Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17965


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Full Text
ANNO L. MJMERO 128
fr
)
*
I
PARA A CAPITAL B LUUARES OUDE .ViO SB PAG A PORTE.
l>o:r tres raezes adiantados. ............... 69000
for seis ditos idem ..............., 12$000
for urn anno idem................', 349000
Cada numero avuls................. IJ320
SEGl'NDA FEIRA 8 DE Mm DE 1874
-------------------------,-----------_---------:-----------;------------------------------------------------------------_
PABA IMS* 1BO E FOIlA DA PB*V1NCIA.
Por tres raezes adianlados............... 697ld
Por sets ditos idem................. 1895oO
Por nove ditos idem...........;..... 909S50
Por um anno idem.................. 27#000
PR0PRIE0ADE DE MANOEL F1GUEIR0A DE FARIA A FILHOS.
t 8ra. Gerardo Antonio Aim.* Klhoa, no ?ui Gon$alvei d Pinto, no Maranhao; Joaqoim Jos* de Oliveira d Filho, no Ceari; Antonio de Len* Braga, no Aracatj ; Joao ftLria Julio Gaavei, no Ass*; Antonio Marques da Silva, no BoJ
Pereira d'Aimeida, em Mamatujuape ; Carlos Auxencio Monteiro da Franca, na Paranja $ Antonio Joae Gomes, na Villali Penba j Be'armino dos Santos Bulcio, em Santo Antio ; Domingot Jose da Costa Braga, em Saureth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar das Alagfu; Afros d C.,na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio Janeiro itim aulp
PABTE OFFICIAL
Governo da provinci.
EXPEDIENTE DO OIA 27 Dii FKVkUK HO DE 1874
1' SCt\iiO.
OlHcioi:
Ao Exra. brigriJeiro comuaudance das ar-
mas Sirva-se V. Exe. de raaudar pdr c.n liber-
lad.- o reeruta Bniho Baptista,'qne provou sor
tiitto uuico de majher viuva e roeaor de 17
annoi.
Ao mesmo. Com a inclusa copia da infor-
oacio prestada pelo director do arsenal do gaerra
respoido ao offlrio do V Exe., do 19 Jo correote,
. :;[ r iga.la na Taetura do cjrrcarne ulCimameuCe
lonfteWo ao 9' bitil'.Uo de iuancaria.
EnCreCanCo, aium ulo ao que propoe V. Exe. ao
::.a do ciiado oilicio, recomraendo nosla daia ao
referido director que faca trocar o correame for-
necido por outro teit) do melhor materia prim
e bora preparada. 0 qnt) communico a V. Exe,
aftm de que de" suas or-lens no sentido de levaf se
edeito essa troca
Ao mesmo. AeuanJo se recolhidos ao arse-
nal tendo fardam Jut > para o 9 balalhao do infanCaria,
Mnforme me comraunicao respective director em
oiHcio de honteuj daiado, sob u. 581, sirva-se V.
Esc. de provideneiar icerca do rccjbimeuto de
taes volumes por part? do referido baCalhio, e
bem assim de 14,5)0 rotulos iraprossos que com
destino ao hospital miiitar fnam ea:oQtfados do
molta com peeas de fardameato ; nomeaodo V.
Exe. a commissao quo aa forma das ordeas em
vigor deve examiaar _. ditos art.go-.
Ao director d > arsenal de guerra. A' vista
do que solicita o Exui. brigadeiro commanJaate
das armas no final do seu o(Bcio de 19 do ccrrente,
-ob a. 144, e da lnformac4o de V. S., de 24 doste
liiez, sob n. 580, convenho em que seja o correlate
foraeeido ultimamea: ao 9* batalhao dj iafaataria
>rocado por outro nas cooJi^oes exigidas pelo
inesmD brigadeir*. 0 que deolaro a V. S. em res
post* aoseu citado odico, opara que tenha a ds-
vida execujao.
Ao mesmo. -Respando ao seu otfteio de bon
km daiado, seb n. 582, autorisando-o a entregar
a seas destinalarios os volumes vindos da eorta no
vapor Cruzeiro do Sul, a que V. S. se refere, de-
pots que (orem examinados pela commiisao, que
bara essc fim hoaver de nomear o Exm. briga-
deiro coromandante das armas, conforma Ihe re-
coramendo nesta data.
Ao mesmo. Representando o Exm. com-
uiandante das arm?.? em offlcio desla data que
i :ida nio f n satisfeito o peJido de dous alvos,
feito pelo 2' bat-ilhao de infan'aria em 23 do agos-
lo do anno passado, e sendo elles necessarios para
os exercicios da armi a Comblaioe, em gue so
^tao-instraindo as pra;a.< daquelle batalhao, re-
fiommendo a V. S. que active o forneeimenlo dos
alvos de que se Iran.
;? icceiio.
Offloios :
Ao Dr. chefe do policia.Tendo o jaiz de di-
r^ito da comar :a de liabrobro, a 5 do currente,
trazido so meu conhecimenlo o ofli:io de 3t de
Janeiro ultimo, do juiz municipal daquelle termo,
informando a respeito dos criminosos Pedro Lopes
ii:i Costa o seu gearo Uanoel Alves Teixeira, para
sea conhecimenlo e lias conveniences transmitto a
V. S., por copia, e oKimo dos referiJos otDcios.
Aos commaniantes suporiores da guarJa
nacional. Para sen Cunhecimento e devida exe-
ou^io, in:!usos remetto a V.S. 10 exemplares i.n-
pressosda lei n. x,398, de 10 de setembro de 1873,
qac altera a do n. C02, do 19 de setembro de
1850.
Ao commandanle superior do Recife. Res-
Pondendo o o!B :i) de V. S de 23 do correnn, em
que consulta a esta prcidenela si o major do 4"
batalbao de infantaria, Juse 1 omaz Cavalcante
Pessoa, acbando-se no exercicio do cargo de juiz
da pas do districto de Magdalena, da fregoezia dos
Afogados, pode exercer as funarSes de presideate
do couselho de qualilicajao da parocbia da Varzea,
tenuo a dizer Ihe queosdiios cargos,segunJoo dis-
posto no arligo 16 da lei n. 602, de 19 de setembro
de 1850, sao iniompativeij, e, assim, que aquelle
official no referido coaselho deve ser substituid)
por catro.
3/ secQao.
Officios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda. -A'
vista do que solicitou o d^utor inspector da sadde
publici, em offlcio desta data, recommondo a V. S.
me mande pagar a Augusto Caors & C, por conta
da verba necessaria, a quanlia do 308X000, cons-
tante da conta junta, proveniente de ambulancias
fornecidas para tratamento da variola em Capoei-
ras, Itambe, Varzoa, Timbauba e Olinda.
Ao mesmo.Mande V. S entregar ao Rvdm.
vigario da freguezia de S. Loarcnco de Tejucupa-
po, i quantia de 200080, pela verba soccorros
publicosafim de ser distribuida pelos desvalidos
accommettidos da variola, que alii reioa epidemi-
oameute.
Ao mesmo.Tendo o juiz municipal e de or-
[Laos, do termos reunidos do Tacaratue Flores-
ta, bamarel Jose Maria da Rocha Carvalho, obtido
dc Exm. presidsnte do tribunal da relacio, 30 dias
de lieenca com vencimentos, na forma da lei, para
tratar de sua saiide; assim o communico a V. S.
para os fins conveniences.
Ao mesmo.Tendo Joao braz de Vascon-
cellos, juiz municipal suppleote do termo de lie
zerros, assumiJo o exercicio daquelle cargo, a 21
do coirente; assim o commuaico a V. S. para os
tins c mveniwtes.
Ao mesmo.Para seu conhecimentr. e lins
conveniences, communico a V. S. que, a 24 do cor-
renCe, o promoter publico de Pao d'Alho, bacharel
Anconio DomingOo Pinto Junior, deixou o exerci-
cio do sen cargo, para tomar assenCo na assemblea
IsgislaCiva desta provincia.
Ao mesmo. Nao Undo o juiz de direico da
comarca de Floras, bacharel Joaqaim Guedes Cor-
it-a (JonJim, assumtdo o exercicio d) seu cargo a
'! dc eorrente, quando expirou a licon^a, que Ihe
fii eoocedida, por ter vindo tomar a^sento na as-
nblea legislativa desla provincia, assim o com-
ii ;ai(X) a V. S. para os fins conveniences.
Ao mesmo. Tendo o juiz de direito da ca-
;narcii do Brejo, bacharel Joaqaim da CosCa Ri-
beiro, assumido o exereico de sea cargo no dia
18 do correoce; assim o communico a V. S. para
v9 fins convenienles.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Prov.dencie Vine, no sentiJo de ser paga, a quern
ib mostrar compeiontemente habiliCado, a quantia
de 30*000, em que imp. mm um seme.Mre de aln-
guel ili caia !:.' servi i '< qttertH \" de*iamwo-
to do teftwi 'le iJoz :r.!>; a cmlsr de 21 de m.-iio
a 24 di novembro do anno passado, wmo .solicitou
o Dr. chf fe de policia, em oflWo de 24 do eorrente,
wb n. 266.
Ao mesmoMande Vine, pagar a empreza
da iiluminacjio ptibliia desta cidade, a quantia de
8071490, consume da noCa junta, era qne impcr
ton o gaz consomido no mez de Janeiro findo, com
a illomiuac/n da mesma cidade, devendo deduzir
.se dess-i qiviniii a de 1174000, proveniente da
mult a que foi imposta a mencionada empreza, se
gan(!:o se ve do inclnso cerCidcad* do engenheiro
fisca.
Ao m'smo.TransmitCo a Vmc. a copia do
acCo lesta data, pelo qual resolvi contractar com
Garios Bdaardo Malhert, a impressio e publicajto
'a ccdlecja) dos escriplos do flaido vigario Fran
cisjo Forroira Barret >, m siiante as clausulas cons-
tant:s J> mesmo ado, as quies devein ser redu-
zids a Ceruu, nessa reparticio, com as formalida
doslteaea.
Ao me* no. Ao arrematante da obra do paijo
da assemblea provincial, Jose Igaacio d'Avila,
tnaadtf Vim;. ielTectuar o pafimenlo da quantia de
I:678i8i)0, con veniento da aecrescimo de obras (eitas nafuelle
eliiip.io.
Ao mesmo. -Confarrae solicitou o Dr. chefe
de policia, em officio de 24 do eorrente, sob n
267, roco nmenlo a Vmc. que mande pagar ao Ce-
nenteGuilhermin) Tavares de Mello a quanlia de
904000, eorrespondente a um semestre de aluguel
da casa que serve de cadeia no termo de Bezerros,
a contar do 2i de maio a 2i de novembro do anno
passa to.
Ao mesmo. -A* vista do que solicitou o com
in in lame do coruo de policia, em officio de 23 d i
correuCe, sob o. 89, m inde Vmc. abonar os venci-
nentjs e suidiM dos saguintss destaeamsntos: ao
de Cabrobo i owaes de solda a 12 prapas; ao da
O.iricury 4 OMlftSdd voocimanCos a 1 um oil! rial
e de soldo a 30 pracas; ao de Granito 4 mezes de
vencimentos a 1 o.Ti :ial a dd soldo a 14 pracas ; ao
de T.uur.iifi-i mezes de voncimenlos a I offloial e
e de sol Jo a 15 pracas; ao de Salgueiro 4 mezes
de voncimenlos a 1 official e de soldo a 10 pracas;
ao de FloreaCa 4 mez*s de vencira'nCos a 1 oB:ial
e de soldo a 15 pracas; ao de Floras 4 mezes de
vencimentos a I otUcial a de soldo a 14 pracas; ao
dd Villa Bella 4 mezes de venciraoatos a 1 olficial
e de soldo a 12 yi-.n;. >; ao do 3om JarJim 2 me-
zes de vencimentos a 1 official e de soldo a 16 pra-
cas ; ao de Caruarii 2 mezes de soldo a 12 pracas;
ao de Limoeiro 2 mezes de vencimenlos a am offl-
cnl e de soldo a 17 pracas ; ao de Gaianna 2 me-
zes de vencimeotos a I official e de soldo a 21 pra-
cas ; ao de Bezerros 2 mezes de soldo a 8 pracas ;
ao de Cruan/y 2 mezes de voncimenlos a 1 official
e de soldo a 5 pracas ; ao de Timbauba 2 mezes de
vencimentos a 1 official e de soldo a 12 pracas; ao
dd (lambe1 t mezes de vencimenlos a 1 official e
e de soldo a 6 pracas; ao de Nazareth 2 mezes de
venciment hi 1 official e de soldo a 5 pracas; ao
de Sonuhaem 2 mezes de soldo a 6 pracas; ao de
Ponta de Pedras 2 mezci de vencimentos a 1 offi-
cial e de soldo a 6 pracas; ao de Pao d'Alho 2
raezes de vencimentos a I official e de soldo a 8
pracas; ao de Aguas-Bellas i mezes de vencimen-
tos a 1 official; ao de lagazeira 4 ineze. de venci
menCos a 1 official e de soldo a 10 pracas ; ao de
Garanhuns 4 mezes de vencimenlos a 1 official e
de soldo a 10 pracas ; tudo a contar do 1 de
mare i so ultimo de junho.
Ao mesmo. Para os fins convenientes
communico a Vm que por portaria de 25 do cor-
reate, o director da insC'uecao publica mutton na
quantia de 50(000 o professor publico do Rio
Doce, padre Francisco Verissimo Bandeira, por
fella de execucao no cumprimenCo dos respeccivos
deveres. Essa multa devora ser reoluida no pra
zo do 20 dias, sob pena do ser cabrada executi-
vameate, segundo consta da portaria da raasmo
director.
4- seccdo.
Officios :
Ao director geral da instruccao publica.
Inleirado, pelo offlcio de 26 do correnCe, sob u.
73, de haver Vmc. mulcado em cincoenca mil reis
o professor do Rio Doce, pidre Francisco Veris-
simo Bandeira, pelos motives consCanCes da por-
Caria, quo p>r copia acompanhiu ao referido offi-
cio, nesta daCa communico a thosoararia provin-
cial, para fazer effecliva a multa allulida.
Ao director da escola normal. Accuso e
recebimento do officio de 14 do eorrente, em quo
Vmc. expOe que alguns alumnos dessa escola 9e
apresentam requerendo certidSes, algumas das
quaes muilo excensas, e de paro interesse parti
cular, pelo que Vmc. tem duvida em darlnes de-
ferimen'.o, por ser nessa parte omisso o regala-
mento, e consulta a esia presilencia, se a sccre-
taria competem quaesqueremolnmentos, hypothese
prevista nos regularaenlos do gymnasio provin-
cial, e da instruetio publica, e no caso afflrmativo,
onde devem ser recolhidos. Em resposta -declaro
a Vmc. que taes emoluraenCos devem ser cobra-
dos, segundo o que percebe a secreCaria da ins-
cruccao publica, enmprindo ao secretario dessa
escofa recoluer semanalmente a Chesouraria pro-
vincial o que apurar, tendo as respectivas guias
o visto do director.
Ao Rvm. vigario de Sao Loureuco de Teju-
cupapo. Fico science do modo prudence e acer-
tado por que V. Rvm. distribuio os medicamontos
homeopathicos, que recebeu desta presidencia,
desciuados ao tratamento dos desvalidos aCacado3
da variola que ahi reioa cpiJemicamente ; e
attendendo ao que exp5a V. Rvm, era seu offlcio
de 19 do correate, nesta daca expeco as conve-
nionCes ordens a thesouraria de fasenda para que
Ihe sejam enCregues duzentos mil reis, afim de
soccorrer os necessitados dessa saa freguezia.
Portaria :
A' camara municipal da cidade de Olinda.
Remetto a camara municipal da cidade de
Olinda nraa ambulaacia de medicamentds homeo-
pathicos apropriados ao tratamento da variola,
satisfazendo assim a sua reqnisicSo contida em
officio de 19 do eorrente, dingido a esta presi-
dencia.
5.* se<%ao.
Acto :
0 president? da provincia, usaodo da aulori-
sacao que Ihe confere o art. 12 da lei n. 1,115, de
17 de junho de 1873, resolve contractar com Car-
los Eduardo Mulhert, a impressau e publicacao da
colloccao dos escriplos do naado vigario Francisco
Ferreira Barrelo, raediante as clausulas seguintes,
as quaes serao transmittidas a thesouraria pro-
vincial, afim de serein reduzidas a termo, com as
formalidades legaes :
i' A imiiressao e publicacao constara de es-
criplos em prosa e verso, que serao fornecidos ao
concractante por uona relacao especificada dos
mesmos, e pelos quaes tabsiscira a respousabili-
dade do contractanle, ate solucao do sea con-
tracto.
3* A impressao sera em bom papel e com niti
dez, formando a publicacao dous volumes, con-
stante um das peeas em prosa, e outro las com-
posicoes em verso, com o retrato do referido viga-
rio Barreto, que ftca a cargo do contractance
fornecer.
3' A concluslo definiciva da publicacao nao
excedera de oito mozes, a contar da data da assie-
nacura do presence cootracto ; e por cada mez de
excesso flcara sujeito o conCraclante, a ama multa
de cincoenta mil reis (50*000) desconCavel da
prestacao final.
4' 0 eontraclante psra impressao e pnhlicaeiio
tera direito a MibvenQftj rte dous eoutos de reis, nicaf a
payavel em d cs pre< a';5'.-, sen In a urimeira ao
assigriar o conlratj, lindian'.e previa Iianva. e a
scgunda e ultima ao terminar a publicacao, e
depois de satisfeilas Codas as clausulas do presence
contracto.
8* Ignalmente perCencera ao contractanle a pro-
priedade d> 1* edicio, da qual Ihe e feita cessio,
com a clansala de eacregtr a presidencia, trezen-
Cos exemplares da publicacao devidamenle bro-
ehados.
Poesias.
Soneto ao principe regence D. Pedro.
ao dia 7 de setembro.
nor oeeasiao do baptismo de Jayme.
Rodger.
SoaeCo a raorte de Jose Ago^iono < Maeedo,
ao casameato ^a D7, Pedro. I.
pola demolic Jo do arco do Bom Jsos.
' ao mesmo assumpto.
a gratidai filial.
na maioriJaie da Sr. D. Pedro II.
> no regresso de PoiCugal.
ao mesmo.
> a Ln>z do Regu l; irreto.
a Idsns Christo ua Eucharistia.
a Maria Sands.ima.
parsfnrse da Salve Raioira.
i) ao raund o.
b a morCe de Jose Leao de Castro,
eram qnatro macacos, etc.
a Francisco Nogueira Pass.
ao D Joa) Ferreira da Silva
a marie de Jose Agostinho de Mace Jo.
Outras poesias.
Hymn) a Omcei^ao.
A creacao do boraera.
A creacio da mulher.
Inspiraciios de David, parafrases de psalm a*.
Ode ao visconde de Cam iragibe.
Analyse de um soneto de Bacage, e am soneto do
mesrao.
Elogio em versos soltos, a D. Miguel.
SantiflcaQ-io da quaresma.
0 le aaacreontica.
0:B:io doSennor dos Passes.
Ao Sntissim) Sacramento, Be ndiCo sejaes, eCc.
SencimenCo do peniCenCe aos pes do Salvador,
Olfi:io das sete dores de Maria SanC^sima.
Pranto de Maria, esCava a raii dolorosa.
BemdiCo e louvaJo seja, eCc. Cantiga*.
SencijCes Maria, etc. Cantigas.
Perdao e soccorro, etc.
Eitas ultimas oito composicoes esta) no livrinho
Compendio doloroso, e levam as mesmas oito
composfefiss este signal
Obras em prosa.
Sermlo da Resurreicio.
iermi) pelo juramenCo da consCiCuicio.
Oracao funebre nas exequias da imp;ratri/.
Oracao piles annos la Sra. D. Jannaria.
Elucidacao do am direito dos parochos.
Dissurso na reuoiao dos eleitores em 16 de outu-
brode 1816.
DisserCacao sobre os nomes no baptismo.
Allocucao ao collegi) eleitoral de Pajeii, em 17 de
Janeiro de 184 L.
Oragao funebre nas exeqnias de D. Miria da
Conceicao Leal Save, em II de favereiro de
4842.
Allocucao na r-uniao para eleitores era 24 de
julho de 1842.
Allocucao ao collegio eleitoral, em 15 de agnate
de 18i2.
DiCa a reuniao para eleitore?; em 22 de setembro
de 1844.
DiCa ao collegio eleiCoral, era 20 de outubro de
1844.
Sirraao da Conceicio.
Oragio ao nasciraenCo do principe.
Elogio funebre de Antonio Joaqaim Ferreira de
Sampaio.
Allocucao ao collegio eleitoral, em 18 de maio de
1846
Oracao funebre na morte de Jose Ramos de Oli-
veira.
Oracao de Nossa Senhora do Rosario.
Allocugao na reuniao de eleiCores. em 19 dc se-
Cerabro de 1847.
DiCa na reuniao do collegio eleiCoral, em 2) do
dico.
DiCa na eleicae de 2senalores, om 7 de nevjmbro
do dito.
Resposta a consulta de um araigo.
AllocuQ.a.1 na reuniio de eleitores, em B de agosto
da 1859.
EXPEDIENT E DO SECBETAR10.
I." siccao.
Officio :
Ao Exm. brigadeiro commandaute das armas.
S. Exe. o Sr. presidenCe da provincia, Cendo re-
comraendaJo urgencia no forneciraenCo dos dous
alvos pedidos pelo 2 balalba > de iufaotaria para
os exerci-ios da armaa Comblaine ; assim o man-
da coramunicar a V. Exe em resposta ao seu offl-
cio desla data.
2/ seccao.
Offlcios:
Ao Exm. conselheiro presidente do Cribunal
da relacao. 0 Exm. Sr. presidente da provincia
inauila accusar o recebimento do offlcio de V. Exe.
de 26 do eorrente, commnaicando tor naquella da-
la eoncedido 30 dias de licanQa, com vencimentos
na forma da.lei, ao bacharel Jose Maria da Rocha
Carvalho, juiz municipal e de orphaos dos termos
rUlinian- An IV, aa*a n Cln.ni.lA
onte da proviucia mania communicar a
nesta data se recommealou a Chesoura-
da que pagasse a Augusto Caors & C,
ncia das ambulancias forn-icidas para
Itambe, Varzea, Timbauba e Olinia, co-
u V S. em offl:io dj hoje.
DE-PAI
DA
DI.V O UK JUNHO
reunidos de Tacaralii e Floresta.
Ao Dr. chefe de policia. S. Exe. o Sr. pre
sidente da proviucia raaada declarar a V. S., era
resposla ao sen officio de 24 do correnCe, sob n.
267, quo nesla daCa se exbede a convenience or-
dera para ser paga pela Chesouraria provincial a
quantia de 90*, proveniente de um semestre de
aluguel da casa que serve de cadeia no termo de
Bezerros.
Ao mesrao. S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia raanda declarar a V. S. era resposCa ao seu
offlcio de 24 do eorrente, sob n. 265, que nesta da-
ta se expede ordem a thesouraria provincial no
sentido de ser paga a quern se raostrar autorisado
a quantia de 304, proveniente de um semescre de
aluguel da casa qne serve de qnartel do destaca-
raenCo do termo de Bezerros.
Ao bacharel Joaquim da Costa Ribeiro, jaiz
de direito do Brejo da Madre de Deus. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia raanda accusar o rece-
bimento do offlcio de V. S., de 18 do correate, par-
ticipando ter naquella data reassuraido o exerci-
cio do seu cargo.
Ao bacharel Joaquim Guedes Correia Gon-
dim. 0 Exm. Sr. presidente da provincia man-
da accusar o recebimento do offlcio de V. S., de 25
do eorrente, parlicipando nao ter a II assumido o
exercicio de seu cargo de Juiz de direito de Flo-
res, por ter vindo tomar assento na assemblea le-
gislativa desla provincia.
Ao jniz municipal snpplente em exercicio do
termo de Bezerros, Joio Braz de Vasconcellos.
0 Exm. Sr. presidenCe da proviucia manda accusar
o receblmenCo do offlcio de V. S., de 21 do corren-
Ce participando ter naquella data entrado no exer-
cicio pleno do cargo de jniz municipal e de or-
phaos do termo de Bezerros.
Ao bacharel Antonio Domiagos Pinto Junior.
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda accu-
sar o recebimento do offlcio de V. S., de 24 do eor-
rente, eommunicando ter naquella data deixado o
exercicio do seu cargo de promotor publico da
comarca de Pao d'Alho, para Comar assenco na as-
semblea legislativa desta provincia.
A > comraandaoce do corpo de policia. 0
Exm. Sr. presidente da provincia raaada coramu-
V. S.. nut nesla dala se expede ordem a
ihesonraria pr.vineial no Rcniittn de leiem alwna-
dos os venci'iienl'is o soldo* do< d 'stae.iruen'os,
consCanCes do offlcio desse eommaii la, de 23 do
eorrente, sob n. 89.
4.' seoplo.
Offleios :
Ao 1* secreU'io da assemblei provincial. N.
I. De ordara de S. Exe. o Sr. presidente da pro-
vincia remetto a V. S. as actas da apuracao geral
dos votos para deputados 'provincjaos, bem como
as dos collegios eleitoraes, excep^ao feita dos col-
leges do Cab \ S BenCo e Flores, onde nao houve
eleio.io em onsequeneia da nao se acbarem re-
connecidos pelo poder competente os respeccivos
p'jicores, afim 1e serera presences a essa assem
Idea.
- AoDr. inspector da sauje publica. J^tca]
PRKSIDRNCIA. Dia
DE 187..
Antm b Pedro da Dirtiia. -liforme o Sr. Dr.
chele d policia.
Fr sea Cavalcante de L*csrJa.-lnf .rmea.
Sr. gem -al comiaandante da. armas.
Joao uinlioo It Espirio Saato. Ja se expedio
ordem | ira ser past) em liber lade o supplicante.
Bach -el Jaaqiim Guedes CirreJa Gondim.-
Passe-s< portaria oacedendo trintt djas do licea-
ca,com irdeaalo, na forma da lei.
Jose eJro 1e ?ouza.Infanna o Sr. inspjetor
da Chesi irariade f.zenJa.
Bach: "el Jose Tibircio Pereira de MagaUikes.
Passe portaria conv.deiido a licenci pedida.
Capit a Laiz Framisco Toixeira. Fornega-se.
0 ma mo. Forneci se.
Padr< Manoel da Siva Cil.-Deferido com oil
cio dest data a Cha-ouaria provincial.
Mano Correia de A-aujo. -Iiforme o Sr. ins-
pector i a chesouraria de fazenla.
Sebai iao Antonio dt Albajuerjue Meilo. Iu-
CTineo Jr. director do rrenal Je gaerra.
Thorn z de Carvalho iiares Brandao.- Deferido
com oo L'D desta daCa aihasouraria de fazenla.
Ceiuiuitudo ds arnaas.
L'AHTKL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
OE PERNA.MWJCO, EJi 6 DE JUSUO DE
1874.
Ordem do dia n. 82a.
Cbeganlo ao conhe^iment> do brigaleiro con-
mandante das annas, por ofleio que ih i dirigio o
Sr. coronel comraanlaute do 2' balalhao de in-
fantaria, na data de 27, e o St. D.\ chefe. de poli-
cia, ua de 28, tudo do mez p-oxira > fin lo, que o
Sr. alferes Franklin Benjamin Fernandes de Mo-
raes, que se aeha pros > para sentenciar com a
praca por raenagem, alem d > 'ado reprovado e
criminoso que pratiou na tarde lo dia to de mar-
co desle anou uo qnartel do hojpieio, em virtude
do qual- esta sendo res'jonsabili.ado em couselho
do mvesti.acao, preteuien no dii 26*do mez pas-
sado eu!r..r a forciori ua casa do iidadio-.Amaneio
Mariano Rolriguos Seixas siCa a rua das Cil.a
das, com o dm de espauca-lo e a sua familia, que
se vio obriga la a evadir-se pelo mnro do quiu-
Cal, :.ccrescondo ter para isso requisitado ao Sr.
official de estado maior algumas praxis (o quo Ihe
foi nngado) pua com esse auxilio conseguir me-
IhorineBte o seu cnlposo int-nio, abusando assim
da meoagom que Ihe foi concedida, o mesmo
brigadeiro couimandante das armas, por bem da
discipline e maralniade da Cropa, resolve que o
referido Sr. alferes Franklin de Moracs seja re-
col.-iUu a f'rtaleza do Brn n.
Desta sua resolugao passa dar conhecimonCo ao
fCxm. 3r. onselhuiro ministro da guerra.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wanderley
1M$$.
,Conf-rine. 0 major Jose Bmifacio dos Santos
mrgttltdi), ijulante de ordens encarregado do
detallia
V
IKeparti^So da policia.
soccio__SecreCaria do policia de Pernambuco,
6 de junho da 1874.
N. 64.Illm. e Exm.ParCicipo a V. Exe. que
das conmunicacoes recebidas hoje nesta reparli-
clo, cm-11 qae so deram as seguintes occurren-
cias:
Foraii recolhidos a casa de detencio, a minha
ordem,lose Soares de Brito, Joio Franciso do Sou-
za, Antniio Francisco Luna o Galdino, escravo de
Felippeda Souza Leao, a disposi.ao do Dr. juiz
das exrciieoes ; Guilherme, escravo de Praxedes
da Silva Gusmlo, a requeriraento desCe.
A' oidem do presidenCe da relacao, Jose, escra-
vo do Br. Nabor Carneiro Bezerra Cavalcanlc, pa-
ra ser leposicado.
A' oidem do subdalegado de Santo Antonio, Da-
raiao Ittsraeio, por embriagaez.
A' oidem do subdelegado do 1* disCricCo deS.
Jose, Pdro, escravo deEvaristo Ferreira Nones,
a requsrimenCo de Oliveira Filhos & C.
A's ito horas horas da noile do dia de hontem,
no oiUo da matriz de SanCo Antonio desta cidade,
o sargento do 2* balalhao de linha, de nomc Man-
ia, fern gravemente com uma estocada a Si;vino
Thome de Santa Engracia, por haver este casual-
menlepisado em o vestido Je uma mulher de no-
ma Flirinda, que acompanhava o referido sargen-
Co ; o delinqueute tendo sido immediaCaraenCe per-
soguic'o, refugion-so na escada de um pred.o, o
qnal foi posCo em cereo, resulCando disso, entre-
gar-sea prisao as Cres horas da raadrugada o dico
criminoso, que foi recoliido ao respecii -o quartel.
Proeedeuso a visCoria e o subdelegado trata de
instaurar o ioquerito policial.
For.m recolhidos a cadeia do termo de Itamb6,
Candilo Francisco de Mello, Luduvico Gomes da
Silva, Apolinario Mendes de Azevedo e Jose Caia-
na, pronunciados alii, o primeiro no arc. 205 do
codiga criminal, o segundo e Cerceiro no art. 257
do imstno codigo.
No 1 do corren'e, no distrieto de Goyanninha
do Cermo de Goyanna, Cravaram-se de razoes An-
Conio Alves de Souza e Francisco Jose Gomes de
Souza, r sultando dessa Iota, a raorte do Antonio
Alves o ferimeulo grave de Gomes, que foi preso
era fligrante.
0 subdelegado procedeu a tal respeito nos Cer-
mos da lei.
Na madrugada de 30 de maio ultimo, na villa
Je Limoeiro, fallecea Bemvlnda, de menor idade,
escrava da Antonio de Souza Oliveira e Mello, em
consequencia de sevicias nella feitas por seu se-
nhor e a mulhar deste D. Joanna de Souza Gaiao.
0 delegado de policia fez o inquerito e remetleu
ao Dr. juiz municipal do Cermo, que ordenou a
prisao dos delinquenCes, a qual foi logo effectuada.
Deui guarde a V. Exe. Illm. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da proviucia. 0 chefe de policia, Anto-
nio FrancUco Correia de Araufr.
PERNAMBPCa
ASSEMBLEA PROVINCIAL
SESSAO ORDINARIA EM 6 DE MAIO.
PRESIDENCIA DO Sit. PKRREIRA DE AGUIAR.
(Conelusdo )
i> Sir. .'.ictino de Carvnlko.Sr.
presideuV, vou oppor-mo msis nma vez a ida
consipnada n > aJditivo apre'cntad'". Vejo quo elle
esta assignado por grande nunieio, do Sr. depui^x
dos. e aw por um dos que hoctcra nao compare-
ceram a sqsSo.
0 Sr. Ratise Silva :E' que foi feito anterior-
menCc
0 Sn ToluntiiMq db Cahvalho :- Ah I ja estava
preparado t .. Eu nao sabia.
0 Sr. Ratis e Silva : Jl estava.
0 Sr. Tolentino db Carvalho : -St. nrt.Ueate,
a coramissao de nreamcnU, ohngada p'W? circums-
taneias especlaes ^ ^ t*y a provincia, a
redunr a^ ^^^ queihe pareieram |a desooces
..unas e ja percencence* ao goverao geral, como
por mat* de uma vez se tem-proposto; por quo em
1871 foi apresen*a la uma emenia suppressiva das
verbas que figuravam no projecco de orcamenCa
provincial,- e aiada em o anno passado a comrais-
sao de or^ameato nao as consignou, precisa jus-
tifiear a seu procedimento, e e o nue pretenlo fa-
zer, apresentando as razoes que ella teve para essc
fim.
0 Sr. Manosl do Rego : Da maioria da com-
raissio.
r3^8R. Tolestin ) ds Carvalho : Quando digo
commitiilo entende se que e a maioria.
Como dizia, Sr. presidenCe, lulando a comraissio
com difflculdades para bem formular um proje:to
do on; imen! i, nao podia deixar de ir cor land j as
'despezas raais dispensaveis, aquellas caja ret ira Ja
julgou de menor inconveniencia.
0 Sr. Olymi'io Marqlvs : -E diminuindo a verba
das cougruas, deu justaraenCe a receiu com a des-
peza?...
0 Sn Tolkntinj dk Carvalho : -Nao e" a ques-
tao ainda. 0 nohre deputad > podia ter apreeiado
na I.' discussao e projeetd de urearaeoCo, ter feico
a re-p'.-ito um estuJo geral e detido. e enCa > veria
se a despeza esCa ou nao coatrabalancada com a
receila.
0 Sn. Oympi ) Mabqoks : 0 nobre depuCado cem
obrigaclo de nos esclareeer sobre isto; a comrais-
sio e quem esCa h.ibililala.
0 Sr Tolb.ntino de Carvalho : Quando, Sr.
presidency a commssao de orcamenCo nao consig-
nou verba para obras publicas, e obras de raatri-
zes; quando reduzio a subvencao que a provincia
concede a imperial sociedade dos Artistas Mecha-
nicos e Liberaes, que esta a bracos com a construe-
cao de um granle edilicio destinado a realisacao
de seus importances fins ; quan lo reduzio o auxi
lio que a provincia da a Santa Casa de Misericor
dia, uma insciCuici) pia, que tantosbmeficios a
ella tem prestado...
0 Sr. Olym io Marqoss : -Reduzio muiCo pouco
e deu uma corapensacao.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Pouco ou mui-
to, e sem are uma reduceao, o nma reduccao na Fei
do orc^mento e uma vantagem nas circumscan-
cias acluaes...
.....quando a commissao vio que em virtude
da lei de llxacao da forca policial a verba de
481:021*900 foi reduzida a 300.0001')00, talvez,
verba e?i.\ que nao podia deixar de ser consignada
sem inconvenieutes serioa, p >rque a autoridade
nao pode' perraanecer sem forca publica; nao po-
dia, repilo, deixar de corCar as verbas ja desneces-
sarias, ja perCencenCes ao governo geral.
0 Sr. Ratis k Silva: -Snpprimio as congruas,
porque assim salvava-se a patria !.. >
(Ha outros apartes.)
0 Sr. Tolenti.no de Carvalho : Eu ja disse em
outra oeeasiao que a comraissio nada tem com os
padres; a quescao respeiCa as congruas dos coad-
juloros, rcspeica ao pagamento de uma verba que
nao compete a provincia.
0 Sr. Ratis e Silva : -Mas a seguranija publica
nao pertence tarabem a provincia.
O Sr. Tolentino de Carvalho :Ja disse que
foi suppriinida quasi raetade dessa verba; e se a
comnii isao nao proiioe a suppressao de Coda, foi
porque considerou que 6 uma verba mnit) neces-
saria, por quanto, a provincia nao poJe licar sem
I'ore.i por menor que seja o espaco de tempo.
0 Sn. Ratis e Silva : A verba culto publico
esia tambem diminuida, porque a provincia s6 paga
a<-s coaJjutores.
0 Sr. Tilknti.no de Carvalho : -Sendo pagos
os vigarios pelo governo geral, como teem sido de
cerCo tempo ace hoje, os coadjacores devem Carabom
sel-o, porque o culto publico perlence ao governo
geral, e oao dccreCando a assemblea provincial,
verba para o pagamento desta dtespeza, o g-overno
geral nao se demorara seta mandar satisfazol a : o
paga r.enCo ha de ser cffecCuado e nao solTrera
mui'.o o culto publico, porjue ahi estao os viga-
rios Nao sao os coadjuCores os que mais fazera
nas freguezias ; podese dizer mesmo que elles so
Crabalham exoffiao, islo 6, so sc incumbem da-
quillo que nada rende ; por conseguinle a verba
de 34:500^000, que avulta no orcamenCo foi muiCo
bem supprimida pela commissao, (apoiados e nao
apoiados), porque o governo geral ha de Comar em
consideracao o pagamenCo della.
O Sb. Gomes Pareste : Como jatomou o dos
vigarios
0 Sr. Ratis b Silv.\ : -E porque o governo
geral nao paga hoje?
0 Sr. Tolentino de Carvalho .EsCa quesCao
6 diversa; nao paga accualmente por circumsCan-
cias a que o nobre depucado nao e estranho.
0 Sr. Ratis e Silva : -Essas circumslancias
exisCem ainda.
O Sr. Tolentino ds Carvalho :Mas o illustre
deputado nao pode contestar que o pagamento das
congruas dos vigarios pertence e e feito pelo go-
verno geral. E porque motivo percence hoje e e
feico pelo governo geral ?... Porqne a assemblea
provincial uma vez entan-leu que nao devia a
provincia carregzr mais com essa despeza e ris-
cou a do orcamenCo.
Quando, Sr. presidenCe, se corCara verbas de des-
pezas e apeuas se conservara aquellas slrictaraente
necessarias para o desenvolvimento moral e ma-
terial da provincia, nao seria possivel que a com-
miss.i i do orcamenCo deixasse subsisCir a verba de
34:500*000, para pagamento dos coadjutores.
Duas forara as razoes peias quaes a commissao
assim procedeu : em primeiro lugar porque esCa
despeza preCence ao governo geral; e em segun-
do lugar porque a assemblea cem CenCado algumas
vezes supprimir essa verba do orcamenCo, ja por
differentes emend3s offerecidas ao projecto respec-
livo, ja por ter a commissio uma vez proposio a
sua suppressao, e ja, fiaalmente, por diversas re-
presentai;5es pela mesma assemblea, dirigidas ao
governo geral.
Tudo isto, portauco, justiticaa commissao de que
fac par)e.
0 Sn. Uchoa Cavalcante : -Islo prova conira
o que o nobre depucado diz, porque a assemblea
tem insislido era votar a verba.
0 Sr. Tolbnti.no ds Carvalho : -Mas o nobre
depucado nao contesCando que o culCo publico per-
Ceuce ao governo geral, nao deixara de convir que
muilo bem tem audado a assemblea quando tem
por tantas veaes e por meios diversos tenCado It
bertar-se desse onus.
0 Sr. Olymmo Makqcbs : Mas vamos seguir os
precedences.
0 Sn. J. Mello Rego : Nao esta provado que
pertence ao governo geral; Cenho minhas duvidai
sobre isto. .
O Sr. Tolentino de Carvalho : Me paroee que
sobre islo nao pode haver duvida.
Nao me deraoraroi mais na jusCiflcacao da sup-
pressao proposca pels commissao, porque penso
que esta ella perfeiCamence fundamentada.
0 Sk hat is e Silva : No enlender do, nobre
deputado.
O Sn. Gomes Parent e :E no meu tv,ntwm.
0 Sr. Fklipph ds Figukiroa : P--rt mim esia
pencilimar-ie iustitlcada oa mai^e tres aunos.
0 Sn. Toi.ivns.) dp. CarvaUI0 :_FiC0 ,,or 0V
uestas consideracoes.
O Sr. uhUb e Si|%a ,.sr. pre^iden'.e 35.
can Jo que a po()re commissao qu Cunpccion'.u 0
projecco orcaaiaaio provincial nao cogiiou da
verb} destmada a< plgamento da congrua due
^^ITJ0*"0,^'- *-**i0 conscanteraenre tem
e"n,07S'-^ annos anteriores.
"?" olenti.no db Carvalho :Nao apoiado;
nur depucado-nao euconCra no projecto de or-
B*'.i nio do anno passado.
0 Sa. Ratis e Silva : Mas esta na lei, que ac-
tualmeote vigora, e r.as do* aanos anteriores.
0 Sr. Tolentino de Carvalho :0 qne tem qns
esCeja na lei ?
OSr. Ratis e Silva : -Ainia melhor; nao en-
trou neste projecto, mas a final reconheceu-se que
tem consCanCemenCe sido esCa verba con-iderada
na lei do ercamenlo dos annos auCeriores desde
longa daCa.
0 Sr. Manoel do Rsca : -Mas esCava raal colb-
cada sob a epigraphe Socrrros de B*ftcemeia.
O Sr. R.\Tts e Silt a : -Justamente; 6 do qae
von fallar em segundo lugar.
Notando dizia eu, que a nobre commissao de or-
c.am -nti nao cogit >u da verba descinada ao paga
raenco da congrua dos coadjuC-Tes no art. 8, on-
de seropre, posCo que mal eollocada, Cem sido ella
conservaJa nas lei- de orcameulo des anno* ante-
riores, desde longa data, nao podia deixar de pedir
a palavra, Sr. presidente, para mo-trar en primei-
ro lugar a iajustiga que se fa>, quando se nega o
pagamento da congrua dos coadjutares, e depois
que a verba para pagamento dessa congrua nao
pole ser classifkada no art. 8, que se inscreve
soccorros de beneftcencia.
0 Sr. Tolentin ) de Carvalho : -Nao faca ques-
cao ditto : fafa questao da passagem do seu ar-
tigo.
0 Sr. Ratis e Silva : Faco quesCao, porque
hei de raosCrar que a igreja Cera direito de exigir
0 pagamento dessas congruas; e nao vem aqui pe-
dir esmolas uem favor
Sei, Sr. presidenCe, que me fallam as habilita-
coes necessarias p>ra fallar com proficiencia sobre
esta maleria. (Nao apoiados.) CerCamenCe e" ella
muito grave. 4 muilo importance a questa> qne nos
occupa ; e precisa-se de esCudos especiaes, que eu
nao Cenho ; precisa-se de illustracao subida, qne
eu tambem nao tenho ; mas senhores tudo isto
snpprira a illustracao de Ca casa, a quern peco toda
a benevolencia e permissao para avenCurar algu-
mas eon-iJe.racjes no sencido de raosCrar como dis-
se, primeiro, que e nma injusiica clamarosa e ma-
nifesCa, que se faz a igreja, neg'ando 0 pagamento
das congruas devidas aos coaJjutores, e depois,
que tera sido mal eollocada a verba para pagamen-
to das ditas congruas no art. 8*, que se inscreve
soccorros de benefieencia.
0 Sr. Tolentino ds Carvalho : So assim se
pode justificar, sen lo dada essa verba pela provin-
cia, so como soccorros de benefieencia.
0 5r. Ratis e Silva Sr. presidenCe, toda a
sociedade cem direico de adqnirir ben- lemporaes,
porque toda sociedade tem direito a sna existencia
e conserva^ao. Sociedade nenhuma ainda se for-
roou e exisCio sem acqmsicao de bens para a sua
su-Centacaa.
A igreja e uma sociedade perfeiCa, assim como e
tambem 9 esCado. Se 0 esCaio para se sustenlar,
para se nanter, precisa de adquirir bens lemporaes,
d'onde tire 0 necessario rendimento para a sua
vida, para sna mannteucao, mesmo por ntilidade
publica para prover as necessidades do paiz. A
igreja Cambem Cem necessidade de adquiri-las pa-
ra sc manCor, para se poder susCenCar, para poder
existir.
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Ate ahi nao
ha duvida.
0 Sr. Ratis e Silva : Nao ha duvida f Estimo
bem quo 0 nobre deputado va concordando co-
migo.
A acquisicvo dos bens do estado, Sr. presidenCe,
se faz por imposicoes ou por coucribuicoes, as
quaes sao deCerminadas em lei, que Cem forga
obrigaCoria Por consequencia, posso dizer que a
acquisi^ao dos bens Cemporaes, feica pelo estado,
e como que arrancada dos seus subdit is sem a
sua espontaneidade, obrigando os ao pagamenCo de
impostos.
A igreja. porera, adquire por modo muiCo diffe-
rence. A igreja expoe aos seas filhos as necessi-
dades que Cem, pede Ihes soccorro, e a fe que elles
ceem, faz germinar em seus coraeoes a caridade,
e e assim que elles fazera doa^des, e assim que
deixam legados pios as igrejas, e assim que a igre-
ja Cem obcido bens cemporaes, que foram capazes
de maoCe-la e conserva-las na attitude brilhante, e
lisongoira em que estcve ale cereo Cempo ; ha quasi
dous seculos passados.
Ja ve V. Exe, Sr. presidente, que ha entre a
igreia e 0 estado differenca no modo de adqnirir,
e difference muito sensivel, muito noCavel.
0 modo porque adquiro 0 esCado, e um modo
obrigacorio, desagradavel, e coercitivo, e 0 modo
porque adquire a igreja, pelo contrario, e um mo-
do supplicauiej um m >do todo de pat, toJo volun-
tario, e um modo do qual resulta somenCe conCri-
buicao viiluntaria, concribuicao era si esponCanea.
0 Sr. Oliveira Andrade : E assim devia ser.
0 Sr. Ratis e Silva :A igreja Cem obtido a
posse dos bens Cemporaes, como disse, peias doa-
coes, peias verbas lestamentarias, peias dadivas,
|ue se Ihe Ceem feito.
0 Sn. Tolentino de Carvalho: E peias sub-
scripts.'
0 Sr. Ratis e Silva :E peias subscripcoes
cambem, porque a igreja nao forca a ninguem;
quem da, e porque quer ; a dadiva e volunlaria, e
esponlanea, e por conseguinle litre, e sem vei-
xame.
Assim, Sr. presidente, a igreja nos primeiros
tempos podese mauler, e de modo que 0 seu ren-
dimento chegou para levancar grandes templo*.
edificios muito importances, grandes conventos, ab-
badias, hospiCaes, eCc.; obras monumentaes. Mui-
tas deltas ainda hoje se conservam, adralrando se-
lhe 0 primor artistico. Para tudo isto chegoa o
rendimento da igreja, adquirido pelo raodo, que
acabo de dizer; 0 culto nunca soffreu.
Assim se conservou a igreja ate pouco antes d*
dous seculos passados; sempre tl- rescenu.
0 Sr. Felippe de Figleiboa : No meu entca-
der tudo isto e muito bom, mas nao encaixa.
0 Sr. Ratis e Silva : Ha de ver qoo encaixa.
perfeilamente. (Riso).
0 Sr. Presioentb : Peco ao Bobre deputado)
que, quanto Ihe for possivel, se ciuja a nuteria.
0 Sb. Ratis e Silva :Estou na uuteria ; nio
terei a liberdade de desenvolve-la?
0 Sr. Tolentino db Carvalho : Esta tazendo
uma preleccao de direito ecclesiastico.
0 Sr. Ratis b Silva : -Nao estou fazendo pre-
leccao de direito ecclesiastico, nem sou capaz a fazer; sou 0 primeiro a oonfessar a minha fra
queza intellectual, a minha (alia dc habiiitaco<&
para isto, mas 6 necessario desenvolver a matem.
e esclareeer a questao ; ealon no desenvolvimonta
della, e creio usar de um direito, qne se nao me
pode tolher.
0 Sr. Presidents : Eu nao tolbi, nem quer*
tolher 0 direila do nobre deputado. Apenas r:i -
guei-lhe que se cingisse 0 mais possivel a materia
em disoussao.
0 Sn. Ratis k Silva : Eu son muilo docii,
obedeco a V. Exe, e farei quanto em mim eoubsr
parA nao saUir fora da materia em discussao.
Dizia eu. Sr, presidente, quo ha quasi don; 9g.
culos nassados levantou-se a idea i^ secularisacici
dos bens le-nporaea da '^rela. Marchou na vau-
gnarda dosta V^ ranesta a Franca ; que a eonsig-
"W u* "lei d2 de uovembro de 1792.
Comecou ella em sua execuea\ despojando as
lirejas uos bens ecelesiastieos e meliendo-. s na
posse do Esudo. Resultou d'ahi que faltando re-
curso* a igreja para se muter, 0J seus leavplos
se airuioaram; uns cauiram e oulros se flet:-
rloraram; foram oxtin "tas as orlciis rcligiosas,
e afiual flcou apenas 0 clero secular, isolado, abaa-
donado e sem recursos.
0 clero secular, Sr. presidenCe, ficou, raas fi-
cou de modo que nao se podia nianter, oao podia
subsisjir. Nestas circum^tancias reconiocua o

