Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17975


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO L. NUMERO 138
*
i
.
rARA A CAPITAL E LiGiRBl OlDE NlO SB PAGA POBTK. '
Por tree mezes adiaotados................ 6>000>
Por seis ditos idem..................12$000>
for um anno idem......"............. S4#000
Cada numero avulso................. 9320
SEXTA FEIRA 19 DE JUMIO DE 1874
PABA DENTBOE FOBA DA PBOYIXCIA.
Per Ires mezes adiantados................ 69750
Por mis ditos idem..........'..... ISWoO
Por note ditos idem..............' 80$950
Por am anno idem............. 379000
PROPRIEDADE DE HANDEL ftGUEIROA DE FARIA FILHQS.
S. Gerardo Antonio Aires A Filhos, no Para*; Gon$aJ>6a d Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jose" de Olireira & Filho, no Ceara; Antonio de Lemus Broga, no Aracatj ; Joio Maria Julio Chaves, no Aaeu; Antonio Marques da Sifra, Natal ; Jose Justiao
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Parahjba ; Antonio Jose" Gomes, na Villa da Penha; Be'armino dos Santos Buleao, em Santo Antlo ; Domingos Jose" da Costa Braga, emHaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagdas; Aires d C.na Bahia; a Lerte, Cerqoinho d C. no Rio Janeiro-
PARTE OFFICIAL
Govcriio da provincia.
LEI ft Hit.
0 bacharel Henrique Pereira do Lucena, comroendador da ira.
;.crial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de diieilo .
presidente da provincia doPemambaco :
Faco saber a todos os sous habitaotes que a assemblea legisla-
liva provincial decretou e eu sanccionei a resolucao seguinte :
TITULO 1
DESI'EZA.
Art i. A iespeza da provincia de Pernambuco no exercicio
ae 1874 a 1875 sera, segundo a dislnbuicao desta lei, reahsada na
imporUncia.de 2,310 807*221.
Art. i' A assemblea provincial :
% \s Sabsidio aos deputados......... 35:880*000
2." Ajudas de custo dos mesmos...... 2:200*000
3.' Expedient, asseio da casa e gratilicagao
do carteiro e servant*, tudo na importancia de
3:000*000, e credito para 03 preparos e decora-
cio da nova casa............... 15:500*000
% 4.* Apanbado e publicacao dos debates, in- _
elusive a gratificacao de 1:000* ao tachigrapho pclo
excesso de trabalbo no corrente anno ...... 14:000*000
5. Empregados da secretaiia, inclusive 200*
de gratificacao ao official archivista....... 13:039*331
Art. 3. Secretaria do governo :
i. Empregado1, inclusive a gratiflcagao de
cada am servente................ 74:300*000
Expediente e asseio da casa....... 3:500*000
Art. 4. Instruccao publica :
% !. Empregados, continuando em vi^or o 16
do art. 4* das leis ns. 963 e 1115......... 8.600*000
2.* Expediente e asseio da casa..... 600*000
3 Diaria de am servente......... 912*500
4." Empregados e professores do gvmnasio, se-
gundo o 4* do art. 4* da lei n. 1115.'..... 46:256*003
5 5.* Expediente e asseio da casa, inclusive a
gratificacao do servente............. 1:160*000
6. Mensalidade dos alumnos pobres.. 6:000*000
f 7." Empregados da es:ola normal, inclusive
as gratificacoes concedidas em leis anleriores ao se-
cretary e ao porteiro.............. 16:380*000
8. Expediente, asseio da casa e cornpra de
livros..................... 800*000
g 9.' Aluguel da casa............ i:200*0u0
10. Diaria de 1*600 a cada servente .... 1:168*000
f 11. Professores de iostruegJo primaria, inclu-
sive a quota para a cadsira dc sexo mascolino de
Gurjaii de Cima................. 333:300*000
12. Aluguel de casas, expediente e asseio das
casa?, fornecimento de moveis e luzes as escolas
nocturnas................... 67:199*000
13. Bibliotbecario............. 1.080*000
S 14. Expediente, asseio da casa e remonta de
livro-..................... 600*000
15. Subvencao ao Institute Archeologico para
.publicagao de sua revista............ 1:200*000
16. Snbvengio para a publicacao da revista da
Sjciedade Propagadora da Instruccao Publica. 600*000
Art. 3." Auxilio industrial:
8 1.* Snbvencao a companhia pernambucana. 54:000*000
1 2.* Dila a sociedade dos Arlistas Mechanic.is e
Liberaes................... 2:000*000
Art. 6." Obras publicas :
| 1* Empregados............. i2:000*000
2. Expediente e asseio da casa, inclusive a
gratificacao do servente............. 3:900*000
3." Estudos grapbicos........... 10.000*000
| 4. Reparos e conservagao das obras ... 12 1:000*000
51 Aterro do passeio publico....... 2.000*000
Art. 7." Segurauga public :
% !. Forca policial............. 261:499*700
2.* Fardameuto e mais despezas, inclusive a
iliumioagao dos quarteis e arinamentos ..... 49:580*000
% 3.* Empregados da ca:a de detengao. 20:000*000
* 4. Expediente............. 540*000
| 5.' Illuminacao.............. 3:000*000
S 6." Aluguel de casas para cadeia e quarteis. 3:400*000
7." liluiniuacao da cidade de conformidade
cjui o disposlo no 8 do art 7- da lei n. 1061, nao
coutinuando em vigor o artigo 26 da mesma lei. 113:972*000
8. Dita da cidade de Olinla, incumbindo a
respecliva camara municipal a fiscaiisacao. 15:825*000
9." Di a de Guianna, na razao de 30 lampe5cs 3:721*000
Art. 8.* Soccorros de beneficeucia :
1." Susiento e curativo dos presos pobres 63:000*000
% 2." Auxilio a Santa Casa, sendo 4:000*000
para continuacao da obra da casa dos expostos .* 30:000*000
3.' RocolliimentodBOIiuda.........1:300*000
S 4." Dito de Iguarassti........... 1:400*000
s 5.' Dito de Goiauoa........... 1:010*000
6." Qpliegio do Bjm Conselbo....... 4:000*000
S 7." Hospital de Misericurdia de Goianoa. 1:000*000
| 8.* Casa de benolicencia de Gravata..... 1:000*000
9.* Dita de Uezerros. ........ 2.000*000
% 10. Dita da villa do Triumpho...... 1:00 *''00
S 11. Religioos capuchinhos........ 1:500*000
| 12. Recolnimento da Gloria nesla cidade. 1:000*000
Art. 9." Cullo publico :
Congruas dos coadjuctores......... 34:500*000
Art. 10. Arrecadacjio e fiscalisagao das rendas .
1. Empregados da tbesourana provincial. 90:184*000
5 2." Dez por cento da arrecadacao judicial. 8:738*900
3.' Despeza judicial, inclusive a gratificacao
do orocurador da coroa e solicitador da fazenda na-
tional..................... 6:032*000
g 4." Expediente e asseio da casa...... 2:8C0*000
| 5.* Gratificacao de dons cartciros, um serven-
te e do correio da seccao do conteuciosd..... 3:600 *000
% 6.* Empregados do consulado provincial, con-
tiouando a por.entagem raarcada ."..... 88:812*000
7 Expediente e asseio da casa...... 2:400*000
8. Diarias dos serventes......... 1:200*000
9. Empregados das collectorias...... 65:000*000
10." Agencia dos iaipostos de consumo nesta
cida
10:600*000
600*000
96*000
89.098*000
H. Gratificacao ao fiscal das lotenas. .
% 12.* Aluguel das barreiras .......
Art. li. Aposentados e jubilados......
Art. 12. Divida provincial:
1. Juros dasapolices emiltidas em virtude da
lei n. 963 e anleriores e posteriores, podendo ssr a
quota excedida, si for neeessario......... 100:000*000
2.* Juros e amorlisacao do emprestim i do
Banco do Brasil................ 301:376*618
3.* Dividas de exercicios findos, inclusive o
que se dever a Jo.-e de Carvalho Cavalcante, pelo
aluguel de sua casa, que serve de cadeia e quartel na
villa de Buique, precedendo a devida liqnidacao ; a
Joaquim Jose de Carvalho Siqueira Varejao, em vir-
tude da lei u. 1,001; e a quantia de 602*800, que
se deve a Manoel Joso dos Anjos, ex praca do corpo
depolicia, em virtude da lei n. 611........ 11:1170172
Art. 13. Pumicacao e impressoes, inclusive
a impressao das obras do padre Caneca e todos os
regulamentos provinciaes juntamente com a respec-
tiva legislacao................. 15:500*000
Art. Reslituicoes........... 3:000*000
Art. 15.' Eventuaes. ........... 15:000*000
TITCLO 2.
RBCEITA.
Art. 16.* Para occorrer a d-ispeza decrctada pela presente lei
serio arrecadados os seguintes impostos :
!. Tres e tres qnartos por cento do algodao exporlado.
2., 4 por cento do assucar idem.
3* 8 reis por litro de aguardente e alcool idem.
4.* 1 real por dito de mel de furo idem.
5.* 1* por couro idem.
6. 6 por cento dos demais geperos idem.
7. I* por escrayo exportado, observandose o art. 41 da lei
S 8/ 400 reis por kilogramma de tabaco fabricado e preparado
por qualqner forma, e 100 res por dito bruto e famo enfardado ou
embarricado, consuraido na provincia, flcando sujeito ao imposto so-
bre tabaco fabricado o rape trazido ao consumo em barncas, jardos
U outro qualquer involucro.
% 9.* 400 reis por milheiro de cbarutos e 1* por dito de cigar-
ros idem.
10. 9 reu por litro de vinagre consumido na provincia, e 5
reis pelo exportado.
11. 55 reis por kilogramma de sabao idem, e 14 reis por dito
idem.
12. 45 reis por litro de genebra, licores e outras bebidas espi-
rituosas ou fermmentadas, idem, exceptuadorus Tinhos seccos, qne
pagarao 25 reis.
13. 4 reis por kilogramma de farinha de trigo, bacalbao,
carne secca e ontros geoeros de estiva, destioados ao consumo.
14. 60 reis por litro de aguardente de produccao do paiz, eon-
sumida na provincia.
15. 2*800 por cabeca de gado vaccum consumido nos muai-
cipios da provincia, sendo 1*800 na villa de Pedras de Fogo.
g 16.* 1* sobre cada cabeca de gado cavallar que for vendido,
permutado ou adquirido por qualquer forma, ficando abolido o arro-
lamenlo ou matricula e escripto de venda, creados no regulamento
respectivo.
17. 200 reis por cada potro, cobrados nas fazendas de cria-
cao na epoca das par til has.
% 18.* Dizimode gado vaccum nos municipios onde a cobrinca
dos impostos for feita por arrematacao, ou o valor da decima parte
de cada bezerro, qoando nao completar o numero de dez; sendo na-
quelles em que existirera collectorias substituido este imposto por
800 reis por cabega de bezerro, cobrado na epoca das parlilhas nas
fazendas de criagao.
% 19. Decima dos predios urbanos, qualquer queseja a sua ren-
da annnal, e a cidade, villa e povaacao em que estiverem situados,
com tanto que o povaado contenha mais de quluze casas armadas
ou coutiisua^ continuando a isengao decretada na lei n. 769 em favor
do proprietario. quanto a casa em que residir e cujo valor locativo
nao exceda de 60*.
~ 20. Sell j de berangas e legados, na conformidade do 21 do
art. 15 da lei n. 1115, ficando sujeito a este imposto o valor das apo-
lices da divida publica.
%l\. Meio por cento sobre as berangas dos berdeiros neces-
sarios.
22. 30* por venda de escravos, de confurmidade com o dis-
posto no 19 do art. 15 da lei n. 1115 ; sendo 60* quando a ven'a
for feita por procurador.
23. 10 por cento de uovos e velhos diroitos por nomeagao, apo-
sentadoria, jufjilagao, e tambem remogao e accesso dos empregados
provinciaes ; sendo neites dous ultimos casos somente relativos -a
differenca de vencimentos.
24. 5 por cento de cada bilbete de loteria de outras provincial
e 1:000* por casa de garantia de bilhetes e 2 por cento por premios
maiores de 400* da* lolerias da provincia.
g 25. 10 por cento sobre a venda dos bens de raiz de corpora-
coes de mao morta, excepto aquelles que mantcem estabeleciraen-
tos pios.
26. 25 por cento sobre a renda das casas em que se acharem
estabelecimentos de commercio em grosso ou a re'.alho, armazens de
recolher ou de deposito, trapiches, arraazsus da algodao, fabricas de
rape, casas de drcgas, boticas, armazeus de vender madeira e outros
raateriaes e de photographia, salvo a isengao creada pela lei n. 590,
ate mesrao quanto ao augmento deste imposto ; vigorando a ultima
parte do 25 do art. 43 da lei n. 852.
27. 8 por cento sobre a renda das casas em que se acharem
escriptorios, consaltorios, cartorios, inclusive os dos solicitadores de
causas
g 28. 6 por cento sobre a renda das casas em que se acha-
rem aauhelecimeatos commerciaes fora da cidade do Recife, assim
como das em que em loda a provincia se acharom coeheiras, hoteis,
botequins, casas de pasto, cavaiiancas de alugueke recolbimento, ola- m
rias e fabricas, officinas, exceptuadas as ruraes e as que tiverem dez
discipul03 brasileiros em constante aprendizagem.
g 29. 1:000* por casas bancarias e dedescontos; 500* por
casas de transaicoes de cambio e daquelles que fazem profissio habi-
tual de operacoes de credito e de descontos, eaipresas anonymas ou
agendas, e 50* sobre casa de agencia ou consignagSo ; 1:000* so-
bre casa de venda de joias em grosso ; 1:000* por casa de penhores;
500* por estabelecimento ou escriptorio na cidade do Recife, em que
se agencio a venda de polvora ; 50* por cada um em que se vender
esta a retalbo e 10* por pequenos depasitos fora da cidade.
g 30. 200* por c '.da deposito de kerozene ; 15* por casa que
vender a -retalho na cidade do Recife.
3!. 100* por casa que vender roupas, chapeos, calcados,
chapeos de sol, obras de selleiro e de marcinaria feitas em paiz
estrangeiro, e 20* pela que liver a venda quaesquer outros objectos
de que haja producto similar na provin'ia.
g 32.100* por corrector commercial ou agente de leilio; 1:0005
por caixeiro de corrector matriculado no tribunal do commercio e
por agente auxiliar lo commercio intitulado gratuito; 2:000* por1
cisa de compra e venda ou quaesquer transacts sobre escravos e
20* por inculcador de venda dos mesmos.
g 33. 1005 sobre casa de raoda.
34. 50* sobre casa de um bilhar e mais 20* por cada um que
accrescer.
g 35. Um por cento dos objectos vendidos em leilao, excepto
os judiciaes.
g 36. 30* por cada escravo empregado no servigo de alvaren-
gas ou canoas de carga e descarga.
g 37. 2* por tonelada de alvarenga ou barco de carga e di
descarga e de reboque, e 1* por dita de canda empregada no service
dos portos, navegagao dos rio3 e costa da provincia.
g 38. 2* por escravo residente nas cidades, villas e povoadosj
maiores de doze annos, empregados no servigo agricola, e 5* pelc
que for recolhido a casa de detencio a requerimento de seu senboi
ou por andar fugido.
39. 20* por carros particulars de quairo rodas; 12* por diO
de duas e 25* por dito de aluguel, vigorando a isengao decretacfc
na lei n. 1115, art 15 g 38. '
8 40. 20*000 por omnibus e 40*000 por carros funebres.
| 41. 8*600 por carroca ou vehiculo de conduccao de passa-
geiros ou carga nao comprehendidos nos paragraphos antecedeniej,
excepto os empregados em servigo da lavoura.
| 42. 8 por cento sobre o valor dj capim vendido na cidide ao
Recife, senlo este imposto cobrado por arrematagao.
43. 1 :OO0,8O0O por joalbeiros que roascatearem na provincia,
.nao exceptuando aquelles que tiverem eslabelecimentos collectados
em algum lugar, e destacarem seus objectos para serem vendidos em
outros ein que nao estejam os mesmos eslabelecimentos.
44. 100*000 por cada possoa que mascatear na cilade coin
fazenlas, miudezas, quinqullharias e outros objectos ; 20*000 pelos
que mascatearera fora da cidade, exceptuados os negociantes que
nas feiras dos povoados onde tiverem seus eslabelecimentos expe-
zerem a venda as suas mercadorias; 50*000 por taverna que aesta
cidade vender os objectos acima referidos.
45. Matricula da escola normal.
g 46. Pedagio das pontes e estradas.
g 47. Bens do evenlo.
g 48. Multas por infracgSes.
s 49. Emolumentos de todas as reparticoes da provincia.
g 50. Restituigot's, reposicoes e exlraordinaria.
51. Divida activa.
52. Producto da renda e venda dos prcprios provinciaes, ga
neros e utensilios.
53. BeneDcio das loterias, ildos e premios prescripts,
g 54. Juros de 9 por cento sobre a indavida detengao das rendas
| 55. Producto dos imposU>3 creados pelas leis ns. 350 e 596:
art. 57. ,
56. 4 por cento sobre a decima parte do valor calculado das
emprezas e contractos que forem transferido3.
57. 1 por cento sobre a transfcrencia de acgoes de qualque:
companhia oft empreza, salvo nos casos do 35.
88. 1|10 por eento sobre a averbagao de qnalquer titolo d<
transference de propriedade notodoou parte della, devidamente re;
gistrada no qne for relativo a propriedade urbana, nesta capital.
59. 4*000 por cada estabelecimento commercial desta cidade,
cujo producto teri applicacao a creagao de uma companhia de boon
beiros.
8 60. 2005000 sobre deposito de carvao ue pedra.
| 61. 150*000 por casa que vender cal nao fabricada na pro
8 61 4*000 da contribnigSo da companhia Ferro Carril de Pe^
nambueo. ... ..-
63. 5 por cento do valor de qualquer madeira de paiz eslratj
geiro, eonsumida na provincia. J
g 64. 20 por cento sobre armas de fogo, fabricadas fora da pre
vincia. .
g 65. 1:500*000 por casa ou agencia de seguros.
66. Custas e arrecadagao judicial.
g 67. 100*000 sobre cada guindaste assentado nos caes pum
cos nesta cidade. .
68. 50*000 por levantaaieBto e perdao de multas por uf
fracjao to* conlractos celebrados com a presidencia ou com qua
qnftr repartigao publica.
69. Um por cento sobre o valor de qualquei contracto ii
z, mpreza, a qual for concedila prorogacio de praso para comeg \
ou terminar o respectivo servigo, sendo cobrado este imposto Hi
1,000:000*000, e dahi por dianle mais 200 reis por cada cooto.
Art. 17. Cuuiiuuam a ser arrecadados os tres por cento addi-
cionaes aos impostos decretados, de conformidade com a lei n. 777,
com applicagao especial.
Art. 18. 0 saldo qne prodiuirem as contas do exercicio de
1873 a 1874 fara parte da renda cobrada por esla lei.
---------*--------TITULO III.
DISPOSIQOKS GBnAKS.
Art. 19. Continuant em vigor os arts. 19, 20, 28 e 30 da lei n.
1115, e 19 da lei n.994.
Art. 20. 0 impost* deqne trata o 11 do art. 15 da lei n. 1115
sera arrecadado na razao de 8 reis por litro de vinagre, consumido
na provincia, assim como os novos e velhos direitos, taxados no 22
do mesmo artigo e lei e das outras anleriores, serao cobrados so-
mente na razao da differenga de veneiment s aos empregados pro-
movidos, removidos ou transferidos para outros lugarcs ou repar-
lii08S.
Art. 21. A arrecadagao do imposto decretado no 21 art 15
da presente lei sera feita sem intervengao dos empregados do fisco
nos inventarios, roquerendo apenas o procurador fiscal desta cidade,
e os seus ajudantes nos demais tennos da provincia, ao juizo com-
patenie a ootilicacao do invenlariante ou cabeca de casal para
apressutar a relagao dos bens com os respectivos valores, para que,
de conformidade com estes, seja recolhida a importancia do mesmo
imposto.
0 presidente da provincia lara instruccoes para a arrecadacao
do mesmo imposto, ds- conformidade com o presente artigo.
Art. 22. 0 presidente da provincia fica autorisado :
1.* A despender pela verba destinada a estudos graphicos a
quantia necessaria para a acquisigao dos instruments de que care-
cer a repartigao das obras publicas, e para o trabalbo que fizerem
os engeuheiros em commissao fora da cidad8 e levantamento de
planlas de povoados, villas e cidades do interior.
2.* A abrir o credito preciso para a fundagao da escola- normal
para o sexo feminino, na conformidade do disposlo na lei da reforma
do ensino publico, nao podendo exceder de 6:000*000. Em quanto
nao se realisa-- a fundagao desta escola, podera o presidente subven-
cionar, mediante contracto, a escola normal fundada pela Sociedade
Propagadora da Instruccao Publica, com quantia nao excedente.a
3:000*000 annuaes.
3.* A abrir o prsciso credito para reorganisio da bibliotheca
publica.
Art. 23. As gubvengdes concedidas aos recolhimentos mencio-
nados nos | 3, 4, 5 e 12 do art. 8' da presente lei so serao pagas
quando forem nos mesmos estabelecidas aulas de priraeiras
iettras
Art. 2i. 0 presidente da provincia dara um regulamento sobre
o modo de ser conscrvado o calgamento das ruas desta cidade e
dos passeios, estabelecendo as multas que forem necessarias.
Art. 25. O presidente da provincia fica autorisado a crcar offi-
cinas de lrabalho3 na casa de detencao, e dar nova organisagao ao
servigo daquella prisao, si isto for conveviente.
Podera tambem regular o modo de serem alimenlados os presos,
montar uma enfermaria era boas condi;6es de salubridade e craar
o svstema de administraglo que for mais util e economico, abrindo
os 'creditos necessar/os para occorrer as despezas a que esta refor-
ma der lugar.
Art. 96. Os imDOStos decretados no art. 16 desta lei nos g 13,
16, 21, M, 58, 59 e 62, serao isentos dos tre3 por ceato addicionaes
creado* pela lei n. 777.
irt. 27. O imposto decretado no 16 d> art. 15 da lei n. 1113
c dvido, qualquer que seja a epoca do nascimento do gido, e
mesmo depois da partilha, quanlo por becasiao desta nao seja
e/(e cobrado. -., ^..w^-
Act 28. 0 imposto sobre tonelada de alvarengas, canoas, etc.,
sera arrecadado de conformidade com a arqueacao da alfandega
e lotagao da capitania do port .
Art. 29. A alimentagao dos presos pobres da casa de detengao
nao podera custar mais de 450 reis diarios para cada am, devendo
nesta conformidade ser alteradas as tabellas respectivas.
Art. 30. Fica o presidente da provincia autorisado a despender
a quantia necessaria com a collocacio de um gradeamentoem torao
da coluraua que o Instituto Archeologico construio no Arraial Pe-
queno.
Art. 31. Fica o presidente da proviacia autorisado a renovar,
alterar on modificar, precedendo acordo com a respecliva Q1J"e|5t0"
ria, o contracto feito com a companhia pernambucana, guardadas
as seguintes bases: 1." que nao seja renovado o contracto por
praso maior de 4 annos; 2.* que a subvencao n5o exceda de.....
43:000*000 por anno ; 3.* que a provincia fique com o direito
de dispor de um certo numero de passageiro3 por met no3 vapores
da companhia; 4.* que possam ser irausportados, livres ue frete,
no3 mmos vapores, objectos e.carga ate uma certa quantidade, ha-
vendo redu^cao de precos quando exceder ao que for flxado.
0 contracto devera attender ao estado do material existente da
companhia e center a suppressao das viagens mensaes de Goianua
e Tamandare. .
Art. 32. Ficam elirainados do quadro da divide activa os ae-
bitos ante.-iores ao exercicio de 1849 a 1850, verificando a junta da
thesouraria provincial, medians informasao do pro:urador fiscal,
insolvabilidade da divida ; procedendo-so, quanto aos outros annos,
de cooformidade com a legislagao geral.
Art. 33. A thesouraria provincial determinara o modo e a
forma de ser, a comegar do corrente anno, verificada e renovada
annualmente, a nuraeracao dos vehiculos da conducgao "^carga
e pessoas nesta cidade e seus arrabaldes, marcando ate 200 reis
por cada vehiculo para a3 pessoas a quem seja osse servigo
commettido. _
Art. 34. 0 presidente da provincia mandara organisar peia re-
partigao das obras publicas, afim deser presente a assemblea provin-
cial na sessao de 1875, um projecto de regulamento geral para a
construccao e exploragao das estradas de ferro de autonsagSo provin-
cial, tendo em vista o cahier de charges por que se regulam os cami-
ahos de ferro da Franca. .
Art 35 Ficam approvals os credit03 snpplementares as leis
doorgaraento flndo e vigente, abertos por actoj da^dejul ho, 27
de agosto, 3 e 19 de setembro, 19 e 22 de novembro da 1873, e 18
de fevereiro do corrente anno. 0 pre3idente da provincia fica auto-
risado a cohecder os creditos suppiementares a lei vigente, pedidos
nos offlcios do inspector da thesouraria provincial, de datas de u e
17 de abril deste anno. ... a..
Art. 36. Fica o presidente da provincia autorisado a despender,
abrindo o neeessario credito, o que fOr preciso para elaboragio de
uma carta lopographica da provincia, podendo coniractar para esse
servigo pes oal idoneo, e supplementar a repartiglo das obras pu-
blicas, com Unto que o servigo seja feito dentro de dous anaos.
Art. 37. 0 presidente da provincia fica autorisado a mandar li-
quidar e pagar o que sedeve de exercuios findos a Rosalina Olym-
pia de Mello. professora de Aguas Bellas; Lourenco Xavier da Foa-
ceca fornecedor dos presos pobres deBomJatdim; herdeiros do tl-
nado Antonio Jose de Oliveira, aposentado como o'Jlcial-maior da se-
cretaria do governo; Luciano fdagalhaes Ribeiro, restituigao de im-
postos indevidamenle pagos como tutor de Alexandnna Theodora de
Barros; Severiauo Monteiro Leite, aiiantamento que fez a escolta
que prendeu e conduzio criminosos de Alagfla de Baixo ; Jose Joa-
quim do Sant'Anna Gaerra, fornecedor dos presos pobres de Garuaru,
e ao major Sebastiao Antonio do Rego Cavalcante, dos alugueis ven-
cidos da casa que sorve de quarlel ao destacamento da villa de Pao
d'Alho.
Art. 38. Fica o presidente da provincia autorisado a contractar com
quem melhores vantagens offerecer o estabelecimento de diversas
llnhas de navegagao a vapor entre o porto desta cidade e os de
Goianna, Serinhaem, Rio Formoso e Barreiros.
8 1.* 0 contracto que for celebrado para a navegacao dos por-
tos de Goianna e Rio Formoso so podera ter execugao depois de
ftndo o existente entre o governo provincial e a companhia pernam-
bucana. ,.
8 2. 0 contractante ou contractantes se obrjgarao a canalisar
ou abri.- os rios Formoso, Serinhaem e Una, para que os vapores
toquem na cidade do Rio Formoso, no porto do Anjo e na villa de
Barreiros sendo este servigo contractado sob as clausulas decreta-
Uu nas leis ns. 878 de 23 de junho de 1869 e 931 ds 9 de junho
de 1870, ou outras ainda mi is favoraveis. .
8 3.* Emquanto nao puderem os vapores anoorar nos referi-
dos lugarcs, sera c eraprezano obrtgado a fazer a sua custa o trans-
porte dos passageiros entre esses raesaios lugareo e os em que an-
corai em os vapores.
8 4* Fica dependenle da approvacao da assemblea o contracto
para execugao do serrico de canalisacao a aberlura dos nos do que
trata o S 2*.
Art. 39. Fica o presidente da provincia autorisado a coniractar
com o tenente-coronel Vicente Mendes Wanderley, major Manoel
Peres Jacpme da Gama e tenente-coronel Joaquim Francisco Uiniz,
ou com nuem melhore3 vantagens offerecer, a exploragao e con-
struc^d de trilhos de ferfo para conducgao de generos e passagei-
ros 'on waggons rnovidos por animaes ou a vapor naszonas decla-
dM rt.^cS'rpelicionario.teneute.coronel Vicente Mendes ^;aQ.
derley, na zona comprehendida pelas estradas qua con* nm para
0 Porto He Hedra* m b 3erihb,iem, ao pe da villa de?te /.-
igreja
mejando alii ate a distancia de quatro leguas com direcgio as es-
tagoes da Gamelleira e Eseada, em qualquer ponlo da eslrada de
ferro do Recife a S. Francisco, dentro do municipio do Rio For-
moso, Serinhaem e Escada.
2.* Como 2 peticionano, Major Manoel Peres Jacome da Gama,
na zona comprehendid t pelas estradas que conduzem ao porto do
Anjo, no mesmorio Serinhaem, comeeando dahi a construccao da
estrada, na cooformidade do qne fica disposto no paragrapho ante-
cedente.
g 3. Como 3* pelicionario, tenente-coronel Joaquim Francisco
Diniz, na zona comprehendida pelas estradas que conduzem a ci-
dade d, Rio Formoso, d'onde comegara do mesmo modo e com
as masmas condicoes dos paragraphos anleriores.
4. 0 contracto sera celeorado sob as seguintes bases :
1.' Concessao de privilegio a cada um dos concessionaries pelo
tempo de quarenta annos, contados da publicagao da presente lei,
durante os qUaes nenhu na outra estrada de ferro polera ser con-
slruida seguindo a mesma direcgao na distancia parallela de 'res
kilometres para cada um dos lados.
2 Garantia do direito de desapropriar, ua forma da lei, os
terrenos necessarios para o leito da estrada, estagoes, armazeus,
officinas e mais dependencias da estrada.
3.* Isencao dos direitos e impostos, quer provinciaes e quer mu-
nicipaes, para a mesma estrada, materiaes e utens'lios della.
4.* Obrigagao de serem apresentados rs pianos e estudos deta-
lhados da eslrada no praso improrogavel de desoito mezes, podendo
o presidente da provincia altera-los ou modifica-los, como pedir o
interesse publico.
5.' Obrigagao de comegar a construccao da estrada no prase
de dous annos, c de terminar no de tres annos, tudo da data do
contracto, depois de approvado pela assemblea provincial.
6.* Fixacao da bitola de linha, do peso e qualidade dos tri-
lhos e quantidade do material rodant", e de tudo mais que for ne-
eessario para a boa execuciio e seguranga da linha frrrea e de
suas obras d'artc.
7.* Reserva o direito de fiscalisar a estrada por meio de agen-
tes da provincia, pagos pelos contractantes e nomeados pela presi-
dencia.
8.* Obrigagao aos contractantes de reservar em cada treraldous
lugarcs para os agentes do governo e do correio, e bem assim de
transportar gratuitamente a forca publica e material de guerra
que a acompanhar, ou for requisitado pela provincia.
& Os contractantes usarao das tabellas que lhcs convierem
para o transporte de passageiros e carga em bagagem, comtanto
que nao exceda de 300 reis por legua para cada passageiro, e de
20 reis por arr ba de carga ou bagagem por cada legua.
6. Quando os lucro) da estrada excederem de doze por cento
aoanno, os contractantes serao obrigados a modificar as suas tabellas,
diminuindo os pregos des transports a prcporcio do excesso do
lucre
7.* No contracto sera regulado o modo da desapropriagao da
estrada polo governo, quando este o julgue conveniente, procedendo
aulorisagSo da assemblea provincial.
Art. 40. A junta da Santa Casa de Misericordia do Recife fica
autorisada a permutar por apolices geraes ou provinciaes os terre-
nos devolutos e os predios que necessitarem degranle reparo, per
tenceotes ao patrimonio da caridade.
Art. 41. Dentro doexercici> da presente lei serlo extrahidas
de preferencia e pela ordem estabelecida as partes das loterias que
se seguem ; revogadas as prefereucias anteriores :
1.* Dua3 partes das loteria3 concjdida3 para as obras da
igreja de Nossa Senhora da Penha.
2.* Ouao ditas ao patrimonio de orphaos.
1 3.* Duas a Santa Casa de Misericordia.
" 5 4." Duas par.. .3 obiw da vaisa. djj tnpl'iltto.
g 5 As partes distas lolerias serao'extrahidas alternadamente
com as seguintes, na ordem do sna collocagao :
1.* Uma parte daconcdidaa matriz da Boa-Vista desta ci-
2.' Uma dita para as obras da lgreia da Madre do Deus do Re-
cifc
3.* Uma diu para as obras do hospital da veneravel ordem ter-
ceira do Carmo desta cidade.
4." Uma dita para as obras da matriz de Cabrobo.
5.* Uma dita para as obras da igreja do Divmo Espirilo
6.' Uma dita para as obras da capella da Casa Forte.
7. U:na dita para as obras do altar de S. Benedicto na
de Saiito Anlonie do Recife.
8.' U na dita para as obras da igreja de Nossa senhora du
Livramento em Pao d'Alho.
9 Uma dita para as obras da matriz do Pogo ua faneua.
10 Uma diu para as obra; da matriz da freguezia de S. Lou-
rengo de Tejucupapo.
11." Uma dita para as obras da matriz de Nossa bennora da
Paz de Afogados. .
12.' Uma dita para as obras da igreja de S. Gongalo deste ci-
dade. ,.
13.' Uma dita para as obras da matriz de Jaboatao.
14.' Uma dita para as obras do altar do Senhor Bom Jesus dos
Passos do Recife.
15 Uma dita para a imperial capellade Nossa Sen..ora das froa-
teiras da Estancia. _
16.J Una dita para as obras da igreja de Nossa senhora do Ro-
sario, que serve do matriz de Serinhaem.
17.* Uma dita para as obras da igreja de S. Miguel em Afo-
gados.
18 Uma dita p3ra a capella do cemiteno de Iguarassu.
19." Duas partes para as obras da capella de Nossa Senhora da
Piedade de Santo Amaro das Salinas.
20.' Uma dita para as obras da matriz de Nossa Ssnhora da bau-
de de Tacaratd. ... o i
21." Uma dita para as obras da igreja de S. Francisco de Paula
no Caxanga.
22.* Uma dita para o recolhimento de Iguarassti.
23." Uma dita para a igreja de Nossa Senhora do Araparo de
Goianna. .
24." Uma dita para as obras da matriz de Bonito.
25.* Uma dita para as obras da matriz de Quipapa.
26 Uma dita para as obras da igreja de Nossa Senhora do Ro-
sario de Santo Antio.
27.* Uma dita para as obras da matriz de Gravata.
28.* Uma dita para as obras da igreja de Nosssa Senhora do Am-
paro em Olioda. .......
29.* Uma dita para as obras da matriz de Munbeca.
30.* Uma dita para as obras da matriz de Barreiros.
31." Uma dita para as obras da igreja de Nossa Senhora da Con-
ceigio de Beberibe.
32.* Uma dita para as obras da matnr de Bom Jardim. ,
33.* Uma dita para as obras da igreja d> Loreto em Muribeca.
34.* Uma dita para as obras da igreja de Nossa Senhora do Li-
vramento em Santo Antao. _
35.* Uma dita para as obras da igreja de S. Francisco em Se-
36.* Uma dita para as obras da igreja de Santo Amaro das
SiliDAS
37.* Uma dita para as obras do altar de Nossa Senhora da Sole-
dade do Livramento nesta cidade. __ >..-..
38.' Uma diu para as obras da igreja da Conceigio dos Militares.
39." Uma dila para o Monte Pio Santa Cruz.
40 Uma dita para as obras da matriz de Panellas.
41 Uma dita para as obras da igreja de S. Pedro dos Clengos.
42.' Uma dita para as obras da igreja de Nossa Senhora da Boa
Ilora em Olinda. ....
43.* Uma dita para as obras da igreja do Tergo desta cidade.
44.* Uma dita para as obras da igreja de S. Jose da Agonia.
45.* Uma dita para as obras da igreja da Nossa Senhora do Ro-
sario da Boa Vista.
46 Uma dita para as obras do cemiteno em Olinda.
TITULO IV
disposiqSes permanentes.
Art. 42. Os empregados de arrecadagao de rendas nao ,eraos^'"
reito a porcentagem das quantias recolhidas as respectivas estagoes.
quando das mesmas hajam porcebido on feito direito a perceberem
porcentagens empregados de outras estagSes ou do Juizo, excepto
quanto a divida actjva. .
Art. 43. Ficam suporimidas as agendas scaes creadas no inte-
rior da provincia, passando a ser feito pelas collectorias o servigo ae
que estao ellas incumbidas. Ao fiscal ou collector que for encarre
gado da dar as gaias de precedent dos generos sera abonua
uma porcentagem, que nil exceda em caso algum a 200*uw
' Art. 44. 0 inspector da thesouraria provincial P**"* "*"

8**UineSAra a arrecadacao c fiscaiisacao dos u^e',,-' '
- *taeoiM. o "*" A- .;-. .* impostos feitas
pC: m1"" -everao recoiuer djariaraente, ou semanal -
mente as quantias que arrecadarera, $no n3o se adopte o systema
1
j> .


