Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17964


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Full Text
ANNO L. MJMERO 127
iT8f
FARA A CAPITAL B LUG ABES 0\DK Vl SB PAG A
Por tree raezes adiantados................ 69000
for seis ditos idem.................. liJJOOO
for um anno idem................ S4JW00
Cada oamero avulso................. 982Q
SABBADO 6 DE JUWJO DE 1874 ?
" ii i.
PAB A DEVIRO E FOR A DA PBOWVCIA.
Por tre. mazes adiantados................ 69750
Pot >eis ditos idem ............... is*^
Por note ditos idem................. 90MB0
Por urn.anno idem.................. ST|O00
. i
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUEIRCA DE FARM FILHOS.
*..-Gerardo Antoznc *, A Ftlhoa,no Par., to*** d Pinto. 00 Maranhdo ; Joaquim Jo* de Oliveira* Filno. noWij Antonio de Lemo. Bra*a. no Aracaty Joao M.ri. Jalio flu*, no As,*; Antonio Marque, da Sil*a.woHaUl Jorf Jo**.
Pere.r. d'Almeida, em Mamanguape Carlos Anxencio Monteiro da Franca, Parahvb. Antonio Jo* Gome*,na ViU.da Penhaj Be'armino do. Santo. Balclo, em S*> Antio ; Domingo. Jo* da CostaBraga. ecHattreth,
__________________________________________Antonio Ffcrreira de Aguiar.em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Pilar da. Alagoa.; Alve. 4 C, na B&hia; -e Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Govern* du provincia.
EXPKDltNTi DO DIA 26 DL KB\ tltEIRO DE 1874.
/.* teegi'to.
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.Sirva se V. Exc. de ni.iud.ir pur em liber-
dade o racruta Fortun ilo Francisco Perreira, qua
provou ser iilho uaicu de mulber viuva.
Aomesuio. -Sirva-se V. Exc. de remelter
para a corte no vapor Cruzeiro do Sul, si liver
dido jalgado apto para o servieo do exercito, o re
cruta Isachias Bernardo du Oliveira, para o que
iicara expedidas as necessarias ordens.
Ao capitio do porto. Deferindo o rejueri-
roeoto de H. Lundgren, consignatario do brigue
sueco Esiiteralda, sobre que versa a sua informa-
cao desta data, .sob n. 28, aui.r.so V. S. a perjiii-
lir que o refortdo brigue possa amarrar e carre-
gar no lugar da franquia, proyim > ao pbarol da
barra.
2.' secciij.
Acto :
0 pre^d-nte da proviuc.a, ulteudeudo ao
quo requerau o tenenle quartel-mostre do 5* ba-
talhao da infantaria da guarda nacional do muni-
cipio de S. Jose de Mipibti, Ja provincia do Rio
Grande do Norle, Luiz Fernaud,-s Torres Marinho,
resolve, de eoaforraidade com o disposto no artigo
4S do decreto n. 1130, de 12 de niareo de 1833,
desisnar o ('' batalhao da masma guarda nacio-
nal deste muDicipio para Qcar a ella aggregado o
dito lenente quartel-niestre.
Officios :
Ao Dr. chefe de poiicia. Couformandj-rae
com o parecer da tbesonraria provincial em offl-
cio de 20 do correute, n. 100, aeerca de despezas
cum enterramentos de presos pabres, resp >udo o
offlcio de V. S., de 5 de Janeiro ultimo, declarando-
ihe que as manicipalidades cumpre proraover des-
pezas daquella ordem, como fez a camara munici-
pal do Limoeiro com o enlerramenlo de Amancio
de Almeida .Nunes, de que irala V. S. jio seu cita-
do offlcio. '
Ao comrnandan e do corpo de poiicia.BsUn
do impossibilitado de continual' no servieo desse
corps Jose Joaquim Daarte, praca da respecliva
5* corapanhia, mande Vmc. dar-llie baixa, como
solicita em seu offlcio de i'-i do correnle, sob
n. 92.
3' seccao.
Acto :
0 presideute da provincia resolve nomear o
bacharel Joao Baptista Gitirana para exercer in
terinamente o lugar de fiscai da collectoria do
municipio de Paimares, duraut: o tempo em que
estiver o respective fiscal com assanto na astern-
Llea legislativa provincial.
Offlcios:
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
Sirva-se V S. de mandar ajustar contas e pa3sar
puias de soL'ftjrrimento aos offleiaes do 9 batalhao
da infaiitaria, que vao dejtacar n j presidio de Fer-
nando de Xoronha.
Ao mesmo. Ao 2 clrurgiio Jo corpo de
saude do exercilo, Dr. Luiz Jose Correa de Sa,
que segue para a provincia da Parabyba, onde
vai sorvir em virtude das ordeus imperiaes, mande
V. S. ajustar contas e passar guia de sascorri-
mento.
Ao raesmo.Tendo o urumoior poblico da
comarca de falmares, bacbare! Ernesto Vieira de
Mello, deixado o exercicio de sou cargo a 25 do
correnle, para tonar assenlo na assemblea legis-
lativa desta provincia; assim o commonfeo a V. S.
para os tins convenient.
Ao mesmo.Constaudo de participacSo de
21 do corrento do promitor publioo da comarca
do Bouito, bacharel Jose Maria da Araujo, ter elle
naquella data entrado uo gozo da licenca que
obteve a 10 do corrente, para tratar de sua saude;
aim o communico a V. S para os Gns couve-
nieales.
Ao mesmo. -Tendo o juiz municipal do ter-
mo do Exu, bacharel Candido Alves Machado, a
27 de Janeiro ultimo entrado uo gozo da licenca
que the foi coucedida a 11 de setembro do anno
proximo passado; assim o communico a V. S.
! ira os Gns convementes.
Ao raesmo.No dia 27 de Janeiro ultimo
cutrou no gozo da Itcjnca, quellie loi concedida a
6 de novembru do anno proximo passado, o ad-
jnncto do promoter publics da comarca de Ouri-
cunr, Cesario de Suuza Le3o ; o quo communico
a V. S. para os Gns convenient a.
j Ao inspector da thesouraria provincial.
Approvo a arremaUcao feita por Alexandre da
Motta Couto, para exercoc^o dos reparos da ponte
daEscada, orcados em 1:384^000, mediante o aba-
te de 17 */; Gca deste modo respondido o offlcio
de Vmc,, de 20 do corrente, sob n. 98.
Ao mesmo.Ao padre Jose Modesto Pereira
de Brito mande Vmc. pagar a quantia de 75 J000,
correspondente a 6 mezes de aluguel da casa que
.serve de cadeia na villa do Exu, a contar de iulho
a dezembro do anno passado, como se ve do aocu-
manto junto.
4.' UCC&0.
Acto :
0 presidenle da provincia, attendendo ao que
requereu Maria Isabel Lin-, professora publica de
instrucgao pi iraaria da cadeira da cidade do Rio
Formoso, em vista das informacoes do director
geral da instrncgao publica e do inspector da the-
Mjararia provincial, e da lei n. 369, de 18 de maio
de 1855, resolve conceder-lhe jubilac,5o com os
vencimentosa que tiverdireito, per contar niais de
33 annos de effectivo exercici) do magisterio.
5* sectfi-o.
Actos:
0 presidents da provincia resolve aposentar
o ijudaute do ungenheiro chafe da reparticao das
obras publicas, Manoel Loureuco de Mattos, e o
condaetor secretario da mesma reparticio, Feli-
ciano Rodngues da Silva, com >m vencimentos cor-
rAspoodentes ao tempo que contarem de ser-
v;a.
0 presidents da provincia resolve, de confor-
midade com < novo regulamento da reparticao
das obras publicas, nomear para o lugar de eng<-
nueiro da mesma reparticao o conductor Felix
iiamos Lieutier, e para o de conductor, vago pela
iposentadoria de Feliciano Rodrigues da Silva, o
praticante Mantel da Costa Penira.
k 0 presideute da provincia resolve nomear
para a reparticao das obras publicas : de.-enhista,
o praticante Henrique de Miranda; 1* cscriptu-
rio, o escrevente Joao Joapiim do Siquoira Vare-
eo: If escriptjrario, o esnevente JoioCesario de
elio; 3" p?cripi!irarin. o 'creveate FVederiso
August Neiva Junior.
Opresfdea'e paraopp'-. los.os sns
ervic(, os pMlieantos Djirflcio Cavalcaale Ponce
de Leon, Jose Ldsfo dfl Albuquerque Mello, Justi
niano Jose da Costa e Mau^l Tobias do Rego \l-
fcui|aerqu-, visto terem silo extinctos esses luga
re*, com o novo regulamento da reparticao das
obras uablicas ; Qcan to e.-^ta ultimo addido aquella
reparticai ate qua c-jneloa a escripturacao a -eu
cargo, coutiouando a perceber os vencimentos que
Mia
Portarias:
Os Srs. ,'igentes da coropanhia brasileira de
navegacao a vapor mandem trausportar a cflrte.
por conta do ministerio da guerra, na vapor Cru-
zerro ao Sul, o recruta Izachias Bernardo de J.i-
veira.
O Sr. gerente ita cumpauhia pernambucana
mande dar pas.-ageut y a a provincia da Para-
hyba, \> >r cunU que tern de .eguir para o norte, ao 2* cirurgiao
do corpo de saude do exercilo, Dr. Luia Jose Cor-
reia de Sa, que vai servir na gaarnicao da masraa
proviocia, e bum assim a famiha do mesmo dout >r,
composta de sua Sra., D. Maria Urania Camara.
Correia de Sa, e de 9 Glhos de um a dezoito annos
de idade.
0 St. gerente da corapanhia pernambucana
f.n;a transporiar ao presidio de Fernando de Nor >-
nha^ onde vai cumprir a sentenja de um anno de
prisan, a que fora conlemoado, o alferes do 9 ba-
talhi" dc infant;-.ria Francisco Marques de Olivei-
ra Jrilo, e bem assim a mulber a tres filhos do
mesmo official.
0 Sr. gorente da corapanhia pornambucana
mande transp irtar ao presidio de Fernando de No-
ronha n destacamento do 9* ba'.al ;ao de infantaria,
que vai render o do 2' da mesma, e bem assim as
familias dos offleiaes e pracas do relerido destaca-
inento e as respectivas bagagens
EXPEDIFSTE DO SECRETARIO.
/. seccao.
Offlcios:
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas. De orOem do Exm. Sr. presidenle da pro
vincia, communico a V. Exc, em resposta ao seu
offlcio de 25 do cr.rrente, sob n 16i, que Beam ex-
pedidas as convenientes ordens, nao so para serem
tran.'portados a Parahyba no primeiro vapor da
corapanhia pernambucana o 2- cirurgiao do corpo
de sadde do exercilo, Dr. Luiz Jose Correia de Sa
e sa familia, mas tambem para que ao raesmo
dontor se ajuste contas e passe gaia de soccorri-
raento.
Ao mesmo.-Sua Exc. o Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. Exc, em resposla
aos teas officios de hontem datados, sob ns. 163 e
MS, que Gcam expedidas a necessarias ordens
para serem transportados ao presidio de Fernando
os oflhiaes, pra^asj familias a bagtgem, de que
tratam os cirados offlcios.
2.' seccao.
Offlcios :
ao commandante superi ir do Recife. 0 Exm.
Sr. presideute da provincia manda communicara
V. S. que. por portaria desta data designa o 6* ba-
talhaa de infantaria da guarda nacional deste mu
nicipio para ficar a elie aggregado Luia Fernandas
Torres Marinho, tenente quartet meslre do 5" ba-
talhao de infantaria da guarda nacional da provin-
cia do Rio Grande do Norte.
Ao juiz municipal do termo do Exu, bacha
rel Candido Alves Machado. 0 Exm. Sr. presiden
te da provincia manda aceusar o recebimento do
offlcio da V. S., de 27 de Janeiro ultimo, comrau-
nicando qua n'aquoila data entrou no gozo da li-
cenca qio Ibe foi concedida por portaria de 11 de
setembro proxime passado
Ao bacharel Ernesto Vieira de Mello.-0
Exm. Sr. presidente da provincia manda aceusar
o recebimento do offlcio de V. S., de 25 do corren-
te, participando ter naquella data deixado o exer-
cicio do caqgi> de promotor pnblico da comarca de
Paimares para tomar assento na assamblea legis-
lativa desta provinela.k
Ao promotor puniico da comarca do Bonlto.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda ac-
eusar o recerimento do' offlcio de V. S., de 21 do
corrente, coramunicando ter naquella data entrado
no gozo da licenca que I he foi concedida para tra-
tar de sua saude.
Ao promotor publico adjunlo da comarca de
Ouricury.-O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aceusar o recebimento do offlcio deV. S.,
de 27 de Janeiro ultimo, participando que naqnella
data principiou a gozar da licenca que Ibe foi con-
cedida a 6 do novembro do anno proximo pas-
sado.
3.* seccao.
Offlcio: ..^j-
Ao inspjetor da thesouraria provincial.Sua
Exc. o Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S., para seu conhecimento e devidos Bns, que
por acto de hoje foi nomeado o bacharel Joao Bap-
tista Gitirana para oxercer interinamente o lugar
de fiscal da collectoria provincial do municipio de
Paimares.
5.' secc&o.
Offlcios :
Ao engenheiro chefa da reparticao das obras
publicas.0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda communicar a V. S. para os fins conve-
nientes que approvou nesta data a arrematacao
feita por Alexandre da Motta Couto para execugao
dos reparos da ponte da Escada, orcados em.....
l:38iaO00, mediante o abate de 17 0/n, por elle
offerecido em praca perante a thesouraria provin-
cial. T
Ao Sr. Felix Ramos Lieutier.De ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, communico
a V. S. para sea conhecimento que por portaria
desta data foi V. S. nomeado engenheiro da repar-
ticio das obras publicas. Mutatis mutandis aos
daraais nomeado.-.
Aos agentes da corapanhia brasileira de na-
vegacao a vapor.S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a Vv. Ss. que fica inteirado
de ter chegado nontem dos portos do norte seguir
hoje para o Rio de Janeiro e escala o vapor Cru-
zeiro do Sul.
Commando superior.
^CARTEL 00 COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NAC10HAL DO MUNICIPIO DO RECIFE, 16 DE
MAIO DE 1874.
Ordem do dia n. 149.
Para scieocia dos corpo- sob seu commando,
manda o Mm. Sr. coronet commandante superior
fazer publico, que por decreto de 28 da fevereiro
do corteote anno, foi reforma io no post > de coro
nal o Sr. tenente corouel eommandanU) do 6' bata-
lhao de infanteria Manoel Joajuim do Rego Albu-
querque.
Que em 30 da raarco falleceu o Sr. capitio da
2" eomnanhia do 5" batalhao de infanteria, Joio
Riheiro Teixeira de Mello.
Que em 8 de abril proximo findo passou a com-
manlar 6. i batalhao de infanteria o Sr. Joaquim
Antunes de Oliveira, por haver dado parta do doeu
ta o Sr. capitao Marcolino de Souza Travassos. \
Que por portaria de 16 dessa mot, S. Exc.jo Sr.
comraendador presidente da provincia, coucaleu 3
mezes de licenga ao Sr. lenento-coroai Erne.-to
Machado Freire da Silva, para ir ao Rio de Ja
neiro.
Que por nutra de 21 do rae Exm. Sr. mandou dar guia de pasagera, nos ter-
mos do art. 45 do decreto n 1,13) da 12 de mar
go de 1833, ao Sr. capitio do 4* batalhao do infan-
teria Melchiades Manoel dos Santos Lima, para o
municipio de Olinda, onde vai flxar a sua resi-
dencia.
Que ainda pela de 2 do correnle mez, o mesmo
Exm. Sr. concedeu um anno de lijenca ao Sr. al-
feres da 3' companhia do 3* batalhao de infanteria
Francisco de Paulo Gorans, para tratar da sua sau-
de onde Ihe convier.
Que, finalmenle, por offlcio de 9 deste mez, 0
presidente da provincia approvou a desigaacTto
feita pelo commando superior, era 28 de abril pro-
ximo findo, do major ajudante de ordens, Jo*e Go-
mes Leal, para exercer as funcgo s de secretirio
geral do raesmo commando, em substituicao ao
major Jose Marcelino Alves da Fonceca, a quern
manda agradecer e elogiar os bons e valiosos ser
trices que prestou durante o tempo que servio de
secretario.
Rodolpho Joa > Barata de Almeida,
Coronal chefe interino do estvlo maior.
DESPACHOS DA P8ESIDENCIA, DO DIA 3 DE JL'.XFIO DE
1874.
Antonio Gomes Nette.Deferido com offlcio des
Ta data ao Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
Antonio Gomes Netto. 0 snpplicante foi alien-
dido por despacho desta data.
Alfredo Emilio Calumby.Informe o Sr insp c-
tor da sande publics.
Alexandre da Motta Couto.Informe o Sr. en-
genheiro chefe da repariiciio das obras publi-
cas.
Balbioa Leopoldina Lopes.Informe o Sr. pro
vedor da Sarla Casa de Misericordia.
Francisco Pedro da Silva.De se.
Francliro Antonio offlcio desta data ao Sr. commandante do corpo de
polieia.
Francisco Alves de Miranda Varejio.Informe
o Sr. Dr. juiz de direito das execucoes.
Joaquim Roarigues Maia de Oliveira.Iudefe-
rido.
Joanna Maria da Conceicao. Jnnte a cartidao
de idade.
Joaquim Dias Falcio Informe o Sr. director do
arsenal de guerra.
Jos6 Dombgues PortoDeferido com offlcio
desta data ao Sr. commandante do corpo de po-
ticii.
Major loa-'lo-r ( nics.-Forncfa-be
Jit* Cleiiunliiio ll>:nri(|iie* 'la Silva. Informe
o Sr. inspector da ihesouraria de (axeada.
Padre Josf; Francisco de .^ouza Barbosa. In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Lnzia Maria Agostioha doc Prazeres.Indefe-
rido.
Miguel Joaqoim de Sant'Anna.Deferido cem
offlcio desta data ao Sr. commandante do corpo de
poiicia.
Bacharel Mignel dos Aojos Barros.Deferido
com o offlcio desta data a thesouraria de fa-
zenda.
Re|artl^3o 1a poiicia.
2." seccjio__Secretaria de poiicia de Pernambuco,
3 de junho de 1874.
N. 685. -Illm. e Exm. Sr.-Parlicipo a V. Exc.
qua f Tarn honlcra racolbidos {a casa de deten-
Cio os seguinles individuo3:
A' ordem do Dr. juiz da diroilo da l vara, Fe-
bronia, escrava de Manoel da Si va Nogueira, sera
declaracao de rootivo.
A' ordem do subdalegalo do Recife, Manoel, es-
cravo de Jose Velloso Soaras, a requerimento
deste.
Daus guarde a V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. com-
iiendador Henrique Pereira de Lucena, digno pre-
sidente da provincia. U chefe de poiicia, Anto-
nio Francisco Correia de Araujo.
DURIOUEPERJKMBUm
RECIFE. 6 DE JUNHO DE 1874.
Noticing da Europa.
Hontem, a uma bora da larde, fundesu no la-
marSo o vapor francez Mendoza, trazendo datas
de Lisboa ate 1\ de maio
Dos jornaes e cartas recebidos colhemos o que
segue :
FBANfiA.
Tendo o Sr. deBroglie lido naassemblea nacional
um projecto da camara alia, obtevo apoio da di-
reita moderada e do centro, sileucio absolute da
esqberda e da exlrema direita.
Nos dias 14 e 15 houveram conferencias entre
a direita e centro direito, no senlido de um ac-
cordo.
Nesse ultimo dia Buffe, no principio da sessao,
agradeceu aos que o mantiveram na presi lencia,
e obrigou se a manler a ordem, liberdade o digni-
dade das del berapoes. Broglie apresentou um
projecto de lei relativo a organisagao da segunda
camara. A direita pedio a leitura. 0 projecto
adduz raz5esmuitodesenvolvidas
Batbie suMndo a tribuna, peJio a prioridade da
discussao da lei eleitoral. Thery propoz, em no-
me dos collegas da extrema direita, a prioridade
naquestao.da lei municipal. Rasdot propoz a
discussao das duas leis conjuntameate..
0 duque de Broglie insistio em nome do gover-
no pela lei eleitorai, fasendo ate certa ponto ques-
tio ministerial. Cubenat .procedeu a votacao or-
dinaria. 0 numero de assentados e levanlados
foi quasi i 'entieo nas duas vezes em que foi assim
consultada a assemblea. A mesa declarou duvi-
dosas as votacSes, e procedeu ao escrutinio, que
deu em resullado 381 votos contra 317. Em vista
disso o gabinete pedio demissio.
Fallava se na organisacao de nm gabinete pre-
sidido pelo Sr. Goulard, e em que entrariam os
Srs Decazes, Magne, Mathieu e Bodel; ministerio
que parace ser recrutado na direita moderada, e
centro esqueido, entrando tambem o eleraeato bo-
napartisti representado pelo 3r. Magne.
Teiegramma do dia 22 de maio diz que o novo
gabinete ficou assim organisado :
Cissey, vise-presidencia e guerra; Magne, fa-
zenda ; estraageiros, Decazes ; interior. Four ton ;
marinha, Moataignac ; justica, Tailband ; obras
publicas, Caillaux ; comuiercio, Grivart; instrnc-
c4o publica, Cumonl.
Morreu no dia 22 o filho mais novo do duque
de MontpensierLuiz.
0 rainistro de Portugal eniregou no mesmo
dia as suas credenciaes ao marechal presidente
Mac-Mahon.
SL'ISSA.
Causou gran e sensacao na Suissa o discurso
do miuislro dos cultos do imperio allemao, o Sr.
Falk, relativameote as tentativas da curia rnmana,
para nmdificar a reacgao que nesta republica se
raanifesta contra o Yaticrao.
0 Sr. Falk di*se que o santo padre tinha pro-
mettido fazer importantes concess&et a Suissa, se
esta conseguisse isolar a Prussia na luta entre o
estado e o ultramontanismo. Esta allusao foi in-
terpretada no ser.tido era que a Snissa teria feito
causa comuium com a Prnssia na questao religiosa,
o que e absurdo. P6de-se defender a mesma eau-
sa, sera que por isso se associem os esforgos a se
partil.'e da responsabilidade.
Assegura se qn o conselho federal nno recebdra
commonicarao alguma, permittindo penaar qua
o Vatican.) *-..~i.*j. 9ispo>to a entrar em trarwaccoes
com a Sui^^a jur.. regular a qaestlo religiosa. A
SflusAo do miubtro prasiiuio refeie-*o favora'vrl-
meutu ;is tentativas da curia romana para com as
cdrtes da Allemaaba meridional.
Quanto ao boato das disposicdas conciliadoras
do papa para com a Suissa, funda se apparente
roente n'uma recente conferencia entre o Sr Gon
zenbac com o cardeal Antonelli, a qu. se allribuio
um alcaoce que nao podia ler.
INOLATBaaA.
Lord Derby fez importantes d -claragSes na ca-
mara dos lord,, em resposta i uma intern II <;ao
de lord Russell sobre 0 estado politico da Enropa.
0 minis rg coufeds^u que os nnanilmentos que a
oiiima guerra deixou nos coragods dos povos,
mantcoiii cartas apprehens5es sobre a duracio da
paz, mas acerwcentJtt que a situacao geral de-
J mon>trava a aasancia d i toda a causa seria que
possa anear;a la n'um fuium proximo.
Se fosse de outro m ido, a luglaterra, fiel a sua
pi'litica, farii todos os seas esforgos pan conser-
v r a piz, mas ficaria esiranha a toda a luta
era que ndo estivessera empenhados os interesses.
Os tratados internaciouaes que a luglatorra tera
contrahido, nostes ultiraos annos, serao Helraeute
observados jor ella ; mas alia amser-ara como
qiitsldes abertas as obrigaQdus da mesma natureza
que n o forem ja applicaveis a siiuarao actual da
Europa.
Mais nma greve. em IngUtarra. 0- opera-
rios mineiros do eond do de Durham acabam de
suspender os seus trabalhos recusando-se a uma
diminiiicat de 10 por cent- que os proprietarios
Ihes queriam irr.por.
Para bem eomprehender a gravidade da sitaa-
?ao, 6 precisn saber que a pane meridional do
coodad" de Durham 6 a mais productiva de todas
as bicias carboniferas da Inglaierra. As minas
sao exploradas por 40 mil operarios, e produzem
annualmeute dezoilo' raillioes de t meladas de car
vao. E' d*ahi que se alimentam os altos fornos
dos paiz's visinhns, onde a inJu-tria do ferro oc-
cipii pouco mais ou menus 40 mil trabalhadores.
Prolangtudo-se a greve, terao infallivelm-nte de
suspender seus trabalhos. Infelizmente nao ha es-
peranca de que a crise tenha uma solucjn pro-
x ma.
A contenda entre os rendeiros e os seus
operarios; tende lambe u a envenenar se ; todos
os iii s se sabe que novos tr.Aalhadores sao des-
pedilns polos patroes. A emigracao toma propor-
f5es for liidaveis. Cada se > para o Canada, para os Rlstados (Juidos ou para as
possss5es inglazas no Pacifico, centenares de emi-
grantes.
A pouco e ponco se vai bzsofo um grande va-
sib a roda da> gran lea exploraooes agncolas, e se
p61e prever a occasiab predita p.4i bispo de Man-
Chester, em que os patroes se lastimaram de se
teroni mostralo iniratavuis para coin os seus ope-
rarios.
A greve dos operarios nas minas de earvio da
Durham, segundo as ultimas informacoes, pare
ciam disposlos a aceitar a reduc^lo do salario,
qttt os patr5es Hie tinham imposto depois d > baixa
dos pre$os d is carvoes, mas querein em troca
desla concess?. i reduzir os aus dia? dc trabalho.
Ja grande numero de operarios bavia co nocado o
trabalho, mas a maior parte espe ava a decisao do
ponto cm letigio.
HOIXANDA.
A segunda camara dos e tidos geraes dos Paizes
Baixos adoptoti por 6V votos contra 6 o projecto
de lei do Sr. Van-Honten, prohibinJ < o fabalho
das criaiea. menoras do dozo annos nas offlcinas
a rnaiiufacturas.
E* uma grande victaria para o promotor da pro
post*, aqoal nao deixara de produzir felizes rosul-
talos. se o governo e as aotoridides a quem 6
coutiada a sua solm;ao, the prestam euergicaraenle
a inio.
ALLKMANHA.
0 conselho federal allemao adoptou a lei sobre a
irapren-a vouda pelo parlamento, quanto ao pro-
jecto de lei relativo ao casameoto civil, a com-
missao du conselho federal co^cluio por onanimi
dade pela rejei^io desta lei, par caaja da re cia que encontra entre muitos governos, e enten-
de que se deve convidar o chancellor do imperio
a apresentar um novo projecto de lei sobre o ca-
saraento civil, que seja applicavel a todos os pai-
zes confaderado:, o correspond a- suas nece8?i-
dadas especiaes o a> suas ustitajQoaj partica-
lares.
A opposigao que esta lei encontrou na Biviera,
no Wurtemberg c u'outros e3tado3 do imperio, nao
e acausa unica de tor abortado o projecto sahido
da ioiciativa do oarlameulo ; effeclivament; a re-
gularisaijikO do cisamento civil deve fazer parte do
novo direito civil commum, e nao se pode separar
das disposicoes l;gios que regulam a filiacao, di-
reitos de successao etc., e pnrtanto a actual re-
jeiijao do projecto significa unioamonta, que esta
questao deve ser submstti la a commissio da re-
dacijSo da codigo civil allemao.
Con'inua da camara dos deputados da Prussia a
discussao sobre o project! de lei relativo a admi-
nistragao dos bispadi>s vagos.
0 rainistro dos cultos declarou que existe.cutre o
Sr. de Bismark, b chefe da politica alleraa e o mi-
uistro dos cultos o Sr. Falk, a maior horaogeneida-
de de opinioes, e que elle ministro as3nme a res,
ponsabilidads dos projectos de lei apresentados, e
que nisso ia de accordo com a opiniao de quasi
toda a Allemanna.
0 Sr. Falk deu a entouder que a curia romana
tinha pretendido entender-se com a Snissa, para
esta deixar so a Prussia em campo na luta contra
a Santa Se, mas qua a Suissa se havia recusado a
am accordo sobre este ponto.
0 Sr. Falk, respondendo a nma interpellacao de
um deputado ullr monlano, disse que o imperador
nao era o unico soberano que tinha recebido car-
tas do papa, mas que ao conlrario do que se pre-
tendia, o papa nao respondera a carta do impera-
dor
austro iirxcniA.
Das quatro leis confessionaes que o ministro
austriacn havia apresentado as camaras, as duas
primeiras ja foram adoptadas pelas duas camaras,
>sto e, a lei que regula a situagao legal da igreja
catholica nas suas relays com o estado, e a que
impde aos rendiraentos dos boneficios ecclesia'ti-
cos, o encargo de contribuir com uma parte pro-
portional a manutenQao do clero secular.
A lei que regula a situagSo das cominunidades
religiosas no estado, foi adoptada pela camara dos
deputados, e o relatorio da camara dos senhores
terminava pela sua adopcao pura e simples.
A quarta lei, chamada a lei dos conventos, en-
controu na camara dos deputados uma opposicao,
com que o governo nio contava. A camara in-
troduno- he emendas, que o ministro dos cultos
repellio como in-ceiUveis, e que a opiniio publi-
ca considera com razlo como uma garantia contra
os abusos monasiicos. Uma das emendas prohi
be-Ibe- a applicacio do poder disciplinar, com o
lim de irapedir a obediencia as leis, ou o livre ex-
ercicio dos direitos civis ; outra prescreve visitas
periodical da autoridade civil, para se eertiflcar
do exacto cumprimento das leis ; outra prohibe
adraittir e cjnfiar a direccao conventual.
B' sob esta forma, a assim modificado. que esta
projecto de lei sera submeltido a camara dos se-
nhores ; espera-se p >rem que elle sapprimira as
emendas rejeitadas pelo governo, e reenviari o
projecto a camara dos deputados.
Havera pois am conflieio entre os poderes co-le-
gislatives; conflict;, que pode'ehegar, on a retira-
J.i das (|ii:,iro leis coofe sionaes, que o governo
declarou nao teretn importancia nem signiBcacio,
qaando separadas nmas da* oulras ; ou causara
uma rnodincaeau ministerial.
Como o Qm da sessao d reiobsrath esta proxi
mo, o projecto a que se allude nao podera enlrar
em discussao, senao na proxima sesslo.
Esta* treguas, porem, serao sufflcientes para -no-
dificar asopini5es exttemas, e cncorrerem oode-
rosamente para enseguir qm accordo aobre este as
sumpto.
-- Communicant telegraphicamMte de Vienna,
que o imperador ja sanccionou a* tres primoiras
leis confessionaes, votadas pel > reichsrath.
\ crise economica e fin.tnceira que rebentou era
Vienna no anno passado, nio esta ami* tormina-
da apezar das providencias leguUaiivas e aJmiuis-
trativas tomadas pelo governo para Ihes corabater altura das
_ A opiniao publica p-'de-Die Itoje niHa interven-
cao mais energica ainda; sera exarainar se os
raeios de qua poderia dispdr, sio os vjrdad 'ir is ro-
medios que se deveriam empregar.
A questao foi levada a camara dos deputados
por uma interpe!lac>> a qua o ministro deu alga-
mas explica.-oes b.istant-is sumrnarias sobre assuat
boas dispo-icdes e sobre as causas moraes que
prolungam o panico.
K-tas explicacdes pareceram sufflcientes a as-
sem'oloa, porque por 185 votas contra 70, rejeitou
nma prop<>sta para abrir debates sobre este as-
sumpto.
A nota do con 1 de Andrassy, em resposta a
circular do Vatican) diri^ida aos bispos austria
cos, nao figura no Livro Vermelho, e a iraprensa
offlciosa declara que era caso algum Ihe sera dada
a pubbcidade.
A Gazeta de Spaner publica ura resumo desta
nota, pelo qual se vd que o conde de Andrassy,
doclara que sio exageralos o- pontos dc queixa
da circular romana; diz quo as leis confessionaes
submeliidas ao p irlamono sa i consequencia natu-
ral da situacio que a santa re nao tem razao de
acradilar qua o governo qneira atacar os seus di-
reitos em materias de t* ; que o governo so teve
em vista regulameutar que.-uV .- materiacs e su
I
priniir eUipnlacpes era coatradiyio com as leis do
imperio.
Assegura o correspondente da Gazeta d: Spaner
que a nota 6 concebida em term os raaito modera-
dos.
RUSSIA.
0 imperador da Russia teve ura brilhanle e sym
pathico acolhimanto em Berlim, empregou os tres
dia- alii passados deste modo : no primeiro
presidio aos esponsaes do seu segundo filho o
graduque Vladimir com a duqueza Maria de
Mecklembourg ; no segundo assistio a uma gran-
de revista e manobras militare3, e fez algumas vi-
sitas, das qua.s a primeira foi para oprincipe de Bis-
mark. No terceiro dia partio para Stugttgaart pa-
ra assistir ao casamenio da sua ssbrinha a gra-
duqueza Vera.
A G Gazeta di Allemanhi do N>rle satida
czar como o melhor amigo da Allomanha, e felicrta
a populaijao da capital que considera o imperador
como um raembro da familia*real, por nao ter'es-
quecido a mai? bella virtude nacional: o reconh> -
cimento:
< Este reconhecimenlo os prussianos e os alia -
mi- devem ao imperador Alexandre, por tudo o
que elle t-.'m feito pelo nasso paiz aos tempos mais
cnticos.
-0 imperador ja esta de regresso a Russia, de-
pois de ter visitado a Ioglatcrra, onde o acolhi -
menl) nao foi menos cordial etc.
GRECIA.
A situacao politica na Grecia torna-se cada vez
mais embaracada. Encarregado de reconstituir o
ministerio o Sr. Gramoundoaros tinha apresenta-
do ao rei Georges um memorial era quo pedia
carta bran -a para a realisacao da sua politica in-
terior, e uma mudanca seria na politica exterua.
Fazia da aceitaeao deste projramma, condicao
absoluta para a sua enlrada no poder. 0 rei nao
querendo abdicar a sua liberdade de ac;ao, renun-
ciou ao Sr. Coumoundouros e ao sen programraa
e convidou o Sr. Deligeorgis para se encarregar
da formacao do novo gabinete.
Este ministro, porem, ha pouco derrubado pela
coalicao bulgaris-zairais-coumoundouros, julgou
a missao superior as suas fo.-fas e nao a aceiton,
deixando o rei ra^ilo embaracado e o paiz sem
governo.
TURQUIA.
0 ultimatum Jo governo lurco as duas seitas
em que sa divide a igreja caiholica no Oriente,
nao era nada menos do que uma proclamacao da
independsneia absoluta da igreja catholica no
Oriente e das liberdade3 de*ta igreja, garantidas
contra-toda a ingerencia de um poder politico ou
espiritual estrangeiro.
Hassounistas c catholicos independentes pare-
ciam disposMs a .-ubmetterem-se as condii;5es
dictadas pela Porta ; mas a questio renovou-se,
quando se tratou da partilha dos bens tempo-
raes.
Esgotada a paciencia, o gran-visir declarou ao
hassounistas, qne queria continuar a ser senbor
era sua casa, e que, se ellos naa aceitassera s
eondi;5es dictadas pela Porta, o* edificios do cullo
e os bens da commumdada catholica seriam ex-
clusivamentelentregues aos catholicos independen-
tes, cujo chefe, regularmente eleito segundo os
aniigos estatutos, o patriarcha Kupelian, linha
sido reconhecido pela Porta como o unico repre-
sentau:e da autoridade sspiritual dos catholicos do
Oriente.
ROUMANIA.
Foram abertas no dia 7 as camaras convocadas
em sessao extraordinaria.
0 presidente do conselho leu uma mensagem do
priniipe annunciando a apresentacio de muitos
projectos de leis linsnceiras e economicas.
MONTENEGRO.
0 pequeno principado.de Nontenegro, governa-
do pelo principe N'ikita, nao tem dado que fallar ha
bastaalo tempo ; o qne prova que em lugar de
conllictos perp8tuos, com as povoacpes da frontei-
ra ottomana, se desenvolve nas Mootanhas-negras
um genero de civilisagio salutar.
Organisatn-se escolas primarias, substitue-se
aos costume- barbaros uma legislacao regular e
(ribunaes. 0 senado hostil a todas as innovacSes,
foi dissolvido; para a administracao interior, sera
substituido por um ministerio.
Ha ;a uma estrida regular e uma linba telegra-
phica, o qne e uma cousa inaudita para estas
montanhas,
As relates do paiz com a Europa serao mau-
tidas de ura modo duravel e regular, gramas a
convencao postal passada com a Austria, conven-
?ao que o principe trouxe de Vienna como pre-
sente, por occasiao da sua visita a esta capital.
A propria induslria vai-sa desenvolvendo.
Esta transforraacao e devida a inflaencia ii
Austria, que temjo maior interesse de ver um foco
de organisacao politica e social estabelacer-se so-
bre umi Ja's fronteiras da Dalraacia, cuja popula-
(io e ainda mais selvagem, e menos tratavel do
que erara as Monlensgrias.
CHINA.
Notioias telegraphicas de Shangbue contara
de graves desordens na colonia franceza de Shan-
ghua. iloave um conilicio sannuinolento entre a
popnlacao cbineza e os estrangeiros, saque e in
ceudios. A poiicia foi impotente para restabelecer
a ordem e foi preciso faier deserabarcar os sol da
dados da marinha franceza quo se achavara na
enseada do porto.
Conseguio se eomprirair a revolta, mas a inquie-
ta;ao era cada vaa mais viva.
Conta se que os residentes ingleies foram os
unicos que nao foram molestados ; caso que tern
proooffoo estranha sensajao.
UESPANHA.
Sobro este paiz cscreve nosso correspondente
de Lkboa :
." Est4 formado o novo ministerio hespanlio).
tendo a sua Create o general Zavala. Eis. os morn
bros do novo eonselbo de mini-tros :
" Presideneia e guerraZavala eslrangeiros -
Ulloa ; interior Sagasta: 'illMno\ ^_ Camacho;
justica -AloosliMait.P^ -ob|.a ub|icas _Alonso
RoiD?ieQarzeSi "^M--Romero Ortiz ; marioba -
vcnBflp r '" mtores difflculdades que hoUVa a
.oi e.acontrar um ministro da fazend* a


I MT"V
circiirastancias. Foram vartos os bo-
mans importantes a quem foi offerecida aqoeila
pasta, e qne a rejeiuram ; no eotaato nao falja
por fim quem a aceilasse, como seotpre aesnteca.
Nao rae sorpreheodam ajuellas recusas; pois a
tarefa de ordenar ura svsteraa ftoaaceiro como o
de Hespaoha, e para fazer vacillar o mais deste
mido.
" No novo ministerio predomina o elemento
conservador; e parece que a isso .- deve a derais-
sao do genera) Pavia, como abaixo ralato. For-
raado. pois, o ministerio, vejamos se- elle oorres-
pondera cabalroente as necessidades do paiz, e se
envidara todos os seus esforcos para nio consen-
iir qua as snblevacoes se ergam aeima das cenve-
nieucias. Eraqnanto a mim, a crise aggravoa-se
mais; porqoe a solucao foi toda monarchica. Os
republicans bistoricos, de qne d chefe o grande
tribuno, isto e, os da republica potsicel foram Ma-
cluidos.
" Os radicaes, aquelles a qae pertence Pi y ex-
gall e Salmeron, tiveram a mesma sorte.
" Zavala, o ministro da guerra do ministerio
transaclo, qua tinha deelarauo nao tomar parte
alguma na palitica, dizendo mais, nao pertenoer a
aigum partido, mirando so o fim patriotico de anir
todos os element os, mais ou raenos tendentas A de-
mocracia, que reconcilia com a ordem ; foi oen-
carregado de organisar o actual gabinete, teeando-
Ihe o lugar mais iraportante !
' Serrano, quiz ser nm pequeno bonaparte, e
finga transigir, para nio eeder a ninguem. Por
tuda isto calcnla se que o desfecho da crise deve
ser iraportante.
" 0 symptoraa mais notavel do comecp da crise
e do que o novo gabinete desagrada a alias a po-
derosas icflaencias, e indicado pelas demissoes
daJas pelo general Pavia, e pelo primeiro alcaide
de Malrid, o marquez do Sardoal: o 1 foi quem
dissolveu a camara constitninte, quando Salmeron
conseguio obrigar Emilio Castcllar a deraitlir-se ;
o 2* e filho politica do general Concha, marquez
do Douro, actualinente general era chefe do exer-
cilo do norte, em substituicao do general Serrano.
A organisacio, pois, do novo ministerio, repito,
nao resolveu a crise; mas aggravou-a.
" A 3Xclus,3o dos partidos republicanos, ha de
produzir uma excitacao tal, que arrastara as ar-
ni is o total da aacao.
" A meu ver, o unico modo de conciliar os ani-
mos na actualidade, era a uniao dos partidos libe-
raes.
" Deram as suas demissoes, os governadoros de
Alava, Albacete, Almeria, Caceres, Cuenca, Gra-
nada, Huelva Leon, Guadalajara, Orente, Oviedo,
Palencia, Ponte vedra e Toledo. Tado isto sao
resultados do triste dcsenlace da crise politica.
" For:.m nomeados: govern idor de Madrid,
Moreno Benitez ; capitao general de Madrid, Ruy;
Garcia Torres, director interino do thesouro.
" Laserna (general), foi nomeado director geral
da arlilheria; Santa-Pau, capitao general da Va-
lencia ; Palacio, capitio g moral de Aragon.
" Eis-aqui a mais resumidaraente possivel, as
noticias que temos sobre as operates do exercito
do norte.
" A divisao do general Rujes, sahio n'um des-
tes ultimas dias, a noite ; afim da cobrir as com-
munieaeSes, desde Balbao ate Portngalete; co-
brindo a brigada comraandada por Cartijo, e as
posicoes de Portugatete ate Castro. Deste ultimo
ponto tambem sahio para Somorrostro um forte-
batalhao de infanteria de marinha.
* visivel, que estes moviraentos sao indispensa-
veis, para afugentar dos campos de Bilbao, os dif-
ferentes grupos carlistas, formados de gente dis-
persa, pela retirada das principles facvoes.
" Em Bilbao continuam ossoldados fazendo fortifi-
cacijes indispensavei3; terminadas as qaaes, se-
guir-se ha a perseguicao dos carlistas, em grande
forca. Eslao-se activando as foriificacoes de Por-
tugatete, Banderas e S. Domingos.
" Esta eminente am combate entre as colum-
uas destacadas de Bilbao, a as forcas carlistas de
Baracald.
" 0 general Concha, nomeado general em chefe,
esta rcunindo raunicoes c proviso??. 0 piano do
operates 6 deixar 10,000 homens em Vizcaya.
0 general am chefe, com as tres divisoes restantes
comniandadas pelos generaes Echagne, Martinez
Campos e Reyes, marchara ate Guipuzcoa e Na-
varra, apoiado par uma divisao em Miranda:
2,000 cavallos e. uma divisio do general Laserna ;
cerrarao a direita do rio da Navarra contra os
carli.-tas, dado o caso de que estes sejara lancados
oessa direccao pelo general Concha.
' A liuba ferrea de Bilbao Iicara aberta ao pu-
blico dentro de 15 dias, para o que se trabalba
com a maor activiiade.
" A Santander teem sid i conduzidos varios car-
listas, que nao se fartam de patentear a desanima-
cao em que esta o exercito de D Carlos. Todos
a uma voz dizem qne foram atraicoados.
" 0 a;ue parece certo e que os carlistas vao
coacentrando as suas for;as em Estella. Parte
dos seus batalhdes estio em Ciberio, Miraralles e
Arratia.
" Falla-se mnito da desanimacao das tropas de
D. Carlos. Ate se assegura, nos principaes circu-
los politieos, que varios cnefes das tropas do norte,
estiveram ameacados de morrer as maos dos seus
subordinados, sendo accusados de traicao. 0 pro-
prio D. Carlos e aeensado de nao ter assistido aos
ultimos combates. 0 facto e, que depois da raorte
de Radica e Olio, os veidadeiros caudilhos realis-
tas e Dopularcs, tudo tem desandado para o exer-
cito carlista.
" Parece que as posic5as de S. Pedro Avanto e
de Santa Juliana, so foram abandonadas depois de
ura conselho de guerra, celebrado pelos generaes
carlistas, sob a presideneia de Elio Os batalbSes
navarros nao queriam bedeccr as ordens de re-
tirada.
" Os carlistas fuzilarara ha dias varias mulheres
nos snburbios de San Sebastiio (111)
galete.
" Em Andaiuzia e Estremadnra, continuam to-
dos os dias a apresentar se varios carlistas a io
dullo. 0 espirito da dissolujio. nota-se, principal-
meats nesta ultima provincia, onde so apparecem
insiguificantas grupos que sahem, e se escondem
constantemente para illodir um encontro, com as
tropas qae os persegnem sem descanco.
" Algumas faccoes qae tem resistido, foram das-
persas ultimamente.
v 0 governador de Santander, communica qoe-
se Ihe apresentou am carlista das partidas. <|aa
commandava Andeebaga.
" Depois das Vascongadas, em nenhnma parte
da Hespanha tomou a guerra civil tanto incre-
meuto como na Catabinita, em todo o aaligo -prio-
cipado. Alii nos rios e nas mantanhas, teem ins -
pirado os carlistas, penelrando nas pr voacSes im-
portantes, cobraylo eontribuicoes de toda a especie
a gotando d tuna pai tranqoilla, a nio ser qae
por descuiclo se deixem alcancar por algoma co-
lumaa.
" Os bascos suhmettem-sc mais a obediencia.
Nesta provincia, qnando o conde de Hespanh^
quiz disciplinar os bandos, custou-lbc isso a vfJa,
0 quo, muitas vezes succeoe, e, guerriareoi-se a>
uarlJias por causa das partilhas.
" Vita cheg-nda aos ditT-T'MKa -
Innha, muilos dos. vldadai *"
Notnilas. i*R " Km v*'
t. -isncia, na sahiia ultimameulo execula-
... pelo commandante Arn^l, com a columna do
seneommanlo, fizeraro se prliionelros em Alguena
ura i* sargenta, dous i- e \ cabos, tolos perten-
da
da Cala-
colUTin*


Mf8
i\ d -OUI*
jiario de Pern^mbuco Sabbado 6 de Junto de 1871 ^rj in\MJA I 0//.A
h
m
'.
i.' in.
cente* a faccAo cariista Aroar, >RV roatapnaata
armadas ^IHiPado-
" UirunfifflHnhia velanto, compost* ale u*s 5 TO
homens fanMandada pel* capitao Duenas,. tendo
rnnt rrintjtfigtfrrii'r""'* ''tt* partida cariista,
compostartteSiaens mais escolhiaos da faccie
Sanies, e tMSsflvam %em Torlincadbs nas cerca-
nias do VBIar, a*a:ou os coin o maior derroao,
d-salojando os epcgafc^sem oamnlaia debandada.
Beixaram prfslondBos. flklguosfrridiOB.
=
s be
ieno9
. <
Nas fdlfc.aa aatdriUMa do 19 de maio,
fiublicada a caMa-era f*4 jjBoeral Favia
a sua demisaae.
Diz, em regaaVo, qfl sera oatro laxiio quo. o
da opiaaa pubnca e o a>atriotrco esforeo da guar-
nicao de Madrid, amprweadea e lwou. a cabo o
gome de cstido de 8 da Janeiro ; qae deu. entao
vabida govern*.* elemedtof doseSversos eru-
pas politico*, pois aae nas coaferenaas celebra
das oar* forniar mffirSTerio o seu prttneiro cuidado
**6ra perguatar, insistinde, se taavia homera ou
arlido bastante lorte para exercer desembaraca
dauienlo o poder; quo'odos deelararam unaai-
memsnte quo nao corfhociam hsruem uem par-
lido qu5 fiSSSe cffpaTta" doTtrtnar as diftlenldades
da siluacao ; que esta conlissa* franca, explteita
c cavalheirosa, fura a base da patriotico ado de
3 de, Janeiro ; bus d.)c!araratt>lao aos oaiciaes e
gtiarmcjw 0; Vf-uM 1 qne-ia -salvar a sootedWe e,
-depositar o poder nao. nas *aaos '1c urn fcamem
nern de aai parhio,' Tfiav""nos HraJfw da natria,
'represetitada nosgaverno polas fracroes puiiiicas
de ordem.
c S?m ea Rivera, .vrcrefcen'*. tentado a eav-
preza para watrejrar n paiz I ilictadara de ttina
saic luletro, qua?
appi-tudio a-acta, o hw^era coasentid*.
Terrnina dizeudVauo, teado-se tornado agora
urn- g>v*realioBiognio coin 'isquncinwuto do qee
irra oalaiola(Bfeme,nte paetuwda, via sj na i>s-
ce.->idade daPTwAr a sua d*awsso.
O eft-iV'qu^ ^rduz a car d general Pa,
e u do, tor lofl SaMOspirada pel.rdespeito.
Vai-se (oTm*f' os (|uadr,s'dos iO batalh<-s
da reMTta, fawcf.o-se uuw pr<.Hio$aij de I0 te-
BeiibM a-,capifa>}S"5 de CO'j aiferes a teuentes.
Us prejeiih*irioaidoi ai SV. Camsch<.v, bovo
minislro da (aoeada do Heapaptta, sa os seguin-
' lea: reSla*idni;eHlo. do imposlota do censtanw,'
I'.sim.M) d.i Sid ,-. reducgao a raelaile dos vcucimen-
los da. .t-jJo. ? eiupregadiis. oh drscon*i *e 2o
p Htip^tC^S d* *afibijj'.'oa3 direclas como [mpi-to
ftxtr:iordinir-s de giierra,. E a renovacao for-
cida eseiiioro das kilns do tUesaur;*, eajo
veiicineiil.) Ccaria assiia aJiado at'j o Sen do
auiiii.
>Uj Frr.l saho o vapor Cui-x pira San
Feruand). <'. mil/. 10 pecas de ariilhena e i('0
rew.livers iestuiado-: a Maria Molina, o 3 pecas
de- luaehiaa, para a fragnu Carmen.
A' iwite de 21 do corrente, sahiram para
C !?. ilamos Galderon.
Hi dias o deslaeami.'nto do tropa porlugweia
mo ?e aciia em Melgu.o fTorlugal) auxiliou inni
for;a lii;ipr,n!n!a quo guarnecia o lugar de S.
Grejiono, na fronieira, para per^oguir uma fa;.H)
cariista que se dfeia e-tava e.n Castro Laboreiro.
As duas fi)r;.is marcliaram do noite pelos sens
i-->rr;i irins a pe.|u-jna jista.icia" uma da ouira. e
icriaiu apanfiado os c:.rli-tis que elTeCtivanaeBte
Mi o-iiceram, se estos nao foseiu-avisadoi a
bMBpo ae que erain persoguidos.
I'.UTUfiAL,
E.n tv.lo o paiz reinava pai e iranquillidade,
stadia oc.:npa;ao geral as proximas elei^oes.
Ci:g wrao oomajon 20 pares da reino que
saa m-srs. .
Agosiinlio de O^nellas, Anselmo Jose Rraam-
ca'mp, Auto-iio Correia Caldeira. Antonio Jose de
R m* o Sa. Antonio de Paiv.i Pereira da SU>a,
A.o-a-io Cssat Cau da Costa, 'Anguslo Xavi?r
' Paluieiriin, barao do Rio Zucre, Carlos Bento d
S;|va, i.oiiJjda Torre, Felippe Fulquo, Francisco
1. da SilvaTorres, Joaqui.n Thomaz Lob. d'Aviia,
.' -i'' Mirvlimd;' ?a V'arga's, flarquez de Cas-
tillo Mellior, Marquoz do Monfaliln, Viscondo do
AI-''S"ile Sa, Vi Jer>iynio, vlscdode ilos Olivaes.
0;. Srs Anselmo J i?e Braimiamp e marqnea
s'e Cisiello Me!!i.r n.Vt aceiiaram as suas no-
nii'ai;'i.;s. Ao primciro nSo poJia convir deixar
de ter ujn lugir na camara electiVa, como urn
Jo9 ciiefes do parli lo htVtOr?eo.
0 crelito publico toma de dia para dia as
naior-es e mais sa;isf:;ctorias propor;oes. Nahca
a coniianca dos capities nos contratos com o go-
vern! enegoa ao ponto em qae 'hoje se acha. 0
emprestimo aberto a sobscrlpfjo publica em se-
: tembfo tie 1873, surprehondeu, pela grande
son ;n sabseripu am Portonal e p >r pirtngue
zes, as praxis estrangeiras, mas um facto receute
havii H co.no snrproiicodff-las ainda mnito mais
0 g)vernn, resolven lo faier a emissao da 2*
aerie dns ooricrao.oos para os caminhos de ferro
do Minlio e Douro, .ibrio a snbscripQSo em Li?
boa. Porto, Hraga e Vianna. par* a somma de
t,755:030i :iominaes ou IroOo COfttOS pffectivos.
Etj '18 horns as sQlisoripcoes montaram afnor-
rr<- somma de 82,993:680$!
En nechuma pane do ma ado so deu ainda
aconfeoimentg igoal.
l.isln'a sub-creven com 61,952 contos.
'i fVrto com 18,964
Ut?a i com i 618
'K Vianna con 437
lores do imi x6 ObrfyirSo (90 nominae?) aos
qoa-foi ^:.riui!:,la a mesma Obriga;ao, Por esle
inado os pepiciws subsrriptores, i.toe. OT snbs-
criptores do povo, qne so podiam di-pdr do di-
nh"ir para am so hiulo, furam todos cofitem-
.!ad(.s.
O pr.-r.o da emi-sao fr.i de 775 olTeMivos.
Ncko coirosponteate soguinto n> dia Side maia :
Por ser asrampto de iatxwse, manJo-lhe na
integra,.a carta que a comraissao oenual V de
dczembio, envia nesle painete.a commissao que
so org.inisoa no Hio de Janeiro, para obler snbs-
crip.;d's destinadas ao mouunecto dos her^e* de
1610. Na ntinha u'tima, cottte'uc quese passou
. em plena assctrtbiea
" lllms Srs.-Deu entrada nasala das sessdes
da commissao eenfrat 1 de deaeiabro de 1610
o inclnso papel por v6s snbscripto, e quo vos re-
. sambiamos.
" Nesse litHo ha mais qae ama-iaaiuaacSo im-
iTiereeida a proWdade, pela prlra vez pesta em
dnvida, dos macbros desta tooMaissao central ; ha
u.-n attentado contra-os nossos direitos .e contra a
iJiossa digrudade.
" Se acaso tiverdes dictado *a assjgnaJo esse
doeumento, eagaaadjs por saggestees oialevolas,
.on por falsas infirtRacdes, coalessai o bem alto e
foem -sofemnemeote, para desafgrao, maisvosso
do qae nosso ; oteraaioai aqui a leitura desta com-
.ioak:afSo.
' Sa porem, cbatra^os nossos desejMo ejperaa-
*]&}, i: eunira ospr'eeeitas mais triviaee da justi-ja
< ate Aa '.ir!)ani3ade que se d*ve a todM, Gietastes
i't asait-jiastii!- essa injacia de motu-propnio e cons-
cienlos do ij;ie fatieis, auandai rcc'eOer o dinheiio
c tua que subixreirnslei,
rxpressiifflent^ decjararons eslar de accor4> coin a
vossrt iokiUJ pracedimeato.
" ficai, poreflt, certos de^ue a subscripjio qua
realisa-liis orvlwnra para.wa e nao fa^cr .para
no*. Apczar diso esta conitaissao central fez-vos
sea' soivos, In>a/raff)s e beaejaeritos pit accla-
macio, daado-vos, na forma e aa essencia, lalrez
irais d) qa-j p:o4ia Ait.
' DiaoU qao el rei couJ^wroa alguns de sws
piilos &igiue> de pau-ixisiuo, iju^pda priniaira vez
rtgorsas do me as exigi-ks n*i rt'.pibiliailiinsa-
artario. portuijuofes. .
" Foi nuWioado o drcreto qae 'class li
6s co'aselnos "do confioerite de Poriugal Snr.trt*
OTdbOS.
" 0 testamenteiro da imperatrix viava do Sr. D.
Pedro IV de Portugal, o Sr. visoonde de Aljeruz,
[fea en-ret* do jatigo. fflMAdo cotistruir no catm
vem j terlo dos Prazeres, em tisbua,
pede

em execucfa da
respectiva verba do testaiawto da- flnada, ao re-
verendo padre Sllel, coiao represenlanto, e Lis-
boa, la eongrcgacJo dos padres da missSo e das
irmis da carMade de S. Vieente de Paula, tenao a
coatribnicao do Tegrstro,. na iraportancia d..
778*85*. fcvida por esse legado, sido satrsfeiU
pela rainha da Suecva. irma e herdara dVMIuslre
flnada.
a A cmistrticcSo das principles frmfftcavoes da
linbas do Lisboa,-vai progredindocomgrandc ac,
lividade, Louvores ao actual miaistro da guerra-
que asm vai concorreado para q%e PoriQgal teaha
um fiwte apoio onde possa assentar os arraiaesda
sna legitrma dcfeia. As imhtrt da-wdade do Por-
to, heroico beluarte da liberdade, em Portugal,
tameem vao *sr modificadas em barmonia com as
armas actuafcnente em uso, indo a fortaleia da
Serra do Prter, notavel por mais de aroa vet, nas
lieroicas lides de 1833, ver guaritecida com pecas
de Krttpp,* angraentad* nft ^ua gaartrl{ao compile d'wma compaafcia doiregiraento d'*nilhe-
ria n. 3.
Pane ibi-ftvemante para Macao, o Sr. Josii Ma-
ria Lobo tTAvila, novo-governador.
t'O vlMoade de3. Januario, deve bocvemente
regressar daquella coienir..
i Ha dias houve um mcecdio importable qae
deverou em poucas horas alguns mil pamos
de patha, pertenceaie as cavallari?as da real, ne sllio da Ajada, iregueeia de Befcra. 0 cla-
rao nl!*miava siBi6Uniente o rio e grande parte
da-cidade de Lisboa, do modo qae c*egoa nos pri-
inairos moiamios acorrer quo o fogo era no real
pajfQ da Ajuda.e ja msaoo se accreecentava que
tinha sido deilado de proposrlo II 0 prejuizo ex-
cedeu a seis contas de reis, fortes. Os soccorros
foram promptos, mas nio irapelirara aquclla per-
di e 3 do edificio. El rei e os seus ajudantes de
campo compareceram
c For3in brilh3nies, em Cnimbra, as festas libe-
raes da cclameinera^io do dia 8 de raaio, anniver-
rio da entrada das tropas constitueiooaes naquella
cidade. Achava-me i^lli nessa occasiao, e presen-
ciei o enthusiasino dos academicos, a espontanei-
4ado dos feslejos popularos, o vistoso das illumina-
roes, etc. A praca de Sauesiu, em fronte de Santa
Cruz, ondairepousam em soberbo mausolcios res-
Jos do fundador da njonarchia e do seu fiiho, o
successor, licou-se deaominan lo PraQti de 8 de
ilaio. A noite houve discarsos e puesias nas salas
do sovicdade dos Ar isias, recilando tambem a in-
signe poetisa D. Amelia Jany.
A classe operaria de Lisboa sustenta a candi
datura a depulado, que offereceu ao Sr. Jose M. da
Silva Albuquerque, aniigo lypographo, e prseidea-
te da associacao Gremio Popular.
a Tern sido maito louvada a renuncia que o
aiarquez de Castello Melhor, fez do pariato que
uiuiiiameute llie fuM coaferido. 0 illuslre fidalgo
pablicou naia simples e des;ircton perioilicos, reuunciando a noineafao. Daqui ha
dias liavera uma corrida de touros, polaso^iedade
Touroinacliina t'ermanente, em que o referido
inarquez sera um dt>s cavalleiros. Quer viver a
seu gosto, faz muilo bem, e as gravidades sonato-
rias incommodavam-o.
Entraram honte u no TVjo, os" vapores de
guerra argentinus Uruguay e Parana vindos de
Liverpcol.
l)e um li-iegramma de Londres, expedido
h.aiein, as 1 boras e t'i nuuutos da tarde, sabe-
si; em Lirbja que os fundos porluguezes ficavam
de 16 1(1 a 16 i.|S c os hespanlioes a 20.
' Vai, um desies dias a Beja-o Sr. Fvittes, pre-
siJcnte oo conselh'i. Visil*ra tambem as fanusas
minas de S. D uningos. A municipalidade de
JJt-ja utlere-.-e am baile ao Sr. Fontes.
ii .Vo dia 27, sugundo consta ao Diarto Popular,
dar-so lia a prisao o conde de Magaliilies, pronun-
ciado no processo da rr'vulta e homiciado ha mui-
ta tempo. Parece que o seu Bin, 6 o poder inter-
po" aggr;ivo do injusta pronancia.
Neiicias dai Aiucrica.
Por via de Lisboa recebemos o seguinte :
m Um despacho de -New York com data de i3
de maio diz:
Mr. Maggee, vice consul d'loglaterra, om S.
Jose, (Guatiuula) Uvou duzenlos agoutes eai 2>
dc al praga. As tropas do governo, cheg.idas uo dia
i'.nmediato, impediram ipie esta jUgcllagit) so re-
petisse, Ganzales deu nrdem cpie Mr. Maggee fosse
f;zilaJo, mas os soldados recu-aram se a cumprlr
esta ordem.
Gonzales (|uiz evadir se a bordo do steam r
Arizoti'i, mas foi repelliJo pelos passageiros, que o
feriram; depois foi preso pela tropa. E>te proce-
dimento de Gonzales attribue-se a desa*.-ncas pes-
soaes com a sna victima
Cs jornae's inglezcs dizem que os aclos bru-
t..es de Gonzales sao. o rosultado de ciumes, e do
dusgosto de ver que a posigao semi-ufBcial do Mr.
Mawgee o tornava independenle da sua auloridad.-.
Gonzales intiuiara o vice-consul para se apre-
senlar, mas esle nao obedeceu, allegando que era
caixo. Em virtude da sua recusa, foi tr-nsportj-
I i vii.ltntaniente cm um wagon, acompanbado
de tropa, que recehcu ordem de o apresentar vivo
ou morto. Foi onlao ultrajosamenle roccbido por
Gorjzaies, que o iusultou e lhe bateu repetidas ve-
au uo rosto com a coronba de uma pUtola, ainea-
;anlo-a de alii mesmo o'malar. A intervem;ao
dos offlciaes i npedio o assassinato. Gonzales deu
entao ordem que Mr. Maggee levasse 400 acou-
tes.
deMij.mi;m o regaieiain os subscriptores da BrasiH
i'.iis Iwm, llcaiueoemesiios e'fiuaa&s. E'provdr-
Itio p ii'tuguei qae, paiavra da, rei nJo torna
^c-az ; tambeia os vpltari a da >missao cau-
ir^l -1- de de.'.embro. -jjrajc o qae foi dado, nem
t dos i sabem fazer. E des^ncai qne .na > rnaa-
dar.;mo-; (i-3.ilsar fo awraas ou nao b< titufoVe
ladecarac/ies.
' Sentinios, sira. qe, itfeteadeeseis tramformar
eiu iryaia a b^nemereacia, as cau leccrasSss em
ducoracpej, e que vo-- c;>|j9easseis ao risco^pas-
sar d1? nofcros a noRilitados.
" O (Babeira fi:a a vossa rtisposicio.
" Sala das sessdes da commhAo eeoiraj, t*4e
dezembr; de ,510,.no palacio dos eonde< d'AlmaJi,
List) ga, 27 de ibHl de 1871.
' Ultoi. Srs. A#top.io Augasto Teixeira; Fran-
Luz Safj;ad*, Miguel Pinto da Costa Aguiar,
e Antonio laid Alvcs Coelbo.
( As-iiguado.) 0 presidente da comn,.
aatrai, lo.-e Jofiqnira de Abreu Viaoaa; o viije-
pic.-i.i'a.i', fo!* de Saldanha Oiifeira eSoaza ^o
i secrrtario, l)r, Je*qom J0s6 Maria deOIivoira
Vjille, o 3' secrotario, Cuitodio.Firmo Redrigaes ;
ui'fiiro, I'Vancfsco Lmren$o daFonceca.':
njads uma modida ac-r
ima ijtidd'ora em diante, nio sejara.aduii!tiJos a livre
pratica nos ports pormgaozes, o.aavTos pwc*-
i do port is iofeccionaJa?, ou s.aspejlos,
bora tenham soffrilo qijarentem em UzaTalo es
inngciro, mm que provem, por forma aawo'i'-a,
umAinxie
ASSEMBL6A PROVINCIAL
SESSAO ORMNAMA EM 6 DE MAIO.
rill.MWF.>'riA DO 6R. l-'KIUlMi'iA DP. AGUIAR.
Ao int'io dia, feita a chamada e achando-se pre-
seutes os Srs. : A. Lacerda, i-ouza Leite, .Soares,
Ratis e SHva, J. Mtlo Bego, Uchoa Cavalcante.J
Pinto PessSa, Prrmino de Novaes, Agaiar, Tibur-
iio de Magalhaes, JiSo Barbalhe, G Gondira, I'e-
retti, Trava?so de Airuda, Amaral, Gomes Paren-
te, Cauaa Gavalcante, Manoel do Rego, Tolentino
de Carvailio, S. Por tell a, Gees Cavalcante, Felippe
de Figueiroa, Olympio Marques, Goncalves Fer-
reira, Dom ngos Fiuto, Dario Cavakanle e Olivei-
ra Andrade, Taitando os tatt Ariuda, Arconcio,
Tito, Yieira de aleflo, Antonio Paulino, Camboim,
Gaspar Drammond o Aiipio Cosla, abre-se a
sessto.
E' lida e p-wta em discossao a acta da sessao
anterier.
O Hr. 1 Oit-niiaa de Caj-valbo Sr.
mi e tijdos affaelies que,' presidente, note aa actt que acttba de ser lida di-
*eras lacun-ts : a primeira na parte quo diz ter-
.sido aaprovada a acta da sessao de ante-hontem
sem declara.io da fafta qae eu hoatem lia sentir.
0 Sr. P.iesidknts : Ed maudei fazer a emen-
da ua acta.
0 Sr. Toubnti.io db Cabvai.ho :Ma* nao cons-
ta qae ella let ha sido feita.
A s^ganda lacuna, que eaaxilve oairaf, e com
relacaa a pane ?m jeeto o.Ji&qae foi honlena diseutiUo.
Diz i'lla qoe owta somente o Sr. Goncal* Fer-
rera, qnaudo assim nao aeooteceu. Eta pnimeiro
lugar falloH o nobre depuUda Belo 3* .tisw.icio,
o Sr. Dr. Ralis e Silva^tepoia asei*u da palavfa --
guindo se en ra e orando linalmentao iHastre 2 secretatio ia
"ttrtao, Sr. Br: Ooms PamBte.
e Sn. FRi,rwEK Rgostooa: Ea deyu otoar-
var ao nobre depu'.ado, que qaaado aqpi eJaeguei
|a ee e.-*ava no Um da discus^an do -profeelo ; uao
fai eu, porlaato, ouem wmou essas aoxasi
0 Stt rostNT*o as OavALflo : Faco apenas
e^la reelamajao, porque tendo en tornado paile ua
diseus.-'ao e feh deixar qua fosse apptmadi a acta com. essas
fo'exactidSes.
0 Sr. PRE*iEliTfediz que sera aM*ndida a rc-
iamacao do oobr dvpuiado.
Kiuguem mais pediBln a paiavra, foi approvada
a acta coin a akeragao proposta pelo Sr. Tolentino
da Carvalbo.
0 Sr, 1Q Secretary d4 conia do guinte
expkdientk :
Um officio do secrftario do gaverno da prov n-
cia, iraasmiHindo o uftitada cauuira muni
3e Buique c arepia-vntiicai' em qnepede seja an-
naxada a anesaii vila uma puqaftoa parte do tern-
lorio de A4{uas-Bellas, a' pnnnnissai de e-Ulist-ca.
Uma peticao de Paola Sera-lB? 80s Snio> Lo-
mos, viuva dejoao Jo-A da Co-1-1 lyina-, pedmdo bom.
.quo scja. adimttido no <.;, 1 s^4 flbia de! 0 Sit.
Jjaa. A1 Com
nnoKM BO MA.
Pn'mcira paite.
S5 dutotfcsivamenic upprovados arm tjebale :
Ea) f d^ussao 0 project) n. 50 dese anno, a-
Vr^9i3o3i4|res'^en*8 ^a provi'.icia a^waniWr in"1
citftf Hi j8ma$M do padre Igaacio F\rlws
fc*#S4> >mpo om qae regeu gratuitamenTe deira de grammatica nacional do aniigo lycea,
com a seguinte emenda :
a Dapart-das palams jnlho de 185G em
vez der|eu grataaameoMdigse : qne so***
lituio graCtiitamenlK Goet Cmcaleant'e.
E era nnioa discasaao o projecto rt. 19, t^arbajO
deals aano, appro^iado as posluras-* da carnal^
inuoialeat de Tacaratd.
Bntra em S* diteuitsao 0 projecta n: deste
anne, autorisando 9 presidente da provineb a mo-
ditTcar o cootrato feito para a conatrncoao do ma-
ta^louro publico.
o Sr. Manoel ii<* Bl*-ao : fendo sido
presenle a esta as^ernbl6a uma -ropreaentaQao da
camara municipal edsta cidade contra 0 cootrate
celebrate pola pwJBidoncaa para a coastrnecao te
maladouro, cujareformae autoxisada peffl pre-
sente projecto, roprcsoBtaeao qae;foi remettida as
commissoes de )gisia(ao e de camaras rounicipaes,
parece me ueceaaarlo qua.seja adiada a diseusrfo
deste projecto at6 que aquellas cammissSes
emitum sea parecer, a assemWea resolve 1 res
peito da mesaaa representariio. Neste sentido re
ifmiro o adiamente dtt projeeteem rhscassao.
Sio li las, apoiadas e eutram conjunctamente
em discussSo os fegttrotes reqrjerirrrento, addtta-
meolo e emenda :
lt-quiro 0 istanrento da discitssao do pre-
senle projecto a <6 que as conwpissdes de legisla-
cao e de aegocios de camafas deem parecer sobro
a representtcio que a esla assembl^a dirigio a
camara municipal do Becife contra 0 contralo ce-
lebrado. Dr. Mmuoel do RefQ. n
a Sem prejuiza da prefente sessi). Conqnlces
Ferreira.
Additivo.Fica pertoacendo ao raunicipio des-
ta cidade o sitio Peixinho em que tern de ser edi-
llcado 0 maladouro, e bem assim 0 terreno aiaea-
do que separa esse sitio do districto de (iarnpo
Grande./, de Mello Jfrop. a
O Sr Oi vjnpio Karqaca. Sr. presi
dents, quaado entrou em la di^cussao este pro-
jecto, jnlguei do meu dever clramar a aiii-n-.-Ao da
as^emtilea para os pontoi sobre que devia versar
a discust^o com relacao as modificacoes do con-
tralo do maladouro publico, de que trata 0 mesmo
projecto.
Como sabe a asseinWea em 9 de Janeiro do cor-
sente anno a pr'esidencia da provinria, aulorisada
pela lei n. 1,101 do anno passado, art. 6', contra-
tou a cons|ruc.i;ao do maladouro publico. E-ta lei
estahelece as clausuias, segundo as quaes devia ser
felloo contralo, e ellassao as seguintes : (le)
Art. 6'' Fica tambem 0 presidente da provinc>a
antorisado a conlratar, mediante p'ivdegio ate
vinto annos, a constrncca.) de um matidouro e a
acquisicao de terrenos para lngxadouros, onde
P --am ser recolhidas as rezes destinadas ao con-
sumo publico, sob as eondicoes seguintes :
a l.0 coBtratanto comprara terrenes para lo-
gradouros nos lugares que forem indicadas.
2." 0 matadouro sera eonslruido, segundo a
plama que, para esse Tim for dada pela reparti-
cao das obras publicas.
ii ^ ;t. 0 contratante perfebera 2^000 par cada
boi qua for recolhido ao logradouro e lalbado aera
c consdroo publico.
ic 4.* Findo 0 privilegio.os logradouros e 0 ma-
tadouro licarao parlencendo a camara municipal,
independente de qualquer retribnicao.
Quaado entrou em discussao psle projecto ouvi
dizer, cm aparle que se me dirigio, bled nala tinha que ver com 0 contralo feito em
execucao da lei n. 1,101.....
0 Sa. 01.ENTIN0 dm Carvalbo : Nao esta de-
pendent') de approvacao.
0 Sr. Olympio Marques:___vislo como, tendo
sido elle feito em execucao de uma lei da assem
bloa, iudepi-ndia de nossa apjrovacao. Ora, eu
pwlesto sobtnnemlnlo contra semelhante theoria.
Quando a assemblea, legislando, autorisa que se
contrale um servieo e deereta tambem que a exe-
cucio delle nao dependa da sna approvacio, com-
prehendo e comprehenderao todos, que a exceu
cao desse contralo uao depends mais da approva-
cao da assemblea, 0 isto mesmo so quanto a sna
execucao ; mas nao llca a autondade admini?tra-
liva superior alegislatura a ponto do contratopor
ella feilo cm execucao de uma lei, Hear valeado
mais do quo a propria lei.
Alem disto, se 0 cotttralo e feito em virlude de
uma lei, compete a assemblea verificar se este
cootrato foi feito nos termos detorminados na mes-
ma lei que 0 autorjsou (apoiados). Ora, se isto e
incmites'.avel ; se a lei queautorisou 0 contralo do
maladouro publico nao privna e nem podia pn-
var a assemblfia do examinar 0 mesmo contrato,
de 0 approver oa rejeitar, segue se que, nao ten-
do a assemblea demittido de si esle direito, ficou
com ello, resalvoa opara approvar ou bbj o c:m-
irato.
I'oi conse |uencia, 0 contrato do matadouro pu-
blico esta, segundo a minha opiniao, e nem uodc
deixar de eslar, dependente da approvacao da as-
sembl6a (nao apoiados).
0 Sr. Manoel do Raoo : E a camara muni-
cipal assim suppoe, por.me nisso basoou a sua
reprrsentacao.
0 Sr. (Jlymi'io MamQiies : Estes sao os verda-
deiros principios; c nao sei coaio possam esies
ser postos em dnvida em um paiz de coverno re
presentativo.
0 Sr. Tot ntiso dk Carvalho : -Entao porqne
razao em algumas leis se declara que, feito 0
contralo, fica elle dependenteda appravacao da as
semblea? Isto sena inutil.
OSr. Olymiio Marques :-E' uma inutilidade,
que duvida I E porque razao em inuitas leis se
diz que nao depeade 0 contrato da approvacao da
a*semblea ?
0 .-n Tolentino de Carvalho : E' a mvsma
cousa
0 Sn. Olympio Marques:.Vaoea mesma cousa;
porque prova 0 contrario do que 0 nobre deputado
quer.
0 Sr J. Mello Rego da um aparle.
i) Sr." Olympio Marques : Esta declaracao e
neeessaria para que o servieo decretado por H
can possa ser executado seuao depois de appro
vado 0 contrato pela as-emblea qne 0 aatorisoa,
0 senio vejainos 0 inconvenienle qae pode ter
opiniao contraria.
Ora, supponha-se que 0 presidents da provin-
cia faz um contrato, nao nos terraos decrelados
na lei, mas sahindo fora delta pooco on mnito
pergunto : pode-se por-em execucao esse contra-
to, indfependenlemente da approvacao da a?sem-
Wea t
0 Sit. ToLRSTiap de Carvalho : Pode-se : a
assemblea o qae pode fazer e aulorisar a modifi
bacao, aiteregAo, ou 0 qaer (jue seja.
O Sr. OljaipIo Marues : Como ? Se a as
semblfia autoriaod 0 contrato em lass termos <
taes clausuias, desde que o contrato nao for feilo
nos uniios e elslasfllas deeretadas, nao lem vigor
3 nullo.
Ora, ua lei de qus se trata, 0 cdnirato autori-
sa lo para a coostrucgao do nwtadouro, nao ficoa
independent em sua execflcio da approvatao
desia asseinolea. Logo, segundo 0 niep. frtco en
tender, esla elle dependente dessa approvacao,
0 Sa, i. Mkllo Read : Sas no entemrcr de
todos n.to esta dependente.
(Ha oulros apjrtes).
OSn. Olympio Marques :B:in. Ea, esU)U
Sijstentando a opiniao que tenho.com argarnentos,
que me parecem procedetoie*, para n;ofrar que
elts e a vorJadeira opinlSo.
Se, po:s, o contrato, segundo 0 meu Huco 60-
tsn-ler, est'i dependente da aiiprota^o da assem-
blea, e quaado nao esteja, estando depeadenie da
noss* approvacao 0 projecta m discussao,. q|ae
autorisa a se modiuear eu alterar 0 contrato feit
entendo qued oeca8iaq,muilo opftarjuna. paoa ve
rillcar se o contrato atlandeu oa naoaiodas as
bJda quwdo atn.-ri-'U a.sna eeleBrajao, para o
lim de, si* a as--'oialoa julgar eoavuaieule, appto-
rir Baos6aquelUsmodili&acd8bqua u e mtrataitte
re |uereu e .pie I'llaijuigue aeeitave'.s, como tain-
bem aqueilas que no naeu eoteuder sao,, fpntfa.-,
ditorias (.a oKpibijanti s da lei -jua auVfrigOU 0
eonlratn.
Vejo que a lei diz que 0 conlratanlo do mata-
douro so pad era recebcr dous mil reis pela rez
quo for reeof'-rda ao lotcraaVuro e talbaia oo ma-
tadouro para eoostun >. Ora, e-ta. e uma clan
sola imp irtanie, talvez a mais impoitanto da, jet
1,101; visto coaio diz respeito a inn a iaiposioao
pcsMMUuria on pur outra a rotribai.-ao qip tfia'
de f izer Os nos do gado pelo sjryjco qaa se
Ihes presla no nraladoura. VojarnoS -,e no coutrato
fji pr cisjyiient" execulada esla tfaiMuIa, Bq;
teido qII fil.
0 Sn Laiciiida : -MAa eu antqodq que 0 npttra
depulado '.a ip do agpra anail',iar 0 c.,uua.
OS* J. Mki*>Ri-u) : -Daixe awlj.-ar. E'
'.uiorisar ^^baWHcoVs^rfW ^wBrfimlrtfWtwiz :-Sjlf,Togo que ifl-
creta o estabel-cirnento'lc um servieo prrvilefiadrt,
0 publico. lem (de sujeitar-se
brado 0 contralo
as uo projecto
polcrn scrfei'as sen^"ftPvlrWde' delei?
7^>n!p, so a as-jemhlca mtMfer qua sao.com
Mpntes os terrjos'em qup.ejtfijjf'Btto o_ contrato,
ffezar de nao ter sido elle.f^^nos termos de-
crelados na lei, 0 approve* enrra e terminaate"
msnte. Nao devemns deixar prodnzir etteito dis-
posicoes jllegaes, disposifSes injuridicas, eaLabe-
lecidta em um 'coMrato qito pode ser amanha
desreapailado at.; per um. particular : qoalqcer
jeidadia que saiba eonipreheuder os seus diraitos
osaeua deveres, e jueira laze-los valorjode
recusar-se ao pagamento dreiado no contra*.
Y o Sa. Goncalves Fsaaaau:Isto e aoarchia.
0 (hb Olympio MARqfcEs :Perdde-roe a*bre
depulado; nao i anarchia. Nao ha aaarchia
quando a cidadao usa de um direlto coniigoado
oas leis do seu paiz; pelo contrario (. umdireito
nao sA'natural, como ate enlre nos e garanttdo
pela constituicao do imperio- e pelas leis do paiz.
Desde que em um contra se .estipvjan eon-
licoss en conhario a lei qua dacretou 0 rnosmo
contrato, se esta's condiijoes podem-se tornar pre-
jndictaes a qttalquer individao; este pode reensar-
so a cumpri-las ; iata & principio que nao ad-
mitle cMtestaaaa.
0 Sr., J. Mello Ueco :Isto 6 em these ; agora
qaero ver se faz applicacSo ao contrato.
0 Sr Olympio Marques : Vejamas se 0 preco
estipulado no contrato pelo servieo prestado pelo
coutratante do matadouro e o mesmo decretado
na lei.
0 Sr. Tiiiiaaao dr Magalhaes :Exactameat) 0
Uesino.
0 Sa..t9i.YMriMABQ(:Bs : Di* 0 aobro depa-
lado que e exatamente 0 mesma. Ja mostrei qua
0 preco decretado na lei 6 dous mil rers.
*0 Sr. TbLRNTTN'l dk Garvalho : -Doas mil reit
on ate dous ?
0 Sr. Oltsbio Marqitgs : Isto e indifferente.
0 Sa^ GoNCALVfis Ferhrira "- Para a argu-
metitacao do nobre deputado e inlifferenle.
0 Sn. Olyjipio Marques : A lei diz doas mil
reis, mas ainda quando dous mil reis fosse-oU-
mito raaximo do preco, esla circuaistancia nao
pv.-judicaria a rainha argamenlacao.
0 Sr. Tiburcio de Magalhaes : Parece que no
contrato se exige menos de dous mil reis.
0 Sr. Olympio Marques : Erige-se menos ?
Pois eu vou moslrar que vai muilo alera do preco
marcado na lei.
A lei marcou 0 prejo de dous mil reis uao so
pelo servieo de talhar a rez no matadouro, como
pela conservacao della no logradouro.
0 Sr. Tolentino dl Carvalho : Naa podia
marcar isso.
0 Sn. Olympio Marques :Esta aqui (mostran-
do a lei).
0 Sr. Tolentino de Carvalho : Marcou como
um maximo ; 0 presidente podia fazer por me-
nos.
0 Sn. Olympio Marques : Por menos, esta vis-
lo ; mas 0 que vou provar e que 0 servieo se vai
fazer por, mais.
0 Sn. Tiburcio de Magauiafs da um aparte.
0 Sr. Olympio Marques :Nao e disto que se
irata ; ista seria uma razao para se pedir a revo-
ga;ao da lei ou a sua modificacao, mas nao p3ra
alterat a l^i e dizer se : liz maito bem.
0 Sn. Tiburcio de Magalhaes : A lei nao foi
alterada.
OSr. Mrllo Rego : -0 qua quero que demons-
ire 6 que 0 preco foi alterado.
0 Sr. Olympio Marques : A lei, ja eu disse,
maica 0 preco de dons mil reis pelo service de ta-
lhar a rez e conservala no logradouro. _Log,0
serviga relribuido por dous mil reis e nao so a
alimentacao do gado no logradouro, como tambem
0 sea corle no matadouro ; e oa nao e lslo ?
0 Sr. FrLtppE de Figueiroa : Creio que ahi
ha engano ; a lei se refere ao logradouro que de-
ve exists annexe ao mat.douro.
0 Sr. Olympio Marquss :-Os nobres deputados
Olymj'I Makqups : "Jao estou f.ira da
Nao ou
haviamos
negam r
0 Sr. Gomes Parknte di um aparte^
0 Sr. Ma.voel.do REia : -Agora e?ta mal com
a ameaca
0 Sr. Olympio Marques :Qual foi ?
vi 0 que disse 0 n hre depulado.
0 Sn. Gomes Parents : Disse qne
de fazer 0 nobre depulado flcar cowencido da con-
trario.
0 Sr. Oi.tmpio Marques : Es'.ou mostrando as
raz5es que tenbo ; se ellas forem improcedentes
desejo ser convencido, mas so a a-somblea jalgar
que nao sao, entcudo jaa se deve legislar para 0
lim de rectilicar estas illegalidades do contrato,
porque, se nao forem recliticadas pela assemblea,
nao pode 0 eontrata ser respeilado seaao por
aquelles que juizerem respeilado.
Creio que ja dentoasirei que 0 servieo qae a lei
maadaJazer par dous nail reis e nao so 0 corte do
gado para 0 consume, onn a sna alimentacaoe
Conservacao no matadouro.
Diz 0 coutrato : (!o)
Pela malanca, esfoladura e es-
quartejamento db cada ree. ..
Prepare de miados- e dobridas.
Preparo de am mocoto a 20 ri5is
(i).........
U900
300
80
2*280
160
Pela demorft do cada rez nos lo-
gradouros, por cada dia quo exceder
de quioze (sendo metade para a ca-
mara municipal)......
(Ha diversos aparlesj.
OSr Olympio Marques :Dizem os nobres de-
putados que a lei marcou dous mil rt?i, e, se 0
presidente conlratou par 14900, conlratou por
menos do quo a lei marcou ; mas ja mostrei qne,
sendo esta uma parcella do servieo, a somma de
todas as parct-llas vai a muilo mais do qae a de
cretada na lei.
Ora, se polo servieo do corte, isto 6, da matan-
ca, esfoladara e esquartejameuto, mais nada, se
S'aga 15908 ; mais adiante se exige 381 rs. pelo
omais servieo, proprio da maianea, ekvando-se
assim 0 prece desta a 25280, alem do imposto de
160 rs. pela dernora da rvz no logradouro, par ca-
da dia qoe exceder de 15.
0 Sr. G6es Cavalcante : Sim, porque 0 lo-
gradouro nio quer dizer ponta de refazer.
0 Sr-. Tiburcio de Magalhaes : Dtirante 15
lias nao se paga cousa algoma. Se nao houves-
se essa teslriccao, os fazendeiros traziam 0 gado
magro e deixariam iiear no logradouro 0 tempo
que quizessem.
0 Sr. Olympio Marques :Mas para que serve
0 logrartonro ?
0 Sr. Tmunctn de magalhaes ; E' para 0 des
canro de 18 a 15 dias.
0 Sb. Olympio Marques : Nloe tal, epara
mai< alguma cousa.
Um 9r. BitfUTADo: Bntio Ikaria por muilo
tempo 0 cadi's cargo do contratante.
0 Sr. Presidente : -Attencao I
OSr. Olympio MAitodfcs :Quandolicasse, teria
elle nma retribufcao,
0 Sfti TrBtiRCioDRMaGAL-H.Jps :Pois 6 isto que
se macca no contrato.
O Sr.Oi.ympjo Mxihiues : -1*900 com 380 ra,
dao ama somnia superior a 2JOO0, ja nao fallaado
do pagamento pelo uso do I 'gradouro.
0S. Felipp* oe FreuEiRO* : Creio que a lei
se refere somente ap lograoeufo, qae esta annexo
ao matadouro.
0 Sr, Olympjo MarOues :-Entao pela consrr-
-aaii do gado nos outros Iparadouras, 0 vontra-
tann nao percebe gratifica^ao nenhuraa '!
Um Sr. Deputado:Leia 0 que diz a lei.
, 0>Se. Olympio Mahajuks :-A lei diz-.dous mil
reis par cada boi que for morto e-lalhado.
Harp, deixarei de parte esta parcella para 0 lim ;
sera lima despeza accidental, uma despeza even
lual, qae 0 dono da'gawo pedera ter oa nao, se de-
mpra-lo aaaisde J5di;is uo lograilouro.
T.-ado deraou.-drado que 0 servijo da raa'tanca,
divuljilo cjaao foi na contralo, eleva-so a.2^2H0,
mais ua qiie 0 fixado na lei, vamos ao mais.
1, Pela matazuaj esfoladura e es-
qqartejameut j de cada caroeiro. .
idaia de cada porco ....
Preparos de miulss-de cada catr--
500
m
neiro ou i*?wo. .. .
Pela saiga Jo um eouro. .
lierratiuieuto de sebo, um kilo.
Preparos de um chifre. .
200
.JOft
'60
20
2*080
Ora, a lei niu trat cts, icatou do. bais ; meno au.orisou oriYilegh>
para a saiga de cauros, 'preparos de chifre. etc.
ItySn. l)Ki'nr.\i)o : Eulao havia de malar de
gfaca os c rqelrai ?
0 -R Olympio \URguns :Nifo epara chegara
e-W resultida que'di'go isto, mas para pergiinlar :
ppje a conWataula exigir preco certo oela. iBatam-
c*rde carnelro? ^ porcos ; pole Hear cam d'pribi-'
Is so elle.sajijar o'coijr", pre/arar o cni-
fres, derretfir o.son >, etc., jfegio ser
aiiirito, sem e-tar elle decrftbdo .jlor
esta asssmbeai, por isso i|ne a |*t*jfl ?n refl^d a
luatanca do gado vaccura ?
OSr. Gwr/ALVBS Pbrrrira: N'ingnPii e obri-
200
oOO
60
20
20
20
160
a eeto privilr-gitt
Cs_por'acto, de pagar urn preco preyiamente iixa-
do, sendo neste" caso por quern nao tenha compe-
tehcia'para /aie-lo."
Vou ler toda a tabella dos precos. Le) :
Pela mataaca, esfoladura e esquar-
tejamenta de cada'rez .... 1*900
Idem,Jaein de cada crrneiro. 500i
Ideiude cadi porco; .... 800
Pelo preparo de miados e dobra
da de eld* rez....... 306*!
Ora; ad esta*- ultima parcella, sammada cam
*900, faz 0 total exceder do preco do 1*000, que
marca a iei.
0 Sr. Goes Cavalcantk : -A lei manda contra-
tar 0 peparo de miudos ?
0 Sr. TmuaCTO de SfAGALHAES : Para fazer esse
servieo e preciso ter uma machina a vapor, gas-
Jar cirri) c fazer a despeza de conservacao, etc.
0 St. Oi.YMPto Mabqubs : Isto nao servira para
provar que a assembled lem de f ntrar no canhe-
cimento deste carrtrato, tem de approva-lo rra-
quillo em que elle nao foi feito de accordo com a
lei "' { 'onlinua a ler) :
Pelo preparo de miados e dobra-
das de cada carneiro ou porco. .
i'ela saiga de um couro. .
Pfelo derretimento de sebo, um ki-
lagramrao........
Preparo de um chifre. .
Idem de um mocot6.....
Pelo deposito de cada couro, de-
pois do deenrridos 15 aias, por dia.
Petademerade uma rez ao lo-
gradouro, por eada dia que exce-
der de 15 (sendo metade para a
camara)........
6.* Fica partencendo aos contraianles 0 san-
gue, unlra e Wsiduos do gado que for abalido no
mo ra douro.
7 Os contratantes poderSo adraittir nos lo-
gradouros, gados nao destinados joconsumo, per-
cebendn diariamente por cada rez 160 rs., com
tanto qne nJo prejudique ao gado desiinado ao
con9umo.
Ora, tudo isto sommado...
Um Sr. Deputado : -Por quanto sahe o boi ?
0 Sr: Uchoa Cavalcante : Por quanto sahe a
panellada ? (Riso).
0 Sa. Olympio Marques :...excede muilo do
pfeco estipulado na lei.
0 Sr. Goes Cavalcante :Mas a lei nao man
da fazer tudo 0 qae am esta.
0 -n Goncalves Ferrsira : Irto mesa-o radi-
ca quesio mmndencias de um contrato, que nao
podem fazer parte deoma let.
0 Sr. Tibubcio de Magalhaes :Isso fica ad li-
bitum.
0 Sr. Olympd Marques :Eotiotodo esse ser-
vieo lica ad libilum'?
0 Sn ToBu*cio de Mac-liues :E' te 0 mar-
chante quizes.
0 Sa. Olympio Marques :Vamos liqaidar este
ponto.
Entao.seguado 0 nobre deputado oatonde, 0 con-
trato feito para a coasiruccao oarrematacao do ma-
tadoaronao da ao contratante 0 direito de ser elle 0
unieo enoarregado de fazer todo 0 servieo do mes
mo matadouro ; poder a um terceiro ir ao matadou-
ro fazer 0 mesmo service t
Alguns Sas. Deputados Nao pode.
OSr. Olymho Marqies : 0 nobre deputado
diz que pode ; pole ou nao pole t
0 ?n. TiBimcio db Magalhabs da am aparto.
0 Sk. Olympio Marquss :Mas 0 nobre depu
tadjdisse cathegoncamente :-esse .iervif:o e fa-
cultativo ; 0 dono do gadose quizer, paga, se p.ao
quizer nao paga. -N.io-enhor, e obrigado a pagar,
quer queira, quer aao.
0 Sa. Goes Cavalcante : File falloa com re-
la^io aos carueiros.
O Sn. Olympio Marqbes : Mesmo era rela
cao aos earoeiros e aos porcos, 0 iadividuo qoe
for matal osno maladouro, tern 0 direito de Iratar
dellos ? nao tern ; logo 0 contratante tem privile-
ge para fazer esse ser-ico mediante am preco.
0 Sn. Gincalvks Ferreira : Matem-os em
suas casas.
0 Sr. Olympic Mabquks : Perdoe-me 0 no-
bre deputado ; ningiu-in pode matar gado em sua
casa.
Um Sr. Deputado : Pode malar carneiroa ou
porcos.
(Ua outros apartfs )
0 S. Olympic Mabques : Oatro poMk) Sr.
presidciite, a que desejo que os nobres deputados
nreslem attencao, e 0 seguinte. Diz 0 6* : (le )
a Fioa pertenoendo aos contratantes 0 sangue, as
unhas o residues do gado qne for abatiJo no ma-
tadouro. \
Ora, perganto : estes objectc, qualquer qae
seja 0 sea valor,' poi^mjnirao que scja, pertencem
on nao ao dona do gado ? Pareee-me que sim.
Eu teuho uma rez ; vou M maladouro ; o con-
tralaute 0 mais que podera dizcr-me e 0 seguinte :
lenho 0 privilegio de fazer o servieo, de cortar,
de preparar a earns e todos os aceessorios ; mas
a propriedide da rez e de todos os accessories
do doDO da mesma rez. Se, por consequent .1, se
estabelece (|ae flque 1 ertencendo ao contratfinte
do maladouro a propriedade do sangue s das unas
e dos residues do gado, esiabelece-se a mais formal
e complela viola>;au do direito de propriedade.
0 Sr. Felippe de Figueiroa : Senao me en-
gano, sta idea Li aceita de vanos contratos de
matadouros existentes em outras i rovincias.
0 Sn. Olympio Marques : Nao sei disio ; 0
qae sei 6 que e nma illegalidade.
0 Sr. Tolentino de Carvalho: -Bo nobre
depulado nao leva em conta 0 edificio para 0 ma-
tadouro t
0 Sn. Olympio Marques : 0 mais qae a I
pode e^abelecer e o pagamento do service.
O Sr. Tolentino de Carvalho ; Dave
correspondents.
0 Sn. Olympio Marques : Se o pagamento ja
estipulado e pooeo, eleve se ; mas ninguem pode
deeretar qae ul e tal objeeto, que e de mioha
propriedade, qual pier que seja 0 sea valor, per-
tonea a ontro.
0 Sn. Tiburcio de Maoalhass : Jhs qur se
eleve, quer se diminiia, vem a dar na mesma ;
uma condicao.
Um Sb. Deputado : -- Esta qneatao n*o
importancia.
0 Sr. Olympio Marques : Tem toda impor-
tancia ; e um contrato que em nma de suas paries
viola 0 direito do propriedade, qoe e- garantido
pela constituieao do imperio, qne e sapado e nao
pode deixar de respeital-o em toda a sua pleni-
tude.
Conseguinlemente, tudo quanto tenho dito
que prova? Prova quo o contrato eta, por na-
lureaa dependents da approvacao desta assemblea.
Se a assemblea sntende qne nad e assim, deve
pelo menus alteral-o-naquillo que offende as leis
do paiz e rectilicalo no mais, aflm de que tenha,
forca- d lei, pofque aos termos era quo esla,
qualquer particular poJe recusarse a cumprlr
muitM das dlsposiefces nehe cootidas. ,
E Bio d so qualquer particnlar qae 0 poQera
fazer.
A camara municipal do Recife e quer tempo pode esttbeleoer oatro matadouro
prejudiraro servieo contratado etm a oreaidenoia:
e se 0 lizer, usa de seu dirert*, porque esle servi-
eo e de mxareza al, tto puramente mnaicipal,
nueocia da camara municipal.
O anno passado, qoaodo se tratou d*ate objeeto.
euapresentei um substitativo aatorisaado 0 presi
dente a contratar 0 servieo juntamenteoam' a ca
marn-, mas de-modo qoe a camara fosse parte
principal do mesn.o eontrato*
0 Sr. J. Mfllo Rego : -E ella foi ou*ida.
0 Sb. Oltfmpio Marques : A qaestio nao e de
ser onvida ; e tanto*- a andiencia simptts nan foi
bastante e nto o e qae, depois docontca*o feito, a
camara reclamou contra elle e cantinua a recla
mar.
(Ha um aparte).
i O 8a. OlympioKahques : Desde qae etfa uma
lei autorisando exclusivamenteo presidente aeon
tralar, -om ao menos se tornar obrigatora a su-
dreaeia da camara, esta podia nao dar razao ae-
nhuma, deiiar qus a goveroo Ozesse o qae enten-
desse, c depois conlratar por si nm matadouro
prejudieando assim 0 contrato feito.
sr. presidente, esta questao ii de mnita impor-
tancia e pode trazer gravei complieacdes no fu
tHTO.
Desde que houver no Recife nma camararanni
'eipai, qnepor qualquer clrcumstaocia, on por con'
aideracoes politieas, ou consideracoes da Brdem
puramente adminisiratava', an por qualquer outra
razao, queira pdr-e emtiOstilida a-.-einbrrJa, pole faze lo e com muita vaatagain,
Oanno pa>*ado quando sa votcat aa cawra das
Srs depatad'S ori^wnta vigente, estabaleveu-
se nell a seguinte dijposiQao. (Procura eatre as
documonto.-).
5ao encontr > aqui 0 volume das annaes qae pe-
di; raaa vou dizer em renmo 0 qae aeonteceu ; e
se alguQ-n 0 puzer em duvida, irarei de outra oc-
tem
Jf*i WlitUlesjpoaiB* Jefios tempo para is'O.
A eauiar ilad/ia-no orcamento qae
inistrfi qp amperio a constrair
um mtadflnotra rWef ctiifreilendo so a amorli-
sar-ao 1 do rajptlM en^^a;8,|Ml^''n>^ti constrnc^ao a
duinnuia taxa-de 4 icia(ijjt*bra on kilogramn.a
de carne.
Foi 0 orcamento para 0 senado, e alii travou-se
uma renhida dfecussaos era qtRW> Sr. barao de Co-
tegipe, corno membroda comfflissao de orcamento,
mostrou exureranlemente quo aquelle servieo era
de exclusita oompetaieia e da inlciativa da cama-
ra rouicipal da corte.
f'epais de bem esdarecida a questao por aqael-
le e outros notaveis e experimentados estadistas,
deu se este exemplo de arw moralidade politica :
respeHou se a lei, qae manda que 0 servieo do
matadouro publico compita exclusivameijte a ca-
mara rauaicipai
0 Sr. visconde de Nitheroy, apresentou neste
sentido uma emenda, qus foi ?pprovada pelo sena-
do, a qual foi formulada nos seguintes termos :
(le)
" Fica 0 gpverpo.autorisailo para despeode; ate
quantia de 2,000:0O>5, com a acquisii.ao de um
matadouro no municipio neatro, em lagar apro-
priado, procedendo para esse fim na forma do art.
47 da lei do 1.' de outubro de 1828. 4,
Esle arl. 47 e 0 que manda que taes serviros se-
jam feitos exclusivameale pelas camaras munici-
paes.
Peco a V. Exc, Sr. prpsidente, que me mande
trazer a legislacia de 1828.
0 Sb. Presidente :-Peco licenca ao noWe de-
putado para dizer-lhe que esta terminada a hora
destinada a 1* parts da ordem do d*.
0 6a, Olympic Manor es : Eu aJada,linha que
dizer alguma coosa, so bem qne pouco.
0 Sa Presidente : I'nilera conlirmar depois.
0 ?h. Olympic iWuqi-ks : l?em ; entao cont i
nuarei em outra occasiao.
A discussao lica adiada pela hora.
Segundn parte.
Conlimia a 2' discussao do art. 10 do projecti
n. 35 deste anno, orcando a receita e lixanioa
despeta pars 0 exercicio de 1871 a 1873.
E' seni debate approvadoo memo
E'tambem sem debate appro vado, 0 art. It
com as seguin es emendas :
1 accresceate-se podendo sar a,quota
excedida, caso seja necessario.
% % A consigno.ao deve ser de "01:376,618.
% 'if accrescentese inclusive 0 que se geve ao
coronel Jose is Carvalho.Cavalcante p?lo aluguel
d^- sua ca-a que servo de cadeia e quartel na vil-
la do Buique, relativo a-exercicios liados, depoi3
ia liqnidacao feita pfla thesouraria 11:117,172.
J. Mello Rcgo. Gougaloes Ferreira.
a Ao 3.* accrescenie-se 00 que se dave a
Joaquim I >se de Carv.lho Siqueira Varejao, em vir-
tule da lei n. 1,001. -Dr. Manoel do Rego 0
Eatra em discasaao 0 srt. 12.
O Hr. Olyaaaitio Marquca.-Sr. presi-
dente. In muita tempo que reconheco a inc^tive-
niencia que ha em nao se coflecciunareaj 03 regu-
lamentos expeiidos pelo governo provincial.
0 Sr. Manofl do Rew :Ja este anno fauei a
respeito, mostrando ess iuconveniente.
0 5b. Olympio Marques: 0 annoJaSftdo.
coaio 0 nobre deputado |ue me acaba ae Jar 0
aparte, mencionei tambem este facto e fu o tn?s-
mo reparo.
Ora, creio que e manifesta a conveaiencia da
imprcssao desses regulamentas com 0'fiat.nao so
de evitar grandes difficuldades, como .tainoem de
dar conhecimento das disposifoes regulamcnlarns
a populate em geral, aquellas que teem necessi-
dade de saber de taes disposicoes.
Na verdade, um regulamento provincial ent:J.
nos, e um mytho ; e uma cousa que uingoen ca-
nhece, dc que ninguem sabs. Um qual jqef rate-
ressado' me precise con'necer as disposicoes por
que tem de se r.'ger ou o que devo obedecHj, ve-
se na maior difliculdadc.
Creio que e.agora a occasiao o;mortuna parn -:
mandar que com a impressao dos mais papeis, S3
faca tambem a dos regulaaaenlos provin iaes para
serem colleecionados com a legislacao paaviQCial,
e neste senlido cunfeccionei a seguinte emea-
da : (le)
E' lida, apiiada e entra ooniunctamente em dis-
cussao esta emenda:
t Ao .art. 12 accescente-se : e de todos osregu-
lamentos provinciaes vigeates juntamoale com a da
legislacao provincial..If. da Silva.
Ninguem mai3 pedindo a paiavra, encerra-se a
discussao e e approvado 0 artigo com a emenda.
Sao suecessivamenle approvados sem debate os
ars. 13 e 14.
Entra m disciis;ao 0 arligo additivo offerecido
por differentes Srs. deputados, r. stabelccendo a
verba para pagamento da congrua d scoadjuo-
tores.'
(Conf/niia.,1
REVISTA DIARIA.
Importnnte noticia da c6rte. Tele-
gramma do nosso correspondente, receoido hen-
tem s a7 horas da noite, diz 0 seguinte :
t Votacao da resposta a falla do tbrnno hoje (5)
approvada por 66 votes contra 4i, maiuria tie 22,
alguns amigos do ministerio ausentcs. Consoli-
dou-se o minislerio. aaimou-se o conmercia.
Parab ns.
Assemblea provincial, -ilontem a as-
sembl6a funccionou com 28 Srs. deputados, seb
a presidencia do Sr. consi.lheiro Aguiar.
Approvada a acta da sessao anlecedente, e naa
havendo expediente, 0 Sr. presidente declarou quo
estava sobre a mesa a redaccao do projecto de or-
camento provincial para ser examinado.
0 Sr. Gomes Parente, pela ordem, deelaron que
a commissao ds redaccao deixou de ineluir na lei
do orcamento a idea contida em uma emenda sobre
avcrbaeao no consulado provincial dos titulcs da
transferencia de propriedade; acerca do qae sns-
citoa-se uma questao de ordem era que tomou par-
te 0 Sr. Aotooio Paulino, a qual foi resolvida, de-
pois de algumas expllcacoes do Sr. president,
emendando a commissao de redacg3o o prpjecto
de orcamento naquella parte;. sefido raorbeni .->.t-
tenJida uma reclamacao doSr. Flgtreiroa, relativa-
raente a uma emenda qne se.refere a corapanh:,i
Perro-Carril, depois de orar o Sr. Gamts P3rente.
Em seguida foram approva as as redacjoes do
projecto do orcamento provincial e dos der'ns. 27
e 55 deste anno, e bem assim a do uma re'prcsen-
tacao a assemblea geral solicitando provideacias
em beneficio da lavoura ; e ficoa adlado a.'reqne-
rimento do Sr. Mello Rego um parecer da
commissao de ronsiitaigao e poderes, refatrrb a
uma indicafao ao governo imperial,-sobre 0 con-
tralo audicional da capataxia.
A reqnerimento dos Srs. deputados J. de Mello
Rego, G. Ferreira, T. de Carvalho, Goes Cavalcan-
te, Oiiveira Andrade, Gomes Parente, Dr. "Manoel
do iVgp, conego F. de Novaes, Pluto Junior, Vfeira
de Mello, Olympio Marques, Ralis e Silva,. or. N.
Porlella, G. de DrumoaJ e Figueiroa, 0. qual- foi
uuaoimerrrenld approvada, Cunsignou-se na acta
Uma manifestacao de apreco e louvdr ao SV. con-
selheiro Aguiar, pela justfea e imparcialrdaflfecain
qua, aa qualidade de presidente da a?semblea,,pra-
cedea darante a sessao.
Passando a ordem dia, foram approvadas. era 2*
discussao as emendaa approvadas. e.m 3* fia pre -
jecto n. ?8 deste anno, qufe concede lieencas a di-
versas fuuecionarios publlcos.
Ai'hora da larde 0 Sr. presidente sufpftndeu
a sessao em quanto se lavrava a acta.
Meia hora depois, reunidos uovamente os -Srs.
deputadus e continuando a sessio, foi Spprbvada a
radacicao do proiecto n. 28 deste .iano, depois do
quo 0 Sr. presidente dirigio uma Mloeafiha ;issem-
b!6a, sendo llnalmente lida e approvada aMIla. dt-
olarou 0 mesmo Sr. presidente ehorrad* os tra-
balbos da asserpbl'ea legfslativa provincial,', no i."
'anno da actual legislatura.
\u>ri!tud supplen.ie do subdelegado da freguezia 'ffa Boa-
Vis a e Ernesto Vieira de Afaujo, e n5b "Ernesto-
Vicira de Mollo, coma foi pnblfwdo no'Dftf* de
4 do corrente.
Promotor publico.Por portaito da pre-
sidencia da provincia, do do r,irriMi,;M'no-
meado promotor publico da comarca de Sffyjnna
0 bacharel Sehasiiao Cordeiro Coplha Cihtrte *
Corpus Curtate. A' vista da grarjfle con-
currence tiavila nos dous uln'anjs dias, de^Hitiilia
e.povo, resolveu airmaadade diSantissrm'/ftftra-
mento de Santa Antonio confi uar a expsf,-lt| da
imajrem ate amanhS, (domingo 7 )
Feriiuenfo grave.A*s 8 hew da rf.alo
de.i"o orr te, 0 2* sarjte.'t do S* *a*iWe da
i faiit<-ra d- I uha Cli- ic Per anies da Sd^t^au-
tat ao sa*)>r da btatric d> Saato Antoi- dMntpa-
nhand; a ama o-u!!vr, acontrr IgteM pi-
z se a h rra do do vest do desta, o quo f.-h. s-
tante ; > n mais razoes tirou de n i->ioqufe e_re-
rio n 1 v.irir*) no :afeliz, que M chf Silvino
Thome il" Saatl Engracia.
PofwguMa 0 c-rimtBoso pete clanv r pualfeat te-
ve Ue abrigar-8- em uma casa 'la trax-sva dos
Espost >-. 0 *uhijelegdu d'> Santo Ant ni 0
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Huufe flfe PetaafaSaca1 ssb&htadrf ft-oa.if*fas dm iltt-
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SrtAim*:a4ip prcasiwosimanta a le.npi He to> tfcmpn qua dsaittio por si e anu si tbster aa #*s
aiaraaipxariden^ins neewarhs* prisio dj m*$- afarigaBaoa e ate das aiscu.ss5e da alnanea. 0
mil, d*jB.awia ,ijae ao amaaAecer de beaten foi flraeil, nao ha maita, tcaloa cmi ?flPll|Uij*H
ellKi
htjamado e. raoelpiila *ofresfBNtno iqttrtel*
p^atniiantoriikde, que pracedea lego to com-.
paaMkii> jaerilo. |J
AIMnMito.-DrtS-pwa as 9 horas da aoitfl
daiJtjlo inazde abrd, proximo paasaae, u:n iodi-
?i*iodb4OQIIatjoelllha, espancou barbaramen
te ao alienado f austiao da Souza Batboza, no la
gr deaonHnada Bom Conselho do temo de Taca-
raW O -deboqooott ewdio.se. A auioridade com-
petenle iomoa conheeimenio dw facto e pro video-
ciSu segundo a lei
HomicidiOv\NYf'- Joaquim Barboz;iepi#ijfcupfbdnte ao eapitao Mananno Franeifeb Sbaio, no dia 10
de man ultimx, vindo o .offend do a fallecer em
consequent* flos ftrlmjfctos recebidoi,. ires dias
depos. 0 criiulnoao foi .preso em flagranta e
acha-se sod a acijao d < Ml
l*feh-*t*sui do ip*rio>.-C)m 4 reee-
bidos em nosso porto, levou o Mendoza 162 pis-
sageifW.- Jj
Vapor teara.'Jiegou hontem ao Para, e
do*e fabir boje a tarJe para o nosso porto pelas
I Vnper Ciallicia.Sahio no dla 2 do cor-
rente du JBi* ite Janeiro para o nosso. porto, pelo
da llahla, e.vte vapor da companhia d) Paclfico.
Vapor MerriraacK Hdotem a tarde
sahio este vapor para New York por S.Thdrnaz.
Miilura- .A eaba de Sahir a IrJz o 5 numer <
dt*le joraal-carioato.
Noliriaa^evftprfMci***. OHelegramma
dos Sra. Knowle's & Foster, de Lonflres, em 22 do
corrente, diz:
a Alg)dio front* com baixa de 1/16 sobre os
preons: de 8 K 1(1 de Pernambuoo, de 7 5/8 a 8
da ParahvrJk, da? a/4 ft 8 3/8 de Macno, de 8 1/i
a 10 do Maranhio, de 7 &# 10 do Rio Granle
da, Nogta. i
Assucar muito Brmo aos pracos de 20/ a 23/
o braiMo e de-li/6 a 20/ o raascavado.
Cne stibio t a 1/6 sobre os precos da '60/ a 84/
o do Mere d*76|'l** ode Sao|os.>
0 dos Srs- I'into Leile & Sobrinhos, no mes-
mo dia diz :
c Algodio deSceu ttt6. Assucar ftrme. Cafe co-
lonial stfblo 2 sclielfiogs.t
0 db Sr. R Yoale, em 23 de maio, diz :
Algcdao regular de l'ernambnco era ser 8
ti|16. da Parahyba 8;d'lheero 8 3|8 frouxo.
o Assncar mascavado'de Pernamboco, qaalida-
de regular, em Liverpool, 19|3 fl'me n
Do Bio de Janeiro em data de 5 do cdrreirte,
dizem :
t Cambio sobre Londres 23 d. baneario, 25 t|8
particular.))
PropaRadora rt; Instrnccfto Pa-
biica. 0 conselho parochial da frugneila da
Boa-Viita, reanir-se-ba boje uo logar e a bora d)
costnme.
0 da freguezia do S.Jose reanir-se-tia ama-
nha no lugar e liora sallfdo*.
Rcclamaco. Pedem-nos qae crtame-
mos a atterlcao' da poKcia pira as momdoras do
primeiro aadar do n. 7 daTrarea?a do Qaeimado,
cujo conoortamaoto, do dejregrado qae e, exige
a mais6rii repreasao.
Hntrix tie :>:*iii Vntonio. Foi ex-
traor Imar^i, iiuiuensa, a concurreecta publica a
aquelle Jamplo, rfue esplendidaraente ornalo, es
teve hontem aberto em expwcao aos fteis, como
haviamos annuociado, em virtude de nao ter sido
possivel a resp;ciiva irmartda-le eff-jctuar a fesla
que sea comprorrriexigo em tal dii.
B:irr:>ii'os. De urn telegramna re:ebido
ante-hontem, con-t* o aeguinte : A cheia tem
b.iixalo c n-iderave!ment na villa, n3o consta
qae f jssem graves os prejuizos. nem houve des-
gra;a a lamentar.
?1..Sinli>ria tie fazemla. S:sl i estajao
pagam-se boje is segaintes folhas :
E npregalos do resen^e.imont), arsenal de ma-
rinha, eimpanhia le aprendizes marinlioiro, pri-
eas to pret refor.nvlos.
*-le-neia e Progre^ao. Quinta-feira,
i do dorreate, hoaye sasulo ordinaria nesta so-
cieiaJe, sob a prosileacia do Sr. Lobo Jurume
nba.
OrJeni do dia : 2'parts : eleicS) para com-
misslo de redaccao e para adjunto de orador.
2' pjrte : desenv.irrimento pelo Sr. Simieo, da
tKe^a : Sari a philosophia uma tradica) de chi-
mTfti oascidas em urn i'u de delirio ds alguns
li)rrta- ii en^eiho, di-isviiiaalas, propagadas e
susteatadas porelles ? Sora el la tambem uoi ca-
pricho eluxo do pensam^nlo, ou tera s?u fanda-
mint) na nature.':* que nose ommum a todos?
A sin Diatom sera umi oiusa siiria?
Eoi seguida foram sorteados os Srs. Lobo Juru-
nie:]!:.i e NavarroLins eseolhoadoo primeiro esta
tlie;e : Qual a formi d'>, governo ciue mais se con-
cilia com a indole de um povo? Eo segundo esla
ooira: 0 descobrim:;i'.o do Brasil foi oa na> obra
d > acsu ?
Nada mais haven lo a-tratar, foi oncerrada a
aeseio.
Novo .tthcaeu. -Quinta-feira ultima, 4, as
II hora- da manhl, reunio-so esta sociedade, em
sessao ordinaria, prosilida-pelo Sr. Kolrigues da
Costa.
Pa-sando-se a discossSo da these : 0 divor^io
ra atitor..-ado pelo direito natural f Orarara :
negativamcnto o 3r. Juventino Lima (J) e afflrma-
tivameBte 03 Srs. Arsemiro Aroxa (t), Espiridiao
Filho (2) c Estdllita Pessoa. Encerroti se a dis-
ca9?ao.
Foi em segaida sorteado o Sr. Assis Bezerra
para discussao de these.
.>iullica URi'iiiina. Ao mesmo
tempo que a mensagem do presidente desta Re-
publica, foi distrihaido o relatorio do Sr. Tejcdor,
ruiDiatro dos negocios e-trangeiros, pelos membros
do congresso. Desse relatorio extrahimos as se-
guin:.es linhas :
A silua^ao actual deste assumpto e a segumte: j
Coaudado o governo imperial, depois do mao exi-
t da negociaQio de Assump;ao, a concordar na
descceapacao definitiva conforme o estipulado
[ara este caso ao art. 6' do accordo de 19 de no-
vemhro, respondeu ao um de 4 mezes propondo a
r :-uniao dos alliados no Rio, segundo o art. 5 do
meHBd accordo: ou bem uma nova negociajao
cum o Paraguiy, .sobro a segunda base Argentina
rnodilicada, fieando pendenles os tratados defloi-
tivos. nSo so de sua aceitai;ao senao do arbitra-
inenlo mtsmo, que pjderia ser sua consequencia.
SegunJo a exposi;ao que acompanha esta
respf'Sta, a reuniao do RiOj teria por objecto accor
darera os tres alliuios os rneios de garautir a paz,
i.'fT.Tcceado o Brasil novamente, se se preferisse a
negociacao, apoiar a proposielo modlllcada. Des-
ta raosma cxposicilo resulta que, segundo a opi-
cla) io governo brasileiro, a desoccupacao soli-
citada nao se entenderia cumprida strictamente se
na) c era ao mesmo tempo de todos os terrenos
< -cupados pelo Paraguay antes da guerra e espe-
ciuluiente da Villa-Occidental.
aluitas e diversas perguntas se agrupam no
e-pinto depois de ler esta expisicao. Que direito
tem o Brasil de tomar parte nesta questao do Pa-
rjgu.y coin a Ropublica ? Os tratados do barao
d? Coteg'pe? Mas estes nao destruiram nem po-
diam destruir o de I* de maio, segundo a declara
.ao rspetida do proprio go*erno imperial.
c Alem disso elles tinham encontrado exislente
j facto da Villa-Oecideuial e nada mencionam
lessameute, deixando por consequencia fora
di garantia. Estes tratados ernfirn foram trans-
.aderitalraante raodificaJos pelos acedrdos de 19
de noveinbro, que nada signiQcariam sem isso.
S ra desconfianga da llepublica Argentina ?
o 31>s esta poderia eviur-se, iicando as forcas
do Brasil no Paraguay e retirando se a margem
direita as Argenlinas, prescindindo assim do
accijcdode 19 de Dorembro, que para nada servio,
camprindo-se strictamente nao s6 o tratad) de
aiiian;a, seuiio os tratados Colegipe.
Sera que o Brasil nao quer permanecer no
Paraguay e lecesstta dos tratados para retirar-se ?
Mas este proposito estaria em opposi^ao com os
einco annos de oceupacSo e garantia, estipulados
pela commissio (iotegijJe, e com a oropria modi
ficacao qae boje se apresenta, e qae nads tor-
mina, pois, segando ella, a oceupacSo devo dorar
amquanto nao secombinem as duas republicas on
iiao se pronancie a deelsSo arbitral.
Code esta o wrdadriro criterio nao 6 faail
dizel-o, Srs. ena argentino, nesta *i(uagao sd uma coasa sal*,;e e:
que a. questio do Paraguay nune.a seria nra mo-
tivo alto, nen diguo de dar um eseaadalo ante o
mundo.
a f ara que prorocariamos por este aatiiw a
gaerra? Para dsir inlependencia ao Paraguay ?
Ella bi reconhecida ha tempo pelo Imperio e pela
Repu'slica. Para cowerval-af Caberia esse es-
for^o ao proprio Paraguay, se com effeito peri-
gasse. Para anaexal-o pela forga ? Ninguem
comprebenderia semelbante ieeensatez. Para
iiiinter o equilibrio no Rio da Prata ? Parodla-
mo9, isotb o mesmo resultado talvez, a faluldade
de So la no Lopez.
a A Repnbiiea Argentine, tinlia em semalbaote
eincrjrencla um pspeT mais digno. A Orieulal ba
>paKidiB\e. ipe#ewt
4ratados. Sem desdouro,
poiv de |se*a direitoe,
ydq~^*fj^Mfe'fr Aim&4J*fa f>> fcrwBbueo, 33 M.oef ^oM,: Boa-YKe<9
Umi>*******4Vm>,MVfi. >i uiwia Pfncro n, a*"0-
lencia concorrer ao Rio em nome do art. 5:
imialraanle.uma nuva ne|qciacao ini-
ciada pela RafulieafltiaseaaiUvi-Me
i Maria, parda, Peraambuco, 4 annos, Recife *,
aseim oefftr ieMlka-Alexaiidrtna ^oCahrallw Pedroia,
Biueta
recusou-se
proposi
(ao da" HS^^ff^V^^^^^^yKii*,^'
ell, que uao artera siibstancfaimenle a proposiliao
argeniioa, auDUnoiaudo desde logo."a desoclupa-
cao de AsSump^ao pelas nossas trdpas. _^ -
. Estando em vigor por outraUdo Ijrrra eon-
vengao de extradifao e dntre-pujiVal/oMfaudo de
comm?rcio do 1856 e a cottof3o-TlnviardetBW.;
pode dizerse que existe ftotreos dous palzes am
systema completo de pactoe, que de nada Barecem
para assegnrar as boas relacSes.
? 0 governo argentine deve declarar, Km em-
bargo, que desejando conservar iucolame o tra
tado de allianea, so se deeHio a Jceitaf este con-
trato no iateresse supremo da paz, qae. per qual-
quer outro raodo de prooeder poderia ver-ee+
ameacada.
Recorrendo ao annexoxorrespondente do re-
latorio, ohserwra o coan0aee,.qa *o-foi pm&
vel um accordo com o Paraguay, apezar de se Ibe
ter offerecido por transacijao desde o fio mais ira
medialo ao uorte da Villa Occidental ate Bafcia a
.\agra; e em segundo lugir a arbitragom, *oms
preheuJendo roQo o tertitqriu ao oorte-do dMo ho
oom inclusio da" Villa-Oecident^L
i Estabelecidos os direiin*^* *iMBHbllM pelo
tra tado de de maio ate aUiMia OfO-
verno argenliu > julgava com qualquer deitas con-
oessoas ser muito generoso. .0 Paraguay uao ao.
recusou o primeiro, como tambem "a palav/a lot-,
garcial de um terceiro, declaraaUo da *ua pa'rte
a representante do 'Brasil aa "AMutopcao, que se-
gundo as suas instrne$5es, tsmHem nao loe era
p .ssivel eeoiar neermem d-.ssas> naopostat.
As NlagSei oofti a Pafagtiy llearft -per con-
sequencia em uma euuacao anormal. Nao esta-
remorem tax, ponjue m >-aeemoe Jeviftm alfialifal-a ?*4o esiareino* am gMWaf
porqfte aem lla a-iRepublica p6d ^roteger toda a
oxtensae dj territorio, declarande-o seu. O go-
vortio iniio desconhece os ineonfenieotes que de
semelbante estado podem originate. Nao a de
ser, porem, a Repablica qae os soffrera malorfts;
e devemos esperar que, Ittffuidos por lles, a
proprio Paraguay procure a sua eessacao...
Proclanias.- Foram lidos na igreji do Ro-
sario, que serve de matriz da freguezia dc 8anto
Antonio, na quinta-feira 4 de junho, os seguin-
les:
I.' denonciaeao.
Amaro Joaqaim do Espirito Santo, com Olindi-
na Francisca Joftquina deOliveira.
Pedro Gomes da Costa, africano liberto, com Flo-
riana Maria da Conceicao.
Pedro Jose de Medeiros, com A'exSBdrtna Caval-
caote de Albuq icrqae.
Bacharel Alexandre de inn Poreira do Car-
mo Junior, com JlatUikle da Coaoeicao Cu*
nha.
Jose Henrique Gomes Vieira, com Fabriciana da
Silva.
I.' deaunciacSo.
Jose da Sifva Gomes, com Flora Aires del San-
tos.
Bacharel Fraacisco Caraciolo de Freitas, com
Maria l/ii/.a Cavalcante de Albuquerque.
Franeelino Libanio Tenorio, com Maria Joaqui
na de Oiiveira.
Manoel Joaquim Ribeiro. com Maria Isabel da
ConceiQiio.
Dr. Malaquias Antonio Goncalves, com Joanna
Rodrigues Mendes.
Joao Peres It idovalho, com Leppoldioa Lidia
Correia.
Fabricio da Costa Alecrim, com Anna Celestina
de Menduiioa.
Praxedes V'eira da C'laha, com Fraacelirra G. de
Miranda.
Joaquim Rodrigues Pereira, com Amelia Augas
ta Brandao.
Bacharel Franciseo Jose da Silva Porto, com
Amelia Engracia Guimaraes.
Manoel Goncalves Martins, com Maria Luz do
Nascimento.
Francisco dos Reis Nanes Vianna, com Alexan-
dria STaria da Concei'cao.
Jose Felician) M uJes, com Maria Aieiandrina
da Conceicao.
Joao Professor dos Santos, com Joanna Gaatber-
ta do Mello.
3.1 denunciacao.
Luiz Roberto do Espirito Santo Saagaeira, com
Pergeulina Maria do Espirito Santo.
Joao A IT ms i de Mello, com Maria Francisca de
Jesus.
Eduardo Fir.nino da Silva Filho, com, Eutalia
Gon;aives Torres.
Jose Martins Ferreira, com Donata de Albuquer-
que Mello.
Trajano de Freitas Beznrra. com Anlonia Maria
do Espirito Santo.
Mathias, africano, liberto, com Senhorinha Ma-
ria da Conceicao.
Luiz do Rego Albuquerque, com Maria Francis-
ca Alves da Conceicao.
Antonio Avelino r'erreira, com'Guilbermina Ma-
ria Duarte.
Joao Guilherme das Neves, com Fraucelina Al-
ves das Neves.
Victorino Jeronyrao dos Santos, com Clemencia
Maria da Conceicao.
Vicente Coimbra da Silva, com Deolinda Montei-
ro da Silva.
Casa de deten^ao.Movimento da casa
de detencao do dia 4 de junho de 1874.
Existiam prasos 337, existem 337.
A saber :
N'jRkmaes 239, molberos 8, estrattfeiros 25.
escravos 40, escravas o. Total 337.
Alimentados a custa dos cofres publicos 263.
Passaiteiros. -Sahidos para o sul no vapor
brasileiro Paid :
Auloaio Jose de A. tot*. Henrique da Cunha
Rodrigufcs, Franciseo Joaquim A. dos Reis, Vicen-
te A de Aguiar, ValdtvinoH. Samarino, Jose A.
da Costa Amazonas, Joaquim de Souxa Ferreira,
(Vancisco Rodrigues da Costa, Siivane R. da Costa,
Antonia Catharina de Jesus, Jose Antonio da Silva
Braga, Bento Jose Ribeiro, Alfredo de Mello Lins,
A. C. Watson, Mauricio Pereira do Rosario, Dr.
Valadares, Luiza Olympia Boraes e 3 filnos, Carlos
Corlett, August) V. Barges, Manoel Tavares, Jose
S. de Hollanda, 5 recrutas, e 29 escravos a en-
tregar.
Chegados da Europa no vapor francez Men-
doza :
Senhora Fourasier e 1 fllbo, I Brelok, G. Prota,
G. Colbia, G. Cuzate, F. Saldet, F. Graia, P. Certo-
re, C. Sabelie, F. Bonifacio, T. Durant, M. Murillo,
G. Barra e 1 filho, F. de Varga, I. D. Gaiza. Barao
da Soledade e sua familia.
Ccnalterio pablico. Obituario do dia 3
de jnnho de !874 :
Maria da Conceicao, branca, Pernambuco, 97
anoos, viuva, Santo Antenio ; osseflcaQSo.
Maria, brauca, Pernambuco, 14 dias, Boa Vista ;
imperfuracao do anus.
Amelia, parda, Peraaiibuco, X afitfos, Recife ;
variola. *
Amelia, branca, Pernambuco, 18 mezes, Boa-
Vista ; phtysica mesenterica.
Nicolao i'erenlegis, branco, Italia, 20 annos, sol-
teiro, Boa Vista; febre amarella.
Maria, branca, Pernambuco, 1 mez, S. Jose ; ina-
nicao organica.
Loureneo de Meaezes Cysneiro Bandeira de Mel-
lo, branco, Pernambuco, 34 aioos, casado, Santo
Antonio; hepatite aguda.
Abrahao, pardo, Pernambuco, 2 annos, Boa-
Vista; dentl^io.
Clara Maria da ConceicSo, parda. Pernambuco,
70 aunos, sdhetra, Boa-Vista; diarrhea.
- 4 -
Juse Rezendo, branco. Hespanha, 20 annos, sol-
toiro, Graca : febre amarella.
Eduardo, pardo, Pernambuco, 3 annos, Recife;
variola.
Eduardo, branco, Pernambuco, 13 mezes; S..
Jas6 ; convalsOes.
Zulmira, branca, Pernambuco, 20 mezes, S. Jo-
9Q; variola hemorihagica.
Manoella da CoMeifJo, pardo, Pernambuco, 94
annos, viuva, Bo*-f ieta, asyto ; remiee.
Militao, escravo, pardo, Pernambuco, 22 annos,
solteiro, Boa-Vista ; phtysica.
GaiRwrmino Pereira de Andrade, parde, Per-
nambuco, 27 annos, solteiro, Boa-Vista, hospital
Pedro II; variola.
Fforeneia Goncalves de Almeida, parda, Pernam-
boco. 50 annos, solteira, Boai-Vista, hospllsl Pedro
II; dispepsia gastro intestinal.
Francelioa Maria da Cottcei^io, preta, Pernam-
baco, 20 annos, sfrtlelra, toe-Visu, hoapKal Pedro
II; epilepsy-
Antonio de Paula Sauza, pardo, Pajeu, 40 anuoS,
solteiro, Boa-Vista, hospital Pedt-o n; tetano trau-
maticj.
t^*J
!\Ut
jiJftOWCAJB
SE'SSAObE 5 DIE "iUNHO DE ifei.
PlVBSlBENCtA 0 BX*. SR. OOJttBWttlRO
CAKTANO SANTIAGO.
< Senretario Dr. Vitiilio Goelho.
As 10 horas da manhS, presentes; oa So. des-
embargadores Silva Gaimaraes, Loureneo Santia-
go, Reis e Silva. Almeida Albuquerque, Motta,
procuraQbr da'corOa intertno, Accioli, Domingues
Silva eSoiiza'Leao, aiiio se a sesseo.
I Em seg iida o Sr.deoembargador Loureneo San-
tiage pdaa a.palavra e disse quo iagora m i -se
passava a cumprir o doereto n. 5,618 de 2 demaio
ultimo, qua da uovo regulameuto as rel imperio, queria faz-r uorsaa vez aigumig consi-
raijies a respeilo. Em rejaeao a si tem de iionde-
rariqueie. magi trado In 40 -auoj, em eu etive
etorcicio, sem que tenha gozado de licenca algu-
ida-e desemp/nlrado sens deverea, ?ena> eo-oo
ageiam tnaoos comb executfr list dv?eus deve-
rts, sem a menoc macula, e que para isso nunca
forain>preeir agora o geverno no uovo regulampnto. Qaanto
aos seus colleg-isimSaerya qo eOos cram (9noe se
dedicam ao cumprimento de seas dev-res, sem
-set pricho a'mals Tevo ftresorip$rj-ieJ{al. Qbantd
a:bOi duffrlnfslri^So'rJa jdSti^,Wire^/ vi d93at)pare.cBr cmi n tWvo tegularfieuto, crd'e e
hBmarmeme'lmpfatcatet, e admira que Isto n3o
filsse pressanUdqior, pessoastao 'fidrnpietent sem
til caso, se arteaoerfuoS djue, alem do grande uu-
niero ae autos crimes, civeis, comme.rciaes, recur-
sts, ondHkniderlfeluaaMpw* warasje colatarMs
extemporaneos escripe,(jkani qu-nn tem de estu-
dar os autos, eestar-se em aessao quasi perma-
nente a> toda a seinana, e de mais que haven do
uestaprivinciaqualro co:Barbas especia^s'JRecife,
Olinda, Iguarassu e Jaboatau, tem os desembarga-.
dores.de preiidir a 2?0 sessoei diarias.
E quando pdis, se estudamos autos? De da s
uma : nu o (egujanwato nao quer qua s& estuJe
os autos, querendo antes qae se julgue a vapor,
ou quer desprestigiar o tribunal d i alia caluego-
ria, chamando o odio.;o do puWica4 por suas me-
uos aeertadas decuaes, a assim iirar;The lodo o
inerito e coosideracao'.que o governo deve ser o
primeiro a fazer guirdar, e que sem isso tudo 6-
cara deprediado.
, Em concla^ao, pede que Wta* soarcoosfdera-
?5es fifftferalMiadas'ha-srta'^ta sessto.:BVor-
(rue todos !ds" ST.'. deseyrrfcatigadores rjresenrtds hu-
trem'as mesVnas opinSes tfom refacSo as rmncrera-
i;6es acima expostas, o E s dentc marrdoa qOe a^srm'Sc ftzesse.
JULGAMCTOS.
Rectfrsos 'crimes.
HeWrTente o ]ttiao,de"direito de "Fefliiilo, recor-
'rido Romualdo rranefisco de AlmeWTa. ReKrto'r o
Sr. de embargaldbr Loureneo Santiago. Sorteados
os Sis desen^argadore^Doraingues SiUa e Accio-
li.Improcedeh'fe.
De Mamanguapa-eeorre*te ojfuizo, recorrido
Manoel Juvenal Rodrigttes da Sifva. Relator o
Sr. desembargador tourefico Santfago. Sorteados
os Srs." desembar^dores Almeida Albuquerquj e
Souza Loao-. -IrBpfoeed.enle.
Da Atalaya. -Rdcan*n.c o juizVi, rfclrAdo Jose
Alves da Silvi. Relator o Sr. desembargador Al-
meila Alba(ef(oe. 8)rteados e? Sra.dese.nbar
gadores Domrngjies Silva o Silva Guim iraes.
Improeedente.
Recorrenle Joao lose de Albuquerque e aeus
filh s, recorrido ojuizo de direito do Recife. Rela-
tor o Sr. desembargador Aceiali. Sorteados osS s.
desembargadofeS Sifva Gurmaraes er Reis e Silva.
Deram provimeftto.
Appellacfles crimes.
Be Itambe. Appellante o juieo, appellado Be-
lizario do Noronba Farias. -Iinprocedente.
Di hltratfma. -Appeilanfe ojQite.aepelted") Joad
Felix Cornra.A n >vo jury.
De B>m Jardim. Appellante Jose Vieira da
Silva, appeilado Tgoacro Gomes Barboza.-Nuilo o
processo
Da Indepe ideneia. -Appellante o jtiieo, appclla-
do Jovino Coelho da Cunhi -A novoju y.
Do ."onit'?. Appellante Manoel Chaves Camello
de Lima, appellado o juizo.A uovo jury.
De Nazareth. Appellante o juizo, appellado
Francisco Cavalcante we Vascoucellos. -* Improce-
dente j
De SS. Cosine e Damiao.Appellante Jose Fran-
cisco dos Saatos Junior e outro, appellada a jusli-
ca.Improcedente.
Da Imperatriz.Appellante Romualdo S:miao
Alves, appellada a justica.Refor.ada a sentenca
para o minimo do at. 205.
PASSAUENS.
Do St. desembargador Silva Guimanes ao Sr.
desembargador Reis e Silva :
Appellacoes crimes.
De S. Miguel.Appellante o juizo, appellado
Felizardo Jose dos Santos.
Do Triumpho.Appellante ojuizo, appellado Jo-
se Barbosa de Oiiveira.
Appellaroes civeis.
De Goyanna.-Appellante Lourenca Alexandri
aa Barbjlho eoutro appellado ojuizo.
Do Recife. -Appellante AugUato Oetaviano de
Sooza, appellado Manoel Fernandas da Sil>a ; ap-
pellantes herdeiros de Jose Hygino de Miranda,
appellada a fazenda naeional.
Ao Sr. desembargador Uoureneo Santiago :
Do Bonito.-Appellante'teoerite coronel Vicente
Ferreira Padilha Calumbi, appellados Sezinando
Sergio do3 Santos o outro*.
K) Sr. deseirfbargader Motla ao Sr. desembar
gador Accioli :
Appella^ao commercial.
Appellanto Augusto Mobtoa, appellado3 Liniis-
ton liobilliard Do Recife. Appellante Dr. Joaquim d'fl A'qoino
Fonceca, appellada Rita Maria Firmlni de Al-
meida ; appellantes Adamson Howie 4 C, appel-
lados Kller & C.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar
gador Domingues Silva:
Appel)acao commercial.
Appellante Jose Marques Femandes, appellados
.vzevedo & Maia.
Do Recife.Appellante o curador da preta Fer-
nandina, appellado Jose da Costa.
Do Cabo.Appellante Manoel Francisco da Cos
ta, appellado Manoel Marques dos Santos.
Do Sr. desembargador Domingues Sil7a ao Sr-
desembargador Souza Leao ;
Appellacoes civeis.
De Ohuda.Appellante Valnntira, por 3eus fi-
lhos FraacHooeEiiseo, appellada SHVino Augdsto
Nunes de Mello.
De Rarabe\ Appellante Eufratio de Arruda Ca-
mara, appellado Manoel do Rego Cavalcante de
Albuquerque*
De Mace'm.-Appellante* Rego & Silva, appel-
lado Antonio Jose de Hollanda Cavalcante.
Do Recife.Appellante Manoel da Co9ta Mange-
"cto, appellado bacharel Antonio Annes Jacome
iIres.
Embargo? infringentes.
Embargante Antonio de Souza Brar, embargado
Jose Alves Barboza.
AppellacSes crimes.
De Ouncury.Appellante Agueda Maria de Je-
sus, appellada a justica.
De Bezerros.Appellaate o juizo, appellado Ma-
noel Marcos dos Santos.
De Pesqueira.-'Appellante o juizo, appellado
Joao Alexandre de Carvalho.
Do Sr. deserribargador Sooza Leao ao Sr. des-
embargadar Silva SuintarSes :
Appellacoes civeis.
Appellantej herdeiros, de Francisco Joie Pia'to
Camurca, appellado Manoel Antonio da Rqcha ;
appellante o superlntendente da estrafl do ferro
de S. Francisco, appellado Francisco de Freitas
Barbeza, *
Appellacoes crimes.
Appellante o promoter, appellado Luiz Ignacio
'4t Araujo Souxa ; appellante Manoel de Mello Fal-
ciio, appellada a justica ; appellante o juizo, ap-
pdilado Firmino Lopes de Oiiveira ; appellante o
juizo, appeiUdb J io Franciece Baiao ; appellante
Alipio tioltlito de Barros Ldn*, appellada a justica;
appellante Manoel Andre Avelino, appellada a jus-
tiea.
. po Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta :
Appellacoes civeis.
Do Recife. Appellante Joao Fraacisco do Regq
Ma De S. Ben to. -Appellante Fraacisco Ignacio de
Piiva, appellados crherdelros de D. Rita Venaneia
de Mello.
DaS. Migael.A-ppeHames Guilherme Ferreira
Ferro e oatros, appellada a baroneca de Giquia.
De Maceio. Appellahte D. LucreWa de Araujo
R*e,- appelliruos D. Umberlaa da SilM Jesus e o
ao Vieira da Silva
Howes'WrbG".
1&$ ttim&rgtfoY^tM j
Appettz ^
Do Limoeirp. Apjjeli
^|( ad ITSrihHo^a Silva.
DePajetl. -Appellante
mente Jo%daSiIva.
DaParahyba. Appellate Bernardino RodW*
gues Marques, appellada a justica.
De Pesqueira. Appellante ojuizo, sppellada
Maria Magdateua.
Diligeircia erime.
Ao Sr. derembargadw prwoiotor da justice :
Appellante o juizo, appellado Ricardo- Roberto de
Luna ; appellante Francisco de Paula Barreto, ap-
pellado Jose CorrSa de Amorrm; appellante Ma-
noel Qaintino de "reHas, appellada a justica ; ap-
pellante o jnlzo, appellado Gabriel Archanjo Rodri-
gues de Mello ; appellante o juizo, appellado Joao
Tatii; appellante o juizo, appellado Mathtis Anto-
nio (Moreira ; appellante AOtohio Maria Carneiro
Leao, apperiado J^se Rodrigues Campello ; appel-
lante o juizo, appellado Clementino Barbosa da Sil-
va ; appellante GabrjH PerreWa de CarvaHie-, *p=
pelladold^ da RhblPferretra;*tpeRa'nte Antonio
Jbse Carlos, appdflada'aiuMica; appellante o jui-
\.it>, appefladb AntoniomaWcha Firthiano; appel-
lante. Jeio,'Ferreira da tiWa, appellada ajusUQa;
appeilante o juizo, appellado Luiz Eugenio Vieira;
appellanto o juizo, appellanto ic-se Rufino Pereira.
Asslguou.se dia para lulearnento dos seguintes
faitos:
Appellacoes tlrRtfes.
Dc Itamfce.-Appellante 'Manoef ViWnte de Oii-
veira. abpeflaHa a fitsflca : appellanten jttizo, ap-
pellado Manoel Nery Teixciranre Borlia.
De Igoarasjii.AP4jellaute,Bellaruiino FfanciSco
de S lies, appellada a jhstira.
j Do Bonito Appellante'AulonioNoijueira Cam-
pos, appeflada a juslifa. .
De Penedo.-AppioTraflie 0 jbizb. appellado An-
tanio dos \Santos Lima'.
; De Mamaqguape.'Appallante Joaquim Alve3 de
Orito, appellada a justics,-
De Malre de Deris'.-Appeflaflte o juizo, appel-
lado Francisco Jose da Fonceca ; appellaate Joa
quim Ferreira Lima, appellada a Justica.
De Goyaonmha.Appellante o iuizo, appellado
Aoacleo Jose de Miranda.
De Agua Preta.Appellante Joio de Qdbiroz,
appellada a justica.
De Maria Pereira.AppdlWhte ojuizo, appella-
do Joao Felix Correa ; appellante. Alexandre de
Oarvalho, appellada a ju5ti$a ; appellahte'o juizo,
appellado Laurehtino Bezerra Lelte; appellante
Bernardino Jose dos Anj)s, appellada a jusuca
A ppeBacoeR civeis.
Do T.sctfe.Appellant* Antonio Jose da Silva do
Brasil, appellada a companhia diBeberibe; ap-
pellante Aristides DnarteC da Cun'ia Gama, ap-
pellado Joaquim Francisco de Albuquerque San-
tiago ; appellante Joanna por seu. curador, ap-
peuado Polycarpo Jo>e"Laymo.
Do Cbara. -Appellant* a CizeOda, appellado Car-
los, Esnesto de Mesquita FalcAo.
Do S. Bernardo.Appellante RaymutfrJo Carlos
da Silva Peixoto, appellado Mauoel Herculano da
Guulia.
di Granja.Appellante Leonor Maria d Olinda,
appellado, Manoel Jo=e do Carmo.
De Cunoina.-Appemiitf-, Mauoel da Co-la Tra-
va-sos appellado U.imingos Trig) Castello Branco.
Da Area.Aopel ante Antonio Jose de Oiiveira,
appellados Braga Gomes & C
- Do Recife.Appellante Joaquim Antonio de Car-
valho. appellado lose Jj'ywim Gaerrftiro.
Embargos infringentes.
Do Tgna Preta. -Emtoargante Jose Alfonso Fer-
reira. embargadc Antonio Gomes de Macedo.
Qvel da faaeada.
Appellante a fazenla, appellado o visconle de
Suassuna.
Revista civel do supremo tribunal.
R-'Correnle D. Francisca Maria do Espirito-San-
to, recorrido Joaquim Ferreira da Victoria.
Diligencia civel.
Ao desembargador procurador da coroa :
Appellante Alexah'rtrioa Perpetuade Je3us, ap-
pellada a faz-mda habtotral.
Ao Dr curador ger.ll :
DoRecife. Appellante Beliarmuio Alves Aroxa,
' ppellado o africano Maiioel. ^^__^^_
De J^npeiFi>M4ffaiLM^Se^uitJBp &.. CtafjMftfc,
JoserdFranta, a#peii\ado Maao^l Joaquim da Silva
Ouv*Jia>,
distbibuiq5es.
'Reaucsus .crimes.
Ao Sr, deemthJrBa4or Aceioli :
De Ouricary.Recu.Tentii o juizo, recorrido Ma-
oei Joaquim Tiburcio.
Ao^S'-. deserabergador Souza Leao :
VictoriaRecorrente a iuslica, recorrido Frao-.
Cisco de Arnorlm Lima Filho.
Ao Sr. desembargador Silva Guiraaraes:
D Palmeira dos indios.Reoorrente o jaizo, re-
corrida Jose Cypriauo da Silva.
Ao Sr. desembargador Loareaco Santiago :
Da Penedo.Hecorraotuo )aizo, recorrido Ro-
mualdo Fraocteco de Almeida.
Recarso de falleneia.
Ao 6r. desembargadOT Souza Leao: .
Recorrenle o juizo especial, recorrido- Manoel da
Silva Pontes.
AoSr. desembargador Silta Guimaraes :
Recorrente o jnizo especial, recorrido Alfred*
Jose Barboza Junior.
Ao Sr; desemangador Reis e-Silm:
Recorrente o juiao especial, reeerrldo Bento Au-
gdsto da Silva.
Appellacoes crimes.
Ao Sr. desembargador ANhneida Albaqjuerqae :
Do Recife.Appellante o jnizo, appeliado Ma-
neel Soares de Lima.
'Ao Sr. desembargador Acsiofi :
; Do Recife. -Appellante JoSo Ferreira dos Santos
Janior, appellado Maapel loti Guedes Magafbaes.
Ao Sr. desembargador Domingaes Silva :
'DaBom Jardim.-Appellante ojiiizo, appellado
Galdino, esertvo.
lAo . 'DeBim Jardim. Appellante ojuizo, appellado
Jose Ignacio Pereira deLiaia.
AppellacSes civeis
Ab St. desembargador Silva GuimariBs :
Do faga Appellante Manoel Francisco Gomes,
appellados os herdeiros de Serafim do Cento Ro-
drigues.
Ao Sr. desombafgader Lont*enco Santiago :.
De Camoma.Appellante Alexandre Jose de
Araujo, appellado Antonio Francisco de Snuza.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
DeAgui Preta. -Appellante Dorhinftos Martins
de Barros Monteiro, appellado o Barao de Pal-
mares.
Ao Sr desembargador Motla :.
Appellacao commercial.
AppeHante Antonia Jiaquiua de Vasconcellos,
appellados Cardozo & lrmao.
Orphaos do Recife. .
Embargante Antonio Cesario Moroira Dias, em-
bargada Elysa Galvao Carapeba.
Ao St. desembargador Accioli.
Appella Appellante Jos6 Antonio Mireira Dias, appellada
a caixa filial do Banco do Brasil.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
Do Recife.-^Embargante Antonio de Sonza Rego,
embargado Jose Joaquim Pereira.
Ao Sr. desembargador Sooza Leao :
Do Recife.Embargante Jaaquim Francisco de
Alouquerque Santiago, emtjargada D. Francisca
T. da Costa Cunha. .
Encerrou-se a sessio as 3 horas menos um
quarto.
Balanco do Novo Banco le Pcr-
nambueo, eau Ii|iiiIacao, aos
30 do maio de 894.
ACTIVO.
Le|ras protestadas ....
Despczas geraes.....
Caixa........
rfurm
to, e'lle
nto dos seus
119:8805580
17:9H606
22:783.5910
PASsrvo.
Capital.........
Fundo de reserva .....
Massas fallidas a cargo do Baneo.
Dividendos........
Lncros e perdas......
S. E. e 0.
160:6113096
42:975|oO0
101:44U49il
6)8^787
310*601)
13:241*719
160:6115096
DO MEZ DE MAIO DE 187
TABELLA DO RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE ^PERNAMBUCO Kx-t_lfi Mp7M
DO CORRENTE ANNO FINANCEIRO, COMPARADO COM 0 l)E IGUAES ME
DOUS ANNOS Ul.TtMOS. __________________\
.i "
ri
Dj
Imporlarao
Direitos de consumo......^..............
Dilo de augmento dfe 40 %, 34 /, e 28 0/o-
Dito de dito de 35 %....................
Dito de dito de 3) /., /0 e 21 0/o.......
Ditos addicionaes de 5 %............jr..
Expediente de 5 /. dos generos livres de di-
reitos de consumo.....................
Armazenagem...........................
Despacho maritimo
Ancoragem.............................
Exportagao
Direitos de 15 % do pao brasil............
Ditos de 9 % de exportacao...............
Ditos de 2 1/2 % idem....................
Ditos de 1 1/2 % do ouro em barra.......
Ditos de 1 % dosdiamantes...............
Expediente das capatazias................
Jnfwj'or
ftenda da typographia naeional............
(proporcional por verb a......
Sello do papel< flx'o......................
(adhesive..................
Emolumeutos ..........................
Imposto-de transmissao de proprledade, a sa
b;r : de 5 % <*a venda de embarcagao...
Dito de 1 % da arrematacao de bens moveis.
Exlraordinaria
Receita eventual.........................
Deposilos
Depositos de diversas origens.............
Oizimos da provincia das Alagoas..........
Dito da provincia da Parahyba............
Dito da provincia do Rio Grande do Norte.
Contrihui^ao para a casa de caridade. ..>...
1873 a 1874
446:5175864
145:2335183
1:4155301
22:5975369
2:6205236
1:1975386
2495022
2:7355531
110:9825718
3005000
455000
362<000
6795630
2115500
1:4535915
736:0235275
10:5641081
2:8205830
750:0085186
z-872 & 1873
526:9008721
138:7395931
3:1315331
102:2215310
2:6565449
5810
5:6685000
128:7335330
1871 a 1872
772:4915630
131:6945035
3:0595165
107:0405356
2:3015179
1:0735612
6:5215250
233:748583
030
85OO0
1065880
306 50; K)
6805890
765500
1:8165271
911:2654472
3:76553 ?5
115230
U:2l35i03
1:7405137
927!9965389
235530
6000
8035600
7705040
3465300
25030
1:7535246
trtdencia de presar nao da> 'tftasie a qrio perteo-
co, como aos dignos colleges, a quern re-peito,e
pensojamaie os haver offendido.
Sendo garantido a todos 0 direito de (irar certi-
dOe* dos'.acioeiofflciaes, i]ue n io ^Itf segredo, ca-
da urn pole cer'aficar ae se en tenb'7 oeolbos ven-
dados para ver os ataques que soflf* ki e a
rasf a a'qye pe#teneo.
Nunca nesta cidade se Ml w mm-, imjKtor de
saud-, seniio depois que eu fui encarlado naste lu-
gar, e istcxprova qae here evoampra o dweres
inherentes ao cargo, nao euai a .pMficieoeia quo
exliibiriarn oatros-que tivesienJ as hafcilitacdes'ub?
me faltam.
Cada nra tem suas funi^dwl* e--oi i*fulanwwir
me olwiga^a fazer 0 qaea'w oalrosuompete.
Recife, 4 de junho di 1873.
Dr. Pedro d> Alkiyde Lobo Mosco$0.
Ao medico Dr. lW
Qae pbenotrieno I o.defunto
e fallo'u f e eom que'vozes t par.
do fogo eteroo ? MisCricoi'ttahie'i
me horrendo e 0 da malar mpjlfho
vacifera como quern vem. do cdtti
grande pena, a sea UoRuagsm propria
crimes; em vez de de/euder-se, aetfusa-se cuno
conheceu elle, 0 prolapsn do ntero,i n a rhtfflcrr-
raeia vaginal, e as uleerac.ass do edlR nteTrno, stfm
cenhecer um festo de qnitro mwes rjfio'JJbde
ser i estes lermos fgram iavontj^ase nao Dur.cu-
nhecimentos;se elie f.allAsse emifryjYeT, Mm.; tjors
e a sna sciencia; 6 eomi nao saBe Sc'deftttdtof vio
aborto causado pela ana ignorancia ; e ^orrjrJeilSO
tem defeza 0 seu crime; venha fonjar 0Mi.s"aiH4
pitaia d cornimboqae-do Telles.
O Sr. Praxedes Ferreira Cavaloante, ra rdor na
raa de S. Goncalo n. 9, venlo sua riTrfe'r D. Ma-
ria Amelia, bastahte'dbent lavrava por diversas paries- lo^aVjtydti Wt indca.
e sabendo ime 0 medico MutiAj, aaimuciaVaser
especialistaoa'cura das moles'tias. o!a,peSe,aTr-
gio-se a capa do dito fne'dici^ e. pw lbe mte
viesse a sua casa pira Ju'rar sua mufffer ; effc-
gado 0 dito medico ao p' da doenlt,; e^amioou 0
cobreiro. ( os Srs. medicos e leitofes saib'eni 0 'rfae>
elle fez ?) nao sabem ; e en dizeddp, dt^ldam";
porem como eu ja disse o nuniera 'da caVa, vao
perguntar quo elles nao negam, cj^ vez de appli-
car ateile ,doca e porvilho e irileraam&ne as
bebidas retrigerantes, por exerripjj a Iirnooada ;
nao fez'assira, applicou-lne p6e arsenical; em dous
dias curou 0 cobreiro, e dcsgracoii a dita mora;
porque recolhau o mal, e a ignoraaria do dtto
medico foi tal qne 'dao applieou i,doerite em be-
bida um so agente medicamenlal, passados dias
aa depois, a dita rooca nao pode mais, resutrfr en-
tregouse'aos maiores padeciiticntos; ora,o Sr. Ca-
valcante vend a boa crira feita ajew n'to: meaieo
no cobreiro foi chama-loi chegaudo elleao pc da
doenie, examin+iu a, b disse i'he-a sehhara. tem
uma inflaramacao. no oterot (que rixatomou elle
c .ra 0 utero das senluras) a poca rdspoDdeuj]ne,
nao senhor; pois entao, e no baco; entao the mss
ella, pois seja 110 bago, que 0 meu uterotesja-p^r-
feitainente sio: passou a receita para edpar a jo-
ilammacao do ba^o t e sahio. ; .
A moQa que e muito inteiiigente, disse aa nw/t-
do, procure-me outro medico, quo cii nada Suffro
dolbaco; entao a Exma. sua mai di;se : vi ahataar
0 Sr. Dr. medico Vianna, quee mano do., outro e
nao deve haver qaeixa; chegoa 0 Sr. medico, 8
com fCiencia Ihe disse, que ella eslava affeetada
do pulmao direito, ella pedio que examinasse 0 sen
baco, feito 0 exame, o dito Sr. Ibe diase que nada
soffria do baco ; ella Ihe dise que um medico Hje
tinha nceitado de uma hiflamma5a0.no baco; elle
eulao por pileria Ihe disse, so se 0 baco deeeu, e
quem foi este medico? ella Ihe respondeu foi 0 Sr.
Dr. Murillo, qoem?! Murillo meu mano! Sim,
senhor; pois elle rtfe ba de vir.moslr.ar epsa in-
Qammacao ; no outro dia appareceu 0 medico Mu-
rillo, ella entao Hie disse que aopacecendo em sua
casa 0 Sr. Dr. Vianna, ella pedio -Ihe a exami-
nasse. 0 elle Ihe disse que ella estava alfeetada do
pulmao, entao elle Marino esiutou-a Hie disse, 6 verJade, esta com 0 pulmao affeotarlo !
e passou-lhe uma receita de earrbomlode cat, quo
veio da botica um fra co cheio, e de bon tainanho,
qne dava para encher uma li-ella, para eUa tojBar
ate a nltitna dose, e ella assim 0 fez ; porem. 0 que
resultoulhe I coitada, inflammou-Hie 0 es.tomago
e os intesti'nos-, em ponlo 0 mais' exaihado ; reuni-
do com a grande iRUtmmacan do piMmao direito
e 0 ligado, a pobre nioga prostrouso absoluta-
fuenle; deixou 0 seu medico assistentc e procurou
outros medicos, e como nada lizeram, 0 sou mari-
do veio me chamar, dizendo me: acuda Sr, minha
mulher que esta n:ortal, pois ja esgotei todos os
recursos medicos; entao eu fui sem neqhura in-
teresse (oorque sao pobres) e achei a dita moca
prostrada sobre muilos travcaseiros, que mal podia
fallar, examioei-a, recooheci uma inflammacao
chronica, (por serde mais de o mezes) no pul.nao
direito, noepigastrico, morograstico e ojfigado, sen-
do occasionada pelo rccolhimeato do cobreiro, e a
grande inflammacao de estomago e intestinos, cau-
sada pela porcao da cat que ella bebea por or-
dem do medico Dr. Murillo.
Fiz applicacao dos meus polerosos remedfos e
no prazo de cinco dias, ach i a dita doente jan-
tanio na mesa com os seus parentes, 0 passeian-
do em toda a casa, e todos da familia, logo que
me viram, deram gracas ao Divrao Creador, peio
feliz resultado das minhas applica^oes de reme-
dies tao certeiros.
A' vista do expendido, levo ao conhecimento do
Sr Dr. Moscoso, para ir exaiumar este fa 'to todo
driminoso, prajicado pelo medico Murillo ; e o
aborto (c^a-ionado pelo mesmo medico na pessoa
da Exma. etposa do Sr. Braga, na rua Imperial.
Portanto, nao precisavao medico Murillo avisar
ao publico que eu ja fui itadoparao devido com-
1:083:6395098
10:0245988
165:)88
16:1085577
1:7555760
1,103:6445811
Alfandegade Pernambuco, 3 de junho de 1874.
Servindo de chefe da 2* seccio,
Jose Goncalves dt Medeiros..
O 3 escriptnrario,
Francisct Ltpes Cardm.
PARTE POLITIGA
PARTIOO COHSBRVADOll
RECIFE, 6 DE JUNHO DE 1874.
A Provincia.
Para satisfazer a uma interpella^Ao que os ho-
men do Director io Liberal dirigiram a columna
Cnservadora por ter guardado ailencio a-respeito
das novidades politicas adrede espalbadasupelos re
da?tores da Provincia, precisamos das seguintes
explicates :
t. Qual 0 motivo porque a Prorincia gu&rda
silencio em relacao ao resultado das eleicSos do
Cfab Popular, destacando-se assim do3 demais dia-
rips?
|2.0 Porque i Directorio Liberal foi derrotado na
pessoa Jo cidadao Jose Mariano, na eleigao do Ciub,
apezar dos prudentes avisoa e quolidiano interesse
admiravelraente sustentado, do Sr. Bariode Villa-
B4Ua?
Q.* Qual dos dous sera mais poderoso no parti-
da liberal', o Sr. Floriaao de Brito ou o Sr. Bario
de Villa Bell', T
V* Porquo razao 0 directorio que so dia libe-
ral, e que tanto clamacoatra 0 poder pessoal, nao
da uma prava da seu liberalismo. convooando os
membros do partido para a eleicao do directario,
viatori actual nao ter mais poder?
5. Esiara 0 directorio com reoeio de ser eleito
presidente do uovo directorio 0 Sr. Floriano de
Bfito e derrotidoo Sr. Barao de Villa Bella ?
iQaando a Provincia tiver respondido a essas
ndasas perguntas, n6s a satisfaremos na sua (nler-
pdllacao.
Por ora diieeaaa aos provinriams : quem tem
telhade de vrdro, DM atira pedra em qoem nao os
um.
r
none.
Ao fir. Or. Murillo.
Oabaixo assignado, negociante estabelecido a
rna de Pedro Alfonso ( outr'afa da Praia ), n. 29,
tendo sido acommettido de um tetano gravissfmo
qae 0 prostreu no leito por mais de um mez, com
sdffrimentos e torturas as mais hotTrreis, vendo a
cada instante perder a vida, foi com graride peri-
cia e contra a espectativa de todos, salvo pelos cui-
dados e desvelos de seu distincto medico assisten-.
*e. 0 Kim. Sr. Dr. Murillo, a quem boje, abaixo do
Deus deve a vida. Qaeira 0 Blrn. Sr. Dr. Murillo
aceitar estas poucaj e toscas lidbas, como signal
da sua eterna graliiio, e ao ffiasrho tempo queira
desc'ulpar, se por ventura 0 owftmo abaixti aistg-
njtdo offender a -sua excessiva modestia-
Recife, 5 de juaho de 1874.
Manoet Francisco Caroaiho dos Santos.
Srs. redactor*.Zam qaanto 0 Sr. Dr. Marillo
se nao digoasse de honrar-me coma deferent a
de, antes de accosar ao inspeetor do sadde publi-
ca, eertiQcafse se cord effaiwelld era omisso no
cumprimento de seas deyeres.Yeuboiieclarar 9;ae
a respoito de tedas aa intraei^WS do ragulamsnto
de 29 de seterabro da 1831, que teem cnegalo ao
meu coahecimeuto, eu teotw eurnpriao o'meu de-
fer ; isto 6, lenho reqaisitado ao delegaM de po-
licia a punicao dos infractorej, e algarnas vezes
aecorrido ao Exm. presidente da provincia contra
r raaccao do delegado, a exceocio do actual, a
quem apenas reqaisltel a punifio de Dominaos de
Souza Barros, no dla 16 do mez de maio findo.
Paraoe-me, portanto, summamente injuato. qae
se me faeam accusacoes da qualidads da qae me
rhx 0 Sr. Dr." Murillo. em seu oomraunicado mserto
neste Diario da -M do oorwiile, p'3 tenn0 cou'
do perigo, e tanto mais, que eu nao temo este pro-
cesso lie infraclor, porque nunca infri ;gi as leis
do meu paiz, s mpre respeitei ao meu monarcha e
a todas as auloridades por elle nomeadas ; se cu-
rar os desenganados pelos medicos, sem passar uma
so receita, para as phuma-ias, e crime Sajeitar-
me-hei, porque sousubmisso as leis do meu paiz ;
porem affirmi em fe de minha verdade, que ao
denoia de receber este golpe injast deixarao de-
ter entre vos bj-asileiro:-, 0 homem mais util (juo
niscea no paiz ; irei para um paiz sabio e illtis-
trado, que d<5 apreco aos meus merecimentos, por-
3ue nao houve e nen ha quem cure as molestias
0 corpo hutnano como eu.
Recife, 5 de janho de 1874
Doihinrjos de Souza Barros.

Cnboiai rormoniH e <-I-kii-s.
Uma rica' e resplandecente cabelladura pode-se
com toda a razao chamar. formoza; pois poucas
obras da natureza possuem tao grande poder at-
tractive e encantos.
No entanto um Iustroso bigode retorcido ou
umas magmScas suigas, nao deixam'de muitas
vezes ser irresistiveis; porem uma elegante e
forrao3a cabega de mulher, coroada de abandantes
e magnificas trancas de cabellos resplandecentes,
e am dos encantos mais exquisites que Deus de-
parou a humanidade.
Para conservar esu belleza quando existe, e
obte-la quando falta, a melhor de todas as prepa-
ra^oes em uso hoje em dia, e por sem duvida al-
guma 0 Tonico Oriental. A sua extracgSo enor-
nie ap par do seu cbntiuuado e progressivo aug-
mento de anno em anno e prova positiva que o
muado pensa desta mesroa forma.
C0MME8C
JUNTA. DOS CORRETORES
Praca do Recife, & de juulau
de 1874.
AS 3 HORAS DA TARDE
COTACOSS OFFKIAKS.
Algodao de f sorte 85200 por 15 kike, quar
ta-feira.
Dito r-dedita 85000 por 15 kilos.
Cambio sobre Londres a 90 d|v. 23 I [8 d. nor.
15000.
Cambio aobre Lisboa e Porto a 90 djv. 110 0,0
de' premio.
Ckmbio sobre 0 R;o de Janeiro a 15 djv.
de desconto.
OMeonlo de letras 9 OrO ao anno.
B. de Vasconcellos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretano
1 0|O
LONDRES. 23 DE MAIO D^ 1^
Algodio regular de Pernambuco em ser S 5; Id, $\
Parahyba 8, e Macei6 8 3(8 fro;.
Assucar mascavado de Pernamouco, qualiuade ra-
gulhr -Liverpool !9j3 firme.
?&.-
BtftcWo.
Mo, 5 de junho do 18?4-
- VS. e particular 18 t{B.

v


Diario de Pernambooo -m Sabbado 6 4e Junho de 1874.
pmrpiiry-i
fleadunenio *
'dtX 10 .1:11 i
\lfa"idroa.
(0? < n 3 .
26:173;498
ManangnaceIS horai, vapor brasileiro Curmri
pe, de 222 tnaelsdas, eomnandaote Santos, eqoi-
pagem 16, carga varins .generos ; a eoropanhia
periiaiiibnciina.
N'tvwt sahilos no mesmo iba,
Barcelona Sumaea hespanhola/drrn Eliza, ca-
pita Pla, carga atgo . capitao
Paulino A. Cardoso, erg assucar e uU'rus
generos.
S'ltios eutratlot no ilia S.
RviMeanx e portos inlermdioH 16 dias, vapor
franco* Menfaza. de 1..W4 tonel*di, iwmUMH
danie <>ru, equipagam U7, o.irga fagendas e en
irosg.-neroj; a H*rj Chorripe per Callau--70 diav do 1* p barca ingleza Silver Cntijf, d 322 Ui'wladas,
capitao Francis Mayor, iiiip?em H, earQA
asttiear; a ordem. Veto refrescar*
I.i-lk a :i0 dias, lugre porrugnez f,/iu. de i\l
tonolidas, rapiUo Antonio II. Fernanda, oquipa-
gem 10, cargttal e bos generos ; a Joao do
Rego Lima.
As?ii 7 dias biate nacional Jofo Valle, de 108
toneladas, capitao Antonio R. Audrade, eqaipa-
gem 6, carga sal e outros geoeros: a JasC J. da
C. Lages.
. Navio se&ido no ntesmo dia.
Portos do sul Vapor fraoeei Mendfan, comman-
dante Grou, -carga parte da que trouxe dos por-
tos da Europa.
EDiTAES.
Hmilio X i vjer Sobreva de Melio, inspector da,
itaesounsria de faienda desta provincia, etc
Faco saber a todos quantos se acha'n-m aa pos-
ee pur qualquer lituifl qae seja, de terrenes sitosaj
mar gem do rio Capibaiibe da foz do riacbo Par-
-nameirin para eiu, e compreheDdidos Ma zona
reservada para seridao publica.que loos fica mar
cado o prazo de 60 dias, contados da data deste,
para reclamarem ^erante oExm. Sr. presidenle da.
provincia o que tmtenderera a i.em de seu- direi-
tos, s'.li pena da perda da prefereocia garantida
oelo artig> 16 do decre.o a. 4,163 de 22 de feve .
reiro-de 1868.
Thesourana main dc 187%.
Hmilio Xavier Sobreira 4 Mello.
Doaeurefam nutn 6 Jt j mho -le tt)7i
Var>or franca*' Mtndota mercadorias e baga Rio de Janeiro --Caliche porlacnea Hup i,
geaa pan altao'l'ga trapiche Cou-
cei^aa.
fiarca ammraji* Argos itye fcno ja despa-
chado )>r o eaes do ApoHo.
Barra poriagad* Arabella carvio ja tlespa-
chado para o cae. do Apollo,
^aiacho oacMaal Mtrhko W generos na
rtnaaos ja despachados para o trapiohe
da com janhia.
CalacHo pb'ftnjtMtt ftntaliva Fell:, (Tttlrado do
Rio de Joneiro eia 4 do corrente e consigaado a
Am on m Irmao ife C, mauifestou :
Cedros seccoa 60. 4
Xarque 229,1'tS kilos a ordera.
T.iigar porto^oez Lima, entrado de Lisboa
em 5 do corrente e consignado a Joao do Rego
Lima, manifeWo'i :
Cebolaa 300aixas ao consigQatario.
Hiate nacitfual Joao Voile, entrado de Macao na
mesma data consignado a J J. da Canha Lages.
manifesto^:
Algodio 16 saccas a Fernandes Irmao & C.
Sal VII alqaeires ao eonsignaurio.
Vapor franeeii .Wrridosi, entrado dos portos da
Europa'na mesrn data e consigiradoa Harismendy
1-abllle, manifestoo :
Carga deLisboa.
Azolejos 5 caiias a II. R. de Qlrveira.
Cebotas 120 caiias a Silva (iuimaraes 4 C, 30 a
Cardoso & Marlius, 30 a l,ima.& "Silva. Couservas
10 oanas aos mesmos.
Llvros 1 caixa a J. daSitva toyo & Fllho, la
Silva Cardoso & Pesoa.
Passas 3 caiias e 21 (ardos a Lima & Silva.
(iarga le Bordeaux
Amostras t caixa a A. Prederico do Oliver* 4:
C, 2 volumes i ordeai. Albuwi I caixa a 8. A.
Mailieus. Azeile le Oltveira 90 caixas a Kel-
ler^ a
Cognac 60 caitas a Jorge J. Tasso, 50 a rdem,
20 a.js cuuMgoatarJus. Crv< ja 32 caixas a -E.
Turpin. Cunservas 6 carxas a J. Fraaciscu de
Paula Ramos, 2 aos consignaorios, 2 a R. Turpin.
Confeitos 1 caixa a Augur to E. dos Santos. Cal-
rdos 3 caixas a Vac dc Leal, 2 a Moubard Metller
C, 1 a Lyra !c Viaona, 4 a A. Gibson. Chapeos
1-caixa a Pinoeiro A fiarthola, 1 a Viccoriuo Maia
& C, 6 a J. 0:ri>tiai( -1 a Vaz Junior ^ C. 1 a
MoDteiro, GregorM, ditos e papeis I a
V;.inna i C wiiri* I caixa a Moreira eflaRiday
A % 2 a urdeiu.
Orogas 1 caixa a Augusta Caors. Ooees3 cai-
xas a J. T P. Ranoe.
Enveloppes 1 caixa a urdem.
Fitas 1 caixa a A. Gibson.
Impressos 2 caixas a S. Cardoso & Pessoa.
Jloias 1 caixa a Lehmaan Fi ere- Aj C, dilas cdo-
gws i caixas a A. Hyvuruat A C.
liivros 1 caixa a J. B. de Mello, ditos 1 caixa a
Manuel da Costa Moreira, ditos e Cigarros 2 cai-
xas a De Lailb car A C, ditos e artigos para es-
criptono 3 eaix;.s a J. N. de Souza.
Manleiga l.iO/l e l-">(i t a ordem, 20/1 e 3-1/2 a
Montoiro Junior & Fernandes, iO/1 e 60/2 a Souza
Baslos 4 C, 10/1 e lo/2 a Cardoso & Marlins.
Mercurio I caixa e Llementino Maia. Mercadorias
diversas 13 caixas a Victor Fournie, i a ordem.
Papel 10 caixas a Joaq,ukn Jose de Azevedo, 1
a Joaquim B. dos Reis. Perfumaria 1 caixa a
Clemeolitio Maia.
Qumquilharia e papeis 1 caixa a Otto Bohres.
Queijos 10 caixas a Lebre & Reis, 45 a Antonio
Ferreira de Carvalbo, 6 a Sow Joaquim Alves &
C, 17 a ordem, 21 a Antonio Francisco Corga, 27
a lleltrao 4c Filno, 10 a Ferreira 4 Vellozo, 17 a
Bomingos Joaquim Ferreira Cruz, 17 a Lima & Sil-
va, 22 a Jose M, da Rosa & FiJhos, 53 a Souza
Bastos & C, 33 a Cardozo Aj Martins, 5 a Keller 4
C, 3 a E. Turpin.
Sardinbas 40 caixas a Manuel da S. Faria \ C.
Seda 1 caixa a Gibson. Sanguesngas 2,000 a or-
dem.
Vinho 10 caixas H. Nuesch, 13 a Tlieodoro Chris
liansen, 8 caixas e 9 barns a E. Turpin, 3 barris
a Manoel Duarte Rodrigues, 6 aos consignatarios,
2 a Cramer Frey 4 (i., 2 a ordsm, 1 a Jo.tqunri
Felippe da CosUi, 1 a Cunba & Mania.
Por este reparli;ao se fax pulilico, de ordem do
illlm. Sr. Dr. ohefe de poli:ii, para conheeuneoto
dosinteressado', que nio tendo-se apresentado
pessoa alguma reclamando a entrega da preta Lui-
fan, que veio do Maranhan o se acba recolbida a
ca
Ghagas Umbelina Ferreira, e verilicaod .:e rio es-
tar ella ma'-r:cula.la de conformidade com a lei de
.28 de setembro de 1871, sera a mestna preta posta:
Vrrente jel" liberdade, se no prazo de 8 dias, uao for re-
'damada elMW escrava, visto nao (Mxler ella ser al-
li conservada sem ser crimioosa.
Secretai la da policia de Pernaiubuco, 3 de junho
id. 1874.
P^lo secntario,
Franci>co-G. da Silva Bafffow.
"onselho de oomprad de ma-
0 conselho contrau "u0 dia 8 do correntaaei,
a visn de propostas re0eWdas ate as H horas da
mauha, e 'oh as coi'.dJL-oes lo eilyb, o fornecimen
l> uo trmiesUB proximo vindouro le juboasn
Uinbro para < navios da armada e e.ubeleci
memfjR Oe marinna, tie viveres dirtas, v nHlrosidi.
Jfictos d conrumo, seguiules '.
Assiicar branco grossfl, assucar branto r^Una
do, arro* do Maranhn<,' aguardente oV. 20 iraos
azeito iio:o dc Li-boa, aletria, arartHa. boiacha,
l.olai'hn.tu am.'iicao*, bacalniu, halatas, bois vi-
vns v pasto para os roesmos, cafe em grao. c*e
iioijo, cam.- verdw, earne secca do Rio GrandoJ
do Snl, cha hyssmi, ceyadiuha, caraiba vt veias,
nonservw pmpjiKidas, oholas, doCH, f.:ij:\o, farinKa
de maiidioca da wrra,allinhas tenha, matte., mxn
teiga inulftf.t.WHU'teira frauoeza, milho pilado, aan,
sal,aabao nwi-sa, sionrlna e!\i-las de 8 em lib a,
rmaubfi d>-. lartjiua, ;tapio-v tijolos de a|vmari\
jtrossa, lelb*is, irohu l Lishoa e Wnagt \t
Lisbiia
Sala das sesseos do omselho de ocnaias de
marialHi-era Pemambnco, 3 de junho de 1874.
0 secretarh),
i& CnrtraU mals o ooncerto e lavsgem d ronpa
dos doentos, e sanguesngas de Hambiy 0 ra M
mesmos.
Taanbem aceita pfoposta? par* o forneclmento
de papel altnaco paulado, penu'.S ,!e at;o caHigra
pbJcas, lapis, tinta preta Aliiarlcc, obreias papel
marca Jevea, e envoltorios para offlclos.
As pessoas que quizerim fazer ditos forneci
meiilos, e encarrogar-se da lavagem concerto da
roupa uo referido trimestre, apresentetn soas pro
(n>sas rocbadas, na sceretaria do mesmo hospiM,
l^as ID hjras do dia 10 do corrente ; advertin-
*->-^e que nenbiimn proposla sera aceita alem
cssa bora.
Hospital militar de Pomamluco, 5 de
jjunho de 1874.
0 cscrivao,
Avelitio IVeira da Cunha.
DS^PACbUs UK EXPORTACAO .NO UlA 3 Ufc
JUNHO DE ISH.
Para os portos do exterior.
-Na barca ingleza Dolpkim, para o Bal'.ico,
carregou: Plata Neeseu C. 100 saccis coin
7,905 kilos de algouao.
Na barea franceza 6'. Andre, para o Havre,
carregou : E. A. Burle & C. 91 saccas com 7,043
kilos de algodao a -573 coaros salgados com 6,91)0
ditos.
Na p-da a hespanhola Jovem Eliza, para
Barcelona, carregou : P. Carneiro 4 C. 10 coaros
espicbados com 280 kilos.
Na sumaca hespauhola Curinosa, para o Rio
da Praia, carregou: B. Oliveira 4 C. 28 pipas com
13,440 litrofl de aguardente ; A. F. Balthar Sobri-
nbo 300 Larricas com 36,630 kilos de assucar
branco ; M. G. Telles 2,0OJ cocos (fructa).
No patacho hespanhol Marine, para o Rio
da Prata, carregou : M. G. Telles 1,000 cocos
(frncta).
Para os portos do interior.
Pan Nova Orleans, na eseona hollandeza
Cernelio, carregoa : H. Forster & C 451 sacco*
com 33,82o kilos de assucar mascavado.
Para o Rio de Janeiro, no vapor nacional
Pani, carregou : A. F Vieira I barrica eom 60
kilos le assucar refinado.
Para o Para, no uavio portuguez Soberano,
carregoa: Amori.n irmaos cs C. 13 pipas com
6,240 litres de aguardente.
Para o Ce*ra, lo vap ir brasileiro Pirapama.
carregou : kf. A. Senna yi barrica* com 351 kilos
do assucar branco : para Granja A. M. da Silva
4 barris com 384 litros do aguardente : para o
Acaracii, Fernandes 4 Irmio 2 cascos com 336
ditos de diia ; J. A. da Costa Siqueira 16 barrieas
com 1,283 l|2 kilos de asucar letinad-'.
Para Macao, na barcaca Haydi, carregou :
A. M. da S'lva 18 cascos com 1,776 litros de aguar
den'.e.
Para o Rio Grande do Norte, na barcaca
Bella Ftor,carregou : Macedo, Bastos4C.8 bar-
ricas 'om i'l kiio^ d; as-near branco.
PROVINCIA DO PARV
Serrctarla do govt'caa.
Tmdo S. Exc. o rr. presidenle da provincia de
dar execucau a lei provincial u. 8i>9 de 6 de ahril
ultimo, que aut n-a a coustruc^Ao de uma estrada
de ferro enlre esla capital e a cid;de de Bragan-'
^a, de ordem do mesmo Exin. Sr convido as pet)
soas on emprezas qne qnizerem contratar a rtl'e,-
i id.i obra, para qne aprcseotem a prc-idencia .-u -
prop i-tas, hi eartaj lechadas. denlro do prazo de
90 lias, conudos do hoje; ten lo em vista que a
mi>ncionada coutruccao devera er realisada sou
as seguintes bases, decreladas na mesma lei :
1' A' empreza ou companbia quo se propozor a
levar a elfeilo a construccao da eslrada de ferro,
seraoncedidoprivilegio por iO annos, e garatiti-
do o juro de 7 0, 2a 0 privHegio podera estenaer-se aos ramacs
da mesma estrada, que forem construidos ate o
Pinheiro, Vigia, Cintr^, Ourem e S. Mignel do
Guaina, obrigando-se a empreza ou companbia
a const'ui-los e explora-los, logo que esteja pro-
vado que podem dar 4 0|0 do capital necessario,
ou que esse promt) Ihe seja garantiao.
3* A estrada de ferro sera coustruida e explo-
rada por secedes, sendo a primeira de quatro lo-
gons e 3S seguintes de dnas legoas cada uma.
4* Ao passo que se forem coaclutndo
<;5e?, irao seudo abertas ao trafego.
3- A estrata sera de bitola estreila e de uma s6
via com os necessaries desvios, flcando livre a
empreza ou companhia construir segunda via por
?na conta.
6* A empreza ou companhia que contratar a
dita estrada de ferro se obrigara a mandar vir e
estabeleeer na m^smJ estrada 10,00 colonos, am
familias, e na razao de 2,t00 annualmente, logo
qne pelo governo imperi I ll;e seja garantido o
embolso das respcclivas passagen3.
J' Com destino p nucleos de oolouisa^O, o pre;
sidentc da provin ia fica aulorisado a conceder a
refcriJa empreza ou companhia 10 lgoas c
das de terras, das que possue a provincia,
irada dc Dragan;a, sem despendio algum paraa
empreza. Esla' 10 legoas quadradas serao mar
ginaes a estrada, e em lotes de uma legoa quaora-
da cada um.
8" 0 capital que for necessario para a cons-
tru :cio, sera ajustado depois dos preciosos estudos,
e lixado por um contrato addicional antes de co-
mecarem os Irabalhos.
Secretaria do governo do Para, em 13 de maio
de 1874.- Pelo secretario,
0 officia'-maior,
Joao Ignacio Gomes.
SANTA CASA DA MISERICOKLUA DO
RECIFE.
A Hlina. junta adminisirativa da santa casa d;
Miserioordia do Recife, manda faaor publico qut
aa sala de suas sassoes, no dia 4 de Junho pe-
las 3 haras da tarde, tern, de ser arrematadas a
(ueru outs vantageas offerecer, pelo tempo de urn
i ttvs annos, as rendas dos predios em seguida
leclarados.
ESTABELEC1MENTO DE CABJDADE.
Travessa de S. lose.
Gasa^ierrean. 11.......20U Rua de Santa Rita.
Idem n. 32........250*000
Ctuco Pontas.
asa terrea n. 114......3628300
Rua da Vintcao
Idem n 74.......241*000
Ponte Veiba.
Idem u. 31........156*01X1
Rua de Antonio Henriqnes.
idem n. 26......' 99*000
Rua do Vqzario.
l.-andar do sobrado n, 27. 325*000
Ejaidem.........373*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Rua da Senzalla velha.
Jasa terrea n. 16.......2O9*O0t
Becco das Boias.
>obrado n. 18.......421*001
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fecbado).....1:000*09*
(Rua do Pilar.
taia len>a n. 100......24l*00<
Rua do Amerim.
Idm n. 34........122*001
Rua daGoia.
Mem n. 29........201*001
Rua das Larangelras.
Casa terrea n. 17 .... 361*00t
Os pretendentes deveraov apresentar no acto dt
MTematacao as suas nancas, ou compareceren
corrpanhados dos respectivos lladores, devendi
jagar alem da renda, o premio da quantia en
rue for seguro o predio qua contiver estaheleci
nento commercial, assim como o servico da lira
aeai e precos dos apparelbos.
Secretaria da santa casa da misericordia do R
o o d^ 1874.
0 escrivio
_____________Pedro Rodrigues de Souza,
Companhia Fidelidade
"cguroH luttrltloaos e (erreatres
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritimos e lerrestre?, a premios razoaveis, dando nos
ultimos o mIo livre, e o setimo anno gratulto ao
3egurado.
Feliciano Jose Gomes
Agente.
^^^^ 51 Rua do Apollo 51
Irmaodade
do HH. Harranieiil.1 da frogur*ia cfe
H. Jom>-
SSo viHividailos |wr ordvtnon irmW *ttiz tiidos o-
niissoTrwrissimos >rma>M par* v-m mea g-ral s^
proceder a e eicao da mesa qae tem de fanceio-
nar no aono de 74 a 75, amanha 7 de Janeiro de
1874.
Irmandade de N. S. do Bom
Parto, erecta na igreja de
8. Jose de Riba-Mar.
De ordem do irmio juiz e ieliberacao da mesa
regedora, sao convidados os imaos para no dia 7
do corrente mez, as 9 boras da manba. se reuni
ram era mesa geral, alia de deliberar-se negocio
util a mesma irmandade.
I se V. de Mcllo,
________________________Secretario.
Santa Casa de Mfoericardla
! Recife.
De ordem da illma. junta adminisirativa vai de
novo a praca de renda, ao dia 11 do corrente, pe
las 3 boras da tarde, perante si, a ilha do Noguei-
ra, pela quantia de 1:000*. sendo o arrematante
obrigado a fazer os concertos de que precisa o
viveiro alii existente.
Os pretendentes deverao apresentar-se muni
dos de cartas de nancas.
Secretaria da Santa Casa de Misericord'a do Re-
cife, 5 de junho de 1674.
OescrivSo,
_________________Pedro Rodrigues de Souza.
ADMl.MSTRA AO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO. 6 DE JUNHO DE 1874.
>ala a expedir-ae hoje (a)
Pelo vapor nacional Piropama, esla administra
cao expede malas para os portps do norte ale a
Granja.
Recebem se jornaes, impressos e cartas a regis
trar, ate 2 horas da tarde, carias ordinarias ate 3
hnras, e estas ate 3 1|2, pagando porte duplo.
Pelo vapor Cururipe, para Goyanna, recebese
i eorrespondencia ate 4 horas da tarde.
Alf..nso do Rego Barros
.' dministrador.
MiTRd
Santo Antonio
de demora a barca portn^ueza Felix Unffio por
ter a maior parte de sea carregamento eugajado,
1 P* resto que Ihe hlla, traia se com os con-
sffbalarka Joaquim lose i-oncalves Beltrao & Fi-
a do Comnjiercio n. 5.
Cl. HOfiBBSaig M AniTlHO OPORTO
Bmpresa porlnrase de naveiarao a
por inlre PordiKwl o Kraxll
11 v'.tniH .
UXU) IIIMZ
Commandnnte fTnntente
Esperado do snl
em 8 ou 9 do proxi-
mo mez de junho, de
p< is da indispensavel
Oiiii- la dpU>0 Jeste
|..it(^ ?*gnira para
Lisbon e Porto cos. escala p-r S Tho.
Passagens pfrclis do earn:.-. eii,-,nnoiendas c.
vaioTtN, muain-se cum o
AGKNTrJ-;
V.. II. Hikhollo c '.
48 Rua do CoOMfcrctiJ 48
Cm piano, I mot ilia de faia, completa, i 'ama
de jacaranda, toilette, lavatorio, marquezio, mm
elastiea, aparadores de rm^tno, gnarda-lona, 1
jogo de bagateila, l filtro para agua, caderas
avulsn. ditas de bracos, mesas 1 rica roobiliaes-
tufada de marroqmm, jarros para flores, com)o-
teiras, wpos, ealices, garrafas, espelhos, pora-
frucieiras, objeclos de electro plate, lormas paia
podins, I cama de ferro, l dita de ainarello, 1 mo
bilia de jacarandit > ntiroa n.uitos artipos.
0 ageule Pinbi. HdrffS levara a leilao os moveis
acima DieB4oiiadk, por conta e ordem de umafa-
milia quo se re lira para fora desta pr> vincia.
Leiiao
COMPANHIA PKR.NAMBlAAiNA
DE
Nvega^JJta eaateira a vapor.
MACEI6, ESCAIAS, PENEDO E ARACAJO'.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui
ri para os portos acima
no dia 15 d junho proxi-
mo as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate 0 dia
13, encommendas, passa-
a frete ate as 3 horas da tarde
escriptorio no Forte do Mat
Seiros e diabeiro
d dia da sabida
'n> n. II
COMPANHIA
hESSAGERIES MARITIMES
l.inh inensal
E'pera-se da Eu
ropa ate 0 dia 7 do
corrente, s e g n i n do
depois da demora do
costume para Bue-
nos Ayres, tocando na
Bahia, Rio de Janeiro f Montevideo.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harismrndy A i.ahille.
9 Rua do Commercio 9
Rio de Janeiro
prelende seguir com muita brevidade 0 brigue na-
cional Isabel, tem p.-.rte de sen catjegameata en-
gajado ; e para 0 resto que Ire bin, trata-se com
0 seu consignatario Antonio Lniz de Oliveira Aze-
vedo, ma do Bom Jesus n 57.
TV n.*zw&ww ab:
SAMA CASA DA M1SERICORDIA 0"
RECIFE.
A Illma. jtu:la adtninUtrativa da Santa Casa de
as sec-1 MisarJcordia do Recife manda fazer publieo, que
perante i, em seifl do dia 3 de junho proximo,
tem de ser arreraatada a renda da propriedade -
Ilha do Nogueira com grande coqueiral e vivei-
ro, pela quantia de 1:0(10*000 por anno, ohrigan-
de-so 0 arrematante a fiz precisa 0 me. mo viveiro ; para 0 que deverSo
examirar previamente.
Secretaria da Santa Ca*a da Misericordia
do RecitV, 29 dc maio de 1871.
0 c-scriviio
Pfdro Rodrigues de Souza.
Jo Illir.
Sabbado 6 do c 2.a reprcseuta^ao
Jo importante drama em 5 actos, origiua
Sr. Dr. Carneiro Vilella :
Os niiifons e os josnilas.;
Terminara o espectaculo com a primeira repre
sent3cio da comedia em t acto :
Os medrosos.
Conipauhia tie naveg- ran a va-
por baliiana, Ifmitada
Hactfio, I'en-jdo, Aracajii c Bahia
E' esperado dos portos
^k do ?ul ate o dia 8 do
corrente o vanr Penedo,
o qual sahira para os
portos acima no dia se-
guinfe ao da in che-
gada.
Recebe-se carga. passageiros e diaheiro a frete
Agentes.
Antonio Luiz do Oliveira Ktcunio.
U7Rua do Rom (psns-57
Patacho Arroyo Grsndc
Paranlenavio rcceb'.e carca afrtleparao
Rio de Janeiro e Rio Gwde do S'ii: trala e pom
Sil\a i Casca<>, a rua do Marquez de Olinda nu-
mei'o 60.
Em ctntinuacao
eaulrlaw vencidas. dadaarempa-
nlior
SEGlNDA-FEIiLi- 8 DO CORRENTE
A's 11 horas do dia acima.
Julio Isaac fara leilao, em continua;io, por ine
tervt-ncau do ageule Martins, de todas as caatelas
dadas cm penhor, conslando deobjectos de b-d
Ihante, correnlfjes, nlogios deonro, adereeot-ii
sosto m demo, Iraneelim, objectos de prata,
tudo sera vendido sem re-erva de preen.'
Na casa de penhore* da travessa da ra
Cruzes n. 2.
Agente Pestana
DOS
salvados perlencentes a Ferraz 4 Pereira, por con-
ta e rfceo d companbia de seguro* Allianca
SEGUNDA-FHRA 8 DO CORRENTE
A's 11 horas em ponto.
Na rna do Codornlx
armazem do Sr. Frederico Motta.
0 preposto do agente Pjslana fara leilJo, n
conU e risco da oimpauhia de seguro* AUianja,
dos generos abaixo declarado.i:
A saber :
19 caixoes com lata* ue peixe.
19 ditos com genebra da laranja.
77 ditos com vinho Bordeaux.
73 eauastras com alhos.
IS caixas coin ceii la.-.
7 ditas Mm velas de enmauba.
17 ditas com quartos de sardmhas.
6 barris com churii;a.
48 raixas eon lalas de leite conden^ado.
10 fardos com cominnos
17 resman de papel almaco.
15 barrieas com ctrvija Bass.
8 dnzias de viobu Bordeaux.
20 ditas e 4 meias*garrafas de cerveja Bass.
11 ditas e 7 hotijas de dita.
2 an violas vaziat.
4 ditas ditas.
SECLMiA-FEIRA 8 DO CORRENTE
as 11 boras em ponta
up armazem do Sr. Irederco Men, na rua dw
Codoraiz.
LEILAO
dia
Em
rato.
G. 0. Mann,
Superintendenle
ensaios o drama-sacro de grande appa-
Os sde Passes
0 emprezario tendo resolvido nao fazer niais a
viigem que projectava com a sna companhia,
continuara aqni ate o flm do corrente anno, mon-
Eando pecas impoitanles e do grande apparato.
Conta para isto com a conenrrencia do illustrado
publi"o desta capital a qnem e devedor dD melhor
aeolnfmento.
Estrada de ferro do Recife a
S. Francisco.
AVISO
Pelo prcsente sio convidados senhores aceio-
nistas desta companhia para recoherem o 21* di
wdendo, eoneernente ao?eme:-tre dc julho a rtezem- n
loCabo,.30>. maio de 4874. (| tHOSIHtr r'SpeCtaCHIO (le 881)0880
Domingo 7 do corrente.
I"s 5 1 \Z boras da tarde

CaPATAZIA
Raadimento do dia I
dsai do dia ."5 .
DA ALFASDEG4
a 3
:]: 147*527
86UOI4
. WjLUMBS o..t;:.
Nl :,0 i ., I
'No dia 5
Prurieira porta .
3egtxda porta .
Tarceira porta .
Quarta p'.Tta .
fiapicb* Ccucetfiaa
4:008*341
3,126
281
102
167
290
3,966
0 desembargador Francisco d'Assis Olivei-
ra Maciel, official da imperial ordem da
Rosa, cavalueiro da de Christo, e juiz
privativo de orphSos e ausentes da cida-
de do Recife de Pornambuco e seu ter-
rco, por S. M. [., a quern Dens guar-
de, etc.
Faco saber aos que o preseato edital virem, que
por e?te juizo se ha de arrematar por quem mais
der, e em uma so prac.3, a renda iriennal do pre-
dio a rua do Marquee dc Olinda n. 25, servindo
de base para a arremataeao a quantia de 3:200,000
reis annuaos, ja oirererecido.
E vai a praja dito arrendamento a reqneri-
mento de Manoel Caroll, e Justino Joso do Souza
Campos, inventariante e tutor dos menores, filhos
do finado Manoel Anionio Vieira, de acco'rdo com
o procurador do propri-.iario di nietade do dito
predio.
E para que chegue ao conliecimento de tJJos,
mandei passar este que sera publicado pela im-
prensa a alflxado no lugar d} costume.
Dado e passado nesta cidada do Recife de Per-
nambuco, aos 3 de junho de 1874.
Eu, Maaoel do Nascimento Ponte^, escrivao, o
subscrevi.
Franci.<:o de As$is Oliceira Huael.
sahViC---1 MAHintn.
tnareagM descarregadas no faoi.-t e da
a'fandoga :
No dia 1 a 2 3 .
No dia 5........
o trapicha Concorci.1
RSCEBEDOR1A DR RENDAS INT! P.NA? GE-
RAES DE PF.T'N>MP.U"
tfldinento dn d,a I a 3 8:502*112
dam do dia 3 4264393
8:073*749
0 major Autonio Bernardo Quinteiro, juiz de paz
da (reguezia de Santo Antonio da cidade do Re-
cife de Pernambuco, em virtude da lei, etc.
Faco saber a qnem convier, que vao ser arre
raatados por venda, em uasta publica, em tres pra-
?as consecutivas, por <|uem mais der, os bens se-
guintes :
50 chapeos de sol, sortidos, de 2"-
paca e algodao, a 2* cada utn 16OJ00O
30 ditos inutilisados a 500 reis. ISiOOO
22 armai;5es de dito a 160 r^t's. 35520
1 arraacio envidracada. .' 130*000
1 armano pequeno. 5*000
CGXSULADO ?::.VINCIAi.
Recdimento do di,t 1 a 3 16 007*338
Idem to di* 5 2:5734007
I:ii0*365
Navio enlrados no Iia 4,
Bio J-' Janeiro9 dia-, o*Ucbo poFtognez
lh\i r'etiz, de 171 tnaei.i "u- M.
eiuipagem H), carga 3"''.l::.t k;l
fi Amorim, Iimao i ^.
Tenta-
Vieira,
cam; ;
Somma. 273*520
Os preditos bens f.>rara pen-orado3 por Jose
Band- ira, por execacao qne contra este move, por
este juizo, Antonio Goncalve3 de Moraes.
Dado e passado nesta fregaezia de Santo Anto-
nio, ora 2 de Junho de 1874. Escrivao, Coriolaao
de'Abran.
Antonio Bernardo Quinteiro.
Irmandade de S. Jose da
Agonia, erecta no conven-
to do Carmo.
Era cumtw ment' dos nossos estatnt<>s, e por or-
dem do irmao pro' edor, onvido aos irmaos mesa
rios, assim omu aos irmaos eleitos para o: mesmo
cargo no anno de i874 a 1875 a romoardeer era
nosso conistorio, doraingo 7 do corrente mez,
pelas 10 hora- do dia, afim de ser os novos fane-
cionarios ernpos-3dos *>m eus competentes cargos.
Secretaria da irraandad-, 5 de Junho de 1874.
0 SPcrptirin.
A.rmazens da companhia per
nambucana.
Scguros contra a fogo
A companhia pernambucana, disponao de ex
cellentes e vastos annazens era seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior cop
3ervaclo das mercadorias deposKaias, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previoaccordo/ex-
ilosivamente os generos de uma so pessfla.
Estes armazens, alem de areiados e eommodos.
sao inteiramtnte novos e asphaltados, isentos df
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas gue quizerem utilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escrip_tono da com-
panhia pernambucana. que acharao com quem
tratar. __^^
Con.sulado provincial
Pela adrainistrpcao do consulado provincial se
faz publico aos respectivos viutiibuiDtes, que do
1 de junho vindouro por diaute come^a a correr
o prazo do 30 .lias uteis, marcados .no artigo 21
do regulamenco 1e 16 de ahril de 1842 para a
cobrauca a bocca do coir a. do -2 semostre dos im-
postos da decima urbana, 3 OjOsobre bens do may
moria, e 60 rs. por litro de aguardente sonsnmida
na provincia, no :orrente exercicio de 1873 a
1874, incorrt-nJo na mnlt.i Je 6 0/0 aqualles dos
contribnintes que os nao satisftzerem ne*se prazo.
Cansulado provincial de Peroambuco, 27 de
maio de 1p"4.
0 administrador,
____ Ar.tor.iD Carneiro Maclndo Rios.
Sabbado 6 de junho.
THEATRO
COMPANHIA PEiUNAMbCCANA
DE
\it csnt-ito costelra a vapor,
*RAHV3A, !.\TAL, MACAO, KOSSORO', ARACa-
TT, CFARA, MANPAHU, ACAR.VCIl' E GRANJA.
0 vapor Pirapama
commandan'e Si va
seguira para os por
tos acima no dia 6
do proximo mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 5 do corrente, encom
aiendas, dinheiro a frete e passagens, ate as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio
noForte do^attos n. It
Rio Grande do Sul
Sepiira em poucos dias o patacho portuguez
Judith : para o re.-to da earga, trata-se c. ra Pe-
reira Vianna Aj C, a ma do Vigario b. 7.
HF.
2 ria dVgua salgada
S'Ct >'>\ PKIR* 8 DO CORRENTE
U n:cio
So dial-*-... i.-- -c. o^ij ij..,.ino de AgttHaf &
C, no raw do Ap Ho.
O ?gente Pias. cmpeient^menle aoioiisado, le-
vara a leiiao, por ciuu e nsco de qi em perten-
ctr, no dia e hula ..c.u.a de.-igcados, 234 barrieas
com fannha de dircrsas marcas, avari da a bordo
do patacho Nertns. em sua viagem de flaltimore
para e>te port'.i.
LEILAO
Libra" esterlinas.
Vendem Augnsto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n 42.
ro
* biado dc c rus .iLiiaies e hotio da rua do Ran-
gel n. 34, edifirado em chaos pruprios
TERCA FEIRA 9 DO CORHKNTE
\'h 11 horas.
POR INTERVENCiO DO AGENTE TINTO.
Em seu escriptorio, a rna do Bom Jesns n. 43.
Leilao
ii. 10, a qual rende
i
Manoel J. Lniz Ribeiro. porcao qne se pedir.
HOSPITAL JUILITAR
0 hospital militar desta provincia contrata com
quem melPores ventagens offerrcer, para o tri-
mestre do 1 de julho a 30 da setembro vindouro,
os generos alimanticios abalxo declaradus, para
dietas dos doentes e ra,i5es do sens SDinrega'Ios.
Alelria, kilos.
Ararnta, idem.
Arroz pilado, idem.
Assucar refinado, idem.
Batatas, idap.
Bolachaa, idem.
Bolacbinha3 do araruta, idem
Biscoutos, idem.
Cafe em earoco, idem.
Dito moido, idem.
Came verde, idem.
Camie Je porco, idem.
Came secca, idem,
ha perola, idem.
Doce da goiaba, idem.
Farinha de mandi. FettaVi mulatinho, idem.
Gallinha, i.
Leoha cm toros, cento.
I.eite, litro.
Macarrao, kilo.
Mauleiga. idtni.
Marmolla'Ja, id'im.
Ovo, 1
Paes, kilo.
Sal gross.i, litro,
Tapaica, idem.
Toujiobo de Li>boa, idem.
Vinagre de wisboa. litro.
-Vinho do Port. idem.
Todos os generis ao de 1" qualilade, e uo peso
Ida earnena adinitte mais de ir de ossus na
EMPREZA
UlfA PEl^X^iTF,
Sob a direccAo do actor
.Inlio Xavier.
Sabbado 6 do corrente.
Benelicio do actor
Aitgusto Cesar
Representar-se-ha pela primeira vez nesta ihea-
:ra o grande e magestoso drama em 1 prologo e 3
actos, intitulado :
0 Corsario Veniiolho
ou
A pobre das niinas
Dara lim o espectaculo a linda scenacomica pa-
!o actor Penante, om obsequio ao beneliciado :
Mudanqas com aidade
0 beneficiado sendo esta a primeira vez que
recorre ao illustrado publico desta capital pede
DVOteegao, confessando-se eternamente
auxilio
grat->.
Principiara as 8 i|2 horas
.
atro.
.EMPREZA -HJMA PENANTE
Domingo 7 do corrente
.A's & 1|9 horas da tarde
Segunda representagao dlexcellente drama em
4 Bdos :
0 Corsario Vermollio
ou
1 pobre das niinas
Tcrmimra com a sceoa comica pelo actor Pe-
male: .,
4$ mudaiivas cm a id; ie.
As 5 1|2 horas da tardei
VISOS MMITMSS.
Pacific Steam .\'a\igalion Coanat]
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se dos portos do sul ate o dia 7 de junho,
e seguira para Liverpool, tocando em Lisboa e Bor
deos, para onae recebe ra passageiros, encommen-
das.. carg* p dinheiro a frete.
->". B. .Nao sahira antes das tres horn da tar
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C
_ 14RUA DO COMMEROIO 14______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\uvegacilo costeira a vapor.
QOTANFA.
0 vapor Gornnpe,
comniandanle San-
tos, seogpira para o
por to acima, hoje as
10 horas da noite.
Recebe carga, encommeud;i<. pasaageiros e di-
nheiro a frete: escriptorio no For la do Matto?
Q. 12.
era
as
DA
casa terrea da i iu .' Diqu
144,000 rs. p'.r anno.
Qutitro ditas rc:eotemente adifieadas
proprios, na E>trada Nova du Olinda,
renJem 120 000 r?. cada nma
TERCA-FEIRA 9 DO COP.RE.VTE
A's 11 horas
Por intervencao do agente Pinto
Em ?eu escriptorio, ma do Bom Jesus n. 43.
ebSoa
quaes
B
LEStOEt
Novo leilao
DAS
mercadorias. pertencentes a mass* falida de
Tbomaz Fernandes da Cunha 4 C, exis-
tentes em o estabeleeimonto da rua do
Vlarquez de Olinda n. 4 4
HOJE
A:s I 1 horas dn manhil
0 agente Dias, compelentemeute aulorisado,
por mandado do Illm. 8-. Dr. juiz especial do com-
mercio, levara novauiente a leilao, no dia e bo-
ra acima designados, aarmacao, todas as ferra.
gens e mais artigos exi.-tentes em dito eslabaleci-
me:uo.
0 inventario aeba-se em poder da referido agen-
te, onde desde ja pitde ser examinado, a rua do
Marquei de Olinda n. 37, pnmeiro andar.
LEILAO
Rio de Janeiro
Para e indicado porto seg'.u; en; poocos
dias
UE
moveis, lougtis e mais artigos, como seiam :
1 silva de prata, 1 mobilia es tufada, 1
machina electrici, o-.ulos, brincos, ade-
rejos, anneis e voltes.
l\ jc
ASH HORAS DA MAiNHA
No primeira nndar, dosubrado Ja rua do
Bom Jrsus n. 50.
Mv .'"is, ;. ..'iier:
DA
taverna do pateo da Santa Cruz if. 12, fre-
guozio da"Boa Vista
Terea-feira 9 da carreate
as i f horas fla manhit
0 agente Martin? faia leilao, pela segunda vez
por despacho du 'lira. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, da lav-ma do pateo da Santa Cruz n. 12,
pertencente a Joao Marques Fernandes, e arrcta-
da por Azovedo \ Maia, no dia e bora acima.
LEILAO
DE
Moveis, louca e crystaeo
\SABER:
,L"ma mobHfl !; faia liranca, eom lampos do pe-
dra marmor<, com 1 ofa, 1 jardinetra, 2 cons,o-
laa, 2 cadciras le brj^os e 12 ditas de guaroicSo,
2 ca-li-ira^ do ba'aBfo, 1 ospelho oval, ^rando, 2
ditos menore% 1 'urados, 4 caslicaes e manga?, 2
jarros, 2 i'?cairadeira, 2 capachos, 3 vftiezianas,
2 candieiros a gaz, 2 tapetes e esteira, forro de
safa.
Uma cama franceza, 1 mesa de canna, 6 cadei-
ras de guarnieao, 1 toilette, 1 guarda-vestido, 1
commo-la, 1 tresinha redonda, louca para lavato-
rio, 1 balaio para nnpa, 1 cabide e 1 cadcira es-
lul'ada.
I*m pard( r, com tampo, de pedra, 1 mesa Je
jantar, 3 transparcntes, 1 quartinheira, cadeiras,
louca para cha e jantar, garrafas, copos, caiiccs,
1 relogio de paredo, taboa e mesa de ongomm.ir,
bacias, banheiro, trem de cozinha aoutros objea-
tos.
Quarta-feira 10 do corrente
Nosegundo andar do S'brado da rui do
Irnperador n. 35.
0 agente Pinto, le^almeute autorisado, levar
leilao os moveis e mais objectos acinia meneioua
Jos, existentes nosegnndo #odar dosohrad" >l
rua do Iiupcradur n. 3U.
0 leilao principiara as 10 I|2 boras,
Os referidos moveis e icais objectos deverao < r
rotirados findo o at to do leilao e em 2'i horas.
Grande feir;
\.
DE
trastes de differences quali-
dades e feitios, pianos, mi -
sa-8 para jantar, carteira.s
para escriptorio, camas
irancezas, grance quant-
dade de finos crystaes, ob_






/


J*
Diario de Pernambttco Sabbado 6 de Junho de 1874.

.
k
jectfls de electro-plate, es-(
pelhos doiirados, candiei-
ros a 2v z, objectos de ouro
e prata, 'reH^ios de"*lgi-
beira, de ouro e prata, miu-,
dczas, outre ellas, du/ias
de_boto33 para olloto, ii-.
nhas de carritel, brincos i^'toftr&m'JSi
____i Sem ler medo de pecear
pretos, tranca*, escovas '
para sapatos, etc., quadros
com fjaas gravuras, trans-
parentes para janellas, i
porqifo de palitos de den- ,
,. i A verdade do exposto,
tes, quantidade de trastes tys**?.'**.* i*
avulsos e immensos arti-
gos do uso domes tico
QoinU-feira II do correnle
4s 11 horas
NA
FEIRA SEMANAL
M-Rua do lioperador-16
ARMAZEM.
pelo agente Martins.
Alegria sextapla:
Comer e brber,
S).ic< ijjjtr,
Knj'ii? >(ift! r.
h' tor prazc !
Manifest* ea*> iVanca
Dtp MeptpeS itssli IV*
bo* ttnhfl kn ulepriiis,
Dil- fctj!" 9i lll'll l .-if" -,
'os s ni'ii us i|ir i.. i',i-
TV Utfi "
E de ao inferno irem lerl
Kxposi^flo todo 'lin !
t'ntrada gratis e ngua frit !
V;'nttgi!rn uxt'dnr.liuaria
lo 0|0.i diuheiru
Realidade:
Venbam ver se querem crcr
leilao
DB
2 carros do 4 rodas para o servic/j da alfan-
dega e 1 magnifico boi
QULNTA-FEIRA 11 DO CORRENTE
as 11 h rasda iminha
NA
FEIRA SEVf ANAL
16 Hua do Iraperador 16.
AVISOS OVfRSOS
E tristeza ha de soffrer ;
Poi e facto : esta provado
Do Campos a geral fama
De vender bom e barato
Como se ve" do programma
Liberdade deescolha I
Igualdade nas -qualidades I
Fraternidade nosprecis !
Precisa-se de uma ama
para cozinhar em casa de
pequena familia, preferin-
do-se escrava : na rua do
Capibaribe n. 40.
Attrac^ao!
Pyrotecbnia I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 28
Armawm do Campos
Extasis maravilbosos I
Sorpreza e prazer
Ver para crer
Santo Antonio
S. Joao
S. Pedro
Sant'Anna.
Fugos:
Fabricantes peritos I
Cores cambiantes I
Vistas rutilantes!
EfTeitos prodigiosos I
Resnltados innffensivos !
Prejos diminatos I
Generos :
Qualidades snperiores I
Sabores agradaveis !
Cheiros embriagantes I
Propriedides exeitantes
Influencias nutrientes !
Pretos resumidos I
Importacao directa I
Variedade ccmpleta 1
Verdade I
Sineeridade !
Especialidades!
Raridades 1
ENGOMADEIRA.
Lava se, e en?nma se, com perfliu'o a
rua, do iNogu.-ira n. 18.
Di'!ttWlbai'^Hll(l|> lltallll. I JUR
l|it Wffva \civ.iN
'. Fi'ti' ;]' -a il-, *j!|rs (J-ir: J'm
d- Nu!V;-.j. S-li i :|TIii H -till MllK M
j.Ti: li Cl*l!l l! i llitlllly '':.I Mi llllt'
S II-. |.ni. nt<*S ; .I'i'J'.S, .'.'* 0
" *. :i|.; I|.;i triXM tril..V) < tin .'
iiM uibargadur alanoel iosti tj;
Silva Neivas, o i-aridiwo nbseqiiio
'V'e Breratn de s>ftif ao sen fnterramento ; e
de novo os ftinvidnm para otivireni .i< mi?as do
s-iiuio dia, '|iio innndatn tettt a- 7 huras niia i|p ulitoado 0. do rnrrenle na ifreia do pn-
U'll:. .]. S Pr:iH co.
Luso-brasileira
Jos.' Rlbclro Vnmooii* .-lloS.
A directrna da As-onaca:. Be
nofleente Luo Bn.^ileira nnerendo
i;i'i'(irir com o di^posto do ariigo
din estatntos, convija a todos os
st-.nhores asfociado<, a familia e
amigos do consocio fallecido, Joe
Ribeiro Vasconeellos, para assisti-
rem a missa d. irigessirao dia, que por alma do
me; mo, manda ie.-ar no convento do Carmo, as 7
tinras da manha do dia 6 (?abbado). A directoria
espera aaeos 'fociados satisfa$am este dever do
fraternidada.
' _____________^oilrlgnes Costa._______
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BROMlf. S2
4?,
At rUfl- li'i' b
<> ehaiariz)
r-i;,-. vyrr.'ift .r jt r .-(-, ,, .pi,i
eodo Indo superior enj q'i!iilai!e e fortidao;
n'q-'.B A
r .< ..,
M'-COteftli
Bom
negocio.
Vende-se ou arrenda-se o grande predio
ie am andar e sotlo, sito na rua de Bispo
Coutiaho, proximo da igreja da Misericordia,
ua cidade de Olinda, tendo duas ioas salas
de frente, um salao no soUo, seis quartos
espafosos e frescos, uma grande cocLeira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa fonte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-se prepara-
io com todus os moveis indispensaveis a
tail grande familia, sera" assim vendido ou
- m os moveis : a tratar nesta typographia
nil no rua da Uniau n. 49, sobrado, atraz do
pai;o da assemblea.
.\U9entcu-*e de bordo do briguo uaclonal
Cjsiie o mariuheiro Pedro, escravo do Sr. Evaris-
to Nunes Ferreira, do Rio Grande do Sul, c6r prc-
ta, idade 33 annos, estatara regular, bonita ffgu-
ra, usa de bigode e pera, olhos pretos, nariz chato
e cabellos carapinhadn9. Roga-se aos capitaes e
as autoridades policiaes a apprebensao de dito es-
cravo e leva-lo a prata do Corpo Santo n. i9,
primeiro andar, que sera generosamente recom-
pensado.
Cheshire condensed Milk.
Leite condensado novo.
Cerveja de Noruega.
Keller & C.
Aviso.
COPEIRO.
Na rua larga do Rosario n. 16, aluga-se. ou
vende-se um piano de aruiario com excellentes
vozes e de pouco uso ; e uma flauta de ebano ap-
parelhada de prata, com 5 cbaves e do melhor
antor. ____________________
Alcga-se o armazem da rua do Torres n.
8, proprio para deposito, escriptorio ou qualquer
iistabelecimento : a tratar na rua do Marquez de
Olinda, ca?a n. 1,3eguiido andar.
Na noite de 1. do correnle, no hotel Mon-
dego, roubaram um fa to de panno preto ; no
colete havia nm relogio e uma cadeia de ouro. 0
relogio e inglez, descoberto, amolgado em alguns
lugares, com a mola do tampo exterior um tan-
to gasta e a do exterior maito difflcil de abrir ;
nao e de dar corda pelo p6. A cadeia e fdita de
peqnenas ferraduras presas nmas as outras, os-
tava arrebentada, tern dous signaes de solda e
nmi m@daihi com ama pedra roxa em uma das
faces. Nao podera allegar ignorancia quern oc-
cultar esses objectos, e quem os trouxcr ao seu
dono, no mesrao hotel, sera generosamente gratifi-
cado.
Um rapaz poriuguez, chegado ha pouco, dando
Aador a sua cooducta : a tratar na rua do Rangel
n. 1, taverna.
m* ,10 PDLICO
Santo Antonio e S. Joao
Avisa-se as familias e mais pessoas que se de-
dii!am ao fabrico das sortes e bolos, que e na
Confeicarla. do Canapots
que devem procurar tudo que 6 necessario para
o tal fabrico.
A saber :
Amendoas conl'eitadas para sorte?.
Castanhas ditai para ditas.
i'apeis eolorides em folhas idem.
Ditos prepar.dos idem.
Estalos idem.
Massa de manclica para bolos.
Manteiga fina idem.
Asrim como tudo mais que 6 preciso para os
divertimentos de Santo Antonio c S. Joao.
A saber :
Fofoa, bolos e sortes.
Na confeitarii do Campos.
Ao Sr. Joaifalm Francisco BSuhCoh.
Tive occasiao de ler a delicada reposta qua ao
meu protesto deu o Sr. Joaquim Francisco Bastos
no Jornal do Recife e Diano de Pernambuco.
Muito tern dado o que fazer a este senhor, a
pubhca.Ci) dos protestos de meu concunbado Ma-
noel Cavalcante de Mello e men.
Nao estou arrependido de o ter mandado inse-
rir nas columnu do Diario de Pernambuco ; por-
qnanto de am honrado e abastado commerciante
de Maceio. ttve aviso de que na praga tfo Recife
apparecera uma letra aseito por n>im, da quantia
de 3:31730, aviso ete que me chegou as mios
nwito antes de me serem entregues as cartas do
Sr. Bastos, dizeado me ser destituida de funda-
cl-u'o a noticia de existirem na praca letras falsas
(*o tnea aceite.
\l-i, pois, appear de toa ultima carta de lo do
corrente, em quo pede a retirada do protesto, di-
xo de aatisfaze-lo.
C lanto ao Ina! de sua respoata, tenho a dizer-
'h; que ii' I'lisiamo lemorar pagamentos, a se
sao esta siti-feito, ja o pequeno debito que ex ste
centra ni", e isto devido a iesperads retirada do
Sr. flanvis. < ignorar a quem devia entrega-io,
como ainda ignero.
A-'agoas, engeaho S. Salvador, to de raaio de
187'^.
Rot^ndo Cesar de Goes.
Do po-ler de Luiz J >se ua osia Amorioi,
com j proeandor d /Vrnimrs iose da Costa A-
morim, exVawarani r sete apotices d"-#i^'1a pn-
Mica, an segundo ,> leiiceii;^.-, .-eudo ama de n.
I,0i3 da valor a-minal He iOlj, ven-!jdo o Juro
150^000.
ESCRAVA FUGIDA
Fugio da casa de seu senhor a escrava Felicia,
de cor parda clara, cabello3 corridos ate os hom-
bros, baixa, chcia do corpo, rosto redondo, falta-
Ibe um dente do la-lo direito, foi acompanhada
por um homem (praca de cavallaria) o qualse cha-
ma Francisco de tal Vasconcellos, tambem pardo,
da mesma cor da escrava ; consta terem seguido
para osertae, donde sao ambos naturaes : recom-
menda-se as auloridades e capitaes de campo a
apprehensao de dita escrava, reraettendo-a a
Caniboa do Carmo n. 3.
PIANOS.
Acaham de cbegar muito bons pianos fortes e de
elegantes modellos, dos mais notaveis e bem co-
nhecidos fabricantes; como sejam : Alph mse Bi
donel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C. : no Vapor
Frances, a rua do Barao da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. a preens moito eoramodos.
Mobilia de vime.
Cadeiras de bal: nco. de braco, de guaruic.oes,
sofas, jardineiras, mess, conversadeiras e eostu
reiras, tcdo isto muito bom por serem fortes e
leves, eo mais proprios moveis para saletas e ga-
binetes de recreio.
No armazem do Vapor Francez, rua do Barao
la Victoria n. 7. outr oaa Nova,
Perfiimarias.
Fioof extrai-tos, banhas, oleos, opiau e pos den-
in lice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, Honda, lavande, pos de arroz,. sabonetes,
trosmeticos, muitos artigodelicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhaa sortidas e garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
1 is bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No aniiazein do Vapor Francez, a rua do Barao
4a Victoria, ouiKora Nova n. 7.
Quinquilharias.
trtigos le phiantAzias.
Espelh' s, leques, luvas, joiasd'ouro, tesourinhas,
c.inivetes, caixinhas de coslura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dita de moro, e ceslinhas para braens de meninas,
ehieotes, beng:.las, eculo, pencinez, ponteiras para
ch.-.rutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
madroperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magica,co9moramas, jogos da gloria,
de damas. de bagatella, quadros com paisagens
globos de papel para illuminacdes, machinas de
fazer cafe, ecpanadores depalhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e ber^os para crian^as, 9
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes panes
da Europa, para entretimentos das criancas, tudn
a pregos mais resumidos que 6 possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botinai
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqueira, de bezerro com botoss, a com ilho-
zes a 9&000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao -
V
H iiFM \ ... ftnli.M
t'.aitujn v f ^molet i qr.e abi tem
-< (SPECIAL ATTEN^AO AO NIJMERO E LMOAft Dl, SUA FtJ:\DlCAtJ
apvevs e TOUaS U ttgaa manbo conveDieotes para as divena*
rcntD8lancias dos ifjnhorei proprietarios e para descarocar algodlo.
U06Hdft8 dfi CHnilft de.lod8 tamaDbos, as;melbores qne aq;>
Sodas 'fentadas p,r,ni,D"fli"pof.
raixas io ferro fandido, batido a ds cobre.
ilambiqiies a fandos de alambiqaes.
Vachinismos J '
Bombas
-ii- ,
para mandioca i!godSo,l Prtdendo todoi
e para rerrar madeira. fser movidoa a mio
[por ag(ja, vapor,
de patenle. garantidaa........ joo animaes.
todas as machinas pe?a'de qDe M Mmm* w*-
Pas qualquer concerto
Formas de feyro
^ncommendas.
da icchii)igoio, a preco tnr.i rosnmidt>
no m-r
tra as melhoraa e tsait baratas eiistente*
cido. -
iDcambe-ae d mandar vir qoalqaer mafbinismo i vod
tade dot dienlei, lembrando-ihea a vactagem de fs lereff
cai comprai por intermedio de petsoa entendlda. e qne em qoaiqoer nectsaidad pM
im prestar aoxilio.
Irs dos americanos in,lraroeDlo *"*'
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE & IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
24-*i do Karptz dc OlNa-24
E(|ii2na < liccro Iarp;o
Panicij.a a sens frYgoews f smigos qtte mudon
o seu fstafce.'ti-inerto de rel'joe ro para a iresma
rua n. 2'. unde rnronlraiin im grande sirlimento
de relogKa .; parode, in eriranos, e citra oe DM*
M. dos melbfTcs gr*t<* t qaal.'.lnd reli-;io? de
aljiilieira, iU- inda* r quaiMa e, patenle snisso,
de ouro c i.mia ileiada, foletdo tplaqnet), relo-
gios de onro. iDftte*, desruherto, dos melbores
fabricantes, cadeia . |da^nel e prata. Inr.etss
detod--- a? ijiialidatles. Indannr precos ixuito ba-
rato?.
LOJi IK)
ASSO
___i
C^rdciro SimAes
n
li.
Acabam do rrreber pelo rapnr UerJoza :
Riqirissimos crt's rte^rgurio it' sedalisosc
com listns aiiianiaioiadas.
Ditos de linbo para vestid. s. eontendo cada cor-
te, o necewatio para sen -n' franja?, trancas, bJ*h, livrlias, < te.
Riqnissimos rh.ipwm para wwbnra. I'iirra mo>iak
a rua Prtawirn de Maigo n. 7 A.
-aCJttkBaW^^V
RUA
<
IMPERATRTZ
N. 82
1/ ANDAR.
i
IA/
N


iSl
iC3f r uiitn ;-ii -^
RCA
DA
IMPF.RATRIZ
N. 82
1. A SOAR.
Fabrica dc liarao e lenSos
na MagdaJena
Admitte alguns aprendizes de ambos os se\os,
da 12 annos para cima. pagando mensalmentc
para comedorias :
No primeiro anno de 15* a 20$, conforms a ida-
Je, o do segundo anno era diant-, mais o salario
que raereserem, conforme o desenvolvimente de
cada um.
Lava-se e engomroa-se com perfeicao roupa
de homem e de mulher : na rua da Aurora n. 39,
2* andar.
i:\CiK* HO
S. CARLOS
Vende-se ou arrenda-se o engenho S. Carlos, em
Ipoinca, moente e corrente, com todas as obras
em psrfeito estado de conserva{io, c muito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duque de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quintaes.
JARD1JI DAS PLASTAS
A rua da Ventura n. *s (Gapunga)
Abi se encontram:
Laravgeiras celecta e de umbigo enxertadas a 3*
Sapotiseiros e sapoteiros em vasos.de 1 a 11
pa'.mos e ate ja com florea para dar fructo, alem
das seguintes plantas de ornato e de fructo por
preeo maito commodo.
) armazem do Vapor Francez, a ma do Bailo d
ictoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senliora.
BOTINAS prclas, brands e de c6fes. difiarentes
iisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para tiieninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
Iisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
' Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS c sapatfas, de bezerro, de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Betas a Napoleao c a Guilherme, pert*^
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rna do Barao
da Victoria n. 7.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. lo
a rua do Barao da Victoria, com grandes com-
modos : a tratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocando-o'nas'molborps con-
diecoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a*s Exmas. Sras. n'a-
quillo que fdr tendente a arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para horaens como para senboras, tupete, chignon
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabeli'o.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menoa que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sineeridade e prec,o razoavel.
Penteam senboras, tanto no estabelecimento como fora ; vende-se cabellos em
porcflo e a rotalho e todos os utensilios pertencentes A arte de cabelleireiro.

!
i
CiiHsiillorio i.iwliro
I>r. Uiis>iII.
MIX DA CRUZ N. 26, ANDAR. ^
Rfleem-chegade da Eureja, onde fre- S
quentnu os bospitaes de ParS? e Loudres, u
pode ser pnvorxlo a unalquer bora do Q
dia ouda noite para nhjecto d" soa pro- fcl
lissiin. ff\
Consults* das fi boras da mauds as 8-ho- m
ras, e ili! nki dia i< d-.js Ja '..rd.-. Jt\
Gratis aos nnhrcs. jf
BS.sEClAUDADE* M
M"if-tias i.' < erianca. C
*r>OOlOtX>CS> ^QSSaOiXSESSWai
Graiifn-a sc a queoi lavar nas offleinaa, ou dVr
nniicia.ceri? 'fe uma tronxa de ronpa qne desap-
areseu no dia 23 ii orrenti',
ledade.
da "?'.":",o da Sb-
ir.
Abacati.
Acacia.
Ariticum a pe.
Canella.
Casnarina.
Carolina do principe.
Gondoca.
Goraeao da India.
Figueira.
Flamboyant.
Fructa-pao.
Inga do Para.
Jambo.
Jasmira laranja.
Laranja da Chios.
Dita do een.
Ubaia e outras iiim; :t
E outras plantas : n
Laranja cravo.
Dita de doce do Para
Dita branca.
Dita tnngrrina.
Lima da Persia
Dita de umbig..
Limao francez.
Data dx'e, anxnrti
Oiticor6.
Patmeira imperiai.
Parreiras.
Pinheiras.
Romeiras.
Rozeiras.
Rntedj.
Uma,
Capunga a rua da -en
Aluga-se o terceiro andar e sotao do sobra-
do de azulejo, a rua da Imperatriz n. ii, tem com-
modos para uma grande familia, ale n do mais,
como agua encanada, gaz, muito freja e excel-
lente vista, e acha se no melhor estado de limpeza:
quem a pretender, dirija-se ao primeiro andar do
sobrado a rua do Vigario n. 1.
J(WE ELMS DE HOI iS % & e
17Largo do Mercado Publico17
(Arnica ribeira de N. dos<-)
Acaba de ser aberta e acha-se a disposicao do respeitavel publico esta nova Phar-
macia e drogana, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento desa na-
tnreza, sem excepcao de productos chimicos e medicamentos prenarados no etran-
trangeiro, tudo novo e o melhor possivel. ao
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria atteneao ^
e sempre sob as vistas do pharmaceutico que compoe a nossa firma social. m
As pessoas quese dignarem de honrar o nosso esatbelecimento coni a sua conGan- W-
pa, podem estar certas de que serao consrienciosamente servidas. nao so relalivamente ao a
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos. Qf
mm mmmm ## # mmmmmmmmmmm
REDUCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
BJCtKittCiO
UHUMl COMMERCIAL j
fiimoda Irmdo
j';N. 37Rua Duque Neste estabelecimento enraderna-se
com toda presteza, nitfdez a perfeicio,
desrto o mais sirpples 0/6 os mais pri-
morosos trabalbos de setimo e veilcdo.
Pauta-se a rlsea-sa papel para livrea
em branco, tamo para o commcreio, como
p?ra repanitCes pubjieas, numara-se, li-
vros, executa-se tudo qnaoio eretetivo a
gammographii.
Miranda & Irmao, munilos de boas
|!" machinas. bons artistas a excellentes rr.a
teriaes, julgsms;habilitadus psra servir
satisfaetoriamente as oesoas qne quize-
rem trabalho5 lao perfeil como os que
vem do estrans.'ir--'.
ALUGA'
a casa terrea n. 133, na rna Vij,i| de Negreirc--,
outr'ora Imperial, com er ellentes commodos : \
tratar na rua Marquee do Olinda. armazem ni -
mero 52.
DE
Preto.
Aloga so um preto ja idoso para todo servico:
aroa do Barao da Victoria n. 22.
Pmxim, 86, Rna Vivxenne, X>
lDICIN SPtCIAL
CHABLE
DEPURATJF
d.> SAIVG
Je 60|<> .iC anr.o, emttlid > n tPOv' &c 1^18, o'seit-! ora u. J->.
*.. m. f)i.f>23 a 64.02^ do raiur o)i.)k.al dt 1:0X1/ ( .if 1 Ti "------------------"ST1T
cadaama, vencendoo jaro de 60|0ae anno, emit- AH -MStl Ui" Ai. ^OllPriJIll1 Mi J|(|
lidati no anno de I8f>3. ao'iaado-s? pap,? 'sjo-o ;..,.. M Aa nmnar tJ
las mesnus at' p ijwc'U- dn fd7 ij la'J ; n "l6'1? P""00*" 5t-brau..as am^gavel
tiflcado, n, >'.-l nec^qdi'V dc prmcvr p"
rantea fwn,! ita'woal Oii(oce6jJ Je taa y.rj-:
titnicio por oaints.
mo a ii ''i.' 'roa, e nos outros lertrioa p o- mos
a e.sia cid-'de, pan enjo cr'fio t.,rsj o .;mn-
oimti' tlieitator*"1 hab-.-juus o yiviui, ; wn
Cilisiiniio-se o> entaiiio pela boa gestao e c mta
do qui-. ihe lor confiadc
Mediante modico Imnorario acode aos chn, idos
i para Wigenciv n ronsultas f6ra da cidade o do
Precisa se av wn criadn. Uvra escravo, pr-' tonpo e iaciuube-se ia defexa do appel'acScs ante
fertndi-se cnoun. one sja fiet tijunw qnma'a ifibru*. d* ii-,^.. lodrf fcv pr. .-uado de
sojeitar *o **rH> d a lra:ar it raa uv impurador o. HI, wj* d ivaja.' iua .' Ouquu U6 C*i.- :?.
ClifADO
Bis mriiDADAS MS mUM, Li *>TK(OBf
C TA-.E4* ALTlllAfOre DO SiKGCE.
3O,o00euras daiiwpH*-
gent,puitvlas, ktrpei,
sarna, ccmixoei, m-
monia, allerfoes, H-
\ciosas do tangue, vi-
rtu, eaUe emmercurio). erortiirn vegelsei
a*ieao miwekae* tomao-se dous por
MBMoa, Mgniodo o tractamento Depuralivo: 4
apregado nas mesmas molestias.
I Este Xirope Citracte de
ferro de CHABLE, con
jimme'dlatameote qual-
Iqoer pur$acno, reUh
Ixaeao, dtbilidade,
e iwuiuieiiic os jtuxos e Jloret brancas das
ulhera.- Esta iuieccto benigna empregasw
aaa o Xtfope de Citraeto de/em.
eaerMlsM) Pomadi que at can emi dial
POMADA ANTIHERPETICA
Centre: nas aJTecfcei cut am at e (Minn.
^PlUJtAt VECITAM OS PUR AT IV AS
AVI80 AOS SRS. MEDICOS.
Crt> reniTtei,
ei
PLUS DE
COPAHU
Sirop du
DrFORGET
Chios I
do p'; baeu ao daeate
ju eeOMt rehdee dettt urape XT
wt. fUMia Paris, raa Ttenaa>e, M
i.qiosiit) botca Franceza
22 Ptna da Cruz 22
Engenho para arreudar
Arrenda-se o engenho d'agua Canandnba, na
regoeria d. f boatao proximo a povoacii, com
eiras nara safrejar (,500 paes de asaocar : a tra-
tar no mesmo eageniA, UJ na rua do Marquez de
Oludu n. %, H
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
E S Q U I N A DA C A M B O A DO C U M O
. E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico e a seus
freguezes, que teem sempre um complete e variado sortimento de cbap^os do sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducgAo ncs pretos dos mesmos
e acham-se era condigoes de poderem vender mais barato que em outra qualquer parte'
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, e achar-se um dos socios na EuroDa'
peroorrendo as principaes fabricas.
Chamam a atteneao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a
vista dos pretos e boas qualidades dos artigo, nao deixarSo de comprar.
f^3 Cobrem-se e concertam-se chapels de sol de todas as qualidades, com promptidSo
o a preco? modicos. r
Arrenda-se ou compra-se.
Arrenda se ou cornpn-se um engenho, que te-
nha propor^Ses para safrejar 2,001 pies de assc-
car, que .-eja obrado a oeitode alguma das e^-
taciies da via-ferrca de S. Francisco : a mter-ee
a rua de Pedro Affooso, antiga da Praia n. 4;:
venda, das 8 as 10 hvras da manha, ou da 46 a<
da tarde.
ITRKtt
Cabefleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
Podt-j Routier, official do csbeHuen iro c gqrento da casa de Gustavo Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra de prevenir is Exms. Srs. fami.!ias que araba de la/era ac-
quisicSo de um pento official vindo ha pouco de Paris, o qual esta" bfcbilitado a desem-
penhflr qualquer encotnmenda de sua arte, e so acha a" disposicJo das pessoas que do seu
prestimo^se queiram utilisar Outro sim scientific* que em seu estabelecimento encon-
tra rlos-mpre a Montf or dos cabcllennros, onde se arham descriptos e desenbados todos
os penieados modernos, paraso'ros, casamentos, bailr.s etc.
Finalmente prerine as mesmas oxoollentissimas minor**., que re ebeu um comnMo
sor.imecto de cooues, cachepaines, bandos, crescents, etc., e vnde tudo pelos Drecos
abaito rcenciGpalos: ^ v^yxs
Coqae de cabello de 15*, t0 ^ a 50^000. -
Trsncas de dite Kiff, 12^16^ a 20^0 O.
Caehepaine de dito 15, 20* a 30^Ou >. f
Crascehtes de dito %0$, a 5o50o
M cnS,,!n^!lCOn,r,ri.0 Um C0D)plet aa cores e compnmento.
N. 51.Rua do Marquez de OWndaiv
i
Oabaixo assignado, lendo no Diane de ho^
um anntiucio assignado pelo Sr. Manocl Franci-
co Ferreira, declaraudo que nao tem resonata-
bilidade de qualidaie alguma dosde o dia 12 d'
proximo passado, que com oemprador ou cor.
qmlquer pease a com quem tivese Iraiisaccoe^ em
referenda aos eslabelecimentos sitos a rua do
Gervasio Pire.- cs. 33 e SO vem declarar per sua
vez ao mesmo Sr. que fari valer qualquer tempo em referenda a venda que lh
fez do estatelecimenlo da rua do Gervasio Pire-,
n. 53 e activo em dividas ; assim protest* con
Ira o termo que assignou aos intoressados nos r-
ferldos estabelecimentos em relaco a si.
Recife, 1 de junho de 187*.
Francisco Jiaquim Gomes da Sllvs..
PENHORES
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se ,
dinheiro sob?e pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos raetaesepedras.
MobiUas de aluguet
Alug- .h) en- e m-hihas
qualquer tr t.- m> c.dtir *ja qp fofe quiatldade, pai
HU offlcii,^ e po|T ni-ft^J -. i :.' >
rao d- \ icti-na. r *z- -
rfr. 67 i *'.
Iv
'U
>s
tta-
inio,
-''


Ofcarfo de ZmambnGcv Safefeado 6 d& Junho cte IT4
CASA DO OURO
Aoa 4:0009000
Biihetes garantidos
Rua do Bar do da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seas
anito fclizes biihetes a sorte de SQOiOOO era urn
iceie bilhete de n. 3390 alera de outras sortes me-
ores de 10*000 e iOjOOO da loteria qae se
aeaboude extrahir (10i-j ; convida aos possuido-
res a vireni receber, que promptamente serao
pspes.
0 mesrao abaixo assignado convida ao respeiu
velpubiieo para vir ao sen estabelecimento com-
prar 09 inura felizes bilhetes.que nao deixarao de
Urir quaiquer i-remio, eomo prova pelos me.-mcs
axmorcios
Aebam-se. a venda 03 mnito felizes biihetes ga-
-antidos da 4* parte da loteriaa beneficio da
ijreja de S. edr> do Ric fe, que se extrahira 00
dia 6 do mez de junto v ndour\
Precos
Inteiro 4*000
Meio 2*000
lie tOO^OOO para tint*
Inteiro 3*300
_ Meio U7S0
Recife. 29 de maio de 1874.
________ Joao Joagum da Cot I a LtiU.
Engenho
Vende-se 0 engenho S. Pedro, situado na pro-
viocia de ilagoas, comarea do Porto Calvo, a
raenos de uma Jegoa distanie do porto de mar do
fcaroeHa, tern oxceilentes terras, matas, e safreja
rejnlarmenui 2,<00 pies : a tratar na rna do Vi-
gario n. 31.
a
AJuga-se uma boa rasa com exctllentes com-,
raodos a rua do Coronet iuasiuaa n. 169: a t*a<
tar na mesma rua n. 171.
* EtWSULTORlO *
MEDICO-CIRIIRGICO
DO S
Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso Z
PARTEIRO E OPERADOR
JPtRun do Viwrondc de Aibuciucr-jP
9f qae n. 39. ESPECIALIDADE
W. Holestlas de genhoras e W
A mealnea. f
fonsnltas das 7 as 10 boras da ma- X
Wt "ha, todos 09 dlas. w
m. Das 6 as 8 da noite, nas segundas, qnar- 'A
tas e sextas-feiras. ?J
Os doentesqne mandarem os seus cha- W
&. mados por escripto at 10 boras da ma- A
S nha serao visitados em snas casas. 3
0 $
m
Aluga-se
0 armazem 0 3 andar com sotao, sito a rua da
Praia 0. 59, tendo bastanles commodoj, e pintado :
a tratar na rua do Vigario n. 31.
Sitio para alugar
Aluga-se 0 sitio do corameudador Rabello, no
CaMeireiro : quern 0 pretender, dirija-se a rua do
Commurcio 11. 48, 1 andar.
Aluga-se uma easa ierrea na Capunpa, Bai-
xa-Verde n. 12, com 4 quartos grandes, 2 saias,
cuiiuha tola, eacimba e quintal: a tralar na mes
u a rua, ou ;ia loja de calcado a praca da Inde-
pecdencia ns. 13 e i5.
***** ***e***)
AtteiiQao.
Na rna do Imptrador n. 28, armazem do Cam-
pos, troca se quaiquer qaantia em eobre por
papel.__________________________________
0 Sr. Affonso Jose de Mendonca Junior 6
rogado a 7ir a rua estreila do Rosario n. 14, a
negocio de particular interesse.______________
Na ruavelha de Santa Rita n. 57, precisa-se
alugar nma preta para vender com taboleiro.
Mudanga
Manoel A. Coelho avisa a todos
os seas amigos
e freguezes, quo mudou seu estabelecimento de
cabelleireiro do andar n. 36 a rua Daqae de
Caxia-, para 0 1 andar n. 44 na mesma rua, es-
quina da travessa da rua larga de Rosario, sendo
a emrada pela travessa.
JorJiio
Ainda por faltas que n.io se pole dispensar, 9
oue estava transf-rido para a I* depois do dia 31
de main, trans fen.--se para a 1* depois do dia 30
de junho._____________
0 Sr Doraingos da Sihra Torre* tem uma carta
viii 1.1 de Loanda, na praca da Independencia nu-
1 mero 39.


EatA encQiuaQado 1! 1
AOTA=SE
o terceiro e quarto andares do predio da rua do
Bara. do Triuropho, antiga do Brum, d. 84.
r
mm
Ajfoa mule em pedra dura
Tnato da ate que a fara.
Roga-so ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mull
.'scrivao na chlade de Nazareth desta provin'cia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con- os armazens da travesia dos Expostos n. 18, e da
cluir aqnelle negocio que S. S. se comprometten a rna de Barreto de Menezes n. 8 (antiga rua da Ca-
realisar, pela terceira charaada deste jornal, em cia ba), e a casa da rua do Quiabo n. 3 : a tratar
8ns de dezeiabro de 1871, -e depois para Janeiro, com o minislro da ordem terceir* de S Franeisco,
passon i.fevcreiro e abril de 1872, e nada enmprio; no eonsistorio da mesma ordem.
a por este motivo e de novo chamado para dito
9m, pois S. 9. se deve lembrar que este negocio
ie mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho it
zebava nesta eidade. *
Cozinheira
SAOUES
CarTHttio'4 Pfbgotira, nfl rua dt) ApOll* Aac.lh: a
. 20, accam sobre o J^aiico Gaibmerdia}; *'
Precisa se de uma cozinheira para casa de fa-
mjlia de duas pessoas : na ma da Uniao n. 67.
- Prec.sa se do um feitor que seja casad:>, e
enienda de sitki.damlo conheemieBU) de sua con-
tralar na rua do VUconde da Goyanna
de Vianna e suas agendas enf" t6das ss ci-
lades e villas de Portugal, a* vista e a prazo
por todos os p^qnetes.
AGWAS \MNEftAE8 NA^UtlKS
Attencao.
DC
Vi^Qffififl
, I Venle-se uma casa Ierrea n. 17, i rua de S. Pc-
; dro Martyr, ou Ladeira da Riheiaa,- e Oliada,
, chio proprio, pllSel dobradosf tendo 38 palmos da
ifrente, 50 ditos dB buido, qdrctal trii aberto, em
jfe'rma triangular, a situado e sufflcienlemente
i vantajosa, para quaiquer estabelecimento por ter
Prefer!veis iis de VU-tor-XttltJ' '\ tres frentes : qnem pretender podei protufai1 en
por aersm as unicaa que cohservam tdtfas as sua| Olinda, na supracitada rua a Luiz Pinto, e n
propriedades djpoi.s de transporudas. { UecUe a Antunio Fraatiseo, na botica da praca
Fontt S. Mark, e a mais efflcaz ia anarara^na ;3i Boa-Tista de Ji.aquim Igoacio Ribelrd, qne di-
albuminaria, na chlorosis, no empobrecimento do rao qnem se aoha eumpeieutemeate kabilitado pa-
saBgoe, e oas febrea internrijtentef.' 6s rasultados; ra effeciuir asta veiifla.
obhdos nas diabetes sio mtrin Hota*Is.
fonU- Elisabeth, nip so ahera uunca e e a mais
rica das agw.s de Vkhtf en biearbonato de soda
em magnesia e frcommendada pelos senbores me-
dicos pela sua effloaoja not eugorgitamentos do
figado, do bago, nas alteccS^ ao*%tomago, dos
rins, da bexiga, nas ar*is e na goUa.
EXIJA SE
o nome da Ionic na ca g>auia
Vende-se em cairns e a retalho; no nnieo de-
posito
PHARMACIA AUCAKANA
Fearoifu Main I *inpa>iliiti
57 RUA DUQUE DE CAXfAS-57
Sal doAssti
Tent para ven*p.r Joaqnim Jose Goncalves Bel-
trgo'dr'Filho1, a bb'rifti do hiate Ritnl; e p3ra tra-
tar, no see>erlptorio, a rua do Commerrjo n. 5.
41 Rua do Imperador II
0 novo proprietario de&te acreditado e bem nicritado estabelecimento, com o fim de
: "var os creditos de unico neste genero, torn reformado e melhorado coir.pletamente
n ::: saio m ordem a poder s&tisfazer quaiquer pedido para as provincias do norte e in-
r deM;i, g'Tantiodo perfeiQao em todjsaspreprraroes, aceto e modicidade nos precos,
alivel com este genero de drogas.
1 ipera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathica de J.
it '., dc LondreS, compostt de medicamenlos, narteiras, pocolotes, Opodeldock de
. de Buvnnia, de Arnica e"dep6s especiaes para dentes.
; a :i ilisp(isii,;io dos amantes da homeopathia a excellent, obra do Dr. More me-
> !.> pO, j4 cm 3.a edifio.
Tens carteiras degiobulos e tinturasde 12 rnedicamontos ate 120, k escolha do com-
.'.
>r.
i%.i^n
i
mi rii. para mordedura de cobras.
na i
ll'arv bes&gas comopreservative.
ina (
... cruzeiro, para iiilarmitlentes.
Sehynus, para anginas.
tnleudula, para queimaduras.
Taraa'-ala, para paralysia.
ira raai ^l eruica, para contusdes, cor-
Us, t'.'c.
Chocolate homeopathico.
Cafi bomcopathico.
Elor d'araruta.
P6s para denies, inglezes.
Jerico, para rhcumatismo.
Matta-mutla ou jaboti, para tosses.
A CHIX.ARKM
leldock d'Arnica.
defibos |
>para rliematismo.
Dito 'loBrjoniaj
Ac
Espirito
ra.
de Hahereman ou de campho-
Cactisc grande fl6rus. para pneumonias
moleslias do coracdo.
V ha-se constanternente a te^ta do estabelecimento e inspec ionando todas as pre-
:.:;i'.O.s o Sr. Dr. Jesnino Augusto dos Sautes llcllo.
CONSULTORIO HOMEOPATHIC^
DO
Dr. Santos Mello
Consultas peia manha, e a noite at6 9 horas
pobres. .s

Tf

4Z&-
PHOTOGRAPHIA
y*tei 3KW3
IMPERIAL
GSSk

LOPES &C.
ESTABELECiMEMO DE PRIMEIRA ORDEM
Rna d.) Batto da Vietcpra b. 14, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos preraiados na ultima exposi^ao
J s DO
RIO DE JANEIRO .
Aaba-se naontidb sob as melbo;es cocdicoes <)e. arto, e befb,a|
oncurrencia pubiica, este estabelecimento, o prkieiro,em!dvida,!
iestj.provinria, no qual se tiram retratos pelos melborts e mais
viodernos s^stemas, empregando-se somente material; de primeira
qual dade, e garantindo-se
Semelhanqa, nitidez e dura^ao.
Tranwlhi-se tudos os dias afeis e de guarda, desde as 10 boras
di manha ds qualro da tarde, n8o prejndicando 0-tempo de ehftt*
on riobfado a perfeic5o' dos retnftos.
iaz-se todaa qu3lidade.de etpias, augmentando-as ou dimtnuin-
do-as.
HJMOO
Uma duzi* tier retratos de ataa $6 pessoa, em cartOes para ca-
btoi. I
Para os retratos esmaltsdos, c^Horik)9, grapes, er**grtiBtados ba
uma tabclla de precos.
T ram-Be retratos ate tamanho natural.
flio Tapado
Alugam-se eslas uropriedades, situadas passan-
do Oliada, e antes de?chegar ao Rio Doce : a irad
tar com Qfeo prcurfctarin. 0 commendador Ta*v
ATTBNCAO
Pre;i$a-se comprar uma negrinba de 9 a
10 snnos de-idade, que seja sadia e sem vi-
cios: quem tiver e quizer vender, dirija-se ao
3. andar desta typograpliia para tratar.
Ha para alugaf, a rua Ua'Attrbra'n.'6), urn
escravo, crioul", mtfro, muito robu^io e habilita-
do para qnalquer servico.
* 3
CoDsauorio ffledico-cirorgieo /,-
DE A1
A. B. da Silva Maia.
Rna do Visconde .
l"\l, omr*ora rua da matrir
n. 11.
Chaanados : a qnaiqoar hora.
Consul'.a.--: Aos po.ies gratis, das
& horas da tarde.
-, .--------------- _.
de Athnquefque n. m
latriz da Boa-Vista 'm-
2 as
i
Cozinhar e engommar.
Precisa se alirgar uma escrava quo saiba cozi-
nhar e enponimar ; e para casa de pequena farai-
lia : na rua do Vigario n. 16, 1.* andar.

\ asapara a-iugar
Na rua 24 de 31-ne, travessa di Coneordia n 16 :
alfatar oa rua A > Ho?picio n. 31 Preco 20/000
por mez.
Advogado.. 'd
flj Miguil Jo>e ie Almeida Pernamlmco Q
Filho, advogado e ajudante do procura- ft
dor fi.-cal da thesouraria provincial, mu- KJ
rji dou 0 sen escriptorio para o 1 and.ir da fll
'/*) casa n. 81, sila a praca do Pedro II, an- J*\
jt tigo Urgo do C'll.-giu. ft
0 Sr. rafajor Luiz Paulioo Vieira de Mello,
escrivao do LFmoeiro lenlia a bondade de man-
dar on vir a rua do Cabuga, realisar 0 negocio
que V. S. fez em couliacca.
mm as' \mmm.
h bolds ?
h fogos t Ja safe ?
E'1 sdmeote umft prtveoeS') para 0 uroximo
fdto Santo Antonio, S. Joao e S.l'eAr-^.
E' na cpnTeitaria do'CampSs qiie so Jeve pro-
curer tudo quanto e necessario para, divcrtir se 0
moral e con?oriar-se 0 physicc. Mo e :
O espirito e a uiateriu.
E' sciai) vtjam
Alem de terraos tudo prompto para quo ijual-
qner familii mande nas taes noites 'ncima noiuea-
das alii comprar 0 necesssario para feitejar
lina aoiie inleira.
^Temos tambem accessorios para 6 fabrico das
8ortes e dos bolos.
A saber :
Amendoa^ confeiia"das.
Papeis picados com eslalos.
Folhas com versalhaia nova.
Massa Bna, secca e alva, para boles.
Duzentos mil ovosl
Uanteiga Una.
TndO islo
N"a confeitana do Campos.
&-1 Enii>craler S 1
N. B.A confeitaria do Campog fornectra vasos
gratis, a quern comprar pelo m;nos as ame doas
pata as fortes.
cm d\ mm
Rua 1. de Mar^o n. 23
Aos 20:000$000.
0 abaixo 3ssigndo tem sempre exposto a ven-
la biihetes da loteria do Rio, cuja extraccao an-
junciara pelos jornaes.
Prefoa.
Inteiro 2ia000
Meio 12*000
Quarto 65000
Manoel Marlins Fiuza.
Precisa-se de uma carroca, propria para
carregar agua : quem liver dija-su a rua do Im-
perador n. 27, cocheira.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de annunciar ao
putilioo que recebeu ullimamonte um esplendjdo
sortimento de luatres de- vidro, candieiros, aran-
delas e globo^ cujas amostras esiao no eseriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
seu3 freguezes pelo prego mais razoavel possivel.
m
Exeetbnte oceasiao

&
w
0
Para o rico e para o pobre
4lptiinos terrcnos |ara
edifleaeilo
opus lOO palmos de I'liiiile
A i-o(o e hoo r*.
Retiilham se os grandes terrenos que
circm.dam a e-taQio da Coa-Viagem ;
sao terrenes prijprVos, de*enftifh5ado< e
jJpcortadc,s por ires tslrafaa.: rnal, a de
.. frrru e a que seaue da eslacaa para a
Boa-Viajen', e (icam mui proximos ao
fii.rio JorJ*i.
A wim-.udidhde do preQ\ a facilidade
R do transpjrte de materiaes pela via fer-
ttf rea, a proximidado de-madeiras, e sol-re
tudo, o privilegio de viajar gratis id va-
por pelo etpaco de 10 amos. a quem
I effifica -proximo a esla esia^ao, tudo isto
^, e de im-oiiii'stavel vautagena e deve ani- s
>R- mar os prelendentea. os quaes desde ja se Qk
JJ' podem dirigir, nos dias uteis, a rda do Tm- jOL
^ peradorn. 48, eaos domingos ediasaaft- 25
los, nfl estafao da Boft-Viageni', widese y&
i enconti :irl)'Com Trisian Francisco Tor- f/L
^ res, encarregado p^Io proprietario a fa 2L
zerqualjuer jegogig. w
000 $90,000 00 0000
Bolos para Santo Antonio
e S. Joao.
Na rna eslreita do Rosario n. 33, faz-se bolos
de S. JoS\ enfeitados, proprios para presentes e
para qnalquer. rqpniao, par pro?o commodo e bem
fei(oa^ n|epna-|e banctejas de fwlinhos flnos,
co aralai64 ilfoprM Jbra aasa*entos e bailes,
por prego muito commodo e muito asseiados ; na
mesma casa lem bouquets para enfeitar bolos,
de flofo3 e de c< ra para todo 'preco e de gosto, e
faz-se bouquets para noivas, com filas bordadas
a ouro, devendo vir as encommendas dons dias
fatotes
Precisa-se d na ama de leite, escrava ou
livre : na rui do Imperador n. 52, 2* andar.
Ama de leite
Precisa-se de uma ama de leite que seja moca
e sadia : a tralar na tliesouraria das loterias, das
9 bora? da manha as 3 da tarde.____________
Precisa se alugar uma ana para comprar e
ajudar a cozinhar para casa-de pouca familia : a
tratar na rua do Imperador n. 30.
Am Precisa-se de uma ama torra ou es-
**""* crava, para casa de familia : a tratar na
rua de Hortas n. 13, ou na rua Duque de Cam*
n. 111.__________________________
\ m5i Araga-?e uma para cozinhar:
im Direita n. 93, !. and.ir.

na rua
Precisa-se de uma para o servico
de pequena familia : a in lar iu rua
Daqnc de Gaxias, outr'ora das Cru-
ftw
zes, n. 8.
AMA
gundo andar.
Precisa-se do uma para' co-
zinhar, para casa de familia :
na rua do Drum n. 80, se-
Aluga-se
uma ama que saiba cozrohar e engommar prefe-
rindo se escrava : na rua d < Imperador n. 28,
armazem do Campos. _____ _
Precisa se de.oma ama, de.leite e ontrapara
engommado e cozinl!:i : a tratar na rtw riih o. 6i, das 9 fr,t mr.nha as da turde.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -- i-
Ama Prtcisa-se de uma ama para casa de
-rxuioi pequena famitla: na,iaa_Duque de Ca-
xias a 5L
NOITE
.la rua Prun-iro de Marco, loja n. 18, exis-
tem para aiusar um moleque de 18 annos, e uma
escrara de 2-!>, os.auaes sao aptos para o serrico
domesUoo de casa de familav. ou de humem sol-
teiro.
Avisa'SMBO'rmfcHdd *qe ftiHaram hontem ( 2
de junhaj da eella de ttA JoJo do* ^irryres,
no convento de S- Francisco, ura rfeloglo da.ouro,
pataola iogtez, coberto,jajii 23,103. R*va se a quem o aiprekenJer em na
de ladra-i* ou souber (|era a possue boa fe
que o mantle, efltragar o aisar a(t fatifra) re
ligioso, ou aqui nesta typrp%PH^W^rfWft an
dar.
00
m BACHAifiL '*GfflU''Ant*IM ^
2 Advogado1 2
9. Rua do'Imperador n. 71. 0
0000-000000-000 V
Escravos lugidos
Fugiram uo dia 30 de maio do corrcnte anno,
do engenho Jundia de Cima, os escravos Salustia-
no e Francisco, com os signaes teguintes : Salus
tiano, de 22 annos, alto, bem feito, preto, sem
barba alguma, apenas com pequeno buco, cara
redonda, bons dentes, pes eompridos a bem feiWfl;
Francisco, de 26 annos, ponco mais ou menos,
boa altura, usa bigode, tem falta de denies-, e um
pouco fulo, cheio do corpo, tocador ie viola, e
muito regrista. Salustiano 6 de Papacac?, e Fran-
cisco de Garanhuns, para onde se desconua terem
seguido : roga se a todas as autoridades e capiiaes
de campo a apprehensao dos mesmos, e leva-los
aomesmo engenho, ounoela pr**, a rua Marquez
de Olinda n. 56, eserlptofib d f.al 4 Irmao, onde
serio gratiQcados.
Padeiro
Um mcco hespanhol, que sabe trabalhar ent pSo
francez, de cujo lem bastante pratica, berri como
irabalha em masseira, olTerece ser para ese fim,
podendo ser procurado na rua Dire'rta n. 95.
E' muito baTato.
Tudp e de cabellos compfidw.
Tran^as muito compridaa po (25000.
Um par de erespos pfl**- 6#.
Topetior 3*.-
Coque cr|j0C com|>rldo -por i-'i*.
E muifas't>ritra#5Hrayfiti,s#sJ #e*o.
Na rna Duque 'de Caxias n. 46.
Na rua dos Quarieis n. 16 ha sempre para
alugar, escravas para loao servigo.
AVISO
Precisa se comprar dous eseravos; pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thesouraria
das loterias, a rua Primeiro de Marco- n> 6i
Compraseum Vade mecumtioDr.' Sabinot em
meio nso : nesta typographic se achara" com
quem tralar. .._______
nesta typogr*phi* o 2." folheto dos QuadroS
Historieos da guerra do Paraguay, con-
tendo a vista da rendicao de Uruguayana.
L'ompra-se um terno de medidas de pao ja
servidas, sendo meio decalitro a menor : qdem
liver, diiija-se a rua da Imperatrir, n. W._____
Compra-se uma casa terrea bem construida,
que tenha bom quintal, chio proprio, e qne seu
preco naoexceda de 5:000, na fregoezia de San-
to Antonio ou Boa Vista : a iratar nd pateo do
Carmo, botica.
VMM%:
VENDE-QiE
a mctade do sobrado da rua de Lomas Valectinas
u. !00, nma parte d casaftprea na rua dos Pes-
cadores n. 31 : a tratar no 'pateo di Paraizo n. 2.
a pwliMia
A loja la Bbrboleta, a rua do I.i-
vramento n. 5. estsi queimando.
Cheguem freguezes antes que as chammas de-
vorem tttdo.
Botlnas para senhora a 3.
Ditas ditas a 24300
Li para border a it a libra.
Enlremeios e babadinhns a 600 rs a pega.
Olen Pliilcpme % 'iOfj r*i. o frasco. ________
Atten^ao
A loja das seis par las era frente do Livramento,
cosliuiia como seuijri\ a vender barato'que ad-
mira, o para que tem sempre um; complete sorti-
men to de pechinchas, como abaixo v rao : gra-
nadines de listrus rs. o covado, dila de iistra a 2i0, chitas escuras
e elaras<-a 2i0 e 280 rs. e iinaa a 308 rs. o cova-
do, -niadapola > a 4,800, 3,500 e 6,000 a epa, dito
francez a 6,000, 6,3 timento em numeros de chapeos de seda fina, co-
pa alia, para homem a 7,000 rs., brim Angola a
400 rs.. dito pardo rino a 3*0 rs. o covadoJ
Pesos e medidas decimaes.
Vcndem-sc no armazem de Hawkes & C, rua
da Cruz n. 4._______________________
Salsa parrilha.
Neva remessa, excellente qualidade ; vende?
na rua do Vigario n. 16, 1 andar______
Vende-se tambem a loja de funileiro, bem
afreguezada, da ma da Imperatriz n. 79 : a tratar
na mesma._________ ____________
Apolices a juro de 8 0^0
Vende ?e no eseriptorio de Jose Augusto de
Aratijo, na obra do mereado.
Casa terrea.
Aloga-se a da rua de S. Joao, defronte do pnr-
laa do gaz, com 6 quartos, coziaha fora e grande
quinlal : a tratar a made Pedro Affonso b. 8.
Mobilia
Venie-se-amt linJa mobilfade jacaracda, mas-
sico,. entalaada, por nwito ,cotmodo preco: a
tratar na travessa da malriz de Sin to Antonio,
marflineris d- Joao Gni.->.
VentW-se
Cruz n. 4.
ofres de ferr&
em casa de Hawkes 4 C, a re a da
Vende-se
Crczn. 4.
Chafariz de ferro
casa de Hawkes 4 C.j a ma da
em
Tanques para agua
do ferro galvanisado e de diflerentes tamanhos :
na rua do Barao da Victoi ia n. 6, precos com-
modos.
Vende se uma casa
Santa Rita n. 20 : a Iratar
Rita n. 29.
terrea na rna nova da
na rna velha de Santa.
r. 0 Cffl
Vende-se duas pa*te&. do
engenho Novo, jsito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estagao de Gamelleira
3 leguas, moente e eorrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras,
mov-ido 4 agua-e bem obra-
do, por pre9o commodo a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueiroa, a rua das Galcadas
n. 14} ou no arsenal de
gmm. ,..,... ;......
Engentew^-MftrnfldBr
Vende-se os seguintes :
BlIITil.
Pregolfa,
e Patricio.
A tratar coni seus' propnetario's' nesta cidade,
e pa>* iju*ormac6es com JowuimPiulo da Mei-
rellei Filho na mesma cidawdVMam^mguape
TaWo IrtnSos A C.
Frectetfifc SWiP^- da"' unha
estabelecido I'nra armtz#n de fumos, a rna de
Mariz 4 Karros, oulro'ra Cordoniz n. 14, sob sua
firma individual, offerew aos seus freguezes cs
fuDios afcaixo dtwlarados, a saber :
Goyaz Rio .Novo, Daniel, Minas,
Pomba, DesCalVadb', RarbiSena, Yirgem,
Parahybi; S. Paulo, emVetos,- emlatas.
Garante-se as qualidades e a modicidade nos
precos.
Especialidadef
Vinho pat* t(Mlari pnro
ge-
Acaba de chegar ao mereado alguns barris de
vinho do Alto Doaro, especial e ufiicatnpte pre-
parado do extracto da nva e Isento de quaiquer
cohfeccao, sendo muito mais brandd que'o da Fi-
gueira, wie o Uirua recommendavel pelo muito
que igraii\ ao paladar e prefcrival a todoa i
tros ?jnlk>:de pawio:
Acfca-de-'jj venfc iK>s1ai,ma|ens4e Jo5o Jose*
drienes Metides. Souta Batlo'A; G. e FemanJes fla
Costa & C:._________________________
Bacaiiiiio de Noraega.
Acaba de che.ar um pe.ueno lo'e de caixas
deste Cesejado b caRiio : no eaes da blf.ndega.
arma:e.n de Tasso Irmaos 4 C.
is^a
DF.
De qualid3fln'~Bpehdr : na rua do Amorim n.
37, armazem de Ta-so Irmaos 4 C.
s-
Rua d Hemfiea u. *. na
Umac sosAoia-i franoezas disaipula due sadhores
profeasawK- da Pawi daaej* d htdit da piano,
cant* o ftanai :
ma indicada.
Calveirft
. Precisa-se de -tious caixeiros de 14 a 16 anioa
de idade, com pratifla, de ta^exaa, qe de coahe-
cirqento de ;ua eondde'ta : a tratar no becco do
Pooeinho n. 7.
ALU&A-SE
0 ieguDdo-andar do sMlrado n. 57, site a rua da
Aurora, o teroeiro- datodo dohrado n. i3 da rua
do Bom- A#us,. o JM^ftad,*, n, ijl da rua Impe-
- Aluga-Efe uma caa, na.. r,u#. Vute Quajro
de Maio n. 21 :
, loja do wi.
i tea lar.
ca rua
ia no Liv
amehto n.
Osabtfre asMgoados
inclnldos Qffl i
abstiverara se
bectivos trabalhos e retiaram-se muito ant- s de
Ser regularisada a dita sqciedade, pelo, que nem
com osoAbs'devijiff per MOsiderados,
Recife, 6 de junho de C074.
Jos6 Miria Teixei.ra.
Manoel..da.Sijya Riheiro.
Manoel Luiz OorftAa.
Jose 4a SUva Moraes.
Joao Francusco da Silva Braga-
Vet.de se nm oasal d*^scravos, sehdo um mu-
atinho, de idade de ** Bonos, pouco mais eu me*-
inos, e uma negra cri.mh, de ii a 19 annos, am
:bas pecas : a tratar na rua de Pedro Affonso nn-
imero 63.
Baratissimol
Papci oitavo, lisa, paufado, e para hito.
Lindas stcretarias, contendo :
CIO folbas de papel.
50 envelopes.
Preco-IJfCOO
100 folhas de papel.
. 100 envelopes.
Pretfo -2*000
0 papel mamdo gratis com as iniciaes do com-
prador.
Liv >-a r ia fra nceza.
Wil-cn Howe &.L. vendem no sea artiUXBD
rua de GdmmeMo n. 14 :
verdadeiro pannn de algodao azul amencaao.
Excellente Ho dc vela.
Cognac de 1" qualidade
Vjnbo de Bordeaux.
Carvto de Pedra df todas as aoalidadeii
Gorgorao de seda.
Gorgoriio de seda em -cortes para colele e em
peca para vestido'. fazenda inteiramente Una e se
\>nde pelo dimtnuto preco de 3,000 ris o covado:
na rua do Crespo n. 20, loja das tresporlasde
Guilhermj & C., junto a loja daesquina.
Popelinas iiwdernasa 800
rs. e \$ o Cu\ad;}.
Por ete preco *6 na loja da Ame-
rica h rna da (alumi a. i>.
Diio-e amoiiraa.
r form.
Um vestido branco de cambraia fina por 3/.
Soias bordadas a hi que valem 10 j
Alpacas de linho e la com tistras de gase, boni-
tas, por commodo preco.
Mad, polao francez, superior, peca 6J
Rramante de 4 larguras, muito bom para len-
coes a 1*600 a vara.
Crelone francez para .colrhas, lindtTs desenhos.
cores garanlidss, covado 400 rs., i fazenda de
1*000.
E' ver e comprar, na rua do Cabuga n. 10, loja
da America.
Popelina de seda a 1$200
o covado
iVa rna do tliieimniio n. in. junto a
loja da Mftgnolta.
Pdpelinas de seda, padroes de furta cures a
1|200 o covado ; s5 na loja,.do Guerra & Fer-
nandes.
DSo se anwstr&j com pen!or.
Gfaaadine a 160 rs. o co-
vado
58 rua do Queiojado n. 43, junto i loja
da Magnolia.
Aprovcitcm e acreditem.
Grande sortimento de Granadine de listras, pa-
droes- mnito iionitos, proprios Bara vestidoa. a 160
rt. covado.
So se vendo II...
Dio se amostras.
Armazem Progresso
!17Larg') da Penha10)
Vende-se t
CHOURIGA3 do reino muito novas a 48 rs.
libra. .
GAZ-tmarca Dewoes) a 380 rs. a garrafa.
S oolros mais generos'qua se veodem man bn-i
rto de 10 a 20 por cento do que era outra qual-
ifier parte, 'a,ae e enfadonho metciooa los
Se duvidarem venham ver
0 braleiro!!!
Yeoije seojoa armajao feita para,, miudezas
ou caija^os, o aluga-e a casa a rua de Marcilio
Dias n. 9, em cuja esta d>ta armacio ': a tratar a
riia Imperial n. 282.________^__________
TACHAS TACHAS
u
BATIDAS
FUNDIDAS
^r~zr
^oa acquiaifjao.
tma pessoa que se wifra pata ttra da-proiia-
,aia deseja vender todos-Hi -seus moveis, pbdendo Virlrrka rvar'a xrirflo/T
trippassar a ehave da ea, tudo proprio para he-' I ^^i.wo, p um | mem solteiro : a -iratar- na qo*a cas^ d entra
~ Na rua Wreiia;n."S5i sejundo andar, ha
eswavo cara alngar-se, proprio para servico de Ida dos Affftetos, lado eaqnerdo, dw- 5 bams
hotel ou casa de familia. (tarde emdiante.
da
Qualidade super or
Systema novo
Maia barato do quem em quaiquer outra parts
. NA
hndicao da Aurora
C. OTARa-4-C., EM LIQUIDA6A0.
-6Jti tllill in' 'll'l
Oiafotos de Havana
Grande sorumento precos btralissimos.
>ran-
'
cos.A Scares,
Na rua d*"M*(|Mt-d*Clinda n. V.
I

f

'
-
I


Dalri de l*;am*mtouoo J&ubado <*JM& ^tttthb & 4fc44.
B

IVE
<
ftuaTrim-aro deMiirco a. 7 A
DE
Oorcleixo Simoes & C.
E' -eutannudas casas que hnje podu com pri-
iazia offerccer aos sens [reguexes tun var-indiast?
o raorrimento de fazendas Unas pita, grande-ioi-
lelte, e bem ajsiiu para uso ordinario de todas as
classes, e por precos'vatrtajosos, das quaes far um
uequeno renmo.
Maadam (agendas is rasas dos pretendentas,
para o que tem pessoal necessario, e.dio anustras
nediante penhor.
Cortea de seda de Itada' cores.
<>ro;detup!e de -sodas cores.
tofgwio iiraneo, lizo, de listras, preto, eCc.
Setim Macao, preto e de cores.
Grosdeuaples prtto.
VeltadVv prelo.
(Jraoadine tie sada, preta e .de ceres.
Popelinas de lindos padroes.
Filo de.sed^, bianco e preio.
^icas oasquinns de soda.
-"isacoside mcrin6 de cdres, la, etc.
si anus hrnsiieiMS;
Coitos nm caoibraia branca com lindos borda-
Hicas capellas e mantas para uoivas.
I'.iquissimo sortimento de las com listcat de
eda.
Cacnfaraiag. de cores.
liiUsmaripozas, brancas, bias e bordadas.
Nauzjiques do. Uaios padroe*.
riaptijlas, padroes dericados.
PreaKr d quadros, preios e brancos, listras,
*c., etc.
Brins de Iinho de cdc, prom-ins oara vesWos,
:ombarra e lisiras.
I\ieo3 cortet; de veslrdo de iinho. e
neadu cdr, ultima mod*
Bitos de cambraia de efires.
Fustao de lindas euros.
Saias hocdadas para s/wboras.
Camisas bordadas para senbor&s,, d<
godao
Sortimeeto de lavas d? verdadeira
Jouvio, para h'unease senJioias.
Vestua**1 > para ineRiuus.
r''Jo.' para t>apt;;a.ti >.
Chapo*H> para aito.
Toainas e gaarda-napos adamascados da
k^iva mean.
Cokuas de la,
Cortiaacios borda'! <.
Grande sortiraento de camisas de Iinho, li/.as e .
n.-irdadas, para homees.
Meias ara hecieni, menims e meni-
i*
Ditas escoaza.
Ooc!?t-i sj.iimepto Ae chapeos de sol para ho-
tMee t Bakocrad.
kleri^o t ttta paw vestidos.
Diiu n-re'.j, faBcaA) e dito de verao.
'oilhado de liaha e algodao para to
Atoalhado pa'do.
Bamasco de la.
Brias de Ikilio, branco de i^ires a prelo.
Setim 03 lindas cures cqqi listra*.
Chalea de merjod^ cores e pretoi.
Dilos de ca^eniira.
Diios de seda preta e de cores.
Ditos de touriuim.
Camisas de chila para bomen;.
Ditaa de flauclla.
Cereulas de Iinho e algodao.
P^nuos de erodWI para sofa, cadeira* e conso-
l.eacos b e de labyriatho.
Colclias.de crochet.
Tariataoa de tolas as cur.es.
Ricos curies de veslidos de tarlataca fcordado9
ara oertes.
Esnariilho? lisos, bordaoos.
Pouiard de-seda, liddas cores.
Meias.de seda para sejiluuas e meniaas.
Hicas fachas de seda e la jcja senhoras.
Rico sortimento de leques de madrei*erolas e
oso.
Daaiasco de seda.
' jatemira oreta e de cores.
Ohitas, nadajwlao paano fino preto e azai, col-
iirinlios, puuhoa deliclio e algodao, gravatas, lu-
*H de rio de E.-eossia, ia petes de todvs os tama-
ohos. bol*as di? viapwn, peitos bord:tdos para bo-
aiens, len^js de linlio brano e de cores, toaltas,
fnarjanai'f!?. etc etc.
t>iSes da
Uueo e al-
fabrioa de
i de
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1

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eralriz n.
8AMfEISO DA
Rba' da ImpeTB,triz h. 72
i
n
PAR/V LIQUIDAR
50 rs. u
CAMISAS
I-KANCI-2AS A 2*000, ?W00
oirrtiws^Hira prctn u
, oovatd*.
0 Pa^lo vende grathadina preta e 4aTraiia
te?o barato pfre^o de 500 rs oi-ovado.
Uttrlapnltln eMfestado h S^OOO
* pe?a.
0 Pavao vendo pe^as de madjpelda en-
festado, pelo barato pre$o j DiUs sem ser eufestado, com 20 jardas, a
5^000. Dttas con Si jtrdas muito boa
i faieeda, a 69000, %imo e 7S&00O.
| ALPACAS PRKTAS A BOO, 6i0 E 800 RS.
0 Pavao tem hm grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 500, 040 e 800
rs. o ovado. assira como granJe sorti-
mento de cantoes, twmbaziHas, prineezas
pretas, merinos, e outras muitas fazendas
i proprias para Into.
Scdiithas a 1?300.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
cores a 15600 o oovado. Ditas com pal-
i minhas a 23>000. Ditas com toque de mofo
! a U)M)00 e 13400.
! CAM BRAtA VICTORIA A 48GQ0, 4JJ500,
03000 E 7300U.
0 Pavio vende um grande sortimento de
\ cambraia Victoria e transparente com
| 8 i/2 varas cada per;a, pelos baratos progos
ide 43000, 43300, 53000, 63000e7:000
ia pe^a. assim como, dfias de salpico bran-
i cq, a 7j5000, fi pechincha.
K0VAS LAZfNflAS [A 560 US.
0 Pavo reccbeu pelo ultimo vapor uu
'elegarrtc s rt'mento das mais linias laizohas
: para vesti ios, sendo transparentes com as
' mais deiicadas cores, e modernissimos pa-
j drdes, quo vende pelo barato preco de 560
I rs. o covado, & rua da Imperatriz n 60.
L1QUIBACAO DEROL'PA PAR\ HOMENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para bomens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tanto decasemira preta e de co-
res, como de panno ; a;sLm como urn avul-
tado sortimento dacafyas de ca de cor, de brim de cor e branco, e um
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo tambcm um bom sortimento de
camisas inglezas e francezas ; assim como
de ceroalas de Iinho de algodao, e Tende de seda, sendo em cores e padroes as mais
todas as roupas acima mencionadas pelo ba- novas que tem vindo ao mercado, propri6
ratissitno preco, por querer liquidar. Da lojapara vestidos, o vende pelo baratissi;o"pro-
da rna da Imperatrizn. 60, de Felix Perei-' 50 de 800 rs. 0 covado, a" rua da Imperatriz
ra da Silva. in. 69.
Acba-se constantement aberto (o a^n o do PAVAO, das 6 horas da.manii
a>6 de noke.
Vun ie-se um pequono sijo perto da esta-
fao di SalgadsuUo, tendo de (rente 150
pshnos, e do fun los mats rie quatrocentos,
com umjielegante caw d 1 'aqia, acabada de
proxim e hrj\ aaseiad^, tend.) -2sal s, 2
quartos e cozinha fiir. 0 terreno e pro-
prio 0 bom de (llanldcoes., ti.'iido algurase
arvores de irurtu, ayua de beber e todo cer-
13 do.
P.ira vcr e mii e\jiliw;oos, no mesmo si-
tio a quiirjuer bora a entunder-se com Tris-
tio Prancisco Turns, e para tratar, na .the-
sourari.i d s lutcrids, rua t de Marco
u. 0. .___________________
Chapels de seda.
Chapeos de seda. pnra liorriem, r roprios de pas-
eios, formas molemaf e hem armados, eom um
pequeno def-im a 25.^1 c :!3000, e pechincha e
esta se arabaudo : na rua do Oespo n. x8, loja
das J portas, de Guillwrme 4. G junto a loja da
esquina.
nma easa na villa de. fiarreiros, na rua do Cun-
irTti5i'- 9 C
Salsaparrilha de Ayer
rAUA PCKIFICAR O SAKGUK.
0 renoo de qua gote. eat* ax-
cellente remedio e devido a milli-
res de cans que tem operado, mm-
itae daaouaea eioTerdadeinrmente
maravilhosa^. Innumeros sEo os
oaaoa em que o sritbema, parecoa-
do Batarado da podridao de sate'
midadea escroiulosas, tem sida
peomptatainte restitnido i. sad4e.
A affacfoea e desordam, agonvsn
das pela contamina^fio escroratosa,
ate produxirem doles mcnHlnialW,
tem. aid<> tam radical e tarn geralmente curadas por elle, am
todos os pentoe do lmperio, qne o pablico mal precisa de sea
Mbaamao das was rirtadaa e do awxle dc nsabi.
0 vcuenp esccofuloso e um das mais destmidotw miiaigoa
i raca hnmana. Ora, 5enhor
Six*
aaa.
O Pavao vende um bonito 9 irtimeuto dt
camisas francezas com peito de algdaa,
2700O e 23500. Uitas com p de 3300:) a 630OO. Ditas bordadas touiio
finas de 630('0 a 103000: assim com<
grande sortimento de ceroulas de Iinho e d
algolao, por precos baratos, e tamhein teoi
comp'.eto sortimento de punhos e collarinhos
tanto de Iinho como de algodao, por precos
em contat.
Espartiakos a 3?500, 43000 e
0 Pavao vende um bonito sortimento dt
espartilhos rnodernos a 3$50u, 4^000 t
53000, assim como um bonito sort menu
des*ias brancas, burdadas, a 53000 e 6300O,
e ditas de lasinba de cdres a 33000 : e" p*
chtnoha.
CGRTIMADOS BORDilDOS PARA CAMA
JANEI.LAS, Dfi 73 ATE' 253000 0 PAR
O oortinados bordados, proprios para e.ama t
janellas, pelo barato pre<;o de 73000,83000.
10^000 ate" 253000, assim como : coU
lie da-masco de la raurto lina de 103O0 1*3000 cada uina.
BRAMANTES A 13*00, 23000 E 23500
0 Pavao vende Uramantes para leicdes.
tendo 10 palmos dc largura, sendo 0 di
algodao a 13800 e 2^000 a vara, e de linfac
a 23*00, 2?800e 0^000 a vara: e pechin-
cha.
Grande pediinclia a 4^000
e 5$000
CORTES DE CASEM RA. |
0 Pavao recebeu uoaa grande por<;ao de
cortes do casimeras de cores para calces, e
veade pelo barato preco de 430J0 o 53000
fada corte, na rua da Imperatnz Q. CO, loja
de Felix Pereira da Silva.
ES.MEUAL1W.NA A 800 RS.
0 Pavao recebeu um bonito sortimento
das mais elegantes esmcraldinas com listras
DE
MENDES GU1MARAES & IRMAOS
Acabam de iazor um grahde abafifnenio nos pregosde suas fazendas atten-
dertdo a grande fa ltd que ha boje de dinhetro,^ por isso creio qu^ o preco que vai men-
'cionadj agradard no rcspeitivel pubtico.
pa"rcnte a 33, 43, o 53, dita Victoria tapada
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 430O0.
VenJe-se chapeos do sol de seda para se-
nhoras e meniflas a 43, ditos de alpaca fi-
nes com 12 astes a 43, ditos de tterin6 de
doas cores a 53, ditos de seda para homem'
a 33. 43, e53.
ROCHES A 13500.
Vende-se c'roche's para cadeiras a 1(5500
c;da um.
LAZINHASA200RE1S.
Arn azem pintado de preto
confronte a alfandega-
Vende se a relaltio e a dinheiro, muito ba-
THio, para liquidar.
Fofo chinezcoBJ lindas vistas para queiour on
sal as.
i Caixas com 40 c rtas de traques superiores.
Batataj por nrrebV.
. Caixas ccn, lataj de 5galoes de gar Derois.
Manteiga france a P L G de 1874.
Arrot, caf6. cha, e mais generos de primeira ne-
cessidade, para os neos e pobres, como ja indica-
ram, farendo censora ao administrador C
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas an- vem a aHe mercado-
Marauez de uhnrffe
a 63, ditos inglezes com 1-2 aste's a 8 e 93.! Vende se lSzinhas para vestido a 200,
BRfM 'PARDO A 400 rs. | 32 ', 400, e 500 rs. o covado.
rur
D.5
Vend-se brim pardo escuro a 400 rs. o
covado, dito de cores com quadnnhos a
500 rs o covado
CORTES DE C\SEMIRA A 53.
Vende-se c6rtfs de casemira dc cores para
tala a 53, e 63, ditos de dita preta para
cal^a a 43, b"3, 63, e'73.
BRIM DE ANGOLA A 23 0 CORTE.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640, 5
800 rs. o covado.
fYKANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 43-
Vende-se grande sortimento dc'tapetes para
todos os tamatihos a 43, 43500, 53, e 63
cada um.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
Vende-se co'tes de brtm de Angola para NACIONAL.
caltja a 23, dito moito finos a 33- Calgas de riscado para traba'.ho a 1(3000
ABERTIRAS PARA CAMISAS A 200 REIS o 13400.
Vende-se 8berturas para camisas a 200'rs, Calcas de brim pardo a 13900,23, 23500.
ditas mais finas a 400 e 500 rs. ditas de Calc/s de brim de Angola de cores a 23
esgyiao a 13,. ditas bordadas n 23. e 33-
CHITAS A 240. Calgas de casemira de cores a 53S0O, 63
Vende-se cliitas para vestidos a 240, 280 e 73.
da ra?a fiumana. Ora. t
' i homo orjaninmo e deiza-p faaco foe
entfco, em
a-se occuKa e traifoeiramenta
co intone centra mrfsatias;
patenteia a iofecca^de que corrompeu o
nrpi
. nw orgaau
vezes, tubercuV*
loaie Be man-
ifest* em
'oes, turaores,
A inim.c > tat: pe.rigotp e tarn perfido nunca se deye dai
aaridia, p. 'c....-o 6 sempre melhor de qne coaiaastel-o.
MaaMades fuix stos.
Ai. peaapai qua sotroo de. Er*il0U; F* to a- 4-
tonio, Darlnu, Empigent, JtheumuHsmo, Ty
Vlcerat, e sensibilidade dolorosa noa umaT^i
""; (toe oasoa: I>u*fgtia on In4igatoei; B\
Maf do CorarZo e & Tigtjo, Z
ralgla de variaa ouaraa *ftteij)m MtMB _
r.earoaa, aohario aecuro aUvio. uaaudo i%ta tAiSMPA^,-
BILBA Df ATMS.
A' Hrj'llaw oa Mol<*Hat Trmm+m aio .an4a* com o
nas e am eeral as molestias das mulnereS sXo tambem alhria-f
h'i-#irkn>Me dnradaa por M effijto BiatfaMdor e
T) MhevfMtitmo e a Oottm, (mando canaados por accn-
B.ulat*Te maftHafc-fclrarifcajJ ae saDflna, oedemifa* i*&.
xatqtm.de m^mo ,m>&, 9 Jfff, *<<
PREDILECIA
A' rua do Cabnga n. ft A.
Os proprietaries da Predileeta, no intuito de
Mnservar o bom eooeeito que teem merecido do
respeitavel pubtieo, distinguinde o seu estabeleci-
mento dos mais que negociam ao mesmo generc
veem scientificar aos seas bons freguezes que pre-
veniram aos seus eorrespondentes nas diversas par-
cas d'Europa para lhes enviarem por todos os pa-
qu.eles oe objectos de laxo e bom gosto, qae se-
jam mais bem aeeito3 pelas sociedades elegante*
Jaquelles paizes, visto aproximar se o tempo de
festa, em que o bello sexo desia linda Veneza
mais ostenta a riqueza de suas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pele paquete francez diverso
zrtigos da ultima moda, veem patentear algnn?
d'entre elles que se tomam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costamada
Mncurrencia.
Aderegos de urtaruga oe mais lindos que teem
viodo ao mercado.
Albuus com ricas capas de madreperola e de
elludo, sendo diversos tamanbos e baratos pre-
08
Aderecos completos de borracba proprios para
Into, tambem se vendem meios aderecos muito bo
aitos.
Botoes de setim prelo e de cores para oraalo de
eatidos de seuhora; tambem tem para collete
palitot.
Balsas para senhoras, existe um bello sorttmeB-
de seda, de paiha, de chagrim, etc., eto., por
barato preca.
Bonecas de todos os taraacbes, tanto de loaca
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencio das Exmas. Sras. para este artigo,
pots as vezes torDam-*e as criancas um poueo to-
pertioenles por falla de um obiecto qne as
Irolenbara.
Camisas de Iinho lisas e com peitos bordado*
tara homem, vendem-sc por preco commodo.
Ceroulas de Itaho e de algodac, de diversos pre-
ca.
Gaixinhas com musica, o que ha de mais Undo,
com disticos nas tampas e proprios para presea
te
Coques os mars moderaos e de diversos forma
ios.
Chapeos para senhora. Recefaeram um sortimentc
da ultima moda, tanto para senhora, como pars
meninas.
Capellas simples e com veo para norvas.
Caicn bordadas para meninas.
Entremeios estampados e bordados, de liadoi
tesenhos.
EscQvas eleclrlcas para dentes, tem a proprie-
itade de evitar a carte das dentes.
Fraajae de seda pretas e de cores, exiote tun
-2ade sorttoeato de divercas larguras e baratc
preoo.
pitas de sarla. rte ^rgprao. de setim e de cb
lfte, de drverses larguras e bor/tos cores.
Pachas de gorgurao muito lindas.
Pi tu* artificiais. A Predilecta prima ent con-
ervar sempre um bello e grand* sortimento des-
as flo'es, nao s6 para enfeite dos cbellos, como
tambeni para oreato de veekle de noivaa.
Ga*6es de algodao, de tit e de seda, brancos, prs
los e de diversas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
era camisas de linlio.
Vende-se camisas inglezas de linhs, muito fi-
nas, para homem, pelo baratissimo preco de 35/
a duzia ; quem duvidar venha ver e comprar :
na rua do Doque de (axias a. 88, loja de De-
metrio Bastos.
Arma^ao deamarelb
VendS-?e uma armacao de amarello. envidraca
da, com balcao, per commodo preco : a tratar na
rui do CresD" n. 20. loia das tres norta*
e" 320 is o covalo, tem escuras e Claris.
MADAPOLAO A* 33.
Vende-se peeps' do mad polao onfestado a
'3f, ditas de ditoinglez a 45500. 5 ' ditas de-dito francez fino a 73 "3^00, 83,
<)3000.
CASSAS A 33.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
33000.
CH1TAS PARA COBERTA A 280. ^
Vende-se chita para roberla a 280 e 360
rs. o covado.
ALGODAOZLNHO A 3?.
Vende-se pecasde algodaizinbo a 33000,
3J5C0, 43, 45500, 53-
BRAMANTE A 136C0.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura a 1(5600 o metro, dito de lihhofino
a 25500 o metro.
ALGODAO ENEESTADO a 990 RIIS.
Vende-se a'godfo enf stado a 900 rs. o
metro, gravatas pretas a 400 e 500 rs. cada
uma.
CHALES DE LA A 800 RRIS.
Vende se chales do la de qundros a 800
rs, ditcs tie merinfi a 28, 33, 43. 53.
COBERTAS DE OlITA A 13800.
Veu.io se-cober as feitas de chita a 13800,
23, e W.
CORTIX.IiOS fiATtA IANEI.U A 78-
Vende-se cortinados para janella a 7(5 e
8 o par.
COI.CHAS DE CORES A 28.
Vende-se colchasde cores pnra cama a
23. e 33500, ditas de.crose a (ij.
CORTINADOS PARV CAMA A 14.
Vende so cortinados bordados para cama
a 1.43, I6.e 203.
COBERTORES DE PELI.O A 18200.
-Vende-se cobertores de pell) a 18200,
ditos supsriores a 1-560O.
CAMBRAIA BRANCV A 38.
Vende-se peoas de cambraia branca trans-
Tnflnm.marnn do Jftffado, Icterleia, q
de mam restduee- holaaague.
"ft
A Baleaparrilna e in excelteatc reetatonAor te
lerca e vtgor do ayatfcecoa,
AwSm, todo* oe que soflVerem Languor, Phlegm; D*-
maimi, Ituammia e qne eao incommodadoa com
hentort e Temoret Xervoioi on qualquer outra
provenisate de rteWOdadr, aehariio do seu poder re
e mais seguro expediente de prompta can.
aiMr^KADa. fob
T. C. Ayer & Ctu, Lowell, Mass, E. V.
C.'iimlcM Prac.Hcoa e AnalytUot.
t VENDE SK POR
para sennera
l.igai de seda de cores e brancas bordadas para
aoiva.
Uivros para ouvir missa, ccm canas de nvdre
eerola, marflm, 59*0 e velludq, tudb que.p d<
TOO).
i Pentes detanarutja e marfim para alisar os ea
beljos ; teem. tmb_ero,.pa|a tirarc^aa.
, osso e dopradefs poV naraio prtt'
PeTnMnarias. !Te!e artlge esfa a r-wlilecia'bei
rovida, ne ad' em egtraoSM.ceawnj>'iHwtt,*.
^fcnhas'dci melhorea odpres, dos mai alamadds
hbricantes. Loubin, Piver, Soclednde .Rygienici
Coudray, Gesne! e KhBel; ?5o indi^pensaTeis pra
t festa.
Saias bordadas para sechora, per commod]C'
preco.
Sapatinhos de, la e de setim bordados ,paja bap
'.isados.
Tapetes. Recebeu a Predilecta nm bonjto sort!-
-nento de diversos tamarjhos, lame pare sofa co
mo para entrada de salas.
Veslimenta para, bapti&ado o que hade melhoi
gosto e os mais moderno i recebeu: a Predilecta
de or ar.to prepo, para near ab sfcacce
,;>alquer bolca.
Rua do Cabugdn. 1
Rhii (ic. Ihirao k Victoria n. 22.
DE
Caraeiro Viaona.
A' este grande estabeleciraento ten* ehe-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mats acredita-
dos ukimamentena Europa, cujae machines
sto garantidas por um annoi e tendo ntt
perfeito artists para ensinar as meemas, eln
qnalquer parte desta cidade, cwno bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'\|m
anno sem deepeiwHo aigum do comprador.
Neste estabelecimento tambem h pertenr^is
para as mesmas mahinss e se soppre q\ial-
qner pe^a que sejanccessari*. Estas ma
chinas trahBlham- com toda a pffrfeicSo de
am e doas pospontos, frame e bonds loda
qnalqtier coswra pop firs que sojd, setts'
precos S80 da sejomte qualidhde': pg tra-
balhar a mao de 3O3000, 403000^ 453000
e 008004, para trabfllhar oem -o pd-sSo 808000, 908000, tOOsJUJOO', 1400#O,
1503000, 20WO00 e
12Q8000, 1308000,
2809000, emquanto tros autores nao-fca al-
tera^So de pfe^os. eo compwtdores poderio
l^ra>cambrairrdeleaa"d"d]versas corsr Visitfcr este esttbeleelttleirtos |betiu4*!'dB-
verao.gostM pela vartedaiede" objector q
Em seu armazem a ma do Trapicba.o.da,^ se
*Uffido atuf-aiMllfclrlta''
ha sempc, paravesder, como-sejm: oadei--' Ftode wda. .
iras para wlas, ditas de-BaSattcov *tas"parai
ctriaTJCji (altes), ditas para iesooliSv"i5sOjei*
fas riquissimss, pe-fa s*'her*, desjpeV9isi|
para maR^ass^trj4ss>aquMMl^'Ca4Rb
de fetW-parli'fedmfcffi e-#fi5sj)'dapalirjp^ 9
Port bouquet. Um bello sortimento de madrs-
perola, marflm, osso e donradds po'rlaraio prect -ae-terrctpara'TOmtm e-nan?aBj)'apaopv
rresle artigo eta a Pw*lecia*ef < tyr*Mtto do&r-adoe para sala, gran**J*-
^tMt^i^appSyalhof de etl prft> chd, fj
queiros com cabo de-ftefSt "e <
ditos KtiXtAi cY*fc*e'(le melftf iao^ofediej-
ros paw MtTft, jlvrros, ^arda~comidM}oV
rame> tampas,para cobrir prato?, eet^ira*
para wmrr *5atas, lavatorios completos, dftos
simples, dbjectos para toilette, e outros mtti-
tos artigos que muitodevemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto desde as G boras its ma-
nna" ate" es 9 horns da noute &
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Calcas decasemira preta a 33500, 53500
e 73.
Palitots dc riscado a 13.
Paletots de alpaca de cores a 23.
I'aletuts dc a paca preta a 33, 38300, 43
e 58.
Paletots de panno preto a 58, 63, 83, e
108000.
ral< tots de casemira de cores sem defeito cninezes
* ramente nova.
48.
ditas de bra
- Magnolia
Na loja da Magnolia, a rna Diujue de <,'axias a.
45, encontrara sempre o respeitavel publiet* nm
completo sortimento de perfumarias finas, objectos
de phaatasia, luvas de Jouvio, artigr.s de moda e
miudezas Gnas, assim como modicidaie nos pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Duque de Cams n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
tricas. proprios para os nervosos.
Meios aderecos-
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um <\ompleto sortimento de
Meios aderecos dc tariaruga.
Meios aderecos de madreperola.
Meios aderecos de seda bordadu?, (ultima moda
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque de Casias n. W, ttm
para vender os model nos botoes de aco, proprios
para veatid s.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mercado ; a ellas :
na Magnolia, a rua Dnquc do Caxias n. 45.
Lencos chinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena (|uantidade dc lencos deseda
;s, com lindissimos dosenhos, fazecda intei-
Ceroulc-s de algodao a 13
mant a 15500.
Camisas de ch ta de cores a 1^280, e
10400.
Dilas brancas com peito de cores a 23.
Ditas brancas finas a 20,23500,-3*3 e 48.
Ditas finas de riscadinho frsneez a 33.
Ditas de cretone a 38500.
Colletes de casemira decoresa23, 23500,
38e43.
Toda esta roupa se vende assim barato
para liquidar.
BRIM BRANCO A 18-
Vende-se brim branco a 18 a vara, dito
fino a 13400 e 28.
ESGUIAO FINO A 28.
Vende-se esguiao de linhj finoa280C0,
20500 e 33 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LLTO.
Merin6 preto fino a 20500 o covado.
Bomb^zina preta lina a 13600 e 28 o
covado.
La preta fina a 500 rs. o covado.
Chita preta lisa e com flores a 240 e 320
rs.;o covado.
Alpaca preta a 500, 640 e 800 rs. o
vado.
Cantao preto para luto a 132~0 o covado.
Sarja de la preta propria para calcas a
640, 800 e 10200 o covado.
Outras muitas fazendas pretas que se ven-
dem barato, no Bazar Nacional, rua da Im-
peratriz n. 72.
Machinas de descarocar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de feiro para
garraf&Si
^lacaco de estivar ou le-
vantar pesos:
Gemento I'ortland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses aTtigos vendem'-se
na rua da Cruzn. 4, atma*
zem de Hawkes & C.
Aos Srs. fogueteim
Para os fogos de S. Antonio
S. Joao e
S: Pedro.
Limalb'a de a Limalha de aco d'agdlha.
Li ma 11, a de ferro.
Limalha de cobre.
Limalha de zinco.
Salitre refmado, barbante e enxofre.
Artlgfls todos de prrffleira qualidade.
Vende se muito barato
J' HA
frfctihaineiat c drogarla
RARTftaLOMEU & C.
34-RuaLarga do Rosarioj-34;_______
Vendero
Wilson^ Kowe & 0.
ttrt-pwa-viapm, raalas fWrtmmv***&+ CawV.dDdw da,tedM**iuaWades.
l. L.-iS- MU. A^H^^^y eK*i,....M Tudo muUo barato.
______^^_
to, M %dt(dtm^m tl'orclrn
pe*V fai*flprca^D das
SON0AS 0L1 VIES
: BE'
GOMMA ElASTlCi
,As, mais. owderna^ e pn.er/eigoaio'w de todas
as. eonhecidas
immw
S'A
PHARM"ACIA E DROO-ARIA
Bartholomeu & C.
34- ttua rrga-<^o Rosario 34,
Na rua.do Mirqiwr. de Clinda n. 3M; se di
ra.jqnem vends -uma I,.ja,, muito bem localisada,
com uma armacao muito boa.
GRANADINAS
Granadinas de seda pura, preta com listras
de cOrese padrfies os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e que se vende pelo di-
minuto preco de 500 rs. o covado, por ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
28000 o covado; e pechincha. Dao se
amostras.
Brim branco
Rrim brenco muito fino, fazenda de
23500 a vara, que se vende por 13400 a
vara, por estar com um pequeno defeito ;
pechincha.
Jtettas Iranceics
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes rnodernos, fz ;nda que jd se vendeu
per 500 rs, a 300 rs. o covade; e pechin
cba. Dad se amestras.
Cretones de listras
Cretonesde listras, fazenda acolchoada, pa-
drees muito lindos a 400 rs. o covado ; dao-
se amostras.
Madapoloes
Madapoloes com um pequeno toque -de
avaria, de 30500 a 53000 a peca ; e pe
chincha.
CH1TAS PERCALES
ChitaS percales avariadas a 240 rs. o co-
vado; pechincha.
SO* 0
M. 0 da rua d Crcsf
Loja das 3 portas
DE
Gnlherne AC.
Junto a loja da esquina
Nao duvidem.
So o #
Bun do Quointndo n 49, rfefron
te da praca da Indencucla
Tenham ver como se qUeima
Cambraia. *ransparente, fina, a UWO a peca.
( DiU Victoria.,fina, 3A.ideia. .
Baptistas 8e Iinho tfluitd litrta a 400 rs. o do-
vado'.
Chltas pretas com salpicos a WO rs: idem.
Diiss de coi banttasj *MQ** id
Ca^bra iaa.de. cere^jniudiDhas^ a 2i0 r ideai.
Bilm pardolno a 6 400. idem.
Lencoesde braWaiiW *#"dtJr.' :
Cittfttas teeWta.adeiDascadas.B J#4We41000
P*.
alcbaa 4e core*,a 2*uma.
..ussulins branr?a a 930 rs. o covafle.
Percales Mas de Jtiadhs i T20 rs. Idem.
Mada polao fino a 44 e 54 a peca.
Dita francez, fino, a 64 idem.
Algedao T a 3*500 e 4*300 id^m.
E tambem oolros objectos, pot precos qae ad-
rnira, e para apurar dinheiro {m o 49.
f^ 0 q.M
Lerveja ^
Vende-se cerveja preta de superior qualidade,
marca Barclay & C, e tambem branca, marca
Bass. -Jibas vindas de Londres: na rua do Com-
merctn n. 22, armazem dc Edward Fentoiu
Leques
Lindos leques de madreperola, de tartaruaa, de
rnartirr, de osso, e de muitas outras qualidafMs:
recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias na-
mero 45.
Attenqao.
A loja da Magnolia, a rua Dnque de Caxias z.
43, acaba de receber o* seguintes arligos :
Manual de madreperola, iarlaruga e marQm.
Ricos albnnH com capa dc madreperola, char
gren, madeira, ve'ludo, couro, etc.
Lindas caixas com Cnisimas perfnmaria?-
Ligasde seda, brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Ricas caixas para co.-tura.
Vestuarios para baptisado.
Tottcas e sapatinhos de setim.
Modernos chapeos de sol de seda para senhora*.
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de vdludo, etc etc.
Ultima moda.
A Magnolia, i rua Dui|ue de Caxias n. 45, re-
cebeu um Undo sortimtnlo de bicos de guipure
de cores, aprOprirulos aos vestidos cliques da ac-
tualidade.______________________________
Para as noites de 8anto An-
tonio e S. Joao.
Amaral, Nabnco 4 C. acabam de receber cftm*
pl'eto s rlimento de 'surles francezas e artemies ,
para brinquedo das noites de Sant > Antonio e S.
Joao ; e o que se eonhece de mais engra^ado e
apropriado para briccar-se ce?sas noites.
Aos dignos m aeons
Amaral, Xabuco & '". tendo rm vi-la a graaio
e pompos.a testa que fazem os dignos macons ao
padroeiro desta respeitavel aorporacio na noi'.e de
S. Joao, participant aos mesmos Srs. masons qua
acabam de receber jesignlas de diverso.- grans, e
vendem no bazar Victoria, rna do Barao da Vicio-
ria n. 3._______________________________
Nao ha mats cabellos
brancos.
TINTURARIA JAPONEZA.
S6 e unica approtada pelas academias de
sciencias, reconhecida s perior a toda que
tem apparecido ate hoje. Deposito pribc}-
pal a rua da Cadeia do Recife, hoje Mar-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de < bellei-
reros._____________________________
Para aboaconservacao
DE
VOSSO CABELLO
V
Elle e um preventive' seguro e certo eeptra
a calvice.
Elle da e restaura forfa e sanidade a [jeile d>
cabeco.
Ell de prompto jfaz cessar a queda preaa-
tura dos cabelles.
EUe di grande riqueza de lustre aos ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou pdsigao que se dese-
ie, n um estado forrr.oso, liso e macio,
Elle *faz crescer os cabellos bastos e compri-
os.u
Elte conserva a petle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elk pre vine os cabellos de se tornarem bran-
cos.
Elle conserva a cabec,a n'um es'lado de fres-
cura refrigerante e'agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, gordu-
rentoou pega'dtfd.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
i|e & o mettior artigo p&r.i os cabellos daa
criangds.
IjElledo melhor e p mai aprasivel arfigo
parar a boa conservag8o, e arranjo dos ca-
Deltos das sehhofaSl
Elle e o uaico artigo prop'io para o pentea-
do'dos cabellos elarb.s dos senhores.
IWlvWl^ SENHORA-SS-
POPE C'OWlTERAr\, COflb.COM-
PLETOSEMO
TOMCO OllIENTAL
o quul pres^rva, Umpi, f rtifica e arormosea
Acha-se iyenda( bob .sttbelecimentos de
H. Forster d-C, agtfnfiis. B em toda* a*
frriacipaesloj*' de.jpeifatnafias e beticas*

L miw i



8
Diano de Peroambuoo -- Sabbado 6 JflRISPRUDERGIA
Processo criminal.
RECURSO DE REVISTA.
Das sentw.cas proferiiiai aabre os cri-
me* menc onados no art IS 7. do
codigo do process i criminal compe-
te o recurso de revista ?
Ant.gamento a revista era exorbitante,
odiosa e extraordiuaria eso nemo pcf gra-
ta -special op ospjciilissima, osta enienada
imed.atimenta do rei eaquella do tribunal
do desembargo do Pico, podia sorimpetreda
(lei de 3 de uovembro de 1G63. P. B Sjuza
Primeiras lianas subre o processo civil).
Depois, porem, .la constituigio do impe-
rio e da lei & 18 do sotombro de 1828, a
revista doixou >i um recurso ordinario e antes da reforma
reahsaJa pela Li de ires de dezembro de
18it, facultado de todas as seutengis defi-
nitives pi ofeiid.s en. ultima iustancia, ex-
ceptodas proferila. :
1. Pelo supremo tribunal do justica ;
" Pelo sonado;
3." Pelus tribunals ecclusiaslicos em ma-
teriaspuiaiiieutc tapir it jaes ;
4." Contra eseravos nos crimes de que
trata a lei -le 10 de jiuiho Je 1833.
Os crimes menciouados no art. 12 7.-
do codigo do processo cram jolgados pelos
juizos de paz com recurso voluutario para
as juntas tie pa/., de cojas seuteng is cibia o
recuno de rexisUi.
0 quo lica expostu e provado eom a lei
de iS do soteinbro do 182S, decreto do -20
de dezembro do I83U, codigo d processo
criminal (lei do 21) de novembro de 1832)
e lei do 10 de juubo de 1833.
Voio a lei do 3 do dezembro de 181 i e
dispoz no art 1)0 :
( Nao e porniottida a revista :
J. Dasscnt.ngas do pronuncia, con-
cessao ou adeneggio do fiao&a, e do quaos-
quer iuterlocutorias.
2. Djs sentences pr.ferioas no fi.ro
militar e no ectlesinstico,
Nao estaiido, porem, incl lidssno art. i0
as sentences DOi crimes do art. 12 7.
do codigo do proci-sso, dassas sentences ca-
be o recurso Je revista.
Invoca-se, porem, a citada lei de 3 do
dezembro, que no arl8!)coutom a seguinte
disposigio:
E' pcrmittida Jrevista para o tribunal
computeute :
1." Da- seotoncas do juiz de direito
proferidas cm g a > Je ippetlacaP sobre cri
me de contra ban lo, s gundoo art. 17 1.
desta lei, e sobre a prescripQio de que trata
o art. 35 quaudo se julgar prucodente.
2." Das desisoes das
& que devem vigorar, estas e naP aque ies mam o canal do ancoradouro, terio maioa
equo devem ser cumpridos pelo poder ju- velocidade do que tem este actualmento, e
lc,a"- ist) somente se podera coosegoir estreitan-
Versando os decretos ( Rodngues de dose com um novo caes o canal do anco
Sjouza Analysi e commentano da consti- radouro d > Mosqueiro.
tuicao -politics do imperio do Brasil vol. Ale* -desta obra. o Sr. Dr.Galvio propoe
Pj8* n "ssumPtos da "ttribut- elevar os recifes desde o pbafoT-aM a Bar-
Co do giveroopoder execulivo-e n8o reta ; concluir odique da Hhado Nocueira
alteraodo os regulamentos a disposicSo da elevar a parte sul da ilha de Santo Antomo
leii, exactamente devem ser observddos; e fazer to;las as obras relativas i doca e ao
a falta o puoida com a penad.. art. 151 melhoramento dos rios Capibaribe e Be
rlo cod cnm. Deeretando, porem, o go- beribe.
verno i6ra de suas aitribuicdes consti- Com o todo deslas obras nio se couso
tuc.wnaes, por exenplo, aposentndo ma- guird um mesmo fundo no ancoradouro
gistrwos, ou membr.s das camaras le- p,,rque & aefflo constante do fluxo e refluxo
gislativas. invertendo ou allerando em um das aguas do mar e o arrastamento das
reg a^nento a disposicao da lei, creando areias dos rios em suas encbentes, conserva-
direitosou deveres novos, ou deduzindo ri sempre obstruida a barra com bancos de
consequencas divo.sas. ostibelecendo ex- areia.
cepedes, impirta a observaucta no pri-
meiro caso violacao da constituigao, no se-
gundo da lei .
profundidade de 8 a 9 nalvos, aproveiUn-
do-se as areias extrahidas para os at irros,
eutre os novos caes, destiaa los para docas.
12.* ConstrutcAo de uma ponte que ligue
as docas ao bairro de Santo Antonio.
13/ Fazer uma aberlura, da largura de
300 metros. ao sul da ilba do Pina, em
frente a um pequeno canal que costoia a
ilba do IS' )gueira, afim de dar sabida a*s
aguai vindas pelo brago direito doCapija-
ribe e pelo canal de desvio, quanio for elle
executado.
PARTE III
Tendo o illustre Dr. Liais apresentado o
projecto do melhoramento do porto de Per-
i^oseul.vro mt.tulado -D,r.*ito Pubbco nambuco e provado exuberantemonto e
Brasdwro-P. Buono (.Marquez de S. Vi- com pn.liciencia que a sua obstruccau nao
cente) assim se expr.me ... u. 327 : era pruJuzida p,U areias Iracidas pelo mar
O excesso da d.sposiyao sona uma e sim rt das mares cheias dos rios Cipibaribe
nsurpacao do poder l-gislauvo fo,to pelo e Beb.rib,. passo a dejerever as prmcipaes
pjJor exoeutivo ; regulamonlar a hi nao e* obras constantes de seu prowJ :
exc.dol-a : de.xar outao de observar o re- l. Abertura de um canal no aterro dos
gulancnto nSo e res^Ur a acca mm.stenai, Afogados com a construc0o de oma ponle
e wbeJecer ao precoito da lei. sobrc este canal. P
A autor, lade juhcana nao tern o di- 2.' Cmstroccfio de um. muralba, partiu-
reito de decUral o nullo por medida geral, 'd,, il |im,te norte da Barrela, prolona.ndo-
ou revogal o, mas tern o dever do declaral o so sob.v um comprimento oV220-bra^s
loappUcavel no caso vcrtente, p is que ella perpendicu armento ao re'.i&v donois vol-
e tambem gunrda da le. em sua applicacao, lando se 43 para ouorte areiHir-se & oar-
e a.lstncM a respe.tar os d.re.tos e obriga- te uorte do canal precedente. Ao mesmo
co,s individuaes.e nao um instrument, ce- tempo eonstruir uma scgunda muralba fn-
Nogaeira, entre a Barreta e a ponta ldsto da
n.esni.r ilba.
15." Desobslruccao da Ba-'reta das Jau-
gedas, ooliocando-a em seu antigo estado.
Com a usecujao destis obras eoriiegie-se
o seguinte:
it* Ter-se uina birra franca co obstruc{8n dos recites submariiios esistontes
no m'-io da bum graodo.
2.
anco
os ^u.-s; .iclrirn submtr*os, c> no us-que
estan liira das do riii Capibaril^v.
$." l'.rear;ao do uoia grnuJo doc -
la natureza co it todos os m.iis esplendidos
do'tei e riquezas.
Os Paizes Baixos, stTJieitos & cssa de Bor-
gonlia, empregavam se nd commercio ox-
clusivamenlo e na industria, e offereciam
um povo iaborioso, activo e ao mesmo
tempo tranquiilo no seu interior, proprio,
comludo, para graaies xommetiimentos na
navega^ao, na propagagfio das'luzes e scien-
ces.
Franga continuava sua obra de ouidade
nacional comecada com tanto arrojo quan-
nto do caes da ilba do ta astucii cavilosa por Luiz XI, absorvtndo
em uma s6 uacionalidade as difforentes par-
ies do solo destacadas ale entao com os ti-
tolose privilegi >s de ducaiosde Borgonba,
Normandia, coudados do Provenca, Tolosa e
outras soberanias iodepeu lemes.
luglaterr*, ap6s lutas sangJ-i*mas imesti-
nas, repousava sob o sceptro de Henrique
\ 11, esperanil> as ravolu'^oes sociaes que
Henriquo VII1 e Izabel Ibe deviam trazer
os e Kovernos arbi
. I'ranquifli'lade do Pdco e le lodo o pelos seus genios altiv
i douro pele eievagit) dos recifes, fttnto irarios.
go e brut., da arb trariedade : e obrigada a
defen lor a lei, a nao vi lal-a .
Consultada a respeito da correspon lencia
trocada
rallela ao rocifo o pnrlindo do- bairro'do
Santo Antonio, prosimo a" igrej/i do Snnia
pnmeira-. Final-
mu-
fUndo
Rita, vindo reunir se a*
trocada entre o ministro da justiga conse- i ,nente o aterro do it>fervallo dos- dous
lbe.ro Joao Lustosa da Cunha Parar.ag.ua" Pns por meio dearek extrahidas- do fl
e ojuiz de direito Dr. Vena.cio Jose Lisboa do porte
a proposito do dejreto u. 2138 de G de j>- j.i Consti-ucga
Iho de 1839, a seccao de justica do conse- molhe no hgar d
dctado, sendo relator o illustre viscond* quarteirao desle nomo
do Uruguay, em parecer de 3 do abril ap~ tonio
iclagoos nos ca-
ses to art. 78;$35 2.". 3. e 4. desta lei.
Diz s^ que nessa disposigao nao vemenu-
niemlas as sentengas sobre os crimes do art.
12 7." do codigo do processo ;
Conclue-se que de taes sentcugas.nao com-
pete o recurso de revista.
A argumout^gap e improcedente.
A disposigao do.art. 89 e exemplilicativ .
0 art. 8!^ mencion i varios cjsos em quo e
permitti la a r -vista, mas nao empregou as
palavras so sofflenteou outras que, sen-
do equiv; 1'MJicv. deiuon-tiassem nao sera
revista permiuid-r em ouiros casos ahi nao
especificidos-, coiiiO .< icutoin, is Sjbre os
crimes do an. i 7. do codigo do pro-
cesso, susceptive is do recurso de revista em
virtudeda kgislr,ao anterior a 1841.
Se no art. 90 da lei de 3 de dezembro
tambem nao sao encontradas as palavras
s6 somente ou outras que, sendo equiva-
lontes, demoustrassem naoscr a revista pro
hibida em uutros caso.s alii nao enumera-
tes, da disposiga j contida no art. 80 da lei
do 1841 se coucloe que o recurso do revis-
ta s6 nao e pennittidi quando e exprossa-
ruente protubido.
0 art. 80 dispoe :
>t Das ser.lengas proferidas nos crimes de
que trata a !ci de 10 de junho de 1833 nao
haverarecurso algum, mm mesmo ode re-
vise, t
0 legislador deciarou que das sentengas
proferidas nos crimes de que trata a lei da
10 Je junho de 1833 nao bavflrd recurso
algum ;
A revista e um recurso ;
Estava, portanto, declarado que nio ha-
via o recurso de revista.
Apezar disso, porem, o legislador. accres-
cejitounem mesmo o de revista.
Para que o fez t
Para ficar estabelecido que, nao cabendo
appellagSo, official ou voluntaria, nempro-
testo por novo jury, nao cabia tambem re-
vista.
Fntendeu, portanto, p legislador ser ne-
cessaiio dedaiar expressamente que n3o ha-
via o recurso de revista.
Por conseguinte, 0 legislador reconheceu
que pira ser ncgado o recurso de revista,
era preciso disposigfio expressa, era preciso
que elle fosse expressamente prohibido.
Nao tendo o art. 90 da lei de 3 de de-
zembro prohibido o recurso de revista da;
sentengas sobre os crimes de que faz men-
g4o o art. 12 7. do codigo do processo,
seria preciso que em outra disposicSo essa
probihigaP estivesse consignada para que de
taes sentengas nio se podesse recorrer para
o supremo tribunal de justiga,
Ori'le essa disposigao ?
Cofturaa ser citado o regulamento de 81
ie Janeiro de 1842 que no art. 464 diz:
0 recurso de revista 6 so permittido nos
oosos reslrictos especificados no art. 89 da
lei de 3 de dezembro de 1841....
No art. 89 nao vem especificadas as sen-
tengas nos" crimes do art. 12 7. do co-
digo do processO ;
Portanto, de taes sen;eucas o art, 464 ne-
g i n recurso de revista.
I'icou provado qua em face da lei de 3
de dezembro de 1841 o recurso de revista
so nao e permittido quando e" expressamen-
te pro'iibido.
0 rcgnlamento de 31 de Janeiro de ;842,
porem, declara que o recurso de revista s6
nao 6 prohibido quando 4 expressamente
permittido.
Portanto 0 contrario do que dispoa a lei
de 18 1 e* o que diz seu regulamento de.,.
1842.
N'ao [iode haver razio mais forte para ser
julgadn improcedente a argumentagio fuo-
ciada no art. 404 do regolamonto de 31 de
janeirj.-
Se a constituigao do imperio no art. 102
% XII deu ao.'pider executivo a attribuigio
oe expedir decretos, iustrucgoas e regula-
mentos adequados d boa execugio das leis,
aqunlles nio podem exceder as disposigdes
destas.
Qucnio, exorbitando, o poder executivo
expelo decretos, in-trucgo'js e regula.n-u o>
su-
provado pela imperial resolugio de 14 de
julbo de 1860, respondeu :
Vue os juizes e tribunaes, quando
chamados a prouunciar-se sobre uma hy-
potbese especial, quanJo provocados a jul
gar um caso pelas partes e mesmo exoffi-
cio, eslao uo seu direito n5o applic-ndo um
decreto ou ordem do governo por julgal-os
contrarios a* constituicio e cis leis .
Vejamos agora a jurisprudent do
prenu tr bunal de justica.
Tern o supremo tribunal deixado de to-
mir conlvicimento de revista^ manifestadas
de sentengas proferidas- por juizes do dir. i-
to sobre os c.imes meiicionados no art. 12
7" do codigo do processo.
Entre outras, citarom s as seguintes :,
Revista n. 1692 em que foi recorrente
.Miguel Fernandes de Vasconcellos e recor-
rido Manoel Joaquim da Costa ',
Revista n. 1704 em que foi recorrente o
padre Francisco Verissimo Bandeira e re-
corridos Antonio Cimspiniano Padilha e
sua mulher Candida Maria do Rego San-
tiago ;
Revista u. 2134 em que fo* recorrente
George Gatzmai r e recorrido Pedro Der-
felt.
E tern fuuJado suas sentengas njs arts.
404 Jo regulamento de 31 de Janeiro e 8
da loi de 3 de dezembro.
Tern, porem, o supremo tribunal de jus-
tiga conhecido, por ex:mplo, de revista*
manifestadas de accordaos proferidos ern ap-
pell.igoes interpostas na confonmidade do
art. 79 di lei de 3 de dezembro, apezar de
taes decisoes nio estarem enuraeradas no
art. 89 da lei de 3 de dezembro e nio se-
rem susceptiveis do recurso de revista em
face do art. 464 do regulamento de 3fc de
Janeiro.
Vam.s concluir o prosonte traballio, affir-
mando quo das sentengas sobre os crimes
meuciouaJos no art. 12 7 do codigo do
processo proferi las em grdo de appallagio,
na cdrte e nas comarcas especiaes pelas re-
lagoes, e nas comarcas geraes pelos juizes
de diroito, cabe o recurso de revista.
COrte, abril de 1871.
Dr. Antonio Ferreira Franca,.
( Da tiazela Juridica.)
.^cgao de- am muro solidoou
Iho .Ib II ,9, a secgao de just.ga do conse- (molbe no hgar da ponfc do Uecife^ entre o
o de Santo An
tonio.
4.' Elevagio do recifo por bloes anificiaos,
desde o phanol actual ate a barra grande,
com a construcgio d'i am novo pbaroli na
cnlrada da bnrra.
Este ultimo,, teria por effeito tornar-se
accesc-ivel, oV: uoite, a eatrada do porto.
6;* Conslruogio, no leilo do Beberibe, de
um caes, parlindo do bairro de Santo- Anto-
nio, proximo- ao palacio e terminaixlo no
bairro do Recife, proximo d'fortaleza do
Brom. 0 intervallo entre o caes e o mar
serveria para um reservatorio dochasse-i cujo
canal ter minaria no ante-porlo, entre o ar-
senal de marinha e a fortaleza do Drum.
7.* Construcgio do um molhe perpendi-
cular, entre o recife e a ponta sul do bairro
deste nome, para transformer o sul do por-
to em bassin de (lot. Este trabalho- 6 dis-
pense yel; porem, seria vautajoso e fkeilita-
ria a excavacjoindispensatvel ao sul do por-
to. Nos trabaibos que preoedem d seguran-
$.a da cidade pode exigir o alargamento do
eanal existente por detraz da ponta do Pina,
para uma sabida do Capibaribe deste lado.
Ao norte p6de-se tambem cortar odsthmo
deOlinda por um canal.
Este ultimo trabalho exige outros-ao nor-
te do Pdc/vque permittirio augmentar a
enseada e um abrigo.
Aceitai.d>> a idea da> mudanga da foz do
Capibaribe, visto como ficou provado, ate a
evidencia, que a sabida de suas aguas pelo
porto e qjie motiva a constante bstrucgio
do ancoradouro, apnesento outres trabalhos
que modificam o projecto do Dr-. Liais, nio
na sua es6eneia, mas- na maneir-a de desviar
o Capibarib3, conservando, o seu curso den-
tro da cidide. e bem assim essa natural bei-
loza do-que elle rereste esta capital.
No. projecto do Dr. Liais, a parte com-
prebeadida entre uma parte do caes Vinle e
Dousdo Novembro, proximo- o palacio do
governo e ao cies do Apollo, ate" alem da
fortaleza do Brum, seria quasi toda aterrada,
fosmando assim um novo bairro que ligaria
o de Santo Antonio ao do. Recife.' (Xbracp
squerdo do Capibaribe iria sahir por uma
abertura feita no principio da rua Imperial,
um pouco alem da travessa do Lima.
0 projecto que or* apresento, conservard
a mesma sabida do brago esquerdo do Capi-
baribe pela ponte do Recife, e, reunindo-se
ao brago direito, iri sahir por detraz das
ill. s do Nogueira e Pina, e eosteando a
praia, f*rd a sua foz alem da povoagio da
Boa-Viagem.
Farao parte do melhoramento do porto
as obras do canal de desvio das %guas do rio
Capibaribe, ao qual se reunirio as do rio
Tigipi6, que deverio sahir por uma aber-
tura feita ao sul da ilha do Pina, e que terd
3O0 metros de largura.
As obras do melhoramento do porto cous-
tario das seguintes;
1.* DesobstruccAo dos rochedos submari-
nes existenles no meio da Barra Grande.
2.' Elevagio do caes submarine, com-
prehendido entre a Barra Pequena e a gran-
de, construindo-se, na extreraidade norte,
um pharol queservird para indicar a barra.
3.* Elevagio do recife, desde a pedra de-
SCIEHCIAS
Projecto do melhoramento do porto
de Pernamburo. on.-uuixui.ii pelo
bncnarcl Jo*e Tifeturclo Perelra de
Nagainneit, cnpltilo do eorpo de
' engenhelros.
(Comlusao).
Para que este trabalho surta o effeito que
sa preve. seria necessario que a secgio des-
de o Mosqueiro ate a ponte dos Afogados
fosse calculada de maneira que as aguas
das mare's estabelecessem neste penmetro
uma mesma velocidade, afim do ancora-
douro assim augmentado poder conservar
um certo fundo em toda a sua extensio.
Com a construcgio da doca comprebendida
entre o caes do Ramos, ate' o sul da ilha
de Santo Antonio, o seu muro exterior ser-
vird para canalisar o brago direito do Ca-
pibaribe. Ora, se este muro for cc-Uocado
d mesma distance dos recifes, a que estd
o
i." Uenioc/io dot-buncos o\j ara donlro
du> ancoradouro.
"" Augmento de-auc iraduoro pela pro-
fjiididmle ohtida da aova direcgao das aguas
dos rios- entre as uoca*e o proiowgamento do
caes oVRamns.
6." FinalmoiUe, au^nento do-atisoradou-
ro p'd'-z'hjdo interior das-dooas.
Feit(>?ste melnoramento; o port& d*> Per-
nambuc-poderd recober navios de alto ca-
lado, e MaP offerecerd & nave?acio trausa-
tlanlica '>ii abrigo seguroe tran"qu4lo.
Com uin-novo pharol no- pjnttl sul da
barra grande poderd ser eHademandd du-
rante a nottu
A cn-agiio'ilas docas ao *ul do bi?ro do
Reci'e, (i de uma necessida ie palpitauts para
o com nereis)- florescente dfestt pn.viticia,
qpe I'm dk>eito incontestavel de reclamar
dogovorno imperial tio imjwrtantc melbo-
ranicul >.
0 bairro do-Recife, eon> a crnagao* da-*
doeas, nao p*fderd do imporlancki, em face
dfj>des-;nvo!virato que vairtenlo o com-
mercio.
O'bairro de- Santo Autoniotomara !Mt5
im^ertancii, mormeute na parte que tiea
fronteira &i docas, porque 0 Capibaribe ioc-
mai-^'nosta nowi direerao un eanal que ser-
vira ta^nbem destoados ao camnaercio de cabotagem.
(^sj.ago atcflrab), em frenfe d estagaoda
estrada de ferru-deS. Francisco, pjderd^ser
utilisado com a esta^ao pormaeute e arraa-
zens da mesma astrad;* de fer^*>, (icania
novaponlo oi> Sfonte, afim dte- facilitar os
transportes tie mereadorias para as dooas
Todo o Ospago compreliendid'o entre a- e>-
tagao e o matadooro serd atetrado e apuo-
veitado para edifeeagdes.
Estas sao a? vantagens resaltantes do-me-
lhoramento do-porto pela raudanga da- foz
do rie Capibaribe.
Tentar conservar o regiraeu actual! dos
rios-Capibaribe-e Beberibo, e-querer o statu-
qtu> em que tern permanecida o melbora-
mettto tao desjado deste porto, no qil se
temgasto &qnsu de 3 mil wmtos, en purs
perda, corn rir,is accessor is e exc.:*a^0es
por meio do dr.-gas, visto tt>mo nada *> tern
cooseguido pelos trabalb**. executaiiwi ha
mais de viiile amios.
JJHERATURA
J.XL
J.
Coutorencias li DISCURSO ?ROFERIDrj REtO CONSHl^lEIHO
M. PKRj'lKA 0\ SII.V.V, NA UEONUO DE 26
DE AB1UI, DE 1874^
Quarto, canferencicu.
Minnas senhoras o seiihoresj
0 assumpto, que hoje intenlo desenvol-
ver, eutra uo piano-geral que- deixei dese-
nbado logo na primeira coojerencia, que
tive a bonra de dirig.r a tao- distincto aur
ditorio. Coraquanto com o titulo pe-
cubar de sacrificios qu d Europa cus-
taram o descobeimento, posse, e coloniSa-
^aP da Americaten le a explainar a these
geral0 quo fomos '?porque comprehen-
de uma das Saigoes historicas -das nagoes
coiiquistadofas, e das. terras subjugadas.
Ao findae o seculoXV acbava so a Europa
em uma situagio dilficil, social politica in eli-
te fallando; em estado do ebuliigio, de
transforraacuo, do anciedade revoluciona-
ria Pesava-lhe o seu passado, aspirava
entre sustos a m-.lhores cjndigoes, sera as
poder ainda descobrir para tratar de cum-
pri-las.
Mahomet II apoderara-se de Constantino-
pla em 1453, avassallara todo o anligo im-
perio do Oriente, e ameacava de perto -a
Hungria, a Bohemia, a Polouia, que tre-
miam de sustos ; de longe mesmo oausava
serias apprehensoes a Allemanba e d Italia.
Veneza, Genova e Piza erara os portos
mais commerciantes da Europa ; com razio
deviam antever o fecbamento dos importau-
tes mercados do Oriente, por onde commu-
Uespanha iratarvs de expellir' do-solo- pe-
ninsular a uiti.no redtKto que aiudu- alii
.possuiam os arabes, Granada, Granada a
magnifies cidade de- monumentos o glorio-
sas tradicd-is do Oieute iransportada pera a
kern ub-rrriiiia da Europa-.
A uniio das duas- cords*, Castella e Ara-
Hgi.), que l.aviiim ns-acomecime.ito> polili-
aos leva o os povoaaatbulkos de Hesparrhai
sob-o sceptro de Fernando' Izab 1, con'
centrara as forces dos-ohrislies, e osanima-
v para fizer do tdo uesapparecer da pe-
ninsula o elemento muesuitnano
Portugal, nao tendo juimigos-a combiter,
ontxHgavfl-se a descobnmentoe- mritimos,
enceSido* pelo genio e pela seiwicu. do in-
fante D? Henrique de Sagres-. Seus nave-
gantt audaciosos baviamTeeonheeido gran-
ies partes das costas oceidentaes4 da Africa,
dobrado os-t-abos Nun, Bojidor e Brauco,
e'lcontran-do as ibas da- Madetnt e Cabo
Verde, oproroeltiam d Europa aorten'.osas
maravilhas de terras e povos desoonbecidos
pelos eoiilemporaneos. CoHstituipe-se Por-
tugal asede-dos navegaiwcs-mais ar-rojados,
o foco dos c-j*becimentos maritiaosv o em-
porio das emprezas tendentes a alargar os
conhecima-.itos g.>ograpbieos -do n*oodi(>.
Neiiauma naga j havia na Euroya- a res-
i.eito da America, ningaem sabi e nem
adivinb,va suaexistencia. UumboWtinos as-
sjvera qua-os iriandezes a- conlieciam. pelas
partes do rtorlt- em suas derrotas- aventu-
reiras ; raes,. se o> facto e- verdadeiro^ como
pirece bojq pelos documaalos onoMtmlos,
torna-so f6r de duvi la qae nem mesmo os
contemporoneos tiveran delle notkjia.^e as-
sim passara 0 que-se dizia e se pessava era-quo en-
tre a Europa e Asia occupava o mar' todo o
espago ; a Asia incitava cobiga pebts rique-
zas que JUrco Polo e varios escripteres ita-
lianos baviam propalado em seus escriptos ;
a Indii, a-Cnina, o JapSe pintava mo a terra da promissio para o euro, os
diementes,. os rubins, o.lecidos daseda, e
os thesourus de luxo e de elevadissimo pre-
go. Mas-cowno chegar ate Id ? Gomo di-
raetamenle communicaivse com sau& povos,
a nio ser. pelo Egypto Syria ? Quem ou-
s rie affront -.r os meres-mmens;), e incog-
nitos para tocar em terras tao disteutes ?
Mas am homem eral'ortugal, alii casado,
alii banmdo cursado as escolss- de ftavega-
gao, alb tendo couversado coia,os mats ex
perima/iUdus descobridores da terras novas,
propoz^e a ir a India ern direkura.. Cbris-
tovao-Colombo se cbamava eHe. Dtsenvol-
veu seu piano a D;.Joio U de Portugal,
que, ouvido o seu conselho, o rej; ktou como
impossivel.
l'.artio Christovjo Colombo para Genova.
sua. patria. Persistente em.seus. designios,
offereceu-se d republica para cumprir a obra
inugiaada. Nova rocusa solfreu. 0 genio
nao fOra parcebido. lVesPlyeu-se a appol
lar para Hespauha, Assistio aos ultimos
combates contra os rcouros, acompanhou
Isabel e Fernando em suas lidbs de guorra ;
conseguio, por GmK que Iho dessem Ues-
pequenas embarcagoes, caravellas misera-
veis, e que vistas hoje,. mereciam o desprezo
dos navegantes, e a ioofa. do publico. Dei-
xou em t492 o porto de Palos em Hcspa-
nha em deraanda das costas orientaes da
Asia.
caes do Forte do Mattos, ainda assim a guardamoria da alfandega e para'lelo ao
velocidado do brago direito do Capibaribe, cae? do Ramos o caes da praia de Santa Ri-
serd muito inferior ao do outro brago, por ,tai in<^ terminar em frente ao pontal norte
que 3 menor o volume de soas aguas ; por da Barreta.
conseguinte, a sua profundidade serd tarn- 5-* Construcgio de outro caes parallelo,
bem inferior aoactuaj ancoradouro, e por a Partir *> c*65 do forte do Mattos, conser-
raais qae as aguas abi fegam excavegoes, vando entre elles cerca de 100 metros de
essa parte terd sempre pouca profundidade, largura que serd aterrado corn as areias das
porque as areias acarretadas pelo refluxo das excavegoes do porto.
aguas, abi M depbsitarSo gradualmente e 6.'Construegio de duas ordens de arma-
por. seu turno descerio para o ancoradou- zens> ficando no cenlro uma rua de 20 mer
ro do Mosqueiro. lro8 ^e largura, defstinada para' o servico
A idea 'de se querer canelisar este3 bra- das d0088-
co do Capibaribe. com o flm de augmenttr 7." Uma grande comports de ferro serd
a velocidade do canal do ancoradouro, e coliocada no lugar mais fundo do actual ca-
um erro, porque, s6mente pelo simples nal e no alinhamento do caes interior. Essa
facto de se estreitar essa bacia, nio se aug- jcomporta dard passagem aos navios jue ti-
menta o volume das aguas, com as quaes. verem de ancorar em frente ao caes Vinte e
esse brago alimenta o actual ancoradouro Dous ie Novembro e aos que tiverem de
do Mosqueiro, e por conseguinte nio pode 'descarregar nos trapicbes da alfandega ; o
ahi hover maior velocidade. que deverd ser feito por occasiio da prea-
0 trabalho de excavagio entre a Barreta mar.
ate' a ponte dos Afogados, e inexequivel, a 8.' Em frente i nova rua serd coliocada
menos que nio seja protegido por um caes uma ponte corrediga, afim de unir as docas
de uma i outra margem, porque entio es .n bairro do Re ife.
areias das coioas adjacontes escorregario 9.* Prolonaar-se o caes do Ramos ate1 em
para o lugar mais fundo, visto as aguas ahi frente a fortaleza das Cinco-Pontes, e d'ahi
nio conservarem velocidade caoaz de man- em linba recta ale o matadouro.
ter um fundo constante. Actualmente as 10.* Gonstruir uma muralba em direcgio
aguas do brago direito do Capibiriuo oinda obl.qua ao rcife, que una as docas ao pun-
coin as do rio Tigipin fz*m umpi.|uerio t lauone de Barreta, na dislancia de 150
canal tortuoso, eojn pr.d'jmijoa le %o<, i de metros, a qurfl terd uma alt'.ra tal que as
1 a 2 metros. mares das syzigins alcaucem um metro aci-
Na byp Kbese r ao braro direito :na, servindo como de sangradouro
nominada Tartaruga, ate a BarreU das, icavtm com a Chia {Jiti Persia
Jangadas, a uma allure de 3 metros. %hlQt seus produclos iadustriosos, e desea-
' Construcgio de um caes, a partir da
4.'
co braro direito ma, servindo como de sangradouro ds
do Csp:biiibe a !c ,lc outro grendes euclien^es do rio Capibaribe.
que lufriagem ,as leis, estas e nig a.jueiles bv volver em larga escala a vida mercantil.
Os turcos na Grecia, em Constantinople, nes
costas da Syria, aterrorisavam os animos dos
difforentes povos, jd pelas crueldadcs, que
se apregoavam que exerciam, jd pelo odio
que aos cbristaos era notorio devotarem.
Italia dividia-se em estados independen-
tes, iuimigos, combu tendo -se a todo 0 rao-
mento; unsconstituid.-s em republica, o
principal em governo absolute theocratico,
Roma, e outros em feudos despoticos.
0 summo PoatiQ.ce era alma de lodas as
intrigas politicas, de todas as agitagoes so-
ciaes, de todas as lutas travadas quer na
peninsula italiana, quer mesmo no mun-
do. Insdirado pela ambigio de domiuar
0 universo catholico, de dirigir os governos
dos estados europeus, de accrescentar mes-
mo seus dominios temporaes, dir-se-hfa que
mais se ccupava o sucoessor de S. Pedro
da supremscie tarrestre que da elevadissi
ma e divine missio de dirigir e illustrar as
almas, e as con?cieucias. Era a epoca de
Macbiavelli e Borgias, de politicas perfidas,
e crimes horrosos.
Allemanba, retalhada iguelmente em es-
tados independentes, condes, margraves,
bircgrav.s ; soberanos occlesiasiicos, pqstos
quo noiniiiafmenie cbamado imperio, com
in mniiarchn que gojzava desse titulo, mas
qu -: so exercia auloridado em territorios pro-
prios, e ua.i em ijdo o paiz deuominado
Allomanba, ambiciouava sempre aproveilar-
so ainda das circumstaucias para em.cou-
curreucia com Franga converter a Italia em
theatro de suas 1 des e batalhas, e esten le>-
seu prcdoxiiiio a esC. sob privi'Ofialo pc-
Apos tempestades crueis, calmarias ator-
mentadoras, ventos contrarios, revollas da
tripolagio desanimada, eil-o que descobre
a 12. de outubro, terra nova ; era a ilha de
S. Salvador, ua estrada do golfo do. Mexico.
Desta ilha passa ds de Cuba, Jamaica e S.
Domingos. Encontra povos que o espan-
tam pela sua cor, costumes, osos o ignoran-
cia. Descobre ouro que elles.nio aprecia-
vam, e que a Europa procurava com ancie-
dade. Volta d Hespanha para dar noticias
do que vira, do que conbecera, do que pro-
clamara domiuios dos soberanos de Castel-
la. Ao aportar em Lisboa, D. Joio II o
tenta chamar a sou servigo para continuar
nos seus descobrimentos. Mas Colombo re-
cu;a a seu turno as propostas portuguezas,
volve d Hespauha, dedica-se ao servigo de
Hespanha.
Era a Asia, dizia o Colombo, era a Asia di-
ziam todos, que demorava nos mares, em
que tautas ilhas appareceram a Colombo,
precursoras da terra firme.
Segunda viagem pratica em 1493, e no-
vas ilhas descobre, umas apos outras, como
semeando os mares de ramelhetes de flores.
Depois de dous annos regressa d Hespa-
nha a pedir mais poderosos meios para pro-
seguir na sua empreza.
Noentanto,correndo ojanno de 1496, um
veneziano, Sebastiio Cabot, ao servigo .de
Inglaterra, perdido nos mares septentrio-
nas, descobre a terra do Labrador, e corr
a cysta americana ate Florida, voltendo &
Inglaterra para recontar como prodigio o
feito que commettera casualmente. Foi Ca-
bot o primeiro europeu, portanto, que avis
t u terra firme da America.
So na sua terceira viagem effectuada em
1497 6 que Colombo, percorrendo o golfo
de Parid, descobrio terra firme americ na,
tendo at6 entio conhecido ilhas, e tornado
posse deltas em nome de Hespanha.
AO itinerario mandado para Castella por Co-
lombo, envia acdrte novos navegantes. Oje-
da (5 o chefe da expedigio em 1499. Se-
gue a liuha de Colombo pelo golfo do Pa-
rid, e cbega ao de Venezuela, onde desem-
barca, e proclama a soberania do sou mo
narcha. Ojeda foi asbitn o primeiro euro
pen quo pJsou terra lir ue ameriana.
M..is que nenl.am povo se etirou entao a
descobrimentos marilimoso pavo bespaubol.
Torminadas as lutas com os arabes, apds
oito seculos e.n que de pais a filhos se Iraus-
mittira o odio de rags, eo i:isa -iavele ar-
dente instincto do batulbar, e destruir m ju-
hespanhol de novos elemento* em que es-
praiasse sua ambigio de atenturts. Eio
bavia mais guerras no interior } tornarara-
se navegantes, descobridores de terras, a-
cenados pelo axemplo de Colombo,
Colombo toma posse emlim da terra fir-
me. Um outro navegaute h spanhol, Vasco
Nuues de Balboa, atravessa teraerariomente
o istbmo, e descobre o oceano Pacifico. Vi-
cenle Pinzon avista, o primeiro. terras do
Brasil, o cabo de Santo Agos inbo, a qoe
deu o nome de Consolagio, e percorre toda
a cosla ate' o $olfo do Mexico So em 22
de abril de 1500 e que o acaso deu em
glone a PedntAIves Cabral, que navegava
para as ladies, em prosecugi^ des emp:e-
zss comegades por Vasco da Gama, dobran-
do oCabo da Boa Esptrauga, o acfando feliz,
outro titulo senao pode dar, de eaeontrar
o Porto- Seguro, no centre da coste brai-
leira, para tomar posse do territorio que
lonominou Vcra Cruz, u nome d'ea-rei
D. Manoel de Portugal.
Para a As-* exdosivamenSe ousavaay di-
rigir-se so os portuguezes : mas para a A-
merica, apos os bospauboes o portuguezes
precipiiaram se- logo os inglezes-, os franee-
zes e os bol'amiezes.
Por muito Tempo foi ainda consideradaf
pelos europeus esta part^ do muodo-como a>
cla occidental da Asia. DopoisrJe 1503
espalhau lose caWto geographicas assigna-
da* por ui in pilot' Hore.iiiuo, de oome A-
merico Vespucio, que awnpauhara* Ojeda
am 1499, e depois os portuguezes envvarias
le soas navegagoes; sempre co:no subalter-
uo, e nuiica como ebefe de expedigJo, 6
que-se eomegou a cbamir America, nome
que ltie fie ju de tod > desde que se reconhe-
ceu- constituir um rnunde* novo, e nio par-
tftda- Asia, como por varios anuosse suppu-
za-ra.
Ao- passo que os hespanhoes se assenbe-
reavam. de to o o golfo-das suas ilbas, da
Rorida, do K-iperio deMexieo, edobrado-o
istlwio. do Peru, do Chile e do Rio da IVa-
ta, os portBguezes cuidavam de segurarsuas
posses no- couliuente brssilico, us inglezes
a podera van* se 4a nova Inglwterra e Virgi-
nia-,, hoje Estados da Uniio Americana dr>
Norte,.os-firancezes da Luisiania eCarolina,
partes tambem actualmento da patria de
Washington., do Cauadd e S-. Dbmingos, que
povoaaam- com estabeleormeruos de sous
coiBpatriotaa. Os bollandezea envolveram-
se tatnbem nos d scobrunsntos e conquis-
tas. Xo norte da Amorisa- edilkaram aci-
dadade Njva-Amsterdam, quetrocou oseu
no o p'lo de Nova-York^ea deJOrang-e que
so appellida em nossos diaa New-Haven ; e
nas liuyanoas o burgo da- Swiuau, que
aindfl possuem.
Correram paciGca e mansameute estes
factos de descobrimeuto, posse e colonisa-
gio da America para seuainvasores ?
lafelizmente nio! lodos encontraram
difficuldades, todos su^pertarom desestres,
todos~curvwam-se a calamidades nio imagi-
nadas, a todos cuslaram ate- sacrificijs do-
lorosos e lamentaveis.
Cv primeiro inimigo que se fcYaa oppunha.
era o oceano. yuantoa- navi*, quantas -
meraadoriaa, quantos bomens- e muitos il-
Iust?s.o. mar sorveu-lbes, d vorou-lbes ?'
1-i, a birlia custara bem capo aos 'porl-jR-
gueues-1 .\osseus mares, nos da Africa in-^
termadiamaai que percorriata, deix aram
vul'.os im|H>rtautes,, e laaes serridores Jo
s. li ;.)ii/...' Nes lutes com os asiaticos, nos-
dese.-tos- africanos, feue3aram misera veliaeu-
te bsavos que mereciam louros e nio mor-
teailrontosa e barbasa-/; Duarte Pacheco-
na Indi', D. Francisco do Almeida ds maPa
dc6.Cafces, Francisco- Barreto no rio Gua-
i.:i, Ail'o;iso de Albuquerque no mar, Se-
pulveda nas areias da Africa I
Nio foram mais feUzes em relagio ao
Brasil, nem os outros-povos seus competi-
doresna conquista da. America. HoUanda
oonta um vario do importancia, o desco-
bridor de Nova York,. Hudson ; Inglaterra
numera Hamphreis. e Quarter ; Franca Ve-
rozani; e Nicuesa a Hespanha o muitos ou-
tros que as on las-lragaram em seu furor
desmedido. Nao. houve povo descobridor
que nio lamcntasse os violentos tufoos do
oceano,
Como se nao bastassem as proeellas movax
dig s do mark travaram entre si lutas todos
estes povos para arrancarem uns aos outros
as terras em que se estabeleciam. Osfran-
cezes bateram se contra portuguezes em Per-
nambuco a no Rio do Janeiro, logo, no
meiado do seculo XVI; depois n j Maranh5o
de 1612 a 1613, querendo os francezes qua
haviam edificado a cidade de S. Luiz, abi
conservar seu dominio: no seculo seguinte,
no Rio de Janeiro, atacados os portuguezes
por frota? podercsas ; os nomes dos france-
zes Villegaignon, Ravardiero Dugguay-
Troin ficaram registrados nos annaes brasi-
leiros.
Os francezes bateram-se ainda com os
inglezes nas terras que form in a grande re-
publica americana do norte, e por fim fo-
ram tompellidos a coder a estes a Luisiania
e o Canadd, sendo expellidos do meiado para
o fim do seculo passado de posses que ti-
nhem na America.
Os bollandezes guerrearam os inglezes no
norte, ale' que em 1661 perderam alii os
seus estabelecimentos ; com os portuguezas
na Bahia e Pernambuco desde IBM ate
1654 ; com os hespanhoes em toda a parte.
So lhes restando a colonia Surinan e alga
mas pequcnas ilhas no golfo, viraram-so
para a Afri.a e Asia noiutuito de possuiretft
colonies que lhes faltavam na America.
Os inglezes lutaram com portuguezes,
hespanboes, francezes e hollaudezes, e qua-
si todo o tempo que estiverem senhores da
America, nio poderam depor as armas con-
tra inimigos estranbos.
Os hespanbdes -esses foram os mais im-
portances possuidores, da America, mas
tambem os mais perseguidos. e as raaiores
victimas de portoguezes, inglezes, francezes,
e bollandezes.
Foi em combate que morreu o almirante
hollandez Piet Hey en ; foi en com bate com
Oquendo bespanbol que q bravo b itavo Pa-
ler se atirou, vencido, no seio das ondas,
preferindo-as para raorrer a cahir prisSonei-
ro de inimigos. 8am querer gastar-vos
momentos preciosos com a eoumerafio da
nomes e especificecao de factos, afim de
provar os horrores dessas guerras travadas
entre os povos conquistadores, pe^o-vOB \\.
cenga para recordar-vos urn episodio inte-
ressaute, que exprime e pmta o mo lo por
que so tratavam aiotuaroeirte os europeus
iuvasares.
(Continuar-se ha.)
ros, c^r.cia o '.spirito guerre ro i> povo ;,;. jj. D!.;;.:o. ;-v.',i l/CI^UE HE LAiUi


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