r
*
,-.


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ttfi}
u\
F.
UHI'I'j /SWo-fc Pernambuoo Segimda feira S *tadi a necessidade de determinar em 1
lossem dadas coma indemnisacao, talwgz
>la, uaeios psWSMgrejas so manter... A
estabelecca fliaefpM.AMqezaa da igreja fossem
gas pelos fumlosjKjHiSaa.
Ill Sr. D&puWejfr1.Deviam set pelas ftsmolas
dos tii.. 'v
0 Sn. Ratis R ?ilva : -Estou mostrando a casa
quo a igreja tern direito a eobranca do pasamento
ijas congruas; o men Urn e este.
Esta idea da secularhacaa,, que, eomo disse,
comecou na Franca, estaudeime quasi pop tod.i
nEuropi ; a Allemaaha, a Belgiea. a Sirisaa, a
Hespanha, Portugal, e, fmalmente, aSardenh* tam-
nera flzeram suas leis'de secularisacao. Ea todos
?istes paiz.es, Sr. presMente, fol a igreja despojada
tencendo ao Estate dagdo-se ahi as naesmas con-
uequencias, que \i referi : em todoa estes prizes
igualmcoie licou*** igre> dTsproviftrda STeius
para se poder manter, e seus lemplos, seus gran-
iles monumentos, seus hospitaes, sujs abbadias,
iicabaram-se, semtlnantemente alguns ou muitos
chegaram ao ponto de cahir; e em todos es es
paizti* a cun.sequaacia f >i a mesma : flcoa at lies
igualmentc reduzido o clero secular ao enesmo es-
lado a quo se vio reduzido o da Pranea.
Dalai veio tambem a necessidade do 'e correr o clero, Jetermsaando en suas lets que as
despezas da igreja fossem pagas pelos funlos p'u-
blicos.
Em Portugal, Sr. prcsidente, snecedeua mesma
cousa, e sando ahi os dizimos lamoom considera-
.1 k ii j nomcrodos bans temporaps, foram elles
SicularwwJw.em benefiiiio da ciroa desse reino,
creip que pch alvara do 1* de agosto de 1732.
Xas' mesma* fc'lreum'stuneia's, piis, lieiau a igreja
em Portugal.
lMe cos*um> de Portugil passoi ao BrasH
Mm'a srii emancipneao. Eotre nos tambem a
rniiv.ao da |ftelles paizes. surgio desde longa d ita
easa idea de seeularisat&o, e toJos nos sabemas
qua muitos e muitos bens, que tinliam as igrejas,
passJrain a set proprios naclonacs.
Daqui, 3f. presMenfc, o que vou eoncluir ii q'ae,
senJM tirado? a igreja par esta does vislencia os
seus Ik-us temporaes, bens que fnram adquiridos
polo mnao '|iie eu ja disse, reduzihika se a igi'eji ao
estadu de n:io poder existir, de nao poder man-
ter o seu cult i, arenas se Ihe qner dar como au-
x Ii r Ie benelieeucn, ou como "istnola, uma pe-
queili quota jnri tnanuicncao desse culto, qaan-
j i a rgreja tv.n dir--.t>, a .vista da o-poliacao que
< ITrtft, a set -ti-tfnU'h e protegida com a quan-
tia de trel.into, da-se Ihe uma peqnenA esmola, depois
do e Ihe arrancar aqdillo que el la rrossuia por
ti) jn-tos titatis.
Eis a ['ii u\m Je p irte o direito, i|uc Mm a igre-
ja, deexijriro pagi iv-mo dts' coagruas d>s sens
vi/aftbs e fcoaflluMrWr.
Ella, antes de ser espoiiada dos seas bens, tinlia
com me si manter, nttOca teve necs re;-. ri-T a i E^.ado, nem dwTa rcceb^u favor ,il
ao objec( da dis8usae.
,' (J StL-ToQamfto $ Canv^aio.: -Q mtfco ilj^
pa- putaJo faz ale rniuria aos meas sentiments rL4i-
^iosos.
OSa. Ratis k
caminho, ja qoe V. Exctanto se offendeu.
Agora von mosirar ao nobre depaiad.) e a casa
a necessidade que teem os vigarios de terem co-
adjutntes.
Pinto Pes?o\ : Estaaws concontes.
Ran- e Silv.v : -E-Uao ?
Pikto Psssoa : I'erMlamenle.
Bans r Silva :Estimo muito.
Sr. presidente, todos os chafes de reparticoes
publieaa teem nm Bubsfituto, um auxiliar, um aju-
dante, gueos aabsl.tue nos seu impediaientos, naa
euas faltai. ,
Se isto se da era tidas as rejiartiroes, cujo tra
balha 6 aomente dentr ras do Jia.sd os vigario: e que nao poderJj ter um
ajudante, nm auxiliar, um coadjutor ewlim, .tjiie
os uxilie na difflcil. na penosa tarera da, salwajio
das almas? Na prompTa distriffuWKrdbpiistoWTTi-
ritual f __
0 Sn. Gomks PARENtB :. Mas quern paga o
proprietario, paga o substitute; queen paga o viga-
rio pague o coadjutor.

MM J O/S/Ji
ra1,.S-e, v.
' -Sn- \ iirt C*RVAt.Ks : Isio
ijpfi iiA;< na t!ife.Wi?. que detrrmineNiue ;t%!o-
Siltv :-N irei mgis porsW1 eWirfH,d'ft(iVe,hti> saorepartw/K-s fceraes.
OsrSmrDawTaoeJ: 0 meimo aconteceu enf
relacao as conguas. "
0 Sr. ToLE.VTiiio dk Caotaliio : -0 nobre de-
putado (|U% a-.ilxja de f*!lr,ioionM-imeiro in-
conhecer qnn o pfffmeato das coBgraasperten**
ao governo ger*K p/rgue a estado untroueen uma
especie de eonjrato com a igreja, porque passoa
a receber os dizimos que pertenciam a csti para
pagar aos .-eus mmislros, e assim manter o eulto.
Jase vd qua o nebre deputado comidera ous e
governo geral tern obtgajto'de sustentar oxulto
pnblica.
Por onsdg6inte naste ponto nSo se poJe pdr
em duvida que acafco de dizer.
0 Sr. I. Mello Rkcu : Nao achou nas reso-
lueihi. do g->VHi'iio uma Uaud'i orden aos prcsj
domes para fazerem us raguiafflentoi das seereta
riis e siiRfflette-los 'saaapprcYar^la'f...
0 5u. TMJtwmn JiiiJ.'anvAuij j.-Jiio, senhor.
0 Sn. J. Mello Rego : Eu Ihe roostrarei isto
jtn reli
ptoVa^ |H"!li,
presente os coadju tores pelos colres provinciaes
0 S. TolrntHo de Carvalik) : ladevi Ja-
menle.
(<* Ratis e6ilva : E porque na se re-
presents contra o mats e somente quanta aos co-
aijittores ?
Cootinuando, dig-\qae e impo3sivel que os vi
garios ctmpram bem os seus deveres, sem tereen
coadjjitores, que os aiuiliem.
0 Sr. Cuk'iia Cavalcante ;-Apoiado.
0 Sn. Ratcs e Silva :Os vigarios teeth' a sett
cargo a cura de freguezias, e freguezia3 muito ex-
tebsas, como sao as do sertio, lia freguezl.ts' peto
centro, quo. conlam mais da 20 leguas, algumas
ha do 30 leguas'de extensao.
0 Sr. i'.vsH\ CAVALCANte :. E aiada com os
ios^ da cominiseaa. o quetwi Mine re
Jqneitao que Ut. di inelu>a da verba
Me etw eoad/itctoies no nrt;amento da
mim, a questio limila ieao^eguinte':
se a assemhlea provincial tm n *>~n ..w.i~*~
i a assefnoiea provincial teen r u nao a ob'rigacao
de decrelar o pagaraento da- congruas dos coau-
|oeiore- MgWtonstrei mala de-nwa vei qn<4w'havera a'coeuiss5o,' mnxHu'
5 j:9!?? '"SpP-'ie ao gtern) geral. Oaobre) tftiolas prometttdas.
depiltAdb, p4rift, ja porqie tern principios reli-
giosoj mais .arraigadns do que os membros da
comJiissao, ji porque com to:la as forcaS de quei
OispooNHWr Uief dista uma qiie;Uio, e questao
|f avitsema, antende o contrar* e votara Mm du
irjda como entende.
Tenho condjuiHo : nao voltarei mais a tribunaS
bora ao cento ainda eemenissie cjm os-mems
ipdispeiisavei9. para as du<|iezas ^ue se tern de
fazer ; Mgntad.u as esmolas^e havendn 0 Exm.
Sr. comeriendador Lu:ena cone'edidb <6mente uen
cento de rtis Em apole'ces, apryellod ella pata um
leilao qne deve ter Ingar no dia 7. Se seu resnl-
tado, porem, nao tit-9 que se qs^era, nao seicotLO
' se fattarem u
Gieno nuor que sej*, a ibra esttra prompta
antes daquelle dia, os habitantes da freguezia ja
exuliam de prazer e cantam liosannas ptr (ereni a
saa mairiz, e alias de goilo e>lgancia qne nada
ftetn a iavejar as de outrni Iugares.
\o dia seguinte ao di feita parlira pela ma-
nna para essa cidade o missfOnario frei Caetano.
Contra o nie;mo exeteicio
Ijiporlacjo
Exportacao
Extraordlnarla
Depositos
n ,7^:936/670
t,19a.20i0i7
10:055*060
10:662**83-
EceS d4,ttraaleria. W- #- Wttiolf gtop3ld?K dV-4-fVno.S o,
A casa decidira como melhor Ihe pareccr. (Mui
toba^i. inuil_ben>). p
[reCefcera elle as naais vivas dcmoetstracSes dos
em outra occasiio..sj. i
0 ;n. Tolenti.vo b- Carvalho :' Wzia*etT q^e
OSn. Batisj e &lva : rMas tem-se pago aid o na camara dos Srs. deputado* fui apreaentado uen
projecto quo propunha que as secrotarias do go-
verno fossern couiideradas daqaella data em dian
|-te como repartigoes geraese ate augmontava o or-
depado doe Sfu empregaios. Bsta prftieoto apte-
sentado, creeo (melno anno passado, uc.uem'21
discuasao ; fui eTle olTerecido....
Iiecmlicdtodose nao bafer nuraero para votar-
, afli-coTMh fi*a adfatla. i
O sr. presidente
auia a sessao.
adfatla.
designa a ordem do dia e le-
'.Jk

REVISTA fitARIA.
gum
0 Sr Quvfira Axiwaoe : A qui.-ta) e s? a
provlntia es^.i o'irig.idi a pagar.
ORjt. Tie.rxrr.N) Dn Carvalho di um aparte.
0 5*. lUfts e Si;.v\ : Eu vou la ; e respori-
darel do ttStirt depntado quanto a eSte ponto.
isjTm, Sr prosilente, proVado quo nao se faz
tiv.ii- :;l:rn a igreja, quan to se d-termina o pa-
gam^nli eii congnia dos seus coadjutores ; ate*
p ir ]h, o Estado se ohrigou pela eon-titfli5.1o a de-
i'en I-r e manter a rehgflH catholiea....
i) Sn. I'.:mo\ Cavalcante : -Apoiido.
OSn: Hvris t, Silva : -...llca pruvado tamhimi
i|j se ;ii in I eo locado sempre no an. 8', que
e insi-r've sbc:orro ie Irmeficcncii, a verba des
tin i J i para o pog.Tn nto lessas congruas. 0 pa
gi'iieflT) das ciri^.-uis dos vigarios e coadju ir -
e ii in perfeila diviJa di na;4o ; a eia;ii t"in
-',-; *-1 > i-'-Ti.ui ilc paga-la. porqai houve
u.na e-o'-jj. de mn'rat). on quasi co Unto, entrc
a n 15a i e a igr.yi, nbri^ndo-se apiella a fazer
.1 1 -z\ d ) eolto nublico.
O Sit. ir\:u i!\n!::vnt:: : Apoi eb.
u Sn. Rvtis e Br-tA : A na;;n tomou-ilh-> os
ben-, ii I'irigon-s; a mintS*r-rt oetflto-; portan-
:>, if-11 ob igaijao rigorosa de enmprir-esse (JKasI
nlrato.
0 Si l\).B!rfE?o nt CxHvjn.no :E tern
dft.
man
failti n'.ie cm a L'rep. Ie haver 0 pagament) da
flooprne d eoatjjntores, passarei a inostra- ag>Ta
*o n'lire deputado, que a;abou de fallar, quo a-*
razoesem que em se funbu para jostift-ar a
>j,;; re si) las cmgruas, nil sao proeedente* 0
aceitav i.-.
Xa M do ofcimento, Jisse 0 nobre deputado, se
ipprimio a verba para o pagament0 da confctaa
dos coadiutores, porque se attende a doficien-
eia !>i c ifre? pm-ineiaes, tauto quo se fez reluc-
i 1 1! 1 despeza em tae< on rjuaos artigos.
OSec roLENTi.vo de C\:ivami) : Nil, senho-
res, nio foi assim qne en disse ; eu disse que sen-
do despeza g'ral, 0 a eonnni-sao, tendo de redu-
zir a< ; wa-, snpprlmK) esta.
OSa. Ratis r Silva: Aceito. D!-=o qne
sen 11 -Ma desp^ta jeral, e tendo a com.nissao pro-
;i:i'. Ie I'-luzir as de,oeza* goraes, por issosup-
1 -:i : nao e assim ?
u 5"s. ToLwriso n: CaAvalho :- Despezas des-
. f '' arias.
i) SS. Cu.fitA Cavalcaste :Mas esta despeza
e muito nc ^--aria.
0 Sa. Hatis i; Silva : EntSo 0 pagampnto das
1 .:: is 6 Ufa desnc:.-ssria ? Nao vale nad.i
para 0 .) (hre depnlado ?
O Sn. TbtTxmo on C\R\ue.no : V Exc. nao
vn 11 'U. Eu disse qne a commissao tinh.i de
redu?.:;- as lespezas menos necessarias, sendo
essa ve.-in pertencente ao goveruo geral, suppri
mio-t.
0 Sn. Ratis e Sjlva : -Admira quo a commis-
sao, enostrando-.-e t-io Zelosa pelos interesses e pe-
ios di eitos provinciaes, eatmle-'se que csse zelo
so devia cftegar ate a setpptessao di congrua para
) pagamento dos coadjutores Porque a cimmis-
-:i' nao siijiprimio tamtiern a verba destinada para
o pigaTneftt 1 da forca poiiclal ? Porque nao sup-
prim in .1 verba destinada ao pagaenento da sccre-
Uria !i DresidetoCia ? Porque nao sapprimio a
verba ie tinala ao pagamento das despezas feitas
ejm a Casa1 de deteneao > JClo sao porventara to
d is ettm verbas pertencentee ans cofres gera-s ?
1 .-n. (xvha Cavalcante :.\p mdo.
') S:. IUtis e Silva : -Somente a jongrua dos
iii r ,,-..) ,> qa.. veio pesar na balanca, e que
vi-io merguttiat a provincia no pclago da saa per-
dieio!
He maneira que, nao se nagando ao9 coadjato
res ?s' \ a provincia salva Sao 03 3i:.*iO03, que
ve:n -aiva-|a t
') Sr. UohoaCavalcante :A eorda qnebra-se
noj igar mais Traco.
coadjnetores nio se piiJe dar conta do servico.
0 Sr. Ratis e Silva :-Vu-se que 6 ab.soluta-
inento impossivelj jue ojvigario possas6dar 0 pasto
espiritual as suas ovelhas dissemmadas na distan-
cla de 20 e 30 leguas.
0 Sr. Gomes Pare.nte : Mas est nio 6 a
qo"slao.
0 Sr. Ratis e Silva :-.Estod mostranlrt a ne-
ces'idade que ha dos coadjutores c a iniustiea que
ss faz supprimiado se-lhe as congruas."
Sr. presid3nte, do nao canpnirTonfc) dos UeVe-
res, que sao inherontes aos parochoe, qua de ma-
les, e males gravissimos nao vem a resuitar ? Re-1
sulta 0 enfraquecim nt) da religiaa cathohca, rff-
sulta soffrerem os catholieos a falta da's soccor
ros quindo mais delles precisam, resu'.ta sof-
frer a admimstr.i;io da igreja, resulti, tinllmente,
que nao polen lo os paroc'hos cumprir os sens de-
veres, servir isto de motive, de pretexto, para que
depois so Ihes negua pagamento das^ suis' con-
gruas. D'pois ha de se dizer quo uai se paga
as congfuas das vigarios, porque elles OSo Etna
p-iram os-seus doveres ; ma? porque nao eUefl-
raen el'os qs seus devercs ? PArqn's Hies sera isto
ioi[vissivel, -sam 0 auxilio de coadjutores"; e que
saeer-lite se p.-estani degraci a es:c Servicb? Ne
nhum certaiuente, visto que' s.ai snppiiiuidas as
respectivas congruas.
Quern qner os fins da os meibi. Se nao ?e da
meios aos vigarios para cunijirirom oi seus deve-
rcs, c 11110 se exige que dies 0 cumpram ?
0 Sr. Cu.vha Cavalc.a.nte : -Apoiado.
0 Sn. Ratis e Sii.w :Sr. presidente, nio que-
ro iralia.'it-! ; 11.10 qqerb qie sc digjt'qlte m'e dos
vio da questao; raascohjlfi) dizenTi que. d'este
niodo, so collocam os vigarij. nas circtim'stancias
Je, ou n.i) reeebereiii as suas ongruas a pretexto
do ni.) eu ivrimento ue deveres: cntao perece-
rao a frnie, 01 esmilar.i) 0 pao da caridtle; oa
do reeebereiii as suas congruas e aao cuntprirem
perfeiiamenl>, como ddvetn, os seus deveres".
RreLi que ninguem mepolera couVstaras ra-
?oes-que a.-ahi ds expealsr, nn-tmJo que os
vig?-ijs teem necessilide de qa'enj os ajule ; bin
gaem eontesti que sem coalju'.ires, <)svgirios
nao pi-Jem absolntamenta
cumprir O' sails deve-
res, principalmente nas freguezias do centro, cuja
distaa;ia s: esenle ale a mais de 3) leguas, 0 que
> j8 cmtestar.
E omo se pole exigir 0 cumprimento drt deve-
res, quindo se noea meios para isto ? E como
negar se 0 pagamento das congruas, reconhecea-
do-se a necessidade, que teem os vigarios de ter
um auxiliar ?
0 Sn. ToLENTiNO de Carvalho : Pague quern
deve.
O Sn. Ratis e Silva : Pague tambem QDeni
deve a casa dc detencJlQ. a se^relaria da presiden-
cia 0 a forca p !. :i-1. Sii 0 oroicito de orcaniento
t) Sr. Ratis e-Silva : Mas, Sr. presidente, isto
acontece, porque desgracadamente os benelicios
tempiraes sioiidoa em miior consideracjio, queos
reiicios espirituaes ; attende-se mais ao corpo
d 1 qu 1 a alma. Negocios d'alma >ao ousas de
muit'i pe jnena imporUncia, fallando geralmente;
neg teios de salvai.ao, isto 6 uma illusao 1 e fa-
natisiuj I por isso e que senao da imporUncia aos
oegocios da igreja, e por isso que se considera de
maior conveoiencii, de maior importancia, aquiilo
que diz respeito as couveniencias publicas e 90
eiaes, aos negncios temporaes, e nio se liga a ne-
nor imporuncia aquiio queaffecta aos negoeios
da igreja.
OSa SToiENTiNo nt; Cittv.vLiio :Mas 0 nobre
de.mia.lo eolende que e despew geral ou n.lfjf
OSa. Ratu e Silva : -A deapew e geraJ, eu
estaria prowptu a v.itar coatra ella, se n nobre
eommissao tivessa cortado as despezas geraes.
I h Sn. DriPinvDj : Esta excepcao e que e
oil IS.L '
Q S;i. Ratis k Sjlva : -Mas eonSagron. no pro-
> deoiccunento o pagamento de tpfis as des-
{,ezai.g-?ra?s, menasa la ongroa dos coadjuto-
res, e isto 0 que ea nSo quero, que se faea, e ahi
H 1; esta a iBjastiea. 6 ahi que se moslra b'propj-
::> 4n aeabarcoai a religi.io catcrJica, apostolica
romani.
0 Sit. T.imnti.vo ds Carvalho :ludique quae
i 1 ,i< d'syezas geraes.
0 mi.?wm Pbs.soa : NA) esta n for,.a j^
hmm acab^r corn n religiao catholiea, aaoslAi-.
ca.jM naua.
0 .-in. llAtia e &lva :-0 nobre deputado me
pergjujia flnaes eio asilospeeas geraes i^,0
nobre le^u al) nao m; presba attencio : *ao.as
t'eit..s e,o:n a i-asa de deteiirio, com a secr-;taria da
malbrei pjlieial e corn os caad<
.; t re- mas aiaitca-M turjn, nao se aceitoo, po
6 esta.
mends que
honves e exclaido todas ela*s des|-,?7.is d 1 paga-
mento aela provincia, eu eertimeiite votarla pela
suppressao da congrua dos eoadjutores.ccrlime'nTe
nio tori? pedido a palavra. nao teria aprescntado
aquella emenda: calarmohia, vcado quo se h'a-
viam cortado tod.? as despezas geraes.
Sr. presidente, a mateira em discuss ao presto Sb
a um graade desenvolvimenti; mas coube-me a
palavra em dia, em qua estou pouco dispostn, em
|ae achome mesmo incommodado. Por etta ra-
zio aao posso dar mais amplo desenvolvlnfentfl a
iner.tSo, nem mesma oosso continuar a fallar.
0 Sr Ma.voki. no Reco : Tem desenvolvido
muito bem.
0 Sa. Ratis e Sii.va : Aqui B60, e*perando a
resposta do nobre depptado.
V'ozks : Muito bem.
O Sr. Tolculinn do. Carvalho 1 Sr.
presidente, depois do iirilaaa'e diseorso d- nobre
deputalo que alias pouea rolacao teve com a ques-
tio. ..
0 Sn. Cunha Cavalcante :Nao apoiado.
0 Sa. Tolenti.no de Cvrvaliio : ... levanlo-
me para responder na partij em queelle mais cen-
sura a commissao de orfainento a que pcrtenco.
Reconheceu 0 nobre deputad > que 0 pagainento
0 Sn Manuel do Rego :Pelo Dr. Joaqaim Jo-
se de Campo'S.
0 Sa. Toi.enti.v.1 de Cuivaliio : ___ pelo'Dr.
C mgbs, illditre depataio pela provin:h do'ala-
ranhab. 1st j 6 um a'rgumanto para pTovar que as
secret!rlas do governo nil sao repari.ic.oes' ge-
Ora, se nao sio, a commissa j. de orcamente nao
podia both fife crfctuir do sea projecto a verba
n^cessa>-ia para 0 pagamehto do's empregados da
secreta'ria'do govern* Neste ponto ju!ao qua te-
nhi respondido ao nobro, deputado.
0 Sn. Ratis r Silva :Mas nao me satisfez.
0 .>-u.Tolknti.no de Carvalho :SmtO mdito, c
estou certo que a razao disso e que nada a tste
reap slto Ihe sajisfaz. Nao sci, p zcr para conveoCer ao nobre d 'puUdo da quo as'
secret irias dgoverno iiTio sao reprrtieoes geraes.
Ja 0 demonstrei com a< consultas t'o coflsdlho do
estado, e 'eom 6.project) qiie foi ipreae.ntado na
camara dos depuiados quo as coisidera reparti-
qo.>s geraesJa data da lei em diatte, razao por\ae
anterionnenle as secrelarias nao iram reparticoes
Wraes ; project) que se aeha ainda em 2J disciirsSo.
Nao sai como possa provar deoaro mido.
0 Sa. Uchoa Cavalcante : Mas as onslillas
provam contra 0 nabro deputad'.
O Sr. Tolentino de Carvalid : Ellas referem-
se a diversos pantos, mas nao aserera as secrela-
rias repartlc5e*s geraesi _
a qua 0 nobre
lo que a cotn-
...va verba, devo
Jeslarar que a cjsa de deta/v-ib. desta capital nao
esta. nas coinfi?oW (fas rtftilS' publtcas' de que
t'raiaalel.- A casa de deuncart desta 'ciiade e
uma rcpanicao propriaineite itovioeia^ tern um
administrador nomeado p.'lo presidente da pro-
vincia. ..
O Sn. Ratis e Sii.v'a :^E 0 sastento dos presos
pQlirtl f -
0 Sn. Tolentino de Caivaliio : -Esta despeza c
hoje feila p las 'provincial
0 rloi* ?
0 Sr. Tolentin) di-: Carvalho :Sao pagas pe-
lo governo geral.
0 Sr. Ratis b Silva : A'eaift de detencaa fol
feita pela provincia, mas devia eslar a cargo do go-
verno geral.
0 Sn. Tole.vti$o ie Carvalho : Enlretatafo
tem ella uma urganiacao especial, e 0 nobre de-
putado aciba ie, enn 0 seu aparta auxiliar-me,
dizenlo qne a cSsa de deten{i) foi feita p la pro-
viucia, mas rfWn.estat a cargo do governo geral.
Os emprogidos da casa de detencio ?no de nb-
mjac.io da provincia indus're 0 aJmini trador ; a
casa de detencaa nao p6de, portable deixar de ser
consideradi uma repartirio provincial.
Com relacao agora a anmenta'QSo dos presos po-
brcs, sahe 0 nobre de'pntaio que cada provincia
tn 0 pagatnstito ijue Ihepertenca ;|que 0 presiden-
te di prm-inrla tem solicitado de dilTerentes pro-
viftcias do imperio 0 pagamento da sustentacao
dos presos que Ihes pertence e que aqui tem es-
tado.
OSn. Ratis e Srt.VA :-E os presos desta pro-
vincia ?
OSr.Toi.enti.no de Carvalho: A provincia
paga, porque b governo geral nio tem pago M
ho|. 1
0 Sr. Ratis e Silva : A razao ii essa.
(Hi outros anartes).
0 Sn. T)L*NtrNi) de Cahvauto: Enlao 6 tta-
Ihor deixir qos liqnem os prest-s sem alimerto,
que morram a feme ate ^ne 0 governo geral m;n-
de pa.ar? Aos coadjutores, daqui a tres ou
quatro mezOs, desde o governo geral souber qiu a
assernblea provincial de Pernambuco nio maroou
a quota no orcamento, mandara sem duvila fa-
gar...
0 Sn. UchoaCaval^anti: :-E a.juelles que ie-
cessiram do pasto espiritual, esperarao ate qut o
governo minde psgar ?...
0 Sn. T.ir.i'.NTiNO de Carvalho : Nao sio 10-
inente os coadjutores quo disiribuem 0 pasto es-
piritual ; ahi tcmos os vigarios a quern norterce
strictamente ossa obrigacao, embora s"ja ella miis
exereida pelos coadjutores, piincipalmente neita
cidade; e entretanto, repiio, aos oumpre especialmente dar 0 pasto espiritual I...
Pilta-me ainda fallar de um panto, em quo 0 ro-
lire deputado tocou e e relativo a forca poliehl.
Ja eu disse, quando Mlei pela primeira vez. que a
assernblea provincial approvando 0 projtcto Ie
dis congruas d is coadjutores pertence ao governo forca policial, deebnou da p
.. forca) : -
Nao faca esta mjiutiea a contmissai, pi'rle aeredi-
tar que sou t5o bom eatlwlieo como o nobre dean
taJ.%
0 S;i. Ra.:- e Silva : Nao datvidd que 0 nobre
de ;:il' siqa bun eath 4iea
ORh. PiresniE.NTf!: -AM esta a razao p
ao nobre deputado que
geral....
0 Sr. Ratis e Sii.va : -Nio ha duvida nehhu-
ma ; ninguem descwihece.
0 -r.Tole.nti.no de Cahvaliio : -.... reconhe-
cea, porque acaba de declara-lo e porque assig-
niu na presente sessao uma jpdicacio para que a
assernblea represente ao governo geral psdindo a
sati-la;io dessa despeza.
Cm Sn. deputado : -E sa e outras.
0 Sn. Tolentino de Carvalho : -Essa eoulr.s,
=im, senhores; mas por ora tratase somente
dessa.
Oisse, porem, 0 nobre deputado (vou referir-me
ao ponto em que enais censurou a commissao de
oreament)) que, se esta tivesse eliminado as verbas
secretaria do governo-csa ds detenc^o -forca
policial -e outras despezas geraes, que n5o deela-
tou, elie nao teria duvidk nenhuent em votar pela
suppressao das congriias dos coadju't ires.
Mas, Sr. presidente, 0 nobre deputado latOou
em um Derfeilo engano. A cornmtssao de orca-
mento nao podia supprimir a verbasecretaria do
goyerno.
0 Sa. Ratis e Sjlva : -Porque ?
I'm Sr. Deputado :-0 governo manJaria fmnic-
Jiatimente pagar.
0 Sa. ToLEENtiso OH Cabvalho : 0 nobre do-
pufaflo considera a secretaria do governo co ro
repartifio geral qoando nao e.
A,secretaria do governo nao e repartleao geral ;
apenas 0 jecretan 1 do governo 0 eons;darado em-
prego geral; easua notneacao e feita peloga-
verno imperial.
AseoBsmltas do o-iselha d'e-tado que se refe-
rem a eise oojecto, ao men is as irue eo ennheco,
sao uolcamente tres a t.J qne ea con^uMa de 7
de outabro Je I8ii, e resolacao de; H de Janeiro
de 1843 refflre-to a nie poderew as asserableas
provinciaes dar regulamento as secrelarias do go-
vern*. ..
0 Sr. J. Mbllo Heoo : -Jase vo que nao sAo
rapa'rtiijdes provinciaes.
OSi' ToLBieTiso de Carv\lmo : Eotrecioio
tom a,iprovado regulaiowrtoH dados pelos presidea-
te. de provineia ; e cilarei facto de Ua dons an
1;; passal is o Sr. r.-nsetaeiro Junquaira ter ex-
pe 1W 1 0 re^iilaiimuto ila aeoretana do governo e
i as.seea.blea .provincial 0 appr>,v id-.
0 Sn. J. hello Rego : Approvou porque,
psga.
0 Sr. Tolsntlib de Carvaliio : Porque paga,
nao so segue que leiaia a attnoujeao dc legislar
a ratpea.i da secretaria d>) governo.
A segunla c msulta do eqpsajhu da otado e de
3 d* julho da 18'i6 b ne refere .-omeiKa ap f^fto
do pjderei.a as assemble is provio'.i.ies .determiuar
0 nomero .!m-emp-egido's das seei.Mri:.s do go-
'''rii", fin siterar i allnhmcoes.
,2L,ein "nii I ta que < Jo 27 d^ junho do
IH:>.) T'tep .0 s ,,,.{,, ^ ,, ,,[ ,r a n;:, n|^a ,,,..,
vmcaf regn'ar a n^redpfn d.-.s emolu nentos djte
e iip,-e;(,i-,.j- 4i' Secrotana* do governo.
Do m01s, Sr. presidente. as s do gover
00 nao sao coaftdsradis r^pa U.do geraes, por-
lao aftadofe \or'-nt;.e 1 na cama-
r ovmcia 0 pagamento
do quasi m tade dessa verba. alias avnttadissirra,
quo ale agora tem despendido dm a mesma ftr-
ca.
_Dividi'do como foi o corpo policial em duas se;.
coes prrtpriamente militar o civica a provincia
vein a pagar somente as 300 pr.iQis destinadas,
como sabem os nobres deputados ao policiamonio
ila capital e seus suburbio", e as ontras 900 serao
p.igas p lo goveoio geral. Ii. v4, portan o, o no-
bre deputado, quo a commissao reeoneuce, como
S. Exc. que esta despeza pertence ao governo gi-
ral.
Mas pergnnta o nobre deputad a porqae nso
supprimio toda a verba?... R^sponderei, como
ja disse: porquo nao seria nm a'cto de bom ser.
so, de summo criteno da assernblea provincial sup-
primir a fore.i publica, deixar que o governo da
provincia licasse s m ella para a manutencio da
ordain da tranquillidado.
0 Sb. Ratis e Silva .Nem queriamos qne as-
sim acontecesSe.
0 Sr. ;nLE.NTi.NO de Carvalho : Por couse-
quencia nao facamos q lestio disto. Sabre a forca
policial nada mais resta a dizer: esta o nobro de-
pu ado de accordo comigo.
Recapimlando, pois, cumpre deixar patente, que
sobrj; as secrefirlasdo governo, como ja disse, nao-
leuha duvida em considera las roparlicSes [rovn-
ciaes; e cuVctivam'ente tacs seereUrias nao sao e
nem podera sd-lo, a menos que tiao baja uma re-
forms de;rttada pelo poder compelente, reparti-
coe.s geraes, mas sim provinciaes.
Que soDre a casa de detencao ninguem dira que
ella esta nas condoles das demais casas de prisao
do imperio, e como tal -njeita a todas as dfsposi-
e/>es de leis que as regulam.
0 Sr. Cii.nha Cavalcante : V. Exc. nio jiro-
vou que as congruas devtm ser pagas pelos cofres'
gtT,IH*. -
0 Sn. Toi.ENTiNo db C-VRvalho : -0 nobre depu-
tado que a-Mhou it Mlar. Mo pfirajelre adeclarar
qiw o pagamenM dis eljr,gra"as devia c rrer pelos
ebfres gerae Quando me.-mo eu o nao tivesse
pr<>vado, parece-iii que de>ia e-ctila'r-me de fa-
ze io, vi-to'comi tJeste ponto nao bonve !ontti-
$ao.
O Sr. 'a'.\HA Cavalcante: Noto rme ha ahi
ma co.tradicao no procedimento do nobre de-
putaJo, i-erqpe IMlBif bo or^imeoto a despeza
:oen o corpo de polioia, a qual tambem reconheoe
que deve pertencr ao governo geral.
(II;) miiros apartesj.
0 en. Tolexti.no de Carvaluo: Ja resp.nli
por'mais de uma vez es que vdtar mais a elle?... Sr. presidente, a
qiieSLio torn sido d-sioea.fa do terreno em q o de-
via -er miiil'da. ^
0-;i ln-e iepatado eomecou faz*o3o uma prr-
le.-.'iiu smIii.' a Urem op.qstadQ; nnnif '
tuinriiiartoM peiirlacn.- Paf portana
la presidencia da provincia, de 3 do corrente,
(tuxt noiaeados : satalelcgado do 2 di:ietb do
termo de Santo Antaa, Joaquim Monteiro do Quei-
troz Barros ; e do iiiusmo, 2 sapplente, Miguel
Pranciseo de Qaeiroz Barr>s ; 3 dito, f elix An-
tonio de Lima.
. ,t p"r portarias da mesma data foram exone-
radbs: Tiburtin. Pinto de Souza Moreno, do cargo
de subielegado do 2 districto do termo de Santo
Autao, eFranciico de Abreu Pereira, do de 3'
supplente do mesmo.
Jury do Recife.Compareoendo no sabba-
do ultimo, 26 juizes de facto, apena?, foram ainda
sorleados os seguintei- Srsi: Joao Jose Heoiiqups,
Jose dos Santos Liges, Antonio Alves Baudeira, Dr
iJoat) Viaente da silva Outra, Antonio Soriano do
Rego Barros, Manoel Goncalves Agra, Fraacisco
Marcelino do Aenaral, Luiz Auguto Coelho Ciutra,
Gehm Coelho de Serpa Braidaov Francisco Roma
uo Stepple da Silva, Tnomaz Lins t'onano, Leopol-
do Jose de Santiago, Libaaio Candido ilibeiro, Dr.
Angelo Henriques da Silva, Uellarmino do Rogo
6arros, Jose Francisco de Paula Ramos, Francirco
de Araujo Caldas Lins, Jose Maria Furlado, Fraa-
cisco Xavier Hodrigues Pinheiro, Joaqaim Teria-
Jiano do Medeiros, Jolo Gonf.alves Torres e Manae
Josdida^Silva Leitao.
Ks):i<> cm everclcio Em consequencia
do encerramenta dos Irabalhos legislatives da
assernblea provincial, reassurairara o exercicio de
6eus resptctivos cargos os Srs.: Dr. Joao Bar
baliio Uchoa Cavalcante, do de director geral da
lasthiccle oublica ; Dr. Alvaro Cchoa Cavalcante,
do de direator da- escola normal ; Dr. Joaquim
Correa de Oliveira Aodrade, do de substitute do
jhiz da direito de "capellas e rojiduos ; Dr. Jos6
Nicolaa Tolentiao .da Carvalno, do de substitute
do juiz de direito da vara de orphans ; Or. An-
tonio Goncalves Ferreira, do de chei'e de seccao
da secretaria do governo; Dr. Frli;pe do Figuei-
roa Faria^do de engeahn'ro tisoal iulerino da es
trada de ferro do Recife a S. Francisco ; Joaquim
Pedro Rarreto de Mello Rego.- do de official archi-
vista da secretaria do governo ; Dr. Frantisco
Gomes Pareute, do de 2" promoter publico desta
capital.
autzaelo de pae dc ftianio Aulouio.
Esta no exercicio desse cargo o Dr. Olvmpto
Marques da SiIyb, o qual dara audience na'com-
peteate sala.
Coiillictu e naorte. N 1 do corrente,
Antonio Alve6 de Souza, travando-so de razoes
com Francisco Jose Gomes de Souza, no districto
deGoyannialra, do termo de Goyanna, cliegaram a
vias de facto, resup.anio da luia a morle io pri-
meiro, e ferimento grave do seguado, que fuM
pre30 na oceasiao.
A autoridade compelente prosegua uos termos
da lei.
Ainda Ua di*to : Na madrugada da 30
de maio ultima, fallecea na villa do Limoeiro
uma desgraoada de nome Bomviaia, de menor
made, oscrava de Antonio de Souaa Oliveira, vic-
titaa das sevicias a mesma inllingidas por sou-
senhor esu i senhora, raulher desse, Joanna de
Souta Gaiao.
0 respaclivo delegado de policia procedeu logo
aoinpaerito sabre tio hornvel facto e remetiea o
ao Dr. juiz municipal do termo, que ordenou a
prisao de um dos criminosos, Antonio Oliveira, a
qual foi im.nediataTneate eiTectnad^.
Companliia Fcrro Curril.Recebemoe
feclama.oas contra o bond u. 27 da linha da Ma-
gdahiu. enjas cortinas por sea estado de dilace-
raoao ja n.lo servem senao para enlaniear os pas-
sageiros. Cnnfiamos no Sr. gerente.
wiiiliciro.o vapor Pirapama levoa para:
Paahyba 2:i73O00
Cenra 13:8V5si'03
Fuiiilos nrawileiros.Eram assim cota-
dos na praca do Loudre3, a 16 de man :
De 180380 a 9".
De I8S3-9J a !0I.
D- 1871-99 a 100.
Porto de Liverpool. E-tavam a sahir
paraPernamnuc): aid) orreate, navio Dora e
a 3, nvio Fuzilier
Loteria do Bio de daneiro. Tele-
gramma da eorte diz que corre alii ho.e a luteria
SOI."
;*.ira o eul.Nessa direceao passoa no sab
Dado, a tarde, um vapor fraucez, dos da lmba do
Havre, que ntvega em diroliara ao Rio de Janeiro
Fire Queen, Este vapor da liaha de Li-
verpoo devia sahir de Lisboa para o nosso porto
no dia 1 do corrente.
Lui)'i':'i i Borxia. -Teado nos chegado pe-
lo vapor francez Mendoza o resto do roroanc i qno
publicamosem folhetim, prase^uimos na sua pu-
b/ICacao
Escd*Desta cidade nos escrevera o se-
galnte :
Esta cidade te n estado em raaviniento conti-
naa desde as missoes que em outabro ultimo live
ram lagar para comeco da obra da matnz; as
festas se succedem e a par dellas nao tern cessado
a conducgio dos materiaes e nem par isso o povo
se mostra cangado. No ultimo de maio conclui-
ram-se os exercicios do Mez Mariano com toda a
soleranidade e pompa, e o povo ja estava disposto
para a trczena o fest< de Santo Antonjo, a qual
nSO foi avanle por ter de haver no dia i8 do cor
rente a festa por oceasiao da conclusao da ubra da
mirtriz, que, em consequencia do rigor do inverao,
e do muito que restava a fazer-se, uao podo ter
sett acabameato no dia 13, como entlo se espera-
va, nao obstante trabalharem constantemenle 13
pedreiros escolhidos.
a Acerca dessa festa a commissao promotora
da referida obra ja sed'irigio ao Rvd. vigario.coxo
vera da copia junta do olllcio que me foi conBado,:
e coosta-ma qiie o mesmo vigario, annuindo
promptamente aos desejos da mesma camraissao,
esW disposto a tudo prestar se, afim de que os ac-
tos lembrados pela mesma commissao sejam feitos
com todas as solomnidades ; recusou so somente
em aceitar as houras de paranym aho, seen duvida
por sua reconhecida modestia ; tambem nao con-
ctrda qoe a commissao d5 por concluida a sua ta-
re fa e manifesta antes o desejo de que ella permas
rfftca em seu posto para, quando melhorarem *-
eircomstaDcias, tratar do forro do corpo da mairiz
e de sua completa decoracao ; duviao, pordm, qne
a isso se sujeite, cangados como se achara os
membros mais ioilaidos ; elW, creio que esta oe
flrnie proposilb de pedir dispensa do eneargo quo
aceitou, logo que se verifique a relirada do mis-
sibnario, e nem della se deve oxigir mais, querau-
do se fazer justica a seus dedicados esforcos.
S^gundo o programma que vi da feata pro-
jectada, havera na noite flo dia 27 vesperas com
o Sacramento exposte, mujioa e sermao ; no dia
segtt nte. antes de entrar a festa, se procadera a
bencao, na qual fuoccionara o Rvm. frei Caetano,
sen to paranymphos os Srs. barao dw t'tinga, barao
le Pi rangy, -
sentimentos degratidao dos escadenses.
b Eis o ottelo :
Ciiade da Esoafc, 20 demaio de 1874.
mm. e Rvm. Sr.-0 abaixo assignado, presidente .
da eommissto promotora dor metes para trams*- 18TJ che
3,310.8-:i2*3oi
u termo media da rendadas alfcndegas nos tres
exercicios de 1870a 1873 e o seoalnte
Imporlacao
Despacbo maritimo
Exportacao
Interior
Extraordinaiia
Depositos
sei
59:33l:$| 7*3 wi
10J:t2:t5'ils
10,635:904 583ii
1,384:2235971
77,826:9694389
165.9 64122
523:2754297
trocgao da igreja matrit desta cidade, possuido da
mais viva satlsfacao, vem participar a V. Rvma.
que, querendo Deus, esnera a mesma commissao
aar por conclaida a rfeferida obra at<5 o dia 1-3 do
mez proximo vindouro.
Segundo os sens de3Pjos, pretendia ella so-
mente dar por concluida a obra executada, qoan-
do nada mais faitasse para seu complete esplen-
dor ; porem esgoiados os recursos de que podia
nrspor, e nilo" havendo mais a quern recorrer de-
pots doappello Lantas vezee repetidos aos senti-
menios rtbgiosos dos habitantes desta freguezia ;
bem a seu pezar se contenta eom a obra realisada
sob a direceao do incansavel e pre=timoso f ei
Caetano det Messina Sobrinho, executada segundo
a plania levan ada pelo mui illnslrado engenheiro
e arclnteaio capuehinho frei Francisco de Vi-
cenca.
Espera, porem, o abaixo assignado, da solici
tude de V. Rvma. na qualidado dc parocho desta
freguBzia, qne tudo envidara opporlunamento aflm
de que o soberlao templo que ora contemplamos
ncsla oidade, venha adquirir o devido ornamento c
gala que somente node dar-lhe urn elegante forro,
a obra de enlaina e dourados qne rcquer os sin'
gelos altares existentes, e assim possa rivalisar
co n os priocipaes da capitaL
Com a conclusao da referida obra e no esta-
do cm que se aeha o corpo da mrtriz para decen-
temoeite fuaccioaar e aooiher coanmodamente to-
dos os habitantes que coneorrerem aos actos reli
giosos, tem a ducommissao dado lima diOicultosa
missao de qne se inenmbio, eaao ponco quo fez
tem elia consciencia de nao haver recuado a
contrariedade algnma, e palo cantrario emiirega-
do todos os me os a sea alcaace o 03 mais sinceros
esforcos ds uma vontade deJicadissima para a
execuyao de uma empreza mui superior as snas
forcas, a que so por um prodigio- de Nossa Se-
nhorn da Eseada, perseveraDca e valor dos mis-
sionaries capuehiahos e pela robusta Ie que os
anima, podia ser realisada com tanla rapidez em
uma crisc desanimadora como a actual.
E a mesma commissao^'desejano solamnisar
esse lermlira con o aclo da beitcio e em seguida
que soja vaotada uira missa e Te Deunt em accao
de grapas por mais este glorioio triumpho da uos-
sa santa religiao, e ebi signal do reg^sijo de que
se acham nossuioos tbdos os seus parochianos por
verem tarmianda uma obra too importanle e ne
cessaTia, para a qualtodos, mais ou menos ccn-
correram, e cuja faito era por demais seaaivel ;
vein tambom o abaixo assigaado rogar a V.llvma.
se digne, annuindo a soasqustos e pios desejos,
provitleoeiar isanA-enientemente |iara que laes
acios teulaam laga.- no dia immediate ao acima
indicado, ou in outro qualquer qne for apraza-
d.a, caao naqunlla d:a nao esteja concluida a obra,
comr e de raceiar, deVido ao rigor do inverno.
A commisao para o dito lim esta disposta a
auxiliar a V. Rvma. no que for da mister, e de
Quinear ate, se for prociso, uma commissao, de ae-
cordo cum V. Rvma., que se encarregtae do pro-
mover o qu* fojr necessari<>, aflm de que taes ac-
tos sejam revestidos de toda pompa.
E finalmcnle, que endo a mesma commissao
nessa oceasiao tambem dar um lestamunho de
seu profundo reconhecimento a todos aquelles que
mais a coadjtivaram com seu valioso concurso
para tan grandiuso inij e-.lre csles tatn escolaido,
e deseja, sejam com toda anteceJeuciaconvadados
e distinguidos nos actos que se tem de celebrar
com as houras de paranymphos os Srs..........
Deui guardo a V. Rvma.-Illm. e Rvm. Sr. co-
nego Simiio do Azevedo Campos, digno vigario
de.-ta freguezia. Caetano EsMli'.a Oavalc intt
Pettoa.u
78,516:1614008
A receita publica cresceu no quinquea'o de
1866 -1867 e 1870-1871.-No exercicio de 1872
gon a somma a rOS,830:9C2^^r7C,
distribuida deste modo:
Imporlacao
Despacho maritimo
Exportacao
Interior
ExtraorJinaria
No precedente eXercicia
60,280:8914942
568:385#38'k
19.319:984 sOti
25,210:4224411
3,431:178*125
de 1871-1872
nao .
1,081:3074491
2.090:6304034
67:925Jjtlt7
-2,656: .704717
6,322:417^771
6 664:124i5457
149,546:8315000
33,548:1234000
31,920:0004000
1,391:1734000
236:9504000





B
nltl
anno
Ministcrio da razciuia. Do rela'orio
do respective ministro, apresentado a assernblea
geral na presents sessao, colhemos o seguinte :
Actualmeota ba em circulajao, em napel d >
eJtaflo e das banco?, a quarflfa da 183,094:7361,
sendo :
Papel moeda (31 de marea de
1874)
Dito bancario (31 de Janeiro,
28 de fevereiro e 31 de
marcb
A emissao do3 bancos, quo continda a ser res-
gatada annualrcente, decompo.'m-se nas seguinte
parcellas :
Banco do Brasil (31 de marco
da Bahia (28 de fev6
reiro)
do Mar nhso (31 de fa-
ro)
A divjda exterior o de 15,033.200 ou.,...
133,806:2224222 ao ;ambio par de 27, inclusive a
quota do emprestirao de 1860 pertencente a estra-
da de ferro de Pernambuco, tende-se amorlisado
duranle o anno de 1873 409.390 ou 3,640:0003,
assim dividida :
Emprestimo de 1832 29.300
1838 66 900
'< 185** 14.i)00
"' 1800 47.900
1863 119.500
' 1803 94.800
1871 36.400
A divida interna era, ate 31 de marco
mo, de 237,598:9004000, tendo havido no
aotenor o augmento de 2,64V i'-0 3 dado em indera-
nisacao pela rescisao da co'ntratos.
A somma do emprestimo mterno de 1868 c
de 28,30.l:30lO00.
A dat divida anterior a 1827 e de......
141:3713086.
A do emprestimo de particulares sobe a....
880:0 lOiOO").
A do cofre dos otphaos oleva-se a......
12,186.1094244.
A de bens de defimtos e ausentes 6 de____
3,386:6494889, que, logo que se realisar o pro-
cesso de verili :acao do algdmas parcellas que
orescreveram. ficara reduzida a 2,407.88-54194.
A verba de garantia de 2 0/0 de jurosas es- i
tradas de ferro do Recife, da Bahia e de S. Paulo,
Saga as respeciivas companhlas, eleva-se a......
,598:723jS462.
A Republics Argentina devia ate 31 de de-
zembro ultimo ao Brasil a quanlia de........
103:0804384.
A da republica Oriental era de.........
12:150:9294245.
Adarepublca do Paraguay erade......
138.022-4840.
A receita arrecadada pelas alfandega* do ioa-J
#er o no exercicio de 1872 I87J foi de
81,411-404773, a saber
Importafao
Despacho maritimo
Esp^rtacao
Interior
Extraordiaoria
Depositos
Comparado este resultodo
excedeude 101,291:4344292.
liouve, pois, no de 18721873 um augmento de
7,530:327j88l; a saber:
Na importacao
Na exportacao
No despacho maritimo
No interior
Na extraofJinnria
Os depositos proiuziram :
Em 1871 -1872
En 1872-1873
Comparados estes algarismos, ve-seque'lia u;ni
differenca para mais, da 341:7064686 no ultimo
exercicio.
Galllcia.Este vapor da companliia do Pa-
cinco, sahio do porto da Bahia no sabbad i (fij a.
eneio dia, pelo que so deve cbegar ao nosso porto
hoje pela manha, nao seguindo para a Earopa an-
tes de 3 horas da tarde.
Via ferrea do L francez Mendoza vultou da Europa'o Sr. liara .
da Soledade, coneesSionario da estrada de ferro do
Limoeiro, qoe fora a Inglaterra fechar o coutrato
para a coastruccao deSsa importantissima obra.
Temoso prazer d; annunciar qua esta tade con-
cluido, e orgauisada a companliia sob o tituio
Western of Brazil R'lilwy Company Limited
Nanra Cathnrina. A assernblea dessa
provincia enviou uma commissao de seu seio para
apresentar ao E.tm. Sr. Dr. Joao Thome da Silva
a seguinte felicitacao :
lllm. e Exm. Sr. A assernblea leg:;Ij!r,-a
provincial resolVea cm sessio do tontem, por una-
nimedade de votes, que fosse nomeada uma com-
missao d entre os seus membros para, antes do
enccrramento de seus trabalhcs, testemuahar a
\. Exc. o.prazer do que se aeha pos.-uida p^ia
dedicacao e zelo com que V. Exc. se tem eniregue
na admini-lrticao da provincia, ao estudo de quan-
to pode intfiressar ao desenvolvimenlo e prospe-
ridado da mesma provincia.
a Nos, Exm. senhor, fomos os nomeados para
essa commissao, e so com pezar seutimos que a
assembloa se ffzesse justamCnte representar pelos
seus mais humildes membros, experimentamos
por outfo ladb verdadeiro Jubilo, nao so pelo facto
do nossa escoiha, o que nos da subida honrj,
como pelo flm que tem em vista a commissao. E
na verdade a assemble! n5o podia ter oatro Pro-
ceUimenio, qoaado a frenle da administracao' da
provincia seachaum cidadao de tao reconhecida
illustrajao, de laolo tino administrativo coino V.
Exc, em quem ella folga de reconhecer alem
disso as mais nobres qualidadcs.
Mais zelo e dedicacao, mais luzes e pairiofls'-
mo, melhor vontade e mais applicacao no estudo
dos melhoramentos dos diversos ramos do service
provincial iao se podia pedir a V. Exc, nem
nunca presidente algum manifestou enlre nos
Recordar o quo V. Exc. tem feito em pro!
da colonisacao, da viacao publica, da iastruccao
e de tantos ootros servicos, fora repnir o quo
todos sabem, pois quo tambem o melhor tlocio
qne se pode fazer de V. Exc. como presidente desta
provinaia, e recommendar-se a leilura de seus
actos adminisirativos desde queajui chegou."
Anna Maria
Silva, com Maria Amelia
brilh.iiieiii'iit,! a ksIS r .-:; uto, e tdga i
irq:eS !'>:r. P>m ?i ne.w.ari.i* rrabilita.-oi -
para, i.'S|ieeialinente
tnni palavra
O n. Ratis B ^n,v\: Muito
ibre a igreja, dizer ;.tf a ul
ebrigado; sou' 6
t.'i'-d ".
dadtir Aotenio dos Santos Puntual, major Jose Pe-
reiia de Araujo, coroneis Marcionillo da Silveira
Lias e Andre Bias de Araujo, e o Rv. coadjutor
Manuel Bsrroso Pereira.
,l_Em seguida tera lugar a missa e.intada.s ndo.
eelebrante > njesmo Rvm. frei Caetano, a pregador
o Itvm. vigario, e a noitq o Te Demi, o qaaf sew
2 rev Wo p,':lo vigario, sc:\ o prrgador o coadjutor
" Cabo, padre Antoaio Jose Riheiro, e cajowres
09Tlvms. Dr. Pigueired., frei Jorge e padro Allau-'
jii-M jua, os quaes tomarai parta a.n todos oa
actos.
. A mesma fesla nao pole ser brilhaate, como
tra para i^sejar; ella seraItoiU com as. dipaolas
a produzir a eloic o, qne para eia Um se fe;, ^
00,146:0234941
-Ki7:3i64480
!S.G23:243409V
I316:736170
169:3444337
)'98:340i331
cam o do exercicio
de !871-i872, nota-seque o de 18721873 apre
senta um augmento de 3,r;392o4l50, nas seguin-
tes verbas :
Imporlacao 1^260:.! 164096
De-pacho maritimo 62:7194343
ExportacAo l,76i)i6934032
Interior 12 9&94470
Depositos 39:4074189
Somente a renda extraordiaaria teve neste ulti-
mo exercicio uma diminuipao do 7:9904142.
ie.*? Wi'gww semestre, do corrente exercicio de
1873-1874 a renda conhecida segundo os dados
.existeutes no Iheiomv, importa em 37,012:334^302
a saber :
IuapoHriio
De^iaclio maritimo
Export i^a.)
"ntrior
in ..n.oro -,, rero i.H er ,,,w Torn os esfur;os que fizsrein o-t*osnureiro i
iuvraf->re* *' ;' .-<.-, ,-<-K\ ii.form:...'

Extra., rdinaria
Depositos
Da. coigpara
tin i."|
rc:ulr. :
^ f-'va i io corrente
23,738:453*633
332 :i83*0u9
7,267:494^80
l43!3:3604;>74
38.430^912
. 27J.1894774
omma com a jue produ-
eo exercicio de 1872 73,

CHEZ.
Apreciando subidameole as' ideas por V. Exc.
emillidas em o relatorio com qne abrio a primeira
sasi.ao Oa actual legislature, nao foi comiudopos-
sivel, devido a eslreiteza do tempo, dar a todas
ellas a solucJo que pediam; mas nem por isso
deixaram muitas de ser adoptadas, estando hoje
converiidas em leis por V. Exc. ja sanccionadas.
E' de esperar que dentro em pouco cumecem
ellas a prestar os beneficios que todos espsramos.
Agradecendo a valiosa coadjuvacao por V.
Exc. prertada, a assembloa nao tem nutro [>?nsa-
mento, niio laz lioje oatro vuto que nao seja o da
continuaeao de V. Exc. na administrarao desta
provincia, afim de que, guiada pelas luzes e co-
nhecmientos de V. Exc, caminhe a mesoja pro-
vincia com seguro passo, para o lugar do honra
que, sem duvida, Ihe esia rcservado eutre suas
irmasdo imperio.
Sao estes, Exm. senhor, os sentiment as de
one sa aeha possuida a assernblea legislaliva pro-
vincial de Santa Catharina.
I'alaciodo^overao da provincia, 20 de maio
de 1874. -Jose Felkinni Aloes de Brilo. padre
Furaco.-Joti Ramos da Silva Junior. Virginia
tJ'i Gatna Lobo. Yidal Pedro Moraes.-Francisco
Xavi r Calieira.*
S. Exc. respondeu agradecendo a pnm de con-
sileracao que ainda uma vez recebia dessa cor-
poracAo, e assegufando-lhe de qne nos limites
de suas forcas conti nuaria a promover o torn es-
tar e a prosperidade da provincia, lameulando
entretanto qne as circumaancias nao favorecam
os seus intuitos, como seria da desejar.
Proclamas.-Foram lidos na igreji do Ro-
sario, que serve de matriz da freguezia de Santo
Antonio, no domingo 7 de junho, os seguin-
tes:
1." denunciacSo.
Manoel Lourenjo da Silva, com
Baixa.
Manoel Antonio da
da Silva.
Geroncio dos Santos Ferreira, com Anna Caroli-
na de Gouveia.
Rlcardo Fernandas Catanho Vasconcellos, com
Elvira Maria de Alencar.
2." denunciacao.
Amaro Joaquim do Espirito Santo, com Olindi-
na Fraucisca Joaquina de Oliveira.
Pedro Gomes da Costa, africano liberto,-com Fio-
riana Maria da Conceicao.
Bacharel Alexandre de Sanza Pereira do Car-
mo Junior, com Mathilde da Conceicao Cu-
olia.
Jose Henrique Gomes Vieira, com Fabriciana da
Silva.
3.' denanciacao.
Jos^ da Silva Gomes, com Flora Alves dos San-
tos.
Bacharel Francisco Caraciolo de Freitas,
Maria Luiza Cavalcante de Albuquerque.
Francelino Libanio Tenorio, com Maria Joaqui
Ea de Oliveira.
Manoel Joaquim Ribeiro, com
Conceicao.
Dr. Malaquias Antonio Gongalves,
Rodrigues Mendes.
Joao Pares Rodovalho, com Leopoldina Liata,
Correia.
Fabrlcio da Costa Alecrim, com Anna Celestioa
de Melldonca.
Praxedes V'eira da Cuaha, com Francelina G. de
Miranda.
Joaquim Rodrigues Pereira, com Amelia' Augus-
ta Brandao.
Rar-harel Francisco Jose da Silva Porto, Com
Amelia Eeagi-acia Guimaraas.
Maooel Oenpaives Marlins, com Maria Luz do
Na-cimente.
Fraucisco dos Reis Names Vianna, com Alexan-
drina Maria da Conceicao.
J isa Feluriaoo M ndes, com Maria Alexandripa
da Conceicao.
Joao Professor dos Santos, com Joanna Gjalper-,
ta de M"llo.
I'edro Jq-o do M^deir is, eom Axanlrina Cu^l-
cante tie. Alooq n-que.
Mibo 1 Forreita da Rocha, com Joanna Eufraaia,
t7jr;i*va.
Ptfadjria de fiuceMdau -NeaU e.-tat5o
pagicia ^e hoje a^ eguiute l>ua:
Giiurduu. ioo,.l, uavios da armada e apos.-m-
-U0.>s.
rrotoslo dc U'ttniH. Esla de semana
i .-s r.v,.,, J ..-e .Uu ia on., a rua Bella, l.ua do ao-
b ad ii. :I7.
LiXeria. A qua -e achi a vou la e a V03.'
a ten. ii :, ,i, inn,,,, ,ie Sauto Amaro d -
nl)ae,r, qu co re no da .le Saiit> Antea-of 13) do
cam
Maria Isabel da
com Joanna



I
I
Di*tio deitenentOHOo Segttfjda feira 8 de-Jfcr*D fe _374
* 3

IS'.,.
J seLo _
cauulas vencidas,
. Ap*nha, (U-cfTeeiaa o.a#-ite Pinto, a van
c-diftaMto em solo proprie* aesiBveomo 'data casa
torrea da rua do Diqae n. 10 e i ditas na Estrada
Nrtfi1:(|lind.i. ; ( .,.-!. ,(
D^piis d'amaln, (10), deve 'ter lu'gar, pbr in
tervefitfio -dp agenio Pinto, o leilSo de: r&aVeis,
louca e ensue*, annunciado para o 2 aadir do
sobrado da rqa do Imperador n. 39L* 111;, '
Hospital portusucx.-Movimento cllnico
do hospital portuguez do beoelicencia enfPfrnam-
Existiaml*, entraram 16, sahirara 16, falle-
e-am'2; existent 81.
BUB, Os falleeidos.foram : 1 do febre ama-
refla e outra de tubereulos pulmonares.
Clldfci do'Sr. Dr. Pitanfca ;
Exiki*ftr-!I8, emraram le/Ban'iram 81, Mllecea
4. BxMea it.
N. I!. Q.faJJecjdo foide esaropholide.
Cas:i de detencao.Movimemo da casa
'de delencao Ewatiwn presos 33",' entraram ll, saWrafti 3,
extstem 3i3.
A. saber : .....
Naciqnaes 26i, mulheres 8, estrangou-os1 23.
e'.Cravos 43, cscr'avas 5. Total 34a.
Alf.aftritados a custa dds cqlreS pnblicos 263.
Movlttwnto da fenfermafia no dia 5 de iunti* de
1874.
Tiveram baixa :
Antanit Tertuliano do NasaimeBt -, delluxo.
TraAafc, |3|rfttl:KDr. tanoai goSgojo do Rogo
VaHn*a.%i*iW-lieal *
Tiveram alta.:
Miguel Pere/rii de Cirvaiho.
M iU'ii-1 Aoumio de Barros.
l*assiciros. Cliogadoj de Mamanguape
no vapor brasileiro Curw ipe:
Firinino jjse Leao, Francisco Jose* Games' de
ScWR e 1 criada, M. Olympio de Albuquerque, Pe-
dro Lopes de Maeedo.
Sahidos para o norte no vapor 'Mctonal Pi-
rapama:
Maria Joaiiiiua, Dr. Antonio Baarque 4i*Gus-
inao, Amaro U. A. Marnnnao, Paulo-Jose'Rodrlgjioa,
sua senbora e 1 criada, Luiz Lucas C. Bilva,
D. Joseflna Narcisa B. Caldas, 2 filhos menoresie
3 rriado", Affonso Sequeira Ferrao, Antonio Lai*
Lede, Francisco de Paula Rodrigueu, Manuel Avelar
Baplisla. Antonio Gomes de Mattes, sua seohora, 1
criada, Dr. Santino de Assis Pereira Rocha e 1 cria-i
do, Joiid CaVsicanto de Albuquerque, capitao Luiz
.lose Sodfei-de Maeedo, Antonio -Joaquim Seve, seu
til ho me.ior e I eseravo, Antonio Dtas Pinto, Joa-
quim Farrefra Diniz, Balthazar de Moura e Silva,
Manoel Atireu Maeedo.
SatBdos para o Aracaty no hiate brasileiro
Leotuka da Ciuz :
Jose Borges SurjSo, commendador Joaquim Gur-.
yel Valente,.A. J. fiiarrfcs, Joaquim Alves da Silva,
1 menor a 1 criado, Joie ftlippe do Carvalho,
IdeUicando Simon do Baplista, padre Vicente Go-
mi s de AreaYifti.
t'Cmitt-rlo pn!>n< o. Obitnarie do dia 5
de junho de l7i :
Antonio Fraaciseo dos Santos, branco, Pao
d'Albo, oi arm).', solteiro, Boa-Vista, hospital
Pd'lro II; talieroulos pulmjn ir:s.
Jjj6, pardo, Pernambuco, 18 ihe'zcs, Santo An-
tonio ; marasmo.
Luiza, parda, Pemambuco, 12 mews, Graoa ;
reiierrtiaamente.
Joa >, branco, Pemambuco, 9 mezes, S. Jose ;
O'.ivnlsocs.
Jor.ifiim Jo?6 da Silva Santo;, Portugal, 12 an-
no?, easado, Recife; hemorrhagi.i cerebral.
CanJido RoJriguus do< Santos, pardo, Pemam-
buco, 88 annos, casado, Graca; phtysica pul-
moOar.
seu trabalho ter separado a pe^uepa para com ella 8 -imciev^nua MA-tnatficala *>s
socios de^t,e iiwpilal, e a colribiHCiJ4BqOsal de
mil reis 6 tao iiisignilioan**! ^e-nioiWvePii-cotf-'
tribnhKe algum, tr precaihis que-seiam^8 ?nft*
condir,5es, que nao possa satisfwer tio liimtiidissi--
mo encargo. .
Devemos, porem, deplorar ainda nuts qneihaja
entre nos fllhos de Portugal, alguns que, nao'obs-
tante' Tiveron aa. abostanca, aeiTcu.-ami a fazer
parle do nos-o gremio social e ollum eoih imaior
iadilTerenca para os iufelizes que se vi}>:ii
valer do a.-ylo, que a caridade toes 'preparou.
Bsi* ftameus egot-tas; que vivera s6 para si, sera
se ieyjorlarem cum $a malijj f saaielnautP.sao entes inuleis que a sociedade uni-
versal deve repudiar, porque sao elles indignos da
viver em commualiio com os demais membros
dessa mesma seciedSde.
Outra afaljae, (a^tteu setuida por alguns da
nossos coBcifl*d"l-)s, e qBebem rjvela a pouca im-
portancia, que ligam a sorte de seus irmaos, para
quern, a fifiw&t (f 9ampr.e ineotfstante, 6 a de so-
mente sle'rnDhafem de a'ceftarTnomeacao de so-
cios desle hospiial'na vespera do dia em que a-
*
Wtrella, que guia os passos
.--..de l^m ?einpre Ihe depara lo,
adahni?lra^rJBS ttlosas e natriMica?, ufta>4 nao
t'ewh pbuVado laVeptyrpgo aeWelos-'Copilucfeies a
crear-tfie- uflh dorhd' r^^Taffo b' flgnb'de spa ra-
taode ser ; e a ao'rniriistracfin, quo agora termi
na o seri anno, bem Cijnftrma esta verdade, que
soberanamente seacha ronustedida com o parecer
dado p"e!a iliost e coimnissAo de cJrarhe n*e contas,
cbmpdsta de cavalheiros de eafactef e indepen-
dencia,/|ue com imparcfaridaJe Jolgirara dos ac-
to- adttiinistratitoj.
Srs.
I'UIBUHIL UA RKLlliO
SESSAd ESPECIAL EM 6 DE JUNHO DE 1874.
presMencu do exm. sr. co.nseliieiro
caetano santiago.
Secretario Dr. Vugilio Coelho.
As 10 horas da mauha, oresentes os Srs. des-
c-mbargadores Silva Gmraaraes, Almeida Albu-
qucrlfoe, Motti e Acci.di, abric-so a sessao.
Em segnida o Ecm. Sr. presidente passoa a re-
latar o aggravo de petica; n. 5, em que e
Aggravante Irinfio Cavalcante Filgusira de Me-
nezes, aggravado o juizo do clv< 1 do Recife, .id*
junetos sjrteados os Srs. desembargadores Motta ej
Accioli.Negou-se provimento ao aggravo, attenta
a natareza da causa.
Consideraadose impedido o Exm. Sr. conselhei-
ro presidente p ra conhcer d-j aggravo n. 2, em
quo. sao
Aggravantes Correa & C, aggravado o juizo do
commerc.o, pa-saram os autos ao Sr. desembarga-
dor Silva Guimaraes, que corn os Srs. desemb r-
gadores Accioli e Almeida Albuquerque, adjunclos
sorteados, negaram provimento ao aggravo.
Kade rr.ab havendo para tratar-se, encerrou-se
a sessao ao meio dia.
MHfMNMPM*
PROFF.RIDO NA SfiSSiO t'ASSEMBLEA
DOS SOCIOS UO IIUSI'ITAI, POI'. 1T.i",i:i-;/. TIE
BEXEFICESCIA, PELO SEU t." SECRETARIOV
em fii oi si.vi> Ik ffe'V.
lllmsl sfc.ftiordilioi dnnovjjunta administra-
tivi doOsrjflaL.|loiftjgi4z |e bfcieficencia.
A assemblea geral.dos socios desle hospital, fa-
zendo recahir a esCOiha' de seus eleitos em cava
Jnefres de loda a cftnjiUpraj'.ao epie,tigfo, foi uni-
camenle guiada, ptlo'sentimento de uedica;ao, que
consagra a ma mromiJmeBws, u'fels, comb s'SHn as as^cia^y
lei?"
vos, Srs. moft'o
Irronte anno a al-
ii i-.l is do .-inc-ru
para o seu aug-
evitar a repro-
Estrada deferro do Recife a
Olinda e Beberibe.
M'lVlllKNTO n\ C\l\.\ EMRESOMO da compa-
NIIIA DOS TR1LIIOS URBANOS DO RECIFE A
OLINDA E BEBERIBE, RELATIVAMENTE AO
KEZ DE MIAIO DE 1874.
Eutrada.
Iteceita :
. Billi.'li'S 8:4891080
Assignaturas 1:315*000
Cargaelastro 3194640
Exprefsos 34*000
Telegrammas 5<000 10:1628720
Muitasa empregados 78*432
Producto de pas cedidas
aos trabalbadoies 17*500 ,
Idem de uma solipa a
am particular 2*000 97*932
Deposito dos emprcgadi )S 295*000 10:35K*6j2
Soldo do racz de abril ul timo da. 4:182*432
14:738*084
San
Ordenados e ferias :
Movimento 1:981*666
Kst.'iQues 1:515*063
Oarga e lastro 542*950
G.in.iervaf-fu) dalinha
permanente 493*500
tionservacao do trem
rodante 816*750 -
AJmiiiir-lra :
Diroctoria :
Gerente 200*000
Kaganbeiro fiscal FOro: 600*000

Advogado e procurador 58*334
Ejcriptorio :
Possoal 280*000 6:493*263
Pago por conta dos
raezes aotenures
Diversa> despezas :
M jteriaes, azeite, sebo,
objectos do cscripto-
rio, aluguel de esta-
gao, cbnsnmo de gaz
e ouras despezas
Diogo Baptista Fer-
nandas solicitador
dinhe iro entregue
par adiantamento
para occorrer as
despezas com as
questdes da compa-
ubia
Manoel Jose dos San-
; iDanb#ii para
direitijBrialfandeg:i
276*500
1:458*014
20*000
1:713*679 3:403*193
Obra nova :
Pago ao empreiteiro
vires por saldo
da estagao do
304*700
Pag&meulo de oepositos
SaJdo inie passa para o mez 3eguinte
10:266*156
265*000
i:i06*M8
14:7384084
ras, fundadas e rriantidas' :uesta citlade "eao hies-
ra tempo pnr ler d'anteriiaO adquirtdo a derteza
de qne os eleitos guaTdaVam innato o nAis awi*o-
Wde amor pela terra natal e qne *eus coragoes,
ptfssiiidos de Wtrfema seeslbilidafle, sempre aco-
Ihe'riam os infelim Jom- o espirito ds vflfdadeira
caridaBe chrisia, moslrahdo-e ao mefltio tempo
solicitos em numprir os deveres de seu cargo com
a pontnalidade e zelo neces?arias ao bom fagimem
e andamento regular desta pio estabalaiimento'.
E boje, Dims. Sfs. mordomos, rpie vos acaba de
ser conferida com as loleHMUMM do Mtylo a
posse dos cargos para que vos elegeram ossocios1
desle hospital, nio podem estes prescindir de ina-
nifestar-vos por meio do obsenro interprete de
nas idiias qnaes sao as esporangas, qne os ani-
mam e de que especie (i a conftanga, que Hie ins-
piram os seus patrioticos e caridosos represen-
tantos.
As sociedado? antigas, metis seuhores, debru-
gavam-se nas varandas dos ampnitheatros para
a3sislirem a luta inernenta do homem earn-a fera
-era esse urn espectaculo de um barbari3mo es
pantoso, que as turbas, insjonscientes de si, fre-
ueticamente applaudiam, maximc sa na luta sahia
a (era vencedora, c o domador vencido.
As republicas gregas, lendo em seu seio iasti-
tuigoes de igual natureza e conheeeud > quanto
alias erain contranas a civiiisagao e ao espirito do
Clnislianismo, procuraram crear associagoes com
o fun de extmguir tao degradantes scenas e con
fraiernisar. o genero -liumano, tornarrdo-o uma so
e iBtlisivel familia ; mas bem deprcssa a aristo-
r*cia, ciosa de seus suppostos direitas, procurou
inlervir e fazer com seu poderio desapparecer a
anciada igual lade e cssas associates a mingua de
unidade de forga.coajpletameBte degeqeraram, sem
que a humanidade gens, qua esperava d'ahi auferir.
Por muito tempo estiveram as no?3es do bem
votadas ao mais coropleto desprezo, sem que
houvesso bnago anergico a Torto, que fizesse des-
apparecer a eausa determinativa dessa auseocia de
sentimentos clcvados, que flevem ser congenitos
no boiuem, o qual, seudo a imagem do Creador,
suas acgoes devem corresponder a perfeigio de
que se originou.
As scciedades modernas, portra, se ainda con-
servam tsabitos ferrenhos dos tempos idos, teem
comtudo raelhorado bastante em suas relacoes
directas com Deus. A idea de humanidadc para
com o nosso samelhante tern progradido e conti-
nuara a progredir : attesta-o essa constante larefa,
em qne se acham empenhados os apostolos do
bem, manifestada pela ereaciq de a?sociacoas de
irmaos, qne no infortunio mutuaraente so auxi-
liem, na diffusao da instrucgao entre o psvo.que,
ivaro de saser, procura tornar-se conhacedor de
seu? deveres e direitos, e na iniciativa individual
de eidaiaosdf lodos os paizes, que teem lagado
uma parte da suas fortunas a fundsgao de staue-
leeimentos de caridade com o generoso intuito de
minorar as agruras do infortunio aos desfavore-
cidos da sorte.
Senbores mordomos.0 relatorio que ha pouco
aqui foi lido, mostrando o movimento economico e
administraiivo de.-te hospital duranteo anno Undo,
tos dara a medida exacta dos esforgos em|iragados
em prol desta instituijao par alguns de seus mais
dedicados membos; e muito me apraz nesta
occasiao ter de declmar o norae do muito digno
provedor, o Illm. Sr. Antonio Gorreia de Vascon-
cellos, apresentando-o como o principal promotor
da prosperidade deste hospital durante a sua ad-
ministragao. sendo. secundado igualmente por
varios outros dignos membros da junta no desem-
penho da ardua tarefa. que aceitou e que com
tantaporicia e tino tio bem sonbe satisfazor com
reconhec da vantag^m para es'.e hospital, pelo
qual tern sempre raanifestado o mais entranhado
amor a par de lima dedicacao pouco vulgar.
Nao venho aqui, senhores, qneiraar incenso era
louyor deste ou d'aquelle cavalheiro, que mais se
distinguio no certamen da caridade, venho simr
plesmente fazer justiga, segundo dita a minha
consciencia, dando a Cesar o que e de Cesar e a
Deus o qae 6 de Dens; efallarei oom os factos es-
criptos, que .sao testamunhos eloquentes e bem
eiprassivos.
0 algarismo, a quo foi elevado o quadro do
socios elTectivos no anno administraiivo Undo, ea
exprasjio mais real de quanio' prosperou este
hospital sob a benefica inTluencia de seu bane-
merito provedor. Trezentos a quatro, foi o nu-
mero dos que realisafam a sua joia de entrada,
ctso este virgem n* bJstor<} das administraoSes
deste hospital. f
Considero-me disp^nsado de ennumerar-vos
todos_o3 mais iraportentes benelicios a esta Ins-
tituijao prestados por'muitos outros cavalheiro3,J
pois que o relatorlo lido, vos esctareje nessa
parte sufOcientemente.
E espero e c >nfio, senhorss mordomos, que o
hospital portuguez de beueficencia em Pemam-
buco, encontfe em cada uni de vds dignos irnita-
dores de seus anleceesores a, como elles, se tornem
inean^veis em proraov*r com tods e afan o aUg-
mento e prosperidade de tio nobre" instiluigao, qua
honra soberanamente a colonia portugneza, aqui
residepte, servindo da bitola por onde se aferem
os seus sentimentos de phftanlfopia, "Carfffade e
patriotismo e qae pela natureza dos Bos de sua
creag'io bem therece generoso apoio a constante
sollicituda da parte de nossos compatriotas, que
procuram este paiz em demanda do trbalbo-
honrado, que *ende a tseeguiar-lhes a manuten-
cao de sua vnbsistencia e lhts porpociona metios
licitos de adqulrir al|um#ecnlio.
Quizera, sgnhofes, qae o senlimento de patrio-
tismo porjufuez...ie dilafasse em mais larga es-
phera, ampliasse mais a area de sua expmsao.
Era uma- cidade popniosa, corno esta, para onde
affluB tao a-vultado nnmero de compatriotas nos-
sos, 6 urn poaco desanimador o quadto, que-a.
nossos oThoa se offerece. Was enfermarias de ea-,
riiade sao annnalmente tratados, erescido nnmero
de aos-os irmaos patrios, que este hospital procu-
I in sublime viriudp
osa a vossa dedifta-
I vos estara intarMr-
% digno de lujrvbf
?P fani twepv U*. Ah Jw 4olii** n* B/Hwftii*,-jstuil.
- quando reconhecgm.aue Ihes nio e airoso o facto
de -a valerem cLvhpspiLlidade, de que precisam,
sem que seus. Btmjeifgurem no quadro social.
Tal pratica dave tpest&r- pprque traduz clara
tt\eidonmXfflTtllid .fit L,<*
ctimprindb "os aaVeres'que sUa"
vem, com rectidio e justiga
E' mister, m,rtanto, jjiieioda|
mos, a oudni Asia cAiAdaJio cl
ministrajia f&te fc^itCl i>o|
desejo de eoiCribuV*u%dekJ
meoto e prosperidade, procureis .
duccio dos rrales apomados e igualmente facais um,
^bode^3er1Bcfe'ide^mdHA) W8mfl*&h im
' das diurna8ra socios, que venhamtaigmentar a recait3 ilesta,.
hospital, habilifaHjJd^Jr tal forma as idmini{tr-
f.oes que se ferem sucsedendp a prover aos avol-
tados enca , Alem do deserepenhp deste encargo, o>ia tacfta?
me"nte vos'impOea vossa qualrdade de mordonfos,'
outro nao menos imporlante deva umbep mereeef
vossa especial atlengao. Kasem.na, quepordii-
(tbral- 4T*oi{So vos tocar na visita as eofarmaria?, pro
curai sempre..ser s iliuit.is em indagar quaes as
nacessidadas. que sontem os/infaliws que gemem
no leito di dor, buscando remedia-las uuanto pas-
sive!, suavisando Ihes assim as agruras de setfs
soffrimentqa, Na prativ d
encontrarSs-'a *ielbf rf ea|rn
eao, a If1 in eatwe a eonscfjht:
meute segrmmfh o fftihtftto
tao nobre procede>.
Passarei agora a fazer uma outra ordera de con-
si locoes.
'fjaq 6 rnro, Srs. oordomos, ouvir diaer a mhitos
de nossos coD|patrot|S| apuj residenles, f^ie uma
das causas'pn'hcipaffs qne netermioam a nao en-
tratta de maior nuinero de ttfom para este hospi-
tal, 6 qu^ nao Seam dies pelo faeto de snt admis-
sl-i coin direiio a ser gratujtamente tratados em
caso de mplasU'a, ^rundo teqpam meios para oc-
correr astdtspazae a faBr c#m sen iratamenlo, o
que esta di.-posigao de lei 6 injusta e contraria a
natureza das associ goes em geral. Tal illacao,
:'.lem de ser inteiramente erranea,-e improcedente
e convem muitissimo demorutra lo porquoo e.
0 hospital e uma casa de caridade sempre aber-
ta para os infelizoa uue procuram valer so do con-
forto que ella Ihes offarece; seus fins devem estar
em harmonia com 0 pensameoto, riue determinou
a sua existencia. 0 mai'.ir dos direitos, que se
adquira com a admlssao na qualidadc de socio,
nio e, quando doeute, utilisar-se dos commodos
que 0 hospital lhe proporciona, 6 sim a convicgao
de que a insignlQcante quantia, que despendeu
para obteresse titulo, reunida a algumaas outras,
vai assegurar a alguns infelizes os meios indispr-n-
saveis para paderem veneer as molestias, de que
estiverem soffrendo, e que a nao jcr 0 conjurso
desses donativo, talvez viessem a perecer em
coropleto abaqdono.
Onde estara 0 m^rito do inJividno, que so se de-
liberou a fater parle da asoe*.icao 'porque esta,
uuando eile doenie, (erabora teaDer do bens de
fortuna) nio lhe recebou quantia alguma como re-
mnneragSo da despeza feita como seu iratamaDlo?
Noiie caso nao teria havido caridade, era um
simples adiantamento,-qua se facia, para mais tar-
de ser delle indemnisado com did juro pe-ado;
seria nma usurpacao feita aos pobres, porque, em
quanto estes se achavam lutaudo cam ossolfrimen
tos e a miseria, aquelles que eram socios estavam
sendo commodamente servidos e gozavam de todas
as regalias como se directameme cintribuissam
para semelhaute flm. Quern por aquella forma se
manifesla, ou e de coragao -fiequano e acanhado,
ou inteiramente desconhece os principios rudi-
mentares da sciencia cconomica, em que se louva-
ram os encarregados da confecgio dos estatutos
porque a nossa associacSo se governa.
Custa-me crer tarabem, Srs. mordomo', como 6
que uma grande parte de no*so3 irmaos patrios,
longe do lar, quo Ihes servio de bergo e onde dei-
xaram o> se:n mais charos panhores, nio procu-
ram em hemispherio estranh), onde 0 sen genio
aventurjiro os condnz, a cumprir a lei do trabalha
laborioso e hoaesto, em uma nova patria, quo Ihes
faca lembrar e relembrar a cada momenta asrnais
pequanas peripa:ias do sua idado juvenil; que
Ihes faga conscrvar sempre vivo 0 senlimento do
amor pela terra natal, polos' entes queridos, que
alii deixaram, pelos me.ures que guiaram os seus
primeiros passos o.pelos araigo3 om.quera coafra-
ternalmente conviveram. Essa nova patria com
todos esses requisites esta con^tituida nas associa-
goes da natureza da nossa, pois que.recebendo em
seu seio, como socios activos, tao somente os.nos-
sos compatriotas, quando estes reunidos se devem
julgar era pensameoto transportados ao sou lar 11a-
tivo, attendendo-se a que, para qualquer lado que
as suas vistas se espalhem, sao em fllhos do mes-
mo paiz em que se empregam.
E, eomo seria agradavol em taes casos coramu-
nicar-mos a estes as nossas uktgoas a dalles co-
llar o que ajsim constituia-mos nossos confidentes a re-
tribuic-aos na mestna espa:iej forao se por von-
tura todos vivessem debaixo do mesrao tecto e os
animassem uniforraes sentimentos ?
Mas infehzmente, senhores, bem me peza confes-
sar, a indiffartnga de tudo e por tudo se tem tor-
nado ultimamoats 0 caracterisiico de todas as so-
ciedades, flialqae qua sJ amaturea dos fins a
que visaol. Perniaslsifttos tern sid) 0) effeitos,
que decorrem d3 tao fcaoato Axpediante, que em
verdade nada recommendara a prcsente geragao.
Onde fallar aopiniao, nao pode haver estimulo, sa-
r.i a o:uulagio uma chimera, o incenlivo nao pas-
sara de uma .palavra va, e conieguintemente nao
poderao subsisilr, como convem, os elementos de
felicidade, tornando-se portanto innexeqniveis as
praaeisas ceiisagratos aos prograiuma ilas- is so-
ciedades, creadas com 0 fun da promover 0 desen-
volvimenlo Idas sdeneia3, artea 0 Industrias, dende
dimanam os meios de equilibrar a vido so-ial.
E aue vemos n6s, Srs. mordomos, ate mesme no
seio da nossa subHme associagao ?
A mais'cnmlnosa das indiffarengas; crimidosa
sim, porque sio os nossos irmios, qua gemem im-
mersos em dopes aeerba?, reclamando 0 no9so eon-
curso de haraanidade ; e cerrar em' taes easos as
oavldo3 a snas supplicas, sem Ihes -dar saqner1 ao
meno3 um olhar conforlativo, 6 constftUfr-se reo
d'nra crimo >di oonsaiencia^ oua a sa Krtipo sari
punfdo, por quern nudia errou, quer qifando eas-
tiga, o;aer quando-premia.
E nao diaam, senhoresj qae pbantasio. Em lint?
in3liluig5o tio importante, omo e a nossa enue
conta appnastmidamenle mil socios effactivos, qpn-
voca se unit a&emblea gdraljdos socios parai se
tratar de interafesBs de ordem ielevada em proveito
social, e no dia designado para a reunilo, 0 nulne
to,.que se apresenta nao excede de uma a duasjde-
zeoas^ que, sendo jflsjlffleienio para 0 exercicio das
faiti&ts-fasak ftserrWieaiI'teni ardhaiio de Hear
adiada para novo dia, qne prevlamenta sera Be-
signad* Eaiio como pela lei estatuaria poder-i a
assemblea funccionar com qualquer nuraero de
associados; que se apreseotem, ainda menos con-.
corroin ao convite feitq pel* certez* em que estao
da qae a sua ausencit nao obsta a :ue se raalizera
os aelos, que tjoham -de se pralicar em tal sessao
E istfsa-dajfcao s^em-se5s8is olMinarias, crimo
tambeAnae eilraordinarlas, fwerflicendj ao nu-
mero das pnffteiral a qua tem lu?ar para a efei-
cao da junta administrativa, a esta.deveriam cbn-
eprret 0 inais uresciae uumero posivel de socios,
pois jque, tratandu-se de delegar podem, que en
taadem directamente com interesses muito .impor-
tantes, todo 0 escrapulo na escoIha de adminislta-
d6res do patrfraonlo de infelizes ne'ee'ssifa'dos nftn-
MordBrhos, frtai agora, por mm momento
asvenerandas efflgics, que estao collocadai- na-
quella-galeria ao eotrar no vesiibalo deste odifi-
cio. Na expressio- de suas physionoinias esli es-
lampadaia gjiandaza de-suas aliu.s. Sao beneme-
fitos damente, e ijua os neewsiadoa choraram com dor
profunda e que 6s D'ofcres de*3te hospital adoram
com aquella adora'^iO Inystica de quein eleva 0
pensamemo art Deus a pedir-lha qae abraaspor-
tas da celestial morada, a qnem tanta lagrimi en-
xugou com a liberalidade da suas taios e a gene-
rosidade ie seus coragfies.
Iisffirjjvog-, Sr.' mordomos, nos sentimehtos,
quemfrrftrram '6s"ofiginaes daquelles retrawa e,
Mastre, faze
quer sentim
desta nobil
So assim se
A'
r;
alto
reli^a/do'
sao estes
fiig to 3e todo e qlial-
}o que aos interesses
UMM pssa ser o""00 'r-
conuigno de vos eabenga"dojfiarregOu :
'0 porfcjUA'q)filB> todas
a a rfaii Aithlitfclfcrova
sntificldcr dbm'aHrdldeTfa'
(Mm-
sH-
..lafls' sfritieiros^ifihilos, qne
iguanawme trafluzem o-Wnjalh^iio 'unlfofme Si
todtfs^ ncfesos .tlf^rresf .hTjfisoelos' eWftMe'de
da vossa excessive genef'o-
Ao cittlii{f We'imprf*it5-'''^abalho com que
uqerei.a nossa *Hs;4oi,dev^ em abanoda vorda-
4ft. .fazef. nma.,deqli>cao cewojsa/i, na qiul nem
.per sombras do*aw julg'ax destia, pois qae uaieameole exprima a iiio 1, que a
idelerminou.
Pertenceudo & adiniatstracao unda par haver
occupadj 0 cargo da 2-. seerctano c leodo nesta
oCcasiao djCigidj inerecltlus a'rjWjmjos .16s nobres
rhfetfJArcs qTiiMa p'tiSm espocialida I; ao sea dig-
no pnmeirfl TafIc*croWr(o, iacltamma" trie tornei
partecipaule de rfma gldria, que anaolendoad-
queridi,. bqT jDU5 ti(ul, d'll# tie devo exclnlr,
pois uu^ coaki inii 1 I in .-abeis, nio podia en
pela mfrm'a rtigu-'daffe ffa rpntrsos pCenuiaiios,
cenheeimenlbs praticos 0 jHustracair" aacesspria,
adxiliar CdhTSnientemenfe*a missao' nobilisslma,
q^e'terh a'sen "cargo eiia iin^ortante ussociagaD.
So%^i-'tne, i4o>eir. (cam uianw 0 difn; 0 dasajo
do setlhe ulil, |)Md> inconieslavelmenle (ieste
ln){ital urn eloqufm* t^stmnoho d- qne a cari--
lala nao esli airda de tudo amtn'tecida. e que ha
muitos eoragi>e3,gnindio3os e almas extremamente
nobres, em quem a voz da dustfraija nnnea reper-
cutira sem deixar-proftindo echo, e onde residrra
sempre-o Brnar pela liiM.uliade) que 6 c sera em
todos os tempj-s Q mais prcuoso ornato para a
fronte da seus cul lores.
Tenho dilo.
querrf rmi aFrogu^l o'vdlnniario encargo de repre
vo, a, tHaiti) -rii-r1 **-ii aalevada
Mnji^v^ame4e_euutado; cumpre-
ffUawiinevucl ".' do defe

HM
$ a ?mm,
Jn-.lica Em 31 de dazembro de 1870 fallocwi a mulher
do Sr. coronal Jose CavalcautePerraz da Azavedo,
daixando seis filhos, doa quaas dou- eram meni-
res (0 um ainda i?) ; wtrrtarrto ate hoje ainda
nao houre um juiz, que, na formi da lei, proca-
dsSSC a inventario, estando 0 dito coronel no pie-
no goM de todos os beas do casnl.
(Jue magistratura !
Recifa,8 de-juatoo do 1871.
I'm herdciro.
\ illffe'i'enra enli-c n vltinoa morte.
Esta e a distiaecao entre a salsaparrillia do Bris-
tol, e todos os medicament s mer-uriaes ; estes
envenenam 0 sangue, aquelle 0 puridca e vigori-
*a. Quando Us sementes da morte se teem intro-
duzido nas veias com 0 nso'das beberagens mine-
raes, nada pode dol^r a raardia da victiraa atd
q_uai as bordas da sepnllufa, a nio ser este an-
tidolo contra esses veneoo=. 0 mesmo acontece
quando 0 vims de uma rnolestia natural, tr.nli 1-
Ihando no systema venoso, se desenvolve deb.i-
xo da forma de ulceras escrofulosas, cancros, lu-
mores, carbunculos, inflammacoes brancas, abces-
sos, ornpgSas e todas as. deuiai9 terriveis enferau-
dad-'S extemas ; pois, este grande remedio opera
chimicamante sohro 0 sangue viciado e. sobre o<
mais fluidos animaes, trahsformando-r-s quasi mi-
lagrosamente em correnles puras e nutrilivas, ;e-
vando a sao da e 0 vigor a todo3 os orgaos por on-
de circulam.
\o %r. r. Hurillo.
Oabaixo assignado, negocianto esiabeleaido a
rua de Pedro Alfonso ( outr'ora da Praia ), n. 29,
tondo sido acommettido de um tetano gravissimo
que oprostrou no leito por mais di-um mez, com
soffrimentos e torluras as mais hornveis, vendo a
cada instante perder a vida, foi com grande peri-
cia e contra a especlativa da todos, salvo pelos cui-
dados e dosvelos de. seu distincto medico assisten-
le, 0 Illm. Sr. Dr. Murillo, a quem hoje, abaixo de
Daus deve a vida. Queira 0 Illm. Sr. Dr. Murillo
aceitar estas pxieas e toscas ihllias, como signal
da sua ctarna gratiiao, 0 ao mesmo tempo queira
desculpar, se pnr'ventura 0 mesmo abaixo assig-
nado offender a.sua excessiva modestia.
Recife. 5 de junho da 1874.
Manoel Francisco Carvalho dos Santos.
- iT-rj^-i ra i^cv~-.*ii a-rt
:Oi6P*Cfle9-D MPOrTACAO!>Ia MA 3 DF
JUSHO DE 1874.
*ara os portns do exterior.
No pataebo nespanhrd Marine,.. para 0 Bio
da Prata, carregou : A. Loyo 20 pipas com' ^,600
lilros de agnardenle, e 400 barricas com 80,268
kilos de assucar branco.
No vapor portngnez Jntio Dmiz, para etor-
to, carregou : A. F. de Almeida 1 ca'xa cem 15
kilos de dace, e 1 barril com iff} lilros de-mel.
Para os portos do interior.
Para 0 Rio Grande do Snl, no patachb por-
tuguez Rocha, carregou : Amorim Irmaos 4 C.
450 b;rrcas com 50.J75 1i2 kilos da assucar
branco.
Para 0 Rio Grande do Snl, na pstacho por-
tuguez Judith, carregou : M. G. Tellas 3,000 cocos
(fructa).
Para 0 Ceara, 00 vap ir brasileiro Pwapama,
carregou : Costa & C. 80 saccos com 6,-000 kilos
de assucar branco, e 30 barricas com 2.001 ditos
de dilo reflnadi ; Carpinteiro Filho & Sobrinho 15
ditas com 862 1|2 ditos de dito ; J. F. dos Sahtos
Bastos 40 ditas com 2,400 dito* de dito ; J. /. da
Rosa 10 ditas com 787 Ij? ditos de dito.; P. Alves
& C 20 ditas com 1,310 ditos de dito ; Buttiolo-
meu A C 1 barril com 80 litrot de alcool : para
Maca), Farii 4 Filho 1 barrica com Hi kilos, do
a3sucar reflnado ; Souza lunqueira & C. 1 narril
com 96 litros de alcoofT'para o Aoarscu, Hadri-
gues & Martins 1 dito 1:0m 70 ditos de dito.
Para Aragoas, hatircica Uiuao do Nine,
A. P. Genes 1 Barrica eom H knots de
assucar branco.
^^
&ffaSH DA ALPaN!GA
.iaadimanto d" dia 1 a 5 |-.Q06i541
darn do dfa 6 7^0*284
" I
. 1:748*823
1

'Voitm SAHIDOS
So di* i a 5 .
.\'o dia 6
.Jnmeira pom .
3eguridaji)0)*ta .
Terceira porta .
juarta porta ,- ,
rupfebe Gcnceicio
; ;
1 .


3,96 G
110
. 70
'175
1
504
4,823-
SER^CO MAU1TIMO
4fv*reagft dascarraaadas no trapicLe da
alfandega :
No dia a 2 S .... S
No dia 6 ...... 3
in trapicbe uonceicio .

7
._
HKCEBBJOORIA DB RSNDAS INTi RA3 GE-
RAES -DB PERNAMBUCv
tenditnento do dia 1 a 0 6:602*142
(fern do dia 6 9:249*842
15:751*984
_____________
CONSULADO PROVLMUAi.
HflOdimento do dia 1 a S 18:640*305
Idem do dia 6...... 2:500*577
21:140*942
Revista commercial
Da sernana de I a 6 de junho do
1874.
Cambio sobre Londres, 90 d. de v[ 24 7|8 d. 23
d. por ilQdO, banco.
Dito dito, 9J d. de v[ 25 1/8 d. por 1*00j\ par-
ticuUr.
Dito sobre Paris, 90 d. de v| 383 rs. 0 franco
banco. ..
Dito dito, 3 v( 383 arroba 3.0 franco banco.
Dito subre fiamburgo 483 mar imp. ban.o.
Dito dilo 90 d|v 472 mar. imp. banco
Dito sobre Porlo e Lisboa 90 d/v 109 0[o
110 Oioda premio.
Dim dito dita, 3 d|v 116 0/rj de premio banco.
Dito sobre 0 Rio de Jaueiro, 13 d|v 3|4 e 1 0/0,
de desconto.
Descontos 9 O10 ao anno.
Algodao, 1 sorte, 8*030 a 8*200 por. 15
kilos.
Dito de Maceio, I' sorte, 8*2C0 a 8*800 por
15 kilos 7/8 5 0|0
Dito dito mediano, 8*300, 8*200 por 15 kilos
7i8 5 0|0-
Dito de Goyanna, 1* scrte, 7*503, 7*203 e 7*000
por 15 kilos.
Dito do Aracajii 7*500, sera inspeccSo.
Entraram 1,875 saccas.
Frete para Liverpool por Parahyba 5|8 e 3 0|0
algodao.
uito para Liverpool neste porta 1(2 3|Q algodao.
Assucar branco, 2" sorte, 4*000 a 4*100 por
13 kilos.
sorte, 3*800 a 3*900 por 13
JUNTA. DOS CORRETORES
Prai-a do Recife, B !e jniiJio
ilc 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE '
OOTACOBS OKKIOIAKS.
AlgodSu de Maeeio 1* sorte 8*800 por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0|0,
hontera.
Algodaodo Maeeio raediano 8*300 por 13 kilos,
.posto a bordp a frete- de 7(8 e 5 0(0,
hontera.
Cambio sobre Londres a 90 div. 25 I[8, e do
banco 23 d. por 1*060, (hontem).
Dito sobre dito a 90 d|v. 23 d. por 1*000, do
-* Banco.:. # ofc". _
Cambio sobre Paris a 3 d|v. 388 rs. 0 franco,
do banco.
Cambio Sohre 0 Porto a "90 d[v 109 0|0 de
premio, hontem.
Qambio sobre 0 Rio de Janeiro a 13 dpr.
0|0 de deswnta.
H. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
3|4
1 sorte, boa, 3*600 a 33700 por
sorte, regular, 3*400 a 3*500
I sorte, 35100 a 3*200, por 13
15
15
li >l!I -vlfanproa.
Rendimeoto 10 di? I a 3 143:138*940
idem do dta 6 19:423*673
1),
162:o82*6l3
Dascarregam hoje 8 de junho do 1874.
nerican^ 4^ ^e feno. ja despa-
chado para 0 caes do Apollo.
Barca americana
. -caes
Barca portugneta \;kmbelta carvao ja deSpa
chado para 0 caes do Apollo.
Patacho nacional -j- Marinho IV generos na-
cionaas para 0 trapiche da companhia.
ALTKBACAO Nil PAOTA DOS PREgoS DOS GENBROS
SUWTOS A D1RKIT0S DB EVPOBTAQAO, NA SB5IANA
OB 8 A 13 DB jtfXHO DK 1874.
Algodao em raraa ou la 481 rs. o kilo.
Couros -de boi seccos salgados 560 rs. o kilo.
Carvao de pedfa eatrangeiro, tonelada metrica
20^000.
Caroco -de algodao 30 rs. o kilo.
Crina- animal em brnto 300 rs. o kilo.
Alfandega de Peroambueo, 6 da junho de 1874.
0 1 eenferente -Manoel Antonio Rodrigues
Pinheiro.
0 coaferente Jos6 Amaneio do Outeiro.
Approvo. Alfandega de Pernamooco, 6 de
; juaho de 1874.
0 nspeetor
Fafcfo 'A. dfCaroalho Reis
Dilo branco,
kilos.
Dilo brauco,
15 kilos.
Dito branco,
por 15 kilos.
Dito branco,
kilos.
Dilo somenos, 2*630 a 2*800, por 15 kilos.
Dito mascavado, fino, 2*350 a 2*400, por
kilos.
Dilo mascavado, bom, 2*200 a 2*230, por
kilos.
Dito mascavado, regular, 2*100 a 2*130, por
15 kilos.
Entraram 8,798 saccos.
Aguardente.Cotamos a 58*000, a pipa.
Couros seccos salgados. Chegaram 310, ven-
das, 560 o kilo.
Came secca salgada. -Chegaram 7 carregamen-
tos, importando 1,346,534 kilos.
Dita do Rio Grande do Sul. -Cotamos de 3*800
a 3*400, por 15 kilos.
Dita dita do Rio da Prata, de 4*000 a 4*200,
por 15 kilos.
Cafe. Chegaram 1,162 saccos,e cotamos de
9*000 a 9*200, por 15 kilos.
Bacalhao.Sem chegada, cotamos de 15*000 a'
18*000 a barrica.
Em deposito 4,000 barricas.
Farinha de trigo. Sera chegada, e cotamos aos
seguintes precos:
Hungria de 31*500 a 32*000.
Trieste de 28*000 a 32*000.
Richiraond da 23*000 a 23*000.
Americana de 23*000 a 24*000.
Sacco3 do Chile, 10*30 \ cada um.
Era deposito da de Hungria, 6,700 barricas.
Da de Trieste, 3,575 barricas.
Da de Richiraond, 300 barricas.
D<\ Americana, 12,500 barricas.
Da do Cbila. 3,000 saccos.
Total 26,075.
Milho. Sem chegada, cotamos de 85 a 90 reis,
kilo.
Arroz. Sem chegada, 8*000 poMS kilos.
Manteiga franceza. Chegaram 220[ 225 1|2
barris, sem preco, por ser eucommenda dos reta-
lhadores; em retalho-de 880, 890 e 900 r6n.
Farinha demandioca.Chegaram 896 saocos, co-
tamos de 3*000 a 4*000; abundaacia.
Manteiga ingleza. Sem chegada, a cotamos a
2*614 o kilo.
Dita dita em lataa. Sem chegada a cotamos
de 2*614 a 2*723.
Banha de poreo. Chegaram, 450 barris, que
estavam vendidos.
Dila de dito a cnegar, cotamos a-958 reis o
kilo. fftn
Toueinho.'Sem chegada, cotamos a H*oO0,
nominal (i'alla.1
Sal Chegaram 1,241 alqneires, cotamos a
1*300 o alqueire.
Velas slaarinas. Sem chegada, cotamos a 910
rs. o maeo.
Areito doce. Chegaram 50 csrixas, e cotamos
o de barril a 2*403 o galao nominal.
Cemento. Sem chegada, cotamos de 8*003 a
8*500, nominal.
Cebolas. Chegaram 700 resteas o 230 caixas;
nao houveram vendas.
Batatas. Sera chegada, retalha sa a 10*000.
Qaerjo3. Chegaram'295 eafxa%, fttttfsive os
de prato, que segoirwii para o Sul, quasi todos
era consequencia de nao ter *n tapor podido des-
carregar, a cotamos a 3$300 os flamengos e
1*524 o kilo, do prato.
Cerveja. Chegaram 32 caixas a eolamos a
Noruega de 6*300 a 6*800 a duzia de garraf.is.
Dita ingleza. Cotamos a Bass, 7*_00 a 7*40.
Louga ordinaria. Cotamos 380 Om *>* *
factura nominal.
Kerosene. Chegaram 1,000 cai3its, talham por conta do *ofrtador a cotamos ae-.
5*300 a 5#360. _>i
Breu.~ 8a-r*aada,'V:otamos a 14*000 a bar-
rica de 320 libras. .
Sabao inglez ordinario. cotamos a tv> d kih.
Dito da terra, cotamos de MO a -860 *a. kilo!
Farello.- Sem chegada, cotanws a 4*MX) no-
minal. I nC.
Genebra. Chegaram as frasquGlras eemfcuns,
c.. f-imos de 4*600 a 4*200.
Dita de laranja. Frasqaefrae colmimns,' fcota-
mos de 7*000 a 7iS0O. '
Dita em bolijas. Cotamos < 3JOr. W^srbma.
Cha. -Sem chegada, mn^equeoo lote, preto, a
3*4.82 o kilo.
Cognac. Chegaram 81 caixas, eolamB''te 8*
a 16*000 a duzia; niuiu-supprido o mefe*ao do
ordinario.
Vinagre. Chegaram 21 e. 15|5. ctrtalBbs do
110*000 a 120*000, conforme a qwalidade.
Vinho da Figueira. Sem chegada, cottflrc-s dij
220*030 a 240*00.
Dito de Lisbda. Sem chegada, otumti d
215*000 a 220*000.
Dito do Estrerto. 'Ssbf tf^gada, odtanios a
212**003.
_________________________________ M^i'-i
-----------" U IUiU-BUf-HB-
wmm% no fgera
Navios sahidos no din 5.
Acuracd e portos intermediosVap ir naeioaal Pi-
rapama, commanJante SiHra, carga dnterentos
gewrc*
AracatyHiate nacional LeeHilii di Crws, eajiiti)
Manoel C. da Costa, carga differentos gi$noVos.
Cronstadt -Barca iuglesa Dotphen, capitao M. F.
Oldlield, carga algodao.
Obseryh$p.b.
Nio honve entradas. Passoa ,para o ;ul upi va-
por francez.
ISavio cntruAo ho Jin 0.
Liverpool -43 dias, patacho mgloz An 174 toneladas, capitio J. M. Melfan, equipagem
7, carga oanwo ; a ordem.
Navw sahido no mesmo dia.
LisbcaBrigue portuguez Sober'ijix capitao Bun-
ginganga, cafga assnear e fgnafoente.
SeiTAfS.
utt
Erftilio Xa vier Sjbreira do Melio, inspector da
thesour.-iria de fazenda desta provincia, etc.
Faeo saber a todot ijuaatos se aebarem aa pos-
se por ijoalqner tittilo que saja, de terfeooj liios a
margem do rio Capibanbe da hi, do nacho Par-
nameirim para ci na, e curapfebeadidoa na zona
reservada para servidao publica.que Ihes oca mar-
cado o prazo de 60 dtas, coniadM da data deste,
para reclamarem perante n Exm. Sr. presidaate da
provincia o qne entenderem a f>eia do seu < >direi-
tos, sob pena da perda da prefereada garantida
pelo artigi 16 do decra.o n. 4,163 a> 22 da feve-
reiro de 1868.
Thesouraria de fizeoda de Pemambuco, 30 da
maio de 1874.
Emilio Xavier Sobreira do Mello.
0 Dr. Caudiilo Yaleriaoo da "Silva r'reire,
juiz iuuuici[i.il e de orphaos da viila e ter-
mo da comarca do Cabo, da ^roviacia de
Pornambuco, por S. M. I. e f.otisiitucio-
nal, a quem Deus guarde, etc.
Faro sab r que se auba em coiicurso, pela
quarta vez, com o prazo de 60 diasconta-
dos da data deste eJital, o oflicio de 4posi-
tario geral desle termo, creado pela lei pro-
vincial n. 527, de 1G de junho Hi 18G2, e
os concurrences dove raj npresentar-se hsbi-
litailos na conformidido do decreto n. 817
de 30 de agost) do 1831 e 5 do Janeiro do
1871.
E para ^ue ciieguo ao conbeciiaento de
tod is, tnanlo que este seji afQxado no lu-
gar mais public) desta vi h, remettendo-se
copia para a sccrelaria do governo desta
provincia de Pemambuco. Dado e-passsdo
nc-sta villa,-termo e comarca do Cabo, da
mesma provincia, ao 1 de junho de 1874.
Eu Manoel Jose de Sant'Amia Araujo, es-
crivao, escrevi.
Candido Valeriano da Silva Freire.
Conforme o original affiiad) no dia era
supra.0 escrivao, Manoei Jose de San?An-
na Araujo.
Secgao 2.*-i-Secretaria da presidencia do
Pemambuco, 6 de junho de lb7i. Por es-
ta secretaria se faz publico o edital abai-
xo transcripto do juiz municipal do termo
do Cabo, pomlo em concurso a serventia vi-
talicia do oflicio de dep siUrio gerai ilesse
termo, creado pela lei pruvinoial n. 52~, de
16 de junho de 1892.
Gs pretendentes deveram habihtar-se na
forma da let, no prazo marcado no supra-
dito edital. 0 secretario, Joiio Diniz M-
beiro da Cunha.
P la tnesouraria provincial se faz publico
que for.'im traosferidas para o dia 18 do corren'.e
as arrematagoes seguinles :
Ponte sobre o rio Seriahaem no lugar do Pao
Sangue, oroala em 9.570*000.
Obra da bomba para o poAiado dos Monies, or-
gada em 1:980*000.
Ubra dos rejiaros urgentes na subida do barro
na es'.rada da Victoria, orcada em 1:647*800.
Kcpares da ponte ilj Trapiche, orcados em
l:650*0i)0.
Fomecimen'.o dos medicaraentos a ulensis pre-
cisos a enfermaria da casa de detencao.
Secretaria da thesouraria provincial de Pemam-
buco, 6 de junho de 1874.
0 offlcial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Facuidad i de direito.
De ordem do Exao. Sr. conselheiro, dire:tor in-
terino, se fa? publico a lista das faltas n3o abona-
das, dos alumnos desta Taculdade, com relagiio ao
proximo Cndo mez de abril, conforme foi jnlgado
am sessio da coogregacao de 27 de maio ultimo.
Terceiro anno (I" cadeira)
N. 26 Joaquim Pereira de Mello Moraes, 1 falla ;
n. 28 Jeronymo Maniz Ferrao de Argollo, 1 idem ;
n. 42 Pedro Vicente Vitnna, 5 idem.
Quarto anno (1" cadeira)
N. 2 Manoel Pinto Damaso, i sabbatina ; ii. 4
Albino Gongalves Maira de Vas3oncello3,1 idem;
n. 8 Jo.-e de Castro Sa Barreto, 1 falta; n. 11 Joao
Manoel Wanderley Lias, 2 inclusive 1 sabbatina ;
n. 16 Adriano Francisco Ferreira Neves Junior, 1
falta ; n. 18 Joao Gualberto Pereira e Souza, 2
idem ; n 20 Manoel Jonas Ferceira, 1 idem ; n.
23 Luiz Fraderioo-Cedoceira, t idam ; n. 25 Fran-
cisco Jose Gon es BranJao, 1 sabbatina; n. 32
Francisco de Siqneira Cavalcante, 5 inclusive l
sabbuioa, e oofltintia a faltar ; n 33 Rodolph
Epiphanio de /Souza Santas. 1 falta ; n. 34 Joa-
quim Franeisoo Teixeira 8 inclusive 1 sabbatina, e
contimla a faltar ; n. 35 Jos6 Comes Ceimbra, 5
inclusive 1 sabbatina ; a n. 38 Gaapar de Menezes
Vasconceilos de Drummond Filho, 2 inclusive 1
sabbatina.
Quinto Anno (2' cadeira)
N. 25 Jose Carrilho do Ravoredo Barros, 4 fal-
tas; n. 26 Jos6 Bento Vieka de Barcellos, 3 iden ;
n. 47 Jos6 Pinto Ferreir* de Oliveira, 8 idem n.
54 Jese de Queiroz Matloso Ptbeiro, 8 idem ; e u.
57 Acoradino Cavalcante Simoes, 7 idem.
Secrelaria da faculdado da direito do Re-
cife,'KrJejwmo'de I8r7i. '
0 soratari>
Jose Honorio D. de Mtmses.
Edital n. 172; "
Pela insp'ectoria da alfandega A Pern)>rnbuo<>
se faz publico que tendo de c mttatar- se o forne-
cimento dos objectos abaixo declaradps, para "
expediente desta reparticao, do de julho docor-
rente anno a 30 de junho de 1875, sao convidido-
os pretendentes a apresentarera saas proposias
em carU fechada, acbmpanhadad-" Twpeclivas
amosjras, ate o dia t5"do corrente.a-sab :
Para o expedlente das seCffVis.
Ar^.a prela e azul.
Cadargo de algodao e deiUjho, large on estre >.
Canetas para pen nas.
Lapis pre tos. ,
Dit s de cores.
Obreias paqnonas e graodas, cortaiii.
Papel hollaAJa ptntada.
Dito dito ligo.
Dilo Grew braaeo. ."_
Dito dito de lie o.
Dito iB*U-twrrao.



V


Diario de PeraEmbaoo Segunda feim 8 de Junho de 1874.
Caolvetes,
Raspadeira".
PtBDas de aco.
Ditas de ave.
Reg tas d<5 madeira.
Tiala preta.
Fra La. is do borracba.
Livios em braoo, de diversos iamanhos.
Goama arabi -a.
Para a gnarda-mi ria.
Lonas.
Brim.
Baadira> mcionaes de 2 e 3 pannos.
Oleo df liiihaca.
Tiut.is prejwradas oleo.
Duas em pa.
Breu.
AJcatrao.
Vernix.
Pio de algodao.
Tijolo para limpar ferra ens.
Piasiava.
EsloiM.
Pregos de differentes tamannos.
Ditoi de cobre.
Graxa de aetoo.
Cera em grume.
Cadareo estreito.
Aaarcao.
Taixas de bomb*.
Cabui de differeote- qnalidades e grossuras.
Azeito de carrapato.
Oito de coco.
Kerosene.
Laatoroas orj pharoes.
Forquetas de ferio.
Correntes dc differentes grossuras.
Perros de differentes tamanhos.
Demos de I*, !V e 6 pes,
Louci de mesa e eorirtia.
Allaadega de Pernamhuco, 6 de junho de *87i.
inspector,
F* A. de C-irvalko Rets.
PROVINCIA DO PARA'
Secretarial do govrnio.
Tsado S. Exe. o rr. presidente da provtocia de
oar *xecuciu a lei provincial n. 809 de 6 de a't.ril
-altini'i, que autorisa a construccao de uma estrada
de ferro enlre oeta capital e a ndi.de de Bragan-
ca, de ordem do tnesuio Exm. Sr. convido as pes-
soas oa emprezxs que quiterem cootratar a rt fe-
nd a obra, para que apresentem a presideueia sus
prop<.-las em earns lechadas. denlro do prazo de
90 dias, conlados de boje; tendo em vista que a
mencionada eoastruecao devera ser realisada sob
-as sei-'uintes bases, decretadas ua inesma lei :
1* A' empreza ou companbia que se propozor a
levar a effeito a consiruccio da esirada de ferro,
sera c mcedido privjiegio por 40 annos, e garanti-
do o; uro de 7 0,0 do capital empr^gado.
2' 0 priviiegio podera eslenuer-sa aos ramaes
da mesma elrada, que forem coostruidos ate o
Pinhoiro, Vigia, Cintr., Ourcm e S. Miguel do
Guana, obrigando-se a empreza ou companhia
a const-ui-los e exploralos, logo que esteja pro-
vado que podem dar i 0(0 do capital necessario,
on que esse preroio the seja garantiao.
3" A esirada de ferro sera construida e explo-
rada por secedes, sendo a primeira de quatro le-
gos e as seguintes de duas legoas cada uma.
4* Ao passo que se forem conclumdo as see-
cCes, irao sendo abertas ao trafego.
5' A estra-la sera de bitola estreita e de uma so
via cem os necessaries desvios, ficando livre a
empreza ou companhia construir segunda via por
sna conta.
6* A empreza ou companhia que contratar a
dita estrada de ferro se obrigara a maodar vir e
ostabelecer na menm estrada 10,000 colonos, em
familias, e na razao de 2,100 annnalmente, logo
qne pelo governo imperil lbe seja garantido o
embolso das respectivas passagens.
7* Com destiuo p nucleos de colonisacao, o pre-
sidente da provin-ia lica autorisado a conceder a
referida empreza ou companhia 10 legoas c
das do terras, das que possue a provineia,
trada de Braganea, sem despandio algum araa
empreza. ETsla- 10 legoas quadradas serio mar
ginae-. a estrada, e em lotes de uma legoa quadra-
da cada um.
8' 0 capital que for necessario para a cons-
tru ;cao, sera ajustado depois dos preciosos estudos,
e lixa J i por um contrato addicional anes de co-
nMQVem os trabalhos.
Secietaria do governo do Para, em 13 de maio
ile i8:4.-<'elo secretario,
0 offlcial-maior,
Joao lijnacio Unties.
rYtm$ doe doeotes e r:8e le stm emprega^os.
f Alairia, kilo*,
ftraruu, idem.
Arrox pilado, idem.
Avsoear ruflnado, idem.
Batatas, idem.
Bulacb.iv l-lem.
B'.lachiuti.u do araruta. Idem.
Biscoutos, idem.
Oatt em caroc, idem.
Dito moido, idem.
Came verde, idem.
Came le poreo, idem.
Carne secca, idem.
ha perola, idem.
Doce de goiaba, idem.
Farinhade mandica, Utro.
Fefjdo mulatinhn, idem.
Le ha pm loros, cento.
Leile, litro.
Macarrf..', kilo.
Manteiga, idem.
Marmeilada, idem.
Ovo, I.
P*es, kilo.
Sal grosse, litro,
Tapiiwi, idem.
Toicinbo de Lisboa, i4m.
Vinagre de Liaboa. litro,
Viho do Porto, idem.
Todos os generus >-io de I' qualilade, e no peso
da carne Bio se adrailte mats de 5 de ossos oa
^wrcao qne se" pedir.
Contrata mais o concerto e lavngem da mupa
dos doenies, e saoguesugas de Hamburgo para os
mesmos.
Tambem aceita propostas para o foroecimento
de papel almaco pautado, pennas de aco calligra-
pbicas, lapis, tin (a preta Alisarine, obreias, papel
marca Jeves, e envoltorios para ofBcios.
As pessoas que quizer m (azer ditos forneci
mentis, e encarregar-se da lavagem e concerto da
roupa no referido trimestre, apresentcm snas pro-
postas feehadas, na secretaria do mesmo hospitil,
pelas 10 huras do dia !0 do corrente ; advortin-
Jose que nenhuma proposta sera aceita alem
dessa hora.
Ho'pitnl militar de Pornambuco, 5 do
junho de 1874.
0 escrivSo,
Avelino Pereira dn Cunba.
SANTA ClkSi A MI8ERICORD1A OT
BEOFE.
A Illma. Jnnuadminibtrativa da SanU Casa de w ******* com attn*.
19 ditos torn geiwbra 4a laraoja.
77 ditos eotn vmeo Bordeaux.
O desembargador Francisco il'ASSis Olivei-
ra Ma-'iei, olficial Ja imperial ordem da
llosa., cavalLeiro da de Lhristo, e juiz
privativo de orphsos e ausentos da cida-
de do Recife dc Pernambuco e seu ter-
mo, por S. !H. I., a quern Dous guar-
de, etc.
Pajo saber aos que o presente edital virem, quo
por este jnizo *e ua de arremalar por quern mais
der, e 6m uma so praca, a renda triennal do pre-
dio a rua do Manjuez de ulinda n. 23, servindo
de base para a arrematayao a quantia de 3:200,000
reis annuaes, ja nllerereeido.
E vai aoraca dito arrendamento a requeri-
niento de Manoel Caroll, c Justino Jose de Souza
amrK>s, inventariaute e tutor des menores, filhos
do finado Manoel Antonio Vieira, de accorJo com
o procurator do proprielario da metade do dito
predio.
E p.ra quo cheguo ao conhecimento de todos,
inandei passar este que sera publicado pela im-
prensa e afHxado no lugar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 3 de junho de 187i.
Eu, Manoel do Nascimento Ponies, escrivao, c
*ubscrevi.
FroMcisgo de Assis Oliveim Maciel.
0 major Aateoie Bernardo Qninteiro, juiz de paz
da freguezia de Santo AntOLio da cidade do Re-
cife de Pernambuco, cm virtude da lei, etc.
Faco saber a quom onvier, que vao ser arre
matados por venda, cm harta publics, em tres pra-
cas consecutivas, por quern mais der, os bens se-
guintes :
0 chapeos de sol, sortidos, de al-
paca e algodao, a 2$ cada um tOOjOOO
30 ditoii inutilisadoa a 300 reis. 13*000
22 arraavoes de dito a 160 reis. 3*520
1 armacilo envidra;ada. ISOfOM
1 armario psqneno..... 5*000
Somma. 573*320
Os preditof. bens furara pc;ihorados a Jos6
Bandovtx por execucao que contra este move, por
este juizu, Antonio Goncalves de Moracs.
Dado e passado nesta freguezia de Santo Anto-
nio, em 2 da junho de 1871. Escrivao, (oriolano
Ittfonio Bernardo QuinMro.
onselho de compras de raa-
rinha.
0 conselho contrata no dia 8 do corrente niz,
vist de propostas recebidas ate as II horas da
manha, e sob as condicSes do estylo, o furnecimen
to no trimestre proximo vindouro de ju ho a se
tcinbro para os navios da armada e e*tabeleci-
memtos de marinha, de viveres dietas, e outro sob
ectos de contumo, seguintes :
Assucar braaco grosso, assucar branco refina-
do, arroz dc Maranbao, aguardente de 20 graos,
azeite docc de Lisboa, aletria, araruta, bolacha,
bolacbinha americana, bacalhao, batatas, bois vl-
vos e pastu para os mesmos, cafe em grao. cafe
moido, carne verde, earne secca do Hio Grande
do Sul, cha hy-= m, cevadinha, camadba em velas,
conservas preparadas, c^bnlas, doce, feijao, farinha
de mandioca da terra, gallinhas, lenha, matte, man-
teiga ingleza manteira franceza, milho pilado, pao,
sal, sabio massa, stearina em velas de 8 em lib-a,
toucinho de Lisboa, tapioca, tijolos de alvenaria
grossa, telhas, vinho de Lisboa e vinagre de
Lisboa
Sala das sessoes do conselho de compras d
marinha em Pernambuco, 3 de junho de 1874.
0 secretario,
Alexandre RodriQuex dos Any>$.
' SAJSTA CiSA DA MISERICORDIA D<>
RECIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa A;
ajsericordia do Recife, manda fazer publtco qu<
na sala de snas sessoes, no dia 4 de Junho pe
las 3 horas da tarde, tern, de ser arrematadas t
qnero mais vantagens offerecer, pelo tempo de mr
i (Tea annos, as rendas dos predios em seguids
declarados.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE.
Travessa de S. Jose.
Casaterrean.il.......201*001'
Rna de SaBU Rita.
Idem n. 32........250*000
Ciuco Pontas.
asa terrea n. Ml......3629800
Rua da ViraeSo
Idemn 74........241*000
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Ra3 de Antonio-Henri jups.
Idem n. 26........99*000
Rua do Vigario.
I.* andar do sobrado n, 27. 323*000
Eojaidem.........375/000
PATRIMOMO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
vasa terrea n. 16.......S09*00i>
Becco das Boias.
Sobrado n. 18.......bSUOOC
Rna da Cruz
Sobrado n. II (fechado).....I:000*09c
|Rua do Pilar.
Caia terrea n. 100......241*000
Rua do Amerim.
Idem n. 31........122*00(i
Rua da Cuia.
Idem n. 29........201*000
Rna das Larangeiras.
Casa terrea n. 17......-. 361*001
Os pretenfientes deverao apresentar do acto di
trrematacao as snas flancas, ou comparecereri
icoinpanhsdos dos respectivos fiadores, devendt
pagar alem da renda, o promio da quantia en
pie for seguro o predio que contiver estabeleci
awnto commercial, assim como o servico da lim
peza e preeos dos apjiarelhos.
Secretaria da santa casa da raisericordia do R-
life, 17 de mar 0 escrivao
. _____ Pedro Rodriffnes de Souza,
Misericordia de Recife manda fazer publieo, que
perante ti, em sescao do dia 3 de junho pr ximo,
tem de ?r Irrematada a renda da propriedade -
Una doNgueir* com grande c qmiral e vivei-
ix, pela quantia de l:0H)*0o<> pi.r anno, obrigan-
de-se o arrereaiante a fazer os reparos do qtiH
precis*, o me mo viveiro ; para o que deverao
exannnar prcviainente.
Secret a r a da Santa Pa*a 'la Misericonlia
do Mwtf 29 de maio -le 1874.
O scrivao
Pnlru Hudrigiits de Souza.
E trada de ferro do Recife a
S Francisco.
AVI*0
Pelo presente ao r-mivMadosos *ehores etii
nistas di'.-ta conipMiliia (wra rB'-eliereio u 21* di
i it-:. 3v (mceriifiitit aufMpeatre de julho a itezeoi
bro de 1873. Villa do Caiw, 30 d- nwiy do i;i
G. 0. Mann,
Superintendente.
45 eaixas com cebotas.
7 dita* cota velas de rarnauha.
17 Mas com quartos de sardinhas.
6 barris com c*uricas.
48 Taixas com lafas de leite condensado.
10 fardos com comlnhos.
17 resinas de papel almacn.
15 barricas com cerveja Bas.
8 duzias do vinbn Bordeaux.
20 (Mas e % meias garrafas de cerveja Bass.
11 *t*s e 7 botijas do dita.
2 aat'i>r4ias vazias.
4 ditas ditas.
SKt.LNDA-FEIRA 8 DO CORRENTE
mm 11 horas ciu fionlo
no armazem do Sr. Preder co Mmta, na rua do
Gwlorniz.
Leilao
TIEATM
0 espectacnlo em beneflcio do actor Augn>to
Cesar, tera lugar terca-feira, 9 do corrente, com o
mesmo proframma ja conhecido de publieo..
Principiara as 8 1|2 horas
AVISOS MARITIMOS.
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segue com poucos dias
le demora a uarca portngueza Felit Uniae por
ter a maior parte de seu carregamento eDgajado,
s para o resto que I he falta, traia se rom os con-
eignatarios Joaquim Jose oncalves Beltrao & Pi-
sbo, a r"a do Coromercio n. o._________
Ob ROCRESSO MAR1TIMO DO PORTO
Rmpretsa portaeaae de navo*arno at
vapor enire Poriaital e o Rraxll
0 VAPOR
JOAO U1M7,
< ommnndantc (entente
Esperado do sul
em 8 on 9 do proxi-
mo mez de junho, de
P"is da indirpensavel
demora denlro deste
porto segnira para
Lisboa e Porto com eseala por S. Thiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. It. Rahollo C.
48 Hua do Commercio V8
COMPANHIA PERNA.MBUCANA
DE
VavefarAu eosteira a vapor.
MACEIO, ESCAHS, PKIfEIK) E ARACAJU'.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 15 d- junho proxi-
mo a 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia
13, encommendas, passa-
geiros e diaheiro a frete ate as 3 horas da tarde
do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
os n. 12.
Em continuac^o
DE
rautelttfl venridaN, rlnda< cm pe-
nhor
HOJE
A's 11 boras do dia acima.
Jnlio Isaac fara leilao, em centinuacao, por ine
tervencao do agenle Martins, de todas as rantelas
dadas em penbor, constaodo da object's de b-d
raante, eorrentoes, relogios de onro, aderecos-y
gusto m derno, trancelim, objeetos de prata,
tudo sera vendido sem re?erva de preco.
Na easa de penhore< da travessa da ru
Cruxes n. t
LEILAO
DE
2"!4 barricas com farinha detrigo, com ava-
ria d'agua salgada
Hoje
Ao meio
quenas, cofumnas da ferro, e outros
mais objeetos.
' TER^a FEIRA 0 DO TORRENTE
is 11 herns da manha
No armazem n. 16, da companhia pernam-
bucana.
0 agente Pinho Borges levara a leilao os nbjec-
t>s acima mencir?nai.'o^, por eonta e risco de quem
periencer. e os senhores pretendenies podem desde
ja cxamipar.
Agente Pestanti
Leilao
DE
130 barricas com cal virge.n, de Lisboa
e para ficliar Ruittas.
Ql'ARTA-FEIrU 10 1)0 CORRENTE
4s 11 horas em ponto
No largo do C.ri>" S:mho. tragic he Cx>mpafihia.
(J prep slo du a^-iile l'c conta e risco de quem pertencer, de ISO barricas
com cal virgem de. Lisboa, e para fechar contas,
em um ou ais lotes, a vontad* dos compradores
QUARTA-FEIRA 10 DO COR RENTE
A's 11 boras em ponto
No largo do Corpo Santo, trapiehe da
companhia.
Precisase do uma ama
para cozmhnr em casa de
pequena I'ainiUa, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
BO!
No armazem dos ?rs. Jolo Qnirino de Aguilar a
C, no eaes do Apollo.
0 agente Dias. eompetenteroente aotorisado, le-
var a a leilao, por conta e risco de qrem perten-
cer, no dia e hora acima designados, 234 barricas
com farinha de de uma so marca, avari >da a bor-
do do patacbo Nereus, em sna viagem de Baltimo-
re para este porto.
LEILAO
DO
scbrado de dous andares e ?ot3o da rua do nan-
gel n. 34, ediQcado em chaos propnos
TERCA-FEIRA 9 DO "ORRENTE
A* It horaa.
POR INTERVENCAO DO AGENTE PINTO.
Em seu escriptorio, a rua do Bom Jesus n. 43.
Leilao
DA
casa terrea da rua do Dique n. 10, a qual rende.
144,000 rs. por anno.
Quatro ditas reeentemente edificadas em chSos
proprios, na E-trada Nova de Olinda, as quaes
rendem 120,000 rs. cada uma
TERCA-FEIRA 9 DO CORRENTE
A's 11 horas
Por intervene^ do agente Pinto
Em seu escriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
tional Isabel, tern parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que It e falta, trata-se com
o seu consignatarlo Antonio Luiz de Oliveira Axe-
vedo, rua do Bom Jesus n 57.
Coinpnnliia de nave^scilo a va*
por hnlilana, llmitada
Maceio, Penedo, Aracaju e Babia
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 8 do
corrente o vapor Penedo,
o qual sahira para os
portos acima no dia sc-
gninie ao da sna ehc-
gada.
Recebe-se carga, passageiros e dioheiro a frete
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azcvedo.
57Rua do RnniJesus-57
?
OECLABACOES.
fNSPECCAO DO ARSENAL DE
MARINHA.
Fa-.7e publieo snez foram vistoriados os vaporcs Camaragibe, Im-
perador e Pirapama, os dous primeiros da c> mpa-
aliia vi:.-i!ante de rcboque, e o nl'imo da coi panbia
pemanburana de navegacao costeira, ea counnis-
sao de peritos julgou-oe em estado de poderero
coaiinuar ao servico em que se empregam.
li>>P"vii do .ir.->ii.tl de marinha de Pernam-
buco, 5 de janh? do 1874.
Francisco Jose Coelho Netto,
____________ Inspector interino.
Juizo dos feitos da fazenda.
Eac-vftrao Torres Bana>ira.
No dia 19 do corrente as II horas da m.ioba,
-Jepois da andiencia do Dr. juiz substituto vao a
praca por venda os seguintes predios para paga-
mento da /azenda.
A casa n. 11 da travessa das Barreiras, fregue
zia da Eoa-Vieta. com 34 palmos de 'rente e id
ditos de fundo, 3 sal?.?, 3 quartos, cozinha fora,
quintal raurado, cacimba, edificada em terreno
proprio, avaliada wn 2-000*000, portencente a
Zacarian dos Santos Barros.
Idem a. 1, da um .indar, sita a rua da Manga-
beira, ega Olinda, com 36 palmos de frcnle, 59 di-
tos de 'undo, tendo no andar terreo 3 salas, 8
qnartoi e no superior a- raesmas aeoD)moda;des
e cozinha fora. avaliada em 3:500.1, pertencente
a Heori]ueia Eliza Btnks de Miranda.
Recife, 6 d" junho de 1874.
0 solicitador da ihesouraria provincial,
___________Jo4o Firming Carreia ie Araujo.
HOSPITAL HILTrAR ~~
0 hossital roiliiar desta provineia contrata com
quem nelttores vejitagens offerecer, para o tri-
mestre do do julno a 30 de setembro vindouro, j
os generis ilitp'oticios abaixq declarados, para*
Consulado provincial
Pela administrpcao do consulado pro\incial se
faz publieo aos respeclivos contribnintes, que do
1 de junho vindouro por diante comeea a correr
o prazo de 30 dias ateis, marcados no artigo 2i
do regulamculo de 16 de abril de 1842 para a
cobranca a boeca do cofre. do 2 semestre dos im-
postos da decima urbana, 5 OjO sobre bens de mao
morta, o 60 rs. jwr litro de aguardente consumida
na provineia, no corrente exercicio de 137.1 a
1874, incorrendo na mulla de 6 O.'fl aquelles dos
contrihnjntcs que os nao satisfizcrem nesse prazo.
Cansulado provincial de Pcraambncri, 27 d
maio de It7i.
0 administrador,
______________Antonio Carneiro Machado Rio?.
Armazens da companhia per
nambucana.
fitagu*a* contra o lojro
A companbia pernambucana, dispondo de ex-
^ellentes o vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, onereee-os ao commercio em gera
para deposito de generos, garantindo a maior com
servacao das marcidorias deoositadas, servier
prompto, preeos modieos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ^
clasivamentc os generos de nma so pessoa.
Estes armazens, BJen do arojados e comrnodos
sao inteiramenta novos e asphaiudos. isentos d
cupira, ratos, etc., etc.
As pessoas que qnizerem utilisar-te desles ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptorio da- com-
paabia pemambucana. que acharao com 'luerr
Jatar._________________________________
Companhia Fidelidade
?fesarox mnriiimo- e (erretitres
A agencia desta companhia toma seguros ma-
ritimos e terrestres-, a premios razoaveis, dan Jo nos
ultimos o solo livre, e o setimo acno gratulto ao
segnrado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
__________51 Rita do Apollo 51
Santa Casa de Mieerioordia
do Recife.
De ordem da Illma. junta administrativa vai de
novo a praca de renda, no dia II do corrente, pe
las 3 horas da tarde, perante si, a ilha do Noguei-
ra, pela quantia de 1:000*. sendo o arrematante
obngado a fazer os concertos do que precisa o
viveiro alii existente,
Os pretendeMfw deverao apresontar-se muni-
dos de cartas de fiaocas.
Secretaria da Ssnta Casa de Misericordia io Re-
cife, 5 de junho de 1874.
0 eserivio,
Pedro Rodrtgues de Souza.
Patacho Arroyo Grande
Para este navio reccbe-se carpa a frete pan o
Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul: trata se com
Silva mero rJO.
Rio Grande do Sul
Sojr'iira em poucos dias o patacho portugnez
Judith : para o rerto da carga, trata se c m Pe-
reira Vianna .& C, a rna do Vipario h. 7.
Libra> eslerlinas.
Yendem Augusto F. (VOli-
veira & C.
Run do Commercio n. 42.
Pacific Steam ^avigalioo Conpai)
ROYAL MAIL STEAMER
Kspera-sc dos portos do sul ale o dia 7 de junho,
e segnira para Liverpool, toeando em Lisboa e Bor-
dcos, paraonde raeamra passageiros, enenmmen-
das, carga e dinheiro a frete.
N. B.Nao sahira antes das tres horas da t?r-
de do dia da sna r-hegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
______t4RUA DO COMMERCIO14
~ COHPAJiH IA PERNAJHRiiCANA
pa
lavegoeta costeira a vapor.
GOTARI1 A.
0 vapor Coruripe,
commandanle San-
tos, seeguira para o
porto acima, hoje as
10 horas da noite.
a253SES59BJBBP
Recebe carga, eneommendas, passageiros e di-
nheiro a frete: escriptorio no Forte do Mattos
o. 12.
taverna do pateo da Santa Cruz n. 12, fre-
guezia da Boa Vista
Terea>feira 9 do corrente
as i I lu. as da manha
0 agente Martins fara leilao, pela segunda vez
por despacho do lllm Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, da taverna do pate., da Santa Cruz n. 12,
pertencente a Joao Marines Fernaudes, e arresta-
da por Azevedo & Maia, no dia e hora acima.
Agente Pestana
Leilao
DE
Agente Dias
LEILAO
DE
raoveis e outros *rtigos de casa de familia
QUARTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
is 10 t|2 boras da manha
em o priraeiro andar do sobrado da rua do
Livamenlo n. 17.
0 agente Dias, competenteraenle autorisado por
uma farnilia que muda de residencia, levara a lei-
lao, no dia e hora acima desipnados, os moveis e
mais a tigos aUi exi-tentes, a saber :
Um nco piano com pouco use, 1 cadeira e t
capa para o mesmo, 1 mobilia de amarello enta-
lba4a, com lampo de pedra, 4 cadeira* dourada*,
1 sanetnario, 1 mesa para jogo, de jacaranda, I par
da consolos com tampo de pedra, 5 quadros para
sala, 2 pares de casti^aes com mangas, I par de
esearradeiras, I cama de amarello, I guarda-roopa,
1 lavatorio cam gnarnicao, I est.nte coin diversos
livros, 1 binocoio, 1 colleccao de calungas e mni
tos outros artigos que estarao patentes ao exame
dos concurrentw no dia do leilao.
LEILAO
DE
Moveis, louga e crystaes
A SARER:
Uma mobilia de faia branca, com tampos de pe
dra marmore. com 1 sofa, 1 jardineira, 2 conso-
les, 2 eadeiras de bracks e 12 ditas de guarnicao,
2 eadeiras de baianco, I espelho oval, grande, 2
ditos menores, dourados, 4 casticaes e mangas, 2
jarros, 2 esearradeiras, 2 capachos, 3 venezianas,
2 candieiros a gaz, 2 tapetes e esteira, forro de
sala.
' Uma caroa franceza, I mesa de canna, 6 eadei-
ras de guarnicao, 1 toilette, 1 gnarda-vestido, 1
:ommoda, 1 uetuba, redonda, luuca para lavato-
rio, 1 balaio para roupa, 1 cabide e I cadeira es-
tufada.
Um aparador, com lampo de pedra, 1 mesa de
jantar, 3 transparentes, I quartinh>-lra, eadeiras,
louca para cha e jantar, garrafas, copos, calices,
1 relogio de p.irede, taboa e mesa do ongommar,
bacias, bznheiro, irem de cozinha e outros objee-
tos.
Quarta-feira 10 do corrente
No segundo andar do s brado da rua do
Tmperador n. 35.
0 agpnte Pinto, legalraente autorisado, levara a
leilao os moveis e mais objeetos acima menciona
ios, existeates no segundo andar do sobrado da
rua do Imperador n. 33.
0 leilao nrincipiara as 10 1|2 boras.
Os referidns moveis e mais objeetos deverao ser
retirados Undo o a-" to do leilao e em 24 horas.
movois, Iouqss, vidros, crystaes, prata, ou-
ro, miudezas, viDbos, Xerez, Madeira,
Rum, genebra, licorese 2 eaixas com cha-
mincs, 1 cofre de ferro, I dito provs de
fogo.
Terea-feira 9 do corrente
As II horas em ponto
No armazem de agencia de leiloas da rua
do Vigario Thenorio n. II.
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e ri3Co do quem pertencer, do 1 mobilia de
jacaranda a Luiz XV com tampos de pedra, 1 dita
de junco nas mesmas condicoes, 1 dita de faia pre-
ta com pedra escuri, 1 guarda-roupa, I gnarda-
vestido, 1 guarda louca, 1 toillet de jacaranda, 1
lavatorio de dito, I carteira, 1 secretaria, mesa3
elasticas de 3, 4 e 6 taboas, commodas inteiras e
meias, cabides, quartinheiras, mesas redondas, con-
solos, aparadores. roarquezas, marquezio, camas
francezas para casal, sendo de amarello, mogno e
jacaranda, 1 factura dc ouro, como seja, anneis,
voltas, relogios, brincos, cadcias, cacoletas, salvas,
paliteiros, apparelhos para almoco e muitos outros
artigos pertencentes a ouro e.miudezas.
TERCA-FEIRA 9 DO CORRENTE
its* 11 horas* ena ponto
No primciro andnr da rua do Vigario The-
norio n. II.
LEILAO
Ceara, Macao e llossoni.
Fara os referidos portos pretende seguir com a
possivel brevidade o hiato Rival, por tor alguma
carga engajada c para a que Itie falta, trata-se
com os consignatarios Joaquim Jo?6 Gon^alves
BellrSo k Firao, a rua do Commercio n. 5.
LEILOfcS,
DE
10 caisns com peixe cavalla secca, 10 ditas
com enxova, 3 barris com parges, ell
ditos com postas de cavalla em perfeito
estado.
Terea-feira do corrente
A's 10 1l2 horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte da al-
fand'ga.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
eonta e risco de quem pertencer, de 10 eaixas com
cavalla secca, 10 ditas com enxova, 3 barris com
pargos, 11 dito3 com postas de cavalla em perfeito
estado, em um ou mais lotos, a vontade dos com-
pradores.
Terqa-feira 9 do corrente
is 10 Ii2 boras era ponto
Nd armazem do Sr. Annes, defronte da alfandega.
Grande feira
trastes de differentes quali-
dades e feitios,-pianos, me-
sas para jantar, carteiras
para escriptorio, camas
francezas, grange cjuanti-
dade de finos crystaes, ob-
jeetos de electro-plate, es-
pelhos dourados, candiei-
ros a g?< z, objeetos de ouro
e prata, relogios de algi-
beira, de ouro e prata,.miu-
dezas, entre ell as, duzias
de botoes para collete, li-
nn as de carritel, brincos
pretos, tranqap, escovas
para sapatos, etc., quadros
com fiu.as gravuras, trans-
parentes para janellas, 1
porc,ao de palitos de den-
ies, quantidade de trastes
avulsos e iminensos arti-
gos do uso domes? ico
Oninlflfeira IIdo nmiHe
as 11 horas
NA
FEIilA NEMAN A L
iORua do Imperador16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
in negocio.
Vende se on arren-'a-se n grande predio
le urn andar solao, sito na rua do Bisp^
Coutinho, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas toas salas
de frent", um salao no sotao, seis quartos
espat;osos e frescos, uma grande cocbeira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo az canalisado. Achaodo-se prepara-
do com tod s os moveis indispaasavt-is k
uma grande f;imilia, sera" assim vendido oa
sem os moreis : a tratar nesta typographia
ou na rua da L'niao n. 49, sobrado, atraz do
paco d^ ass^-mblea.
i;u\ Rt mm.
AOS 4:000#000.
BIL0ETES C.ARANTIDOS.
1 rua Primeiro de Mur^o (outr'ora rua oa
Creapo) n. tS e- canat do costume.
0 abaixo as-ignai". tendo vendido nos seus le-
liei bilhetes nm meio n. 76 com 't:000#, n,"!
m^io n. 3>'38 com 20o^ e ontras sortes de 401 ft
20* da loteria qne se aeaboa de extrahir (102),
convida aos uos-mi'tores a virem recelier na COB-
fonni'iade do costume sem deseoMo algum.
Acnam-se a venda os felizes biltietes garantido-
la 4' parte das lotenas a benelicio da igreja
df Sauto Amaro de Serinhsem, (103*), que se ex-
trabira no sabbado, 13 do corrente mez.
PMRC08
Bilhete intoiro 4*000
Meio hilhete 2^000
CM Kik;AO DE 1009000 PARA C1MA.
Bilhele inteiro 3*2100
Meio hilhete 1*760
Manoel Martins Fiuza.
>
SAMUEL CHOURITO.
Este bem conhrcido artista alfaiate parti-
cipa aos seus numcrosos freguezes, qucr
partirulares, como de lojas, que transferio
a Etta officina do andar da casa d. 58 da
rua Tuque de Caxias, para o andar da de
n 88, por cima do es'abclecimento de fa-
zendas do Sr. Demetrio Bastos, cuja officina
do alfatate tambem s; acha aos seus cuids-
dos e onde o pnbli o o encontrard sempre
prompto a gatisfazer toda e qualqccr en-
commenda leudente a sua nrte, parn o que
no mesmo estabflecfmento se pode prover
de boas e esodbidas fazendas de gosto, ga-
rcntindo, como scinpre, a perfuita execucao
do trab lbo.
ARM ZEM DO FUMO
A' rua do Airorim n. 41
com toJas as propor^oea desejadas, e onde pode-
rio os senhores freguezps dingir-se, eertos de que,
como ale aqui, ach ri-t sempre a par da modici-
dade dos preyos, a niiior sincaridade possivel. Ea-
tre as differenles. marcas de fumo da Bahia e Bio
de Janeiro, qne !em sidj annunciadas, acaba de
chegar uma enecmnienda especial, qne muito deva
convir aos senh~>res fregue7.es. Consciente o abai-
xo assignado dt que neste genero de n-gocio nan
esta sem eompctiJores, fara muito por evitar que
tambem o- teoha com rela^ao ao pequeno Incro
que procurara ubtcr da dita mercadoria.
Jose Domingnes do Carmo e Silva.
ms*mr'?'-x?>saMsxsK'*?*^v&vam\
D. Josnna Baptista dc Azevedo
Tinoco, sens filhos, seu marid.i
Manoel Jos* Tinoco de Sou?a e se I
gi>nrn ManrxH .loa.piim da Costa
i'v. >-.i!!". 'onvidam aos seus pa-
reoies c as pessoas de sua amiza-
de para assistirem as raissas que
mnndam celli avo e sogra D. Tbereza de Jesus Azevedo, falleci-
da na cidade do "meaty, no dia 27 de maio pro-
ximo passado, cujo acto tera lugar quinta-feira
11 do correct?, as 7 horas da manhS, na igreja
da Mad re Dous e desde ja confessam s-u eterni
a^rartpciinpnto _________
,;' V#-..-.i-
UiMKi).
^ Um rapaz poriugnez, chegadc li> poneo, dando
tiador a sua coodcata : a tratar na rua do Range!
n. I, taverna.
Agente Pestana,
es
DOS
salvado* per'.eoe.;ntes a Ferraz 4 Pereira, por con-
ta e ri-co Jj companhia de seguros Allianca
e
A's 11 horas em ponto.
Sit rua doCortornir,
armazem do Sr Freierieo Motta.
0 preoosto do agente Pestana fara leililo, por
conta e nsco da compai.' i de seguros Allianca,
dos generos abaixo deci ,*dn^ :
A saber:
19 calxoes com latas de peixo.
LEILAO
DE
soleiras, arcadas, portadas e outras pedras
Terca-feira 9 do corrente
A'S 11 HORAS DA MANHA
No armazem n 24, da companhia pernam
bucana.
0 agente Pinho Borges levara a leilao os refe-
ridos predios, por conta e risco do qnem perten-
cer, e os pretendentes poderSo desde ja, examinar.
leilao
DE
2 carros do 4 rodas para o servico da alfan-
dega e 1 magnifico boi
Oi'HTA-FKIRA 11 DO CORRENTE
as 11 h- rasda munhft
NA
fbirasehan.il
16 ftua do Imperador 16.
AVISOS OVERSOS
LEILAO
DE
varandas de ferro grades quadradas pars
peitoris do j..npllas, peitoris de guarni-
AVISO.
Naj se prestand:i o neqacuo espaco ia armazem
n. 10 A, a rna da Mailre de Deos, pan um abaste-
cido deposito das diversas marcas de fumo, que o
Cao.iradespequeoasparnpettorisrgram- S5iBS ^Ig*;0 a,meJ^a-^ achase d'0ra m
pos tfovuiandas, bandeirM graodes e pe-) denominacao de
outro es abele?tmento sob a mesma
AO PDLIGO
Santo nt nio e S. Mm
Avisa se is familias e mais pessoas que se de-.
dicam ao fa!)r..". i d.w j-nrtcs e bolos, que 6 na
Conroitnrla do t'ampos
qne devem proenrar tudo que 6 nccessario par*
o tal fabrico.
A saber :
Amendoas eonfeiiadas p.ira scrtcj.
Castaubas ditas para ditas.
Papeis coloridos em folhas -i?em.
Ditos prepar>dos idem,
EsUlos idem.
Massa do rgaudioca rura '-
Nantaiga ftca idem.
Assim eomo todo mais qr.e 6 preciso para os
divertinientoa da Santo Antonio c S. Joao.
A saber :
Fngns, boles e Ecrtes,
Na cnnfallaria do Campos.
Ao Sr. Jo <> l'ranfico JBastoti.
Tive occasiao de ler a delieait ro-posta qne ao
men protesto deu o Sr. Joaquim Francisco Bastes
no Jornal io Recife c Otano at Pernambuco.
Muito tem dado o que faser a este senlior, a
pubheacao dos pretestos dc men eonennhado Ms-
noei Cavaicante d? Mellj e men.
Nao estcu arrepf ndido do o itr mandado inse-
rir nas wlonww do Diario dc Pernambuco ; por-
quanto de um hfnra!o o abasfado commerciant
de Xaeeio, live aviso do que na praca do Recife
apparecera uma lotra aeuita r.or n im, da quantia
do 3:M7*3*0J aviso -Jcle que me chegou as aafos
muito antes de os erem entregaes as eartss Sr. Bastes, dizenlo me ser desSRiiaa de funda-
ment a noticia de ezistiretn r.?. praca letras falsas
de met aceito.
Eu, pois, apexar to jna n'.iiraa carta de IS d-->
eorraste, cm quo peil j a retirada do protesto, dci-
xo de tatisfrsH-lo.
Qaautoan final n> sna resp^sta, tenho a dizer-
Ihe que nao costnrao jemorar pagamentos, e s>'
nao esta sati>feita, ja o peqaeno debit j que ex'ste
contra mim, o i-lo devido a ines; Sr. Ramos, e ignorar a quem devia entrega-lo,
como aiada ignoro.
Alagoas, ongenho S. Salvado", 23 de mtio de
187 i.
________ Rozendo Cesar de G6es.
CRIADO
Precisa se de nm eriada, livre u escravo, pr-
f^rlndo se crioui ja fiel e que se queira
sujeitar ao service 2' nma can de ponca fami;ir.
a itaur a rua do Ireiieraiir.r n. S7, Ibja de louca.
Avi?::-s.' ao comincreiu ou a quttu ieteressar
que ca alfanJej-'a ac'.ia se a venda a nova tarifa
com oseu re;;?eciiv. rclalorio, per 5*.
Aiuga se < ar:uaeai n. SI, da rna da M
com bastanles c; r.."orlos para deposito dealgti-
dao oui outros quacsqaer geueros : a tmar na rua
da Maure de Deus n -*i. primeiro andar.
(_ ILEEfVEl
at

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I
Diano de Pernambuco Segunda feira 8 de Junho de 1874.
5
ssm
Protfslo,
!fi
1
Aviso.
, Co^;f>nJ *, im nvarnn, ^o a rwiioeiamo
'da eraca de PerrMitfroWi Joaqrrrra leo Rimo, j.i
fnglr para Bironi,; d^aiMiitara letras falsas de
diversm rendeiro rtSquiMla e i1eta provinrU, e
We elta* win V*l,|t* Tor mhn, da qtwtfi* do
3:2I7J)&>, VenM pela irm.mm piMt.>si' rrntra ;
tel leifa a!s5roa ?m favor do m<"snao Htttios e i
portent i, fol*a e a mencbiula lelra, uu < utr*
qualqoer tin4 *ppareja aceita por mim ein favor |
Alagdas, engenho 8. Salvador, 11 d> abril de |
Rozendo Cesar de Goes.
0 abaixo a-signado dertara ao eorpo do com-1
aetom, qne tedo de ir a araa Qobran;a a pro- ]
vineia do Rio G/ande do Norto, Uoina como sens
procur-'doree: eta I. logar ao Sr. Francisco de PI-
ho Borgas, em 1* Antonio de Pinho Borges e em
3.* ao mo caixeiro Francisco Cavileanta de An-
drade ; os quaes Scam encarregados de todos oi
was negocios commerciaes durante a sua ausen-
Eia.
Recili, 6 junho de <87i.
Manoel de Abreu Maeedo.
AJnga se o armazem da rna do Torres n.
t'; proprio para deposito, eseriptorio on qnalquer
(etabelecimento : a traUr na rna do Marquez de
Olinda, casa n. I, segundo andar.
N'a rna larga do Ro-ario n. Ifi, alnga-e. on
vender nm )<: dr. ar-nii i cm exc^m-iii*"*
v.izes q de pojco n*j ; f, \v parelhada iwj |**ta, r-um X nuve* .iy m-lhor
aider.
S. CARLOS
\eude se uu *nvuJa-se o eOgititrij S. Barkis, em
Ipoiuea, moente e corrente, com trdas as ohran
era psrfeito estado de conservarao, e muiio bom
d'agua : a tratar na travessa da rna Puqne de Ca-
xias n. 1, I* andar, com Gabriel Antonio do Castro
Quintaes.___________________
O Jl DITTO}\lio~
Afl'.nso de Albuquerque Hello
incumbe-se de promover c braacax amigavel
on judicialmeote, assiru como de ontros negecief
eoneerwmtes a ua profissao, nos Ingares proxi-
mos a linha ferrea. e nos outros terinos proximo*
a esta cidade; para cujo aaxilio tern o annon
ciante solicitadores habilitados e probos, respon
aabilisando-se no entanto pela boa gestao e conta
do qne lhe for confiado.
Mediante atodico honorario acode aos chmados
para diligencias on consul tas fora da cidade e do
termo e incumbe-se da defeza de apiwllaedes ante
o tribunal da reiacao. Pode ser procnrado de
meio dia Is 3 boras da tarde em sen escriptorio
proa do Dnqne de Caxias n. 37.
PREPARADO POR
BARTHOLOMEO & C.
Pharmaceiiticos da casa real de 8. H. F. el-rei de Portugal
Premiado8 em diversas exposi^oes com o primeiro pre-
mio de sua classe.
0 xarope vegetal amerieano, garantido poramfstb vrgetal, nao conlem em sua composiclo
nm so atomo de > pio, e im -oniente succos de planta* ndigenas, cujas propriedades beneflcas na
enra das mole-lias que pertencem aos orgaos da respiracao, tem sido observadas par longo tempo pe-
los medicos mais distinctos que ore'oDmendam e prescreveai todos os dias no tratamento das bron-
chiles, tanto agudas como chronicas, asthma, tosses rebeldes, escarros de sangne, phtysica no primeiro
grto e contra as irritacSes nervosas.
DEPOSITO GERAL
34 = Rua larga do Rosario 34
PERNAMBULO.
iNJECfAO DO DR. HALTERRE
Da faculdade de medicina de Paris, cavalheiro
da legiao de honra
UNIOA
SOBERANA E INFALLIVEL.
A bleun-rrhagia, on purgaelo, e uma inflamraajao do canal da uretra, occasionada a maior
; -,rie das veies pela co nmunicacio impura. Nao 6 uma affeccao geral, que de lugar, como a ?yplis a
accidentes recundarios. E' uma affeccao puramente local. EfF'Ctivamente, os u,edicamentos que ha
rauito tern sido applic-dos interiormente eootn este mal, taes como a copahiba, cubebas, etc., nao rro-
luzom effeilo senao communicando as ourinas alguraas das suas composicees, qne, pela sna passagem
atravez do canal, se tornauo uma verdadeira injecgao.
Para que sera n cessario carregar o esiomago com essas preparacoes nauseabundas e repug
names ? para qne 6 p eciso fatigar os intestinos com a sua acijao irritaote ? A resposta 6 simples :=
Nao se tinha ainda descoberto nma mistura qne, introduzida directamente no canal, produzisse os me*
mos elieitos sem temer maos resultados. As injec^des tao fa'lada* at6 aqui, conseguem farer parar a
purgacao, porem pela irriUcao eonsecutiva qne produzem no canal, sao um ameaca permancnte de
aperto, altt'ccao muito mais terrivel que o mal qne se prctende curar. Eh aqui porque a maior pane
dos medicos, recusam, com razao, de as empregar.
Presentemente, este fundado temor nao exisle. A injeccao que nos apresentamos ao publico,
qua conta dez annos de bons resultados, nio interrompi los, nao e irritante. E' anti bleunmrhagica
em toda a extecsao da palavra. Queremos dizer e a causa do mal, que ella destroe, decomponJo os
elementos da purgacao e tonificando a raucoza e as glandulas d'onde provem a sua origem. A sua
appl cacao nao e dolorosa, e se nma ligein impre sao se segue a sua introducfao, essa impressao
6 depouca dura, e segue-lhe uma sensacao immcdaia e nao desagradavel. 0 sen tratamento nao
precisa de tenhnm outro auxil ar para fazer jarar em muito pojco tempo as | irrgacoes, ainda mais
rebeldes.
Quasi sempre basta urn s6 fra9co para a cura, pois nao nos consta que houve?e purgacao que
resistisse ao emprego de dou?
SENHORAS
Ha mnito tempo que as flores brancas, lencorrheas, etc.. tem sido cc-nsideradas nas s nhoras co-
mo causal, a constituicao anemica, que na linguagem vnlg^r Ihes chamam pallidas cores, quando el-
las siao ao contrario, a causa do enfraqnecimento, e pobreza do sangue. D'abi provem o erro que
moiioa medicos commettem ainda, delratar do estado geral, em lugar decuidar do estad* local, que e
a causa dcs symptomas geraes. Nao 6 lugar proprio este de tratarmos theoricairente o facto qne
avangainos, m.s acreditamos que basta aponta-le para que, todo o mod co consciencioso reconheca o
sen Talor.
A nossa injeccao tende sempre a suspender esses corriieatos sempre rebeldes a qualquer me-
iicamentn; mas para obter esse resultadoe precso que s?ja dada com o maior cuidado, e qne pe-
netre^te nas mais pequenas pregas da mucoza, pois qne e ao fundo da mucoza que esta a causa da
iffecfao. Nos convidamos a* pessoas que recorrerem a nossa injecgao, a servfrcra-se, de preferencia
a outra qnalquer, da seringa direita, fomada de am tubo de vidro do qaal a extremidade redonda
tem alguna buraeos. Estas seringas tern sobre as outras a vantagem de abrir largamente a vagioa, e
por toda a mucoza em cootacto com o liquido injectado, condicao indispensavel para a eura.
Duas colheres de sopa da nossa injeccao lancadas n'nma quantidade d'agua snflkieote para en-
her a seringa, bastam para uma injeccao, que deve ser repelida tres vezes por dia.
A nossa injeccao6 prophylatica, islo e, evita o mal. Uma so injeccao basta. depoi>. .ie 5m eon-
taefo suspe;to. para por ao abrigo de todo o rectiode doenca.
S?oszto :::r.A:::
BARTHOLOMEO k C.
34 = Rua larga do Rosario=34
PEfiMMBOCO.
L*H
>!
***'*o m***r
'tin-

IAROPB PHITORAL JAMBS
OPTIMO REMEDIO CONTRA
TOSSES, IOLESTIAS de PEITO e PHTMAS
ensaiado e approvado aos hospitaes de Lisboa,
lcgalmente aactorisado pelo Coiuelbo de Satide Publica.
aactorifia^ao que te acha reconbecida pelo
Coasul geral de Imperio do Brazil.
cwica bcpositw em pcrkabbvc*
ARTMOLONEy & 0/
Rna lar^ii, do Roacaa-io
WHMJUkbMJHj^^
ENGOMADEIRA.
Lava se, e r-ngDmn e, com porP-i^o a
rua Ho Negurira n. 18.
PIANOS.
\i-:il,.m: (. cMi H*r moil" tton> (inn* s imles (' d<-
'iefantes nurtrft.*, iln* mais iHiftu-H e h-m im
mI'-ci.I.'n i.'!:rH*anlrr> ; ctioio m'jin : A(hi-ri-e Hi
.t.ii*-!. Il.-i.i> llrs r I'k-ycl Wi.lH & i;. : >i Vium
Prmcrx; ;i in dn Itwau da Vru-na, tAdt'iCa Su
v.. n. 7. a ptt^fm muiio cuiiiiuudus.
Mobilia de vime.
Cadfira* de bal: nco. de braeo, de guamigoes.
s, conversadeiras e cnstn
reiras, tt.do i?t> muito bom por serein foites e
loves, eo< mais pruprios moveis para saletas e ga
tiine'.e.- de rccrt-m.
No armazein do Vapor Prancez, rua do Barao
da Victoria n 7. outr'oaa Nova,
Perfiimarias.
Fmof extrastos, hanhas, oleos, opiata e pos den-
iriflce, ;-gu;i do flor de laranja, agua de toilete,
divina, ffufida, lavaode, pos de arroz, saboneles,
crosmeticos, muitos artigo delicados em perfnma-
ria para preseDtes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas < garrafas de ditferentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos hem cnhecidos fabricante* Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Prancez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nora n. 7.
Quinquilharias.
4rti^*s de phantnziaa.
Espelhos, lequp*, lavas, joias d'ouro, tesourinhas,
canivetes, raixmhas de costura, albnns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de vlludo,
dila de eoaro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, ecolo, pencinez, ponteiras para
charutos e eigarro^ escovas, pentes. earteirinha de
madreperola. tapete para laoternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioeo-
pos, lantprn.i- nugieas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadroa com paisagens
![lobos de pipel para illuminacoes, machinas de
axer cafe', espanadores de pal has, realejos de veio,
accordaos, carrlnhos, e bercos para crian;as, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinqnedos fahricados em differntes parte.-
da Europa, para entretimentos das criangas, tndu
i i>n;cos mais rcfun.idos qne 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Pranetz, rua do Barao da Vic-
loria outr'ora Nova d. 7.
Calcailo fraocez
A9I5
Botinas para homem
Acabam de >*hezar grandes jacturas de botina:
Jc bezcrro, de cordavao, de pelica. de dnraqut
C'nn biqnein, de bpzerro com botoes, e eom ilho-
aea a 9^000 fa escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez. a rua do Barao dt?
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS prctas, brancas e de cores, diflerentea
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPAT1NH0S de phantasia com sal to, brancos,
Jretos e de cores differcntes, bordados,
e tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de (ranja portnguexes.
Para meninee.
BOTINAS de bezerro, Instre e de cordaao,
A BOTINADOS e sapatSes, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pcnir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Aiuga-se o terceiro andar e sotao do sobra-
do de azulejo, a rua da Imperatriz n. 14, tem com-
modus para uma grande familia, alen do mais,
como agua encanaoa, gaz, muito fresca e excel-
lence visia, e acha se no melhor estado de limpeza:
quern a pretender, dirija-se ao primeiro andar do
sobrado a rua do Vigario n. 1.
Preto.
Alnga se nm preto ja idoso para todo serviijo:
a rua do BarSo da Victoria n. 22.
Alegria sexlnpla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogos soltar,
E' ter prazer I
Manifestacao franca
Dos acepipes ossabores,
Dos vinhos as-alegrias,
Dos fogos as lindascores,
Dos santos os quatrodias :
E' um immense prazer
Que todos devem gozar,
Sem ter medo de peccar
E de ao inferno irem ter I
Exposicao todo dia !
Entrada gratis e agua fria !
VanUgern oxt-aordinaria :
aOOjOd dinhoiro
Realidade:
Vwham vef so ^Berera crer
A verdade do exposlo,
Quern nao vier nao torn goslo
E tristeza ha de soffrer;
Pois ti facto : esta provado
Do Campos a geral fa ma
Da vender bom e barato .
Como se vd do programma I
Liberdade dc-escolha 1
Igcaldado nas qualidades I
Fratomidade nos-prec.03 !
\ttraccao!
I
Pyrotechma!
Gastronomia!
28 Rua do Imperador -2H
irmazt'Di do Camped
Extasis maravilhosos I
Sorpreza e prazer
~ Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
SaM'-Asaa
Fogos:
Fabricantes peritn? I
("res cambiantes!
Vistas rntilantes !
Efteitos prodigioso^ 1
Resultados inotTensiv.M !
Prefs diminntos !
Generos:
Qualidades superSores!
Sabores agradavois I
Chelros cmbriagantes I
Propriedades excitantes
(iifroencias nutrient"? I
Precos resumidos I
Imp-jrla.;ao directa I
Variedade ccmpleta I
Verdade I
Sincerirtade I
Especialidades!
Raridades I
^ Cheshire endensod Milk.
Iifltte condensado novo.
^ Orveja de Noruega.
% Keller d C.
Alnpa-se uma casa na ma V into Quatro
de Maio n. 21 : a tratar na rua no Livramento n.
23, loja do sol.
PUNDTCAO DO BOWMAN
RUA DO BRI1M N. S2
(Pasaandb o cihaiariz)
HK.hfcM A(s >eDOoif oj fiigiQhf t MUG* ;(;, 'tr.lnr. g. ^1tdliJ*,^ira.Trs *i u
atDiamo favor de oau visiu a seti eaiabeieut&cou, p>r vereui o .'.-/ lortufteott
omplet qce aoi tem; iendo todo operior en) qoalidade e (ortidSo: n ioe c-.m a in?
>*ccio pest >al pode-ae verifjear.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E UjGAH DE SUA FUNWCAO
Jonovfl, A rod a a H'acrnit "08 mai8 BC0'"rQu lyrtemaa eetn ta
nyv* US O iUUttS U ftj{ua maDhos coovenientes para as diversas
-trcomatanciaa dot aenhorea proprietarios e para deacaro^ar algodio.
Koendas de oanna S^ 8 tamanb09' a8,ee,,,ore Sodas dentedas p,r*n]aM- *gM *vapor*
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
il&mbiques e fnndos de alarabiques.
tf fichiniRmfiR par" maDd'0C1' *lgodlo,| Podeodo todoa
Bombas
para terrar madeira. Taer movidoa a mlo
/por agua, vapor,
de patents, garantidaa........ |oo animaes.
Todas as maehinas p^d^ Mcoatoma prewar.
?as qualquer concerto ^nwchidiwno' aPre Bni r6aoido
ForHlfl.8 IiA fflrro ^B1 M m^QOre> e Baia baraua eziateDtet do mer
SnftflTnniAllflof Incanbe->e de maadar vir qnalquer maohioismo a von
auvuiuuiouuttB. ude do| c{iflnlei> lembrando-lhea a vantagem de fazerem
aaa compraa por intermedio de petaoa enteodWa, e qne em qnalqoer nec^aaidade p6ik
w preetar anxilio.
irados americanos e in,lfDfflMI* rico]M
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiado8 na exposicao de 1872
_ _.. JZM
RUA
IMPERATRIZ
!. ANDAR.



RUA
DA
IMPERATRIZ
N. 82
l. ANDAR.
Acabam de reformar o sou estabeleciraento, collocando-ovnas"melhores con-
dicjoes possiveis de bem servir ao publico desta iilustre capital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissiraos, tran^as, cachepeigD, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimt-nto acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modss, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e preco razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-so cabellos em
porcAo e a retalho e todos os utensilios pertencentes & arto de cabelleireiro.
%mmm
m
ft
PHARMACIA NORMAL
DE
JOSE ElilA DE IIOUBi & V-
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga riheira de S. Jos6,)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao do respeitavel publico esta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a nm estabelecimento dessa na-
tnreza, sem ezcepcao de prodoctos chimicos e medicamentos preparados no estran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao,
e sempre sob as vistas do pbarmacentico que compoe a nossa iirma social.
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de queeerao conscienciosamente servidas, nao so relativamente ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
ftftftmmmmmft#*#
ft
ft

REDDCQAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUAL k MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
E S Q U 1 N A DA C A M B 0 A DO C A R M 0
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietarios dostes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teom sempre urn completo e variado sortimento de chapdos de sol do to-
das as qualidades o tamanhos; tendo resolvido fazer reduccao nos precos dos mosmos,
o acham-se em condiroe? de poderera vender mais barato que em outra qualquer parto,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Chamam a attencao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e A
vista dos preijos e boas qualidades dos artigo, nSo deixarao de comprar.
? C.obrem-se o concertam-so chape'os de sol de lodasas qualidades, com promptidao
e a prec,os modicos.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
i. ANDAR.
Podro Routier, official do cabelleireiro a gerente da eaaa de Gustave Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir as Eims. Srs. families qoe aiaba do fazer 8 ac-
quisii;3o de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" he bilitado a desem-
penhar qualquer encommenda de sua arte, e se acha a disposi^So das pessoas qno deseu
prcMimo^se queiram utilisar. Outro sim scientifica que em seu estabi Itrimento encon-
trarlo sempre a Monitor dos cabelleireiros, ondeseacham descriptos e desenhados todos
os jicnteados roodernos, para so res, casamentos, bailes etc.
Fmalmente previne is mesmas rxcellentissimas senhoras, quore'ebeu um completo
sorilmento^de coques, cachepaines, bandds, creaeentes, etc., e vende tudo pelos precos
abaixo meocionados:
Coque de cabello Trangas de dito i, lU 159 a 30|$0'0.
Cachepaine de dito 159, 200 a 30#00ft.
Crcscentcs de dito 9h&, a Kl>90l>0.
Fambem ercontrario um completo sortimento recebibo ba pouco, de cabclbs rie todas
as cores *, comprimento.
ft. 51.Rua do Marqtiez de OhudaN. 5
IIE
#W\
<3^y

24- Uu do Saiqnrz do 0ln:da-24
Ksqiiiua do hroco I.nr-go
Participa a sens fp goe/es c smigos ue mudou
o scu *stHb?l*ciniepto di- reb-joe n> pata a mesma
rua n. 24, onie rnconltarao um grande stTtimenti
de relogks de pared*", sn.ciiianos, e cima ne me-
sa, dos melbores gostos e qualidad-.s, rtli^ios de
alfiboira. de todas a? qoalida es, pateute snisso.
de ooro e prala dourada, folcado (plaquet), reb-
gic.s de onru,* inglez, drsruberto, dos ujcibores
fabu'eante?, cadeia de our.i, plaquet e prats-, huetas
de tod-s as qnalidad -?, tndo j>or precos muito ba-
ralos.
LIMA 1)1) PASSO
O.rdciro Simoes k (.
Ai'anam in richer pelo vnpnr Mendtca :
Riquis>i(u>iS curies de g'rgoiao de seda lisos *
com Hstras achamalotadas.
Ditos de lintto para vesiidi.s. emtendo cada cor-
te, 0 necs'aiio para sen mfeJte, como seja :
franjas, trancas, lotde.-, fivcllas, tto.
Riqutsshnot ebapeos para senhora, ultima mods,
a rua Primeiro do Marco n. 7 A.
I
CoBsullorid nicdjro 8
li
DO
Dr. Miirillo.
RCA I A CRUZ N. J6, 2.* ANDAR.
Recefli-ehegado da Europa. onde fre-
qoentou os hospitaes de Paris e Loodres,
^1 pode ser procnrado a qualquer hora do
^J dia on da noite para objecto de sua pro-
fissao.
CoDsultas das 6 hora* da mantis as 8 lu- jR
ras, e do meio dia as Gratis aos pol.res.
ESPEUAI.IDADF.*.
Moil-.- iia
crianjn.
de senhoras. da pelie e de g
6
^mx*esx5 cseoeoap^af
AVISO
Gratifica-se aquem ievar nas olRcinas, on dtr
noticia certa 'e nma irouxa de roupa que desap-
pareseu no dia 22 do corrente, da I'stacSa iia So-
ledade.

E
Hi
raula k Irnto
N. 37 Rua Duf/ue Nesle estabelecimento encadertia-sv
com toda presteza, nitiiez a perfeieao,
desde o mais sitrptas ate os mais pn
morofos trabalhos de seiime e vclludo.
Pauta-se e risea-se papel para livfoi
em branco, tanto para o commercio, eonm
p vroa, ex'.cuta se tudo quaJnto ereiativo a
gammographia.
Miranda & Irmao, munidos de boas
machinas, bons artistas e excelleutes ma
teriaes, julgam-fe habilitados para servir
satisfactoriamente as pessoas qua quize-
rem trabalhos la5 perfeitot como os quo
vem do estrangeiro.
ALUGA-SE
a ca3a terrea n. 133, na rna Vida! de Xegreiros,
outr'ora Imperial, eom cxcellentes commodos : a
tratar na rua Marquez do Olinda. armazem nu-
mero 52. 4g
PENHOBES
Na vxavessa da rua
das Grazes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhautes. seja
qual for a quantia.
Na raesma casa
compra-se os mes-
mos raetaesepedras.
Engenho para arrendar
Arrenda-se o engenho d'agua Canandnba, t:
'regoeria de Jaboatao. proximo a povoacao, com
lerras oara^afrojar t,500 paes de assucar : a tra-
ar no mesmo engenho, om na rua do Marquez de
Olinda n i.______________________________
Fabrics dc Oa^fku e tecidos
na ttagdalena
Admitte aigons aprendizes de ambes os sexos
de 12 annos para cima. pagando mensalment*
para cumpdorias :
No primeiro anno de 154 a 20$, conforme a ida-
de, e do iw-gando anno em diant-, mais o salario
que mereeerem, conformo o desenvclvimente de
cada n m. _______,______ __________
- Lava >e e engomi a-se com perfeicao roupa
de homem e de mulher : na rna da Aurora b. 39,
2" andar.
150^000.
ESCR4VA FUfilDA
Fugi> da cat* de seu senhor a eserava Felicia,
de cdr paMa dura, cabellos corridos at^ os hum-
b#M*, hsiXrt, cheia d corpo, rwto redondo, falta-
lUe nm der.'e d lado direito, foi arompanhada
p r om li mem (prae* de cavallaria)o qual up cba-
ma F'trri o. oV tal Vaseacellos, iamb, ir |>ar4o,
da mi si...-. f>r da eserava ; eooata terfin .>. cml
para i tan, d ndf sao amtx'k natorai-i : n cum
in." d- m' :.- in.in id id= o capiiae1 :e -;.i;i|.o a
! ,T" V dit-i eserava, rerr""tten.te a a
C Ml. :..rn.o n. 3.

/
-
>


fi
* tfhatao dfi&NfcnttiitKiQe &gu|w3a feira 8 ile fatho de UH4.
Engenho
~Vende-e o engenho S. Pedro, situado na pro-
aiocia de frtagoas, comarca do Porto Carvo, a
aieiK>3e nma legoa distante do porto de iust do
regttlarroente S/.00 paes : a tratar na rua do Vi-
,ario n. 31.
Aluga-sc
s armazem e 3 andar ecm sotSo, sito a ma da
Praia n. 5J>, tendo baslantes commodoj, e pintado :
i tratar na rua do Vigario a. 31.
Sitio para alugar
Atafase o aitio do coraraendadnrTtabello, no
Caldeireiro : quern o pretender, dirija-se a rua do
Ooamercio n. 48, p andar.
Alupse uma casa terrea na Capunpa, Bai-
;a Verde n. 12, com 4 quartos grandes, 2 ealas,
.'.ozinha fora, cacimba e quintal: a tratar na mes-
ma rua, ou na loja de calcado a pfaca da Inde-
pcndencia ns. 13 e 15.
Aluga-se uma bna casa com excdlentes com-
mados frrna So COTunH'SuasiiDa n/M9j fT tra-
tar na tiotma r^n. 171.
| CONSULTQRiO 1
* MEDICO-CBllRGICO i
** DO M
Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 2
^ PARTEinO E "OI'ERADOR
Vnua do Vlsconde de Albnqner-jP
ml qur n. 39. 4K
ESPECIALIDADE
(Sr. Molestlas de lenborai e
<{ menlnoa.
S Consultas da3 7 as 10 boras da JMp"
W Dha, todos os dlas. '
1Q Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
^ tas e sextas-feira*. ;
3W Os doentesque mandarem os sens cha-
jet, mados por escripto at 10 boras da ma-
IS. nha serao visitados em saas Casts.
***** ******* ft
0 Aposlolo
Perioitico calholico do Rio do
Janeiro.
Tendo de s-relevada a dia'io esta folha
logo que o numero dos seus assignantes
0 A
Esta encoura^ado !! !
.Viia mple am peiira dnra
Tanto da ate que a fura.
Roga-se ao mm". Sr. Ignacio Vieira da Mall
ascrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
cluir aquolle negocio qua S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chauiada deate jornal, em
tins de dezombro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
a por este motivo e de novo chamado para dito
9m, pois S. S. se devo lembrar que este negocio
is&aa^,?eiir3'e,luaad0QSr-8aa
o terceiro e quarto amdares do predio da rna do
Bara; do Triumpho, antiga do Bruro, n. 84.
i
deVi
Atten^ao.
Na rua do Imperador n. 28, arinazem do Cam-
pos, troca-se qnalquer quantia em Cobre pOT
papcl.______________________
0 Sr. Affonso Jose de Mendonca Junior 6
, rogadoa*ira rna cstreila do Rosario n. 14, a
comportem as despezas para esse fino, como j negocio de particular interesse._______________
da circular ja publicada, e neste intuito as'
pessoas quo quizerein subscrever para o
roesmo jornal podcm dirigir-se a"o seu cor-
respoivlenle nesta provincia, Domingos Fer-
reira das JN'eves Ouimaraes, roa do Impera-
dor n. 54, livraria.
kliMjh)

Qoem liver achado am volume Ja ohraMemo-
ri.'s de Un; Medioo-com os ngnses do Gabinete
Portuoutr, faz graide favor manda-l i entregar a
rua da? Crazes n. 37, a Joaqaim S. P. de Siqueira
Cavalcsiiip, quo sera recompensado. Dito volume
(oi deiiado do bonds das 4 horas da tardo, da li-
nha doe Afogados.
Da-j.' gratuitamentc para morar a um preto
ou pesos com pouca familia, um corredor e quar-
to era porla do rna, modiante a pri'stacaj de pe-
[Oi>noa s: i vi,; is : a tratar na Camboa do Carmo
a. 21, 2* andar.
Na rua velha de Santa Rita n. 57, precisa-se
alogar uma preta para vender com taboleiro.
Mndanca
Manoel A. Coelho avisa a todos os seas amigos
e freguezes, qne mudou sen estabeleelmento dft
cabelieireiro do 1 aodar n. 36 a rua Duque de
Cam-, para o 1 andar n. 44 ua mesma rua, as-
quina da travessa da raa larga de Rosario, sendo
a enirada pela travessa.
JlTINO
0 Sr. Domingos da Silva Torres lem ma carta
v n l.i.i.' Loanda, na pra^a da Independences an
mero 39.
Padeiro
Vm mc^o hespanhd, qae sabe tratalhar eni pao
francez, de cujo lem bastante pratica, bem como
irabalha em masseira, offerece se para esse fim,
podendo ser procurado ua rua Direita .a. 95.

II Rua do Imperador 4\
0 novo proprietario deslo acreditado e bem montado estabelecimcnto, com o fim dp
rvar os crcditos de uiiico neste gencro, t smo cm ordem a podir satisfazerqualquer peiiiilo para as provincias do norte e in-
ia::. (k?ta, gsrantii.do perfeic8o em todas as prep.-raroes, sceio e modicidadcnos precos,
oohjj ati>el com este genoro b*e drogas.
. .t a todo morncnto uma grande rernessa de pharmacia homcopalkica de J.
C, de Londres, composU de medicaraen'os, catteiras, pocolotes, Opodeldock de
<. dt Buvonia, de Arnica c de p6s rspeciars para dentes.
Te n i .lispon^fto dos amantes da liomeopathia a excellente, obra do Dr. Mure Aa-
> p Tern i-.ai teirns de glol.ulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, i escolha do com-

Chocolate homeopathico.
Cafa homeopathico.
i
I
Elor d'aroruta.
P6s para dentes, inglezes.
it;
n i
..a
t.ira mordenura de cobras-
' Para he
jas como preservative).
crnzeiro, para intcrmitlentes.
><. us. para anginas.
Calei lula, para queimaduras.
Tara ila, para paralysia.
itura mii d'arnica, para contusdes,
tee, etc.
A CHI-GAR I M
dpodeldock d'Arnica.
' tode Kims
.!ork'6, para rheumalismo.
C(5r. Malta-matta oujaboti, para tosses.
Espirito
ra.
y*\o dcBryonia)
de Haheremati on de ca-Mpho-
para rhematismo.
Cactuc grande florus, para pneu menias
moleslias do coragdo.

bo-se
os armazens da travesja dos Expostos n. 18, e da
rua de Barreto de Meneies n. 8 (antiga rua da Ca-
cimba), e a casa da rua. do Quiabo n. 3 : a tratarj
com. a tniWilro da ordm terceira de S. Francisco,
no consistofio da'mesma ordem._____________^.
Cozinheira
Prccisa se de uma cozinheira para casa de fa-
milia de duas pessoas : na rua da Uniao n. 67.
Ailen?do.
dadfcs e..YJlU& por todWS cs^&fl<|ueV;s. -.It* J
44RI.-V8 HiSfiftAiS WU11AES
nt.m usi

I
Atoollo;
ercial Vendese uma casa terrea n. 17. a rua de S. Pe-'
asUci- ^T0 Martyr, ou Ladeira da Ribeira, em Olinda^
chao proprio, elides dobrades, tendo 38 palmos de
ffenle, SoditDs 9c hjfldo, quintal em aberto, em
fbtma triangular, 'a siluacao e suulcientemewe
~* vantatosa, para qnalquer estabclecimento por ter
. ftrs fretitPs : '<|ueYn pftleader pode procurar em
.mda'tta sup'racfuda rua a Lnlz Pfntp, e'no
mm Wi
*********-***
* BAC1,A^l^a,oAM0,UM *
V Rua do Inaperador n, 71. WL
****-****-****
Escravos fugidos
Fufiradl to dia 30 de maio do correnle anno,
do" engenho Junlia de Cima, os escravos Salostia-
no e Franci*co, com o sigoaes seguinles : Salus-
tiano, de 22 annoi, aRo, bem fcilo, prelo, sem
barba alguma, apenas com pequeno buQi", eara
redonda, bons dentes, p6s coraprido3 e bem feUos;
Francisco, de 26 annos, pouco ma is on tnenos,
boa altura, u?a blgode, tern falta de dentes, frfem
pouco fulo, cheio do corpo, tocadpr d% viola, e
muito regrista. Salustiano e de Papacapa, e. Fran'
Cisco de Garanhua?, para ondc se descohfla terem
sfguido : roga seatodas as auioridadte e capitaes
de campo a aeprehentao o mesroo eogeftho, ou ncsia praca, a rua Marquez
de Olinda D.aeyaierlpturio W Lekri'Irll*), onde
gerao gfaifioados. ; ..
>raao
eciTea Arrt&tHd
3
j
suas
rancTsfep, na 'bbtica'd'aiprac.a
da Boa'-Vista'jle'JoarpSim Ignacio RJbsirp, qnadi-
rao quem se icha compflbntemedte habilhado t-
ra elTeotuar< assa venda.
nfk&WbMMk
rrererivels as
por sere m asonioas qae
propriedadfs depots de transportadas.
ftafc $,--mrie, i a mij< euVsas la anemia, na
albaminana, nachlorosis.no empobrecimeito do Tem jpara velidcr-JWa'dTihh Jose" Gonjalves Bel-
saague, a D.',s4ebf*t*iiiuwte?. Os raBullidos Vrlo'&'Ffrfco, a bordo do hlale'li??pl/; euarta tra-
Mi*s ims diatietes sfo-wnflit^ tavei=. !<>t, no-senes^'riptorio, a rua'do CornmeMo n. 5.
Fonte Elisabeth, nao- se allera nunca e e a1 mMs "*
rica dat agn*. le QUhy +ic*r69nalo de ***
em magnesia e reccrcmendada pelos senbores-me-
dlcos pela &ua eflicacia ne --gorfitamentos do
figado, dotet>;H64 'ilwttaw'uu ^totnago, dos
rias, da bexifa, nas areias e na-gotia.
EX1JA SE
o nuine Veade-se enhcaiwsr a a mrtHo, bo fciico ^e
posflb r" uu'nr
ml mm POAfiMMka^MtERICANA
57- RUA DUQUE
: Coninanliia
DE CAXIAS-57
iORio Tapado
Alugam-se estas propriedades, situadas passan-
do 0!jii4a, e aiTes de cliegar ao Bio Doce : a trao
lar coin o seu proprietary, o commendador Ta*i
ATTENCAO
Precisa se comprar uma negrinha de 9
10 imiios-de idade, que. Seja sadia e sem vt-
cios: quem tiyer e quiztt* vendor dirifa-so ao
3. aadardeste typographla para tratar.
Ha pars-flluyar, & m pi AUrfira n. 61, um
escravo, crioul", iiioqo, muito robusto e hauilita-
do para qualqwr sercico.
1 Consullorio medico-cirnrgico %
m de jj
% A. B. dn Silva Mala, jg
Rua do tisCdnde de Albnquerque n. W.
11, oa'tr'ora rua da matriz da Boa-Vista d
n. He M
Chamados : a quaiquer bora. y
Consultas : Aos po..es gratis, das 2 as Q(
4 horas da ta'rde.
Cozinhar e engommar.
Precisa-se amgar uma escrava que sama cozi-
nhar e engommar ; e" para casa de pequena fami-
lia : na rua do Vigario n. 16, 1.* andar.
Aoh-se constantemento & te-ta do cstabelecimente e inspec ionando todas
laraQd.s o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
as pre-
COSSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mdlo ^
Consultas pela manha, e a noite at6 9 horas
aos pobres.

A %ft
PIIOTOGRAPHIA

IMPERIAL
i'
LOPES &C.
ESTABELECIMENTO DE PRIHEIRA ORDEH
Rua do Karat) da Victoria n. 11 solirado
(AKTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicjio
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se montgdo sob as melhores condicoe3 dearte, e abe|o a
concurrcncia publica, este estabelecimento, o primeiro, s9mdB\dar
oVsta provin ia;, no qual se liram retratos pelos melhons e mais
modeinos s^stemas, empregando-se somente raatfr;al de prjm,eiif,a.
qual dade, e garantindo se
Semelhanqa, nitidez e duraQao.
Trabalh-se todos os dias uteis e de guarda, desde as 10 horas
da mrnhfi'tfs'quairo da tarde, nao prejudicaqdo o tempo de phqya
ou nublado a perfei^ao dos retratos.
Faz-se loda a qu lidade de copiss, augmentandp-as ou.diminuin-
do-as.
mm
L'ma du^ia de retratos de uma so pessoa, em cariftes para al- '
buiki. *
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos.'e apgmentodos ha
uma tabella de pregos.
T ram-se retratos ate tamanho natural.
I asa para alugar
Na ruaMdy Maio, travessa di Concordia n 16 :
a tratar na* la* do Hospicio n. 32. Prego 20|000
por mez.
Advogado
_ Mfgutl Jos6 de Almeida Pornambnco y
Frttio, a^^gado e ajudante do procura- Q
Qj dor fi-cal da rhejouraria provincial, mu- /J)
rl dou o se"n escriptorio para o 1 andar da fv
f*\ casa n. 81, sita a praca de Pedro II, an- 0\
X tigo Largo do CollPgio. *
eceastoo 1
Para o rico e para o pobre
Ootimos terrenos warn K$
coin tdJI.paliuoN de TiiikIo I
Retalham so os grandes terrenos que circuiidam a evtanao da Boa-Viajgem ; g
sao terrentfs propribs, dehibaragado.< e W
eortadi.s por tres estradas : a real, a de
ferro e a qne'Segue da estacao para a
Boa-Viagem, e ficam mui- proximos ao ffr
rio Jo/dad.
A cn'i.u i*lidade do. preen, a facilidade ^,
do traujsgtrteide malwiaea pela via fer- W
'0i rea, prexrmtdatte de-tnadfcras, e sobre K
tudo, o pfivilegio d#viajar gratis m va- ?
;Pnr peto spaqp da .10 ar.nos, a quem j
edifica- proximo a esta eslaeSo, ludo isto Q
^ e de inconiestavel vaptagens e deve ani- Jl
99. mar os pretondentes. os quaes desde ja se Vt
tt' p idem dirigir, nos dias uteis, a rua do lin- ^
^ perador n..48, eaos domingos edias san- X
tos, na estaeSo da Boa-V'iagem, ondese 5S
M enconir:.rio. com Trislao Francisco Tor- g&
Z res, eacarrpfiado pelo proprietario a fa- S
W zer qual juer negocio. iw
Bolos para Santo Antonio
e S. Joao.
Ma raa asireita do Rosario n. 3a, faz-se bolos
de S. Joi", enfeitados, proprios para presentes e
para quaiquer reuniao, por preco commodo e bem
feitos ; prepara-se bandejas de bo1inbo3 flpos,
com armacdes, proprias para casamentos e bailes,
por preco muito commodo e muito asseiados ; na
mesma casa tem bouquets para enfeitar bolos,
e ccra sara todo pre;o e de gosto, e
eta nar| naivas, ^om fitas bordadas
antes.
Uk^l -4ft-86ffes)
Hi
AiH'.
E' fomente uma preveogao para q proximo fo
rutoLSaato Arrto'nlo, S. Joao e S. Pedro.
E' muito tea^O.
Tudo de'cjrwwas carfifridos.
Tranws murte cdrhp'rijas^or ^ftWOO.
Umpa'r de crespos prtr 6|.
Topet pbr 3*.
Coquo creipo comprido pbr Kl.
K mufta*'0Olralsbtiriw qtWs* Se'-reado.
ffa roa' Daque de Citrfas u. W.
Na rua dos-Quarteis n.^iri ha semfire
alugax, escravaB-pai^tddo safvlcp.
SI
__
USCf
Prs
EDgeolw eiftfSerinhaem.
Vende-se duas partes do
engenho Novo, ito na fre-
guezia de Setinhaem, distan-
ce da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e cotretite,
que safreja cereade 3,000
paes* com optlnias terras,
mo-vido k agua e bem dbra-
do, por prexjo cDmrnodo : a
tratar com Dr. felix de Fi-
ge6ft, a *ua cb^ GaljRdas
guerra
JlngerfJlbS &fft tfettitttn-
110 'Wienalf de
-. *
ML
:\
Ireiiia,

E' na coafeiiaria do Campos curar tudo quanto i necessari* vara di.verur se o
moral e conforiar-se o.physieo. kto 6 :
< *Hi4ri44 eVMiitci'.i.
I sto 'tojani
Alem de leriof tudo frompto para que quai-
quer familia mande nastaes nuit-.'s aci.na nomea-
das alii comprar o neccsssario para fe?tejar
L-na nolle in!.
gTemos tambem aceessorios para o fulirico das
soiii'.* c iios boioH.
A saber :
Araendoas eoufeiladas.
Papeis pieados com estalos.
Folhas corn versalhaia nova.
Massa Bna, secca c- alva, para boles.
Duzentos mil ovos.
Manteiga Bna.
Tutlo Into
Na eonfeitaria do Campos
84Imperador84
N. B. A.jfnfeilaria doCaqppos fomecera vasos
gratis, a quern comprar pelo msnos as araendoas
pa* a as sortes.
Empreza do gaz
A empreza do-gaz lem a bonra de annunciar ae
publico que recebeu ultimamente um esplendido
sortiniento de lustres de yidro, candietros, aran-
delas e globos, cujas amoftrasestao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seus freguezes pelo preoo mais'razoa*el possivel.
P^ec:sa-s'e da unia ama de leite, escrava ou
Irvre : na rua do Imperador n. S3, 2 andar.
-j)Attta -ptrrHctilar deioslraetfto;
clemenfir
Para o sexo feminino
A prolessora, infra assignada, tendo-
se habililado na foima da lei, pfeteide
no dia 8 deste mei abrir a sua aria par-
ticular na rua do Marquez do Hertal, ou-
tr'ora da Concordia n. 147, ondet node-
ra ser procurada ; as alumnas, alemHte
se iustruirem nas materias que consti-
tuem a mstrnc^ao elementar, se habilita-
rao na art.' de agnloa, boriladr.3 de todas
as espeqfes. obraa (te la e de llorip, m ;-
diinto graiiftcagao razeavel
S. Josa, ("> de junno de 487i.
'Esmenia Jenuina Dlas.
Ahiga se por 15|000 uma caj'a com sala
frente, 2 quartos e eozinha, cam grande- terrano e
alguns pes de coqueiros aa rua da Pundicao n.
31, em Santo Amaro : a traiar ho >aejnio lugar,
rua do Lima n. 10, ou no Livramento n. 3.
1.1 '.1,11 il
3 -IA
? ,"-
. .. al .
e Patricia.
A tratar com seus proprietarios nesta cidade,
e para informacoes com Joaqaim Pinto de Mei-
relies Filho na mesma cidade de Mamaragaape
Tasso Irmios A C.________
Frederico Sodre da Cunha
Motta
estabelecido com armazem de fumos, a raa de
Mariz & Barros; outro'ra Cordoniz n. 14, sob sua
firma individual, offerece aos seus fregtiezes os
fumos abaixo declarados, a saber :
Goyaz, Rio Novo, Daniel, Minas.
Pomba, Descalvado, Barba Sena, Virgem,
Parahyba, S. Paulo, em rolos, em latas
Garaate se as aialidades rt ftodadade no-
preens.
Vinho
mam
Laj



AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, p'aga w bem : a tratar 'pa ihesduraria
das loipnas,' a raa Primeiro do Marco n. 6.
Compra-se um.Kadff m<'cuwdoDr. Sabino, am
meio uso : nesta typograpliia se achara com
quem tratar.
Especialida(
parolciJlar, t^A-tf e ge-
nuino.
Acaba.de chagar ao mercado alguns barris de
viDtiade Alp Doom, especial euoicamente pre-
piifado Idq exlraifki da uva e isento de quaiquer
cotffefcca'o.-'se'n^o- moito mais brando que o da Fi-
gueira, o que o torna recommendavel pelo muito
qae agraaa ao ^ala&ar & prefen^l e todos os ou-
tros vinhos de pasto. ^.-_<..
Aeha-te a veddafndifertlfeMbfafe WUXS Jdsc Ru-
^rigues Mendes, Souza Basto & C. e Fernandes da
Gostadt'C
Ama f|p leite
Precisa-se de uma am?> de leite que seja moca
e sadia : a tratar na thesouraria das loterias, da
9 horas da manha as 3 da Larde.
Precisa se alugar uma ana para comprar e
ajudar a cozinhar para casa de pouca familia : a
tratar na rua do Imperador n. 30.
Amfl Precisa-se de uma ama torra ou es-
aiun' crava, para casa de familia : a tratar na
rua de ILrlas n. 13, ou na rua Duque de Caxia3
n. 111.______________
Ams Aluga->e lima para cozinhar : na rua
xLiua Direita n. 93, !. andar.
gurfdo andar.
Precisa-se deuma para co-
zinhar, para casa de familia :
na rna do Drum n. 80, se-
Aluga-se
uma ama que saiba cozinhar e engommar prefe-
rindo se escrava : na rua d > Imperador n. 28.
armazem do Campos.
Precisa se de uma ama de leite e outra para
engommado e cozibha : a tratar na rua do Amo-
rim ri. 31, das 9 da manha as i da tarde.
A'TflJl 'Precisa-se de uma ama para casa de
-rv'iiiai pequena familia: narua Duque de Ca-
xias n 51.
Precisa se de uma ama para cumprar e co-
zinhar : na rua da Imperatriz n. iO, segun lo an-
dar.
f
Leiam.
nesta typographia o 2. fotheto dos Quadros
Ilistoricos da guerra rfo Paraguay, cbn-
tendo a vista da rendi^ao de L'ruguayana.
Cotnpra-su uma >-:ua terrea bem copsjruida,
quo tenba bom quintal, chio proprio, e q|e seu
preco nad-exceda d) 3:00f>J, na freguelfa de San-
to Antonio ftu Hua Vista : a iratar ao [riiteo do
Carmo, botica.
I! i I i I I II II li I 111! Il I
VMM.

VBNBE-3E'>i
a mctado'do'sobradD da' rua'de Lomas Valettina^
n. 100, uma parte <1\ casa terrea na rna dos Pes-
cadores n.3l : a tratar no patto do ParaUdn.'S-'
Bafilliao de Piwncga.
Acab'a '^e ,che;ar um pe;deno I'oie ',de. caixas
dtesie dese'Jado' b'calhao : no caes" da alf;odega.
arm are ii detassd Irmaos'Sc C.
li

CERA
oi:
CAiRNAUBA.
De qoaliaade superior : na rua do Amorim n.
37, armazem d-i Ta-so Irmaos 4 C.
Avisa-so ao puWico arto fartaram hontem ( 8
de junho) da cella de frei'Joao dos Harlyres,
no convent) de S. Francisco, um relogio de ouro,
patente inglez, coberto, algum tanto usado, n.
23,101. Roga se a quem o apprehender era aao
de ladrao, ou souber quem o possue em boa fe,
que o mande entregar ou avisar ao sobredito re-
ligioso. ou aqui neaa typographia, no terceiro an-
dar. .
Rua de Bcmflca n. 98, aa i'as-
sagem da Uagdaleiaa
Uma sen bora franceza, discipula dos melhores
professores de lUP ^paaja dar lieoes de piano,
canlo e francez : a'tratar na sua re^ideneia aci-
maf ndicada. t j.______
Na rua iTipeitj b. 2ot soguoclo andar, ha um
escravo para a4ugar-?e, proprio para servijo de
hotel ou casa de faaiilia.
,1 pedtMa
A lojn an Ho: ;>i>Io irnmento n. ."i. t>*t;\ Chcgnem freguezes antes quc as charamas d6-
vorcm tudo.
Bptinas para senhora a 3^.
Ditas diias a 2^300.
La para hord-.r' a is a libra.
Entremeios e babadmhosa 600 rs a peca.
Oleo Philocome a 500 rs. o frasco.
AttenQao
A loja das seis portas em frente do LMrfmeM),
coniintia como sempre, a vender baralo que ad-
mira, o para que tem sempre um! completo sorti-
mento ua pechinchas, como abaixo v. rao : gre-
nadines de listras com palminhas de cor a 320
rs. o covado, ditas de listra a 210, chitas escuras
e claras a 240 e 280 rs. e finas a 300 rs. o cova-
do, madapolao a 4,800, 5,500 e 6,000 a eca, dito
francez a 6,000, 6,500 e 7,000 uma, completo sor-
Umentoem numeros dechapeos de seda Una, co-
pa alta, para homem a 7,000 rs., brim AngoU a
400 rs.. dito pardo flno a 30 rs. o covado.______
Pesos e medidas decimaes.
Vendom-se no armazem do Hawkes da Cruz n. 4.
Salsa parrilha.
Nova remessa, excellente qualidade
na rua do Vigario n. 16. 1 andar.
vendeS
I
rut da.
i ofres de ferro
Vende-se em casa detllawfces L C a,
Cruz n. 4.
Chafark de ferro
em casa de Hawkes 4 C, a rna da
Vende-se
Crez n. 4.
as gncynmendas dous dias
ALU6A-SE
o segundo andar do sobrado- n. 37, sito a rua da
Aurora, o terceiro dito do sobrado n. 13 da rua
do Bom Jesus, e o sobrado n. 151 da rua Impe-
rial : a tratar aa rua da Aurora n. 51.
Do poder de.'Laiz Jose da :osta Amorim,
como procorador de Domingos Jose da Costa A-
morim, extraviaram se sete apolices de divida pu-
blica. ao.segundo pertenceu'tes, sendo uma den.
1,043 do valor nomihaf de 40Q4,vvencendo o jaro
de 6 0|0 ac anno, emiltida no-anno de 1828, e seis
.de ns. 64,023 a 64,028 do valor nominal de 1:000<
cada uma, vencendp o juru Je C,0|0 ao anno, emit-
lidas no aano de 186!, achaado-se pagds osjuros
das mesmas ate o 1 semestre iw wfj 1871; o
qae tado se faz publico, nao so para qae alguem
que as tenba achndo as restitua, do que sera gra-
tilkado, como gela necessidade de promover pe
ranta a fazendi aacional o processa de sua subs-
tituigao por oOlras. ____________________
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 45
i raa do Bartc 'da Victoria, com grandes com*
odos : a tratar na loja de jolac do ira?mo.pre-.
a ri
mo(
fldio.
CASA DO OURO
Aqs 4:000:300
Bilhetes garantidos
Rua do Bardo da Victoria (outr'ora.yova
n. 63, a casa do costume
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de 4 GOOiOOO em am
meio bilhete de a. 70 e um meio de n. 3038 com
a sorte de 200/, alem de outras sortes menores de
40/000 e 20/000 da loteria que seacabon de ex- *ibra.
trahir (102*j ; convida aos possnMores a virera
reccber, que promptamente serao pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao respeitj
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirir qualqaer [remio, como prova pelos me. annunciqs '
Acham'-se a venda os muito felizes bilhetes |a-
autid03 da 4' parte da loteria a beneflcio 'da
Tanques para agua
lda,feisri gaWnmsado e ha rua do Barao aa Victor ia n. 6, prof os com-
modo3.
Vende-se ama casa terrea na rua
fcanta Rita n. 20 : a tratar na rua velha
Rita n. 19.
V
t
Pape! oitavo, tiso, pai*ado, e para luto.
Lindas secreterias, eontendo :
ISO folhas de papcl.
50 en^opes.
PreQO-1/COO
100 folhas de papel.
lOOaBveiopes.
PreQO2^000
0 papelmarcido gratis com as iaiciaes do c.:v.
prador.
Livraria franccza.
"Wllsfin'Rowe 6i C. Vendein no seu armazea
rua d' Coihmercio n. 14 :
verdadeiro pattno.de algodSo azul amencano.
Excellente flo deVeja.
Cognac 'de 1* cju'araacro
VinHo de'Bcrr'deaax. ,
Can-So de Pedra detbdas as aTlalida'des._______
PopelinasitMteasa800
fs. 'e f$ covaib.
Por cstc preco tid na loja da Ame-
rica a rua Iao-s!' aiaotia.
v fcarahi.
Cm -vestido branco de cambraia fina por 3/.
s.ias bordadas a 5/ que valein 10/.
Alpacas de linho e la com listras de gase, bi n.-
tas, por commodo preco.
Mad, polao francez, superior, peoa,6/.
Bramante de 4 larguras, muito bom para lec-
ciies a 1/600 a vara.
Crelone francez para colchas, lindes desenhos,
cores garentidas, covado 400 rs., 6 fazenda de
1/000.
E' ver e comprar, na rua do Cabuga n. 10, loja
da America.
Granadine a 160 rs. o co-
vado
Na rua do Qaetmado fi. 4$, junto d loja
da Magnolia.
Aproveitem e acred item.
Grande se-rtimento de Granadine de listras, pa-
droqs muilo bonitos, proprios para vestidos. a 160
rs. o covado.
K6 se Tetido II...
Dao se amostras.
TACBAS TACHAS
DDAS
Qualidade si
RAtlDAS FU.NDIDAS
Qualidade super or
.iriuiM Progrtsso
[17Larg) da Penha10
Vende-se i
CHOURICAS do reino muito novas a 480 re. a
GAZ (raarca Dewoes) a 280 rs. a garrafa.
K outros ma.is jjeaeros ^ne se wudem mais ba-
rato de 10 a *0 por' cento do qu| em outra quai-
quer parte, que-eenfadonho meociona los
Se duvidarem venbam ver
fl kraleiro!!!
aunao3 aa pane ua loiena a oenencio aa --------------.____________________________,
iffi6itsri3^n?n^g?M,,M se ix" fea "e-terrenos baratos no Sal-
Mais barato do quem em qualq
C. STARR & C-,
ualquer outra
ora
iJOUiDAC^O.
parta

. lnteiro 4/000
Meio 2/000
De lOO^OOO para eima.
lnteiro 3/600
Meio l/7oi)
Recife, 6 de junho de 1874.
Joao Joaquim 4a Cotta Leite.
Antonio Jose" Rodri
ria das lo
asa d
lo Sali
.Precisa-se de dous calxairos de 14 a 16 aflooS
,de idade, compraiica de taverna, que.d^ cootie-
cimento de sua conducta : a tratar no becco doj
Pcucinho n. 7.
- Vei
^eruega,
litter Aug
^nm At f
Bas
. i
rues de Souza, na thespura-
'Oo GWslftr n. *, ve*l^aar
terrenos de saas aitios no.lugar
s'drhenVe com n me'smo.
a tratar
a rua dflCoffllfiereto n. 4,"cer^ja
ca M^j
ura.
i.
>'l'
reedadeiras'
Vefldeni
Wilson, Rewe & 0.
Em sea armazem a roa do Trapiche n. 44, o se-
guinie: ^
AlgodSo azul americano.
Fio de vela.
Carvao de pedra de todas as qualidades.
Tp|o m|Hp bayto.
-Vende-ie a 4ja >
cilio Dias n. 109, com poucos tundos, Drodwa para
principiante : a tratar na mesma rua n. 345t-
najto j
Yeqde-se cer^japreta de superior qualidade,
marca Barclay" & u, e tambem brancajnarca
ass. wJiban Vindas-da-Londraa: na ruawCom-
mercio n. 22. armazem de Edward Fentqn^
^Na raa do Marquez dflJatijjda n. 3&ke dt-
loia.Tt i" },em lonttisada,
ra que tends orna loja
com uma armacao muito
Boa aetuiis^
so,a jue se retira nfta




Diarifr d^^eiiiambubo 80gtid*^6fra-8 4* J&Ae de'l&W


s finas

Cordeiro Simoeg & C.
E" to tuna dapcasas mazi* offereeer aos sens, fragoetts am variadUsi-
a csorUmentq de fazendas Tinas para grande toi-
lette, e bem assim para usoordinario de todas as
classes, e por precis vaHtajosoe, das quaes faz um
pequeno rewnwt
Maadam faienda* as cuts dos pretendentes,
para o que tern pessoal necessario, e dao amostras
mediante penhor.
Cortes de seda de lindas cdres.
Grdsdenaples de todas as cores!
Gorgro branco, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdenaples preto.
Venta(b''pretb.
Granairae de seda, preta e^de1 cores.
l'opeiinas de lindos padrdes.
Filo de seda,. branco e preto.
*icas basquioas de seJa.
Otsacos de merino de c<3res, la, etc.
a!aMas brasileiras:
Cortes com caiubraia branca com Hodos borda-
Ricas ca pel I as e man tas para nuivas.
I'.iquissimo sortimento de las com listrai de
eda.
Cambraias de core's.'
Oitaenraripoifrj; brancas, lizas e bordadas.
Naniotfies de lindos pad roes.
Baptisms, padroes. deiicados.
PercaRpA* do'quadros, pret03 e brancos, listras,
tc, ettr.
Brhls de Imbo de cor, proorine oara vestidos,
> barr* e listras.
Ricos cortes de vestido de linho;-c eites da
enesma cor, ultima mod?
Ditos de cambrala de cores.
Fustao de' litftos cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para sentaaras, de linho e al-
codan'
Sortimento de lavas da verdadeira fabrica de
ouvin, para homens e sdnhdras.
Vestuar; para moninus.
^Wf para baptlzado.
Chapeos para quo.
Toainas e raaruanapos adamascados fa n de
r.para ami;
Colcbas de ii.
Cortinados toordae!' s.
Grande sortimento de camisas de linho, lizas e
mrdadas, para homens."
Melas a
Ditas escoceza?.
Comr.'sto sj.iimepto de chapeos de sol para ho-
Merino d rnre* jsra vestidos.
Dito preto, tranr-'ado e dito de verao.
"nlliado de linho e aigodao para to
Atoalhade.panlo.
Damasco de. la.
Brins de'firfrio, branco de cores 8 preto.
Setim de Jindas c6re com listrfes.
Chales do merino de cores e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda pieta-e de cores.
Ditos de-tomjtiim.
Camisas de chlta para howeus.
Ditas de flanella.
Cerenlas-de linho e, aigodao.
Paiinos de crochet para sow, cadeiras e conso-
Lencos bordados e de labyrmtfco.
Coronas de crochet.
Tarlatanade tolas as.cores.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordades
Esj&himbs lis'ds, bdrflados.
Foulard de seda, hddas c&es.
Meia* de seda para senhoras e meninas.
Ricas fachas deseda'e la para *enhoras.
Rico sortimento de leques de madreperolas
isso.
Damasco de seda.
Casemira pr-eta ede cdres.
Chitas, madf^olao panno fino preto e azul, coi-
arinhos, punhos delinho e algedao, gravatas, Iu-
^a de fio deEscossia, rapetes de todos 0s tama-
aho^. bolsas de viagem, peitos bordados para ho-
aen*, fenjjs de linbo branco e de cores, loalhas,
ffuardananos. etc, etc.
FAZE


a
rot
Rua da Imperatik q.
<> rannriirta'
prctn a
covailo.
0 PavJo verlde granadina preta o lavrada
peto barato progo de 500 rs o covado.
adapolfto enfeistofffo n 3^000
a peoa.
PARA LIQUID A It
CAMISAS PHANCIvZAS A i^OOO,
3000*t 3l?500.
SOO rs o
.'5500
0 Pavao vende uin bonito sortimento tl<
camisas fnanceia6 com peito de algedao,
27000 e 28500. Ditas com^ p^ito de lirdic
de 35000 a CJJ00O. Ditas bordadas muit.
Tinas de 03000 a 100000: assim coim
grende sortimento de ccroulas de lioho e dt
ahgodao, por pregos baratos, e tambem ten.
complcto sortimento de punhos e collarinhoj
tanto de linho como de slgodSo, porpre^o*
em conta:
Bspartiilbos a :i?.iOO. t?00 t
0 Pavuo vende pecas de madapolfla oh-
festado, pelo barato precode 3JOO0 a pega.
Ditas sem ser enfestado, com 20 jardss, a
59000. Ditas com 94 jardas muito boa
fazeoda, a 60000, 69500 e 70000.
ALPACAS PRbTAS A 500; 6*0 E 800 RS.
0 PavSo tero mn grand*. sortimento de
alpacas pretas, que vende a 5')0, 640 e 800
rs. o covado, assim como granJe sorti-
mento de cantdes, bombazinas, princeias
pretas, merinos, e Outrae moitas fazendas
proprias para luto.
S.Ji.ii.as a 10SO>.
0 Pav5o veride sedas com listrinhas de
cores' a ItfdOf) o coVado. Ditas com pal-
minhas a 20UOO. Ditas com toque de mofo
a 1006-0 e' U'400.
CAMBRAtA VICTORIA A 40000, 40500,
05D00 E 70000. '
0 PavSo vende'tith grande sortimento de
cffmbraia' Victoria e transparente com
8 1/2 varas cada pe^a, pelos bara'fos pre'gos
de 40060, 40SOO, 50000, 60000e7j00O'
a pe^a, assim como, ditas de salpico bran- BRAMANTES A 1S800
60, a 7#000', 6 pectiintha.
NOVAS LAZINHXS \k 560 RS.
0 Pav56'recebeu pelo ultimo vapor unft
elegante s.irt'mento das mais lianas laizohas
para vestidds, sertdo trahsparentes com as
mais deli ca das cores', e m'odern dr56s, que vendo pelo barato prego de 560
rs. o covado, a" rua da Jmperatriz n 60.
LIQUIDACAO DEROUPA PARA HOMENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para homens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto de casemira preta e de co-
assim como um
0 Pavao vende um bonito sortimento d*
espartilhos modernos a 305Oi'>, 4^000 e
50000, assim como um bonito sortmemv
desaias brancas, bordadas, a 50000 e 60000,
e ditas de lasinha de cdres a 30000 :. e" re-
chincha.
CORTINADOS BORDAWS PARA eAMA>><
JANELI.AS, DE 70 ATE' 250000 OPAR'
0 PavSo vendo tim grandt; swrtimento dt
cortinados bordados, proprios para cama ^
janellas, pelo" barato preco de 70000,88000
10^000 ate 250000, assim como i cOlxa*
de damnsco de 15 muito fina de 100000
120000 cada uina.
20000 E 2J500
0 Pavao vende bramantes para leigoes
tendo 10 palmos de largura, sendo o dt
algodao a 10800 e 23000 a vara, e de linhi
a 20*00, 20800 e 30000 a vara: e pechin
cha.
Grande pechiucha a 4#000
e 5^000'
CORTES DE CASEM RA.
0 Pavao recebeu uma grande porcSo de
cortes do cssimeras de cores para ealcns, e
^actiiitas1. tfe: descaxocar
MaAbiiias doicariar fumo.
Hjtchin^avapor.
Maehkas'para^H'mpar fa*-
Bepo^ito' de ferro para1
gairrafask
Macaco dci estivar ou le-
vantar pesos;
Cemento rjortiaiid.
Salitre.
i LimaUia. d fewo fran^
ceza.
Esses arti^os vendem-se
na rua da Cruz n. 4, arma-
zem de Hikes'& C.
Ma
IMS
A' rua da Cabagra a 1 A.
Os proprietarios da r'redilecta, no latuilo dt
:onServar o bom conceito qne teem raerecido dr
respehavet pnbnco, distinguindo o sett estebeleci
meato due mais que negociam no nictmo generc
veem seientificar aos seus boos freguexes que pre
venjrara aos seas correspondentes nas diversas par
5s d'Europa para lhes en\*tarem por todos o pa
qaetes os objectos de luxo e bom gotfo, que se-
jam mais bem aceitos pelas sociedudes elegantes
daquelles paiies, visto aproximar se o tempo dt.
festa, em que o bello sexo desta linda Veneza
mais ostenta a riqueza de sua's toillettes ; e co
mo ja recebessem pelo paqoete francez diverSo
arligoa da ultima moda, veem patentear alguD;
d'eitre elles que se tornam mais recummendaveis
esperando do respeitavel publico a costumadj
concurrencia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e dt
velludo, sendo diversos tamanbos e L;
os
Adereoos-completes de borracha prcprios part
luto, tambem se vendein meios aderecos muito bo-
. Ditos.
Botoes de setim preto e de cCres para ornato de
t slides de senhora ; tambem tern para coliete
rpalitoL
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen
de seda, de pallia, de chagrim. etc., etc., por
barato pre^o.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de lone*
como de ceta, de borracha e de massa ; charaa-
mos a aitem;ao das Exnias. Sras. para este artigo.
w
Na 1'Ja da Magnolia, a rua Duqoe de Caxia
45, encunirara seropre o respeitavel publico n
complcto sortimento de perfnmarias finas^objeei>
i de pbaniasia, luvas de Jouvta, artigos do moda e-
{ miudexas finas, assim como raodieidade nos pxa-
j coa, agrado e siaceridide.
Anneis electricos
A MagnoHa, a rua Daqne de Caxias n. 43, aea-
ba de recebcr os verdadeiros anneis e voltas ele--
iricag, proprios para os nervosos.
Meios aderegos
A Magnolia, a ma Duque de Caxias n. 45, rs-
cebeu um complela sortimento de
Meios aderecos de tartaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordados, (ultima mtdUt
e de muitas ootras oualidades.
uaratos pre-
(iranadinas de seda pura, preta com-listras
de cOres e padrdes os mais bonitos que tem
Vindo ao mercado e quo se vemde pelo di-
minuto preco de 5*4 rs. o covado, por ter pos as vezes tornam-se as criancas um pouco im-
uropequeno toque de mofo, e fazendff da {^bam8 Pr falla de um ob,ecl (ue M eD
20000 o coval ;. e pecbinohfl. l>ao so
res como de panno ; assim como um avul- vendo pelo b8ralo do 4^00 w
t^lrt,^.:iaCJai^de c.a;e_miraPreta- !cda corte, na rua da ImpcraSz Q. 60, loja
de Felix Pereira da Silva.
de cor, de brim de cor e branco, e um
de colletes de todas as
sortimento de
ESMERALD1NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimenti
grande sortimento
qualidades.
Tendo tambem um bom
camisas inglezas e francezas ; assim como' das mais elegantes esmeraldinas com li'stMs
de ceroulas de linho e de algodfio, e vende de seda, sendo em cores e padroes as mai'
todas as roupas act'ma mencionadas pelo ba-' novas que tem vindo ao mercado, propna*
ra'JSsimoprego, porqoerer hquidar, na loja para vestidos, e vende pelo baratissimo pre
da rna da Imperatnzn. 00, de Felix Perei- co de 800 rs. o covado, a rua da Imporatriz
ra da Suva. j n. SO.
- Acba^e constantement aberto ( ...Mm 0 do PAVAO, das 6 boras da menh
aS6 de nerte.
E'barato.
er4e-se um pequerlo sitio perto da esta-
?eo do'Salgadiwkb, tendo de frerrte 150
oalmos, e do fuados mais
sora umatdgrite easa de taipa^ aeabada del*"*2 D-a
proxim>ebem a6eiada, teodo 2sal s, a
quartos e cozinha Wra. 0 terrcco e pro-
prh o bom ( arvoB eado.
l'ara wir e mais oxplieacoes, no mesmo si-
lio a qual<|uerhora a eirtender-se com Tris-
3o Franeiseo Torres, e pare tratar, na the-
sounaria dwlotorias, ri 1.' de Marco
Para-as noites de Santo An-
tonio e S. Joao.
Amaral, JJabuco 4 C. acabam do recebcr com-
pfeto sc rtimonto de sortes francezas e allemaes,
para brinquedo das noiles de Santo Antonio e S.
Joao ; 6 o qae se conbece de mais eograeado e
apropriado para brincar-se nessas noites.
Aos dignos macons
Amaral, Nabnco & C. tendo cm \i>ta a grande
e pomposa testa qne fazem os dignos macons ao
padroeiro desta respeitavel corporacSo na noi'.e de
S. Joao, partioipam aos mesmos Srs. magons que
acabam de receber insignia3 d.3 diversos raos, e
de quatrocentos,: wndem no bazar Victoria, rua do BarSo da Vicio-
VENBE-SE
uma casa na villa de Barrefros, na rua do Com-
*ercio, por preco medico: a tratar com Tasio
'rotaos C,
Armacao deamarello
Vende-se uma armacao de amarello envidraja
da, com baleao, por commodo prego : a tratar na tao do gaz, com 6 q;irtos, cozinlia fora e grande
ru-i do Cretoo n. 20. loja dag Ires portts__________'quintal : a tratar a ma de Pedro Atfdnso a 8
Am azeim pintado de prtto
confronte aalfandega
Vende-se'a" r'etath'o e a dfrrtli'irb, moftb M-
rato, para liquidar.
Fogo dlinez' com lindas vistas para queimar em
saias.
Caixas com 40 c-rtas de traques superiores.
Balaiaj por arroba.
Caixas e< n. lalas de 3 galoes de gaz Devois.
Manleiga france aPL G de 1874.
ATroz,cafe. cba, e mais geoeros de primeirane-
cessidade, para os ricos e pobres, como ja iadica-
ram, fazendo censura ao admkaislrador C.
Apolices a juro de 8 0[0
Vende-se no escripiofio de iose Augusto de
Arauio, na ohra do niersado._______________^
Casa terrea.
__ Aluga-se a da rua de S. Joao.. defronte do por-
anftostras.
Briiir- branco-
HrifB br*nei muito fino, fazenda de
20500 a vara, que se vende por 10400 a
vara, por e-tar com um pequeno defeito ;
pecbincha.
Meliiis francezes
Metins francezes, fazenda inuito fina, pa-
drdes modernos, fazenda que j<5 se vondeu
por 500 rs, a'300rs. o covado; e pecbin-
cha. Dao se amostras".
Oretones de liste a
Cretone^de listras, fazenda eonlchoada, pa-
drdes muito lindoe a 400 rs. o covado ; dio-
se amostras.
Madapoldes
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 30500 a 30000 a pega ; e pe
chincha.
CHITAS PERCALES
ChitftS percales avfcrfdtias a 240' rs. o co-
vado; e pecbincba.
SO' 0
\. 30 An rtta Loja das 3portas
UE
Mhnm k().
Junto a loja da esquliia
4os Srs. fogueteiros
Para os logos de S. Antonio
S. Joao e
S. Pedro.
Limalra de ao.
Limalha de a?o I.imaliade ferro.
Limalha de c Limaltia de zinco.
Salitre rofinado, bartiante e enxofre.
ArtFgos todos de primelfa quabdade.
A'endese muito barato
M
I'hariaaria e drogaria
bt:
BARTHHLOMEU & C.
________34-ltua l>arga do Rosario--*i.
Ckpe^ de mk.
Chapeos de seda^ara homem, rropriosde pas-
fseios, forma* moiernas e bem armsdos, com um
pequeno defeito a 25G0 e 3^000, e pechincha e
esia se acafcando : na ra do Crespo n 20, loja
das 3 portae, do Guilberme & C, janio a loja da
esquina.
Camisas de linho lisas e com peitos bordados
para homem, vendem-se por preco commodo.
Cerouiat de linbo e de algodac, de diversos pre
(.05.
Caixinhas com mnsica, o qne ba de mais Undo
"com di3tk!os nas tampas e proprios para presen
te
Coqnes os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chapeos para senhora. Receberam um sortimentc
da ultima moda, tanto para senhora, como par*
meninas.
Oapellas simples e com veo para noivas.
Calgas bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, do lindot
Escovas electricas para dentes, tem a proprie
dade de evitar a cane dos dentes.
Franjas de seda pretas e de cores, exbte um
8-ande sortimento de divercas larguras e baratc
preco.
Fitas de saria. de gcrgnrSn. de setim e de cba-
ooplrt'e, de divercas larguras e bonitas cores.
Fachas de gorgurao mntto lindas.
Pl r* artificiaes. A Predileeta prima em con-
ervar semnre um bello e grande sortimento des-
as flwes, nao so para enfeite dos cbellos, come
tambem ptira orcato do vestido de noivas.
Galdes de aigodao, de la e de seda, brancos, pre
tos e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras. -
Lacos de eambraia e de seda de diversas core;
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas para
n&iva.
Livros para ouvir missa, ccm capas de madre
nerola, marfim, Gs-o e velludo, tudo que ba de
bom.
Pentcs de tartaruga e marfim para ahsar os ca
belles ; teem tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sortimento de madre-
perola, marttm, dsso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predileeta bea.
provida, nao so em extractos, como em oleos
banhas dos melhores odores, dos mais afamados
fabrieaates, Lonbin, Piver, Sociedade Hygienica.
Coudray, Gosnel e Rimel ; sao indispensaveis para
a feeta.
Saias bordadas para senhora, por commode
preto.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predileeta um bonito sorti
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co
mo para entrada de saias.
Vestimenta3 para, baptisado o que ha de memo?
gosto e os mais mederno s recebeu a Predileeta
de or ar: to preco, para Bear ao alcance
qnalqner bolsa.
Rua do Cabngan. 1
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque dc Caxias n. 45, Hat.
p?ra vender os modernos bGtiSes de aco, propio-
para vestido.
Golinhas e punhos
das mais modernas qiie ba no mercado ; a ellaj-:
na Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45.
Lenqps chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45j re-
cebeu uma pequeoa quantidade de leocps de sedr
chinezes, coin lindissimos desenhos, fazenda J8>
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartarnga, d;
martim, de usso, e de muitas outras qualidafi&s:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxia* cv:.--
mero 45.
Attencjao.
A loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias &
45, acaba de receber o seguintes arlii^os :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos albun* com capa de madreperola, cfc.v
gren, madeira, ve.ludo, couro, etc.
Lindas caixas com iini -simas perfumarias.
Ligas de seda, brancas e de cores.
Voilas de madreperola.
Puseiras de madreperola.
Ricas caixas para Centura.
Vesluarios para baptisado.
Toiicas e sapatinhos de setim.
Hodernos chapeos de sol de seda para setLfr.v
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de VLlludo, etc, etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque dp Caxias n. 45, re-
cebeu um lindo sortimento de bicos de guipnrt
de cores, apropri&dos aos vestidos cheques aa as-
tnalklade.
Nao duvidem^
So o 43
:.1
rs; ;-
em camisas ae
Vende-se camisas inglezas de
linho.
linbo, muito
nas, para homem, pelo baratissimo preco de 35/
a duzia ; quem duvidar venha ver e compmr :
na rua do Duque de Caxias n. 88, loja de De-
metrio Bastos.
Gorgorao de seda.
Gorgorao de seda em cortes para colete e em
_----- peca para vestido^, fazenda inteiramente fina e se
~ Veade4e ambm a loja de funileiro, bem vtnde pelo diminuto preco de 3,000 reis o covado
!:rei"?ia-da' ^ f Qa da ,H^ralri* n- 7 Guilhermo & C, junto a loja da esquina.
na mesma.
Rua dt Quciuiado n. 43, defroB
te da |ii'acn da Ind<>peii Yenham ver eomo se queima
Cambraia transparente, fina, a 25O0 a peca.
Dita Victoria, fina, a 3$'idem.
Baptistas dc linho muito larga a 400 rs. o ::
vado.
Chitas pretas com salpiccs a iOO r
Ditas de cores, te nilas, a 2.0 rs i"
Cambraias de cores, miudihhas, a
BMm pardo fino a "360 e 400 rs. i
Lcncoes de bramante a 1l urn.
Cobeitas dechila adamascadas a 3t"U0 e \i(fJ
uma.
Ceilchas de cores a 23 uma.
Mussulina branca a 280 rs. o crvaio.
Percales finas de qnadr 4 a.."20 rs. idem.
Madapolao fino a i* c, 5 a peya.
Dito francez, tioo, a 6j idem.
Aigodao T a 3/500 e 4$5 E tambem outros objectcs, por prcgos qae ai-
mira, e para apurar dinheiro Se o 43.
Mobil i a
VenJe-se uma linda qsobiha de jacaranda, m:..-
sico, entaliiada, por muito corr.raodo preco: t
fa tar na traves.-a da matriz de Santo Antunb.
marcineria d- Joao Cancio.
Cura ds cslrdlaitieiU) d'urelra
pela facil applicariio das
SONDAS OLIVAES
4
DE
GOMMA ELASTiGA
As mais modernas e aperfuic/ja^as de toda;
as conhecidas
VeiMtew-se
NA
PHARMACIA E DROGARIA
DE
Bartholomeu & C.
'ii- Rua larga do Rosario 34
102.
a
.
|>-S. PREMS. NS. PREMS. N8. PREMS.
DOSJBKMIOS DA f PARTE i)AS LOTERIAS COKCKDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. &57, A BEMEFICIO DA IQREJA DE S. PEDRO DO RECIFE, EXTRAIIIDA EM G DE JUNHO DE 1874.
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Diario de PernambiwJO Segunda ieira 8 de Junho dc iaji
JORiSPRODEMIA

0 perdao do miseravel offen-
didoderimea criminahdade nos
caos em que ndo cabe a denun-
cia gu ndo tem accuwrpdo por
parle da justica, havcndo cm
juizo accdo do prumotor m da
qualquer do povo cm favor do
mesmo miseravel.
I
Creio que sim : porquanto o diroito tie
perseguir o deliiiquonk: 11.1 hypothese ver-
tente, competin lo era primeiro lugar ao
off-ndi lo, haveria samm:t iuipaidade' se em
algum caso o polesso perder absolutarnante,
como alguns pretendem.
E' verdade quo ndo podundo o offendido
por sua miserabilidade perseguir o offensor
o promoter deve e qualquer do povo poJe
accusar o delinquente ; mas d'ahi oio se
segue que o crime porca o seu crracter jori-
dieo, nem o offendido o sou direito natural,
de modo a nao poder transigir por acto de
pieda do com sou injusto offensor.
A lei criminal uuiica esld em contraposi-
c5o d lei aural, como paroco aos quo vivem
era u? o tendem ao mesmo iim de silvaga > de so-
guianca moral osocid na largo escala da
53 jurisprudent).
II
0 crime se apaga pelo castigo, pela amnis-
lia e pelo per lao do offendido.
I'elo cssligo em razio da pena : pur^uan-
10 esg itada ella, na la resta o delinquente
ao off n Jido ou d sociedade.
Pela aomistia por altasra 09s de interes-
ses de utilidaJu publica enrineuliraeale su-
periors a qualquer pena.
E pelo perdao do often Jilo por aclo de
piedadu nos crimes que affectam unlcamonte
o individuo, e ndo a sociedade.
0 p r iao p6de ser concedido ine iiatn ou
iromediatamente ao crime, pelo imperante
ou pelo offeudido ; no primei o caso versa
unic.tmento sobre a peu>. e r.o segundo so-
bre umae out-u cousa, tile a importau ia
do perJdo do often lido Jsobre o do impo-
rante, sogundo o systeraa do uossa organi-
sagdo politica.
D'aqui a consequenria que os effeitos da
amnis:ia se confun Jem com os do perdao do
offen lilo, exeepto quando estes recahirem
uivicainonte sobre a pena.
Ill
0 castigo senJo consoquencia do arbitrio
mais ou menos moderado da soci dade, e
por isso contingente, imperfeit > o receioso.
0 perdao do offendido sendo tambem con-
sequencia de did dever moral, q'ae tern por
Sm provei'.os de seguranga absoluta, e por
isso mesmo o unico meio certo e nao du-
Yidoso pelo qual p6de o offendido alcaucar
da Divindade a justi reparagao da offensa
que Hie ndo pode daro castigo coutingente.
0 castigo social pela sua contingencia se-
^ue uma de duas ; ou exacorba o pacien-
te no eiercicio da pena, ou oncoraja o am-
mo na pratica do crime por fraqueza ou ve-
xame da pena : entretanto e certo que tudo
ie acalma esaiisfaz pelo perddo do crime
ou da pona : porqnanto e impiedade privar
o delinquente dos effeitos do perddo, porqua
como disse, ?io salutaros peranto a Divin-
dade.
0 perdao nao & limita unicameutu a en-
^randecer o espirito do often lido na espe-
ranca de alcaucar a justa repararao, nao ;
o facto e" mais sublime, porque satisfaz as
duas vontades que so encarainnam ao eier-
cicio deuma viriude moral, o arrependimen-
to do aggressor e o perddo do offendido.
Ah l sem se por em jogo estas
Hocdes do direito da punir sem se ter em
consi leracdo os sentimentos de humanidade
que coroam o triumpho da justica absoluta
sobre os preccitos da terra, ba|tyrarania ear-
risca-se o principal.
0 imperante perdda de quando em quan-
do ppnas de crimes do todas as classes, e por
ventura a clemencia imperial se ebala e se
guia por outros principios quo nao sejam do
piedide para com o proximo ?
A falsa qualidade que dao d justica pu
blica e a causa de uma vez e outra ficar dis-
tante de seu grande objecto. Provocara in-
terpretg6es anomalasde origem intoiramen-
te divtrsad fonte lucida do direito, o d'ahi
vem darem d raesma justica um caracler
aren^ueiro em sua admiuistracdo sem razao
de ser.
IV
Que importa a justiga publica. sendo e
para louvar, qua o miseravel offendido nos
crimes em quo s6 effectam a sua pessoa e
ndo a sociedade, despreze a sua proteccdo
para alcancar a Divina, certa. infallivel o in
defectivel.
Nao ; nao cabo a justica bumana oppor
resistencia a actos de piedade o na mesma
importancia ao$ elfeitos salutares destes mes-
mos actos, que tocara ao delinquente por di-
reito divino e bumano.
A justica publica por esto modo seria im-
pia : porquanto importava privar o direito
?n.!.\? m 'l8d.,sPr l"ementede liberdale era profusdo, hoje quen
Liv7oS ltn0SUra-n,atoressedasuaedl que o raiseraTel offraiido nio tern liber
saivacd) alheia, uni:o e verdadeiro bem. J d,da, nio te n vontade, 4 menos que an
tntretatrto, em qje carrier persegue a louco nos luciios interrallos /
justica publica o aggressor do miseravel offen-' poi bera : ahi estd -ta fonte perenne de
iao. miseravel de raeios mundanos e ndo liber iide, a constituicio politica dizeoio
ie vontade? no art. lJl 8, queao itriparador compe-
^em o-uvida o ndo fiz de autondade pro- te perdoar, commutar ou minorar as pe-
pria ; m.s era nxne e por autorisacio do nis, e p>rvontura esta impirtante attribui-
ffn lido ; K.go o faz como protect ira do clo do podor moderador ahe-ou aquolle an-
traco contra o forte, o quo 6 muito louvavel: tigo regimen acerca do perddo do offeu-
ora, sea justica publica porsigue o delin- di lo ?
quente, ndo em seu nome como nos crimes Ndo; mas ba quern diga qua o Col
graves ; mas em nome e com autorisacfio Crim. no art. 67, alterou di'zendo que'o por"
do miseravel offendido; logo o off.mdido dao dooff^nlido antes ou dopois da sen-
perdoan lo o offensor, retirou o seu none tenca, ndo eiimird das penas era que tiver
e autonsagdo, e dispensou a proteccdo da ou possa t-r iocorridoos reos de crimes pu-
J"stl,'a' blicos ou particulares em que tiver lug*r
* accusardo por parteda ju-tica.
Mas se o miseravel offendido no caso ver- Eis o ponto de toda a c mfuiio interpre-
tente, e com:, diz a re peilavol opinido con- tativa que tern dado lugar a uma multidao
trana.-ndo hacertammte ninguem mais in- de avisos e opinidast pro e contra sem que
feliz do que ello.oentdoso resta saber quern se tenba podido firmar uma jurisprudencia
e o sou maior aggressor, se o ramisterio pu- certs, razoavel e jista, que tire do perigo
blico, o privando do uso da vontade, seu uni- os direitos do offendido e offensor, e a part-;
co e molbor thesouro, ou se s,-u primeiro dlspositiva da lei.
aggrussor, que o ferio levemento. VIII
Ah eis o caso em que o hom.;m, no, Ndo se faca disto uma quastda de capri-
meio de uma tal soc.edade, lem raelhor ra- cbo ;,mas u-na questd) de direito oriminal
zdo de preferir um suicidio ; por quodesde^m que ninguam quer perder o direito ,ie
que, no uso de todas as suas faculdades, lhe dispor hvremente de sua vontadu em ac.ao
tiram o uso da vontah; jd ndo 6 livre e s5de grac< ou titulo oneroso : quaes 3do, po
!be resta o movimento organico de uma vi^rem, os crimes que torn lugar a accusacdo
damorta, que j.i n3oaproveita asie ao pro- por parle da juslicn, como diz o citido
ximo. I art. 67?
0 perdioe seus effeitos sao tao veneran-,
dos em essoncia que, o saijio, o rico, a inu-i
Iber, o menino, o pobre, o'gnorante eia uas
choupani folgam em sua presenca.
ligoiras
FOLHETIM.
L7CBECXA SQS&ZA
HHiS DE SAANAZ
POR
I>. Tl.kuoel Fernandez y Gonzalez
QUINTA PARTE
LEONOR
XXI
EM QDB LUCRECIA SOOBL AFINAL QUE SUA
F1LHA VIVIA. .
tContinuacdo do n. 118.)
r'epois dc pdr o sobrescripto nesta carta,
cotitiouou escreveado o seguinte :
Atlmso d'E'ae, tii estavas louco, ou
;, I'.jii'Jeslo mais d tua arabicdo do que d
tua bonra, quando ousaste unir-te d
Borgia, d sacrilega, d miseravel, d infa-
u me ; a tua sorte foi igual d da todos os
SkUi outros maridos ; tenssido enganado
< villa went".' Para que te convencas de
". dc que isto nio e uma calumnia, vai d
i uma casa que fica contigua d torre da
" igreja de Smta Maria in Vado. e ahi en-
contrards Lucre:ia desesperada pela de-
v. sespiracao de sua Qlba Alexandria, de
uma forraosa menina que tern na espsdua uma cruz duplicada. Mais
ainda, encontrards tambem alii o ultimo
>< amaote da tua Lucrecia, o assassino de
mais leal dosser>idores do grande Cosar
Borgia, seu vingador.Michehlto.
Esta carta foi sobscriptada ao grio duque,
Obsorve-se atlentamente nos divertimen-
tos e lutis ruinisas do todis as class-s so-
ciies c mo se passa este pheuomeno moral:
implorado e proferido o perddo, tolas as
iras e gracejos que podera atacar a suscop-
tibilidado dos convivent-js, sdj logo sub>ti-
tuidospcla ordem da razdo, calmasera mais
restricedo que possa offender.
E entao com que fun lainento se pretende
diminuiro valor juridico e moral do fienUO
com scus effeitos, para se dar d justica pu-
blica attribjigdo q ie ndo torn, e quo alids
em prove de sua insufliciencia tem os olhos
venaados | ?
Talvez supponba-so que o sacrificio ex-
piatorio da pena publica edemaior provei-
to do que o (\o perddo; mas releva ponde-
rar que a pena, e nao o perddo, e serapre
insuffioiente para alcancar a emenda do de-
linquente.
Entretanto penso que, implorado e con-
cedido o perdao, o aggressor e offendido Q-
cam de conta justa, que e a emenda total da
divida ou erro do delinquente; pelo menos
assira c no tocantea direitosperfeitos regu-
lados pela justica coimnnlativa.
VI
Pela antiga legislacdo, nunca o soberano
perdoou sera expresso perdao do offendido:
isto mesrao refere a Ord. do L. l.T. 3.*
Diz esta lei : a era todo caso era que hou-
ver parte, nao tomarao peticdo sem se offe-
recer com 'ella perddo de todas as partes, a
que tocar. E posto que as partes digam
que ndo querem accusar ou que deixam o
feito a justica, e offerecam disto certidao,
nao lhe serao rocebi las as taes peticoes nero
as taes certidoes havidas por perddo ; mas
serd necessario trazerem expresso perddo
das partes.
Do mesmo modo, no crime de ro,orte,
era necessario o perddo do offendido, ou em
falls deste, dos parentes ate o 2." grdo para
o delinquente poder alcancar perddo do so-
berano. E se o olfeodido queria accusar
ou algum dos interessados, jd lerjdo o sobe-
rano concedido carta de perddo ao delin-
quente, dosde logo Qcava sem effeito a car-
ta de perdao e o delinquente privado de ser
resposto d liberdado. E' o que tambem
diz a citada Ord. L. 5. T. 130 3.
Regulada por este modo a materia do
perddo nos crimes particulares alids tdo con-
forme d lei natural, nunca entrou em duvi-
da quo s6 a s offeudidos interessava a pu-
nicdo delles, cabendo-lhes portanto a razdo
de dicidir.
Sem embargo, para ndo ficar ao lado a
suproma inspeccao do soberano, podia este
nao obst8nte o perddo do offendido, decre-
tar algum degredo temporario ao deliquen-
te. dado o caso de requintada perversidade ;
mas nunca burlando os effeitos salutares do
perdao do offendido.
Era assim e nunca de outro modo, que
os soberanos entondiam e mandavam guar-
dar o perdao do offendido uos crimes parti-
culares em face de uma legislacdo assds
rispida que, correspondia 'ds necessidades
de um governo absoluto, que ainda conser-
va a minoria o cit. L. 5.'
VII
Portanto causa admiraeao que entenden-
do assim os governos absolutos, onde em
presenca de suas leis tudo era vexames
terrores, b-ja entre n6s em presenca de
uma constituigdo que a cala canto derraraa
Aquelles unicaraente, em que ndo exis-
tiudo queixa ou denuncia, a justica procjde
ex-jflicio contra elle, na conformidade do
art. 13 5 da nova refor.na juiiciaria.
Mas tratando-se do farto, das offeniat
physicas leves e de outroi delictos desta na-
tureza, poderd a justica publica proceder
ex-officio som autorisa^do do offm Jido, sej r
ou ndo pessoa m seravel ?
Creio que ndo : por quanto sao crimes
que nao atacam a sociedade des ie que os
delinquentes na) sdo apanbadosem flagran-
tes ; e isto mesmo acontece, nao porque a
flagrancia altere" a natureza delles ; mas por
que o fjcto da flagrancis traz escandalo o
comsigo os'.entacdo e alarma.
Logo nao havendo flagrancia s6 atacam
o individuo como ataca n as offmsas que si
fazem no Iar domestico das familidS; por
cmsequencia a punicao delles s6 interessa
ao individuo e ndo d sociedade, sanlo quan-
do sdo imraoderadas, que e a rnedida que
marca a gravidade dos crimes publicos, par-
ticulares e policiaes.
IX
0 art. 73 do Cod. do -Proc: diz qne,
o promotor deve o qualquer do povo pdde
accusar o delinquents.
Era consequencia d z o Dr. Manoei Men-
des da Cunha Azevedo em sua obra intitu-
ladaobservacdes sobre o Cod. Crim.
que, a palavra deve de que usa a lei, ira
porta impjr ao promotor a necessidade ir-
recusavel da accusacdo, e por isso revestin-
do so de caracter publico, ndo aproveita o
perdao do offendido quer antes, quer depois
de ioieiada a accusacdo.
Muito importa a opinido de?so insigne
jurisconsulto, meu mestre e sempre credor
de minha mais grata recordacdo ; mas con-
si-lerando que na interpretacdo das leis cri-
minaes nunca so deve perder de vista os
sentimentos de bumanidade como pedra de
toque de todo o systerna penal, digo que, a
lei em nome da justica publica no interesse
de proteger os fragos do povo, fallando a
uma creatura sua o promotor, ndo podia
deixar de usar da palavra deve, do mesmo
modo que usou da palavra pode, fallando
a qualquer pessoa do povo.
Mas quem souber que as vezes as palavras
da lei dizem mais, devendo dizer menos, e
as vezes dizem menos, devendo dizer mais,
ve logo que a palavra pode refere-se ds pes-
soas idoneas do povo, e ndo ds que ado sdo :
porquanto os menores, os raiseraveis, os
loucos e os escravos sendo pessoas do povo,
comtudo ndo podera accusar o delinquente.
A exemplo, diz o art. 201 do citado co-
digo criminal : Ferir ou cortar qualquer
parte do corpo humano, ou fazer qualquer
outra offensa physica com que se cause dor
ao offendido : penas : mas ninguem dird
3ue, nesta disposicdo estd incluido o sangra-
or que sangra o enferrao ou qualquer ou-
tro operador ; eis como as palavras da lei
dizem mais, devendo dizer menos.
Se uma lei probibir a exportacdo de gado
para que o povo nio venha a soffrer neces-
sidade, e claro que quem exportar carne a
tem violado, embora a lei ndo fallasse de
exportacdo de carne ; porque o povo vird a
soffrer a necessidade que quiz evitar.
E' tambem como as palavas da lei dizem
menos, devendo dizer mais; porera nem por
isso a lei perde a sua execucdo ; regula-se
pelos motivos e sentido delta : porquanto
em presenca delles cessam as suas letras.
Diz ainda aquelle notavel jurisconsulto
que, iudependente d'autorisacdo do offendi-
do, deve o promotor fazer accusacdo, como
quem faz da palavra deve, um fundamento
e Michelotto, pagando a despeza que fizera,
sahio da taverna.
Ia perfeitamente disfargado era gentil ho-
raem do Ferrara.
Dirigio-se, quasi correndo para o palacio
ducal, chegoualli, entrou e disse d um dos
soldados da guarda, do modo mais natural
do mundo :
Immediatamente e em servico do grdo-
duque, entregue esta carta d sua alteza.
E, tomando pelo fundo do pateo, subio
por uma escada de servico aos aposentos de
Buotti.
Aproximou-se da porta, metteu a carta
por baixo della e bateu tres pancadas com o
cabo do punhal que levava na mao.
. Quem e ? perguntou com mdo humor
Buotti.
Recolbe essa carta, meu velbo tonto,
e adeus.
E fugio.
Quando Buotti, que reconbecera a voz de.
Michelotto, abrio a porta, jd este tinhades-.
apparecido.
0 velbo esbirro apanbou a carta, dirigio-
se aos aposentos da gri-duqueza e encontrou
Lucrecia, meditabunda e triste.
Minba sennora, disse elle, aqui estd
uma carta que o mal-iito do Michelotto a-
caba de me entregar por baixo da porta do
meu qu>rto. .
Michelotto I exclamou Lucrecia. Sem-!
pre esse bomem E iirou a carta das mdos dc Buotti "
Depois de a ler, aoluiu um gritu c bra-
dou : '
D&pressa, iiepte-14 para rneacoinp.a-
IliioIOS. i
Mas, iliiiba seuuora, uioJile vossa al
de prim >r para mostrar que o perddo nem
de love assorabra o exercicio do promotor.
Mas para mostrar que est s fundamento nio
resolve a questdo vertente, e qae nio passa
de um i subtdeza, basta ponderar que, so
doscubro qualidale para uma nwa qmstio
de direito, e por h perde a razdj de de-
cidir.
E' tambem argumento do mosno escrip-
tor, diz-mio, que, assim como o p rdio do
filho off.ju li lo ndo priva o pii de proseguir
na accusacdo do offonsor, asim tarabjm o
perddo'do offendido miseravul ndoexclue o
promotor.
1'eco venia para diz .t que c fraco este
argumento: pirquauto ao pai so cibj accu-
sar o aggressor do fiibo sendo menor, e um
nenor ndo tem a faculdado de qii'n-r ou
deixar de querer livremenle como tem o
miseravel off ndido sendo maior ; por con-
seqi quelle illustradu esprlto nio flood bom con
vencido de sua respeitavel opinid k
Eu, porera, servindo-me desta mesma
f irm t d'arg.imonUciio digo quo, assim eorao
a palvra pidi nao ten to la extensao que
inostram as su is letras, assira timb^.n a pi
lavra deoe nao ob.-iga a terceiros l^in do
promoto para qu ; se venlM concluir a ne
cessidade do nao podjr ser obstado o seu
exercicij pelo perdao 1
P-)r este moloe evideuVe que a piiavra
devs s6 ubiigi ao promotor, assim co,no a
lei obfiga ao p 'rddo ao pn>.notor e a todos-
que pr fessjm a religiao ebrista ; logoba
duas leis obrigan-io ao mesmo terap<>.
A esto respeito ba o sogfoj*te: quan-
do duas leis obrigara ao ntestno te^npo-, e-
ndo e p >ssivel satisfazer a a-mt>i> junta nen-
te, se dove curaprir a raais|{orte, omittida
a maisfraca.
Ora, a mais forte, dizem os A. A.-, e a lei
natural co.uparada com a divina, p>sitiva ;
esta co.nparada eom a humaaa ; a que raau-
da u na virtudosuperior, com a qu<- man-
da u;na inferior ; a neg*iva c m a pwiti-
va ; porque sao principios reguhdoros dos
doveres do horaera noraoJo do satisfazol-as
uo caso de c dlisao.
Creio que ndo se conlestard- do boa fe que,
o perdao e acto lie virtude superior ao casti-
go humano, quo alidi pela sua contiiijn-
cia podo comprometer esta roes na virtu Jo
que cabo a todos.
Ora, se ndo temosoutros principio>regu-
ladores de nossas accoas, <1a 1 > o C'iso de
ndo po lermos salisfazer dous devercs ao
mesrao tempo, como poifrnd') devemos a-
bracar o perdao e omittir accusacdo do pro-
motor, jd impertinente sem saboioria de-
pois dell'i :'
Alem disto ndo ha no ci-ado coJigo nem
era outra lei drsposicao alguma que diga
que, indepeudente d'autorisagdo do offendi-
dido, deve o promotor accusar o> offensor,
nem tao pouco;dizendoque, iniciada a acca-
sacao, nd> vallia o perddo do offendido.
Quando muito se poderd dizer quo a lei
e duvidosa, e neste caso, segundo a rtgra
geral de direito, so deve resolves, pelo modo
que for mais favorecido. Portanto penso
que peccando contra estes principios a res-
peitavel opinido coutrana, ndo deve ser ro-
cebida como verda^leira.
Jodo da Siheira lioryes Tao&ra,
Procurator dos presos pobres.
aicoolicas, e desm jralisjndo-os, os abatiara
e .leslruian.
Os g-ntios res'stiram com dunodo aos
iuvasores. Travou-se o pleito por toda a
parte. Custou rios de saogue, sicificios
de muitas vidas, a conquista do Mexico
por Cortex, a do Peru por Pizarrj. Solis,
o descobn 1 r do Rio da Prata, morreu a
frecliadas. Ayola que primeiro se apossou
do Toraguay, ndo escapou ao tacape gentio.
Ponce de Leon, descob'ridor do P -rto Rico,
Garay, no Rio Paraguay,. Lassalle, no Caha-
dd, Corte Real no norto, Magalbies nas
terr.s por elh patenteadas ao mundo, Sou-
to no Mississipi, quantas nobres victiraasl
Portugfff; de dozs do latarios com quem
D. Jodo Hi reptirtio o solo brasileir para,
corno feudo, o possuirem, povoareirr e co-
louisarem, perdu j dous a^s g dpes crueis
dos geutios, Vasco Fernando C utiubo, da
Babia, e Ay res da Cun.ia, do norte. Feli-
z s, ndo de todo. mas- relativwftonte, so
dous donatarios, Duarte C eiba, de Per-
itambuco, e Martini' Motvw, do S, Viceute*,
Os outros restant-s despenderam no s6lo
brasileiro tudo quanto possuia:y tudo
quanto praticaram foi destpuido pefcs gen-
Hm ; is vezes, as sombris da noite, ao
aaa-ibjri araeagador do guerreiro indigena ;
ora por surpresa nas propria* povo^oes.
iv>s templos dnrante-os sacriQcios divinos :
lutas consiantes, p?riini/. >s, sanguinolen-
tas. O primeiro bispo- do Bfasil. o reve
retvio Pedro Sardiuba, em & Miguel-das
Alagdus, soffreu o martyrio-S mdos barba-
ra* dos Caettes.
Dos jesuita o missionarios empreg*los,
oh?'ndo se contain quasi as victimas pela
sua quintidade: Os. portuguexes, fra i.:tes
e beapanhoeS) no Brasil, no Carwdd. no Rio
la Ifi-ata-, os empregarjmoomi> senuneSlas
avancadas da civiisagio e da reiigiao..
Ao lado do guerreiro. adiauto mesmp,
pirtia o jesoita, expoudo-se d raorte, a 8a-
LrTTERATURA,
teza que esse miseravel pode estar espe-
rando.
Ndo me espera, ndo, exclamou Lu-
crecia Cora de si. Quem espera e minha
filha / Vamos, aviate.
E Lucrecia, tremula e aterrada, sahio do
seu quarto, entrou n'outro aposeato, abrio
um armario e tirou um manto, um chapeo,
um punhal que escondeu no seio.
Depois esperou impaciente a volta de
Buotti.
Sigamos agora Michelotto ; mas antes dis-
so occupemo-nos de Astolpho.
0 mancebo acompanbara o cadaver de
Tonetta a igreja de S. Benedicto, pagara a
sepultura e passara a noite sentado d porta
da igreja.
No dia seguinte, fez o seguinte racio*
cinio :
Nio e proprio d'um christio succum-
bir d dor, e devo tratar da minha conser-
vacdo, que assim o manda Deus. Mas para
onde hei de ir T Ah / aquelle tal Sr. Buotti
i quem fallei hontem, parece um excellente
bomem ; porque nio irei pedir-Ibe hospita-
lidade por uma noite, visto que ndo tenbo
dinheiro nenbutu ? Estd dito, vou ; alem
disso, a grd-Juqueza, quando a acompa-
nhei na ida e na volta, mostrou-se muito
affavel commig.), e prometteu tomarme ao
seu servico. Oh / que formosa senhora .'
E dirigio-se para o palacio ducal. Quan-
do cbegou d porta, sabia precipitadaraente
um bomem que esbarrou violentaraente
com elle.
Que te leve o diabo / exclamou aquel-
le que sahia.
Sr." de Bancamp / Michelotto I bradou
A-.tolpho recoubecendo o pela voz.
Cyenfea*eneiaa litterariaa
DISCURSO 1'ROKKIUIk) PELO COHSELUElKO J.
M. PEREIRA DA SILVA, NA REUJlAO DE 26
DE AI1UI1. OE 1374.
Quarto, conforencia.
(Continuacdo)
Os francezes na Carolina fundarara uma
fortaleza, por intormodio de Hibault. Os
hospanhoos a assaltam e enforcara, pendu-
rados em arvores os prisioneiros todos com
um distico escripto atado ds cabecas Mor-
tos ndo por serem francezes, mas por se-
rein hereges Voltam os francezes oom-
mandados por Gourgues, rostauram o seu
forte, enforcara igualraente e nas mesmas
arvores os prisiouoiros hespanboes, Qxando-
Ihes tambem um distico : Mortos, ndo por
serem hespanhoes, mas por serem assassi-
nos.
E como os acolberam os gentios america-
nos f Prostrando-se, reconhecendo-os seus
superiores ? Ndo. Muitas tribus pacifi-
cas curvarara se cortadas de susto. Mas os
iuvasores todos as trataram com barbaria,
crueza, deshuraanidado. Os hespanboes so
queriam ouro, prata, metaes preciosos. 0
Peru, o Chile, o Mexico deviam offerecer-
Ihes minas, os gentios trabalharem ate so fi-
narem a arrancar de suas veias o ambicio-
nado elemento. Os portuguezes exigiam
mercadorias. pdo brasil, e os gentios devi-
am ser instruments da lavrura. Os ingle-
zes e hollan'dezes afugentavam os g-ntios
para os sertoes, como entes diversos, ndo
querendo ter com elles contacto. Os fran-
cezes traficavam em reliquias e bebidas
tb'Cnisar geotiu
Fomes, sedes, persguic6es de toda a es-
pecie, sup^rtavara, promiveulo a grao-
diosa ideia do charaar d viJa- social e ao
catliolicismo- tautas aagoes non-ides, que
vivium como animies bravios nos seios das
florestas, sera conliecerem artes ou industraas
humanas. A massa- pesada dos gentios,
suas flexas envenenadas, arranoaram tantas
vidas de jesuitas, alii, nos deserlos, sem
glorii nem piedado V. Expunham se d
norte os fijh.)s da-Saato Iguacio com a mais
beroica tranquiilidade, alii, onde ella deria
ser-lbes bom dolorosa, porqp) d agoiia
raltavam consolos. praotos para os cadavjres,
terra santa para as sepulturas 1 ( mnito bem,
bravos.)
Foram os gentio*. doraados pe'os portu-
guezrs, francezes, hollandeises e ingleaes, i
forca de armas, o tambem & custa de per-
suacdo, e accorajnodacdes- pacificas \. pelos
hespanbo-'S truciiados ate nao ousarera raais
resistir. Os quose uao sujeitaram, acolhe-
ra n-se to brenias interiores, escapando as '
vistas, e pesquizas dos insasores.
E as guerras. ci.vis que entre sL proprio.
travaar.n os hcspanh6es-1 Pedrarias manda
deeapilar Vasao Xunes de Balboa, o aulaz
descobridor dD mar Pacifico. Os Pizaraos
assassinara Admargos, o domador do Chile.
Pagarara um na fcuca, e o outro d ponla
do punhal o attentado commettido contra
seu companbeiro de armas. Muilos dos
hordes d'essas emprezas gigantescas tentadas
contra a America, defiuharam na m&eria o
abandono, por intrigas, que do suas proprias
conquistas partira n para os compsoraetteit
peranto seos governos, o abi estd o exemp'o.
na peuuria e- desispero eui que acaUaraiB
Cortez, Ojeda e o propfio Colombo 1
Ndo devoria a noticia das riquezas da A-
morica incitar igualraente os europeus ma-
levolos, que ndo poderam ser nolla empre-
gados ogalmentepelos sem governos? Com-
mottiam^se somente expedicoes mandadas
pelas autoridades metropolitanas ?
Ob que nao dosgracaraente A escoria
das sociedades europeas, essas fezes, qu>i
envergonham e infamam todas as nacoes,
ontenderam que assira corao na terra se
formara quadrilbas.de salteadores para rou
barera e assassinarem os viajantes, podiam-
se ellas crear nos mares, e os varrerem e
espantarem com suas correrias atrozes.
Corsarios, piratas, facinoras so atiraram
aos mares, em embargoes adrede arraDJa-
das. Particularmente inglezes, flamengos e
francezes, acoutaram e depredaram extraor-
dinariaraeate. Batiam-so ate com frotas
regulares armadas. Tomaram centro de
suas depredagoes varias ilhas do golfo do
Mexico. Chamarara-se, reunindo so em
sociedades, irrados de coslella, flibusteiros,
e pir toda a parte navegavam, espiando
presas, tomando navios, apoderando so de
ricos thesoaros e assassinando as tripola-
coes. Os hespanboes e portuguezes foram
as principaes victimas de seus feitos hedion-
dos. 0; productos, o ouro, a prata da A-
merica tornaram-se seus despojos de guerra.
Um francez, Jacques Sore, aprezou um
navio portuguoz que trazia ao Brasil 39 je-
suitas, d cuja frente se achava o padre
Ouviado estas, palavras, Michelotto, por
que era elle, forcpu a marcha, e se a noite
estivesse escurajteria escapado ; infelizmen-
te o luar estava clarissimo.
Astolpho achou-S3 curado de repente da
sua febre, da su farqueza, da sua dor, e,
sentindo crescer a sua sede de vinganga,
correu sobre Michelotto resolvido a coze-lo
a estocadas logo que o alcancasse.
Micheloto corria na direccio da rua do
P5.
Ah I exclamou Astolpho, lavas-me para
o sitio onde sucumbio a tua victima ? Melhor.
E continuou a correr a p6z Micheloto,
3ue afrouxara a caireira e saltou para dentro
e um terreno resguardado por am pequeno
tapume de madeira.
Aquelle terreno ia dar d uma igreja de es
tylo gothico. Era a igreja de S. Benedicto,
e por um dos vidros brilbava o debil reflexo
da lampada do presbyterio.
No chio via-so ainda a superficie remo-
vida das covas de Ariosto e de Tonetta.
Michelotto nio fugira de Ast dpho por
modo, mas porque receidra nio ser seguido
s6 pelo mancebo.
Quando se convenceu de que'apenas o se-
guiaura bomem, preferiu parar e espera-lo
n'um lugar soiitario.
Astolpln avancou para Michelotto, e,
,qa'u;;J., i.-iava proximo d'elle, puxou da
CSp.i'i.i i' ilLvie.
pt^'ciid^-se!
Ab es tu, Astoipho ? icplicou Mi< iio-
lotto, soltando uma gnrgallnda. Queres
qae me defenda de ti ? Estds louco m>u
rapaz?
Defenda-se ou o cozo a estocadas, re-
ptlio Astolpho crescendo para elle.
iguacio de Azevedo, nas alturas da ilha da*
Palm i. Todo os filhos de Santo Ignscio.
toda a tripolacio, foram pasaados a fio de
espada, Outro pirata, encontrando a fro-
ta era que- de Lisbda se dirigia para a Babia
o seguado governad r nomeado, D. Luix
de Vasconcellos, nem a vida do proprio
governador poupou, e o oceano flora coa-
Ihado de cadaveres I
Quantos episodios ioteressantes se depa-
rara nas pigin briinento, posse e conquis'.a das Americas
para o futuro poeta, para o romancista ins-
pirado, que pretender sacar dos annaes do-
p issado dramas, e narracpes cbeias de mo-
vimento, de vidi, de peripecias s ngnuitas
e coramovedoras I
E qmrolo raiou a epoca propria da
emancipacao das col nias, quando os ame-
rieanos descendentes dos enropeus, enteri
tderara que era chegado o tempo' de se go-
verwrem por si, quandu trav jram as Intas
terriveis da ski in lependencia, que eom-
bates e guerras igualmente snngurnolen.as I
A ii>lependenia fez-se, priineiramente,
14m cobui.is ingleza em 97T6 ; depois das
outras partes da> America, cads urns a sen
Mi nio. J<5 no seeulo XVI linhara os- hol-
l.indezes abamlorMdo suas posses, res4ando-
ili'-s apenas Surinon e pequenas iluas ; no
Se ulo XVftos franc zes, guarlando somen-
te a Guyaona, e al^umas ilbas- como Gua-
det'pp u Mzrfnica ; na mesma rea os ingle-
zos-, reservando para si o Cana-ld e o norte
da America,, porque estes pw nao qui-
zerm n-rai querem per ora ser maVpanden-
tes, e not pedaco's da lln\ inua., e a ilha de
Jamaica. Os bespaiib6es perderara suas-
possessois americanas' de 1810 em diante,
seguracido ainda todftviaas ilbas de Cub
e Porto Rico. Os portuguezes- em' 1898;
sim,. em 180% tivera-ra de ver naseida a
ernaraeipacao- do Brazil^ 6 nem um pal mo
de terra I tie- ficou de- suas at-togas colo-
nias americanas.
As r;/Ionia* inglezes- formara* uma re-
publiixt, log> ao prmcipio ; reiMNram-se os
varies Estad is-, e tanto tem prosperad > que
ndo so se coaservarara sempre uaidas, co-
mo aogmentaram posteriorraente seu terri-
torio- por mem de corapfas e guerras ; o Ca-
nada as nao quiz acorapanhar nainlepen-
dencia p >r ser povoaifc de franeeies sujei*
tos a inglezes-, e de inglezes metropolitanos,.
e tevem serapre vivido separados dos seas
vizinbos do sul, dos quaes era-n em extre-
>iio ciosos. 0>Brazil eontinuou. com-insti-
toi-joes monarchic :s, guardando sempre
mu corpo inteiric sem que se desiakasse
de um pakno de terra. As colonias hes-
panholas que erm tbvidas era qiutro vice-
reinados bespanh6es>. retalbarara-se em
muitas e pequenas republican, que quasi
sempre tem sido victimas da aoarebias e
dictaduras, sem que- tenhara podido. attin-
g r d tranquiilidade dos Estados- Unidos da
Americi do Norte.
Dond* provera esse resultado ? E* uma
questdo- interessante a debater, e roe parece
facillima de resolver.
0 espirito republicauo era o. proprio das
colonias inglez-s. Po Je-se dizer que os Es
tadus que obedeciam a tifavBnrtanha, vn-
viara jd republicanaraeute, com todas as.
libordades civia, caraaras raianicipaes,. a
asserableas proprias, costumes, indols, o
teadencias liberaes, gdvecnoa por si mes-
rio eloitos, liberdades de conseieucia, Uber-
Ldade politica, liberdade de iraprensa, liber-
dade de ensino, libetfdades civis e indivi-
duaes. Na passagem da colonia i. nacii>
emancipada ndo houvo abalo nos espiritos,
nas leis, e nem nos costumes. Estavatu
educados para a liberdade republicana.
Formou cada Estado suas instituigoes,
e uma lei goral ederauva ligou seus mera-
bros politicamente nfl:n de forraarem uma
s6 nagdo.
Ahi foi o espirito republican o santelmo
da nova iwao, porque ella possuia para
instituicoos republicanas todas as qualidades
e virtudes proprias, toda a educagdo e cos-
tumes e indole adoptadas para este regimem
Rvro.
No Brazil foi o espirito m raarchieo. que
eonlinuando no espirito e coragdo do povo,
tornou-o uma so nagdo.
At instituigoes sociaes ndo se improvisam
nos gabenetes d )s sabios, -o nem nas assem-
bleas dos legisladores. Para durarem ca-
recera de estar enraizadas nos usos, na
educacdo, nas tentencias, na alma do povo.
( Muilos apoiados. j De outra sorte desap-
parecem como o sonho do poeta. ( Muito
bem.)
Old I parece-me que dizes isso a serio,
e serd necessario tirar-te a espada da mdo,
e applicar-te alguns agoites para te ensinar.
Vamos, infame, disse Astolpho, vendo
que Michelotto se agachava como o tigre,
deixa-te de picardias, porque para mim
valem pouco as tuas astucias.
E cabiu a fundo sobre Michelotto, (eria-
do-o no hombro esquerdo.
Michelotto soltou um nigido de colera,
e exclamou:
Ah tu queres T pois bem, estas tres
gotas de sangue qae me tiraste do corpo,
vais paga-las com a'vida.
E precipitou-se sohre Astolpho, que pa-
rou a estocada e ripostou.
Michelotto sentio o ferro na face direita,
e logo uma cutilada no hombro esquerdo.
0 combate continuou renhido o em bre-
ve Michelotto levou outra cut lada na ca-
beca.
Ah / exclamou elle, tens menos'annos
do que eu e es mais ligeiro.
Silencio, infame I disse Astolpho.
E cahindo a fundo, jogou uma estocada
que entrou pela bocca de Michelotto.
Este cahi redonodamonte no chio.
Estava morto.
Astolpho limpou a espada, sahio das rui-
nas, dirigio- trou na cazinha q ie habitava com Tonet-
ta.
XXIII
QLE E 0 ULTIMO d'eSTA VER1DICA HISTOMA.
Gabriel voltou para-casa, procu'rou Pan
lo inutilm-Mite, e encontrou a porta do jr
dim abarla. Comprehondeu logo tvm el|e
fugira, e hs'i inquietou-o, tem'Mdo pela s^T
te Jo mancebo.
Um paiz, um povo, ndo se adapa a ins-
tituigoes para que ndo esteja preparado pelo
tempi, pelos costumes, pelas tendencies do
espirito, qela educagdo. Todas as institui-
goes sao boas quando possuem estes reqai-
sitos. Todas sdo mds, se estio era con-
tradigdo com a natureza dos homens que
tem de ser por eilas governados. ( Muio
bem.)
(Continuar-se-ha. 1
Paulo nao fugira da casa de seu pai, por
amor de Leonor, mas sim impellido por
um terror supersticioso.
Sabi-ia a razdo da fuga de Paulo, siga-
raolo, ou antes a Lazaro Casca, que o se-
guia.
Este alcangou-o d entrada da rua de Po-
destd e disse lhe :
Old, cavalleiro d'Arnesteville I
Paulo, que, dominado ainda pelo seu
terror, Ddo notdra que o seguiara, volton-se
brucamente, vendo qne se ndo tratava d'um
espectro, mas sim d'ura bomem, e como
os homens lhe nio raettiam medo, lerou
a mdo d espada.
Alto Id, senhor, disse Lazaro, olheque
se trata de um amigo.
Ah ( tu : exclamou Paulo com co-
lera. Tu, o assassino de meu pai I
Ndo fui eu, senhor, disse Lazaro I a*
fugi n'a quell a noite de casa do pobre Sr.
d'Arnesteville, d quem Deus tenba, foi pa-
ra que me nio imputassera a sua morte.
A causa d'ella foi seu tio o Sr. Pedro de
Boncamp.
Porque nio dizes Michelotto, misera-
vel r
Pois seja, Micbelotlo ; a verdade e que
n6s nio tivemos culpa alguma. Michelotto
4 ura lobo, que cada dia sd vai tornaudo
raais feroz, ao pont i do *ua propria filha
ter medo d'ello.
I>. Leonor e filha d'rsse in.ame ? *
Certainonte que sm.
Ten a cert-'za disso t
(Conlinuar-se ha.)

.


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