I
. a
I IMi'i /1/Jtfeno de Pernambuco ^- Sexta feira 19 de Junho de 1874*-* MM U

r
que
de ser pelo .ejMMtfojntt recolhido o (mposto, larcjtarmnte ao con?
snlado.. """ ^^ ^ "
t.' SerA porcenia*em de cadi ageue o que esta Diarcada-ro-'
% ad art. 35" da lei u. 8j2.
3. Sera- provideaciado sobre a arrecadacio ins imposlos dos g
13,63 e 64 do art. lo desta hi, esUueleceodo o qae for preciso.
*. sera dado o reguhmentn necessario para e'stabelccer o modb
Art. 48. As nancas de conlracto de qualquer tptm continuant,,.
-a ser reguladas pSo art. .16 da lei n. 991.
Art. 47. Frcasem egfoito a parte do art. 49 da lei n. 963,
ttata do resgate das apoficos.
Art 48. Ftnde o praso em quo 03 cootribnintes devem nagar
sena multa a impdrtancia dos irapostos, devera o arrecadador do consa-
sado provincial fazer aviso por carlas aos grandes e>tabelecimeotes
conwDereiaes e por meio de aaouncio?, de qua coiueea a eobnnna
torn a multa.
Art 49. da lei n. 4,W*sera contrahido nas condicSes delermidadas tor eon-
traclo e fctulo de divil*, ou por meio de apofcces em circulacao, emit-
tidas aa ipar, e ao premio nunea maior de sete por cento ap anno, ou
abaixo to par coin premio nao superior a seis pur cento ; ano deven-
do nesto ultimo caso ser o preco da craisslo tal qne de jnros de mais
de sete por cento, e podendo o total do eraprestimo ser devado a...
4,2o0:000i000. O producio do mesmo emprestirao stra excliisiva-
meme applicado.
!. Ao prompto pagamento da drvila contrahida com o Banco
do Bra.-il :
*.* Ao resgate de todas .is apolices emittilas peia provincia, fi-
cando profatbida a emissao de novas, emqaanto por lei nao for de-
cretada.
j, 3." Ao pagamento das obras pirblicas contractadas, e era exeeu-
cao ; das que estan decretadas no art. 48 da lei n. 9G3 sob ns 1, 3, fi
t); no art. 41 da lei n. 994, relativamcnte a construccao do acudes
nas freguezias do interior, inclusive as de Bezerros, Gravaia, Panel-
las, Raposa, Bom iardim, Nazareth, Limoeiro e outras que mais ur-
gencia tiverem de*e beneficio; construccao de pontes e estradas nos
diversos pontos da provmcia, principaltnente naquelles era que o
de facil com as estradas de ferro construidas o em eon-truccao ; rcpa-
ros o construccao de cadeias, e os adiantamentos que forem neeessa-
rios fazer a companhia Mxtfe Drainage, ficando o prcsidente da
provincia auwrteado a conceder 8:0(0* pnra auxilio das obras do
edificio destinado ao Lyeen das arte e offlcios ; I0:000| as obras
da igreja da Pontia ; 15:0004 :is obras que esliio sendo executadas
na colonia Isabel, em Pimenteiras ; 9:000* para os concertos ou
construccao do acude de Villa Bella ; a quanlia necessaria para o
eueanamento d'agua potavel para a villa de Bonito e ciJade da Vic-
toria e concerto da cadeia de Oiinda ; 0:000* de auxilio a canwra
municipal de Barreiros para construccao de uma ponte sobre o bra-
ro do no Una, qns divide a villa em dous bairros; !5:000i para au-
xiliar a Santa Casa de Miser cordia no pagamento das dividas dos
estabclecirneotos a seu cargo, e tambetn a despender o que for ne-
cessario com a decora^o e reparos e mais o que for preciso para
funccionar o theatre de Santa Isabel ; para as construe.oes de pon-
tes sobre o rio Serfufeaem, no lugar l'ao-Sangue e no rio Araaragv,
uo lugar Duas Barras e sobre o riacho Du s Pedras, no Limoeiro';
para a ediflcacao de casa ou commodos no edificio do gym-
nasio on na< immedi.tcoes, que sirva de residencia ao regedor
do meswo gyinna^io-; 5*0*000 para uma ponte sobre a san-
gradoaro do a^ude da villa do Triumpho ; 4:000*000 para con-
certo da cadeia ile Serinli.icm, e o que for preciso para a aequi-
sicao on construccao das cadeias em Itambe e Eseada e concerto da _
de Petr.Hina ; COpstrticcIn da .strada do Anjo a Serinhaem e duas ~
pontes sobre o rio Iwojucanos higa^es Gitahy e Salgado; construccao
de uma strada de Jaboalao para a Lnz e do Cabo psra a Victoria ;
lontinna^ao daestrada da Eseada pela antiga direcclo e da de Ita-
pissuma ; o que f.
as am edificio apropriado aos mhteres decafe,
'rcscoS) restaurant e biUiar, com os rwpectivos ""
'to*J terra- i WBtdil artistico no terren
laT*t ^oJUfeatrw-B^rJua de Santa Isabel.
7." Kmn<|vM,atrtilplicii o referido edificio
cow tndo adiiiiiiir iiedtmin genero do espectaculo.
a/Da? ho tn'eatro,em epocas nreflxadi s, espeetacutos lyricos,
dramaticos on de magia, mediante preco9 previamente esUbelecidos
para os.respeciiws lugatf*:
i. Por ^do sseserv:;jgc2ara o contfactante o theatro e
os annesos quaconltrnlrj peio fe^ipo nunca maior de trinta annos,
iiurantebs quafcs somatd, ella |*dera dar espectaculo no theatro de
SaoU Isabel.
2. Logo qne e a^iarem n exakfacio o theatrfl e oS Pxios, sero prohJ*3.s am torno do mejfoo thealro no Campo das
neincezas quaes^uer outris estabelecimentos semelhanta* ou casas
em que sed<5m espfctaculcs.
| 3 Findo que sejal) prBafrdo cMtracWi reverterfc todas as
obras ao dominio da provincia. n neah.uma iodemnisaA) por par
le desta, eetn perfeito estado de conServacSo.
l*,Ao contractante (i carantido o direito de desapropriar, na
Tprma da lei, o auprameteiorfido tofteno, que lica entre a' lace sul
du thoatro e a run de Santa fcabel.
Art. 64. Pica igualraenle autcrisado o presideute d"a provincia
a contractar com qnem melhores vawagens ofTerecer a factura de
uma estrada de rodagem qu*, par'.indo da cidade de Rio Forraoso
termine na villa Ue uamelleira.
Art. 65. F.ca tambem autorisado
'l*lmd.*vf" .'er a fJ^l>P^:f:iS, i',ira preparar aonualmente pelo me-
nus qutnuentas toneladas ihuiai** *>> >'' r*
!4.
fnglezas deassucar secco.
bomente em vista do juizo de uma coramissao de cinco
membros, de que devera fazer parle urn agricullor, urn negociaate e
irS-inT,t!a(^ da fa^nda Protfnci. wbre as condiC8es do con-
aUl > .* "P'lbto e os agricaltofej, podera ser eoncedlda a
3.- Nos cinoo primeiros annos, eontar da daU da prcenle
iSrfi.1*0 a ser cionce<,ld* M*;i gwiolia a mais de seis engonhos
tentraes o nem a cada om por auanlia snperior a 300:000*.
Art. b7. Fica o presideute da provi&cia autorisadj a contractar
com quem melhofes vantagens offereeer e eslabelecimento de carros
ae pracanesta cidade, sob as eoadicdes on clausuias decretadaa na
lei n. a'Jb, do 29 de maio de l86l,podendo conceder ao eontraotante
isencao de impostos prvine'iaes sobre os veliicolos da empresa.
Art. 18. Ficam revogadas as disposigoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as antondades, a quem o eonheci-
mento e execucao da presante resolucao peiiencer, qoe a cumpraro
e facara cumpnr tao inteiramente como nella se contem.
u secretano da presidencia desta provincia a faca iraprimir, po-
blicar ecorrer. < v >v
Palacio da presidencia
de
Pernambuco, 8 de junho
rio.
Henrique Pereira de Lucena.
de 1874,
cl.?la4e publicada a pres ente resoluQio nesta secreuria da
presidencia de rernarofeuco, aos 8 de junho de 1874.
0 secretario, .
JoSo Blniz Ribeiro da Cutiha.
_ LEI N. 1149.
,<>,,. ba,char|' "enriqoe PereFra de Lucena, commeudador da im-
pena ordem da Rosa, cavalheiro da de Cbristo, juiz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco:
i Faco saber a todos os seus habilantes qne a assemblea legis-
lativa provincial decretou e eu sanccienei a resolucao seguinle :
; Art. l." Hca o presidente da provincia autorisado a'modificar,
r convent ente. o conlracto celebrado com Augnsto Cesar
a contractar com quem mais 53 da independencia e do imneiin '
vantagens e garantias ollerecer, a construccao e exploracio de uma | L S veaamc,i e ao ,mp5!'r.
estrada do ferro que, partindo de,Ginelleira, va tenninar no termo
de 'Bezerrfl^.
l. Pica concedido ao contractante um privilecio exclusivo
pelo fempotfe cincoerita annos para explortcao da mesma estrada,
na podeado durante esse tempo eslbelecer-se ouira Imha ferrea
segumdo a mesma dircccao n'uraa zona de cinco kiloraetros para ca-
da rado do leito da estrada.
2. Ao contractante Sgaramido o direito de desapropriar, na
forma da lei, os terrenos de dommio particu^aT de que houver mis-
ter para o leito, estacdes, armazens, offlcinas e mais dependents
da estrada. *^
3. As condifSes lechnicas de construceSo da e ma f 0 contracto fica dependente da approvacao da assent-1 ManI, portanto, SI tola's autorSes, a ouem o conbecimento
." A preferir aquelles dos mmRcipios em que primeiro se Sftc,e,an0'
/0(7o Diniz Ribeiro da Cunha.
DBSI'ACKOS DA
DIA 17 OE JL'.NHO
presidencia, do
de 1874.
Antonio Guilhorme Guimara*3.-lnforme o Sr.
nma ; o que for necessari, para osconceitos e construecao mais ZSjtjSllP^^
urgentes das matrixes e nm pooiiihao sobre o riacho Cnrsahy no ^Pg,c"te a no*'O'PWSa'i, e aa,iai entantler
(. >ndecm i ao d'Aliu ; uma pmte sobre o no Una no Gravata e on-' Andre" Alves r,imi Infnrmo n c- fl--i--
tra no alagado Pmdobinha i-onn r>... .,.~ a a^___.....I A.nare Anes _"> -'" ie o Sr. engenheu'o
espestacalo em que
Correia.Informe o Sr. Dr. chefe
entente.
Andre Alves Gama.-Informe o Sr.
, 3.000* para ieparo do ediiicio que na chefe da renarticiio das nhra-j n-ihiicao
villa de Iguarnssi: serve de quartel e cad,-ia ; 2:0006 para co.pra, Antonio Joe-
e rep*ros da casa qae serve de quartel da villa de Pao d' Iho, e a: de'policia
quamu que for necessaria para construccao de um predio na villa! AKn;oni i Forreira de Klrtutta _^im
de bor lard m para cadeia e casa da camara, o para construccao'
da estrada da fravessa do Ltica em seguimento ao Bongy e a factura
tie uma pe-jnena p te na aambda dos Remedios,
nem linha era vi9ta reclaraar o territorio do Chaeo
alem do Pilcomayo. nem se considerara moral-
mente com direito a taes reclamacoes, o que nesta
sentido linham-se dado as priraeiras instraccoes
com um cspirito jusio e conciliador.
Mas breve este espirito de equidade teve
, e ouira sobre o
no Japnmim no luj-'ar ;mde existio a antiga ; 4:000* para encana-
;nem i ifagna pota-ve! na villa de Pao d'Albo.
i. A despera ate 40-OtVi*000, ?i o entenlcr cjnveniente e nc-
r.'ssan.) *> presidente da pruvinefa, com a introduccio & inslrumen-
lOi ayr.wiis, appirelho3 e mai-hinas aperfeicoadas para o fabrico do
ass'.i:.r, descarocamento dialgodai, amanho e preparo das terras.
A ap^tiracSo de<-a qn.intia s r.i Mil pel-> milo que parecer mais
-..ertid. ao presidente da provincia, com tanlo que a provincia nao
0 ]ue Bent a iron la indemnisac/io.
Art. 50. Pica o presidente da provincia au'.orisad > a acieitara
traposia gue a ella fczem 4 defeverein d > corrente anno o Dr.
.^.nacni de Birr^s Uarreti. f.izenl i com est? contracto para o mo
Ihoramento das rabrieas de assacar, aceessivel ao miior numero dos
aissos eng.'iilios e applieando desde ja para tal tim o eredito votado
n i anigoso da vigente lei do orjamento. N conlracto a celebrar
sera esobelecido o molo de tornar conhecido e seguido o melhora
memo a qne se propoz o coatratinte e o mais que convenient se-
ja pa a o inesmo Int.
Art. 51. 0 presidente da provinch fica autorisado a adoptar na*
pomea e estradas que forem, em virtude desta lei, mandadas exocu-
tar, nm eystema mais economico, e dando preferencia, quando en-
;ender necessario, aqn4las dis ditas obras que os proprietaries das
..ironoi lui.al.dcdoj oc prcjtnr^m a 3 dej-
l>ezas.
Art 8J. Os reecbedore; de bilhctas de loterias de outras pro-
vincus. que os expuzerem a venda antes da rubrioa do empregado
eompeteme, incorrerao ni muUa de l:00:)*000. senJo os bilhetes
apprehendidos ate ser realisado o pagamento da mesma multa, e os
vendedores que f ,r.;m vistos com bilhetes sem rubrica pagario a
malta de dez por cento sobre o preco de cada um.
Art S3. Xa cxportacao de escravos, expedind) o presiJente
iiiiruc.;ces que regulem a arreaadagao do respectivo imposto.se
oservara : r
t. l. O dono de escravoi que, tendo de sahir da provincia em
sua companbia leva-ios, sera obrigado a provar a propriedade dos
me?moj,exhibinJo, no acto de pedir passaportes, o tituloporque os
r.-OBve on a malricula feita ni estacae competente.
!; 2.* Ouando a sahiJa do eaenwo for por meio de remessa.
apmentara o dono a prova de que trata o paragrapho antecedente
e tambem o bilhete de pagamento do imposto de exportacao e de
enda por meio de procurarao.
| 3.* 'Quando ac^nteoer sahir e escr3vo para ser entrcgue ao
priedade, prcsiar-se-ha fianca pela importancia dos impostos, com
.brigacao tie dentro de seis mezes provar que voltou ou falleceu.
l-rado o prao, se esta prova nao for apresenlau'a, se fara effeciiva
a cohranca dos ditos impostos.
I 4:" 0.presidente da provincia providenciara no sentido de n3o
ser concedido passap .rte para escravos, sem e tarem preeachidas
js eiigencias desie artigo.
Art. 64. As lieeocas concedidas nrs termo3 da lei n. Hi a em-
1 regaios provmciaes, seja qual to a classe a qu perteucam, nao
.>eraoconjediJs.eomgratilicatao, guardadas as disposicoes e ex-
ep^oes do I kP da jei u 1108.
Art 53. Fica probibido nesta provincia o estabel cimento de
agenciM fiscaes ue outra qualquer, e autorisado o presidente da pro-
vincia :
.., J */' ftipprimir as que por forca do art. 32 da iei n. 1061, de
i ae jiinlio de W *, foram cr.'adas nas provmcias limilrophes.
* A concede.- as agencias, qce por consenso po governo da
Gomes Maximlno Torres Gallindo.Entregue-se.
Bacharel Joaquim Ferreira Chaves.Ja se man-
dou pagar a quem se mostrar habililado a impor-
trala o supplicante, pelo qae nada
o Sr. Inspector
tancia de que
ha a deferir.
Joao Vieira de Lima. Informe
da thesouraria de fazenda.
Padre Joao Jose de Araujo. -Deferido com olfl-
cio desta data a thesouraria de fazenda.
Bacharel Joaquim Ferreira Chaves Junior.
Pa Manoel Thomaz de Albnquenue MaranhSo.-
Deferido com o!Heio desta data a thesouraria de
fazenda.
Manoel Felippe do Monte.IndeferMo.
Manoel de Sauza Braga.Como reqaer.
Princezas, com um variado
trabalhara todo o pessoal.
Aeiniica ge.-a J. Proseguindo na pu-
blicac-io dos debates da camara dos deputadO''
por occasiao da discussao da re-posta a falla do
throno, encetamos o discurso do Sr. deputado
ne"nnd0MJaft' Pfime'r qae lm0U P'1r:c de ccder dlan,e das teodencias taeanhas que S.
iim i .,ii,., ii ^ Exc. o S. ministro Tejedortem mostrado em todas
JESS,Zt%IT M"03 31U^"e3 de n-0SS03 asjaas re!ac3es com as nacoes eslrangeiras, nao
crrenrtrn.n^Zn^K a.Par do,l< va' ?c- ] detendo-se siquer d.ante de contradiides imni-
r5n A mian f aSeS!?,^a,,te,ro T"I ei^ rela- fes,as- coino mostram as palavras seguiutes do
cao a magna que tao religiosa, quer as dema.s qae general Mitre
K^^l^lJ^I^iSS 'luenaoi As novas 'e definilivas instruc5oes que hoje
mS^TJSJ Sm^M ,h2Ue h?aVer "/ Ci' me re8em e 1ue rae P"vi de fa^eMuestao,
Srm\ a W nr^n?.'?m a ,dsenado-"' a todo o transe, da Villa Occidental, ainia quan
lorma a que de prompto possam os leitores saber
o como encaram os membros dessas duas camaras
as qnestoes momenlosas.
do di.-to dependa o exito da negociacao, sao,
t pois, de certa maneira oppostas as que recebi
Ribltothcca da* rAmmaH.~A^ii.'l^^iai-nme:iA0>eq,1'i fora-m es!iPnladas
vrari is desta cidade acaba de chegar a 6" cader- H
rm
REVISTA DIARIA.
conve-
d'agua a
provmcia acham se nesta estabeleeidas, o praso de seis mezes, o qnal
seracontado da data da pnblicacao desta lei, e podera ser prorogado
>.imente for mai seis mezes, para completa extmccao das mes-
mas.
Art. W. O pre*iJente da provincia fica autorisado a tornar ef-
fectiyas as concessr,es feitasa companhia Ferro Carril. no confraeio
celebrado em 30 de outubro de 1873, a innovar os c'mtractos pri-
mihvos da mesma companhia c a estabelecer raraaes e novas l nos termos em que julgar mais eonveniecles.
Art. 57. iFica elevado a 15) o numero de combustores da il-
luminacso a gaz ultimamente contractada para a cidade de GnU
anna
Art. 58. Fica o presidente da provincia autorisado a entrar em
ardp com a companhia de Beberibe para o Cm de innovar os res-
pective contraotog, nos terms da lei n. 1&J7, de 17 de junho de
1873, abrindo os cditos necessario?, appiicando a lei n. 1*9 de 4
de maio de 1844, e provideaciando do raodo que for mais
niente para toruar *egular e abundante o abastecimento
popnla^ao desta cidade.
Art. 59. Pica eirtensiva.a companhia de iliuminacao de gae na
cidade de Goiasaa a isencilo de impostos provinciaes e munici-
j;ies, concedidait eropreza de abastecimento .d'agua a mesma ci-
diide.
Art. 60. Os seis por cento flduzidos da taxa de heranea e lega-
cos nesta cidade sera a^imdividido entre os fuDceianarios do juizo:
um e dons ter? >s para e jaiz ; um e nm terjo para o procurator
Si.scal; um e uin sexto para o solioitador; um e um sexto para o es-
ciivio.; um paraos partidores e nei tcco para os oJlciaes de jus-
liia : nas demais termos o? seis por cento, dedazidos da taxa de he-
raacas.e l^ga dos seraa-:siiR dividido : dous do juiz; um e meio do
ajidaate do procurador fiscal; nm e-meio do scrivaoi dous tercos
dos partidores e um Jerco dos offlciaes de jnstica.
Art Al. Os pioprietarioe aesta cidade gozario da facnldade de
constrairos passeios ou calcada* deseu* predios, gegucoo o piano
adopudo pela reparticao das obra pnb!ica, ficando sujejtos a multa
de 100*006 se os nao flzerera deatro do praso de qtfatro mezes, a
rontar do dia em gue for acabado o calramento da rua re-peciiva,
sendo neste caso as calcadas feitas pela reparticao referida, a custa
cos mesmos proprietarios.
Art 62. Pica elevada a dous por cento a porcentagera es.tabe-
cla no art. 46 da lei n. 310, de 18 de junho de 1861.
Art. 63. Pica o presidente da proviaeia autwisado a contradar
com anem melhorei vantages e garantias dfferecer a eooelusSo
das obras accessoria do theatro do Sanu isabrf e sua exploraeao,
e Item assam a coostruccao de laosquetes, jardios, caf6 e sala de re-
frescos e bilhar, no espa.-o comprehendido entre a /ace sul do refe- .
Kro e a rua de santa Isabel, com tanto qae o contractante se j se prova a sOa existencia Oraram
[uintes condicdw : mon(a ^g^); Ea^o Saotico
fenjeite as segui
!- Oraameotar a fachada principal do theatro, seguiodoospla-
not da directoria das obras publicas ;
1 Conslruir e assentar os machinismos oiaceasarios a qnaes-
qner representaeSes lyricas, dramaticas e magicas ;
3* Organisar e executar as indispeniavets decaracoes da s;ena
corn todas aa suas pertencas;
A* Pro,,8r de todo o necessario o guarda rotlpa dj tbeatro e o
amobibamento sienicos.
a. Gompletar as decora^oes dos saloes do espectaenlo e do
pajsao qne nao n acbarem incluidas no conlracto da reconstruccao
po tiwatro;
9s Conrtruir por pianos approvados pelajdirectoria das pbr
Ofliriun Ue juHtic-u. Por porlaria da pre-
sidencia da provincia de Hi ilo corrente, rosolvea
b. Exc. de coaformidade com o art. 4 do decreto
n. t}668 de 3 de Janeiro de 1871, aceilar a desis-
tencia que fez Joaquim Ignacio dos Santos dos of-
fi:ios de partidor e contador do juizo municipal e
de orphios do termo de Seriahaem comarca do
Rio-Fonnoso.
Jumrucciio publica. Por porlaria da
presidencia da provincia de 16 do corrente, foi
exoneradi do exeicicio de professor interioo da
cadeira elementar da villa de Flores Mamel Viei-
ra Feitosa.
Kubdclo^ariii Ue polloia. Por porta
nas da presidencia da provincia de 16,do corren:e,
foram exonerado Gabriel Germano d'Aguiar Mon-
tarroyos, do cargo de primeiro supplente do subde-
legado da freguezia de Muribeca, por nao t.-r pres-
tado o juramanto devido ; e nomeado era sea lu-
gar Lnz Francisco Paes Barretto.
Collcctoriu provincial.-^Por portarias
da presideacia da provincia de 16 do corrente, fo-
ram : exooerado do cargj de fiscal da collectoria
provincial de Pao d'Alho, o bacharel Antonio Do-
min.?os Pinto; e nnmsado em seu lugar o bacha-
rel Dario Cavalcante de Albujuer juc.
Jury do tteclfr.Foi hontem submettido
a julgaraento o reo Joao P.-reira Barbosa, pronun-
ciado no artigo 289 do codigo criminal.
Tendo por defensor o Dr. L. E. Rodrigues Vianna,
foi de conformidade com a decis5o do coaselho de
sentenca, abso|vido.
TttlcAi-aplio siabmariuo para a
Europa. Hontem, pela manha, foi amarrado
em lerra, na estacao do isthmo de 0 inda, a ponta
do cabo submarin, que nos dev^ pOr em commit-
nicagao com a Europa. Apos isso o vapor Iraes-
lig.Uor seguio a colloiar a parte do cabo, que
Imha a bordo, ate 13 milhas ao norle do nosso
porto, devendo alii deixar amarrada a outra
ponta a uma boia, ate .que cheguem os ontros
vapores poradores do cabo, qne owe estar sendo
immergido de S. Vicente para ca.
niukeiro. 0 vapor Bahia levou de nosso
porto para u da Parakyba 3:050*000.
Parana. Segundo telegramma particular
este vapor chegou ao Para hontem, a tarde, de-
vendo hoje sahir para o nosso porto pelas escalas.
Ponte da Boa-Tigta.-Do dia 20 do cor-
rente em diante sera vedado o transito por essa
ponte, a animaes e quaesquer vehicnlos; para
que se possa dar comeco as obras da nova.
Propaicadorn da inslrurrao pt.-ill-
*a.0 conselbo parochial da freguezia da Bda-
Vista, reunir-se ha hoje as 6 horas da tarde na
rua do Ilospicio n. 10.
ttevlsta. -Agradecemos a remessa do quarto
numero da interessante Revieta da associacao de
guarda hvros do Rio de Janeiro ; e apreveitamos
a occasiao para fazermos publica, que sSo seus
agentes nesta cidade os Srs. Silva Cardoso & Pei-
303 a rua do Barao da Vieteria a. 39, livrana Po-
pular.
GreiMio jurldlcu. fastallou se hontem
sob aquella denominacio uma a*3ciacao de a;a-
demicos.
Depois de dlscatidos e aoprovados os estatntos
procedeu^e a eleicao, da qual resultou sefem aro-
tados par3 a conStltio dellbarativo, Marcelino Rosa,
Joao Maranhao Bezeira Junior, Alexaalrfno Gni-
mafaes e SapoleSo de Olivelra; secretario Prei-
tis Caraeiolo^ 2' Alfredo Gomes; Htesotlreiro,
Fernandas de Carvalho; orador, Napoleio de Oli-
veira; adjuncto Bezerra Junior; comaissao de
redaeeao, Angeb Soares, Joao Maranhao, 8ez?rra
Jnmor.
Scleaela e prog-resso.-Hoave kontem
ses-ao ordinaria desta sociedade sob a pcesidencia
do Sr. Lobo Jurumesha.
Ordem do dia, primeira parte : desenvolvinwnto
pelo Sr. Xararro Lms da theSe : 0 deiiobrimento
do Brasil foi ou nao obra do acaso ?
Tomaram part* nesja discnsSio os Sr*. Aleebia-
des, Hollanda, SaBartftto e Diegues Jduior.
Segunda parte : desenvedvimerito pelo Sr. 9>a
d^nca Uchoa da these : 0 quo 6 liberdade e eomo
os Sr*. A-
e foscano do
Bnlo.
-gar
neta desia interessante pnblicacao, contendo a
conclusSo do romance Acacia, e o principio do
-1 nominadc A nmlher do Palharo, por Xavier de
Montepin. Contmiia a assignar-se a 400 reis cada
cadernela.
r.oueevidade. No dia 16 do corrente foi
sepnltado, no cemiterio publico, o cadaver de
Joanna de tal. parda, natual de Pernambuco,
moradora na freguezia de Sanle Antonio, com 100
annos de itlade.
Reuniao de Irmandadc. No dia 21
o corrente deve reuoir-so a assemblea g ral dos
imaos da confraria de S. Itenedicto erecta no
coiueot) de s. Francisci do lle.-ife, afim de
tedcer ze aeleiijao da nova mesa regedora.
*. propuMit tin He puiiiica Ariren-
tina. -te-sen'uma correspomlencia de Btienos
Ayres parao Jornal do Commercio da curte :
a Quasi sempre os castellos de falsidades e ea-
lumnias sedesmoronam, n'u n momento dado. Tao
poderoso e inperio da verdale.
Assirn j;i tern acontecido tmtas vezes aqu>
com todas a. invencSes com que nos mimosearam ;
asslm aconbeeu mais uma vez com as questo^s
com o Paraguay, era qae nos attribuiam tanta in-
flnencia nitclica.
a Quandi mallogrou-se a missiio do general Mi-
tre no t'aramay, os jornaes levantaram celeuma
coimjo, e alteram, porUntor o piano de rainha
missio, o das minhas operacoes nella, sua base
e ate o seu resultado provavel e possivel...
V. Exc, com a nenetracao que tem, ha de re-
conhecer que subiuetter ao arbitramento a Villa
Occidental e o mesmo que fazer abandono indi-
re;to della, pois se tivessemos a cousciencia de
qne ella e verdadeiramente argentina, os nossos
titulos fossem incontestaveis por sua simples
exhibicao, nao submetteriamos a soberania ter-
ritorial a tal arbitramento. a
pro-
Nao sao preeisas outras transcripgoes do rela-
torio do Sr. Dr. Tejedor, para provar se :
l. Que o governo argentino, ao liscutir com
o seu plenipotenciario as bases de sua negociacio
como Paraguay, reonheeeu que uma promessa
sagrada o obrigara a conrentar-se eon a Csacao
dos seus limites ate a margem direita do Pilco-
mayo.
2. Qae ir alem seria desempenhar o papel de
conquistador.
3.* Que n5o julgara sufflcientes r,s sens titu
los para pretender a posse da Villa Occidental, sem
valor ou necessidade, alias, para a Repubiica Ar-
gentina.
i. Que as primeiras instruccoes tao cencilia-
torias foram substituidas por outras que deviam
fazer maliograr a negociacao, e que por conse-
!S*verum dcrtlkdntr*of.riiie1p#d/Xlei#iTlch *
p rot\de de Jeai dtt Moaletieli>>.
^ N'um bail j arislrocatico, dau> em Paris, se en-
i^intraram a p'nnc'aza de Nfetlernicli, <- o coudfl de
-Mjiiteb-elK) e se Ciimpriinerffafain. Mas, d'.IM A
pouco a prraeeza.proui\H* ''dvamnlft avW#'se
com o conde, e Iho disse que nao tornasse a
curapnmeutal-a.
Esta deolarocio- feita cm publico,. foi tonia'da
:orao olfensiva pelo conde de Montebello : e por
isso tratoa immediatamente de mandar as suas
tetemunhas ao priacipe de Metternioh, parare-
ceber deste, satisfacao a> campo, pela offensa re-
cebida de sus mulli r.
0 principe noineau testemunhas, pordm, na
conferencia havida, nao se chegoo a aceordor
porque o principe pretendia ter a escolha das
arraas, a liiulo de ter *ido provocado a duello en>
motivo sulllcientd.
Allegavara as testemunhas do principe, que elle
nao podia ser responsavel pelas palavras de sua
consorte, tanto mais que elle nao linha estado no
baile, em que suceedera o desaguisado.
0 conde do Montebello autorisou as sum tesW-
raunh^s a declararem quo, por cavalheirismo
cedia da escolha das annas, sem reconhecer as
allegacoes do principe.
0 principe, persistindo em iue a sua posieao
era a de olleudido e nao de oireasor, negou se a
aceilar como acto de magoaniioidade, a escolha
das armas. Elle tinla declarado escolher a
pistola.
Chegadas as cousas aquelles termos as teste-
munhas dtram a pendencia por lerminada e resol-
veram lavrar a acta do todo o occorrido.
Loteria. -A que se acha a venda e a 104.*
a fcenelicio da matriz do Palmares, a qual corre
no dia 20 do corrente.
Casa de detene.ao.Movimento da casa
de deten Existiara presos 341, sahiram 4, existem 337.
A saber :
Nacionaes 238, mulheres 8, estrangeiros 2&.
cravos 41, escravas 4. Total 337.
Alimentados a cusu dos cofres pnblicos 276.
Movimento da enfermaria no dia 17 de junho de
Teve baixa :
Fnncisco Ramos Pereira, hepatite.
^ Tiveram a.'ta:
Francisco Manoel do Canno Comporte.
Antonfo Jose de Campos.
Basilio Jose dos Santos.
Jose Ignacio Ferreira Lima,
Horacio, escravo, sentenciado.
Tribuual do coiuuierclo.
ACTA DA SESSAO DE IS DE JUNHO DE
1874.
PftKS'.DENCl.V DO EXM. SR. COXSKI.HEIBO ANSELM-.
fHANCKCO rERETTI. '
A's 10 horas da manna, presenles os Srs. de-
putados secretario Oiinto Bastos, Lopes Machado,
Alves Gucr/a e o Sr. supplente Sa Leitao, S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente abrio a sessao.
Lida, foi depois approvada a acta da sessao pre-
cedente.
EXI'EOIENTE.
Oifieio d.) secretario do tribunal do commercio
da capital do uuperio, remettendo a relacio dos
coramerciantes inatrieulados naquelle tribunal
durante o mez de abr.l proximo passado.-Man-
douse archivar.
OlDcio do gerenle da companhia Santa Thereza,
em resposta ao deste tribunal, de 1 do presente
mez. -Para o arctiivo, afim de exirahir-so o pre-
cise para salisi'azer-se a exigencia do mmisterio
do commercio e agricuitura.
OlDcio da junta dos corretores, remettendo o
bolelitn das cotacdes offlciaes da semana de $ a
14 do corrente.0 tribunal mandou para o archi-
ve dito olli.-io, ereso yeu que se lizesse ver a jun-
ta que o oilicio cm questio chegou ao mesmo tri-
bunal por volta de 11 horas e meia.
DESPACHOS.
Requerimenlos :
De Jose Joaquim Dias Fernandez, submettendo-
a regi-tro a procura<;iio que Ihe passaram Joao
Tavares Cordeiro A C.-Sea registrada.
De Antonio Gomes de Oliveira e Silva, trazendo
par.i registrar-ss a nomeacao de caixeiro que
concedeu a AbJon Luslosa de Vasconcellos e Ti-
burcio Adelino de Oliveira.-Deferido.
De Saunders Brothers & C, replicando ao des-
pacho do tribunal, que mandou satrafazer oparecer
do sr. desembargador fismd, proferido em sua pe-
tij-ao junta.-Procede a replica dos supolieantes.
Autos de moratoria de Domingos Jo e da Cunha
Lages.\'ista ao Sr. desembargador fiscal.
Informacao da secretaria, cobrindo a pelican de
Bartholomeu Lonrenco e para t|ue o supplicante
! onde foi cuistruida a embarcacao, cujo
contra no*, a nossa tmlUU-n rainMte s8um,e wverno argentino nio i|ueria chegar a
e conciliador, dan
v>o ura usscjuB quo qq 35.-
acTrdo amSef1 ArgeDtiQa de ****" um ,>liar um vencido, emqWnto os seus jornaes o.li-
D^-sta dtzfni n reiiior.n ,\n r mini... T. iciae3 se emPenhavam em attribuir a nossa politico
1 f0' reIa,0n J tl:^LlV\^Hro -negociacao, querendo desfar.ar com
iedor, que veio provar clara e irrefutavelmente,
que, se poliica funesta e perversi houve, foi so-
m:;nte da pane do gabinete argentino.
P los d(cumentos publicados no mencionado
relatorio, fna patente que as instruccoes didas ao
plenipotenciino argentino haviam sido a princi-
pio conciliabrias, mas que foram logo substituid.a,-
por outras dametralmente oppostas e inadmissi-
vets por pate do Paraguay. E isto nao 6 nma
apreciajao ninha, mas resulta explicitamente das
accusaedes odiosas e caluchniosas contra uns, as
arguicoes justas merecidas, que recahiam s*bre a
ma vontade do seu gabinete.
nias e ataques gratuitos, nenhuma mais brilhante
poderiamos obter do que a que nos deu a publi-
cacao do relatorio do Sr. Dr. Tejedor, em que fo-
ram transcriptas as cartas conliienciaes do Sr.
general Mitre, por motrvos com que so atinam
general Miir'e, dirigidas "a"o forae!.68 ^ "^ bem **IWM "3 """"i** e'ei'
seu governo,e reproduzidas n) relatorio do Sr.
Dr. Tejedor, ministro dos
como em seyiida von provar, transcrevendo o*
topicos corrspondentes.
Masnaoe so isto que se destaca nessas nv
tas, amda f.:a nellas provada a sem razSo que
teve a Republca Argentina de ver no tratado de
'alhanca mais do que uma base para futures tra-
tra-Jos*bre Unites, e de considerar a Villa Occi-
dental propriolade sua Incfnesiionavel, dou3 pon
tos estes de stimma importancia ipara comnreheo-
sao da questio argentino-paraguava.
Como sigmtario do tratado de aflianja, dzo
fteneral Mitre, posso dizer que as protenQdes da
Repnblica Argentina pareciam nio ir alem do
Pilcomayo, e jssim satisfiziam se as aspiragoes
aacionaes, evtsodo-se entretanto que?l5es e guer-
ras /uturas com mssos limitrophes por causa de
desertos de que nJo necessitamos.
E' evidenie que nem o tratado de allianca,
nem o ac*ordo de 19 de novembro deteraiinaram
nem podiami deUTminar, de uma maneira defi-
nitiva, os limite: da Repubiica Argentina, e,
caso assim se tivesse feito, tal estipnlacio nao
podia.dar-nos oera tirarnos o dominio on o direi-
to que tivesseuos aos terrilorios cootasUdos, por
que o dominie e am facto e a soberacia terri-
torial so se ceie outra soberania, e port into o
resonhecimenti do Brasil, se fosse explieito ( e
que aao e) nao teria valore ulterioridade algu
ma sem o coiseatimento do Paraguay, salvo se
nos valessernoi do direito de conquistador, que e
um taolo maicr que o do vencedor, e de qne
Repuuiua Arjentina declarou finalmente em va-
rias ojcasioej nao se querer valer...
0 orocedmento actual do governo do Brail
respond*, poi, a este pri>posito e a esta decisio,
coincide comas nossas aspiracSes e aossos inte
Mies, e e$a em barnaoma com a espirito
geral dai iotra".foes que na acluaiidade regera
bs raeusaews.
Portanto obtidas as maiores vantagens nas
outras questdJS de limites, e posla fora do duvida
a nosja sobeania at* a margem direita do I'd
comayn, creii qae nao devemos insistir sobre a
puss*1** Villl Occidental : l" porque cohcedeado
ao Paragnaj o direito de proper modificacSes
ao tratado de alliaotja, quanio a limites, teve-se
em virta preramente a f ilia Occidental, o que
importava urfa promessa de ceder neste pontoi
2* porqiae, i io tendo feito valer entio os titulos
qne reeonheca o tratado de allianca e os que nos
dava a vietria, rnenos poderiamos argomeotar
hoje era csadjdes mais desfavoraveis contra uma
estipulacao e i qae, node dizer se, o governo ar-
gentino tomo a inioativa e fez uma verdadeira
promessa j 3 fdrqirc, tratando-se da deaertus, em
qne a Republ :a nio teve nem tem dominio de
facto,
~, a Villa )ecidental cunstitue um tiinio de
Em segaidj foram sorleados os Srs. DiegtfM'Ja- dofee em fav do Paraguay... 4 por^e, como
nior e Lscerd.i, esolheddo o primefroa these 'e'
g'uinte : Qual a verdadbira origera dos ihWgenag
lo Brasil ?Eo segnndb esta : Nao sera a moral
do interesse sustentada'por Bentham a verdadeira
moral?
Circo eq.nes.re- A companhia do Sr..
Antonio Carlos do Carmo, ba ponco chegada a
esta provinoia, deve cemecar sens trabalhos gym-lantei do occa
aasticos, acrobaticos e equestres, amaahi as 81
ja o aiahife.'tf a V. Exc, b tratado tie allianca,
depolr 8e sah s os direitos da Bolivia, nao teve.
nra podia lei em visu senao os nossos limites ate
o Pilcomayo, ue 6 ate onle vao as aspirac5es
nacionaes, e c mtro das quaes node desenvolver-se
a Rffpoblica Argentina, dilalando-se como uma
palerosa e gi nde nacao, devendo correr seculos
o?. I vias tortuosas, e assim soube o muado quem sera
responsavel perante o tribunal da opiniao pelas
comp!rcac5es que podem sargir na questao do Pa-
raguay.
Os ofgaos das colonias estrangeiras residen-
tes aqni coademnaram unanime entre a pelilica do
Sr. Dr. Tejeder, e o Counter de la Plata (cujas
palavras cito, porque nao pecca por demasiado
amor ao Brasil; se expressa assim :
entre os diversos diplomatas a proposito da questao
de limites com o Paraguay, o pnbhco pargunta
porqae o Sr. Tejedor nao ratificou a conven;ao
aconselhada pek) general Mitre.
t Toda a questio e ura negocie de amor pro-
prio. As. tropas argentiaas estio na Villa Occi-
dental e nio quer ra que dalli saiam. E' absurdo,
dir-seha, pertnrbar dous pal tos por wusa de uma
satisfacao vS e e*ter'rf. O St. general Mitre diz
n uma nota que a Villa Occidental nao serve para
nada e nio tem porvir. Pouco iraporta 0 mes-
mo general aWrma qne nem mesmo e ura oonto
estrategico. Embora!! A Villa Occidental' esta
occupada, e nao sera desocenpada.
Eatao o governo paragnayo diz:Pois bem,
fiquem onde estSo ate a decisao dos arbitros.....
Nao, o Sr. Tejedor quer que se reeonheca a priori
que este pedaco de terra e argentino.
Assim jnlgum os estrangeiros o proeedimento
injusto e arbitrario do governo do Sr. Sarmiento,
que tolera as exigeneias e obslinacoes do seu mi-
nistro de negocios estrangeiros e expoe a paz. a
ser perlurbada, para qneimar racenso a vaidade
proverbial de um ministro empenhado em mal-
quistar a repubiica com todo o mondo.
As conseqaencias nao urdarao a apparecer,
porque o estado acta< das relacoes inlernacionaes
com o Paraguay nao pode prolongar se por muito
tempo, d
wad de pnnllca. Uma das medidas mais
prolicuas, em relacao a saude publica, acaba de
ser totnada pelo governo dos Estados-Uaidos, se-
gundo se le ao Morning-Post de 13 de maio.
Tendo academia de medicina, de accord) com
a associacao dos archttectos de Washington, re-
presentado sobre a grande conveniencia para a
saude pnblioa, e para a eoaservacao dos edificios,
de tornar imperraeavefs as emainacoes do sub solo
e re3istente a ravasao dos roedores, o terreno
sobre jue se edificar nredios, decretou o geverno,
camo medida de utilidade pnblica, que d'ora em
diante nio sera permitlida ediflcacao alguraa para
domi:ilio, armazenrgem, etc, sem que a area
do terreno qae icar dentro das paredes mestras
do editlcio seja post* em perfeitas condicales de
irapermeabiiidade, eomo a scieocia indica.
A mesina iei, sob pen* pecuniaria, marca o
prazo de seis roeaes aos prbprtetarios dos predios
ji construidos, para oa-pOiy por-meio de asphalto
era coadtQdes aoalujjd as decretadas para os edi-
ficios a coofitruir.
Caeo rare. 0 capftio Abraum, do vapor
Chrysolite, aae chegon a Liverpool de Nova Or-
leans, Norfctte e Virginia, referio que largando o
ultimo pooto, chovera quinze dias seguidos, ao
mesmo tempo que am forte temporal o acoisava;
e qae somadle bo canal encontrou mudanea
regislro pe.le, bem como se foi elle o proprio cons-
tructor.-Precede a informacao da secretaria, e
sati-feita a duvida passe se a carta.
COM 0 PA li I j H R K1SCAL.
Petiijoes :
De Jjao Uaptista Honteiro e Antonio Franoisco
Fra>;a da Silva, registro do seu contralo.Seja re-
gistrada na forma da lei.
De Alfredo & Barbosa Junior, consultando qual
a porcentagera que devem perceoer o depositario,
o curador fiscal e o administrador das massas fal-
lidas.Foi entre^ue ao Sr. Sa Leilao.
De Ilenriqae Guilherme Stepple, para que o ad-
mitta juntar saas razoes ao recorso que no pro-
cesso couira o supplicante instaurado, interpoz o
Sr. desembargador fiscal.Adiado, vinJo a rr.es*
qnand i o snmmario for devolvido pelo Sr. desem-
bargador fiscal.
De Adamson Howie & C, requerendo qne se
facam as notas a margem de sua matricula, no
sentido de licarem fazendo parte della Horatius
James Cannan e William M. Webster-Nao tem
logar, a vista da informacao.
Offleie da junta dos corretores. remettendo ura
outro do ex-curretor George Patchett. em resposta
ao da me^ma junta, de 17 de dezerabro proximo
passado.Informe a secretaria.
Participacao da secretaria, apresentando os map-
pas dos dous ullimos semestres do trapiche Ange-
io, e declarando que elles se achara Grmados por
Angelo Baptisla do Nascimeato, ao passo que o
seu administrador e Jeronymo da C.sta Liova.
Informe a secretaria.
Hera da mesma, dando conhecimento do resul-
tado do exame que proeedeu nos diversos mappas
dos trapicues desta praca.Diga a secretaria.
Con-ulti do juiz municipal e de orphios da ci-
dade de Mamanguape, sobre a tabeila de emoln-
mentos que compelem aos curadores fiscaes de
massas fallidas.Mandou-se responds de accordo
com o pare:er fiscal e nos preeisos termos da ta-
beila.
Summirio ex-ofiicio instaurado contra o corre-
lor geral desta praca Heurique Guilberme Stepple.
Deferido o requerimenio de fl. 30.
Summario ex-offlcio instaurado contra o ex-
corretor* desta praea, Joao da Cruz Macedo. A'
vista do parecer fiscal, resolveu o tribunal que nao
prosiga o presente summario, pagas pelo puraraa-
riado as custas. 'F
Summario instaurado contra o ex-corretor des-
ta praea, Goncalo Josd AfTonso. -A' vista do pare-
cer fiscal, resolveu o tribunal qne nio prosiga o
presente summario, pagas pelo summamdo as
custas, salvo ao supplicante de fl. 2 qualquer di-
reito que Ihe assistir. *
Summario ex-ofllcio instaurado contra Jose
Men les Vieira, administrador do trapiche Vieira.
Sejaouvilo o sommariado no termo legal con-
tido do em que Ihe for entregue copia dos artieos
in fronte.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conseiaeiro presideate encerrou a sessao ao
meio dia.
PARTE POLITICA
P.4RTIDO i OWKR1 AOttll
RECIFE, 19 DE JUNHO DE 1874.
0 campo das reformas e van-
lo : o ala ma liberal pode estenderse ate
o ponto de acubar com o prin-
cipio hereditario f Serd neste
sentido que deceremos nos os
liberaes alargar o nosso pro
p. gramma ?
Eis aba uma interrogaclo, a que nao aos e da-
ap rtsponder aos nossos adversarios, pois -qua so-
a elles incumbe fefmular as thtses, por amer das-
quaes devera combater Ba arena.politica.
Nao veraos alias nan an' nmu >nnsid
larraog estes desertos...a
Nada ran eloqaente do que estas palavras .do J estYd'o nMtoralo^c^Tio%'mflm^oUsuT.
nora, da noiie, no eireo eons.raJdo UolSSpo,flail j^Brv =o^a"provar"ue r^.EJ^KWJ&X:^^ de
:
emos alias qoe se possa" coBsiderar um
& '. a ^ue se suppSe cocdeoanado o parli-
do liberal do iTperio-de corner' ideas, fazer pro-
grammas, alargalos e deOnilos, para que outro*
osreahsem.
Com effeito
do I nao
. o nobre sentunento do patrio'tismo
visa ontro escopo que nSo seja a prosperida-
de ml e effeetiva da pitria commmn.
Por muito generosw qne- possamos ser para
( "IMF~l


