Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17970


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Full Text




AAKO L. AUMERO 133
PAR % A CAPITAL E LIGlREi 0\DE NlO SE PAGA PORTE
#or tres mezcs adiantados. .... cnn
tfor seis ditos idem...... .........,Se!!
forum anno idem. .' | .' .*.....*ggj
Oda numero avulso.....!!!. I !.!'*! i j^
SABBADO 13 DE JUNHO DE 1874
PARA DEM BO E FORA DA PROV1MCIA.
For tres meres adiaoudoa........... M7S0
Por seis dito. idem................| 1W^0
Por nove ditos idem................. 80250
Por am anno idem.............*.'.".*." .* 87*000

PHOPRIEDADE 0E MANOEL FICUEIROA DE FARJA A FILHOS.
ar..Ger^oAntonioAlTe.dFUhos,noPari;6on5*lTe.dPi0to. no Maxanhio; Joaquim Jose de OliyeiradFilho, do Ceari; Antonio de Le^, & no Aracat* JnJ, M ri. Jnlin rw
^ Autonioterreira de Ajuiar, em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das Alagou, Aires d C..na Bahia, e Leite, Cerqoinho d C. no Rio Janeiro-
PARTE OFFICIAL.
Ministerio dos negocios estran-
freiro*.
QUESTAO KELIG10SA.
NOTAS TROCADAS SOBRK A PRISAO DO BISPO DE
OLINDA.
iYota da nunciatwa apottolica ao governo im-
perial.
Nuneiatara apostolica, Peiropolis, J2 de feve-
reiro de lS7i Todas as folhas da capital, sem
excluir o Diario official, estao clieias da noticia.
iatsiramente extraordiinria. do comparecimento
repetido e humilhaute de am prelado da santa
igreja, monsenhor Frei Vital Maria Goncalvos de
Oliveira, bispo de Pernarabuio, perante o supre-
mo tribunal de justiga, na qualidade de reo. com
nunifesta violagao da immunidade ecclesiastica ;
e todas as folhas igualmente referem o gravissimo
acontecimento, ate hoje deseonhecido neste raui
religioso Imperio, da condemnacao de um succes
sor dos apostolos a pena de prisao ccm trabalho
por 4 annos. Os mesmos periodieos, pois, confor-
ms as suas .ideas religiosas e politicas, fa2em seas
commentaries assas extensos e Ihes accresceatain
uas a esperanca e outros o temor de verem re-
n i'-ad.> este triste espectaculo na peasoa do Sr.
bt?po do Para.
0 abaixo assignado, looge da discutir esta as-
sa* peno3a e desgragada questao, sobre a qual
appareceram por todos os lados e eui todos os
sentidos razoes raui valiosas e doutas para eluci-
di-la, liinilase em rjuerer conservar salvos e ille-
soj os iraprescriptiveis direitos da igreja e da Santa
Se, e particularmente os da violada immunidade
ecclesiastica.
A igreja de Jesus Chrislo e sempre mai amorosa
para comos seus Mhos e sempre esta prompta a
estreitar denovo era seus bracjs aos extraviados,
mediante o perdio, mas nao se* descuida de olbar
para a justica como o seu primeiro dever. Por isso
nao quiz que os bispos ficassem impunes quando
poreffeito da fraqueza humana, se tornassem real-
m.rate culpados, e reconheceu a nece submette-los a um tribunal de muito maWalta ca-
thegoria ecclesiastica, em que o seu sagrado carac-
ter nao ficasse exposto ao ludibrio, ao desprezo e
ao aviltamento. Interessa islo altamente nao so a
sociedade religiosa, ma? tambem a civil, vista que,
aviltado e desmoralisado o poder da autoridade
ecclesiastica, nao deixa-a o outro de experimenter
lodo odarano.
A igreja, pois, desde os tempos mais remolos
d?elarou 03 bispos isentos de toda a jurisdiceao dos
tribunaes leigos, e o concilio ecumenico de Trento
rompletoa esta disposic4o, designando como juiz
doi bispos nos tleiictos gracissimos ao chefe su-
premo da igreja, devendo a sentenca, nos cases
7 hew ou menores, ser proferida por outros bis-
pos reunidos em concilio provincial. Esta medida
d? concilio tridentino, salular em si foi, ao bem
CoraprebendiJa c apreciada por todos quanto que-
rem que ao amor da nossa santa religiao se junte
a felicidadedi patria, que houve a consolac^o de
ser ella adoptada por quasi todas as nacSes |ca-
tholicas.
Merecem lugar distincto e os maiore louvo-
re? os raonarchas lusitanos que ldoptaram e a
ubjervaram sempre como lei e a transmittiram
intacta a esse rico ao Imperio reiuperar elle glo
riosamunte a sua independencia. Provam isto
da aianeira mais convincente as rauiias sappli-
cas dirigidas espeeialmeote por Suas MagestaJes
Felippe II e D. Jose I aos summos pontiflces Gre
gorio XIII e Cle.nente XIII, peiinlo isenfSes
evpeciaes que Ihes foram concedidas em relacao" a
resputada lei da immunidade ecclesiastica.
s estea exemplos, tao lu.-ninosos e repetidos,
por eqnivoso, ereio ea, ou por outros motivos,
i renovaram n-sta tSo grave emergencia dos
Exms. e Rvras. bispis de Olinda c do Para, foi
porque nio houve o cuidado doeonsaliar u. con-
cilifl L-curneni:o tridentino, guia eerto e segnro,
. I | iando-se om s^u lu^ar, p-ir nao nienor equi-
\ a dispoaicao da lei n. 603 de 12 de agosto de
4ii."i, que, nao obstante, declara os bispos isentos
tuts causas pur:iintnc espinluacs. E ao passo
que todos reconhecem ser justo que os milita es
iei.::rim por juiz um conselho de guerra e os
altos magistrados a mais elevada ruagislrntura,
bispos sao privados de um direito de tantos
>eculos.
Oe raodo que se perraittio que o prelado de
I'crnarnbuso fosse responsabilisado por crime inaf-
finrnnl pelo supremo tribunal de justica, que
viesse preso desua diocese a esta capital para as-
sistir duas vezes no banco dos reos assessoes e
ouvir a irrevogavel sentenca de i annos de prisao
com trabalho que os jornaos refere.n c todos in-
distinctamente leram com sjbresalto. Igaal sorto
espera dentro de poucj tempo ao distincto bis-
po do Para, cajo processo ja se acha em anda-
roeoto.
Km presenca destes factos dolorosissitros e da
manifests viola^io da immunidade ecclesiastica,
V. Exc. comprehendera que o abaixo assignado,
pela eslricta obrigacSo do sou cargo, e como repre-
*entante da Santa Se" junto a esta imperial c6rte,
se acha na absoluta necessidade de protestar,
c mo de facto formalmente protesta, contra toda e
quiKjuer violacio_dos direitos e lets da igreja, pra
ttcada nesta questao dos bispos, especial mente em
prc-jaizo da immunidade ecclesiastica e de todas as
suas eonsequencias successivas, para que sempre
e era todo tempo fiquem salvos, intactos, intregros
o illesos os iraprescriptiveis direitos da igreja e da
Santa Se.
0 abaixo assignado tern a honra de reiterar a
V. I'xc.os protestos da sua mais perfeita e obse
qu;osa estima e da saa alta consideracio. A' S.
EXC. o Sr. visconde de Caravellas. -D. Sangaigni,
internuncio apostolico.
Not* do cardeal secret nth de estado a legacao im-
perial junto a Santa Se.
Eui 30 de rnarjo de I87i.-V. Exc. nao igoora
que em outuliro ultimo veio a Roma o Sr. Barao
de Penedo, maadado em missao especial pelo go
erno- 4e-S-. M: dar a Santa Se os esclarecimeutos necessarios so-
bre os factos relativos ao deploravel conflicto so-
citado eutre o bispo de Pernambuco e o governo
imperial, e invoear ao mesir.o tempo a suprema
aut.iridade ao santo padre para faze-lo cessar,
Tendu o Sr. barao, em 29 do dito mez, dirigido
um memorandum a respeito do alludido conflicto
ao abaixo assignado. cardeal seeretario de estado,
e.te examinoa-o maduramejte e mediante auto
risacaode sua santid.ide, o respendeu por nota de
18 de dezeinbro de 1873, na qual declarou que o
santo padre e.-tava disposto a tomar as providen-
cias que, en sua alta sabedoria e paternal bene-
vclencla para am os catnolicos bra.-ileiros, jul-
gasse opportuuas no intuito da por terrao aquelle
lamentavel contticto. Accrescentoa, porera, que
o santo paire esperava que o governo imperial
cencorresse pir sui parte para remover todos os
obstaculos que podessem opporse ao estabeleci-
raonto da desejada concordia, coadjavando deste
inodfl as beuignas disposijoes da Santa Se.
0 Sr. Barao do Penedo assegurou ao abaixo as-
signado que o seu governo nao tomaria medida
alguma desagradavel contra o bispo de Pernam-
buco ; e era muito natural que assitn aconte-
cesse, achando-se pendeutes as negociacoes entre
a Santa Se e i governo imperial.
V. Exc. pode, portaoto, imaginar a dolorosa sor-
preza que causou ao santo padre a noticia de aue,
nao obstante as asseverates do Sr. Barao do "Pe-
nedo, e quando sua santidade manifeslava dispo-
sicoes benignas, fora o bispo de Pernambuco preso
era seu palacio episcopal, no dia 2 de Janeiro ulti-
mo e transportado em um vapor de guerra para
o arsenal de marinha do Rio de Janeiro, ahi con-
servado em custodia, e, segundo noticiam os jor-
naos, condemnado pelo supremo tribunal de jus
tica a quatro annos de prisao.' Este facto, bas
tante desagradavel era si, o e tambem pela viola-
cao da immunidade ecclesiastica, e nao pode dol-
lar de prejudicar as disposicoes manifestadas por
sua santidade, tornando, Mh mudanca das cir-
cumstancia<, muito mais nifJlcil
dessas disposiVi5es ^Rv-
0 cardeal abaixo assignado, era virtude de or-
deus que recebeu do santo padra, cumpre o de-
ver de apresentar a V. Exc. redamaeoes e pro-
test) contra tao inesperad) acontecimento, pedin-
do-lhc q;e os leve ao coobecimento do seu gover-
no ; e ousa esperar que este os tomara na devida
consideracao e fara cessar um estado de cousas tao
contrario aos sentiraentos expressados pelo Sr. Ba-
raode P.'ned), enviado especial de S. M. o Impe-
rador do Brasil.
0 abaixo assignado aproveita tambem esta op-
portunidade para rcnovar a V. Exc. os sentimen-
tis da sua distineta consideracao. -Ao Sr. minis
tro do Brasil junto a Santa Se.0 cardeal G. An
tonelli.
o cumpnniento
lacio, acompanbado do seu irmao Levino, e um
iudividuo de nome Cornelio, parlio no dia 4 do
correnle, para a villa de Iguarassd, onde corabi-
narain ura novo rapto para a noite de 7 deste
mez, xjttfoBe c*fe9sea o mesme- Clacon, como
vera-V. Exc. do seu interrogatorio.
Para execatarera o piano combinado, foram
aliciadas diversas p*ssoas desta cidade, conheci-
da3 como desordeiras, as quaes o dito alferes for-
neceu annas e cavallos possantes.
Esses desordeiros seguiram para o sea destino
as 3 horas da madrugada de doraingo, e occul-
tanJo-se nas raattas do engenho dAgua durante o
dia, apresentaram-se somente a noite, para prati
carem as barbaras scenas descriptas acima.
Logo que tive conhecimento de taes factos cri-
miuosos, pelo offkio do respectivo delegado e car-
tas juutas por copia, resolvi seguir para Igua-
rassd, afim de proceder ao inquerito policial e
mais deligencias legaes; porem, sabendo que o
maudante do crime e a maior parte de seas sutores
se achavam n'esta cidade, enteadi, que era mais
conveniente proceder aqui a alguus autos de per-
guntas, afim de ficarem mais esclaretidas as cir-
cumstancias do crime ; e por osse raotivo tomei a
deliberacao de nio partir.
Pouco depois dessa minha ultima resolucao, re-
cebi o offlcio, junto em original, do Dr. juiz de di-
reito d'aquella comarca, e em virtude da requisi-
cao que me foi feita, mandei capturar o alferes
Chacon, que se acha recolhido a Fortaleza do
Brum, desde o dia 9 do corrente.
Tenho procedido a diversos interrogatorioi que
vou remetter hoje era original ao juizo da culpa,
e cujas copias envio a V. Exc. para que raelhor
lenha conhecimento do modo porque foi planejado
aquelle crime.
Resta-me, finalmante' pedir a V. Exc. que faca
deraorar era Iguara-sd o destamento de 10 pracas
de linha que para alii seguiram, ate que sejam
concluidas todas as deligencias.
Deus guarde a V. Exc Illm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lucena, presi-
deute da provincia. 0 chefe de policia, Antonio
Francisco Correia de Araujo.
Joaquim Candido dos Santos. Sim, nao ha-
veodo inconveniente
Joao Alves de Souza. loforrae o Sr. Dr. che-
fe. de poliaa.. ,m^
Januaria Maria.da Conceicao. Informs o Sr
inspector d> arsenal de marinha.
Jose Pereira Monteiro Pessoa. Ao director da
instruecao publica para deferir, coratanto que o
supplitante use da iijen.M de modo que nio pre-
judiqui as horas do exercicio do sea eenprego
Mana Theodora da Costa Alves Ferreira. -In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Pedro Gancaives da Rocha. Informe o Sr re-
gedor to gyranasio provincial.
Walftedo Swans m. Declare o sapplicante o
preco pilo qual pode dar a passagem.
chia ,i-i
Ha, pois, uma vibora no fundo da opposicao. 'ETm n^"9 aoS,SO pcqueno exereito
Ha. Mas eUa dnma-se a arabicao do poder. R* tome nm jineteo exemplar, qne era caso de
'--iBe emergencia facilite a orgamsacao de qualquer for-
III f auxillar, qne assim encontra uma perfeita esco-
la para modelo.
INTERIOR.
Nota da legacao imperial junto a Santa Se ao
cardeal seeretario de estado.
Roma, 1 de abril do 187i.0 abaixo assignado,
ministro residente do Brasil junto a Santa Se, tern
a honra de acousar o recebimento da nota de sua
euiinencia Rvma. o Sr. cardeal Antonelli, seere-
tario de estado de sua santidade, datida de 30
do mez passado erebtiva a raissao especial doSr.
Barao de Penedo e a prisao do bispo de Pernam-
buco.
0 abaixo assignado curaprira o dever de trans-
mittir ao seu governo a referida nota, conforme os
descjos manifestados por sua emiuencia Rvraa., e
aproveita esta occasiao para reiterar-lho a segu-
ranca de sua alta e respeitosa consideracao. A
sua eminentia Rvma. o Sr. cardeal U. Antonelli.
Barao de Alhandra.
Nota do governo imperial a nuncialura apos-
tolica.
Hio de Janeiro. Ministerio dos negocios es-
trangeiros, 1 de marco de 1874Recebi a 24 do
ii. ". proximo passado a nota que a 22 servio se
d sir-mo S. Exc. monsenhor D. Sanguigni, in-
terauncio apostolico e enviado extraordinario pon-
ti.i-io.
N sta nota trata S. Exc. do julgamento do Rvm.
bispo de Olinla, allude ao processo instaurado
contra o do Para, e, depois de declarar que o tri-
biiBai civil e inctmpetente, conclue protestando
contra qualquer violacao dos direitos e leis da
igrsj i, praticada nesta questao, especialmento era
prejaizo da immunidade ecclesiastica.
Os proprios termos essenciaes do protesto in
dicam qual pode e deve ser a resposta do governo
imperiil. Formnlo-a em ponca* palavra, nio
porquo sfja uilllc'i su-tentar o que s Ksc. neg,
mas porque na> 3uillo que so pode ser discatido p'.'r que tenham o
ireito de faze-lo.
0 tribunal que julgou o Rvm. bispo de Olin-
da e qne ha de julgar o do Para e o supremo
tribunal de justica do Imperio, por nossas leis
competente, e esta coropetencia nao depende do
juizo de nen'.iuma autoridade estrangeira. seja ella
qaal for.
0 protesto do Sr. internuncio apostolico, per-
mitta S. Exc. que o diga, e, portaoto, imperti-
nente e nnllo, e, como tal nao pode prodazir effeito
alsam.
Tenho a honra de reiterar a S. Exe., monsenhor
Dom D. Sanguigni, as segu ancas da minha alta
consideracao.A' S. Exc. monsenhor Dom D. San-
S'Uigni.Visconde de Caravellas.
Governo la proviucia.
Seccao | n. 717. Secretana da policia de Per
nambuco, 11 de junho de 1874.-Illm. e Exm. Sr.
Apezar de nao teiera chegado sinda a esta repar-
ticio inforraacoe* completas aeerea dos lamenta-
veis aconte :imentos que tiverani lugar no engenho
d'Agua da comarca de Iguarassti, apresso-me era
coiimunicar a V. Exc. as aue ja foram obtidas,
aguardando occasiao opportuna para dar esclare-
cimentos mais minuciosos. Ate a presente data
consta o seguint :
Em a niite de 7 do corrente, por volta de 8 bo-
ras, um grupo de 9 on Hi pessoas a cavallo e bem
armadas assaltou aquelle engenho para o fun de
raptar uma filba do fallecido major Marcelino Jose
Lopes, a qua! por conveniencias de familia, tinha
ido desta cidade passar alii algum te cpo.
Cheg ndo a porta da casa de vivenda apearam-
se todos os cavalheiros, e enlrando dispararam al-
guns tiros de rewolver, dizendo ao raesmo tempo
que a raofa sahisse, que tinhara vindo busca-la ; e
que a levarlam ou por bem on por forca.
As pessoas de ca?a apanhadas de sorpreza, e
aterrorisadas por esse ataque tiio descommunal,
raal tiveram tempo de occultar-se no interior da
casa, e pedir soccorro aos escravos da fabrica e
moradores mais proximo?.
Uma filha de D. Hermina Poppe Carneiro da Cu-
nha, senhora do dito engenho e viuva do Dr. Fran-
eisco Joao Carneiro da Cunha, nao podendo^fugir,
ficou entre os assaltantes que levando-a de rojo a
ama parede assestaram-lhe rewolvers engatilhados
sobre o peito, e a-neaeavam mata la, se a. moca
em questao nao Ihes fosse entregue sem demora.
Esta vain Dessa luta indescriptive! quaulo um ir-
mao da moca, um filho de D. Hermina t> algum
escravos vieram em snecrro da qua-i infe'.iz viciima,
que esta ainJa com o corpo cheio de contus5es.
N'essa occasiao, travou-se uma renhida luta a re
wolver e faca de ponta ; luta que durou i^ouco
mais ou inenos ama hora, e cujos tristes resulta-
dos foram duas mortes e cre=cido numero de feri
mentos.
Ja foram eocontrados entre assaltantes e assal-
tados seis pes-oas feridas, sendo cinco gravemente,
mas e de crer que haja maior numero ; por qaan
to ainda nao appareceraai todas que tomaram
parte em tao barbara luta.
Foi causador desse grave atlentado o alferes Jo-
se Henrique de Hollanda Chacon, que pretenden-
do casar-se com uaia filha da viuva de Marcelino
Jose Lopes, 3 achando oopo icao por parte dos pa
rentes desta, nao tem pbupado esforgos de toda a
nalureza para conseguir a realisacae de seus de-
sejos.
V. Exc. deve saber que ainda uao ha 3 mezes 0
mesmo Chacon raptou essa moca da casa de sua mie,
da freguezia do Poco da Panella, e a depositou em
cai do Dr. Olvmpio Marqpps da Silva. d'onde foi
iraosfehda pars a de Franaseo de Len >- Duarti
e n'.-.!:. para a d.; Barao do Livrainento, por otle;n
do Dr. juiz de orpliaur, a quem se impstrou a li-
cenca aecessaria para qu* podesse ellectuar se 0
ca^amento.
Aquelle magistrado, proeochidas as formalida-
des prescriptas por lei, deu 0 seu consentimenlo,
mas recorrendo a dita viuva para 0 superior tri-
bunal da relacao, foi reformado 0 despacno do Dr.
juiz de orphaos, 0 por esta razao' volton a moca
para a casa de sua mai.
Esta, receiando qua se des3e outro rapto, man-
doa condnzila por um irmao para 0 refsrido en-
genho d'Agua, persaidila de que alii estava e''ia
em maior s- guranca.
-\5stm, porem, nao aconteceu : 0 alf-^fe3 r;ha.
-con, era vez de desistir do proposito Cm'que esta-
] va: e sn;eitar-?e ao que decidio r 1jibunal da re.
Delegacia de policia do termo de Igaarassii, 8
de Junho de 1874.-Illm. Sr. Communico a V.
S. que censtando me ha pcuco que um grupo de
homens armados, comraandados por am rapaz
cognominado Chacon, quo mora nessa cidade,
ha via accomraettido hontera, as 10 horas da noite,
a casa de D. Hermina Carneiro da Cunha, senhora
do engenho d'Agua, deste termo, para delta tirar
a forca uma filha do linado Mareblino Jose Lopes,
cujo grupo sendo repellido pelo filho e escravos
da dita D. Hermina, honvcram nesse conflicto
mortes e ferlmcntos nos as-altantes e assaltados;
parti do engenho de minha residencia para esta
villa, onde ja prendi a tres dos que fizeram parte
do grupo assaitante, doas dos quaes vieranr fm-
dos 0 dopoia do os intcrrogar iigei araente, sigo
para o engenho d'Agua, com alguma das pracas
que guarneeiam a cadeia. qile por isso fica com
pouca seguram;a.
Se V. S., portanlo, me poder mandar apresentar
hoje mesmo algumas pracas do corpo de policia,
sera muito 0 muito conveniente.
Devo aqui declarar a V. S. que 0 Dr. juiz de
direito da comarca assistio com 0 Dr. promoter
publico da mesma, ao interrogatorio que acabo
de fazer aos tres individuos que prendi, e appro-
varara as providencias que tomei para 0 fim de
realisar acaptura dos mais delinquetes.
Logo que voltar do engenho dAgua, para onde
parto ja, farei nova participacao a v. s.
Deus guarde a V. S. Illm. Sr. Dr. Antonio
Francisco Correia de Araujo, dignissimo chefe de
policia da provincia. Francisco Joiquim Caval-
cante Galvao.
Illm. Sr. Dr. chefe de policia. -Participo a V. S.
que 0 Dr. juiz de direito desta comarca botou da
villa para tora 0 carro quo conduzia os Srs. Fran-
celino Chacon e 0 porteiro di assembiea, os quaos
nao foram presos porque 0 juiz de direito nao
pensou em semelhante ataque, e nio raandou uma
Forca para garantir minha casa, em virtude de
nao ter pracas sultlcientes na villa, porque tiran-
do asditas ficava a cadeia desamparada.
Sr. Dr. c' efe, isto foi ura caso que nun :a se deu
pelo menos nesta provincia; quasi assassinam
minha filha, com os rewolvers era ciraa della di-
zendo, que da moca,'queremos a moca.
0 mais audaz foi ura tal Coruelio, que quasi as-
sassina uma pobre mulher cura que tenho era mi-
nha companhia, assim tambem a menor, escrava,
um delles expreraeu minha filba sobre a parede,
que seria victima se nao a soccorre am dos meus
moradores, ora felizmente poderamafastar. deixan-
do tres dos meus escravos feridos.
Engenho d'Agua, 8 de junho de 1874.De V.
S. attenta veneradora e obrigada, Hermina Poppe
Carneiro da Cunha.
Illm. Sr. Dr. chefe de policia.Engenho d'Agua
da comarca de Iguarassd, 7 de junho de 1874, as
11 horas da noute.
Participo a V. S. que um grupo enorme de ho-
mens a cavallo atacaram ao meu engenho, entra-
ram oa minha casa, fazendo um grande fogo de
rewolvers, pistollas e arma branca, 0 fogo durou
1 hora ou mais, e era terrivel da parte de arabos os
lados,por{ue 03 meus moradores vieram-rae soccor-
rer, atd agora acham se cin 0 homens entre mor
tos e feridos, presumo que existem mais, que ain-
da nao se acharam bela noute estar muito escura,
alguus dos meus escravos estao feridos, e a minha
casa crivaia de balas ; tudo isto deu lugar por
causa de minha sobrinha, filha de D. Altina Poppe
da Silva Lopes, viuva do major Marcelino Jose Lo-
pes, que, como V. S. deve saber, foi raptada por
Jose Chacon, seguindo um pleito no foro do Reci-
fe, ate que minha irma, por um aggravo, 0 supre-
mo tribunal da relagao deu provimento raandando
enlregar a filha a sua mai, assim que ella foi pa-
ra a casa, minha irma, com algum temor pedio-
me que a tivesse no engenho, annui e veio, e hoje
meu engenho foi atacado para a tirarem, a pezar
do provimento do meretissimo tribunal.
Este grupo veio commandado por um tal Corne-
lio, criado do procurador de causa< Francelino
Chacon, e 0 ataque so pode partir desta familia
e de seus palronos, afim de casar a moga a forca.
Senhor 0 ataque foi tenivel, os meus filhos nao
ficaram mortos por Deus os livrar, bem como um
dos filhos do fallecido major Marcelino Jose Lo-
pes, que sendo 0 primeiro qne foi a porta, 0 Cor
nelio deitou-lhe 0 rewolver, falhoa, ahi princi-
piou o ataqae, invadindo todos os quartos pro-
curando a moca, e minha filha, senhor, calcada
no chio ;om a faca nos peitos para dar conta de
saa prima foi horrivel. peco providencias e ga-
raiiii'.-. p,vm u 1,a forca qua gar.tnt* a minha fa-
nviiaea minha rwnrteOado e (Ainbeai peett ;n-
rantiaspara minha ivtna, que esta no Anaial, nao
sei ainda se encontrarei ura medico por ca. para
ver os feridos, em fim V. S. ordene como entendr.
Peco garantias. Sou. de V. S. criada e obrigada.
-Hermina Poppa da Silva Carneiro da Cu-
nha.
Biod*
Janeiro, 'I
1894.
de jiifQlo de
DBSPACHOS DA PRESIDEN'CIA, DO DIA 11 DE JUNHO DE.
1874.
Antonio Floriaoo de Mello. Opportunamente
*era satisfeito o qne pede o supplic*aie.
Anna Francisca Cavalcante de Albuquerque.
Deferldo com offlcio desta data, dirigido a thesou-
raria de fazenda.
a s i t v a g a o.
A dissidmcia couservadora quebrou alinal o si-
leocio que.por tanto tempo, giardara na impren-
sa. Nao ten outra procedencia o artigo qua se
fez hoje circular pelo Jornal do Commercio.
Tail o tal artigo cinco divisoes, o que qaer di-
zer cinct pequeaiaos artigo* encabecados pela mes-
ma rubrba.
Acompinhemos uma a uma as taes divisoes ou
artigos.
I
Nesta p*imeira divisao diz-se que o gabineto
conta em an seio algans homens de caracter ele-
vado, de illtstracao consummada e de bons senti-
mentos parldarios. Por isto raesmo nio compre-
heode o artguista como homens taes se obstioam
em manter o poder.
E nio o conprehende porque, nao dispondo o
gabraete de e^mentos eonstilucionaes para resistir
a opposigao qte o corabate, nao p6de a supposta
ense resolver-te seuao por um destes dous meios :
a dissolacao)u a ascensao dos liberaes.
Ve-se qae o ?scriptor, procodendo de falsa pre-
imssa, chega a falsissimas conclusoes, tomaadose
de terror perane imaginarios perigos.
A hypothosede qae o artiguista deriva o seu
raciocinio, peca por sua base.
E' que o gabnete nao tem uma tal maioria que
o babilite a governar desimpedidamente, e tanto
quanto em nosso syjteraa pode ser exigido para a
vida regular de cm governo ?
Eis-ahi am pr blema que dentro em pouco pode
estar resolvi .'o. A votacio da rosposta ao discur-
so da cor6a no-.b vira mostrar de maneira a apar-
tar todas as du.-i las.
Dir se-uosba que essa maioria nao (' tao numo
nv comn ^i nao durap'0 prestou zpiio ao gabinete?
wbvimos.
Sas toda vez que a maioria e bastanteraente
nunerosa para resistir as iovestidas da opposicao,
o giverno nac poderia desertar o seu posto sem
tralir a confianca com quo tem sido mantido.
(aal 6 o principio em nome do qual pretendera
con-ervadores apear conservadores f A confhnpa
pesoal ? Mas, se ningu&m se pode instituir juiz
da :onfianc.i que um grupo mais ou menos nurae-
rosi presta ou recusa a am gabinete, ousada pre-
ten;a e a da illustre dissidencia tentando moldar
peli sua a vontade da maioria.
Eis-aqui, pois, os tennos da questao : Contra a
miioria que recu3a confianfa ao gabinete, eleva-se
a naioria que Ih'a concede.
|ue quer a dissidencia ? Conquistar o poder em
none de uma questao de pjssoas ?
Oas ella sentira que nao bast i destruir. No dia
emquelhe coubesse a vez de ser governo, levan
tarhia contra ella ura grande numero de noes
qne hoje a nao sustentam se nao em odio ao gabi-
nete.
One nio 6 outro o laco a appareular" uma
cotta cohesao na dissidencia, o proprio artiguista
o reconhece no seguinte period i em aue desenha
a nnceladas-de meslre o trabalho subterraneo da
illistre dissidencia:
< A opposigao multiplica os meios de ataque ;
rctrganisa-se por alliancas e por coalisoes, que
em tempos normaes se julgariam inconciliareis; a
lien dos odios impoe concessSes reciprocas, em
prijuizo dos principios ; alinal a idea de edificar
desipparece absolatamente ante a necessidade
inueriosa e horrivel para destruir pura e simples-
mente.
Sm ontra parte .iijterroga o artiguista : -Nao
relectem os ministraa que nao e util a nionarchia
e i nacio que os diversos grupos da opposigao se
ongrcguein por allianjas suspeitas ?
Nao se podia dizer raelhor o que >' a dissidencia.
Of que a combatera nao tinhara ainda dito que as
suas alliancas seriam inc raeiliaveis em tempos
ooriiiaes, que o odio Ihe impoz concessoes em pre-
juizo dos principios, ou que ella nutre alliancas
suspeitas. Encarregou-se de o dizer ura opposi-
cionista.
Mas e perante uma tal opposicao, qae so pelo
odio comtnura pode explicar as suas alliancas
suspeitas, que o gabinete deve ceder o poder por
amor a harmonia do partido conservador ?
0 odio Ma< e am sentimento este digno de pesar
na balanca politica ?
No fundo da opposicao, diz o artiguista, ha uma
vibora.
E ha I
Mas qual e esta vibora?
Deixeraos que o artiguista no-lo diga :
Quem. ha 10 annos, discutiria, sem receio de
si mesmo e sem apprehensoes paraolutiro da
patria, os liraites do direito monarchico ? Como
se explica nue, na actualidade, este direito soffre,
na tribuna e na imprensa, invectivas deploraveis,
sent a contestacao dos parlidos, sem a impugna-
cao dos raioistros, sem as reclamacoes de quem
quer que seja ? Se, ao principio, nada bavia de
hostil nas intencSes e nas esperancas, porque era
queixa on am si nples aviso, nao se pode occultar
hoje o qae ha de grave nessa tnese perigosa, todos
os dias discutida e posta em causa.
Qual e, porem, o perigo com qne se intents
apavorar-nos? Qae grande inconveniente 6 que se
dlscutam, n'uma tribuna livre e n'araa imprensa
livre, os limites do direito monarchico? Nio os
tem elle ?
Era ser discutido, em ser posto a toda sua.luz,
o principio monarchico nao pode soffrer. Elle so
tem a ganbar em que .os seus justos limites sejara
conheoidos.
Mas, fosse isto um perigo ou um grave perigo,
que parte de respousabilidade caberia ao gabi-
nete ?
, 0 quo fatia de =na parte a dissidencia por im-
pedir que a trihuaa ii a impwis* discutam os li-
mites (Jo direito monarchico? Era notno do nue
faculdades o iaria ?
Taes sao os artigos de accusacao invocados con-
tra o gabinete 7 de marcs. Elle 6 accusado, nao
pelo que faz, raas pelo quo outros fazem,
Tem havido excessos na tribun- 0tt excessos na
imprensa? Mas de que lado ja 'caraara procedeu,
nao ha ainda muitos >'
r
Praz ao governo, diz o artiguista, que seja cousa
notoria a illimitada confianca qae tem labido roe-
near. Nem e senao para melhor ostenta la qae
o ministerio 7 de marco desmantela partid s, anna
comphcagSes no Rio da Prata e provoca o conflicto
eotre a realeza e a igreja.
0 comoo governo desmantela partidos, e quaes
complicacies creou no Rio da Prata a sua politica
nao o quiz o artiguista indicar.
0 que deveria ser invecado em honra do gabi-
nete 7 de marco, isto e, a lealiade e flrraeza com
que tera sabido dirigir as relates do imperio com
os seus visinhoa de maneira a tranquillisar frivolos
terrores, e assim apontado como inetivo de con-
sura I
Dizer-se que o conflicto religioso foi provocado
pelo governo, 6 inverter a verdade dos factos com
uma audacia que nada iguala.
Por qae acto provocou o governo esse lunesto
conflicto?
Pois o governo e de qualquer modo responsa-
vel pelos verdadeiros e laraentaveis excessos da
autoridade ecclesiastica? Aconselhouos elle? Ha
algum acto seu que tenha deterrainado o episco-
pado a lancar-se ousado e imprudente no empre-
go de msdidas violentas e aggres ivas da orJem
civil?
Naoe sob o ponta de vista- dos ultramontanos
que o illustre artiguista se colbca, e nem por iito
Ihe parece menos digna de censuras a direccao
dada pelo governo ao conflicto religioso
Quaes sio, porem, os motivos da araargacritica ?
Resuiie-os assim o nosso intransigente conten-
dor:a violeocia dos meio3, e illegalidade das
providencias, o desazo das negociacoes.
Mas tjuantos tem acompanhado o curso da
3uestao religiosa, sabem compridaineute que, dan-
o provimento ao recurso interposto pelas victi-
mas da prepotencia episcopal, o governo imperial
nio o fez senao depois de ouvido o conselho de
estado e segundo o voto de conspicuos cidadaos
que nao podem ser suspeitdo3 de violarem as
leis, e reconhecerem entidada juridica a uma asso-
ciacio que a nao tinha.
Se houve violencia das leis peaaes na sentenca
inflingida ao Sr. bispo de O'inla, enlpado nao e o
governo, porem o mais augusto e veneravel tribu-
nal do paiz.
0 que fez o governo, provocando a intervencao
do poder judicial, qualquer outro farii. De outro
modo as leis nao seriam mais as nornns de ac-
jao impostas a todos os cidadaos, porem, meras
abstracts sem valor.
Onlo as rnedidas violentas f Onde as providen
cial ymMnaeao ioi -ih^ nm_ai
veniencus que a nraguem, que nisto ande de
con-
boa,
menos
fe e desapaixonadamente, podem parecer.
justificadas.
Concedimos que a missao Penedo nio tinha pro-
duzido resultado : que o cardeal Antonelli nao se
tenha dirigido ao Sr. D. Vital por uma carta em
que, de ordem de sua santidade, tenha sido estra-
nhado i procediinento do bispo de Olinda.
0 que e que se perdeu com essa missao r Qual
principio fkou por ella sacrificado ?
Desde que o diplomata brasileiro afflrmou so-
lemneraente nao ser licit) discutir os direitos da
soberania uaeional, corao aao o beneplacito e o re
curso a coroa, e eviden'.e que autoridade pontilicia
nio foi iovocada como a de um supremo arbitro
da questao religiosa.
Surprende a todos, diz o artiguista, a inercia de
todo; os bons conservadores, desses mesinos quo
em 1872 servirara de escudo ao gabinete. E in
terroga : onde se occultam elles ? Porque se nao
apresentara para assignalar- os perigos da silOfe*
cao ?
Por uma razio muito simples, respondemos :
Porque, dos bons conservadores que em 1872 pres-
taram ao gabinete o seu apoio, oenhura Ih'o recu-
sou ainda.
Elles nao se occultam ; estio hoje onde esti-
veram entao. Se nao se apresentara a assignalar
os perigos da situacao nio 'e senao porque a si-
tuacao uio corre perigos, ou, se os corre, nio foi
o gabinete 7 de marco a crea-los, mas uma oppo-
sicao implacavel que arma ao po .'er pelo poder.
Diz-se pir flra no tal artigo que, so o gabinete
reflectir, sentira que apezar de sua maioria a sua
vida nao econstitucional.
Porque ?
0 articuli-ta voltara sem duvida a explicar o
seu pensamento. Se o gabinete 7 de marco mere-
cendo a confianca da coroa como pelo facto de sua
conservacao no poder se revela, tem por si o
apoio de uma incontestavel maioria, reune evi
dentementa todas as condicdes de ura governo
constitutional.
A opposicao que Ihe e movida por algans con-
servadores em nome de uma questao puramente
peisoal, pode ser um embaraco, que nao e inven-
civel a marcha do governo, mas nao 6 certamente
uma razao que o obrigue a deixar o poder.
Reflicta nisto a opposicao, e ella, que con vida o
governo a reflectir, sentira o desseryico que esta
fazendo a situacao conservadora.
Pois n'uma luta pessoal em que -e ve de um la-
do a maioria e do outro a minoria, quando nio
sio ideas qae estao em jogo, e a maioria e nao a
minoria que cumpre ceder ? -
. (Socao).
u, aparte em que se ';4im dc s passeio do povo a-
falb :'' hnno'^^ da camara se no?
. Deoii-Udo da camara
,."a; -esde 1871, era poder pessoal ? De que lado
g disse, n'araa das Uimas sessOra, Hi Sa n?
Francisco Cavalcante de Lacerda. iDi,,^^,, Br2r U^ P0*" 1ue faz e desfM *rl,.do* -
"' E sio estes os homens que sahera boje a im-
1 prensa a fazer praea de dedicar^ao peia tnonar-
Joao Josi? Rpdrignes. 'tfdeferido.
ILEStTH 1
II de maio
RELATORIO DO MINISTERIO DA GUEllRA.
Acaba de ser publicado o relatorio que tem de
ser apresentado a assembiea geral legislativa pelo
ministro da guerra.
Compulsando este trabalho e verilicando todas
as informacSes que elle rainistra sobre cada uma
das divisoes que fazem parte da repartipao a cargo
do referido ministro, e justo reconhecer qae neste
ramo da nossa administracao alguma cousa se tern
feito no intuito de melhora as c-.ndicoes do exerci-
to e dos nossos recursos de defeza, necessidade
esta de ha muito reelamada. e que, comquanto nao
vejamos ja totalmenle sstisteita, enteoderaos que
muito devem concorrer para tal resultado os me-
lhoramentos que ja se teem posto em pratica.
Nao, e quanto a nos, a cifra elevada do efTectivo
de um exercito que permitte torna-lo um auxiKar
poderoso da ordem e da seguranca publica e o
principal sustentaculo da independent de ura es-
tado ; para qne elle assuma aSmportancia que a
sua missao diflicil requer, outras condicoes de mais
elevado alcaoce sio exigidas, e entre ellas liguram,
certamente, a instruecao do soldado, a-capacidide
dos offlciaes, a escolha adequada do pessoal, por
meio de u.na lei jnsta e eqaitativa, a regular or-
ganiiaclo das diversas armas qae com poem o con-
juncto ] sui forQa, e finalmente o estudo do ma-
terial que tem do servir para seu armamento e
para outros recursos de doteza, de accordo com os
melhoraraentos que aexperiencia tivir doraonstra
do, offere:era vantagem na escolha.
Alguns destes parliculares,- vemos nos, qae fo-
ram tornados em consideracao, pelas reformas que
se acham adoptadas no relatorio.
No intuito de melhorar a organisacao do exerci-
to, diz o ministro que tres ponto3 important""^ n
'"" '^"ladosemconsil^",""" "''; ^"erno "a mi
truccao miliiar, 0 provimento de bracob para <
exercito, e a escolha de armamento ap3rfei P primeiro destes poatos q^uwjto -
Nos ja sabemos, seaao pela expenencia, pelo
menos pelo escrupulo, quanto o militar instruido
leva vantagem na campanha, e mesmo no desera-
penho de seas deveres era tempo de paz ao mili-
tar illetrado, superioridade qae o primeiro encon-
tra no conhecimento que possue dos encargos e
attnbuicoes da sua missao.
A fundacio das escolas regimentaes e a organi-
sacao dos cursos das varias armas s5o, portanto? me-
Ihoramentos que achamos suramamente aprovei-
taveis para este fim, e acreditamos nas vantagens
que o relatorio diz jase terem colhido destas ins-
titnicoes. ,
E' no entanto indubitavel que alguma cousa ain-
da resta para fazer, e, sera termos a pretencao de
querer apontar o caminho a segair em uma ques-
tao de tanto alcance, lembraremo3 que a instrue-
cao pratica do exercito reclama tambem assiduo
estudo, assim como a fundacao de bibliothecas re-
gimentaes que, alera de aperfeigoarem a instrue-
cao do soldado, Ihe proporcionam ua passa-tempo
proveito-o durante as horas de descanco que a vi-
da militar ofTarece, em tempo de paz.
Quanto aos meios aconselhados para provimen-
to do pessoal, comquanto reconhecamos improficuo
e mesmovexatorio o actual systema de recrnta-
mento, nao deixamos de prever que qualquer mo-
dificacao para o reformar cxige estudo demorado,
porque o exempl-i de outras nacSes nio pode ser
tornado em absoluto, sera attender a certas eondi-
coes inherentes ao paiz,; se o systema em vigor
torna dilBcil a aeqoisicao do pessoal necessario e
obvio que qualqaer reforraa qae se preteuda rea-
lisar, possa veneer estas dilliculdades, evitando os
vexames, que para honra do imperio todos deseja-
raos ver terminados, mas sio Rrande3 os obstaca-
los que tera de encontrar neste vasto e pouco po-
voado paiz o systema projectado, para que se pos-
sa esperar de prompto remediar o mal sem preju-
dicar o fim principal que convemter primeiraraeu-
te em vista.
Acreditamos comtudo que a conviccao do minis-
tro ao aconselhar a escolha do systema que actual-
raente se discute no nosso prlamento e sincera, e
raioaveis sao os arguraentos adduzidos no seu re-
latorio ; espereraos, pois, visto que a questao se
acha pendente da decisao do senado. que ella siga
o seu tranze, e no caso de ser vetado o projecto,
que a experiencia se encarregue de demonlrar os
embaracos ou as vantagens que resultam da sna
execucao.
E' no terceiro ponto, isto e, no (|ue diz respeito
a escolha do armamento, e tambem no que se re-
fere a organisacio das diversas armas do exercito.
que o relatorio falla a favor _do_aj:tuaJ..mjnij|cg.
petentes em reconhecer como dignos de louvor os
esfor$os por elle empregados para collocar o exer-
cito nas cood'eoes em que actualmente se acha.
A distribuicao de um armamento aperfeigoado
aos corpos das diversas armas e reparacao das
no33as fortalezas, as rnedidas postas em pratica
para melhorar os arsenaes e outros estabelecimen-
tos para fabrico de material, a escolha de nm lu-
gar mais adequado para coustruir o primeiro ar-
senal do paiz, etc., sao trabalhos cujo alcance nin-
gue-n desconhece e cuja necessidade era geral-
mente sentida.
Dejpendidas, porem, as grandes scrama3 qne
teem sido precisas para collocar o paiz nas suas
actuaes condicoes de defeza, outros melnoramen-
tos veera demonstrar a sua palpitante opportanida-
de de estudo, para que nSo tlquemo3 continua-
mente a disposicao da boa vontade dos fabricantes
estraugeiros, pelo menos em pontos, em que esse
auxilio pode, com vantagem, ser dispensado :
Referimonos ao fabrico de uma parte do mate-
rial de guerra no paiz ; que, apezar de possuirmos
um arsenal que nos custa soraraas enormes, e ou-
tros estabeleciraeulos em identicas condicoes, nao
offerecooi elles, pela sua ma organisacao, os meios
de satisfazer esta naces-idade.
Algumas reformas neste sentido tal vez raesmo
pouco dispendiosas, concorreriam para realisar nm
melhoramento, que tera alcance rauilo mais eleva-
do, do que a simples eeonomia de alguns contos
de reis.
E tanto mais facil se torna o estudo desta ques-
tio. que ao proprio ministro tem sido expostas as
difliculdades que convera remediar.
0 presidents interino da commissao de melhora-
mento do material do exe'cito, na sua judiciosa
exposicao, diz a este respeito o seguinte :
" No tocante a inspeccio do material do exerci-
to, devo declarar que, eraquanto sabsistir no arse-
nal de guerra da corte a pratica inveterada de
se f.-.zer toda a especie de fabricacao e conslruc-
cao, sem as subordinar a pianos bem tracados e
completes dos detalhes indispensaveis para que na
offlcina o^raechanismo ou o artista nada faca a
esmo, nao teremos dado um passo na techenologia
militar.
" Estes pianos, acompanhados das taboas de
construcciio, sao o unico raeio regular de se cous-
truir qualquer cousa. "
Outras consideracoes apresenta esta eornpetente
autoridade para procurar a insaulciencia dos meios
actualmente empregados e a carencia de recursos
apropriados, mas a precedente exposicao e bastan-
te para se conbecer qae a questao requer muito
estudo e esforcos por parte do respectivo ministro,
que, o muito que ja fez da direito a esperar que
nao sera por elle uescurada.
Em sumraa, sem expendermos outras conside-
racoes que nos levarao muito lunge, quando o nos-
so fim 6 apenas registrar alguns dos melhoraraen-
tos que coamaram a nossa attenca> no relatorio
que temos presente, direraos, para terminar qne e
dever nosso reconhecer que algans servicos tem
prestado na pasta da guerra o actual ministro, e
que muito Ihe deve o paiz pelas condicoes em qne
conseguio collocar o nosso exercito, para poder
desempenhar com proveito a hohrosa missao qne
Ihe cabe no seu futuro destioo.
(Diario do Rio).
___ LU\
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSiO ORDINARIA EM 8 DR MAIO
PRESIDENCY DO SR. FERRSIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia, achando-se presentes os Srs. Ti-
burcio de Magalhaes, Manoel do Rego, Tolentino
de Carvalho, >>uza Leile, Laeerda, Ratis e Silva,
6. Gondim, Soares, Cunba Cavalcante, Firmino de
Novaes, Peretti, Aguiar, Gongalves Ferreira, Ama-
ral, Alipio Costa, Vieira de Mello, Travasso deAr-
ruda, J Mello Rejo, Domingos Pinto, Gomes Pa-
rente, Olympic Marques, Joio Barbalao, Pinto Pes
soa, Goas Cavalcante, Cambeiin. Arrnda e Uchoa
Cavalcante, faltando sem causa participada os Srs.
Tito, Arconcio, Gaspar de Drummond, Felippo de
Figueiroa, Dario Cavalcante, Antonio Paulino, Oli-
veira An Jrade e Portella, abre-se a sessao.
E' lida e approvada *, acla da sessao sntece-
dente.
f'ar. V- secrelario da conta'do seguiut-;
eipepientb; ^
PellQSes ;
rwH"'
I -- -""O Crbano da Silva, escrivao do terrao
da Jiscada, pedindo pagamento de cuslas.A' com-
mais i missao de orgamento municipal.


^

'!!
-t (u\H\'Jl>piMW &Q Pernambuco -. Sabbacio 13 de Junho de 1874
!/
+A
t)e Maria Margarida Carneiro Bi* de UaltOype-1 as famcc/** da arcbivlsta. *,
dir.do par.i ser aimittldo no gynrvrtio utvr sea M 'V&; rfcrtarttTj,* rrtmviettrftrfc-*tia% "* *a*r
:pflopoeo que se conleta em minha ami8a; b eu
Iho de no:
roes.
i #er aimittido no gyrtrnftld "uhf sfea fl-i
ittie jfhmlicia: -A' i-ommiseao )e peti-
Sao lidos, apoiados, jolgados objecto de deliber*-
;ao o vae a iniprimir os 5eguintes projcctos:
A' RomiiSslO de exarae de poslftras, ten'e li
co attentamente o projecto do posturas ^ae a ca
mara municipal da villa de Boa-Visia rrrganisou
em ii de Janeiro do torrenje anno e sobraeHeu a
approvacao da aseethblia. A de parecer quo seja
approvajn, salva a rcdaccao. com as emendas con-
signadas na segmintr i\.-ulucl 1:
u A assemMea legisiativa provincial de Pernam-
buco resolve:
Art. naico. Fica appravado 0 projecto de pos-
luras eonfeccionado pela camara municipal da
boa-Vista em li de Janeiro do commie anno, com
as emendis seguintes :
No ait. 1.* Suppriwam-se as palavras e 0*0
dias de prisao.
n No art. i. Depots da palavra oilSeasappri-
tnam-se as palavras jue fiquemrdescobertos,c ac-
r.resceate-se em substituicfle a* seguinles : qae
deitam para os bees 5.
No art. 2 Depots da palavra alheios, ac-
rescente-se-otidc nio passem estradas oa cami
nhos de servidae.
Srrpprimam-se os *ts 81 e 22 Sala las com
missocs, 8 de maio de 187i.Amoral. -Attico
Leite.
V commiss.il:) dc-cxame de posturas, Undo
examfaado 0 art. de postura addicional quo a ea-
mara municipal da >v-Nla do Buique snbmetleu a
;iii;irovai;ao desta essemhlca com o fun do prohlbir
a eroacao do gado miudo em lerrenos do munici-
pio des'tmados a laveura, e 4de pareewque seja ap
provado 0 dito artigo pel 1 seguinte rcsolucad :
A asseroblea legisiativa provincial do Peruam-
baeo, resolve :
Art, unieo. Pica approva do e artigo idditivo
de poslora quo a camara municipal da villa de
Unique eonfeeoionou em 20 de fevereiro do cor-
reriw anno.
11 Rcvopades as disposicdes em conlrario. -Sala
das eommiss*>es, em 2i de abrildo 1874.A ww/
-AlttCfil*l;l. 1
A c.immissao de orJenadoi, exaioinando a pe-
tir.V> <'.ti coroael Agostmho Deaerra da Silva a-
v;ili'an?e, director do asylo de mendicidade, pedm-
do angmeeto de ordena'do, aKendend) as razoes
allegadfts pelo snppluante c*nformasite3 uiioistra-
l.s p> la junta administrativa-da Santa Casa do Mi-
eeneurwa, 6 e jiarecer que seja e n M'guinte 1 rojecto de lei:
ii Aa^emblea logislativa provincial do Pernam-
linco ri'solve :
A t. nnico. -0 ordenado do director do Asylo
do mendicidade fica elevado a 2:589*900. /Kevo
gidas as disposiriios em contrary. Sala das com
nu'ssSos, 8 de maio de 1874. r. de Arruda.-O.
Mandues
A eofnmissia de peliciles, attendo ao quo re-
qoereram a mesa regeJura da iroian ado de S.
i>Urispim e S. Chrispiniana, ereei.i no convenlo do
Cmao desta cldaae. e a la irmaudalo de X. S.
da lit.i-lljia, erecta na igreji ie N. S. do Rasa
ri 1 tanibem deslacidade,d4e pare-er quese adop-
ts a segninte resojheao:
: \ assemblea legirlativa |H- ivinc.ial, resolve :
Art. linico. Fica coBcedida mna lote-ia a< ir
man laden do S Cbrispiia e S. Chrfeplniapo 0 N. S.
la ft a-II jr.i, erectas, a 1." ao coivent nl j Carmo e
a 2." in igrejade X S. do Bosario da frcguezia de
Santo \: lonio, deven-id ser applicadj 0 beoeQcio
d3< raesmaa I uerias a obras naj respeetivas igre-
' jas. Sala das cnmmis Marques da Silo 1. PikIb Junior.
A assemblea provincial legislative de Pernam-
baeo resulve :
Art l. Pica concedil 1 11:11:1 loteria de......
120:9 9J0O0 a igrej.i do X. S. da Conceii;ao doi
MJiir.'.--, para auxiliar a eoaclusaj desaa9 ubras.
Itevog.iJas a* duposicSaa em conlrario. Em 8
i|a ma-o da f87kMin'oi-1 ill Trinl i 4 Ari'cii.-Tjku:iH) tie Car calks Goncatiet
Ftrreti a.
URBE1I DO DIA.
Fvi:nfir.i par'.K.
Si snceessivaniente approvados scm debate em
1 1 scassao 0 project > 11. il de>to anno,au'orisan-
J u presidente da provineia a pagar ao Dr. Felippe
Kery Collaco, a tnaeaiaisa$io de 2.100^. e em 2.a
0 dc n. 23, (ambern de?t; anno, auto.-isamlo 0
Bieimo presidente a coaceder urn anno dj licenea
W3J,flS1^'yfi}-'S'iy?* vaacimentos ao cirargiio do
En'.ra em 3.' dijcu^-i) 0 projecto n. 67 de 1870,
c >r.r; ten lo ao ajudante do administrador da casa
de deWncao a gratificagao annual de 300^000.
SJo li 1 s, apoiados e entram conjunctamente em
di-cu-s.i; os seguintes adlitivo e reqaerimento:
a W'iigo adJiiivo. Ficam ilevados a 1:200*, os
veneimeotos do escrivAo da casa do detengao, sen
do 903*09ii de ordenado e 3003000 do gratilica-
cSi : e os d)s guardas Jo mesmo o^tabolccirneIlto
a 70*9 0 por mai.~Ritis e Silva.
> Rejueiro 0 adiamento por 18 boras. S. R.
/. Itego
Sflsjoem pediado a palavra, nicerra se a dis-
e : \\ e, procodendo si a v-tic'u, 6 approvado 0
reqaei imento.
Fieam, portaato, adiados 0 projecto eo additivo.
.-epue a 2.* discussao do projecto u. i"j deste
anno, alteiando 0 art. 63 da lei n. i7o de 3 de
abril iie f870.
Sr. Uanralres Ferrctra:-Sr. pre
si "'rite, icnJio JUVida do d:ir q men voto ao pro-
jecto em di-cus.-ao, porque elle revoga parte de
inn; ptstwa maniclpaj eo parecer .,ue 0 fun la-
menu b5o ^e retere ao pedido da camara munici-
pal re>;",'Ct1va
Xe-tis i;:idicoes pec> a Cmmissao ou aos sig-
natarios 11 projeeto uue me elucidem e?ta duvida.
(Pausaj.
C imo V, Exc, Sr. presidents, acaba de ver, nao
pude ser informado. Os aignatari is do projecto
nao eomaareeeram boje a casa e nan pjj;ni reti
rar-rne da duvida em qua estou. Voo, porlaulo
nfferofer nra requerimento'de adiamento.
Vem a mesa, 6 lido, apoiado e entra conjuncta
tjiente em discus$o 0 segointe reqaerimento :
- Requeiro qoe seja adiada a discussao do pre
sente projecto por 2i boras.S. R. -Gonralves
Ferreira.
Nmgu?m mais pedindo a palayra, encerra-se a
di.-cassao, e, procedendose a vdtacao, e approva-
do o requeriraento, flcando adiado 0 projecto
Entra em 2." discussao 0 art. 2. do projecto n.
iti, tambem deste anno, lixando a despeza das ea-
rn.ras municipaes e autorisando-as a cobrarem os
reipectfvoa impostcs no anno financeiro de I87i a
187.1
Sao lidas, apoiadas e entram conjunctamente em
di-cussao as seguintes emendas:
'i Ao art. 2. 1 parte 3.', accrescente-se:
percebendo 0 actual amanuense porteiro, que pas-
sa a amanaense archivista 1:400* do ordenado
eCOJ^OOOdegratificacfc).
Idem do porteiro 1:2005, sendo -800* de or-
deuado e 400* de gratificagio. Cr. Mancel do
Ihij-i.
Ao g 2.', parte 2.', diga se 1:200* de ordena-
do.Dr. Manoet do Rego. a
s Ao % o., art. 2. Aos amanoenses do cetnite-
riti publico em vez de 400* de gratificacso, diga-
se :mnm.Alimo Cotta.
g o. do art. 2. Era lugar de 1:200* de or-
lnado ao capellao, diga-se i:60O*9W.T/fturc/o
de il ''galluui.
*r. tiometi Parenie laz algumas con-
sideracoes.
O Sr. Hansel do Be*o :-Sr. presiden-.
i < -i > sigaatario de duas eioendas rejalivas ao
orfamento manicipal, cabe-me justical-as.
A Is e.ueada que apresentei e ereando o lugar
dsportr>, e detorminan'do rjue 0 amanaense,
<|u? serve actualarehte de porteiro, passe a servir
de arctnvwta com urn pequeno augment') de ven-
cimento.
0 Sn. Goes Cavaixante :-De quanlo *
0 Sa. Maiwel do Reco :Oe 390"*99.
0 Sa. Goes Ca.valca.nte :E o nobre depatado
cliama a iMrrpie^aeno augment.. 1
0 Sh. Masoel bo Rboo:0 nobre depatado
deve eaher que o archivisu em todas as repar-
tifiies teni cathegoria superior ; 0 da secretary
3:6'in^ ; tern, portaato, uma cathegoria importan-
(ante. Nada ha, poi, de extraordiwri 1 que 0
amanuense da camara, que pasaa a aeeumnlar as
fuoecoes de arehivista, jganhe mais 303* "JOO.
Ai-cresce que nao devemos ser mais zelado-
res dos cofres da camara do que a propria camara,
porque diaeadooacto addicional no art. G g 10: (lc)
a despezas munieipaes serio fixadas aoore or-
;amento das repeeiivas camaras > parece qae
quer que a asscmbwa procure ir 0 mats possi-
v do aocordo com o pensamento da caaura.
Nao deve esta assembles ter a prelenr-io de eco-
nomisar mais as rendas da eamara do qae ella
propria.
Eis 0 que diz a camara em eu rolatorio ; (Id)
... consiste na creacio de am porteiro____!
antes .de "apie.-enlal a, live 0 cjiidarJo de dirigir
ma aos nobres membros da commissai de, u
ruento municipal, os ajlaes me dedararam que,
embora a prineipio nao enlendessem cortvenfente
satisfaier nesse ponto a exigencia da camara, pen-
sando melhor, entendtam que nao deviam faaer
opposicao. ^^^B
U* Sr. Dm-TADa : Ojaal sera 0 ordenado do
porteiro t
0 Sr. Makoel do Rego :Marco 1:2005, m
uao fa?o qnestao. 0 porteiro da secretaria da
prestdsneia percebe 2 509* 0 da thesouraria pro
vincial 1 509*900, 0 do consnlado ao todo mais de
2 209*000, etc.
A camara tanibem e uma reparUcao muito im-
pcrtante ; os seus empregados trabalham taios
m dias, e me parece qtte nSo se pode flxar -em
menos de 1:200* 0 ordenado do seu porteiro. E'
um enn>regado de cerU cathegoria, do at.rfbul-
coes importantes, porque itcurabeihe _vigilaa*
cia do edificio da camara, cujas chaves Icam em
seu poder.
0 Sb. Goxcalygs Ferreiba : Quero eavir 0
nobri deputado qnauto ao proeurador.
0 Sr. Manoel o Rego : Nad. tentede dizer
a rc3peito do preenrtdor ; oeste ponto estoo de
accordo com a nobre commissao ; procuro uni-
eamento justificar as emendm que Aoresentsl.
Tenho mosrado a necessidade da creacao do
lugar de porteiro, porqae, comoTje^m dfz a eamara,
6 repugnante accamular 0 porteiro as altribui^oes
de amanuensc. Accresce que>ctualmeTtte o arctiivo
esta a cargo do secretario, 0 que nao e certamente
regular.
0 archivo da camara e mutte rmportanla, os
"obrcs depulados nao ignoram ; ha alli.liviwan-
tigos e de muita importancia qae devem ser bem
zelados e guardados, pelo que torna se necessaria
I creacao de am archivista. Assiro,^pois, nio me
parece extraordinario que 0 amanuense, que vii
accumalar as fanccoes de archivista. tenha mais
uma gratificaeao de 300*.
A 2* emenda que propue a consignando utn
augmeato de 10Q* para 0 amanuense da oonta-
doria, 0 que tambem me parece razoavel. Ao
passo que a secretaria tem 3 amanoenses, a con
ladoria tern um so, e sobre elle pesa todo 0 ser-
vigo desta seccSo. H >je 0 servico da camara c
disiribuido de modo que cada verba de receita
tem uaia escriptarar,ao especial, alem de granie
numero de livros de taloes, etc., e tudo islo e
feito pelo amanuense da conladoria. Portanto
nao me parece exlraordinano qua se augmente
100* no seu ordenadi.
0 Sn. Gomes Pabente :-E' melhor augmentar
290*....
0 Sn. Manoel do Rego : 0 nobre deputado
se quizer, podera apresentar uma emenda neste
sentido ; eujolgi bastantc 0 augmento de 100*.
Tenho, portanto, jastiflcado as minhas emendas,
mostran lo que ellas estan de accordo com 0 que
propoz a camara.
O N.-. Tolcntino de Cavvallio : Sr.
presidente, tenho de tratar de duas questtias rela-
tivamenle ao projecto quo se discute.
0 projecto de orc.amento manicipal augmenta
os vuneimt-nlos do's empregacos da camara do
Recife em vista de proposla, come sempre acon-
lece, da mesma camara ; niio po?so, porem, on-
corJar na lesproporgao quo existe enlre uns e
ontros vencimentos.
E' assim que pela lei do orcamento mani :ipal
que esta 0:11 vig r 0 ofllcial maijr tem 1:100* de
ordenado e COO* de gratilicacio ; por consequen-
ch 2:000*. 0 cont3dor tun 1:COO* de ordenado
e 000* de gratilka^ao ; por con-equencia 2:200*.
Assim, poi?, 0 contador tem .-uperior ordenado
au do official raaior; as-im, as attribuir;oes e 0
trabalho do contador lio coosiJerados superiores
as daqueile empregado
Ora. 0 pnjjcto de urgameato municipal, elevan-
do os vencimentos destes empregados, nao guar-
dou a proporcao estab: lecida na lei vjgeqte.
Diz : > Ordenado do official maior 1:C>0*, e
gratificacao 800*, 2:100* ; contador 1:800* de
ordena lo e GOO* de gratifieacio, 2:400*, equi
parou portanto ambos 04 vencimentos.
0 Sit Gors Cavam:a.ntic : Eatao 0 official
maior tem mais trabalho do que 0contador ?
0 Sn. TuLK.vn.NL de Cabvaliio : Nao concor
dando, pois, com esta despropar..ao, apresento
uma eaeoda, restabelecendo 0 que uxiste, islo e,
para ana no easo do serem augmentados os venci-
nieiiinj n, in .; .! ~.>-. .-ju-. .->. ..uft......
tados os do contador na proporcao ja estabelecida
por lei,
0 Sa. Go.xgxLVES Ferreiba :Mas essa propor-
cao estabclccila ua lei do auno pa>sado seria a
mais ju.-ta ?
OSr. Tolsntino de Cauvalim .- -Certamc-nto ; e
eii vuu provar ao nobre depatal >. 0 official-maior
de uma secretaria tem por attribuicao um traba-
lho muito simples, qual eo do oxpe'diente : assig
nar certidoes, lancar despachos...
0 Sn. Olympio Marques : -Assignar, nao ; pas
Bar. Quem assigna e 0 secretario.
0 Sn. Manoel do Rego :Mas tambem niuitas
vezes substitue 0secretario.
0 Sn. Tolentin.) D5 Carvalh >:-B;m; mas 0
trabalho do official-maior ainda 6 mail) mais infe-
rior do que 0 do contador. 0 Ing.T de contailor
como 0 da camara desta cidade e um lugar impor-
tanlissimo ; 0 contalor luta com trabalhos difUceis
como sio os de contabilidade, trabalha quasi sem-
pre das 9 horas da manha as o da tardo ; facto
quo esta no dominio do todos.
0 Sn. Gonc.'.lves Ferreiba : Mas ;-s calhego
rias tambem inlluem al_*unia cousa.
0 Sn. Tole.ntino de Cabvalho : E ccutesta 0
DObte deputado essa cathegoria ? Pois 0 lugar de
contador de uma repartitjao fiscal e lugar de ca-
thegoria inferior ?
En faro muita_ differen^a enlre 0 official maior
de ama reparticao fiscal e 0 seu contador : haja
is a a thesouraria provincial, em que 0 lugar de
e inferior ao de contador ate ern
0 Sr. Oi.ympio Marqces:AssirTi, ^^ a jm.
portancia calculada nio e superioc >.o ^e vale o
wafiilho flrj^jjocura lor.
1) mr. Ma.nwl do Reg > : -A lei marca Mc 6 %-
0 Sn. OuMff-> Mabques :A lu' do de oWt-
iro marc'a ate 9 /, ; porem' vermitt^'* camara
eontraWr, peW prcco que Ihe. convfer, com 0 pre
curador. Or*, a camara manicipal desta cidade
cGiitratou por menos, co:atrat u gor 4 /
0 Sn. r.OMCALVES Feup-ira : A lei e msitoan-
liga, i do tl8 J por iue e que marca 6 /. Sa
fosse feitaio|b,' nao mrcana de eerto esta por-
centage 3.
, 0 Sr. Gols Cavabbahtr :X lei marot ate
0 *. O*iMi'i0 MamOes : -E' isto mesmo 0 que
estou dizendo, e aqoi prajeetojaiarca-se 4 /*
Quanio a ?inrada qae via prcient;u, oeccr-
rnn as eeguraies raales, qae?oa eckibir a as
semblea. A.^^T ^^T
Sempre ros orcamentes munieipaes se equipa-
ram (H renci:eo>a dos amanuenses aos dot *-
ca^e ; *sts emprefRd'is da canum, eotn auaolo
de diversas calhegiyrian, senipreTeoweram iguaes
vencimentos. fi-qmndo hottese *Sgama raz4o
para deeigaatlade.Mwia ella em fa*;or dos fiscaes
que, como a asumWA* sabe, tn irabalbe muito
superior ao dos amanueiues, corns tambem tem
rouitoniaior refioifc Eau pwat'lo se pois, como sempre fomn equi-
paralos, t s oHlenadns desses fmjccrodarios, vejo
que no actual projecto sao os amanuenses aiiui-
-nhdados- cYthrt:?S9i> de vencimentos e os ficies
com 1:690*. Naa. encontrando ratio para esta
desigualdade, offeTcco uma emeuda equiparando
os ordenados de uns 0 outro*.
E'tambem lida, apoiadi eeatra em discussao
esta emenda.
Art. 2" 3".
a Equiparem-se os erdeaados dos liscae- das
fr..'^n--zia do Rec.fe, Santo Antonio, S. Jose e
130:i-Vis!i aos dos amanueuf.es.--if. da Silva. >
(CtnUinuar se-ha)
REVISTA DIARIA.
official n.aior
vencimentos I
0 Sr. YiraitA de Mello: 0 contador e 0 2
empr'fado.
0 Sn. Tole.nti.no de Carvalho: O contador
e 0 2' empregado de uma thesouraria, ou de uma
outra repartijad lisca1.
Portcnto, Sr. presidente, ao g 2* eu apre?eDto a
seguinte emenda :
Em lugar de 600* de gratiiicac/io diga se -
700 *.
A outra quest.ao de iue eu disse que me Men-
paria.ea seguinte :
Reqaeri no dia 21 de mez passado informa cnes
da camara municipal a reipeito do pagamento de
castas judiciaes e pagamento alias decretado eu
diversos orjamentos munieipaes. a camira mu-
nicipal, acostumada a nio pagar as'custas ou a
eximir-;e quanto pode desta obngacao qae tem,
protelando 0 pagamento, parece querer tambem
protelar a satisfagao das informa^des pedidas pela
assembles provincial.
0 Sb. Olymimo Marques : Nao, senhor.; nao e
esU a razao.
0 Sb. Tocektibo de Carvalho :E' assim que,
tendo tido pedidas as informagoes em 21 de abril,
ainda ate hoje ellas nao chegaram. E bem ve V.
Exc que ea nao posso admiltlr que se diseuta 0 g
4* do projecto de ortamonto municipal sem qae
venhain as meemas inl'orraafj?s.
Kequeiro portanto 0 adiamento da discussao do g
4 do art, 2' ate que sejam remeliidas as inforraa-
c5 espedidas a camara municipal a respeilo do pa-
gamento de custas judiciaes.
Sao lidos, apoiados e entram jgualraenle em dis-
cussao os seguintes requerimento e emanda :
a Kequeiro o adiatamento da Ciscussio do 4"
do art. 2* ate que che^uera as informacoes pXli-
da a camara municipal a cespeito do pagamento
das custas judiciaes. -S. R.ToltHtino de Car
vaiho.t
Ao 2." -em lugar de 600*000 de graliiica-
fio, diga-e 7000'JO.3. R. Tolentim de Car-
valko.*
O Sr. Olympio Manjiic* : Sr. presi-
dente, levaotando-me para justificar uma eraenda
que tenho do offereeer ao 3 do art. em diecus-
fio, antes de o faaer, tratarei de respouder ao no-
bre depatado pelo 2 districie, qae impugaou a
v>ri.a do i f relativamente ao pagameuio do pro
curador.
0 que a camara propoz, e esta cousignado no
projecio em discussSo, nao e um ordenado ao pro-
eurador, e uma porcentagem pelo que elle arreca-
dar para a eamara. Por consequencia, eete ven-
cimentodo proeurador e todo eventual edepen-
dente nao go da boa ou ma arrecadacao, como
tanibem da maior ou manor actividade domeDo
proeurador netia arrecadacao. Assim. pois, por
esta verba de 5:000* a tanto a assembled nao se
pole regular; pode a mesma verba ser superior
aquella que 0 proeurador tenha t-ITectivamerJte de.
receber, mai? tambem pode seaiofcrior.
Accresc quo 0 proeurador para bam cumprir
os seu? deveres na arrecadatao Jo in: portanto ren-
dimento da camara municipal do Recife tem neees-
sidade de empregar nm peisoal que p auxilie e.
accresce que sendo indispen*avel a creacJ[o de urrt
amanuense archivists, 0 actual porteiro... passa-'p^r consegninte de retribrj-lo.
/a a servjra*r?tariaele lugar, ac:urau!ando | 0 Sr. Sour* LRiTB:-Esta ratio e maa forte,
Pi-emoteria pnfelica. Por purtaria da
presideneta da provineia, de 10 do corrmte, man-
d use considerar sem elteito a de 3, qu< exonerou
do |cargo de promotor purdico da comtrca de Ca-
"Krobo 0 bacharel "Argemiro Martiniano da Cunha
Gaivao.
i;[v(:!icpbllH. Por mrtarias da
presidencia da proVlncia. de :0do coriente, faram
removidas as professoras publicas : Saria do Ro-
sario Pinheiro, ila eadeirada Lagfle cos Gatos pa-
ra a de S. Jose de Ipojuta; e Alexarlriaa Umbe-
lina de Freitas Uchoa da do Brejo pira a de La-
goa dos Gatos.
Jury iio Rceifc. HoQlem pocedeu se ao
jalgameuto do reo M Due] Boaventu'a dos Santos,
pronunciado no art. 20'i do codigo criminal, por
ter ferido .gravemento a Raymuado di SMva Gomes
e:n 12 de Janeiro do ami' proxiaio lindo, na rua
do fmperador.
Fi seu advogaJa 0 Dr. L. E. Rodrqjies Vianna.
A" vista da decisao do jury, f.ii jalg:Ja pererap-
U a aejio quo contra 0 accu.'a lo inimtara a jus
tica publica, visto como classilicou-s: 0 crime no
ar!. 2)1 do mesmo codigo, e recoalis/eu-se nao ter
silo 0 reo preso e.m fligraate.
Piito da Boa-visrta.-Effictuou-;e hon-
tem, ao meio dia, a rename convooida, como an-
nunciamos, para resolver se sobre 0 meio de sup-
prir a communicabilidade entre a fregaczias de
Santo Antonio e Boa Vista, emquailo durar a con-
siruc^'ao da nova ponte; tendo coaparcci-lo a mes
ma os uioradores 0 negociantes Jis ruas do Barao
da Victoria e Cabuga, w'sto iiiiei-..--:i las.
Foi deliberjdo pedir se a presilen:ia da provin-
eia .permis-ao para, a custa da comparecentes,
conslrnir alii um pontilhao sujeio a um pedigio ;
a ne-t) sentido nomeou se uma commissaa para
enlender-se coin F. Exe. a respeto.
Cumprinio esta cm seguida c seu maadato, foi
por S. Ex,'. 0 Sr. comminlador Lucena recebida
com toda a attencab, manifeslando S. Exc. todo 0
ioteresse quo tomava pela satisficlo dessa necessi-
dade publica.
Discutui !o com a commissao 05 me'os mais fa-
ceis do confeguir-se odespjado im, litou S. E\e.
de resolver denaitivamenfe sobre 0 c:iso at6 0 dia
10 do e ornate, assegurando, que le u.n ou de ou-
tre met 1 esnerava decidir da maneira maw satis-
ructona a> s Interesses que a inejiiia commissao re-
presentava ; mandan.l. sobre estir, ate oUerior.
deliberacao, na d mobcao da ponte actual.
Diario tie Pcrnamburo. Se diega-
rem hoje os vapores inglez Fire Queen, fnncez
VIIIi ile Santos, americano Soullt Anuricaibn-
sileiro Paid, destribu remos aman! a nosso rume-
ro de segunda feira.
niiihciru. -0 vapor PeneJo levou denossa
praca para:
Maceio 11:80^030
Aracaju 83:3150
Para a Europa. -0 vapor porlugueziufw
OiMU'lerco de nossa praga i4 passageiros.
HuIik a. Acaba de sahir a luz 0 n. 6deste
interessante jornal caricato.
>i. m.;i laimiiii. da Boa-1 isla. A
respectiva irmandade deixa de effectuar esteanao
a festa do Ora go dessa matriz, por continuaran os
sacerdotes no proposito de nao ofllciarem empre-
senca de opas intcrdictas. Assim, para qu< nio
passe de.-apercebido dia tao solemno, resolveua ir-
mandade mandar cantar amanhi, pelas 7 hor;s da
da noite, uma ladainha, contiuuando depois 0 tem-
ple em exposicao aos fieis ate as 9 horas.
Busea-p^g. -Pedemnos que recammmde-
mos -i policia, os soltadores de busca-pes d' rua
do Imperador; pois, acontinuarom como mstes
ultimos dias, nao e de admirar que de ompara
out-o, tenhamos algum sinistro a lamenttr.
Com a policia de Olinda. (Jomnuni-
cam-oos que na traves-a do Amparo, da cidade de
Oiin a, mora alguem que nao obstante achtr-te
em vi-inlianca muito aproximada de dous mspsc-
lores de quarteirao, traz o local em continuaper-
turba(io, com disturbios que provoca com ac^oes
deshoneslas e linguagem obscena.
A ser is-0 exacto, como nos afflrmam que ; ; 0
que fazem a ,uelles dous asentes da policia ?
\vo atheuen. No dia 11 do coriente
reunio se e.-ta sociedade, em sessao ordinaria sob
a presidencia do Sr. Rodrigues da Costa.
Entrando se na ordem do dia, discussSo da the-
se : Se 0 direito delegitiraa defeza te e.-tendd ate
malar-se 0 injusto aggressor ? oraram osSrs.
Paz Portella i2), Estellita Pessoa, Rodrigues da
Costa e Argemiro Ardxa. :
Sahio em seguida sorteado 0 Sr. Estellita Pessoa
para discussao de these.
*! 11 r v dramaliea. Pedera-nos apu-
blicagao do seguinte :
Assistimos a primeira representagio do imaor-
tante drama ,1 pobre das ruinas nesse thealro.
E' uma das mais apptaudidas composites de
Mendes Leal.
A'parte fraqut zas de algans artistas, c )rrea a
execugao de modo satisfactory, cabendo ao Sr.
Rernardino as palmas da noite, pela maneira por
due revelou seus dotes artisticos no final do 1* ac-
to e em oatros lan.-es do 2 e 3*.
Cremrsqae muito gaohoa a empreza Penante
com a acqnisiciao do Sr. Bernardino e D. P.oaMa-
ohonja, qae no Sapplicio de uma mulher revelou-
se artisla de muita alma, artisu capaz de mailo.
*o\<> iarthBoii. No dia 10 do fior-
rente reunio se esta sociedade, sob a presidencia
do Sr. Porto.
Depois de ajgumas palavras dirigidas a secieda
de pelo presidente, e.-te deolaroa aberios os tra-
balhos do eorrente anno ; nao sendo lida a acta
da antecedeute, o Sr. presideiite aomeou uma
commissao par.v4>remover o aluguel do umamora
casa para fuaeeionar a sociedade
Estando nail a a -eleigio, 0 Sr. Porte retirou-se
da presidencia, eatregaode-a ao 2* vice-f residen-
te, o Sr. Medeiros Correia.
FfxIiviiluiW naiRioMa. -Hoje fostejam,
com todo 0 brilirafitismo, oj religiesos (rancieca-
oos o seupadroeiro, 0 giorioso Saot-j Antonio;
orando ao Evangilho o Erin. Tr Joao de Santa
Thereza, eo Te-Deum 0 ttvB.padre Jose Eteves
Vianaa. A orchestra, eeb -dlrecQiio do.professor
Jose Miguel Pereira, execaUra a importante mis-
*a Lima.
0 Hvm. guardiao nao tem poapado esforcos nera
saerificios para que a solemnidade se lorne dieua
de tao milagroso santo, pelo que e digno* do au-
xilio dos devotos do mesmo santo.
Si'i.-uciacPi'OdfeiiHe.-.Y) dia 11 do
eorrente, re.uai )-e esta sooieda.le, sob apresideu
cia do .Sr. Lobo.JurtHnenha.
Lida e posla em discussao, foi apprcwada a acta
dasestvJOjpiecedeDte.
Ordem cfo dia: Dosenvohymento pelo Sr. Lobo-
Jurunvn.h.3. da the?e : Qaaf a Tnaljhor forma de
governo 7 i?roa 0 Sr. Jof8-Marfa.Meterlo.
Em seguida foram sorteados on Srs. Meadteaea,
Uchoa,'Sa JJarrelo e Metello, escolhedtio 0, primeifo
dad: intellectual oa literana? Quaes os seus li-
mites e fundamentor *
E 0 terceiro e;ta outra : 9era 0 casame'jtoci-
vll util ou nao ?
tiiMlittito historico C|iU>ii<-o.
Aoianha esta associacio rcujiir-se-'ja as bo-
ras e no lugar do costume. Para-1- parte da or-
dem do dia esta designada a discusslo da these :
0 estado somente com o imperio da justica nio
consegairi 0 sea Mm? Para 2* parte, 0 de-envoi-
vimento da. seguinte, pelo Sr. Pacheco Soares :
Qoem foram Kant, Fitac, e Schelling ? explica-
c5o de suas theorias.
Jiita tle(i*a. ) tribunal da relaclo
do Rio de Janeiro, em grao le revista, acaba de
decidir am plerte imporfcnte, comecado no fdro
desta provtBcia, ntre Severino e outros, escravos
do fin ado aegociaute Joao da Coohi Magalhaes, e
os herdeiros des.^e senhor, sob 0 prttexto de uma
falsa rateipietaijao dada i.algamas palavras do co-
dicillo deixado pelo linado testador.
Esse tribunal, collocando-se superioi a quaes
quer censideracoes, julgou carecer de fundamen-
^0 0 pediilo dos recorrentes, assegurando assim 0
direitede propriedade, e eortando os abusos de,
sob os maisfuteisprincipios.ss querer libertar gra-
tuitamente aquelles que nada Qzeram para isso me-
recer, nem deram sequer 0 justo valor da proprie-
dade.
Damos os nossos emboras aos herdeiros desse
eas 1, por tercm garaniidos os seas direllos e Br-
malo 0 imperio da jei.
Crime e fgnarassu. Damos sob a
rubrica Governo da Provineia diversas pecas offl-
ciaes sobre 0 crime commettido no engenho d'Agua
do termo de Iguerassu, para as quaes chamamos
a atlencao dos leitores.
Goyauna. Desta cidade oscrevem-nos em
data de 1 do eorrente :
Vamos bem a respeilo de salubridade. Com
quanto por aqui, em comeeo de invernos, haja cos
turae de apparecerem febriculas, este anao. feliz-
mente, nio tivemos que experimental-as.
a A paz publica tambem nao tem sofirido a mi-
nima alteracao; ao contra no temos gozado per lei-
ta tramiuillidado.
Fallo com relaeao a cidade propriamente di-
ta, porquanto, fora desta, tenho a communicar-
Ihe um facio succedido no dia 1 do eorrente mez
na freguezia de Goyanninha, que passou-se do se-
guinte modo :
t Antonio AIvjs de Souza travando se de razocs
com Francisco Jose Goncalues de Souza por mo-
tives que ignoro, passaratn a vias de facto, resul-
tando da luta ter sido assassinado 0 primeiro com
diversas faeadas, solTrendn tambem 0 segundo uma
facada sobre n peito direito interessando 0 respec
tivo pulmao, e uma outra abaixo do peito esquer-
do, mas pouco offensiva.
Nao obstante 0 estado morbido em que este se
acha veio para a cadeia, remettido pelo respective
subdelogado, q'le immediatamente tomando conhe-
cimento dofacti procedeuas neccssarias diligen-
cias d> respectivo iaquerito policial.
Tendo sido exonerado do cargo de promotor
publico desta comarca 0 Dr. Honorio Vaz Curado,
por ter sido nomeado juiz de direito da comarca
do Teixeira, foi nomeado, pelo respectivo Dr. juiz
de direito interino daqui, para interinamente exer-
cer aquelle cargo 0 advogado Lydio Mariano de
Albaqacrquo.
t Consta-me que se acha nomeado pelo Exm.
Sr. presidente da provinciapara effectivamente oc-
cupar 0 mesmo cargo 0 Dr. Sebasliai Cordeiro
Coelho Cintra, e, em verdade, devo dizer que, a
ser exacla, como suppoaho, essa nolicia, a justica
publica desta comarca tera na pessoa do Sr. Dr.
Cintra, inteiligente como e, um perfeito represen-
tante de seus interesses.
Consta-me tambem que teremos, em breve por
a [ui. 0 nosso juiz de direito, 0 inteiligente e illus-
trado Exm. Dr. Francisco Teixeira de Sa.
Faco votes pela realidade dessa noticia.
a Tenninarani-so aqui nos dias 30 e 31 em di-
versas igrejas 0 casas part'cularcs os devotados
exercicios do mez de maio, os quaes foram cele-
brados com 0 respeilo e decencia com qae, em
ties ados, sabe sempre haver-se 0 povo goyan-
nense.
Comecaram agora as 'rezena? de Sanlo An-
tonio.
Acha-se convocada para 0 dia 30 do eorrente
a 21 sessao judiciaria do jury deste termo, que
devera ser presidida, em falta do Dr. Terxeira de
Sa, pelo Dr. juiz de direito da comarca de Itambe.
it Ha, segundo me cousta, creacido numero de
proceSSOs meio dos quaes 0 dos indigitados aulores das 22
faeadas ^oe sofTreu 0 negociante Gaspar na noite
de 11 de Janeiro do eorrente anno.
Pelos convitcs que foram feitos, presurao effe-
ctuar-se no dia 4 do eorrente a bencao e colloca-
qIo de nma imagem n'um dos altares da igreja do
povoado de Goyanninha, :uja invocacao me 6 des-
conhecid.i.
Prepara-se 0 acto com toda a solemnidade
possivel, e e de suppor que seja elle assim reali-
sado.
t Ate a seguinte.
MiniBterie da guerra. Do relalorie
apresentado a assembled geral, na presente ses-
sio, colhemos 0 seguinte :
0 numero de pracas do pret, da que actualmen-
te se comp5e 0 exercit), u de 14,? 18, faltando ape-
nas 1.082 para 0 ompleto em tempo de paz, que
e de 16.000.
Comprchendendo os offlciaes dos corpos es?e-
ciaes e dos arregimentados, 0 effectivo do exercito
s6be a 16,536 pracas.
Essa forca divide-se em vinte e rtai batalhoes
de infantaria, oito companhias lixas da mesma ar-
ma nas provinciaj do Piauhy, Rio Grande do Nor-
te, Parahyba, Alagois, Sergipe, Espinto Santo, S.
Paulo e Santa Catharina ; pinco regimentos de
cavallaria, dous cor. os dessa, arma de guarnicio
em Maito-Grosso e Goyaz. um. esquadrSo na pro-
vineia do Parana, e quatro companhias lixas em
Pemambuco, Bahia, Minas-Geraes e S. Paulo ;
tre? regimentos de artilhacia a cavallo ; quatro
batalhoes de ar ilharia a pe, e um batalhao de
engenheiro3. Em Santa Catharina existe um de-
posito de instruccao para infantaria.
0 ministro lemhra aconveniencia de se crear,
em todas as provinces do imperio, companhias
de aprendizes sollados, que si vam le nucleo pa
ra 0 exercito, e conclue assim :
Ser-a facil cstabelecer nas provincias mais
populosas ires ou quatro companhias e duas nas
ontras, com 0 regimen sproximaio das compa-
nhias de aprendizes artifices, e com 0 fim princi-
palmente, de obter um pessoal idoueo para a ar-
ma de infantaria, pois que, para a de artilharia,
ja temos 0 depo-ito de aprendizes artilheiros, que
conta cerca de 500 pracas.
Com a creacao,.a qua me refiro, teriamos em
prazo breve, um supprimento annual de algumas
ce.tenas de mogos prqprios para os corpos de in-
fantaria, sabendo ler e escrever, tendo algum offl-
cio para usar delle quando dessem baixa, e linal-
mente uma cerla instruccao e a disciplina e habi-
tos railitares, aprendidos desde os verdes anoos
ate que attingissem aidade propria para ser trans-
feridos para os ditos corpos.
Seria uma instituicao semelhanle a que tem
a armada, e que tao boas resultados tem apresen-
tado.
Accresce que, com a execucai da lei de 28 de
setembro de 1871, seria esje um excellento des-
tino dado a parte dos jovens qae chegarem a ida-
de de ojto anoos e qne nao forem destinados a la-
voura ou a occupacSes diversas.
0 corpo de saiide do exercito e formado por :
I c ronel cirargiao-radr do exercito, 4 tenentes-
coroneis cirurgioes-mores de divisao, 8 majores
cirargiSes mor-a de brigada, 42 capities primeiros
cirutgiSes, 9i tenentes sagnndos cinurgiSes e 20
Sharmaeeuticos, ao todo 169, faltaBdo 40 segnn
os cirurgioes para 0 completo do qaadro.
No asylo de invalidjs da patria achavam-se
recolhidos em 31 de dezembro 51 offlciaes e 369
praQas.
Ba poodenciade Londres para 0 Rio de Janeiro, le-
mos o seguinte :
< Um jornal de Londres, de grande erudigao e
fanuera-assumptos religinsos, discutindo a aues-
lio do- inailibilidade pspal, diz : (cau-a que pode
ieleressar o Brasil) que um ealholico inglez, 0
Dr. Ward, que fez um estudo particular do as-
eurapto, recebendo agradeciraentos do papa e a
bencao apostolica por causa da esplicagao da re-
fer.da theoria, ensina que a phrase ex cathedra no
decreto do Vatieano comprehende uao so aedefl-
ni.^des formaes, porem tarn be .1 as allocucdes en-
cyclwas, as carlo? apostolica.-* e varias oulras a
este ou aquelle e.clesiastico, e ate mesmo a seba-
lares. estando tambem no mesmo caso as eartas
Hue teem oearajler de commanioajoes coofiden-
ciaes.
Accrescenta que em uma obra puwiiwda aa
ao* homens.
n Rile 6 ao TftJsTTio !omm a vozda natureza, cu
jas leis discnttiina e ComCrnft ; da grac,a. enjos
actos exMiia em harroonia c>n 0 sou sentido oc-
culto ; da razio que elle illumin.i com a fe ; da
sciencia c.-eada, que el e completa e exalta por
meio da sciencia innata ; a voi da verdade uni-
versal e da justica, que elle, elle so, tem 0 poder
e 0 direito de espalhar e cooservar entre a raca
hnmana. Esta voz creca e nlimentou os mar
tyres.
< Todo 0 pontiSce e a voz perenne de Deus,
qae descea ao mundo para ensinar e guiar todas
as nafdes.
Por outro lado, comtudo, e sabido que outros
doulores catholicos inglezes igualmente eruditos e
religiosos discordara da doutrina do Dr. Ward e
afflrmam que ella e incorapativel eom 0 verda-
deiro sentido do d^creto do Vaticano sobre a in-
fallibilidade pessoal.
Os jornaes de Paris, Monde e Uaivers, fazen-
do algumas ohservacSes sobre 0 topico Jo um dis
curso recitado pelo papa no dia 23 do marco f'no
qual n santo padre disse que a prisao do bis'po de
Olinda fdnr effectuada < nio obstante a palavra
daquelles que tinham ordens para representar 0
governo) dio a palavra a forca de uma pro-
messa feita pelos negociad'res brasiieiros ulti-
mamente mandados ao Vaticano e collocara
0 agente ecclesiastico, quo nao foi acreditado,
Pinto de Campos, no mesmo pe de autorid .de que
0 ministro acreditado pelo governo em missao es-
pecial, eaquecendo-se ou ignorando qua 0 agente
nao tinha pode res do governo, que elle e 0 minis-
tro em missio especial nunca se encontraram em
Roma, que a missao especial turminou antes do
agente la chegar, que a carta do sanlo padre ao
bispo foi mandada pa-a 0 Rio antes de stia chega-
da, e que a decisuo do papa foi dada sem condi-
c,5es, e proferida antes d"elle ouvir 0 qae teria de
communicar 0 agente e depois de nonsultada a
eongregacao de cardeaes e de ler ella dado seu
parecer. 0
Qucstao religioHa.Sob a rubrica Parte
Official pubticamos hoje juatro notas trocadas en-
tre 0 internunrio apostolico no Rio de Janeiro e 0
Exm. Sr. ministro dos eslrangeiros, e entre o car-
deal Antonelli e 0 ministro brasileiro junto a san
ta se de Roma sobre a prisao do bispo de Pemam-
buco. Recommendamos a soa leitura
Camara don depntadom. Encetamos
hoje era nossa aitaca pagina a publicacao do im-
portante discurso do Exm. Sr. conselheiro Jan-
queira, poroccasiao da discussSo dos negocios da
Bahia, da lei do recruiamento, no qual trata das
questoas politica, religiosn, do Rio da Prata, da di-
minuicao dos impostos e da reforma eleltonal, com
aquelle tino e illustraciio quo sempre reconhece-
mos nesse distincto ravalheiro e estadisla.
Aos leitores reeommendamos esse discurso.
Illustraciio llcspanliola o Ameri-
cana.A' respectivi agenda, livraria da rua do
Barao da Victoria n. 59,-aaabem de chegar os n?.
15, 16 e 17 de?te interessante jornal, contando.
Os ns. 15 c 10 trazem :
Revista geral, por D. Peregrin Cadena ; cxpli
cagio das gravuras, por D. Euzebio Martinez de
Veslasco ; joias snltas da arte antiga e moderna, por
D. P. dro da Madrazo ; antiguidades romanas da
provineia de Z imor, por D. Cesareo Fernadez Du-
ro ; testemunlio dos autores arabes acerea da re-
iigiao christa, pc-r D F. Simonel; eartas parisien-
se p:r D. Ange! Miranda ; os ccches, por D.
Jose de Tejada ; a gnerra, poesia, por D. Euzebio
Serra ; llhas Filippinas ; nma expedieio peia pro-
vineia de Cavite, por D M Caballero" le Rodas ;
locomovel de Herman Lachapelle.
As gravuras sao : madalhao com 0 Fetmto de D.
Isabel de Portugil, esposa de Jarlos V ; chronica
illastrada da guerra do BOrte ; bateria coberta nas
alturas de Puchetaa ; irincheira carlista de Mina-
Rubia ; peg-i de lo, disposta para ser iransporta-
da aj baterias di las Carreras ; vista das posi-
coes carlistas, tomada das avangadas do exercito
em Pucbeta ; A mslancoth, estampa de Albrecht
Darer; Roma : ruinas d > Forum vistas ao luar ;
Barcelona : 0 Mauicomio Xova Betem ; 0 negro
Jacobo Wamwright custodiaado 0 cadavcr^Io Dr.
Livings'one a borlo do Oaleula ; Santiago do Chi-
li : inauguracao do monument) para commemo-
rar 0 iicendio da igreja da Coneeijdo ; nova ma-
china a vapor hoiisontal, locom'vel, construida
por Hermau-Lachapelle.
0 n. 17 traz na frente Concha, marquez del Dne-
to, e em seguida niuitas gravuras da gnerra do
norte ; 0 retrato do general Castillo, defensor de
Bilbti) ; a casa de campo cm Madrid ; exercicios
militares d >s batalhoes de reserva ; 0 transporte
do general Primo de Rivera ao seu dorcicilio ; ty-
pos e costumes do Japao.
0 texto *6 por si vale o mrecu da assignatura,
porque nesta folha collaboram as melhores pennas
do paiz vizinh).
Conlloua a assignar se na agenda para 0 se-
racstre de julho a dezembro proximo.
i.oioi-ia. -A que se acha a vonla e a 103.'
a lenef'.cio da igreja de Santo Amaro de Seri-
nhaem, quecorre hnje, dia de Santo Antonio, (13)
do eorrente.
Casa de detencao.Movimento da casa
de detencao do dia 11 de jnoho de 1874.
Existiam presos 347, entraram 3, sahiram 2,
existem 348.
A saber :
Nacioaaes 260, mulheres 8, estrangeiros 2".
escravos 45, escravas 4. Total 3iS.
Alimentados a custa dos cofres pablicos 264.
Passageiros. Sahidos para os portos do
snl no vapor brasileiro Penedo :
Conego Antonio Jose Firmino Novaes c urn es-
cravo, Francisco de Assis Machado, Jose Olivar,
Jesuino Antonio do Nascimentn, 1). Maria Salur-
nina dos Prazeres, Antonio Fernandes Jorge,
Rosa Maria da Conceicao, Umbelina das Virgens e
0 menor Manoel, J. R. Sinith, Jose Paulo, Fran-
cisca Maria dos Prazeres, Innocencia Feliciano
Nazareth, D. Feliciani Pereira de Lyra, Dr. Ma-
noel Caldas Barretto e um criado, Manoel Fraa-
ci^co da silva, Antonio F. Porto, Manoel do Nas-
cimento Simas, Antonio Paulo Baptista, llermene-
gildo Alves de Souza Bente, Bento Jose Ribeiro,
Eluirdo Alkain, Miguel Victor, Minoel Pergnntino
de Souza Leao.
- Sahidos para a Europa no vapor portuguez
Julio Diniz:
Henrique de Lemos Leal Reis, Carlos Adolpho
Avellar Cholmer, Feliciano Jose Games, Maria
Emilia Marques, Jose Fernandas Peres, Manoel
Izidro Zacarir.s, Augusta Kacbado, Joao Antonio
da C. Pinto, Jose Tliomaz da Silva, Antonio Au-
gusto de Vasconcellos, Miguel Ferreira, FortunaW
de Campos Cacao e Joaquim Soares di Gjsla.
Rpeurse rltie.
Hec-vrentco juizo. record-la''rancisco deAmo-
rim Lima FfTh 1. P.elator 0 Sr desembargador
Souza fceao. sorb ados os Srs. desembargadsres
DoiuinLT.'M SiUa e Almei la Amaiuerqne.. Im-
prucedeote*
Appellacoes crimes.
D'Agua Preta. -Appellantc Joaode Queir.7, ap-
pellada a juct'-ra.--A novo jury.
Do Ipti Appellante Jo=e Ferreira de Souza, ap-
pellada a justie<.Improcedente.
Amanha liav ra sessao especial para ju!?ameo-
to dos seguintes feitos :
Aggravos de instrument.
Aggravante Jose Alves Birooza, a.gravado o
juizo de Porto (alvo. Relator 0 Exm. Sr. presi-
dente. Adjunctos os-Srs. desembargadores Souza
L-io e Domiogues Silva
Aggravos de pelicao.
N. 4. Aggravante padre Albino de Carvalho Les-
sa. Relitur 0 Exm. conselheiro president-'. Ad-
junctos so teados os Srs. desembargadores Almei-
da Albuquerque e Accioli.
Em seguida havera sessao extraordinaria para
conhec r do habeat carpus do.vigario de Cururi-
pe e do de Augusto Paulino da Silva, adiadas por
falta de juizes para o julgamento.
PASsuer-NS.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque :
Di Recife.Appellanles bacharel Antero Mano*l
de Medeiios Fur lado e outro, appellados Pefgjra
Carneiro & C. -
Da Imperalriz.Appellante Pedro Barrozo Va-
lente \"eras, appellado lenente-eoreael Antonio
Goncahes da Jus:a.
Do Sr. desembargador Malta ao Sr. desembar-
?ador Accioli :
Do Recife.Appeilante Agostinho Ferrei'a Ju-
nior, appellado Emilio Perei'a de Abreu.
Do Sr. desembargador DominguBs Silva an Sr-
desembargador Souza Leio ;
Appellacao commercial.
Appellaute Jose Joaquim do Castro Moara, ,.p-
p llado Joaijuim de Souza Silva Cunha.
Embargos remellidos.
Enibargaule Jose Joaquim Pereira, embaTgadu
Antonio de Smza Rego.
Ho Sr desembargador Souza Leao ao Sr. des-
embargador Silva Guimaraes :
Appellacoes civeis.
Appellante Tasso Irinios, appellados Joaqwiiu
Saveriano Nogueira ; appellante 0 juizo, appef].
Joao Bapiista Maria de Queiroz; appellante 0 jui-
zo, appellados Joio, Jose e outros ; appellante An-
tonio Barrozu Valente, appellado Jose FurtadoRar-
boza ; appellante Salvador de Siqueira Cavalcacti,
appellado Joaquim Salvador de Siqueira Cavalcan-
te ; appillanH Valentina, por seus fllr.os Francis 0
e Elias, appellado Silverio Augusto Niines deMrllo.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Appellacao civel.
Appellanles Goncalo Jose de Barros e ouiro"',
appellados Manoel dines do Rego e oulros.
Diligeiicia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justica :
Appellante 0 juko, appellado Henrique de Bar-'
ros Leite.
Diligencia civel..
Ao desembargador proeurador da coroa :
Do RecifeAppellante Luiz Fraicisco do Aiuu-
queique Melb, appellada Anna Maria dj A'.t.i-
qerque.
Assignou-se dia para julgamento dos seguinte"
feitos:
AppeIla;oes civeis.
Do Recife.-Appellante Antonio Annes Jacotne,
appellados herdeiros de Euzebio de Paula Pintj;
appellaute Carlos Leelerc, appellados Joaquim
Bernarftno Ferreira e outros ; appellante Jose Pe-
dro das Neves appellado Manoel de Hesquita Car-
dozo : appellante 0 visconde de Suassuna, appel-
lados Francisco Luiz Cavalcante e outros.
Appellacao commercial.
Appellante Jose Bibiano de Oliveira SiC0| ira
appellados Hellrao Oliveira & C.
De Campina.Appellante Candida Martins de
Carvalho, appellado Jose Campello de Albuquer-
que Gaivao.
Do Bonito.Appellanles Francisco Antonio Soa-
res c outros, appellado Vicente Ferreira Padilha
Calumby.
De S. Joao. Appellante Francisco Jose Corp? 1.
appellado Manoel Dantas de Goes.
Embargos'remetlidos.
Embargante Antonio de Souza Biaz, emb...- ,
do Jose Alves Barboza.
Appellacoes crimes.
Do Ipii. Appellante Jo?e Pereira de S uza, a -
pellada ajuslica.
De Pedras de Fogo. -Appellaute ) juizo, appella-
do Manoel Rodrigues Tavares.
Da Itambe. Appellante 0 promotor, appellado-
Francisco Igaacio Sallcs.
DISTBBWIQdSS.
Appellacoes civeis.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque
De Olinda. Appellante n juizo, appellado Ma-
noel Dionizio Gomes do Rego.
De Alagcas. -Appellante J se Rufino de S. Ran;
gel, appellado Eloy Beze ra do Vale.
Ao Sr desembargador Alotta :
Da Sobral.Appellante Amarc Ferreira de Car-
valho, appellado D mingo3 Ferreira de Carvalho.
Ao Sr. desembargador Accioh :
Da E-cada. Appellante Roque Ferreira da
Costa, appellada a par.la Leoncia.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Appellacao -commercial.
Appellante E. A. Burle & C, appellados Oliveira
Filhos & C.
Ao Sr. desembargador Souza Leao :
Do Recife. Appellante Jose da Costa Bispo, ap-
pellado Braziliano H. da Cunha Cavalcante.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes :
Do Limoeiro.Appellante 0 juizo, appellada '.
preta Maria e seus filhos.
Appellacao crime
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
De Bom Jardim. -Appellante 0 juizo, appefiadis.
Galdino, escravo do Dr. Filippe de Souza Leao.
Encerrou-se a sessao as 2 horas.
Miranda, branco,
Gr&ea; hydroperi-
Cenailerio publico. Obituariodo dia 11
de junho de 1874 :
Antonio Francisco Martins
Portugal, 57 annos, cisado,
cardio.
Rita, branca, Peraambaca, 10 mezes, Recife;
variolas.
Manoel, pardo, Pernarabuco, 7 meaes, Santo An-
tonio ; brouchite capilar. .
Jose Joaquim, preto, Pemambuco, It annos, sol-
teiro, Boa-Vista, hospital Pedro II : epilepsia.
Maria Josepha do Paz, parda, Cabo, 60 anoos,
solteira, Boa-Vista, homital Pedro II; bexigas.
Malbilde Maria da Conceicao, branca, Pernam-
bnco, 38 annos, solteira, S. Jose ; tetaao trauma-
tico.
Arthur, branco, Pernambuco, 15 mezes, Graca ;
espasmo.
Laarinda Maria da Conceica\ pardi, Pernam-
buco, 23 annos, solteira, Recife ; variolas.
Manoel Jese do Nascimonto, parda, Pernambuco,
60 annos "iuvo, Boa Vista; gastro enterite.
Philoraeha. par-da, Pernambuco, 10 mezes, Re-
cife; bexigas.
Bartolhomeo, branco, Pernambuco, i mezes,
Graca; espasmo.
Emilia, par la, Pernnmbnco, 2 annos, S. Jose ;.
vermes.
5 awNiiA J&m iarhl
tribunal 11.1 m;i, t xm
?SESSaO DE 12 DE JUNHO DE fa\.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. OONS'ELUEIRO.
CATANO SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coclho.
As 10 horas da manha, presenles os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia
go, Almeida Albuquerque, HoPa, proeurador da
corda, Accioli, Domingues Silva e Souza Leao, fl
PARTS POLITICA
PARTIDO CO.VERV.lOH
RECIFE,
13 DE JUNHO DE 1874.
II
Se a lei do elcmento servile 0 florao do actual
governo, nem por isso deixa elle do recommen-
dar-se por oulras nao menos imponantes.
Se a humanidade obteve um triumpho pela lei
de 28 de setembro ; se com ella cauterisouse a
ohaga da escravidao ; se por ella lavoa-se 0 Br.- I
da no tea de esclavocrata ; se a liberdade com
ellafolgou eo Evaagelho, apos ella vieram-oulras
medidis e reformas nao menos imponantes e ne-
cessarias.
A lei de 3 de dezembro tornara-se 0 alvo dos
slygmas dos liberaes, qae apczar disto, quando no
poder, nao a acabaram, antes se serviram di':i
bellamente: essa lei, lilha das circumstancia^,
teve seus benelicios e servio muito bem nos tem-
pos em que foi promulgada.
Com ella se fez rcspettar a autoridade e foi con-
Ma a desordem; mas, a experieneia foi mostran-
do i|ue ja era precise soffrer nma raodiQca;ao,
uma reforma, e estas se Qzeram opportona-
mente.
Foi essa reforma que 0 governo aolual realisen
p omnlgando a lei da reforma judiciaria.
A policia deixou de ser formadora da cuipa,.
ampliou-se os casos de babeas-corpus, faciliiou-se
as lianoas, a admiaistracio da justica se torrfoti
mais commoda as parlor, em quanto qua as garac-
tlas em .prui da liberdade se augmentaram. Se a
jnstiea e a primeira necessidade des povos, OR-
Ihorar a sua adiiiinislracao e um Bio pequeno bo-
neftcio, e sc nesse naolhoramento se ampliam as
garantias e os favores ao oidadao. a reforma que
t.l consagra presta um service a verdadeira liber-
dade.
E e per isso qne os pretenses liberaes nao po-
dem perdoar ao govewo actual as reformas que
nunca quizeram reaiisar, embora servjssem de
theraa para suas declamacoos em opposicao I
Como consequencias da reforma judiciaria, veio
a dos tribunaes de segunJa instancia, como vira a
dous annos am Roma, obra que foi approvada peio
papa, diz;se : Qua todo 0 papa e ami voz. e
uma voz de Deus : porquanto Deus 0 caastituioo
org.lo vivo de sua esseacia ineomprenensiveJ^ 0
tendo o/Sr. desembargador Reis e Silra, por pre- que jafoi proposta pa*3 a magistratura am geral,
sidiro jury do Recife, abrio-se a se**3e. qne atornara mais iadepeuUente e appetecivel.
Nao
esta these ; 0 que e liberdade e corafJ-^e preva a I initrafljento encarnario de sua palavra iosprrada,
sua esi'tenciat jo mestra soberano e infallivel de sna virlude e
0 s-gundo '.'tt.i .- Deve-se.admittir a pftiprte-'ab3jQr-3, IJHo 6 3 voz de Daa? fazendo-sg on.v>"r]
jaHMtnToy.
Recurso de fallencia.
. aecorreDte 0 juizo especial do Recife, recorridos
Alfredo 4 Barboza Junior. Relaio- >Sr, de-em-
bargador Silva Gurroaries. Sorteados os Srs.- des-
emoargadores Seuza Leao e Acciolr.Peram pro-
'-vjaeBto.
.Hecorrente 0 juizo especial do Recife, reeorndo;
Manoe'7*d Silva Pootes. Relalar u Sr. il^imbar-
gador Sou-^1 Lao. Sortead v a? Srs. desembar-
gadares LoaK^KO Santiago e A;::oo.^d>rampro-
vimento.
e conipntuo coa isso 0 governo actual !
A experieneia demonstrou que a^uarda nacional
como se achava orgaaisada, era um gravame e
uma foots de abuaas para 0 cidadao. A^uatda
civic* se h*via desaaturaJo, 0 grajas ao ibaso
tntiia mil atrcpellos e males qae-pediaai re-
medio.
Ui-r-osto -a cortar pelos abuses, a reformar fl
S|ue a experieneia tem mestradontoessitar de re
ffm, 0 gabinele actual reforraou a gaarda na'
cjonal. A especamedo nio podera agora aufeti
lusro? ?. GB?t* do pobre ; 0 operario nao se ver

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Diwio d#Piaai>eo +- 8Efbdp 13 de J*mlio de l?i"
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atr-opeltaae |elo *ervifo, nera oj animos mesqui-
nhos acharao aro para exercer vtagan^as peque-
ninas.
A nova lei claramente esubeleeeu os casos em
qae so pole reuair a guarda national, acabou com
essas revistas e.ejerciciis que Uito atropellavam
o pobre gnarla ; d iiodoiine-hojt o agrioultor, o
arlista ja pode fiercer sua profilsao e trabalhar
por si, sem receio de se ver preso ou atropellado.
se a nova lei b3o trouxe beneflcio, qae o digam
aquelles que sofTreram os vexanes da anterior,
ou ante- do abuso dos que com ella especu-
Desejando a lai e combatendo as Irevas, o mi-
nteterio actual busca melljorar o ensino. Obser-
vjndo a promessa constitutional, uiUse contenti
dji por tod? parte augmentar o numero de esco-
las, far raais : recoromenda o seu estabelecimen.-
to ; desperta a a'.tenclo do paiz, aaima as associa-
tes para a propagacao do ensino, applaude as
edbferencias, e dando golpe no monopolio, facilila
os examei em todas as provincias. -Gracas ao be-
uefico mft jxo do governo actual, olha-se com mais
atteocao para o cn?ino e se raj comprehended?
fraar o cidadao, consclo de seus direitos e de
?ua dignidade. Mais urn servico ao futuro, mais
ujna homenagem rendida a verdadeira liberdade I
Nio bast* isso : a agriculltira, o commercio, a
iodustria necessitam de betibtlcios, reclamam me-
- didas que so desenvolvam 0 governo actual
*So se iescuida Estada, examioa, contrata, rea-
ilsa, e em resultado vemos que se promove a colo-
nisa?io que oos fara bracos, que se busca me-
lliorar a agricultura e as artes, ensinaudo os me-
IhorametrtDs c o oso de machrnas connedJas em
nacoe3 mais a.h nmdas, out; se abrom estradas
que facilitarao o txansporto e darao sahida aos
productos, que jfmBcamelhorar o coinmercio e
a navegacao, ftrTraf, como se ve do relatorio do
nob re presidasfc-uo conselho, e propo-ta a redue-
i.i) de imoptos que pesam sobre oossa p'roduc-
i.vb. reduco e dcsappari;ao que virao animar
" agricultoffhiaxirao os de pequena cultura. Ho-
mem prolliaente, liberal do principles, o nobre vis-
conde do Bfo Branco risonlio eneara o futuro, e
sate que twas essas reformas e medidas honram
e nobilitanr o homem que as propoe, ao ministro
que as executa, e ao partido que as sustmta ; e
que em vet ae enfraque:er consolidara as institui
aies, que esse pariido Gelmente deseja manter e
conservar.]
o outras modidas e reforma3 propoe o
10.
eleitoral que torne uma verdade o
eseuutivo, a lei para o service mill
ca menos olioso, sao medidas que
ito, o que com o favor de Deus rea
cai do cabello, quando 3tadao exista Bffl 'j ,'
lidade saflieUnte oos vaioa secratofios. Isto Ov a
nao e tudo ; a caspa eslorva e mata as fibras, *
\ esta admiravel preparacao vegetal dissol io 49te*
resultadoi dl [tratspira^So supprimida e offefe
cendo asstm tucasiao a que o cabello attain com
elegante abundancia.
E para i
actual go
0 syste
sysiema
tjr quo
tem elle a
lisara.
K realisando tantas reformas, fazendo taes be-
ueQcios, n tern o governo actual encontrado um
amp) frjjco e condigoes favoraveis, pelo con-
trario, as inaiores dilHculdades tem se olT-irejido,
dilficuldadei que ha vencldo, e que nao tem obs-
11do sua njjarcha.
E' i -1 iii que a desobeJiencia e as pretenooes in-
debilas de alguns prelados, menos pruden'.es, col-
loctrain o ipverno na dura neces ilade de faze-los
respeitar fflei, trazendo isso alterajio na boa
harmonia quo existia outre a igreja e o estado,
sendo qua,)ia questao torn sido o govern.) quem
raais longanimidade, prudencia e criterio tem
mostrado, nao porque Hie faltem meios ou di-
reito, mas porque respeitar quer as cren.;.is reli-
giosas da raaioria dos cidadaos, esperando que
esses, prelawta que tio mal avisados se teem mos-
trado, reconhecim o seu erro e melhor cumpfam
.-eus deveres episcopaes.
' governo respeita c preza a religiao do estadr-,
que, se 6 atacada, nao e por elle, mas por sens
:!!iuistros, que delta se servem para satisfazer pai-
x e interests inteiramente tsmporaes !
Nao se persegue o sacerdote, pune-se o homem
que_ so considcra acima da lei e affronia as insti-
tuli.'oes e o estado. Ai da conitituicao, ai I das
mssas ioslituicoes e liberdades, se o ul!ramonta-
nismo poder dar leis. 0 exemplo do Paraguay e da
H-.-panhae" pouco tentaloro descjavel, e strultra-
m mtano lilteralmentc o tao impossivel, como e
impossivel casar a liberdade com o despotismo.
') que leraos dilo decorre dos fact os, esta prova-
por actos, escripto em leisaoalcance de todos,
!- mdo resuiia que o governo actual defende a
i rdade de consciencia, a liberdade de pensar. a
liberdade do escravo, a liberdade do ensino, a li-
berdade individual ; quo quer a liberdade do vo-
;. as melhores garantus para o cidillo, aug-
unntando o seu bem estar e molloramentos. 6'
IS300 que justilica a tranquiliidade que gozamos,
a impotencia e a raiva dos quo o combatem, a du
io e a marcha sempre scgura e confiada que
: till o actual governo. Pensou so um ins-
juo pod; haver mudanQa e roi isso bastant-;
para solTrer a praca do Rio de Janeiro ; mostrou
- consolidada a" situacao, e o cambio melhorou
fm a coafiani;a que voltou ao commerci), con-
i ca (|ue diz mniti), pois liel da balanca, ella
sigoifica que havera ordem, paz e prosperidade e
futuro .' _
E' ajsirn q'ie proced-im o; bons governs, c
n que elles se tornam abencoados dos povos.
larque^ de Pombal tambem tem detractores, e
ainda hole e amaldigoado pelos jesuitas e tartufos,
mas, ainda hoje Portugal o con^iiera como o seu
priaieiro estadista e bemfeitor Continue o gover-
nc actual a fazer o bem publico, e o Brasi aben-
r-ara sempre sua memoria.
'.i.lC4&0ES I n
Saude pubiica.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da saiide pu-
biica, commendador Dr. Pedro de Attahyij Lobo
Moscoso, faz se publico que o mesmo seohor exa-
minou a pharmacia normal, sila no largo do mer-
cado publico, em S. Jose, pertencente ao pharma-
ceutics Jose Elias de Moura, e achou-a provida de
medicamentos novos e de superior qualidade, as
sira como de todos os utencilios neeessarlos para
o bom desempenho do seu servigo. Do que para
constar annuncio.
Inspecgao da saude pubiica de Pornambuco, em
6 de maiode 1871.
0 escrevente,
Jose Eduardo de Souza Landim.
OS Sr*. FONSECAS,
SEBASttAO JOSE DE
O 1. promotor publico (hi Recife.
P)r causa dos rrabalfios do jury nao respon'o
h [e ao artigo do Sr. Leonidas Tito Loureiro.
Amanha o fsrei.
Recife, 12 de junho de 187i.
Ohreira Fonceca.
a praxe,.que se procedesse a pe-
> 5. redactors.-?i& Bectsta Dtaria de honlem.
'. sob a epigraphc Zelo excesssn e vexatorio,\i
u.y.1 censiira feita a mim no exercicio ilas func-
' do collector deste muuicipio.
Se be;n que da leitura attenta dessa noticia se
i'-ca a icjustii;a e improcedencia de semelhan-
censura, todavla cumpre-me dizer alguma
e a em ordem a re.-tabelecer a verdade dos
faclos.
No dial d corrente recebi do Illm. Sr. Dr,
trador Qseal da fazenla geraj um offlcio en-
mdo me um mandado do juizo dos feitos alim
ibrar da companhia da estrada do ferro do
;': a S. Francisco, em 2i horas, o imposto
' li sobre os dividendos da mesma comoa-
nh,a.
Segood4 me cumpria, requeri ao Sr. Dr. juiz mu-
ial desta villa.se dignasse de mandar intimar
mandaJo ao superinteadante da mesma e3
|a, n qire se f,!Zno dia5, as 10 horas da manhS.
No dia 6, findas as 24 horas, o niotendosi-
l> recolhida a importaneia de dito mandado, re-
quer}, segundo
;'a.
Kissido o mandado para este tin. o Sr. Dr. juiz
inieipal entregou o aos olHciaesl reeommondo-
iue so fize-sem a penhora eslanii presente o
!r Mann ; e como quer que este n$o se apre-
. iJse ao3 ofuciaes nao se offectuou a pe.
ra.
\'i-se, pois, que o men procedimento nada teve
>l- voxatorb ; e se nio altendi ao bilheie que o
Sr. By. juiz municipal enviou-mo tu dia 6, diien-
i i'ie pessoa interessada Ihe havia informado
oa vespera, qu-o Sr. Mann tinha dado ordem
para pagarse o i-aposto ; so nio liz favores ao Sr.
Minn, demorando a execucao do mandado em pre-
juitj da fazenda, por cujo iuterosses, como seu
Bgenle, sou obri;?a4o a elar, nern por isso o meu
pr >:edimeoto podo ssr acoimtio de acobertado de-
get i de tutor embnragos d empma e muilo menos
m, 11 de caprickoM almej > de exercer alguma
i que se pare$a com umt vinganja, visto
que o Sr. Mann foi o proprio que deu causa a ex-
trahir se esse mandado, nio 6 deixando de re-
oiher o imposto no prazo devido, para so fazel-o
com mulia em prejuizo 1a empreza, como tam-
bem nao recolnendo-o nas 2i horas assignadas no
iih^tao manlado.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria, atlenden-
tf) com a imparcialidade que costuma, a censu-
ra qu se me lancflu, fara a devida justica. As-
sim espero.
Vina do Gilw, it de junho de 1874.
Jeio Baplis'.a Gomes Penna.
AcauCelai-vos contra todas as
pre|arai;*e
mioeraes que envenenam e destroera o cabello I
Alimentaio com a natrigao saudavel cuntida no
Tonico Oriental e certamene toroara a vaolt^r
conprido e fcasto. AppHeal esta maravtlh^sa re.
pa racao vegetal, com a escova, p8la manha e A
n.ute, e nao romente s flbras, mD)=0iicar.,e.h5o
mas slm umbem chegarSo a alcancfr o comprl-'
a n as
rueato iesejado. Es's
d e? casos, pron que 7SH li e exceffente
composicao < am sabstitoto perfeito para a twtri
^!%fiAu*Qra
JUNTA DOS CORRETORES
Praca ds Recife, 19 de junho
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE
C0TA$5g8 officials.
Algodao de ia sorte 8ii:00 por 15 kilos, hontem.
Milho da Bahia 9o rs. o kilc, hontem.
DUo -da villa da Penha 9,"> rs. o kilo, ijote.
Ci'edo Rio de Janeiro, 2" qualidade, 8782 por
!'> kilos, hontem.
Capabio sobre Lisboa a 90 div. p9 0|*Je,e
mio, hontem
Bito sobre dito a 90 d[v. Hi 0(0 de premio.
i^amhio sobre o Rio de Janeiro a 8 div. Ii4 OiO
de 4escooto. '
nesconto d,' lotras 9 OjO ao anno, honjjui.
d. rfe Vascosaeilosf
Presidente.
* P. tolffW
aecretano
\LFANDEO-\
rteadimeaio iii 1 a 11.
dsaj'do in 12
%m%\
263:439 J63C
Dsscarregarc bojn 13 de jonho de 187i.
Lugar portuguez Cidral farello para o tra-
piche Conceigao, para despachar.
Palhaboteamericano S. C. Evans farinha de
trigo ja despachada para o Qaes do A-
- polio.
Patacho iuglez 6'. N. Collymore farinha ja
despachada para o cae3 do Apollo.
Iiuportaoito.
Escuna naeional Georgiani'entrada de
em 12 do corrente e consignada a Tasso
& C, manifestou:
Sal 800 alqueires aos eonsignatarios.
Macao
Irmao
DESPAGHOS DE EXPORTA(;AO NO DIA 11 Dfc
JUNBO DE 1874.
Para os portos do exterior.
Na galera portugu^za Europa, para Liver-
pool, carregou : P. Carneiro & C 87 saccas com
7,115 kilos de algodao ; A. Loyo 50 saccos com
3,750 ditos de assucar branco e 550 dilos com
41,250 ditos de dito mascavado : para o Canal,
Keller & C. 2 sa:cas com 150 ditos de algodao.
No vapor portuguez Julio Uiniz, para o Por-
to, carregou : J. da Costa Lima 2 latas com 15
kilos de doce : para Lisboa, P. J. de Siqueira 1
caixa com 1c ditos de dito e 1 volume com 11 li -
tros de aguardente ; F. R. Pinto Guimaraes. 49
saccos com 3,675 kilos de assucar branco e 179
dilos com 13,425 ditos de dito mascavado.
"No brigue portugoez Maria Hdltnu, para
Lisboa, carregou : S. Guimaraes & C. 220 saccos
com 16,500 kilos de assucar branco.
Na barca portuguaza Adniracel, para Lis-
boa, carregou : Amorira lruSos & C. 8aO couros
salgados com 10,320 kilos.
No vapor francez Erimanlhe, para Paris,
carregou : P. A Pereira I caixa com 20 kilos do
doce. .
Para os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho por-
tuguez Rocha, carregou : Amorim Irmiios & C.
220 barriquinhas com 16,519 kilos de assucar
branco.
Para o Para, na barca pcrtugucza Arabella,
carragou : J. C Goncalves 50 barriquinhas com
16,649 kilos de assucar branco; J. I. Goncalves
Beltrao 50 pipas corn 24,000 litros de aguardente.
Para b Pjra, no hiate americano /. Rose,
carregou : J. C, do Keg > Ponies 16 pipas com
7,680 litros de aleool.
Para -Maceio, no vapor brasileiro Penedo,
carregou : M B. d; Melio 1 barr.l com 80 litros
de aleool; Meodooea, Gorreia & C. 2 dito-,scom
192 ditos de dito.
Para Uaca >, na barcaca Hayde, carregou :
A. M. daS-lva 1 pipa com 48J litros ae aguarden-
te, e para Mcssoro, Sditas com 2,401 ditos de dita.
Para Macao, ua barca;a Silcina, carregou :
Fraga & Rocha 20 barris com 1,920 litros de mel,
3 ditos com 288 ditos de aguardente, 1 volume
com 30 kilos de doce e 15 ditos com 1,059 ditos
de assucar branco.
Para Alagoas, na barcaca lienigna, cane
gou : A. P. Gomes 1 barrica com 65 kilos de as-
sucar branco.
Para Alagoas, na barcaca Phirao, carregou :
Aigonez 4 G 1 caixa com 43" kilos.de doce.
Para o Aracaty, no hiate naeional Nova Es-
peranca, carregou : Maceio, Bastos & C. 10 bar-
rica3 com 571 kilos de assucar br?nco; Alvares,
Qainta! & C. 6 ditas com 3If dilos de dito refl-
nado.
I SCUT BACK & FILU.S.
Lisboa. Sobre
^ANTOS d VI ANNA, 6
|o> *to Sobre o banco uniao do por to
0 ST. 10k QUUIMNM DA FONSECA.
Par A. SoDre banco commercia-
D FARk, 0 M&ti.- FRANCISCO fiAODENCIO DA
COSTA & F1LI10S.
llur.tultilo. Sobre 0 Sr. jos* fer-
REIRA DA SILTA JUNlv'IR-
Gears. Sobre os Srs. i. s. DE AS-
CONCELI.0S & SONS.
If ahla. Sobrs 03 Srs. marinhos & c
Rio de Janeiro. Sobre o banco
1NDJJSTRIAL E MERCANTIL, BAHW NACIONAL e
BANQUE BRASILIENNE FRANC/SHE.
companhia"allianca
seguros maritimos e terreW-
tres estabeleoida na Bahi^
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:0009000.
Toma seguro de mercadorins e dinheiro
nco mariUmo era navio de xela e vspore'
para dentro e fora do imperio, assira conn
eontra fogo sobre predios, generos e fa
rosdas. '
Agente : Joaquira Jos^Goncai^J|eltra an do Corrmjercio n. 5, I* andar.
SEGHROS \
NAIITHOS ;?
E
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecidj
aesta pra^a, toma seguros maritimos sob,r
oavios e seus carregamentos e contra fojjj
^m edificios, mercadorias e mobilias: n
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
COMPANHIA 1
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mercadorias
tretes, dinheiro a risco e ftnalmente de qua!
iuer natureza, em vapores, navios v& ela ob
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO K. 34.
Banco do Minho.
Joaquira Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre
Pet cao.-tc Illm. S. Dr. juiz de direito especial
do commerce Beri|ldo.Gpaies B*.SirM, liqui-
datans da iilbejilVifa f'cifciado Gonws. da Sil-
va & L., quer fa*r citar a Jose Soares de Lemos,
para na priroeira audincia deste juizo, ver se ine
agioir os 10 dias daiei a sua letra juuta e ja
vencida, para nella alegar a defeza que tiver e nao
sen Jo essa relevante, ser condemnado a pagar a
quantidade principal de 539J030, juroS edlpdradoi
" *flr'lu4 93Ui)pliiado reauncia.ss>3 oUr
e cos
CaPATAZIa
rtendimento d/> dia 1
dm do dia 12
Da ALFANfiHiiA
a 11.
7:4891655
"705/, 158
8:194*813
No d.a I a 11
No dia 12
.-"nmeira poiia .
iegunda porta
f6rceira porta .
Juarta porta .
^i*picb"j Ccaci.oa
6,827
90
35
111
223
7,286
SERVICO MAR1T1MO
\ivaroaga< desearrefadss no irapicLe da
a;rp.nat=a :
No dia 1 a i 11 .
No dia 12......
io trapichs iio&c6icao .
i
10
RKCEBEBOiUA DS rtESDAS INT. RNAS GE-
RAES DE PERNAMBUC
undimento do dia 1 a 11. 26:222*495
d^m do dia 12 1:667*835
27:890*330
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento di dia 1 a 11. 42:271*273
Idem do dia |2 .... 6:459*918
48:731*191
Augusta 1. d'Oliveira & C.
A casa commercial e bancaria de Augusto
j d'Oliveira & C, a rua do Commercio ns
42, encarrega-se de execucAo de ordens
para embarque de prodoctos e de todos o:
mais negocios de coramissSa., queir coramer*
ciaes, quer banca^ios^
Deconta lettras, e toma dinheiro a pre-
mio, compra cambtae^ e saca a vista e a
aazo, 6 vontade do tomador, sobre as te-
guinles pragas estrangeiras e nacionaes :
tiondfes- Sobre o umo* bank of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEATIC BANK,
limited, e varias casas de i.' classe.
Psris. Sobre os banqueiros roULf
& C, MARCCARD ANDRE ^-C. e A
?mni ft c.
-Sobre
Anadia. Evora.
Aguida. Fate.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Chaves. Leiria.
Elvas. Lisboa.
Amarante. Barcellos.
Guimaraes. Coimbra.
Covilhl Mirandella.
Melgaco. Penaflel
Portalegre.
Arcos de val de vez.
Celorico de Basto.
Carainha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Villa-Nova de Portiraao.
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Lamego.
Estarreja
Valenca.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa Nova de Fa.nalicao
("HE
Villa do Conde.
Mas ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
Seguro conlra-fogo
LIVERPOOL & LONDON & GLll
INSURANCE COMPANY
Agentes
SAUNDERS BROTHERS A C.
11Corpo Santo-r-11
Apital.
^umlo
N0RTHE1LN.
.... 20,000:00OJMK)t
de reserve. 8,000:0005001
Agsntes,
Mills Latham & C
UUA DA CRUZ N. 38.
ML OE
Jorge Tasso
Aguida.
Amarante.
Anadia.
Arcos.
Arco do Baulheim.
Aveira.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Braganca.
Cabeceiras de Basto.
Caminha.
W. 3 Una ao liiioi m Nl. 3
Saca por todos os vapores qualquer quantis a
prazo ou a vistisebre esse Banco, ou suas res-
pectivas agendas nas seguintes cidades, villas de
Portugal e ilhas adjacentes e Hespanha.
A saber :
Portugal < Unas.
Famalicao.
Faro.
Figueira.
Couvda.
Guarda.
Guimaraes.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Mealhada.
Cbaves. MkandeHa.
Coimbra. Moncao.
Coura. Oliveira de Azemeis-
Covilha. Ovar.
Elvas Penaflel.
Extremoz. Pinhel.
Evora. Ponte do Lima.
Fafe. Povoa de Lanboso.
Funchal. Port'Alegre.
Fayal. Portimio.
Porto. Povoa de Varzim.
Regoa. Silves.
Tavira. Tnomar
Torres Novas. Valenca.
Vianna. Villa do Conde.
Villa da Feira. Villa Real.
Villa Real deS. Antonio. Villa Pouca d Aguiar.
Vinhaes. V'izeu
Villa Nova da Cerveira.
Hespanha.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
^flVlMENTO 00 FOBT0
Navio entrado no': dia 12.
Assii. 7 dias, escuna brasileira Georgiana. de
149 toneladas, capitao Manoel Franklin do Ama-
ral, equipagem 9, carga sal, algodao e outroe-
generos; a Tasso Itmao & C.
Navio sahiio no mesmo dia.
Porto e portos intermedios. Vapor portuguez
Julio Diniz, commandante Conteote, carga as-
sucar e outros generos.
Observacdo.
0 vapor brasileiro Penedo, seguio hoie para os
portos do sul, e nio hontem como salno por en-
gano.
dfo|i(ili| j,a?a ser dc^aidado njsia J*"conira"-
to, enlretanto que"a^anaonando o lugar ao seu do-
tnicilio e se relirasse para lugar incerto e nio sabi
do, como o supplicaato provoa perante o ju zo de
piz por juslidcacao alii prestada. Reqnor a V. S.
que se digne mandar passar edital com o termo da
lei para a citacao do supplicado para Dm requerido.
Nesltes termos pede a V. *. assim Ihedefira.
E. R. M. Recife, 22 de malo de 178i.-Henriques
da Silva.
EeUva uma eslampilha do valor de 200 r., le-
galmente inuiilisada com a data e aisignatura su-
pra.
Despacho.Distribuida im, juntando a procu-
racao Recife, 23 de mak> de 1874.-8arros de
Lacerda.
Em virtude do meu despo|io (ora a pelicao dis
tribuida ao escrivao iotenno deste juiz tVancis-
eo Xavier de Soaza Ramos.
E lendo o supplicante produzk'o sua? testemu-
nlias, (/uejufaram'auhar-je o suppiicanle Jose Soa-
res d Leiqg, auieBto eiolugar biceilo e ir*o sabi-
do, seliadbs e preparados bs autos, m*os os fe2 cod
elusos e nelles dei a sentenca do theor segainte :
Sentenca. Por edilae* co^ 30- afflxados e publicados, seia cilado o supplicado,
cuja aosencia hei'npr jUMifieala, e cu.-t3s Hecife.
9 de junlio de f74. -Sebas'liao do Rego Barros d^
Lacerda.
Pgr forca desta minha senteor.i o escrivao fez
passar o presente edital, pelo qnal ciiamo, cito e
net por imiuu.lo o dito supllicado, para quo Com-
parega neste juizo dentro do dito prazo, aOm de al
legar ft quo for de justija.
E para que cbegue ao conheoimento de todos,
mandei tazer o presente, que sera afflxado nos lu-
gares do costumo e pubheado pelos jornaes.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Pcr-
nambuco, aos 11 d>> junho de 1874.
Eu, Francisco Xavier do Souza Ramos, escrivao
interino.subscrevi.
Recife, II de junho de 1874.
Sebastiao do Regn Burros de Lacerda.
0 Dr. Sobasiiao do Hugo Harros ue Lacera*. juiz
de direito especial do comraercic aesta cidade
do Recife de Pornambuco, por S. M. Imperial,
etc., etc.
Kac.a saber aos que o presente edital virem, que
por (faMb d-j Fernando Gimes da Silva, liquidata-
rio da ejtincta fir ma de Fernando Gomes da Silva
& C. me foi dirigida a peticao segumte :
Iluu7Sr. t'f jiiizde djreiio especial do conwner-
cio.Fernando Games da Silva, liquidata rio da
cctincia firma Fernando Gomes da Silva & C,
quer fazer citar a Ay res Affonso Maria de Albu-
querque pira, na prime'ra deste juizo, ver se Ibe
assigirar os 10 d-as da lei a sua l-itra junta e ja
veneida, pra nelles allegar a <1ef-'za ()a^ tiver, e
nao sendo es-:-. relevante, sar coqdemnadn a pa
gar a quantia principal, 3:40^^800; juros estipula-
dos e custas, menos a quantia de 6U05 que deu
por conta e consta do recibo em seu poder ; e
pM-que o supplieajo renuncias|e o, foro do domi-
cilio para ser'derbandado ne^te d rontrato, eu-
tretanto que, abaudonnndo o lugar de-seu domi-
cilio e se retirasse para lugar incerto e nao sabi-
do, como o supplicante provou perante o juizo de
paz por justificacao alii prestada, requer a V. S
que se digne mandar passar edital com o term i
da lei par* a citacao .do supplicado, para o fun
requerido.
Nestes term s pede a V. S. assim Ihe deflra-
E. R. M.
Estava o sdlo de e>tampilha do 200 re.is. Recife,
22 de maio de 187i. IJenrique da Silva.
Na qual dei o dispaeho seguinte :
Bistribuida torn* requer, juatando procura^ao.
Recife, 23 de maio de 1874. Barros de La-
cerda.
Em virtnde do meu despacho, fora a peticao
dislribuida ao escrivao deste juizo Manoel Maria
Kodrigues do Nasciinento.
E lendo o supplicante produzido suas testeniu
nhas, que juraram achar-so o supplicado Ay res
Affonso Maria de Albuquerque ausente em lugar
incerto e nao sabido, sellados e preparado3 os nu-
tos, me fez o escrivao conclusos, o nelles dei a
sentenca do theor, forma, modo e inaneira se-
gu nte :
Precede a justificacao de ausencia do suppli-
cado, pelo que seja cilado por editaes com 30
dias de prazo, afflxados e publicados nos jornaes.
E custas. Recife, 5 de junho de 187i. Sebastiao
do Rego Barros de Lacerda.
Por for^a desa minha sentenja o escrivao fze
passar o presente edital, pelc qual chaino, cito e
hei por intimada o dito supplicado para que com-
pareca neste juizo dentro io dito prazo, aflin de al-
legar o que for de justica.
E para que cliegue ao conhecimento de todos,
mandei passar o presente, que sera publicado
pela impreiisa e afflxado nos lugares do costume.
Cidade da Recife, 8 de junho de 1874.
Eu, Manoel Maria Kodrigues do Nascimento,
escrivao, o subscrevi.
Recife, 9 de junho de 1874.
Sebastiao do Rego Barros Barros A Lacerda.
Edital n. 178
Pela inspecloria da alfaodega se faz publico, que
nao tendo sido arrem>tad por falta ds cuncur-
reneia ao valor official, 68 duzias c II vassoaras
d^ piissava. vindas de Liverpool no navio por-
tuguez Arabella, entrado em 25 de maio findo,
avaliadas por 771*866 e abandonadas aos direi-
tos por Manoel Jose Goncalves Pereira, annun-
clada por edital n. 173, so transfere a mesma ar-
rema I a ;fn para as 11 1 oras da manha do di i 15
do corrente, a porta desta reparticao.
Alfandfga de Pernambuco, 12 de junho
de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carv/ilho Iteis.
Edital n. 175.
SANTA CASA DA MlSEHlCORDU HO
RECIFE.
A Mima, junta administrativa da santa casa ds
Misericordia oo Reeifa, raanda razor publico que
na sala de suas sessdes, no dia 4 de Junho pe-
las 3 horas da tardo, tem, de ser arrematadas t
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
) lr-s annos, as rendas dos predios em seguida
leolarados.
ESTABELECIMENTO BE CARIOADE
Travessa de S. Jose\
Casaterrean.il.......20UOOH
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Ciuco Ponlas.
asa terrea n. 114......36211500
Rua da ViracSo
Memn 74........241*000
Ponte Velha.
Idem o. 31.........156*000
Rua de Antonio Henriques.
(dem n. 26....... 99*000
Rua do Vigario.
1.* andar do sobrado n, 2-7. 325*000
Eojaidem......... 375*000
PATRIMONIO 1)08 ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Casa terrea n. 16...... 209*0(K
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ...... 421*00t
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fecfaado). ... 1:000*09
iRua do Pilar.
Caia terrea n. 100......241*00(
Rua do Ameriro.
idem n. 34 ....... 122*00(i
Rua da Guia.
I*?m n. 29........201*001
Rua das Larangeiras.
Casaserrea n. 17. ...... 361*00(
Os eretendentes dererao apreseBtar no acto d;
rrema>acae as suds flanjas, ou comparecerec
icomparAados dos reapeetivos ftadores, devendo
pagar alem da reuda. o premki da quantia em
'me for seguro o predio que conliver estabeleei-
mento comtaercial, assim eomo o servieo da lin
peza e precos dos apparelaos.
Secretana da santa casa da miserieordia do R#
life, 17 de mar^o o de 1874.
0 escrivao
________ Pedro Rodrigues de .Souza.
A subdelcgacia do 1" districto dos Afogados
scientifica que foi apprehendido como furtado um
cavallo de cor rufa, e se acha depositado : qnem
se julgar com dreito ao mesmo, jusiificandoo, Ihe
sera entregue.
A/ogados, 12 de junho de 1874.
0 subdelegado,
Joao Chrisostomo de Albuquerque.
Hospital militar
0 hospital militar desta provincia contrata, com
quem melhores vantagens offerecer, para o tri-
meslre de de julho a 30 de setembro vindouro,
os generos alimenticios abaixo declarados, para
dietas dos doentcs e racoes de seus emprcgados :
Aletria, kilos.
Araruta idem.
Arroz pillado, idem.
Assucar refinado, idem.
Batatas inglezas, idem.
Bolachas, idem.
Bolachinha de araruta, idem.
Biscout03, idem.
Cafe em caroco, idem.
Dito moido, idem.
Came verde, idem.
Caruede porco, idem.
Came secca, idem
Cba perola, idem.
Doce de goiaba, idem.
Farinba de mandioca, litre
Feijao mulatinho, idem.
Gallioha, uma.
Lenha em toros, cento.
Leite, litro.
Macarrao, kilo.
Manteiga ingleza, idem.
Marniellada. idem.
Ovo, um.
Paes, kilo.
Sal grosso, litro.
Tapioca, kilo.
Toucinho de Lisboa, idem.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinhi do Porto, idem. .
Todos os generos sao de primein qualidade e
no peso da came nao se admitte mais do quinto
de osso ua porcao que se pedir.
As pessoas que quiserem fazer dito fomecimen-
to, no r tas fechadas na secretana do mesmo hospital,
pelas 10 horas do dia ^7 do corrente
H.i^iiitil militar An Pornimlinpn
Hospital militar
de 1874.
de Pernambuco, 12 de junlio
0 escrivao,
Avelino Pereira da Cunhi.
Pela Insptctoria da alfandega se faz publico, que J
as 11 horas da manha do dia 15 do corrente se |
hao de arrematar a porta desta reparticao, livres
de direitos e saijeitos ao imposto da capatazia, 15
caixas vasias, marca M B It, vindas do Porto no
vapor Almeida Garret, entrado em abril do cor-
rente anno, e abandonadas aos direitos por Manoel
Barbosa Ribeiro.
Alfandega de Pernambuco, 11 de junho de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis-
FBlTAfS.
0 Dr. Sebastiao r'.o Rego Barroi de Lacerda, juiz
de direito esp ecial do commercio da cidade do
ftwifc de Pp tmmwtoueo, pw 8. Mr iwpinw<, am4ot a
pens guari*^ etc.
Sm.*at mj/m ^mmmk% edital
ros FOCLf *a&W*/umm 0 f*moto edital virem, news., bretenaemas. :' n
.*M^U|, 8Ueporpi^4e,Fari.^^ws*rva,W'^8^^ do Pec-
4fra^/'*^C--r* Fernando Gomes da namtoeo^lt *> l*W dt. ^ ^
w STs. jio ate
r>. fWPwrwwjwf>'i*|WB9te' "^o'Mwbt1*^1

Bdital n. 176.
Pela inspectoria da alfandega se inlima aos do-
nos ou eonsignatarios dos volumes com amostras,
cuja relacSo acha-se afflxada a porta da mesma
reparticao, para virem despacha-los no prazo de 30
dias, sob pena de, findo elle, sereni vendidos por
sua conta, sem que Ihea Oque competindo allegar
contra esta venia.
Alfandega de Pernambuco, 11 de junho de 1974.
0 inspector,
Fabio A. de Carvallio Re?*.
SMECUHACOES
Dw ordem vdo Illm. Sr. inspector da-theson-
raria de fazenda desta provincia, se fas publieo,
para conhecknento dequem interessar, que no
dia 17 do corrente mez, pelas 2 boras da turde, ira
a pra^a, perante a juma da mesma thesonraria,
para sere arrematadas por quem mais der, aa-
nadeiras resultawes das obras leitas no odificio em-
que funcciona esta reparticao, e bem assim de ai-
guns moveis em mao estado. podendo dosde ja es
pretevdenies examarainareb), durante as- horas do>
respeciive expedient?, as ditas madeiras- e moveis;
que Ihes serao franqtnados.
Seeresaria da tnesouram de fazenda de Pw-
nambuco, 11 de junho de 1874.
0 2* eseripmrario servindo drseerotario,
Carlos J68Q de Sough Corre*.
D ocdeo) do iUu. SB- ifl^ecjor fa theson-
raria de fazenda desta proAiineia^se faz publico,
m*jwtotimm jte mm' msam ^^ f
dta 1*de julbo prwum*Tuloro, nelaizh^as da
tardo, ira a praca, perante a jnata da mjfcstna tbe-
aou#i, para ser jfaa|iQ> Vfif qajm raaioi
Bmto)offercer, admqacftfc SWW' naefcnal, sito
em Santo Amaro das Salinas, qae serwl de quar-
iinahin rtn aiffOUHl. ft- a*i.4fi*cha ava-
Hadn et:Oeo*; pe,ndoJikede ja-yammado
e'oii pretenaentes.
-%?
Carp* Jb/gft de Somz
secre'^rio,
Correa.
Ponte da Boa Vista
Os empreiteiros da nova ponte da Boa-Vista fa-
zem publico, que havendo recebido autorisacao de
S Exc. o Sr. presidente da provincia para demo-
lir a velha ponte, afim de construir-se a nova,' pre-
viuem ao respeitavel publico, que de segunda feira
proxima, 14 do corrente, em diaute, cessara por
alii todo o transito, tanto psra vehiculos como para
pessoas a pe. Recife, 10 de junho de 1874.
Watson & Smith,
Empreiteiros.
lriniuMlmlc do *S. Sacramento da
lualrlx da fregieta do S Jose Beeiffe.
Nao tendo sido possivel por falta de numero,
proceder-se no domingo 7 do corrente a eleicae
da mesa regedora desta irmandade sSo de novo
convidados os nossos charissimos irmaos para do-
mingo 14 do corrente, as 10 horas da manha na
matrii de S. Jose, aura de se proceder a eleic-to
da mesa que tem de funccionar no anno de 1874
a 1875.___________________________________
Irmandade do M&. Sacranii'iitn
do K<-'il"c.
De conformidade com o comproraisso, convido a
mesa regedora, afim de se reunir no consistorio
da nossa irmandade, domingo 14 do corrente, pe-
las 11 horas da manha, para dar posse a nova
mesa regedora eleita.
Recife, 10 de junho de 1874.
Jose da Silva Loyo Sobrinbo,
^^^^^____________Escrivao.___________
Irmandade de K> H\ d'o- Bom Parto.
ereeta na igreja- de S> Jose de
Riba-mar.
Nao se tendo reunido numero de irmaos no dia
7 do corrente para mesa geral, san de novo con-
vidados para o dia li, as-10 horas da manba.
Consistorio da irmandade de 5> S. do Bom Par-
to, 10 de junho de 1*74.
Jose V. de Mello,
Sesretario.
Pela recebedoria d3 rendae intense geraes se
faz publico que e neste mez de jnn-bo- que se fin-
da o prazo do pagaraento, sem multa, do 2.* se-
mestre da decima addieionaV relativo ao exer-
eieio corrente de 187374 ; depois do que sera
cobrado com a multa de 6 por oonto.
Recebedoria de Peroambucoj 10 de junho de
1*74.
6>admmistrador.
Monoel Carneiro de Souza Lacerda.
SANTA CASA- DA MlSfiRICORDIA DO
RECIPE.
A junta administrativa da Santa Ca sa da Mise-
rieordia do Recite precisa contratar a fornecimen-
w> dos generos- abaixo daciaradoe, que teem de
eonsnnur os esubelecimentos pios a sen carga,
exceptuando o hospital Pedro. It, an trimeslre de
ju bo a setembre vindouro. Recebf; propostas na
sala de snas sess5es, pokis 3 boras, da tarde dia 18
do corrente.
Aletria, kilogrammo.
Aguardente^ litro.
Azeite doce, idem.
Arroz, kilogrammo.
Bacalbao, idem.
Banha de poreo, idn. i
Batata, khNn.
Cha-hyssoo, Mem.
Cafe eu> grao, i i&.
Carae secca, idam.
Cebolas, cento.
fwnha de mandioca da terra, litro.
Farello, riJeaa.
foiso do Rio, kilogrammo.
Gm; lata.
Hilho, sacco.
manteiga, kilngramaio.
Polassa, idem.
Rape, idem.
Babio, idsm.
SilJiiro.
Tapioca, kilogramme
^oncinho, idem.
Vela.' de carnatiba, idem.
Veias KeariDa9. Vinagre ik* Lisboa, litro.
Vrnhotinto, lufm.
Vinho branco, idei^
A junta adaiinistrai;'a da Santa CasS da Mise-
rieordia do Recife precta| contratar o fornecimen -
to de pao e bolacha que teem de consumir todos
0' cstabelecimentos pis a sou cargo, no trimestre
dc julbo a setembro, e recebc propostas na sala
de snas sess5es, pelas 3 horas da tarde 40 dia 18
do corrente.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
rieordia do Recife precisa contratar 0 fornecimen-
to de assucar refinado, qne teem de consum r 10--
dos os esubelecimentos pios a seu cargo,- no tri-
meslre de julho a setembro, e reeebe propostas na
sala de suas sss oes, pelas 3 boras da tarde do dia
18 do corrente.
i junta administrativa da Santa Casa da Mise-
rieordia do Recife precis* contratar 0 forneeiwen-
to de carne verde que teem d -consumir todas
estabelecimenios pios ai.p CjarW no trijaestre de
julho a setembro, e reeebe p'ropostas na sala do
3uas sessdes, pelas 3 horas da tarde do dia 18 do
correnle.
Secretaria da Santa Casa da Miserieordia
do Recife, 8 de junbo de lT4.
0 escrivao
__________Pedro Rodr tg yy aejfo uza.
Coosulado provincial
Pela adiniiifctrpcao do couMttado provincial $
faz publico aos respeeiivos cjutrituj**os, que do
1 de junho vindonro por diaute oomei.* a correr
0 prazo de 30 dias uleis, marcados Uf artigj Si
do regulamento de 10 de abril Je isii para a
cubranca a- bocca do eofre. do 2'semes|neaos im-
postos da decima ufbaaa, 5 0|0 sobre bens de m*>
morta, e 60ts. por lrtro de aguardente consumida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na iiHilla de 6 0/1) aiuielles dos
contribuintes que 01 nao satisfizereid flesse prazo.
Causulado provincial de Pernambuco, 27 eV-
maio de 1874.
0 adffiinisti ador,
.__________AtitonioCaraeiro Machado Rios.
Ajmazens da companhia per
uambucana.
Meguros cnt* o fog0
A companhia pernambucana, dbpunuo do ex-
cellent^ e vaatos armazens em sea jtredio ao for
te do Maltos, oflerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindt* a iiiaior con-
servaQao das mercadorias depositodas, servico
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
elusivamente os generos de uma s6 pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos,
sao inteiramente novos e aspbaltados, isentos de
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas (jue quizerem ntiliaar-ja dettes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao esL-riptoPio- da com-
panhia pernambucana, que acharao com quem
tratar._________________________
Kantu Casa de lli.scpicordia
do Kecilb.
De ordem da lllma. junta administrativa vai de
novo a i'iai; i de renda, no dia 11 do correBte, pe-
las 3 huras da tarde, perante f i, a ilba- do Noguei-
ra, pela quantia de 1:0004. sendo 0 arrematante
obrigado a fazer os concertos de que precisa 0
viveiro alii exislente.
Os pretendenlea deverao apresentar-se rouni-
dos de carUs de fiaoca*.
Secretaria da Santa Casa de Miserieordia-do Re-
cife, 5 de junlio de 1874.
0 escrivao,
Pedro Ilxlrtgues de Sowza.
A th souraria de fazenda tendo de contratar
0 furneciinenlo de otjectos para 0 seu expediente
durante o semeslre proximo futuro de julho a de-
zembro, couvida os pretendentes a apresentarem
na secretaria da mesma suas propostas em carlas
fechadas, devidamente selladas, ate 0 dia 20 do
corrente n.ez, em que serao as mesmas aberus
porante a junta desta reparticao e em presenva
Uos pretendent-.s, que deverao prestar fian^a para
garautia das multas em qne incorrerem a vista
de respectivo eontrato. -
Secretaria da thesourana de Pernambuco, 0 de
junho de 1874.
0 2. escripturario, servindo de secretario,
Carlos Joao de Souza Correia.
Obras militares.
Convida-se as pessoas que se quizerem encarre-
ear dos concertos das 2 esudas do hospital nn-
litar, orgados em 385^")"50, a se apresentarem con
suas prupos'as na reparticao das obras pnblica*
a 18 do coirente, pelas 11 horas da manha.
As propostas de/vem ser em carUs fechada; e
orcamento e encontrado na mesma reparticao.
Pernambuco, 11 de junbo de 1874.
0 engenheiro das obras militares.
ChryssoVrto F de Castro Chaves.
Companhia Fidelidade
scgiiipon maritBo e terreatres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e tcrreslres, a premios razoaveis, dando nos
uitimos 0 solo livre, c 0 setimo anno gratulto ao
segurado.
Fsliciano Jus6 Gomes
Agente.
51 Rua do- Apollo 51__________
Sociedade Undao Catholic*
Pernaralxieana.
De ordem do Exm. Sr. piesidente_ da Sociedade
Uniao Galoelica Peruambucaiui, sao convocados
todos oo respectivos soeius- para se reunirem ea
assembfea geral, domingo 14 do corrente a uraa
bora da tarde, afim de tratar se da disenssao 11
approvacaodo orcamento, apresentatao do balance
geral e contas do thesoureiro, para cujo exanie
se noraeara na mesma occasiao uma cominissau
ad-hoc: tudo de contormidade com 0 art. li' 4
l. dos esuiutos vigentes.
Recife, 10 de junh* de l7i.
Jose Hanorio. B. de HeBSMft,
!. seeretario.
COMPANHIA
1)0
BEBERIBE:
Ifo dia 17 dooorrente, pelas 12 boras
da- manha, lerai lugar no escriptorio dd
caropanhia rua do Cabuga n. 16, a nrre-
mataQaodos chaferizes e bicas porboirro,
nao se admittiado pFopostas que comprc-
beBdam ;nais ds uo' bairro, e 110m jjor es-
paeo maior de tim auuo. Os Srs. licitau-
tespodem couopartcer con*, seus (iadoresou
declaracSo dos-mesmos no menciooado dia,
ou antes no respectivo escriptorio, onde iiie-
lbor poderao ioformar-se das coiidtQOfcS du
eontrato d'arremaUsio ; devendo ser ossns
propostas e*a caria fechada. Dectera-se uos
Srs. licitantes que 0 pagsmeotoseria feito
em sedulas.
BASES SOBRE AS QUAES SE DEVE
1ANQAR,
liairro do Recife.
Cbafariz e bica do caes do
Apollo. Dito da rua do Bom
Jesus. Dito [da praga de Pa-
id I. Dito ebiea do Forte-
idoMatto................. W:00OOO
Bairro de Sanio Antonio.
Chafam do largo du Car-
too. Dito -do largo de Pedro
II. Dito do largo do Paraizo.
Dito da rua do Mjrqajez de
Herral Bito da rua d* Cm-
cordia..................
Bairro de S. Jose.
Cbafariz do largo da Ribei-
ra. Dito da rua de Vidal-de
Negreiros. Dito da rua Im-
perial. Dito da entrada da
Ctbaiiga. Bica no extreme*'
da ponte dos Afogado*.
" Bairro da fioa YisfQ,
Chafer, iz do eaes do Cai-
29:500*.
28:016900O
i VMT ,


&f




baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova do San-
to Atnaro. Dito da rua do
Principe. Dilo do largo da
Soledade. Dito da cixa da-,
gua dos Pi res. Dilo da
doCondad'Ea. P^,& &
-af. Goncalo.# o;to dBS(in,
to Araaro ^ Salinas, m.t 19:ai)2($000
PaMttom da M&fAuii-Ha.
^hai'artt do largo do vivei-
ro. Dito wrtre duas pwites. i59^G90
Cap*naa.
Chfiriz da fan das Per-
nambucanas............ 601820')
MoHleiro.
Ghafariz dessa povoa$8o. 301:9000
Apipucos.
Chafarit dessa povoarao.. 133^000
Escriptorio da corjupanhia do Beberibe,
9 de junho de 1874.
O secretario,
luiz Manotl Rodriguds Valeria.
Massa fallida.
De ordero do Itlm. Sr. Dr. juiz especial do com-
-mereio, sio pelo administrador da massa fallida
de J-jao Baptrrta Goncalves Bastos, convidados os
Sre credores da mesma massa, para no prazo de
oito dias contados destit data, apresentarem seas
thulos e st-reui classincados, a rua Maniutz de
dinda n. 16.
Recife, II de jnnhe Francisco Badick,
Administrador.
Lu8Q-Brasileira
De ordem do?Exm. Sr. presideaie do oonselho,
f oi adiada asessio da asseinblea gerai extranrdi
naria, annunciada parao dia 12, para qainla feira
18 do correate, as 6 horas da tarde.
Secreuria do conselho fiscal da sooredade bene-
tieente Luso-Drasileira em Peroarnbnco, 10 de ju-
nbo de 1874.
Andre M. Pinheiro,
1* secretarw.
THEATRO
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
flCBSfl
Sabbado 13 do corrente.
Espectaculo em beneficio dos actores Emiliano
6 Procopio.
Comedia em 3 actos, original brasileiro :
0 N0V1C0
Termiuara o espectaculo com a comedia em 1
acto, ornada de canto e danca :
Sem falo e sem nsiiva.
Princioiara as 8 Ii2 horas.
Os beneflciados pedem a proteccao do illastra-
o publico desta capital.
Santo Antonio
WUC}
^TSTSsS.
Domingo 14 do corrente.
.4*9 ." 1|8 horas da tarde
IITLIIA RES^RESESTiCiO
do importante drama em 1 prologo e li ados :
A estatoa de came.
Termlnara o espectaealo com a popularissima
comedia em 1 acto :
os mm m almas
Principiara as 5 1|2 horas da tarde e terminara
as 9 horas.
THEATRO
MEM IlillTlCI
EMPfiEZA JulMA PENAHTE
Sab!>;!o 13 ii* oito meia fa noite
E
Domingo II an 5 lg% :!< tarde.
Daas unicas representacSes do sempre applau-
dido e popularissimo drama sacro :
Gabriel c Lnsbe!
OU OS
Milagres de Santo Antonio
{ A peca esta moniada com todo esmero e apparaio

wisw mmmm
0
Rio de Janeiro
pretende seguir com muila brevidade o brigue na-
cional Isabel, tem pane de sea carregamento en-
gajado ; e para o resto que Ihe falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. o7.
Bkffc de PerhambuCO Sabbado 13 de Junho de 18T4
-k
-
Cowpanhia ainencaHa c brasileira
de paqiieJes a \apor.
No dia 14 do corrente
e esperado do norte o
Tapor aiucf icano South
America, commandan-
teSiuklepaugh, oqual
depots da demora do
costume, seguira para Uahia e Bio de Janeiro.
Para frctes e passageiros, traU se com os agen
los Henry Foistcr \ C, rua do Cummcrciu u. 8,
COMI'A.NlllA I'KKNAMUUCANA.
DE
^ttvegoetto coslelra a vapor.
>RAIIYBA, NATAL, MACAO, MOSSOhO'. *&*
W.CFARA, MANDAHCE AU\K\OU'
0 vapor Sp jvca
coininandaMe Moura
seguira peta os por
tos acima no dia 22
do corrente mez, as 8
horas da tarde.
Becebe carga ate o dia 20 do corrente, encom
meadas dinheiro a frete e passagens, at* as 2 bo-
ras da tarde do dia da sabioa : wcriptorio
ao Forte do Mattos "^1^____________________
~COMPANHIA PEHNAMBUCANA
DE
IVavesacito cost viva a vapor.
^ara'.Maceio em direiiura.
^"<2i 0 vapor Jaguaribe segue no
dia lo do corrente as 5 horas da
tarde em direiiura a MaceiG e
dahi a Penedo e Aracaju._____
COMPAISH1A PERNAMBUCANA
DE
"%'avegacao costeira a vapor.
Rio Formoso, Barra Grande, Porto de Pe-
dras, Camaragibe e Maceid.
0 vapor Contripe, com man-
dante Santos, seguira para
os portos acima no dia lo do
corrente as 5 horas da tarde.
Becebe carga ate o dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. to._________
Para o Bio Grande do Sul e Bio de Jaaei v
recebe-se carga a frete no veleiro brigne nacional
Arroio Mallo, navio de classe : a tratar com
SiWa & Cascao, a rua do Marquez de Olinda n 60.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o resto que Ihe falta, trata-se com os con-
eignatarios Joaquim Jose boncalves Beltrao & Fi-
sho, a ma do Commercio n. 5.
Para.
Segue em poucos dias ao porto acima a barca
portugueza Arabella, pode ainda receber alguma
carga a frete : a tratar com Antonio Ferreira de
Almeida : na rua da Madre de Deus.
COMPAMIA
VlESSAGERIES MARITIMES.
Linha mensal
ERYMANTHE
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
12 do corrente, se-
guindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em Dakar (Goree) e LisbOa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismendy A Labille.
9 Rua do Commercio 9
Rio Grande do Sul
Seguira em poucos dias o patacho portuguez
Judith : para o resto da carga, trata-se cm Pe-
reira Vianna &- C, a rua do Vigario n. 7.
Libra esterlinas.
Yendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
CH-iRiEURN llll MS
COM PA NH Li FRiNCEZA DE NAVE-
GAC.iO A VAPOR
LINHA"MENSAL ENTBE 0
avre, Lisbon, Pernamboco, Rio dc
Janeiro, (Santos gouiente na vol-
(a) HontevideOy Iinenos-Ayres,
(com baldeaeao para o Rosario)
STEAMER
VILLE DE RIO DE JANEIRO
i ommandaute A. Fleury
Espera-se dajluropa ate 24
do corrente, seguindo depois
da precisa demora para os
portos do sul de sua escala
ate o Bio da Prata.
Belativamente a fretes, encommendas e pas-
sageiro?, trata-se com
OS CONSJGIUTARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIBA 4 C.
42Rua do CommercioEntrada pela rn*
do Torres'.
Ceara, lade e ISossoro.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ter alguma
carga engajada e para a que Ihe falta, trata-se
com os consigoatarios Joaquim Jose Goncalves
Bellrao & Fiiho, a rua do Commercio n. 5.
COMPAXHIA BRASILEIRA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
I'lirio* do norte
Conimandante inJerino A. Izaac.
E' esperade dos portos
do sul ate o dia 17 do
corrente e seguira para
os do norte, depois da
demora do costume.
Portos do sul
h. esperado oos portos do norte ate o dia 14 do cor-
rente e seguira para os do sul depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGABIO 7
Pereira Vianna Si C
Senhores bispos.
Eneonlram-sa letratos noviasimos do Exm. Sr.
Biipo do Para, aa phouteraptaia Villela, a tua do
Cabopa. Idem do E*m-. Sr. Bispo de Pf rnambeco
e de Sua Santidide Pin IX.
la
AO PUCK
Na madrugada de6 dp corrente, no lugar Tiv' <
pio, furUrara de uraa csa os objectos segur Cii1a Ini I1IA pS IllAll
5 varas de trancehru roli^o, 1 trancelim cf> .f* ; SdllU) AUl-HIO C o. *VaV
I Aos amantes do gamao.-
Vende se triota pedras de marflro, novas, para
gamao : a rua do Imperador n. 71.
pis.-ador, 1 chave de mais de duas p
conipriuiento, 1 cora^-io esmaltado.
f "> ^ pa*'*> brincos, anriel com uip '^^UTTaL,
L/lF1U ^- n ,Pte? *&*> l, taluc 'v rtdr"^rola> sroio tod, s
cMes ubJ^cks Jc ouro flno rr,ga.l.e ?. nucm fur
Avisa se as familias e mais pessoas que se de-
Vwido-so on arrc-n'a-se o gt-li'e predic
de uai andar t sotac, silo ita rua do Bisp>
Coutinho. proximo tla igreja da Mirericr.riha,
na cidade de Olinda. Undo dues *oas Sabs,
dc frento, urn salSo n > s )tao, seis quarto.
espavosos c frescos, lima granite cJcUeira.
quintal todo cercado de uovo, f. com divfi
sos arvorodi's, uma boa f'-ute d'agua, e
tendoitaz canalisado. Aoha^do-.'e prepwra-
do com tod.* us moveis in lisjM-usav- v> a
uma giaiidu famiiia, sp:u nssim von -lido t
sera os moveis : a tratar nesta tvpograpbia
oa na rua da Uniao n. 49, sobrado, atraz do
paco da assembles.
.. quern
ciu*,.:4uer lesies bjc:tos (ff'jri-ci-.lo, qnwra aupro-
ncnde-lod, quo sen g'-ner.fsameDU-.gr.'itflficado : na
rua estreita do Rorario n. 2.1. AO COaJJKRGid-
0 ar-.ixu sssigriad'i otrticipa ao ruinaecoio
dCsta iirMj* r-t4<, >^n\ aft,, e cmtralila c-'in o Sr,
f<*ri llo'lr'.guef (, tMto a contra de sua uvnrna
*ita no '.,igar A \\ qi'.'ili',iicr onus ; nh^ih no cso que alguem s.s
^ato com |
1 mndalha I' *im ao febrico das sor'es e bolos, que e n
" Confettarlo do Caatios
que Jevem prbturar taiio qU >} t^eessario par-i
o taI fabrico.
A saber :
Arncnloas C0ntoiv.i3js para sortc.
Castanhn dim para dita*.
Papi ii Colofidos em f->lhas idem.
Dit.s pr'.par. d> ilem.
E-tal.-! Idem.
Massk de inandirc.i para bolos.
Manteiga fina idVitt.
Assim como tudu mais ntie t, .Vticisj p^ra <*.
Feitor
(M D4 WM\.
AOS 4:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
A' rua Primeiro de Margo (outr'ora rua dc
Crtspo) n. Z3 e casat do costume.
0 abaixo assigaado, tendo vendido not sens fe- \
lizei bilhetes un meio n. 76 com 4:000*. urn {
meio d. 3038 com 200* e outras sortes de 40* e ,
20* da loteria que se acabou de extrahir (102), >
convida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume sem desconto algum.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la i* parte das loterias a beneficio aa igreja
de Santo Anjaro de Serinhaem, (103*), qne se ex-
trabira no sabbado, 13 do corrente mez.
PRE^OS.
Bilhete inteiro 4*000
Meiobilhete 2*000
CH P0RQA0 DB 1009000 PARA CIH&.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*760
Manoel Martins Fiuza.
divertimentos de Santo AjiIqi?j e ?. loao.
A aatkV :
j-i'Vi' com d(ritoa rhfesma, appres.mte ;e n; prazo Na cntitcitarU jo te-jrjt.
V^W'n i i ,a-t' feiaca-so -.id, v.iiuetj ilc peitu com duas
Recite, 11 de jimtto de lb/4. s pedras verdes, Jose Luiz Goagalves. 0 achou, queroatlu reslitui lo, duija-se a rua Direi
Aluga se o segundo audar e sotao com bone ta u. 4i, que sera recompensad)
conunodos, fresco, salas e alcuva forradas de pa- _,________________________________________
pel e todo bem preparado, contendo 7 quartos,
cozioha, saleta p ira engommado, 3 salas e quin-
tal ; na rua do Rangel n. 73: a tratar na the-
Para escriptorio
Aluga-se a sala da frente e dous quartos do pri-
sonraria das loterias, com Antonio Jose Rodrigues raeiro andar do sobrado a mm do Imperador n.
de Souza. 81: a tratar no pavimento lerreo do mesmo.
Precia-sede arr. f-itor : a '^^ fii Co
Bom Je-us n. o, se^undu am' -(%
l\l|ariU^deiiisrBre^1
eli'tnciil-r
Parii o sexo feminino
I
A crofess ra, infra n-.-i^na la, tendo-
W- habili'adn'iia fi.ima da lei, prci>-nJe
no dia 8 deste mez abrir a sua anla par-
ticular na rua do llarawa di. H^rval, on-
ti'ura da Omc- rdia n. 117, tude |H>de-
ra ser procurada ; as aluuinas, alem de
se iustruirem nas materias que coDsti-
laem a mstruccao elementar, se habilita-
rao ua arte de agulha, burdados de todas
as especies, obras de la e de (lores, ine-
diante gratiQcacao razoavel
S. Jose, 6 dejunho de 1874.
Esmenia Jenuioa Dias.
- ,
Francisco Antonio Bastos declara que nao
se responsabilisa por qualqner debito ou qaalquer
cousa que se pessa em sen nome sem lelrasua. j
Da-se terra bem estrumada para plaataco.se'
na obra qne se esta a fazer aa rua do Leao Coroa-
do (outr'ora Mangueira)._______________________
VfiJAM AS VANTAfiEl.
Ja bolos } i
Ja fogos ? h sortes ?
m. \
E' somente uma preveocao para o proximo fu-
ruto Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
Sim.;..
E' na confeiiaria do Campos que se deve pro-
curar tudoquanto e necessario para divertir se o
moral e conforiar-se o physico. Isto & :
O espirito e a materta.
E siMiftir vcjani
Alem de termos tudo prompto para que qual- \
quer famiiia mande nas taes noites acima nomea-
das alii comprar o necesssario para festejar
I ma noile inleira.
g-Temos tambem accessorios para o fabrico das
ftortes e dos Holes.
A saber :
Amendoas confeitadas.
Papeis picados com estabs.
Folhas com versalhala nova.
Massa fina, secca e alva, Dara bolos.
Diir-mtos mil ovos.
Mauieiga fina.
Tudo isio
Na confeitana do Campos.
Iuiperador9-4
N. B.A confeitaria do Campos fornecera vasos
gratis, a quem comprar pelo menos 3s ameodoas
para as sortes. _________
Aiuga-se o tcguudo andar do sobrado n. 86,:
sito a rua de Lomas Valentinas, com os commodos
seguintes : 2 salas bastante grandes e frescas, 3
quartos, cozinha f6ra, quintal com portao para a
rua de Hortas e cacimba com boa agua. Aluga-
se mais os i. e 2." andares do sobrado sito a rua;
dos Expostos n. 28, com commodos para pequ. na
famiiia: quem pretender dirija se a rua Xova n. 17,
que achara com quem tratar.
Aluga se o armazem n. 9, da rua da Moeda,
com bastantes commodos para deposito de a!g;-
dao ou outros quaesquer generos: a tratar na ma:
daM2dre de Deus n. S, primeiro andar.
Rio-Grande do Sul.
PATACHO
Becebe carga a frete para o referido porto : a
traur com Amorim IrmSos & C.
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
Espera se da Earopa ate o
dia 21 do corrente e seguira
para Babia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos Ayres,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebe-a pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete.
If. B.Nao sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Howe a C
14RUA W COMMERCIO-14
LEILOES.
arma^ao, generos e mais pertenoas da ta-
verna n. 61 da rua do Barjo da Victo-
ria
TERCA-FE1RA 16 DO TORRENTE
as 11 horas.
0 agente Martins fara leilao para liquidar, d'ar-
macao, generos e mais pertencas da taverna acima,
em am ou mais lotes, a vontado dos compradores.
avisos ovresos
Alugam-se quatro armazens no caes do Ramos;
e dous no becco do Carioca : a tratar na rua da
Uniao n. 17, das 3 horas da tarde em diante, ou
depois de 10 horas da manha, a rua do Imperador
p. 67, 1* andar.________________________________
Na ma Nova n. SO, primeiro andar, noua
thesouraria das loterias, precisa-se alugar um !
criado para casa da famiiia
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pbarmaceutioo da Paris
As preciozas propriedades de eaooaai. tem vivamente
captivado a attenc5o das pessoas scicntificas e dos medi-
cos, que nao cessam de utilisar sua virtude nos cazos
difficeis contra os quaes se nao conhecia athe esta data
nenhum meio de accao elficaz.
0 snr Dumas ha pouco tempo se exprimiu nos seguintes
termos, na Academia das sciencias : Duas substancias
approximativas, o chloroformio e o chloral, que na
epoca de sua descoberta foram o assumpto de muito
profundos e seiios estudos, no puro intercsse da scien-
cia abstracta e das theories chimicas, tomaram em
seguida parte entre os preciozos agentes da therapeu-
tica : o chloroformio para a chirurgia, e o chloral para
a medecina.
0 Sur Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racao tao delicada de chloral, garante a purcza absoluta
do seu producto, e para facilitar o emprogo d'oste mara-
vilhoso, niedicamento, preparau una Xarope do chloral,
que contem:
uma gramma de chloral em uma collier de sopa.
0 XAROPE D^ CHLORAL DE FOLLET, na
dose ordinaria de uma a duas colhcrcs do sopa procura
e facilita aos docntes um somuo tranquil lo o restanrador
quo Hie faz expeiinieutar um graode allivio, reslitue-Ihe as
forijas e o animo pcrdido e ajuda enonnemeiile a reac-
cfio, sem nunca provocar nenhum d esses accideutcs tantas
e tao repctidas vezes produzUlos pelo emprego dos opios.
F.'em consequpiicia d'estas propriedades cininentemente
sedativas que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, e sempre empregado com grande successo
nos cazos d'insomnias, neuralgias diversas, gotta, rhen-
matumos, enchaquecas, astlima, brouclutes, phtisica,
lulicashepdticas ou outras, causer, eclampsia, tetanos, etc.,
e em geral, em lodos os cazos em que uma ddr aguda
accarreta a falta de somno.
Duranle o cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
Feraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-Grace,
publicou, noBolelimUurapeuticoum&sevic de observacoes
sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, linha postoiidisposicao do dito hospital; os feridos
reclainavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douctor Lccacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tica, publicou sobre este assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
r 0 somno 6 um dos primeiros e mais constantes effcitos, produzi-
dos pelo hydrate chloral; principia sempre em geral um quarto da
i hora ou meia hora depois de se ter administrado o medicamento.
a 0 somno 6 profundo e aiialogo ao somno normal; nSo 6 pertur-
hado por sonhos, e nJo & acompanhado nem de excitacjto psychica
c ncm tiio pouco de agitacSomusculares... 0 despertar se opera sem
- accidentes desagradaveis. Geralmcnte os doentes, nao se queixam
t de doros de estomago, nem de pezo de cabeca, nem de cephalgia
< como acontece a maior parte das vezes com o emprego dos opios.
a Alem do que com o opio toma-se indispensavel elevar progres-
< sivamente as dozes para que sous mesmos effeiios se continuem a
< produzir e ja o mesmo nao acontece com o hydrate de chloral, j
Paja a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex-
tremamente precioza, assim como o seiior Bergeret da
Saint-Leger o demonstra pela abservacSo segunite :
Um doente estavo de cama iiavia ja um mez, rettido por um alta-
que de gotta, e durante oilo dias nSo pode dormir, ainda que ex-
< tenuado pela ddr, insomnias e rigoroza dieU; tudo fazia prever
c noites terriveis : administrou-se-lhe dc uma so vez duas gi-ammas
e de chloral dissolvido em agua com assucar; c dez minutos depois
t odoente adormeceu, eo somnodurou trez horas; a meianoitedes-
pertou-se sem dores de- cahe?a c em um cstado de contentamento
t indescriptivel, depois adormeceu de novo para todo o resto da
c noite.
Dcsde entao continua com o uzo do chloral, e as ancias atrozes e
dolorozas bem como as contractoes dos musculos cessaram.
0 chloral tem tambem uma accao notavel sobre a tosse
que canca tanto os doentes atacados de constipacoes ou
de bronchites.
0 seiior douctor Offret, depois de ler citndo em suas
memorias algums cazos de i-.nas rapidas pelo chloral,
accrescenta :
i Poderia cilar ainda varias outras obscrvacScs Icitas com indivi-
t duos attxado* do tnbercalos p dmiuures, em dilleientes graus,
de bronchitesclaonicas e agudas.
a Estes floentes extormados pel; tosse, privados a maior parte das
vezes de um somno tranquillo, encoutraraaa no uzo do chloral um
grande allivio. quaudo ineBoiu a morphina nao ienha prnduzido o
t menor efleito, Os sa6res aboiidautcs qne opnrimein lodiis os phthi-
sicos me pareceram diminuir sob a inllueiicia d'este medicamento;
a tos ?ensivel. <
Os jornaes de medecina e rosumos scion!ificos tem
publicado, os resultados obtidos pelo'emprego de chloral
pelos Snr' douclores : Richardson Bergeret dc Saint-
Leger Brodbury Richard Beraugcr Fcraud
Liebreich Westphal Meyer Bardeleben Lan-
genbeck Virchow Diculafoy Krishaber Demar-
quay Gubler Jastrowitz LiegeoisMauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Venieuil
Simpson Lambert Tamer, etc., etc.
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar serricos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma dor dando ao doente
um somno rcparador.
AVISO. Afim de evitar as falsificacoes ou imitacoes
que podem ser preparadas com um pro-
ducto, pouco puro, deve-se exigir sobre A
cada frasco a etiquetta de quatro cores
tendo a assignatura.
Uma instruccao minucioza acompanha cada frasco.
Pre;o de frasco : 3 francos.
capsclas nntnit m chloral de follet
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissoluc3o de chloral em ether. Sob
esta forma chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o savSr do medicamento e complectamente nullo.
Cada capsula contem approximadamentel5centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas colheres de
agua pura.
Preco de frasco I 3 francos.
Para ft venda por attacado dlrigir-ae a caza do Snr L FBERE, 19, rna Jacob, em Parla
. aientos exclusivos da Casa GBIMAULT
jHe^-*" PARIS, RUA VIVIENNE, ,8, PARIS A casa GRIMAULT e C", cujos Laboratories sao dlrijidos pelo eminente chymico
DOUTOR LECONTE
Professor da Faculdade de medicina de Paris. Ex-prcparador do enrso de Phjsl igia deCIa i i i BfinxAno no Collegio do Franca
CHAMA A ATTBNCAO DB TODOS OS MBDICOS B DO PL'BI.ICO SOBRE OS rRODUCToS 6BOUINTBS <_!-li UBH8CBHA0 NA BXPOSICiO DE VIENNA
DUAS GRANDES MEDALHAS ESPECIAES DE HONRA E MEMTO
Por sua effici'icia constante provada nao somcnlo nos liospitaes de Paris, mas tambem nos do urando inteiro.
t>





. !
Vienna 1873,
Mehai.iia he Mkrito.
Vienna 1873,
Meualra de Merito,
AsmenstmacoeBirregulares.j i q phosphato de ferro do r Lernn.
As cores pallidas......f ^ara0 sc com J Xarope e Vinho ferruginoso de quina
O empobrecimento do sangue./ J de CSrlmaalt e C*.
As compleicoes debeis. j ',
As nevralgi.is........
As dores rheumatlsmaes.
As dores nervosas, a gota.
Cm-rto-sc com
\ OXarop
0 Xaroi
|)e de chloral do >' l.rrunle
pe de bromweio depotatsio dc
Crlmault c ''.
Precisa-se de uma ama
para cozinhar em casa de
pequena famiiia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe h. 40.
.- ..
Caixeiro
Precisa-se de um menino de boa conduct* : a
traur no Progresso do caes 22 de Novembro no-
mero 38.
Os defluxos..........\
Os catarrhos pnlmonares. f
As IrritacOes do peito. i
As FonqoidOes........)
(urfto-isc torn
0 Xarope e a Pasta de seiva de pi-
nheiro de I.nsassc.
As Paslilhas de succo il'alface e louro-
cereja de Grimanlt e C*.
A diarrhea......
A dysenteria. .
As cOlicas.......
As dores de ventre.
(iirSoie cont
/ 0 Prnloxalalo de ferro dc Dr Cl-
\ rard.
I A Crtme de bismutho de (Jriiuanll
f e C".
As molestias do figado. j
As dbres de cadeiras e co- j Carso-ie com
licas nepbriticas.....\
0 Xarope e d Elixir de Boldo de firl-
mault e <"-
As Pilulas iiniib.lissHS de Podophilina
de Grimanlt e '*.
As molestias contagiosas. /
As blennorrhagias.....i
.
Cnrfio-se com AsJnjeccoes e Capsulas de ilalico de
/ drlmnnlt C*.
/
As mas digestoes.....
As faltas de appetite .
O mao gosto na bocca. .
As dOres de estomago.
Vur&o sr com
As Pastilhas de luclatos alcalinos de
Bnrln du Bsilsson.
OElinireosPdsdigestivosdePepsina.
0 Elixir e o Vinho de coca de CSrl-
mnuU c <" .
As molestias do peito....
A tisica...........
A laryngite..........
As affecc/6es pnlmonares.
Cnrao-ie com
0 Xarope dc h/pophosphito de col de
GrlmanII c ''-.
As Pdulas de iodureto de ferro e man-
ganez de Hnrln dci Buisson.
0 Oleo de figado de baealbao ferrugi-
noso de Grimanlt c C*.
As lombrigas.........
As oonvnlsoes na denticao
difBcil...........
CurBott com
[AS'Pastilhasiiermt/ugas de urlmault
As Pasulhas de mannita de Grl-
1 Maalt e> '.
A amenorrhea ou falta de
menstruacao........
) As^apsulasde/ipwJdeGrlmftiaU
As enxaqnecas. .
As dores 4e oalMca .-
CarOo-sc com 0 Inga da India de drlmaalt e C".
As affecf 6es das glandulas,
do rosto, da cabepa.
Os vicios do sangue.....
O lymphatismo.......
Curao-se com
0 Xarope de rabano iodaio de CSrl-
tianlt e C".
0 Vinbo.e o Xarope de Dasart, ao
lacto-phosphato de col.
A. oppressao ot i afrrontacao.
A falta da reapiraoao. .
i { Os Cigarrot indios de eu v*nabisindica
arfto sr com s ^ ^rf^^..^ ^ ^ w.
As molestias da pelle. .
As ernpeoes e oomichoes. [ Cro-se com
As chagas, as empigems.
As Pilulas do lr CaswsMivc.
A Gliconina Sickel, a melhor das pom-
madas caimants.
Pepositos em Pemambuco: FERREIRA, MAU O; H.-A- BARBOEA, e nas principaes Phannacias do Brasil.
L


!>:ario da Perttambuco Sabbado IS de Junho de 1874
^
w Fugio lib dia J de abril proxtmo passado o
escravo Benedicto, crioolo, de cdr preta, tem 22
aanos de idade, -j.ouco mils ou meoos, e de esta-
tura regular, uae tem barba, tem at co?tas eorta-
das de antigoscastigos que soffren, tem sWo visto
para as banJas d,i E'ii'ri'iilb".Ja, Beherihe e no
Recife : rvga-se a tojas as .lutonJ des c capiiar."
tie campo a *ua apprcheiHlu, e remettoio a ru
Direiia u. ^ qnc ser.io generosamectc rc:ura(V;n-
saios.
Os eit^rc.teiros da n iva io> .aiem sciente
qua os pagauienios do joruaes do* seu* empreg*-
dos serao feitos por quiotena, e o das contas no
dia 15 de cada raez, do sea esoriptorio n. 11, a rua
do sol. Recife tfl de Junho do 1871.
Watson & Smith,
__________Empreiteirot.
Alaga se uma boa casa com bastantes com-
medus, a ma do Viseoode de Goyanoa n. 61 : a
tratar na mesma ma n. 61 _______________
sr Lava-see engomma-se com periei^ao, per
peca ou por raez : na ma das Triocheiras n. IV,
i* andar ; e reeebe-se encommendas de bolos e
sottea para Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
k \c* k \ no
S. CARLOS
Vende-se on arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuca, moente e corrente, com todas as obras
em psneito estado de conservaeao, e muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rna Duque de Ca-
xia8 0. 3, 1 andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
COPEIRO.
Um rapaz poriuguez, chegado ba pouco, daodo
fiador a sua cooducta : a tratar na rua do Rangel
n. I, laverna._______________________
Bolos de S. Joao.
Na rna de Santa Rita Velha n. 73, preparam-se
bolos proprios deste dia, com loda delicadeza, per*
feicio e commodo preco.
ALUGA=SE
o terceiro e quarto andares do predio da ma do
Barao do Triompho, antiga do Brum, n. 84.
Aluga-se por 154000 nma casa com sala de
frente, 2 quartos e cozinba, com grande terreno e
alguns pea de coqueiros, na ma da Fundicao n.
31, em Santo Amaro : a tratar no mesmo logar,
rua do Lima n. 10, on no Livramento n. 3.
Aluga-se nma boa casa com excellentes com-
modos a rua do Coronel Snassana n. 169: a tra-
ar na mesma rua n. 171.
^^ ^W ^^\ .^^ ^H /P". ^^ ^W ^K s^< -^F ,^P- X0\ **^
i CONSULTORIO S
S MEDICO-CIRURGICO *
DO Ok
2 Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso Z
PARTEIRO E OPERADOR
Viiun do Vlaconde de Alhuqurr-jS
que n. 39.
ESPBC1ALIDADE
Holestlas de senboras e
menlnoti
Consul tas das 7 as 10 boras da ma
nha, todos os dias. 9
Das 6 as 8 da noite, nas segandas, quar- ^
tas e sextas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha- W
mados por escripto at 10 boras da ma- jtk
serao visitados em suas casas.
Na ma velha de Santa Rita n. 57, precisa-se
alugar nma preta para vender com taboleiro.
*
*
*
*
Casa para alugar.
Na rua do Nascente, que fica por detraz da ma
Imperial n 227, aonde se podera tratar.
Cozinheiro ou cozinheira.
Na rua do Barao da Victoria n. 14, primeiro
:ndar, precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira.
Cozinheira
Precisa se de uma cozinheira para casa de fa-
milia de duas pessoas : na rua da I'niao n. 67.
JAIiDIM DAS PL.4OTAS
.a. rua da Ventura n. 35 (Capunga)
Ahi se en contra m :
Larangeiras celecla e de umbigo enxertadas a 3*
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e ate ja com florcs para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casuarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coracao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
inga do Para.
Jambo.
Jasmim laranja.
Laranja da China.
Dita do ceo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oitieoro.
Palraeira imperial.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
I'baia e outras mvitas.
E outras plantas: na Capuoga a rua da Ven-
ura n. 25.
JL lClSlCSa H
Gompra se e vende-se trastesnovos f^
e usados no armazem da rua o Im- '----
perador n. 48 fc^
Aluga-se
o sobrado de um .andar, sito na Ponte de Uchoa,
com bastantes comraodos, agua, gaz, estnbaria,
oocheira e quartos fora: a tratar na rua do Viga
rio n. 31.
?
Chapeo de sol
Nio se querendo fazer em publico uma vergo
nha ao seabor..., que em a noite de 7 do corrente
(domingo) estando em uma reuniao familiar na
rua de Hortas, dahi levou am chapeo de sol de
seda, novo, de cabo de mariim e castao ie metal
branco, que nao Ihe pertence, roga-se-lhe o obse
quio de restitui-lo ao feu doao, podendo faze-lo
nesta typographia, afim de near e$se facto em per-
petno silencio, o que se garante ao dito senhor.
Os artistas dramatic j.- abaixo assignados, pun-
gidca de sentimento com a noticia da morte de
sua collega Eugenia Infante da Camara, e que-
rendo dar-Ihe uma ultima demonstracSo de esti
ma, convidam os seus irmaos, collegas e amigos, a
assistirem uma missa que por sua alma se na de
ceiebrar no convento de S. Francisco, em o dia
terca-Ceira 16, do corrente," pelas 8 horas da
nha.
Recife, 11 de junho de 1874.
Jose de Lima Penante.
Julio Xavier.
Manoel Gomes Manhonga.
Rosa de Hello Maohonca.
Francisco Pereira de Lyra.
Toeophilo Alves da Silva.
Antonio Correia de Souza.
Joao Evangelista da Silva Bast09.
Antonio Jose Duarte Coimbra Junior.
Jose" M. Ayrosa Braga Junior.
JoaoQuiotilio de Fontes Braga.
: Jose Bernardino de Barros.
Bernardiao Ferreira Cardozo.
Cecilia Angusta de Amorim.
Maria Carolina de Mello.
Octilia de Vasconcellos.
Joaquim Jose de Carvalho.
Francisco Manoel Fernandes SimSes.
Aluga-se um moleque de 14 annos, de muito
boa conduct*, proprio para qualquer serrifo: o
traUr na rna do Rangel n. 41, 2* andar.
CASA DO OURO
%a 4:000?000
Bilhetes garauddos
Rna do Barao'la YvJr'.ta {onlr't.rn \ov,
a, S.i, e ctiA't '''? cost am*.
0 abaixo'assigrw-l-, *c^-\ Ao eV > t> s nuihi Mitef 1'iiiieies a su>u de 'i.P'.i)*'K)0 -m ani i
ireio '..iilietp de n "6 uu ine<. do o. VlS c \
a -..lie .lo 2001, alPi *, nr it WiOOO e 2v^00fj d* k'tei .a que s^ acabou de ex-
trahir (102') ; con'rtda aos possuidores a virem
receber, qo promptamente serat, pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeit?
tel publico para vir ao sen esUheWintMto com
prar os muito felizes bilhotps.qu? n:io d^ixatio de
tirar qualquer premio, como prova peloa me.-mcs
annancios
Acham-se i venda os muito felites bilhetes ga-
'antidos da 4' parte da leteria a beneticio da
igwja de Santo Amaro de Serinhaem, que se ex-
trahira no dia 13 do c. rrente mez.
Precos
Inteiro 4^000
Meio 2^000
De lOOrOOO para olma.
Inteiro 3/500
Meio 1*750
Recife, 6 de junho de 1874.
_____________JoSo Joaquim da Cost a Leitt.
Aloga se o armazem da rna do Torres n.
8, proprio para deposito, escriptorio ou qualquer
estabelecimento : a tratar na rua do Uarquez de
Olinda, casa n. 1, segundo andar.
AVISO.
Nao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rna da Madre de Deos, para um abaste-
cido deposito das diversas marcas de furao, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcoes desejadas, e onde pode-
rao os senhores freguezes dingir-se, certos de que,
como ate aqui, ach rao serapre a par da modici-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar nma encommenda especial, que muito deve
conviraos senhores freguezes. t'ouscie: te o abai-
xo assignado de que utste genero de ntgocio nao
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem o- tenba com rela^ao ao pequeno lucro
que procurara ubter da dita mercadoria.
Jose Domingues do Carmo e Silva.
XL
SAMUEL CH0UR1T0.
Este bem conhecido attista 8lfaiate parti-
cipa aos seus numerosos freguezes, quer
parliculares, como de iojas, que transferio
a sua ofllcina do andar da casa n. 58 da
rua Duque de Caxias, para o andar da de
n. 88, por cima do estabelecimento de fa-
zendas do Sr. Demetrio Bastos, cuja officina
de alfaiate tambem so acha aos seus cuida-
dos e onde o publico o encontrari sempre
prompto a satisfazer toda e qualquer en-
commenda tendente a sua arte, para o que
no mesmo estabelecimento se pode prover
de boas e escolhidas fazendas de gosto, ga-
rantindo, como sempre, a perfeita execugao
do trabalho.
m BACHAREL MIGUEL AMORIM
Advogado
Rua do Imperador n. 71.
Sitio para alugar
Aluga-se o sitio do commendadur Rabello, no
Caldeireiro : quem o prett-uder, dirija-se a rua do
Commercio n. 48, andar.
0 Aposlolo
de
Periotlico catholico do Rio
Janeiro.
Tendo de scr elevada a diai io esta fulha
logo que o numero dos seus assignontcs
comportem as despezas para esse fim, como
da circular jd publicada, c neste intuito as
pessoas que quizerem subscrever para o
mesmo joroal podom dirigir-se ao seu cor-
respondente nesla provincia, Domingos Fer-
reira das Ntves Goimaraes, rua do Impera-
dor n. o'j, livraria.
Da-si? uratuitamente para inorar a um pruto
ou pe^soa com pouca familia, um corredor e quar-
to era porta de rua, raediante a prrstaca > de pe-
quenos servic-js : a tratar na '.'amboa do Carmo
n. 21, 2* andar.
Constando- me, agora mesmo, que o negociante
da prara de Peruanibuco, Joaquim fosd Ramos, ao
fugir para Europa, descontara letras falsas de
diversos fazendeiros daquella e de.-ta provincia, e
entre ellas uma aceita por mim, da quantia de
3:217*380, venho pela imprensa protestar centra
este acto criminoso, e fazer publico que nao a.ei-
tei letra alguma em favor do mesmo Ramos, e
portanto, falsa e a mencionada letra, ou outra
qualquer que apparega aceita por mim era favor
do mesmo senhor.
Alagoas, eogenho S. Salvador, 23 de abrll de
1874.
Rozendo Cesar de Goes.
0 Monte Lima
tem um completo sorlimento de galao e franjas de
ouro e prata verdadeiros de todas as larguras,
abotoaduras dcuradas para offlciaes, canntilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
lodo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
lalins, pastas, espadas, dragodas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas para criado,
etc., assim como, um completo sortimento de fran-
jas, galao falso para ornamento, cordao de la com
borla para quadros e espelfcos (conforrae o gosto
da encommenda) tudo por muito menos preco que
em outra qualquer parte : na praca da Indepen-
dencia n. 17, junto a loja do Arantes. _______
Joao Joaquim da Costa Leite, cautelista das lo-
terias da provmcia faz sciente ao publico, que
mudou o seu estabelecimento para a mesma rua
do Barao da Victoria, casa n. 30.
Precisa-se de duas amas, nma para comprar e
coz nhar, e outra para cngommar, que sejam am-
basperitas: quem quizer dirija-se ao terceiro
andar desta typogiabia, para tratar.___________
VAtHA.
Aluga-se a casa n. 20 da rna da Conquista, na
Boa-Vista, a chavc estaTi casa junto n. 5 : tra-
ta-se na Recife, rua da Cadeia a. 3.
CASA CA1A11
E
Kio Tapado
Alugam-se estas propriedades, situadas passaa-
do Olinda, e antes de cbegar ao Rio Doce : a trao
tar com oseu proprietary, o commendador Tag
Vende-se um lindo easal de pavoes sendo o
macho todo branco, e a femea rajada. Sao bo-
nitos I na rua das Calcadas a. 38.
ENGOMADEIRA.
Lava se, a engoma se, com porfiji<;3o a
rua Acibaw do "li.-par ntnito bor.s :'unos fortr? e de
i'J.g.-.t,t'i -'ielt-. dos !iia: i:>.lavti.-i i; b-ni C'i
iilic .iios i.)Vl*.#nie; como u|an : Al;ihi'U.-: ill
..a rratiCT' S *U;1 '" HatJo "l.i ViciiTiJ, otitr't-ra No
va -. ?. apf .'!' :: Jilu Coiiinicdos.
Mobilia de vime.
Cadeiraf do bal: n^o, de brajo, de guarni95es,
soHs, jardineira-, mes>s, conversadcira* c costu
reiras, tr.do isto muito bom por ter*m forte* e
leves, eo< tuais proprios moveis para saletag e ga
bineie? de reereio.
No armazem do Vapor Francez, rua do Barao
da Victoria n. 7. outr oaa Nova,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas. oleos, opiata e pos den-
triflce, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, flurida, lavande, pos de arroz, saboneles,
crosmeticos, mnitos artigo delicados cm perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas r garrafas de differentes tamanbos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes PFver e Condray,
No armazem do Vapor Francez, & rua do Barao
da Victoria, oulr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artlgos de diflerentea gontoa c
phantazias.
Espelhos, leques, lavas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
ditalde couro, e cestinnas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras part
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsai
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminac5e9, macninas de
fazer caf6, espanadores de palhas, realejos da veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para crian^a?, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tndo
3 precos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcudo francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes lacturas de botinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqu6
com biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9,5000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barao de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cOres differentes, bordados,
SAPATOS ae tapetes, chariot, castor e de tranca-
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
A BOTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perbr
meias perneiras para bomens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
ilegria sevlupla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E" ter prazer I
Manifestacao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhos asalegrias,
Dos fogos as lindascores,
Dos Santos os quatrodias:
E' um immenso prazer
Que todos dtvem gozar,
Sem ter medo de peccar
E de ao inferno irem ter!
Exposi^So todo dia I
Entrada gratis e agua fria !
VanUgem extnjordinaria
20 OiO d dinheiro
Realidade:
Venham ver se querem crer
A verdade do exposto,
Quem nlo vier nao tem gosto
E trisleza ha de soffrer ;
Pois e facto : esta provado
Do Campos a geral fama
De vender bom e barato
Como se ve do programma t
Liberdade deescolha I
[gualdade nas qualidades I
Fraternidade nosprecos !
FUNDICAO DO
ROA DO
BOWMAN
N. S2
^
V
(Passaydp <> ehafarfe)
PRUEM UlS l-[ift'.tfj (Ie '-Ua li'tii r < T< fi uli". -Uiltt/f aioiftuo o lavur de utua vihiU i *cie-iu.ciiij, pi taiein < *+< >iiiujc(iU
ompleti qoe ahi tetn ; sendo tndo srrperiur cm qoa'.idade e torlidao ; u que oun Uti
cclo peatoal pode-e verificar.
ESPECIAL ATTHNCAO kO NL'MEP.O E L'JGAK DE SUA FCNDICAO
7annrAA a rndaa li'sixrnA. doua,i,i8 *'*<>* systemas eem u
ttPu*oa fUUOB U agua manhos convenieDtes para as diveraai
ircnmsUDciat doa aenhorei proprietario* e para deacaroc^r aigudSo.
ttoenda8 de canna *-** ***""" qM ,qo
Rodaa dentadas para aQia,,e,: ,goa e vapor-
Taizas de ferro fandido, batido e de cobre.
ilambiqnes e fandos de alanibiqnes.
tfachinismos
Bombas

f^*- v --
-
FodeDdo todoa
[ser mo-idos a mio
vapor,
para mandioca e algodao,
e para rerrar madeira.
por agua
de pateote, garantidas........ Ion aaimaes.
rodas as macbdnas e p9?as de qu8 "coftcina proci8"
de machinismo, a pre^o
mai reaGOiidc.
Pas qualquer concerto
Fo!*TTI&ft (\d fftrrn ie(D ai me^orei e m'' baraUs exialeates no mer-
ftnAfimmonjlaa iDcombe-ae de maodar vir qaalqaer machiniimo i von-
auuUMUUUliUaS* ude do$ clieQte|) lembrando-lhea a vantagem de fa wren
an comprai por intermedio de peasoa entendida, e qoe em qnalqrior*necciiidade p6de
iei preetar aoxilio.
Ira dos americancs e inll^Da,enl0 rico!M
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIBEIROS
Premiados na" exposi^ao de 1872
rua g a
da!
t
IMPERATRIZ
1." ANDAR.
Acabam de reformar o seu

RUA
DA
24-1m do Maiquez de Olinda-2.
Esqiiiiia Participa a feus fr< guczes e amigos que mudcu
o seu estabelecimento de relnjoe'ro para a mesn:a
rua n. 21, onde encontrarao um grande sortimento
de reli git? de parede, amerlcano?; f cima de me-
sa, dos"inellinres go.-^tos e quaiidad-.s, relogios de
algibeira, de todas as uualida es, patente suisso,
de ouro e prata docrada, foleado ip'.aqnet), rek)-
aios de onro, ingiez, dcscnbertOj dos meihores
fabricantes, cadeia de uuro, plaquet e prata. luneUs
de tods as qualidades, tudo por precos muito ta-
ratos.

g6FEmooaB.i

.'7r*.. "*^ .O ^ -
''18YZ
IMPERATRIZ
N. 82
t. ANDAR.
estabekcimento, collocando-o" nas^melbores con-
dic<;5es poadveJl de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Eximas. Sras. n'a-
quillo que f6r tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se eabelleiras tanto para homens como para senboras, tupete, cbignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros lu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se proyido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente.por todos os \apores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 7 menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e pre$o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcSo e a ralho e todos os utensiltos pertencentes a arte de cabelleireiro.
Ob)
C(fdt'fre Simoes A- C.
Acabam do receber pe'.o vatior Mendosa :
Rtqni.-simos cortes dc g rgurao de seda lisos e
com lislras achamalotadas.
Ditos de linho para vestidos, contendo cada cor-
te, o neces.-ario para seu rnfeite, como seja :
franjas, trancas, lotCc-, Hvellas, etc.
Riquissimos chr.peos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Mar;o n. 7 A.
? Gsisiilloiio nudleo
i D0
5 Or. Murillo.
RL'A DA CRUZ N. 26, ANDAR.
Recein-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris eLondres, 'ja.
Sode ser proccrado a qualquer hora do O.
la ouda noite para objecto de sua pro- oj.
Fl fissao. Q
p\ Con-ultas das 6 horas da manha as 8 ho- Fi
M\ ras, e do meio dia as duas da iartie. m
ft. Gratis aos potties. p%
y ESI'EUALIDADES. A
y Moiestias de seataoras, da pelle e de ^
ISO
Gratifica-se a quem levar nas efflcmas, ou C t
noticia certa -^e uma trouxa de roupa que dess)
pare;eu no dia 22 do corrente, da estaeao lal -
ledade. _____
Attrac^ao!
Pyrotechnia I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 28
Armazem do Campo
Extasis maravilhosos I
- Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fogos:
Fabricantes peritos I
Cores cambiantes I
Vistas rutilautes I
EfTeitos prodigiosos I
Resultados inoffensive* I
Precos dirainutos I
Generos :
Qualidades superiores I
Sabores agradaveis I
Cheiros embriagantes I
Propriedades excitantes
Influencias nutrientes I
Precos resumidos'
Importacao directa I
Variedade ccmpleta!
Verdade I
Sinceridade I
Especialidades I
Raridadee I
Cheshire c< ndensed .Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller & C.
>w m
!&<$
-
PH\RMACI\ NORMAL
DE
\ 17Largo do Mercado t ublico17
(Antiga ribeira de S. .lose.)
Acaba de ser aberta e icba-se a disposicao do respeitavel publico esta nova phar-
flPfr macia e drogaria, completamente provida do indi?pensavel a um estabelecimento dessa na-
*^ tureza, sem excepcao de productos chimicos e me'licamentos preparados no estran-
I trangeiro, tudo novo e o melbor possivel. ...
w As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mats seria attencao,
A) e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que compoe a nossa firma social.
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua conflan-
ca, podem estar certas de que serao consrienciosameute servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade do? precos. *"
ir*, ,*v ^& *r*rik* *Gi1&.1&\ 2* rS>. ^fi"g-aMftlii*&'s*e ^ -e-.*A -!
cao. Iff
Cabelleireiro francez
Eua do Marquez de Olinda n. 51
1." ANDAR.
Pedro Routier, ofBcial de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Henelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir as Exms. Srs. familias que acaba de fazer a ac-
quisi<;ao de um perito official \indo ba pouco de Peris, o qual esta* bebilitado a,desem-
penaar qualquer encommenda de sua arte, e se acha a" disposicao das pesso&s que deseu
prestimo^se quiram utilisar. Outro sim sckniifiea que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor doseaielleireiros, onde seacbam descriptos e desenhados todos
os.penteados modernos, para soires, casamentos, bailes etc.
Finalrr.ente previne as mesmas excellentissimas senboras, que re: ebeu um completo
sortimento de coques, cachepaioes, bandos, crescentes, etc., evende tudo pelcs precos
abaixo raencionados :
Coque de cabello de 159, 20,3 a 50^000.
Trancas de dito 109, 12)5 159 a tttfOCO.
Cachepaine de dito 159, 20a a 30^000.
Crescentes de dito 20^, a 509000.
fambem trcontrarSo um completo sortimento recebido ba pouco, de cabeilus de todas
as cores e comprimeoto.
N. 51.Rua do Marquez de OlindaN. 51.
CRIADO.
wr a
Aluga-se
o armazem e 3 andar com soUo, sito a rua da
Praia n. 9, tendo bastantes commodos, e pintado :
a tratar na rna do Vigano n. 31.
AO PUBLICO
Nao vaieria a pena respoader a nm aviso do Sr.
Agostinho P. Raposo, inserto no Diario de Per-
nambuco n. 108 de 13 de maio proximo passado,
era que previne ao publico para nao fazer negocio
oomtgo sobre uma letra de seu aceite, por mim
sacada, da quantia de 1X00/, eendo que ba nma
outi a de 100^, procedente do mesmo negocio, ven*
cida em 19 daqualle mez, por ser aqu'ella letra,
como essa outra, proveniente de um ajuste de
contas que tem de ser verificado em juizo, se nco
allegasse o Sr. Raposo nao saber ler nem escrever.
E' esta a unica circamstancia que sie obriga, em
attencao ao publico, dizer simplesmeote ao Sr. Ra-
poso, que e" no tribunal competente que eu espero
|ue elle prove se houve dolo on ma Ie oeste ajuste
Ie contas, e se este dolo ou ma te partio de quem
nio sabe ler nem escrever, ou de quern abe as-: reponscTeterno da'finada no"conven"lo"'do"carmo"
fi.gnar seu nome Depois disto o publico ouvira no dia 13 do corVente, as rJ 1|2 da manra, ante-
uma bstona enrta e cerU, e fara enlao uin juizo Cipandose desde ja a agradecer aquelles que com-
terabera certo de quanto e capaz quem na, sate pareCerem a tao piedoso acto. '
ler nem escrever. Recife, 5 de Junho de 1874. i mmmim^i aaI^4..>^)^ jur-tp. .i*. m^
JoseBezerra de Barros Cav lcante. j AnlonloJ^niisc^lTdell^
Precjsa-se de um para to.'o seivigo de ca a de
pequena familia e que ja tenba pratica, dando
rlador de sua conducta : a tratar na rua da
Imperatriz I. 15, 1" andar.
Joaquim Bernardo dos
Reis o :ua mulber Cadida
Francisca Xavier dos Reis,
agradecem as pessoas que
se dignaram acompanbar
os restos mortaes da sem-
pre ehorada Isabel Fer-
nandina de Figueiredo Costa, mulher de seu so-
brinho e afilbado Dr. Jose Augusto Ferreira da
Costa, ausente na capital do Imperio, por Isto con-
vidam a todos os seus parentes e amigos a assisti-
rem a missa do 6etimo dia-que mandam rezar pelo
a casa terrea ii !33, na rua \idal de Negrei:
oulr'ora Imperi: I. com excellentes eommodo3
tratar na rua Marquez de Olinda, a-mazem r.
mero 52.

VRESft-
x^Ta cravessa da rua
das Crazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos nietaesepedras.
^" 150|000.
ESCRAVA FUG1DA
Fogio da casa de seu senhor a escrava Felicia,
de cur par-la clara, cabellos corridos ate" os hom-
bros, baixa, cheia do corpo, ro.-to redondo, faita-
lhe um dente do lado direito, foi acompanhada
p r um homem (praca de cavallaria) o qualse cba-
raa Franci'cc de tal Vasconcellos, tambem pard.i,
da mesma cor da escrava ; consta terem segui^o
para oserlae, donde sao ambos naturaes : recotn-
menda-se as autoridades e capitaes de campo a
apprebensao de dita escrava, remettendo-a i
Cam boa do Carmo n. 3.
Ar.UAS
MlXtRAES
DE
NATURAES
Yichy-f-ussei
0 teneale Pedro Bezerra Cavalcante Maciel
aeha-se encarregado de algumas cobraicas do
armarem de moliiados do Sr. Bernardino Campos,
e se olTerace para outra qualqner oobranca,
sendo nesta cidade e sens suburbios : pode ser
procurado nesta typographia, on na raa tstreita
do Rosario n. 36, v andar.
Preferiveis Am de Vichy-Vicliy
por serem as unicas que conservara todas as seas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mais effleaz na anemia, na
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sao muito aottveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca e i a mais
rica das aguas de Vichy em bicarbonato de s< da
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas affec^oe? do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta,
EXIJASE
o nome da fonte na capsnla
Vende-se em caixas e a retalho, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
Dl
Fei-reira llaia 57- RUA DUQUE DE CAXIAS 57
, Escriptorio.
__ Aluga-se a sala da frente do primeiro andar do
ahrado da rua do Duque de Caxias n. 58, bas-
tante fres -a e bem collocada para o lim qusco
deseja : a tratar na loja.
Antes decasar-se
Appareca... lembre-se daquelle dinheiro que Ihe
emprestemos quando o senhor com o maior jesoi-
tismc nos recorreu- Estou que Vmc. ou quer ver
o seu nome por exteaao oh- espera que o mesmo
I que o empregon sej^ o eaixeiro de cobranca desse
SSa falllda de JoaqUim. D. Alexandrina Marr*"1f- ^txtib0 Miranda) dinheiro para cm aqnelle que bate not.. I E
Tne^ flnmPH f\A Snn7fl Jos6 Ferreira M- ^ Miranda e Anna Julia de Mi- cora "1,or e^T^ a!"da ,Mf,nd?- ?ne ?s ^rtros
JOSe ttOmeS aeOOUZa. randa, mulher, genro e filha do finado Antonio ffrtwn ? o dmlwro naqaella Itsta...,! e^Vmc.
iitminirrrorlnrad da micia f.illlda dp Inanilim I Prnric,'n Unvlinn Ar. UI.._ J, #_ n. -j_ _. JI. a noils flQQlfmaftrt
Jose
Gomes de Sooza, convidam aos respectivos | do corrente, agradecem a todas pessoas que se
credores para apresentarem os aeus tilulos, afim dignaram assislir aos ulttmoa suffragies que se
de serem classitlcados, e dizerem acerca da venda! fi'eram aos restos mortaes daquelle flnado no dia
em leiKo dos debitos a referida massa : dirigirem-' 16 do corrente, na igreja do Carmo, e aprovei-
se a rua Duque de Caxias n. 46, 1* tndar, das 10
as 3 horas da tarde.
Al>reu & Veras, em li^nidaflo,
Administradores.
tam a occasiao para de novo as eonvidV a assis-
tirem a missa*de selimo dia, que mandam rezar,
as 7 horas da manna, na mesma igreja.
oella assignado
Loj
a.
Aluga-.-e a loja do sobrado a rna de Marcilkt
Dias a. 79, muito propria para qualquer estabe-
lecimento : a tratar na rna Duque de Caxias
n. 53


V4-
'JCi
c^*^
6
Ihaii de Peiisanibuco '** Subbado IS .do atunho de It74.
-.
-*3r
FUlVDigAO DE FERRO
i rim d i Barao fa Triumphu (ma do Bruin) ns. 400 a 404
CARDOSO IRMAO
AVISVM aos senhores do engenhos e oulrcs agricultures e ao publico em geral que
u>ntinuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e macliinas ne-
cossarias aos estabelecimentos agricolas, as mais mode, nas e melhor obra qne tern vindo
ao mercado.
? apOies de for^a de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rcelhores que tern viudo ao raerado
UaluCiraS de sobresaleute para vapores.
^lOenaaS mteirflS e meias moendas, obra como nunca aqui vaio.
Taixas IUndldaS e batidas, dos raelhores fabricantes.
ttOQaS d aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas
bvOCtaS dentadaS de todos os tamanhoa e qualidade*.
Relogios e apitos para vapores.
OOmbaS de ferro, d.- repuchu.
ATaUOS de diversas qualidades.
Formas para assucar,grandes e pqaenas.
VaraildaS de ferro fundido, francezas de diversos e bonitos gostos.
rOgOeS irancezeS para lenha e carvao, obra superior.
Ditos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido para ardim.
r es de ierro para mesa e banco.
Ma china para gejar gua.
V aiVUlaS para bomba e banheiro.
Gorreias inglezas para m8chinismo.
tJanCOS e SOiaS com titas de madeira, para jardirn.
OoncertOS C01JCert*m com promptidao qualquer obra ou machine, para o que teea
sua fabrica bem montada, com grande ebom pessoal.
EnCOmmendaS man(^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
com urn dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incurabem-se de mandar assentar
tolas macliinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
F U K D 1 C A 0 DE CARDOSO d IRMAO.
I0IINA
I
. Esta encoitfacado 11 !
Aga* mole em peMa dura
Tanto da ate que a fora
ftoga-se ao Illra. Sr. lguaeio Vieira de Mall
sscrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
cluir aquelle negocio que S. S. se eomprotaetteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
flns de dciombro de 1871, e depots para jaaeiro,
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem 3 honra de annunciar ao
publico que recebeu ultimamente urn esplendido
sortimento de lustres de vidro. candieiros, aran-
t delas e globes, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do, Imperador n. 31, e serio veadidos ao*
teas freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
I Precisa-se de uma ama de leite, escrava ou
livre 1 na rua do Imperador n. 52, 3* audar.
Ama de leite
Precisa sr de uma trm. de leite qno seja moca
j, e sadia : a iratar na thesouraria das loterias, da
passou a.fevereiro e abril de 1872,e nada cucprio; 0 boras da manha as 3 da tarde._______________
1 por este motivo e de novo chamado para dito Precjsa ge a|Ugar uma aioa para comprar e
flm, pois S. S. se deve lembrar qne este negocio ajudar a cozinhar para casa de pouca familia : a
ie man de 01I0 aanos, e quande 0 Sr. sea filho tratar na rua dl) |mperador d. 30.
tchava aesta eidade.
OBARATEIRO !
inimigo acerrimo contra
a carestial
NA.
40 Rua do Imperador 49
Ila i.e.'.3 estabelecimenlo o melhor sortimento de pianos dos mais afamados autores,
romo s3o : Hflnt, Ployel, riap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
''-. mandados pxprossainonte construir para este clima, o qus! os amadores dos
pianos s6 enconlrarao nesta casa.
Iteccbam-se pianos usados em troca.
dnoirtam-se e alinam-se pianos.
I'm. bem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
. basonwreo mais complete sortimento de materiaes para concerts: pianos, como
: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, csstor, camursa, cordas,
lira, etc., etc.
41
a. Jk
INI OIP92R Jl 8IOR 4
Aviso.
.v. larga !> Hosario a. It), veule-se urn
. annari. com excellent vozes e de pou
-.1. o un a ll.iiiti d--, v:,-.ii>. apparelhada de
':. 5 chaves, c do ir..-liior autor.
Predio e terreno.
. iem 'i'.iizer coa)(>rar a parte da uma ca-a na
l i a de Joao do Bsrros, com muHos commo-
i i' nri: v.i^to terreno par- planUeao, sendo a
ao no poctio da Casa : dirija so a rua Direita
( ''. tereeiro andar.
RRIST0L
' :

r
Aviso interessante.
Pela terceira e ultima vez nvi?a--e aos possui-
doree das accoes CDtre amigos, de um optimo
piauno de armario, um alfinete com tre3 brilhan-
tes e outros objectos que nao correra as ditas
accoes com a luleria 103, como estava annui-
ciado, visto nao se ter podido recolher nem metade
-da quaniia, por molestia de un dos encarregados
da passagem de maicr nuiuero de acroes ; desde
ja ruga se aos possuidores das ditas acciSes, que
ja teem entrado com a respectiva ioiporlancia, o
favor de relevarem essa falta, pois nao se deu vo-
luntariamente : e desde ja confessa-se reconbe-
cido e grato para com todas a? pessoas que qui-
zerem continuar com as accoe?. as quacs corre-
rao imprelerivelmente com a loteria 112, ainda
que para isto seja preciso encarar qualquer pre-
juizo, afim de n':o haver mais falta, como se pro-
mette.
Scieutiflca-sc taaibem as pessoas que nao en-
traram com suas importaucias, de o tazerem den-
tro do prazo de viote dias, ou entregarem inline
diatamente as accdes, casa nao quciram con
tinuar.

^-T^ffW
t KA OS CASOS MAIS DKSKSPERADOb
A SAFSAPA1UULI1A DE BRISTOL puri
tica a massa do sangue, expelle para f6n
t ias as matcrias c fezes viciosas e impuras.,
ila todas as secrecies, dd vitalidade
energia a todos os orgaos o da forca e vi-
- r ao systema afun Jc podor melhor resis
tir a todos os utaques da enfermidade. E
pois este um remedio constitutional. EUt
iiunca distroe afim de poder curar ; porem
jnstatitcmente astute a natureza. Portant'
fm todas as doengas constitucionoes e em to-
das as .inlestias locaes dependent?, d'um es-
tadovicioso cimperftilo do systema em ge
ral, achar-se-ba que a Salsaparrilha di
Bristol e um'remedio soguro e efficassissi-
mo, possuindo inestimaveis e incontestaveis
v.-tudes.
As curas rnilagvosas dt-
IJiccras.
liaga antigasi <
EMTT.MIDADES SYPH1 LI'ilC#$
EMSIPELAS,
HHEUMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC.. ETC.,
que tem guogaade a l.ido oaltu raiaoaa
Salsaparrilha de Bristol
(
Grande fabrico demarmore
deBelvoysd- Sampans
(Jina) Frauca
Ksta granle fabrca execnta qualquer encom-
menda dene genero, frimo sejam : oroamenlos,
chamines, baleoes e ladrillios de'qualquer aatu-
reza e desenho : os concurrences deste generu po-
derao ver, pre^os correntes, expliocSes ede.se-
nhos, c a3 encommenda.-i a tratar em casa de Kel-
!er & C, rua do Bom Jeans p. S.H.
Nao ha mais cabeilos
krao^s.
TlHTJJR*filA mmi
SA e unica approTada pelas academi-de
/cierrclas, reconhecida s pe$ior a toda que
tem apparecido yi^e 4ji^- feposito princi-,
pal i rua !a Oiaia; ^# Recife, hoje Mar-
quez de Oiinda, n.*i, t ajiaar, e /ml
todas k botiirtis e oasas de cAbeJl^r
I eTOS.
Miranda k Irnrao
N. 37Rua Duque de Caxias N. 37i
N'este estabelecin.ento encaderna-se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples att os uiais pri
morosos trabalhos de setinie e velludn.
Pauta-se e risca-se papal para bvros
em branco, tanlo para o commercio, como
pjra reparti^oes publicaa, numera se, li-
vros, cxecutase tudo quaato u relativo a
gammographia.
Miranda & Irmao, munidos de boas
macliinas, bons arlistas e excellent6s ma
i teriaes, julgam-.'ehabilitadus para servir
i\ satisfactoriamente a? pessoas quffquize-
rem trabalhos ta-j peifeiles como os que
vem do estrangeiro.
Roga-se & pessoaque comprou, ou to-
mou de penhor, talvez ha mazes, uns objec
tos de prata, como talhen s, etc., obra do
Porto, com as iniciaes P. A. S. em cadeia,
que queren^o restituil-os ao sen proprio
dono, de quern furam subtrahidos nao mui
recentemente, e so agor.i conbecida essa fa-
ltf, dirija-se em carta fechada com aquel-
las iniciaes d rua do Cebugd n. 7, loja de
ourivis, que garaKte-se !>" recompewsa.
Rua de Bemfica u. 9S,' na a*
sagciii da Hagdalena
Uma sentiora franceza, discioula flos melhores
profesfores de Paris, destja dar> licoes de piano,
canto e francez : a tratar na sna re^idencia aci
ma iodicada.
Fugio do engeubo Ajndant--, i'reg_uczia da Es-
cada.no anno de 1872, o escravo (luilherme. com
os signaes seguiates : pardo, com idade de 25 an-
nos pouco raais ou menos, altura ecorpo regular,
olhos graades, cabeilos cachiades, \ie- compfidos
e seccos, rosto eomprido, algun= si^aaes de bar-
ba, nariz eomprido e um tant'- arqnaado, utnas
sardas pelo roslo, fazajgum moviaieuto no andar,
descoufia-se qua esteja na cidade da Parahyba.
[toga se as autoridades policiaes e capitals de
camp s a apprebenslo de dito escravo e ser en-
tregoe ao sen senbor Erailio Pereira de Araujo,
no engenbo Aiudante, e recehera-j por paga
300^000.
M. I. V.
Pergunta-seao Sr V proenrad^r e 2' thesoureiro,
quando annuncia V. S. o progcamma da fc*la dc
Orago, que tant. sacriDcio tem fdto V. S., e^iita
todos qne e festa superior, enm tanto que wia
preeiada a imastea de sna compoMf^o, caaterrio
V. S. am solo e wn flueto: detpiam^; ?.iber qnal
o noma on trtwto flesta composiflo ; pobre igreia.
.Ja m*w o feH amf n
A ahoa da vtuva,
"!*fli"
i A ma Aluga-.-e nma para cozinhar: na rua
j A:*11*1 Direita n. 93, andar._____________
Cartalho d Sbguelra, "na rua-do Apollo 44Uga-S8
o. SO, accara sobre o Banco Commeicia| u"*14 a,na (iu ^ail-a cuzinhar e engoaimar prefe-
de Vianna e suas agenc'ias em todas as ci- l!* eaT'r.a :, rua d lraPerador u- 28>
, ... n armazem d tampos.
dades e villas de Portugal, d vistae a prazo : :^r1-----------------------------------------
rw^r truifx no ninniiuc ~ Pn cisa se de uma ama para c jmprar e co-
por loaos os paqnotw. ___ ziahar: ua rua da lmperatriz n. 40, segnndo an-
% Consnttorio niertieo^imrgico S
4 A. B. da Silva Maia.
1
PrecKE-se de uma ama
dor n. 30, loja.
na rua do Impera-
Rua do ViscoDde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da matriz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas : Aos po.} es gratis, das 2 as
4 boras da larde.
*X*a>C|
Precisa-se comprar uma negrinha de 9 a
10 annos de idade, que seja sadia e sem vi-
eios: quern liver e quizar vender dirija-se ao
3. andar desta typograpbia para tratar.
Ha para alugar, a rua da Aurora n. 65, um
escravo, crioulo, mogo, muito robuslo e lubilita-
do para qualquer' senr^co.
Engenho
Veaderse o engeaho S. Pedro, situado na pro-
vincia di Alagdas, comarica to: Porto Cairo, a
menos de nma Tbgoa disiante do porto de maY do
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regnlarmente 2/00 paes : a tratar na ma do Vi-
gario a. 31.
Alnga-ae o tereeiro andar do sobrado n. 45
a rua do Barao da Victoria, com grandes com-
modos : a tratar na loja de )oias do uiesmo pre-
dio.
Precisa-se de nma para co-
lhar, para ca
aga-se bem : a tratar na
/^ |W| Jm finhar, para casa de'familia
x^..i.TJ(L -(fcf^- paga-se bem : a tratar m
rua do Hospicio n. 40, casa terrea de bolas ama
Yetlas na earnija.
Atyiq -* Precfsa se de unra para cozinhar : na
rua dos Pires n 3i
AMA
Precisa-se de uma ama para
casa de uma pequcna fami'ia : a
rua Duque de Caxias n. ill.
AMA
Precisa-se de uma ama para
casa de rap z solleiro : a tratar
na rua do Lima n. 4, em Santo
Amartf das Saliaas, o i na rua da Praia n. 42.
Precisa-se de uma para casa
de pequena familia : a rua
Duque de Caxias, outr'ora das
Rna Priuteifo'de Marco n. 1
Outr'ora rua do Crespo, defron-
te do arco de Santo An-
tonio.
BAPTISTAS, temos grande sortimento desta fa
zenda e vendemos muito barata, a 360 e 400 rs.
o covado.
ALGASSIANAS de bonitos desenhes e cores fi-
xas, a 400 rs. o covado. So no barateiro, veabam
apreciar.
METiNS tran^ados, francezes. fazenda superior
e de bonitos gostos, a 240 e 280 rs. Quern riva-
lisa ?
CHITAS de bons gostos e de cores flxas, a 240
e 260 rs. So aqui.
LAZINHAS escocezas, padroes bonitos, a 180 I
200 rs.
DITAS de linho e las, padrdes inteiraraente no|
vos, a 240 rs o covado, Jazcnda que custou sem-
pre 400 rs. So ho barateiro f
CBETO.NES escuro3 e claros, fazenda superior a
400, 440 e 480 rs. o covado.
POPEI.INAS de seda e linho a 800 a I*; apres-
sem-se a mandar ver.
DITAS de linho e algodao a 700 e 800 ri. o
covado.
BRIM parJo trancado a 260 e 280 rs. o covado.
S6 no barat iro !
DITO de cores, fazenda muito boa, a 500 rs. o
covado.
CAMFIRAIA transparent e Victoria a 3*300 e
."^800 a pega 1 Aonda tern ? No barateiro !
BRAMANTE de linho de duas largu'as, a 1*200
a vara ; admira ? 6 exaeto.
ESGUIAO de linho e algodao de 10 jardas, por
4"
AM 4
Onze's, n. 8.
I
0 Sr. major Luiz Paulino Vieira de Mello,
escrivao do Eimoeiro, lenha a boaiade de mandar
ou vir a rua do Cabuga realisar o'negocio que
V. S. fez em conuan^a.
1
m
m
0
0,
Cozinhar e engonimar.
Precisa-se alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar a engomroar ; e para easa de pequena fami-
lia : na rua do Vigario n. 16, 1." andar.
I fixceUenle occasiao a
Para o rico e para o pobro |Bj
0 Optimos tcrrenos para
edilifucAo
com -I0.9 palnaoM deiiiudo
V iiO(M) ('SOOM,
Retalnam se os grandes terrenos que
cirenndam a e-tac.4o da Boa-Viagem ;
sao terrenos proprros, desembaracado- e HJ
cortados por tres esfradas : a real, a de (
ferro e a ipe segue da estacao para a ^.
Boa-Viagen', e ficara mui proximos ao t
rio Jorda).
A comrcodidade do preco, a facilidade
do transpirte de materiaes pela via fer-
rea, a proximidade de madeiras, e sobre
tudo, o privilegio de viajar gratis no va-
por pelo espa^o da 10 annos, a quern
edifica* proximo a esta estacao, tudo isto
6 de incontestavel vantagens e deve ani-
fi? mar os pretcadentes. os qnaes desde ja se
g'.podem dirigir, nos dias uteis, a rua do Im- ~jfjt
perador n. i8,''e aos. domingos e dias san- ^^
tos, na estacao da Boa-Viagem, onde se
tjk encontrarao corn Trisiao Francisco Tor- ^
S res, encarregado pelo propneiario a fa- S
9 zerqualjuer negocio.
^0 Bolos para hanto Antonio
e S. Joao.
Na rua estreita do l\csrio n. 35, faz-se bolos
de S. Joi', enfeitados, proprios para presentes e
Siara qualqaer reuniao, por pre?o eo i modo e hem
eilos ; prepara-se liandejas de bolinhos flnos,
com armaffles, propria^ nara casamentos e bailes,
por precp muito commodo e mnito asseiados ; na
mesma casa tem bouquets para enfeitar bolos,
de floras > de cera para todo pre^o e de goslo, e
faz-se bouquets para noivas, coin filas bordadas
a oufo, deveado vir as encommendas dous dias
antes.
0
0
0
&
ALUGA-SE
o segundo andar do sobrado n. 37, silo a rua da
Aurora, c tereeiro dito di sobndo n. 13 da rua
do Bom Jesu?, e o sobrado n. 151 da rua Impe-
rial : a tratar na rua da Aurora n. 51.
Do poler de Luiz Jose da osta Amorim,
como procurador de Domingos Jose da Costa A-
morim, extraviaram se sete apotices de divida, pu-
hfica, ao iegundo pertenpentes, .-end j uma de a.
1,043 do valor nominal de 400i, vencendo o juro
de 60|0 ac anno, emittida no anno de 1828, e seis
de ns. 64,023 a 64,028 du vaflr nominal de 1:000*
cada uma, veneendo o juro,da 0 0,0 ao anno, emit-
tidas no anno de 1863, achando-se pagos os juros
das mesmas ate n i". semestre de 1871.a 187i ; o
que tudo se faz publico, nao sa paia que alguem
qne as tenha achado as restrtua, do que sera gra
tiflcado, como pela necessidade de promover pe
rante a fazend \ nacional o processo de sua subs-
tituicao por oulrss.
Medico-cirupgico
DO
G** 9r. .!? Fuliv da (imiui Me-
:> "1 n-4i'n.
KB Medico operador.
S RUA ESTREITA DO ROSARIO N. 3.
i(!V| Da consuiUs todos os dias das 9 ho-
y ras da minha as 4-da larde, dessa hora
'",; em diante acha-se prompto para qual-
,a quer chamado, em casade saa resideneia
jjd a rua da Princeza Isabel n. 4, jnnlu a
;) estacao dos trilhos de Olinda.
,'(W Das 7 as '' horas damanha da consul-,
^S? tas fall* acs: pobres.
SJI ESPECIALIDADES
.S) Molesiias syphilitioas, viadigestiva e fe
jgfi bras.
4tleD$ao.
Vende-se uma-easa tarroa-n. 17, ama de S. Pe-
dro Martyr, ou Ladeira da Riheira. em Olinda,
chao proprio, oitoe's doa*ados, tewdo 38 palmos de
freate, 50 ditos de ftmdo, imrntal em aberto, em
fermft trlantjujar, a ?iBl*j3a e Sufflciantenie.nte
vantajosa, para qnalquor estabelecimento por ter
tres frentes : qdefa preteoder aodte pracatar em
Olinda, na supracitada rua a Luiz Pinto, e no
Recife a Afftinfo Pratrelsfeo, na botlca da praca
da Boa-Vista 8e Jtiaqotm lonacio Ribeiro, que dl-
rao quern se ariha eorrtprtentementc haullitado pa-
n OTetteKr iessa teptfa._______ .
Ainda sti pafla alg^r a laja de apbwo V
44 da rua do Rangel, a qua! tem- arniacio e pres-
ta-se paraoualquar najacio-: alfatar no seguqdo
andar 8o mesmo preflio.
" Alnga se o primeiro an ila r do jotirado n. 47
da rua da lmperatriz :.,a iraiar no sejr'oodo andjr
do mesmo sobfadw. __________^___
Pujziram ao e^genhy Ajuiant.- 'viannode
1870, os escra.vos seguintes: 1." Fram i v enoulo,
preto, com Idade de'28 anncs pruco n i ou in--
nos, altura regular, corpo regular, olh ? grandes
e brancos, deutes perfeiw, cabi-llos ca:;ipinhados,
pes g.-ossos, barba a cavaignac, l>5g<-: e pera,
nma cicatriz p'&r cima do oiho csqin-i !o, muito
conversador e risonho. 2. Anjoni cabra, rm
idado de 25 ann ;s pouco mais ou menus, alto,
secco, olhns grandes e 'vermelhos, pouca barba,
cabeDos nm t&nto sollos, denies perfeilos, pes
compridos e scceos, ambos compfados ao Barao
de Piazareth. Roga-se portanto aos cipitaes de
campo e as autoridades policiaes a captura dos
mesmos escravos, visto haver de-conliam;a que
estao occultos na comarca de Pajeu de Flores,
ou Rio de S. Francisco, que terao a paga de 600$
a quern os levar ao seu senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. Emilio Poreira de Araujo._______
Aluga se a casa- l-riea n. 41, a rua 24 de
Maio, antiga praia do Ealdeireiro : na rua de S.
Francisco n. 6, 1." andar.
COMPM'S.
Precisa-se comprar 3ous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem: a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Compras.; um Vade-mecnmdo Dr. Sabiao, em
meio uso : nesta typographia se achara com
quem tralar. _______________________________
Compra-se uma casa terrea bem consipuida
que tenba bom quintal, chao proprio, e qne sea
preo naoexced.i de 5:000f, na freguezia de San-
to Antonio ou Boa Vista : a tratar no pateo do
Carmo, botica.
Compra se uma cabra (liicho) que tenha boin
leite : ua rua Duque de Caxias n. 87.
^^ i.-* e* f* i t-1. f : *-i-4 -'-' ^r?
Vk' de coqueiros bons para plantar :
"S quem os liver annuncia. ':-
#m if if! mtiWffl^WW**
Compra-se
---
UK
Leite.
Leite de vacca e de cabra, tirado a vista do
comprador : a rua do Marqucz de Herval, antiga
da Concordia, n. 64.
Vende-se massa para bolos : no pateo de S.
Pedro n. 26.
Salsa parrilha.
Nova remesaa, excelleale qualidade ; vsndc*
na rua do Vigario n. 16. 1- andar
ofres de ferro
Vende-se em casa de Hawkes i C, a rua da
Cruz n 4.
Chafariz de ferro
Vende-se em easa do Hawkes & C, a rua da
Croz n. 4.
4rmazem Progresso
10Larg i da Penha10
Vendf^iici t
CHOURICVS do reino muito novas a 480 rs. a
libra.
GAZ (marca Dewoi?s) a 280 rs. a garrafa.
E outros mais generos que se v'endem mais ba-
rato de 10 a 20 por ento do que em outra qual-
quer parte, que e enfadonho menciona los
Se duvidarem vcnbaai ver
0 barateiro!!!
Casa e lerrenns barates no Sal-
gadiulii).
Antonio Jose Rodrigues de Souza, na thesoura-
ria das loterias a rua do Crespo n. 6, vende sua
casa de taipa e terrenos de seus sitios no lugar
do Salgadinho : a tratar somente com o mesmo.
Vende-se na rua do Commercio n. 4, cerveja
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Vende-se um terreno com 100 palmos de
frente e 600 de fundo, em Rebenbe de Baixo, a
rua da RDgeneracao a tratar na iravessa das
Cruzes n. 4.
Vende-se
bouquets de flores de cera,
brancose de cores, par i bolos,
a todo preQo e do muito bom
gosto, tambem de cravos
brancos,velasenfeitadas com
flores de cera, para, baptisa-
dos, por bar., to pretjo: ua rua
do lavrameirto, loja de c6ra
Engenho cm Serinliaem.
Vende-se duas partes $Q
engenho Novo, bito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preco commodo: a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirOa, A rua das Calqadas
n. 14. ou no arsenai de
guerr|. ___________
$9genb#-.&* M%maBir
guape.
yeude-98 os segoTnfes :
^rra;
Pregul$a,
e Patriclo.
A iratar com seus nroprietarios nesta cidade.
e para informaf5e9 com JoaqnTm Tinto de Mei-
relies Filho na mesnia dda* de Mamamguape
Tasso |jrmjos &.C.
DITO de linho puro a 8i a pega- Ao barateifo,
ao barateiro I
MADAPOLAO francez fazenda superior a 5* e
65 ; sempre custou 8J.
BOTINAS para senhora, muito superiores, a 4j
e 4*500. Se aqni.
TOALHAS alcochoadas a 4*500 e 5*000 a du-
zia. A ellas, a ellas.
CORTES de creton francez, bordados a 5/500
e 6/ r f
Ditos (uso da corte) Je cambraia a 10/. Sem-
pre custou 15*.
SORTIMENTO de chapeo- de sol de soda a 7*.
8/ e 9*. Venham antes quo se-acabem.
DITOS cajjo de near fun de superior qualidade,
a 11/500, para acatoar.
DITOS 'jara senhora, a 3^500 I Sempre ens-
taram C/; estao se acabando, venham a elles, a
elles l
GRANDE queima para acabar de camisas fran-
cezas e inglezas, por todo-o preco a 17*, 58/, 20/,
30*, 35/, 40 e 48 a dua a. E' no barateiro que
tem.
GRANDE sortimento de grosdenaple de cores,
a 1*. 1/200 e t/500 o covado. So no barateiro r
Quem ousa dizer que nao e barato ? por eerto,
ningiiem.
CHALES de casemira com Jislras, o raais mo-
derno quo ha a 3*500 e 4& fazenda que casta
em qualquer parto tf. Venham a elles anSes
qae se acabem I I Ao t oni torn I
Alem deste:, outros muilos arligos que deixa-
mos de es,*eci(icar. para nao raassar nossos fre
guezes, mas estarao patentes i vista djs compra-
dons. Avista do ex post flcamos convictos de
que virao fazer ac juisicao de boas fatendas por
poueo pre50.
Ao barateiro I I '
Na rua do Crespo n. 1.
Augostinho Ferroira da Silva Leal A C.
Especialidade
Vinho particular. J^fff e-
Acaba de ehegar ab mercado alguns barris A-
vinho do Alto Donro, especial e unicamente pre
parado do extracto da ova e isento de qualquer
cohfeei;ao, sendo muito mais fcrahdo qne 0 daTi-
gneira, 0 que 0 torna recommendaael peto muile
que agrada ao paladar e preferivera todos os ou-
tros viohos de pasto.
Aeha-se a venda nos armazens de Joao Jose Ro-
drigues Mendes. Souza Bas'lo & C. e Fernandes d
Costa & C.
Algodao azul
Algodio azul Americano, o que ha de melhor, a
?20 rs. 0 covado : aproveittra, que se esta acaban-
do. Previneseaos senhores de eugeahos.
Fustao branco
Fuslat?' branco trancado, proprio para vestuarios
de meninos, a 320 rs. 0 covado, pechiacha ; apro-
veilem, que se esta acabando
Cambraias victorias
Camhraias Victorias, Suas, a 35 e 3^500 a peQa ;
esta id actihando : so 0 n. 20 da rua do Crespo,
loja do Guilherme & C, junto a loja da esqnina
A. ellas antes cjiie se acabem.
Lazinbas de lindos pa-droes a 2H0 rs. 0 covado
para acabar : na I >;a do lurateiro, a rua do Cres-
po n. 25 A, esquina da rua do Qurimado.
Acaba de clie;ar um pemeno loto de caixas
deste desejadn bcalhao : no eaes da alfindega,
arm%?e n tie Tasso Irmiio? & C.________________
DE''
[CARNAUBA.
De qualidade superior : na rua do Amorim n.
37, armazem d^ Ta'so Irmaos 4 C.
Baratissimo!
Pape! oitavo, liso, pautado, e para le*o.
Lindas secretariat, contendo :
50 folhas de papei.
50 envelopes.
Preco-1*000
MX) folhas de pape).
tQO envelopes.
Prejo-2*fl00
O papel marcido gratis com as iniciaw do cor-
prador.
Livraria franceza.
Wil-on Rowe & L. vendem no seu armazeu)
rua de Commercio n. 14 :
verdadeiro pr.nno de algodao aznl amencanc.
Excellente flo de vela.
Cognac de qualidade
Vinho de Bordeaux.
CarvSo do I'edrii dp. todas as qualidades
Popdinas wksm a 800
rs. e 1$ o covado.
Por 4-ato i>s-t'<-.i po na. loja da Amo-
vi*-n it rua. ito C'abusu n. lO.
E;T.o--.' omo^ti'iiK.
Traqnes ebiuezesr
5-rOftO a cr.!xu
ISO rs. a> carta
So na rua do Barao da Victoria n. 3!> (outr'ora
rua Nova), loja de ferragens de Souza & Guima-
raes; assim como recebsm encommendas de fogos
proprios para os festejos das noites de Santo An-
tonio, S. joao e S. Pedro, todos de boas qualidades
e pre.;os commodos, a tambem livros do sortes,
baralhos. tarjeta?, magicas etc.
Cortes deseda
Com 21 covados, a 40$
sem defeito algum
Core-i lin las e de gosto apurado, primando entre
eilas, a cor de perola, Bismark-Lyrio, azul celeste
e outras. Aproveitem, porqne valem o duplo : ha
loja da America, a rua do Cabuga n 10.
Vendem setres casas, uma na praca do Con
de d'Eu n. 13, com 5 quartos, 2 salas, qni ntal
cacimba, rende 30/; uma dila no largo de S Jose-
de Riba-mar n. 35, com 2 quartos, 2 salas, cozi-,
nha fora,quintal, aeimba, rende 28/; uma dila
na rua dos Pescadores n. 4, com 3 qpartos, 2 sa-
las, cozinha fora, quintal, cacimba, rende 21 6 : a
tralar com Candido Guedes Cavalcaate, na rua do
Visconde de Coyanna n. 16, outr'ora Cotovello, das
6 as 9 horas da manhi.
Na rua do Marquez de Olinda n. 35, se di-
ra quem vende uma loja, muito hem localisada,
com uma armacAo muito boa.
Muito barato
Caixas de fjgo's cbinezes a 10*000 : na rua do
Bariio da Victoria n. 39, outi'ora rua Nova, jola
de ferragens de Souza & Guimaraes.
Pesos e medidas decimaes.
Vendem-se no armazem de Hawkes & C. raa
da Cruz n. 4.
Caleados baratos.
Luja-4- Araatcs.
Botinas de pellica inglezas com salto,
para senhora
Ditas de dita, francezas, com salto a
Luiz XV, para senhora, a 5,000 e
Ditas de duraqne de cur, canuo alto,
a 5,000 c
Ditas de duraque preto, para se-
nhora
Ditas de duraque, gaspeadas, de ver-
niz, canno baixo, a 3,000 e
Ditas de duraque, gaspeadas, ordi-
narias
Ditas de brim branco, canno atto
Ditas de brim branco e duraque.
para meninas
Sapatos de duraqus do cor, para se-
nhora
Dito; de chagrin, idem -
Botinas de cordovao, para homem
Ditas de bezerro, solla forte, ingle-
zas
Praca da Idependencia ns. 11,13 e 15
5,000
6,000
6.0C0
5,0C0
4,000
2,000
4,000
2,000
3,000
3,000
6,000
8,000
E muito barato
Cortes. 4c gorgarlo da seda para collates,. em
jperfeito estado, a 2*;. vendem Goes & Baslos, a
irua Duque de Caxias a. 88.
Veade-se a padaria da rua Imperial fr. 104, a
qnal se acha bem afreguezada, tanto para a praoa
com para o malo, a montada eom os toalnares
otensillos, e o motivo da v#uda sa dira ao coaipTa,
dor : a tratar n* raesraa,
K" luinslo.
I'm Ycstido iiranco do cambraia fina por 3*.
S-ias bordadas a 5/ que valem 10/
Alpacas de linho e la com lisUas de gase, boni-
tas, po? commodo preco.
Mad pi'iiio francez, superior, peca 6*.
Bramante de 4 larguras, muito bom para len-
paes a 1 /600 a vara.
Crelone francez para catenas, lindos desenhos.
cores garantidss, covado 400 rs., e fazenda de
1*000.
E' ver e comprar, na rua do Cabnga n. Iftj loja
da America.
TACH4S TACHAS
BATIDAS FUNDtDAS
Qualidade super or
a novo
Mais barato do quem em qualquer ontra paric
NA '
hin-lli'fii! da Aurora
ft. STARR (fc C, KM LIQUIDA^AO.
Vendem
Wilson, Rowe & C.
Em seu armazem a raa do Trapiche n. 14, o sa-
guinte:
AlgodSo azul amerieano.
Fio de vela.
Carvao de pedra da todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Sal do Assu
Tem para vendor Joaquim Jose Goncalves Bel--
Uao & Filho, a bodo do hiale Ritnl; e para tra-
tar, no sen escriptorio, a rua do Commercio n. 5.
- ALERTiT
Com o n. 43, a rua do
Queimado n. 43
Heivonto rio beeco rio Peixe Frtto.
on junto it loja ria N:Kiiolia.
Chi-aiit'ns Ctaeaiwem !
LSzinhas do qusdros pretos a 240 r-*. O'covado.
Ditas de qnadros e de cores a 240 rs. o covado.
Granadine de lisiras, a parisiense, a 180 rs o co-
vado.
Poupelina do seda de furta cures a 1* o covado.
Cambraia Victoria fina a 3/090 a peca-
Dita transparent- a 2/ e 2/50O a peca.
Lencos chinezes con versos a 1/800 a duzia.
Chales de chita a escoceza, por 2/ um.
Chitas de cores a 240 e 200 rs. o ctvada.
Brim pardo lino a 400 rs, o covado.
Colchas para cama a 2/ e 3/ uma.
Lencoes de bramante a 2*.
Cobertas adamascadas forra4as a 3rf uma.
Meias para homem. sendo de cores a 4* a duzia.
Toalhas muito grandes o 5/500 a duals.
Metins de listras a 360 rs. o covado.
MadapolSo avariado a 3*500 a, peca.
Camisas inglezas a 2* e 3* uma.
Ditas de crelone a 3/ uma.
Aproveitem que estamos faiendo grand** aaali-
meato, nunca menos de 40 por cento. Dao-se
amostras com peahor. ___
em camisas
linho.
Vende-se camisas ingtaias de linfea, mnito fi-
nas, par* homem, pelo baratissimo preco ie. 35/
a duzia
na raa
metrio Bmiqs.
;"quem davidar venaavar a comprar :
4o Duque as Caxias 88, loja 4a Dv
1 JBfl \
t
------



Diario d Pemafciboco Sai/uado 1& de Jtt&hij Je !*?*
foaendas i inas
Rua Primoiro do Marco n. 7 A
' DE
Oordeiro Sim6es<#0.
E' esta uma das casas qne boje pode com pri-
maria offewcer aos seas fregnezes um vafiaVrtssi-
o csortimento de far.endas finas para grande toi-
cUe, e bom assim para uso ordinario de lodas as
'lasses, e pot prejos vanlajosos, das quaes faz urn
jequeno resume.
Mandam fatendaa as casas dos pretendentes,
->ara o quo tern pessoal necessario, e dao amostras
i.idiante penhor.
Cortes de seda 4e lindas cores,
irosdenaples de todas as cores,
roreurio branco, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
'Irosdcuaples preta.
Velludo preto.
'jranadinc de seda, preta e.de cores.
Popefinas de trodos padr5es.
Pil6 da seda, branco e preto.
*icas basquiaas de seda.
^.isacos de merino de cores, la, etc
tfaotas brasileiras.
'fortes com cambraia braDca com lindos borda-
P.icas capellas e mamas para noivas.
lUquissiin) sorumento de las com listras de
da.
'"ambraias de cores.
'Vtas maripozas, brancas, fizas e bordadas.
Vanzuques de Nndos padroes.
Saptistas, padroes deiicados.
Percalira* d quadras pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho de cor, proorin* tiara vestidos,
utvo barra e listras.
Ricoa corles de vestido de linho. rites da
TJesma cur, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fnstao de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e at-
todAn.
Sortimento de lavas da verdadeira fabri:a tfo
nvin, para honieas e senhuias.
*estuar: > <>aa menim*.
"'toe para tatK**\
Chapeos para aiw.
Toainas e grtardanapos adamarcados da <> de
r.para mesa.
lehas de !i.
Oortiaados bordai!"*.
GttHida sorliinento de camisas de linba, lizas e
n.irdadas, para homcns.
ileias de cures para ftomens, memn e mcni-
a
t'i'as escocezas.
Jorui^-.-to su.iimepto de chapeos Je Mi v.ft ho-
t.eca t sfuncrxs.
sierico d? cAivs nara vestidos
Dita preto, tram/ado e dito de verao.
'itlhado del nho e algodao para to
\toalhado par do.
Oamasco de la.
Brins de linho, branco de cures e preta
>*!im ds lindas cores com listras.
Ohales de merino de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos de touqnim.
- Camisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
Cereulas de linho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeirai e eoBsa-
Lencos bordados e de labvrinttio.
'Jolcnas de crochet.
Tarlatana de tolas a.* cores.
Ricos cortes de vesUdos de tarlatana bord3dos
ara cortes.
Espartilhos lisos, bordados.
Poulard de seda, llddas cures,
ileias de seda para senhoras e meninas.
Fiicas fachas de seda e la para senhoras.
fti^o sortimento de leqock de madrrperolas e
> Damasco de seda.
Casemira urela e decdres.
Chitae, madapolao panno fino preto e azul, col-
arinhos. punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
^s de fio de Escossia, < a petes de lodos os tarca-
ahos, bolsas do viagem, pcitos bordados para ho-
n-.'n?, Ienc)s dc linho branco e de cures, toalhas.
fuardanafcos, He., etc.
E' barato.
Ven le-se un pequeno siin prrto !a esta-
jiO do Sftlg-iilitiho, tendo de frente 150
oaimos, e <\*i fundos mats de quatrocentos,
o-n tuna r|c^,;ntc casa if-j 'aipa, acaba'la ptoxirn 0 hew ssei quartos e coeinha fdra. 0 terreno e pro-
prio ii bom il plaiitagoes, ti-ndo algum?s
ir\ ores de >rti<;to, agna de bcber e todo cer-
;sdo. -
Para ver e rr.ais explica^oas, no mcsmo si-
mo a quftlijuer born a eritender-se com Tris-
jio Francisco T-rres. c p.ira tratar, na the-
souraHa dsloterins, ma 1 de .Marro
o. ft.
Chapeos dc soda.
Chapeos de seda para homtm, i roprios de pas-
eios, formas molernas e hem artnailiis, com um
pequeno dtf-it.] a 24300 e 34000, e pechincha e
isla -e acabando : na rua do Crespo n. 80, loja
das 3 portas, de fiuilherme & C junto a loja da
esquina. ^^^
Grorgorao de seda.
GdryfrSfe do ge#i em fortes para roletC e em
ppca para w%tidn>, fairnda it:teiramente Una e se
vf nde pelo diminoto preoo de 3,000 rets o rondo:
n.-. rua do Cr^sDo n 2", luja da< tres portas de
r,i ilhefmo A C junto A loja da esi|uina.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Put todo* oa offeitos d
um remedio luwte,
?Wo ha ?eguramentc, nn
remedio tarn iinirenalnienta
proenrado como um cattiar-
tico ou porrante, e nenaum
outro tern sido tio usado ea
todoe os paizes e por todas as classes, como estas Ilxil7-
r.AS, saayes mag ffieaaei. A razao i evidente, formao
cm remedio muito mais certo e efficaz quo nenhum outro.
AqueHes qne os teem ensaiado sabem qoe se teem curado
pelo sen nso, os qae nao os ensiiario sabem qne seas atnigoi
e visinhos se teem curado, e todoe conheoem que o resoltado
fimdo nmi vez, se Urart todas as tezes, e qne as PiLttT-
TjAB nnnea falhao por consequencia de erro ou negligebcia
na sna composicio.
Temos nurhares sobre milhares de eerfifleados referentes a*
dlstinctas coras qne hao effectuado estas pillulas, Das moles-
tias que em scguida mencionamos, por^m sendo taes curaa
f"nhecfdas em toda a parte aohde teem penetrado, de necee-
sario t publioa 1-os aqui. Adaptadas a todas as idades e a>
lodas as condi$3es, em todas as climas, nao xontendo calom-
lano nem oMra qualquer drogn deleteria, ellas podtm ser
tomadas por quulquer pessoa cobi toda segvranca. Sua
capa d'assucar as conserva sempre frescas, e a torna gsto-
Mao palladar, sendo tarfbera puramente vegetaas, > po-
dem resultar effeitq* preiudiciaes se por aoaso forem tonkdKa
em qoze ffetfmastadn. o papel qne -serve de coberta ptM
sada vidro leva dtreccoes miimciosas eom wfecSo as secuin-
tes raoMstias que as PIZZ.ZrZ,A8 CATBARtiqAJS 1*pt-
ftenente curtfo. Para a 7>tfipepHa oe InMgelSo, Df-
pHemeto, Z4mmUtm, MOM 4 ApptlUe, devem ser
tomadas em dose mod,erada a fim de estimular o estomago
KsMbleoer nas fune^Sbs saodarei".
Para as SmwrA riqato e eaas di vents tymatdmai
Eiuafuww BiHotai, Dor de Cabrca, Itlrricla, Cot-
ieo jhhoso, e rebrf BUiottu, dewem se tomar tamfcaai
moderadamente em cadocaso, para correger a ae^io rioiada
ou remover o obstaculos que a canslo.
Par* a DV*fnteria ou IH*TThtm, t geralmente basfcnte
VK+jSS.maHmto, OoHm, AVUu, PafeUawaVato
Ct*c3; Dor,,. nma Uharga* 11 eo$las, devem ser
tomadas eontfnaadateehte, ate altewu- a accao dos oi^Sos
diangoiadot, 4e aorta que a molestia di?appareca.
Para a irydrpe,la e IntkmeSes BydropUm; t preciso
wma-taa fraqiientemente e eroporcoes aaa grandee para
produ/.ir o eflelto de um purgatfvo drajtico. Como Dige
ttvo para o Jmntar ou comida, toma-se uma on duaa para
promover a digestio e ajudar o estomago. Uma on dnaa to-
aaae de vez em quando, estimulfio ou estonuuro a obrar^an-
davelmente. ^^
Qualquer que se acha regularmente bom, tomendo uma
oo duas d estas pillulas se achara, muitas vezes daejdida-
mente milhor, por razSo que ellas puriflcam e restaarao a
apparelAo dlgestlvo.
fEBPJBl'TUS PO*
J. O. Ayer A Ca., Lowell, nra*s., E.t7.
PREDILECfA
A flia do Cattuga n. 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no intuito d
vxtosertar o bom "concetto que teem merecido dc
respeitavel pablico, distinguindo o sea estabeleci-
tnento dos mats qoe negociam no mesrao generc
veetn scientificar aos sens bons freguczes que pre-
veniram aos seas correspondentes nas diversaspar-
jas d'Europa para Ihes enviarem por todos os pa-
quotes os objectos da laxo e bom gosto, que se-
jam mais bem accitos pelas sociedades elegantes
I daquelles paizes, visto aproximar se o lemno dt
festa, em que o bcllo sexo desta linda Veneza
1 mais ostenta a riqueza de suas toilleltes ; e co
1 mo ja recebessem pelo paquete francez diverso
! artigos da ultima moda, veem patentear algun.-
1 d'entre ellcs que se tornam mais recommendaveis,
I esperando do respeitavel publico a costumada
' concurrencfa.
Adercpa de tartaruga os mais lindos que teeut
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de mcdreperola e de
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
' 09.
Aderecos completes de borraeha prrprios para
1 Itto, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
; nitos.
BotSes de'setim preto e de cores para ornato dt
estidos de senhora ; tambem tern para collete
1 palitot.
Bolsas para, senhoras, existe um bello surtimen
de seda, de palha, do chagrin), etc, etc., por
! barato pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de lone*
1 como de cera, de borraeha e de massa ; chama-
mos a attencio das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falla de um ob|ecto que as en-
'.retenham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
tara homem, vendom-se por preco comraodo.
Ceronlaa de linho e dc algodao, de diversos pre-
cs.
Caixinhas com music a, o que ha de mais lindo,
om disticos nas tampas e proprios para presen
; te
Coques os mais modernos e de diversos forma-
1 tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimento
da ultima moda, lauto para senhora, Oenb para
meninas.
Capellas simples com veo para noivas.
(lalfas bordadas }",ai"a meninas.
Eniremeios cstampados e bordados, de lindo
''eienlws.
Sscovas electrtcas para dentes, tern a proprie-
dade -de evitar a carie dos dentes.
Pranjas de -sexla pretas e de cores, existe urc
e-3Btre sortinieEto de divercas largnras e baratc
j owe.
Fttas de eawa. rte g?rgorao. deset'm e de cba-
! "*!", de dtveas larguras e fcooitas cores.
'Fachas de getgurao muito lindss.
Pi. artifkiaes. A Predilecta prima em con-
: rrvar sempre um bello e grande sortimento des-
: as flo-es, naa s6 para enfeite dos cbeHos, ccmo
; tambem para ornato do vestido de noivas.
flaloes de atgodao, de la e de seda, brancos, pre-
j tos e de di-versas cores.
Gravatas de seda para horocm e senhoras.
l.atjos de cambraia e de se j para sennora.
Ligas de ^eda de cores e brcocas bordadas para
aoiva.
Livros ;para ouvir missa, ocm capas de madre-
perola, marflm, cso e velludo, tudo que ha de
, bom.
Pentes de tartaruga e marfim para altsar os ca-
bel'os ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouanet. Um bello sortimento de madre-;
perola, marfim, osso e douwxlos por barato preco.1
I
"S .IIEUlUAr-
Vinho d qiiinino Ao Dr. l.cvoiitc'..
Este vhvho prrpatJKh cbm cptimo virjho- Je
Malaga e o mjllur de t d-s os loniees"reMi-
lulntes oa con M^cfflca d.is molestlae gr4ves, e
e< rcoorumenda para a tura dos padecimeotos
do e.'tomago e inieslajos, ft-bres de tida a CpC-
cie, eom o caraeler in:erniitirt:le.
viulio ..;>!>' de lu< to priosphafo '
ale cnl do or. aVerowie Itve. nrtnen-
dado pelos medicos awnon milhor f.gen'.D re-
I'onstiluii.ti para favoreccr a nutrip i, a far.*
tnat;ao dos ossos nas criaufias e eariq^kier o
san^ue.
Vinho de Koldo e elixir.tla m<>Hiita
pIuntM pi cihm ; As folpas Jj b. idu sao etepre^adas tin Chile;
como rcniL'.lij dome.-tic6, muiw bfltcaz, para a
cura dos padecimentos do figado, de qne ii o
antidotv, cmo o i|tiininO e das febrfes.
Vinho c elixir le racan l Bolivia*
de (;i'iniauii.-Tuuicu fuitificauU", diges-
tivo e reparador flas forcas ea'taiii idus.
DA BOA-VISTA
Rua da Imperatrifc n. 72
Hi'
Vend
DE
pyrophosphalo de ferro o soda, constituoum
precioso ageiil; therapeulico para a cura da
Cldoi on, dos i adicimentos do estomago, no
breza de sangne, chtorosc e as diversas moles-
tias -tas senhoras.
Xorope de t-liloi-al hydratado do Or.
i, successo cuntra a gota, as apaa'.gias, vertigeis.|cal{a a 45, 5, 6$, e'ty.
?SttT^>Jt'P3 ne^ra,8ias' t033e BRIM DE ANGOLA A 29 0 CORTE.
astrimaltea, coqneluche, etc. tr ,, ,
(reme de hiuiutIio de riinaul(.' Veiide-se cottes de brim de Angola para
C-jntraas gastrites, diarrheas, gastralgias, dy- 'caltja a 29, >euteria. 'ABERTURAS PARA CAMISAS A 200 BEIS
X mSSLSJ^Tff^S, !fC0P,ni???,t I Vcnde-se aberturas para camisas a 200 rs,
lirimauif,.-Ann npTvoso e appllcado com ,., P ,ni w... ... ,'
optimo resultado no tralamento da gota e rneu-, dlt8S. mftls fins a 40 f 50(1 rs. ditas de
matismo. csgutao a 19, ditas bordarL-s a 29-
Inga da India dc Grimault. Cura irts- CHITAS A 240.
de cabeea, vcnde.se chitas para vestidos a 2i0, 280
o covado, tem escuras e claras.
MENDES GUIMARAES Acabam de fazer um grande abatimento nos [irecos de suas fazendas alton-
dendo a grande falta que ba hoje de dinheiro,!, por isso creio qua o preco que vai men-
cionadij agradari ao respeitavel publico.
pareute a 39, 49, e 59, dita Victoria tapada
a 39, 49, 6 59.'
f ROCHES A 19500.
Vende-se croches para cadeiras a 1(J500
cad a um.
LAZ13HAS A 200 REIS.
Vende se lazinhas para vestido a 200,
320, 400, e 500 rs. o covado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 49000.
tende-so chapeos do sol de seda para se-
DBoras e meninas a 49, ditos de alpaca fi-
hos com 12 astfes a 49, ditos de merin6 de
duas cor* a 59, ditos de seda para homem
iiyoereparaoor aas wrgas ei'tau.tauj ;8 09, ditos mglezes com 12 asles a 89 e 99.
mho malt.-I reparado eom vinho de Malaga e v BR1MPARDO A 400 rs.
Vendt-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadrmhos a
500 rs. o covado
CORTES DE C\SKMIRA A 59-
Vende-se cortes de casemira de cores para
dita preta para
640,
nevralgias ed\arrheas
Ferro de tsirard*Proloxolo de ferro. 0
melhor de todos os prcparad<>s de ferro para o
tratamentu das mohMia* que reclamam e^te
apentc theraprutlco.
Pastilhas de niannifa de Criniauli.
Empregam-se como laxativas e pnryativas
contra os. catnrrhos mueosos, falta de appetite,
catarrho pulmonar.
Oleo de Upailo rf"e haralhaO. Terrai.
sittoso, te CJi'iu.atiK. E* um medica-
mento de uma eflkacia censtante centra a
ehloriise, pallidas oT-mL anemia, piitystca, todas
as niofe-stias dos pulmo s, lymphalismo, es-|
crofnlas, etc. '
P levro maiigauico de Bnrin du
sisoii. Agradavel ao tomarse, dotado
de propriedade digestivas mui activas, e ore-1
Vende se alpacas de cores a 500,
800 rs. o covado.
GRA3DE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
Vende se grande sortimento de tapetes para
todos os tamanhos a 49, 49500, 59, e 69
cada um.
GRANDE SORTIMENTO DE ROL'PA FEITA
NACIONAL.
Calcas de riscado para trabalho a 10000
e 19400.
Culcas de brim pardo a 19900,29, 2&500.
Calcis de brim de Angola de cores a 29
e 39.
Calcas de casemira de cores a 5950O, 69'
79-'
e-se
uma caa na Torre, com bons commodos, tendo 2
sala*, 3 quartos, enzinha f6ra e um alpendre da
parte de detraz, I quarto para criado, quintal mu-
rado, em terreno proprio, com 180 palraoa de
frente a fundo, por preco comtno^o : a tratar Com
Carvalho A Freitas, a rua do Rangel n. 9, pSdaria.
Machinas de descarcxjaT
algodao.
Machinas de cortar fuino.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro p ra
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland..
* S&litre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-i^e
na rua da Cruz n. 4^ a.ma-
zem de Hawkes & C.
tneoio por excellencia, na
gastralgi etc.
PaKdlhn dc laetalo de ferro de Bu-
Ntn flu ituiHsdii. Digestivas e optimas
no tratamento das menstrua^oes dtfBceis, llores
brancas e todas as affec-coes nervosas do tubo
digeslivo.
Clyeoiiina MU-hel. LinimetRo mnito su-
e 3i0 rs
MADAPOLAO A 39.
Vende-se pe^as de mad poliio tnfestado a
3-3, ditas de dito inglez a 45500. 5<5, e 69,
ditas de dito francez lino a 79 Wi.W, 89i
95000.
CASSAS A 39.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
3000.
CHITAS PARA COBERTA A 280.
Vende-se chita para (oberla a 280 e 360
rs. o covado.
ALGODA0ZINHO A 39.
Vende-se pecastfe algodaozinbo a 39060,
euchorrea, anemia, 3}5(0, 49, 45500, 59.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura a 1,5600 o metro, dito de Shoo fino
a 25500 o m*ro.
ALGODAO ENT'ESTADO a 900 RtlS.
perior aos cerotos, pomadas e uoguenlos para a' Vende-se a'godSo enf stado a 960 rs. o
cura das ulceras e feridns de toda a especie. metro, gravatas pretas a 400 e 500 rs. cada
mm.
Cdcasde casemira preta a 39500, 59500 Afn azem pintado de pr. tO
Perfumarias. Neste artigo esta "a Predilecta bemi|
Erovida, eSo so em extraotos, como em oleos :j
annas dos melhnres odores, dos mais afamades
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienicc.;
Coudray,-Gosnel e Rimel; sSo indispensaveis pera
. a festa.
( Saias -bordadas para senhora, por commode
| preco.
Sapatiuhos de la e de setim bordaaos ,para bap
tisados.
Tapetee. Receben a PrediSecta um bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para-eatrada de salas.
Vestimcntas para, baptisado o que ha de memo?
gosto e og mais moderno s rrcebeu a Predilecta
dc or arc to preco, para Ocar ao alcaoeo
i1] qnalquer *olsa.
Ra do Cabman. 1
4^t|>HnIas de Ijiisl de f-iimault.
Sao recommendadas pelos medicos para rean-
lansar a meuslruacao prevenir as colicas, dtssi-
par as dores dos rins e ainda par-a as fetres
iotterraitentes tebeldcs.
PilniitH dc podejphylina de l.ri-
maiill. Para a cura de toda-s as molestias
do figado, para combaier as prtroes de veiitro
rebeldes, etc.
DEPOSITO
NA
PHARMACIA E
DE
Bariiiotown
DR6SARIA
Casa teirea.
_ Aluga-se a da rua de S. Joao, defronte do por-1
tao do gaz, com 6 quartos, cozinha fora e gramio
quintal : a tratar a rua de Pedro AlTonso n. 8.
34 RIA I.ARGA^DO ROSARIO 3^
6 Pavao >$ueima m artigos
seguintes::
URta.
CHALES DE LA A 800 REIS.
Vende se rs. ditcs de merino a 29, 39, 4. 59".
COBERTAS DE CHITA A 19800.
Vende se coberios feilas de cbi'a a 19800,
39, e 49.
CORfl^i \D03 PARA JANELI.A A 79.
Vende-se corfinados para jiKrella a 74 e
69 o-.par.
COIjCHAS DE CORES A 29-
Vcnde-se cole has ^e cores pnra cama a
.29, e 39500, ditas de croxe a COR'TIKADOS PARA CAMA A 140.
Vende-se cortinados bordados para cama
.-a 149, 169 e 209.
COBKRTORES DE FELL& A 19200.
Vende-se coberto"res de peK > a 19200,
-ditos superioresa I?6f0.
-CAf 1BRAIA BRANCA A 39.
Vende-se pecas de cambraia -branca trans-
GRANADINAS
Cortes de combraia branca, trarisparente,
com enfeiles bordados de IS a -SrJOOO.
Bit s todos brancos bordados e 12 159000.
Ditos muito ricos a 259000. |
Bonilas lansinhes para vestides, com lis-, Granadinasde s6da pura,preta com listras
tras de seda, covado a 800 rs. Me cdrese padroes os maisfconrtos que tern
Ditas ditas twnsparentes e de.muita fan-p'indo ao mefcado e que se vende pelo di-
tasia a 500, 640 e800grs. imihuto preoo de 500 rs. o oovado, por ter
Cintos de>Jtim detudas es cores a 58000, "Jm pequeno toque de mofo, e'fazenda de
Punhos com giJlJHhas dr esguiiu a 500 rs.p90C0 o eovado ; e" pechincha. DSo-se
Sedinhos < vradas, com t,>quede mofo a 19800 f Jfcfo, ^m)
Ditas de dita dita* sem mofo a 15;600 a. ,
^5,000. i -Rf'ta branco muito fino, fezenda de
Diversas Unsiahae Ml veflidos. de aiOi**500 a var8' ate 500 rs. tara Por esUl? com um P**r**w defeito
PalitoU de riicado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 29.'
Paletots de a paca preta a 39, 39500, 49
e 39-
Paletots de panno preto a 5$, 69, 89, e
105000.
Pali tots de casemira de cores sem defeito
a 49.
Ceroulos de slgodao a 19, ditas de bra-
mantf a 15300.
Camisas de ch ta de coresa 1*5280, e
1#400.
Ditas brancas com peito de cores a 29-
Ditas brancas fines a 2$, 25500, 39 e 49.
Ditas finas de riscadinho francez a 39.
Ditas de cretone a 39500.
Colletes de casemira decoresa29, 295p0,
39e49-
Toda esta roupa se vende assim barato
para liquidar.
BRIM BRANCO A 19-
Vende-se brim branco a 19 a vara, dito
fino a 19400 e 29.
ESGLTAO FINO A 29-
Vende-se csguiao de linho fino a 29000,
2(5500 e 39 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LLT0.
Merino preto fino a 25500 0 covado.
Bombazina preta fina a 19600 e 29 0
covado.
L8 preta fina a 500 rs. 0 covado.
Chita preta lisa e com flores a 240 e 320
rs.o covado.
Alpaca preta a 300, 640 e 800 rs o
vado.
Cantao preto para luto a 192C0 0covado.
Sarja de la preta propria para calgas a
640, 800 e l-?200 o covado.
Sutras muitasfazendas pretas qst se ven-
deim barato, no Bazar Nacional, rua da Im-
peratriz n. 72.
confronte a alfandega
Vende-se a relalho e a dinheiro, muito ba-
rato, pj>ra liquidar.
Frgo chinezcom lindas vistas para qneioar em
sa.as.
Caixas com 40 c rtas de traques superkris.
Batata) por arroba.
Caixas ci n> lalas de a galoes de gaz Devois.
Manteiga frame a P L G de 1874.
Arroz, cafe, cha, e mais goner, s de priiBeii~a.Be-
cessidade, para os ricos e pobres, como ja indifa-
ram, fazendo censura ao adminisltador- (".. __
Para as noites de iSanto An-
tonio e S. Joao.
Amaral. Xabuco & C. acabam de receber com-
pleto strtimento de sortes francnas eailemaes,
para brinquedo das noites de Ssuto AntoBloo-S.
Joao ; e 0 que se conhece de mais engr2>;ado e
aprcpriado para brincar-senessas noites.
Aos dignos macons
Amaral, Nabnco & P. tendo e pomposa lesta que fazem os dipnos mafons ao
padroeiro desta respeitavel corporacSo na noRe de
S. Joao, participam ao- mesmos Srs. macons qae
acabam de receber insignias de diversos graos,-e
vendem n9 bazar Victoria, rua do Bsrlo da Victo-
ria n. 2.
Vende-se tambem a loja de funileiro, t-m
afreguezada, da rua da Impeiatriz n. 79 : a tratar
na mesma.
YENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rna do C>
tercio, por preco modico: a tratar com T.
m-
'rmaos 4 C.
Rea do Bairio da Victoria n. 22.
DE
Oarneiro ViaHna.
A' este grande estabeiecimento tt>m che-
gado om bom sortimento de machina* para
co6tora, de todos os autores mais acredita-
dos ultimaruente na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qnalquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'um
anno sem despeudio algum do comprador.
Neste estabeiecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
1 quer pe^a que seja necessario. Estas ma-
i chinas trabalham com toda a perfeicSo dV
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fira que seja, sens
precos sSo da seguinte q'ualidade : para tra-
balhar a talo de 309000, 409C00, 459000
e 809000, para trabalbar com 0 p^ s8o de
809000, 909000, 1009000, 1109000,
1209000, 1309000, 1509000,2009000 e
S509O00, emquanto aos autores nio ha al-
tefacJo de precos, eos coittprtrdofes poderSo
visitar este estabeiecimento, que muito de-
ft/tb gbtlar jpelarariedade de objectos que
ha sempte para vender, como sejam: cadei-
ras para viagem, mslas para tiagem, caderi-
ras'pata "salas, dita6 de balanfo, ditas p'trrt.'
cTtttnija (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqnissimas, para senhora-, desperrsareis
para ftriau^as, ao todas as quali'dades, camas
'fle fetrb |wra bo'm?m e criancas, ea^rA'cbos,
'espclbos dourados j>ara sala, grandes -9 pe-'
quenos, appatelhos de metal para ch'i, ta-
(jrieiros "fJbm cabo de metal e de nYatem,
(fitosavtilsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, gu'arda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, estefras
para forrar salas, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros rhut-
to rtigos que muito devemagradar a todos
que ftoitarem estegrande estabeiecimento
que se acha aberto desde as 6 boras da ma-
nJrX at as 9 bor d* noute &
Rut* do Barao da Yictoria ji.
22.
rs.
Oolchas de ftistao brancas para cama a
29500.
Jhtas de dito de cor a 4t 00.
Cambraias brancas., abertas, para vesti-
dos, corte a 8^000.
Cortes de cambraia branca
enfeiles bordados, de c&r, com figuriuo a
69O0O.
Becas de madapolao casa pequeno toque
deavanaa i/JoOO.
Ditas de algodaosinho muito encorpado,
com leve toque de avaria a i;>500.
5? Madapolao enfestado eom 12 jardas em
perfeito estado a 3)5000.
I'ecas de madapolao com 20 jardas a
tf&CO.
Brim pardo para roupa de homem e me-
ninos, covado a 400 rs.
Cobertas de chita para cama a 2.>500 e
3^000.
Bramante de linho corn, 10 palmos de
lagura, vara a 2->G(0.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 15500.
Espartilhos branccs e de cores a 4# e
50OOO,
Cortes de casimira a 4^e 5;?000.
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duqoe de Caxias n.
1S8, encontrara sempre 0 respeitavel publico um
completo sortimento de perfumarias finas, objectos
de pbantasia, luvas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas Unas, assim como modicidade nos pre-
cos, agrado e sinceridade.
Annek electrioos
A Magnolia, a rua Deque de Caxias a. 45, aca-
h de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua -Duque de Caxias b. i5, re-
eebeu um nompleto sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
lleios aderecos de seda bordados, (ultima moda
. e de muitas ontras qnalidades.
Botoes de aco
A tlagnolia, a rua uque de Caxias n. 45, tern
com bonites r0*f moarn(;J8ZPnaa ^u,e J6*8 veD.a.eu. para vender os modernos botoes de aco, proprios
por 600 rs, aSOOrs. 0 covado?^ pechin I |,ft .ytttiio8
cha. Dao w^megas. Golinhas e punhos
vretODftS fle UStf &S da8 ,&& modernas que ha no mercado ; a ellas :
Cretooesde listracfazenda acolohoada, pa-1 na Magaolia, a rua Dwjue de Caxias b. 45.
Lencos cliinezes
A Magaolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re
cebeu oma pequena quantidade de lencos de seda
Armacao deamarello
Vende-se uma aimacao de amarello envidra;".-
da, com balcao, por commodo pre^o : a tratar na
rua do Cresoo n. 20. loja das tres rjorias
peehincha.
(ranems
-Metins francezes, fazenda muito fina, pa- j
Cheguem que-eeaoaba
Collariohos de linho muito fino*, a dutiaa 2#i'j0
e um '.OO rs.
Lindas gravatas de cambraia I;ordada, para se-
nhora, a 13, U500 e -ii.
Lindas gollinhas de cambraia b >rdada. p3ra se-
nbora, a 300 rs., 1#, I^Osl e U-
Ditas ditas com punhos idem idem a ii.
Ltodos manguilos com punhos idem idem, a ii
Lindas cami-inhas com puahus idem idem a 34.
U e hi.
Lindas lazinhas vindas da Baliia a 200 e 2t0 rs.
0 covado.
Kias de lencos de cas;a a 700 rs.. e abauha-
dos, brancos, a 2 e 2*300, em caixinha.
Ditas de toalhas alcochoadas a 4 j: 10, e uma a
30ts.
Madapolao francez e mgtez a 4j, V, oioOO, 6
e 6*a00 a peca
Algodao a 2*300, 3*500, 4* e 4*500 a pec.a ,
aeul -e-mesclado a 200-rs. c covado.
CbiUs e metim a 240, 280 e 300 rs. 0 covido, e
oulras muitas fazendas qu i e vendem com 40 0j0
menos do que em outra acalquer fatlfi : na rua
do Liveameato n. 30, loja deLiaa C utinho ^ C
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dao-
se amoalras.
Madapoloes
Madap0cs torn em pequeno toque
pe
' chtnezes, com lindissimos
de raraenle nova.
deseohos, fazenda intei-
e
- 1 -a. .a .--------(------

Chapelaria economica
SBatSRua ntiritn n. IS
Neste estabeiecimento Ttriicoirtra.se um vaTlado e
Hndissimo sortimento de chapeos de palha, *eda
velludo, para senhoras, sendo dos feitios os man
modernos. Tambem se concertaai chapeos de to-
das as qnalidades. gara senhoras e bomtts, garan-
tindo-se a "perfeitao des coccerto'. 1tece*em-se
leques pafa concertar, aesSm como ha um Undo
sortimente de (tares para peweados, leques de 'saa-
dalo e imitajao, e grande quantidade de brinque-
dos para criancas, tudo p'or precos qat con*i8am.
avaria, de 3)J50# a 55000 a peca
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas peroales avanadas a 24tf rs. o -co-
vado; e peahincba.
SO' 0 ,,
X- SO 4a rua d Crespo
Loja das 3 portas
Mherne AC.
Junto a loja da eaqaatea
O
A loja idas sets pot us em-froate do Livramtnto,
conifntia como sempre, a vender barato que ad-
mlra, 6 tJ.tra que tem sempre nm completo sorn
memo de pechint-haa, como abaixo verlo : gra-
nadines de listras com ealmiohas de eor 380.
rs. o covado, ditas de lislra a 240, cbttaa esctoras!
e elaras a 240 e 280 rs. e tina a 300 ra, v cova-1
do, madapolao a 4,800, 5,500 e 6,000 a i eca, dito i
francez a 6,000,6,500 e 7,000 uma, completo sor- j
umenio em numeros de chapeos de seda fina, co*
pa alta, para homem a 7,000 rs., brim Angol > a I
400 rs.. dito pardo tino a 3i0 rs. o covado. ,
As unicas verdadeiras
Bfchas hambrrrgupzas rm'' v(?m a este. mercado
rti Marmiei! dfi olturta a. -M
-a- JJ?Q0 libras sterlmas : vendem se a rua do
Amorim n. 6c, armazem de Antonio Alberto de
Scuza Agm'ar.
Aos Srs. fogueteiros
Para os fogos *de S. Antonio
S. Joao e
S. Pedro.
Limalha fe ago u'aigulha.
Limalha de ferro.
Limalha decobre.
Lhtfamade'zmce.
Paliire refinadb, tttrwWe emiofre.
Artigos todos Be primeim ^aalidade.
\'eBde-se OMHts biarate
RA
PhrMacia e *liMgaria
BAuTfl0t^3teC-ftC. ,
34-RuaLarga do "Rosario34.
AffDp
a peehincha
A loja da Vorbbleta, a rna lo Ll-
vrameato n. 5, esta quoimando.
Cheguem freguejes antes que as chammas de-
VQtem tudo.
Butinaj para seqhora a 3>L
Ditas ditas a 2|lj00.
Li para bordar a it a libra.
Entremeios e babadiohcsa^OO rs a peca.
Oleo Philojome a 500 rs. ofrasco.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
martim, de osso, e de muitas ontras qnalidafles:
receben a Magaolia, a rua Duqoe de Caxias nu-
mero 45.
Attencao.
A loja da Magnolia, a rna Duque de Caxias n.
45, acaba de reeeber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marflm.
Ricos albuns eom capa de madreperola, cha-
area, madeira, veiludo, couro, etc.
Lindas caixas com fiaisaimas perfumarias.
Ligas de seda.braaeas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Rieae caixas para costura.
V'eetuarios para baptisado.
Toncas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouqnets.
Gravatinhas de velludo, etc, ete.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
eebeu um lindo sortimento de bieos de guipora
de cores, apropriades aos vestidos chiques da ac-
tnalidade.
Para aboaooaiservagao
VOSSOCAlBELLO
eccrto c rrtra
Cnra dos eslreilanwnio d'ureira
pela iacil applicac^o das
S0NDAS 0L1VAES
GOMMA ELAST1CA
As mais modernas e aperfaicoadas do todasi
as conhecidas
VendciH-se '
NA
PHARMACIA E DR0GAR1A
DE
Bartholomeu & G.
31-^ Rua larga do Rosario 34
Mobilia
Vende se nma linda mobHia de jaearanda, mas-
sico, entalhada, por mnito commodo. preco : a
tratar na trave*.-a da matrix de Santo Antonio,
marcineria de Joao Cancio.
Elle e am preventivo segaro
a aalvice.
Elle da" e restaura fo: j-a e sanidado a",pel]e da
cabeca.
Elle de prompto faz oessar a quu.b prerca-
tura dos cabelles.
File di grande riqueza de lustre ^os ca-
bellos.
Elle doma e faz preserver os cdbellos, em
qualquer forma ou posicao que se dese-
je, n um estado formoso, liso e macio.
Elle faz crescer os cabellos bastes e compri-
os.u
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tomarem bran-
cos.
Elle conserva a cabeca n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nfio 6 demasiadamente oleoso, gordo-
rento ou pegadico.
Elle nio deixa o menor cheiro desagrada-
vel.
,Elle d o melhor artigo para os cabellos dei
criancas.
Elle 6 o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa conservacSo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle 6 o unico artigo proprio para o pentea-
do dos cabeyos e barbes dos senhores.
{ffilJBUM TOL'CADOR DE SENHORA SS
rODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SE II O
T0NIC0 OHIENTAL
o qual preserva, limpa, f rtifica e aformosea
O CABELLO.
Acha-se a" venda nos. stabelecimentos da
H. Forster & C, agejrfs. E em todas aa
principaes loja de perfumarias e baticas.

H


8
ZHario de Pernambueo Sabbado 13 do Juuho de 1874.

VARIEDADE

PRECIOSO ACHVDO. Entre alguns ve-
lhos mauuscriptos existontes n'um couvento
de tfarmelitas, em Klorenga, foi encontradi
por urn musico uma partitura inedita de
Simarosa, denomiuada Marghenla di Vin-
cenzi,
TEMPERATURA DO SOL. 0 sabio sa-
cerdote Sochi, danio couta das suas expe-
riencias pira determinar a roll (do qui exis-
te entre a rad'acdo sola e a luz elcctrica,
affirms ijue a. tenpcr.uun potencial do sol
e de 150:000 grdos.
0 EXERCITO TIRCO. A ulti ra orga-
nisagao do exercito turco introduzio alii o
servigo mililar obrigator.o. A duragdo to-
tal do servig > e de viute aouos 4 no
exercito activt {Nizam), 2 na primeira re
serva ( Idatijnl /, 6 na segunda reserva
) Redif], e 8 na Laudsturm ( Ilyade).
As forcas militares devem ascender em
1878 a" totalidnde de 700:000 homens ;
dos quaes 150:u00 do exercito .-.ctivo;
70:000 da pri neira reserva, 420:000 da
segunda e da liudsturrn.
Para cb'gar aquelle resultalo so
um coriiiagente annual de 40:000 horn"
trazer aos nobres deputados o congraga-
mepto comnosco ; roeu fim 6 outro, e que-
ro neste momenta dize-lo bem alt* aos no-
de jornjes que invectivaramjalguns cidadSos,
seria bem improprio este recinto para se-
melhantos accusag6es ; e nao haw rd gover-
bres depdtndos e ao paiz : se o ministerio no que possa resistir a taes ataqo.es. "Acre-
actual n*> quer viver sem o apoio desta dito que os f^stos apontados nos jornaes
casa, e sem o apoio da opinido publica ; se que n >s leu o nobre deputado na) sfio ver-
a questao esta" estabelecida neste pe; se to- dad^iros; ndo possa crer que pessoas alta-
dosos dias se nos dii que elle ndo tem o'raente collocadas commettessem osattenta-
sp io do parfamento, qua occasiao melhor, dos e as acgoes pouco dignas que alii sao
mais solemne e mais asada do que a dis- refsridos.
cussdo do voto de gragas, do que a votagdo Em to do o caso, d marcha do gabinete
que vai seguir-se ? nada abjolutaimente portam taes factos :
Nao comprehendo como os nobres orgdos em porquo qualquer provincia os seus ami-
da dissidencia, nom mesmo cimoo nobre gos podem divergir por motives inteiramen-
doputado pela provincia de Minas, imputa- te pessoaes.
ram ao ministerio 7 de marco o desejo de Na Parahyba foi assaltada uma cadeia e
querer viver contra o vote do parlaraento, commetteram-se alguns assassinator ; mas o
ou com uma insignificantissima maioria, governo provincial den as precisas provi-
quando n6s procaramos aqui uma votagao, dencia?. (Apoiados.)
qua::do desejamos que se lavre a n >ssa sen-' Entretanto, o nobre deputado disse que
t nga ? (Apoiados da maioria). o governo central parecia occupado dosses
E'esta uma questao de gastar-se inutil- factos, porque ndo tinha naquella provincia
mente o tempo. Comparo a posigdo dos a forga necessaria.
nobres deputados com a de dous individuos' Neste ponlo devo dizer a* camara que a
que se tivessem des fia.lo para urn duello forga da guarnigdo da provincia da Parahy-
de morte, e que, chegando ao campo de ba 6 dupla da que marca o decreto de 12
combate, em lugar de langarem mSo das;do rg.fcto de 1860, quo organisou os diver-
armas com que se deviam bater, princi-jsos corpos do exercito.
piasso um a domonstrar com longos arra- Portanto, nSo te.n o menor cabimento
em que se baseia a extraccAo d sorlo.
DlEPOl? D0 BA*H0 A sala do Lou-
vre onde se*(:u?m os caphvos io Miguel
Angelo, acab.. o^ enfiquecer se com um
bronze attribuido , poju zoad is que o outro n3o tinha forcas para essa aeeusacSo feita ao governo central.
>mens, vence-1 \ e desse modo procurassem meios Tom-se explorado, Sr. presidente. cor
iigura de honiem
con uma especie de draglo.
mcstre : e uma
\,eC.m P6., ungando
Estava des-
terrado diz a France n'um canto ,? Par"
que reservado de Saint-Cloud. EsqueciaJ,
durante a gucrra, os prussianos atiraram
com elle & um lado do pirque.
Ouando os francezes o tiraram, coberto
de limos e todo oxydado, d'aquelle b.rnho
for^ado, recunheceu-se que era uma obra
de arte de primeira ordem.
Ua males que vem por bens. Se os prus-
sianos nao iuvadissem a Praca ahi fi.-ava o
Luvre sem o homem do dragSo ; vcrdade
e que cflstou um tanto caro; a Alsacia e a
Lurena valiam alguma cousa mais do que
O grupo esquecido em Saint Cloud ; entre-
tanto sempre os francezes podem dizer :
ncm tudo se perdeu !...
para evitar o combat', dizendo um para o
outro: vou destruir-t1, em vez de p6r em
acffio o que diziam.
Se. e para isso que estamos aqui, para que cussflo.
lilJ- li.nc i.- at n it n -Inn _. ~ ~ ._ ___ .. -
como
chamados da
V. Exc. sabe, os negocios
BaSia.
Eu n3o desejo demorar-me ness*
dis-
MAIS CARDEAES.No dia 4 de :naio
hoove grande fe.-ta no Vaticano. 0 papa
celebrou primeira a ceremonia de abrir e
[".char a bocca aos novos cardeaes, os mon-
senhores Regnier, Tarnocry e Falcinelli. S.
santidade aomeou tres bispos para a Italia e
ooze in par lib as infidelium. Nomeou tam-
bem qua.ro bispos.
A igroja episcopal de Melbourna foi ele-
vada a arcebispado.
--i ix* i
mmm ceml
CAMARA DOS DEPUTADOS
MSCUr.SO P".OFEF.!DO NA SESSAO DE 20 DE
aiAio.
O Sr. Jiinqueii'a (Ministro da guer-
ra; mofithento de attenc^o] :-^-Sr. presi-
dente, era natural que um d mais estre-
nuos e (xtremado- Btbletasdo p-.rtido libe
ral procura-se tirar partido di divisao nn
que se acham os conservrdores nesta casa ;
era natural que o nobre deputado tornasse
saliente a p.isigSo qae a illustre iissidenci?
assumio, qu^rendo a todo o tr-nse que o
miuisterio 7 de marco retire-ss do poder em
nomo de uma supposti uniao.
Qaaqdo hittem o illustre deputado pela
piovincia do Rio de Janeiro prorurava es
tender nesta casf. o m.'nto ia confraternisa-
c,*o do grande partido conservador, S. Exc.
tinha em vi;ta um fim, um fim unico, a
eliminacio dos actuaes ministros. 0 h.Qn-
rado deputado pela provincia de Minas-
(braes, orgIo do partido liberal, deseja
igu.^lmente a retinda do ministerio, mas
sem duvida visando mui diverso fim.
Quern sttender 4s palavras do honrado
depu'ado que acaba de sentar-se, aconse-
lhando a dissidencia a manter-se no seu
posto, a insistir mesmo ne'l comprebende
facilmente que o conselho que S. Exc. deu
a uma fracgao do partido conservador, para
continnar nesta luta tro nenda, nai attinge
o-itro fim senao o de facilitar a ascencao do
parti Io (liberal. (Apoiados e apartes).
0 honrado deputa-io pro-urou tornar
bem saliente a opiniao de que outr>smii is-
tc-rios se poderiam organisar, tirados do seio
do partido conservador; mas deixou clara-
meute comprehender que elles nao teriam a
ne<"'-saria forga para solver ss melindrosas
qu stoes que se agitam no paiz, e nao po-
df iam dar-nes a continuac.au d; domiaio
q:ii precisamos pan traduzir em -factos as
i'_-"s que teem sido a gloria do partido
< >servador. (Muitos apoiados).
ffSoe, portanto*, Sr. presidente, mcom-
j ;hensivel a uniSo da frac^ao liberal nesta
crsa com a honrada dissidencia. E' uniao
para derrib. r, e uniao no campo de bata
^a', e se m 5 fosse licito dirigir a palavra
w honrados membros da dissidencia, eu
lhs.j diria que vissem tcssa allianga para
erribar um grande perigo para o paitido
conservador, o qual deu sempre mostras de
umma prudencia ; e a questio, Sr. presi-
>.nte. nos termos em que a p6z o illustre
der da dissidencia, n3o tern razSo de
ser.
Se eu visse que o nobre deputad) estabe-
lia a questao em term js taes quejustifi-
( -em a separagao dos illustres membros;
i; tinba Civado bem fundo o fdsso que
rte\ia separar os amigos do gabinete e os de
S. i.xc. nos pontjs de doutrina ; se has
to: .-se essa bandeira gloriosa, capaz do reali
sa uniao deque fallam os nobres depu-
te los, a sairlariam s e cederiamos A inti-
m gaO que nos foi dirigila.
-, Sr. presidents, se eu n8o vejo ideas,
s<_ t uma questao t da pessoal, onde a ra-
zao !e ser desta opposigSo, que ie mante'ra
por tmto tempo, que cada vez maisprocura
tomsr-se, nao direi acintosn, mas resoluta
n.i se.s propositos?
NVj- t crbetn queremos a uniao do partido
dor.
0 Su. Ei'jrasio Corra :NSoparece.
0 Su.'JuNQUEiRA (ministro da guerra) :
Os factos o provam. (Apartes). Os nobres
deputados, se estSo Miimados d.ste propo-
sito, deviem vir a esta tribuna combater as
medidas que possam ser contrarias ao nosso
programma, e n5o estabel-cer questoes de
confiang \ em tetreno que n3o e o mais ade-
qua'lo, e de ante m3o proferirem um vere-
Oktum contra a politica do gabinete.
Sr. presidente, seja como fdr, n3o tenlto
estes longos arrazoados, par* que estss
co :istantes assjverago s de quo nao temos
maioria ? Pensa a honrada dissidencia que
o gabinete 7 de marco procura viver f6ra
dos preceitos constitucionaes, e que naotem
o apoio desta casa ?
Um Sn. Deputado : Ninguem disse isso.
0 Su- Junqueira (ministro da guerre)
Sr. presidb^te, se o miuisterio tem maioria*
se mantem-se iii poder, os mei's que para
isso emprega sao os mais dignos, os mais
honrosos: n3o procura de f6rma alguma
alliciar votos. 1'or conse?uinte, fiquem os
nobres deputados certosde que, se Ss. Exes.
estao em maioria, a questao esta" resolvida
por sua naturezs ; mas, emquanto n8o es-
tiverem, permittam que n >s mantenhamos
neste posto; que continuemos a fazer o
que a nossa consciencia e devor nos pres-
crevem.
0 honrado deputado pela provincia de
Minas perguntou-nos o que pretendia fazer
o ministerio. Eu lhe respondo : p ministe-
rio pretende fazer o que tem feito desde 7 de
marco de 1871 ; pretende cumpnr exacta
e zelosamentu o seu dever ; pretende reali
sar aquellas reformas a que o paiz anciosa-
menteaspira, como sejam : a reforma elei-
toral e a reforma do recrutamento.
E' este o mesmo ministerio que pdde rea-
lisar, com applauso de toda nagao, a lei
gloriosa do elemento servil (apoiados); que
pOde realisar a reforma da guarda nacional;
a reforma da lei de 3 de-dezembro.
E' este o mesmo ministerio que tem dado
incremento as estradas de ferro e ao telegra-
pho electrico ; que tem mantido a paz no
interior e no exterior, com dignidade (apoia-
dos) e que procura executar fie I mente a
constituicao e as leis.
Os nobres deputados, membros da dissi-
dencia, podem fazer melhor s-) tem por si
a maioria nesta casa ; se a tem, cederemos
estas cadeiras, Sr. presidente. porqve, como
V. Exc. sabe, ellas sao antes de espinhos,
do que do Bores.
Por consrguinte, e isto que vamos fazer ;
vamos continujr a viia qu;j temos seguido
desde 7 do margo de 1871 ; vida que tem
sido applaudida peli maioria da n'g3o (a-
poiados e nao apoiados), em que pese a
honra^ dissidencia ; vida que naotem sido
improficua para os altos destinos do im-
perio.
Se a honradadissidenci*, em lugar disto,
nos apresentasse ideas tfto grandes, bri-
lhantcs e favoravois ao desenvdvimento
de nosso paiz de modo que cjnhejessj-
mos que eramos pygmeus diante daqu lies
gigantes quo ^e Icvantavam, certo que n3o
teriamos a louca prot-ngSo de permanecer
npsta posto, e seriamos os proprios a entre-
gar-lhes o timan da ndo do Esta lo.
Sr. presidente, a honrada opposigao, re-
conhecendo que o ministeri) marcha em
terreno solido, e que nao h motivo para
esssa grita que se levanta, procura estabe-
lecer no seio da honrada maioria alguns e
lementos de desconfianga, de forma que
embaragos possam surgirnos trabalhos djfta
casa. Para issoo nobre deputado que aca-
ba de sent^r-se fax uma viagem, um pouco
humoristica, por algumas provincias do
imperio.
S. Etc. foi ao Para, Bahia, Alagoas e
Parahyba, e pocurou ver se, sublevando
alguns elementos de desconfianga, podia nos
causar tropegos serios.
0 Sr. Martinho Campos:Eu, ou al-
guem por mini, completara1 o itinerario.
0 Sr. Junqueira 'ministro dsguerri :
Reconhego no meu nobre amigo altos ta-
lento;...
0 Sr. Martinho Campos :Muito obriga-
do, quanto ;i amizade que me tribute.
0 Sr. Junqueira (ministro da guerra)..,.
mas, permitta, S. Exc. que lhe diga, que,
n'uma diseussao desta ordem, quando se
devia analysar a p litica do ministerio, S.
Exc. se vio obrigadb a descer a essas rai-
nuciosidades 6 porque os factos em geral e-
ram favoraveis ao gabinete.
0 Sr. Matinho Campos : -Ohedeci ao mi-
nistro do imperio.
0 Sr. Junqueira (ministro da gu:rra) :
Foi prcciso que S. Exc. descesse a factos de
politica provincial, para poder levantar con-
tra o gabinete alguns motivos de censure.
(Risadas.)
0 Sr. Martinho Campos ;Foi elle quem
mandou (risadas); ate1 pedio-me especial-
mente que tratasse disso nessa diseussao.
0 Sr. Junqueira (ministro da guerra) :
Sr. presidente, n3o se pode entrar em mi-
nuciosidades.em discussdes desta natureza.
Quando o nobre deputado se referio aos
09b. Martinho Campos :-Ninguem mais
competonte.
0 Sr. Juqueira (mini-tro da guerra) :
Vejo de um e outro. lado amigos a quem
prezo ; mas nao posso deixar nesta solemne
occasiao, em virtude do desvio que essa
diseussao levou na imprensa, mesmo na tri-
bnna, de protestar em nome da provincia
da Bahia, contra qualqner stygma que se
lhe pretendia langar. (Apo.ados da dopu-
tarao babianv
A provincia da Bahia esta" muito acima
do qualquer imputagao em materia de con-
tratos ru de qualquer outra ordem (apoiados
da deputagao bahiana) ; e uma das provin-
cias em que menos contratos existe.n, e em
queOfo haadvogados administrativos. A-
poiados da deputagao babiana )
N5o pos*o, Sr. presidente, deixar de tevrar
este profesto-em nome da provincia aqpem
devo tudo, daquella provincia nobre eifiust-
rada.que mosftra-se sempre entre nds na van-
guarda da eivilisacao e do patriotismo, e se
recommend a e recommendard sempre pelos
sens principios de ordem, pelo seu amor
ao trabalho e as instituigSes que nos re-
gem, e pela desvelada cuhura das letras.
(Apoiados da deputagao bahtana.)
O Sr. Martinho Campos-:0 delegado
do governo e quem diz o contrarior
0 Sr. Eunapio-Deir6:Mas o nobre mi-
nistro o estd impugnando.
(Ha outros apartes.)
6 Sr. Ji.nqueiica- (ministro da guerra) a
0 governo, portanto, rejeitando essa ques-
tao, nao quer constituir-se como o nobrp
deputado disse, nem apatrocinador de pa-
teteiros nem de amotinadores. Lamentan-
do o que se deu naquella provincia, o go-
verno esta" certo de que tomou a posigao
que devia, nao sacriticando os sens amigos,
quer aquelles que foram envolvido; nesses
acontecimentos, quer aquelles que aqui to-
maram a defeza do presidente da provincia.
Vozes :Muito bam I
(Trocam se apartes.)
0 Sr.'Junqueira (ministro da guerra) :
Depois desta viagem que o nobre deputado
por Minas fez a essas quatro provincias, con-
cluio S. Exc. que esta situagao esta mor-
ta. .
0 Sr. Matinho Campos :N3o disse moi^
ta, mas debilitada.
0 Sr. Junqueira (ministro da guerra) :
.... com symptomas de morte immediata
ou quasi immediata.
0 Sr. Martinho Campos:-De doenga.
0 Sr. Junqueira ( ministro da guerra) :
Ou pelo menos, de doenga muito grave.
Sr. presidente, se admittirmos semelhan-
te doutrina, nao ha mais situagao politica
que se possa manter ( apoiados) ; era pre-
c.so imaginar uma .unanimidade de anjos,
uma republics que s6 o philosopho grego
pou'de conceber, para que se nao dessem
estas pequenas divergencias, que forma m,
por assim dizer, a vida das sociedades.
(Muitos apoiados. )
0 nobre deputado nao devia concluir
dahi nem morte nem enfraquecimento da
situagao,
A situagao mantem-se com todo o vigor,
e, lamentando que muitos dos honrados
membros do partido conservador se tenham
apartado de n6s, nem por isso deixamos de
estar com a maioria desse partido nas pro-
vincias (muitos apoiados e alguns nao apoia-
dos), nem por isso deixamos deter por n6s
a opiniao nacional. (Apoiados da maio-
ria.)
0 honrado deputado pela provincia de
Minas julgou dever dirigir-se ao nobre Sr.
presidente do conselho, dando a entender
.jue o chefe do gabinete procurava man-
ter-se, ainda mesmo que nao fossem muito
constitucionaes as situagoes em que S. Exc.
se achasse.
N3o posso tambem deixar de lavrar so-
lemne protesto contra esta proposigao
Desde que o ministerio 7 de margo or-
ganisou-se, nem um instante elle se apartou
das verdadeiras normas constitucionaes,
s-mdo sustentado pela maioria do parlamen-
to, e pela confianga da corda (apoiados da
maioria ,, e quando uma vez faltou-lhe essa
maioria, recorreu a um meio muito consti-
tucional e legal de apresentar & corda um
pedido do dissolugdo, que naquella occa-
siao foi attendido, como devia ser. 0 mi-
nisterio raanteve-se no seu posto legal e
constitucional. (Muitos apoiados da maio-
ria. )
Onde, pois, acbou o nobre deputado essa
situagao menos regular, que creou para o
chefe do gabinete actual ?
0 Sr. Martinho Campos :Nos seus dis-
nofmas do nosso systema foram preteridas,
que estamos aqui tendo contra nds uma
maioria parlamentar, que a opiniao das
pracas publicas se levanta hostil a n6s, e
que toaos os elementos constitucionaes se
conspiram contra o gabinete. (Apoiados da
maioria.)
Emquanto o nobre deputado nio de-
monstrar que a posigdo do ministerio e in-
constitucional, qua n3o temos a nosso lav'or
nem o voto do parlamenio, nom a opiniao
do paiz, a insinuagio que se quer levantar e-
mal cabida o menos justa. (Apoiados da
maioria,)
0 Sr. Martinho Campos :S. Exc. e que
eobria-se sempre como manto imperial.
0 Sr. Visconde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :V. Exc. ji confessdu
hoje 0 ccntrario.
0 Sr. Martinho Campos : Hoje, sim,
senhor ; e dei lhe por isso os parabens.
0 Sn. Junqueira (ministro da guerra ) :
0 nobre deputado por Minas, refermdo-
se ao Sr. presidente da cousolho, disse que
S. Exc, queria tornar-se o chefe do partido
conservador no governo, e 4U0 na Inglater-
ra nenhum homem politico assumia esso pa-
pel em tal posigao.
Senbores, fallo peraote uma camara d^
homens illus rados : qual de v6s ignore
que na (nglaterra 0 chefe do governo e or-
dinariamente 0 chefu do partido ? (Apoia-
d s ). Abi estao os noines dos ministros
nas ultimas combinagoas ratnisteriaos : ahi
esta o nome do fallecido eonde Derby ;'
ahi estao os nomes de Gladstone e d'lsraeli,
todos el los ehefes de sous pertidos, quer
na opposig3or quer no governo, quer nos
consulhos da corda. ( Apoiados )
Chefe de partido- ndo quer dfcser qoe se-
ja aquellu que rat para 0 governo-satisfuzer
mteresses menos togitimos de seus correli-
giorwrios. ( Muitos apoiados?) Chefe de
partido- quer dizer aquello homeor que, pe-
los seus servigos, peto seui passadc-,. pela sua
illustra^fo e experieacia consummada, e"
collocado a"- frente do> comicios ua oppo-
sigao, a^ frente do governo, quando esta
transfbrma-se em governo, e nos eonselhos
da corda quando para ahi e chamado, Es-
te 6 qjue 6 o chefe de partido, aquelle ho-
mem provado- pelo seu passado, peios seus
serviges- e pelos seus talentos. (Apoia-
dos.)
Sem- duvida, senbores, quo ao i ttsstrado
Sr. visconde do Rio-BraRcb n3o se pedem
contestar estes predicados. ( Muitos-apoia-
todo 0 caso, digo' ao nobre deputado que a
politica do governo, em relagio 4s republi-
cas do Praia, tem sido a mais digna e a
mais propria a manter as boas relagoes que
djvemos con3ervar com aquelles pajz^s.
Entre nds, Sr. pre.udente, e aquellas repu-
blicas nao existe antagonismo algum ; to
contr'ario, a riqueza e 0 desenvolvimento
commercial d'ellas poderSo contribuir mji-
to para a riqueza e 0 desenvolviraent> com-
mercial do Brasil.
0 nobre deputado procurou descobrir em
gumas palavras do relatorio do ministerio
da faienda uma ameaga de guerra ; mas
S. Exc. aid ia foi muito infeliz neste pon-
to.
0 que. 0 nobre ministro da fszenda disse
foi que procuravamos renotaf o nosso ma-
terial de guerra; mas isto sem recorrermos
a meios cxtraordinarios. Se nao temos pi-
ra este flm levantado emprestimos; se as
desoezas estio dentro da receita actual, n3o
podemos ser censura los, porque nao deve-
rd uma na.^io ser iirerepadi por esfor^ar se
em collocar seu exercito e armada em me-
lhor pe de guerra, quando rayillxiraTO'entos
novos e perfeitos tem sido inlrodinidos nos
diversos armamentos
Dahi pira concluir-se que desejamos a
guerra ha um abysmo insondavel. (Apo>. -
dos. j Esperamos quo as uossas questoes
com 0 Paraguay se resolvacn de uma mn-
neira tal que nunci o Brasil se veja bri-
gado a ompenhar se n'uma gaerra. As
cousas marcham muito regolarmente, e-n
virtude dos tratidos-
A> commissao de limites seguio para o
;seu destino, e tem os-seus trabalhos conclur-
dos.
Desde qiue a Repurblica Argentina se en-
tarn a prooedeneia que S. Exc. lbe quiz dar,
e menos procedencia tem aquella feita as
palavras qua se encontram no relatorio do
nobre ministro da fazonda ; porque e4as se
referem & transformagSo iadeclioaral e ne-
cessaria do armamento narl e militar de
que dispomos.
0 Sr. Martinho Campos ':Houve tem-
po em quejlagentes do governo diziam es-
tar a guerra decbrada.
0 Sr. Junqueira (ministro da guerra) :
0 nobre deputado fallou na inderrmisagao
do Paraguay, e pareceu crer que era um
grande crime do ministerio nao ter desde
j& obtido da enfraquecida republica do-Pa-
raguay o pagamento de todos os milhdes
que foram estipulados no trafado de paz.
Nao comprehend* bem, Sr. presidente, o
pensamento do nobre deputado. A's vezes
parecia*-me que S. Ese. queria que nds es-
torquissemos a prussiaM 0 ptgamento da
grande eootribuigao de guerra qoe aquella
republic* deve ao Brasif; outras vezes pa-
recia me fjie o nobre tfepuiado acenselha-
va toda a gsmerosidado
0 facto eySr. presidente, que a eootri-
buigao de guerra esta fixada no tratado,
mas a republieado, Paraguay n3o podte sa-
tisfazer 0 psgantenO dessa eontribuigio,
entao se tivessentos de proceder i prussia-
na, como 0 nobre deputado por Minas- a-
conselhou, teriamos de conservar alii uma
forga militar, ate'que os paragueyos podes--
sem satisfazer a somma immensa a que estao
obrigados.
Porquanto, 0 propjrio nobre deputado n3o
tinha uma politica da&nida a este-respeito;
ora acouselhava uma, ora outra coasa.
Havemos de faze.-, Sr. presiJeute, 0 que
fdr meibor, certos de que nao e pafa 0 pa-
tenda com a- do Paraguay, c liquidem entrelgannent, ,jessa Contribiao deguarra que
negocios do Para", me pareceu que S. Exc. j cursos.
procurara ferir & direita e a" esqflerda : que- 0 Sr. Junqueira (ministro da guerra :
ria demonstrar que naquella provincia os Porventura S. Exc. aspira & conservag&o
amigos do governo n3o es'.avam em perfei- do ministerio, contra 0 voto do parlamen-
ta uniao. to, ou mesmo empregando oualquer medi-
Mas 0 que tem 0 gabinete com uma sci-.da que n3o seja strietamente legal e consti-
sSo que por ventura apparega em uma pro- tucional T (Apoiados. j
vincia entre amigos seus ? Acaso 0 nobre I Sr. presidente, acno muito censuravel
deputado podeesperr que haja completa I esta iasinuagao que sempre se faz qmti-lo
uniformidade do vistas, uniformid*Je de se vS 0 mini.torio apoiado por uma inaio
aspirago-s e sentimenlos em todos os que',ria dedi;ada, e tea-io por si a opiniao pu-
apoiam o gab nete ? (ap-didos.) i'.rven- blica, insinuag&o que se atira a uma re-
tura no paiz ino ptle ihiwi :- giao mais alta. (Apoiados. j
tre os honto mo Essa entidade. que paira om horisonte
gabinrt' Ou 7 de uiiugo! E de|HUS, .1. iiiatcessivel a esses ataques, nao pdde ser
s- I'si.i'i-lecer .0 syite-na ie trazida a esto debato, porque antes de che-
a pretengao de queminhss pola\ro: : oss mlserem Ifjiides para e&ta tri a ella e preciso m:strar que todas us
Se S>-Exc. nos eonselhos-da corda- e do
governo mostra-se chefe de partido, e por-
que conquistou esse lugar em sua longa vi-
da dejornalista, decombatente na opposi-
gao, de mcaobro dtsta casa, de senad r e
de diplomat.). ( Muitos apoiados da maio-
ria, )
Sr. presidente, 0 honrado deputado* pela
provincia de Minas, referindo-se ao meu
digno collega ministro do imperio, disse que
S. Exc. nesta questao de desavengasnas pro-
vincias, tinha sacrificado-os amigos-; e ou-
tras vezes disse que tinbasacrificaik> os pre-
sidentes.
A posicao que assumio o nobre ministro
do imperio foi a posigSo de governo, foi a
posigao imparcial, e eu. nSo concocdo com 0
nobre deput&do por Minas, quando diz que
S. Exc tudo fi/.era naufragar e nada salva-
ra. Ainda quando, senbores, a uobre mi-
nistro do imperio nada podesso salvar, h&-
via de salvar a honra do.governo* (Apoia-
dbs )
0 que queria 0 nobre deputado quo 0
honrado ministro do impeno fizesse nas
questoes do^Para" ? Queria porventura qu* S.
Exc. se tornasse 0 a?auto decidtdo dasrecrimi-
nagdes de um dos grupos ? Nfio, S. Exc.
nao podia fazer, a inissao do governo n3.o
era essa. A missao do governo era mais
elevada e mais conciliadora. Lameatou, e
lamentou profundamente, a divisao de seus
amigos, mas nao podia assumir 0 aapel de
la&car entre elleso facho da diseordia e
atear mais essa divisao, que todoi nos de-
ploramos
Eu, Sr. presidente, comprehendo quo 0
nobre deputado por Minas-Geraes, vondo
ainda hoje 0 ministerio sustentado por uma
nobre e distincta maioria, tenha entendido
que e" necessario descarregar-lhe rudesgol-
pes para ver so cansegue abate-lo.
0 honrado deputado apresentou-nos 0
quadro, terrivel no entender de S, Exc,
do estada dos negocios puldicos, e quiz con-
cluir que, se esta situagao nao estava morta,
pelo menos estava t3o doeute, que de seu
tumulo poucos passos distavam.
Quer, Sr. presidente, marcheraos com
os amigos que nos tem acompanhado ate*
agora, quer mesmo a illustre dissidencia
deixe 0 seu proposito e entenda que d ous-
ter ajudar-nos no empenho glorioso de fa-
zermos ainda nuis alguma cousa em prol
das ideas conservadoras, quer em uma,
quer em outra hypotheso, 0 nobre deputa-
do equivocou-se... n3o, nao equivocou-so,
mas como vio que estamos Crraes e de pe,
S. Exc. accumulou todo 0 arsenal de que
podia dispor, quer em relagao a" divisao do
partido conservador nesta casa e nas pro-
vincias, quer em relagfto a" marcha.que 0
governo tem segiido'nos negocios internos
e externos.
V. Exc devia ter ouvido 0 nobre dep u
tado por Minas, entre outras accusagde.s
dizer-nos : Yds nao quereis orgamento, e
ainda 0 anno passado, appello para a me-
moria desta casa, votou-se a hi de orga-
mento. 0 que se fez no senado foi proro-
gar por mais um anno a lei que tinha sido
votada na caraarj dos Srs. deputa los.
Por consequencia, no anno passado houve
uma diseussao regular dos orgamentos dos
sete ministenos.
Houve uma segunda diseussao, e a tercei-
ra, que comprehendeu 0 orgamento dos sete
ministerios; depois 0 orgamento foi para 0
senado e Id foi discutido ministerio por mi-
nisterio, adoptado em 3* diseussao e reen-
viado & esta camara por ter sido emenda-
do.
Ora, a* vista disto, a que fica reduzida a
censura,do nobre deputado?
0 Sr. Martinho Campos da* um aparte.
0 Sr. Junqueira ( inislro da guerra ) ;
0 orgamento foi feito 0 anno passado
com toda a regularidade, e contamos este
anno com essa medida.
Sr. presidente, 0 honrado deputado por
Minas, a quem respondo, atacou tambem
0 ministeri > p:r ea sa das relagdes com as
potencies eatraageirjs, 0 ci ou-nosos nossos
negocios com a RepuMiea Argentina e com
a do Paraguay.
0 nobre deputado nao leu 0 relatorio do
ministerio de estrangeiros: se_b tivesse li-
do, veria publicados todos os documentos
concernentes is questoes que temjs. com as
republics Argentina?. io Paraguay. Em
si a1 questao-, que nao e'para nd um moti-
ve- de guerra, desapparccerd a derradeira
na*em que ainda puiesurgir no borisonte
para os pe^simistas, qae suppoem que esta-
mos- em- vesperas do um- rompimento.
0'nobre deputado disse que nao-descon-
fia da- graiKleza da Republica Argentina.
Nds-tambem?nao descoafiamos, nem temos
opposto aquelle povo vizinho 0 menor em-
bar2gOj pelocontrario desejamos-lhe toda a
pro?peridade, tolo o engrandecimento; e
deve 0 honrado deputado comprehender
que sdmentenos langaremoi nos azaresde
uma guerra, no caso unico de perigarem a
digaidade, 1 in-lependeatia e a integcidade
do Imperio. ( Apoiados-;.muito bem*)
Hque 0 nobre deputado tranquillo, que,
fdra destes casos>'nuoca commetteriamos 0
crime de lacear a nagae nos horrores de
uma guerra, unicamente por questdes de
pure roraantismo politico, como temos vis-
lo muitas vezes povos> mais adiantados do
qua-nds atirarem-se aos horrores desta or-
dem.
Tambem fique 0 nobre deputado tran-
quillo que nao procuraremos naquellas re-
gimes fazer tratados para depois destratar ;
temos sabido manter sempre illesa a aossa
palavra, e neste ponto nao e licito ao aobro
deputado, eomo reprasentante da nag5o, p6r
em duvid&a inteireza e a probidado das es-
tipulagoes-do Brasil.
E' este um deposito que n3o A sd nosso,
quenao e sd do partido conservador e do
partido liberal, mas da nag3o inteira. (Mui-
to bem ;. muito bem.)
As estpulag5os d Brasil ta.m sido man-
tidas sempre com a mais escrupulosa inte-
gridado.
Se nds no Rio da Prata temos a impor-
tancia que devemos ter ; seas nossas- estipu-
lagdes raerecem. peso, e porque o Brasil
tem sido sampve 0 fiel executor deltas ;
e 0 nobre presi-lente do conselho, a quem
0 iliustro deputado atiroa a qualificagao de
trataro destratar naquallas regioes, e um
protesto vivo contra as palavras que profe-
rio S. Exc.
S9prestara>osatteitgaoaoquese fez naquel-
ias paragens> desde a primeira miss3o envia-
f da ao Paraguay em fr857 ; se depois consi-
derarmos 0 que so fez em 18G5; e d&
1868 ate hoje, ate os tratadps. Cotegipe, ve-
mos quo 0 Brasil sempre seguio a mesma
politica leal e franca, a politica da livre na-
vegafaodos rios, mas tambem a de todas as
garanVias para os nossos vizinhos ; nao uma
politica irritade, mas-prestando aos. nos-
sos vezinhos do Prata todo o auxilio como
bons ailiados, enunca aos desviando uma li-
nha sequer desta sen*la.
Ouda, pois, achou o nobre deputado que
existe esta politica de tratar e destratar ?
Ha por ventura nesses ados diplomatics
alguma cbuvengao, algum protocollo] mes-
mo que importe destratamento daquillo que
fizeraos ?
Certamento que nao. (Apoiados.)
Nem os nossos adversarios nesses pizos,
que consideram a nossa politica como me-
nos boa, nunca nos langarao em rosto se-
melhante accusagdo.
0 quo assacam os detractores da politica
brasileira e que ella continiia sempre uni-
forme e constante, que n3o se desvia de seu
fim ; mas nao emprestam-nos propositos de
retratagoes.
Por tanto. se os nossos adversarios, di-
rigindo-nos a maior censura, confessam,
porem que temos sempre mantido a mesma
politica, imprescindivel, como e que 0 no-
bre deputado vem hoje dizer que a nossa
politica e tortuosa e vacillante, que n6s tra-
taraos e destratamos?
0 Sr. Martinho Campos :E' a historia
dos nossos tratados : estd escripta. ,
0 Sr. Junqueira ( ministro de guerra )
N3o, os nassos tratados ahi estdo para
protestar contra esta proposigao; appello
para a sinceridade do nobre deputado :
consulte-os novamente, e verd que 0 Brasil
6 representado por diplomatas, quer con-
servadores, quer liberaes, que nunca des-
viaram se da ve.dadeira sen la de um paiz
que procura desenvolyer-se, que quer ele-
mentos de prosperidade para si, mas que,
nas suas questoes internacionaes, principal-
mente com seus vizinhos da America, ndo
tem outro fim sendo manter relagdes de
paz; porque 0 nobre deputado sabe que ndo
visamos conquistas (apoiados), que temos
um territorio immenso ( apoiados ; muito
bem :) que 0 que se precisa e de bragos,
para que prosperem a agricultura (apoia-
dos), e 0 commercio (apoiados), que de
tudo precisamos, menos da guerra com to-
dos os seus horrores. ( Muito bem ; muito
bem.)
Era preniso, Sr. pre-i lente, qu u uouVe
deputado suppuzesse eoiiipleta dementi' no
govern 1, para julgilo dispesto a atirar-^e
d politica da guerra sem outro njotio que
sonservamos no Paraguay a nossa forga;
femes ainda alii interesses importantes (a-
perados;,depositos sobre que velar;-ainda
os-ajuetes definitivos de paz com as repu-
bh'cas alltadas nao estio asssignados, e, por
coeiegainte, ndo poJemos deixar abaado-
nado aqiwj-lle ponto ; mas a contribuigdo de
guerra nao serd motivo para que conserve-
mos-indeSoiJamente no Paraguay as forcas,
se porventura elle precisar 10,20 ou 30 an-
nos para solver esta divida a que estd cbri-
gadOi
O nobre deputado quit-, ainda fazer uma
grande carga ao ministerio'actual, porque
se ceaserva-B os impost >s chamados de
guerra.
A camera conhece a-historia dastes im-
postos. En 1867, quando estavamos no
mais-forte da guerra do Paraguay, em qua
era necessario gastar todos os annos can-
tenares de mil contos, foi mister elevar a
contribuigdo que pagavam os brasileiros,
afim do-que 0 thesocro udo luta>se com
algum embarago.
A guerra acabou-se, Sr. presidente; mas
0 que 6 certo, & que es-efleitos della hio
de perdurar por muito tempo. (Apoiados.)
0 uobre deputado por Minas sabe que
para se fazer uma guerra grande como a
do Paraguay os recursos da receita ordiua-
ria annual ndo sdo suflicientes, e mister
recorrer-se a) credits.
0 governo do Brail naquella occasiao,
governo coafiado ds mdosdos nossos adver-
sarios politicos, vio-se obrigado acontrabir
dividas no interior e no exterior; esta* di-
vides, eomo V. Exc. sabe, vencem umjuro
annual; este juro e um gravame que
passou para os es&rotcios futuros, e-qpe
passard talvez ate- as geragdes vindouras ; e
ndo e licito que um governo qualquer vies-
se hoje aconseltiar-as camaras que acabas-
sem de chofre com estes imppstos ; porque
entao baveria ura desequilibrio entre a re-
seita e a dospeza; porquanto, a sabedoria
do poder legislative tem feito decretar mui-
tas obras, que estao em andamento, que
teulem a desenvolver a industna do paiz,
e que precisam muito do auxilio. do the-
souro.
Quando a-assemblea geral em *867 vo-
tou esses impostos chamados de guerra,
as nossas estradas de ferro ndo tinham 0
desenvolvimento que hoje tem e que conti-
nuam a ter ; mesmo na estrada de ferro D.
Pedro II tem-se gasto muitos milhdes em
cada exorcicio.
(Ha alguns apartes.)
Os nobres deputados ndo podem demons-
trar-me que haja paiz algum no mundo,
por mais bem organisado que seja, mesmo
financeiramente, que tenha feito suas es-
tradas de ferro com os recursos ordinarios.
Ou ddo subvengftes ds companhias, ou ga-
rantem um certo juro.
Ora, se tratamos de dar grande desen-
volvimento ds estradas de ferro ; se ainda
no anno passado dotdmos 0 paiz com uma
lei, que e uma das glorias da legis'atura
actual, a lei sobre estradas de ferro, ndo 6
licito agora fazer a menor reeriminagdo ao
governo, porque n3o Tem propdr o allivio
dos impostos de guerra,
E se 0 nobre deputado por .Minas qui-
xer algum exemplo de paiz que lhe mece-
ga sympathia, eu lhe digo que a receita da
Republica Argentina no anno ultimo foi de
40,000:000#009.
Ora, calculando a nossa populagao em
numero superior a 8 milhdes, segundo as
estatisticas que existem, e a da Republica
Argentina em 2 milhdes....
0 Sr. Martinho Campos : Estd tornan-
do a questdo muito desagradavel para 0
Brasil.
0 Sr. Junqueira (ministro da guerra) :
Ndo, absolutament'e ndo. Se a Republi-
ca Argentina, com i milhdes de uabitantes
no maximo, pdde pagar 40,000:0000 de
contribuigdes, 0 Brasil, que tem mais de 8
milhdes de habitantes, pelo menos, seguin-
do a mesma proporgdo, poderia pagar
160,003:0)00000. Assim, 0 nobre depu-
tado por Minas ha de reconhecer que os
brasileiros es!do menos gravadds de con-
tribuigues por esses chamados impostos do
guerra, do que os argentinos. Isto ndo e
nem em desabono nosso, nem dos cidadaos
argentinos ; isto quer dizer que temos uma
espjadra muito mais numerosa do que 1
daquelle paiz, como tambem mais dispen-
diosos servigos a satisfazer.
Se 0 nobre deputado me provar que 2 mi-
lhdes de habitantes, pagaodo 40,000:0000
de cbntribuicdes, estdo menos gravados do
que 0 Brasil, que torn oito milboes de ha-
bitantes, e paga 110,000:0005, dar-raemei
por ennven'ido.
nao fosse 0 do defeh !e a dig.ii lado e a
honra nacional (muito bem), se a uossa.
honr p rigo, ndo temos motivo Jg guerra, e .por
'tttlO a censura do nobre denutvlo [Jjq

- -
iVontmuar-se ha.)
e uA.\i*
\
'
a^
ILEWft


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