Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17969


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO L. NUMERO 132 ***!

PARA A CAPITAL E LIG1RE O.HDB N&O SE PAG A PORTE.
for tres mezes adiantados............. 69000
for seis ditos idem.................. 12^000
iPor am anno idem...................24JJ000
.Cada numero avulso................., J)320

SE\TA FEIRA 12 DE JIMIO DE 1874
PARA DEXTBO E FOR A DA PROVITVC1A.
Por tre* mezes adiantados................ 6&T50
Par seis ditos idem................ 133>oO
Por now ditos idem................. 800980
Por um anno idem............... 171000
PROPRIEDADE DE MANOEL FKUEiRGA DE FARiA A FILK0S.
e Sri. Gerardo Antonio Aires 4 Pilhos, no Par*; Gonoaives d Pinto, no Maranhio; Joaquim Jose de Oiiveira d ffilho, no Cearj'i Antonio deLemoi Braga, do Aracatj ; Joiu Maria Julio Chares, no Assd; Antonio Marques da Suva, Natal ; Jose Justiao
Pereira d'Almeida, em Maraanguape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba } Antonio Jose Gomes, bwilla da Penha; Be'armino do* Santos Bnlcio, em Santo Antio ; Domingos Jose* da Costa Braga, emUaxareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Piiar daa Alagdas ; Alves d C.,na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio Janeiro-
*
PARTE OFFICIAL
Gsverno da provincia.
b".*>\choi da prbsid8n01a, do dia 10 dr jumio
de 1874.
Alfonso Peixoto da Silveira. Passe portaria
pnrogando por mais sessenta dias.
Or. \ntonio Coelho Rodrigues. Inforuie o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Adolpho de Almeida Guedes Alcoforalo. In-
forms o Sr. inspector do arsenal de marinha.
Capitao Antonio Gracindo de GusmSo Lobo.
Daferido com nfflcio desta d ta, dirigido a thesou-
raria provincial.
Companhia Recife Drain'ge. Informc o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Eduardo Fenlon. Deferido com ofllcio desta
kita, dirigido a thesouraria de fazenda.
Padre Florencio DiasXavier de Albuquerque.
Deferido como offlcio desta data a thesrararia
provincial.
Jcao de Barros de Oiiveira.Indeferido.
Manoel Liberalino Freire do Carvalho.Na f6r-
nia requerida.
Mancel da Costa Campos. Pa3se-se portaria.
2=
RepartictEo da policia.
2." seccao__Secretana de policia de Pernambuco,
II de junho de 1874.
N. 716.Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
qae foram hontem recolhidos a detengao, a minha
ordem, Lniz Jose do Nascimento e Alexandrino
Ballarmino Ferreira, viudos de Cimbres como sen-
tanciados ; Francisco, escravo, criminoso de morte
na comarca do Pilar, da provincia das Alagoas;
Seraphim Pereira do Nascimento, criminoso de
morte nos termos do'Triumuho, Villa-Balla e Ta-
earatii, desta provincia, c no da Malta Grande das
Aiagoas ; Damasio Teixeira e Cosme Bezerr.i, sen-
tenciados evadidos do presidio de Fernando, vin-
dos do Rio Grande do Norte, onde foram captu
rados.
No dia 30 de maio uitimo, foi recolhido a cadeia
de Garanhuns, Clementino Jose de Al-neida, pro
nunciado alii como incurso nas penas do art. 257
do codigo criminal ; e no dia 1* do corrente, foi
tambem recolhido a mesma cadeia Joaqaim Si-
mr.es de Olinda, preso em tlagrante, por crime de
furtos de cavallos. 0 delegado darraelle termo fez
o inqaerito policial que foi remettido ao respec-
tivo Dr. juiz municipal.
Na noite do dia 1* para 2 deste mez, no districto
da villa do Cabo, Mignel de tal e Antonio, escra-
vo de Maria Rosa, feriram gravemente a Jose
Baoti3ta do Rosario, logrando evadir-se.
0 subdelegado daquella villa fez o inquerito po-
licial e remetteu-o ao Dr. juiz municipal do termo.
Finalraente. no dia 2 do corrente. foi captarado
nc termo de Cimbres e recoimao a respective ca-
deia. Manoel Candido de Sauza, eriminoso de mor-
te e ferimentos no termo de S. Joao, da provincia
da Parahyba.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. com-
rn?adador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sident da provincia -0 chefe de policia, Anto-
nio Francisco Cvrreia de Araujo.
EXTERIOR.
Uorrettpondencia do Diario do
Pernanibco.
Ill ENOS-AVKES, 21 DE MAIO DE 1874.
I
Estamos em pleno inverno.
Acabou-se a risonha es:acao das llores e dos
amores.
A chuva substituio ao sol, o frio tomou o lugar
i -:lor.
A- arvores se acham despidas de suas veides fo-
Ihageus, e Delias ja nao *e divisam os passarns sal-
(itando contente3 a gorgearem lindos e maviosos
threnox
i arrabaldes de Buenos-Ayres eslao desertos c
..Jonados, porque as familias quo nellesresi-
di.ira temporariamente volveram de novo para a
--de,
fjj clubs e alguns aristoeratas da terra abriram
-us sumptuosos saloes e a tertuliis se succe-
dani, faiendo re-plaudecer 03 cncantos das foimo-
! soductoras portenaas.
N'.s theatrLS de Colon e da Opera es'.rearam as
novas companhias lyricas, que foram muito bem
recebidas pelo publico, cantando em ambos alguns
artlstas de merito, conhecidos e applaudidos na
cuita Europa.
Fiualmente, as feslas da iudependencia nacional
Jencminadas festas mains, quedevem ser aqui
deradas como 0 prenuncio do rigor do inver-
DJ, comegarain hontem a noite a serem celebradas
nestacidade com alguma pompa e magnilicencia, "e
deiias nos occnparemos detalhadamente na priinei-
ra opportunidade.
0 congresso argentin.), na sessao do dia 19,
O'joapou-ss da renuncia que fez 0 Dr. Alsina, do
cargo de vice-presidente da republica.
Oepois de alguma discassJo, sendo posta a votos
a dita renuncia nao foi aceita, devendo portanto
coauaaar 0 Dr. Alsina, noexereicio de seu cargo.
No dia 16 do corrente, realisou-se a apura-
Sic da eleic-o procedida em Buenos-Ayres era 12
0 mez passado, e 0 triumpho, como era de justi-
(a. pertenceu ao partido mitrista.
Agora quo esta termioada em toda a republica
a apuracao do pleito de 12 de abril, erquesao co-
nbecidos os cleitores que devem escolher 0 novo
chafe de nacao, parece fora de duvida que sera
eleito para este cargo 0 Dr. Avellaneda, pois assc
gura-se que elle conta com 166 votos das provin-
cias de Mendoza, Cordova, Rosario, S. Luiz, Cata
marca, Salla, Santiago, Jujuy, Rioja, Santa Fe,
Corrientes e Entre Rios ; ao passo que 0 general
Mitre apenas devera ter 62 votos dos eleitores de
Ruenos-Ayres e S. Juan.
Cone ja 0 boato de qae 0 novo govertio da re
p.' iica e outros postos de importanc'a poiitica, se-
r;. distribaidos do seguinte modo:
Pr -denteDr. N. Avellaneda.
Vi:e presidenteD. Mariaco Aeosta.
'' .listros:
Do iaieriorDr. B. Irigoyen.
Ds (.?.enda -Dr. J. B. Sala.
Da ?uerra e marinhaCoronal Julio Roca.
D:i jusHja, instruccao publica e calto-Dr. Eduar
da Oiiveira.
Dai r3lac3es exteriores -Dr. Leguizaraon.
"i?v?rnador So Buenos-AyresDr. Adolpho Alsina.
Ministros plenipoienciatios:
Nra Estado* UnidosD. DinMnso P. Sarminto.
Na Inglatcr.-a -Dr. Mattel Garcia.
Na Frao;.i Dr. V.o AWo -.v.
Ante-benteiij teve lagar bj saUo n.bro da
caa do gov.riu mcional a recepjw solemne d.<
iteneral Osbjm, njvo ministn resilente dos Esta-
dos-Uoidos, sendo proferidos os discnrsos do es-
tvlo.
Um batalhao de linba fez as devidas honras rat-
litares.
Em am dos dias da semana passada, realisou-
se ac-ta capital a inauguracao solemne das obras
de salabndude.
Nio tende comparecido 0 presidente da republi-
ca, 0 Dr. Aeosta, governador de Buenos-Ayres e
pairinho das ditas obras, inaugnroa-as, assentando
a primeira pedra.
D.epois do serem pronunciados alguns discnrsos
icirca doa:to, foi servilo am pTofaso lunch % to
dos os convidados, no num. ; dos quaes se conta-
vam iiiuil.i- senhoras.
Qu.ttro bandas de music;, tocavara alternadamen-
te durante 0 It-mpo da referida festa.
Notici.iin os jornaes de ante-hontem.que des-
appareceu ultimamenle desta cidade, am caixeiro
de uma casa da commercio, levando co nsigo a
quantia de 21,000 patacoes, importe da cobranca
do dia.
Julga-se quo 0 dito caixeiro se embarcou em al-
gum dos vapores que suhiran para a Europa
Na fronteira do sul de Santa Fe, deu se um
encontro, no sabbado, entrfe a escolta qua acom-
panha os engenheiros qua estiio fazendo 0 traijado
da estrada de ferro do Chile e uma partida de ra-
dios, travando-se um combat?, no qaal ficaram
dous indios mortos 0 quatro feridos, e 0 major Ca-
neopa e dous soldados daesolta tambem feridos.
Na Bahia Blanca honve ultimamente uma nova
invasao de indios, que foram batidos pelas trop is
do geueral Rivas, passando-se alguns delles com
suas familias pata 0 lado dos indios amigos, qua
viven naquelles lugares.
As noticias cominoreia.es sao destituidas de
interesse.
II
Do Estado Oriental temos notioias ate hontem.
As camaras legislativas tinbam sanccionado 0
projecto do engonheiro Fusoni nobre 0 novo por-
to, que deve ser construido entre os lugares deno-
minados Punt a China e Punt a Braca perte da
praia Ramirei.
Corria 0 boato de qua 0 governo brasileiro ia
offerecer os seus bans 3ervicos, para serem reati-
da as relates diplomaticas entre as republicas
Oriental e Argentina.
0 Sr. barao da Laguna, commandantc em
chefe da esquadra brasileira no Rio da Prata, par-
tio na semana passada para 0 Rio de Janeiro, aura
de tomar parte nos trabalhos do senado, Gcando
substituindo-o interinaraente 0 capitao da mar e
guerra Barbosa.
No porto de Montevideo bouva no dia 18 am
forte temporal, do qual resultou muitas avarias
em alguns dos navios ancorados
0 movimento armado de Bergara parece
que esta concluido, pois consta que aquelle caadi-
Iho voltoa para Santa Anna (territono brasileiro)
acompanbado de cinco ou seis homens.
0 chefe politico do Salt) officiou ao vice-consul
oriental no Alegrete, para este levar ao eonheci-
mento das autoridades do Rio Grande os actos de
aberta hostilidade prati:ados pelo ex-commandan-
te Lucas Bergara.
Ill
Do Paraguay as noticias recebidas ultimamente
carecera de interesse.
IV
Das republicas do Pacifieo temos notic as tele-
graphicas ate" 19 do corrente.
ao unile, nada bavia occorrido digno do
menfio.
No Peru descobrio se uma nova reroiurao
que devia estdlar em Callao, dirigida porchefes de
alia graduagio poiitica e militar. Foram presos
16 dos ditos chefes com as armas na ra5o.
Dizem os jornaes que a crise monctaria, que
ba tanto tempo afflige 0 paiz, estara acabada den-
tro am pouco, pois 0 governo seachava em ar-
ranjos com algumas casas capitafistas, que lhes
subministrarao os recursos necessarios.
A' ultima hora constava que estavam aplaiaadas
a? difficuldades pendentes com a casa Dreyfus, e
que 0 omprestimo ficava ajust-do com bases con-
venintes e equitativas.
Le*-se no Commercio :
a Utni pessoa autorisada c digua de fe nos
communica que os jesuitas congregados em Hua-
nuco receberam ou devem reeeber proxiraameote
uma typographia completa, destinada a publica-
gao de um diario, que seja 0 orgao de suas i.l^as
e 0 auxiliar poderoso dos propositos que tencio-
nam renlisar naquella regiao, para mais tarde es-
tend^j-los por toda a republica, se nao se tomarem
logo as providencias precisas.
Da Bolivia, a3 noticias que ha. sSo de poaca
imporlancia.
DLVRIODEPERS1M3UG0
RECIFE, 12 DE JUNHO DE 1874.
.lioticias do sul do iiuperlo.
Cbegou hontem pela manlia 0 vapor francez
Erymunthe, trazendo dalas: do Rio da Prata 31,
do Rio Grande do S,l 26, de Minas-Geraes 31, de
S. Paulo 1, do Rio de Janeiro 6 e da Bahia 9 do
corrente.
Recommendamos aos leitores a missiva do nosso
correspondente do Buenos-Ayres.
Eis 0 que colbemos dos jornaes.
RIO DA PRATA.
Ao que diz 0 nosso correspondente, temos a
accrescentar 0 que segue, que encontramos nos
jornaes do Rio de Janeiro :
Parece fora de duvida que 0 Dr. Nicolao Avel-
laneda stra no dia 12 de jonho deilarado presi-
dent da Republic Argentina.
Segundo 0 Standart, de Buenos-Ayres, reali-
sar-3e-hao no dia 12 de outubro proximo, quando
tomar posse 0 novo presidente, as s guintes alte-
1 avoes e noraeacoes para os principaes cargos da
republica: vice-presideutc Marianno Aeosta, go-
vernador de Buenos-Ayr s Adolpho Alsina, minis-
tro do interior Irejoyon, da guerra coronel Roca,
da fazenda Jose B Sala, da instruccao publica
Eduardo Olivcra, miuistronos Estados-Unidos Do-
raingos Sarmieuto, na Inglaterra Manoel Garcia,
em Franija Alvear.
a Por nao ier assistido ao Te-Deum, qne se cele-
brou na catheJral no dia i'6 da maio, fiira 0 gene-
ral Arredoado preso por oroem do presidente, que
dous dias depots rnand.u polo em liberdade.
a No refendo dia 23 realisara 0 aereonanta Ca-
ballos uma asc nsao, <;ue teve feliz resultado.
c Fizerarn-sj ultimamente novas experiencias
com a) bombas Prayones aperfeigoada3; dizem as
foihas de Buenos-Ayres que produzem mais effei-
to que as de O.-sini. sera terem 03 inconvenientes
d-^stas, pois que podem ser facilmente trjnsporta-
das seai 0 raenor p ri/o de explosao.
Expsrimentou se tambem em pre-en^a do pre-
sidente da republica e de nuraeroso concu sj di
povj 0 t5o fallado omnibus metralhador, 0 resulta-
do parece ter sido sitisfactorio, pois dizia-se que
0 governo compraria esta nova machina de guer-
ra, que de grande vantagem seria na defeza das
fronteira*.
a Chegara dos Estados-Unidos um pequeno va-
por destinado a navegacSo de Berraejo.
No Estado Oriontal pprma-pcia sem snlncio
0 cooOieio enlrea eamaia do* represwiWMeft io
ill- cxeeuiivo, sdvMti*) por squfttla assamUpa
euro infrattor da lei. Dizia-.-equeogoverao n-
ponderia, conlostando a Mfliara 0 d reito <1e fazer
the advertenia e tratando ao mesmo tempo de
provar que, com as refomas effecluadas no ser-
vico de policia, nao infrin.ira a lei do or;amento,
pois limiiara-se a us r das faculdades concedidas
na lei do anno anterior, n Jo estando ainda votada
a deste anno.
Chegara da Europa 0 Dr. Peres Gomar, en-
carregado de levantar em l.ondres om emprestimo
por conta do Estado Oriental. Como ja noticiamos
uma casa bancaria de Londres encarregava-se de
emittir emprestimo, mediante a alteracSo da quota
da amort sacjio ; nio se julgando 0 agente d go-
verno habilitado para acitar esta proposta, re-
Ivres'ou da Europa para CcBferencnr a respeito.
Constava qne a proposta do contrato do empres-
timo seria submettido a deliberacao da- cainara-.
t Corriam a ultima hora boatos de crise minis-
terial.
No dia 2a do paasadJ unuurau*s a. sac^ao
da linha telegraphica que poe Moot*video era com-
municai.'.ao com a Vila da Trinta e Tres, no de-
parlamemo do Carro Largo, frontein ao Brasil:
dantro de um mez havera communicacao imme-
diata com Artigas, quo fica em frente de- Jagua-
rao.
RIO GRAND K DO SCI..
As noticias carecem de impo:tancia.
MI.N'AS GBRAES.
No dia 28 chegara 4 capital 0 2* vice presi-
dente da provincia Dr. Francisco Leite da Cosla
Beleui. e nesse mesmo dia assumira a admmistra-
c4o, por ter de retirar-se 0 Sr. Dr. Veoancio Lis-
b6a.
Refere em 23 do passado 0 Monitor-Sul-Mi-
neivo, que se publica na cidade da Campanha da
Princeza :
a Ante-hontera foram reiolhidos a cadeia desta
cidade os pretos Antonio e Marcelino, condemna-
dos a gales perpotuas pelo horrivel crime qua corn-
met erara. e que, como noticiamos, fugiram ni
largo da Matriz desta cidade, na tarde do dia 13 de
abril passado. a
Communicaram da freguezia do Carmo da
EscararnuQa, termo de Alfenas, a mesmafolha, qne
0 cidadao Lino Jos6 do Prado fora graveraeote fe-
rido por ura tiro de pistola, disparad) por mao oc-
culta.
Rerere 0 Pharol do Juiz da Fora, de 31 do
passado :
t 0 Sr. Antonio Eduardo Ferreira, morador na
cidade de Marianne, e encarregado de apromptar
0 jantar para a recepcao do Sr. bispo do Rio de
Janeiro, foi com alguns amigos ao encontro do
mesmo senhor.
A' pequena dislancia, porem, da cidade.foi vie-
tima de um desastre provenieole da explosao de
nm tiro de rouqueira, qne recebeu pa bocca do
est >mago, e do qual succurabio quasi in-.tantanea-
mente.
s. PAULO.
A variola continuava a fazer algunns victi-
mas na capital e em Santos. Era porem n 1 Rio
Claro que 0 terrivel flagello dominava com mais
intensidade, haveado ultimamente na cidade 30
pessoas atacadas e nos arrabaldes 30.
A e-trada de ferro de Santos a Jundiahy ren-
dtira em marco 321:473*690 e despendfira......
77:3513610, apresentando por unto am saldo de
244:1195080.
Esta ultima quantia reunida a de 444:413^670,
renda liauida de Janeiro e fevereiro, prefas a sora-
m'a de 688:332^730, que vera a ser 0 saldo dos
tres primeiros mezes do corrente anno.
A corveta Trajano sahio de Santos para
Uontovideo no dia 4 de eorrente.
I.i*-i no Cnrreio Paulistap" ,d 30 :
a Reuni )-se ante-hontem, ao men dia. a assem-
bler garal dos so^ios da Propatjadora da Instruc-
cao Popular, parao flm annunciado.
t Aberta a sessao pela dirertoria, foram accla-
mados presidente da assemblea 0 commendador
Luiz Antonio de Souza Barros e setretario 0 Sr.
JoSo Braz da Silveira Caldeira. Depois de appro-
vada a acta da sessao anterior e da leitura do re-
latorio e balaoQoapresentado3 pela directoria, fo-
ram eleitos membros da commissao encarrcgada
do exame das rontas os si'guintes Srs. : commen-
dador Souza Barros, Dr. Antonio Carlos, Dr Ame-
ri:o de Campos, commendador Jo.-e Severino, Dr.
Henrique Luiz de Azevedo Marques
Re-olveu em s-guida a asseiublea qce se con-
signassem na acta e se lizessem poblicos os se-
guintes votos de reconhecimento :
a A's distinctas senhoras e cavalheiros qae to-
maram parte no saiao litterarlo musical reallzado
a 23 de Janeiro em beneGcio da Propagadora da
Instruccao Popular ; is illustradas redacgj5es dos
jorna.s que de boa vontide se prestam a publicar
gratuitauiente todos os annuncios relativos a so-
ciedade ; a I ja America pela valiosa offerta que
fez a escola do povo da rica bibliotheca que possuia
nesta capital, auxiliando assim grandemente a pa-
triotica idea de que fui muito digna iniciadora. A'
assemblea provincial, pela sabia resolucao em qua
autorisou 0 governo a subsidiar a escola do povo
com a quantia de 2:000.
a Resolveu, Qnalmente, que se concedessera di-
plomas de socios beneineritos aos seguintes Srs.:
aos prvfessores gratuitos da escola ; ao Dr. Abilio
Cesar Borges pela offerta qne fez de 100 exempla-
res de cada um dos seus afamados livros de leitu-
ra e graramatica portugueza ; ao Dr. Luiz Pereira
Barreto pelos importantes donativo3 que angariou
espontaneamente em Jacarehy ; aos philantropicos
medicos e cirurgiSes que se oiTereceram para cu-
rar os alumnos da escola ; ao conceituado profes-
sor de piano e canto 0 Sr. Lmz Mauncio pelo des-
interesse coin que infatigavelmente traba hou pa-
ra 0 refendo sarao musical; a> notavel hypologo
0 Sr. Luiz Jacome pela offerta que fez das espor
tulas de uma sessao dot seus trabalhos ; ao com-
mendador Joao da Costa Gome3 Leitao, pelo dona-
tivo que fez de 300$.
Estiveram presentes os dir jctores senador Sou-
za Queiroz, onselneiro Martini Francisco, capitao
Joaquim Roberto, deserabaigador Bernardo Gal-
viao e Dr. Leoocio da Carvalho. Sao digoas de
louvoras resolugoes toraadas pela illustre assem-
blea dos socios, no fntuito de manifestar 0 sen re-
conhecimento a todos que teem cooperado na mag-
na causa da instruccao popular.
Os discipulos do hypologo, 0 Sr. Luiz Jaco-
me, offereceram Ihe na capital um jantar, no dia
31 do (.assado. Foi dado no h tel de Europt e
esteve muito concorrido e animado.
Re'erem as foihas de C ampinas :
Palo respectivo inspector do quarteirao foi en
contrada,n'um rancho fora da cidade, uma mu-
Iher, parda, quasi nua, coberta de bichos, exhaus-
ta de for^as e sem falla. Condudda para a rua
do Regente Feiio n. 164, soube-se que era escrava
de Silverio Jordao, a que eslava fugida ha talvez
8 mezes. 0 delegado de policia, tomando conbe-
cimento do facto, encarregou 0 Sr Dr. Silveira
Lopes do tratamento da preta ; e consta-aos qne,
nao obstante 0 pe-simo estado de sua saude, da
esperan^as de reslabelecer-se.
Falleceram : emMogymirim, Antonio Janna-
rio da Cunha, e era San:os, Victoriu 1 Porchet.
BIO DE JANEIRO.
No senado proseguia a discussSo do projec-
to sobre r?crutamento.
Na caraara dos deputados, no dia 2 do cor-
rente, foi approvado em uma s6 discussio, a re-
quenmento do Sr. Campos de Medeiros, 0 projec-
to deste anno, a. 4, concedendo a pensao de
84S00O mensaes ao major honorario do exercito
Febciaud Ti:i\ -ir.i do AJuwi-ta, cim diversas
("u.'.:.las, fjzouJ'i igOAW -:--s-."..--. E01 St'gUlJ*
occu[iou-s8 com a 3? dw*ussao d 1 -r. >'<-11 qu
approva a aposeutadoria_ da 1'edij (Jrl.uulini, no
lugar de mestre de esgrima das escalas militares
e de marinha. Orou 0 Sr. Carneiro aa Cunha,
Bcando a discossao adiada pela hora. Por ul-
timo continuou a discussio do prbjecto de resp s-
ta a falla do throno. Oraram os Srs. Cardoso Ju-
nior, ministro dos negocias estrangeiros a ferreira
Vianna, ficando tambem a discussio adiada.
Na sessao de 3 0 Sr. presidente, expoz os moti-
vos porque tinha deixado de Jp/oluir na ordem do
dia a eleicao da men; > passando imrnediata-
mente a cadeira ao'?. 2* vice-presidente, convi-
dou a camaro a pronuncjar-se a respeito da elei-
o5o da mesa.
Era seguiilr, fnj 9 ir-;- uma indic35ao. qne fvi
fBbstituida pelo seguinte requeriraento:
9 Requeiro urgencia para que, alterada a or-
dem do dia, se proceda a eleicao da mesa.tins-
fSv/o Lob).
CTaado fttte-algwaM eb*ervai;r>as. o Sr*. Pau-
lino de 3caza, Hanriqnes e Gusrnao Libo, foi reti-
rado o dito requerimento a pedido do sau autor.
Passando depois a 2' parte da ordem do dia,
discassio d resposu a falla do throno, a Sr. Mar-
tinho de Praius, obtenlo a palavra pela ordem,
pedio e a camara approvou, 0 encerrammto do
debate.
Indo procedei-se a votarjao da referida resposta,
foi approvado am requerimento verbal do Sr.
Cardozo de Menezes, para que fosse ella nominal,
pronuncianio-se a camara pela segninte forma :
Contra: os Srs. Barao de Penal va, Silva Maia.
Caminha, Fernanes Vieira, Araujo Lima, Tar-
quinio de Soaza, Dogo Velho, Cunha Figueiredo
Ju*ior, TheodorodaSil\ra, Bernardo de Mendonca,
Casado, Olympio Gilvao. Leandro Bezerra, Mene-
zes Prailo, Azeved* Monteiro, Eunapio Oeiro,
Araujo Goes Junior, BarAo da Villa da Barra,
Araujo Goes, Pinhero Guimaraes, Borge3 Mon-
teiro, Duque Estrada Teixeira, Ferreira Vianna,
F. Belizario, Coelho d Almeida, Pareiri da Silva,
Paulino de Souza, Ca-los Peixato, D.ogo de Vas-
concellos, Martinho Campos, Igiucio Martins, Ca-
millo Figueiredo, Jos6 Calmon, Rocha Leao, Luiz
Cirlos, Jaquim Pedro, Joao Mendes, Rodrigo Sil-
va, Oiiveira Borges, Eufrazio Corieia, Florencio
da Abreu, Floras, Brusma a Silveira Martins.
A favor os Srs. : Aigelo do Amaral, .Wilkens
de Mattos, Gomes do Anaral, Fansto de Aguiar,
Siqueira Mendes, Gomes de Castro, Fernando de
Carvalho, Heraclito Gra^a, Agesilao. Mirand*
Ozorio, Moraes Rego, Baileira da Mello, Alcofo-
rado, Panlino Nogueira, Alen M Araripe, Joao Ma-
noel, Carneiro da Cunha, Pinto Pessoa, Elias de
Aibnquerqne, Moraes Silvs, Souza Leao, Hollanda
Cuvalcante, Gusmao Lobo, Correia de Oiiveira,
Ferreira de Aguiar, Barao da Ancagy, Portella,
Mello-Rego, Pinto de Caiiipcs, Teixeira da Rocha,
Sobral Pinto, Fiel de Carvaho, Martinho de Frei-
tas, Figueredo Rocha, Cicero Dan'as, Pinto Lima,
Bahia, Augusto Chaves, Freitas Henriques, Leal
de Menezes, Pereira Franc), Rebullo, Heleodoro
Silva, Costa Pereira, Cunha Leitao, Cardozo Ju-
nior, Joaquim Bento, Pereira dos Santos, Horta
Barboza, Paula Fonceca, Balbino da Cunha, Sala-
thiel, Cunha Ferreira, Candido Martha, Barao de
Piratioinga, Lopes Chaves, Duarte de Azevelo,
Delphino Cintra, Escwgnolle Taunay, Cardozo de
Meoezes, Camillo Barretto, Paranhos, Correia,
Bittencoart Cotrim, Carlos da Luz e Campos de
Medeiros.
A resposta foi, pois, adoptada por 66 votos con
tra 44.
Os Srs Pinto de Campos, Siqueira Mendes, Mo-
raes Rj-go, Pinto Pessoa e Camilto Barretto, man-
da ram a jaesa a seguinte doclarai.iio do volo para
s^r inserida na acta :
Votamos pela falla ao throno com restrlccSo,
l>orem, quanto a queslao religicsa.
Approvou depjis a camara era 3' discussio 0
projecto n. 514 do anno findo, que autonsa a
iposentadoria do mestre de esgrima das oscolas
uilitar e de marinha, Pedro Orlandini, tendo feito
diversas consideragoes os Srs. Cunha Ferr.ira e
Escragnolle Taunay.
Approvou tambem em 1* e 2" discussao, 0 pro-
jecto n. 17, deste anno, que concede um anno de
licenca com os respectivos vencimentos ao chefe
de seccao da alfandega de Pernambuco Dr, Luiz
de Carvalho Paes de Andrade. com as seguintes
emenlas: .
Por ultimo occupon-se com a I.* discussaodos
projectos ns. 15 e 16 deste anno e 4b2 de 1873,
concedendo ura anno de licenca cm 03 venci-
mentos que Ihe sao devidos, ao 9." juiz substituto,
da corte. Dr. Jose Antonio de Arauj > Felgueiras e
ao desembargador da relacao do Ceara, Manoel
Jose da Silva Neiva; e dando melhoraraento de re-
forma ao tenente Henriquo Carneiro da Silva, fi-
cando todos oncerrados por nao haver numero le-
gal para serem votados.
Por decreto de 30 de maio foi nomeado 0 ba-
charel Felippe de Sampaio Correa para 0 lugar de
juiz substituto da 2 vara de direito da comarca
de Nitharov, na provineia do Rio de Janeiro.
0 decreto n. 5,616 de 23 de maio declarou
de segunda entrancia a comarca ;de Macabi, na
provincia do Rio de Janeiro.
Por portaria de 2 do corrente foi nomeado 0
engenheiro Virginio da Gama Lobo para raedir e
verificar as terras patrimoniaes de Suas Altezas
e Serenissimos Principes os Srs Conde e Condessa
d'Eu, no alto de Itajahy, provincia de Santa Catha
rina. .
Pelo ministorio da justiQa foram despachados
os requerimentos de :
Juizes de direito Antonio Carneiro de Campos e
Caetano Jos5 do Andrade Pinto, pedindo alteraeao
do decreto n. 5,482 de 26 de novembro de 1873.
Opportunamente serSo attondidos
Florencio Rodrigues de Miranda Franco, escn-
vao do jury da cilade do Recife, pedindo uma gra-
tifieacao.Nao tem lugar 0 que requer.
Por portaria de 5 do corrente foi approvada
a planta apresentada pela companhia Locomotora,
do tracado das linhas de earns de ferro, que Ihe
foram concedidas pelo decreto n. 5,570 de 14 de
marco do corrente anno, de accordo com as clau-
sulas 1.', 2/ e 3.a do citado decreto.
Lemos no Jornal do Commercio da corte :
Hontem (4) a 1 hora da tarde, sahio da ca-
pella imperial aprocissao de Corpus Christ 1, pre-
cedida da imagem de S. Jorgu, rodeada pelo esta-
do da casa imperial.
Foi diminuto 0 numero, nao so de membros
das ordeos terceiras e irraandades, como dos ca-
valleiros das ordens militares, cuja concurrencia
contribuia principalmente, outr'ora para 0 esplen-
dor e sumptuosidade desta festa religiosa.
Seguraram nas varas do pallio S. M. 0 Impe-
rador e 03 Srs. presidente do consehn, ministros
da justica, guerra e marinha, e outros altos func-
cionarios da cdrte.
a Fizeram a guarda de honra, a porta da ca-
pella, 0 7.* baUlhao de cacadores e 0 1.* de arti
lheria, que deram as salvas do estylo, eacompa-
nhou a procissao 0 1." de infanteria de linha.
n. concurrencia do povo foi como sempre, ex-
traordinary era todas as ruas por onde transitou
a procissJo.
Foi ante-bontem (3) encorporada a compa-
nhia Brasileira de Tramways em Paris, a qual
tem nor fim estabelecer linhas de bonds em diver-
sos boulevards, ruas do interior e suburbios da
cidade de Paris, na f6rma dos conlratos celebra-
dos pelo Sr. F. S. da Freitas Revs com a rnuntci-
palidade do Senna e a oompauhia geral de Om-
nibus.
A directoria da companhia oompoe se dos Srs.
i;..r.i (l.i Bio Nosro, conselheiro Ignacio daCin-
ttafislvtst !50.--,m,v.Jalor Hostaiiio Teixeira Leite,
Antacid MieusM MoalolW do ttwras, d.dsemharga-
dor Jose Ca'eiano dc Andrala Pinto eftanwoo
Joaquim de Castro. 0 seu capital 6 da 6,O00:UO0
divididos em 30,000 acQoes, das quaes a maxima
parte, segundo nos consta, ja se acha subsenpta
em P%ris e nesta capital.
The british and American Club:
a Tlverara hontem (5) lugar os exercicios
athleticos, como fdra annunciado, coinegando 0 di-
vertimento as 11 horas da manUI, napresenca
de grande numero de senhora* e de cavalheiros.
t Na 1.' corrida de 100 jardas, feita era 11 l.#
seguodos, R. Robinson obteve 0 1. presto (uma
tar^a de prata) e C. Collins 0 2 (syfjj ngedalhao de
ouro).
t No throwing the cricket ball coube 0 premio
(um binnculo) a F. Pophara.
a Na 2.* corrida de 220 jardas, feita era 33 se-
gundos, R. Robinson alcancpu novaraente 0 l*
premio (uma taca de prata), e II. A. Beli 0 2.
(uma abotoadnra para panho).
t S. Oliver, qua nao teve competidor nos saltos
altos, tirou 0 premio (uma taca de prata).
Coube a W. R. Mac Niven, como premio, por
ter arremessado uma bala de 14 libras a distancia
de 28 pes 0 9 pollegadas, uma escrivaninha.
Effactuou se nova corrida de uma milha, da
qnal sahio vencedor J. 0. Ganton, que teve por
premio uma tac,a de prata, seguindo-se W. R. Gin-
ty, que teve outra taca de prata. Esta corrida foi
feita em 5 minutos e 44 segnndos.
1 Na corrida de raeia milha, que se seguio de-
pois do Intervallo, feita era 2 minutos e 32 segun-
dos, E. Moors obteve 0 !. premio (ta^a de pra-
ta) e W. Bullard 0 segundo (um album).
Nos saltos a vara R Robinson pulou 7 p6s e
11 1|2 pollagadas de altura, c ganhou nova ta^a
de prata.
t Na corrida com barreiras G. E. Cox tirou 0
l." premio (taca de prata), e R. Robinson 0 2. (um
tinteiro). Esta corrida foi execatada em 31 se-
gundos.
o Nos saltos de distancia, G. E. Cox pulou 15
1|2 pes, e teve, com) premio, uma linda mala de
viagem.
Para a corrida de 410 jardas, algumas damas
tinham offarecido um bello relogio de ouro para 0
vencedor. Foi este A. Youle, que fez 0 trajecto
era 66 segundos.
a Na divertida corrida dos saccos, C. Oliver ga-
nhou o premio (uma frasqueira para usar a tira-
collo).
A ultima corrida, em qua se empenharam to-
dos os que haviam sido vencidos nos anteriores
exercicios, proporcionou a Okell 0 prazer de ser
vencedor, obtendo uma elegante taca de prata.
Os premio3 foram distribuidos por uma se-
nhora, e finalisou 0 deverlimento as 3 boras- da
tarde, tocando a banda de musica 0 G)d Save the
Queen, a 0 hymno brasileiro.
i A' resumida noticia que demos hontem, temos
a accrescentar 0 segurato :
0 Sr. chefe de policia achava-se na rua do
Ouvidor quando foi avisado, seriam 6 horas da
tarde, que estava sahindo fumaca pelas portas da
loja n. 85 da rua dos Ourives, esquina da do Rosa-
rio. Seguindo immedialamente para 0 lugar indi-
cado, e certificando-se que nao havia alii uinguem,
mandou arrombar as portas e verificou que se
tinha declarado um principio de incendio no an-
gulo interno da loja.
Nessa occasiio uma pipa dgua ou duas te-
riam, sem duvida, bastado para extiaguir 0 fogo.
Nao apparecendo, porem, nenburaa, trataram-al-
guns vizinhos e transeuntes de salvar as fazenda?,
servieo que foi pouco depois Inlerrompido por
i^IGS* da funna^o.
As bombas nao se fizeram esperar, mas nada
poderam fazer por falta absolute de agua, e quan-
do chegaram as primeiras carrocis oram 7 horas
e ja as labaredas dominavam completamente tanto
a loja como 0 sob rado do referido predio, e se
comraunicava pelo sotao a parte superior do de n.
83 A da rua dos Ourives e depois ao de n. 91 da
do Rosario, que foi em pouco tempo inteirameute
devorado pelo fogo.
Depois de muito funccionarem as bombas, con-
siderou-se dominado 0 incendio as 9 boras da
noite, e, por uma leviandade, cuja responsabilidade
nao sabemos sobre quem recahe, eonsentio-se que
as corrocas se retirasse.
A' meia noite a columna de fumaca engrossou
e as chammas reappareeerara. Era um novo in-
cendio que se manisfestava com bastante intensi-
dade do lado da rua dos Ourive3. Entao, como a
principio, foi completa a falta d'agua, nao appa-
recendo as primeiras carrots senao uma hora
depois. Felizmante, gramas aos relevantes servi-
ces prestados por uma bomba do arsenal de guer-
ra, alimentada pela agua que os operarios do mes-
mo arsenal, as prarjas de bombeiros e varios visi-
nhos foram buscar em baldes, nas bicas a casas
mais proximas, nSo pode 0 fogo caminhar com
muita rapidez. Mais tarde comecaram tambem a
trabalhar as bombas do corpo de borabeirus, pelo
lado da rua do Rosario, onde 0 incendio principia-
va a invalir os predios ns. 93 e 95.
a Pouco depois das 4 horas da manha estava de
lodo deminado 0 fogo.
Fiiarara completamente queimados os predios
ns. 91 e 93 da rua do Rosario e o= esubelecimen-
tos ns. 85 A e 85 B (todos do predio da esquina)
da rua dos Ourives. Soffreu tambem alguns estra-
gos 0 predio n 95 daquella rua.
a Os prejuizos sao avaliados em cerca de ..
250:0803-
t Estavam 3eguros : 0 predio n. 83 da rua dos
Ourives. propriedade do Sr. Domingos Xavier Pa
lhares, quo alii tinba am deposito de joias, e pouco
soffreu, na companhia Argos. 0 de n. 85 da mes-
ma rua, propriedade das freiras do convento da
Ajuda (e a casa da esquina, em cujo sobrado es-
tava estabelecido 0 Sr. Arcagne, dentista, e era
cujas lojas acnavam-se os estabelecimentos de
fazendas de Antonio Fe-reira Pinto, na esquina, e
os joalheiros Sr. Manoel Luiz Machado, n. 85 A e
Srs. Pereira Santos 4 C, n. 85) na mesma com
panhia por 20:000*. A citada loja n. 85 A na
Previdente por 47:0005. A.de fazendas da es-
quina na Fidelidade por 55:000*. 0 estabeleci-
raento de dentista na Confianca por 7:000*.
0 predio n. 91 da rua do Rosario, tambem per-
tencente as referidas freiras/na Argos por 10:000*
e 0 negocio de molhados do mesmo predio, pro
priedade de Joe Maria Pereira na Mutua por
outros 10:000*.
t 0 estabelecimento dos Srs. Pereira Sautos &
(1, (85 lo a) nao estava seguro.
Os predios 93 e 95 da rua do Rosario, que
sao propriedades do commendador Brandao, esta-
vam seguro3 na Confianca, e 0 negocio da loja
de fazendas, 95, na mesma companhia por ...
20:000*.
a Nao resta a menor duvida de que foi a falta
d'agua que deu lugar a tao grandes prejuizos ;
tivesse ella apparecido logo a principio, e nera a
propria loja do canto, onde manifestouse e fogo,
seria presa das ctiammas.
t Nao sera ainda tempo de por a propriedade
particular a ooberto de tao tristes eraergencias .'
Por muito cedo que coroparecam, nos lugares
de incendio, as bombas do corpo de bombeiros e
dos arsenaesrnada podem fazer emquanto nao che-
gam as pipas d'agua, que tem de vir as vezes de
grandes distancias. Faca-se, pois, com que nao
se possa contar so com 0 auxilio dos carroceiros;
d&m-se pipas ao corpo de bombeiros e aos arse-
naes, aura de que cada bomba venha ja com a
agua precisa para os primeiros momentos; ou es-
tabelecam-se regislros nos encanamentos das ruas,
e que se adaptem facilmente as__ mangueiras das
bombas.
u Faca-se qualquer cousa, emfim, mas nao se
dtixe a responsaiMiiiaJe de forneciuiento d'agua,
para a extinecao dos incendios, pesar soraente
sobre os carroceiros, que, por mais qae facatn,
nem sempre podem cbegar senao muito tar.te.
t 0 Sr. ministro da agricultura, que aasisbo ao
incendio de ante-hontem a noite, deve. estar bom
corapenetrado destas verda A alfavidega da <;tirte rendeu de I a 5 do cor-
rente. b32:37lj27l.
r Eis as noticias comradrdaes da ultima
data :
" Mflnlevidfio, 31 de maio.-NJo b6ave uiovi-
ffi neros estrangeiros. Os descontos fleam de 13 a
18 / ao anno e o cambio as seguintes taxas :
Londres 51 1/8 a 51 3/4 ; Franca 5.38 e 5.42 e
Rio de Janeiro 9*500 por sf.berano.
" Ha facilidade nas vendas de assucar, cujos
precos sao : branco de la sorte 2 60; de 2' dKa
2 10 : somenos 2* 20 e mascavo 1 *80 e 1 85,
despachado. A agnardente esta paralysada e fe-
chou a 80 *, despachada.
" Depois que se vendeu 0 lote de cate que
trouxe 0 Miguel, do Rio da Janeiro a 21 a reta-
Iho, apenas ficou uraa existencia insignificant--
era primeira mao, cujo possuidor pede 26 *.
0 cafe bom, de que ha falta, obtem facilment-
27*.
" Nao honve vendas de sal, que Oca nominal-
mente a 8 rls. fts. para 0 consumo, e de 10 1/2 a
11 para os Rios.
" 0 fame em rolo vendeu-se a 8 50. "
" Rio de Janeiro, 5 de junho.Nio honve alte-
raeao alguma no mercado de cambio qne se
conservou pouco activo, mas firme firme, sobr*
Londres a 25 d. papel bancario e 25 1/8 e 23 1/4
d. particular.
" Negociou-se ura lote regular de soberanos a
9*550, a dinheiro.
" No mercado de acgoes apenas nos constou a
venda de uma partida das da companhia das Do-
t-as de D. Pedro II a 22* cado uma, a dinheiro.
" As vendas de cafe e de assucar foram pe-
quena*.
" Fretaram-se: um navio para Nova-York,
cafe, a 22 s. 6 d.; um dito, a 360 ; um para
Hampton Roads, dito, a 20 s. : um, dito, a 30 s..
um para Nova Orleans, dito a 425; nm para
Lisboa a ordem, dito, a 45 s., e um para Liverpool
via Maceio, lastro de assucar, a 25 s., todos com
5 / de capa. "
BAHIA.
Fallecera a bironeza Pereira da Motta.
No dia 7 do corrente foi benzida a capella
coustruida no cemiterio do Campo Santo.
A sociedade philarmonica Minerva offere-
cera uma reuoiao familiar ao Sr. senador Cruz
Machado.
0 cambio sobre Londres regulava 25 1/8 a
25 1/i d. por 1*000.
PERMlBTOa
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 7 DE MAIO.
PRES1DEXCIA DO SR. FERREIRA DE AGUIAR.
Ao meio dia, acbaado-se presentes os Srs. :
Kalis e Silva, Lacerda, Cunha Cavalcinte, Souza
Leite, Soares, Manoel do Rego, Felippe de Figuei-
rda, Firmino de Novaes, Alipio Costa, Goes Caval-
cante. Toleutino de Carvalho, G. Gondim, Aguiar.
Arruda. Peretti, Tiburcio de Magalhaes, Camboim,
Gonpalves Ferreira, UeliJa Cavalcaoio, Oiiveira
Andrade, Dario Cavaicante, Travasso de Arruda.
N. Portella, Domingos Pinto, Mello Rego, Olympio
Marques, Joao Barbalho, Vieira de Mello, Pinto
Pessoa e Gomes Parente; faltando sem causa par-
ticipada.os Srs. Tito, Gaspar Drumrnond, Antonio
Paulino, Amaral e Arconcio, abre-se a sessao.
E lida e approvada a acta da sessao antece-
dente.
OSr.
r
ge
L secretario da conta do seguinte
EXPEDIENTS '.
Officios :
Do secretario do governo da provincia, remet-
tendo a proposta apresentada a camara municipal
do Recite pelos contratantes do matadours publi-
co Augusto Cesar Fernandas Eiras e Evaristo Ju-
liano de Sa e as emendas feilas pela mesma ca-
mara.A' commissao de legislarao.
Do mesmo, transmittindo as informac.5es do
inspector, precurador fiscal e contador da thesou-
raria provincial, acerca do requeriraento do por-
teiro daquella reparticao.- A' commissSo de orde-
nados.
Sao lidos, apoiados, julgados objecto do delibe-
racao e vao a imprimir os seguintes projectos :
t A commissao de obras publicas, a quem foi
presente 0 contrato celebrado entre a Dresidencia
da provincia e a companhia Ferro Carril, em data
de 30 de outubro de 1873 e por lorija da autori-
saeao contida n> lei n. 1112 de 17 de junho do
mesmo anno ;
Considerando que 0 dito contaato esta nos
termos da referida lei e contem um real melhora-
mento. visto como offerece um meio de trarisporte
faeil, comraodo e seguro aos habitadores da Torre,
da Varzea e de Jaboatao e dos povoados interme-
dios aqoelles e esta cidade ; 6 de parecer que seja
elle approvado ;
Mas, attendendo a que 0 systems actual de
trilhos usados pela companhia Ferro Carril contri-
buo para 0 deterioramento do calcamento da cidade
e difliculta 0 movimento dos vehiculosordinario: em-
pregad'S nos transportes, prop3e que esta assemblea
so approve 0 referido contrato com a clausula ex-
pressa de sujeitar-se a companhia a mudar 0 sys-
teraa dos mesmos trilhos, substituindo-o pelo de
trilhos dc fenda, na conformidade do projecto que
apresenta :
t A assembled legisiativa do Pernambuco re-
s^ye !
a Artigo unico. 0 contrato celebrado em 7 de
novembro de 1873 entre a provincia e a compa-
nhia Ferro Carril, para 0 lira de prolongar esta a
sua linha da Passagem ate a Torre e crear linhas
de diligencias para a Varzea e Jaboatao, so se con-
siderara approvado e como tal produzindo todos
Ofl effeitos, se a referida companhia declarar na
esiacao competente que aceita as clausulas conti-
das nos | seguintes :
a % 1." ObrigaQio de empregsr trilhos de fenda,
segundo 0 modelo que for approvado pelo governo
era quaesquer prolongamentos ou desvios que te-
nha de estabelecer ou construir.
1 2 Obrigacio de substituir os trilhos ac-
tnalmente assentes nas ruas, pontes e estradas
calcadas, por trilhos do referido systema, a medi-
da que os primeiros forera ficaulo iuutilisados
Revogadas as disposijoes em contrario. Sala da"
commissoes, 7 de maio de 1874. Felippe de Ft-
gueiroi Faria, P. Q. de Rat is e Silva, Tiburcio de
Magalhaes.
t A commissao de peticoes, teudo era vista a u<
Antonio Francisco Martins, pedindo privilege por
40 annos para estabelecer uma linha de vapores at<
pequeno calado para a conduccio do3 producto*
agricol as de di versos portos do litoral desta pro-
vincia ; attendendo a raanifesta conyeniencia do
servic,') de que trata 0 supplicanle, e de parecer
que se adoptp 0 seguinte projecto de lei.
A assemblea legisiativa provincial resolve :
t Art 4.* Ficao presidente da provincia auto-
risado a contratar com Antonio Francisco Martins,
ou com quem melhor #antagera offerecer, 0 esta-
belecimento de diversas linbas de navegacoes a
vapor entre o porto desta eidade e os de Goyanna.
Serinbaem, Rio Formoso e Barreiros.
Art. 2*0 contrato que lor celebrado para a
navegacao dos poilos.de Goyanna e Rio Formoso.
st. podera ter execuoSo depois de findo e existent
enure 0 governo provincial e a comp*ia Peram'
bucana.
a Art. 3.' 0 contratantedtton"'--"
gario a eaoalisw ou *-' .....lautcs se obri-
nhaem e Un Mltt 0s rios Formoso, Seri-
d*1'" -, para que os vapores toquera na ci-
-o ao Rio-Formoso, no porto do Anjo e na villa
de Barreiros, sendo este service contratado sobre
as tiau-ulas decreladas nas leis n. 878 de 23 de
I junho de :869 e 951 de 9 de jullio de 1870, ou <.n-


