Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17968


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Full Text
w
ANNO L. NUMERO 13!

Oi
PARA A CAPITATE LUGARES 0\K Vt E PAGA PORTE.
for two OMUB dMUdos................ e^ooo
*or sms ditoa idea.................. 12JW00
rPor urn anno idem..................14JKM>0
Cid* numero antfso.................. 9330
. .

QUOTA FEIRA II DE JtXBO DE 1874

PARA DENTRO E FORA DA PROVLUCIA.
Pot (res tones adiantados. .............. *#T50
PoT seis ditos idem................. 13JK0
For note ditos idem ... t lOfMO
For urn anno idem. ........*.... ITfOH

PROPRIEDADE DE MANOEL FI
FARIA k FILHOS.
KKV
,
(
'
*>
S*. Gerardo Antonio AJvt*d Filboa, no Parij Goncalvea d Pinto, no Jf aranhio ; Joaqoim Jose de OUveira d FUho, no Cear*;
fereira d'Almeida, em Mamangaape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, aa Parahyba j Antonio Josd 6omea, na Villa
_______ Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das AlagAa; AltM d C.na Bahia; Leite, Cerquinho d C. no Rio Janeiro-
de Lemuf Braga, no Aracatj ; Joio Maria iolio Chafes, no Aasd; Antonio Marquei da Silva, -Natal ; Jose Justino
I Penba; Be'armino doa Santos Bolelo, em Santo Antio ; Domingos Jose da CoaUBraga, emBasareth|
PAETE OFFICIAL
ttOYYAVXli D\ TOOYINCItV
( Continuacao ) ... t .
Art. 169. So se podera lavar carros nos quinUes ou dentro do
eslabelecimentos. s
Art. 170. As carrocas ou qualquer vehiculo de conduccao de
objectos so poderao transitar das 6 i/2 horas da tarde em diante,
trazendo urn lampelo acceso, visivel ao longe, e os animaes que as
puxarem uma campa ao pescoc>).
Art 171. Os intraclores Jos cinco artigos antecedentes sofl're-
rio a oralta de 10*000 ou tres dias de prisao.
Art. 172. Os inquilinos devem conservar limpos os terreiros de
suas moradas, sob pena de 2*000 de multa.
Art. 173. Os terreiros das casas, quedeilarera as frentes para
as casas ou largos, terab cinco metro* e meio de extensao, eontados
da soleira da porta para a rua, e os das casas que formarem ruas
terao de largura metade deltas.
Art 174. Os terrenos comprehendidos nas pracas on largos
serao mandados limpar pelos tlseaes, a custa da camara.
Art 175. Todos os proprietaries, rendeiros ou administradores
de qualquer terreuo sao obrigados a fazer os reparos necessarios
uas t strata* publicas, que atravessarem estes terrenos, afim de con-
servalos em bom tjstado, esem obstar ao transito pnblico; os in-
tractores pagarao trinta mil reis de multa.
Art. 176. Todos os iuqailinos sao obrigados a couservar as
casas exteriormente limpas, caiando ou pintando as logo que esti-
vorem denegridas ou sujas, e a reparar todo e qualquer eslrago em
?uas paredes; os infractores serao advertidos pelo fiscal, que Ihes
marcara o prazo de quinze dias para faze lo, liados os quaes, nio o
fazendo, serao multados em dei mil reis, e os concertos ieitos incon-
traente a custa dos mesmos.
Art. 177. E' prohibido Ian car ou mandar lamjar a rua palha,
Cisco, eatilhacot, aparas ou qualquer residuo, que embaraceo transi-
ts publico e difflculte a litre circulacio do ar atmospherico, sob
pena de cinco mil reis de multa.
Art. 178. Todas as man has ate assete boras mandarao os donos
dos eslabelecimentos de portas abertas de qaalquer nutureza, e os
artistas, varrer as testadas de seus eslabelecimentos ate o meio da
rua, fazendo co Aduiir o lixo e varrednras para o lugar que for
designado pelo fiscal; ? end j obrigados a agua las durante a forca do
verao; os infractores pagarao cinco mil reis de raulla.
TITULO VIII
EDIFICACAO
Art. 179. Ninguem podera editicar, reedificar, deraolir ou con-
ccrtar qualquer obra, sem que tenha requerido previamente licenca
a camara, pedindo tambem o nivelamento, cordeacio e mais precei-
tos symetricos, e declarando o Dome do mestre da obra; devendo re-
novar a declarajio sempre que houver mmlanra de mestre.
Art 180. Estas licencas serao concedidas nos requerimentos,
depoLs de ter a camara, por despacho seu, ordenado ao cordeador
qua de" cardeacao, perfilamento, nivelamento e mais proporcoes exi-
gidas pelas posturas; devendo taes cordeac5es ser inscnptas nos
versos dos mesmos, que fi carlo em poder dos proprietarios, remet-
Mndo o cordeador uma copii da cnrdea^ao ao fiscal.
Art. 181. A edificajao, reedificagao e concerto de qualquer
obra de pedra e cal, de laipa on madeira, sera de acordo com o
nlano da villa e dos povoados do municipi?, posluras e tabellas em
vigor.
Art 181 Nos predios que forem de ora em diante edificados na
rua da Victoria desta villa serao observadas as seguintes di-
ojensfies:
!. Havera pelo menos 4 metros e 8i centimetros (J2 palmos)
de altara no andar terreo e no primeiro ; e 4 metros e 62 cetime-
tros (21 palmos) no segundo..
y 2*. As portas extemas terao, pelo menos,* no andar terreo 2
metros e 75 centimetros (12 1/2 palmos) de altura e 1 metro e 32
centimetros (6 palmos) de largura; no primeiro e segundo andares
2 metros >> til centimetros (12 palmos) de altura e 1 metro e 32 cen-
timetros (6 palmos) de largura.
3'. As casas de sobrado terSo varanda3 corridas, ou saccadas
de grade de ferro no primeiro andar e no segund'), podendo no'
segundo ter janellas de peitoril; as soleiras terao metade da largura
das do andar inferior; a*Janellas distarao 88 centimetros (4 pal-
mos) do assoalho, e terao pelo menos I metro e 76 centimetros
(8 1/2 palmos) de altura e 1 metro e 'it centimetros (6 palmos) de
largura
p 4. Todas as soleiras terao o mesmo nivelamento, e todos os
andares terao o mesmo numero de portas e janellas.
% 5*. 0 andar terreo podera ter portas e janellas, guardando-se
as dimensoes acima indicadas; as portas de coctieir.v* terao de oin-
breiras 2 metros e 75 centimetros (12 1/2 p&lraos) de altura e 2 me-.
troa e 20 centimetros (10 palmos) de largura.
Art. 183. Todas as casas que se ?dificarem ou concertarem em
suas frentes terao cornijas.
Art. 184. Os edificios que esliverem fora do alinhamento,
nuando tiverem de ser reedificados, guardario o alinhamento.
Art 185. E' permittido fazer-se casas que nao poderao ter mais
de urn andar, recoihidas para dentro do alinhamento, deixando na
frente espago para jardim e tomando por modelo a primeira ja
t'onstruida na mesma rua ; o pavimento terreo podera ser elavado a
88 centimetros (4 palmos) do nivsl do terreno, devendo haver na
frente urn murocom grade de ferro, para completar o alinhamento
da rua; esta altura podera ser excedida, se as casas tiverem de ser
a350bradadas, o que se deve declarar no requerimento da li-
cenca.
Art. 186. E' permittido edificar se no alinhamento das ruas
casas abarracadas elevadas a 1 metro e 76 centimetros (8 palmos) do
solo; devendo, porem, os lados ser desembaranados, ter 2 metros
e 20 centimetros (10 palmos) e conservar-se fechados com muro e
grade de ferro, com um portao de ferro no centre, que servira de
entrada
Art. 187. Os predios que estiverem nos aiigulos das ruas
e travessas terao duas frentes, devendo ser uma de frontal e outra
de lacanira.
Art. 188. Os infractores de qualquer dos artigos antecedentes
Sagar3o : sendo o cordeador trinta mil reis de multa, o mestre da
obra trinta mil re"is e o proprietario trinta mil r&s, sendo a obra de-
uiolida a sua custa. A deraohcao so podera ter lugar se for intimada
ao infractor na occasiao da multa.
Art 189. Nos demais logares desta villa e povsados do muni-
cipio e permittido edificar-se casas de oitoes singelos, tendo 4 me-
tros e 84 centimetros (22 palmos) de altura, inclusive a cornija ;
assim como casas de taipa tju de taboas, as quaes terao 3 metros e 8
centimetros (14 palmos) de altura na frente, da soleira ao frechal ;
as portas 1 metro e 76 centimetros (8 palmos) de altura e 99 cen-
timetros (4 1/2 palmos^ de largura; as janellas 1 metro e 10 centi-
metros (5 palmos) de altura e 88 centimetros (4 palmos) de largura,
sob pena de dez rail reis de multa.
Art. 190. Os muros que fizerem frente para as ruas e travessas
existentes ou para as que estiverem marcadas na planta desta villa
e povoados do municipio, terao a altura e frente de uma casa terrea
regular com cornija. Os muros a raargem das estradas publicas,
deverao ter 1 m. e 32 centim. (6 palmos de altura) podendo collo-
car-se grades de ferro sobre at mesmas. Os infractores pagarao
vinte mil reis de multa e o mestre da obra dez mil reis.
Art. 191. Os proprietarios das casas habitadas devem conser-
val-as exteriormente limpas, caiando as ou pintando, logo que for
neeesssario, e reparar qualquer estrago nas paredes, sob pena de
dez mil reis de multa.
Art. 192. Aquelles que, caiando ou pintando as frentes das casas,
damnifiuarera a rua, numeracao e os nomes das ruas, sao obrigados
a reparar o damno causa !o, sob pena de dez mil reis de multa e de
ser o trabalho de reparos, nome< das ruas e a numeracio das casas
feito a sua costs.
Art. 193. Sao probibidas nos predios terreos as rotulas de abrir
para fora, sob pena de dez mil reis de multa.
Art. 194. E' prohibido conservar por mais de vinte qnatro ho-
ras nas frentes das casas em construccao ou concertos quaesquer
inateriaes.
Art. 195. As ruas que penhrirsm trSo pelo msaos 17 m. e
60 centim. (80 palmos) de larguta, e a> tNvwjas 11 ''' ( ;->
palmos.
Art. 196. Em todas as rtnrt ste It m. ( 30 palmos) sii sc cdi-
fiearilo casas terreas e sobrados de um andar, que pjderib ter so-
teas, nas quaes terao 2 m. e 88 centiia. (13palmos) de altura do
assoalho ao frechal as Janellas de 1 ra. e 32 centim. ( 6 palmos)
de altura e 1 ra. e 10 centim. (5 palmos de largura ; os peitoris 88
centim. ( 4 palmos) nio podendo ser em arcadas; nas que tiverem
17 m. e 60 centim. (80 palmos) casas terreas, sobrados de um e
dons andares com ou sem soteas.
Art 197. Todas as ruas serao divididas em quarteiroes, que nao
lerio menos de 110 m. (500 palmos) n?m mais de 132 m. (603
palmos).
Art 198. 0 solo de qaalquer propriedade nio podora ter meno3
de 6 m. e 60 centim. (30 palmo3) livres de frente, salvo o caso do
artigo 189, em que tera4 ra. e 84 centim. (22 palmos) de uma aresta
a outra e 11 m. (50 palmos) de fund?.
Art. 199. Os proprietarios das riisas armadas, sao obrigados a
guarnecel-as de passeios, que terlo, nas ruas de 15 a 25 palmos, 66
centim. ( 3 pa|ms) de largura ; nas de 36 a 45,1 m. e 46 centim.
( 6 1/1 palmos ) ; nas de 46 a 55, I ra. e 63 centim. a 1 ra. e 98
centim. (7 1/2 a 9 palmos); e nas de 56 para cima, 2 m. e 20
centim. ( 10 palmos).
-*". -**?- Hot itaccos. a ttavea4a largura inferior a 3 ro. a
30 ceofim. f 15 palmos) se podera dispensar os passeios, se assim
for necesjario para maior facilidade do servico e escoamento das
guas.
Art 201. Nos passeios existeutes, sera observado o nivelameoto
das plantas desta villa a povoados do municipio.
Art. 202. Oj infra stores dos artigo* antecedentes, soffrerao
vinte mil reis de multa, e serao obrigados a demolir a obra e a
coostruir os passeios.
ii *^rt *"''* A caroara marcara as dimeosSes das pracas desta
villa e povoados do municipio e os lugares em que devem as mesmas
ser abertas, as quaes serao plaotadas de arvores frondosas em uma
oa duas linhas, conforme o espaco que occuparem.
Art. 204. Os proprietarios do? terrenos devolutos dentro desta
villa e povoados do municipio sao obrigados a tel-os cercados ou
murados.
Art 205. Os proprietarios dos terrenos lateraes das estradas
mais frequentadas devem plantar e conservar nas testadas de sous
sitios arvores frondosas de qualidade, com intervallos delerminados
pela camara e puWicados por editaes.
Art. 206. Nenhum proprietario ou rendeiro de terras podera
usurp ar a servidao da3 estradas ou partes dellas, tapando, murando
ou estreitando as.
Art. 2 >7. Ninguem podera levantar a margem das estradas pu
blicas muros de pedra e cal com mats de 1 ra. e 22 centim. ( 6 pal-
mos ) de altura, eontados do nivel das mesmas ; podenao, entretanto,
collocar grades de ferro sobre os muros desta ou de menor altura ;
os predios ruraes, porem, podem ter muros de altura superior a
1 m. e 32 centim. ( 6 palmos).
Art 208. As cas quo se ediCcarera ou reedificarem e que ti-
verem menos de 6 m. e 60 centim. ( 30 palm js ) terao um saguao
ae 7 metros qaadrados pelo mouos; exceptoam se as casas de esqui-
na ou as que tiverem varandas ou janellas no oitao.
Art. 209. Todj aqaelle que houver de edificar, reedificar ou
concertar qualquer casa, devera mandar fazer na frente canos inter-
nados nas parede3 para as aguas pluviies e3coarem-se por baixo
dos passeios, devendo a bocca dos canos ficar ao nivel das ruas.
Art. 210. Os infractores dos artigos antecedentes serao multa-
dos em trinta mil reis, na prorapta restituicio da estrada e na demo-
li-ao do muro, que excedera altura marcada, sob pena de fater-se
a demolicio, a sua custa.
TITULO IX.
AORICULTLRA.
Art. 211. Todo aquelle que possuir gado de qualquer especie
que seja sera obrigado a conserval-o cercado ou pastorado por nu-
mero sufficients de pastoradores, afim de qua nao possa aestroir
as lavouras alheias, sob pena de cinco mil reis de multa por cada
cabeca de gado.
Art. 212. Ninguem podera maltratar com tiros, pancadas, ins-
truments perfurantes e caes bravtos os gados que encontrarem em
suas lavoaras ; sob pena de vinte mil rtis de multa, alem do damno
causado.
Art 213. 0 gado que for apanhado nas lavouras devera ser
pre." j em curraes, communicandose incontincnte ao fiscal respec
tive, afim de impor aos seus donos as penas do art. 211,]sendo-lhe3
em seguida entregues.
Art. 214. Qualquer cavallo que for encontrado vagando pelas
ruas desta .villa e povoacdes do municipio, ou dentro dos sitios a
ellas pertencentes. sera entregue ao fiscal respective, qne o conserva-
ra em deposito ale que seu dono venha reclamal-o; devendo este
pagar a multa de quatro mil reis, alem das despezas foitas no de-
posito.
Art 215. E" prohibido queimar roc,ados ou palhas de canna-
viaes sem primeiraraente fazer asseros, e tomar todas as precau-
coes necessarias, afim de impedir que o fogo passe a qualquer plan-
tacao,- capoeira ou raatta, sob pena de vinte mil reis de multa ou oito
dias de prisao.
TITULf X
DisrosigrjEs cebaes.
Art. 216. A camaca nomeara um afendor, o qual deve ser ci-
dadio brasileiro. ter mais de 23 annos, conhecer as quatro operates
sobre numeros inteiros, frac^oes, diziraos e complexos, elementos de
metrobgia e ter pratica de aferigao. *
!. Aquelle que quo puder provar ter os conbecimentos exi-
gidos peloprecitado artigo deve ser examinado por. uma commissio
de tros membros, composta do presidente da camara, d'ura dos pro-,
fessores publicos e dos fiscaes, e na falta destes de duas oatras pes-
soas idoneas, nomeadas pelo dito presidente.
2. Emquanto rSo houver aferidor, a afericjio sera feita por
um dos professores publicos, nomeado pelo presidente da camara, ou
qualquer peSsoa que oste julgue habilitada.
3. 0 aferidor percebera a porcentagem de 20 por cento do
total Aa imposto do aferigio que arrecadar.
4. A afericao sera feita no pace municipal, ou em lugar de-
termioadopela camara;.devendo o aferidor, para melhor cobranca
do imposto sobre ancoras e barris do3 diversos engenhos do munici-
pio, dirigir-se a estes.
Art. 217. Nos priraeiros oito dias uteis -do raez de Janeiro de ca-
da anno, todos os medicos, cirnrgi5es, puarmaceuticos, droguistas,
parteiras, sangradores e veterinarios mandarao a camara a declara-
ca > de seus nomes, naturalidades e moradas: sob pena de quinze
mil reis de multa.
Art 218. Em todos os sabbados, e nos dias que entcnlerera con-
venient^, devera os fiscaes visitar as boticas, padaria3, refinacSes, ar-
raazens, tavernas e botequins, raultando em cinco mil reis os donos
de taes eslabelecimentos, que os conservarera em estado de contra-
vencao a estas posturas.
Art. 219. Todas as penas e multas comminadas nas presumes
posluras serao duplicadas .na reincidencia.
Art. 220. Qualquer empregado da canara que, porsuborno, pa-
troHato ou qualquer motivo injustiflcavel, deixar decumprir as obri-
ga; 3es inherentes ao seu cargo, sera incontinente demittido, alem da
responsabiiidade criminal e indemnisa^So do damno ou prejuizo que
causar a camara.
Art. 221. E' absolutamente prohibido conceder o paco da cama-
ra para qualquer festividade ou divertimento, a menos que nao seja
de caracter official; assim como emprestar os moveis e outros ob-
jectos pertoncentes a camara.
Art. 222. Durante o impediment de qualquer empregado da ca-
mara, devera esta noraearllie sub3tiluto, que percebera o ordenado
do effectivo, durante o tempo de sua serventia.
Art. 223. A camara so podera irapor multas aos seus empfega-
dos, depois de tel-os oovldo.
Art. 224. Todo o empregado municipal e obrigado a avisar ao
fiscal da infraccao de qualquer posturas ; sob pona de cinco mil reis
de multa.
Art. 225. Qualquer eidadio podera lavrar os lermos de infrac-
coes de posturas, com tanto que sajam assignadas por duas testemu-
nhas, e rubricadas pelos fiscaes.
Art. 2ifi. -Nos easos em que for preciso licenca da camara, o seu
presidento a coucedcra, Jratando-se de negocio urgente e nao achan-
do-se a mesma reunida.
Art'227. Os flscaw e mais einpregados munidpaes, encarregados
da execuflo destas po;turas, requisitario das autoridades civis ou
militares os auxilios que necessitarem, e cturaarao em caso urgente,
a qualquer pessoa do povo para'coadjuva-los em suas diligencias.
Art. 228 As penas de prisao se farao efTectivas, em virtude de
requisicao do respectivo fiscal, qie remetteri por copia a autoridade
compelenle'um termo de infraccao de posturas.
Art. 229. Os infractores das presenter posturas que dosacatarem
ou injnriaremos fiscaes no desempenho de seus deveres incorremna
pena de oito dias de prisao, a!;m daquellas em que possam incorrer,
segundo as disposicdes do codigo criminal.
Art 230. Os fiscaes perceberao 15 por cento das multas que ar-
recadarera. ,
Art. 231. Para cobranca do iraposto de patentes ou alvara de li-
cences, que devera ser passadas pelo secretario da camara, e assigna-
das pela presiden e da raesma. -e observara o seguinte.
l. IV. liirir i- .:;;,u-ir a tw aherti c-,a rte botica, seis
mil rsis, fcW^Uiai, jig 1: bilhar outro* diveniinentos, JeAiit]
till; est-ibeiecim .: cial, .nii rii>. ciihran )'.>--u s-jineslu
a metade, quaado for para e.-tubeiecimeiito aam axmaca.); casa da
qualquer outro miser, como ,llicinas, e.c, seis mil reu ; para masca-
tear, com generos de bares., cinco mil reis; com ebjectos de folha da
flandres, cobre, zioco etc, dez mil reis ; com fazendas e miudezas,
vinte mil reis, com ouro, prata a joias, cincoenta mil reis; para ven-
der btibetes de loteria, vinte mil reis, depositar nas ruas inateriaes
de construccio, quatro mil reis ; para abrir feiras e acougues, seis
mil reis.
P 2.* Das licencas para ediiieacao, alinhamento, ou cordeacao de
casas terreas: nas ruas de quinze a vinte e cinco palmos de largnra,
duzentos reis por cada palm i do frente ; naslde 36 a 45, cento e oi-
tenta r6is; nas de 46 a 55, cen;o e quarenta reis, e nas de 56 para
cima, cento e vinte reh ; para as eaaai do luu andar so pagara o do
bro destas taxas, e outro tauto para as de dous andares; por cada
palrao de muro, cijrca. | ^ qualquer rua, oitenta t6\> ; por
nii,,
um Pfrtao, dous mil re"is, e por cada palmo de cerca nos Srrabaldes
desta. illa-e povoacdes do muni :ipio, vinte reis. ]
3.* Das reedificacdes, concertos e reparos : para levantar so-
bradt oai. ruas principaes, cinco mil reis ; e nas que excederera de
trinta talmos, dez mil reis por cada andar; reedificar casas terreas
.nasr it*rincip*e, dez mil reis, e era outra qnalquer, dons mil rdis;
const lir trapeira oa sotio, cinco rail reis ; reboear eada pavimento,
mil r J; abrir on tapar janellas ou portas, dons mil reis; a se for de
eoxej i, tres nil reis; mudar ou collocar varandas, dous mil reis, e
balci ou janeKa, mil reis ; fazer cornija ou ciraalha, dons mil reis ;
conci to de frente em qualquer est ires i il reis; buicos de pedra ou madeira, trades, dons mil reis; gra-
des ferro para janellas ou portas, mil reis; canos snbterraneos
de esi )to para a rua, cinco mil reis; soleiras oa degraos, verga oa
ombr ira, dous mil reis; concerto de beira de tejhado, mil reis; cer-
cas d tabO'S e muros, dous mil reis; eada escora pira seguranga
d epr dio, mil reis; qaalquer concerto nao previsto nesta tabella,
dous oil reis; empregar madeira de piaho nas cbras exteriores de
qual |ier edificio, trinta rail reis.
|i.* Todas as licenca* dos paragraphos antecedentes serao consi-
deradas caducas um anno depois de concedidas, excepto nos aterros
novos, qaando dnrarao dons annos.
Art. 232. Os infractores pagarao o duple das taxas do artigo an-
tecedent e.
Art. 233. As licencas para estabelecimentos, segundo o 4* do
art. 33 da lei provincial n. 28't, de 1851, devera ser ratificadas, quan-
do tiverem os mesmos de mudar de proprietario, pagand) somente
metale da taxa.
TITULO XI.
DOS RMPRKGADOS.
Art. 234. A camara municipal da villa de Jaboatao, para o bom
desempenho de suas attribaicdes, tera um secretario, um procura-
dor, um porteiro, que accumulara as fonc^oes de administrador do
eemiterio desta villa, am servente do mesmo, am fiscal na fregue-
zia de Jaboatao e outro na de Muribeca, um cordeador desta villa
e povoacoes do municipio, e mais empregados que jalgar necessa-
rios. Os fiscaes poderao aceumalar o cargo de cordeador.
Art. 235. Ao secretario compete, alem das obrigac^es que lhe
idipde o art. 79 da lei do 1* de outabro de 1828, o seguinte :
i 1.* Gscrever as actas das se;soes da camara, e le-las, afim do
serem approvadas e assignadas pelos vereadores que a ellas tive-
rem assistido.
| 1* Ler as peticoes das partes e os documentor que as acom-
panbarem ; assim como todos os officios dirigidos a camara, sem-
pre que o presidente assim o resolver.
I 3. Escrever os despachos da camara nas peticoes, os termos
de jaramento, os de tomadas de contas, e orgamsar os qrcamentos
e balencetes que devem ser remettidoi a assemblea provincial.
| 4.* Escrever toda correspondencla da camara, e registra-la
no livro competente.
5. Registrar no livro respectivo as cartas oa tilalos dos em-
pregados que tiverem tal obriga^ao.
6. Escrever as patentes oa alvaras de licemjas concedidas
pela camara.
i 7.* Coordenar todo3 os papeis do archive, emmassa-los nie-
thodicamente, e fazer tudo quanto for necessario para que se con-
servem em-bom estado.
Art. 236. 0 secretario, que infringir qaalquer das disposicoes
dos paragraphos antecedentes, sera multado ate a quantia de dez
mil reis, qne deve ser descontada de seus ordenados.
Art. 237. Ao prccurador compete, alem das obrigacoes impos-
tas pelo art. 81 da let do 1* de outubro de 1828, o seguinte :
| 1.* Fazer todas as despezas autorisadas por lei ou artigos de
posturas. e as ordenada* pela camara, assim como assbtir as suas
sessoes.
- i. Promover com toda actividade a arreeadacao de todas as
rendas municipaes, podendo empregar, nio so os meios amigaveis,
como os judiciaes ; estes, porem, somente por autorisacao especial
da camara.
3.* Propqr a camara os raeios de augmentar suas rendas e de
tornar nnis facil e economica a sua arreeadacao.
S 4.* Apresentar ate o terceiro dia de cada sessao ordmaria
suas contas devidamente docurnentadas, escripturadas, datadas e as-
signadas ; assim como em moeda o said i que houver, o qual sera
recolhido ao cofre da camara.
$ 5. Mencionar nas addi^oes de receita o nome do arrema-
tante e o vencimento da letra, e das pessoas raultadas, e os arti-
gos das posturas que infringiram, assim como na despeza, o dos re-
cebedores e cada pagaraento de per si.
6. 0 procurador 6 responsavel pelos prejuizos que por sua
negligencia der a camara em suas rendas. os quaes serao pagos p jr
sea fiador, e podera ser multado ate vinte mil reis por qualquer
falta que commetter.
Art 238. Ao porteiro compete :
S 1.* Tor sob sua guarda as chaves da eamara.
i.' Abrir as suas portas as 9 horas da raanlu nos dias de ses-
sao, nas das audiencias das differentes autoridades, e quando houver
de celebrar-se qualquer ac'.o publico.
3. Manter o asseio e regularidade da casa e mandar varrer
as salas e espanar todes os moveis.
S 4. Conservar-se durante as sessoes juuto as grades da = .la,
para fillar as partes, recebenlo as suas petir;5e3 e dando-lhes o con-
veniente destino.
% 5." Prohibir que qualquer pessoa entre no reemto da sala
durante as sossdes da camara, ex:eptuaudo os seus empregados e
aquelles que obtiverem perraissao do sea presidente.
% 6.* Concorrer para que se guarde o silencio de *ido e decoro
na galena' dura ale o tempo das sessoes.
% 7.* Cumprir escrupulosamente as ordens da camara e do seu
presidente ; assim como o que lhe determinar o secretario no des-
empenho de seus devere3.
8. Escrever no livro competente os despachos exarados pela
camara nas peticoes que the forem enderecadas.
% 9. 0 porteiro, por qualquer falta que commetter no compri-
mento de seas deveres, podera ser multado ate dez milfreis, descon-
tando-se de seas ordenados.
Art 239. Aos fiscaes compete, al6m do que e imposto pelo art.
85 da lei do 1* de outubro de 1828 :
% 1.* Visitar frequentemente os acongues, matadouros, boteqnins,
casas de mercato e quaesquer estabelecimentos que possam interes-
sar a salubndade poblica, afim de providenciar contra os abusos re*
lativos aos objectos expostos a venda para o consnmo publico.
| 2.* Multar os infractores das posturas municipaes, remetteo-
do incontinent os competentes termos assignalos por duas testemu-
nhas presenciaes] e nor elle, oa tao somente por elle rubricados, na
hypothese do art. 225, afim de que, depois de serem por ella approva-
d is, possam as ditas multas ser arrecadadas pelo procurador, de
lacordo com o 2 do art. 237
* 3.* Execatar todas as ordens da camara. ___________
5 4.* Fazer frequentemente correicao dentro desta villa, povoa-
J~>es e mais lugares do municipio, afim de verificar se sio cumpri-
as as posturas e deliberates da camara, e impor multa aos eon-
traventores.
g 5. O fiscal que for omisso no cumpriraento de seus deveres
sera muludo ate a quantia de vinte mil reis, que sera deduzida de
sea ordenado.
Art. 240. Ao cordeador compete :
g 1.* Alinhar, antes que se comece, todos os edificios publicos e
particulars, que se tiverem de constrair nesta villa e povoados do
municipio, depois de obtida licenca da camara.
2 Observar e cumprir restrictamente os preceitos symetri-
cbs e regolares.
3.* Declarar na licenca o alinhamento dado com a necessaria
clareza e particalaridade.
g 4." Iodemnisar o proprietario dos prejaizos que lhe occasio-
nal em consequencia do irregular alinhamento que lhe tenha
dado.
g 5.* Examinar os edificios que ameacarem ruina. e informar
ao fiscal respectivo para intimar aos seus donos que bajam de de-
moli-los ou repara-los.
g 6.* 0 cordeador que nio cumprir todas a disposicoes dos
paragraphos anteriores sera multado em dez rail reis.
Art. 241. Os ordenados dos empregados desta camara serao fi-
xados annualraente no respectivo orcamento, percebendo os mes-
mos, outrosim, os seguintes emoluraentosjpagos pelas partes :
g 1.* 0 secretario, por qualqner patents ou alvara de licenca
dada p' la camara, que passar, quinbentos res ; por cada titu'o que
passar ou registrar, rail reis ; por cada certidio que passar, dos
termos de juramento prestado perante a camara pelas autoridades
do municipio, a excepgao dos juizes de paz, mil reis ; por qaal-
quer outra certidio, passada a requerimento de partieulares, mil e
quinhentos reis pelabusca, e quinhentos reis por cala pagina es-
cripta.
g 2. 0 cordeador recebera por cada casa que alinhar nesta
villa e povoados do municipio dous mil reis, e fora oito mil reis,
tendo alem disto direito a conduce in, dada pelas partes.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimen-
to e execujao da presente resolucio pertencer, que a cumpram e
Ctean cumprir tao inteiraraente corao nella se cont^m.
0 secretario da presidencia desta provincia a faca iraprirair, pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernarabuco, 2 de maio de 1874, 53'
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 2 de maio de 1874.
0 Secretario,
JoSo Dmiz Ribeiro da Cunlta.
LEI N. 1138.
0 bacharel Henrique Pereira dc Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, jnlz de direito e
presidente da provincia de Pernambuco :
t Faco saber a todos os seus habitantes que a assemblea legislate
I va provincial decretou e eu sanccionei a resolucao seguinte :
Artigo unico. Ficam desmembradas da fregueziaoe S. Jose de
Agua-Preta as partes dos eogenhos Cachoeira Lisa, Pacas, Aleart
e Capoeiras, pertencendo os mesmos eogenhos em sua integndade a
freguezia de Gamelleira.
Revogadas as disposicCes em conlrario.
Mando, portanto, a todas as,aotoridades, a quem o conhecimento
e execucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram e facam
cumprir tao inteiramente como nella se conteaa.
0 secretario da presidencia desta provincia a (ac,a imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia dc Pernambuco, 2 de maio de 1874, 53
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada c publicada a presente resolucao nesta secretaria da
da presidencia Pernambuco, aos 2 de maio de 1874.
0 secretario,
Joao Diniz Ribeiro da Cunlia.
LEI N. 1139.
0 bacharel Henrique Pereira de Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, juiz de direito e pre-
sidente da provincia de Pernambuco :
Fa^o saber a todos os seus habitantes que a assemblea hgislati-
va provincial decretou e eu sanccionei a resolucao seguinte :
Artigo uuico. Ficam pertencendo a freguezia de Santo Antar, da
tde da Victoria todos os terrenos do engenbo Campo

Alegre, sito na
Cavalcante de Aiba-
cidade
mesma freguezh e dc propriedade de Manoel
querque Sa.
Revogada3 as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento
e execucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram e lac,am
cumprir tii inteiraraente como nella se contein.
0 secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco, em 2 de maio de 1874,
53' da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidenciajde Pernambuco, aos 2 de maio de 1874.
0 secretario,
Joao Diniz Ribeiro da Cunha.
LEI N. 1140.
0 bacharel Henrique Pereira do Lucena, commendador da im-
perial ordem da Rosa, cavalheiro da de Christo, jaiz de direito e
presidente da provincia de Pernarabuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a assemblea legisla-
tiva provincial decretou e eu sanccionei a resolucao seguinte :
Art. I." Ficam removidas as seguintes cadeiras de instruccao
primaria para o sexo inascolino :
g unico. A segunda da freguezia de Fazenda Grande para o
Kivoado de N. S. da Penha, da raesma freguezia, e a da Cachoeira do
oberto para a povoacao do Caboclo, da Ireguezia do Petrolina.
Art. 2.* Ficam revogadas as disposicoes em contrario.
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conheci-
mento e execucao da presente resolucao pertencer, que a cumpram
e facam cumprir tao inteiramente como nella se content.
0 secretario da presidencia desta provincia a faca imprimir, pu-
blicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernarabuco, 2 de maio de 1874, 53'
da independencia e do imperio.
L. S. Henrique Pereira de Lucena.
Sellada e publicada a presente resolucao nesta secretaria da
presidencia de Pernambuco, aos 2 de maio de 1874.
0 secretario,
JoOo Diniz Ribeiro da Cunha.
OESl'ACHOS OA
PBKSIDENCIA, DO
DE 1874.
DIA 9 DE HUM
Antonio Maria de'Araujo.loforrae o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Tenente-coronel Antonio Javencio Pires Palcio.
De-ie.
Antonio Pedro da Cunha.Indaferido.
Antonio Gandolphe. txo Sr. juiz executor das
sentenQas para informar sobre o que requer o sup-
plicante, fazendo juntar as pecas que porventura
faltarem para ser informado o recurso.
Companbia Recife Drainage.Despachado com
officio desta data, dirigido a thesouraria provincial.
Companbia de seguros denominada Sociedade
Transatlantica de Hamburgo.Passe se. J
Guardiao do convento de S. Francfeco d'esta ci-)
dade.-Deferido como offlcio dirigido nesta data
ao brigadeiro coramandante das arenas. i
Padre Francisco Alves de Abrante Deferido
com officio desta data dirigido a thesouraria pro- j
vincial.
Joao Feijo de Mello. Infonne o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Joao Pacheoo de Madeiros. Nao tem lugar o
qua re (nor o supplicant?.
Jwio Manoel da Silva. -l-jfrru.- o Sr. inspector
da thesouraria do fa-.euda.
Padre Jose Francisco de Scuza Barbosa. A
vista da circular do ministerio da fazenda, n. 6, do
t de abril deste anno, o supplicante tem 30 dias
para sellar os livros de nascimentos e obitos dos
ingenuos, sem revalidacio; tornando-se por isso
desnecessario encaminhar-se a sua peli?io ao go-
verno imperial.
Joaquira Dias Falcao. A' vista da informacao
do director inlerino do arsenal de gaerra.nio tem
fundamento a reclamaeao do supplicante.
Miguel Archanjo Monteiro de Andrade.-Infor-
ms 0 S,r. inspector da thesouraria de fazenda.
Maudel Pereira da Cunha. -= Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Pereira da Silva & Irmao. Solicitou-se nesta
data ao governo imperial o necessario credito pa-
ra o pagaraento qae reqaerem os supplicante.s
Teixeira, Chaves & CSim.
Tbomaz de Carvalho Soares Brandio Sobrinho.
Informe o Sr. director das obras publicas.
Tbeodoro JustSim.
Vicencia Alves de Carvalho Dacia. Passe por-
taria concedendo trinta dias de licenca, com or-
denado.
Commando das armai.
QUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 9 DE JUNUO DE
1874.
Ordem do dia n. 827.
0 brigadeiro commandante das arraas faz cons-
tar, para os convenientes fins, qne nesta data se
apresentou, vindo da provincia da Bahia, e ficou
recolhido a companhia de cavallaria desta pro-
vincia, na qual foi classificado, o Sr. lenente An-
tonio da Silva Castro. Tambem se apresentou
vindo da cdrte, o Sr. alferes pbarmaceutico do
corpo de saiide do exercito, Honorato Caetano de
Ahreu, que por portaria do ministerio da guerra,
de 20 do mez proximo passado, sobre designacio
do Sr. Dr. chere do dito corpo. foi raandado ser-
vir nesta goarnicio.
(Assignado.J Manoel da Cunha Wanderley
Lins.
Conforme.0 major Jose Bonifacio dos Santos
Uergulhao, ajudante de orden? encarregado do
detalhe.
INTERIOR.
RIO OK .1 \VI I ItO
27 DE MAIO DE 1874.
0 SR. VISCONDE DO RIO-BRiNCO.
Comecou hoje na camara temporaria, a discos-
sao do voto de gracas.
Namerosa mnltidao enchia as galerias, ante sa-
las e corredores. Nao havia espaco para am ou-
vinte deraais.
No recinto do sajao os Srs. presidente do conse-
lho, e ministros da guerra, da marinha e dos estrau-
geiros, occupavara os seas lugares. Os deraais mi-
nistros occupavam as suas cadeiras de deputados.
Rompeu o debate o Sr. conselheiro Paulino de
Souza. Visivelmente inquietado pela grande res-
ponsabiiidade que sentia aos bombros, receioso de
cavar abysmos entre os seus proprios amigos, S.
Exc. consagrou a maior parta de eoa longo discui -
so a defender a coherencia de seu procedimento,
coifio se de todos os lados, e tkS do seio dos seas
novos amigos, lhe surgissea interroaacoes fulmi-
nantes.
Nessa parte de seu discurso, que se pode dizer
a parte histories, S. Exc. buscou debalde jostifi-
car a dissidencia conservadora pelo motivo, confu-
tadissimo, de ausencia da coafiaoca pesaoal nos
actuaes ministros.
0 parlamento ouvio dos labio3 do Sr. conselheiro
Paulino de Sousa csta formal declaracao : Nio
sao as ideas que nos separata; o uasso program-
,,ia e commum. Porqae nos nio unimaa r P^*-
que entre nos e vos eleva-se uwa #*'--"
objeccio formldavel, o o> .^^ao, uma
1872; ...cm de*2 de raaio de
v
~ assim que o Sr. conselheiro Paulino de Sou-,
za se encarregou, elle proprio, n'um desses mo-
-
i uhkTj
*


in*.
K8I 3(1 Oil/. II 1<1 II iiU31 IMfi^de Pernambuco Quim> feira 11 de Junho de 1874 |1 9)131* M J WM
?5 CTmlWffi;
qmj ueahum
osimir-so, WWWflar do alto da trittORa, lns
untas vezes tcaVfci dencia fe raflMBjrgpos 4 partiJo coaservador
tealo origem IMffHperto de ideas, perdeu 3'au!
em **nte b>daHTflab da S"er.
Venha ahi qaalq.net ealro ministerio, accresasn-
toa o orador, e nao tliejaeqsaremos. o apois que
ti^fcMr\4!fc>fti4flk rie a appoticao to U tva}) tem afe.de 4,4< feftfa. ii^ vj(Mflfra.
dissidents, llf*, Aa &Hflyb
beral e 7 governisSas. drr
Segdndo'ten*e oovidb a paesoas benv informs-' L' '^ PT" "^ baiiia.
da*, aquelle ongao governisa nao este.longe M -...Najda'acairreutligno de meaeio.
.dor.'
jiaiffto e per iidii
irvadores -sa-.ele*-
#eemos a um go
Nao se podia (Hz*
questao do orincip
vans contra corner
A disiidenoia tin
tre chefe.
Feitaesteprimeira rtvelaele, o 3r. cmselheiro
Pautiao de Souza evteaxleu pporluua referir-se
falgada polo seu ill is-
um rapifla anatffc aos grave* assuuapt>3 das rela-
ares^paneWeefiRtao nUgiosa.
Na toaaoto as relaeoes iWernaciftaaTs^ro ii
me-mo pe
Xem uma
coe? exteTio
7. impe-
rio, S. 6*c recordou qu?, eai qmto em 18S2 o
some do Brasil era respettado entro os nessos vi
tiahos do Prate, c;n 1874 bem diversa so mastra-
va a~sKuacao.
Tint) dlllllull'U dlspBRdldn, dts?e o oradoor.Twc
arfasar as fortilteacSes dc Homayta. lantas precio-
sas vidas por garantir a liberdede da comainnica-
iofluvial wia.Mo t-iro:Sj, e, n> lira do tudo, a
Itepa^lrca ATgatrntfi pode'a-sen hel-pVuer fortifi
-jar Martin Garcia e tera assira a cbave do Parana
e'Uruguay I n-* *
(fa parto relattea as iioancas o orador limitou-se
a ponderar qae de 1871 a 187V, tiuha a Cespeza
rreaeida, aiiuttaoandu-xi; aldos em quanta o the-
- )uro~pi?Ie"o7ai!e1f3 .1 pTVtti-o a Jar.) 4e "pr rento
pigos aiifiUdos.
A inestap rQligiosa-foipara S. Exc. cm verda-
(eim leito do.ffroaiMto.
S. Exc. C'jiffejtendo wm vijjor o procedimenlo
Juii ial intatado coaira .ts bisp->s de Ulinda e do
Para, declrfa-se .todawa caiholioo a*>ostolieo ro-
laano nos t^rmos da constiiui.ao palitica do I;n-
perto.
0 plicet o racciwci a coroa, *as;para o orador
iortitnicoes aonsiituciona'/s a rpia *e deve preito e
hoxenagem.
0 orador- foj adiaate: De um-periodo em quit
fallen nos direltos de familia, ejncluio o audilorio
iiieS. Exc..vaiaea reelamar o ra?amenIo civil,
eomo medila aeoaselhada pela< eir:amslancias.
N' momenta em qua o Sr. Paulino do Souza af-
lirmava a saa obulietnia aos preceitos da igre;a, e
se deolarara ccm -emphase eathotico apostoTico ro-
man \ vivos ;ip tries interrompiam ) oralor, pedin-
d-t-lhe qae so detinisse sera friralos rodeios.
Debalde o iteatavam : S. Exc, censnrando o pro-
cedimento JuJrrM iostaufado a'>s bispos, defendia
ao mesme tempo o recurso a corua e o beoepla-
cito.
O oral or -tinba debalde festieulado com uma
deansa'la vi*-ycidade; debalde biiscara pelo eilo
no da wit anaunciar com u:aa eeila s.lemnida-Je
a suas'C'Xiwtcua*.
S. Exc. tmaa deixaili aquesti) no
<-,) ii ill) o sen cor ejo de iKilicul Jades
idea nova. Xen uitnamonUKos, ne:n rogalisias, re-
ve'avam ciiSaqca c araulo da eonciliacio.
Nj m.'i) desjo prufiiodo silco-i', aue anuuncia
i' a pr.senca de nm grande orador na iribuna, er-
ga"H se ii Sr- viseonde do Rio Brando.
X As mjiiNHiiid:) a par e passo o orador q le o
orcje Iri, o nloslre p-rsidenie do eoBselho conje-
:mi rec >rdando as vi''eumsiaiu'ia; que detirmina-
ram a dissoliica.0 de.l<>7i, demoa-trand i, por urns
rapid* apreeiaclo, qae oulro u&q podia s.?r o dcs-
eilaee cons:itucioual da orise entao manifcstada.
.vetta parte de seu discurso, o orador, vivamen-
t- interromptdo per signilicaiivas mo.-lras de ap-
11 iu-.', deixuu patentc quo nao e em noroe de ideas
- i.Tio.ripios quo . s i i do jiariiJn conservador.
UeixenM*, di6se oorad-ir^vili recrtntlnajRaB qae
a [iiogiieia aproveitam. Si tea;:< cdaimetlid i er-
r.-i, apont it- )>.: dizei citii p'j-.lerieis [or a fjr'.u-
na de os ter evitado : a'n'nnnsfai nos, e ao paiz.
i-.s-a politi;a miracalosa que lad.i repojia em seu
lugar. tudo restaurat-ia, a > mom'SlM erg fpie vdS
eahiasem aos n'dmSros 'a< f.irda; hirdaJa*.
Eilrando no ;;~su-n,>t.> d s ra! eSos exteritiri&,
o ie.-t-jido orid.vr exferhula -e com a reserva e li.-ile;. qua a iRateria lemanda.
E" eerto, die e -r vijcjtfda do Ilio BraOco, qne
as nossas relai;5es com as ropnalbas pla'.inas nao
ea > hoje em dia as de I8"i2. Mas po le alguem
apprimir uma goerra do cinco anno*, e coin elle
ttd o cursode aepotecimi-ntos qae encheram ess>
f^rioloT P.'i'mas nos quo fi-enns essa guerra,
qae eelebranfbs o trat.i > de I de miio, qae demos
-.; e origem a desconlianga? qae o tempo e uma
politiea desambiciosa ae tlltgitima infflen^ia coB-
sep'jira n traaqoitlisar ?
F .rtiii.-.indo Martin Garcia, a R-publica Argen-
lioa ja'ga ossr de uni djreito, corao julga defen-
der outro, re:!amand) to'da a posse do Onaro ate".a
Bahia-.Vegfa. X? estado em qae estis qaeyoes ?e
aebaut, o orador'reputiria altamente incoivenien-
te inre t.-I a-sumplo um largo debate.
Sent faltar a fe d, e >n'.ratoj, o governe imperial
tern f-it > quanto deve por nao deix^r compromet-
tid.^s os sens legniAos mteresses.
n.pjis de ontras porJdoroSas reilexSes sobre es-
[ grave assuropjo, o orador interroga ao sen il-
lusire adversario te seria p ssivel erear novos
servic is, descnvolver outros, renovar a material do
<-xercito armada, prolongar vias ferreas, est--n
der a navt^acSo, fomeutar a colonisacao, etc.,
-in aogmertto de despe;.a.
Sa os saldos demonstr.idis ni relatorin, ja pre-
-e'iie ao pariamento, sao ou nao sao refws, c ques-
tin que se deve apreci.ir detldamente, mediante o
paeii rite i-xame :le algarismo, e o orador nao se re-
us ira a coniestar (juantas objecofles se su-eitem
ahi contra assaas previs3e-\
Nao aceita somente a4*cas?ao ; provoea-a.
A eleva;ao do premio doe bilhetes lo thesonro
nao attests nrgencias do estado. E' o meio de
realisar, tao de prompt (rofflu conv?m e foi s^to-
risalo, uma opcracao inli^psosavtl a :narcha re-
gular do servijo.
Na (jue^tao religiosa 0 illuelre Sr. visconde do
Rio-Branco, revelou em pterase tao vlgorosa como
aniinida, as profundas eonvie^oos de qne tern sido
iuterjirete n governo.
Presando se de ser Go bom catUohco como os
raelhoros, nntrindo a mais fkme e peranea do mor-
rer no eio dessa rellgiao eai one foi elncado, e
Aio recusando a nuturidade aocent." da igrt-ja a
saa incontestavel lnflaen:ia, o orador e ao mesmo
verdade, mernente com roVacio aos deputados pre-
seutes. E e assim que se espera qae a maioria do
govern Ra votaclo flo'toto de gra^a*. JB* est1
actualmeate em discussio, nao seja isjfafjor a 3
votes. Se essa maioria se maatera, oooipwta, fi
me e delicada como a de 1871, eaptu de sapporta
carajosaraente a luta ftbor insano, anejaqiiel
suppaiton, e o qae sd o*tempo hiii-o po4ep
zsr.
Oqae desde jiootoequo a dissidencia es
!i'i|o rauito menos i onlente e aniaiada, do :ta?a ha oito ou &?r. dias passados, qoaido'tJeio
iperralft Vienna W-swflftada f-cwilra*a
iio bahiana, a quo se tern chawiado -dos esgotos
Na verdade, a maliguriada d iUubIm dejMta
p 'Io $' districto doJto|eimjr(i|e4ao *du-
zio todo o effelto desejado, lao TIeHo*r delHiisar
rio, dando em resultado pedir o Sr. conselhoiro
Araujo Goes, dispensa da presidencia da camara
e declarar-se era ooposiQio, acompanhaado assim
o Sr. Goes Junior, seu ilho, o qual tend* iMnado
pjrte na discussao, julgou ser de seus brios aio
faeontpalrtf mais o goverdo, poreiao teM) zk. nji-i
nistro doiwperio, que tarnbem foi obrigado a em-
penhar se no debate, eonietnoado a admiaistra-'
>^a do Sc.Cruz Macliado, e ante, pelo contrario.
ter itectarado qne ccutinftara a depositor -*8aa-
ta uo sea delegado, em quanto com, betes, nio o|
coav^noegsera de que este Uavia sido ihliefab pea-
saoteiito do goveruo imperi*
^rCOO-sOOO
2:i00l0 (T
T:50M00O
as ila 4rlR.R cft'.il'MlKtmvs-aos-
pnmeira mnsiv* do n lisdJOflfrre-p )naja-.
a curte, que vai pubheada no lugar compe-
tent^.
e^.Est yapor, d co
i6o., sanio da UaWa para
C'irrenCd, deva aqoi chepr
ropa. .11 vapor pbrtitfHpz /
bordo <*9 passWoiFos en tr
riptorfo para garan
ransferllo part a
um carpo e nbora
na, fazer o historico das occurrencias
qti'q se deram
i anijgos 'atli,
em. saa pruvincia, jattficar os seas amig >s
defender a assemblea provincial e. condembar
adoHoistracao do Sr. Gruz, nao tanto /pelqs sfus,
actoii euroo pelo raodo,,a antes pela inconlinencla
dd imguaem daquelie presiaerite, que, se^f, dito
em al> mj da verdade, nao 6 *"
pelo comedimeato, reserv'a e
tos alias indispensaveis a quem occupa altas I
sieves.
.Vio fez o illustre barao responavel o miuisteno
pelos aeonteciment.'S desua provmcia, nem pelos
descomedimentos verbaes de seu presid^nte, pe-
dio, porem, provideacias, que esperava fossem
tomadas, visto qae a coulinuarem as cousas no
estado eta que se acbam, o partido conservador na
Balna, nao podera prestar ao goveruo o apoio de.
que precisa. Antes preflro rctemperar-me tia
opposigao, conbuendo os meus adversarios natu-
rae?, exclamou S. Exc, do que supporter Untas
humilhacoes >
D^stas palavras, que.alias cansarr.m certa sen
sacSo, tiraram rnotivo os adversarios do gabinele
pafa propalarem, que o prestigioso chefe conser-
vator bahiano s; havia declarado cm opposicao ;
e, como a elle nataralmeute acompanana a depu-
reJuzido, mas rpgularmente
i*se jJesfg t*,r ^spiqkr to&t
Exc:, r-ara n^m generahsar, emjuanto nao tofpos-
sivwi n.r foo*a provinela, a Ifcla intciana, e anew
aclu em via de ex,ecocio, nera deixar de manter o
a-iuai fi'jrpo polictal.
. T.uptit'm %S. Lufe flo Quithrffle41semTd-'s
Sart'i dos estragdi pr.oduzhlos pefa't'enipesiaap qae
e"3ibou ao nbrte aa provlncla, caTisaodo enorntes
pfejniz is.'prinstp'alinente rta villa de n^maragibe,
:onfpni as commumcacioes otDdaes (Jhe'tiontem
pub tiamos.
Eis p qtie-de?. Lttlz.do'Qurtanaenos e-crev-
ram em data'de t do orrento 1
' i< ^o amauheebro dia de hbapro (primeiro de
Jutiho corrente) o S.;tuiz do yultunde inandou
; homeni que "prime Ipelns jrinais: chavas qae bodve ) diser|ci),'altril)U* "teie'deptp?.
n pifou ayaffas a faa do Cmraeteib desco-
bert.t. ."'
As ag,aas qae descinm dos montes eram de
fazer tre:n'er e temfr grnndes dstt%*.
Xo plrto estavarm tres barcaeas aneoradas
para carregar; as amarr*? qnebrjranj- e foram
Jdervij) pv!a cofrente^S baito : ntna deltas, de
propriedade do r vorendo Jose Texeira de MeRo.
foi do enconiro ais mthgues da margent do rio, e
'esRve erh rise) de perder-se ; foram precisas qua-
si cincoeate pessoas afora a tripola^o paracal-
varemn'a.
( o surjJ.--Icg.tdo maito concorrea para'o bom
ex;t>.
) S. Loiz do (jaitunle^itaado a margetn '4o
rio Santo Antonio Granlo. ao passo qae enche
tnuilo por'aft'ea^ftb flfrgrandes chuvas, escoa rapi
tempo cidadao, chefe de um gabinele, e n'atn e
ii'outro caracter devc a mais plena obediencia aos
preceitos da contitnieao politica do imperio.
As ioterdiccoes l&ngadat a varias irmandades
|)elos bispos de Olinda e dJ'Para, coastitaindo ver-
dadeiros c lamentaveis estiwsoe de jnrisdic^Jo es-'
uiritual, foram assim jnlgadas pelo conselho de es-
tado, mediante o recarso prcstabelecido pela lei.
Xada tendo innovado rtas l-is, o governo se tem
limitado a curapri-la9, tao inleiramente como nel-
jas se contosi.
Cerlo -oaio e.-ta o orador de que nenhum outro
troverno excederia o actual eai pradencia e era
msderacio, lacienta profundaraeule o conflieto;
tea a grata esperanca de o Ver teriuiuado ; mas
sabera resguarasr asoberania oaojonal contra im-
l^eosados e irrellactidos ataques.
."&>ta parte de seu nolave! discurso, talvez o
raa'S irnportanfe, o Grande orador exrsdea-se a si
BMOBO.
Ao deixar a tribnaa, o'illdstre Sr. vuccuide do
ftio Bracoo foi vivaoaente appiaudida^or deputa-
dos e espeefadSres. tniturahros cidaflabs, e mui-
tos homeus do paw eotr-e elles, o vieram saudar.
Os dous discarsos, dc gue temos dado um ebo-
la a se;aao.
0 dia de hoje foi de verdadeiro o incontestado
triumpho p o gabinete 7 ii raarco.
(Nacao).
de
< wi-rcMpeaaeleaeiM do gtinrio
r. Pnatuhco.
RIO DB lANEtPO.
Cottg,t&juho de 1871.
>im quanto o telsgrapho, antecipando as n ti-
c'a de mais totftrewe, lira toda a importancla que
mtr*nra tinham as missivas pnrticulares, oao dei-
xarei, de todo em Mdo, de intoiral-o do qae por
aipii vai no campp da politica. t; se ja nio liz ba
mais tempo, foi pofqoeoi negociostcem andad j um
tanto emSrulnadflfe obsearos, de modo que maito
se aventararia qaem pretende9se emittir opiniio
fgura a respeilo delles.
Arjalgar-se pelo qae pnbliam bos os motlns owiosicionisUs, o ministerio desde
waito quo seaewmorto, restaodo someote saber-
se quem Ibe recwhera a heranca, e ofganitara o
novo gabioete, le am dos velhos eonservadoves,
qae atteiida *disstmncia, como este deseja e espe-
ra, ioe jBaogure uma nora situa-
C*?. como prelendem at Jiberaes.
se aueptcr se;- por6m, aos escripiore9 governis-
(as, tem ainda 'o tniuistern loaga vida e aeha-se
com forcas sofBcisatat para eatrar em li^i com
os seus adversarios congregados, lutar com eser-
. gia e veneer, eomo o tem pita na tessOes Sue-
riores.
4 Nafiq de bontem annuncia Que o gabinete
tacao daquellaprovincia, davam corao certO,SetlJo
a n-tirada nh;neJiati do ministerio, ao menos uma
modiiicai-ao, sahindo o Sr. Junraeira, o que tado.
iraportaria graade fraqueza para o governo, e m
sua euiiscquonte qucla.
De fa u a sjtuacio parecia complicar-?e ; :ms
os receiw foram so distipandj desde i|ue foi conhe
cfd-i o r\%ultado das duas reunioes dos deputados
bahianos presiiidas pelo reterido barao, nds quaes
ass titou se, por aicordo destf, qua se nao rom-
pesse com o ministerio, visto ja ser sabido que ha-
via sido concedi-lo a exonerag.ao do Sr. Cruz Ma-
cliado, o qual so espera 0 seu successor para vir
occupar a sua cadeira no senado.
Mas, como alguns deputados ja se hayiara man'.-
festado hostis ao governo, ftcou entendido qtie es-
ses tna-.ter se-liiam noseupoi'.o, continnando os
outros a apoiarera o ministerio, ate qae em qne
quanto no vos acoal cimento? nao aconselhareat
procedimeato em contrario. No primeiro caso est to,
someote, os Srs. Cos?, pai e filho, Deiro, Azevedq
Monteiro, e talvez o Sr. Villa da Barr.i.
A coniiaaca que inspira o novo presidente no-
meado para a Bahia, o Sr. Venancio Lisbfla, que
a cada moment) e esoerado de Mia s, para seg.ir
immediatamente para alii, faz crer que osnegocios
daquellaprovincia voltfera ao qae eram, e niottiais
surj.vn Uovos de=gost03 c cmbaraeos, nasci-Jos tal-
vez nao de uma ma fmencao, mas de falta de xeit>.
Deixctm3, pordm, os negoeios da Baiiia e dig-.-
mos o jai vai pelo palamento. No senado dis-
cute-.-e o projecto de lei de recrntemento com as
emen-Jas propostas pelo Sr. Xabnco. 0 debate,
com quan o prolongadO;, tem corrido ealino e asm
raaiores incidentss, t ndo sid) ele-ado a -iltara
.onvenietite.
X.i (amara diseute-sa,cono ja diss", ovo'.o de
grajas. Foi o illQstrc chefe da dessideucia, o Sr.
Paulino de Souza quem primeiro tomon a palavra,
e o fez recordando que era a lerceira vez que du-
rantea existeocia do actual gabinete Ihe cabia a
lionra de iniiiar o debate. Repeto a< mesmas
queixas ja expostas em outras occasioes, leu tre-
etios de seus discarsos plssados, e cheg u a con
crus3o deque a retirada di ministerio 6 mais q:o
nunca reclamala, para.que se possa realisarauniao
do partido conservador. Prufessaraos os arts-
mo? principms, disse o illustre general do futuro,
temos as mestnas aspiraeoos, e e so uma a historia
do nos o passado. 0 qne, pois, nos separa ? I'm
s6 homem, o norm presidente do conlh->, qa-
com o deer, to de 22 de ma o de 1S72 (lissolncao)
cavoa um abysmo en're si e o partido conserva-
dor.
Na qneMao religiosa, para dar arra= de fidelida-
de aos ult amontenos de cujos volos precisa, achou
que os bispos estavara efti seu direi o na qaestao
com as irmandades, qne e toda dc caracter espi
ritasl, e na qnal nao pode intervir o poder civil.
Para nao desagradar, porem, aos outros, tomou
Jiversa dfrejeid e adrmttio a doutrina do placet n
do rocar-o a con>a, ebntestando, porem. que este
coubesse no ca-o de qu! so trata.
Re-poiidt-u-lhe o Sr. joresidente do conselho, e
j f-i com vantageao, moslrando com as proorlas
palavras do s u an'agonista quo a questao de^ta
e toda pessoal e dictada por um capricho, a que
se nao deve carvar o gabinete, quo tendo ate o
preseategozado da confianca da camara, ?6 por
ami v ta.So contraria desta deixara o" posto de
iion*ai|ae occupa. o Se recunheceh econfessais,
ponderou S. Exc, qae nio temos t ahido os pria-
cpios d pafl do conservador, se dizels qne teraos
as raesmi3 aspirates o que a bist.ria de n>ssi
passado 6 coramam, pofcjbe yos conserva;s dis-
tanclados de nos, i orque vos nao aproximais d nos
nao auxiliaes na larefa, que tambem deve ser
commnra, de realisar a missao do nosso partido?
Esplanando-so ne?e teTeno, chegdn o oralor a
conclasao de qae a dessidencia nao se fanda em"
motivo stirio. Pass ndo a questao religiosa, de-
pois d.< ter tratado longamente de outros pontos do
discurso do Sr.' Pattlino, taes como os qao se re'e-
riram acs negoeios do Rio da Prata, nao'deixoi o
Sr. Rie Branco am so dos argamento3 do seu eon-
tendor eem eab.il respo3ta.
Nos limites dj uma carte nao cahe ura resuau
de ura or.teaso discuso, q .e naturalmeute ha dc
ser ahi reproduzido. Por isso nao e possivel dar
io'.eira notcia da sessao de que trato, nein das
seguintes.
Direi somente qae no dia imoieJiato-, fallou por
parto da ofposijao o Sr. Ma tin ho (^mpos, a
quem segaio>e o Sr. Junq.eira, oabeaao por fim
a palavra ao Sr. Ferreira Manna, que este-e maw
iugubre dj qne nanc. Apetar ie s rias e c lamidades e pontos negros ao futar ; hou-
re oceasiao em fae foi eloqune sentimental.
Xa queetao rehgiotia esteve pathetleo.
0 Sr. Marlinho Campos falloi de tudo, menos
da questao religiosa, pela qual seote repagnancia :j
deixou esto tarefa ao ir. Silveira tfaruos.vquo no
du seguiate a desempdiilou, depots de ter orado o
Sr. Gusmao Lobo ija ^qalidade de membro da
eoramissao qua apresentou o vote.
Hoje ainda falloa aovaateale o Sr. presidente do
eonselho para rBBponder aoa Sr*. Farreira Viaaaa,
jtariiaho Campos a Silveira tfartips.
- Este yedio a palavra para espoader e foi ate a
Sm da sossao. e kJi
Desla vtu estay, mais moderatlo, t+1vez pelos
conselho* do Sr. >!a/Uaho Campos, o qual nesta
ses*4>vat-se mostrandof mais ealmo, o que e .1-
tribaido a aspirai;ao ap podeifi que o fceu partido e
elle proprio vao nianifestaudo.
Era todo o caso, a verdads e quo a liiscoisao
Jo vjtode grac-s tem corrido mais calma do que
se esperava. Tem havido calor, mas oao ardor no
debate.
A'rianliJ deve fallar o sr. .ereirada Sil.va, qde
talvez desagrade maito aos allraraonlanos do seu
lado.
pond
esta meO
I0SA KW Jk>4^ aJBH^tl
Com ella S. Excn alem da ecoRmia
ciiasl^roviq
[fldrai
tropa de linha; e sobre-
o servi;o dejjolicia.
a A coaveaicncia de aproveitar-se fardaniento
mais acce>s)nos>||iijgftgaj|crijrfaJWiete^QSJ&MEt^Wb ^r Comi
nao desorgaaisa-TB ft reponte; quaWo ar'gxHrdT IniifnTCios noTBgar OTrnpetcnrt.
itac'ion-al-MD ia. empwg* mais ^ servi^o ordjna- Imporlu< ao e iiavcga
no: a insutfleiencia
ncia. -tO
loteria joi
toria n. 9.
cliroitui'n.0 vapor /"01-
a pernaMncaoa, segue no dia IS
aceid, e dalii a Penedb e Aracajti
ste navio cbx-gado ultiin,anieato de Inglalerca e
xcellente msreha, e aflbrece as melhoroa oeia-
idataee aes-passatf.lros, accnacewlo qne sa
ida directa a Macoio livra a aquelles da graade de-
mora nas diversas escalas intermeJiarias, as .-,iiaes
~ipe, conforme os
ladb a*96ridado, parka ftaAoTuicio da capital, de miaisterio d% fazenda, apresentado aassemblea ge
d i. pas de-'ta voz, por causa do excesso da tem
en.mente demorou
pesftle-, (pe foi'ftrolongvla, a
se, oftrapason' limites das
mo
-Sdb este assurapto lemos no relatorlo do
rat na presente sessao :
Sob n. '16 achatak am qujadrq jomparaliyo
dos valores fla iniportaqao c cxportacao nos anno's
tKSttSacSBSX demuustrando qae e prospero o
estado do paiz,sent embargo das difficuldades com
qfib Wtamos para attgmontar o frabalho produe-
tivu e p'ovdar 6s ferreis' territorios ainda desert s.
J A prodoetao aptesenta, era geral, um cresci-
mBnto ascenaeote, como ja vos obset'vel em outro
artigo deste relatorio.
t Ve-=e d i referido qoadro qua a irtiportaeSo
tent artgmentado atinualmenl*, e.vcedenao a de
i$?t-872-a de 1870-1871 em 16,19i:492000,
e a de 1872-1873 a de 1871-1872 em........
11 .rSirO'.lBjWnO, o que da um accfescimo de.....
z7,318:j88j00O em dous annos ; por outro lido,
a exportacao t?ve tarmVem, ao mesmo periodo de
teuipo, ttm Jugrtrcntomais cWnsideravel, p iis qne
a de 18711872 excedeu a de 1870-1871 em
21,032:3i8iOOO e a de 1872-1871 a'del8?l-
1872 em 2l,m-20O,S000, ou 48,131:746^000 nos
doOS anuos.
Pelo que toca ao de 1872 1873. demonstra o
mesrtfo quadro ter Sido o valor da importacao di-
recta de proiuctos estrangetros, despaehados para
consumo nesse anno, de lol,633:63l/000.
f E< segqihie :____________ ,____________
ajbail* ::**f f < ^JH/.Ml
1* classe1 alrairan>. vice ximirantos, \ ehe-
fes de esquMra,' 8 cftefe-. d'; !.'i-a V, 17* 'apltaes*
de-mare gnerra,28 earafae; i fiagtta, -.*ia capi-*
taes-tentes, i58 priawiros tetientfts, W segun-
dos tenentes. Alemdesses .ha mail .em effactivq
exercicio SOgaardas marinha, 17 segundos tenen-
tes da commissao e 32 pi lotos.
0 corpo dffmiperiaes marinheiroa compile
i de 2,897 pttcas.-aasirn dlvidilas : *7!nontrtr-
I da corte, t,883 no navios d.i armada, il no
osp tal e enropriado sen'.encas.
0 baklbZo nava| i formad por '*:; prajas,
altando para seu cooipjeto estado 33^|*
0 corpo de taxetwa contem '! offkiaes da i*
lasse, 13 dl, 30 da^' e 30 da 4*. propondo o
ini>tro a alevajao para iO osda -P e para 80 o_<
da 4' classe.
0 corpo de satide tem actualzoente : 1 ei-
rurgiao-mo', 2 cirurgioes dees quadra, 6 ditos de
diviiio, zOBfjineiro*. cisur*wies e -d s.'gnndos di-
to* ; fattaodo aata classe 11 pair, o complete.
** "!*%l#'# de oWcfeea wculto comp5e-se de
27 sacerdotes, e p de offlciaes machtnistas de 3i,
entendendo o ministro ser indisponsavel o aug-
mento de ambas as classes, para evitar extraordi-
narios como de presente ha na seganda em nume-
ro de 169. ..
0 corpo de offlciaes mtrinbeifos tem 83, di-
vididos pelas 3 classes.
-A forca naval corapt-2 se dos segaintes na-
vios, assim di vididos :
No '1* dislrielo. -Navios de madeira : dc l1 clas-
se Amazo&U ; de 2* clas;e Viial de Oliveira; do
3* classe Mearim, Forte de Coimbra e Pedro Affon-
so ;'de i' .lasse, Itamaracd.
I ft offlciaes da armada e da? classes annexss c
49! pracAs de pret formam o effectivo das gaarni-
Sioos desses navios, que sao arnafoi com-40 boecas
e/ocp de.dtversos calibres.
No ydistricto.Encoura.;ado de 2' classe Her-
vai; h.'vfos de madeira, Je 2* classe Paraense, de
3' classe Recife e Toneiero.
Sao guarnecidos estes navios nor 71 offlciaes da
armada e classes annexas, e 307 prarta3 de pret, e
sdu artilherla ironsta de 15 p?:a3 de calibre 2 a
130, Haas e raiada?.
aXaciomiM 'lifitU naaaWna-^ wsfrangeirc i >.
sscravos 41 escB^ta^joi,, rff?W '*(&
Ali.nentados a cMta afls.cojrcs,pablicos 274
Movmtento da iWfomsnz tto'dia 9 de junb It
18?4.
Tiveram baixa :
Josclgnacio Ferreira Lima

=""L.')*'S"iIs'5"BS
' : Tsf"
. 3..
: --PS.5

. a
*:'
O 2.
: 3
DIJRIODEPERNAMBOUU
----------------------.. .. i. ...
RECIFE, 11 DE JUNHO DE 1874.
.Hotfciaa do norte e sal do
imperio.
Amanbnceram hoDtera era nojso porto os vapo-
barreiras e invalio a
pooa"So.
M'aitas casas aVsabaram, venlo'Seos morado-
res na deploraW 'eontfngencfa de abandona-
l.
n Dii?r'}i de-abou uma parele Mteiri: ira-
meJiatamente tratou se de mudar o Sacrarlo, as
:m;j?ns e al'.ares, que foram guardaidos' em nma
casa decente e ifie ffcoa isenta da Invasao das
aguas
. Por OTa nao posso avaliar os prejtflzds que
honveram, mas atlhnco quo foram consideraveis.
E' provaver que mnii'as plantacSes a margera do
rio tenham s tffrfflo gravomente, o qua 6 bem sen-
sivel p:-.ra a agriCultura e o commercio. Tem sido
Bem rtg%rw*J o inver'flo este anao. Deo? se amer-
cle de n.'.s
OBARA.
Os Srs. visjonlc Je Oalwipe, major Jose Joa-
011:m i^ rneiro e ter.entj-coToncI A. Goncaives da
Jdrn, abri'ram uma snoseripcSo em favor das vie
limas do incendio do Pecem, e ja tinbam aporado
0 blspo iliocoiano mandon 100000 ao avigrio
de Soure, para igua't lira.-
Xo Pereiro lavrava com intensidade a vario-
la, teado ja fallecido 35 pessoas.
V airarfdega readeu ao mez de ra.iio.......
189:37l|< m.
Do Vi>;oa escrevem ao Cearense :
Ha poaco aadei pur S. Pedro e S. Bcnedicto.
Apreciei ne*to ultimo ingar nm eafeeiro que mede
3 e meio palinoi de circumferencia ; pode-os ha-
ver n'outras partes t5o grandes ; mas, pelo menos
foi o primeiro qae vi. E' admiravcl a ferti'idade
da Ibiipaba.
BIO-naANDE.
Lemos no Caiuervador :
<< Por dacreto de 16 do mez passado, foi dispon-
sado a sou pedido o Dr. Jose Antonio Gorreia da
8ilva, do cargo de chefe de policia de?ta provin
cia ; e $. Exc. o Sr. presidente, por olliio de 30.
mandoa quo S. S. continuasse no exercicio de
snas fancQoos at6.qae so apresentesse o sen suc-
cessor Dr. L-iiz Ignacio de Mello Barret j.
Tem assim o Dr. Gorreia da Silva da preslap
ainla por algnm tempo seas valiosos services no
exercicio do cirgo em qua tantas. glori*s conqui--
toa, e qne the dao ura nome distin.cto entre os
mais distin:tos membros da magistratura brasi-
leira.
Foi preso em Ponta-Xegra. no dia 4 deste mez
o crlminoso Joao Gomes de Castro, pronuaciado
este termo no art. 20' do codigo criminal.
A diligencta foi ofdenada pelo Sr. Dr chefe
de policia a roiuisieao do respsctivo Dr. jniz mu-
nicipal. ,
a Falle:eu nesta eidade no dia 31 de maio ulti-
mo, o soldado reformado do exercito Jose Joaquim
'.ardoso, conhejido por Jo^e Cobra, na avancada
i!-i I! de 9: anais.
t Assen:oa'praea em 17d7, e foi reformido por
previsao em 17 de janho ds 1834.
PARAI1YBA.
Xada orcorreu digno de mencao.
PEEWUMCI*
REVISTA DIARIA..
Unapt, io t> aIionalK. -Damos em se-
gulda mat's um donativo Importante para asobras
deste novo edificio :
Ului. e Exm. 8r. -Os contratantes domata-
lonro pablico desta eidade, tendo nfferfecido a V.
Exc. a q.iantia de 10:0004, para auxiliar a eons-
tru:;ao do asylo de alienadog, e sido ista acaito
em contrato. tem a honra de enviara V. Exc. um
cheque' sobre o English Bank of Rio de Janeiro,
da referida qaantia, fazeado votos para qae V
Exc. realise t5o feliz idea, qne 6 Incontestaveimen-
te am grande molhoramento para esta provincia
Somes com o maior reapeito e eonsideracao-De
V. ExcIlhn. e "Exm. 8r. cotnmendador Henri-
qne Pereira de Lacena, muibrattentos roneradorks
e criados, AlUjXitO Cesar Fernandes Eiras, Eea-
nsto JiUitno de SA. Rjcife. 8,deJunbo de 1874.
a Gabinete da presideneia de Pernambuco, em
9 de junho de 1874.-illras. .Srs. Augusto Gosar
Fernandes Etra; e Evaristo Jaliano ae Sa.Fico
de posse da carte de 8 do correute em qde Vv. Ss,
daodo cumpriraeQto'a t* parte da:13* tlausuU do
contrato do raatadoaro publico. desta eidade, Te-
metteram ura cheque ae'l:eO03 sobre o1 English
Bank o; Rio de Jaae'iro. Da Vv. Ss. raatto'afien-
closo, venerador e crlado. Betrifue Perei<"n de
Lucent.
Jutoritlarfc pulliai. Por portaria Aa
presideacia da provlncla, de 9 do eorrente, foi
exooerado do cargo de 1 suppletrte do snieWga-
do do districto do Pnmtal do termo-de Bda-Vista,
Ani nio Xery do Amorim : e nmueado cm 'em
Jngar Felippe Xuries de Souza.
Jury do Recife.-aiMa^non'tem fclxon da
fniweionar o_-te tribunal.
. l.apiuittilc itzait ga'ela do"dfstri:Io 'de Bom ontelho foi eapWraMo q
reM>lbido a cadeia.respectiva Nieoiao dpsartftesj
Laurda'tiao Barrelrihha. por a^r-sVjkrtntfnwado;
r.oart. 2{>^<)o codigo cmpiaal.
NcieiM ia e roa;reiwo.'-H'oje devo haver
sessao ordiaaria desta sociedade, na Praia do Con-
de ^Ea n 2l,prirasiro aadar.
Dinlaearu.0 vapor Penedo trouxe nara Joi
quita J6se' Gonealveg BeJirlo & Filho 403*t80.
UO vapor Jpojuca trouE? para :
S:
t**-X U iftB
j- M ^O k> .! C- --^ t-' X -^- .^

.. oo ^- yO h *^ cp -^ '-O t& -> Si 1* i.:
OO OC 35 Cl S-. .-S 5- ~J I* 53 Si -1
yjtvn-^zvss XS&aonfavr, -M//;rt
ex s>. k 1* jp"=>-j->v-tcj
iMj-i--i- -.i^cii jr.
J p U HS < g to 1! ^5 1 i &c
io > *" --o x':
jx-ox:
GO B J< vC <*
) m i; t w! i ** ^: i O'v?
) 1 -O 1 '_ 1: X ti. ^'.
\<2&
mB\
K
*
o iri mi
-^* i-C ->] ii-
~ M ,i,
w&arotOMA,
io '^- O '*- ii r*i I
"i ii J W 2
igC 'xc v/c iior- -/, V
0 valor dos prodactss aacionaes exportedos
para rora do imperio, no mosmo anno, foi de.....
JI4 6*1:7414000.
Esta importancia distribuio-se assim.:
o I-Gb0 2? > %? 3s 71 s: ^ = 3 -b 53
m: ;

r
S'l
a,*
5 :
a. ti Ii ~.
-*. :c -~ L: 1- -1 v: ii i- X -
3#s O C. "-J QD '> ^" 30 T"'" 'J'" "^ iJ "", -J
Op io QO 00 jR 4- GO ro -<| OE M 'O yi
dsOiti^osoeoso^^ifi^o^'-o^'O^
//*urjx&'-&y:'/K,-/A.vszsr. 'JK v/i 'ssz xk 'sx -xn
1 > *-- :,: 1 -- 1 c ---I -'- ii

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3
Luiz Antonio s7*jaeira
Moateiro Junior if jr-rflftidej
PeroifA Via ana 4.C.
Julio Cesar Plei Barreto
L>Ti\ & yana
Joao Jose da^Iva
Pereira Carneiro A C.
Am.,rim Inaiics & C.
Victortoo Maia 6( C.
Fernandei i Irraao
Vianna i Guimaraea
0 vapor Parana levon de nos-a praca
3:0*7^0*)
"5:00OW90
l:3*j "
66
m,
ejjoco
0 qnadro n.47 rnostra ter siau o valbr
imporlajao porcabotagem, no dito anno, de..
105,877:O48, maior I0,o*o:136j do qne ode 1871
1872, qne nao passou de 95,I5I:9'.2|.
c 'A reexportagao e transito (quadrn n. 48) sao
representados pelo valor de 3.-46:706^, menor
5TO:Mdoqoe 17 -1872, qoesnbio.........
fctfliltff.
0 quadro n. 49 dd em resumo a quantidade
e os valores dos principaes generos de prodaccao
naeional, exportados para 0 esfrangeim, nos exer-
cicio.- de 1870 a 1873 e 0 de n. 50 a exportacao de
cada 'provMeia.
t 0->uadro ra. SI apreseuta resumidos os valo-
res de imporlacao estrangeira directa e de cabo-
tagf'ra, e de exoortacao para ttra e dentre do im-
perio.
a O quadro n. 52 manifesta 0 movimento das
embareacdes qne emprcgaram-se no servieo da
nivegaQaode longo eurso e na de cibotagem, du
rtrete os exereicios de 1870 a 1873.
idhitec.
portos dc 1:- r-
No 3* districto.Navios de madeira : do 3" clas- ,;0 iunh0 Uft i^^i -
TltoWaz AnlJMjM Goq
I'nswa^ciro*.1
te no vapor nackmfl lp __
Padre An'.onio Wnoef de Castilho Brandio, joao
da Costa ii. de Carvallio, toito Marques de Souza,
I). Maria Severioa Lins e 3 fiihos, Joao An: >n
de Moora. Guilherme L. Vi'gas, Minoel N:r--
Vieira, Francisco Goiaba; Manoel Praocisco da
Gunha. Antmio Ferreirt Antero Filho, Antonio F.
Pequenn, R. c. Cloliide, Jose Ferre>a Pinto Maga-
Hiae, Ern*o Dewleciano de Awoquerqae, I).
Anna Scares da Silva. Joao A. da Silva, Manoel
Francisco Gomes, Joaqnim Xnnes Cirneiro, Ma-
noel Antonio Juoior, Aotoo'O Netto Ribeiro, Joao
Barbosa, Eufrazlo Alves de Oliveira, D. Jose; ha
Moreira deSosca etm) filha, Uatioo Alves g>.
Oliveira, Juliao Barbosa de Souza, Luiz F. laeome
e 1 criado, Fredrico Ferreira Mende', Niootao
Xeffrcne, 1 criado 0 2 escravo?, Bento P. da Cos-
la, Estevao Joe -da Silva/ Antonio Carae.ri^Sdf
Mesquita, Manoel Francisco dc Mello, Joao &>
mes, .1 laquitn Ignacio -f^aslioa, Joaquim Leiuo,
Ignacio de Aguiar, Joio Pinto, Felinto Felese, Ma-
noel Jose de Aranjo e 4cseravos, Joao Carner.
de Mesquita, Miguel Ferreira_de MeHo, Dr. Ma
Caldas Barreto e 1 eriado, Jo*> Jose de .Almeida
Lima, D. Anna Gla/a Joaquina Barreto, Manoel
Joaquim Ferreira /affkir, I cadrte, pr.i';;.-. >
sdntenmloJe'lf esfefaws a_entregar.
Qnegados dos portos do sal no vapor trvi-
leiro Peiitdo :
E. Aikiae, \. Flaclie e Tcriado, Joao Caatallant>.
J. A. da Silva Braga, I. L. Davin, I. Privat, M. !;
Trindade, uma irma e um mennr.
Cbegados dos poreos do sul no vap r r-.-.
guez Julio Diniz :
Neret-.s ii M. Guerra, Antonio M. Cat.op-.s Vi-
va res.
Cemltorio imbliro. ObWaTio dc ...a '
JWU3 r.\rnaiu3 w. a*'I*m a i\ji-j. dooo iiiaiciia, vrui iiivctui
1 "Ills' primeiras entraratn nos portos do impe- apreeiavel e wigna de-aer lida
rio n r oltimo desles exeroicios, 9,818, medlado
5*MSr?8 Jo*fedas,com 196.080 pesoas do eqni
pajfem ; e'sahiram 8,971, -m-dlrtd) 3,890:395 "
neladas com 189,349 pessoas de e juipagem.
n Bas deffabotagem entraram 19,983, med I ndo
4,37)0:38b' tone!das, conr 238.010 pessoas de eqni-"
pagem ; e sahiran: 19,525, medindo 4,241:419 to-
nelailas, com 247,342 pessoas de equipagem.
Mrnlntcrio rta marinha -Do relatorio
apresentado a assembiea ger^l, na preseate sessia
legislatlva, colhemos 0 seguinta :
air 0 effective do qaadfo dl armada ^de 327
se Feliope Camarao, Henrique Dias a Rio deCon-
taS, e Was lanchas a vapor com 162 praeas, das
quaes 43 sao offlciaes da armada e das classes an-
nexas, ellD de pret, sendo esses navios artilha-
dos com sete boecas de fogo de diversas ca-
libres.
Flotilha do Amazonas.Xavio de madeira de 4a
classe Puo Negro e sete lanchi- a vapor. Tom esta
fdxpa fl offlciaes e 41 praeas de pret. e disnoo de
sete pecas de calibre 12.
Xavios soltos. Eocouracados: de 1" classe
Silcado, de2* classe BaMa. Colombia Cabral.
Xavios de madeira : de 2' classe Trajano 0 Ra-
Mana; de 3' classe .iragnarg e Belmonle.
Servem nestes navios 149 ctSciaes 0 433 praeas
de pret e compoe-se sea armamento de 32 pe^as
de artilheria de'dlversos calibres.
Forca naval do Rio Grande do Sul.Xivirs do
madoira : .le 3' classe Grernhaltjk, Henrique, Mar-
tins, Silveira, Cadtetira e .!/, e duas lanchas.
Estao/embarcados. 70 offlciaes e 101 praeas de
pret tesles navios, quo tem cinco pecas de arti
theria. Alem destes estao empregados na pratioat
gem da barra e em servi.o de rc-boquo os vapores
Flaminense e Jaguardo.
Flotilha do alto Uruguay.-F.-,couracads de 4"
classe, \Ku> Grande e Alagoas. Xavios de madei-
ra, Vital de Negreins, l.amnp, Tramandahy,
duas lanehas. Tem 60 olileiaes e 164 praeas de
pret. A artilheria de qne dlspoe corr.p3e-se de 8
canhSes de diversos calibres e system**.
E^ta^io naval do Rio da Praia. Eocouracados
de I' classe, Rrasil 0 Lima Bancs.
Xavios de madeira: de I* classeJVifliIteroy, de
2" classe Mag, de 3'cl sse trahj, Ip-ranga e Bra-
con not.
A guarnicao effectiva de;"" navios co-Opoj-se
de 178 offlciaes da armada e d?. dHTerentes clas-
ses e 857 praeas de pret.
Dt de diversos calibres e systema?,
Forca naval do Paraguay e Malta i.rosso.En-
eoura^ados de 2* classe Mart e fronts e Ban-mo.
do 3" e'asse Tamandare ; de 4' Piauhy, Ceara,
Paid e Santa Calkafina.
Navios de madeira de 3= ela-se Arajmay. Fer-
nandes Vieira, Taquary, Chwj, Q Qnze de Junho.
de 4* Corumbd, Antonio Jmo. Iguastu e Lindoya,
eoito lanchas a vapor.
loO offlciaes dis diversas classes da armada e
743 praeas de pret estao gaarneceodo es'.es navios
qne s- acham armados com 42 pe.;as de calibres 6
a 150 lisas e raiadas.
Transporter.Vapores de rod.-.- Vassimon, Leo-
paUina, kerned; Bonifacio. VitCOOde, de Inhau
ma e Uarcilio Dias..
Servem nestes navios, 93 ofD:ldes e 380 praeas
de pret.
fjnestilo religiosa.Eis a resposta que 0
Sr. ministro dos negoci.os est rang ?iros den ao pro
testo de S. Exc. 0 Sr. internuo:io apostohco con
tra a prisSo e proiesso do pispo !? Olinda:
0 Rio de Janeiro.Ministerio dos negoeios es
trangeiro-, 1 de marco do 1874. liecebi a 24 do
mei proximo passado a nota que a 22 seryio-se
dirigir-me S. Exc. monsenhor a D. Sanguigni, in-
ternaneio apostolicoe enviado extrordinario poa-
trflcio.
Nesta nota trata S. Exe. do julgamcnto do
t\vm bispodo Olinda, allude ai pro^esso instanra-
do contra 0 do Para, e, depois de declarar qae 0
tribunal civil 6 incompetente, c mclae protestaado
contra qnalqner violacao dos direttos e leis da igre
ja, priticada nesta questao, e=pecialmente em pro-
juiz'o da immunidade ecelesiasiica.
Os proprios termos essenciaes do protesto in-
dicam qual pole e deve ser 1 resposta do governo
imperial. Formnlo-a em poucas palavras, nao por
que seja difflcii ao m^smo governo snstentar 0 que
S. Exc.-nega, mas porque nao devo aceitar a dis-
eossio daqaillo que so pode ser discntidopor quem
tenha 0 direito de faze-lo.
0 tribunal qne julgou 0 Rvm. bisp.o de olinda
e que ha de Jnlgaro do Para, e 0 Suptemo Tribu-
nal de JiStic.i do Imperio. por nossas leis compo-
tente, e esta'compctencia nao deptnle do juizo dc
nentluma autoriiade estrangeira seja ella qual
for.
0 0 protesto do Sr. intenwnelo a^ostolieo, per-
mitta S. Exc. quo 0 diga, e, portaoto, impertinen-
te eoullo, e, como tal, nao. pode produzir elfeito
algum.
Tenho a honra de reiterar a S. Esb. m?nce-
nhor D. Sangaigai, as segaraD;as de uoiaba alta
'onsideragSo.
AS. Exc. monsenhor D. Strii'mgni.Viscon-
de de Caravellas.
Companltia dc Bobcrfbe.-No dia 17
do eorrente dev ter Ingar, aa siide desta a;so;ia-
pto,'a arrematac^o dos ohafarizes e bicas por bair-
ro, pelos iprecos de 18:5005 os do Recife, de
23:500* es de Santo Antonio, de 28:016* 03 de S.
Jose, de 19:302a os da B.'.a-Vista, de 4594690 os
da Magdalena, de 601*200 0 da Capnaga, de 201*
0 do Monteiro, e de 133* 0 da povoa*.ao de Api
pa cos.
vapitrm eaperado*.-De 11a 12 do cor
rente, 0 franeez Erymantlie, do Rio da Praia e es-
calas ; a 13 ou 14, 0 brasileiro Ceara, do Para e
escalas, e 0 americano South-America, de Xew-
York e Para; a 21, 0 inglez Itlimani, da Earopa.
Xlotfas'itubiirnrAe*.Acha s^ no pre!0,
em rasa dos livreiros editores K. & H. Laeramert,
110 Rio de Janeiro, e deve sahir a luz em 8ns do
mez deagosto proximo, a importante obra AponJa-
mentoj sbbrc ocontencioso adminhtrativo e sobre
s privilrgiBS e prerogativas da administragao nos
contratm e transaccoes que celebra com 0 po
der puilko, pelo nosso dtstiaclo oomprovinciano 0
Sr. Dr. Henrique do Rego Barros.
Esaa Obra Indispensavel aos empregados da ad-
min'stracao em sens ditersos ramos, contem tode
a jaritpradencia do conselho de estado e respecli
va tegtslacio a respeilo do assumpto, f xpendose 0
pro e 0 contra, bem como a optniao mais aceita-
vW e*i'vista do direito brasileiro, e do que ensi
nara os mestres da sciencia administratifa.
Aselg^ia-M desde ja, nas-livrarias 'desta eidade,
essa'OTTii,.que forma ra um graoda volume em 8"
franeez, eleiaatementa impress:' em exeeliente pa-
pel, a razio de 7* o exemplar, enca lernado.
Recebemos do Porto um interessante livro do
Sr. Angnsn de Gar7albo, deaominado Est ndo so-
bre a coloisa(uo e emigracao para 0 Brasil, no
qual 0 autor cooabate 0 qae se tem escrlp'o sobre
essa materia, 00m mestria e jlareza. E" obra
JOSir,
Ralina, pretn, Pernambuco, 3Tnezes, S
fer.;3o h"patica.
Jotio, parJo, 2 metes, Sanlo Antonio : 'gnara-v
a mnlestia.
Joao Antonio de Carvallio Menezes, bran? 1
nambuco, 35 annos, solieiro, Graca ; hypertr >vhi 1
do coracjo.
Ezequiel, braneo, P^rhamboco, 2 anno;, S. '
febre amarelta.
Jose Thouiaz de Oliveira, pardo, Pernam:
20 annos, solteiro, Boa--Vta, hospital P-.dr
variolas.
Jacintha Maria da Conceieao, parda, Peru..:.
co, 80 annos, solteira,Sant'o Antonio; ::::)/-
cerebral.
Portunato !oe d 3'ouza, pdWaj Pernaa.! : .,
20 annos, solteiro, Recife; variolas.
Guilhermina, parda, Pernambneo, 4 mez"
Jos6: diarr.!i-?a.
tKUONJt'A JUitftlAatlL
TilliUJ.VAL D.% RGL.4C.iO
SESSAO ESPECIAL EM 10DEHLSHO DE 1 .
PRESIDBttefA DO EXM. SU. CONSELH
CAETANO SANTIAGO.
SesretOtio Dc. Vif-gilio Coelho.
As 10 boras da mania, presents os Srs.
cmba'gadures Atmeida Albuquerque, Mom e -
Still, abric-se a sessao.
Em seguida 0 Exm. 5r. conselhoiro presid a
passou a rolatar ossegnintes aggravos de peticao
N. 1. Aggravante tenente-coronel Manoel Joa-
qnim do Rego Albuquerque, aggravado 0 juizo d
llecife. Adjunctos sorteados os Srs. desembarg^-
dores AimoiJa Albuquerque e Motta. P- .-
provimento.
N. 4. Ajgfavante padre Albino de Larvi h
Lessa, nggrado 0 Juizo do Recife. Adjunctos 1
teados os Srs. desembargadores Motla e Accio!:.
Adiado por se avprbar de suspeito 0 Sr. desoo-
bargado'r Motta, como procaradnr da coroa.
Xio '.'.avendo mais nada a tratar levan*
sessao a 1 bora.
FAME POLITICA
nas livrarias desta didade.
tjottfsHm. A que se acha
ftha**e a veada
?. veoda
a 103.*
to- a fcene#olo ohaera. queoorre no dia de Santo Antonio (13) do
correate.
dLedMo.Hoje na Feira Semanal a rna do
lmperidor, fcavera leilao de movew, crysiaes, ob-
jeetai de" pwo emaitos arligos do us: domestico,
-CaxMa 'HO aletenfpaorfM'otitre.uto 4a casa
ladeteaeao ddt2 ^ de janho o'e 1874.
ftastiam arwos W, entra-sm J3, sahiram 5,
existero 345.
PiSTIDO CO.VIERV.4EOSfi
RECIFE, 11 DE JUNHO DE 1874.
0 horisonte do paiz se esclarece mais e ^..:-
A mao de Dens se mostra visivelmente em ; rul
do imperio. O povo tranquillo espera sera temos
0 futur.i; certo de que mao amestrada dirige *
nao do estado.
Era vao 0 espiriio do mal procura prejudi-if rt
situacao. em vao inleresses mesquinhos, iadivi-
daaes e inconfessavei3 atacam 0 poder; este tend .
por norte 0 bem.publico, conQando no bom sens..
do povo brasileiro, despresa e grita, ri das decla-
OMcoas, e vai cumprindo a sua missao.
0 partido conservador, 1U1 as suas tral:;".r->.
inda uma vez di ao pafz melhoramenlos e vacu-
gens. Obedecendo a lei do progresso que regt -
individuos e os povos, file acompanha a march*
da sociedade e sabe era bora e occasioes oppor-
tunas satisfazer suas aspiracoes, realisar os me-
Ihoramentos e reformas qae mostra necessilar.
Partido rellectido, nao quer reformas impensa-
da8, raptdas transformacoes, progresso dos saltos.
liberdade de palanfrorio. Estuda a opiniio, aeeita
as boas ideas, e em devido tempo, quaudo Drc-;,.
rado 0 terreno, 0 disposla a semente, realisa -
refocmas necossarias, poe em pratica as raedidc."
tendentes a melhorar 0 paiz.
0 seu liberalismo nao e liberalismode palavra-,
d 0 liberalismo de accao, de fazer 0 bem real .*.
povo, sem grita nem raalinada; obra e nao fa!In
senao pelo bem que far.
Gritem como quizerem aquelles a quem cen-
traria a boa marcha do governo, suas vozes ficari."
sem echo no paiz, que ja deve julgar os home;-
pelos factos, e nao pelas vas declamagoes, C:* .-
de vas niperaacas e condemnaveis aaixdes.
0 lucido e grandioso relatorio do Sr. vis.- :
do Rio Branco, falla muito alto, e mostra 0 qae
dizemos. Em linguagem patriotiea e nobre, :a-
valheita e leal, responde 0 illustrado- presidente do
ccnselro a seus apaixonados euiulos. Alii a
fras nao enganam, corao nao eoganam os priiv -
pios sais. e a linguagem clara e precisa.
Estadisia de largas vistas, conservador ama-jte
do progresso, 0 Sr. visconde do Rio Branco, r;'..
pode deixar de ser applaudido por quaatos des*-
jam 0 bem do Brasil.
0 nobre visconde, mostra de um modi indubi-
lavel que 0 partido conservador nao e estadoca:
e retrogado como a seus adversarios apraz p,n-
tal-o; mas, qne e partido de aspiracoes e de 1.1-
turo, mais tib.'Tal do qae aqne'le que se pavoce.i
com esse ti'ulo, e cajas obras dosmentem 0 appel-
lido ; sabe dar ao paiz a paz, a ordem, 0 desen-
yolvimento, 0 progresso e grandeza, que sao p..-1
ilesejar e zelar.
0 que teem feilo aquelles quese dizem libers?-
quaodo na poder ? A lei de 3 de dezerabro, qae.
ua occasiao em que foi promulgaia salvoo 0 im-
perio, foi por olles maatida e odiosamente .'.:~i-
pliada, apezar de ter inerecido seus aaodos op?"
sicionistas e ter suscitado a revolta d ? Minas!
0 que fizerara esses liberaes em pro! da es:ra-
vidlo, do ensrae,'da agriculture, do coinmer?i...
dos direito* potiticos e-civisdo oidadao? Nada!
respondent a historia, quando imparcial se t v- r
deoccapar com as suas estereis e iagloria< ad-
ministracoes.
Eatretanto como seapresen'ao.governo actual r
Xa fronle d'aqaelles -que bojo aobro os seus p -
saates honbros sustentam a machina ao estado.
radiam fl -res de wzique nio serao empann-...-as-
nanca pelo po qae leyaMam 0 despeito e a raiva.
Insultado pelo estrangeiro^ vendo cada vez aug-
mentando mais 0 caccro que corroia 0 paiz, 0
partido conservador em 1830 earn animo forte e
viril poz fim ao>trafiep de cseravos. ,A liberdade
applaudio esse aeto de humanidade e^ Deus ab.i-
500a aqoelles que cumpriam. seus dictames. 0
africano bucal deixou de vir regar com seu so r
e lagrimas 03 nossos campos araveis, mas, n> to
por isso deixou do augmentar a nossa prodacjaa
agricola. Nao baslava, porem, probibir 0 trafico,
preciso era seccar a fonte da escravidao. Foi
isso o-que fez 0 governo actual estabelecead t
pela lei de 28 de setera'ro da 1871, a liberd.tdo
do venire 110 Brasil. O.-ganio do -Brasil sorr.
sol do porvir e os aojos do Senher levaram-ihe
em vaso duiauatiuo. as lagrimas de-gratidao do
escravo vendo a regeneracao de seus BHips t
Liberaes deelamadwes porque nao fizesleis isto
quando no poder? E' quo 0 saberiS declamar 0
griter quando em apposicao, no governo, porem, e
poaco 0-tempo para gatisfaz r _vosos interesses
mesquinhos, vossos aspirajOes peqaeninas I
Sim I A lei de8 de selembro, lavou 0 Brasil
da peoha de eselavocrata, e se nao acabou inleira-
mente a e-cravfifao.'dispoz as cousas de m^d* a


-^>.
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.*** te.&vwwPami Qfcste l^oik^fy^%^iM4
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S


em lirevc o suavemente. sen) .periaos
ah4*. graduate fleJftfcmeuw,-so exfrag.
MB
a dd
todo. a^iinvako, ess* leaado funasto qu
nos
deixou a HdwpaK para cuja exlioecao foi
precisoTairtu sacTrfrc e tajat|T3ngue em outros
Que 6 d\jifrijlfc| qtf afmraveis funebres,
.assandras o generoso povo brasileiro com-
prehe;deu e applaudia o peosacnenlo do govern-),
v hoje a abolicao camiuha corao boneficamante
pensda a actual administracao !
^i^lMflriei'Vtjj^ltogijes ^a palavui! 0 partido
|jv<*.JH8GPVaaur-r$lllsa"os -oriaQipios da verdaieira
1 liberdado 8 o rttpdito da iadirtdaalidsde horfcna,
remissao do'captfvo, e* 6 sera seaipre uui astro
Eque the radwrk na front* e que nao poda, ser
uodoado pelo bifode Satattaz!
0 paiz tao soffivu, como dizeis, ante* pro
apreseata raafa loi^d, porqne Beus nSo
ar deabracar o esfor. j d'sqaeltes que
: priam a sublime preoeito do Evatigelhoa
lima c.rao i vus masraos I
Nao c-ste o aaico tlarao do governo ;tuai, se
[bem qua sufficiente para reeominendai o po
[p-jrvia, outroa *eiu eUe iguslmente briluan'as, e
seaa- ieso o qoe MOstrareraos am ontro arligo.
wsij&ifeges a num.
Ao f ajrefiio tribunal da
XiAOUlM %aLVAOR PESSOA DE SIQUEIRi A-
V.lfifHA'TE, CONTRA A CAIXA FI1.IAI. DO
I'.ANCO DO BRAZIL.
fiireVfnlissimos Si:-, desembargadores. Rele-
vaimp'de'solieftarpara estas lin:ts a vossa atten-
:ia. poisrrso e bavtante o qne allego na minuta
-I- aggravo Tu.-mlff nSo podia-ella prever aqurllo de qae tan-
>.jU raao o juie a quo na susteotacao de seas des-
'.)?, coosfitatado se manifestameote advogado
da aggravada, para ella mi nSo pagar a quanlia
que pr 'antas vezes tem si Jo condemnada pelos
tribunaes superiores.
Lctende o Sr. Dr. juiz especial do aommercio
que a caixa tem sido condemnada injuslaraente, e
por isto parec'e-me que tudo the 6 licito pratfcar
lra reparat tal sonhada injasUfa.
Mas nena tsto inesino, Exms. Srs., e exacto, e
nefO licouta para farer sa(ient68U queixa com
.(,_ a caisi joga, como o tem raanitestado ate pe-
la ; .iprousa (sem aQimar-se alia3 a far I o pelos
i) em falta de direito que the assisti tendo
i-ruaguido dos dpacb6s de jaizea singulares le-
var doit ufiww a entrelar esta qttestio com o fira
ie caQ<;ar-me e mallograr o effoito dos julgados
-;:;.jriore;.
Kai condemaado com outros solidarios nas mes-
kw .I'tlias. muito mais bera amparados do u : ; a c tixa preferia executar a mini somente,
ado i lihora e^n uma raa de casas e sitios que
i ./laia gracde valor, pelo muito commercio que,
naiuell-; mpo alii havia.
K i feita a avatiaoao na oonfornflflade da lei, set
guodo o alugael dospredios (casas e sitiosi, e coa-
tra a avaliacaivque foi feita a mioha revelia por
m? iehar ausente, nao se queixou nom reciaaou
a mAm do banco d) Brtaii. ReqOerra a adjudi-
i.'ai.to dos mewnos predios por meio de sea advo-
da Hi. que tudo fez seguni> ordens eseriptas,
que deuois mostruu a quein quizesse ver, do ou-
tr .dvogadtt da oaixa aqai estaaite.
A iiin-ia dlfida ora de 88 contos. a avjrliaclo
; 103 contra.
A aijaJieapao foi feita com abatimento, e eu ma
.'. a este abate por ter mais credores, pedindo
que a cafXa do banco con uue uao fazia conti a caixa do banco, qne, quan
S i deixando os ontro? co-reos com muitos predios
a '.-la cidade e fora delta, preferio as minlias casas
p ireteodia faier com isto utna boa operacao.
(i Ij anaos lovou a disyutar o abatimento ate
I.... par inercc* d'AqoeBe que inspira os seas es-
:..; para fazer sobresahir a verdade, eu a
enci tontj pelo tribunal do commercio como pelo
supremo dejnslida, e isio por unaDioiidade.
se uiio fjzia coota a taixa do banco no princi-
: cstiiuir o excesso, menus entao quaulo ten-
aberlo, ha alguns annas, outra estacio na
v: i fewea acima da Escada, acabara se aquelle
iiiuude commercio, e as casas licaram quasi sem
:. e, uiais ainda : as casas estavain em mao
i iepositario que as dava a morar a Qaem que-
. sem pagamento, quasi em abandono c de-
1 oilo annos achavam-se muito d':terioradas,
id i abaixo uma das casas das elarias e os
de uui dos sitios, eujos lerrenos se acham
- iuvadidos com casas levantadas por ter-

l.evantava, poi-, a caixi filial do banco do Bict-
h it a r.dide (co;ao e com Bile que ainda con-
tinua a faier jogol que era a mais inju.-ta da3
preteacSes, a minha do pag r-lhe tao grande divi-
m os prod os que naia valiam, e ainJa mais
. '. r pagamento do excesso sobre uma av liacio
x:essiva (Contra a qual so reclamou dopois
I eu nao me conformei coai o abatimento.)
ijuanio a caixa do banco do Brasil nesta cida-
.''"*!

desta provin.ia. de ,*** *e ***fffl
prettacoes semestra?*. "
Requeri poisa'pefcttoftv-- banco do Brasii cm liquida^-ao1, tWstff
banco. ,'
Chega, fimtn. e twcrtrd eiWdAi/*IW*.'.'J^
(depois do outras irarcialldade? fo4n9tov4mVp,>] ^..
cliega o seu eseandalo ao potrto da maflda^'WWfr a j c2m e"a: e *. ,*.;
'^niora, fo se ppnn*.-8*^
condemnada sobre o reijOeriraento de peaMri-
mandar ouvir a executadj, e axaininar se os
cuja pentora se pede, sio &u qS>i do vencido,
exaqaente lembruu-se ou esqueceuse da ord
do atligo 512 para se proceUflf a' penhflra ness
quclles bens!
se'conbece da legalidade (validade)
ben> nomeiados
""(lae'r outr'a'
o exequente pede contra elk f floo bavra 4a rei' Jniwra JWA P,im&t
ner pa^rt Qqo (rnela^C (rji| tiM)
eobdemnada a pagar-me sem mais recursos
na ici, entao e qne foram grandes as suas queixas
ir.tra a grande inju-tiga dos tribunies.
se porem nao Hie dava remedio a lei, podel-o*
.i..r os juizes siogulares; e o Eim. Sr. des-
Sargador ParatD, em quern sera duvida fez im-
-ii o clamor dessa injostlea, em decisao sobre
--..v.\ rnandou qua se conta>sem os juros da
minha divida para com a caixa ate aquella data,
v.ado eu nao so a nao ser pago do excesso, e a
.a a Bear com a adjudicacao sem abatimento
. .:!. como ainda llie licara eu a Sever mais de
;'os de reis, tornando assim nnlli^icado os
julgados supcriores. Mandou tambem quequando
.i tivesae do restituir-me alguma coasa, fosse
.' as proprias ca Intentei acclo resciscria deshs duas de:is5es
. ..!> o actual Dr. jniz de direito dj commer-
. ]tie, cm sen ze!o para.-alvar a caixa da mjus-
MS tr.bun.v s, chegou a jalgar-me incompe-
lint* |>ara intentar aquella accao.
\ enci, porem, ainda pelo meretissimo tribunal
11 commercio, e pelo supremo de justica, que, an-
.:;!' aquellas decisoes, raandaram a caixa
. ,r me o excesso da adjudicacao sobre a avalia-
"mslierando aquella feita desde que foi man
i fazer pela primeira vez, e mandando pagar-
ii- os juros rociprocos da mora, cemforme
.! ; :dia.
Entio i'1 qae mais alto subiram os ciimores di
'i do banco contra a ittjugtiga dos tribunaes.
.. 6 que 0. preciso tudo empregar para malo-
'sta condemnacao.
V. o piano da caixa do banco per faz ou per ne-
Ul pagar-ma com as mesmas caixas, e e o sen ar
pamaatoi nao nos auto?, mas nas suas queixas,
assim como aquellas casas serviraai para eu
m ellas pagar-lhe, devem servir tambem para
-me.
H is a caixa dj banco e que as veio penhorar-
.. deixando muitos bens dos outros comigo con-
len.uados ; porqueellas linhara muito valor, que a
ria caixa fez dopreciar, sustentando por lantos
aquella lio injusla pretengio, em vez de pa-
- r-me o excesso e vende las naqutlle tempo. Mas
a qua aos palroaos, por muitos molitos, nao con-
':.-. pOr termo a esta demanda.
Quer-se qae a ciixa do banco se salve desse pre
juiz. de quo e causa unica, a custa d.i meu, de-
[r de tantos annos em que ella me tem perse-
guiJo?
E' pois todo o fim do juiz a quo, como bem ma-
niiesta em a sustentacao de seu despaebo aggra-
yad.. qae a ciixa do banco me pagne com aquel-
las noesinas casas, qua eu fac.a pmMn ne41as,
contra a lei expressa qne elle assim a despreza.
11 eseandalo do jaiz a quo depois qne jutgou-me
r.i: mpetente para aquella acjao, mtmifesta se pela
seg^nda vez mandando quo nao se contassem os
I'jr s reciprocos da nra sui qke foi condemnada
i r.; e, it contajido os juros. qne esMo correndo a ra-
zat de quasi 300/090 por rnez; montou a coo-
d-;rcn*ciO'ia caixa do btmco em 5l:00JG03.
F as casas em qoe qner o juiz a quo que eu fa-
ra j'nhiira, as tetido lvdo a caixa do banco a
leilivy, so acharam iStOOOfOOO, saodo sabido que
pjr este caesmo preco ficou trataio S9ram ellas
entregues, depois de esgotados todos os wcursos
da tvrrivjT cnicana que taj obslinadamente se tem
fm;>regaw
WliKST.VO DO AUGRAVo.
i: am ftopiiisma grosseiro o que vai se vflr e o
nunca o mais ousada chioaoisla proaunciou
ant^ algum tribunal-
Requeiro penhora contra>a caixa do banco por
ter rraVtdo tiqoida{io, e teado os offlcises eertifi-
caio ter declarito a diracldrla da caica do banco
nao ter ella dinuehro a dar a penhora, por terera
Tliiaes o procarado segtmdo a ordera eatabe-
la no art. 'ili do regnlamento Comm. n, ?37,
reqierienta) carta precatoria para a tbesouraria
pr. v,..cial, aum de se fazer a penhora era dinhei-
to. qua o banco da Brasil tem a veneer dentro em
t mpj naquella fepartieao, par ser tredor j
ponder a executada que nao rraer .
quer que se faca penhora naqoellas erases Wra do
termo. -
Nem ao menos respondeu qne ella caixa nfio
pertencia ao banco; "sim, apenas qtttt-Mrqmlle
eraprostimo da provlncia ao banco, naqneMa ape
racao nao interveio a mesma caixa do banrn, (o
qua alias 6 falso, como se ve" d> uma certidiavjun
ta & minuta do apgravo nao obstante ojnta quo
afflrraar o contrario).
0 jaiz pois donegou a penhora retqaertda, a ag-
gravando eu desse despacho por dainno irrepara-
vel, sustentou-o elle com os segotntes
rUNDAMEXTOS COXTRA 0 ACGRAVo.
Comega assim :
* Depots de baldado o recurso nuapor meio &tm
carta testeraunhavel, o aggravante apfMautara
para obter um mandadp contra o geretffe ou I-
quidante da aggravami, ea'WMfcer a quanlia da li-
quidacjio da 11.1113, etc.
Maf? parece isto exordio do arrazdado de advo-
gadu, para cliamar o odioso sobaa o loisto lili-
gante, d< .qua razoes am qu a jua fundaraetiU
seu dBepaclu. s
Seguem-se depoi. os fundaraentos do despacho,
e sao elles :
V A eertMSo do? 9fDciM-d%)paeieaj dtrnBMter
a caixa dinhc-iro asra dar a penhora, esta em
termos qae nao saxi communs.
1 Nao ser o eras* do aggrav, porque nao ha
damno irrenjlravel, ajsto-que ataixa tem outrlos
bens, ou pelo metios r?So se'-ve'pela certidio, qtoe
os nao tenha.
3. Que o aggravante esqueceu-so da ordem do
art. 512 do regulameoto commercial n. 737, pas-
sando o 8 1* (a penhora em dinheiro) para o 5
(em direitose accoe-V
4." Que o propri) aggravinte raanifesta qua a
agzratada ad]ndi'?cm sas easa.;
5." Que aealxa tern vtla pfopr-a*-e'se Iho pode
alrrir fillencia.
6. Qn9 e eessionaria-do banco do Brasii, o que
Hie da poderes para procurar como em cauia pro-
pria.
7.' Quo a penhora nao pode ser eontra o banco,
qae nao 6 pane ven'ida (art. 492 1).
'ft* Que o bani-o nao e cessionarlo da caiaB.
9. Adra'rtte a hypothese de ser o banco devedor
da caixa, e nest, caso ser necessario deraandar o
Sanco pela divida delta, para entao fazer penhorja
10." Allega tambem (nao se pole eomprehen-Jer
como) que deve se primeiro exentir a caix1* p^ra
entao procedcr se a penhora contra o banco, de-
pois de uio ter a caixa mais bens com quo pa-
gar. .
E" esta toda a questao que se faz em patrocioio
da caixa,.-com o tiai dc me obrigarem a lazer pe-
nhora nas casas!
Todo.- estes TundaiHeat is da despacho aggra
vado, sao aleivos >s e soptristicos, com o fim de
proteger a caixa do banco para que me nao pague,
ou pague me com as casas ja sem valor pelo aban-
dono era qne tem eslado, assim como os sitios de
cujos terrenos se tem apossado e levantado casas
diversas pessoas.
0 primeiro fundamento de nao eslar em forma
a certfdao do ofRrial. por nao me ser concedida
a penhora no dinheiro aue tem o banco de rece-
ber da thesouraria dentro de pouco tempo, so
mosira que o juiz, na) teudo meio da negar-me
legalmente e^ta penhora, de tudo langa mm, nao
sanendo o que meihor aprovei'.e a sua opiniao, de
salvar a caixa d-} banco daquella ladroeiia, como
cbama o director da caixa a condemnacao dos
tribunaes que sobre ella peza.
0 segundo fundamento da nSo ser o caso de
aggravo, por nao dir-sa aqui damno irreparavel,
porque a caixa do banco tem as casas em que se
lazer penhora, acerescentando o juiz, que eu me
osqueci da ordem do art. 512, passando do 1
ao 5, so mostra eomo o dito juizo s6 se lembra
das caixas, esqueceudo -se que e:ia3 estao fora do
termo, e que, mesmo quando nomeadas a pe-
nhora, eu nao seria obrigad) a aceita-las por
esta razao. r'Art. SOS 3'.)
Se o banco tem bens neste termo, se elle com a
condemnacao da sui caixa e o coudemnado, eu
nao me esqueci da orde.n do art. 512, passaOdo
da penlnra em dinheiro para a penhora em di-
reito, deixando bens de raiz, que nem chegam
para o pagamento. e si) fora do terim. Mas o
juiz que taut) sabe ao qne nao consta dos aatos,
pofquanto sabe q ic a caixa ainda nao dispoz
daquellas casas, nao sabe qua ellas so acharam
quinze cantos de reis cm leilao; que lanto se
lembra deltas e la ordem do art. 512. aao se lem-
bra que ellas -i> sitas em outro termo.
Seen ten/:" /<><'':>, pois, de (wer penhora em
bens silos no term', como nito soffro damno neste
direito, sen to obrlgido veh illeo'i! e riolento des-
picho do juiz, a faser ptnlnra fora do termo, em
bens depicciid-. i qm iria enlrar em nor a luta
com os que se tan, few ou mal, apnsid) de parte
delles, quando o condemnado, aue e solidario com
a sua caixa, tem bens valiosos neste termo f
E se soffro este damno em meu direito, como
e possivel ser elle reparado senao por meio do
pggravo? Mas, all.-ga ojai: a quo, como art.
492 1 do citado regulameuto : e competente a
execucao coutra a parte vencida,
a
aceitar oa* racusar a
fill I
Mas, antei 'da penhora cOO-beeer-.. *^ncii aue
da t* sojade, a qm arbjlrio, u*Bf $or 7-1H
a proteccJo mais escandalosa de algnm Jan, ainw
nao chegou a laato. ., c
E esse juiz" chega' a dlzer em dita snslentacao,
qua eu alieguei que 6 iicilo penlwrar bens^de ter-
celro ; qaando se ve da minba aliudida repiiea ter
eu allegada par estes as equivalenteB termos, que
nao era aquelle meio competente de conhecer-se
da legalidade ou competencia da penhora ; que,
se-os dpos penhorados slo de tereeiro a file com-
pete a uoi'.-o meio de embargo'.
E o juiz a quo sentindo a fraqaeza de sua pre-
teneao, para sastentar o seu absurdo arbitrlo, se
eu venei a questao de abatimento, pela qua] conta
nib so "eriqiie rScbbfa rfes'tltaiclo alf uma"b exc a-
so da adjudicacSa, como lhe flcava a'Sevfer man
de 80 contos.
G0/ff VlPDrjes
ram is fribiiiftsq
se w|ie|e efcfssoj
estranhei.
E' assim que chega a Iambrar-se que a caixa e
cassionaria- do baaeo; e por laato este aao pode
ser penhorado.
0 que e qft o bauco ante* dnua caixa, qub-
do essa naofpassa de Uifi >rclo de empregadps
seus, recebtpdoios seas orfcoalos e reraettendb-
Ibe todos os fucro"3 cTe Snars operac3es, e por uto
todo o apurado de sua liquidacao ? 0 que e qpe [
eMe cedeu ?
E nao conGando em nada disto aiaib raaorro a
idea de dever-se excutir primeiramette a caixa-
do banco para entio penhorar-se o-baaee. Mas o
baaeo, Exms Srs., nao e liador oU ciixa, se ella
6 uma de-sew aauitoa gefeates* a caixa c detle.
A ide"a atetttno Juiz a qno drcatecer que o ban'
co seja demandado, como dewador da sua caixa,
para poder ser penhorado, so se fund:, no aria-
trio do juiz. 0 banco devedor a sna caixa I.....
Havera estorco mils escanidatoso 71.....
0 banco e pois por si vencido, peso veneimento
contra a sui caixa.,qua-, camo seu procurador de
rdo b
'OS.
nsideroXi-Be'a caix
mesma petijJo e.na minuta de seu aggravo, Jii-l
nha credora daqueUes 80 contos de reis, o yqd5"e
que quer- perdoalos, que qoobo Credor ningiiem
p6de.U*nr.qu#;eliy me pardfje, pariVo fim, disa'
mesnia minuta, para o fim do nao me serem pagos
03 30 contos de is. em que ella ciixa dobancolfoi
g^emnada pelos tribanaes supcriores sem mais
Terrrm mn^aia-i^UiU v*>*m
sastentacto -m sen desp-ciro, mats -wt***"',""
executadajalxa, soaoitaoAt aovaaente di.cu-."
da sem raHfocoilt qfre fWaaaixw do banco cop-
demnada a pagar-ma o dito excesso, qaando eje {
ju>gado foi eooflrmado pab tribuaal de justica por
unammidade .' E" que o juiz a quo me antipatbiea
a tal Bonto e tSo prerenido se acha sempre contra
a mioba humildo 3 piDbre ladividaalibade. que nic>
pode ver nem sopnortarwn ea ter razao edirei -
tos contra a eaten filial #7 banco.
Havera major escarneo por aafte de un> irtigao-
te? JfavaraV aaaUr esdaalahi? pori parte de up
juiz,snscitar discunk) da justica do julgado da
s.awii./r*aiafc4e.j^a.awi^ a aa#te qae
o,JmQqnsio>3ra,pO"lo, polg-r injnsiS. pelas razors
em Ape Com o mesnto juiz abnaaa 7!'
J^rgoretu-rroyvV. 'Exes., em cnia ius|iaa e sabfe-
doria ha plena wmtmci ; e pwftte esieroirah-
quiUo salvor me de tao grande iaiqutdaoa.
Bectfe, 8 de Juflho de iSjtt.. T I
JoaifHirn Salra'ldr Pessoa>di Jkqiuira Cavikdmk.
Febre e sczHes. Cauras aI-
avaraveis.
0 Dr. Ehbert Simms, antigamenle urn dos mem-
pros do coll^gio medico if. Philadelphia, e nre-
lenieraente um Aos medicos o taafs popular em
Miiicsota, escreva a uar amigo em i.\ew York, quer
kilos de assucar mascavado : para o Canal, Keller
& C. 997 saccas com 75,127 dltos do algodio.
No vapor porlugnez Julio biniz, para Us-
^oa, carregou : A. M. Bachado Junior 845 saccos,
cdih'By^TSkilos de assucar braneo ; Ofegario A.
Ferreira 3 barricascom 142ditos'de farinha.
No navio nacional Marinho IV, para o Rio
'banco neisa da Priita. carfejou : J. C de Oliveira Bastos 180
L"rriaas fam 18,372. kilos de assucar branco A,
datfllv*"ra'(J. 50 pipas com 24,000 litros do
taju.ardeote
-^-Jfabaroa pertuguaea Admirattl, para UU-
boa, carregou : A Loyo 310 saceos com 2(3,3 0"
kilos de assucar-braneo e 900 dites com 67,503'
ditos de dito mascavado. ; Amorira Irmios & C.
27 pranchoes da amarellc.
Para at par/at do interior.
Para o Bio Grande do Sui, no patacho por-
tuguez Rocha, carregou : II. G. Telles 2,000 cocos
(fructa).
_t- Para o Rio Grande do Sui, no brigue brasi-
^ro Arroio Mallo, carregou : M G. Telles 2,000
cocos tu'l,,5ta)
Para o AC^ca'.v> no nillc' nacional Graciosa,
carregou : Cdita' & I- 16 barricas com 1,842
klos ae assuear reflnado.
VOLUMES SAH1DOS
So dia t a 9......
No dia 10
.'nmeira pona
jeguudapona.....
rferceiraporto.....
Juarta port a......
ftapiche Ccnceigao .
manda embencucio' do banco, ou e deroandada as tplujas: ij^earj||uaa BristoLostao produzin-
em lu Co
por is
ugat
o penhora ooama alle, e nao so e sezoes o.febres biliusae e intermittentes. 0 ex-
7ioTitMUai<) a rtt4-ir4niado tode-.ti'acto seguiftle de suas observacoas folpublicalo
se poda dW maipHle*'
porque as-f"
SERV10O MARiTIMO
Uiaraagas Jaacarregadas no trapicie da
atfaaoeta :
SodiaiaS 9 ....
Mo dia 10.......
"ie-Wapieca Coneeicio .

o banco do Brasil nao e
a parte vencida; porquanto a
caixa lem vida propria, obra
u por procuracao do banco,como
procurador em causa propria.
O)ino se ve, porem, das disposicoes da lei e
dos estatutos do banco do Brasil, apontados e trans-
criptos na minuta de meu aggravo a caxa fi-
lial do bano do Brasil nao tem vida propria.
Nao 6 uma assoeiara.>. una sociedade anonyma,
mas simplesoaeata iima caixa do banco pira pra-
licar operacSes do descatto nesta provineia, com
o dinheiro todo do mosmo banco, em beueScio
ou prejuizo ddle banco, por meio de uma admi
nistrajao ou direcloria posta aqui pelo referido
banco, paga pi r elle. com os ordenados estipula-
dos por elle : obraado como procurador era
causa propria a directoria, para a caixa do banco
poder citar e -er citada sem interferencia do
banco, mas em tud> cumprindo as suas ordens,
sem poder arredar-se dellas. Por isto mesmo que
a caixa do banco obra como procurador em oausa
propria, e que sendo condemnada, veacida, e con-
demnado, venoi 1 > o eomraillente, porqaanto tendo
a caixa procuracao dolle naquelles termos, nao
eareee do nume do ban^o para veneer em favor
detle, on ser vencida por elle, quando demanda
ou 6 demandada como caixa on procuradora do
banco.
Para quom aijudicou a caixa as casas, de cuja
adjudicacao e condemnada a pagar-me o exces-
so ? Foi para si on para o banco, ao qnal tem
de reeolher o producto das mesmas casas, como
ja deveria ter feita, segundo os seus estatutos ?
Logo ao banco peza a obricacao de pagar-me
o dito excesso.. visto qua a caixa nao tem dinheiro
para pagar-me, por o ter todo arrecadado e re-
colhido ao banco.
E isto e que e o mais. isto e qua 6 tudo.
xms. St. desembargadores.k caixa esta em
liquidacao ; so lhe resta a liquidar aquellas casas,
quo ella guarda por ordem do banco, para jogar
com ellas o maior de espada, e lograr-mo.
A caixa do banc> aqui nesta cidade nem tem
mais cofrei; porque tudo o que tem liquidado, tem
remettido ao mesmo banco. ,
Se a caixa nao pratica mais operacao alguma do
que constituia a vida que ella tinha, (que so e de
administradora, de operador dos deseoatos do di-
nheiro que Hie era eonfiado pelo banco).
Sa a caixs, aquella administracao do dinheiro do
banco nesta provineia, nao tem mais fundos, se os
tem recolhido todos para o banco, como pode ser
executada como procuradora em caasa propria,
a nao o constituinte ou commitente qne tem reco-
lhido estes fundos T
Notemos porem, Exms. Srs., Hotefnos mais, $de,
quaodo mesmo 0 banco nao fos3e vencido, com o
veneimento da sua caixa, seria sempre srtrjelto a
execacSo, poruue C tambem snjeito a ella, pdlo
mesmo artigo 492 $ $" em gerai todos os qfte
recebem cousa do vencido. "
Se o banco nao e vencido, pelo meu -vencimetito
contra a sua caixa, recebendo todo o dinheiro por
ella liquidado, como consa sua, liquidada por su
procurador, se assim nao e, entao tem o banco rle-
cebido o dWreiro da sua caixa depais de condem-
nada, para fraaiar a execucao, e portanto nao so
esta sujelto o> baaco a fxecucao, como tambem bt:
directores da caixi eaao sujeitos a prisao (artigo
323 do cltaao regnlamento).
Mas, Exms. Srs. desembargadoreg, nada disto
se connect antes da penhora para se dectdlr qae
ella tenha ou nao lugar; so sim em juizo plenarko,
pelo nnico meio de embargos-de qnem se julgir
prejudiead)
Seojulz a/>-j i.ne a originM lembntnca l
o dinheiro liquidado para o banco, tem, como de-
monstrei, lugar a penhora contra o mesmo banco;
6 isto tao inemtestave! perante a lei, cemor pene-
trante nas consciences nao eivadas da parciafi-,
dade.
Finalmente, conclno, notandOde hpvo que toda.
esta di-.cu3sao c ^xioruptfanea, provocada mui
caleuladamentOjSegundo 6 despacho parcial a os
candaloso do juiz a quo ; toda esta Abeosslo- so
tera Ipg^r dcpo.s de teila a penhora por meio de
embargo* de quam se julgar prejudieado, maio
\toieo conhecido em direito. Evita-se porem este
maio, aventurando-se desesperadamente 0 que pa-
raca mais summario -uma provocaclo aos julgados
superiores por meio de daspaeho?, qUe pareeem
ate oombinados, para delles so reiJOfrer feclpro
cameote, eis ahi a utica ii qoe todo se esper*
para raatar nm pleito vencido, e que
zer -sera mais appello nem aggravo,
sim deciliram os masmos
cio e supremo de justica.
Peco licanca para nolar ainia, que com o
meu aggravo sobe outro da caixa do banco, por
ter ella pedido ao juiz a quo remissao da divida,
para que nao mo de mais nada, nem ex a ella, e
o juiz a quo lhe fez indeferido. E' mais notaval
que, estando eurequerendo a peahora contta a
caixa do banco pelo que foi condemnada a pagar-
mo do excesso de sua antiga execucao; que con-
fessando ella qne jne 6 devedora daquella quan-
lia, por condemnacao superior, o juiz a quo nao so
se tenha lerabrado de uiandar ouvirme, como em
sau dospacho diga que a caixa de ai-gumaboute
(de alguma sortc I) se confessa devedora.
0 fim deste aggravo c patenle: e para haver
pratexto de alcamjar-se nao ter provimento nem
um naiu outro.
0 fim, o piano dessa obstinaeio da caixa em
querer que eu penhore as casa3, nao 6 somente
pagar-me com ellas; 6 ver se aleanga uma ava-
baeao tal que com alias nao so me pague, como
eu'ainda lhe venha a tornar por meio da adjudi-
cacm; e em todo o caso nullificar se as snperio-
res" jftlgados.
Muitas vezes tem a caixa to banco tenlado esta
fim, e de todos teniio escapado contra voutade de
alguns dos juizes singniares, quo neste senlido a
tem aatisfeito, por me ter em sal vado os tribanies
superiores.
Neste perigo cstive, quando o Exra. Sr. desem-
bargador t'erelti mindoa contar os juros da mioita
divida psra com a caixs do bauco ate a data em
que eu veaci a questao do abatimento.
Ainda CiUve no mesmo perigo quando urn outro
juiz singular Julgou que a adjudicacao fora leita
dous annos depois qne a caixa do banco a reque-
rera o a obtivera.
Ainda corri o mesmo risco, do qual me salvou
> m. i digno presiden'c dd hoc do tribunal do
cemmercio, quando o juiz a quo mandou que nao
se contasse os juros, reciprocos, em que ate pelo
supremo tribunal de justica fos* a caixa do banco
condemnada; e ja no mesmo me pozera o dito
juiz, qaando julgou-me incompetente para intentar
a accao rescisoria.
Agora ainda me p5e o mesmo juiz no mesmo
perigo, quereudo obrigar me a lazer penhora
naquellas cs;s, com o Dm pateate de ver se vin-
ga algumas dessas decisSss iniquas.e eseandalo-
sas, para alcancar algnma avatiacao igualmente
escandalosa daq'ucllas casas, e nullitlcar ditos jul-
gados superiores.
Nenhumi dellas tem vingado ite aqui; a caixa,
espera agora tndo desta decisao do juiz a quo, qua
para ser eonfirmada por este egregio tribunal,
pretende neutralisar o meu aggravo corn o seu tao
estupendo.
Em tudo isto a caixa do banco nao obra por si
(a necessario quo eu o diga), mas so por ordem
do baneo, pois o proprio prcsideute da directoria
da caixa que do outras veies me offerecera as
casas em pagamente inteiro, diwe-me poucos dias
antes de partir, como deputado para a corte, que
nem is'.o mesmo podia fazer mais >eguato ordens
recebidas do banco, a que assim eu nao me quei-
xasse delle presidente, por tado o que praticava,
eoutra mira, mas so do banco, de qnem executava
todas as oidens.
Percebe-se, pois, bem aue nao e outro o piano,
ja nao da caixa, porem do mesmo bahco, senao,
por meio de seus agentes nesta provineia alcancar
uma avaiiacao escandalosa daquellas casas, para
nao so pagar-me com ellae, como ser-lhe en ainda
devedor. De outro modo nao se explica, como,
tendo offerecido o presidente da caixa de outras
vezes aquellas casas para pagamento do excesso,
agora nem nisto coo;inta o banco, nao censinta
que se me pague mais de 60 contos de reis com
essas casas depreciadae, iateiramente estragadas,
cujos terrenos dos sitios se acham hoje na posse
de tercei**os que so acharam em leilao, como ja
disse, 15 contos dereis
Este piano, Exm3. senhores desemba'gadores,
esta iniquidade projeotada e cammecada pelo des-
pacho do juiz a too, este asttandalo inaudito, Vv.
Exes, nao deixarao vMigfcr, como os outros tribu-
naes, inclusive o supremo de justica, nao medos
de daas vezes, nao o tem deixado, achando algu-
mas vezes a caixa ou antes o banco, algous juizes
singulares, q ie Julgaudo se maia justiceiros qne
aquelle- iribnnaos, tenhain apadrinbado o banaoy
nao sei ss em dosaffeieio a minba pessoa, ou para
que o presideate da directoria e o advogado da
caixa do banco nSo flquem mal na gestao que teem
dado a este negocio, achando alguns juizes singu
lares qne protegendo o banco, tanham concorrido
para o bora exito de seu piano
A realisac'ao deste piano nao so seria ern si mes-
mo uma iniquidade, como aiuda mais e muito
mais porque, Com aqoeilar inrd* denumda do ban
co pelo abatimento, tem elle me esgotado, me aai-
quilado depots da mais de doze annos neste pleito
em que o banco por rneis da sua caixa tem empre
gado todos oa-esforces a sen aitance, e que nao lei
quando se acabara.i
Ainda e nftrts ntrta^el. Bx**r. Srs, que o advoM
gado-da Caixa nao se cdnteataadtfeomoiosuUuD
so escarneo da sua peiieao da aeaiissao e perdlo
de divida, e mais ainda com o seo agf ravo pa/3
jaiz a quo, que tao contra tonldAe o nao coYiceneu.
tenha a audacia'de drzer" a* sua minuta de aggrp-
vo, que como anriw ainAi -ntjo # alguem ton
juizo guardar rtt*-p*co detmo a teria&e, por eM
tor fttlegado qae a csfxa do Banco hSo fem outitos
bens aqui, quaUlo diz O'raOstto advo|Wio, fe* as
casaS.
Mas, Exms. if*., ao-ewia- Ho a(tit'?'4le ante
termo ? A lei nao faz distinccao de prdliMla, (az
de termos Sera oorqife-'esfe advogado nao co
nbeae a lei ? Sara de ianenate aoe asstnf jfella 7
Mas, eu disse que a sua araaencao e iasrihuoso
escarneo.
E veja-se : confessa que oathlaanam arjaitll*-
ram a decisao que "mandava dantbr da juros da
miaha divida a favor da caixa ate a dm am qaa1
Com a di'vida pennissiio do lai amigo a quern fora
dirigida : Como Vmo. saaa, sou mui pou-
co amig'i de remedio; anauaiiaddsv e priueipal-
mente piiulas. A maior parte dellas para nada
prestam, a-muitas sao perigosas. Porem as piiu-
las assucaradas de Bristol, furmam uma honrosa
excop;io." Nao se podia deiejar malhores piiulas
parao uso de fanjilias/ No h5, segundo nlo roe
engano. emjlqjda a p'aarmacopajft.a-ousa (jue com
ellas se possa comparar ; nem isto ainda as qaalidades antibiliosas das piluras as tornam
um iwraadiapasHivaraante IaaBtimavei para a cura
das febres biUu.-ae e intormittonles e s-zoes, ta i
communs nesta latitude. Eu as achei d'uma e-
cacia excellewtt no tu*aHVo de lebres, calefrios e
sezoes. Bllaa sao taote latieas- como aperientps
e psaata rer sdministradas oora grande vantage.;).
cams em que os par**tivos drasticos
aire/aO"9os ihBaieuloperigasus. Ulas so acham
tribunaes'do co'mraer'-fBieUiaaitdiBlio de.visriob^ e por isso conser-
vam-se perfeitawa lodoa a*^limas. Era todos os
casos agjravadps oa proveniente* d'usn estado
iroparo do saugu-;, a salsa-parrilna de Bristol,
deve de sOf to;aia oooiUBCtamenie com as pi-
iulas.
.; CaVATAUA DA AJ,FANDBUA
danalmento d" rtia i a 9 5:830*409
i#B"dJ dW .- .": 1:1*3/607
7:070i076
3,779
328
30
142
6,279
10
ii
KECEfteDORLA DE RENDAS INT. RNAS GE
RAES DB PERNAMB'JC
taodimeni..' d<> dia 1 a 9 23:518^599
Uat do dia 10..... 1:44:1*114
24:901*713
GONSuJ*ADO PROVlNUlAo
Adndimento do dia 1 a 9
dam 31:0815891
6.471*053
37.5oO*944
M0V1MENT0 Oil 0BTI
JL'JiTA DOS C0RRET0KE5
Praca do itfeil'e, IO !j>jiiuiii
le ISU.
AS 3 HOR-VS DA TARDE
C0TACO8S OFFICIALS.
Algcda-j -de Maeeio modiano 83300 por 13 kilos,
posto a bordo a frete do 7|8 a 5 0|0.
Algodao da Paraliyba 1' sorte 84350 por 15
kilos posto a bordo a frete de 3|4 e 3
0|U.
Dito de dita dita 8*310 por 13 kilos posto a
. bordo a (rtte. de 5[8 e 5 0[0.
Assucar Canal 14200 por 15 kilos, hontem e
beje.
Gambio sobre Londres a 90 d|v. 23 lt4, c do
banco 23 d por 14, hontem e hoje.
Oito sobre dito a VO drv 25 1|8 d. por 1*000.
Dito sobre dito a vista a 24 3(4 d. por l$0O0,
do banco.
Gambio sabre Paris a 3 djv. 388 rs. o franco,
do banco.
Gambio soure Haraburgo a 90 d|v. 472
R. M., ban:o.
Gambio sobre.o Porto a 90 d|v 114
do banco,
B. da Vasconceitos
Presidents.
A P. de Lemos
Secretari'.
Navies entradot no dia 10.
Portos do sul-8 dias, vapor, portuguez Julio Di-
niz, de 830 toneladas, comraandante Coutente,
equipagera 36, carga varies generos; a E. R.
Rabello & C.
Bahia e escalas-12 dias, vapor nacional 1'enedo,
de 071 toneladas, commaadante F. 1'ereira,
equipagera 23. carga varios geaeros ; a A. L.
de 0. Azevedo & C.
Grnaja c porlos intermedios 8 dias, vapor na-
cional Ipojuca, de 312 toneladas. commandants
Maura, equipagera 31), carga varios generos i
a compauln i pernambucana.
Bahia-5das, pohca hespanhola Pepito, de 168
toneladas, capitio J. Serralack, eqaipageia 'II,
carga 17,7677 kilos da came ; a Amorim Ir-
mao & G.
Navios sahidos no mesmo dia.
Partos do norteVapor brasileiro Parana, com-
raandante Q tadros Junior, carga varios gene
ro?.
Aracaty-Hiate nacional Graciosa, capitao Ma
noel F. da Silvoira, carga varios generos.
Observagdo.
Fundearam no lauiarao um brigue Frances e
um lugre portuguez, mas nao tiveram eommu-
nicaqao com a terra. Apparece ao sui um pa-
tacho inglez.
rs. por
0|0 de
preraio,
-VLFANDP.G \
Raadimeoto O-1 dis I a 9 .
dm do d;a 10 .
210.50J*477
16:359;7:J8
826:800*213
MMMJ TTJWnSB
E0ITAE1
Secfao 2A.Seerotaria da presidencia de Pernam-
bueo, 6 da juabo de 1874.
' EDITAL.
Por esta secretaria se faz publico o ediul abaixo
transcr.pt), do juiz municipal do termo do Cabo,
pondo em concurso a serventia vitalicia da oflcio
de depositario geral desse termo, creado pela lei
provincial n. 329 de 6 de junho de 1852.
Os pretendentes daverlo habilitar-se na forma
da lei, no prazo marcado no supa dito edital
0 secretaria,
Joao Diniz Riboiro da Cuolta.
Descarregara hoja II d janha de 1874.
Palhabotearaericano S. C. Ecaiis farinln de
trigo ja despachada para o caes da A-
polio.
Brigae portngaez -Maria Helent pedras para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Vapor nacional -Ipojuca generos nacionaes para
o trapiche da companhii pernambucana.
Iiiipitrta^iSo.
Vapar nacional Ipojuca, entrado dos portos do
norte em 10 do correote e con^ignado a compa-
nhia pernambucana de navegacao costeira, mani-
festou : .. _
Algodao 118 saccas a Francisco Vieira Perdigao,
130 a A. F. da S. Leal, 70 a E nesto D. de Albu-
querque, 34 a Cuuha Irmaos &C, 4i a Julio G.
P Barreto, 20 a Gomes de Mattos & Irmaos, 14 a
J. Baptista da OKveir'a, II a Felix Pereira da Silva
8 a Alfredo Garcia & Irmao.
Baleeira pertenoas 1 ao presidonte da pro-
vineia. _
Cbapeos de aalha 4 paeotes a Davin 4 ternan-
des. Couros salgados 249 a J. B. de Oliveira,221
a Oliveira, Filhos & G. 200 a Keller & C., 168 a
Augusto M. Machado, 64 a J. C. P. Barreto, 44 a
Ernesto D. de Albuquerque. Cobre velho 2 caixas
a Joao Pinto. Cafe 4 saooca a C .sta & C, 1 a R
R. de Mello Junior. Ga>oa 45 garaj ws a Cunha
lrmrio3 & C, 3 a Moraes Irmaos. Gourinho 330 a
F. Pereira da Silva, 280 a Ernesto D. de Albuquer-
que. .
Qaeijos 8 caixas a Cunha Irmaos & G., 6 a or-
dem 4 a FeTnandes 4 Irmao, 2 a Carpinteiro Fi -
Iho & Sobrinho, 1 a P. Osorio de Gerqueira, 1 a
J. C. P. Barreto.
Sola 346/2 a Luiz Antonio Siqueira, 330/2 a
Beltrao & Fitho, 300/-a-doraes de Malta? |rmaos,
32 a Davin & remanles.
Vapor raciooil Penedo, ealrada dos portos do
sui na mesma data e consignado a Antonio Luiz
de'Ofivaira Azevedo, manifestou :
Ctiaros 3-csias a Beltraq & Filho
SsKeos vazies 4 volume a M. Jose Alves.
'Vapor poftttgoez Julio Diniz, entrado dos portos
do sui. Oa mairoa data e consignado a E. R. Ita-
bello & C-, manife8taa :
af l7saoeos a THo Llvio Soares. 25 a An-
tonio Francisco Corea, 30 a Magalhaes-'A Irmao.
40 a Joamim Jisseda Costa Leite C, 45 a Fer-
nandes da Qosta^C., SearaiHa Amaral &
C 2a Maaoel D. deFigoeirado, SO a. A. J..Leal
Rete, 3: a Lbre A Reis, 20 a Jaaqaim Jose de
Azevedo.
Fumo 102 robs. WMatas inteiras e 60 ditas
Aoisui arB6f rao< & Filfto, f)|)awtes afBaurgard
_ Csrga da aaha.
Bacajio SjjB aarriats a J. J. R.jdrigues Men-
das. Sfo mtSarflCa^ a'PWreita'TOrneiro &.C.'
Charnios 5 caixaa aBouTgaM & C.
Fazeriaas 6 caixas a SomTrard'MettleT & C.
Lnugem 1 caixa a Barente Vhtflna &,C.
'SKlfR 300 saccos a PWetra tSrnofro 4 C:
Brigue bespantiol P^pifo, otftra do de Paysan|ii
aa masma dtta'e Coniigriado a Amorim Irmaos l&
C, mamfaatou :
Coufd* scc6s 30.
Uihguao *M 5,60.
Xa*qJrel7B,637' ttttoa, a ortem.
DESPAGaOfliW^HaTWIWM^y 9t DiA 0 Dh
JUKaOBKB7
9an as aortas do txla.io;.
*a galera aortagu-iza. Bu\%na, para Ljvor
0 Dr. Can liJo Valeriauo da Silva Freire,
juiz municipal o de orpbaos da villa e ter-
mo da comarca do Cabo, da provineia de
Peruambuco, por S. M. I. e Constitucio-
nal. a quem Dous guarde, etc.
Fafo sabr quese acha em concurso, pela
quart a vez, com o prazo de 60 dias conta-
dos da data deste edital, o officio de deposi-
tario geral deste termo, creado pela lei pro-
vincial n. 527, do 10 de junho ch 1862, e
os concurrences deveraa aprosentar-se habi-
litatios na conformidide do decroto n. 817
de 30 de agosta de 1851 e 5 de Janeiro de
1871.
E para j.ue cheguo ao conhocimento de
todas, manlo que este seja aflixado no lu-
gar mais publico desta vi Ij, remelteudo-so
copia para a secretaria do gover no desta
provineia de Pernambuco. Dado e passsdo
nesta villa, termo e comarca do Cabo, da
mesma provineia, ao 1 de junho de 1874.
Eu Manoel Jose de Sant'Anna Araujo, es-
crivSo, escrevi.
Candido Yaleriano da Silva Freire.
Conform-} o original afliiad) no dia era
supra.OescrivSa, ManoeiJose" de Sant'An-
na Araujo.
Commands das arm.i.-*
l-'az-se saber as pragas dos extinctos corpos de
vohitftarios da patria, abiixo menclonados, que
pela reparticao do ajudanta general, com offlcio n.
4,788, de 14 de abnl ultimo, nesta data reeebido,
foram remettidos ao mesmo commando 03 diplo-
mas, fitas, -pasiadores e medalhas da campanha
geral do Paraguay, para lhe serem entregues :
consegaintemente podem vir ou mandar pessoa
autorisada receber os seus diplomas :
Corpon. 11.
Soldado Antonio Ferreira de Moura.
Corpo n. 42.
Soldados Antonio Manoel do Sacramento
f Clemantino Ferreira de Souza.
Carlos Pereira de Soua?.
Diogenes Alves de Araujo.
Joao lose da Silva.
Jos* Soares de Lima.
Joaquim lose do Jfascimento.
Marcoliao Jps6 Bento.
Secretaria do comrtarilo das armas de Pernam-
baoo, em 10 de junho de 1874.
0 tehente coronet secretarro,
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
em ing.ez ; Antopw d*SUva. Cabral, 14 cm fraa-
cef e 14 em inglez ; HeririqAe da HpJlanda Cha
con, 4 era francez e 2 em iqglaz ; Rodolpho Joso
da Sih-.o, 6 em inglez ; Joaqaim Pereira du Rego,
9 em inglez e 5 em awthrnilici ; Xisto Xavier da
Cruz, 12 em inglez ; Maudel Gleiaentiao 4e Oli-
veira Scoret, il. em. phiiosopbia,; Manoel Maria
Tavares da Silva, 8 em pbiEonhja. r Frajjcisco
1'inlieira de Almeida Caslro, 4 em pbiloaophia .
Franchco da Rocha wanlprley, 3 am traticez .
Dazilides Gelulio dc'Leiroi e Siiva, 7 em-nMosn-
phia e 5 em geographU ; Ftaiciico llaplaPD T-.;-
xeira, 10 em pn:losoplua e 10 em arHhraatka .
Joso Machado da.ACotta Pimentel, 6 em philosophic
e 4 em geographia ; Maflo*i CaeUna Gy.ueiro d -
Almeida e Albuquerque, 16 am arithmetic:! ;
Eduardo Correia do Rego Barros, 3 em arrtbm.'-
lica e 3 em rhetorica; Turiano Luiz Meira d^
Vasconcellos, faltoa todo o uez ; Joaqaim Domi
:io Leopoldino Ferreira44 era aritfcmetlca e 3 em
rhetorica ; Goiefredo alos(iMf>ita Veiga Pessoa.
16 em mstruccao prinjar^a;. Padro. Maica>a da
Veiga Pessoa, 10 em ins,tfuc(ji'a pxiawtia ; Ala
xandre da Silva Labial, 12 em iaslruccao prima-
ria.
0 sficrelaiio,
Celso Tertuliaao Furnania* QuaiUUa.
0 Dr. Luiz Ferreira Maciel Finbeiro, juiz
subatituto do juizo especial do coiumer-
cio n'esta ciJa/k da rletjrfe do Pernam-
buco, por s. *&:&:jmr\
Faco saber aos qne o [iresaata adilal virem a
delle noticia tiverem, que ao 4p 2o do jootm do
eorreate anno se ha de affwaaatar por svnda a
quem mais der em praca pabluia desm juizo, u*>-
pois da respectiva audiencia. u sosuiute : 54 pi-
re-de botiua" de ordovao a do e-*ko de pore
para horaem a 3*200 cada pas ; 16 diijs i-ufeita-
las, de panno, para senhora a 34500 cada par. Pe
nhorados por execucao de Rodrigues Irmao &
Guimaracs, contra b'rancisco Ferreira da Silva,
E nao bavendo Umjador qiu cubra o preco da ava-
liaeaa, sera feita pelo preco da adjudicacao. na
forma da lei.
E para que chegue ao conbeeimento it todos,
mandei passar o presente, quo sera publicad > pela
iinpreo-a e allixado do lugar dia costume.
Recife, 10 de junbo de 1874.
Eu, .Manoel Maria Hodriguas do Nasci-
meuto, escrivao, o sobscrew*
Luiz Ferreira MacielPinheiro.
P la tnesauraria provincial so faz publico
que foram transferidas para o' dra 18 do corrente
as arrematacoes seguintes :
Ponto sobre o rio Serinhaem no lagar do Pao
Sangua, orcada em 9 570iO0O.
Obra da bomba para o povoado dos Montes, or-
cada em 1:980*000.
Ubra dos reparos urgentes na subwa do barro
na estrada da Victoria, orcada em 1:647*800.
Reparos da ponte do Trapiche, orcados em
LOoOsO 0.
Fornecimento dos medicamentaa uuasis pre-
cisos a enfermaria da easa de aateacio.
Secretaria da thesouraria proviaeial fcrnam-
buco, 6 de junho de 1874.
0 official-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
De ordem do lllra. Sr. engenhelro chefe da.
reparlieao =! as obras publicas, se faz publico qua
em viriude e requisic.Io dos contratantes da ponta
que lem do ser construida em subssituigao a actual
ponte da Boa-Vista, Qca prohibido o transilo pu
blico pela vclha ponte, conform* foi deliberado
por S. Exe. o Sr. presidsnle da provineia, em 0
do corrente.
Secretaria da repartirjio das obras publicas, 0
de junho de 1874,
0 1.' eseriptorario,
Joao Jaaqaim de Siqueira Var-jii
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuco.
se faz publico que as II horas da raanha do dia 12
do corrente, se ha de srremalar, hvres do direitos,
e sujeitas ac imposto da capatazia, C8 duzias e 11
vassouras de pi ssava, vindas de Liverpool no
navio portuguez Arabella, entrado em 25 de maio
fiado, avaliadas par 7718i6, e abandonadas aos
direitos por Manoel Jose Gancalvas Pereira.
Alfandega de Pernambuco, 9 de junho de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de CarcxUio Beis
Edital n. 174.
Pela insptctoria da aliandegase faz publico, qne
nio tendo siloretirados dentro do prazo marcado
em edital n. 163, 03 10 barris do marca A J D ns.
135/144, pertencenu-s a Antonio Jose Dantas. "
conteado verniz, vinJos A*. Liverpool na barca in-
;deza Oora, entrada em 6 de dezembro do anno
proximo passado, serao arrematados a porta desta
reparticao, hvres dedireiDs e sujeitos ao impost"
da capalazi.., as 11 horas da manha do dia 13 do
corrente.
Alfandega ue Peruambuc->, 9 de junbo de 1871.
0 inspector,
Fabio A. de Cirrallio Reis.
0 cidadio Joao Baptista do Reap, juiz de paz do
2. anno desta freguezia do Recife, em virtude
da lei, etc.
Faco saber pel) presoote que nos termos do
artigo !. do decreto n 1965 de 15 do setembro,
dentro do prazo de 30 dias, conlados da pub ica-
ci) deste edital, recebera este juizo, propostas
por cartas fechadas para a arreraataca> por venda
da escrava Autoni), parda, quitandeira, maior de
50 anno3, com as pernas inchadas, avaliada, por
ser doente, cm 2003000, a qual foi penhorada por
execucao de Manoel Antonio de Jesus eon ra An-
tonio Goncalves da Silva, a qual escrava acha se
depositada era poder do mesmo executado.
E para que consle, mandei passar 0 presents
que sera publicado pela imprensa e afDxado no
lugar do eoataoMt
Dado e passado nesta freguezia de &. Jase do
Recife, aos 6 de junho de 187 i.
Eu, Jose Gouealves de Sa, escrivao de paz. 0
Bscrcvi.
Freguezia de S. Jose, 6 do junbo de 1874.
Joao Uaplista do Reg".
-----
SE8LI
Secretaria do Gymnasio Provincial de Por-
natibujo, a de junho de 1874.
Pur Mia ssceatarla se be publico a quem inte-
ressar possi, os nomes dos alumno3 "etternos, a 0
numero das faltas por elles dadas nas respectivas
aulas, duftoj* .offcz.de aia praaamo findo, a
sao os sefalriMe :
Urbaaajtfqkda.de Aiiaaida, 3 em latim e 3 9m
lingua .nacional ; Jose Joaquirii PSreira do Rego,
Vein latim ; Jole Ansel mo de Piguairedo Santia-
33, 3 am laira ; Manoel do'Nasoirnento Borges
Leal, 6 em latim e 4 em lingua naefoaal ; Jose da
Vasconcellos Bor*eLa%L 4 am laiira e 2 em lin-
gua nacionaP; BanMlMtratra Dias, 3 em latim e
\ era Liagua nachaal; BelUrmim Guedes Cesar
GonHH Vm Upgua mciolal ll m fttnoei ;
Antonio Ferreira da Costa, 20 em lingua nacional ;
Goilherme Ferreira Pinto, 4 em lingua nacional
Juizo de ausentes
Previne-S3 a qu-1
1. Sr.
pooLat5|ou : A. aoyo i^ *W m 75^)001 VfarooB Joio da MV,^ #m tW|M !B4wal e W
-.
m interessar possa, que par
ordera do Exm. Sr. desembargador juiz privativ-
de o:p aos e ausentes desta cidade, em virtude J
precatoria dirigida a este juizo, pela de ausents>
do termo de Agua Preta, comarca de Pal. ares,
passada a requerimento de Joao Fernandes Bap-
tista, testaraenteiro e inventariante dos bens do
fallecido Manoel Jo>e .Vianni, sera arrematado em
face do decreto n. 1695 de 15 de setembro de 1869
um escravo pertencenteaoespolio.daquelle flnado.
de nome Faustino, crionl de 19 aanes de idade.
soiteiro, agricultor, natural desta provineia, ava-
iiado por 1:300S
Em virtude do qne sao convidadas todas as pe--
soas que preteaderem arremala-io, a apresenta-
rera suas prooostas dentro do prazo de 30 dias, a
contar da data daste, devendo 0 referindo testa-
raenteiro, que e morador na travessa da Madr--
de Deos n. 18, apresenta-lo aos licitanles, afim d.-
quepossam basear suas propostas. Recife, li de
maio de 1874.0 escrivao interino,
Joao Tiburcio da Silva Guimaracs
' SANTA CASA DA MISRRICOHD1A 1)0
RECIFE.
A Hlma, junta administrativa da santa casa d
ilisericordia do Recife, manda fazer publico que
aa sala de suas ses3oes, no dia 4 de Junho pe-
las 3 horas da tarde, tem, da ser arreroatadas a
juem mais vantagens offerecer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas des pradio3 em seguid.a
ESTABELECIMENTQ DE CARIDADE
Travessa de 8. Jose.
Gasaterrean.il.......WUOtn.
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32..... 0*00t
Ciuco Fooaaa.
asaterrean. 114 ; 36W50"
RuaaaViraOao
Idem n 74 .....mUOW
Peate Valba.
Idem n.31- -- 156*{XK
Rua de Antonio Heoriqaaa.
rdem V" *****
Rua do Vigano.
!. andar do sobrado n^47. ?5^.-"'
Eojaidem.........- 37^tV)v,
PAJRIMONIO DOS 0PUAOS.
Rua da SsnzaRa vtiai.
Gasa terrea n.'W. \ 209*OOc
Roo ds Boias.
Sobrado a. I* 4#0O(V-
Spferaio n. 14 ff?cha%.- lflQOifQ?*
ClltaSI
'


1
*>
Diario de Pemambu< .-* Quinta feira 11 4r Junto Caia term .
Idem d. 3% .
Idem b. 39
|Rua do Pflar.
100......tttJOOO
Bus do Araerim.
Una da Guia.
122*000
WtJOOQ
ftm i.-rs Larangeiraa.
^n terrea b. 17 .... S6i*00(
Os pretesowrtes *evwao apresentar do acto da
*jTwnatqfc> as mas fiaocas, ou comrtarecerere
acompanhados *is reepetliTOs ttadores, devendc
i>afar tln da rend*, o premio da quantia eu
cue for wjwo o preo qae comiver estabeleci
omsio commercial, assfcn como o service da lit*
9ea preo/* do* apparelbos.
SeereUritt da sant* casa da miserieordia do n
Ala, 17 #> niarf* o da 1874.
0 escrivao
| ______fwVo Modtiyux de Souza.
Luso-Brasileira
De o.-aem do Exm. 9r. presidente do eonselho,
foiadiaoaasessio da assensfclea geral extranrdi
naria, apraadada para* dia 12, para quintafeira
18 do oerreate, as 6 boras da tarde.
Secrelaria do eonselho fiscal da sociedade bene-
ficent* Lnso Brastleira em Pernambuco, 10 de iu-
nho de 1874. '
Andre M. Pinheiro,
1* secretario.
PonfydaBoa Vista

Os empreiiawM 4a nova ponle da Boa-Vista fa-
aem publico, qoe havendo recebido autorisaeao de
S. Exe. o Sr. pmiiaola da provincia para demo-
lir a velha poate, afwi de construir-se a nova, pre-
vinem ao respsttaweloublico, que de segunda-feira
proxima, li do corrente, em diante, cessara por
alii todo o trattsito, tanto para vehieulos como para
pessoas a pe. Recife, 10 de junho de 1874.
Watson 4 Smith,
^_________Empreiteiros.
ianda.de do sS. lacnuaento da
mntrig da fregaesia de S Jomo do
Beetle.
Nao tendo sido possivel por falta de numero,
proeeder-se no doraingo 7 do corrente a eleicae
da mesa regedera desta irmandade sio de novo
convidados os nossos charissimos irmaos para do-
raingo 14 do oorreate, as 10 libra* da manha" na
rnatrit de S. Jose, aftm de se proceder a elei.so
4a mesa qae tern de funeciouar no anno de 1874
a 1875.
vireiro alii existoote.
Os pretendentes deverao apreseniar-se muni-
dos de cartas de fianca*.
Secrelaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 3 de janho de 1874.
O e*crivao,
Tedro Rttliigues de Sonza.
Confraria do Senhor Bom Je-
sus da Via-Sacra da igre-
ja da Santa Cruz.
De ordem do nosso irmio provedor, convida
pela *erceira ve/. a todos os nosso* charjsslnos
innios confrades a couip>*cerem em nos*o con
sistorio pelos 6 horas da tttte do dia 12 do an-
Janle mez, afim de qua, reuaidos em mesa feral,
se cnnclna a eleirao que foi adu.i.. ua -tessao de
30 ro legal.lie a nfniioiiaAo no o qce preceitna o
artigo 40 do uosso cdiMf-romisso.
Consistorio da confraria do Senhor Bern Je:us
da Via-Sacra, 8 de jaoha de 1874.
Servindo de escrtvao,
______________Marceiino Jos6 Pupe.
Espectaeolo em beneflcio dos actores Emfliano
e Procopio.
Comedia era 3 actos, original braiileiro :
Terminari o cspecUcul i com a contsdia 'em
acto, urnaua d ranto e danca I;
iVinci^iara a* J| floras.
Os beneficiados pedein a pr.rtwcao do illtinra-
de publics leia capital.
'
o
Companhia FideHdade
egnra maritimo* errestjrea
A ageocia desta companhia toma seguros ma
ritimos e terrestres, a premies razoaveis, dando not
ultimos o solo livre, e o setimo anao gralnlto ao
segnrado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
51 Rua do Apollo 51
COMPANHIA
DO
BEBERIBE
rntaadade do S. Sacramento
do Recife.
De coaformidade com o comproroisso, convido a
mesa regedora, afim de se reunir no consistorio
da nossa irmandade, domingo 14 do corrente, pe-
las 11 Noras da manha, para dar posse a nova
tneaa regedora eJeita.
Uecife, 10 de junho de 1871.
Jos6 da Silva Loyo Sobrinho,
Eicrivao.___________
Irmandade de V U. do lloin Parto,
it er eel a ama iyrejn de S. dose de
Riba-mar.
Nao ?e tendo reunido numero de irmaos no dia
7 do corrente para rae.a geral, san de novo con
vidados para o dia 14, as 10 horas da manha.
Consistorio da irmandade de N. S. do Bom Par-
to, 10 de junho de 1874.
Jose V. de Mello,
_________t______________Secretario.______
Pela recebedoria d3 rendas internas geraes se
iaz publico que e neste mez de jnnho que se fin-
da o prazo do pagamenlo, sem multa, do 2.* se-
mestre da deciraa addicional, relativo ao exer-
cicio corrente de 187374 ; depois do que sera
cobrado com a raulta de 6 por eento.
Recebedoria de Pemambuco, 10 de junho de
O administrador.
_____ Monoel Carneiro de Souza Lacerda.
SE DEVE
SANTA CASA DA MISERICORUIA DO
RECIFE.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to dos generos abaixo declarados, que teem de
con?umir os estabelecimentos pios a sea cargo,
exceptuando o hospital Pedro II, no trimestre de
julho a setembro vindouro. Recebe propostas na
sala de suas sessoes, pelas 3 horas da tarde dia 18
do corrente.
Aletria, kilogramrao.
Aguardento, litro.
Azeile doce, idem.
Arror, kilogrammo.
Bacalhao, idem.
Banha de porco, idem.
Batata, idem.
Cha bysson, idem.
Cafe ein grao, i em.
Carne -ecca, idem.
Cebolas, cento.
Farinha de mandioca da terra, litro.
Feijao, idem.
Farello, idem.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gaz, lata.
Milho, sacco.
Manteiga, kilogrammo.
Potassa, idem.
Rape, idem.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Tapioea, kilogrammo.
Toucinho, idem.
Velas de carnaiiba, idem.
Veias stearinas, maco.
Vinagre de Lisboa, litro.
Vinhotinto, idem.
Vinho branco, idem.
A junta administrativa da Santa Ca?a da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecimen-
to de pao e bolacha que teem de consumir todos
0? estabelecimentos pi s a seu cargo, no trimestre
de julho a setembro, e recebe propostas na sala
de suassessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 18
do corrente.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o forBecimen-
to de assucar refinado, que teem de consum r to-
dos os estabelecimentos pios a seu cargo, no tri-
mestre de julho a setembro, e recebe proposta? na
sala de suas sss oes, pelas 3 horas da tarde do dia
18 do corrente.
A junta administrativa da Santa Casa da Mise-
ricordia do Recife precisa contratar o forneciraen-
to de carne verde que teem de consumir todos c s
estabelecimentos pios a s:-u cargo, no trimestre de
julho a setembro, e recebe propostas na sala de
suas sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 18 do
corrente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 8 de junho de 1874.
0 escrivao
^_____Pedro Iiodrigues de Souza.
Consulado provincial
Pela adrainistrpcao do consulado provincial se
faz publico aos respectivos contribuintes, que do
1 de junho vindouro por diaute coraeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 21
do regulamento de 16 de abril de 1842 para a
cobranca a bocca do cofre, do 2 semestre dos im-
postos da decima nrbana, 8 0.0 sobre bens de mao
morta, e (0 rs. por litro de aguardente consnmida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao satislizerem nesse prazo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 de
maio de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Uachado Rios.
No dia 17 do corrente, pelas 12 boras
da manha, terd lugar no escriptorio da
companhia rua do f.abuga" n. 16, a arre-
matacSodos chafarizes e bicas porbairro,
n3o se admittindo propostas que compre-
hendam inais de um bairro, o nem por es-
paQo maior de um anuo. Os Srs. licitan-
tes pod em compart cer com seus liadores ou
declararao dos mesmos no mencionado dia,
ou antes no respectivo escriptorio, onde me-
lhor puderao informar-se das condirOc-s do
contra to d'arrematacao ; devendo ser essas
propostas em carta fechada. Declara-se aos
Srs. licitantes que o pagaraento sera* feito
era sedulas.
BASES SOBRE AS QUAES
LANQAR.
liairro do Recife.
Chafariz e bica do caes do
Apollo. Dito da rua do Bom
Jesus. Dito |da praca de Pe-
dro I. Dito e bica do Forte
do Matto.... ............ 18:5(J03?0O0
Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do Car-
mo. Dito do largo de Pedro
II. Dito do largo do Para-zo.
Dito da rua do Marquez de
Herval. Dito da rua da Con-
cordia.................. 23:500^000
Bairro de S. Jose.
Chafariz do largo da Ribei-
ra. Dito da rua de Vidal de
Negreiros. Dito da rua Im-
perial. Dito da entrada da
Csbanga. Bica no extremo
da ponte dos Afogados..... 28:01633000
Bairro da Boa Vista.
Chafariz do caes do Capi-
baribe. Dito da rua d'Aurora
Dito da cidade nova de San-
to Amaro. Dito da rua do
Principe. Dito do largo da
Soledade. Dito da caixa d'a-
gua dos Pires. Dito da praca
do Conde d'Eu. Dito da rua
de S. Goncalo. Dito de San-
to Amaro das Salinas...... 19:5020000
Passagem da Magdalena.
Chafariz do largo do vivei-
ro. Dito entre duas pontes.
Capunga.
Chafariz da rua das Per-
nambucanss.............
Monteiro.
Chafariz dessa povoacao.
Apipucos.
Chafariz dessa povoacao..
Escriptorio da companhia
9 de junho de 1874.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodriguas Valen$a.
Rio de Janeiro
preteode seguir cum muiu breviiUde'o brlgue na-
tional ItaM.Vtm pane -de sea carregamento en-
gajado ; e para o resto que lne falta, trata-se com
o sea coasignatarlo Aateoio Luiz de Oliveira Axe-
ved, rua do Bom Jesas n. 57._____
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
^avegaco eostIra a vapor.
MACKI6, ESCAt^S, PKNEDO E AllACAJU'.
0 vapor Japtaribe. com-
mandante Julio, segni-
Ti para os portoa acima
no dia 15 d* junho proxi-
mo as 5 horas da tarde.
Recebe cargaatfodia
13, encommendas, nassa-
Jeiros e dioheiro -a frete ate as "3 horas da urde
0 dia da sahida:: escriptorio no Forte do Mat-
toi a. 11___________
Pacific Steam Naviffatloo Qmuu)
ROTAL MAIL STEAMER
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poneos dial
de demora a barca portugueza Feliz UniBo por
ter a maior parte de sea carregamento enfajado,
s para 0 resto que I he falta, trata-se com oa coa-
eignaurios Joaqulm Jose Goncalves Bettrio Pi*
*ho, a ma do Commercjo n. -i.
Libra-, eslerliuas.
Vendem Augusto F. d'di-
veira & 0.
Rua do Commeroion. 42.
(leara.'Macao e %mm.
Para os refcridas *pfUi> pr'etende seguircoma
passive, brev:dad^ o hiate tiicil, por ter alguma
carga engajada e para a qu-. the falta, trata-ae
eom os cotjsignalario.N loaquim J.ise (k.nc:ilves
DeUrav. A Fifh,., 4 rua do Qommercio b. 5.
LEILOES.
LEILAO
Espera se da Enropa ate o
dia 21 do corrente e seguira
para Rania, Rio de Janeiro,
Montevideo, Ruenos A y r e s,
Valparaiso, Arica, Islay e Cal-
lao, para onde recebe-a pas-
sagetfos, encommendas e dinheiro a frete.
* t B-,T^ sanirt antM das tres horas da tar-
de do dia da ?ua chegada.
AGENTES
Wilson Rowe A C
14RUA DO COMMERCIO-14
DE
1 theodolito.
1 mira narlante.
1 bussola.
1 graphometro.
Instruments de engenheiros, todos elles novo*.
A'STT HORAS DA SANtlA
Na
Feira 'Semanal
16Rua do Imperador16
______________ARMAZEM.______________
Imporlaiile leilao
DE
S veoa com eapeQts para noitas.
5 meias chapeAmas.
| apparelbo para cabeca e pelto.
3^j lijapeos de castor branco e preto.
\'< ditos de palna pintada para homen.
7 dito* d dita branca.
13 ditos de merino.
21 ditjg de meia inassa.
5 ditM de ma*sa tin a.
10 ditos de palna para meninos (finoi).
3 dnziaa e 4 chicotes para iHonlaria.
16 beng las Anas, cabo de osso.
3 chicotes com apitoi.
0 beugalas de volta
3 chicotes linos para montaria.
Sapatos d tran^a do 1'orti.
Ditos de charlote.
Ditos de casemira.
20 ducia< de oleo phiioeome.
2 caixMs cam 100 pecas de franj.i de scda.
8 vtwtidos de phantazia.
P"ranja> brancas, Uc la n algoiao.
Linha*, trancelin.- preto*, bruxes, hrincos. espe-
llios de mao, e niuikw onlru ibjictos que por
setoraar eafadooho deixa de mencionar, os
quaes esUrao patentes a visu dos Sr*. compra-
dore*
I^iquiditeAo
ao correr do martello
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
A*' 11 boras en ponto.
No 1." andar da rua do Vigario Thenorio
n 11.
Pelopreposto do agente Pea-
tana
=
Leilao
4 II AR4.il |(^ It*; | M*
COMPANHIA FMNCEZA DE NAVE-
GACAO A VAPOR
LINHA MENSAL ENTRE 0
avre, Lisboa, Pernambuco, Rio dc
Janeiro, (Santos sonaente na vol-
(a) Montevideo, Bnenos-ATres,
(eom baldeacao para o Roaarlo)
VUiLE DETRI0 DE JANEIRO
Commandante A. Flenry
Espera-se da Europa ate 24
do corrente, seguindo depois
da precisa demora para os
portos do sul de sua escala
ate o Rio da Praia.
Relativamente a fretes, encommendas e nas-
sageiros, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D^OLIVEIRA 4 C.
i2Rua do CommercioEntrada pela rn*
do Torres.
a americana e brasileira
de papeles a vapor.
No dia li do corrente
e esperado do norte o
vapor americano South
America, commandan-
te Sinklepangh, oqual
depois da demora do
me, segnira para Rahia e Rio de Janeiro
1 ara fretes e passageiros, trata se com os agen-
tes Henry Forster A C, rua do Commercio n. 8,
do
V59069O
6019200
2014000
1335000
Beberibe,
ADMINFSTRAUO DOS CORREIOS DE PER-"
NAHRUCO, 11 DE JUNHO DE 1874.
Malas a cxpedir-se
l elo vapor nacional Penedo, esta administracao
expede malas para a Rahia, Sergipe, Penedo, Ma-
ceio, e Jaragua hoje(li).
necebem-se jornaes, impresso3 e cartas a regis-
trar, at6 2 horas da tarde, cartas ordinarias ate 3
horas. e estas ate 3 1)2, pagando porte dnplo.
AfTonso do Rego Rarros
Administrador.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegacao eosteira a vapor.
fARAHYBA,NATAL4MACAO, MOSSORO*. ARACA-
TY, CF.ARA, MANDAHDE ACARACU
0 vapor Ip juca
commandante Moura
seguira para os por-
tos acima no dia 22
do corrente mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 21 do corrente. encom-
mendas, dinheiro a fre:e e passagens, ate as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : 8scriptorio
no Forte do Mattes n^ll
C6MPANinA~PERlUMBUCANA~"~
DE
\avesacilo eosteira a vapor.
Para Maceid em direiiura.
0 vapor Jaguaribe segue no
dia lo do corrente as S horas da
tarde em direitura a Maceio e
dahi a Penedo e Aracaju.
meveis, louca, crystaes, prata, ouro e bri-
lbantes
pelo agente Dias
No armazem n. 68 da rua do Bom Jesns (antiga
rua da Cruz)
A's 11 horas da manha
Se vendera mobilias de jacaranda, a Luiz XV,
com tampo* de pedra, ditas de mogno, excellentes
piano* de jacaranda, com 3 corda* e dos melho-
res fabricantes de Paris, guarda-loucas, guarda-
vestidos e guarda-roupas, tudo de amarello, se-
cretarias de jacaranda, ditas de amarello, camas
francezas, 1 magnified lavatorio, obra perfei:a e
bem acabada, commodas, meias ditas dejacaran
da, mesas para jogos, costureiras de mogno, ditas
de jacaranda, mesas elasticas de 3 e 6 taboas, ca-
deiras para pianos, diUs para coslura, quartinhei-
ras, bercos e camas para meninos, cabides, mesas
para engommado, cadeiras avulsas, con,solos, mar-
quezas, marquez5es, lavatorios de mogno, com
guarnicao de pedra, dito de vinhaticc, e mnitos
outros moveis pertencenles, em sua quasi totali-
dade, a uma casa commercial, em liquidacio, os
quaes serao transportados para o referiao armazem,
e ahi expostos ao exame dos Srs. concurrentes,
certos de que a occasiao e a mais favoravel para
se proverem de excellentes moveis porprecosli-
mitadissimos. Assim como tambem se vendera
em continnagao diversos relogios de ouro e prata
e dilrerentes ioias, como: anneis, voltas, botoes
para peitos, alfinetes com brilhantes e sem elles.
Assim como apparalbo de porcelana para almoco
ejantar, copos, garrafas, compoteim, porta quei-
jo, o que tudo sera vendido pelo maior preco, li
vre de toda e qualquer especulacao.
Santo Antonio
Armazens da companhia per
nambucana.
icfuroN contra o logo
A companhia pernambucana, disponao de ex
cellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garanttndo a maior con-
servacio das mereadorias depositadas, service
prompto, preco* modicos, etc.
Tambem recolbera, mediante previo accordo, ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejadqs e commodos,
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos de
enpim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com queai
Ouinta feira II de jimiio.
Drama era 1 prologo e 5 actos :
A eslalua de carne.
Terminara o espectaculo ^com a representacSo
da comedia em 1 acto :
Os medrosos.
Principiara as 8 1|2 horas.
COMPANHIA PERNAMRUCANA
DE
\avegacffo eosteira a vapor.
Rio Formoso, Barra Grande, Porto de Pe-
dras, Camaragibe e Maceid.
0 vapor Coruripe, cemman-
dante Santos, seguira para
os portos acima no dia 13 do
corrente as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 14,
encommendas, passageiros e
dinheiro a frete ate as 2 horas do dia da sahi-
da : escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Parl
Segue em poucos dias ao porto acima a barca
portugueza Arabella, pode ainda receber alguma
carga a frete : a tratar eom Antonio Ferreira de
Almeida : na rua da Madre de Deus.
1UEATR0
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
De ordem da Illma. junta administrativa vai de
novo a praca de renda, no dia 11 do corrente, pe-
las 3 horas da tarde, per ante si, a Una do Noguei-
ra, pela quantia de 1:0004, sendo o arrematante
pbrigado a fazer os concertos de que precisa o
.EMPREZAUMA PENANTE
Aviso.
0 espectaculo annunciado para quinta-feira 11, nao
pode ter lugar nor se estar promptificando, para
sabbado 13 e domingo 14 do corrente, o draraa-
sacro :
Milagres de Santo Antonio
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
VICESTE
Sabbado 13 do corrente.
COMPANHIA
HESSAGEMES MAMTIMES.
l-inha mOnsal
ERYMANTHE
Espera-se dos por-
tos do sul ate o dia
12 do corrente, se-
guindo depois da de-
mora do costume pa-
ra Rordeaux, tocan-
do em Dakar (Goree) e Lisboa.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com ,
OS AGENTES
Harismendy A Lahille.
9 Rua do Commercio 9
Grande feira
DE
trastes de differentes quali-
dades e feitios, pianos, me-
sas para jantar, carteiras
para escriptorio, camas
francezas, grande quanti-
dade de finos crystaes, ob-
jectos de electro-plate, es-
pelhos. dourados, candiei-
ros a ga z, objectos de ouro
e prata, relogios de algi-
beira, de ouro e prata, miu-
dezas, entre ellas, duzias
de botoes para collete, ii-
nhas de carritel, brincos
pretos, trancas, escovas
para sapatos, etc., quadros
com fioas gravuras, trans-
parentes para janellas, 1
porcao de palitos de den-
tes, quantidade de trastes
avulsos e immensos arti-
gos do uso domestico
Hoje
as 1 i horas
NA
FEIRA SEMANAL
10Roa do Imperador-16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
DE
umaarmagio de amarello, portatil, toda envidra-
da a moderna
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
a* 11 boras em ponto.
No 1. andar do sobrado da rua do
Vigario Thenorio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
cobu e risco de quern pertencer, de uma armacao
de amarello, portatil, toda envidracadi a moderna,
tendo aper as 16 mezes de uso, prestando-se para
qualquer negocio, podeado desde ja ser examina-
da pelos Srs. pretenlentes, na rua Direita n. 51.
Scvtal'cira 1 '& do corrente.
ASH HORAS EM PONTO.
No primeiro andar da rua do Vigario The-
norio n. 11.
Pelo preposto da agente Pes<
_______________tana.________
Agente Bias
LEILAO
DE
moveis e mais artigos existentes em o so-
brado da rua do Commercio n. 7, pri-
meiro andar
Sexla-feira 12 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA.
0 agente Dias, competentemente autorisado, le-
vara a leilao, no dia e hora acima designados,
todos os moveis e mais artigos existentes era o
mencionado sobrado
A saber:
Dons guarda-louca de amarello, com pouco uso,
2 aparadores de dito, 1 mesa elastica de 7 taboas,
2 espelbos, moldura dourada, 1 sofa de amarello,
2 consolos de dito, tampo de pedra, 2 bancas de
dito, tampo de pedra, 5 marquezoes de amarello,
8 cadeiras de dito, 2 consolos de dito, cadeiras al-
lemSs, jarros e bacias, lavatorios de ferro, figuras
e jarros para flores, bancos de amarello, vidros e
louca, 1 fogao de ferro, e muitos outros artigos
que estara5 patentes no dia do leilao.
A.os amantes do gamao.
Vende se triota pedras de marflo, novas, para
famlo : a rua do Imperador n. 71. ____

Feitor
Preci-a-se de um feitor : a Intit a*. n da
Bom Jesus n. 4?i, scgMndo andar.
)Airla iiarlicular de inslrrcaoj
ehiuentvr
Para o sexo ferainino
A profess ra, infra avijtuada, tendo-
se lubiliiado na forma da hsi, preiende
no dia .8 de*te mex abrir a na anla par-
ticular na rua do Maruiifz do Herval, ou-
tr'ora da Couc<~irdia n. ti7, node jiixk
ra ser procurada ; a* alunnas, alem de
se instruirem na* materiae qae consti-'
lui.'in a instruccao elementar, se habiljta-'
rao na arte de agulha, bordados de todas
as especies, obras de II e de flores, me-
diante gratificacao razoavel
S. Jose, 6 de junho de 1874.
Esmenia Jenuina Dias.
Massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de Souza.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jose Gomes de Souza, convidam aos respectivos
credores para apresentarem os seus titulos, afim
de serem classilicados, e dizerem acerca da venda
em leilao dos debitos a referida massa : dirigirem-
se a rua Duque de Caxias n. 46, i andar, das 10
as 3 boras da tarde.
Abreu & Vera*, era liquidacao,
Administradores.
Roga-se & pessoa que cotnprou, ou to-
mou de penhor, talvcz ba mezes, uns objec-
tos de prata, como talheres, etc., obra do
Porto, com as iniciaes P. A. S. em cadeia,
que querendo restituil-os ao seu proprio
dono, de quem foram subtrahMos nao mui
recentemente, e sd agora conhecida essa fa-
ll* dirija-se em carta fechada com aquel-
las iniciaes & rua do Cabuga" n. 7, loja de
ourives, que garante-se boa recompense.
y-'rsm. .
\..-ir 1
D. Joanna Baptista de Azevedo
TinOco, seus filhos, sen marido
Manoel Jose Tindco de Souia e sea
genro Manoel Joaquim da Costa
Carvalho, convidam aos sens pa-
rentes e as pessoas de sua amiza-
de para assistirem as missas que
mandam celebrar por alma de sua presada mai,
avo e sogra D. Thereza de Jesus Azevedo, falleci-
da na ciuade do Aracaly, no dia 27 de maio pro-
ximo passado, enjo acto tera lugar quintafeira
11 do corrente, as 7 horas da manha, na igreja
da Madre Dens e desde ja confessam s-u eterno
agradecimento. _______
D. Maria t'noodora Barreto TorreiadesaTeon-
vida aos parentes e araigos de seu finado marido
Bento Correia de Sa para assistirem no dia 12
do corrente, no convento da Penba e na igreja da
Torre, as missas que manda celebrar as 7 ho-
ras, pelo repouso do mesmo finado, primeiro an-
niversary de seu passamento, Ccando desde
eter&am'nte grata.
P
cai-
Agente Pestana
Leilao
DE
1 cabriolet de 2 rodas, americano, 2
xas com chamines, diversas duzias de gi-
ra-sol e diversis duzias de pistolas de 2,
i, 6, 8, 10 e 12 tiros
8exta-feira 19 do corrente.
A'S 11 HORAS EM PONTO.
No primeiro andar da rua do Vigario The-
norio n. 11.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
contae risco dequem pertencer, dos objeotos aci-
ma mencionados.
SEXTA-FEIRA 12 DO ^GitRENTE
as 11 horas eni ponto
No primeiro andar da rua do Vfgaio The-
norio n. 11.
Joaqnim Bernardo dos
Reis e sua mulher Cadida
Francisca Xavier dos Reis,
agradecem as pessoas que
se dignarara acompannar
os restos mortaes da sem-
Sre chorada Isabel Fer-
33ta, mulher de seu so-
brinho e. afilhado Dr. Jose Augusto Ferreira da
Costa, ausente na capital do Imperio, por isto con-
vidam a todos os seus parentes e amigos a assisti-
rem a missa do setimo dia que man lam rezar pelo
repouso eterno da Cnada no onvento do Carmo,
no dia 13 do corrente, as 6 I|2 da man1 a, ante-
cipandose desde ja aagradecer aquelles q;ie com-
parecerem a tao piedoso acto.
AVISOS OVERSOS
1
Precisa-se de uma ama
para cozinhar em casa de
pequena familia; preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Bom
negocio,
leilao
DE
2 carros de 4 rodas para o servigo da all'an-
dega e 1 magnifico boi
as I I h.>ras da manha
NA
FEIRA SEVfANAL
16 Rua do Imperador 16.
4 OHI'AMIIA lUKA^II.FIRA
DE
NAVEGACAOAVAPOR
Portos do sal
E' esperado dos portos do norte ate o dia 14 do cor-
rente e segnira para os do sul depois da de-
mora do costume.
Pan carga, encommendas, valores e passagens,
trata-se no escriptorio.
7-RUA DO VIGARIO-7
Pereira Vianna & C.
Rio Grande do Sul.
Seguira em poocos dia* o pataeho portngnez
Judith : para o resto da carta, trata-se com Pe-
reira Vianna & C, a rua do vigario a. 7.
Para o Rio Grande do Sal e Rio] de Janeiro
recebo-se carga a frete no veleiro brigne nacional
Arroi'o Mall; navio de 1 cla*se : a tratar com
I Silva ii Casclo, a rua do Marquez de Olisda n 60.
Grande e important
LEILAO
para liquidar
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
as 11 horas en* ponto
NO 1> ANDAR DA RUA DO VIGARIO THE-
NORIO N. 11.
3tIIITffiZ&S
0 preposto do agente Pestana, competentemen-
te autorisado por uma pesua qae tenciona liqui-
dar sens negocios, aflm de retirar-se para a Euro-
pa, fara leilao das fazendas e miudezas abaixo de-
clarada*
ASABER:
4 1|2 duzias de camisas de cretone de cares. .
4 ditas de ditas brancas.
4 l|2 ditas de linho bordado.
2 1(2 ditas de dito.
8 cercnlas de algodao.
8 ditas de linho.
Vende-se ou arren^a-se o grande predio
de um andar e sotao, sito na rua do Bispo
Coutinho, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas toas salus
de frente, um salao no sotSo, seis quartos
espacosos e fresoos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos," uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Acbando-se prepara-
do com tod s os moveis indispensaveis a*
uma grande familia, sera" assim vendido ou
sem os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da Uni3o n. 49, sobrado, atraz do
pac,o da assembler.
CASA DA IRTIaT
AOS 4:000^000.
BILHETES GAMNTIDOS.
I nio Primeiro de Marco (outr'ora rua dc
Crespo) n. 3 e cos as do costume.
O abaixo assignado, tendo vendido nos seus fe-
lizej'bilhetes um meio n. 76 com 4:000*, um
meio n. 3038 com 200* e outras sortes de 40* e
20* da loteria qne se acabou de extrahir (102),
convida aos possuidores a virem receber na con-
formidade do costume sera desconto algum.
Acbam-se a venda os felizes bilhetes garantidos
la 4* parte das loteria* a beneficio da igreja
d Santo Amaro de Serinhaem, (103*), que se ex-*
trahira no sabbado, 13 do corrente mez.
PREfOS,
Bilhete Inteiro 4*000
Meio bilhete 2*000
Ml PO&giO DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 3*500
Meio bilhete 1*750
Manoel Martins Fiuza.
nio e S. J
Avisa se as familias e mais pessoas que
dicam ao fabrico das sortes e bolos, que
ConfcKaria do Cnmpos
que devem pro-urar tiit-Mjuo e nccessari ,ara
o tal fabrico.
A saber :
Amendoas confeitadas para sorte?.
Castanhas ditas para ditas.
Papeis coloridos em folhas idem.
Ditos prepar. dos idem.
Estalos idem.
Massa de mandioca para bolos.
Manteiga fina idem.
Assim como tudo mais que e precise para os
divertimentos de Santo Antonio e S. Joao.
A saber :
Fogos, bolos e sortes.
Na confeilaria do Campos.
Fugiram do engenbo Ajudante, no anno de
1870, os escravos seguintes: 1. Francisco, erioalo,
preto, com idade de 28 annos uco mais ou me-
nos, altura regular, corpo regular, olhos grandes
e brancos, denies perfeitos, cabtllos carapinbados,
pes grossos, barba a cavaignac, bigode e pera,
uma cicatriz por cima do olho esquerdo, muito
conversador e risonho. 2.* Antonio, cabra, com
idade de 25 annos pouco mais ou menos, alto,
secco, olhos grandes e vermelhos, pouca barba,
cabellos um tanto soltos, dentes perfeitos, pes
compridos e seccos, ambos comprados ao Barao
de Nazareth. Roga-se portanto aos capitaes de
campo e as autoridades policiaes a captura dos
mesmos escravos, visto haver desconnani;a que
estao occultos na comarca de Pajeii de Flores,
ou Rio de S. Francisco, qne terao a paga de 600*
a quem os levar ao seu senhor no eugenho Aju-
dante, ao Sr. Emilio Pereira de Araujo.
de
S.
Aluga se a casa terrea n. 41, a rua 24
Maio, autiga praia do Caldeireiro : na rua de
Francisco n. 6. 1 andar.______________
Fugio do engenho Ajudante, freguezia da Es-
cada, no anno de 1872, o escravo Guilherme, com
os signaes seguintes : pardo, com idade de 23 an-
nos pouco mais ou menos, altura e corpo regular,
olnos grandes, cabellos cachiados, pes compridos
e seccos, rosto coraprido, alguns signaes de bar-
ba, nariz comprido e um tanto arqueado, urnas
sardas pelo rosto, faz algum movimento no andar,
desconfia-se que esteja na cidade da Parahyba.
Roga-se as autoridades policiaes e capitaes de
campes a apprehensao de dito escravo e ser en-
tregue ao seu senhor Emilio Pereira de Araujo,
no engenho Ajudante, e receberio por paca
300*000.________________________V '
Hontem, por volta de 3 1(2 horas da tarde,
perdeuse da rua da Aurora ate a do Imperador,
a quantia de 225*000, sendo uma nota de 200*.
dua de 10* e ama de 5*, embrnlhadas em pa-
pel azul; a pessoa qae a achou, querendo restituir,
leve-o a rua, Duque de Caxias n. Ill, que reee-
bera como gratincacSb 50*000.
TK)00^
Perdeu-ie da estacao de Gamelleira a Cinco-
Pontas, em um dos wagons, um embrulhozinbo
em papel amarello, 2 notas de 500*000 a pes-
soa qae achou e qoizer restituir a sea dono, di-
rija-se a rua Direita n. 33, qae se gratificara com
200*000. ^
Francisco Antonio Bastos declara que nJo
se responsabilisa por qualquer debito ou qualquer
cousa que se pessa em seu nome sem letrasna.
Da-se terra bem estrumada para plantacdes,
na obra que se esta a fazer oa rua do Leao Coroa-
do (outr'ora Mangueira).
Predio e terreno.
Quem quizer comprar a parte de uma casa na
Estra'a de Joao de Barros, com mnitos commo-
dos e am vasto terreno para planUcao, sendo a
estacao no portio da Casa : dirija se a roa Direita
n. 3, terceiro andar. ______
Mvdanca
Manoel A. Coelho avisa a todos os sens amigos
e freguezes, que mudou seu estabelecimento de
cabelleireiro do 1* andar n. 36 4 roa Duque de
Caxias para o Is andar n. 44 na mesma rua, es-
quina da travessa da rua larga de Rosario, endo
a entrada pela travessa.


.

V
I
if''
JC=
I,


Dfario
?
R&ate /also '
No die 9 do correate, os jorwes desta cidade
derim noticia de qae-pagava-w aos emprega-
dos do arseaal 4,|aerra', portra ao passo quo
npj* slo !! ao mrz, nem ao turns ha quota para
te ,:Ka H3fl4ii*-jjo !u os [).ibre eniprogados
at6 hole sem dinheiro, para os ratios de sua sub-
sisttoda
Chain imc>s a .attencio da quam cnmfetir para
esAe eMi aconteca.
lugio no dia, 2u abur uiutuuu i.as.-au.i n
wcraro Beaedieto, rioulo, de tor preta, tern
annos de ida.de, jouco mais ou menos, 6 de esta
tara regular, nao tem barba, tern as costas coria.-
daa de anUgoacastigos que soffren, tem sido visto
para as fraodas da Eacriixilhada, Beberibe e no
Recife : roga-se a todas as autoridades e capitaes
de eanpo a mm apprehensao, e remette-lo a rna
Diretta n. ii, que-serao generosamente recompen-
A VINO
Os eopreileiros da nova ponte fazem sciente
os pagameotos de iornaes dos sens emprega-
serao feitos por quinzena, e o das cobIm do
dia IV deeada mez, no sea escriptorio n. it, a rua
do sol. Recife 10 de junho de 187i.
Watson A Smith,
__^_^______ _____Empreitelros._______
Alnga se uma boa casa com bastantes com-
medos, a raa do Visconde de Goyanna n. 61 : a
tratar na mesma rna n. 65. _______._______
SB Lava-se e engomau-se eon perfeicao, per
peca ou por met : na rna das Trincheiras n. 19,
r andar ; e reeebe-se eneommendas de bolos e
aortas para Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
HX.KYIIO
S. CARLOS
Vende-se on arrenda-se o engenho S. Carlos, em
lpojuca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conservacao, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rna Dnque de Ca-
xias n. 3, 1* andar, com Gabriel Antonio de Castro
Qniataes._______________________________
COPEIBO.
Um rapas portuguez, chegado ba ponco, dando
liador i sua condueta : a tratar na rna do Rangel
d. I, tavern a.
CASA DO OURO
AM 4:000^000
Bilhetes garaotidos
ft'iado fordo na \*u:tori* 'outr'ora.\nvu
. SS, t cata do cost mm
0 ah.ilxo awignado ac.ilni d-.-vcti'W r, ia ^.l!:
auMifc!ize> l.iltu:if> ;i roil- to i <(K>i(*v, MB luu
luriu l-illiot''. du u. <(i c um ui-ii' do '. "Ui|K qV*i:
a Nilie do 2iHii. :.',w, J imtras ..ii f>rt#*fii de
V01U0U e 20AUOU da Ioleiia quc vaciuuu do ex
trahir (101*) ; convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serin pags.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeiu
vel publico para vir ao sen eslabeleoiiueuto com
Erar os muito lelizos bilhete3,que a*:, doixarao de
rr qualquer premio, como prova jn-lus me^mc s
annnncios
Acham-se a venda os muito felixes bilhetes ga-
antidos da 4' parte da loteria a beneflcio da
igreja de Santo Amaro de Serinhlem, que se ex-
trahira no dia 13 do d rrente mez.
Prefos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
De 100S4HM para cim.
Inteiro 3*500
Meio 1*750
Recife, 6 de junho de 1874.
Jodo Joaqutm da Cotta Leiu.
Bolos de S. Joao.
Na rua de Santa Rita Velha n. 73, preparam-se
bolos proprios deste dia, com loda delicadeza, per-
feicao e commodo preco.
ALUGA=SE
o terceiro e quarto andares do predio da raa do
Bario do Trinrapho, antiga do Brum, n. 84.
0 abaixo assignado declara que comprou a
taverna do Sr. Antonio Raposo de Abraoas Ju-
nior, aita na rua de Lniz do Rego n. 40, livre e
desembaracada de qualquer debito : se alguem se
julgar credor da mesma apresente seas docu-
mentos no praso de 3 dias, a contar da data
deste.
Recife, 9 de junho de 1874.
____________Joao Francisco de Albuqnerqne.
0 Sr. Hanoel Martins Ribeiro e cbamado a
ruado Vigario n. 19, primeiro andar, a negocio
que Ihe interessa.
Aluga-se por 15*000 nma casa com sala de
[rente, 2 quartos e cozinha, com grande terreno e
algnns p& de coqneiros, na rua da Fundicao n.
31, em Santo Amaro : a tratar no mesmo lugar,
rua do Lima n. 10, ou no Livramento n. 3.
Precisa-se de un caixeiro de 14 a 16 annos
de idade, que de1 fiador a sua condueta : dirija-se
a raa do Livramento n. 7, loja dejcalgado.
Advogado.
Miguel Jos6 de Almeida Pernambuco
Filho, advogado e ajudante do procura-
dor flscal da thesouraria provincial, ma- (Jl
dou o sen escriptorio para o 1 andar da Q
JJ casa n. 81, sita a praca de Pedro II, an- w\
X tigo Largo do Collegie. j/t
Offerece-se am homem para o servico de co-
zinheiro ou mesmo criado : a tratar na rua do
imperador n. 18, loja do marcineiro.
m
MEDICO-CIRUUGICO |
DO
. Aluga-se uma boa casa com excellentes com-
modos a rua do Coronel Suassuna n. 169 : a tra-
ar na mesma rua n. 171.
:
I
Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso
m PARTEIRO E OPERADOR
WRua da ViHconde de tlbuqurr
tt que n. 30.
ESPECIALIDADE
W\ Molestlas de senborai e
3Bt nieninoH.
S Consultas das 7 as 10 horas da ma-
1km. aha, todos os dias.
jkk Das 6 as 8 danoite, nas segnndas, quar-
S tas e sextas-feiras.
^ Os doentesque mandarem os sens cha-
m. msHos por escripto at 10 boras da ma-
5 nha serao visitados em suas casas.
0
i
m
m
m
m
Na rua velha de Santa Rita n. 57, preeisa-se
alugar ama preta para vender com taboleiro.
Alugar e uma escrava : na rua do Bario do
Trinmpho n. 70. _________________
Aluga-se uma escrava para cozinhar, com-
prar e todo servico de easa : na rua do BarSo do
Triumpho n. 70.______________________^^
Casa para alugar.
Na raa do Nascente, que fica por detraz da rua
'mperial n. 227, aonde se podera tratar.
Cozinheiro ou cozinheira.
Na rua do BarSo da Victoria n. 14, primeiro
andar, precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira.
Cozinheira
Precisa-se de uma cozinheira para casa de fa-
milia de duas pessoas : na raa da Uniao a. 67.
JARDIM DAS PLANTAS
* ma da Ventura n. 95 (Capunga)
Ahi se encontram:
Laraugeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapotiuiros e sapoteiros em vasos, de 1 a 11
palmos e U6 ja com flores para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preco muito commodo.
Laranja cravo.
Dita de doce do Para.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casoarina.
Carolina do principe.
Condeca.
Coraelo da India.
Figaeira.
Flamboyant.
Frueta-pao.
Inga do Para.
Jam bo.
Jasmim laranja.
Laranja
Dita do ceo.
laranja.
da China.
Dita branca.
Dita tangerina.
Lima da Persia.
Dita de umbigo.
Limao francez.
Dito doce, enxertado.
Oilicord.
Palmcira imperial.
Parreiru.
Pinheiras.
Romeira?.
Rozeiras.
Rozeda.
Ubaia.
Jose Domingues do Carrao e Silva, na impos-
sibilidade de dar dm publico testemunho de sna
gratiaao e reconhecimento ao muito digno e pres-
Uvel medico o Illffl. Sr. Dr. Antonio Bruno da Sil-
va Maia, pela incomparavel dedieacao com que
se houve junto ao leito de sea nanca assas pran-
teado pal, vjcliraa da grave molestia qne o fez
succumbir, no dia 28 do passado, serve-se do
esente meio para nnicamente dizer, ao mesmo
Sr. Dr. Maia, que se no correr de sua existencia
neste mnndo nnnca se lhe offerecer uma propicia
occasiio de ser-lhe util, sabera, ao menos, sempre
lembrar-se do maito qae ihe deve.____________
Aloga se o armazem da rua do Torres n.
8, proprio para deposito, escriptorio ou qualquer
estabelecimento : a traur na rua do Marquez de
Olinda, casa n. i, segnndo andar.

Mao se prestando o pequeuo espaco do armazem
n. 10 A, a rua da Madre de Deos, para am abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
abaixo assignado almejava ter, acha-se d'ora em
dlante aberto outro es abelecimento sob a mesma
denominacao de
ARMAZEM DO FUMO
A' rua do Amorim n. 41
com todas as proporeSes desejadas, e onde pode-
rio os senbores freguezes dingir-se, certos de qne,
como ate aqui, ach r5o sempre a par da modici-
dade dos precos, a maior sincsridade possivel. En-
tre as differentes marcas de fumo da Bahia e Rio
de Janeiro, que tem sido annunciadas, acaba de
chegar uma encommenda especial, que muito deve
convir aos senhores freguezes. Conscieote o abai-
xo assignado de que neste genero de negocio nao
esta sem competidores, fara muito por evitar que
tambem 03 tenha com relaijao ao pequeno lucro
que procurara obter da dita mercadoria.
Jose- Domingnes do Carmo e Silva.
ENGOMADEIRA.
Lava-se, e engoma-se, oorrt porf ma do Nognctra n. 18. _____
PIANOS.
A !..b;.iii de clrgr muito Ions pwims lories e de
l^gsries i':ihI- llo., iius m.i'u ni>ie ik*i c.-
nbi'L+ln* :.:!-rtinrrfc- : OMMf ms)M ( AllihAiiM* Bi
Ln-I. llenr\ Hers t PkyH \V..W4 Ii : mi Vapm
Francez. ;i *n:i du Itaiun da Victoria, ouli'ir.i S'o
v,i |i. 7. jjii'ij '! IfiUflld cjinuiudus.
Mobilia de vime.
Cadeiras de balinc^., de braco, de guarnicSes,
sofa^, jardincira*, ineszs, conversadeiras c costu
reiras, tr.do i>tu muito bom por m rein fortes e
leves, eos ma is proprios inoveis para Mk-tas e ga
biuetes Xo araazi.-in do Vapor Frances, rua do BarSo
da Victoria u. 7. ontr oaa Nova,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
triflce, sgua de flor de laranja, agua de toilete,
n
SAMUEL CHODRITO.
Este hem conbecido artista alfaiatc parti-
cipa aos seus numerosos freguezes, quer
particulares, eomo de lojas, que transferio
a sua olTicina do andar da casa n. 58 da
rua Duque de Caxias, para o andar da de
n. 88, por cima do estabelecimento de fa-
zendas do Sr. Demetrio Bastos, cuja officina
de alfaiate tambem so acha aos seus cuida-
dos e onde o publico o encontrard sempre
prompto a satisfazer toda e qualquer en-
commenda tendente a sua arte, para o que
no mesmo estabelecimento se pode prover
de boas e escolhidas fazendas de gosto, ga-
rantindo, como sempre, a perfeita execucSo
do trabalbo.
BACHAREL MIGUEL AMORIM
Advogade
jR Rua do Imperador n. 71.

Sitio para alugar
Aluga-se o sitio do commendador Rabello, no
Caldeireiro : quern o pretender, dirija-se a rua do
Coramercio n. 48, 1 andar.
0 Apostoio
Pcriodico catliolico do Rio dc
Janeiro.
Tendo de s^relevada a diario esta folha
logo que o numero dos seus assignentes
comportem as despezas para esse fim, como
da circular j p"ublicada, e neste intuito as
pessoas que quizerem subscrever para o
mesmo jornal podom dirigir-se ao seu cor-
respondente nesta provincia, Domingos Fer-
reira das Neves Guimaraes, rua do Impera-
dor n. 54, livraria.
Da-se gratuitamente para morar a um preto
ou pessoa com pouca familia, um corredor e quar-
to em por la de rua, mediante a prestacaj de pe-
quenos servicos : a tratar na Camboa do Carmo
n. 21, 2 andar.
Prolesto.
Constando-me, agora mesmo, que o negociante
da praca de PernambUco, Joaquim Jose Ramos, ao
fugir para Europa, descontara letras falsas de
diversos fazendeiros daquella e desta provincia, e
entre ellas nma. aceita por mim, da quantia de
3:217*380, venho pela imprensa protestar contra
este acto criminoso, e fazer publico que nao acei-
tei letra alguma em favor do mesmo Ramos, e
portanto, falsa 6 a mencionada letra, ou outra
qualquer que appareca aceita por mim em favor
do mesmo senhor.
Alagdas, engenho S. Salvador, 25 de abril de
1874.
Rozendo Cesar de Goes.
nhas sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conbecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rna do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de dlfferentea gosto* c
phantaxiaa.
Espelhos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
eanivetes, caixmhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsiabas de velludo,
dilalde couro, e cestinbas para braces de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charatos e cigarros, eseovas, pentes. carteirinba de
madreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas pan janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmnramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminac5es, machinas de
fazer cafe, espanadores de palbas, realejos de veto,
accordaos, carrinnos, e-bercos para criancas,
ontras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade qne se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudo
a precos mais resomidos qne e possivel: no ar-
mazem do Vapor Francez, raa do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de dnraque
com biqueira, de bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 941000 (a escolher) por ter vindo grande
qaantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bario dc
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enieitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatoes, de bezerro,de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pertu*
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
FMDICAO DO BOWMAN
SDA 00 BRUM N. 52
>
(Tassando
>K,IEM ;t
omplet 1 qoe ahi tem ; sendc
0 chafariz)
l'r.V;rM r*, tr.; SW t i>r:L'<. ajtrj ui or., emprttr:"1 -r $. !-* a.
lit bau VRiUlMk estabc.ecimtiilu, pa;, veieu* 0 u"J iurtiaieuii.
todo soperior em qaalidade e fortidao; 0 que oai a iar


<&d-
r4
*i* peasoal pode-M verificar.
ESPECIAL ATTENCio AO NUMERO E LuGAR DE SUA FUNDICAO
T apurOB 9 rOUaS a ag^aa manhos coovenientei para at diveraas
trenmstanciaa do* aenhorei proprietarios e para descarocar algodio.
Hoendas do canna d8lod0 0I tamanho8' as.'meit'or6* q w
Rodas dentadas i'-'^wp.
> r osmeticos, nluitos artigo delicados em"perfnma- LalZaS d6 fOlTO iUIldldO. batldO G U0 C0DF6.
ria para presentes em frascos de extractos, calxi- -_ 7 _.
ilambiqaes a rondos de alambiques.
WflnTliniomna Par* niandiocie algodio,I Podeudo" todoi
^avuiuioniUB epirarerrarmsdeira. ser moridos mio
Bomhfta 1 (pr ?aa> V3Pr-
uvm0 de|>aleute, gariiudas........ |oq aniraaes.
Todas as macmhas e p6ftal d6qQe M C0BlQma preci3,r-
de macbiaismo, a preco
moi rwdmido
tern ai mellores e mail baratas existences no mer-
Aluga-sc o terceiro andar e sotao do sobra-
do de azulejo, a rua da Imperatriz n. i't, tem com-
modos para uma grande familia, alen do mais,
eomo agua encanada, gaz, muito fresca e excel-
lente vista, e acha se no melhor estado de limpeza:
quern a pretender, dirija-se ao primeiro andar do
sobrado a rua do Vigario n. 1.
Alcgria sextupla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E" ter prazer!
Manifestagao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhos asalegrias,
Dos fogos as lindascdres,
Dos santos os quatrodias:
E' um immenso prazer
Que todos devem gozar,
Sem ter medo de peccar
E de ao inferno irem ter I
ExposKjSo todo dia !
Entrada gratis e agua fria I
Vanttgem ext'aordinaria
20 OiO d dinheiro
Realidade:
Venham ver se querem crer
A verdade do exposto,
Quem n5o vier nao' tem gosto
E tristeza ha de soffrer ;
Pois e facto : esta provado
Do Campos a goal farna
De vender bom e barato
Como se ve do programma I
Liberdade deescolha !
Igualdade nas-qualidades I
Fraternidade nos-pregos I
Pas qualquer concerto
Pormaa de ferro ^0M ml m i i j 11
SnCOnrmandfill Iccumbe-se de msndar vir qaalqoar macbinismo i vod-
uuviiiiuoilUaOt u^ ,jos diantea, lembrando-lhea a vantagem de faxerem
oi compru por iolernaedio de pewoa entendida. e qoe em qaalqner neceaiidade pode
a preaUr aoxilio.
irados americanos iMirani>eDiM 8coIm-
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFARIZ
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREtROS
Premiados na exposi^ao de 1872
24-Rua do Haiquoz do Olinda-24
Esquiiia. Participa a feus frrgnezfs e amigos que mudon
Jo seu estabelecimento de l'lojoero para a mesma
ma n. 24, onde rncoiiiraiao um grande sortimento
de relogics de pa rede, amerieaaoe, e cima de me-
sa, dos melhores gostos e qualidad-.s, relogios de
algibeira, de todas as qualida es, patente suisso,
de ouro e prata dontada, folcado (plaquey, relo-
gios de enro, inglez, descubeito, dos melhores
fabricantes, cadeiade euro, plagnet e orala. raoelae
de tod?s as qualidades, tudo per precos muiti ba-
ratos.

*i
t
RUA
DA*
IMPERATRIZ
N.\8a;
!. ANDAR.
9*V-Min & **
RUA
DA
4&C*)z

IMPERATRIZ
B. 82
1. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, collocando-o"n8s~melhores con-
dicc/tes possiveis de bem seryir ao publico desta illustre capital, e ^s Exmas. Sras. n'a-
quillo que fOr tendente 6. arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senboras, tupete, chignon,
coques modernissimos, tranjas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas eneommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 % menos que outro qualquer, garantindo
perfei<;8o no trabalho, agrado, sinceridade e pre^o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcSo e a retalho e todos os utensilios pertencentes a* arte de cabelleireiro.
feu
"mw
S9
' <***'
PH\HMACI\ NORMAL

DE

JOSi: JElilAS BE JIIOIJR.9 & C
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga ribeira de S. Jw;,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposiqao do respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a am estabelecimento dessa na-
tureza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos pfeparados no eslran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
B) e semPre S0D as vistas do pharmacentico qae compoe a nossa firma social.
As pessoas qae se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua conflan- ''
ca, podem estar certas de que serao conseienciosamente servidas, nao s6 relativamente ao
que pedirero, como tambem a modicidade dos precos.
REDUCCAO DE PRECO!
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
\ ttraccao!
0 Monte Lima
tem um completo sortimento de gaUo e franjas de
ouro e prata verdadeiros de todas as larguras,
abotoaduras douradas para offlciaes, canutilhos e
enfeites para bordado. Tambem se encarrega de
todo e qualquer fardamento, como seja : bonets,
lalins, pastas, espadas, dragonas, charlateiras, ban-
das, abotoaduras lisas e douradas para criado,
etc., assim como, um completo sortimento de fran-
jas, galao falso para omamento, cordao de la com
borla para quadros e espelnos (conforme o gosto
da encommenda) tudo por muito menos preco que
em outra qualquer parte : na praca da Indepen-
dencia n. 17, junto a loja do Arantes.
Ubaia e ontras mvitas.
Eoutraa plantas : na Capunga a rua da Ven-
nran. 25.
f Trastes. 1
Compra se e vende^e trastes novo s
* nsados no armazem da rna o Im-
perador n. 48
#
Joao Joaquim da Coita Leite, caatelista das lo-
terias da proviuiia faz sciente ao publico, que
mudou o seu estaheleeimento para a mesma rua
do Barao da Victoria, casa n. 36.__________
Pede-se ao director do collegio do Bom seijjp que cobiba de tanto insalto e immoralida-
de certos mocos, que morara em um dos quartos
deste collegio, que bota a frente para a rna do
Hospicio, pois vivem elles nao so insaltando aos
que passam, como as familias visinhas, de ma-
neira que nao podem ellas chagar mais a Janella.
Precisa-se de duas amas, ama para comprar e
coz nbar, e outra para engommar, que sejam am-
bas perius : quem quizer dirija-se ao tereeiro
andar desta typograhia, para tratar.
1
Pyrotechnia I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 28
Armazem do Campos
Extasis maraviinosos 1
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fogos:
Fabricantes perilos I
C6res cambiantes I
Vistas rutilantes I
Effeitos prodigiosos I
Resultados inoffensivos I
Precos diminntos !
Generos:
Qualidades superiores I
Sabores agradaveis I
Cheiros embriagantes I
Propriedades excilantes
Influencias nutrientes !
Precos resumidosl
Importaiao directa I
Variedade ccmpleta I
Verdade I
Sinceridade I
Especialidades I
Raridades I
Cheshire condensed Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller & C.
Aloga-se
o armazem e 3* andar com sotio, sito a rua da
Praia n. 59, tendo bastantes commodo*, e pintado :
a tratar oa rua do Vigario n. 31.
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
ESQUINA DA CA
M R
E
OA DO CARMO
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabeierimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chape"os de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducco nos precos dos mesmos,
e acham-se era condi^oes de poderein vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe sens artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attencSo dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e &
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nao deixario de comprar.
P3 Cobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qualidades, com promptidSo
ei pxe LOJA DO PASSO
Ordeiro
im:
Siloes
* C.
Acabam dc receber peln vapoi Alendoza :
Rionissimos cartes de gtrgmao de seda lisos e
com fisiras aehamalotaaas.
Ditos de linho para vestidos. eontendo cada cor-
te, o neci'Sjario para sen 'nfeiie, como seja :
franjas, trancas, to'Se--, flveuas, etc.
Riquissimos chapeos para fenhora, ultima moda:
a rua Primeiro dc Marco n. 7 A.
*XS^COa3!OiaXK^iXSX5 m
Consullorio medico
DO
Dr. Hurl lie.
RUA DA CRUZ N. 26, 2.* A.NDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os bospilaee de Paris eLondref, ^
pode ser proenrado a qualquer hora do Cf
dia ou da noitc para objeeto de sua pro- oi
fissao. r,
Consultas das 6 boras da mantai as 8 ho- m
ras, e do meio dia as dtaas da tarde. 'Jo
Gratis aos pohres. ',
ESPECIALIDADES. A
Moiostias dc senboras, da pelie e dw m
Q crianca. ']/
I % n Vfll
ra f lilv
Gratifica-se a quem levar nas officinas, ou C.
noticia cerla de uma trouxa de roupa que dess; -
pareseu no dia '22 do corrente, da estacSo ledade.
de Negreir
commodes: .
azmazem cu-
a casa terrea n i')3, na rna Vidal
outr'ora Imperi;!. com excellentes
tratar na rua Marquez de Olinda,
mero 52.
.ill 11 J.1
Na iravessa da rua
^ dasCruzes n. 2, pri- |
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metacsepedras.
?
i&m
m
m

Engenho para arrendar
Arrenda-se o engenho d'agua Cananduba, ^a
fregnezia de Jabcaiao. proximo a povoagao, com
terras Dara safrejar ),oOO paes de assucar : a tra-
ar no mesmo engenho, ou na rua do Marquez de
Olinda n. 4.
Fabrica de fiatfo e lecidos
na Magdalena
Admitte alguns aprendizes de ambos os sexes
de 12 annos para cima. pagando mensalmente
para comedorias :
No primeiro anno de ioi a 10$, conforme a ida-
de, e do segundo anno em diant mats o salario
que rnerecerem, conforme o desenvolvimente de
cada um.__________________________
150#000.
ESCRAVA FUGIDA
Pugio da casa de sen senhor a escrava Felicia,
de cdr parda clara, cabellos corridos ate os hom-
bros, baixa, cheia do corpo, rosto redondo, falta-
lbe um dente do lado direito, foi acompanhada
par um bomem (praca de cavallaria) o qualse cna-
ma Francisco de tal Vasconcellos, tambem pard\
da mesma cor da escrava ; consta terem seguido
para o sertae, donde sao ambos naturaes : recom-
menda-se as autoridades e capitaes de campo a
apprehensao de dita escrava, remettendo-a a
Camboa do Carmo n. 3.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. andar.
Pedro Routier, official de cabelleireiro e gerente da casa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir 4g Ezms. Srs. familias qoe acaba de fazer a ac-
quisicio de um perito official vindo ba pouco de Paris, o qual esta" babilitado a desem-
penbar qualquer encommenda de sua arte, e se acha & disposicSo das pessoas que deseu
prestimo^se queiram otilisar. Outro sim scientifica que em seu estabelecimento encon-
trarSo sempre a Monitor dos oabelleireiros, onde geacbam descriptos e desenbados todos
os penteados modernos, para 80'res, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmae excellentissirw senhoras, que recebe'u um completo
sortimento de coques, cachepainea, bandds, cr^oebtes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo mencionados: W ^ w
Coque de cabello de 159, -iU a 50*9(000.
Trancas de dito 109, 130 15 a 200G0.
Cachepaine de dito 15, 20$ .... a 30^000.
Crescentes de dito %H, a W^OOO.
Tambem encontrario um complete sortimento recebidoha pouco, de cabellos 'de todas
as cores a comprimento. ,--.-..
N. 5J.Rua do Marquez deOlindaN. 51.
AGUAS *MINRAES NATURAES
DE
Yichy-Cussel
Preferiveis as de Vtciiy-Vichv
por serem as unicas que conservam todas as suas
propriedades depoU de transportadas
Fonte S. Marie, 6 z mais efflcaa na anemia, na
aibuminana. na chlorosis, no empobrecimento do
sangue, e nas febres intermittentes. Os resuludos
obndos nas diabetes sao muit3 notaveis.
fonte Elisabeth, nao se alters nnnca eta mais
nca das aguas de Vichy em bicarbonate- de soda
fm magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela saa eftlcacia nos engorgltamentos do
figado, do baco, nas affeccoes do estomago, dos
rins, da bexiga, nas areias e na gotta.
' EXWAST
o none da fonte na capeala
Vende-se em caixas e a retalbo, no unico de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
&
Ferrelra Maia dc Compaubia
57 RUA DUQUE DE CAXIAS 57
Escriptorio.
Aluga-se a sala da frente do HWMiro andar do
sabrado da raa do Duque de Caxias n. 58, bas-
tante fresca e bem collocada para o fim qust-5
deseja : a tratar na loja.
J
* #


H
&&&^--ftfltafcuM ^.'iQuMta, ,feifa l*fa4EiiBho-.de lift.
Rua do Impeniier

Ha neste estabelecimento o melhor sortiraento de pianos dos mais afamados autores,
I so : Hera, Pleyel, Flap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de p'fthos sUpe-
- expressamente coDstruir para este clima, o qual os amadores dos
xmlrarao nesta ou.
omo
riores m'andados
bons pianos s6 enconirarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados era troca.
Concertarn-se e aUnam-ie pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores
HUB
a
ado!! I
*jt=w
ra dura
fura.
Vieira de
Roga-3e ao ,111m. Sr. Tgnacio Vieira de Mall Jfl lOffOS I
oecrl^doa.ddadedeNazarothdesU provincla, ] "*0Vi*
favor de vir a ma Duqqe de Cauaa n, 36, a con-1
slttir aquelle negocio quo s. 'S. se eomprometteu a '
VfiJAl
Ja series ?
realisar, peia tercelra- chattiada deste jornil, em
Sim....
i
ie pianos
>$je tia sempre o mais eomplcto sortiraento de mateiiaes para coocertar piaios coma'
si: cepos, folba pare os mesmos, cnavelhos, parafusos, castor.
-narSm, etc., etc.
i por este motive 4 de novoabwnado para dito,
dm, pols S. S. sfl deve lombrar qae B3te neepcio ,
de tflais da otio aanoc, e qaiando o 8r. senUho se B na conreiiana do Campos qne se deve pro-
aenava ne?ta eldad'e ricrnr I eurar tudo quaoto e neeeseario para divertir-se o
------------------ moral e conforiar-se o physico. Isto e :
49 Kll% OO IMPJSRJLOR 49
camursa, canias,
,*nii t?;, m|
J
de Vianna e* suas.
iades e vi
por todos os paquetes.
ajic,.'
33
Consinidor e aliuaik de pianos
Rua do Imperador
33

tut sao garantidos
Compra-se e reeebe-sc em tfoca os pianos usados.
casa
cartaTOjflTN
ruadoAp.
ewpiiMo r a niatcrin
k
. qdei
Alem de termo.s tudoprompto para qne qual-
ner ramltu mande an? tacs noites acima nomea-
meftde di sobrado da rua ia tqmjas vale
la fuaJeiCojnjp\. Valoalinas-
casa.terrea.na rua dos Pes>
ar no -pHtee* do Paraizo n. 2
n. (00, urna pa,rt,di casa terrea na rua dos Pfes
cadori?sn. 31 : a tratai
ao
A loia das seis portas 8ffl frente do LivramentiJ,
eontinaa como sempre, a vender barato que ad-
mira, o para qua torn sempre um cofnpleto sorti-
mento de peenmchas, como abaixo VrrSo : gra
nadines de listras com palminha? de cor a-310
rs. o covado, ditas de listra a 240, cmtas esearaS
e elaras a 240 e 28) rs. e flnas a 300 rs. o cova-
do, madapolao a 4,800, 5,500 e 6,000 a i eca, dito
francez a 6,000, 6,500 e 7,000 uma, eomplcto sor-
timenio em numeros de chapeos de seda nna, co-
Ja alta, para homem a 7,000 r?., brim Angola a
00 rs.. dito pardo flno a 3J0 rs. o covado.
Salsa parrilbta.

AlL-gam-se osto Lisoprielzte*. Mtuadas pass**
do Otioda, o hntes ie ehegar ae RJe Doee ; a tr
tar com o seu proyrietafu). o commendadoyTaw.
Precis*-se comprar ufna OAgriuha de 9 a
10 annos de idade, qe. aoja-tindia e wmTti-
cios: quern tiver e quizer vender dirija-se ao
3. andar vm iwfle mlcira.
, ,23'feaioa umliern aqceasopos para o fabrieo dap
i liop J.r. ** e boloM.
A sabor :
Amendoas conbilada*.
Papcis'picados eoiu estalos.
Folbas com versalfca4a nova.
Massa fiya, secca e al4, Wra boles
lUuentos mil ovos.
Manleig*1 fina.
ratio into
JSa confeitario. do Campos
. *4Imperador'&
{l 0.Aconfeilaria do Campos fornecera vasos
tfSffij, a gn^m comprar pela msnos as amc:doas
ptfta- assurtes.
CpNCENTRAD*
Prcniiadn Da8 expo
sinV's de Pernmbnco
c llio de Janeiro.
4EDAUU DE V\".T\.
mento purament.? vegetal vordadeiro purificadr
sangue. sera mercuric.
a&J \' " i SII^SSS^^
a Aurora n. 65, pm
robusto e habitlta-
de
A eafe frasoo acompanba uma inslruccao para a maneira de Mar
por
to
natureza sypbiltlica e
ia anti-ilnrlrosa
3nlr;: as ,ir..,(;.;.-.; cutaneas, darihros,
uigucnlo
nomicho.'
de
etc., etc.
h
iapiDo
rara cura da- bocba?, iflceras, chaeas aniia etc fir
rSICAMENTE PREPARADO "POR
R01 UATRO

9 >
B
a
A0?f SDCCESSORE^
B iic*i Praoceza
Rua do Bom Jesus 22
i A.XTIGA RUA DA CRUZ )

Chap6o de sol
c querendo fazrr em publica uma vergo-
enhor., n a n ito dc 7 do correme
esUndo mi uma reuniio familiar na
; rtw, dalti [tvou om ehnp<5o de sol de
d i : .< .-..irii.ii e catap Jo metal
i'-o I cert nee, roga sclhe oobse-
. 'iiui I j ao ftn dono, podendo faze-lo
spographia, afim de Beare-se facto em per-
:'. 0 ,'..: ml o i1 i senhor.....
Ma pwa alu
esera*ojfr|oulo,
Ps^f|lquerL
Coliffliorjrmetlkft-cjjlrgi^
de-
A. & datSilva Maia.
Rua do' Visoonle de Alluquerque n.
11, outr'era rua. da matliz da Boa-Vista
n. 11.
Chamados : a quaiquer hora.
Q (knppljM : Aos po.ie3 gratis, das 2 as
Cozinhar e engommar.
Precteaae alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar e engoiooiar ; 6 para casa de pequcna fatoi-
lia : na rua do Vigario n. 16, 1.* andar.
Exceilente occasiao S
Para p' rico e para' o pobre
0 Optiaaao^i terrenes |#ra
0 cdiflea^So
A com 400 palmos de Tundo
A i.nooo eoo ra.
Q Hetalham se os grandes terrenes que
jgt circundam a estaelo da Boa-Viapeni ;
2 sao terrcnos proprios, desembafaeade' e W
^ cortados per tres estradas : a real, a de (B
ferro e a que secue da esta(.ao para a ^k
BOa-Magem, e fieam mui proximos ao C
m rio Jorda \ }0i
A comir.ndidade do pre^o, a facilidade -^
W do transp >rte de maleriaes pela via fer-
fm rea, a proximidade de madeira?, e sobre ig
I tudo, o privilegio de viajar gratis- m vo- X
W. pnr peto espaeo de 10 atnos, a quern
0 edificar proximo a esta eslcao, tudo isto A
^ e de ineontestavel vantagens c deveani- J
W mar os pretondente?. os qnaes desde ja se W.
*' podem dirigir, nos dias uleis, a rua do Ini- Jg
^ perador n. 48, e aos domiogos e dias san- 3S
tos, na estacao da Boa- Viagem, onde se
m encontrarao com Tristio Francisco Tor- gat
res, ecearregado pelo propnetario a fa- J
1 zer qnalqopr negocio. W!
Vende-se em casa de Uawkes 4 C, a*
Crua n. 4.
l II II i tot

Etnpreza do gaz
A empreza4o gas tem a honra de annunciar ao
poblico que reeebeu ultimamente um eaptendido
sortimento de lustres do vidro, candieiros, aran-
detos e globos, eujas amonras estao no eseriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
sens freauezes pelo prego mais razoayel posaivel.
Preeisa-se de uma aina de l*te,
ltrre
escrava on
na rua flo irajJefador n 52, 2 andar.
Amu dp leite
, uPreeIsase de uma arm. de leite que seja moca
e sadia : a iratar na tliesouraria das loterias, da
9 boras da manha as 3 d^ tarde.
.-:..- r!e doos raixeiros J<: L4a 16 anrios
1 t u pralica i!e livern-i. que de* conlie
-.' ua n.iu la : a traUr do b:-cco do
inh n 7.
por estea dias, dj engenho Coelba?, de SetiobienL
o escravo Silve-tre, preto, alto, cro=so, beicos
groBsos, pte inchados, sndar apalhetado, tem os
dedos dos p6s ppqueno.-, e mnio unldos, as vezes
parece querer manquejar, p'ir ler os ptfs d'jentes
tem de 38 a 4') ann.s de idade, e muito regrista e
gosta de beber, torn um irmSo nesta cidade': qnem
o apprehended, pdde leva-!o a sen senhor. no dito
pp?enho, ou a rua d I-nperador n. 77. segurrdo
.'.n lar, que sera reeoinpeu^ado.
m
ft
Precisa so alugar uma aaa par romprar e
ajudar a eozlnbar para oasa Je pouca .'milia : a
tralar na rua do Imperador n. 30.
A ma Ainga^o'-uma para cozinhar : na rua
Alllct Dirtita,n, 93; i.^ndar.______
Precisa-se de utna~hara Co-
zinhar, para tasa de "familia:
narua do lirum n. 80, se
Nova r-emessa, exceilente qualidade : *ede S
na rua do Vigario n, i6. 1 andar.
i- n.
L'ofres de ferro
i on ca*a da dawbes k C ,
Chafariz de ferro
Vende^e m casa daJlawbes iMj, rua
Cruz n. 4.
Engt^ e Sftiabeni.
Vende-se duas partes do
engenho Novo, bito na fre-
guezia de'Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
[3 legaae, moente e corrente,
que gafreja cerca de &,WQ
paes, com optuuas teMs,
movido a agua e bem ofcta-
do, por preco comiHoAi 'i, a
tratar Com Dr. Felix gueiroa^ifqiiiaas Calcadas
Uf cm w Wm& de
guerra.
m Marnam-
10Larg.) da Penaa
VcndPHft
CHOURICAS do remo muito novas a WO n. a
libra.
EngenlioS'
guap-e. zr
Vende-ae os seguinlea : >' ob *jn .. jn&,,
Barra, i uavnn
Pre^nlc*.
A traBr com-sens projIWfeftrioS -nA*tiaada
j.e jara'Morma?5es" com Mq^frft Kifto dvHei-
relies Fillio isineraa CMla&djr^amamgnape
GAZ (marca Dewoes) a 280 rs. a garrafa1."
E ontros mais generosTjoe ;9?veodem rhaMba-
rato de 10 a 20 por cento do que em outra onai-
quer narte, que e enradonbo mewioBa les
Se duvidarem venham ver
0 barateiro!!!
Casa e terrenos l)afatos no Sal-
"adinlio.
Antonio lost RodrigueS de Souza, na tbesoura-
ria das luterias a rua do Oespe n. 6, vende sna
casa de taipa e terrenos de seua silios no lagar
do Salgadinho : a tratar someile com o mesmo.
ABIA
gondo andar.
Aluga-se
uma ama qua salba cozinhar e engom-mar prefe-
rindo-se escrava: na rua d> Imperador n. 28,
armazem do Campos.
Ama, Precisa-se de uma ama para casa de
-Xlllt* pequena familia: na rua Dunue de Ca-
xiasn 51.
AMA
Aluga se o primeiro andar do sobrado n. 47
da rua da Imperatriz : a tratar no segundo andar
do me PEITORAES
DE SUCCO DE ALFACE e LOURO CEREJA
e GKIIAlLT e C", pliarmaeetatieoa em PARIS
hSteS^tEuSX Peci0I"aes' hJp de Stride reputacao, conteemopio eporconseguinie s5o
l iC8, de,AUace 5deLouro-Ccrcjan.lo contemopio, sSo ao raesmo tempo maiscalmantet
quo todas as outras e nao excrcem accSo nenhuma irritante nas criancas nem nos adultos
4^mZ rfl},''nTtc a ?iuo>oche a tosse, os defluxos, o catarrho polmonar, as lrrrt'acoes
do :>i>ito, a (alta de respiracao. e aliviam a asthma e as rouqnidoes. ^^
Bolos para ^anto Antonio
e S. Joao.
Na rua estretta do Rosario n. 35, faz-se bolos
de S. Jos-1, enfe'rtadps, proprios para presentes e
para quaiquer renniiio, por prep) conimodo e bem
feilos; prepara-*e baodejas de boliobos finos,
com arraacoes. proprias para casamentos e bailes,
por preco muito conimodo e muito asseiados ; ua
mesma casa tem bouquets para enfeitar bolos,
de flores e de cera para todo preco e de gosto> e
faz-se bouquets para noivae, com iilas bordadas
a ouro, devendo vir as encommendas dons dias
antes.
Precisa sede uma ama para c\>mprar o co-
ziahar: na rua da Imperatriz n. 40, segundo an-
dar.
I'recisa'se de uma ama que saiba co-
ainliar e fazer o mais servi^o ioierno
para casa de familia de duas pessoas : na rua do
Apollo n. at, andar.
Paga-se bem a uma ama
forra on eserava, para cozi-
nhar e comprar para uma fa-
pessoas : a tralar na rua Direita n.
AMA
milia d duas
79, 1 andar.
Na. rua larga do Rosario n. 21, loja de cal-
Cados,' precisa se de uma ama quo saiba comprar
e cozinhar.
Precis*-?3 de uma ama
dor n. 30, loja.
na rua do Impera"
AMA
ALUGA-SE
o segundo andar do sobrado n. 37, silo a rua da
Aurora, c tercairo dilo do sottrado o. 13 da rua
do Bom les'ua, e o sobrado n. 151 da rua Impe-
rial : a tratar na rua da Anrcra n. 51.
i-r.ovADC p;:la acadimia ee medicina de paris.
Paris he ran dos coi-pos sabiot
_A".\.-;i..<-:i........ .
^cs .':-! ,. ian'.o
M-l A ii p< ,,
J i mm I
.a q mais ayaro de reor>mrnen ue quo ja na algums annos que ncuhum mcUicauicnto novo
.. '^m ; ,! '* :l todaabenevojencia, pejoa S-nhorcs mrdiens. RS prepara-
,t. >:': crc,110s Preslar-lhc, urn venl,,I,i, soniro, ^rahindo
s Ji > un do Acadeniia :
. protoxalato de ferro aprescntado i>olo dotuor C.irard e
" 'I; ps a Ihcmpcnlica, posh, que tem a pmpnedade de nao
.;'; ;v raB b.sniso. 6 foma.ro eon. irr'sfo polo-- ,!n,n-,- eura radl-
gfe" 0 ccn!iL.,a,n;.-.s dSrias. a chl.ilo.se, a anemia, o hvstatemoe
. ii i'_-eiii a pobreza de sangue.
. zzfigSSi ^fsSSBSST ""^r raili,,das ^^s "'*
INJECCAO E CAPSULAS
VEGETAEIS ao MATICOl
GRIMAIJLT.E G'.A PHARMACFj.IXS EM F'ARIS
A injoc\(5o dp Matico icnedio ossenciahnente anodino e conhecido, cura raoidamente a
Se^?Sr?a*Ias recentes- ** e chronlcas, sera dores, sam possibilidadc alpuna
nen^rn^ aol3oCcoCr^sh^S10nar estrcitamento de nenhum eenerb, posto que nao olerce
ho^f ?f P""1** dc Mfttlco, diflerem completamente de todas as outras empregadas ale
n^m.:,^,i?^Uas comm,or^ wntem a copahiba liquidae caus5o enjoo, arrotos e vomlfcS
?nrinvfn,o n^f"8? n1.cs'om.a? = nssas ao contrario cobertas com uma capa de gluten
fm mnKt l'" ^^ ^^ ("8SClve nos lnleli,1M' e PSe remedio immediatamente
4 i r1*-10 mm as vias unnarias.
Do poler de Luiz /use da Josta Amorim,
como procurador de Domingos Jose da Costa A-
morim, exiraviaram se sele apolices de divida pu-
CTioa, ao segundo perlebcemes. fendo uma de n.
1,041 do valor nominal de'490*, vencendo o juro
de 60(0 ac anno, emittida no anno de 1828, e seis
de ns. 61,023 a 01,028 do valor nominal de 1:0005
cada uma, venceado o joro de* 0|0 ao anno, emit-
tidas no aono de 1865, acnando-se pagos osjoros
das me?raas ate > 1 semeetre de 1871 a 1871; o
que tudo se fazpublico, nio s6 paia que a'guem
que as tentia afrhado asreBljtua, do que sera gra-
tifltode, ccuk) pela nedeasldade de promover pe
rante a fazend-i nacional o processo de sna sutts-
tituiraopor outras:
Precisa-se de uma para co-
zinhar, para casa de familia,
paga-se bem : a tratar na
rua do Ho?picio n. 46, casa terrea de bolas ama
rellas na cornija.________
lii lie BeinOea n. 98, na j'as-
magotu iln Hngdaleno
Uma senliora franceza, dtscioula dos melhores
profossoros de Paris, deseja dar licoes de piano,
canto e francez : a tratar na sna residencia aci-
roa iddicada.
Uma senhora de idade o de boos co.'tumes,
offerece-se para ser ama de casa de pouea fami-
lia : qnem precisar diiija se a rua de Hortas n.
106, loja. _______
Aluga-.-e o terceiro andar do sobrado n. 4&
a rua do Barikt da Victoria, com grandes com-
modos : a iratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
Escravos fugidos
Fugiram uo dia 30 de maio do corrente anno,
do engenho Jundia de Cima, os escravos Salustia-
no e Francisco, com os signaes seguintes : Salus-
liano, de 22 anrios, alto, bem feito, preto, sem
barba alguma, apenas com pequeno bo go, cara
redcBda, bons denies, pes compridos e bem feilos;
Franci?co, de 26 annos, pou:o mais ou menos,
boa altura, usa bigode, tem falta de dentes, e um
pouco fulo, eheio do corpo, tocador de viola, e
muito regrisfa. Salustiano 6 de Papacaca, e Fran-
ciscn de Garanbuus, para onde se desconfia terem
seguido: roga se a todas as autoridades e eapitaes
de carapo a apprehensao dos mesmos, e leva-los
ao mesmo engenho, ou nesta praea, a rua Marquez
de Oliuda n. 56, eseriptorio de l.eal & Jrraao, onde
serao gratiiieados.
Vende-se na rua doComraercio n. 4, eenela
Neruega, marca M L :
Bitter Augustura.
Rum de Jamaica.
Asunicas verdadeirae
Bichas hamburguezas cm? vem a este mereaao
ni? Marauez de (Jinda n. Si
Algodao azul
Algodao azul Smericano, o que ha do melhor, a
?20 rs. o euvado ; aproveilera, que se esta&caban-
do. Previnese aos senhores de engenhos.
Fustao branco
Fuslao bfanco tranjadc, proprio para veslaarios
de meainos, a 320 rs. o covado, pechincha ; apro-
veitem, quo se esla acabando -
Oambraias victorias
Cambraias Victorias, flnis. a 3^ e 3i500a pega ;
esta se acabando : so o n. 20 da rua do Crespo,
loja de Guilherrne & C, junto a loja da esqaina.
ui+i
*
i'hiho pni-frVirfWr,
imfno
Acaba de ehejar ao mefciJo |Tfl
viDho do Alto fldnrd, especltfl' e nnlcaii
pa'raflo do eatfacto da uVae'feentbi
CbnfeccSo, sendo muito mais brafldo
gueira. o que o iorna recommeiulavel*, _
que agrada ao pniaiar e artferivel a todos os ou
tros vinhos de par^o.
Acha-sp a venda aos armazens de Jpao Jose Ro-
drigues Mendes, Sonza Uasto & C e retouUtt da
Costa & C.
BacAotofiihUega.
Acaba de che^rar um peittCbo lote de caixa.-
. dests desejado biealhao : no caes da aHiztaega
arnnje-n de Tasso Irmaos- (1
DF.
CARNAUBA.
De quaffdade superior : na a do Amorim n
37, armatem d "rVso Irmaos C.
VENDE-SE
a loja da praca da lodepencia ns. 13 e 21 : a tra-
tar na mesma.
Attencao.
Batatas novas
a 600 rs. a giga e 3d-rs. a libra : venSem Cos**
Irmao, no pateo da Hibetra n. 62 ft.
Pesos e medidas decimaes.
Vendem-so no armazem de Uawkes & C,
da Cruz n. 4.
rua
A ellas antes qne se acabemv
Lazinhas de iindos padrSes a 200 rs. o covado
para acabar : na lnja-do barateiro. a rua do Cres-
po n. 25 A, esquina da rua do Oaeimado.
E' pechincha.
Vende-se riscado d* quadros ( ohiiia) fazenda-
forte para roupa de escravo? a 200 rs. para aoa-
bar : a rua do Crespo n. 25, loja da esquina da
rua do Queimado.
Traques cliinezes
* OOO a eaixa
ISO rs. a carta
So na rua do Barao da Victoria n. 39 (outr'ora
rua Nova), loja do fsrragens de Sonza & Guima-
raes; assim como reeebem eucommendas de fogos
proprios para os fesicjos das noiies de Santo An-
tonio, S. Joao e S. Pedro, todos de boas qualidades
e pre;os commodos, e tambem livros de sortes,
barallio?. tarjetas, magiea? etc.
Cbegaram pelo allimo vapor as verdadeiras
bichas medicinaes cinzentas, as mais estimadas e
as so hoje empregadas em todos os hospitals da
Europa : vende-se em caixa e a retalho, na bo-
tica francez. ama do Bom Jesus n. 22.
flOVIDUDff
Bai*atissimr
Pape! oitaTO-, h'so, pautado, e pan luio.
Lindas secretarias, coatndo :
50 fulhas drpapel.
50 envelopes-.
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WO folhas de panel.
100 envelopes^
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0 panel marci* gratis com as inieioes do con;
prador.
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ri-a A run do Cabu^a it. 90.
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C haralo.
Um vestido branco de cambraia Una por 34.
S-ias bordadas a 5i que valem 105
Alpacas de linho e la com listra; de gaee. bon.-
tas, por cninmodo preeo.
Mad po!ao francez, superior, poca 6j.
Bratcante de 4 larguras, muito" bom para len-
?oes a 14600 a vara.
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1^000.
. E' ver e comprar, na rua dc Cabuga B. 10, fcjj*
da America.
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^s5 ra3 da manha as 4 da tarde, dessa hora
'.J em diante acha-se prompto para qual-
?>i) quer cbamado, em casade sua residencia re
,:-X a rua da Princeza Isabel n. 4, junto a a
M eslacao dps trilhoa de Oliada.
Das 7 as 9 Iioras da mattia da cansul-
tan gratis- nos- aplfri* 7
ESi^ECIALiDA'DES
Mole.-;ia: syphilitieaai viadicestiva e fo
bras.
Vende-se o engenho S. Pedro, situado na pro
vnccia de Alagoas, comarca do Porto Calvo, a
men# de uma lsgoa distante daporto de maT do
Gambia, U-ai rrccellent^s terras, mCas, e safreja
regutarrconie 2,( 00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
Aluga se o armazem n. &, da rua da Moeda,
com bastantes commoiJos para deposito de algo-
dao eu outros quaesqaer generos : a tratar na rua
da Madre da Dpiis n. S, primeiro andar.
AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, jiedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Compra-seum Vade mecum do Dr. Sabino, em
meio uso : nesta typographia se acbara com
qnem tratar.
-- Alug.vso nma escrava que faz todo servifo
de casa e rua : na rua do Imperador d. 50, ter
ceiro andrr.
- Vende'se uma casa-h?nrea n. lw,a raa dS. Pe-
dro Martyrj ou UWra. da giWa, am OUoda^
cbao proprio, oiloes dobrados. (endo 38 palmo's de
fWnte, 50 diios'oa IHrrrati; "qofntaf ein afierto, em
f'rma triMgttMP, a MUMJitt A' Saffleieemente
vanlajosa, para, quaiquer astabelwimeatw por ifir
:re3 frentes : "quern pr.etpo0er. pode.nrosurar am
Olinda, na supracitada nia a Luiz Pinto, e b
RedMe a Antonio- rXmcweo, n botica da pracf i
CIIMPRA-SE
piesla Ijpographia o 2. folheto dos Quadros
Historicos da guerra do Paraguay, con-
tendb a vista da rendiQao de Uruguayana.
Compra-se uma casa terrea bem construida,
que tenba bom quintal, ohio proprio, e que seu
preco nao exceda de SiOOO*, na freguezia de San-
to Antonio ou Boa Vista : a Iratar no pateo do
Carrao, bolica.
Sal doAssti
Tem para vender Joaqnim Jose Gon^alves Bal-
trao & Filho, a bordo do biate Rival; e para tra-
tar, no sen e.-criptorio, a rua do Commercio n. 5.
Cortes deseda
Com 21 covados.a 40j^
sem defeito algum
C("ires lindas e de gosto apurado, primando entre
eilas, a cor dc perola, Bismark-Lyrio, azni celeste
e ontras. Aproveitem, porque valem 0 duplo : na
loja da America, a rua do Cabuga n 10.
Qualidade super or
Srstena dovg
B
Mais barato do quern era qualgaer outra part-?
FfindicH.) da Aurora
C. STARR &., EM LIQUIMCAO.
Vendem
Wilson^ Rowe & 0.
Em seu armazem a rua do Trapiene n. 14, o se-
guinte :
Algodio azul aaiericano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qnaiidades.
Tudo muito barato.
2,000 libras sterlinas : vendem-se a rua do
Amorim n. 60, armazem de Antonio Alberto de
Souza Agniar.
leite
Compra se uma cabra (bicho) qne tenha bom
1 na raa Duque de Caxias a'. 87.
V^MBAS.
-jj-
da Boa-Vista de Juafuiaiilgafcie flibeiro, que
rao-jooem se acjia. CHkpOe^awoie habilitado pa
ra gg^ctnar ess^ yegqa.' ____________
-^ Aind4,esjsJp^^{B^~a.^a^8^Bdo"B.
ces*!1
Hi
4ldarna.uo'Ragel,
ta-se para qualqu :r
andr do mwnM piWio,
Leite de va*W a de elbr
comprador : x fua^flptlatiH:
d-.Gogsffgiat> 6\
a, tirado a vista do
Uez de Herval, antiga
Vene tnassa parJrbolo*; no ftafeo de S.
Pedro n. 26, r r
Cafcarfos barafos.
Lirja d> Araiifrs.
Bolinas de pellica inglezas com saito.
para senhora
Diias de dita, francezas, com salto a
Luiz XV, para senhora, a 5,000 e
Diias de duraque dc cor, canno alto,
a 5,000 e
Ditas de duraque preto, para se-
nhora
Ditas de duraque, gaspeadas, de ver-
niz, cauno baixo, a 3,000 e
Ditas de duraque, gaspeadas, ordi-
nariag
Ditas de brim branco, canno alto
Ditas de brim branco e duraque.
para meninas
Sapatos de duraqus de cor. para se-
nbor.a
Ditoj de chagrin, idem
Botinas de cordovao, para homem
Ditas do beaerro, solla forte, ingk-
aas
Praca da Idependencia w. 11,13 e 15.
5,000
6,000
6,000
5,000
4,000
a,t)oo
4,000
2,000
*3,000
3,000
6,000
8,000
Na rua do Marquez* de Oanda-e. 3a, se di-
ra quern vende uma loja, mutto bem localisada,
com nma armagao muilu boa.
Boa acquisi(jao.
Uma pessoa que se retira para fora da proviu
cia deseja vander todos os seua maveis, podeado
traspassar a ehave da casa, tndo proprio para ho-
mem solteiro : a tratar na quarit Oasa deatra-
da dos Afflictos, lado esqnerdo, das* S bans da
tarde emdiante.
do
Com o ii. 43. & iiia
Queimado n. 43*
\endem se tfes casaj, na na prfca do Con-
de d Eu n. 13w covn 5 quartoa, t sal*, quintal,
cacimba, renda 30; uma Ma no laPgd de S. Jos6
de Riba-mar n. 35, oom 2 qtortos, 1 Mlas, cozi,
uha fort, quintil, *artmb, rende 28*; uma dita
na rua dos Pescadores n. 4, com 3 quartos, 2 sa-
las, cozinha ffira, qaiatal, eacimba, r'etrae Ttt a
tralar com C irididft GUedes Cavaleante, na rua do
Viseoade de Coyaflna n. 16. octr'ora CfTfov^jo, m
6 as 9 noras 931 rfianhl,
Verronte do ttecco ou jnnto n loja ila MTalgiolla.
fhpgnnm : theiuoM :
Lazinhas de quadros pretos a 240 rs. o corado.
Ditas de quadros e de core* a 249irj.- o covadb.
Granadine de Ibtns, a parisie-nse, a 160 rs o co-
vado.
Poupelina do seda de far la okas a U o-covado.
Cambraia Victoria Una a 3*000 a pe^a.
Dita Iransparente a 2* e 2*500 a pee>,
Lencos cbineze* eon-versos a li8W**'dtrzia.
Cbales dc chita a escoceaa, por 2* um-
Cliilas de cores a 240 e 280 rs. o-dSfcdo.
Brim pardo fino a 466 rs. o covado:
Colchas para cama a 2* e 3* uma.
Len^oes de bramante a 2*.
Cobeltas adamaseadas forradas a J* <.
Meias para homem. sendo decores a^^aduzia.
Toalhas muito grandes o S**00 a dum.
Metins de listras a 366rs. o covado.
Madapolao avariadoa 3*500 a pca.
Camisas ingleaae a f^e 3* raa. 1
Ditas de cMbae < wiiM 1
Aproveitem qne estamos fazendo grttnde abal-
mento, aonea means 4a 46 aor eantb. Dia-se
amoslras.com penhor.
Espelhos grandes
Vende-se dons GkpeMlot erid*, w>n: m wa
do Vifarlo n-. W,. f aadar,
^
i
_




a*"-*"
DJarfb da Pt*i_JL___b<_cd Quldta fttra -1 Ixddijfcmi^ dtf ***!
/

Mttatx
OK
___t. ofa'!3'i
SI
^ o aioup i j
snn^s
Rua Primeiro do Margo n_'.*_ag b k>i it.
Cordeiro Simoesc&C.
K' esta uma das casas que hoje pode com pri-
uiazia offerecer aos scus freguezes urn variadissi-
d cttMxnonto deTaei_B_s fioaa para (jraode toi-
eite, e-bea assim para-use-OFtliaario do todas a*
lassies, e por pregoe vawajosos, das quaes faz um
.equeno resumo.
M and am fazendas as casas dos pre tend en tes,
. ara o que tern pessoal necessario, e dao amostras
PCi1illi|MMfrot.i
Cortes de seda de lindas cores.
'Irosdeaaples de todas as c6res.
Gorg_r*o brsmeo, lizo. de Iistras, preto, etc.


'
I
>_? _T\
<1 trip ]


NA
Kua da Imperatriz
PARA LIQUIDAR
n.
BAMTrllO DA BOA-V
up iiRoa da Impiejftirla rtfo ^*
DE

-taaao, prflb e de 6ks.
1
Vefrado preto.
iranadine de seda, preta e>,de cures.
I'opelinas de lindos padrSes.
F116 da safe, bnfcico e preto.
"*icas basqaio.is de seda.
'-*saeos de mwiao de cures, la, etc
iTanlas brasiieiras.
Cortes com cambrala branca com liudos borda-
Iticas capellas e mantas para noivas.
'ii."juissio"o sortimento edfc
^ambraias de efires.
!>rtas marlpozas, branCas, lizas e bordadas.
N'auzuqaes de lindos padrSes.
itaftisXas.'iudroei Jeiicades.
Percalira* de quadro?, prctoa e brancos, Iistras,
eiOj etc.
BriBs de linho de cflr, pronri; oara vestidos,
:m barra e lisfrits.
Rice* cortes de vestido de linho. r- sites da
meana cOr, ultima- mod*
Ditoa de cambraia de cores.
l-'ustao de lindas cores.
Saias bwdadas para senhoras.
Camisas bordadas para senboras, de linho e al-
(odao.
Sortimento deluva3 da verdadeira fabrisa de
'ivin. para liomeas e senhora*.
*'estaar para meninu9.
"ivw para t>_pt:;. i-.
Chapeos para eito.
Toainas e gnardanapos adaraascados de "(to
j.para mesa.
Colchas de la.
Cortinados bordad's.
iraade soriimento do camisas de luiho, lizas e
pirdadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
i
Oitas escoceza".
Ooa*eii *j.timePto de chapcos de sol para oo-
n.efii b snor_s.
Merino de w para vestidos.
Dito preto, li*jcaao e dito de verao.
ro\lhado del flho e algodao para to
*toaihado pardo.
Damasco de 13.
Brins de linho, branco de cores a preto.
Setim de lindas cotes c6m Iistras.
Chales de merino de cores e pretos.
Ditcs de easc-mira.
Ditos de seda preta e de core*.
Ditos de touquim.
Camisas de chita para .omens.
Oitas de ilawfta.
Ceroulas da Imho e algodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e cooso-
l.encos bordados e de bbyrintho.
<*olcnas de crochet.
Tarlatana de to^as as cores.
Ricos cortes de Testidos de tarlatana bordadoe
. ra cortes.
Esparlilhos lisos, bordados.
Foulard de seda, liddas cores.
Meias de seda para senboras e meninas.
flicas fachas de seda e la para senhoras.
Riro sortimento de leques de madreperolas e
>sso.
Damasco de seda.
CaaeiBira preta e de cores.
Chita*, madapolao panno fino preto e azul, col-
arinhos, punhos delinho e algcdao, gravaias, In-
^as de fio de Esco?sia, 'apetcs de todos os lama-
nhoa, bolsas de viagcm, peitos bordados para ho-
;uens, lengjs de linho branco e do cores, toainas,
(uardacapos. etc., eic. ______
500
Grunadlna preta a
covado.
O'PavSo ventle granadina preta e lavrada
pe!d barato proco de t500 rs o'covado.
ttadapofko enfestndo r rf^OOO
a peoa.
ra. o CAMISAS 'PRA___A8' A 2##0',
99000'K 3r600.
MMf
0 Pavao vende uitr bonito sortrnaoiitode
carntaas franoems oom peito do Ig'wiiOvaO
280OO e 93600^ Ditas com peilo de Imoe
de 39000a 69000. Ditas boidadas mi*o
a
OPsvao vende pegas de madapolao en- firms de 690C0 a 109000: assim como
festado, peio barato prego tie 3ff000 a pega.! grande sortimento de oeroula9 d irafao e d*
1 oigotlao, por pregos barato*, e taaabem lena
cerapteto sortimento de punhos e*c41arin]_ot
tawto de linho como de algodao, por peco
em conla.
Espar.iihos a a.SOO, 4?00 *
MENMS GUIMARAES Acabam dfe fazer um grande abatimento _os pregos do suas fazendas atten-
dVndo a gwiffdo faha one ha 'hoje de dinheiro,'2 por i_so crcio que o prego quo vai ooen-
cronado agrodnra 80 rospeit?tel publico.
Ditas Serb ser enlesta'do, com 20 jardas, a
59000. Ditas com 2i jardts muito boa
fazenda, a 69000, 6500 e 79000.
!'ALPACAS PR&TAS A 500, 640 R 800 RS.
0 Pavo tem um grande ^sortimento de
! alpacas pretas, que vende a 500, 640 e 800
rs. o covado, assim como grande sorti-
'mento do cantoes, bombazinas, princezas
preta9, merin6s, e outras muitas fazendas
! proprias para Into.
Ncdinlms a 1C0.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 19600 o covado. Ditas com pal-
miiibas a 29000. Ditas com toqae de mofo
a 18000 e 15400.
CAMBRAIA VICTORIA A i9?00, 48500,
05000 E 78000.
0 PavSo vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
_ 1/2 varas cada pega, pelos baratos pregos
de 49000, 48500, 58000, 68000 e 7*000
a pega. assim como, ditas de salpico bran-
co, a*7000, e pechincha.
.fOVAS LAZ11SHAS [A 560 RS.
0 PavSo reeebeu pelo ultimo vapor uti
io.
CHA'WJOS DE SOL Effi SEDA A 49000.
Tonde-se chspeos de sol de seda para se-
nhoras e meninas a 49, ditos de alpaca li-
nos com 12 astes a *f, dUos de _ertn6 de
dtias cores a 39, ditos _e seda para homem
a 69, dhos ingleaes com 12 ostes a 89 09.
- RIM PAflDO A 400 fs.
Ventje-se brim pardo escuro a 400 rs. 0
corado, dito de cores com quaJriuhos a
500 rs. 0 covado "'
CORTES DEt'ClfiH-MIRA A 59.
Veitrlb-se cortr^ fle casemira de corespara
c_lgaa 59, e 08; 8ftos de _ita preta para
calga a 48, 58, 69, e 79-
BRIM HE ANGOLA A 29 0 CORTE.

0 Pavao vende um bonito sortimeBlo dt
esparlilhos modernos a 3950C, 4|000 e
58000, assim como um bonito sort'mentc
desaias brancas. bordada6, a 59000 e 69000,
e ditas de lasinha de cores a 390O0 1 e po-
chincha.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAHA t
JANELLAS, DE 79 ATE' 259000 0 PAR
0 Pavao vende u:n grande sartimento dt
corlinados bordados, proprios pan* cams e
janellas, pelo barsto prego de 7900ft, 890A0.
10^000 ate 2590W, a*sh como: eoiwto
de damasco de la muito lina de 10800O
1_8000 cada uma.
BRAMANTES A 19800, 28000 E 28_0p
- 0 Pavao vende bfamsntes para leigoes,
tendo 10 palmos do largura, sendo 0 dt
algodao a 18800 e 2J000 a varo, e de linho
parent* a 39, 49, e 59, dita Victoria tapada
a 38,49,e59.
f ROGUES A 18500.
Vende-se croche"s para cadeiras a 1(5-500
cada utn.
LAZ1N1IASA200RE1S.
Vende so lazinhas para vestido a 200,
32., 400, e 500 rs. 0 covado.
ALPACAS OE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640. 5
800 rs. 0 covado.
GRANDE SORTiAHuYlO DE TAPETES A 49.
Vend se grande sortimento detapetes para
.todosos tamanhos a 48, 48500, 58, e 68
cada um.
tiRANDE SORUMEiNTO DE ROilPA FEITA
e 79.
elegante s:>rt'raento das mais lindas laiznhas' a ^55^00, 28800 e 38000 a V8ra: e pechin
para vestidos, sendo transparentes com as|cna
mais delica^as cores, e modern'ssimos pa-)
drdes, que vende pelo barato prego de 560 Grancle pecllincha a 4#0"00
rs. 0 covado, d rua da Imperatriz n 60.
JLIQITDACAO DEROUPA PARA HOMENS.
0 Pavab vende um grande sortimento de
roupas para "liomens, sendo palilots saccos,
ditos fraks, tanto de casemira preta e de co- COftes je casimeras de cores para' calgag, e .
res, como de panno ; assim como um avul-! vende pelo barato prego de 48000 e 58000
tado sortimento da calgas de ca'emira preta, j carja corte, na rua da Imperatriz 11. 60, loja
de cor, do brim de cor e branco, e um ,je Feiix Pereira da Sila.
CORTES DE CASEMIRA.
0 Pavao reeebeu uma grande porgao de
grende sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo tambem um bom sortimento de
camisas inglezas e fraacezas; assim como
de ceroulas de linho e do algodao, 0 vende
todas as roupas acima mencionadas pelo ba-
ratisstmo prego, porquerer liquidar, na loja
da rna da Imperatriz c. 60, de Felix Perei-
ra da Silva.
Acha-se constantement aberto
_S6 de noite.
ESMERALDINA A 800 RS.
0 Pavao reeebeu um botiito sorlimento
das mais 1 legantes esmeraldiuas com'Iistras
de seda, sendo em cores e padroes as mais .
novas que tem vindo ao mercado, proptias
para vestidos, e vende pelo barntissipso pne-
1 go de 800 rs. 0 covado, a rua da Tinperatriz
in. 69.
< raan'o dq PAVAO, das C horas da raanb
E'barato.
PREDILECIA
Ven<}e-se cortes de^Brim cte Angola pare
calga a 29, dito- moito finos a 38.
ABERTO HAS' PA'S A CAMISAS A 200 IffifS
Vende-se aberturas para camisns a 200 rs,
ditas mais Unas a 100 e 900 rs. ditas de
'esguiao a 18, ditas bordadcS a 28-
GUPTAS A 240.
Vende-se cbitas para vestido? a 240, 280 e 79.
320 rs o cavado, tem tscuraf/e clarts.
MADAPOLAO A 38.
Vendo-sc pi'rns dd mad polao enlVstado a
39, ditas de dito inglcz a iC'iOO. 5*, 0 69,
j ditas de dito francez fino a 75 T:00, 88,
98000.
CASSAS .f 38.
Vende-se cortes de cassa para vtfstMos a
38000.
CH1TAS PARA COBERTA A 280.
Vende-se chita para toberto a 280 e 360
rs. 0 covado.
ALG0DA0Z1KH0 A 35.
Vende-se pegasde algodaozinLj a 38000,
38510, 48, 48500, 59.
BRAMANTE A 18600.
Vende-se bramante com lOpalmos de
largura a 1)5600 0 metro, dito de linho fino
a 28500 0 metro.
ALGODAO.ElfPESTADO a 900 R1S.
Ven_B-se'a'godao enf stado a 9tV0 rs. a
metro, gravatas pretas a 400 e'5ff0 rs. cad*
uma.
CHALES DE LA A 800 RE1S.
Vende se chales de la de .qp'fdfOS a 800
rs, ditcs de mermo a 28_ 39V 48. 38.
C0BEB.TAS DF. ClflTA A 18800.
Venle se co'beflfts feitas de chi'.a a 19800,
"28, 'G '*$.
GORTIN-ADOS PAll.V IANLMA A 78.
Vcnde-se coitiii-d'os para ,;aliella a 7tf e
P9 0 par1.
COLCUAS DE C0RF.S A _9.
Venile--*e. cokhas de cores para cama a
_9, e 38500, ditas de ccoxe a.08.
CORTINADOS PARACA-MA A 1441:
Vende-se cortinados bordados para cama
a 149, 168 c- 209.,
COBERTOltES DE PELLo A 18200.
Vende-se cobertores de p^Tlj a 18200,
ditos sqperioresa I^GCO.
NACIONAL.
Calgas de riscado para trabalho a 15000' ma A^ (Jj-ij^ n.
e 1840<*.
Calais de brim pardo a 18900,29. 29300.
G8fi-s_e biim do Angola de cores a 29
c 39.
Calcas de casemira de cores a 5950O, 68
^ende-se
^rair^mWiiairir^'camftafls^omiwW*, ieodo-
_alajf. 3 parte de detra_, 1 quart 1 para criado, quintal bu-
ado, em terreno proprio, com 180 palnios _e
.'rente a fundo, por prego corrrno'lo.: a iratar com
Carvalho A Freilas, a rua do Rangel n. 9,.p___ria-
Machirms de descaro^ar
algodao.
Machinas de cortar furao.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro par*
garrafas.
Macaco de estivar on 1e-
vantar pesos.
Cemento fortland.
Salitre.
Limalha de ferro frau-
ceza.
Esses' artigos vendem-sc
, aiiiia-
zem de Hawkes & "C.
k-flfM docosemira preta a 39560, 5 M ^ Rzem pj^^ -]e p^fc
conl'ronte a alfandesra
PalHots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 29. If^fc 5e a rctalbo c a dmbeiro, muito h*-
Puletots de a paca preta a 39, 39500, ^8 ralil ^ |lqttl-jar.
Vende-se um pequeno sirio perto da esla-
;.ao do Salgadiiiho, tendo de frente 150
oalrnos, e (ie fundos mais de quatrocentos,
jom uma elegante casa <1-; laiM. 8cabada de
proxim 0 bom asSeiada, tendo sal s, 2
quartos e cozirdia fora. 0 terreno e pro-
prio i' bom do plaiitagdcs, tendo algumss
arvosM de jruclo, agua de beber e todo cer-
i:ado.
Para ver e mais explicag&es, no mesmo si-
io a qualquerhora a entondcr-se com Tris-
"ao Francisco Torres, e para tratar, na the-
souraria d^s loterias, rua l. de Margo
o,6.__________________________________"
Chapeosde seda.
Chapcos de seda para hoinem, roprios de pas-
eios, formas 1110lemas e bem arrnido?, com um
pequeno dtT-ito a 2*500 e 35000, e peChicchae
^sta [e acabaudo : na rua do Crespo u. SO. loja
das 3 porta, da Guilheriue & G, juoto a loja da
esquina. _______ _____^
Gc^rgorao de seda.
G:>rgorao de seda em corles para colete e em
peca pira vestidos, fazenda inleiramenie lina e
v .na rua dj Cresno 11 _, loja das tres ;;(rlas de
Gfilhermo &'C junto a ioja da esquToa.
Pillulas Catharticas
de Ayer.
Fan todos os effeitos d
um remedio laiantc.
Nao ha seganuiMDte, um
remedio tara universalment*
procurado como am csthar-
tico ou pnrminte, e nenhum
ontro tem sido t&o usado em
todo* os p-tses s per todas as classes, como estas pizltt-
LA.S, suaves mas efficazes. A rarifo 4 evideste, formao
tim remedio mtilto mais certo e efficaz que nennum onrro.
Aquclles que os teem ensaiado sabem qne se teem canto
peJo sen nso, os qne nSo os enskiarao sabem qne sens am^M
c visinhos se teem enrado, e todos conhecem qne o resnltSoo
tirado uma vet, se tirarn todas as vezea, e qne aa PII.LU-
1.A8 nunca fafhao por conseqnencia de erro on negligencia
lift sua compoticao.
Temos milhares sobre milhares de certiflcados referentes as
distinctas enras q^ne hio effectnado estgs pillulas, nas moles-
tias qne em segnida mencionamos, pore"m sendo taes enras
conhecidss
sario i f
todas as
_,V .11 __._.*_ ^j
. em camisas de lirmo1.
SE.SillW_i^-_-Sir:^
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-, memo pasro.. ___________
veniram aos sous correspondentes nas diversas par- j Cfo^fl tOrfPA
gas d'Europa para Ihes enviarem por todos ospa- i \jaaa> ivii^a.
quetes os objeetos de luxo e bom gosto, que se- Aluga-se a da rua de S. Joao, defronle do por-
o 59.
Paletots de panno preto a 55, 69, 85, e
109000.
Pal-, tots de casemira de cores som defeito
a **.
Ceroulas de algodao a 15, ditas de bra-
inante* 19S0O.
Caraisas de ch'ta de cores a 1^280, e
1*400,
DitaS'brancas com peito de cores a 29.
Oitas brancas finas a 2#,2C500, 39 e49.
DttafrSnasde niscadinho francez a 39.
Ditas de'oretone a 39500. ;
Colletes de casemira de cores a 29, WoW,
afWW
Toda esta roupa se vende assim bararto
para liquidar.
BRIM BRA3CO A 19-
Vende-se brim branco a 19 a vara, dito
fino a 19400 e 29.
ESGUIAO FINO A 29.
Vende-se esjroiio de linho fino a 25000,
2&30O e 39 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LliTO.
Merin6 preto fino a 2#500 o covado.
Bomb3zina preta lina a 15600 e 25 o
covado.
La preta fina a 600 rs. o covado.
Chita preta lisa e com flores a 240 e 320
rs.Jo covado.
Alpaca preta 50*> 640 e 800 rs. o
vado.
Caatao preto para luto a 1920O o covado.
Sarja de la preta propria para calgas a
640, 800 e 1^200 o covado.
Fcgo chinezcom lindas vistas para qi:ei_iax er.
sa:as.
Caisas com 40 c rlas de traques sapW
liatatas por arroba.
Caixas c< n. latas de 5 calocs de paz Devoe
Manteiga frame a P 1> G d le"i.
Arroz, cafe cha, e mai* gMieros d<; prHne^aae-
cessidade, para os rices e pewes, como ja ia___a-
ram, fa?.endo cen-f.ra an admiaistrador- C
Para as iioitca de Santo An-
tonio e S. Joao.
Amaral, Nabnco & C. acabam do recol*r com-
pleto strlimcnto de sortes francrzas eatiesaaes,
para brinquedo das noites de Santo Aotcoio e S-
Joao ; e o quo se cooliece de mais engrag^aa -
aprnpriado para briac;rr-se oe??as BoHes.
. Aos dignos macons
Amaral, Nabnco & r. tendo tm vista i gricw
e pemposa testa qne fazem os dignos- r
Vende-se tambem a loja de fonireiro, tta
afreguezada, da rna da Impeiatriz n. 79 : a tra;ar
na mesma.
VENDE-SE
uma eaaa na
tercio, por prego
irmiios a C
\-i!la de Br.rrelros, na rtta 'do
modico : a tratar com Tasaa
jam mais bem aceitos pelas sociedades elegantes lao do gaz, com 6 quartos, cozinha fora e grande
daquelles paizes, visto aproximarse o tempo da
festa, em que o bello sexo desta linda Vcneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pel9 paquete francez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear algunt
d'entre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperaodo do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderegos de tariaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albcns com ricas capas de madreperota e d*
veliudo, sendo oiversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderegos ccmpletos de borracha prcpfios para
luto, tambem se vendem meios aderegos muito bo-
nitos.
BotSes de setim preto e de cores para ornato de
eslidos de se_bora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen-
de seda, de palha, de chagrim, etc., ete., por
barato prego.
Bonecas de todos os tamanbos, tanto de louca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
! mos a aitencao das Exmas. Sras. para este artigo,
' pois as vexes tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por faita de um obiecio que as ea-
tretenham.
Camisas de linho lisas e corn peitos bordados
tara horcem, vendem-se por preco comraodo.
Ceroulai de linho e de algodao, de diversos pre-
[,08.
Caixinhas com musica, o que ha de mais lindo,
com disticos nas tampas e proprios para presen-
ts
Coques os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chayeos para senhora. Receberara um sortimento
4a ulhma moda, tanto para senhora, como para
tnenraas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calgas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de lindos
Wefahos.
Escovas electricas para dentes, tern a proprie-
rtade de evitar a carle dos denies.
Pranjas de seda pretas e de cores, ^existe on
g-ande sortimento de divercas larguras e baraU
prego.
Fitas de saria. rtc g'.rgurao. de setim e de cha-
*^lr>e, _e diversas larguras e booilaa cores.
Facbas de gorgurao min'to lindas.
Fi. na artificiaes. A Predilecta prima em coi-
ervar sempre om-bello e grande sortimento dee-
is flores, Mo sO para eafeifc dos evbellos, come
quintal : a tratar a rua de Pedro Aflbnfo ft.'8.
Outras muitas fazendas pretas que se ven-
dem barato, no Bazar Nacional, rua da lm-
Vende-se pegas de cambraiaiiranca trans-' peratriz n. 72.
*
.Armacao deamarello
Vtnde--e uma armajao de amarello. envidrai--
da, com balcao, por commodo prego : a '.rv.;tr na
rua do Crespo n. SO. lofa das tres oortas
Rua do Bario 4a Victoria n. 22^
bF.
Carneiro
Idas em toda a parttaond. te*ra Maetrado, de|i neoes- jambMn par, 0rtatO de vestido de noivas.
pnblical-os aquL Adaptadaa a todas as idades 6 a """"?" v, ,_j; j i, j. .j. k-,
sI condicoes, em todas as ciimas, nao contendo caiom- ; Caloes de algodao, de la e de seda, bran*
elano nem oatm qualqaer droga deleteria, ellas podem ser
tomadas por quaBjaer pessoa com toda sfegiiranca.
capa d'asraoar as consarra sempre frescas, e as torna goato-
getaee, nao nb-
dem resultar efteitos oreiudiciaes se Dor aoaso forem Wtn_8_
i ao palladar, sendo tambem puramente vegetaee, nao jf>-
m resultar effeitos prejudiciaes se por aoaso tortm WB
em qoze desmasiada. 0 papel que serve de coborta
sada vidro leva direccoes minucioeas com relacio as secum-
tes molestias qne as PIZZTTZAB CATBA.RTJCAB rapf-
__rrw_EH Ourao. Para it Ifytpcptia ou Indtgetla*, _X-
S'.lccncia, Zanguiden, Falta de Appetite, devem ser
tnadas em dose moderada a fim de estimular o estomago e
testablecer suas funccaos saudaveis.
Para as Doeneaa do Fiaado e suas diversas symptomas
HmrmquMtiB Sfltdtm, Dor de Cabtta, Icturrtcia, CeU
ieo BUUto, e MbrmBOtfm, de :t_iM^t^ ffilsoorreger a
braneos, pre
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para hotnein e lenBoras.
LacOs de eatnbrala e de seda de diversas cores
para w-annra.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas par*
noiva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
pehda, nMrrflro, 6so e velrado, w*o que ha _e
bom.
Pentes de urtaruga e marfim para ahsar os ca-
bet'os j teeaa tambem para tirar caspas.
Pori bouquet. Cm bello sortimento ne madre-
cSda petofa, ma'ffiin, Osso e flburados por barato prego.
i 'Wrfatnartaa. Neste artigo esta a Preditecu bem
on Mmrrhtm, gerataaota bast_nt^ nifoTida, *10 SO em eKiTOOtOl. eOTOO OB OlyOS
banhas dog melhores odores, dos mais afamados
fabricantes. Loubin, Piver, Sociedade Hygietlraa,
CotWray, Cornel e P.iniel ; *io Indispecsaveis part-
a Wsta.
Saias bordadas para seahora, por coounodc
prego.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap-
tisados.
Tapetes. Reeebeu a Predilecta um bonito sorti-
memo de diversos tamanhos, tacto para sofa co-
mo para entrada de saias.
Vestimentas par;., baptisado o que ha de melbor
gosto e os mais moderco ; reeebeu a Predilecta
do or ar:'.p precp. para flcar ao alcance
p___-_jui._j for 3ua!quer bolsa.
i7 C. Ayer & Ca., Lowell, mass., E.TJ.
VBNUIC SIS POR
^^jKSFMm**, MX*, AYTHa,, P^lpltaetio 4o
tomadas con-nuadamente, ate" alterar a accSo dos brglM
diarsgabdM, cV aorte que a molestia dl^apparefa.
Para a Bydropeeia e InchmoBet nydrofiom; ^preojso
toma-1-as frequentemente e em pdrcoes assas granaes para
?rodwrtr o eflttto de um yiurgativo drastico. Cfemo XKget-
sfaw para OJt_ron comida, toma-se uma ou duas para
Kmorar a dlgestio e ajudar o estomago. Uma ou duas to-
s de ft em qa_odo, esttmulfto ou estomago a obrar san-
davelmente.
i Qualquer qua se acba f?_l_rme_U) bom, tomando uma
ou duas d'estas piUulas se ac.^ajv, jnuitas vezes, deewsda-
mente mUhor, por razfio que dlas OUri4*S?^ e res'sura0
apparellio digestive
'Rua- do Cabugan. *
A' este grande estabelecimento tem che-
gado nm bom sottimento de maefetBas p_*a
costura, de todos os autoros mais acrediu^
dos ultimarnente na Europa, cujas macbinas
sao garantidas por um anno, e tendo um-
perfeito artista para ensinar as mesmas, to
qualquer parte desta cidade, coflHHbem as*
sim concerta-las pelo tempo tarabeia d'lim.
anno sem despendio algum do compradorr
Weste estabelecimento tambem 'ha psJrWnga*
para as mesmas m_c___tas e se;supp- qual^
quer pega qiitS <-ja neeessarle. Kstaa ma*
chinas trabalh_tti com toda a p*#fel?lo'dot
um e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura pot fiea qtfe {ga,' sOTa
pregos -So da seguinte qualidade : ^tta r_-
balhar a m8o de 305000, 405000, 455000
e 505000, para trabalhar com o pd s_o-da
805000, 905000, 1005000, 1105C0#,
1205000, 1305000, 1605000, 2005000 e
2505000, emquanto aos auto res nao ha-ar-
teragSo de pregos, e os compradores poderao
visitar este estabolecimaiito, q muito do-
verio gostar pela variedade de objectoc que
ha sempre paTaTerider, "Hbim stBjtte- s eauaW
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para saias, ditas dertsrrgo, tftlii paw
crianga (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, -piVa rtlftrfti*, d^pe****-*
para criancas, de todas as qualidades, camas
de ferlro para ho-mtrh e'trftr^rs, (Mpaehoas*
espelhos dourados para sals, grandes e pe-
quenos, apparelhos de metal para chi; la-
queiros com cabo de metal e de marflw
ditos avulsos, cbft^rtsde metal _._*, cOti_lBl-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para form saras)lavatorios completos, ditos
simples, objeetos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todOs
que visitarem este grande estabelecimento
quo se acha aberto desde as 6 horas da ma-
nha ate" as 9 horas da noute a
Rua do Baraotda Victoria n.
.I, i.-. i... .i ......i.i-------------------------------------
Magnolia
Na loja da Magaolia, a rua Dtrqne de Caxi&s n.
., encootrara sempre o respeitavel publico um
complete- sortkiieato de jHsrfBmarias fiuaa, objeetos
de phaatasia, luvas de j-uvin, artigos de moda e
miudeias finas, assim como modicidade nos pre-
;os, agrado e sinceridade.
Anneis clectricos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, aca
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas, proprios para os nervosos.
Meios adereqos
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
eebeu um "".ompleto sortimento de
lleios aderecos je tartarupa.
Meios aderegos de madreperola.
Meios aderegos de seda bordados, (ultima moda
e de muitas outras qualidades.
Bofcoes de aco
Metins Irancezes, fazenda, muito Una, pa-; M Duque de dxias a. 45,. tem
droes modernos, fazenda que ja se vendeu par\ vender osmodernosqbotoos de aco, proprios
,por 30O rs, a 300 rs. o covado; e pechin para vestidos.
cha. Dao se amostras. GolillkaS e piUlhoS
CretOI_e8 Cte iiStrflS da*-maismo-erBasque_anomerc_o; a ellas
CI-etoncsfleHsryas.faBeB-a acokhoada, pa- j" Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45.
droas mmt lmdos a 4*0 rs. o covado ; dao- LenqOS CllinezeS
GKANADINAS
llranadihas-f- seda poTa, preta com Iistras
do oOfes* padrties os mais bonilos qbe tem
Vindo ao-'mUrcarlo'toque se vends pero dt-
mttruto preco de 500 'f. o covado, por tor
j um pequeno toqne de mofo, e farerida de
125000 o Covado ; e pefchhrrtsa. Pao se
'amo-tra?.
Mm hum
[trim branco muito fino, laienda de
25560 a vara, que se vende poa 15400 a
vara, por eitar o*' om/pequenc defeito ;
peOhihoho.
Mm Irmms
se- affloswas-.
es
Madapol6es com um pequeno toque
avaria, de 3#500 a aJOOO a pega j e
ehinotia.
CHiTAS HSKGALCS
Chitas percales avariadas a 240 rs
vado; e pechincba.
80*
X *0 da mm e*|o
Loja das 3portas
DE.
ftalhrtir.l'C..
Junto k loja da esquina
rf
0 CO-
los Srs. foguclcirs
Para os fogos deS. Antonio! &JBSggj
A Sfagnolla, a ruaDnqoe de Caxias n. 45, re-
eebea uma pequenn qoantidade 4e lengos de seda
; oldDues, oom liadiagimos deeendaos, fazeada intei-
Je l-ameate nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruga, de
marOm, de o_30, e de muitas -eutras qualidafles:
reeebeu,* Magnolia, a rua Duque de Caxias nu-
mero o.
Attenqao.
A loia da Magnolia, a rua Duque de Caxias b.
45, acaba de receber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tarlaruca e marflm.
. Ricos albuns eofi capa dfe madteparola, cha-
gren, madeira, veiludo, conro, etc.
Lindas caixas com finiisimas perfumanas.
Ligas de seda. brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
POtseiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vesluarios para baptisado.
toucas e sapatirihos de Setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
S. JoS*> e
9. Pdfo.
Limaloa de aeo.
Limalha ae ago d'agulha.
fcmalfa de fefro.
Limatba e cofcre.
Ltmalharaenco.
Salftre fWtaad^ aarbaaia-a 4a_t>fre.
Artigos todos de primeira qualidade.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45, re-
ee_*0 um findo sortimento de bicW de gaipura
de eOres, apropriados aos vestidos cbiejies da ac-
tualidade.

Ywdetce ui|o harato
HAl
rbr-iaciae draria
BARTHOLOMEU & C.
34-RuaLarga do Rosario34.


2.
a pecbiacha
A IoJr H; BorBH>re(n. u ma do l.i-
vrataeMo i, o* aaelmando.
Cheguem fregueaes antes que as cbammas de-
vorem tudo.
Botinas para senhora a 3*.
Ditas ditas a 24500.
Lt para bordar a M a libra.
Entremeios e babadmbosa 600 rs a ; e^a.
Olpn Phil ffflrt r. r, frasco.
Cheguem que se _.caba
Coilarinhos de linho muilo fino*, a tkui?. a _**'.>-
e um ;00 rs.
Lindas gravatas di.- cauibraia boidada, para <-
nhora, a IJ, If500 e 24-
Lindas gf llinha de car.ibraia budada, para H
nhora, a 500 rs., M, 1*303 e ifi.
Ditas ditas com punhos idem iJem a 2_.
Lindus manguitos com pnnbos iJeoi ilem, a 1*.
Lindas cami-inhas coin punhs idem idem a it,
4# e '61
Lindas lazinhas vindas da Balria a 20) e 140 rs.
o covado.
Duzias de lengos dr. ea^a a 700 rs., e abantit
dos, brancos, a 2 e _|S09, em caixinha.
Ditas de toalha? alcoctioadas-a iiOM), e uma a
360 rs.
Madapolao francez e inglec a 4*, 5, oioOO, *>S>
e 6 joOO a peca
Algodao a 2^*00, 3*500, 4 c 4*500 a pega.
azul e meselado a 200 rs. o covado.
Chiias e metim a 240, 280 e 300 rs. o covido, <
outras muilas fazendas qu3 se vendem com 40 0(0
menos do que em outra qualquer pirte : na riu
do Livramento n. 30, loja aeLiJa Cuiu-fii <&_C.
E' muito barato.
Tudo e de cabclloa compridos.
Trangas muito compridas por 12*000.
Um par de crespos por 6f.
To pet por 3*.
Coque crespo comprido por 15*.
K muitas outras obras qoe so se vendo.
Rua do Marquez de Olmda n. 51,1." :.-
SiklLiS\P_i!r\j\\Il_U >
DE
RBiSTOL

dura dos estreitaniento durelra
pela facil applicagio das
- 0L17AES
601MA ELAST1CA
As mi w>drQs e arjerfa^oadasda todas,
as conhecidas
Yefldem-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
34- Rua larga do Rosario 34
Mobilia
Vende-se uma linda mobilia de jfcaranda, mas-
sioo, entalhada, por muito comioodo prego : a
tratar na travel a da matriz de Santo Antonio,
rcarcineria de Joao Cancio.
CURA OS (L4S0S MAIS DESESTMIAijOS
A SAFSAl'ARRII.HA DE BRISTOL pun-
fica a massa do sangue, expelle para fOra
todas as m&terias e fezes viciosas e tmpuras,
regula todas as secregoes, da vitalidade e
eQergia a todos os orgjos e da forga e vi-
gor ao systema afim de poder melhor resis-
Ura todosos ataqttos da enfermidade. E'
pois este um remedio constitutional. Elk
nunca distroe afim de peder curar ; por_Bt
constantemente assiste a natureza. Portanto
lOm todas-as doengas conslitucionaes e em to-
das as molestias locaes dependents d'um u-
tadovicioso eimperfeito do systema em otr
ral, achar-se-ha que a Salsaparrilha bs
Bristol e um remedio seguro e efficassissi-
nao, possuindo iuestima.-is e incontestaveis
vrtudes.
As cu^as milagrosas de
liwcrofuhas,
L'lceruM.
Uh tiat-ua aii i igaa,
mwmms ^^mnisjs,
R\SII?ELAS,
RHEUMTISMO,
WEVRALG1AS,
ESC0RUUT0,
ETC., ETC., ETC.,
que torn grawgeado e dado o alto ^reuom*
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do nmTWso, saotitoaiu
mente 3e\i '.*a'i
UNICA LECITlMA ORIGIN AX
Sahamrrflha de Brisk*
HLiRMACl. C__ST__-_i
t i*M~\

------


BK -
8
utoriQ de Pernfttobiioo Quinta foira 11 da Junho de 1874.
LTPPERA
'*Jffii!S* ^e:deMCordo todos ** **> do
grave

10.
,tcE,1,d9 *'"I prle. d provinela de Per.an.bui
resp sta aos QtEsiTos hiopostos pela mKECTORu geral do n,sterio da iusT.CA. Duranb o dia am que se empregam "os'condemnados prisao simples ? V,v
(Contiouacao.) em ociosidade, ou preferera o trabalho ? Vendem p nroducto de seo trabalho D-i
.ou.x.tri.n^ *"** H,officlos? *U8es? P0N
ff^S^^fe.??^^ dof ^ue "ecessitam feabitar uma casa de oorreccto, ao ____
Nao ha ollicinas nesta casa ?
Aos presos bem comporUdos e" permetltdo trabalhar nas artes ou offlcios de sua
profissJo e nos iug.res designados pelo cbefe de policia ; coratanto que nao perturbem
a ordem do estabelecimento (artigo 16 do rogulamealo).
Esta boa determinagao 6 boje lettra morta por falla de saldes para offlcinas, e lam
de percam os mdos habitos adquerijos^urna*v&7ZiZ^S^Z
f eS;filSJT,e dG P,6S ,lrS,Urad09 uma vida de cciosidade,Tosttn
a entrar tncilmente na carreira dosr.r m< M "uhi
carreira dos crimes,
abaudono. em que He jazendo urn grande numero de creancas, victimas da
>1 Ul> SeUS paes. OS auae*. nan r-jirandn Ha ei>. a.l,.* _. j.-____
ne-
lita
ne-
gligencia crimiuos., cacTolo meni,?oVHgabnn,,'18em-,!a 'T*' em (Ueserios cuid.do7.VKe ^tar a edu
..- nlV-periencia tem mostrad. que se occupam do estudo deste cancto anri.1
SsTas prices tfnr*aC,a da Mai d Am^Soot^;: KffiK ^i.^-?^
siva do augmento d s
I'm dito, licia e mais autoridades.
I'm dito, de notes do vestuario entregue 1 quern o lava.
Um dito, para registro dos remedies, fornecidos Rplp coDtractador, para os esorsp
Nao ba o livro para registro dos faetos mais notaveis, a nera a livro da contabili-
dade moral do preso, muito asado nas prisdes da Belgica.
Os factos mais iruportante?, relativos A cada delento, s8o notados em resumo na
casa das observances do livro de entreda e sahida.
6s presos recebem vesitas ?
16

Esaas visitas sao feitas na presenca do administrador ou dos guardas ?
bem por nao haver quern forneca trabalho aos presos, os qoaes, sem me/os pecuniarios, recebidas e remettidas ?
que as populates das prnoes vo diminuindo na razfto progres-
asylw para a mfancia desvalida ; das casas de educacao para as
on1S,,2?i *? HPa,S eentr,-Sues 4 vagabundagem e oceiosid.de, das co-
ec^ etcg, etc **" 5 ds c-^s correccionaes para menores de ambos os Ssos,
mini'^^?50 I>enitenciari0 '"tcrnacioual, havido em Londres em IW1 declanw--
occiosos. '
para os meninos vagabundos e
tem
i>os paizes, aonue se nao adoplaram ainda tao beneficas esalutares inetituicdes few
reconhec.donmo.ux.1.0 da es.atstica criminal, que as prisoes $ZjZ%!
cs-
aopassoque as condemnacdes diminuem, o-qwe prova
naaem ensaio ; a proviocwtamtoem colbeo benefiwos da instituigao
casa ; pois em tras annos rWaram os cjfres pubfcos pjrto de cem contos de reis, re-
sultawtes de econontias na aKmentagio, curatiro, esiario doe> presos pobres, e no ae-
ceio e-eonservajacdo edificie';: daapezas estas, que Mt entao eorriam & cargo daquel-
Iea cofres
Corao sera pre suecede cora enssios desta ordem, lutei com muitas dSiculdades,
iinherente9 taes convnetimentosv e, juntandose a-ellao-o desgosto de que mesenti to-
jmad'o pe& gaerra masquinha quc-a-inveia mefatia, furdesanimaado, ate pe, ante-
veodo .naioresprejuizos, que os ja^soffridos, resoivi acabr com as oflicinas, e repor as
jcousas-em seu.antigo estado.
joalcado ordinari e na manufactura de Tassouras.-lrancas & chapeos dte palba deearnau-
ba, que sao vendidos na prisio por modlco precos-
mes augmentam diariamnnte,
?eSna^oCrinieS ^ 8r"Ule Parle Pralicados Por eno7es7q~e tfTiSS'ri&.ZX
n^JiaffoVr^uc^l^^: '"'k""56 Cm '^J* Crea5 de-jlos pe -1| "Ben geral vivam na naior occioskbde"possiVal^-tomer dormir-eis
aos Sol Sas grandes cidades! bS 3 Se*S' abandondas P^ ^ pVis dbas terras ptrtes- dos recofoidos a esla-f
Citarei urn eiemplo.
A populosa cidade de New-York era infestada por uma verdadeira praea demeninos
%ad.os. 0 remedio para este mal nao foi outro, se nao a fundacao o'ESSk^Sndado
queTeSl6 :t5ZT Pafa Cmbater 8 mendiddade 6 5KMS chants
^.kS "er"0 autor(sou es'a associacfio I mandar prender pela policia e recolbar* um
e^tabelecimento espec.al as creancas vagabundas, fazendo a mesma aaociacaV toils as
SS manutencao e oducacao ate 21 annos de idade d'aquellas cujos pa nL
messera meios para satisfaz-.r taes despezas. ^^
A associa^ao dirigia se aos agricultores dos Condados, aonde bavia falta de braeos, e
nientPTnt 'aT COntracto',em ^ obrigavam a alimentar, vistir, agazalharSe
fiuof S A I"' 8 ,eSC0,a "0S mefS de inverno os meninos' que lhs fOsn entre-
& nrlc Cm braDdura cora? se fossem seus domesticos, e para garantia do con-
tract prestavam uma fianga, ou depositavara uma oerta quantia.
a vida de
Rao gastarei" tempo em demonstran qua do oeoio; em qneesUo mergulhados senle-
^ares de cnminesoe-, s6 pdd* resultar mates incalcotaveis a soeiadade ; eque sem tra-
balho deflicilojente se alcan$ri
Nioguem pee mais em da vida a neoeseidade de5rabalho para o bemem em todas
as phases de su* vida-: niogoem boje deseoehece oe^males gra*i3simos da occiosidade.
O trabatbo e pawa-a* preso uma necessidade imperios*; corao d pSo para a sustenta-
3o da sua vida.
0 embrutecimento, o desenvolvimenta ou augraente das m4s paixoesv o enfraqoe-
otmento do espirite, .e- a debeUdada, se nao a merte oV corpo, serao infallivelraente as
oonsequeociaifrde am. compte!eciosidader qaal a e> qae vwem os dMantos nesH
oesa.
-------r------ ...u quantia.
ara nscalisara boa esecucao destes contractos havia inspectores, que iam alga mas
S,m 8Iin? V,S'ta,r 0S e^abe,eci*mentosruraesdoecontractantes,einspewioB*rseos
coi. raotus tinhara sido cumpridos a risca; podendo rescindilos immediatainte, se
M?r.nvassem ser .undadas as queixas dos meninos. Neste caso era lo imposU uma
mmta pesada ao contractnnle pelo Juiz do Condado.
i-'of este o reraedio heroico que livrou New-York da praga que o perseguia.
E para quando gnardaremos niis a iniciativa destes melnoramestos ?
V.sp^raremos pelas li^oes dolorosas da experiencia propria, despresando as alheias ?
Come^aremos quando as nossas estattsuuas crirainaes provarem, o quejd provaram
as de outros ps'izes, e quando o mat ja" tiver profundas raizes ?
Praia-a* Deus, que o ensaio, que se roado de feliz resultado, eque, seguido pelas outras provincial, brerre possames contar
no imperil, pordezenas, os estabelecimentos da ordem deste.
As piintas juntas satisfazem asminudencias dos tres primetro& quesitosv
Qaal
a? refeico
7.
o regimen dos presos? A que horas se levantamt A que boras fazem
.QuaM as horas de receio? A que horas se doham"?
A horj, desigoada para os presos deixarem a caraa, e 5 1/Sf da maoha, e para i.
ella voltarom 8 horas da noite.
Aos presos, declarados pobres pelo Dr. chefe de policia, selorneoe a aiiraentacao da
tabeila junta, nas horas seguintes :
As 7 hor^s da manha almcQo. Ao meio dia jautar. As 5 1/2 horas da tarde,
ceia. *
Os prescs, que se alimentam a custa propria, vindo a comida de fdra do estabele-
cimento. rtcebein o alraogo das 8 as 9 horas da manba, o jantar de 1 as 2 horas da
tarde e a ceia de 5 horas as 6.
As horas de recreio ou passeio sao designadas pelo art. 25 do regulamento que as-
sira dispoe :
Somente com licence do chefe de policia seri permittido aas. presos passearera
nos crredores ou pateos interiores do edicio, observaudo-se sempre o segtiinte: aos
presos da l.a classe (emcustodia ) poder5o conceder-se dous passeios diarios, por espar
go do meia bora cada um : aos da 2.' classe ( indiciados era crime ) sdmente uma
vez por dia e tambem por espaco de meia hora: aos da 3.* 4.a classe (condemaa-
dose tscravos] nunca seconcederdJicenQa por mais de uma vez no dia e aunca por
espac> de mais de um quarto de bora, e isto quando o medico julgar necessark*.
m parte alguma encontrei semelhante systems.
Em todas as prisoes, que visitei, observci que os presos. indistinctaiuente sSo obriga-
dus a uma hora de passeio, pelo menos.ao ar livre e aosol, em commum, ou isolados
seaundo o systema da prisao, por que assim se faz preciso a bem da saude dos presos.
>"a pratica se tem alterado as disposig6es do citado artigo quanta as horas de passeio
e cla?se de presos a elle admittidos : mas faz-se o passeio nos corredores da pnsio, o
que pouco ou oenhum beneQcio produz.
As mulheres nao sao admittidas a passeio.
>'ao se tendo ate" hoje collocado as grades, que devem fechar os pateos ioternos e
privav o accesso as muralhas e ao portao do edificio, nao se tem consentido em passeio
nes?t.* pateos, se nao aos doentes e aos convalescentes.
*
7.
Em "que se empregam os gales ? E' pesado o trabalho que se Ihes distribue ?
(juanias hors de trabalho por dia ? Quantas de recreio ? Nao preferem elles a pena de
pri?So simples? Qual o seu regulamento?
Os gales sao apenas empregados, de preferencia aos outros|condemnados. nos servi-
gc; d > aceio da casa, consistindo era varrimento e lavagem do pavimeoto terrea, das cel-
lii'is dos andares superiores, no impulso a"s bombas, que alimentam os peqaenos deposi-
t-~ d'agua, e no servigo da cozinba, em que se prepara a alimentagio para aenferraaria,
f [ .: a os presos pobres.
Fste trabalho, que considero leve, nSo 6" retribuido.
Nao ba trabalho, a lem do que fica especificado, em que se possara empregar os
g Ms ou outros presos. Vivera em completo occio, regidos pelo regulamento geral.
Assim acrelito que nao preferirfto outra pena.
Qaal e o- reguiamento das-eadeias ?
gularaento ?
ill
Quaes as uifijee^oes maJa-frequentes-desse r&*
Cerrespondem^e comia pessoas de fdra das prisoes f
Corao sao regu-
Elle U as cartas
. m- ------- -- -
nao podem obter a materia prima.
Sern o^menol aSd cofrea puWico. mo^te^^^
co a centenas de presos, qoe alii acharam diBtracao, e meios de vida honesta ; poden-1 sees P ^ ***** D0 rec,nt0 *"**'
-- Tysmo da^Sto ** **' MnPra" nu,,ber e fi*0*5. prwtes a laociram^se | Nao ha nesta cwa locutorios g*raes, nem da favor.
Nao for.r. sdmente e^-^os dete^ q^aoferirana Ibcros naa modestas ociJc.!M*.X^^ "" *"***
m ensaio a proviooa tambem rtta, bene^o, da IMWoiCi da *,balho nesta | 6. que se .ftnei*vara i cuata ipSTSffi rndiSmente, a permissao de 1-
mogar a jantar conv as mulheres, fitoes, e ate com estranhos que lbe traziam o aM-
mento. n
Assha, raeebiam: visiles tres vezerpor dia as dettBtes e proaunciadoav e duas vezes-
os-condemnados ; pepque estes, em sue maioria, para gozaretn de semelhante favor,
decUravam- poder ahmentar-se A custa propria e, portftnto, se lhes- concedia tao peroi-
ciosa licenc*. apezar da-dt^posijao do art. 62 do regulamento.
Assumiado a direcejtodesla casa redaroei contra seweJhante afcuzo, do-anal tristissi-
mas consequencias se tinbara testemunhado.
Foi, des-te entao, prohibida a entrada-dos conductores da comidh-no iotetior das pri-
1??%?. P"^ "*W* dramas horas do dnrna fabneasao de sues, e estabelecido o systfcraa de visitaToas grandes caacelloes das- entrade* dos riios
ou corredores da pris3o.
Estas visitte se fazenadbriatnente, coaversando o preso a sos com* o-weitante, do
qua!* 6 apenas separado pela-espessura da grade.
Ordinariamente estao eera visitas ao mesmo tempo am presos era cada raio. A
conversajfio nao-^onvida pales epregadoa.-
Otadvogados-eonversam-hojei s6s ana uma saleta, paoa isto preparada f5ra do re-
cieto d* priiao : aotigaraen* estas con versas- tinbara lugar na grade da- oeH&la e em pre-
seoca de todos os presos & eHi recolhido*.
Eirtendo que o-eyslema do-visitas deve ser alterado, naoso- quanto ao numera, como
tambem qaaato ao>k>cal.
Nas-pris5es, qoe visitei, ea locotorios sao dfepistos de-maneiraa Kstanciarr o mais
possivel.o preso da visits, e ievitar que posea -elle receber qualquer objeeto;
At^oas prisOes^de meninos- se guarda mesa dispo3icao.
A maaeira usada'entre noe-d-de- gravissimaaonsequeniaarprincipaknenteqoeodo as
visitas sSo do sexo feinieino.
A deceocia n3o permitte deserever as sceaee de escandalbs, que se tem- dado- nestas
occasioes.
Outro mal, tamtem de terriveis= eonsequeneiae, devido ee-pessimo system, de 36 for-
necer-se alltneoto ao preso miseraver, 6 a pevmissao dada & qoitandeirae, para-penetra-
rem no interior da pritto e commuoicarem torn os presos a -titolo de veada de oomida
feita aos qpe nao tem^ qjaem a prepare f6ra do-estebelecimeDtei.
Com semelhante systema nao ha vigilaneia-possivel. para evitar os neriaos-que delle
resultam.
Nao tenho noticw^ de queemrootro paie fosse elle aigoma vez ensaiado. Consi-
dero-f iuteiramente original.
Por causa deste systema e do das visita&y-chegarara aseausas ao pooto,- de3er esta
casa o me!hor logar, para a occaHac.io e veada de objectos fnrtados.
Do poder de presoatenho tornado objectes-de ooro e prate furtados-ed.dos-a' guar-
dar ou veodidos na ocoasiao da viaita ; tenho encootrado na&^llulas punhaes, instru-
jnentos para serrar grades, e taiabem. bebidee espirituosas, fornecidas pelas quintandei-
ras, por- modos mui engenhoso6
N8o necessito dizer mais, para demonstrar, qjuao perniciosos s3otaes^systemaa.
Qaanto a correspondeucia por-eseripto, e ella permittida pelo art. *8do regulamento
podendo o administrador- ler, a que-for dirigida aos sentenciadose escrasoa, out por es-
tes eaviadas doutrem.
Esta oleasula quasi nunca se-realisa, porque os presos recebem eew-iamwas car-
tas clandestioamente por intermectio dos visitantes ou das quitandeiras-.
1.
Como passeiam os presos Elles fazem. exercicio ?
Ale=a do passeio ama vez.pipa dia (raarcadopelo art. 2A.de regukunentoi. feitoden-
tro dos oorredores d;- prisao, e por pequenafrttirmas, nenhum outro exercicia-ao ar livre
se lhes aoncede, abds. tao necassario a conservacao da sav.de do preso.
Como dorraem os^pcesos- ? Tem cama. de pdo ou de ferro ? A. proviacia fornece-
Ihes colcbao, roupa,. lavagemde roupa, aliaaento ?
Em cada cellulado andar terreo ex-stem duas barrasde madeira, sem travesseiros,
presas aos muros, a nos dous andares superiores cinea. barras inteiraaente iguaes as;
outran.
Nada mais se-forneca para a cama do preso.
Estando as ee'Uulas sempre ocupadas por numero. superior llotacao, os presos, que
aexcedem, dorn^m sobca o chao.
Cumpre notar que os pavimentos das cellulas terreas, e das-do 1." andar s3o forra-
das de cemento.
Pela tbesoareria paovincial se fornece fazenda de algodao azul, para duas calcas e
duas camisas, destinada ao numero limitado de 300 presos eonsiderados pobres, e cu-
ja duragao deve ser de um anno.
Destribua-se a fazenda necessaria ao preso, que e obrigado a fazer ou mandar fazec
a cal;a e camisa & custa propria, assim comq d laval-as e Goncertal-as.
Os quo nao sao eonsiderados miseraveis, trajam ad libitum.
D'ahi a Calta de uniformidade no vestuario, dos presos,. o qu<
olhos, de quem visita este estabelecimento.
Nio estou. habUitado i rasaaoder a esta qaesito ?
Manda-me uma-copia do fognlamento, com as observasoes que pratica* tiver sug-
'"grido par a-sua altaraoao.
Remetto um exemplar impeesa do Reguiamento de- lfr.de agesto de 18^S, que re-
ge esta Casa. \
Em virtude de alguns repaios ji feitos, se deve conboear, que 6 eHe defeituoso ; mas,
citarei alguns dos seos artigos,.que sao inexequiveis, naa sd por ftlta de meios para a
feua execac^o, como porque sao iocompativaisoom as disposes mternas d-ediftcio.
. ps.artigos 8\ a 5 tem side lettra morta pelas oausas descriptas, quaodo tratei-
da faltade classigca^io dos-detentos.
0 artigo 82>iaexeqairel>.porque, fecbada a porta-de madaira da cettala, e im-
possivel observar gs movimentos e posigoas dos presos, eomo tante- recommenda o mes-
mo Regulamento,
Nao ha na port, uma vigia ou abertnta (judas, eomo se denooinam nas-prisOes da
Europa.), por onde possa o guarda ver a- preso : item disto, a porta. e collocada de
f6rraa, que ainda.mesmo tendo.a vigia, ofta se pdde ver- o que se-passa aos lados da
cellule. Ainda ootro inconveniente do fecbamento da. porta : o faUa da vtrtfilardo ne-
cessaria.
.
8.8
Os presos tem professor de leitura e de calligraphia e de rudimeutos de arithmeti-
ca 0 que mais aprendem ? Aprendem algum officio ? 0 que gasta a proviacia com
o ensino dos presos ?
Ha um professor de leitura, caligraphia e rudimeutos d'arithamethica, que das 8 ho-
ras is 12 da manha da licSo aos presos de todas as classes, que desejam frequentar a es-
i -la em corn mum.
Nao set)do obrigatoria a frequencia A aula, poucos s3o os presos que a ella assistem,
t ,alando de 25 a 30 por dia.
Nenhuma outra iostrucgao se lhes da, nem se lhes ensina officio algum na prisao.
A provincia despendeo com o professor a quantia de 1:6819090 por anno.
Quando, por castigo samanda fechar a porta da madeira, soffcem os presos ca!or
excessivo duraate certas boras do dia, am erao taJ, one muitas vezes reclataa o medico
a abertura deUa. ^r
Artigo i3.e inexequivel, porque nao h. illumina?ao interna nas-cellulas, e a dispo-
sigio da dos oorredores nSo permitte bastaate Claridade uellas.
Artigo 24. Soraente as cellulas do 3 raio estao muaidas de uma barra de madeira,
sem travessatro;. de uma mesa pequena, e de alguns tamboretes, insuffieientes para o
namero de presos. neUas.recolb.idos ; as dos dous- outros raiosapenas tem a barra sem
travesseiro /
Artigo 34. Inavquivel na sua segunda parte, attenta adisposi^ao do edificio.
Esta disposigao foi copiada doregulameoto interno da antiga Cadeia desta cidade,
para a abertura do&alcapdes do seguro e da enxovia daquella Cadeia,. que nenhuma se-
inelhanca tinha eom a seguranga e disposicoes internas desta Casa.
Artigo 36. Nao e executado por falta da sineta, que nunca foi mrnecida, e que jul-
go desnecessaria no systema adoptado para esta prisao. Someute nas prisoes.eellulares
(isoUmento ) se uza de placas. ou timpanos para cbamada dos guardas.
Artigo 41. Inexequivel em seu final, porque nao ha Missa diariament> e nem os
presos sao visitados nas cellulas pelo medico, e, sim, ooaduzidos. a enfermaria. na hora da
sua visita.
Artigo 64. Inexequivel,. porque o. Administrador pela let provincial a. 511 de 11
de junho de 1861, nenhuma ingerencia tem no foruaeiraento d'alimentagao dos presos-
nem tem deposito de generos alimenticios, ou outro atcurso, para foroece-la d quem a re.
clamar. -
Artigo 67. Foi modificado por falta de Capellap. Sdmente ba >tissa nos Domin-
gos e Dias Santificados.
Artigo 68. Inexequivel, porque e impossivel ver o altar, estando o preso-na cel-
lula : e quando isso fosse possivel, por conveniente disposigao das cellulas, apenas po-
deria ser visto por um so individuo, e nunca por cinco e mais.
Este artigo parece copiado dos llegulamentos da prisao de Peatonville em Londres
ou de Mazds em Paris, aonde o systema e de isolaraento, estando o preso em cellula
disposta de modo d poder ser visto o altar eo padre, atravez da porta meia cerrada.
Artigo 111. Inexequivel, porque ado ha observatorio central para o gaarda.
Ha apenas uma varanda, que cemmonica com o compartimento, destinado provi
soriamente A moradia do Administrador.
Fechado o portao do centro nao ha mais commuoicagdo com aquelle comparti-
mento.
Este artigo e copiado dos Regulamentos das prisoes citadas da Franga e da Ingla-
terra, cujos observatorios centraes sdo construidOs por forma muito diversa da pequena
varanda ou panotico desta Casa.
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Que distinccao se fax entre o bom e o mdo preso ? Ha recompensas para o que
se comporta bem ? Quaes as vantagens para o que se mostra corrigido ?
Nao se tem admittido ai6 heje nenhuma distinccao regulamentar entre o bom e o
mdo preso, e muito menos estabelecido recompensas para o bom comportamento.
A necessidada de um incentivo ou aniraac,3oao preso, que se ooraporta bem, 6 re
conhecida como meio efficaz de sustenta-lo no firrae proposito da uma verdadeira
emenda.
Nas distincodes, e recompensas pelo bom comportamento na prisao bazea-se o sys-
tema Irlandez ou de Crofton taoelagiado na Inglaterra pelos boos resultados, qne delle
se tern colbido< >*
14

9.
V casa de detencao tem Capella ? Tem CapellSo ? Os presos ouvem'Missa, confes-
-e? Aprendem doutrioa christS ? Como se lhes ministra a instrucgao reiigiosa?
Ita-se-lhes o culto de sua religiao ? De que modo?
Nio ha Capellao, nem Capella.
Nos domingos e dias santificados ha uma Missa, dita na varanda do observatorio cen-
tral, inandada celebrar pela ordem terceira de S. Francisco, ed qualassistem os presos,
reunidos nos corredores da pris8o
-Jaando algum preso deseja ser ouvido em confissao, & para esse fim conviiado al-
gum sacerdote da freguezia, ou algum dos messionarfos Capuchinbps, sempre promp-
ts a tnda bora para accudirem A qualquer reclamo dos presos.
'"> i ha ensino da doutrina christa, nem instruccio reiigiosa de qualquer especie.
Ao preso e permettido exercer em sua cellula, de maneira reservada, qualquer
outro culto.
A minha custa contratei um gacerdote para Capellao deste estabelecimento com a
ondic,3o Je morar nelle, e do occupar-se com o ensino da doutriua christa, e com a
inslrucgao reiigiosa dos detentos,
Por espaco do quatro annos funccioneu com grande aproveitamenlo o dito sacerdo-
le, e os bmeflcos effcito da religiao sobre os costumes dos detntos tornaram-e pu-
blicos e notori.s. .
Nao podendo mais despender a somma necessaria para i :> do C pei a.->, fui
lT^ado a despedi lo, e desde entao (1868) ficaram >;; dr idos dc tao sjlutkr
conforto, qual o que lhes presta a nossa sana nHft.1r. *
L'm los elemeotos indispensav*is d ref-.Titw ck c-.-imi: ligiSo : sem uuxilio
dasta sfio improficuos todos os afor Quaes slo os castigos empregados na prisao ?
As penas disciplinares sio :
1. Retencio em celula solitaria, com porta de madeira aberta, por umd'eiaco
dias.
8. Restrictao por um ou dous dias das cancessdes dos arts. 25, (passeio) 28 (escre-
ver e receber cartas) 29 ( receber visitas ).
3. Retenc,ao am cellula solitaria, com a porta de madeira fecbada, por um a tres
dias.
4.
5.
6.
nuados.
Retencio em cellula solitaria e obscura por um d tres dias.
Ter em ferros.
Restricc,3o alimentar ate* quinze dias ou um mez e nunca seguidos ou conti-

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Ha um registro dos factos ou aconteciraentos, que nella se succedem ? Quantos i
Quaes slo os lrOs de aasentamentos ?
Ha nestaHlasa. os seguintes livros, rubric.dos pelo Chefe Um livro, para entrada e sahida dos presos ( modello junto)
Um dito, para os termos de obitos dos presos.
Um dito,.para registro das ordens do Chefe de Policia, relatives a policia e ecouo-
mia da Casa.
Um dito, para registro dos vales passados polo Administrador ao foraecedor da mida dos presos, e a* pessoa encarregada da lavagem da roupa do estabelecim^t.te.
I'm dito, pnra langauento da entradada roupa do servico do Estabelecimento com
d'jclara^ao dvS tiatas.
presos^ o que c de mdo efijeitc aos
E' tambem este um systema que nfio vi em uso nas prisoes, que visitei na, Europa.
Para vestuario das mulheres nada se fornece.
As que se conservam algurn tempo nesta casa vestera d custa propria, ou recebem o
vestuario pela caridade dos detentos ou de outras almas piedosas.
Com semelhantes elementos nao e possivel manter asseio entre os presos, e res.
guardar-lhes o corpo das raolestias originadas pelo pouco agasalho, e falta de limpeza-
Nestas circumstancias a situagao higienica da prisao nunca serd boa.
0 alimento e dado, como jd disse, tdo sdmente aos presos pobres, segunda a tabeila
annexa sob n.
19.
Como e fornecido o alimento ? Por contracto ou adrainistracdo ? Era quanto impor-
ta a depeza ? A como por preso ?
r, ------1
i)s generos alimenticios sao fornecidos eras por contracto feito perante a thesoura-
ria provincial, e preparados na cozinha provisoria do estahetecimento porescravose sen-
tenciados.
A alimentagao 6 saa, esufficiente a quantidade destinada d cada preso.
A invariabilidadc do u?o do caW, e a falta de vegetaes na alimenta0o, juntil a au-
sencia d'exercicioflao ar livre, devem muito concorrer para o enfraquecimenyj am que
cahem os presos, principalmente os vindos do interior da proviocia.
Ocusto da alimeotagao varia, segundo o estado de raercado : ordinariamente regula
termo medio, reis 483.
Annualmente e a despeza com a alimentaofio, curativo, e vestuario dos presos pobres
recolhidos a esta casa, termo medio, reis 52:000^000
20.
Alem da cama, nao tem o preso cadeiras, mesas, bacias ?
tanques na prisao ?
Como se banham ? Ha
Quanto a primeira parte ja foi respondida no quesito 18.
Os presos tomam, em geral, banho frio de oito em oito dias, em bannoiros de ce-
mento, collocados dous em cada raio.
A materia de que sao feitos ditos banheiros, e o pequeno numero dalles ( seis) n5o
permittem manter grande acceio neste servico.
A agua e fornecida pela companhia de Beberibe.
21.
Ga cloacas ou latrinas? Ha agua no interior da prisao ? Como se faz a limpeza?
Quem a faz ? 0 proprio preso ? a
Ha latrinas em todas as cellulas, coramuoicando com um encanamento geral, que
vai desembocar no rio Capibaribe em frente.ao portao da entrada do ediGcio.
0 encanamento geral recebe o despejo das latrinas por meio de encanamentos par-
ciaes, construidos com canos de ferro fuodido; tem uma comporta que, se fecha na
preamar para abrir-sena baixamar, quando entao se faz o despejo geral dos raios.
A posicdo da bocca do encanamento, Qdando completamenta descoberta na baixa
mar, e em relacao com o corredor da entrada do edificio, dd lugar A que nas horas
deste servico se sinta f6ra no recinto da prisao encommod^tivo odor.
Alem disto, nas enclientes da mare, priucjpalmente quando reiaa o v'eota do norte,
as aguas, batendo com foi\a r.a bocci do rttgacio'a !j encanaroeato, fazem cora que nos
cubos das latrinas s'estabeleca umacorrento d^ ar de iora para deatro das cellulas. oque
as torna insuportaveis nestas occasioes.
Ha nesta prisao dous sysr,'mas de apparelhos para latrinas.
[Conlimw-se-ha ).
TYP. DO. DIARIO. -WJA DGQ *>-
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