Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17974


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Full Text
AJ\i\0 L. NIMERO 137 ;
PARA A CAPITAL E LIU1BES OXDE \AO SEPIG4 POWIH
For tres raezes adiantados'................ 69000
Por seis ditos idem.......,..........129000
for um anno idem................ # 249000
Cada numero avulso ...".............. 9320
VW
0JJHVTA FEIRA 18 DE Jl'\H0 DE 1874
PARA DEATRO E FORA DA PROV1ACIA.
Per tres mezes adiantados.............
Por seis ditos idem................
I'or note ditos idem................
Por am anno idem................
$
69750
139600
909250
279000
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FAAU 4 FILK05
fa. Serardo Antonio Aires A Filhos, no Pari; 6onc*lTes 6 Pinto, no Marauhao | Joaquim Jose de Oliyeira & Filho, no Cedrd} |ntonio de Lernu* Braga, no Aracatj ; Joao JnVia Julio Chares, no Amu; Antonio Marques da Silra, Ratal ; Jose Justiao
Pereira d'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba ; Antonio Jose Gomes, na YUU da Peaha; aWarmino do* Santos Bolclo, em Santo AnUo ; Domingo* Jose da Costa Braga, emBaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar ias Alagoas; AJves A C,a Bania ; Leite, Cerquinho d C. no Rio Janeira-
PARTE 0FTICIA1,
-Ministerio do iuipcrio.
Por despacho de 3 do corrente :
Fex-se meree do liiulo de bario de Juparanl ao
Cjfonel MaEoel Jacioiho Carneiro Nogueira da
GiSta, em attengio aos relcvantes servigos presta-
dos ao estado e a iustruccio publiea.
Foi nomealo secretario do governo da provincia
0a Santa Catharina I oao Jos* das Rosas Ribeiro de
aVsMtflL
Foi exmeral) o bacharel Manoel Soares da
>iiva Beserra do cargo de 3 vice-prosideute da
jj!-)vineia do Ceara
Foi declared > que a pensao de 500 rs. diarios,
concadida por decreto de 23 de fevoreiro do 1867
ao cabo de esquadra do 1 batalhao de inlantaria
Roberto Achimidit dove eotender se confcrida ao
cabo de esquadra do mesmo batalhao Roberto voa
Schmalel.
Ministerio da jus tie* a.
Por decretos de 6 do correato :
Foram nomeados :
Cdesembaigador Francisco Gongalves da Rocha,
piri o car<*\ de procuradcr da corda, soberaoia e
fazand* aacional da relacao de Cuyaba.
0 joiz de direito Alfredo Jo.-u Yieira, para chefe
J- polieia da proviacia de Mato-Grosso.
Forara reu ovidos os juizes de direito :
Gastao Ferreira de Gouvea Piraentel Belleza, da
r -iiiarca de Valenga, de 1* entrancia, na provincia
do Piauhy, para ade Breves, de 8' entrancia, na
provincia do Para.
Domingos Antonio Alves Ribeiro, da coraarca do
Saboeiro, de 1' entrancia, na provincia do Ceara,
para a de atacahe, de 2* entrancia, na do Rio de
Janeiro.
Cypriano do Almeida Cebrao, a seu pediJj, da
Cjinarca do Lagarto para a de S. Christovio, am-
bas de 1* entrancia, na provincia de Sergipe.
Foram nomeados juizes de direito:
0 bacharel Manoel Pinbeiro de Miranda Osorio,
Ja coaiarca do Valenga, na provincia do Piauhy.
0 bacharel Manoel lidefonso de Sonza Lima, da
c>niirca do Saboeiro, na provincia do Ceara.
1 bacharel Victor Diniz Gongalves, da comarca
11 Lagarto, na provincia de Sergipe.
0 bacharel Geminiano Brasil Oliveira Goas, da
omarca do Rio Real, na mesma provincia.
0 bacharel Joaquim Jose Teixeira, da eomarca
dj Rio Tocanlins, na provincia de Goyaz.
Foram recondnzidos no lugar da juiz municipal
e de orphaos:
0 bacharel Alexandre Celeslino Fernando? Pi-
nlairo, do termo de Capivary, na provincia do Rio
de Janeiro.
0 bacharel Joao Baplista da Costa Carvalho, do
lenm da Estancia, na provincia de Sergipe.
Foi removiJIo, a seu pedido, o juz municipal e
d? orphaos Antonio Bezerra da Rocha Moraes, do
lermo de Suure, na provincia do Para, para o lu-
gar de juiz subHituto d.s varas de orphios e da
provadoria da comarca da capital da me-oia pro-
v.neia.
Foram nomeados:
O bacharel Manoel de Arauj) Goes, juiz ma-
jiicipal do terno de Santo Amaro, na provincia da
BaUa.
0 bacharel Ernesto Alvim da Silva, juiz muni-
cipal e da orphans do termo da Palmeira dos In-
i na provincia das Alaguas.
Foi reformado a pelido :
Antonio Rodrigues Pereira Labre, tenente-co-
i jg< 1 chefe de estado maior aggregado a guar Ja
nacicnal da provincia do Amazonas, no posto de
coroael.
0 decreto n, 5,653 dz 3 do corronte dacla-
rou de primeira entrancia as comarcas de S. Chris-
j e Rio R:al da provincia de Sargipe.
0 decrelo n. 5,65i da mesma data marcou o
veariaaetto annual de 800^ de ordenado aos pro-
res publiaos das comarcas acima referidas,
leado o da de S. Chrislovao a gratifica^ao de 400/S
- j da do Rio Real a de 6003-
0 decreto n. 5,656 da referida data marcou o
i aado aun lal dos carcereiros das cadi'as de va-
municipins da nrovincia da 5. Paulo, a saber :
trotat e Pirassuaunga, 180* ; Lenqoes, tndaia-
:uba, Belem do Descalvado, S. Carlos do Pinhal, S.
Simio, 5. S->bastiao da Bna-Vista, S. Jose do Bar-
. Natividade, Cruzeiro, Gabriuva, Monte-M6r,
Santo Antonio da Cacboeira, Serra Negra, Santa
ara, Peaha do Mogymirim, Cajuru, Ribeirao
. Jabjiicabal, Palrocinio das Araras e S. Joao
?tado Ro-Verde, 1202000.
Ministorio da fazenda.
Por tilulo de 6 do corrente foram nornea-
-l" escriptarario3 da thesouraria do Maranhio
- i raticante; Antonio Leila de Moraes Rego e
ilandido Maxirniano Fernandas.
Praticante da mesma thesouraria Jo3e Bernardi-
0 Dias da Silva.
Por decreto de 30 da maio foi nomeado o 1
isturario do thesouro nacional Jacintho Vieira
uto Soares para o lugar de chefe de seccSo
rec-bedoria do Rio de Janeiro.
Riu!sitea>io da agricultura
Por titulo de 8 do corrente foi nomeado agri-
nensor Gertnano Angnstg Thieme.
Por portaria de 5 do corrente, foi approvada
a tabeda reduzindo os pre^os de passagens dos
de saburbio3 da e3trada de ferro D. Pe-
dr, H.
Miiilsterio da guerra.
Por decreto do 27 de maio foi transferido
]>ara o 9* batalhio do infantoria o major do 15 da
mesoia anna Frederico Coistiano Buys, e para este
latalbaoo mijordaquelle Jose Cesario Varella da
Praam
PDr decretos de 3 do correnta :
Foi nomeado 2" cirurgiao do corpo de saude
a exereita o Dr. em medicina Tito Rodrigues
a ax.
Passarao a aggredidos as armas a que perten-
nta, da conformidade com a immediata o impe-
rial rexolncao de 20de julho de 1870, tomada so-
bre coosnlta do couselho supremo militar, o capilao
d-i U- batalhao de infanteria Joio de Sant'Auna
Meira eoal'eres do 5* regimenlo de cavallaria
ligeira Antonio Adolpho da Fontoura Menna Bar-
reto.
Cuncederamse, em virlude da immediata e im -
serial resolu^ao de 5 de abril do anno passado, to
mada sobre coosnlta do conselho sapremo militar
'- dasdisposicSes do decreto n. 3,158 de 4 de de-
zembrodc 1872, aos segnintes empregados de fa-
/.-nda do mi listerio da guerra as bonras dos pos-
los mil i tares abaixo declarados, em attencao aos
bons servicosi quo preslaram na campanha do Pa-
raguay.
Decoronel: ao ex-coronel graduado chefe da
loparticao fiscal do exercito em operacoes, Eduar-
i Carlos Ci.bral Deschamps.
De taoento-eoronel: ao ex-tenente-coronel gra-
duado chefe da pagadoria militar do 2' corpo de
^xerciio, Joaquim Antonio Vasques.
De major ao ex-major graduado 1 official da
repartic*) fiscal de Mato-Grosso, Modesto Benja-
min Lius dfi Vasconcellos; ao major em comraUsao
chefe da reparticSo fiscal das forcas estacionadas
iia republic a do Paraguay, Frederico Augusto da
Fontoura L'ma; ao ex-major graduado 1 official
da reparticiio fiscal do 2* corpo de exercito, Anto-
nio Jose de Bern Filho ; ao ex-major graduado 1*
official da pagadoria imliiar do 1 corpo da exer-
cito Luiz Affmso Pereira Torres.
De capilao : ao ex-capitlo graduado 2 official
da reparticao fiscal de Corriontes, Guilherme Fre-
derico Marlins; ao ex-capiiao graduado 2* ollicial
da reparticao fiscal da Mato-Grosso Jose Joaquim
Pereira Peuha.
Deten^nte: ao extenenle graluado 3 official
da pagadoria militar do corpo de exercito, Au-
gusto Itodtigues da Silva Chaves ; ao ei-teueiild
graduado amanaensc da reparticao fiscal de Mato-
Grosso, Zi-ferino Jose de Oliveira; ao ex-tenente
graduado fiel da caixa militar de Mato-Grosso,
Joao Antonio da Trindade; ao ex-tenonte gradua
do 3* official da reparticao fiscal junto ao exe.'cito
em operates, Casimiro Ferreira Chaves.
Por porlarias de 5 do corrente : Fji nomea-
do Bernardino GeralJes da Aragao para o lugar da
amaouense do escriptono do ajudante do director
do arsenal de guerra da provincia do Rio Grande
do SOL Foi trausferido do 15 para o 11 batalhao
da infanteria o alferes Raymundo dos Santos
Reis.
Ministerio Sua Magestade o Imperador recebeu em audi-
eucia publica de apresenta^ao, no dia 3 do cor-
rente, as 6 1/2 horas da tarda no paco de S. Chris-
tovio, o Sr. Xivier Uebel, o qaal, ao eatregar a
carta que o acreJita na qualidade de ministro re-
sidente de Sua Magestade o Imperador da Alle-
tnanha e rei da Prussia, proauaciou o seguinte
discurso:
o Senhor.Tendo-se dignado o imperador e rei,
meu augnsto soberano, nomear-me seu ministro
residente junto de Vossa Magestade, considero-me
feliz por ser o interpratc dos sentimenios de ami-
zade e sympathia da que se acha animado o im-
perador e rei para com Vossa Magestade.
c Considerarei urn dos mans principaes deve-
res o entreter as boas relates que tao felizmenta
existem entre os dou3 paizes e estreitar os lacis
qua nos unem.
o Ouso csperar, Senhor, qua no desempenho
de minhas funccoes terei a venlura de conciliar o
apoio e a benevolencia da Vossa Magestade.'
Sua Magestade respondeu :
Sou muito sensival a esta nova prova de arai-
zade de meu caro irmao e primo o imperador da
Aliemaoha e rei da Prussia.
a Espero, Sr. ministro, que contribuireis a es-
treitar ainda mais os Iac03 que felizmente unem
os nossos paizes.a
Govenio da provincia.
DESPACHOS DA PBESIDENCIA, DO DIA 10 DE JUN'IIO DE
1874.
Andre de Abreu Porto. Deferido com officio
desta data a thesouraria provincial.
Alt xandrina Umbelina de Freitas UchOa.Como
requer.
Antonio Vieira de Barros. Requeira pelos ca-
naes competentes.
Abaixo assignado1, commerciaotes estabelecidos
nas ruas do.Barao da Victoria e Cabuga. Infor-
me o Sr. ongeoheiro chafe da reparticao das obras
pnbl cas.
Cosme Maximino Torres Galindo. A provin-
cia nao tern direito a passagens gratis nos vapo-
res da companlua pernambucana ; nor isso inde-
ferio o qua requer o supplicante.
Companhia Recife Drainage.- Informe o Sr. en-
genheiro fiscal da Companhia Drainage.
Bacharel Francisjo Caraciolo de Freitas. Pas-
se portaria, na forma da lei.
Ignacia Maria da Conceicao. Indeferido.
Irmandade do Sr. Bom Jesus das Dores, era S.
Goncalo ;a freguezia da Boa-Vista desta cidade.
Deferido com officio desta data a theiourar:a pro-
vincial.
Jose Vicente Godinho.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Joaquim Rodrigues Cotias. Nao havendo in
conveniente, certifique.
Joanna Antonia de S >uza. Concedo o praso de
oito dias.
Joao Maria de Medeiros. Informe o Sr. enga-
nheiro chefe da repsrti'.-ao das obras publicas.
Joanna Antonia do Souza.-Indeferido.
Lourenro da Silva Neves, Maria da Silva Neves,
Francisca da Silva Neves, Emilia da Silva Neves.
Informe oJSr. capilao do porto.
Luiz Jose da Silva Cavalcante.Dose.
Manoel Vieira Feitosa. Passe portaria exone-
rando o 9upplicante da cadeira de Flores e no-
raeando-o para a da Cach eira do Roberto, con-
forme requer.
Manoel Leonardo dos Santos.Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Commando das armas.
CARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 17 DE JU.N'HO DE
1874.
Ordem do dia it. 529.
0 brigadeiro commandante das arma3 declara
para os fins necessaros, qua tendo no dia 13 do
corrente fallecido o Sr. major reformado do exer-
cito Joao Jose Gomes, commandante do3 fortes de
Gaibii 6 Nazareth ao sul da provincia, nomeou
hontera, nos termos do 4 art. 2* do regula-
mento que baixou com o decreto n. 293, de 8 de
maio de 1813, o Sr. major honorario do exercito
Joao Manoel Pereira de Abreu para commandar
interinamente os ditos forte?, nomeacao que foi
approvada pela presidencia em officio da mesma
data.
(Assignado.) Manoel da Cunlia Wanderley
Lins.
Conforme.0 major Jose Bonifacio dos Santos
Hergulhao, ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
DlARlODEPERNiMtfOGU
RECIFE, 18 DE JUMO DE 187
..
Moticias da Enropa.
Hontem chegou o vapor inglez Fire Queen, tra-
zendo datas de Lisbua ate 2 do corrente, adian-
tando portanto 8 dias as nolicias que recebemos
pelo vapor francez Mendoza :
Eis o que coihemos dos joraacs e cartas :
FRANCA.
Na sessio de 15 de maio o vice-presidente do
coosclho o duque de Broglie apresentou a assem-
blea nacienal os projecios de leis eonstitucionaes.
Para a eleicao do Grande Conselho, on camara
dos pares, o suffragio universal era sacriflcado aos
direitos dos eleitures privilegiados, que seriam re-
crulados entre os dignitarios do exercito, da magis-
tratura e do clero ; entre o? maiores coutribuintes
e os deputados da escolha dos ministrog ; de mod)
que o grapde conselho podera nao so ter em che-
que a camara elecliva ; mm ainda de accordo
com o presidente do executivo dissolvel-a, e go-
veraar em seu lugar por tres mezes.
. 0 presidente do grande conselho podera subs-
tituir a titulo de provisorio ou de interino o actual
chefe do poder executivo; e as duas assembleas
reuaidas terao o-poder consiituiate.
Todas as esauerdas sao unaoimos em repellir o
projecto ; as direitas a excepglo do centro direito,
fizeram-lhe uma recepcao muito fria, e todas pre-
viam que a questao ministerial seria apresenada
ne3ta discussio.
0 governo, porem, preferio como ja dissemos
eatabelecer a que-tlo de confianr;a ministerial, na
Oxacao da ordem do dia. A combinacao que esj
lava feita era a seguinte, que parecia conciliar as
opinidas, da modo qne o g ibinete conservasse A
maioria na votacjio que Ihe contiauaria a conflan}
?a da assemblea.
0 duque de Bruglie davia subir a tribuna e pa-
dir a discussao iatercallada da tei municipal a
da lei eleitoral, dando primazia porem, a lei elei-*
toral.
0 Sr. Randot, deputado legitimista, presidente
da coramissao de desceotralisacao, davia pedir de-
pots a prioridade para a lei municipal ; e sobre
estas bases se devia travar a di3CU3:Jo e a luta,
cujo resultado era prevsito.
As cousas, porem, no se passaram como
estavam cornbiuadas ; o Sr. Batbie, em none da
comm ssa > coastitucional, pedia que a primeira
leitura da lei eleitoral livesse lugar no dia 2 OJe
maio.
0 Sr. Thery reclamou a prioridade para a lei
municipal.
Depois de breve discussao em que o duque de
Broglie fez questao ministerial da prioridale da l-i
eleitoral sobre a municipal ; apecar dos esforcos
do Sr. Lucien Brun, da extrema direita, para pre-
parar no gabioete uma retirada airosa ao governo
declarando que tal questao nao implicava de mo-
do algum uma questao de conflanca : o duque
de Broglie teimou 3tn ligar ao voto qieso ia pedir
a camara, com a continuacao do ministerio a fren-
te da admioistracao publica.
A votarao ellectuou-se tendo contra a opiuiio
do governo 64 votos de maioria.
Immediatameute depois da proelamacJo do re-
snltado da votagao, os rainistros rotiraram-se e
apresentaram a sua demissio collectiva ao raare-
chal Mac-Mahon.
A camara adiou para o dia 20, a fixacao defi-
nitiva da ordem do dia, para deixar ao marechal
Mac-Mahon o tempo a liberdade necessaria para
reolver a crise.
0 conde de Rampon, fallando em nome do centro
esquerdo declarou, que na votaeao a que se aca-
bava de proceder, nao havia pensamento algum de
hostilidade ou de desconfianca contra Mac-Mahon,
e afflrmou que a voto emittido pelos seus ami-
gos era dingido exclusivaments contra o minis-
terio.
Esta declaracio equiva'.e a uma promessa for-
mal de que o centro esquerdo nao creara emba-
racos a qualqner ministerio qne o presidente da
re publica nomeie, comtanto que seja menos reac-
cionario e menos antipathico a nacao.
No escrutinio uma -grande pane da extrema di-
reita, e os booapartistas, juntaram-se as tres frac-
coos de opiniao republicana.
A decomposicao do eserc.tinio deu 310 votes re-
publicanos, 53 legitimistas c 17 bonapartistas. 0
centro esquerdo sempro hesitante, ou quorendo
poupar o futuro, dividio-se : 12 votaram com o
governo ; 5 abstiveram-se de votar, e entre elles,
os Srs. Dufaure e de Laboulaye. Os oulros mem-
bros comprehendendo o'Sr. Thiers, votaram com
as esquerdas.
Depois de mais de seis dias de combinacoes in-
frucuferas e de tentativas para a constiluicio do
gabinete, conseguio ver a luz poblica o seguinte
gabinete.
Vice jpresidente, general Cissey, o que da a admi-
nistragao nova o caracter do um gabinete militar ;
Interior, Mr. de Forton, o que da um caracter
definido de cloricalismo ;
Inslruccao publica, Mr. de Cumont, que torna
ainda mais pronunciada a fei^ao clerical;
Justira, Mr. de Tailhand que e ligitimista, como
os seus'predecessores depois da 21 do maio.
Finances, o Sr. Mague ; 6 imperialist.
Xegocios eitrangeiros, duque do Decazes que
conserva a sua pasta ; esta ministro tinha-se tor-
nado o apostolo da conjunccao dos cantros, e
apezar dis-6 cohserva a sua pasta n'um gabineta
em que se nao eacontra represeutanta algum do
centro esquerdo.
Obras publtcis e ammercio, 03 Srs. Caillaux e
Grivart, ambbs sem grande importancia politica,
e membros do centro direito.
Marinha, almirante Montainac, raembro da di-
reita na importancia politica.
A viabili lade deste gabioete e muito proble-
matic i.
Nao se ve* nelle representado nenhum dos gru-
pos que formaram a maioria real da votaeao do
16 da maio ; pois que os bonapartistas qua nelle
tern um represcntaute, na) concorreram para a
maioria senao com um auxilio muito diminuto e
quasi inut I.
Se o gabioete nao encontra da parte da assem-
blea um apoio deciJid, como e de prever, tera de
propor a dissoluca9 da assemblfia, e que se pro
cedara a novas eleicoes, no que'sora apoiado pela
esquerda e centro esquerdo da assemblea na-
cional.
Na ssssao de 30 a assemblea approvou a pro-
posta da direita para se discutirem em primeira
lugar as leis eleitoral e municipal.
A prioridade da lei nunicipal foi votada em doas
escrutinios.
Wallen pede para que entre em discussao a lei
eleitoral, e se organisem 03 poderes do marechal,
logo que passar a geaeralidade da lei municipal.
A assemblea approvou a proposta em pnmeiro es-
crutinio.
Oj bonapartistas abstiveram-se de votar.
DELOICA.
Dizem de Berlim que estio muito adiantadas as
negocia^oes para um tratado de extradic.ao entre
o governo alleraao ea Belgica ; e.que o conselho
federal approvou, sob resarva de algumas modiB-
aroes o tratado que lhe foi apreaentado pela
chancellaria do imperio.
E' antes a revisao do antigo tratado de extra -
(tir.io ja cMebrado entre a Belgica e a antiga con-
federagao allaina, posto de accordo com as dispo-
'sicoesda lei belga de 17 da margj ultimo, e tor-
nado exteasivo a todo o imperio, isto e, a todos
os estados allemaes.
As aegocia;5es continuam em Bruxellas.
SUISSA.
As eleicSes para a renovacao do conselho admi-
nistr tivo da cidade de Genebra realisaram-se no
domingo 17 de maio.
Estas eleicues tinham uma grande importancia
para o publico genebrez, em vista da rica heranca
deixada a cidade pelo duque de Brunswick e da
qual esfo conselho tem que regular o emprego.
0 amtgo conselho coraposto de liberaes conser-
vadores, tinha feito ados e tornado medid s rela-
tivamente a esta heranca, que linha levantado uma
viva opposicao no partido radical democratico.
Havia receios de ver empregar mal e desbara-
tar estes milhoes em despezas de luxo em favor
das classes ricas.
O resultado do escrutinio foi favoravel aos Jibe-
raes do hotel de Ville, cuja lista venceu com,le-
tamente'
ITALIA.
As sessoes do parlamento italiano estao quasi
terminando.
Dos doze projectos destinados a preenchor o
abysmo do deficit por meio de recursos novos, o Sr.
Minghett6 conseguio fazer. passar onze. Um s6, o
que se refaria a nullidade juridica dos actos nio
registrados, e que vai atacar interesses nomero-
sos, ainda nSo foi votado ; mas as opinioes sao tao
divididas neste asmmpto,que emui difficil da pre-
ver o rasultado da votagao e por conseiuencia a
sorte do ministerio.
0 Sr. Minghetii, fez da adopcao completa do
seu systeraa uma questao mini.-te.ial.
A camara dos deputados na sua sessiio de 22

io este prnjeetn mn prtanin leKura. c de-
cidio qua se passasse a discussao dos artigos. A
maioria d)i so de onze votos.
QrSr. Minghetti antes da votaeao estabelecen
claramente a questio de voto de confiaoca e da
retirada do gabinete, se o projeeto olo fosse ad-
roitndn.
-^. Talegramraas particulares de Roma dizem
Sjae a sauda do papa c-omeca in juietando os lieis.
HOLLATOV.
^o dia IS de maio c*fbrou-*e em Haya o ju-
bilati de 25 aonos de reinado do rei dos Paiaes-
aixos. i
f Nesse dia recebeu o rei o coro diplomatleb.
Os mmlslrM d'Austria, Italia, Allemanha, Saxe e
Franca, -Mrnftnm seus soberanos efcaMrmr^pBHhAMo-
do as felicitaeoes destes ao rei dos nW hkos.
As festa! terminaram por urn esplendado iaV
qnete qne a cidid de Haya olfere -,ea ao rei em
Schavesningue. Toda a famili* real, rainistros,
corpo diplormtiea tomaram parte no festim. 0
burgomestro 4a restdencfa real lavantou um toast
a casa de Orange ; o rei respondeu por um toast
a prosperidade do paiz; depois recordando os la-
cos intimos qoB nnem a casa de Saxe-Weimer a
dymnastia neerlandeza, o rei bebeu a saude do
graoduque e la gra-duqueza que se achavam
preserttes a festa
SURCIA.
A sessao da dieia sueca acaba de ser encerra-
da pelo rei Oscar.
0 discurso do throno enumera 03 trabalhos le-
gislatives realisados durante a sessao ou prepa-
rados pelo governo.
Faz mencao especid do projecto de lai sobre a
reorganisajao do exenito, que sera indubitavel-
mente dada para orderr. do dia das camaras na
sessao proxina.
No intervallo o governo se exforcara para ac-
celerar os trabalhos preparatories para a suppres-
sao do imposto teritorrial.
Esta medida que e uma consequencia da aboli-
cao da indetta, milicia susteatada a ensta dos pro-
prielarios ruraes Iiga-se io'.imamente ao novo pia-
no de reocganisacao do exercito.
DINAMAICA.
Dizem de Copenhague qut to rei Christiano IX,
partio a 16 de maio para a lslandia para assistir
a festa millenaria desta ilha.
Foram postos 4 ordem do governo para servico
do rei e para o estado, duas Iragatas e uma corve-
ta, sendo uma das fragato a vapor. *
ALLEMANHA.
A camara dos senhores, na Prussia adoptou aa
duas leis confessionaes em segunda e terceira lei-
tura, quasi sem discussao e por grandes maiorias.
As leis nao tardario em ser promulgadas.
A conmissaojudiciaria do conselho federal
decidie sob proposta do seu relator Mr. Kreiger,
propor qne o governo imperial seja convidado a
apresentar uma lei sobre o casamento civil, e so-
bre os registros do estado civil confiados a func-
cionarios civis. 0 conselho antes do 3e pronun-
ciar, qqiz deixar ao chancellor do imperio o tempo
neca^ario para consultar os governos confedo-
rados.
, AUSTHO HUNQBIA.
as duas delegacies reunidas em Pesth estao de
accordo em reclamar com energia, reduccdas nas
despezas militares como o unico meio de Ievantar
o paiz da crise economic* que ameaca de se eter-
nirar.
Pelo seu lado o ministro da guerra, general
Kulm insiste com nao menor energia sobre a im-
pcriosa nscessidade dessas despezas.
Na delegacio cisleitbana o principe Czartoryski,
querendoVir em auxilio do ministro, sustentou
que era preciso niio pdr em questao o bom cum-
priraento Ja missao do exercito, na momento em
que a guerra nao estava longe. 0 conde de An-
drassy, respondeu ao orador, dizendo que nao jul-
gava a situacao tio preearia como se dizia, e que
pilo contrario, as probabilidades eram todas em
favor da paz ; e que era isto, s6 o qua Iho era
permittido dizer e accrcscenton :
i Nos, nao temos inimigos, e verdade, mas acha-
ramos tantas mais amigos quanto houver maior con-
lianca nas nossas forcas. E' por isso que seria Im-
prudente tocar no effectivo do nosso exerc to.
Finalmente chegou se a um accordo na_ques
tao financeira da Hungria, apezar da opposicao das
eommissoes cspeciaes:
A dalegaijao cisleithana, restabeleceu no orca-
mento das despezas ordioariae, 03 creditos quo a
commissao havia eliminado, suppiiraindo pelo con-
trario, no orcamento extraordinario, despezas quo
podem sem inconvaniente ser adiadas para melho-
res tempos. Aleut disso coucedeu ao ministro um
debito extraordinario de 46 milhSes, depois de ter
rejeitado os creditos pedido3 para as forlificacoes
de Przemysl e outros pontos, que se elevavam a 14
milhoes.
A delegajao hungara adoptou o orcamento das
despezas ordinarias do exercito, fazendo-lhe ligei-
ras mudancas
Rejeitou uma reduccao de 2 milhoe3 c meio de
florins que havia sido proposta por um deputado
da esquerda.
A camara baixa da dieta hungara, adoptou o
project j de emprestimj que lhe tinha submettido
o novo ministro das finangas.
Diz o jornal olllcioso A Bohemia, que a terceira
lei confessional que diz respeito ao reconhecimen-
to legal das corporacj5es e communidades religio-
sas, ja recebeu tambem a sancqao imperial.
Falia so completar a quarta e ultima lei, a que
diz. respeito aos conventos.
Este projecto de lei nao foi votado pela camara
dos deputados do reiehsrath, senao depois de ter
soffrido modificacSes que foram rejeitadas pelo go-
verno. A camara alta, que a discute actualmente,
mantera as emendas addicionaes da outra ca-
mara.
RUSSIA.
A imorensa ru3sa commenta as declaracoes de
lord John Russell na catnara dos lord's e as do con-
de de Andrassy, nas delegagoes anstro-hungaras,
relativamente a situagao politica da Europa, e as
eventualidades de uma nova guerra.
0 Jornal de S. Pelersburgo, reage contra os alar-
mistas.
Em resumo, diz o jornal russo, parece que se
circumstaneias contiauas nao autorisam a Europa
a adormecer na coasciencia de uma paz eterna, a
Drme vontade de todas as potencias, tantas vezes
afflrmada, de afastar toda a causa de confliclos, e
um penhor de seguranca, tao serio como o pode
offerecer a prudencia dos homens; e que se a ex-
pressao dessa vontade se nao apresenta rodeada de
alguma prudente reserva, quanto a sua eftlcacia
absoluta, 6 porque potencia alguma se julga, so
por si, com o direito de assumir o importante pa-
pel de arbitro da Europa, e porque eada uma del-
las entendo que deve ter em consideracJo a liber-
dade das ouiras, ate mesmo na possibilidade dos
seus desvarios.
< Mas ainda mesmo levando ate o extremo este
respeito, as potencias estao convencidas de que
nenhama della Ira perturbar a paz, estando bem
convencida de que se encontrara isolada, na luta
que provocar.
A nota da Norddeutsche Zeitung, refutando a
asserclo do Times, qne fallava da offerta que dizia
feita pela Allemanha a Italia, para empeuhar esta
potencia n'uma guerra contra a Franca, inspira
ao Jornal de S. Petersburgo, consideracSes immi-
nentemeote paeificas :
< A folha prussiana limita-se a desmaotir esta
invencao, como tambem o fez o jornal official do
governo italiano; vai mais longe ;
Encaraido a eventnalidade de uma guerra da
represalias da parte da Frauoa, suppoe que para
se assegurar a allianga da peninsula, a Franca se-
ria a primeira a propor lhe a rcstiiuigao dos ter
ritorios cedidos em 1860.
E no caso de sedar esta eventnalidade a A^ord-
deulsclie Zeitung, pargunta se niio seria tambem
do interesse da Allemanha dar a cntender ao go
verno italiano que a posso desses territoribs pode
ria ser o prejo de uma neu'.ralidade a observar.
c Por ontros termes o jornal de Berlim, quer
dar a entender que a Franca fazia um pessimo
kdte se eraprebeodesse uma guerra por meio
denmaial iUlinea.
t Se e vertade que um homem provenido vale
por dous, o mesmo se.pode applicar as nac5es;
a opiaiio da Nord-deut'sche Zeitung, tern um al-
cance pacifico : e e as-im que ella deve ser consi-
"derada. a
0 czar recebendo em Londrcs as felicitaeoes
do corpo diplomatico, disse qua a politica da Rus-
sia tendia a mantar a paz na Europa e que espe-
rava ser seeuodada neste desigoio pelos principaes
governos da Europa.
0 Times applaude as palavras do imperador, e diz
qne a renovaclo dos protestos feito* ha pouco em
S. Petersburgo, deve produzir um effeito salutar
sobre a politica continental.
A rtussia quer manter a paz, diz o Times;
para esto fim quer se por de accord.) com as po-
tencias neutraes, e repellir os offarecimentos de
alliancas da parte de qualquer estado, que medi-
tasse uma aggressao. Seria um acontecimento dos
mais felizes para a Allemanha e para a Franca, se
se podesse certiflcar que daqui para o futuro as
guerras serao impossiveis, por uma longa serie de
annos.
0 jornal inglez avalia que os armamentos na
Allemanha teem um caracter puramente defensivo,
e que os homens de estado e os estrategistas alle-
mas nao tem em vista senao assegurar a pos-e
das novas acquisicSes.
TURQUIA.
0 telegrapno annuncia novas niodificaeCies mi-
nisteriaes na Turquia, que eram de esperar.
0 ministro dos negocios estranzeiros Rasch[d-
pacha que parecia estar nas boas gracas do sultao,
acaba de ser damittido das suas iirncQoas que fo-
ram conferidas a Aarid-bey, antigo embaixador
da Turquia perto da corle de Vienna.
SER VI A.
0 principe Milan da Servia sahio de Constanti-
nopla, onde se demorou por mais tempo que ten-
cionava. Chegou no dia 17 a Bucharest, sendo
recebido na fronteira da Roumania pelo principe
Carlos e seus rainistros.
Durante a sna demon em Constantinopla o
principe servio foi alvo de graades atteacoes e de
contiauas fe-tas.
0 principe teve frequentes conferences com o
grao vizir e o ministro dos negocios estrangeiros,
para regular as questSes pendentes entre a cOrte
snzerana e o governo servio.
0 negocio da ligacao do caminho da ferro servio
com a rede ot omaaa foi regulado a vontade da
Servia, a convencao relativa a e3le assumpto deve
ser assignada depois da partida do principe Milan,
e logo que estejam resolvidas algumas questoes
da pormehores.
Relativamente a questao de Zoorzick, as nego-
ciacoes estao encetadas, nao sobre a restituicao
deste territorio a Servia, que foi concedido em
principio, mas sobre as condicoas e garantias que
a Porta deseja ligar.
HESPA.NIIA.
Sobre este paiz escreve nosso correspondenle do
Lisboa :
As operacoes da guerra, momantanenmente
interrompidas, pelo ievantainenlo do carco da Bil-
bao, vio novamente comegar, e qucm sabe sc com
maior ardor I
t 0 marqnez del Buero ja sahio de Bilbao, e
partio para Valmaseda, deixando naquella praca,
valente o heroica a todos os res^eitos, mais do dez
mil homens. Eraj a meu ver, mais qqe tempo de
concluir esta suspensao qua a todos enchia de
pasmo.
t Effactivamenta desde o dia 2 do maio proximo
findo, so houve um sLnples reconhecimento feito
pelo general Ecliague ao monto de Santa Marina,
em franta das forgas carlistas que occupam
Avril.
t Este movimonto pouco resultado deu. 0 que
posso dosde ja dizer 6 quo as victorias nas raonta-
nhas da Biscaya nao foram tao gloriosas, ccino sc
iulgou no's primeiros momentos da calhusiasmo.
Tiverara a grande importancia de fazer retroceder
os carlistas da valente praca, daquella importante
chave da proviacia ; mas o inimigo retirou-se
com todo o seu material e sem perdas de grande
importancia, e que valessem as ovacoes feitas ao
marechal Serrano.
a 0 general Concha precisou de ter uma Iarja
conferencia com o duque de la Torro, acerca das
futuras operagoes, e espera-se com an^-iedade o
resultado destas, pois os negocio3 de adminislracao
vao cada voz paior.
< 0 actual ministro da fazenda ja apresentou o
seu relat'orio, que mostra ate a ovidencia o triste
sudario das finangis de Hespanha. Projecla, co-
mo medida de salvacao, tributos novos, decimas
sobre todos os funccionario3, e, parece, que um
ponto em parte dos vencio>ent03 atrazados, em di-
vidalll
t A situacao politica vai enfraquecendo do dia
para dia. A necessidade imperiosa de um minis-
terio de conciliagao tira a pouca forga que tem o
governo actual, dand >-se muito pauco valor as ne-
gociagoes financeiras projecladas.
o Um ministerio de conciliagao dara niio so ga-
rantias de paz, como inspirara conGanga nos
grandes raercados monetarios. Tudo parece indi-
car a proximidade da nova raudanga ministerial.
Enlretanto o governo trata de so fazer representar
nas cartes estran^eiras por pessoas da sua politica,
e de fazer occupar no interior os lugares vagos
pelas muitas e coninuas demissoes pedidas dos
novos ministros.
Serrano recebeu ha dias o ministro do Me-
xico.
a Eis o que se pode ate hoje apurar a respeito
da3 noraeagoes diploraaticas :Para Berlim, Ran-
ees ; Vienna, Naro ; Italia, Bias ; Suecia, Argaiz ;
Washington, Basson ; Mexico, Sans ; Lisboa, Al-
bareda ; Bruxellas, Mantilla ; Suissa, Alminer ;
Tanger, Pa3xot ; Londres, Comyn ; Paris, Vega
Arroigo, ou Topeto ; Roma (junto ao papa), Lo-
rensana.
Castellar e outros personagens repub'icanos
de influencia partiram para Cordova.
f Eis aqui um facto que nao pode deixar de eon-
siderar-se importante para a politica. Nao e de
esperar que para simples recreio se relirassem de
Madrid homens tao importantes, n'uma occasiao
em que as suas ideas correm grande risco por se
mostrar o novo governo incliaado a preparar a
restauracao.
- a Actualmente falla-se em todos os circulos po-
liticos, na chegada a Madrid de Mr. Hadzfella e
d'uma entrevista celebrada por este diplomata com
o ministro de estado. Apezar das enormes fabu-
las e grandes patranhas que se inventaru por toda
a parte a respeito de semelhante conferencia, nada
e verdadeiro, posso-lh'o assegurar. Mr. lladzfell
nio podia impor solugao alguma aos problemas
que se agitam ou possam vlr a agitar-se no hori-
sonte politico da Hespanha, nem mesmo a nagao
haspanliola o consentiria.
A' reqnisicao do general Concha, foram re-
raetlidos para os gastos de. gneira quatro milhoes
de reales.
a Sabe-se a ultima hora, que o marquez da
Douro fez um reconhecimento, dividindo o exerci-
to em tres columnas, ate I'lihani. Urnnaya e Villa
Real. Os batalhoes navarros, commandados por
LDorregaray, furara dispersados. As tropas liberaes
tiverara 7 feridos e 3 mortos.-
a Eis o mais resumidamente o que consta a
respeito da posicao actual das tropas de D. Carlos
e dos seus principaes sequazes.
a A curie do pretendenta esia a tualmente esta-
belecida em Burango, ciJade para onde tem ido
grande numero de provtsSes de guerra, e todo o
genoro de artigos, ac.ivando-se, em grande escala,
as fortificagoes, o que indica que os carlistas que-
rem alii fazer-se fortes. Ora, Duraugo e uma cida-
de situada era campo aberto, na lhe proporeio-
nando a natureza os mesmos raeios de defeza que
hav'ia em Somorrostro. Desde aqnella cidale ate
Bolneta, havia presentemente 13 a 11 batalhoes
carl stas, occupando as posicSes de Zaratamo e as
eminences de Arrigorriaga.'S. Miguel de Rasanri.
Areta, Llodio e Arranzurriaga. Velasco esta com
a sua gente nestes ultimos pontos.
As facgoes al ivezas das da montanha, capita-
neadas por Navarreta, estao estendidas pelo valle
de Orozeo. Das navarras, grande parte, como Ibes
disse n'uma das minhas ultimas, foram para Es-
tella, cuja situacao paroce extremamenta apurada.
por andar nas immediagSes da cidade o general
Passara com a soa divisao. As restantes tazem o
servico d03 postos avangados nas proxiraidades de
Bilbao.
Dos batalhoes bissaiohos, uns estSo entre Za-
radio e Larraberna, sob o commando de Inarte, e
outros estao dissaminados para 03 lados do valle
de Somorrostro, sorprendendo e assaltando quem
quer que tera a imprudencia de atravessar aquel-
les lugares.
Dorregaray esta novamente na privanga da
D. Carlos, e faz era companhia deHe frequentes
excur.-oas.
Tratam de langar novos tribuu>3, especialmec-
te sobre a Biscaya, que e de todas as provincias a
menos sacrificada. Resolveram tambem Ievantar
um novo emprestimo, no estrangeiro, para a com-
pra da 30,000 espingardas do Remington, e 16
pegas Krupp. Isto se encontrarem quem lhes era-
preste dinneiro.
a A proposito, von lhes dizer parte das accn-
sagoes que servio de base ao processo qne os
carlistas moveram contra o celebre cabecilba
Sanies : 1* Que enganou o seu rei e senhor, di-
zendo que ser viam 11,000 homens as suas ordens;
2" Que se atrozou sete horas, alem das raarcadas
por Palacios, para concorrer a acgao de Miogla-
nilla, sendo por isso a causa da derrota soffrida ;
3 Que emquanto esteve a frente do parlido, nao
ouvia missas nos dias da preceitos ; 4* Que como
n5o assislisse aos offlcios de quinta-feira maior.
o forara procurar, sendo encontrado em uma casa
da campo, era companhia de sua mulher comendo
salpicuo e peixe frito.
a Note, que S ntes e o chefe carlista que inai?
se tera distinguido na actual campanha, I into pelo
seu valor, como pela presleza e exaclidao dos
seus moyimeulos. Mais d'uma vez, poz era pe-
rigo, capitae3 como Alvacete e Valencia. 0 bravo
gucrrilliciro e ta sentenciado a morte; nao se
(endo execntado ainda a yentenci. pela repugaan-
cia que inspira tao severe casiigo, infliogido a
um homem de tantos servigos a uma causa, que
de ha muito devia estar abandonada.
Confiritiam-seas disc issues entre os generaes
carlistas EKio e Dorregaray, lendo ido o primeiro
para Franca, para onde tambem foi o cabecilha
Ojedi de Santiorce.
0 capilao general da Catalunha pedio ao go-
verno oito a dez mil solda los, para dar grande
impulso as ooeracoes de guerra contra os carlistas
dai|ue.la provincia.
inezar do tao celebrada espirito patiiotico
dos carlistas, nao teem ell s conseguido nada do
seu decrelado recrutamento; porque a maior par-
te dos raancobos comprehendidos, fogam e escon-
.ia.il si por todos os raeios possiveis, seudo o prin-
cipal a expatiiagao.
a 0 general Castillo, givernador da Bilbao, foz
as maioroi diligencias para o restabelecimento das
linhas lelegraphicas, o qne por fira conseguio.
a Os carlistas foram derrolados em Villa-Bella,
perdendo 60 mortos, numarosos feridos e muito
material de guerra.
a Um telegrarama da 28 de maio, recebido em
Lisboa diz que o novo ministro da fazenda vai
opresentar a sua demissao, po-que ninguem lhe
approva o projecto do seu desgracado salvaterio.
que tem eucuatrado as maiores difficuldadcs na
sua otacugao.
a Uma carta de Victoria, referindo a marcha do
exercito do norte para Orduna, diz que foram en-
contrados naquella povoagao mais da 80 feridos
carlistas, muito maltratados, porque os chamados
meiicos que acompanhara os batalhoes d> preten-
deate nao passam de uns curandeiros e aio teem
medicaraentos, nem fios, nera ligaduras.
a Os carlistas insultaram os empregados de
duas ambulancias protegidas pela cruz vermelha
e quizeram embargal-as. Foi necessaria a inter-
vengao do marqnez de Valdespina para que o ser-
vigo sanitario que ellas representavam, nao
fosse inlerrompido.
Na margem de Medma de Poraar para Osna,
o general Ecbaguo Qcou contaso da perna
esquerda por Ihe ter escorregado o cavallo. 0
geaeral Martinez Campos tambem soli'reu con-
tusao em Villasante, mas seal gravidade.
a Afflrma sa qua os carlistas teem 24 batalhoes
entro Arlaban e Bilbao para se opporera ao ge-
neral Concha. Diz-se tambem que receberain
pelo porlo de Lequezitio algum material de guerra
que lhes levou um ajudaute do marquez de Val-
despina.
a A's guerrilhas do Maestrasgo occupavam ni-
timamebte a linha d'Alcala, da Chiavort a V'ma-
roz.
No dia 30 devia ter sido recebido official-
mente pelo marechal Serrano o Sr. Caleb Cushing,
novo ministro americano.
c Eis os ultimos telegrammas aqui recebidos:
a Madrid, 1. Os carlistas sorprehenleram em
Castellan o comboio, fuzilando o conductor da
correspondencia. Cominetteram igual attantado
com o empregado que de Peniscola a conduzia em
uma lancha.
t Madrid, 1. Qua ro mil facciosos resistiram
as tropas do governo durante oito boras entre os
povoados de Lesa e Domeno. Foram finalmente
dispersadosjentrando as tropas em Chelva. Poucas
perdas. Nas immediacoe3 de San Sebastian houve
combate no dia 29, enirando alii 35 feridos do
exorcito as 4 da tarde. Nao ha por emquanto
mais pormenores.
a Madrid, 1. A Correspondencia publica um
telegramma de Cadiz annuueiaudo uma tentaliva
revolucionaria em Medina e Paterza. Os revol-
tosos, em pequeno numeru, Uirigiram-se a^Guyon-
ga. AdopUrsra-se medidas energicas.
PORTUGAL. *
Nosso cofrespondente de Lisboa escrevo o
seguinte: ...
Dos ministros da coroa, um, o Sr. Aveiiiao,
das obras pnblicas, ainda nao vollou do norte,
ondafoi inspeccionar os trabalhos do caminho de
ferro do Douro e Miolio, para ver ate que ponto
devia dar-lhes desenvolvimento, e qua providen-
cias do caracter iinaneeiro caraceria o.jjjverno de
laugar mao em ordem a que podesse fizpr fece a
esse movimeuta de trabalhos. ^un
a 0 Sr. Fontes, presidente do conselto* mi-
nistro da guerra, foi a Elvas, donde jassara ^
Extremoz, Beja e Yendas JJov|,


8' ''
Ti I'if^fif0 de Prnamhaco Quinfca.feira 18 de Junho de 1874
if
E-tara tm Lirboa para a proclssAo do Corp-a
de Deus t\Qfi i 4, c depois va! Vr Algartv: -0
sm Urn i! Ifimar'^pjr esscocial cnnheciiiK.nio Jo
eatadn em qnt acham as oosias furjilica.oi^ da
froateira. aqoinoUmeotos e oatros a*sumptos
miiiures Diz se tambem qae para se determinar
quanto a opeT?So finanAeira ^ae liouvcr de pro-
por ao* seas ecllegaa de gabraete, em ordem i.
deseavolver essas obra* railitares em harraonia
com a nos-sa tianjailiJade interna o com os de-
veres da energ ca aentralidade qae nos impocemas
para com os no.sos arbulentos vizinhos h -spa
oboes.
0 Sr. Saoipalo, miniuro do roine, esteve K-
fdramenie ineoramodado de satide, e foi pasta r
para convalesce aos di&s para a qciitta da Airia-
casa Serra, jutfto a Collares, hospeando pele Sr.
Piuia de Macathaes, vis;onde de Airings.
Eslio, pus, em Lisboa, o Sr. Barjona de Frei-
us, ministro de ser a hora de largar o cacargo) -o Sr. Corvo
ministro inte.ico da marinha e Bltraraar, e effecti-
vo dos negocios estrangeiros, "(eacerrado e iavisi-
vel ha maftos dias em sua cm onde o prendo am
trabalho *3 granje importancia adminretrativa, qtse
esia elabcrando para o sen ministerie, ou para o
do seu oollega do reiaa, pois 6 ate hoje o segredo
4a abelha); -e o Sr. Serpa ministro da fazenia.
Parece qae o dia qne ha de Gxar para as elei-
goes ferae* de depuladea e o dia 12 do presente
junho, vespers da festiwlfade do grande thauma-
turge port azuez, oglerioso Santo Aotooie, com
quem os caudi iatos destes se vao pegar, Fazendo-
laayroiBessas Jda fogueiras saltadas, alcachjfras
qaeamadas, e sorter defxailas ao relenlo oa mila-
grosa alvorada. Mis como da urna popular, ja
essa hora abencoada tsnVi saiiido e-ses eutros pa
pelmhos que o expresss:u com taut t dobleza o
sulTragio nacional, muUos scran os desconsolados
e mais aiada dt ongan >s'!l
_ O St. conselheiro Meudes Led, chefe da mis-
sao diplomatic.! p*rtogueza em Paris, ja lomou pos-
se do lagar, apreseuiando as suas credenciaes ao
marshal Mac-Mahon. Todos naquella curte ostio
exlremamenle lisougeados por esta acjriada no-
m.- ... i Uuti> ficlo merit) ia'.cllecUiul e moral do
ifestre ectodisla e celebre escriptor poilugaez
ci.u) pelo seu caracter allavel e djtoj do superior
illuslracao.
0 Sr. baKio de J ipura, miaistro de S. M". o
u*pera4 >r d pwirfiiiinli da Lisboa.
U miaistro ds Portigal na Saissa, o viiconde
de Santa Uab-'l, pirtio uma perm, junto ao arte-
!h i 0 sea iestoa-ae gan^rena na fraetura.
Nem a peria Ibe pdde serampuial i. Afmal,
deji.is d'um longo solTriraento, falleecu 6 dias do-
pis do desasirt.
O c.jiivlheTo al.guel Martins Dan'.as, minis-
iro lv Portu^aJ na Belgica, foi minJaJo e;n mi<-
sio esjieci il a Amsterdam, a cumprimentar sua
reaj^.-ti.le o res da II dlanda, por occasiao das fes-
Us la sm a-;ci\ersarij, q te alii se celebraram
ha pnnco
Te*m ha^kl i aLjins tumalios populares, em
varias freguezi.ir. das Reiras Baixa, por c.\asa do
lfari'Mualui de umtoom baldios, feitos pelas res-
pe^iivas uiiinicipalidados. Os mais iiotveis teem
>:J i da L-;asaa, para ou le inarchou umi for-
51 resp -itivel d.i i|ue *e achava em loirabra.
K" me saminmente grato Ritieiar-lhe que
PlHtOfai, apresenta so Cm gran le di~linCQ3o
na ex^ .sij*o de inh>-; do U y U AtoeH UMI. A
aJetM p iriagaeza, lorai-se notavel pela boa or
ieia, arr.iifj i, e varieilade das amostras expostas.
A* a :i btras d i-. viubissai provala<, snw^iva-
mm:; por ordem das provincial. As qualidides
prjval.i-=, e aaalysulas ate ai preseate, eram qua
si il:'-.M-i!iei-i las eiiitluglateria, e fora das class;s
ale agira apre iuUlas n; com:u;rcio :P.it> e
Hiidrim -.
S3 i vinho? de pasto, oa de me?a,. rauitos cs
c.ltiid ii par. a'.'.rahir a altenclj As regioes
aaplj.-atii sf o \lgar\e e Aleiueju ; ia sendo alii
MN vinbos aUaiK-'i.te apreciadjj. Oi preC/M d is
riohos .->. i -i s, jr^im pur urn sdieilings o yaliu
ralleeao, na sii:i quiata do Rarreiro. na mar-
ge:u .-|jerd.i it Tej i, c frontei a a l.isbia.o COO-
<';.': ii j d esUdo, J laquim Antonio de Aguiar,
:niui>!ro di iiopsrador D. Pe.Iro IV. Na-cera em
C '.nbra a 2i de axosli de I7di. 0 presiito fune-
br desde u arsecal de mariuha, em Lisboa, onde
tfesembarcou leretr, ale ao cemiteno, e digno
4e m acionar-ae pelo lozimeoto com qu foi coa-
dutl'. 0 feretro atravdsoa o Tejo n'um escaler
dj e>tid), arinado -m camaras ardcnte. No mar
e dur.vii-; o JeseMbarqu-e, tiveram os restos mor-
ites di cleradd politico, e graale estadista as lion
ras fu compatetn a sua eluvada jerarchia. A's 1
inras d i larde, I >i levado o c.irpo para o ceraiterio
iMtiJeaul de ush).i, (Prazere.-! em uma earrua-
gem pirticolar acompaaiada de dous coshes da
:* dores das notabilis-iinas virtades do linado.
A cercmooia rt)|igiosa fo: tola resala, sendo a'
offerta- i u paroe'l'ift, com i -e f.>>se cantada. Foi
Aepasita lo n i j -zip i d > Sr. Domingos Jose de Al-
meida Li'ia, iotimo amigo qae foVa lo Baado, ao
ladi lo e irp> ; senirmao o Sr. Maaoel Maria de
Ifniar. M is tar Is serao tran-feridos para o seu
jazig, o) i-i'-iiitcr da Conchada, em Ooimbra
Xao pw eoavrtes-especiaes nem geraes para o
acomji.iilumeiiti ou assiiteacia no cemiterio. Di?:
xou p, r !..-rd-iiras suas tros irmis exislentes em
Cwnbra. No cemiterio esiava postada toJa a di-
feos mil.tr deL'sbja. o cadaver fjirecebido no
arMsal dc minnba. p>r toda a corpora^.io da ar-
rojJi real portujaeza, omomajir general a
freu;.'.
Aamppaafeawm o pre.-tito t-idos os minislros
m
d) dia
n prtsw*' 6 |i tao 'tociro c \*> i
f>r A^luajn a tiMirt), prohui''
lavms.-I, il* G'fies 1 \rinc Aiin<-iXk."-J. St. Finmir- J- ""
nheiro contaio. Fanfnr.Qpadia i
fa.n?arroaadss fit>j>ee4ra, e Vrt-d*Wlro
noruicosv apwardas an ,o,-iai h in-iistic.s
segmntj em, \o\i-, ih ';rqaps miaifterh s.
_0 prec/j damisa, Tm de ^7iO&3 pirohrt-
gavao de 90iOM, sebdo r> prfcco c.>rreBte ha oraca
das ohrtgacoes (h prim?ira emisslo de 77t!M.
0 scrips tiver m logo premio, conn era do
presumir a visti do result ado ila operacao e as aa-
tis obrigacoes snbiram a 78iW. A emissso
oi feita directameutc pelo thesoaro em LisbQn,
Porto, Rraga e Vianna.
O que ninguem pole duvidar 6 qae o capital
abnnda cm Porlngal; que ex carsos do thesouro e na pat e tranquillidade de
pan
* No dia 30 de maio saaio para e Brasil (creio,
qae em primeira viagem) o paquete inglez Mtriko,
chegado de Southampton.
t Pertence 4 esquadra da Boys/ Mail Stcnm
Vaekst. Levon 83 passageiros e n tran de Lisboa.
AlHrmam os jornaes destes nliimo dias, #ue np,
rainisterio do reino estio se colligindo os (Memen-
tos neeessarios para a refermaijao do ensioo se-
cundario, pretendendo basear-se o governe nos re-
latonos que os profcjsores tern obrigacilo de maa-
dar sobre os methodos por elles ssguid)*, applica-
oao do programme, difflcnldades que ene intraram
uessa applicagao, adiantameato dos alumuos e re
sultadodos exames.
a 0 Sr. Joao Baptista da Silva Ferrao de Car-
valho Martins, par do reino, ministro de e tado
honorario, procurador geral da coriia, fazenda e
aio d is principes, foi agora no.neado conselheiro
de estado effectivo na vagatara qae deixou o (al-
lecimento de Joaquim Antonio de Aguiar.
El-ret o Sr. D. Luiz vai mel'aor dos seus pa-
diicimontos, ao que parece, porqua ante houtem
andou passeando de carriolio pelas raas da Baixa
com S. M. a rainha e seus (II bos.
Foi aceita i reoausia qae o marqaez de Gas
tello-Melhor, fez do lagar do par do reino com que
el rei o agratiara ultimaraente.
Os paquetes que aioda teinis esle met pa a
PernaiDbuco >io, a a ou 6 o Vitle dc Rio de Janei-
ro, do Ilavie ; a 10 o lllimam, da carroira do Pa-
cilic ; a 13 o Bog*e de Soutliamptoa (Royal Mail,
a 23 o francez (?) das Messagerks Mardimes de
Borders, e por ora mais neubum vejo anauuciado
para o mez de junho.
Foram publicad is no Diario do G verno. com
o decrelo que os approvou o> estatutos do R nco
Popular Indtpenlencia, socieJada cooporativa de
creiliio.de respoasah lidade limitada. E' presi-
denie da assemblea geral o Sr. D. Jose de Salda-
nha, irm.io doconde Rio-Maior.
Sahiram : a 23 de maio, vapor Brngnnz pa-
ra o Haranhao ; a 2^. patacbo Planet para o Para,
v-por Cearense para o C-ar.i, Maraohao c Para.
E,-tao a carga os navies: era Lisbdi, Vnador
d i ihndego para Pernambaco; no porto Trium-
plto eNoco Paquete para Pernambuco, Uaiao para
o Para.
accordo com a Santa 3 penal pur lermo a osse d-pIoraM cma.^j, f*i R't
Saab jr. o seaado
.ignsirn drif*rsl<8ilv!t,
Ao perio.lo que con ca
lomenta o canflicto, et.j. o
c Menhir, o aen'ado(amenta qae o procedhnen-
to dos J.ispos 40 Oliuda a do Para desso lugar a
am cobflicto dj jurisdieei > eiilre a auturidade es
piritiial e a temporal, cuj is offeitos cjvis eslio res-
5uard*lo3 na constitaljao o nas lei?, sem necesii-
ade da pufigaoi dos bJapos com penas tempo
a as, que asiu-iam as coiscieoci*s e exageram os
rei lo) da jcorda. o
Vt 04pofo do senado, Seahor, aao (altara ao go-
verno, aeapre qae este, para maater illesa a sobe
ranis aaoional e resguardar a liber.lade de eons-
ciencia dos cidadaos contra os excessos das aato-
ridades ueclesidsiioas, que-ameacam os direkos do
estadovempregar as medidaa que estiverem na sua
cimpeTehiia, ou propnzer novas, que sejam por*-
vfulura procisas para coater quaesquer das. medi-
das ou preieocpesdaautoridaleecclesiastica.e que
dependam de eoncurso do pader legislaliv >. Paco
do senado, 9 de junho de 1871. Sitveira aa
.\f tta a
Na sessao de 8 foi approvada a eonce-sio de 1
cenea ao ^eriad.ir Viscoude de Nitherohy, o tteon
adiado o seguiote additamento offerecido pelo Sr.
Visconde de Soaza Fraaoo ao re-jOerioieBtQ do Sr.
Figueira de Mello :
w Heqaeiro qae se peca o goverao informaeoes
sobre o* motivos por que esta suspeuso o paga-
mentoda coogrua de algum ou de alguns vigaios
do hispada de Pernambuco. Em 8 de iaaho uo
18/i.Soj( Frana.*
Na sessao de 9 o Sr. Zacanas justificou, leu e
lead i di versa* peasoes.
P.issiodj segunda pane da or Jem dp dia,
0-o.Jii.m-.s-.a camara com a r wiu4.>o da 2' dis-
iK.-p'i di ur.jecio n. 18 la I87i. qn.i ;ixa a forca
B*v*| para o anno linanceiro de 1875 a 1^76.
Oraram os Srs. Pereira da Silva o FIoren:io de
Abreu, llcando a dlscuao adiada pela hora.
. Lemoe no Jnmat do Commtvcia :
i Loruta-nos que o Sr. miaistro do agricultura
iriaiidou collpcar desdtja daxentos registros nos
eacanamenies da pirta commercial da cidade para
s^rrirem ao fornecimento d'agua nos casos de ex-
tincfao de iocendios.
Expedio or Jem ifaalraenle para, com a po-
sivel brevidade. e tenao-se em vista o project! de
abastecimento d'agua, ser aqaelle numero de re-
gistros elevado a doas mil, comprehendendo a
maior area poesivel da cidade
AalIande?a rendea de 1 a 9 do corrente
i>oo:Oa8Aa{0.
Els as notices commerciaei da ultima data :
a Rio Grande do Sul, 2dejunho.-K importa-
cao que tiveraos no mez foi insigailkante em eon-
sequencia de reiaarem quasi
trarioa, que afastaram a navegar;ao. Todavia o
pemeno movimento que houvo no mercado, en-
contreu existencia* para salisfazer a pricura, es-
coando se varios artigos e obteado algaas precos
vantajosos.
c 0 sal sempre eucratrou raao mercado, porque
a matanca tem sido muito manor esta anno, o
que eoncorreu para armazenareoi-se varios car-
regamentos que com o* depositos anteriores flea
hoje elevado a ca'ca de 60,000 alqueires.
Os proluftos boviuos foram sempre procura
dos.
rawami'iiio. Ria Id do corrente fatle-
T*ub majorTefcnnaJo do exercito J.ii J.>se (J).
Mies, coramiadarUe An fortes- de 'a:li o \'ua-
ceih....... .
ntnheiro. -Os vapores M-mtihii e Bukia
troiiNeraiii para :
H. Forster 4 C. 1:018^380
Belirao, Oliveira & C 488j't00
Jose Kodrigaes de Souza. 400^000
MiMJio> Pcneda. -A p*opjsitj desti mis-
Mo, dc que se occupou no parlamento o Exm. Sr.
visconde de CaraveHas, ministro de estraogeiros,
escreveu a flfaf<7o, da c6rte,as seguiotes linhas, que
entendemos dever reprodazir hoje, qae encetamoj
em a nossa oitava pagina o discurso do illusire
ministro :
0 iraportante discurso proferido pelo honra-
do Sr. visconde de Caravellas, ao discutir se na
camara te.nporaria o voto de gracas, lanca verda
.'VoticiRS tltt Aeiicrica.
Por via de Lisboa recebem is as segaintcs :
A Uniao Amerieana icaba de se enri mec
com u ii novo esiado.
A camara dos represeDlanteS doptsu na sua
s-s-ao dc! 21 de maio a lei que concede ao lerri-
lorio do Njvo Mexico o titul i e os direilos de um
EsUdo da Uniao
Um despailii da Nova Y >rk diz quo limn
leaautor do inmlto e violeiitia praiicado .-"Ulra
Mr. Magee, vice eoasul do lugiaterra en S. hm
le Guaiimala, sera asoilado e depois fuzilado.
\oticiii-* l .sul <5t
da cdne menus o 1 s ebras pablieas quo esUva no
Dour i, repreaenUTa daiilameate a familia real
porluga za S. A. a Sr. D. Augusta foi pessoal-
roente arestar ss bouras fnnebres. 0 corpo d.plo
matico tembem a--i-tiu. Toda imprensa politica
foiUmbem represntada naqnelle acto solemne
Fiaoo se, pois, um do% maiores vultos polittcos
da Portugal, o bo nem que mais fez para se levar
4 eQeito a cxtinccio das ordens religiosas ne-te
paic.
Joajuim Aatcnio de Aguiar, a inemiria do
{laltiJa aimprtasa tributou nesta oc:asiao i:i-
'j-peitas homanagens d'admiraciio e respeito, mor-
rea pobre. Essa niodesU quinta do Barreiro, com-
prara-a elle com os plebeus cinco coatis dc ama
sorte gran Jo da loieri>. Disse muitas vezes que
preci-ava outra sorte grande, para metter agua na
sua qainU. Mas nao pole jamais ter esse gosto !
Faz-lhe bonra, elle que chefe do partido regene-
rador, conselheiro d'esudo effectivo, presidente do
supremo tribunal de justiea, par do reiao, onde
fdra um brilbante orador, ministro da coroa des-
de 1813, t.nta* vezes gerio os destines do pa z.
a com a sua honradez temos rauitos esladis-
tas, senao todos. As polemicas da imprensa ras-
leira e qae fazem as vezes suppor que nao.
c Apresentou-se aprisao o conde de Magalhaes,
impl'cado na rev Ita de 1871. Cumprio, pois, o
que Ibe aonunciei n'aroa das otinhas ultimas. Foi
recolbido acadeia do Limoeiro de Lisboa. Lo^o
em seguida aggiavou do despacao de iojusla
pronuncia. Foi estranhado qua, sendo elle con
de, par do reino, e ministro de estado, honorario,
e qae Ihes di-honras de teaente-general, aao the
fosse coacedidaa irisao n'uma fortaleza como Ihe
comp'lia Ogovrrno conformando-se com o pa-
recer de procurador geral da corua e fazenda, in-
deferio Ihe.
Os trabalhos (ia construccao do caminho de
erro do afanho, vilo adianLidissimoi, deveado es-
Ur antes do fim do corrente anno, oncluido o
lanca do forte a Braga. Sao incalculaveis as van-
tageas que ease meio de viacao ha de trazer a Ira-
porunte provineia do Minho".
Foi approvado o projecto da esU>;ao do carai-
h'io de ferro de Braga. Esta oreada em........
40:000*. E moiki bonita.
Jnlgo ter Ihes liJo na rainha precedeate qae a
nissao feiu em Portugal da 2/ serio de obriga-
cdes do caminho de ferro do Bouro e Minho, exee-
dera toda a eipccutiva porquaato pedindo o the-
souro unicamente aos capitalisU9 portaguezes
i,74S:0004 ebegoa a subscripgao a 82:000*, tendo
de faser-se rateio pois excedia a offerta 47 vezes a
qaaotia pedidal Coube 2 por cento a cada subs-
criptor, sIvo erro. Parece qua um dos bancos do
paiz tinha poueo antes pedido ao goveroo tomar-
lbe toda a emissSo. Capitali-tat estraageiros ti-
nbam faito ideatica proposu; mas o actual minis-
tro da fazenda persiste no systema, por muito cod
demnado, de tirar dos capitaes banearios dentro
do paiz, as eocamas de qae o governo precisa.
< Qof-ra goffre com is to e a industria o peqne-
bo commercio, pois os bancos e os capitaes portu
gnezes emqnanto aeham este freguez certo de todo
o dinheiro disponivei estao de mao na ilharga para
* peqaenas transacts.
,_; w^o nos illndamos tio pouco. Aqai nesta of-
em de 47 vezes ao capital pedido ham fanfarro-
**. O deposito por eotrar na sobscripcao pa-
ra os protegidos, disseram alguos joraae9 de Lis-
boa. qae lorau feitos por simplei cuaqnai, ou mes-
par dedaracSes escriptas tam formalidade al
Cma, eraqaaLiu qtc.
jores foram feilos v;
iiupciw >.
Amanfaprea em no^so porto hontem o vapor
brasil.'iro If thin, trazendo datis : do Hie Grande
do Mil 2. d- Saul Cattafina 4, de S. Paul > 6, do
Hi de Janeiro 10, da Raliia lie de Maceid 16 do
corrcuio :
A.'em do que damos sib a rubrica Parte Oftcial.
enconira-nos nos jornaes oseguint*:
kio onaJIH do sul.
0 corpi d > coiii.n- rcio da cidade d i Ri.i Grande
depois .le ter d.scutid) em as5emblet geral no dia
l" da corrente, a pooca vanugeui que ha da exis
(eacfa na circulafao da provmcia de moeda de
prata de republieas viziobas, deliberou q .e o^> bo-
livianos so sejam aceilos a 700 rs. e as btlastrm; i
a 440 rs. cada uma.
Esta resolucao d :ve, sem duvida, dizem algans
jornaes, evitar a importaeao futura da taes moe-
das fabrieadas de pe.-si na prata.
0 Diario dejiags, de 27 do passado, noticia
a chegada da tnriua da engenbeiros quo tam estu-
dar o tracado da liuha ferrea que alii se proiende
coostruir.
O pilot} do vapor Gomos fora mandado reco-
Iher a prisao, em vista da re piisieao do comman
danle daquelle vapor. As lolhas do Uio-Graude
davam como certo ter sido elle o uuico culpado da
perda do vapor Gjmos, porque nao cumprir i as
ordens que Ihe dara seu commandante de se con-
servar ourante a noule do sinistro em posi-
cao detenninada para evitar que o navio enca-
lliasse.
Em Porto-Alegre a epidemia da variola con-
tinuava a causar grandes estragos ui popula?4o.
A camara municipal mandara ob?erv ir varias ine-
did.s hygieni-.-as alim de diminuir a inlensidade
do mal.
Iaaugurarase na capital o ;urso de infante
ria e cavallaria crcado na provmcia por decreto
de 14 de fevereiro de*te anno. Esliveram presen-
tes aj acto os Srs. ; resideate da provineia, mara-
clial commandante das arm is e grande numero
de possoas gradas.
As follias Ja Jagaarao narram o seguiote
facto :
t Estaodo o Dr. Jose Maria de Avila em casa
do velho e honrado vizmho Maaoel Saraiva, ira
von se de razoes com esie, por causa de ajustes
de coutas, do que resultou, segundo informa a fa-
milia de Saraiva (pois ;udo :passou-sa dentro da
casa do mesino Saraiva i o primeirj dar um relha-
co no outro, esle oai sua defeza atirou Ibe uma
facada que, sendo de revez, someate foz ihe uma
incisaosobreobraco.de uma pjllegada de pro-
fundidade entre a pelle e a came. 6s peritos, en-
tretanto, julgaram a farida com dous palmos de ex
tensao e um de profundidade, pouco mais ou me
nos Saraiva, apenas o Dr. Jose Maria sahio de
sua casa, fechou a porta e abandonou a sua
familia
As follias do Rio Grande do Sul dao as segaiu-
tes nolicias sobre e.;se pseudo Ctiristo :
No Domingo do Espirito-Santo houve graude
renniao na cana de Maurer, no Ferrabraz.
Mais de.60 pessoas compareteram a ella, e, se
gunlo 6 voz publica, foram combiuadas medidas
extremas.
0 ex-padre protestaute Klein assistio a reu-
niao Sabe Deus, que novas victimas seriam desig-
nadas nessa occasiao I
a ConGamos, entrelanlo, nas autoridades poli-
ciaes e na aclividade do destacameoto, que sabera
evitar a reproduces j de novos crimes.o
SANTA CATHARINA.
Foram encerrados no dia 2o do-passado os tra-
balhos da assemblea provincial.
A epidemia da variola Iavrava com intensida-
de m Laguaa. 0 numero de saas victimas era
crescido.
Em Tijucas liavia desapparecido o mal que fla
geliava a populacio, mas os sararapos, declararam-
se com grande intensidade era S Jose\ A presi
dencia mandou o Dr. Argollo presur seus servicos
medieos a popalacao daquella cidade.
S. PAL'LW.
A variola comejava a fazer victimas na cidade
de Santos.
0 Diario de S. Paulo do dia 4 noticia a evasao
de dous gales que estavam encarregado**aa fachi
na. Apezar de todas as proviiencias dadas polas
autoridades, nao fora possivel captara-los. As cor-
rentes de ferro qae os ligavam foram deixadai pe-
los dous criminoso9 na varzea do Carmo.
K> DE JANEUO.
No senado proseguia a discussao do projecto
de refotmia do recraUmente, e comec/w no dia 9
do corrente a discussao da resposta a falls do thro-
no, occupando toda a sessao nesse dia o Sr. Zaca-
rias, que ao terminar maodou a mesa, as segumtes
emeadas, que foram apoiadas e entraram om dis-
cussao :
Aos periodos lie 12 do voto de gracas.
Senhor, o senado lameata o conflicto lovanla-
do entre o poder espiritaal e o poder civil, acredi-
tando todavia que o procedimenlo dos bispos da
Olinda e do Para nao os, sujeitou legalmente ao
julgamento do supremo tribunal de jnsti ;a. Nao
menos que a V. M. Imperial, penaiisa esse faeto a.
senado, o qual nada mais ardeotemeote deseja do
qae ver a conjiituijao e as leis de lodos respeita-
das e protegendo a lodos.
a 0 apoio do senado nao faltara ao governo,
gempre que se irate de raanter diesa a soberauia
national e de resguardar os d reitos dos cidadaos,
no proeeder dos
mandou a raasa o segui .te projecto que, a reque-
rimento de seu aator foi remeilido a conmissio
de le^islacAo :
A assemblea geral resolve :
Arligo unfeo. Pica derogado o art. 6 da lei p.
2,031 de 20 de selembro do, 1871, na parte em que
ostabelece a competeacia dos desembargadores pa-
ra preeidir as sess9es do jury nas eomarcas espe-
ciaes.Z. de Goes e Vasconcellos.
Na eaniara dos depuiados, no dia 6 do cor-
rorjte, lida a acts, fizeram sobre ella diversas ob-
servacoes os Srs. Marlinbo Gampos, Marlioho de
Freilas, Carlos Peixolo e Paulino de Souza. lu-
lo se pro;eder a voticao, verificoii-;e nao ha-
ver nuraoro legal, pelo que ticou a discussao en-
cerrada.
Suscitou se entio uma questao de ordera em
qu" to.naram parte'os Srs. Eufrazid Goreia, Mar-
tinho. Campos, Silveira Martins. Duque-Estrada
Teixejra, Paulino de Souza, Oiog) de Vasconcel-
los, Ignacio Martins e Joao ilendes
Pussando a oidem do dia, occupy se a camara
corn a discussai do requerimento do Sr. Ferreira
Vianna, apre enlado a 22 do ruezjiluJo, pedindo
osclarecimenl'.s Scerca dos fartis occorridos na
provmcia do Para.
Orou o Sr. Siqueira Mendes, e foi retiradj o re-
querimento, a poiiJo do seu aulor.
Por ultimo entrou ein dUcussaj o requerimento
com a mesraa data e do me-ra senhor, pedindo
informagoes sobre os acontwimentos quesederam
ultimamente na cidade do Recife, provineia de ?&:-
nambuco.
Oraram os Srs. ministro da justjea o Tar-
quiuio de S uza, Ocando a discassao adiada pala
bora.
No dia 8, depois de approvadas as actas de 3 e
6 do corrente, eJido a expediente, funlamentou o
Sr. Marlinbo Campos o eguiute rcquerimenlo,
quo ficou adiada aa for.na d i cegioeuto, dep jjs de
vencida a urgenciaa pedido do memo senhor, pa-
ra ser elle dado para ordem do dia sogdinle :
Uequeiro que se solicjie do miuisleno da fa
zenla a expedijio das ordens coavenieaUs, alim
de cessarem osnotnios vexaiaes e prejuizos quo
reiieradameire solfrem o> exportalores de geueros
de ucoducc&p das provincias ceatraes nos portos
do iiaperio a pretexto da liscalisac-io de direitos
provinciaes de expjrlaQao pertencentes as provm-
cia.", cujo territori. aquelles generos a ravessam,
como espe^ialmeate frequeates vezis te.n acjate-
cidocom o cafe de prodacc.io da proviocja de Mi-
nas-Geraes, o ainda actualmentc esta ac> ntecendo,
em razao da singular suspen-ao ou euensao da
agencia de conferencia do regUlro da Gamelleira,
proxiina a estacjo da Sesmana, da est'rada Uaiio
e Iudustri i.
Paco da camara, 8 de junho le 1871. -Mir-
tinho Campos.
Eoi seguida teve lugar a eleicSo da mesa, sendo
reeleito todos os seus merabros, a excep^ao de
presidente e 4* scretari >, cargos para que foram
eleitos os Srs. Vlanoel Francisco Correia e Miran-
da Osorio. .
0 Sr. Correia. depois de occuuar a cadoira, di
rigi o-se a camara nos soguintes termos :
0 Sr.^ Correia: (Movimento de atteocio, si-
loocio). Senhores, esta augusta camar** acab.i
de ceaferir-rae uma alta distinccio, coliocindo-ine
no lugar de represeotanle dos represenlantes im-
medialos da nacao. Devo-lii'e a mamfertacao, qoe
apresso-me em fazer, do meu profunJo reonhe-
cimento.
Estou certo de que interpreto bem os seuli
mentos daqualles que se digaaram de honrar-me
comsua conlianca, dizendo que e sua flrme in-
tenclo que sejam respeitados e garautidos os di-
reitos que assistem, nao so a maioria e a mino-
ria, como a cada um dos Srs. depuiados. (Apoia-
dos).
EsforQ.ir-me-hei por correspoader a esta con
Ganca, pela Gel e imparcial obsemncia do regi-
meato.
a Espero que a camara coolinuara a dispeosar-
me a sua benevolencia, de quo necessito para o
mellior desempenbo dos deveres de meu ardao
cargo.
Conlando com esta benevolencia, rendo, desde
mas, nao eneaotrando no proeeder dos bispos of
para o vulgo dos snbserip-lfensa a sobfiranj* nacionalnem aos direilos dos ci-
Jaes deposiios em bom di I dadioe, confia o woado qu?, com moderacSo e de
ja, a todos os meus collegas os votos de minba
gralidao. (Muito bem, maito bem).
Por ultimo a camara occupou se com a 2' dis-
cussao do projecto n. 18 de3te anno, que fixa a
forca naval para o anno llnanceiro de 1873 a
1876.
Orou o Sr. Duque Estrada Teixeira, licando a
discussao adiada.
Antes de dar a ordera do dia o Sr. presidenle
dirigio a camara as seguinles palavras:
Julgo dever lembrar as seguintes disposicdesdo
regiraento :
Art. 33. As sessSes principiarao a; onzo flo-
ras da manha.
a Art. 34. Dada a hora da principiar a sessao,
o presidenle, secretario3 e depuiados tomarao os
seus assentos ; o 1* secretario fara a cbamada e
o 2* escrevera a lisla nominal dos presentos, bem
como a dos ausentes, que deverao ser inserldas
na acta.
Art. 53. Acbando-se presentes depuiados em
numero de melade e mais um, o presidente abrira
a sessao.
< Art. 56. Quando feita a chamada se nao achar
o numero necessario para celebrar-se a sessao, o
presi lente suspendera o acto ate se verificar a
reuniao do sobredito numero.
Art. 37. Se ate o meio dia nao concorrerem
mais depuiados, que preencham o numero, o pre-
sidente declarara hoje nap tia sessao.
A' visU deslas disposi;oes do regimento far se-
ha a chamada amanba e nos dias seguintes as
onze boras, e abrir-se-ba a sessao se existir o
numero legal de deputados, ou logo que esse nu-
mero compareca, mesmo antes do meio-dia.
Fazendo publicaraente esla declarajao, roga a
todos os meus collegas queiram comparecer as
onze bo/as.
Na sessao de 9, depois da approvacSo da acia
e lido o expediente, approvou mais.:
Em 1' J" discussao os proieclos ns 15 e 16
desie anao, que concede/ft um anpo de licenfa,
com todos os seus veacimemtos, ao Qa juiz sabs-
tituto desU cdrte, bacharel Jose Antonio d Araaio
Filgueiras e ao deaambargador da relajao do
Ceara, Manuel Jose da Sfiva Neiva.
Em 1" diu o de n. 45J da 1873, autorisando o
melboramen.o de reforma,om soldo por inteiro,
ao lenenle reformado Heotique Carneiro da Silva.
Em ceguida, tendo o'btido argencia, fandaajea-
tou o Sr. Siqueira M.ndes o segiiinte reqaeri-
mento, que ucou adiado. por.Jer sobre elle pe-
dido a palavra o Sr. Uariinbo. Campos.
a Requeiro que se pecam ao governo as se-
giiintes luformacues :
a 1.' Quaes a natureza, intensidade e duracao
da epidemia que oos annos de,1872 a 1873 gras-
sou nas eomarcas da Camel* 6 Brejves da provin-
eia do Para.
a %'Por quern e como foram, fornesiaos os
medicauiealos dislribuidos por ordom do governo
a populaci pobra das ditas eomarcas.
3.' Qwl a quaaiia dispeaJida eom o ioroe-
cimento dos ditos raedicamentos, espacialmeo.te
qual a impo'Uncia de quinina quo. nesse forneci-
mento ligura.
< Sala dassessSas, era 9 de junho de 1874,
Siqueira Mendet.it
Approvou depois, em ama so discus-ao, a pedi-1
No artig) xarque 6 qua nao se Gzeram maio-
res iraosaecoes, nao so por e.starom um Unto es-
morecidos os exportadores, como pelas altas pre-
.lencocs que, vao tendo os xarqueidores, que se
lispoom a especular, visto ir finalisando a safra.
As ultimas veadasfirara effectuadas de !*600
a 2*800 por arroba em Peiotas. Pode-se hoje
coniar oas xarqueadas com um deposito superior
a 600,00) arrobas para vender.
As entradas de gaJos neste mez foram de
73,647 rezoa odurante toda safra 282 664 rezes
contra 78,267 rezjs em maio do anao passado, e
toda a safra 371,370, apresentando por consequen-
cia jira deficit de safra a safra de 88,906 rezes.
As gorduras conservaram-se na mesma situa-
Cao anterior, rabsando se o sebo e a graxa em
paries iguae? a 3*600 a graxa e a 4*20J o sebo;
graxa so 3*800 e sebo 4* a 4*100, uavendo Ja
maiores exigeocias dos xarqueadires.
t Os couros vaccuas seccos tiveram *a!te, rea-
lisandose osdisponivcis na seguada quinzen.i a
170 rs. Fizoram-se varios conlratos ale Gas de
junho de 370 a 373 rs. Os de terneiro conserva-
ram e con.ervam ainda firmes as cota;oes a 330
400 rs. por libra.
a N.io_ coaseguiram os xarqueadares as elevadas
pretoncoes que tinham sobre oi couros vaccuns
salgados; devido a alta d9 cambio 6 que se paga-
ram a 190 rs., e alguns 1 des por coaeluirem car-
regamentos obtiveram 193 rs.; ficaudo todos c n-
Iratadv.
0 cabello pagou se a 14*000.
Ficam frouxos os fieiamentos regalaado pa-
ra o iraperio a 300. Bio de Jaaeiro, 330 para a
Bahia e 45) rs. para Pernambu-o.
t Para o Caoal couros salgados 45 chs.Cin-
za 27 l<2 chs.
t As operacoes em cambio sobre Lonlres fo
ram limitadas. Os bancos aid hoje ao meio dia
nao tinhara aberto suas cotajoas.
Na praga negociaram-se as lettras sob.'e Lon-
dres do 3 a 23 1,4. Paris 372. Rio deJineiro
2 l|2 a 3 0,0.
C tamos as oacas a 30*803 e os sobaranos a
9*300.
Rio de Janeiro. 0 de janhi. 0 mercado de
cambio apresenlou hoje mais Qrraeza do que nes-
tes ultimos dias. dm i is bancos mautovo a taxa
de seu papel sobre Londrea a 21 d. e houve papa
da praca para 2 > l|8d.
No mercado de ac(5ea apeaas nos constoa a
venda de alguns lote- aos seguintes precos: ban-
co Commercial do Hio de Jineiro a 83*, banco la
dusirial c Mercanlil a 77*, banco Rural e Hypo-
thecario a 210* cada um, a dinheiro.
Nada se Tez om cafe ; as vendas de assucar-l
foram pequenas para consurao.
Nao uos coaslou fretamento algum.
ilAIIIA.
No d a 20 do corrente deve ter lugar, na capi-
tal, o bailo offerecido pelo corpo do commercio ao
seaador Cruz Machado.
- Para o c mcurso para preenchimento da ca-
deira do palhologia externa da facnldade de me
licina inscreveram-se os Drs. Domingo; Carlos da
Silva. Antonio Paciflco Pereira, Augasto Goncal-
ves Marlins e Alexandro Alfanso de Carvalho.
Fallaceu, em Mare, o Dr. Francisco Ribeiro
Guimaraes Lopes.
O cambio regalava sobre Lonlres 25 3|8 a
2o 7|8
A alfandega rendeu ie 1 a 13 da corrente
254:127*945.
Lemos no Jornal:
Na noile de 10 do corrente, os c.irros trium-
phaes que t"m de servir nos festejos do dia 2 de
julao, foram conduzidos pelo povo deide a Lapinha
ate" a praga da Piedade, onde tem de ser feitos al-
guns reparoa da que necessitam. .
Ao passarem pelo palaci i do governo, percor-
reram toda a praca em de redor com rcpetidos
vivas ao Exm. Sr. presidente da provineia.
ALAGJAS.
Lerao< no Jornal:
' Por communxacSo da promotoria publica da
commarca do Pilar, veio ao conheciraento de S.
Exc. o Sr. presidente da provineia, o altenudo
de assassinato que na noiie de 27 do raez ultimo
se deu no lugar denomiaado Pilarzinoo daquelle
terrao, contra a vida do capitio Beltrao Jose de
Magalhaea, que feiizmente escapou por ter se da-,
do apenas a explosio da espoleta do bicamarta;
assira como, que na mesraa ooite o respectivo de-
legado de policia, tomando algumas informajoes,
procedeu ao iaquerilo policia! com a assistencia
da referida promotoria : nao podendo ainda ser
descoberlo o autor daquelle atteotado. >
Inlorraam-nos qua foi lavrada no cartorio do
tabelliao Sampaio a carta de liberdade da parda
DelGna, que era propriedade do africano livre
Manoel d\ Costa. Concorreu para esse Qm Joao
Maaoel do Nasciraento, preso oa cadeia desta ci-
dade, que offereceu a quautia de 400*000. Sea
do o valor da dita parte estimada era 750*000,
obrigou-se ella a iademnisar a seu ex senhor da
quautia de 350*000. >
deira lac sobre diffcreates circurastsneias da mis-
sao Penedo, que publicac5es de uma certa origem
teera procurado com iocessante esforco desaaturar
e Inverter.
a Convidado a explicar-se sobre varios inci
denies dessa missao, o veneravel Sr. miniJlro de
sempre. venlos con estrangeiros soube cnmpr.r este alto dever cem a
raoderacao e pradeacia que Severn andar em Uo
delicado assampto, dando lealmeate ao parlaraeo-
lo as raais conscienciosas informacoa?, e promet-
tenda ao mesmo tempo a inl^gral publicacao de
documentosrecentemente rccebidos, com os quaes
se prova que o plenipotenciario do Brasil nao ex-
cedeu de qualquer modo aa inslruceoas dadas a
sua missao.
Tem se dilo, o ainda hontom o repetiram
dous orgaos da impreosa, que o honrado Ir. ba-
rao do Penedo proraettera ao cardeal Antonelli
qae neohuma medida desagradave' seria tomada
coatra o Sr. D. Vital, e quo a Saota Se. duranto o
curso das negociacoes. manieve-so na ignoraacia
do processo instaurado contra aquelle prelado.
Sobre o primeiro destes factos o Sr. barao do
Penedo, invocando o testemunho do Sr. barao de
Alhandra, que assistio as doze conferencias ce!e-
bradas com o cardeal Antonelli, a!Brma poremp.
toriamente qae nao lizera de qualquer modo ul
promes'a, nem aceitara condicots para o resulta
do da missao.
Apenas informado pelo Monde da allocVao
attribuidi ao santo padre, em que -e.falla dap.z-
lavra dada pelos represenlantes do gwerno, o Sr.
barao do tVauedo dirigio-se por carta ao Sr. barSo
do Alhandra a reelannr a sua interven.;iio junlo a
Santa Se para o restabelecimenlo da verdade.
A questao desta promessa reduz se, pois, aos
seguiotes termos :De um lado esta o cardeal An-
tonelli, que. somenle agora afflrmando te-la r0ce-
bido, nenhuma referenda tinha feito a esse fac-
to ou a nota quo poz lermo a negociacao ; de
oulro lado os Srs. barae do Penedo e barao de
Alhaadra, qae negara ter sido feita uaia lai pro-
messa.
A supposla ignorancia do processo instaurad i
contra o Sr bispo de Olinda, em que se allega ter
eslad a a Saota S6 durante o curso das oegocia-
Qoes, 6 formal nente desmentida pelo plenipoten-
ciario brasileiro, que nao somente afflrmou ao car
deal Antoaelli a existencia do processo, como Ihe
mostrou o aviso do niraisterio do impcrio ao pro-
mator da ju?tiga.
A carta uirigida ao Sr. bispo de Olinda, que
tem sido chamada pelos orgaos da imprensa epis-
copal -a carta mysteriosa, foi effectivamenle en-
viala a seu desiino por intermelio do Sr. inter-
nuncio. A aulhenticidade das palavras transcrip-
tas na communicagao do Sr. barao do Penedo esta
provada pelo proprio carJeal Antonelli, quaado, ao
dirigir se ao Sr. ba>aa de Alhaadra, queixou-so
de ver pabllcaJas algumas phrases desse ddCU-
meato.
A ieitura do dis.urso do nobre Sr. ministro
de estrangeiros deixa estes varios ponlos a saivo
de uma conleslacao sena.
fiut'siuit liisio-tji. Em nossa 8' pagi
D damos hoje o discurso pronunciado pelo Sr.
ministro dos estrangeiros, por occasiao da discus-
sao da resposu a faila do throno, no quai 5. Exc
explica o qae occorreu sobre o conflicto susciudo
pelos bispos de Pernambuco e do Para, tanto no
imperio comona corte ronaua. UecomuieuJamos
a sua leiiura.
O Isispo do Para. No processo conlra o
bispo do Para o coasolheiro promotor da justiea of-
fereceu o libello accusatori) assies termos :
Por libello aecasatono diz o desembargador
promotor da juslica contra o Rvra bispo do Para.
D. Antonio de Macedo Costa. E. S. G.
1 Provaraque o reo obstinadimente deter.mi-
nou quo os macons naa coatinuariam a fazer par-
te das confrarias e irmandades, sem que dedaras-
sem por escripto que nao queriam mais pcteacor
a maconina, sob penas, no caso de desobediencia,
de serum suspeusas as confrarias de todas as fun;-
foi reforms** esa amfcrnja. pira condemnar-se
ri'o a um auno do prisao e:u uma f.rt.leza.
JdJliI Aiitmio da Silva, c rneia do I' balalh.io
do anilheria, accu-.a lo do hav.-r se evadido do po-
der ila miu wsaoNa qua n acoiiipmlnva para uma
f..xim; teuUinJo sentpuciadu peki conaelho de
guerra, na 1* parte do art. 6'dos de guerra, foi
julgado nullo todo processo, visto orao resaltando
da fuga uma ausoacia de 3 dias, e que nao com-
blue crime punivel pelo coaselho de guerra, man-
dou-se por isso que se arosaia por Ul falta na
forma da lei, lit. 3 ds ordeuaaca de 9 de abr.l
de 1804.
Antonio Raymaado G(imarles, soldado, accua-
do dos crimes de recusar se ao cervico e lenlar
contra a vida de seu eamarada, seotenciado pelo
consellio de guerra a ser arcabuzado ; foi essa
sentenca reformada para se impor ao reo a peoa
de 10 ann .s de prisao com trabatho.
Miguel Pereira dos Samoa, soldado, a'cusado de
primeira desergao simples, e condemnado pelo con-
seldo de guerra a 6 mezes de prisao ; foi esta
seateOca coofirmada.
Jose Francisco Tojal, sol lado, accusado de. ijr*
meira dtsercao aggravada e condemnado pelo con-
sellio de guerra a 6 annos de prisao com traba-
lho ; foi conGrmada a sentenca.
Maaoel Moreira dos Santos, soldado, accasado
do crime de segunda desercao simples, condemna-
do pelo consellio de gaerrp a 2 aanos de prisao
com trabalho; foi couGrmada a seateoca.
Joao Manoel de Oliveira, soldado, accusado do
crime de 2' desercao aggravada, condemnado pelo
conselh) dc guerra a 2 aonos de prisai com tTa-
bilho ; foi coutirraada a sentenca.
Fausto Bispo Raymundo, soldado, accusado do
crime de desercao simples, condemnado pelo
consellio de guerra a 6 mews de prisao ; foi ,con-
nrmada a sentenca.
Mariuha. Je'ronymo Garcia, soldado do bata-
llia > naval, accusado do crime de horaicidio, con-
demnado pelo consellio de guerra apena de 7 an-
nos de gales; foi reforuiida a sentenca, para im-
por-.'e ao reo a pena de 10 annos de prisao com
trabalho.
Comarcn de Saniu Antao.- Recebe-
mos o rtclonense, de 6 e 13 do corrente, do .i.ial
Iran erevemos o seguinle :
*' Abrio-se a segunda sessao do jury deste ann i,
no dia do correute.
" Nao tendo compirecido numero sufflcienie de
jurados neste dia, procedeu se ao sorteio, e no se-
gundo compareccram 18 Srs. juizes, declarando
aberta a sessao o Sr. Dr. Marcos Cjrreia da Ca-
mara -Tamariado, digno presidente do tribunal.
" A cadeira da promotoria foi occupada peb
seu respeclivo proprietario, o iatelligeote Sr. Dr.
ieroncio Dias de Arruda Falcao ; escrivao, o Sr.
alferea IJellarmino dos Santos Bolcao Filho.
" Eis a lista dos reos subraettidos a jalgameni i:
' Ul'i'2. Re>, Franisco, escravo do capitio
Manoel Gomes do Rego, que o eutregou a juslica;
accusado pelo crime previsto oo art. 193 do cJci-
go criminal; advogado o Dr. Joaquim de Albu-
querque Barros Guimaraes ; condemnado a 13 an-
nos de prisao simples.
Dia 3. Reo, Joao Marlins dos Santos, accu-
sado no art. 103; advogado Alexandre Bezerra de
Albiqueriue Barros; condemnada a gales pefpe-
lua, protestando por novo jury.
4.Re"o, Joao Ignacio, e3cravo do tenenle to-
ronel Jos6 Gomes da Silva ; accusado no art. KB :
advogado o Dr. Marcolino Ferreira Lima ; condem-
nado no rnedio.
" Dia 5.Ileo, Manoel Antonio Torres ; a:en-
sado no art. 203 ; advogado Dr. Nicolao da Canha
Lima; absolvido. "
l.otcria do Rio do Janeiro. Resurao
da lista da 79.' loleria ( 20!.') em beneficio das
matrizes da provineia do Rio de Janeiro, extrahida
a 8 no corrente :
5 'Jn'|...................... 2:00ft#0)9
-N- 4|0...................... 10:001*000
N- 2b71..................... 4:000*000
5- 'iT'1..............;...... 2:eoo*u
Ns. 2173 e 2956-1:000* a eada um.
Ns. 1431, 2010, 5576 e 5661-830* a cada um.
Ns. 20i, 289, 1026, 1078, 1176, 1192, i860.
2707, 4265 e 4619 -200* a cada um.
Ns. 3, 671, 719, 830, 1220, 1436, 1862,
2048, 2274, 2160, 3325, 3527, 3698, 3852,
4663, 5148, 5626 e 5914 -100* a cada un.
Ns. 92, 143, 146, 138, 227, 838, 917,
1039, 1337, 1584, 1895, 1931, 1964, 20*1,
^ \
am,
4110,
1042,
2083,
ambucos
cdes religiosas, e Gcarein interdictas as eapellas
igrejas que esiivessem debaixo de sua adminis-
trate.
t 2 Provara que semelhante determinajao foi
levada a elfeitopala autoridade ecclesiastica, iican-
caodo lodos os raembros das coufrarias punidos
com suspensao de lodas as fuocgoes religiosas,
e interdicjao das eapellas ,e igrejas.
3' Provara quo a dcofaracao ds incapacidade
de certa classe ou iadividuos em pertencer aquel-
las confrarias por motivos aao especilicalos nos
respeclivos compromissos, iraporla alleragao (revo-
gagio ?) delles, e esta nao pode ter lugar por me-
ra voniade de um so dos poderes que inlervem na
organisagSo e vida das confrarias e irmandades.
t 4 Provara que para alleragao e revogacaa
dos compromissos torna-se indispensavel, alem da
voniade dos fundadores ou dos merabros effectives
o eoncurso dos dous poderes.
t 5Q Provara que a preseule causa perlence a
algada desle respeitavel tribunal conformeos prin-
cipios reguladores, e terrainante disposigao da lei
d. 699 de 18 de agosto de 1851.
6 Provara que o roo com seu procedimenlo
ullrapassou os limites de sua jurisdicoao ecclesias-
tica, e usou de noloria violencia e oppressao con-
tra as confrarias e irmandades, que interpoieram
reeurso a coroa, nos termos da nossa legislacao, e
que, teado obtido provimeuto, a esle racusou o reo
formal e obsiinadamente obedecer e cumprir, as-
sim impedindo o effeito da ordera do poder exe-
cutivo no exercicio de suas altribuigdes legaes.
Nestes terraos:
o 7* Provara que o reo infringio a constituijao
politica do imperio e a legislagao reguladora de tal
maleria, e por isso acha-so incurso na disposicao
do art. 96 do codigo criminal, cujas ienas Ihe de-
vem ser impostas no grao maximo, por se darem
as circuraslaneias aggravantes dos %% 3', 4", 8" e
10 do art. 16 do mesmo codigo, sendo tambem
condemaado em lodas as cu3tas.
Fiat jtistitia. Rio de Janeiro, 7 do junho de
1874. 0 promolor da justiea, D. Francisco But-
thazar da Silveira.
Processo Viggueiro. Tendo ido com
vista ao cooselheiro promotor da jusliga os embar-
gos offarecidos a sentenga conletnaaloria pelo des-
embargador Pontes Visgueiro, o mesmo conselhei-
ro ofBciou o seguiote :
Senhor. Nada ha que revogue o disposto no
art. 48 do codigo criminal, e por isso tenho como
incontroverso que o reo deve cumprir a peoa aa
provineia do MaranhSo e oa prisao da capital, que
e onde ha maior seguranga e maior commodidade
como uma grande cidade, era que abundam cs re-
cursos para as cousas oecessarias a vida, para
commuaicacoes, etc.
a V. M. Imperial mandara o que for de direito.
Fiatjustitia. Rio de Janeiro, 7 de junho de
thazar da Silveira.
REVISTA DIARIA.
Jury do Recife. Em 16 do corrente foi
julgado o reo Aogelo do Monte, pronunciado no
art. 201 do codigo criminal, por haver era Janeiro
do anno ultimo, ferido levemente a sua mulher
Marcelina Francisea do Esptrito Santo.
Tendo por defeasor o Dr. Joaquim Jose de Mi-
randa, foi absolvido, de conformidade com a deci-
sio do tespectivo conselho de senenga.
Entrando hontem era julgamento o reo Ma-
noel Bomao do Livramento, proauueiado no art.
209 do codigo criminal, teve por advoeado o a^a-
Correlo da cdrte. -Mais uma vez vimos
fazer um protesto contra a ma forma porque 6 fei-
to o servigo de expedigJo de raala3 para o norte
do iraperio, pelo correio da cone.
Pelo vapor Bahia, chegado hontem ao nosso por-
to, receberaos a missiva do nosso correspoodente
eraBuenos-Ayres, a qual deu entrada naquella es-
lagao, como se vd do carimbo respectivo, no dia 5
do corrente, tenlo vindo na mala do vapor francez
Erymanthe, flcando entretanto demorada no Rio
de Janeiro ate 10, quando dahi sahio o Bahia 1
Deixamos de fazer commeotanos, porque o fac-
to narfado pura e simplesmenle, mostra que nao
ha no correio da cdrte, apezar do seu enorrae pes-
soal, aquelle zelo pelo servigo publics que deve
haver em repartigoes dessa especie.
Afogado. Em i 1 do corrente a na villa
de Pal mares, Rogerio de tal, na occasiao em que
passava o rio Una em uma jangada. succedeu vi-
rar-se a mesma e succumbir aquelle a asphyxia
por submersao.
Prisao. Preso eraflaerante, de crime de
furto de sava|lo, foi re jolhido a cadeia de Nazareth,
Galdino Jose da Aguiar.
Pelo respectivo delegado foi reroettido em 28 de
maio ultimo ao juizo competente o inquerito rela-
Uvo a tal facto.
Luso-brasilelra. Hoje, as 6 hora?! ba-
vera sessio extraordinaria de assemblea geral,
para tralar se de assumpto importante.
Propagadora da instrac^ao publi-
ca. Beunir-se-ha hoje o conselhe superior, no
lagar e hori sabidos.
era um telegramma J.a
t'orvcia Nllherohy. 0 rainisterio da
marinha expedio, em 30 do me* passado, o seguio-
te aviso ao ajudaote general da armada :
a Illm. e Exm Sr.^ Previno a V. Exc. de que
acorvela Nillurohy deve ser desbgada da eatagao
naval do Rio da Prata, a que pertepce, e desle ja
preparar se para, o mais tardar ate" 15 de juniio
proximo, seguir em viagem de iustraccao com os
guardas marinha que lem de completar o curso,
estudando o 4 anno. Ao commandante da refe-
rida corveta dara V. Exc. as instrucgoes oecessa-
rias para que, sahindo daqoi corra a costs e por-
tos do imperio ale a capital do Para, de onde, de-
pois da conveniente demora, regressara ao Rio de
Janeiro, navegando por altura. No qae diz res-
peilo ao easino, disciplina e mai3 circumslaneias
especiaes da commissao, sera ella regulada pelas
ordeas e iastracgoes em vigor, que, eatretanto, V.
Exc. podera raodificar no seutido de melhoral-as,
e assim aperfeigoar a instrucglo dos guardas ma-
rinha. Deus guarde a V-. Exc. Joaquim Del
pnino Ribeiro da Lus.
Consellio supremo anilltar de jus.
tlca. No dia 6 do corrente foram julgados os
seguintes processos : -
Exercito Loarengo da Silva Barros, aiferes
do 4 batalhio de infantaria, accusado do crime de
abandonar a guarda que commandava e ter des-
respeilado o superior do dia, tepdo sido cendem-
nado pelo conselho de guerra, pelos crimes acirna,
a nove mezes de rigarosa prisao, levando-pelhe
I em conta o tempo de prisio que ]a lem soffrido :
3909, 3961, 4019, 4493, 4381, 4594, 4624, 46-J8,
4702, 4816, 4863. 4919, 5240, 5498, 5509, 5607.
3622. 5774, 5848 e 5936-40* a cada um.
P*o 'V. Lemos na Igualdade, de Madrid :
Oa jornaes conservadores desmentem a noticia
do raUeeiraento da Pio IX, comquaati deem conta
d^ gravidade do seu e3tado. Nao faltara comtudo
penodicos estrangeiros e circulos polilicos de im-
portancia onde se assegura qua o papa fallecea ;
mas que para, evitar conflict as, e preparar solu-
gdes, se oaculta cuidadosamente, pela corle de
Roma, a sua morte.
Isto nio se pole estranhar, se se allender a
que a politica de Romi tem sido sempre baseada
na intriga, na astucia, o no mysterio ; procedimea-
to nunca olvida'o peio clero quando se trala da
sua convenieacia pessoal.
Sao sempre oa mesmos ; sempre abassndo
das crelulos. E todavia querem aiada tratar com
o clero, os susientaculos do rainisterio homoge-
neo
.'Vanfragio. -l.<5-se
Madrid de 22 de maio :
" Dizera de Vigo que o vapor inglez Bonita,
proiedente do Rio da Praia cm cafe, couros, al-
godlo, etc., naufragou nos baixos dos Forcados.
salvando-se a tripolagao. "
^Contra o rnlo. Um membro da commis-
sao mete irologi a dos Baixos Pyreneos mdica o
choapo (a ama negro ) como um meio de defensa
contra o raio, isto e, um verdadeiro para raios.
Cita em abono desta piniao o f eto de ter residi-
do em Yerres n'uma casa muito elevada coberta
de ziaco, qae foi preservada muitas vezes de des-
cargas electricas por um choupo proximo, qae do-
minava um9 area de 6 melros. N'uma forte tro-
voada cahio um raio oo choupo, reduzinlo a seiva
a vaper, fazando-lhe rebentar a casca, contiouan-
do a sobreviver a arvore e a attrahir as faiseas
electricas:
0 choupo da-3e tao bem era toda a parle, que e
facil te-lo em todos os jardins e junta as casas na
cam po.
>aio itatavel.Coita o Jornal da Hotte
que o navio mais velho que actualmente existe em
lugiaterra, foi coastruido em Lisboa Tem o n.
21,058 no registro official, chamou-se em Portugal
Re itaurador e e denorainado agora Araeaty. Per-
tence ao departamento maritime de Grirasby.
Foi coustruido de excellente madeira do Brasi.',
nos no.sos estaleiros em 1637. Tem, porlanto,
217 .vm.'S I
Esle anciao dos mares 6 hoje prepriedade de
Grimsby and Cleethorpasilee & C.
Ltoteria.A que se acha a venda e a.l04.J
a benencio da malriz de Palmares, a qual corre
no dia 20 do corrente.
Casa de deteu^ao.Movimento da casa
de dctenjao do dia 16 de junho de 1874.
Existiam presos 349, sahiram 8, existem 341.
A saber :
Nacionaes 262, molheres 8, estrangeiros 26,
ascravos 41, escravas 4. Total 341.
Alimentados a custa dos cofres publicos 276.
Movimento da enfermaria no dia 16 de junho de
1874.
Teve baixa :
Jos6 Calislo de Mello, febre.
Passageiros.Chegado3 des portos do'sul
no vapor ncional Bahia :
Joaquim B. de Moraes, I'olycarpo Jose Layme,
Francisco P. G. de Mattos e sua senhora, Francisco
F. da Silva, Celestino E. C. da Cuuba, Jose G. Pe-
reira, Pedro M. Maury, A. da Rocba, Rolando
Angico Jequitiba Peroba, Autonio C. do Carroo,
Joae Pereira Barbosa, Jose Piulo e sua senhora,
Alexandre, raenor, S. G. da Silva, Tiburcio R. da
Silva Tavares, sua senhora e 1 raenor de 4 annos,
Heorique da Costa, Joaquim Jose de A. Vascon-
cellos, Raymundo Gouveaa, Jose Antonio do Nasci-
raento, Manoel C. Teixeira, Manoel L. de Albue
querque, 1 praga do exercito e 1 ex-praca, j
:nados de F. P. G. de Mattos e 4 escravos de Ti-
burcio R. da Silva Tavares.
Seguem para o nerle no mesmo vapor :
Jose Privat, sua senhora e 3 eseravos, Fernan-
do da C. A. Silva, Raymundo F. Monteiro, Anto-
nio N. Braveza, Jos6 J. Coelho, sua senhora e i
Ijmo, Margarida M. da Conceicao, Gailhermina F.
da Cruz L. Marealegreu, Ferrao Lenreooo Segls-
mundo C. A. Araripe, Jos6 Gitgorio, Joaquim C.
de Barros, Antonio J. Veneno, J. M! de Araojo.
Chegados de Aracajti e escala no vapor na-
cional Mandahu :
LeocadiO Leopoldiao da Silva, Maria da Lapa,
Guilhermiaa e O'ervasio, menores, John E. Bery -
Rose Raberl.
Sabidos para o sul no vapor brasileiro
Ctard :
Jacques, Bernardo Pereira, Maria Jaeome

_
I
'

I VLW&
i i in niiiii ii smas
M
tr


-"
<*mm
9)M*y^ftiMamou ^^wr^i^CM1*


i'tESltjett'.IA
Pereira, Antonio Pnc*co Maurpo, ex-soldado
f-ayrauad" FrafcWc(LAl*i|, Minoel Pinto da
Rociia, Antouifr-^ilhwifc, %MHo de Freiias,
Conslancii Joiquina Gomes, Antonio, Manoel An-
tonio de M;tlo., Joaquim, *oldado volunlario Joao
Me 6o{alv* Pfcwk, Praoefeeo Antonio RodrH
8'Jet Jojta Rodri|ues' Lla?, sua senhora, 5 filhos o
1 cidala, liAMMiaa Figne*r*do, Jose Pinto Rodri-
fwnag gwH.otWWw^.yaiiro, sna>rtnhora a uma
ctiada, Rachel Deioigoe, major Joao Antonio Ha-
chads, An KMua Adelaidede Azvedo, Joao Paulo
de Carvalho, Joao R. de Freiias, Dr. Nicotao Vi-
riato BaneMos, padre Joao Lnii da Silva Braga,
baeharel :?irmino GoraesdaSilveira, sua senhora,
i <-nnJuA,-| j fgjjiia Lm Daraingues do Carmo e
Snfia, TdKrrrjtneisco Taboca, 3 desertores da ar-
mada, 7 r *rotaj, uma ascolta de 8 pra^as e 63 es-
cravos a entregar; T
Cemlterio pablico. Obiluario do dia 16
de junbo de 187i :
Antonia Maria da Cotoaitio, preta, Pernamba
co, 40 annos, casada, Recife ; variola.
Fehciaaoda Silva, prelo, Bahia, 33 annos, mili-
tar, Boa-Vista; apoplexia polmonar.
Joanna itetar.-parda, Pernambuco, 100 annos,
viuva, San'A Aotonlo; velbice.
Avelino.fldjfc, Pernambioo, 8 m?zes : Santo
Antonio; :onvufcoes.
(JHBONICAlliiriARSl.
TRIBl!\lL DA RELlCiO
SESSAO EXTRAORBINaRIA EM 17 DE JUNHO
DE 1874.
DO EX*. Sa. GONSELHEIRO
Efll^O SANTIAGO.
trio Dr. Vtrgilio Coelho.
la ffanuaV presentes os Srs. des-
ires Silva Gaidiaries, Lourenco Santia
go Almeida Albuquerque, Hotta, procurador da
eoroa, Aueioli, Oomiogues Silva, Soara Leao,
e no de MlTaija,e!)aamJoi os doas ultimo; no im-
pedimenta dos Srs. deseuibargadores, abrio-se a
es?Jo. t'iil
Habeas corpus.
Pacieate Francisco Mnoel do Carmo. Relator
o Euro. Sr. ores dent?.Goncoderain ordem para
a tessiodf: 23 do cfc'tate:
Encerrou-se a sessio as 11 horas e meia.
^F.SSAO ESPECIAL EM 17 DE JUNHO DE 1874.
PftESIDSRCU DO EXH. SR. COX3EL1IE1RO
CAET.VNO SANTIAGO.
Heerelario Dr. Virgtlio Coe'lto.
As 12 h)ras do dia, presentes os Srs. desem
bafgadore.- Almeida Albuquerq op, Motta, AccidIi,
Domingue- Silva e Souza Leao, abrio-se a sessao.
Jo'garam-se os segutntes feilos :
Aggravjs Ue peiicao.
Agzraaiiile Jolo Mauriclo Vieira de Mello,
aggravado o juizo especial do commercio. Re ator
o Exoa. Sr. c >nlhoiro presidente. Adjunctos sor
teados os Srs. desambargadores Dommgues Silva
e Souza L*lo. Negou-se proviraento-
Aggravaotes L >iz Goni}alves da Silva 4
C. aggravado o juizo especial do commercio.
Relator o Exm. Sr. conselheiro presidente. Ad-
un:!os son.eado3 os Sr*. desembar^ adores Accio-
li e Doraingues Si*va. Negouse (jrovimeno.
Aggravo de instrumento.
Aggravr.nte Jorge Gatzmayer, aggravado o
juizo dos feitos da fizcnda. R-jlator o Exm. Sr.
eonselheic pre-ideate. Adjunct's sorteados os
Srs. desem larg stores A. Albujuorque o Motti.
Ficou adiai) p3T3e dar por impedido o Sr. des-
embargador Motta, como procurador da coroa e
90T a fazeuda intcressada.
Proroga^ao de inventario.
(nventariante D. Rosa Maria de Oliveira
Fires. Relator o Exm. Sr. conselheiro pre6idente.
Adj^n^tos sorteados ot Srs. desembargadores Al-
meida Albuquerque e Accioli. Conced-ram o
prazo de ij mezes.
Encerrcuse a sessao a moia hora depois do
meio dia.
PARTE POLITIGA
IMBTIDO COXSEBV.lDOa
R2CIFE, 18 DE JUXHO DE 187i.
Sao ininu'taveis os escriptores da Provincia !
Sem dar uma palavra a respeilo do grave pro-
biema da reforma eleitoral, sem dizer quaes sio
la ideas, nem o mode de as realisar, ahi vom a
I'roiincia com am artiguinho enfesado procuran-
da provar a incoherence do illustrado Sr. minis-
tru do imiierio.
Xao se combatem as ideas do honrado ministro ;
procura-se desvirtuar suas intencoes, lan^ar e ri-
l.culo sobre o que so devo merecer respeito o a
mais sem atlenc3o.
Em resposta ao alludido artigo, transcrevemos
o qne, em urn luminoso e notavel discurso, disse o
illustrado mini.tro do imperio.
O honrado deputado, Sr. presidente, notou in-
cobereneia de minha parte ; disse que eu tinha o
aano passado adoptado o projocto do raeu illcstre
e honrado antecessor, o qual fazia a oleic5o em
parte ioditccta e em pane directa, e que este anno,
em neu relatorio, abandonando taes ideas.indi-
q.iei reformas que, na opiniao do S. Exc. nao sao
etlicazes.
a Creio 'poder demoastrar ao illastrc deputado
que- de modo algum sou incoherente.
i Primeiro que ludo peco licen^a acaraarapara
recordar-lhe que em I860, tendo de pronunciar-
me sobre as reformas que se projectavara, disse
nesta casa que o sysljma do elei;ao que tinhames
era bom, que apenas deviam ser corrigides os abu-
ses da execu;ao.
Xo anno seguinte o meu honrado antecessor
formulou o seu projecto. Conversou por vezes
Gomifo scbre elle, e peJic-me para fazer parte da
cornmissao especial que sobre o mesmo projecto
leria de dar parecer,
" Eu ir.voco o lestemunho do honrado deputa-
d I pelo Rio de Janeiro, e elle me dira se e ver-
dide ou nao que en sempre Ihe disse que tinha
duvidas a respeito da constitucionaiidade de seu
projecto.
Fui depois discutir o projecto com os meus
c\ ilfgas da commissao, e invoco ainda o testemu-
uho do meu honrado araigo, o Sr. Gomes de Castro,
que comig) levantoa objec^oes a respeito da con3-
tieijnalidade, e por nossa causa o projecto nao foi
encarado debaixo desse ponto de vista.
a Diziamos eu e o meu amigo deputado pelo
Maranhao que nao queriamos suscitar duvidas c
embatacos desde logo ; mas nao cediamos de no3sa
opiniao, e queriamos ser e=c!arecidos pela dis-
cu3sao.
0 nobre ei ministro do imperio, autor do pro-
jecto, promettia desfazer todas as objeccoes, e nos
nao queriamos inseri-las no parecer, nem tarn-
bem considerar a raateria liqaida; appellavamos
para a occasiao em que se discutisse debaixo do
ponto de vista de nossa conlesta^ao. Era conies-
sao feila a amigo.
t Para raira, Sr. presidente, 6 pelo menos dnvi-
doso qne c projecto seja constitucional, e para
isto bff'.a recordar a camara que os defensores
delle (artem do principio de que o direito de votar
nao ,'um direito politico.
0 Sr. Paulino de Souza : Nao apoiado.
? i0 parto eu.
t 0 Sr. ministro do imperio Nao sei donde
parte V. Exc., mas li e sei que os iniciadores da
idea dizem isto, e o deduzem do artigo da consti-
tuicio que diz que so podem votar os cidadaos
que" estiverem no gozo de seas direitos pcli-
ticos.
c Dahi ioncluem que nao e politico o direito
jj votar, e eu nao sei que haja direito mais poli-
tico do qu3-8S3.
i Oatros entondem que uma lei ordinaria pode
converter a eloirjao de indireota que e, pela consti-
tuigao, em eleicSo dhiecta, por qne faie-la directa
ouindirecia e simplesmente o modo pratico, e a
coustituicao diz que este modo pode ser estabele-
cido por uma lei ordinaria.
c Eu, porem, penso que a constituicao, quando
diz que uma lei ordinaria estabekecera o modo
pratico de fazer as eleicoes, refere-se exclusiva-
mente ao modn pratico dessa eleicao indirecta,
que ella esfcbeiece muito ciaramente. (Apoia-
< Mas ainda quando a minha opiniao fosse clara
e expressunente favoravel ao projecto; ainda
qoaudo ea nao tivesse reitriccSes, adoptando-o
como cons'.ittrcional, ereio qae nfngaem podia cen-
surar-me, porqae ea, cedendo a opiniio dos meus
collegas dc. ministerio, e em vista do pronuncia-
tnento quasi eral que hoove, sem distinccSo de
partidos, centra o projecto, abandonaase as ideas
que o nobns dapoudo me atiribuio, e quo elle
tambem Bio adopta, trocando-as pelas qae si
acham expostas no meu relatorio, e que sao o re
sultado de estados de ama commissao muito com
peteate, compoita de conservadores muito res
peitaveis.
t Na opinilo autorisada destes illuslTescidadaos^
com a quil me defendo, a refo;ma que indtco nao
e de .'Hhplefe- iBelufeates'rel^jtfer, c3rtie,r'parecea
ao iMusIph (ireophanle.
PBTgntxtcm-ma S* Exc porque Pmrioadopta
va a eleicao directa, ouqoaiqoer dos outros sys
temas qne tern sido iniciados e estao sendo prati
cados em outros; paizet.
a Quaato a eleieao illrecla, o one ja disse do
projecto a qqe me raferi, serve de rtspdkta.
Eu entendo e o gabinete de qtiw fthjo parte
entende igualmcn'.e, que nao se pode* Dor uma lei
ordinaria converter a eleigJo que temosem eleicao
directa.
Ja se vi\ que o honrado ministro do imperio
nao e contraiitorio, como parece a esses- homens
qne tern por systema fazer oppesifio a tudo, com
tanto que isso os possa aproximar do po'der.' '
0 illostfado St. consorteiro Jolo Alfredo foi
sempre de parecer qne, a constituicao politiea do
paiznos artigos 90e9l prescreveu b systema elei-
toral que m s devia reger, e que portanlo nao po-
dia ser adoptada nma reforma eleitoral qtte pri-
vasse c cidadio do direito do voto dfreeto 6u Tndl-
recto.
Com effeito todos os poderes politicos qne nos
regem sao delegacies da napSo, e nlo se pode
admittir que o leglslador constitumte quiresw ex-
cluir do cireito de delegacao a maioria dos cida-
daos para o conferir somente a mlnoria.
Com essa exclusao da maioria e conferido ani-
camen!e a minoria o direito de delegacSo, o dogma
da soberanla nacional fica qnebrantado, e nao se
podera mais dizer qne a na^lo e eonstltuida Ijrre
e independente pela associaclo politiea d 18/h
os cidalios brasileiros.
Digam o que quizerem, a eleicao directa eenil
taria e inconstitucional, proclarca a soberania da
aristocracia, applaude o privllegio, e bem longe de
atlingir o fun desejado, tem produzido as mais de-
ploraveis conseqnencia? em todos os pains, 'fern
que tal systema foi adoptado.
o
CACOES A PEWBO.
Club Popular.
Os *i'.s. bacKareis Almeida !%o-
bre e Jose If arianno.
I
Xao se sopbysma impanemente a verdade de fa
ctos sob o dominio da consciencia publica.
Por esplendido triumpho, que ainla obteve en-
trenos o verdadeiro liberalijino ponular contra o
jesuitisrao politico, t Tminaram no doraingo ultimo
as eleicoes do Club Popular.
A victoriaCorn! d Britto, nao foi a de nm
homem, mas a da re-ccSo popular contra as tm
posicoes jesuiticas de urn directorio phantastico ;
a derrota.Nobre, Marianno, nao foi a de dous mo-
cos ingratos, insanamente presumpgosos, mas a de
uma faccio aventureira, que se nao ean?a nem
cancara "jamais, de explorar, nas minas, alia?,
exhauridas ja, da intriga, os veio3 lamacentos, que
conduzem as regjoes superiores, as quaes, em ple-
na luz, so chegam a intelligeucia honesta, o pa-
triotismo honrado, o libcralUmo desinteressado.
Ha de chegar a nos?a vsz de apreciagao.
Duraute o pleito de taes eleic5es, nada de mes-
quinlio, nada do ignobil deixou de ser arma as
maos dos repre-cntantes d'aquella facQio contra a
reaccio popular, que ella mesma desatiara e pro-
vocara, a forcade patentear a vilania de seus pro-
positos, pela nalureza dos meios indecentes de que
se valia.
Nem uma palavra, entretanto, contrapuzemos a
catapulta do insulto e da calumnia er^uida sobre
o Sr. Corriia de Britto. e os que o seguiam; pri-
meiro, por que tolhia nos a dignidade propria; se-
gundo, por que conhecendo, dc perto a impotencia
da calumnia e a improficuidade da injuria, conlla-
vamos devidaraente no bom sensoe brios dos qne
iam comnosco por via tao amargurada. Nao fla
mos de baldade.
Vencemos. E que nosso silencio, nossa reser-
va, procedeu da prudencia e nao de medo ou re-
ceio do qualquer insuccesso ; que tinhamos con-
sciencia de que, Dessa causa, representavamos as
elevadas aspiragoes da liberdade e nao os intuitos
apoucados de uma oligarchia bastarda, provamo-
lo, entao com a mais reflectida indifferenca, e hoje
com a mais activa attencao.
II
Ss. Ss. Almeida Nobre e Jose Marianno, apre-
ciando na Provincia de domingo ultimo, cada urn
por sua vez e por conta propria, o telegramma
d'aqui reraettido para o Rio de Janeiro, a respeito
da eleicao do Club Popular, attribuem o resultado
da mesma a intervenclo do elemenlo official, que
remos di7er do elemento conservador.
Escrevendo nesta provincia, ou melhor,nesta ci-
dade, onde occorreu o facto, o que escreveram Ss.
Ss. uma de duas: ou Ss. Ss. estio alienados; ou
ja nao trepidam, tal e a avidez de subirem, em se
apre^entarem a face da opiniao publba como os
dous hotr.ens mais aleivosos, a ponto de minarem,
a forc,a do inverdades, ruas proprias reputa-
^5es.
As alciiacoe3 de ambas Ss. Ss. nao passam, em
parte, de. uma repetidissima elicgaode descompos-
turas ao governo, descomposturas tanto mais re-
dicula3 qnanto mais faltas do. gravidade ; em parte,
signiflcam o grito de desespero da derrota formal
que os fulminou, grito que seria tremendo se nao
fosse tao vao.
0 Sr. Nobre do Almeida, que nesta questao do
Club nao foi mais que o nariz de c6ra do Sr. Jose
Marianno, sahio se aiuda em sua ultima publicacao
impertinente como sempre, a jogar com o nome
respeitabilissimo do Sr. Dr. Aprigio Guimarics.
Dcsde .;ue o Sr. Dr. Aprigio Guimaraes nao pro-
testou eontra a iniiuijao de seu ncme em questi-
nucula de tal jaez, nao nos atreveremo3 a avancar
uma palavra a respeito, por maior que seja nosso
espant'j e nossa dor.
E a publicacao do Sr. Nobre de Almeida, nao
tem mais por onde se Ihe pegue.
A publicacao do Sr. Jose Marianno, tambem de
domingo ultimo, e mais ou menos que a outra,
um pouco mais deaforada apenas, por que S. S.
6 por nalureza excessivamente billioso.
Ha, todavia, nessa publicajSo mariannismos de
for^a. Vejamos
... nos deviamos oppor a candidatura do escri-
vao t'loriano de Britto, qae parecia ter feito o
Club so para si, e querer fnndar alii uma oligar-
chia.
0 directorio de quern e ?... A eleicio do direc-
torio? o Sr. Dr. Figueiredo para os interresses ge-
raes do partido ; para os particulares do mesmo o
Felippe ou o Brandaoa familia. 0 que 6 isto ?
Oatro : o Sr. Correct de Britto inaugurara no
Club uma politxa de desabafos pessoaes, (derruba-
ra do pedestal o idolo Zicharias) toda odienta (ful-
minara o clitoliberal ullramontano : absurdo im-
plicante).
Mas, nao percamo3 tempo com isto.
Se na existencia do Club ha um acto que o hon-
re e seja capaz de recommenda-lo a posteridade
e aquelle mesmo quo combateis, aquelle mesmo,
para o qual concorrestes com a espontaneidade de
vossos coracoes de mocos e independentes, embo-
ra mais tarde arrefecidos, a voz de convencias ta-
canhas, miserrimas, viesses cada qual que ajoe-
lhasse mais baixo na genuflexao do arrependimen-
to, murmurar a supplica do perdaojl
Ss. Ss. os Srs. bachareis Nobre de Almeida "
Jose Marianno, que se prestaram ao judaismo do
directorio, que nao tem uma accao foavavel em
sua historia, contra o Club Popular, que Ihe dera
a elle aquella solemne licao de conviccao e digni-
dade politiea, eram justamente os unicos membros
de uma e outra associaclo que nao estavam no
caso do desempenho de tal missao; e isso simples-
mente por que ao Club Popular, sob a influencia
immediata do eicrivii) Corn:> de Britto devem Ss.
Ss. apezar de bachareis formados a sijniucapao
politiea qua s distingne hoje. Foi pela porta do
Club Popular que Ss. Ss. entraram a vida pu-
blics.
Que lestemunho de seas sentiraentos exhibem
Se. Ss. detralando, sob frivolo pretexto d'aquelle
que sempre teve para Ss. S3 a mao estendida do
amigo e o coracao aberto de irmao 1
Quern trahe ao amiga, nao trahira o correligio-
nario ? Qaem mente ao homem nao menlira ao
povo? Quemsacrifica a interesses mesquinhos
um irmao pela idela e pelo coracio, nao sacrifica-
ra a patria por interesses imporlantes 1
Em 22 de maio de 1874, ha um anno e dias ape-
nas, pouco depois do escrivao Correa de Britto ca-
roar o bacharcl Jose Marianno, dissa elle no auge
dessas commoc e : Ao respeilavel e illustrado pmidmte do Club,
meu coracao : a meus amigos um sincero aperto de
mao; ao Club Popular, meu coracao e cabeca ; a
liberdade e ao povo, meu coracao, minha cabeca,
mtn sangue e minha vida.
Yem o incidents Zacharias e eis qua o Sr. Jose
Marianno, so tendo de sea e buxo e o apparelno
digestivo, a sacrificar ao nobre conselheiro, vai *o
escrivao, aos amigos, ao Club, a liberdade e ao po-
vo e retomando-lhes suas preciosas entranhas com
qae os havia So livremeate presenieado, eorre '4
ara do directorio etado immola deuovo emholo
caasto a 8. Exc,
inanno
i para si i kQ& instrue, emq
iBrn'f-trCmb discute os aetos do
Para |wGhais,?r1
EDtrftrtftbTor?Jt"'dize
obrou muito bem para si; ^ fjlub instrue, emquan-
to o directorio
CIbWz'3"rj^* e' dii
fearrlgMtos; ottnb ettk b* ma, o-drrectorio ih
se nas escadas do pc*; a CWb- qoer -Kvro e a
pastas?.. as pa^sTl'l^ ^PSn^^Mtsafl,
Eis a gran le historia do Oub em suas eleicCies
ultitftrj." -I'
Vm tocio ejftcttvo do Clnb.
as
Ao
public i
Na petieajde AaUnio PSdro Uonjea, negocianke
nao raatriculado, res ideate na cidlde-da Eseada,
onde e ettabele:ido coi commercio de fazendas,
dirigida ao |r. Dr. juii mumefpal e do commer-
cio, adm de er-Ihe aberta a fallbocfa, in3erida
no edltal mandado publicar pelo mesmo Dr. jafz
municipal e do commercio Alfredo Alfonso Fer-
reira, no Diario de'Pernambuco de fconjhn, afim
de ter lu^r t convocaeae dot redM-ad, 16 se o
seguinte tepieY), cenlra o qnal nio poriio deixar
de levantar um pretesto em nome da verdade e da
jtfttfca:
9 Assim logo que vlo-se na imp6ssibindd# de
solver prompfamente suas dividas, o suppRoante
recorrett aos seus credores apresentando^se a
elles e pedindo-thes qualquer befrolaaefc no
iliJn da fmilinr-lhe os meios de adquerir com
mais desafdgo o que tem espaltiaao por grande
numero de deveaorei, afim de melh r por a
salvo os interesses dos mesmos erederes. Um
delles Gratuliano Vital, residente no Recife,
tendo-se enearregado de promover 6 aecordo dos
demais eredores, eomo provam os dwamentos
uutos, illadlo por tempos a sinceridade do sup-
plicante, ate qae finalmente no dia 13 deste mez
pdde arrancar do supplicante como de facto arran-
cou & mao armada, a importancia integral do
seu debito de 2:000000, (arfando o supplicante
sobre a pressao de rewowera fazer o que nao
devera.
Nada mais falso, nada mais inveroeimil do qua
essa allegacao do Sr. Antonio Pedro Gomes.
Eramos ere lor, com effeito, deste seahor da
quantia de 2:000*000 ; fomos par elle na verdade
incumbidos de promover tun aecordo pcusivel eli-
tre elle a algous negociantes desta praea, mas e
fal^issim) que a mao armada e sob a pressao de
rewtlver arrancassemos a importancia integral
dessi divid'i, forcando o nosso devedor a fazer o
que nao devera.
Livre e espontaneamente, sem a pressao ima-
ginaria do rewolver ou deViutraqualquer coaceao,
fomos pegos em nosso eslabeledmento d3* qn-
tia pelo Sr. Antonio Pedro Gomes, comO,_ mao
grado seu ; confessa em sua propria peiicao de
queixa( cout a mim foi dada com effeito por este
senhor' uma queixa pelo crime da roabo tendo
por base essa allegacao falsissima, queixa que rai
seguinlo o seu curso legal.
Ao pubKco pedrado que suspenda o sen juizo,
a especjalmenle ao corpo oimmercia), nos com-
promettemos a provar cabaimente quanto 6 inve-
rosimil a afflrmacao do Sr. Pedro Gomes e quanto
6 infandada e insubiistente a queixa contra'mim
dada pelo iraagmario crime de roubo qual o de
receber aquillo a, quo tinha direito por letlras
aceitas pelo Sr. Pedro Gomes.
Somos negociante, ha tempos estabelecldo nesta
praea e nao seri, por certo, o Sr. Pedro Gomes,
quem possa mancha.r o nosso credito, attribuiudo-
nos falsamente um supposto e igaominioso crime,
pretendendo assim que as justica3 deste paiz tor-
nem-se curaplices de pequeninos de3abafos.
Voltaremos opportunamente a nos defender
diante do publico, como o fazemos piante dos tri-
bunals do paiz.
Recife, 17 de juuho de 1874.
Gratuliano dos Santos Vital.
0 prior do convento de Nossa Senhora do
Carmo do Recife, deixa de rosponder ao Rvm. pa-
dre Sevenno de Villa Nova, por n3o ser cousa no-
va, mas sim rouito velha o couhecida o estado de
enfernidale de S. Rvma., a quem Dous gnarde.
Recife, 17 de junho de 1874.
0 prior Fr. Felix da N. Pimenlel-
O prom< tor pablico e o Hr. 9.co-
nldas Tito Lonreiro.
Sem que deseje prolongar esta discussao, a que
fui impellido, nao posso deixar de corngir dous
enganos commettilos em uma certidao publicada
hontem (16) pelo Sr. Leonidas; enganos de que
esteprocurou tirar partido, ainda que improticua-
mente.
0 auto de corpo de delicto feito peranto o Dr.
delegado do 1" districto, a requerimento do Sr.
Leonidas, teve propriamente, como nelle se le, e
sahio publicado no Diario de 15, a denominagio
de auto de corpo de delicto.
Isto mesmo consta do officio qua em data de 20
de fevereiro foi lirigido pelo Dr. Costa, entao de-
hgado, ao subdelegado do 2* districto de S. Jos6,
participando ter emsregado a mini aquelle auto de
corpo de delicto, feito a requerimento do Sr.
Leonidas.
No requerimento, que o Sr. Leonidas fez ulti-
mamente para obter a certidao, que publicou ( e
da qual me accupo), ella perguntou: 1'se a reque-
rimteto delle precedeuse perante esla deljgctcia a
algum exame de sanidade nos ferimentos que Ihe
foram causodos pw Maria Izabel di Conceicao,
em dezembro de 1873 ; 2 no caso afflrmalivo,
qual o theor delle.
0 escriv*o da delegacia, Frederico de Castro
Carvalho, re3pondeu quanto ao primeiro quisilo,
affirmativamente. Quanto ao segunio declarou,
que o exame fora reraettido ao subdelegado do
2* districto de S. Jos6, visto nio tel-o procurado
a parte qae o reqaereu, nem pago as cuslas.
0 officio, que em seguida publico, desfaz os
equivoeos, em quo incorreu o escrivao Castro Car-
valho, por ter passado a certidao na au3encia de
pet-as ofliciaes.
Recife, 17 de junho de 1874.
Oliveira Fonceca.
Officio do Dr. delegado ao subdelegado do 2' dis-
tricto de S. Jose.
Olympio Sebastiao de Hollanda Chacon, escri-
v5o da subdelegacia de S. Jos6 do Recife, em vir-
tnde da lei, etc., etc.
Certifico em cumprimento ao despacho supra
que o offieio, a quo se refere a petigao tambem
suppra, e da forma e theor seguinte. Delegacia
de policia do l" districto da capital, 20 de feve-
reiro de 1874 Illm. Sr. Face sciente a V. S.
que nesta data entreguei ao Dr. 1 promotor pu-
blico o auto de corpo de delicto feito por esta de-
legacia na pessoa de Leonidas Tito de Loureiro. o
qual V. S. me requisitou afim de remetter ao dito
Dr. promotor.0 delegado, Jose Augasto Ferreira
da Costa. Illm. Sr. subdelegado do 2' districto
da fregaezia de S. Jos6 E mais se nae continha
em dito otfieio, que fiolmente copiei do praprio
original, e a cujo conteiido me reporto. Em fe de
verdade. Recife, 17 de junho de 1874. 0 es-
crivaoOlympio Sebastiao de Hollanda Chacon.
Ao publico
irtdiratw, aiu"n*wiM eomjOvque juDnm
wfef, aeabftdp que fci ft t*i\witMm (uflMiJUia-
eiwifntr a sao*1stir, ttto
4>afly'W(catt
a despir me das vestes sagradas, cobnrsw uwiU
*****!'. .
Tal e a exposicio fiel do farto, acerci de que
appello para o testemuthp de tolofyMue o pre-
sencearam. K* '
Ainda foil inexacU a ialotnac>o do Jornil do
Bttife ea parte que refere a owjew do- aeonttjei-
mento a despeito meu, dascido de meuav erem
satisfeito o pedido, qua fiz, de se dar a regencra da
orchestra a am musico de minha alfeic.aov
Emprazo a irmltaAW de S.Jfcdedicto, qne ve-
nhadeclarar na idManvJ^e/plf lie Hz semelban-
jeafceitaado: iornal axis.
aAoajfjuito d|r|pyioM Mi
anelsco, 17 de jooho de 1874=
Conqili^Qao
DeorJertJ'do preslaenrV daSwdeJade bduefi- |
cente Caa^jajag, goavido a todos os seui associa-
dos a comparecerem na sexta-feira, 19 do cpr-
rente, i fua de MarciliO pfas n. 31, pelas 6 e Ii2
Maia Pessot
Secretario a*Joa
0 \ibrtj MiMido
periodico braMileiro, publicado
m WfcW^rfrat
Coofeudo do b 44 okogadoipelo Sdklh
America.
t.U-Bsrl.y : -Tt^SwgMphiee..
Topicos difHMf-Xsltuauao politiea lib Brasit,
Estados Unidos, Suissa e Hespanba. A feme aa In-
dia e na Asia Mcnor.
A Franta: -Crtse ministerial.
Nova perspereliva politiea :0partido liberal-no
Brasil.
fmmfgracab no/Estados-Uoidos.
Divertimentos publicos.
Moouateato a memoria do poeta brasiletrafioa-
talveJdJ'mAtl*rP t m.m Ji(*jtjjk
0 Sr: Dr. A. H Leal: o iloiador d esta'.ua
erectaS memorta doprfmelro poeta maranhense.
0 Fabrico da Uerveja: o seu preearo e distil-
lacS.o. ^ ^>
Scieneia : Shapira-Ganneau : a supposta frau-
de areheologica que occorrera na Judea.
A Antiguidado do Cavallo.
Segrelos da LougevrdaJe.
Lilteratura : -0 granie diccionarjo portuguez
de Fr. Dlmingos Vieira, e outras oBra3 recente-
mente publlcadas.
La America Illuslrada : a sua consolidacio com
muito-aercditado jornal illustr.ido El Mundo
Nueco.
0 Sr. Varnhagen e alguns criticos portuguezes :
carta do illustre hinortador brasilei'ro.
0 Papa em Conselho.
Notas cm geral.
Vecabularlo da Lingua indigena Guana ou
Chane.
0 Marquez d'Avila.
Descriprlo de gravuras do numero.
Gravuras.
0 Conde Derby, ministre d. s negocios estrangei-
ros da Gran-Bretaulia.
Brasil: Monuraenlo a Gongalves Dias, na cida-
de do Maranhao.
0 Sr. Dr. A. H. Leal.
0 Fabrico da Cerveja: Vista de um grande es-
tabelecimento.
Heidelberg : os seus melhores ediflcios e lugares
de passeio.'
0 Papa em Conselho : 0 pnntifice presidindo a
um conselho.
Uruguay :Vista do porto e cidado de Monte-
video
E?tado3-Umdos: -0 primeiro Buffalo (Bisao) da
estaQJo.
Portugal:0 Sr. Marquez de Avi'a e B la-
ma.
Sellando uma proraessa.
Com este numerd 6 di'tribuida gratuiiamenle
aos Srs. assignantes uma riquissima gravura em
folha separada, intitulada -No Lagoobra custosa
e de grande merito artistlco.
Assignatara annual lOfaLivraria Franceza.
Srs. redactores.0 Jornal do Recife de hontem,
na parte denominadaGaietilha, sobre a rubri-
caUm seraphieo modelo, relata um facto,.in-
felizmente acontecido na igreja deste convento,
domingo passado, por occasiao da missa solemne,
que a irmandade da S. Benedicto mandou celo-
brar em honra do sea padroeiro ; mas esse facto
o relata o citado Jornal, nao eomo elle se passou,
mas sim alterado em suas cireumstancias, de ma-
neira que sobre mim recahe tudo qae tem de
odioso.
Estoa longe de imputar a illustre redaccso do
fallado Jornal o malevolo intento de deprimir a
minha reputacSo ; mas 6 certo, qne quem quer
que Ihe ministrou a ioformacao abasou de sua
boa fe, fazendo-a publicar um facto Jesfigurado
em sua essenela. Assim, pols, corre-me a dever
de vh", por minha vez, a imprensa restabeleeer a
verdade de factos a que allndo, aQm de reforroar
qualquer juizo que porventura se tenha feito em
meu desabono.
0 facto se passou assim :
Cantava en a sobredita misfa, quando, lendo o
Evangelho, onvl o snssurro de uma eonrersa^ao,
que perturbava nao so asagrada funccao, se nio
tambem a atten?io dos fieis devotos. Entao, fin-
da a leitura do Evangelho, antes de fazer o thuri-
bulo, voltado para o auditorio, fiz uma admoesta-
cao nos segaintes termos : Meas senhores, aqai
nio 6 casade conversa ; estao me perturbando no
altar: ao menos por meia bora guardem sileucio.
Esta admoestacao em termos tao comedidos e
sem indere^o especial nunca pensei, que prcdu-
zisse o effeito, qae produzio ; porquanto, os musi-
eos da orchestra, tomando-a a si a julgando-se ot
fendidos, entenderam usar de represalia, come
usartm, derribando um banco i elevacao da hos-
tiae depois na coramunhio, com o fim de lawrem.
um estrepito aciatoso.
tfiajelae 200 aehts ca^aa a HiLcifiJ 4 C, SO
aJorge Tasso, lOD.a beb>ae & Kino, lOffa Fran-
cisco GueJes deAraujo, 20 a Cardoso Martins &
tV$a.Laj.4f Priaws. :'0a Costa Cuaha 4 C,
230 e 120 intoiras a Silva Guimaraes & C, 100*
ineias a Lima A Silva, 30 a Montoiro Junior & Fer-
nandes. Banha 5 barrii a Mendonca Correa
4C.
Cebobs 264 caixa* a Silva Guimaraes & C, 30
a Cardoso Marlins tC, 20 a Ferreira 4 Velloss,
20aL.opa& Pfinio, 50 a Lima A Silva, 30 a
Montoiro Jnntor & Fe nasdes, SO as consignata-
rias. Cevada li) harriers a Menlonca, Corrtii i
C Cera em velas 10 caixas a Moreira Hal.iJay
4 C. DiU branca 1 barrica a Santa Casa de Mi-
seric r Jia. Dita em grumo 2 barricas a Joaqui n
Jose de Araujo, 40 caixas a Rabello 4, C, 2 a
Joaquim E. Ribeiro, 1 barrica a Fraacisco Jose
dos Passus Guimaraes. Cha 4 fardos a Rabello
S[ C. Cominhos lt> sorroes aos mesmos. Caneja
10 caixas aos mesm s, 15 a Pereira Viaona & C.
Coaaervas 1 caixa a Joao Benlo Rodriguez, 12 a
Lima & C. Chinellos 1 caixa a Porto & Bastos, I
a Braz Januario Fernandas & C.
Drogas 6 volumes a Francisco Manoel da Silva
4 C. -4 a Pedro Mauror 4 C, 2 a ordem, S a A.
Caors, 3 a Manoel Alve3 Jarbosa, 2 a Barthotomeu
4 C, 3a Manoel da Silva Faria dt C.
Figuras de gsso 3 caixas a Angelo Seraphim.
Fiodelinho 1 fardo a Santa Casa de Misericor-
dia.
Livros 1 caixa a Josti Nogueira de Souza, 1 a
Silva Cardoso 4 Pessoa, 1 a Walfredo 4 Souza, 1
a de Lailhacar & C.
Mana 2 caixas a Rabello & C.
Obra* de ouro 1 caixa a Jose Joaquim Gonal-
ves de Barros.
Passas 5 caixas a Pinto Mareira \ C, 5 a Do-
mibgos Joaquim Ferreira Cruz. Plmenta 5 sac-
cos a Lima \ Silva Patitos 2 caixas a Lima 4
Silva. Podras de lagedo 140 a H. Bernardes de
Oliveira
Sardinhas de conserva 27 caixotos a Manoel da
Silva Maia & C. Sabao 2 caixas a Jose Fe nan
dSs Lima & C Sabugo 1 ^ardo a Joaquim Igna-
cio Ribsiro.
Tiiuqiuho lo barxis a Maaoel Thomaz da Costa,
5 a Mendonca Correia 4 C.
Vinho 9 pipas e 40 barris a Oliveira Filhos
6 C, 9 pipas e 20 barris a Silva Guimaraes Si
L, 15 barris e 14 caixas a Luiz Antonio de Si-
queira, 2 caixas a Antonio S. M. Raposo, 1-barrii
a Jose Duarte das Neves, 12 pipas a Rahello &
C, 40 barris de decimo a Pereira Vianna & C.
Carga de Liverpool.
Arroz 200 saccos a Mills Latham 4 C, 50 a
Antonio Ferreira de Carvalho, 150 a Paulino Jos6
da Costa Amorim & C, 25 a Beltrao 4 Filho, 50
a Alfredo Prisco Barbosa, 50 a Costa Cunha 4
C. Agulhas 1 eaixa a lose Teixeira Coimbra
Amosiras de louca 1 barrica a Costa Cunha 4
C, 2 volumes amostras a Monliard Mettler & C ,
3 caixas a Cramer Ft-y & C.
Banha 40 barris a Jose da Silva Loyo 4 Filho.
Barriiha 40 bar icas a Feroandes da Costa & C.
Cerveja 25 barricas a P. G. Basto e Sa, 20 a P.
J. C Amorim & C, 5J a Costa Cunha & C. Cha
peos de seJa 1 caixa a Alfredo Gibson. Chapeos
communs 2 a Monteiro Gregorio & C, 2 a Ro-
drigues Irmao & Guimarae-, 1 a Jose Tcixeira
Coimbra. Cha >0 caixas aos cousignalarios, 15/2
a Souza Basto 4 C 40 caixas a Leao Rocba 4
C, 10 caixas e 5/2 a Joaquim Jose Leitao & C,
3 caixas a ordem. Culeiaria 1 caixa aos consigna-
rios, 3 barricas a Von Sohsten & C, 1 caixa a
Haliday 4 C, 2 barricas a Pereira Vianna & C
Cobre 4 amarraio* e IS folhas e 1 barrii zinco a
Braga <& l'imenlel. Calcado 3 caixas a Porto V
Basto. anoieiros 3 barricas a compauhia do
gaa. Cajarolas 120 a S. P. Johnston & G.
Drogas 3 caixas a A. Caors.
Ether 2 caixas a C. Starr & C. Enxadas 17
barricas a ordem.
Ferragem 48 barricas e 4 caixas a S. P. Johns-
ton & C, 3 barricas a Haliday & C, 3 caixas a
D. Taixeira Baslos, 1 caixa e 1 barrica a Hawkes
4 C, 1 caixa a ordem, 54 barricas a Parente Vi-
anna 4 C. Fazendas de algod&o 1 caixa a Hali-
day & C. Fio de aigodao 2 caixas aos mesmos.
Fio de linho 3 fardos aos consignatarios. Fitas
de la e algodao 1 caixa a .Bourgard 4 C. Farinha
de trigo 300 barricas a Malheus Austin & C.
Linhas 1 caixa a S. P. Johnston &C, 3 a Hal
5-
JL'NTA DOS CORRETORES
Praea do Recife, 19 de junbo
de 1894.
A3 3 HORAS DA TARDE.
COTACOBS OFFICIAES.
Assucar mascavado purgado 1^900 por 15
kilos, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d|v.25 I[4 d. por
~!*00iK hontem o hoje.
Dito sobre dito a 30 drv 23 d. por 1^000, l^lras
de fora.
Dito sobre dito a 90 div. 25 d. por UOOO, le-
tras de fora.
il. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Leraos
Secretario.
ALFANDRGA.
ii?lal6. .
Readiraento do dir I a 16. 324:008i4o2
a*m do dia 17 .... 18:639J494
342.647*946
Descarregam hojn 18 de junho de 1874.
Vapor inglez Fire Queen (atracado) merca-
dorias para alfandega e para o :rapicha
Conceicio.
Logar portuguez Cidral vinho, vinagre e
azeite para deposito no trapicbe Cunha, e
pedras para o trapiche Conceicao, para
' despachar.
Patacbo iuglez S. N. Colly more kerosene pa-
ra depesito no trapiche Vieira.
Barca franceza Fidelite mercadorias para al-
fandega.
Vapor nacional Mandolin generos nacionaes
para o trapiche da companhia pornam-
bucana.
Iiuportactlo.
Vapor nacional Buaio, entrado do3 portos do sul,
em 17 do corrente e con3ignado a Pereira Vianna
& C, manifestou :
Carga do Rio de Janeiro
Cafe 200 saccos a Manoel Soares do Amaral 4
C, 130 a Josd M.tfa Rosa & Filho, 130 a Fernndes
da Costa & C., 100 a Domingos Joaquhn Ferreira
Cruz, 100 a Jorge J. Tasso. 90 a Joaquim Jose" Lei-
tao, 80 a Manoel Duarte de Figueiredo, 80 a J. J,
Rodngues Mendes, 66 a Antonio Francisco Corga.
50 a Costa, Cunha 4 C, 50 a So=6 T, Caraeiro &
C., 50 a MagaMes 4 IrmSo, 50 a FernanJes &
Irmito, 25 a Ferreira 4 Vellozo, 21. a Lebre &
Reis. Celia 7 saccos a Fortunato Ribeiro Bastos.
Fumo 100 rolo-, 100 pacotes, 170 latas e 11 cai-
xas a J. Jiaquim GonQalves Beltrao 4 Filho, 50 ro
los, 52 pacotes e 53 pacolinhos a Jose Maria Pal-
meira, 86 euixas e 30 rolos aos consignatarios.
Objectos de escriptorio, 4 caixas ao inspector
da alfandega de Pernambuco.
Papel Pintado 1 caixa, a Da Lailhacar & C.
Carga da Babia.
Chapeos de sol $ caixas a Oliveira 4 Irmao.
Ctaarutos fl caixas a Leal & Jrrnao, 1 a Cunha 4
Manta, 1 a Keller k C i a Josd Joaqulnr Goncal-
ves Beltrao 4 Filho.
Fazendas 7 caixas a Monhard, Mettler 4 C Fu-
ba 10 saccos a Antonio da S. Pontes Guimaraes,
Vapor national Maniahu, eatrado dos portos do
sul na mesma data e ooasignado a cumpanhia per-
nambucana de navegacao oosteira por Yapor, ma-
nifestou :
Algodao 182 saccas a M. Jose Alve. Assucar
71 saccos ao mesmo.
Cha 1 caixa a ordem. Caldeira de vapor 1 a
J. Manoel da Araujo.
Milho 101 saccos a Joao Ramos 4 Machado, 25
a 'Ftaneisco Gencalvea Torres;
Ovas-1 caixa a ordem.
Pedras de araolar SOO a Joao Ramos 4 Ma-
chado.
Vapor Inglez Fire Queen, entrado em 17 do
corrente da Liverpool com escalapor Luboa e con-
signado a Sauoders, Brothers & C, manifes-
tou :
Carga de Lisboa.
Alpi3te 10 barricas a Pinto Boreka A C. Azei-
tonas 80 ancoreUs a Mendonja Correa 4 C. 74 aos
consigoatarios. AzuJejo K caixotes a buh
Ida Silva Guimaraes.
x9, part aponfe da B4a'VMlB< J61* vahwin *
S P. Johnston 4 C, 30 eaijaroi*), MX) peius, it
feixes, 30 barris, 2i barricas e 43 caixas umrca-
dorias diversas a Bawkei &.C. Fio a fardos a
Halliday & C.
fciotta 1 caixa'a Jose T 45 gig.Ts e 5 barricas a ordem.
Materhes para a cornshii Triltaps Uibaoos {
caixa, inaehiuismo e suas parteocasv 2 caldwras, t
chamine', 258 pegas, 2 fewiea dt canes, I de ferro
em barra, 2 barricas coin purlnca*r9 caitas ma-
chinrco e mais 16 volumej a S. P. Jonoston 4 C.
Obras de vidro, 7 barricas aos coasigoatar os.
Obras de panno die aigoiao I fardo a coropantiM
des TriUios Urbanos. Oleo de fcotiaea 4 barrieas
a Joao da Silva Ramos. 20 a Eslevao tee da Mot-
ta, 10 a I'bipps Brothers 4 C. 10 a ordem.
Pesos de ferro 16) a Joaquim Aaaoaaa de Arau-
jo & C. Papal 3 caixas a Otto Bobrea, t(> a J. J.
L. Bastos, 10 fardos a Parente Vianva* 4 C
Saccos 10 fardos aos consignatarios.
Tecidos 13 caixas e ili fardos a Mills Latham &
C, 10 aos consignatarios. Tinlas H) barris a Fur
raira Maia & C, 12 barricas a Manoel Alve* Bar-
bosa, 30 volumes a Adamsoa Hwie dt C.
DEsPACHOS DE EXPORTACAO NO DU B*
JUNHO DE 1874.
Para os vortos do exterior.
. Na galera portugu^za Knrapa, para o Ca-
nal, carregou : Keller 4 C 109 saccas com 8,336-
kilos d3 algodao. ;
Na barca portugueza Admirnvcl, para bis-
boa, carregou : P. Barbosa AC fcOl saccos com
30,073 kilos de as3ucar branco e ISM ditos com
14,915 ditos de dito mascavado.
No patacho araericano S- Evans, para
New York* carregou : J. C de Oliveira Bastos 97
saccos com 7,275 kilos de assacar mascavado.
No navio americano A gust Bye, para Nova
Orleans, carregou : H. Forster 4 C. 2,900 saccea
com 217,300 kilos de assucar mascavado.
Para os portos do. interior.
Para o Rio Gran le do Sul, no brigue nacio-
nal Suhy, carregou: M. G. Talles 2,000 eocos
(fructa).
Para o Rio Grande do Snl, no lugar brasi-
leiro Rio Branco-, carregou : F. R. Pinto Guima-
raes 163 barricas com 17,733 krlor de assucar
branco.
-Para o Rio de Janeiro, no vapor naciona!
Ceard, carregou : Bartbolomen & C. 3 caixas xa-
rope de Jarubeba.
Para o Para, no hiate amerfcano /. Base,
carrepou : Amorim IrmSos & C 30 pipas com
14,400 litres de aguardente.
Para o Para, na barca pcrtugucza Arabella,
carr'gou : J. J. Goncalves Beltrao 10 pipas com
4,800 litros de aguardente.
Para Acaraci'i, no vapor national Ipojuca,
carregou : J. A. M. Vianna 10 barrieas com 87
kilos de assucar refraado.
CAPATAZIA DA ALFANDBGA
daadimento d<> dia I a 16-
dam do dia 17.
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 16-......
No dia 17
'rimetra port*.....
iegonda porta......
T6rceira porta.....
juarta porta .
trapiche Conceicao ... .
liday & C, 3 a Faria Irmaos, 20 a Parente Vianna
4 C. Louca "30 gigas a Ccsta Cunha & C Ligas 1
caixa a Beltrao & Filho. Lampeoes 3 caixas a
Joaquim Antouio Pereira 4 C. Louca 2 fardos a
Halliday 4 C.
Miudozas 5 caixas a J. T. Leito Bastos. Mantei-
ga 50 barris a P. J. da C. Amorim 4 C, 15 a or-
dem, t2 a Leao Rocha & C, 15 a Pinto Moreira 4
C, 20 a Silva Guimaraes 4 C, 20 a Antonio Luiz
d'Oliveira Azevedo, 15 a Alfredo Prisco Barboza,
25 a Joaquim Duarte Simoes, 50 aos consignata-
rios, 30 a Rabello 4 C, 23 a Souza Basto C, 25
a Cardoso Mendes. & C, 23 a Thomaz d'Aquino,
10 a Magalhaes & Irmao, 20 a Brown Thomson &
C., 8 caixas aos mesmos, 1-a Adolpho B. Machi-
nismo 3 caixas a S. P. Johnston & C, e 1 pedestal
de ferro. Meia3 jl'algodao 1 caixa a Rodrigues
Irmao & Guimaraes,
' Oleo de linhaca 50 barricas aos consignatarios.
Obras de vidro 1 barrica a ordem, 5 caixas a J. T;
Leite Basto, 1 barrica a companhia do f4z. Objec-
tos de escriptorio 1 caixa a Parents \ ianna & C,
1 a S. P. Johnston & C, ditos dc feltro 3 caixas
a J. A. de Araujo.
Papel 2 caixas e 5 fardos a Marques dos Santos
Aguiar, 1 a companhia de Teiegrapho, 10 a P. J.
C. Amorim 4 C. Piaao 1 aos consignatarios.
Phosphoros de cera 1 caixa a Bourgard & C. Per-
fumarias 1 caixa a Carvalho Pereira & C. Panno
fino 5 caixas a M. Mettler 4 C Pimenta 20 saccos
a P. J. da Cosia Amorim 4 C,, 30 a Estevao Jose
da Motta, 15 a Costa Cunha & C, 20 a Alfredo
Prisco Barboza. Prasuntos 2 caixas a Beltrao &
Filho. Potassa 40 barricas a ordem. Pregos 8
barricas a Johnston Pater 4 C.
Rendas 1 caixa a D. T. Bastos, 1 a R. Irmaos &
Guimaries, 1-a J. Ribeiro Rodosde bronze 1 cai-
xa a companhia do ga;. Roupa de meia 1 caixa
a Bellrio & Filho. Relogios 3 em 1 volume a F.
da Costa A C.
Sellas 1 caixa a Halliday 4 C. Seda 1 caixa a
Alfredo Gibson. Saccos 8 fardos a Johnston Pa-
ter Tecidos 54 fardos e 10 caixas a Luiz Antonio Sr-
queira, 7 caixas a Carvalho Pereira & C, 3 fardos
ell caixas, a Caraeiro 4 Nogueira, 7 eaixas a Al-
coforado Vieira & C, 33 fardos e 32 caixas a Gon-
calves Irmaos & C, 4 caixas e 12 fardos a C. A.
Burie & C, 11 caixas 6 fardos e 3 volumes a M.
Mettler & li, 4 caixas a D. P. Wild & C. 2 caixas
a Rodrigue3 Irmao & Guimaraes, 87 caixas e 22
fardos a Brown Thomson & C, 16 caixas a Phip-
p3 Brothers & C, 2'caixas a J Z. Goncalves Fer-
reira & C, 1 fardo e 3 caixas a Monteiro Gregorio
4 C, 4 fardos a Silva Barroca & C, 32 caixas e
14 volumes a Olyoto Jardim & C, 2 caixas a Ro-
drigues Irmao 4 Guimaraes, 4 caixas a Otto Boh-
res & C, 1 caixa a Henrinue Wilmer, 3 fardos e 7
caixas a Johnston Pater & C, 21 fardos, 38 volu-
mes a 62 caixas a Cramer Frey 4 C, 7 caixas e
12 fardos a ordem, 15 fardos e 23 caixas a Simp-
son & C, 1 caixa a Silva Cardozo & C, 24 fardos
e 20 caixas a Adamson Howie 4 C, 21 velumes a
Braga Son & C, 86 caixas e 38 fardos a Mills La
tham & C, 85 fardos e 63 caixas a Keller 4 C,
6 fardos a L. Goncalves Ferreira & C.
Tapetes 1 caixa a Amaral e MoUa. Tubos 24
feaves e 1 barrica com pertencas a Cazdozo 4
Irmao.
Viveres 1 caixa ao3 consignatarios, 7 volumes a
ordem. Vidros nma barrica a Joaqaim Antonio
Pereira & C Vinho 26 caixas aos consignatarios,
50 caixas a ordem. Velas 160 caixa3 o Francisco
Guedes de Araujo.
Barca ingleza Winifred, entrada de Liverpool na
mesma data e eousignada a Johnston Pater 6V. C.,
manifestou :
Arroz 50 saccos a Fernandes & Irm5o. Amos-
tras 1 caixa e 1 barrica a Von Sobsten & C-. 1
caixa aos consignatarios. Arcos de ferro 120 fei-
xes a MoreiraHalliday & C.
Barra de ferro i aos consignatarios.
Cerveja 300 barricas a ordem, 100 a Souza Bas-
to A C., 50 a Fernanles & Irmao, 80 a P. J. da C.
Amorim & C, 30 a Ro.a Irmao & C., 25 a Anto-
nio Marcelino Monteiro, 16 a Santos &. Araujo,
ICO a Beltrao & Filho, 60 a Fernandes da Costa &
C 8 a J. J. Alves 8l C, 50- a Joaquim Lourenc,o
Alves. Cutilaria 1 caixa a Ferreira Guimarae3 4
C. Cabos 64 rolos a Keller & Gt Cimento 20
volumes a companhia Recife Drainage, 100 a or-
dem. Chapeos de palha 1 caixa a .hristiuni & C.
Canos de chumbo 2 barricas a companhia do gaz.
CarvJo de pedra 53 toneladas a ordem. .
Drogas 2 barris e 3 caixas a Manoel Alves Bar-
bosa, 10 barris a A. Gaer-s.
Eaxofre 40 'caixas a Parente Vianna & C. En
xadas 10 bavricas a F. Guimaraes & C.
Farinh:, de trigo 300cixas a ordem. Ferra-
gens 3 j volants a Joaquim Antonio de Araujo 4
C, ? barricas e 2 caixas a F. Gaimaraes & C, 23;
tVarrlcas a Halliday & C, 16 a ordem, t a'Ouo Bo-
Jose, hres, 35 a Vaa 4 Leal, 20 a Parente Vianna,4 C,
1100 barris, 5 barricas, 793 pefas, 5 cftixas, 20 (ei-
9:482*668
869*333
10:352*021
7,862
1,069
32
S7
214
9,274
SERVICO MARITIMO
vi>*rangas descirrogadaa no trapicte da
alfandega :
No dia t a a 16 ... 20
No dia 17.......
io trapiche tkmcelcio .
20
aSCEBEDORlA D5 RENDAS LNTrRNASGE-
RAES DE PERNAMBUC*
^^ndiinenlo do dia 1 a 16 36:148*833
Jam do dia 17 831*956
36:980*791
CONSULATE PROVINCIAL
Rendimento do dia 1
idem do dia 14
a 16
71:2151647
5:783*953
76:999*602
mva
o
Navios enlrados no dia 17.
Aracujil e portos intermedios-8 dias, e do ultimo
pirlo 10 horas, vapor nacional Mandahu, de 222
toneladas, commandante Pereira Marinho, eqni-
pagem 16, carga algodao e outro3 generos ; a
companhia pernambucano.
Rio de Janeiro e porto? intermedios-6 dias, vapor
nacional Bahia, de 1,589 toneladas, commandan-
te Aureliano Isaac, equipagem 57, carga milho
e outros generos; a Pereira Vianna 4 C.
Liverpool por Lisboa-20 Ij2 dias, sendo do ulti-
mo porto 14 dias, vapor inglez Fire Queen, de
796 toneladas, commandante J. Corbcshloj', equi-
pagem 30, carga fazendas e outros generos ; a
Saunder* Brothers 4 C.
Havre 30 dias, barca franceza Fidelite, de 287
toneladas, capitao Fay, equipagem 12, carga
mercadorias; a E. A. Burle & C.
Liverpool 42 dias, barca ingleza Winifred, de
309 toneladas, capitao David James, equipagem
11, carga, differentes generos ; a Johnston Pater
4 C.
Bahia10 dias, patacho brasileiro David, de 223
toneladas, capitao Joaquim Antonio de Souza,
equipagem 11, carga 163,000 kilhos de car-
ne ; a Baltar, Oliveira & C.
Terra Nova31 dias, brigue inglez William, de
198 toneladas, capitao James Pike, equipagem
10, carga 2,800 barricas com bacalhao; a Sauu-
ders Brothers & C.
Navio sahido no mesmo dia.
Liverpool Brigue francez Solidor, capitao Haveu,
carga assucar e algodSo.
Observapdo.
Fundeou no laraarao uma barca ingleza, mas
nao teve comraunicacao com a terra.
Edifcal n. 183.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico, que
ai 11 horas da manna do dia 19 do corrente se ha
de arreraatar, a porta desta reparticao, livres-de
direitos e sujeitas ao imposto dacapatazia, as mer-
cadorias abaixo declaradas, abandonadas aos di-
reitos por Frederico Herbert.
Armazem n. 2.
Marca C H F.-N, 2lO.-Uraa caixa viada de
Liverpool no vapor ingles Arbitrator, descarre-
gada em 16 de agosto de 1873, contendo o se-
guinte :
HI duzias de tesouias de ferro para costuras
ate 18 centimetros, no valor de 466*200.
76 duzias de canivetes pequeuos para penna,
cabo de madreperola, no valor de 1:0644.
41 duzias de ditos de cabo de osso, no valor de
114*800.
4 duzias de ditos para fractas, cabo de osso, no
valor de 11*200.
1 pistola ordinaria de dous canoe, bo valor de
7*000.
Diversas amostras de bot3es, fivelas e farragens
miudas, no valor de 284.
Alfandega de Pernambuco, to de juaoo
1874.
0 inspeolor,
Fabio A. de Carvalho Reis.
de
Olinda.
0 Dr. Delfino Augarfo Cavaleante de Albuquer-
que, official da ordem da Rosa, e ju.z de direito.
orpbaos o au*mtea da comarca de OUnda, por
S M o imperador, a quem Deus.guarde, etc.
FVo saber aos que o presents edjtal VK-em, que
no dia do oonrente mez, a 1 fwra fl* tarde
ifagois da audiencia ), sera arrematado por veu
da um sitio em Paratihe, estrada da Mirueira,
oertanoeola ao espolio do final. Bellarmmo Perei-
ra Beringner, avaliado por 500*. oqoal vai a pra-
ea a requerimento do Dr. uwtar do mesoao
88E para que ehegue ao conhewmenW^de todos,
mandel afflxar o preseuta no tofar 4* Wlwe 9-
publtcalope]a iaiprewa.

\


Diarfo de Pernivmbuao Quinta felra 18 de Junho da 18XL
IIIIMIH.-SM
Olinda, I de ,anho]de 1871. En, bach are!
Francisco Lin* Ci Idas, eaotlvio, o escrevi.
Detfina Augut'.o Cmvalcante de Albuquerque.
0 Dr. Sefcattlau do Beg o Barro s de Lacerda, jnix
de diretto especial do commercio da eidade do
Recife de Perwabuco, por S. M. imperial, que
Dens gtu.rde.ete.
Paco saber aito presente edital, qae no dia 30
do corrente mez, as II horas da manha, na sala
das audiencias, dc vera ter logar a reuniao dos cre-
dere* da eaa para se vtrMkarem as creditos e deliberar-se acer-
ea da concordat* on fonnar-se contrato de uniao
se for proposio, e aomear-se admlnistradores a di-
ta inassa, certot os eredores de qae nio serao ad-
rniuido- por prccBtador seat qae eete exhiba
procuraeao, a quU nao poiera ser conferida a de-
vedor d* fallido, no podeodo ontrosim am mi in-
dividao rapresaattr doas di versos creaores e que se
ra bavido oredor qaecomparocer corao adherents
as resolnoSes qae tuatar a maioria de votos dos
eredores qae aoiBjiaceeerem, com Unto qae para
set valida a cMceraata 6 necessario qae sejacon-
oedida por um aninero tal de eredores qae repre-
ente pele njeoos n maioria destes em unmero e
doas tercos valar 'ie todos os creditos sujeitos aos
eflertas da teneardaU.
E para qae che-gse ao conhecimento de todos
maadei fazer 0 presente qae sera afflxado nos lu-
gares de coshaote e publicado pela impreosa.
Dado e pusado oesta ctdade do Recife de Per-
nambuco, aos 17 de junho de 1874.
Ea, Francisco Xavler de Souza Ramos, eserivao
interiao.o subscruvi.
Recife, 17 d* junho de 1871.
______Setasttiit do Rego Burros de Lacerda.
0 Dr. Alexandre de Souza Pereira do Caruio Ju-
nior, juiz eabstituto des feitos da fazeoda na-
cieaal desta provincia de Pernambuco, etc.
Fajo saber a todos que este virem, que no dia
10 de julho proxino vindouro, aa sala das au-
diencias, peraote o juiz substitute dos feitos da
fazeoJa. petal ooie horas da manha se vendera
en praca publica ama casa terrea meiaagua,
sita a rua de S. Jolo n, 2. com 30 palmos de fren-
te e tO de fundo, com ama port.i na frente, um
pequeno quarto e uma cozinha, cum quintal e
em ma-j estadu, avaliada por 400 s, penhorada a
Jose de Preitas Barbosa para pagamegto do quo
o mesmo deve a fazenda nacional.
E para qae chegue a noticia a todos mandei
passar o presente qae sera alBxado no lagar do
costume e poblicad pela imprensa.
Dado e passado nesta eidade do Recife, aos 17
de junho de 1874.
En, Jose Francisco do Rego Barros, eserivao, o
sobscrevi.
Alexandre de Souza Pereira do Carmo Junior.
ftECURACOE
> >
8AATA casa da misi;kicohdia do
RECIFE.
A Hhna. junta adrainistrauva da santa casa d;
Misericordia do Recife, manda fazer publico qut
na salade suas seudes, no dia 18 de Junho pe-
tal 3 boras da tarde, tem, de ser arrematadas a
quern mais vantagens offerecer, pelo tempo de urn
a tree annos, as rendas dos'predios em seguids
deciaradoa.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. los6.
Casa terrea n. 11.......201*000
Rna de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Oiuco Pontas.
asaterrea n. lit......36211300
Rua da Viracao
Idemn 74 '......241*000
Rna de Antonio Henri jues.
jdem n. 26........90*0Of
Rna do Vigario.
!. andar do sobrado n, 27. 3235000
Eojaidem.........373^000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16.......209*001
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 *......421*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (feehado).....-1:000*09
I ina do Pilar.
Caia terrea n. 1O0......241*901
ltm do Anr rim.
Idem a. 34........122*000
Rna da Gni.i.
Idem n. 29........201*000
Os pvetendentes deverio apresentar no acto d?
arrematacao as stum Wandas, ou corcpareeerea
acompanhsdos dos rcspectivos fiadores, de-vendr
^>agar alem da renda, 0 premio da quanlia en
yie for seguro 0 predio que contiver estabelaci
isento commercisl, assim como 0 servi^o da lim
pcza e precos dos apparelhos.
Secretana dasanta easa da mi'eric.ordia do R
cife, 17 de marro 0 d -.874.
O eaerrrao
Pedro Rodriones de Sonzo.
godiozinho, sapatSes, aaccos de gnardar roapa,
travesseiros de linho chekn de palna.
Para arti flees avulsos.
Blusas de panno azul, biotas de algodao azol,
calcas de brim branco, calcai de panno aanl, ca-
misas de algodaozinbo, datos de conro branco in-
vernisado.
Paia imperiaes marinheiros, aprendizes ditos e
marinhagera.
Bonets de panno azul ferrete, ralfas de panno
azul ferrete, calcas de flanella azul ferrete, cami-
sas de panno aznl ferrete, camisas de flanella azol
ferrete, camisas de panno azul ferrete, camisas de
brim branco, calcas de brim branco, calcas de al-
godao azul, camisas de algolao azul, colehoes de
linho cheios de pallia, cobertores de 15, far das de
pan.10 azul ferrete, leocos de seda preta para gra-
vat s, sapato.'s, sacoos de lona de marinhagera.
Tambein contrata 0 conselho no mencionado dia
18 do corrente mez, a vista igualmente de propos-
tas recebidas at6 as 11 horas da manha, 0 forne-
cimento de marinha, no dito trimestre, de bois vivos com 0
peso de 8 a 9 arrobas e de pasto para os mesmos,
assim como de cimento e carvao cok.
Sala (las sessfles do conselho de compr**
de m riuha de Pernambuco, 13 de junho
de 1874.
0 secretario
Alexandre Uodrigues doe Anjoa.
Obras militares.
Qonvida-se as pessoas que se quizerem encarre-
gar dos concertos das 2 escadas do hospital mi
litar, orgados em 3836''30, a se apresentarem com
saas- propostas na reparticao das obras publica?
a 18 do coirente, pelas 11 horas da manha.
As propostas devem- ser em cartas fecbada; e 0
orcamento 6 encontrado na mesraa reparticao.
Pernambuco, 11 de junho de 1874.
0 engenneiro das obras militares.
Cliryssolito F de Castro Chaves.
Companhia Fidelidade
Scgaros DinritlmoH e terrestre*
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres, a premios razoaveis, dando nos
altimos 0 solo livre, e a setimo anno gratolto ao
segurado.
Peliciano Jos6 Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
O deposito de re irutas precisa contratar para
0 rancho das pracas de pret, em 0 segundo e-
mestre do corrente anno, os generos allimenticioe
segaiates : arroz pilado, assacar mascavo refiua
do, azeite doce, bacalhao, cafe em caroco, carne
secca, dita verde, fariaha de maadioca, feijao mu-
latinho, lenha, manteiga franceza, pies de 172
grammas, ditos de 114 grammas, loacinho de Lis-
boa, e vinagre ; os quaos deverao ser de priniei-
ra qnalidade : as pessoas que pretenderem dito
fornecimonto, poderao apresentar suas propostas
em cartas fochadas, a secretaria do refendo depo-
fto em 0 quartel da Soledade, ate as 10 horas da
manba do dia 22 do corrente.
Quartel do deposits de recrutas na Soledade
em Pernambuco, 17 de junhu de 1874.
Ceciliano de Lyra,
Alferes secretario.
De ordein do nosso charo irraio. presidente
da ennfraria d-j S. Benedicto, erecta no convento
dos religiosos franciscano* desta eidade e de con-
formidade com 0 artigo 44 do compromisso, con-
vidamos aos nossos cbarissimos irmaos para reu-
nirem cm assembler geral no dia 21 do corrente,
pelas 10 horas da manha, no capitalo da mesma
confraria, para procederse a eleicao da nova
mesa regedora do anno compromissal.
Capitulo da confraria de S. Benedicto, 17 de
junho de 1874.
Joao Silvestre F. de Mello,
Secretario.
NeMe paeaoa torn esareart a Sra. U-Ptrez,
qne pela primeira vex daneari em pnblfco, pelo
qae pede que a descuipera dai faltas qae poesa
cemmetter.
Tenninari 0 especuealo com a comedia em I
acto :
Os medrosos.
Priacioiara as 8 l|t boras.
0 benefjeiado pede a proiecfio do lllnstrade
publico desta capiul.
TBE4TR0
. EMPIEZilUHJl FEMIII-"
Sabbado 20 do correate.
A' S 1| horas dia naite,
0 mnito bem aceito drama em 3 act t :
0 supplicio d'uma mulher
Terminara com a comedia-em 1 acto :
Preclsa-ae de uma mulher
BMtra riJa> < i
p*i
Domingo 21 do corrente.
A' ft 11* hara da tarde
O drama sacro :
Nilagres deSaato Antonio
e a comedia em 1 ado :
I ma criada iiiipagavcl
D'ora em diante, nos e der-se ha a posse dos camarotes e enlradas para
os mesmos a 1* por pessoa.
_.
AVISOS JVIARITIMOS.
Rio de Janeiro
pretende seguir com mnita brevidade o brigue na-
tional Isabel, tem parte de sen carregamento en-
gajado ; e para o resto que lite falta, trata-se com
o sea conslgnatarlo Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. 37.
IRMANDADE
do SS. Sacramento da matriz da Boa-Vista.
Em virtude do disposto no art. 57 do compro-
misso, convidoa s nos-os dignos irmaos, tanto da
mesa regedora, cujo mandato esti a expirar, como
da novamento clcita para rcger a irmandade, no
anno compromissal de 1874-1873, a se reunirem
no dia 18 do coi rente, pelas 7 horas danoite.no
consistorio i!.i matriz, afim dc effeMuar se a posse
da nova mesa regedora.
Consistorio da irmandade do SS. Sacramento da
matriz da Bua-Vista, 13 de junho de 1874.
0 juizAntonio Carneiro Machado Rios.
Consulgbdo provincial
Pela adminLtrprao du con;ulado provincial se
fax publico aos respeclivos contribointes, que do
i de janho vindouro por diante cotne^a a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 21
do regnlamento dc 16 de abril de 1842 para a
cobranfa a bocca do cofre, do 2 semestre dos im-
postos da decima uibana, 5 0|0 sobre ben3 de mao
jnorta, e 00 rs. por litro de aguardente consumida
?a provincia, no corrente exercicio de 873 a
1874, ineorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que cs nao sntisfizerem nesse prazo.
Cansulado provincial de Pori'ambuco, 27 de
ream de 1871.
0 administiador,
____________Antonio Carneiro Machado Rios.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o fogo
A companhia nernamhucana, dispondo de ex-
cellentes e vast03 armazens em seu predio ao for
ie do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de geaeros, garantindo a maior con-
servacao das mere idortas depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolheri, mediante previo aceordo, ex-
c'usivamente os geEeros de uma sd pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos.
*ao inteiramtute nc-vos e asphaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas sjue quizerem ulili3ar-se destes ar-
mazens, pederao dingir-se ao escrip_torio da .com-
panhia pernarabucana, qae acharao com quea
iratar.
Pela thesouraria provincial se faz publico
quo em cumprimento da ordera do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, dc i dc marco ultimo, tem
dc ser arreniatado no dia 18 do corrente, peran-
te a junta da mesma thesouraria, 101 armacoes
de lampeSes, 101 bombas para azeite e 101 gan-
".hrs de ferro, achandg-se parte dezses objectos
em p ao e.-tado.
Secfetaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 13 de j nho dc 1874
0 official-maior,
____ Miguel Affonso Ferreira.
As pessoas que deitaram na caixa do correio
desta eidade cartas para os Srs. Antonio Ramos
dc Amorim, Joaquim Francisco Torres e Importo
Xavier Coutinho, queiram vir a esta repartigao,
afim de darem as mesmas cartas a precisa di-
rer ao Correio de Pernambuco, 17 de junho de
1874.-0 2" cTidal,
Agnello Pernambuco.
.< IIAItl I ItS III I VI*.
COMPANHIA FRANCEZA DE NAVE-
GAQiO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
Havre, Lisbon, Pernambuco, Rio dc
Janeiro, (Santos eomente na vol-
(a) Montevideo, Ituenos-Ajres,
(com baldeac&o para o Roctario)
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Commandante A. Fleury
Espera-se da Eoropa ate 24
do corrente, segnindo depois
da precisa demora para os
portos do sul de sua escala
ate o Rio da Praia.
Relativamente a fretes, encommendas e pas-
sageiros, tratase com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
42Rua do CommercioEntrada pela rn*
______________do Torres.
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Rio-Grande do Sul.
PATACHO
IK FBAMCIDGA.
Becebe earga a frete para o referido porto : a
traur com Amorim Irmaos It C
COMPAMti PERNAMBUCANA
DE
Wavexacdo eostelra a vapor.
MAMAKGUAPE.
0 vapor JfandoAii,
commandante Man-
nho, seguira para o
porto acima no dia
20 do corrente, as 8
horae da tarde.
Recebe earga, encom uendas, passageiros e di-
nheiro a Crete ate as 3 boras da tarde do dia da
sahida : : *;riptorio no Forte do Mattos n. It.
Maranhao.
para o referido porto pretende segnir com pou-
ea demora o hiate Olinda, por ter a maior parte
da earga prouipta : tratase com oi consignata-
rios Joaquim Jose Gjncalves Reltrao & Filho, a
rna do Commercio n. 5.
_
LEILOES.
DOS
salvados do vapor Polengi
UOdTa
A's ft horas.
Em o ultimo sobrado no edifiek) da companhia
peroambucana
Per intervencao do agente Dias, que competcn
temente autorisado levara a ieilao, no dia e bora
acima designados, os referido* salvados, a saber:
portai de camarotes, grades, portadas, gnarda eo-
pos, caixilbos, frente de madeira para camarotes,
caixSes para lavatorios, 1 escada do portalo, 1 es-
pelho, 1 mesa redonda e 55 portas de piano a me
ricano.
Imperial Sociedade dos Ar-
tistas Mechanicos e Libe-
raes.
Tendo resolv'do a sopiedade proceder a eleigSo
dos membros, da directoria que ha dd funccionar
no anno social de 1874 a 1875, no dia 28 do cor-
rente, scientitico em tempo a todos os soeiosr par
que aquelles qae se acham atrazados em suas
-uensalidades se poiiham em dia, afim de poderem,
Ue cinformidade ccm a constiluicao, tomar parte
ua referida eleicao.
0 1" secretario,
_____________________P. P. dos S ntos.
A thtsonraria de fazenda tendo de contratar
o fornecimentu de oi jeclos para o seu expedtente
Jurante o semestre proximo futuro de julho a de
xembro, couvida os pruieudenie3 a apresentarem
na secretaria da me in* suas propostas em cartas
iecbadas, devidameute seiiadas, ate o dia 20 do
corrente u.ei, em que serao as mesmas aberias
porante a juau desta reparticao e em presenva
dos preteodeut s, que deverao pi estar fian^a para
^arantia das multas em que incorrerem a vista
de respectivo cuuu ito.
Secretaria da tbesour^na de Pernambuco, 9 de
juaho de 1874.
0 2.* escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
CONSELHO DE IXMIPUAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
0 conse ho contr.u no dia 18 do corrente mez,
a vista de propostas r< cebidas ate as 11 horas da
manha, e sub as conaicoes do estylu, o fornecimen-
to no trime=tre proumo vindouro de jalho a se-
lembro, dos s. gaint; objectcs de fardamento :
Kara a.ireuaizes artmces.
Boneis do aawrai buuels do servico, blusas
de bnm braaeo, blusas de ahjodao zul, blusas
cie panno azul, caitJ.s de brim Dranco, calcas de
algolao azul, caini.-.is de algudaozioho, cobertores
ce la, cobertoies de algodao, cintos de couro bran-
to mvernisadu, c*..;as de panno aznl; colehoes de
linho chHos de paina, Jrunhas'-de algodaozinbo,
iea$oa de seda picia para gravatas, lenjoes de al-
ADMIA'ISTRACAO DOS CORREIOS i E PER-
NAMBUCO, 15 DE JUNHO DE 1874
Kelficao da correspondencia registrada (sem
valor) recebida de diversas procedencias
ale esta data, o que nao tem sido ontre-
guo por ijinorar se as residencias dos des-
unatarios.
Antonio Gomes Leal, Derthe Leitenberger, Ber-
nardino Candido de Carvalho, Constancia Bellar-
mina de Souza Lins, Domingos di Silva Barros,
Pernando Lobo Leite Pereira, Francisco Antonio
da Rosa, Gnilherme Raymundo da-Costa Leite,
Joanna Porcina das Neves, Jeronymo Jose Telles,
Joao de BaTOs Silva, Jose Soriano de Souza, Jos6
de Barros Simoes, Jos6 Alves Barbosa Junior, Jose
Antonio de Souza, Jose Cruz, Jose Bernardino da
Rosa, Jose Gonralves da Silva Brito, Jose Antonio
Saraiva Sobrinho, Jose Maria L. da Molta, Luiz
Affonso Pereia Rangel, Manoel Pessoa de Siqueira
Campos, Migael Bernardo, Manuel de Carvalho e
Silva, Octaviano Augasto de Figueiredo, Victorino
Lopes da Costa, Jacintho A. das Neves.
0 official encarregado do registro,
Jose Candido de Barros
Olinda
Depois da audiencia do joizo da provedoria desta
cida le, no dia 18 do corrente, a 1 hora da tarde,
teem de ser vendidos em hasta publi;a, a quern
mais der, quatro qaartaus, tendo dous rosilhos,
nm Dedrez e outro aca.
ADUIMSTRA AO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO. 18 DE JUNHO DE 1874.
Maian a expedlr-se
Pelo vapor nacional Bahia, esta administra^ao
expede malas para os portos do none hoje (18).
Recebem se jornaes, impressos e cartas a regis
trar, ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ale 3
horas, e estas ate 3 1|2, pagando porte dnplo.
Affonso do Rego Barros,
Administrador.

THEATRO
SANTO .ANTONIO.
EMPRBZA
VICENTE

Quinta feira 18 de jonho.
Beneflcio do bailarino bwpanhol D. Jos6 Perez.
Comedia drama em 3 aeots :
0$ estreinas.
Passo a dons pelo beneficiado e sna senhora
Li-Perez :
A Toro e Magelcaa.
Espera-se da Europa ate o
dia 21 do corrente e seguira
para Babia, R.o de Janeiro
Montevideo, Bnenos A y r e s
Valparaiso, Arica, Islayc Cal
lao, para onde recebe'a pas,
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahira antes das ires horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Bowe A. C
14RUA DO COMMERCIO -14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avcgacno costeira a vapor.
MRAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACa-
TV.CEARA, MANDAHUE ACARACU'.
0 vapor Ipjuca
commandante Aloura
seguira para os por-
tos acima no dia 22
do corrente mez, as o
horas da tarde.
Recebe earga ate o dia 20 do corrente, encom
mendas, dinheiro a frete e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : ascriptorio
no Forte do Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
WavegaciSo costeira a vapor.
Fernando de Norouha.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para o porto acima
no dia 1 de julho proxi-
mo ao meio dia.
Recebe earga ate o dia
30 de junho, encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete ate as 11 ho-
ras do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
tos n. 12.
Grande feira
DE
mobilias, pianos, mesas elas-
ticas, aparadores, quarti-
nheiras, 1 casal de cana-
rios do imperio, transpa-
rentes parajanellas, guar-
daroupa, cabides, comas
francezas, carteiras para
escriptorio, objectos deou-
ro eprata, relogios deal-
gibeira, miudezas, copos
para agua, cadeiras de ba-
lan espelhos, 1 banco de'mar-
cineiro, com ferramenta,
grandequantidade detras-
tes avulsos e immensos ar-
tigos do uso domestico,
que serao vendidos
ao correr do marteUo
Hoje
as 11 horas
NA
FEICA SEfrlANAl,
16-Rua do Imperador-16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
IEILAO
i caixas com io grozas de ptaos-
phoros
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
liavega^ao costeira a vapor.
MAOEirJ, ESCAIAS, PKNEDO E ARACAJU'.
0 vapor Coruripe, comman-
dante Santos, seguira pars
os portos acima no dia 30 do
corrente as S horas da tarde.
Recebe earga ate o dia 27,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ale as % horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.______
Companhia de navegseaa a va-
por bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracajti e Babia
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 2i do
corrente o sapor Marquez
deCoxias, o qnal sahira
para os portos acima no
dia seguinte ao da sua
chegada.
Recebe-se earga, passageiros e dinheiro a frete
Agentes. -
Antonio Luii de Oliveira Azevedo.
87Rna do Bom JesusU7
Libras esterlinas.
Veridem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Ceara, Macao e Mossori.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por tar algoma
earga engsjada e parti a qne Ibe falta, trata-se
com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Beilrao & Filho, a roa do Commercio n. 6.
Para o Rio Grande do SnI e Rio de Janeir
recebe-se earga a frete no veleiro brigne naciona
Arroio Mallo, navio de clause : a tratar com
Silva & Cascao, a rua do Marquez de Olinda n 60.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segno com pouc a dias
de demora a ztarcs portugueza Feliz Unido por
ter a maior parte de sen carregamento engajado,
> para o resto qne Ihe falta, tratase com os con-
eignatarios Joaqui-n Jose ooncalves Beilrao & Fi-
sno, a rua do Commercio n. 5.
as i I horas da manha
No trapiche da companhia.
0 ageute Dias, competentemente autorisado, le-
vara a Ieilao, por conta e risco de quern perten-
cer, no dia e hora acima designados, os phospho-
ros acima mencionados, avariados a bordo, do na-
vio dinamarquez Faveur, em sua recente viagem
para cste porto.___________________________
LEILAO
; de
moveis, lougas, vidros, pianos, chapeos do
Chile, ditos de feltro, e diversas miude-
zas para liquidaQfio de contas
SEXTA-FEIRA 19, DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto
0 agente Dias fara Ieilao, por conta e risco de
quern pertencer, de mobilias de jacaranda, guar-
das-roupa, guarda-louca, commodas de jacaranda,
secretarias, mesas elasticas de 4 e 6 taboas, di-
versas obras de marcineria por acabar, 9 jogos de
pedra marmore para consolos, 1 dito para jardi-
neira, porcio de parafusos para guarda ronpa,
vidros para e-pelbos, marquezdes, roarquezas,
bercos, bancas, cadeiras para pianos, ditas secre-
tas, consolos de amarello, lavatorios, cadeiras de
balanco, ditas de bracos, sanUmios, de jacaranda
cabides, qoartinbeiras, e muitos outros artigos que
estarao patentes no acto do Ieilao.
No armazem n. 68 aa rua do Bom Jesus (antiga
rua da Cruz)
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
AO CORRER DO MARTELLO
Grande
s>
Leilao
continuaqSo
DE
moveis novos para liquiJar, no armazem
do Sr. Joao dos Santos Coelho, a rua do
Bom Jesus n. 44
Sex ta feira 19 do corrente.
A's 11 horas
Um rico piano, 1 mobilia nova de jacaranda,
composta de sofa, consolos, com tampos de mar-
more, 4 cadeiras de bracos, 12 ditas de gnarni
cao, 1 mobilia de amarello, nova e cnmplela, guar-
da-veslidos, guarda-roupa de amarello, camas
francezas da jacaranda e amarello, 1 toilette de
jacaranda, mesa elastica de 18 palmos, ditas pe-
quenas, cadeiras avulsas, consolos, marquezas,
raarquezSes para casal e solteiro, lavatorios de
oiogno e amarello, bancas para jogo, cadeira de
faia, ditas de bracos, ditas de balanco, ditas para '
sreancas, secretarias, carteiras, mesas para es-
criptorio, 1 aparador de mogno, 1 bagatela com
perlencas, cabides, mesas redondas, 6 importan-
tes pedras marmores, com 5 112 palmos de com-
primento, 4 1|2 de largura el li2pollegadas de
grossnra, e uma de nove palmos ae comprimen-
to, 4 l|2 pollogadas de grossura e outros moveis
qae estarao patentes no dia do leilao.
Em conlinuacao o mesmo agente Pinho Borges
vendera joias de ouro de muito gosto, como brin-
cos, aderecos, alfinetes, anneis, relogios, I -alva
de prata, e outros artigos do mesmo genero.
0 agente Pinho Borges, autorisado pelo Sr. Joao
dos Santos Coelho, vendera os moveis acima men-
cionados ao correr do marteilo.
0 agente convida aos sens freguezes amigos a
concorrerem a este leilae.
LEILAO
DE
IIIVISfAS
na importancia de 6:93t($918
MnwNa Tallida de Joao Ilygiuo de
Souza
SEXTA-FEIRA 19 DO CORRENTE
0 agente Martins fara leilao, por mandado do
Him. Sr. Dr. juiz especial do commercio, das di-
vidas activas da massa fallida de Joao Hygino de
Sonza, na importancia de 6:93ifi918. Os preten-
dentes podem examinar a rclacao dos devedores
em rnSo do referido agente.
IVo armazem da rua do Iciipc-
rador n. 49.
as 11 horas da manha.
DA
escuna nacional Georgiana, forrada de cobre
prompta anavegar
SEGUNDA-FEIRA 22 DO CORRENTE
na porta da Assoelafao Cowrrtal
Os Srs. pretendantes podem desde ja examina-
la, aa volta do Forte do Mattos, defrontt do trapi-
che Loyo.
N. B.Vende-se tambtm em particular, a tra-
tar com Tasso Irmao & C
avisos DVFBSOS
Eslalos
para sortes, a S00 rs. o cento : na rna Dnqne de
Caxias n. 37, loja.
Senhores bispos. .
Encontram-se retratos novissimos do Exm. Sr.
Bitpo do Para, na photographia ViUela, a ruatio
Cabnga. Idem do Exm. Sr. Bispo de Pemambcco
c do Sua Santidade Pio IX.
Precisa-se de uma ama
para cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
A!iigai.i-se
os dous excellentes armazens, sitos a rua do Vis-
conde de Itapariea, outr'ora rua do Apollo, na 34
e 36, com fundos ate" ao eaes, mnito proprios para
armazens de assnear on preosa de algodao: a Ira-
tar na rna do Marquez de Olinda n. 57, 1* andar.
CRIADO
Na rna do Imperador n. 38, 2* andar, precisa-se
de um criado que feja honesto e de bons coslnme?.
Engomma-se e lava-se com. perfei?ao, por
peca ou por mez : na rna das Trincheiras n. 19,
2* andar. Recebe-se encommendas de bolos para
S. Joao e S. Pedro.
ESSENCIA. CONCENTRADA
DE
Premiada nas expo-
sigoes de Pernambuco
e Rio de Janeiro.
MEDALHA DE PRATA.
Pliarmaceulico
Pela es-o!a de Pnris
MEDALHA DE MERITO

Premiada na expo-
sicao de Vienna d'Ans-
tria.
Successor do
SA1SSET .
Tratamento puramente vegetal verdadeiro purificador do sangue. sem mercurio.
A Essencia de Caroba e nm remedio hoje reconhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de tndas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Escuofulosas, Rheumatismo, Empixgens, Dae-
tbos, Ulceras, Ervpc5es, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produzi 'o a Essenela de Caroba, por toda parte
onde ella tem sido apropriadamento cxperimentada, a tem feito adoptar como um dos medicamec-
tos mais seguro? e mni? energieos para a cura de todas ns molestias de natnreza syphilitica e
boubatica.
A cada frisco acoropanha uma instrncQSa para a maneira densar.
Pomada anii-dartosa

Contra as affecooes culancas, darlhros, comiehoes, etc., etc.
tBguenlo dc imfa
Para cura das boubas, ulceras, chagas aniigas, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
Roeoo^Y^oL isiaui, mmm
Bdica Fraaceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CliUZ )


LEILAO
DE
moveis, louga, vidrcs e objectos de ourp
Sexta-feira 19 do corrente.
as 11 h ras da manha
Wo armazem da rna do Impera-
dor n 48
pelo agente Martins
Nendo :
Um piano de mogno, 1 mobilia de amarello, 1
guarda ruupa, 1 guarda-lonca, 1 mesa elastica
com 7 taboas, 1 importante secretaria de amarel
lo, espelhos com mjlduras douradas, commodas,
meias ditas, camas francezas de jacaranda e de
amarello, marquezdes, marquezas, e outros mui-
tos objectos que serao vendidos ao correr do mar-
teilo, bem como algans objectos de ouro e prata-
-
DE
9 ceii-as com machinas egypcias e de ou-
tros systemas, para descaroc,ar algodao
.SEXTA-FEIRA 19 DO CORttENTE
a* It horas em puto
no trapiche do Sr. Cunhi, no Forte do.
Mattos
Opreposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de qnem pertencer, das machinas aci-
ma mencionadas. ''-
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO k C.
Phareiaeenticos da casa real de S. M. F. el-rci de Portngal
Premiados em diversas exposicoes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xarope vegetal americano, garantido puramente vegetal, nao contem em sua eomposic,ao
nmso atomo de i pio, e sim tomente succos de plantas mdigenas, enjas propriedades beneOcas na
enra das molestias que pertencem aos orgaos da respiracao, tem sido observadas por longo tempo p*-
los medicos mais distinctos que ore-ommendam e prescrevem todos os dias no tratamento das bron-
chites, tanto agudas como chronicas, asihma, tosses rebeldes, escarros de sangue, pbtysica no pnmeiro
graoe contra asirriiacoes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Rualarga do Rosario
PKRNAMBUlO.
34
A influencia que tem os principioe resinosos do
pinheiro maritimo sobre o pnlm&o em todos oe
griios da tisica, he tSo maravilhosa, que a medida
que desenvolve-se a sua accao, ve-se por assim
dizer o doente voltar & vida.
Nosso xarope fabricado com a seiva do pinheiro,
rccolhida logo ao sahir da arvore, contem os prln-
1. cipios resinosos com toda a sua energia e pureza;
I PEARMACEuTlCQ mBORDEOS] sou effeito he pois immediate e seguro contra os
, defluxos, catarrho pulmonar, rouqnldOes,
TiSICA e em geral contra todas as molestias do peito, qualquer que seja o seu estado.
M de LA0ASSE
CIGARROS INDIOS
E CANNABIS INDICT
de GRIMAULT e G", pharmaceuticos em PARIS.
Todos os especilicos empregados ate hoje para aliviar da asthma e das molestias das vias
respiratorias, tem todos por base sobstancias toxicas que deixao um grande peso no cerebro
e alem d'isto sao sumamente perniciosas a intelligencia e a saude em geral.
As propriedades do principio activo do canhamo de Bengala que contem nossos dfraiTos
s5o tSo adiniraveis, que apenas se respira alguma fumaoa, nota-se logo uma grande faciu
dade em respirar, menor oppressao, em uma palavra um alivio rapido, oompleto e inottensiyo,
porque os nossos cigarros nio contem nenhum principio toxico. Sio pots estes dgarros o unico
remedio certo que se possa acconaelhar com confianc;a contra a asthma, catarrhos pulmo-
nar, nevroses, laryngite e em geral contra todas as molestias das vlas respiratorias.
Depositos em Pernambuco : FERMIRA, MAU C*; H,-a. BARB0ZA> e nai prin*
dpaes pharmacias de Portugal e do Brazil,


Diftrio; dq.Fernaiiibinco Qulata foira 18,4e Junho de 1874.
I
Fogto po dia 2de abril proximo passada o
escravo Ifenedino, crlnufc, de cor preta. Urn 22
taam de idade, poneo mais oa menos, e de
tan regular, nao tern barba, (em as eostn corta-
da* de antifos <;tstigns rjoesaffreu, t-m &i-la visto
tiara a ballon* di Encriuilh,i4. Rejieribe e no
ieeifc : rofa-*B Mas. a> auioi 11 ii<-s e ca>hty
de campo h sua affpretie/ivii, e remette lo a ma
Direita n. 22, (pie >ei i>i irnorosaineaie rexiwiuwi-
iTjtoifsttiio
S. CARLOS
Vende-ie on arrenda.&e, o engenho S. Carlos.- em
Ipoloca, moeot s e correjrte, com (bdas as obras
em psrfeito es ado de cooservacio, e muilo bem
d'agaa : a Iratur na travessa da rua Dnqne de Ca-
xias n. 3,1* anc'ar, com Gabriel Antonio de Castro
Quiotae*. ri*T
_ ALUGA=SE
o terceiro e quarto andares do predio da mi do
Bario do Trinmnho, anMga do Brain, n. 8>.
Alngm-se lima boa easa com excellentes com-
modos a rna do Coronet Soassuna d. 18f: ira-
ar na mesma raa n. 171.
&JfcftflttfHIE4Mf')lf-ft jK &
MEDICO-CIRURGICO I
DO at
Dr. Pedno i'Athayde L. Moscoso 5
PABTEIRO E OPERADOR
tua do Ylaconde de Albuquer-jP
M n. *9
ESPECfALIDADE
Melenllas de senboras
meninon.
Consaltas das 7 as 10 boras da ma- a
nha, todos os dias.
jfk Das 6 at 8 4a noite, naa segundas, quar-
S tas e sextas-feiras.
IK. Os doentesque mandarem os sens cha*
ML mados por iscripto at 10 boras da ma- m
S nha" serao \isitados em snas casas.
JARD1M DAS PUMAS
A rua da Ventura n. *5 (Capuaga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de nmbigo enxertadas a 3J
Sapotiseiros sapoteiros em vasoa, do 1 a 11
palmos e ate ja eon floras para dar fructo, alem
das seguintes plantas de orcato e de fructo por
preco mnito conimodo.


Abacati.
Acacia.
Ariticnm a pe.
CaneUa.
Casnarina.
Carolina do prircipe.
Condeca.
Coracio da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
rita do ceo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oiticoro.
Palmeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
Dbaia e outras rnvitas.
E ontras plantu : na Capnnga a roa da Yen-
ura n. 25.
i
________, ._
Trastes. f
w
Compra se e vende-se trastesnovos ,-jn
V e nsados no armazem da rua o Im- ^K
it perador n. 48
Oft
u
__________!##__
Aluga-se
sobrado de nni andar, sito na Ponte d,> UchOa,
om bastantes commodos, agua, gaz, estnbaria,
:ocbeira e quartos fora: a tratar na rua do Viga-
rio n. 31.
Hula particular de iiislruccaol
elementor
Para o sexo feminino
A professors, infra assigoada, tendo-
se habililado na foima da lei, pretende
no dia 8 dcste roez abrir a sua aula par-
ticular na rua do Maraoez do Herval, ou-
tr*ora da Concnrdia n. 139, onde pode-
ra ser procurada ; as alumnas, alem de
se iustruirem nas materias que consti-
tnem a instruccSo elementar, se habilila-
rio na arte de agulha, bordados de todas
as cspecies, obras de la e de (lores, me-
diante gratiflcaQao razoavcl.
S. Jose, (i de junho dc 1874.
Esmenia Jenuina Dias.
Para escriptorio
Aluga-se a sala da frente e dous quartos do prl-
neiro andar do sobrado a rua do Imperador d.
*! : a tratar no pavimento terreo do mesmo.
Xao ?e prc-taiid i (i |i|ui'n>< i-|iai." '" Vr3'*7**)1
n. 10 *, it rua ii;i Mn!ie iW- |>.- -. i-i m >lm4--
ci'ln di';iii ii iln- diver fa > u rri- *e faum, ipi.- n
al> iXi> UriiyHis : linl.uva |i r. --kp> tC ri'ur.i !!
Ji;ml-- ;ili-rt i'uin. (> al'i-!i:'in:i :l i rv a iin'.-i;iu
ileiii-luiuaiu1 4f
SUM /.km no n;s!o
A' rua i!g \ i r l|i !. i 1
com todas as pruporcdu desejada-, e onde pode
rJoos senhores freguezes dingir se, certoa de .|ue.
como ate aqoi, ach rio sempre a par da raodfci-
dade dos pre^os, a rnaior sincerldadc poi*iveL En
ire as diffcrenies rearca? de fumu da Bahia e llio
de Janeiro, que tern sido annonriurLs, scaba de
cbegar oina eacommeuda especial, qtje maito deve
convir aos senhores freguezes. Caustic te o abai
xo assignado de que neste genero di n/gocio nao
esti sem competidores, fara muitj por'evitar que
tambem o< teaha com relacao ao pequeno lucro
que procurara obler da dita mercadoria.
Jose Domiogues do Cacmo e Silva.
BACHAREL MIGUEL AMORIM 2W
AdvoKiido ??
Rna do Imperador n. 71. jjk
0 Monte Lima
torn urn completo sorlimento de galao e franjas de
onro e prata verdadeiros de tod.s as largoras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qnaljaer fardamento, como seja : bonets,
latins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas para criado,
etc., assim como, urn completo sortimento de fran-
jas, galao falso para ornamento, cordao de la com
borla para qnadros e espel'ios (conforme o gosto
da eneommenda) tudo por muito menos preco que
em outra qnalqner parte : na praca da Indepen-
dent^ n. 17, junto a loja do Sr.^Arantes.
Joao.Joaquini da Costa Leile, cantelista das lo-
terias da provincia faz sciente ao publico, que
mudou o sen e3tabelecimento para a mesma rua
do Barao da Victoria, casa n. 30.
Alugam-se qualro armazens no caes do Ramos
e dous no becco do Carioca : a tratar na rua da
Uniao n. 17, dis 3 horas da tarde em diante, on
depnis de 10 horas da manba, a rua do Imperador
n. 67, I' anda-.____________________________
Vende-se ura lindo casal de pavoes, sendo o
macho todo b-anco, e a feraea rajada. Sao bo-
tuos I na rua das Calradas n. 38.
0 Sr. Dr. Dano Cavalcante de Albuquerque
tenha a bondade de vir a rua de JIarcilio Dias n.
115, a negocio qne nao ignora._________^^
Altencao.
Yinlio de quiniiio do Dr. I^econtc. -
Este vinho preparado com optimo vinho de
Malaga e o melhor de todos os tonicos reconsti-
taintes na convalescenca das molestias graves, e
se recommenda para a cura dos padecimentos
do estoroago e intestinos, febres de toda a espe-
cie, com o caracter intermilleute.
viniio e xarope de lacto phospliato
de cal do Dr. Leconte-Recommen-
dado pelos medicos como o melhor agenle re-
constituinte para favorecer a nutricao, a for-
ma^ao dos ossos nas criancas e enriquecer o
sangue.
\ iniiu de Doldo c clixir.da mesma
planfa preparado por Frimault. -
As folhas do boldo sao empregadas no Chile
como remedio domestico, muito efflcaz, para a
cura dos padecimentos do Ogado, de que e o
antidoto, como o quinino e das febres.
Yinho e elixir de cacao da Bolivia.
de Cirluiault.Tonico fortiflranle, diges-
tivo e reparador das foreas exkam idas.
Vinho de quina fcrruginoso de ri-
mauU. I reparado com vinho de Malaga e
pyrophosphato de ferro e soda, constitue um
precioso agente therapeulico para a cura da
Chlorou, dos padecimentos do estomago, po-
breza de sangne, chlorose e as diversas moles-
tias das senhoras.
Xorope de chloral hydratado do Dr.
Lcronte.- Os medicos aconselham com
snecesso contra a gota, as aphaigias, vertigens,
hystona, insomnia, epilepsia, nevralgias, tosse
asthmatics, coqueluche, etc.
Creme dc bisniutho do Cirimanlt.
Contra as gaslrites, diarrheas, gastralgias, dy-
senteria.
Xarope dc bromnrelo dc polanea dc
Cirlmault.-Anti nervoso c appllcado com
optimo rcsullado no tratamento da gota e rbeu-
matismo.
Inga da India de tiimauli. Cura ins-
lantemente as enxaque:as, dores de cabeca,
nevralgias e dyarrheas.
Fcrro de fcirard.Proloxoto de ferro. 0
melhor de todos os preparadus de ferro para o
tratamento das molestias que rcclamam eete
agente therapeulico.
Paslilbas de uaannita dc Cirluiault.
Empregam se como laxativas e purgalivas
contra os catarrhos mucosos, falla de appetite,
catarrho pulmonar.
Oleo de flgado de liacalhaO, fcrru.
einoso, de tirlmault.E' um medica-
mento de nma efflcacia censtante centra a
chlorose, pallidas cores, anemia, phlysica, todas
as molestias dos pulmS s, lymphatismo, cs
crofulas, etc.
1*0 fcrro xnauganico dc Burin du
Buisson. Agradavel ao tomar se, dotado
da propriedade digestivas mui activas, 6 ore
medio por excellcncia, na leuchorrea, anemia,
gastralgi:., etc
PoNiiiba de lactalo de fcrro de Bu-
rin du BuIbsoii. Digestivas e optimas
no tratamento das menstruacoes diulccis, flores
brancas e todas as affeccxies nervosa3 do tubo
digestivo.
fij runina Michel. Linimento muito su
perior aos cerotos, pomadas e uiguentos para a
cura das ulceras e feridas de toda a especie.
Capgulas de Apiol de Cirlmault.
Sao recommendadas pelos medicos para recu-
lansar a menslruacao. prevenir as colicas, dissi-
par as dores dos rins e ainda para as febres
inltermi'entes rebeldes.
l'iluluH de podophylina dc Cirl-
mault. Para a cura de todas as molestias
do flgado, para combater as prisSes de ventre
rebeldes, etc.
"DEPOSITO
NA
PHARMACILE DROGARIA
DE
Barlholomen & C.
3i RUA LARGA DO ROSARIO 3i
Uma letra de 1:179/710 por no3 sacada em 30
de a-fosto do a'ino proximo passado, a dez mezes
de prazo, contra o Sr. Jolo Me.des daRocha So-
bral, aeha-se i>esencaminhada, pelo que preveni
mis ao mesmo Sr. Mendes da Rocha somente a
nos devera paga-la : sendo nnllo desde ja o sen
valor para qnem indevidamenle possui-la.
Parente Vianna & C.
Parla, 36, Rua Vlvlenne, D*
IHIMH^J HD1CIN SPfiCUL
DEPURATIF
MS IKmMIDAtAa Ml SEIDA1S, IS A-TUCQUm
C>TlFt< ALTMAfOFS DO IAMUR.
130,000 cu ras das impi*.
I qens.puttulas, herpes,
I sorna, eomixoei, acri-
M monia, e alterfoes, vi-
_________ __jciosas do sangue, vi-
rus, tuUei ap>es du sangue. (Xarope vegetal
Mm mercurio'l. aeparmtl vrgetaei
BtisintABS tomao-se dous por
m, ssgmiido o tractamento Depurativo : 4
emr>regartn nas metmas molestias.
I Este Xarope Citracto **
I ferro deCH ABLE, ears
I imm^diatamenie qual-
qaer purgacao, rila-
xafao, i aebili&ade,
t iiiuiiueaie 0' jcuxos e flores brancas du
nlheres. Etta iuieccao bentgna empregasu
cmb o Xart>pe de Citracto te Jerro.
a^swrUPomad qne as enra ems dias.
POMAOA ANTIHERPETICA
Contra: du v.Jfeccoe* cutaneas i comtxoes,
MUILAS VECETAES DEPURATIVAS
da as* cbable, cads frasco vrai aceompshidt
AVISO 108 8RS. MEDIC08.
PLUS DE
COPAHU
DrFORGET
I Cam ealarrkot, ..
.eoqueluehes, irriiacies
I ntrvosas see dts ftroU"
I cJrfoi c todas m doetifi
----------' do pio; bw>U SO UoenU
ma eolbe rcbde* danle xarope D* roiiCIT.
Jar. auHt as* Parts, ru TUicause. a*i
Deposito bOtca Prance/,
22 Rna' da Cruz 22
ENGOMADEIRA.
Lava se, e engoma se, com porf< irJJo a
ma rio Noj>uHni n. 18.
,\--..: ..ui d>; .. h.,i uti)i|o |*oiu pi.ni.- loiles de
.|,.y...r. ,l^;!,.-s i!,.^ |.i;r nnfavrb p b.-tn ru
ii < 'alTi<"ai,ii-> ; cuiiifi srjam : > !;>h -r ...I u- i, II' r.r> llor< e I'l^yol Wellf i C. : liu Vaiffi
KuiiH'.-i, a 'ua U" Ifc.ifw d.i Vici.in*, i-utrVra N<-
'a ir. 7. .ipi.ris niuit'n'oiumodos.
Perfumariaa.
Finos extractos, banhas! oleos, opiata e pos den-
irifice, agua de (lor de laranja, agua detoilete,
divina, florida, lavande, pos de arrvz, sabonetes,
orosiuelicos, mnitos arligo delicados em perfnwa
ria para prcsentes em fraicos de extractos, caisi-
nhas soru'Jas c garrafas de diOarenlM tamaibos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudrajr,
No armazem do Vapor Francez, a rna do Barao
da Victoria, ouir'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Irtlgoa de tliOerenteai gomtmm
phantazlaa.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesonrinbas,
caniveles, caixinhas da eostora, albuns, qnadros,
e caixinhas para retratos, bobinbas de velludo,
dita de couro, e cestinhas para bracos de matinat,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, qnadros com paisagens
globos de papel para illnminacdes, maeninas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para criancas, a
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se node desejar da to
dos os brinquedos fabricados eaa differntes parte
da Europa, para entretimenios das criancas, tudo
a preros mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, rna do Bario, da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A%
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacluras de botinas.
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqne
com biqueira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9;>(HX) (a' escolher) por ler vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bario de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS prelas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enieiladas e bordadas.
SAPATLNHOS de phanUsia com salto, brancos,
pretos e de c6res differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
RUTINAS prelas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de Iranra portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavio,
IBOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, p_ertia\..
meias pernciras para homensj e meias'perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Para noite de S. Joao.
Sortes francezas muito interessantes, hoje adop
tadas nas melbores reunites de familias.
Baloes aereostaticos de 8 a 10 palmos, para sol
tar se facilmenle com espirito de vinho.
G!obos dc papel de cores para illuminacoes
venria-se tudo muito barato, no armazem do va-
p r francez. rua Nova n. 7.________________BM
Alegria sexlupla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E' ter prazer I
Manifestacao franca
Dos acepipes ossaboros,
Dos vinhos as-alegrias,
Dos fogos as lindascdres,
Dos santos os qualrodias:
E' um immenso prazer
Que lodos devem gozar,
Sem ter medo do peccar
E de ao inferno irerft ter I
Exposio todo dia !
Entrada gratis e agua fria 1
VanUgem ext^aordinaria
20 OjO a" dinheiro
Realidade:
Venliam ver se querem crer
A verdade do exposto,
Quem nao vier nio tern gosto
E tri.sleza ha de soffrer ;
Pois e facto : esta provado
Do Campos a geral fama
De vender bom e barato
Como se vd do programma !
Libcrdade deescolha I
Igualdade nas qualidades!
Fraternidade nos-preco3 I
Cozinheira
Precisa se de uma cozinheira para casa de fa-
Aluga-se um sitio na Capunga a rua das
Crionlas n. 59, sendo que o dito sitio, alem de
mnito boa casa, possuo grande quantid de de fruc-
teiras, cacimbas, tanques, bomba9, etc. : a tralar
na rua larga do Rosario n. 20, 2.* andar.
ATTIMO
Convida-se ao respeitavel publico a ir no pateo
do Terco n. 39 fazer su s eneommendas dos sa-
borosissimos bolos de S. Joao Garante-se o asseio,
a pericia nece saria e commojidado nos precos.
Na rua Nova n. 50, pnmeiro andar, noua
tbesouraria das loterias, precisa-se alugar um
criado para casa ds familia
A VINO
0 abaixo assignado declara que ninguem podera
fazer negocio algum com a armacao e snas perien-
ca8 da taverns sita em Caxanga, junto a estaeao.
Reciie, 17 de jnnho d^ 1874.
Doiningus da Silva Boavista.
aixriro
Quem precisar de nm menino para caixeiro de
qnalquer am negocio, dirija-se a praga da Boa-
Joio Tavares Cordeiro 4 C. ro;am aos Srs.
credores de Felipoe Santiago de Almeida qoeiram
apresentar as suas conias ate o dia 30 do corren-
te, para serem couferidas e attendidas no rateio do
bquido apurado na taverna do Sr Almeida, a en-
tregar em seu armasem, na travsssa da Madre de
Deos n. 18. Recife, 17 de jnn'-o de 1874.
Livre ou escrava
Precu>a-se de nma ama para casa de duas pea-
soas, preferindo-se escr ava : na travessa dos Ex-
posioj n. i6, andar.
PUNHIfjAO DO BOWMAN

RUA DO BRIM I. $1J
(Paesando o chafarfej
<$>*
^mgty*
f*:%
Attrac^ao!
Pyrotechma I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 28
Armazem do Campos
Extasis maravilbosos I
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fogos:
Fabricantes peritos I
1 .ores cambiantes I
Vistas rutilantes I
Effeitos prodigiosos I
Resultados inoffensivos I
Precos diminutos !
Generos:
Qualidades superiores I
Sabores agradaveis I
Cheiros embriagantes I
Propriedides excitantes I
Influencias nutrientes 1
Precis resumidos I
Importacao directal
Variedade ccmpleta I
Verdade I
Sineeridade I
Especialidades t
Raridades I
Cheshire condensed Milk.
Leite condensado novo. "'
Cerveja de Norufga.
Keller & C.
Aluga-se
0 ..,.....,.,.,
Pt'UEV MVS avilorr>s rfc'vfjR-'nDo e t'<" ?Kr','"pj "r">- isipr^j.'' '' '- "
I'.aitmo u bf'Ut d# uma vmu a eo ataheieciojcutu, p*r< taireaj t> n < ^'ution-ou
omplet j q:je abi tern; aeado lodo superior em qualidade e loftidio ; o que cots a 'v.-
*ceio pasaual pode-aa varificir.
ESPECIAL ATTENgAOAONUMEROE LfGAR DE SUA FUNDICAO
,. j^ rUlittP U <*g ua maoboa convenieutea para as diveraas
itrcnmatanciai dot aenhorei proprietaries e para deacarocar algodio.
ttoeDdftat dp ttimntL *e.tod08 ol limanhoa, aj;meiuorei que aqn
Sodas dentadas pv* "**"',gQa e vapor
raixas de ferro fundido, batido e de cobre
AUmbiquei 9 fandos de alambiques.
ITflPriiniomna Par* mindioei* algodio,I Podendo' todoi
wwtuiUMUUB para iwnrmadeira. f aer movidoa a m5o
Romhfu. i-por a8a, vaPr
rfVlUUUB de piteott, iiraoUdai____ |oa animaes.
Todas as maohinas ,W,I-,,M M COBtom* preci"r-
Fas qnalqner concerto de m,chifli8mo'a pre? mai r68aaii<1(,
Font! AH flA f ArrO tflm "* n*lt>ordl e m,i> bar,Us exiatentea no mer
fCnnrtmmariala* Inambe>ts de mandar vir qaalqaer macbiniamo i von
DUUViialUOUIMBt U(je ,iol |ieniei, lembrando-lhei a vantagem de fazerem
nil compru for inlermedio de peuoa entendida, e qoe em qaalqaer necesiidade p6de
>et preeUr aaxilio.
irados americanos iD,l^am6nt0, ricolM-
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
24-Rna do Knqircz dc Olinda -2i
f3sjuiua do lircco Largo
Pariicipa a sens freguezes e amigos qne mudou
o seu estabclccimento do rclojoero pata a mesma
rua n. 24, onde crconiraiao um grande sortimento
de relogics de partde, americanos, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e quaiidadis, relogios de
algibeira, de lodas as quanda- es, patente suisso,
de ouro e prata dourada, foleade (plaquet), relo-
gios de onro, inglez, desenberto, dos melhores
fabricantes, cadiia de euro, plaquet e prata. lunelis
de lods as qualidades, tudo por precos muito bs-
ralos.
IMPERATRIZ
N.k8a]
[iV ANDAR.
Premiados na^exposiQao de 1872
RUA
&&& ^^\'
u i f. r.

w
DA
Jl?/
^^
IMPERATRIZ
N. 82
l. ANDAR.
Acabam de reformer o seu
estabelecimento, collocando-o'"n8s"'melhores con-
dic?6es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imagmavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados cstran-
eeiros recebe directamente por rodos os vapores da Europa, as suas encommendes e flgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos quo outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sineeridade e pre?o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
Cordeiro Shkgcs & C.
Acabam do rcceber prlo vapor Mendoza :
Rinuiffimcs cortes de grrgnrao de seda lisos e
com lislras aChamaloladas.
Ditos de finho para veslrdos, contendo cada cor-
te, o necosfarin para seti (nfeite, como seja :
franjas, trancas, lotoe-1, fivellas, etc.
Riqnissimnj chapels para senhora, ultima moda,
a rua Primciro de Marco n. 7 A.
i
l :::;:;
^
DO
IBs-. SaUliHo.
RUA DA CRUZ N. 26, 2. ANDAR.
Reeem-chegado da Europa, onde fre-
quentou 03 hbspftaes de Paris eLordres,
pode ser proccrado a qnalqner bora do
dia ouda nritr> para !j clo de sua pro-
fissao.
ConsnHas dr.? G horas da mauhS in 3 ho-
ras, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES.
Moiostias de- seohora?, da pelie e de
crian^a.
i


life
r^
m
PH4ttN4GI4 NORMAL
17Largo do Mercado Fublico17
f Autisa ribeirft de 8. Jose,)


I1-
A
o armazem e 3* andar com sctso, sito a rua da
Praia n. 59, tendo bastantes commodore pintado :'
a tratar na rua do Vigario n. 31.
0 tenente Pedro Bezerra Cavalcante Made!
acha-se eucarregado de algomas eobraicas do
armazem de molbados de Sr. Bernardino Campos,
e se offerece para outra qualquer cobranca,
sendo nesta cidade e sens suburbios : pode ser
pi-ocurado nesta typograpbia, ou na rua eitreitai
(Autig
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao do respeitavel publico e?la nova phar
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a Um estabelecimento dessa na-
tureza sem excepcao de productos chimicos e medicamenlos preparades no eslran-
trange'iro, tudo novo e o melhor possivel. _
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais sena altencao,
}%$> e sempre sob as vistas .do pharmaceutico qne-compGe a nossa firma social. |g|
^- As pessoas que se oMgnarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian- v^-
f&z ca podem estar certas de que serao constjenciosamente^servidas, nao so relativameute ao ,ir&
SB cue pedirem, como tambem a modicidadeTlos precos. __ *
mmmmmmmmmmmmmmmmmmm^m
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervclin, cabel-
leireiro francez; tem a benra de prevenir As Exms. Srs. familias que araba de fazer a ac-
ouisicao de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" btbiliisdo a desem-
pentiar qualqcer eneommenda de sua arte, e se acha a" disposicao das pessoas que descu
prestimo se queirem ulilisar. Outro sim scientiflca que em seu tsttbtltcimento encon-
trarao st mpre a Monitor dos cabelleireiros, onde seacham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, para seres, casamentos, bailes etc;
Finalrcente previne a"s mesmas excellentissimas senhoras, que rereben um completo
sortimento de coques, cachepaines, band6s, crescentes, etc., e vende tudo pelts precos
abaixo menciooados: *!&;**
Conue de cabello de 15*, 20# a aO^OOO.
Trancas de dito 10, 12^ 15 a 20^010.
Cachepaine de dito 15*,. 20,5 a 30^000.
Crescentes de dito 20^, a otJOtO.
Tambem trcontrarao um completo sortimento recebido ha ptuco
Gralifiease a quem levar nas officinas, o;i der
noticia cerla paieieu no dia 22 do correnie, da eslacSo da So-
ledade.
ALU&A-SE
acasaterrean t'3^, na rua \idal de Negreiros,
outr'ora Imperial, com excellentes eotnmodos: .
tratar na rua Marques de Olinda, annazem nu-
mero 52.

'


K
i\ra travessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, diVse
dinheiro "sobre pe-
nhore3 de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma cas
compra-se os raes-
mos metaesepedras.

150*000.
de cabellos de todas
as cores e compnmento
N. 51.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
Casa.
Alugam-se
os armazens da travessa dos Expostos n. 18, e da
rua de Barreto de Menezes n. 8, antiga rua da Ca-
cimba : a tratar com o luinistrt da ordem terceira
de S. Francisco, no comMono da mesma ordem.
Pedese ao caixeiro, que no dia 12 do cor-
rente,veio com um bilbete do Sr. Dr. Benigno M.
RefinaCaO L- Sicopira, 4 pbarniicia Oriental rua estreiia do
, ,t anto Bosario n. 3, buscar um caixao com a direccao
Preeisa-se de^batedores de assucar e que enten- Q pass() de f^^^^ut^ 0 que por eugano Ihe
dam bem : na rua do R _________! foi enu^gue, o obsequw de mandalo restitnjr
quanto antes, para que seu u?m> nao lance mao
de meios que Ihe sera desairoso.
Aluga-se a ca-a n. 149, perto da eslacao do Ca-
minho Novo, ba Soledade, com quintal e com-
modos para grande familia ; a chave esta junto
da casa n. 153 : a tratar no Recife, rua da Ca-
deia n. 3i Joaquim Paulino Cavalcante
Uma pessoa que deseja ser util a Jo-qnim Pau-
lino Cavalcante, que desta provincia seguio para
Santos, e foi encontrado no Rio, Ihe offerece -eus
prestimos e ate mesmo as meios de volia para esta '
cidade, e pede que s6 diiija em carta para a ty-
pographla deste DiartO, enderecada ao Dr. Felix
de Figuelroa. ,
*rri
Thealro Sanlu Antonio.
0 artistt Flavio Wandoek, tendo encontrado Ua
maioria das pessoas que convidou para o seu be-
neficio, gran ie desejo de qne este fosse no tbea ro
Sanlo Antonio, resatoo, com a ncquiescencia do
respectivo emprezario, leva-lo a effeito de accordo
con osdesejos de seuS- amigos eprotei'trTes, o
qual tera logar quinta-feira ts d r eorrenle.
Casa psra alugar
Aluga-se uma casa na estrada d.. Encanamento,
muito perto da estaeao de Parnamfirim, com 2
salas' 4 quartos, coiiuha fora, cacimba de muilo
boa agua e grande terreno com algnus arvoredos
de fructo ; a tratar na praca da Indt 39, ou na rna da Uniao n. 35.
----------------------------,-------------_*_-------1------------:
Fugio da casa do sen senUor a escrava Felicia,
de cur parda clara, cabellos corridos ate 03 hom-
bros, baixa, eheia d<> d>rpo, rosto redondo, falta-
Ihe um dcute do lado direito, foi acompanhad^
p.* om homem (praca de cavallaria)oqualse cha-
ma Franci^c> de tal Vascuncellos, tambem pardo,
da mesma e6r da escrava ; consta terem seguido
para osertSa, drnde sao ambos naturaes : recom-
mendase as an'.oridades e capiiaes de campo a
apprehensao de dita escrava, remetlendo-a a
Camboa do Canr.o n. 3.
AGUAS MINERALS NAtURAES
DE
Yichy-CussH


Ha mais de um anno fngio desta cidade do Re-
cife, e se suppoe nella oeculto, ou ter seenido
. para a provincia da Paranyba, 0 escravo Jo(e, com
os signaes seguintes : c.'ir rtNta, de a>tora regn
- Na rua da Uniao, easa n. 55, >r-cisa w ah>; ,arcom 23 anoosde-ids.le.'potf-o mais on menm,
gar uma preta fiel para 0 service de vendas.
mesma, casa fat-se polos de toda a qualidade.
Na
Aluga-se
tem falia de denies ua r.-nto sendo porem 0 sig
. nal mais sensivel unit i-xcrescencia na palpebra
''quo pare'ee cego d nm ^Ibo : qnem 0 captnrar.
* traga-o a roa Direita i 19, ou da SaQ'ade n. 32,
do Rosario n. 36, andar.
uma casa com tresquarios e um peqneno sitio, na que sera generosamenie recompensado pe'o seu
Casa Fofte : a tratar' na rua da Ponte-Velha n
I qjero 84.
nu- senhor, e protesta-se contra quem 0 tiver oeculto,
pelos prejuizos.
Prefer!veim as de *ieliy-Vi por serem as unices que conservam todas as
gropriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, 6 a mais efflcaz na anemia, n.i
albuminaria, na chlorosis, no empobr^cimento du
sangue, e nas febres inlermiitentes. Os resultados
oMidns nas diabeies sao muiti notaveis.
Fonte Elisabeth, nao se allera nnnca eta mais
rica das agwis de Vichy em bicarbonalo de soda
em magnesia e reenmmendada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacia nos enporgitamenlos do
figado, do bago, nas affeccoes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE.
o Home da fonte na capsula
Vende-se em caixas e a retalho, no unico da-
posito
PHARMACIA AMERICANA
Fcrreira IVaSa ft Compauliia
87 RUA DUQUE DE CAXIAS 57
Antes decasar-se
Ann-" iS5* ,emDre'se daqoelle dinheiro qne Ihe
.. ,'Z. ""lamio 0 senhor com o maior iesui-
emprestemos 4 ^^ y 0 aer ver
usrnc nos recoi reu. ^ M que 0 roesmo
oseunome por extenso ^.. ^-cobranea desso
qne o empregou sej. 0 caixeiro u. n0 B.. E
dinheiro para com aquelle que bate ,, oiitros
com 0 maior eynismo ainda latendo que u. -r^
gjstem 0 seu dinheiro naquella lisU....I e ..
nella assignado I I I _______________
Loj
a.
Aluga- Dias n. 79 maito propria para qualquer estabe-
lecimento : a tratar na rna Duqne de Caxias
d. 53________________ -
Alugua-se
nma ca?a terrea a rua de S.* Joao a. 43, em
tado de asseio, com gaz e cambrone : a tratar
em Fftra do Portas, rua de S. Jorge, easa n. 153,
2.* andar.
^.
----.-____^


'I t l *i
P*
ja& mrmih&kut'^^him'Mk* ia u^ffunmvde un
FUNDICAO ft PEKHO
4' roa do Bar&o do Triumpho (rua do Bran) ns. 1001114
CARDOSO & IRMAO
1VISA1I sos senhores do engenhns e outros agricultores e ao publico em geral que
Mstuuiam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macbinas ne-
stseanas aos estabelecimentos agricolas, as mais modemas e melhor obra qoe tern vindo
** mercado
^pores de forea de 4, 6,8e 10 cavallos, os melhores quetera vindo ao merado
baldeiraS de sobresalente para vapores.
Moendas inteiras e mci8S moendas> obra ^ nanca aqxIi i0
TWXaS todldas e batidas, dos melhores fabricantes.
Sodas d agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
Kodas- deatadas de todos os tamanhos qualidades.
Keiogios e apitos para .
Bombas
Aiados
MOJOfAU 'i
:l
Empreza do gaz
Esta
Ro
ascrlvi
o!! !
dura
ira.
gnacio Vieira de Hell
na cidade de Nazareth desta provineia,
1
Agaa awle
Tarrto da a
ga-se au lilm. Sr.
II A empreza do gaz tern a hr.nra de ar.nunciar ao
publico qne recebea nliimaineate um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e glqbos, eujas anio.-tra* estao no escriplorio
| i rua doMmperador n. 3t, e serio vendidos aos
' gens fregnezes pelo preco mais razoavel possivel.
Precita-se de uma araa de leite, escrava ou
livre na rua do Imperador n. 52, 2* andar.
A in a dp leite
Precisase de uma ami de leite que seja moca
loterias, da
das
-
vapores.
de ferro, de repncho.
de diversas qiialidades.
Formas para assucar,grandes e pequenas
Yarandas de ferro fundido, francMas de diversos e bonitos gostes.
RgOCS francezes para ,epha e carvJo, obra superior.
Ditos ditos para gM.
Jarros de ferro fundido
Fes de ferro
Ma china
Valvulas
. JElt.
para ardim.
para mesa e banco,
para gelar *gua.
para bomba e banheiro.
Correias inglezas para m8chinismo.
BaHCOS 6 SOfaS com ... de madeira, para jardim.
OoncertOS concf **m com Pmptidao qaalquer obra oa machina, para o qne teea
sua fabnca bem montada, com grande e bom peasoal.
SnCOmmendaS maQa*ara vr Pr encommenda da Europa, qualquer machinismo
para o que se correspondem com nma respeitavel casa de Londres
ewa am dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ftuaraachinns, e se responsabilisara pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum)ns. 1G0 a 104
I'UNDICAO DE CARDOSO 4 IRMAO.
favor de vir a ruaj)uqa de Caxias n. 3, a con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a '
reafisar, fieri tetceira chamada deste Jornal, em
dns de dezembro de 1871, depots para Janeiro, e sadia : a tratar na thesouraria
passou Afevereiro e abrii de 1872,e nada eamprio; 9, boras da manha as 3 da tarde.
XJFLfa*f?Z ^ T lta-? para ?it0 ~ **** a'ugar uma a-na para coraprar e
frj?**- K** ** e lembra!: queceste ne$2?i0 >Bd*r eoztahar para casa de pouca familia : a
de mais de olto aapofi, 6 qawdo o Sr. sen lino se ur na rua do Imperador n 30.
attava nesta eldade. -------_______________
Precisa-se;de uma para casa
de pequena familia : 4 rua
Duque de Caxia, outr'ora das
Aluga-se o eguod asdar sotao com bone
commodos, fresco, julase alcuvafomdas de pa-
pel e todo bem preparado, cooleodo 7 quarto?,
cozinha, saleta p-ra engommado, 3 salas e quin-
tal ; na rua do Rangel o. 73 : a tratar na the-
souraria das loterias, com Antonio Jose Rodrigues
de Sonza.
-----
SEZJMH
Carvaflio & Sbguejra, na rua dp Apollo, ^?3' 8
i ccadWWf|>feo ffitnmordal! -
dades $f"l49VJMu90i "^ I**0
por todos os paquetes.
Precisa-se aftipr umi escrava para yonder
a traiar ao I tjucco das Ferreiros n. 5,
Cwisfllloijomefrwo-cir
.fiPreoiM se de uma ama de leite, que seja forra
nao traga filbo : a tratar oa rua do Mondego
ft 78, ou na loja de livros ae pe do arco de San-
MoaVliAoiq) s ,
Rua do Visconde de Albuqaerque a.
ii, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista ,
ehamarlrj9 : It qrfali|nerliora,
Consuitas : Aoa po j ts gratis, das 2 as
& boras d* tarde.
Wewea'se de uraa ama para o servijo inter-
*o peqneaa familia : na rua Imperial n. 102.
!iS^|CSSSDKi&)
Precisa-se oomprar uma nJrinhafJd % a
10 annos de idade, que seja sadia e sem vi-
cios: queaj tiver e quizer weflder dirija-se ac*
3." ander decta typograplrfa para tratar.
AJW'fle' leite.
Aluga-se
nma ama qne saiba cozinhar e engommar prefe-
Undo se_ escrava : na rua d-i Imperador n. 28,
arraazem do Campos. _________
Pre8a.sMe nna ana para
a Imperatriz n.
f
zinhar: na rua a:
dar,.
------------
comprar e co-
40, segundo an-
Precisa-se de uma para co-
zrnfiar, paia casa de familia,
paga-se bem : a tratar na
rua ao nosfncio n. 46, casa terrea de bolas ama
r^ltss na eornlja.
Precisa-se de
40 Rua do Imperador 49
Ha para alugar, a rua da Aurora n. 65, um
escravo, criouie, meco, muiio robosto ha*ilHa-
do para qaaliger serfiea._________
Engenho
Veqde-fe o ena^iho Sj Belrf,. situado na pro-
vincia de Alagqbs, comjroa de Perto Calvo, a
menos de uma Tegoa distante do porto de mar do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreia
regularmente 2.C00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31. .___________
Aluga-se o terceifro andar do sobrado n. 45
a rua do Barao da Victoria* om grandes com-
modos : a tratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
AMA
u
uma ama para
casa&de uma peqji'n* familia : a
rua Du
Attencao
FarUram na noite de 27 para 28 de fevereiro
ultimo, do cercado do engenho Santos Mendes, os
trei seguintes animaeg : um burro todo preto,
grande, com a sarneia ralada de cangalba e um
calo, com dous no espihba;o e ignoranao-se o fer-
ro do mesmo; outro de cor mellado sujo, de meio,
e estradeiro, tem signaes de cangalba, uma das
juntas dianteiras e mais grossa, e \s vexes man-
queja ; e finalmente nma Durra de c5r castanha,
mur.o nova, com um calo de cangalha em um dos
encontros da pa, fucinbo e rodas dos olhos bran-
cos. Os dous ullimos teem o segninte ferro Q :
quern os apprehender, ou dcr noticia certa no
mesmo engenho ou na praea do Corpo Santo n.
19, no Recife a Oliveira, Filhos 4 C, receberl a
Sratiflcacao de 150*, ou 50/ por cada um. Recife,
de marco de 1874.
iOOjJJO'OO de gratigcaQgtf?
Engenho Santos Mendes
Fngiono dia 20 de dezembro, do engenho San-
tos Mendes, comarca de Xazareih, freguuzia de
Tracunhaem, a escrava Maria, erioute, 50 annos
de Idade, pouco mais ou menos, baixa, grossa, cur
Sreta, rosto alquebrado, pes secco3 e espanados,
edos curtos, cabellos brancos, canellas finas, tem
dous signaes cabelludos no queixo, e e bem ladi-
n : a peasoa queeniregar esta escrava on ao eu
dono, que e o senhor do engenho aciraa, Lanren-
tino Gomes da Cunba P;reira Bcltrao, ou no Re-
cife, largo do Corpo Santo n. 19, andar, seri
recompensada com a quantia de 100*.
Lima Coutinho parlicipa ao
o com especialidade ao corpol
I'jue do Gaxies-fli. 54.
Prerlsa-sa de uma ama
terra ou mesmo escrava, que
saiba lavar e engomiar : a
tratar m rua da Hortas n. 15, ru na rua Dunue
de Caxias n. 111.
AMA
Erecisa-se de uma ama na rua Dirota n. 10,
reOnacio.
Precisa-se
de uuma ama que compre e cozinhe para peque-
Ba familia : a tratar na rua Nova n. %t, loja.
- Precisa-se de uma ama para co/.nhar, que
seja forra ou mesmo escrava : a rua da Cruz n.
24, 3.* andar.
Ua uesto estabelecimento o-melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores
crao suo : Here, Tloyel, Flap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
tiores, inandados cxprcssamente construir para este cliraa, o qual os amadores dos
tons pianos ;6 encontraruo uesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
ha sempre.o mais complete sortimento de materiaes para concertar pianos, como
o: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas.
is. etc., etc.
4 .
i H
II
AHOR 49
Aviso.
Na rua larg-i do Hosario n. 16, vende-se um
de armario. com excellentes vozes e de pou-
i llaut i da ebano, apparelhada de
3_r^i^ com 5 chives, e do melhor autor.
-- Os abaixo as&ignados fazem sciente ao publi-
|ue nesta data dissotveram amigavelmento a
riedade que cesta cidaic gvrava scb a firma
i Josd Raymondo Birgesd'a Costa & Irmaos,
-!.todo ac'.ivo e passive do respestivo nego-
lio a cargo de todos.
Cidade do led, -)l de niaio de 1873.
Jose Raymundo Borpes da Costa.
Raymuudo Borges da Costa.
____ Jose Joaquim Borges.
Rua de Bemfica n. SS, na Pas-
sagem da Magdalona
Uma senhora franceza, discipula dos melhores
professores de Paris, deseja dar licSes de piano,
canto e francez : a tratar na sna residencia aci-
ma indicada.
Cozinheiro ou cozinhcira.
iXa raa do Barao da Victoria n 14, primeiro
aadar. precisa-.-e d> um cozinheiro ou cozinheira.
Ha uma am.i de leite, escrava
Mr dirija se a rua Glo-ia n. 154.
Ala
vaJia de
TOis ;ervi o de casa
quem preci-
I para casa d) familia uma escra-
3 annos, com priucipio do coziaha e
na rua de S. Jorge n. 74.
Aluga-se uma boa casa com baslaoles com-
jaodos, a rua do Visconde de Goyanna n. 61: a
"rjtar na mesma rua n. 6."i.
mktk
AOS 4:000/8000.
ULEETES GARANTID0S.
i' rua Primtiro de Margo (outr'ora rua d:
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assiimado, tendo vendido nos seus fe-
iie bilhttes oca inteiro n. 797 com 4:000a, um
aeio n. 2835 com 700, dous meios n. 323 com
200$, um meio n. 3510 com 100j>, e outras sortes
lOf e 20$ da loteria que se acabou de extrabir
';., convida ::OS possuiJores a virem receber na
iOBKnrmidada do costume sera desconto algura.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garanlidos
da 3* parte d;is loterias a beneflcio da igreja
Jialriz de Palmares (104'), que se extrahira no
abbado, 20 do corrente mez.
PREfOS
Bilhete inteiro 44000
Meiobilhete 2/000
u ?ORgio de 1005000 para cima.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
Fugio do engeBho Ajudante, freguezia da Es-
cada, do anno de 1872, o escravo Guilberme, com
os signaes seguintes : pardo, com idade de 25 an-
nos pouco mais ou menos, altura c corpo regular,
olnos grande?, cabellos cachiados, p6s compridos
e seccos, rosto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, umas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desconfia-se que esteja na cidade da Parahyba.
Roga se as autoridades policiaes e capitaes de
camps a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberao por paga
300*000.
Alugam-se duas casas reeditieadas, tendo
uma na rua Imperial n. 13, e outra na rua do Co-
ronet Suassuna n. 103 : a tratar na rua Direiia
numero 8.
Harcelina Maria da Conreit-au
Manoel do Nascimenlo e Siha, Izidio Pio de Oli-
veira, Irenen Brancacio da Silva, Faustino Manoel
de Siqueira, Justina Marcelina de Alcantara, Fe-
lismina Loduvina de Jesus e seus filhos, agrade-
cem cordialraente a todas as pessoas que se dig-
naram acompanhar ao cemiterio publico, os res-
tos mortaes de sua presada mai, sogra e av6 Mar-
celina Maria da Conceicao, e pedera o favor de
assistir as missas do fetimo dia que terao lugar na
matri* de S. Jose, sexta-feira 19 do corrente mez,
u antccipa seus agradecimentos.
D. Emilia Fcrrelra.
D. Emilia Constanca de
Moraes Ferreira e Jose de
Moraes Gomes Ferreira,
agradecem por este meio a
todas as pessoas de sua
amisade que acarapanha-
ram os restos mortaes de
sua presadissiraa enteada e irma D. Emilia Fer-
reira, ao cemiterio desta cidade, e convida-as no-
varaente para que se dignem asistir aos suffra-
ges que por alma da finada terao lugar na pro-
xima quinta feira 18 do corrente as oito horas da
manha, na igreja de S. Francisco, ficando sem-
pre de eterna gratidao tantas provas de reconhe-
cimento que receberam.
Cozinhar e engommar.
Precisase alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar i e para casa de nequena fami-
lia : na rua .do Vteario n. 16, !. andar.
COJfSlLTORIO
Medico-cirurgico
DO
Dr. Joh<- Felix da Cuniia Me-
neaea.
Medico oporador.
RUA ESTREITA DO ROSARIO.N. 3.
Da consuitas todos os dias das 9 ho-
ras da mhi as 4 da tarde, dessa hora
em dianle acha-se prompto para qual-
quer cbamado, em casa de sua residencia
a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a
estacao dos trilhos de Olinda.
Das 7 as 9 horas da manha da consui-
tas gratis aos pobres.
ESPECIALIDADES
Molestias syphiliticas, via digestrva e fe
bres.
Ainda estS para alugar a loja do sobrado n
41 da rua do Rangel, a qual tem armaeao e pres-
ta-se para qualquer negocio : a tratar no segundo
andar do mesmo predio.
Ama de leite
Na rua da Alegria n. 40, precisase com ur-
gencia de uma de c6r escura, que tenha bora e
abundante leite.
Ama
Precisa-se do uma ama para todo o
servico de casa de pouca familia : na rua
da Aurora n. 5,1 andar.
O Sr. major Luiz Paulino Vieira de Mello,
escrivSo do Limoeiro, tenha a bondade de mandar
ou vir a rua do Cabuga realisar o negocio que
V. S. fez em confianca.
Aluga so o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no segundo andsr
do mesmo sobradw
Francisco de
respeitavel publico
do commercio, que vendeu 6 seu estabelecimento
de fazendas da praca da Indepencia n. 2. aos Srs.
Soares Braga & C, e que por coasegninta ficou
desonerado de qualquer responsabilidade relaii-
vamente ao mesmo esiabelecimento desde o dia
29 de maio do 1874.
Recife, 16 de junho de 1874.
Permuta-se um sitio, uma legoa distante des-
la cidade, com uma casa que tem 2 salas, 2 quar-
tos, cezinha e grande terreno, per outro das mes-
mas proporc5es, pouco mais ou menos, que nao
distedesta cidade mas de meii legoa, dando-se de
volta at6 1:500*, valendo : a tratar no heco do
Guvidor, ofilcina de corrieiro.
Aluga-se uma escrava
Triumpho n. 70.
na rua do Barao do
AVISO
Precisa se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Compra-se um Vade-mecum Ao Dr. Sabioo, em
meio uso : nesta typograpuia se achara com
quem tratar.
V
S.
Precisa-se de duas amas, uma para comprar e
coz nhar, e outra para engommar, que sejam am-
bas neritas : quem quizer dirija-se ao terceiro
andar desta typograBia, para tratar.
Aluga-se a casa n. 20 da rua da Conquista, na
Boa-Visu, a chave esta na casa junto n. 5 : tra-
ta-se na Recife, rua da Cadeia n. 3.
Martin ho
Bom
Vende-se ou
ie um andar e
negocio.
arren 'a-se o grande predio
sotao, sito na rua do Bispo
Continue, proximo da igreja da Misericordia,
ia cidade de Olinda, tendo duas toas salas
de trente, um salao no sotao, seis quartos
ispaQosos e frescos, uma grande cocheira,
quiHtal t0(]0 cercado de novo, e com diver-
ts arvoredos, nma boa fonte d'agua, e
**ndo gaz canalisado. Achando-se prepara-
a com tod is os moveis indispensaveis a
ima grande familia, sera" assim vendjido ou
iera os moveis : a tratar nesta typographia
sa na rua da IniSo n. 19, sobrado, atraz do
?a$o da assemblea.

*TTS
Nao ha wk cabellos
brancos.
IlimiBUU JAPONEZA.
emucaapprovada pelas academiMda
wocias, recouhecida s perior a toda qne
em! apparecido ate hoje. Deposito princi-
pal a raa da Citdeia do Recife, hoje Mar-
2 de Olinda, n. J5I, i.o andar, e em
waa aa botica* e casas de cabellei-
de Oliveira Borges.
Manoel Rodrigues dos Santos
Moura, pelo presente agradece a
todas as pessoas que assistiram ao
enterro do seu presado cunhado
Martinho de Oliveira Borges, falle-
cido no dfa 13, e convida aos seus
parentes e amigos para assistirem
a uma missa, que pelo.eterno rejouso de ?na als
ma, manda celebrar no dia 19 do corrente pelas
8 horas da manha, no convento do Carmo desta
cidade.___________
Na rua velha de Santa Rita n. 57, precisa-se
alngar nma preta para vender com taboleiro.
Os abaixo assignados participara ao respei-
tavel corpo do commercio, que nesta data tem
justo e contratado, livre e desembaracada de qual-
quer onus, a taverna sita na rua do Apollo n. 47.
pertencente ao Sr. Francisco Domingues Carvalho;
portanto se alguem se julgar credor a mesma,
queira compareoer em dita taverna, por espaco de
tres dias, aBm de receber do mesmo senhor, de
quem sao credores.
Couto & Azevedo.
(MCAIADl
E
Kio Tapado
Alugam-se estas propriedades, situadas passan-
do Olinda, e antes de chegar ao Rio Doce : a trao
tar com o sen proprietario. o commendador Tass
Aluga-se por 25*000 mensaes uma prete de
boa condocla, lava bem e engomma liso, entende
pouco de cozinha, porem 6muito habil para o ser-
vice interno : quem precisar, dirija se a rua de
Paysandii n. 33 C, esqoina do hospital portoguez.
Fugiram do engenho Ajudante. no anno de
1870, os escravos seguintes: 1. Francisco, crioulo,
preto, com idade de 28 annos pcuco mais ou me-
nos, altura regular, corpo regular, olhos grandes
e brancos, denies perfeiio*, cabellos carapinhados,
ps grossos, barba a cavaignac, bigode e pera,
uma cicatriz por cima do olho esquerdo, muito
conversador e risonho. 2." Antoni \ rabra, com
idade de 25 annos pouco mais ou menos, alto,
secco, olhos grandes e vermelhos, pouca barba,
cabellos um tanto soltos, dentes perfeitos, pes
compridos e seccos, ambos comprado3 ae Barao
de Nazareth. Roga-se portanto aos capitaes de
campo e as autoridades policiaes a captura dos
mesmos escravos, vi9to haver desconfiaau* que
estao occultos na comarca de Pajcil de Flores,
ou Rio de S. Francisco, que terao a paga de 600*
a quem os levar ao seu senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. Emilio Pereira de Araujo.
mm is imam
Ja bolos ?
Ja fogos ? Ja sorles ?
Leite.
Engenho era Serinhaem.
Vende-se dnas partes do
engenho Novo, sito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
qne safreja oefca de 3,000
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo; a
tratar oom Pr.,Eeltx de Fi-
gueirda, d rua das Calcadas
n. M, ou no arsenal de
guerra.___________________
Engenhoe em Mamam-
guape.
Vende-se os seguintes : | \\l\'
Barra.
t """"' .,rt*,o.
gk tratar cdm seus proptietarlos nesta cidade
aara 1nfoYraac3es com Joautrfm- Pinto de Mei-
es Filbo na mesma ciflSfW de Mamamgu#i
|

Tasso IrmSos A C.
DE
CARNAUBA.
De qualidade uperior : na raa do Amoriin -a.
37, armazem d9 Taso Irmaoa flt C._____
Wilson Rowe & L. vendem uo seu armaxan
rua da Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de algodao azul amencano.
Bxcejlente no de vela.
Cognac de 1* qualidade
Vmho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidadea.
Popeliiias moderuusa 8CK)
rs. e 1$ o wado.
Por ewte prcro ho na loja da
rica ii rua do
Dao-*c
E
(ill)IIEil u.
amoglras.
barato.
Aaae-
io.
Um vestido branco de cambraia fina por 3*.
S-ias bordadas a hi qoe valem 105
Alpacas de linho e la com listras de gase, boni-
tas, por commodo preco.
Mad.-.poliio francez, superior, pega 6i.
Bramante de 4 larguras, muito bom para len-
ities a 1*600 a vara.
Crelone francez para colchas, lindos desenho.-.
cores garantidas, covado 400 rs., e fazenda de
1*000.
E' ver e comprar, na rua do Cabuga n. 10, loja
da America.
Leite de
comprador
da Concordia, n. 64.
vacca e de cabra, tirado a vista do
a rua do Marquez de Herval, antiga
Vende-se massa para bolos : no pateo de S.
Pedro n. 26.
Vende-se na rua do Commercio n. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Armaeao deamarello
Vende-se uma armaeao de amaretio, envidraca
da, com bateao, por commodo preco : a tratar na
rua do Cresoo n. 20, loja das tres portas.
Sal do Assur
A bordD da
Forte do Mattos
escuna Georgiana, ancorada no
: a tratar com Tasso Irmaos & C.
Para principiante.
Vende-se a taverna bem afreguezada, sita a
rua de Mariz e Barros n. 4, antiga do Cordoniz :
a tratar na mesma. 0 motivo se dira aos preten-
denies. ______
Tamancos do Porto.
BATIDAS FTNDIDAS
Qualidade super.or
E' somente uma prevencio para o proximo fu-
ruto Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
Aluga-se uma casa na Captraga com commo-
dos para familia, a tratar no me3mo lugar a rua
das Crioulas n. 5.
a quem
Ao commercio e
convier.
Jose Domingues do Carmo e Silva tendo neces-
sidade de seguir no dia 16 do corrente para o Rio
de Janeiro a negocio de seu interesse, faz publico
que deixa na gerencia de sua casa commercial
nesta praeaj e com plenos poderes, a seus irmaos
Manoel Domingues da Silva e Domingos Antonio
da Silva. Recife, 15 de junho de 1874.
E' na confeitaria do Campos que se deve pro-
curar tudo qnanto e necessario para divertir-se o
moral e conforiar-se o physico. Isto e :
o espiri to e a maieria.
senao vcjasii
Alera de termos tudo prompto para que qual-
quer famijid mande nas taes noites acima nomea-
das alii coraprar o necesssario para festejar
liiia nolle inleira.
STemos tambem accessorios para o fabrico das
Sortes e dos bolos.
A saber :
Amendoas confeitadas.
Papeis picados com eslalos.
Folhas eom versalhada nova.
Massa flna, secca e alva, para bolos.
Duzentos mil ovos.
Manteiga Gna.
Tudo isto
Na confeitaria do Campos.
2-1lni|terauW24
N. B.A confeitaria do Campos foraecera vasos
gratis, a quem comprar pelo menos as amecdoas
para as sortes.
>ende-se tamancos do Porto proprios para
oujaAuroa da Sen7a>rna Nova n, 1.1
o:i
Sedas a 1^280 o covodo.
Vende-.e bonitas sedas de listras de lindas co-
res pelo baratissimo preco do 1*280 o covado,
aproveitera que esta se acabando na rua do Du-
quo de Caxias n. 88, loja de Demetrio Bastos.
Attencao
Aos dcz mil 111!
Covados de las finas com listras de'seda a 240
rs. o covado ; assim como um completo sorti-
mento de fazendas por precos que admira, que
so a vista o comprador pedera apreciar : ua rua
do Livramento n. 26,
____________Loja das 3 estreilas.
Para admirar.
Popelinas de gosto o mais moderao que ha, de
2*, por 1* o covado. las de lindos paddes a 320
rs o covado : s6 a rua Duque de Caxias n. 92.
Desappareceu.
Uma cabra preta am a barriga branca, mocha
e com uma orelha oortada : a quem der noticia
certa se gratificara, a rua da Concordia n. 64, t>
andar.
Ninguem se deixe illudir com qualquer tran-
saccao fella em noise do abaixo assignado, visto
constar-lbe que alguem se propoe, ja a vender
casas, ja a exigir alugueis e ja querendo dispor
de ffastes, que nada Ibe pertente, awmo con>
traindo divida?, quo por nada se responsabilisa,
o que faz publico para evitar questrjes.
__________ Manoel Pereira Lemos.
Na rua da UniSo n. 49 precisa-se fal-
lar, a negocio de seu interesse, com a Sr.
Anna Joaquina Theodora, viuva de Ma-
noel Jose Tavares, a qual morou em fins do
anno de 1873 na rua Imperial; assim como
se deseja fallar, tambem a negocio de seu
interesse, com a Sr." Maria Delpbina, viuva
de Joao Baptista de Luna.
Caixeiro
Precisa-se de urt caixeiro que tenha pratiea de
loja de ealcados & tratar
n. 70.
na rua da imperatriz
pra
imc
Da-se terra bem ertmmaiia para
na obra que se esta a ftier aa n do "
do (outr'ora Mangtfetfa).
tacS^e
Coroa-
iAfogados.
Pede-se a pessoa que achou, ou comprou, ou
Ibe empenharam um relogio de ouro, com a mol-
la fraea, liso e com um eachorrinbo nas costas.
que, querendo deixe carta feekada nta typo:
graphia com as iniciaes A. P. S. para The ser
procurado, pagaado-se todas as despezas, e pdr
quanto comprou.
CASA DO OURO
Aos 4:0003000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 68, e casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 700*000 em um
meio bilhete de n. 2835 alem de outras sortes me-
nores de 40*000 e 20*000 da loteria que se aca-
bou de extrabir (103*) ; convida aos possuidores
a virem receber, que proinptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiU'
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer premio, como prova pelos m&imcs
annuncios
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 3* parte da loteria a beneflcio da
igreja matriz de Palmares, que se extrahira uo dia
29 do corrente mez.
Promos
Inteiro 4*000
Mao 2*000
De 100$OO0 para cltUM.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 13 de junho de 1874.
... Joao Joaquim da Cotta Leite.
do verdadeiro
andar.
Cimento Portland
na rua do Vigario n. 19, primeiro
EXTRAORDI.YARIA
Barateza.
0 Bazar da Moda, a rua Nova n. 50, querendo
reduzir o deposito que tem de fazendas, resolveu
vender os seguintes artigos com grande reduccSo
de precos, a saber :
Las para vestido de senhora, de 560 a 320 rs. o
covado.
Ditas idem de 640 a 360 rs. o covado.
Ditas idem de 800 a 500 rs. o covado.
Alpacas de cores muito largas, finas, com listras,
de 1/400 a 700 rs. o covado.
Ditas de 1*600 a 800 rs. o covado.
Ditas de if a 1*000 o ovado.
Ditas de 2/400 a '*200 o covado.
Popelinas de 1/600, 1/800, 2/ a 800 rs., 1*000,
1/200 o co7ado.
Creton para vestido de senhora.
Meias inglezas para senhora, de 12 a 6* a dnzia.
Grosdenaple preto por 1*600, 1/800 e 2/ o cova-
do ; de tudo se garante a boa qnalidade e es-
tado.
Alem destes obiectos acaba de receber um com-
pleto sortimento de setim de todas as cdres, que
vende por limitado preco, e assim muitos outros
artigos de moda, como sejam : casacos de seda,
caseraira, cnapeos a madamo Angot, bornoos,
grampos para cabeca de senhora, e sedas com lis-
tras para ve-tido de seohora a 1/600 o covado.
TACHAS TACHAS
a]
Svslema novo
Mais barato do quem em qualquer outra part-
NA
Fundici> da Aurora
C. STARR & C, EM LIOUIDACAO.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a rua do Trapiche n. 14, o se-
guinte:
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Sal do Assu
Tem para vender Joaquim Jose Goncalves Bel-
trao iSi Filho, a bordo do hiate Rital; e para tra-
lar, no sene.-criptorio, a rua do Commercio n. 5.
ALERTA
Com o n. 43, a rua do
Queimado n. 43
Defronte do beeco do Pelxe Frito.
ou Junto a loja da Magnolia.
Ctaeg^icm Cbegnem :
Lazinhas de quadros prelos a 240 rs. o covado.
Ditas de quadros e de cores a .10 rs. o covado.
Granadine de listras, a parisiense, a 160 rs o co-
vado.
Poupelina de seda de furta cores a 1* o covado.
Cambraia Victoria fina a 3*000 a peca.
Dita transparent^ a 2/ e 2/500 a pega.
Lencos chinezes cou versos a 1*800 a duzia.
Chales de chita a escoceza, por 2* um.
Chitas de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Brim pardo fino a 400 rs. o covado.
Colchas para cama a 2/ e 3* uma.
Lencoes de bramante a 2/.
Cobertas adamascadas forradas a 3* uma.
Meias para homem. sendo de cores a 4* a duzia.
Toalhas muito grandes o 5*500 a duzia.
Metins de listras a 360 rs. o covado.
Madapolao avariado a 3*500 a peca.
Camisas inglezas a 2/ e 3* nma.
Ditas de cretone a 3* uma.
Aproveitem que estamos fazendo grande abati-
mento, nunca menos de 40 por cento. Dao-se
amostras com penhor.
Toda attencao 6 pouco.
Vende-se o verdadeiro fumo do Rio Novo, des-
fiado em pacotes, para cachimboe cigarro :|na fa-
brica de cigarros, a rua estreita do Rosarlo n. 36.
E' urgente.
Na rua da Uniso n. 49 compra-se um
lenco, com labyrintho oa grade, obra muito
boa, para uma encommenda.
r P J1**10 assiguado faz coostar ao publicoJe
principalmeate ao conrinerclo, que vendeu a ana
ttverna, sita a rua do Aflbl]o b. 47, a Couto &
Azevedo : quem se acnr -een direito i mesma,
queira compareoer no praio d* traa dias, nftiaeawL
ma. ReciM7 d Jflnao 4a !.
Francisco Domingues Carvalho.
0 abaixo assignado faz ver ao respeitavel pu-
blico. que tendo auloruado a sua mulber Laura
Cavalcante Lins, por uma procuraglo para poder
dispor dos escravos Elias, Beaedicto, Gaspar e
IRrriavfltZ' sciente que desta data em diabte flea
gem dlrelto dita procuragao, porqne ditos escra-
vos elle os houve por doacao e couW tem de se
prQceder o iaveutario da finada sua sogra D. Jo-
sepha Cavaloaflte de Mello, estes escravos teem de
ser raventariados.
Eageaho Linda Fler, 45 da juuho de 1874.
Francisco Auacleto de Mello Lias.
<*- Aluga-se uma escrava para todo o wrvieo :
tratar na rua da Gloria a. 446.
Attencao.
Vende-se por barato preco aras de amareHo
oara rotolas e janellas, com aa diraensOes muniei-
paes, assim como portas para repartimentos, e
tudo novo, pois ainda nao foram servidos : para
ver e tratar, no largo do Paraixo u. 14, e na rua
do Amorim n. 62. _____________
Insignias maconicas
Amaral, Nabnco A C. vendem insignias maw.
nicas de differentes grios : no Bazar Victoria, A
rua do Barao da Victoria n. 2,
NOVA II
em camisas de linho.
Vende-se camisas icgleza? de linho, muito fi-
nas, para homem, pelo baratissimo preco de 35*
a duzia ; quem duvidar venha ver e comprar :
na rua do Duque de Caxias n. 88, loja de De-
metrio Basto?. _____
Massa para bolos,
Vende-se massa para bolos da melhor qae tea
apparecido, no largo do Carmo n. 4, e logos de
todas as qualidades para S. Joao e S. Pedro, tu-
do por preco commodo._____________^^^
Machinas para cortar fumo.
Vende-se em casa de Hawkes C. : raa do
Bom Jesus n. 4.
Armazem da es-
trella.
Unico deposito de cal bran-
ca de S. Bento-e Jagiia-
ribe.
N. 6 -Caes doBamos--^.^
0 dono deste armazem de maieriaes contrata
em grandeporoao cal preta, pel* medidadot tor-
aos, mediante ajaste, maadaado bolar no lugar
competaate, garanliado -tmade nwte nafoeto.
pr-
Co&es de ferro
Vende-se em casa de Hawkes i C^ roa da
Cruz n.A.
Chafariz 4 ferro
Vendese em eaa da JJUwkes & C. % "raa da
Craz n, 4 #
..___i.


m-m
^^w^^

Diario ilenUesnamfcuco ftwntaifeka d&tttaijmfhaifftar 1M4.

de
(azendas finas
Rut primeiro do Mart0 & 7 A
Cordeiro SimoescfcC.
g* esta ami das casas qae lioje pode coin pri-
aaxia ouerecer am seas freguezes ma variadissi-
o csortimento da fazendas finas para grande toi-
eite, e bem assim para uso ordinario de todas ai
classes, e por precos vantajosos, das quaes (ax am
pequeno resamo.
Mantem faaeadaa as casas dos pretendentes,
para o qae lecn oessoal necessario, e dao araostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cores.
Urosdenaples de todas as cores.
Gorguraa braneo, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grotdenaples preto.
Veflado preto.
Granadiae de seda, preta e>dc cdres.
Popelioas de lindos padrScs.
Filo de seda, braneo e preto.
*icas basqoioas de seda.
Casacos de monad de cores, II, etc
Santas brasiloiras.
Gottes com a .mbraia branca com lindos borda-
Hicas capeila- e mantas para noivas.
Riquissimo sortimento de las com listras de
eda.
Cambraias de coYes.
Ditas ma.-ipozis, branca?, lizas e bordadas.
Nanzuques de lindos padroes.
Uaptistas, pad roes deiicados.
Percabra* d quadros, pretos e brancos, listras,
tie, etc.
Brins de Iinho de c6r, pronrine Dara vestidos,
com barra e listras.
Ricos corles de vestido de linbo, c piles da
aesma c6r, ultima mod?
Ottos de cambraia de cores.
Fustao de lindas cdres.
Saias hwdada- para senhoras.
Gamisas bordadas para senboras, de Iinho e al-
codin.
Sortimento de lavas da verdadeira fabrica de
nvin, par* honens e senhoras.
"'estoar1 pa-a meninua.
nito para baptiiado.
Chapeos para auo.
Toaihas e guardanapos adaroascados de o de
r.para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordad-v
Grande sortimento de camisas de Iinho, lizas e
r.i.rdadas, para homens.
Meias de cons para homens, meninos e meni-

Oitas escocezai.
Comn'.eto so.-tiincsty de chapeos de sol para ho-
cecs fc seunorss.
Merino de (Are* psra vestidos.
Dito preto, trancado e dito de verao.
'otJhado del aho e algodao para to
Atoalhado pardo.
Oamasco de la.
Brios de Iinho, braneo de cdres e preta
Setim de lindas cores com listras.
Cuales de merino de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditosde touquim.
Gamisas de cbita para homens.
Ditas de (lane. la.
Gereulas dd Iinho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e conso-
Leaeos borda 1 Colchas de crochet.
1'arlatana de tolas as cores.
Kicos ccrtes d3 vestidos de tarlatana bordados
ara cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, lidJas cures.
yeias de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas da seda e la para senhoras.
Rico sortimento de leques de madieperolas e
nsso.
Oamasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, madapolao panno fino preto e azul, col-
arinhos, punhos delinbo e algodao, gravatas, lu-
as de fio de Essossia, lapetes de todos os tama-
ahos. bolsas de viagem, peitos bordados para bo-
icni, lenc. js de Iinho braneo e de cores, toaihas,
fuardanacos, etc., etc.
E'barato.
Magnolia
Na l'>ja da Magnolia, a rua Duque de Caxias o.
'i6, encontrara sempre o respeitavel pnbhco urn
compteto sortimento de perfumaria* linaa, objecios
de phaalasia, lavas de Jiivin, artigos de moda e
miadezas finas, assim como modicidade nos pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rna Duque de Caxias u. 45, aca
ba de receber os verdadetros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios aderecos
A Hagooba, a rna Duqne de Caxis n. 45, re-
cebeu am completo sortimento de
i Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
i e de muitas ontras quajidades.
Botoes de ago
A Magnolia, a rua. Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botdes de aco, proprios
para vestidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas qne ha no mercado ; a ellas:
na Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 4$.
Lencjos chinezes
A Magnolia, a rna Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidade de lencos de seda
chinezes, com ltndissimos desenhos, fazenda intei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
martlm, de osso, e de mnitas ontras qualidafles:
i recebea a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero 45.
Attengao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, acaba de receber o seguintes artigos :
Manual de madreperola, tarlarnga e marflm.
Ricos albuns com capa de madreperola, cha-
gren, madeira, velludo, couro, etc.
Lindas caixas com flnissimas perfnmarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pulseiras de madreperola.
Ricas caixas para costnra.
Vestuarios para baptisado.
Toncas e sapatinbos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senboras.
Lindos port-bouquets.
Gravalinhas de velludo, etc, etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a raa Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu urn lindo sortimento de bicos de guipur*
de cores, apropriados aos vestidos cbiques da ac
tualidade.
Yende-se uin pequeno silio perto da esta-
;ao do Salgadinho, teodo de frente 150
.mlnios, e de lundos mais de quatrocentos,
torn uma elegante casa detaipa, acabada de
proximo e bem asseiada, tendo Ssal s, 2
juar'.os ecozinha f6ra. 0 terreno 6 pro-
orio o bom do plantagoes, tendo algumas
rvores de sructo, agua de bober e todo cer-
-ado.
Para ver e msis explica^oes, no mesmo si-
io a qualquer hora a entender-se com Tris-
ao Francisco T-rres, e pana tratar, na the-
hmruu d-iskterias, rua 1.* de Marc,o
ATTENCAO
i pechineha
% loja da Korholfia. a rua do I.i-
uamenlo n. 5, rl;i Cbeguem freguezes antes qae as cbammas de-
vorem tudo.
Botinas para smhora a 3j.
Dilas ditas a 2o00.
Li para bordar a 'if a libra.
Enlremeios e babadmhos a 600 rs a pec,a.
Oleo Philocdme a 500 rs. o frasco.-
Vigor do Cabello
so
Dr. Ayer.
Para a renovadio do ca-
bello, restituicao de sua cor
e vitalidade primitiva e nat-
ural.
O Vigor do Cabbixo 6 nma preparacSo ao
mtamo tempo igradavel, saudavel e efficaz para
oact r ar o cibello. Por meio do sea aso o
cabello ruco, grisalho, e enfraquecido, dentro de
pouco tempo revolve a cor qua lhe 6 natural e
primitiva, e adquixe o brilio e a frescura do
cabeUo da juveutude; o cabello ralo se torna
denso e a calvicie muitas vezes, posto qae aSo-
m todos os casos e neurralizada.
Nio ha na-ia qne pode reformar o cabello
4epoie dos follkulos estarem destrnidos, e as
glaztdes caneadae e idas, mais Be ainda restarem
algrwns podeoi sex salvadas e utilizadas pela
applicacao do ^^igor. Libre de essas substanciae
deleteriae qae tornam muitas preparacoes de es'te
gwero tarn nocivas e destractivas ao cabello, o
Vigor somenle lhe e beneficial. Em vez de
enjar o cabello e o fazer pegajoeo, o cobserva
limpo e forte, t^mbelHzando o, impedindo a queda
e o tornar-ee iiico, e por consequinte previne a
calvicie.
Para uso da toilette nfto ha nada mais a dese-
jac; nio-con tendo oleo nem tintura, nio pode
iiUbar mbw o maia alvo kn$a de eambmia;
perdura no cabello, lhe da urn lustre luxurioso,
e um perfame muito agradavel.
Para retbnxar a cor da barba, e neoessario
mais tempo de que com o cabello, porem ae pode
appreesar o effeito, envolvendo a barba de noite
com um leaco molhado no Vigor.
FEETASADO OK
Dr. J. C. AYER & C A., LowelL MM^
EUdos TJnidoa,
OMoticm tracts, e AnmlytUot.
J ..- \"ENDB SE JPOR
PBEDILECi'A
\' raa do Cabnga n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito d
conservar o bom conceito qne teem merecido dc
respeitavel publico, distinguindo o seu estabeleci-
mento dos mais que negociam no mesmo generc
veem scientificar aos seus bous freguezes que pre
veniram aos seus correspoudentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
quetes os objectos de luxo e bom gosto, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes
daquelles paizes, visto aproxiraar se o tempo de
Testa, em que o bello sexo desta linda Veneza
mais osteota a riqueza de suas toillettes ; e co
mo ja recebessem pelo paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem pateutear alguns
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costamada
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos qae teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d
velludo, sendo diversos tamanbos e baratos pre-
o
Aderecos completos de borracha proprios par.
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de c5res.para ornato dt
estidos de sechora ; tambem tern para collete
pah tot.
Bolsas para senhoras, existe um bdllo scfSfctteo
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc\ pur
barato preco.
Bonecas de todos os taraanhos, tanto de louca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertiuentcs por falta de um objecto que as en-
tretenham.
Camisas de Iinho lisas e com peitos bordado>
para bomem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulae d9 liuho e de algodao, de diversos pre-
ccs.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coques os mais modernos e de diversos forma-
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Capellas simples e com ve"o para noivas.
Calc.as bordadas para meninas.
Entremeios estampados o bordados, de lindoi
desenhos.
Escovas electricas para denies, tem a proprie-
dade de evitar a carie dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
g-ande sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fitas de saria. de g?rgurao. de setim e de cha-
oapinte, de diversas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi- r* artiticiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as Cores, nio so para enfeite dos cbellos, como
tambem para orcato de vestido de noivas.
Galoes de algodao, de la e de seda, brancos, pre
os et de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Laces de cambraia e de seda de diversas cores
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
ooiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6so e velludo, tudo que ha de
bom.
Pentes de tartaruga e marfim para alisar os ca
bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perrumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
provida, nao so em extractoi, como em oleos e
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rimel ; sio indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinbos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta um bouito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sola co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e os mais moderno t recebeu a Predilecta
de or arcto preco, para ficar ao alcaoce
qualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
DA BftA-VISil
Rua da Imperatriz n. 72
DE
MENDKS GU1MARAES & IRMAOS
Acabam *e fz> r um grande abaiimento nos pretos de suas fazendas atten-
dendo a grande falta que ha ln-fc de dirrfieiro,li'psor isso creio que o pre$o que vai meo-
cionad > figradar CHaI'KUS OK SOL DE SEDA A *UOO0.
Vendese chS'p^os do sol de seda para se-
nhoras e men inas a 4*. ditos de alpaca li-
nos com 12 astcs a 45, ditos dc rerino de
duas cores a 5JS, ditos de seda para homem
a GJ>, ditos inglezescom 12 astiSs*a 89'e'9$.
BRIM PARDO A 400 rs.
Vind^-se brim pardo escufo a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnnhos a
500 rs o covado
CORTES DE CASEMIRA A 9j>;
Vende-S6'cortes de casemira de cores para
(HtOCHES A 1*500.
Vende-se croch^s para cadeiras a ljJ500
cada um. '
LAZINHASA 200HEIS.
Vende se latirm'as parft vestido a 200,
320, '400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640, J
800 rs. o coVado.
GHANDE SORTTMEN'TO DE TAPETES A 49.
Vende se grande sortimento detapetes para
todosos tamanhos a 49, 49300, 59, e 69
calca a 59, 'e-69, ditos de dita preta partjcada um.
%MMim 'All A 29 0 CORTE. GRANDE SC
Vende-so cortes de brim de Angola para
cal^a a 29. dito muito linos e 39.
ABERTURAS PARA CAMKAS A'lOO R^IS e'**00
NACIOflAi.
Calebs de riscado para traba.ho a 10000
Vende-se aberturas para camisas a 200 rs,
ditas mais finas a 400 o 500 rs. ditas de
psguiao a 19, ditas bordadas a 29-
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a"2$0, 280
e 320 rs o covado, tem escuras e claras.
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pecas do mad polao enfestado a
35, ditas de dito inglez a 4^500. 5 ditas de dilo francez fino a 79, 79-00, 89'
99000. '
Calcas de brim pardo a 15900,29, 29S00.
Calr.as de brim de Angola de cores a 29
e 89.
Calas da-eaiemira de cores a -o9500, 69
79.
Calcas de casemira preta a 39500, 59800
e .75
Palitots de riscado a 15.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots^o'*paea preta a 39, 39300, 49
59-
0 BARATEIRO
E inimigo accrrimo contra
a carestial
NA
Una Priiiieiro de Marco n. 1
Oirir'ora rna do Crespo, dofrott-
te do iiico do Santo An-
tonio.
BAPTISTAS, temos grande sortimento desta fa
zenda e vendemos muito barata, a 360 e 400 r3.
o covado.
ALCA5SIANAS de bonitos desenhes e cores- u-
xas, a 4C0 rs. o covado. So no barateiro, venham
apreciar.
METINS trancados, franceze3, fazenda superior
e de bonitos gostos, a 210 e 280 rs. I Quem rwa-
lisa?
CHITAS de bons gostos e do cores flxas, a 240
e 260 rs. So aqui.
LAZINHAS escocexas, pad;5es bonitos, a 180 e
200 rs
DITAS de Iinho e las, padrSes inteiramente no-
vos, a 240 rs o covado, fazenda que castou sem-
pre 400 rs. So no barateiro I
CRETONES escuros e claros, fazenda superior a
400, 4i0 e 480 rs. o covado.
POPELINAS dn seda e Iinho a SOO e If; apres-
sem-se a mandar ver.
DITAS de Iinho o algodao a 700 e 800 rs. o
covado.
BRIM pardo trancado a 260 e 280 rs. o covado.
So nn barat iro I
DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. 6
kovado.
CaMBRAIA transpareate e Victoria, a 3J300 e
i'^KOO a peca I Aonde tem f No barateiro 1
BRAMANTE de Iinho de duas larguas, 15200
a vara ; admira ? e exacto.
KSGUIAO de Iinho e algodao de 10 jardas, por
4MOO I
DITO de Iinho puro a 8j a .peca. Ao barateiro,
ao barateiro I
MADAPOLAO francez fazenda superior a 5/ e
6& ; sempre custou 8 j.
BOTINAS para senhora, muito soperiores, a 4/
e 4*300. Se aqui.
TOALHAS alcochoadas a 4*500 e 5*000 a du-
zia. A eHas, a ellas.
CORTES de crtton francez, bordados 3i00
e 6* I I
Ditos (uso da c6: te) de cambraia a 10*. Sem-
pre custou iSi.
SORTIMENTO de chapeos de sol de seda a 7*,
8* e 9*. Venham antes que se acabem.
DITOS cabo de martini de superior qualidade,
a 11*300, para aeanar.
DITOS para senhora, a 3*500 I Sempre cus-
taram C* ; estao se acabando, venham a elles, a
elles I
GRANDE queima para acabar de camisas fran-
cezas e inglezas, nor todo o preco a 17*, 18*, 20*,
30*, 33*, 40* e 48* a duz a. E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimento de gro3denaple de cores,
a 1*, 1*200 e 1*500 o covado. So no barateiro I
Quem ousa dizer que nao e barato ? por certo,
Binguem.
CHALES de casemira com listras, o mais mo-
derno que ba a 3*500 e 4*, fazenda que ensta
em qualquer parto 6*. Venham a elles antes
que se acabem II Ao t om torn I
Alera destes, outros mnitos srtigos que deixa-
mos de especificar. para nao massar nossos fre
guezes, mas estarao patentes a vistados compra-
dores. Avfeta do expost flcamos convictos de
qne virito fazer acquisicao de boas fazendas por
pouce preco.
Ao barateiro I I I
Na rua do Crespo n. I.
Augoslinho Ferreira daSilva LealC.
!

Chapeos dc seda.
Chapeos de seda para bomem, iropribs de pas-
seios, formas modernas e bem armados, com urn
pequeno defeito a 2*500 e 3*000, e pechineha e
esta se acabando : na rua do Crespo n. 20, loja
das 3 portas, de Guilherme & C, junto a loja da
esquina.____________
Asunieas verdadeiraa
Richas hamburguezas qne vein a este mercado
Mironet o> utinrt* n.K
rat
Muito barato
i/iixas deXogoi chinezes a 10*000 : na rua do
Barao da Victoria n. 39, outr'ora rua Nova, jola
de fetragens de Sonza & Guimaracs. _
Aos Srs. fogineteiros
Para os fogos de S. Antonio
S. Joao e
S. Pedro.
Limalra de aco.
Limalha de ngo d'agulha.
LimalJa de ferro.
Llm^lha deccbre.
- Limalha de zmco.
Saliire rcflnado, barbante c enxofre.
Artigos todos do piimoira qualidade.
Vende-se nufito barato
NA
Pharmacia e drogarla
M
MRTHOEOMEU AC.
8*< Rtffl-larta'-doi-RoswTO34.
Cora dos eslmtamenlo duretra
pela facil applica^ao das
SONDAS OLIVAES
DE
GOHHA ELAST1CA
As mais modernas e aperfeigoadas de todas
as conhecidas
i Veadem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34 Rua larga do Rosario 34
Badliiio de Noruega.
Acaba de chef ar um pequeno lote de caixas
desle desejado bacalbao : no caes da alhndega,
arnMiem de Tasso Irmaos & C.
Machinas de descaro^ar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Ciuzil 4t.arma-
zem de Hawker St' G.
Traques chmezes
3900 a oaixa
iWlra. a carta
So na rua do Barao da Victoria n. 39 (ontr'ora
rua Nova), loja de ferragens de Souza & Guima-
raes; assim camo recebem encommendas de fogos
proprios para os festejos das noites de Santo An-
tonio, S. Joao e S. Pedro, todoi do boas qoaildades
eprecos commodos, e tambem livros de eertes,
baralhos. tarjetas, magicas, etc
Pesos e medidas decimaes.
Vendem-se no armazem de Hawkea & C, rua
da Cruz n. 4.
Casa e lermios baraltis no Sal-
oadinlio.
Antonio Jose Rodrigaes de Souza, na thesoura-
ria das lolerias a rua do Crespe n. 6, vende sua
casa de taipa e terreoos de seus silios no lugar
do Salgadinbo : a-tratar somente com o mesmo.
K naictt*
BAZAR 11IRSAL
Rna do Barao h Victoria n.
DE
Canieiro Vianna.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado urn bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ukimamente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer p&rte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las polo tempo tambem d'um
anno sem despendio algutn do comprador.
Neste esUbelecimeoto-tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se sup pre qual-
quer peoa qua seja neoessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfei$ao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fioa que seja, seus
preens sfio da seguinte qualidade : par* tra-
balhar a mao de 3O000, 409000, 459000
eBOpOOO, para trabalhar com o pe sao de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1805000, 1609000, 2009000 e
2509000, emquaBto aos autores nio ha al-
teracio de preens, e os eompradores poderao
visitar este estaiiekKimento, que muito de-
verio gostw pela Tariedade de objectos que.
ha sempte para tender, como sej am : cadei-
ras para viagem, males para viagem, cadei-
ras para sakst- ditas d balaacn, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, paM settbora< despensaveis
para crianQts, de'todesasqqaUdades, camas
^liro>par4iaimie espelhos dourados para sala, grandee e pe-
quenos, appamBxMi'de nretal para cha", fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarnw, guarda-comidas de
arame, taaipas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salaif.Wvalorioa'coihpieios, ditos
aiBapleSi-objettotf para tdilette, e dfilrol mni-
tos artigos-'qoe nwiio'deyemagradar a todos
que visitarem este gwnde estabelecimento
qae ecacka aberto desde as tJ'horas da. ma-
nh* ale as 9 horas da uoutei
Ruadomrabd^Yjctorian.
22:
BAMTAH
NA
NA
Rua da Imperatriz n. 60
PARA LrQUIBAR
Ctranadlna preta a 500 ra. o
covado.
0 Pavao vende granadina preta e lavrada
pelo barato preco de 500 rs o covado.
ALPACAS PRLTAS A 500, 640 E 800 RS.
0 Pavao tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vende a 500, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
mento de can toes, borabazinas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
propria9 para Into.
CAMBRAIA VICTORIA A 49000, 49500,
! 05000 E 79000.
0 PavSo vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
de 49000, 49500, 59000, 69000 e 72000
peca, assim como, ditas de salpico bran-
eo, a 7(5000, e pechineha.
CAMISAS FRANCEZAS A 20000, 89500
39000E3J500.
0 PavJo vende urn bonito sortimento dt
camisas francezas com peito de algwdao, >
25000 e 25500. Ditas com peito de linhc
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
finas de 690ti0 a 109000: assim come
grande sortimento de ceroulas de Iinho e dt
algodao, por precos baratos, e tambem tem
complcto sortimento de punhos e collarinhos
tanto de Iinho como de algodao, por precos
em conta.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAM A t
JANELLAS, DE 79 ATE' 259000 OPAR
0 Pavao vende um grande sortimento dt
cortinados bordados, proprios para cama t
janellas, pelo barato preco de 79000,85000,
100000 ate" 259000, assim como : colxai
ie dnrnasco de la muito fina de 109000
139000 cada utna.
BRAMANTES A 19800, 29000 E 29500
0 Pav8o vende bramantes para le'ic,6es,
tendo 10 palmos de largura, sendo o dt
algodao a 15800 e 25000 a vara, e de linhc
a 29400, 25800 e 39000 a vara: 6" pechin
cha.
Grande pechineha a 4$000
e 5#000
CORTES DE CASEMIRA.
0 Pavao recebeu uma grande por^ao de
cortes de casimeras de cores para calces, e
vende pelo barato preen de 49000 e 59000
cada corte, na rua da Imperatriz Q. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
ESMERALD1NA A 800 RS.
0 Pav3o recebeu um bonito sortimento
das mais tlcgantes esmeraldinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as mais
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissimo pre-
en de 800 rs. o covado, & rua da Imperatrii
n. 60.
6 Pavao queima os artigos
seguintes:
Cortes de coinbraia branca, transparente,
com enfeites bordados de la a 50000.
Dit s todos brancos bordados a 12$000 e
159000.
Ditos muito ricos a 259000.
Bonitas lansinhas para vestidos, com lis-
tras do seda, covado a 800 rs.
Ditas ditas transparentes e de muita fan-
tasia a 500, 640 e 8007rs.
Cintos de setim de todas es cores a 5SO0O
Punhos com gollinhas de esguiao a 500 rs.
Sedinhas de cores, sendo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a 19000.
Ditas de dita ditas sem mofo a 19600 9
29000.
Diversas lansinhas para vestidos, de 240
ate 500 rs.
Colchas de fustao brancas para cama a
25500.
Ditas de dito de c6r a 49100.
Cambraias brancas, abertas, para vesti-
dos, corte a 89000.
Cortes de cambraia branca com bonites
enfeites bordados, de cor, com figurino a
68000.
Pegas de madapolao com pequeno toque
de avana a 40500.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a 40500.
| MadapolSo enfestado com 12 jardas em
perfeito estado a 3^000.
Pecas de madapolao com 20 jardas a
405CO.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 20560 e
30000.
Bramante de Iinho com 10 palmos de
lagura, vara a 2#6C0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 10500.
Espartilhos brancos e de cores a 40 e
50000,
Cortes de casiraira a 40 e 50000.
Especialidade
Vinho particular, para e ge-
uuina.
Acaba de chegar ao mercado algnns bama aa
visho do Alto Donro, especial e unicamaa*fe-
, parado do exlracto da uva e isento de famfrng
confeci.ao, seado muito mais brando que fl-
gueira, o que o torna recommendavel peU mutm
: que agrada ao paladar e preferlvel a todos *-
tros vinhos de pasto.
Acha se a venda nos arniazens de Joao Jm6 a-
drigues Mendes, Souza Baao 4 C. e Feraaafcs <
CosU & C.
GRANADINAS
Granalinas de seda pura, preta com'__
de cOrese padroes os mais bonitos que__
vindo ao mercado e que se veude pela *-
minuto preco de 500 rs. o covado, far tat
urn pequeno toque de mofo, e fazenda die
29000 o covado ; e pechineha. 03a
amostras.
Brim braneo
Rrim Imnco muito fino, fazenda 4a
25500 a vara, que se vende por 19160 a
vara, por e=tar com um pequeno defeito ;
pechincba.
SHetios Irancezes
Metins francezes, fazenda muito floe, pa-
droes modernos, fazenda que jd se vendee
por 500 rs, a 300 rs. o covado; e peciila
cha. Dao se amostras.
Cretonesdelistrrs
Cretonesde listras,fazenda aedchoada,pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dfce-
se amostras.
Madapoloes
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 30500 a 55000 a peca ; pe-
chineha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avanadas a 240 rs. o #3-
vado; c pechincba.
SO" 0
IV. SO da rua do Crepo
Loja das 3 portas
DE
fiiilherffie &t
Junto a loja da nsquioa
Para as noites de Santo An-
tonio e S. Joao.
Amaral, Nabuco 4 C. acabam de receber omb-
pleto sortimento de sortes frar.czas c aficsKiej,
Jara brinquedo das noites de Santo Aatoata ; ft.
oao ; 6 o que se conhece de ma-is engra^a**
apropriado para brincar-se ne?sas noites. __
VENDE-SE '
uma casa na villa de Barreiros, na ni3 do Cam.-
lercio, por pre?o modico: a tratar cca Taste
rmSos A C.
Calfados baralos.
Loja d) Aranlfs.
Botinas de pellica inglezas com salio,
para senhora
Ditas de dita, francezas, com salto a
Luiz XV", para senhora, a 5,000 e
Ditas de duraque de cor, canno alto,
a 5,000 e
Ditas de duraque preto, para se-
nhora
Ditas de duraque, gaspeadas, de ver-
niz, cauno baixo, a 3,000 e .
Ditas de duraque, gaspeadas, crJi-
narias
Ditas de brim braneo, canno alto
Ditas de brim braneo e duraque,
para meninas
Sapatos de duraqus de cor, para se-
i nhora
Ditos de chagrin, idem
Botinas de cordovao, para homem
Ditas de bezerro, solla forte, ingle-
zas
Praga da Idependcncia ns. 11, 13 e 15
SJMI
MM
t.aofe
IJM
JAZIGO.
Arrrazem pintado de preto
confronte aalfandega
Vende-se a retalho e a dinheiro, muito ba-
rato, para liquidar.
Fogo chinez com lindas vistas para queimar em
saias.
Caixas eom 40 cartas de traques superiores.
Batatas por arroba.
Caixas ccn> latas de 5 galoes de gaz Devois.
Manteiga france;a P L 6 de 1874.
Arroz, cafe", cha, e mais generos de primeira ne-
cessldade, para os ricos e pobres, como ja indica-
ram, fazendo censnra ao admimatrador- C.
3 ana
Algodao azul
Algodao azul americano, o qie ha denieltsor,a
?20 rs. o covado : aproveiUm, que se rsta acafeaa-
do. Previne se aos senhores deeugmhos.
Fustao braneo
Fustao braneo trancado, proprio para vesluarwa
de meninos, a 320 rs. o cjvado, pechincba; apra-
veitem, que se esta acabando
Vende-se quatro escrava*, uma preta do St
annos de idade, engommadeira e cozinbein caa
muita perfeicao; outra parda, d? .0 aunos do ida-
de, engomma e cozinha bem, de excelleute coa-
ducta ; outra de 35 ancos, sadia. vinda dj anno,
sem babilidade; outra de idado 22 annos, pos-
sante, com alguma habilidado, c veod->se jkw
700; por ter uma filha livre, do idade de use
anno: no pateo de S. Pedro n. 26.
Vende-se a taverna sita na rua de Virfal ie
Negreiros n. 21, antigo peteo d,o Tirco : a iratar
na mesma rua n. (6.
DE
RBISTOL
Cortes deseda
Com21covados,a40)?.
sem defeito algum
Cores lindase de gosto apmadc-Mirimarido entre
ellas, a cOr de perola, BismSrk-Lyrib, ami celeste
e outras. Aproveiwm, porqae valem o dupto : n
loja da America, a rua do Cabnga n 10._______
Aos dignos masons
Amaral, Nabuco & C teodo em yisU a grande
e pomposa iesU que fazem os^dignos mafions ao
nadroeu-o desu respeitovel cofporacao na noite de
S. Joao, parlicipam aos mesmoi Srs. ma{oflS que
acabam ae receber insittriuaeffiVarsos graos,e
vendem no bazar Victoria, rua do Bario da Victo-
ria B. 1. _________tisi
Salsa parrilha.
Nova remessa, excellente qualidade; vende S
na rua do Vigario n. 16, 1 andar.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADGS .
A SAFSAPARRILHA DE BRISTOL pnri-
fica a massa do sangue, expelle. para (dn.
todas as materias e fezes viciosas e impuras,
regula todas as secre?6es, d& vitalidade a
energia a todos os orgios e dA force e Ti-
gor ao systema afim de poder melhor res*-
tir a todos os ataques da enfermidade. F
pois este um remedio constitutional. EBt
nunca distroe afim de peder curar ; porem
constantemente assiste a natureza. Portaato
em todas as doencas constitutional e em it-
das as molestias locoes dependente d'um o-
tadovicioso eimperfeito do systema emgt-
ral, achar-se-ha que a SALSAPAaaiLna. ea
Bristol e um remedio seguro e effic
mo, possuindo inestimaveis e incontestat
vrtudes.
As curas milagrosas de
Kscrofulas,
Ulceras,
Chagaaanilgas.,
ENFERMIDADES SYPHlLIfiCAS
ERYSIPELAS,
RHEUMATISMO,
NfiVRALGIAS,
ESCORBCTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto rename
Satsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universe sao Oa4
m'ente devidas A
TJHlCA LEGITIMAEORIGINU.
Salsaparritha de Brfctot
PHARMACIA CENTRAL

=^
a
?*?$?: -
J


8
Jkrio de Pwnambuoo ** Quinta feira 18-4e Juako^de MU.
ASSEMB'EA GEBAL
CAMERA DOS SHS. DEPUTADOS.
wfli<-to mMrilndo pelo* bispos de
reraonbneu e da Prtt.
BlSCFRSO PROFERIDO TF-LO SR. VISCO.NDE DE
CARAVELLAS, MINISTRO DOS NSGOCIOS ES-
TRANGFIROS, S.VSKSSAO DE 2 DO CORREN-
TE, BA CAMARA DOS DEPUTADOS.
Sf. Viwomlc ministro dos m-goiios estrangeiros. l'ro
Junio sileticiiv :Sr. pr.-sideutr, os incus
nobres ecilrgas, os Srs. presidente do con-
aie ae expor a earaara a marcha da a-1:ni-
iiistra c modo porque comprohcudeu as necessi-
Jades patlicas c os meios a que rtcorreu
para prov* las.
Sao vol ar i, pois, ao terreno dessa dis-
cussio, pcrque, segurameuto, teria de re-
petir ma! o que elles tao brilbantemente dis-
train.
O Sr. Presidente do Conski.ho:Ndo
apoiado.
U Sc. MlNlSTI.G DE ESTRANGEIROS :Jul-
fo, poreu, do meu dever prestar neste de-
bale a caraara i!os Srs. deputados e ao paiz
tusbr*i-*^j 9 mais .uiuuciosas, principalmen-
ie a ivspm'.o de ura dos assuiiiptos, a que
t*ve de at^ender a repartigdo a uieu eargo.
*Juero faliar da uiissao enviada a Horn a.
Cre:o, a julg.ir pela discussa.", que a ca-
oara muito Mil t'mduvi o a exigi-los do governo, e a
cpinia? ptblica sera duvida aproveitard co-
cbece >.
Tratarei. portanto, dealhadamente dos
lactos dessi uiissao ; farei o seu historico, o
referindn-rne a cada urn deiles, manifestarei
-em nm lodas as suas eircumstancias.
Antes, rnrem, permilta V. Exc, Sr. pre-
sidente, qae tu profira tambem algumas pa-
ss rclitivatnente a outro assumpto de
;.;Icha repurtigdo : as nossas relates com
|MM do Rio da Prata.
Ao que o Sr. presidents do conselho ja
-^, accresccntarei que o governo impe-
rial, apvzsr detodos os rurnores dedesiutel-
Isgecc a e; tre o governo da Repubhca Ar-
RiLlina.e o do imperio, nao receia que as
quesldes d? Incites, que se temdebatido en-
n BSJBOBa repuldica e a do Paraguay e ou-
araa, deixcin de t-.r solugao satisfactoria, nao
que rcspeita d dignidade dos dous
MBS, como uo que concerne aos seas intc-
rcsses bem cntendidos.
A cossa co.T a qae alluco assim o faz erer; c cu invoca-
cva tesb-raunbo desta opinido dous im-
' nt I? BtH*nos-Ayres ultimamente publicados
ate&ro-roe d raensagem do presidente da-
qor*!!a republics e ao rlatorio d> ministro
r_! i;6'5 exleriores.
Tor ani vera h carnara, em bonra dos
governos, que se as questo^s penden-
aaaaia nao tiveram solu^ao, ha fundada
-?nra de que brevemente a terao e de
modo coirpletamantb satisfactorio.
U SR. l> "Ql'E-ESTRADA Teixeiha :Deus 0
e:r-it1t.
O Sr. Mimstro de Estrangeiros :
> udo agora, Sr. prtsidente, a occupar-
^a uiissao enviada a Roma, principia-
T>e!os f?r; s gcrars da questao que pro-
;: o cosflicto ^e!igio^o, para depo s con-
rar cada an deiles em sua especiali
ie.
A camara sabe que o conflicto nasceu da
icluclancia do bispo de Pernambuco em dar
tfH ; a dcisao dos recursos, que as ir-
Widades daquella provincia interpuzeram
a putoridade competento contra inter-
ns que ellc sobrc ellas lanrdra.
[Vesobedijctauo o bispo, cousta que diri-
jira-SB emcarta ao pontifice, narrando-lhe
os fcctos e expondo-lhe as razoes do seu
jroeedimerto.
I santidade respoudeu ao bispo, em 16
I inbro, por uma carta, a que o mes-
o bispo deu pablicidade, publicidade que
'Je pass^gem o direi), segundo consta, a
":"e de Re ma depois levara a mal.
Sessa carta se le o seguinte :
Alem disto te damos pleno poder de
Eoior segundo a severidade das leis ca-
nOBicas contra aquelles sodalicios religiosos,
Taes s4q em resurao as phases principaes
destaqijlesao. Apreciarei agora cada uma
Mas, antes que se disse a condemnacio
do bispo,"reso;voa o governo imperial man-
dar uma com'missSo A Roma.
E, pois, cumpre-me manifestar d cama-a
quol a rizfio que deterrniuou este procedi-
mento do governo: dovo explicar porque
jaliaodo o governo, que tinha nas leis os
mcios precuos parapunir a obstinagdo dos
bispos, resolveu todavia enviar uia agente a
Esla foi a incumbencia oonfiada ao Sr.
barSo de Penedo, ndo sa the deu outra;
e.hieoossa Ihe podia reoammendar que o-
licitwse do papa qaalquer deliberagdo ou
providencia, que, alias, coubesse ao eier-
cicio da nossa soberania. Solicitouse ape-
nas qua nao continuatse a aninaar os bispos
em sua roststencia ; que, pelo contrario, os
aconselhasse a que prestassem a obediencia
devida ds nossas leis.
0 Sr. barlo de Penedo desempenhou a
commissao, a, dindo conta delta ao governo
iloma pars entender-so com a santa se sobre dissa o que ha pouoo referi.
esteassumpto. 0 Sr. Ferreira Vianxa :Estd conclui-
E isto, explicando tambem um dos pon- da a issio ?
ios das instruccdes quo recebeu esse agente, 0 Sr. Minwtro de Estrangeiros : A
mostrard bein quaulo o governo foi cauteloso missaoestd concluida ; mas a smta se trata
em resguardar os direitos da soberania na- ainda da questio.
,:'"a'- i 0 nosso agente comnaunicou ao governo
Sr. prend-mte, e innegavel que as irman- imperial que a tnissao tinha sido satisfeita ;
dades, sobro as quaes o bispo de Olinda havendo-!he o cardeal Aatonelli declarado
lancou es interdictos, tinham o direito de que o santo padre ordenira quese dirigissa
recorrer p.ira o tribunal reconhecido pela uma carta ao bispo de Pernambuco, no sen-
nossa legislacao. Recorreram, e esse tri- tido que id annunciei. Esla carta foi apre-
bunal decidio contra a interdicsdo do bispo, sentada pelo cardeal Antonelli ao barfo de
porque essa interdicQdo violava ndo s6 as Penedo para inteirar-se do seu conteudo e
nossas leis, como principalmente a constitui-' communica-lo ao governo imperial. Ella
gao do imperio. [devia ser entregue ao bispo de Peruambu-
E' tambem innegavel que o bispo nSo po- co, e, por copia, transmittida ao bispo do
lii prtr dolado as disposicoes da lei funda-' Pard.
mental do imperio, em virtude das quaes Veio com effeito ds mJos do Sr. inter-
nenbuin rescripto, bu'la ou qualquer outra nuncio apostolico nesta cdrte, como ao
naolucao pontiticia po le ter execugao entre governo imperial prevenira o Sr. bardo do
nds sem o consentimento da nossa sob >ra- Penedo.
nia. (Apoiados). I 0 nobre presidente do conselho jd disse
Para nao obedecer a decisio do tribunal [d caraara que tivemos duas conferencias
,or esla impiedade tao ignobilmente
ridaram sua indole, e de os dissolver total-
BMste, e de estabtlecer outros que corres-
im a sua nativa instituirdo.
L porquanto estendemo's os mesmos
woks tambem ds outras dioceses desse impo-
n-squies grassam os mesmos males,
iri jaawis que estas iettras sejam por ti com-
Banicadas i teus veueraveis irmaos, afim de
|ue cada urn deiles tome como dito a si e a
u povo o que a ti escrevemos.
A injpi--dade de que trata a carta era te-
as irmandades em seu seio alguns ma-
Kepito aqui o que disse o santo padre ao
3 Ohnda, porque nessa palavra na-
i-jralmente vio o bispo auirnada a reluctan-
ia e resjstencia, que apresentdra ao poder
t^aporal. Recordo ainda esses trechos,
;ue t-UeS' tem de explicar uma parte das
iBBliim j j eacarregado da missdo.
Recusando o bispo executar a decisao do
{-oder competente, que mandou levantar os
nterdictos, 2 dirigindo-se d corte de Roma,
-la qua! recebeu a resposta que acabei de
:, o governo imperial mandou iustaurar-
i'< o processo judicial.
Seguia es^e cs sens tramites, quando o
- ageute diplomatico em Roma commu-
que tea sintidade, magoado com o
'-limenM do bispo, resolv^ra providen-
' no senlido de voltarem as cousns ao
lo anteriar, restabelecendose a paz da
i; e qt.e o cardeal Antonelli escreveria
aria, na qual se faria ver ao bispo
e sea pr jeedimeuto ndo merecera appro-
, e quft p -r conseguinto cumpria col-
as r ?l*coes da igreja com o estado no
pr aai qae se achavam antes do conflicto.
f i esta a coraraunicagao que recebeu o
i i-r.pml do seu agente acreditado
jrnb' da s-inta se: depois mostrarei que,
ape/ de nao trmos esse documento, como
zoavelmente era possivel que ndo
s, c-lle effectivamente veio e foi
a i; ;em o cardeal Antonelli desig-
transmittido ao bispo de Olinda ;
stBklo uma c6pia, conformo tambem resol-
vfeaa santa se" destinada ao bispo do Pard.
Ckegada a carta, foi entregue ao bispo ;
mb poroaa, nao lhe deu execuc^o. Con-
toMaai o processo, e o bispo foi condemna-
4o. Coofceeidos estes factos em Roma, diz-
nas a senta. si que nSo esperaya pelo pro-
eaao o bispo, e menos ainda pela sua pri-
sk, e que atsim se faltou & palavra que se
iaebartadalo.
competente, o bispo de Pernambuco tinha
necessariameoto de levantar-se contra a dis-
posigdo constitucional quo acabo de citar.
Ndo havia assentimento do soberano do
Brasil ds resolucors pontificias concernentes
aos macons, e portaiito faltava ao bispo auto-
ridade para executar as penas impostaspela
santa se dquelles que pertoncem a essa so-
ciedade.
Em segun lo lugar, referiram-se taos pe-
nas a uma associacao que, embora tambem
irmandade religiosa, tem direitos e deveres
regulados pela nossa legislagSo civil.
Diz-se boje, e ver iade, e o bispo em tem-
po procurou assim ja'stificar-se, que as pe-
rt s s6 se referiam ao espiritual, como que
querendo por de parte e deixar illeso tudo
que respcitiva aos direitos e' deveres da-
quellas associate is, delinidos era nossas leis
civis como contratos, etc., etc.
Primeiramente bera se ve que o interdic-
to nao foi 1 ancado com essa restricgdo. De-
pois, ndo era possivel que o lanijamento de
tacs int'-rdictos, com a perturbaijdo ou an-
nullagdo das socio lades a que se referiam,
deixasse de ferir rauitas obrigagdes, muitos
deveres contrahidos em virtude das nossas
leis. (Apoiados).
Pondera-se tambem que, dado o caso do
interdicto, flea o socio, o ir.ndo, on a ir-
mandade inteira, inhibida de tomar parte
nos actos puramente espirituaes, mas podem
satisfazer os compromissos que forem tem-
poraes; que por exemplo, se um irmdo en-
tr,i para uma irmandade, afim defazeruma
reserva ou auxilio para quando estiver
doente, ou impossibilitado de trabalbar, elle
continuard a receber esse auxilio, a despeito
do interdicto.
Ora, senhores, uma sociedade destas, ndo
se oganisa para durar dous dias, mas sira
para durar largos annos. P6de contrahir
certas obrigacoes, como a de dar pensoes aos
seus membros; p6de empenhar-seem obras,
tomar emprestin os, e comprometter a res-
ponsabilidade dos socios, de modo que ndo
seja possivel de um diapara outro solver to-
das essas obrigaeSe?. Maitas irmandades
estabelecem seus hospitaes, e para as res-
pectivas obras contrahem dividas ; contando
com a permanencia dessas associates, ha
quem so anime a fazer-lhes emprestimos.
Em uma palavra, podem dar-se mil
empenhos e mil obrigagoes.
Como hao de, pois, taes sociedades li-
quidar-se de um dia para outro ? Haveria
completa perturbacdo nesta materia.
Sr. presidente, o processo do bispo nao
podia deixar de tor lugar. 0 gOYemo.n'u-
maqaestdo tao imponante, ndo tanto pela
sua actualilade, mas porque, complicando-
se, e azedanio-se, podia trazer consequen-
cias do maior alcance, quiz cingir-so exclusi-
varaente aos meios prescriptos na legislagao
vigente. Muitas eram as opiniOes sobre o
modo porque o governo, devia proceder.
0 governo, porem, entendeu que a exe-
cuQdo da lei, unicamento de lei ora o que
mais convinba. Consequentemente subme-
teu o bispo a processo.
Procedendo assim, nao escapou d previ-
sao do governo que, so a insistencia dos
bispos continuasse, nao seria esse 0 unico
mcio de quo tinha de langar mao para
cortar a questao era seu comego.
Por isso, e d vista da carta escripta por
sua santidade ao bispo de Olinda, na qual
se animavam os bispos em sua reluctancia,
entendeu o governo imperial dever dirigir-
se a santa se, nao para pedii-lho que viesse
ami exerceralgum ado de soberania, nao
para procurar o seu auxilio d nossa autori-
da ie no empenho de charaar os bispos d
obediencia que devem ds leis do Imperio ;
mas porque, deste modo, dando testemunho
de consideracdo e de respeito ao chefe es-
piritual da religiao do estado, manifestava a
convicgdo de que uma palavra proferida
pelo santo padre seria bastante para fazer
irnmediatamente de-apparecer o conflic-
to.
Tal foi o pensamento que deterrainou o
governo imperial a mandar a Roma uma
missao especial.
Enviando essa missdo, o governo procu-
rava, pelo respeito que a santa se inspira e
pela influencia que exerce sobre o episcopa-
do, promover um conselho seu, uma pala-
vra de advertencia aos bispos, o que muito
importaria nesta questao, cor tan io a por
ventura desde logo.
Sdo estas as instrucQfies dadas ao Sr. ba-
rdode Penedo.[apresenlando um manus-
cript!) ) ; a camara e o publico jd tem noti-
cia dos seus pontos principaes : eu no em-
tanto von da novo vel-os.
Disse 0 governo : Exponha V Exc. ao
cardeal secretario e tnui particularmente &
sua santidade, tudo quanto aqui tem occor-
rido, aponte os males que hdo de resultar
da continuagio de aetos t5o irregulares.e
ilegaes; e procure obter que o papa
deixe de animar os bispos na sua desobe-
diencia, e pelo contrario, lhos aconselhe to-
com o Sr. internuncio. Realisou este a en-
trega da carta, e transmittio cdpia aa bispo
do Pard.
Enuncio estas asssevera$des, iovocando
o testeraunho de S. Exc, certo de que ndo
me ha do desmentir.
0 Sr. Ferreira Vianna : Testemuoho
do negociador?
0 Sr. Presidente do Conselho:Teste-
muoho do internuncio.
0 Sr. Mixistro de Estrangeiros :Re-
cebendo as communica^fies do Sr. bardo de
Penedo, escrevi ao Sr. internuncio, previ-
nindo-o de que deSejava fallar-lhe. Na con-
ferencia que tivemos, dei-lhe conhecimento
da communicajdo do nossa agente, e S.
Exc. respondeu-me que effectivamente ro-
cebera a carta ; que ia transmittil-a ao bis-
po de Pernambuco, e, por c6pia, ao bispo
do Pard.
A caraara ve bera que homens que se
prezam ndo podem inventar taes factos. Na
conferencia li ao Sr. internuncio quanto di-
zia ao governo o nosso agente; e S. Exc,
ndo deu signaes de que a carta, a que alia-
dia o Sr. bardo de Penedo e que o Sr. inter-
nuncio effectivamente recebera ndo contives-
se o que aquelle agente annunciava.
Esta carta publicou-se...
0 Sr. Ferreira Vianna :Ndo se publi-
cou.
0 Sr. Ministro Estrangeiro :Publica-
ram se as suas fore,as. (Apartes.)
0 que se passou foi isto: o internuucio en-
tregou a carta ao bispo de Pernambuco e
mandou c6pia ao do Pard. Ndo ha prova ma-
terial da carta, n3o pdde esta ser exhibida ;
mas as forcas, o principal delta, e que sua
santidade ndo approvava o procedimento
dos bispos ; recommendava-lhes que repo-
zossem as cousas da igreja no primitivo es-
tado, declarando-lbes que tinham interpre-
tado mal a sua primeira carta.
E Sr., presidente, se fosse inexacta a pu-
blicacJo offlcialmente feita, era obrigagdo do
internuncio reclamar, e elle o ndo fez.
0 santo padre e o cardeal Antonelli tive-
ram conhecimento dessa publica$3o, e tam-
bem ndo reclamar am.
Nas suas communicates posteriores nun-
ca se p5e em duvida que a carta viesse.
Accrescentarei que as queixas mesmo que
hoje levantam, de que se faltou a palavra,
demonstram que a carta veio, o que 6" in-
comes tavel.
Isto vera confirraar o que os nobres depu
tados sabem, melhor do que eu, que para
se conhecer da exactiddo de um facto, mui
tas vezes 6 preciso prescindir da prova ma-
terial: a prova moral e mais importan-
te.
Ainda ha uma outra prova de que ndo so
a carta, veio como que ella continha tam-
bem algumas aspersdes; e, jd que me refiro
a este facto, aproveitarei a occasiao para fa-
zer uma consideracdo que me occorre, mes-
mo porque eu jd sinto um pouco eufraque-
cida a mioha memoria, e e, quo no parecer
de sua santidade o procedimento do bispo
foi muito irregular e muito reprehensi-
vel...
0 Sr. Rodrigo Silva :Ndo apoiado.
0 Sr. Ministro de Estrangeiro :... eu
passo jd a provar... porque, se sua santida-
de ndo estivesse convencido disso, nao es-
creveria o que escreveu, reprehendendo o
bispo.
0 Sr. Rodrigo Silva :0 que e que se
escreceu ?
0 Sr. Ministro de Estrangeiros :Lem-
brarei ainda que um jornal, que parece ser
orgdo iramediato, ou pelo menos, o mais
adherente aos defensores do procedimento
do bispo, depois de ter asseverado que ndo
existia a carta, retratou,-se e declarou o
contrario. Esse jornal 6 o Apostolo.
Mas, senhores, a carta, com as admoesta-
c5es e os preceitos pontificios, ndo teve exe-
cucdo, segundo diz o cardeal Antonelli, por
achar-se o bispo preso, facto sobre que ba-
sea elle a queixa de se haver faltado ao es-
tipulado
Devo declarar & camara que pelas ins-
trucjoes nenhuma estipulacdo era possivel.
Dizem ellas: (le )
Devo prerenir a V. Exc de que o go-
verno ordenou o processo do bispo de Per-
nambneo, e, se for necessario, empregard
outros meios legaes de que pode usar, em-
bora sejam mais energicos, sem esperar pelo
resaltado da misslo confiada ao zelo e ds
luzes de V. Exc. Encarregando-o dessa mis-
sdo, ndo pensa elle suspender a accdo das
leis.
E' do sea dever fazer que estas se cum-
pram. 0 c-ue o governo quer 6 acautelar
a occurrencia de procedimentos mais gra-
ves.
A ordem para o processo do bispo ha de
ser publicada talvez antes de se oxpedir es-
te despacho.
Tanto nas conferencias quo tiver, como
nas communicacoes, que dirigir ao cardeal
secretario, usard V. Etc da uma linguagem
da a conforcnidade com os preceitos da cons- j raoderada, mas firme. 0 governo imperial
tituicdo e leis, e com as regras, que tem si-.ndo pedefavor, reclame o que e justo enao
do sempre attendidas desde os tempos mais entra em transacgao.
remotos nas' rejaco s da igreja com oes-j Em primeiro lugar, como se vd, as ins-
tado. trucgoes ndo autorisaram, e demais consta
Ndo se trata de uma questdo individual,'detodos os documentos, sem axcluiros fir-
ou de corporacOes^ mas de uma questao do mados pelo cardeal Antonelli, que ndo
principios, havia nem houve 11 transaccdo.
0 earded poderia depreheuder da con
versacdo com o nosso agente diplomatico
que o governo imparial teria em attengj) a
obediencia a que se prestassem os bispos;
mas nun a f h ella o objecto de estipu a-
cdo: acreditava-se aponas que o processo
pararia, deixaria deseguir seu curso, confor-
me nossas leis ordinarias.
Ora, devo declarar a camara quo, dcpoisl
que fiz publicar no meu relatorio todos os
documeatos que possu a na occasido, e que
po tiara esclarecer esta questdo, e ainda de-
pois da apresinlacdj do rnes:no relatorio, re-
cebido Sr. bardo de Penedo commjnica-
goas muito imjortaotes.
Passarei a ler a pirte dessas communica-
tes, que esclarecem o assumpto,..ficando
pore"in, a camara desde jd prevenida de
que e" iutengdo do governo imperial que
essas communicacoes, sejam brevemente pu-
blicadas em sua iutegra.
0 bardo de Penedo escreveu-me de Lon-
dresem 18 de abril, o seguinte. Referia-se
a uma nota do cardeal Antonelli-
Diz elle: [U)
Ha, porem nessa nita do cardeal Anto-
nelli, do que me maadou c6pia o barao de
Albandra.um topico, ao qual infelizmente
jd me niio e dado responder, e e o seguint j.
Diz o cirdeal quo o barao de Penedo lues
assegurara que oseu governo seabsteria de
tomar qualquer medida desagraiavel con
tra o bi^po de Pernambuco; e era bem na-
tural que assim fosse, durauto as negocia-
jdes entre o governo e a santa.se*.
Jd era uma carti, quo escrevi ao Exm.
Sr. presidente do conselho, tive a honra de
djzer a S. Exc. ndo ter jdmais havido con
dicdo alguma ou promessa feita por mini
para o resultado. da raissao.
Ag>ra, de novo assevero a V. Exc.
quanto ao processo do bispo, quo nunca Jis-
siraulei, antes varias vezes declarei, nao Bar
possivel fazel-o parar, o o cardeal sabia
muito bem que o governo havia mandado
instaurar esse processo, e ate lbo uustrei o
aviso do minislerio do imperio ao pro.motor
da just*ra para esse effeito.
a Ndo so por mira, onto naturalmente
tambem por communicagdo do internuncio,
estava pois o cardeal ao facto do verdadeiro
estado das cousas.
Quanto ao haver-lhe eu assegurado, como
elle suppOi, que o governo se absteria de
medidas desagradaveisse por esta phrase
equivoca quer elle dizer a cessasao do pro-
cesso e evident} que eu ndo pjdi* ter fei-
to semelhante asseveragao sem averbar-me
de ignoranle das nossas leis. Demais seria
isso uma transacgdo para a qual nao ostavaH
eu autorisado, nem o governo podia autori-
sar-me ; e que, finalmeute, a ter siio offe-
recida, e* espantoso que a santa so a bou-
vefse jdmais aceitado, e hoje a iivoque como
o preco da negociagd).
Peco, pois, venia a V Exc, paraformal-
mente repetir que o cardeal Antonelli, ne-
nhura direito tem de suppor que eu jdmais
lhe desse a menor osperauca de que o go-
verno faria parar o processo do bispo. Das
doze conferencias quo tive com o cardeal,
a nenhuma deixou de assistir o meu colle-
ge, bardo de Alhandra, elle o p6de bem
asseverar, se de apoio procisa minha afilrma-
macdo.
Queixando-se o cardeal, da publica-
cdo das instrucgdes, feita nos jornaes do
Brasil, disse ao bardo de Alhandra, que
sentia ver publicadas algumas phrases da
carta dirigida ao bispo de Olinda, e que el-
le nos lera sem nos dar c6pia. E', pois,
elle proprio quem attesta a autheuticidade
das palavras transcriptas por mim no officio
em que dei conta do resultado da missao.
Ndo poderia V. Exc. achar melhor resposia
aos que duvidam dessas exprcssoes, e cha-
mam mysterioso esse documento.
Nao teria ainda occupado a attencdo
de V. Exc com o inciiente de uma mis-
sdo, que para mim se acha finda, se as ul-
timas communicagoes do barao de Alhan-
dra, nao me desse conhecimento da nota que
lhe dirigio o cardeal Antonelli, e que natu-
ralmente requer a minha resposta.
Apresso-me, p'ois, a da-la desde jd a
V. Exc rognndo-lhe como favor, queira
della servir-so para os fins que lhe aprou-
ver.
Vozes :Muito bem I
0 Sr. Ministro de Estrangeiros :Es-
creveu depois o Sh bardo de Penedj, em
30 de abril, o seguinte:
a S6 agora rao foi dado ler no Monde,
jornal de Paris, uma allocugdo, attribuida
ao santo padre, cm data de 23 de margo
ultimo.
a. Vem nessa allocugdo a seguinte passa-
gera : a C'est ces jours meraes que, dans
l'empire du Bre'il. on a emprisonne un
e*veque pour avoir condamnd-les francs-ma-
gons, que le saiut siege ayait raainte et
raainte fois condamnes.
Fallando do processo do bispo, conti-
nua :
Par Id, on a opere en depit de Id paro-"
Ie donne par ceux qui etaient charges de
representer le gouvernement.
a A este topico esta appensa a seguinte
nota : II est fait ici allusion aux nego-
ciations bresiliennes envoyees dernieremonte
au Vatican et aux promosses qu'ils avaieut
donne*.
Diz o bardo de Penedo :
Havendo lido semelhante passagem.
torna-se impossivel para mim deixar de re-
novar forraalmente ao governo imperial as
declaragoes contidas era minha carta ofll-
cial de 18 do corrente a V. Exc. e ao Exm.
Sr. presidente do conselho.
Durante 'a minha missdo especial junto
a santa se*, nem directa nem indirectainen-
te, dei palavra alguma de proraessa ao san-
to padre, ou ao cardeal Antonelli, de que
seria sustado o processo do bispo de Olin-
da.
c A cessagdo desse processo ndo foi jdmais
objecto de permuta com o Vaticano.
a Ndo tive instrucgoes do governo impe-
rial para fazerdesse processo thema de quaes-
quer oonstderagoes, relativas d sua conti-
ouagdo ou cessagdo.
As questdes que discuti em Roma foram
o procedimento criminoso do bispo, a luta
em que elle se poz com o estado, o conflicto
que d'ahi resultou e os interdictos por elle
lancados em detrimento do culto religioso.
Foram estas as questoes que o papa
referio a uma congregacdo de cardeaes, e
foi em vista das informagdes e considera-
gflesque apresentai ao santo padre, que sua
santidade censurou o bispo, e ordenou o
levantamenlo dos interdictos sem c'ausula
alguma, sem refereucia ao processo, ou ou-
tra qualquer condigdo.
_Com esteactodo santopidro terminou
a minha missdo.
Eu fui o unico negociador e represen-
tante do governo imperial nesta missao.
Como tal, fui recobido pelo santo padre,
discuti on 6 car leal Aiitouolli. e, repito,
ndo dii palavra, ndo flz promss, ndo
propuz, nem aceilei coDdicao, como nessa
allocugdo, e respectiva nota. se attribue
aos represpnlanles do Brasil.
Sobre tao inesperad > incident? escrevo
nesta data ao Sr. bardo de Alhandra uma
carta, que por copia, ineapresso a remetter
a V. Exc.
Eu teria muita satisfagdo que arabos
os docuTientos, bem corao a minha carta
de 18 do corrente, fossem levados ao co-
nhecimento do publico para completa apre-
ciag.io dos raeus actos, se o governo impe-
rial nao entendor o contrario
Ve-se, portanto, que, so por uma interpre-
tagao, que eu, alias devo suppo- rauito cons-
cien iosa o cardeal Antonelli podia ju garquf
se lhe proraettosso a cessagdo do processo do
bispo. A verdade e, porem, que nao houve
comproaisio algum a este respeito ; e, ain-
da mais assevero d camara que, quando
aqqi cbegou a primeira coiiimunicagao do
nosso pltnipotenciario, dando conta da so-
lugdodesua missao. nas conferencias que
tivemos com o internuncio, lhe pergunta-
raos se aquellas decisOes da santa se* depen-
diamde qualqu-r concessao ou transaccdo,
porqae oesso caso estava tudo desfeito, e
S. Exc. asseverou-nos que nao tinha com-
rauiiicagao de coudigdo alguma ; que a sua
incumbencia era entregar a carta e a copia
da raesraa carta a cada um dos bispos.
# que so deu, senhores, foi a minifesta-
gao do desejo de que houvesse benevolen-
cia para com os bispos. E o proprio BOO-
tifice, na audiencia de despedida do nosso
enviado, pedio-lhe que transmitisse ao go-
verno imperial esse desejo.
Como eu disse, estes documentos foram
recebidos depois do lido aqui o meu relato-
rio, e por isso que ndo se acha.n nello in-
cluidos ; mas o governo imperial, repito,
ja dissu, o mandard publicar brevemente
em sua integra.
Sauhores, o goveruo imperial ndo podia
entrarem trinsacgdes quanto ao procedi-
mento dos bispos. Dirigio-se d san a se*,
ndo porque precisasse de mao forte para a
execugao do nossas leis, mas para que
aqu'-llc poder contribuisse para aba-
far a questao, cuja iniciativa, e hoja minha
convicgao, udo partio de Roma, mas da
imprudencia de alguns dos nossos bispos.
(Apoiados.)
Ouando eu vejo que o mundo estd ingado
de macons e ao mesmo tempo pref-re-se
esta parte da America para a luta. nao pos-
so crer que semelhante iniciativa partisse de
Roma. Ahj estdo Portugal, Hespanha, Iti-
lia e outras nagoes, e alii nao se ten feito
o que os bispos fizeram no Brasil.
Como disse, queria o governo imperial
uma palavra da santa su, e estd persu,dido
de quo essa palavra concorreria poderosa-
monte p ra que a questdo nao proseguisse.
(Muito bora. )
Era esse o desejo do governo imperial,
porque a questao e melindrosa, e, como so
tem visto dos debates, p6de conduzir-nos a
consequencias muito graves. ( Apoiados )
A soberania do Brasil ndo p6de ter sobe-
rano ; confio que este assumpto ha de ser
dirigido com toda a prudoncia de ambos
os lados, de modo a chegarse a uma solu-
gao satisfactoria; mas, se a par da soberania
que nao tem soberano, se levantar outra,
nao soi qual serd o results io. (Apoiados. )
Devo aqui fazer urai observagao um pou-
co philosophica ; cada hofnem tem a sua
religiao e o direito de a tor ; a todos os bra-
sileiros cabe esse direito ; mas, como cida-
ddos, e, sobre tudo, coixo empregados pu-
blicos, assigiala a constituigao que a reli-
giao catuolica, apostolica roraana, e a reli-
giao do estado. Desto modo ja cada um
fica um pouco tolhido na sua liberdade.
Todo homem tem nataralmente o direito
de adorar a Deus como a sua intelligencia
e a sua consciencia lhe inpsirarem ( apoia
dos), e esta direito a constituigdD do im-
perio o reconheceu quando determinou
que todas as religioes fossem toleradas e nin-
guem pudesse ser perseguido por este mo-
tive Mas nisso a constituigdo apenas ele-
vou a excelloucia da religiao catholica, apos-
tolica, roraaua, pela influencia do christia-
nismo sobre a civilisagdo.
Com o inluito de continuar essa obra de
aperfeigoamento moral do nomem, o legis-
dor conslituinte consagrou como um privi-
legiooquo era um facto,'e um facto tam-
bem legal no regimen 'anterior, isto e, quo
a religiao catholica, apostolica, romana, nao
s6 seria tolerada, mais constituiria religiao
do imperio.
Mas, senhores, o que quer dizer religido
do imperio, religiao de estado ? Quererd
isto dizer que todos os brasileiros hdo de
adorar a Deus como manda a religiao ca-
tholica, apostolica, romana ? Por iuoJo
nenhum. Os preceitos da constituigdo re-
conhecem o contrario.
Os direitos naturaes se oppoo.n ; a cons-
tifuigao fez-lhes justipa, t reconheceu o di-
reito que tem o homem do adorar a Deus,
como lhe su^gerir a sua intelligencia.
Religiao do estado, pois, ndo quer dizer
quo todo Os brasileiros sejam. por for-
ca catholicos, apostolicos romanos, por
que isso seria uma intolerancia; uma
tyrannia, quo tornava necessaria a per-
seguigdo. Ndo quer dizer mais do que,
que aquella religiao, como a de nossos pois
e corzo a melhor, e* a que ha de ser manti-
da pelo estado em todas as suas partes de
sacrilicios, do despezas, de propagagao,
etc.
Nenhuma outra religido entre n6s tem
anx*liodo estaio. A religido catholica, a-
postolica, roraana, tain os seus templos, tem
o episcopado, tem seus parochos, os seus se-
minarios e as escolas em que se ensina a dou-
trina christd, e que sdo um raeip depropa-
gagdo, e, ainda mais, tem o privilegio de
prohibir oassento nesta ca nara e em ou-
tros lugares publicos dquelles que ndo a si-
gam. Sdo pnvilegios que tem esta religido,
mas nem por isso quer dizer que obrasi-
leiro ha de ser catholico, apostolico, roma-
no. Oque acontece6 que, ndo o querendo
ser, corre o risco de perder a distincgdo de
se assentar nesta casa, soffre uma privagdo
de direitos politicos.
Mas, pergunto eu, porque motivo esta
religido, que por si ndo tem um direito me-
lhor do que outras, goza de taes privile-
ges ? A razdo e* a disposigdo constitutio-
nal. E' da constituigdo que tira esse'di-
reito, e, sendo assim, deve entender-se que
a re'igido catholica, apostolica, romana, e'a
religiao do Estado, com todas as condigdes
que a constituigao prescreve, e e^asctn-
digoes sdo: o veto da soberania haciohal
nas invasSes do poder ecclesiastico ; o di-
reito do placet, direito jd instituido, firmado
e gozado pela monarchia portiigoera; direi-
to igualmenta estabelecido em otrtros paizes
onie a religiao catholics, apostolica, roma-
na, timbem tem os seas pnvilegios ; direi-
to udcossdrto para evilannos as lutas por
que estamos passando. Mas foi este direi-
to que se quiz descoohecer I E, em Dome
da religido catholica, ap >stolica, romana,
quesd tain forg.a privilegiada pela constitui-
gdo, .qiiz desobedecer-se i propria consti-
tuigdo 1
Sea abalarem.iseinfelizmente se chegas-
se ao apuro da incompatibilida ie dos dous
poderes, deveria perecer a soberania nacio-
ual ? C'eio que nenhum dos Srs d-puta-
dos me respon lerd affirmativamente.
Senhores, eu penso que a questdo nao
foi mal encaminoada pelo governo imperial.
Na missdo enviada d Roma, ndo houve
quebra de principio algum da soberania
nacional.
0 goveruo mandou somente solciitar
alii o apoio moral, a influencia santa, que
podia por termo aos excess s dos bispos no
Brasil. Praza a Deus que isto ndo continue,
e eu espero que ndo continuard.
Agora devo dizer & camara que as ulti-
mas no.icias, que do Roma me foram trans-
mits] as a esse respeito, sdo que o santo pa-
dre, muito magoado com a prisdo e con-
demuagao dos bispos, havia subraettido a
uma comraissuo de cardeaes o exame desta
questao. Ainda nao nus disserara o seu
pensamento, mas eu espero que elle ha de
ser filho dos sentimentos paternaes do chefe
da igreja.
Ndo soi se me resta ainda alguma explica-
gdo a dar ; se fdr precisa, prestal a-hei
promptameute d camara dos Srs. depu-
tados.
Vozes :Muito bem, rauito bem.
Nota do cardeal Antonelli. A' legacdo do
Brasil junto a santa si.
TradoCfio.Em 30 de margo de 1874.
V. Exc, ndo ignora qua em outubro ul-
timo veio d Roma o Sr. bardo de Penelo,
mandado em missao especial pelo governo
de S. M. o imperador do Brasil, afim de
dir d santa so os esclarecimentos necessa-
rios sobre os factos relativos ao doploravel
conflicto suscitado entra o bispo de Per-
nambuco e o governo imperial, e invocar
ao mesmo tempo a suprema autoridade do
santo padre para fazel-o cessar.
Tendo o Sr. bardo, em 29 do dito mez,
dirigido um memorandum a respeito do
altudido conflicto ao abaixo assignado, car-
deal secretario de estado, este examinou-o
maduramente e mediante autorisagdo de
sua santidade o respondeu por nota de 18
dedezembro 1873, na qual declarou quec
santo padre estava disposto a tomar as pro-
vilencias, que em sua alta sabedoria e pa-
ternal benevolencia para com os catholicos
brasileiros, julgasse opportunas no intuito
do pdr termo dquelle lamentavel conflicto.
AccYescentou, porem, que o santo padre
esperava que o governo imperial concor-
resse por sua parte para remover todos os
obstaculos que podessem oppor-se ao resta-
belecimento da desejada concordia, coadju-
vaudo deste modo as benignas disposigoes
da santa se.
0 Sr. bardo de Penedo assegurou ao a-
baixo assignado que o seu governo nao to-
rnaria medida alguma desagradavel contra.o
bispo de Pernambuco; e era muito natural
que assim acontecesse, achando-se penden-
tes as negociagoes entre a santa se* e o go-
verno imperial.
V. Exc. pode, portanto, imaginar a dolo-
rosa sorpreza que causou ao santo padre a
noticia de que, ndo obstante as asssveragoes
do Sr. barao de Penedo, e quando sua san-
tidade manifestava disposigoes benignas, (ora
o bispo de Pernambuco preso em seu pala-
cio episcopal, no dia 2 de Janeiro ultimo,
e transportado em um vapor de guerra para
o arsenal do raariuha do Rio de Janeiro,
alii conservado em custodia, e, segundo no-
ticiam os jornaes, condemnado pelo supre-
mo tribunal de justiga a quatro annos de
prisdo. Este facto, bastante desagradavel
em si, o e tambem pela violagao da immu-
ni lade ecclesiastica, e nao podo deixar de
prejudicar as disposigoes manifestadas por
sua sauti lade, tornando, pela mudanga das
cinumstaacias, rauito mais diflicil ocumpri-
manto dessas diposigoes.
0 cardeal abaixo assignado, em virtude
de ordens que recebeu do santo padre, cum-
pre o dever de apresentar a V. Exc recla-
raagoes e protestos contra tao inexperado
acontecimento, pedindo que os leve ao co-
nhecimento do sau governo; e ousa espe-
rar que esteos toraard na devida conside-
racdo e fard cessar um estado de cousas tao
contrario aos sentimentos expressados pelo
Sr. bardo de Penedo, enviado especial de
S. M. o imperador do Brasil.
0 abaixo assignado aproveita tambem
esta opportunidade para renovar a V. Exc.
os sentimentos desua distincta considera-
gao.Ao Sr. ministro do Brasil junto d
santa se.0 cardeal, G. Antonelli.
Extractodo officio da Ugacao imperial jun-
to a santa se"
Legagao do Brasil junto d santa se. Ro-
ma, 31 de margo de 187i.Secgao central.
Reservado n. 6. Illm. e Exm. Sr. Tor-
nando a fallar-lhe nas conferoncias do tre-
cho do despacho da V. Exc. em que dizia
que o bispo ndo tinha ainda dado execugdo
d carta que lhe foi escripta por ordem de
sua santidade; respondeu-me sua emi-
nencia, que provinha talvez isso por a-
char-se o prelado preso, e com o animo
preoccupado; mas soube, como m'o havia
jd dito, que a carta lhe foi logo entregue
pelo internuncio, ao qual declarou o bispo
que ia dar cumprimento ds determinagoes
do suranio pontitice.Bardo de Alhandra.
Extracto do officio da legacdo imperial
junto d santa s6.
Legagao do Brasil juntj d santa se*. Ro-
ma, 15 de abril de 1874.Reservado n.
10. Illm. e Exm. Sr.Sua emineucia, a
quo.n logo procurei para dar conhecimento
do despacho de V. Exc, disse-me que o bis-
po de Olinda promettera ao internuncio a-
postolico, quando lhe entregou a carta es-
cripta de ordem de sua santidade, obeie-
cct, apezar de se achar preso, ds ordens ro-
cebidas no que delle depender (como cora-
muniquei a V. Exc em ollicio reservado
sob n. 5); continuando, notou-me o cardeal,
se o prelado, porem, ndo poude cumprir
a decisio da santa se*, foi, como era de
prever, por ter sido condemnado, e conse-
quentemente por achar-se privado de sua
liberdade.
Assim, pois, compljcando-se o conflicto
religioso. sua santidade oommetteu a uma
com'missSo de cardeaes para estudarem esta
nova phase da grave questdo que deu lugar
ao processo, prisdo o crademnagdo do bispo
de Pernambuco. Bardo de Alhandra.
( Conlinwr se-ha)
YP. ^Pt^A'"" --?V.\ rUQHB-DB CAX-a


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