.288
' 124,979
312,9:8
2,144
120,729
60,000
104,417
84,979
54,229
299,625
12,687
77,230
990,625
235,300
25,300
81,000
1,842
329,120
93,730-
432.833
M{itXCm':*&&l u JMI07.774 Instpucqao Publica.
.SJUEnjllia A
da
te
ips
jur-
454,314
465.646
432,736
K
Ls^eita do Rosario n. 10.
De .EsteVSo CaValeirflM _
it querque 136,688
V
Campo ds Princezas ns. 1113.
Francisca Emilia fle Albuquerqie
Maranhao 63,905
Dita n. 15. Monsenhor Fraacisco
Munk Tavares 57,500
Dita n. 54. Viuva de Francisco Ri-
beiro Pirea. ifTl
Travessa do Livramento n. 3. A mes-
ma
S. Francisco n. 65. Francisco Jbsfr
Vianna.
Paulino Camara n. 15. 0 mesmo
Roda n. 52. Herdeiros de Francisco
Ferreira Gomes de Moraes
Travessa do Marquee do Recife n. I.
Francisca Thomazia da Conceicao
Cunha.
Larga do Rosario n. 1. A mesma.
Primeiro de Mar$o ns. 1016. A
mesma.
Caes 2J de Novembro "o- 6. A mes
ma. ,. .
Imperador n. 18. A mesma
Duque de Caxias n. 81. Francisco
Maia Cortes.
Larangeiras n. 28. 0 mesmo
Estreita do Rosario ns. 57. 0 mes-
mo '
Larga do Rosario 38. Fraacisco
Pieto da Costa Lima
Travessa doe Quartoia a. 29. Felix
Pereira da Silva I f i |. I
Dita u. 39. Francisco JaCobina da
Silva
Calabouco Velho a 17. Francisco Jo-
se da Costa Ribeiro
Santo Amaro n. 12. Francisco Fer-
reira Borgej j
Duque de CaxUs n. 80 Franciscd
Ignacio TinOto do Souza.
Fogo n. 41. 0 nesmo
Barao,da Victoria n. 7. Herdeiros de
Francisco JoseBarbosa
Dita n. 8. Francisco Jose da Silva
Guimaraes e outro
Imperador n. 1. Fizenda Provincial
Dita n. 4f. Prancelina Maria de Oli-
veira.
Dita. A mesma
Dita n. 50. Francisco Tavares Lima
Travessa da Bomba n. 8. Francisco
Tavares de Lima
Tiiucheirasn. 17. Francisco Moreira
Fragozo e outro
Dita n. 29.-Francisco Jose de Olivei-
ra Junior
Dita n. 10. Filho de FdicUno.Joaquim
dos Santos
Paulino Camara n. 38, Fratcisca Lui-
za de Mello
Trincheiras n. 46. Herdeiros de Fran-
cisco Dias de Oliveira
Esireita do Rosario n. 23. Francisco
Jose
Dita n. 4. Fructuoso Martins Gomes
Dita n. 20. Francisco de Souia Bar-
cellos e outros
Largo do S. Pedro n. 6. Herdeioo3 de
Francisco Joaquim das Chagas
Coionel Suassuna n. 7. Franciico Al-
ves Monteiro Junior,
Travessa do Carmo n. 11. Francisco
Jose-dos Santos
G
Duque de Caxias n. 69. Guilherrto
Augusto Rodrigues Sette
1 de Marco ns. 5-3 Gnilhorrae da
Silva Guimaraes e ouiro
204,435
105,888
102,281
1:070,686
29&,557
193,313
93,218
89,468
64,625
249,815
130,400
269,770
44,938
322,812
318,690
6,343
193,500
101,636
398,121
813,893
105,781
18,188
131,500
50,000
50,000
87,688
232,439
18,375
557,218
I 90,781
14,098
I 11,409
80,813
114,009
j84,75f
! 89,34
Barao da Victoria
se Tavares
n. 52. Jenuino Jo-
BI
274,750
209,250
2,114
160,36
16,479
114,729
116,419
388,230
297,718
90,747
233,218
396,343
84,339
75,739
37,230
63,439
236,875
Secretnrta da thesooraria provincial d&Peraara-
baco, 20 de jonho de 1871.
... ... -. oflicial-maior,
____________- Mignel Affonso Ferteir* _
Sociede Propagadora da
Foi transferida a escola de insirucgao primaria,
creada pelo craselho de S. Jose, da rua Praia do
Caldeireiro para a de Dias Cardoso, outr'ora Cal-
deireiro, n. 24, onde 6s interessados se poderao
dirigir, das 9 hora's da roanha as dnas da tarde:
fflatricula gratis para todos.
Esse conselho, apezar dos entraveis qne tem cn-
^Mntrado, nada ha poupado para tornar nma rea-
lidade a grandiose idea da edusacao do povo pelo
povo.
Amanha ha reuniao desse conselho na casa e
bora do costume.
Juizo dos feitos da fazenda.
Ksrrivao Bandoira
Sexta-feira, 3 de julho proximo futuro, depois
da audiencia do Sr. Dr. juiz substituto, as II bo-
ras do dia, ira a prsca por vends o segoinle :
A ea?a terrea a rua do Padre Floriano n 39,
com 29 palmos qnartos, cozinba fora, quintal murado e cacimba,
avaliada em 1:200*, para pagamento da execu-
cao da fazenda provincial contra Claudina Marti-
nba do Sacramento.
Idem a rua da F.oresta, em Olioda, com 24 If*
palmos de frente, 57 de fundo, 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha fora, quintal em aberto, avaliada em
300*, part pagamento da exeencao contra, herdei-
ros de Jose Lucas do Espirito Sant >.
Idem a travessa da Levada, no Monteiro, com 2
janellas e 1 porta de frente, 42 palmos de fundo,
21 ditos de largnra, X salas, 2 quartos, cozinha
f6ra, quintal em aberto, em mao e3tado, avaliada
em 400*-, para pagamento da execucao contra Fe-
lippe Santiago Pereira.
Idem na estrada do Arraial, sem numero, com
30 palmos de frente, 54 ditos de fundo, 2 salas, 4
quartos, cozinba '6ra, pequeno terraco, em mao
estado, solo proprio, com um pequeno sitio, ava-
liada era 1:500*, Dara pagamento da execucao
contra Joao Jose de Albuquerque.
As casas sejnintes : no largo do Salpadinho,
sem numero, com 37 palmos de frente, 80- ditos
de fundo, 2 salas, 4 quartos, eozinha fora. estri-
baria, quintal em aberto com arvoredos e cacimba,
terreno foreiro, avaliada em 2:000*.
No Ingar da Torre, sem numero, com 2 portas
de frente,, 24 palmos e 3 pollegadas de largura, 54
ditos e 6 dilas de comprimento, 2 salas, 2 quartos,
cozinha fora, em tnao estado, avaliada por 6fJ0*.
No lugar denominado Agua-Friaj n. 1, com 62
palmos oe comprimento, 35 de largura, 2 salas, 3
quartos, 1 gabinete, cozinha fdra, grande sitio
com coqueiros e baixa de capim, solo foreiro a
Santa Casa de Misencordia desta cidade, avaliada
em 3:500*, para pagamento da3 execucoes contra
herdeiros de Henrique Gibson.
Recife, 19 de junho de 1874.
0 solicitador da fazenda provincial,
J. Firmino Correa de Araujo.
COMPfiNHIA FEUHain OE
Tendo o governo da provmcia resolvido^ prohi
bir o transito publico pda ponte da Boa-Vieta, o
trajecto dos carros desta companhia durunte o
temoo da construcgao da. nova ponte sera feito
pela rua do limerador, ponte de Santa Isabel e
rua da Aurora em direccao as diversas linhas :
comecando esta alteracao a vigorar de hoje 20 do
corrente em diante.
Recife. 20 de junho de 187T.
0 gerente,
G. A.'Schmidt.
nfeottpaahados dos /eaptctlte* a pagar alem da reuda, o pisjsllu 4% quantta eut
rae (or segaro o predie que coMiver estabeleo-
mento comreial, asessa nemo o servico da lira-
?eza e precos dos apj
SeCreiana da sant;
afa, 17-d8 6aroli
PeSre
Consular provincial
MmtWatrmf, ^nc d
eomec
Pete admifli.-lrp
faz pteW*ibiwWp?envfl
1* de joabo vindouro por diante comeca a correr
o prazo te 30. dfes olBi% fttf|aAi ;fip artigo 91
do regalameato de 15 M^M BiW42 para a
cobranca a boeca do cofus. 4b 2ssemestre dos im-
postos da deckpa urbane, 5 9(0 spiwa bens4* mao
morla, e 0 rs-. por litro de-agoaMeefe edimtnid?.
na provincia, ao corrente- exercicio de 1873 a
1874, incorrendb na multa de 6'0/0 aqoelles dos
contributes qn?os nio saisfizerem nesse prazo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 de
maio de 1-74. mLm -
0 admtrati ador,
irneirt Mj
Aot^io Car
lacllado Rtos.
1/
a;0
3."
4..
Roda n. 9. Hospital de caridade.
Travessa dos Quarteis a. 8. 0 mesmo.
Largo dos Rosario n. 24. 0 mesmo.
Travessa do Calabouco n. 2. 0 mes-
mo.
Becco do dito n. 18. 0 mesmo.
Duque do Caxias n. 57. 0 mesmo.
Cabuga n. I. 0 mesmo.
Dito n. 3. O mesmo.
Barao da Victoria ns. 27-41. 0 mes-
mo.
Dito ns. 57 48. 0 mesmo.
Imperador n. 24. 0 mesmo.
Mathias de Albuquerque n. 22. 0 mes->m.
Marcilio Dias n. 8. 0 mesmo.
Taavessa de S. Pedro n. 2.0 mesmo
Livramento n. 24. Hermegildo Seve-
riano Goncalves
Duque de-Caxias n. 10. Heleodoro
de Aquino Fonceca
Caes de 22 de Novembro n. 40. Her-
menegilda Candida da Fonceca
Soares
Imperador ns. 4749. A mesma
Marcilio Dias n. 6. Hospital de mise-
ricordia de Angola
3:984,486
5-5,148
93,124
569,679
132,000
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
S. Francisco n. 13."Ignacio Fernandes
Eiras
Roda n. 5. Ignacio de Sa Lopes Fer-
nandes Q _
Coronel Suassuna n. 13. 0 mesmo
Roda n. 28. Irmandade das almas
de Santo Antonio.
Coronel Suassuna a J3- A mesma
Largo do Paraizo nr 9. Irmandade
de S. Pedro.
Largo do Rosario n. 5 A mesma
Largo do Paraizo n. 23. Irmandade
do Rosario de Santo Antonio.
Estreita do Rosario n. 9. A mesma-
Fogo n. 3. A mesma
Larga do Rosario n. 9. Irmandade
de Nossa Senuora da Conceifuo da
Escada tn .
Travessa dos Expostos n. 10. ir-
mandade do Senhor Bom Jesus dos
Passos
Becco do Calabouco n. 6. Irmandade
de S. Benedicto
Barao da Victoria ns. 49 -al.Ittnan-
dade de Nossa Senhora da Concei-
cao dos Militare
Dita n. 53. Ignacio Nilnes Ferreira e
oufQ8 ._',
Caes Si de Novembro a. 4?, Isabel
Maria da FonceVa-'Seares.
Imperador a. 51. A nesn
Trincheiras n. 7. Isabel Maria Pa-
difta
Dtti"tv. 6. Isabel Maria Theodora e
ontros
Paolino Camara n. 17. Isabel Fer-
reira Baiftar
Estreita do Rosario n. 38. Irmanda-
de do Senbor Bom Jesus das Por-
tas tivfl JiLs 4
Coronel Suassuna n. 11. irmandade
de Nossa Seafeorartfa Conceicao d
Beberibe t
Travessa do Queisnado n. 3. Ignacio
Francfaco Cabral Canunil
( Conttnuar-se-ha)

6,343
232,062
87,313
167,936
260.071
89,281
108,031
96,033
391,834
979,083
413,968
91,614
41,000
47,563
134,750
2,114
67,500
No dia 23 do corrente, pelas 12 horas
da manha, terd lugar no escriptorio da
compsnhia, rua do Cabuga n. 16, a arre-
matacSodos chafarizes e bicas, porbairro,
n3o se admittindo proposta3 que compre-
hendarn mais de um bairro, e nem por es-
paQO maior de um anuo. Os Srs. licitan-
tes podem comparecer core seus fiadores ou
declaraQ5o dos mesmos no mencionado dia,
ou antes no respectivo escriptorio, onde me-
lhor poderao informar-se das condigoes do
contrito d'arremataQao ; devendo ser essas
propostas cm carta fecbada. Declara-se aos
Srs. licitantes que o pagamento sera* feito
em sedulas.
BASES- SOBRE AS QUAES SE DEVE
LASQAll.
Bairro do Recife.
Cbafariz e bica do caes do
Apollo. Dito da rua do Bom
Jesus. Dito da praca de Pe-
dro I. Dito ebica do Forte
do Mattes.....-........... 18:50055000
Bairro dc Santo Antonio.
Chafariz do largo do Car-
mo. Dito do largo de Pedro
I. Dito do largo do Paraizo.
Dito da rua do Marquez de
Herval Dito da rua da Con-
cordia................... 23:500^000
Bairro da Boa Vista.
Cbafariz do caes do Capi-
baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova de San-
to Amaro. Dito da rua do
Principe. Dito do largo da
Soledade. Dito da caixa d'a-
gua dos Pires. Dito da praga
doConded'Eu. Dito da rua
de S. Goncalo. Dito de San-
to Amaro das Salinas..;... 19:502)5000
Passagem da Magdalena.
Chafariz do largo do vivei-
ro. Dito entre duas ponies.
Monteiro.
Cbafariz dessa povoacao.
Apipucos.
Chafariz dessa povoacSo..
Escriptorio da companhia do
19 de junho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
toslilirti) AKtattrliigfee e fifegra-
Bavera- sessSo ordinaria quinla>feira, 25
do corrente juobo, peiaa It horas da ma-
nha.
ORDEM DO IA.
Expediente.
Pareceres de commiasoes.
Propostas indicates'-ereqaerimeritbs.
Materias adiadas e o tnais q*e oc-
correr.
Secretaria do Iostituto, 22 de junho de
1874. '
No impedJmento do secretart'o pejpetuo.
Sauvaaor Henrique D'AL.*QiJERQtjE,
2. secreterio^______
Juizo da provedoria.
Por este juizo, escrivao interino Guimaraes, ira >
a praca no dia 25 do corrente mer, floda a au-
diencia do Df. juiz substituto Oliveira Andrade.
as dividas do inventario do AnMtiio da Silva Mala,
na importancia de 16:367*667, avaliadas por
2:400*. Os pretendemtes serao esclarelsielos pelo
escripto em mao doporteiro dos auditonee.
Recife, 22 de junho de 1874.
0 escrivao interino,
_______Joao Til urcio da Silva Guimaraes,
COMPAXUIA
dos trillion urbanos do Recife
Oliuda e Bcberibe.
Hoje, 23 do corrente. have-
ra do Recife para Olinda
am trem, tocando em tojlo*
os ponlosda linba as il 1|2
horas da noite e de Olinda
para o Recife, as 12 Ij2 ho-
ras da .manha de 14.
Escriptorio da companhia, 23 de junho de 1874.
0 gerente,
L. J. de Mirrada.
A.o calcado trance *
loja
DO BARATEIRO.
Luzo-Brazileira.
De ordem do Exm. Sr. presidents convoco to-
dos.os Srs. Bocios, para a sessio de assemblea ge-
ral no dia 26 do corrente, as 6 horas da tarde, pa-
ra di^cussao do projecto da reforma parcial dos
estatutos. *
Secretaria do conselho fiscal da sociedade ue-
nencente Luzo Brazileira, 23 de jQnho de 1874.
Andie M. Pinheiro,
_____1 secretaria________
Companhia Fidelidade
Seguros maritime^ e terrestrcs
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres, a premios raz^aveis, dando noa
ultimos o solo livre, e o setirao anno gratulto ao
-egurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Ru3 do Apollo 51 _____
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas. Mechanicos e Libe-
raes.
Tendo resolv;do a sociedade proceder a eleiQio
dos membros da directoria que ha da funccionar
no anno social de 1874 a 1873, no dia 28 do cor-
rente. scientifico em tempo a todos os socios, par
que aquelles que se aeham atrazados em suas
mensalidades se ponham em dia, afim de poderem,
de conformidade com a constituicSo, tomar parte
na referida elei(So.
0 1 secretano,
P. P. dos S.ntos.
4595690
201(5000
133^000
Beberibe,
438,814
m
W
i>mffl)is.
SANTA CASA pAdHSEBJCORDIA DO
RITIFF
A jWlla-aidrartlBtraliwi.*? fHU' dasa e ;Mi-
ricordia contiaite a reoebj* |reus para
oecimeotode oaraea vqrtMma,., tadpa
imeatos a eaa cargo, dnsaata o tn
the ajetasafero viadaur^eijhsak das
las 3 horas da tarde do dalei do
5- Socrularia 4a*mta-6asa
Pfdro Rodrigues de fiouza
^thesonraria provincial. ie ,h
fttte
aSrre
dos Monies.
aria provincial se hi publico
_a pat^o *a 3 mfrfmhe proximo
*efi%Hba*aptta o povoado
SANTA CASA DA M1SER1C0RD1A DO
RECIFE.
A Rlma. junta administrativa da sanu casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico qn
aa sala de suas sessoes, no dia 25 de Junho pe-
las 3 horas aa tarie, tem, de ser arrematadas a
qnem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos predios em seguida
deelarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jos6.
Casaterrean.il........201/000
Raa de Santa Rita.
Idem n. 32........*3WO00
Ciuco Pontas.
asa terrea n. 114......36M3O0
Raa da ViraoSo
Idem n 74 .'.. 24UOO0
Raa de Antonio Hennqnes. ^
idem n. 16 .....- W*00C
v Rua do Vigario.
l. aodar do eobrado n 17. 251000
Eojaidem;.......,- 375/000
PATRIMONId pOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
\JJum. lerrea h. 16, ... *9#000
Becco das Boias.
Sokrado a 18 ...... 4SUOO0
Rua da Cruz
Sbbrado n. 14 (fechado). 1:000/09
IRua do Pilar.
Cala terre* n. 160 ".....KI/OOO
Rua do Amerim. iM.AAA
W n.T34 ....... 1M*
Rua daGuia. .,.
Horn p./S*........*006
Os nretflndentes deverao apresentar no acto as
ltetfbUcJo aflrtaeflaM", w wopawcerea
A.rmazens da companhia per
nambucaua.
Seguros contra o fogo
A companhia pernambucana, dispondo de ex-
jellentes e vastos armazens em sen predio ao for-
te do Matlos, offerece-03 ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servaoao das raercadorias depositadas, servico.
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediaote preyio accordo, ex-
el usivamente os generos de um* so pessda.
Estes armatens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramc-nte novos e asphaltados, isentos de
supim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
uazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com quern
tratar.
Secretaria do gymnasio provincial de Per-
nambuco, 20 do junho de 1874.
For esta secretaria se declara aos pais, tutores e
procuradores dos alumnos deste instituto, que do
dia 22 do. corrente principia a correr o prazo de
oito dias, dentro do qual sio obrigados a pagar a
pensao dos raesmos, correspondente ao terceiro
trimestre do corrente anno.
0 secretari1,
Celso Fertunano Fernandes Quintella.
De ordem de Ilim. Sr. Inspector da the3oa-
raria de fazenda publico, para conheeiraento des
interessados, que a praca annunciada para o dia 17
do corronte, para a arreraataijito do fornecimento
de objectos de expediente desta repartlcao, duran-
te o semestre de julho a dezembro do correnie
anno, eque nao pode ter lugar por causa de con-
curso que se esta procedehdo, sera eflfeduada a
27 deste mez. 1 ^,
Secretaria da these urana de fazenda de 1'ernam
buco,. 19 .le junho de 1874.
0 2 escrivao servindo de secretario,
Carlos Jeaode Se*za\ Correia.
*
2 batalhao de infanteria.
0 conselho economico deate batamSo contrata
para fornecimenio das pra^ai arranchadas, no 2'
semestre do corrente anno.oS genew* seguinttes :
arroz pilado, kilo ; assucar branco e mascavinho
refinados, idem; bacalhao, idem ; cafe em caroco e
moido, idem; came seeca e verde, idem ; manteiga
ingleza e franceia.idem ; mitao braaco pilado do
Rio de Janeiro, idem ; toucinho de Lisboa, idem ;
farinba demahdioca (da terra), litro ; feijao mula-
tinho e preto, idem ; azeite doee e vipagre de Lis-
Ma, idem ; lenha, achas ; ew ae 113 e 230
grammas: previnese aos ooacurrenles quede-
vem apresentar suas propostas em csrtas fechadas
as 10 horas da manha do dia 26 do^corrente nejia
secretaria, que os geaeros serSo todos de 1'qua-
lidade e postos no artel Por c001* do contraun-
te, e que nao sedmitte propostas que tao conti-
verem exolieineBte os Pref9 e tod*s *3 decla"
S neceSTsobre a aoalidade dos mesmos
8eSecrtiria de referido battlWo, no quartel das
Cinco Pontas, 23 deidnhode 1874. .
JoSo Bapltsta de Siqueira,
Afteres gecrtUrlo,
" AbMINISTRAtAO DO* ddMSIOS DM.PER -
KAMBUCO; 23 DE JUNHO DE 1874
Malaa a expeHIKae hoje (*;
Pele vapor francei Ville to *ft&**gr<)J e?ta
admihistracXo expedira Mas plra o Rao de Ja-
neiro em airettufa. ,______
Recebem-se lornaes, impfessos 8e analqner na-
tureza, e cartas a registrar, e. i hora de tarde.
r
-
-


.A"
Diario de Pernambuoo Terca feira 23 de Junho de 1874.
11 hans, e estas ate 11 1|J,
O administrator,
fttaaiio do Rego Barres.
CIRCO EQUESTRE
NO
MS PRINCEZAS
GOVPUUBRISIiilRJI
DIRECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
A1ANHA
fnrtalein U de junho.
Variado espectacnlo
1|9 koras da tarde
constara dos melhores traba-
Mi
St
arista pernambucano Joao Ter-
rarilhis.
arabe Algibran executara no
i saltos, nunca visto por ou-
eapttaL
p*em iri fclii> Rolando Angico Jequitiba
ha fen prafcfios em diversos trabalbos.
O riilain 4a palluco nio deixara nada a de-
Jar a besa rapaziada commercial.
Os kcbeles veade-se no circo.
PRECOS.
Eatrada geral UOOO
Cadearia 21000
Jk'm i| bara* da tnrde
mm
BBEZI-UW PEHANTE
Quinta-feira 25 de junho.
.%* S i| her as da noite,
1.* representacao
do drama maritimo em i actcs :
iSeihora da Bonanca.
Theatro Santo Antonio.
O artista Flavio Wandeck, tendo encontrado na
i das pesmas qne convidou para o seu be-
, graaie deejo de qae este fosse bo theatro
ladnsin, resolveu, com a acquiescencia do
n eatprezario, leva-lo a effeito de accordo
os deaqas de sens amigos e protectores, o
I ten lagar qainla-feira 25 d j corrente.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
WavegafSo coatelra a vapar. -
Fernando de Noronha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra pan o porto acima
no dia 1* de julho proxi-
mo ao meio dia.
Recebe carga ate o dia
30 de juoho, encommen-
das, passageiros e dioheiro a frete ate as 11 bo-
ras do dia da sahida: escriptorio bo Forte do Mat-
tot a. 11
Companhia de naveajacffo a va-
por bahlana, limitada
.Macei6, Peuedo, Aracajii e Bahia
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 34 do
corrente o vapor Marquez
dtCaxias, o qual sabira
para os portos acima no
dia seguinte ao da sua
chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dinheiro a frete
Ageotes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
37Rua do Bom Jesus57 .
Pacific Steam Navigation Corapanj
ROYAL MAIL STEAMER
CHIMBORAZO
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia 5
de julho, e depots da
demora do costume
seguira para Liver-
pool tocando era Lis-
boa e Bordeos, para onde recebera passageiros,
encommendas, carga e dinheiro a frete.
Nao sahira antes das tres horas da tarde do die
de sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14PRACA DO COMMERCIO14
Rio-Grande do Sul.
PATACHO
Recebe eargi a frete para
tratar com Amorim Irmaos &
o referido porto :
C.
jias de varios gostbs, ob-
jectoa de ouro e prata, me-
sas para jantar, diversaa
miudezas, transpa rentes
para janellas, 1 carro de 4
rodas para o servicp da
alfandega, machinas de
costura, camas de ferro,
loutja de porcelana para
, almocp e jantar, crystaes,
relogios de algibeira, pa-
rede e cima de mesa, e
muitos artigos do uso do-
mestico que seraovendi-
dos a tr6co de sedulas ve-
lhas
ao correr do marteUo
uora
as 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
lt>-Rua do lmperador-16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Agente Pestana
2 quartos, bom quintal plantado e ca-
cimba.
SEXTA-FEnU 3 DB JULHO.
/A'sll horas da manha
No escriptorio a* rua do Bom Jesus n. 53.
0 agente Pinho Barges, autorkado, tender* em
leilao o referido sobrade por conta e risco de quem
pertencer.
Qoalquer eselarecicneDto relativo, omesmo agen-
te pode dar.
AVISOS DVERSOS
Bom
negocio.
Vende-se ou arrenda-se o grande predio
de um andar e sotao, sito na rua do Bispo
Coutinho, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas boas salas
de frente, um salao no sotao, seis quartos
espacosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-se prepara-
do com todos os moveis iodispensaveis a
uma grande fa m ilia, sera" assim vend id o ou
sens os moveis : a tratar nesta tvpograpbia
ou na rua da Unifio n. 49, sobrado, atraz do
paco da aseemblea.
E' urgente.
Na rua da Uniao q. 49 compra se um
lenco, com labyrintho ou grade, obra muit'o
boa, para uma encommenda.
LEILAO
30 balas de papel
DE
de embrulbo,
Maranhao.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o hiate Olinda, por ter a maior pane
da carga prompta : trata-se com os consignata-
rios Joaquim Jose G ncalves Beltrao & Filho, a
rua do Commercio n. 5.
AVISOS MARHTIMOSfl
0
Rio de Janeiro
de seguir com muita brevidade o brigue na-
/safcrf, tem pane de seu carregamento en-
; e para o resto que Ihe falta, trata-se com
uanaigBalario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
r^a m Bom Jesus n. '>7.________
ARACATY
\m *iur para o porto acima o bem conhecido
Teteiro hiate Flor do Jardim ate o Dm da se-
aau idoara p^r ter parte do carregamento
pte, e para o_re 31, com Joao Jose da Cunha Lages, ou a
leoa o rajstre, em frente ao trapiche Dan-
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
COlUMViaiA BitASILE1RA
DE
i\AVEGACAOAVAPOR
f'oiios do sul
avariado
as 11 hv.ras da manha
0 ageote Pinto fara leilio, por autorisacao do
gereme do consulado de Franca, em presenca da
seu cbanceller por conta e risco de quem per-
lencer, de 30 balas de papel para embrulho, via-
das do Havre, avariadas a bor^o da barca france-
za Santo Andre, na sna ultima viagem a este por-
to : o leilao sera effectuado as li horas do dia
acima mencionado, em frente a porta do trapiche
Conceicao.
Na rua da Uniao.n. 49 precisa-se fal-
lar, a negocio de seu interesse, com a Sr.*
Anna Joaquina Theodora, viuva de Ma-
noel Jos^ Tavares, a qual morou em fins do
anno de 1873 na rua Imperial; assim como
ise deseja fallar, tambem a negocio deseu
interesse, com a Sr.a Maria Delphina, viuva
de Joao Baptista de Luna.
Precisa-se de 5:00U4 a juros, por um anno
dando-se era garantia escravos em valor muito
superior, a contento : quem convier tal negocio,
deixe carta fechada no escriptorio desta typogra-
phia, ou a rua de S. Joao n. 7 e 9, com as iniciaes
A.C
LEILAO
E' esperado dos portos
do none ate o dia 28 do
corrente e seguira para
os do sul depois da de-
mora do costume.
Portos do norte
CB tB<.i:iHS fill \K
COMF1 Mill PRiyCEZA DE NAVE:
GACAOA VAPOR .
LINHA ME.XSAL ENTRE 0
aTre. Lisboa, Pernambuco, Rio dc
terra, (Santos Momonlc na \ <>I-
Nuntevideo, Bueaos-Ayres,
baldr':to para o Rosario)
STEAMER
IlLLE DE RIO DE JANEIRO
CaaaaaandanCe A. Fleury
Segue viagem hoje ao
meio dia para o Rio de
Janeiro ate o Rio da Pra-
ta. Rel tivamente a fre-
te?, encommendas e pas-
sageiros, trata-se com
OS COSSIGNATARI0S
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
-Rua do CommercioEntrada pela rn
do Torres.
E' esperado Jos portos do sul ate o dia 27 do cor-
rente e seguira para os do norte depois da de-
mora do costume.
Para carga.. encommendas; valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Ceara, Macao e Mossort.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ter.alguma
carga engajada e para a que lhe falta, trata-se
com os eonsignatarios Joaquim Jose Gonealves
BellrSo &. Filho, a rua dQ Commercio n. 5.
Leilao
Rio de Janeiro
Fan e indicado porto segue com poucos dias
de deaaan a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a aaaior parte de seu carregamento engajado,
9 para a resto qne Ihe falta, trata-se com os con-
eiaaatarios Joaquim Jose Gonealves Beltrao |4{Fi-
afco^ rra d >'-immfTcio n. 5.
leal companhia de paquetes in-
glezes a vapor.
Ate o dia 26 do cor
rente, espera-se da
Europa o vapor in-
glez Boyne, comman-
dante"F. Reeks, o qual
depois da demora do
caatBaae, seguira para Buenos-Ayres, tocando nos
: r- da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
>e dia i% do corrente espera-se dos portos do
-fii o vapor iaflea Neva, commandante West,
- ^aal depois da demora do costume, seguira para
SoBdunpka, toeaadd nos portos de S. Vicente e
Laboa.
Para aaasaceas, fretes, etc., trata-se na agenda,
raa da Coanerdo n. 40.
DE
7 caixas com paixe, 4 barricas com cigarros (pa-
pel amarello), 1 factura de fogo, como sejam :
pistolas e cira sol, para fechar contas
TERCA-FE1I1A ^ 23 DO CORRENTE
Ao tueio dia eiu ponto.
No 1. andar da rua do Vigario Thenorio
n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco do quem pertencer, dos objectos
acima menck nados para fechar contas, em um
ou mais lotes, a vontade dos compradores
Hoje
AS 12 HORAS EM PONTO.
No primciro andar da rua do Vigario The-
norio n. 11.
DE
100 aucoretas com azeitoaas, 10 caixas em quar-
tos com sardinhas, 88 caixas com'figos, sendo
caixas de 8 libras, 16 ditas com ditas, sendo
caixas de 4 libras
Hoje
AS 11 HOHAS EM PONTO.
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fandega
0 preposto do agente Peslana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 100 ancoretas
com azeitonas, 10 caixas em quartos com sardi-
nhas, 58 caixas com figos, sendo em caixas de 8
libras, 16 ditas com ditas, sendo em caixas de 4
libras, em um ou mais lotes, a vontade dos com-
pradores
TERCA-FEIRA 23 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, de'fronte da al-
fandega.
Agente Pestana
LEILAO
DE
300 caixas com charutos regalia de la Rei-
ne, para fechar contas
HOJE
as It horas em ponto
NO 1. ANDAR DA RUA DO VIGARIO THE-
NORIO N. 11.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de 300 caixas
com charutos regalia de la Reine, em um ou mais
lotes, a voutade dos compradores, para fechar
contas.
TERQA-FEIRA 23 DO CORRENTE
As 11 horas em ponto
No 1. andar do sobrado da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
ESSENGIA
CONCENTRADA
DE
Premiada nas expo-
sieoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALIIA DE
T*i7iTN i <"i
*a Prpminrti
Pharmaceutico
Premiada qa expo-
sicao de Vienna d'Aus-
tria.
Pela
escola do
Successor de
Paris
ARISTIDE SA1SSET E.
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do saogue. sem mercurio.
A Essencia de Caroba 6 um remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cora de todas as molestias que teem a sua origem na impnreza do sangne,
como sejam : as mcleslias Syphiliticas, Boubaticas e Escrofulosas, Rheumatismo, Ehpikgens, Dab-
tros, Ulceras, ErIjpcSes, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produzi 'o a i:-.<-n< Iji de Caroba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadaniente experimentaaa, a tem feito adoplar eomo um dos medicamec-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de utureza syphilitica e
boubatica.
A cada frasco acompanha uma instruccao para a maneira de usar. '
Pomada anti-darlrosa
Contra as affeccoes cutaneas, darthros, comichSes, etc., etc.
I'Dguenlo de lamha
Para cura das bonbas, ulceras, chaga3 antigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
RODQUAYfiOL InMAUS, SUGGESSORES
Botica Franeeza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
Precisa-se de uma ama
ara cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Estalos
para sortes, a i>00 rs. o cento
Caxias n. 37, loja.
na rua Duque de
PREPARADO POR
Leilao
Para
Mr
a Bahia.
referido porto segue com brevidade o
.trf**r, por ter grande parte da carga
a o resto qne The falta, trata se com
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
aa raa da Baa Jesus n. 57.
' OMPANH1A PERNAMBUCANA
DE
larecaeda eoatelra a vapar.
*4JUBTBA,!ATAL, MACiO, MOSSORO', ARACA-
rT.ClARA, MASDAHC E ACARACL''.
0 vapor Ip'juea
commandante Moura
seguira para os por
tos acima no dia 2!
do corrente mez, as 5
boras da tarde.
carga aid o dia SO do corrente, encom-
i a freie e passagens ate as 2 ho-
do dia da sahida : scriptorio
a* Matlos m. 11
LEILAO
DE
moveis, lougas, Vidros, crystaes, ouro, prata, bri-
lbantes, miudezas, perfumarias e 1 cofre inglez,
prova de fogo
Hoje
A's 11 li2 horas em ponto
No primeiro andar da rua do Vigario The-
norio n. 11.
0 preposto do ageute Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de moveis, loucas,
vidros, crystaes, ouro, prata, brilhantes, miudezas,
perfumarias e muitos outros artigos qne se torna
enfadonho menciona los.
TERQA-FEIRA 23 DO CORRNETE
as li 1|B horas
No primeiro andar da rua do Vigario The-
norio n. 11.
DE
146 barricas com farinha de trigo, avariada
Hoje
ao meio dia
0 agente Piato fara leilao, por conta e risco de
quem pertencer, de 146 barricas com farinha de
trigo, avariada. vindas de New-York no navio S. it.
Collymoro ; o leilao sera effectuado no dia e hora
acima determinados, no armazem dos Srs. Joao
Quirino de Aguillar & C, no caes do Apollo.
LEILAO
DE
um carro americano, mnito leve e peqneno, com
arreios e lanternas, proprio para medicos, em
perfeito estado de conservacao
COMPANHU
PERNAMBUCANA
DE
a vapor.
ISCALAS, rEHEDO E ARACAJU'.
0 vapor Comripe, com man-
dante Santos, seguira para
es portos acima ao dia 30 do
earreate is 5 boras da tarde.
Recebe carga ate o dia 27,
encocimeodas, passageiros e
ale as 2 horas do dia da sahi-
iFanedolUttosn. 11
pelo agente Martins
Em frente do armazem da
Feira Semanal
A'S 11 HORAS DA MANHA.
LEILAO
DA
tavern a n. 21 do pateo do Terco, era lotes, a von-
tade dos compradores
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 11 horas da manha
pelo agente Martins.
Agente Pestana
leilao
DA
armagaa, generos e mais utensilios da ta-
vern a sita i rua dos Martyrios n, 8
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
as i 1 horas da manha
0 preposto do agente Pestana fara leilao d'ar-
macao, generos e mais utensilios da taverna sita
a rua dos Martyrios n. 8, em um ou mais lotes, a
vontade dos compradores. 0 balan^o acha-se em
mao do referido agente para ser examinado pelos
conenrrentes do leilao.
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A's 11 horas.
Casa para alugar.
Aluga-se uma propria pan taverna on outro
qualquer estabelecimento, na rua do Barao de S.
Borja, antiga do Sebo, n. 23 : a tratar com Joao
Martins de Barros, a raa da Madre de Deus n. 22.
Ao ^'r. fiscal da Boa-Vista.
Pergunta-se ao Sr. fiscal se a lei de fechar as
vendas nos domingos e dias santificados, e so
para ter vista das portas fechadas ou se 6 para
nao vender bebidas espirituosas ; pois se 6 para
nao vender, o Sr fiscal da Boa-Vista nao cumpre
com o seu dever, que algumas vendas de Santo
Amaro das Salinas, fecbam as frentes e ibrem os
fundos dos referidos estabelecimentos e vendem
no seu real socego e paz; sem terem o menor
sobroco de serem multados, como marca a camara
municipal.
Alguns gue na retaguarda nao teem portao.
'.'i Aliigasepor arrendamento de 3 a o annos
uma excellonte casa e sitio, collocada em ura dos
melhores arrabaldes de-ta cidade, cora accomrao-
dacoes para grande familia por ter 6 quartos, 2
boas salas, saleta para engommado, cozinha, opti-
ma e abundante agua .de cacimba, tanque, etc.,
tendo a facilidade de transporle na linha dos
bonds ou machambomba : a tratar com Graciliano
Octavio da C. Martins em a sua pharmacia a rua
do Queimado.
Agua ftorida de Hurray stt Lan-
nian.
Existe por certo uma qualidade altamente sani-
taria, suave e deleitavel na deliciosa fragrancia
desta agua popular que de tao grande ornamento
serve ao toucador.
Ella como por encanto nos faz lembrar o dulcis-
sirao inceuso florido de verao ou a iraiiacao de um
favortto lora de rausic'a antigo, o qual por ventura
nos faz recordar aquellas scenas ja passadas, du
rante os quaes ouvimo-lo pela vez primeira, E'
espintualisante e delicado como o aroraa da ge-
nuina agua de Colonia, e com tudo o seu perfume
e mais profundo e duradouro e a sua fragrancia
nunca muda nem enfraquece, como acontece com
os mais perfumes extrabidos e compostos de oleos
volatis.
As senhoras as quaes geralmente soffremde do-
res nervosas de cabeca, Ihe dSo a preferencia a to-
da e qualquer uma outra applicacao local, como
ura excellente meio de alliviar as dores ; e em qua
lidade de um perfume para o quarto de um doente,
e elle por sem duvida eminenteraente refrigerante
3 agradavel.
BARTHOLOMEO & C-
Pliannaceutieos da casa real de S. I. F. el-rci de Portugal
Premiados em diversas exposicoes com. o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xarope vegetal americano, garantido puramente vegetal, niio contem em sua composi-'ao
umso atomo de cpio, e sim somente succos de planlas mdigenas, cujas propriedades beneficas na
cura das molestias que pertencem aos orgaos da respiracao, tem sido obscrvadas por longo tempo pe-
los medicos mais dis^inctos que o recotnmendam e prescrevem todos os dias no tratamento das bron-
chites, tanto agudas como chronicas, asthma, toss:3 rebeldes, escarros desangue, pbtvsica no primti'-p
grao e contra as irri!a;oes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Ruakirga do Rosario 34
Paris, 36, Rua VIvienne, D'
IHiMi.M MriDnCIX SP0CUL
DEPURATIF
in SANG
PLUS DE
COPAHU
Grande feira
DE
mobilias, pianos, 1 Undo
guarda roupa, aparadores,
com pedra e sem ella, car-
teiras, bonitos quadros
dour ados, com Unas gra-
vuras, guarda louca, es-
tantes para livros, secreta-
DE
56 caixas com cebolas
Quinta-feira 2S do corrente
A's 11 horas
Na porta do armazem do Sr. Annes,
fronts da alfandega.
0 agente Dias, competentemente antorisado, la-
vira a leilio, no dia a hora acima designados, 56
caixas com cebolas novas, nltimamente chegadas
a este porto.
em
BAS EHFWMIDADAg DBS SEXOABS, AS OTBCfOI
i:'T1BK T ALTBBACOrS DO SAHOUE.
~130,000curas dastwpJa-
I geni,pui(ulas, herpes,
[ antj comixoet, acri-
1 monia, e allerfoes, vU
__\ciosas do sangue, vi-
rus, aueiucoes ao sangue. (Xarope vegetal
um mercurio). Hepm-a tl ie|eui
aasasa BBsaaap tomao-se dons por
semana, seguindo o tractamemo Depurattvo :
mpregido nas mesmas molestias.
I Este Xarope Ciiraeto de
Iferro de CHABLE, cora
limme'diatamente qual-
Iquer purgacao, rela-
\xacao, t debilidad*,
e iciulmente os jtuxos e floret brancas d
Blheres. Esta iuieccao benigna emprecuM
om o Xropo de Citracto de ferro.
Beaion-aMaa, Pomada que as cura ems dill.
m POMADA ANTIHERPETICA
Contra: nas affeccoes cutaneas e conixoei.
^PILWLAS VEGETAES DEPURATIVAS
* aaUe, cada frasco vrai accompahade
da BB folheto.
AVISO AOS SRS. MEDICOS.
I Cora rail 1*11,
coqutluchti,
mrvcuu sus dos bro
chit i Ut*at mt diusem
I da fiu>; buU o donl
aau eolh rohdw detts xarope IV Foaerr.
m as, aaia *b Hiu, raw titit aa,
Deposito botca Franeeza
22 Rua da Cruz 22 .
Sirop du
^FORGET
;Novo leilao
Do um sobrado n.' 80, sito i rua do Viscon-
de da Pelotas, (outr'ora Aragao) com as
seguintes commodidades : 9 salas, 2 qura-
tos e cozinha, patimento terreo, I saU e
O % l VO<- \ iiO
AIobso de Albuquerque Melln
incambe-ie de promover cobrancas amigavel
on jodicialmente, assim como de outros negcios
concernen'.es a sua profissao, nos lugares proxi-
mo* 4 linha ferrea, e nos outros termos proximos
a esta cidade ; para enjo auxilio tem o annun-
ciaate solicitadores habilitados e probos, respon-
sabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do que lhe for confiado.
Mediante modico honorario acode aos cbmados
para diligencias ou consultas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de appellacdes ante
o tribunal da relacao. F6de ser procurado de
meio dia as 3 horas da tarde em seu escriptorio
tprua do Deque de Casiaa n. J7.
INJECCAO DO DR. 1ALTERRE
Da faculdade de medicina cle Paris, cavalheiro
da legiao de honra
UiNIOA
SOBERANA E 1NFALI.1VEL.
A bleunonhagia, ou purgarao, e uma inflammatao do canal da uretra, occasionada a maior
parte das vezes pela comniunicacao irapura. Nao e uma nffeccao geral, que de lugar, como a sypli a
accidentes secundanos. E' uma affeccao puramente local. EfTectivamente, os nedicamentos que ha
muito tem sido applies dos interiormente cot,tra esle mal, laes como a copahiba, cubebas etc., nao tro-
duzem effeito senao communicando as ourinas algumas das suas ccmposicoes, que, pela sea passag'm
atravez do canal, se tornam uma verdadeira injecgao.
Para que sera necessario carregar o esiomago com cfss prcparajocs nauseabundas e repug-
uantes ? para quee preciso fatigar os inteslinos com a sua accao uritante ? A resposta e simples :=
Nao se tinha ainda descoberto umamistura que, introdnzida directamente norana), produzisse osmes-
mos effeitos sera temer maos resultados. As injeccoes tao fa!ladas ale aqui, conseguem fazer parar a
purgafao, porera pela irntacao consecutiva que produzem no canal, sao uma ameaca permanente de
aperto, affecgao rauijo mais terrivel-que o mal que se pretende curar. Eis aqui porque a maior parte
dos medicos,, recusam, com ra?ao, de as empregar.
Presentemeote, este fundado temor nao existe. A injeccao que nos apreseii'tamos -ao pnblico,
que conta dez annos de bons resultados, nao interrcmpiJos.nao e irritants. E' anti bleunorrhagicn
em toda a exteosao da palavra. Queremos dizer e a causa do mal, que ella destioe, decompondo cs
elementos da purgacao e tonificando a mucoza e as glandulqs d'onde provem a sua origem. A sua
appl cacao nao e dolorcsa, e se uma ligeira impre-sao se segue a sua introduccio, essa impressao
6 de pouca dura, e segue-lhe uma sensacao immediata e nao desagradavel. 0 seu tratamento nao
precisa do cenhum outro auxiliar para fazer parar em muito pooco tempo as purgacoes, ainda mais
rebeldes.
Quasi sempre basta um so frasco para z cura, pois naj nos consta que bouvesse purgacao que
resistisse ao emprego de dous.
SENHORAS
Ha muito tempo que as Dores brancas, leucorrheas, etc., tem sido censideradas nas senhoras co-
mo causal, a censtituicao anemica, que na linguagem vulgar Ihes chamam pallidas cores, quando el-
las sao ao contrario, a causa do enfraquecimento, e pobreza do sangue. D'ahi provem o erro qne
muitos medicos coromettem ainda, de tratar do estado geral, em "lugar decuidardoestade local, que e
a causa dos symptomas geraes. Nao e lugar proprio este de tratarmos ihecicaaente o facto qne
avangamos, mas acreditamos que basta aponta-lo para qde.todo o modico consciencioso reconheca o
eu valor.
A nossa injeccao tende sempre a suspender esses corrirreDtos sempre rebeldes a qualquer me-
dicamento; mas para obter esse resultadoe preciso que seja dada com o maior cuidado, e que pe-
netre Me nas mais pequenas pregas da mucoza, pois que e ao fundo da mucoza que esta a causa da
affeccao. Nos convidamos as pessoas que recomrem a nossa injeccao, a servirem-se, de preferencia
a outra qualquer, da seringa direita, fo.mada de um tubo de vidro do qual a extremidade redonda
tem alguns buracos. Estas seringas tem sobre ys outras a vantagera de abrir largamente a vagina, e
por toda a mucoza em cootacto com o liquido injectado, condicao indispensavel para a cura.
Duas colheres de sopa da nossa injeccao lancadas n'uma quantidade d'agna snfflciente para er>
cher a seringa, bastam para uma injeccao, que deve ser repetida tres vezes por dia.
A nossa injeccaae propbylatica, isto 6, evita o mal. Uma so injeccao basta, depois de om con-
tacto suspeito, para por ao abrigo de todo o receio de doenca.
. DEFCSXTO ITO BR&SXL '
BARTHOLOMEO & C.
34 = Rua larga do Rosario=34
PERRAMBUCO.
PHOSPHATOdeFERRO
Be IEBA8, pliBrraaeeuUto, DOUTOR EM SCIENG1AS.
Todos os ferruginosos conhecldos ate hoje, produzem grandes irritaooes e prisSo de venire,
ou porqueo estomago nSo pode supportal-os ou entao he que necessltto do succo gastrico
para assimilar-se ao or^nismo. O que hoje recommendaraos ao publica he um liquido que
nao tem gosto nem sabor de ferro, nSo ennegrece os dentes, e como se nwi"*'l* imme.
aiatamente, nao produz nehum dos maos effeitos que acabamos de citar,
A cura he bapida e cbrta nas cores pallidas, chlorosbs, e debu-idadss, ella regulariza a
MBwgTBOACAO e ajuda vigorosamente as convalbscencas difficeis; em uma palavra 6 o panacea
certo de todas as molestias qite tem por origem a pobreza do sangae, e o remedio msds
energico para reanimar as forcas debilitadas pelas fatigas oupelosardoresdoclima,
CURA RAP1DA
PELO
Enxaqueoas, DOres de Cabeoa, Nevralgias
Be SRiaAlllT
INGAoa INDIA
e ;
PBARMACBDTIC03 EH PAWS.
Basta provar uma vez este medicamento para se ficar convencldo da sna efficacia, Uma
so dose, diluida em um pouco d'agua-com assucar, faz desapparecer as mais das vexes a
mais violenta enxaqueca ou nevralgia. E" por este moUvo que elle fot admUUdo na nova
pharmacopea franeeza publicada pelo gevemo.
Depositos em Pernamkucp FBRBBIRA/JIAU t C'; M.-A. BABJOZA, 0 nas prtBv
cipa.es phannacias de Portugal e do Brazil,

v|
*i
\
L
V



Diario de Pernambuco Terga. feira 23 de Jiinho de 1874.
JAIWDASftiNTAS
Veaiara n. S (Capuoga)
MW8 MEOWAMEMOS
potein*i vasos.de I a II **?"*?? /^''l? '^. D..r.l'
aae ja cam Bores para dar fructo, alum
piinU; de ornalo e de fructo pot
!?( ataiuj euaunodo.
Laranja craro.
Dita de doce do Para,
T)ila brinra.
Diia bngcriua.
Lima da Persia.
Diia de umbigo.
Limao trancez.
Dito doce, eniertado.
OiUcoro.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Piaheiraa.
Roawiras.
Itozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
vitas.
na Capunga a rua d a Yen-
m aacca do Torres.
Maria do Naseimento deseja muito
Fatippa Jacob do Naseimento,
)
GUMflSMPHIA COMMERGf JIL ff
DE
firaida k .ratio
I. 37Rua Duque de Caxias N. 37(
(Me artabelecimeato encadema-se
Ml presteza, nitidet a perfeicao,
e o mais simples at6 os mais pri-
ms trabalhos de retime e velludo. !
B-n ritca-ae papal para livros
em braaco, tanto para o -eommercio, como
para reparncoes pabHcas, numera-se, li-
nw, execouse tado qnaato e relativo n
-finwwp-iphia.
or Inalo, munidos de boas
i aacbmas, boas artistas e excellentes ma
Semes, julgam-se habilitados para servtr
iMiaarlniitute as aessoas que quize-
laan trabalbe* iio perfeitos como os aro
4) estrawgen-o.
)
)AtU particular de iuslrnoeSo
elemenlar
Pw o sexo feminino |
a. prefessora, infra assigoada, tendo-
nabiliiad j na forma da lei, pre tend e
D^ia^S deste mec abrir a sda aaia par-
| tirniar aa raa do Haraoez do' Ilerval, ou- i
trerada Coocnrdia a. 139, cede pode- *M
ra ser pnacorada ; as alumnas, alem de
se icstnurem nas materias qne consti-
taem a tastroccao elemental-, se habilita-
rio aa arte de agelha, hordadns de todas
as especaes, obras de la e de flores, me-
daaale gratifieacao razoavel.
-S. lose, 6 de janho de 1874.
Esmenia Jenuina Dias.
R^te vinho prepniodo cutu bp'iinu vinho de
Malaga c o melbor de t Jos cs t miens reronMi
I'liuies ca coti alosconca d:;s riVitoths graves) e
se recommend* para a cura d< pa tear i nl 4
do ertaanSfffl e inv.siinos, fehnfl Je toda a esr.e'
cie, com u caratfcr isvrmiiteiile.
viniio e xar*pe dc inci--> oSiosjiiip 40
de eal do lr. I*ecoti:e Heou'-llU,eo,
dado pelos medicos comoo raelhor aremc re-
constituiote para favorecer a ui'.'.i ifSo, a for.
macSo dos ossos nas criancas c enriquecer o
sangue.
! Viniio tic Boldo e lixir.Un mcnina
plant* preparado por Primn.Mii. -
As folhas do boldo vao empregadas no Chile
como remedio domestico, mnito tfflcae, para a
cura dos padecimentos do figado, de que e o
antidoto, como o quinino e das febres.
Viniio eellxlrdeeacao da Roiivia.
de Orimaalt. Tonico fortiOcante, diges-
tive e reparador das forcas exham idas.
inho de quina ferrasiaaso de ri-
mault. -i reparado com Yioho de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, constitue um
precioso agente ttierapeotico para a cura da
Chlorom, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangbe, chlorose e as divcrsas moles-
tias das senhoras.
Xorope de cktoral kydratado do Dr.
I successo contra a goU, as aphalgias, vertigens.
hystona, insomnia, epilepsia, nevralgias, tosse
asthmatic*, coquehiche, etc
treme blsnntho Ac Crlmault.
Contra as gastrites, diarrheas, gastralgias, dy-
seotem.
BXarap* de bromareto de potaasa dc
Odiaaamt. -Anti nervoso c appllcado com
optmio resakado no tnuamento da gota e rben-
aalismo.
Ing da ladla tie Cirimanlt.Cura ins-
tantemente as eirxaquesas, dores de-cobeca,
nevralgias e dyarrbeas.
"rro -e filraVd.Protoxoto de ferro. 0
melhor de todos os preparados de fetro para o
trataraento das molestias qua rcclamam este
agente tberapectico.
I'hMlMliaH de'mannila
Empregam se como laxalivas e pargativas
contra os catarrhos mucosos, faka de appetite,
catarrho pnlmonar.
Olco de flgado de baealbaO, ferru.
^inoa mento de uma efllcacia constante contra a
chlorose, pallidas cdres, anemia, phtysica, todas
as raolestias dos puimocs, lymphatismo, es-
crofalas, etc.
1*6 ftrro manganica -de Bnria du
BaiiStson. Agradavel ao tomar-se, dotado
da propriedade digeslivas mui activas; e o re
media por excellencia, na leuehorrea, anemia,
gastralgib, etc
PaaMha de lactato de ferro >de Bn-
ria du BdIssoh. Digestivas e optimas
no tratamento das men&ruacoes difficeis, flores
brascas e todas as afteccoes nervosas do tubo
digestivo.
Clyonina SicbelU Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e unguentos para a
ctrra das nlceras e feridas de toda a especie.
Caasolas de Apiol de Cirimault.
*ao recommendadas pelos medicos para reen-
lansar a menstrnacJo. prevenir as colicas, dissi-
par as dores dos rins e aicda para as febres
inttermitentes rebeldes.
ViluiuM de ;)(Miopii> lin i de Cirl-
manic. Para a cura de todas as molestias
do figado, para combater as prtsSes de venire
rebeldes, etc.
)
AVISO.
>
Sio 9* presiaade o pequeco erpapo do armazem
I 10 A, a raa da Madre de Deos, para um abastc-
sdo deposito das diversas marcas de fumo, que o
do ahnejava ter, acha-sc d'ora em
ontro es abelecimento sob a mesraa
de
ARUAZEM DO FIWIO
JL' raa do Amorim n. 41
it aa proporcoes desejadas, e onde pode-
aaores freguezes dingir-se, certos de que,
I aani, ach rao sempre a par da modici-
dads dos precos, a maior sincsridade po3siveL F.n-
de Jaaeira, qne tern sido annnnciadas, acaba de
caejar aaaa eacommenda especial, que muito deve
eamaraw senhores freguezes. Conscieote o abai-
assignado de que neste geaero de negocio nao
sB sent comp*tijore?, fara muito por evitar que
laDbem tenba com relacao ao pequeno lucro
tk aroevrara cbler da diu mercadoria.
Jori Domicgues do Carmo e Silva.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA] E DROGARIA
DE
Barlholomeu & C.
34 RUA LARGA DO ROS.VRIO 84
0 MoDle Lima
tem urn completo sortimento de galao e franjas de
ouro e prata verdadeiros.de todis as largwas,
abotoaduras douradas para offlciaes, eanutillios e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qual^uer fardamento, coino seja : boasts,
lalins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas para criado,
etc., assim como, um completo sortimento de fran-
jas, galao falso para ornamento, cordao de la com
borla para -quadros e espelnos (conforme o gosto.
da encommenda) tudo por muito menos preco que
era outra qualquer parte : na praca da Indepen-
dencia n. 17, junto a loja do S'r. Arantes.
Na rua Nova n. 50, primeiro andar, noua
thesouraria das bterias, precisa-so alugar um
criado para casa da famitia
*

D0ENCAS..DA5 CRIANCAS
XAROPE de RABATVO 10DADO
de GR1MAULT e C* pharmaceuticos em PARIS
abmtue adnuravelinente-o oleo de figado de bacalhao, e tem sobre este as seguintos
5yTiS, "fap'Py En doscs iguaes contem mais iodo 2- Sen sabor he sumamente
acr*ovei; i 10U00 mundo e sobre tudo as criancas o tomao sem a incnor repuenaiicia.
S am dos mais poderosos agentes conhecidos para modificar os tempcramentos lympha-
b e curar rapidamerite todas as raolestias quo lirao sua origem nos vicios do sangue
E^^,pmc^tismo, pallidez, etc.... A sua efficacia he extraordinaria nos cuidados-tao
Jcmos que exigem a saude das criancas, e sua accao curativa he prodigiosa nas moles-
"** do Pe*o. e da pelle nos enfartes das glandulas.
ENGOMADEIRA,
Lava so, e engoma se, com perfoi^ao a
rua do Nogueira n. 1^,
PIANOS. "
AcabaW ae ^cgar mnito bons pianoa fortes e de
*',e*i ;;'.'.es *noreHo?, dus ma;s notareb e b'-m r.
'>' .eciJ'-.: 'abncanles; como sejam : Alphonse bi
dor..,, Mcr.rj-Hcrs-e Pleyel Wolff* C. : no Vapor
^lawM, a -na do Baiao da Victoria, ouir'ora No
va ik 5-. uprecos uiuito commodos.
Perftimariae.
ftnoj extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, *gua de flur rle laranja, agna de toilete,
divina, florida, Uvande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, maltos artigo delicados em perfnma-
ria para pr&Bntes. em frascos de. extractos, caixi-
nhas sorlidas p garrafas de diiferentes tamanhog
J'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Prancez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora IJova n. 7.
Quincmilliarias.
Ir-tigosi de diner en tea gmtHmm
phantakiaa.
Espelhcs, Veqnes, lavas, joias d'ooro, tesourinhas,
canivetes, caixfnhas de costura, albuns, quadros,
e caixintm8 para retratos, bolsinbas de velludo,
dita.de couro, e cestinbas pan bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
chanjtos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha'de
madreperola, tapete para lanteraas, malas, belsas
dte viagens, venesianas para janellaa, esteiioco-
pos, lanteraas magicas.cosmoramas, jogos da-gloria,
ae damas, de bagatella, quadros com paisagens
gkibos de papel para iHummacioes, macfeinas de
fazer caf6, espanadores de palhas, realejos de veto,
accordios, carrinhos, e bercps para criancas, e
outras muitas quinquilliarias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differnles partes
da Europa, para eritretimentos das criancas, tado
aprecos mais resnmidos que 6 possivel-: no ar-
mazem do Vapor Pranctz, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7..
Ciikado franccz
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de boiinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de doraque
com biqaeira, de bezerro com botoes, e com ilno-
zes a 9#000 (a escofter) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
CGTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINIIOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SA'PATOS de tapetes, chariot, castor e de tranoa.
Para meninas.
BQTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de-bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro,de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pennfc.:
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Para noite de S. Joao.
Sortes francezas muito interessantes, hoje adop-
tadas nas melhores reunioes de familias.
Baloes aereostaticos de 8 a 10 palmos, para sol-
tar-se facilcienle com espirito de vinho.
. Globos de papel de cOres para illaminacoes :
vende-se tudo muito barato, no armazem do va-
por francez, rua Nova n. 7. a>
DOENGAS DO PEITO
GRIMAULTE C'f PHARMACEUTICOS EM PARIS
Boje e sahido que o phosphoro e a cat sao as bases essenciaes de qualquer producto desti
Ids reconstituir o organismo e a cicatrlzar os tuberculoa doepulmoes.
Coat tudo ha que notar que, .para (pie estes preparacdes produzam o effeilo deseiado, he ne-
cessano que sejao absolutamente puns, condi(;au quo nenhuma casa pode realizar melhor do
qoe a sossa.cujo o director scientific^ lie o iUustre chymico D'Leconte. professor da Faculdado
#JrS2?* epre^arador do cureo de pliysiologia de Claudio Bernard, no Collegio de Franca.
V? ** med,?':* e os doentes que quizerem comparar o nosso xaropo com os demais
taa>ULi oactt oa outros, no curativo das affeccoes pulinonares.
_5fe cabna a tosse, faz desapparecer os suores noctarnos, cura a bronchites, os catarrhos
aatroonaree, a rreica, e corta a febre Jenta que destroe as forcas do doente.
.Depositos era Pemamftuco : FERREIRA, MAIA C;- M.-A. BARBOZA, e nas pdn-
i phan aaiiaa de Portugal e do Brazil, r
INJECCAO e CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO:
uRIMAULT E C'.A PHARWACEUTICOS EM PARIS
LTS*i^I^^^di0n^rC'aIn,ln,e ^nodino e comedo, cura rapldaraento as
^SStaS2*^JT^^'^ntiffas e chronlcas, sera doree, sem possibilidade alguma
a occasonar estreitamento de nenhum genero, p6sto que nao Merce
Alegria sextnpla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E' ter prazer 1
Manifestaqao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhus aa-alegrias,
Dos fogos as lindascures,
Dos ssntos os qaatrodias:
E' am immsnso prazer
Que todos devem gozar,
Sem ter medo de peccar
E de ao inferno irem ter I
Exposi^So todo dia I
Entrada gratis e agua fria I
Vant(.gem extraordinaria
20 OiO & dinheiro
Realidade:
Venham ver se querem crer .
A verdade do exposto,
Quem n5o vier nao tem gosto
E tristeza ha de soffrer ;
Pois e facto : esta provado
Do Campos a geral fama
De render bom e barato
Como se vG do programma f
Liberdade deescolha 1
Igualdade nas-qualidades I
Fraternidade nosprecos I
t
e seal
aocjEo corrosiva.
Gapmlaa de Matico differem completamente de todas as outras empregadas atd
i copahiba liauida e causao enioo. armins a immiin.
capwJas do eommercio contem a copahiba liquid* e causao enjSo, arrotosT vomltot
em-se no estomago; as nossas ao contrario cobertas com uma capa de cluten
tat^comas vtaa^uiSiat en08'ntMtinOS' e P56 remed' immedlatamente
A^jgepao e Capiaa constituent reunidas uma mecacacSo energica e Inoffensiva
j ate Bentauma blennorrhagia,
Attrac^ao!
Pyrotechma I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 28
Armazem do Campos
Extasis maravilbosos I
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro "
Sant'Anna.
Fogos-:
Fabric-antes peritos I
Cores carabiantes t
Vistas ratiantes I
Effeitos prodigiosos I
Resaltados inoffensivos I
Precos diminatos 1
Generos:
Qualidades superieres 1
Sabores agradaveis I
Cheiros. embriagantes 1
Propriedades excilantes I
Infloencias nutrientes I
Precos resamldotl
Importacao directa!
Variedade ccmpleul
Verdade f
Sneeridade f
Especialidades I
Raridades I
* .V^aaj.1
Cheshire condensed Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller & t.
PDNDIC10 DO BOWMAN
RUA DO BRUH! I. 52
(Pj^sando o chafairai
"PEOEM K(*> leohr-.f. rle eng'tiho ? '.dtroa gricr;Up':ej, eArap.7g?i ret rt. a.
-'afttsmd o fa'or (to xai wJM. a sc,u i-tsLeleciPuniu-. tnra vcjem o uQ) lortiaentt
onpleto qo 6( t^a; sei>jo todo >operior env qaiV.dade e fortidlo; o que com i ins
*e$lo peaaoal pote-M verlticar.
ESPECIAL ATTENC^O AO NUMWO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
7aporese todas dajraa tt2SZ?S?l'S.
iireiOMtanciai do aenhorea proprietarioi e para detcarocar algodio.
HOGIldftS (16 C&nil& de.lod0, 0I umanh08' ^eltiore qne aqo
Sodas dentadas i Mtai; wp.
raixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiqnea e fandos de alambiqnes.
lachinismos
Bombas
^v
^%km%
para maodioca e algodio,]
e para term madeira.
Podcndo]todos
ser movidos a mao
por agna, vapor,
da patente, garantidaa........ | on animaes.
Todas as machinas p^" *qM M C08lum*preciMr
Fas qualquer ooncerto ^hlflU,no
Formas de ferro temMBetborMem*'abar>u>s9ti|leQtet- q mer
fCflAnitliaTlAmloc Incombe-te de mandar vir qoalqaer ma^aiQismo i von-
uuuuuuuouUttB. Ufo dos clients,, lembrando-lhea a vant^gem de hterem
aai compraa por interawdio de peesoa enteoCida, e qne em qcatqner neceBsi^do pode
aac prestar aaxilio,
irados americanos iMtn,mento 6i*t.
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUAKTE k IRMiO
CABELLE1REIR0S
Premlades najexposi^ao de 1872
24"Ru k M-rqwi k 01ta*a-M
Esquina da licrco Largo
Parlicipa a seus fr. guezes'e amigos qne cadcu
o seu estabelecimerrtode relejoeiro para awnesma
rua n. 24, onde encontrarao um grande sef iimento
de relogios de pared, americanos, e cmr. de me-
sa, dos melhores gostos e qualidades, r-logios ae
algibeira, de todas as qualida> ea, paVnte BUtsso,
. a DreCO WOk T asnmido I de ouro e Pral* dourada, foleado (plsquel), reio-
, prec^ bui rilHiiiiu. g-os fc ^ ingleZ) dScuberu,-Cos melhor
____ fabrioantes, cadeia de euro, placet c prata. Itinet..*
detaan as^aalidades, tudo por pFoena muito ta-
ratos. _._____________
loja n rm

HE
Ccrdeiro SimOes &
Acabam do receber pelo vapor.*
Riquissimos cortes de goryurao d
com listras achamalotadas.
Ditos de linho para veslido?, con ,_dr^ada cor-
te, o riecesf ario rara en ^nfe" A rorJ seia :
franjas, 'trar.es?, t-otSe?, fivellas, a> c
se^rtaosc
RUA^ m
PAj
I "
IMPERATRIZ
ANDAR.
i

RUA
DA
,l2W.i

No-
IMPERATRIZ
N. 82
1. ANDAR.
Riquissimos chapeos para sen-
a rua Primeiro de Marco n. 7 /
er:.
Wa.uKmoa*'
Consullorio g$$ \ m
t '
l
Aeabam de refonnar o seu estabelecimento, colloe8ndo-o'*aasTmelhores con-
vBccSes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e is Exmss. Sras. n'a-
Fszem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coqoies modomissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mult ires, flores, bouquets e todo e-qualquer trabalho imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 #/0 menos que outro qualquer, garantindo
perf no trabalho, agrado, sinceridade e precp razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcjio e a retalho e todos os utensflios pertencentes & arte de cabelleireiro.
mmmmmQmmtum/mmmmmmmmmm
PH4RMACI4 NORMAL
, DE
josi: i:ijan DE OTOUK.^ & V C
1"7Largo do Mercado Fublico17 M
(AlBtiga ribeira de S. Jose,) ^
Acaba de ser aberta e acha-se a disposi?ao do respeitavel publico e3ta nova phar- *8I
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na- /2*
tureza, sem excepcao de prodactos cBunicos e medicamentos preparados no eslran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel. ^
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao m
e sempre sob as vistas do pharmaceutico qne comp5e a nossa firma social. /irt
Aspessoas qaese dignaremde honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian- *8*
ca, podem estar certas de que serao conscienciosamente servidas, nao so relativamente ao /&,
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
8
DO
Dr. M opifSo.
RUA DA CRUZT.f. 26 A-
Recem-chegado4a Em-era.V?
quentou os hospi .taes de Pari? el
pode ser procur adr. a n.,oi-.
dia eu da noite
fissao.
Consnltas das 6 boras da manhl !
j-as, e do meio dia as duas da t?
Gratis aos pv%res.
Jr^aaALIDADES
Molestias de senhoras, da rd/e
.cnanca. h c
node ser procur ado aquaiqaer"
para objectb de s,
S?;^i .
01
Gratifica-se a quera levar nas offl
noticia certa de uma trouxa de ronni -
pareaeu no dia 22 do corrente, da es,
'
esap-
ledade.
eslacao d.
lb
Rr -
a ca?a terrea n 133, na rua Vidal
outr'ora Imperial, com excellentes
tratar na rua Uarqucz de Olinda,
mero 52.
Je Negreir^
commodos :
aimazeni nu
m
'g&'i
rmmmmmm
Cabelleireiro francfez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
^^0^
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Custave Hervelin, csbel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir a"s Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
quisicSo de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual estd babiHtado a desem-
penbar qualqcer encommenda de sua arte, e.se acha a" disposijao das pessoas que deseu
prestimose queiram ntilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelleireiros, onde se acham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalmente pretine as mesmas excellentissimas senhoras, que recebeu um completo
sortimento decoques, cachepaines, bandos, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo menciopados: r *
Coque de cabello de 16*, 200 a oQoOOO.
Trancas de dito 10*, 12,j 15* a 2O0OCO.
. Cachepaine de dito 15*, 20^ a 30^000.
Crescentes de dito 200, a SOJ'OCO.
Tambem encontrarao um completo sortimento recebido ha pouco, de cabellos de todas
as cores e comprimento.
N. 51.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
Na travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja j
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.-


I"1SB CjS'^Tai_
150^000.
ESCRAVA FUfilDA
Fugio da casa do.sea senhor a escrava Felicia
de cor parda clara, cabellos corridos ate os bora-
bros, baixa, cheia do corpo, rosto redondo, fal'a-
Ibeumdente do lado direito, fol acompanhad
p r um homem (praca de cavallaria) o qual so cba-
ma Franeisco de tal Vasconcellos, tambem pard
da mesma cor da escrava ; consta terem seguidc"
para osertae, donde sao ambos naturaes : recom-
mendase as autoridades e capitaes de campo a
apprehensao de dita escrava, remettendo-a a
Camboa do Carmo n. 3.
Casa.
Alugam-se
Alnga-se a ca?a n. 149, perto da estocao do Ca-1os armazens da travessa dos Expostos n. 18, e da
minbo Novo, na Soledade, com quintal e com-
modos para grande familia ; a chave esta junto
da casa n. 153 : a tratar no Recife, rua da Ca-
deia n. 3.
Sena^aa'^u.S'S0! 1 oxPerlen? "obweto eatudoe feltos pels
^^tjaxenave, no hospital de 8. Luiz conaagrado eepeclalmente ao tratamento^s
'.*,>?>.lMo08 receital-aa e os doentes tomarem com a maior confianca
ooa acaamas, prnrlg-o*, emptfeaa, tinba e em jreral do todas aa
i Joaquim Paulino Cavalcante
Lima pessoa que deseja ser util a Joaquim Pau-
lino Cavalcante, que desta provincia segnio para
Santos, e fol encontrado no Rio, lhe offerece seu3
rua de Barreto de Menezes n. 8, antiga rua da Ca-
cimba : a tratar com oministro da ordem terceira
de S. Francisco, no consistorio da mesma ordem.
pelle por muito graves que "sejao,
irastes.
Comnra se e vende-se trastesnovoi _
e usados no armazem da rua o lm- ^g<
A perador n. 48 SL
Aloga-se uma 505 caia com excellentes com*
modos a rua do Coronal Srjassuna p. lr9; a tra-
ar na mesma raa o. 171.
iiyiftva
Ha mais de um anno fugio desta cidade do Re-
pwtimoseatenietmoosmeios'devoiupVraVsTa nLra I nmvm^L d^k^01'0 on ter. 8^nido
cidade, e pede que se dirija em caru oara a ty- os SiCnaPfl9 I^nfnl. a'aAhyba'.0 e!fraTO ,ort-com
pographia deste Diario, enderecada ao' Dr. Felix Ei ff Si ^-^ preU de .a,tora regu-
de FigneirCi. t, r' Som 25 anno3 de ,dade> PQC0 ma's on menos,
tem Talta de dentes na frente, sendo portm o sig
nal mais sensivel nma excrescencia na palpebra
qne parece cego de nm olho : qnem o capturar
traga-o a raa Direita a. Ii9, ou da Sauuade n. 2i,
que sera generosamente recompensado pe o seu
senhor, e protesta-se contra qnem o tiver occulto,
pelos prejuiros.
Na rua da Uniao, casa n. 85, precisa-se alu-
far uma preU flel para o servico de vendas. Na
mesma casa fai-se bolos de toda a qualidade.
Alnga-se uma escrava
Tnamphon. 70
na rua do Barao do
ENGENHO
Aloga-se o segando andar e sotao com bone
commodos, fresco, salas e alcova forradas de pa-
pel e todo bem preparado, contendo 7 quartos,
cozinha, saleta p.ra engommado, 3 aalas e quin-
tal ; narua do Rangel a 73 : a tratar na the-
sonrarta das loterias, com Antonio Josd Rodrigues
de Souza.
Vende-se e tambem arrenda-se e engenho Pos
wV sltuado na freguezia de Agua-Preta, a dua-
leguas da estaeao do eaminho de ferro, e movido
por agua. e suas obras estao novas e muito bem
organisadas, tambem tem muitas e excellentes ter-
ra*, tanto de vareea como ladelras de grande fer-
UUdade, com muiu matta e de boa qualidade com
uma leg oa de fonao, oil e tantas bracas de tes-
Uda, tem proporcio para cafrejar annualmente
Sw? m^iiSJffijA *" L?? .F*50^ Pi fre>ezla de Jab^oVproximoTpovoacao : "a
v\ll1 ?*** ** 0k**Mnu de loioPenundes 4ratar no mesmo engeqho, ou na rua do Marquez
Vleira a. 53, qua ac^ara C9m qwn tratar, | de Olinda n, i.
aguas mlneiuestutDIaIs
DE
l'ichy-Cussel
Preferiveia &m de Vicby-Vlcliy
por serem as nnicas que conservam todas a suaj
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, na
albuminana, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sio muiu Hotaveis.
i^nfe Elisabeth, nao se altera nunca e 6 a mais
rica das aguas de Vichy em bicarbonato de soda
em dicos pela sua efficacia nos engorgitamentos do
ngado, do baco, nas affeccdes do estomago, do*
rms, da bexiga, nas areias e na gotta.
EX1JASE
o aone da fonte na capaula
Vende-se .em caixas e a reulho, no unico d3-
posito
PHARMACIA AMERICANA
DE
Ferreira If aia Companhia
57 RUA BUQL'E DE CAXIAS 57
Alugua-se
uma casa terrea a raa de S. Joao n. 43, em es-
tado de asseio, com gaz e cambrone : a tratar
eml'dra de Portaa, rua de S. Jorge, easa n. 153
2.* andar.
Vende-se um lindi> casal de pavoes, sendo o
macho todo branco, e a femea rajada. Sao bo-
itaoal na ma da Calcada's n. 38.
I
ArmazeDS.
Engenho para vender ou
iirrendar.
Arrenda-se ou vende-se o engenho Cananduba,
Alagam-se qaatro armazens no caes do Ramos e
dous no eeceo do Canoca : a u^ttar na rua da
Uniio n 17, das 3 boras da tarde em diante, ou
depois de dez horas da raanba na raa do linpera-
dar n. t>7, primeiro andar.
Aloga-se
Hi
o armazem e 3 andar com sotio, silo a raa da
Praia n. 59, tendo bastantes commodos, e pintado :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
1



X -
de Femamitieo St. Terca feita 23 JdC lunho jde Itli
FUNMCAO DE FERRO
1* m do Ia?So da Trinmpho (ma dofirai)) ns. 100a104
CABDOSO A IRMAO
A TS\M aos seuhores de engenhos e outr.s ?gricu!tores e ao publico.em gerat qflo
na a receber de Inglaterra, Franca a America, todas as ferragens e machina 8 ne-
ws estabelecimentos agricolas, as mais modernas e melhor obra qce tem vindo
VapOSeS defers
OMueiraS d sobresalente para
j? ^T^1**18 mei*9 m0endM' obra corao nnnca * ^OndldaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
a agua ^m cbajede ferro, fortes e bem acabadas.
dentadas de todos
Bdogioseapitos
Bonbas
de 4, 6, 8e 10 cavallos, os raelhores que tem vindo ao merado
vapores.
Arados
os tamanhos e qualidades.
part vapores.
de ferro, de repucho.
de diversas qualidades.
rams para assucar^de, e pequenas.
S^mndas de ferro fundido, franceias de diversos e bonitos gostes.
DgOesfmncezeS par. leoha e carvao, obra superior.
IMos ditos ?M>
Ikzob de ferro fundido
aflfcde ferro
Machina
Varrulas
ardim.
para
para mesa e banco.
para gclar ?gna.
para bombs e banheiro.
Owjeiaiuuglezas para maCbmismo.
HlftCOS e SOiaS com tiras de madeira, para jardim.
OcmcertOS "gyf com promptidio qualquer obra on machina," para o qa teem
saa fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
flkWOmmenda S man psra o que se correspondem com uma respeitavel easa de Lendres
a*a bb -!os melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
toiBHjiims, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F L' N D 1 C A 0 DE 'CARDOSO & IRMAO.
1/
E
mmm
nc#Hrlfldo!! !
ftoga-se ao (Ha. Sr. Ignacio Vieira de
escrivio na cidade de Nazareth desta provincia,
Mll
favor de vir a rua Duque de Caxias n.~ 36, a con-
cluir aquelle negocio que- S. S. se comproraetteu a
reaiisar, pela terceira ehamada deste jornal, em
8ns de dezembro de 18T1, e depdb para Jaaeiro,
passou a.fevereiro e abril da ie72,e nada eUaario;
por este motivo i de novo ehamado para dito
Urn, pott S. S. se deve lembrar quo este negocio
de mais de eito annos, e quando o Sr. sea filho se
axhava nesta eidade. j
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra tie annunciar ao
puUico qae recebeu ullimamente nm esplendido
! sortimeato de lostres de vidro, eandieiros, aran-
; delas e globes, cujas amostras estao no escriptorio
I a rua do Imperador n. 31, e serto vendidoa aos
tens freguezes pelo preco mais razoavel possivel,
' Precisa se de ucra ama de leite, escrava ou
livre : na rua do Imperador a. 52, 2" andar.
Ama dp leite
Precisa se de nma
e sadia : a tratar na ihesouraria das
9 boras da manha as 3 da larde.
ama de leite qae seja moca
loterias, da
SAQUES
AWTA
, Crqzas n. 8.
- Precisa-se alugar uma ama para comprar e
ajudar a cozinhar para casa de poaca familia :-a
tratar na rna do Imperador n. 30.
Preeisa-se deuma para casa
dc peqnena familia : a rua
Duque de Caxias, outr'ora das
Carvalho & Nogueira, na rua do Apollo*
o. 30, accam sobre o Banco Commercial' ~ Precisa se de tuna ama para comprar e co-
de Vianna e suas agehcias em todas as ci- d'aBrhar: na ru* da IlWi n. 40, segundo an.
dades e villas de Portugal, i vista e a prazo
por todos os paquetes.
Consullorie me(Hco-irorgfco ft
A. B. da Silva Maia.
Rua do Visconde de Albuquerque n.
!1, ontr'ora rua da mitriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a qualquer bora.
Consul tas: Aos pojies gratis, das 2 aa
4 horas da Urde.
attenSo
Precisa-se comprar uma negrinba de 9 a
10 annos de idade, qtie seja sadia e semvi-
cios: quern tiver e quizer fender dirija-se ao
3." andar desta tjpograpbia para tratar.
49 Rua do Imperador 49
.A2BSS
pstabeleciniehtoo melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores-,
o : Hrz, IMeyel, Plap, etc. Offerece-se tambcm uma qualidade de pianos supe-
n>, lid ados eipressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
; ."- pianos $6 encontrarao nesta casa.
n.- -i-> pianos usados em tn ca.
Coacertaic-se e afinam-se pianos.
a-se ?os Srs.
concertadores de pianos
o mais completo sortimento de materiaes para concertar pianos, com
=. f*>!ha pars os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
; i^I]hpi:k .-\ir or 49
l ,. (Tj^ciro ou cozinheira.
Escrava fugida
- Fugio do engenho Ajudante, freguezia da Es-
caJa, ni anno de 1872, o escravo .Guilherme, com
Rario da Victoria n 14, primeiro os signaes seRuintes : pardo, com idade de 25 an-
r.inheiro ou cozinheira. nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
; olhos grander, cabellos cachiados, pes compridos
' e seccos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e urn tanto arqueado, nmas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
' (i'.'-('. ulia--e que estoja na cidade da Parahyba.
(toga se as autorida ies policiaes e capities de
camp:s a approhensao de dito escravo eseren-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paga
3U0(:00.
b'
i Jesde 17 de roaio do cor-
v.i Maria, cor cabra, idade 26
......a, tem Uidos os den-
- tem f.'lia algnoD, cabellos carapi-
bi'Xiga no rof'to e tem urn
:iii urn pouco grande e eslufado
il: ul- am antraz que ella teve,
M d is costas na altura das pas,
e e t-lia tem o vicio de
i de sliiU clara e dous chales
oalro novo de cor encar-
adrijes ; lalvez ella diga em
; ite qae crtiver qua 6 tarn e (roque o
-crava tem uma irma mulata, escra-
!'.:cardo, ontor em Tigipid, onde foi
Ma a dita e:c.ava Jlarij, que esta fugida ahi
-r, ooMtt qae alguem tem ella acou-
iJo vista nas rua? desta cidade.
: :as as aatoiidaiies policiaes e" capi-
iue a rapture e levca a rua da
r ia i: M. que .- granCcra.
Alugam-se duas casas reedificadas, sendo
uma na rua Imperial n. 13, e outra na rua do Co-
roncl Suassuna n. 103 : a tratar na rua Direia
numero 8.
Na rua velha de SaDta Rita n. 57, precisa-se
alugar uma preta para vender com taboleiro.
17 do eorrecte c escravo Luciano,
'.-&. 20 anncs mais ou raenpf, com
Jtaaec Jw^uintes : alMra regular, cor preta,
: carapiDhos, f.es inchados, cbeio do corpo,
: .'-!;a e cami.-a de ilgidJo szul de listras :
i vesoa qu? o apprehendir e o entregar ao sen
ad", nio da Silva Basto.% a rua do
jo a. 18, sera recompensada.
\luga-se
I
de um andar, sito na Ponte de Ucbua,
fcaslanies commoJos, agua, gaz, estnbaria,
e Htnta lira: a tratar na rna do Viga-
| C0MLT0B0
Df.
DO
Simla Rosa
m
m
m
m
roo. da Victoria
oatr'ora rua Nova n. 46, primeiro andar.
OON>rLT.VS das 10 haras da manbi
ao meio So, e chamados por escripto a
hora do di e da noite.
1 ALIDADES -partos, mclestias
4e eltes e do apparelhi respiratorio.
Escravo Tuddo
H 4o corrente mez que esta fugido do
ca, de Beberibe, o escravo Lulz.
m de cabodo, corpo regular ; esta
f*Bio par ter acabado de se tratar de
KecommenJa-se a sua captura.
e>u_para alugar a loja do sobrado n
;e'.,aqual tem armagio apres-
zt negocio : a tratar uo segundo
predio.
Kioha i*is cabellos
fcraicos.
iPttUll JaPOKEZa.
Kaapproyada pelas academiaa de
reecmbecida s perior a toda que
t< hoje. Deposito princi-
raa da Cadaia do Recife, hoje Mar-
n. U, l. andar, e em
e casas de cabellei-
O Dr. Jose dos Anjos Vieira de
Aiucriiii.
O bacharel Miguel Bernardo Viei-
ra de Ainuri.il, seus tios, irmaos e
cunbado, mandam celebrar missas
de requiem por alma de seu falle-
cido pai, irmSo e sogro, o Dr. Jose
dos Anjos Vieira de Amorim, no
dia 23 do corrente, 1* anniversario
de seu fallecimento, pelas 7 1)2 boras da manha,
no convento do Carmo, pira o qae convidam aos
seus auiigos e aos que foram daquelle, afim de
assistirem a csse acto de caridade, pelo que serao
sincerarnente agradecidos._______________
a
.lotto Licio Harques.
Joao Licio Marques Junior, seus
irmaos, tios, cunhado e primes con-
vidam aos sens parentes e as pes-
s.as de sna amizade para assisti-
rem as missas do setimo dia, que
mandam celebrar por alma de seu
presado pai, cunhado, sogro e tio
Joao Licio Marques, no dia 25 do corrente na igre-
ja da Madre de Deos, as 8 horas da manha, e des-
de ja confes am seu eterno agradecimento.
Isabel Augusta Mcolla Pinto.
Manoel Jose Carneiro Pinto, con-
vida aos parentes eamigos do sua
sempre lembrada esposa, Isabel
Augusta Scolla Pinto, para assis-
tirem a algumas missas qae serao
resadas-por alma da Gnada, no dia
27 do corrente, as 7 boras da manha, na igreja de
S. Pedro, primeiro anniversario de fallecimento da
mesma finada; antecipando desde ja o seu eterno
reconhecimento a todos que mais ama vez se dig-
narem comparecer ao acto. ________________
\
Aluga-se o armaiemn^^aru^aMoeda,
com boas accommoda;oes para deposito de aigo-
dao on oa'ros qaaesquer generos: a tratar a rua
da Madre de Deus n. 5, i. andar.
>OIOS enfeitados, cousa especial.
"a0 de hi, ditos.
l5anaejaS com boUnhos de diversos gostos.
A.ossenheresdonosdehotejs.
Para grandes jantares, lunchs, etc., etc.
Pecas para centro de mesa, ditas men ores para
dita ; estes trabalhos e todos cs mais pert*ncentes
a arte de confeiteiro podem sor encomme'ndados
a rua do Imperador n. 8, perto da rua de S. Fran-
cisco, encarrega-se defies o dono da
Confeitaria
que existio oatr'ora, denominada dos
Ananazes
a rua da Cruz.
Os donos de estabelecimentos de molhados, que
mandarem preparar Gambres em namero etevado,
terao um certo namero preparado de g>aca.
Fa 7
* ">" o seu principal deposito no armazem UmSo
e Commercio, a mesma rua n. 81.
Trabalfcador.
Precisa-se de um na paarmacla e drogaria da
Bartholomeu 4 C. a raa larga do Roawio n. 34
Lava-ae e engomma-se
isseio : na rua da viraoio a.
le S. Pedro,
;om promn ao e
11, oklTa igrtja
Ha para aJugar, a rna da Aurora n. 68, um
exravo, crioulo, mogo, muito robusto e babilita-
dopara qualquer servico.
Engenho
Vesde-se o engeaho S. Pidroj sitaado na pro-
vincia de Alagoasy comarca do- Porto Calvcy a
menos de uma lego* disfarjte do porto de maT do
Gamelia, tem oxcelletrtes terras, matas, e safreja
regularmente 2,C0O paes : a traUr na rua do v
gark) n. 31.
Alaga-se o Wrceiro andar do sobrado n. S6
a rua dc- Barao da Victoria, com grandes com-
modos : a tratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
Ite-. Jo Felix da tiiuiia Hc-
neies.
Medico operador.
RUA ESTREITA DO RO5ARI0-N. 3.
Da consultas todos os dias das 9 ho-
ras da manha as 4 da tarde, dessa bora
em diante acha-se prompto para qual-
quer chamado, em easa de sua rasidencia
a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
estaQao dos trilhos de Olinda.
Das 7 as 9 horas da manha da consul-
tas gratis aos pobres.
E3PECIALIDADES
Mole3tias syphilitizae, via digesUva o fe-
bres.
Na rua da u'm'io, armazem da molhados n.
56, se dira qaem toma 2.300J5 a premio de 1 OjO
ao mez, pagando-se alguns mezes o juro adianta-
do, com bypotheea em uma casa terrea nesta ci-
dade, livre e desembaracada, e de raaior valor que-J.
essa quantia.
E' na confeitaria do Gampos qae se deve pro
aarar tudo quanto e neoessario para divertir-se o
moral e coaforiar-se o physico. Lto e :
O espirito e a matarla.
E senai) vcjaiii
Alfim do termos tado prompto para que qual-
quer familia mande nr.* taes noltes acima ncmea-
das alii comprar o neeesssario para festejar
I iua nolle inleira.
iHH,
Precisa-se de duas ama?, uma para comprar e
coz'nbar, e outra para engommar, que sejam am-
bas peritas : quem quizer dirija-se ao terseiro
andar desta typograhia, para tralar.
CASA CAIADA
E
Rio Tapado
Alugam-se estas propriedades, situadas passan-
do Olinda, e antes de cfaegar ao Rio Doce : a trao
tar com o seu proDrietario. o commendador Tass
Alugam-se quatro armazens no caes do Ramos
e dous no becco do Carioca : a tratar na rua da
L'niao n. 17, das 3 horas da tarde em diante, ou
depois de 10 horas da manha, a rua do Imperador
n. 67, andar.
A quem interessar. .
Offerece-se uma pessoa habilitada para cobran
fas de diversas casas commerciaes dentro desta
cidade do Recife, qae da abonaQlo idonea a sua
condncta : quem precisar dos seus servlcos, queira
procurar na rua denominada 1.* de Marco n. 6'
onde encontrara a pessoa annunciante.
Sobrado para alugar.
Aluga-se o sobrado da rua D. Maria Cesar n.
28, oatr'ora Senzalla N va, com grande cbmmo-
dos para familia : quem pretender, dirija-se a
mesma rua n. 30.
Aluga-se a casa tertea u 11, do largo da
Ribelra de S. Jos6, propria para qualquer estabe-
lecimento : a tratar na rua de Marcilio Dias n
34, sobrado.
Aluga-se
uma casa com tres quartos e um pequeno sitio, na
Casa Forte : a tratar na rua da Ponte Velha nu-
mero 84.
a caaa terrea n. 133 da rua de Yidal de Negrei-
roa, com exeelleates commodos : a tratar na rna
do Marqaei de Olinda n. 51, armazem. ,
Aii.ip.iii nrppiSiip
procure no becco do Padr^ n." 2, v andar. fte
fere casa de homem solteiro.
Allencao
O abaixo assignado pelo pretente previne ao -
respeiuvd tubico qua a Sra. D. Rita Maria ds teT sido crlado em companhia
Santos nlo poda veadtr as doas casas meiat- Anna Luiza da Luz, de quem. alia
aguas suas a ma dos Prazaras e becco da Ca- roga-se,
cimba, gam que primeiramente o comprador- se
aoteada com e abaixo assignado, sob peba da nal-
Iidade.
Recife, 20 de Juuho do 1871.
P. P. de Jose" Martins de Almeida,
______!_____ ,C6sano .Veniura. ...,
Aluga-se um rnolen para o servioo da oasa
de familia, do que tem ^ompieta pratioa :
tar aa rua Daqae U daaiarn. 63.
atra-
Na Ma llnpetWrU, n. 3,1^ andar, cbffi-
pra-so apoKow da Gompanbla do Beberibe,
Precisa-se de ama para co-
zinhar, para casa de familia,
paga se bem : a tratar na
rna do Rospicio n. 4o, casa terrea de botas ama-
rellas na cornija.
ilf A Precisa-se de uma ama para comprar
**"* *- e cozinhar: a rua do Imperador a. 10,
casa terrea.
Ama
Precisa--e deuma ama:
Expostos n. 16.
na travessa dos
Precisa-se de ama ama para cozinhar
para casa de ponca familia : a rua do
CotovelloD 129.
Ama
\tvio Precisa-se de uma ama para casade
-cliiioi ^^j pessoag: ^ raada Moeda n. 5, 2.
andar. .
Precisa-se de uma ama
terno qe uma! casa de pouca .
rut Daqne de Gaxias n. 29, arrwazem
para o servico *in-
familia :
a tratar na
de mcveis.
A M A
Precisa-se de nma
na rua. da Uniao n. 47.
AMA
da Gonc.rdia n. 10.
Precisa-se A) uma que sai
ba cozinhar, comprar e mais
servico para 3 fessoas: a raa
Fugiraqi do engenh* Ajudante. no aunode
1870, os escravos seguintes: 1. Francwcn, crioafo,
pretor com idade de 28 annos pr.uco mais ou m%-
nos, altura regular, eorpo regular, olhos grande?
e branens, denies perfeitos, caftfllos car^piohados,
pes grossos, barba a cavaigoac, bigoti o pera,
uma cieatris por cimado-olbo esquer.>, muito
conversador e risonho. 2:Anttmi-, eabrn, com
idade de- 25 annos ponco maw ou menos, alto,
secco, olhos grandes e vermeltios, ponca barba,
cabellos um tanto soltos, deotts perfeitos, p6s
compridos e seccos, ambos coraprado3 ao Barao
de Nazareth. Roga-se portanto ams capitaes de
campo e as- autoridados policiaes a caplura dos
mesmos escravos, visto haver deseonuaoiM que
estao occnltos.na comarca de Pajen de Plores,
ou Rio-de 3s Francisco, que terao a paga de 6003
a qaem 03 levar ao setsenhor no engeuuo Aju-
dante, ao Sr. Emilio Pereira de Araujo
VEJM AS VMTMEI.
Ja bilos ?
Ja fogos ? Ja sorted ?
m.
E' someuJe uma pre'-encJo para o proximo fu-
suto Santo Aotonio, S. Joao e S. Pwlro.
QTemos tambem accossorios para o fabrico das
Sortcs e dog I.xIoh.
A saber :
Amendcas confeitadas.
Papeis picados corii estabs.
Folhas com vcrsalhada nova.
Massa ana, secca e alva, para, bolos.
Duzentos mil ovos.
Manlsiga Gna.
Tudo isto
Na confeitaria do Campos.
34ImperadorS-4
PL B.A coafeitaria do Campos foraecera vasos
gratis, a quem comprar pelo menos as araendoas
para as sortos. _________ ____
CASA DO OURO
Aos 4:000&Q00
BiLhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. SO, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 200/000 em um
meio bilhete de n. 3617 e um meio den. 71 com a
sorte de 100i, alem do outras sortes menores de
iO^OOO e 20/000 da loteria que se acabou de ex-
trahir (104"); convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita
yel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer [Temfoj como prova petos me.'mcs
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'antidos da 3' parte da loteria a beneficio da
igreja de Abreu de Una, que se extrabira no dia
27 do corrente mez.
Precos
Intelro 4*000 .
Meio 2/000
De lOO^OOO para clnoa.
Inteiro 3/o00
Meio 1/750
Recife, 20 de junho de 1874.
Joao Joaqutm da CostaLeite.
Escravo fugido
de Villa-Bella o escravo de n
Fagio de Villa-Bella o escravo de nome Jose,
caboclo, de 30 annos de idade, pouco mais ou
menos, altura e grossura regulares, tem os peitos
abertos, cabello corrido, falla bem e com modera
dao;, coosta que veio para esta cidade com o nm
de sentar prar^a : pede-se, portanto, as autorida-
des policiaes e capities de campo a apprehensao
do referido escravo, e entrega-lo em Villa-Bella, a
sua senhora Carolina Cavalcante de Andrade, ou
no Recife, loja de Goncalves, Irmao A O, a rua do
Livramento n. 22, que serSo com generosidade re-
compensados'.
Vicente fugio
tSS. SSSMWSr.'WS? *&% ffl MTWSftaiS, SSSS
de idade, bomta ugura, barba e estatura regular,
sevando veslida e em um saceo roupa de algodao
brauco o alguma mais fina, pertencente a um cai-
leira zia de Sant'Anna do Mattos, diz ser livre, casado,
da madrinha D.
is, foi escravo :
portanto, aos Srs. caaltaes de campo
[a aatoridadee polclaes a apprebensSo do dito es-
cravo, e eu'tregal d na cidade do Recife, rua do
Crespo a 10, ao Sr. Joaqu'm Moreira Reis, ou
cidade do Asstl ao Sr. Torquato Augusto de
casa da mmk:
AOS 4:000#00^.
BILHETES GARANTIDOS.
rua Prirrteiro de MarQO (outr'ora rua d
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizei bilhetes am meio n. 2099 com 4:000/, dous
meios n. 1033 com 700/, um meio n. 3617 com
200/, doas meios n 633 com 100/, um meio n.
71 com 100/ e outras sortes de 40/ e 20/ da lote-
ria qae se acabou de extrahir (104), convida aos
possuidores a virem receber na conformidade do
costume sem desconto algum.
Acham-se a venda os feliies bilhata* garantidos
Ja 3* parte das loterias a beneficio da igreja
de Abreu de Una (105*), qua se extrabira no
abbado, 27 do corrente mez.
PRECOS
Bilhete inteiro 4/000
Meio bilhete 2/000
Sit PORQlO DE 1005000 PARA-OUtA.
Bilhete inteiro 3/800
Meio bilhete 1/750
Manoel Martins Finza.
Engenho em SerinttteA
Vende-se duae partes *do
engenho Novo, sito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 legiias, moente e cbireBte,
que safreja cerca de 3,090
paes, com optimas terwts,
movido a agua e bem obra-
do, por pre^o commodo: a
tratar com Dr. Felix de ?1-
gueiroa, 4 raa das Calgadas
n. 14, ou no areeoal 4e
guerra.
E UM
Um fi/go moffensivo, chamado Toador, o qnal
depois de gyrar bastante tempo no cbio, ergae-se
e perde-se no espae/o, assim como Hndisslmas pis-
tolas de todbs as cores, craveiros, rodinhas, etc.,
etc.; tudo preparado na antiga fabriea da viuva
Rufino, da estrada *e Joao de Barros: as pes-
soas que quizerem fazer suas eneommenaas. po-
dem leva-las ao armazem da bola amarelra, unica
agencia dessa febrica.______________^___^
Fugio no dia 2 de abril proximo pas-ado o
escravo Benedict), crioulb-, de cor preta, tem 22
annos de idade, pouco mais- on menos-, e de esta-
tura regular, nao tem barba, tem as costas corta-
das de antigos castigos que soffireu, tem-sido visto
Kara as bandas da Encrazituada, Beberibe e no
ecife : roga-se a todas as aatoridades e capities
de campo a sua apprehensao, e remeUe-lo a rua
Direita n..22, que serao generosamente recompen-
saios.
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, era
Ipojuca, moente e corrente, com R>das as obras
em psrfeito estado de coaservaeao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, 1 audar, com Gabriel AutMiio de Castro
Quintaes.
| GONSULTDRIO |
I MEOICO-CIRURGICO |
>. DO '&
S Dr. Pedro d'Athayde L. Moseoso 2
PARTEIRO E OPERADOR
saa do Visconiie d Albuqacr-jB
que n. 39.
ESPECI ALIDADE
MoIegtiAS de seitatoras e
meninost
Consultas das 7 as 10 boras da ma-
cha, todos os dias.
Das 6 as 8 cla noite, nas segundas, quar-
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem 03 seus cha-
mados por escripto at 10 boras da ma-
nia serao visitados em suas casas.
m
i
m
m
*
<
Cao fugido ou roubado.
Qaem der noticia, ou o levar na casa do pateo
da matriz de Santo Antonio n. % segundo andar,
sera reeompensado ; os tignaes do cao sao os se-
guintes : cOr amarelk), fucinho pretc, orelbas cor-
tadas, com umas manchas de rabnje em nm dos
lados o em uma das orelhas, e um signal branco
no peito e e muito manso.____________________
Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no segundo andar
do masme sobradd.
COMPRAS.
AVISO
Pracisa-se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.______
Comprase um
meio uso.: nesta
quem tratar.
Vade-meoum&o Dr. Sabino, em
typographia se achara com
V*NDAS.
Insignias macomcas
Amaral, Nabuco A C. vendem insignias ma^o-
nicas de differeotee graos : no Bazar Victoria, a
rua do Barao da Victoria n. 2,
Vende-se na rua do Commercio n. 4, cwveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica. _______
YEKDE-SE
pes dc limoeiro para cerca, de 4 a 5 palmos de
altura, a quantidade que se queira: em Tuas
Barras, sitio de Jaciutho Scares de Menezes, na
villa de Gamelleira.
Vende se um cofre de ferro superior, prova
de fogo : no Forte do Mattos, armazem n. 93.
Aos dignos masons
Amaral, Nabuco & C. tendo cm vista a grande
e pomposa (esta que fazem os dignos macons ao
padroeiro desta respeitavel corporacSo na noite de
S. Joao, participam aos mesmos Srs. macons que
acabam de receber insignias de diversos graos, e
vendem no bazar victoria, rua do BarSo da Victo-
ria n. 2._________________________________
Asunicas verdadeiras
Bichas haraburguezas one vem a este mercado
ru? Marauez deoiindan. 51
Engenhos em Mamam-
gnape.
Vende-se os seguinles :
B'arrn,
Prcgulea, J
e BTatricith
A tratar com seus proprletarios nesta cidHe,
e para mformacoes com Joaxjuim Pjpte de He; -
relies Filho na mesma cidade de aanamguape
Tasso frmaos A:C
CERA
DE
De-qualidade superior : na rua db Amorim n.
37, armazem da Taso Irmaos A C
Wilson Rewe & L. vendem ae-seu armazem
rua aa Commercio n. 14 :
verdadeiro panao de algodao azul amencaao.
Excellente fio de vela.
Cognac de 1* quaHdade
Vinho d3 Bordeaux.
Carvao da Pedra de todas as quaiidadat.
TACHAS TACBAS
BATTOAS FUNDIOAS
Qualidaie soer;or
Sjslema novo
Mais barate do quem em qualquer ooora p&rte
.NA)
Fiiadii>> da Ann ra
C. S1al-AC, EM'EIQUIDACAO:
Vendem
Wilsen, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapiehe n. 14, o ss-
gainte:
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Todo muito barato.________________________
Sal do Assu
Tem para vender Joaquim Jose Goncalves. Bel-
trao & Filho, a bordo do hiate JKMf; e para tra-
tar, ao sen escriptorio, a rua do Commereio n. 5.
ALERTA
Com o n. 43, a rua do
Queimado m 43
DcSroiite do- beceo do Peixe Frir;-
ou Junto ;i loja da Saamolia.
ClK'^ueiu C'he:;ueni !
Lazinnas ia. quadros pretos a 240 rs. o covadi.
Ditas de quadros 8 de cores a 2i0 rs. o covado.
Granadine de listras, a parisiens vado.
Ponpelina de seda de furta cOreia 1/ o covado.
Cambraia Victoria fina a 3/000 a peca.
Di;a transparent; a 2/ e 2/500 a peca.
Leacos chinezes con versos a 1^800 a duzia.
Chales de chita a escoceza, por 2/ um.
Chilas de cores a 340 e 28Q rs. o civadj.
Brim pardo Ono a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2/ e 3/ uma.
Lencoes -ie bramante a 2/.
Cobertas adamascadas forradas a 3/ uma.
Meiis para homem. sendo de eores a 4/ a.3u:ia.
Toalhas muito grandes o 5/500 a duzia.
Metins de listras a 360 rs. b covado.
Madapolao avariado a 35500 a peca.
Camisas inglezas a 2/ e 3/ uma.
Ditas de cretone a 3/ uma.
Aproveitem que estamos fazendo grands abati-
mento, nunca menos de 40 por cento. Dao-se
amostras com penhor.
Massa para bolos.
Vende-se massa para bolos da melhor qae tem
apparecido, no largo do Carmo n. 4, e- fogos de
tcdas as qualidades para S. Joao e S. Pedro, tu-
do por preco commodo. .-_ _.___________
Machinas para cortar fumo.
Vende-se em casa de Hawkes A. G. : rua do
Bom Jesns n. 4.
PIP**
Muito barato
Caixas de fogo3 chinezes a 10/000 : na raa do
Barao da Victoria n. 39, outr'ora, rua Nova, jote-
de ferragens de Souza & Guimaraes. _______
AlgodSo azul
AlgodSo azul Staerfcano, o que ha de melhor, a
320 rs. o covado ; aproveitem, que se esta acaban-
do. Previne se aos senhore3 de engenhos. _
Fustao branco
Pustao branco trancado, prdprio para vestuarios
de meninos, a 320 rs. o covado, pechincha; apro-
veitem, que se esta acabapdo .
Salsa parrilha.
Nova remessa, excellente qualidade; veode ?
aa raa do Vigario n. 16, 1 andar..
Qpvefra Baptista, que serao generosamente grati-
fcados. "
Relinacao.
Preelsa-se de batedores dc assucar, optlmos : na
rua do Rangel n. 43,
Armacao deamarello
Vende-se uma armacao de amarello, envfdraca-
da, com balcao, por commodo preco : a tratar na
rui do Crespo n. 20, lo)a daa tres portaa._______
Vende-se uma bonita e boa vacca, eom doas
crias, estando uma dellas- pejada : para ver e
tratar ao sobrado no Caldeirtiro, junto ao titio do
Dr Alcofotado.
Farinhademilho.
Vende-se farinha de milho moida a vapor, dia-
riamente, pelos precos seguintes : grossa pira
mieunza a 100 rs., dita para angu, pinto a passa-
Tlnnos a 100 rs., para canglca a' fo'Oe provemH
a 120 rs., e para cuscus a 140 rs., em arroba a
Tflfli Barato : narua^oQrtbvellftn.W.
Vende-se duas bombeiras de pedra, uma
mesa grande para servico e quatro bancos, tudo
novo : a tratar na rua do Capibaribe n- 34.
Armazem da cs-
Irella.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
N. 6 -Caes do RaniGsHt. 6
0 dono deste armazem de materiaes contrata
em grande porcao cal preta, pela roedida dos for-
nos, mediante ajuste, mandando botar no lngar
competente, garantindo seriedade neste negocio.
Cofres de ferro
Vende-se em casa de Hawkes & C, a rua da
Cruz n. 4.
ObalJiTiz de %ro
Vende-se em casa de H4^cesi!^ C, a rua da
Crcz n. 4.
Oimento PoTffllnd
do verdadeiro : m rua do
andar.
i. 19, primeiro
Sedas a 1^280 o #>vodo.
Vende-se bonitas sedas de listras de lindas co-
res pelo baratissimo preco de l/f$0 o covado,
aproveitem qae esta se acabando qijua do Du-
qne de Caxias n. 68, loja de Oerffeq}} Baslos.
A.
Vende-se por barato
para rotolas e janellas, c
paes, assim como portas
tudo novo, pois ainda nr
ver e tralar, no largo d
do Amofim n. 61
aras de amarello
dimensoes muaici-
repartimentos, e
servidos : para
n. 11, e na rua
Casa e terrenos kratos no Sal-
BHbgU thesoura-
_kespa a3st vende iua
_ i d tUKsMM no lngar
,tar..sotMsUarCapi o mesmo.
lcTO iBstr
. bordo da eaxiuna Gm$imyi, aacorada no
Forte do Mafoa: I tltUr 0O Taaao Irmaos & C
fla-.j-r
casa atp e _
stoSa^adaboj^
\

' -
j


*J-
Diario de Pernambuoo llefga aara 23, t


fazendas finas
In Primciro de Marco a. 7 A
DE
Cordeiro Simoes & C.
r *> easts quo taoje pode com pri-
feBar sms freguezes ura variadissi-
cMrtjaaU 4* ftwdn fiut para grande toi-
(^ehn assim pan nso ordinario de todas as
, e par precos vanlajosos, das quaes faz am
as cum dos pretendentes,
eeMMrio, e dSo amostras
i seda de lindas. cores.
pses de lodas as cflres.
bnmeo, tito, de listras, preto, etc
i pcelo e de cfires.
i preto.
! ie seda, preta ade cores.
de Hades padroes.
Fm de seda, braaco e preto.
>ms am^in de Mda.
t de BMrioo de cures, la, etc.
branca com liudos borda-
e manias para noivas.
sorUnjcato de las com listras de
4e cores.
j braaeas, lizas e bordadas.
i do lindos padroes. .
, padroes deucados.
r^rcaCra* d* qaadrus, prelos e brancos, listras,
Mm de Mdu de cfir, proorios oara vestidos,
takanekCK.
Mmi carles de vestido de iinho. c eites da
i cor, nkiaa mod?
; de camtraia de cures,
idclmdas cfires.
Saiaeaamdadas para senhoras.
"JiaMi bordadas para senhoras, de liabo e al-
t^ala.
de lavas fla verdadeira f&brba de
i e senhci as.
rera ueainus.
**b para hapCudX
>ipf i para auo.
TcMaas e gaardasapos adamaseauos de n de
OdKkMdeU.
CarMtadM Urda^ <.
4raaae ssrtMteato de camisas de liuiio, lizas e
i *dafcs, para aoceos.
de eBres para bomens, rnenlnos e meni-
i mnr9U> it chapeos de sol para bo-
de r->e nsra vestidos.
macado e lib de rerao.
iAo e algodao para to.
i deflate, hranco de cores e preto.
MB de fiaaas cfires com listras.
Cbahs de mctimo de cures e {-retos.
i-^s de ca^mira.
^ic de seda preta e de cu;ar
Ms de vo i de eaiu para horoens.
de liabo e algodao.
de erucbet para seta, cadeiras e cense-
Ivrdada? e de labyrinlho.
de crochet
e tolas as cores,
caries de vestidos de tarlataoa bordados
lisos, bordadas.
I de seda, liddas cfires.
mtrnm de eda para seohoras e menina?.
Ms faehM dsaeda e la para senhoras.
** MlMviilyi de leques de ruadreperolas e
deseda.
e de cores.
afeposio panno fino preto e ami, eol-
oahos deliobo e algodao, gravatas, lu-
de Eseossia, fapetes de todes os tama-
de lifts"*, peito* bordados para ho-
de linin braoco e de cGres, toalcas,
etc, etc.
E' barato.
t*- do
uin pequeno siiio [>erto da esta-
Salgadinho, tendo de frente 130
i e de rondos mats de quatrocentos,
area elegante casa de taipa, acabada de
e htm asseiada, tendo i sal s, 2
;ec ztnha f6ra. 0 tcrreno e pro-
na o b>Mt de plantacoes, tendo algumss
tmjws de rucut, agua de beber e todo cer-
Para we mais eijilicaroes, no raesmo si-
aa a qaalqaer bora a entender-se com Tris-
tic Fraacisco Torres, e para tratar, na the-
sj^xaria d^s loterias, rua 1.* de' Alar^o
a. .__________________________________
Para as noites de Santo An-
tonio e S. Joao.
Naboco 4 C acabam de receber com-
de sortes francetas e allemaes,
das noites de Santo Antonio e S.
e ejae se eoaaece de mais ccgrarado e
pan briacar-fe nessas noites.
VENDE-SE
as Barreiros, na rua do Com-
audico : a tratar com Tassc
Salsaparrilha de Ayer
rXMA PESIFICAB O SANGrE.
O reaome de qne goza esta ex-
ceHente remedio 4 devido a milha-
res d enru que tern opcrado, mu-
tes das qoaes sao Terdadeiramenta
maraTilho6as. Innnmeros sao 09
eaaoacmqne osysthema,parecen-
do atnrado da podridao de eafei*
midades escrofulosas, tern sido
prooiptaroente restituido & sadde.
As aflaooaes e desordeas, aggrava-
das pda contaminafSo escrotulosa,
aW produzircm dores mortificantes,
c tot gerafanente enradas por elle, em
do faafMno, qne o publico mal precisa de ser
- e do modo de u6al-o.
dos mais destruidores inimigoa
r*a-se occnlta e traiceeiramente
fraco e inerme contra molesUas
a iafeocao de que corrompeu o corpo
opgortnno, lavra rapidamente sob algii-
Thri, fk na cntis ja nos orgams
oho dajiwiH, muitas vezes, tuberculos
cora9*o, etc-, qnando nio se man-
atc
> ariaoaa e tam perfido nunca se deve dar
e p.-eaC-o t sempre atdhor do que combattel-o.
ass -. rppanomm* os proprios tgmpOwiuii actia*,
%A1.%Aftt.miI.rnA ItJE AXES poders evilar

Foif d S. An-
, WhmmmtUnto, Tumoret,
dolorcaa nos ouvidos, olhos, 4c.;
TntifiMiu; Bydropetia,
%*<>**** Tifmd*, JEpffleptia, Kv-
"" aaSnai aflecooos do sysmema muscular e
aflivit. naaodo detla BjLLBA\PAJR-
sSo enradas com o
mais dilitado espaco dt
tam impertinentes enfermidades.
rttrm Mtmmvm; as nlceracoesnteri-
Hlaaa das mnlberes sao tambem allivia-
por sen elSsito purificador e
qnando canatdos por aocn-
ao Mags*, cWsm-lhe faoU-
. Ss Fifmdo, CungMtao on
Icttrieim, qnando sio oriuada*
i mm oeeOeate leataurador da
atonr da yattaaaaa.
MMnai Tastawir, PMtpma, Dtt-
m mm iaooBuaedados com
on qnalqner ontra
modo sen podex;
de proBipta curs.
"*.
Cav, Lowell, Mmh E. U.
e tmu1mUv$.'
PE SE POR
Magnolia
."fa loja da Magnolia, a rua Dnqne de.C.ixias a.
io, encontrara sempre o rwpejtavel publico urn
complete sortimento de perfumarias flnas, objectos
de phantasia, luvas de Juuvio, aitigos de moda e
miudezas fiuas, assim como modicidaJe nos pre-
coa, agrado e sinceridade.
Anneis electrieos
A Magnolia, 4 rua Duque de Caxias a. 45, ac-
ba de receber os verdadeiros anneis e v-jltas elec-
iricas, propriou para os nervosos.
Meios aderepos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 43, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Mei03 adercQos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
*
A Magnolia, a rua Duque Ac Caxias n. 45, tern
para render os modernos -botSes de ayo, proprios
para vesiidos.
Golinhas e puiihos
das mais modernas que ha no mercado ; a
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
Len^os chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidade de len;os de seda
chinezes, com hndissimos desenhos, faienda mtei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
marllm, de osso, e de muitas outras qualidafles:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero 45.
ellas
Atten A loia da Magnolia, a rua Duque do Caxias n.
45, acaba de receber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos albuns com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, veiludo, couro, etc.
Lindas caixas com finiisimas perfumarias.
L'"gas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola'.
Pu'seiras de madreperola.
Ricas caixas para co=tura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravaiinhas de velhido, etc., etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um Undo sortimento de bicos de guipure
de cores, "apropriados aos vestidos chiques da ac-
tualidade.
GRANADINAS
Granadinas de seda pura, preta com listras
de cores e padroes os mais bonitos que tern
vindo ao mercado e que se veade pelo di-
minuto prego de 500 rs. o covado, per ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
2J)000 o oovado; e pechmcha. Dao se
amostras.
Brim braneo
Rrim braneo muito fino, fazenda de
2^500 a vera, que se vende por 1$40O a
vara, por estar com um pequeno defeito ;
pecbincba.-
Sfetins francezes
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
drdes modernos, fazenda que ja se vendeu"
por 500 rs, a300fs. o covado; e pecbin-
cba. Dao se amostras.
Oetones de listras
Cretones de listras, fazenda acolchoada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; d3o-
S9 amostras.
Madapoloes
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 3)5500 a 5&000 a pec,a ; e pe-
cbincba.
CH1TAS PERCALES
Chitas percales avanadas a 240 rs. o co-
vado; e pecbincba.
SO' 0
N. CO da rna do Crespo
Loja das 3 portas .
Galherffie W.
Juno a loja da esqulna
0 DA
Rua da InsperatTiz n. 72
DJB
MENDES GUIMAMES t IRMA0S
Acabam de fazor um grando abatimento nos preQos de suas fazendas atten-
dendo a grande falta que ha h^je de dmhfiro,^ por isso creio que o prejo quo vai men-
cionad.i agradard ao rwpeitivel publico.
TROCHES A i500.
Vende-se croches par^ cadeiras a 1|5500
cada um.
LAZINHAS A 200 REIS.
Vende se lazlrfhas para vestido a 200,
320, 400, e 500 Vs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640,g
800 rs. o covado.
GRANDE SORTIMENTO DE TATETES A 4^
Vende-Se grande sortimento de tapetes para'
todosos tamanhos a 49, 45500, 59, e 6$
cada um.
CllApKUS DESOI. DE SEDA ^ i^OOO:
Vende-se cupc*os de sol do seda para se-
nhoras e meninas a 49, elites de alpaca fi-
nos com 12 astcs a 49, ditos de tnerind de
duas cores a 59, ditos de seda para hortem
a G-?, ditos inglezes com 12 asles a 89 e 99.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vend-.-se brim pardo cscuro a- 400 rs. o
covado, drto de cores com quadnnhos a
500 rs. o covado
CORTES DE CASEMIRA A 59.
Vende-se cortes de casemira de cores para
calca'a 59, e 69, ditos do dita preta para
calga a 49, 59. 69. e 79-
BRIM'DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calr;a a 29, dito muito finos a 39.
ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-se aberUiras para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas do
csgui5oal9, ditas bordadss a 29.
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 32U rs. o covado, tem escuras e claras.
MADAPOliOA 39-
Vende-se pectt de mad polao enfeslado a
3?, ditas de dito inglez a 45500. 55, e G9,
ditas de dito fraticez fino a 79, 79-00, 89*
99000.
GRANDE SORTIMENTO DE RODPA FEITA
NACIONAL.
Calces de riscado para trabalbo a 1|$000
e 19400.
Calcas de brim pardo a 19900,29, 29500.
Calcas de brim de Angola de cores a 25
e 39.
Calcas de casemira de cores a 59800, 69
e 79.
Calcas de casemira preta a 39500, 59500
e .7
Palitots de riscado a Rfc
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots do a paca preta a 39, 39300, 49
59.
Macliinas de clescaroc,ar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a yapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruzn. 4, arma-
zem de Hawkes & C.
Extraordina-
ria barateza,
Bazar da Moda a rna MovaQ
n. &o
querendo reduzir o deposito que tem de fazendas,
resolveu vender os seguintes artigos com grande
reduccSo de prejos, a saber :
Las para vestido de senhora, de 5G0 a 320 rs. o
covado.
Ditas idem de 640 a 360 rs. o covado.
Ditas idem de 800 a 500 rs. o covado.
Alpacas de cores muito largas, flnas, com listras,
de 1*400 a 700 rs. o covado.
Ditas de 1*600 a 8*0 rs. o covado.
Ditas de if 1*000 o ccvado.
Ditas de 2*400 a f *200 o covade. .
Popelicaide 1*600, 1*800, 2* a 800 rs., 1*000,
1*200 o C07ado.
Creton para vestido de senhora.
Meias inglezas para senhora, de 11 a 6* a duzia.
Grosdenaple preto por 1*600, l*SO0 e 2* o cova-
do ; de tudo te garante a boa qualidade e es-
tado.
Alem destes objectos acaba de receber um com-
pleto sortimento de setim de todas as cores, que
vende por limitado preto, e assim muitos outros
artigos de moda, como seiam: casacos de seda,
casemira, chapeos a, madame Angot, bornous,
grampos para cabega de senhora, e sedas com lis-
tras para vestido de senhora a 12600 o covado. -
A' rua do Cabuga n. 1 A. .
Os proprietaries da Predilecta, no intaito d
conservar o bom concetto que teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o sea estabeleci
meuto dos mais que negociam no mesmo genere
veem scteniificar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
kas d'Buropa para mes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, qne se-
jam mais bem aoeitos pelas sociedades elegantes'
laquetles paizes, vifto aproximar-se o tempo de
festa, em que o bello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e cc*
mo ja recebessem pelo paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algaof
i'entre elks que se tomam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel pablico a costumada
concurrencia.
Aderecos de" tartaruga os mais lindos que teem
vrndo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d*
veliudo, sendo diversos tamaahos e oaratos pre-
os
Aderecos completes de borracha prrprios para
Jcto, tambem se vendom meios aderecos maito bc-
oitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato d*
estidos de sechora ; tambem tern para colleta
palitot.
Bolsas para senhoras, estate um bdilo t.rtimen-
de seda, de paiha, de chagrin), etc., cic:, p barato pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louc* I
como de cdrp., de borracha e de massa ; chama-
mos a attenc^o das Exmas. Sras. para ete artigo, j
pois as vezes tornam-se as crian^as did pouco lm-'
pertinentes por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
((.
Caixinhas om musica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presea-
te
Coques os mais modernos e de diversos forms-
ios.
Chapeos para senhora. Beceberam ura sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como part
meninas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de Undo*
tesenhos.
Escovas elec-trieas para dentes, tem a proprie-
(lade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
grande sortimento de divercas larguras e
ore^o.
Fitas de saria. do g?rgi>r5o. de setim e de ens-'
op)r.ie, de diveras larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Ft *** artiliciaes. A Predilecta prima em con-
frv.tr sempre um bello e grande sortimento des-
as do: es, nao so para enfeite dos cbellos, como
tambem para ornato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre-
os ei de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas cores
pars sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6so e veiludo, tudo que ha ds
bom.
Pentee de tartaruga e marfim para alisar os ca-
bei'os; teem tambem para tirar caspas.
Port bouuuet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, dsso e donrados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nSo so era extractos, como em oleog s
banhas dos meihores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienics,
Coudray, Gosnel e Rimel; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commodo
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tieados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno i recebeu a Predilecta
de or arcto preco, para Bear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
E
0. BARATEIRO
contra
a
mimigo
NA
iri\AT
VENDE-PE
acernmo
carestia 1
. NA
Rua Priniciro k Marco n. 1
utr'oru rua do Crespo, defron-
te do arco do ShuIo An-
tonio.
BAI'TiSTAS, tenios grande sortimentp desta fa
lenda e vendemos muito barata, a 360 e 400 rs.
o covado.
ALCA?SIANAS de bonitos desenHes e cores fi-
xas, a 4C0 rs. o covado. S6 no barateiro, venham
apreciar.
METINS trancados, fraoceze-. fazenda superior
e de bonitos gostos, a 210 e 280 rs. J Quern riva-
lisa ?
CHITAS de bone gostos e de cores Dxas, a 240
e 260 rs. So aqui.
LAZI.NIIAS escocezas, padrocs bonitos, a 180 e
SOOrs.
DfTAS de linho e la?, parlroes inteirantente no-
-vos, a 210 rs o covado, fazenda que custou sem-
pre 400 rs. So no barateiro I
CRETONES escnros e claros, fazenda superior a
400, 4i0e 480 rs. o covado.
POPELINAS de seda e linho a ?00 e 1*; apres-
sem-se a mandar ver.
DITAS de linbo e algodao a 70O e 800 rs. o
covado.
BRIM pardo trancadc a 260 e 280 rs. o covado.
S6 no barat iro I
DITO de oores, fazenda muito boa, a 500 rs. o
covado.
CAAlBRAIA transparente e Victoria a 3*500 e
;'*800 a peca Aonde tem tSo barateiro I
BRAMASTE de lirfho de duas larguras, 1
a vara ; admira f e exacto.
ESGUIAO de linbo e algodao de 10 jardas, por
4*000 !
DITO de linho puro a 8*. a pega. Ao barateiro,
ao barateiro 1
MADAPGLAO franeei fazenda superior a 5*
6* ; sempre custou-8*.
BOTINAS para senhora, muito snperiores, a 4*
e 4300. Se aquj.
TOALHAS alcochoadas a 4*500 e 8*000 a du-
zia. A ellas, a ellas.
CORTES de creton francez, bordados 5*500
e 6* I !
Ditos (uso da corte) de cambraia a 10*. Sem-
pre custou. l$&.
SORTIMENTO de chapeos. de sol de seda a 7*.
8* e 9*. Venham antes que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior qualidade,
barato|a 11*500, para acabar.
DITOS uara- senhora, a 3*500 f Sempre cus
taram C* ; estao se acabandp, venham a elles, a
elles I
GRANDE queima para acabar de camisas fran
cezas e inglezas, por todo o pre?o a 17*, 18*, 20*,
30*, 35*, 40* e 48* a duz a. E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a 1*, 1*200 e 1*500 o covado. So no barateiro
Quera ousa dizer que nao e barato ? por cerlo,
ninguem.
CHALES de casemira eom listras, o mais mo-
derno quo ha a 3*500 e 4*, fazenda que custa
em qualquer parte 6/. Venham a elles antes
qiie se acabem I I Ao torn torn I
Alem destes, outros muitos artigos que deixa-
mos de especilicar. para nao massar nossos fre
guezes, mas estarao patentes a vista des compra-
dores. Avista do expost -, ficamos eonvictos de
que virao fazer ac luisicao de boas fazendas por
pouco prego.
Ao barateiro f I I
Na rna do Crespo n. 1.
Angostinho Ferreira da Silva LealC.
ATTEWrjAO
a pediiiulia
A loja da Horltolefa. v-rnmonlo n. S. esta queimaudu.
Cheguem freguezes antes que as chammas de
vorem tudo.
Botinas para senhora a 3*.
Ditas ditas a 24500.
LS para boruar a 4* a libra.
X Entremeios e babadinhos a 600 rs a pega.
Oleo Philocome a 500 rs. o frasco.
LOJ1 OOPATAO
NA '
Rua da Imperatrft n. 60
TARA LIQLIDAR
Ctranadina preta a 500 rs. o
covado.
O Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato prer;o de 500 rs O'covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pav3o tern um grande .sortimento de
alpacas pretas, que vende a 500, 640 e 800
re. o covado, assim como grande sorti-
mento de cantdes, bombazinas, princezas
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 4&000, 4*500,
9? 0&000 E 7JS000.
0 Pavio vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pega, pelos baratos precos
de 48000, 4*500, 59000, 69000 e 73000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
eo, a 7(5000, 6 pechincha.
CAMISAS FRASCEZAS A 20000, 25500,
39000E 3J500.
O PavSo vende um bonito sortimento d
camisas francezas com peito de algsdao, t
25000 e 25500. Ditas com peito de linhc
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muiu
Tinas de 690C0 a 109000: assim come
grande sortimento de ceroulas de linho e dt
algorlSo, por precos baratos, e tambem tenr.
completo sortimento de punhos e collarinhoj
tanto de linho como de algodao, por precw
era conta.
CORT1NADOS BORDADOS PARA CAMA I
JANELLAS, DE 75 ATE'.25|W00 OPAR
0 Pavao vende um grande sortimento dt
cortinados bordados, proprios para cama t
janellas, pelo barato preco de 75000,8#000,
10)5000 ate" 259000, assim como : colxai
de damasco de 13 muito fina de 109000
129O0O cada uma.
BRAMANTES A 19*00, 25000 E 29500
O Pav8o vende bramantes para lenc6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo o dt
algodao a 19800 e 25000 a vara, e de linh<
a 29400, 25800 e 35000 a vara: e pechii>
cha.
Grande pechincha a 4$000
e 5|000
CORTES DECASEMRA.
O Pavao recebeu uma grande porgao de
cortes de easimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato prec,o de 45O0O e 59000
cada corte, na rua da Impcratriz ?. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
' ESMERALDINA A 800 RS.
O Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais tlegantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo era cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissinoo pre-
co de 800 rs. o covado, & rua da Imperatriz
n. 60.
C Pavao queima os artigos
seguintes:
uma a'm3cao com caixiihos, tudo de Iobes ae*
bom estado, para loja de chnpeos dc id, esta coithecida para essn (In, nu piracsiAaf,
ou outro qualquer estabelecimento, em a rcm K-
reita n. 83, garanlindo so a mesma casa; (abosr
pre^o muito commodo : a fallar nas GfscolMlw
n. 31.
Taverna.
Vende-se uma bem afre;uezada ran a can.
em uma das meihores ruas da fregueeia *e Sacti
Ant jnlo ; tambem se da sociedade : qaea pnW
der, deixe carta fechada nesta typograpkia,
as iniciaes G. M., para ser procurado.
Sao fi
rancezas
O Barateiro sempre queima.
N. 1. Rua Primeiro de Marco N. I.
Outr'ora rua do Crespo.
Grande sortimento de botinas para homem e se-
nhora, tendo diversos gostos e todos os numeros e
por precos ainda desconhecidos no mercado, para
homem 63 e 7*; para senhora 4* e 53 : a barata
e bom convida o barateiro
Lugar ameno
Vende-se um terreno com 60 palmos deirentee
330 defundo, no lugar denominado Affllctos, deita
para a estrada principal e fica perto da segnnda
estacao ds linha ferrea, divide com uma proprie-
dade de Jose Braz da Silva, e e fecbado pela fren-
te por nm mure de 10 palmos, tendo um oitlo
oefcado : trata-se na cm d? hanhos do Recife.
Traqnes chinezes
95000 a caixa
%\SO rm. a carta
So na rua do Barao da Victoria n. 39 (outr'ora
rua Nova), loja de ferragens da Souza & Guima-
raes; assim como recebem encommendas de fogos
proprios para os festejos das noites de Santo An-
tonio, S. Joao e S. Pedro, todos de boas qualidades
e precos commodos, e tambem livros de sortes,
baralhos. tarjetas, magicas, etc.
Especialidade
Vinho particular, puro e ge-
nniaa.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris de
vinho do Alto Donro, especial e unicamente pre-
parado do extracto da uva e isento de qualquer
confeccSo, sendo muito mais brando que o da Fi-
gueira, o que o torna recommendavel pelo maito
que agrada ao paladar e preferivel a todos os ou-
tros vinhos de pasto.
- Acha-se a venda nos armazens de Joao Jose Ro-
drigues Mendes, Souza Basto & C. e Fernandes da
Costa & C
Sitio a venda.
Vende-se (menos uma pequena fracf io) ura dos
meihores sitios, junto a praca, proximo a oma
estacao das estradas de ferro, com grande casa da
vivenda, eollocada cm linda e fresca posicao, com
65 palmos de frente e 90 de fundo, casa para fei-
tor, dita para escravos, accommodacoes para.
grande quantidade de animaes, prande baixa de
capim, paite plantudo, podendo foinecer mais de
mil feixes diarios, caciinbas com boa .ngua de
beber, todas as proporgoes para uma grande ola-
ria, com immensa quantidade de barro, dous
grandes viveiros, com proporcSes para se fixer
mais oito ou dez, grande quanlidado de fructeira3
dando fructo3 e outras plantadas de novo, como
sejam : sapotiseiros, sapetas, larangeiras, seiecta,
de umbigo, eravo, da China e da terra, limas da
Persia e de umbigo, limib doce, pinheiras, figaei-
ras, roraeiras, parreira?, jabutic >ba, obaia, goia-
bciras, condecs, grande quantidade de cajaeiros,
mangueiras, jaquciras, fructa-pao, jambciro-, pi-
tomheiras, eoqneifos, genipapeiros, oitisciro-', coro
e da praia. eafevwos principiand') a proifiuir, ba-
naneiras de difforeutes qtulidados, muitos pes de
aaneteiras e deaJe:ciro o unalaapte diversas e
interessantes plantas da Europa e 'do Para.
Os Srs. Moraes & ttota, a rua dj fmperador a.
darao todos os mais esclarecimentos neceettiM c
dwao quem vende e a razao porquc.
2,000 sapotis.
Para os ban^uetcs maconicos das fest cursor S. JoSo, padroeiro da maconaria : a tratar
no araiazem n. 3 da rua do Vigario Tii(-o<-:"i>.
Vende-se unit casa sita na rua dos Cterigo?,
em Beberibe, sendo diia casa de ttipa, con daxs
salas, um quarto c cuziuln fora ; a casa e sKoaiU
em chaos proprios e tem o terreno 6) palroas de
frente e 600 de fundo : a tratar na rua do Barao
da Victoria n 33.
Lazinhas
loja
a 200 rs. o covado.
Sd na rua do Queimado n. 43, junto a
da M?gnclia.
Cheguem, venham a ellas 1 !. .
Lazinhas de quadrinhos a moJa oscoceza pa-
droes muito chiques, propria para vestilws^e se-
nhoras e meuinas. peio dimiauto preco de 200 rs
o covado.
So o 43, loja de Guen a i FernanJts.
Dao-se amostras com penhor.
Leite.
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a o000.
Dit s todos brancos bordados a 12^000 e
159000.
Ditos muito ricos a 2o000.
Ronitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 800 rs.
Cintos de setim de todas es cores a 5SO00
Punhos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19600 a
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustiio brancas para i
29500.
Leite de vacca e de cabra, tirado a vista da
comprador : a rua do Marquez de Hervai, antiga
da Concordia, n. 01._________________
Livros de sortes.
Chegaram a lhraria Popular, na rua Nova n. 59,
grande sortimento de livros e cartoes rfe sorle-
Para admirar
Popelinas de gosto o mais moderno que ha, de
2*, por 1* o covado. las de lindos padoes a 320
rs o covado : so a rua Duque de Caxias n. (>2.
Toda attencao 6 pouco.
Vende-se o verdadeiro fumo do Rio Novo, des-
fiado em pacotes, para cachimbo e cigarro : na i"a-
brica de cigairos, a rua estreita do Hosario n. 35,
Ditasde dito de cfir a 49100.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia branca com bonitos
enfeites bordados, de cOr, com figurino a
69000.
Pecasde madapolao com pequeno toque
de avaria a 4500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3JO0O.
Pecas de madapol3o com 20 jardas a
46500.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de.chita para cama a 2500 e
3000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2#6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 16300.
Esparlilhos brancos e de cores a 4,-> e
5/5000,
Cortes de casimira a 4$ e 50OO.
Nymphas e Luizinhas
Sao os nomes de duas liudissimas quadrilhas
brasiieira*, para piano, chegadas ante-hontem pelo
vapor Fire Queen, eomposicM do prife>sdr Litiozu
des Santos ; as quaes se acham a venla na iivra-
ria franctza, a rua Primeiro.de Mar^o n. 9. Quern
quizer tocar nas noites de S Joao e S. Pedro dru?
quadrilhas de enthusiasmo, c ir em procura dens',
por serem pcucos os exemplares.
0 INEXTNGUIVEL
Lindas chapelinas chegadas pelo nltimo va-
por : na rua Primeiro de Marco n. 19, loja de
Jose Ferreira da Silva, snecessor de Santos Neves.
JAZIGO.
Arnazem pintado de preto
confronte a alfandega
Vende-se a retalho e a.dinheiro, mtiito ba-
rato, para liquidar.
Pogo chinez com hndas vistoa para queimar em
salas.
Caixas com 40 cams de traqnes snperiores.
Batatas por arroba.
Caixas ccn. latas de 8 galoes de gar Devois.
Manteiga franceia P L G de 1874.
Arroz, cafe, cha, e mais generos de primeira ne-
cessidade, para os ricos e pobres, como ja- indica-
ram, fazendo censura ao administradqrC.
Chapeos de seda.
Chapeos de seda para homem, prosrios de pas-
seios, formas modernas e bem armaaos, com um
pequeno defeito a 2*800 e 3*000, e pechincha 6
esta se acabando : na rua do Crespo n. M, loja
das 3 portas,. de Guufeerme 4 C Junto a loja da
esqnina. ______
Sedinhas a 1^500 o covtido.
Venham antes que se acabem; na loja do Pas:0
3 rua de Marco n. 7 A.
Cora dos eslreitauiento dnrelra
pela facil applicac,3o das
SQNDAS OLlVAES
DE
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeicoadas de todas
as conhecidas
Yendem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Admira
Popelinas de gosto, o mais moderno, de S*, por
l*o covado; las de lindos padroes a 320 rs. o
covado : s6|culrua Duque de Caxiasn. 92.
Cortes deseda
Bacalhao de Noruega.
Acaba de cheiar um pequeno lote de caixas
deste desejado baFalhao : no caes da alfandega,
armares de Tasso IrraSos 4 C.
Com 21 covados a 40#000
Sent defeito alsum.
Cores lindas e de gosto apurado, primando en- 5
tre eUas a eor de perola, Bismark, lyrio, aznl ce- deje-se tomar cuiaado comar shnm 0
lesteeoatrM. Apreveitem porqu* Yaisffi 0 do- 0 fiunew perfame e cosmeUco do sal '
agua
DE
HURRAY Uma pura distillacao das mais raras fla-
res dos tropicos. Contem, para assim di-
zer, quasi 0 oddr odorifero das fiores do
tropico da America, e sua fragancia 6 quas
iuexbausta ainda mesmo por conlinu*da
e/aporacao e diffusao. N'este respeito
i.icomparavel a qualquer outro perfume
qne ha de venda para:
DESMAIOS, .ATAQUES NERVOSOS, DOR
BE CABECA, DEB1L1DADE E
HYSTERICOS.
um certo e ligeiro allivio. Com 0 bom
tin, tem conservado sua iufluencia para
eima de vinte e ciaco annos sobre todos os
perfumes, nas Indias Occidentaes, Cuba,
rfexico, America Central, e do Sul e nfa
com toda a confianca 0 recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, aSo
pode ser igualado.* Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOUS,
QUEIMADURAS DO SOL,
SARDAS3 E B0RBIJLHAS.
Sendo reduzida com agua, se torn* um*'
excellente mistura para banhar a peUe,
dando um aroseado e cdr clara a complei-
cao nublada, sendo appbeada depois dc
barbear, evita a irritacao que geralmenta
occorre, assim como tambem garganteande-
se, 0 cheiro do cigarro desapparece, e me-
Ihora a aondicae dos dentes e gengivas.
Como Ja aauitas imitacoes, as quaes ni
possoem nenbumas d'estas propriedades.
plo : na loja da America, a rua do Cabrjga n. 10. | America, cham
Vende-se uma casa
do Capitao Ante'
Bom negocio.
w'm nm ierreno, sita a rua
Amaro nt
S tSStoo "'-.odeLima, em Santo Amaro m
do $' Mtt6.de frenti 62 palmos e de fun-
_ ".'-^ ditos; rende annualmente
iar na mesma rur. n. 70.
WO* : a tra
AGUA ILI.11B1
DE
MURRAY IiJLUMAR-
Sa acha a venda em todos odmpi
perfumari as da moda.

*




> IT
8
ASSEMBLEA GERAL
CAMtRV DOS SRS. DEPUT1DOS.
NStXSSAO DA FALLA DO THRONO.
' Continuacio.)
O S. Duco k Vasconcellos : -Essa e
km qaestao.
OS*. Paolixo de Souza : As tohlen
" rataijlicismj tJo send >, do tempos
part*, fixsr e mais possivel as raias
o espiritual e o temporal, chamando
aatfieeJi igr<>jt e deixando ao e tado
e pertence (apiiados); defende
ofuala no.ilo sua exclusiva com-
oo me enteuJe cjru a conscieneia
V*% m a Cesar o qm se refere ao
at estar material do homem. ( Apoia-
n-jiti bem.)
eataao wo por si a forca, os meios de
ceactae amerul c quauto pdJe tentar a-cobi-
'-f**f**"*j se iuvaJiros dominios da con-
sasaKxi religiosa, se sobrc ella tiver qual-
jperacckt. o u.>mern desapparecerd absjr-
aia no estido. apoiados), e Cesar ( 6 a
a classic* para designar o po ler ci-
rda^ia ao da igreja, e nosse sontido
* serriret) dominard, sem contraste,
^w cscneapao a seu poder immenso siquer
nbteo da alma humana. ( Muit-j be.n,
slJHtobom.)
A politica do governo na questao rdigio-
jvar-aos-ba a urn dos extremos quo
e trara. se nella persistirem, ou
da igreja e do estido, com gra-
dos interesses da ordem civil e
I religiosa, que tantas e tantas ve-
i ( apoiados), ou a absorpcao
fer espiritual pelo imperanto, preten-
>.Ae esta da mats ousada tyrannia, que en-
e* a< planes da politics o que ha de
(I*rad na oatureza humanaa con-
, que nao tern outro leg slador se-
jf_^ea?- ** Deus qe a rege e dirige,
preaarleaJe-lhe co-no premio da viriude
JJaees in Jelerois d'alma n'outro vida.
iJeniio bem. maito bem.)
* naala exaclo ter o governo exorbita
de sua espCera legitima de acjao, que,
pearex; Jo a corda os recursos interpostos
s actos dos bispos de Olinda e do Pard,
ae paeeraaa os provimeutos' ter execucdo.
3aa4os; maito bem.) A ordem impe-
nd ti sem oatro efT-sito send) a cer-
e saa inutilidade. a espada do Cesar
teraaam-se e frrio, os bispos estdo encarce-
1*"5 "Ses por effeito do pronuncia
* c ooWo em cumprimento de sentenca,
;~iatardictos Id estdo em pe no Pard e
baco. 'Muito bem ; muito
Enij tern o governo meios do le-
Jos, ei questao ahi esta sem soluc.5o,
fc resolvida pelo poder civil 1 (Mui-
^iirio de Peraaffibti66 Ter$a feira 23 do Junto O bispo de Olinda ndo deu, porem,
estes eraves effeitos espirituaes ao interdicto
lan^ado sobre a irmandade do Santissimo
Sacramento da matriz de Santa Antonio.do
Recife. Communicando a seotenca do pre-
lado d referida irmandade, diz o parocbo
quefoi deUa executor :
- Em tempo declaro qua a irmandade so
0 Sr. Ferreira Viumca : Nem podem
doixar de ser.
OSr. Paulino dr Souza : losses
assumpjos nada pode o governo temporal
dos estados.
a igreja e o estado tem missoes mnito
diversas, comquan'o fossem uma e outro
instituidos para o bam estar dos homeos. A
ordem temporal jdmais se pode confundir fica intardicta na parte religiosa,
com a ordem espintuak (Apoiados ; mui-,dendo comparecer a acto algum religioao
to bem.) com signaes que indiq-iem ser irmdos, como
a Lfsar peco ordem, garaotias para os por exompld, acompanhar o Santissimo
direit-s rcconhecidos ao cidaddo (apoiados) assistir ds fostividades e reupioes comopas'
a tiol execu^do das leis, estabelecidas no etc. flcaolo, porem, a irmandade no pfeno
interesse das relacdes sociaes e do engraode- gozo de seus direitos na parte temporal e
cimento da nacdo. Cesar terd o direito ao administracdo dos bens da mesma irman-
nosso sangue e ao de nossos filhos, qu'ando dade.
em defeza da patria, se houver dederra-j Ve-se claramente destas palavras que nem
ma-.o nocampo de batalhi : pode exigir de sequer tolheu-ae aos membrosda irraanda-
n6s contribuicdes, restringindo assim o que de a assistencia aos officios divinos.
**.-"
vilegios^civis, cuja posse se restituissem oaf Senhorcs, asjurisdic.;.'ws espiritual e ten-|EmKor. ramnre-nos refltvlir anhrA en
reeorrentes, lembrou-se de que expediontoT por.,! Sao inteiramente disifcSas e indepen- Srt "i S^Si ** *'
reeor.rentes, lembrou-se de que expedionto?
, aenhores, ver o governo do
il mandando urn seu delegado, o pre-
sidonta^'de Pernambuco,5convocar a palacio
os pjrochos da .ci lade do Recife, e, jd com
promessas corruptoras, jd com ameaga?,
como consta de uma declaracdo assigna la
pelos mesraos parochos e publicada na im-
pronsa, tentar miuzil-osjd deslealdadrt e re-
volta contra o prelado de Olinda seu supe-
rior legitimona ordem ecclesiastica. (Muito
bem.)
competen
(Apoiados.)
a
: <
uos pertence como producto de nosso tra- se Ihes prchibio foi assistirem aos actos re-
balho. No que respeita, porem, d cons- ligiosos com o distinctivo da irmandade o
ciencia, ndo ha poder algum instituido pelos que ndo se pode considerar sendo como ob-
homens que a possa curvar a.seus dictames jecto attinent-j ao modo de effectuar-se o
(muitos apoiados ; muito bem.) S6 a Deus culto, sendo assim da exclusiva
od sua igreja podemos pedir a tranquillida-jcia do prelado diocesano.
do e firraeza quo a fe e us promessas divi- Quem em boa fe pode dizer que em assum-
nas pjdem unicas assegurar-nos (muito pto de tal ordem tem competencia o poder
bem) ; so em Deus .e em sua igreja pode- civil, destinado a proteger e regular inte-
mos achar esperanca e consola^oes, quando' resses de ordem muito diversa ?
na hora do ultimo arrependimenlo invocar-l No que se refere ao regimen do culto a
mos a misencordia infiaita para obtermos igreja 6 independento do estado e ndo torn
o perddo de nossas faltas. (Muito bem {Superior na autoridade civil, cujas delibera-
rauito .bem.) j5des ndo tem raekw de obriga-la a por em
O poder quo tem por si a forc.a mater ial (pratica.
A penadangada polo bispo de Oliodw era
coercitiva ndo pode firmar doutrinas no
que c de religido, pois quo os dominios
d'alma sdo inaccessiveis d autoridade" de de-
legagao bumana. (Apoiados ; muito bem.)
Ndo pretendo exhibir aqui os meus sen-
timentos religiosos como horaera, e peco
[Tlesculpa... .
Vozes: Ndo, nao, continue.
espiritual, ndo tinha effeitos civis, coaio os
factos depois revelaram, quando o governo
mandou desfaze-los pelo juiz provedor de
capellas. Ndolinha, pois, o governo qwe
mgerir-ie na questao.
Procedendo diversamenle, o qoe aconte-
ceu ? A corda deu pFovinwnto ao recurso
0r. Iaulwo de Souza : ... se raeia interposto, o bispo wdo se conformou com a
arredando dos pontos precisos da questao, | decisdo, o magistrado civil den-lbe uma

condicdes, sem achar sahida ao
que creou, o que fard o governo ?
nao sabemos, e cada um de n6s
de inquerir. em nome de in-
uito earns da sociedade brasileira.
presidente do conselbo, respon-
savrl par quauto teenos reflectidamente se
ism fei o, e, infelizmente, senhores, o ho-
xaon ialedso que todos v6s conbeceis :
oar o i'm e o nao ao mesmo tempo ; nao
s* ha d* ir para a direita ou para a
; que: ir ao mesmo tempo para a
reitt e para a csquerda, afinal vai para
somss lados. mas nao fica d direita nem
:rd*. Apoiados ; hilarrdade.)
j .- -$), em julho do anno passado, o
mm boorado amigo depulado pela provin-
3 : Rio-Grande do Sul (o Sr. Silveira
anias iaterpellou o governo para saber
- providencias legislativas precisava
interesse da silurao detd) sena diffi-
caalade, respoadeu muito seguro de si o
XaBtrc prtiiiiaate do conselho que tinha
;-'rao os meios de solver a questao.
1 i era. : j:-, uesse dia para o Bobre
de jorislicjai temporal.
eaasegaila, por*;a, mania S. Esc.
e>pec:al d santa sc, para que
wamt a decisdo, obtenJo-se do san-
XtuiaM padre que ordenasse ao bispo de
liala o krantamento dos intcrdictos. A
Bateria passava a ser, no entender de S.
'.io espiritual. (Muito bem)
piritaal emquanto nao se mallogra-
o nobre presidente do conselbo
Iss esperan^as do exito dessa
n, depois da missao espo-
fundadamenle a favor da
i espiri'.ual com o proccJirncnto
t governo, que o recouheceu,
' '. r a Roma a solucdo dese-
ipoiados ; muito bem.)
Zm. qae ouvi aqui ao nobre presidente
ao oDBSfflM dizer que *a legiMacao civil lhe
= dc solurao, tenho o di-
le pereant.-r-lhcque execufdo tive-
rasa essas ki- Oade estd a autoridade
-.r, aaa natta lanaaailBB 1 Odessa
aaaariiaie nao era, como dizieis, sufficien-
n para o caso, ou vacilla em vossas mal
iagaras aaiar Muito bem.)
-ninisterio nao soube manter as rola-
e-.tre Cesar e a igreja, taes quaes de-
veai ser em um paiz, que adopta como re-
i de estado a religido catholica, apos-
laBrs. roeuna, c, ndo podendo restabelece-
ias ae pe em que as achou e devem estar,
de aboli-las, chegando a um dos dous
que indiquei ou do separar a
-jTqa do estado, ou de reunir os deus po
eeajs aas raaos do imperante ; excessos es-
as a en hd de oppor-me com toda a fir-
asen, :aaw eatbo'ico e como conservador
q il irffdir at.-d ultima osprincipios os-
de nossa constituigao politica.
beat; muito bem ; ha diversos
eu nao sou. ultramontano, nem
fitee aasa4or em materia de religido*; sub-
mttu-me is leis da igreja, que me recebeu
aai r*a satoftrazido pelas rados de meus pais
bem ; muito bem), assim como
[ i is leis do estado de que sou cida-
di
Pi?naa4e pela harmonia de dous pode-.
ass, tsumbetjo a independencia de ambos e
U3' -.03 aqui boje nos actos do governo a
Ja liberdade de um dells. (Apoia-
ees : avatto beat.;
A VTJI catholica 6 uma sociedade regu-
lar, aculiad* eavbjra pelogovernO no Rra-
s3 aeat sajeacio ao poder do estado e tem
e date**) de procurar os meios de realisar o
ha a qaa a destinou seu Divino Fondador,
de organisar-se. As igrejas
e todas as outras sociedades re-
i-se por leis suas (apoiados) ;
o mesmo direito d igreja catho-
bem.) 0 dogma, a moral,
quer interns quer externa da
de saa exclusiva e irrecusavel
(Muito bem.)
aos.quaes julgo dever limitar-me. Ndo roe
cabe aqui considerar esta materia sendo como
homem politico e em" face da constituig&o do
iraperio.
Aceita esta a religido catholica, apostoli-
'a, romana, como a do estado, mas tolera
sem apparato exterior todos os outros cul-
tos, prestando assim homenagem d liberda-
de de conscieneia religiosa e d dignidade
humana.
Adoptando uma unica igreja com culto
publico favorecido pelo estado, o legislador
constituinte, que tinha para isto poder, ti-
nha-o tambem para estabelecer coDdigpes
dessa adopc,do, uma vez que ndo repugnas-
sem d indole dessa mesma religido, nem a
embaraQassera naquillo quee" da exclusiva
competencia espiritual. Foi assim que r-
constituiQao aeeitou da legislafdo portu-
gueza o placito regio, nella conhecido de he-
rn uitos seculos.
Se a igreja catholica de Roma houvesse
em outros tempos recenhecido ao nosso go-
verno o placito imperial e, apenas agora, o
contestasse, teria fundamento, como novi-
dade, a discussao que sobre este ponto tem
bavido. Ndo e, pore'm, assim.
Em todos os tempos os governos catho
licos ddfenderam esse direito como inhe-
rente ao poder civil; em todos os tempos
a santa se o impugnou. Hoje snstenta-o,
como sempre, o governo do Brasil, e ne-
ga-o a cfirte de Roma. Nada, pois, se in-
novou.
0 que e, porom, o placet em seus effei-
tos praticos para o cidaddo brasileiro que 6
catholico romano ? Para raim nao existe
elle, nem segundo a' constituicdo pode adap-
tar-se sendo aos decretos e determinacoes da
igreja, que porventura entendam com as
relaQOes civis.
Para crer no dogma, para aceitar a mo-
ral nao preciso por minha parte do licenca
do governo (apoiados) ; e-me indifferente
qua a de ello ou nao. Felizmente ha no
ser humano essa parte, a mais eleyada, a
conscieneia, que esoapa d influencia do
poder dos outros homens. (Muito bem.)
A independencia da igreja, como poder
distuv-to do estado, assegura-lhe o direito
delegislar soh-e sua disciplina interna e
externa ; direito perfeito que lhe cabe como
sociedade regular. Acontece, poreSm, nos
paizes, onde a ordem civil asseuta em gran-
de parte na ordem religiosa, aceitar o legis-
lador como origem e fundamento de rela-
Qoes civis factos de natureza religiosa. Neste
caso, mudada a lei da igreja pela sua so-
berania, a lei civil nao so acha, tpso facto,
no mesmo scntido alterada, pois que de-
pendo essa alteragao do outro poder tam-
bem soberam no que pertence a sua es-
phcra de acgao. E' esta a doutrina da
constituigdo, que reconheceu o direito de
exame do governo ou da assomblea. legis-
lativa, conforme a disposicdo e particular
ou geral, para nao sujeitar o poder civil ds
iuvasoes e predominio exclusivo da igreja
no quo respeita a relacoes que nao sdo da
ordem religiosa.
Vozes : Ah I Ah I
(Ha diversos apartes.)
Outius Vozes : Oucam o orador.
0 Sr. Pailixo de Souza : 0 recurso
d coroa foi estabelecido em outros tempos,
em que o poder do clcro podia por em risco
os foros civis pelo effeito temporal de certos
actos de jurisdicgao ecclesiastica, a que tal-
vez tenha ainda de referir-me hoje ; e ainda
um meio de defeza, cuja effectividade ap-
parece nos casos de ser inva'dida a ordem
civil pelas autoridddes ecclesiasticas, cau-
sando, porventura, aos cidaddos prejuizo ou
constrangimento em seus direitos, rogflias
ou immanidades, prejuizo ou constrangi-
mento que possam ser removidos pela au-
toridade civil.
Vejamos so estd neste caso o acto de que
se recorreu para a corda, praticado pelo
Revd. bispo de Olinda.
Trata-se de uma sentenca de interdicto
lancada pelo prelado olindense sobre a ir-
mandade de Santo Antonio do Recife. 0
interdicto 6 uma pena meramente espiritual
execugdo iHusoria, o bispo de Olinda foi
processado e estd cumprindo sentenQa, preso
em uma fortateza desta porto.., e a qeesldo
religiosa que o nobre presidente- do conse-
lbo quiz resolver ahi estd no mesmo p6
(apoiados, rouito bem V ha diversos apar-
tes), augmentando de gj-avidade cada dia,
porque o bispo do Pard' jd ahi estd tam-
bem pronunciado e presor o venerando ar-
cebispo da Bahia alto e bom som declarou-
so disposto ao mesmo procedimento daquel-
lesdoa*, e a bispo de Marianna, ovelho e
virtuoso conde da ConceiQdo, honra e gloria
da- igreja brasileira (muitos apoiados), qae
dedicou inteira uma long* vida aoservigo
do Deus e do estado, acabe de annunoiar
em sua pastoral, ultimamente publicada,
que vai seguir opassos que trouiewm aos
dous primeiros a perseguigdo que estdo
soffrendo. Com esfes podem os mats dlo-
esanos ser oondemnados e presos, mas a
questao continual no mesmo estadok sem
se poder prever as oonsequencias e as in-
terdictos sempre em pe\ como estdo ainda
em Pernambuco, ndo obstante serem neco-
Ihidos todos os bispos ds fortalezas o estar
alii (mostrando) pare absi-lhes a perta do
earcereo meu boorado amigo- o Sr. rainis-
tro da guerra, que nisto ainda mostraram
seu zelo como catholico* apostolico> ro-
mano.
O Sr, Ministro DAGwULRAdd um aparte.
(Ouvera-se outros apartes, e o Sr. presi-
dente reclama atieuQuo).
O Sr. Paulino de Souza (para o Sr. mi-
nistro da guerra) : Que perseguigSo fiz
eu aos Revms. bispos com a declaracdo de
nio deverem deixar sues, dioceses, passa-
rem a paiz estrangeiro, sem sciencia e an-
nuencia do governo f
0 Sr. Dwque-Esirada Teixeira : E'
a disposi$5o da lei : Os bispos nao podem
sahir do imperio sem licenga.
(Ha outros apartes).
0 Sr. Ministro ba Guerra i Eu estou
no meu posto de honra : defendo-os sem-
pre.
0 Sr. Diogo de Vasconcellos : Met-
tendo-os nacadeia.
0 Sr. GusmAo Lobo : Foi o poder
competente.
0 Sr. Presidente : Attengao.
0 Sr. Paulino de Souza : Senhores,
eu que condemno aqui o procediraento il-
legal e violento do governo contra os prela-
dos brasileiros, que sinto-me abatido, ven-
do bumilhadas as cabec-as da nossa igreja
por um governo que nada quer deixar de
elevado neste paiz, tenho o direito (vollan-
do-se para o Sr. ministro da guerra) de
exigir da lealdade do nobre ministro (que
especifique factos denunoiativos dossenti-
mentos que me imputa e diga como e
quando os pratiquei.
O Sr. Ministro da Guerra : Sem-
pre.
0 Sr. Paulino de Souza : Quando o
nobre ministro quizer ve-las, eu lhe raos-
trarei letras que conservo de alguns dos
mais illustres de nossos prelados, testemu-
nhando-me sua salisfacSo pela solicitude
com que haviam sido attendidos por mim,
quando ministro, os ihteresses da religido
em suas dioceses. Espero os factos que o
nobre ministro estd obrigado a articular, da
perseguieao de que me accusa.
0 Sr. Ministro da Guerra : Obri-
gando as corporacoes religiosas a converte-
rera os seus.bens emapolices.
0 Sr. Paulino de Souza : A questdo,
a que o nobre ministro se refere, e uma
questdo juridica, que consiste em veriGcar
se a propriedade das ordens regulares, sen-
do de mdo morta, estd ou nSo sujeita em
seu modo de ser a limitac^es do poder le-
gislativo. Se foi desse modo que eu per-
segui os bispos... deixo a resposta para ou-
tra opportunidade e volto ao ponto de que
tratava.
Ao passo que o governo recorria a tod.os
os meios de solucdo, ora mandando pedir a
Roma que desatasse o no, ora annunciando
que o ia de vez cor tar com a espada inven-
civel de Cesar, ao passojque o nobre presi-
que s6 fere, portanto, a alma do paciente e dente do conselho collocava-se em md posi-
ndo tem sendo effeito ospiritaaes, sendo es-
tes : a probibicdo dos officios divinos a cer-
tas pessoas ou em certos lugares, a inha-
bilitagao para receber alguns sacramentos e
a negacdo de sepultura ecclesiastica. Por
negagdo de sepultura ecclesiastica entendo
eu a privagao das preces que faz a igreja
pelos que morrem em seu seio e do enter-
ramento em lugar pela mesma igreja aben-
coado, e de forma alguma a recusa de um
lugar nos cemiterios publicos, ao qua) tem
direito o homem que morre em paiz civi-
lisado.
Tanto a assistencia aos officios divinos,
(do para obter de Roma a soluc&o, e collo-
cava Cesar na dura condigdo de reco-
nhecer, pela impotencia de sua acgao, e erro
do caminho indicado por seus ministros, o
bispo de Olinda, assentado e firme em suas
iddas e rosolugoes, obtinha no conceito dos
que podem apreciar taes questdes a vanta-
gem que ddo a logica e coherencia dos actos,
a dignidade com qae o homem convencido
arrosla as consequencias do sea procedi-
mento.
Foi assim que o governo, estacando
dianto da impossibilidade de fazer cumprir o
provimeotQ da corda ao recurso interposto
Que ministerio conservador, este, que in-
sufla a anarchia, insinua por meios reprova-
dosa dosobediencia na ordem hierarchica da
igreja, e tenta deslruir os effeitos da autori-
dade superior, captando inctdiosamente os
animos dos subalternos para resistirem a
dotermioacoes, quo lhes cumpre acatar. e
obodecor 1 (Apoiados.)
E o bispo vem ainda dar ao presidente e
a seus inspiradores, os nobres ministros, a
mais s^vera licdo, que no exercicio da au-
toridade sepode roceber: dirige-sa ao pre-
sidente e Iha dizEgo. sum, aqui estou cu
para reaponder pelo que or lenei aos meus
subordinados ; dirigi-vo3a mim, que sou o
autor, e nio a elles, que nac sa deixam le-
var por vo9sas seduc;6es e ameaca*. Quo
conservadores estos, que pregam a iosubor-
dinagio e o desrespeito d autoridade legiti-
mameote constituida no exercicio legal do
suas faculdades!
E' processado o bispo de*Olinda, ahi estd
preso na fortsleze. Tudo se acha, porem,
no mesmo estado anterior. Os idterdicfos
mandados Ievantar pela corda estdo em pe
em Pernimbuco, o bispo go vermin lo a dio-
cese por um vigario seu e do fuodo de seu
carcere, com a sobranceira da forga- moral e
do direito, dizendo em uma pastoral ao go-
verno Episcopus sum, (Muito bem ; mui-
to bem) E elle e bispo, senhores, porque
ndo estifaas rados- do governo apagar-llie da
fronte o signal cam que a igreja vinculou
as ovelhas da diocese de Olinda a ssu pas-
tor. ;Muito bem f muito bem.)
E a autoridade de Cesar f I 0 que e fei
to delta? pergunto- eu ao nobre presidente
do eonselho. Se elfa-existe, hi estd, diante
do pedestal que lev-antastes ao bispo-con-
deraoado, abatidae humilhada por v6srque
ndo soubestes-acautefcar-lheo presligio, nem
podeis fazer pespeital-a^ (Apoiados. "*faito
bem)
Mas, emfimv .Sr. presidente do conselho,
qual e*-a soluedb que ides' dar it- questdo re-
ligiosa, pois qae nenhuma tem tido ate* hoje,
apezar d8 tudo que haveis foito?
Nem os chamados ulJramontanos, nemos
catholicos sinceros, erobora mehos arden-
tes eque ndo aseitam asupremaeia da igreja
se ndo no que e espiritual....
0 Sr. Ministro do Imperio dd um a-
Darte.
0 Sr. Paulino de Sobza. (para o Sr. mi-
nistro do_imperio) :Tenha a bondade de
fallar mais alto para, se eu jplgar conve^
niento,. poder responder aos seus apartes^
0 Sr. Ministoo do Iswerio :Estou to-
mando nota da divisdo que V. Exc faz entre
catholicos e ultra montanos.
OSr. Paulino de Souza.:Nem oscha-
mados nltramontanoj, nemoscath-dicos me-
nos ardentes, porem nSo menos sinceros,
nem os livres pensadores, ninguem, conser-
vador ou liberal, pode contentar-se com
unaa- politico qua nesta questao Bio tem da-
do- outros resultados vjsiveis sendo descon-
siderar e vesar os bispos, atribular toda a
igreja brasileira, inquietar as consciencias e
accender talvez no paiz discordias religio-
sas, cujas. consequencias, sdo, na historia
de outros paizes, muito conhecidas. E isto
deixando a questdo no estado em que yemos
desde que comecou.
Quem so collocar no ponto em que se acha
o nobre presidente do conselho, depojs do
queS. Exc. fez, tem de ir por diaate cjm a
mar cha politica qua adoptou, ou de enlre-
gar a outrem, que melhor possa solver a
questdo, a sua direccdo.
Tendo de ir por diante, seu primeiro
acto deveria se fazer cumpri? o provimento
da corda p-lo governador do bispado do
Olinda (apoiados.) Porque nao o faz?
Formo favorave-1 conceito desse respeita-
yel sacerdote do quem o Sr. ministro do
imperio, tendo com elle lacos muito inti-
mos, pode dar noticias minuciosas ao no-
bre presidento do conselho. Jd so lho or-
denou que oumprisse o provimento ? Se
ndo o fez, porque nao se mandou tambem
processar ?
Se ndo curaprio, dove o nobro ministro
mandar, preso tambem elle, que o outro
substituto cumpra e assim ate o ultimo.
Processado e preso tambem este ultimo, e
preciso ver quem roja a diocese de Oliada.
Se a estes impedimeutos tiver de prover o
bispo ou o santo padre, estamos no mesmo.
Ou se encarregard disto o governo sem de-
pendencia nem interveugdo da santa se ?
Eis o que desejo que o nobre presidento do
conselho informe.
como a -administragdo dos sacramentos e as' em Pernambuco, ndo obtendo acquiescen-
preces pelos rnortos entendem com obem cia do bispo. recorrido para executal-o, nem
d'alma, ndo sdo direitos, regalias ou immu-. tendo meios*de otornar effectivo peloma-
uidades que tenharaos como cidaddos. fgistrado civil, por nSo haver direito pu pri-
Na diocese de Olinda jd vigora o conceito
de Cavourigreja livre na patria livre. Os
parochos das diversas matrizes do Recife
estdo com a eongrua suspensa sem proces-
so nem condemnacao, sendo-lhes a somma
desse vencimento coaiposta por contribui-
Qao voluntaria dos fieis, isto por mero ar-
bitrio e capricho do g iverno, que por um
lado raanda pagar eongrua, contra o dispos-
to em imperials resoluQdes de constlta do
conselho de estado (as quaes tem forga de
decreto) a um parocho suspenso ex-infor-
mata concientia pelo bispo. (Apoiados.)
0 Sr. Diogo de Vasconcellos:E' um
escandalo.
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Paulino -deSouza:A diocese de
Olinda consta das provincias de Pernambu-
co, Rio Grande do Norte, Parahyba e Ala-
goas. Os presidentes das tres ultimas pro
vinciascommun'icam-se com o govornardor
do bispado, Teconhecem-lhe a autoridade
que foi tambem reconhecida pelo represen-
te da santa s^, pelo arcebispo e pelos outros
prelados diocesanos. O^governo geral e o
presidente de Pernambuco ndo o reconhe-
cem como autoridade ecclesiastica, nem lhe
accusaram, segundo me informant, o rece-
bimento do sua participagdo de estar no go-
verno da igreja olindense.
E pode-se conceber tudo isto em urn paiz
regularmente governado?
Ndo me e licito em am'debate essencial-
mente politico como este, desenvolver os
pontos juridicos que interessam na questdo
religiosa. Ndo deixarei comtudo de mos-
trarcom disposi55es positivas da legisla^do,
que b governo ndo podia mandar processar
o Rvm. i)ispp de. Olinda por negar-se.este a
cumprir o provimento da corda dado ao re-
curso da irmandade do Santissimo Sacra-
mento de Santo Ant?nio do Recife.
pora! Sao inteiramente di3ti?ctas e indepen-
dentes, como e da natureza das cousas e se
acha expressamente consignado eoi Jei posi-
tiva do paiz. Em caso algum a autoridade
temporal pdde ser segunda instancia em
materia espiritual da exclusiva competencia
ecclesiastica. Nem tdo pouco pdde a auto-
ridade espiritual intervir em qualquor grdo
no julgamento de actos que se regem pelas
leis civis. 0 contrario disto edesvirtuara
natureza dos dous poderes, perturbar todas
as nogdes do juris JhcSo e hierarchia, anar-
chisar tudo. (Apoiados).
0 recurso d corda so pddo dar-se de de-
cisdes em materia espiritual para destruir os
effeitos civis da pena espiritual, imposta
pelos ministros .da igreja.
Hoje qua as penas espirituaes jd nao teem
effeitos civis immediatos e directos, poucas
veze3 poderd sortir effeito o provimento.da
corda ao recurso interposto de sentence pro-
ferida em materia espiritual. Ndo era asstm
outr'ora, quando o poder civil acudia com
os meins da forca material d execugdo das
deliberagdes das autoridades ecclesiasticas,
indo no proprio interesse muitas vezes alern
do quo poderiam ellas desejar, Muitos
exemplos disto offereceroas aotigis-leis eor-
denacoes do reino da Portugal. A ordena-
cdo do livro T, titulo 8% quo so ins^reve
Da ajoda do bra^jo seculare que foi com-
pilada de uma eoncordata antiquissima (Ga-
briel PoroiraDemaltu regia), trataodo no
5 da pena de eacommunbdo, determina
quo as justigas territoriaes, logo quv lhes
consto haver no'lugar algum cscomtnungado
contra quem se tenbe impetrado- auxilio do
poder civil, fagam logo prende-lo e exijpm
delle o pagamento de 108 rs. em cada nove.
dias quo estiver preso.
Estas disp'jsicdes caducaram e apenas ca~-
bera' na historia da legislacdo.
0 eminente jurisconeulto que formulou os
casos e o processo do recurso d oorda ndo
podia-desconhecer, versado corns-e nestas
materias e dotado de elevada e cufca intolli-
gencia, a independencia das duas jurisdic-
gdes e a violagdo que se-.daria de todos os
prmcipios de direito, se se confundtssem na
pratica pela sujeigdo da uma a out.
Foi assim q>ie no decreto n. l.JM.l de28
de margo do t857 delerminou (art. 23) .que,
decidido o reurso pelo conselho de-estado,
seria por aviso do ministerio respectivo
transmittida a resolucdo imperial ao juizou
autoridadeecclesiastica para-faze-la oumprir,
fixando-se-lho para o cumprimento prazo
certo edeterminadoi
A razdo de fkar-se o prazo consta do art.
24 do mesmo decreto, e aio tern outro mo-
tivo sendo sei* facultativo diautoridade eccle-
siastica, que na ordem espiritual nao-e su-
bordinada ao governo, cumprir ou nao a re-
solucdo de um poder diverso. E' uma-de-
ferencia do-poder civil, que deu provimento
ao reeurso, desejar a execucjio pela mesma
autoridado recorrida : 6 uma tentativa do
accordo. Se a autoridade ocelesiastica
mantem o seu acto e recusa-se ao-oumpri-
ugdo que ella terd.
Aereditai-me, senhores, a unica solucao
r'gufer e constitucional 6 a unido do parti-
do cons.rvador (apoiados; muito beat) no
dia em que se retirar este ministerio, unico
obslaculo que entre vds qae o sustentais 0.
nds qae o combatemos boje se interpde^
(Apoiados). Por mim declaro que verei com
viva satisfarjdo organisar-se um gabinetecon-
servador, saliido indistinctamente das filei-
ras de meu parfido (muitos apoiados), qae
possa ob'.er a cunfianca de todos. So lhe
ponho uma condicao ao meu apoio, e i, a
de respeitar a constituicdo, ter a energi*
precisa para veneer as difficuldades qae
achard, fazer reviver no Brasil o regimen
representative e paular seus actos pelos
principles desta fdrma de goveruo. fJluito
bem).
0 ministerio mostrou-se boirlem beliieoso
e trouxe-nos pelo orgdo de um dos seus
sustentadores uma mocdo de confianca qae
ficou prejadicada. Ndo aceitamos questae
da confianca : e nosso o direito depropd I*
qoando julgarmo-la opportuna e no terreno
que mais convier ds ideas e interesses poh-
ticos, em nome dos quaes fazemos- opposi-
cao-a este gabinete. (Muitos apoiados).
O ministerio forceja por dividir es-con-
servadores da camara em dous grupos se-
parados e irreconciliaveis. Havemos de
objBar a isto por todos os meios a nosso al-
cance. (Muitos apoiados (fa opposic&O'oon-
servadora).
O nobre presidente do conselho ndo-quer
confiwga do parlamentb, nem della tem
precisodo ate hoje. que quer e ir arras-
tando a-lenta agonia aom que estd lutando:
Pois bem, continue o ministerio ainda no
poder por mais ou menos dias,. vd nelle de-
compondo-se ainda em vida, vd esphace-
lando-se- ate desappareeer-lhe inteiramente o
corpo, destacando-se molecula- por mole-
cula.
Teem.razdo os nobres ministros:0 ga-
binete 7 de marco deve morrer como tem
tvivido. (Apoiados; muito bem, muito bem).
(0 orador recebe muitos-e repetidos cum-
priraentcs).
0 SR. V1SCONDE DO RIO-BRANCO
( Presidente do conselho. Movimento geral
deattenci;: profundo silencio) :^=>Senho-
res-,.o nobre depulado pela provincia do
Rio de Janeiro encetou o presente debate
norno os anteriores. S. Eso. apresentou-se
prazenteiro;. risonlw, com o-seu bem co-
abecido ramo de oiiveira, assegarando a to-
dos os conservadores que elle tinha em suas
mios o conddo milagroso com- qae poderia
tongraga-los o traze-los unidos ao mesmo
jensamen'.o, afim de lovar asta situacdo a
Jestinos rcelhores ; mas este- milagre, Sr.
presidente, depends de uma oondigdo, de.
uma-unica condicao,que e actual miojs-
terio se retire, entregando o peder ao nobre
deputado e aos seus amigos dadissidencia.
Real mante, senhores, se com tdo pouco
podessemos conseguir fim tao grande, qual
o de estabelecer entre os conservadores har-
mento da resolucdo imperial, mandao go-!;moBia e perfeita unidade de senUmentos
verno- cumpri-la pelo magistrado civil, que
representa a mesma jiirisdicgdo temporal,
de que emanou o provimento.
0 art. 2i do decreto diz :
- Se, ndo obstante, o juiz ou autoridade
ecclesiastica ndo quizer cumprir & imperial;
resolucdo, serd ella cumprida como sentenca
judicial pelo juiz de direito dacomarca qua
procederd como determinant os arts. 13e
14. do decreto de 19 de fevereiro de 1838,
o qual sd nesta parte fica em vigor. .
0 art. *3 do citado decreto-de 1838 diz*
<* Cabe nos limites da jurisdiccao dos juizes
de direito, a respeita do cumprimento das
sentencas mencionadas, declarar na fdrma
dellas sem algum effeito as-censuras o penas
ecclesiasticas que tiverem sido impostas aos
reeorrentes providos pelas relacoes, prohi-
bindo e obstando quo a pretexto dellas se
lhes faca qmlquer violencia ou cause pre-
juizo pessoal ou real, metlendo-os de posse
de quaesquer. direitos, prerogalivas ou re-
ditos- de que houvessem sido privados^ e
procedendo eresponsabilisando na fdrma da
lei os desobedientes e que recusarem aexe-
cucao.
Resulta daleltra do art. 2i do decreto de
1857 que e licito d autoridado ecclesiastica
deixar de cumprir o provimento do recurso.
(Apoiados). 0 logisladordtzsa nao quizer
cumprir. a imperial resolucdo ; logo, deixa
a faculdado de cumprir ou nao, o, usando
della como a lei Ih'a da, nao podia o bispo
de Olinda commetter delicto, usando do ar-
bitrio quo lhe foi deixado. (Apoiados ; mui-^
to bem).
Tenho passado parto de minha vida estu-
dando as leis e o modo de cumpri-las : ain-
da nao vi o legislador quando encarrega
imperalivamenle alguma autoridado de cum-
prir as suas determinacoes dizer se ndo qui-
zer cumprir, vejo-o iapdr sempre ao exe-
cutor a effectividade do proqeito da lei, sem
conceder a possibilidade da recusa por parte
delle. (Apoiados). Desde que o decreto dis-
so se ndo quizer cumprir, deixa d vontade
do executor o cumprimento. (Apoiados). E
tanto e assim, que acautelou logo esse cum-
primento por putra autoridade de ordem
temporal. (Muito bem).
Como, porem, no caso de que se trata a
pena ora meramento espiritual e ndo tinha
effeito civis, o mjgistrado civil ndo teve
de evitar violencias nem prejuizos reaes ou
pessoaes, ndo pdde restituir aos reeorrentes
o posse de direitos, prerogativas ou reditos
de que falla o decreto de 1838, e dos quaes
o bispo a ninguem privara com a sentenca
de interdicto. (Apoiados ; muito bem). 0
processo por desobediencia recahe sobre
quem obsta ao levantamento dos effeitos ci-
vis da pena espiritual.
Ndo se executou o decreto do recurso d
corda, e da desordem que resultou da sua
inobservancia originou-se o que estamos
presenciando: o bispo condemnado e preso,
mas triumphante; o nobre presidente do
cpnselho vendo em suas mdos yacillantes a
autoridade imperial desmoralisada e impo-
tente; a questdo religiosa insoluvel, e os
interdictos sempre em p6 na capital do Per-
nambuco I (Muitos apoiados; muito bem).
Reservo-me, senhores, para em outra oc-
casido expdr-vos o muito que tenho ainda
que dizer sobre esta importante e gravissima
questdo. Devo terminar.
Resumirei em poucas palavras .o pensa-
mepto deste discurso.
Os erros e males que hoje tenho arguido
ao gabinete, alera dos anteriormente de-
monstrados, ndo ,nos permittem soffre-lo d
frente dos negocios publicos. (Apoiados da
opposicdo).
Estamos na imminencia de uma crise mi-
nisterial que todos vemos aproximar-se. 0
gabinete compraz-sena lenta agonia em que
vai vivendo: fard tudo por prolonga-la.
de vistas politicas, nos os ministros proscri-
ptos nao recusariamos esse service ao paiz ;
o gabinete retirar-se-hia, pedindo d maio-
ria da camara que accedesse aos lisongeiros
votos do nobre deputado, se taes vetos ins-
piram toda a confianca que parece estar em
suas angelicas intencdes. Estes ministros.
porem, que tenitsabido viver constitucional-
menta ( muitos apoiados ),. hao de sahir do
poder com honra. (Apoiados). Ndo ce-
deremos hoje, como ndo cedemos em 1871,
a estas blandicias do nobre deputado, logo
seguidas de aggressdes as mais ouensivas,
iguaes ds que acabam ds ser-nos dirigidas !
( Muito bem.)
(Interrupgoes. )
0 nobre deputado appellou para os nas-
sos adversarios naturaes, para os nossos ad-
versarios communs, que tem assento nesta
camara ; o nobre deputado sdo quiz cons-
tituir juiz do nosso pleito o partido conser-
vador ; mas todos vds sabeis, senhores, o
quo tem occorrido neste recinto e fdra delle,
podeis, portanto, dizer se possivel acredi-
tar na forca do espirito conciliador, oa sin-
ceridade e efficacia, permitla se a expres-
sao, dos sentimentos com que S. Exc. e
sous amigos nos querem chamar a todos
para o mesmo aprisco.
Nao estamos, Sr. presidente, como "disse
o nobre deputado, era agonia ; poderemo&
estar em minoria, mas temos ate" hoje pro-
cedido como ministros que em sua con-
scieneia julgam haver cumprido com sous
deveres (apoiados), conservando intacta a
nossa dignidade pessoal e a dignidade do
honroso cargo que exercemos. Nao temos
vivido dia e noito em trabalhos de catechese
para arranjar maioria...
0 Sr. Paulino de Souza dd um aparte.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dento do conselho :Pela minha parte nao
pude ainda nem sequer cumprir, para com
os meus amigos desta camara, recem-ohega-
gados de suas provincias, os deveres ia cor-
tezia particular e da etiqueta official.
Aguardavamos a primeira opportunidade, em
que nossos actos pudessem ser examinados,
e ao lado da accusacdo apparecesse a defe-
za, de modo que a camara dos Srs. deputa-
dos proferisse o seu solemno juizo, e a opi-
niao public'a ficasse bom esclarecida. A es-
se juizo dos representantes immediatos do
povo curvar-nos-hemos do muito bom gra-
do ; ndo levaremos daqui nem 0 orgulho
do vencedor, nem, no caso de re vez, o de-
sejo de vinganga ; seremos sempre, espero
em Deus, moderados justos e dedicados d
causa publica. (Apoiados ). Venha outro
ministerio, se a camara o julgar conveniente,
ministerio capaz de abracar mesmo aos que
tenbam sido victim as, na vespera, de suas
violentas einjustasaggressdes: ministerio com
posto de cidaddos mais patriotas, mais habeis,
que possa satisfazer as opinides do meu no-
bre amigo deputado pelo Parana, na ques-
tdo religiosa, e do nobre deputado pelo Rio
do Janeiro, o Sr. Pereira da Silva, ao mes-
mo tempo que contentem inteiramente aos
dous illustres deputados por Sergipe e pelo
Rio-Grande do Norte que se separaram de
nds nesta questdo.
Senhores, estadistas que possam com seus
esforgos fazer desapparecer o abysmo que
sep'ara opinidos tdo dissidontes, realmente
sdo capazes de maravilhas. Pego a camara
que attenda bem aos conselhos e promessas
do nobre chefe dos dissidentes, e decida
com toda a imparcialidade, certa de qae os
ministros sotuaes receberdo seu% voto como
um juizo inspirado pelo patriotismo a pela
conscieneia dos verdadeiros interesses do
partido conservador.
(Continuar-te-ha.)
TYP. 09 DIABIO. -RUA DUQUE.DE CAXU*

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