'*
\
f


*
DiiM&frrmWW *-%i .$#M-9 -%rfM* Of i|7lh
3


ckh os aaso* aniagqpsjaj, tfOBUJM^^atf df
tut* qae annea paisaraBrares ~ os aossos ant
, das boas i
i qae nuei pa
absraetaa, mais oa meaos graeiosos e seductores, <
I aW Ml Ml m\ ***+**&*. da^u^^aga^disem, pois
areqaco preteaso jflP JibaBaHMs pro bus por la nao fo*w ,. ..r:-.. .
aindauima, vet yniA < fiir>'*C e SJIMU neap K|iuf Weiras que se
fttaAaf&uT iwuaqalatasra WdaU* que luzentes
Sliaraffl f ^ os 1lie. fl.Mra,n ftarutto foram os do
da
ao,
proa
a
do poder, deixando-o compromettido e por
do.
nans raffia oo descredito, era aue
esses eliefes e direct^res. do liberalis-
emos de ercontra la na deilealdado das
as trrealisatias, qne afinal tzeram cahir
lies o geral stigma da reproaoao do paia.,
i importa a questao de jabee-a quern ca
locwrarj6i deiaes oo quals ideas mais
sasem politica faara os actas
w jntauas palriuticos offecttvamen
7 as int!Bc6>j, o? pragratnmas mais
osos represejiUra qua&i sempre a
mepmem doc espertalhoi araiada a pAularilade.
As re'annas realisafas e at- po sera a tgualawivte, se atgunaa vez conslilui
nun mwh> liberal, ja uao tin raiao de ser
P*n 0 ptfiigai dellas havia cou*tituido 0 seu
aqsyur^ muni io.
I\r am eslranho neologismo insistem e recalci-
j-aat mmmAtoet$/meawaBpoUidajeiu-se libe-
**. triMM, se ft paJavra deve signiGcar a cou-
.-a. J# n eata cessado de existir e com ella a deno-
_o respectiva.
0 verdadeiro parlido liberal e esle que rodda e
ule a magnaoimo gabinete 7 de marco, em
enja aobre fronte trilha a estrella da gloria. pela
r-j;eneraci da libcrdadc do reccm-nascido escra-
la refarma judiciiria ; da lei da guarda na-
-. aal. da easino livre ; da creacao de vias fer-
reas ; tdegrapho) electricos ; sociedades a ban-
\i creJito agrico!a ; lei do recrut imenlo ; re-
i-rma ele.toral e taatos oatros generosos eommet-
uaeatos, qae esse mcmorawl gabineto tern de
reabsar ..inda pela prosaeriJade da patria !
Oiante desseraotiraeuijnjbr* e aakoaior nada.
implaca**i admrsanos se alo a iiiveja, 0
dame e a peoiiencia de irremediaveis (alias, que
iaiiv;dai pode e-qaecer, mas a nac.io nao polo
perdear.
besaKtead.K e alionilss, esses falsos e preten-
aosos po-M? d< liberalismo pclos .successivos
11 !%! do palri'.ilieo actual governo e vendo
dojyedacada a vtrinha de emV'10, com que enfei-
ia os inncceo:es c credulos liberaes, em op--
tica pennanente e inviriavel, et-los a int^rroga-
rMi9s em que sentido devem elles libsraes
ulugar o sea prograrama ?
Oatr'ora, peasaudo ameacar 0 pessml p nler
1 Mar.ivam pela Ml imprensa que: se 0 actual
eahiurie onsasse realisar 0 seu programma (de
Hilieo) Hies taberiam ir alem ; entretanto ja
jj'ira nao sabem mais com) pjssam alargar e?sa
fitgrivnmx de pipcl, cujos arabescos jamais pj-
1 ram decifrar !
5a, o v;>sjii par i lo liberal tern desapparecido
1. ma publica para llgurar na historia do pais
- ia 3 a a triple recordacao aate-social, ante-po-
Fumiln conrem coosiguar as seguint^s phri-
- $incero< piocinci'iiiis :
C jj) liberass soaios do> qua nao tern razJa
:.i Btr^er de aninres pelo inonariilia, pessoal-
* i- ustd'raio, mas ni 1 podemos occultar a
1 mpk-U adi'-aoa monarcaia hereditaria
!-: 'u:ioaal, como ia>lituisao politica.
nto ja vejm os nossos adversanos que 0
i .r^ .T.?nto dj programma liberal nao poda ir ao
de u-:ar amonarchia berediiana pela re-
Fij!, pois, as eitado qae os provincianos al-
1 c nplelam'nte a manarchia heredltaris
aal; mas... nao morrem de amoves
amarcha, possoalmento considerado, tsto e
'iirckia BetswZ, qae .1 urn lereo de seculo
tLi f?;tj da represnta;a) nacional nmi burl'i e
-lumes "publicos um arremed) do baix> im-
ra apararm-is melhor qual seja a sineeridade
, jmpltta adhesao dos proviiicianos pela mo
lierediuria. vanns iranserever alguns ire-
leaM innnmero-i, que a esse respeilo tern
- crialfl em sua Prooincia :
J H imporiam todas essas formas a pirat was
: ann lims, com que 0 Brasil se pavonei,
: ::il a reililade desmente ? Qte imporlam
-< irliga coaslilttcionics com paUvras
1-de liberdade, se postus era pralica, 0
ntrasU com a linguagem ?
t Tudo islo (de nihj)s conslitucionaes) devia
rrer para acabruabar-nos; pois, alem das
, tmiu despezas, iue tjdaswsos forms nos cus-
I n-se ainij. mais risivel a nossa posi;So
) g .v.?mados. Cimpramos 0 rwVatlo, e por urn
i.-v.o." e a nossa tarefa.
X v queremos :ima forma de governo compati-
n a dignidade humana.
. Sals, aJHoialamente nada do qae nos promet-
a consiituicao, ixis'.c de fact); 0 que existe e
ititel com as thaorias do governo repre-
. jue 0 CO nf mil a. que oaniqmla, e a
r.acia doexeeutivo ; e por eima de tudo a
I :u desse Briar it politico, que ameaca cons-
lasnte obscur.'cer 0 ceo da nossa patria.
h nos chegaro de^engano (do pod'r) se ro-
il -- tNUfOt furtados, (|ue tao funestos
n -iio e a lioerdade da patria, 0 que nao
lent seguir se ?
. Qiaadoa luta estDiur se entre os homeas
tmr pessoal e os homens da republica, gran-
3nt-'ci:ni>nto. vereraos, grande sera a revo-
...
Enlre os repnblicanos e absolalistas, maldito
brasiieiro que jttlgat pjssivel a morte da arvore
a Alia.
Rataa auras americaoas em que os hymno)
i.i' si 1 taogidos ate pelas brisas, bal u-
,iio as ramada- das mattas virgens, travando-
an entre o iin de hontem e 0 dia d'amanhd,
. pode duvidar de qual seja o-tnumpha-
aaa por hoj-*, para tirar bem a limpo qual se-
ia a raafcfa adh;s1o desses imocentes provin-
- pela oandtaieia do inperio, e como nao
Ieeiam elles trocar a monarehia hereditaria pela
afiea do erande Castellar, 0 sol da democracia
1 rca, 0 Paulo do apostolado da liberdade.
ARRILHOS!
.Jidamente, nao entendemos os prdvincianos.
a* elles proprias, deixa de apparecer a oolaat-
piaavae a Eazer gaifonas, actiorar nossa falta,
a se mostrarem sentidos: da lhes attenjao a co-
na, el-os a fixer de meninos malcreados, a
0 .'tratar-nos, et-.
-. (fijae isso entre nos), goslamo3 da Pro
f t E* sempre com go-ta que notamos suas incohe-
r acias, que vemos seas saltos furtados, suas po-
s dilnceis na corda bamba !
S11 imaginam coma nos enlretem esse eaoro de
tai ibas marinkando pelo coco I
E com verdadeiro prazer que vemos udas as
mutacoes e transformacoes, todaessa dispa
ndaia e incohereocia de politica e doutrina, que
tea tilo, tem e tera !
iiavidamos que nos circos futuros hajam palha-
Ja forca US provincianos !
Hi na cornp ml. in de tudo e realmente se uraa
1 nao for applauiida, nao sabemos qual possa
as mats I
A columna nao tem necessidade, como os pro-
Hriamos, de declaraar e mentir; pelo ataque for-
aula sua defeza.
- a Procincic. so diz asneiras, asneira seria
ir com ella tempo; se. porem, busca explorar
ao pela men:i a, vamos-lhe as anca, e a Ta-
zeaos parar!
se eortez se a'tftra, com corlezia retrucamas;
j, porem, veem im arrieiradas, teaham pacien
* nao a recefceremos com beijos, por maisbei-
;ae teaham levado alguns de seus redactores I
desprezamoH outras folhas, a razao e obvia,
. 1 ellas nSo se dizem orgaos de parlido e sao
aft romhecidas qoe por si mesmas ficam respoa-
fttdas.
Baaratanlo per vezes temos dado resposta igual
4e despreso aos provincianos, e e essa a razao pe-
ls qual em algucs dias deixara de sabir a colum-
na pois a certo.s artigos so 0 desprezo pode dar
aaa resposta cabal.
Temos assim rospoodido a Prooincia a quern de-
is vida louca para proveito oosso e divert! -
1 desta cida e !
Tolbas dianas
bafto de
Villa-
Jjjrtande, diccionarw portuguez
?Rifa, 'e otitfas obras' receute-
das.'
lustradft : a sna coasolidacao aon>
ado iornaj iUttsirajfe'W |ftyo
iMarquez d'Avil
iscripcao de gr,
namero dos votanle* qoe u.
a contostaram !
Da 0 tolegraqa:n.i;
* Q escrltdo Jlfito derrolofl 0
Bella. ^ ^
Sara isto falso t .^,
Temos outido a cenaenares de radiMooas qSK a
eleicao do Club foi polo direclorio encarada como
guejtuo de .vida.e morle. Que o caodidnaa.opnns-
to ao escriyiio Brito ea recommendado pelodirec-
torio; qae os membros deste cabaUram com to.da_.
forga; foi visto um nobre fetfde tjaii1*!* MWr. 0 esse barao e do directorio e sabido que desde
a excommnnliao Imcada pelo estritae Brito con-
tra o bispo in p'irtibus vMrmmmtams Zacarias,
Gcou dito Brito sub anathema, e que logo se fez
sentir 0 dedo de Uao mign*, par tres 'n*|'men-
foi que comecarara logo com hosfilidades Ho ones-
mo Club.
Se tudo isso 6 sabido, se tuda isso e noto.no, flo-
rao quer a Provincia que nao se diga que 0 escri-
tlo derrotoa 0 Sr. de Villa Bella I
Igoobil, infame foi 0 e3palharem os provincianos
que a presidencla se mettia nisso, quand? entre
uns e outros nao ba razao de escoliia 1
Pols 0 direct rio quer impor 0 p9 naslii, os outr.ii a eaatestam e quer que os mats
nao digam o i|ua voeia ? E' boi !
Se 9s amines esliveram ou nio exaltados digam
os que preseoeiaram os factos e viram a Maria-
nmln ameauand* quebrar sua enro 1 de pdo na ca-
ra de quem lh'a deu Se com ingratidoes dessas
nio ha exaltacAo, se o sgarrarem irmios em ca-
deiras, e qaerereai fechar 0 tempo nao e exalta-
menlo, nao *abeiaos o qoe-68ja !
Tenha paciencia a Prooincia se nao qnar *.ue se
digam as verdade*, nao ainla : eoquaafo aeaftr
havemas de ir-llie as ancas I
Sliwrf
? J?iEaj,om Canseco,
Hotas em geraf.
Vocabulano da Liogoa
criiicos porluguezes.:
ftrrfsilrw "
indigena
Guana on
JO Conde Derby, ministro d*a oegocios estrangei-
*8a,Gran-BreUBha.
Wfaift'-.'HMmirn'snto a Gopr;alves Di3^ na cida-
0 Sr. Dr. A. II. Leal.
OjFabricoda Corvdja .Vista le am grande es-
Hfeidelperg*: os seus pielbores ediDcios e Ingares
de passeio.
0 Papa eaiCinawaiOiapnliftce presiding a
um eonselho.
Uruguay : Vista do port*-* ctade de Monte-
vfdeo
Efcladoe-Uuidoe: -0 primeiro Buffalo (Bisao) da
estanjao.
pHrtngal:0 Sr. Marquos de Avila e Bola-
ma.
Sellando nma promessa.
Com este nrnnero 6 distrauida grainvtamenta
aos Si*, assignaotes nma raaissiaa gra*ura em
folha separata, Intilulada-^lktagoqfcra enstosa
e dt grande merito atUsHca _-^
Assiguatora annual i^-flfvroria B-anceza.
flgadlo
os.
*6lbas 2 fardos a P.%laarer &
afak a B. Duarte CafiftilWCt >
Tjolos do barro *{ calxas aoS 'cbnilgaatarlu?.
TeHia de barro :i oaixas a AQtonio L-^os Samr.
TAUoB I oaixa a Kellendt '' TiatesiiO barris a
M. 4- Barbosa, 6 a Perar* Simdas- *ft.,)rf ^Br
tholomou dt C, 13 a.A.Gaors, 5 a il. da S Karia
& d; a a ) F-. dos S in**, U Toluraes a Thomas de
Aquino Pon :eea & aaquajlaai, 3 P. Maurer &
C, I a Autoaio L. dej Saaios.
Verniz I caixa a TlwrnaB de Aquino Fonccja &
sucoessores. Vidros 8 ciixao a Moreira Hilliday
A-CI, a-Berreiw, Monteiro & % 8 a'B. Buapte
Campca C, 1 a Pranneco Mmnoel ua Silra, 1 a
Uariliolomeu A C, I a Manoal da-Bika Paria &-
C, 3 a J. P. da Cost*, 1 a P. Maaner.a C. Vtoha-
1* 1 caixa a Meuron & C. Vinho 23 caixas a 11.
fjuandy, cataM, 0 #2lbarris a Keller A-G, 3;
bartis a E. Turpin, 3 a Monteiro, Gregorio A C
B^iguaioglez%^^W.afiGraa, do Terra Nova
na mesma data e conitgnado a Saunders Brothors
& C, manifestou : 'W| f >
Bacalhao 2,872 baBrjcas aoe consignalados.
PETROLEinOS
t Como liberaes somos dos qne nao teem razao
de morrer de amores pelo monarcha, pessoalmen-
te considerado; mas nao poderaos occultar a nossa
eompleia adhesao a monarchia consUtncional como
instituifao pcdilica. .
Ja nao sabem a quantas andam os pubhoislas
provincianos : enchem 0 tempo a brincar a cabra-
cega I ,
Como liberaes tern partidas de leao, pessoalmen-
te considerados; mas nao podem occultar a tr.es-
quinhcz de origem, e 0 desespero iuo os leva a
descahidas omicas 0 expedientes desastrados,
3uando se cmb.-bem na fugitiva rairagem do po-
er.
Republicamos ao almoeo, liberaes moaarchistas
ao jantar, cantam a noite um pedaco do syllabus
em honra ao patriarclia Zacarias, e deitam se a nhar com a mudanca de dynistia; e qu'alquer sa-
r a boa, aioda mesmo a do Japao, comtanto que
lhes desse 0 poder.
Se prestats eomplota adh^9ao ao principio mo-
narchico, e preciso que a pessoa que 0 represent*
se osten'.e com > um eslorvo, uma barreira, a feli-
cidade e engrande.-imento do paiz; seja mesmo
um mao cidadao para the negarde* a estiraa e res-
pcita pessoal que todos Hie devemos como subdi-
tos
Qae antipalhia e essa dos provincianos a pessoa
do monarcha, am qaem esta enaarQado um princi-
pio, a que desta vcz confe.-sam prestar corapleta
adhesao ?!
Ambii.-aodo poder, quantas desatinos em home-
nageiu tua *
Noreinado do Sr. D. Pedro II, da monarcha ci-
dadao, que tem sabido rooommendar 0 name bra-
sileiro em todas as regioes do mundo, animando c
anxiliando com scu legitimo e benefieo influxo
qualquer eupreheniimento mil ao commercio,
agricultura, indu-tria, artes e lettras; do monar-
cha liberal e patriotico, a cujo impalso t-.m-se ex-
plorado todas as arterias de pr. gresso.e de civili-
saeao no paiz, neste reioado, diremos, ha um gru-
po' de provincianos, que se dizem liberaes monar-
chists, mas que em name da liberdade repudiam
a pessoa do imperanle !
Negai, se poderdes, a mircha prdgressiva em
que vai o paiz, 0 desenvolvimenio aotavel em toda9
as relacoes da vida social, principalmente nestes
ultimas cinco annos; ou mostrai que a pessoa do
monarcha e infensa ao cur.-o das boas ideas, a esse
desenvolvimenio e progresso, para entaa lhe reti-
raries cam funlamento. a devida estima pessoal :
ao contrario nao passareis de grosseiros declama-
dores.
Viis que, como liberaes, nao ten les razao de
morrer de amores pelo monarcha, dizei-nos la da
berlinda, onle estate pelo desgoveruo da liga :
Por qncut suspirait ?
Se, cow) liberal, nao se pode deixar de ter anti-
pathia a pe.-soa do impcrad>r, a vo< eompete de-
mo-i-t:ar e d>senv-iver tao exqui'ita doutrina.
Ja sabem is a unem nborrems, dizei-nos agora :
A quem quereis t
A atiem amaii ?
E' Decessarii qne ao menos sejais honestos : a
injustica tambem tem sua coherencia.
Bnscais ser governo com um monarcha merece-
dor da vossa antipalhia e a quem odiais?
De duas uma : pretendeis exautora lo da copar-
ticipacio que lhe confere 0 nossa pacto fundamen-
tal na geslae das altos negocios do estado, e r>30
seria a dictadura ; on entao disfarjar os sentimen-
tos de odio pessoal, que notai3 ao imperante, em
cujo conlacto vivceis, ouviodo na melhor intente
cordiale os prndentes conselhos da experience, e
isso seria uma baixeza insupportavel on reqnintala
hvpocrizia.
"Aspirais a uma ou aoulra sitnacaoT
Dictadores ou hypocritas, Srs. da Provincia 1
Aioda uma vez vos repetimas a judiciosa 9en-
ten^a de Bautani. -L'absurdite en politique enfan-
te presque toujmrs tacruante.
Oleo puro medicinal de
as aacaalftaa* ale Lauam
Keaaa. ;
Qs doutoros de mediciaaracsnhecerara, ratal-
guns annos, sem occu!lar'dj9a issombro, qua as
malestias puaaaaaas e kapaticaa, com nenhujna
outr*cousa,OTP(djimpurai% mas siin podenam
ser completamenle extirpadas com 0 oleo de liga-
do do bacalhao. Apeaas se aooanciou um tal sue-
eesso, auandop-ira lo^oo'meraado se o iao ta-
do de toda a easta do composes deaiato doba-
leia, de phoca, de maos de vacca, de tooeinho e
um sera ntmere de outrae, aos qoairs se ajnntou
0 nomo do especinco legWimia, parem aem passui-
rera nenhnma do suas reaes Ttrtndes. Porem ago-
ra lemis no oleo puro meiioinal de fib'ado da ba-
calhao, de Lanman & Kemp, am artigo cuja per-
feita legitimidada da excellencia, se acha comaro-
vada, pela faculdade medioa. Nos hospitaes mili-
tares, navaes e civis dos EstadosUmdis di Arap-
rica, e ello tad bem conhecido como na pratica par-
ticular dos prineipaea medicos. Nenhaaa classe
do tosso, resfriam'ento, afteccao dos broncWos, mo-
lestia dos pulmoes e do flgado, ou affeccoes escro-
fulosa, padem resisrtr a sua iaraviln*#a aceao
medicinal. Senv rebaixar o mereciraenta de outras
prepara-oos legilimas da mesraa natureza, pode-se
aaaoear que aqnelle e superlativaraente excellen-
te. Garante-se a sua boa oanservacao em todos os
clioias.
^fr^&W^
Caapos. Pregos
C, 3 a K TurplD, 3 JIangualde-.
laafap Pnaio, 4**.Bi DuaMfl. Ps>et& do Liml.
1 caixa a Iferia frmio, 3S SUTOeT
P.^laarer "&C" Jttilsiro 1
Patioho aaaioaai Dwi eatrado do Bid Graude
do Sul at iqesuta daU.o coniijxuado a Balbar, Oii
veira *. owanfcst*u: M,\,t xiii-a
Couros seccos 60. Hiilf / I V*
Barca jugleia bu-encibtf, entra'a
em 18 do orreolo e consigaada
anm:
da Liverpool,
a Simpson i C,
manifestou :
Carvao de pedra 528 toae'.adas e 8 quioues.
Objectos para gaz e tTntas 18 voliaws, tudo aos
coniignatarios. _
Hate nacional Flor do lardim,, entrado do Ma
cao na mesma dala e coasignalo a J. 1. da Cunha
Lages, manifastou :
Alswdaa* 37 saccos a ordom, 20 a Santos Maia
&Q-
Cera de carneiiba 8 barricas a ordem.
DE?PACHOS
art
DE EXPORTACAO NO D!A 17 Di
JVNHO BE 1B7*.
JUNTA DOS CORRE'ORES
Praea Jo Recife, t lc junho
tie 174>
As 3 HORAS DA T-^RDE.
coTAgous oFFieia"8
Algodao de Pernambueo 1" sorte '*8;0 por lo
kilos, hontem e hoje.
Algodao da 1 sorte 8350 por 15 kilos.
Algodio de Maceio I' sorte 8*800 por lo kilos
posto a bordo a frete do 7|8 e 5 0|0,
hontem.
Ca'e da Ria de Janeira 8*500 por lo kilos,
hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 2o 1(8 d por
1JO00. hontem.
it. de Vasconcetlos
Presidente.
A P. de Letnos
Secretano.
OfmorlM 4* ejtmior.
Na barca portngueza Admirmel, para 0 Pot-
to, earregon : h. J. s. SuTnlarftes 800 saccos com
00,000 kilos de assnear branco e 200 ditos eom
15,000 dttos de dito mascaVado.
No navio nacional Mnrinho IV, para 0 Ria
da Prata, earregoa: F-. N. oocalva Ferreira 350
barrica* com 35,162 kilos *e assucar branio.
No patach 1 liespanhol Elvira, para 0 Rio da
Prata, carregon : A. Loyo JO pipas eom 0,600 li-
tres de aguardente.
Para os portos do interior.
Para 0 Para, na barca prrRig'ucza Arabella,
carfgou : J. G. do Ba*6 s 3 pipas com l.iiO Mtros
de alcool; J. J. Goncalves Beltrao & Filho 115
barriquiohas com 5,898 kiloa de assucar branco.
Para 0 Maranhao, no vapor nacional Bahin,
carregou : P. Vianna & C. 25 barricas com 2,'i6i
kilos de assucar branco e 100 ditas com 7,869
ditos de dito : para 0 Para, E. A. Burle 4 C. 10
ditas com 625 ditos de dito.
Para Granja, no vapor nacional Ipojuci, car-
regou : M. L. Paes Barreto 2 barricas com 2i0
kilos de assucar branco.
Para 0 Aracaiy, no hiate uacional Joao Valle,
carregou Costa 4 C. 5 barricas com 3i2 kilos de
assucar refinado ; L. J. Marques do Arauja 43
ditas com 3,li5 Ij2 ditas de dito brjnco : para 0
Ceara Merim, J. II. Barros Filhos &. C. 1 caixa com
22 l|2 ditos de doce.
Para 0 Natal, na barcaca Hayde, carregou :
A. Olivcira & C. 2 barricas com 180 kilos de assu-
car refinado.
Otlvelra de Azemeis.
Povoa de Varzim.
PWqa de Lanhosa. Vianna do Castello.
T|Ua-latna>da>Barltm3Q. 'Valla Nova de Faraalioao.
Villa do Conde.
Mas ilbas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Tereeira.
ci>irtra4ftgo
ME LIVERPOOL <* I.OHDON 4 GLO>
INSURANCE COIFANT
Agentea
SAUNDERS BROTHERS A C.
11Corpo Santo11
NORTHERN.
-anitai. .... 20,000:0003000
de reserva.. 8,000:000JS00t
Ag^ntes,
Mills Latham & C.
RUA DA CROZ 38.
^nnlo
UM COMMERCIAL DE BRAGA
Jorge Tasso
*. 39 Rua do Aniurim 31
Sci por todos os vapores qualquer quantia a
prabaoi vistisobre esse Banco, ou sum res-
pecfivas agendas nas seguintes cidades. villas de
Portugal e ilhas adjacentes e Hespanha.
A saber :
I'oiiiiijiil e iiliiiK.
Famalicao.
Faro.
Agnida.
Ama rente.
Anadia.
Arcos.
Area de Banltieim.
Aveira.
Baroa.
Barcellos.
Beja.
Bragacca.
Clbeceiras de Baslo.
Camiuha.
Chaves.
hfioimbra.
Coura.
CovilbS.
Elvas
Extreraoz. .
Evara.
Fafe.
Funchal.
Fayal.
Porto.
Regoa.
Taflira.
Torres Novas.
Vianna.
Villa da Feira
or
Hgoaira.
Couvea.
Gaarda.
Guimaries.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Mealhada.
Mdgaco.
Mirandella.
Moncao.
Oliveira de Azemeis.
Ovar.
Penafiel.
Pilfcel.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhoso.
Port'Alegre.
Portimao.
Povoa de Varzim.
Silves.
Thomar.
Vakaca.
Villa do Conde.
Villa Heal.
Villa Real deS. Antonio. Villa Pouca d'Aguiar.
ALFAWKi
Koadunenio do di 1 a 17.
u \
3i2:6i7i946
15:302^649
3o7:950i593
CAPATAZIA
daodimento ov- dia 1
cUoi do dia 18
DA ALFANDBGA
a 17. 10:352*021
.... 76U033
11:113*034
MAKUO IGNOBIL.
Nao sabemos a razao de toda essa furia que
aostra a Provmcia 0. 317 no artigo sob a epigra-
pbe snpra I
Nao ha razao pira tantat iras por causa de um
teteftamma qne nao foi nosso alias I
Sera falso 0 qne disse ease telegramma ?
A aegativa da Provincia sera para espantar !
que disse die ? Qne bavra grande agitac3o no
Oka I
isso nao fai facdade digam o sous socios, a
todos os qae, tucionaeae eetraujoires, preseoeia
ram a reaniao.
H ave auminha qae quizesse dar pancada, e
ZkiMM k
PE
m.
Como tenha-se propalado nesta cidade que 0
facto que narrar, Dinrio de Pernambuco de han
tem, aado em um collegio, havia sida no collegio
de Santa Genoveva. venho declararque 6 falsa essa
noticia.
Recife, 18 de junho de 1874.
Um interessado.
Os abaixo assiguados moradores no convento do
Carmo, a vista do annuncio, correspondencia ou
qae quer que e, do Rvm. Sr. Villa Nova, ao Ota-
rio de Pernambuco de 17 do corrente, saa forcados
a repellir as injurias qae ahi lhes sao dingidas, de
envolta com 0 nome do Rvm. frei Felix, mui dig
no prior deste convento; considerando-asapenas
como parte de uma cabeca sem miolos. Nao que-
remos charaar-lhe mentiroso, porjue a palavra 6
injuriosa, princiaalmente a um padre.
Couvento do Carmo, 18 de junho de 1874.
Padre Leonardo Joao Grego.
0 vigarlo, Antonio Joaquim Soares.
Padre Albiao de Carvalao Lessa.
Padre Telesphoro de Paula Augusto.
Paire Valeriano de Aleluia Correia.
Coiiciliaqao
De ordem do presidente da sociedade benefi-
cente Coneiliacao.convido a todos os sens associa-
dos a comparecerem na sextafeira, 19 do cor-
rente, a rua de Marcilio Dias n. 31, pelas 6 e M2
horas da tarde, a negocio urgentissiino e de
grande alcance para a sociedade.
Maia Pessoa,
Secretario adjnncto.
0 Nbvo Mundo
periodieo brastileiro, publlcado
em XcwVork.
Conteudo do n H cbegado pelo South
A merica.
Texto.
Lord Derby :-Tracos blographicos.
Topicos do Met: -Asituacao politica no Brasil,
Estados Unidos, Suissa e Hespanba. A tome na In-
dia e na Asia Menor.
A Franca : -Crlse ministerial.
Nova perspectiva politica :-0 partido liberal na
Brasil.
Immigracao nos Estados-Uaidos.
Divertimentos pablicos.
Monumento a memoria do poeta brasileiro Gon-
Qalve Dias.
0 Sr. Dr. A. II Leal: 0 ideiador da estalua
erecta a memoria do primeiro poeta maraohense.
0 Fabrico da Cerreja : 0 son prenaro e distil
Sciencia : SUapira-Ganneaa : a snoavsta trau^ |p. Wild* C.e Jose de Almeida 4 C,3 a
de aichaologica qne occorrera naJad4a. Jnlor & C^t a J. Antonio de Araujo & C^,
Dcscarregam hoje 19 de junho de 1874.
Vapor inglez Firj Queen (atracado) merca
dorjas para alfandega,
Barca ingleza Wenifrid mercadorias para
alfandega.
Barca franceza Fidelile mercidorias para al
fandega.
Pataeho inglez S. N. Collymore kerosene,
breu e agua para 0 trapicha Conceicio,
para despachar.
Lug.r portuguez Cidral peJras para 0 tra-
picae Gonceica'i, para despachar.
Brigue inglez Williim bacalhaa Ja despa-
chado para 0 trapiche Conceicao.
iBiiportacAo.
Barca franceza Fidelile, entrada do Havre
em 17 do corrente e consignada a E. A. Burle 4
C, manifestou :
Acidos 6 caixas a Barlholomfa & C, 1 a A.
Caors, 2 a P. Maurer & C, 1 a Manoel S. Faria 4
C, 6 a J. da S. Ramo3 Agua de floras de laran-
geiras 1 caixa a Manoel d 1 S. Faria & C. Agua
mineral I caixa a Manoel da S. Faria & C, 5 a
Ferreira Maia 4 C, 2 a Joao da S. Ramos. Agua
do Yals, 30 caixas a H. & Labille, 20 a ordem. Al-
finetes 1 caixa a Jose T. Leite Bast s, 1 a Joaqnim
A. de Araujo 4 C. Amostras 1 volume a Jose
d'Almeida. Armas 26 caixas a Manoel Maestrali
4 C, 26 a Parente Vianna & C., 12 a M. Halliday
& C, 7 a Von Scbstea 4 C. Arcoes 2 caixas a
Keller & C. .
Balancas 1 caixa a Joaquim A. Araup, 2 a Fa-
ria Irmaos, 3 a (Iawkes 4 C. Bugias 20 caixas a
Rabe Schmetteau & C. .
Cachimbos 2 caixas a Joaquim B. dos Reis. U-
monto 100 barricas aas consignatarios. Couros 1
caixa a M. Halliday & C. Cera 1 caixa a M A.
B.rbaza. Candieiro3 l caixa a B. Duarte Utmpos
& C Cartoes ;i caixa a Manoel Ferreira Finto.
Calcado 2 caixas a Faria Irmaos, 1 ao3 consignan-
rios. Contas 1 caixa a H. Nensch. Cerveja 40
caixas a D. P. Wild 4 C. Crystaes 3 caixas a
Frrreira Monteiro & C, 1 a B. Duarte Campos 4
C, 1 a E. Tarpin, 1 a Pereira Irmaos.
Encerado 2 caixas a M. Halliday & C. Espelhos
2 caixas a D. Manoel Martins, 2 a J. J. R. Mendes,
2 a Luiz Goanalves da Silva & Prnto. Dito e qua-
dros 1 caixa a Amaral.Nabuco 4 C. Espoletas 2
caixas a Manoel Maestrali & C, 2 a, ordem, 1 a
Vaz Junior 4 C, 1 a Parente Vianna 4 C
Ferragens 3 caixas a Otto Bohres, 1 a Joaquim
A. de Araujo & C. Fumo I caixa a Joequim B.
dos Reis. Fitas 2 caixas a Joaqnim A- de Arau-
J& c t A
Instruments de musica 1 caixa a A. l. aos
Santos.
Ladrilho de barro 92 caixasa M. Jose Gonijalves
da Fonte.
Machina31 caixa a Theod. Christiansen. Merca-
dorias diversas 9 caixas a Paula Ramos, 4 a D. P.
Wild 4 C, 32 aos consignatarios, 6 volumes a J.
A. de Araujo & CL, 1 a Jos6 de Almeida, 1 a C. Le
clere, 2 a Faria IrmSos, 1 a Pinheiro & Bartholo,
1 a A. J. de Azevedo, 1 a Otto Bohres, 2 a Paren-
te Vianna 4 C. Medicamentos 3 volumes a J. da
S. Ramos, 8 a Bartholomew & C. 4 a Vae & Leal,
2 a A. Caors, I a Manoel da. S. Faria & C, 1 a J.
G. da Costa, 2 a Franeiso Manoel da Silva, 8 a
P. Maurer & C. Moveis 11 caixas aos consignata-
rios, 5 a J. da S, Ramos. Manteiga 85/1 85/2 aos
consicnatarfo", 40/1 80/3 a P. J. da Costa Amarim
4 C. 30/ 40/2 a J. T. de Mello & C, 15/1 30|3 a
Johnston Pater 4 C. Moinbos para cafe I caixa a
Pereira Sinades & C.
Oleo de linhaca 1 barril a Thoraaz da Aqmno
Fonceca 4 suoceasoree. Objectos de madeira 2a
caixas a I. da Silva Ramos, ditos de uso 1 caixa a
.P.'Maurer & C, ditos hydrotherapicos 3 caixas a
J. da Silva Ramos.
Papel de embrulho 100 fardos aes consignata-
rios, dito de impressSo 31 fardos a Cosu Irmao 4
C, 9 a J. M. dos Santos Agniar, 3 a D. P. Wild 4
C, dito de escrever 7 caixas a U. N. M. Antunes,
1 a Manoel Alves Barbosa, 3 a (Jaimaries 4 Oli-
veira, 2 a Vaz Junior 4 C, 2 a Manoel Maestrali 4
C., 3 a Faria Irmao, I a Morefra Halliday 4 C, 1
a A. J. da Azevedo, 6 a Magalhaes 4 Irmao, 1 a
Bartholomeu & C, 2 a Vaz 4 Leal, I a Fraueisco
Martoet da SHva, 6 a P. J. da Costa Amorim 4 C,
5 -a. Jorge J. Tasso. Perfomaria 30 vrdames a D.
VOLCMEvS SAHIDOS
No dia I a 17.....
No dia 18
?nmeira pon*.....
legunda ports......
Tsrceira port*.....
Ju'arta poru
r?apicha Ccncaicao .
9,274
88
106
155
220
9,841
'SERVICO MARIT1M0
ti>areaga descarregadas no trapicle da
alfandega :
No ;dia 1 a 2 17 ....
No d;a 18.......
to trapiche Conceicao
20
1
1
22
aBCEBEBORlA DB BEND A3 LNT RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUO
tendiinento do dia 1 a 17 36.980*791
dera do dia 18..... 5:7H*o40
4'-:723*331
Vinhaes. Viien
Villa Nova da Cerveira.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
Anpsti) F. d'Oliveira & t
A casa commercial e bancaria deAu(?usto
j d'Oliveira & C, & rua do Co nmercio ns
42, encarrega-se de execuQao de ordens
para embarquc do prodjetos e de todos o-
mais negocios de commissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Deconta lettras, e torna dinbeiro a pre-
rnio, compra cambiaes, e saca & vista e a
jazo, a" vontade do lomador, sobre as se-
guintes pracas estrangeiras e tiacionaes :
Liondrcs. Sobre q union bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C BANK,
limited, e varias casas de 1." classe.
Paris. Sobre os banqueiros fould
& C, MARCUARD ANDRE & C. e A. BLVCQUE,
VIGNAL & C.
flanabtirgo. Sobre os Srs. joAo
SCOU BACK & FILH S.
Lisboa.* Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, e SEBASTtA.0 JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre 0 banco uni.\o do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para. Sobre 0 banco commercia-
D0 PARA, 0 OS Srs. FRANCISCO GAUDENCIO DA
COSTA & FILHOS.
Maranhtto. Sobre 0 Sr. jose fer-
reira DA SILVA JUNIOR.
Ccara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
concellos & sons.
Babia. Sobre os Srs. mariNHOS & c
Rio de Janeiro. Sobre 0 banco
INDUSTRIAL E MERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASRIENNE FRAN^AISE.
aendimento do dia
fdera do dia 18
CONSULADO PROVLNaAi>
I a 17
, -> qua nao devera. 0 .-npplisante por moti-
ldU!\ Y iao podendo aqa |ablar a aopia ftel do
?os juswj casa, protesla jauta-la am 3 dias
balatfjo de sna -, g|7 doodfa eommercial.
delerminados pelo a>.. -nuerimeatoUlJlMiaeeare-
C into iostrutivo de sea .., muj ijaliilWi Iato
lacab nominal do Iffdw ot -. 9t $t digaa man-
posto.o supplicanle reqnef a, V, t>. 'Vgoa mi.
dar que autoada ota, se deftaro aaerta oiibW
lencta a dalar do dia 1 d* oetralWr** d qualquer dia, a que ha) pOr Jiwa 'aeftWraBi-Ia >-
sabedoria e inte^ndade e-V. B.Pede a V. 8dVv
ferimeuta.E. H. Me. ProcuradofO advoa*>
Tobias Barreto de MenezesJ*'
Estava ?ellado com uma eatampilha de 180 r.-<.
inutili-ada ret;ularmenie.pelo dito advogado em 23
de maio de 1874.
Em a qual dei 0 despache da tbeor aefuinte :
D.spacho.-Autoada com os doeamentos apre-
sentados, venham conelusos. Cidade da Escada, s
de junho de 1874.AITorj90 Terreira.
E u virlude do qual se me ftzersm os autos con-
elusos com os doeamentos, e ea naiies proferi
sentenca do theor seguime :
Senlenca.A' vista da petirao e> tolha2, apiv-
seutada pelo negoeiante nao ma*rieolado Anton;
Pedro Gomes, hei por detarada a iaBeacia do aes-
mo, a datar de 13 de maio do eoarente anno ea
one ce-sou os seus pagament s, como se acha de-
claralo em saa tetirao ; nomeio candor fiscal ao
cidadao J036 Lucio Montet se intimara para prestar 0 competeata juramanto.
e proceder nos termos da lei, ama aw que 0 fal-
lido nao jnntou a sua peticao a relacao nominal de
seus credures. E visto troe se podem inveatariar
os bens em um dia, proceda-e quanta aar-a a es-
sa diligencia com um depasftario pn>aeorio aia
para esse tim noraearei, dispensando a ipposiean
de sellos na fornsa do art. 8W da codigo con:raer-
cial. Faca se publico por edltaes na lugavd*o cos-i
tumc e convoquem-se os eredores para so reuui-
rein n> dia 17 do correote, as II twras, nasaU
das aodiencia3 deste juizo, afim_de procederem
naxea^ao de deposiiarioj que han de receber pro-
visorir.inente a massa fallida na forma do arl. 812
do codigo commercial.
Cidade da Escada, 11 de junho de 1874. Al-
fredo Affonso Ferreira.
E p itanto fac.j publica a failencia do negocian^
te Antonio Pedro Gomes, a dalar dodia 13 de maw
do corrouto aono, e cinvoco os eredores do mes-
mo para na dia 17, as 11 h ras da maaha, se rea-
nirein na sa a das audiencias deste juizo, a rua da
Cadeia n. SI, para nomearem depositaries one to-
mem couta dos bens do fallido, advettiodo que ne-
nhura credor sera representado por proearador,
se estc nao tiver poderes espeeiaei para 0 acto, e
que a procaracao nao pode ser dada a pessoa qae
seja devedora ao fallido, nenhntn mesmo proco-
rador representara por dous diversos eredores, na
conformidade do art. 842 do codigo commercial.
E para constar, maudei passar o presente e affl-
xar exemplar na porta da casa das audiencias des-
te juizo, outro na porta exterior da casa do fallido,
e publica-lo por uma das folhas pnblicas de qne
sc juutara ceitidao nos ant>s.
Dada e passada nesta cidade da Escada aos 11
de junho de 1874. Estava sellado com estampi-
Ihas no valor de 1*200 rs. Eu, Joao Daraasceno
Silva, escrivao, 0 escrevi. Alfredo Alfonso Fer-
Ao sello 3O0 rs. vaiba sem sello ex causa.-Af-
fonso Ferreira. ,
E n) referido dia 17 as ho as designadas no ed-
tal retro, tivesse eu comparecidi cam 0 escrivao
quo anle este meu juiza sorve, 0 curador fiscal
Z^ferino Aureliano Figueireda Mello, 0 fallido An-
t nio Pedro Gomes, e seu advogada Dr. Tobias
Barreto de Menezes, mandei lavrar a respectiva
acia exicida pela lei, a qual e do theor seguinte :
Ada da primeira reuniao dos credore3 para no-
meacao dos depositario3 quo tem de recenerem a
casa fa lida de Antonio Pedro Gomes :
Vnno do nascimento de Nossa Senhor Jesus
Ctirasto de 1874, aos 17 dias do m z de junho, na
saia das audiencias desta cidade da Escada,peran-
te 0 juiz municipal e do comiercio Dr. Alfredo
Affonso Ferreira, c migo escrivao de sea cargo
abaixo assignada, pelas 11 horas da mauha do re-
f rido dia comparecea 0 curador fiscal 1 ferino
Aureliano Figueiredo Mello, e disse qoe a despeita
dos editaes afflxados uesta cidade, um outre qua
mandou para a imprensa, nerrfeura credor compa-
recf u na presente reuniao, i^oo.-ando elle curador
quaes os seas aomes, pois que ainda nao lhe foi
dado pelo fallido uma lista, nem tambem esta de
posse dos livros e balance de sua casa commer-
cial, e neste sentido havia requerido a sua inti-
raacao e aguardava 0 prazo que lhe e concedido
por lei pa a o pedir. E coraaarecendo 0 Dr. To-
bias barreto -l- Uancioj, advnzad.a dn fallido. dis-
se que nS' tendo sido feita pela impreasa a publi-
cajaoda convocagao de cred res em tempo suf-
ficiente para astea se apaesentarem nesta cidade
00 dia de hoje, pois que hoje foi qne shio pela
primeira vez no Diario de Pernambuco a dita con-
vaca ao, reqoena quo 0 juiz se dignasse a desig-
nar um ou ro dia para a mesma convocacao, ouvi-
do 0 curador fiscal qae presente se acha e faz*ndo
_.c. j*-..r.- Ti-'otJa nciyizjar:
77:061*402
4:323/423
81:384*827
COMPANHIA ALLIANCA
seguros maritimos e terreb-
tres estabelecida na Bahis
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0003>000.
Torna seguro de mercadorias e dinbeiro
lico maritimo era navto de vela e vapore
para dentro e f6ra do imperio, assim comr
-.ontra fogo sobre predios, generos e fa
rondas.
Agente : Joaquim Jose Gonjalves Beltrao
-ua do Commercio n. 5, I* andar.
SEGUROS
MARITIMOS
CONTRA-0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidi
uesta praca, toma seguros maritimos sobrt
oavio9 e seus carregamentos -e contra fogc
em edificios, mercadorias e mobilias: n
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA
Phenix Pernambneana.
Toma riscos.maritimos em mercadorias,
itetes, dinheiro a risco e fioateiente de qual-
[qer natureza, em vapores, navios v< ela on
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMfiftCIO N. 34.
Ba,nco do Minho.
Joaqnim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
par todos 03 vaaores'fobre :
^oviminto m n