L

[Mil f l9W de Pernambuco Sexta feira 12 de Junho de 1874
SSI Ml
j
m
tras ainda mais favoraveis. l-TA~Mfk
Art. I.- Etuqnanto nab poftetem tfs"vVjrnteff
ancorar nos rewridos lugares, sera o omprezario
obrigado a fcpsftr a sua cust* o transports das pas
?ageiros entropies racsmos lugares e os em que
aneorarem ps.w*ores.
' a Art 5* Viei depe'ndonle da approvacai di
assembles o contrata para execucio do sorvico de
t-analisacao e aber.tura dos rios tie que trata o
art :i" -S. R. Sala das bommissoes, 2 de maio de
1874. Olympio Manqtet.Beminyos Pinto.
rbeji ro MA.
Primeira parte.
K' sem debate approvado em primeira discussao
i) projecto a. 43 deste anno, fixando a despeta das
caniaras tnunieipaes e auterisando as a cotrrarem
os respecnns impostos no anno financeiro del87i
a !875.
A requerimento 4b Sr. Felippo dj Figueiroa, a
assemblea approva a dfspeasa do tnterstioio.
Eutra ein primeira discussao n projoc.o n. 5i'
tambem deste anno, elevando a cidade a villa do
Trihumpho.
OSr. wouza tVeitc.,-(Ju fo't ptfblicado no
no^SJ n. de 7 de maio.)
Ningiiem mais pedindo palavra, c encorrada a
diseusaSo e approvado o projecto.
E' dispensado o ratersticio a reqaerimento do
tnesran Sr. Souza Leite.
Segue-so a-3* discussao do projecto n.i5 deste.
anno, autorisaedo u prtKiderrtP da pronencia a re
tjvar a mulla imposta aos coiitratatesdB estrada
de Goyanna, e prorogando o prazo para a conclu-
-ao.da niesuia estrada.
O Sr. f>ii< Cavalranle. -Sr. preaiden
te, os arrcmataote-, a. quo se refere o projecto, ob
tive.raui uina proroga;io que expirou e:n outubro'
do auno passado. Circumst.racias do tempo e.per
vi nlura de maior forca nao perrniiiram quo. ape I
car d is esfoi'yos por elles emoregados, fossetn co?.-
cla'dus os trabalhos.
A couamissau do cibras publieas, a quern frti pre-
sent-1 a peticao, consideratid > as allegacoes dos
contratames, enlendeude'bom aviso'eoneluir oseu
partner pora m projecto, conceden.lo a prorogacio
lie 12 mezes. Mas, co:no dos termos do art. 2
se fiossa inferir que a prorogaeao concediJa dove
Burner.ir, da data cm que expirou a antecedent*.,
vou nfferccer a casa uma emend i, afirn de que so
entcnda quo a concessao e feila para produzir os
teas i-ITeitos, da data em que for promul,'ad* a lei.
. O .-. Toi.k.nti.vo de Ca&vai.ho : -Qual e o prazo
da prorogacao ?
O S::. IHmo Cava&caktb : 12 mezes, e.jasao
de sorCklos q, que ficaram em pur.i perda para o
arrematanie.se se contar a nova prorognjao da da-
ta I'M: quo expirou a outra ; e ueste caso so fica-
rab fi mezes ; e osse tempo sora iasufEciente e
iu'.itil.
0 S*. (1 )M;avi;s F^brkiua :EntSo o verda-
deiro e aogmentar o prazo da prorogajao, porque
Hi) se pod.j deixa/ de conta-la da data em quo a
outsa expirou.
Vyziis .Seui duvida.
t) Sit. Da:ud Cavauu.nti: :Tou mandar a mesa
u.na emouilt n i siniido em quo ac;tbi ife f.illar.
E' ii.l i. a^ioiaJa e outra coQjoaclameQtd em dis-
cussao esta emeuda :
ficar.
cm (licnsi>i3 a? saguiniesvneftias :
capaciiade proiessional, comerido pela escoia nor-
mal, para o sexo feminino^dirigida'pela soctedade
Propagadora de rnstroccxo Publiea da fregtiei da Santo Antonio do Recife.Marques da Suvajm
Additivo ao art. 14.Fica em vigor o art.,31
da lei n. 1,124,-aearescentando so relativaraaHe
as alumnas mestras tituladas pela escoia'normal
da frcguczia de Santo Antonio a digpeasa do fra-
me de habilitacio de que trsta a emenda que of-
fereei. -Marques tki Silca.
sr Hanwl convenientes qoe se dio em nao serem transcrlptos
integr Imente nas lets os artigos de outras leis a
quo se referem, e entende que bo art 14, em.dis-
cussao, nao sp. devia seguir ess* pratiea adoptada,
e neste sentido pretenota olTerecerirma emenda.
O Sr. aFrcsidentc observa que, desde que
hajaum requerimeito apprcwad pela*ssembl6a,
a commissao de redacc i0 podera allender ao desejo
do nobre deputado.
J r. Hnnoei do itcgr* fari, pots, nesse
sentido. um requorimento em occasiio qpportuna.
Niuguem mais pedindo a palavra, encerra se a
discussSo e, piocedendo-se a votacao, e approvado
o artigo com as emendas apresentadas.
Sip successivamente apprwad03 sem debate o
art. 15 eo additivo offcrecido pelo Sr. 'Uchoa Oa-
va!-ante.
0 projecto,; assim emendado, e-appTovado para
passar a 3.' discu sao.
O Sr. Mamie! do wso (pela ordem) re-'
quer que sejam impres-as as emendas c appro-
vadas, "para entrar em 3." discussao, na coni'or-
mi lade do artigo 120 do regimcnto.
Este requerimento deixa de ?cr subraettido a
discus^Ao, por haver oSr. 1. secretario declarado
que a mesa ja liolia tornado a pruvldencia pe-
diJa.
O Hi: (iiimps Parente requer o a assem-
blea aiiproN-a a disiesSa do intersticio para entrar
o mesmj projecto na ordem do dia segainte.
Segunda purte.
Continda a i.' discussao aliada do artigo addi-
tivo ao i rcamenio provincial, restabelecendo a
verbapara pagamento das congrnas dos coadju-
tores. E' sem mais debate approvado.
Entra era discnssao o art. 15.
Sao lidas, apoiadas e entrain ccnjnntameiHe em
discussao as seguintes emendas:
Ao art. 15 acciescente-se:
2005000 de cada prorog.-ujao de prazos es-
*-
ir.andando que as capitanias dos pottos qnapdol pelo conselho de gaerra a pena da 6 at
liverom de fazir pedtdus de objects de sobresa | san com trabalho; foi reforman*a 'e
wMesSpara consumo das pharoes, d-clarent a
o Ao art. 14 ^ 3,is quo exhipirem timteie, t|ihnBio*at r* immero do que cx.iste em depoito.
1^; ipe. a V. Exc.
-I
(to)
,por-
A-' a;!, i* accresc&ote-sc a contar da data
dj o-i.-uul^aeao da lei.-7>nr/'o C.tcalcinte. >
Xutguem mais q lernndo a paliv.a, eicerra-se a
Ji-'"ti--s.i- e, procedeudo-se a Vutagv", 6 appTovada
emeada, a qual tera d' soffrer Una outra di-
cassao.
' sem del).ile approvado em 1- discussao o pro-
j..; i n. 43 de>u- ann i, alterando o .ii'.. GS da lei
i! ;7-J dc! Je abril de i860.
.\ i :queriwento Jo Sr. Cduha Cival'ja.'e e dis-
peti&a 11 H iutefsticlo.
-jUD'nuj a -2 discusiSo do art. t'i ^i project! n.
^iiliem d'.-sie anno, e.-t.ibeleceud i bjses para
. reforuia Ja iustruceao publics.
Si i iii>- apoiados os Sejujatea additivo-e
I'uieuJa :
- Art. additivo. -0 professor poblieo que con-
tn:u.ir noexersicio d i ma>ris:erio Jjpoi? do 2'i an-
na*, percebcra mais metado de sen- venctaientos.
V C.< tkaute.
Ao art 14.Fioam ignalmjute cm vigor os
a::- i ( S4 I" e i", e Jk~ da mesmalei, a-sim como
.- i::'-. 27, 28 e da lei provincial n.*898. 0.
CicatctiiU:
A emenda eutra conjnaclamenie em dis.-ussao,
* o artigoaiiditivo liei reservado p ra ser opjurtu-
BataeutB tornado em consileraeSo.
tt Hv. Of^VafpIo Mariiues : Sr. presiden-
*-, ii- arlig-is -ii loi -n. t,ta4 4o a.ir... piwn
do que pela projecto sao resuurado*, e o art. 14
que >!iz o segdinte : ,'t<5j
Relalivaniente ao conearso para as eadoiras do
sexo i' .ninino, sabe a assemblea que p-ceade a
-te .enieurso nm lexa.-.ie do habilitacao, no
qual se a,;ura mais ou menus a capacidade profes-
siooal das eandidatas oucnnourr ntes ao magiste-
no, que podem entrar em conourso ; e ostabeleci
do o eononrso enlre estas, se fas a cscolna s-
gundoo iiifrecimenlo e aptiJao de cada Itnta, ve-
il licados no mesrao eoncorso.
Ti'n'i'i p ir i o aprwMbtr um.i emenda ao arti-
f en diMQjsaa, alargando o cireal) ii'i- aos conenrsos para o fi:ii de cotnprehender
as limnnaa mestns tituladas corno babilitadas
para u mauisteri > pela escoia normal para o sexo
i-minini, cfeada nest.i cidade pela saenxtade Pro-
ptiffzd it rfe I.c-lny;r'w Pit'ilici da frcg.iozia de
Sa-!t. Alt) -iiio.
<1 -it i';ii. Cuiu'ast!-: : Mas veja qoe alii
!n;. -e d i prov.meato das eadeiras do sexo mas-
colrne.
0 >;. 0:.rslPi U*SQVSS : Em pie artigo eque
*: trata du |.-:.iviiri-_'iitj das madeiras do sexo fern:
eino ?
0 Sr. Uchoa Cavai.lcaxtf. :Mais adiante.
0 N'.. J, vill.vBHAi.no: -E' no art. :tl.
0 Sr.. OLmi'10 M.w.QOBS :Diz o art. 31 :
.Mas este artig.) 6 estatmdo *
0 Sr. Manoh, d-jUkgo :Pareee qas nlo.
que nao esta eonternplado.
O Sn Oltupio Marques : Bern ; por couse-
quepeia e oceasiiooppornna de tratar destaques-
tio. No projecto nao vejo disposicao alguma que
regale o -ononrso para o provjniei':t; d >s eadeiras
do sex i i'emi,ino.
0 Sit. ilo.to BakuM.ii.i :-0 art. 3' refere-se as
eadeiras i!d sexo masculino e feminino.
O Srt. Oi.v.yri) Maiuji ks: Enta > descjs ou"ir,
aind. q,ae em aparle do nobre membro do com-
nnssio, senao 6 esta occasiao opportaoa para
aprvseuiar a emenda que formnlei.
O Sit. Joao Bardalho :Nao pude ouvir o que
content a emenda do nobre deputado.
0 Sn. Olykpio Mari.hjik : A emenda que tenho
de apreseular comigua a dispensa do exame do
ilabilit pSo, permittinilo entrar logo nos concurso-
ahra as eadeiras do sexo feminino, as alumoas ha
bilitadas com titulo de capacidade, dado pela e?eo-
la normal existente nftsta cidade
Creio que as razoes quetenlio para fucdarneotar
edta emenda estio ao alcance dos nobres deputa-
flos, que conhecem esta instituigao.
Oi.'iio sabe a aseemblen, o eoncorso para o pro-
nto dis eadeiras do sexo feminino faz-se de-
pots d; apurado um certo numero de eoocurreu-
tes, quo yrestam exame de habllilacao para o ma-
t'isterit. Ora, este exame de habilitacio e presta-
do hoii na escoia noriral do' sexo feminiuo por
aquelias alumoas que a frequentam e a-.-lia nao so
i-tcdam, como prestam exame de mais algamas
materias, alera das exigidas pela actual lagislaeio
que rcgtila os concursos para o provitftento das
eadeiras lo sexo feminino ;e alii ba toda a garan-
tia nao to de raoralidade, como de sufliciencu das
atoapui tituladas.
Boado assim e nao haveado incouveuieute al-
gam em que estas alumna* liqueni dispeosadas do
Mann Je habtlitacao, visto coibj teem de entrar
em coucarso, era que se apura o seu raerecimento
in concurrencia com eutra*, jego que a emenda
que tenho de apreseotar, esta .no eaio de ser
acerta.
flonliejo, Sr. presidente, as gracdes vantagens
que vai tendo a JMmemo pnbliea da provlacla
om a crea^;io desae estabelecraento I'.terario.
S-i nao so da asslduidade e dedicai-j das alnxnas
que estttdam Ga escoia normal, como tambem do
aprowitamento que ellas tiveram durante o anno
passado e van tendo no earrente ; sei i^a-j o eorpo
doeente da mesma escoia ofcrece garantiaspa'a
qae sejam presnraidos como nrailo legitimos oa li-
tolos obtidos pelas ainvnas mestras.
O Se Nas^me?*to PiMtEU-A : Sem duvida.
O Sn. Oi.tmpio MAR^rms :<-E sei de tudo isto,
por experiencia propria. Comparando-se ot exa-
mes prestadoso anno passada naqaeiia escoia eoro
os exame* prestados peranie a ijirestoria da ias-
truccao publiia, em vista das provas *(crjptas de
am has esta* ordens de coneurreotei, cwnhece-se a
uneriori*d< dn tkimnas qne frequentam a esco-
ia normal.
Assim, pois, submetto a emenda a approvacao
da assemble;. Gteio'que senapreciao talvez redi-
gila de outra forma i ara que je adapie ao artigo
^-m disetusio. De&ejaria ouv\r sobre esta emBnda
a opiniao 4as nobre> oierabro da coniiirissa'o' de
instruj^ao publica que confeciionoo o projecto
que se disease. Mand>-a mosmo assim radigida a
am ; d'-'VJts a redigirei nos ternxw em que deve
a
tabelecidos em coutratos celehradas com o goverao
da provincia.
',0*000 por Ievantamcnto e perdao de multas
por iufracgao dos contratos celebrad >s com
sidencia oa com qualquer repartioao publica.
Impostcr pessoal.
Sello e em-ilumentos de patenie da guarda
nacional. Dr. ilmu.-l do Re Ao 1- em vez de 100*000, diga se 200*000
Dr. M'inoel do frgo.
Ao 8' di;;a.se 4'i0 r-. e.n vez de 350, e 100
rs: em vez de 00 rs. Dr ilnnoel do Rsgo.
A 9* diga se 4J()')0 era vez de "3*500, e
15000 en vez de HO:} rs. Dr. Man',tl do Reg
a Ao ^ li era vez de i2 rs., (B^a-se 80. reis. e
em vez de 30 diga-se 60 rs. Dr Munnel do Rego.
Sanprima so o 13. Dr Manoel do Reyj.
k Ao S ii. em vez do CO rs. diga-se 80 rs Dr.
Manoel do Rego.
Snpprjim-ae o g 1G Dr. Manod do Rego.
Ao 5' 20, e:n ve/. de 20 dtga-aettl. Dr. Ma-
noel do Rego.
A i ^ 21, em vez de mei3 diga-se um decimo.
Dr. M noel do R-g\
Ao 2i, em vei de tres por cent1, diga-se
ciaco. Dr. Mono.l io fifpo.
nkatres. Dr. M-inoel do Beg*.
Ao s 80, em vez de 1:000*030 diga-se 2.000*.
Dr. Han-el do Rego
Ao 43, disa-se 1:0604 00 em vez de 300*.
Dr.Minoeldi Rego.
Supprima o 3( 10. Monoel Pcrettt.
t Supprima-se o g o'.t. Pinto Junior.
Ao lo, am lugar de 25800, dig .-se 2*500.
P.nto Junior,
Snpprima-se o g 13 Pinto Junior.
Art. lo. $ 10 supprima-se a palavra impor-
lado.
II, supprima-se a palavra imporlado.
16 -Substitna-se 3C0 rs. por cibeca de gado
^avuUar, cohrad' nu di"-f"-f,i* tnttoiaiptaa da. pro-
vincia, com exoepoio das fazendas de eriafSo.
| 17. Depois de partilhas supprima-se
o resto.
10. Ddpois de situados acoroseonte se com-
tant i que o jiovoado contenln mais de 15 c;isas
armadas, ou contigaas.
24. Accrescento-se inclusive estes.
26. Substituase por este 23 por cento
sobre a renda em que se acliarem esbelecimentos
de commer:io em grosso ou a retalho, armazens de
commercio era grosso ou a retain >, armazens de
recolher, on de deposito. trapiciie-, armazens de
algodao, fabricas de rape, casas de dr.gas, boticas
armazens de vender madeiras e outras materias, e
de photngraphia, salva a isen;ao ereada pela lei
n. :i9'} ate mesffio manto ao augmento deste in
posto, vigirando a ultima parte do 25 do art.
43 da lei n. 832.
^ -0 Depois de cambio ,tccrescente-se -
e daquelles que fazem proSssSo habitual de ope-
rates de descouDs, e no final dep is de deposi-
to se accrescente e casas que vender a retalho
fan da cidade do Recife.
30. Depois de 15*000 em vez de dita -
diga-se a casa e depois de 5*000, diga-se
n is povoados. villas a ridades do interior.
31. Sub litui se 100* por casa que ven-
dar roupas, cliapeos, calcados, chapeos de sol,
obru de selleiro e de mariiineria fcitas em paiz
estrangeiro, eSO* pela qua liver a venda quaes-
f,uer ontros object>s le que haja producto simil-
lar na proTiucia.
t S" 38. Accroscento se a requerimento de
seu senlur, ou por an.'ar fagido.
13. Depois de provincia acerese-rate se -
nao.
4i. Accresnntarse na razao do dobro.
S 59. Diga-se 3* em vez de 4*. .
% additivo. 1 por cento sobre o valor de
Sualqnor conirato ou empreza, a qual for coacedi-
1 prorogacio de prazo para corueear ou tornii
nar o respective service, sendo cobrado este im
posto ate mil contos, e dalii por diante mais 200
rs por cada ennto. J. Mello Regx Gonnalvs
Ferreira. T. de C,irca!lf>.
Ao S 23 d,i art 15. Em vez de 50* di
ga se 1005. Dr. Pinto Psieoa.
' Ao 32. Em vez de 1:000* diga se -
503* Oliveira Andrade.
Ao si 44 do art 13. Em vez de 10 !* di-
ga-se 20 )* ; em vez de 20* dig>s.; 40* pe-
los que Niascatearem fora da cida le e seus su
bnrbios ; em vez de 3 '* diga-se 100*. P nlo
Pesson. T. de Magnifies. T. de Arruda
Ao ss 32. Em vez de 1:000* diga-se ...
1:360* T. de Am,da.-- T. de Magalhaes.
E' tambem lido, apoialo e entra conjunctaroen-
te em diseussao o seguinte reqnfrlmento :
*' Requeiro o adiamen o da diseussao, ate que
sejam as emendas impressa* no joroal da casa.-
Alipio Co-ta. "
Hoeonhecendo-se nao luvr numero para votar.
flea a discassao adiada.
0 Sr. presidente mar*a a afSem do dia seguin-
te e levanta a sessao.
.. commuaico para os dovidw
tffeitoi' Oeus gttarde a V. Exc. Joitfam Del-
(frrb RlkeirOmLuz. Sr. presidenle da provimsia
de....
Cpilvctorins pro\jn ria^a prHdttcia da provincia, de 9 do corrente,
foi exonerado o bacharel Jose Cavalcante de Albu-
querfaue Uchoa do cargo da fiscal da collectoria
provincial de Itambe, e norrwade para o mesmo da
id Nazareth, pdr haver sido reatovido, na quaiida-
de de promotor publico, daquella villa para esta
com^rca.
Por portaria da mesma data, foi exonerado o
bacharel Maoeet Barata de Oliveira Mello, do car-
go de fiscal da collectoria de Sazaroth, e noaaado
para igTtal cargo dad* Itambe,-porhaver sidote-
raovide, como promotor publico, daquella para esta
eomarca.
sirarc&o puliUra. lor porlarm >daI
presideneia da provincia, de 9 do corrente, foi r'xo
-nerado Afltonto de Medetros 4Hposo, do exereicio
interino de professor da cadeira de Serra Branca
Jury il RuciCe. -Foi hailte.'ii submetlido
a julgamento o reo Manoel Martins da Silva, pro-
nunciado ne art. 257 cemhinado com o 34 do co
digo criminal.
Tendo por defensor o Dr. L. E. Rodfigues Viitn-
na, foi absolvido e mandado pur em liberdade
Cn* **l|raawiMu.-Em seguithpn-
blicamos o : llicio do Dr. juiz municipal do termo
de Iguarassfl sobre o crime atll pratfeado :
tiomarca de lcuarassii, em 10 Be juuho de
1874.lilm. e Exra. Sr.Em eumprimento .ire-.
quisicio quetfoz V. Exc em offloio de hoctemida-
talo, cumpremc informar a V. Exa. sobre o atten
tado de que foi victima o engenho de Agua, per-
tencente a D. Hermina Poppe da Silva Caraeiro da
Cunha. No domingo 7 do corrente, pelas 8 horas
da manhi, passou por esla villa um grupo de 8 a
(0 cavalleiros, vindos dessa capitalarmadis de re
wolvers e facas de ponla, os iuaasdiziam irpara
a cidade do Goyanna. A.precipilaoao com que es-
ses homens se dirigiam e a falta de conveniente
forca nao permittirara se providsnciasse no sentido
de previnir qualquer fa-sto crimnoso que da parte
delles podesse resultar. No dit seguinte pela ma-
nha, spbondo o Dr. .juiz de direit > desta cjmarca,
que se tchavam em um hole' desta villa dous in-
aivUBOS ferido^, para ahi se dirigio, immediata-
mente providenciou alim deque se flzesse a com-
pete nte vistoria nos ferimeatos e se proseguisse em
ulteriores diligencias parase veriliea a nalureza
e circumstancias do crime 3 quaes os autures.
Chogantlo ao mesmo hitel o delegado de poll-
cia, proceden elteavisUra nos alludidos feriraen-
tos e auto de perguntas aos ottendidos C irnelio
Targino de Amorim Souza Antonio Jose Alpieri e
Bernardino Lopes dos Arjos, os quaes se acham
recolhido a oadeia, e ver.fi ou-se entao que estes
homens em companhia cb Jose Rodfigues Peniche,
Rufioo de tal, Bornirdinj de tal, Luiz Virgioio e
outros'foram ds mesmns que por aqui pasraram
armados formando um g~upo que na vespera ha-
via passado por esta vilb.
a Coacluidas estas tiligen :\,i-. o delegado e o
Dr. promotor publtco, am mais demora seguiram
para o engenho d'Agut, e de outras diligencias a
ipie procederam verifUarara ainda que os raencio-
luados individuos dirijiiiis pur Corneiio Targino
fjrun a mandado de Jjaode llillaoda Chacon que
lhes fornecen armas e cavalios para raptar uma
inoca de iiome Flavis Poppe da Silva Lopes que se
achavn no referido eagenho, em cuja casa de vi-
venda pcuetraram elles com deseommunal violeu-
cia, resullando disu um cmllicto armaio enlre es-
sa mesnu gente e noradoros du eugm.'io, tendo-se
iofelizmeiitealamentar aiaJa osfeninentos de Luiz
Antunio do Araujo e um do> aggressores, o dos
escravds'JoseCtrago, Virguliao, Luiz e a morte de
Joaquim Soares, 'cotnpanheiro de Luiz Antonio.
Sopponha haver mais gentc ferida eoompro-
mettiJa nesse tgo grave e horreudo atteutado.
0 delegaJ* deste distriito coatinui com iou-
vavel doJicaoao e interesw a prooeder as aecessa-
rias deMgeucias de inquerito policial, qae tern de
servir do base ao summario que ha de instaurar
para a puuicao dos criminosos. Sio estas as iufor-
macojs que por ora posso minister. Deas guar-
de a V. Ex;. Itlin. e Exn. Sr. commendador
Heariqnc I'ereira d provincia f) joiz saliititulo, Cirlis layisto Vaz
de Oliveira.
I'criini-mo grave,-Na noite do 1' door.
rente, Miguel de iai, c Amon'm, e-cravo de Maria
de Rosa, lerir.un gravemente a lose Baptista do
Rosario, no districto da villa do Cabo.
Os delinquentes evadjram se. A autotidade,
tendo coahocimento do facto, pro.:edeu ao respec-
tivo inquerito, o qual seguio logo a sou djslino.
Rcuuiiio. Sao convocados a uma reunBo,
hoje, as ll horas da manhi, no 1* andar do sobra-
to n. 57 da rua do Barao da Victoria, os propre
tirios moradores e negoeimtes das raas do Barlo
la Victoria, Cabuga, fmperatriz e circumjaeentes,
Ktim como os agentes das companhias do illumi
nacao a gaz, ileberibe e Fo-ro (Srril, alim de re-
solver-se sobre o meio de supprir a falta de tran-
sito e cimmunicacao, qne se vai dar entre os bair-
ros de Santo Antonio e Boi-Vista, :m juanto di-
rar a demolicao da vsllia e fpnjujuccaa da nova
ponteque liga ossas duas freguezias enlre a pri-
meira e a ultima daquellas ruas.
Para a Eiirapa.Com 18 re'.-ebidos em
nosao porto, lerou o Erymmtke 123 passageiros.
IMnheiro.-O vapor francez Erymanthe trou-
xe para a sra. C pnet a quantia de 2,700 francos.
ImircnsR.Reeeberaos o n. 6 do Faturo
3713,'
4122,.
1,446,
3207^
diz
M
p:.ra seimpor ao reo a pena fte t'ahno do traba-
lhos publicos, por se apresentwdepda de 3 mezes,
alemdo perdimento do tempo que aiver aervidn ;
Au?usto Alves da Silva, soldado. .a:.uisado de I"
-desercAo simples, e condemn**) tyjlo cdttselhd de
guerra a 6 mezes de prisao: rot confirmada a sen
tenca ; Manoel Machado, soldado, accusado do I'
desercao iggravada, e coodemlado pelo coaselho
d gnarra* um anno de prisao : foi confirmada a
sentenca.
Mai inha.Paulo Antenio Ribeiro Couto, le-
nente da irmada, accusaHo do crime de homicidio,
tendo sido absolvido pelo conselho de guerra : foi
esta seotetca confirmada ; Pedro de Oliveira, sol-
dado do batalhio naval, accusado ds crime de fe-
nraento, e condetnnado pelo "onselho de guerra a
pena de earrinho perpetuo : foi esta sentenca re-
formada pSTa conderrmarem o r6o a 5 annos de
prisao com trabalho.
SteWremi iribunai rie JiiHitcn. Na
sessao de 3.no corrente, foi jnlgada a revistacivel
N. 8,0a3.Cidade do Recife.Relacio de Per
nambtieo.Reeorrente D. Hortenetn Anna Alves
Ferreira, recorrido Jo.-6 Melchiades Bezerra da
Silva Costa.--foi concedida a revis'.a e designada
a relacio do Oeara parajulgarnovamente a causa.
Trlbnnal rta relar&o da ort. Na
sessao de 2 do corn-nte fof julgada a revista civel.
N.'f42.-Relacaode Pernambueo. Recorren-
tes Severino e outros, recorridos Henrique Bernar-
do de Oliveira e ontros. -Juizes o's Srs. Baptista
Lisboa, Caraara e Almeida. Julgaram os rccor-
rentes carfcedoresde acclo.
.St-|.iiia. do termo. -Odecreto n. 5,651
de 23 de maio separoo do termo de Capivary o de
Tiete, na provincia de S. Paulo e creou nelle um
lugar de juiz municipal e deorphaos.
AcademU Imperial de U.-ili. ina
du Rio de Janeiro Na sessao de 25 de<|
maio, depois ilo respectivo exiiediento, prende a
atteucao daacademia, sobre. a primeira parte-
CommnniextQbes veibaes epnrescripio~o Sr. Dr.
Jose i'ereira Guimaraes, lendo um trabalho seu,
tendo por titulo.4Igunuu palavras s,obrt o Euca-
lyptus globulus, principalmentc em relar/to a sua
aciido nas febres palustres.
Apos a leitura, o Sr. Br. Nicolao Moreira, pedin-
do a palTvra, faz divcrsas considera^oes, que, em
substancia. se reduzem ao eeguiole
o Nao Beg], nem lem motivos para o fazer, a
efflcacia de Eucalyptus no tratameato das febres
periodicas, semtodavia achar-se convencido da
snpenoridade desde agente therapeutico comoara-
do oom o sulfat'.>de quinina ; quanto, porem.a pro-
priedade que lae attribuem de decorator e absor-
ver os miasmas atmospherieos e a vantagem de seu
pjadtio em ruas de nossa cidade, nutre alguma du-
vida a-respeilo ; acreditando que na actualidade o
EtictlyplusvsU gozando de foros que ja desfruc-
tara, em oulros tempos, o gyrajol (Helianthus an-
nuus) do qual se esperaram os mais salotaresef-
feitos de seu plantio n-i saneamenlo da cidade.
A aovidade gera um excessivo enthusiasmo,
Sue leva muitas vozes alem dos limites da verda
eira apreciacao.
Que o Eucalyptus em lugares pantanosos e c j o governo t i de servir-se
humidos, em Tirtude da poderoaa lorca de absorb para cliamar aim
;aode raas raizes, modilique a constituicao medica savel e que por t
2801, 2802-2941, 3804, tj'lf.l. ;i!S. 3706,
3757, 3?W,.38M, 3983. 3999, 42, 4064,
4163, 4,191, 4274, 42S7, 4294. 42,99, 4378,
4529, 4579, 4398, 4701, 4910, 49.3, 3008,
5572, 5802, 5834 e 5940-40* a cada um.
Telegramraa da ciirte recebido hontem
que a loloria do Rio ( 512), corre hoje.
Miitutu dot* surdos.mBdot. Dd
relatorio, apresentado em abril ultimo, pelo Dr.
Tobias Rabello Leite, commissario do governo,
transcrevemos as seguintes linhas:
Durante o anno matricularam-se apenas sets
alumnos, todos naturaes da cOrte.
Se nos annos anterores, em qne apena? se
pe umio ser grande o numero de surJos mudos,
era notarrel o facto dn t5o poucos procurarem o
instituto, agora que a publicacao do recensearaento
da populaclo do municipio neutro veio dar a triste
certeza dejque nas fieguezias, que o eompoem
existem 209 surdos-mados dos juaes cerca de
80 nas coadicoes de reedber instruocio, a vinda de
tao pequeno numero deve provocar no espirilo
dos quesBTnteressam pela instrucc3o popular o
estudo das causas de facto tao lamentavel.
Ja o disse nos relatorios anteriores, e cada vez
mais so confirma o meu juizo ; as causas deste
facto sao : aqui na corte a ignoraneia e a pobreza
dos pais da quasi totalidade dos surdos-mttdos, nas
provmcias alem destas, as dijtancias e a falta de
pe3soas qne se incumbam de trazer os rneninos
para o fostitato.
a Para provar a existeneia das primeiras causas
refenret que ainda nao encontrei um pai de surdo-
mudo, residente nas choupanas das freguezias su-
burbanas, e nas habitacoes denomioadas corli<-os,
que unto abundam nesta corte, que nao manifes
tasse grande espanto e profunda incredulidade
ouvindo a noticia de que sen Qlho 6 susjeptivel de
educa^ao; e de nao poucos teaho ouvido : Eu
sou pobre, -e nao posso prescindir do servico que o
mtniao me presta guardando a minha casa, ou
ajudando a mai, durante o dia que nasso no tra-
balho.
A prova da existencia das causas que de
mais existem nas provincias esta na consciencia
de todos qne conhecem o rrosso paiz. As causas
que embaracam a instruct-So dos surdus mudos da
corte podem ser removidas prorapta e facilmente
pela Associacao Promotara da Inslruccao Publica,
se a sna mis ao e, como prc"sumo, descer ao em-
prego de todo3 es meios praticos para difTundir a
insli-uccao pelas camadas populares, necessidade
?t;l e instaote do nosso paiz.
Indioo a Associacao Promotora para a reali-a-
cao desse grande beneficio, porque. como tambem
ja o di^se em um dos relatorios anteriores, o con-
selho e a persuasao sio os unicis meios a que se
deve recorrer para chamar os surdos-mndos a
tostrucpao, e esses meios nao serao tio bjm em
pregados pelos agentes da aaloridal-' pnblica,
como pelos membros da assooiaeai, uma vez que
os parochos, a quem reiorri, nai se dignaram de
altcnder aos pedidns quo lhes ih em nome de
Deus e da humanidade.
Seja, porem, a associacio, on sejam outros
os agentes de
as respectivas redaccoes
REVISTA OIARIA.
>l*-inetit pelo Diarto da Bahia, foi
Camara do*
telegramma recebido
eleito presidente da caraara dos depuiados o Sr.
conselheiro Minoel Francisco Correia, por 60votos,
(rfHendo o Sr. Paulino 47, e firando perdidas 6
lirtas ; bam corno fui eleifo I- secretario o Sr. Dr
Campos de Mede;ros por W v.jtos, ebtendo o Sr.
Salmon 49.
Fauilia aiatperial. L'-ma arla da ca-
pital da lialna diz que, am telegramma da Europa,
ehegado n dia 9 do corrente, quando dalli sahio
o vapar fraaeez Erymanthe, assegara tor S. A. 1.
a Sra. prin*eza D. izabel, condnssa d'Ea, dado a
luz uma ereanca do sexo masruliao, com felieida-
de. ficando atnbos de perfeila wiide.
Hini-ierioda marlnba. Em 28 do
pisaado foram expedidos avisos :
A' inspactoria do arsenal de Pernambnca, de-
terrainando ipu provideucie alim de qne seja alii
construindo am esiiaier d.) qmlro reiuos para o
servico do forte do Obedelio, ns provincia da
Paralrjba. Commaukwu-Se ha rainisterk) da
guerra, m vbta di re quisle lo eonstaate do seu
aviso de I* do corrente oez.
Circular. 31 seccao. .'. 20i). Minisleno
dos negocios da raaiinha. -- Rio de Janeiro, 28
de maio de 1874. film, e- Exm. Sr. A' vista
do que informs o engenlieiro encarrdgalo do ser-
viQo de pharoes, t:u;upre qae sejam reiteradas as
ordens neces^aria* para q :j tenha execucio. o
aviso circular d. 176* de 3'J do "g-csto ultimo,
7 do Echo Litterario ,
agradecemos a cortezta.
toveiiio do Bittpado.Por provisao de
8 do corrente, foi mandado eontinuar, por mais
um anno, na coadjnetoria da freguezia de S. Jose
do Rio Formoso, o padre Joed Vicente de Oouveia
Accioli.
Congrrcwso l.itii-t-m-io. -Reunio-se hon-
te.n esta sociedade, sob a presideneia do Sr. Morei-
ra Alves.
Ordem do dia. I' parte : -discussao da these :
0 que sera mais rational um.i magistratura
elect.va, ou nomeadi pelo poder exe:utivo ?
Orain os Srs. : Silva Marques (2 ) e Rosa e Silva.
2* parte : 0 Sr. Vieira da Silva desenvolve a-se-
guinte these, para qne foi sorteadi : Foi o clas-
sismo nm impecilio para o progressivo desenvol
vintento das linguas ? Oram os Srs.: Rosa e Silva
e Vieira da Silva. E' adiaia adiscussio da these.
Deixa-se de passar a 3J parte da ordem do dia,
a reqnerimonto do Sr. Rosa e Silva.
E' sortendo oSr. Julio de Carvaihi, que escolhe
a these : 0 direito de punir s.ira am direito in-
dividual ?
villa Bella. D.'sla eonurci consta o
seguinte :
a No dia 10 de maio, no lugar Jerico do termo
do Triumpho. foi assassinado Caettnj Jose de
Oliveira por Joaquim Francisco Xavisr, que foi
preso e esta sendo processado.
c Effeclivaroeute eotnecou a 26 e >e lindou a
28 a primeira sessao do jury do termo de Villa
Bella, que fora convocada para 23 daquelle raez.
Successivamente foram apresentedos 5 proces-
sos preparado-, deixando um deiles de ser julga-
do por nan se lor eompletado o conselho de sen
ten?a e ontro pur incompotencia do tribunal.
o Dos 5 reos comprehendidos nos 3 processos
jnlgados apenas um foi condemnado, sendo dous
absolvidos p<-la juslificaiiva do crime e dous pela
aiseneia de provas para a condemaicio.
Logo no dia 30 foi convocada a segunda ses-
sao do jury do termo do Triumpho para o dia 6 de
jnlho proximo vindouro.
Vaparea eni viagem. -Do Rio de Janei-
ro devem ter partido para o nosso porto : a 8 do
eorrente, o francez VMe de Suntoa, em direitura;
e a 10, o'brasileiro Bahia, pela Bahia e M-ceio.
Conselno Nnpremo llilliar de Juh
**ea. Na sessao de 3 du current*! foram iulga
dos os stgoiates proeesaos :
ExercUo. Autouio (gnaoio Domingues, 1 cade-
te 2- sargento, accusado ce altercar com too supe-
rior, acaaudo se embriagado ; tendo sido absolvi-
do em coaaeiho de guerra, foi refortnada esta sen-
tenca para se iiapor ao reo pena do 3 mazes de
prisao em fortaleza ; Franci.-e.o de Paula Gerquei-
ra, ferriel; Francisco llibeiro da Costa, caho de
esquadra, e IVrtuliann da Fraaja, soldado, accusa-
das ddfaga de preso, tend i sido senteooiados pe o
con.*ettio de guerra n forriel Cerqueira e osoldal-
do Franca na pena de dous annos u; prisao com
trabalho, e abioivido o-cabo de esquadra Ribejro.
Costa ; foi esti sentenca reformada.para impwem
lacs rdo^ nih a anode prisao com trabalho a C3 Ja
um. Ciudi io Jose N .gueira, caho de esqaadra re-
formado, a-xniado de insultar a u supnripr e re-
sislir atpriSBo. sendo *nteBciudo pelo celbo de
guerra a, ser arcabusado : foi esta eateoc> refor-
inada, pit;. fondemnarem o reo am dous annos
de p'isa) comtrabalio, Geraldo Bispo dos Sanlop,
soldado, accusa Jo d i crime de dissert aggra-
Mdf e conlemoado pelo conselho de guerra a pe-
na de 5 mezes de prisao : foi confirmada a sen-
tenca ; Jose Candido dos Santos, soldado, accusa-
do do crime de 3* doserc-J'j eimp'?? e r""od-=mnado'
das localidades, dessecaodo-as, e um facto que nao
soffrecomestacao, porem, que por suas foluas se
fa-ja nbsurpeao de miasmas, e que de seu todo se
desprenda um corpo que va decompo-les, c o que
ainda ninguem demonstron.
Repugna acreditar, no estado actual dos co-
nhecimentjs chimicos, que os miasmas, substan-
cias orgauisadas, se decomponluai com a presen-
ca de um agente capaz de roubarll.es o hydroge-
neo ou o xygeneo. 0 olco esseneial, quesedos-
preade do Eacalypltti, uio esta nas condicoes do
cliloro ou de outros reagentes que gozam de affi-
nidade.para os elements que constituem os mias-
mas ; apenas em sna opiniao embalsamam a atmos-
phera, como o jasmim. o incenso, etc., quo nao
inhibem osmiasmasd- pro-Juzir seu- inaos elfei-
tos, se hem que de nm inodo agradavel.
Tambem, sen lo ainda hoje questao eontrover
lida o \notio pelo qual proencheu as folnas das
plant is as func;oes de absorpc;io deelementos ga
xesos exiitentes na atmosphera, nao sabe como se
quer deixar passar em julgudo que osorgaos [oka
ceosdos vegetaes absorvem substaucias compost-.is
ou organisadas.
Reiahvamente ao plantio do Eucalyptus nas
ruas da cidade, reeommendado a camara (inintci
pal, Rinda ponsa.dp mesmo moiL) nelo anal ,ia se
pronunjiou tralandode outras planlas, isto e, pre-
fere as arvores indigenas, tao magnilicas e admi-
radas pelos eslrangeiros as astrapeas, parkinso-
nias, termiit'ilias, etc., que nao resistem aos tera-
paraes e influenoas do uosso ambienie, tornando-
se sua opiniao mais decidida relativamente ao Eu-
calyptus, por ser um vegetal aiadn nao acchmado
enlre iuis, qocessitando, por consequencia, da mao
intelligente do cullivador, por ter um cresciraento
exoesirvo em altura, sem relacio com o diametro
transvi-rso, de modo a permanecer por mnito tem-
po no estado de vergomea e portanto improprio
para arborisaciio das ruas, o que se acha ja iadi-
cado por diversos autores, um dos quaes exprimc-
se pelo seguinte imdo : 0 vento e-lhes prejudi-
cial, quebrjndoos e desfignrando os; remedei-se.
ptrem, este mal plantando-os muito juntos, isto e,
na distuncea de tres ou quatro meiros, e em qua-
drado ou triangulo.
O Sr. Dr. Pereira Rego Filho, acorapanhando a
opiniao revelada pelo Sr. Dr. Nicolao Moreira, d:z
jnlgar desnecessario porderse o tempo com o plan-
tio dillioiI e talvez inesmi impossivel acclimacdo en-
tre nos.
Nao pora em duvida as qualidales ante-raiasma-
tica1', qne nestes nltimos tempos tanto tem revolu-
cionado os esptritos, por ter, desde 1867, ao escre-
ver o relatorio dirigifo ao governo imperial sobre
os trabalhos da Suciedade Auxiltadora da Industria
Nacional, se pronunciado conlrario a esta idea, co
mo se vera consultando aquelle dosamenb).
E' sua crencaime este vegetal nA) oferoce garan-
tia alguma de vitalidade e desenvolvimento no cli-
ma do Rio de Janeiro, achaudo que seria mais pro-
veit030 e razoavel que seprocurasse .plantar e ac-
climar no Rio di Janeiro vegetaes brasileiros de
outras provincias, que, alem de offerecerera mais
vantagens, dariam um te-sleunnho de mais amor
ao que possuimos, e menos gosto de imilacao; pois
que, havendo entre no* Aiperabundancia de vege-
taes, elle lamenta e estranha que sejam pastas a
margem e substituidos por outros sem razao justi-
Qcada d-. tel homenagem.
A opiniao qne emitte sobre a diflicnldade de ae-
climar-se enlre nos este vege'ale anadrinhada por
um botanico estrangeiro mnito distincto, que exis
tindo de ha muito no Itio de Janeiro, dispjnsa-lhe
a ciiacao do nome
Dira no entretanto qne de uma lonja conferen
cia lida com elle, na qual veio a proposito o fallar-
se do Eucalyptus globulin, elle Ihe hzera scntir
que se andava caminho etrrndo prelendendo se ac-
elimar no Rio de Janeiro o Eucalyptus globulus, o
qual chegand) a certa idade, cornecava a definhar
e morria. Que era seu entender apenas se podera
tenlar alguma cousa a respeilo do Eucalyptus w-
mmalis, nao ousando tidavia afflanQar por era-
quanto nada de positivo e seguro sobre isso. Que,
tinalmente, pensa qne muito mais selueraria trans-
plantanio para aqui espesies brasileiras, das quaes
eslio cheiasnossas florostis, do que aproveitar-se
de vegetaes estrangeiros, que nem tem o seu va-
lor, nem supportam a aoclo do clima especial do
Rio de Janeiro.
A's eon-uderaicues suggeridas pelos Srs. Drs. Ni-
colao Moreira e Pereira Rego Filho, responde o Sr.
Br. Pereifa Gnimaries, mostraudo qne elle nao
ipretendia, com o tnabalho que acabava de Isr, es-
tabeleoer ideas absoluta-, nem lao pouco censorar
cousa alguma; tendo somente era vista apresentar
colleccionadas suas observances cltuicas, desejan-
do mesme que ellas servbsera de base a nma lar-
ga discusss-io sobre um asstunpto de tanto inte-
reese, como elle eousiderava ser o do estudo das
vantagens do Eucalgp'us globulus, ja no que se>re-
fere ao saneamento dascidades, jano que diz res-
peito as suas vantagens iherapeuticas.
Achaodose a hora adiantada, o Sr. presidente
den por eacerrados os trabalhos. depois de oon-
sultada a aeademia sobre uma pcapoHa do Dr. Sa-
beia, que ella unanimemeoie aceiton, de adiamen-
to de discussao da these marcada para a segunda
parte da ordem do dia.
Lwieria do Rio de Janeiro Resumo.
da hsta da t*6.> loteria (5II.-) em beneficio dot
M-->me Pio Geral dos Servidnres do Estado, extra-
hida a 2 do corrente :
W- 8079....................., 2):000*008
N. I85 ..................... IO:0(X)*000
*tf09..................... 4:flO(MO0O
N-..................... 2:800*600
Na. 337a e 3981 1.000*1 a cada um.
Ns 3239, A65.5, 3196 e 6387 -800* a cada m.
Ns. 1711. 29lf, 2912, 3099, 3162, 3177, 4159,
4242, 4072 e 5423 -200* ? cada am.
Ns. 210, 424. 614, 965. 1605, 2S03, 1930, 2913,
2461, 3011, 3144, 3243, 3767, 3985, 4121, 459!
4902, 4919, 5365 e 5743-100* a cada um.
Ni. 154, 233, 344, 317, 024, 765; 963, J275,
mnos ao instituto, o que c dispen-
odos os meios se procure disso-
minar a iastrnccau dos surdos mudos..
Ate agora era deseupavel o .bandono em que
viviam esses infelizes, porque uresumia-se que
ipejueno era o numero ; mas depois que o recen-
soamento vai demonstran to do modo irrecusavel
que no Brasil a propore.i dos surdos-mndos para
os fallantes e igual a da Europa, {.arece que a
nossa posjcXo entre os povos civilisaoVis exige quo
a instrucpao, se nao igualar, ao rnenos se aproxi-
rae, quanto permittam os nmos recursos e as
condicoes de nosso paiz, a que se da em outras
aacoes.
Se a? provincias de Goyaz, Ma to-Grosso, S.
Paulo e Parana nSo pudem manler um estabele-
cimento para o granle nutnero de surdos-mudos
|ue-nellas existem, ao menos irralie da corte a
luz que dissipe as trevas em que jazem milhares
de brasileiros.
t'lHTcci-iio aeoesaarla, Na missiva da
corte, hontem pnblicada, deu se um erro escen-
cial : n. linha II.", onleesta HtoltAS opposicionis-
tas-deve ler-sebvletins.
ijoteria.-.-\ qne*e acha a v-nla e a 103.
a beneficio da igreja de S.tnto Amaro de Seri-
nlwem, qne corre no dia de sanu Antonio fte) uo
cor/ente.
Casa die deten$ao.aiovimer.to da casa
de detencao do dia 10 de junrto de 1874.
Bxistiaro presos 342. entrar,-.m 9, sahiram 4,
existem 347.
A sabar :
Nacionaes 265, mnlheres 8, c-trangeiros 23,
sscravos 45, escravas i. Toi2l 347.
Aliinentados a ensta dos cofres fi'ibiicos 269.
Movimento da enfermaria no dia io de iunho de
1874.
Tiveram baixa :
Antmio Felix da Silva, eolica.
Jo3e Angelo de Souzi. pleoredinia.
Antonio Jose de Camp)*, deflsxo.
Teve alia:
Capitulino Sezerra Leite.
PasBns<'iro. Sahid js para > none no va-
por nacional Parana :
Joao A. de H. Chacon. Sydnnio Oiegario B. da
Fonseca, tenente Jose C. de S. Consseiro, !. cadete
Manoel Andre Torres Galvao, spracas, D. Isabel
EgydiaP. de Figuairedo, Antonio do Moura Rolim,
e 1 filho, Manoel Joaquim. Ferreira Junior, Antonio
Joaquim B. de Oliveira, Joaquim Manoel Madurei-
ra, Dr. Francisco Jose Meira, Oiorico 'aolas e 1 es-
crava B 2 praeas.
Chegados dos porlosd) sal no vapor francez
Erym'inthe :
Maria Jose M. Mendes e 4 fllbos, Jose de Olivei-
ra, Jose de Andrade, Julio do Soaza, Edtnondo He-
ner.
Sahidos no mesmo vapor para Europa :
Jose Joaquim G. de Barros e sua mulher, Jose
B. Cadriere, Jeao Jose Rhigas, Paul Cohen, C.
Meyer, Francisco Jose de Abreu. Adolpho Geiles,
Dottolo Giiiseppe e i filho, Dotiolo Pas-quale, C.
Francisco, C. Dominico, Soega Emtlio, Orico Gui-
seppe, Michaele Proce, Stef.ne Lorezano.
Cemlterio publico. Ohituariodo dia 10
de junho de 1874 :
Itoberto, pardo, Pernambi-'. : dia*, S. Jose ;
tetano dos recemnascidos.
Maria, branca, Pernambu':o, 16 mezes, Santo-
Antonio ; eolite.
Eduardo, b.-anco, Pernambuco, 7 mezes, Boa-
Vista ; dentifio
Alfonso da Cunba, pardo, Pernan'aco, 10 an
nos, Boa-Vista ; tetano traamatjeo.
ofv^Jpnte i seaVMaVlda junta dos corr-
toins, r.ouietfc|jiJ-j o ti>i*4iu> das cotacoes offi-
ciaes da seniana do 1 a 6 do corrente. Foi
ma*ndaflo para o arshlVo. '
Da unmptirPWa ite wguty* Ph-nix Pernamt :ua-
na. daudo ai infirinicdM pedWas em ofllcio de 1
do corrente. Foi mandado para o archivo, para
extraccao dos precisos esclarecimentos.
Do amanoeuer Joae ETyife defigueiredo Cruz,
communi^ando achar se *aiwjado pelo falleci-
raento de uma sua irraa. 0 tribunal ficou inlei-
rado.
Livro do registro da correspotdencia official re-
galarmente escripturado ate o n. 86.
DBSPACKOS.
Requerimentos :
De Bartholomeu Lourenco, eidadao brasile.ro,
propnetario do hiate nacional N va Esperanca,fte-
dindo que se Ihe de carta para o mesmo hiate.
Vista ao_Sr. desembargador fiscal.
Do Joao Chryso9tomo Goncalves Rosa, requercn-
do elimina^So da n.omeacao de seu caixeiro Join
Gomes dos Santos Filho.-Como roqder.
Do Bar5o da.Santa Cruz,^wQindo por cerUi^.' o
theor do contrato da ilrma Barthclomeu & CPas-
se se.
Inforcnacio da secretaria, favoravel aprel:-ii'*i
de Taborda Santos & C. -Na forma pedida f''<
conformidade com a informacao.
COM 0 PAhhCER FISCAL
PetirSes :
De Braga Silva & C, registro do .'eu cokh,.: i.
Proceda-se ao registro, nos termos do deer-.-:. n.
De Marcelino Jose de Brito eJose Joaquim da
Silva Gomes, registro do seu contrato.-Sa'.s..-.-
cam o parecer fiscal.
Do Manoel de Mesqoita Cardoso e Joaquim
fonso da Motta Silveira. registro do seu listr.;: .
Registrstse na forma da lei.
De Saunders Brothers & C, registro d-i ?j
disirato social.-Satisfeito o pare.-er fiscal, vo!> a
peticao.
De Gerainiano Maia, eidadao brauleiro, oiatri-
cula de commerciante.Deferido.
De Manoel Jose Affonso, pedindo ser non>
corretor geral desta praca. Adiado, ate aexpira-
fao do praao ma cado para o preencliimen: la
vaga.
De Miguel Jose da Motta, tambem pedind-. i
provido no olTlrio de corretor geral desta pra;a.
Junto o original da certidao de baptismo, volte a
petirao.
Nada mais havendo a despachar,' S. Exc. : Sr.
conselheiro presidente encerrou a sessao a- *."*
horas e meia.
ASTE PQLITICA
TRU\V[ Di REI.4C.lO
SESSAOEXTRAORDINARIA EH II DE JUNHO
DE 1874.
PRESIDENCY DO EXM. SR. CONSELIIEIRO
CAETANO SANTIAGO.
Sevetario Dr. Virgilio Cdelho.
As 11 horas da manh.-i, preseu'es os Srs. des-
embargadores Silva Guimaraes, Lourenco Santia
go. Almeida Albuquerque, Accioli, Domingues Sil-
va, Souza Leao, e o juiz de direito Barros de La-
cerda, convoc.do para a present, at-rio se a
sessao.
Ilaiieas corpus.
Paciente Augasto Paulino de Figueiredo. -Con-
cederara ordem para o dia de am anna 12 ao meio
dia, ouvido ojniz substituto do 4 districto.
Paciente Faustino Jose de Sanl'Anoa Concede-
ram ordem para a sessao de 10 de jalbo vindouro,
oavidaa autoridade corapetente.
: ij-rroa-se i sessao a 1 h ira.
PAIKTIDO C.\"SK3ltVA!5tfl
RECIFE, 12 DE JUNHO DE 1871
Ja t rdava Fallou-se em desordem, em ...
men, por forca a I'roiincia temara as dOres -
adnpcao I
Se e direito que Ihe pertence.....o que que-
rem !___
A 7 do corrente, ao correr da noite. um b
armado atiea urn domicilio, e irava dectro di
uma luta caunibal, da qual resultam merles e '
rlmentos !
0 motivo de um tal atlentailo e a imitai>
um facto historicoo rapto ue. Helena.
Um par Chacm, quiz a fdrca de armas e psra
arranjos de farailia, uma nova Helena I
Desta vez Helena era virgem c menor, e a r-s
peito de seu consorcio ja os tribunaes haviam i'. -
cidido !
Que vai porem a moralidade, a lei, os tiibuu..'-
pa:a heroes*do certa tempera 1 DeUberar^m qae
houvesse cinza! Si a cousa nlo aode ir de um
modo pode ir de i.utrn.. ..a selragem t
Premeidta-so o crime, compram-se armas, ala-
gam-se cavalios, o irmao do noivo, segundo dee:a-
racao deste, vai a Iguarassri tratar com o oapii'.o
do bando, buscam-se peitos largos, pede-se iKabei: ,
olferece-fe garantias, e tudo promplo vac o- .
gonantas em busca do dourado velotino 1
Trava-se batalba digaa dastpopeas da -Provinri i,
e repellidos os heroes, voltam para ser presos e
pun id os 1
0 presidente da provincia, que sabe que o mao do noivo tomou parte aetiva nessa provin-
ci'ina empreza. uemilte o, tanto mais porque i.:.
6 dos empregados mais cumpridores de dev-" -.
e eis a Provincia a tomar as dores, a fazer eas-
tellos, a explorar terreno, a alcunhar de barya-
nho o qie e dever e respeito a lei e a moralidade
publica !
0 Sr. Manoel Portella tem senso bastanf para
nio eng lir a bola da Provincia, e cremos de
honra que nao approva e nem ..ode, apoiar --
facanha digna dos tempos de Troia I
Tenha paciencia a gente da Provincia : S.
Exc. nao pode seguir a doulrina de sua cartilha '.
Se a liga levou o povo a espada para livrar am
criminosj preso em flagrante, se para nao ii--
inoralisar um parente approvou a razzia d-= uma
aldeia de iodios, e ainda em cima deu 4:000* pela
facanha, o presidente actual niio pode sofT'er
de^-maudos, e fara punir o crime, seja este prati-
cad) pelo3 adversarios ou por correligionari .
S. Exc. se gnia pela musica velha, pel s musica
nova... pelo direito do crime e do molim gnia-
se a Provincia.
Sio gost)', e em gostos naj ha desputas !
PUBIICACOES A NEDIDS.
Trihnnni do commercit..
ACTA DA SESSAO DE 8 DE JUNHO DE
18/4.
PHBSI&tNCiA DO EXM. SR. CONSELHEth*' ANSELMi
KRANCISCO PERETTI.
A's 10 boras da manhi, pre9entes os Srs. de-
putados secretario Olinto Bastos, Akwe Guerra e
oSr. supplente-Sa Lei tao, faltando oom caasa
participada o Sr. deputado Lopes Machado, S. Exc.
o Sr. conselheiro presidente abrio a sessao.
Lida, foi depois approvada a acta da seaiin pre-
cedente.
MM:
Offiaios :
o -Exm. Sr. desembvrgador Jase igoBcio Ac-
cioli Be Vasconcelles, respondendo ao deste tribu-
nal, do l. do corrente.Foi manda-Io para o ar-
chivo.
Do director da companhia de Beberibe, respin-
dendo ao do tribunal com a data de 1 do preseate
msz. Foi enviado pan o archivo, para delta ;e
sxtrahirem os precisos esclarecimentos em ordem
a daietti'Be as laformafdes exigidas.
Dadirectoria do Banco Commercial de Pernam-
buco, em reaposta ao officio do iribunai, de 1 do,
corrente Mandou-se archiva'r per.i os Una con-
venlentes.
Lconidas Tito t.oiirciro, ao Sr. ft:-.
I.* proaiolor publtco <:<> Becife.
No Diarto de 28 dj maz proximo passado, (: -
metli responder ao artigo do Sr. Dr. l. promoter
publico, publicadj no Diarii do 27 do mo-imo me?,
logo que estivesse de posse das certiddes de cei -
tos documenlos, ou pe^as de diversos actos jndi-
ciaes, procedidos com relacao aos ferimentos qne
traiex'irameute soBri de uma mulher, que havia
sido criada de minua casa.
0 espago de tempo, que consumi em obter asset
documentor, tera talvez, apagado a lombrauca dos
factos e aiguiHenlos. com .que o Sr. promotor pr
curou defender-se das acousacoes, que Ihe :ii n
meu artigo publicado no Diario de 2G de maio:
me e foreoso por isto, chamal-o de novo a dis t. -
sao.
No meu artigo de 26 de maio accusei o Si. pi -
motor por ter eacorrido em falta de cumprimeu!"
de seus devercs, nao lendo procedido contra a sa-
lon do crime praticado na minha pessoa, no a
l-'i de dezembro, que fora presa em flagrante.
Vcrsou-a sua defeza nos seguintes factos :
Que, logo no cia immediate aquelle, em que 'ai
eu ferido, ou a aquelle em que ca joruaes pnbii-
cararn o facto, escreveu ao Dr. chefe de po!iciav
para elle despertar ao subdelegado aDm de faz--r
o corpo de deiicto, e inquerito.
Que, sabendo poucos dias depois, que o escoo
de deiicto ua.i tinha sido feito pelo subdelegado,
procurou o Sr. Dr. juiz snbstituto,-Alves da Sil-
va, e mostrou-se baslante desajosode qne este juiz
fjzesse aqnella dihgeocia ; nao requenu-a, car. >
promotor, pedio-lhe como amigo; e que ojaiz
aro^o foi com o seu escrivao a minha casa acqm-
panhado pelo Dr. Pitanga, e consentio, que se la-
vrasse o auto de corpo de deiicto, nio cbstante H)
nio me ter deixado examinar.
Que, segun la vez, a ioda procurou o Dr. jaiz
substiluto, que o ioformou do que acabadedi-
zer, e, mostrou-s- ao mesmo teipo pesaroso pe.a
desatt-nciosa recusa ce me nao deixar examinar,
e inclinadoa conviccao dequeeram levesos metis
ferimentos;
Qae, depois disto, por nma peticaa que fez ao
mesmo juiz pedindo Ihe a remessa do corpo de de-
iicto, teve conhecimeolo pelo officio do mesmo teiz,
de 23 de fevereiro do corrente anno (23 de few-
reiro I) mais de dons mezes depois do crime !
qoe tiuha julgalo o carpo de deiicto improcedeate,
por ter sido feito stra exame na minha pessca, e
so pela informacao do meu medico assisten-
telll...;
Que dosses factos ficava provado i. que c Sr.
Dr. promotor, procurou o corpo de deiicto a fin i de
proceder, como fosse de direito : 2 que nao re-
cebeu, porque este foi julgado improcedente, com >
erajuslc... II
Dessas duas conclusoes (cada qual a mais formo-
sa) nas quaes consistio a primeira parte de -ua
defeza, .julg iu-sc au'.oiisado o Sr. promotor a c-jn-
siderar-me clumniador por Ihe ter sccusado ca
falta grave de oao ter procedido como Ihe cwSpria.
com a autora do crime.
Vai ver agora opublico, quanto foi infeliz n >r.
Oliveira Foncsca, na primeira parte Je sua'ie-
feza.
Antes de tado e siugular, que o inieresse do Sr.
promotor.pela punidade do crime, se limitasse na
especie,apedidos ao chefe de.policla, e ,ao juiz
substituto, tem (|ue houvesse feito nm so reqoeri-
mento, quer ao subdelegadj, quer ao Chef"-! de pe-
licia, e quer ftoalmente ab.jhiz substituto I e a>a-
Ximee^arxdoprevenido como coofessa, (?p imo
:'


I


I
---------,-----------
.------------------ -

i


Durifc fl<*ommt>m Stela *&* 12 de Jf^niio & Xt8^f

;-'--i-r-.'
^^
\
>.
*

an!
on
subdeleaadn estava incljnado
tr a & antora 4& trki
(tonai* ditto,: o 6r. promoter rmftww qnn no
dia seguinte aque*e, am qa* M.Joiwaaa publica-
rara a aeuuleeimento, on awHe, aaLque o crarae
teve lugar, escrevan.an^MuSdajJOJJla para d s-
pertar (!) o suble"*4cW|*#1}*t*fter o corpo
de delicto, e o mqtreriW; M,1dus lepois -coos-
taudolhe que o subdelegado nio o cinlia feito, pa-
dio ao seu artrigo, o juiz substitute, para fazel-o;
>, se uepois de ief ests f?i?o o corpo de delicto, 2
vero njgfUugfee_||riAcQdo ter i[^ e"e ^'V
>iiroaWe!MoUnlqW le ettava pe38roso pela
niiotoretttsa ac exame, e inclinado a conviccao
a razio de reeusa era serem leves os meas
Mos: so, finalmente pelo oflicio de 23 de
iro, foi quo toube, qas o corpo de delicto foi
loira procedento; como u, que oode o Sr. pro-
^ dahi provarque cumprio comos seus deve-
uando a fJU documpr mento desses deveres
jieuoia togica de todos esses factos por
. jfessados ?
Eaenao, vejaoios:
0 crime teve lugar aos lo dias do mez de de-
zearfjo do anno proximo passado, oDtario de 6 pu
bliA-o bem eoraa o de 17. 0 juiz substitute no dia
17 fat o corpo do delicto, e ao dia 18, do roesroo
i; ,T, >ulgou-o improcedente; como tudo se vera
d i publicacao irfra do corpo de delicto.
tsas datas vAse, que toda a defeza do Sr. pro-
assenta em incoherencia, e inxacUddes.
to3 dizeis, que, ao dia seguinte ao aconteci-
ifnto ou ao da pnblicacao dtltejelos jornaes, es-
i-reesles ao'cnefe 6*6 polteia p>mW10 que dtesper-
iasaao-8ibdeie|:ado para fazer o corpo de delicto,-
i:omb no dia' 17 de deiembro ja'estava o oorpo de
delcito feito pelo juiz substituto ? !..
Se dizeis, ijae adias depois* de tendes escripto
jo cbefe de pokeia, soobestes, que o subdelegado
dlo havia feito corpo de delicto ; pelo que fostes
pedir ao jola substituto para fazel-o, e claro que
- < o pedistes muito depois de 18 de dezembro : e
assim, como apparece feito no dia 17 de dezembro
> oorpo de delicto pelo mesrao substituto? II
Se dizeis, alnda, que voltastes pela segunda vez
ao mesmo juiz, e veH&castes nao so ter sido feito
< orpo de delicto, como tambem ter se mostrado
u juiz pesaroso pela minha reeusa aoexame, como
se explica estar o corpo de delicto julgado im-
procedente desde o dia 18 ? I...
Se linalmente, dizeis, que, tendo depois do corpo
le daliclo estar feito pelo Dr. Alves (17 de d-zem-
bro) o proeurastes segunda vez, e veriGcaste3 a
sua existencia, como ignorav.eis najuelle tempo ter
sido elle julgado improcedente, e so viestes a sa-
be! o pelo officio de 23 de fevereiro, do mesmo
juiz. dirigiio avi?II..
Onde esta a verdade ? Naquelle acto judicial,
naquella sentenca de jnlgarneolo ou nas vossas
i'uavras?
Se nao <5 falsa, e anti-datada a sentenca do julga
men'to do corpo de delicto, com data de t8 dezem
t.ro, e falsa toda a historia de vossa defeza I
Do que fica exposto rcsulta o contrario da3 duas
onclusfjes, em que assemou o Sr. promoter a pri
meira parte de sua defeza, e vem a ser a verdade
i seguiute :
i. que o Sr. promoter nio procurou, como dis-
se, o corpo de delicto para proceder como fosse
ie direito, porque se o tivesse procurado, teria sa-
biJo que elle tiuha sido julgalo improcedente 3
.lias depois da pratica do crime.
Logo, 6 verdade que o Sr. promoter durmio o
somoo da indifferensa pela puaidade do crime
d sde a pratica cfelle, lo de dezembro ate dias do
mez d fevereiro, quando foi, forcosamente, entao
tompellilo a procurar o corpo de'delicte e inque-
rito, por ordam oa despacho do Exni presidente
da provmcia, proferida em uma peticao de queixa
quo contra elle dei, em vlrlude d> qual lhe ordo-
n iu a presideote, em 9 de feveiviro o seguiute :
! secQio Palacio da presidency de Pernam-
lijeo, 9 de fevereiro de 1874.Reeommendo a essa
prorooteria publica, em rcsposta'a sua informagao
lutad j de 7 do corrente, que, sem perda de tempo,
Ai a competente denuncia contra a autora do cri-
me perpetrado na pessoa do negocianle LeonMas
Tito de Loureiro, exigindo do respectivo subde-
iegado o inquerito a que deve ter procedido, e
promovendo a sua responsabilidade se tiver bavido
uita de eua parte.
E tanto o Sr. promoter nao tern procurado o
corpo de delicto e inquerito, e nem feito a menor
k-ntaliva ou diligenei'. para pronover os meios de
puoir o crime antes de ser por sua vezdesperta-
dopelo Exm. presidente da provincia, qne na
sua resposta ou informacao de 7 de fevereiro, da-
da na jueixa que contra elle dei.o mesmo Sr. pro
ra tor nao so nao deu comecimento ao Exm. pre-
>idente da improcedencia do corpo de delicto jul-
iiada pelo juiz seu amigo, que com) seu amigo e
a s-u pedido foi faze lo, como tambem, disse que
0 subdelegado nao fez o cjrpo de delicto por estar
i seu escrivio doente ; quando o jui'. no dia 17
de dezembro hi via feito ja o mesmo corpo de de-
licto com o proprio es rivao, que funcciona com o
mesmo subdelegado !
Logo, longo de ter eu calum iado o Sr. promo-
ter, accusando 0 pela falta do cumprimen'.o de
- is deveres, ao cootrarto tenho provado a justi
i leminha accusai.-io.
\ segunda conclusao, que daquellcs facto3 refu-
i.i I >3 tirou 0 Sr. promotor, foi :
Que nao recebeu o corpo de delicto, porque
foi julgado imp-ocedente, como era juste.
Como era justo, disse o Sr. promoter foi julga-
te imorocedenle o corpo de delicto I I E' inert-
vel qu'fl a immoralidade e o crime.sejam assim en
Ie sados pelo_ proprio orgSo dajustica publica I
OaM effeito I !
O art. lo7 do CoJ. ("rim. dizo segninte :
Fahricar qualquer escriptnra,papel ou assig
iialuri fasa, em qne na> tiver convindo a pessoa
i |Ui>m se allribuir ou de que el'a Gear em plena
ignoraada;
t Concorrcr paia falsilade ou como lestemu-
nha oa por outro qualqner modo ;
Penas de prisao com trabalho por dou3 mezes
a quatro annos e multa d-; cinco a vinte por cento
do dainno causado ou que se poderia causar.
Sao os Srs promoter publico e o pro rio juiz,
- l amigo, os ]ue dize.n em autos e pela impren-
s i. o Sfguinte :
Que o juiz foi ex offl'io a minha casafabri-
o:n o seu a:crivao urn auto falso de corpo
d' delicti, como qual lucrou emolnmentos, para
depois, e mesmo ex ofBcio.-julga-k) improce-
I- nte por essa mesma falsidade quo praticou III*
Xao 6 isto urn sonho !...
Nio O publico que leia esso auto de corpo que
vai abaix>, ipsis verbts, copiado, e julgUe.
.Veste auto, o juiz presrnte a elle, manda escre-
ver t.v.w) verdaieiro o exame feito em minha pes
-11 pelos peritos por elle nomealos; assistio-o,
! -i'.minou-o, e o assignou com o escrivSo e peri-
tos. Depois, esse mesmo juiz, ex-officio, julga
i.ilso esse acto ; por essa falsidade julgou impro-
cedeute esse mesmo corpo de delicto I
Quanta responsabilidade e quanta immoralida-
de alii nao cstio depositada* I !
0 juiz nSo pode nunca julgar senao pelo allega-
dc e provado cos autos. 0 que sabe particular-
niente, em contrario as provas dos autos, nao p6-
de nuoca trazer para fundamento de julgamento.
Assim perguntamos :
Made foi o ju.z ox-officio e em vista do auto do
i > de delicto buscar a prova de qne era falso
XMM feito em minha pessoa por sua oniem e
as-isteacii autnenticadas pelo proprio auto do
eoroo de delicto ?
N'js proprios autos em sua conclusao, para jul-
;_.: o mesmo corpo ds delicto ?
\ o : pjrque,neWe msendouo mesmo juiz escre-
ver i[ue esse txame foi procedido, e fdra disto na-
ill mais consta dos au'os.
Xa sua sciencia particular de que o exame em
minha pessoa foi uma falsidade ?
Nao porque a sciencia particular que porven-
tura tivesse o juiz do tal facto, nao podia destruir
i ti ou prova authentica de um acto official con-
-summado e assignado com todas as solemnidades
legaes.
Nao ainda : porque naquella triste hypothese o
acto consummado e assigoado foi a obra toda com-
pleta e excluslva do proprio juiz.
Em qual dos ados exists a verdade do facto e a
moralidade e magestade do julzf
No primelro (no auto do corpo de delicto) onde
ii exame em minha pqssoa foi por elle mandado
<-3crever como am ato verdadeiro, feito em sua
presen;a, que assifoou-o com os peritos e escri-
vio, ou no segundo (o julgamento) oode elle, sob
a sua unioa palavra declaroi o contrario do que
maudou fazer e escrevur e assignou com os ou
tros?
Se a verdade esta no prifneiro facto, entao o se
gundo, (o Julgament que o 9^- promotor endeo-
sou) e uma immoralidade e uto crime inqualiG-
<:avel.
Se" a verdade esta, porem, no julgamento, entao
o auto de corpo do delicto e pela mumi raiao
igual immoraliilade e um crime de faittfade severa-
meflte putiida pelo nosso codigo, e altamente coo-
demnado na etpecie, par ser praticado por aqueile,
quese acba revestido de autortdade pnbltcs e da
magestada de um juiz, que 0 fez, percebeado del-
le eraotumentel.
Emqualquer uma das dui^ !>? s d tot o'o
toque o.3r. Dr. promotor, eppio oftflh. ^un
prfmeiro 8scal da puuidade,do crir
* eeeofeesou-se humilhado ante o
sets deveres ; quando em sua saganda
sao, excramou etreto de triupapho :
Que nao r^beu:(>corpcd>.:#rtM, porqu
for julgado improcedente, como era japo I!
Quando, ao contrario, cleio de tristiza pela im-
moralidadc e crimbalitadj do acto an qualquer
las referidas hypotheses, lerfc detia Stcravisar-se
a lei do seu dever 9 promover a responsabilidade
do juiz amigo, cemoesta rigorosamente obrigado a
iaze-lo.
Entretaoto, liiuito me aqui apenas a exclamar
para o publico :
Ve*de como corre a administracao da jaslica
nessa boa terra. I I
exame em a pessoa de Leouidas Tito Loureiro e
que rcspondessem aos qoMjiPf Ifpuintes:
Se ha ferimento ou ftfltaa fhysica ; 2, se
mortal; 3, qual o iustrumento que o occasionou;
-* hou?e oa fesjlltou rautilacao on destruiQto
,7"?mto oa wgae; 5, se pode haver often Pater *C.. WiaaWatrtea
e,j> rMMtopb* on testruicio ; .,
Na segunda parte da defeza, o Sr. Dr. promo-
ter, dando notteiada soltnra da criminosa por-
habeas corpuse de umsegundo corpo de delicto
feito em minha pessda pelo delegado de policia em
que foram csnsiderados leves os meus ferimeo-
tos, concluio, dizendoque sendo leves os meus
Uerimentos, nao tendo sido preza em flagrante a
autora do crime, e nem senlo eu pest^aJij|tfei'a-
vel, nao podia proceder contra ella ; accrescen-
tando que tudo isto Ievou pes'adfclmente aoetmiie
cimento do Exm. presidente da provincia, o qual,
icomo magirtrado intelligente e illostrado, nao h l-
yiade exigir mais que ella denunciasse da crimt-
tiosa, no que nao se engancu.
Nao sei, por cerfc, o quepesoalme*e se passou
entre o Sr. Dr. promotof e o Exm: presidente da
provincia; estou, porem eerto, que elle nao vio o
corpo de delicto, e nem foi bem informado da Ter
dade da pri-ao em flagrante da criminosa, e se
por ventura absoWeu o Sr. promote*' da falta
de uao ter procedido contra a autora do crime,
como elle diz: porque se estivesse bem informado
do caso, n-io terra revogado sua ordnm ao mesmo
Dr. promotor.
Com effeito o Dr. promotor nio podia deixar de
dennnciar contra a criminosa) e meaos podia dei-
xar de promover a responsabilidade do subdele-
gado.
Era primeiro lugar, o ferimento pralicaao-na mi-
nha pessna, nio podia ser quaHficado.se nao como
tentaiiva de raorte, por estar perfeitamente ca-
racterisada, em vista da natureza e lugares dos
ferimentos.
Os ferimentos foram sempre feitot cm partes
fnortaes, com o fim do roubar-me a vida, e so por
circumstancia independents da vontade da delio/
quante, eseapei de morrer. Os ferimentos foraii
feitos em partes mortaes; os golpes da criminosa
eram dirigidos sempre na garganta e nas virilhas ;
por um graode esforco men pude desviar o das
virilhas, que foi empregado na cdxa ; e quanto o
da garganta; so, por milagre, pude escapar da
morte.
Qnem nao tem intengao de matir por meio de
arma perfurante. ou quem s6 tem o ftm de faaer
ferimentos, nao vai faze-los nem nas virilhas e nem
na gargantn.
E, sendo m nao concedo, e contra o que protesta o corpo de
delicto feito pelo Sr. Dr. Alves) a denuncia devia
apparecer em vista da taes circumstancias, com a
sua verdadeira e juridica qualificagio de tentativa
de raorte; para quo o processo viesse depois es-
clarecer o facto, traduzindo as provas, de quo pre-
cisa a justiga publica para ch*gar ao seu fim.
E, ainda quando a bonoraia extrema, ou extre-
ma proteceao pari com a criminosa, nao enxergas
se no facto" uma verdadeira qualiflcagao de tenta-
tiva de morte, masmenos ferimentos leves,
masmo assim, devia o 3r. Dr. promotor ter dcoun-
ciaio contra ella, por ter sido presa em flagrante
delicto.
Essa circumstmcia da prisao so podera ser
contestadi por ma te : a flagrancia estava pro-
vada.
Todos os jornaes a deram como exi3tente na
narrar;lo, que fizeram do facto nas dias 16 e 17 de
dezembro.
0 proprio Sr. Dr. promotor tem um officio do
subdelegado, a elle dirigiio, quo revela a prisao
era flagrante do modo o mais claro e palpitante.
Esse officio o Sr. promotor imprimio em sua de-
feza, e 6 concebido nos termos seguintes:
a Tendo vindo i minha presence Isabel de tal,
a qual fora presa na rua Augusta, com a roupa
manchaia de sangue e confessado ter ferido a
Leonidas Tito Loureiro, mandei-a recolher a
casa de detencao, etc., etc.
Os jornaes desta cidade, publicando o facto, di3-
seram qne a delinjuente fora presa, quando pro-
curava evadir-se, por um inspector de quarteirao
da fregufzia de Santo Antonio.
Todo o publico sabe, que aos gritos de minha
familia, quan-ln o crime se praticava, a criminosa
procurou evadir-se, e sendo perseguila pelo cla-
mor publico, foi em acto continuado presa e levada
a presence do subdelegado de S. Jose com a roupa
tiuta de sangue !
Deu-se, bois, a prisao em flagrante, nos termo3
da lei: a fog a da criminosa apos o crime, a sua
perseguicio, pelos grito? da minha familia, em
seguida acompanhou-a e a sua prisao immediata-
mente feita com as roupas tingidas pelo sangue
da Tielima (quo revela, quo ella nem teve tempo
de largar o vestido) prova, a toda luz, a flagrancia
da prisiio, obrigava o Sr. Dr. promotor, no cura-
primonto de seus deveres, dar a denuncia contra
a criminosa.
Se o subdelegado nao lavrou o auto de flagran-
cia da prisao, como era obrigado a fazer, desde
que foi levada a criminosa presa a sua preseoca ;
se nao interrogou-a, e aos seus conductores.a cul-
pa foi so delle, que commetteu, ahi, um erro de offi-
cio, pelo qual devia ter sido responsabilisado.
Mas o Sr. Dr. promoter nao aehnu falta no sub
delegado, para lhe promover a accao da lei, eomo
lhe recommendou o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, entio a flagrancia da prisao da criminosa
foi burlada pelo acto do subdelegado, que nao
cumprio com seus deveres, e flcou impune : a ten-
tativa de morte foi benevolamente encarada corao
ferimentos graves; depois passou para ferimentos
leves; e finalmente a delinquente foi posta em li-
berdade ; ea victima qne geraia no leito da ddr,
foi a apregoada calumnialor do Sr. Dr. promotor
public I !......
E todo ist i foi feito, e rerdade, era noire da lei
e da ju tica I I I....
Fioti porem, o Sr. Dr. promotor publico certo
de que ainla ha um tribunal resp-itavol onde a
jutica =e representa, tal qual ella 6 ; e oda oplniio
publica para onde anpellamos.
Ella quen s julgue com t da a ^ua severidade
attendendo ao corpo de delicti que se segue.
Leonidas Tito Loureiro.
CORPO DE DELICTO.
lllm. Sr. Dr. juiz substitto da 2' vara. Leoni-
das Tito Loureiro, vem requerer a V. S. so digne
mandar que o escrivao deste juizo A6 por certidao
o theor, verbum ad-verbum : primo, do corpo de
delicto, que se diz ter sido procedido no suppli-
cante ; secundo, da sentence que julgou esse cor-
po de delicto ; tercio, o que o mesmo supplicante
mais apontar no dito autoamento.
Nestes termos pede a V. S. deferimento. E. R. M.
Recife, 27 de raaio da 1874.
Leonidas Tito Loureiro.
DA. Recife, 27 maio de l874.-Alves da Silva.
s^JXhaver-"
o- talor do damno raWMto. ^
Em conseqaeiai* ifesfSrara os ptrilpa a fazr *
oxame ordenado,' (WnCrahfc' o cfnar (Teclarafam 0
seguiute : ^
Que a pessoa de Leonidas Tito Liureiro apre-
senta tres solucdes de continuidade, sendo a pri-
meira do bordo do musculo stermo cletdo mas-
toyde, que deu lugar a graode aemorrbagia, ten-
do uma pollegada de exteanfc e 4 a 6 centiraetros
de profundidade ; no terco inferior e eaterior da
coxa direita. tambem com uma pollegada de ex-
tensao e meia de profundidade ; e a terceira no
meio, eotre o pollegar e o index da mao esquer-
da, tendo ineianoUegada/ie axtenaao, intea^psando
a pelle e o tecido celular ; pelo qjie respondem
aoe quesitos pela forma segninte :
Ao primeiro, skn; ao seguodo, n^o; ai tercei-
3f toneladas
aos consign a
Carvao de pedra
tafios.
Patacho mglea 8. U. Oollymore, entrado de Na-
va;York em II do corrente e consignado aJoh-
ro instrumento perfuro-cortante ; ao qttartd, iuin-
to, swmo, e setimo; nao ; ao oitavo, sira ; ao nooa
qqe precisa de *o a 23 dia3 para curar-se e i|Be
avaliam o damno emwado em 200*. e que sao ea-
tas as declara^oes que em suas consciencias teem
a fazer. I
E por nada mails havor, dfeu ojult pat findo
o exame ordeuado, que ae tudo se lavrou o pre
senta auto que vai assigoado pelo juiz, peril., s e
testemunhas.
Eu, Olyrapio Sebastian de Hollanda Chacon, es-
crivao, qne o fiz, escrevi, e de tudo dou fe. Fran-
eieco Alves d^Silva.Dr. Praxedes Gome* de Sou-
za Pitanga.Dr. Aflonso Arthur Cysneiro de Al-
buquerque. Faustino Jose da Fonceca. 4>a-
quim Ignacio da Fonceca.-O escrivao, Olympiq
Sebastiao de Hollanda Chacon.
Sentenra.
Julgo improcedeate o cor"po de dehcto de Lc >
nida Tito Loureiro, Jvixto cnao se ter querido
prastar ao exame, sendo este feito por informa-
gfies o* afatieo asststente, o Recife, 18 de dezembro de 1874. Francisco
ft mars se oao xoninha em dito auto ^a eopo
de delicto e sua senteuca, que bem e ITelmento
eopiei do proprio original a que me report), e vai
esta sem cousa qua duvida faca, por mira escri-
vio no principio nomeado e mfra assigoado, 3
cripta e assignada, conferida econcertada na for-
ma do estylo, nesta cidade do Recife, em o meu
cartorio. aos 28 dias do mez de maio de 1874.
Em f6 do verdade.-Recife, 28 de maio de 1874.
0 escrivao, Olympio Sebaxtiffo de tiolianda Cha-
con.
A.n Sr. Hanael (la *ilvu Btastos
J tinier.
Rospondendo o protest! de S. S. sou a dizer lhe
que o Sr. Praxedes Pereira Cayalcanle, sua Ex ma.
esposa e sua mana, foram quem me disseram que
o medico Dr. Murillo tinha applicado na cura do
cobreiro pos de arsenico, e tendo eu admirado tal
applicacao, reperguntei por mais de uma vez se
elle medico tinha feito semelhante applica^io, e
elles resp mleram repetindo, sim senhor, applicou
pos de arsentco, sem dar con33 algnma em be-
bida. Ora, bem vd que eu nio disse mais do que
me disseram, e presumo fallar a verdade, e mes-
mo nio preciso de.argumentos de palavras para
provar que o medico Dr. Murillo, com as suas
applicacSe^ de medicamentos, tem-se tornado um
charlatao.
Dizendo eu a S. S. e a lotos fde sua familia,
que eu ia levar ao conhecimento do publico este
facto criminoso praticado pelo dito medico, como
um bem humanitario, a Exm. Sra. su mai me
disse que sentia isto, porque nao querla offen-
der ao Sr. Dr. medico Viaona, pois 6 devedora
de grandes favores ao dito medico, por ter acorn-
pantiado era toda molestia do finado seu filho
como medico, ate o dia que o seu corpo partio
para o cemiter'o! Eu lhe disse quo nao ollen-
dia ao Sr. Dr. Vianan, e assim fiz ; emquanto eu
mostrar o crime as autoridades, e o uieu dever,
logo qua fallei no dito crime.
Como nao pretendo voltar as typographias
desta cidade com escripto* relativamente a que3-
tio medica, e lendo a queixa do medico Dr.
Murillo contra o Sr. Dr. Moscozo, pego por espe-
cial favor quo o Sr. Dr. Moscozo faca todo possi
vel para passar o seu emprego de inspector da
saii.le publica para a pessoa do medico Murillo,
para entao elle proceder a seu gosto ; para eu
lhe tirar a venda dos olhos, dar-llm julzo e raos-
trar lhe que elle esta era luta con um uomem
muito superior a elle em tudo por tudo.
Recife, 10 de junho de 1874.
Domingos de Souza Bairos.
OIjmi |iiii'o medicinal de flgado
de baealhao. de Laninan ft
Kemp.
Quando os orgaos da respiraijio sio demasia-
dos debcis para expellira miicosidade engendrada
pela enfermidade inflammatoria, nSo ha nosa rcanos
da sciencia medica, nada que se possa comparar
como tonico, ao oleo de flgado de baealhao.
Porera ouvimos dizer, que os resultados da sua
operacio variam. Algumas sao compostas da
material's rancosos, outras adulteradas, em quanto
que uma grandc parte das composigOes que to-
raara o mesmo nome sio corapletaraente espnreas.
Volvendo de todas estas, o oleo puro medicinal de
Ggado de baealhao, de Lanman & Kemp, nelle
temos umespeciiico de primafacee d'uma reputa-
fio universal, que ate hoje nunca desmentio as
esperangas dos doentes Os medicos o recommen-
dam, porque a sua efficacia esta mais que prova-
da, nos peiores casos de affeccoos pulraonares e
escrofulas. Outros oleos ae Ggado de baealhao,
podera ser puros, porem este indispensaveJraente
o e, Como seja um objecto da maior importancia,
paraaquelles qua padecem dos pulmoes e da gar-
S;anta, aqueile que for senhor d'uma preparajao
egitima, fara bem em confiar-se unicamente na
de Lanman & Kemp.
Olympio Sebastiao de Hollanda Chacon, escrivao
das subdelegacias da freguezia de S. Jose do Re-
cife, em virtude da lei, etc.
CertiGco. era cumpriraento do despacho profe-
rido na peticao retro, ser o auto de corpo de de-
licto e a sentenca nelle proferida, a qua se refere
o supplicante, da forma, modo e theor segninte :
Autoamento,
1874. -Pernambuco. -Juizo substituto do 3" dis-
trieto criminal.Autoamento de um auto de cor-
po de delicto procedido na pessoa de Leonidas Tito
Loureiro. Escrivao Chacon. Anno do Nascimeo-
to de Nosso Senhor Jesus Chris to, de 1873, aos 17
dias do mez de dezembro do dito anno, nesta ci-
dade do Recife, em o men cartorio, autoei o corpo
de delicto que adiante segue, do que para cons-
tar fiz este autoamento.
Eu, Olympio Sebastiao de Hollanda Chacon, es-
crivao, o escrevi.
Corpo de dalicto.
Auto de corpo de delicto procedido ua- pessoa
de Leonidas Tito Loureiro.Aos 17 dias do mez
de dezembro do anno do Nascimento da Nosso Se-
nhor Jesus Christo, de 1873, nesta cidade d) Re
cife, freguezia de S. Jose, am a rua do Coronal
Suassuna, casa n. 286, reeideneia de Leonidas Tito
Loureiro, presente o Dr. Francisco Alves da Silva,
juiz substitute do 3* districto criminal, comigo
escrivao sroaixo assignado, cs peritos notlneads
Urs. Praxedes Gomes de Sonza Pitanga a Affbnso
Arthur Cysneiro de Albuquerque, amb'os morado-
res pesta cidade, e as lestemunhas abaixo assiena-
das, tambem moradoras nesta cidade, o juiz derfe-
rio aos peritos o juramento dos Santos Etange-
ihps de bem e flelmente desempenharem sua rars'
ieclaraado como verdade o que deseobrlram
, Airoa raz 20 cajxas
Arados 19 ulixks e3l
&C
Banha 60 barria a Alfredo Friof Bar'
109 barricas a S. P. Johnston 4 C, 100
aignatarios, 95 S ordem.
Drogas 4 caixas a S. P. Johnston 4 C.
Fannha de irigo 6:4 barricas a-drdem
ragem 5 caixas a Prede:iek Herbst.
Gaz 400 eafxas a ordem, 1000
MacWnas de costura, (9 caixas a S. P.
ion & akctudos 5 caixas aos mesmos.
Obras dV vktro 33 barricas e4 caixas aos con
atgnatarios.
Taeidos 8
Per-
aos consigna-
Johns-
caixas a Keller 4 C.
Dfc*.
I^isboa-----Spbre os Srs. P0S*Eps,
SANTOS & VIAMHA, e SEBASTIAO JOfl DE
IPr*. Sobre o iawco unUo do porto
0"Sr-"jOAQUUt PINTO DA FO.NSECA.
l**ra. Sobre o banco commercia-
oa para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Maranhio. Sobre o Sr. jos fe-
REIRA DA SILVA JUNIOR.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Balaia. Sobre os Srs. iurinhos & c
lio de Janeiro. Sobre o banco
INDUSTRIAL E KERCANTIL, BANCO NACIONAL e
BANQUE BRASILIEHNE FRANgAISE.
'AUHQS DE EKPORTACAO NO JWA 10 DE..
JUNHO DSIB74 [
Para os portos do exterior.
r~ No *ri
carregou:
kilos de al;
portos
fraacez Solidor, para Liverpool,
ban & (1 fS sacras com 15,537
ncaz Erimantlie, para Bordeaux,
Silva Guimaraes 2 caixas com
F. de La Grange 1 barrica
carregou
16) kilos de pennas ;
com IS abacachis.
NoJifigue portHguez Mafia Helium, para
Lboa, cSfregou : S. Gulmarles f>C. 1,890 Sac-
cop com l!8,o00 kilos de assucar branco e 600
dilos cji 4.S,00l) #it.de diU mascavado.
Na gafera portngn.-ra Europa, para Lisbon,
carregou : A. Loyo 709 saeeos com 52,500 kilos
de assucar mascavado ; R. Schmjnetlau 4 C 26't
saccas com 21,298 ditos de algodac.
Na barca portngaaaa Admiravel, para Lis-
boa,, carregou : A Loyo *J0 saeeos com 23,500
kilos de assucar branco..
No vapor norluguea J/ipiW/a, para o Por-
to, carregon : a K Rabello 4 'I. 80 saccoi com
6,000 kilos de assucar branco e 40dttos com 3,000
ditos de dito niascavado : para Lrsboa, F. R. Pinto
Guimaraes 637 ditos com 47,775 ditos de dito e
651 ditos com 48.825 ditos ae dito branco ; Al-
fredo Pereira I barrica com 29 litos da dito, 1
dlta com 22 diloa de farmha e I dita Com 22 ditos
decafe; T. L. Soares 32 saccas com 2,063 1(2
ditos do algodao : L Paes Barrato 2 h.irricas
com 30 abacaciis; F. de A Brito Junior 1 caixa
com charutos e cig-rros ; J. F da Sifva 1 barrica
com 60 kilos de assucar branco a { dita com 60
ditos da farinha.
Para os portos do interior.
Para- Rio Grande do Sul, bo patacho por-
tnguez Judith, carregou : P. It. Pinto Guimaraes
300 barricas com 28,l(fi k-los da assaear branco.
Para o Rio da Janeiro, no brigue nacional
Isabel, corregou : Carvattio 4 Nogueira 200 sae-
eos com 15,000 kilos de assucar branco ; Arao-
rim Irmaos & C. 125 ditos com 7.300 ditos de dito ;
J. C. Goncalves 105 ditos com 75,000 d tos de dito.
Para o Para, no h^ate americano J. Rote,
carregon : J. M. de Castro 3a pipas com 16,800
litrosde agoardente e 10 cfitas com 4,800 ditos de
alcool.
Para o Para, na barca pcrtugucza Arabella,
carregou : J. C Goncalves 1,250 barriquinhas com
60,666 kilos de assucar branco.
Para o Maraubio, no vapor brasileiro Para-
na, carregou : P. Simoes 4 C. 5 volumes com 375
kilos de assucar branco.
Para Bahia, no vapor brasileiro Penedo,
carregou : A. P. Vieira 50 barriquinhas com 2,527
kilos de assucar branco : para Maceio, Fernandes
& Irraao 1 barr 1 com 96 litros de aguardente.
CAPATAZIA
ttaudimento do dia 1
dam do dia II
Da sXPaM>K;iA
a 10
7:230*064
959*571
7:489*655
0MMUH&
JUNTA DOS CORRETORES
Prucn (lo Recife, 11 de junlio
de 1994.
AS 3 HORAS DA TARDE
COT A COBS OFFICIAES.
Assucar Canal 14200 por 15 kHos.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 2o 1|4 d. por
UOOO.
it. de Vasconcellos
Presidente,
A P. de Lemos
Secretarto.
Readimemo
(tro do dia
4LA-Nr>EOA
ao di 1 a 10. .
11
226:860*215
20:122*807
2i6:983*022
Descarregam hoja 12 de jonho de 1874.
Palhabote americano S. 0. Ec^ns farinha de
trigo ja despachada para o caes do A-
polio.
Lugar portuguez Cidral farello para o tra-
piche Conceicao, para despachar.
rmportaeafo.
Lugre portuguez Sidral, entrado da Lisboa em
11 do corrente e consignado a Silva Goimaries A
C, raanifestou :
Azeite de oliveira 50 barris a E. R. Rabel-
ko&C.
Farello 700 saecoa aos consigaalarios, 100 a or-
iem, 50 a Pinto Mareira <& a
Medicamentos 8 volumes a Bartholomeu 4 C,
3 a Tabo'rda & Santos. Iftsas de marraore 256 em
04 caixas a Jose A. die Araujo.
Poliame 3 caixas a Caetano C da Costa Morei-
ra. Pedra 697 volumes a Jose Antonio de Araujo.
Tijolos de marmore 163 eaixas a Jose A. de
Araujo Toucinho 100-barri* it. R. Rabello 4 C.
, Vinagre 15i{ a Leao Rocha 4' C, K)|5 aos con-
signs tarios. Yinho branco 40)5 aos eoasigaata-
rios. Dito t nto 33".pipas e 20(5 a Paulino Jose" da
Costa Araorim A ft., 29 ditos e 15|5 aos consignata-
rioj'16 a 20[5 a E. R. Rabello d- C^ 1 e I5|5 a or-
dem, 7 e 15i5 a Belirijo & Filho- e 255 a (Jhristo-
vao G. Breckenfeld.
Bjrfgne francez Berth^ entrado de Liverpool na
e gflcontrarem,- e o qae em sna conseiencia etriett' mesma data e consigna^ a' SaunSers Browers 4
(derem, e encarregoa-lhes que pfocedesseni x U, mlnir
ilfestoa
VOLOMBS SaHII'OS
No dia 1 a 10......
No dia 11
frimeira pena.....
iagunda porta.....
I'srceira porta.....
'jnaru porta .....
."tapicha Ccacaicao .
6,279
112
138
11
287
6,827
SBRV1CO MAR1T1MO
\harengas descarregada3 no trapicLe da
alfandega :
No dia 1 a 2 10 .
So dia 11.......
lo trapicba ^oocaic*-) .
13
RCEBE1)0R1A D8 RENDAS INT. UNAS GE-
RAES DE PERNAMBUO
tendiraento do dia I a 10 24:9011713
dam do dia If i 1:260*782
26:222*495
CONSULADO PROVINCIA,
Hendimanto dn dia 1 a 10. .
Idem do dia tl
37:556 a94'i
4:714/329
42:271*273
COMPANHIA ALLIANCA
seguros maritimos e terretj
tres estabelecida na Bahi&
em 15 de Janeiro em 1870
CAPITAL 4,000:000000.
forna seguro tie mercadorias e dinheiro
nco maritirao cm navio de vela e vaporei
para dentro e f6ra do imperio, assim com<
ontra fogo sobre predios, generos e f
'ondas.
Agento : Joaquim Jos6 Gongalres Beltrao
us do Commercio n. 5, 1* andar.
SEGUROS
MARITIMOS
E
CONTRA 0 FOGO
A eompanhta Indernuisadora, estabelecid*
aesta praca, toma segaros nraritimos sobr*
aavios e seus carregamentos e contra fog<
em edificios, mercadorias o mobilias: n
raa do Vigario n. 4, pa"vimento terrco.
COMPANHIA
Phenix Pernambuoana.
Toma riscos maritimos em mercadorias
fretes, dinbeiro a risco e fiualmente de qual-
[oer natureza, em vapores, navios vi ela or
tareagas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Augusta F. d'Oliveini & L
A casa commercial e bancaria de Augusto
y d'Oliveinf'dl C, 4rua d* Co:nmBrcio ns
i-1; enoarrdgn'-se de exetucao de ordens
njra embarque de prodoctos e de todos o-
mais negocios de corumiisio, qr coramer-
idines qiaer batftoa*io6.
D*MOBt (nuns', e wmn dinheiro a pre-
mfo, crMpra'canfbiiies, e saca A vista e a
^niittas pra^as estfariaeiras cnacionaes :
homdtftm. ~r- Sobre o union bank o*
LOWKW, O LONBOH AND HAN6EATIC BAI*,
UMiTED, e varias casas de 1.' ciasse.
Paris, -i- Sobre os banqoeiros foulh
* C., JIARCTARp Alton* *' C. e A. 81.kCQttK,
T1GHAL 4 C
Uamhnmgo. Sobre os Sra. iole
schu bac>> A nu;e.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Goncalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Ana-iia.
Aguida.
Ateiro.
Be)a.
Chares.
Efras.
Amarante.
Gnimaraei.
CoTrma.
Melgaco.
Portalegre.
Arces. de vai de vez.
Celorico de Basto.
Caminha.
Mangualde.
Ponta do Lima.
Povoa de Lanhosa.
Erora. Monsao.
Pafe. Ovar.
Paro. Porto.
Guards. Tavira.
Lelria. Regoa.
Lisboa. Vlieo.
Barcellos. Flgueira.
Coimbra. Lamego.
Mirandella. Estarreja
Penaflel Valenca
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemets.
Povoa de Varaim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Por ti mao. Villa-Nova de Famalicao.
Villa do Conde.
Mas ilhas.
Madeira, S. Miguel, Faial c Terceira.
Segtiro contra-fogo
THE LIVERPOOL 4 LONDON* GLOfc
INSURANCE COMPANY
Agentes "
SAUNDERS BROTHERS & C.
HCorpo Santo11
NORTHERN.
Capital..... 20,000:0005001
'"undo de reserva. 8,000-.0008uo<
Agentes,
Mills Latham A C.
RUA DA CRUZ N. 38.
BANCO COMMERCIAL BE fiRACA
Jorge Tasso
>' 39 Rua do Amorim V 39
Saca por todos os vapores qualquer quantia a
prazo ou a visti sobre esse Banco, ou suas res-
pectivas agendas nas seguinte* cidales, villas de
Portugal e ilhas adjacentes e Hespanha.
A saber :
Portugal e iiiiax.
Famalicao.
Aguida.
Amarante.
Anadia.
Arco?.
Arco de Baullieim.
Aveira.
Barca.
Barcellos.
Beja.
Bragacca.
Cabeceiras de Basto.
Caminha.
Chaves.
Coimbra.
Coura.
Covilha.
Elvas
Extreraoz.
Evora.
Fafo.
Funchal.
Fayal.
Porto.
Regoa.
Tavira.
Torres Nova?.
Vianna.
Villa da Feira.
Villa Real d.* 5. Antonio.
Vinhaes.
Faro.
Figueira.
Convea.
Guarda.
GuimarSe?.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Mealhada.
Mdgaco.
Mirandella.
Muiicao.
Oliveira de Azemei--
Ovar.
Penaflel.
Pinhel.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanhoso.
Port'Alegre.
Portimao.
Povoa de Varzim.
Silves.
Thomar
Valenca.
Villa do Conde.
Villa Heal.
Villa Pouca d'Aguiar.
Vizeu
Villa Nova da Cerveira.
Henpanlia.
Madrid. Barcelona.
Vego. Cadiz.
MOVIMENTO U PQMZ.
Navios entrados no dia 11.
L'sboa30 dias, liigar portuguez Ctdral, de 220
Uneladas, capiiau Joaquim A. da Silva, equipa-
gem 12, carga differentes generos ; a Silva Gui-
maraes & C.
New-York42 dias, patacho inglez S. N. Colly-
more, de 221 toneladas, capitao II. Perry, equi
pagem 9, carga difTerentes generos; a Johnston
Pater & C
Liverpooli8 dias, briue francez Berthe, de 218
toneladas, capitao E. Barjolle, equipagem 11,
carga carvao ; a Saunders Brothers & C.
Rio de Janeiro e Bahiao 1|2 dias, vapor francez
Erymanthe, de i,0i3 toneladas, commandante
Jacques, equipagem 113, carga difTerentes ge-
neros ; a Harismendy & Labilfe.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da Prata Sntnaca hespanhola Marina, capi-
tao Alsina, carga assucar e outros generos.
Rio da Prata -Sumaca hespanhola Carenosa, ca-
pitao Isern, carga assucar e outros generos.
Bahia e portos intermediosVapor nacional Pene-
do, commandante F. Pereira, carga carne a ou-
tros generos.

mim.
P. la thesouraria provincial se faz pnblico
que foram traosferidas para o dia 18 do corrente
as arrematacSes seguintes :
Ponte sobre o rio SerinhSem no lagar do Pao
Sangue, orcada em 9 570*000.
Obra da bomba para o povoado dos Montes, or-
cada em 1:980*000.
Ubra dos reparos nrgentes na subida do barro
na estrada da Victoria, orcada em 1:647*800
Reparos da ponte do Trapiche, orcados em
l:650*0fi0.
Fornecimento dos medicamentos e utensis pre-
eisos a enfermaria da casa de detencao.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bnco, 6 de junho de 1174.
0 ofllcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
De ordem do lllm. Sr. engenheiro chefe da,
reparti^ao "^ as obras publicas, se faz pnblico que
em virtude "e requisipao dos contratantes da ponte
que tem de ser construida em substitnicao a actual
ponte da Boa-Vista, flea prohibido o transito pa-
llico pela velha ponte, cooforme foi deliberado
por S. Exc. o Sr. prosidente da provincia, em 6
do corrente.
Secretaria da renrtic4o das obras publicas, 9
dejanho de 1874,
O t. escripturario,
________Joao Joaytim de Slqaefta Varriao
0 lir. Sebastiao do Rego Barro i de Lacerda, juia
de direito especial do commercio da cidade do
Secife do Peraambuco, por S. M. imperial, qne
bus guarde, etc.
Faco saber aos one o pre*ento edital virem,
ue por parte de Fernando Gotne3 da Silva, liqni-
ktario da eatincU arma da Fernando Gomes da
lva 4 c, ma foi dirigida a tioao do theor se-
tt inte :
Petcio.-(t ttWt S. Dr. ipir ie dlteiio especial
docommercid: WrnaHdd 000*^ da SUva, liqui-
iataris da exitocU flnaa Fernando Gomes da Sil-
va A C, quer fazer ilar a Jose 6onres de Lemos,
para na primeira andineia deste jniio, ver se the
asaginar os 10 dias da lei a sua letra junta e ja
vencida, para nelja aHeB^radeliaa que tiver e nio
aendo essa relevante, ser condemnado a pagar a
quantidade>nriar>al at 539*030, jnros estipaladoa
e custas, e perqtre o suppllcado rtnunciasse o furo
do domicilio para ser deiriaodado fiesta do. contra-
to, entretanto que abandoaainio o ln|t d seu do-
micilio e se retirasse para logar incerlo e nao sabi -
do, como o supplicante provon nerante o jn-zo de-
paz por justiffcacso alii prestada. Neqner a t. 8.
que se digne mandar passar edrtal torn a lerrao da
lei para a citagao do snpplicade para flm rWfuarMo.
Nestles termos pede a v. asswn lhe deflra.
E. R. M. Recife, M de maio de IfW.-tfenrtqne*
da Silva. >
Estava uma estampilha do valor de 300' rs., fe-
galmente inutilisada com a data e assignatura su-
pra.
Despacho. Disfribuida sim, jnntando- a procc-
raoao Recife, 23 de maio de 1874.-Banus oV
Lacerda.
Em virtude do meu despacho fora a peticao cfis
triboioa ao escrivao inlenuo deste juiz j, Francis-
co Xavier de Souza Ramos.
E tendo o supplicante produzido suas tesfcmu-
nhas, que juraram"achar-se,o supplicante Jose Sna-
res de Lemos, ausente em lugar jneerto e niu sabi-
do, sellados e preparados as autos, ni'os os fez eon
cIqsos e nelles dei aseutenca do theor segninte :
Sentenca. Por edHaes cew ;Wdia* de ncaao,
aflixados e poblicados, seja dtado o supphaO,
enja ausencia he! p6r}uSTfflea1', e Aws HeoSTe,
9 de junho de 1874, Sebastian do Rego Barres da
Lac^rdi.
Por forca desta minha sentenca o eserivio fez
passar o presente edital, pelo qual rtiarao, crto t*
hei por iotimado o dito saplHeade; para qae eom-
pareca neste jalzo dentro do dito prazo, afmi de al
legar o quo for de jnsttga.
E para que chegue ao conneoHneato Je teflos,
mandei fazer o presente, que sera afllxadu n.w lh-
gares do costume e pnblHadrpelsaiinnaoj.
Dado e passado nesta cidait da Recite de Per-
nambuco, aos II d junho de 1874.
Eu, Francisco Xavier deSoU'a Ramos, etcrWIu
interioo.subscrevi.
Recire, 11 de junho de 1874.
Sebastiao do Rego Barns de Lmceiiu.
Edital n. 174.
Pela insptctoria da alfandegase faz publico, que
nio tendo sido rebradas ntro do praao marcadc
em eoital n. 163, os 10 barris da marea AJDw
135/144, perteneentes a Antonio Jone Dantas.
conteado verniz, vindos de Liverpool na barca in
.It'za Dora, enlrada em 6 de dezembro de anno
proximo passado, serao arremaladot a porta desta.
reparticao, livres de direitos e snjeitos ao impost j
da capatazia, as 11 horas da manbi do dia 13 go
corrente.
Alfandega de Pernambuco, 9 de junho de 1874.
0 inspector,
Fufcio A. de.Ctrvalho Rets.
0 Dr. Sebasilad do Rego Barros de Lacerda juiz
de direito especial do commercio aesta cidade
do Recife de Pernambuco, por 3. M. Imperial,
etc., etc.
Faco saber aos qua o presente edital virem, qae
por parte dd Fernando Gomes da Silva, liquidata-
rio da extincla firraa de Fernando Gomes da Silva
ii C. me foi dirigida a peticao segninte :
lllm. Sr. Dr. juiz de direito especial do comraer-
eio. Fernando Gomes da Silva, liquidatario da
extincta firma Fernando Gomes da Silva 4 C,
quer fazer citar a Ayres Affonso Maria de Albu-
querque para, na prime'ra deste juizo, ver se Ibe
assignar os 10 dias da lei a sna letra junta e ja
vencida, para nelles allegar a defeza qae tiver, e
nao fendo essa relevante, ser condemnado a pa-
5ar a quantia principal, 3:405*800, juros estipula-
os e custas, menos a quantia de 600* que den
por conla e consta do recibo em seu poder ; _e
porqoe o supplicado renunciasse o foro do domi-
cilio para ser demandado neste do contra to, en-
tretanto que, abandonando o lugar de seu domi-
cilio e se retirasse para lugar ineerte e nao sabi-
do, como o sufiplicante provon peranle o juizo dp
paz por ju3tific:icao alii prestada, requer a V. S.
que se digne mandar pnssar edital cum o term >
da lei para a citacao do supplicado, para o Gm
requerido.
Nestes term s pede a V. S. assim lhe deflra.
E. R. M.
Estava o sello de estampilha de 200 reis. Recife.
22 de maio de 1874. Henrique da Silva.
Na qual dei o d.'spacho seguinte :
Distribuida eomo requer, juulando procuracao.
Recife, 23 de maio de lh74. Barros de La-
cerda.
Em virtnde do meu despacho, fdra a peticao
distribuida ao escrivao de?te juizo Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento.
E tendo o supplicatite produzido suas testemu-
nhas, que juraram achar-se o supplicado Ayres
Affonso Maria de Albuquerque ausente em lugar
incerlo e nao sabido, sellados e preparados os au-
tos, me fez o eserivio conclusos, o nelles dei :i
sentenca do theor, forma, modo e maneira ?e-
gunte :
Procide a justiflcacao de ausencia do suppli-
cado, pelo que seja citado por editaes com 30
dias de prazo, aflixados e publicados nos jornaes.
E custas. Recife, 5 de junho de 1874. Sebastiao
do Bego Barros de Lacerda.
Por forga de3ta minha sentenca o escrivao fez
passar o presente editnl, pelc qual chamo, cito e
hei por intimado o dito supplicado para que com-
[iare<;a neste juizo dentro do dito prazo, alim de al-
egar o que for de justica.
E para que cheguo ao conhecimento de todoe.
mandei passar o presente, que sera publicado
pela imprensa e affixado nos lugares do costume.
Cidade do Recife, 8 de junho do 1874.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento,
escrivao, o subscrevi.
Recife, Ode junho de 1874.
Sebastiao do Rego Bairos Burros de Lacerda.
DtCUAC0E,
Juizo dos feitos da fazenda.
ivsri'itiiii Torres Bandeirn.
No dia 19 do corrente as ti horas da manha.
depois da audiencia do Dr. juiz substituto vao a
praca por venda os seguintes predios para paga-
mento da fazenda.
Idem n. l,de um andar, sita a rua da Masga-
beira, em Olinda, com 36 palmos de frente, 59 di-
tos de fondo, tendo no andar terreo 3 salas, 8
quartos, e no superior a> raesmas accommodates
e cozinha fora, avaliada em 3:500*, pertcneente
a Henriqueia Eliza Banks de Miranda.
Recife, 6 de junho de 1874.
0 solicitador da thesouraria provincial.
Joao Firmino Carreia da Aranjo.
SANTA CASA DA MISERlLORLlA l>u
RECIFE.
A Hlma. junta administraOva da santa casa Ui
kiisericordia do Recife, manda fazer publico qu?
aa sala de suas sessoes, no dia 4 de Juaho pe-
las 3 horas da tarde, tem, de ser arrematadas a
quem mais vantagens offerecer, pelo tempo de nm
a tres annos, as rendas dos predios em seguidr.
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......l*00f
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32 :.......250*000
Ciuco Pontts.
asaterrean. 114......36W3P0
Rua da Viracdo
Idemn 74........241*000
Ponte Velha.
idem n. 31.........156*00*'
Rna de Antonio Henriqnes.
idem n. 26........M000
Rua do Vigario.
!. andar do sobrado n, 27. ^**i
Eojaidem......... 575*000
PATRIMONIO DOS OBPHAOS.
Rua da Senaaha velha.
Casa terrea n. 16.......2O9*00o
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......421*W'
Rtia da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado). .... l:000*!>'
iRua do Ptlar.
Caia terrea n. 100......VktW-
Rna do Amarira. ^
Idem n. 34........!M*00o
Rna daGola, *.,.,,
Idem a 29 ... 20l*eo>
Rua. das Urafigelm. "-m.
Casa terrea n, 17. ..... 3M*
Os prelendentes deverao anreaeatar no ac:
ureaBtacio as suas flancas, oa oatapat^'vr^-.,
I uiiipaBaaimi *"i rnT|ftr"H fladores, devnd
aagaralam darenda. o araauo da quant..--
\m for aafnro o predio qua coativer eslab
nento commercial, aasiat eomo o sarvi<;o da Ur-
paaa e preoos dos ajraareHaos.
Seeretaria da sanu caaa da misaricoftba do R*
sill, it- de mar^o d* 1*14.
O' escrivao
tttro Rtdripus Souza,
%.


:
Otalid '-'do Pemambueo Sexta feira 12 de JuiAo de ldMfijQ
:-
Liiso-Bfasileirdi
Deo-dem Jj Exm. Sr. president do conseillo,
i oi adiada a sei>slo da assemblea geral extraordl
naria, aonunciada parao dia lS, para quinta feira
18 do correoJf:, is 6 haras da iard Secretaria do cooseilw fiscal 4a sociedade bone-
ticente Luso B"asilira em PerAambuco, 10 de ju-
nbo de 187V.
AnaYa M. Piaheirn,
| secretario.________
PonJteda Boa Vista
Os empreiterres da nova pome da Boa-Visu fa-
/.em publico, t:m havendo recebido autorisacio de
S fcxc u Sr. fTWid^me da proviacia para demo-
lir a vefha pu*t, allm de construir-se a nova, pre-
vinemaorespeiUvelpublKW, irae de segunda foifi
proximo, 14 dt' correMe, em diame, wssara .por
aHi todo o translto, tanto p*ra vehicoles como para
pessoss a pe. Recife, 1* de junho de 1874.
Watson Smith,
______. ______Empreileiros._______
ukaiidade do S. Sarramcmo ihi
ftaatris Aa fregnesia dc S. Joa6 de
feecifo.
Nao tendo sido possivel por falta de oumero,
^roceder-se no domiugo 7 do correnle a olaijsw
da mesa regtdora- desta irmandade sao de novo
coovidados os Dosaos coarissimos irmaos pars do-
mingo 14 do correnle, is TO horas da manha na
matrii de S. Jose, aSm de se pro^eder a eleicio
da mesa que tem de funceionar no anno 'de 1874
a 1875.
C i.* escrlptnrario, servindo de secretario,
Carlos loio de Souza Corre*. *
S. Sarrawiilo
Oe conformiJade con o compromisso, convido a
mesa regedora, afim de se reunir no consistorio
la Dossa irmatiQade, djioingo (4 do corrente, pe
las 11 boras dti niaetaa, para dar .posse a nova
mesa ref edora etelu.
Recife, 10-de junho de 1871.
Jose da Silva Loyo Sobrinbo,
Escrivao.
Irmaudatc
ertHtta no
de M. S. d* Bon Httrto.
Ki-eja *e 'S. Jose de
Nao M teudj reunido numero de irmaos do dia
7 do eorrarto para mesa geral, san de novo coa
vidados para o dia 14, as tO*oras da manna.
Consistorio da irmandade de N. S. do Bom Par-
to, Wde-joabode 1874.
Jose V. de Hello,
____^________________Secretario._____
'Peterecebedoria d3 rcadas inlernas geraes se
fax publico que e neste inez de juni.o quo se fin-
da o prazo do pagaiaenlo, sem multa. do 2.* se-
mcstre 'da MM addieional, relative ao exer-
cicto xorrente de 187374 ; depois do que sera
cobrado com a multa de 6 por cento.
Recobedoria de Pernwcubuco, 10 de jaoho de
tan.
0 administrador.
___________Moaoel Carneiro de Souaa Lacerda,
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
rfcardia do Recife precisa contraur o fornecimen-
to dos generos abaixo declarados, que teem de
consuniir os estabelecimentos pios a seu cargo,
exceptuando o hospital Pedro II. no trimestre de
julbo a setembro vindouro. Recebe propostas na
s*la de suas sessoes, pelas 3 horas da tar-ie 4ia 18
do corrente.
Aletria, kilogrammj.
Aguardente, litre
Azeite doce, idem.
Arroi, kilogramrao.
Racalbao, idem.
Banha de porco, -idem.
Batata, idem.
Cha bysson, idem.
Cafe em grao, i :m.
Came secca, idem.
Cebolas, cento.
Farinha de mandioca da terra, litre.
Feijao, idem.
Parello, idem.
Fomo do Rio, fcilogrammo.
Gaz, lala.
Milho, sacco.
Manteiga, kilngramrao.
Potassa, Uem.
Rape, iJi?m.
Sabao, id-ra.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toueinho, idem.
Velas de carnadba, idem.
Veias stearinas, ma,o.
Vinaer^ d( Li^boa, litre
Vinhotinb', idem.
Vinho branco, idem.
A junta admiuistrali/a da Sanla Casa da Mise-
vicordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to de pao e bol.cha que teem de consnmir todos
oi estabelecimentos pis a seu cargo, no triraeslre
de julho a setembro, e recebc propostas na Sila
de suas sessoes, pelas 3 byras da tarde do dia 18
do corrente.
A junta administrativa da Santa Casa da Misc-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to de assucar reflnado, que teem de consum r to-
dos os estabelecimentos pios a seu cargo, no tri-
raestre de julho a setembro, e recebe propostas na
sala de suas sss oes, pelas 3 horas da tarde do dia
18 do corrente.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimeo-
to de came verele que teem de consumir todos i s
estabelecimentos pios a seu cargo, no trimestre de
julho a setembro, e recebe propostas na sala de
suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 18 do
corrente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 8 de junho de 187 i.
0 escrivao
Pedro Rodrigues de Souza.
Obras mititares.
Coovida-w As pessoas que so quiaetem eucarre-
gar dos concertos das : escidas do hospital mi
litar, or^ados em 383^150, a se apresenlarem com
suas ornpostas na repartican das obras pnbHeM
a 18 do corrente, pelas 11 horas da manbii.
As propostas devom ser uia carlas fechadii; e o
uicamento e encjatralo na mesma reparlicao.
Pernambwcu, II de junho d? 187*.
0 engen>ieiro das ubras niilitare*.
Chryssoliti F de Cistto CHaves.
Confravia do Senhor Bom Je-
8usda Via-Sacra daigre-
ja da Santa Cruz.
De ordera do nosso irraao provedor, convido
pela terceira vez a todos os nossos charissimos
irmaos confrades a comparecerem em nosso con
sistorio pel js 6 horas da tarde do dia IJ do an
dante met, aflm de que, reunidos em mesa g^eral,
se conclua a eleicao que foi adiada na sessao de
39 de ahnl de corrente anno por lalta de nume-
ro legal, de coaformidade com o que preceitua
artigo 40 do nosso compromisso.
Consislorio da cenfraria do Senhor Bom Jesus
da Via-Sacra, 8 do junho de 1874.
Servindo de escrtvao,
Marcoiino Jose Pupe.
Companhia Fidelidade
SertH A agenda desta companhia toma seguros ma
rHimos e terrestres, a preanos razoaveis, dando nos
uttimos o solo livre, e e setimo anno gratulto ao
segurado.
Fcliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rim do Apollo 51
Sociedade Uniao Catholica
Peniambucana.
De ordem do Exm. Sr. p< esidente da Sociedade
Uniao Catholiea Pernambucana, sao eonvoeados
todos os respectivos socios para se reumrem em
assembled geral, domingo 14 do corrente a oma
hora da tarde, afim de tratar-se da diseossao e
appro .acao do orcamento, apre-entai-ao do balan;o
geral e contas do thesoureiro, para cajo exame
se nomeara na mesma oecasiao uraa commissao
ad-hoc : tado de conforraidade com o art. 19
l. dos estatutos vigentes.
Recife, 10 de junho de 1874.
Jose Honorio B. do Menezes,
1." secretario.
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
Consulado provincial
Pela adrainirtrpcao do consulado provincial se
faz publico aos respeetivos contribuintes, que do
i* de jonho vindouro por diante cumeca a correr
0 prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 2i
do regulamento de 16 de abril Je 1812 para a
cobranca a bocca do cofre, do 2' semestre dos im-
postos da decima urbana, 5 0|0 sobre bens de mao
morta, e 60 rs. por litro de aguardente oonsumida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
187i, incorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao satisfizerem nesse prazo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 df
maiode w74.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Armazens da companhia per
nambucana.
Seguros contra o logo
A companhia pernambucana, dispondo de ex
cellentes e vastos armazens em sea predio ao for
te do Mattos, ofterece-os ao commereio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con
*ervaclo das nxircidorias depositadas, service
prompto, precos roodicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
clnsivamente os generos de uma so pess6a.
_Estes armazens, al6m de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e asphaltados^ iaentos df
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue q^uiierera utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dingir-se ao escrigtono da com-
panhia pernambucana, que acharao com quen
rratar. _______
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
De ordem da HIma. junta administrativa vai de
novo a praca de tenda, no dia 11 do corrente, pe
las 3 horas da tarde, perante si, a ilba do Noguei-
ra, pelaquantia de 1;000#. sendo o arrematante
obrigado a fazer os concertos de que precisa o
viveiro alii existente.
Os pretendentes dOTerao apreeenUr-se ronni-
dos de cartas de fiancas.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 5 de jonho d3 1874.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
A thf souraria de fazenda tendo de contratar
o fornecimento de o^jectos para o seu expediente
durante o semestre proximo futuro de julho a de-
zembro, convida o*i pretendentes a apresentarem
na secretaria da rr,sma suas propostas em cartaa
fechadas, devidamente selladas, ale o dia 20 do
forrente n.ei, em que serao as mesmas abertas
porante a junu desta reparticJo e em presenca
dos pretendent-s, ^ue deverao presUr fianya para
(-irntia das multas em que incorrerem a vista
.jle respectivo coutralo.
No dia 17 do corrente, pelas 12 horas
da manha, tera" lugar no escriptorio da
companhia rua do Cabug4 n. 16, a arre-
matacaodos chafarizes e bicas porbairro,
nao se admittindo propostas que compre-
hendam inais de urn bairro, e nem por cs-
paro maior de um anuo. Os Srs. licitan-
tes podera compartcer com seus fiadores ou
declara^So dos mesmos no mencionado dia,
ou antes no respectivo escriptorio, onde me-
lhor poderao informar-se das condigoes do
contrito d'arrematacao ; devendo ser essas
propostas em carta fechada. Declara-se aos
Srs. licitautes que o pagamento sera* feito
em sedulas.
BASES SOBRE AS OUAES SE DEVE
LANCAR.
Bairro do Recife.
Chafariz e bica do caes do
Apollo. Dito da rua do Bom
Jesus. Dito Jda prar;a de Pe-
dro I. Dito e bica do Forte
do Matto................. 18:500SW)00
Bairro de Santo Antonio.
Chafarii do largo do Car-
mo. Dito do largo de Pedro
II. Dito do largo do Para'zo.
I'ito da rua do ALrquez de
Herval. Dito da rua da Con-
cordia.................. 23:5006000
Bairro de S. Jose".
Chafariz do largo da Ribei-
ra. Dito da rua de Vidal de
.Negreiros. Dito da rua Im-
perial. Dito da entrada da
Cjbanga. Bica no extremo
da ponte dos Afogados..... 28:0l6;?000
Bairro da Boa Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova de San-
to Amaro. Dito da rua do
Principe. Dito do largo da
Soledade. Dito da c-ixa d'a-
gua dos Pi res. Dito da praga
do Conde d'Eu. Dito da rua
de S. Goncalo. Dito de San-
to Amaro da~ Salinas...... 19:50^^000
Passagem da Magdahna.
Chafariz do largo do vivei-
ro. Dito entre duas pontes.
Capunga.
Chafariz da rua das Per-
nimbucanas........
Monteiro
Chafariz dessa povoagao.
Apipucos.
Chafariz dessa povoacao..
Escriptorio da companhia do
9 dejuDho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigms Valenca.
Sabbado 13 do corrente.
Especttculo em beneflcio dos adores Emiliano
e Prooopio.
Coraedia em 3 aetos, original brasileiro :
o mwj)
Tanninara o (speetacnl > com a cdoo*dia em 1
aclo, ornada de canto e danca :
Sem falo c sem m.
Princioiaia as 8 Ii2 Imras.
Os heneficiados pedem a prnteccai do iila*U.
do public.) desta capital.
Parl
Segue em poucos dias ao porto acima a barca
portagueza Arabella, pod* ainda receber ?ign^l0'l.c estaraffpalentes nVdia doleilas'
carga a frele : a traUr com Antonio f *------
8cadeiras de dito. 9 .... ,
lemis iarros e contolos de dito, cadeiras Jal-
e iarros v' mm*3, lavatorios de ferro, flgur&s
loiwa *a 0ores> baneog de amarello, Vidros e
> *. l foglo de ferro,_e muitos ontros artigos
- errors, ie
Santo Antonio
KHPEXZA
Domingo 14 do corrente.
A's 1|2 horas da tarde
ULTIMA REPRESENTa(iO
do lmportaato drama em 1 prologo e !> actos :
4 eslaliia de came.
Termlnara o espectaeulo com a popularissima
come#ia era 1 acto :
OS IRMAOS DAS ALMAS
Principiara as 5 1|2 horas da tarde e terminara
as 9 boras.
THEATRO
mm PRAMATIGO
EMHCZAUMi PEMAHTE
Saltltas* l at oiio e meia la noiie
E
omiMo 14 uh 5 l|t da Duas unicas representacoes do sempre applau-
dido e popularissirao drama-sacro :
Gabriel e Lushd
OU OS
Milagrsde Santo Antoiio
A peca esta mo mad a com todo esmero e apparaw.
Libras esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Ru* do Commereio n. i%.
AVISOS ^ARITIMOS
0
Rio de Janeiro
pretende segnir com muita brevidade o brigue na-
tional Isabel, tem parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que lt>e falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n. S7.
Almeida : na rua da Madre de De^
fflRF%f------
ItesSAGFTnEg- MAR1TIMES.
Llnlia ltiensal
EHYVIVMTHE
Ejpera-se dos per-
tea do sul ate o dia
12 do corrente, se-
guindo deiwis da de-
inora do costume pa-
ra Bordeaux, tocan-
do em DaKar (Ooreo) Usfcoa.
I'sra fretes, enconimendas e pas-ageiros : a ira-
far <.nm
OS AGEXTCS
Marisiueiul v a Lahille.
__ 9 Rua do Commereio 9
Rio Grande do Sul
Seguira em poucos dias o patacho portuguee
Judith : para o resto da carga, trata-se &.m Pe-
reira Vianna A C, a nu do Vigario a. 7.
Ceara. Macao e Mossord.
Para os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiate Rival, por ter alguma
carga engajada e para a que Ihe falta, trata-se
com os consignatarios Joaquim Jose Goncalves
Bellrto k Filho, a rua do Commereio n. 8.
< MrWlll% IIH\SII IIKA
DE
MAVEGACAOAVAPOR
Portos ao nor(e
Comnandnnir interino A. Imai.
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 17 do
corrente e seguira para
os do norte, depois da
demora do costume.
Portos do hul
E' esperado dos portos do norte ate o dia 14 do cor-
rente e seguira para os do sul depois da de-
mora do costume.
Para carga. encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA 00 VIGARIO-7
Pereira Vianna & C
IEIL0ES.
Agente Pestana
Leilao
DE
cabriolet de 2 rodas, ame ic.no, 2 cai-
xas com ctumines, divefsns dozias de gi-
ta-&{.iI e uivcrsis duiias do pistolas ie 2,
4, 6. 8, 10 e 12 tiros
ASH HORAS EM PONTO.
No primeiro ndar da rua do Vigario The-
norio it. II.
0 prepnsto do ngcnlo Pe-iam fari leiiSo por
coiita c ri>to doqiU'iii p^rlen'tT, ii is obj*ctos aci
ma uteucionados.
SEXTA-FEIRA 12 DO i,GnRENTE
a 11 horas ezn ponto
No primeiro andar da rua d.j Viga io The-
norio n. II.
Leilao
DE
caizas com cavallas e enxdvas seccas, vin-
das do Hio de Janeiro
Hoje
1* do ^eorrente
No primeiro andar da rua do Vigario Thenorio
n. 11
ao meio dia era ponto.
Pelo preposto do agento Pen-
(ana.
AVISOS DVrfiSOS
Precisa-se de uma ama
para cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Bom
negocio.
Aos amantes do gamao.
Veode se trinta pedras de marflm, novas, oars
gamio : a rua do Imperador n. 71.
Feitor
Preci;a-se de um feitor : a Iratar na raa
Bom Je;us n. w.se^undo andar.
lltila parliciitar de inslruccSo|
elcuienUr
Para o sexo feminino
A profennra, infra assignada, lendo-
se habilltado na foima da lei, pretende
no dia 8 deste mez ahrir a sua anla par-
ticular na rua do Maru'J'-z do Herval, on-
tr'ora da Cnncordia n. ti7, onde |>ode-
ra ser procuntda ; as alumnas, alem de
se iustruirem nas materias qne conti-
tuem a instruccao elementar, se babilita-
rao na arte de agnlha, bordados de todas
as especles, obras de la e de (lores, me-
diante gratificacao razoavel
S. Jos6, 6 de junho de 1874.
Esmenia Jenuina Dias.
Pacific Steam Navigation Company
ROYAL MAIL STEAMER
i59|J690
601?!>200
201^1000
133,5000
Beberibe,
Esperase da Europa ate o
dia 21 do corrente e seguira
para Bahia, Rio de Janeiro,
Montevideo, Buenos A y r e s,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebe>a pas-
sageiros, encommendas e dinheiro a frete
N. B.Nao sahira antes das tres horas da tar
de do dia da sua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe a C
14RUA DO COMMERCIO-U
CH.IROEIIRS ll^lMM
COMPANHIA FRUSCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LI Nil A MEiNSAL ENTRE 0
Havre, Llsboa, Pernambneo, Rio dc
Janeiro, (Santos ttomeute na vol-
a) Montevideo, Buenos-Ayres
(com baldeacao para o Rosario)
STFVMFR
YILLE DE RIO DE JANEIRO
Conimandante A. Fleury
Espera-se df^uVopa ate 2i
do corrente, seguindo depois
da precisa demora para os
portos do sul de sua escala
ate o Rio da Prata.
Relativamente a fretes, encommendas e pas-
S3geiro=, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
i2Rua do CommereioEntrada pela rnr
do Torres.
Grande e importante
LEILAO
para liquidar
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
NO
americana e brasileira
de paqnetes a vapor.
No dia 14 do corrente
e esperado do norte o
vapor americano South
America, commandan-
teSinklepangh, oqual
depois da demora do
costume, seguira para Bahia e Rio de Janeiro.
Para fretes e passageiros, trata se com os agen-
Henry Forster 4 C, rua do Commereio n. 8,
tes
No dia 12 do corrente, depois da audiencia
do jniz de paz da freguezia da Bca-Visla, irao a
praca os bens seguintes, penhorados por execucSo
de D. Maria da Silva Campos Guimaraes contra
Pedro Alexandrino Ftrreira : 2 cadeiras com as-
sento de palhinha, avaliadas por 8t ; 2 ditas em
mao estado, por 4f ; 1 mesa de amarello, por 9* ;
1 caixa de madeira, por 44 ; e 1 caraa franceza,
de amarello, por 201. Escrivao, Alvaro Panlo No-
blato.
Massa lalliila
De ordem do Illm. Sr. Dr. jniz especial do com-
mereio, sao pelo administrador da massa fallida
de Joio Baptista Goncalves Bastos, convidados os
Srs credores da mesma massa, para no prazo de
oito dias'contados desta data, apresentarem sens
titolos e serem classificados, a rua Marouez de
Olindan. 16.
Recife, II de junho de 1874.
Francisco Radick,
Administrador.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.^iavegacflo costeira a vapor.
PAKAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT,CEARA, MANDAHU E ACARACD*.
0 vapor Jp juca
commandante Moura
seguira para os por-
tos acima no dia 22
do corrente mez, as 3
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 20 do corrente, encom-
mendas, dinheiro a freie e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte ao Mattos n. 12.
COMPAraiA_PERMMHUCANA
DE
\ivegacilo costeira a vapor.
Para Macei6 em direi'ura.
as 11 horas em ponto
i. ANDAR D4 RUA DO VIGARIO THE-
NORIO N. 11.
iIIlTi133E&i
0 preposto do agente Pestana, competenlemen-
te autorisado por uma pess ta que tenciona liqui-
dar seus negocios, afim de retirar-se para a Euro-
pa, fara leilao das fazendas e miudezas abaixo de-
claradas
A SABER:
4 1|2 duzias de camisas de cretone de enres.
4 ditas de dilas brancas.
4 1|2 ditas de linho bordado.
2 l|2 ditas de dito.
8 cer^ulas de algodao.
8 ditas de lipbo.
2 veos com capellas para noivas.
5 meias chaoelinas.
1 apparelho para cabeca e peito.
6 ditos.
36 chapeos de castor branco e preto.
11 ditos de paiha pintada para ho men.
7 ditos de dita branca.
13 ditos de merino.
2{ dit s de meia massa.
5 ditos de massa tina.
19 ditos de palha para meninos (Gnos).
3 duzias e 4 chicotes para montaria.
16 beng^las Unas, cabo de ono.
3 chicote9 com apitos.
G bengalas de volta
3 chicotes linos para montaria.
Sapatos de tranca do Porto.
Ditos de charlote.
Ditos de casemira.
20 duzias de oleo philoeonie.
2 caixas com 100 pecas de franja de seda.
8 vestidos de phantazia.
Franjas brancas, de la e algodao.
Linhas, traucelins pretos, broxes, brincos,
Ihos de mao, e muitos outros objectos que por
se tornar enfadonho deixa de meneionar, oe
quaes estarao patentes a vista dos Sr". compra-
dores
LiqtiidacSo
ao correr do marteUo
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
\n' 11 horas em ponto.
1. andar da rua do Vigario Thenorio
0 11.
Iref a preposto do agente Pes-
tana
Vende-se ou arrenda-se o gronde predio
de um andar e sotSo, sito na rua do-Bispo
Coutinho, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas t.oas salas,
do frente, um salao no sotao. seis quartos
espacosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-.'e prepaYa-
do com todjs os moveis indispensaveis a"
uma grande familia, sera" assim vendido ou
sere os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da UniSo n. 19, sobrado, atraz do
par;o da assemblea.
Massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de Souza.
Os admini9tradores da massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de Souza, convidam aos respectivos
credores para apresentarem os seus titolos, afim
de serem classificados, e dizerem acerca da vend*
em leilao dos debitos a referida massa: dirigirem-
se a rua Duque de Caxias n. 46,1* andar, das 10
as 3 horas da tarde.
Abreu & Veras, em liquidacao,
_________________Administradores._______
Roga-se a pessoa que cornprou, oo to-
mou de penhor, talvez La mezes, utis objec1
tos de prata, como talheres, etc., obra do
Porto, com as iniciees P. A. S. em cadein,
que querendo restituil-os ao seu pronrio
dono, de quera foram subtrabidus nao mui
recentemente, e s6 agora couhecida essa fa-
it*, dirija-se em carta fecbada com aque!-
las iniciaes d rua do Cabuga* n. 7, loja de
ourives, que garante-se boa recompensa.
MHaflBWHaano^
Joaquim Bernardo dos
Reis e sna mulher Cadida.
Francisca Xavier dos Reis,
agradecem as pessoas que
se dignaram acompannar
os restos mortaes da sem-
gre chorada Isabel Fer-
9ita, mnlher de seu sj-
brinho e afilhadd Dr. Jose Augusto Ferreira da
Costa, ausente na capital do Iraperio, por isto con-
vidam a todos os sens parentes e amigos a assisti-
rem a missa do setimo dia que man Jam rezar pelo
repouso eterno da finada no convento do Carmo,
no dia 13 do corrente, as C 1[2 da man).a, an'.e-
cipandose desde ja a agradecer aquelles que com-
parecerem a tao piedoso acto.
espe-
No
CASA DA FOIITiA.
AOS 4:000$000.
BILHETES GARANTIDOS.
rua Primeiro de Marco (outr'ora rua dc
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizes bilhetes um meio n. 76 com l:0OOJ, um
meio n. 3038 com 2001 e outras sortes de 401 e
201 da loteria que *e acabou de extrahir (102),
convida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume sem desconto algum.
Acham-se avenda os felizes bilhetes garantidos
ia 4' parte das loterias a beneflcio da igreja
de Santo Amaro de Serinhaem, (103*), que se ex-
trahira no sabbado, 13 do corrente mez.
PRECOS.
Biihete inteiro 41000
Meio biihete ifrW)
. PORRAODE 100-5000 PARA CIKA.
liii'hete inteiro 3130fi
Meiobilhele 1176u
Manoel Marlins Fiuza.
Antonio 'Francisco M. de Mi-
randa.
D. Alexandrina Maria de Carvalho. Miranda,
Jose Ferreira M. de Miranda e Anna Julia de Mi-
randa, mulher, genro e Glha do finado Antonio
Francisco Martins de Miranda, fallecidc no dia 9
do corrente, agradecem a todas pessoas qne se
dignaram assistir aos ullimcs snffragies que se
fizeram aos restos mortaes daquelle fluado no dia
10 do corrente, na igreja do Carmo, e aprovei-
tam a oecasiao para de novo as coovidar a assis-
tirem a missa de setimo dia, que mandam rezar,
as 7 horas da manha, na maama igreja.___
preciso para js-
S. Joao.
Francisco Antonio Bastos deelara que nao
se responsabilisa por qualquer debito on qualquer
cousa que se pessaem seu nome se'.. letrasua.
Da-se terra bem estiumada para pliniaco.se
na obra quese esta a fazer oa rua do Lean Coroa-
do (outr'ora Mangueira).
Leilao
ADM1NISTRA' AO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO, 12 DE JUNHO DE 1874.
Malas a expeillr-ae
Pelo japor portuguez Julio Diniz, esta adrai-
ristracao expede malas para Lisboa e Porto hoje
Recebe-se a correspondencia ate a t hora da
tarde.
Affonso do Rego Barros
Administrador.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPRJEZA
0 vapor Jaguaribe segue no
dia 15 do corrente as 5 boras da
tarde em direilura a Maceio e
dahi a Penedo e Aracajo.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avejracffo costeira a vapor.
Rio Formoso, Barra G'ande, Porto de Pe-
dras, Camaragibe e Macei6.
0 vapor Coruripe,coniman-
dante Santos, seguira para
os portos acima no dia 15 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frele ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Para o Rio Grande do Sul e Rio de Janei^.
recebe-se carga a frete no veleiro brigne naciona'
Arrow Math, navio de t* classe : a tratar com
Silva A Cascao, a rua do Marquez de Olinda n 60.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
de demora a barca portOgueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de seu carregamento engajado,
s para o reato que Ihe falta, trata-se coca o con-
eignatarios Joaquim Jose i>ncalves Beltrao & Fi-
shp, & rna do Commereio a *.
DE
umaarmacio de-amarello, pjriatil, toda envidra-
da a moderna
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
as 11 horas em ponto.
No 1. andar do sobrado da rua do
Vigario Thenorio n. II.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta e risco de quem pertencer, de uma armacao
de amarello, portatil, toda envidracadi a moderna,
lendo aperas 16 mezes de uso, prestando-se para
Snalquer negocio, podendo desde ja ser examina-
a pelos Srs. pretendentes, na rua Direita n. 51.
Hoje
AS H HORAS EM PONTO.
No primeiro andar da rba do Vigario The-
norio n. H.
Pelo preposto do agente' Pes-
____________tana.______________
Agente Dias
LEILAO
DE
moveis e mais artigos existentes em o so-
brado da rua do Commereio n. 7, pri-
meiro andar
A'S 11 HORAS DA MANHA.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados,
todos os moveis e mais artigos existentes em o
mencionado sobrado '
A saber:
Dous guarda-lonca de amarello, com pouco uso,
2 aparadores de dito, 1 mesa elastiea de 7 taboas,
2 espelhos, moldora donrada, 1 sofa de amarello,
2 consolos de dito, tampo de pedra, 2 bancas de
Jito, tampo de pedra, 5 marquezdes de amarello
Aviso iuteressante.
Pela terceira e ultima vez avisa-se aos jiossui-
dores das accoes entre amigos, de um optimo
pianno de armario, um alfloete com tres brilhan-
tes e outros objectos que nao correra as ditas
accoes com a loteria 103, como estava annun-
ciado. visto nao se ter podido recolher nem metade
da quantia, por mulestia de un das encarregados
da passagem de maior numero de accoes; deide
ja roga-se aos possuidores das dilas accoes, que
ja teem entrado com a respectiva imporlancia, o
favor de relevarem essa falta, pois nao se deu vo-
luntariamente : e desde ja confessa-se reconhe-
cido e grato para com todas as pessoas que qui-
zerem continuar com as acgoes. ,as quaes cone-
rao irapreterivelraenle com a lutciia Iii, aioda
que para isto seja preciso encarar qualquer pre-
juizo, alim de nao haver mais falta, como se pro-
melte.
Scienlifica-se tambem as pessoas que nao en-
traram com suas importaucias, de o lazerem den-
tro do prazo de vinte dias, ou entregarem irame
diatamente as accoes, caso nao qaeiram con
tinuar.
pr* AO PDLICO
Sanlo Aainio cS. Jod
Avisa se as familias e mais pessoas que se de-
dicam ao fabrieo das sortes e bolos, que e na
Confeitaria do Canipos
que devem procurar tudo que e necessario para
o (a I fabrieo-.
A saber :
Amendoas confeitadas para sorte*.
Castanhas ditas para ditas.
Papeis coloridos em folhas idem.
Ditos preparados idem.
Estalos idem.
Massa de mandioca para bolos.
Manteiga flna idem.
Assim como tudo mais que 6
divertimentos de Santo Antonio e
A saber :
Fogos, bolus e sortes.
Na confeitaria do Campos.
Fugiram do engenho Ajuiante. no annode
1870, os c.-cravos. seguintes: 1." Francisco, crionlo,
preto, com idade de 28 annos p^uco mais ou me-
nos, allura regular, corpo regular, olbos grandes
e branc-'s, denies perfeito<, cabellos carapinhados,
pes grossos, barba a cavaignac, bigode o pera,
uma cicalriz por cima do olho esquerdo, mnito
conversador e risunho. 2. Antoni", cabra, com
idade de 25 annos pouco mais ou menos, alu,
secco, olhos grandes e vermelhos, pouca barba,
cabellos um tanto soltos, dentes perfeitos, pes
compridos e seccos, ambos comprados ao Bar3:>
de Nazareth. Roga-se portanto aos capiiaes de
campo e as autoridades policiaes a captura dos
mesmos escravos, visto haver desconfianc* que
estao occultos na comarca de Pajeii de Flores,
ou Rio de S. Francisco, que terao a paga de 6004
a quem os levar ao seu senhor no engenho Aju-
dante, ao Sr. Emilio Pereira de Araujo.
Aluga se a casa tenea n. 41, a rua 24 de
Maio, antiga praia do Caldeireiro : na rua de S.
Francisco n. 6, l. andar.
Os arlistas dramaticos abaixo assignados, pun-
gidos de sentimento com a nou>ia da morte de
sua collega Eugenia Infante da Camara, e que-
rendo dar Ihe uma ultima demonstracao de esti-
ma, convidam os seus irmaos, coilegas e amigos, a
assistirem uma missa que por sua alma se na de
celebrar no convenlo de S. Francisco, em o dia
sabbado, 13 do corrente, pelas 8 boras da ma-
nha.
Recife, 11 de junho de 1874.
Jose de Lima Penante.
Julio Xavier.
Manoel Gomes Manhonca.
Rosa de Mello Manhonca.
Francisco Pereira de Lyra.
Tueopbilo Alves da Silva.
Antonio Correia de Souza.
Joao Evaogelista da Silva Bastos.
Antonio Jose Dnarte Coimbra Junior.
Jose" M. Ayrosa Braga Junior.
Joao Quintilio de Fontes Braga.
Jose Bernardino de Barros.
Bernardino Ferreira Cardozo.
Cecilia Augusta de Araorim.
Maria i arolina de Mello.
Octilia de Vasconcellos.
Joaquim Jos6 de Carvalho.
Francisco Manoel Fernandas Simoe9.
--------------------------------------------------------------1_______________________
Fu^io do engenho Ajudante, freguezia da Es-
cada, no anno de 1872, o escravo Guilherme, com
os signaes seguintes : pardo, com idade de 25 an-
nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
olnos grandes, cabellos cachiados, j.03 compridos
e seccos, rusto comprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, nmas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desconfia-se qne esteja na cidade da Parahyba.
Roga se as autoridades policiaes e capities de
camp s a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Aranjo,
no engenho Ajudante, e receberao per papa
3t)0 Hontem, pflr volta de 3 1(2 horas da larde,
perdeu se da rna da Aurora at6 a do Imperador,
a quantia de 2211000, sendo uraa nota de 200,
dual de 10/ e uma de cmbrultradas em pa-
pel azul; a pessoa que a achou, querendo restituir,
leve-o a rua Duque de Caxias n. Ill, que rece-
bera como gratificacao 50/000.
1:000^
Na madrugada de 6 do corrente, no lugar Tigi-
Sio, furtaram de uma casa os objectos seguintes :
varas de trancelim rolico, 1 trancehm cbato com
passador, 1 chave de mais de duas pollegadas de
comprimento, 1 coracao esmaltado, 1 medalha, 1
par de brincos, 1 annel com am brilhante, 1 pul-
seira esmaltada, 1 alllnete de peito e 1 par de ro-
lelas, iguaes, 1 leque de madreperola, sendo todts
eates objectos de ouro flno roga-se a quem for
qualquer destes 1 bjectos offereciao, queira appre-
bende-los, que sera generosamente gratificado : na
rua estreita do Rosario n. 23,' hotel.
Perdeu-se da estacao de Gamelleira a Cinci-
Ponta^ em um dos wagons, nm embrulbozinbo
em papet amarello, 2 notas de 500*000 a pes-
soa qne achou e qnizer restituir a seu dono, di-
rija-se a rua Direita n. 53, qne se gratilicara com
2ooaooo.___________________________
Predio e terreno.
Quem quizer comprar a parte de uma casa aa
Estra'a de Joao de Barros, com muitos commo-
dos e um va.-to terreno pan plantagao, sendo a
estacao no portio da Casa: dirija se a rua Direita
n. 3, terceiro andar.
Mpdanqa
Manoel A. Coelho avisa a todos os seas amigos
e freguezes, qne mndon sen eetabeleeimento de
cabelleireiro do 1* andar n. 36 i rua Duqne de
Caxia-, para 0 1" andar o. 44 na mesma rna, es-
quina da travsa da ruajarga de Rosario, sendo
a entrada pela travessa. *
Aviso.
Na rua larga do Rosario n. 16, vende-se uia
p ano de armario, com excellentes votes e de pou-
co nso, e ama flauta de ebano, apparelhada de
prata, com 5 chaves, e do melhor autor.
Aluga-se um moleijue de 14 annos, de muito
boa conducta, pronrio para qualquer servico : 0
tratar na rua do Range! a. 41, 2* andar.
I

f :


Diario de Fernambuou -h- Sexta feira 12 de Junho de 1874.

I

Fujrte H dia 2 da abril proximo passado o
escravo Bettclicto, crloulo, de c6r preta, tem 12
annos de idade, r.ouco mais ou menos, 6 de esta-
tara regular, nao tem baroa, tem as costas eorta-
das de antigascastigos que soffren, tem sido visto
para as bandas da Encruzilbada, Beheribe e no
Recife: rugate alodus israutoril.des e capita*
de campo sit* approhcitsio, e remetlelo a rua
Direiu n. Jl, que serju liancrosamente re:ompen-
saioa.
_
M iso
Osempreit"ir]s da ti r.-a pMnw Mi*m cjente'
que oa pagantetlos do joiuacs dos eus cmpicga-
dos ?erao ft itos por quinzena, a o das comas no
dia 15 deeada mez, no tea es:riptorio n. II, a rua
do sol. Recife 10 de jonho de 187i.
Wattou A Smith,
____^______________Etnpreitcirog.
Aluga an uina boa casa com ba'rtautes wn^
mddos, a rua do Visconde de Goyanna D. 61 : a
tratar na mesraa rua D. t> ->
t Lavarse engoinioa-se com perfaicao, por
rja on por met : na rua das Trincheiras n. 19,
andar ; e recebe-se encommendas de bolos e
*ertes para Santo Antonio, 3. Joao e S. Pedro.
EJ9T&E1THO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipojuea, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conservaeao, e moito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quinttes._______________________________
' COPER
Urn rapaz poriuguez, chegado ha pouco, dando
uador a soa eonducta : a tratar na rua do Rangel
n. I, taverna.
Boloa de S. Joao.
Na rna de Santa Rita Velba n. 73, preparam-se
bolos proprios deste dia, com loda delicadeza, per-
feicao e commodo preco. '
ALUGA=SE
o terceiro e quarto andares do predio da rua do
Barao do Triumpho, antiga do Brum, n. 84.
0 abaixo assiguado declara que comprou a
taverna do Sr. Antonio Raposo de Abranas Ju-
nior, sita na rua de Luiz do Rego n. 40, livre e
desembaracada de qnalquer debito : se alguem se
julgar credor da mesma apresente seus docu-
mentos no praso de 3 dias, a contar da data
desle.
Recife, 9 de junho de 1874.
____________Joao Francisco de Albuquerque.
0 Sr. Manoel Martins Ribeiro 6 chamado a
rua do Vigario n. 19, primeiro andar, a negccio
que Ibe interest.
CASA DO OURO
V* 4:000:0C
Bilhetcs garanfulos
R'iddo Harao iia, 'wiwf (o\iJi-'ora.\'ovu
n. "3, rasa <'j &>* 0 i(w(i a#i?ii.iuo ainl>A d* vender n ou...
milo 'ui/.ca btlUelf* a Mirte dt V fOtifrtt on, i.m
rM-i'. hiKie'<: 'le u. 76 e hit in--\ < j <. :t".ts r-ofti
^ri'idc. HKtt. alr'\ d wij> c .t- r?h.noT*v> df
iO$000 e SvifOUO ua lotuna qux. se loainrtt Ue ex-
trahir (102') ; eonrida aos pos^uidores a vlrem
receber, que promptamente serai pagos.
0 mesrao abaixo assiguado couvida an respeii
vel publico para vir ao seu estabcleitimentn cuh<
prar os muito felizes bittietes,quv. nau deixarau uc
tirir qualquer j remio, como prova pelos m<:.avs
annuncios
Acbam-se a veada os muito felizes iulnetes ga
-anudos da 4* parte da leteria a beneficio da
igreja de Santo Amaro de Serinhaem, que se ex
trahira no dia 13 do c rrente mez.
Pre?oi
Inteiro 4^000 >
Meio 2*000
De 10O?0O0 para cim.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 6 de junho de 1874.
^______Joao Jtfaquim da Costa Leite.
Aloga se oannazem.da rua do Torres n.
8, proprio para deposito, escriptorio ou qnalquer
estabelecimento : a tratar na rua do Marquez de
Olinda, casa n. I, segundo andar.
AVISO.
Aluga-ae por 15*000 uma casa com sala de
frente, 2 quartos e cozinha, com granda terreno e
alguns p6s de coqueiros, na rua da Fundicao n.
31, em Santo Amaro : a tratar no mesmo lugar,
rua do Lima n. 10, ou no Livramento n. 3.
Advogado. J5
Miguel Jose" de Almeida Pernambuco Q
Filho, advogado e ajudante do procura- fi
dor fiscal da thesouraria provincial, mu- (3
f*\ dou o sea escriptorio para o 1 andar da
m casa n. 81, sita a praca de Pedro II, an-
jt, tigo Largo do Collegio.
Aluga-se uma boa casa com excellentes com-
modos a rua do Coronet Suassuna n. 169: a tra-
ar na mesma rua n. 171.
m
n-

I
* MEDICO-ORURGICO j
M D0 !%
X Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 5
PARl'EUiO E OPERADOR
Jllua do Visconde de Alliuqucr-jBr
^Ji que n. 39. **
ESPECI ALIDADE
9. Molestias de sentioraB e 9.
* meninoa. ift
5 Consultas das 7 as 10 horas da ma- 2^
% nha> tr.Jitr* os dias. 9.
m Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar- A
5 tas e sextas-feiras.
9 Os doentesque mandarem os seus cha- 9
m, mados por escripto at 10 horas da ma- mt
g nha serao vlsitados em suas casas.
***** **8IGK**-*i**
Ma rua velha de Santa Rita n. 57, precisa-se
alugar uma preta para vender com taboleiro.
Nao se prestando o peqaeuo espapo do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, par* um abaste-
cido deposito das diversas marcas de famo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora en
dlante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporcdes desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguezes dingirse, certos de que,
como ate" aqui, ach-rSo sempre a par da modici-
dade dos precos, a maior sinceridade possivel. En-
ire as differentes marcas de fnmo *a Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, r.caba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Consciente o abai-
xo assignado de que ncste genero de negocio nio
esta sem competidore?, fara muito por evitar que
tambem os tenba com relacao ao pequeno lucro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jofd Domingnes do Carmo e Silva.
SAMUEL CHOUMTO.
Este bero conhecido artista a faiate parti-
cipa aos seus numerosos freguezes, quer
particulares, como de lojas, que transferio
a sua officina do sndar da casa n. 58. da
rua Duque de Caxias, para o andar da de
n. 88, por cima do estabelecimento de fa -
zendas do Sr. Demetrio Bastos, cuja officina
de alfaiate tambem so acha aos seus cuida-
dos e onde o publioo o encontrara" sempre
prompto a satisfazer toda o qualquer en-
commenda tendente a sua arte, para o que
no mesmo estabelecimento se pode prover
de boas e escolhidas fazendas de gosto, ga-
rsntindo, como sempre, a perfeita execuQao
do trabslbo.
***-*******-****
M BACHAREL MIGUEL AMORIM m
Advogado
8R Rua do Imperador n, 71.
Sitio para alugar
Aluga-se o sitio do commendadur Rabello, no
Caldeireiro : quem o pretender, dirija-se a rua do
Commercio n. 48, andar.
0 Apostolo
AIuga-;e uma escrava : na rua do Barao-do
Triumpho n. 70.________________________
A!aira-se uma escrava para cozinhar, com-
prar e todo servico de casa : na rua do Barao do
Triumpho n. 70.
Casa para alugar.
Na rua dc Nascente, que Qca por detraz da rua
imperial n 227, aonde se podera tratar.
Cozinheiro ou cozinheira.
Na rua do Barao da Victoria n. 14, primeiro
andar, precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira.
Cozinheira
Precisa-se de uma cozinheira para casa de fa-
railia de duas pessoas : na rua da Uniao n. 67.
JARDIM DAS PLUTAS
A rua da Ventura n. S (C3punga)
Abi se encontram:
Larangeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e at6 ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de frueto por
preco muito commodo.
Abacati. Laranja cravo.
Acacia. Dita de doce do Para.
Ariticum a pe. DiU branca.
Canella. Dita tangerina.
"asnarina. Lima da Persia.
Carolina do pnncipe. Dita de umbigo.
Condeca. Limao francez.
CoracSo da India. Dito doce, enxertado.
Figueira. Oiticoro.
Flamboyant. Palmeira imperial.
Fructa-pao. Parreiru.
FngadoPara. Pinheiras.
Jambo. Romeiras.
Jasmim laranja. Rozeiras.
Laranja da China. Rozeda.
Oita do ceo. Ubaia.
I'baia e outras mvitas.
E outras plantas : na Capuoga a rua d a Yen
ura n. 25.
Compra se e vende-se trastesnovos
e usados no armazem da rua o Im-
perador n. 48
AI
uga-se
o sobrado de um andar, sito na Ponte de Uchoa,
com bastantes commodos, agua, gaz, estribaria,
cocheira e quartos fdra: a tratar na rua do Viga-
rio a. 31.
Chapeo de sol
N5o sa querendo fazer em publico uma vergo-
nha ao senbor..., que.era a noite de 7 do corrente
(domingo) estando em uma reuniio familiar na
rna de Hortas, dahi levou um chapfo de sol de
seda, novo, de cabo de marfim e jastio de metal
branco, que nao Ibe perteoce, roga-se Ihe o obse-
quw de restitui-lo ao sen doao, podendo faze-Io
cesta typographia, afim de ficar ese facto em per-
petoo sfleodo, o ijue se garante ao 4Ko senhor.....
Periodico catholico Janeiro.
Tendo de serelevada a diaiio esta folha
logo que o numero dos seus assignantes
comportem as despezas para esse fim, como
da circular jci publicada, e neste intuito as
pessoas que quizcrein subscrever para o
mesmo jorn;il podem respondente nesta provincia, Domingos Fer-
reira das Neves Guimaraes, rua do Impera-
dor n. 54, livraiia.
Da-?e prataitami^nte-paaa morar a um preto
ou pe to em porta de rua, mediante a proslaca > de pe-
queno3 sarvijos : a tratar na (.'amboa do Carmo
n. 21, 2* andar.
Proteslo.
Constando me, agora mesmo, que o negocianle
da praca de Pernambuco, Joaquim Jose Ramos, ao
fugir para Europa, descontara letras falsas de
diver-os fazendeiros daquella e desta provincia, o
entre ellas uma aceita por mim, da quantia de
3:217*380, venho pela imprensa protestar contra
este acto criminoso, e fazer publico que nao acei-
tei letra alguma em favor do mesmo Ramos, .e
portanto, falsa e a menciouada letra, ou outra
qualquer que apparega aceita por mim em favor
do mesmo ?enhor.
Alagoas, engenho S. Salvador, 25 de abril de
1874.
^^ __________Rozendo Ceaar de Goes.
0 NoDle Lima
tem um completo sortimento de galio e franjas de
ouro e prata verdadeiros de todis as larguras,
aboloaduras douradas para offlciaes, canulilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
talins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas para criado,
etc, assim como, um completo sortimento de fran-
jas, galao falso para ornamento, cordao de la com
borJa para quadros e espehos (conforme o gosto
da encommenda) tudo por muito menos preco que
em outra qualquer partc : na praca da Indepen-
den-ia n. 17, junto a loja do Arantes.
Joao Joaquim da Costa Leite, cautelista das lo-
lerias da provincia faz sciente ao publico, que
mudou o seu estabelecimento para a mesma rua
do Barao da Victoria, casa n. 30.
I
. Precisa-se de duas amas, uma.para comprar e
cozinhar, e outra para engommar, que sejam am-
bas peritas : quem quizer dirija-se ao terceiro
andar desta'lypogi ahia, para tratar.
Aluga-se p it arrendamento de tres a cinco
aonos, uma excellent caa e sitio collocada em
um dos melhores arralial Jes desta cidade, com
accommodates para grande familia por tcr 6
quartos, 2 boas salas, saleta para engommado, co-
zinha optima e abundante agua de cacimba, lan-
Jne. etc., tendo a laciUdade de transporte na linha
os bonds on machamhomba : a tratar com Gra-
ciliano Octavio da C. Martins, em a sua pharma-
cia, a raa do Qqeimado._________________
CASA.
Aluga-se a casa n. 20 da rua da Conquista, na
Boa-Vista, a chave esta na casa junto n. 5 : tra-
ta-se na Redfe, rua da Cadeia n. 3.
CRIADO
Offereco se um crionlinho de 12 annos para cria-
do : trata-se na rua Visconde de ^Ibuqaerque n.
99.
ENGOMADEIRA.
LaxTi-se, e enpottia se, com perfji^H* a
run do Nogticira n. 18.
"PIANOS.
Vabaiit d'' ,-!i. ^.^r muito bons (Hiinna turU's e je
-"le^jtuit-, i-,d'.ii><, Jtn> ma's muveis t i'"H *'
rtlifO'lo* i-ri'- mte> ; conm tefnn : Alph'**^ 'BV
l"i'H, ll-nry Her.- t l^jtl Wnlir* C. i n< Vpor
Krance, :i iia d> ll.-uiu H> Vi^tr > ii. 7. h t'l'i.' '- iimilu cyimiiudos.
Mobilia de vime.
Ca4(iras dc balinco. de braco, do guarnicoes,
scfa?, jardineiras, mes.is, conver^adeiras e costu
reins, lr.do \fi muito bom por ten-m fortes e
levps, eo< mais proprios tnoveis para s;.ltas e g*
bmeie.- de recreio.
No armaiein to Vapor Fraueea, rua -do Barao
da Victoria n. 7. outr'oaa Nova,
Perftunarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
triiice, ngoa de flor de laranja, agua de toiiete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, umitos artigo delicados em perfnma-
ria para preseotes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanbos
d'agua dc Cologne, tudo de priraeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudraj,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
irtigos de diiTerentea gomtom m
phantazlas.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas- de velludo,
ditaide couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinha de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas pan janellas, esterioco-
pos, lanternas magieas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacSes, machinas de
fazer cafe, espanadores depalbas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e berets para eriancas,
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das eriancas, tudo
j precos mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Ciilfado francez
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botina:.
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqucira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a OjjiOOO (a escolher) por ter vindo grande
quanlidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barlo d
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enteitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de c&res differentes,
lisas, enteitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranja portnguezes.
Para naeninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo,
A BOTINADOS e sapatoes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Gnilherme, ptri,jr .
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
FUNDICAO DO BOWMAN
RDA'DO BRUM H. 52

Alegria sextupla:
Comer e beber,
Sortes tirar, -
Fogos soltar,
E' ter prazer I
Manifestacao franca
Dos aeepipes ossabores,
Dos vinhos as-alegrias,
Dos fogos as lindascores,
Dos santos os quatro-dias:
E' urn immenso prazer
Que todos devem gozar,
Sem te; medo depeccar
E de ao inferno irem ter I
Exposiijao todo dia 1
Entrada gratis e agua fria !
Vanti.gem ext'aordinaria
300(04 dinheiro
Realidade:
Venham ver se querem crer
A verdade do exposto,
Quem nSo vier nSo tem gosto
E tristeza ha de soffrer ;
Pois 6 facto : esta provado
Do fampos a geral fama
De vender bom e barato
Como se \6 do programma I
Liberdade deescolha I
Igualdade nas-qualidades I
Fraternidade nos-precos !
AttracQao!
Pyrotechnla!
Gastronomia!
28 Rua do Imperador 28
Armazem do Campos
Extasis maravilhosos I
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sanl'Anna.
Fogos:
Fabricantes peritos !
Cores cambiantes I
Vistas rutilantes t
Effeitos prodigiosos !
Resnltados inoffensivos I
Precos diminutos I
Generoa:
Qualidades snperiores I
Sabores agradaveis I
Cheiros embriagantes I
I'ropriedades excitantes I
Influencias nutrientes I
Precos resumidos I
Importaeao directa I
Variedade ccmpleta I
Verdade I
Sineeridade !
Especialidades I
Raridades I
Cheshire c< nderised Milk.
Leite condensado novo.
% Cerveja de Moruega.
Keller it C.
Aluga-se
o armazem e 3* andar com sotio*, sito a rua da
Praia n. 59, tendo bastantes commodoi, e pintado :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
0 tenenle Pedro Bezerra Cavalcante Maciel
acha-se encarregado de algumas cobrancas do
armazem de molhados do Sr. Bernardino Campos,
e se offerece para outra qualquer cobranca,
sendo nesta cidade e seas suburbios : pode ser
Srocurado. nesta typographia, ou na raa estreita
o Rosario n. 36, f andar.
(Passando < -haf'arifc)
**>nit^ij u f\*ir ile um* msiu a fou eaiii-tiowuuicit.u, j.'.'. efuin << ,jf h;ritl>fWI
ompieti que ahitem; sendo todo np^nnr m quainisde, !orM'.i: o .pie cobd a iu-
c ESPECIAL ATTENf;AO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
t opuros O rUUttS U dgua manbos convenientes para as diversat
ircomstanciaa doi aenhorei proprietarios e para descaror;ar aigodio.
tfoenda-S d8 C&IIII& de.lod08 ol ^^^o, a>eltiore qoe iqo
ttodas dentadas p "^ ^p-
Taixas de fenro fundido, batido e d8 oobre.
ilftmbiqnes 9 fandoa de alambiqnes.
W&nTliniamna Par* mandiocae algodao.l Podoodo todoi
^auumiouiUD pan trrar madeira. her movidoa a m5o
Bomb as ipr 88* vaPr-
'WMAvno de ptieojft, giraatidas.^..... Jon animaes.
Todas as machinas pet"de qDe M C0B,nma precim*
Fas qualquer concerto de m,cbiui8mo' pre noi <**>
Forma8 dfi ffirrO tem a* me^ore> e isa>i t,r'i3S extatentei no mer-
ISnftnmTtlATI/ittfl Incambe-e de mandar vir qnaiqoer machiDismo a von-
uuwuiumouuooi ltc|e (jCg diente,, iembrsado-ibes a vantagem de faiereai
aa comprn por intermedio de peisoa entendida, e que em qcalaner necesiidade pode
prestar anxilio.
irados americanos e in,lpo,DM,o '*Tkc]-
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
rua ^
*
DA' "
I
IMPERATRIZ
!. ANDAR.

RUA
DA
1MPF.RATK1Z
N. 82
I." ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, colloc8ndo-o'n8s"melhores con*
dic?5es possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a*s Eimas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente a* arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modemissimos, tran^as, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imagina\el em c8bello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 */0 menos que outro qualquer, garantindo
perfeicSo no trabalho, agrado, sineeridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porc,So e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arte de cabelleireiro.
Si i^ ^ .'iS ^af '@b #: '
w
ss
PH4RNAGIA FORMAL

DE
w
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga ribeira de S. Jose,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao do respeilavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavej a ura estabelecimento dessa na-
tureza, sem excepcao de productos cbimicos e medicamenlos preparados no eslran-
trangeiro, tado novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e sempre sob as vistas do pharmaeeutico que compile a nossa ilrma social.
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua conflan-
ca, podem estar certas de que serao conseienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
&mAfc 'a* ?%> >s&-gM *a m(Sk-m-&%' .
m

mmmmmmmw
REDUCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria 11.25
ESQUINA DA CAMBOA DO CARMO
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reduccSo ncs precos dos mesmos,
e acham-se em condic/5es de poderem vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attencSo dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e &
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nao deixarSo de comprar.
3 Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qualidades, com promptidao
e a precos modicos.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerento da casa de r.uslave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a bonra dc prevenir s Exms. Srs. familias que acsba de fazer a ac-
quisigSo de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qu8l est^ hsbilitado a desem-
penbar qualqcer encommenda de sua arte, e se acba 6 disposigSo d8S pessoas que deseu
prestimo^se queiram utilisar. Outro sim scierjlifica que em seu estabelecimento encon-
trarSo sempre a Monitor dos cabelleirciros, onde se acLam descriptos c desenhades todos
os penteados modernos, para so res, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas oxcellentissimas senhoras, qu? recebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, bandds, crescentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo mencionados;
Coque de cabello de 159, 20#
Trancas de- dito 109?, 12(5 15,?
Cachepaine de dito 15$, 204
Crescentes de dito 20^,
Tambem ercontrario um completo sortimento recebido ha"poaco, de cabellos de todas
as cores e comprimento.
N. 54.Raa do Marquez de OlindaN. 51.
a 506000.
a 204600.
a 30^000.
a 5OW0O.
2'<--Rua do Slaujiiez dc Olinda-i.
Kwijniiin Panicipa a ?< us fn guezes e amigos que mudca
o seu estabelecimento de rrlnjoe'ro para a mesma
rua n. 24, onde tncontraiio um grande sortircecto
de relogios de parede, oniericaUos, e cima de me-
sa, dos nielliorrs gosloa e qoa!ida algibeira, de todas as tjualida es, patente suisso,
de ouro < prata donrada, fuleadc*(plaquet). relo-
gios de onro. inglez, d(Scubeito, dos m<;h"rc-^
fabricantes, cadc-ia de i ur.. plaquet e prata. lunet: s
detod?s as qualidades, tudo por precos muito H-
ratos.
fcftfdfo Simftes A t
Acabam do receber p!n vain,- Mevdoza :
Rimiissimos ccrtes de s rguiao de seda lisos e
com fistras achanialotadas
Ditos dc linbo para vestides, PiMteado cada cor-
te, o neivs-ario para seu inleite, como seja :
franjas, traoeaa, to:oe% fellas, etc.
Riquissimos chapeos para senhora, ultima moda,
a rua Primeiro de Marco n. 7 A.
CensoUorb medico
DO
SSr. fuiEE!.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.* ANDAR.
Recem-chegado da Rurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de. Paris e Londres,
C/ pode ser procurado a qnalquer hora do
O di;
f Consultas das C liorr..< da manhS as 8 ho-
rns, e do meio dia as duas da tarde.
Gratis aos nobres.
* ESPEaALIDADES.
y crianca.
iia ou da noite
fi8sao.
para objeeto de sua pro-
e de
I
%
%

Graliiicase a quem levar nas cfBcinas, ou .!
nolicia ccria ie uma trouxa de roupa que de=:
pareseu no dia 22 do corrente, da estarfio da S -
ledade.
a casa terrca c 133, na rua Vidal do Negreir .
outr'ora Imperial, com excellentes commodos:
tratar na rua Maiqan de Olinda. a:mazem nu-
mero 32.
^i.l!inliu.ll.l!iO^
Na iraveboa da ma
IM das Grazes. n. 2. pri-
^ nieiro anaar, dase
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a' quantia.
Na mesma casa

^-;<
-,-.

compra-se os mes-
; mosmetacpepedras.
1501000.
ESCRAVA PUGIM
Fugio da casa de seu senhor a escrava Felicia,
de cor parda clara, obellos corridos ate" os horn-
bros, baixa, chela dj corpo, rosto redondo, falta-
lhe um dente do lado dircito, foi acompanhada
p.-r um h<>mem (praca de cavallaria) o qualse cha-
ma Francisco de tal Vasconeellos, iambem pard^,
da mesma cor da escrava ; consta terem segnido
paia osertao, donde sao ambos naturaes : recorc-
menda-se as autoridades c oapitaes de campo a
appreliensao de dita escrava, remettendo-a i
Camboa do Carmo n. 3.___________________
AGUA9 MlNtRAES PiATURAES
de
Yichv-Ciisset
Prefcrlvcis as Ue Victoy-Vlcliy
por serem as" unicas que conservam todas as suas
propriedades depou de transportadas.
Fonle S. Marie, 6 a mais t fficaz na anemia, na
alburrinaria. na chlorosis, no empobrccimento do
sangue, e nas febres intermiltentes. Os resultado?
obtidos nas diabetes sio aiuit j notaveis.
Fonle Elisabeth, nao se alters nunca e i a mais
rica das aguas de Vichy em bicarbonato de s d.i
em magnesia e recorcmendada polos senhores me-
dicos pela sua efQcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas afTeccoes do estomago, do?
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
EXIJA SE
o aome da fonte na cnpsnla
Vende-se em caixas e a retalbo, no unico de-
posito
PHARMACIA AHWRICANA
M
-Ferroirn Maia t&CoiupauIiiu
57 RUA DUQUE DE CAXlAS-57
Escriptorio.
Aluga-se a sala da frente do primeiro andar do
sabrado da rua do Duque de Caxias n. 58, bas-
tante fres"2 e bem collocada para o Cm quseS
deseja : a tratar na loja._______.
Antes decasar-se
*r?
Appareca... Iem1>re-se daquelledinheiro que Ibe
emprestemos quan io o senbor, com o maior jesui-
tismo nosjaeorrea Estoa que Vmo. oa quer ver
o seu nome por extenso ou ?spera que o mesmo
que o enpregou sej i o caixeiro d& dinheiro para com aquelle que bate no B...! E
com o maior cynismo aindi tazendo que o? ontros
g; stem o seu dinheiro naqnella lista....! e ViiiC
nella assignado I I I
Senhores bispos.
Encontram-se retratos novissimos do Exra. Sr.
Bitpo do Para, na photographia Villela, a rua do
Cabuga. Idem do Exm. Sr. Bispo de Pi-rnambrco
e de Soa Santidade Pie IX.
\
\

.
.


6
Diaflb det^eaambuoo Searta-frif* 12 & .lunho Je fetfc
**M
FUNDICAO DE
I' raa da BarAo do Tnompho (rua do Brow) ns. 1061W4-
CARDOSO IRMAO
AVISAM aos senbores de eugenhos e outrrs Sgricultores e so publico em geral que
eontinuam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e machinas ne-
tessarias aos estabelecimentos agricolas, as mais mode oas e melhor obra qoe tern vindo
20 mercado.
\ ^P0^ de forca de 4, 6, 8 e 10 cavalloa, oe weihores que tern vindo ao merado
LaiueiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS inteiraS e moias moendas, obra comoaaac. j*i vein.
mxaS ifundldaS ft batidas, dos melhores fabricantes.
HodaS d agua com cabaje de ferro, fortes e bem acabadas
KodaS deiltadaS de todos os tamanboe e qaaUdade*.
Selogios e apitos par, Tapores. p-
OOmbaS de ferro, d.> repucho.
AradOS de diversas qualidades.
Formas para assiicar,grandes arenas.
Varandas de ferro fundido, fra___ *
Fogoes francezes
Oitos ditos para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Macnina para geiar ?gua
' aiVUiaS para bomba e banheiro.
Correias inglezas
BanCOS e SOfaS com titas de madeira, para jardim.
ConcertOS concertani torn promptidio qualquer obra on macbina, para o que teens
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS maQdam vir por encoramendada Europa, qualquer macbinismo,
- para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
t cam um dos melhores engenbeiros de Inglaterra; incumbem-se de mandar assentar
titas machinas, e se respousabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Bnrm) ns. 100 a 104
' F U n D 1 C A O DE CARDOSO & IRMAO.
snceias de diversos e bonitos gostes.
para lenba e aarvSo, obra superior.
para
para mesa e banco.
ardim.
para machinismo.
H0MA
EB^4,^ficq|irarQ|w3o!! !
mule em pedra dura
i da at* uue fura
mm as ffflw.
Ja fogos ? Ja sorles ?
Ni.
Roga-se ao ILIm. Sr. lgnacio Vieira de Hall
8crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Gaxias n. 36, a con-!
cluir aqnelle nagoeio quo S. S. se comprometteu a
n^iJ^^ai^^L^^ j0^!la,' "" i E' >0,lienle mi,a Prwencao para o proximo fu-
?in ft*"* te *8Z*5 e1*K0l Pfa I**** ruto Santo Antonio, S. Joao t S. Pedro.
passou a.feverejra-e abnl da 1872, e nada cuBipno;. i,.
e por este motivoa" da novo cbamado para dito' Mill,,.,
flm, pois S. S. se deve lambrar que este negocio : D. __,-, ,, r-
de mais de uito anJK>s,equando o Sr. sen ttiho s: E na eonfeitana do Catupos que se deve pro-
acnava nesta eiaafc curar ,udo 9uan|o rieeessano para divertir se o
---------------------^----------------------___ moral e confortar-se o nhvsico. Isto 6 :
1^TlTT^l **virito aterla
J^X^aoApoi. E SCBil) wjan
c. *), acc*m.lpW*rBanco *nmercial kWf J? tynnns tuJo prompto para que qual-
naer faman manis nas tars noitos acima nomea-
das all? comprar o n^cesssario para fertejar
I'm Hi(e iirteira.
de Vianna e suaTagehcfas em todas as ci-
dades Villa* de Portugal, a vista e a pro ]
por todos os paqueTes.
CnstiUorio^^.(1romJer}
DE
A."& 4iilva Maia,
Rua II, ontr'ora rna damatriTda Boa-Vista
GkuoiAot : a quaiqaer hora.
Gonsultas : Aopo.jfli gratis,"das 5 as
4 horas da tanU.
'ffOBTOiXXR
ecs>
Praeiaa-ae aeuipear uma negrinha de 9 a
10 arinos deidade, quo seja sadia e sem vi-
cios: quern river e quizer vemk-r dirija-se ao
3." and^r desjta typograpbia para tratar.
Ha para alugar, a rna da Aurora n. 65, um
escravo, criouta, maco, muiio robasto e habiliU-
do para quatqaer aeryio*.
en
K?
Vendet-se o engtfnHo S/Pfcdrol situado na pro-
vincia de Alagofs, cotoarca do Porto Calvo, a
menos de Uma legoa distante do porto de maY do h
Gamella, tem oxcellentes terras, matas, e safreja
regalarmente 2.CO0 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
i roni
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO k C.
! hariaaanlkos fa casa real k S. 1 F. el-roi dc Portugal
iados em diversas exposicoes com o primeiro pre-,
mio de sua classe.
0 y;(;' vegetalamaicano, garantido PunAUFNTE vegetal, nao contem era sua composicio
!i aufmo do ipio, e sim oniente fuecos do plantar niigenas, eujas propriedades beneficas na
is inolesiiasone pertencem aos orgiios da respiracat, tem sido observadas por longo tempope-
idicos mais dUtioetoi que ir.>-irnmendam e prescreveji todos os dias no tratamento das bron-
. [antoagudas como ebronieas ns'hma, tossrs rebeldes, escarros dosangne, pfctvsica no primeiro
c i-ontra as trniacoes nervosas
DEP0SIT0 GERAL i
54 = Rualarga do llosario = 34
DRNAMB
Alnga-se" o tercriro anciar do sobrado n. 45
a rua do Barao da Victorinj com grandes com-
modos : a tratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
tSfeaWS tarojjcm accessories para o fabrtco das
Sortos* e dos holos
Aiaber :
Ameadoas ccnl'eiladai'
Papeis picados coin, eslaljs.
Folhas com versalhada nova.
Massa Qua, secCa i alva, para boles.
iaWlni"03- i '
Tnrto i*t&
Na ccwifeitaria do Campos
*>f Imperndor9-1
N'.'B'.'AcoUfeh>r1a doCarnpos fornecera vasos
g/aiis, a quern coraprar pelo msnos as amo :doas
pii'a,t>s,'s6rtRs.
Btapreza do gaz
A. empreza do gat tem a bonra de acnunciar ao
publieo fue recebeu nitimamente um esplendido
sortimento do lastees- de vidro, candieiros, aran-
delas e.gtobos.cBjag amostras estao no escriptorio
a rua do Imperador n, 31, e *erao vendidos aos
sens freguezes peloprego mai3 razonvil possivel.
Pre'cisa-se de u'ua ama do leiie, eserava on
livro : ui rua-do Imperador n- 52, 2* aodir.
Ati>a- (i* leiUt-
PrMisa se de uma m\ de leile qua seja moc,a
e sadia : a ITafar na tliesunraria das luierias, da
9 horas da manha as 3 da' tarde.
Precita se alugar uma h na pa; romprar e
ajudar a coiitfhir para casa tfj poaea ; uniiia : a
tratar na rua do Imperador n. 30.
Ama AIoga-N! ama para cozinliar
A1Udl Direita i. 83, !. andar.
na rua
Cozifihar e
engommar.
Preelsa'e alugar uma escvava que saiba cozi-
nhar e engommar ; e para casa de pequena fami-
na rua do Vigario n. 16, i.' andar.
Ha
i-mm
!UL0.
ESSENCSA CONCENmDA
i!<:
m EvceHenle occasiao
Para o rico e para o pobre
Optinios tcrrenos )*ara
cilificnfilo
com 40palmon ilc fnndb
A IMOO o M> vm.
JK Retalham-se 09 graodes terrenos que
mt\ circundam a e-iacao da Boa-Viagem ;
jSao terrenos projxios, de?embara?ado.< e
cortados por tres estradas : a real, a de
ferro e a que scene da estscao para a
Boa'Viageii1, e fleam mui proximo? ae
tt rio Jorda).
j-g A cor:; modi dado do prero. a t'acilidade
tR do transpjrte de materiaes pela via fer-
0( rea, a proximidade de madeira?, e sobre
-^ tudo, o prrrilegio de viajar gratis nj va- -^
79. pr pelo espaco da 10 ai.nos, a quern w
Q edifica- proximo a esta estacao, tudo isto ~jfX
^ e de incontestavel vantagens e deve ani- v*
W. mar os pretendentes. os quaesdesde ja se 9r
MK podem dirigir, nos dias uteis, a rua do Im- j
perador n. 48,eos domingos edias san- S
tos, na estajao da Boa-\'iagem, onde se ^
H encontrarao com Tristao Francisco Tor- j|
*res, encarregado pelo propnelario a fa- 9
zer qual juer rx-g.-icio. W
0
i
m
0
AMA
guado andar.
Precisa-se ae uma -rura co-
zinliar, para casa de familia :
na rua do Drum n. 8', se-
Aluga-se
uma ama que saiba coziahar e engommar prefr-
rindose escrava : na rna d> Imperador n. 28,
artnazem do Campos.
Precisa se de uma ama para emprar e co-
zitihar : na rua da Imperatriz n. 40, segundo an-
dar.
i\a rua larga do Rosario n. 21, loja de cal-
cados, precisa se de- uma ama que saiba comprar
e cozinbar.
Precis?.-se de uma ama :
dor n. 30, loja.
na rua do Impera-
i
Premiada nas expo
..;,.", i de PernaiBbaee
ii liio de Janeiro.
1 AHfillSTO GAMS 1
Pliarmaceulicn
Pela '. :ola do
Successor de
Paris

um e.
Premiada na expo-
si.ao de Vienna d'Aus-
tria.
MEDALHA DP. MRIIITO
Boios para Santo Antonio
e S. Joao.
Na rua estrerir. do llosario n. .''S, faz-se bolos
de S. Jo5\ enfeitados, proprios para presentes e
para quaiqaer reuni.io, por preco con modo e bem
feitos; prepara-se bandejas de bolmlios linos,
com armacofi", proprias nara casamentos e bailes,
por preco muilo commoilo e moito asseiados ; na
mesma casa tem bomjuets para enfeitar bolos,
de flores o de cera para todo preco e de gosto, e
faz-se bouquets para noivas, com (Has bordadas
a ouro, devendo vir as encommendas dous dias
antes.
AMA
Precisa-se de uma para co-
z nhar, para casa de familia,
pagase bem : a tratar na
rna do Hospicio n. 46, casa terrea da bolas ama
rellas na cornija.__________
Atrn Preclsase de uma para cozinhar : na
XXtllOr rua df|!) pjres .jj
Una do Bcniflca n.2>, na 3'as-
sajKeni'd* Mn^laleua
Uma seobora franceza, diseipula dos melhores
profeesores de Paris, deseja dar licoes de piano,
canto e francez : a tratar na sua residencia aci-
ma iodicada.
CSJMPRA-SE
nest i typographia o 2. folheto dos Quadros
Historicos da guerra do Paraguay, con-
tendo a vista da rendicao de Lruguayana.
Compraseum Vade-mecum do Dr. Sabino, em
meio uso : nesta typographia se acbara com
quern tratar. ___________
Cottpra-se uma casa terrea bem conslruida,
que tenba bom quintal, chio proprio, e que sou
preco naoexceda de 5:000*, na fregaezia de San-
to Antonio ou Boa Vista : a tratar ae pateo do
Carmo, botica. ____________^___
Compra se uma cabra (Mcho) que tenha bom.
leite : na rua Duque de Caxias n. 87.
Compra-se
fPes de coqueiros boos pira plantar : &
quem os liver annuncie.
W
5!
HP
W
Leite de
comprador
da Concordia,
--^^
vacca e de cabra, lirado a viata 4o
a rua do Marquez de Herval, antiga
n. 6i.
Vende-se
Pedro n. 26.
massa para bdlos : no pateo de S.
VENDER
a mctade dosobrado da rua de Lomas Valenlinas
u. 100, uma parte di casa terrea na rua dos PesY
cadores n. 31 : a tratar no pateo do ParalzoR. 3
Atlencao
A loja das seis portas em frenle do Livramento,
continda como sempre, a vender barato que ad-
mira, o. para que tem sempre um complete sorti-
mento de pechinchas, como abaixo vt rao : gra-
nadines de litiras com palmiohas de cor a 320
rs. o covado, ditas de listra a 240, chitas escuras
e elaras a 210 e 280 rs. e linas a 300 rs. o cova-
do, madapolao a 4,800, 5,500 e 6,000 a i eca, dito
francez a 6,000,6.5U0 e 7,000 uma, complete sor-
timento em numeros de chapeos de sed'a floa, co-
pa alta, para homem a 7,000 rs., brim Angola a
400 rs.. dito pardo lino a 3:0 rs. o covado.
Salsa parriiha.
Nova remessa, excelfente qualidade; vendeS
na rua do Vigario n. 16. 4" andar.
i ofres de ferro
Vende-se em casa de Hawkes & C, a roa da
Cruz n. 4.
Chafariz de ferro
Vende-se em casa de Hawkes 4 C, a rna da
Grnz,n. 4.
1
Tratamento puramente vegetal verdadeno purificador du saugue. sem mercurio.
A Baaeaeta tie ilaroba e um remedio hoje reconliecido cpmo um poderoso depura-
1 e especial para cura d". toda as molestias que teem a sna origem na impuneza do sangue,
eomosejam: as m(lestias Svpiiiliticas, Bcibaticas e Escrofh-osas. Rhfijmatismo, Emiwgkns, Dar-
'<. I i.ceraf, hnrpcoEs, etc. e:c.
irf= 3 prodigios.is elTeitos quo tem produzi'o a i;hh<-hi iu aa? ella tem siao apropriadamente experitr.entada, a tem feito adoplar como um dos medieamen-
1* 'baties**0*0* ma'S ener*ie04 P*r a cura de todas as molestias de natnreza synhilitira e
A cada frasco seompanha uma instraccao para a maneira de usar.
Pomada anli-darlrosa
'ontra as affecSSm cutaneas, daithros, cc-michSes, etc., etc.
Inguenlo de taroba
Para cura daa boubas, ulceras, chagas anligas, etc.. etc.
UNICAMEiNTE PREPARADO POR
ROliOUAYliOL IBMAuS, SOCCEsSOBES
Bolica Franceza
Rua do Bom Jesus 22
AtUfiA-SE
o segnndo andar do sobrado n. 37, sito a rua da
Aurora, c terceiro dito do sobr.ido n. tS da rua
do Bom Jesus, e o sobrado n. 151 da rua Impe-
rial : a trolar na rna da Aurora n. 31.
Dorpnler de Luia Jose da osta Amorim,
como procurad.;r de DOmiogos JosA da. Costa A-
rnorim, extraviaram se sete apolices de divida pu-
Dilca, ao segundo pertencenies, ?endo-uma den.
l,04,do valor nominal da 400*, vencendo o juro
de 60(0 ac anna, eniuida no aaoo de 1828, e seis
de.aa.6i.023 a 64,018 Jt. valor nominal de 1:0004
cada uma, veocenrtn,o juro de 6 0;0 ao anno, emit-
tidas^nuaooodo 18W, aclumdo-se pagos osjuros
das mesmas ate" o J'semertre de 1871 a 1872 ; o
que tudo se faz publico, nao s6 paia que alguem
que as tenba aehado as restitea, do que sera gra-
tificado, como pela necessidade de promover pe
rante a fazend-* nacional o processo de sua subs-
tituicao por oulre*.
Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no segundo andar
do mesmo'"sobrad
Escrsvos fugidos
Fiigiram uo dia 30 do maio do corrente anno,
do engent.o Jundia de Cinia, o escravos Salustia-
no e Francisco, com os sigoaes seguintes : Salus
tiano, de 22 annos, alto, bem feito, prelo, sem
barba alguma, apenas com" pequeno buco, cara
redenda, bons denies, pds coinpridos e bem feitos;
Fraucisco, de 26aiwos, ponro mais ou menos,
boa aliura, n-a bigole, tem falta de denies, d um
pouco fulo, cheio do corpo, tocador de viola, e
rouito regrista. Salustiano c de Papacaca, e Fran-
cisco de Garanhuns, para onde-se desconfia terem
seguido : roga se a todas as autoridades e capitaes
de campo a apprebensSo dos mesraos, e leva-los
ao mesmo engenho, ou nesta praea, a rua Marquez
de Olinda n. aG, escriptorio de L>'al & Irmao, onde
serao gratilicados. _________________
Aiuga-se o h gun Jo andar do sobrado i>. 86,
sito a rua de Lomas Valenlinas, com os commodos
segnintes : i salas bastaate grande3 e frescas, 3
quartos, cozinha fora, quintal eom porlao para a
rua de Hortas e racimba coin boa agua. Aluga-
se mais os l. e 2. andares do sobrado sito a rua
do3 Expos ton n. 23 com commodos para pequ na
famiNa: quem pretender dirija se a rua Nova n. 17,
que achara com quern tratar.
Aluga se o armazem n. 9, da rua da Moeda,
com bastantes commodos para, deposito de algo-
dao ou outros quaesqut-r generos : a tratar na rua
daMadre de Dens n. S, primeiro andar.
irmazem Progresso
10Larg i da Penha 10
Vendc-ge t
CHOUIUCAS do reino muito novas a 480 rs. a
libra.
GAZ (marca DeAvoes) a 280 rs. a garrafa:
E outros mais generos que se vendera mais ba-
rato de 10 a 20 por cento do que era outra qual-
quer parte, que 6 eafadonho menciona los
Se duvidarem venhara ver
0
!!!
Engenho em Serinbaera.
Vende-se daas paries do
engenho Novo, feito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optima's terras,
movido a agua e bem obra-
do, por preeo commodo; a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueiroa. a rua dag Cal^adas
n. 14, -oil no arsenal de
guerral _______
Er* nHt)^im: Magianv
^uap4&.'
Vende-se os sesuiutes :
Barru.
Pregufea,
e Pudlcio.
A tratar com sens nroprictarior nesta cidade.
e para informacoes 'oa) JoaOuari Pinto de Hei-
relies Filho na mesma, cidade de Mamamguap-
Tasso IrtDQsC
Especialidade
Vinko portlcnlrtTr'. pato e ge-
Hiina.
Acaba de chegar ao mercado alcana barris d
vinho do Alto Douro, especial e unicaneoe pr?-
paradu do exrracto da uva e isento de qualquer
confeccao, sendo muito mais bfando que o da Fi-
gueira, o que a torna recommendavel pelo muir
que agrada'ao paladar e preferlvel a todos os ou-
tros vinhos do paste.
Acha-so a venda nos armazens de Joao Jo*5 Ro-
drigues Mendes, Souza Basto'iS G. e Fernandas d
Cesta & C.

BacMlbae k Noraega.
Acaba de chejar um pemeno lote de caixas
deste desejadn b calhao : no caes da alf^ndega.
armatem de Tasso IrmSos & C
CmtA "
DE
CAftrfAUBA.
De qualidade superior : na rna do Amorim n.
37, armazem d^ Ta-so Irmios MIDAOE
Baratissimo!
Papei oitavo, liso, pautado, e para lato.
Lindas secretariat, contendo :
SO folhas de papet.
50 envelopes.
Preco -1JC00
100 folhas de papel.
100 envelopes.
Preco-JjOOO
0 papel marcido gratis com as ioiciaes do com-
prador.
Livrario franceza. ~
Cftsa e lerrenns baralos no Nal-
Antonio J.;. Bodrigues de Souza, ua tbesoura-
ria das loterias a rua do Grespo n. 6, vende sua
casa dc taipa c terrenos -de seus sitios bo lugar
do Salgadinho : a tratar somente com o mesmo.
Vende-se na raa do Gommorcio n.
Neraega, marca M f> :
Bitler Augustura.
Rpm ri* Jamaica.
As uniciks verdadeiras
Rtehaa bamburgue/.a.- wr vem a e*|a men-aoi-
n\r Haronex 1e. ohoda n. S<
cerveja
Algodao azul
Algodao azul Americano, o que ha de melhor, a
320 rs. o covado : aproveitcm, que se estaacaban-
do. Previne-seaos senhores de eugenhos.
Fustao branco
Fustao branco trancado, proprio para vesluarios
de meuinos, a 320 rs. o covado, pechincha ; apro -
veitein, que se esli- acaliando
Oambraias victorias
Cambraias Victorias, finas, a 33 e 3*500 a peea ;
esta se aeabando : so o n. 20-da rua do Crespo.J
loja de finilherme & C, junto a loja da esquina.
Wilson Kuwe <& C. vendem no seu armazeni
rua de Commerdo n. 14-:
verdadeiro panao de algodao azul ameneano.
ExoeHenta flo de vela.
Copac de 1* qualidade
Vinko de Bordeaux.
Carvao- de Pedra de todas as qualidades.
Polite wuitnas a 800
rs. e -.$ o: ccivado.
Por <-v3i pwro ho iiju loja da ut-
i-lc-- >V i-iia do Calvwfia n. IO.
lB-<' IIMOr(I>l.
E i;ii'iiio.
Lim vestidb branco de cambtfata fina por 3/.
S.ias bordadas a 5i qne valem 10^
Alpacas de linho e la com listras de gase, Ijcnr-
tas, por commodo preco.
Mad polao francez, superior, peya 6^.
Bramante de 4 larguras, muito bom para leu-
ciies a I^COO-'a vara.
Crtloue francez |>ara colchas, iimlos deaenhus.
cores garaniidjs, covado 400 rs-., 6 fazentla d
UOOO.
E' ver e comprar, na rua do Caboga n. 10, loja
da America.
fAffiAS"TACHAS
BATIDAS
22
AMIGA RUA DA CRUZ

PROFESSOR DA FACULTADE DE MEDICINA DE PARIS.
Este xarope tornado era doses de uma collier pela manha c oitfra pel tarde 6 o oalniante
>1 de todos atpiclles conhecidos at6 hoje, muito
"pi.4(^5Uie tem M.38 ^cohvenientedecongestionarXcerebro^ e o*brornureto de potaasio
pciem estas propriedades tuo preciosas -nSo se manifestao se. q
superior
~ JwmwiiwiiwwuyaawiiMiw u wivMUi e o broniureto de pc
que atropiilaos orgaos; porem estas propriedades tuo preciosas nao se manifestao
;hloral nao estivei- chymicumcato puro, qualidade que so tem quando traz o sello do emi
A sua efficacla e maravilhosa na gota, nas verligems, nas nevralsias
na epilopsia. na dsnsa de 85o Ouido. e nas coticas hepaticas e nephrlHcas. '
Cnlma lmmediatamente as dores do parto. as affeccoes canoerosas e da
souuio roparadoF e soceaado.
no hysterismo,
doente unj
a*
VINHO e XltfQPE TONICO-REGEKERADOfV
DE QUINA e DE FERRO
De GRIMADLT e Cu, pharmaceutics em PARIS.
Esta noya combinacao renne sob um peqiieno volume; de torma agtadavel e de goeto dett*
tn'^>L*.1Sl,R f" por cxce"ertcla, e o fen'o um dos principaos elementos do sangue.
Asmoirttlas coiiira as quaea o Xarope e o Vinho tonico-regenerador se tem mostrado muito
ef Iicazessuo jaamenorrhea, falta de monstruacao, dores dc estomago, fastjo, dloeetoos dilllceis
ij.-ancas mcnstnia^oes ditliceis, lymphalisino, cinpobreeimajto do saaeue
S prpauzidiS* pelas molestias syphiliticas. "" '
scciliCicadoB do luuitiw meinbros da AcadMnw- deMedioina
luodicamento 6 o oonacryador
cfuc ftilcstao quo este prccius
1.1^*" c:iSeI: nsUtutoto da cconomiri aiil
it-ntcs, como pi-CscM'ativo das epWt-m.li
Ffi'RBEjaji, MAHsC-
Purfiigai c do SfianT' '
indisponsaTOl as pessoas qua.
M.-A. BARB0ZA, e nas prin-
Dr. *> leii* da < .iHiin He
names.
Medico operador.
RUA ESTRE1TA DO ROSARIO N. 3.
Da consultas todos os dias das 9 bo-
ras da manha as 4 da tarde, dessa hora
em dianto aoba-se paompte para qual-
rchajnad(^ em casade sua residencia
j| da> Pritceza danel. n. t] junto a
estacao dos tnlhos de Olinda.
Das 7 a*'.i horas da maoha da consul-
Us g.ufis aos pobres.
E5PECIALIDADES
Moles,: is syphiliticas, via digest!va e fe-
bras.
Kao Valeria a pens responder a um aviso do Sr.
Agostinho P. Raposo, ioserto no Diario de Per-
naizbuco n. 108 do 13 de moio proximo passado,
em que previne ao public* para nao faier negocio
comigo sohro, ua letra de-seu aceile, por mim
saeada, da quaalia de 1:000^, sendo que ha uma
outra de 100i5, procedente do mesmo negr.-cio, van-
cida em 19 daquelle met, por ser aquella letra,
como essa outra, proven^enle de uiu a juste de
contas quo lera de ser verilicado em juiso, se nio
allegasse o Sr. Raposo nio saber ler nem escrever.
B' esta a nnica circumstaacia que mo obriga, em
attencao ao publico, dixei simplesmente ao Sr. Ra-
poso, que 6 no tribunal cornpetente que eu esp*ro-
jue elle prove se houve dolo ou ma la neste ajuste
do contas, o se esie dolo ou ma fe partio de quem
nao sabe ler uera escrever, ou da quem sabe as-
signar seu nome. Depois disto o ^ibiico ouvira
p^ uma h stoiia .curta e certa, e far* eniio um juiio
" tambem certo daauanto 6 capaz quem na> sabe
ler nem escrever. Recife, 5 de junho de 1874.
Joie Bezerra de Barrw Cavilcante.
A. ollas antes que se acabem.
Laeinhas de lindos padrSes a 200 rs. o covado
para acabar : na loja do barateiro, a riia do Cres-
po n. 25 A, esqDkia da rua. do Quelmado.
B' pechineha.
Vende-se riscado de quadros (chilia) fazenda
forte para roupa de escravos a 200 rs. para aa-
bar : a rua do L'respo n. 25, loja da esquina da
rua do Queimado.______
Trapes chtaezes
3^000 a caiva
ISO ps.. a carte
So na rua do Barao da Victoria n. 39 (outr'ora
rua Nova), loja de ferragens de Souza & Gokna-
raes; assim como recebem encanuuendas de fcgos
proprios para 03 festejos das noites de SaDto An-
tonio, S. Joao e S. Pedro, todes de boas uualidades
e precos commodos, 0 tambem livros de sortes,
haralhos. tarjetas, roagjca3 etc.
(Joalidade
FkTnUDAS
super or
Sjstema mn
Mais barato do quern em quaiqaer outra partr
NA
Fudiciio da taora
C. STABA & C, E LIQUfDAgAO.
Vendem
Wilson, Rowe at O.
Em seu arotaaem a rua do Trapisha o. 14, o sa-
giiinte:
Algod5o-azul amerieano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
Perden-se um adiaeta de peito coin duas
pedras verdes, da ribeira a rua da Pcnha : quem
e.achou, quorendo restitui lo, dirija-se a rua Direi
ta n. 4't, que sera recompensado
Para escriptorio
. Aluga-so a sala da frente e dous quartos do pri-
meiro andar do sobrado a nn do Imperador d.
81: a tratar no pavimento terreo do mesmo.
AU#0.
Vende-se nnyi casaierwa n. 17,j,ru4;do.S. Pe-
dro Martyr, ou Ladeira da Ribeira, em Olinda
cbao proprio, oiloes flobrades, temlo 38ipalmos de
/reate,! 50 ditosdefundo, qattlal em a*erto, em;
fern triangular, a, fitaacao ,e suflfcientemente
vanjAjosa, para qpalq^e,- esta|>eJeciraentQ nor tec
tres frentes : qfjem pretender pode proparar em
Olinda, na supracitada rua a Luiz Pjnto, e no
Recife a:Antoiii* Frone*ss, na botica-da praca
da Boa-Vista de JoaquiBiUgaaeiaRibeiro, que di-
fSo quenj acba coaaeifntawmte haWitado pa-
ra roectBtf essa ven^.
*V/t JMT^pJHft & loja, do sobrado, n
a tr;,lar nb seghndo f
O br. major Luiz Paulino Vieira de Mello,
escrivao do Limoeiro, tenha a bondajie de mandar
ou vir a rua do Cabuga realisar o negocio que
V. 8. fez em confianflft.
Cheparam pelo ultimo vapor as verdadeiras
bicnas medicinaes cinzentas, as mais estiraadas e
as so hoje empregadas em- todos os hospitaes da
Europa : vende-se em cawa e a retalho, na bo-
tica francez ,i rua do Bom Jesus n. 2*.
Sal do Ass&
Jem para vender Joaqnim Jose Gencalves Bel-
trao & Filho, a bordo do hiate Rival; e para tra-
tar, no senescriptorjo, a rua do Commercio n. 5^
ALERTA
Com o n. 43. a rua
Queimado n,. 43
do
Cortes deseda
Com 21 covados, a 401
sem defeito algum
C6^re^ linias e de gosto apurado, primando entre
etlas, a cor de perola, ftsmark-Lyrio, azul celesta
e outras. Aproveitejn, porque valem o duplo : na
loja_da America, a rua do Cabuga. n 10.
to-covado.
tea.
Na rua Nova n. 5%
thesouraria das loterias,
criado para casa da familia
primeifo andar, na na
preeisa.se ajagar um
Aluga-se o segundo aadar e sotao com bone
commodos, fretco, salas e alci.va forradas de pa.
nale tod j bem preparado, co^tando 7 quartos,
cozinha, salota p.mengoramadb, 3 salas e quin-
tal ; na rua do Rajfjttl a. 73 : a tratar na the-
sonraria das loterias, cam Antonio Jose Rodrigues
+mw

11d*rtttS>ltfnl,e1,i1qrri
ta-se paraqualquar negoett
aaiar dn uwsnw prMlo.
AVISO
Precisa-se comprar loot escravos, pedreiro e
txtmitei paca-aaubatt: a tratar na thesonraria
dia loterias, a rua Primeiro-* Mare* n. 8i
2,000 libra* sterlinas : vendem-se a rna do
Amorim n. CO, armazem de Aatonio Alberte de
Souza Aguiar.
A.r\,,^en^6m ^'res caaas, iinuna praea do Goa-
af _dEun. 13, com o quartos, 2 salas, auintal,
cacimba, wade 30* ; uma data no largo de S. Jose
d Riba-mar n. 33, com 2 quartos, 2 salas, cozi-
nha fora, quintal, .acimba, reade^ : uma dita
na rua dos Pescadores a. 4, com 3 quartos, 2 sa-
las, cozinha fora, quintal, caeimba, raide ili : a
tratar com Candido Guedes Cavaleanie, na rua do
Viscoade de Loyanna n. 16; outr'ora Cotovello, das
6 at 9 horas da manbJ.
Na rua do Marquez de Olinda n. 3S, se di-
ra quem vende uma loja, multn bem looaliiada,
com uma armacap-rnuito boa.
Muito* bararfco
Caixas de fogpj cBineies a iGiOOO : na cua.do
larao da Victoria n. 89, outr'ora raa Nova, loja
Me ferragens de Sous* & Guimaraes.

wmri
IK ou Junto t\ lJn ila HacnoMa.
,. Clicguem thi'Kiipiii :
uainhas de quadros pretos a 2i0 rs. o covado
Ditas de quadros e do cfires a S40 rs. o covado.
Granadinc de lisiras, a parisiense, a IW rs o co-
vado.
Poupelina de-seda de furta eores a 1|
Gambraia Victoria Una,a 3#0Qp,a'n
Dita transparent* a J*: 2a50Oa pea
Lencos chinezes con verses-a 1*800 adaaia.
Chales de chita a escoceaa, pot 24 u,a-
Chitas de cores a 24.Q 0 2S0 rs. 0 ct vado
Brim pardo 6no a 400 rs. 0 covada.
Colcbas para cama a 2* e 3* uraa.
Lenses ie bramanto a- 2*.
Cobertas adamascadaa forradas a 34 uma
Meiis para homem. sendo de eore^ a 4* a duiia
Toalhas muito, granges 0 5io00> a dtizia
Metins delistfaa *8rs. o Madapolso avarfadrj a liftb& pefa.
Camisas inglezas ail 0 3a uma.'
rit&s do crelone a 3/ uma.
A prove item qua estamos fazendo graade abati-
mente, nunca menos de 10 por cento. Dao-s<>
anioitras com yeabor.
m
em rMniaas tie linho.
Vende-se caraisaa inglea** 4a lipba, raaito fi-
nas, para, bomam, pelu baralissiaw precola 35*
aauua; quem dav&ar veaha aaruado, Dnpe de tasiaa a. *&, lojale De-
raetno Bastos,





Diario *fe Femanriauco -r* jBexta fcira 12 dfesiimrift) 4b 1W4.


HE
laaenda-s anas
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
DE
Cordeiro Simoesc&C.
E' esta uma das casas que hoje podc com pri-
naxia offerecer aos seas freguezes um variadissi-
d csortmento de faeendas Unas para grande toi-
ette, e bem assim para nso ordinario de lodas as
classes, e ,por prec.ps vantajosos, das quaes faz um
.equeno resumo. .
Mandam fazendas as casas dos pretendentes,
->ara o que lem pessoal necessario, e d5o amostras
ooedianle peahor.
Cortes de seda de Iinda; cures.
Grosdenaples de todas as cures.
ioTgurto braneo, lizo, de listras, prelo, etc.
Setim Macao, .prato e de edrea.
<5rosdeuanles preto.
Veilado preto.
i5ranadine de seda, preta e4,de cures.
I'opelinas de liudos padroes.
Filo de scda, braneo e preto.
^icas basquinas dc seda.
^uacos de merino" de cores, la, etc
riantas br'asileiras.
Cortes cum cambraia branca com liudos borda-
Uicas capellas e ontas para noivas.
lliquissimo sortimento de lis com tistras de
?da.
'".ambraias de cdres.
Oitas roaripozas, branras, lizas e bordadas.
V'auzuques de lindos padroes.
naptislas, padroes deiicados.
Percalira* d quadros, pretos e brancos, lUtras,
fJCy etc.
Drins de linho de c6r, pronrioe oara vestidos,
:>m barra e listras.
Kicos cortes de vestido de linho. < piles da
mesma cir, ultima mod?
Ditos_de cambraia de cores.
Fnstao de lindas c6res.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para senboras, de linho e al-
C)dan.
Sortimento de juvas da venladeira fbri:a de
nvin, para homens e senhoras.
re?'uar: pa-a monin.*.
n*W para bapti^ad".
Chapeos para auo.
Toainas e guardanapos adamascados ie o de
j.para mesa.
Colchas de la.
Cortinadee bordad' s.
ir.mde sortimeuto de camisas de iir.ho, lizas e
n I'dadas, para homens.
AJeias de cores para homens, meninos e meni-
*
IV.as escoeeza*.
Oomr-li'Sa su.iimeBto de chapeos de sol nara ho-
)ece e Miinorss.
Merino de C'"">' psra vestidos.
Dito preto, tran;,ado e dito de verao.
'^Ihado de! uho e algodao para io
*toathado pa.-do.
Damasco de la.
Brins de linhn, braneo de cures c preta
Setim da lioda? cores com listras.
Ohales de meric6 de cores e pretos.
Ditos do casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Oitos de touquim.
Camisas de chita para homens.
P:ias de flanelia.
Oereulas de linho e algodao.
Fannos de crochet para sofa, oadeiras conso-
Leacos bordados e de labyrintho.
Colcnas de crochet.
Forlataua de toias.as cores.
f.icos cortes de vestidos de tarlataua boidados
ara cones.
Espariilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senhoras e meninas.
Kicas fachas de seda e la para senhoras.
lU^o soriimenlo de tequcs de madreperolas e
OSSQ.
Damasco de seda.
Casemira preta e de cores.
Ohitas, madapoiao paDno rino preto e .uul, col-
arinhos, punhos delinho e algodao, gravatas, lu-
va de Co de fceosRia. 'apeles de todos os taraa-
oho*, bolsas de viacetn, peilos bordado* para ho-
:uen, le'i? js de linho braneo e de cdres. toalbas,
itnardiuaiU'S. etc.. e!c.
if baralo.
Vende-se bqi pequetfo si'io perto da esta-
;au do Sixlgadmho, tondo ue frente 150
palroos, e de fuodos mats at quatrocentos,
oti afrtia rfeganto casa (h taipa, flcabnda de
rroxim c bom trssefadV, tend.-i 2 sal s, 3
(juartos e cozi'iliH fura. 0 terreno e pro-
frio n bom 'It- pliintardes, l irvores de Mii.'to, njrua de beber e todo Cer-
.3do.
I'ara ver e m..i> explicates, no mesmo si-
iio a quarter hora a etiU'inier-se com Tris-
'.ao Francisco T-.rres. e p'arn tratar, na the-
souraria d-8 loterias, rua I de Marco
n. t>.
Chapeos de seda.
Chapeos do seda para homem. iroprku de pas-
*eios, formas tnojein.is e bem armsdos, com um
pequeno irfeito ;i 2ioOCl e 3^000, e pechincha e
esla se acab:ind.i : ua rua do Crespo n. 20. loia
das 3 portas, de iluilherme i C, junto a loja da
esgaioa.
Gor<;orao de seda.
(!orgorr.o de seda em cones para colete e em
pt$a para vestidu--, f:izenda iritfirAmenie lira e se
vnde pli> dimfntito preen dc 3,000 reis o covado:
ii.i rua do Ciwpo n 2-\ bija da tres Jjcnas de
.~i.ilhermo A C junto a lop da esqoina.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Para todos os effeitoi d
um remedio lazaote.
Nao ha segnramenle, nn
remedio tan universalme*it
procurado como am cathar-
tico on purpinte, e nenhnm
outro tern tido too usado em
todos os paizes e por todas as classes, como estas pilltj-
j.as, raaves mas efficazes. A raz&o 6 evidetite, form5o
ran remedio mnfto mats oeo e sffioaz qne nenhum outro.
Aquelles qne os teem ensaiado sabem que se teem curado
pelo sen uo, os qne ago os ensaiarSo sabem qne seus amtgos
e_ risinhos se teem curado, e todos conhecem qne o resultado
tirado nma vez, se tirara todas as vezes, e qne as Pizir/.
X.A8 nnnca falhSo por conseqncnela de erro on negUgencia
r.a sna composicao.
Temos milhares sobre milhares de certificados referentes as
distinetas curas qe hao eflectuado estas pillrdas, nos moles-
tias qne em sognida mencionamos, por^m sendo taes curas
renhecidas em toda a parte aonde teem penetrado, des neces-
sario t pnbHca 1-os aqni. Adapttdas a todas as idadee e ''
todas as coodicoes, em todas as climas, nao oantaodo oalom-
f lano nem outra* qnalqner droga deleteria, ellas podem ser
tomadas por qnalqner pessoa com toda seguranca. Sna
capa d'assnear ae conserva sempre frescas, e as tornatotto-
as ao palladar, sendo tambem puramente vegetaea, nao po-
Aem resnrrar effettos preiodiaiaes n par aoaso foMM tottadu
em qoze desmasiada. 0 papel que serve de coberta para
sada vidro leva direccoes minuciosas com relacao as secuin-
tes molestias qne as PIZZTFLA8 CATHABTICA8 rnpi-
'amente on*). Para a XtypfiM on InMgti*, XHt-
pllcencia, Latiguidez, Fmlla de AppeHte, devem ser
tomadas em d*se mferada a fim-de eaHmnlar o estonago a
restablccer suas funcc&os sandaveis.
Para as Doeneai do FtgaOo e suas diTersas syropfomas
Fnj-aqueeai Billnsal, Dor de Cameea, letericia, Cel-
Uo BUioto, e rebret BiHosat, devem se tomar tambem
moderadamente em cado caso, para correger a accSo rleiada
ou 'remover D obstaonlos -qne a oaus&o.
Para a Dytenteria on Diarrhea, 6 geralmente bastante
ma dose pequena.
p"*jnmtmmm*lmmn, +**, Arreime, fmipMmtmo *
Coraeao, Deree tuu ilhargai ou eoettu, devem ser
tomadas continuadamente, ate alterar a accao dos orgaos
disragoiados, de into qae a mokatia disajpareca.
i'ara a HydropeHa e InehmeSet Hydropietu, 4 preciso
toma-l-*s rrequentemente em poraBes assas *ran* P
ptoonsir o eneito de um purgativo drastico. Oono IHget-
tieo para o jantmr ou comida, toma-ee nma on dnas para
promover a digeetao e ajudar o eetomago. Uma on dnas to-
adas de vez em quando, estimulao ou estomajro a obrar san-
avelraente.
Qualquer qne se acfaa regularmente bom, tomando uma
ou dnas d'estas pillulas se acliara, muitas vezes, deoidida-
aente mlllior,.por razSo qne ellas purificam e restaarfio a
pparcUto digestive
*f"'iinii FOB
J. C. Ayer A Co., LoweU, Mass., E.U.
VBI03E SB POR
PREWLECfA
A' ran do Cuhn^a n. 1 A.
Os proprietaries da Pwdileota, no intuiio d
iionservar o bom conceito que teem mereoiib [ dc
respcitavel publico, distinguindo o sea estabeleci-
mento dos mais que negociam no mesmo geaero
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
reniram aosseas correspondentes nas diversaspar
cas d'Europa para lhes enviarem por todos ospa
quetes os objectos de luxo e bom goato, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedaaes elegante?
daquetlos paizes, visto aproximar se o tempo dt
1 fesla, em que o bello sexo desta linda S'euezf
mais ostcota a riqueza de anas toillettes ; e co
mo ja recebossem pel paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algnn.'
, d'entre elles qtte se tornam mais recemmendaveis,
esperando do respcitavel publico a costnmada
1 coDcarreBcia.
Aderco8 da Urtaruga os mais liudos que teem
vindo ao mercado.
ijilut a' (guiiiiuu a>* Ui-. lA-iuitic. -
E^te vinho preparado com optlmo vidho de
Malaga 6 o melhur de t'dos os tonicos recousti
t.doles na ccm nd sc nja das moteslias grave*, a
ge recomrr.andft ftna, ja tuna, das paAedaivlltos
do c'toa 7HifiaJ^4W?,4ft toda a,esps-
cie, Cuiii o 6araLf?/iufer;-.iil[ei!le.
Vinho e xnroitc tic lacto (tiiosiiiat.o
le cal do r. Lccontc -llecmmen-
dado pelos medico? coniwo mcllior atertie re-
consjituiBte para fa'vorecer a aolrieao, a for.
inar^uo dos ossos nas crianea-- e panqorcef o
sacgue.
Vinbo dc Bollo c pli'sis-.tln motaua

BARATEIRO DA BOA-VISi'A
Rua da Imperatriz n. 12
11
DE
MENOES GUIMARAES & I8MA0S
Albans com ricas capas dc madrenerola e
baratos
da
pre-
vellodo, sendo diverse* taroaqhos e
i oa
Aderecos corapletos de borracha preprios para
; It,to, tambem se vendem meios aderecos muito bo-
, oitos.
Botrjes de setim preto e de cores para ornato de
estidos de sethora ; tambem tcm para collete
I palitot.
Bolsas para senhoras, exisle um bello surtimen-
de seda, de palha, de chagrin), etc etc., poi
1 barato pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de louc*
cumo de cra, de berracha e de massa ; chama-
mos a atteocio das Exmas. Sras. para este artigo,
' pois as vezes tornam-se as criaucas um pouco im-
pertiaentes por falta de um obieclo que as en-
tretenbam.
I Camisas de linho lisas e com peitos bordados
1 para homem, vendem-so por preco commodo.
Ceroulai ae linho e de algodao, de diversos pre-
' rs.
Caixiahas com ransica, o que ha de mais liodo,
i com disticos nas tampas e proprios para presen
Coques os mais modernos fi de diversos forma-
' tos.
Chapeos para senhora. Recebersm um sortimento
da ultima moda, tanto para seuhora, como pars
: meninas.
Capellas simples e com vco para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindos
! desenhos.
Escovas electricas para denies, tcm a proprie-
i dade de evitar a carie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, exi. K-ande sortimento de divercas larguras e barato
| preco.
Fitas de saria. rie gcrgi'rao. de setim e de cha-
' ploe, de diversas larguras e boaitas cores.
Pachas de gorgurao mnito lindas.
Pi. artificiaes. A Predilecta prima em con-
nrvar sempre um bello e grande sortimento des-
I as So; es, nao so para enfeite dos cbellos, come
tambem para ornato do vestido de noivas.
Galoes de algodao, de 14 e de seda, brancos, pre
' tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
l.acos d* cambraia e de seda de diversas cores
| para sennora.
Ligas de seda de core-- e brancas bordadas para
noiva.
Livros para cuvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6sco e velludo, tudo que ba d*
bom.
Pentes de tartaruga c marfim para alisar os ca
; bellos ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marfim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Nes'e artigo esta a Predilecta bem
Erovida, nao so em extraotos, como em oleos t
anhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabricantes, Loubin, Piver, Sociedade Hygienica,
Coudray, Gosnel e Rime! ; sao indispensaveis para
a festa.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta nm bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, lanto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas para,bapti?ado o que ha de melhor
gosto e os mais modernc t recebeu a Predilecta
de or arcto preco, para bear ao alcance
qualquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1
Casa terrea.
_ Aluga-se a da rua de S. Joao, defronte do por-
lao do gaz, com 6 quartos, coziuha fora e grande
quintal : a tratar a rua de Pedro Aflonso n. 8.
Acabam de fazer um grande abatimento nos preeos de suas fazendas atten-
StSC E3tt^&^\^***# ?Ila m k* boje de dinheiro,', por isso creio que o pre5o que vai men-
mum mnedi > dome tic, ninit-. eHloat, para a cionadj agradard ao res,peit3e) pujjlico.
cura dos padfcimentos do lig.ido, de que '
e o
antidoto, como o quinino e das [ebras-
1 imlio c elivlfdc ca<;ti( la Bollvln,
die Griiiinuli.Tonleu fotih>antr, diges-
tivo e reparador d.os forqas exhanrids.
CHAPEOS DE SO^ DE SEPA A 4JW00.
Vende-se cbape'os de sol de seda. para se-
nhoras e meninas a 4$, ditos de alpaca fi-
vtniiode fiiEiuu rvrriiKinoso de ;ri-'nos com 12 astes a 49, ditos de nerin6 de
iiimaH.-ircrwrado com viuho de Atala^a e duas cores a 5ffi, ditos de seda para homem
iv^isx^s.^Jrt, "da ^ ditoBsRTfsr ftss8 a w e w-
IjUI.u rAnUCr A 400 rs.
Vend- -se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnnhos a
500 rs. o cowtdo
COHTES DE C\SEMUU A 5.
Veude-so cortes de casemira do cores para
calga a oft, e 6ft, ditos de dita preta para
calc;a a 48, oft, 6ft, e 7ft.
BRIM DE ANGOLA A 2JJ 0 CORTE.
Veude-s cartes de brim de Angola para
preciofo agecte therapeutico para a cura da
Cliloiou, dos padeciraentos do estomago. no-
breza de sangne, chlorose e as diversas moles-
tias las senhoras.
Sorope de chloral lij drafatlo do Dr.'
l^ecoiiie.Os medicos s aconselham com!
snecesso contra a got.t, as aphalgias, vertigena,
bystoua insomnia, e^ilepsia, nevralgias, tosse
asihmaiiea, coqueluche, etc.
Cremc dc lilHinullio jIo Cirfmault.
Contra as gasiriius, diarrheas, gastralgias, dy
senlcria.
Xnronc de bromureto dc poiuhhii de
i isnausi. -Anti nervoso c appllcado com calc;a a 2?S, dito muito finos a 3ft
mati=moejUltad lralaraefll da gota e rbeu".' ABERTLRAS PARA CAMISAS A 203 REIS
n^ada'india de drimauli. -Cura ins! ,. Vende-se aberturas para aimisas a 200 rs,
lantemente as enxaque:as, dores de caneca, 'tas mais Qnas a 400 e SOU rs. ditas de
nevralgias edwirrtieas. esguiao a 1, ditas bordadiS a 2ft.
Ferro dc <>ii*ard.Proloxoto de ferro. 0 CUITAS A 24(k
inellior de tody's os prcparados de ferro para o
iratamenlo das molestias que rcclamam este
agenie iheraprutico. e '<* M o covado, tem escuras e dam.
PastiihaMde mannlia . e
- Empregam se como laxativa* o purgatiyas Vende-se pecaa de mad polao enfestado a
contra os ca.arrl.os mucosos, falta de appeti.e, ;^, (iltas de dito inglez a .&300. 5*, e 6ft,
parente a 3ft, 4ft, e 5ft, dita Victoria tapada
a 3ft, 4ft, e5ft.
TROCHES A lftSOO.
Vende-se crochet para cadeiras a 1)5500
cad a utn.
LAZINHASA200REIS.
Vende se lazinhas para vestido a 200,
32', 400, e 500 rs. o eovado.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se elpacas de cores a 500, 640, J
800 rs. o covado.
GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 4ft.
Vende-se grande sortimento de tapetes para
todos os tamanhos n 4ft, 4ft500, 5ft, e 6ft
cada um.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NACIONAL.
Calejas de riscado para trabaiho a 1(5000
e lft400.
Cal(;as de brim pardo a 1-^900,2ft, 2ft500.
Calces de brim de Angola de cores a 2ft
e 3ft.
Vende-se
uma casa pa Torre, com bons commodo*, teado 2
saias, 3 quartos, cozinha fora e um alpendre da
parte de detraz, I quarto para criado, quintal mu-
rado, em terreno proprio, com 180 palmos de
"rente a fundo, por preco commode : a tratar com
Carvalho A Freltas, a ma do Rangel n. 9, padaria.
Machinas de descarocar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.
Macaco de estivar ou fe-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruz n. 4, a:ma-
zem de Hawkes & C.
Calcas de casemira de cores a SftoOO, 65J
WooVse ;hitas para vestidoa a 2i0, 280 e 7ft.
catarrho pulmonat.
Oleo de figado ItnealhaO. Term.
Klnoao, de fcrlinaull. B' um medica-
inento de uii:a elflcacia conslaule conlra a
chlorose, ni.Hidas c'res, anemia, phtysica, todas
as molestias dos pulmo s, lymphatismo, es-
croful^s, etc.
Pd ferro maitganico Bnissoti.-Agradavcl ao tomar-se, dotado
d propriedade digtstiv;is mui aclivas, e o re-
medio por exeellcneia, na leuchorrea, anemia,
gastralgi,, cfc.
I'aMiiihn dc lactato de ferro de Bu-
ditasde dito t'rancez fino a 7 75h,00, 8ff,
OjirOO.
C.ISSAS A 3.
Ven<]ti-ie cortes de cassa para vestiiios a
35000.
CUITAS PARA COBKRTA A 280.
Vende-se chita para coberta a 280 e 360
rs. o covado.
ALGOOAOHNIIO A 39.
Vende-se peons-de algodaozinho a 3ft000,
rln du BulsRon. Digestivas e optimas 3J3C0, 4ft, 4*500, Sft.
no tratamenio das measlruacoes difikeis, llores
brancas c tcdas as affecgoes nervosas do tubo
digestivo.
Clyconina Siehel. Linimento muito su-
perior aos cerotos, pomadas e unguentos para a
cura das uleeras e ferid:is de toftft a esjiecie. i
Capsulas de Apiol tie (;iiuiault. [
Sao recommendadas pelos medicos para resu-!
larisar a menstrnacao prevenir as colicas, dissi-
par as do'es dos rins e ainda para as febr-es
inttermiientes tebeldes. |
PiluIaH de uodoitbylina de (irk-
niaisEt. Para a cura dc todas as molestias
do figado, para cflinbalor as prisSes de vemre
rebeldes, etc. i
Acham-'se a venda na pharmncia de Bar-'
tholomeu 4 C, a rua do Rosario: iBrgo
n. 34 |
BRAMANTE A liJOOO.
Vende-se bramante com lO-paknos
de
largura a I#600 o metro, dito d linho fino-
a 29560 o metro.
AttfOIMO' ENfCSTADO a 990 IIS.
Vende--se a'godao enf sted1 a 900 rs. o
metro, gravatas pretas a 400' e 500 rs. cada
uma.
CHALES DE LA A 800 REiSv
Vonde *! oh ales-de la de qnadtos a 800
rs, dries-tk mefrtifra 8ft, 8ft, 4. 3ft.
| COieRT-ASftB milk A 1800.
Ven-le se-icober'Tis (vitas tie chita a IftrJOO,
2ft, e-4Jk
COKT!N\nOS PAH.* IANHJA A 7ft.
Vende-se corrinadt* para jarreUa a 7(5 e
6ft opar.
60OGM6 DE GORES ft 2ft.
para
cama a
C Pavcw queima os artigos
segnintes:
Vende-se cokhag de cores
Cortes de combraia branca, transparente, -* e 3?5.
com eni'eites bordados de la a 5>0D0. 1 i"0RTI\AI)0S PARACAWA A 14#.
Pit s todos brancos bordados a 12^000 e Venda-se cortmados bordados para cama
i5?000. a *' f.OBERTORES Mi PEUO A ift^OO.
Vende-se cobertores de pell i a lft200,
Ditos inuilo ricos a 2oJM)00.
Bonitas lansinhas para vestidoe, com li*-
tras de scda, covado a 800 rs
Ditas ditas transparentes e de muita Cihi-
tasia a 9t)0, liVO e SOOgVs.
Cintos de^elim dc todas es ceres a 58000
Punhos com gjllitibas dc esguiao a 500 rs.
S-dinhas de cores, stndo de listras e la-
vradas, com toque de mofo a IftOOO.
Unas de dita ditas sem mofo a iftb'OO o
2-50O0.
ditos supTiire's a llfQk'O.
COIBRAIA BRANCA A 3ft.
Vende-se pec.as de cambraia branca trans-
Calcas de casemira preta a 3ft500, 53>500
7ft.
Palitots de riscado a IT.
Paletots xle alpaca de cores a 2ft.
Paletots de a paca preta a 3ft, 3ft500, 4ft
e 5ft.
Paletots de panno preto a oft, 6ft, 8ft, e
lOftOOO.
Pal-tots de casemira de cores sem defeito
a 4ft.
Ceroulss de algodao a I ft, ditas de bra-
mant- a lftoOO.
Camisas dc ch.ta de cores a 15280, e
1^400.
Ditas brancas com peito de cores a 2ft.
Ditas brancas finas a 2, 27500, 3ft e 4ft.
Ditas finas de riscadinho francez a 3ft.
Ditas de cretone a 3ft500.
Colletes de casemira de cores a 2ft, 2ft500,
3fte4ft. /
Toda esta roupa se vende assim barato
para liquidar.
BRIM BRAN'CO A 1ft.
Vende-se brim braneo a 1ft a vara, dito
fino a lft400 e 2ft.
ESGUIAO FINO A 2ft.
Vende-se esguiSo de linhj fino a 2ft000,
2#500 e 3ft a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LITO.
Merino preto fino a 2500 o covado.
Bombazina preta lina a Ift600 e 2ft o
covado.
L3 preta fina a 500 rs. o covado.
Chita preta lisa e com floras a 240 e 320
rs.^6 covado.
Alpaca preta a 500] 640 e 800 rs. o
vado.
Cantao preto para luto a ift2C0o covado.
Sarja de IS preta propria para ealcas a
640, 800 e 1^200 o covado.
Outras muitas fazendas pretas que se ven-
dem barato, no Bazar !r*cional, ma da Im-
peratriz n. 72.
Arn azem pintado de pr to
confronte a alfandega
Vende-se a retalbo e a dinbeiro, muito ba-
rato, pr.ra liquidar.
Fcgo chinez com lindas vistas para queimar em
saias.
Caixas com 40 c rtas de traques superiors-.
Batatas por arroba.
Caixas ccn. lalas de i> galoes de gaz Devoif
Manteiga france a P L G dc 1874.
Arroz, cafe, cha, e mais generis de primeira ce-
cessidade, para os rices e pobres, como ja indica-
ram, fazendo censnra ao administrador C.
Para as noites de 8anto An-
tonio e S. Joao.
Amaral, Nabnco 4 C. acabam de receber c-mi-
pleto sortimento de sortes francezas e allemaes,
para brinquedo das noites de Santo Antonio e S.
Joao ; 6 o que se conhece de mais engra^ado e
apropriado para brincar-se nessas noites.
Aos dignos macons
Amaral, Xabr.co & r, tendo fin vista a graade
e pomposa festa que fazem os dignos macons ao
padroeiro dpsta respeitavel corporaijao na noite de
S. Jo5o, parlicipam a^- mesmos Srs. masons que
acabam de receber insignias de.diversos graos, e
vendem no bazar Victoria, ma do Dario da Victo-
ria n. 2.
Vende-se tambem a loja de funileiro, fcfm
afreguezada, da rua da Imperatriz n. 79': a xxixn
na mesma.
GRANAD1NAS
dr.-ir.a'Snasde seda pure, preta com listras
de cOrese padroes os maisboits qu8 tem
. vindo ao mercado e que se ifiiftj pelo di-
IMe sas ians.nhas para vesi.dos, de 240 m^Q dp ^ ^ Q covado>F^r ter
ate ow) f c *-
I'ustao braucas para cama a
rs.
Colcbas de
2^500.
Ditas de filo de ctir a 4ft< 00.
Cambraia* braucas, abeitass para vesti-
dos, corte a BftOOO.
Cortes de cambraia branca C'jm
Rna do Biiro da Victoria n. 22.
at
Carneiro Viaiina.
A' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ultimamente ua Europe, cujas machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensiuar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno aeta despeudio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha pertencas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
i chinas trabalbam com toda a perfeicao de
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura por fir.a que seja, seus
preeos sao da seguinle quabdade : para tra-
balbar a mao de 30ft000, 40ft000, 45ft000
e. fiOftOOO, para trabalbar com o pe sdo de
80ft000, LOftOOO, lOOftOOO, HOftOOO,
12Oft0O0, lOOftOOO, 150ft000,200ft00 (
MOftMO, emquanto aos autores nao ba al
tera^So de preeos, e os compradores.poderSo
T-isitar este estabelecimento, que muito de-
veria gosiar pela variedade de oijectos que
ha sempre para vender, como sej&m: cadei-
ras para viagem, maias para viagem, cadei-
ras para saias, ditas debs'.anco, ditas para
criancia ^aHas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimns, para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferro para.homtme cri&::f,as, capachos,
aspelhos douradu6 jpara saia, ,g-andes e pe-
quenos, appareibos de .Bifcial para eiti, fa-'
3ueirat eom eabo de metal e de rnatnm,
hos avulsos, colheres de metal fino, eortdiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para oobrir prato*. -aateiras
para forrar saias, lavatories completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos ^ae muito devem egradar a-todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto desde as 6 boras da ma-
nha ate as 9 boras da noute i
Rua doBaraoda Victoria n.
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
2ft000 o covado ; 6 pechinoba. Dao se
amostras.
Slim braneo
Rrim braneo muito fino, luzenda de
bonitas 25500 a vara, ^ue. se vende por lft400 a
enleites bordados, -le cOr, com ligunno a var8f por e;tar com um pequeno defeito ;
6!J000. pecbincha.
Pegasde mrolapolao com pequeno toque 1J
de avana a ',5300. llPltIK lPiUliP7PV
Ditas 4 ..Igodaosinho muito c-ncorpado,; ""5H1IO IKIHltit^
com leve toque de avaria a 4oo0(). Melins francezes, fazenda inuko fina, pa-
^.Madapolao enfestado com 12 jardas em droes modernos, faac-cda que ja" se veadeu
perfeito eslado a 3&000. jpor 500 rs, a 300rs. 0 covado; e" pedhin-
Pegas de madapolao com 20 jardas a cha. Dao se amostras.
4^o10' 1 u Oretooes de listras
Brim pardo para roupa de homem e me- .. .
ninos covado a 400 rs. Cretonesdenstras,fazenaa acoichoada, pa-
Cobertas de chita para cama a 2A50O e dr6e' muho fW*w *0d "' coVado ; da"
se amostra?.
Magnolia
30000.
Bramante de linbo coin 10 palmos de'
lagura, vara a 2r>6CO.
Atoalhado com 8 palmos de largura, vara
a 1-v'ioo.
Espartilltos brancos e de cores a i<> e
55000,
Cortes de cssimira aije ii)G00.
Saw '-3
Mddapoldes
.Madapoloes com um pequeno toque
avaria, de 3So00 a oftOOO a pe^a ; e
chincha.
CHIfAS PERCALES
Chitas percales avaftadas a 246 rs. 0
vado; e" pechincba.
% t<0 da rna Ao Creapo
Loja das 3 portas
DE
Gflfoerae it.
Junto a loja da esqulna
de
pe-
co-
22.
Chapelaria economica
PPJIOIRaa Direito n. 43
Neste estabelecimento encontra-se um variado e
lindifsimo sortimento de chapeos fle prima, seda e I
velludo, para senhoras, sendo dos feitios os mais :
modernos. Tambem se coacertam cbaaeos de to- j
das as qiuUidades, gara senhoras e homens, garan-!
tindo se a perfeicao dos concerto-. Recebem-se;
leques para concertar, assim como ha um lindo'
sortimeflta de flores pata penteadw, teenies de san-' f
dalo e imiu?ao, c grande quantidade de brinque-' r aT8 OS lOfiTOS C*e fe. AntOniO
dos para criancas, tudo por preeos qut convidam.
Aos Srs. fogueteiros
Oalcados baralos.
bija d Araalcs.
Botinas de nellica inglezas com sallo,
para Senndra
Ditas rte drta, fttaneezaa, own sallo a
Luiz XV, para senhora, a 3,000 a
Dilas de duraque de cor, catujo alto,
V5,0f)0 e
Ditas de duraque pn*>. "riara -
tihora
Dilas de doraijuc, gaspeadas, de ver-
niz, ca'nno baixo, a 3,000 e
vd'ai ?e duraque, gaspeadas, ordi-
narias '! "";
Ditas de brim brnco, atmo alto
Ditas de brim braneo e duraque. i
para meninas
Sapalos de duraqus de cor, para se-
nhora mJ9
Ditos de chagrin, idem
Botinas de cordovan, para homem
Ditas de bezerro, solla forte, ingle-
zas
Praca da Idependencja ns. 11,13 e 15.
8. dtfSao
S. Pedro.
LimaWra da'ano.
Limalha de a^o d'agurha.
Lirnaj|la,dB,tBrro.
Limalha de cobra.
Limalba de zioco.
,000 salitre reflnado, abMrte e erootVe.
TWO
4,000'
4;000
2,000
Ariigos todos dc qntmin fialitMe.
Vendo-se rtmato barato
lliaruaacia drogaria
BARTHOuJimJ & C.
34-Rua Larga flo 1\QssB"io34.
a .peehtMii
3,000
|'9JS A loja da ttofnoleta. raa do Li-
o,uuui i-ramento n. 5, ea qneluavlis.
finfln'' Cheguem tregueaes antes qne as chammas de-
o.uuu vorem ta(la
__^^.\ Botinas para senhora a y.
Pesos e medidas ^oimaes. S,^fegTM. *..
Vendem-se no armazem Be Hawkes & C, rua : Entremeios .a babadinhoaa-WO-rs a pe?a.
da Cruz n. 4. J Oleo Phllowme -500 rs. o frasco.
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
45, encontrara sempre o respeitavel publico um
completo sortimento de perfumarias finas, objectos
de pbantasia, luvas de Juuvin, artigos de moda e
miudezas Tinas, assim como modicidade nos pre-
eos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios aderecos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um completo sortimento de
Meios aderegos de tartaruga.
Meios aderec.os de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima moda
e de muitas ontras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, tem
para vender os modernos botoes de aco, proprios
para vettidos.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ba no mercado ; a ellas:
na Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45.
Lencos ehinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidade de lencos de seda
ehinezes, com lmdissimos desenbos, fazenda miei-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
martim, de osso, e de muitas outras qualidafles:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero 45.
Attenc.ao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias a.
45, acaba de receber os segumtes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos albuns com capa de madreperola, cha
gren, madeira, velludo, couro, eto.
Lindas caixas com finiaimas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vestuarios para baptisado.
Toncas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravaliuhas de velludo, etc, etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipure
ae cfires, apropriiidcs aos vestidos cliques aa ae-
tualidade.
VENDE-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Ccca-
tercio, por pre?c roodico: a tratar com Tjk.
'rroaos 4 C
Armacao deamarello
Vende-se uma arma.ao de amarello. envidra.;a-
da, com balcao, por commodo preco : a tratar na
rua do Crespo n. SO, loja das tres portas
Cheguem que se acaba
Collarinhos de linho mnito flno, a duiia a ii't'.*.)
e um JOO rs.
Lindas gravatas de cambraia bordada, para se-
nhora, a i.-5, 12500 e H.
Lindas gollinhas de cambraia bjrdada, para se-
nhora, a 500 rs., 11, 1*509 e 2J.
Dilas ditas com punhos idem idem a 2*.
Lindos inaoguiios com punhos idem idem, a 31
Lindas cami-inhas com punh-..- idem idem a 3.
41 e 51
Lindas lazinhas vindas da Bahia a 200 e 2i0 rs.
o covado.
Duzias de lencos de cassa a 700 rs., e abauha-
dos, brancos, a 1& e 2*5u0, em caixinha.
DiUs de toalhas alcochoadas a 4ll( 0, e uma a
360 rs.
Madapolao francez e inglez a 4*, '61, .'jjiaOO, 6
e 61500 a peca
Algodao a 2$".C0, 3 azul e mesclado a 200 rs. o covado.
Chitas e metim a 240, 280 e 300 rs. o covado. outras muitas fazendas qu3 se vendem com 40 0|0
menus do que em outra qualquer parte : na rua
do Livramento n. 30, loja de Lioia Ciutii.iio A C
E' muito barato.
Tudo e de cabellos compridos.
Tran^as muito compridas por 124000.
Um par de crespos por 61.
To-pet por 31.
Coque crespo comprido por 15*.
K muitas outras cbras que so se vendo.
Rua do Marqnez de Olinda n. 51, t. an! n
DE
RBISTOL
Cura dos estreilaiiieDto duretra
,pela f&cil apnli.caci.0 das
SONDASOUVilES
GvMMA EUST1CA
As mais modernas e aperfeic/)adas de todas
as conheoidas
Vendem-se
NA
PHABMAC1A E PROOARIA
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
-----------y j ------- I if
Mobilia
Vende-se uma llnda mobilia de jacaranda, raas-
ico, entalhada, por muit commodo preco : a
tratar na travessa da matrix de Santo Antonio,
marcineria di Joao Cancio.
CERA OS GASOS MAIS DESESI'ERADOS-
A 8AFSAPARRILHA. DE BRISTOL pur*-
fica a massa do sangue, expelle para for*
todas as materias e fezes viciosas e unpuras,
regula todas as secroc,6es, da" vitalidade e
eoergia a todos os orgaos e da* forga e vi-
gor ao systema anm de poder rnelhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E"
pois este um remedio constitutional. Elle
eunca distroe afim de poder curar ; pore'm
constantemente assiste a natureza. Portanto
em todas as doencas constitucionaes e em to-
des as molestias locoes dependenle d'um es-
tate vicmso e imperfeUo do systema em ge-
ral, achar-ae-ha que a Salsaparrilha di
Bristol 6 um remedio soguro e efficassissi-
mo, poasuindo inestimaveis e incontestayeis-
vrtudas.
As curas milagrosas de
lOscrofulas,
Ulcerns,
Ohm*** ***;*)
' ENFERMIDADES SYPHIU'fiGAS'
fiRYSStftlAS,
RHEUMATI&JiO,
NEVRALGIAS,
ESCORBLTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reuoma-
Salsaparrilha de Bristol
[.por torlasas partes do u;.;verso, s&o.tfio so.
mente de-vi-'as i
DWCA LEGJTUU ORIGINAL ^
ScfhapmrSha de Bristol
PHARMACIA CENTRAL


f. -


3^*
8
jfario (fe FomambudO Sexta fein* 12 de Junto ^ 1874
_
4


Kaiario actual ds prlsffea da provinciu do Peruatubuca
KtSP.STA AOS QUESITOS PROPOSTOS PELA DIKECTORIA GERAL DO MINiSTERIO DA JUSTICA.
(Continuagdo.).
No ran do uort-, e> primiro quese construio)
,. systems consiste em uma peca
de ferro, em forma de tuml, collocada sobre ura cano horiaontal de seis pollegadas de
diametro, dentrodo qua! se deposilam as rnatorias solidas e liquidas, ateserem, duas ve
zes ao dia, langadas no encauamento goral pela forga d'agaa, vinda dos depositos collo-
csdos alguns pes acima do nivel das cellulasdo a.'auddr.
Occidados os cauos e cubos. as materias solidas se adherent facilmenle ao cascalho,
fqrmado ms parades ddl-s, e na ha forga d'agua sufficiente para conduzil-as ao on-
canamento geral.
Di$to rtlulta, quo os f-ffeitos ua esteraio ainda mais insalubre, do que os outros dous.
Neste rah ndo ba agua para a lavagem do cubo, depois que delle se servoro os
presos. ii.
Nos outros dous raios, assim. como nas eifermarias, adoptoa-se o systems de Syphoes
ne louga, desp->j in lo em canos de forro, que. por sua pel vdo uuir-se ao oncanamento
geral.
Ou porque h.ija defeito na collocagdo dos svphdes, ru por que ojorro d'agua seja
insuOiciente. on, funlmeute, p >r causas que ndo estdo ao meu aicance descobrirj, o que e
certo e, que os inconvenietites, anotados no primeiro systema, se fazein sentir, sebem
que em n-.enor escalla.
0 mao cheiro augments principalmente a noite, quando se fechara as ianellas das
cellulas. J
Nas enfermarias, apezar do incansave! zelo do guarda enfermeiro, Joao Pioheiro Ca
tote, senle-se o mesmos effe to a" noite.
Nas prisdes que visitei, oncmtrei, em poucas, o systema de langar em um encana-
niento geral os so'idos e liqui los das latrinaa das cellulas e nestas mesmas notei, que
os cubos estavam em coraraunieagao com umas especies de charaines que, puchando o
ar por eMas encanado, nconduzia a" grande cha ne das ronchinas a" vapor, q-ie fanccio-
nam n ssas prisdes :"e assim se evitava, que o a- \ ;iado, desprendido dos cubos, se espa-
Ihasse pela cellula.
Vi em aljrmas prisoes modernas, que em vez de latrinas fixas, se usava de vasos her-
riseti^amente fecbados, colloc?dos na parede e om umas especies de nichos, retirados
pela parte externa por meiode uma pequena ptrta de ferro ; e ne3tes niclios baviam tu-
bos, chamados de appello, communicando com a grande chamine.
Em outras observei, que est-s vasos s6 tinham serveulia a* noite, e que dnrante o dia
iam os presos a" latrinas fdra das cellulas. -
Em 6m, em todas havia o cuidado de evitar, que o ar viciado de taes vasos ou latri-
nas se espalhasso noedificio.
Alii, o systema da prisdo, a perfcigdo do? vasos e dos apparelbos destinados- a" este
servico, c, mais que tudo, o systema da ventilagao ou resovagdo do-ar por mek> do ca-
lorico e das machiuas d vapor, concorriam para ndo notar eu o defeito, que aeabo de
assignalar.
Aqui, porem, a cousa muda de figura ; e cumpre aos professionaes, nao &raim,
lemhrar o remedio para os inconvenientes e males apontados.
Estas causas sao coadjuvadas pela falta da exerekio ao ar livre, pela vida sedenla-
ria, pelos soffrimentos morses, i pelo onanismo.
*' %, lerrivel vicio seattribue a maioria.dos casos de lesoes do cerebro, e do cora-
gio, de que s3o atacados os presos. '
Para combater este Ticio faltam-me os elementos necessarios, a saber : o trabalbo ;
a leitura moral e iostructiva ; o ensino religioso diffundido pelo Sacerdote ; e a ausen-
cia das mu Quern o paga? 0 municipio.
2a.
A enfermaria 6 separada? Ha medico de parti 1o?
ou a provincia ?
A enfefmarfa estii collocada no recinto da prisao, na 2.* ordem superior do raio do
leste, dividida em quatro salSes (dous de cada lado) separados pelo intervalo das saletas,
dastinadas ao medico, e ao enfermeiro.
Hoje trata-se na Europa de isolar as ent'ermarias, collocando-as ftra do recinto das
prisoes. 4
Nfio considero bem shuada a enfermaria desta casa.
Se'ia de grande utilidade construir um ediRcio,apropriado, em um doe pateos ea-
riores, c >m capacidad^ cara 40 leitos, divididos por quatro 9l6tas, separadas por pe-
quenos esps^os ajardinados.
A despeza com esta construc^So nao seria grande, sf se aprbfeitasse para eMa o tra-
balbo dos pres s.
Ha um medico, encarregado do tratamento dos iwesos pobres-, eontractado e pago
pela camara municipal.
Exerce hoje este cargo o distincto e illustrado medico brasileire, Dr. Joao Maria
Seve, percebendo 2:80('5))000 annuaes.
0 enfermeiro e am guarda, pago pela provincia,
0 ajudante do.enferrueiro o serventes, sao eseolhidos Centre os presos, e nenhotna
retribuifjiio percebem.
ST
Quaes oajinconvenientes da agglomera^So dos- presos ? Quaes-os meios- de evital-os-?
A agui necessaria aos diversos raisteres do preso e da prisao e fornecida dos depo-
sitos (de que jd fallei), por meio de encamunentos, out'ora de chumbo, e hoje do ferro
esmaltado.
Ha em cada cellula uma torneira de bronze : nao ha, porem, por baixo desta um
i-eservatorio, aonde caia a agua que sempre escapa, por mais perfeha que ella seja epor
msior cuidado que haja no seu usp.
Tambem nfio se fornece vasilhas para o preso beber agua. Ou elle a bebe, pondo a
boeca na torneira, ou aparando a em qualqucr vaso, quando tem meios para adque-
r l-o.
Para lavar as maos e o rosto n3o ha vasilhame. Ou lavar-se-ba na propria torneira,
molhando o pavimento, ou, con luzindo a agua em um vaso, lavara o rosto debrogado
sobre o cubo, aonde cai a agua servida.
Para enxugar as r.. aos e o corpo, serve-se o preso da camisa, se ufto tiver meios
para abler uma toalha, o que raras vezos acontpce.
Eoi systema que n3o encontrei em prisao alguma : e todo original.
Em geral, s6mente lavam os pes quando tomam o banbosemanal.
Andsndo elles em sua maioria desgalgos, bom se pode imaginar o grdo de acceio em
que cnservam esta parte do corpo.
Com taes elementos nJo se p6 le exigir o acceio indispensavel em urn estabetecimen-
to, que coiita uma populagao media de 330 presos por dia.
0 po'ico acceio do vestuario, e mais quo tudo do corpo, dd. origem ao bafio, qiue
era geral < xala o proso pobre nesta casa.
A liii.pezB das cellulas, do edificio e de suas dependencias e feita giatuitaiaente
i>elos presos forneoendo-se-lhe os instrumentos e V8silbames nsce- sarios.
Os pequenos repams, para conservagSo, sdo tambem grstuitamente feitos pelos pre-
sos, sendo a materia pruaa ministrada pela repartigao das ojtras publicas.
Os concerto* maiores s5o postos em concurso ou arrematasoos perante a tbesoura-
ria provincial, servindo de base os orgamentos feitos pelos prepostos do director das
obras poblieas, ou pelo engenheiro do districto d que pertence esta casa.
Defeitos na cons'rucrao primitiva deste edificio, o emprego de material inconveniente,
e tambem o cupim, que i So se tem podido extioguir, dflo causa d que todos os annos
se gastem boas sommas em rep:ros.
A cupula do centre do efifi-io, a* claraboias dos tres raios, e" toda a coberta, defi-
cipntos em suas disposigdes e censtrucgoes, tem absorvido em constantes reparos som-
mas, que perraittiriam a substituigao compltta destas pecas por outras, que melhor cor-
respor. Jessem d seus fins. ,
Muitos outros defeito* sensiveis se notam na construcgao do edificio, e que, como
jd diss-3, exigem cmst/nte reparacSo. Ainda citarei alguns.
Os canos para esgoto das agues pluviaes da coberta, tanto os que descem pelas pa-
re les, como os que recebem todas as aguas do telhado ndo, tem capacidade sufficiente
para lar-lhes prompta vazdo nas occasi5es de chuvas fortes : por isso, sobrepujam estas
os algerozes e innundam as cellulas e mais compartimentos do edificio estragando a
csiacdodas paredes, e dando lugar a queda dos rebocos.
Os ta-ugos, que se^uram as grades das portas das prisoes, sendo curtos e, alom dis-
to: embebidos em hombieiras do pedra ordinaria dos arrecifes, facilmente se despren-
dem uellas, exigindo contiuuados reparos. .... .
A falta de um apparelho para abrir e fechar as janelbs das cellulas, guarnecidas de
tenues laminas de vidro, sem prisao alguma quando abertas, da lugar a estragarem-se
estas d miiido, pis, Gcara a descripgao do vento e da accao de um cabo de vassoura
manejado desasadamente pelo preso, q'se nao p6de chegar d ellas com a mao.
A agua, que corre diariamente das torneiras do oncanamento das cellulas, na au-
zeucia de um reservatorio ou deposito, cahe nos soalhos dos an lares superiores e em
pout > tempo causa a ruina defies.
Os encanainentos d-8gua para as cellulas constautemente se estdo rompendo.
Nao f.llarei nos estragos occasionados pelos loucos furiosos recolhidos incompeten-
temente d esta casa, por nao h'tverespaco no hospicio respectivo.
Basta o que fica expendid), para bem se calcular quao dispenliosa devo ser a con-
servaQdo deste edificio.
Na detonc&o tia livros?
(- r!ver ?
22.
Quaes I Ha papel, pennas, para os presos ? Podem elles
N4o ha livros de qualidade algnraa postos pelo estabelecimepto d'disposigSo do
preso
Os que sabem ler (bem diminuto 6 o numero destas !) pouco se applicant a leitura
do livros mor.e.s ou instructivos : amam os romances livres, as historietas demil e uma
noites, e ddo, s'.'bre todos, prefer d, Quanto mais ardente a linguagem destes, mais procuradus por elles.
C nsultando os directores das prisSes da Franga, da Belgica, e da Alleraanha, d cer-
ca lod effeitos da leitura sobro os presos, foram uaanimes em declarar, que a leitura de
boas obras tiuha grande influencia moralisadora sobre elles.
E que effeito devemos v.6s esperar da leitura d que se dao os presos entre n6s ?
Na Europa, rara e a prisao que nSo tem boa e oscolhida bibliotheca d disposicio
>s presos.
A leitura dos bons livros entra como elemento poderoso na reforraa do condemnado.
Tambem ndo se fornece papel, penna, e tinta aos presos, nem mesmo aos que fre-
i.tam a escola : sao taes objectos comprados por elles.
23.
NSo cinvird qae o preso pobre trabalne para indemnisar o sustento, que Ihe fornece
a l'!"vincia?
Ndo ha hoje quern conteste as vantagens do trabalho para o preso, ainda mesmo
que >eja de curta duracao a sua estada na prisdo.
Entendo, que o preso deve pelo seu trabalho indemnisar as despezas que com elle
faz o Estado.
I'ois o Estalo, que prove d todas as necessidades do preso, que despende sommas
ieraveis para d construcgio de edificios, era que reina o bem estar, que tem um
it a pag?r, nao terd direito d reclamar do preiso uma parte do producto do seu tra-
balh-i p-.ra indemn'sagdo de tantos sacrificios ?
Kvidententemeate que sim, respoude o Sr. Vaucher Cremieux, e com elle muitos
our. > *'.scripto36 modernos, que setem occupado com o estudo do grande problema pe-
niten ioriel
l.si; miuha resposta deve ser considerada em the"se, pois que em relacSo desta casa
i.a p'*-1. ter applicacdo pelas causas jd assignaladas.
21.
ijual e a moJestja ou.enfermidade mais freqaente na detengio ?
As molestias mais frequeutes sdo : a tisica, as affeccoes do coraplo aoij/a/w'to
Para a primeira concorre a md sif-utfab do edificio, Collecado a mnrR piba-
ribe, sujeito as emanagfies dos depositos de lixo formados pel i, iios
;< leste esul), ds evaporagdes dos lamacaes, que din vues a
toberto pelos refluxos da mare, e, finalmente. batido i'ortement pr'ros. mi lorte e
do siil, oWgem das frequentes aonsfip oe !a Irons]
das pneumonias.
As priades em eommum, dia e noite, sio consioVradas portodos os eseriptores como
estolas de vieios, feeos permaneotes decorrupgdo, como lugares apropriados-d'cogitagfto
no crime.
Sio trislBsimos os- resultados colbidos desse pernicioso systeaaa, usado nuo s6 ue5ta
casa e nas cateies do hiterior, com tambem uo presidi de Fernando de Noronha.
Nao so-os kidividuos ja pervertidos, como aquellesr que ainda conservavam alguns
iostinetos para o bem, sosceptiveis de emenda, perdem pelo contacto impuro do vicia
todos estes instiwjtos, -e toroam-se coastantes tfeg^llos da sociedade.
Raro 6" o dia, era qued'stas fontes de corrupgao ndosirhiam afguns"destes membros-
gengrenados, p'Klerosos elementos da progressao em que vai a eslaiislica criminal de
nossa-provincia.
Mergulhados ho occio, na igoorancia a mais completa,. sem o menor conbecimento
dos deveres para cemsigo; para com Deus, e pom-com a sociedade-, sem nenhuma ins-
tfucgdo rudimeutal>dosprin8ipios religiosos, entregues d toda sorto de vieios, e na mais
bedionda promiscuidade, vivetu, em geral, os presos em nossas prisces
Embrotecidos, ainda mais-do que quando nellas entraram. sem* otficio nem Inbito
de-trabalho; sem meio de maoterem-se, em quanto procuram occupagi* honesta^.sem a
menor proteegSo, quer publics, quer particular, desprezados pela soeiedade, repellidos
pela industrial e pela fovoura, eis a posicSo, dos delinquentes ao deiaar a prisao, depois
de satisfeita a- vendicta publica.
O que esperar desses infehses, que muitas vezes so de bomens conservam a-forma ?
Que se atirem novamente e com mais ferocidade na carreira dos crimes.
E' o que-diariamente se estd observando, em rehgdo ao* senlenciados postos- em h-
berdede.
Uma terga parte da populafio desta oasa compoe-se de reincidentes 1
0 presidio de Fernando de Noronha, aonde apolrecem nos vieios mais asquerosos,
milhares de comlemnados-, dos eavia mensalmonte dczenas desses entes perdidos inteira-
mente para a sociedade, e que, postos em liberdade, nao- tardam em voltar parn alii
como reincidentes nos mesmos enmes, ou como autores de outros, ainda mais graves quej
os primeiros.
Os horroresdas gales de Toulon e de Brest, com tanta eiarez-i e erudicgdo descriptosJ
por Belletier de La Sarthee outros-escriptores, sereproduaem naqeelle malfadado pre-
sidio ; como attastam brasileiros importantes que, em commissao do nosso govorno o tem
visitado e estudado o sea- regimen.
Que de crimes horrorosos so tem alii oommettido contra.a seguranga individual dos-
propaios comlemnados I
Que de crimes-setem. alii planejado e-posto em execagao ao voltarem 3ens autoros
d liberdade 1
^uantos crimes se tem realisado, tendo como auxUiares os aondemnados de Fer-
nando I
yuantos documeutos-, quantas-assigoaturas falsas foram alii preparadas-por um ee-
levre sentenciado,. Daniel, para com ellas se comraetterem escandalosos roulios I
Nio necesaito alongac-me mais- para provar, que o systema om eommum, adoptado
para as nossas prisoes, e-de funesti68imas- consequencias e qpe eumpre pOr terrao ,-lcsta
fbnto perenne dia males iocalculaveis para a sociedade.
l'ergunta-se, quaes os meios de evitar semelhantes- inconvoaientes, direi,. senaethan-
tes horrores ?
E' o caso de repetir, hoe opus hie labor'esl.
Diflicilimo problema eeste, que, ba cincoenta aanos, e estudado por granites capa-
cidades da Earopa e d'Ameriea do Norte,3 e ainda ndo foi possivel resolver difinitiva-
mente, d pezar do empenho ft dedicagao do governs, e dos legisladores em sua solugdo.
E como resolvel-o ontro nos, que pouco ou* quasi nada temos estudado-deste res-
peito, e quando aiada o espuito publico nio foi esclarecido e preparado paoa aceitar a
reforma desejada ?
Em quanto os poderes publicos (legislativo o executivo) so nao compeoetrarem se-
riameute da oecessidade urgente desta reforma, em quanto o espirito publico nao for es-
clarecido para aceital-a sem receios, nem temores, serd trabalho perdido, repctir o que
ate hoje se tem escripto 4 este respeito, e propor o quo me parece ser eompativel com
as nossas actuaes circumstancias.
Com tudo, desejando concorrer, tanto quanto permittirem, rainhas fracas forgas, para
este melhoramento futuro, direi ma I, mas com toda a franquaza, qual a minha busailde
opinido aceraa das reformas de nossas prisoes, apoiando-me na dos professionaes nesta
magna questao, e no meu proprio testemuiiho.

Quatro sao os systemas hoje em voga na Europa.
l. Systema de Philadelphia transformado, ou separagao material dos progos, com
trabalho e frequentes visitas.
2. Systema d'Auburn, ou isolamento durantea noite, trabalho em eommum dedia,
sob a lei do completo silencio.
3. A servidao penal Ingleza, ou o systema das cathegorias, conduzindo o preso
por grdos ou classes, ate a liberdade conditional.
4. Systema Irlandez ou das prisHes intermediarias, fazenilo passar o preso. antes
da expiragao da pena, por um estdao de meia liberdade.
Darei uma ligeira idea destes systemas.
0 systema de Philadelphia, propriamente dito, consistio em seu principio uo isola-
mento absolute do preso.
Era .elle encerrado, dia e noite, em uma cellula durante todo o tempo da pena : alii
ficava completamente sequestrado da sociedade dos bomens. 0 fira, que se tinha em
vista com este systema, era impedir, que os comlemnados ou detentos se corrompessem
pela influencia malefica dos outros, e ndo fossem reconbecidos, quando postos em liber-
dade-
Os resultados do eosaio deste systema nao foram satisfatorios em relaciSo ao moral e
ao phisico dos presos, e foi elle condemnado como deshuma.
A experiencia demonstrou que, sem perigo da razdo e da saude, ndo se pbde contra-
riar as leis da natureia, que destinou o homera para a sociedade.
Sendo o hornem um onte social, e precizo respeitar as necessidades que sente elle de
ser sociavtl.
Separe-se o preso da companhia dos raaos, mas nao se Ihe negue o direito a Socieda-
de dos bons, disse um escriptor notavel.
Aproveitadas as ligdes da experiencia transformou-se este systema.
Hoje ndo se diz mais, isolamento, pore"m sim separagao do detento de seus compa-
nheiro8.
Fechou-se-lhe a cellula ao vicio, mas abrio-se-lhe d virtude.
Ndo fica isolado. Estabeleceu-se uma conversacdo diaria delle com os empregados,
com os capellaes, com oS membros de sociedades philantropicas (fundadas em grande nu-
mero para curar da sorte dos presos), com seus parentes e amigos, o que produz benefi-
ce influencia sobre o seu espirito.
A este systema se deu o nome de systema de separagao ou de Philadelphia trans-
formado.
Considerando, que_este regimen era mais severo do queo da vida em eommum, en-
tenderam os legisladores de alguns Baizes, que o admittiram ou simplesmente o ensaiam,
que a pena, cumpnda em cellula, deveria ser reduzida em certa proporQdo.
A Belgica diminuio um tergo, a Suecia um quarto e a Hollands metade.
0 systema d'Auburn, que tomou o nome da Cidade, oncle primeiro foi ensaiado-
consiste no isolamento durantea noite, e no trabalho em eommum durante o dia, guardan-
do o preso o mais rigoroso silencio sob pena de severos castigos.
Tambem a experiencia mostrou os graves inconvenientes deste systema que, por sua
vez, foi modificado como o primeiro, mas sem as suas vantagens.
Contra este systema se manifests E. Robim ( em sua obra publicada em 1873 sob
o titulo-guw"o penitenciaria), quo o qualifica de mais deshumano que o primeiro, an-
tes de modificado.
Diz elle, queo pensamenlo, que presidio o systema Auburn, 6o mesmo do primi-
tivo systema'de Philadelphia, com a differenga que neste, o isolamento sefazia pelos mu-
res da cellula, e n'aquelle, pela lei rigorosa do silencio.
Ndo foi mais a separagao material, juts se qu z ustabelocer, porem sim, aseparacdo
moral, raantida, emapparencia, por scvxos c-siigos.
Tratando deste systema rt'fere.ocitado 11 bin, quo nos Estados Luidos ba peni-
tenciariis, como a de Wetherfield, por exeuplo, onde o rigor do systema e lal, que os
bomens rabalbam aolado uns los outros, passeiam nos pateos como aatomatos Sem se
dirigircm a palavra, sem vo tar os olhos.
Em uma visits, feita aquella prisao pelo Dr. Wines, delegado dossjeiagao das
prisoes de New York, o director, querendo dar-lhe uma ide"a do modo porquo alii so
cumpria a risca o systema, conduzi-o duiua va:ta officin/i, aonde OS {^",'--^. irab-jlh-
polindo metaes.
0 Dr. Wines'e os qoe oacornpanhavam paravatn defrontede oada trabalhador, exa-
minando as obras. L'm s6 nSo levantou os olhos, nem mudou o olhar, excepto um ne-
grinho que, a furto, langou um rapido olhar para o Dr. Wines.
0 director immediatamente explicou a causa desta ligeira infracgiio do Regulamento
dizendo, que aquelle iodividuo tinha entrado para a prisdo, havia apenas dous
dias.
Parecia que aquelles infelizes nao tinham consciencia do qne se passara ao redor
de si.
Este terrik-el constrangimonto, mais penirel que o isolamento cellular, ndo pbde ser
imposto, sendo por meio de castigos1 mui severos.
0 isolamento artificial, diz ainda o mesmo eaeriptor, assim imposto, & mais croei
que o primitivo isolamento cellular.
E de mais. quaudo mesmo elle nao fo-se illusorio, ndo p >dia exercer nenhama
iufluencra moralizadbra sobre o pr^so, collocado contiBuamente entre o teraordo castigo e
o desejo de violar o regulamento.
Faz-se viver unr bomein Mo meio de ooSros horaens, e se Ihe diz: iVA) vos olheis,
enemvos falleis nunca.
Isto d mais horroroso e rJeshuroano, do qwe o isolamento material. Na cellula, ao
men's, o presoperde a tentagaode comrnunicar com os otros pots que, para Uso, ndo
tem meios: mao na vida em comwum, nas oilicMas, a tentagao e de todos os mementos-,
a separagdo morai> que so Ihe impfie, torna-se ura verdadeiro supplieio de Tarrthlo sem
eessar nuovado.
Ndo tardou a experiencia em aconselhar a rnodificagao da separagao morfr como
jd havia acconse!haj a do isolamento> afesoluto no primitivo systema cellular.
Com quanto aindj se ma.iteuhn a U;i- do silencio-nas peniteitfliarias d dosr turn sido ella reibxada n'applicagao^
Vm dos bomens mais versados na*9cieDcia penkeuciaria, Mr. Miller, do Missouri,
opina que, estabelecido o tr.ibal.^o em commom, a lei do silencio*e inapHcavel.
Quando os homens estdo reanidos, diyelle, e precieo tratal os-como a homens: nSo
se deve condemna-los d< um eterno mutismo.^f
A modiricagao da idea do prhneiro systema d'Aubura, assim camo a do de Phila-
delphia-,, prova que, em rnateria penitenciaria,. assim como em outra qualqwer, nos de-
vemos abster de ideas absolutas qu-quasi sempre, se toraam impradcaveis.
A trasformagdo do sjstoma d'Attburn, esoreve Robin,, foi menos ffeliz, que a de de
jPbiladelphia. Abandon*mlo-se a id5impratK b systema- era si mesmo, voltando-se a todos os inconvenientes de'systenaa em com-
|mum.
A modifica?ae, porem-,. do systeraa cellular* ou de Philadelphia, melhorou-o, per-
metiiudo a separacao dos detentos sera rigoroso.
Da opiniao de Robin sao muitos oatros escpiptores, e o foram os membros do Con-
jgresso penitenciario internackmal de Londres em sua maioriat
Na Europa ct>ustou-me,.por infonsagoes dos directores-e- inspectores- das- prisoes
que visitei-, na so tem mais-admitlido este system*, mantido apenas entalgumae prisdes
dos Estados- Unidos-.
A servidao penal ingleza -consiste em uma cc-nrbinagdo doo systemas-afiteriwes, ad-
diciouando-se Ihe outros elementos.
Estes elementos sao: uraa repressdo mais energica ao comegar o cumprioaento da
pena, e certo encorajamento progre>sivo aa razao do bom procectimento na- prisdo. Sdo
estes os dous tracjs caracteristkosdo systema inglez.
Toda a pena 8 divida em.tres paries-.
A prinieira parte consiste etn prisao ecllular rigoroza pelo espaco de- noe mezes,
ospago, quepor motivo algum, pode ser diminuido.
A' isto chama se prova de isolamento, e tem lugar emalgamas prisftes-doo Conda-
dos, e especialmenJe nos dous-estabelecimeatos geraes, PentonviHe e Milbank.
Visitei Pentonville na raanba do dia 23 de 'iezeml.ro de anno passado. Havia
nesta occasiao l,l3dpresos soparados em eellulas. Suas conderonagbes nde>excediam a
tinco annos, seeando me iEwrmou o d%no directoi* dessa exoellente prisaoy Capitao
Lewis.
A segunda tem lugar, se^erado o prasode seus companheiros durante a- noite e ho-
ras de refeigao, e coramum com elles, no trabalho,: na esc6la, na Capella. e nas pas-
seios.
Estasegunda prova pode ser feita na rnesma prisao, em que foi feita a-prtmeira, ou
passando o preso^ para outras, como s-de Portland, de Chatan de Paratraouth etc.
etc.
Nesta segunda prova todo o esforgo do preso* para bem compartar*se, eada pro-
gresso no trabalho* e diariamente comprovado por meio de marcas ou pontos. que Ihe sdo
concedidos, e cuidadosamente raarcados em uma caderneto.
lira certo numero de marcas, tanto pela boa cenducta, corao pelo progress no tra-
balho industrial: em um certo e determiaado tempo, dd direito d passar de eraa classe
inferior para outra superior.
Para passa? de uma classed outra deve o preso ganhar 2:920 marcas por anno.
0 numero de marcas, que um preso pode obter por dia, sa: por boa conducts 2:
applicacao na escola 2 : boa.vontade no trabalho 2 : quando a conducts e boa em tu-
do, 8.
A cada promocao vai o-preso obteudo melhor tratamento na prisao, e quando a sua
conducta foi sempre boa, o seus esforgos no trabalbo eonstautos, oonccdo-se-lhe licenga
para ser poslo em liberdade sub conditiione. ,
Esta liberdade condiccional ou revogavel constitue a terceira parte da pena.
0 preso, que alcanna este favor, fica sob a vigilancia da policia.
Si se comporta bem,. continiia a gpzar da liberdade ; si,, pelo coatrario, abandonao
trabalho, se procura mis eompanhias, se frequenta lugares suspeitosv a licenga e cas-
sada o elle volta para a. prisao.
A intimidagao pelo. rigor da ceHula, e a aGg3o moralisadcra das notas eu marcas
eonstituom o systema de que mo tenha occupado.
Nao se submette na lnglaterra d aste systema presos, eujas poaas sejam inferiores d
quatro annos.
0 systema de marcas para a promogao- tem parecido d alguns escriptores- cousu
pueril ; mas a experiencia tem derapnstrado a sua grande influencia sobre a conducta dos
con demnados, qua uelle encontram um poderoso estimulopara bem se conduzirem.
Para ndo alongar-me, em denjazia, deixo de entrar em detalhes minuciosos sobre
este Jengenhoso e util systema, quo tem merecido a approvagao e elogios dos professio-
naes.
0 systema Crofton ou lAandez 6 a servidao penal ingleza aperfeigoada.
Servir-me-hei da exposigao qce delle fez o seu autor, Walter Crofton.
0 systema irlandez tem tres grdos distmctos.
1." gnio ; Prisao cellular de oito a nove mezes, segundo a conducta do condem-
nado : a prisao, durante o primeiro grao, tem um caracter rigoroso, e verdadeiramente
penal. 0 trabalbo exigido e rude, o alimento pouco substancial.
0 fim desta rigor e fazer o preso entrar em si mesmo, e produair em seu espirito
uma impressao duradoura, isto e, intimida-lo.
2." grdo, E' aqojelle, em quo o preso deixa a prisao cellular para entrar em umu
prisao eommum durante o dia. Nesta e submettido a um regimen mais brando, e a
sua situagao vai melhoraudo, mais ou menos rapidaraente, segundo a sun conducta na
prisdo,
Recebe diariamente pela boa conducta um certo numero de marcas ou certificados,
que decidem de sua passagem de uraa para outra classe.
Neste segundo grdo ha quatro classes d percorrer. Cada classe traz uma certa
mudanga na.situagao e traameDto do preso. Cbegadoa 4", deixa o preso o vestuario
ou uniforme da prisdo e passa a occupar um emprego de confianga.
Na economia ou regimem deste segundo grdo e que estd o trago caracteristico do
systema Irlandez : Permitte experimenter ou observar o condemnado de uma maneira
eflicaz.
Se elle persevera em bem comportar-se, e promovjdo de uma a outra classe : si, se
conduz mal volta d uma classe inferior.
0 homem, que atravessa essa serie de provas, parece preparado para gozar de
meia liberdade, e e" admitido na prisdo denqmiuada inlermediaria.
3." grdo. Prisdo intermediaria : ndo e uma prisdo propriamente dita : e uma
especie de cazerna (quartel), em que e alojado o preso.
0 condemnado, admettido na prisao intermediaria, veste-se como os outros obrei-
ros, e trabalha juntamente com elles nas officinas ou nos carrpos^ e j>bde livremente
passear na Cidade, sendo obrigado d recolher se d cellula a hora, que Ihe for marcada.
E' uma especie de aprendizagem e preludio para o gozo da liberdade completa,
Se elle persevera naboa conduota, ate o fim deste 3 grdo, recebe uma licenga pa-
ra gozar da liberdade provisoria ou revogavel. Aduragdo xla condemnagdo p6de assim
ter redugdo de uma quarta parte.
Se, pelo contrario, comporta se mal, e novamente recolhido a prisao eommum. e
mesmo posto em cellula durente seis mezes, alem do tempo da condemnagdo.
Pelo que fica exposto, parece, que o systema Irlandez e um systema complete.
Uo systema em eommum dia e noite ninguem se occupa, se ndo no sentido de 1'a-
ze-lo desapparecer das prisdes que ainda o admittem.
Sdo estes o systemts mais aperfeigoados, que ate hoje se tem ensaiado nos deffereotes
paizes, que se oceupam da reforma das prisdes.
Resumem-se elles em dous typosseparagao completa dos presos: e systema de
trabalho em eommum.
Sobre estes pontos tem versado as djscussobs, e variado as epinifies.
Para ver se se cbegava d um accordo" definiiivo, promoveu-se em 1872 um Con-
gresso penitenciario internacional, que se reunio em Londres, e ao qual compareceram
representantes de 19 estados, directores de muitas prisdes, e homens notaveis pelo seu
saber, e por seus escriptos sobre a materia.
Nessa reun do foram examinadose comparados os quatro systemas em voga, e so-
bre as suas vantagens foram apresentadas muitas informacbes importantes por differen-
tes directores de prisbes.
Ndo me consta, que tivesse sido decidtdo definitivamente, qual delles devaser o pre-
fer ivel.
Mas, tendo-me sido confiada, na Exposigao de Vienna, uma memoria inedita, es-
cripta pelo Sr. Waucher Cremieux, Cimmissario da Suissa n'aquelle Congresso, p>r ella
vi, que a maioria do mesmo Eongre aisnifesHra p-dq systema de Philadelphia
transfbrmaJo, p.ira a prisao praYOiitivu e para as cpaiienaagbes, que u.'io ovceJara it
maisde um anno : e p*io mixio on I fio Irrml*:, para as outras peni _*
(Cuntiduar-se-Jia.)
TVP. DO DtABIO. Bl'A P!'QT'S P? C\X]e?

ii


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EST560KAG_S9OCZE INGEST_TIME 2014-05-29T18:02:38Z PACKAGE AA00011611_17969
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES