Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17963


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Full Text
MiVO L. MMERO 126
r




PAB.4 A CAPITAL. B LUG 1BGS O.IIDE Mi SB PAGA POBTE.
-for tres mezes adiautados................ 69000
Por seis ditos idem.................. 129000
Por um anno idem..................349000
Cada numero avulso.................. 9330
OUVTA FEIM A DE JIXIIO DE 1874
PABA DEWBOE FOB A DA PBOVI\ClA.
Por tres mazes adiantados................
Por seis ditos idem -.................
Por nove ditos idem.................tQjjMWO
Por am anno idem....... ;.......SUjOOt
MAMBUCO.
PROPRIEDADE DE MANOEL FlflUEIROA DE FARIA FILH0S.
SJL AGkHTfiS
8n. rrdo Antonio Alve*4 Filbos, no Parix Goncalves A Pinto, no Marauhao; Joaquim Jose" de Oliveira4Fiibt>r no Gear*; Jnlonio de Lea..* Braga, bo Araeatj ; Joao Maria Julio Charts, no Assd; Antonio- Marque* da Silva, no Baud Jose Ji
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Carlos Auxencio Mouteiro da Franca, na 1'arabyba ; Antonio Jose- Somes, na VHla da Penha; Be'armino doc Santos Bnleao, em Santo AnUo ; Domingo* Jons da Costa Braga, em Hajareth;
Antonio Ferreira de Aguiar,em Goyanna; Joio Antonio Machaeo, no Filar das AJjagdas ; Alvea 4C, na Bahia; e Lerto, Cerqoinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFTICIAL
Goveriiu da pravincia.
1874
EXPEDIENTE DO DIA 25 Dt FXVBBBIBO DE
1- ACCClill.
Offlcio -
Ao Exm. brigadeiro commandante das ar-
mas.-Tiansmilto a \. Exc, para fazer cliegar as
maos do soldado do 3* batalhao de infautaria,
Feliciano da Silva, a inclusa copia do offlcio d i
Exm. presidente da Hahia, prestaodo as informa-
Cdes que pedio a refer iJa praca no requerimeiitu
q-je aompanhao seu offlcio de 22 de dezeinbro
proximo undo, sob u. 1213.
3.' stcfUo.
Aclos: ...
O presidente da proviueia, a visla do offlcio
de 20 do corrente, n. Sol, do l)r. chefe de policia,
resolve exonerar o cidadao Luiz do Rego Karros
do cargo de 2 supplente do dtlegado do termo de
Olinda.
O preiidente da provincia, de conforoudade
com a propostd do Dr. chefe do policia era offlcio
de 20 do eorrente, a. 231, resolve noraear para o
cargo de 2 supplente do delegado do termo de
Olinda o cidadao Juse Carlos do Rego Valenca.
O presidente da provmcia, attendendo ao que
requereu Hyppolilo da Silva, escriviio de orphaos
e mais anae'xos do Icrmo de Pao d'Alho, resolve
conceder Ihe 3 mezes de licenca para tratar de
ua saude.
Offlcios:
Ao commandante superior do Recife.Allen-
dendo ao que solicita o Exm. presidente da pro-
vincia do Maranhao em offlcio de 6 do corrente,
recommendo a V. S. que remetta me a guia de
passagem, que se acha nesse commando superior
e trouxe do da corts o alferes da guarde nacional
Dionisio de Araujo Cantanhede.
Ao juiz de direito da comarca de Naza-
reth.Recommendo a Vmc. que Iraga ao conhe-
cimento desta presidencia o resultado do processo,
que no districto de Vicencia, dessa comarca, deve
ler sido instaurado cuntra os autores do crime
perpetrado na pessoa de Francisco Jose de Sau-
t' Anna, e cujo inquerito policial foi remettido ao
respectivo juiz municipal, segundo infonna o Dr.
chefe de policia em offlcio de Si do corrente,
a. 332.
Igual ao promotor publico da mesma co-
marca.
ao commandante do corpo de policia.
Acbando-se impossibilitado de continuar, por mo-
-lestia, no servico do corpo sob o sen commando,
Manoel Igaacio Fernaudes, praca da 1" companhia,
-pode Vmc. dar-ihe baixa, como solicita em seu
offlcio de 23 do corrente, n. 90.
Ao mesmo.Sendo apto para o servico mill-
tar o paisano Manoel Francisco da Silva, pode
Vmc. enxajalo para o corpo sob o sea commando,
conio solicita em offl;io de 23 do corroate, scb
u. 88.
3. seccao.
Acto :
0 presidente da provincia resolve nomear o
adjunto do promotor publico da comarca do Cabo
no termo do 'pojuca, Joao Barbbsa de Souza, para
fiscal da collectoria provincial do respectivo mu-
nicipio.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
A' visti do que sotieiton j Dr. chefe de policia em
offlcio de houlem datado, sob n. 273, recommendo
a V. S. que mande pagar ao negociante Francisco
Pereira Camello a quautia de 8^398, constante da
conta junta em duplicaia, despeudida pelo delega-
do do termo do Bonito com o sustento dos recru-
tas nella mencionados* que foram aprensentados
ao Exm. brigadeiro commandante das armas para
o servico do exercilo.
Ao niesmo.Conforme solicita o capitao do
porto em officio de boje datado, sob n. 26, -recom-
mendo a V. S. que mande pagu a Joao Francisco
da Silva Mendon.a a quantia de 24*000, prove-
niente de papel, impreesao e encadernacao de i
:vros de talao para o recolhimenlo das multas im-
postas pela mesma capitania, como se vo da conta
;unt; em duplicata.
Ao mesmo Paraos dcvidos fins, commu-
nico a V. S. que a 16 Jo corrente foi noraeado e
a-iumio o exercicio do cargo de promotor publico
mteriao da comarca de Dom Jardim o eidadao
Antonio Jose d'Alcovia.
Ao mesmo.Para os fins convenientes, com-
munico a V. S. que a 13 do corrente assuraio o
exercicio do cargo de juiz municipal e de orphaos
do termo de Cimbres o respectivo 1 supplente Se-
veriano Monteiro Leile.
Ao mesmo. Communico a V. S., para os fins
convenientes, que o juiz municipal e de orphaos
do termo de Cimbres parlicipou em offlcio de 14
do corrente ter deixado o exercicio do seu cargo
por motivo de molestia.
Ao mesmo.Para seu conhecimenlo e fins
convenientes, incluso remetto por copia a V. S. o
aviso de 9 do corrente, do minislerio da justica,
relativamente a quantia de 374317, despendida
com telegrammas expedidos de ordem desta pre-
sidencia por conta do ministerio do imperio.
Ao mesmo.Nesta data declarei ao presi-
dente da junta do classificacao do municipio desta
capital, em resposta ao seu offlcio de bontem, que
os liyros de actas e as relacoes apresentadas pelos
seuhores de escravos devem ser archivados nessa
thesouraria ; o que communico a V. S. para seu
conhecimenlo.
Ao mesmo.Communico a V. S, para os fins
convenientes, que nesta data exonerei Je chefe da
reparticao das cbras publicas o engenheiro Jose
Tiburcio Pereira de Magaluaes, a seu pedido, e
designei para exercer este lugar em commissao o
engenheiro Victor Fournie.
Igual a thesouraria provincial.
Ao mesmo.Communico a V. S. que, se-
gundo participacao de 23 do eorrente, do juiz de
direito interino do Bonilo.foi naquella data nomeado
promotor publico interino da dita comarca o to-
nente Justiuo Eugenio Lavenere, por ter o effec-
tivo, bacnar.l Jose Maria de Araujo, entrado no
cozoda licenca quelho foi concedida.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Expeca Vmc. as suas ordens no sentido de ser
paga ao negociante Francisco Pereira Camello a
quantia de 52*000, constante da relaclo e conta
juntas, despendida durante o me"z da Janeiro ulti-
mo com i) sustento dos presos pobres da cadeia
do termo do Bonito, eonferme solicita o Dr. chefe
de policia em offlcio Je hontem datado, sob n.
J70.
Ao mesmo.Maude \ inc. pagar a Joaquim
Ferreira Alves a quantia .If 30C000, constant-?
dos dicumenlos jun"-:. <.r!u-
Huel da ca>a qsw na N'rgui'Zia t-Pu{u da Paneila
serve de quarttl ao re-pcciivode?: cameolo, a ton-
tar de 15 de novembro corrente. ,
Ao mesmo.A' vista da relaclo e conta jun-
tas mande Vmc pagar ao lenente quartel-mestre
do corpo de policia, Antonio Jose de Souza e Silva,
a quanis de 63400, despendida no mez de Janeiro
ultimo eom o sustento d)s presos pobres da cadeia
do Urmo de Onricury, conforme solicita o Dr.
chefe de policia em offlcio de 14 do corrente, sob
n. 269.
Ao mesmo.Mande Vmc. abonar ao tenente
do corpo de policia Man el Aprigio de Moraes a
quantia de 604000, de ajuda de eusto de ids e
volts ao termo de Garanbuns, onde vai exercer o
feres do mesmo corpo Joao Francisco da Silva Cas-
tro a de lOOiOOO, lambent de ajuda de custo de
ida c vi I la ao termo de lugazeira, onde tem de
occup.r igual cargo.
5.1 seaflo.
Actos :
O presidente da provincia resolve exonerar
do chefe da reparticao das obras publicas o en
genheir j lose Tiburcio Pereira de Magalhaes, por
assiin o haver pedidj, e designar para em com-
missao exercer essc lugar o engenheiro Victor
Fournie.
O presidente da piovincia resolve nomear
li-eal da empreza Recife Drainage a engenheiro
Jose Tiburcio Pereira de Magalhaos.
Otlicios:
Ao president* da junta de c'assificacao de
escravos do municipio do Recife. -Em respopta ao
offlcio de V. S do 24 do corrente, tenbo a decta-
rar Ihe que os liwos de actas e as relaeo;.- apre
sentadas pelos senhores dos escravos devem ser
remei'.idos a thesouraria de fazmda para serem
archivados.
Ao engenheiro Victor Fournie\De confor-
midade com o regulamento de 24 do corrente,
que reformou a reparticao das obras publicas, te-
nho nesta data desiguado Vmc para em commis-
sao exercer o lugar de chefe dessa reparticao.
Portaria:
Os Sr$. agentes da companhia brasileira de
navegacao a vapor m mdem dar passagem para as
Alagoas, por conta do ministerio da guerra, no
vapor Cruzeiro do Sul, ao solJado deserlor da
companhia de infaniaria daquella proviueia, Ma
xuniano Jose dos Santos.
EXPEDIENTB D) SECBETABIO.
1' seccfio.
Offlcios :
Ao Exm brigadeiro commaudanle das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia tenlo expe-
dido as necessarias ordens iu sentido de ser trans-
portado a provincia das Alagoas, no vapor Cruzei-
ro do Sul, o desertor Maximiano Jose dos Santos ;
assim o manda declarar a V. Exc. em resposta ao
seu offlcio desta data, sob n. 166.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronln.-Rogo a V. S. se sirva de providen-
ciar, afim de que sejant remetlidos a esta repar-
ticao dous caixotes com areia preU para o expe-
diente da mesma.
2' secgao
Offlcios :
Ao Dr. chtfe de policia. S. Exc. o Sr. pre-
sidente manda cjinmunicar a V. S que nesta da-
ta ficam expedidas as convenientes ordens uo sen-
tido de serein satisfeitas pelas reparlicSes compe-
tentes os pagamentos solicitados em sens offlcios
de 24 do corrente, sob ns. 268, 269, 270 e 273, a
saber : de aluguel da casa que serve de quartel
ao deslacamenlo da freguezia doJPoco da Paneila ;
de despezas feitas com o sustento dos presos po-
bres das cadeias de Ouricnry e Bonito, e bera as-
sim com lecrutas remetlidos pelo delegado dessa
Incaliriarltt. ^_
Ac mesmfj.O Exm. Sr. presitJeme d pro-
vincia manda transmittir a V. S o titulo incluso
de nomeacao do 1 supplente do delegado do ter-
mo de Olinda, de conformidade com a proposta de
V. S. em offlcio de 2) do corrente, n. 251.
Ao juiz do direito interino da comarca do
Bonito.0 Exm. Sr presidente da provincia man-
da accusar o rece-iraento do offlcio de V. S., de
23 do corrente, em que participa ter nomeado pa-
ra exercer interinamento o cargo de promotor pu-
blico de3sa comarca o tenente Justino Eugenio
Lavanere.
Ao promotor publico de Buique. 0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda accusar o re-
cebimento do offlcio de V. S., de 6 do corrente,
communicaudo ter naquella data assumido o exer-
cicio do seu cargo, renunciando assim o resto
da licenca de que estava gozando.
AoSr. Antonio Jose d'Alcovia, promotor pu-
blico interino da comarca do Bom Jardim.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda accusar
o recebimentu do offlcio de V. S, de 16 do corren-
te, participando ter na juella data sido nomeado e
assumido o exercicio do cargo do promoter pu-
blico interino dessa comarca.
Ao bacharel Francisco Domingues Ribeiro
Vianna, juiz municipal e de orphaos do termo de
Cimbres.-0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda accusar o recebimento do offlcio de V. S.,
de 14 do corrente, participando que naquella da
tadeixapor molestia o exercicio do cargo de juiz
municipal e de orphaos desse termo.
Ao 1 supplente em exercicio do termo de
Cimbres, Severiano Moateiro Leile.0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda ac:usar o recebi-
mento do offlcio de V. S., de 13 do corrente, par-
ticipando ter na mesma data assumido o exercicio
do cargo de juiz municipal e de orphaos desse
termo.
Ao commandante do coipo de policia.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provin
cia, communico a V. S., em resposta a seu of-
flcio de 23 do corrente, sob n. 87, que nesta data
se mandou abonar ao tenente desse corps Manoel
Apri|io de Moraes a quantia de 604000, de aju-
da de custo de ida e volta ao term) de Garanhuns
onde vai exercer o lugar de delegado, e bem as-
sim ao alferes Joao Francisco da Silva Castro a de
1004000, tambem de ajuda de custo de idae vol
ta ao termo de Ingazeira, onde tem de occupar
igual cargo.
3.* lecrao.
Offlcio :
Ao inspector da thesouraria provincial.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S, para seu eonhecimento e devidos
elTeitos que por acto desta data foi nomeado o ad-
junto do promoter publico da comarca do Cabo
no termo de Ipojuca, Joao Barbosa de Souza, para
exercer o lugar de fiscal da collectoria provincial
do respectivo municipio.
4.' secciio.
Offlcio :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Pa
ra.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, communico a V. Exc. oue 'tiveram o
conveniente de-tino os offlcios por V. Exc. diri
gidos ao Exm. barao de Jauui, ministro plenipo
tenclario do Brasil no imperio germanico.
5.' seccdo.
Offlcios :
Ao engenheiro Jose Tiburcio Pereira de Ma-
galhaes. De ordem de S. Exe. a Sr. presiiente da
provincia, communico a V. S. para seu eonheci-
mento que ne9ta data foi V. S. exonerado, a seu
pedido, do cargo de chefo da reparticao das obras
publicas, e na mesma data nomeado para o lugar
de fiscal da empreza Rtcift Orainage.
A' commissJo liquidadora das contas da es-
trada de ferro A' Rwifa ao 3. Francisco.-0 Exm.
Sr.'pre-i-jeiile da nruyincia innida commuoicar a
Vv.*Ss. que liveratn b coav-ujfopUi dijsliae a aria
e bilanco em triplicata, que acompauharatn o sen
oOi;io de 30 do corrente.
BarSo de Bcmfiea. hiforrae o Sr. inspector da
thesouraria provincial.
Dr. Felippe Nery CollaQo. Como regtier, rae-
diante recibo.
0 mesmo. De*se, nao havendo incooveniente.
Feliciano Jose Gomes. Sim.
Conselheiro Francisco de Paula Baptista. De-
ferido com offlcio desta data a thesouraria de fa-
4)s inappas estatisfuos. ainda iniomplelos, de-j Pots bem; canfronte se esse recenseain-)n',o com
irtoaslram com a evideucia dos algarismoj que, em as estimativas dos annas em quo se nao fallava d>
)i>'ra( as quantidades e os valoresde nosrque a ta> prejudicial i:n-i
lac> teem crescido progressivaaacnte, ou ojuc a portacao da Costs d'Africa no-los f-irnecia, c ilo
va/iScao de um desses element is 6 corapensada que-se parallelamente ao resultado CjUtistieo dos
pela do outro.
Conlemplemos, por exemolo, o quadro
Francisca Jos^phma Grego Guimaraes. Re-
queira ao Sr. administrador da recebedoria de ren-
das geraes, a quern compete attender on deixar
de attender a supplicante.
Brigadeiro Hygino Jos6 Coelho. Forneca-se.
0 mesmo. rorneca-se.
0 mesmo. Forneca se.
Jacintho Soares de Menezes. Nesla data pro-
videnciou-se acerca do que allude o supplicante,
com offlcios as camaras municipaes de Serinhaem
e de Gamelleira.
0 mesmo. Deferido com offlcio desta data as
camaras municipaes de Serinhaem e Gamelleira.
Jose Pinto Ferreira. lufornc o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
Joaquim Jos6 Tavares da Costa. Sim.
Joao Francisco de Mello. Informe e Sr. ins-
pector da thesouraria defizenda.
Joviniano Irineu Paes Barreto. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Joanna Maria da Conaeic.ao. Seja posto em li-
berdade.
Joanna Evangelista dos Prazeres Dantas In
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Justiua Maria da Conceicao. Informe o Sr.
provedor da Saata Casa de Misericordia.
Manoel Thomaz de Albuquerque Maranhao.
Informe o Sr. engenhsiro das obras militares.
Couasuando das arnaas.
jUAKTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 3 DE JlNllo DE
1874.
Ordem do dia n. 82k.
0 brigadeiro commaudanle das anna-, em vista
da parts que Ihe dirigio o Sr. coronel comman-
dante do 3- batalhao de infanterii, na data do !
do corrente, de se nio ter apresentado da licenca
de dous mezes qua obteve por portaria do minis-
terio da guerra, de 3 de marco ultimo, o Sr. te-
nente do mesmo batalhao Francisco Miguel de
Souza, cuja-licenca se concluio a 30 de maio pro-
ximo fiodo, declara ausenie o mencionado Sr. te-
nente, que nesta data vai ser chamado por edital,
nos lerraos da lei de 36 de maio de 1835.
(Assiguado.) Manoel da Cunha Wandtrley
Linx.
Conforme.0 major Jose Bmifacio dos Santos
Mergnlluio, ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
EDITAL
Manoel da Cuuha Wauderley L:ns. condecorado
com as medalhas, cwnmemorativa da termina-
cao da campanha do Paraguay, da de merito
mililar, offlcial da imperial ordem do Cruzeiro,
brigadeiro do exercilo e commandandantc das
armas da provincia de Peruambuco, por S. M
o Imperador, etc.
Faz saber ao Sr. tenente do 3 batalhao de in-
fauleria, Francisco Miguel de Souza, e a lodos
aquelles que poderem e quizerem fazer chegar .ao
seu eonhecimento, que nio tendo ello compare-
cido ao batalnao no dia 30 de maio ultimo, em
que finalisou-se a licenca de dous mezes que ob-
teve por portaria do ministerio da guerra, de 2*
de mirco ultimo, para goza-la na provincia do
Maranhao, foi nesta data deolarado ausenie em
ordem do dia desta guarnicao, sob o n. 824, cha-
mado pelo edital para que se apresente dentro do
prazo de dous mezes. a contar da dala deste, sob
peua de proceder-so a respeito de sua falta de
ccmparccimento, de conformidade com a lei de 26
de maiode 1835.
E para que o referido Ihe conste, liz lavrar o
presente edital, que assiguei e fiz sellar com o
signete das annis imperiacs, e que sera publicado
nas gazetas desta cidade.
Quartel general do commando das armas de
Peruambuco, 3 do junho de 1874.
Manoel di Cunha Wanderley Lins.
das ope-
rates commercia.es no periodo do ultimo deceu-
nWTe alii V9RIMS eorrfrrmada aquella assercao, e
mats animadores seriam os sen* resullaJos, sea
estalislica desse o consumo interne de nossos pro-
prios productos.
Ob
s
-J-
I l II I i I i
oo

I
en
--.
IS
2
Ml

INTERIOR.
cargo do detegado ds policia, e bem assim ao al-' interino. do gymnasia,
DBSPACHOS DA PRESIDENCIA, DO DIA 2 DE JUNHO DE
1874.
Tenente coronel Antonio Francisco de Souza Ma-
gal baes. Forneca-se.
Aureliano Mamede Cordeiro. Informe o Sr.
Dr. director geral interino da in-truccao publica.
Arsenio Affanso Pereira Borges. Aguarde o
supplicante a pubbcacao do regulamento.
Antonio Victor de Sa Barreto. Passe portaria
concedendo a prorogacao pedida.
Antonio Jose Ferreirs. Inform,? q r, tegedor
Providencias em favor da la-
voura.
0 illustre Sr. Visconde do Rio-Branco, leu hojo
a camara lemporaria o relatorio da reparticao da
fazenda.
Aguardando que essa importante peca ministe-
rial possa ser lida com a atten'oao que naturalmea-
te ins^ira, e com o maximo prazer que reclama-
mos a attencao do paiz para o notavel trecho que
adiaoto transerevemos, consagrado a lavoura.
Importante pela sua materia, como pelas ponde-
rosas (reflexoes ahi destinadas a Uo elevado as-
sumpto, mais que tudo recomraenda-so esse grave
periodo pelas providencias que submette a atten-
Sin do parlamento, attinentes a melborar as con>
Coes da principal das nossas industrias, remo-
vendo quanto possivel as causas que entorpecem o
desenvolvimcnto agricola do paiz.
Uma des9as providencias, altamente reclamada
peias circumstancias precarias da nossa lavoura,
e a reducca:) de S *|onos direilos de exportagao do
algodSo, assucar, couros e la em rama, reduccao
avaliada em J,000:0004 que, reentrando no capital
agricola, nao serao sem iuQueucia sobre a expan
sio das grandes fon;as productiva* do paiz.
Perante a corapetencia que productos similares
de varias outras provincias estao a offerecer-nos
nos mercados europeus, a opportunidade da indi-
cada suppressao accrescenta de nm modo excep-
cional o seu valor e alcance.
A absoluta isencao de direitos sobre a exporta-
cao de varios productos das fabricas nacionaes, de
pequeaa lavoura, e da industria domestica, e um
favor oue, influindo na renda por quantia aproxi-
madamente calculada em 300 contos, dara incre-
ment!) a essas industrias, constituindo um real.be-
neGcio a nm grande numero de familias.
A providencia lembrada ao parlamento para fo-
mentar o desenvolvimento das inslituicoes do ere
dito real, parece-nos tal como as circumstancias
da grande e pequena lavoura estao a reclsmar.
0 jure addicional de 2 (., abonado pelo estado
sobre a importancia dos emprestimos hypotbeca-
rios a lavoura, corresponde evidentemente a ne-
cessidade de attrahir capitaes que renovem as for-
cas agricolas.
Fixado no maximo de 6 *|. o juro exigivel da la-
vonra. e i,ii:i-';qiii'i;i('i!ienle era 8 [ o iuro do ca-
pital das iustiiuicoes de credito real, 6 miii razao
iioe iHustre Sr. minislro da fasenda exprime a
fundali esperaacs de quo os capitaes europeus
venham animar a produccao do nosso fertilissimo
solo.
Nao nos sobra tempo para as reflexoes que de-
eorrem do assumpto.
Indicando rapi Jamente as providencias propos-
tas ao parlamento pelo nobre Sr. Visconde do Rio
Branco, saudamos com effusio ao gabinete 7 de
marco, e ao eminenle cidadao que preside aos seus
desiiuos, pela sabedoria e acerto das medidas lem-
bradas etn bem d; lavoura.
0 BSTADO DA LAVOUKA.
A prosper! lade geral do Brasil prova que sao
mais poderosas as causas favoraveis do que as
contrarias a sua producgao agricola.
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A extinccSo completa do tralico de afneanos,
que realisou-se em 1850, foi um motivo de graves
appreliensoes, e desde entao nio se tem cessado de
assignalar como uma das primeiras necessidades
da lavoura e supprimento annual de novos brac.os.
Muitos Ihe auguraram desde logo e por aquella
causa, unlca ou principalmente, um futuro desas-
Iroso. ...
S4o deeorridos 84 annos, e os simstroi vaticinios
se nao verificaram ; a produccio avultou mais de
anno a anno, o seu valor seguio o mesmo curso,
ceui alternativas inevitaveis, a que esta sujeita a
cultura do solo, ou provenientes das fluctuacoes
dos mercados consumidores. Entretanto, 6 certo
qae o numero dos agente3 pessoaes do trabalbo
agricola diminuio, e notavelmente, durante esse
longo periodo.
Em 1850 davam-se aos nossos estabelecimentos
de lavoura, pelo menos, dous milhoes de bracos
escravos. Se fossem elles os nnicos a lavrar a ter-
ra e a coiner os seus fructss, diffieilraente se po-
deria explicar o facto da constante abundancia
dessa fonte principal da riqueza publica.
Hoje pode-se aviliar, ptla raatricula geral co
nhecida no thesouro, que ha no Brasil 1,002:210
escravos, de arabos os sexos e de todas as idades,
assim distribuidos :
Municipio da cdrte
Provincias:
Rio de Janeiro
Espirito-Santo
Bahia
Sergipe
Alagoas
Peruambuco
Parahyba
Rio Grande do Norte
Ceart
Piauliy
Maranhao
Para
Amazonas
S. Paalo
Parana
Santa Catbarina
S. Pedro do Rio Grande do Sul
Minas Geraes
Goyai
Matto-Grosso
47:800
807:709
18:ISO
103:095
25:351
19:SS0
66:499
14:178
6:087
17:89
17:591
45: tt
15:688
996
88:843
8.013
10:611
83:760
208 103
1:818
8:853
1,008:810
Este numero nao differira muilo da estatistica
exacta, a qual depends de conheier-so no thesou-
l ro, lodo o prodneto de ttx,s de 500 o IjMWO.
dous periodos a produccao agricola, acharse ha
que esta nao decresceu, mas augmentou, apezar
da extinccao gradual da escravatura. Esta obser
vai.-ao serve tambem para Iran millisar os cspiri-
tos que viram na lei de 88 de setembro de 1871,
que estanc u a fonts da escravidao, um perigo ds
tremenda ense futura em nossas industrias ruraes.
Longe de mini o desconhecer que a vastidio e
fertilidade do nosso territorio, estimulando cadi
vez mais a aspiracao de alargar todas as espheras
do trabalho productive, exige que cuide nos, pelos
in.dos mais adequados, de attrahir do exterior nm
supprimento regular de bragos uleis as presentes
observacoes tendem e alcancam somenle a provar
que o nosso progress-) e mais real do que algains
presumem, e que a providencial diminuicao dos
bracos africanos tem sido assaz ompensada pela
substituicao de trabalaadores litres, nacionaes e
estrangeiros, bem como pelo melhor aproveitamen-
to das forc-is naturae-, rtsullanJode miior activi-
dade, maior economia e mais aperfeicoados in-tru-
aientos.
Hi, porem, obstasulos queasinples accao nao
pode veneer, sem contranar Iouvaveis descjos e
arruinar avullados interesses, retardanlo o movi-
menlo regular de nosso progresso material. Por
outro lado surgem embaracx novos com 03 inven
tos industriaes de outros povos e a concurrencia de
seus productos similares oo equivalentes.
Na primeira ordem de difficuldades, a que aca-
bo de alludir, esta a escassez de bracos em rel cao
ao systema extensivo da lavoura, a falta de instruc-
C^o proflssional para directorese operarios; a in
perfeicao dos instruments aratorios e dos proces-
sos empiricos ; a falta de capitaes a juro medico e
com amortisacao lenta, sem os quaes as fabricas
agricolas actuaes nao poderiio prosperar ; final-
mente, a impossibilklade, ou carestia do transpor-
te desde os eentros productores ate aos mercados
internos ou portos de exportacao para os consumi
dores estrangeiros.
Estas causas sao geraes, comquanto sen) elTeitos
vari-m segund) as provincias e as distancias.
N ordem dos obstaculos q le nascem de causas
exteriores, ou das mudaocas operadas com o an-
dar do tempo na producQio dos outros povos e em
suas relates commerciaes, sobresahe a forte con-
currencia que esta encontrando o assucar no si-
milar extrahido da beterraba, o algodao na vasta
plantaeao dos Esados-Unidos e de outros paizes,
que foram estimnlados a essa cultura durante a
guerra civil daquelles estai->s, os couros e outros
productos do gado, pela offerta, sempre crescente,
da indnsiria pastoril das republicas do Rio da
Prata
A assembiea geral e o goveroo tem atlendido e
procuram dar maior incremento a diffusao do en
sino elementar e do professional, em lodos os seus
graos e especiali lades ; avultam os sacrificios fei
toa pat& estatuilecer eolania* agricolas, como locos
attrahentcj dos emigrantes europeus, e para auxi
liar a grande lavoura no empenho de recrutar o
trabalhadores que Ihe sao precisos. As vias de
communicacao multiplicain-se e aperfeicoam-se
gradualmente, e as leis de 10 e 84 de setembro do
anno passado vieram dar a essa necessidade geral
o mais efflcaz remedio, na proporcao das forcas
do thesouro nacional.
Facilitou-se tambem o uso do credio, sob con-
dicoes modicas e razoaveis, a uma exlensa xona
de nossos districtos agricolas, pela innovacao do
contrato que subsistia entre o estado e o Banco
do Brasil, outra providencia das duas ultimas ses-
soes legislativas. decrttada na lei n. 8,400 de 17 de
setembro ultimo.
De todas as paries pedese hoje que o beneficio
do credito real se torne extensivo a loda a lavou-
ra. S. Paulo e as provincias do norte, aquella pelo
orgao de sua assembiea legislativa e estas pelo de
distinctos membros do corpo commercial e da clas
se agricola, chamam a attencao dos poderes do es-
tado para a baixa dos precos do algodao e do as-
sucar, e, em geral, para a influencia dos impostos
sobre a exportacao dos prcductos nacionaes, alguns
dos quaes censideram ameacados de inevitavel rui-
na. Eis os termos em que a assembiea legislativa
de S. Paulo dirigio-se ao governo :
a Senhor. A assembiea legislativa provincial de
S. Paulo com orofundo acatamento vem perante
o throno augusto de V. M. Imperial, solicitar a
graca de ser extincto o imposto geral de 9 jwr cen-
to que se cobra pela exportacao do algodao culli-
vado na provincia. .
a 0 producto alludido esta apenas no seu inicio
na provincia, e, portanto, a continuar sobre-carre-
gado do imposto, e de temer qne este ramo da in-
dustria agricola desappareja, tanto mais que as-
sim tributado n5o pode, no mercado eslrangeiro,
competir com seu similar da India, Egypto e Es-
tados Uoidos.
A provincia e, por sem duvida, propria para
o cultivo desse herbaceo ; carece, porem, para o
mesmo se desenvolver e alentar, da proteccao dos
supremos poderes do estado, e neste intuito ja a
assemSlea abolio de todo o ponto o imposto de 4
/. a que estava sujeito esse genero de primeira ne-
cessidade.
c Alliviado, porem, o algodao do imposto geral,
e bem fundada a esperanca da assembiea provin-
cial de que o mesmo prosperara extensamente, col-
locando-se assim no pe de poder entrarj em con-
enrso no mercado consumidor com o que acode
dos paizes mencionados,
Vossa Magestade Imperial sempre se desveiou
pela prosperidade das provincias do .imperio, e,
portanto, a assembiea provincial alimenta a espe-
ranca de que nao recorre era balde aos supremos
poderes do paiz, lendo em perspectiva a cessacao
de um tributo que aniquila na provincia a nascen-
to industria do algodao.
A Associacio Commercial e Agricola de Pernara-
buco diz o seguinte :
a Senhor.A Associacao Commercial e Agrico-
la de Pernambuco, devendo, em vista dos seus es-
talutos, zelar os interesses da agricuttura e do
commercio desta provincia, e proraover todas as
medidas para que elles tenham o devido incremen-
to, vem per meio da actual direccio, seu legitimo
orgao, recorrer ao patriotico governo de v. M. I.
para que attendendo ellc ao estado triste e desam-
mador em que se acha a lavoura do assucar nesla
provincia e nas mais della dependentes, corra; em
seu auxilio, facilitando-lhes os meios necessaries
para anima la e erguer do torpor que a vai aniqui-
la ndo.
t Senhor, uma crise terrivel e medonha compn-
me esta provincia : a principal fonte de suas ren-
das vai definhando em larga escala, e sem duvida
alguma tende a desapparecer, se prompUs e efflca-
zes medidas nao forem desde ja empregadas.
t Os precos do assucar tem descido por tal for-
ma que se nao sao inferiores ao custeio empregado
para a extraccao de tal producto, nao deixam por
certo lucre algum ao agricultor.
A falta de facets vias de communicacao diffl
culta o transporte e eleva os fretes a nm preco
extraordinario. Ha lugares em que so cstes fre-
tes importam em mats de melade do valor do ge-
nero.
c 0 systema que ainda se emprega na plautacao
da canna e no fabrieo do assucar nao esta de ac
cordo com as roelhoramentos que a sciencia tem
creado. Ainda sao antigos os processes e instru-
ment >s de que usam os nossos agricultures i o que
dimculta o servico, tornando-o por isso moilo mais
provincia, ou antes, em toda a regiat assnearsira
do Brasil, os systemas empregadis aos- outros pai-
zes e bem assim os instrumeutos e aachiaisaax ji
muilo aperfeicoados. Todo e empfSjq
jurar a crise e diminuir o mais postivet o
produc.ao, ettrahir da canna toda a sua parts i
charina, fabricar o produ to com toda a assiHata.
e melhora-lo por forma tal qae possa competir coa
os dos outros mercados, sem qae seja priitisu
cliamar para taes serricos grande numero de bra
Cos.
c A iadustria assucareira ds Brasil vai eswsa-
trando am forte comyetidor no assucar -itrihiao
da beterraba. A Europa esta prodmindo a beterra-
ba de modo, qae nao m> a empreg i em. sea i
mo, djspensaado o assucar da canna, ssai
bem ja a exporta para outros lagans
que uliimamente o assucar da beterraba t
recebido do Rio da Praia, qae antes so e-
do Brasil, e era um. de nossos maiores coosi
res, principalmente do assucar purgado.
a Antes mesmo d) impulse, que agora se esta
dan-J > a beterraba, a Europa so coosomiao anas*
assucar em rama, commamente chamado
Pretoria la mesmo purities lo. com
re quanto ao pouco que cootinua a ser i
para aquella regiao. E' qae alii, exocuUMo at os
melhorcs proeessos tie purgar o assucar por aaaio
dos novos instrumeotos e machioismos, ensta se-
melbaule servico muilo mais barato do qae saai
Accresce que o assucar bruto e repntado ds Earo
pa como materia prima, a qae os seas refataaea-
tos fiscaes impiiem dircit-js infiraos.
Tudo isto e em para perda nossa, porque, se
empregassemos aqui os mesmos processo.-, eootra
tando para isso pessoas habilitadas para
nos, e iotroduiindo os me>mos instrumeotos e i
chinismos alii usados, poderiamos expor ao i
do assnear tao purificado como o de la, sem aag-
mento de seu custeio, e assim vender por nm profo
maior um genero que hoje apenas receke o Btfe/o
de If 600 por arroba. Se o nosso assucar braoe>,
mesmo mal purificado, encoutra o preco de 3$, qae
asim mesmo e muilo baixo em relacio ao cato
da produccao, quanto nao recebem elle se podesse
ser purgado, como se praties na Europa r
c Na lei n. 8,400 de 17 de setembro do corrente
anno encontrara S. M. I. am meio iirompto para
dar efflcaz remedio as jusus as piracies da lavoura
do norte do Brasil. Pelo art. 3* da las, Ban-
co do Brasil esta obrigado a empregar o capital d>
35,000:000400 >, em emprestimos a lavonra, a
estender o circulo de suas transaecoes hypolliica-
rias, alem do desigoado nos actuaes eslaiolos. las*
beneficio nao foi retlringido a provincias certas e
determinadas, mas a lodo o imperio do Brasil. Ao
governo, com o sea jasto criterio, e qae cabs appli-
car semelhanle auxilio aquellas provincias, qae por
suas aoormacs e especiaes condirs'se* mais o recta-
martin, e nenhumas por certo mais o precisaas
que as do aorte do imperio.
< Senhor, o estado da lavoura e tao desaaroa-
dor, e tao urgeate o por lai forau tiadt a agirra-
var-se, que, se nao decretar-se com toda a hrevi-
dade a alludi la proviJeoeia, aobreTirio per each
males incalcuiaveis em detrimenio da fortnna par-
ticular e das rendas publicas : pelo qae a suppli-
cante, por meio de sua direcca i. confiando nos
sentimentos palrioticos de V. M. I e no desvelado
amor para os seus subdilos, espera que a pressose
reclamacao sera altendida com a necessaria pres-
teza.
Sao antigas estas queixas e o reclarao por algum
remedio que de promplo mitigue soffhmentos qae
tanto interessam a fortuoa particular como a ri-
queia publica. Ellas porem teem eclioado com
maior energia oeitcs ultimos annos, me da assembiea geral.
0 governo procurou por *i estadar tao coaaple-
xos interesses, pedio aos proprios represeataa-
tes das classes peticionarias qaa o auxiliassem, eom
trabalhos cstatisticos e suggestoes filhas de soa
experiencia. para iniciar uma solurao praticavel e
a mais accommodada ao estado do thesouro puMi-
co e as circumstancias geraes do paiz.
Neste intnito, por este ministerio e pelos da
agricultura e da justica se expediram circolares
aos presidenlej das provincias, recommend
Hies que colliesseia os neeessarios esciarecia
pelo iutermedio de commissoes composus de l
soas competanles e dedicadas ao bem publico, on
como mais facil c elHcaz Ines parecesse, segoado
as condicoes especiaes de cada localidade.
Ser-vos-hio presentes as ioformacoes receoidas
em viriude daquellas circularss, mas desde ja vas
previno que nao sao completas, e qae ale esta aw-
memo so as tenho da Bahia e de Minas Geraes, no
que respeita aos quesito- propostos pelo minislario
da fazenda.
Na primeira daquellas provincias procedea-se a
um inqaerito de que resultaram abundantes f
e reflexoes, com quanto a estatistica nao
comprehender todos os municipios, ma
vinte e quatro dos mais productores. A esse ia-
querito presidiram a illustracio e o peJrtafJaatP
do Sr. senador barao de Cotegipe, tendo por coaa-
panheiros do seu trabalho os distinctos cidadita
Manoel Joaquim Alves, Antonio de Lacerda Goi-
maraes, Francisco de Sampayo Vianna. Jose Lo-
pes da Silva Lima e Joaquim Eliseu Pereira Ha-
rinho.
As informacdes da provincia de Minas quasi li-
mitam-se a estatistica da divida hypothecaria e do
seas elevados juros, e isso mesmo em retacao a
poucos municipios.
0 volumoso inqaerito ds Bahia, qns ha poucos
dias cbegou-me as maos, e o offlcio coa oat re-
inttteu o illustrado e zeloso presidente da proria-
cia o Sr. depulado Cruz Maebado, trataai at as-
sumpto nao so com appiicacao aos interesses agri-
colas dessa parte do imperio, mas Issaasai aa aaa
maior generalidade, pelo qae os considero cesns
expressao dos differenles pareceres qne peasat
dar se a esse respeito e da aspiracio universal aaa
nossos agricaltores.
Os males ahi indicados, e os remedios qae so pe-
dem, resamem-se nas consideracdes qae ji live a
honra de sobmetler a > vosso juizo. n iimiaataa
se a necessidade de remover on aliiviar o grava
me proveniente dos impo?tos geraes, proriactsii o
municipaes.
Emquanto ao systema tributario >
dei-vos algumas infornucoes ao i
passado, qne senam agora
reiteradas instancias fossem
e sammamente dtfflcil entre nos vei
renca e ropugnanoia que na pan
tisticos. Todavia, o doenmeoto do anas
basta para demonslrar qae as assesaateai
ciaes, no empenho de fazer sabir a saa receua,
teem invadido as atlriDuicoss da astsatbsta feral e
onerado algumas vexes iadostrias
attencao as forcas deltas nea aos r
psstos que ell is pagam ao estado.
A exUocao dese frsvame aa* eaat aaa Bsaaras
geraes; e de seas lefisladores prttsaaaea. ane a
lavoura o deve reclaaur; retera, ptrea, aaai
apreciar a iollueucia que no mesaw taatido eae-
jam exerceado os direilos eobraaos
dega-.
Em outra cccastao pnaiarai-ata .
principaes de nossos prodachu, os air sites it ex-
portacao, eom quanto aagoiealados *~
esu parte, nao Unban faialas a <

1 despendioso.
E>reciso qae se introdazam nesta uctos sao divefsos rtaatBt
precos e o aagmeoto da pr sdocca*. siaatat spaas-
festo de que o imposto recaUra lodo tat taa_aasar
pane sobre q coosuadaor
:u


u'wk) s'icaT e de ottros proluctos, tom armilla<.bserva
cao subside ainda cm re-lagio accela* -eraais al- seja iulea,sr>fcid)iUfcdo a noBtt.%tar cam a ppovhi
guns djs afUgawia! avutam navreasla dessa ori
fen.
A abdiciia,c.ojnpleta de< referidos direitos sent
urn dosifal'iac inmenso e orcarrraKo do estado. e
traria a neee^idaee de-subsuttii^os por novas ta-
>as, que gravariam, talvcz maisfortemente, a in-
dnstria agricola. Como bem sabeis, os direitos de
e.tporlacao represent* m o imposto territorial, o
mais qae a lavoura dei-xa de pagar a litaio de de-
cima, de imposto sobre as industrias e profiles,
de taxa de escrayos e oiltras cootribuicoes a qne
estao sojeitos os proprietaries das cidades e os de-
nials industriosos.
Quizera desde ja propur-vos uraa redact*) ge-
ral, mas nio o eomportam as circumslanoias do
tbesouro, pelas razoes ja expostas.
A reduccao paretitl, era'faror dos gsneros que
so acham em condigoes desvantajosas, por causas
mais mi menos duradouras, e ainda traa quebra
importanle na receita do estado, mufta digna de
coosideragio quando tamos empenhos vamos con-
trahir para dotar as provincias de caminhos de
ftrro, e.se pretunde c convem conceder algum au-
x lio para animar a Tundacao de bancos que sir-
vam a lavoara.
Nio obstante, -cm presenga das precarias cir-
eumitancias de uraa grande parte da industrja
agricola, nao hesito em opinar peta reduccao de 2
0|0 uos direitos de expscucab a favor.da assucar,
do algodao, doscouros e da la envrama.
Figurant em nossa exporiafia rcuitos artigos
das fabricas na:ionacs, da peqaena lavoura, e ate
da indosana domestic*, quo .lio diminuta renda,
por.jue os direitos quasi impedem o seu consume
no exterior. Dahi resulta, sent proveito real para
o e-tada, iDvencivfd.estorvo a pro luegao mcional,
e augmento do trabtlho ,no eitpe Rente das alfan-
degas. A suppressao complete desse onus nao
iufl lira em nossa -renda per quantia superiors
3 0 000,080 rs., e sera assaz compensaJa pela
major facilidade dos despacfcos, pelo benefisio fei-
to a muitas familias e pel > incremento que essas
iniustriaS podeaa admitiir com o tempo.
A in lieada iseacSo, parem, deve estender-so
nuicamenteaos generos quo nao tenham produzi-
d > em todo o imperio, nos tres nltimos exercicios,
uniarenla tndlia annual superior a 30:030,030
rs. ;' c >m as exeepcees raencioaadas nas observa-
cia.M do quaJro n. i do aanexo C, que compara a
Tea la das taxas de 7 e 90[0 nas exercicios de I860
!}- e 1860 -1870.
0 qitadro u. 2 do mesmo annexo descrimina as
qaiantida les e valores dos prineipaes generos de
<>riicao, nis exercicios de 1833 -183i e 1872
-1873.
I'ma reduc;io gerai de 2 0|0 importaria 'em
somma superior a 4,Cf'O:O90.O "0 rs. As reduc-
coes propistas nil excederiio de 2,083:030,003 rs.
Mais dilticil e prover a lavoura dos capitaes que
Ihe ?ao precise*. A lei de 2't de setembro de 18Gi
laa^tn as bases irganicas das iBMitai(5es At ere
dito t rritirinl, c- urocurou^ anim.i-l.is co-n imp >r-
taut;- favores. A" excopcao pooim, do banco ao
itra-ii, em virtude de coad'eSes espeeialissimas,
nenliu-i! d)s out-oi au'.jrisalos para as operacoes
de>
lav-ad ires; e, eulretanto, nao menos de s^is au-
torisa^Ses f>ran dalas para es sad i, com) onsti do presente e do anterior rela-
torio.
0 banco Predial da corte ji encctou, em pequc-
na eseata, a emissao U leltra* hyp itliecarias, e, ao
que pareee, estas vaj alquirinJo a -conlianca do
public), mas na> enlrou ainda nos emprestirao* a
praar e-lade rural, o que deve faier dentro dn pra-
> ne cineo annnos, faculiale emis-oria e os favores a ella inherentcs
As.i^ielade Tit". Imperial Credit Fonder,
ni.' devia ser iacorporaJa fora d> imperio por
I.u's FreiH-j eootros, insistio pela cooeessao do
prinleffio ile amis-Si nas prajas da Kuropa, eomo
-:]inii'/.a-> in lispeasavel pira preenc'ier o seu fi:n.
F.ii Hie outorgaJ.. esse favor, mas na) consta ain-
ila'ao governo so (era realidade essi assoeia^io,
noe nos podena ser .le grande auxilio, e tambera
Mil aos seas aceioqisfts. Pretendia ella que se
Ihe oTmittisse o omprego dos dinheiros d-) or-
piia i* a de eorporacoes .le raao-iuorta nos tilulo*
qae etnittisse, mas uern t nem o govenu o podia autorisar sem disposicao
iegislativa.
Q'baao do Br.tsil pre,iarava-so para osar das
feur s hypotliecaria-; nXo 6, porem, provavel
i}ae 3 tenie antes de esgotar os seus proprios fun
iis, a sera que se naosfrem nuis aui:nad)< e abun-
dant.'- os capitaes disporiveis.
Send i esle o aspecto que apresentam os projec-
tor de inslituicoes de credit) real, e urgeules as
net-o-.-i.i.iiii's da /avoiir.i, creio chegajo o momen-
to e:n que o esiad) deve prestar alga:a auxlio
para aiualiir os capitaes nacionaes e estrangeiros
a ess; emprego que de certo lhes ilierece sudl-
cientes lucros e i. desejada seguranca, se as so-
eiedailes, que os manejarem, forem dirigidas com
perieia e escrnpuloso zelo.
No mesmo iniuito de favore^er a industna agri-
cola, :<5.n side raggeridos varioi alvitres, mai to-
dos o* meios directos me pareeeni inelllcizes e pe-
ri-; aos. A naturezi e a forma d) auxilio que jul-
g realisavel, sai semelhantes as do cjntrat) re-
cents i ente celebrado com o banco do Brasil.
As soeiedades bancarias, que se propuzerem
aq'uell i service poder.io ter duas carleiras distinctas,
aim para inprestimos commerciaes e agricolas
(os s>:-' in I! n-.s .ondi/oe-i dos pri neiros), e outra
para as operacSss hyporfieeaftos. Na> ex>girao
pelos emprestimos a lavoura sobre garantia de ny-
pothesa, a eurt) on longo prato, juro maior de 6
OjO, nem annoid?de superior a 1 0|0, in;luda a
quota de amonisacjlo.
Ao banco d > 1$ asil dea-se para esse fim a van-
tr.gem de gozar por mais tempo de sua emissao
acioal, resgitando-a na razao de 2 1|2 em vex de
3 0|0 annualmente. A's outras scciedades, que
mspir.Mi) conliam;a, e possuam capital correspon-
dente as necessid'ades da circumscrip.;a) que Ihes
for mriroala. oestad) ab nara o juro add:cional
de"2 OjO sobre a importancia de seus emprestimos
nyootieearios a lavoura.
Ksts onus do the-ouro nacional tera um limite
pretixado, o de 2 por cento sobre o capital de 60
mil centos, dnrante 20 annos.
Do novo beneflcio, que assi n =e prestar a lavou-
ra, oio dovem ser excluidas as provimias com-
prehendidas na zona das operagoes hypolhecaria*
do Banco do Brasil, pela consideraeao de que essa
area 6 mui vasta, e nao bastam para ella^s eapi-
taes proprios de que dispSe o mesmo estabrleci-
MtO.
0 juro de 8 0/0, com as garantias legaes de que
nossa t'egislaijao rodea taes emprestimos, penso
Sue p.)dera convidar os capitaes, que tanto abun-
am nas prajas da Europa, a virem animar a
produ 'iv. i do nosso fertilissimo solo, cujos fructos
enconiraia nesses paizes uma boa parte de seus
consumidores.
0 sacrtfcio do e-tado nao excederia, no maxi-
m, de 1,-200:000J ; sacrificio diminuto em com
parai^io do ceo. objecto.
0 governo vos apresentara um projecto de ac-
eordo com as ideas aqui ennaciadas, e esnera que,
aperf^icoado o seutrabaltio pelas vossas luzes, po-
der.isef proiiqco a tao graades e vitaes ioteresses.
0;itra poderia ser a solacao do problema de que se
trata, e porventcra mais elHcaz e menos ouerosa,
se ja livessemos voltado ao regimen dos baocos de
-circulacao, solidamente fandadps.
/Sagoo.)
os padiios de in lemnisac^es. Quem naier _jue'
cia, e quan,de o lucro nao-chega.a sua esuBOtotijia,
oti quaudo mesmo nao anfere algum, ou finaluiL.iie
qaando e iafelii em eea contrato, recofro com a
maior facilidade ao poler legislativo, f edind ae
o compense de. ties lucros aa dos seas prajaizns.
Esle systema nao pode ser aceito, e nem e van-
tajoso para a provincia ; e me parece que essa
ad nissao seria uma calamida Je publics, ser'a de
noisa parte nao \ar mesmo os inter sses qae n s
foram conQados, so sanccionas-eroos taes pedidos,
para com prejmco publico dar vaatagens a aqael
les quo cotfkatam com a proviacia, levados.pela
cobica, e qua sao victimas ou do sea erro, ou de
sua imporicia.
Se o cootratante, seahores, tern em vista um
lucro quiado contrata ; se por circurastancias
especiaes esse lucro excede o dnplo ou o triple
desua espectaiiva, estara eli4 obrigado a restituir
alguma cousa a fazenda provincial ? Nao, por
certo, senhores. Logo, a nao 96 querer estabele-
cer para com a fazenda provincial um contrato
perfeitamenie leonino, em que a aqaelles sempre
perteace a peior parte, e de rigorosa jusli(a que
se indeflra taes pedidos.
Pela minha parte, senhores, assira tenho proce-
dido, e nio me arrependi ainda de semelhante pro
cedimento.
Nao sirva, porem, o qi*e tenho dito, Sr. presi-
dente, para se suppor qae tenho ma vontade ao
projecto ; pelo contrario tem elle para mim uma
parte favoravel, e e o ter sido confeceionado pelo
nobre deputado pelo 1. district), ex-director da3
ubras publicas, autor do ercamento 4a obra con
tratada, relalor da commissio das.mesmas ob.a-,
e finarmente, senhores, professional em taes raa-
terias".
Amparado por esta forma, e de crcr, fazendo
iosttca ao nobre deputado, que so poderosas ra-
zees o poJiam impejllr a cooceler a indemaisa-
c4o que sa,pede.
Oitas estas palavras, Sr. pcesidente, passo a
expender as minlias duvidas.
Sr. presidente, em ,8 de outubro Je 1870, Jos6
I Ignacio d'Avila contratou a obra do pa^o da as-
semblea provincial, sendo presidente desta pro-
vincia o finado desembargador Francisco de Assis
Percira Rocha, c di ector das obras publicas o il
luslrado deputad) pelo l. districto, a quem me
tonno dirigido, pela quantia de 189.013*996, felto
o abate de 8 por cento sobre o total do oreameoto
da obra.
Auic3 do contrato, foi, pelo nobre deputado,
feito o orgaraento da obra, onde se encontra a des-
cripcao do paco, a medicio das obras, pregos ele-
raeutares, e lihalmeute o quadro analytico de lo-
das as despezas c.im a conolusio de que em.....
203:i21i09o de.via importar o preco da i bra.
Sobre este or^amento, o contratante fez os seus
estudos, e depo.s de proceder aos precisos .-xaraes,
offereceuse a contratar com o abate de oito por
cento no preco designado.
Ja se ve, pois, senhore, que nio houve sorpre-
zi para o c ntrataute, que elle considerou tirar
vantagens ou lucros ainda mesmo com o abate
ullerecidj, e o ontratante nao e um homern novel
e inexperienle em construccio de obras.
No entretanto, seiilnres, apresonta-se hoje a
esta assemblea reohmando e pedinio indemnisa
coea, sob pretextos de prejuizos enormes, e o mai>
e que merecea ser att.mdido pelo nobre deputado,
ASSEMBLEA PROVIMQAL
autor do on;araeuto da obra c autor do p ojecto
que se di scute.
Diversos, Sr. presidente, foram os ponto? da re-
clamacao ; eu os irei relatando e apreciando-os,
niio por mim, ma3 cjm a legitima autoridale do
nobre dsputaJ) ex-director das obras publicas.
1." pont). Ailega o contratante que o preco do
milheiro do tijolo, segundj o orcamento, e de 2.'ii,
ao passo que elle so poJe eomprar a 3Ji, sera
mencionar as dospezas do irausporte para a obra,
havendo por consequencia cngano no orcamento,
engano reconhe.id.) pelo noire deputado, a quem
me dirijo, tanto assim que por este preco comprou
o Ujolo para o muro d) jardim de palacio, e para
a eaaa denuminada -es:o!a inodelo.
U z ainda o contratante que o metro cubieo de
alvenaria foi pel > nobre deputado orcado em 18.*
com grande prejoizo para elle, recoubecido pelo
proprio no' re deputado quando fez o muro do jar-
dim de palacio e escola-raodelo, orcando em ii o
mesmo metro cubieo, accrescenlan io ainda que o
do jardim era de pequena altura.e da escbla mo-
dulo era de uma casa terrea, ao pas-o quo os do
paco da assemblca erara de graniealtura, ncces-
sitando andaimes quo se nao obteem de grac,a, e
outras despezas que enuraera.
Esta allegacin, Sr. presiJent3, qae purece pro-
ceJentc em cada uma de suas par es, nao o e, e,
senhores, quem se'encarrega de o demonstr.ir 6 o
proprio nobra dopuiado, informaftdo a presidencia
da provincia.
S. Exc. diz assim : Sem querer por em duvi-
da a asseveracao do supplicante, nan tosso to.1i-
via deixar de n tar a improcedencia dessa ailega-
Qio, por quanto se para pequenos fornecimeatos,
oomo diz o supplicante, esta repariieao aclion con-
tratantes a esse material, por aqaelle preci, e fora
de duvida que para tao avuitado foru'ecimento
tambem elle lizesse igual conirato. Quanto, po-
rem, a questao de Irausporte, devo dizer que
contrato feiio por esta reparticjb, para forneci-
mento de tijolo a iot o milheiro, obrigava o on-
tratante a entrega los nos portos proximos as
obras, e por isso nao leva razao o supplicante de
fallar sobre tran*porte, uma vez que a obra em
execucio acha-se a margem d i rio Capibaribb,
junto a um ponto de desembarque. Portanto me
parece, quo sendo o supplicante bastanle ins-
truiJo no preco desse material, nao podia deixar-
se illudir como qualquer inexperienle, e foi sem
duvida fundado nessa experiencia que o supp i-
eante se animou a dar o abate de oito por cento
sobre o orcamento da obra. Quanto, porem, a
comparacao que faz o supplicante do metro cubi
co da obra do alvenaria do muro do jardim do
Campo das Princezas, calculado por 18*, como o
do paco, devo dizer que quando orcei a obra do
paco, a -uellc preco era razoavel; confesso, porem,
a desproporalo notada pe|o augmenlo do preco do
tijolo. E e por esta razao que acab) de or jar o
metro cubieo da obra de alvenaria da esccla mo-
dulo por 22J.
Neste ponlo seria attendivel o supplicante, em-
bora 9uja um dos casos fortuitos e imprecision. E
linalmente, correspondendo toda a obra de alve-
naria grossa, a i.* parte do orcamento, nao 6 pos-
sivel que pela differenca do preco dellas resulte o
granue prejuizo que aflega osupplicanto. >
Desta informacao, Sr. presidente, insuspeita, se
concl ue : l., que o preco do milheiro do tijolo foi
orcado regularmente ; 2., que 6 conlrat nte nao
e um ignoranteou inexperienle ; 3", que as des-
pezas do transporie nio sao de natureza a serein
falladas, por ser a obra do paco da assemblea a
margem do rio Capibaribe em um dos pontos de
desembarque; 4, que a differenca do preco do
meiro cub co da oba de alvenaria do paco da as-
semblea, coraparado com o da escola modullo, foi
o resultado da alia do preco do tijolo, muito pos-
terior ao contrato para oonstrucgao do paco da
assemblea ; o.*, que ocontralante nao solfreu esse
prejuizo que ailega ; 6.' finalraeite, que ainda
mesmo havendo este prejuizo, esta comprehendido
nos casos fofluitos e imprevistos de que trata a
condicao8.a do contrato.
Se pois, Sr. presidente, nes e ponto, nio tem o
contractante vislumbre de razao como se deve
qualiflcar o projecto que se discuje con:e Jendo Ihe
indemnisacio 1
Ou o orcamento Srs. e" uma vecdade, ou a recJa.-
;ao e justa.
Se o orcamento e verdadeirq, se foi regularmer_-
lefeilotondo se em vbta os precos correntes
uaq'iella epoca, nenhum direilo assiste ao contra-
ciaate.
Devo Sr.
orcCTientos.
f| Sa. Gaspai. Dbcmmo.vd :Perfiee-me S. Exc.
o jeatO! foi nm, e se differenca "xiste se re
fere aos.de i tfir*s obras, e aao r.a paco da assem
bie.a provincia.
(Ha um apatle).
0 Sn. Gawar Dm-mmind : Segundo ponto. Sr.
presidente, o reclamante, ailega que se teado de fei-
to o orcamento por inteiro das paredes da obra,
ao depois, dedazio-se a parte relativa aos vlos das
janellas e portas, vaos em grande nuaiero quanda
e cerla que fazer de alvenaria, portas e janellas e
de aroo, da mais trabalb9, que fazer paredes cor-
ridos, accre8cendo, que se pedio a factura de ar-
cos simphcjs denude ra, e observando se qae por
forca deste accressimo de obras, e que nos orga-
mentos nao se deve deduzir a obra de alvenaria
relativa a esses vaos e o calcalo sempre se cestu-
ma a fazer por inteiro sobre as paredes, como se
eslas nio livessem vios, salvo o caso de ser atlea-
dido no orcamento o trabalho das vergas e capia-
qos, o que effectivaatente se nao attendeu.
Parece, Sr. presidente, que ha mais ou raenos
pro :edencia neste ponto da reclaroacao. Assim o
julgava eu antes de ler a brilhante informacao do
illustrado ex-director das obras publicas
Altenda a assemblea a maneira porque o illus
trado deputado, a quem me tenho dirigido, refuta
p pulrerisa toda esta recianacao. Sao suas pala-
vras: Diz ainda o supplicante que tendo-se calcu-
lado o volume toul das paredes se deduzio o cor
respondente aos vaos das portas e janellas, allegan-
do que dahi resulta-lhe gravissimo prejuizo, por
que construir paredes corridas, nao e o mesmo que
abrir vios, deveRdo oexcesso do trabalho ser com-
pensa o com a dimiauicao dos volumes dos ditos
vaos.
Admira que o supplicante apresente esse ar
gumento tendo o edificio,o6 grandes vaos, nio era
possivel que se calculasse o volume total sem la I
abatimento sob pena de inexactidio ao orcamento
Accresce que na parede de um metro de espessnra
o trabaibo 6 mais ligeiro do que o da parede de
pouca espessura cm relacao ao volume constrmdo,
deduziodo-se disio que um trabalho compensa o
outro. >
Da resposta ou infornacao do ex-director das
obras publicas, resulta a toda a luz que, nenhuma
razio a?9isle neste ponto da reclamacao, 3 que pelo
contrario sendo mais ligeiro o construr-se a pa-
rede do um metro de espessura, que a mais inferior,
ba verdadeira cotnpensacao entre un e oatro
trabalho.
Se assim e, Sr. presidente, como dov* crer, por-
que foi dito por um prolissional nestas raaterias,
como conceder se a indemnisacio pedda pelo re-
clamante ?
Onde, pois, esta a verdade, no orgaraento ou na
reclamagao 1 na informacao ou no projecto sub-
mettido a nossa apreciagao ?
So o nobre depitado, Sr. president*, e quem tne
pi'i le esclarecer sulllcienlemente. Dj suas luzes,
tudo espero, e estou eonvencido que S. Exc. fara
desapparecer os nevoeiros qua oDscuiecem o prj-
jecto em discussao.
( Ha um aparte.)
0 Sn Gaspar Drummo.nd : -Seahores, nao estou
apresentando ileai minhas para combaUr o pro-
jecto, apenas menciono o juizo esclarecido do seu
illustrado autor. para moslrar que ha duvidas se-
rias que devem irapedir a passagem do projeclo,
duvidas que me curre o dever d^ resolvelas.
3* Para a limpeza do
l>.*- uwho VroffTtd mil Ki-xxau deff
le nbril. pelo Sr. deputado Gaspar
de Drummond, nobre o projecto
luv < oncede nma i*ik-ittmm ao a
Joe iKnacio d'Avila.
r. oiasper do prawmoad
projecto qae se discate, Sr. presidente, ivmsagra
uma indeiBBkacao a Jose ignacio d'Avila, qae
' nir.it a com a presidencia oonstrtiir o paco da
assemblia provincial : na delicieneia de esclare^i-
meatos para lirrnar o volo, que devo dar, ve -inn
a iribana wheitar iaformaeea* do nobre deputado
pelo 1. districto, disHn;to reJator da conauissio
de obras publicas e.ex-director geral das meemis
obras. Por esta dupla razao, Sr. president?, faeo
o raeu pedido, esperando qae o illustrado depuiado,
autor do oroam nto do mesmo paco da assemblea
provinci:vl,professionjleiBiaeamateria,dwstp9comjdadeiro ?
presidente, crer, que assim seja em
face da informacao do nobre deputido, ese assim
e, oode esta a verdade, uo orcamento ou no pro-
jeeto de lei, que sediscaie ?
Eis, pois, Sr. presidente, o primeiro ponto da
reclaaacio, improcedente em cada uma de suns
partes, em vista do pareeer do illustrado et-direc-
s O tor das obras publicas, no eairetanto, so depois da
oavir, ao mesno nobre Jeputado autor do projec-
to, eu precisarei o. meu volo.
0 .Sr. Gomks PiBENTE : Mat o dilema, u que
nio e verdadeiro.
0 Sa. Gaspar Dkumi '.m> : Por Oaus, senhores,
onde o meu erro ? V. Exc. cootesta o orpameBto,
contesla as informacdesdadas pelo ex-dire tor das
obras publicas t
0 Sr. Gomes Paremte :>'ao ontesfo a infor*
macao, ceatesto o dilema.
0 Su. Gaspar Drluuixd :-C)n) ni) e v*r-
Assim, pois, continuarei
edificio, isto e, para todo o trabalho do embuc),
reboco, llngidos, entiblaraento dacornija.das fron-
le-, do ajroterio do zimborio, da coruija, fronioes,
volta3 das portas e janellas; orcoa tudo isto o no-
bre deputado, como director das obras publicas,
em 16:070*060, quantia insuDlciente para satisfa-
zer a metaie da despeza, comoalllrma o reclaman-
te c in a senuinte demoustracio. Para se for.nar
idea do modo porque foi orca Ja essa especie de Ira-
talho e quanto deste defic'imle e .mperfeito orca-
mento, resulta prejuizo, basta ponderar-se o se-
guinte : o metro corrente da tornija do frontio re
presenla uma parede com dez plm>s d* largura e
mais de metro de altura, e nao pale, portamo, ser
feito com menos de 40J lijolos cal^ urn, de levar
-duas big.es j)ara o sa.jue ou uma pedr de grande
za correspondente a eslas duas, sendo ijue o orca-
mento apenas d;i uma lage de prego no :iiiii),
quando de qualquer forma s5) precisas duas de
prego de 16i cada uma, ou unaa de igual ananho
e tambem de prego muito superior ao orguneato,
t>do o material esta na razao da terga parte ao que
e precisn, isto e, cal e areia, e quanto a nio de
obra, e tao tnsufliciente o orcamento, que bash pon-
derar-se que apenas se da para lal servip um
servente, quando pela allura em que (al obra e
feila, sao precisos nunca menos de dez serveaes.
Senhores, este ponlo de reelamaySo pareccicr
tal ou quil proeeieocia, por quanlo ve-se demens
trad i, com as cifras, quo o orcamento foi muiJo a
quem do que se podia despender com a obra
No enlrelanto venha era nosso auxilio o ei-di-
rector das obras publicas. EU como respond* elle
a esta arguigao. GontinuanJo o supplicante a sua
analyse, chama de inWgnilicantissima aquania de
16:070*060 em que inporlam as obras do onbu-
go, fingimento e cornijas das diversas partts do
edificio, e concluo dizeudo que nem com o luplo ,graos.
dessa (|uantia s< poJe realisar taes obras, coicor- '
do que seja este trb.alho o mais delicado e drao-
rado, e por conseguinte o mais impertinent, e
sendo o supplicante lao amestrado e experhatj
nessas obras, por certo nao deixaria de obseivar
essa verba, quando previamente examinou o orca-
mento, do que leve uma copia em seu p der As-
sim, pois, nio posso deixar de considerar inl'uida-
ia essa reclamacao, parecend)-rae exagerado o re-
ceio do supplicante, que tendo estudado o oica-
mento e piano da obra, julgou a sua exe:ucao em
tajosa, lanto assira que o aceitou com oabalds
8%-
Do exposto, Sr. presidente, se conclue que ono-
bre ex-director das obras publicas contesla a aflr-
maliva neste ponto das -reclamagoes, e quando
mesmo alguma cousa possa haver, excluc do recla-
mante o direito de allegar causa alguma, por{ue
amestrado e experiente era obras de igual nature
za, como o reconhece, tendo estudado o orgaraeito
e piano da obra, julgou aceitavel o contrato cm
o abate de 8 % que offereceu. Se estes factos, ie
nhores, nio podem ser cqntestados, como aatori
sar-se a inde;nnisa;ao pedi la no projecto quo se
discute. Onde esta a verdade n) orcamento ou
na reclamacao 1 na iuformac2o que acabei de ter
ou no projeclo em discussao ? "Esclarega-me por
sua b iu lade o nobre deputado.
__ Se nestes pQntos capilaes, senhores, a re^laica-
cao nio tera procedencia, se as razoos apresenia-
das pelo reclamante para justiQcar o seu pedilo,
foram devidamenle contestadas pelo nobre deputa-
do, relalor da coramissao de obras publicas e ex-
dir.ctor das mesmas obras, como aceitar-se o pro-
jecto que concede a realituicio dos 8 % olTerecidos
pelo roclaraante para contratar a obra, e iada mais
dous por cento alem desles, sobre o prego de todo
o orcamento ?
Senhores, estou em um deialo de duvidas e io-
cerlezas, e o men pharol ou faual para sahir delle
e o nobre deputado, autor do projecto qae se dis-
cute. Depois lueouvilo, ftrmarei o meu volo.
( Ha am aparte.)
O Sr. Gaspar Drummomd:1 Sr. presidente, nos
diz o reclamante, que para o zimborio foi orgado o
metro do ferro, estuque e oambotas em 10^, nio
ktdicaado 0 orgaraento os pregos elumentares de
cada uma destas cousas e 0 numero das cambotas,
quando e-ias devem aer feiias de praac oes de
amarello, de prego muito caro a que nao po ie ser
subsiituido ja pela seguranca da obra, ja pela enr-
va do mesmo zimborio, cumprindo nolar que para
conservar-se a forma cytindrica do zimborio, era
precis) a aproximacao destas cambotas. 0 que re
quer om grande numero dellas, pois sendo afasta-
dos os labiquei, formarao reclas e na) curvas,
^uas laz< as duvidas que tenho sobre 0 projecto ;
e nesta >renga vou apresenta-las, a sa porveatora
0 nobre deputado conseguir oJim a que me diri-
jo qaan '0 0 interpello, desde j wmprametlo 0
meu ,jo'jj, pelo sea projeclo ; e s pela contrario
a ininna argurcentagao nio for convanientemeate
re=pondida, .; ,m pezar duclaro que votarei contra
Antes dn lado, Sr. presidente. consinra V. En..
que faca am pequen) reparo. Me- parece ans a
- pfoviqeia! d?ve ter torJq attencao para
0 Sn. GojtBt Pabbnte :Eu me explicarei.
O Sn. Gaspar Drummond :Pois bem, aguarda-
rti, sa explicacao conlando de ante mao nao ter
tido a /ortuoa por defeito proprio de me exprimir
om ordera a ser coutpreheadido por V.^xc,
gr. presiieBte, dizia ea que, a primeira base da
reefamagio, nao tinha razio de ser, por lorea de
ojiitiio aatorhada do oabre deputado. a qae me
tenho dirieidu.
0 Sr U-;hoa Q.\M''amb ; ha diff-re3ca nos
como pede 0 zimborio e 0 estuque signiflcara uma
outra forma que nao a le ziirtorw alem de dif-
licil ou impossivel execugao.
Por sua vez, senhores, 0 nobre deputado, relalor
da comrr.issao de obras publica0, respoade ao recla-
mante. Els a sua resposta :
Tratando do forro do zimborie, tambera ailega
0 supplicante grave prejuizo. E em resposta direi
quo foi era vista destas diiBculdades, que calculei
a i venlo dizer que. coraponJo-se este de duas paries
uma ornada e outra lisa nos vaos, dei 0 mesmo
preco a toda superlicie por comoensagao.
la ve" a assemblea que nenhum direito assiste ao
reclamante, por quanto, se diiBculdades leve elle
de eacontrar no ferro do zimborio, essa dilBculdade
fii compensada pelo nobre ex-director das obras
publier.s igualaudo ni orcamento 0 preco do mitro
quadrado do ferro em toda a superlicie do zimbo-
rio, embora ama parte fosse ornadl e outra Jisa.
Respondido por .e'la forma este ponto.de recla-
magio, em que se firmou 0 nobre deputado para
oft*ere:er 0 projecto era que concede ao rcciaman-
ta a indemnisacao de iO / sobre 0 total do orga-
mente, eomo, se elle aio tem direito, se aulorisa
Bemelliaote conc^ssio r
8e pois, senhores,. as diffl^uldades que 0 recla-
mante hoje narra a a>la assamblea ja. tinaam sido
pre vistas e acaotehtdas pelo nobra deputado, se
qualquer defeito ou falta so or;arneq!o es|j t"a cui-
dalosameate :nrevenido pelo mobre .depattilp, se
lu compensado, 6 claro, conclu^eate e,lngico que nao
ha razfio de ser para a indemaisacao peflida e nem
qualilica;S9 para 0 projecto em que so concede se-
mulhaitie indemnisacio.
Senhores, mui longe iria em eomsideracoes se
nio esperasse onvir do nobre deputado, relator da
commissao, 0 como se node conciliar 0 orcamento
com a reclamacao e sea illustrado pareeer com 0
projeto qae se discute. E nesta txpectativa me
contcrvo-esperando pelo lio de Ariadne que me
sera fornecido pelo iilnsirado collega. Prosi-
igofrei.
No prego e peso da forraa-era da coberla ex-
terna do zimborio ha prejuizo noiavel, diz nos 0
reclamante, nao so quanto ao custo primitivo como
tambem com as despezas dos transportes e direitos
pagas pelo mesmo zimborio. No prego orgado
para 0 cost) real dos caixilhos e janellas do zira
borio e portas, ha differenca incommensuravel,
accrescendo que existe entre & madeira orgada
com a que foi empregada ; onde 0 orgaraento exi
ge 0 costadinho, pela natureza da obra, foi pre-
cise empregar-se 0 costado ; onde 0 costado foi ne-
cessario, 0 pranchao, como por exemplo, nos ca-
xilhos do zimborio, de dupla curvalura, barrotes
das portas e janellas e a differenga, senhores, dos
pregos 6 enorme, e a que vai do costado, que no
maximo tem Ires pollegadas, para 0 pranchio, que
tem oito.
A raesma resposta dada a ultima reclaraagao tera,
Sr. presidente, applicacio a esta, por quanto, coma
0 afflrma 0 uobre deputalo, em vista destas lifB-
culdades, por elle prevenidas e acautelladas 0
metro quadrado do forro do zimJorio foi orgado a
10,000 em toda a sua superlicie, 0 que compensa
qualiuer prejuizo.
Accresce ainda, como 0 afflrma 0 nobre depu-
tado, ex-.director das obras, que nao tem funda-
mento a reclamacao do empreileiro sobre as por-
tas e janellas, pur quanto nio empregou elle ta-
boas de maiores grossuras nem pode provar que
a mao d'obra foi mal calculada.
E nem seja levado em conta 0 prego do ferro
para a coberta do zimborio, inferior ao orgado,
por ser isto o resultado da alia de 30/> que de-
pois do orgaraento feito e contrato aceito teve esse
genero, alta que devia calcular 0 reclamante,
quando teve de firmar 0 seu contrato.
Havera, senhores, quem conteste a procedencia
destas razoes ? Me parece que nao.
Se 0 prego do ferro subio a 3)"/. mais do que
0 que tinha no tempo do contrato, nao pode esle
facio ser levado em conta a provincia da mesma
forma que nao se levaria, se pelo contrario esse
genero tivesse baixa dc prego na mesuja razao
que a alta apparccida.
Como pois, Sr. presidente, em face do que disse
0 nobre deputado conciliam se 0 projecto que se
discuie com a iaformacao veridica e imparcial do
illustrado deputado pel) 1 districto a que me
tenho dirigido ? So elle e someite e le e quo pode
fazer a luz em semelhante negocio.
0 reclamiute, senhores, ainda sobre outros
pontos firma 0 seu direito ; a indemuisacio pedida
diz, por exemplo, quo 0 metro corrente dbs degraos
de pedra de Lisboa fora orcidaa em 105, quando
0 prego real e do duplo desta quantia, 0 obssrva
que 0 cor.l.ao de pedra malatioha que se "encontra
no muro do jardim do Camao das Princezas teve
de custo 0 metro 930J0, se:ido tirada dos arreci-
fes do porlo desta cidade, ao passo que a pedra
vinda de Lisboa e de melhor qualiJale e esta sa-
jeita a fretes, direitos e commissoes, 0 finalmento
que 0 preco da lage de I m. 40, sobre 1 m. para
0 entablamento geral e da sala circular, e para a
cornija dos fr.ant5es esta orgada em 9/503 quaulo
custa aqui 16J000.
Senhores, so a primeira vista parece que ao
reclamante assiste direito, basta ler-se a resposta
dada pelo nobre deputado, coma ex director das
obras publicas, para terse conviccao em con-
trario.
Eis 0 que diz S. Exc. : Fallando 0 suppli-
cante do preco de 10J, calculado para cada metro
corrente de pedra Je Lisboa para degraos, asso-
vera que lliecustou 0 duplo, incluindo no prego
real 0 transporte, direitos e ommissoes. Nao te
nho dados positivos para contestar a assergao do
supplicante, ma3 devo declarar que tomei as me-
Ihores ioformaci5es para basear-rne no p^ego deste
material que devia vir do estrangeiro, naa poderl
do accrescentar que recentemente se fez a esca-
daria do pavilhao do jardim do Camp) das Prin-
cezas, de muito boa pedra malatiaha a razio de
65"o0 0 mstro corrente, p)rtanl> me parece que
nao existe a desproporgao notada pelo supplicante,
quando compara esse preco com 0 de 9*000 dado
nara 0 cordao do muro do jardim do Campo das
Princezas, visto como sao outras as dimensoes. E
devo declarar que a pedra do gradil do paco da
assembled sendo das mesmas dimeosoes das do
jardim foi calculada a 2.)JflOJ 0 metro orrente
quand) a deste esta a 9*000.
AinJa a respeito do preco das pedras e lages
do entablamento da cornija diz 0 supplicante que
tendo si Jo cada lage avaliada por 93300 Ihe cus-
tou 16*000. A este ponto leano respondido com
as mesmas razoes dalas sjbre 0 prfc.7.0 dos de-
accrescentando que para formar os oito
cantos da cornija foram as medidas tomadas em
duplicata de mod) que comparado, do orcamento
com que 0 supplicante contratou, apenas* havera
uma differenga de 175 por cada uma.
Desta resposta, Sr. presidente, se collige que
nao houve erro no orgamento em relapio ao pre-
go do metro da pedra como men:ionou 0 recla-
mante.
Se sssim e, senhores, como devemos acreditar,
porque nol-o afflrma 0 nobre deputado, professio-
nal nestas mat-arias, gob que base se firma 0 pro-
jecto em discussant com que direito se Ihe manda
dar a indemnisagio pedida..'
Sr. presidente, a discussao ja vai longa c eu
desejo concluir. Lembro-me que 0 reclamante
ainda fallou sobre outros pontos para firm.r 0 seu
direito ; 0 preco (icou esquecido. Diz elle que 0 nobre ex-director
das i.diras publicas, orcou em 30* cada uma
destas bandeiras, preco tste das bandeiras das
casas particulares e nao de ediuoios publicos, que
tem 4 ra. 20 de altura, 2 m. 20 de abertura e 1 ra.
10 de raio. S. Exc, porem, responde-lhe assim :
Xa verdade que se se tratar de um pequeno
edifflcio e se quizer tratar de eomprar no paiz
algumas bandeiras de ferro das dimeosoes mar-
cadas no project) seria difflcil obter por aqaelle
prego, mas tendo 0 arreraatante de raandar vir
muitas outras ferragens da Europa, onde 0 ferro
e taa barato, parece qae 0 preco do orgamento e
regular.
0 reclamante ainda falla no preco dos leoes e
das figuras, quer para a eutrada, quer para 0
salao do pago da assemblea, e nos diz que 0 preco
de taes objectos e muito superior a aquelle que
se e--ubeleceu no orcamento, e sobre outros pon-
tos secundaxios que aeixo de mencionar.
Em tudo isto me parece, Sr. presidente, que 0
nobre deputado, convenientenaente mostrara a
sera razao do reclamante e que se Ihe nao deve
conceder a iademnisacao pedida.
Senhores.Era todos os contractos era que e
parte a fazenda national, se estabelece como con-
digao essencial, que 0 contratante nao podera
pedir indemnisacao alguma, ainda mesmo que
haj:: n casos cogitados ou nao cogitados, solitos
ou insolitos, previstos ou imprevistos, emfim, por
mais privilegiados que sejam. 0 contratante
desiste, abaadoaa ate 0 direilo Je peticao sajei
tando se a esta clausula. Se pois no contracto
Avila, esta condjgap foi pelo nobre deputado con-
sigaada 0 acceita pelo contratante.
0 $r. QiTtiiriQ Marques :Esta clausula e exi-
gida pela thesoararia.
0 Sr. Gaspar Druviiono : 0 contracto de que
se trata foi feito com a presidencia, perante 0 no
bre deputado pelo 1 districto : se pois dizia eu,
esta condigio foiconsignada no contrato e acceita,
sob que fundamentojulga 0 nobre deputado relator
da commissao de obras publicas e autor do pro-
jecto qae se discute, qne se deve conceder ao re-
elamente a indemuisacio pedida.
0 Sa. T01.KNTJ.N1) Di Carvalho : A assemblea
tem coacedido neste caso.
0 Sa. Gaspar Drummo.nd : Senhores, e preciso
que faca uma-' conrissao solemne por amor da-
queues que teem occupad) a cadeira da preslian
cia desta provincia, se a as;emblea tem ponce
Jido indemnisa goes, essas leis nao teem sido sanc-
cionadas.
Sem medo de errar, posso garantirj ao nobre
deputado, que, de 1862 para ca, nenhuma indem-
nisaga 1 concediJa foi sanccionada. E' preciso
Jizo-lo, faiendo jusliga aos nossos adversarios po-
liticos.
Sao estas, Sr. presideolo, as coasideracnes que
tinha de faoer sobre 0 project..; devo porem accres-
ceifia que me pareoe convenionte qae a assem-
blea mande ouvir a directori. das obras publican,
sobre os pontos da reclamacao que nao foram em
seu douto pare:er respoodidos peio nobre depu-
tado ex director das obvae pubiieas, e neste sen-
Wo offerejo um reqaerimento.
Quanto porem as obras aecrescidas e qae nao
lYrara comprehendidas no oreameoto, me pareee
que p presidente da proyjneia tem aiiribuigao
para manda los. pagar independente de antoriea-
eao da a-sembiea.
0 Sr. Oi.thpio-Mabqubs : E! ale do-regala-
mento.
0 Sr. Gaspar Drumjiond : Isto mesmo ia
dizer.
Sei, seuhoros, por ter ouvido a diversas pes-
soas, que 0 reclamente tem do soffrer um pre-
juizo superior a trinta contos de reis com a factu-
ra da obra contraclada, mas tambem sei que se
elle tivesse lucro superior em duplo ou triplo ao
quo esperava, elle nada restituiria a fazenda pro-
vincial.
0 Sr. Pinto JJu.nior : 1st) e 0 qne d exacto.
0 Sr. Gaspar Drummond : -Se elle nao estava
obrigado a restituir no caso de obter vaniagens
fabulosas, tambem nada deve pedir, e oelo con-
trario sojeite se a todas as consequencias do con-
trato, aos sens lucros e perdas, 0 queixese ape-
nas^ do sea erro ou inexperiencia.
Expendi, senhores, minha opiniao a respeito do
projecto em discussao, poderei raodificar e ate
raesrao votar pelo projecto se 0 nobre deputado, a
quem me tenho dirigido, me convencer que estou
em erro, e qne nao ha procedencia em minha ar-
gumentagao.
Se isto assim nao sneceder, declare que voto
contra 0 projecto porque estou disposto a con-
correr com 0 meu voto para se conceder indem-
nisagoes quaud) nenhum direito assiste a quem as
pede.
Senhores, devo concluir, observando apenas a
assemnlea 0 seguinte, que direito claro e incomes-
tavel 0 reclamente nao 0 tem, porque a lei nao
Ih'o da.
0 Sn. Gomes Parents : Ate ahi, anoiado.
0 Sr. Gaspar Drummo.nd : Equidade, favor, a
assemblea 0 pode, mas nio 0 deve fazer, l.-mbre-
se apenas de que 0 chaoSo de todas as negatives
de san eg ao aos projectos que cuncedem indemni-
sagoes, tem sido ale boje, que a indemnisacao 6
um favor, e conceder favores e excentneo dc
nossas attribuicoes. (Apoiados).
Tenho dito.
Muito bem, muito bem.
Heclilit-uctio.
Na sessao de o de maio, publicada aote-honlem
ha uma emenda ao art. 11 do projecto n. 36, que
deve ser assim lida. Xesta cidale do Recife po-
dera ) ser nomeadas professoras para regerem es-
colas do sexo masculino Dr Manoel do Rego >
No discurso do Sr. Pinto Pessoa, onde le-se :
0 Sr. Olympio Marques : Eutao quando se
diz 12 annos, 6 no fim ? develerse : Eotio.
quando se diz 12 annos, e no (im, e quando se diz
13, e no principio T
REVISTA DIARIA.
Assemblea provincial. -Hontem a as-
semble funccionou com 27 Srs. depuUdos, sob
a presidencia do Sr. conselheiro Aguiar.
Aporovada a acta da sessao antecedente, 0 Sr.
1" secretario leu 0 seguinte expedienle :
Uma petigao da direcgao da Associarao Beneli-
centc, reclamando contra 0 augmento de alguns
impostos.A'commissao do orgamento provin-
cial.
Outra de Anna Bezerra Cavalcante da Silva
Costa, professora de Venda Grande, pedindo um
anno de licenca com todos os seus vencimenlos.
A' commissao de peligoes;
0 Sr. Portella, pela ordem, pedio a commissao
de constituigao e podere3 para dar pareeer sobre
a indicagao aos poderes gtraes, a respeito de capa-
tazia.
0 Sr. presidente nomeou ama commissao com-
posta dos Srs. G)mes Parente, Antonio Paulino e
Travasso de Arruda, para levarem (^ projectos de
lei a sancgao
Passaodo a oriem do dia, entrou em discussio
uma emenda ao project.) de orgamento provincial
quo ficou empatada na sessao antecedente, a qual
foi approvada, depois de orar o Sr. Manoel do
Rego.
Em seguida foram submeltidas a 2* discussao
as emendas olTerecidas em 3" aa referido pro-
jecto de orcamento, e sobre el I as oraram os Srs.
Portella, J. Mello Rego, Manoel do Rego 0 Ucboa
Cavalcante, depois do que postas a votas foram
approvadas diversas e rejeitadas outras, sendo
approvado 0 projecto e remettido com as emendas
a commissao de reda xuo.
E estanlo a nora* adiantada, foi levantada a
sess.io, designanlo 0 Sr. presidente para ordem
do d.a de hoje a conlinuaeao da antecedenie.
Aiiioridad'y': policiaes. Por nortarias
da prS5ldeiicla oa provincia, do 1.' do corrente:
foi exonerado, a seu pedido, Elisio Alberto da Sil-
veira, de 2." supplente do subdelegado da fregue-
zia da Boa-Vista ; e foram nomeados Jos6 Candido
de Moraes e Ernesto Vieira de Mello, para i. e
2. supplentes dessa autoridade.
PromotoroHpublicas. Por portarias da
presidencia da provincia, de 10 do corrente :
Foi exonerado o bacharel Anton 0 Doraiogos
Pinto, do cargo de promotor publico da comarca
de Pao d'Alho, por ter sido norneado juiz de di
reito.
Foram reraovidos os promotores publics, da co-
marca de Itambe, bacharel Jose Cavalcante de Al-
buquerque Uchoa. para a de Nazareth, e 0 desta,
bacharel Manoel Barata de Oliveira Mello, para
aquella.
Foram nomeados promotores publicos : da co
marea de Pao d'Alho, bacharel Dario Cavalcante
de Albuquerque 0 de Panellas, Estevao Carneiro
Cavalcante de Albuquerque Lacerda.
Jury de Recife.Sob a presidencia doSr.
Dr. juiz de direito Quintino Jose de Miranda deve
comecar amanha a lerceira sessao do jury da co-
marca do Recife, para a qual foram sorteados os
segaintes juizes de facto :
Fregnezia do Recife.
Dr. Sydronio Lydio de Oliveira Magalhaes.
Freguezia de Santo Antonio.
Manoel Antonio de Alcantara.
Miguel Francisco Paulino.
Joao Francisco de Abreu.
Antonio Rodrigues de Albuquerque.
Livino Augusto de Hollanda Chacon.
Joio Rodrigues de Moura.
Francisco Camaruo do Araaral.
Antonio Climaco Moreira Temporal.
Francisco de Assis Monteiro Pessoa.
Hemeterio Vital de Negreiros.
Jose Francisco Cerdeiro.
Thomaz Francisco de Salles Rosa.
Dr. Sebastiao do Rego Barros.
Fregaezia de S. Jose.
Sebastiao da Silva Baixa.
Amaro Jose dos Prazeres.
Manoel Jose de Castro MeJeircs.
Freguezia da Boa-Vista.
Jose Thomaz de Aguia-.
Joaquim Antonio More ra Dias.
Joio Manoel Ribeiro de Couto.
Eduardo da Silva Ferreira.
Dr. Joaquim Jose de Miranda.
Carlos Paula Lopes.
Luiz Alfredo de Carvalho Moraes.
Dr. Jose Joaquim Tavares Belfon.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Francisco Jose da Silveira.
fgoacio Alvim da Silva.
Dr. Estevao Cavalcante de Albuquerque.
Antonio Annos Vieira de Souza.
Manoel de Abreu Maeedo.
Pedro de Carvalho S ares Brandio.
Antonio da Silva Ferreira.
Augusto Hygino de Miranda.
Freguezia dos Afogudos.
Jose Lucio Lins.
Thomaz Espinola
Antonio Valentim da Silva Barroca.
Cyrillo Augusto da Silva Santiago.
Freguezia da Graqa.
Sabino Jose de Almeida.'
Joaquim Pereira de Souza.
Freguezia do Poco.
Francisco lorge de Souza.
Dellino Jose da Camara.
Aristides Dnarte Carneiro da Caaba Gama
Ciciliano Rodrigues dos Passes.
Jose Antonio de Oliveira.
Jesumo Ferreira da Silva.
Freguezia de S. Lourenco.
Francisco de Assis de Albuquerque Maranhao.
JuliSo Ferrat Daltro.
Dinbeiro. O vapor Para levou de nossa
praga para :
Maceio 33:000*000
Bahia 17:3961890
Rio de Janeiro 16:3334010
Ooverao do MLaaaMkdo.- Por provisoes
de 30 do passado e 1 do coneule, foram nomea-
dos vigarios encommendados : do S. Pedro Mar-
tyr de Olinda, ao Rvm frei Joao de Santa Thereza
e de S. Felix de Buiqae, ao Rvm. Herculauo
Marques da Silva.
InaniUMuo. Da vilia da Barreiros rece-
bemos hontem, a tarde, 0 seguinte telegramma :
1 Etam ;s quasi inundados. Nio temos com-
municacao com 0 contiaente, seoao com grande 1
rlH'o. 0 rios enchem-se extraordiqariameqte. I
\saasas da parte wait baixa da ilia eMao alaga-
das. O trapiche do Sr. Holla Braga, esta ja
alapado. A unica pontn que lijBiva-nos com .
continente, pdoengenhoTibiry, aca!
liatada pc-la grande eonnrtenri. O- trabalhadores
da bnha tetegraphica, nio podem pmsegalr, daV-
cQltando assim 0 prompt) reparo na linha A
cheia continua em augmenlo.
Nio tendo vindo mais nnlro telegramma al< a
noite, e do suppor que melhorassem as circannt-
tancias.
noio AikeMcai.Amanha, as 10 boras do
dia, reunir se-ha esta sociedade em sessao ordi-
naria, no predio da ran do Imperador n. 3. Or-
dem do dia : 1" parte posse da nova direttona ;
2' par e, disca risado pelo direito natural t
Kclio i.Uierorlo. Recebemss o. agradece-
mos 0 n. 6 deste jornal in^tructivo, qne .' pabiica-
do por uma pleyade de jovens estndantes.
Lonsrttdade.-No cemiterio publico it ci-
dade do Recife, foi sepultada. nn dia 2 da corren-
te, Ignacia Maria dos Anjos, parda, natoril desta
provincia, viuva, com 101 annos.
Sc-icuria e I'rocrcMMo. It.je deve haver
sessao desta soeiedade, na praca do C 11 le J Eu
n. 21.
AsenlCM poMtac-s.- K. ram namead<:
para a agenda do Salgueiro, Manoel do V iseMMa-
lo Sampaio, agenle; Estevao de A buquertriie
Montenegro, ajudante ; para a agenda de Cabr 1
Leovigildo Soares de Mello Avelin-, ajudante.
Hngartoria dc latirnda. Mnta repsr-
ligao pagam se hoje as seguintes f.dlia- :
Culto publico. emprrgad.is da visita it Wit -
institute vaccini.-o, oJDciaes reformados n al
dega.
ConcrnsHO l.itlerario. Reunir -e ta,
hoje, esta soeiedade as horas e lugar do costum-*.
Ordem do dia : Primeira parle. Desenv.l.im-n-
to da these : 0 que sera mais rational, ama n. -
gistratura nomeada pelo pader executive, magistratura electiva ? pelo Sr. Theolaro Pa-
checo. Segunda parte. O Sr. Paula Peaatt d-
envolvera a seguiate these : Qual foi a infln I
da revolucio de 1793 sobre os d.'stinos da Tran
ca? Tercelra parte. Sera desenvulvida pelo s-
Vieira da Silva a .-.'gointe these : Foi 0 cia-- --
mo um impecilho para o progressive .1 senv
mento das linguas?
Thcalrns. -No Pkenix Dramalico hoje a scena 0 Supplicio de uma mulkci, dr
reatisia em tres actos, por E. GtrarJin e Dama
F1II10 ; em cuja representagaj estrearao a hV. Ma-
noel Manhonga, que conhecemos da ampreza P
tado Coelho, e sua senhora D. Rosa Xanhonca, ij 1
pela primeira vez n^sapparece. Agaardamos :i
trabalho, para ajimar-naos das boasrecomfn-nda-
goes que a precedem.
No Sanlo Antonio, representar-se-lu h
drama era cine.1 actos orginl brasileiro J 1 Dr.
Carneiro Villela, intiuilado os V.ifoiw e m 1
las.
E'aMMamcnlo.Falleceu, hontem, nesta
pital, viclina de relic!les padecimentu, a tf
sor pubiico da cadeira le in-trucga* triatana de
Pirto de Gallinhas, Lourenca de Menez-s .\<
ro llandeira de M-dl).
0 finado era catado, e deixna em extrei.^
breza uma viuva alflicta, e 3 tilhos 01.more-.
tji'iiri" iclcgrapttica f>abmani:,i.
Communieam nos dahi, que de avis ., Iiaoiui
recobido de Santos, consta que as 3 h.iras da tarJ':
do 3 do corrente, o vapor francez Ville de Ml '.
largara dapulle porta para os de 8u*no--.\\r
Montevideo; plo que receberao telfgram-na-
cora direccaa aos mesmos.
Luxo-Brasilcira. A respccliva direct-a-
ria manda rezar amanha, pelas 7 hacaa la tta-
nba, no convent) do Carmo. uma missa nor ataa
do falleciJo consocia, Jose Ribeiro de Vase racel-
los.
Culto ns lettraa.Recebemos e agrade--
mos 0 numero 2 deste inleres same jornal, atajat da
soeiedade litieraria In-tituto Historic-) P. 1! sopbieu.
Provincia do Para.Com 0 praz) de !*^
dias, 0 contar de 13 de maio, rectbe a presiden-
cia da arovincia do Para proposlas para 0 cantr..-
loda conslrucgao de uma estrala de fern entre
as cidades de Belem e a de Braganga, melian:e
clausulas estipulad s na elilal publicaJa n lapr
conapetenle.
Santo Antao. Recebemos hontem 0 '<'<
loriense, de 30 de maio, do qual extrahimos a v-
guinte:
t No dia 26 do corrente, em Areia Grand-.
lermo, loi assassinado a cacetadas Galdino Cctas-
tino da Silva, por Antonio Marques da Silveira.
dino devcr a qaanlia de dous mil e tal
a Marques, com quem vivia em jogs e ba ..1'-
ras.
Cobrando Marques a sua di-ida, e na> taajaa-
do-lh'a Galdim, eniendeu aquelb raalvado rounar-
Ihe a existencia a cacetadas.
0 delegado de palicia da comarca, i >g j
soube do delicto, dirigio se para Areia Gran la. twill
de capturar 0 crimiaoso ; mas nao 0 cansegui
por haver elle se evadido, e segundo ron-ta para a
Ponle dos Carvalho*. onde tem am irroao.i
Talcnto inrulto. -Enviam-nos osegaint*
A seguinte glosa 6 feila por Antunia G>mae*
de Mello, raarad..ra na illia de Itamaraca. Da
preta, sem saber ler, nem escrever, e bastanle d*
admirar 0 estro que palenlgia por entre as incor-
recgoes do seu verso ; imagens loscas e sem nex
e verdade, mas prova de um talento inculto, qar.
perece a mingua de educacao. Tendo Manoel
Francisco das Chagas, ferido um individna de
Itaraaraga, e tendo sido -ubmetiido a process,
foram os versos dirigidos ao juiz forma J.r da cai-
pa pela poetisa, que e tia do processal... C nvem
nao esquecer que um irmao de Antunia Gem
tambem poeta sem saber ler, nem ancnaw,
mesmo ja se dera com 0 pai de ambus:
Mote.
Vos peco nobre juiz,
Meu amado escrivao.
A mais digna proteccao.
Para meu sobriuho infeliz.
Glosa.
Que se acha cruelmeale
Preso em uma cadeia,
Que e singue de minha veia :
Juro pelo Omnipotente.
Vos peco por Deus element*,
Pela nobre Imperatriz,
Pela palavra que Deus diz.
Pela sagrada I'aixao, m
Por am r de S. Join,
Pint peco nobre juiz.
A vos, juiz e senhor.
Eu, nestas quarenta linhas.
Minba rausa se encaminba.
Padix a vos am favor :
Pela Cruz do Redemptor,
A Virgem da Conceicao.
Pela Cruz do Santo Lenbo.
0 mais grande por empeoaao,
Meu amado escrioio.
Pela sagrada ascriplnra,
E pelo sangue sagrado,
Com 0 cravo qne foi cravain.
0 lillio da Virgem Pura.
Remi esta crealura,
No dia da accusagao.
Poucas leslemunhas vio.
Mas os Anjos Seraphins,
De vos queiram conseguir.
A mais digna proteccao.
Vai o impio Caim.
Que com o preio mimisado,
Foi fazer f.lso jurado,
E diz que vai dar Ibe Um.
Nosso Mooarcha emfim,
Por amor da Imperatriz,
A' il lustre camara diz:
"v
Espero em vos perdao,
Por Santos Cosme e Damiao,
P'ra meu sobrinko infeliz.
Casa de detencao.Movimanto da catw
de detencao do dia 2 de jnnho de 1874.
Eiistiam presos 338, eutraram 2, exislem 3i0.
A saber :
Nacionaes 239, malheres 9, estranfairot 23.
escravos il.escravas 8. Toul 340.
Alimentados a cusu dos cofres uoblicoa 267.
Ceaaiterio publico. -Obituario do (La 1.*
de juaho de l7i :
J. Kclial, branc, I ng I a terra, 36 annos, catanD,
Recife, gastro hepaxiie.
Antonia Maria Jose do Xasc aianto, parda, PBt-
nambaai, solteira, Baa Vista, hospital Pe Jro IT .
tubercolos pulmonares.
Nicalao Casimiro, criouio, livre, Pernamboco, 3"
annos, mandado pela policia ; falleciJo 4e ptMftW-
Donatilla, parda, Pernambo^ 1 ana, Sailo
Antonio ; denticao.
Jose, pwdo, Pernamboco, 6 man*, 00a
be patite,
'


'





i'.'i a.
JJiaria drftaaambwa Qfiinta feira A do Jun&o de 167J

i
Francises;, parda, RenMaafcweo, % rnene?;
Vista ; hepatites
Olegario Nupevde Souia Marques, pardo, Per-
nambaco, 3Jrjmaos, solteiro, S. Jose" ; fiajhexia
palludosa*,
Araeli^iarda, Permmluco, II mezes,"S: PeiFo
Martyr; *envuls<5es.
Mariatparda, Pernambueo, 8 dias, Santo Ante
nio ; eopiulsoes.
Luizajescrova, preta, Pernarabuco, 30 annos,
solleira^ Santo Antonio ; bexigas.
1
ino, braneo, Pernambuco, 4 raeze9, San-
; colite.
parda, Pernambuco, 18 mezes, S. Jose ;
Cle
to Ant
Cioti
convul
Sym
Olympio Ferreira Xavier, braneo,
solteiro, Afogados; tnberculos
ronio
ignora-ie a idade,
pulmoneres.
Casimtro, braneo, Pernambuco, i anno, Santo
Antonio encephalite.
Ignaafe Miria dos Aojos, pirda, Pernain buoo,
101 annos, viuva, S. Jose diarrhea.
Joanna Baptisla da Costa Camara, parda, Per-
cambuco, 42 aanos, casada, Santo Antonio ; tu-
berculoB pulraouares.
CAMARA MUNICIPAL.
SESSAft EXTRAORDINARY EM 20 DE MA10
DE 1874.
I'REglDENCIA DO Sll. RiiGQ E ALBUUUBRQUE.
Ao lueio di.i, presentes os Srs. Theodoro Sil-
va, Gameiri,'Cunha Guimaraes, Cesario de Meilo,
Rego Bmtus, Loyo Junior o Dr. Moscoso, abrio.se
a sessao, e foi lida e approvada a acta da antece-
dente.
Leuae o seguinte
- EXPEDIENTS :
Urn offlciodoExm. preidente da provincia, re-
mettendo a csta camara am exemplar impresso da
falia com q ae Sua Magestade o Imperador, abrio
uo dia 3 do corrente a terceira sessao da decima
quinta legislatura da assemblea geral legislativa.
Inteiraqa
Outro do mesmo, recommendando a camara que
com a possivel brevidade preste aquella presiden-
cia informacao circumslanciada sobre os seguin-
tes artigos, alim de sersatisfeito o que foi exigido
pelo ministerio do3 negecios da agricultura, com-
mercio e obras publicas, em aviso circular do 1"
do corrente :
1." Qoaes as superficies cultivadas e nao culli-
vadas.
2. Os produtos das diversas culturas com rela-
gaj as superficies que ellas occupam.
i. Os animaes dos eslabelecimentos ruraes. que
sao nelles produzidos e servera Ibes de instrumen-
to de trabalho.
4." 0* sys emas de cultura das terras, seus pro-
cessos ft fcrrameulas agricolas. Ao engenheiro
0utr<> do mesmo, em resposta ao officio desta
camara de 13 do corrente, sob n. 45, em que com
munica achar-se arrombado o cano geral de es-
golo no.caes do Capibaribe, tern a dizer, que sen-
do de attribuicao municipal a obra de q_ue se tra-
ta, caba a esia camara mandar faze-lo, para o que
lhe da asautorisacSo competente.'nforme o en-
genheire.
Outrodp secretario da presidencia, particpando,
de ordem de S. Exc. que por portara de 11 do
connate foram noinealus supplentes do juiz subs-
titulo lit 2' vara civel desta cidade, na ordem em
que van- inscriptos, os bachareis Luis Demetno
Dias Simfles, Manoel Pessoa de Siqueira Campos
e Feliciano Eueebio Dias dos Prazere3, que deve-
rio prealar juiamento no prazo legalInteirada.
Uma tsformacao do engenheiro, acerea dos con-
certos sinhas area do Maxixe, freguezia dos Afogados.
Que se offleie ao advogado para emqargar a obra
e proceder de eonforrmdarJe com a lei.
Outro do mesmo, sobre a pejicao dp Bernardino
da SilvaiLopes, acerea do predio n. 19 da rua do
Am^rira, pertencente a esta camara, diz, que e
certo o que allegao supplipanto, e que acba.con-
venteate que se proceda a d tnojicao do mencio-
uado prndio.Mandou-se publicar editaes.
Outro do masino, ace* da peflsao do gereole
d3 estrada de ferro do Recife a Caxanga, na qual
pede paca levantar no ramal dos Afflictos dous
abrigos para passagoiros, um na mesma estrada
dos Afflictos e outro defronte da Casa Amarella na
estrada do Arraial, diz que quanto ao airigo, que
tem de co.locar no oitSo da casa em frente da Ca-
sa Amarella, nada tern que oppor, nao prejudi-
canloo tnmsito publico ; quaqto, porem, ao da
estrada dost Afflictos, nao pude conceder-se, por
isso que flea quasi no centro da estrada; podendo
conceder-se, se ktt colloca'Jo dito abrigo no ali-
nhamento da cerca o muro alii existente. Con-
eedeu-se de accordo com a mformar-ao do enge-
nheiro.
Ouira do mesmo, a respeito do mao estado em
quo se acham divorsas ruas da freguezia da Boa-
Vista, em consequencia das grandes chuvas ; en-
tre eilas a do Visconde de Goyanna, que lica inun-
dada, porque os proprictarios da casa n. 84 man-
daram tapar uma valla que ha muitos annos exis-
tia no sitio do mesmo sobrado, a qual despejava
no cano geral de esgolo, e nao consenlem que se
abra dila valla.Ao advogado.
Outrado mesm, acerea da pelicao de Francis-
cj Alvas de Mello Tico, na qual pede licenea para
edificar uma ca3a d#aipa na Casa-Forte, fregue-
zia do P050 da Panella. A' vista da informaijao,
indeferio-se a peti;ao.
Outra do mesmo, dizendo que os concertos da
ponlesobrea estrada que vai para 0 cemterio,
que foram niandados fazer pelo li cal da Boa-
Visla, estaa feitos regularmente e importam na
quantia de 3835420. >landou-o pagar.
Um olHcio do procurador desta camara, dizen-
do que para poder curaprir 0 seu dever, com re-
lai;ao a.imposicao de niulta em que ineorreu Jose
Ferreira Campos e necessario que 0 liscal faca
lavrar 0 respectivo termo, para servir de base ao
processoeler 0 devido deslino; cumprindo-lhe
tambem declarar que esta questao deve ser pro-
posta pelo solicitador e advogado, visto ser da com-
petencia do juiz de direito.Ao liscal para satis-
lazer a exigencia, feito 0 que se remetta os papeis
ao advogado.
Outro do mesmo, dizendo que tendo de effec-
tuar a transacgao com D. Maria Benedicta Gomes
de Souza, acerea de seu debito na importancia de
um conto cento e trinta um mil r6is, veriftcou que
) juro mencionado na letra antiga e de seis por
cento ao anno, e que a dita D. Maria qaer assig-
nar a letra da restante cam esse mesmo juro e
com u prazo de um anno, pelo que consulta se de-
ve effectuar a transaccao do modo porque a expoe.
Mandou-se que efficluasse a transaccao nos. ter-
mos da letra antiga e como propoe dita D. Maria,
conformo ja foi decidido por esta camara.
Outro do mesmo, communicando que fez 0 sa-
qua da quantia de dous contos de reis para paga-
mento dos juros da terceira prestajao do empres-
timo contrahido com 0 Banco do 3rasil e pede que
lhe sejalevada em conta dita quantiaAo con
tador.
Outro do fiscal da freguezia de S. Frei Pedro
Gone, dves, communicando que D. Maria Isabel Nu-
nes de Oliveira, fezsubstituir por varandas de ferro
as de madeira, que exisliam uo sobrado a rua do
Marques de OlinJa n. 49, e por isso esli no caso de
ser attendida, como pede era sua peticao junta, so-
bre a qual inandou a camera informar. Como
requer.
Outro do mesmo, remeltendo uma re!a<;ao das
multas impostas a diversos por aquella liscalisa-
fio, do dia 13 a 20 do corrente :
Exm. barao do Livramecto, em 30? como in-
tractor do art. 77.
Antonio Joaquim de Vusconcellos, idem.
Francisco Goncalves Torres, art. 198, 10*.
Gomes de Matlos & Inn"n, idem. Ao procu-
rador.
Cm offloio do fiscal da freguezia dos Afogados,
participando que em consequencia das copiosas
chuvas, que tem havido ultimaraento em diversos
pontos, as ruas e eslradas dessa freguezia, como
sajam : estrada dos Remedies, pateo e e3trada da
Magdalena, Torre, travessa do Bongy e Luca, se
acham em mao estado, precisando de proraptos
reparos.Que se offlcie ao Exm. presidente da
provincia, communicando semeihante facto.
Um offleio do fiscal da freguezia de S. Jose, in-
formando a petifao de Maria Eugenia Alves Ca-
valeante, na qual a mesma pede a esta camara li-
cenea para fazer em am poqueao e-pago, que Qca
entre 0 novo mereado e 0 barracao das freseuras,
uma barraea para nella continuar em seu nego-
cio, enteade que se pole conceder, nio sendo a
barraea fixa.Concedeuse assignando termo de
obrigacao.
Outro do mesmo, informando a peticao de Fran-
cisco Patricio das Chagas, na qual o mesmo pede
licenea para fechar 0 espaco que allega on novo
barracao do mereado de S. J,ose\ tem a dizer qua
nJo ha inconvenietrte era se conoeier. *- Conce-
deu-se.
Usn do fiscal da freguezia da Boa-Vista, parti-
ipado ter raultado a Jose Fernandes dos Santos
Bastos, proprietario da casa terrea n. 73, a rua do
Viseoude in AJbuqaer.que, e a Jorge Lucas Gon-
calves Junior, mealre pedreiro, como iufractores
do art 73, cmbinado com 0 art. 91 das pojt:as
Bwr 4v-W: de juaho de 1873, e
druiulla; na -rmportaneia de 60P
rador.
B FiiisubjBelliiipaJaspacJm uuLabaixoas:
tV9W&r**aA oarnef^n(f|.-Ar0'
e peticjoes.
Pelo Sr. vereador Loyo Junior foi submettido a
a coiisidanafaa- d. caipar/K Oj requewjjetto se-
guinte :
Sendc-pfajJld|ciB3|*o,p|iblioo as ecWiQoe>
que a companhia Locomotora tem feito e continiia
a fazer nas ruas da cidade para assentamento de
trilhos, excavac^es qoe tem pfm*neciito por mui-
to tempo, interrompendo e difficultando|o transilo
publico ; 0 0 pessimo trabalbo que si observa na
recomposicao do calcamento, sobretudo na ponte
Seta de Seiembr >, onde deveria empMg_ar se to do.
0 cuidado, afim de evitar a deterioracao da mes
ma ponte, a qual deve provir do mao calcamen-
to : requeiro que se offlcie ao Exm. presidente da
provincia, pedindo as segujntes.prqvideaciaa '
o l. Que as excava(?5es:sejam feitas a propor-
cao que possam ser collocados os trilhos e recom-
posto immediatameute 0 calcamento.
2.' Que sejam intimadas as companbias Ferro
Car-ril e Locomotora para r*fazer-se 0 calcamento
da poate Sjte de Seteiubro, a qual se acba com-
pletamente destruida.
Paco da camara municipal, 21 da, roaio de.
1874.Loyo Junior.Apprpvado deixando de to-
mar parte na votacao 0 Sr (lego- Barr-es. a
Foram defpachadas as peticoes seguintes:
De Carlota Agripina, Brasilina, Domingps Jose
da Cuoha Lages, Erotbedes Magaode Frei'tas, Fran-
cisco Patricia das Chagas, Rrancisco Alves de Mel-
lo Tic >, gerente da estrada de ferro da Recife a
a- raiaqifO. Pa<* 0 IUo iajtuwco, no vapor nacfonal
A-praalP %BM, carregau-; Av K Baldur Sabrintio 401 sac-
eos eon? 30,073 kilos % assucar brttttttn J- Bruno
400 ditos com 30,003 rj'tos de dito
com 26,230 ditos de dito ,1
ditos com 30,000 ditos de
R. Pinto Guimaraes 700 ditos com 52,
de dito ; P. Vianna C. 284 ditos com 21,;
tos de di 0.
Para 0 Para, no navio portuguez Sobefmo,
carregou: Ainorim Irmaos & C. 30 pipas com
14,400 litros de aguardente.
Para Mossoro, no vap >r brasileiro Ptrapmn,
carregou : C. Dubeux 2 barricas com 120 kilp de
assucar refinad-i.
Para Macao na barcaca Veronica, cure
Sou : J. B. de Carvalbo 11 barricas.com 763 kilos
e assucar reflnado ; A. P. Gomes 13 caseos com
2,400 litros de aguardente.
Para a Villa da Pauha, na barcaca, Gralidao,
carregou : J. F. da Costa 2 barris com 196 litros
de aguardente ; D. F. Sobral 1 barrica com 6
kilos de assucar braneo.
Jose Fernandes Lima. Jose ,Bernar4iQ de Freitas,
Joao Thomaz de Aquino 8l C, Jose Caetauo da Sil-
va, Jose d) Rego Lima, Luiz Amavel Dubourcq,
Manoel AJves Pilolp, Miguel Marianno daSilva.Ma-
nocl Domingues Januario, Maria Eugenia Alves
Ca valeante, Mana Isabel Nunes de Oliveira, Ma-
ria Francisca de Oliveira Aotunes, Manoel Duar-
te Rodrigues Pinto, Plate Neessente, Penna Junior
& C, Pedro Alexaadnno dos Santos e Thomaz de
Aquino Cesar.
Nada mais havendo, 0 Sr. presidente encerrou a
sessao as duas e raeia horag da tarde.
Eu, Francisco Augustoda Costa, secretario, a
escrevi. Manoel Joaquim, do Recp Albuquerque,
presidente.Jose Maria Freire Gameiro. -Josi Ce-
sario de Mello. -Theodoro Machado Freire Pereira
da SilDa.Beilarmino.do Rego Barros. Dr. Pe-
ro de A thayde Lobo Moscost.
ENGLISH BANK. OF RIO DE JANEIRO
(LIMITED)
Capital do Banco em 50:000
acQdes de 20 cada.uma 1,000:000
Capital realisado...... 500:000
Fuudo de reserva...... 113:240
BALAN'CG DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
* EM 30 DE MAW DE li.
ACTIVO.
Letras descontadas.............. 720:2313010
Eniprfistiiuos e contas caucionadas
Letras a rocobcr.........j......
Garantias e valores deposilados..
Mobilia, etc. do banco...........
Diversas contas...............
Caixa.........................
360:6S339O0
33:7833320
899:68i020
12:7423900
682:9423380
346:2143-490
Rs. 3,438:2813020
Contas cuiTenles. sim-
ples..............
Deposito a prazo lixo
com aviso e por le-
tras .............
PAssiva.
72:7383800
1,391:2113130
2;320:9i9^930
............ o:fc3-3-770
Titulos. em caucao e depositp..... 899:684*023
Diversas eoitos.............:... 232:1663309
Letras a pagar.
Rs, 3,458:2843040
S. E. & 0,
Pernajiibuco, 3 de junh^de 18.74.
F. B. Bloxham, manager.
Clare Sewell, accountant.
SACOES A PEDSBE.
--------------------1-------------------1-----------------------------
Saude publica.
Por ordem do Illm. Sr. inspector da saude pu-
blica, commendador Dr. Pedro de Attahydi Lobo
Moscoso, faz-se publico que 0 mesmo senhor exa-
minou a pharmaeii nor.T.al, sita no largo do mer-
eado publico, em S. Jose", pertencente ao pharma-
ceutico Jose Klias de Moura, e achou-a provida de
medicamentos novos e de superior qualidade, as-
sim como de todos os utencilios necessarios para
0 bom desempenho de seu tervigo. Do que para
constar annuncio.
Inspeccao da saude publica de l'urnambu-o, em
6 de maio de 1874.
0 escrevente,
Jose Eduardo de Souzi Landim.
e
JUNTA)) DOS CORRETORES
I'riica do Recife, 3 de jiinho
de 1894.
AS 3 HORAS DA TARDE.
COTAgOES OFFICIAES.
Algodio de Goyanna 1* sorte 73500 por 15
kiloti.
Algodao do Aracaju sem inspeccao 73500 por
15 kilos.
Algodaode Maceio mediano 83300 por 15 kilos,
posto a bordo a frete de 7(8 e 5 OjO,
hontem.
Couros salgados seccos 560 rs. 0 kilo.
Carabio sobre Londres a 90 d[v. 25 e 25 1|8 d.
por 13000, hontem.
Dito sobre dito a 90 d|v. 25 d. por 13000, do
banco, hontem e hoje.
Cambio sobre Lisboa (pagaval em Londres) a
90 djv. 25 1|8 d. por 13, hontem
Cambio sobre 0 Porto a 90 d[v 109 e 110 0|0
de premio.
a. de Vasconcetlos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
Readimento
dm do dia
A.LFANDEGA.
lo di? 1 a 2 .
3......
82:485/503
34:4993939
116:985*442
Descarregam hoje 5 de junho de 1874.
Patacho nacional Marinho IV biuha para
alfandega, e generos nacionaes ja despa-
chados para 0 trapiche da companhia.
Barea porlugueza ArabtUa carvao ja despa-
chado para 0 caes do Apollo.
Barea americana Argos Eye feoo para 0
trapiche Conceijao, para despachar.
Barea ingleza Zm^ia ferro e cimento ja des-
pachados para 0 caes do Apollo.
D4SPACHOS DE EXPOfrTAgAO NO DIA 2 DB
JUNHO DB 1874.
Pora ot gorios do exterior.
No vapor inglez Gladiatoi; para Liverpool,
carregou : P. Neesen & C. 20 fardos com 3,313
kilos de algodao.
No brigue francez Solidor, parl Liverpool,
carregou: S. Brothers & C. 1,000 saccos com
75,0)0 kilos de assucar mascavado.
Na barea ingleza Zayda, para 0 Canal, car-
regou : J. Pater <& C. 1,350 saccos com 101,250
kilos de assucar mascavado.
Para Nova Orleans, na escuna hollandeza
Cernelio, carrea : H. Forster S C 2,000 saccos
com 150,000 kilos de assucar mascavado; A. M.
Machado Junior 1>000 ditos com 75,000 ditos de
dito.
No patacho hespanhol Marine, para 0 Rio
da Prata, carregou : A Loyo 400 barricas com
45,352 kilos de assucar braneo, e 20 pipas com
9,600 litros de. aguardente.
No vapor portuguez Julio btniz, para Lis-
boa, carregaa : Ctrpinteiro Filho 4 Sobrinho 1
barril com 96 litros de aguardente.
Na pjlajja hesBanhjjja. Joven Eliza para
Barcellona, carregou : P. Carnairo 4 C. 23 sac
cas com 1,897 kilos de, algad|Qt
Para 6s portot do interior.
Para 0 Rio Grande do Sul, no brigue brasi-
leiro Arroio Malb, carregou : J. B, Moreira Ju-
nior 6.0S0 C0005 (fracta).
(\SCEBEDORiA DB RENDAS INTi RNAS 6E-
RAES DE PERNAMBUC
lendimento do dia-l.ai 4:3'3J32
1am de dia 3...... 1:321>i8lJ7
0:0753149
CONSULAnO PROVUSOao.
Readimento do dia 1 a 2 .
idem do dia 3......
11:351*166
4:7153|92
16.06 T^oS
seguros mantimos e terrflp-
tres estabelecida na Bahas
em 15 dt>jaoeiro.em 18.7)0
CAPITAL 4,000:0000000.
Toma seguro de raercadorias e dinheiro
ico maritimo em navio- de vela e vaporei
aara. dentro e f6ra do iraperio, as6im com<
:ontra fogo sobre predios, geoeros e fa
"ondas.
Agente : Joaquim Jose Goa^alves Beltnjo
ua do Commercio a. 5, Is aadar.
SEGUROS
IHARITIIHOS
CONTRA 0 FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecid*
jesla praga, toma seguros maritimos sobrt
oavios e seus carregamentos e contra. fog(
am edificips, mereadorias e mobilias: i\>
rua do Vigario n. 4, pavimento terreo.
Attgusli) F. d'OHveira & L
A casa commercial e bancaria doAugosto
j d'Oliveira & C, & rua dr> Co.nmercio ns
42, encarrega-se de esecu^ao de orviens
para embarque de prodoctos e de todo* o-
mais negocios de commissao, quercommer
ciaes, quer bancarios.
Deconta lgUras, e toma dinbeiro a pre-
raia, compra cambiaes, e saca i vista e s
jazo, 4 vontade do toiaador, sobre as sc-
guirrtas praeas estrangeiras e nacionaes :
iiOiidt-es. Sobre- o union baw of
LONDON, 0 LONDON AND HANSEAT1C ftAJNK,
limiteo, e varrts casas de.l'.* classe.
Paris. Sobre os banqueiros huld
AC, MAHCVARD ANBUE & C. e A. BLVCJCK.
VIGNAL & C.
Haiuburgo. Sobre os S^s- joao
SCIIU BACK & FILIi S.
Ijlshoa-. Sobre os Srs. fonsecas,
SANTOS & VIANNA, 6 SEBASTIAO JOSE DE
ABREU.
Porto. Sobre o banco uniao do porto
0 Sr. JOAQUIM PINTO DA FONSECA.
Para, Sobre o banco commercia-
do para, e os Srs. francisco gaudencio da
COSTA & FILHOS.
Iluruiihuo. Sobre o Sr. jose fer-
keira da silva junior.
Ceara. Sobre os Srs. j. s. de vas-
CONCELLOS & SONS.
Bahia. Sobre osSrs. marinhos & c.
BJo de Janeiro. Sobre o banco
industrial e mercantil, banco nacional e
BANQUE BRASILIENNE FRANQAISE.
COMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos em mereadorias
iretes, dinbeiro a risco efinalmente de qual-
[uer natureza, em vapores, navios \& ela oo
barcacas, a premios muito modicos.
RUA DO COMMERCIO N. 34.
Banco do Minho.
Joaquim Jose Gongalves Beltrao & Filho sacam
por todos os vapores sobre :
Anadia. Evora.
Aguida. Fafe.
Aveiro. Faro.
Beja. Guarda.
Chaves. Leiria.
Elvas. Lisboa.
Amarante. Barcellos.
Gnimaraes. Coimbra.
Covilha. Mirandelia.
Melgaco. Penaflel
Porulegre.
Arces de val de vez.
Celorico de Basto.
Carainha.
Mangualde.
Ponte do Lima.
Povoa de Lajitiosa.
Villa Nova de Portiraao.
rfls
Monsao.
Ovar.
Porto.
Tavira.
Regoa.
Vizeo.
Figueira.
Laraego.
Estarreja
Valencia.
Villa Real.
Cabeceiras de Bastos.
Castello-Branco.
Espozende.
Oliveira de Azemeis.
Povoa de Varzim.
Vianna do Castello.
Villa-Nova de Faraalicao
Villa da Conde.
iai IHtas.
Madeira, S. Miguel, Faial e Terceira
Seguro coiilru-fogo
LIVERPOOL 4 LONDON & G|OI
IMSURAHCE COMPANY
Ageutc-*
SAUNDERS BROTHERS* C.
tl Corpo Santoti
uApital.
'undo
NORTHERN.
.... 20,000:0003001
de reserva. 8,000:OOOiN)0C
Agentes,
Mills Latham & C.
RUA DA CRUZ H. Sa.
BANCO COMMERCIAL DE BRAGA
Jorge Tasso
N. S Rua do tmorim K. 3
Saca por todos os vapores qualquer quantia a
prazo ou a visit sabre esse Banco, ou suas res-
pectivas agendas nas seguintes cidades. villas de
Portugal e ilhas adjacentes e Hespanha.
A saber :
Pwriucal, e lUtas.
Agaida. Faraalicao.
Amarante. Faro.
Anadia. Figueira.
Arcos. Couvea.
Arco deBauliieim.
Guarda.
Avaira.
pawa,
parcellos.
Beja.
Braganfa.
Cabeceiras de Basto.
Caminba.
Chaves.
Coimbra.
Coura.
Covilba.
Elvas
Extreraoa.
Evora.
Fafe.
Funchal.
Fayal.
Porto.
Regoa.
Tavira.
Torres Novas.
Vianna.
Villa da Feira.
Guiaaraes.
Lagos.
Lamego.
Lisboa.
Louie.
Mealliada.
Melgago.
Mirandelia.
Moncao.
Oliveira de Azemei*-
Ovar.
Penaflel.
Pinhel.
Ponte do Lima.
Povoa de Lanboso.
Port'Alegre.
Portimao.
Povoa de Varzim.
Stives.
Thomar
Valenca.
Villa do Coade.
Villa Real.
Villa Real de S. Antonio. Villa Pouca d'Aguiar
Vinhaes. Vizeu
Villa Nova da. Cerveira.
M<-1au1u.
Madrid. Barcelona.
Vigo Cadzi.
W POflTO
Navios sahi<$Qs,,no dia 3.
ParahybaPatacho allemao Nicoldo, capitJq Bahr,
era lastro. ^
Portos-do sul-Vapor brasileiro Para, comman-
dants Luiz, A* Rodrigues, carga diffcrenles
generos.
Observagao
Nao bouve entradas.
*^gg?JJUfSg
Miguel Jose da Cos-
-i0.procurador fiscal dathesouraria provincia.
d&Pariiambuco declara.ao? contribuiates do ira
posto de SlOOO sobre estabeleciraento*, no exer-
cicio de 1872 a 1873, a cargo do coosulado
provincial, que Ihes flea marcado o prazo irapro-
rogavel de 30 dias, a coniir da pubijeacao deste na
conformidade da lei n. 891, art. S3, para solicita-
rem da secciodocontencioso as reapectivas guias
para pagamento- o> saus debitos, certos de que se
nao o fizerem dentro. do prazo marcado, proce-
der se ha a cobranja judiciaimente, publicando-sc
para isto a relacao dos davedores abaixo trans-
cripla.
Secciodo contencioso provinsial de Pernarabu-
co, 16 de maio de 1874.
0 procurador fiscal,
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Relacao dos devedores dodpiposto de 5000 por
estabelecimeolos coramerciaes, que deixaram da
pagar seus debitos no exercicio de 1872 a 1873
Vidai de Negreiros n. 59 Ma-
noel dos Santos Araujo Mello
Dila n. 63. Manoer Pedro de No-
ronha
Dita n. 137.
ta Meira
Dita n. Mrt. Marcelino Martins da
Luz
Dila n. 143. Manoel Gomes- Fer-
reira de Sa Leitao
Imperial n. 150. Manoel Antonio
Francisco
Dila n. 135. Manoel Pereira Ma
galhaes Junior.
Dita n. 137. Manoel Antonio dos
Santos
Imperatriz n. 22. Mattos 4 Ir-
mao
Dita n. 40. Mendes & Carvaiho
Dita n. G3. Manoel Alves do Ma-
cedo
Dita n. 63 A. Manoel Dias F. Ju-
nior
Praca do Conde d'Eu n. 32 A. Ma-
noel de Christo Pacheco.
Visconde de Pelotas n. 6
Anionio Coellio de Almeida
Capibarihe n. 42. Manoel Joaquim
Lobato & C.
Ponte Vclha n. 63. Martinuo Jo-
se de Sanl'Anna
Conde da Boa Vista n. 53. Maria
Candida Ribeiro e outro
Dita n. 79. Manoel Ferreira' Coe-
llio
Rosario n. 42. Marcelino Fran-
cisco Alves da Silva
Paysandu n. 12. Manoel Gomes
Martins
Hora n. 6 Machado & Almeida
Barito do Triumpbo n. 41. Nunes
da Silva
Imperador n. 30 A.
Irmao
Marcilio Dias n. 16. Neves, Qaei-
roz & C.
i* traves?a de Joao de Barros n.
2. Nicolio Tolentino do Sacramento
Bispo Sardinha n. 11. Oliveira Mi-
randa & C.
Barao da Victoria n. 24. Oliveira
Carneiro & C.
Livramento n 14. Olympio Go-
mes Rosa & Cruz
Marquez de Olinda n. 42. Pint, da
Silva Cascao
Caes 22 de Novembro n. 26. Po-
lycarpo Jose Layme
Duquo de Caxias n. 29. Pacheco
dc Azevedo
Barao da Victoria n. 25. Pedro
Maurer & C.
Estreita do Rosario n. 20. Pedro
Augustoda Silva
Dila n. 29. Pacheco & Gon-
Miguel
Nogueira tV
5,450
5,450
5,450
5,450
3,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
3,450
3,450
5,450
5,430
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
3,450
5,430
3,450
5,450
Paulino Onofre
Pau-
Pedro
Paulo
zaoa
Livramento n. 33.
Nunes
1* travessa da Praia n. 2 E.
la & Irmao
Vidal de Negreiros n. 12.
Aureliano da Cruz Muniz
Nova dc SanU Rita u 13.
Jose Gomes & Costa
Inperatriz n. 48. Paulo Ftrreira
de Mello Guimaraes
Coronel Lamenha n. 18. Pereira
& Irmiio
Marquez de Olinda n. 8. Roch.a
& Irmao
Commercio n. 48. Roberto Wail-
lez & C.
Vigario T.enorio n, 10. Rosa
Adour
Amorim n. 31. Raymundo Jose
Tavares
Primeiro de Marco n. 14 A. Ricar-
do &. C.
Duque de Caxias n. 77. Rocha
Silva & C.
Barao da Victoria n. 48 A. Ro-
eha Pinto & C.
Dita n. 27. Rodrigo Pinto Mo-
reira
Dila a., 37. Rodrigues Ferreira
& '-
Joao do Rego n. 14. Roque Es-
teves
Largo do Carrao n. 9. Ribeiro &
Irmao
Visconde de Inhauma n. 2. Ray-
mundo Pereira de Siqueira
Marcilio Dias n. 13. Reis & Nas-
cimento
Vidal de Negreiros n. 113. Ray-
mundo Lasser
Imperador n. 146. Ricard) Mo-
feira da Cunha
Visconde de Albuquerque n. 20.
Ramond & C.
Travessa da Madre Deus a. 10.
8antos & Araujo.
Amorim n 33. Serra Schafre & C.
Doraingos Jose Martins n. 140.
Silva Alves C.
Caes do Apollo n. 61 e 63. Saunders
Brothers & C.
Domiogos Jose Martins n. 84. Sou-
za & Irmao
Imperador n. 16. Silva & Irmao
Duque de Caxias n. 45. Sa Lei-
tao, Fonceea 4 C.
Larangeiras n. 30. Silvano 4 Car-
peiro
Larga do Rosario n. 31. Santos 4
Araujo
Livramento n. 30. Silverio dc Ir-
mao
Viaconde da Inhauma n. 26. Sou-
za Gomes & C.
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
3,430
3,430
5,450
3,450
5,430
5,450
5,450
3,450
3,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5.450
5,450
5,480
5,450
5,450
5,450
Cm i
8 450
Dita n. 23. Santos Sobrmka
: Marclio Dias n. 72. Sabastiao
Jose Bererra Cavaleaate
Dita; a, 118. SaraWa &.C.
Imperial n. 148. SeveriaBO Tava-
res de Oliveira
liaraj de S. Borja a. 29. Si.vino
Juvencio
Largo da Assemblea n. II. Tava-
res 4 C.
Larangeiras n. 29. Tavares &
silva
Joao do Rego n. 3. Teixeira 4
Irmao
Madre de Deus n. 61. Tranrraili-
no Candido da Silva
Dita n. 93. TemUtocles Canute de
Aguiar
Imperial n. 203. Trajano Jose Pe-
reira
Marquez de Olinda n. 1, 3 eS.Ur-
bano Vicente Ferreira
Djque de Caxias n. 115. Vianna
Castro 4 C.
Cabuga n. 14. Valentino do Val -
le L-
Bario da Victoria n. 29. Vicente
Ferreira Souza Reis
Visconde de Inhauma n. 16. Vi-
riato de Fnitas Tavares
Coronel Suassuna n. ti.
Moreira da Silva
Largo, da Praceta n. 9.
Ferreira de Albuquerque Nascimen'o
Commercio n. I& Zeferino Car-
neiro da Almeida
Visconde de Itaparica n. 26. Wil-
liam Voryton
Imperador n. 45. W. II. Shap-
man
Seccao do centencioso provincial de Pernam'bu
co, 16 de maio de 1874.
0 l. official,
Hjracio Walfrido Peregrino da Silva.
Vicente
Vicente
5,450
5,450
5,450
5,540
5,450
5.450
5,430
5,430
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,430
5,450
5,450
Emilio Xavier Sobreira de Mello, inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia, etc.
Fago saber a todos quantos se acharem na pos-
se por qnalquer titulo que seja, de ierreno3 sitos a
margem do rio Capibaribe da foz do riacho Par-
nameirim para cima, e comprehendidos na zona
reservada para servidao publica,que Ibes lica mar
cado o prazo de 60 dias, contados da data deste,
para reclamarem perante o Exm. Sr. presidente da
provincia o que entenderera a bera do seus direi-
tos, s)b pena da perda da preferencia garantida
pelo artigj 16 do decre.o n. 4,105 de 22 de feve-
reiro de 1868.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco, 30 de
maio de 1874.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Edital n. 169.
Por esta inspectoria se inliroa, de conformidade
com o art. 745 do regularaento das alfandegas, ao
dono de 30 camisas de flanella, apprchendidas na
ponte da alfandega, as 8.boras da noile.de 24 do
corrente, para dentro do prazo de 15 dias impro-
rogaveis, produzir sua defeza no processo de ap-
prehensao das referidas camisas.
Alfandega de Pernambuco, 30 de maio de 1874.
0 inspector,
Fabio A. de Carvaiho Rets.
Por esie reparticao se faz publico, de ordera do
lllra. Sr. Dr. chefe de poliiii, para conhecimento
dos interessado?, que nao tendo-se apresentado
pessoa alguraa reclaraando a eatrega da preta Lui-
za, que veio do Maranhao e se acha recolhida a
casa de detenc^ao, como escrava de Francisca das
Chagas Umbclina Ferreira, e verificandi-se niio es-
tar ella roa'.riculada de conformidade com a lei de
28 de setembro de 1871, sera a mesma preta posta
era liberdade, se no prazo de 8 dias, nao fur re-
clamada como escrava, vislo na> poder ella ser al-
ii conservada sem ser erimioosa.
Secretarirt da policia de Pernarabuco, 3 de junho
de 1874.
Pelo secretario,
Francisco G. da Silva Barroso.
PROVINCIA DO PARA'
Secretarla do governo.
TmdoS. Exc. o Sr. presidente da provincia de
dar execuc&o a lei provincial n. 809 de 6 de abril
ultimo, que autorisa a construccio de uma estrada
de ferro enire esta capital e a cidade de Bragan-
ga, de ordem do mesmo Exm. Sr. convido as pes
soas ou emprezas que quizerem contratar a rtfe-
nda obra, para que apresentem a presidencia sms
propostas em cartas fechadas. dentro do prazo de
90 dias, contados de hoje; tendo em vista que a
mencionada construccao devera ser realisada sob
as seguintes bases, decrctadas na mesma lei :
1* A' empreza ou companhia que se propozor a
levar a effeito a construct da estrada de ferro,
9eraoncedido privilegio por 40 annos, e garanti-
do o juro de 7 0|0 do capital empregado.
2* 0 privilegio podera estender-se aos ramaes
da mesma estrada, que forem construidos ate o
Pinheiro, Vigia, Cintra, Ourem e S. Miguel do
Guama, obrigando-se a empreza ou companhia
a const'ui-los e explora-los, logo que esteja pro-
vado que podem dar 4 0|0 do capital necessario,
ou que esse premi) lhe seja garanliao.
3" A estrada da ferro sera coustrmda e explo-
rada por seccoes, sendo a primeira de quatro le-
go?s e as seguintes de duas legoas cada run a
4' Ao passo que se forem concluicdo as sec-
cfjes, irao seado abertas ao trafego.
5* A estrala sera de bitola estreita e de uma so
via com os necessarios desvios, flcando livre a
empreza ou companhia construir segunda via por
sua conta.
6" A empreza ou companhia que contratar a
dita estrada de ferro se obrigara a mandar vir e
estabelecer na mesma estrada 10,000 colonos, em
familias, e na razao de 2,500 anaualraente, logo
qne pelo governo imperial lhe seja garantido o
embolso das respectivas passagens.
7* Cora destino p nucleos de colonisacao, o pre-
sidente da provincia flea autorisado a conceder a
referida empreza ou companhia 10 legoas quadra-
das de terras, das que possue a provincia, na es -
irada de Braganca, sem despendio algum para a
empreza. Esta' 10 legoas quadradas serao mar
ginaes a estrada, e em lotes de uma legoa quadra-
da cada um.
8" 0 capital que for necessario para a cons-
lru:iao, sera ajustade depois dos preciosos estudos,
e fixado por um contrato addicional antes de co-
rneQarem os trabalhos.
Secretaria do governo do Para, em 13 de maio
de 4874. Pelo secretario,
0 official maior,
Jode Ignacio Gomes.
0 desembargador Francisco d'Assis Olivei-
ra Maciel, official da imperial ordem da
Rosa, cavalueiro da de Christo, o juiz
privativo de orphaos e ausentes da cida-
de do Recife de Pernambuco e seu ter-
mo, por S. M. I., a quern Deus guar-
de, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem.que
por este juizo se ba de arrematar por quem mais
der, e em uma so praca, a renda triennal do pre-
dio a rua do Marquez de Olinda n. 25, servindo
de base para a arrematacao a quantia de 3:200,000
reis annuaes.ja offererecido.
E vai a praca dito arrendamento a requeri-
mento de Manoel Caroll, e Justino Jose de Souza
Campus, inventariante e tntor des menores, Glhos
do Gnado Manoel Antonio Vieira, de accordo com
o procurador do proprietario da melade do dito
predio.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandei passar este que sera publicado pela im-
prensa e affixado no lagar do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 3 de junho de 1874.
: Eu, Manoel do Nascimento Ponies, escrivao, o
subscrevi.
Francisco de Astis Oliveira Maciel.
DECLARACOES.
Olinda
Por este juiz i vao ser arrematados como bens
de eveaio, undo o prazo legal, os carallos appre-
hendidos pelas autoridades policiaes desta comar
ca, cujos signaes sao os seguintes : um castanho
rosilho, pequeno, de 8 annos, pouco mats on
menos, com o pe direito braneo, ferrado no quar-
to e bastaote uiagro, por 20^000; outro russo aca,
bastante pequeno e magro, ji cerrado, com olhos
pretos e ferrado na quarto direito, por 10*00 j
outro rosilho, de bom taraaflho, com uoa orelha
troncha, cacoudo. por AM ; outra fljaalmpnte pe-
drez, magreirao, bbm tamanho, por 40* : qnem
se julgaj com direito a Ues animaes, compajeca
0,'ipriw 4*'15 dias. a reclaa-tos peraate eaje
jnizo. Oliada, 2? O escrivao da provedoria,
___________________Baotawi T. S.Callaa.
lonselho de compras de ma-
rinha,
0 conselbo contrata no dia 8' do enrraate raw.
a vista de proposl.-.s recebidas ate as ti hens 4a
manba, e sob as condi^oes doeslyte, o forne^imcai
to no irimestre proximo vindoum de jo bo a sa-
tembro para os navios da armada e etUMeei-
memtos de marinha, de viveres dietas, e outro job-
jectes de consnmo, seguintes :
Assucar braico grosso, assucar braneo raiai-
do, arroz de Maranbio, agaardente de SO grins,
azeite doce de Lisboa, alelria, aramla, boiacba.
bolachioba americana, bacalliao, bataUa, bait vi
vos e pasto para os rnerotos, cafe emjpfcn. essl
moido, came verde, earoe secca do Rio Grand*!
do Sul, cha hyssoo, cevadaha, caraauba ra sja..
conservas preparadas, cobolas, doce, fstja.i. farrtrtii
de mandioca da terra, gallinhas, fenha, nulir. aaa-
teiga ingleza manlrira franceza, milho pi I ado. par,
sal, sabao massa, stearin* em vWaa de 8 eu libra,
toucinho de Liibsn. tapioca, lifdoa Erossa, telbaa, viaaa da Li>bua e viiugre de
isboa
Sala das sessues do conselbo de compras *
marinha era Pernambneo, 3 de junho d 1871.
0 secretario,
Akxan&rt Rottrioufi dot Anj*s
SANTA CASA DA MlSERlCi'HLIA DO
RECIPE.
A Hlma. junta administrativa da sama casa da
tiisericordia do Recife, masda fazer politico q j
aa sala de suas sessoes, no dia 4 de Junho pe-
las 3 boras da tarde, ten.de ser arrt-uwudas a
quem mais vantagens offereeer, pelo tempo de um
a tres annos, as rendas dos paedios em sefttida
declarados.
ESTABELECIMEXTO DCCAMDADE.
Travessa de S. Jbsa.
Casa terrea n. 11.......5i|*OOi
Rua de Santa Ittta
Idem n. 3-2 :......350*000
Ciuco Pontas. ___
asa terrea n. 114......36MMO
Rua da Viracao
Idemn 74........241*080
Ponte Velha.
Idem n. 31.........156*000
Rua de Antonio Henrique?.
idem n. 26........99*'X
. Run do Vigaaao.
I.* andar do sobrado n, 27. 325*000
Eojaidem.........375*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS
Rua da Ssnzalla velha.
Casa terrea n. 16.......200*000
Becco das Boias.
sobrado n. 18 ....... 621*000
Rua da Cruz
Sobrado n. 14 (fechado).....I:300*WG
I Rua do Pilar.
Caia terrea n. 100......24t*OJ
Rua do Amerim.
Idem n. 34........rttrfOtO
Rua da Guia.
Idem n. 29........2M*C0n
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. 17......MUMF
Os pretendentes deverSo apresenlar no arto in
lrremalacao as suas fiancas, on compare* resa
icompannados dos respectivos fiadnres, de7endo
pagar alem da renda, o premio da quantia sa
jue for seguro o predio qua contiver eUbeJec-
mento commercial, assim como o serrico da lia-
peza e precos dos apparelhos.
Secretaria da santa casa da misencordia do R-
iife, 17 de mar 0 escnvai
____________Pedro Rodrig-ues dr Smzu._____
Companhia Fidelidade
Negrtaros aiaritlaao*
A agenda desta companhia toma segnr>s ma-
ritimos e ter realms, a preaaast raz-aveis, dando ao
ullimos o solo livre, e o setiw> anno gratulto i-
segurado.
Feliciaio Joes Gomes
AWJM.
51 Rua do Apollo SI
SANTA CASA DA Ml>i;illi;oRDlA DO
RECIFE.
A lilraa. junta admini.-traliva da SanU Casa i-
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
perante si, em sessao do dia 3 de junho proximo,
tem de ser arrematada a renda da propriedade
Ilha do Nogueira com granle c queiral e vivei-
ro, pela quantia de l:OoO*000 por anno, ohrigao-
de-sc o arremalante a fazer os reparos de que
precisa o me-mo vivciro ; para o que devera
examinar previamente.
Secretaria da Santa C.aa da Misoricorjia
do Recife, 29 de maio de 1874.
0 escrivao
Pedro Ilodrigues dc Souza.
Estrada de ferro do Recife a
S. Francisco.
AVISO
Pelo presente sao convidados os aenhores acciu-
nistas desta companhia para Teceberem o 21* dt-
videndo, concernente ao semestre de j'ulho a deaedi-
bro de 1873. Villa do Cabo, 30 d maio de 4874.
G. 0. Mann,
Super intendente.
Luso-Brasileira
0 Exm. Sr. presidente do conselbo liscal VHT-
dou que as sessoes crdinaria* se f.cam n:. prim-1-
ra sexta feira de cada mez, doliber'a-.io e-ta qoe
levo ae conhecimento dos senhores oas Iheiros. e
os convoco para a primeira sessao, na rede da
nossa socied de, as 6 horas da tarJe do dia 5 a-.-
andante.
Secretaria do consel o fiscal da aaeie4a4s I!
neiicente Luso-Brasileira em Pernambui 1' dV
junho ds 187S.
Audi.- U. Pinhe
1* secretario.
Armazens da companhia per
uambucana.
Seguros i-*ntru togm
A companhia pernambucana, dispondo de ex
cellentes e vastes armazens em sem predio a f
te do Mattos, offerece-os ao cooamercio em paraa
para deposito de generos, garantindo a maior coo-
servacao das mereadorias deposiudas, servic
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediaote prerio accord ex-
clusivamente os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de areiados e coaamod.
sao inteiramente novos e aspnaltados, iaanso* d-
cupim, rates, etc., etc.
As pessoas gue quizerem utilisar-se deste* ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptono da com
panhia pernambucana. que acbarao com qnera
Iratar.
Coosulado provincial
Pela adrainistrpcao do coosulado proving
faz publico aos respectivos contribuint-s, que 4o
1 de junho vindouro por diante comeca a carrer
o prazo de 30 dias uteis, marcado* no arUgj 2i
do regulamento de 16 de abril de 1842 para *
cobranca a bocca do cofre. do 2*semestre dos ia
postos da decima urbana, 5 0|0 sobre bens de ma
morta, e 60 rs. por litro de aguardente > nsumid..
na provincia, no corrente exercicio de 18"
1874, incorrendo na malta de 6 0,11 aqneMes dos
cgntribuinles que os nao miifiieni esse psnaw
Cansulado provincial de Peraiaahnrn, 27 4-
maio de 1874.
0 administrator.
________ Antonio Carneiro Machado Bios.
ADHINSTRACAO DOS CORRKIW! l F PER-
NAMBUCO, DE JUNHO DE 1874
Relacao da correspondencia registrada 'sem
valor) recebida de diversas proceJencia-
ate esta data, e que nao tem stdo eotrc
gue por ignorar se as resideocias dos des
tinatarios.
Aroancio Olympio de Andrade Barros, Angst-
Ribeiro Soares, Charles Baduiery. Ciiiiane T*>
de Argollo, Francisco Pereira de Aasis, Fran i-
Marques da Cunha. Francisco da Silva u-t
Fructnoso Gon.alves Teixeira, Guila
Soriano, Genoveva Francisca dos r
da Cosia Ribeiro, Jacintho Abreu das N
vino Bandeira, Jose Bemardino da
mo Jose Telles, Joao da Barros Silva, Jus* Nri-
ques de Salles Abreu, Jose Gomes Barros I^h..
Jos6 Antonio da Fonseca e Suva, Jose Cruz,
ia de Sonia, Joao Francisco de Arraia Fal
iitoio Baptist*. Fflitf e, Itio "*


Diario do Pemambuco '-+ Quinta feira 4 de Junlio de 18tt.

-
ceno Torre*, Loic Baptists de Souza, Manoel Pes-j
soa de Siqueira Campos, Manoel Francisco de
Arruda Falcao, Minoel Muniz Falcao Benevides,
Mancel de arvalh-> e Silv.i, Manuel Julio da Silva,
Mari;, Candiia de Azevedo.
0 official eucarregado do registro,
Jose Candido de Barros
THEVTRO
_EMPREZALIMA PEHM1E
Sob a direccao do actor
jrillilOXJLTIEIt
Qflinta feira 4 de junho.
Estiva dos artis'.as
n. itona de Hello Manhonra e Ma-
noel Gomi'N Man honra.
Primeira representacio neste theatre, do im-
portaiite drama em 3 actos, original francez de
if. M. E. Girardin e A. Dumas .Fil ho :
0 suppiicio de uina inulher.
Distribuicio.
Matbilde Dumont D. Rosa.
Sra. Larcey D. Cecilia.
Joanna Joven Rosina.
Duraont Sr. Manhonra.
Alvares Sr. Bernardino.
Um criado Sr. Braga.
A icgio passa-se#era Paris.
Terminara o espectaeulo com a primeira repre-
sentacio da comedia em 1 acto :
Preeisa-se il'uma inulher para
viajar.
Personagens.
Arehibaldo Sr. Manhonra.
Lanlair. professor Sr. Correia.
Francisen, criado Sr. Ayrosa.
Marquette, eostoreira D. Rosa.
Felicidade, mulher d'Archibaldo D. Cecilia.
A'S 8 1|2 DA NOITE.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
V I K T K
Quinta-feira 4 de junho.
Pnmeira represpntacao do importante drama
em 5 actos, original bra^ileiro, do Dr. Carneiro
Villeli :
Os macons e os jesuilas
O ultimo a:to representa um templo mseonico
em sessio magna ne dia de S. Joao, e e pintado
a capricho pelo babil seenographo Leon Cbapelin.
Principiara as 8 horas da noie.
Santo Antonio
KMPRKZA
Sabbado 6 do ccrrente.
2.a represeDta^ao
do importante drama em 5 actos, original do Dim.
Sr. Dr. Carneiro Vilella :
Os macons e os jesuilas.
Terminani o espectacalo com a primeira repre-
sentvao da comedia em 1 acto :
Os medrosos.
Err: ensaios o drama-sacro de grande appa-
Mto.
Os sete Passos
O emprezario tendo resolvido nao t'azer mais a
viagem quo projectava com a sua companbia,
continuant aqai ate o I'nn do corrente anno, mon-
lando pecas iraportantes e de grande apparato.
Conta para isto com a concurrcncia do illustrado
pnbli.ro desta capiul a qaem 6 devedor d3 melhor
aeolhimsnto.
Domingo 7 do corrente.
li ." \'i horas da tarde
(D Hiesmo especlacnlo de sahbado
Sabbado 6 de junho.
THEATRO
PHEM\ BRAHATlGt
EMPREZA
UltA PENiANTF.
Sob a direc^So do actor
.folio \a\jer.
Sabbado 6 do corrente.
Beneficio do 'actor
Augusta Cesar
Repxesentar-se-ha pela primeira vez neste ibea-
ira o {rande e mageston drama em i prologo e 3
actos, intitolado:
0 Corsario Vermelho
ou
A fmbre das ruinas
Dara lira o especlaculo a linda scena-comica pe-
lo actor Penante, em obeequio ao beneflciado :
Mudancas com aidade
O beneflciado sendo esta a primeira vez que
recorre ao illustrado publico desta capital pede
auxilio 9 proleccao, confcssando-se eternamente
grato.
Principiara as 8 i]2 horas
"AVISOS MARiTIM6Sr
Aracaty em direitura.
Sahe impreienvelra-nte no dia 4 do junho o
hiate raciunal Leor.ilia da Cruz, capiUo e pratico
Manoel Caetano da Costa : para carga e passa-
geiros, trata-se com Antonio Alberto de Souza
Aguiar, a ma do Amorim h. 60.
""COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegaeSo eoatefra a vapor.
MACEld, ESCALAS, PEMEDO E ARACAJU*.
0 vapor Jaguaribe, com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia IS d> Junho proxi-
COIPARHIA
\1ESSA(.ERIES MARITIMES.
Linhii mensal
R-pera-se da En
ropa ate o dia 7 do
cnr rente, s e g u i n do
depot* da demora do
costume para Hue-
nos A>m>, tucaudo na
Baliia, Rio de Janeiro Montevideo.
Para frete*, encommendas e pass;igt?iros : a trx-
tar com
OS AGEXTES
Ilarlsraenil y a Latiille.
9 Run do Commercio fl
0
Rio de Janeiro
pretendeseguir com muita brevidade o brigue na-
cional Isabel, tem parte de seu carregamento en-
gajado ; e para o resto que Re falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ma do Bom Jesus n. 57.
Campanhia de navefcaciSo a va-
por bahiana, limitada
Macei6, Penedo, Aracajii e Bahia
E' esperado dos portos
do sol ate o dia 8 do
corrente o vapor Pentdo,
o qual sahira para os
portos acima no dia se-
guinte ao da sua che-
gada.
Recebe-se carga, passageiros e di aheiro a frete
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
_________87Rna do Bom Jesus57
Patacho Arroyo Grande
Para este navio recebe-se cartfa a frete para o
Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul: trata se com
Silva & Cascio, a rua do Marquez de Olinda nu-
mero 60._________________________________
Rio de Janeiro
Para e indicado porto segne com poucos dias
de demora a Uarca portugueza Feliz Uniao por
ter a maior parte de sen carregamento engajado,
s para o resto qne I he falta, trata-se com os con-
eignatarios Jnaquim Jose i-oncalves Beltrao & Fi-
mo,J6 r^a do Commercio n. 5.______________
Becftbemos agora aviso de Santos que o va-
por francezF/7/e de Bahia partira lalli para Buenos
Ayres e Montevideo as 3 horas da tarde do dia
u do corrente. Recebem se teleg-ammas para
aquelles dons portos : a rna dos Torres n. 32.
Recife, 3 de jnnho de 1874._________________
com cat virgem, vindas. de Lisbda no ultimo va-
por, em am oa mais lot'es, a vontade dos compra-
aores.
Sfxla-feira o do corrente
if. 12 horas cm ponto.
No targdo Cnrpo Santt, trapiche Compauhia.
3, ROURESKO HVRlTlMOnOI'ORTO
Empreia porlnense d navegariio a
vapor ntre Portugal e o Itrastl
O VAPOR
JUO UINIZ
(.'onimaiidantp Contente
Esperado do sul
em 8 ou 9 do proxi-
mo mez de junho, de
pois da indispensavel
demora dentro destc
porto segnira para
Lisboa e Porto com escala per S. Thiago.
Passagens e fretes de cargas, encommendas e
valores, tratam-se com os
AGENTES
E. R. Rabello rt .
48 Rua do Commercio 48
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
liave^acilo costcira a vapor.
>ARAHTBA, NATAL, MACAO, HOSSORO', ARACA-
TY, CEARX, mandahu, acaracu' e granja.
0 vapor Pirapama
commandante Si va
seguira para os por-
tos acima no dia 6
do proximo mez, as 3
horas da tarde.
Recebe carga at6 o dia o do corrente, encoro
agendas, dinheiro a fre'.e e passagens, ale as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : tscriptorio
no Forte do Mattes n. 18.____________________
Rio Grande do Sul
Seguira em poucos dias o patacho portugnez
Judith : para o mto da carga, trata-se dm Pe-
reira Vianna & C, a rua do Vigario n. 7.
Libras esterlinas.
Yendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio n. 42.
Pacific Steam Navigation Compan)
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se dos portos do sul ate o dia 7 de junho,
e segnira para Liverpool,tocando em Lisboa e Bor-
deos, para onde recebera passageiros, encommen-
das, carga e dinheiro a frete.
N. B.Nio sahira antes das tres horas da tar-
de do dia da sua chegada.
OS AGENTES
Wilson Rove A C.
14RUA DO COMMERCIO14
LEILOES.
\ i
DE
livros de direito, littcralura e uma legisla;ao bra-
sileira, completa e nova -
Stexta-feira & do corrente.
As' If horas em ponto.
0 agente Martins fara leilao de uma grande o
importante livraria dos mais abalisados escripto-
res, constando de livros de direito e litteratnra,
todos muito hem conservados, bem como nraa le-
gisla^ao brasileira, tompleta e nova ; tudo sera
vendido ao correr do martelb.
\o armazem da rua do Inipe-
radar n. -ftS.
9
tavertia do pateo da Santa Cruz n. 12, fre-
guezia da Boa Vista
SEXTA-FEIRA 8 DO CORRENTE
is 10 \\2 horas em ponto
0 agente Martins fara leiUo, por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, d'arma-
cao o generos do pateo da Santa Cruz n. 12, no
dia e hora acima.
LEIUO
DE
soleiras, arendas, portadas e outras pedras
SEXTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
is i 11|2 horas da manba
No armazem n 24, da compauhia pernam-
bucana.
0 agente Pinho Borges levara a leilao as referi-
das pedras, por sonta e risco de quern pertencer.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar.
geiros e dinheiro
$o dia da sahida
fn. 1%
mo as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia
13, encommendas, passa-
% frete ate as 3 horas da tarde
escrfptorio no Porte do Mat-
Agente Pestana
Leilao
DE
900 barricas com cat virgem, de Lisbsa
SEXTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
as 9 horas em panto
No largo do Corpo Santo, trapiche Companbia.
O prep -sto do agente Petana fara leilao por
conta e risco de quern pertencer, de 200 barricas
varandns deferro grades quadradas para
peituris'le j"nidls, peitnris rfo giiarni-
c*o, grades peqnfioas para ppitoris, gram-
pus de varnii'las, bandciras gratidos e pe-
qui>nas, colnnHM8 m>is olijectos.
SKXTA-KF.JRA 5 HO CORRENTE
As II !n>ras da maiilia
No armazem a. 10. ln Rornpniihia pernam-
bucaua.
0 agente Pinho Borges levara a leilao os objee-
tcs acima mencionados, por conta e risco de qaem
pertencer.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar
Novo leilao
D4S
mercadorias pertencentes i reassa fallida de
Thomaz Fernandes da Cunha & C, exis-
tentes em o estabelecimento da rua do
Marquez de Olinda n. 44
Sabbado 6 do corrente
A's 11 horas oa mai.ha
0 agente Dias, competentemente antorisado,
por maniado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, levara novamente a leilao, no dia e bo-
ra acima designados, a armacao, todas as ferra-
gens e mais artigos existentes em dito estabeleci
mento.
0 inventario acha-se em poder de referido agen
te, onde desde ja pode ser examinado, a ma do
Marquez de Olinda n. 37, primeiro andar.
LEILAO
DE
moveis, loucas e mais artigos, como sejam :
1 salva de prata, 1 mobilia estufada, 1
machina electrica, oeulos, brincos, ade-
reijos, anneis e voltas.
Sabbado 6 do corrente
A'S 11 HORAS DA MAN HA
No primeiro andar do sobrado da rua do
Bom Jesus n. 50.
Moveii, a saber:
Um piano, 1 mobilia de faia, completa, 1 cama
de jacaranda, toilette, lavatorio, marqoezio, mesa
elastica, aparadores de mogno, guarda-louca, 1
jogo de bagatella, 1 liltro para agua, cadeiras
avulsas, ditas de bracos, mesas 1 rica mobilia es
tufada de marroquim, jarros para flores, compo
teiras, copos, calices, garrafas, espelhos, porta
fructeiras, objectos de electro plate, formas para
podins, 1 cama de ferro, 1 dita de amarello, I mo-
bilia de jacaranda e outros muitos artigos.
0 agente Pinho Borges levara a leilao os moveis
acima mencionados, por conta e ordem de uma fa-
milia que se retira para fora desta provincia.
Leilao
Em continiiacao
DE
cautelas vencidas, dadas em pe-
nhor
SEGUNDA-FEIRA 8 DO CORRENTE
A's 11 horas do dia acima.
Julio Isaa; fara leilao, em continuafSo, por in-
tervencao Ao agente Martins, de todas as cautelas
dadas em penbor, constando de objectos de bri-
lhante, correntSes, relogios d3 ouro, aderecos de
Rosto m demo, trancelim, objectos de prata, oue
tudo sera vendido sem reserva de preco.
Na casa de penhore* da travessa da rua djs
Cruzes n. 2.
LEILAO
DO
scbrado de does andares o sotSo da ru3 do Ban
gel n. 34, editicado em chaos propnos
TERCV-FEIRA- 9 DO CORRENTE
A*sj It horas.
POR 1NTERVENCAO DO AGENTE PINTO
Em seu -jseriptorio, a rua do Bom Jens n. i".
Leilao
DA
ca9a terrea da ma do Diqu-'J n. 10, a qual rei'.Je
144,000 rs. por anno.
Quatro ditas recentemente eJificadas cm Chios
proprios, na E>trada Nova de Olinda, as quacs
rendem 120,000 rs. cada uma
TERCA-FEIR.V 9 DO CORRENTE
A's 11 horas
Por intervencao do agente Pinto
Em seu oscriptorio, rua do Bom Jesus n. 43.
avisos DVERSOS
Bom negocio.
Vende-se ou arrenda-se o grande predio
de um andar e sotlo, sito na rua do Bispo
Coutinho, proximo da igreja da Misericordia,
na cidade de Olinda, tendo duas ioas salas
de frente, um salao no sotao, seis quartos
espafosos e frescos, uma grande cocheira,
quintal todo cercado de novo, e com diver-
sos arvoredos, uma boa foBte d'agua, e
tendo gaz canalisado. Achando-se prepara-
do com todos os moveis indispensavtis i
uma grande familia, sera assim vendido ou
sem os moveis : a tratar nesta typographia
ou na rua da L'niao n. 49, sobrado, atraz do
pa-;o da assemblea.
CASA DA FORT^AT"
AOS 4:000^000.
BIL0ETES GARANTID0S.
I' rua Primeiro de Marpo (outr'ora rua di
Crespo) n. 23 e cajas do costume.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garantidos
da i" parte das loterias a beneficio da igreja
de S. Pedro do Recife (102*), que se extrabira no
sabbado, 6 do mez vindouro.
PRECOS,
Bilhete inteiro i*000
Meio bilhete 2*000
CM ?ORQAODE 1009000 PARA CIHA.
Bilhete inteiro 3/500
Meio bilhete 1*750
Manoel Marlins Fiuza.
Ausentoa-se de bordo do brigue aacional
Cytne o marinheiro Pedro, eseravo do Sr. Evaris-
to Nunes Ferreira, do Rio Granle do Sul, cflr pre-
ta, idade 35 annos, estatur.i regotar, bonita npu-
ra, usa de bigode e pera, olhos j*retos, nariz chato
e cabellos carapinhados. Roga-so aos cayitaes e
as autoridades policiaes a apprehensao de dito es-
eravo e leva-lo a pra;a do Corpo Santo n. 19,
primeiro andar, qne *era generosamente recom*
pensado. _______
fOPLIRO.
Um rapaz pcuguez, chegado ba pouco,'da:.do
fiador a sua eocduc.a : a tratar Ba rua do Rangel
n. 1, taverna.
XAROPE DE CHLORAL
DE FOLLET
Pbarmacsutlco d Par!*
* Xe jreciozas propriedades de chloral tem vivamente
* -captivado a attencio das pessoas scientificas c dos medi-
cos, que nao ccssam de utilisar sua virtude nos cazos
difBceis contra os qnaes se n5o conhecia nth6 csta data
fleiihum meio de aorilo efficai.
O snr Dumns hs pouco tempo se cxpriiniu nos sogninte?
Merinos, na Aca approximativas, o chloroformio e o chloral, que na
epoca de sua descoberta foram o assumpto de muito
profuudos c serios estudos, no puro interesse da scien-
cia abstract a e das theorias chimicas, tomarara em
seguida park- entre os preciozos agentes da therapeu-
f tica : o chloroformio para a nhirurgia, c o chloral para
< a medecina.
O Snr Follet tendo montado uma fabrica para a prepa-
racSo tSo delicada de chloral, garante a pureza absoluta
do seu producto, e para facilitar o emprego d'este mara-
vilhoso, medicamento, preparau una Xarope de chloral,
que content*
uma grmmma de chloral em uma coiner de sopa.
>
0 XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET, na
dose ordiuaria de uma a duas colheres de sopa procura
e facilita aos doentes am somno Iranqaillo c restaurador
que lhe faz experimental- um grande allivio, reslituc-lhe as
forcas e o aaimo perdido e ajuda enormemente a reac-
c3o, sem nwica provocar nenhum d'esses accidentes tantas
e tao repetidas vezes produzidos pelo emprego dos opios.
E'em consequencia d'estas propriedades eiuiuentemeiite
scdativas que o XAROPE DE CHLORAL DE
FOLLET, e sempre empregado com grande succcsso
nos cazos i'insomnias, nevralyia* diversas, yotta, rheu-
matisniot, enchaquecas, asthma, bronchites, phtisica,
cdlica*hepdtian ou outras, canter, eclampsia, te'tanos, etc.,
< cm geral, ni todos os cazos em que uma dor aguda
accarreta a falta de somno.
Durante o cerco de Paris, o Snr douctor Beranger-
Foraud, chefe do servico dos feridos no Val-de-Grace,
pubheou,noBoletimtherapeuticoumaserie de observacSes
sobre os resultados obtidos com o chloral que o Snr
Follet, tinha postoadisposicao do dito hospital; os feridos
rcclamavam o seu emprego com instancia.
0 Snr douctor Lecacheur, que muito se occupou do
emprego do chloral (ou hydrate de chloral) em therapeu-
tica, publicou sobre este assumpto um trabalho notavel
do qual passamos a dar um extracto :
< 0 somno t um dos primeiros e mais constantes eiTeitos, produii-
dos pelo hydrate chloral; principia sempre em geral um quarto de
a hora ou meia hora depois de se ter admini-trado o medicamento.
i O somno t profundo e analogo ao somno normal; nio 6 pertur-
i bado por sonhos, e nSo t acompanhado nem de eiciia^o psychic*
i nem Uto pouco de agita(Somusculares... 0 despertar se opera sem
- accidentes desagradaveis. Geralmente oa doentes, nio se queixam
i de dores de estoraago, nem de pcio de cabeca, nem de cephalgia
' como acontece a maior parte das vezes com o emprego dos opios.
c Alem do qne com o opio torna-se indispensavel elevar progres-
t sivamente as dotes para que sens mesmos effeitos se continuem a
c produrir e ji o mesmo n!o acontece com o hydrate de chloral.
Para a gotta, o emprego e accao do chloral so torna ex-
Tmrm m por mllarado dlrl>rlr x- m m
tremamente precioza, assim como o sefior iMtptMl d
Saint-Lcger o dcmonslra pela obscn-ncAo segnnite :
a Um doente cstnvode cama havia ja um m<-z. rcttidn por um itla-
que de gotta, e durante oilo dias nio prle dnnnir, iimla .; i-
t tcnuauo pela dor, insomnias e rigoroia dieta; tul" l: f unite?- tcrrivcis : aduiini.-tro'i-st-lhe d>- uma -6 \ t de clilcral disolvido em ."jpin com MSSSW; e d-i min>;(- d-pnis
< oducntc adoriiicccu, e o soiiiikmIuiiiu trei horas; a meia iwite dea-
t pcrtnu-se sem dores de cabeca e em um estado do cont<-ntamento
indescriptivel, depois adormeceu de noo para todn o resto da
nr-iti\
li'->de pntao continua com o uio do chloral, e as ancias atrozes
c doloroias bem como as enntrac^oes dos niiisculos ccssaram. >
O chloral tem tambem uma act; io notavel sobre a tosse
quo canca tanto os doentes atacados de constipacrcs ou
de bronchites.
0 senor douctor Offret, depois de ter citado cm stua
memorias algttins cazos de curas rnptdas pelo chloral,
accrcscenta :
t Poderia citir ainda yarias oulras ..|.-.'i-v.-ioW feit'iS com indivi-
duos att.-ii-adtis de tuberculo-> putiii'in.-iri'S, cm ilift-rentes graus,
de bronclutes clironicas c .i^-tulas.
t Estes doentes extt^nuadus pt-la tnsse, prirados a mainr parte das
ff vcics de um somno tranquilln. i-n:<.|ili-aram no nan do t-i;!<>rat urn
t grande allivio. quando me&int' a inoipliina na.i U'titia produzido o
< mi'iior Cllt'ito, Os suores abundant1-! fM oppriincm IsAm SI nlillii-
t sicos me pareceram dimintiir sob a Muoncia d'e-t-; m<-dv--iineiilo;
a tosse se tem constantcmente apaziguatlo por uma ma .-i ,: Man
f sensivel.
Os jornaes de medecina e resumes asientiftnet (cm
publicado, os resultados obtidos pelo emprego de rhloral
pelos Snr* douctores : Richardson Beipn I ilr Snint-
L^ger Brodbury Richard aVmigai Tw iiii
Licbreich Westphal Meyer aWriefahn Lan-
genbeck Virchow Dieulafoy Kiishabor !Wnar-
quay Gubler Jastrowitz Liegeois Mauriac
Marjolin Mandl Bouchut Giraldes Yerneuil
Simpson Lambert Tarnier, etc., etc.
O XAROPE DE CHLORAL DE FOLLET e
pois destinado a prestar servicos importantes todas as
vezes que se trata de calmar uma dor dando ao doente
um somno reparador.
AVISO. Afim de ecitar as falsificacoes oh imUacoe*
que podem ser preparadas com um pro-
gsi
ducto, pouco puro, deve-se crtgir sobre *p,
cada frasco a etiquetta de qoatko otaa*
tendo a assignatura.
Uma instruccao minucioza acompanha cada frasco.
Prsco de frasco : 3 francos
CAPSLLAS D'ETHEROLE DE CHLORAL DE FOLLET
Estas capsulas, redondas, e do tennanho de uma er-
vilha. encerram uma dissolucao de chloral em ether. Sob
esta forma o chloral pode ser administrado as pessoas mais
difficeis, o savor do medicamento e complectamcnte nullo.
Cada cap sul a con tem approximadamente 15 centigrammas
de chloral. A dose regular e de 4 a 6 capsulas, que se
devem engollir rapidamente com algumas colheres de
agua pura.
Pr*fo da frsaco 1 9 francos
4h> Saw L. nSEBE, t,
Jarok. rm Pawts
DE
Premiada uas expo-
sieves de Pemambuco
o Rio de Janeiro.
MEDAI.HA DE PRATA.
AWTOCAORS!
Pharmaccutico
Pela cs"Ola de Paris
Successor de
Premiada na expo-
sfcaO de Vienna d'Aus-
tria.
MRDALHA DE MERITu
ARISTIDE SA1SSET J. SOUM
Tratamento pnramente vegetal verdadeiro purificador do sangne. sem mercttrio.
A KNwenria de Caroba e um remedio hnje re:onhecido como um poderoso depura-
tivo e especial para cura de todas as molestias que teem a sua origem na impureza do sangue,
como sejam : as molestias Syphiliticas, Boubaticas e Escrofulosas, Rmegmatismo, IsVOBBks, Dar-
rnos, Ulceras, ErcpcSks, etc. etc.
Os prodigiosos effeitos que tem produzi'o a Esisencla de Caroba, por toda parte
onde -lla tem sido apropriadamente cxperimentada, a tern feito adoptar como um dos medicamen-
tos mais seguros e mais energicos para a cura de todas as molestias de natnreza syphililiea e
boubatiea.
A cada frasco acompanha uma instruccao para a inaneira de uia*
Aicgria sexlnpla:
Comer e beber,
Sortes tirar,
Fogai >oltar,
E' ter prazer!
Mai ii festa c o franea
n i*| i ossabore*
Ovi :..; -i as-aiegrias,
Dos fogos as iindas rflrc.-.
Dos ntos os miiln dlj :
E' uir. immeuso prazri
Que tcdos dewm gozar.
Sem ter medo de neccar
E d? ao inferno irera ter!
ExposiQfio todo dia !
Estrada gratis e 3gua fria !
Vcubgem ext-aot'iii.
! 20 0p0 a dinheiro
! Realidade:

Pomada anli-darlrosa
Contra as aiTeccoes cutaneas, darthros, comicbdes, etc., etc.
Inguenlo de Caroba
Para cura das boubas, ulceras, chagas antiga?, etc.. etc.
UNICAMENTE PREPARADO POR
ROUQDATROL IRMAOS, SDGOESSORES
Bolica Franceza
22 Rua do Bom Jesus 22
( ANTIGA RUA DA CRUZ )
! Venhau ver se querem '.r^r
I A verd.ide do esposto,
Quem nao vier nio tem gosto
E trislcza ha de soffrer ;
Pois e facto : os'.a provado
Do Campos a nra fama
D vender bom e baraU
Como se te do program
Liherdade deescolha !
Ig-ialdade aas qua'idades I
Ftaternidade nos-precos '
1.
DOENCAS das CRIANCAS
XAROPE de RABANO IODADO
DE GRIMAULT E C^ PHARMACEUTICOS EM PARIS
Substitue admiravelmente o oleo de figado de bacalhao, e tem sobre este as seguuites
grandes vantagems : t* Em doses iguaes contem mais iodo : 2* 8eu sabor he sumamente
agradavel; 3* Todo o mundo e sobre tudo as crian^as o tomao sem a menor repngnancia.
E um dos mais poderosos agentes conhecidos para modificar os temperamentos lympha-
tlcos e curar rapidamente todas as molestias que tirao sua origem nos vicios do sangue,
como o rachitismo, pallidez, etc.... A sua eificacia he extraordinaria nos cuidados tao
delicadoe que exigem a sai'iUe das criancas, e sua accao curativa he prt>i-giosa nas moles-
tias do peito, e da pelle nos enfartes das glaudulas.
D OENG AS DO PEITO
XAROPE d'HYPOPHOSPHITO
GRIMAULTe C'.A PH^MACEUTICOS em PARIS
Hoje c sabido que o phosphoro c a ra! p"io as bases essonciaes de quakruer producto destJ-
ilado areconstituir oorganismo e a oioatrizar os tuberculos dos pulmoes.
Com tudo ha que notar que, para que estas proparacoes prothiaam o elfeito desejado, he ne-
cessario que sejao absolutamente puras, c-:ndic;iit que nenhuma casa pode realizar melhor do
Sue a noasa, cujo o director scicntifico lie o illusire chyinico D' Lt-conte, professor da Faculdado
b Medicina eproparador do curso de physiologia de Claudio Bernard, no Oollegio de I-Yanca.
Os BSra medicos e os doentes que quizjrem comparor o nosso xarope com os demais
conhecidos ate hoje nos darao certamente a preferencia sendo a sua efficacia superior a de
todos os outros, no curativo das attccc/Vs po'monai-cs.
Elle calma a tosse, faz desapparecor os suores nocturnos, cura a bronchites, os catarrhos
pulmonares. a tisica, e corta a febre lenta que destroe as forcas do doente.
Depositor cm Pemambuco: FERREIRA, MAIA s C; M.-A. BARBOXa, e nas prin-
cipaes phar 'clas de Portugal e do Brazil,
Attracgao!
Pyrolsf hma I
Gastronomia I
28 Rua do Imperador 2S
vrmairn io CasspoR
Eitasis maraviliosos I
Sorama e prarer
Ver para :rer
Santo Anlonio
S. Joao
S. Pedr.)
San i'Ann a.
Fogos:
Fahricantes peritos
Cores cambiames I
Vistas rutilantes I
Effeitos prodigiosos I
Resultados inoffensive '
Prs^os diminutos !
Generos :
Qualidades superor- -
Sabores agradavei--
Cheiros embriagani -
Propriedides exfHanlf !
Influencias nulrien^,' '
Preeos resumidot '
Importacao directa
Variedade completa I
Verdade I
Sinceridade !
Especialidades t
Raridades I
I.ava-sc e engom-ca-se cam perlei'.rio : J
de homem e do mulher : na rua da Aurora :
i andar._____________________________.
S. CARLOS
Vende-se on arrenda-se o engenho S. Carl
Ipoinca, moente o corrente, com todas as
1 em psrfeito estado de conservacao, e mu.i
d'agua : a tratar na travessa da rna Uuque i
xias n. 3, i* andar, com Gabriel Antonio do
Qajptaes.
Mobilias de ahiguel
j Alnga-se constantemeute mobilias ronjple'.<:
qualquer tra te se ir-J-t, a t nibem se :
cadelns, eja qu*I for a qvantidade, para fe-
ou offlcios, e por preco comodo : na rna d > I>a-
rao da Viet, na, a rn.-a tens de mobilias, do F,t>w,
n?. 57 e 58.
i
<
e


.....

a
Diario do Pernambucu Qainta feira 4 de Junho de 1874.


fuiydicjao de ferro
!<> Bario L THaiuph {rua htmn) us. IMF* U)\
K ni.i
CARDOSO & IR.MAO
qtiv
AYIS.^M aos senhures Jo engvuhos e uutr, s ;giicult:ns e ui. puliiiO'j c'M tr*4
fcOntirmam a receber de Inglaterra, Franca e America, todas as ferragens e nvschinas ne-
eessarias aos estabeleciraentos agricolas, as mais mode oas e melhor obra. ti je tern vindo
90 mercado
V apores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos, os rcelhores que tem vindo no m'-ra'o
b3i(leiraS uOeiKltlS lllteiraS e moias moendas, obra como nonca aqai veio.
TaixaS (fundidaS e batidaa, dos melhores fabricantes.
tvOQftS U aglia com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS. dentadaS de todos o tamanhos e qnalidades.
Rel(^i0S e apitOS para vapores.
B(HnbaS de ferro, derepucho.
AlWdOS de diversas qnalidadea.
FormaS para aSSUCar, grandes a peqaenas.
VarandaS de ferrO fiindido, franceias de diversos e bonitos gostes.
r OgOeS francezes para leDba e wirvSo, ebra superior.
Ditosditos paragaz.
Jarros de ferro fiindido para ard.m.
r es ue terro para mesa e banco.
Ma China para gelar gua.
ValVUlaS para bomba e banheiro.
Correiaainglezas para machine.
oanOOS e SOiaS com tirasde madeira, para jardfra.
CODcertOS concertam oom promptidao qaalqaer obra a machine, pare 9 que teea
sua fabrica bem montada, com grande e bam pessocj.
BnOOOimendaS m*n^a,n *"* POT encommenda da Europa, qaalquer macbinismo,
para o que se cerrespondem com "urna respeltavel casa de Londres
a eon am do melhores engenbeiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
("btasaiacriiuas, e se responsabiiisam Jlua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO d IRVAO.
ENGOMADEIRA.
Lava se, e enpoma se, com perMcSo
toa lcsc-r.hari5di' Hut: eM Jose*
'>. '-"'(.rri-H '. S.W-S C-v.Sw
Je "Wiv,'!--. <'-n 'TtfiSos e r-bfifih'
rgu Jo-era is IW nw ".Mitt ?to-lc
3 f US pBl'Rtei .it'. '.;.<,* 30S JJ
so- >. !i-(iiv U.. hrad-j irinau i H*1
uesiiubargadur Manuel Jose da
Silva Neivas, o earidmo obsequio
que fl/cram de assnstir ao seu < nterramento ; e
de D'jvo os ciinvidam para ouvirem as missas do
> (imo ilia, que mandam resar a, 7 bora* da ma>
utiii iii; uMutdii fi, do Burreoie. na igre;* do cou-
ventn de S Prsmtec*.
tamm
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM W. 82
4>

fWssindo
Luso-tirasileira

Josi- Rlbclro VasconcelloS*
A directona da As^ociat&o Be-
neflceale Luso Rrasileira querendo
cumprir com o disposio do ariigo
dos e?lainto., convida a todos os
senhores associados a farailia e
amlgos doconsocio fallecido, Jose
Ribeiro Vasconcellos, para assistt-
rem a missa d trigessimo dia, que por alma do
mefmo, raanda resar no convento do Carnio, as 7
fioras da manlia do dia 6 (sabbado). A direeteria
espera me os -sociados satisfacam este dever de
fraiernidade.
_________________''odrigoes Costa._______
f(t it t:i.'.iuteiin
\Ut C-'SD 'li
u oha['a,:zj
PEOEifl \>"i v j' re *.u,stii(r u U^op ij on;: vrjila < j6u e*lab!owicri-rf, ^iira crem 0 U'*-
ooipet-' qna '.ai tem; *endo tndo superior em qua'.idade fortidio
cclo pesr..*i pode-K vri6car.
ESPECIAL. ATTENQiiO AO NUMERO E LU6AB DE SUA FUNDICAO
/ArtnfAC A rn^flft ^flCrnA do mail juo-lerooi yalemaa a em la
?poic,> P AvuttS U Agaa nianhos convenieates para as diversas
ircnmstanciaB dot lenhorei proprietaries a para deicarocar algodlo.
Moendas de eanna ^i8lt0edm8 8 **"**' a8'melnore, "oe ^
aodas ^entadas &**#'.*""**
Taizas de ferro fundido, batido e de oobre.
ilambiqnes e fandos de alambiques.
Vachinismos
Bombas
V:*'"-"-V->;^ -v. 2
iff p- W"
para mandioca a algodao,J
a para cerrar madeira.
33-
Constructor e afinador de pianos
Rua do linperador-
33
Ex-aflnador das antigas e ahmadas casas Pleyel A flerz, e antigo director das offlci-
nas da casa Alphon.se Blonde).
Tem a honra de declarar ao respeiuvel publico desta cidade, que tem aberto sna caa de
soncertos e afinatoes de plaaos, qualquer qne seja o estado do iastrumento.
A meama casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melhores fabricantes
de> Pans, como Erard Pleyel, Henri Hen e Alphonse Blonde!) todos os pianos sahidos da
Jhibant sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca ts' -pianos nsadoc.
casa
49 Rim do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais aftmades autores,
como sao : Herz, Pleyel, Plap, etc Offerece-se tambem uma qaalidade de pianos supe-
riores, raandados expressamente constrnir para este elima, o qual os araadores dos
bons pianos s6 enoontraro nesta casa.
Ileoebem-se pianos usados em troca.
Concortam-se c afinam-se pianos.
Tambem avisa-sc aos Srs.
concertadores de pianos
que ha serapre o mais completo sortimento de materiaes para concertar pisnos, como
sio: cepos, folha pare os mesmos, eravelhos, parafus'js, castor, camursa, cordas,
marfim, etc., etc.
4l1n RCA DOIMPEilAmR 49
m.
K
m
f&
"ft, ** ^o
an*-
UfiOPS PEITOBAL JAMBS
OPTIMO REMSiDlO CONTRA
TOSSES, HOLE STIAS de PEITO e PHTYSIGAS
enaaaado e approvado nos hospitaes de Lisboa,
legaknente aactorisado pelo Co use! ho de Saude Public*,
aoctoriaacao que ae acha reconhecida pelo
Consul geral do Imperio do Brazil.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e de
'legantes modellos, dos mais notaveis e bem co-
\ ahecidos fabricantes; como sejam : Alphonse Bi
donel, Henry Hers e Pleyel 'Wolff 4 C. : no Vapor
Francez, a rua do Baiao da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. aprecos muito coramodos.
Mobilia de vime.
Cadeiras de baUnco. de braco, de guarnigdes,
sofi->, jardineiras, mesas, conversadeiras e costu
reiras, ttdo isto mnrto bom por serem fortes e
leves, eos mais proprios raoveis para saletas e gi-
bineles No armazem do Vapor Francez, rua do BarSo
da Victoria-n. 1. ontr'oaa Nova,
Perfumarias.
Finos extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
iriOce, agua de flor de larauja, agua de toilete,
divina, 'florida, lavande, p6s de arroz, sabonetes,
(Tosmeticos, !muitos artigo delicados em perfnma-
ria para presontes era frascos de extractos, caixi-
nhas snrtidas e garrafas de differences tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem cjnhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No anrraiein do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
trtigos de dlflerentes gostos r
ptiaiif uzian.
Espe'hos, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
;anive?e?, caixinhas de costura, albun.% quadros,
a calxinhas para retratos, Dolsinhas de velludo,
dita'te couro, e cestinhas para bragos de meninas,
ohicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, escovas, pentes. carteirinba de
rnadreperola, tapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, venesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas,cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagateila, quadros com paisagens
giobos de papel para illuminacoes, macbinas de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bergos para crianQas, e
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to \
dos os brinquedos fabricados em differntes panes
da Europa, para entretiraentos das criancas, tudo
a precos mais resumidos que 6 possivel: no-ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcadd francez
A 9$
Botrnas para homem
Acabam de chegar grandes jacturas de botrnai
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraque
com biqucira, de bezerro com botoes, e com ilho-
zes a 9jMX)0 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do BarSo de
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
-Para senhora.
BOTINAS pretas, brancase de cores, diderentes
lisas, enleitadas e bordadas.
SAPATINHOS de pbantasia com sal'o, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPATOS de upetes, chariot, castor e de tranca.
I*ara meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOUNADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugnezes.
Para nieninoan
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
ABOTINADOS e sapatftes, de bezerro, de deversas
qualidade?.
SAPATOS de tranca.
Botas de montaria.
Botas a N&poleao e a Gnimerme, pen.*ir
meias perneiras para homens, *c meias perneira
para meninos.
No armazem do'Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Alugase o terceiro andar do sobrado n. 43
a rua do Barao da Victoria, com grandes com-
modos : a tratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
Podendo todoi
sar movido? a mao
por agaa, vapor,
de patente, garantidaa........ | oo animaes.
rodas as machinas 9 pe,f"d6 qDe M costnm, preciMr
Pas qaalquer concerto de machifli,mo'a w *# ******
PoPmRfl dA fflrro tem u m9'h0:dl e ma'( oaratas existantea no mer
^nODmrrtonrlaa Incambe-ae de mandar vir qualquer macbini3mo i vod
uuui/iulUOUUtlBi tade doi ciientei, lembrando-lbea a vauugem de faieretri
aai compraa por intermedio da peasoa entendida, a qne em qualqner neceaaidade pV>df
3M praatar auzilio.
Ira dos americanos tolrow" ,ricnlM
RUA DO BRUM N.
PASSANDO O CHAFAR1Z
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
24-loa t'o KarfBri de Alimia-24
EquiitA do here* Larf;a
Participa a seus (r< gurzes e amigos o seu t'stabelfiinti to ma n. 24, onde eMUitrario via grande scrtimeuto
de relogios de paride, americanos, c cin"a r*e iue-
sa, dos melhores gostos e ajoaiidadea, retogios da
algibeira, de todas as oualida ps. ],ntente suisso,
de ouro e jrata dorrada, fcleado (plaqut-t), rflo-
gios de onro. inglez, desenberto, to rnithores
fabricantes, radeia de nun, plnquet a prat I, lut.etac
de todss. as qualidades, tudn n'r preros muit't ba-
ratos.
RUA
IMPERATRIZ
N. 83
!. ANDAR,
RUA
DA

IMPERATRIZ
!S. 82
t. ANDAR.
Acabam de reformar o seu estabelecimento, coliocando-oTnas^melbores con
dic?8es possiveis de bem servir ao publico desta illustre oapital, e is Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente i arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabeHeiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu-
mulares, llores, bouquets e todo e qualquer trabalbo hnaginavel em cabello.
O estabelecitaento aoha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebo dircctamente por todos os vapores darluropa, assuas encommendas e Bgu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 /<> monos que outro quakjuer, garantmdo
perfeicfieno trabalho, agrado, sinceridade e pre$o razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabellos em
por^So e 9 retalho e todos os utensilios portencentss & arte de cabelleireiro.
liui do nm
mm
C Acabam do reeefcer pelo npM VoHhn :
Riquissimns < rtes de g-rgurar; de seda lios
com lislras acbamaloudaa.
DiU's de linho para .ves'idos, cutendo cada cor-
te, o neeetfario para en franjas, trancas, o'6e-, ilvcllas, efts.
Riqiiissimos ehapdoa para mnun aWna moda,
a rua Ptimem de Marco n. 7 A.
CtrtssHm mttim
DO
r. Ilurillo.
RUA DA CHLZ N. 26, 2. ANDAR.
Eteecm-chegado da Eurepa. onde fre-
o quentou os hespitaes de Pari> a Londres,
q pode ser procurado a qualquer bora do
Q dia ou da ncite para objecto fie sus pro-
ri fissao.
F\ Consultas das fi hora* da manna as 8 ho-
X ras, e do meio dia as duas da tarde.
ff Gra'is aos pohi -s.
jj, ESPKCI ALIDADES
'.g MoieMis< *.<; ci.'iibcras, At- polw e de
Q crianca.
WiSO
Gra'lifrca-se ? quem levar nas tfBcicas, ou dtr
noticia cerla 'e uma trouxa de r-npa que desap-
paroseu no dia 22 do correate, da et'.a^uo da So-
paroseu
ledade.
mmw.mwm m
FHAMMACIA FORMAL
mmm
mtvm
afi'
DE
#
JO^E ElilA^ E 910UEA & C-
17Largo do Mercado Publico17
m*
Alugase o terceiro andar e sotio do sobra-
do de aialejo, a rua da Imperatriz n. 14, tem cora-
modos para uma granie familta, alea do mais,
como agua encanada, gaz, muito fre*ca e excel-
lent vista, e acba se no melhor estado de limpeza:
quem a pretender, dirija-ee ao primeiro andar do
sobrado a tua do Vigario n. 1.
Preto.
Alugase um preto ja idoso para toda servieo:
a'raa do Bario da Victoria n. 22.
M (.1 ntiffa ribeira de S. ***,}
Acaba de ser aberta e acba-se a disposicao do respeitavel publico esta nova phar- ^*
matia e drogaria, completamente provida do indispensavel a um estabelecimento dessa na- ^i
tareza, sera excepcao de productos cbimicos o medicaraent03 preparados no estran- !"JK
traageiro, tudo novo e o melhor possivel. .^
As receitas dos Srs. medicos serao serapre despachadas cam a mais seria attencao ^
Am) e-ssmpre sob as vistas do pbarmaceutico que compoe a nossa firma social. ^Sj
As pessoas que se dignarom de hoarar o nosso esatbelecimento com a sua fonlian- 'W?
ca, p que pedirera, como tambem a modicidade dos precos. %
REDDCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
E\UHKU(\a
ml
m
liraodn \ IrmHo
&H, 37Rua Duo de Camus N. 37
' Neste oslabelecimento encaderna-_se
com toda presteza, nitidez a perfeicao,
desde o mais simples ilii os mais pri-
morotoa trabalhos de setime e velludo.
Pauta-se e risca-se papel para Hvroi
cm bran ;o, tanto para o commercio, como
j pm reparticoes publicas, numerase, li
vros, executa-se tiido iuanto c relative a
gammographia.
Miranda it Irmao, munidos de boa?
h machinas, bons artisias e excellentes ma
| teriaes, julgam-sibabihtadus para servir
f\ satisfactoriamente as aessoas que ruize-
rem trabalhos '.ao perfeitoa como cs que
vem do estrangeir..
ALUGA-SE
acasaterrean 133, na rua tidal de Negreir--
outrora Imperial, com excellentes commodos \
tratar na rua Marquez de Olinda, armazem an-
Chacon
DE
UNIGO OEPOSITO EN rEItWMBTJCd
Rua largra. do Rozario
BARTHOLOMEU et C*
Pharmaoeutiooe premiados em diversas exposiooee
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO .
I6S000
Alufa-se uma casa com pequeno sitio : in. rua
do Lima, em Santo Amaro : a tratar na nkwma
rua n. 10, ou no Livramento n. 3.
36, Rua Vivienne, D*
MEDICIN SPECIAL
Parts,
CHABLE
is aaraaiiiDADs b kxdah u Anacfon
C'Tir v ALTKnACOFS DO SAMS!.
n.OOOcuras daaimpin-
g*ru,p%Mutoi, herpes,
sarna, comixoet, acri-
monia, e allercoes, vi-
\ciosas do sangue, vi-
rus, e atleruj-oes ao sangue. ;Xarope vegetal
sem mereurio). Beporallrai vegcliei
Aanw* miniae8 tomao-se dous por
samana, segnindo o tractaraento Dejmraliro:
empregado nas mesmas mulestias.
I Este Xarope Qtraete da
ferro de CHABLE, curt
limraediatamente qnal-
Iquer purgacao, relm-
ixacao, e aebiUdade,
e iiutiunuiie os jluxos floret braneat das
mulheres.- Esta iuieecao benigD* empregasM
aoin o Xarope de Cttraeto de ferro.
ea>*rrUaa, Pomada qne at enra eml dial
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: oas ajeecoes eulaneai e comixoet.
m P1LULAS VCCKTACS DE PUR AT IV AS
do >' Okakie, cadi frasco vrai accumpabitft
4 um fdheto.
OEPURATIF
in SANG
PLUS DE
COPAHU
Kovo tratarw*io da Aattaa, tout, oommlta. cUfiumo catarrhae$, e toda at noUttiat dot pulton,
(rm tm fcit-3 izaportojitea cum, o qua 4 hojo unice acoaita peioa DMlborea MadkOf,
D8POMT0 OBRAL, 34, nw Larga do Rctario, PBWIAMBJJGO.
AVISO A08 SRS. MEDICOS.
I Cor* eumrtkti, mm
icoqutlutku, irritacOti
I MTHMI MU it* IrtM-
I ckiai t astlu u dmfm
' daii-battaaodowH>
ima eoltw rchdea dorta xarope LV Pomet.
St. VBxJubmji oob Paria. rmm flm.M, a.
Sirop du
DrF0RGET
Deposito botca Franceza
22 Rna da Cruz 22
MANUEL & MAESTRALI
Rua du Ratio da Victoria n. 23
E S 0 U I H A DA CAMBOA DO C A R M O
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabeleciraentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
frognezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducgSo nos precos dos mesmos
o acaam-se em oondicdes de poderem vender mais barato que em outra qualquer parte'
visto^eceberem todos oe sens artigos em direitura, e acbar-se um dos socios na Europa'
perr'orrendo as principaes fabricas.
Chamam a attenjao dos senbores logistas para visitarem seus estabeleciraentos e i
vista dos precos e boas qualidades dos artigo, nSo deixarSo de comprar.
3 Cobrem-se e coucertam-se chapeos de sol de todas s qualidades. com promptidao
t a precos jnodicos.
Alugase um sitic no Chacon, perto da esuei-,
doi camraho de ferro, terajardira, banho,"nji ct-
esta hmpa ecaiada de novo : a tratar com \ '
fredo Garcia & IrmSo.. rua da Cadeia n. 48.
Arrenda-8c t^u compra-se.
Arrenda k ou compra-se nm engenho, que t-
nha proporcoes para safrejar 2,00.1 paes de a*..'.-
tacoes da via-ferrca de S. Francisco : a trat,r I
"S d.e Pedro AfTons-j, antiga da Praia n. 43
da tJrde "' r*9 da 'llanh5' oa de "
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
J. ANDAR.
Pedro Routier, oilicial de cabeslleir^ira o gerente da casa de Gustave-Hervelin, cabel-
leireiro france:; tem a honra de prerenir s Exms. Srs. famiiias que acaba de fa/era ac-
quisi';ao de um perito official vindo ba pouco do Paris, o qual end bcbilitado a desem-
pennar qualquer encon.rnenda de sua arte, e se acha & disposicao das pessoas quo do seu
prestimo^se queiram utilisar. Oulro sim scientifira que em seu cslebdecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabellerriros, onde seatham descriptos c desenhados todos
os penteados modernos, para aoires, casnmentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas i \cellentissimas senhoras, qui> re^ebeu um completo
sortimento de coques, cachepaines, irandos, crescentes, etc, e vende tudo polos precos
abaixo mencionr.dos : F *^
Ck)que de cabello do 155?, tW a 50,5000.
Trancas de dito li.fc, 12^1 15 a 20^0 0.
Cachepaine de dito M9, 2C(j a 30^O0(>.
Crescentes de d:to 2i^, a 50{Oi.O.
rambem trcontrario um completu sortimento recebido ha p^.- d cabellos de todaa
as cores e comprimento.
1(K. 51,Ry? do Marquea de Olinvlvi??. M
.Jl
Oabaixo assignado, ierdo no Mario de ho.
um aanuncio assignado pelo Sr. Manoel Franci -
bilidade de qualidale alguma desde o dia 12 ih
proximo passado, que com comprador on
qualquer pessoa com quem tivesse transaccoe* em
rererencia aos estabelpcimentos sitos a ma da
Gervasio Pire.- ns. 53 e 40 a vem declarar p V m
lnJ?Jrfm Sr qn9/ara va,?r sea *""> em
qualquer tempo em referenda a venda qne ihe
fez do esubelecrmento da rua do Gervasio Pire-
n. W a aenvo era dividas ; assim protesU eZo
tZJL le. fendos es abelecimenlos em relacao a si
Recife, i de junho de 137i.
Francisco Jo^quini Gomes da Silva.
r-...... .-
"~~T"^-------;
D
Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, pri-
meiro andar, da-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilh antes, seja
qual for a quantia.
Na mesma oas*
compra-se os mes-
mos fHetaesepedra^
a


\*
3iari dei^taamhnc- <&iiirfa feira 4 de Junho de IBHi.
CASA DO OURO
Aos 4:0G0000
Bilhetes garantidos
Rua do Barao da Victoria (outr'ora Nova
n. 63, 0 casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos seus
?nito felizes bilhetes a sorle de 200*000 em um
meio bilhele de n. 3390 alem do outras sortes me-
nores de 40*000 e 20*000 da loteria qne se
acabou de exvahir (101-j ; convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente seriu
pagos.
0 mesmo abaixo assignado convida ao resoeita
vel publieo para vir ao sen estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao de
urar qnalquer premio, como prova pelos me.-mcs
annancios
Acbam-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
'anlidos da 4- parte da loteriala beneficio da
igrejade S. Pedr, do Recfe, que se extrahira no
aia i) do mei de junho v nionr'.
Preeos
Inteiro 4*000
Meio J*000
. De 1003000 para clam.
Inteiro 3*600
* ,Mei0 l*7S0
Strife.-29 de maio de 1874.
____________JoSo Joaqmm da Costa Leite.
Engenho
Vende-sc o engenho S. Pedro, sitnado na pro-
viocia de Magoas, comarca do Porto Calvo, a
men'.s de uma Tegoa distante do porto de maY do
Gameila, tern oxcellentes terras, matas, e safreia
regularmente 2,(00 paes.: a tratar na' rua do Vi-
gario n. 31.
Sitio a alugar
Aljga-se o sitio em Beberibe, denominado liha,
com excellent^ baixas de capini, mnitos pes de
coqu?iros e outras frneteiras : a tratar na rua do
Hospieio, defronte do collegio Bom Conselho.
A' rua do lmperador n. 20, precisa-se de
um encaderoador.
Aluga-se nma boa casa com excellenles ccm-
modos a raa do Corouel Suassuna n. 169 : a Ira
Ur na me3ma rua n. 171.
* nfMiinnnin *
MEDICO-CIRURGICO 5
DO 2
** Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso {
PARTEIRO E OPERADOR
"' d Viiconde de Albuquer-jP
*
m
m
que n. 39.
ESPECfALIDADE
Holestlas de sennoras e
meninot.
Consnltas das 7 as 10 horas da ma-
nha, todos os dias.
A Das 6 as 8 da noite, nas segundas, quar-
W tas e sextas-feiras.
Wt Os doentesqne mandarem os sens cha-
0 roados por escripto at 10 boras da ma-
5 nha serao visitados em suas casas.
*
*
*
*
if
4Iuga-se
o armazem e 3 andar com sotso, sito a rua da
Praia n. 50, tendo baslantes comrnodo3, e pintado :
a tratar na raa do Vigano n. 31.
***** ****8**e***
AttenQao.
Na rua do lmperador n. 28, armazem do Cam-
pos, troca se qualqner quantia em cobre por
papel.
0 Sr. Affonso Jos6 de Mendonca Junior e
rogado a 7ir a raa cstreita do Rosario n. 14, a
negocio de particular interesse.
A'UM=SE
fistd encoura^ado 1! !
-Vs.ua mole em pedra dura
Tanto da ate qne a fura.
Roga-se ao 111m. Sr. ignacio Vieira de Mali
ascrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Dnque de Caxias n. 36, a con-
clnir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, peia terceira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou a.fcvereiro e abril de 1872, e nada cusnprio;
e por este motivo e de novo chamado para dito
dm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de maia de oito annos, e quando o Sr. sen Slho se
achava nesta cidade.
. o terceiro e quarto andares do predio da rua do
Bart) do Triumpho, antiga do Brum, n. 84. -
Aluga se uma escrava para todo servico :
I quem precisar dirija-se a rua larga do Rosario
n. 34. ________^
Precisa se de um encadernador : na rua da
Aurora n. 20,,! andar.
SAQUES
Aiuga-se para ama uma
parda de mais de 40 annos,
que sabe engommar, lavar,
cozinhar e comprar: na raa
do Hospieio n. 33.
Aluga-se o 1 andar do
sobrado n. 47 da rua da Im-
peratriz: a tratar no 2 an-
dar do mesmo sobrudo.
Sitio para alugar
Aluga-se o sitio do commendador Rabello, no
Caldeireiro : qnem o pretender, dirija-se a rua do
Commercio n. 48, 1 andar.
|
Canralho &- Nogneira, na rua-do Apollo i
c. 30, accarn sobre o Banco CommerciaJ
de Vianna e suas agendas em todas as c>-
dades e villas de Portugal, a" vista e a praje
par todbs os paquetes.
os armazens da travesaados Expostos n, 18, e da
rua de Barreto de Menetas m 8 (antiga rua da Ca-
ciaba), e a casa da rua do Quiabo n. 3 xa tratar
com o minislro da ordem tercein de S. Francisco,
no consistorio da mesma ordem.
~TWoo
N3o eja vi lhaco por uma. quantia tao diminn-
ta, quem nao pode pagar champagne, nao offerece.
A sombra da Paraan. AGUAS MINERAES NAffUUAES
Vieky-GBssct
Preferlveis as de ichj-VJciij
por serem as unicas que conservamlodu- as suas
propriedades depois de transportadas.
Fonte S. Marie, e a mais efiEkaz na anemia, na
albaminaria, na chlorosis, no empobreeimento do
sangue, e nas febres iotermittentes. Os resultados
obtidos nas diabetes sito muiti aotaveis.
Fonte Elisabeth, nao se altera nunca e e a mait
rica das aguis de Vickf em bicarbonate de s'da
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dieos pela sua efflcacia nos engorgitamentos do
figado, do baco, nas affeccoes do estomago, dos
nns, da bexiga, nas areias e na gotla.
EXIJA SE
o none la foale na eansala
Vende-se em caixas e a retalho, no unieo de-
posito
PHARMACIA AMERICANA
Ferreirn Main rtC 'oiiipanliia
57-RUADUQUE DE CAXIA3-57
Cozinheira
Prepja-sede,um,i coziabcira para casa de fa-
milia de duas pessoas : na rua da Uni3o n. 67.
Precisa-se de um feitor que seja casado^ e
entenda de sitio, dando conheeiinento de sea con-
ducta : a tratar na rua do Visconde de Goyanna
n. 157.
BACHAREL MI8CEL AMOMMT ^
Ailvogado
Rua do lmperador n, 71. S
*0**-*****-****
0 abaixo assignado declara ao respeitavel
publieo e com espe;ialida1e ao corpq do com-
mercio que nesta data comprou a taverna da rua
Imperial n. 61, pertencente aos Srs. Almeida &
Ribeiro, livre e desembaracada de qnalquer onus
que possa apparecer ; porem se alguem julgar-se
com direito a mesma apresente suas contas no
praso de 8 dias.
Recife, 2 de junho de 1874.
Silvino Juveneio Xavier de Oliveiea Lima
C3MPRAS.
AVISO
Precisa-se comprar dous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar' na thesourapia
das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. 6.
Comprassum Vade mecumdo Dr. Sabino, em
meio uso : nesta typographia se achara com
qnem tralar.
i{#ft^80.
Venda-e uma casa terrea n. 17, a roa de S. Pe-
dro Martyr, ou Ladeira da Rtb'eira, em Olinda,
cblo proprio, ohoes dobrado*, tendo 38 palmos de
frente, 50 dhos de fando, quintal em aberto, em
forma triangular, a situacao e sufflcientemente
vantajosa, para qualqner estabelectmeato por ter
tres- frentes : quem pretender pode procurer em
Olinda, na supracitada rua a Loiz Pinto, e no
Reeife a AnJoaio Francisco, na botiea da pra^a
da Boa-T)8la de Joaquim Ignacio Brbeiro, que di-
rao quem se acha-cornpfrtentemente habih'tado pa-
ra effectoar essa venda.
5
cm um\
E
0 novo proprietario deite acreditado e bem niontado estabelecimento, com o fim de
...(Tvar os creditos de unico neste genero, tcm rcformado e melhorado completamente
i r:i .:mo rm ordem a poder satisfazerqualquer pedido para as provincias do norte e in-
r deMa, garantindo perfei^ao em todas as prep^ra^des, aceio e modicidade nos pre^os,
ativoi com este genero tic drogas.
Espera a todo inomento uma grande rernessn de pharmacia horneopatkica de J.
& C, do I.ondres, compost! de medicamenlos, carteiras, pocoiotes, Opodeldock de
.;. de Buvonia, de Arnica e dep6s especiacs para dentes.
Torn & disposi^ao dos amanles da bomeopathia a excellente, obra do Dr. Mure uoe-
:.:i-; do povo, jd em 3.a edic,ao.
Tern carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamentos ate 120, & escolha do com-
'. >r.
F
'.fl^a
lumeria, para morde-lura de cobras.
.... -nai
I Par u bexigas como j/rcservativo.
: cina ?
J:'
Chocolate hotneopathico.
Cafe homeopathico.
Elor d'araruta.
. P6s para dentes, inglezes.
Liiiiia cruzeiro, para xntermttlente*.
Scliynus, para an'jina*.
Calendula, para qncimaduras. .
Taran'nla, para paralysia. oenc6, para rhcumatumo.
Tintura mai daraiea, para contusdes, cor- Matta-matta ou jaboti, para tosses.
tet:, etc.
I
A CH EC Alii:.vi
Opo!e?'Jock d'Araica.
Dito de Uhus )
>para
Dito deBryoniaj
Espirito
ra.
de Hahereman ou de campho-
rhematismo.
. Cactuc grande fldrus, para pneumonias
moleslias do coracdo.
Acha-seconstantemente & testa do estabelecimente e
-ararocs o Sr. Or. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
inspecoionando todas as pre-
C0NSULT0M0 HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos Mello
Consultas pela manha, e a noite at6 9 horas
aos pokes.
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
Sal doAssu
Tem para vender Joaquim Jos6 Gos^alves Bel-
trao & Filho, a bordo do hiate Rival; e para tra-
tar, no sen escriptorio, a rua do Commcrrio n. 5.
Alngam-se eslas propriedades, situadas pass-
do Olinda, e antes de cliegar ao Rio Doce : a trao
tar com oseu proDrietario. o commendador Tai
ATTENCAO
Precisa-se comprar uma negrinha de 9
10 annos de idade, qne seja sadia e sem vi-
cios: quem tiver e quizer vender dirija-se ao
3." andar desta typograpbia para tratar.
Ha para alugar, a rua da Aurora- n. 6-J, um
escravo, crioulo, moco, muito robuste e habilita-
do para qnalquer semco.
Si- Q
m GonsHltorio niedko-cirursico S
A DE h %
A. B. da Silva Maia.
Raa do Visconde de Albuquerque n.
11, outr'ora rua da raalriz da Boa-Vista
a. H.
Chamados : a quaiqu^r hora.
Gonsultafi: Aos po.ie3 gratis, da* as
rf i horas da tarde. 'f*i
A
Aloga-se o t andar do sobrado a rua Duque
de Caxias n. Si, proprio para escriptorio ou rapa-
zes, com 2 salas : a tratar na loja do mesmo.
Perdeu-se uma pulsetra de coral, com mola
de ouro e quatro passadores pequenos, tambem
de ouro : quem a tiver achado, queieudo resti-
tuila, leve a a rua Duque de Caxias, n. 53, que
recebera graiificacao.
EiH'REGADO Pi It A N'AVIO.
Offerece se uma pessoa que sabe ler, escrever e
contar, para se erapregar em algum navio, tendo
estrangeiro da-se prefarancia, a tratar na rua da
Larangeira n. 29, hotel.
Aluga se uma boa casa com excellentes com-
raodos, a rua do Coronel Suassuna n 169 : a Ira -
Ur na mesma rua n. 171
Cozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar ; e para casa de pequena fami-
lia : na rua do Vigario n. 16,1.* andar.
( asa para alugar
Na rua 21 de Maio. travegsa da Concordia n 16 :
a tratar na rua do Hospieio n. 32. Preco 20*000
por mez.
Advogado. W
Miguel Jose de Almeida Pernambuco Q
Filho, advogado e ajudante do procure- Q
ry dor fiscal da thesouraria provincial, mu- /J|
r) dou o sen escriptorio para o 1 andar da ft
W) casa n. 81, sila a praca de Pedro II, an- m
Mj tigo Largo do Collegio. [M\
&SSSS1 ^SS3K?S?0 55i3*
0 Sr. major Luiz Paulioo Vieira de Mello,
escrivao do Limoeiro. tenha a bojidade de man-
dar ou vir a rua do Cabuga, roilisar o negocio
que V. S. fez em confianra.
**^:&*!OB***|*
*
ham as mm.
h belos ?
Ja fogos f h sortes ?
E' s6mente uma prevenQio para a proximo itc-
ruto Santo- Antonio, S. Joao e S. I'j-iro.
E' na confeiiaria do Campos que se deve pro-
curer tudoquanto e necessario para-divertir se o
moral e conl'oriar-se o physico. I?to 6 :
f> espirito c a mnlei-ia.
E senao vcjain
Alem de termos tudo prorapto para que qual-
-,uer famili. mande nas taes noites ackna nomea-
das alii comprar o necessaario para festejar
luta noite inlcira.
yjTemos tambem accessorios para o fabrieo das
A saber :
Araendoas confeitadas.
Papeis picados com estabs.
Polhas com versalhada nova.
Massa Una, secoa e alva, para ooIgs.
Duzentos mil ovos.
Manteiga fina.
Tildo i'l't
Na confeitana do Campos
' Iiiiperndor9-JI
tl. B.A coofeitaria do Campos forneeera vasos
gratis, a quem comprar pelo menos as ameLdoas
paia as sortes.
CillHPRA-SE
nesta typograpbia o 2.9 folheto dos Quadras
Historicos da guerra do Paraguay, con-
tendo a vista da rendic;ao de Uruguayans.
Compra-se um terno de medidas de pao ja
servidas, senlo meio decalitro a menor : quem
tiver. djri)a-se a rua da Imperatrie n. 23/
LOPES &C.
ESTABELECIMEMO DE PRIMEIRA ORDEM
Rua di Barfto da Victoria n. 44, sobrado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposicao
DO
RIO BE JANEIRO
Acha-se montado sob as melhores condicoes de arte, e aberto a
concurrencia pubiica, este estabelecimento, o primeiro, sem duvida,
uesta provincia, no qual se tiram retratos pelos melhores e mais
modernos svstemas, empregando-se somente material de primeira
qual.dade, e garantindo-se
Semelhanca, nitidez e duragao.
Trabalhi-se todos os dias ateis e de guarda, desde as 10 horas
da manna a"s quatro da tarde, n5o prejudicando o tempo de chuva
ou nublado a perfei$ao dos retratos.
Faz-se toda a qualidade de copies, 8Ugmentando-as ou diminuin-
do-as.
Uma duzia ae retratos de uma so pessoa, em cartfies para al-
bum.
Para os retratos esmaltados, colloridos, grupos.'e augmentados ha
uma tabella de pregos.'
T;ram-se retratos ate tamanho natural.
EXPOSICAO DE NOITE
Excellent occasiao _
Para o rico e para o pobre &
Optiinos tcrrcuos para ^
cdificafiio
coiu SOO pal in a-, dc fuudo
A i.ooo e hoo rs.
j Retalbam se os grandes terrenos que
circuodam a e.-tacAo da Boa-Viagem ;
sao terrenos proprius, desembaracados e
Jg^ cortados por tres estradas : a real, a de
i ferro e a que segue da estacao para a
*W Boa-Viagen>, e iicam mui proximos ao
ft rio Jorda >.
A commodidade do preco, a facilidade
W do transparte de materiaes pela via-fer-
Wi rea, a proximidade de madeiras, e sobre
^ tudo, o privilegio de viajar gratis no va-
W por peio espago de 10 aonos. a quem
A edlficar proximo a osta eslaQao, tudo isto
X e de incontesuvel vantagens e deve ani-
W. mar os prctondenles. os quaet desde ja se 9
^ podem dirigir, nos dias uteis, a rua do Im-
:^b perador n. 48, eaos dommgos e dias san- 55
l&t tos, na estacao da Boa-Viagem, ondese
jK encontrarao com Tristao Francisco Tor- mi
*^ res, ercarregado pelo proprietario a fa S
?r qui.lquer negocio. Wf
* W \S^~- *^F\ ^^r\ ^^S ^^^ ^W\^W\ X^^*^P\ **^^^^"t ^^^"F\
Bolos para Santo Antonio
e S. Joao.
Na rua eslreita do Rosario n. 35, faz-se bolos
de S. loio, enfeitados, proprios para presentes e
para qnalquer reuniao, por preco commodo e bem
feitos; prepara-se bandejas de
*
*
8
casa m mm
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven-
la bilhetes da loteria do Rio, cuja extreccao an-
aunciara pelos jornaes.
Preeos.
Inteiro 24^000
Meio 12*000
Quarto 6*000
_________________Maaoel Martins Fiuza.
Precisa-se de uma carroea, propria pare
carregar agua : quem tiver dija-se a rua do lm-
perador n. 27, coclieira.
Emprep, do gaz
A empreza do gaz tem a honre de annunciar ao
publieo que recebeu ultimamente um esplendido
sortimento de lustres de vjdro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras esiao no escriptorio
a rua do lmperador n. 31, e serao vendidos aos
seus freguezes pelo preco mais razoavel possivel.
Ama de leite
Precisa-se de uma ama de leite que seja mo?a
e sadia : a tratar na thesouraria das loterias, das
9 horas da manha as 3 da tarde. ______
Ami Precisa se de uma ama pare tralar de
-^*Jflt*' um menino, e engommar para uma pes-
soa : a trat ir no Passeio publieo, loja n 6.
AMA
de duas pessoas :
ro andar.
Precisa-se de uma ama pa-
ra coiinhar e mais servico
inierno pare casa de famila
a rua do Apollo n. 51, primei
Precisa se alugar uma ana para comprar e
ajudar a cozinhar para casa de pouca familia : a
tratar na rua do lmperador n. 30.
Ama
Precisa-se de uma ama torra ou es-
crava, para casa de familia : a tralar na
rua de Florlas n. 15, ou na rua Duque de Caxias
n. 111.
ALERTA
COM 0 BARATEIRO
Sem rival.
Confronte ao arco de Santo
Antonio.
Os proprietaries deste estabelecimento, teado
adoptado > sv-tema (ainda nao conhecido de ven-
der barato para vender nwato) participant a todos
os seus frsguezes em geralv que e3tao vendendo
suas fazendtts com 30 por cento menos que em
outra qnalquer parte, par isso convida-os a uma
experiencia.
Chapeos i*- sol.
Grande sortimento de chapeos de sol de seda,
cabo deosso, Qngmdo marlii:i, paia senhore, por
3*000 1
E grande pechincha, a elles antes que se aca-
bem.
Sortimento de chapeos de seda para homem, su-
periores, por 6*500, 7*500, 8*. e 9* t
Ditos de cabo de marfim, seda trancada ( Para-
gom) superiores, por 12*, faaenda que em qual-
quer parte cus-ta 18*. So vindo ao baratejro !
UraksiaiiM.
Cbegou csta nova fazenda para vestidos, o mais
moderno que ha, tendo bonitos desenhos e cores
fifcas, a 400 rs. o covado.
1' deseoganar, so o barateiro !
CwrieN le cletou.
O mais moderno nesta fazenda, com barra, tem
c- barateiro e vende por 6* o corte, sempre eus
teu 10*. Venham aoreciar.
Uoteurau i Temos bom sortimento desta fazenda, de todas as
ceres e de cordao ; assim como, popelinas de co-
res, fazenda que custa em qualquer parte 2*800,
nos vendemos por 1*200 e 1*4*00 o covado ; nin-
gaem deixara de comprar um vestido de seda por
tao pouco dinheiro ; por certo que nao I Veabam
a ellas.
Mc-lins franceses.
Grande sortimento de metim, queimamos a- 260,
280, 300 e 3*0 rs. o covado.
1'liilaw ilaras e escuras.
GrauJe p.-ryao de chita< Claras e escuras a 210
e 280 rs o covado I E' exaclo ? e, que eu vi.
Briiu panto.
E' boa qualidade e vendemo3 a 260 rs. o cova-
do. Estao se acabando.
CamiNas rrjhocpias.
Gompleto sortimeulo de camisas para 17*, !8*
e 20^ a duzia.
Ditas de linho superiores qualidades a 35*, 40*,
44* e 50*, tendo uma porcao bordadas 1
Dilas de cretonc superior por 30* a duzia, sem-
pre custou 40*. Venham apreciar o queima !
BoUiias para seuhoroa.
Temos grande porcao e offere^emos aos nossos
freguezes por 1* e 55, ( h I que pechincha I es-
tamos convictos de que niaguem deixara de com-
prar em razao de preco tao resumido. A ellas I
Laaiaftaa.
Para ac^bar, estamos vendendo por 220 rs. o
covado, teado de bonitos goslos inteiramente esco--
cezes.
Alem destcs artigos temos bom sortimento^ de
fazendas inglezas, suissas, francezas e allemaes,
como se>am : baptistas com barras e matizadas,
granadina, chitas, cretones, metins, alpacas, las,
maripoza, etc. etc., tudo pur pouco dinheiro.
NA
Engenho em Seriahaem.
Vende-se duas partes do
engenho Novo, sito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te da estacao de Gamelleira
3 leguas, moente e corrente,
que safreja cerca de 3,000
paes, com optimas terras,
movido a agua e bem obra-
dd, por preco commodo: a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirda, a rna das Calqadas
h. I4*, ou no arsenal de
guerra*.
'Engerihos. em, Mamanv
guape.
Vende-se os-segnjntes :
Barra,
Pregalfa,
ePMrM*.
A tralar. com sens pmpristarios nesta cidade,
e para informaeSes com Joaquim Phrto de Mei-
retles Filho- na mesma cidade de Mamamguape
Tasso Irmios C.
Frederico Sodre da- Gtinha
M estabelecido com armazem. de fueios, a raa da
Mariz & Barros, ontro'ra Cordonn n. 14, sob sua
lirma individual, offerece aos seas. frega*zes os
fumos abaixo deerarados, a saber :
Goyaz. Rio Roto, Daniel, Mjn*?,
Pomba, Descalvado, Barba Sena, Virgem,
Parahyba, S. Paolo, em. roios, emlatae.
Garante se a3 qnaKdades e a raodicidade nos
preeos.
Espeeialidade
Vinlio purlfcnlai-. piii-o c ge-
niMMo.
Acaba de chegar ao mercado alguns barris de
vinho do Alto Dburo, especial e uaicamente pre-
parado do extracto da uva e isento de qualqner
confeccao, sendo muito mais brando qne o da Fi-
goeira, o que o torna- recommendavel pek) muito
qne agreda ao paladar e preferivei a todos- os ou-
Bros vinhos do pasto.
Acha-se a venda nos arraazens de Joao Jos6 Ro-
drigues Mendes, Souza Basfo & C. e Fernaades da
Costa & C.__________________________________
Banlltaoile \oruega,
Acaba de che,ar um pe;ueao lote de caixas
destedesejado b calhao : ne-caes da alf:ndega,
arawetn de Tasso Irmaos & C.
DE
CARI^AIIBA.
De qualidade superior : na rua do Amorim n.
37, armazem da IVso Irmaos & C.
Baratissimo!
Pape! oitavo, liso, pautado, e para luto.
Lindas secretaria*. contendo :
50 folhas de papel.
50 envelopes.
Pregol*C08
100 folhas de papel.
100 envelopes.
Preco -2*060-
O papal marc^do gratis coia-as iniciaes do com-
pradtr.
________ Livraria- frameza.
Rua 1." de Marco g, 1.
Pesos e medidas decimaes.
Vendem-se no armazem de Hawkes & C, rua
da Cruz n. 4.
Wilson Rowe & (,. veudwn ao seu anBaiaa)
rua do Commercio'n. 14 :
verdadeiro p;mno de algodao azul amencaBo.
Eacelleute fio de \Ja.
Cognac de 1' qualidade
Vinbo de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas as qualidade.1
Gorgorao de seda.
Gorgorao de seda em eorles para coleta a em
peca para vestidos, fazenda inteiramente fina e se
vtnde pelo diminuto prego de 3,000 reis o covado:
na rua do Crespo n 20 loja das tres portas de
Guilhermj & C, junto a loja da esqnina.
Popelinas iiiodcnias a 800
\% o covado.
Casa terrea.
Aluga-se a da rua tie S. Joao, defronte do nor-
tao do gaz, com 6 quartos, cozinha fora e grande
quintal : a tratar a roa de Pedro Affonso n. 8
Mobilia
Vende se uma linda mobilia.de jacaranda, mas-
sipo, entalbada, por muito commodo prego : a
tratar na trave^a da matriz de Santo Antonio
raarcineria d^ Joao Cancio.
Ama Aluga-e uma pare cozinhar :
xvuia Direita n. 93, i.* andar.
na rua
i ofres de ferro
Vende-se em casa de Hawkes & C,
Cruz n. 4.
AMA
zes, n.8.
Precisa-se de uma para o servigo
de pequena familia : a tratar na rua
Duque do Caxias, outr'ora das Cru-
Vende-se
Croz n. 4.
a roa da
Chafariz de ferro
em casa de Hawkes 4 C, a rua da
AMA
gundo andar.
Precisa-se a uma pva co-
zinhar, pare casa de familia :
na rua ao Brupi a. 80, se-
Aluga-se
uma ama qne saiba coiinbar e engommar prefe-
rindose escrava : na rua d> lmperador n. 28,
armazem do Campos.
Precisa se de uma ama de leite e outre para
engommado e cozinha : a tratar na rua do Amo-
rim n. Si, das 9 da manha a3 4 da tarde.
-r Precisa-se de uma ama para cozinhar em
casa. de rapazes sjlteiras : a tratar na rua do
Amorim n. 48.
Amn Preeisa-se de ana ama pare eaia de
i,flllia pequena familia: na rna Dnque de Ca-
xias n 5i.
Tanques para agua
de l^rro galvanisado e de diflerentes tamanhos :
na rua do Barao da Victor ia n. 6, preeos enm-
ma*os.
- Vende-se ama casa
Sa*la Rita n. 10 : a iratar
Rita n. 29.
terrea na rua nova de
na rua velha de Santa
Jtaode h*b caaal de aaeravoe, (todo urn mu-
latjflhq, dg idade de 14 anaos^ po#camais au e-
nos, a aw aegre crwuU, da ii a 13 aoaos, as*
bas pecas: a tratar na rua de Pedro Affonso ou-
mero
ecas
Leiam.
com armacSes, proprias para oaoamentos e bailes,
por prego muito commodo e mnito asseiados ; na
mesma easa tem bouquets para enfeitar bolos,
de flores e de cera pare todo prego e de gosto, e
faz-se bouquets para mivas. com fitas bordadas A
a ouro, davendo vir as encommendas dous dias i
antes.
Avisa-se ao pablico qe furiaram hontem ( 2
de junho) da ?eHa da fwi JoSo Aos Sartyres,
boiinbm ""flnn"^ lno convento de S. Francisco, um tMogie de ouro,
UOI1UU03 UOOS, _,._,. iD.k, *nho*A ilonm taft iu*itn n
atente- iaglez, apboKo, algus) taalo qaado, _n.
3,101 Roga se a quem o apprehenifex era nao
de ladrao, on souber qaem o possu,3 em boa fe,
que o maoJe en,tregar an aviaar ao sokredrtc re-
\\(ma, ou aq*ine*latyfoa^a aptacaeiroan-
Na ra Primsir* de Margin loja n. 18, exis-
tem pare alugar um moleque de 18 annos, e uma
ewrana # fS, os quaes sate aptw para o service
I domestico de casa de faalla, eu ae fcoaien sol-
Iteire.
Bua $9&mfie>9, .; *iS?' ha Hfes-
sageiu da Magdalena
Uma senaora freaceza, ddciputa dos melhores
professores de Paris, de_seja dar h'f5es de pia.Ro,
eanto e freacez : a tratar na sa reidtQi. aci-
ma indicada.
hmtm Progress
I7rLa*g.> da Penha-^ 1^
Vandeai
CHDURICAS do reino muito iiovas a. 48Q rs* a
libra.
G^ (marca Dewoes) a.- 380 as, a Iivifa,
E aujros mais generos.fse se vendem maTs ba-
U Ma )m Mo C
e enf
rs. e !$ o
Pr este preco so na loja i Ame-
rica a rua do Cabuga n. IO.
Dao^te amostras.
I tatlo.
Um vestido branco de cambraia fiBa por 3*.
S-ias bordadas a 5* que valem 10*.
Alpacas de linho e la com listras de gase, boni-
las, por commodo prego.
Mad..polao franeez, superior, pega *.
Bramante de 4 larguras, muito bom para len-
fiies a 1*600 a vara.
Crelone franeez para colehas, Kados desenhos,
cores garantidas, covado 400 rs., e fazenda de
1*000.
E' ver e comprar, na rua do Cabuga n. 10, loja
da America.
Popelina de seda a 1$200
o covado
Na rua do Queimado n. 43, Junto a
loja da Magnolia.
Popelinas de seda, padroes de furta cores a
1*200 o covado ; so na loja do Guerra & Fer-
naades.
Dap se amostras com penhor.
Granadine a 160 rs. o co-
vado
Na rua do yueimado n. 43, junto
da Magnolia.
Aproveitcm e acredjtem.
Grande sortimento de Granadjoe de listras, pa
droes muito bonitos, proprios pacja^vestidos. fai
T9. o eovado.
So se veado I 1...
Dao sa aoioslns. .. L
& loja
Veoiaso uma
oh caj:ados, e ajun-sa a cas* a, ruja
Dia a. m euja aata r
raa Imperial n. 282.
TA
FUXDIDAS
rato
quer jajrle, que
Se fuidarem
do que era outre yiA-
enfadonho menciona los
venham ver
^
0 touleiri!!!
Boa
acqusiQi
Um* pessoa que se retiraftipara fore da pr
cia daeja vender todos os stjH ma l
Iraspajsjra cbave da caM, t3q JWPftO.4tt.lW
Siera IkJflWo : a nawr na. qflaita ca^o* antr'
a dot Afnicto?, taoo esmjer,aq, das 'i DWJS da
tarde %mdiante.
TACHAS
BATIOAS,
Qnalldade super or
Majabafajo do,q|am en* qcy^qpaf aulr.fart
* A
talj^a iklnrora
C. STARft 4b ., EM fcTqUlDACAO.
ClwMtoJe inwi
Grande sortimento imfam tfnliiiiaj)i
Lhrana pojmim'
59 Rua Nova 59
cos ^ ^ -.
Na rua do Ihrquez rla Cflnfti n. 4.

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Diario de iteinambuco Qulnta ieiii41^e Juuho de 4*M4.
ih;
lazendas finas
Rua Primeiro de Marco n. 7 A
DE
Cordeiro Simoes.c&C.
E" esta uma- das casas qae -boje node torn pri-
m.uia offercer aos geus I fregaezes um variadiasi-
o tsorlimeato de fazendas finas para grande toi-
lette, e bem asafm para nso ordinario de todas as
classes, e por preeos' vantajosos, das quaes faz um
pequeno resuino.
Mandara faz.jadas as casas das pretendentes,
para o.qne tem pessoal necessario, e dao amostras
cnediante penhor.
Cortes ae sedate lindav cores.
Grosdenaples de lodas as cores.
iJorgurao branco, Jizo, de, listras, preto, etc.
Selim Macao,.prelo e de cores.
Grosdenaples preto.
Velludo preto.
'Jranadme de seda, preta e> Popelinas de lindos padrSes.
Filo de seda, branco e preto.
*Mcas basquinas de seda.
pasacos de merino de cores, la, etc.
idantas brasileiras.
Cortes coin cainbtaia brauca cam lindos borda-
Kicas capellas e mantas para noivas.
liiquissimo sortimento de (is com listras de
eda.
Cambraias de cores.
Ditas maripozas, brancas, lizas e bordadas.
Naazuqiies de. lindos padroes.
Uaptistas, padriies .deiicados.
Percalipft* d quadros, pretos e branoos, feiras,
etc., etc.
Brins de linho de evr, pronrme oara vestidos,
joai barra e listras.
Riies corles de vestido de lioho. e cites da
aiesma cor, ultima mod?
Ditos de cambraia de cores.
Fustio de lindas cores.
Saias bordadas para senhoras.
Camisas bordadas para soubnras, 4e linho e al-
goJan
Sortimento do lavas da verdadewa fabrica de
Jouvio, para homens e senhoras.
Vestuar1 par* inuniuus.
^'W.' para fcaptiiiuX
Chapcus para aito.
l'oainas egnardanapos adanwucados de .\ de
.para mesa.
Cole has de la.
Cortinados bardarf- s.
Grande sortiinents de camisas ds Imbo, lizas
tnrdadas, para homens.
Meias de cores para homens, meninos e meni-
a
I'itas escocezna.
Coron'ejn sj. timepto de chapeos de sol part uo-
meet t siuncr.'.s.
Merico de sri para vestiaus.
Dito preto, trancado e dito de verao.
;/ttihado do liuho e algodao para to
Moalhado pardo.
Damasco de 13.
Srins de linho, branco de cores e preto.
Setim de lincas cures ooru listras.
Chales do merino do eires e pretos.
Ditos de casemira.
Ditos de seda preta e de cores.
Ditos de touquim.
Camisas de chita para homens.
Ditas de flanella.
Ceroulas de linho e aigodao.
Pannos de crochet para sofa, cadeiras e oodso-
Lencos bordados e de labyrintho.
Colchas de crochet.
Tariatana de toias as cures.
Ricos cortes de vestidos de tarlatana bordados
a~a c6rtes.
glispartilhos lisos, bordados.
IS Foulard de seda, liddas cures.
fj.'leias de seda para senhoras e meniBas.
Ricas fachas de seda c la para senboras.
Rico sortimento de toques de ruadreperolas e
nso.
Damasco de seda.
Casemira preta e decdres.
Chitas, madapolao panno lino preto e azul, col-
arinhos, punhos delicfeo e algudao, gravatas, lu-
va. de fio de Escossia, 'apetes de todos os tama-
ohn. bolsas de viagem, peilos bordados j ainS, toners de linho braaco e de cores, loalhas,
joardanapos, etc., etc.
E' baralo,
Ven-le-sc um pcquonosiio perto da esta-
v3 do Salgadinho, tendo de freate 150
palmos, e de fundos mms dc quatrocentos,
soil ama elegante casa drj taipa, acabada de
proxim e bem asseiada, tendo 2 sal s, 2
quartos e coziuba fura. 0 terreno e pro-
pri.> (i bom 'Jo-plantacoes, tendo algumas
arvores de iruoto, agira de beber e todo cer-
:ado.
Para vor e mais explicacoes, no mesrao si-
ne a qualquerbora a entenler-se com Tris-
tan Francisco Torres, e para tratar, na the-
soi:rariu dsloterias, rua 1. de Margo
o. 6._________________________________
Chapeos de seda.
Chaptios do seda para homem, [ roprios de pas-
seios, formas moiernas e bem armados, com um
pequeno AefeRu a 25509 e 3000. e pechincha e
esla se acabando : na rua do Crespo n. 20, loia
di 3 po.-tas, de Guilberree & C junto a loja da
escuina.
VENDE-SE "
ama casa na villa de Barreiros, na rua do Gotn-
tercio, por preco modjeo : a tratar com Tasao
'rniar.!i 4 C.
Salsaparrilha de Ayer
PARA FURIFICAR O SANGUE.
O renomc de que goin este -
ceUente remedio i devido a milha-
re de curas qne tem operado, mto-
itas da> quaes uo verdadeirameute
maravilhosas. Innumeros e5o os
cases em oue o eyBthema, pateeen-
do satorado da podridio de enfer-
mldades esororatosas, tem sido
promplainente reslatnido a ssada.
As aflecfSes e desordens, aggrava-
das pela containingao escrofulosa,
*M prodazlrem dores mortiflcantet,
It m sido tarn radical e tam geralmentc curadas por elle, em
K do os pantos do Imperio, qne o pnblico mal precisa de MT
ir farmado das suas virtudes e do modo de neal-o.
0 yeneao escrofuloso e um dos mais destruidoxes inimigos
dj race Immana. Ora. senhorta-se occults e trateoeirameate
do dhm organitjno e deixa-o fraco e inerme contra moleetlai
fa toes. Ora, patenteia a mfeoc&o de que corrompeu o corpo
f entio, em raoraento opportune, larra rapidamente eeb algu-
nm de suas hediondaa formas, ja na cutia j* not orgams
Titaes. Neste ultimo caso deposits, muitas rezes, tuberculos
not palmo>. no fiptdo, no eoiacio, etc., quando rio te man-
ii'ecta em tuetfea, tumores, etc
A inim.^i taii: perigoso e tam perfido nunca se deve dar
raarida, e p.'vtm.'-o e sempre melbor do qne combattel-o.
Af>sim, antes d" nppurecerem os proprios $ympOiOBias actons,
o usa da 8AZ.SA VAJiItlLHA DJS ATJEB potera evar
rssuHados fanestos.
As pessoas que soflr!m de Eryiipolat, Fogo it B. An-
tonio, Vartro*, F.mvigeni, Xheumotlsmo, Tumorei,
Vlcrrat, e sensibilidade dolorosa no onridoa, olhoa, ate.;
dSrnos ossos; Dyspepsia ou Indigestoes; ,HW ltolestias do Cerarao t do Ttgato, KpylepHa, JTef'
ralgia e de vaiiae oatras aflee^oet do njstiwiii mascnlar e
ncrvoso, achanio seguro allivio nsando desta SAJLSAPAJt-
VTI.UA BB ATBK.
A HijphUit oa MtlrtSiM* Temenm* Ao ccradas com O
f'.u nso, poeto que seja necessario raais dilitkdo espaco de
t.-mpo para sobjugar tan impertlnwH** scfcrniiaaA*.
A Leucorri*(a, oa Florts Broww, is ulceracoesuteri-
nas e cm gem! A moteetlfts das tnuDiew* sao tambew afliTia-
das vflSriwsite enradas par m MMto purifcador
Titprativo.
O JthnimatUmo e a Gotta, quando causadUs bbr accn-
siulacdes de materias extranhas aa.iangw, owstas^lhe fccil-
ijent*, dc mesnio modo o Mal de "Tigarlo, Congestao on
i'nfiamnsnmo do Flgado, Icleriela, qnaido siO onhnfla*
ne maus nsMaca ao saagne.
A Salsaparrilha id rxeellento WWHIt is
I'orca e vigor do jsth.em.
Assim, todos oe qua soA-erem Zsmgner, Phlegmm, Dti.
i taios, Insomnia c que sao incommodadoe com Appre-
lensora e Temorei lfetvo$oi ou qnalquer outra smeooBs
prorenieate de DeUlldade, aeharao do sen poder ranoTador
mais seguro expedlente de prompts cura.
PRBPABADA POR
J. C. Ayer & Ca., Lowell, HUh E. V,
Chiinieoi Practices e Analytic.
il_. VBNDK sa: FOR
H'A
LOJA DO PAVAO
tu
Rua da Imperatriz n. 60
PARA L1QUIDAR
CAMISAS
FKA.NCiXVS A 2^000, =^500
3J0OO t 3^500.
(.ranu covmlo.
0 Pav5o vende granadina preta e lavrada
pelo barato prer;o de 500 rs o-covado.
Madapolilo ottfestasJo a 33000
a.peoa.
0 PavSo vende pec8S de madapolao eti-
festado, pelo barato preeo do 3JOO0 a pega.
Ditas sem ser enfestado, com 20 jartlas, a
3500O. Ditas com 34- jardas mutto boa
fazeoda, a 6^000, 6*500 e 790OO.
ALPACAS PRETAS A 500, 6i0 E 800 RS.
O Pavio tem um grande ; sortimento de
alpacas pretas, qae reudea 500, 640 e 800
rs. 0 covado. assim como grande eorti-
raento de cantdes, borabazinas, princezas
pretas, merinos, e outras mukas fazendas
j proprias para lato.
ScdMbas a l$SOO.
0 F*svao vende sedas com listrinhas de
cores a 15660 0 covado> Ditas com pal-
;mindas a 23JJOOO. Ditas com toque de mofo
; a 1C000 e t$400.
CAMBRAIA VICTORIA A 4$?000, 45J5O0,
05000 E 79000.
O Pavae vende um grande sortimento de
i--3ambraia Victoria e transpareste com
j8 1/2 varas cada peje, pelos bawrtos precos
'de 49000, 49500, 89000, 69000 e 7.7000
'a pesa, assim como, ditas de setpico bran-
co, a 7-^000, 6" peohincha.
NOVAS LAZINHAS LA 50 RS.
0 Pv5o recebeu pelo ultimo vapor um
elegairto s >rt mente das mais lindas larsihas
! para ^estidos, sesdo transparentes com as
mais deltcadas ceres, e modernissimes pa-
| droes, que vende pelo barato preco 4e 560
; rs. 0 covado, a raa da Imperatriz n 60.
LIQCIDACAO DEROL'PA PARA HOMENS.
O Pavao vends um grande sortimento de
roqpas para homens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, tank) de casemira preta e de co-
res, como de ppmo ; assim como um avul-
tado sortimento da calcas 60 casemira preta,
de-cor, de brim de cor e branco, e um
-grande sortimesto de coKetes de todas as
qualidades.
Tendo tambem um bom sortimento de I
oamisas inglezas e francezas ; assim como |das m8iselegantes -esmoraldinas com listras
de-ceroulas deiiinhoe dc algodao, e vende |de seda, ?ndo em cores e pad roes as mats
todas as roupae acima mencionadas pelo ba- [novas que tem vindo ao mei<:ado, proprias
ratissimopref;o, porquerer liquida-r, na loja ^para vestitios, e vende pelo baratissixojpre-
de rna da Imperatriz a. 60, de Felix Perei-l-co de 800 rs. 0 covtdo, a" rua da Imperatriz
ra da Silva. | n. 69.
Acha-se constantement aberto (. ..en'.o d* PAVAO, das 6 haras da maati .
as de noite.
0- Pavno vende ura botiito sortimento At
camisas francezas com peito de alg'Mlao,
?000 e 25500. Ditas com peito de linho
de 39000 a 69000. Ditas bordadas muito
Tinas de 65010 a 105000: assim como
grande sortimento de ceroulas de lioho e'dt
algodao, por precos baratos, e tambem tern
cornpleto sortrmento de punhos e collarinhos
tanto de linho como de algodao, por precos
em conta.
EspartilhoM a :i -.<>, 49000 c
5JOOO.
O Pavao vende um bonito sortimento di
espartilhos modernos a S950U, 40000 e
55000, assim como um bonito sortimento
desaias brancas, hordadas, a 59000 e09000,
e drtas de lasinha d odres a 39000 : e pe-
ohincha.
CORTINADOS BORDADOS PARA CAMA I
JANELLAS, Dt 79 ATE'259000 O PAR
O Pavao vende m grande sortamento dt
cortinados bordados, proprios para cama r.
janellas, polo barato preco do 79000,82000.
100000 a*5 259000, assim como : coIjcm
de-damasco de ie muito fina de 109000
129000 cada uma.
BRAMAKTfiS A 19800, 290*0 E 2*50*..
0 Pavao vende hramantes para le*i(;6es,
tendo 10 paJmos de lacgura, sendo o di-
ma DA BOA-VISiA
3Rlfa da ImpeYatriz &. 72
i
DE
MENDES GU1MARAES & IRMAOS
Acabarn de fazer um grande abatimento nos precos de suas fazendas atten-
dendo a grande falta que ha hoje de dihheiro,^ por isso creio qus o preco que vai men-
'cioiiadj o'gradard ao respeitivel publico.
' parente a 39, 49, e 59, dita Victoria tapada
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 49000. | a 39, 45, e 59.
Vende so chspeos do sol de seda para se-, TROCHES A 19500.
nhoras e meriinas a 49, ditos de alpaca fi-j Vende-se croch^s para cadeiras a 10500
nos com 12 astes a 49, ditos de merin6 deictda um.
| duas cores a159, ditos de seda para homem LAZINHAS A 200 REIS.
a 09, ditos inglezes com 12aslesa 89e99. Vende se lazinhas para vestido a 200,
BRIM PARDO A 400 rs. 32 400, e 500 ts. o covado.
Vend- -se brim pardo escuro a 400 rs. o ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
covado, dito de cores com quadnnhos'a Vende se alpacas de cores a 500, 640,3
500 rs. o cOvado 800 rs. o covado.
CORTES DE CASEMIRA A 59. j GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49-
Vende-se Cortes de casemira de cores para Vendo-sc grande sortimento de tapetes para
caltja a 59, e 69, ditos de dita preta para'todosos tamanhos a 49, 49500, 59, e 69
calQa a 49, 59, 69, e 79- cada um.
BRIM DE ANGOLA A 29 O C0RTE. GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
Vende se cortes de brim de Angola para NACIONAL.
Airi azem pintado de preto
confrortte aalfandega
Vende-se a retalho e a dinheiro, muito ba-
rato, para liquidar.
Fogo chinez com lindas vistas para queimar em
salas.
Caixas com 40 c rtas de traques superiores.
Batatas por arroba.
Caixas ceo. latas de 5 galoes de gai Devois.
Manteiga france a P L G de 1674.
Arroz, caf6, cha, e mais generos dc primeira ne-
cessidade, para os ricos e pobres, como ja iodica-
ram, fazendo censura ao administrador-C._____
Asunicas verdadeiras
Bichas hamburguezas an*- vem a esto hMMk
rus Maraaez de olmda n.Kl
aigoaao a 198O0 e 23000 a varo, e de linho
a 39*00, 29SO0e 35OO0 avaca: e peebm-
cha.
Grande pechincha a 4$0$O
e 5^000
OORTESDE CASEMIRA. |
O Pavao recebeu uma grande porfa de
cortes de cssimeras de cores para caicas, e
vende pelo barato pre<;o de 49000 o 59000
cada corte, na rua da Impocalriz li.-60, loja
Ce Felix Pereira da Silva.
ESMERALWNA A.800 RS.
0 Pavao recebeu um boaito sortimento
PREDILECIA
A' rua de CaiMtga n. f A.
Os proprietarios da Predilecta, no tntuito ds
ioneervar o bom eooeeito que teem merecido do
respettavel publico, dislinguindo o seu estabeleci-
mento *os mais que oegociam ao mesmo generc
veem soientificar aos eeus boos freguezes que pr-e-
veniramaosseus correepondentee cas diversaspar-
ijas d'Earopa para Ihee enviarem por todos os'pa-
qaetes os objectos de lo*o e bom gosto, qae se-; Vcnde-.e amaannacao deamarello, .envidraca-
jam maig bem aceitos pelas socidades elegantes j ia, com balcao, por com'modo jirego : a tratar'na
daqueiles paizes, visto aproximar ee o tempo ie. i.ui ^lo Cresoo n. 20. loja das tres portas
festa, em que o bello eexo desta iinda Www *--------*--------------------
em Vende-se camisas ingleaas de liuho, muito fi-
iaas, para homem, pelo baratissimo preco de 25f
a duzia ; quem duvidar venha ver e comprar :
na rua do Duque de I'axias n. 88, loja de e-
Eietrio Bastos.
Armac,ao deamarello
cal(ja a 29, dito muito finos a 39.
ABERTLRAS PARA CAMISAS A 200 REIS e
Vende-se aberluras para camisas a 200 rs,
ditas mats finas a 400 e 50lt rs. ditas de
esguiaoa 19, ditas bordadeS a 29. 0
ClllTAS A 240.
Vewde-se chitas para vesti c'32u rs. o covado, tem escuras e claras.
MADAPOLAO A 39. |c
Vende-se pecas de mad polao otrfestado a
3f, ditas de dw ditas de dilofrattces Hno a 75 70oOO, 85,
'?5000.
CASSIS A 39.
Vende-se cortes de cassa p8r-a veslidos a
35000.
CHICAS PARA CO BERT A A 280.
Vende-se chita ijvsra (oberta a 280 e 3 rs. 0 cwado.
ALGODAOZLNHO A 3*.
Vende-se pecasde algodSozinho a 39000,
35C, 49, 45500, 59.
BRAMANTE A KJ600.
Vende-se brsmante com lOpalmos de
largura a 10608 o metro, dito de linho fiuo
a 23S00 o metro.
ALGODAO ENFESTADO a 900 RMS.
Vende-se a'godao enf-stado a 900 rs. o
metro, gravates pretas a 400 e 500 rs. cada
ume.
CHALES DE LA A -800 REIS.
Vnde-se chsles de la de quadros a'SSO
rs, ditos de r>eriii6 a 29, 39, 49. 59-
COBEKTAS DE CHITA A 15800.
'^ende se-ertberias feitasde chita a V98O0,
29, e 49.
CORTINADOS PARA UNEI.LA A 79.
Voude-se ecrtinados ipara janella a70 e
89 o par.
COI.GEAS DE CORES A 29.
'V-ende-se -colcbas de cores para caeca a
29, e 39500, ditas de croxe a 69.
CORTINADOS PAR A CAMA A 140.
Vonde-se coriinados bordados para cema
a iM, lftP e 209.
iUJBERTOl&CS DE P1S.LO A 19200.
Vende-se cobertores de pell > a 19200,
ditos superiores e 1#60O.
CiMjBRiiA BRANCA A 39-
Vende-se pae*s oe cambraia branca traos-
Calcas de riscado para trabalho a 10000
19400.
Calcas de brim pardo a 19900,29, 25500.
Calebs de brim de Angola de cores a 29
39-
Cairns de casemira de cores a 59500, 69
79-
Calcas de casemira preta a 39500, 59500
7i?.
Palitots de riscado a 19.
Paletots de alpaca de cores a 29.
Paletots de a paca preta a 39, 39-">00, 49
o 59.
Paletots de panno preto a 55, 69, 89, e
109000.
Pal. tots de casemira de cores sem defeito
a 49.
Ceroul&s de algodao a 19. ditas de bra-
matt- a 15500.
Magnolia
Na loja da Magnolia, a rua Duque de Caxias n.
4o, encontrara sempre o respeitavel publics um
cornpleto sortimento de perfumarias Qnaa, objectoi
de phantasia, luyas de Jouvin, artigos de moda e
miudezas finas, assim como modicida-je ncs pre-
cos, agrado e sinceridade.
Anneis electricos
A Magnolia, a rua Buque de Caxiae n. 45, aca-
ba de receber os verdadeiros anneis e voltas elec-
trica?, proprios para os nervosos.
Meios adere^os
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um cornpleto sortimento de
Meios aderejos de tartaruga.
Meios adere^os de madreperola.
Meios aderecos de seda bordado?, (ultima matla
e de muitas outras qualidades.
Botoes de aco
A Magnolia, a rua Duque d,- Caxias n. 4.j, fm
para vender cs modernos botoes de aco, proprios
paia vesiid.
Golinhas e punhos
das mais modernas que ha no mrrcado ; j1- elias:
na Magnolia, a rua Dnque de Caxias n. 45.
Lenc,os cliinezes
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu uma pequena quantidsde de lencos de sada
chinexes, com lindissimos desenhos, fazenila icte'-
ramente nova.
Leques
Lindos leques de madreperola, de lartarpga, de
._._ j j .r.,i.,o iwmi qualidaCes:
r'nmiA <1p* rh ta Ao pnmcfl IJ&ftO e marUm, de osso, e de muiUs outras quahdahes:
Lamisas de eti ta de cores a 10Z8U, e recebeu a Magnolia, a rua Duque de Caxias na-
10100.
Ditas brancas com peito de cores a 25.
Ditas brancas finas a 20,25500, 35 e 49.
Ditas fioas de riscadinho frsneez a 39.
Ditas do cretonea 35500.
Colletes de casemira de cores a 25, 2550i|,
39e49.
Toda esta roupa se vende assim baraio
para liquidar.
BRIM BRANCO A 19-
Vende-se brim branco a 19 a vara, dito
fino a 19400 e 29.
ESGUIAO FINO A 29.
Vende-se esguiao de linhj finoa 25000,
20500 e 39 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LI TO.
Merin6 preto fino a 20500 o covado.
Bomb3zina preta fina a 19600 e 29 o
covado.
La preta fina a 500 rs. o covado.
Chita preta lisa e com flores a 240 e 320
re.fcO covado.
Alpaca preta a 500, 640 e 800 rs. o
vado.
Cantao preto para luto a 192'Oo covado.
Saqa de 1
640, 800 e
Outras muitas fazendas pretas qucseven-
dem barato, no Bazar Nacional, rua da Im-
peratriz n. 72.
mero 45.
Attenc,ao.
ran
mais osiecta a riqueza de saas toillettes ; e co-
mo ja recebessem pels paquete fraocez diverso
artigos da ultima moda, veem patentear alguns
d'eutre elles que se tornam mais recommendaveis,
esperando do respeitavel publico a costumada
-oncurreoeia.
Aderecos de tartaruga os mais lindos que teem
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de madreperola e d
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aderecos completes de borracha proprios para
loto, tambem se vendem meics aderegos muito bo-
nitos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato d
estidos de sethora ; tambem tem para collete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe nm bello sortimen-
de seda, de paiba, de chagrim, etc., etc., por
barato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, tanto de lone*
como de cera, de borracha e de massa ; chama-
mos a attencao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as veees tornam-se as criancas um pouco im-
pertinentes por falta de um obiecto que as eo-
tretenbatn.
Camisas de linho lisas e com peitos bordado;
pan homem, vendera-se por preco commodo.
Ceroula* de linho e de algodao, de diversos pre-
1.08.
Caixinhas com musica, o que ha de mais Undo,
com disticos das tampas e proprios para presen-
te
Coques os mais modernos e de diversos forma
tos.
Chapeospara senhora. Receberam um sortimeafc
da ultima moda, tanto para senhora, como para
meninas.
Canellas limples e com veo para noivas.
Calcas bordadas para meninas.
Entremeies estampados e bordados, de lindoi
^esenhos.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie-
4ade de evitar a carie dos denies.
Franjas de seda pretas e de cores, existe um
<-inde sortimento de divercas larguras e barato
preco.
Fftas de saria. fle g~tytrr5o. de setim e de efaa-
MM, de dlversas iarguras e fcouitas cores.
Fachas de gorgurao muito lindas.
Fi ra artificiaes. A Predilecta prima em con-
ervar sempre um bello e grande sortimento des-
as notes, nao so para enfeite dos cbellos, come
tambem para orcato de vestido de noivw.
tialoes de algodao, deli e de seda, brancos, pre-
tos e de divtrsas cores.
Gravatas de seda para homem e senhoras.
Lacos da cambraia e de seda de diversas core*
para sennora.
Ligas de seda de cores e brancas bordadas pars
aciva.
Livros para ouvir missa, com capas de madre-
perola, marfim, 6s0 e velludo, tudo que ha de
bom.
Peatea de tartaruga e marfim para aiisar os ca-
aelios ; team tambem para tirar caspas.
Port bouquet. Um bello sdrtiffientp de madre-
perola, marfim, Osso e dourados por carato preco
Perfumariu. Neste artigo esta a Predilecta bem
prrXridaj oft* se an emractos, como en oleos t
oanhas dos melhpres odores, dos mais afamaflo?
fabricantes, Loubin, Piver, Socledade Hjgienica.
Coudray, Gosnel e Rimel; sSb lBdrspensaveis pars
a tests.
Saias bordadas para senhora, por commode
preco.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap
'.isados.
Tapetes. Beceben a Predilecta um bonito sorti-
nento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
mo para entrada de salas.
YeEtimentas para, baptisado o que ha de melhor
gosto e o &;ais moderno s recebeu a Predilecta
de or rsto preco, para Bear ao alcance
inalquer bolsa.
Rua do Cabugan. 1 j
#: HOttKTi
LIT
BAZAR ir
Rua de Barllo da Victoria n. 22.
DE
Carneiro
Machinas de algodao.
Maehina 4e cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro ffan-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruz n. 4, arma-
zem de Hawkes & C.
A* este grande estabeleciraento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acreaita-
dos ultimarnentcna Europa, cujas machinas
sAo garantidas por um antto, e tendo nm
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tompo tambem d'utn
anno sem despeiidio algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha peHehigas
para as mesmas machines e se suppre qual-
quer pe^a que seja necessario. Estas ma-
chinas traballmm com toda a pfei-fercao de
um e dous pospontos, franre e" borda tod
qualquer costura por fina que seja, seas
precos sdo da aegjuinte qualidade : para tra-
balhar a mSo de 309000, 409090) 459000
e 509000, para trabalhar com o pe sio de
809000, 909000, 1009000, 1109000)
1209000,1309000) 1509000, 9009000 a
2509000, emquanto aos autores nao ha al-
teraote de pre?os, e os cempradores poderao
visitar este estabelecimanta, que muito de-
Terto gostar pela variedade de objectos que
ba serapre para vender, como sejam: cadei-
ras para viagem, ma las pare viagem, cadei-
ras para salas, ditas cte balanor>, ditfcs para
crianija (altas), ditas para escolas, caeturei-
ras riquiseimas, para senbora, despenseveis
para criancas, detodesasqueiidades, camas
de ftrto para homem ecrwin^as, capfcehoa<
espolhos dourados para sala, grandes e pe-'
quenos, epparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos atulsws, collWfeB de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completes, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 boras da ma-
nna ate" as 9 horas da noute a*
Rua do BarSo da Victoria n.
22.
Aos Srs. fogneteiros
Para os fogos de S. Antonio
8. Joao e
S. Pedro.
Limalba de aco.
LimaUta de aco d'agulha.
Limali.a de ferro.
Limalha de cobr.
Limalha de zinco.
Salitre refiBado, barbante e eniofre.
Artigos todos de primeira qualidade.
Vende-se muito barato
NA
Pharmacia e dro^arla
DE
BARTHOLOMEU & C.
34-RoaLarga do Rosarlo-^84.
GRANADIKAS
Granadinas de seda pura, preta com listras
de cores e padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e quo se veode pelo di-
minuto preijo de 500 rs. o covado, por ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de
29000 0 covado ; e pechincha. Dao se
amostras.
'Brim branco
Hrim branco muito fino, fazenda de
29560 a vaca, que se vende por 19400 a
vara, por estar com um pequeno defeito ;
pechincha.
Melins Irancezes
A loja da Magnolia, a rua Duquo de Caxias a.
45, acaba de receber os seguintes artigos :
Manual de madreperola, tartaruga e marfim.
Ricos albuns com capa de madreperola, coa-
gren, madeira, ve.ludo, couro, etc.
Lindas caixas com fini simas perfumarias.
Ligas de seda. brancas e de cores.
Voltas de madreperola.
Pu'seiras de madreperola.
Ricas caixas para costura.
Vestuarios para baptisado.
Toncas e sapatinhos de setirr..
Modernos chapeos de sol de seda para senhoras.
Lindos port-bouquets.
Gravatinhas de velludo, etc etc.
Ultima moda.
A Magnolia, a rua Duque de Caxias n. 45, re-
cebeu um iindo sortimcnlo de bic s de guipure
de cores, apropriados aos vestidos cbiques di ac-
tualidade.
Para as noites de Santo An-
tonio e S. Joao.
Amaral, Nnbnco & C. acabara de receber cor.i-
pleto sirtinunto de series francezas e ademaes
S.
e
apropriado pa
Aos dignos macons
Amaral, Xabuco c\ r. tendo rm vita a grande
e pompos.a (esta que fazem os dignos macons ao
padroeiro desta respeitavel corporacSo na noi'.e de
S. Joao, participam aos mesmos Srs. macons que
acabam de receber insignias de diverso.- graos, e
vendem no bazar Victoria, rua do Dario da Victo-
ria n. 2.
Salsa parrilha.*
Nova remessa, excellente quaHdade ; vende
na rua do Vjgario n. 16. 1 annar
310 para IUIO a H?3 U 0 COvaaO. P'e"J wiubhswu ue M^ues iwamcvw e diicuiar
la preta propria para calcas a : ?a-ra ^inquedn das niies dc Sant.. Antonio el
i =ionn t Joao; 6 0 que se conheca de m.iis engra<;ado
1 o_ot) 0 covaao. apropriado para hrincar-senessas noites.
Vende-se tambem a loja de funileiro, bem
afreguezada, da rua da Imperatriz n. 70 : a tratar
na mesma.
Metins francezes, fazenda muito fina, pa-
drdes modernos, fazenda que ja- se vendeu
por 500 rs, a 300 rs. 0 covado ; e" pechin -
cha. Dao se amostras.
Cretonesdelistrss
Cretonesde listras, fazenda acolchoada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. 0 covado ; dao-
se amostras.
Madapoloes
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 3(5500 a 59000 a peca ; e pe-
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avariadas a 240 rs. 0 co-
vado; 6 pechincha.
SO" 0
ft. SO da raa do Crespo
Loja das 3 portas
DE
Gnlheme K.
Junto a loja da esqulna
Vendem
Wilson. Rowe & C*
Era seu armazera a rua do Trapicfte a. 1, o sa-
guinte :
Algodlo azul amerteand.
Fio da vela. .
Carvao de pedra do todas as qualidades.
Tudo muito barato.
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Bartholomeu & C.
____34- Rua larga do Rosario 34
Na rna do Marquez de Olinda n. 38, se di-
ra quem vende uma loja, muito bem localisada,
com uma araacao muito boa.
Nao duvidem.
Baa do Queiaiado o. 43 j defroa-
te da praca da ludcpcucia
Veniiam ver como se queima
Carabntia transparente, fina, a 20000 a peca.
Dita, Victoria, hna, a 30 idem.
Baptistas de linho muito larga a 400 rs. o co-
vado.
Chita* pretas com salpicos a 200 rs. idem.
Ditas de cores, bonitas, a MO rs idem
Camfaraiae de cores, miudinhas, a 2iu rs. idem;
Brimj)ardo fino a 360 e 100 rs. idem.
LeDCOes de bramanle a 2J um.
Conirtas de chita aBama^eadas a 3|509 e *#00i)
Colchas de cores a fl uma.
Mussulina branca a 280 rs. o covado.
Percales Bnas ue jnadros a "20 rs. idem.
Madapolio fino a \l e Si a peca.
Dito francez, fino, a 6]| idem.
Algodio T a 31500 e 4*5('0 idem.
E tambem outros objectos, nor prec.os qae ad
mira, e para apurar dinheiro. Sa o 43.
Cervej
a
Vende-se cerveja preta de superior qualidade,
marca Barclay & C, e tambem branca, marca
Bass. ;.2ibas vindas de Lonitres na rua do Com-
mereio n. 2J, armazem de Edward Fenton,
Apolices a juro de 8 0|0
Vende se no escriptorio de Jose" Augusta de
Araujo, na obra do mercado.
NURTIMENTO
MEDICINA
Preparado por
Lanman & Kemd
para thi si ica
toda a qualidade
de doencas, quer
soja na gaffgaata,
peito ou bofes.
Expressamente
escolhidodosine-
lhoresfigaiios-tos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Terra &< va
purificadocliimi-
calnienle, e suas
valuaveispropri-
edades conserva-
das com todo o
cuidado.emtodo
o frasco se garan-
teperfeitamen-
tc puro.
Este oleo tem
sido submettide
a umcxanie mui-
to severo, pelo
chiinico de mais
talento, do go-
vern.! hespanhol
em Cuba e foi
pronunciado por
, elle a conter
MA10R PORQAO D'lOblKA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IOD11SO E UM PODER SALVADOR.
-Em todo o oVbo de figado de bacalhio, e na-
queUe no qual contem a raaior |orcao desta
invaluavel propriedade, e ouDicomeiopara
curar toda# as dcencas de
GARGAN.TA, PEllO,BOFES, FIGADO,
Phtysicd, bronchistes, asthma, catharrbo,
tosse, resfriamenios, etc.
Uns poucos frascos da carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista, e da" vigor
a todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
ohecido na medicina ou sciencia, dd tanto
nutimento aosystema e ini ommodando quasi
nada o estomago.
As pessoas cuja organisvg5o tem sido des-
truida pelas affeccoes das
ESCROFUUS OL 1 lEUMATISMO
9 todas aquellae, cuja oV stao se acha oom-
pletamente desarranja;'.. !evam tomar
0 0LE0 DEFIG )E BAGALHA>9
LA.NJ1AH diEMP



.A



8
Di&do de Pemaffibuoo Quinta feira 4 de Junho de ISli
SGIEHGIAS
Projecto do mi-lhorami-iilu do porto
de PfriiamlMica, orgnnisado pelo
bclii'cl *oe Tibureto l*erelrde
M.is.iiiiinv". cupitiio do corpo de
eascnineiros.
(Coutinuagao)-
Para fundamentar esta assorgAo, diz que
as correntes alem do rocife, sao durante a
maior parta do anno, do sul para o norte.
Como se saba, Desta costa-, ha duas cor-
rentezis, qua sao subordmadas as correntes
dos ventos reinantes, n p.>r isso coneordo
com a nvior dura$a.j da c rreuteza do sul
para o norte.
E ein viriu la dessas mesmas correntezas,
que as areias laocadas pelos rios ale.n do
recife, s3o arrastadas para longe seniaadas no mar, como se observa urn
soudagans foitas uos diversos portoi da cos
t*. pois ndo se enc ultra banco algnm de
areia, nem cm frenle as etubocaduras dos
ries, que estao suj-itos immeiiatimente a
essas correntes, e nem alom d-s recifes ;
uotanJo-sa mais. que a profundidade do
mar cresce a inadida que se afasta da
praia, otxno se verilica, ndo so em frenle
a barra d'este porto, como em toda a cos-
ta outre iUagdas e iiio Grande do Norte.
Ess& Co.creates sao de f-ff-ita tal, rj ie DOS
lugar.-s que fl recife 3) afasta muito dj praia e
conservu certc parallelismo, elles produzem
um cadul outre a praia e o inesmo recife,
tal como o qua eviste eiure o Cal>o de S.
Koqiio a a pom ( dos Touros.
Se o iHintre Sr. Dr. Hawkshaw reunisse
aos conbecwenfoprat c s e scientiticos uue
tern, o la carta hydrvgraphica da costa, le-
vanta la pelo- talleckiu capitSo de fragata Vi-
tjl de Oliveir.i-, e de us roteiros, nos quies
a costa esta miituciosaroento descripia, com
todos osseus portos, barras, rios, enseadas,
recifes, cordas, bancos, poreeis e soniagons,
talv-i quo em sau espirito nao prepondo-
rasse o mesmo r^ceio de ver obstruido o
port) pelas araias ievadas- peia nova foz do
rio.
So essas areias podem, par a e futuro, ob-
struir- o porto em virtude da eorrente do sul
para 0 norte, porquo razao as areias sahidas
polo actual porto nao formaram ainda ban-
cos alem do recife, nem obstruiram a barra
d'Olio la, nem a- gmeutaram a configuracdo
ao norte do mesmo portb ? E' porque as
areias arrastadas pelos rios, logo que sahem
fora da barra, Beam sob a acgao das lories
correntes que varrein o litoral, tanto do nor-
te para o sul, como rice-vevsa. segundoo
veolo reinante e do nordeste eu sueste.
Gmvera portanto uotar quo os ventos
reioaotes que mais soprain na- maior parto
do anno sao: em primeiro lugar, o sueste ;
evo segundo, o nordeste; dando,assim, ori-
gem ds duas correntes que predominant no
litoral.
Quando essis venos sopram com mais
intensidade sobre a costa, as correntezas do
mar ^ao mats fortes no mesmo sentido, e
sua ;:i:;au affecta ate a praia.
A direcgao dos ventos sueste e nordeste
forma, sobre a praia, um angulo maior ou
aaenor e produz as correntes que vao cho-
car-se contra a praia, e acgao das ressa-
cas por transmissAo, ora n'um sentido, ora
n'outro, regolarisa a praia de tal maneira,
que ndo se at li > eiu tola a cojIj sujoita a*
sua scgdo, um .^6 banco du areia ; uotando-
se m iis, que fundo do mar, augmenta
com tanta rogularidade, que se pode saber
p-la sondagem qual e o ponto da costa,
on le a accao da eorrente e mais intensa.
Como jd disse, as correntes mais cons-
tantes dos ventos, que sopram nesta costa,
sio entre o sueste e o nordeste : raras vezes,
porem, sopran do sul ou do norte.
Se, potem, se estabelecer a bypothese
que os ventos mudem de dirucijao e soprem
entre sudoeste e noroeste, eis o que certa-
meate aconlecerd ; a correnteza do mar se
restabeleceria, porem lougc de chocar-se
contra a praia, della se afastaria, e a sua
accao sobre a costa seria quasi nulla, resul-
^ando necessariamente uma especie de re-
manso, mesmo f6ra do recife. Oenfraquo-
cimeoto da correnteza do roar produziria
infilivelmente nas barras e f6ra dos reci-
fes bancos de areia quo se estenderiam d
proporgao quo fosse diminuindo a velocida-
de das aguas do rio ; porque, nao encon-
tan io as aroias ate ahi conduzidas a acgao
da correnteza do mar, ellasse depositariam
immediatamente.
Esto pbenoineno dd-se em todas as costas
- ondo os ventos reinantes em vez de soprarem
do mar para terra, produzindo assim yagas
e ress teas sobre as praias, sopram mais ou
menos obliquamente de terra para o mar.
E' isso o que exactamente se observa no
porto de Cherbourg, no Havre, em Vire e
no porto de Clyde, e outros, onde o r
ten le a fazer accumulagoes raaritimas.
Nao sdo esles os pbeuomenos que aqui se
dao ; porem identicos se observara em al
guns braoos de mar.onde ndo ha grande cor-
renteza, tal como no Frith of Clyde, onde
desemboca o rio Clyde. Eis a razao porque
os trabalhos d'arte executados no porto de
Glasgow surtiram tao bom effeito, visto
como no Frith of Clyde a correnteza do
mar, nao sendo no fundo do porto muito
activa, de"ra assim lugar aos depositos ma-
ritimos: era bastante que, sese estreitasse
0 canal da vasdo das aguas do mesmo rio,
nara que a sua velocidade, assiia augmen-
tada, aprofundasse suificienteraente o mes-
mo canal e conservasse desobstruida a sua
foz.
No porto de Vire se observa o mesmo
phenomeno, ndo s6 porque as areias arras-
tad s pelo rio, sao, pouco a pouco, depo-
sitadas em sua foz, como porque, a corren-
teza do mar ahi, nao e" tao energica que as
condnza, por sua vez, para longe da praia
Esse phenomeno se dd em todos os pon-
tos, que desemboquem ou n8o rios, quer
nos enseadas, onde a accdo da correnteza
do mar, tende, por seu turno, a fazer accu-
mulates maritimas. As obras para melho-
ram nto dos portos, nestas condigdes, de-
vem ser differentes das que se applicarem
no porto do Pernambuco, porque os phe-
nome-ios que nelles sedao, sao tambem dif-
ferentia.
Alom das duas correntes existentes, d costa
de Pernambuco, durante o anno, ve-se que
a ac sempru perpendicular d costa ; p mesmo,
porem, nlo acontece em muitos portos, e
costas onde a sua direccdo 6 : ora, parallela ;
ora, mais ou menos obliqua, em relacdo ao
litoral.
Feita esta simple! exposicao, pjsso a des-
crever alguns portos desta costa d que aci-
iaa mo referi.
Tiyto de comparar em primeiro lugar o
ancoradouro e barra da Candeias, com o do
foz do Capibanbe, para o sul, Gca o porto que a enseada e porto de Gaibii sao tambem
do Kc:fe em circumstancias identicas ao tarridas pelas fortes ^correntes do mar
portoo ancoradouro ds Candeias: 1., por em que a accao das mares tambem influem
que, como o do Recife, e* aquelle porto tarn- para que o port > conserve uma certa profun-
bem, sendo ao todo, ao menos em parta, didade, n8j obstante ter este loo ao sul a
protegido por uma muralha natural ; 2., barra de Suape.
porque ao sul lhe Beam tambem os rios Pi- Apresento mais um exemplo bem frisante
rapama e Jaboatdo, cujo curso e velocidade e vem a ser oporto de Pdo Amarello, con
d agui ndo sdosomenos aos do Capibariba siderado bom no tempo da invasao hollan
e Beber.be; 3., porque ambos estao muito deza e quo ainda hoje assim se conserva,
proxim-is e na mosma direc^do e estdo su- c;mo se deduz da sua descripedo, feita por
jeitos ds mesmas correntes, de mar e de Vital d'Oliveira.
ventos ; aleui disto, a costa tem a mesma Barra de Pdo Amarello. Fica o recife
conhguragao. eoB frdnte d ponta do Janga pouco mais de
into isto, vou mostrar um outro ponto de uma milha, e e este o lugar onde estd mais
comparacao emrelagao a ) meucio.alo por- proxinn da costa. A b.rra que dornora
l) das Caudeiis No tempo da invasdo por 601 N E. N 0. do forte, e mais
hollandezfl, elloscrvioda surgidouro, e jd estreita e torn menos agua que a de S.
ora considerado port), pelo fundo que ti- Jose" ; mas o ancoradouro e mais abrigado
\'-' i i At- i que o deste por serem os recifes mais altos.
\ in! do Oliveira d n conQrmar co.nple- Da um a outro picdo se eucont, a 40 paloios
tamonte isto, pelo roteiro da costa de Per- de fundo ie areia, e para dentro o fundo
u.mbuco, escripta dous seculos depois ; eis ral diminuindo, a Bear com 15 palmos, e
como elle se exprime: E'a barra das depois sicco na diracjdo de E0.
Caodeias Uma pequena interrupsao no re-! Por eita simple* descripedo, v<*-sequeeai
cife, que seestende desde Simao Pinto, com to porto din la se co.iserva era bra esta Jo,
5 !' *? b"$as do lar8ura> m direccao 33" visto como era jd co isiderada como pjrto
:\. t. S. 0. com a igreja (Candeias] e Bet de abrigo desde- os tempos coloniaes
o picdo do norte mais aterrado quo o do1 Ndo desagu in 1o nesse porto rio algu.n,
sul ; ei no moio da barra acha-se 50 pilmos estd elle nas mesmas coniicoes do do Baciftj,
d= fundo-iama, fundo quo v.i gradualmente logo que a mudanfa da hz do Capibaribe
diminuindo ate 20 palmos, j into aos pi- seja realisadi, porque, isento, coro> estd,
coes : era ambos se estendem restingas de das correntezas, poJu muito ban ser com
pedra para dentro. a fottnar o aucoradouro elle comparado.
das Candeias em ligura do trapesio, cuja I Ora, derooranlo esse port), com a sua'es-
base menor e a btrra. Depois desta acba- jtreiu barra, ao norte do do Recife, orrledes-
so 45 palmos de fundo-lama, ate2Q palmos 'embocarn os rios Capibariba e Bebaribe, nao
y& proximo d prai..
Os tacis (1) que guarnecem este lu-
garf f izera uma interrupcao potfeo ao nor-
to da barra, ondo se encontra 5 ) a &0 pal-
mos, foavendo ahi, em cima delles, 30 pal-
mos.
0 ancoradouro das Candeias, ndo obstan-
te ser de bora fundo, tolavia por causa do
seu acanhad" espago, por Bear em frente
d barra e ser d-esabrigado, tern sido serapre
abandonado.
Ora, comparado actualmenle o porto das
Candeias ( cuja dascripijao inspira toda a
confianca ) com o que elle era ha mais de
dous seculos, ve se que se cpnserva inaltera*
vel, visto como aiuda existe" um fundo d"e
lama com 45 palmos. Isto prova exube-
rantemente que as areias arrastadas pelas-
aguas dos rios Jaboatao e Pirapama, que-
licam ao sul cerca de 5 kilometros, nao-
teem sido arrastadas para dentro do men-
cionado porto, nem feito bancos em frente
d sua barra, visto como o seu fundo ainda
hoje nonserva lama, apozar da c rrenteza
de sul para o norte, que tambem ahi da
mesma maneira predomina.
Devo apresentar mais uma eausa para
qu^ o porto das Can leias jl estivesse obs-
truido, e vem a sar que as areias arrastadas
pelo rio alera de sua foz e subordinadas lo-
go a ac^ao da maior correnteza, que predo-
mina de sul para norte, fossem cendazdasi
ao longo da praia, passassem por cima das
restingas que demoram ao sul do mesmo
porto o fossem ahi so depositar no lugar
mais lundo ; ora, nao sendo issoo que se
observa, como acima Bcou domonstrado,
deduz se que as areias levadas pela corren-
teza, que varre a costa, sao dessiminadas
no fun Jo do inar pela acgao poderosa da
m'sma correnteza, combinada com a da
ressaca, por transmissao que se dd em toda
a costa.
Por esta exposicao se ve que o receio do
Sr. Hawkshaw acerca da mudanc,a da foz
do rio, e infundada, porquo estando este
porto nas mesmas condigoes do do Recife,
nao foi ainda obstruido, e nem ha indicio
do so-lo, com as aroias arrastadas pelos rios
Jaboatao e Pirapama, porque ellas nao se-
guem a direcgao da praia nem costeiam os
recifes que guarnecem a mesma praia e for-
mam o porto das Candeias.
Este exemplo t6ca d evidencia, e n8o pre-
cisaser maisencarecido, pois que e de na-
tureza tal, cjue a simples observagao dos fac-
tas o confirmaem toda a sua plenitude.
Mo parece, por tanto, que a oonsequen-
cia que se pode tirar da comparacao do es-
tado do porto das Candeias em duas pocas,
entre as quaes medeiaram mais de dous se-
culos, e tao procedente, que ndo p6de dei-
xar duvida algumi no espirito do mais pre-
venido acerca do futuro rasultado que deve
ter o porto de Pernambucj, se se levar a
effeito a mudanca da foz dos rios Capibaribe
e Beberibe.
Nao obstante o exemplo acima citado,
declinarei mais alguns que ainda veem cor-
roborar a conviccjio que nutro sobre o as-
snmpto expendido.
0 porto denominado Gaibu, foi conside-
rado como bom ancoradouro para navios
da esquadra hollanieza ; entretanto, compa-
re-se com a descripedo qua delle faz o mes-
mo Vital de Oliveira :
a Do Cabo de S. Agostinho, pouco mais
de 2 milhas fica a ponta de Pedras Pretas.
Esta ponta, comquanto alguraa cousa
aguda, todavia de f6ra fica projectada na
costa e se nao percebe.
D'ella, ao Cabo, em toda a sua exten-
sao e o ancoradouro do Gaibii, surgidouro
franco onde se encontra 40,35 e 30 pal-
mos de fundo-lama, e mui proximo d praia
20 palraos-areia, principiando entao a ap-
parecer algumas pelrasde um corddo que
guarnece a praia, bem ao meio da ensea-
da. 0 ancouradeuro de Gaibvi 6" mais
abrigado quando sopram os ventos do N.
E. para o sul; mas, com ventos do largo
ou do norte, fica insupportavel, havendo
estaria sojeita aquella barra a ser obslrwida
pelas areias acarretadas p ir ostes dous rios
alem de sua foz e couduzido por s:u turno
pelas correates do roar, de sul pora o norte
ao longo dos buixo; de pedras de Olinda, no
espago do mais da dous seculos ? Na ver
dade, se esta proposigao tivesse algum fun-
damento, ccrlxmente qiie em tao longo pe
riodo, ainda que as rccumolaQdes tfes areias
fossetw em escala mui diminuta, o porto se
teria gradualments obstruid).
E' esactamente ocontrario que succede :
o porto se conserva-em bom estado e nao e
sujeito a; essa obstrucgdo. D'aqui se couetue
que as aaons acarretfedas pelas mares vtvas,
e pelas c'at-ias do Capibaribe e Beberibe> lo-
go que Iranspoem a foz do rio sdo dessimi-
nadas no mar pela accdo poderosa das-res-
sacas, prownientes dos-choques que as-pro-
duzem contra os reciSes,- apraia e os lwi-
xos.
E! t3o evidente que a ressaca-i por trans-
missao,. encairega-se ds-espathar as areias
no mar, que nao se oierva banco algum,
nem em frente, nem dos I ados da barra.
A' vista^ pois, d'estas consideraijoes^ que
exempli Beam o caso vortente. fica bear da-
moastradoe esclareeidocom os argumentos
acima adduzidos, que a mudaoca da foz dos
rios Capibaribe e Boboberibe, tem a dupla
vantagem de diminuir acorreoteza periodi-
ca das man's e de impedir a gradual obs-
trucQaodo porto ; accrescendo que as aceias
sahidas pela nova foz, sao immediatameate
espalhadas peto mar e conduzidas pela accao
poderosa das ressacas, por traosmissdo, para
longe dos recifes.
0 facto do espraiamento das areias- fora
dos recifes, pode ser veriflCado era. quaaquer
occasiao e em qualquer paoto da cost** As
cartas hydrographicas do barao Roossin^e
de Vital de Oliveira, demonstrate isto ca-
balmente : n'ellas se acbam bem (kscrimi-
nadas diversas sondageos, pelas quaes- se re-
conhece que o fundo do mar augmenta gra-
dualmente e d proporcao que se afasta do
litoral. Reconhece-se mais, que, alem dos
recifes e baixos de pedra, ndo existe uma
so ilha ou banco de areia, o que- prova a
toda luz da evidencia, que as- areias dos
rios, arrastadas pelas.cheias e pela^ccao das
mares, sdo espalhadas no mar pela accdo
combinada das ressacas e ventos reinantes
da costa.
Me parece, portanto, d vista das razoes
acima expend idas, que sao infundados os
receios que tanto abalarara o espirito do
eminente engenheiro, o Sr. Hawkshaw,
porque estou profundamento conveucido quo,
se elle tivesse pes*soalmente estudadoa costa
de Pernambuco ou lido os seus roteiros,
comparando o estado dos seus portos em
6poca remota com o estado preseate, certa-
mente se convenceria de que a mudanga da
foz do rio Capibaribe nao acdrretoria funes-
tas consequencias.
Quanto, porem, ao que elledia, sobre sar
perigosa a experieacia para ser tratada seme-
lhante mu lanr.a, devo oppor, em face dos
argumentos e dos estudos foitos sobre a con-
figura^ao da costa e dos Yentos reinantes,
que qualquer mudanca na foz do rio ndo
serd uma tenta'.iva, cujo resultado seja mais
ou menos duvidoso, e sim jd demoostrado
pela experieacia em muitos casos hoiaologos
como acima referi.
PARTE II
Tendo, no comeco d'este trabalho, divi-
dido em duas classes os diversos projectos
de melhoramento do porto de Pernambuco,
sendo a primeira a que tem por fim conser-
var a foz do rio Capibaribe, fazeudo altera-
gdes em seu regimen e augmentando a sua
velocidade; e a segunda, a que tem por
fim mudar a (sua foz, transformando-a em
um porto de abrigo ou d6ca, pela ausencia
da correnteza do mesmo rio ; apenas en-
trarei na apreeiaodo da primeira classe dos
projectos dos Srs. engenheiros Charles Neate,
e Law posteriermente analysados e approva-
dos pelo distincto engenheiro o Sr. John
Hawkshaw e do illustrado engenheiro o Sr.
tonio o do Recife, forraada pela muralha
substitutiva da ponta Bo Recife, por uma
outra muralha parallata aos arrecifes e que
prosig-i em linba curva at6 a estacSo do
caminho de ferro de S. Francisco.
8.* Elevacdo dos arrecifes, desde o pha-
rol ate certa distancia ao sul do porto, do
f6rma a ndo embaraijar de tolo a entrada
das aguas das nines por aquelle lado.
9. Proloniamenlo da estra 11 da f.-rro
de S. Francisco ate as visiuhanc,as das do
cas.
10. Prolongtmaiit-j da linha curva do
caes do arsenal de miriniia ate a Csbeci
do C6o.
No todo das obras d'esh projaato, ba
duas que paJeui ser cousdoradas como
principaes : l.arem>;ao doa bancos de
areia da entrada do Jl (j^uairo por meio de
excavagues e destruigdo dos rjchedos sub-
marinas que divide.ii a Barra Gratile ; 2.,
a coos-.-rvagao de carlo fun Jo no porto, por
main do uma mJor correateza. provenien
te da niiertura de u n sangralouro no isth-
mo d'-jliiila eutre ooxtreini norte do bair-
rodo H jcifa e a fort.daza do Brom para ca-
nalisar p r ahi as aguas do Ctpibarib'je
B'-'berilx.
Gmcirdo com o Sr. Hawkshiw, e:n se-
rem cs>aii'iialiisi ns as obvas qoa so njfe-
rem ;o molhoramento da barra a reaoocd')
do bancro qua obstruo a entrada do parto.
Quant > porem, & idea de a-bertura do
sangradouro que e Srs. Neate e Lam
propoe para estabelesur uma maior veloei
dado d.'.s agiias daiitro do p-arto, e assim
conservar um eerto fundo e 1-ivrar as accu
mulae/aes de areia, acho qua por esse meio
ndo cooseguirSo todos o Bus qoe iloseja n
os Srs-. :\aate e Laue e as razo;s sdo as so-
grande difficuldade em communicar-se com Df QiU&Q quanU} aQ gegund0f trataJei do
a terra em escaleres. 'uoico projecto apresentado pelo mui dis-
k' vista desta descripedo se recoohece tinctQ ^{^^ 0 Sr. Df. Emmanuel
Liais.
0 projecto dos Srs. Charles Neate e Lane,
consta das seguintes obras:
1. Conclusdo do dique do Nogueira.
2. Tapamento da Barreta das
que o porto de Gaibii ainda se considera
como um bom fundeadouro, visto a profun-
didade que hoje tem de 30 a 40 palmos.
Acha-se situado ao norte do Cabo de S.
Agostinho, emquanto que ao sul do mesmo
Cabo, acha-se a barra do Suape, que jd foi' da|*
aqui descripta, onde desembocam 4 rios, cu-, 3'# CoatmuaQao dos arrecifes por meio
jo volume de suas aguas ndo e inferior aojde uma muraiQa de 304 brasas> comeCando
Capibaribe e Beberibe. da Tartaruga e terminando na extremidade
Ora, ficando a foz e a barra desses rios da Pedra S6cca
ao sul do porto de Gaibii, qua se acha si-j 4 Remo?ao dos bancos de areia da eD-
tuado, como disse, na enseada entre a pon-'tra(ja do Mosqueiro por meiode excavacoes
ta do Cabo e a ponta da Pedra Preta,, por 1 e destruicdo dos rochedos submarinos que
que razio, ha mais de dous seculos elle e dividem a Barra Grande.
bo ejoca do anno, e mede uma profundidade iu n0 d.0linda entre 0 extremo norte do
de 40 palmos bairro do Recife e a fortaleza do Brum, pa-
Porque razdo as areias das coroas que
obstruem a barra do Smpe, ao sul duste
porto, ndo fizeram depositos maritimos nes-
ta grande enseada, onde, d primeira vista,
parece que a accjio dt correnteza de sul
para norte devia ahi faz* !os apparecer ?
A causa U'gsse ph.-nooiuno consiste
Recife, mosurando que, com t mudanga dale quo a a
em
imifi los recifes
gefta profuulidd le.
ra canalisar por ahi as aguas do Capibaribe
edo Beberibe.
6 Tapamento do actual canal de junccdJ
d'estes dous rio3, no lugar em qua estd si
tuala a pontedo Recife, par uma muralha,
tendo uma abertura qua possa dar passa
grtm a pequenas embarcagoes.
7." Construci}do de uma docs, na parto
gumtes-;
Ab'irta- o sangradouro juntu d' fartaleza
do Brum1. tapando-se a sahidadas aguas-pe-
ia ponte"Setedo Setsmb-o, e'evidanta jjie
as aguas do brica esquardu da> rio Cipiba-
ribe ft/,:n?':,' junc^ao- com as do Beberibe,.
mosm 1 em frente do sangradouro projec-
tado; so- pr.'jetpitarao no- porto en*-frenle ao
plrol coio muito nwior velocidade do
qtT. seguindo-o curso actual e'O virtude
da difference de nivel eiitre essas doa* pan-
tos.
0ra> se actaalmenta a reuniao 'do-rio Ca-
pibfltribc com o-Bebaribe leodu mator velo-
ei lade- que o- br.u;j diretto d'aquellio rio,
dd lugar ao banco da arera que se a ha
junto a pharea>-o que &e dave esperar,
quando ^e fizer a junejao ;?elo sangradouro
proposto, ficando o porto comprebeadilo
entre o sangradcaao e a poflaaa do Forto do
HattOSy reduzidio- someote 5'velocidade das
aguas-do braCO dweito do-Capibariie-T'
Resuka d'isso. qua dimnwii la a veloci-
dade das aguas dfessa pane- do porto', teu-
de elle a ser obstruido gradaalmante-;.por-
que as areias abiise deposkarao ate que a
seccao- correspowda d rnaau d'agoj'que
por ahi passar.
Se acttulm-mte- a sacQdo de vasao das
aguas no canal do porto com -a veloaid'ade
que tem, corresponie a 10* por exemplo ;
quando essa velooiilade loneduzidai por
sabir mais da motade do volume dagua
peio sangradouro^ essa ssa^ao correspon-
dera-.a nwuos o\v naetade, e aeontecena. que
as areias da core* do Passajanuo irao gra-
dualmont" so iteiaositar 11& fttolo ilo-porto,
aquem do saugxttdouro.
0 -banco de ateia, em if en to ao piurol,
nao e de data reoento, eiie existe desde a
Invasao hollaadeaa oest provineiaf eomo
se vS pela cartauio porto Ie-vantada a'aquel-
la epoca.
Assim, pois, este bauco e forraado pe-
las areias arrastadas pelas enchentes dos
rios Beberibe e Capibaribe e pelas corren-
tezas diarias- das mares as quaes, encon-
trando n'esse pouto a accdo forte das res-
sacas, proveoientes das aguas one entram,
nao so po. cima dos recifes, que se acham
submersos> como pea Barra Grande e Bar-
ra Pequeoa, ahi se depositam, gradualmen-
te.
Estebaneo augmenta de volume depois
de uma.grande cueia, sea.;iecao da ressa-
ca e forte n'aquella occasiao. Com o uso
constant da barca de excavagao, pouco se
tem conseguido,. 0 a prova & que elle se con-
serva 00 raesnw estado qjue outr'ora.
E, se 0 banco em freato ao pharol, e mo-
tivado pela diminuiQdo da velocidade das
aguas, as quaes acarretam as areias, em
virtude dos choques das ressacas^ 0 mesmo
phenomeno ha de ser observado logo que
for aberto 0 sangradouro, e levantada a
perte dos recifes que estd subinersa : porque
entao a velocidade- das aguas do braco di-
reito do Capibaribe, que passam pelo porto,
encontrando-se com ado outrobragoe reu-
nida a do Beberibe, acarretarao as areias
ate a Barra Grande, onde 0 grande choque
das ressacas ha de teudoe a diminuir gra-
dualraento a velocidade e ahi depositar as
areias e os detritos arrastados pela corren-
teza. D'aqui seconclue que a abertura do
novo sangradouro, apozar da elevacdo dos
recifes submersos, ha de trazer a forma$ao
de um novo banco no pontal delles, onde
a acQdo da ressaca formada pela Barra Gran-
de for mais forte. Este phenomeno se ob-
serva, actualmente, ndo so junto d barra
pequena, neste porto, como nos de Suape,
e Tamandar6, Una e outros muitos da costa
desta provincia.
Dando 0 Sr. Hawkshaw parecer favora-
vel ao projecto do Sr. Neate e Lane, quan
to ao desvio do rio, diz que as q lestoes con-
cernentes d semelhante ponto, foram em to-
dos os tempos as mais difficeis de serem
tratadas; sendo necessario, para determi-
nar os meios mais convenientes que devam
ser imaginados para effectuar esses melho-
ramentos, 0 conhecimento intimo do regi-
men desses rios e de seu curso actual, ac-
crescentando apenas que, contra 0 qual se
pode unicamente objeclar a perda possivel
de parte das aguas da encliente ou da va-
sanle que passam pelo canal do porto.
Para obviar esse inconveniente, que, d'al-
guma maneira, pesou no espirito do Sr.
Hawkshaw, diz elle : que jmesmo dan-
do-se tal perda de pequena monta, 0 seu
effeito seria compansado pela melhora da
correnteza das aguas na barra, a qual ten-
deria a conserva a mesma barra livre de
obstruccdo, nao conseguindo em absoluto,
porque prova velmente reconbecer-se-ha,
que como acontece en quasi todos os por-
tos onle dtoagoam rios, a excavac,ao 6
mais im iiirtiios iiaccssaria p ra sua conser-
V iC'lO. >i
lijssa aprociac^o so reconhoce perfeita-
mente que 0 Sr. Hawkshaw nao tem co:n-
pleto couheaimento do volume das aguas
dos dous bracks do rio Capibnibe, e nam
da sua velocidade, porque nao se abalaiiQa
ria a dizer que a sahida das ag.ias do bra-
ro traria u-ma percla de pequena monta,
quando se recoohece a olhos nus e d sim-
ples observa^do, que 0 maior volume das
aguas do rio Capibaribe e* despejado pelo
braco esquerJo.
Ale'm das circumstancias acima aponta-
das, resultantes da abertura de um sangra-
douro ao sul da fortaleza do Brum, 0 dis-
tincto engeuheiro 0 Sr. Dr. Barros Barreto,
mostrou, pela imprensa, que 0 rompiman
to do isthmo, traria os seguinte; inonve-
nientes ; 1., alagamonto de algumas ruas
dos bairros da Biia-Vista e de Santo Anto-
nio ; 2., a ruina dos alicerces das ponies
e caes actuaes 0 0 arrastameulo de enormes
volumes do aroii para a foz dos rios ; 3.,
01 eoibarago d naveg.agio de canOas oointa-
ri >r do porto, pola agitafdo das aguas-, com
as ressacas.
Estas obiec(.des acharam echo no espirito
refl ;cti io do govarno impurial, e por isso,
desejoso de ver bam eluciJada essa qoes-
tdo, incumbio aoSr. Dr. Galvao Filho, de
estuiar e venlilar com tola a cldreza os-
trabdhos do malhora.nento do porto.
Tratanlo o Sr. Dr. Barros Birreto, de
fondamantar a aua objeccao, assim se ex
primio : As prea;n-',res, na costa, precedam
em mais de meia bora ds pream.res no rio.
m frente d rua d'Aurora, o quo e devido a
dtstaoeta do mais de2000,m0 que as aguas
ten* de percorrer passando por um ostreito
canal* 'Vctualmenle,- o nivel da pr-earaar,
em frente dqueila rua 6 inferior a p7eai-mar
na costa, sobretudo em oceasioes de tempo-
ral e de mares de equinoxio, visto como a
vasaote na costa principia meia bora antes
que as agues do rio uo lugar mancionudo
achem-se em equilibrio con* a prea mar.
Logo, pora-, que se-effectuur a pioject^rda
abertura no isthmo, as agUas dt mar nas
eochentes, enconlrandbuma ospagosa ecur-
ta'pissagam, penatrantcom mais-rapidez no
alveo do rio, e por conseguinte, maior vo-
lume de agaa do que d'antes entrard ao
mesmo tempo,-de modo que haverd- comci-
dencia nas boras de preamar uotio e na
costa, ou pan* inelhor dizer, havera equi-
librio e nivellabto entre dous pootos.
0' Sr. engenheiro Neate, refutando este
ponto diz :
O-'Sr. Dr. Barreto parece nao ter repa-
rndo na circumotancia de que a abertura do
canal deve ser eileetuada ju-atamente com 0
prolongamento lo Recife na distancia de
qaasi 700 metros, circumetancia esta que
nwda inteirame Cx3-esleprolongu do canal tao distante da extremuaWde do
Recife-, eomo actualmente fica 0 arsenal' de
marinha. Assim, se e verdade ;. que as
aguas penetrando pelo canat trasbordarao
os caes interiores,: tambemtdeve ser facto
necessammente,. qua hoje as aguas s**bem
no caes, no arsenal de marinha a um> nivel
superior ao do arreraate do caes nas nen-
cior.adas ruas. Creio, porem-, podar affir-
mar positivameale qoe nunca assim aconte-
ce, e- nestas circunastancias. desapparece o
raotivo para os receios do Dp. Barreto-.
0>Sr. Dr. Barreto, vol'.eu d impieissa,
apreseotando Qivelamento de diversos
pontosefundandoassim a presumpcao que
tem do alagamento das ruas^ eis o aivela-
mento :
'-. Ahura da- face superior do algum,
cdes-acima do nivel da baix*-;nar, dos ma-
res de sysigios.::
Uaiiipa de Fora da Portas........ 3. "70
Novocaos do norte.....*.,,..,. 3,raG0
D6caao norte do arsenal de marinha. 3, 30
l'6ca, ao sul do 'i,mio
Caes do Noronha......>......... 3,'"30
Gaes da Ccmpanhia pernambur-
canao...................... 3,n,40
Caes da escadinha d'akandega....... 3,m15
Cas do ldste de palacio.......,. a.^eo
aes de 221 de Novercbro......... 3,ra10
Caes do Apollo, norto............ 2,m40
Caes dopalacio........,,............ 2,m20
Caes do (iymnasio..... ..,............ 2,"t(y\
Reconhecendo 0 Sr. Dr. Galvio Filho,
que sobre a differeuca do aaes versava. a
questao pratica, tratou de procedor a novos
trabalhos de nivelamento.
Ejs a tabella :
Altura dos re.nates dos caes acima da
linba da baixa-mar das mares de oquinocio.
Nivel.ac-
tuaes.
Sota do
Dr. Bar-
reto.
m
L 3,60
des.ibrigado 0 alagamento serd comple-
to ndo s6 na rua da Aurora, eomo nas ad-
jac antes, e bem assim em uma parte do
bairo de S. Antonio.
Quanto d ruina dos alicerces das pontes
e caes actuaes e o arrastamento de enorme
volume de areia para a fox do rio, i evi-
dente essa presump^do. parque sendo gran-
de a difference denivel, grande correnteza se
ha de operar, formaodoassimura novo canal
com a mesma profundidade da que aclurl-
menta tem 0 qua Gca em frente d alfandega
e 0 caes do Forte do Matlos. Ndo tendo
sido feita os diversos caes que margina.n esta
cidade co n profundos alicerces-, acontecerd
qo) elles se:io salap'dos coin a forma ;5o
de tf n novo caKi-al com muito maior profun-
didade do qu 1 tem prosentofnenfev A ve-
loei Jaxfe que as aguas do bra?o esquerd a bdo
de adqowrir, sahwio pelo sangradouro do
Brum, nflcessariainente foruaard um nvwei-
ual e arrastard enorwas volumes de areio
para a foz do rio.
Quanto aia-3" poot-Jv me parece qua a sgi-
tagao dentro do no e em frente ao sangra-
douro, dove ser maior do- quy a qua se ob-
aerva ac'.ualmeate em frente ao caes do ar-^
senaf do marinlio, porqiiu alii o espaga eO"
traro' recife e o caes e pouco mais ou menos-
um>teryo doespa*> que var do 'sangradouro
roa- da Aurora.
E' sobre a superticie das agu'is qua ac-
lua a aevao dos fortes ventos- do nordeste ;
a corao'esta su^erficie seja maior do qua a
daqueKav- as ressacas se reprod'.zirao em
maior tseal* e mais so desenvoivertio sob a
acijao cor.stante da impiHuosidadij dos- Ven-
tos, por ser esta espac/joiiis desabrigady do
que atpaelie.
l-'iaa pois-patenta quo a abertura' db sn-
gfadouro, ttwa naos6 o alagamenlode al-
jomas m3s- dos bairro* da Boa-Vista e
Snto Antonio e ru;na dos caes, como as
areias arrastadas pela graie correnteza irdo
s depositar ao- arn'o anterior do pontal do
recife submerse, formandft assim uao novo
banco de areia.
Nota-se m a is,. W enfraijuecendo a-sahi-
da-das aguas do braco direito. 0 actua: anco-
radouro diminuird de profundidade, porque
diaaionida assim a velocidade das agua,-as
areias das coroas visinhas>- gradualmente
ira< ahi sa deposiitai.
Adiaittido este projecto, 9 barra Board
com, mais pr.iiui-hla le e:a eons-.-quanria-
das obras qua aha- se Bzcreiap: porem um
novo banco appareoerd deotro> do Poqo^ e 0
acttat ancoradeuro Beard totolmente obs-
truido pela supress5o das agu< do bra$o
esqoerdo do rio. Conao prova* disso, temos
um exemplo ox* se ohserva aetualmants :
uma draga trdUha em frente ao trapiche
da Conceicao, fazeado ahi ura> grande exca-
vagao-; dias depois essa excavagao- ti-
nha quasi desapparecido, apesar de ser
a correnteza a mesma, su.neute porque
acima deste ponto ha coroas de areia. D'aqui
se eeiaclue, que sendo a correnteza a mesma.,
so pelo simples t'ato de Bear proximo uma
core* de areia em poucos dias>. se inutilisa-
quasi tolo 0 trab.lbo do exaavaao de uma
drago,.t|uauto mais se essa correoteza f6r di-
minnidn, como- aconlecera conk'a mudanca
do brago esqoerdo pelo sangradouro /
lobzinente sdo-estes factos- blhos da 90-
servoao e da e?cperiencia, e i:wo podem ser
com. vantagem contestados.
Muito se deve as palavras autorisadas-do
Sr. Dr. Barros-Barreto, por ter impugnado
este projecto, que em vez de trazer o-me-
lhoramento do-porto, trard certarneute aom-
pHcagoes futuras.
Tendo assim mostrado a desvantagem-do
projecto dos. Sss. Neate e Laue, passarei a
apreciar 0 do Sr. Dr. Galvao* Filho.
Neste projecto 0 seu autor trata de remo-
ver certos inconvenientes, e para issopropoe
algumas ebras, as quaes vem indicadas sab
os numeros 1, 2, 3, 4 e 5.
Estas obras sao as seguintes :
1." Conservar-se as duas barras; 2
abrigar-se a enseada do Poco pjla- cons-
trucgao. de um quebra- nar na parte dos re-
cifes submersos.
3- frolongar-se 0 recife natural* desde 0
pharol ate a tartaruga.
l Destruir-se a porgaodos rochedos sjib-
marinos, que dividem a barra grande ;
5." Remover os bancos de areia entre as
duas barras.
Peitas estas obras, o porto nao. terd me-
3,30
3,23
3,30
3,40
G
H
2,C0
2,40
2,20
2,20
do canal ceferido entre OS bairros de S. An- 50 esquordo do Qapiba:jhe palo saugraJou
fiaes do norte.. 3,05
Idem na parta deraoUda... 2.90
Idem, idem............ 2,70
Caes do arsenal de marinha 3,40
Idem. *..........3,20
Caes da Lingueta.....3,60
Idem ..:.... 3;50
Caes do Norooha. 3,5o
Idem........3,40
Caes da Companhia Por-
nambucani. 3,60
Idem.......3,60
Caes Pernambucano. 3,40
Idem........3,50
Idem.......3,60
Idem.......3,30
Ponte do Recife.....4,40
Caes do Palacio. 3,10
Caes do Apollo. 2,90
Idem para 0 norte. 2,80
Idem, idem.....2,80
Caes do Gymnasio. 2,80
Caes da rua da A urora. 2,80
Vendo sido publicado este trabalho, 0
Sr. Dr. Barros Barreto desejando contestar
as c6:as apresentadas pelo Sr. Dr. Galvdo
Filho, me pedio que Bzesse 0 nivelamento
entre o caes do norte do arsenal de mari-
nha ate* 0 caes do Gymnasio, ao qual elle
assistio. Este resultado, foi publicado no
Diariode Pernambuco, de 21 de fevereir;
de 1872.
Eis 0 resultado do nivelamento. Entre
a aresta do caes da rampa da rua da Auro-
ra, em frente ao Gymnasio e 0 caes do
Apollo, em frente d rua do Observatorio, o
primeiro ponto 6 mais baixo do que 0 se-
gundo 0-.2I3.
Entre 0 caes do Apollo e 0 Arsenal de
Marinha, este ultimo e dc nivel mais eleva-
do 0-880.
Entre 0 caes da rua da Aurora, em frente
ao Gvmnazio e 0 caes ao norte do Arsenal
de Marinha, este ultimo estd mais alto que
0 primeiro lm,074.
Por estes dados se ve que ha todo 0 fun-
da mento na presurapgdo do Sr. Dr. Barros
Barreto quanto ao alagamenta dos cues do
Gymnas 0 e rua da Aurora.
Sa ni 6"poca do veoto nordeste quando
a agitagac no Fogo e baslanta forte, as res-
sacas as vezes lavam 0 caes do norte do Ar-
senal de Marinha, 0 q-.e nao acontecerd se
houver 0 rompimsnto do Ultimo, estando 0
cdes da rua da Aurora lm,074 mais baixo
do cjaie deste, e fjoaado e^te. ponto ranis
lhoramento algum. a nao ser a entrada da
Barra Grande, porque a origcra da obstruc-
cdo continuard a ser a mesma e por conse-
guinte os effeitos. os mesmos.
0 Sr. Dr. Galvao Filho, indica como meio
de remover os bancos de areia 0 trabalho das.
dragas, trabalho este incessante em quanto
ahi fizerem a sua foi os dous rios Capiba-
ribe e Beberibe.
Feito 0 quebra-mar sobre 0 recife sub-
rnerso, 0 Pogo ndo terd tanta agitagao, nem
haverd grandes ressacas, e por consegointe,
os bancos de areia sa formarao ahi com a
maior rapidez possivel, visto coma, sendo
ahi 0 lugar de maior espraiamento da foz
d'estas rios, a sua velocidade diminuird e
d proporgdo da secgdo do espraiamento.
0 augmento da velocidade das aguas den-
tro do ancoradouro, ndo resolve o proble-
ms do melhoramento d'este porto, por que
a sua obstrucgao e dovida aos bancos de areia
por accumulagues Buviaes, como jd ficou
demonstrado,]e ndo pode ser actualmente ad-
mittido, porque a agitagao e inconveniente
em um ancoradouro e porto commercial.
Se entretanto, se fizer depender 0 melho-
ramento do porto do augmento da veloci-
dade das aguas, por meio de um caes pa-
rallel ao recife ate em frento ao pontal
sul da Barra Grande, ainda assim a cons-
trucgao desse caes ndo privard, certarneute.
que um novo banco de areia apparega den-
tro do Pogo, e ao lado interno do pontal
do quebra-mar projectado.
As continuadas excavagoas teem ahi pro-
duzido algum effeito ; mas, nem por isso
dd passagem a navios de grande calado qua
demandam oporto de Pernambuco.
As cordas de areia denominadas dos
Passarinhos sdo as que alimentam esse
banco, por lhe Bear em um nivel superior.
Esta tentativa de se querer fazer desap-
parocer 0 banco da entrada do porto, por
meio de augmento da velocidade das aguas,
e impr iduceote ; porque elle reapparecerd
no lugar em que essa velocidade se dimi-
nuir.
Diz ainda 0 Sr. Dr. Galvdo Filho, que se
pode extender asox-avago^ em toda a par-
te do Mosqueiro onde houver menos da 7
iQHtros da linha da baixa-mar, a comegar
dos bancos formados no interval! das duas
barras ate a das Janga las, e dahi proseguir
ate a pome dos Afogados.
(Cottfinvar-se ha.)
T?.. DO. ?'-A[V0, -&VA M>'QU8 PS CAXUa

i

*
I
Si


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