Navios entrados no dia 17.
Liverpool -41 dias, barca ingleza Invencible, de 444
toneladas, capitao Thomas Slrick, equipagem
12, carga carvao; a Simpion & C.
Assii pela Parabvba-10 dias, hiate brasileiro Flor
do Jardim, de"130 toneladas, capitao J. F. da Sil-
va, eqaipagem 6, carga algodao e outro3 gene-
ro>; a J. J. da C. Lages.
Navios sabiios no mesmo dia.
Bio Grande do Sul-Pataeho brasileiro Rocha, ca-
pitao J. P. da Silva, carga assucar e outros ge-
neros. ... ..
Para e portos intermedios -Vapor brasileiro liania,
commandante Aureliano Isaac, carga varios
genero?.
;si
TAB,
A Anliguiaade do Cavi
SegrelosdiLoBgevidAt
lo.
Vas Ja
4aV
1& Leal. Phosphoros 4 caixas a 0. P. Wild I Piano I caixa a J. J. Alves C. Pbre-lana vo-
Aaadia.
Aguida.
Ateiro.
Beja.
Chaves.
Elm.
Aoiarante.
Gnimarae*.
Covilha.
Melgaco.
Portalegre.
Area de val de vex,
Calarlco de Baato.
ilCtmmba,
Era.
Pie.
Faro.
Guarda.
Letrla.
Liebea.
Bar cellos.
Coiaara.
MiraaMn.
l^naflel
Monao.
Ovmr..
Porto.
Tavira.
Rogoa
Viieo.
Figueira.
Lamego.
Bstarreja
Yalenea.
ViUa Baal.
Cabeoetras de Bastos,
CasteUo-Branco.
0 Dr. Alfredo Affanso Ferreira, juiz municipal e
do commercio des^a cidade da Escada, coraarca
do mesmo nome desta provineia de Pernambu-
co, por S. M. o Imperador, a quem Deos guarde,
etc., etc.
Convocacao de eredores.
Faco saber aos que o presente edital virera, que
por parte de Antouio Pedro Gomes, negociante nao
matriculado, morador a rua da Cadeia n. 71 desta
cidade da Escada, me foi apresentada a peticao do
theor seguinte : .
Pet'icio.Mm. Sr. Dr. juiz rnuuicipal e do com-
mercio.Antonio Pedro Gome3, negociante nao
matriculado, residente nesta cidade onde e estabe-
lecido com commercio de fazendas, vem ante V.
S. em virtude do qne disp5e o art. 805 do codigo
commercial combiaado cam o art. 184 do regula-
mento n. 738 de 25 de novembro de 1850, decla-
rar que se acha era estado de fallencia, vi3to como
cessou sens pagameotos e quer salvaguardar ao
lado do direito dos eredores, ao meuos o direito
que lhe resta, de ser tido em couta de que sempre
foi -negociante honrado e hoje indnbitavelmente
victima de saa boa fe. Nao e estranho qae o com-
mercio ba mezes desta parte. luta com uma crise
borrivel, cujos finaes r^sultados cansa es panto
prever aquilatar. 0 supplicante, a despeito de to-
dos os esforcos, veio tambem a experimentar o
grande mat da sHaacao,na podendo em tempo sa
ti-faaa as snas obriga^oes, pelo facto bem noto-
rio de se acharem seus devedores,- quaii tedos
agricuHorea, e como taes sujeitos mais que outra
qualqner classe aos embaracos da crjao, em cir-
cumstancias penosas a poalo do nio darem igual-
mente cumprimento aos sens eompromissos. Assim,
logo qne vio-se na impossibilidado de solver
promptamenle sum dividas, o supplicante recarreu
aoB seus creiores apresentando-se a ella e pedin-
do-lhes qualquer beravolenoia, no sentito de faci-
litar-lhe os meios de adqnirir coo mais desafogo o
3da tem eaaalbadoi por grande numero de d^ve-
oress afiai de memor por a salvo oa interesses
dos raesmos eredores. Ua dalles de nome Gratu-
liaao Vital, reaideota no Recife, tend '-se encar-
carregado de promover o accordo das demais, to-
mo jrovara os doenmentos juntos, illndio por tera-
^a a tinceridade do sapplieante, ate que flnalmen-
lta no dia 13 deste mm, p6de arrancar do suppli-
1 cante como de facto arrancou, a mao a"aa* a
I imporlaneia integral do sen debito (
vocados nao possam soccorrerse contra os inte-
resses do seu constituinte a razoes tiradas d'aquel-
as poqueoas circurastancias, como tambem para
por a salvo e lornar mais patente a boa fe do mes-
mo seu constituinte : sr-ndo ouvido pelo curador
Pis al que presente se achava, declarou que nao se
oppunha ao requerido, uma vez que eonsiderava
de todo interesse dos eredores, o que sendo ouvido
pelo juiz deferio > requerimeuto supra e mandou
qne A? novo se convocasse os eredores para o dia
23 do corrente, as II hjras da nunba, na sala d:s
audiencias, assim houve o juiz por concluida esta
diligencia e mandou lavrar esta acta que assigna
coai o curador fiscal e ofallido. Eu, Joao Damas-
ceBa e Silva, escrivao escrevi. = Alfredo Affonso
Ferreira.-Zeferino Aureliano Figueiredo Mello.
Antonio Pedro Gomes.-Joao Damasceno e Silva.
E porque me pareccu de justo deferir como de-
firo o que me foi requerido, ordenei que se ex-
trahisse editaes para serein de novo convocados os
eredores que deverio comparecer no supracitada
dia 25, as 11 horas da mauha, na sala publica da>
audiencias deste juizo. '
Dado e passada nesta cidade da Lscada. aos i.
de junh) de 1874. Subscrevo e assigna. Eu, Joao
Damasceno e Silva. .
Cidade da Escada, 11 de junho de 187*. Joao
Damafceno e Silva.________________(________
0 desembargador Francisco de Assis Oli-
veira Maciel, official da imperial ordem
Rosa, ca-valheiro da de Christo, e juiz
privativo de orphans e auscntes da cida-
de do Recife e seu termo, por S. M. o
Imperador, a quem Deos guarde, etc.
Faco saber aos que este virem, qne o bacharel
Francisco Ferreira Martins Ribeiro, inventariante
e testamenteiro dos bens que ficaram por falleci-
mento de seu irmiio Leopuldo Ferreira Martins
Ribeiro, requereu-me para vender em hasta pu-
blica a escrava Izidra, parda, crioula, de 2b anno?
de idade, com algarcas habilitates, e que nerieo-
cendo ao espolia inventariado, foi avaliada em
E, pois que, annuindo a semelhante pretencao
pelo presente firmado no que di^pde o decret-
1869 convido a tados quanta quizerem lancar so-
bre a mencionada escrava, a apresentarem suas
propostas em cartas fechadas competentemenie es-
taaipilhadas, nas salas das audiencias das respec-
tivas autoridades da primeira instancia, no prazo
de 30 dias, a conlar de hoje.
Os pretendentes, quereodo, poderao yer e exa-
minar a referida escrava, na casa da residence, do
precitado iaveatariante, a rua da Imperatnzn. 8b.
E para con3tar, mandei passar o presente, que
sera afflxado aos lugares da costume e pnblicado
pela imprensa. tl ,.
Dado e passado sob meu signal e sello, ex-va.na
sem sello ex causa, nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 11 de junho de 1874.-Eu. Flonano
Correia de Brito, escrivao, o fiz escrever e sud^
crevo. u ,
Francisco d& Assis Ohveira .na ict,
0 Dr. Sebastlaa do Rego Barro de Lacerda. jui
de direito especial do commercio da ciJaae ao
Recife de Pernambuco, por S. M. imperial, quo
Dans guard*, ete. <^ _o nn dia ^
5 ?ando o snpplicanto aobre a pre&$89 di rewolver a mi valida
Faco-sabar pela presente edital que^no
do corrente mez, as M boras da manhs nai sala
rti aiidienr-i-w devera ter lugar a reuniao do= or-
doreWu&ida de Manoel da Silva Pontos
Sara se verlaSrem oscredrtose deliberar-^e acer-
cf da concordat* ou formar-se contrato de nnrSa
se for proposto, e nomear-se admimslradow a dt-
a massa, certos os eredores de qae nio swan sd
altlida por proourador sem que este eM. it
arocuracao, a qnalnlo podera ser confenda a de-
Vedor do fallido, io podendo ontros.m um so in-
dividuo representar dous diversos eredores egrtew
rahavido o credor qoe comparecer como artnereme
as resola?3es que tomar a maiona de votos aoa
crdore3 que comparecerem, com tanlo qae pa' a
coqcrjrd.a.ta, i necessarlo qne seja coa-
ILEBKl I

I


f
Uiarid de Pefnambtloo teia feira 19 de Junbo 4 18J4^G
dida por an namero Ul it eredores qae re- PO
MMetMOOMMianuiorii dates em n-umero
m^fff.2?0CDrSua0 '"ohecimento <* todos
cans Jo costninV ** 1ne Mra affiwdo bos lu-
iwTiMr^ PoMicado pela imprensa.
_ J3i, r-ado MMA adad* do Recife de Per-
"'-oq, km 7 4ejonbo de 1874.
/ria, Frascisco Xavier de Souza Ramos, eserivlo
Mn,o anbscwi.
Recife, 17 de junho de 1874,
SAattid* de Rego Barros de Lacerda.
DECLARACOES.
SAJTTA CASA Dl MISE1UCORDIA DO
RECIFE.
A Una. juata administrativa da santa casa d*
v,sertcardia do Recife, manda fazer publico que
ca salade suas seesSes, no dia 18 de Junho pe-
la* 3 tans da tarde, tern, de ser arrematadas a
qua* Basis vaniafeDs offerecer, pelo tempo de un
a Ma aoDOt, as reodas dos predios em seguida
cclandos.
ESTABELECIMENTO DE CAfUDADE.
Travessa de S. Jose.
aaerream.ll......
Rna de Santa Rita.
n
201*000
230*000
362H300
Cinco PonUs.
asa-terreaa. Hi.....
Rna da Viracao
Idea* 74...... 241,1000
Roa de Antonio Heariques.
{dea o. 26........99*000
Roa do Vigario.
l. aadar-do sobrado n, 27. 323*000
Kojaideaa. .....373*000
PATRIMONH) DOS ORPHAOS.
Rna da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......2O9*00<
Becco dae Boias.
Sobrado n. 18.......42i*(XK
Rua da Cruz
Sobsado n. 14 (fecnado).....1:000*09
(Rua do -Pilar.
Caia (errea a 100......24U00C
Rna do Acierim.
Ida* n. 34........122*000
Roa da Guia.
Has a. 29........201*000
Of preteodentes deverao apresentar no ado d;
arreauatacio as soas naucas, ou compareceren.
acompanrudos doe reepectivos (iadores, devendc
afar alem da renda, o premio da qaantia en
qne for seguro o predio qua coutiver estabeleci
aaonto commercial, assim como o servico da lira
SB a preeos dos apparelhos. *
Secretaria da santa casa da misericordia do R
afc, 17 de marc/) o da 1874.
O escrivao
Pedro Rodrigues de Souza,______
Consulado provincial
Pela administrpcao do eonsulado provincial se
Ui poblicoaosre-peeiivos contribuintes, quc do
t'dejunbo vindouro por diante eomeca a correr
o prazo de 30 dias nteis, marcados no artigo 21
do regnlamento de 16 de abril Je 1812 para a
fobranea a bocca do cofre. do 2 semestre dos im-
postos da decima nrbana, 5 0|Osobre ben3 de mao
aorta, e 60 rs. por litro de aguardeDte consumida
na provincia, no corrente exercicio de i873 a
1874, ineorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
Cansnlado provincial de Pernambuco, 27 de
maw de 1*74.
O administiador,
______________Antonio Carneiro Macliado Rios.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra fogo
A cempanfaia peraambucana, dispondo de ex-
catties e vastos armazens em sea predio ao for
'e do Mattos, offerece-os ao commercio em gerai
para deposito de generos, garantindo a uiaior con-
ervacao das mercadorias depositadas, service
r-rompto, preeos raodicos, etc.
Tambeni recolhera, raediante previo accord", ex
ensivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e comraodos.
tao jnteiraaunte eovos e asphaltados, isentos ii
cupim, ratos, etc, etc.
as pe>st'as que quii.'iuui nuiisar-8e Uusies ar
luzens, pederan dingir-se ao escriptorio da com-
paofaia pernambucan.-., que aciiar.io com -luerr
3-atar.
Tooeinho.
Vinagre.
Eites generos gerao recebidos pelos pesos e ma-
didas do systema metrico decimal francez, e postos
no quartel por conta de quem os fornecer.
Secretaria do 9* batalhao de infantaria, no Hos-
picio, em Pernambuco, 17 de junho de 1874.
O tenente--Francisco lgoacfo de Meirelle?,
_________________Secretano interino. ____
INSPECCAO DO ARSENAL DE
MAKINHA.
Paz-se pablics que era data de 17 do corrente
foi vistoriado o vapor Ipojuca, da companhia par-
nambucana de navegarao costeira, e a commrssio
julgou o em cstado de poder continuar no servico
em que se emprega.
Inspec^ao do artenal de marinha de Peraambu-
co, 17 de junho de 187%.
Francisco Jose Coelho Netto,
Injector interino.
=
Juizo dos feitos 'da fazenda.
KMcriva* Torres Bnnrlra.
No dia 19 do corrente as 11 horas da manhi,
depois da audieacia do Dr. jaiz substituto vao a
praca por veuda os seguintes predios para paga-
raento da fazenda.
Idem n. l,de urn andar, sita a rua da Manga-
beira, em Olinda, com 36 palmos de (rente, 89 di-
tos de fnnde, tendo no andar terreo 3 salaa, 8
quart03, e no suuerior as mesmas accommodates
e cozinha fora, avaliada em 3:300*, pertenceote
a Henriqueta Eliza Banks de Miranda.
Recife, 6 de junho de 1874.
O solicitador da thesouraria provincial,
_______ Joao Firmino Carreia de Aranjo.
CONSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARlNtiA.
Tendo havido inconvenientes para os contratos
hoje, conforme fni annunciado, acerca do forneci
mento no trimestre proximo vindonro de julho a
setembro, de div- rsos objectos para os na^tos da
armaJa, estabelecimentos de marinha e obras do
porto, fajo publico, de ordeai do Dim. Sr. presi
ilente do conselho, que acham-se transferidos para
20 do corrente mez, em enjo dia deverao os pre
tendentes apresentar snas propostas ate as 11
horas da manha.
Sala das sessoes do conselho de compr^s
de rmriaha de Pernambuco, 1* de junho
de 1874.
0 sccretario
Alexandre Rodrigues dos Anjj)s.
Ponte da Boa-Vista.
Fazemos scienle ao respeitavel publico qne do
dia 20 do corrente em diante, fica prohibido o
traasito de ai.imaes e qnaesquer venicnls por
esta ponte, isto em conseqaencia dos trabalhos
para a nova de que somos empreiteiro*.
Escriptorio a rua do Sol, 18 de junho de 1874.
Watson & Smitb.
eifnaurios Joaquto Joss Soncaives Reltrio|4|Fl-
sbo,4 ma do Commercio a 5.
Real compaDhia de paqnetes in-
glezes a vapor.
Aid o dia M do cor'
rente, espera-se da
Eurnpa o vapor in-
gle* Boy**, eoraman-
dante P. Reeks, o qnal
depots da demora do
costume, seguira para Bueoos-Ayres, tocando nos
portos da Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor tng!et Neva, oommandaute West,
o qual depois da demora do costume, seguira para
Southampton, tocando nos portos de S. Vicente e
Lisboa.
Para passages, (rates, &, trata-e na agencia,
rua do Commercio n. iO.
4.< H %Itl I K-. UKlIN1I8
COMPANHIA VRUICEZ1 DE SAVE
GACAOA VAPOR
LINHA MEMSAL ENTRB O
Havre, Lisbon, rVrnanitmcit, Rio dc
lanHro, (Santos Komontr aav vol-
t) Monteviateo, Rnmo^Ajres,
(com baldpacao para o RHtarlo|
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Cammandante A. Flewry
Espera-se da Europa ale 24
do corrente, seguindo depois
da preefsa demora para os
portos do sal de sua escala
\i o Rio da Prata.
Reiativamente a fretes, encommendas e pas-
sageiro., trau-se -com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
48Rua doCommercioEntrada pela ru#
do Torres.
Pacific Steam ftavigatiuo Coiupam
ROYAL MAIL STEAMER
Afericao de Olinda.
O arrematante da afericap do municipio de
Clinda, scientifica a quem interessar, que em o
ultimo deste mez, flnda-se o prazo marcado para
as revis5es de pesos e raedidas do mesmo muni-
cipio ; assim corao, as tavernas e talhos que ate
esta data nao areriram, estao sujeitos nao s6 a
pagarem a dila afericao, como tambem a revlsao.
Olinda, 18 de junho de 1874.
O arrematante,
F. P. Advincula.
TIIEA1R0
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Ziiechanicos e Libe-
raes.
Tendo re-olvulo a sociedade proccJer a eleigao
4o5 membrs da dirpctona que ha dj fanccionar
ao annu sji-ial de 1874 a I87o, no dia 28 do cor-
rente, seioBtiSco an tempo a tudos o< socifls, par
que ftalea <;uc se acham airazados em suas
acnsalidadts se ponham em dia, alim de poderem,
de c> nlornjidadc com a oon:t:tuicao, tomar parte
na referida eleirao.
O 1 sccretario,
_______________________P. 1. dos S ntos.
A th. sonraria de fazenda tendo de conlratar
j forcecimento de or jectos para o seu expediente
Jurante o semestre proximo futuro de julho a de-
zembro, convida os pretendentes a apresentarem
na secretaria da BBBsma suas prjpostus em cartas
fechadas, devidamente selladas, ate o dia 20 do
C'Wrente l ez, em que serao as mesmas abertas
p.raate a junta desta repartir;So e em presenea
garantia das multas cm que incorrerem a vista
le re^pectivo cniiato.
Secreiaria da thesouraria de Pernambuco, 9 de
junho de lt-7't.
O 2. escripturario, servindo de seeretario,
Carlos JoJo de Souza Correia.
M
l\M PENANTE
Sabbado 20 do corrente.
.1*9 8 t\% horns tl nolle,
O muito bom aceito drama em 3 act s :
0 supplicio d uma inulher
Termin^ra com a comedia em 1 acta :
Preclsaae !e uniu isisilher
pnrn vinjar
Domingo 21 do corrente.
AV's 5 S j boras la itsi'tle
O drama sacro :
iiagres dcSauto Antonio
Espera-se da Enropa ate o
dia 21 do correale e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro
Montevideo, Uoenos Ay res
Valparaiso, Arica, Islav e Cal
lao, para onde recebe'i pas,
sageiros, encommendas e dinbeiro a frete.
S. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rove A C
liRUA DO COMMERCIO-14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegacdo costeira a vapor.
rARAHYBA,NATAL, MACAO, MOSSORO', ARAU-
TY.CKAllA, MANDAHU E ACARACU*.
O vapor Ip juca
commandante Moura
e a comedia em I acto
ma enada
irapagavel
D'ora em diante, nos e^pectaculos a noite, ven-
der se-ha a posse dos camarotes e entrarjas para
os mesmos a por pessoa.
uestr:
Companhia Fidelidade
""Cwot maritisuos e tcrrcstres
A ac'-ccu de-ta companhia toma seguros ma
rrt-mo- a Kmatro, a premios raz javeis, daudo nos
Rni'--- *i'h livre, e o setimo anno gratuito ac
-
Feliciano Jose Gomes
Agenie.
51 Rii3 Jo Apollo 51
u Bepuuhi u-j n;:rutas precisia cuutratar para
B rancho das pra.^s de pret, em o segundo se-
me;tr'' la corrente anno, os genero9 allimenticios
Mguinres : arroz pilado, assurar mascavo relina
*o azeite does, tracitlhia, cafe im caroco, carne
se-.-ra, iata wrde, ftriQha d-3 in^.ndioca, feijao mu
tatinho, leoha, mantriga franceza, paes de 172
granimas. 4i:os de 114 grammas, toucmho de Lis-
boa, e vinagre ; os quaes deverao ser de primei-
ra qaahdade : as pessoas que pretenderem dito
aaraeanH'Dio, puderao apresentar suas proposta9
n cartas fechadas, a secretaria do refendo depo-
sito em o qa^rtel da Soledade, ate as 10 horas da
manba do dia 22 do corrente.
Quartel lo deposito de recrutas na Soledade
em Pernambuco, 17 de junho de 1874.
Ceciliano de Lyra,
Alferes seeretario.
De ordem do nosso cbaro innao presidente
da confrana de S. Benediclo, erecta no convento
Bsreligiosos franciscno-. desta cidade e de con-
lonnidade com o artigo 44 do compromisso, con-
ndamos aos nossos ch^rissimoa irmaus para reu-
Baren em asseiublea peral no dia 21 'do corrente,
pela- 10 boras da manha, no capitulo da mesma
confrana, para proeeder-se a tieicao da nova
a*?a regt^lora do anno corapromissal.
Capitulo da confraria de S. Benedicto, 17 de
jaoAo de 1874.
Joao Silvestre F. de Mello,
SecreUno.
CAMPO DAS PRINCEZAS
COM J BRiSILEIM
DIliECTOR
Antonio Carlos do Carmo.
O director tern a lionra de annuneiar ao respei-
tavel publico que a compauhia dara o primeiro
espectacnlo
Sabbado 20 do corrente
A'S 8 HORAS UA NOITE
e o seg ndo
nomingo l k s Ii da tarde.
PHECO DOS BILHE1TES.
Entrada geral 130OO
Cadeiras 23(i00
A companhia consta do seguinta pessoal : Al-
pibran, primeiro saltador do Egyple e Jerusalem ;
Rolando Angico Jequitiba Peroba, crioulinho de 9
anno?, admiravel em diversos trab3lh s ; 0 joven
Rio-Grandense, Joao Baptista, primeiro equestre e
volante, saltos mortacs no cavallo em pello ; 0 jo-
ven Strgipano, Manoel Alves ; 0 artista Norberto
Ribetro,du Mendonca ; 0 artista bahiano, Henrique
Euseblto ; e 0 primeiro palhac/) e artista pernam
bucano Virgilio Tavares.
Em obsequio a cempanbia, e gloria dos artistas
pernambucano3, 0 [riraeiro equilibrista e herculeo
brasileiro Joao Tertuliano Ferreira de Magalhaes
tomara parte nos trabalhos.
Sabbado as olio horas da nolle
E
Domingo 21 do corrente
A's 5 112 horas da tarde
seguira para os por-
tos acima no dia 22
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga at6 o dia 20 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a tres e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA ""
DE
\'nve*acSo costeira a vapor.
Fernando de Noronha.
O vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para o porto acima
no dia 1 dt julho proxi-
mo ao nreio dia.
Recebe carga ate" o dia
30 de junho, encommen-
das, passageiros e diaheiro a frete ate as 11 ho-
ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
os n. 12.___________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
ftfavegactlo costeira a vapor.
MACRO, FSCALAS, PENEDO E ARACAJU*.
0 vapor Coruripe,comman-
dante Santos, seguira pars
os portos acima no dia 30 do
corrente as o hora3 da tarde.
Recebe carga ate o dia 27,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate" as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Companhia de navegracao a va-
por bahiana, liniitada
M8cei6, Penedo, Aracajii e Bahia
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 24 do
corrente o vapor Marquez
deCnxias, o qual 3ahira
para os portos acima no
dia seguinte ao da sua
chegada.
Recebe-se carga, passageiros e dioheiro a frete
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
_______37Rua do Bom Jesus67
Librai. esterliuas.
Jredra marmore para cottsolos, I dito para jardi-
neira, por^ao de parafusos para guards ronpa,
vidros para e-pelhos, marquecoes, marquezas,
bercos, nancas, cadeiras para pianos, ditas secre-
tas, consolos de amarello, lavatorios, cadeiras de
balancp, ditas de bracos, santusrios, de jacarandi
cabides, qoartinbeiras, e muitos outros artigos que
estarao patentes no acto do leilio.
No armazem n. 68 da rua do Bom Jettu (antiga
rua da Cruz)
LEILAO
DE
moveis, louja, vidros e objeclos de ouro
as L1 h^.ras da manha
Xo armaiem da rna do Impcra-
dor n 48
pelo agente Martins
Send* :
Urn piano de mogno, 1 mobilia de amarello, 1
guarda-roupa, 1 guarda-louca, 1 mesa elastica
com 7 Uboas, I imporUnte secreUria de amarel-
lo, espelhos com molduras douradas, commodas,
meias ditas, camas francezas de jaearanda e de
amarello, marquezoes, marquezas, e outros mui-
tos objectos que serao veadidos ao correr do mar-
tello, bem como alguns objectos de ouro e prata-
Eell
ao
DE
9 caisas com rnachinas egypcias e de ou-
tros systemas, para descarocar algodSo
Hoje
as 11 horas cm potato
no Irapiche do Sr. Cunha, no Forte do
Mattos
O preposto do agente Pestana fara leilio por
conta e risco de qnem pertencer, das macbinas aci-
ma raeneionadas.
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
AO CORRER DO MARTELLO
ESSENCIA CdKCENTRAD*
_____ .... DE
1
KfiBa^aaBBBB*BSl)(BBB*BB%aafa:
s^BBWR^^^aaH^^^^-BB
Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA
Grand*
Elm continuaqao
DE
moveis novos para liquidar, no armazem
do Sr. Joao dos Santos Coelho, A rua do
Bom Jesus n. 44
Hoje
A's 11 horas
Um rico piano, 1 mot'ilia nova de jaearanda,
composta de sofa, consolos, com tampos de mar-
more, 4 cadeiras de bracos, 12 ditas de guarni
c5o, 1 mobilia de amarello, nova e completa, guar-
da-vestidos, guarda-roupa de amarello," camas
francezas de jaearanda e amarello, 1 toilette de
jaearanda, mesa elastica de 18 palmos, ditas pe-
quenas, cadeiras avnlsas, consolos, marquezas,
marquez5es para casal e solteiro, lavaiorios de
mogno e amarello, bancas para jogo, cadeira de
faia, ditas de bracos, ditas de balanco, ditas para
creancas, secretarias, carteiras, mesas para es-
criptorio, 1 aparador de mogno, 1 bagatela com
pertencas, cabides, mesas redondas, 6 importan-
tes pedras marmores, com S 1(2 palmos de com-
primento, 4 1|2 de largura e 1 li2 pollegadas de
grossura, e uma de nove palmos de comprimen-
to, 4 t(2 pollegadas de grossura e outros moveis
qae estarao patentes no dia do leilao.
Em continuacao o mesmo agente Pinho Borges
vendera joias de ouro de muito gosto, como brin-
cos, aderesos. alGnetes, anneis, relogios, 1 ralva
de prata, e outros artigos do mesmo geoero.
0 agente Pinho Borges, autorisado pelo Sr. Joao
dos Sanlos Coelno, vendera os moveis ac.ma men-
cionados ao correr do marteilo.
0 agente convida aos seus freguezes amigos a
concorrerem a esle leilJo.
ARISTIDE SA1SSET E. J. SOUM
Tratamento puramente vegetal verdadeiro puriflcador do sangue. sem mercurio.
A Essencla de Caroba 6 nm remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para enra de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as mc lestias Stphiliticas, Boi:baticas e Escrofulosas, Riieumatismo, Empingeks, Dab-
TROS, ULCERAS, ERITQdES, ETC. E1C.
Os prodigiosos effeitos qne tem prodozi 'o a RsscnciB de Caroba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadamente experircentaoa, a tem feito adoptar como nm dos medicameo-
tos mats seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natureza svohilitica
boubattca. 'Y
A cada frasco acompanha uma instruccao para a maneira de usar.
Pomada anti-dartrosa
Contra as affec$oes cutaneas, darthros, ccmichoes, etc., etc.
Lnguenlo dc (anlia
Para cura das boubas, nleeras, chaga3 aniisas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPA~RADO POR
ROUQOAYROL IBHAUS, SUGCESSORES
W fica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
wjEI
preparado por
LEILAO
DE
MVIDAS
na importancia de 6:9315918
'"""a fitHi.la de Joao Hygino
Souza
wm% mm\vm
Nono batalhao de infantaria
O t^u-tiiio ecououiico derte batalhau redebe
*Bp>?ua no dia 22 10 corrente mot, aie as 11
*i*3 du dia, par* fornecimentu dos generos ali-
aBeBuicios, de f qualidade, abaixo declarados :
Arroz piUdo.
"ear mascavinho rtfinado
****** ***-
Came verde.
Carne aecca.
CaKeaa grio.
Farinha de mandioca.
Fdj*o mulaucho ou preto, do Rio de Janeiro.
JjeoBa (acoa.-).
"oga rranceza.
ssa para sopa.
no Omoframmos)
0
Rio de Janeiro
pretende segnir com muita brevidade o brigue na-
cional Isabel, tem parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que Ihe falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. 57._________^^
AH.\OTF
Vai sabir para o porto acima o bem conhecido
e velelro hiate Flor do Jardim ate o fim da se-
mana vindoura por ter parte do carregamento
prompto, e para o resto, a tratar na rna do Viga-
rio n. 33, com Joao Jose da Cunha Lages, ou a
burdo com o mastre, em frents ao Irapiche Dan-
tas^________________________________________
Rio de Janeiro
Para e ind i^ado porto segue com poucos dias
de demora a barea portngueza Feliz Uniao por
ter a major t arte de seu carregamento -engajado,
s para o resto que I be falta, trata-se com os con-
Yendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
______Rua do Commercio it. 42.
Ceara, "tlacao e Mossoro.
Para os referidos portos pretende segnir com a
possivel brevidade o hiato Rival, por ter alguma
carga engajada e para a que lbe falta, trata-se
com os conMgnatarios Joaquira Jos6 Goncalves
Bellrio & p-jlho, a rua do Commercio n. S.
Rio-Grande do Sul.
PATACHO
Kecebe carga a frete para o referido porto : a
tratar com Amorim Irroaos & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavegaeao costeira a vapor.
MAMANGUAPE.
0 vapor Uandaku,
commandante Mari-
nho, seguira para o
porto acima no dia
20 do corrente, as !i
hi ras da tarde.
Recebe carga, encom nendas, pasjageiros e di-
nheiro a frett at6 as 3 horas da tarde do dia da
sahida : : as-.riptorio1 no For la do Mattos n. 12.
do
0 agente Marlins Tara leilao, por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, das di-
vidas activas da roassa fallida de Joao Hvgino de
Souza, na importancia de 6:931*918. Os' preten-
dentes podem examinar a relacao .dos devedores
em rnao d-i referido agente.
Xo ariuazciu da rua do Inipe-
rador n. SH.
a's 11 boras da manha.
LEILAO
BARTHOLOMEO k C.
PharntaccDlicos da casa real de S. H. F. el-rci de Portugal
Premiaclos em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xarope vegetal anwicano, garantido pubameste veostal, nao contem em sua composicao
umso atomo de .pio, e fim .omente succos de plantas ndigenas, cujas propriedades benelicas na
cura das molestias que pertencem aos orgaos da respiracao, tem sido observadas por longo tempo pe-
los medicos mais distinctos que oro-ommendam e prescrevooi todos os dias no tratamento das bron-
chites, lanto agudas como chronicas, as lima, tossts rebelde?, escarros de sangue, pttvsica no primeiro
graoe contra as lrnlacoes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 Rualarga do Rosario = 84
PtRNAJiBlVO.
INJECCAO
Da faculdade de medicina de Paris, cavalheiro
da legiao de lionra
UKIOA
SOBERA1VA E INFALL1VEL.
da u r (r,i.
A blei-n..niagi3, on purgacSo, 6 uma ii Oan maSo flo canal
pane das vczes pela con mnnicaeao impura. Nao -4
accidentes fecundarios.
occasionada a maior
e uma sffcecao gen I. que I'd Ingar, como a syplis a
fc uma afftcgao puramente local. Effeetiv. mente, os n.edicairentcs que ba
muito tem sido applic. dos intericimtute coi tra este mal, laes i
.1,.-.^, -. I" ---------r------.1 *" *.--*v nidi, iul^iuiiu a *-uririii*ii, CUUciias. ell
duzem effeito sen^o ccnimtinicando as curinas algemas das suas composirees. axie nela us
atravez do canal, se toman, uma ve.uadeira iniec mo.
DE
"iO portas, 50 grades para ditas e 50 aros,
tudo novo e de amarello
Sabbado 20 do corrente
as 11 horas cm potato
No armazem de agencia de leiloes da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, dos objectos aci-
ma mencionados, erh um ou mais lotes, a vontade
dos compradores.
SABBADO 20 DO CORRENTE
as 11 horas.
No armazem de agencia de leiloes da rua do
Vigario Thenorio n. II.
Leilao
Maranhao.
Para o referido porto pretende seguir com pou-
ca demora o hiate Olinda, por ter a maior parte
da carga prompta : trata-se com os consignata-
rios Joaquira Josfi G ngalves Beltrao & Filho,
rua do Commercio n. 5.
DA
escana nacional Georgiana, forrada de cobre e
prompta a navegar
SEGUNDA-FEIRA 22 DO CORRENTE
na porta da Associacao Commercial
Os Srs. pretendentes pode'm desde ja examina-
la, na volta do Forte do Mattos, defronte do trapi-
ct e Loyo.
N. B.Vende-se tambem em particular, a tra-
tar com Ttsso Irmao & C.
LEILAO
LEILOES.
DE
moveis, lougas, vidros, pianos, chspeos do
Chile, ditos de feltro, e diversas miude-
zas para liquidafao de contas
A's 11 horas em ponto
0 agente Dias fara leilao, por conta e risco de
3uem pertencer, de mobilias de jaearanda, guar-
is-roupa, gnarda-Jouca, ccromodas de Jaearanda,
secretarias, mesas elaslicas de 4 e 6 taboa9, di-
versas obras de marcineria por acabar, 9 jogos de
De uma grande casa terrea, faltando repartir,
na rua do Lima em Santo Amaro n. 34, tendo a
casa trinta palmos de largo e 90 ds fnndo, um
quintal murado com 90 palmos, puxada for >
para cozinha, endo mais dentro da casa porc&o
de cal, tijolos, algnma madeira e pedras para fazer
o cordao da calcada.
Segunda-feira 22 do corrente
Pelo ngento Martins.
No armazem da rua do Imperador n. 48, as 11
horrs do dia. i
Os pretendentes podem examinar o predio, poh
a chave se rido predio.
avisos Or ^SOS
ctmo a copahiba, cubebas, etc., naorrc-
tas composiryes, que, pela sua raws gem
Para que sera mcessario carrtgar o is cmago ccm ess-s prfparacHes- nauseabundas e repne-
uantes ? para quee p.eciso fatigar os intestinos com a sua accio irritante ? A resposta e dimples =
.>ao se tinha amda descoberto umamistura que, introdnzida.d'ireftamente no canal, rrcduzisse cs aes-
mos effeitos sem ttmer maosjesultados. As injee(Ses !ao fa lada> ale aqui, crnseguem fazer parar~a
pnrgacao. porem pela utiiacao consecutiva queprodnrrm r canal, sao um^ ameVta pirn.rcente de
aperto, atreccao muito mais tenivel que o mal que se pretenae curar. Ei.- aqui porqne a maior nar'e
dos medicos, rectisam, ci m raiao, de as emprcgar. .
Piesentcmei te, este fucdado temor nao existe. A iniecclo que nos apresentamos ao publico,
que conta dezannosde bonsresultados, mio iLKmrapi'os. d3o I irrilante. Eanli Ucunorrhooica
em toda a exteisao da palavra. Quereruos dizcr i a cawa do mal. que ella dest.oe, decompondo os
elementos da purgacao e tonificando a mueoza e as glandnlas d'onde provem a sua origfrnT A sna
appl ca^ao nao e dolorcsa, e se uma ligeira impre sao so segue a sua introduccao, essa impressao
e depouca dura, esrgue-lhe uma sensacao immedala e nao dcsagradavel. 0 seu tratamento nao
p^hc,|s1% tennum outro anxil ar para fazer jarar em muito pocco tempo as lurgagSes, ainda mais
Quasi semprc basta urn $6 frasco pa'a a cura. pois naj nos consta que Iiouves e purcarJo que
resist sse ao emprego dc dou.
SENHORAS
Ha muito tempoque ashore.- brancas, leucoirbeas, etc.. tem sido ccusidtradasnas suihoras co-
mo causal, a ccnslituicao aneroica, que na linguagem vulgar Ihes cbanam paltidas cores, quando el-
ias sao ao cunirano, a causa do enfr^quecimento. e pobreza do sangue. D'ahi provCm o erro que
miitos rredicos commeltem ainda. detiatar do eslado geral, em lugar deouidar do estado local, que e
a causa dos symptemas geraes. Nao e lugar proprio este de trataimos themicanente o facto que
avancatros, mss icreditamos que basta apinta-Io para que.todo o mod co consciencioso reconheca o
tu valor.
A nossa Injec0o teude sempre a suspender esses corria ettos sempre rebeWes a qualquer me-
dicamento; mas para obter esse resuhadoe prec so qiie seja dada com o maior cuitfado, e que pe-
netre^te nas mais pequenas pregas da mueoza, pois que e ao fundo da mueoza que esta a causa da
atteccao. Nos convidamos a pessoas que reeorr rtm a nossa injeccao, a servirem-se, de prefereneia
a outra qualquer, da seringa direita, fo mada de um mbo de xidro co qual a extrcmidade redonda
tem alguns bura os. Estas seringa? tern sobre ;s outras a vantagem deabrir largamente a vagina, e
por toda a mueoza em coitacto com oliijmdo injectado, Cindijio indispensavel para a cura.
Duas colhercs de sopa da nossa in,eccao lan^adas n'oma quantidade d*agua sufflciecite para en-
ir a seringa, bastam para uma injrecao, que deve ser repetida ires vezes por dia.
A nossa injec(ao6 prophylatica, isto e, euta o mal. Uma so injecgao basta, depois de cm cob-
tacto snspeito, para por ao abrigo de todo o rec- io de doen^a.
34 =
"0 SSASIL
11I1ULVMLU k C.
Rua larga do Rosario=S4
PEaMMBDCO.
Eslaios
para sortes, a 300 rs. o cento
Caxias n. 37, loja
na rua Duque de
Na rua da Uniao, armazem de mulhados n.
., td dira quem toma 2.500* a premio de I 0|0
ao me/., pagaodi-se alguns mezes o juro adianta-
do, com hypotheca em uma casa terrea nesta ci -
dade, livre e deiembaracada, e de maior valor que
essa quantia.
VINHO e XAROPE de DUSART
COJM LACTOPHOSPHATO DE CAL
O seu emprego subininistra as raulheres gravida.s o elemento generador do feto is Amu
J^n^lw0"'0 d0s d^fcil2s ?" n,08sa ter ,oito' eAs wianqas recem-nascidas' e criadal
? ^ u/r?w P'd!mc admiravel, que, ncutralizando as mas qualidades do leite, prcvine-
e cura a diarrhea a que sao propensos. f"-""^
Nas molestias dos ossos, fracturas e ferldas, apressa a soldadura dds ossos, Tornado nrlas
mogas, produzem o fliesmo effeito que os melhores ferru-inosos; pc'os Usicos cicalrb^Tranida-
mente oa tuberculos dos pulmoes, e emfinf pclos Mn^eao^tea^os^lhw^
usadas pelo trabalho e pelos exoessoa BjudB-lliea a recobrar as forcas esgosteda^Tou pe^Uda^
PILULASDEByRlHDuBUISSdN

{IODURETO DE FERRO e MANGANEZ) appmaau pela kadewa aledicina de Paris.
mL^f^ freT,lcntc das P""'^ deiodurcto de ferro provem de que nSo entra nellaa
WfflT^Ii" achaunidoao ferro no organismo. comoprovaoos trabalhot
.*8,,'a8 Ae }Sd^c\ de '?7 e manSiez de Burin du Buisson, approvadas pels
mSSS^ i, medicina saUsfazem estas condjSoes, e e este b motvo pelo qSaloe wui
fa?- -.^H?*,i,!h0S0S' ^i08 f fnfalUveis em todas as affec^oes lymphatloM, eaoro-
*de da menstpuxf&o. e nos accidentes de sipMlia constitucionalT^
ti^>ZS^LtM.JPArla1lbuc,0 FERREIRA. MAIA tC| .-*. BARB08A, o nu prla*
cipaes pharmaclaa de Portugal e do Brazil, *., v w trnw
L*1j




3:arfo do Paraaittbttou Sexto fei*a 19 de Junho de 1874.


M.
Fafio do dia 3 de abril proximo passado o
escravo Benedicto, crioula, de cor preta, tem ft
an de Made, joaco nuis oa menos, e de esta-
tara regular, nao lem barba, Jem .as eostas corta-
das de antifos castigos que sonrea, tera sido visto
para as bandas da Eacruzilbada, Uebt-ribe 9 do
Recife : r.ga-;c a to'das as aaloriltfes e capiiaoj
Uecampo a sua auprehonsao, e remettolo a rua
Oireita n. 22, que >erao gencro;amcnie recompen-
saios.
f>io w pre.-liiido o pequciii' up**/, rM aim
o. 10 A, 1 ma da M-idre tie De*.-, pari uni r>a>te-
ci-!o fffeposito In? rifwsu *n-rcas "p Rmbo, qne o
ERGOMADEIRA.
Lava se, e engoron se, com porfoiclo a
rua do Nngueira n. 18.
Av-abftffl do slt4ft muito bens pianos Uaiet e dc
jflgantrs n:odiil"
ab ixo assign:'do .bncjavrf tfr. a na so d'ora or. (alircidos 'arfcM
S. CARLOS
Vaaaane on arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoinca, moeote e corrente, com lodas as obras
em psrMto estado de eonservaelo, e maito bom
d'agua : a traiar na travessa da rua Dnque de Ca-
xiasn. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
QoinU.es.
*****-**
GONSULTOBID 8
MEDICO-CIRURGICO
do m
Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso Z
PARTEIRO E OPERADOR
de Viitconde de llbuquer-*
que n. ML
ESPKCIALIDADE
MaK-stias de senhorai
mrninoa.
Consultas das 7 is 10 horas da ma-
ahi,todosos dias.
Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- k
5 Us e sextaa-Teiras.
jft Os doeatesqne mandarem as seas cha- W!
mt mados por escripto at 10 horas da ma- m
5 nhi serin visiudos em soas casas.
JARM1 DAS PLANT AS
A MM da Ventwra n. *S ( Capaoga )
Abi se encontram:
lanntfRrueelecuedenmbigoerjxerladasa 3#
Smpttiteirot e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
pakBas e ate ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plaotas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
:
*
dtante ab*ri<> rfhiw f'.rfibeWcftiiet.tj sob a muma
denominacio u
XfettAKElf DO n;"0
V tua jo A-tr'ni %. I
com todas as proporcSes desejadas, c onde pode-
rtiO os senhore* freguetesdingir-fc, ce.los de que,
como ate aqui, ach-rao seropro a par da raodici-
dade dos precos, a maior sineeridade ponltfj. En-
ire as differentes roarca? de fumo ila Hahia n Uio
de Janeiro, que tern sido annuni'indasl acaba de
chegar urn* encummenda especial, qne muito deve
conviraos senbores fregoezes. Conscie. to o abai
xo assigoado de que neste genero de negocio nao
esta sem compeudores, fara muito por evitar que
tambera o? teoha com relaclo ao poqueno lucro
Sprocurara obter da dita mercadoria.
_______Jose Domingues do Carmo e Silva.
dos ifiifii ndavcis u b" in to
: ciiiiki sejam : AlplK'H-"'' Ri
0 Monte Lima
tem ura completo sortimento de galao e franjas de
ouro e prata verdadeiros de todis as largufas,
abotoadnrai doarkdat para ollkiaes, canutilbos e
eofeites para bordado. Tambem se eucarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, aootoaduras lisas e douradas para criado,
etc., asshn como, nm completo sortimento de fran-
jas, galao fatso para ornaineoto, cordao de la com
borla para qnadros e espelnos (conforme o gosto
da encommenda) tudo por muito menos preco que
em outra qualquer parte : na pra;a da Indepen-
deacta a. 17, jUDto a loja do Sr..Arantes.________
Acada.
Afiticnm a pe.
PlBSill
Qam
Carolina do principe.
GoBdeea.
Goracao da India.
Figaeira.
FUmboyaflt-
?Tucto-pio.
InfidoPara.
Jamba
Jasmin: laranja.
Laraajada China.
Uita do ceo.
Dbaia ootras mvitas.
E eatras plantas : na Capnnga a rna d a Yen-
ara*. t5.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperiaL
Parreira*.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
Para a boa conserva^ao
YOSSOCA BELLO
Elle e um preventivo seguro e certo contra
a calvice.
r\\e di c restaura forga e sanidade & pelle d
cabe<;a.
I He de promplo faz cessar a qucda prema-
tura dos cabellcs.
KUedi grande riqueza de lustre aosca-
bellos.
Kile doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posic,ao quo se dese-
je, n'um estado forrooso, liso e macio.
Kile faz crescer os cabellos bastos e compri-
os.u
Kile conserva a pelle eo casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Kile previne os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Rile conserva a cabega n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Kile nao e demasiadamente oleoso, gordn-
rerrto ou pegadigo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagradfr
vel.
Kile e o melhor artigo para os cabellos das
criancas.
Kile e o melhor e o mais aprasivel artigt
para a boa conservagao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Kile e o-unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbas dos senhores.
VENHUM TOUCADOR DE SENHORA SE
l*ODCONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEM 0
TOMGO ORIENTAL
'i qiial preserva, limpa, fortifica e aformose*
O CABELLO.
Acha-se i venda nos estabelecimentos At
tt. Forster & C, agentes. E em todas a*
principaes loja de perfumarias e beticas.
IILUIlilllli
FR**CBZES
Vinbo de qiiinino do Dr. Leconte. -
Este viaho preparado com optimo vinho de
Malaga e o melbor de todos os tonicos reuonsti-
tuintes na convalescence das molestias graves, e
se recommenda para a enra dos padecimentos
do estomago e intestinos, febres de toda a espe-
cie, com o caracter intermittente.
vinuo e xarope dc lacto ptaospbato
de cal do Dr. leconte Recom men-
dado pelos medicos como o melhor agente re-
constituinte para favorecer a nutriclo, a for-
ma^io dos ossos nas criancas e enriquecer o
sangue.
Vinho de Boldo e elixir.cla meHina
planta preparado por Frimault*
As folhas do boldo sao empregadas no Chile
como remedio domestico, ninito efflcaz, para a
cura dos padecimentos do flgado, de que e o
antidoto, como o quinino e das febres.
a infer* e elixir de cacao da Bolivia,
de Crimault.Tonico fortiflrante, diges-
tivo e reparador das foreas exhamidas.
Vinko de quina fcrmelnoso de Uri-
manll.- hreparado com vinbo de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, constitue um
precioso agente therapeutico para a cura da
Chlorou, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangne, chlorose e as diversas moles-
tias das senhuras.
Xorope de chloral hydralado do Dr.
i,pcon(o.- Os medicos e aconselham com
successo contra a gota, as aphaigias, vertigens,
hystona, insomnia, epil^psia, nevralgias, tosse
asthmatica, coqueluche, etc.
Crenae de bit*mutho dc .i imaiili.
Contra as gastrites, diarrheas, gastralgias, dy-
senteria.
Xarope dc bromureto dc potassa de
trimanll.-Anti nervoso o applicado com
optimo resultado no tratamento da gota e rbeu-
matismo.
Inga da India de tirlmnult.-Cura ins-
tantemente as enxaque:as, dores de cabeca,
nevralgias e dyarrheas.
Fcrre de Ciirard.Protoxoto de ferro. 0
melhor de todos os preparados de ferro ; para o
tratamento das molestias que roclamam este
apente therapeutico.
Paslillias de mannita le J.t imaiill.
Empregam se como laxativas e purgativas
1..ner, Item}' IL'is.e'l'levc! Wnlff i C.": nn Vaj i
Fi-ancV.n, "Ua do Itenin da Yii iria.Tiitrura N-'i-
v.-. n. 7. aprtcs uiuil: cuuunoUos.
Perfumarias.
Finos extractos, baubas, oleos, opUla e p6s den-
tiiUce, agua de flor de laranja, agi:a de toilete,
divina, Florida, lavande, pos Ue arroz, salionetes,
.rosmeticos, muitos artigodeltcados cm perfuma
ria para presentes em frascos do extractos, caixi-
?has sorlidas c- garrafas de differentes taaaubge
d'agua do Cologne, tudo de primeira qnalidade
dos bem conhecidos fabricates Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, i rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias,
\rligos de lifferentca gostoa c
pkanlazias.
Espelhos, teques, lavas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixmhas de costura, albuns, qoadros,
e caixmhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita.de couro, e cestinbas para bracos de meafnas,
chicotes, bengalas, ecnlo, pencinez, ponteiras para
charntos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, roalas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmnramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, qnadros com paisagens
globos de papel para illuminacoes, maehtnas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veto,
accordaos, carrinbos, e bercos para criancas, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes panes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calpdo francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jaciuras de botinas
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botdes, e com ilho-
zes a 9^(000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarJo de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de c&res. diflerentes
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de pbantasia com salto, brancos,
pretos e de cures differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranoa.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatSes, de bezerro,de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, permuT..
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao.
da Victoria n. 7.
Para noite de S. Joao.
Sortes francezas muito interessantes, hoje adop-
tadas nas mclhores reunifies de familias.
RalSes aereostalicos de 8 a 10 palmos, para sol-
tar se farilmcnte com espiriti de vinho.
Globos de papel de cores para illuminacoes :
vende-se tudo muito barato, no armazem do va-
PUNDIQAO DO BOWMAN
RUA DO BEUM N. S2
d'asdaiulo o chafariz^
PfDEM A ift* -^rft* tie fng'-nbr o ^r'. >^iicn' ,,cs M*pnr*n > fo t
-inifctoo o favor i omplelo qoe ti tea; wado lodo loperior etn qosiidsde e forttdlo; o q-^e com a im
5Clo pe(>ii pode-ae veriflcar. '
ESPECIAL ATTENgAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
^apOreS e rOltaS Cl'agQa manhos convenient para as diversat
JreonwUnciii dos unhorei proprietarios e pan descro$ar algodSo.
Moendaa de oanna ,*! oi tamaah08' ":mel&ore, qo6 ,q'
aodas dentadas p,ra aaimae, ,gcl e vapor
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
ilambiqnes e fandos de alambiques.
MTftATiifiiamna P|r* mandioc iodao,i Podendo; todos
>U.aUIiiniSIIlUB epiraterrar madeira. Iser movidos a m5o
RatyiKqo (Pr a8nl' vaPr'
nuuiuas rje pttente, garintidat........ 1 oa animaes.
Todas as maohinas e *"de qoe M coelama preciMr*
Fas qualquer concerto de mlch*Umo'a pr6C0 mDi rtt,Qmid0'
Formas de ferro ^ rthorM 8 maU bmU8 exi8latM D0 mer'
ffnAnmiMAfiilAa Incnmbft-se de mandar vir qna'qner maohiniamo i von-
QLlLUIllIllUIiaaB. Urje ,ios ci-entei, lembrando-lbet a vantagem de fazert-m
ou comprn por intemedio de peuoa entendida, e qoe em qnalqoer oeceisidade pode
ltd prestar anxilio.
Arados amerieanoa *"" |!ricol,'
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIRE1R0S
Premiados na^ expo^iqao de 1872
i^sje**
U-M doNarqnfzdeOlinda-M
Esquina do lireco Largo
Participa a sens ftrgnezca e r.n.igos que mudou
o sen estabelecinaDlo du id'joe ro para a mesn-a
rua n. 24, onde encontrarao vm grande sortimecto
de relogi&s de parcde, americanos, e citna de me-
sa, dos melhores gostos e quaiidadis, relogios de
algibeira, de todas as qualida es, pattnte suisso,
de ouro e prala dourada, foleado (plaquet), relo-
gios de onro, ingle/, desenberto, dus melhores
fabricantes, cadeia de tur.i, plaquet e prata. luneUs
detod's as qualidades, tudo per prcros muito ta-
ratos.
Grande fabrico demarmore
de Belvoys & Sampans
(Jura) Franca
Esta grande fabr ca execata qualquer encom-
.aeod* de?te genero, como sejam : ornamentos,
chamine-, balcoes e ladrilhos de qualquer natu-
rsza e deseono : os concurrentes deste genero po-
lerio ver, precos p.jrrentes, expire c8es e dese-
akaa. e as eycommenda.-< a tratar em casa de Kel
.** & C, rua do Bom Jesus n. 53.
ParU, 36, Rua- Vivienne, IK
fHIMiM MKDECIM SrtCIll
DEPURATIF
SANG
PLUS DE.
COPAHU
miiBtD'l oa iBirB, AS **FECCOM
!<>' M.TBlgOP8 DO SAMUI.
I H,O00curadai iens,putlulas,heifet,
I nonia, e allerfoes, vi-
\riosas do sangue, vi-
, emir an u< sangue. (Xarope vegetal
I BercnriO). Bspura II to|Ui
M hrebau toaao-se dous fot
sefsiodo o tractameoto Dejmrativo : 4
4IBr'pe|n'lA m'smn* molestias.
I Este XaropeXitracto i*
| ferro deCHABLE, eora
iamdiauroente qual-
l.juer puigaiao, rila-
' rofao, debiltdade,
iMtit-"- o.- jiuju~ e florr.s brancas dai
aalbere*. KsU ioieccao benigna empregasM
aaa Xarope teCitracto de ferro.
i !! P~~''-I .-"*
POMAOA AMTIHEBPETICA
Caatrk' aaa afeefoes eutanetu remiroei.
PilMlAS VECETAES OEPURATIVAS
a* ctMhir, cada fraseo mi aceompabadff
tt aa Mbetk.
AVISO A08 8R8. ME0IC08.
I Cart cMarrkM, ww
Ufukebi, hritaftt*
I mi Ham hi doi bron-
\eki,nodas as doentm
i do jm aaa aOM nbde* ite xarope Tf roaerr.
fc. caaaaaa Parts, rw TtTtcM*. s.
Deposits botca Franceza
22 Rna da Cruz 22
Sirop a
D'FORGET
contra os catarrho3 mucoso,
catarrho pulmonar.
Olco io flgado de baralliuO. ferru.
ginoNo, de Cirlmault.E' um meoica-
mento de uma efllcacia constante conlra a
chlorose, pallidas cores, anemia, pbtysiea, todas
as molestias dos pulmSrs, lymphatismo, es-
crofulas, etc.
!< ferro mauganico dc Burin dn
BuisMon. Agradavel ao tomar-se, dotado
de propriedade digestivas mui activas, e o re-
medio por excellencia, na leuchorrea, anemia,
gasfalgi etc
Paalilha de Inctato de ferro de Bu-
rin dn Buisaou. Digestivas e oplimas
no tratamento das menstruacoes difflceis, flores
brancas e todas as adeccoes nervosas do tubo
digestivo.
Cljconina Kic-Iiel. Linimento muito su-
perior aos cerutos, pomadas e uuguentps para a
cura das nlceras e feridas de toda a especie.
Capsnlas de Apiol dc Gi'iniault.
Sao reconimendadas pelos medicos para reau-
lansar a menstruacao prcvenir as colicas, dissi-
par as doies dos rinse aioda para as febres
inliermi'.entes rebeldes.
Pilulaa de pudoulaylina de Ciri-
mauit Para a cura de todas as molestias
do flgado, para combater as prisSes de ventre
rebeldes, etc.
falia de appetite, por francez, rua Nova n.
a
DEP0S1T0
NA
PHARMACIA^ E
DE
orncu
DROGARIA
34 RUA LARGA DO ROSARIO 34
Alaga-se um sitio na Capuoga a rua das
Crioulas n. 39, sendo que o dito sitio, alem de
muito boa casa, possue grande quantid dode fruc-
teiras, eacimbas, tanques, bombas, etc. : a traiar
na rua larga do Rosario n. 20, 2.* andar.
\mRGJio
J
Convida-se ao respeitavel publico a ir no pateo
do Terco n. 59 fazer su s encommendas dos sa-
borosissimos bolos de S. Joao Garanle-se o asseio,
a pericia nece saria e commodidade nos precos.
Na rua Nova n. 50, primeiro andar, noua
thesouraria das loterias, precisa-se alugar um
criado para casa da familia______"_________
ATiHO
O abaixo assignado declara queninguem podera
fazer negocio algum com a armacao e suas perten-
cas da taverna sita em Caxanga, junto a estacao.
Reciie, 17 de junho de 1874.
Domingos da Silva Boavista. t
Candida Maria do Nascimento de-eja muito
fallar com sua maoaFetippa Jacob do Nascimento,
no becco do Torres.
pAiiIa particular de inslrac^ao:
elementar
Para o sexo feminino
)
A professora, infra assignada, tendo-
se babiliiado na foima da lei, pretende
no dia 8 deste roe', abrlr a sna aula par-
ticular na rua do Baronet do Herval, ou-
tr'ora da Cone- rdia n. 139. onde pode-
ra ser proenrada ; a aluninaa, al6m de
se iustruirtra nas materias que consti-
tuem a instroccao elementar, se hahilita-
rao na arte de agultia, bordados de to3as
as especies, obras de lie de flores, m-
diante gratificagao razo?vel
S. Jos6,.6 do junho de 1874. '
Esioi uia Jeuuina Dias.
AJuga-se uma ca^a na Caynnga com corrimo-
dos para familia. a katar no meimo Jugar a rua
das Crioulas p. 5.
Alegria sextupla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E' ter prazor 1
Manifestacao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhos as-alegrias,
Dos fogos as lindascdres,
Dos ssntos os quatrodias:
ura immenso prazer
Que todos devem gozar,
Sem ter niedo de peccar
E de ao inferno irem ter I
ExposiQao todo dia I
Entrada gratis e agua fria !
"VanUgem ext'aordinaria
20 0j0d dinheiro
Realidade:
Venliam ver se querera crer
A verdade do exposlo,
Quem nao vier nao teia gosto
E tristeza ha de soffrer;
Pois e facto : esta provado
Do Campos a geral fama
De vender bom e barato
Como se ve do programme I
Liberdade deescolha I
Igualdade nas-qualidades I
Fraternidade nos-precos !
\ttracgao!
Aluga-seuraa b a :sa com excellentes cora-
modos a rua do Gxom- >na<:nna n. 109: a tra-
ar na mesma rua n. 171.
1
Pyrotechnia I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 28
Armazem do Campos
Extasis maravilbosos I
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fogos:
Fabricantes peritos I
Cores cambiantes 1
Vistas rutilantes I
Effeilos prodigiosos 1
Resultados inoffensivos I
Precos diminutos I
Genero=:
Qualidades superioros I
Sabores agradaveis 1
Cheiros embriagantes I
Propriedades excitantes
Influencias nutrientes I
Precos resumidos I
Importajao direclal
Variedade ccmpleta I
Verdade I
Sineeridade (
Especialidades I
Raridades I
Cheshire condensed Milk.
Lcite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller & C.
mwmsT
Aluga-se
o armazem e 3 andar com sotao, sito a rua da
Praia n. 5ft, tend? bastantes commodos.e pintado :
a tratar na rua do Vigano d. 31.
- Joao Tavares Cordeiro 4 C. rogam aos Srs.
credores de Felippe Santiago de Almeida qneiram
apresentar aa suas contaa &lo o dia 30 do corren-
te, para serem cunferidas e ati^ndidas no rateio do
liquido apurado na tavern a oo^r Almeida, a en-
;regar em seu armazem, na travess* da Madre de
Deos n. 11 Recife, 17 de Junto de 187i.
LOJA BO PASSO
Cordclro Sintes k C.
Acabam do rcceler pelo \,ip Riquissimos cuites de gergurao de seda lisos o
com lislras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos. contendo cada cor-
te, o necessario para eu t-nfeite, como seja :
franjas, trancas, t-ot5es, fivellas, etc.
Riquissimos ebapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Man;o n. 7 A.

RUA
DA

HC

IMPF.RATRIZ
N. 82
1." ANDAR.
I
1
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o"rJ8s""mclhores con-
diccfies possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. a*a-
quillo qoe f6r tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras taDto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos quadros tu-
mrjlares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imagmavel em cabello.
O estabelecimento acba-se provtdo do que ha de melhor nos mercados estran-
aeiros. recebe directameute por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /o menos que outro qualquer, gnrantindo
perfeicao no trabatho, agrado, sineeridade eprer,o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; venue-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes d arte de cabelleireiro.
Coasullorio medico
DO
Bi\ Murillo.
RUA DA CRUZ N. 26, is. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitals de Paris e Londres,
Sode ser procurado a (malqner hora do
la ou da ncite para objecto de sua pro-
fissao. .
Consultas das 6 horas da manna as 8 p.o-
ras, e do meio dia as dnas da tarde.
Gratis aos nob res.
ESPEQALIDADES.
Molestias qe senhoras, da pelle e de
crianca.
!
I
AVISO
Graiificase aquem levar nas of.ainas, ou dei
noticia cerla de uma trouxa de rot, a que desap-
pareseu no dia 22 do corrente, d-- estacao da So-
ledade.___________

UTAft' h&i4
i
PH4BM4CI4 NORMAL
DE
HE
m
MSB IflLI
17Largo do Mercado Publico
(Aniisa ribeira de S. Jose,)
-17
o
(Antiga
Acaba de ser aberta e acha-se a disposiQao do respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente urovida do indispensavel a um estabelecimento dessa na-
tureza, sem excep^ao de productos cbimicos e medicamentos preparados no estran-
trance'iro. tudo novo e o melhor possivel. ,'
As rcceitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais sena attencao,
e semnre sob as vistas do pbarroaceutico que compoe a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem do honrar o nosso esatbelecimento com a sua contian-
ca podem estar certas de que serao consrienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modioidade do? precos.
:



^mmmmmmmmmmmm
CabeTleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gcrente da casa de Gustavo Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra d*e prevenir as Exms. Srs. fomilins que acaba le lazera ac-
quisicao de um perito official vindo ba pcuco de Paris, o qual esta bibihledo a desem-
pennar qualqter encorxmenda de sua arte, e se acba & disposic.ao cas pessoas que deseu
prestimo se queiram utilissr. Outro siro scientifica que em seu estabtlecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelleireiros, onde se acbam descriptos e desenhados todos
os penleados modernos, para soires, cssan-entoF, bailes etc.
Finalrcente previne is mesmas- excellentissinms senhoras, quere-.ebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, bond6s, crescentes, etc., e rende tudo pelcs precos
abaixo roencionados:
Coque de cabello de 159, 20,? a SO^COO.
Trances de dito li, 12^ 159 a 20f?0< 0.
Cachepaine de dito 159, 20$ a 300000.
Crescentes de dito 21$, a 5bJ0C0.
r8ttbem ercontrarSo um completo sortimento recebido ba peuco, de cabellcs de todas
as cores e comprimento.
N. 51.Rua do Marquez de Olinda?J. 51.
aaa
a casatern-a n 133, na rna \idal
outr'ora Imperial, com necllrnics
tratar na rua Marquez de 0
raero 52.

do Negreiro?,
commndos: a
a-rnazem nc-
--. --
H

'

: .'
Ji lAlLlV
Na cravessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro auckr, da,-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual fora k.

Na mesi
Casa.
Aluga-se a ca-a n. 149, perto da estacao do Ca-
minho Novo, na Soledade, com quintal e com-
modos para grande familia : a chave esta junto
da easa n. 153 : a tratar no Recife, rua da Ca-
deia n. 3.
Refina^ao
Precisa-se de'batedores de assnear e que enten
dam bem : na rua do Range! n. 43.
Alugam-se
os armazens da travessa dos Expostos n. 18, e da
rua de Barreto de Menezes n. 8, antiga rua da Ca-
cimba : a tratar com o ministry da ordem terceira
de S. Francisco, no conalstorwi da mesma ordem.
Casa para aliigar
Aluga se uma casa na esirada do Encanamento,
mnito perlo da eslaci> de Parnam-irira, com 2
salas' 4 quartos, cozinha fora, cacimba de muito
boa agua e grande terreno com aluns arvoredos
JoaqUim FaU'inO \ aValCante & fructo : a tratar na praga da Indepcndencia n.
Uraa^essoa qoe deseja ser uld a Jo qnim Pau-. 39, on na rua da Uniao n. 35.
liao Cavalcante, que desta provincia seguio para I
Santos, e foi encontrado no Ri1), Ihe offerece .-eus
prestimos e ate mesmo os meios de ttolia para esta
cidade, e pede que se dirila em carta nara a ty-,
pographia"deste> Diario, enderecada ao Dr. Felix .,Ha mai8 de ni" an"f ragw destt cidade do Re-
de Fieueiroa c,f,* e se suPl,oe nella occulto in ter seguido
-----5--------:-------------------------------.---------------- para a provincia da Parabyba, o escravo Jo.e, ccm
ThPillrO Snnfil Inlttllill os signaes segnintes cor preta, de aturaregn-
1 HCdll t. ndlW> AHITIUIU. lar) com 25 annfl8 ^e m O artista Flavio Wandeck, tendo encontrado na tem falia de dentns na frente, sendt porem o sig
maioiia das pessoas que convldon para o 3 neficio, graaie desejo de que este fiisf ro thea ro que parece cego d nm *lho : quem o capiurar,
Santo Antonio, resolveu, com a acquir cencia do traga-o a rua Dlreita o. 119, ou da Sau ade n. 32,
respectivo emprezario, leva-lo a effeito dc accordo que sera generosamenle recompensado pe^) seu
com os desejos de sens amigos e prote> lores, o
qnal tera logar quinla-feira 23 d> eorrmte.
Na rua da Unia>, casa n. 55, procisa se alu-
gar uma preta flel para o service de vendas. Na
mesma casa faz-.e bolos de toda a qualidade.
ATTE
casa
compra-se os raes-
*g; niosmetaesepe'lras.
,l
150|000.
ESCRAVA FUi^IDA
Fngio da casa de seu senl.nr a e?;rava Felicia,
de cor parda clara, cabellos corridos ate os hom-
bros, baixa, choia d-i corpo, rosto redu:;do, falta-
Ihe um dente do*lado direito. foi aecmpanha-la
p r um homem (praca de cavallaria) o qi \l se cha-
ma Frauci;C" de tal Vascrncellos, lan.lifin pardo,
da mesma cor da escrava ; coqsta teren -:?guido
para oserlae, di-nde sSo ambos natu:-ec : "coir-
menda-se as autoridades e capitals rt o a
apprehensao de dita escrava, rci'.? .- a a
C n boa do Carmo n. 3.
AUUAS MLNF.RAtS NaTTTj -
DE
ViekyCessel
Preferivria as de VicHy-Vffi]r
rern as unicas que conservam to na suas
propriedades doyois de transportadas.
Fonle S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia. 1
albuminaria, na cblorosts, no empobrecimuuio -
tongue, e nas febres intermittentes. Os resulted: -
obtidos .nas diabetes sao muiti aotaveis.
Fonle ElU^1'^1' nao I;e altera nunca e i a mai<
rica das aguns Ue VichV em bicarbonate de s; da
em magnesia e recorriii?fndada Pp,os senhores me
dicos p.la sua efllcacia nos cn^orgitamentos do
figado, do bago, nas affeccSes u\? estoraagp, do?
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o nome da fontc na capaala
Vende-se em caixas e a retalho, no nnico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
sa
Ft
M-reara llain ft ComtauIien
57 RUA DUQUE DE CAXIAS-57 -
Aluga-se
senhor, c protesta-se contra quem o liver occulto,
pelos prejuizos.
O Sr. Dr. Dario Cavaloante de Albuquerque
tenha a hondade de vir a rua de Marcilio Dias n.
115, a negocio que nao ignora. _______
Livre \,u escrava
uma casa com tret quartos e um pequeno sitio, na I Precisa-se de uma ama para casa de duas pes-
Casa Forte : a tratar na rua da Poute-Velha nu- soas, preferindo-se escava : na travossa dos Ex-
mero 84. posloj n. 16, andar.
Antes decasar-se
Appareca... lembre-se daquelle dinheiro que Ihe
emprestemos quanao o senhor com o maior jesui-
tismc nos reurreu. Estou que Vmc. oa quer ver
o seu nome por c-xten'o on espera que o mesmo
que o enipregnu sej i o caixeiro de cobranca de>:.-e
dinheiro para e.om aquelle que bate no B... I E
com o maior eynisqna ainds lazendo que os o'Uros
g: stem n ?i n iiinheiro naqnella lista....! e Vmc.
nella assignadot M
Alu^ua-se
uma casa terrea a rua de S. Joao n. 43, era es-
tado de asseio, com gaz e cambronc : a tratar
em Foi a de Poitas, rua de S. Jorge, casa n. 153,
! andar._______
Vande-se am Undo casal de pavoes, sendo o
macho tod.) brauco, e a femea rajada. Sao bc-
ituos I na rua das Calcadas o. 38.
I mxeiro
Quem i recisar de um raenioo para caixeiro ut
qualquer um negocio, dirija-se a praca da Boa-
Vista n. 8.
1
i
=
i



Diarifc,d*?ittimbiicQ -~ Sexta feira> 19 d*. Jutaho (k UU.
FUNDICAO DE FERRO
to brio do Trioiiiplii) (rua do Rrnw) ns. 100 a 104
CARDOSO 4'
AIVM aos senhores de engenhr-s e outres agricultures e ao publico em geral que
eMOnaam a reoeoer de Inglalerra, Franca e America, todas as ferragens e machina sne-
-ssinas aos esUbelecimentos agncolas, as mais mode, nas e melhor obra rfne tern vindo
cercado
apores de forca de 4, 6, 8e 10 cavallos, os melhores quetem vmdo ao merado
UaldeiraS de sobresalente para vapores.
uOeudaS lnteiras e meias moendas, obra como nunca aqni reio.
TaiXai? fundldaS e batidas, dos melhores fabricates.
hodas d agua com cubaje de ferro> fortes e bem aw,badas
K3dasdentadaS de todos os tamanhos e qn.Bd.dea.
iielogioseapitos para Tapore,
bOTlbaS de ferro, derepucho. '
dOt de diversas qualidades.
Formas para assucar, grandes e maemi.
Vuandas de ferro fundido, francem de divers e bonitos gostes.
tOgOeg franCGZeS p3ra lepha e carvao, obra superior.
Ditos ditos p,ra gaz.
Jarrus de ferro fundido para
Pus de ferro parn me3a t banco.
MClllll 1 para bomb* o banheiro.
Empreza do gaz
j } ] A empreza do gaz tern honra de annunciar ao
Esta e^uKicado I !
l.^ : m iua uu luiytsnuui
preco maia razoavel possivel.
Agua mole cm ^edra dura
Tub: to da ate ana a fur a
Roga-so ao Mm. 5r. Ignaclo Vieira de Mall
aacrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Daque de Caxias n. 36, a eon-
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
reali3ar, pela terceira charaada desta jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depots para Janeiro,
publico que recebeu uliiroamcnte urn espteDdido
. softimeolo de lustres de vidro, randieiros, aran-
delas e globos^ujas amostras eslao no escriptorio
; a rua do ImnaMqpr n. 31, e serao vendidos aos
ae.3 freguezes peio i
Precisa-se de uoia atna de leite, escrava ou
livre : na rua do Imperador n. 52, V andar.
Amu UV leite
epo
78.
Precisa-se de uraa ami de leite quo seja moca
e sadia : a tratar na thesouraria dasloterias, da
passon a fevereiro e abril de 1878, e nada cumprio; 9 boras da manhS Ss 3 da larde
-----------'----------'.----------------------__
ardim.
para machinismo.
boiiiLi.'i e
Correia iaglezas
Baneos e sofas eira> parajardim.
ConeertOS rtp >m promptidao qualquer obra oa machina, para o qne teen:
sna fabrics bem montada, com grande ebom pessoal.
'OmniendaS maudam ** por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
. ui:. do. melbores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
-..v : sun, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F U 5 D 1 C A O DE CARDOSO d IRMAO.
ti 'OfJaeiu
i
CarvalUo d BJJ8birfiJ)iarrufl do Apollo
d. 20, accam sobre o Banco Commercial
de Vianna e suas agendas em todas as ci-
dades e villas de Portugal, 4 vista e a prazo
por todas os paquefes.,
Consiilforio medko-cirurgico p.
A. B. da Silva Maia. <5
Rua do Viscende de Albuquerque n.
It, outr'ora rua dainatriz da Boa-Visu
n. H.
Chainados : a quaii}uer bora.
Consultas: Aos fa res gratis, daj 5 a
I horas da tarde.
Off AI A f) to *
I AM A
PreeiSase de uma par* casa
de pequena familia : a rua
Dunne de Caxias, outr'ora das
Ctuzes, p. 8.
Preci?a-.stj ^iiugiir uma escrava para vt>nd~er
na rua : a tratar no bocco dos Ferreiros n. '
bjirro ja Boa Visit
;ba;
0,
ATT
HO
Precisa se comprar uma negrinha de 9 a
10 annos de idade, qne seja sadia e sem vi-
cios: quem tiver e quizer vender dirija-se ao
3. andar desta typoyraphia para tratar.
Rua do Imperador 49

pfsv-S

:e c^tabclcciineuto o inelhor sorlimento de pianos dos mais afamados autores,
!i-tz, Pleyel, Piap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
ifl iados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
eacontrario nesta casa.
bem-se pi.uios usados em troca.
ertnm-se e 3linam-se pianos.
bom avisa-s? aos Srs.
concertadores de pianos
us comptcto sortimento de materiaes para concertar pianos,
folha para os mesuios, cravelhos,
etc
Ha para Atugar, i rua da Aarora n. 65, um
escravo, crioulo, mogo, muito robusto e habilita-
do para qualquer seryico.
Engenho
Yende-se o engan>o S. Pedro, situado na pro-
viocia de alagoas, cornarda do Porto Calvo, a
menos de uma l?gqa diitanto do porto de maT do
Giraella, tern oxcellentes terras, matas, e safreia
regularmente 2/ 00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31. _________
Aluaa-se o tercciro andar do sobrado n. 45
a rua do BarSo da Vjatoria. com grande3 com-
modos : a tratar na loja de joiaa do mesmo pre-
dio.
r~
A ma de leite.
.'^Precisa se de uma, a.ma de teiU, oue seja forra
e Si0 "W .ft""1 ; a lralar na nil do Moadego
n 76, ou ua loja de l\\tos ao pe do arco de San-
l0, ^H-________________,__________________________
frecisa-se do uraa arna para o servijo inter-
no de peqoena familia : na ma Imperial n. 102.
- Precfca se de uma ama para comprar e co-
zinhar : na rua da Imperstm n. 40, segundo an-
dar. "' *' r
AMA
rua do H,Qspicio n.
rellas na cornija.
Precisa-st) de uma para co-
a'mbar, para ca.-a de familia,
paga-se bem : a tratar na
46, casa terrea do bolas ama
IMA
I'ruws^rs^ de uma ama para
casa elf nma'pequrna fami'ia : a
rua Puque de Caxias n 54.
AMA
PreMsa-se de uma ama
forra ou mesmo escrava, que
'saiba lavar e engomtrar : a
traiar nv rua de Hortas n. 15, ou rta rua Duqae
qe Caxias n. 111.______
Precisa-ae de uiuaania para i-ozinhar:
na rua dos Pires n. 3i.
Ama
-
paralusos, castor, csmursa.
como
cordas,
:j

rm
I--
I
49
ziti ^nooucozmheira.
-o ::
- Fugio do engenho Ajudante, freguezia da Es-
cada, no anno de 1872, o escravo Guilherme, com
li, prime ro os signaes seguintes : pardo, com idade de 25 an-
nos pooeo mais ou menos, altnra e corpo regular,
olnos grander, cabellos cachiad&s, pe"s compridos
e seccos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tan'.o arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum movimenlo no andar,
desconfla-se qne esteja na cidade da Parahyba.
!toga-se as autoridades policiaes e capities de
camp s a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, c receberao por casa
3005000. v 8
I__I'" fr'rinhoiro on cozinheira.
familia uma escra-
-. r m prineipio do cozinha e
i : m r;u S. L.rge n. "i.
I -i oom basiantes com-
a rn.i ia Vtaum&i ie Goyanna n. 61: a
1 s in nun
AOS 4:000j;000.
WltS GAMKTinOS.
U Uarfo (outr'ora rua dt
n. s;- e catas do costume.
i iido vendido dos seus fe-
ii. 7'.).' com i:000i, um
. 7:i0i, dons meiu3 u. 323 com
I'itO com 1004, e outras sortes
teriajoa m aeaboo do cxtrahir
!ui re: a virem receber nft
; ..i. n deseonto algum.
is (alizes bilhetes garantidos
...^ a beneBcio da igreja
"srw (I0i), que se exlrahira no
si cij corrtnte mez.
Bilheb inteiro 4*000
M' "-- t/DOQ
v ror :.; tc 100^000 paka uma.
inteiro 3fX
Alugam-se duas casas recdilicadas, tendo
uma na rua Imperial n. 13, e outra na rua do Co-
ronel Suassuna n. 103 : a tratar na rua Direi a
numero 8.
da Dniio p. 49 precisa-so fal-
negocio de seu interesse, com a Sr.1
Na ruavellia de Santa Rita n. 57, precisa-se
alngar uma preta para vender com taboleiro.
Na rua
lar, a
Anna Joaquina Theodora, viuva de Ma-
noel Jose Tavares, a qual morou em fins do
anno do 1873 na rua Imperial; assim como
se deseja fallar, tambem a negocio de seu
interesse. com a Sr.a Maria Delpbina, viuva
de Joao Baptista de Lupa.
I CO^SILTORIO
I Medico-cirurgico
DO
Dr. Jiin<' Felix da Cunlia He-
nexe.
Medico operador.
RUA ESTREITA DO ROaARlO N. 3.
Da consultas todos os dia3 das 9 ho-
ras da nnnhi as 4 da tarde, dessa hora
em diante aoha-se prompto para qual-
quer cbamado, em casa de sua residencia
a rua da Priuceza Isabel n. 4, junto a
estacao dos trilhoi de Olinda.
Das 7 as 9 horas da manha da consul-
tas gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES
Molestias syphUilicas, via digestiva c fe
bres.
Ainda csU para alugar a loja do sobrado n
4t da rua do Hsngel.a qual tern armagao e pres-
ta-se paraqualqujr negocio : a tratar no segundo
andar do mu*rao predio.
Na rua largi^aRosario n. 28, f andar. pre-
cjsa se de uma ana ^e leite quo nao tcn'n lilli <.
I'ri'i'isa-se de uma ama i\;:- .-iiba bem
cozinhar e lavar. para c?sa de peqnena
familia : CiacoTPontas a. iil.
Ama
Precisa-se
de uuma ama que compre e cozinhr> para peqae-
na familia : a tratar na rua Nova n. 21. loja.
- Precisa-so de uma ama para cuiuhar, que
seja forra ou mesmo escrava : a rua da Cruz n.
24, 3.* andar.
t- Aluga se o segundo andar e sotao com bone
commodos, fresco, salas e aleova fowadas de pa-
pel e todo bem preparado, contendo 7 quartos,
cozinha, salela pirn engommada, '3. salas e quin-
tal ; na rua do Rangel n. 73 : a traiar na the-
sonraria das loterias, com Antonio Jose F.odrigues
de Souza.
Francisco de Lima Coutinho parlicipa ao
respeitavel publico c com especialidade ao ccrpo
do comniercio, quo vendeu o seu estabelecimonto
de fazendas da praca da Indepencia n. 2, aos Srs.
Soares Braga & C, e que por conseguiote ficou
desonerado de qualquer responsabilidade relati-
vamente ao mesmo estabeleoimento desde o dia
29 de maio de 1874.
Recife, 16 de junho de 1874.
Permuta-se um sitio, uma legoa distaste do*-
la cidade, com uma casa que tern 2 salas, 2 quar-
tos, cozinha e grande terreno, por outro das mes-
mas proporc.6ts, p .uco mais ou menos, que nao
diste desta cidade ma s de mei i legoa, dando se de
voltaate 1:5004, valendo : a tratar no be:co do
Onvidor, oQkina de corrieiro.
Aluga-se uma escrava :
Triumpho n. 70.
na rua do Barao do
AVISO.
Eu abaixo assignado faco sciente ao respeita
vel publico, com especialidade ao corpo do torn
raercio, que nesta data lenho justa e contratada
a compra da taverna do Sr. Manoel Jiaqoim da
Cosia Ramos, sita a rua da Concrdia m. 141, li
vre e desembaracada de qualquer onus : e quem
se juigar com direito a mesma, appareea ne prazo
de tres dias, a conlar da data deste.
Recife, 19 de junho de 1874.
'atMBQg________Manoel Francisco Lopes.
Aliiguiii-ye
os dons excrllentes armazens, sitos a rua do Vis-
conde de ltaparica, outr'ora rua do Apollo, ns 34
e 36, com fundos ate ao caes, muito proprios para
armazens de assucar ou prensa de algodao: alra-
tarna ma do Marquez de Olinda n. 57^1* andar.
paes, com optimas terras,
movido ^ agua e bem obra-
do, por preqo commodo; a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gmjiroa, d rua das Calcadas
Mitfi ,w w arsenal de
rra.
CRIADO
Na rua do Imperador n. 38, 2 andar, precisa-se
deum criado que ?eja honestoe de bons costumes
Engommase e lava-se com perfeicao, por
peja ou por mez : na rua da3 Trincheiras n. 19,
2 andar. Recebe-se encommendaa de bolos para
S Joao e S. Pedro.
Ninguem se deixe illudircom qualquer l*an-
saccao feita em nome do anairo assignado, visto
constar Ihe que alguem se propoe, Ja a vender
casas, ja a exigir alugueis e ja querendo dispor
de trastes, que nada lhe pertence, mesmo con-
traindo divida*. que por nada se responsabilisa,
o que faz publico para evitar questoes.
Manoel Pereira Lemos.
Ama de leite
Na rua da Alogria n. 40, precisa-so com ur-
gencia de uma de cor escura, que tenlia bora e
abundante leite.
Ama Presisa-se do uma ama para todo o
servico de casa de pouca familia : na rua
da Aurora n. 5,1 andar.
Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no segundo andar
do mesmo sobrade.
bflbete
Manor!
U70
ns Fiuza,
8om
negocio.
n-se
'I arren
sjlar ( sotao, sito na rua do Bispo
t ximo da igrejs da ML-erieoro'is,
lafe do Olinii. teado duas ioas salus
: Tite, m ssjJto u^> sotao, seis quartos
q-;os e frescos, uma grande cocbeird,
;e novo, e com diver
nd e, mm mm fonte d'agua, e
z Achando-se prepara-
s os moveis in lispensavtis a*
^r A'- familia, sera" assim vendido ou
is: a tratsr nesta typographia
11 I'niao n. 49, sobrado, atraz do
mblea.
- }
"'33 tod

i
Frastes. I
Da-se terra hem estrumada para plantaro,se
na obra que se esta a fazer oa rua do Leao Coroa-
do (outr'ora Maoaueira).
9 Dr. Jjss*- dos .\njo Am rim.
O baeharel Miguel Bernardo Viei-
ra de Amorim, sens tios, irmao3 e
cunhado, mandam celebrar missas
dc requiem por alma de seu falle-
cido pai, irmSo e sogro, o Dr. Jose
dos Anji>s Vieira de Amorim, no
dia 23 do corrente, anniversario
o grsn-je predio de seu fallecimento, pelas 7 1|2 horas da manha,
no convento do Carmo, p ,ra o. que convidam aos
seus amigos e aos que foram daquelle, afim de
assistirem a esse acto de caridadn, pelo que serSo
sincera'rente agradecidos.
Repergunta.
A' vista da resposta de V. Rvma.,estampada no
Dtario de hoje, digne-se responder-me ainda a se-
guinte pergunta :
Como e que V. Rvm. aitribu"indo-me esta tao
fallada molestia, cedeu me a cela do sen convento
para morar e al^m disso dava me qnotidianamen-
te missas para celebrar e as vezes ale ia a mi-
nha cela chamar-me pira dito lim ? Com que
consciencia entao V. Rmv. assim procedia t Veia
bem V. Rvm. como se sahe nesta negocio tio! pu-
blico, nao queira desconceituar ao sacerdote cano-
nicamenle desempedido e que quer viver de suas
ordens.
Recife, 18 de jonho de 1874.
Padre Severino Jose Villa-Ncvt
Precisa-se de duas amas, uma para comprar e
coz nhar, e outra para engemmar, que sejam am-
bas peritas : quem quizer dirija-se ao terceiro
andar -desta typograhia, para tratar.
84
if
E
Kugiram do engenho Ajudante. no anno de
1870, os escravos seguiutes: l. Francisco, crioulo,
preto, com idade de 28 annos paicu mais ou nu-
nos, altura regular, corpo regular, olhos grandes
e brancos, dente3 perfeiio, cabellos earapinhados,
pes grossos, barba a cavaignac, bigode e pera,
uma cicatriz por cima do olho esquerdo, muito
conversador e risonho. 2." Antonh, cabra, com
idade de 23 annos pouco mais ou menos, alto,
secco, olhos grandes e vermelhos, pouca barba,
cabellos um tanto soltos, dentes perfeitos, pes
compridos e seccos, amfcos comprados ao Barao
de Nazareth- Roga-so portanto aos capitaes de
campo e as autoridades policiaes a captura dos
mesraos escravos, visto haver desconfiam-a que
estao occultos na comarca de pajeu de Flores,
ou Rio de S. Francisco, que terao a paga de 6004
a quem os levar ao sea senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. Emilio Pereira de Araujo.
HlsfTl
B i
AVISO
Precisa-se comprar ions escravos, pedreiro e
carapfna, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Compra s^um Vade-mecum Ho Dr. Sabino, em
meio uso : nesta typographia se achara com
quem traiar.
tflNOAS.
Ja bolos ?
Ja fogos ?
Leite.
Leite de vacca e de cabra, tirado a vista do
comprador : a rua do Marquez de Herval, antiga
da Concordia, n. 6i.
Vende-sc na rua do Commercio n. 4. cerveja
Neruega, marca M L :
Bitler Augustura.
Rnm do Jamaica.
EHgenlic en Seriahaem.
Vende-se duas partes do
engenho Novo, fcito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estagao de Gamelleira
3 legua?, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,1
ngenhos em JCamam-
Vende-se os seguintes :
arra,
l'rrgiilra.
e Palrlcio.
A .tratar com aeus proprietarios nesta cidade,
para inrormaeoes com Joa'quim Pinto de Mei
.relief Filbo ua mesma cidadi (Je Mamamguape
________Taaso frmjos & C.
CKIIA
dj-:
1
CARMAUBA.
Oe.qualidade .superior : na rua do Am&rim n.
,37. armazem d- Ta-so Irmaos i C.
Wilson Hawe &L. vendem no sen armazem
rua da Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amricano.
Excellente So de vela.
Cognac de 1 qualidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as oualidades
TACHAS TACBAS
BATIDAS FUKDIDAS"
Qualidade super.or
a novo
Mais barato do quem em qualquer outra part*
NA
FundicHo da Aurora
C. STARR & C, EM LIQUIDACAQ.
Vendem
Wilson, Rowe & O.
Em seu armazem a rua do Trapicbe n. 14, o se-
guinte :
Algodio azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Sal doAssu
Tem para vender Joaqnim Jose Goncalves Bel-
trao & Filho, a bordo do hiate Rieal; e para tra-
tar, no sen escriptorio, a rua do Commercio n. 5.
Sal do Assu'
A bordo da escnna Georgian'', ancorada no
Fort-; do Matios : a tratar com Tasso Irmaos & C.
Attengao
E somente uma
ruto Santo Antonio
Ja sortes ?
Nao.
prevencio para o proximo fu-
, S. Joao e S. Pedro.
Sim....
Rio Tapado
Alugam-se estas propriedades, sitU3das passan-
do Olinda, e antes de chegar ao Rio Doce : a trao
tar com o seu proorietario. o eommendador Tass
Para eseriptorio
Aluga-se a sa!a da frente e dous quartos do pri-
eiro andar do sobrado" a rua do Imperador d.
a tratar no pavimento terreo do mesmo.
81:
Ao commercio e a quem
convier.
Jose Domingues do Carmo e Silva tendo neces-
sidade de seguir no dia 16 do corrente para o Rio
de Janeiro a negocio de seu interesse, faz publico
que deixa na gerencia de sua easa commercial
nesta praga, e com plencs poderes, a seus irmaos
Manoel Domingues da Silva e Domingos Antonio
da Silva. Recife, 15 de junho de 1874
E' na confeitaria do Campos que se dove pro-
curar tudo quanto e necessario para divertir se o
moral e confonar-?e o physico. Isto e :
O oHi>ii-ito e a ntateria.
E
|.r s a vende-se traste=novos
no armazem da rua o Im-
i. 48
\%

Aluga-se
Desappareceo.
Uma cabra preta com a barriga branca, m3cha
e com uma crelha cortada : a qnem der noticia
certa se gratificara, a rua da Concordia n. 64, !.
andar.
Prolesto
*** de do andar, sito na Ponte de Uchoa.
comraolos, agua, gaz, estribaria,
a tratar na rua do Viga-
<* e sssurto? fora :
-m.31.
KMb mais cabellos
brancos.
.. Tiimuiu mmi
t aswaapproTada pelas academias de
whim, Ncoybeeida s perior a toda que
*m 9tffmteaio ski hoje. Deposito princi-
psjl ii r. i CadsM do Recife, hoje Mar-
b Olinda, n. 51. t.^ andar, e em
VH>b a rtsas de cabellei-
0 abaixo assimado, senhor do engenho Piedade,
tendo agora scieneia que o negociante Joaquira
Jose Ramos, ao fugir de ta praca do Recife, dera
ao abaixo assignado como devedor a casa, de
uma lettra no valor de 5:0004 e como taj nao e
desde ja protesta ser falsa a dita lettra e .declara
que ninguem faca negocio com ella, por nao ser
sua assignatura. Outro sim, que c mesmo Sr.
Ramos Ihe ficou ainda devendo a quantia de
9884837, importancia da venda dc 96 saccos com
assucar que ao mesmo Sr. remettera, cujo pro-
ducto nao recebeu, tendo sido vtndido o dito as-
sucar, como consta da conta de venda em poder
do abaixo assignado.
Ribeira de Gitituba, 13 de junho de 1874.
Antonio Jose de Mello.
Afogados.
Pede-se a pessoa quo achou, ou comprou, ou
Pie empenharam um relogio de onro, com a mol-
la frac, liso e com um cachorrinho nas cosUu,
que, querendo deixe carta fechada nesta typo
graphia com as ioici es A. P. S. para Ihe ser
procurado, pagando-se todas as ^espezas, e por
quanto comprou.
senai) wjam
Alem de termos tudo prompto para que qual-
quer familia mande nas taes noites acima nomea-
das alii comprar o necesssario para festejar
i ma noitc inleira.
SiTemos tambem accessories para o fabrico das
Sortes e dos bolos.
A saber :
Amendoas confeitada3.
Papeis picados com eslalos.
Folhas com versalhada nova.
Massa fina, secca e alva, para boles.
Duzentos mil ovos.
Hanteiga fina.
Tudo isto
Na confeitaria do Campos.
*4Imperador*4
N. B. A confeitaria do Campos fornecera vasos
gratis, a quem comprar pels m?nos as amendoas
para as sortes.
a 240
sorli-
Ans iloz uaSI! !! !
Covados de las finas com. listras de seda
rs. o covado ; as.-im como um completo
men'o de fazecdas por preips i,ue admira, que
so a vi.-ia o comprador psdera apreciar : ua rua
do I.ivramc-nto n. 6,
Loja d;is 3 estrellas
Para admirar
ALERTa
Com o n. 43, a rua
Queimado n. 43
do
Pupelinas de gosto o mais moderao que ha, de
24, por 14 o covado. las de lindos padoes a 320
rs o covado : so a rua Dugne de Caxias n. f2.
Vende-se quatro escravas, uma preta de~24
ann>s de idade, engommadeira e cozinheira com
muita perfeicao; outra parda, de 20 annos de ida-
de, engomma e cozinha bem, da excellente con-
duct ; outra de 3o anoos, sadia, vinda do matto,
sem habilidade ; outra dc idade 22 annos, pos-
san:e, com alguma habilidade, e vend:-se por
7C04 por ter uma filha livre, do idade de nm
anno : no pateo de S. Pedro n. 26.
E' urgente.
rua da Uniao n. 49 compra se um
lenr^o, com labyrintho ou grade, obra muito
boa, para uma pneommenda.
Na
0 abaixo assignado faz constar ao publko e
principalmente ao commercio, que vendeu a sua
taverna, sita a rna do Apollo n. 47, a Couto &
Azevedo : quem se acn r com direito a mesma,
quiiia conparecer no praso de tres dias, na mes-
ma. Recife, 17 de junho de 1874.
____________Francisco Domingues Carvalbo.
Atlencao.
Aluga-se o armazem n. 9 da rua da Moeda,
com boas accommodacSes para deposito de algo-
dao on outos qaaesquer generos: a tratar a rua
da Madre de Deus n. 5, !. andar.
ReOoacao.
Na refinacao da rua Direita n. 22, precisa se de
batedores : paga-se bons ordtnados.
Precisa-se alugar duas pretas de mefa idade
para vender na rua : a tratar na rua do Padre
Floriano n. 30.
Uma letra de 1:1794710 por nos sacaJa em 30
de ajosto do anno pr>ximo passado, a dez mezes
de prazo, contra o Sr. Joao Heades da Rocha So-
bral, aeha-se desencaminhada, pelo que preveni-
mos ao mesmo Sr. Mendes da Rbcha somente a
nos devera paga-Ia : sendo nolb desde ja o seu
valor para quem indevidamerite ppssui-la.
_________________Pa rente Viauna i C.
CASA DO OURO
Aos 4:0?000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sortc de 7004000 era um
meio bilhete de n. 2835 alem de outras sortes me-
nores de 404000 e 204000 da loteria que se aca-
bon de extrahir (103*j ; convida aos possuidores
a virem receber, qae.promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes biluetes/iu? nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos me.-mes
annuncios
Acbam-se a venda os muito felizes bilhetes ga -
'antidos da 3' parte da loteria a beneficio da
igreja matriz de Palmares, que se extrahira ao dia
SO do corrente mez.
Inteiro 44000
Meio 24000
De iOO$000 paracitaaa.
Inteiro 34500
Meio 14750
Recife, 13 de junho de 1874.
Joao Joafutm da Cotta Leite.
Toda attencjio e pouco.
Vende-se o verdadeiro fumo do Rio Novo, des-
fiado em pacotes, para cachimbo e cigarro : na fa-
brica de ci?arros, a rua estreita do Rosario'n. 36.
Insignias magonicas
Amaral, Nabnco & C. vendem insignias maco-
nicas de differentes graos : no Bazar Victoria, a
rua do Barao da Victoria n. 2,
Massa para bolos
Vende-se massa secca para bolos a 500 rs. a
libra : na rua do Rangel n. 33.
Nymphas e Luizinhas
Sao os noraes de duas lindissiroas quadrilhas
brasileira<, para piano, chegadas ante-hontera pelo
vapor Fire Queen, composicao do professor Liliozo
dts Santos ; as quaes se acham a venla na livra-
ria franctza, a rua Primeiro de Marco n. 9. Qnem
quizer tocar nas noites de S Joao e S. Pedro duas
quadrilhas de entbusiasmo, e ir em procura deltas,
por serem poucos os exemplares.
Defronto do Itceoo do Peixe Frito.
oti Jiinlo a loja tin Hnjrnolia.
Cbo^nciu : Cbrgacm :
Lazinhas de qusdros pretos a 240 rs. o covado.
Ditas de quadros e de cijre3 a 440 rs. o covado.
Granadine de lisiras, a pariiier.se, a 160 rs o co-
vado.
Poupelina de seda do furta cores a 14 o covado.
Cambraia Victoria Boa a 34000 a pe$a.
Dita transparent-: a 23 c 24500 a peca.
Lenco3 ebmezes con versos a 15S00 a duzia
Chales dc ch ta a escoceza. por 24 um.
Chilas de cores a 240 e 281) rs. o civa.h. '
Brim pardo fin) a 400 rs. o covado.
Colchas pafa eama a 24 e 34 uma.
Lcncik's ie bramanle a 24-
Cobertas adamascadas forradas a 34 uma.
Msi>s para homem. sendo de cores a 44 a duzia.
Toalhas muito grandes o 54300 a duzia.
Metin- de listras a 360 rs. o covado.
Madapolao avariado a 34500 a peca.
Camisas inglezas a 24 e 34 uma.
Ditas de creione a 34 uma.
Aproveitem que estamos fazendo grande abati-
mento, nunca menos de 40 por cento. Dao-se
amostras com penhor.
Massa para bolos.
Vende-se massa para bolo da melhor que tem
apparecido, no largo do Carmo n. 4, e fogos de
tcdas as qualidades para S. Juao e S. Pedro, tu-
do por preco commodo._______________________
Machinas para cortar fumo.
Vende-se em casa de Hawkes &. C. : rua do
Bom Jesus n. 4.
$mT*
Vende-se uma casa ainda em caixao, ao en-
trar na rua do Caldeireiro, indo pela d* Santa The-
reza : a tratar na rua da AssurapoSo n. 72.
VENDED
uma armapao com caixilhos, tudo de louro e em
bom estado, para loja de chapeos de sol, a qual ja
esta conhecida para esse fin, ou para miudezas,
ou outro qualquer estabelecimento, em a rua Di-
reita n. 83, garantinlo se a mesma casa; tudo por
preco muito commodo : a fallar nas Cinco Pontas
n. '31.
Irmazem da es-
(rella.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento e Jagua-
ribe.
\. 0 -Caes do taws-ll, 6
0 dono deste armazem de materiaes contrata
em grande porcao cal preta, pela medida dos for-
nos, mediante ajuste, mandando botar no lugar
competente, garantindo seriedade neste negoefo.
1 ofres de ferro
em casa de Hawkes & C, a rua da
Vende-se
Cruz n. 4.
Admira
Popelinas de gosto, o mai3 raoderno, de 24, por
14 o covado; las de lindos padrdes a 320 rs. o
covado : so na rua Duqne de Caxias n. 92.
Lindas chapelinas chegadas pelo" ultimo va-
por : na rua Primeiro de Marco n. 19, loja de
Jose Ferreira da Silva, successor de Santos Neves.
r 0 abaixo assignado faz ver ao respeitavel pu-
blico. que tendo aulorisado a sua mulher Laura
Cavalcante Lins, por uma pr curacao para poder
dispor dos escravos Elias, Benedicto, Caspar e
Maria, faz sciente que desta data em diante flea
sem effeito dita proeuracao, porqae ditos escra-
vos elle os houve por doacio e como tem de se
proceder o inventario da linada sua sogra D. Jo-
sepha Cavalcante de Mcllo, estes escravos teem de
ser inventariados.
Engenho Linda Flor, 15 de junho de 1874.
___________Francisco Anadeto de Mello Lins.
Alugam-se quatro armazens no caes do Ramos Furtaram da relojoaria a rua da Croz n 39
e dous no becco do Carioca.; ajratar na rua da 86 retogios ja osados, sendo alguns de ouro e ou'
Uniao n. 17. das 3 horas da tarde em diante, ou tros ste prata : quem wuber onde existem, dari-
depois de 10 boras da manha, a rua do Imperador ja-se a mesma, quo sera geaerosameDte veeom-
n. 67, f andar, i pen3io.
Para principiante.
Vende-se a taverna bem afreguezada, sita a
rua de Mariz e Barros n. 4, antiga do Cordoniz :
a traiar na mesma. 0 motivo se dira aos preten-
dentes. __________
Vende-se dous ricos espelbos, novos, com
moldura douradae flores, de metro e meio de al-
tura e 90 centimetros de largura : na rna larga
do Rosario, Bazar Pernambucano n. 30.
Taverna.
Vende-se uma bem afreguezada tara a terra,
em uma das melhores ruas da freguezia de Santo
Antjnio ; tambem se da sociedade : quem preten-
der, deixe carta fechada nesta typographia, com
as miciaes G. M., para ser procurado.
Vende-se
Croz n. 4.
Chafariz de ferro
cm casa de Hawkes A C, a rua da
Cimento Portland
na rua do Viguio n. 19, primeiro
d 500 a 320 rs. o
Massa para bolos de S. Joao.
Vende-se a 50J r*. a libra: na rua do Raagel
n. 42.
| ILEtflH
do verdadeiro
andar.
I^as p-.ra vesiido de senliora,
covado.
Ditas idem de 040 a 360 rs. o covado.
Ditas idem de 800 a 500 rs. o covado.
Alpacas de cores muito largas, finas, com listras,
de 14400 a 700 rs. o covado.
Ditas de 14600 a 8ti0 rs. o covado.
Ditas de 24 a 14000 0 evade.
Ditas de 24400 a 14200 o covado.
Popelinas de 14600, tfMO, 2* a 800 rs., IU00,
14200 0 covado.
Craton para vesiido do sauhora.
Meias inglezas para aenbora, do 13 a 04 a duaia.
GrosdenaptofMeto por 15600, 14800 e 24 0 cova-
do ; de tudo se garaale a boa qstalsdade e es-
tado.
Alem destas ofcieetos acaba de receber um ounr-
pleto sortimento de setim de todas as cores, qne
vende por Iimitado preco, e assim rauitos oniros
artigos de Bwda, coe' seim: casacos daaM"J,
casemira, caapeos a madama. Augot, bornous,
trampos para cabecadasan,b.oa, e sedaa com lis-
tras para vetido de-seAbora a* 4 4600 0 covado.
Sedas a
Vende-38,.booiU.sadas do listras do lindas co-
res pelo baratissimo preco de 14280 0 cjvado,
aproveitem que esta se acabando na rna do Du-
qne de Caxias n. 88, loja de Dematrio Rastoa,

N
-
;
!


Diario^'&JrtiaaMbb ^*ife'''feira ^qjg^JWiV^lfM.

fazendas fmas
Km Priawro dc Marco n. 7 A
DE
Oardeiro Simoes & C.
E" ott una das casas qua hoje pode com pri-
um oflereeer aos seus frejruezes urn variadissi-
caarliaKnto de fazendas finas para grande toi-
> beai assira para neo ordinario de lodai as
i e por precos vanlajasos, das quaes (az um
"tIMH.
__am fazendas is ca?as ds pretendentes,
jara o qw ten pessoal necessario, e dio amoslras
Canes de seda 4e liodas cores.
jrosdesaples de todas as cures.
rorfurio branco, lizo, de listras, preto, etc.
>rtha Macao, preto e de coYes.
irwiwiipli > preto.
Vetefto preto.
inanliBa de seda, preta e*de cores.
Papelioas de lindos padrSes.
FBa as seda, branco e preto.
Ncas hasqaiaas de seda.
'anew de meriao de cures, la, etc.
ataaias brasileiras.
Ones com .-ambraia branca com lindos borda-
fticas eapeHas e manias para noivas.
Riqiiiiiiiio aortinento de las com listras de
riashriin de cures.
IJiUs maripozas, braneas, lizas e bordadas.
Nanzoqoes d> findos padrdes.
flaptistas, padnVs deikados.
rVreakra* d qaadros, pretos e brancos, listras,
ac,c*c.
Dries de linho de cor, pronrine oara vostidos,
c-to barra e Kstras.
Ilicus cortes de vestido de linho, <* eites da
wi etc, ultima mod?
Kilos de eambraia do cures.
Fastio de liodas cores.
>aia* karaa3as para senhoras.
law is b-.rdadas para senhoras. de lioho e al-
C-dSA
Sortiaaento de lavas da wrdadeira fabri'a de
.via, par- Hymens e seDliuias.
f&R*'i f.ira menin.
i fiirt uiw.
T nteas e gnardaaapos adaraascados de o de
rjfora n^i.
CJkfaas de la.
Canandos borda*.
iriade sorttmeuu de camisas de liono, lizas e
rdadas, j>ara homens.
Meias de cures para homens, meninos e mcni-
i>!!as escocet.
\;oaM* <.j.umeptf> de cliapeos de sol para ho-
.*_ e rtuiioris.
Mericj de vr para yestido*.
I pr*K*, tranrado e dito de verao.
itihaio dei abo e algodao para to
AtaUhado pa/do.
1'azaasco de 15.
-'Tins de liniio, branco de e*>res e preto.
in de lindas cures cem listras.
Ccaies de merino de cores e pretos.
tMos de ca -ites de seda preta e de cures.
!;& &'. toaquim.
^aaisas de chita para homens.
D*as de HanHla.
"a^ulas de Un e algodao.
Pianos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Leacos bordadjs e de lalnrintho.
\olcoas de crochet.
Tsrlataaa de todas as cores.
Hieos cortes de vestidos de tarlatana bordados
ara cones.
Espartilhos lisos, bordados.
foolard de seda, liddas cores.
Ileus de ?eda para senhoras e menlnas.
i.icas (achas deseda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas e
-rO.
I'iTBasto de seda.
jeaira wvta e de cSres.
Jsiu*. raadapulio panno Ano preto e azul, col-
i.'iafeo*. j-uuJi.is delioho e algodao, gravatas, In-
*a de de E?co ui*. bolsas viagim, peitos bordados para ho-
acni, !en<;?* de linho branco e de cures, toalhas,
jnardana>os. etc.. tic.
E
Magnolia
Na H "la Ma$aoha, a 'ma Duqne de Caxias a.
Jq, eatentrara sempre o respeilavel publieo nm
eompleto sortimento de perfumarias finas, objactos
de pnaDtasla, Inva's de Jonvin, artigos de moda e
miodmas ftafc?, assirri eomo modicidade nos pre-f
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 43, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios aderecjos
A Magnolia, a rna Dnque de Caxias n. i5, re-
ceben um complete sortimento de
Meios aderejos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
e de muitas outras qualidades.
Botoesde ago
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, tern
para vender os modernos botSes de ayo, proprios
para veslidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
s chinezes
BARATEIRO DA BOA-VISi'A
Rua da Impe'ratriz n. 12
i

Lenoos
A Magnolia, a rua Duqne de Caxias n. 43, re-
ceben uma pequena quaotidade de leocos de seda
chinezes, com hndissimos desenhos, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindo9 leques de madreperola, de tartaruga, de
martim. de osso, e de muitas outras qualidafles:
recebeu a Magnolia, a rna Duque de Caxias un-
mero 45.
Attenqao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaba de receber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marflm.
Rieos albuns com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, vellndo, couro, etc.
Lindas caixas com finijsimas perfnmarias.
L'gas de seda.brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Kicas caixas para conura.
Vestuarios para baptisado.
Toucas e sapaliuhos de setim.
Modernos cnapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravaiinhas de velludo, etc., etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um lindo sortimento de bico9 de guipure
de cores, apropriados aos veslidos chiques aa ac
tnalidade.
VenJe-se um pcqueno si io perto da esta-
*j do Salgadmho, tendo de frente 150
^i.-nos, e de fundos mais de quatrocentos,
>m uma .K*gnte casa A* taipa, acabada de
oroxim e b^-n asseiada, tendo -2 sal s, 3
uarv<5 ecozinha fura. 0 terreno e pro-
l !> .in do plant-iijocs, tendo algumss
irvores da iructo, agua de beber e todo cer-
ado.
Para vor e mais explicates, no mesmo si-
l f. qualijutrhora a entender-se com Tris-
ranci^co Torres, e para tratar, n the-
I) iraria d s loterias, rua I." de Marco
ATTEHCAin
a peciiiiK'ha
foja rtn Borholetn. A rua de> I.i-
umarHlA it. 8. ota qM-ciinmIo.
Ckefuem freguezes antes que as chammas de-
I rrRl tado.
H .tina< para senhora a 3|.
!>itts ditts a So00.
.8 para nordar a 44 a libra.
Eattwneies e bib.ri n'n, > a t'i'-0 rs a peca.
D^o philowme a 500 r.. o Irasco.___________
Vigor dolDabello
DO
Dr. Ayer.
Para a renovacSo do ca-
bello, restituidto de sua cor
e vital idade primitiva e nat-
ural.
O ViooTt do Cabkllo & uma preparacSo ao
BtMM tempo agradavel, saodavel e efficaz par*
11ia i o cabello. Por faeio do seu uso o
raarlln nico, grissdho, e enfraquecido, dentro de
poooo tempo revolve a cor que Ihe 4 natural e
pciautiva, e adquire o brilno e a frescuxa do
cabello da juventude; o cabello ralo se toroa
deaaa e a calvicie muitas vetes, posto qne nSo
ezn todos 09 casce e ncntralizada.
Nio ha nada que pode reformar o cabello
4tfim doe follienloe estarem destrnidos, e as
1 cansadae e idas, mais se ainda restarem
podem aer salvadas e utilieadae pela
io do Vigor. Libre de essaa substancias
f rias qne toraam muitas preparacoes de eate
1 tarn nocivae e destructivas ao cabello, o
sdmente lhe e beneficial. Em tea da
o cabeDo e o fazer pegajoso, 0 conserva
limpo e forte, embelriaando o, impedindo a queda
e o temar-se ruco, e per conaeqoint previse a
catvicie.
Para neo da toBette nSo ha nada mais a dese-
j*r; aio contefldo oleo Bent tintura, u8o p*de
aaaMbaa* meamo o mais alvo lenco de eambftds;
perdara cabello, lhe da um lustre luxurioso,
am perfume muito agradavel. -
Paia reformar a cor da barba, 6 necessario
aaia teaapo de que com o cabello, porem e pode
affueaar o efieito, envolvendo a barba de noite
oaai um lenco molhado no Vigor.
HtEPAKASO POB
Dr. J. C AYER & CA., Lowell, Massn
EUtados T7nidos,
Ckimicet Practice* AntdyUcot.
____ vkn.dk sk por
PREDILECIA
A' rna do Cabuga n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito de
conservar 0 bom conceito que teem merecido dc
respeitavel pnblico, distinguindo 0 sea estabeleci-
mento dos mais que negociam no mesmo genere
veem scientificar aos seus bons freguezes qne pre-
veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
jas d'Europa para Ihes enviarem por todos os pa-
qnetes os objeetos de luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproximar se 0 tempo de
festa, em que 0 bello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqneza de snas toillettes ; e co
mo ja recebessem pela paquete francer diverso
artigos da ultima moda, veem patenlear algnn?
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publieo a costumada
conenrrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Aibuns com ricas capas de madreperola e d
vellndo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completos de borracha proprios para
hito, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
BotSes de setim preto e de cores para ornato de
estidos de sechora ; tambem tem para collete
palilot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., eM, pur
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de loucs
como de cdra, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes lornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto que as en-
tretenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordado?
para homem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
cis.
Caixinhas com musica, 0 que ha de mais lindo,
L'om disticos nas tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
CapeHas simples e com veo para noivas.
Cal$as bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindoi
desenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe tun
g-ande sortimento de divercas larguras e baratr
preco.
Fitas de saria. ^ j^rgurao. de setim e de cba-
ooa)otot de diversas larguras e tonitas cores.
Facna9 de gorgurlo muito lindas.
Fi r artificiaes. A Predilecta prima em eon-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as flor es, nao so para enfeite dos cbellos, come
tambem para orcato dc vestido de noivas.
Galoes de algodao, de IS e de seda, brancos, pre-
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Laco9 de eambraia e de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda de cores e braneas bordadas para
ociva.
Uvros para ouvir missa, ccm capas de madre-
Ccrola, marfim, 6s~o e velludo, tudo que ha de
om.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca-
beltos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola. marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo ssta a Predilecta bem
provida, nao s6 em extractos. como em oleos e
banhas dos melhores odores, aos mais afamados
fabricantes, Lonbin, Piver, Socledade Hygienica.
Condray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatlfmos de li e de setim bordados ,para bap
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
Vestimentas para, baptisado 0 qne ha de melhor
losto e os mais moderno s receben a Predilecta
de or an to preco, para near ao akance
qnalquer bolsa.
Rua do Cabugdn. 1
MENDES GULMARAES t IRMAOS
Acabam de faur um gratido bbatimeuto nos pre^osde suas fazeudas atten-
dendo a grande falta que ha h"ju de dlnbeiro,^ por isso crek) que o preco que vai men-
cionnd ) agradara ao respeitavel publit'O.
CHAl'COS BE SOI. DE SEDA A '.cOOO.
Vende se clupcios do sol de seda para se-
nhoras e meninas a 49, ditos de alpaca li-
nos com 12 astes a 45J, ditos de oierin6 Je
duas cores a W, ditos de seda para homem
a 6, ditos inglezes com 12 asles a 85 e 9.
BRIM PARDO A 400 rs.
\j-iid' -se hrim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com qoadnnhos a
500 rs o covado
CORTES DE CASEMIRA k%$.
Vende'se cortes de case'mira de cores para j todos os tamauhos a 49, 43*300,
calca a 5, e G#, ditos da dka preta part cada um.
fROCUES A 19500.
Vende-se cnochis para cadeiras a 10500
cada um.
LAZINHAS A 200 REIS.
Vende se lazfnhas para vestido a 200,
320, 400, e 500 ts. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vcnde se alpacas de cores a 500, 640, J
800 rs. o covado.
GR'A^DE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
Vehdese grande sortimento de tapetes para
59, e 69
\
"NA
Viiiho
Especialidade
piiro
e ge-
JLOJTA DOPATAO
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA UQU1DAR .
Granadiua preta a 500 rs. o
covado.
0 I'avco vende granadina preta e lavrada
pelo baratu pn^o de 600 rs o covado.
ALPACAS PRETAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
particular,
main*.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris de
viDho do Alto Donro, especial e unicamenle pre-
[ parado do extraclo da uva e isento de qualquer
j confeceao, sendo muito mais braudo que o da Fi-
; gueira, o one o torna recoramendavel pelo muito
! que agrada ao paladar e prefcrlvel a todos os ou-
tros viuhos de paslo.
Acba-se a venda uos armazens de Joao Jose Ro-
drigues Mendes. Souza Basto & C. e Pernandes da
Cost* & C.
GRANADIJSAS
Granadinas de seda pura, preta com listras
alpacas pretas, que vendea 500, 640 e 800.de c6re.se padrocs os mais bonitos que tem
colQa a 4?, 59, 09, c 7jp.
BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
, Vende-se coitcs de brim de Angola para
calca a 29, dito rnufto finos a 39-
ADERTURAS PARA CAMISAS A 200 REIS
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 50l rs. dltas'de
esguiaoa 19, ditas bordadas a 29.
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
e 320 rs o covado, tem escuras e Clar MADAPOLAO A 39.
Vende-se' pv^as de mad polao enffstado a
35, ditas de dito inglez a 4*500. 55, e 69,
ditas de ditofrancez fino a 79, 79-00, 89'
95000.
GRANDE SORTIMENTO DE HOL-PA FEITA
NACIONAL.
Caixas de riscado para trabalho aliJOOO
e 19400.
Calcas dftbrtm pardo a 15900,29* 29500.
Calgts de brim' de Angola de cores a 29
e 39.
Calcas de casemira de cores a 59500, 69
e79.
Calgas de casemira preta a 35500, 59500
e .7
Palitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 25.
Paletots de a paca preta a 39, 39300, 49
59.
-
E
0 BAMTEIRO
contra
lnimigo
Chapeos de seda.
Chapeos de seda para homem, i roprios de pas-
formas moJernas e bem armadas, com um
seios, _.
pequeno deTeito a 2o00 e 3*000, e pechlncha e
esta se acabando : na rua do Crespo n. 20, loja
das 3 portas, de Gailherme & C junto a loja da
esquina.
acernmo
a carestial
NA
Rua Pi'iinoiro e lar^o n. I
Outi-'orn rua do Crespo, defrou-
te do arco do Santo li-
touio.
BAPTISTAS, temos grande sortimento aVM fa
zenda e vendemos muito barata, & 360 e iOO rs.
o covado.
ALCASSIANAS de bonitos desenhes e cores 6-
xas, a 400 rs. o covado. So no baMteiro, venham
apreciar.
METINS trancados, franceze3, fazenda superior
e de bonitos gostos, a 2i0 e 280 rs. Quern r-iva-
lisa ? a
CHITAS dc bons gostos e de cores fixas, a 240
e 260 rs. So aqui.
LAZLN'HAS escocezas, padrSes bonitos, a 180 e
00 is.
DITAS de linho e 13s, padrSes inteiramente no-
ves, a 240 rs o covado, fazenda que custou sem-
pre 400 rs. So no barateiro !
CHET0NES escuros e claros, faaenda superior a
400, 440 e 480 rs. o covado.
P0PEf,L\'AS de seda e linho a 800 e 1J; apres-
sem-se a mandar ver.
DITAS de linbo e algodao a 7C0 e 800rs. o
covado.
BRIM pardo trancado a 260 e 280 rs. o covado. Vende-se por barato preco aras de amarello
So no barat iro Dara rotolas e janella?, com as dimens>ies munici-
" DfTO de cores^, fazenda muito boa, a 560 rs. o paes, as^irn como portas para rernrtimentos, e
covado I,u^0 avo, pois ainda nao- foram servidos : para
CAMBRAIA transparente e Victoria a-34l)00 eltec tratw, no iargo- T800 a peca I Aonde tem t No barateiro I | do Amorim n. 62.__________________.
ORAMANTE de linho de duas largu a vara ; admira t e exacto.
ESGL'IAO de linho e algodao de 10 jardas, por
4*000 I
DiTO de linho puro a 8* a peca. Ao barateiro,
ao barateiro I.
MADAPOLAO francez fazenda superior a o* e
6* ; sempre custou
Asunicas verdadeiras
Bichas hambarguezas qnr vem a est8 mercado
ru* Marouez de ul:nd n. M_________
Muito barato
Caixas de fogoj cftraezes a 10*000 : na rua do
Bafao da Victoria n. 39, outi'ora rua Nova, jola
de ferragens de Souza & Guimarae?.
, v __-i 1-----1---------1 I t----1---------1------ 1 II. i I I
Extraordiua-
lifi baralrza.
O Damar da Sloda si rna ."VovaJ
. .iO
qoerendo reduzir o deposits que tem de fazendas,
resorveu vender os seguinti s artigos com grande
redilcj|ao de pre'eos. a saber:
ao.
no Sal-
afa*
BOTINAS para senhora, muito superiores, a 4*
e 'li.'iOO. Se atjui.
TOALHAS alcochoadas a 4*500 e 5*000 a du-
zia. A ellas, a ellas.
CORTES de creton francez, bordados 5*300
e 6* I I B
Ditos (uso da co te) 'Je eambraia a 10*. Sem-
pre custou lo*.
SORTIMENTO de chapeos de sol de soda a 7*,
8* e 9*. Venham antes que se acabem.
DITOS cabo de marfim de superior qualidade,
a 115500, para acabar.
DITOS para senhora, a 3*500 I Sempre cus-
taram ('* ; estaose acabando, venham a elles, a
elles !
GRANDE queima para acabar de camisas fraa-
cezas e inglezas, por todo o preco a 17*, 18*, 20*,
30*, 35*, 40* e 48* a doz a. E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a 1*, 1*200 e 1*500 o covado. So no barateiro I
Quem ousa dizer que nao e barato? por ctrto,
ninguem.
CHALES de casemira com listras, o mais mo-
derno que ha a 3*500 e 4*, fazenda que ensta
era qualquer Rartc 6/. Venham a elles antes
que se acabem I Ao torn torn I
Alem desles, outros muitos irtigos que deixa-
mos de esteciflcar. para nao massar nossos fre-
guezes, mas eslarao patentes a vista d s compra-
dores. Avista do expost fieamos convictos de
que virao fazer acquisieiio de boas faiendas por
pouco preco.
Ao barateiro 111
Na rna do Crespo n. 1.
Augoslinho Ferreira da Silva LealC.
Casa e terrenos baralos
jwdiiHw.
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na tbesoura-
ria das loterias a rua do Crespo n. *V vende sua
| casa de taipa e terrenos de sew sitios no lngar
do Salgadinho I a tratar soraente com o mesmo
Cur* dos eslreilamenio durelra
pel* facil applicai.fio das
SONDAS OLIVAES
DE
GOIIA ELASTICA
A* tnodernas e aperfeicoa^as de tods
es conhecidas
Vendemse
NA
PBtARMAClA 1 DROGA-RIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Bacalfaao de Noniega.
Acaba de chegar um pequeno lote de caixas
deste deseiado b3calhao : no caes da alfndega,
armarex de Tasso Irmaos & C.
Machinas de descaro^ar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de fetro para
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem*s^
na rua da Cruz n. 4. alma^
zem de Hawkes & C.
Iraqnes chinezes
9O0O a cfttoa
f Wb r. a carta
S6naruaft}BarSoda Yietoria n. 39 (ontr'ora
rua Itovsf)! loja de ferragens de Souza & Guima-
raes; assim como recebem encommendas de fcgos
proprios para os festejos das noites de Santo An-.
tonio, S. Joao e S. Pedro, todos de boas qtuniladds"
e pre'eos commodos, e tambem Hvros de orte/
baralhos. tarjetas, raaglcai, ete.
Tarnaricds &6 P6tt6.
Vende-se tamancos do Porto proprios para
inverno: na rua da Senzalla Nova d. 1.
BAZAR m
Rua do Biiriio da Victoria d. 2
DE
Cameiro Vianna.
A' estehgrande estabelecimento tem cte-
gado om bom sortimento de machiuis para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamentena Europa, cujas machinas
sao garantidas por am, anno, e tendo nm
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim cooeerta-las pelo torapo tambem d'um
anno sem despendio algutn do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertoiicas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
qiler pe}a qne 6ja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeigao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costara por fina que seja sens
precos Bio da seguinte qualidade i para tra-
balhar a mao de 309000, 4W00r 45*000
e 509000, para trabalhar com o pe sao de
80900O, 9080O0, 1009000, 1109000,
1209000, 1409000, 1509000,2009000 e
55090O0, emquanto aos autores nao ha al-
ter acao depreecs, e os compradores poderao
visitar este estabelecimento, que muito de-
verao goatar pela ^ariedade de objeetos que
h* sempre pat* leader, como aejam: cadei-
ras pan viagem, malas para viagem, cadei-
ras para aalaa, ditas de balance, ditas para
crian^a (alias), ditaa para eseoks, costurei-
ras riqeisBiaaas, para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as- qualidades, eamas
de ferto yara homem e criancas, eapaehos,
eSfalhos dourados para sala, grandas e pe-
quenosy appareihos de metal para dh<, fa-
queiros com cabo de metal e do marfim,
dHojrfTOlsos, colherWde metal fino, oondiei-
foshata sala,, jarros, gaarda-comldas de
itim, tthipw !pa cobfrr pjfatos, esteiraa
para forrar silt*, lavatorkiB opleto6, ditos
simples, objeetos para tbUette, e'outrdt iBHi-
tbs artigds <{v# m*ho-de*emagradr a todos
ttu* TWtareW fte grande eetabelsdimento
iqW ie acba1 alerto desde *s 6 horat Ida ma-
nM at^as'9 boTss da noutea
Bttft do Barfto da Victoria n.
22.
rs. o covado, assim como grande eorti-
rnento de cantoes, bombazinas, princezas
pretas, merinds, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
CAMBRAIA VICTORIA A 49C00, 49500,
f?9 09000 E 79000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
eambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 7*000
a peca, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7#000, 6 pechincha.
CAMISAS FRAKCLZAS A 2)5000, 29500
39000 E 3500.
0 Pavao vende urn bonito sortimento d
camisas" francezas com peito de algadao, *
29000 e 29500. Ditas com peito de linbe
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
finas de 690c 0 a 109000: assim como
grande sortimento de ceroulas de linho e dt
algodao, por precos baratos, e tambem tem
eompleto sortimento de punhos e collarinbo;
tanto dc linho como de algodao, por pregos
em conta.
CORTINA UOS BORDADOS PARA CAMA 1
JA.NELLAS, DE 79 ATE' 259000 0 PAR
0 Pav3o vende um grande sortimento de
cortinados bordados, proprios para cama t
janellas, pelo barato preco de 79000,89000,
lOjjtOoO ate 259000, assim como : colxai
damasco de la muito fina de 109000
129000 cada uma.
BRAMANTES A 19^00, 29000 E 29500
0 Pavao vende bramantes para le*ic6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo 0 dt
algodao a 19800 e 2*000 a vara, e de linh<
29400, 29800 e 39000 a vara: e" pechin
cha.
Grande pechiccha a 4$000
e 5$000
CORTES DE CASEMIRA.
0 Pavao recebeu uma grande porcao de
cortes de casimeras de cores para calcas, e
vende pelo barato preco de 49000 e 59000
cada corle, na rua da Imperatriz a. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
KSMERALD1NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimeiitG
das mais s legautes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
co de 800 rs. 0 covado, & rua da Imperatrii
n. 60.
0 Pavao queitna os artigos
seguintes:
Cortes de combraia branca, transparente,
com enfeiles bordados de la a 5^000.
Dit s todos brancos bordados a 12#000 e
159000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras de seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 6i0 e 800>s.
Cintos de setim de todas es cores a 58000
Punhos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Dit8s de dita ditas sera mofo a 19600 9
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustao braneas para cama a
29500.
Ditas de dito de cdr a 49t00.
^ambraias braneas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de eambraia branca com bonitos
enfeites bordados, de cdr, fom figurino a
69000.
Pecas de mada polao com pequeno toque
de avana a i-joOO.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 4)5500.
Madapolao enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3O00.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
4o5tO.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 2#500 e
34000.
Bramante de linho com 10 palmos de
lagura, vara a 2#6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 11500.
Espartilhos brancos e de cores a 4$ e
50000,
Cortes de casimira a 4)5 e 5)5000.
vindo ao mercado e que se vende pelo di-
minuto preco de 500 rs. 0 covado, por ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
29000 0 covado ; e pechincha. Dio se
amostras.
Brim branco
Rrim branco muito fino, fazenda de
29500 a vara, que se vende por 19400 a
vara, por eitar com um pequeno dtfeito ;
pechincha.
Melins franeezes
Metins franeezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fazenda que ja" se vendeu
por 500 rs, a 3b0 rs. 0 covado ; 6 pechin-
cha. Dfio se amostras.
Cretones de listr; s
Cretonesde listras, fazenda aa lchoada, pa-
droes muito lindos a .400 rs. 0 covado ; dao-
se amostras.
Madapoloes
.Madapoloes com urn pequeno toque de
avaria, de 3)5500 a 59000 a peca ; e pe-
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avariddas a 2i0 rs. 0 co-
vado; e pechincha.
SO" 0
."V. SO da rua Loja das 3 portas
DE
(Julherme &C.
Junto a loja Para as noites de Santo An-
tonio e S. Joao.
Amaral, Xabuco 4 C. acabam de receber eom-
pleto sirtimento de sortes francezas e ailcc.;u*.
para brinquedo das noites de S.'int> Antonio e 3.
Joao ; e o que se conhece de mais engracado e
apropriadu para briucar-se ne5^as noites.
Aid azem pintado de preto
confronte aalfandega
Ven4e-se a retalho e a dinheiro, muito ba-
rato, para liquidar.
Fogo chinez com lindas vistas para queimar em
salas.
Caixas com 40 c:rtas de traqoes snpariores.
Batatas por arroba. .
Caixas ccn. latas de 5 galoes de gai Devois.
Manteiga Trance a P L G 'de 1874.
Arroz, cafe, cna, e mais generos de primeira ne-
cessidade, para os ricos e pobres, conja mdica-
ram, faieado ceusara aoadmiaistradar-C.
Aos dignos masons
Amaral, Nabnco & C. tendo cm vista a grand*
e pomposa lesta qae fazem os dignos masons ao
padroeiro desta respeitavel corpwagio na noite de
S. Join, participam aos mesojos Srs, maeons que
aeabam de recelwr iBaignias de divewos graos, e
vendsm no baiar Victoria, rua do Barid da VfClo-
ria n. 1. .______*_J__i_
Salsa parrilha.
Nova reniessa, exellente qnalMade; vende?
nt do Vigario n. 16, 1* andar.
ama casa na villa de Barreiros, na rna do Com-
tercio, nor preco modfeo: a tfattr com ***
'rmlos 4 C
- ...... j--------------
Arma^ao deamareilo
Vende-se uma armacao de amarallo, earidraca-
da, com balcao, por commodo preco : a tratar na
rui do Crespo n. 20, loja das tres portas.
Algodao azul
Algodao azul americano, o que ha de njelh'r, *
?20 rs. o covado : aproveitem, que se csia acaban-
do. Previne se aos senhores de eug<-nhos.
Fustao branco
Fustao branco trancado, proprin para vestaarios
de meninos, a 320 rs. o c vadu, pechin ha; apro-
veitem, que se esia acabando________________
Vende-e a taverna sita na rna de Vidal Je
Negre.rcs n. 21, :.n'.igo peteo do lerjo : a tratar
na mesma rua n. 16.
Triumpho da
SCIEliA MEBiC A!
,9 V% P
9^1

Em tem pos modernos neuhum descuLri-
meuto ope uromaior revolu^ao no modo de
curar auteriormente em voga do que o
PEiT(iAL iii mmm\ i
TANTO NO TRATAMENTO
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisica,
Rouquidao, Resfriatnentos.
Bronchites,
Tosse ConvuLsa,
Dores de Peito,
Expecturacao de Sanguc.
Como em toda a grande serie de enieiali-
dades da Garganta, do Peilo e du
OrgSos da rcspiraeito, que tan:
atormentam e fazem soffrer a humani!
A maneira antiga de curar consistia gi
mente na applicacao de vesicatorios, San-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
guentos fortissimos compostos de substan-
cias vesicantcs, afim de produzir emjioii.-.s ;
cujos differentes modos de curar, nao faziam
senao enfraquecer e diiuinuir as forras do
pobre doente, contribuin lo por esta forma
d'uma maneira mais fa< I e certa para a en-
fermidade a destruir;au inivitavel de sut
victima I Quam diflerente e" pois o effeito
admiravel do
FEII05AL BE aSaCaSUZIa!
Em vez de irritar, morUficar e cauzar inau-
ditos soflrimeutos ao doente/
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritacao,
Desenvolvo o'entendirriento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systoma
desaloje d'uma maneira prompta e rapida
ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlira
testiflcam serem exactas e verdadeiras estas
rela^oes analogicas, e 16m disso a expe-
riencia de milhares de pessoas da America
fiespanhola, as quaes foram curadas com
PEITORAL DE ANACAHUITA I
Deve-se notar que este rcmedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine
raes, como Tgetae6, emquanto que alguns
rJwites ulttmos, e particnlarmente aquelles
que sao dados sob a forma dc opio, e aci-
do hydrocianico, formam a basedamaior
parte dos Xaropes, com os quaes tao fa-
cilmente se e*gana a creduhdade do p-
blico. A coraposi^ao dc anacabuita peito-
ral acha-se linda e curlosamente engarrafada
em frascos da medkla do ceroa de meio
quartilho cada um, e ooino a dose que se
toma e so d'uma eorhcr pequena, basta
geralmeute a applicagao d am ou dous fran-
cos para a effectual & iuakpeer oura.
Acha.-sea vebda err, >dds tt boticas.'
H. FrostersAC, age:
Unices sgentfts nest \ "jvineia os Srs. J*
0. D. Coyle, rua do Co.nmercio n. 38.
\


8
Zfariode Pemambaop Sexta feira 19 de Junho de 1874.
YARIEDADE
i
Ea moii assim.
(ode).
0' paliida mulher I se negra sina
lien berco ali:in<1nado me otribalou,
Nao te lias da jfde i-eregrina
De-sa alma quo to araou.
Quesonhaa em teas labios de ternura
Das noites do passado se esquecer ;
Tar urn jeito suave de vtniuxa ..
E amor... onde morrcr !
A dk Azbvbdo.
I
Amem outros o solio da graudeza,
0 ephemera existir;
Em fataos loucos sonhos de riqueza
Meditem a sorrir.
Ante as aras do luxo e da vaidade,
Do orgulbo c ingratiddo,
be ouropeis sobre throuos, da maldade,
Do vicio cortezao;
Queimem o iucenso vAo deaduludores,
Thuribularios vis 1
l'oc-tas covardes, torpes prosadores
Genuflexos, servis:
locapazes de olbar para alem-riiuudo,
De indagnr a amplid&o,
Passem na terra eomo urn sopro imraundo,
Que varre o furacao :
A c-onvivencia esteril, quo deriva
De alTeigdes charl-itAes,
Deixa n'alrna o veneno da saliva
Dos hydrophobos cAos.
Oue amo, para mim, o isolamento
Sera muadano rumor,
Onde possa soltar meu pensamento,
Vida dc paz e amor !
Onde eu ouga o murmurio das florestas
E as fives a trinar,
\tja a Qor, livre ao baile onde se cresta,
Os valles siastrar.
Ondeeu veja o raiar das alvoradas,
As planicies, os ceos,
E as noites de rail lumes recamadas,
Reflexos de Dens 1
Viver de paz e amor, como 6s fagueiro!
Como caudido es 1
Sem osculos de Judas traicoeiros
E espmhos nos laureis 1
Preiiro descangar ineu corpo lasso
N'esse asylo de paz,
Oue no velludo do divan do pago,
Oue nos leitos reaes :
|/ja a seda, a purpura, oarminho, othrono
Sao dos orpbaos o pAo,
\ honra de mil virgens, sao o somno
Do treraulo anci&o.
II
la me amasies, aliaa predilecta 1
Se amasses a mim s6 I
trouxesses as noites do poeta
0 son ho d Jacob ..
parecerem a" barra d'aquelle concilio, afim
de se dafenderem do crime de heresia.
A igreja, cpmoserft, reagja fortemente
contra o afrouxamento desua.autoridadeem
materia de competencia temporal e Contra
B
fas so-.iMariM, e no estado natural,' qual
quer sociolade *erva a respeito de ou-
a emancipate- civil, que os povos se pro- tra, que lbe 6 estranha, osdireitcs de igual-
sahirem da tutela dada, liberdade e independeocia. Por ou
1
curavam, no intuito de
deRc-ma. 'tra parte o estado. naqiiillo que d temporl,
A lu a sobre a conducta de Carlo* VII, e soberano e independents da iqreja. e nem
-onlirmada por um acto solemne de Luiz isto 6 nocessario deonnstrar, porque to Jos
e prolongou, ate que, depois da raor- o reconbeem (8100 e 101).
ted'este ultimo reie do papa Julio II, S. Luiz 0 proprio papa Pio II, reconbecia tao
enten leu-se era Bolonha com o papa LeAo X, clarameule o lirnite que devia ter sua ju-
e concordaram em substituir a progmatica risdicgao. como soberano pastor das almas,
sanccao por un contrato synalagmatico, que dirigindo-se ao rei de Fraoga Carlos 11.
cujas conligoos foram ustipuladas por ne- autorisava-o a reclamar contra suas let-
gociadores uomeados pelas duas partes con- tras :
tratantes. i Quod in aulio prcejudicatum tuis juri-
y essa concordata se regulava principal- bus pulis, parati summus Tuas Celesila-
mente a materia do provimento das dioceses dini jastitiam cum omni benignitate ad-
e baueBcios, estaboleccn le o direito de ministrare.
apresentacio, os casos de appellagAo, sobre Mis para que esse direito de beneplacito,
gragas espectativas e as reservas, que foram mesmo limilado como e\ nao ultrapasse as
abrogadas, como jd o tinhamsido na prag- raiasdo que i exclusivameoto dos interesses
matica ; o direito dos graduados para a ob- |temporaes, os autores e mesmo a igreja tern
tengAo dos beneficios, e os mandados apos- descriminado as mat-rias sobre que ella p6-
tolicos que os papas podem oxpedir para de versar.
certos effeitos mixtos em relac^io a03 bene- Van Espen, partidario dicidido do placet
um hereje em direito conitilucional, quao-
do diz qne o placet s6 deve ser empregado
contra as bultas dos anti-papas e os decre-
es dos concilios tornados conventiculos.
Contento-me em ir para o ce"o pelo ca-
rninbo qua ma indicar o meu venerando
pastor. Tome o S-. Dr. Soares o que (be
parecer, e nem por isso deixarei de respei-
tar como a.uitas sinceras as inspiracSes de
sua consciencia, e a orthodoxia de suas
crengns religiosis.
Julgo ter respondido, ao Srr Dr. So ires,
ei sustentado a verdadeira doutrina catho-
lics ecoustitucional sobre awagna prerogati-
ve do placet.
Fica assim terminada nossa discussSo.
Cearfi Juuho8de 1874.
Dr. J. Aveli.no. '
ASSEMBLE4 GEliAL
Gcios.
E aqui vem ao pello rwponder um arti-
go editorial da Tribuna Catholica, do dia
illimitado, recuou diante dos decretos dog-
maticos, abrindo excepjao para elle.
Pay reduz as materias mixtas as ordens
7 do correote, que nSo traz a assignatura ] religlosas, bsneficios ecclesiasticos, matri-
e peregrinacdes.
Para o mesmo autor as materias propria-
menta espirituaes sAo : a doutrina, os sa-
concordata de S Luiz, e considera-a apo- cramentos, a disciplina e as assemblers de
do Sr. Dr. Soares, mas que pareceu ser de tnonios', esmolas, feslas
sua illustrada penna.
S. Senhoria contesta a authenticidade da
. < ;es a alma, a e.^sciv.-ia, o sora quo inspire,
Oh 1 filiia de meu Deus 1
oendesses a fronte em minha lyra
Com um deases risos teus...
fossemos alem, do mundo ausentes,
Longe do seu sorrir...
1 Dugs da sociedade indifferente,
Oue so sabe mentir I
Ftlizes, e?trangeiros dos desejos,
Longo dos uivos do mal...
1 eu tivessj uma c'rda dos teus beijos,
Por laurea triumphal !
Se fossemos um so, se contra o seio
Quizesses-me estreitar...
E eu te viss-2 corar, bella, de enleio,
Sem ter de que corar...
Aves estremecidas, n'um s6 ninho,
Ouvindo o coragao
A palpitar, de amor e de carinho,
N'um extase expansao...
Se tu me amasses, alma predilecta !
Se amasses a mim s6 I
Se trouxesses is noites do poela
0 sonho de Jacob I...
E, como as rosas veem com as prirraveras,
Nascessem desse amor
VileieOes puras. santas, verdadeiras,
Nao de uma dubia cor.
>le perd6a, Leonor, mas muitas vezes
Desvaira-me a paixao;
Das n..nhas mares negras nos revezes
Julgo ver um clarao !
E o pelago revolto, se enternece
Ao suave da iuz,
Hem como a peste, as som de ineiga prece
Murmurada ante a cruz :
E esse clarao e a luz dos teus olhares!
A luz dos olhos teus!
Luz roubada, por anjos, aos altares,
Ao infinite, a Deus 1
i entao, fujo dos homens traidores,
Sem lagri. ;as, sem K I
One vendem seu irmao aos mercadores,
Como outros a Joseph.
: I o teu olhar do mundo 6 o reverso !
Sob Deus i6 te amar :
I > <-nte o ceo a nesga do universo
Banhada desse olbar !
inas, Recife. 24 de maio de 1874.
RODOLPHO DORNELLAS.
LTrTERATUiU
O DIREITO DE PLACET.
(ConclusSo.)
O papa Pio II procorou obter de Luiz XI
a revogacJo d'ess?> prngmatica, e o" rei a
principio condescendeu ; mas o parlamento
recusou registrar suas cartas, e tendo sobre-
vindo uma desintelligencia pessoal do rei
com a santa se", suas concessSes Gcaram de
nenhum effeito.
0 concilio de Latr5o, declarou-se em
luta como rei LuizXIIde Franca, e por ins-
pira^ao do papa Julio II os fautorps d'a-
qudla pragmatica foram citados para com-
crypha ; cntretanto todos os publicises da
Franca, quo tratam dastei assumptos, se
refnrera a ella, e a considerara um titulo
mais do veneragao ds virtude3 d'aquelle sin-
to varao, que para servir a Deus, nao des-
curava nem traasigia com as obrigacoas,
que Iho imp mliam seus deve res de rei.
Citaremospor exemplo Depradt, nas suas
Qualro concordala^, Laboulaye nos seus
Estudos sobre relacoes muluas da igreja
como estado, Giston da Bourge, no seu
estudo sobre Concordatas, e Foucart, no seu
Curso de direito administrativo.
Todos estes autores se oppdem & afTirma-
c,ao de um simples panegeiista como Chau-
trel, que no intuito de tornar a santidade
um effeito de virtudes e gramas sobreuatu-
raes, nao achou qua S. Luiz podesse vir a
ser canonisado, cumprindo exactamente seus
deveres do rei.
Mas para o Sr. Dr Soares tudo quanto
temos escripto nao passa de phylosohisrao
pagao, ou doutrina de racionalista e pro-
testante.
Nao p6do o illustre redactor da Tribuna
compreheuder essa dualidade simples e logi-
ca, que decorre da propria natureza huma-
ne, e que se chamainteresses espirituaes
e temporaes.
Para S. S. qualquer limitajSo que se en-
tenda dever reclamar, em bem dos interesses
civis da sociedade, e um attentado & auto-
ridade pontificia, e uma heresia condemna-
vel, talvez coti as mesmas pen as que o 4
concilio de Latrao estabeleceu.
Esquece, porem, o Sr. Dr. Soares, que
vai ale"m do proprio papa Pio IX, eda opi-
niao dos bispos do Brasil.
Do papa Pio IX, porque ahi estio as se-
guintes concordatas por elle celebradas :
Em 21 de fevereiro de 1858 com o rei
dc Portugal, p:ra a apresentar,ao dos bispos
do Macdo, Gda e Malacg, concordata que foi
ractificada em 15 de abril de 1859, pelas ea-
rn aras portuguezas;
Em 7 de outnbro de 1832, com a repu-
blica da Costa Rica, onde ficaram consig-
nados muitos favores e concessoes tempo-
raes ;
Em 18 de agosto de 1755, com a Aus-
tria, quasi nos mesmo? termos da de Costa
Rica.
Alcn d'estas existem outra concordatas
celebradas com o W'urtemberg, em 21 de
junho le 1857; o Grao Ducado de Baden, em
28 de junho de 1859, e em 1353 uma
bulla publicada com acquiescencia do rei
da Hollanda, restabeleceu a hierarchia ca-
tholica d'esse paiz.
E' o proprio Pio IX, um dos nruis deno-
dados camp'dos do christianismo, e que pe
la tenacidade heroica com que se oppoe a
invasoes perigosas na igreja. catholica, se
p6de considerar a incarnacSo viva da re-
sistencia e do valor ; < esse varao santo, que
resume em si a fragilidade do homem e a
omnipotencia de urna revolucjio, que, com-
prehendendo o verdadeiro alcance das ma-
terias mixtas, nao julgou compromettcr a
igreja de Deus, a fe e o dogma, a moral e
e disciplina, entrando om accordo com os
soberanos dos differentes estados catholicos
e mesmo protestantes.
Vejamos ainda a opiniao dos bispos do
Brasil.
0 eminenlissimo Bispo Monte, conde de
Irajd, diz no 111, Tom. II, de seu Curso
de Direito Ecclesiastico, o seguinte :
Resta 'para completar a doutrina da
competencia dos dous poderes, que fallemos
dos objectos mixtos, que saa aquelles que
tem urna parto espiritual e se referem a
um Gm sobrenatural, e tem outra parte
temporal, e se referem a um fim natu-
ral.
0 raatrimonio ex-gr., e um objecto mixto ;
como sacramento 6 cousa espiritual, e como
contrato natural ou civil c cousa tempo-
ral.
Mas e" claro, que dado assim o objecto
mixto, sera" ao mesmo tempo da competen-
cia de um e de outro poder, cada um na
razSo da materia do fim que lhe diz res-
peito.
Acerca d'isso n3o p6de haver duvida, po-
dendo haver sflmente alguma difference na
enuraeracdo dos objectos mixtos, que alguns
autores ampliam e outros restringem, como
acontece com os objectos disciplinares em
geral.
Ve-se por 8qui que o bispo Monte, o nni-
co publicists ecclesiastico que possuimos,
citado com respeito por suas luzes e por
seu zelo pelas prerogatives da igreja ; admit-
tia o placet limitado, que e" justamente
aquelle que defendo, como doutrina cor-
rente no nosso direito publico patrio, e ex-
pressamente consagrada na nossa constilui
c8o.
Nem outra seria a minha intencao, por
que jdmais pederia pretender fazer do in-
perador do Brasil o supremo doutor da fe",
o dosconhecer a independencia e a raissao
da igreja.
Gom effeito, diz o citado Monte, Jesus
Christo fundou a jgreja com o fim de sal-
var o-Iioaiem e os meio; qoo insli.uio, e
depois deltS os apcitolos e os seus successo-
Fntretanto o ostado tem por fim a felicidade
desta xida, e em propor^A-j com esse fun,1
religido.
Em Portugal a Carta Regia de 23 de
agosto de 1770 declarou nao ser necessario
o beneplacito regio nos Rescriptos da Pe-
nitenciaria, nem nos ordinarios pertencen-
tes a particulars, quand) nelles n8o se
involve ponto que interesse a* tranquillida-
de publica : e, comquaato, como diz um
reinicola, pela Provisao de 12 de outubro
de 1793 se deu como derrogada a sobredi-
ta Carta Regia, relativa a> beneplacito dos
Rescriptos nos negocios entre os particulars
lodavia ficou em vigor naquelle reino a
isencAo do placet regio nos Rescriptos da
Penitenciaria, como so ve" do Av. de 23
de agosto de 1770, enumerado expressamen-
te por Borges Carneiro.
Foucart.no seu Direito Publico Admi-
nistrativo, diz timbem que em Franca, no
intuito de respeitar-se a liberdade de cultos
o de attendar-se is reel imagoes do papa,
depois do concilio dos bispos em Paris, foi
promulgado o decreto de 28 de fevereiro de
1010, lembrando uma excepc&o de admit-
tida, segundo a qual os Rreves da Peni-
tenciarias, para o foro interior s6mente,
poderao ser executados sem autorisagdo
0 abbade Affre, citado por Foucart, ob-
serva no seu Tratado da admnistracao
temporal das parochias, que o uso geral
das igrejas da Franga e" que os bispos cor-
respondam-se Iivremente com o soberano
pontifice, quer seja para, consulta-Io sobre
casos de consciencia, quer para obter indul-
tos ou dispensas particulares em faver dos
inlividuos que desejam contrahir matri-
monio em grdos prohibidos pelas leis cano-
nicas; que isto se tem praticado desde a
concordata de 1810. Accrescenta ainda
que as bull as do jubileu por 1853, e as
Lettras Encyclicas de 1832 e 1834, que in-
teressavam & toda a igreja de l'rain;a, fo-
ram publicadas sem exame previo do con-
selho de estido, que n&o examina mais hoje
senao as bullas de institui^So canonica, isto
e, aquellas que affectam ao direito publico
ecclesiastico, fundado pela concordata.
Invopaemos ainda uma autoridadej que
tem todo merito de actualidade, e que se
impoe como o mais prestigioso campeao na
actual questao religiosa, ja pelos seus gran-
der meritos, como soldado intrepido do
christianismo, jd pela decisSo e valor de
seu animoFrei Vital, bispo de Olinda.
Laneando pena de interdicc,ao sobre a ir-
mandade do SS. Sacramento da matriz de
Santo Antonio do Recife, por conter em
sou seio macons, disse esse eminente prela-
do em sua Provisao de 16 de Janeiro de
1873:
Em tempo declaro que a irmandade
s6 fica interdicta na parte religiosa, nao po-
dendo comparecer como irmandade a ne-
nhum acto religioso, como por exemplo,
acompanhar o SS. Sacramento, assistir ds
festividades e reunions, nem mesmo mandar
tirar esmolas, vestido o esmoler de opa ou
capa, ficando, porem, a irmandade no pie-
no gozo de seus direilos, na parte temporal
ejidministracao de seus bens.
lmporta esta restriccAo, formal reconhe-
cimento dos direitos do estado, para poder
reger e dirigir, aquillo que e" temporal, Ii-
vremente, sem embargo do interdicto espi-
ritual ; ou, por outra, o reconhecimento
de que nas materias mixtas, a autoridade
da igreja nAo supplanta a do estado, que se
mantem intacta e perfeita, apezar dos in-
terdictos.
Finalmeate, feicbaremos esta resposta
com a opiniao do preclaro e venerando
bispo desta diocese, o Sr. D. Luiz, cuja san-
tidade de caracter, piedade, mansidAu e
constancia no seu posto eminente de bispo
catholico, lbe assignalam no episcopado
brasileiro um lugar de honra, de amor, de
respeito,
a Sena legislagAo de nosso paiz, diz S.
Exc. Rev., segundo a nota do Sr. Villela
Tavares, se acha o benoplacito, elle deve
ser entendido e recebido, nAo como illimi-
tado e absoluto, porque segundo o mesmo
professor, e o dos -protestantes e hereticos,
e como tal nAo podia ter lugar na legisla-
te de uma nacao catholica, e que
tomou a religido catholisa oomo religiAo
do estado ; mas sim so applicavel d parte
temporal das materias mixtas.
Dezesseis annos servi no bispado de
Mariaona, occupando os primeiros empre-
gos ecclesiasticos junto ao Exm. Sr. bispo
Conde da Concei$&o, e jd conto doze neste
do Ceard, e em todo esse tempo de 28 an-
nos, nunca vi que o governo imperial es-
tendesse a lei dos beneplacitos alem das
bullas das creates de bispados e confirma-
580 de bispos, por elle mesmo solicitados,
e dos breves de dispensas de impedimentos
matrimoniaes, impetrados por particula-
res.
Basta e,ta confiss&o de tdo respeitavel auto-
ridade, para provar que no Brasil apreroga-
tva do placet, coutida no Art. 10| 14 da
constitui^ao esld no seu inteiro vigor, e que
se nAo tem sido estandido a todas as oatras
materias mixtas, nao se p6de isso conside-
rar uma renuncia io que estd escripto no
nosso codigo fundamental. Emanado da
soberania do povo, pelo juramento quo lhe
prestou oomo acquiescencia a suas disposi-
cfies, este codigo sd p6de ser derrogado pe-
lo povo soberano.
CAWtR.1 DOi SRS. DEPUTADOS.
Conflicto ascllado pelos bispos i-
Peruambueo e do Para.
DISCURSO PR0FERID0 PELO SR. VISCONDE DE
C4RAVELLAS, MI.MSTRO DOS NEGOCIOS ES-
TRANGEIROS, NA SESSAO DE 2 DO CORREN-
TE, D.V CilMARA DOS DEPUTADOS.
(ConclusAo.)
Extract0 do officio da legacdo imperial
junto d santa se".
Legac/10 do Brasil junto d santa se. Ro-
ma, 3 de maio de 1874. Secc,ao cen-
tral. Reservado n. 11. Illm e Exm.
Sr.Depois de ter tornado conhecimento
do despacbo de V. Exc, como da referida
carta, live uma conferancia com 0 car leal,
dizendo-lhe que estava 8utorissdo a confir-
mar da parte do Sr. barao de Penedo nAo
ter ella feito as declaragoes enunciadas na-
quella nota.
Respondeu-me sua eminencia que quan-
do fallou na sua nota dos sentimentos ex-
pressos pelo Sr. barAo de Penedo, se refeha
ds benevolas disposigoes dadas por parte do
governo imperial para o restabelecimento
da desejada concordia.
Que tao siuceras eram as disposicdes do
sua santidade, que torn u todas aquellas
medidas reclamadas pelas circumstancias,
ordenando aos bispos de Olinda e do Pard o
levantamento dos interdictos e aeonsilhan-
do-lhes toda a prudencia e moderayao nos
seus actos.Bardo di Alkandra.
Legarjao imperial do Brasil.Londres,
18 de abril de 1874. Illm. e Exm Sr.
Tenho a hinra de accusar o recebimento
da carta de V. Exc. datada de 16 de mar^o
ultimo em que me communica acommuta-
5A0 da pena do bispo de Olinda por decreto
de 12 do referido mez.
Igualmenta servio-se V. Exc. dizer-me
que a questAo dos bispos so acha no mesmo
estado, nAo havendo ainda sido cumpridas
as ordens da santa se.
Talvez antes de receber V. Exc. esta car-
ta, jd lhe torAo chegado ds maos os officios
do barAo de Alhandra, a que elle allude
em sua ultima correspondencia commig),
de 7 do corrente: alii diz-me qua a prisSo
e CDndemnaga.) do bispo de Olinda, atlligi-
ra profundamente 0 santo padre e cardeal
Antonelli; quo este lbe dirigira uma nota
protestando em nome das -, immunidades
da igreja contra semelhantes actos, e
queixando-se de nAo haver 0 governo im-
perial por sua parte correspondido ds ba-
nignas disposicdes da santa se para o res-
tabelecimento da desejada concordia, que
este facto por si mesmo assds grave nao
podia deixar de paralyse essas boas dispo-
sispes de sua santidade, e tornar mais dif-
ficil a sua execugAo, por haverem muda-
do as circumstancias.
E' a reproduccdio do protesto do inter-
nuncio, com 0 fundamento da sempre in-
vocada immunidade da igreja, e 0 que ha
de imais e 0 ter a santa se, feito sua a
causa do bispo. Com isto naturalmentc
calcolou elle quanlo recusou executar as
ordens do papa ; e nessa inercia tem per-
sistido, para, com as sympathias do vati-
cano, modrficar a situacao.
Ha porem nessa nota do cardeal Anto
nelli, do que me mandou copia 0 barAo de
Alhandra, um topico, ao qual infelizmente
ja me nao e dado responder, e e 0 seguin-
te. Diz o cardeal que 0 barao de Pene-
do lhe assegurara que 0 seu governo se
absteria de tomar qualquer medida desagra-
davel contra 0 bispo de Pernambuco ; e era
bem natural que assim fosse durante as ne-
gociacdes entre 0 governo e a santa se.
JA em uma carta quo escrevi ao Exm.
Sr. presidente do conselho, live a honra de
dizer a V. Exc, nAo terjamais havido con-
di$Ao alguma ou promessa feita por mini
para 0 resultado da missao.
Agora de novo assevera V. Exc, quanto
ao processo do bispo, que nunca dissimu-
lei, antes varias vezes declarei, nao ser pos-
sivel fazel-o parar, e 0 cardeal sabia muito
bem que 0 governo havia mandado instau-
rar esse processo, e ate lbe mostrei 0 aviso
do ministerio do imperio ao promotor da
justica para esso effeito.
Nao s6 por mim como naturalmente tam-
bem por comraunicaijAo do internuncio, es-
tava pois 0 cardeal ao facto do verdadeiro
estado das cous.is. Quanto a haver-lhe eu
assegurado, como ellesuppfie, que 0 gover-
no sa absteria do medidas desagradavcis
se por esta phrase equivoca quer elle dizer
a cessaQdo do processoe evidenteqne eu
nAo poderia ter feito semelhante assevera-
cdo sem averbar-me de ignorante das nossas
leis. Demais, seria isso uma trnsaccAo para
a qual nAo estava eu autorisado nem 0 go-
verno podia autorisar-me ; eque, finalmen
te, a ter sido offerecida, e espantoso que a
santa se a houvesso jamais aceitado, e hoje
a invoquo como 0 preijo da negociaQao.
Peco pois venia a V. Exc. para formalmen-
te repetir que, 0 cardeal Antonelli nenhum
direito tem de suppdr que, eu jamais lhe
desse a menor esperanfa
faria parar 0 processo
conferencias que tive como cardeal, a nenhu-
ma deixou de assistir 0 meu collega barAo
de Alhandra, elle 0 pode bem asseverar, se
deapoio precisa a minha affirmagao.
Queixando-se 0 cardeal da puhlicagao das
instruc^oes faitas nos jornaes do Brasil,
disse ao barAo do Alhandra que sentia ver
pjblicadas algumas phrases da carta dirigi-
da ao bispo de Olinda, eque elle nos le>a
sem nos dar c6pia. E' pois elle proprio
quem attasta a authenticidade das palavras
transcriplas por mim no officio em que dei
conta do resultado da missao. Nao poderia
V. Exc char melhor resposta aos que du-
vidam dessas expressOes, e chamam myste-
I rioso esse documento.
communicagoes do bsr4> de Alhandra nao
me dessem conhecimento da nota quo lhe
dirigira 0 cardeal Antonelli ; e que natural-
mente requer a minha respjsta.
Apresso-ne pois a dala desde jd a V.
Etc rogando-Ihe como||fav.jr queira della
servir-so para os fins que Ibeaprouver.
Apriveito a occsido para reitorar a V.
Exc. os protestos da mais distincta estima
e subida consideracjio, com que tenho a hon-
ra de ser
Da V. Exc, amigo muito obrigado e cria-
do.Penedo. A' S. Exc. oSr. visconde de
Caravellas.
Legagio imperial do Brasil.Lonlres,
30 de abril de 1874. Illm. e Exm Sr. vis-
conde de Caravellas.S6 agora me foi dado
ler no Monde, jornal de Paris, uma allocu-
qAo attribuida ao santo padre, em data de
23 de marco ultimo.
Yam nessi allocucA) a seguinte passa
gem: C'este cos jiur memes qua dans
I'empire du Bresil, ou a einprisohne un e"ve
que pour avoir coudamne les fruacs-m 150ns,
que la Saint-Siege avail mainte et mainte
fois condamnes. Mais, coinme parmi les
ministres qui composent ce governeinent il
se trouve de> francs-magons haul pieces
dans la secte, on a voulu frapper le juste
pour soutenir les sectaires q ji ressemblent
d des aspies plein de venin. Par la on a
opere en depit da la parole d nnee dar ceux
qui etaint charges de representer le gouver-
nament.
A este topico esta appensa a seguinte no-
ta : Rest fait iei allusion aux negocia-
teurs bresilens env.yes ilorni6rement au Va-
tican e aux promesses qu'ils avaieut don,-
de"es.
Havendo lido somelbante passagem tor-
na-se impossivel para mim deixar do reno-
var formalmante ao governo imperial as do
oIars(5es contilas na minha carta official
de 18docjrrenta a V. Exc. eaoExra Sr.
presidente do conselho.
Durante a minha missAo especial junto d
saoti sii, nem directa nem indirectamente,
dei palavra alguma da promessa ao santo
padre ou ao cardeal.Antonelli de que seria
sustado 0 processo do bispo de Olinda.
A ces.-ag.ao desto processo nao foi jamais
objecto de permuta com o Vaticano.
NA) live instruccoas do governo imperial
para fazer desse pronesso theraa de quaes-
quer consideraijoos relativas d sua conti-
nuagAo ou cessagAo.
As questdes que discuti em^Roma foram
0 procedimento criminoso do bispo, a luta
em que elle se poz com o Estado, 0 conflic-
to que dahi resultou, e os inoterdhtos por
elle langados em detrimento do culto reli-
gioso.
Foram estas as questdes que 0 papa refe-
rio a uma coDgregagao de cardeaes, e foi
em vista das inforraaQdes e consideracoes,
que apresentei ao santo padre, que sua san-
tidade censurou 0 bispo, e ordenou 0 le-
vantamento dos interdictos som clausula
alguma, sem referenda ao processo, ou ou-
tra qualquer condigao.
Com este acto do santo padre terminou a
minha missAo.
Eu fui 0 unico negociador e represen-
tante do governo imperial nesta missao.
Coim tal, fui recebido pelo santo padre,
discuti com 0 cardeal Antonelli, e, repito,
nAo dei palavra, nao fiz promessa, nAo pro-
puz nem aceitei condigao, como nessa allo-
cugAo e respective nota, attribue aos repre-
sentuntes do Brasil.
Sobre tlo inexperado incidente escrevo
nesta data ao Sr. barAo de Alhandra uma
carta que por copia me apresso a remetler
aV. Exc.
Eu teria muita satisfagao quo ambos cstes
documentos bem com.) a minha carta do
18 do correnta fossem levados ao conhci-
mento do publico para completa apreciagAo
dos meus actos, se 0 goveruo imperial nao
entender 0 contrrio.
Aproveito a occasiAo para reiterar a V.
Exc. os protestos da mais alta estima e su-
bida consideragao, con quo tonho a honr<
de ser de V. Exc. amigo muito affectuoso e
obrigado criado.Penedo.
DISCUSSAO DA FALLA DO TIIRONO.
Sr. Paulino de Souza (movi-
mento geral de attengAo e profundo silen-
cio) :Cabe-me ainda esta vez a honra de
dirigir a palavra ao nobre presidente d) con-
selho c a seus dignos collegas, ao abrir-se
este solemne debate do voto de gragas.
Tenho de considerar, ainda que rapida-
mento, a situagAo politica do paiz, 0 nAo
posso deixar de assignalar os infortuuiospo-
liticos e administrativos que formam a his-
toria do gabinete 7 de raargo, e surgem-lhe
a cada momento diante dos passos. Antes,
porem, do fazo-lo, peco licenga a V. Exc,
Sr. presidente, para om poucas palavras re-
forir-me ao incidente que hontem poz irre-
gularmente termo aos trabalhos desta casa.
Depois de 17 annos de vida parlamentar,
hontem pela primeira vez deixei de attander
d voz de V. Exc. Tive para assim proceder
os mais justos e fundados motivos (muitos
apoiados).
Sou conservador, tAo franca e profunda-
mente conservador, que amigos particulares
que me prezo de contar no partido liberal
consideram-me em politica entre os seus
mais decididos oppositores.
0 Sr. Martinho Campos : Tenbo mais
medo mesmo actualmento de V. Exc. em
opposigAo, do que do Sr. presidente do con-
selho com todo 0 seu poder (risadas).
0 Sr. Paulino de Souza :Os meus ad-
vorsarios politicos sabem bem que a luta de
hontem, hoje interrompida, ha de entre nos
reviver amanbA.
Nunca roneguei, antes guardo fiel.nenteas
tradigdes de rheu partido, cuja divisa foi
muito tempoordem e autoridade.A or-
dem nAo e, porem, senAo a libsrdddo col-
lectiva, 0 respeito e a realidade de todos os
direitos
com sorpreza para mim e para meus ami-
gos, aprtsentou no correr de uma discussAo
sobre negocios provinciaes da Bahia uma
mogSo de eonfianga e louvor ao gabinete,
recusando T. Excabrir sobre ella o debate,
pedi a pala.ra pela ordem para arguir sua
iiiadmissibilidide regimental e para firmar
direito, que s6 a opposigAo tem, de formu-
lar mogdes d.tqualla ordain (apoiados) e do
qaal usaremos ou nAo, conforme julgarmos
ou nAo conveniente e opportuoj. (Apoia-
dos) .
0 ministerio pode fazer questAo de con-
Qanga de qualquer medida, como lhe aprou-
ver; nAo pode, segundo as boas praticas
parlamentares, pedir eonfianga que se lhe
suppde emquant 1 permaneca, e que so a
opposigAo p6 le propor que se lhe negue em
termos geraes. (Apoiados; muito bem).
0 regimeuto, que e" a lei dos nossos de-
bates, facultava-me a palavra : V. Esc ille-
galmente recusou-m'a. (Muitos apoiados).
Senhores, entre os grandes principios
constitucionaes que f >rmam o symbolo de
nossa liberdade politica, symbolo tAo sagra-
doe augusto quese confuude em meuespi-
rito e em meu coragao com a iraagern a io-
rala da patria, avulta, como dos primeiros,
o direito de livre discussao. (Muitos apoia-
dos ; muito bem).
Prezo com todas as forgas d'alma todos e
cada um dos direitos que a constituigao nos
assegura : faria por mauto-los illesos todos
os esforgos e sajrificios que inspirasse o pa-
triotismo. (Muito bom). Perdidjs e ani-
quilados, porem, todos os mais, se nos fi-
casse o da livre discussAo, com a liberdade
da tribuna 0 da imprensa, om que elle pra-
ticamente se realisa, chegarimos em breve
d conquista e effactividade de todos o> ou-
tros. fMuitos apoiados; muito bem, muito
bem).
Mantendo o principio de livre discussAo,
na forma garantida pelo re^imento, nAo sus-
tentei somente o meu direito como deputa-
do, prestei tambe.n a esta tribuna a home-
nagem de reconhecimento que lhe devo. Foi
nella que me proveio esse tal ou qual aprego
com quo me honram meus concidadAos
(apoiados; muito bem); nella conservei-me
contra a intimagao illegal de V. Exc, por-
que em nenhum outro lugar melhor podia
eu susteatar a lei e 0 direito de represen-
tante da nagao do que elevado neste pedes-
tal, (raostranio a tribuna) o mais alto a que
pole aspirar o cidadAo brasileiro. (Muito
bem ; muitos apoiados).
A autoridade, que infringia o meu direi-
to, exorbitando do circulo allumiado pelo
fulgor da lei, desappareceu nas trevas da
illegalidade (apoiados ; muito bem), em que
nAo mais poderao meus olhos encherga-la.
(Muito bem ; muito bem).
A resisteocia legal 6 0 protesto vivo do
direito vialado, lavrado em nome da lei que
0 garantio.
Acredito ter cumprido hontem, como es-
pero em Deus que hei de sempre saber cum-
prir, 0 meu dever. (Muitos apoiados ; mui-
to bem).
0 Sr. Diogo de Vascoscellos :E' um
bello exemplo digno de ser imitado. (Muitos
apojados).
0 Sr. Presidente :Sinto bastaote 0 in-
cidence que hontem se deu; e quanto ao
meu procedimento, a consciencia ,110 diz
qua cumpri 0 meu dever executando 0 regi-
mento. (Apoiados; nAo apoiados e contes-
tagoes). Portanto estou tranquillo a esse-
respeito.
0 Sr. Paulino de Solza:Entro no as-
sumpto do debate.
Venho mais uma vez repetir ao gabinete
a liuguagem quo sempre ma tem ouvido,
oxprimir-vos a v6s todos, senhores, os sen-
timentos que mais de uma vez vos hei ma-
nifestado.
Dirigindo me a todos os meus correligio-
uarios politicos aqui presentes, tanto os
que apoiam, como os que combatem 0 ga-
binete, fago-o com toda a franqueza e isen-
gao de animo perante os illustrcs represen-
tantes da opiniao liberal. Com sua probi-
dade e insuspeito testemunho a todo 0 tem-
po provarei minha lealdada ao partido con-
servador, e os esforgos que fago ainda hoje
para salvar de qualquer risco uma situagao
politica que Ibes e" adversa.

apoiados, muito bem) ; a autorida-
;a de que 0 govorno, de nio significa para mim seuAo a lei em
do bispo. Das doze execugAo. (Muito bem). Tirai d autoridade
a magestade da lei, que ella se amesquinha
e jd nAo impoe rspeito. (Muitos apoiados).
Uma das mais elevadas intelligencias da
antiguidade culta exprimio nestes termos,
melhor do que posso fazfi-lo,* 0 meu pensa-
mento : a lei 6 0 magistrado mudo, a au-
toridade 6 a lei fallando Hontem tinha
por mim a lei, contra mim e contra a lei a
autoridade. (Muitos apoiado*; muito bem).
0 Sr. Presidents :AttengAo.
0 Sr. Ecfrasio Cqrrea :Os apoiados 0
signaes do adhesAo nAo sAo motivo de pe-
dir-se attofigao.
0 Sr. Paulino de Souz.v: Quando na
sossAo de hontem 0 meu honrado amigo, do-
putado polo MaraahAo, Inesperadamenta c
Neste numeroso auditorio a ninguem e
desconhecida a posigAo precaria e arriscada
do gabinete, era luta com vigorosa opposi-
gAo no senado, diante de uma phalange nu-
merosa, disciplinada e rica de talento, que
tambem se lhe oppoe nesta casa do parla-
mento. Omais a que 0 gabinete poderd as-
pirar e eslerilisar ainda esta sessAo legislati-
ve, com grande prejuizo do interesse publi-
co'. Tenha embora ainda raaioria para uma
vida inutil e ingloria, arrasta-la-ha em con-
tinuo sobresalto, prestes a succumbir ao o-
perar-so quaqluer^evolugao politica no pri-
meiro ou segundo Bstadio do periodo par-
lamentar. (Apoiados.)
A prudencia politica exiga que reflicta-
mos sobre a solugAo mais constitucional da
crise imminente, que so pronunciard depois
de uma agonia mais ou raenos lenta do ga-
binete.
Antolham-se-me, no estado actual das
cousas politicas, tres unicas^solugoes legal-
mente possiveis,- das quaes uma unica re-
gular e conforme d indole do regimen re-
presentative.
A dissolugAo da camera dos deputados
pelo gabinete 7 de raargo seria do mais ar-
riscado alcance para as instituigoes (muitos
apoiados), faria crer no proposito delibera-
do, quo n8o pode existir, de aniquilar os
partidos no Brasil, e importaria a sua reti-
rada da arena politica, ou nova e perigosa
attitude para reconquistar-si a ordem cons-
titucional (muitos apoiados), em quejulgam
collocar se. (Muito bem.)
0 gabinete actual jd uma vez achou-se
em frente de uma caraara unanime de con-
servadores, conderanado pela maioria da-
quelles que 0 partido elegera na hora do seu
triumpho, e que eram os fuodadores desta
situagao politica. Dissolvendo-a, formou
esta camara sob seus auspicios, excluindo
grande numero .de seus oppositores. Se
ainda com esta camara 0 gabinete dAo pu-
der viver, que motivo deiitro da ordem
constitucional poderd justificar nova con-
sulta das urnas a bem dos actuaes minis-
tros, duas vezes repellidos por homens di-
versos de seu partido ? (Muito bem ; muito
bem )
{Continuar-se ha.)



LAAL*i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E3TSEGE13_GGRQBK INGEST_TIME 2014-05-29T18:40:33Z PACKAGE AA00011611_17975
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES