Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17962


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Full Text
*
ANNO L. NUMERO 125
PARA A CAPITAL E LUQABES 0\l>K \\t
lor tres raezes adiautados...........
SPor seis ditos idem........... .
;Por urn anno idem.............
iCada numero avulso............
i

Jt,
PAA FOB It:
. 69009
. 129000
. S49000
. 9320
*v
OtARTA FEIRA 3 DE JIMO DE 1874
PAR.A DfcYI BO fc FORA DA I'BOVIXCIA
Por tree mezes adiaatados,.............
Por seis ditos idem...............
Por note ditos idem.............. .
Por urn anno idem................
1]
PR0PRIEDADE 0E MANGEL FIGUEIHOA DE FARIA A FILH0S.
Sr.. fterardo Antonio Aires & Filhos, no Para; GoncaJves d Pinto, no Maranhiu ; JoaHuim Josd de OliYeira at FiUo, no Ceard; $atonio de lea.ua Braga, no Aracatj ; Joao Mark Julio Quim, no As*; Amuuio Marque* da Slta, ao Satai x Jo* Jl
Pereira d Almeida, em Mamauguape ; Carlos Auxtuiciu Monteiro da Franca, na Parahjna ; Antoaie Jose Gomes, na tilia da Penhn; Belarmino doc Santos Bnlcio, em Santo Antio j Ix-mmgos Joae da Cost* tfraga, em
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanua; Joao Antonio Maekaeo, no Pikr daa Atagoas; Aires d C, na Bania; a Leite, Cerquinho d C. no Rio de Janeiro.
PARTS OFFICIAL
Gaveruo tla provincial.
EXPEDISNTf BO CM 24 DR IgVEBKIIUI DK 187*.
J.' secrfio.
OflBcios :
Ao Exm. brigaleiro commandante das armas.
Expedindo nesta data as uecessarias ordens pa-
ra serum trausportaJos a corte no vapor Cruzeiro
do Sul os novereeruta- cou tiexa ao seu ollleio de hontem datado, sob n. 153 ;
assim o declaro a V. Ex:, em resposta ao citado of-
rtcio.
Ao mesmo. Coiiiojunico a V. Exc, para seu
conhecimento, que por portaria de hontem e em
\irtude do aviso do ministerio da marinha, de 13
do corrente, foi o capitao reformado do exercito,
Manuel Carneiro Mactiado Kreire, noraeado para
servir interin.imeiit; o lugar de apontaJor do ar-
senal de marinha.
Ao inspector do arsenal de marinha. lea-
do nesta data provi JenciaJo para qu- com (oda ur-
geuciase faca a sapaU em que deve ser collocadoo
now maslro para baudeira na fortaleza do Brum,
recommendo a V. S. quo mande liucal o logo qu<; a
referida sapata estiver conslruida, de uiodo que a
bandeira possa ser ;aua uo oa da abertura da as-
sembles provincial.
A> director d > arsenal de guerra. Declaro
a V. S., em soluelo ao "eu odicio ie 18 do corren-
te, sob n. 578, que as 200 cutnas de lerro manda-
tias fornecer ao hospiul militar, devem acompa
nhar os ompeleute* la->tros de madeira.
Ao mesmo. Minde V. S. receber na casa
ae detxncao, e subsliiuir por 6 pistolas as i7 es
jingardas, 29 baioneUs e 2 pistolas que a li se
acham, eomforme solicits o Dr. cnefe de poiicia em
-offleio de 21 do c >n juie, sob n. 2-38.
Ao eugenheiro das obras mililare.-. Maude
.ac. cum [O'h urg-ucia bier a sapata em que
clove ser collocado o novo mastco para bandeira ua
(urtaleza do llriun, t u substiluicao do quo apodre-
ceu e quebroa-se.
2." UOfiO.
Aclo:
O presidente da provincia, de confonnidade
com a proposla do leneute coronel commandante
do 8 balalbao dc infantaria da guarda na-
cional desle muuicipio, de 18 do c-irrenle, e in-
fjrma^ao do respective commandante superior,
de igual data, n 12, resolve, segundo o disposto no
Art. 48 da lei n\ 602 de 19 de selembro de 18oO,
Lomear para preenclie;- a vaga existenle uo mesmo
1 .-ttailiao :
2' eompanhia, al feres, o guarda do 1* esquadrao,
Felinto do Rego Birros I'essoa.
Otlicios :
Ao Dr. chefe tie poiicia. Atteudeudo au
que salicita o preso Ja casa de deteucao, Joai|uim
Severino Leal de Barros,e ai que iaformou V. S.
em officio de 23 do c irrenie, n. 26i, reuomraendo-
lae que o remetia para o presidio de Fernando de
foronha na I- o jpo: tuuidade.
Ao mesmo. ,fo intuito de melborar a fis-
t ilisacio das rendas desta provincia e de evitar a
:ua defraudacao,exi'ti;a v. S suas ordens as an-
toridades policiaas dc (jranilo, Ouncury, Tacaratd,
Horesta, Boa Vi'ta, Vguas Bellas, Buique, Gara-
uimns, Bom Couselh<, Palmares, Quipapa eCanho-
to. para que I'acain ai'.oiupaiihar to Jo o producto
que for leva lo para a provincia das Alagoas de
lima guia qua devei'e couter a deierinlnacao do lu-
>,M da procedencia, c a Jo destino Jo prodac.o, a
(jualidade de-tte, o-no.ne do conductor, ainda que
auja elle o proprio douu, e a desiguacl': dos volu-
mes e da respectiva marca.
Ao counnanJao.e superior do Recife. Ac-
cusaado o reeebimeu.o do ollleio de V. 8. Je 19 do
corrente communicate ter transferiJu a secrea-
na desse commando, no dia 16 do mee proximo
Siisado, para a casa n. li da rua Primeira de
largo, e solicitanuo a approvagio do respectivo
amgnel, pelo preco ja determinate de SOOi, tenho
de diier Ihe em re-p^sia, quejlica o dito coutraclo
approvado, e que nestt data dou scienoia a tliesou-
i aria de fazeuda.
Ao commandaa.ij superi Expedindo nesta data ardent para seremdestaca-
iia? mais 6 pragas do corpo de poiicia, no 1 dis-
Uicto da freguezia Jo Nazareth, recommendo a V.
S quo maaJe dissolver o destacamento de 18 da
guarla nacional sob -eu commando jue alii est-i
j luart'jilado.
Ao commandaate do corpo de poiicia.
iendo uesta data sidj jolgado o procesgo feito ao
s-Idado do corpo sob seu commando, Valentin)
frerculano da Rocha, incluso reraettooa Vine, pa-
ra que tenha prompta execnele a senten^a nolle
proferida pelo respectivo tribunal da junta de jus-
tiea.
Ao mesmo. Recommendo a Vmc. que man
de destacar no 1* districto da freguezia de Naza-
reth 6 pracas do corpo sub seu commando, as
d.aaes com 3 que alii ja se acham formarao o na-
Lierode 11, para subsliiuir as 18 da guarda na-
cional, que nesta data mando retirar.
8.' steffia.
Acto :
OpresiJente da provincia, a visia Ja demons-
tracao que veio annexa .ao offleio do inspector da
ihesouraria provincia., sob n. 102, resolve abrir
urn credito supplemeLtar da imporlaucia do 9:0J0^
para occorrer a continuacao das despezas decre-
s .Jus no art. 12 da lei do orcauuento vigente.
ODucios :
Ao inspector di. ihesouraria de lazenda.
Ao alferes do 2- balainao Je infautaria, Lydio Ge-
nes Porto que vai seguir para a cot to ailin de fre-
c,uenlar a escola do Tiro, maudo V. S. ajustar con-
ta3 e passar guia de siccorrimento.
Ao mesmo. 'lommunico a V. S., para os
lins convenientes, quo a 27 de Janeiro proximo
passado assumio o exercicio do cargo de juiz mu-
nicipal do termo do Exu, na qualidade de 1 sup-
{lente, o cidadio Comelu Carlos Peixolode Alen-
car.
Ao mesmo. Para os fins convenientes, com-
.aico a V. S. quo o promoter publico da comar-
i a de Bnique, bacharel Manoel Jose Mendes Bastos,
; issnmio a (i do correule o exercicio Jo S6u car-
i;o, renunciaudo o reslo da liceoci de que estava
,'^ozando.
Ao mesnio. TcnJo abonado as faltas que
por moiivo de moloitia deu o bacharel Jose Xico-
!io Tolentino de Cirvalho, juiz substiiuto da vara
de orphaos desta comarca, do dia 16 do corrente
;.;i esta data, em que reassumio o exercicio do seu
i*rgo ; as-im o commuaico a V. S. para os JeviJos
fln .
Ao mesmo. ManJe V S. pagar aa bacha-
r.-l Francisco Gomes Piito de Campos a crdenadn
de juiz snbstituto e a g aMIicagie Se. juiz de dlrei-
io Ja eomarca dti I Alb >, a eontu d.! 2'i de
novembro a 3! de o z;>,b': j do anno pi iximo pas
:iado, visto como'^'r-lhe por ter exorci-Jo duranls
ussB teinpr,,, |Ugar de juit de dfreito na qualida-
ae d snb-limto, a ur iogodep)is sido uomea-
dc juiz municipal da mesma cumarca e conseguin
tamenle substiiuto legal do juiz de direito.
Ao me:mo. Tenio de seguir no dia 4 do
mez de marco para o presidio de Fernando de No-
ronha urn dos vapores la companliia pernambu
cana ; assim o declaro a V. S. para sea conheri-
monlo e fins convenientes.
Ao mesmo. Tendo se conc'.uido a remocio
Ja capella do hospital militar para uma enferraa-
ria do mesmo, segundo informa o eagenheiro das
sbras militares em^fflcio datado de hontem, sob
n. 78, remetto a Y. S. a jopia do termo e a couta
em duplicata para >iue m^ndupagara Augustu Jo-
>i; Teixeira a quantia de 278408J, por quanto foi
c >nlra<'lado aqoelle servir-o.
Ao iiltfsm i. T-indo o c.iinniandanta supe-
rior da guarda nacional deste municipio Iranete-
rido a respectiva ecretana, da rua Dnqne d < Ca-
xia< aira-a do l'rinwiw d Mar^ aaliga rua do
Crespo, cuja casa conlractoo palo preco ja deter-
ininad < de 5004 approve! este contracto ; o que a
V. S. commuuico para seu conhecimento e fin.'
convemenlos.
Ao mesmo. Commuuico a V. S, para os
fins convcuieotes, que acabo de expedir ordens no
sentido de ser dissolvid) o desUeameuto de 18
p:agis da guarda nacional, existentes no 1* distri-
ct) da freguezia de Nazareth.
iAo iuspector da Ihesouraria provincial.
Trausmilto a Vine, a inclu-a portaria, por copia,
de abertura de credito com o que respondo ao seu
offleio datado de 20 do corrente, sob n. 102.
4.' secgdo.
Ofllcio* :
AoDr. inspector da saude publica.Maude V.
S. preparar e remetta a secretaria d jsta presidencia
uma ambulancia de inedicainenlos homeopathicos,
com instrucfoes, apropriados ao tratamento da va-
n ila, para screai enviadds a camara municipal da
cilade Je Oliuda.
Ao director goral da instruccao publica.
Remetlo-lhe o requerimeuto documenlado e ja de-
ferido, de Lydia de Carvalho Lima.pedindo licen-
na para abrir aula particular, ali-n de Vine, dar-
llie o compelen'.e titulo, de confonnidade com a
sua informacao de 21 do corrente, sob n 63.
Ao proved ir da santa casa de misericor Jia.
Remett i-lhe, por copia, o relatorio que, era virtu-
de do aviso de 26 do no/embro ultiau, apres;n-
tou o Ur. inspect derecado ao Bxm miuistro da fazeuda, a respeito
dos pedidos de generos alimenticios, fazenlas e
medicamentos, feitos neU junta a Iministrativa des-
sa sanl casa. Cumpre que Vac. inforrae cir-
cumstanciadain-nte sobre as consideracdes coq-
stanles desse relatorio, e providencie desde ja em
ordecn a ser dispensado o bacharel em direilo, uue
se acha eucarreg ido da botica do hospital Pedro
II, contractando urn pbarmaceulico que se obri
gue a rcsidir alii, para preparar os inadieamentos
necessa ios e aviar as receitas.
Ao juiz de paz da freguezia de Granito.
No intuit" de m-;lhorar a Qscalisa<;ao das rendas
desta provincia e de eviiar sua defraudagac, re-
commenlo a Vmc. que faca acompanhar todo o
producto, que d'ahi for levado para a povincia
das Alagoas, de uma guia que de /era conler a de-
terminanao do lugar da procedencia ea do desti-
no do producto, a qnalidade deste, o norae do
conduct >r, ainda quando seja elle o proprio dono,
e a designa<;ao de volumes e da respectiva marca.
- Iguaes aos juizes de paz de Ouricury, Cabrobo,
Tacaratii, Fioreua, Boa-Vista, Agnas-Bellas, Bui-
que, Garanhnns, B>m Conselhj, Palmares, Q lipa-
|ia o Caahoto.
A' commissio de soccorros da villa do Cabo.
0 Exm Sr. minUtro do do imperio, cm aviso de
10 do corrente. me delermina que em nome do
giverno imperial agrade.ao relevante servico que
Vv. 5s. prestaram aos desvalidos dessa villa, ac-
commettidos da epidemia da variola. Uanifestan-
do o sentimento de apreco e reconhecimento do
overuo imperial pelo ado de abnegacao e canJa-
e de Vv. Ss., reitero as expressd'es que de rainha
pane Ihes dirigi em oflucu de 21 de Janeiro ul
timo.
Portaria :
A' Illma. camara municipal do Recife. -
Ci rniuiiico a Illma. camara municipal, 'para os
6ns convenientes, que fica tixado provisoriamenle
como ponto de limite entr.i o domiaio raaritirai e
fluvial dos tenvnos de marinha que ficam a mar
gem do rio Capibaribe a foz do riachoParna-
merim.
Circular :
A's camaras monieipaes da provincia.Se-
gunJo aviso do ministerio da agricultura, com-
mercio e ooras pnblicas, de 5 do corrente, n. 141,
fica a camara municipal de.... autorisada a per-
mittir que os seus fiscaes usem de pesos e modi-
das aferidos com precisio peranle a mesma ca-
mara ou a desta capital, para com elies aferire n
o< peso? comraerciaes ; incorrdndo essa corpora-
;ii i nas multas impostas pelo decreto n. 5089, de
1872, se usar de taes pesos como pidrdes.
5." secfoo.
Portarias :
0 Sr. gerente da eompanhia |pernambucana
expeca suas ordens para que urn dos vapore3 da
mesma eompanhia s:-ga para o presidio de Fernan
do de Noronha no dia 4 de marco a hora conve-
nt ente.
Os Srs. agentes da eompanhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagera para a
corte por conta do ministerio do marinha, no va-
por Cruzeiro do Sal, esperado do norte, ao 2 te
neote da armada Joao Ezydio de Castro Jesus.
Os Srs. agentes da eompanhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagem para a
corte, oor conta do ministerio da guerra, no va-
por Cruzeiro do Sul, ao 1 cadete Philadelpho Leo-
nardo Ferreira Lima, ao calete sargento Jose
Marcondes de Mello Maia e ao soldado Emilio
Campello de Albuquerque Galvao, os quaes foram
transferidos do 2 balalhao de infantaria. o 1 para
0 3, o 2 para o 4* e o 3* para o 10 da mesma
anna.
Os Srs. agentes la eompanhia brasileira de
navegacao a vapor mandem dar passagem para a
corte, por conla do ministerio da guerra, no vapor
Cruzeiro do Sul, esperado do norte, aos soldados
Antouio Lourengo da Silva, Jose" Correia de Hello
e Sebastiao Lourengo da Silva, qne assentaram
prana provisonamente no deposito de recrutas
com destino ao 1* regimento de cav.llaria li-
geira.
Os Srs. agentes da eompanhia brasileira do
navegagao a vapor mandem iransporlar para a
corte, p it conta do ministerio da guerra, no vapor
Cruzeiro do Sul, os recrutas do exercito, constan-
tes da inclusa Ma/io, is quaes sera i opporluna-
ineute mandados apresenlar a bordo do mesmo
vapor pelo Exm. brigalsiro commaniante Jas ar
mas.
RelacHod que se refere a portaria supra":
Elias Jose do Carrao. Antonio Uarialio de Frei-
tas, Francisco Gomes do Mattos. Jose Candido Ce-
sar de Gouveia, Joao dos Anjos Monteiro, Manoel
Antonio Amancio, Olympio Apolinario de Pinho
Borges, Victor Pereira dos Santos e Vicente Fer-
reira da Silva.
EXPEDIENTS DO SECKETARIO.
I.' stcgao.
OfBcios:
Ao Exm brigadeirri c immindante das ar-
mas. S. BsA. o Sr. (iiesiJonte da |iroMticia man
da deeiarar a V. Exc. que Ream expeatias as ne-
cessarias urdezu, para serein transport ados a u>r
te as vapor Cruzeiro do Sul os tres soldados des-
tinados ao 1 rezimento de cavatlaria, e a que se
refere o seu offleio de hontem datado, sob n.
152.
Ao mesmo.S. Exc. oSr. presidente da pro-
vincia manda deeiarar a V. Exc. que, nao existin-
do credito para ser satisfeita a --ua requisicao, re-
lativamente acaiadnra e pintura do quartet do
deposito de recrutas, segundo informou o inspector
da thesouraria de fazen la, em offleio de 17 do cor-
rent--, sob n. 715, resolved soltcitar a precisa auto
risacao aoSxm. miaistro da gaerra, para qne. se
| possam exeeutar quaesti'^er melboramentos, e ou-
tros de que trata o ecj;eoheiro das ob as militares
1 em offleio datado e 22 de Janeiro passado, sob
n. 64. #
Aomosu)). S. Exc. oSr. Bfesidenle d pro-
vincia man la deeiarar a V. Exc, em reijiosSa ao
seu offleio desta data, sob n. 150; que fl-.am expe-
didas as uecessarias ordens para serein transpor-
tados a eikte, id vapor Cnzitira da Sul, os tr m-
deles PniHdffl|ih*T"L?otiaT d > Perreiia Ltnta e Ji>s6
Marcondes de Moll > Maia, e b^m assim o soldado
Emilio Campello do Albuquerque Galvao.
Ao raesm i. S. Exc o Sr. presideule ifc pro-
vincia, tendo provideuciado no sentklo I > que
solicita V. Exc. em seu officio desta data, soh.u.
158, coin relacao ao novo maslro para a banJeira
que vai ser collocala na fortaleza do Bruin ; as-
sim o manda communicar a V. Exc, em resposta
ao citado offleio.
Ao mesmo. -De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, commuuico a V. Etc para
seu conhecimento, que no dia 4 do met de mar-
co vindouro seguira para presidio de Fennndo
de Noronha urn dos vapores da c nnpanhia per-
n imbucana. Mutatis mut >nd>s a > director do ar-
seual de guerra.
Ao commandante da divisao naval do 3 dis-
tricto. S. Exc. o Sr. presidente d i provincia in in -
da deeiarar a V. Exc, em resposta ao seu offleio
de hontem datado, sob n. 299, que ficam expidi-
das as convenientes ordens para ser transportado
a corle, no vapor Cruzeiro do Sul, o I* tenonte
Joao Egydio de Castro Jesus.
Ao engenheiro das obras militares. -S Exc.
o Sr. presidente da provincia man U deeiarar a V.
S. que a thesouraria de fazenda tem ordem para
p.igar a importancia por quanto foi contractada a
remogao da capella do hospital militar para uma
enfermaria militar no nesrao; segundo solicit m V.
3. em seu offleio de hontem datado, sob n. 75.
2.' seccdo.
Offlcioi :
Ao Dr. chefe de poiicia. 0 E\m. Sr. tiresi-
denle da provincia mania corcraiaicar a V. S..
respondeolo ao seu offleio de 21 do correule, n.
253, que nesta data expeJe or lem ao director do
arsenal de gaerrapira mindar substituir par 6
pistolas o armament i quo ss acha na casa de Je-
tengao, e de qua trata V. S. no refrido offleio.
Ao mesmo De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, declaro a V. S., para os de-
vidos lins, que am dos vapores da eompanhia
pernambucana partira no dia 4 do m /. de marco
para o presidio de Fernando de Noronha
Ao commandante superior do Recife. 0
Exm. Sr. presidoate da provincia minda commu-
nicar a V. S. que. por portaria desta data, foi na-
meado o guarda Felinto do Reg) Barros Pessoa
alfores da guarda nacional sob o seu comman lo,
de conformidade com a informagao de V. S., de 18
do corrente, sob n. 12.
Ao juiz de direito interino de Buique.0
Exm. Sr presidente da provin:ia manda aecusar
o recebimento do offleio de V. S., de 6 do corren-
te, pa'tioip.indo ter uaquella data reassumido o
exercicio do seu cargo o promotor pnblico dessa
comarca, bacharel Manoel Jose" Mendes Bastos.
Ao inU substitute da orpnlos da capital, ba-
charel Jose Nicolao Tolentino de Cirvalho. 0
Exm. Sr. presidente da provincia raaola aecusar
o recebimento do offleio de V. S., de hoje datado,
participando qu: nesta data reassumio o exercicio
do seu cargo.
. Ao juiz municipal, 1 supplente do termo do
Exii, Cornelio Carlos Peixoto de Alencar.0 Exm.
Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimeoto do offleio do V. S, de 27 do Janeiro
proximo fin lo. participando ter mquella data, na
qualidade de 1 supplente, assurai lo o exercicio
plea i do cargo de juiz municipal desse termo.
3.J seeQ'lo.
Offleio :
Ao inspector da ihesouraria provincial. -S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda deeia-
rar a V. S., qne por offleio desta data recomraen-
dou aos juizes de paz e as autoridades policiaes
das localidadas mencionadas uo seu offleio datado
de 21 de Janeiro proximo, sob n. 48, que fagam
acompanbar todo o producto leva 1 para a pro-
vincia das AUgoas, de uma guia contend; os es-
clarecimentos por V. S. sn^ijoridos oin o raencio-
nado officio.
DESPACHOS 0A PBBSIDKNCIA. DO DIA 1.* DE JUXHO DE
1874.
Adolpho Astolfo Lins di Albuquerque. Sim,
com ordenado na forma da lei.
Antonio Salgado de Castro Wanderley.Defori-
do com offleio desta data dirigido a ihesouraria
de fazenda.
Tenente-coronel Frederico Velloso daSilveira.
Forneca-se.
Francisco Ribeiro Pavao. Informe o Sr. direc-
tor interino do arsenal de guerra.
Idalina Claudina Leite das Trevas. Rnire-
gue-se.
Coronel Jos* Maria Ildefonso Jacome da Veiga
Pessoa e Mello Foroega-se.
Tenente-coronel Joaquim Cavalcante de Albu-
querque Bello.Fornega se.
Joao Jose Mendes. Sim, nao havendo incon-
veniente.
Bacharel Jose Climaco do Espirito Santo Pas-
se portaria na forma da lei.
Jose Antonio da Silva.Passe portaria.
Jose Marinho da Silva A' vista da informacao,
indeferido.
Joaquim Candido dos Santos. Passe se.
Manoel Leonardo dos Santos. Informe o Sr.
Dr chefe de poiicia
Pedro Manoel Joaquim dos Santos.A' vista da
informacao, indeferid 1
Thornaz de Aquino Lopes. A' vista da infor-
macio, indeferido.
RepartipSo da poiicia.
2." seccao__Secretaria de poiicia de Pernambuco,
2 de junho de 1874.
N. 681. -film, e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
que foram honltera recolhidos a casa de deten-
gao os seguintes individuos :
N' minha ordem, Proeopio, eseravo de Bernar-
dino da Costa Campos, a requ^rimeoto diiste.
A ordem do Dr. juiz do commercio, Bento An-
gusto da Silva, pjr estar pronunciado no art. 268
do codigo criminal.
A' ordem do subdelegado do Recife, Joaquim
Jose de Barros, a requerimeoto do capitao do
porto.
A' ordem do primeiro districto de S. Jose, Peli-
no, eseravo de Joao de Azevedo Pereira, ajreque-
rimenlo deste.
Deus guard.! a V. ExcMm. e Exm. Sr. com-
nendador Henrique Pereira de Lucena. digno pre-
sidente da provincia. 0 chefe de poiicia, Anto-
nio Francisco Crrein de Arnuio.
UiAiUOUELJER;NlAltfUCO
RECIFE, 3 DE JUNUO DE 1874.
Notleias do norte do imperio.
Amaohecen hontem em nosso porto o vapor
brasileiro Part, trazendo datas: do Para 25, do
Maranhao 17, do Ceara 29, do Rio Grande 31 de
main, e da Paranyba I* do corrente.
Eis o que colhemos dos jornaes e cartas:
FARA.
Pela presidencia da provincia foi adiadapara o
anno proximo a exposigao industrial, raarcada,
para o de agosto do oorreqte anno,
j Ac,l.va-se n<> exercicio do cargo hydv|egadi)
de eirnrgiao-mor d exercito na provincia o *ei
rutgiao Dr. Joai Ant.nin da Silva Marqpies.
Lem .s no Jo,m! do Paid de it de inaio.
president da p.-oviacta, acompaohad t de alguns
eav rlheiro* de m>a K nsRia a nvncente e
esporane. >sa fregoejiade Nos^a Senhon d> 0" do
Mos |ueiro e a celetx-e eucant idora ilha, denorai-
nada T i'uim; i.
a No Mosqueiro, S. Exe. foi. iecebfl t p.)r todas
as pessoas gra las di> lugar, que, a porfla, lh) de-
ram as mais ligaMaatrfai provas de aprego e coo-
ideraeao. S. Exc. percorreu toda a povoag-io.
examinou a ponte de madeira feita a custa dos
cofr'es provinciaes, o4>ra utilissima e construida com
a precisa seguranc-a. e visitoa a igreja e asescolas
pnblicas, sendo uma de cada sexo. Na escola de
meninos respnnderam a cham ida 45 alumnos e na
de meninas 1ft, toJas vcsiidas com deeencia, ainda
que pobremente.
a Professor e profess^ira parecein zelosoJ no
cu'npnmento d>s saus deveres, pois mailos disci-
pulos m istraram notavol adiantamento, tanto na
lei'ura corn > na escripta
u \ ijreja esta hem eon e levido an zelo e delicagao religiosa do Rvd. vi-
gario da freguetia, 5r. oalre Roial.
a Finda a visita, S. E de riagem aceitaram no iiotel Mosquetro aim li
geira ref-icao, |ue graciosament'e Ihes offerecera o
Sr. lenante-cor-'Oel Jose J.) 0' de Almeida, a alma,
o coragai e a vida dessa povoacao, pois e incon
testavel que ao seu genio crealor e consnmmada
prudeucia deve Mosqueiro o e.sta-lo d proiieri-
Ja le e adiantamento moral, intell HStUl e material
em | ie ora se ach i.
a 4o dispedirem-.se do Sr. tenente-coronel lose
do 0", dms eavalheiris da co.nitiva de S. Exc,
ofTereceram, cada um. para -eretn distribuidos
P"los alumoos alumnas das escola* publicas,
cein fix-!mpiaros de livr is de instruc.ao elementar,
onfoceionalos pelo Sr. Dr. Freilas.
Pouco depois lull boras,S. Exc. deixavao
Mosqueiro, cujos iiabilantes, em signal de reco-
nhecimentj por lao honrosa vi-ita, o acompanha-
r vn ate a ponte de cmbarque. Alii S. Exc, em pa-
lavras cordiaes e amistosas, f;z a todos as suas
e irtezes d spedi las.
a Ao meio dia o vapor de guerra Hunrique Dias,
em cujo borlo se acnava S. Exc, langava ancoia
defronte da ilha le Tatuo^a. Cmbe entao a hos-
pedagem de l.no illustres conviva*3 ao Sr. Victorio
de Figueiredi Vasconcsll is, que. na maior effusao
desua proverbial amabilidade, eaotoucomos seus
ob pedes.
A' 1 h.ra da tarle, sob a ramagem Ai uma
bulls s frondosa mangudri, servio-se urn laulo
baniuete, duraule o qual fi'.eran-se muitos brin-
des llmilures, reinanlo sempre a mais cordial
harm >nia outre os coavivas.
As 4 horas la tarde oelegante Henrique Dias
Je>i'.ij iva o porto da capital, unde ancorou as7
horas da noite sen] o minimo incidente.
Lemos no Uiarto do Gram Para :
Tivemos nonlem pel) vapor Ubidos cartas e
jornaes de Santarem, cujas datas alcaogam a 17 de
maio-
i 1 Dr Iunocenci) Pinheiro Correa assumira o
exercicio do cargo de juiz de dirsito da comarca
i A populagaoda cidade acolhru com manifes-
tagjes fe.-tivas a passagem por aquelle pirto do
vapor inglez Mallard daLiverpool and Amazonas
Steam Line -quo iniciou o servico da navegagao a
vapor entre Manaos e a Europa.
0 Biixo Amnonas deu as seguintes noli
cias :
Das ultimas notieias recebidas de Cuiaba,pelo
Tapajoz, soubomos que de anno para anno augraen
ta a numero de ospeeuladores que, descenlo pejo
Armos ao Tap ijoi, vem empregar-se na extracgao
e cjmmercio da gomma elastica, que at^ aqui el-
Ics exportavam por Matto Grosso pelo alto Para-
guay e qne daqui por diante o sera pelo Tapajoz
que, nao obstanto o ospago eocaohoeirado de mais
de 30 lagaaS) offerees mais ccouomia e facilidade
de iransilo e mais vantagens nos mercados do Para
do que nos do Rio de Janeiro. Se o governo vol-
ve*e por um instante os olhos para o valle do Ta-
paj^z e quizesse estudar a natureza do seu solo e
examinar todas as fontes de riqueza que d'alli ap-
pruveitaria esta provincia, desde ha muito qne. em
vez de enviar frades missionaries, empenhados ex-
clusivainente em pregar doutrinas subversivas da
ordem publica e fins sociaos, servindo-se do norae
de Deus para especularem e negociarem, teria
aberto estradas de communicacao, que ligando-nos
a Matto Grosso, fariaa felicidade das duas provin-
cias, promovendo a prosperidado e o progresso
do commercio, com o qual melhorariam as auas
linangas.
< Da villa de (laituba vieram presos e acbam-se
recolnidos a cadOa publica desta cidade dous indi-
viduosAngelo de tal e onin cujo nome ainda
ignoramos -accusados por crime de bomicidio,
pralicado nas cachoeiras do Tapajoz.
MARANHAO.
A assembled provincial prosegaia em seus
trabalhos.
0 Patz diz que a empreza annunciada de
uma eompanhia de vapores ontre Nova Orleans,
nos Estalis UniJos, e o norte do imperio, nao pas-
sou de projecto.
A alfandega rendeu de 1 a 25 de maio.....
160:573432i.
CEARA.
A junta a 'ministrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia reselveu mandar construir dons gran-
des compartimentos para nelles recolber as pes-
soas afTectadas de alienagao mental.
Para a viaferrea de i)aturit chegaram, no
vapor Lisbonense, 250 toneladas de trilbos para
serem empregados na seccao entre Maraoanahti e
Arronches.
No dia 30 de maio deviam ter recebido or-
dens do subdiaconos os aluranos do seminario de
Pernambuco, Antonio Manoel Castillo Brandio,
Joao Marques da Silva e Joao Bezerra de Car
valho.
A Tribuua Cathulica annuncia que breve vai
o podre Euryle para a cidade do Crato, afim de alii
fundar urn pequene seminario, nliado ao da ca
pital.
Em seu testamento Vicente Ferreira M. de
Vascoucellos libertou a 5 oscravos que possuia.
0 vapor fpojuca, da eompanhia pernambu-
cana, seguira para o norte da provincia no dia 27
de maio.
Lemos no Ceareme :
< A povuagao do Peeem acaba de assislir um
doloroso espectaculo. -
a No dia 21 de maio, um pavoroso incendio, re
duzlo a um montao de cinzas 13 casas, ficando na
maior penniia e consternag3o ouiias taotas fa
milias.
Nada iaivou-se ; as tamilias flcaram ao tempo
e na mais pungeulc desnlagao.
Em tao triste situagao, os iofelizes (oram pedir
abrigo as sombras benignas dos cajueiros.
< Eis os nomes das pessoas cujas casas foram
presas das chammas:
Antonio Joaquim de Paiva, Francisco Alexan-
dre, Joao Barros, Francisco Moreira, Maria Igna-
cia, Martinho Rufino Nogueira, Balbino Correia de
Hollanda, Manoel Ferreira da Lnz, Josephs e Blnos,
Antaoio Pinto, fgnacio Cesar de Athayde, Flrencio
Jo-e de Lyra e Martinho Correia de Hollanda.
i Os premizos de Antoni > de Paiva estimara-se
Bm qn'atro ccni3 de reis. Na occasiJo do incen-
'dio o desventorado pai nao vendo junto a si uma
sua filhinfot, n-i desespero de encontra la, diisou
ardor tnj i i|uiirto p n em easa de bom visinba.
HI I JltV.IDg.
Em 31 oscreve n isso correspondeute da ca-
pital.
" Com 3 pressa do vapor d> none, qne acaba
de ehegar, e vai partir sem de turn, limito ma a
dar as segnintes n Hicias, extrahidas do Conserca-
dor':
" As obras de desobstnurt) los nos Yraiiiry e
Araray no valle dj Capio, estai definitivamente
concluidas.
" Faltam Ihes apenas alguo< apsrfeigoamentos,
que sera i feitos depois do ioverno.
" A' inieiativa do Exm. Sr. Dr. Bandeira de Mel-
lo "ilho, deve a provincia -sse melhoramento de
que muito espera a agricullura do fertil valle do
Capio nos mumcipios de S. J-ve e Papary.
" Ao Dr Feliciano Martins, engenheiro da pro-
viucia, e a commissao enearreiiada pelo Exm. pre-
sidente para dirigir os tr.i eilh is, uossos loavore?
pelo tiel caraprim n< i de sens deveres na realisa-
gao do oensamento de S. \'.-.r. "
" A' bibli>>theca popular da ba S. Exc. o Sr. presi 1 ;nte de remetter 20D400O,
importaocia de diversjs difhativos da mesma bi-
Idi-itheea, e 416 volumes de diversas obras, dos
quaes foram offerecidos :
" 125 pelo mesmo Exm. Sr. presidente.
" 132 pelo Dr. Ireneu B. de i- Silva.
" 82 pelo Dr. Miguel J. de A e Castro.
" 44 por Francisco Coetbo de Assis.
" 28 pelo Dr. larquinio.
" 5 pelo eonego H inor.ito.
" VerdaJeiro e uuniinuado triumpho para a cau-
sa da jus'iga, v'm t ,Jo- os dias obtendo os agentes
do incansavel chefe de poiicia Dr. Jo-e Antonio
Correa da Silva.
' No ultimo imm-To deste periodieo noliciamos
a importante diligeucia, que effectaaram os d^le
gados de poiicia deMnso.6 e Macao, preudenlo
oi 4 -seutenciados ev iJidos do presidio de Pernan-
do de Noronha id dia 5 do corrente.
" Hoje foigamos de registrar e.n nossas colum-
nas mais um notavel acontecimento, quo deve eo-
cher de nobre orgulho aquelle ilistincto magis-
trado.
" Valerian) Martins, reo sentenciado a 14 annos
de prisio pelo jury da Semi do Teixeira, provin
cia da Parahyba, e |ue se evadira n > Jia 15 de
novembro de t87!, da ilha de Fernando, foi eap-
turalo a 18 deste mez, uo municipio do Touros,
no lugar t Cruz da Caissira, pelo respectivo
suhdelegado teneuie Joaquim Manoel de Soaza, de
accordo com o delegaJo d j termo, in ijor Antonio
Benevides Seabra de Msllo, era virtude das ordens
reservadas, que para tal Am receberam de seu
digno chefe, a quem dirigiioos sineeras felicita-
goes.
" lutcrrogado o reo na secretaria da poiicia, de-
clarou o seguinle :
" Que em dias de novjmbro de 1871 por volta
de 10 horas da noite, elle respondenle e seas com
panheiros, Silvino Ricarte Amancio, condemnado a
14 annos do prisao ; Octavio, sentenciado da mes
ma pena; Pedro Bento e Antonio Justiniano Barbo
za de Lima, condemnados a prisao perpetua ; Ma-
noel Goncalo do Monte, condemnado a gales per
peluas; Sebastiao Gomes Barbeza, sentenciado a
14 annos Je prisao; Alexandre Marinho, tambem
sentenciad) ao me.-mo tempo de prisao ; Luiz, con-
demnado pelo jury de Goyanna; e o cadete Fran-
cisco, eonheeido Francisco Rato, evadiram-se do
presidio de Fernandi de N suas seutengas :
" Qae ede respondenle fjra seluzido por Silvi-
no Ri :arte Amancio, que o mandou na mesma oc-
easiao busc r um barril d'agua, dizendo-lhe que o
encontraria na fortaleza de Sanio Antonio, oude
elle respondenle, chegan lo, ja o encoutrou com os
demais -onlenciados, cujos nomes ja mencionou :
" Que ae .an 1 >-se ja uma baleeira provida de
mantimentos para a viagem, elle e seus compa-
nheiros deram maos aos remos, quetraziam, toma
ram o alto mar, sem direcgao nem rnmo cerlos,
aventura ndo a sorte, que teriam, ate que aporta-
r.i.n no lira de 6 dias, por volta de 9 horas da roa-
nlii ;i praia do Cururu, d'onde, exangues de for-
cas, procuraram o carainho da Macahyba, passan-
do-se dalli, onde chegaram no mesmo dia a noite,
para o lugar Alagoas das Pedras, e proiurando
cada um o seu destino, seguio elle respondenle
para o Brejo de Bananeiras, ondo torn raulher e tt-
lhos.
" Que a baleeira em que fugiram se c uservava
sempre no armazem do porto de Santo Antonio,
don Je fiira lirada nor seus companheiros, os quaes,
para isso, prenderam as duas sentinellas, vislo qne
alias nao-quizeram acceder ao convite, que Ihes
Qzera Silvino, para fugirem com elle.
" Que dos evadidos, foram presos logo aqui na
provincia, Sebastiao, Alexandre e Manoel Goncalo,
e ultimamente em Utinga Antonio Justiniano Bar-
boza de Lima, ignorando os Ingares, em que se
acham os outros e mesmo Silvino e Octavio, com
os quaes andou por alguns dias, pareeendo-lhe
que tomaram carainho da serra do Pereira no
Ceara.
" Que do Brejo de Bananeira regressou com
sua familia para esla provincia, tendo morado por
cerca de-dous annos, no lugar Olho d~agua do
Bernardino, termo do Cearamirira, passando-se
dalli t ara o lugar Santa Cruz da Caissdra de Tou
ros, onde, sera o esperar, foi capturado pelo sub
delegado tenente Joaquim Mansel de Souza.
" Que sentenciado e preso, como se achava no
presidio de Fernando, estava bera resignado a cum
prir a pena de prisao que Ihe foi imposta pelo cri-
me de morte, que se Ihe attribue, mas que nao
praticara; e que a nao serem as seduccoes e at
ameagas do chefe da fuga, o gale Silvino, que o
enchia de esperanga-, elle respondente nao se le-
rta evadido, etc.
" Pelo delegado de poiicia do terrao de Cangua-
retaina, Antonio Jerooyrao Pinheiro, foi capturado
no dia 17 do corrente, o crirainoso Jo;e Correa,
pronunciado no art. 205 do cod. crim. Fui uma
importante diligeucia.
PABAHYBA.
No do corrente escreve nosso Currespou-
dente da capital:
" Ja regressou de sua commissio a cidade do
Pombal, para onde tinha ido de orJem de S Exc.
o Sr. presidente da provincia, afim de tomar co
nhecimecto nao so do barbaro assassinato do infeliz
capitao Vulpio Alba, omo do arrombamento da
cadeia daquella cidade, e Sr. Dr. chefe de poiicia
Manoel Caldas Barreto; havendo S. S. pronuncia
do, como principiaes autores daquelle assassinato,
o coronel Joao Dantas de Oliveira, dous filhos e
dous escravos do mesmo.
" Procedeado ao inquerilo pelo arrombam -n-
to da caleia e evasao dos pretos, reconhecera ain-
da a mesma antoridade ser o referilo coronel Joao
Dantas o antor desse atlentado, pelo que devera
a esta hora estar pronunciado por mais essc cri-
me.
" Foram ctpturaoN, pelas diligencias qti) sell
zeram de ordem Jo mesmo Dr. chefe de uolicia, os
sentenoiados Raymuodo Moreira e Jevino Arceli
no da Silva, os evadilos da cadeia Jose ilomualdo
da Silva, Fortunato Pire; de Araujo, Manoel Fer-
reira Amancio e Francisco Gomes da Costa.
" Dos que assaltarara a cadeia. acha-se preso
Luc*) de tal, tendo fallecido de ferimenlos recebi-
dos em resistencia o crirainoso Jose Ro Irigues.
" Foram capturados ptlo alferes Fooekm, mais
dous oruainosos pronunciados em Souza, e pelo
tenente Roma o crimmoso de marie Araaro ?er-
nanues, aa villa do Pi|arr
" S. Exc o St. Dr. SiKroo. u-u, p*H-t en sirST
vidade todas as auluridatnt da prcniacia. aS* 4*
capturar c p.r*efair os crisama.iiia, mo
ha S Exc. cooseg iMo.
" Vam is inorto ben* oon a ulI liaiiinii
cao.
Em artigos escript fm-m-i. jornal qne m puUiri m (W d<- iaMim,
tem sido e contittt a ter in*nViwine
Udo em lingiiagem 4e ribeira o p >-.* dtfrao
dente da provincia o Exm. Sr. D.. SMm, a paa
o tal correspoadeale. nao poieadn oemHar m
o-iio, > a fa'.ta ab .liita de factoi daMMMa a ad
mim-iracao de S. Exc, nao c-^a 4V rmmtmmw V
um m i lo por denials gnMseiro e <*. ara Hi
ventaodo Uisioriis de maia noite, ora adaMaraaiaVi
ootras, por tal forma a ter prodasada mearmm
liubhc > ate dos sem proprio* i iimalaiiiiai, al
guns J >s qiaes o tem qnahnVafa de d-*<-d
" So de nm desasisadit. realaseno. aa>i par
tir Uinaahos ioolios a par da aaeaaira.
' Outros fuoccionari is pnl.licos luaai.m laaa at
do victimas do reneao do ul eorreapaadoaae,
dizein ser um tal Sr. do Pian-<>. qoe exeree aaajj a
proussao de aaVoaaala ana caaaaa.
Percrreu. h.tem. a* rua< dea ridade a
procissaa complemenUr d-xereeaia d asat
marianno, coa toda a solemnid>. tendo aid"
acoinpanhada por S. Exc (. Sr. pm i vincia e diversos fnoectoaario* paONrua
Terrainaram no thexmn ar irianal r*
maUcdes do diainto dos eados racnm e w
da produceio da prorioeaa. r-btiraiaente an
cicio currcnte, na imp^rtawSa de 71):95d|
pela niant-ira segmnt- :
Capiul.Manoel Maria de Arauj< \ Mamingnipe. -Francisco Paula da
Silva Prin.o | a^|7j
Area. -Firmino Alves Peqnwfi {i*v>i
t^mpina-Grande.-J-se Puriinn de
Oliveira '.t 9*9t
Souza -Dr. Luit Irni Correa a> S
Pilar. Manoel Maria de Arauio
Indepeudenria.Joxe PurAno de Oli-
veira-
B uianeir.is.Idem
atole dl) Kocha. -Dr. Fraacfco Joa-
quim Maia a l
Inga Firmioo Alves I'eqoeiKi |:<
PombaL Joao BaptisU da Silva
Cxilho s:|
Patos. -Manoel Maximum da No-
brega j<
Santa Lucia. Idem 2:1
S. Joao. -Silvino Aires de Maria No
brega ja
Cuite. Clenientina Cavalcaate de
Albuquerque
Cabaceiras. -Manoel Pereira 1* Aran-
j i Oliveira S:9Mjla
Misericordia. Dr. Francisco de
Paula Silva Priroo ISIddtW
Al.igi>a d.i Monteiro. E-lanislao Bar-
b
Ribeiro de Albuquerque Moaie-
uegro
Pianc6.-Al\ioo Gomes de Sa e Al-
buquerque
Pedras de Fi.go -Manoel Maria d
Araujo irrli
t>ajazeiras. Antonio Jost! Pereira
Nobrega |
a Foi de-ignado para exercer o Iukst da ea
ui andante superior dt guarda nac.onai da capi
o tenente coronel Antonio Pe-Hra de Caatrn.
auseneia do leneute-corooel Salusiian
Carueiro da Cuulia, que uceupara esta
Por cnmmunicacdes do alto sertao.
ijdas a S. Exc. o Sr. presileate da prortaeia .
Sr. cominandan'e. do corpo ixilieial. eonsta 'mtt
lora inorto em diligeucia na poraa^ao de Santa
Fe, do termo de Cajazeiras, o alleres An mmmn
corpo Joaquim Jose Pires, coraroaodante Ao pe
queno destacamento alii estacioaado.
< Eis como occorreu o facto, srgnnio i mr-
rado por pessoa lidedigna :
Cliegou ao conhecimento do iafebz oPJciai
que em uma taverna deatro da p>)voga a-aava-
se um celebre crimiooso, do sequito de Satar
uin. i Barrenlo, e an tor da roorte Ar Migoel Bar
bosa, guarda coatas do alferes Joao Pires.
a Imme.liatamente dirige se elle ao lugar ioit
cado com <|uatro praras do destacameato Jo sea
commando, e pondo carco a ttveraa. eatra aaaa
so, reconhece o criminoso e da-lbe rot de i
iuiimando Ihe que se reads.
< Ivn re.-posta, e antes que p-.ssa aaar da*
.u nias, qne irazia, recebe o official am tiro dn-
feOiado por aquelle a quem procorara preaarr.
e cahe in>lanteraente inorto.
As |.i a.as da diligencia pen-trara eataa aa
taverna, e persegnem o criminoso. qoe poe-tc eat
desparada fuga e consegue evadir-se.a
\otiriaaa alia (atrrira
Pelo hiate americano Mary Burdett, eaegaJt
ao porto de Belem do Para, Inn rieaaiiiii jor-
naes de New-York atf 29 de abr I,
extrahe o Diario do Gram-Part a I
ESTADOS rSIBOS.
Continuava o congresso em sens traoaaam fc-
gislativos. Confirma-se a notieia de ter a
dente Grant oppwto sen veto ao [
gmento da circnlacio ndnciaria. O
volvido ao enadci. ia ser snjeito a aaaa dtarav-
sao que. ou annulUra o rrfo on o
0 senado ocenpara-se com a dis
bill augmentanJo com 100 or i
de quasi todos os generos d-' importaeio.
Continua o contlicto en're o dores das Arkansas, de qne fallanvs i
lima rerista. Chegara aquella cidade o i
Rose, com tropas federaes, que imprdia
tidarios dos dus goreroadores a Inta araada.
Resumimos na seguintes liana* i
notieias da Luisiania sobre as innadaeSn.
As paochias de Carroll, Morchouse.
Madison. Franklin, Tenaas, Caldwell. Cuararaaa e
("at ilvml i, abrangendo lodas ami
2,5'"O:000 aerat d> term, ei*o er.mr
mergidas. Uesta jsaperfkie total
>ao coasagradai a cnitnra do ilgrjf o e tOO.-trn*
a do millio A populaean das 9 paroraiaa e aV
.-9M araaea* e 54 (!:i n.-gr^. No* iiaaiiiii
em qne e cnltivam a canna a agna iaraaaS ar
ruinoit Clparochias, com 50:37* anddtaoaa tnaa-
cos e 72:St0 negros. O numero ds pnaaaa re-
JuziJas pela perda das colhefta* a da aado, a
tao exirema aatattte que ate rorraaa ar**ea a
raorrer de f'ltne. #> araliadn em :.
Carecem de mteresse |ara o Mtar as
notieias.
a.
No dia 12 o geacral iafairgcnlc Maaimj G.i
atacou e toinon a cidade de Saa Miguel as Hor-
vitas, doude M expnlsv depois prfat arapat be?
ptnholas.
- TraU-s* da reoor.sltucc* da graa W prara
de aaareada da Havana, que foi ha taaaas daa-
tmida mt iaandia,
No dia 1* Je maio devia ter Loar << Hei.
de ciJaJ'jns en're 25 e 35 aaaea in iaade aaaa i>
servico militar.
atanasa,
0 presidente L3rlo Tejuia aario ao dia 15
ccp^rcsso mt xicano. Fez boa iaaprtssi a
ajensagein, ainda qne raastiir ji
ihe um topico em qne
de direilos aduaneiroa.
Sob reeommendagio do fffesldeste da


Mgjjgi?1^ I! M MW. -Mii^0 de *,*mmte .QyWta folia 3 de Junho de 1874, w; mf
Mica
coloni
nir as icva&ifrO.repre'JacOas ds tribas tajlm-
lent as.
TamBflffl_|i.&ptou o niesrnd ce-rpolegislati--
vo nm pMTOW> Treamlii um senado, qao-sera
composto d* Ath* memhros de cada esUdo.
0 orgamento apresentado pelo geverno flxa
u despeza no correate exerc'tcio em j 23,000,000.
0 congresso uroTongiw par m anne e po-
dcres exlraordinarfcs date* ao governs para a
tajitura c castigi des battdiJos ^ue pftndem c
p5s em rcfens os cidadaos.
COlCHlftV
Per proposta da um consul da Columbia, na
Eurcpa, o congi-ase,* em sesaao aeiualmenta m
Rcgota, poz-se ada-rcutirum projecto de lei \m
vendo o estabetecsmento na. Europa do am jeraal
publirado nas lingaas franieza, ingleza e tile-
ma, destlnai!I/a "
dot da Calumbia
peus.
(W.ILE.
O Sr. Cornelius Logan, mioistro dos "Estados
liaidos ua iiliiln, t'oi tocuihido para arbsiro eulrc
4'sta HepubMca e o Peru na difference proveoieate
da liquidate das cenlas da esquadra alliada du
rante a ^uerra contra a Hespaeka.
Reiaa a -variola inn CUillan.
VK.NESUELA.
Um Sr. Pulgar, go\etnador de Maraabo, pro-
nuneiou-se contra u presidente Guzman lllanco e
tut para o interior, onde levanteu o estandarte da
revert ta.
trata o Congressa M uma )ei cstabel;cendn quo tern nceessfjadn de cofcecionT ewe? mapni
a) militares -emra o indiaa? aft* d***** XtA^ufiAJUp*-^* fit, **eflMk* 4aMtwt.
querert 'sajeilar,-so a set, calm <1e. conarvmiw, per
tcbendo o ovdenado de :-,*O0(> rnensaes ?
Agora vejauiGs u quti'd'z 6 eX-'direfcter das (l-va-
publicas em relaoao ao 1 distrieto : {le) nao ten-H
doqo odido a conductor encarregado da disfcteto
organisar, de conformidade com o novo regula-
mento de censervai-ao, o pessoal necessario para
esse servigo, etc. "
8tn relacle ao Pdistrifte diz o nos mo ex-dl-
rector : (le) tudo sido fcaldados os esforgoa do
engenheiro desse distrieto para pdr em pra'tica o
regulam.mle ulliraamente expedido para o sorvigo
de conservacao das estradas, etc."
Logo, tenfco domonstrado cabalmente que eale
regulamento, confecaionado em 18 de junho, ha ja
mais de f mezes, nio tern sido posto em execu-
i-ao senaft em uma p*qiieoa parle do 3* distrieto.
rawe*hecer l&cad^ Uui- Cm Sr. Butk. :-D.p dad e o nU-
^Sas:
nos ceitros commereiacs euro-
j*
AS&EMBLEA PROVINCIAL
SESSAO DK I I>K MA 10.
rUBSIDENCIAD.) SR. rRH'iEIHA DS AGUIAR.
ConclusCw.
i% Manoel d Kc0 : Sr presiden
te. nio liz o ralcnlo, quo o nobre deputado, qtie
acaba de fallar fez, e do qual concluio que situ
eiirrouto o numero de dias lectivos duraute o
anni. A" primeira vista me parece um calculo
. xapcrad.i, mas nao o conteslo, porqiic, co!o
fltfcnrm, nao estou habilitadj para faze Jo.
Has, ah.trahindo de cerlos foriados marcados
no ari. 33 da lei n. I,12i, enteudo que om lodo
;..> Severn ser f&ri.dos pelo monos as quintas-
feir^s, o quo julgo de necessidade, si.hreludo nos
lugares do interior, ou os dias em que bonver
leira, comocsia indicado no referido an. 33.
Saho ; nestes dias todosos liabitantes das
diversas localidadcs concornm a feira para pro
ver-.-e dos obiectcs nece.-sarios; muitos nao teem
isi-r.ivis, e sai obrigados a miodar sens filhos ;i
felrj. L-'g", nestes dias nio irao elles a escola., e,
I r c iDSBfjnencia, devem estar fecliadas as aulas.
O Sis. Jovo Barb.OHO : Logo nao ha neewsida-
t.e dis-i'.
0 Stt Mamiicl no Rego : Se esses dias sau
t'riali- d(? facto, convem que consagrcmos em lei
e-tes n-riadns, para dimiuuir o Irabalbo, qae >.i
ten o professor, trabalho cerlameute muito
.-ad-'.
O Sr. G >s Catalcante :-Ao menus, para que
tenhain um dia om qne tralem dbs sens ne-ocios.
0 Sn. U \.\ i i. bo Dec-) : Sim ; p.-I > menos se
me di1 um dia na sein.ni. 0 n..bre tlepattdo, di
ruclor da jtistrdcfito publica, sabe que u Iraba-
Iho de ensinar criancas u muito enfadmho e pe-
in-1 Sfi se concede as quin'Ualei as aos alum-
ii is de mstracftio superior, qae trabalham duas e
ires lioras |ior dm. porqae nao se ba de conce.ler
:i< rriin-a?, que aprendem a iostruccao primana.
r:i;-i e-iuj.i e relattvamente mdito mars trabalhoso,
(ant i pan elles, cmo para os professOMs, quo os
reeeimam, e qne trabalham muilas luras por
dn ?
K" preei-o, pots, dar nm Jeseanro a eslos pro-
fhMorcs, s.ib.-e os aqaes uesa um service tao Lai-
'' '-. alem de fflal reiribuido. e "tambem as
cri ::i ;,-.
Por esias razoes f..i quo apre^entei o subslilu-
Kvu. T..tibo manlftstado a minlia opluiio Iadi"i-
nal; a assembled deeidira como enteiiier
Sid i.
F: !i)a, apoiada e enlra igual.nonte em discussa i
*'. 'Djecda :
< R pas.-ar o art. 13 do project.) accrescente se :
a conservacno das cj
.>'
e^TTnJas asTarrelras pan
trnlas.
\AjS-dioi,|GAV.\u:.\.NTE: Aban loaaiias^iiio:
0 ^u Pivr, I'kssVv : -I-io 6 exagera^d. '.
'() ShaAttoit. no Uko.) : T.-n'io dew^u^fado
ewm *< ptopfia^ [talavras doi e gunhcinsKtta* di<-
Rkasv*e Iwllre deputado diz que exagero*F "*f
" Ea desejava que nao fosse assim, mas infeliz-
mente esta a a pura verdade.
- eiaodedeixariio de, Ba-
HIO
torio ?
0 S. Ma.n ii. im Khuo : Be UMe jaariro.
_0 -r. Felippe de PiatieiaoA : Ja vd ^ue aie
sao 8 mezes.
OSr. Makhbl uuReco : E elo ag^a cuuu-
nua a nao ser posto em execu^ao. posio allian-;-. r
ao nobre deputado.
O Sn. Olvmpio Marwes : E nemsera.
0 Sr. Makoel do Rego : De carlo, porqae e
iaeseqaivol.
Kniret into admlra qne o relatorio da prcsiden
eia diga : ( le t oatra reforms tarabem promovi
e ja se acba em exeonoao quanto a couseraeao
das esiradas de rodagem da provincia, e devo di-
?er-vos qe o seu resullado e salislaetoro e van-
tajosn, qunr ao melbcramenlo do servico publico,
(|ucr aos cofres da provincia, visto conio tem esta
feito uma economia annual, com esse raino de
service, de cerca de 30;O00J.
Gomo este resultado pode ser salisfact ria e
vantajoso, quando tenho demonstrado com o pro-jlados satisfactorios do"regularaento de l8de juaho
^fliraT-i por este distia<;to epgonhejjo Cwepdo a^e
M- alKu ins moii/hai/ois. i/instrtef VS. m.t.
l!w fftjia-itanles da lus qn-j tinpipttri fandameatar
/jpn.-.', do.i.itid), o.n qi.Vst tffi'-a ci era ife a maior parte dis Mervadoros do es-
tradas nio cumpriam regularmente as suas obri-
gacoes Apezar dos engenheiros serem mais ou
ipos aetWW, ap-var aps*rtT das uipa3ei.J|e
i|Bs empregados sofMam, poaeos effcn erei*i:iMB o nom: de feonj conserv.Kljres de Mtra
das. .A|u< o mereciaa, adide; tant que
Ijpundolrftpprovalo onato lefu'ainente, partica
Jsraiente Me enteadi com os Mgenheiros para em
pregar.i-quell's jue pfeslaVaa servi^j; rele-
vantes imovincia.
GastaMO a provincia como gastava, 70 oontos
com o servico da conservacao...
Um 6e. *i-tado : ** ler ma corff-rracao.
0 Sn. TmuRcio de Magalhaes :... que era
(en i regitiarmeole, prmctpaiuMole no tMopo to
lovernt, aeonseBiei, a S. Exc. a fazef raodid-
CacSfts no sy=temn empregado, e prbva-se qne o
pe-
act-r-
c as aainlafetras ou os dias de feira onde as hoa-
\er.-l'erei!i.Dr. Mattel to Hem.
' Ninguem mais querendo a palavra, oncerra-se
a discassao, e, procedendo se a votagao, e appro
*ado o a t. 11 corn a cmeada do Sr. Peretti, sendo
rejeilado o subslitulivo do Sr. Manoel do IV go.
A discassao fica adiada pcla bora.
Segunda parle.
Onlioua a 2' discassao do art. 6- do projecto
n ;ij deslo anno, orcando a reeeita e flxanJo a
despeza |>:;ra o exercicio de 1871 a 1373.
0 a-. Maaaoel lo Besot Sr. prcsilen-
te. julg iiv m ohrigacao de fazer alguma- ligei-
ra; r'm-idera^d'S a reapeito do estado das nossas
i puhlicas do commaniuVii-S \ quo nao podem
deixar de i. p.-rossar graadementa a cladse dos
aRtleultores, tjue, por issu mestno quo cehcorrera
malt p i lerosaiqente p3ra a prosperidado e riqueza
ii-'-ia provincia, devem merecer lolos os nossos
ea hd i-.
IVIa leitara do relaiorio do Exm. presidente da
pr viwi |arece ijae o esUdo das nossas estradas
t im' I ngciro.
li; o eritttrario e ju?tamente a ver-
da-le; eamesmo posso attesta lo, tin r.'Ueao as
estra : is p >r oude costnmo iransitar, c preiendo
tambi in provar o que digo com o relatorio do
Tiiu nobre cull-ga, deputad > pelo l distrieto, ex-
director das obras publicas.
AUribuo tin granJe parte o ma.o estado em .,uo
se acbam as esiradas, a3 regulanienio de 28 de
junho di auno pafidado, que creou uiu novo sys-
te.na de c n--,rvacao, admillindo conservadores e
ea o- coascrvadowa para iraiarem da cooserva-
{ao das estradas, sAsiema quo u por demais iaexd
juiVlI .; impro:icu i,lanU que nao tea) siJo posto
em exe ncio, como demonslra-lj-hei opportuna
meiite eo ;: j propiio relaiorio do ex-directur das
obi is poblieai.
'' m. l-ixu'i'K de FiGLi-.moA i Houve distrie-
to em i|ue f.d posto em execujao.
U Sn. Mamoei. do Rego : Responderoi ao no-
bri. -deputado.
O Sr. Felippe de Figubuioa :lslo posso ga-
ranur-ihe:
1 Sn. Manoel do Rego : Sim, mas quanlo a
e-so distrieto eu direi o quo lem occorrido, daqui
a p IUC0.
Es.-e regulamenio trata apenas de 1 districtos,
po quo em relar-ao ao 1, que eomprehende a ca-
pital e as freguezias circumvisinhas, esta cm vigor
o i uligo regularaento. Vejamos o que diz o ex-
director das obras publicas quanto ao 2 distrieto :
fle) iirforma o engenheiro do respeoliVo dis-
tricto que lem feito tudo quanto esta em seu al
canee para montar o pessoal da conservacao, o que
nio tem fiido possivel organisar, por .na> achar
trabalhadore-, qne queirain sujeitar--e a esse ser-
vico, nao abstanie os esforpos qae tem empre-
ga lo."
Eis aqui. Sibre o 3* distrieto 'diz o mesmo :
(('; "...apezar de todos'esle? obs'.ajulos, o res-
iieolivo engenheiro deu comeco ao servigo no 1
de oaiubro, com o pesssoal, de qae entao dispu
. tadavia diz o engeahelro em seu relatorio
qaetem obtido do systema adoptado an ilgumis
'''/''% re-uitad.><; satisfactorios nao obsuote as
Oiversas cireumstancias, que tem occorrido para
uuo pin ou'ras seccges 'io se rerifiqut o mesmo
n-'i'i 'do. "
pno relatorio do ex-direcior das obras publicas
qae a verdade esti bam longe disto, que e inloi
ramente o contrario ? Nao e, pois, a pura verda
de o que diz o relatorio da presidencia.
0 Sb Felippe de Figueikoa : Mas isso era
ate 10 de Janeiro.
0 Sr. Manoel do Rego : E ale o presente ;
aiada ha poucos dias, no Jorual do Recife appa-
receu uma reclamac,ao a respeilo do deploravel
estado das estradas publicas.
Agora passarei a ler as -informacoes do ox-di-
rector 'la- obras publicas a respeilo do eslado em
que se acbavam as estradas. Diz, em relacao ao
2' distrieto : (le*) < os trabelhos de conservacao
das estradas desle distrieto acham se paralysados
desde julho proximo lindo ( 1873 )....receia que
o inverno veoha a prejudicer o estado das estra-
das, se nao hoaver uma providencia qual iuer
que evite os damnos de que ja ellas se reseutem.
Ora, se em julho essas estradas se achavam em
mao estado, teado sid* completamenie abandona-
das, ate hojc em que estado nao estarao, e priu-
eipaloiente depois do rigoroso inverno quo lemos
lido f Acham-se sem duvi la em muito poiores
coodicSes.
Vejam agora os nobres deputados o que diz o
mesmo relatorio a respeilo do 3* distrieto. Isto se
rcfere ainda ao anno passalo; imagine-se o
estaio de ruina em qne actnalmente deven achar
se estas estradas: (16) ... allribae como causa
principal o estado de ruina em que se acham al
guns pantos da estrada, onde 6 necessario mais do
que um simples servifo de consiTvarao.
A int'Trupcao do serdeo, duraute os mezes
de julao a selembro, que forain chnvos^s, muilo
prejudicou as estradas de;te di.-tricto, pelo que
algun< pinto?, princiualmente da estrada do Li-
moeiro,; i recen de alguns lanfios de einpedramen-
to, de grande e urgente ip-cossidade.
0 Sis. Felippe ok Fiuusuioa : A iaterrup.ao
do servico foi devida a chuva.
0 Sn. Mavoel i) i Rboj : Mas depois sobrevtio
o serao e porque nao se continilou o servico ?
porqae uiio se lizeram essas obras necessarias 7
Em lelacao ao i distrieto.diz : (W ) a falla
J; mil [ifs-o.il cotnplel.) para o service do conser-
vaoao das esxra las desse distrieto, tem dado lugar
a que eilas ectejain em mjo estado.
Allendani us nobre- deputidos ao qui se diz
com relacao ao i>' distrieto, cujo engenheiro co-
nheco nessoalmente, de cujo zelo posso dar teste-
munho inequivoc'; e o actual ajudante d^' enge-
nheiro em ci.efe das obras publieas Fran'isco
Apoligorio Leal. 0 seu relatorio e mais minucioso;
eis o quo alii se le* a respeilo das esiradas d i 5
distrieto, de que posso fallar com conheeimoato.
p>rque transito uellas e moro nesse distrieto : (le)
t a vista do pessimo estado de^sa parle, a mais
iraporlante da eslrada da Victoria, o emp'draiuen
to cm mtiitos lugares esla totalmenle gasto, em
outros muilo arruinado, e nas l.ideiras principal-
men e encontram os vehiculos a maior dillicuida
dacolbeita da safra e antes da entrada do proxi-
mo inverno nao se adoptar uma providen ;ia, fica-
ra a estrada completamenie intransitavel para
vehiculus, etc.
Finalmcnte. havendo nessas esiradas 140
arcos de alvenaria e 10 ponies, 23 arcos e 3 pontes
precisam de concerto
Eis o pessim1 estado em qae se acham estas
estradas 1 E querem sabor os nobros depulalos
qual e o estado da ruina de slguus desses arcos ?
Dirigindo-u.eeu de.'la cidade para a Treguezia de
Jaboatacio om um dia de mniia chuva, p. passaa-
do pela casa desse engenheiro. me disse elle que
receiava que essa chuva nao tivesse destcuido
alguns desses arcos, e que era um pengj passar
se por cima delles, porque !a se acliavam com a
base alluida I
E', pois, hem eontrisudor o estado em que se
cjiiseryam as estradas I Entretanto se apregoa no
relat irio di presidencia uma economia de.......
30:000i 001
Nio nos illudamos com uma tal economia, se
Ubores, que ba do custar muito caro a esta pro
viucia, nois a aetuabuenie sera preciso despender
mais do di>hro daquella quantia p.ira que as es-
tradas fii|iiem ern sea estado primitivo.
_0 Sr. Fi-Lii'p;: o;; i"ir.uir. ia : -Ea coaserv.!
cio evitava esse mao tattoo '
( Hi outros apartas.)
0 Sr. Manoel do Rego : Se foss,* bem feila,
ceriamente evitava. Ea ja disse que attribuia o
mao estado das e?tradas principalmente ao novo
-y-t-ina do conservacao, o qual nib tem sido
poslo em pratica.
0 Sn Felippe de Figleiroa : Antes qae fosso
inuuvado o syslema de conservacao das estradas,
muilas vezes passei por ellas e reconheci-as em
pessimo eslado.
9 amda aqui o resullado e negativo, porqae.
oalguinasseccoesobievtf.se resullaao satis-
lat-torio, om outras aconteceu conlrario.
0 Sb. Felippe de Figuhroa : Mas o enge-
nheiro atribue isso a causas supervenienies
(Ha ouiros apartes).
i.i Sk. Manoel do Rego : -Masquaes 5o essas
cansas r
0 mi. Felippe ds Figueiboa :-.\io posw e dizer
agora ao uobre deputado quaes sao.
0 Sn. MiNOEi. do Rego : E* porqae nVo pos-
sivel achar trabjlbadores que se queiram empre-
K :r nesse servigo, e a prova e que, havendo quatro
d stiiclos, so em um e que fu posto em execugSo,
pareialraente.esse regulamDto.
Aueada o njbre deputado para a disposigao do
regulamenio dan obras publicas de 28 do juuho do ^
ant > passado, qae marca a diaria de IfiOOi) para
osc.nvTvalores. E' possivel rm3 com esta dia-
ria tao mesquiona achem se traoslbadores qne
queiram trabalbar diariamente, da mahhii tarde,
'os a todas is hrtemperiey, em um service lao
nesado como o da conservagao de estraia f k de-
poi] os cabos conservadores so pefcebem a grati-
fteasao mensal de 35^000; devendp trabalhar eu-
raulitivamente com os demais conservadores, e
senclo obru-ados a saber ler e escrever.
0 Sr. Fi-lippe de Pigueiroa :0- regulamenio
i |0 srao preferidos os que souberen ler e es-
cre.L'r,
0 S. 5f.\NoEL do Rego : -Deven ^aber ler, per-
0 Sn Manoel do Rico: Mas'hoje estao ainda
em p-ior estado. Das informaro;s dos proprios
engenheiros se vd que todas a-; estradas teom-se
conserva lo em complete abandono. Ja disss quo
eete abaadono provem particularmente do novo
regulamenio de 28 de junho, quo nao lem silo
'V'utado senao em uma pequena p.irto do ter-
ceiro disiricto, como demonstrei. Esse regulamen-
t) exi-te .-omente de noaie, lanto que no 5" dis-
trieto e lambem no 2* viram-se os engenheiros
obngados a fazer pequenas empreitadas, como diz
o ex-director das obras publicas, em seu relatorio :
(le* ) era relacao ao 2 distrieto : nesta data
von mandar orcar os reparos que forem de a'n i-
luta necessidade oira serem feiti'S por pequenas
empreitadas. Em r'eIai;ao ao 5 distrieto : t na
estrada da Escada ja se fez por empreitada 126
metro: de empedramento, e esia se execuian-lo
lambem por empreitada mais 3:0 metres, na es
trada da Victoria lambem se fez o reparo de 177
nietros de empedramento para empreitada, etc
Logo, ve* a assembled que cominua em execu.ao
um sys'ema inteiramente opposlo ao do regula-
menio de 28 de junho ; entretanto conserVa-se
esse regulamenio, nao sei para que, para nao ser
executado 1
Eu quixera que em Ingar desta apregoada eco-
nomia de 30:0 H*^, S. Exc. nos dis-esse em seu
relatorio qae se ttntia gasto quantia superior a
esta, com tanto qae as estradas estivessem em per-
feito estado de coqservagao.
Muitos dos nobres dep'utados que nao morara
no inteiior da provincia naa podem ajuizar os in-
con venientes que causa priircipalmente aos agri-
eulioresu'na estraia iqal cmservada. Basta quo
em nma estrada deixem de exislir duas bomp.is
para qne fique Hla intranfitavel : formam se alii
latnacae', qua sio uaaito difficeis e as vezes in-
impnssiveis de tranpor, sobretudo na estacao in
.verno-a
estradas
no
. ou ao iuenog qqe ellas licassem
eslado em qaese achavam Snteiiormeitte.
OSa. Gones pARENfE: Fornega os meios a
admimstragao, que sera feita a .-aa vonlade.
0 Sn. Manoel do Rego : --Aehoqae esti e uma
despeza es-encial, 0 nobre deputado deve lein-
brar-se que a clause Jos agricultores concorre an-
nualmante com quasi 1)09.000*000 para as r.mdas
da provincia ; eniretanto a< e tndas teem sido
abaiidonadas, qnindo da facilidado do* meios de
traasporte, em grande parte depende o fuluro da
agricuitura. h nao fallo do pedagio, q:e & p3jp
e eu lenbo demonslrado o contrario com as pro-
frias palavras do ex-director das obra3 publicas.
ara apregoar-sa a economia de 30:0J0| conserva-
ram-se as estradas em pessimo estado ; acho uue
isto foi urn g aude mal.
Como ja disse, d-asejaria que se tivesse gasto
muito, comlaolo que as estradas nio ficasseui aa
abandono, como tem estado.
0 Sn. Felippr de Figueiboa : D'ahi a que se
conclae e que ambos os sy*leu)as sao maos.
0 sr. M.^noel do Rego : -Maseste c peior ; au-
tes quero a conservagao que se fazia pelo antigo
systema do que asta leforma,
0 Sn. Felippe de Figukiuoa :Mas o antigo sys-
tema era tambem mao.
0 Sb. Manoel do Rego :Ma> oste, ji disse,
e peior ; enire o n.aoe o peior, conserve se o mao,
se nio e possivel ler o bom.
0 Sr. Felii'p:: ds Figukiroa da um aparte.
0 Sn. JJanoi-x do Rego :-Ja dis.-e, que en Ire o
ma> e o peloi, prefiro o mao, creio que assim te-
nho respondido ao nobre deputado.
0 Sit. Gom;:s Parente : Varaos a ver a emen-
da que o nobre deputado apresenla a este arligo.
0 Sti Manoel do Rego .Nao tenho eraenda
a apresealar.
0 Sr. Gomes Pabente : Entao porque fallou
la nio tempo ?
0 Sb. Manoel do Rego :Porqae eniendo que
devo reclamar conlra o estado em que se acham
as estradas publica-'.
Tenho apeaas -Jo concluir esta parte do raeu dis-
eurso faztfuio votos pan que as estradas nao >e-
jam ccnservaJas no abandono, em que se acham
e para que seja ref jrmado e-se regulamento de
28 Je Juuho, ijue lem demoustrado na pratica que
nao produzre.-ultad) algum vantajoso.
0 Sn. Comes Pasemtc : Proponha a revogacao
dellrt ; esta em suas maos.
(lia outros aparte*).
U Sr. Manofl do Reg) : -Devo aproveitar lam
bom a occasiiio para chamar a attenj.io do Exm.
presidente "da provincia para uma nece-sidale ur
gente dos liabiiantei do sul da freguezla de Jaboa-
lao e do muitos do C-.bo e da Escada. A estrada
que vai desta cidade a Victoria, com um ramal que
de Jadoatao segue em direcgao a Escada, acha se
coaslruida ate o enger.ho Caraiiua.
Em 1867, de accordo com o parecer do entao
tljrei'ior das obras.publica foi mudada a primiiiva
direccao dessa estrada, e csiitrataJa a sua couti
nuacao.
Em 18CS. assumind) a administragiio desti pro-
vincia o Exm. Sr conde de Raependy, nomeou
uma comBOissao para dar parecer a respeilo do es-
talo (inanceiro dos melhoramentos da vi:.gao da
provincia ; o opinando a mesm.i co:nmis?ao qae
essa estrada djvia continuar pela antiga direcfAo ;
maadou o_S-. conie de Bajpeuly sobreosLv oa
construcgao da referida estrada, o em seguidi res-
cindio o contrato com os respeetivos empreiteirus
I'ostcriormente. no art 48 1 da lei n. 963 de
2-j de julho de 1870 se determinou que, por conla
da verba oie J,20J:0O0i, quo se autorisava a pre-
si laocia a abrir no orgamenlo, oa a obter por am-
pre-limo, se mandasse oatinuar aqnella estnj i;
e;i!r, Unto ale o presente nada se tem feito a rea-
peito.
Ora, e-sa e.-lrada e muito necessaria, porque os
habitantes daiuellis lo;alidades acimu-se muilo
lOAge da projftctada estraia de ferro qae deve se
guir para a Victoria, e da do S. Francisco, eem
casa algum se acharao mais proximos de ontra
qualquer via de co nmunicaglo.
Um. Sn. Deputado : Como cssa estrada, existem
muilas outras
0 Su. Manoix do Rego : Bern ; mas eu rccUmo
a coislrucgao daquellas que julgo mais necessarias.
i) uobra deputado deve coahecr as necessiJades
da 1 icalidade em que mora e por ellas recUme
tambem.
Vej) que na lei do orgamenlo de te anno Syba-
se lambem consignada verba para quepossa a pre
sideneja contratar a continuacao dessa esluda.
F;.go, pois, votos para que desta vez seja cssaes-
tradi coiitiuuada, vislo como 6 de urgente neces
siJale.
Assim tambem fago votes para que seja eous-
troida uma outra es rada, cujo l lango ja esla es
tulalo, e que do povoado daLua deve seguir ova
a villa dc Jabcalao.
Esta estrada acha-se delineada desde que foi di-
roctqr das obra* publicas o dislincto eugenhtiro
Wauthier.
Ja no art. 16 15 da lei n. 891 de 25' de juiho
de i860 marcou-se a qtnntia de 20:000* par* a
construcgao dessa estrada ; no art. 6 jj 8" da lei
n. 963 de 2i* .ie julho de 1870 foi renovaJa a mes-
ma disposicao ; apezar de tudo at6 hoje nao foi
cjntratada a sua construcgao. Espero que a pre-
sidencia da provincia mmJara desla vez consirui-
la, vislo que no projecto do orcaraenlo actual, por
conia do emprestimo da i, mil contos, tem aulori
saciio para faze lo.
0 Sn Goes Cavalcante : Se hoaver d'nheiro.
0 Sr. Mano l do Rego :Esta claro ; porque
o nibre dapatado sabe que ad inposubtha mmo
ttiutur.
OSr. Gomes Parente:E' po: isso que dig i
que o nobre deputado lem fallado con rauila razao,
mas sem fundammto.
0 Ss. Manoel do Recj : -Fago aquillo que jul-
go do meu dever. Acho que nio posso deixar de
pugnar pelos inleresses geraes da provincia, e par-
licularmenle da losahdade mi que moro.
Assim, pois, se for possivil, espen qae tambem
asta eslrada seja eoostruida.
Aqai ponho termo ao men diseurso, fazendo vo-
tes para que o Exm. Sr. presidente da provincia
temc na cousideragao, de que julg^r mereceloras,
as nteeracdei, que tenho feito.
O Sb. Olympio isarqobs e outros : -Fallou mui-
to hem.
O Sr. Tiburcio de Hagralhacs : Sr.
presidente, pedi a pal vra para demonstrar ao no-
bre deputado pelo iu distrieto qua foram iujustas
asaccu-agSei qua assacou a presidencia por ter
approvado o regulaineato relative a conservapao
das esiradas.
Q Sb. Manoel do Rboo : XAo apoiada, nao as
saquei accusacao nenhuma. S* eu disse a verda-
de, oode esta a accu-apio ?
0 Sit. Tiburcio de Magalhaes :Do qne V. Exc.
dis-e, dedu'-se uma accusacao a presidencia.
O Sr. Manoel do Rego : Nao ha tal.
( lia outros apartes. )
0 Sb. Tibitrcio de Macalhaks : Se o pre'idun-
te approvo.t n regulamento organisado pela repar-
tigai das obras publicas, foi lendo em vista a eco-
nomia, que dab' havia de resaltar e muito se deve
louvar o zelo d i actual presidente que por esta
meio vai oblendo o mesmo estado de conservagao,
e p >r um pre^o muito monor.
0 -n. Manoei, do Rdo : -hso e o que eu on>
(esta, e mustrei que assim nio e pelo proprio re-
latorio dos engenheiros.
0 Sn. I'rksidcstk : AttengSo I
0 Sr. Tiscacio de MArnLiiAE-i: Vau prov r ao
uobre deputado e que digo.
Esse regalatiTeut o nao foi trabalho de momenta,
confeeel mei o depois d'um estudo o de obwrvagJo
pratica de 3 anoos.
Degois de comparer o systema da coaservacio
qua esiara eaj execagao aaqueila epoea com oays-
t"_ma de conservacao ppimKivo do tempo do Sr.
Wctuttiier, fei que iei pref.reacia ao trabalho eld--
ver rdc'lariShs ?
0 Sn. Manoel do Rego : -Mas Dunca corfftjaeo-
ra ; 6 safcido e |adiss*nue a causa |iriuciprdisio3
' o tal refutt.'lienlo dtJfo de junho.
(II* um aparte) I
0 Sti. UfciOEL no Itsao : Dri nobre dawitade
que 6 por falla de meio* quo aa'e.-'.radai edaoeai
pessno estado.
Eusntendo qoe a prfvincia aiada nao fezbaaca
B6U, 9^ae qu*A*MMtana ^ue se gaste com as
estradas n.lo e mal empregada. Abra a adruinis
iraca i s creJ.hM p^cisos twt ba da^** mais
necessari.'H-mais essencial do qoe esta.
Nao pu%, portjnto, dehnr a* pelir a pa -parajgelaotf coatra.<> oslaio em quo seacbaa r*uiud*da ratormatei satisfacterio m um dis-
provincia relativamente as estradas publicas, m tricjp ondeje coasMuio Dor em execacio.
0 Sn. Gom. PABBNtt: --Mas anl c a jnadida
que propoe ?
0 S. Manoel. no Rego :-l)esejo qoe a adori-
aistracie da provincia tome as medidas indispen-
savei* para que as estradas nao fiquem nesse es-
tado.
0 Sa. Genes Pmentk dd um aparte. *
OSn. manoel do Rego : A' sdministracao e
que eowpete isto, ou entao suggira o nobre-de-
putado aiguma idea...
0 Sa. Gomes Pahenlk : 0 nobre deputado e
que deve suggerir.
0 Sa. MAKdEL do Rego : Vejo que no relatorio
da presidencia sa diz que se tem cooseguido rcsul
dia* CCd.aotBia.da,TiwUcacia, 4a wi o nubse de- n
fueT^ '^^OaSmento a accas.tgVo cM^! .primeffo a ..mc^rrl a a
onde se con
Sn. MANom.
goes
uio por om execucio.
llo:-Em algumas
sec-
0 Sn. Tihurcio de Maoalhaes :0 engenheiro
deste distrieto acaba de inforraar que obteve o
pessoal necessario, de harmonia com o regulamen-
to expedido em 28 de juaho.
Ora, se exeeuiade o aovo regulament > como vai
sendo em uma parle dessa distrieto, o engenheiro
prov ni exnberantemente qae se fazia nma econo
miade cerca de 50 | porque razao se o mesmo
servigo for estcndiao, como ha-de ser ao 4.' e o.
districtos, nao havera economia t
0 5n. Oi.ympio Marques : -E porque ainda nao
foi oslendido?
0 Sr TiBuacioDBMAGALHAiS i Vou dar a razao;
foi porqae no t." distrieto, que "o neca no principio
de C ixaoga e tormina em Nazareth, eoconlroa-se
grande numero de trabalhaloros que prestaram
este servigo, ao passo que na Escada, no Gabo, na
estrada da Victoria e na eslrada do norte, tem sido
mui difhV.il obter-se o mesmo pessoal.
0 Sit. Qlympio Mabquss : -Oregalamento entao
so serve para um distrieto f
0 Sb. Tibubgio de Magvlhaes : E quem disse
a,ue o regulamenio era parcial e que so servia para
um so disiricto ?
Acaso isso sera motivo para o nobre deputado
julgar ou phantasiar quo o regulamento fosse feito
para um so distrieto, pelo simples facto do gover-
ao aiada nao ter podido obter trabalhalores para
os outros districtos T
Eu csperava que o nobre deputad i m-s parguu-
tassa porque nas antigai conservacoes havia tra-
balhadores. emqaanto que depois da excucao do
novo regulamento esse pessoal tioha desappareoi-
do ; eu entio Ihe responderia dizendo que pelo an-
tigo systema de conservagao os trabalhadores nao
lin'iam responsabilidade pcla sotnma de seu tra-
balho, e que alem disso nao se puJia conseguir
um bom pessoal m^dianle o preco abi estipulado,
e posso mesmo afflrmar que esse pessoal nao era
esiMlnido.
0 Sn. Olvmpio Mbiwi.es : -E o engenheiro ad-
niillia isso ?
0 Sit. TtnuKCio de Magalhaes :E o que havia
le fazer senio se podia obter pelo prego de 14000
melhores Irabalhalores ?
0 Sb. Mano".l do Rego: -Se no novo regula-
mento marca se o mesmo prego, a consequencia
e ler o mesmo pessoal.
0 Sn. luuaoia di: Magalhaes : 0 prego foi ele
valo, porque aid entao pagava-se 14000 diarios,
hoje, oorem, em virlude do novo regulamenio, o
servico nao 6 pagodiario, porem sim mensilmentc.
0 que resulta que a paga de 304000 mensaes, im-
porta um j>rnal superior a 14030 pelo servieo
prestado petos irabalhadores nos dias uteis.
Ja va o more deputado que esse pequeao aug-
mento rejuer um melnor pessoal, ao men is em pro-
per ;ao a esse-augmento.
0 que tem acontccido 6 que alguns conservadi-
res de e-tralas, que foram exor.erado', seganio
me consta, teem actuado no animo da maior par-
te dos trabalhadores. de maneira a nao. se presta-
rem ao servi ,o, vislo como era esse o meio delles
poderem ser reentregados, logo que fosse abandj-
aado o n vo systema de conservagao.
0 Sn. Manoel do Rego :E porque nao actuam
nesses trabalhadores do distrieto, em que esta era
exeeufai o novo rcgulamealo ?
OSn. Goes (;avalcante : 0 defeito esta no
pagament) dos trabalhadores, porqae por 13000,
n5o ha ningivm que se prjste a esse servigo.
0 Sn. TiBuacioDE Magalhaes : Elle? teem mais
de 14003, outrora eque percebiam esta quaa-
tia.
0 Sr. Olym.'io Masques :Entao a economia e
muito menor. Trocam-se outros apartes.
0 Sn. Presidente :Atteng.lo. IVgo aos nobres
deputados que deixem o orador continoar.
0 Sit. Tiu'jitcio de Magalhaes : Nao foi menor,
pelo cratrario houve economia, porque nao so
supprimiram se os cooservadores de estrada, como
dimintuo-sp o pessoal des trabalha lores.
Sr.'presidenlo, sao louvaveis as vistas e os ester-
cos do actual administrador da provinna em fazer
essa economia em face do estado precario dos co-
fres da provincia, que geme sob o peso de uraa di-
vida pas-iva, para a qual esla casa deve ttmoem
fixar a sua attengao, como estou convencido que
ha-de fazel o.
Fui eu quem submelteu a illastrada intelligencia
de S. Exc. esse regalaraento, qaerendo lambem
sejundar as suas vistas eeo^omicas, e se assim o
fiz, foi porqae quando etse regulamento qua me
servio de norma foi executado pela primet a vez,
deu loons resaliados.
0 systema de coaservacio que era entao seguido
nao preencnia os scus uevidos elTeitos, e p*jr isso
cntendi dever organisar o novo regulamento de
conservagao, pe'o"qual secoasegao o mesmo servi
go com grande economia; nio segnindose este sys-
tema, entao tinhase de admKtir a conservacao por
pequenas empreitadas, systema que dau pessimos
resultados
0 Sh. Manoel do Rkgj :Essas pequenas em-
preitadas ainda continuam.
0 Sit. Tiburcio de Magai.hass : -Essas emprei-
tadas a que se refere o nobre deputado, continuam
por falla da trabalhadores; porem nao e dessas
pequenas empreiiaJas, de que fa?o maugio reliro-
me ao systema da conservagio par pequenas em-
preitadas eontratadas em hastea publica por um
ou doas individuos, soh o nome de divarsos con-
tratautes.
Esse systema de conservagao deu pe-simo resul
tado como a experiencia o dtmonslroa, a visla do
estido em que ticaram as esiradas depois de sup-
primila essa conservagao.
A* vista, poi<, do qae acabo de expander, jul
guei que a conservagao por pequenas empreitadas
uao devia ser de novo tentada, e por i-so entendi
dar outra solugao sobre o meio de obter-s?, s^nio
melnor, ao menos a mesma conservagii com uma
granle economia em relagto ao servigo que outrora
se fazia.
Esloa convencido que os pleDOs resaltado3 ob-
tidos pels novo systems de conservagao haa de jus
tificar as minhas ideas; o que, porem, convem 6
persaverauga em sua execucio.
Sabe o nobre deputado que algumas estradas hi
mais de 6 mezes nao tjra conservagao aiguma e
por isso nao podem deixar de sa deterioraram, tor-
nando-se iotransitaveis sdmeola aquellas que ainda
nio se acham empedradas, e cujo solo e mais ou
menus formado de barro da ma qualidade.
A estrada do Li moeiro esta bem cooservada; a
excepgio daquella pequena parte caja conservagao
contiaha a-fazer-;e por pequenas empreitadas, por
estar incomplete o erapolraiaenio. (Ha um aparte.)
E' preciso que o nobre deputado distingaose
gainle : alem da conservagao i|ua se fazia, havia
as pequenas empreitadas.
0 Sr Manoel do Rego da um aparte.
0 Sn. TiBtiBCio ns Magalhaes : As estradas em
que teem havido conservagao, estao regulars*, e
estou convancilo quo o presidente nao se descui-
dava de mandar fazer aqaellas obras que forem
mais urgmte.s, como man Jou ha poaco tempo cons*
truir em uma destas estradas duas bombas que fo
ram necessarias. Se nao mandou filer os concer-
tos dos 23 arcos, de quo fallou o nubre deputado,
e porque elles ni> sao de grande necessidade ; s6
se os maada recoustruir quando estao em mao es-
tado.
0 Sh iiatis e Silva : Pois e mao sysl-ma-
(teixax cahir primeiro aara depois recoastruir.
(TiuCdin se outroi apartes.)
0"Sr Tisutcio de M\galh\bs : Quando digo
qae essas bomjtas,.esses arcos estao em mao esla-
do, nio quer isio cwef pioamea^ra ruina.
O Sa. Mkmst, on WBo : Alguns ameacam,
posso affliiigar ao nohre deputado.
0 h.Tibi'r:io ok Maoalhses : U:na himba
pode estar estragala, pdle fend., s m ame>e*r rnina ; quando amencam ruina
o engenheiro tem onrigaoao de pariicipar imme-
diauasonta a reparU.iio CDiiipetaate, e o presiden-
ts maoda litgfl faeer'a onra por administrae
ella e urgente, porqun assim o trabalho e maij
exp'Jito e ate a esse ponto nao .buga a bva ertt?.-
O.Sit. Manoel jo Hkg > : Tem tola o f.inJ.i-
mento ; Ida as palavras dj proprio relatorio.
(Hi oiilros apartes).
O-Sb. TiBimcio dk MagXlhaes : Estoa mos
trando qae o governo ja mandou por em execa
cio o regularmjaio. Esla regulaminto ii da 28 de
junho de 1873 ; t me parece qua so depois de
passado um anno, a quo se recooheecra qae na
realida lo-nao se pode conseguir em to Jos as d.s-
trictos pdr-se em exflcucio um novo systema de
coaservaeao ; nessas c mdigSes entao o presidente
procararj 4aber as causas que actuaram n i espirito
daquell^t que deviam concurrer par* esse servigo
e proceder como julgar mais con7 ausa esftper na peqaenez dos veacinieatos, S.
Exc, zeloJn como 6 no curaprimento dos sens de-
veres, poderS fafer augmentar ess?s vencimentos,
visto como tem margem para isto, porque fez uma
economia de triota contos.
0 Joki, ftfma. no Heo-Esta economia nos
ba de custar caro.
0 Sa. ftmmcto de MAOAtirAts : Qrnndo digi
que fez a economia de trinta contos, e preciso que
explique ao nobre deputado qual c essa economia.
(Cruzam-se muilos apartes que inierrompem o
orador).
0 Sr. Pbesidenne (com forga) : Aliencao !
0 S. Tiborcio de Magalhaes : -Eu cominua-
rei, se os qobres deputados me deram licenga e
nio me ieterromperem com os seus apartes.
Essa economia da iriola contos e na supposigio
de que o regulamento produza todas os seus de-
vidos effeites, mas nio se o tendo poslo om pratica
em tedos os districtos, pelas causas que acabei de
ennunciar, nao existe samentn a ecoooinia de trin-
ta contos ; ha alem disso a differenga da despeza
qae so deixoa de fazer nos districtos em que oio
lem havido trabalho de conservaclo.
Os trinta contos a qae se refere' o nobre denu
tado......
0 Sr. Manoel d It sao da am aparle.
0 Sb. Tuiurcio dk Magalhaes____ e a difte
renga do antigo para o novo systems, suppondo
se que o antigo fosso inieiramenle substituido.
0 Sr. Manoel d i Rego : Altenda o n .bra de-
putado para as palavras do relatorio : (le).
0 Sh. Tniuncio de Magalhaes : Coacordo qua
nas estradas em que o novo systema ainda nao se
poz em pratica, pelas razdes ja expendidas, ellas
estejam mal oemarvadaa, ist > c, ejtejam as valas
choias da matte, e tennara necessidade de urgen-
tes reparos, principalmente as qne oao esiao *m-
pedradas. I syslema de conservagao deva ser ja e ja abando-
nado, o so resuma n'um iro-livo para se later ac-
cusagaes a quem somente esti nompcratrndo dot
ben* desejos para bem dirigir os MMta da pro-
vincia.
Se houve ou nao economia e emiuanto ella se
eleva, o nobre deputado pode fazer um calculo :
32 guardas conservaJores, tmdo cada um 90)4
de vencimenw annual importa em 28:80 >4 hira
a iinporieocia de uma pequena nduegio do nume
ro de irabalbajiires ea\ c^da distrieto. Par esso
simples calculo vti-se que a economia attingio a
verba de trinta contos, como affirinou S. Exc. em
seu relatorio.
Agora passarei a mostrar qae durante o Cunvn
te anno fiuanceiro, da verba destinada para am
ramo.de servigo publico apeuis se dispemleu cer-
ci de oito a dea contos de rtis nos ponies em qua
se pi'iJe conseguir estabelecer a conservacao.
En, porianlo, oio chamo eronomia a essa verba
que se deixoa de gislir, a qual devera ir faier
face as novas despezas que se liver de fazer por
occa-iio dos reparos geraes das estrada* Eu creio
que a presidencia so deve modificar o regularaeo-
lo depois de um auno, pelo menos de exnerlen^ia,
ease que dent o desle periolo nao ohleu'ia melhor
resullado.
Se S. Exc. entao entender mie e necessario aug
menlar os veucimant is desses conservadores de
estradas, eu estou pienamenle convencido que ha
da f.ize lo porque ainda assim ha de haver gran
de economia em relacao ao que ate entao se dis-
p mdia com esse rauio de servigo publico.
0 resulted* jaobiilo pete navo systema no uni-
co disiricto, eio-|ue M p)ssivel por Ve em pralica,
tem salisfeilo as vistas do govern-), porque realmen
te o servigo e mais bem feito, devicto "isso necessa-
riamente a raspon ab lilaje que pesa a caJa tra-
balhador.
Ao deixar a repariieao das obras publicas, qua-
si n is ultimos din, > eageaheire do segunJo dis-
trieto me d;ss: : Von piu:o e pouco fazenilo
calar no ammo dos antig >s trabalhadores dees
trada, que e mais lucrative para elles c mlinuarem
sob sua respoasa'oiliJade do qae sob a resoonsa
bilidada do guarda conservador da estraia, por-
que aquellas quo bem cumpnrem com os seus
deveres, teem direito a um tanto por anno em re-
ronneragao dos bons sjrvi$os quo praslarom.
0 mesmo e.agyuheiro me afDruiou que esporava
breve ter algans Inns trabalhadores.
Esloa convencido que, passalo um ou dous an
nos, ha de a pro.'incia ter um bom pessoal da con-
servaeao de estraia a proporgio qua for calando
no animo dessa classe de traiial had ores, que o er
nice qub delles ora so exige a a mesmo qua dan-
le-, apenas com a diffaraaaa da respon-abilidade,
para o que ha um pequeao aug.neat) nos waci
mentos, e bem assim a re iiuneraeao de que ]a fal-
Ici. Ate agora a raapaflosabiUJade recahia somsn
te sobre os guardas coasecvij ire1, hojeelia a sub
dividida pelo total los trabalhadores.
0 Sn Manosl do H:go da nil aparte.
0 Sr. Tiousr.io d: Magalhaes:- Eu aio aceito
a razao que aiguns dos nobres depaiados allagam
de ser o pagamen o insuincien'e.
Se o defeilo e do pagimento, islo e, do seu quau-
to, nao e do systema; neste ctso a presidencia
pole, como ja disso, passalo um anno, depois de
bem elucidada essa queslao, que fizer moiitlcagao no regulamento, elevando o ven-
cimente dos trabalhadores.
0 Sn. Manocl do Rego : Ja era tempo de la-
zer essa modideacio.
d^idosairfealoa'dol ajoe se a^ha r-tvr.
dW-a-
; 11 qne a ex erioncia Ihe d-in m-trar ser a mais
e mraaiaara.
0 Sr. Manokl m Hns : la era em o. i
que eu desqu qu M U^a. L-jaaota me eU aapa-
raaaja.
0 Sn TiB'Rr.i. di: MagalhIks. Ja que o aonbra
diNMiad.i eMeU sp com esU *peraoca, em ler-
maao aqui o m u dsaearsa. (Muilo bem, M l
baas.)
> Sr. OaeHCaialeasite fimm+m
r*raio fazem largas ciimsdaracTiea.
Ntngiiem mats p-dindo a palavra, rncerra e a
discu- o art. 6.*.
E' sem debate approvado o art. 7.* com a
guinte em 'ilia :
ArL7.'J I.'......261 197'-'I
8 2 Vccrescente se : e armanxnto .
19.SMM -S. R.-J. de Hello Rego.-Totrnlima *
Oara i/Ao. Gonralcf Ferreira.*
Sao tambem sem debate approvados o a t I
e '.I *, via 11 a mesa para otrar oppartwaaMBf:
fi reservado
discussSo
Artiiio additivo. Cull> public.> Citn a rtm-
graa dos coadjulorcs ifc.dUUa. tat* $ Smk'i -
Visario Ttlo.Atlir.) !> Alipio Cotta -Anle*io .PiiH/mo.-llr Mmmmi 4m
Rego. Amoral Mannet Perelli. -Padre I
FirminodtSiiraet.G. Gondim.
Entra linalincnte em dirua> o atl I i
Reconhece so nao haver nnaero nar^ tot-r. -
lira a dis uissao adiada.
0 Sr. Presidant-' da a ordaai io dia ntnis
levaau a sessan.
HELTIFICACAO.
Nas palavras duas p lo Sr. Totenlioo a> <.r.
Ihc, na sessao de S do correnle, a ropeite 4\ |
jecto n. 36, e publ cads hantem. in
le -e.-le,l--ia sc Hie ; e hn'a I.-, d-puu a> i
Exc, .eia e,jue etc.
a .-
cuj
REVISTA DIARIA.
Axseinhloa pravinriisl
semuiea f.mcri in->u coin :! Sn.
a prisidencia di Sr c ms-lh-iro Agniar.
A -lamvaja acts d K*sa) am
I* sccretario len o spgointe expait
Puram lidas c approvals as redaer jtctas ns. 7 de 1872 e 5 d^ 'HTl.
O Sr. Ooet Cavalcante, iditendu a palavra
orlem, apresenteu e justifieoa am rrqarrin
pediado que por int<-i:ivd r. do Exm. St praahlra--'
te da provimia se recommende as caaaari< c :
c:;es da provincia, a liel obrcrvaoeia da iH pr
vincial n. 70 .lo 4 do main de l*"IP. a> arc
com a peral Ac 1 de nutuhro de Win
queri nent-. f i .-. iprovado.
I'a--and i a ordem do dia, rooliaaoai a wMr
das etnendas apreseniadas ao orgamea*" pnrtn
cial em -'I' dfaoMsi >. f-irm cm emrliao j>r
vadas diver-as enienla*. senlo a* 4oma> rrj-:-:
das; firando uma pm,atada na vntarin .
ja 1.,-se dado a hora, n Sr. praaliaala It vast a
sessao
A .;rd m dt dia
antecedente c 3
anno.
K-.ponirMW. Van pol^ado lr lunr
solrinue d t C*rp*s Ch i.-ti, n i mtt'ii it a ragi
da Sani Antonio do Recife, por n> faerwem
sacarJ-tes fnnccionir coin a respeetira irmta.',
tie do Sacrar-
quear a sua ifrreja a > pnl.lir >, a> S h >ra< a .
manhi ale ID d* noite de i do corrente (amaarttn
expand o um pago alleforice da imtnaicao 4a E
eharistia, e f.tZMil i uitoar a none d o- .
c nuii lidainha.
Srirnrlnx. Soh esta rnkriea pnMu'am
h j' em aana t.* nagina nm iniporum- tralMlk-
d- Sr. engfiihWiM Dr. Jo .' TiDorri.. P,rr
Magalha-s, sibre o meliioramenlo do ,- -i
Pernambu^o, para a juil Cama-no* a atisv-i
dos lemres.
ninln-lro. (1 vapor pmi rfiax
para Ma e : c *irina
discussao do ;mjerteB. t i
p.r
* Ki-
0 Sr. TiBuacio dt Magal'hes : Como qoer o
nobre deputado, quo ja se l'a.a uma lUoMeagao
n"um regulamento, cuja execacao nao foi provada
inusequivei, visto cono ha apenas decorrido nove
meze.s, que ella f *i posto em pratica!
Me pareca Sr. presidente, que essas modiCca-
c-oas devem ser feilas com o Ontario e a pratica
que nos da a experiencia.
Na execugio do nova regulamanlo fo;am deso
oeraios 32 guardas conservadores, havendo entra
elles alguns que bem dose npaoharam a< suas
obrigago;s, para os qaaes eu particular.nanlo clta-
mei a attengao dot engenheiros de districto.
Nio houve um so dos exonerados que quizes-
se se ,-ujeitar ao servigo de michala, a oa u esiava
bem a aiguns lelles, pois sao olficiaos da guarda
uaciraal. |
0 Sr. Goes Cavalcante : Por esse lado nao
argumenle.
Br.tra uns pobres homens qua niii podiam in-
fluir a pouto do fazerem obstacoJo ao regnlameoto
la presidaa-ia
Um homem qae se snjeita a ser conservador da
estrada, nio pode ler prestigio na loeahJade.
0 S. Tibubcio de Magalhaes : Perdoa me a
nobre deputado, nao e seinpre o lugar qne o tndi-
viduo oocupa que Ihe da prestigio ; a digaidade du
homam e o seu illibilo con>partamentoe tudo.
Q ie importa que um individao tenha pre.stigio
se a elle nao se hgam outras consider iraes*?
Cruzam se muitos aparte--, qua intarrompera o
oi ador.
0 Sb. Presidents (com forr-.a) : Attengao I At-
gao, a discussao nio pole coatiauar por esta for-
ma. Rog>> aos nobres deputados qua nao conlt-
nuem a dar apartes, porque eitio serei forgado a
levantar a sessio. Seals querem attenderme. re-
correrei ao regiment..
O Sa Tihiiiu:i i de Magilhabs : Qaero
dar u ra respusla ao nobre deputado, que tar
en meu pe t.-amenta; tao desejo qu Uto passe
desapercebido. Qu nio afBrmei qne >lguns dos
guarias dacmserv gJo t-ram olll-iacs d. so rda
aacional, quiz con ist d zer que ni-> convinha a
eiles descerem de guardas a trabi hadores do ea-
ch da
0 Sb. Oliveiba Andrade : -Apoiado, ha sem-
pre 9na dilTerenga.
0 Sr. Go-s Cavalcante : 0 nobre deputado
disse qu pela i flutrac a des c msarvai res de o -
trada nan p dia o reguiamenta ser < xecut do.
0 Sr. Tmu :ici db Maoalhaes : Disse que
conslou-ma que a gms guardas coiservadores li-
nka n concorrido para qua os trabalh tdores qu?
outr'ora esiavam ^ob suis orden', n.io se tenhim
apr*sentado pirn o masmo tribal to, qae ia agora
ser mais bem retribui lo 1'o iss era devido a machioagoei de algans guardas,
visto como ellas exrei ar.im is daqueUes, a qu--na, eemo se presume, con-
cadi m Mrta in labiaa proteetjao.
E' a essa iulluen ia ao toda relative a que eu
ate referi.
A' ista, pois. das razoes que acabei de ex^n
aVr, a tou eacta de que a pmiidimia, m osa cmd
tem ^sido, se reconhojer* que o systema de conser
va.i), tal qull esta admiltido, nao pfo'iuosbe-
5.2ittiSK>i
I.....-
3:HK.
S:7**.k i
l:i;ti
I Jil,
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9W< ii
:-i>,o
tsigajg?
Joaqaim Oerardo d' lltstis
Pereira Vianna Js C.
JaaquimJose Goaf lives Riltri.)
Iho
Joseph Kraaosd i C.
Oommgoi Kerr.Hia Maia
A. Hyvernat .V C.
Agostinho Kerrrira da Sd.a l^eal \ 6.
Dr. Joi) Raymond) Pereira Ji Silva
Alvare* 1} tintal & C.
Taeodiirti Christiaaaai
Jo-e llodrieies deS.uza.
l*.isM pagant se hoje as segnintes f Ihi-
Ju.-t:;i de 2." laataMm, rapitania da paru, r--
cebednrii, corre*t paral, em^regadw da
de learn.
Minnas ranrhrF*. -II .j. p -in f i, at
dia, sera-1 celebradas algn;na< mi.-j- na <
I > M mteara, p >r alma do ii -u 11 J >a i Caral:'a;:t-
da A'lm HMfW
I'rodMsan ilr <'i*r|*n nba tan lugar, com a faaaMBa > i.n'lnnttsmn a
dign is a semelh nitM a-i -. naprr.iva pr
em Oli ida, naa paraarrera a- rnjn Jn r-> Seria conveaiente iu- a I oiia lerrea
aii;mmtassj um Irem as .1 noras d* ttrJe, ,-a
houves,-. r.oncnrreacia de aprei*ia.1 >r^ 4-
aet is. quo seq-tios is, de*'jara dir exjunsi) a-
cranfa* ruligiosas.
I.i'llis*. II j", na Feira Semansl. ar
Imperador, havera Itilao de m-.vri*. fio~
las, objectos de onm e rcaitos srtigi dc u-
m esti co.
Casa u\f> dr*tra^aa.Mvimii- at
le detefljio d-; dia l 1p j-mh > d l7i
Exi-tisn prases 331, eniraram 5, fxts>.oi .-
A saber :
Nacionaes 2*50, mnlheres ., =!rapww -
e All aaatadoa a eusta dos eoi'r
Movimento da eiifermaria n-> dia I Sa jan''
I87i
Tivrram haixa :
Lucindo de Gi uvea Ferrai, febre.
Praneis;o de Souza Ferriz. erabarago g Tiveram alti :
Join Raptista de Carvalbo.
Miguel PrMBS das Anj -s.
J '- Marques da Silva.
JjAo Fran""iC(0 de Vaconnellos.
*ansM<>lra. -Ch^gadosdos po la* d aw
W no vaporbrailetro Para :
Miguel L. de A. Hello a ana senhira. low J
Coolho, Miguel A. Mal-ra. J-ise Pereira, J
Marc is, (iailherrae Pereira de Abreu Vtceate u
da Amoritn, lldefonso C. Raptista, km; A. f*r
Francisco Jos4 de S maa, Francisco P. C >araaV
Petro II. de lipaira, J mi A. de Car*wo Joi
de AHtu ju Tqii-. lose C Rtrb>sa Lima, Aatm.
L. Leite, Jose J. R. Rtma, fcadele Join 4> V
queira, Raymunli M. di \a*cim-nl. Aaanmo !V
Pario, Manoel G. Par.o. Joaqaim 1. V naacij, *u-
gnsto G ia Stlva, Joaqaim A Pi reira \ iaaar
i-Viiciscj J. Heirs, U Ar on, l.indn Imnr
Campaa,
Sv.guem parao sul na mesma apor :
Dr. Mlvmo A. SHva. sua senh >ra e I fsaraaw.
leaente Sehastiio F. liara-osa sua seah >ra e I Sn*.
men-ir, ^Iferes Antonio T. de Caralhi. Itr
R. Alves, sua senhora 3 escravos, f cadate
Cisco T. A.d* Alb'j|iier pie. Maaeat P. deC
Jose S Balcio, 30 nitrinneir natifrapaiaa,
cravos a entrcgar.
Chegada do Rio 4e Janeiro na Hares p-rtc
gneza Admirarrl :
D Hezeca Candida Vital
SaaWas para u sal nu vap tr Mania** :
Manoel Ign cio da Purili-agao. Joe
*ilva e sua inulber e Vieeate Peretra d
tunoMf % nmmjifju,
I HIIll Ml. UA Kfcr.l.K i
SESSaO DE 2 DE JIMIO DE t7i.
r-KtsinEXf-iA do ew. m. oi>mumm
CAKTANO SANTIAGO.
Se'retario Dr. I'rrfiwto C As 10 horas da manha, preseale* as Si\ daa-
embargad.ires Silva GoimarM, L lur-mc* aam-
g>. Almeida Albaqo-rqne. li^U, |is malar da
con* intermo Accioli, Domsagae* Stlva e *waaa
Leao, a' no se a tessao.
dnstaud) < pamaniui
daote da relic io d Maranhao, a
Ant >nlo Joaqaim de AlbaqaerqiM *-*H
meute ajai a do de Foiialeza Manoel Jose di Silva X-in,
0 triiuual levantar a sassae *n> stgaM a> ps* -
funio peear.
Trlaii ml (! eatwif ti f A-'IA DA SESSAO DE 1 V T'.flOK
187V.
ntEstDcvaa ao zim
mixcisco ipatm
A's !0 h r- da mar
v


^
Mko-lePmmSuto'"3-QM feira S & J>A% fei


I
pitajos seeivtario Olinto Bastos, Lipe3 Machado,
ASves Guerre e sapplente Si Leitao, S. E*c. o
Sr. eonsellieiro president abrlo a sessao.i
Lid*, foi depots approvada a acta da sessio pre-
eflrote.
EXPEDHOTE.
Ofllcios :
Do Exm. Sr. gcpselieira irasideul/! da relacio,
communic ado me brifc etiHetep|ty exe-ucao o
decreto n. 3618 de 2 de maio ulffino!0 tribunal,
a vista do offlcio referido, resolveu qua se remet-
tesse ao Exm. Sr. deseinbirg*Jor procnrador da
coroa, em virtude do decreto n. 5618, t dos os pa-
pcis qae estio com vi>u ao Sr. desembargador
fiscal, e que se agr-decwserajp SNfdesembargador
Aceioli o s rvicos presudos corns fiscal do u esmo
tribunal duraute quasi dez anuos.
Offlcio da juuli dos corrctores, acompanhando o
boletim das cotacoes o(|clae< da semana de 25 a
30 de maio ultimo.Mafda>sa. arc&ivar.
Offlcio da mssma junta, cemi ouicando o nu-
raero de iraosaccSos frntas por cada urn dos corre-
tores no roes ue maio proximo passado. Foi o
offlcio em questao remettido par^ o archive
Foi a 'ubrica o coniador ee aartaa de Tabor da
4 Sauto*.
Bkspachos.
Requerimentos :
De Antonio Jose" Lelte Bast*, pedrddo qne se de
baixa em a noiueacao de sea' ex-caiieiro Joaquim
Aranles de Mendonca.Stln.
De Aatonio Pereira da Caaba, peHndo eertidlo
do tbeor do -dkstraai da firma Cunha \ Mania.
D,
Ih
f. ri C, requeren to qile se re-
gistre a nomeacao junta fe~ seu caixeiro despa
ihauto Friaeisco Furtado de Mendonca.Como
reqaerem.
De Francisco. Jo'qUim Ribjeiro de Brito, tutor
dm menores filhos do finadb commendador Tlio-
maz de Aquiao Fonceca, requeren 'o o regisiro 4a
iaclusa escnptura an'.i-nupaial.-Preceda-se ao
registrn reqnerido.
De Leonard) Scroller, solicitando o registro da
procuacao que Ihe passarara Harismandy & La-
bile.-Seja regisfrada
De Paulino Jose da Costa Amorin), submdlen
h registro a procuracio ann xa para que pro-
iuza os seu*. elTeitos.JJeferido.
De Had Hermes, apreseatanio para registrar-*'
a procaracao inclusa, que Ihe cooferiraro Plate
Neesem & C.Na forma pedida.
De Olyuipi.) Goncalves Rosa, commerciante ma
triculalo, pedindo moratoria por am, dous e tres
aanos, "afim 'e integralmenle poder pagar a seas
jredores.Par ser iiupedido como credur o Srfdi
putadb Olirik) Ba-stos, foi rJomeado pfra servir e
iugar ieste como secretario o Sr. ueputado Lopes
Machado, e o tribunal pr^Te io o seguinte des-
paubo :
c Autoalo pelo amanuense Figrieir-eilo Cru,
designado para escrivlo deste proc sso, o tribaoal
nomei os credorci SiWa Uarrooa 4 C. e Alcofora-
do Vieira 4 C, aiim de verifi^r.-m a exactidao do
balanco aprcseutado em vista dos papeis e livros
do impctrante nos termos do art. 8TO do codigo
commercial, e manda qne se expeca a ordem de
que trata o indir.ado artigo ao Dr. juiz de direito
special do comioercio para proceder as diligen-
cias de qae Lz menrai o art go a quo se allude.
Informacao d i sfecrltaria, cobria^o a peti>;ao do
corretor Francisco Jose Silveiia e rladacra com-
primento do despa^ho do tribunal, A* 28 de maio
ultimo. -A junta, a que o supplica-.-tc allude, pro-
eedeu de conformidade com o que consta da in-
lorraagao da secr.taria.
0 tribunal resolveu que se pedissern ao Exm.
Sr. disembargador Accioli os papeis qde porven-
lura tivesse em sea poder na qualidade de fiscal,
aim de que vao com o protocollo ao Sr. desem-
oargador procurador da CGroa, que actualuiente
ism de nelles offlciar, em vista do uovo regula-
mento das relag^Se*.
Xada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr
eonsetheiro presidente encerrou a sessao ao met.
dia.
THE NEW LONDON A BRASILIA* BANK
MITED.
LI-
i tpital do Banco........... o subscriplo.......... IMA 7i 1.0(0.000 & 900.00) fi 450.000
Fundo dereserva contra de-RALAIfQO DA CAIXA KILIAL EM PK KMO DK It Activo. t descontadas.......... Ireditoa dlvwsos, outros ban-I >s e caixas filiaes....... Caixa : 40.000 MBUCO EM 30 DB 619:9 00^680 I,3i2:3345."i30 576:20550 ;0

Rs........ 2,538:1415230
Passivo. Depositos: K'n conta cor-renie....... 309:8025990 s e por iviso. 720:680588i) 1,230:4835870 l,305:4%50fifl 2:4615308
tjreditos diversos, outros banns e caixas liliaes........
Rs........ 8" //. 2,538:4415230
S. E. k 0. .';:na:nbuco, 2 de junho d? IK. Billon, tCCt.
IBalaiicctedo Danco Counuereial
:le Pernaiiibiico, em HO de
maio de 184*4.
ACTIVO.
I CtQDJatag................... 4.200:0005000
Lelras descontadas............ 1,244:4605342
L.'lras caucionadas........... 6:8015388
!. utras a recel>er.............. 14:8935522
V.ilores depositados............ 61:0845690
Dt'Siwzas de in3tallacSo........ 5:8115503
D ispezas geraej............... 8:3355906
Slovafa...................... 6:2815735
Diversas contas............... 650:7275816
: i\a........................ 389:6845575
6,588:6815479
PASSIVO.
! ..:i)ital....................... 6,000:0005000
Fundo de reserva............. 8:8205000
Contas correnles por dinheiro a
juros...................... 124:8465260
i>.-.ntas correntes simples........ 24:673*410
Lflferaa por diniieiro a juros..... 1:877*690
Depositos da directoria......... 24:0005000
Gaaotol...................... 9:7935190
Dtvidend03.................... 53:0875000
Diiscontos..................... 104:063*393
Diversas conlas............... 237:1025010
Liicros e pertlas..-............. 421*526
6,388:6845479
S. E, & 0.
ilecife, 2 de junho de 1874.
0 guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
ICACOES k PE0I00
0 Dr. Murillo ao publico.
Se o re3peito e consideracao que tribute ao pu-
blico me obnga a vir as coluranas do jornal pro-
rostar contra o qae foi publieado no Oiariode Per-
nambuco dj 16, 22 e 26 do correote pelo individuo
Dc mingo3 deSonza Barros, porqae o re'peito qae
levo a mim proprio e a minha classe, prohibe-me
de responder-llie, esperando do tribunal compe-
tente perante o qual charaei o, senJo cabal repara
;ao, ao menos a panicio, em doaggravo men.
I3ircu"mstancia3 independentes de minha vonta-
le, oa aotes o de3ejo de s6 vir ao pablico depoi3
de iniciaio o processo criminal contra Domingo3
de Soaza Barros pelos crimes de injuria e calum-
aia, flzeran retardarasexplicacSes uevidas aores-
peitarel pablico com relacJo ao facto attrlbuido a
mim no exercicio |ega| de minha clinica.
:ie aqai honvesse policia medica e os direitos
pnmastonaes fossem garantidos, cfmo 6 dTe'leiek-
prossa, en n5o teria nesu oceasiao o desgosto de
denpender uma pequena parte (Je meu atil tempo
c"j meu a88re?3r. Qae procarainsinaar-se aos
croonlps e mcautos, pnearaodo qae sarta eftolto o
obanatanrsmo mais repugnanie.
orelizmente, porera, o Sr. inspector da sad.de
. lijlica, tem os olhos vendados para ver os'cona-
tartes ataqaes, qae soffre a l>i e a cfasse a qrxo
pertence, pelo charlafantsmo (jae ja a3o conhace
licriitei.
Fai argnido por esse indiridao, de ter provo

calono exrcicio K>gal de minha p*o aborto na pessoa da Sra. D. Eaftlia Brwga, inven-
tando elle para igso circunutaaciay qne nl* de-
ram e adulterando outros qae lexn a espHec.ao
scierrtilica em factos os mais naluraes.
Ful cjowidido no dia 24 de-oatabce de 1673,
pelo Sr. tise Geraldo Brag a para ir 4 sua cMa a
rua AngusU n 187, 1* andar, para eaaarrsgar-
me do tratamento de sua aeaaora, qae em *ose-
queaeia d'um aborto qae tivera no mez de agosto
do meamo anno, achava-se soffreado de -nuffeza,
de palHdeze de urn oorrimeoto bvanea aitaandaote,
acompanhados de dores e peso na reajias saeru-
lombar,-i|ue Ihe lizeram suspeitar de uiaa affeecao
pulmonar.
Passando a examina la notei que : era esaa doen-
le dotada de urn temperamenlo lyrophatijo-nervo-
so e que se achava em estado pronuaciado de cbio-
ro anemia ; nenhu.n tolTriaaento observei oasor-
gaos thoracicoa ; as fun coes digestivas cram eafra
qaecidas soffrendo de iuappeleucia, dyspepsias, etc,
etc., sem qae comtudo encontrasfe lesao material
nos orgios dasse apparelliu ; am neeJuiii dos ou-
tros apparoihos pude enpon|rar a causa de sous
ii'ffrimeiitoi, axcepto nos orgaos inlernos do appa-
relho jjoniial; a iiucosa viginal achava se'colter
ta d* gfafcil^oiiJ e de'utol e|:rlo|r) !'f of o-lu
rulerita aTnirel'aifa ; o edll* aletifw'c^rjfldfra/eU
pienle augmentado d* volume, achava se coberto
de uma secrecao espessa, viscosa, de cdr amarella
rouito prvnuaciada apresentando esieias sapgairjo-
leirtas; llfrc Btfssa s'ecreJJo o crfllo d6'uter0 arpre-
sunUva lirgas osjori.o.5es, invadiniij o sed oanal
cervical,'as qnaes sangravaln ao lrienor torjne'; pe
lu to'jue; dtgilsl notei que Ivivia urn prul^io pro-
niinoiadodo orgio. o leu cons baslante'fn'dile, di-
laladf-q tootavelmtte augmeaiado Baseaao n6s cointhoidorifivos f3rd6ciaos 'pela
doeirtu e ao rasuUado di meh exaavgeptbe eriu-
cipalmente no'dbs orgaos ge*niiaes iiilerrios, uiag-
nojtiqOsi suit eh)aro*antnpa piwiutuia&a, eUlre-
tiuu petat pei'das uucorneA is abuiiMiiites, pioce-
nientos Mnsde.^vUMrrheaa uictrucvis ia
cosa vaginnie do cotlo'ao utero.
Da banouiiia cjih tste diagnostico. formajei o
meu Iratamento, que sabihetto somente ao jaijjb dos
raeus c^leg-as, qs quaes ?ao os unicos comptton-
les para deciairem se foi oa naio o"Ehais' racloual
o aproariatlo ao oaso vrtl>te, e s* por .^i so seria
sapaz de prqvocar urn aborto, dido o caso de eslar
a dnentd gra;vlda. ,. -;, u
Devo notar que, tendo cn^ontrado no exam* dos
orgios graitaes interqae, lesoi-s inateriaes sulBciea-
tes para expTicar todos os sofirimentbs da doente,
e ainda mais, em vista da commemoratiyo dp, am
aborto recente (3 mezes) e hjp tendo sido disperta
da a minha attebedo pela doente para mais com-
pleto exame em vis a a recoahecer uma gr'avid-'z
de tao recente data, o acroditando com raaoes que
|0 aborto (bra provocado pelas lesoes rocontradas
no uter/i, decidi.iae a ompregar dra iratamento ao
mesmo tempo curativo dai le^oes.'locaes e o re-
censrttuioie geral c mlra a atonia constitacionai.
Ua>edo ainda nos aulores, os mais ebmpetentes
na materia, taes como, A, Cenrtyi.ph- Wastj Ch.
Mauriac, Cazeaux, Depaol, Pajot, Ver'rier, etc., etc,
que consi/erara os prolapsos do utero, as escoria-
coes, as ulceracoes do cOllo uterino como causas
pod9ro3isgimas da aborto, aconselhei na minha pri
meira visita (21 de outubro) o uso ie'piljjtas toni-
cas'composta^'de ferro.qujaa,canetla^etc^ etfe,, cu-
ja formula por aao lef preseule oao transcrevo
aqui; o uso do dreparado de alca'.rao de Guyot as
colherrs deluido n'agua ; Coalthar saponnificado
em injeccSes va^inaes nadose de am*-coiner de
sopa em quantidade sufflcieate d'agua2 vezes ao
dia.
No dia 28 de outubro, fui conviaado pelo marido
para ir no dia seguinte ver a doente, a quern dizia
elle haviam apparecido sig'naes do seu fluxo ca-
thamenial em qaantidade am ponco exagerada ;
pelo que mandei sustar todo o tratamento ate mi-
nha futura visita.
Na minha vi?ita do dia 29 fui informado pela
doente de que a pcrda sangainea havia-se tornado
regular e de nenhum outro incomuiodo se me
queixou ; aconselhei o repoaso e abstencao de to
do o tratamento.
No dia 3 de noverabro fui a rua la perial n. 43,
para ver o maridc da senhora doente e nessa oc-
casiai achei-a de pe.
No dia 5 do mesmo mez fui com urgencia cha-
mado para a doente, que disseram-me ter abcr-
tado. De facto, la cbegaado, verifiquei o aborto.
Nao podendo o meu tratamento ter a menor in-
lluencia como caasa nem proxlma nem longfqua
do aborto, achei a mais facil e natural explicacao
nao so no facto do aborto anterior proximo, pois e
facto muito conhecido que am aborto predispoe a
oatros, como e priucipalmente nas lesoes por mim
verificadas no utero e seas annexos.
S6 a ignorancia a mais ousada, animada pela
constante impunidade, atrever se-hia a atlribair ao
tratamento medico o mais racional a adequadaum
facto, cuja explioaeioe a mais clara e patebte pos-
sivel.
Se nao e perrailtido aos pronrios profissibnaes
julgar qualquer tratamento sem que sejam bera pe-
sadas todas e as menores eircumstancias, qae o
determinaram, como permittir que charlataes quei-
ram formar juizo, adulterando os factos e tirar con-
clusoes contra o credito medico ?
Ja e mais que tempo de garantir a classe medi-
ca contra os botes dos bufariuheiros da medicina,
que ate hoje se tem occnltado nas dobras da im-
punidade, pela nao execugao das lei-.
lUsta ; dada esta explicacao somente, em atten- .
Nsawvif!
MWiWiMfcpas da V/r-n
ftincalo Lopes da CosVa.
Sanfe^fA^' '
Ant joio Tr^aa* Ja. Omtas
Maajel IiQpeade Torres Bandeira.
Antonio GUinu da Torres Bandeira.
Joio Lopes Bandeira.
io*b de Torres Bandeira,
Letipoldiuo Alves V. L'rlifa.
Jose Augusto Uosado JttHivelra.
Menandro Jose da CruzT
Antonio flodrigues de Sorjza.
Silvestre Han no Rodrigues do Soma.
Manoel Lopes da Silva.
Francisco Lopes Bandeira.
Antonio BebMtie OfiVBrrt 6uv^a. *
Fratirisco Jo-e da Costa.
Fr; ncisoo Ribeiro Rjsado.
Joio JosS da Costa.
Francisco da Costa Barftoza.
Francisco Carlos da Costa. -'V* ***
Roceado da Costa Barboxa.
Francisco ilaaoel de Almeida.
Gonio;
de
earregou : E. A. Burle & C. fJO(J denfos salgados. Imperador n. 26. Jose"
4om 7,220 kil*. / Freitas
, No vapor in|lqz Gladiator, .pari Liverpool, I Dita as. 13, e 15. Joaquim Josd dos
iarregou : P. Neesen 4 C. 250 farJoj com 43,336 LSanaae Junior
lilqstle ararJdw.': Dita n. 17. Jaftino Francisco de
irj
areas
0 Baltic i,
eom S-i5t8
Me* Harlanuo em Kan to A mar.
. Coacorrefijia; di Srs.
Francisco. SaraJva
D. Anna Sledeiros
Maaoel Alves Barbosa
D. BeraaroMoa Maria
D. Olympia Moralra
daa
Jose (contra-mestre
Joio MoreiraFiHw
Alfredo Cardoso
Maiianno
LoureO{p
Jrjab lllorei>'a
Loizde Fratica
Cordulino
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Joaquim I
Joaquim1
D. Ddtiaa Maria
AfeaUft BhranriofiBfe
.0 'J>
DespendeUse :
Sace'rdptea[ut ple^dlo
Arroacao
Mujjayt e^fmonjao ^
Aa'Rohora's que fljcMarain a
Carretos
Saeerddle pela missa
Cera
2500')
1*000
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1*000
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apnlai 'in4l iffi
1*000
4*008
35960
60*960
taHsgJJ :"5>lle^eesen 4 tl 38 sa'
kilos' de alg.^ao.
No p'aiatho inglaz Li Cuiemi, paf 1^ Sew-
V-rk, cajrtedJ*.: .Amjrlm Jrmaos iSiC. 3,000'sac-
eos com 223,000 kilo- deassucar ma.-cavado.
No brigoa franeea Solidor, naia Liverpool,
Na samaca nespanhola Carinosa, para o Rjo
da Praa, earregon : a. Oliveira A C. 50 barricas
com 6 010 kite do assuofcr raasciva*i, e 250 di'.as
com 24,813 tim :de diirjbfartco.1
. ~ Nj patacho hespanhol MariM, para o Rio
daPsata, aarreajoa,; \ Loyo 2 pipas eom 9ii0
litros de aguardenta.
Para os portos do interior.
Para o porto-Alegre, no lugar brasileiro Rio
Bianco, earregon : F. R. Pinto Guimaraes 440
barricas com 36,707 kilo> da assucar broco.
Para o Rio de Janeiro, no vapor HScWnal
Paid, earregou : A. F. Balihar Sobrirfhb 500 sac-
cos com 37,500 kilos da assuear branao; L. J.
Marques de Aranjo 823 di(o< com 24,213 4>tos de
dito.
I Para o Para, no navio porliiguez Soberano,
earregon : H L. i'eis 45 barrii|uinhs earn 2,228
kilos de assuear Jjranco ; J. A. C Siriueira 30
'ditas com 818 ditos de dito refinado ; P. Viaooa
A C. *0 diUa.enm 4,7i8 ditas de dito branco a 20
bams com 1,920 litros do aguardente ; (". da Mat-
toslrmaos lipiaps com 6,240ditos de dita : J. A
da Siva ArakiJ* ihilas eon -910 dlttsjde aleool.
Para o Acaracd, up v^p >r brasileiro Ptra-
pama, earregou : A M. dtt Sllva 25 barris com
3,360 litros de aguardente'.
TO DA EMPHEZA DAS OBRAS E
\zlLda ALFANDEGA I)E PERNAM-
RELATIVO AO MEZ DE MAIO DE
CO.MPARADO COM 0 DE MAIO DlS
cio ao publteo, razao alguma me fonjara
voliar a impreasa sobre tal assumpto.
Recife, 1 de junho de 1874.
Dr. Murillo.
mats a
VI
it*
nt>ria
jr.
155000
23
25000
3*400
f
60*^00
Verbas de receitas
fil
:Taxa do embarqiie'
Dita de desenibaaiue
Dita flX9BK':
Dita de alvarengas
Dita de bagaJcnJ
Dita de di versos
9'M dr
Total
m
n
30
A auacahuila peltoral tti/ Kemp
De cujas virtndes dspacilicxs tantos annuncios
wa|fipfifamfiiiimm i'>r-^ "u,ua emmi-.
cao oe vetaes peitoraes, e nao contem nenrmm
adstringenle veneuosdoa inort.ilinente narcostico.
E' preparada em f6fflia de urn xarope dehcioso,
etc., e urn poderoso e efflcaz remedio para irrita-
Qao dos pulraoes, anginas, daTbsrrl. tosse, res-
friamento, rouquidao, affeccSes catharraes, escar-
ros de sangue, e todaa U innimeraveis molestias
que alTectam os ora^lps da respiracao. Cuidadosa
e scientificamente preparada por Lanman e Kemp
em Nova York. '
JUNTA
Fraca do
DOS COARETORES
Iteelfe, de jiinhu
de 1874.
AS 3 HORAS DA TARDE.
n.;^.. cota^oes ornciAES.
Aigodat) de 1* serte 8*i00 por IS kilos.
Algcdao de Maceio la sorte 85SCO por 15 kilos
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0)0,
hontem.
Algodaode Maceio mediano 8*300 por 15 kilos,
posto a bordo a frete de 7|8 e 5 0|0
hontem.
U. de Tasconceitos
Presidente.
A P. de Lemos
Secretario.
ALFAM>RGA.
Readimemo do di* 4 .
dm do dia 2 .
45:208*779
37:2765724
82:4855303
Ao publico
Os abaixo assignadus, merabros da tamilia Costa
e parentes do infeliz capitao Juvencio J;se da Cos-
ta Vulpis-Alba, barbaramente assassinado n'esta
cidade aos 2 de marco do corrente anoo, veein
pela iraprensa testemunhar ao digno chefe de po-
licia da provincia, 0 Dr. Manoel Caldas Barretto,
seu profundo recoaheciraento pela raaaeira nobre,
altiva e desiateressada porque desempenbou a sua
missao, desenvolvendo a mais energica e constan-
te actividade, afim de que nao ficassem impaaes
os autores d'aquelle horroroso assassiaato.
0 Exm. Sr, presidente da provincia, a quern nao
podia ser indifferente 0 tstado de anarcoia e de
conflagracao a que levaram esta cidade,appellou
Sara 0 civismo do dislincto magistrado o Sr. Dr.
lanoel Callas Barretto, que, trocando seas
commodos pelas fadigas de uma penosa viagem,
transportase ao alto sertSo, d'onde, tendo corres-
pondido a espeetativa de Jodos, retira-se agora
depoi3 de pronunciar 0 coronel Joio Dantas de
Oliveira e seus lllhos, como aatoras do horrendo
crime de que foi victima 0 iafeliz capitao Juvencio
Vulpis-Alba.
Nio podem os abaixo a3signados snffocar seus
sentimentos de gratidao e reconhecimento para
com 0 Exm. Sr. Dr. chefe de policia, que, por seu
procedimento energico e justiceiro, nao so veio
restabelecer 0 Iinperio da lei nesta desolada e at-
terrada localidade com a pronuncia d'aqaelles tres
assassinos e a captura de muitos outros que infos-
tavam 0 alto sertao; mas tambem veio de algu-na
sorte trazer a paz e socego ao seio d3 uma familia
numerosa, bem conoecida na provincia por sua
indole paclfica 0 sua liabitual moderacao.
Pena. e nao ter podido 0 Exm. Sr. Df chefe de
policia, por ser insufflciente a forca que aqui se
achava-levar ao cabo muitas outras deligencias,
que projectara, e que seriam fecundissimas em
resultados. Nlo obstante, foram bem ttlevantes
os servijos por S. Exc. prestados, e 0 aaimo dos
pombalenses ja vai se libertando d'aqoelle terror,
em que 0 lancaram os ultimos, fuaestos aconte-
cimentos.
Pombal, 18 de maio de 1874.
Vicente Jose da Costa.
Goncalo Jose da Costa Pacote.
Trajano Jose da Costa Paccte.
Manoel Trigueiro da Costa.
Goncalo Trigueiro da Costa.
Cas.-iano Jose da Costa.
Bento Jo?e da Costa.
Joaquim Trigueiro Ca>telIo Branco.
Salviano Jose da Costa.
Vicente Carvalho de Azevedo.
Umbelino de Torres Bandeira.
Joaquim Jose da Costa.
Manoel Jose da Costa.
Goncalo Jose da Costa Sobrinho.
Jose Aureliano da Costa.
Jose Trajano da Costa.
Antonio Trigueiro da Costa.
Tertuliano de S)uza Barboza.
Jose Pedro da Costa.
Antonio Vieira de Torres Bandeira.
Porflrio Antenio da Siuza.
Joao Antonio de Oliveira.
Sebastiao Maria de Oliveira Correia.
Jose Antonio de Barros.
Horacio Jose da Costa.
Antonio Jose da Costa.
Manoel Trigaairo Castello Branco.
Heariques Trigueiro Castello Branco.
Aaioiuo Trigueiro Castello Branco.
Descarregam boj Barca porlugueza Arabella carvao ja despa-
chado para 0 caes do Apollo, e ferragens
para alfandega.
Barca portugueza Admiracel generos nacio
naes para 0 trapiche da companhia.
Patacho nacional Marinho IV banba para
alfandega, e generos nacionaes e estran-
geiios ja despacbados para consurao, pa-
ra 0 trapiefce Cunlia.
Uarcaingleza Zayda ferro e cimento ja des-
pachados para 0 eaes do Apollo.
Barca americana Argot Eye feno para 0
tranche Cocceicio, para despachar.
Vapor nacional Prim geaeros nacionaes para
0 trapiche da companhia.
Impnrtacilo.
Patacho nacional Francoiin, enlrado do Rio-
Grande do Sul em. t do corrente e consignado a
Amorim Irmaos & C., mariifestou :
Graxa em ltexigas 3,120 kilos.
Sebo em rama 730 kilos.
Xarque 189.990 kilos.
Palhabote portcguez Sympathia, enlrado do Rio
Grande do Sul na raesma data e consignado a A-
moritn Irmaos & C, manifestoa :
Couros seccos 50.
Graxa em bexigas 5,580.
Xarque 138,799 kilos a ordem.
^i^OO
3:1365731
. 9:20 #088
olsftO
1:0185330
1405000
1:31455*0
l5:i0830S!)
3:)5200
3:56l57i4
I 4IM650
7315230
865OOO
1:112*300
17:5725227
Thfeoriraria da emp'reza das obras e capatAzia
da alfandega do Pernambuco, 1 da junho de
i!874. t MiX .
AntCTiiDTi^'TJeal Reis Filho
Pfet do thesbureiro.
Confonne.Francisco Jose Galvao
Agente auxiliar interinn.
... \^M'
CAl'ATAZlA DA ALRAWDErtA
rtendimento di-flia 1. 1:045*494
'dom do dia 2 J
1:043*494
volumes sahiho.*
No dia 1...... 520
So dia 2
r'riraeira por .... 461
iegunda porta .... 52
farceira porta ... 317

"r picbe Ccnceicao 2*7
1,377
S5RVIC0 MAHiTlMO
i>Aren^aS ddseirregadis bo trap',-
alfaacsga :
No dia 1......
Mo dia 2.......
Io trapiche Ooncelcj.j .
e da
rtKCEBEDORIA L'S
RAES m
Hndiineflto do dia I
1em 3o dia 2
REND AS INT.RNASGE-
PERNAiBDV
6815482
3:8645370
4:545j832
OONSULADO PKOVINClAi
R'lndimento do dia I .
ideTi to dia 2
4:7805283
6:571*483
11:331*766
; IMENTfl
90 MJRTO
Navio entrado no dia 2.
Para e portos ioterraedios -7 dias, vapor nacional
P-ird, do 1,999 toaeladas, commandante Luiz
Antonio Rodrigues, carga differentes generos;
a Pereira Vianna & C.
Navios sahiJos no mesmo dia.
Bahia Barca austriaca Due Fratelli, capitao Pie-
tro Cordech, carga parte da qae trouxe de
Trieste.
Liverpool -Vapor inglez Gladiator, commandante
G. Jeffrey, carga assucar e algodao.
Liverpool Barca franceza Interpe de Corse, ca-
pitao Modard, carga assucar e algodao.
> Observaijao
Suspendeu do lamarao para a Parahyba a
barca ingleza Brace, capitao Besson, com 0 mesmo
lastro que trouxe de Rio de Janeiro.
foirffii
Patacho nacional Eekna, entrado do Rio Gean-1
de do Sul na mrsma data e consignado a Amorim
Irmaos G'C, manifestoa:
Couros seccos 50.
Graxa em bexigas 2,203 kilos.
Sebo socado 30 barricas com 4,774 kilos.
Xarque 156,163 kilos a ordem.
B3rca nacional Marinho IV, entrada da Baliia
na mesraa data e coasignada a Augusto Frederico
de Oliveira & C, manifestou :
Azeite de palma 20 barris e ID caixas.
Banba 100 barris.
Cbarutos 8 caixas e 1 pacote.
Farinha de mandioca 896 saccos.
Kerozene l,Oro caixas.
Phosphoros de cera 2 caixas. Pipas vasias 180.
Tapioca 15 barricas, tudo a diversos.
Barca portdgueza Aimlratei, entrada do Rio de
Janeiro na raesma data e consifnada a Jose da
S. Loyo Si Filho, manifestou :
Barricas vasias 700/2 700/4 a ordem, 300/2 300i4
a Francisco R. Pinto Guimaraes. -
Cafe3tl saccos a J. J. R. Mendes, 120 a Pauli-
no J. C. Amorim & C, 111 a Souza Bastos & C,
100 a Costa Cunha & C, 86 a Magalhaes 4 Irmao,
36 a J. M. da Rosa & FiHios 35 a Antonio Jose
Gomes, 35 a Joaquim Jos6 d'Azevedo, 35 a D.
Joaquim Ferreira' Cruz, 35 a Fernandes \ Irmao,
35 a Maaoel Duarte de Figueiredo, 30 a Martins
4 Arauio, 30 a Piato Moraira 4 C, 30 a Antonio
Annes Jacome, 25 a Pereira SimSes 4 C, 19 a or-
dem.
Ladrilho de marmore artificial 18 caixas a Ma-
noel Bastos de Abrea Lima.
Madeira de pinho 700 pranchoes a Fernandes da
Costa & C.
Pipa3 vasias 100 a Antoaio Luiz de Oliveira A-
zevedo.
Sola 2 rolos a Joio Bamo? Si Maojiado.
Vinagre 2 pipas e 15|5 a Joaquim D. Simoes.
Vapor nacional Paid, eatrado dos portos do
Dorte em 2 do corrente e consignado a Pereira
Vianna & C, mahffestoa :
. Carga do Maranhao.
Banha 20 barris a Joaquim G. de Bastos.
Pomada de sebo 1W eunhetes a Francisco G. de
Araujo.
^Cariri da Parahvba.
Amanaoas 2 caixas.
Borracha 1 dita.
Vermouili 10 ditas, tudo a Mendonca Correia
D8SPACH09 DK BXPORTACAO NO DIA l DE
XIMO DE 4874.
Para 0$ p6rtos da exterior.
Na barca fraaeeaa S. Andre, para 0 Havre,
- 0 procurador fiscal da thesouraria provincia
de Pernambuco declara aos contribuintes do im
posto de 5*000 sobre estabelecimento, no exer-
cicio de 1872* a 1873, a cargo do consulado
provincial, que lhes flea marcado 0 prazo impro-
rogavcl de 30 dias, a eontar da publicacao deste aa
coufbrmidade da lei n. 891, art. 53, para solicita-
rem da soccao do conteneioso as respectivas guias
par* pagameuto da seus debitos, cei toa de que se
nlo 0 Qzerem dentro do prazo marcado, proce-
der-se ha a cobranja judicialmente, publicandose
para isto a relacao dos devedores abaixo traas-
cripta.
Secclo do conteacio co, 16 de maio de 1874.
0 procurador fiscal.
Cypriano Fenelon G. Alcoforado.
Relaclo dgs deveiores do imposto de 55000 por
estabelecimentos oommer^aes, que deixaram da
pagar seus debitos no exercicio de 1872 a 1873.
Visconde de Inhaama n. 36. Joa-
quim gnacio do Espirito Santo 3,450
Bom Jesus 0. 43 A; Jose Ferreira
de Fontes. 5,430
Dita n. 59. Jose Alves Barbosa 5,430
Largo do Corpo Santo n. 49. Jose
da Silva Loyo Filho 4 C. 5,450
Vigario Thenorio n. 3. Jose Janua-
rio da Silva 5,450
Di a n. 7. Joaquim Jos Gomes Bel-
trio 3,450
Dita n. II. Jpse Maria Pestana 5,450
Bispo do Sardinba n. 1. Jose Igna-
cio de Madeiro! 5,450
Amorim u. 20. Jose Fer eira Pinto
Magalhaes 5,450
Dita n. 66. 0 mesmo 5,450
Dita n. 4 Jesnino da Costa Albu-
querque Mello 5,450
Dita n. 33. Jose Felix de Mello 5,450
Moeda n. 21. Jose Gabriel Carnei-
ro da Canha 3,450
Companhia Pernambacaosl a. 6.
Joiqaim da Costa Ribeiro 5,450
Dita n. 22. Jose Gomes Reguff 3,450
Dita n. 30. Jesuino Augusto dos
Santos Fragoeo 3,450
Dita n. 26. Joaquim Custodio de
0|ivelra. 3,450
Praea da Assembled ns. 2. Joio
Martins do Rio Junior 3,450
Sita n. 4.Jose Francisco do Rego
Io 5,4304
Dita n. 9. Jose Luiz Guaiaco 3,430
Domingos Jose Martins n. 436. Joij
Roberto Augusto da Silva 5,430
D. Maria Cesar n. 44. JcSo Jose
Mende3 s,i
Viseonde de Itaparica ns. 34 6 36.
Joao Pereira de Soaza 5,450
BarJo do Triumpho n; 74. Jose
Francisco Martins 4 C. 5,430
\9SIS
Brta n. 23. 0 mesmo
Dita n. 47. Joaquim da Costa Ra-
mos
Dita n. 65 -ose Fernandes de Amo-
rim
Caes Vinto Doas dc Novembfo n.
0. 0 fnesTno
Duque de Caxias n. 34. J ao da Sil-
va Gaimaraes.
Dita n. 68. Joaquim de^ouza Mi-
randa Couto
Diia n. 4 A. Jose Maria de Souza
<&C
Dita n. 103 Jose Joaqnim Ferreira
Lima
Travessa das Cruzes n. 8. Jose da
Rosa Fonceca
Dita do Queimado n. 5. Jose Gon-
8 da Silva Freire
Para da Independencia ns.. 23, e 25.
orse Joaqnim BarbO?a da Silva
pita 113. 27, e 29. Joio Carpinteiro de
Oliveira &
Cabuga n 18 A.folo Ferreira Vil-
lela
Barao da Victoria n. 30 Jose
Francisco Bittencourt
Dita n. 56. Joaquim Ferreira da
Costa
Dita n. 51. Jose da Crnz Santos
Orta n. 55. Jo5o Gomes de Alrneida
, pita n. 63. Jose Joaquim da Costa
Lelte
Dita n. 65. Jo3o ReMrgfo de Alba-
quprque
Lanngeira n. 4. Jose Affonso Boa-
danx
Dita n. 16. JoSti Pedro Blanchin
Trincheira n. I. Joaquim Bernar-
do da Costa Rei3
Estreila do Rjsario n, 3. Joio Fa-
cundo de Castro Mcnezes
Dita n. 23. m& Martins Dia^
Dita n. 25. Jose Eazebio Marques
Ci^lho
Dila-u. 31. Jose Moreira da Silva
Largo do Paraizo n. 10. Joso Joa-
quim Ferreira de Brito e Silva
Joi do Rego h.2. Joio LttreTiaw-
na Junior
RodS n. 31. Jose Graciano da Pai-
xSo
Santo Amaro n. 5. Joao Gomes No-
brega
Paulino Camara n. 3. Jose Miguel
Barbosa Ramos
Visconde de Inhadma n. 4. Jose
Tames de Gouveia
Travessa do Arsenal n. 7. Jose Pin-
to da Costa Scares
I'rimeira travessa da Praia ns. 2 A
e 2 B Jose Martiniano da Silva
Pedro Affohso n. 70. Joio Domin-
gos Alves Moreira
Dita n. 57. Julio Pires Ferreira.
Nova da Praia n. 40. Jose Caetano
de Medeiros
Marcilio Dias n. 22. Joaquim Nt
colao Ferreira
Diia n. 40. Jose Luiz de Soaza
Ferreira
Dita n. 15. Joaqaim de Ponies
Marinho
Dita n. 45. Joao H. de Soaza
Dita a. S3. Jose Boadaux
Dita n. 76. Jose Antuncs da Silva
Dita n. 88. Joaquim Rodrigaes
Culias
Largo Je S. Pedro-n. 4. Joaquim
de Brito de Vasconcellos
Corontl Suassuna n. I. Joaquim
Vieira Coelno da Siiva
Lomas Valeatinas n. 78. Joio de
Deus Oliveira Santos
M irquez do Herval n. 27. Joao da
Silva Souza
Dita n. 31. Joaquim Pinto da Ro-
cha
Dita n. 35. Joaquim Fernandes da
Rosa
Cadeia Nova n. 7. Joaquim Fer-
nandes de Gusmao
Vidal de Negreiros n. 24. Joaquim
Ribeiro de Albuquerque
Dita n. 52. Joaquim Felippe da
Veiga
Dita n. 151. Jose de Mello Trin-
dade
Travessa do Prato n. 7. Jose Pa-
triciode Siqueira Varejao
Nova de Santa Rita n. 11. Joao de
Brito Correa
Dita n. 17. Jose Ferreira Coe"lbo
Travessa de S. Jose n. 22. Jose
Joaquim Soares
Pescadores n. 1. Jose Goncalves
Hespanhol
Imperial n. 422. Jose Adriano de
Mello Dulra
Dita n. 451. Joio Cardoso Ra-
bello
Diia n. 182. Jose Emygdio Ferreira
Lima
Dita n. 211. 0 mesmo
Cabuga n. 12. Jose Francisco de
Souza Lima
Imperatriz n. 80. Joaqnim Ferrei-
ra Lobo
Dita n. 86. Jose Bernardo da
Motta
Dita n. 43 A. Joao Benigno Pe-
reira do Lago
Dita n. 47. Jacques Victor Quare
Dita a 31. Jose Antonio de Brito
Monleiro
Dita n. 35. Jeronymo Joaquim da
Silva Braga
Dita n. 43 Joso de Barros Simoes
Praca d> Conde d'Eu n. 32. Jose
Narciso 4 C.
Dita n. 3. Joao Jose de Magalhaes
Visconde de Peiotas n. 47. Jose
Doarte Coutinho
Visconde de Albuquerque n 34.
Jose Carpinteiro da Silva
Cipibaribe n. 10. Jose Carneiro da
Cunha
Dita a. 87. Jacintho Fernandes da
Silva
Pateo da Santa Cruz n. 12. Joao
Marques Fernandes
Dita n. 16. Joaquim Luiz Fer-
reira Leal
Aurora n. 9. Jose Lopes de Oli-
veira
Camarao n. 13. Joao Maria Cor-
deiro Lima
Lima n. 18. Jose Antonio Fernan-
des Veiloso
Socego n. 53. Joio Dias Martins
Pernambucanas n. 24. Jose Joa-
ui ;n Dias Pereira
Dita n. 38. Joaqaim Martins de
Almeida
Marquez de Oliada n. 4. Lemos &
Guimaraes
Commercio ns. 13 e 13. Luiz
Vernet
Tuyuti n. 15. Lopes 4 Pinto
Caes da Companhia a. 8. Lemos
4 Cruz
Duque de Caxias a. 32. Luiz de
Freitas Victoria
Praca da Independence a. 22. Ljr-
dio Aibano Bandeira Melle
Trincheiras n. 48. Luiz de S. S.
Travessa da Matriz a. 4. Libanio
Lopes Moreira
Visconde de Inhauman. 77. Lau-
rinda Graciana da Silva
Dita n. 29 A. Luiz Rodrigues de
Oliveira VC.
Marcilio Dias n. 32. Ladislao Ro-
dolpho de Abreu Cezar
Dita n. 69. Luiz Eloy de Miran-
da Darao
Coronel Suassuna n. 2, Luiz Anto-
nio dos Santos Pereira
Marquez do Iferval n. 9i. Lopes &
Oliveira
Vidal de Negreiros n. 41. Lobo 4
Irm5o3
Imperatriz n. 16. Laiz de Fa-
ria SiC.
Dita n. 7. ViflYa Lecomte
Riachuelio n. 67. Lucas Aatonio
fevangelista
Marquez de 03nda n. 24. Marcos
de Almeida Lima
Imperador n. 27. 0 mesmo
Pedro II a 1 0 ftwrfto.
March*) Dias o. 1ft. 0 mesmo

L
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3,450
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Moeda n. 35. Moreira MiMlIll
& C.
Ma Ire de Dens a. 4. 0
Marqnez de Oliada a. 1
Antonio Vieira
Bom Jesus a. 11. Miguel Fenwi
Pinto
Dita a. 41. Maximianno Jose At
Andrade
Commercio n. 20. Manoel Marines
de Abrea Purto
Tnora* d"S >au n. 3. Maswd '
vides di C.
Marts e Barros 14. Maaoel ale
Sauza C. Simoes Joaior
Amorim a. 45. Maaoel Jse Tsao-
co de Sou; a
Guarapraes a. 61. Maaoal Oaaaea
de Fa ria
Domingos Jo?.- Manias a. 14. Ma-
noel Moreira E-teves
Caes 22 de Noveinbro a. 14. Ma-
aoel Jose Rodrigues
Dito n. B. Marques dos Saauw > C.
1.* de Mar jo a. 14. MootsiroT..-
res& C
Duque de Caxiu a 50. Marco!in>
Dornellas Camara
Dita n. 23. Manoel da Costa Aze-
vedo Napoleio
Diia a. 61. Moreira Ponies 4 C
Dita n. 111. Manoel Goatasraa ia
Las.
I'ra.a da Indepeadeacia aa. Ma
40. M.uti- Lemos &C.
DiU ns. 19 e It. Maaoel J*e* mm
Santas
Cabuga n. 12. Maariru Joae mm
Santos Ribeiro
Uita;n. 18. Maaoel Jose Farr u 1
da Craz
Dita a. 3. Maaoel Aalonio Mas-
calves
Dita n. 5 Moreira, Duarte A C
Dita n. 7. Moreira & Dnart
Barao da Vic oria a :?. Monlesm
& Silva
DiU n 46. Moora k\ C
Dita u. 48. Monteiro Sampaio A ;
DiU 11. 21. Maaoel (1
Laranjeira n. 6 Maaoel Jo?*' do
Nasci mento
Larga do Rc.sario n. 37 A. Maaoel
Garrido 4 C
Estreila do Haaaria n. A. Maia k
Landelino
Livr.mento n. 32. Monteiro A. Ri-
beiro
Peoha n. 4. Manoel Antonio Pi-
Bheiro
DiU n. II. Manoel Cecili^ao de
Freius
Travessa de Arsenal n. 3. MjOBV
\ Lemos
IVdro Affoaso a. 58. Maaoel Soa-
res de Oliveira
Nova da Praia n. 18. Muniz 4 Fi-
gneiredo
DiU n. 30 Marc .'lino 4 Silraao
Madre de Pens n. 38. Macliado A
Silva
DiU n. 5. Manoel Dias Ja Caaaa
DiU n. 65 Miguel B-roar do Qasa
teiro
DiU n. 71 I'anoel Veoancio da
Silva
Coroni'l Suasana n. 15. Man 11
Martin.- Gomes
Marquez do Herval a. 7. Maaoel
Hanoi Co:reia
Vaial de Negr iros n. 17. Maawtl
Luvanno de Oliveira
Vidal de Negreiros n. 59 Ma-
nuel dos SaMea Aranjo MeMa
D1.1 n. M. aUaM Pedro de >"
ronha
Dita n. 137. Miguel Jose da O*-
U Meira
DiU n. 141. Mareeiino Manias da
Lnz
Diia n. 143. Maaoel Go sacs Fer-
reira de Sa LeiU"
Imperial a. 130. Maaoel Anlmi"
Francisco
Dita n. 135. Maaoel Pereira Ma-
galhaes Junior
DiU n. 137. Manoel Antoaio 4*>
Santos
Imperatriz n. 2:.'. Matlos k Ir-
mao
Dita a. 40. Mendes & Carvalho
Di'.a n. 6:1. Manoel Alves de Mi-
codo
Dita n. 63 A. Maaoel Dias F. Ja
Jar
Praca do Conde d'Eu n. -12 A. Ma-
noel de Christo Pacheeo.
Visconde de Peiotas n. <. Miguel
Aniimio C<>elho de Almeida
Capibariben. 42. Maaoel Joaqnim
Lobato \ C
Ponte Velha n. 63 Martinho Jo-
se de Sam'Anna
Conde da Boa Vista a. 53. Maria
Candida Riaeiro e outro
Diu n. 79. Maaoel Ferreiral Coe-
Iho
Itosario n. 42. Mareeiino Fran
ciseo Alves da SUva
Pay sandu a. 12. Manoel Goae-
Martins
Hora n. 6. Machado A Almeida
Barao do Triumpho n. 41. Noaco
da Silva
imperador n. I) A. Nogueira A
Irmao
Marcilio Dias a. 16. Neves, ijuei-
rux & C
1* travessa de Joao de Barros a.
2. Nicolao Toleutino do Sacrameat)
Bispo Sardinia n. II. Oliveira Mi-
randa A C
Barao da Viet ria n. 24. Oliveira
Carneiro 4 C.
Livraraento a 14. Olympio Go-
mes Rosa & Cruz
Marques de Olinla n. 42. Piati da
Silva Cascao
Caes 22 de Noverabro n. 26. Po-
ly car po Jose Lay me
Duque de Caxias n. 29. Pacheeo
de Azevedo
Barao da Victoria a. 23. PeJro
Maurer A C.
Estreila do Rosario n. 20. Pedro
Augusto da Silva
Diu n. 29. Pacheeo A Gon-
zaga
Livramenio n. 53. Paahao Oooftv
Nunes
! travessa da Praia n. 2 E. Pan-
la 4 Irmao
Vidal de .Vgreiros n. 12. Pa*..
Aureliano da C> uz Muniz
Nova de Santa Rita a. 13. Paal*
Jose Gomes 4 CosU
I aperatriz n. 48. Paolo Ferreira
de Mello Guimaries
Coronel Lameaha a 18. Pereira
& Irmao
Marque/, de Oiinda n. 8. Roeaa
i Irmao
Commercio a. 48. Roberto Wail-
lezdtC
Vigario T.eaorio n. 10. Rosa
Adour
Amorim n. 31. Raymuada Jose
Tavares
Prirneiro de Marco o. 14 A. Micir-
do4C.
Duque de Caxiu a. 77. Roaha
Silva & C.
Barao da Victoria a. 48 A. Ro-
cha Pinto 4 si
Diu n. 27. Rodrigo PiaW Mo-
reira
Diu n. 37. Rodrigues Fdareira
6tC
Joao do Rego n. 1*. Roque E--
tevas
Largo do Carmo n. 9. Ribeiro A
Irmao
Visconde de Inaauma a. 2. Rav-
muaao Pereira de Siaaaira
Marcilio Dias n. at Reis 4 Nas
cimaBlo
Vidal de Negreiros a. 115. Ray-
mundo Laseer
, Imperador a. 146. Ricardj Mo-
reira da Caaba
Visconde de Albuquerque a. M.
Raraoad 4 C.
Travessa da Madre Deas a
Santos 4 Araujo.
Amorim a. 33. Serra Schafre a '
DocaiMos Jose Manias a. 14"
SUva Alfes. 4 C.
l.aM
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.--------



Diario de Pernambuoo Quarta feira 3 de Junho do 1874,

**,
I
idem d. 32
asa terrea n. Hi
[Jem n 71
Cms do Apollo n. Cl e 83. Saunders
Brothers & C. 3,430
Domiogos Joss Martins n. 81. Sou-
za &i Irmao 5,430
Imperador n. 16. Silva & Irmio 5.450
DiK|ue de Caxias n. 45. Sa Lei-
lao, Foneeca 4 C 3,450
Laxangeiras n. 30. Silvano & Car-
neiro $Uft
Larga do Roano u 31. Santos 4
Araojo 5,i30
Livramento n. 30. Silverio & Ir-
mao 3,150
Vis-onde de Inhaama n. 26. Sou-
za Gomes & C 5,i50
Dila n. 13. Santos Sobrinho 3 450
Marc ho Dias n. 7*. Sebastiao
Jose Bwerra Cavalcante 5,430
Dill d. 118. Saiaiva & C. 5,430
Imperial n. 148. Severiano Tavn-
res de Oliveira .ralto^.\|,
Bart* ^orja n 23. Si vino *wo
luveucio 3540
L.l'.w ia Assemble* li. It. Tata- '
res 4 & 3,*i
Larangbiras B. 29. TaVares &
Bilva 3.450
Joao do Rego h. 3. Teiieita 4
Irmio 3,430
itadre de De'ds u. 61. Tranqulli-
nb Candido da Silva 5,450
Dita n. 93. Temi-toctes Ganuto de
Aguiar 5,450
Imperil n. 203. Trajano JosePe-
reira 5,430
Marqeez de Olinda n. I, 3 e5.Ur-
toano Vicente Ferreira 3,450
Duque de Caxias n. 115. Vianna
Castro 4 C ^439
Cabuga n. 14. Valentino do Yal-
ta L. s,u
Barao da Victoria n. 29. Vicenle
Ferreira Souta Deis -5,430
Viscoude de Inhaoma n. 16. Vi-
riato de Frcfcas Tavares -S.450
Coronet Suassuna n. 22. Vicene
Moreira <1* Silva 5,450
Lirgo da Pracela n. 9. Vicente
Ferreira de A'buquerque Nascimen o 3,430
Commercio n. 18. Zeferiuo Car-
neiro de Almeida 5,450
Vist-oode de Uapanca n. 26. Wil-
liam Vonton 3,450
Imperador a 43. W. H. Sbap-
man 5,430
Seccao do centencioso provincial de Pernambu-
o, 46 de maio de 1874.
0 .* official,
Hwaeio Walfrid.i Peregriuo da Silva.
SANTA CASA DA MISER1CORD1A DO
RECIFE.
A Hlma. junta administratlva da santa easa di
iliserieordia do Recife, manda fazer publim qu
a sala de suas sesaoes, no dia 4 de Junho pa-
las 3 boras da tarde, tern, de sor arrematada* i
iuem mais vantagens offerecer, pelo tempo de ;,,
i tr s annoa, :ii rendas dos pradios &m segmd*
leolarados.
F.STABELECIMENTO DE CARlDAfiE
Traversa de S. Jos6.
Casa terrea nil......
Rna de Santa Rita.
Ciuco
n
, ontas.
Rua da Virago
Poirte Vellia.
Antonio Henri fW-
oijone
530*000
24UOOO
156*000
MJiiOu
THEA-TRO
?s mm
JMPREZALIMA PENANTE
Sob a direccfto Jo actor
JLTIiTOXtYIElt
Ouinta feira \ de jnrin.
co,-
Emilio Xavier Sobreira de Mello, inspector da
ibesouraria de fazenda desta provincia, etc.
Faco saber a todos quantos se achart-m na pos-
-?e por qualquer tilalo que seja, de terFenos silos-a
tnargem do rio Capibanbe da foz do riaeho Par*
nameirim para cm.a, e comprehendidos na zona
reservada para servidao publiea,qne Ihes lica niar-
cado o prazo de 60 dias, coutados da data deste,
para reclamarem perante o Exm. Sr. presidente da
provincia o que enlenderem a lem do seus direi-
tos, s)b pena da perda da ^referenda garantida
pelo artigo 16 do decreo n. 4,165 de 22 de feve
reiro de 1868.
Thesouraria .de fazenda do Pernambuco, 30 de
maio de 1874.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Edital n. 169.
Por esta inspectoria se intima, de conformidadc
com o art. 7i3 do regulamento das alfandegas, :o
dono de :K) camisas de flanella, apprehendidas na
ponle da alfandega, as 8 boras da noite de 24 do
eorrenle, para deutro do prazo de 15 dias impro-
rogaveis, produzir sua defeza do processo de ap-
prehensao das referidas camisas.
Alfandega de Pernambuco, 30 de maio de 1874.
0 inspector,
Fabie A. de Ctrvalho Rfis.
Edital n. 170.
Pela inspectoria da alfandega de Pernambuco,
se faz publico que as 11 horas da raanha do dia 3
do eorrenle, se ha de arrematar livres de direitos
e sujeilas ac imposto da capalazia, as mercadorias
abaixo declaradas.
198 1|2 dazias de facas e garfos avarhdos, sen-
do : 75 duzias de cabo de osso e 123 1|2 ditas de
cabo de ferro, perieocentes as barricas da niar^a
diamantj 11 U M X, us. 33 e 54, abaudonadas aos
direitos porBragaSon & t., avalidas pur 100*044.
Marca R T-30 caixinhas de logo da China ava-
riados, pesaudo 215 kilos, vindas de Hamburgo no
navio allemao Catharine, desearregadas em i6 de
maio proximo Undo, abaudonadas aos direitos por
Costa Cunha 4 C, avalidas por 209*623.
Alfandega de Pernambuco, 1." de junho de 1874.
0 inspector,
Fubio A. de Carcalko Rcis
0 Dr. Sebastiao do Kego Barros de Laterda.
juizde ilireito especial do commercio nes-
ta cidade do Recife e seu termo da capi-
tal da provincia de Pernambuco, por
S. M. imperial e congtitucianal o Sr. D
Pedro 11, a qucm Deus guarde, etc.
Faco saber que no dia 20 de juaho do corrente
anno,' as 11 horas da manna, na sala dos andito-
rios, devera ter lugar a reuniao dos credores da
massa fallida de Paulo Fernandes de Mello Gui-
maraes, para verilicarem os creditos, deliberar-sc
acerca da concordala, ou formar-se o contrato de
uniao e nomear-se administradores a dita massa;
certos os credores de que nao serao admittidos
por proenrador sem que este exhiba procurajao
especial, a qual nao podera ser confenda a deve-
dor do fallido, nao podendo outro sim,um so iudi
viduo representar por d>us diversos credores, e
que sera havido o credor que nao comparecer
como adherenle as resolui.oes que touur a inaio-
ria dos votos dos credores que para ser valida a
concordata o necessario que seja concedida por
urn numero tal de credores que represenle pelo
meoos a maioria destrs em numero de dous ter-
cos no valor de todos os creditos sujeilos aos effei
tos da concordala.
E para que cheguc ao conhecimealo de todos,
inaudei passar o presente, que sera publicado pela
imrrensa e alnxado nus lugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, ao !. de juubo de W74.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, o
subscrevi.
Sebasliao do Rego Barros de Lacerda.
Ao sollo 3oO rs.V. S. S. ex causa.
Barros di Lacerda.
Hr..i de
Ideir. n. 26 .
Rua do Vi*n.
I.* audar Jo sobrado n, 27. 325*000
Eojaiflem..... ^ 375*000
PATRIMOMO DOS ORPHaOS.
Rua da SemaQa velha.
Cm* terrea n. 16.......20i>*00<
Becco das Voiae.
Sobrado n. 18.......421*ow
Rua 4a Cruz
Sobrado -n. 14 ffechadoV.....1:000*091
Rua So Pjlar.
Caia lerrea n. 100......ttUOtx
Rua lo Amerimr
Idem n. 34........122*00-
Dua da Guia.
Mem n. 29........201*001
Rua das Larangeiras.
Casa terrea n. (1 .... 361*001
Os preieudentes deverao apresentar no aeto d
urrematacao as suas fiancas, ou comparecerea
icoinpanbados dos respectivos fiadores, devendo
oagar alem da renda. o premio da quantia ea
que for seguro o predio que coniiver estabeleci-
nento commercial, assim como o serviijo da liiR-
jeza precos dos apparelhos.
SecreUria da santa casa da misericordia do R-
.ife, "17 d inarv o de 1874.
O escrivao
Pedro Hiidriguet if. Souzu.
Gompanhia Fidelidade
ffeguroa marltlnao* e lerrrnlres
A agenda desta companhia toma seguros ma-
ritimos e tcrrestres, a premios razoaveis, uando aos
ultimos o solo livre, e o setimo anno gratulto ao
egurado.
Felieiano J-se Gomes
Agcnie.
51 Rua do Apollo 51
SANTA CASA DA MIsEKlCORDlA DO
RECIFE.
A Illma. junta adrainistrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer public, que
perante si, em *es?ao do dia 3 de junho proximo,
tem de ser arreraatada a renda da propriedade -
Ilha doXogueira com granle coqueiral e vivei-
re, pela quantia de 1:0: 0*000 por anno, obrigan-
de-se o arrematante a fazer os repuros de que
precisa o me mo viveiro ; para o que deverao
examinar previamente.
Secretaria da Santa Caa da .4HsiM-icordia
-lo Recif-*, 29 de maio de 1874.
0 escrivao
Pedro Rodrigues E4rada de ferro do Recife a
S. Francisco.
AVISO
Pelo presente sio convidados os senhores accio-
nistas desta companhia para receberem o ft* di
videndo, concernente ao semestre de julho a dezem-
bro de 1873. Villa do Cabo, 30 de maio de 4874
G. 0. Mann,
Superiniendente.
Luso-Brasileira
0 Ex n. Sr. presidente do coos.lho fiscal aceor
dou qua as aeaadaa erdinaria< se f.-.Qam na primei
ra sexU-feira de cada mez, deliberacao e-ia que
levo ao conhecimenlo dos senhores consrlheiros, e
os convoco para a primeira sessaj, na sede da
nossa socied de, as 6 horas da tarJe do dia 5 -'"
andante.
Secretaria do coosel o Qscal da sociedade Be-
nr-liceute Luso-Brasileira em Pernambuco, 1 de
junho d) l7i.
Andre M. Pinhe
! secretario.
im.ti!****
OECLARACOES.
Irmandade do SS. Sacra-
mento de Santo Antonio
Nao podendo ter lugar a festa solemne de Cor-
pus Cbristi, em consequencia de nao quercrem os
padres funccionar com a irmandade do SS. Sacra-
mento, embora ja esteja levanlada a interdiccio,
que iujustamente lhe foi lancada, com tudoamesa
regedora, querendo dar um publico testemunho
de sua dedicagao e respeito ao culto divino, fran-
quean, a respectiva lgreja a adoracao dos litis,
desde5 boras da nanha ate as 10 da roite do dia
4 do corrente, apresentando um paco em allego-
ria da insUtuicao da Eucharistia, e fazendo cantar
a noite por ransica de orchestra dons psalmos e
ami iadamha ao hS Sacramento.
Os devotos qui coroparecerem, luerarao a indul-
Eencia concedida por bulla especial do SS. Padro
eao XII, *m 16 de Janeiro de 1824.
Consistorio, de junho de 1874.
0 es-inivao,
Alexandre America de Caldas Drandao
Olinda
For este juizi vao sor arrematados como bens
de oyeaio. Undo o prazo legal, os cavallos appre
hendidos pelas autoridades policiaes desta comar
ca, enjos signaes sio os se .uintes : um castanho
rosilho, pequeno, de 8 annpl, pouco mais on
menos, com o pe direito brailo, farrado no qnar-
to e basta-temagro, por20*000; outro rasso a^a,
basiante peqneno e magro, js cerrado, nom olhos
prelos e ferrado na quart) direito, por 10*000 ;
outro rosilho, de bom ram.-.nbj. com ami orelha
lroncha, carnudo, por 60 ; outro tinalmente pe-
dre:s, magrcirao, bora txraanbo, por 40* : quem
6 julgar com direito a taes animaes, compareca
nopia'o de 15 dias, a rerhmi-los perante este
mesmo jnizo. Olinda, 27 do maio de 1874.
0 escrivao da provedoria,
flacharei T. 5. Ca|(!a.
Armazcns da compa nhia per
nambucana.
*4c^iiros contra o fo^o
A companhia pernambucana, dispondo de ex
jellentes e vastos armazcns em seu predio ao for
ie do Mattos, oflerece-os ao commercio em gera!
para deposito de geueros, garanilndu a maior con-
servacao das mercadorias depositadas, servicr
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante previo accordo, ex
elosivamen'.e os generos de uma so pessoa.
Estes armazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e asphaltados, isentos df
cupim, ratos, etc., etc.
As pessoas que quizercm utillsar-se destes ar-
mazens, pederao dingir-se ao esiriptorio da com-
panhia pernambucana, que acharao com queir
tratar.
Consulado provincial
Pela adr.iiaisirpcao do consulado provincial se
faz publico aos respectivos contribuintes, que do
1 de junhn vindouro por diante comeca a correr
o prazo de 30 dias uteis, marcados no artigo 2i
do regulamenlo de 16 de abril de 1842 para a
cobranca a bocca do cofre. do 2 semestre dos im-
posto* da decima urbana, 5 0|0 sobre bens de mao
raorta, a 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provincia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na multa de 6 0/0 aquelles dos
contribuintes que os nao salisfizerem nesso prazo.
Cansulado provincial de Pernambuco, 27 de
maio de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Ks'rea -los artistas
D. ItoHA dc Mello Maiiiion. a
Moel (;m- MitnltowfMi.
Primeira re.reseotavao nesie thmtro, do ini-
P'rtante drama cm 3 artot, origmit Irancez d"
M. M E. flirar H e A Dnmas F*ho :
0 sajiuliciu de \i>u .tiuihcr.
Distribute*). '
Malhilde Dumont ,D. Rosa.
Sra. Larcey D. Cecilia.
Joanna Joven Rosina.
Oumont Sr. Manbonca.
Alvares Sr. Bernardino.
Um criado Sr. Braga.
A accao passa-se ein Paris.
Terminara o espeetacnlo com a primeira repre-
sents cto da comedia em 1 acto :
rrecisa-st viajnr.
Personagens.
Archibald-) Sr. Manhonca.
Lanlair. professor Sr. Correia.
Francisco, criado Sr. Ayrosa.
Marquelie, costureira D. Rosa.
Felicidade. mullier d'-rohibaldo D. Cecilia.
Princijiiara as 5 l|2 horas
mm
Santo Antonio
EXPBEZA
V1CEMXE.
Qu .rta-feira 3 de junho.
Iftfueficio do actor
B\nii
Comedia drama em 3 actos, original i r.sileiro
do beneflciado:
Duaspaginas diini livro.
Pelo actor Camara, a muito popular aria-co-
mica :
Simpiicio Bicudo <1 aPaixao.
Terminara e espectaculo com a opereta em um
acto :
Sem fato e sent u iva.
O beneliciado pede ao illustra'o nubiico desta
capital a continuar.in de sua estima.
0 re?to dos Ulhetei pode ser procurado er.i
mao do beneficiado, on no dia do espectaculo no
lugar do costume.
llavera trem para 4pipncos.
Principiara a< 8 l|2 horas.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
V I IC M T i:
Quinta-feira de junho.
Primeira representacao do itnportante drama
em 5 aelos, or-sinal bra-ileiro, do Dr. Carneiro
Villela :
Os macons e os jesuitas
0 ultimo aeto represent.! um lemplo maeonico
em sessio magaa no dia de S. Joao, e e pintado
a oapricho pelo habil scenograpbo Leon Chapelin.
Principiara as 8 horas da noie.
Aracaty em direitura.
Sahe impreterivelm nte no dia 4 dc junho o
hiate nacinnal Leonilia du Cruz, capitao e pratiio
Manoel Caetano da Costa : para carga e passa-
sreiros, trata-se com Antonio Alberto le Souza
Aguiar, a rua do Amorim n. 60.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
lavega^Ao costeir a. vapor.
MACr.l6, ESCAMS, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Jaguaribe, com
mandantc Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 15 dt junho proxi-
mo as 5 horas da tarde.
Recebe carga ate o dia
13, encommendas, passa-
geiros e di aheiro a frete ate .is 3 horas da tardo
do dia da sahida ; escriptorio no Forte do Mat
toi n. 12.
fc ROCiRENNd M1R1TIMO nO P*^AT0
Kniprrm* ttOrtnonne de nav -n a
vapor entre Portoital e^ 0 raiilll
0 VAPOR
t omnian^iantc- Coutctitc
Esperado do sul
pm 8 on 9 do proxi
mo mezde junho, dc-
pois da indispensavel
fltemo'ra dentradeste
pnrto seguira para
Lisboa e r^orto own esoala pr.r S. Tbiago.
Passngens e. fretrt fa cargas, encommendas e
valores, ira^am-se crtm c*
AT,ENTES
G. II. Habello rt C.
48 ttna do Commercio 48
COMV4.NHIA PERNAMBUCANA
DE
'%< jrcno moteiiH m vapor.
*h*)BYBk, NATAL. MACAO. MOSSOKO', ARACA-
TY, CKA-RA, MANDAUU, ACARACU' E GRANJA.
0 taper Pirapama
commandante Si va
seguira para os por
Sciencia e Progresso.
Havera amanhJ sessio ordinaria desta iod6-
d^de as* boras do costume, na praca do Conde
d'Eu n. 21, I.* andar, por cima do hotel Chinez.
ADMIfllSTRACAO DOS C0RRE10S I-E PER-
NAMBUCO, DE JL'.NHO DE 1874
Uelarao da correspondencia registrada (sem
valor) recebida de diversas procedencias
ate esta data, e que nSo tem sido entre-
gue por ienorar-se as rosidencias dos des-
tinatarios.
Amancio Olympio de Andrade Barros, Angeio
Ribeiro Soares, Charles Bachdlery, Cassiano Telles
de Argollo, Francisco Pereira de Assis, Francisco
Marques da Cunha, Francisco da Silva Rego,
Fructuoso Goncalves Teixeira, Guilhermina Lins
Soriano, Genoveva Francisca dos Reis, Joaquim
da Costa Ribeiro, Jacintho Abreu das Neves, Jo-
vino Bandeira, Jose Bernardino da Rosa, Jerony-
mo Jose Telles, Joao de Barros Silva, Jose Henri-
Jues de Salles Abreu, Jose Gomes Barros Lobo,
ose Antonio da Fonseca e Silva, Jote Croz, Jose
Antouio de Souza, Joao Francisco de Arruda Fal
cao, Joao Baptista Ferreira Graca, Joao Nepomn-
ceno Torres, Luiz Baptista de Souza, Manoel Pes-
soa de Siqueira Campos, Manoel Francisco de
Arrnda Falcae, Manoel Muniz Falcao Benevides,
Manoel de -'arvalho e Silva, Manoel Julio da Silva,
Maria Candida de Azevedo.
0 official encarregado do registro,
Jose' Candido dc Barros
ADMINISTRAVAO DOS CORREIOS DE PER-
NAMBUCO, 3 DE JUNHO DE 1874.
Mala* a expedir-ae
Pelo vapor nacional farA, esta administracao
expede malas para os portos do sul hoje (3).
Recebem-sejornaes, impressos e cartaa a regis-
trar, ate 2 horas da tarde, cartas ordinarias ate 3
boras, e estas ate 3 1)2, pagando porte duplo.
As cartas ejornaes que se dirigirem ao Rio da
Praia, pagarao previamente, aquellas a taxa de
300 rs. por 15 grammas ou fraccao de 15 gram-
mas, e estes a de 40 r^. por 40 grammas ou irac-
eSo do 40 grammas, na progressjo estabelecida
nas tabellasC e D annexas as instruccocs do !
de dezembro do 1866.
0 administrador,
AHonso do Rego Darros.
iMffAHU
VlESSAGERIES HARITIHES.
l.inliu inensal
E ropa ate o dia 7 do
corrente,; e g u i n do
depois da demora dc
costume para Bue-
nos Ayres, tocando na
B.iliia, Rio de Janeiro i Montevideo.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harlsmendy A Lahllle.
9 Rua do Commercio 9
Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o brigue na-
tional Isabel, tem pane de sen carregamento en-
ga'ado ; e para o resto que li;e falta, trata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesns n. 57.
Companhia de navojcacao a va-
por baliiana. limitada
Macei6, Penedo, Aracaju e Bahia
E' esperado dos portos
do snl ate o dia 8 do
corrente o vapor Pcntio,
o qual sabira para os
portos acima no dia se-
guinte ao da sna che-
gada.
Recebe-se carga, passageiros e di lheiro a frete
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
57Rua do Bom Jesns57
Patacho Arroyo Grande
Para este navio recebe-se carpa a frete para o
Rio de Janeiro e Rio Grande do Sol: tra:a se com
Silva & Cascao, a rua do Marquez r'e Olinda nu-
mero 60. ^^^^^^^^^__________
Rio de Janeiro
Para e iodicado porto segue com poncos dias
de demora a barca portugueza Fel'z Uniao por
ter a m;.i ir pr.rte de seta carregamento mgajado,
s para o resto qm lhe falta, trata-.-e coin os eon-,
eignatarios Jo-,.j,ra Jose or .cS BeltrJc & i-
jhoja rra do Commercio n. 8,
tos acima no dia 6
do proximo mez, as 5
horas da tarde.
Recebe carga ate o dia 5 do corrente, encom
nendas, dmbeiro a frete e passagens, ate is 3 bo-
ras da tarde do dia da sahida : tscriptorio
no Forte do Mattos n. 11
Rio Grande do Sul
Seguira em poncos dias o patacho portugnez
Judith : para o resto da carga, trata se cm Pe-
reira Vianna & C, a rua do Vigario a. 7.
Libra esterlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Run do (Commercio n. 42.
i'ai'iik Steam .Niivigjilimi (lompao)
ROYAL MAIL STEAMER
Espera-se dos portos do sul ate o dia 7 de junho,
e seguira para Liverpool, tocando em Lisboa eBor
deos, para onoe recebera passageiros, encommen
das. carga e dinheiro a frete.
S. B.- Nao sahira antes das tres horas da tar
de do dia da sua cnegada.
. OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
t4RUA DO COMMERCIO14
LEILOES.
Agente Pestana
DE
19 barriscom postas de ca valla em salmou
ra e 4 ditos de pargos, tudo em perfeito
estado
Hoje
AS 11 HORAS EM PONTO.
No armazem do Sr. Amies, defronte da al-
fandtga.
0 preposto do agente Pestana fara leilao, por
conta o risco de quem pertencer, de 19 bairis com
postas de cavalla em sal noura e 4 ditos de par-
I gos, tambem em salmonra.
0 mesmo preposto previne aos Srs. vendelh5es
que tudo esta em perfeito estado.
No armazem do Sr. Annes, defroonte da al-
fandega.
dita de junco, tambem, ^n, |ampo, ^ pedr,i t
dita de faia nas mes^M condicdes, 1 guarda rou-
pa, 1 guarda, loue.i t toilette de jacaranda, se- |
cretaria de dit ^ | mirquecdes de amarello, camas
para casal,/marqereias, cabides, qaartinneiras, apa-
rauores, mesas elaslicas de 3, 4 e 6 taboas, conso-
los, rcesas redondas, e muilos outros arligos rela-
tivtrt a wveis. divert as mradezas, como s^jam :
Cortes de ws de franja de -seda, k-ques, evDUt, eafteinw para
coudnciores. caixas de pecas de trancas, espelhos
de inio. tie cryital, 1 porcao de galliettiras e gar-
rafas, duzias de copns, ditas de calices, uma factu-
ra de onro de uma ioja que se acaoou, e pur
scnta de s.-us credores e seu door>, como sejain :
voitas, botoes para punho e abertura, casinildtas,
correntes, pares de brines, rosdtas, anneis corn
pedra e ditos de cbello, e muitos nntros arligos
rdativos a mnveis, ouro, lou^-a, fazendas miude.-
zan, etc.
xjo correr do marietta
IN*lo jH*cpoto dw a^ctitc Pess-
tana.
Grande feira
DE
pianos, camas francezas,com-
modas, guarda louca, ca-
bides, copos paraagua, I
grande aparador, linos
crystaes, 1 album para re-
tratos, com musica, cartei-
ras para escriptorio, thear
para bordar, quadros com
fi as gravuras, mesas pa-
ra advogados, relogios de
parede, ditos de cima de
mesa, ditos de algibeira,
de ouro e prata, garfos, c -
lheres, galheteiros de elec-
tro-plate, fac^scorn cabos
de marfim, pares delanter-
nas, objectos de ouro epra-
ta, grande quantidade de
trastes e objectos douso
domesi ico, que serao ven-
didos por conta de diver-
sos (ainda que ch6va)
.40 CORRER DO MARTELLO
Hoje
& >. I horas >ia mauha
>A
KBIM K sEUAN \L
It -Rua fo lmperailrII
ARMAZI.M.
pelo agente Martins.
bucaoa.
0 agente Pinho Bnrges lerara a leilao oa
tos acima mencioaados, por conta e rwao 4a
pertencer.
Os Srs. pretendontes o"-dr-m desde ja e&;
LEILAO
DO
s.brado de do^ -ui.ia-c* e MUm 4a raa do Rzii-
gel n. IV -'.iiiicado -m ciians prnpnnt
TERCA-KEIUA 0 UO ORREnTE
Va ft hmrmm
POR INTERVENCAO IK ACESTE nHTO.
Em u esrripl"nm Jwm a. 43.
Leilfio
leil
ao
DE
9 fardos com fnmy de 3.' sorte, vindos da Bahia
no ultimo paquete
HOSE.
no aimazem da companhia de paquetes,
largo do Corps Santo u. 25
as ft horas em potato.
0 preposto do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco -de quem pertencer, do 9 fardos com
fumo da Bahia.
Terja-leira 2 da junho
no armazem da companhia de paquetes, no largo
do Corpo Santo n. 2'i
A's 11 horas em ponto
" LEILAO""
DA
ariiiac.ao, genoros e mais pertencas da ta-
verna n. 61 da rua do BirSo da Victo-
ria, antiga rua Nova
. Hoje *
0 agente Mat tins fara leilao da armacao e ge-
neros da antiga e afreguezada taverna da" rua No-
va n. 61, sendo o producto apphcado ao pagamen
to dos credores de dita taverna.
Leilao
DE
arroz em
perfeilo estado
pouto
defronte da
3l-
200 saccos com
Hoje
as If horas em
.No armazem do Sr. Annes
t'andega
0 preposto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem pertencer, de 200 saccos
com arroz, em um ou mai lotas, a vonlade dos
Sr. eompradores.
OUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
As II horas em ponto
No armazem do Sr. Annes, defronte d'alfandega.
0 mesmo preposto convida os Srs. vendelhoes a
comparecerem ao referido leilao, pois o arroz sera
vendido ao correr do mirtello.
LEILAO
DE
i carros de i rodas para passoio, coin os compe-
tentes arreios e cav llos; sendo 1 dos carros
quasi novo
as
Hoje
11 horas
NA
FEIRA SEVIANIL
16 rtua do Imperador 16.
LEILAO
DE
livroa d-_ direito, Lttcralnra e uma legislacau b-a
sileira, compleia e nova
Sexta-feira 5 do corrente.
Am' 11 boras em ponto.
0 agcnie Martins fara leilao de uma grande I
importable livraria dos mais ibaNisdos escripto
res, constando de livros do direito e litteralnra,
todos muito bem conservados, bem como pma le-
gblaeao brasileira, omplela e nova ; tudo sera
ven-Jido ao c-rrer do mart-1!)
Xn armazeiu dia rua lo Impe
ralor n. -R8.
taverna dopsteo ila Santa Cruz n. li,
guezia da Boa Vista
EXTA-FEIRA S DO -.OHREXTE
4s 10 l|2 horas cm ponlo
0 agente Martins fara leilao, por mauda
Illm Sr. Dr. juiz especial do commercio, d'arma
cao e genaros do pateo da Santa Cm n. 12, no
diae h)ra acima.
do
Agente Pestana
Leilao
DE
200 barricas com cal virge.n, de Lisboa
SEXTA-FEIRA 5 DO CORRENTE
as 19 boras cm ponto
No largo do Corpo Santo, trapicne Companhia.
0 prepisto do agente Pestana fara leilao por
conta e risco de quem perton^, le 200 barricas
com ca! virgera, vindas de Lisbua no ultimo va
por, em um ou :t ais lotas, a v^ntads dos '-ompra-
dore.
ds 12 horas em ponto.
No iarg-i lo Corpo Santo, trapiclie Cootpau
LEILiO
Agente Pestana
Grande e importante
Leilao
DE
moveis, loiiijas, vidros, crystaes. ouro, pra-
ta, brilhante, miudczas, petfumarias, fa-
zer)das, 1 bitbar. inglez e 1 cylindro pa-
ra padaria.
HOJE
A's 12 horas em ponto.
ao correr do martetto
No srma/em de agencia de leildos da rua
do Vigario Thenorio n. 11.
Oprej fto do agente Peslaua frra leilao por
n'.o risco de quem perten \ r, <:o t raobilia dc
raoda, a Luiz XV. com Uiiipos da pedra, 1
De
soiuiras, aroadas, portadas e outras peHrsa
SRXTA-FGIHA R DO CORRENTE
ii II[2 horas da manhii
No armazem n 21, da companhia poroani
bucana.
0 agente Pinho Borges levara a leilao a- referi-
das pedra', por conta e risco de queiii pertencer.
Os Srs. pretendentes podem desde ja examinar.
Novo leilao
D4S
mercadorias pertencentes a reassa falli-la de
Thomaz Fernandes da Cunha & C, exis-
tentes em o estabelecimenlo da rua do
Marquez de Olinda n. 4i
Sabbado 6 do corrente
A's 1 i horas ;:t ma< hil
0 ,:gente Dias, competeotcmente autorisado.
por manJado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio, levara novamente a leilao, no dia e bo-
ra acima designados, a armacao, todas as ferra-
gens o mais artigos existentes en dito estabeleci-
men to.
0 i.nventario acha-se 3m poder de referido agen-
te, onde desde ja pode ser exatniuado, a rua do
Marque--, de Olinda n. 37, primeiro andar.
DA
e;.sa terrea da rna do IMia-- a 10, a qual
lii,U0*> n. por anno.
Qnatro diias rewntemenle edi&cadas em
pnpriis. na E-trada Nova de Otioaa, as
rcnd.Mi 1200(10 r*. cada dim
I'KIICA-FKIRA 9 DO CORRENTE
A's 11 horas
Por intervene*) do agents Pinto
Em seu escriptorio, rua do Boa tmmt a. U.
>viso%nvi rsos
Sa6de publica.
Por ordem do Illm. Sr. inspector 4a sadde po-
blica, cmmenlador or. P^dro de Altahyas Lobo
Moscosn, faz -e publico que o mi mmt axa-
mir. 'ii 1 pharmaria n-irmal. sita no larfn do taar-
cado biiblieo, em S. ht**, prtencente ao pbanaa-
eentiflo J *d Klias de M. ra arli wi-a pruvida *
medicaimutos novo.- a le tupenur |uiilad>, a-
sim como da todos os uteuciiios n -Marios para
0 bom desempenhn de -u ervi( j. Du JM para
COO-Ur anauuein.
Inspeccao da saude publi'-* dr Peruamlia v, an
6 de maio de lf*7t.
Oescrevente.
Josi Ednardde & ms Laadim.
Bom negocio.
Vende se 01 ^rren^a-se o granffe predio
le um andar < Mtio, sito na rua do Bisp?
Coutinho, proximo da igreja da Mi>eTicordia,
na cidade de Olinda. Undo duas loas sales
de frente, um salao w> sotao, seis quartoa
espa^osos e frescos, uma grande cocbein,
quintal todo cercadv de nuvo, e com diter-
s arvori'dos, uma boa fonte d'agua. e
irii'l'i *az cr.ualisi 1 >. Aihandose prcpara-
ilo com tod s 0* moveis indispensavtis *
uma grande familia, seri assim vendido on
s- re os mo vis : a tratir BaafJ tvpogTap'hi*
ou na rua da L'niSo n. t9, sobra, alraz lo
pir;o da assemble*.
Sobrado para alugar.
Alnga se 1 s'.l.rad- da irave>sa i>- \ ire-
3. fl, mnito fresco e J- vi^U agradavel propno
para (iraode familia. i'-nto 1 ^>alas, I galniM-tes, 3
quartos e I giau.ie Mia com I >alas e I jtwrv-
Pa'a ewTWoa, e ccsinha fora : leodo agua *o
raia : rara, ^rr n^ paviiavaaa terreo.
cm in FiSHT"
AOS 4:000(1000.
BILIIETES KAIIINTIDO^.
( ni Primeiro dt V nrpo -oufr'ora "-u-* >%%
Crtvpo) n. tS a oMH do t/ume.
Acham-se iveiKi* o> fe'iaai tilhii- parnnu-j ~
la i* parte ia-~ 1 icna* l.-urticH> da igreja
deS. Pedr;d) Raeifa vIOi),quest MrtraMM n
sabbado 6 d-. m"z flalaatu.
I'KK1 '".-'
BilheB iB V*ia*'
Mate MffceM 14I0.
k POaUtu ob ItMMit i'AIa Ctaa
fcilhele ir.c< 3**
Meiobila.. IfTX
Ma/iott Varlins FiitTn.
var^ndas de ferro grades quadradas para
peitoris de janellas, peitoris de guarni-,
cao, grades pequeoas para peitoris, gram-
pos de varan is, bandeirss grandes e pe-
quenas, columntis de ferro, c outros
mais objectos.
SEXTA-KElrU 5 1>0 CORRENTE
As 11 horas da manhl
Noa-.mazet) n. 18, fh ompanbia pcrnam-
AiiENCAO
1-i.ji-iJ'' -. rfaasaSi aj-'gredi..
um d>s wafias, ''w de paM geiroa, da iia '
rea do Olio la ao Haeafs ii'i irem das nore e
la BMBka, do dia i'i '1 > rr.-nle. aata (amrgerad-.
daLigado do pub :'i, !. 1 1 -tdor nas mallas de Jfc-
rneira mail 1 do a'li !. .mprcna provocar a ?
tran*fng do parl'dn 'i'l'ral. Candida E/o
-.. < Metl'i, 1 vir. -' a M'r, declr.rar le P
biica o facto d> defloraaMaM da erioulr d Var-
ioaro, 1 meal ; rof-ri-i nessa tceasiao attribu
do falsa e alumni '- -I'liie com ioo>. o de-raro .
rerla e ietermmada '* a aut >ria dene b*er>-
cio, * prelos
!od? i 'Mareia, s^b sua r--;->nsabilHla4 ser lid"
considerado por todo; luaaiaa o ouvirara esbra-.-
ter por vS, eabarde 0 iufama calumaiador !' --
bem 41Vcm BNau m m ~tt nrbi (kmi**l*r, coalv
dizia Ovi lio. 'Jut *nb*tite r rerumeole, coa.
se deixou aereditai 10 Hebre Somto aladi
ettmci mrmo': n. 1 -' '1 lilie.raria do cnrai
Se, aceu'iiulando <7>l>a i fiinccoet, a amearaac
ja qne viria ao R;o 3s .'.
Creia, pois, joe sui chronica nli e maoi ?-
prosa, i;ue a do v" b/..- V tiar, em pane ja aaarrt.
da digna de sever.i pnnicao, ni fieaado ;itraz
suas tirtiides e moi-'"?#*> f.*4ataa fiwm->
eiaie. Iranta ambo'
Formula, d'ora :;n diaate, to!.* quoio> eapii
los qnizer ie acusj_a- 2mira mim, que d< tod
e!lej triotDpharei c 1:1 15 'ln-cas anaas prriniOid .-
e da one po>so legitinn e nobrement'* maaajar -
,1 -n: "i < a caniaaVa < ra ellas; aaa sei ai
grimir nutras, ---m 1 ia I m >"ja ndstar deseer a
ni -! d->s bajuladore* : rspaeaiaa, que hasaattes
arroja-i.'i qnand iv RfnoUam, roiara hoaaM -
na [i >>-. "-ienniculpa4ns,a>itT
do ra a margein a vien"<*. audacia e a eaaprei
da 'orca brula, le irracioaae-. pwjio
jepoiidem eiles mais >Ij vmtade, e nil do ani
Acette 0 rep". >, j.)< j '^al, e aao qoeira pret
der r..j ax bn.p!./ :- ntonciou laaer-me
mesna oceaii a |u mi refiro, a aaaavira
prisoes dr^ mmc ion is. jue tixora a> pnW r
em Olinla, sera screm ;:< *.<$>ranic>, e palioatorh, OeWvaaVl 1- era custodia por 3 iia*
par;- descol-rircm >; ai* r das mrdrat rnrm*:
ria- atiradas a easa ': am an ainigo. emtra a r>
forma judiciarit. no oaatro da cidade, seai correrr
alguina!! Contkmirc mma IW
Rio-Lice,2o de maio da 187*.
P^dre Fm.r. _:*;- V--riuimw mm4tir.i
Attencao
Oar. Fraaco do ^ .heoendo qoe iu-
e a dt-nuncir. p;.t.-. pr-->=o do professor aV
Doce era;n adrcJe trranjidaa pelo rx-aVlagati
litterario de fteriui mtwrt emiss rio a
desejando t.l-e: >at!tf rer-lhc feaa quiz que elle morris: ^m que aio aawerae -
Ccndemnajao daqu-H-: professr, e p* *
rcu ds cbofre 0 procto Foram eNtas mdmp-
sicdes amigaveis, irligiatat c rkrMit.^ ajaa pao
raram os direciores e n.rmalistas iaaaamrac-'-
Sorr. catholics e exempli: a--wmaras paapa* r *
ultimos pa: v morta! t(e fOTa *
rio Resbtndo etc OLn1.. a raiaaao acraa?r:.
a tres reveiendos mcc"i." ine a asse to ter-
parect ram 00 seu & "rou se para (
c-iTe com 0 ma- e "* asponn
appsr-ceram 'sadhgn rr-'avii, que lhe d*
JOO* para carro do ojaM rrawin
esses meios religiosos e :hn-iaa, tuaaata aao*-
rer impenitenle rrm a nrjca gloria, ejoa aWdura
o Franco de Sa. antes BuT of, que ftra <
demnado rigomsat ent: -. v|cliia. ojw aflo ti:
coaduzido a; fogaev fr
cio !! I Foram esses airxJaal aaairif
lighsns r Chris! .taram os edmetd
fiscirt da nkz-Ka-tc .Vajiaas tern* ar-
9ofir.
'all I



->



Diario de Peraambuoo Quarta feira 3 de Junho de 1874.


T- /
FUNDICAO DE FERRO
V riii do Barko kTriafojfe
k
(rua & IRMAO
.VVlS\M bus senhores de eugeuuos e cuti-it. ;gricult rra e ao publico em grl qu*
cootinuana a receber de Inglaterra, Franca e America, todns as ferragens e machina s ne-
cessarian aos estabelecimentos agricolas, as mais mode nas e melhor ob-a q> e tem vitido
ao men-ado
> aporGS de forca de i, 6, 8e 10 eavallos, os rr.elbores quo tem vinJo m nvra-'u
l 4lldeira8 de sobresalente para vapores.
.UOendaS lllteiras e meias moeudas, obra como nanca aqui Tio.
I aixas iiundldas e batidas, doa raelhores fabricantes.
tvOQaS Q aglia Com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
ivOdaS dentadaS de todos os tamanhos e qualidade*.
RelogiOB e apitOS para vapores.
BombaS de ferro, de repacho.
AradOS de diversas qualidades.
FonnaS para a88UCar,grandes p*inenas.
VarandaS de feiTO fiindido, francezas de diversos e bonitos gostes.
Fogdes franceze8 para leoha e earvio, ebra superior.
DitOS ditOS para gaz.
Jarros de ferro fundido
Pes de ferro
Machina
ENGOMADEIRA.
Lava-so, e r-nfloma se, com perf'-ijffo a
rua do Nunwira n. 18.
.WHMU.i >. tiniMl.i An I .11 tall-, |iti|igl line i'l.n iiv]"-i;iu niiiUe !(' mh "."i re lewi
bradu amigu iMuuixJre Jidvi Cavalciitfa Al-
btwiwriitte. jimiwhi dizer algii'iins tiii?sa p--l" r< -
fu<\rtfl rii-nio do sua alma, n>> ili.i :i dp jiitih", na
rapella -in Hi uii-ir". as 7 han> da manlU, iri-
fv mm i!ia "in m'II r!lfi-iiiifit-i Da I'l-lu.le dd P.-
n-. I\.j., < < nclii .le rarhlade cunvidaui |>
rvhlet e a igna ln memo flnado.
Maria Arcioll l.inx.
iu*e Henrique de -all*'* Abreu,
sna mulber e se s filhos ronvidam
ai'R sens paienle* > a- pessoas de
ma annzade. a-sim enmo aos de
.Mia sempre chorada s. gi a, iuai e
avu, D. Maria Arcioli L us para as
sistirem as missas q e mandam
resar no dia 3 d> corrente, as 7 boras da manha,
na rapetla do cemiterio publico, I* anniversario
de sen passainento : pelo que desde ja se c nfes
sain eter amentp gratos.________
ardim.
para
para mesa e banco.
para g*lar rgua.
V al Villas para bomba e banheiro.
Correia8 iuglezaS p8ra machinismo.
oanCOS e SOiaS com Uias de madeira, para jardim.
ConcertOS concert*m "o prompudio qualqaer obra oo macbiua, para o que teea.
so a fabrica bem m on tad a, com grande ebom pessoal.
KllCOnimendaS man('ain T'r Por encommendada Europa, qualqaer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
i com am do* raelhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO 4 IRMAO.
- rjvfe.
.10:10 Antonio ie Mellu.
A viava, filhos, filhas, mano, gen
ros e cunbados do fallecido loio
Antonio de Mello, tendo de man-
dar celebrar missas por alma do
mesmo finado, convidam aos pa-
rentes e an'igos, para assistirem as
mesmas, qne ae bio de celebrir na
igreja de N<*a Senhora do Terco, pelas 0 i|2 ho-
rn da manha do dia 3 de corrente, trigesimo dia
de *eu passamento, pelo que desde ja se onfes-
aam e era; mppte grains.
Deseniba
rgador Manoel Joa^
da Nilva \eiva*
0. Prancisca de Salles Goadim
de .Wivas, seus irmaos e sobrinhos
agradecem do intimo d'alma a lodos
os sens parente* e amigo, e aos do
-en sempre lenibrado irmio e tio 0
desimbargsdor Manoel JoeC da
Silva Neivaa, 0 caridoso obseqnio
3ne nzeram de ass e novo os convidam para ouvirem as missas do
s.-iimo dia, que mandam Tesar a- 7 horas da ma-
nha de sabbado 6, do corrente na igreja do con-
veuto de S. Francisco.
J.
" 33
, ml ^
Constructor e aflnador de pianos
Rua do Imperador
33
e antigo director das offlci-
ExiifinadSr das antigas e afamadas casas Heyel & Herz,
t casa Alpbonse Blondel.
Tom a honra de declarar ao respeitavel publico desta cidade, que tem aberto sna casa de
'.oncertos e afinacSes de pianos, qualquer que seja 0 estado do instrumento.
A mesma casa acaba de receber urn grande sortimento de pianos dos melbores fabricantes
de Paris, como Erard Pleyel, Henri Herz e Alphonse Blondel) todos os pianos sihidos da casa
Obibant sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usados.
49 Rua do Imperador 49

Ha neste estabelecimento 0 melhor sortimento de pianos dos mais afemados autores,
como sSo : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, 0 qual os amsdoros dos
bons pianos so encontrarao nesta casa.
Recebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem avisa-se aos Srs.
concertadores de pianos
que ha sempre 0 mais complcto sortimento de materiaes para concortar pianos, como
biio: cepos, folha para os mesmos, cravelhos, parafusos, castor, camursa, cordas,
marfira, etc., etc.
49 RUA I&OOfPBmiflOK 49
*
:
Tf
VSk
**i!
m
lm%v
t

IAB0PB PBITORAi JAMES
Ori'lMO REMEDIO CONTRA
TOSSES, IOLESTIAS de PE1T0 e PHTYSICAS
ensaiado e approvado nos hoepitaes de Lisboa,
legalmeute auctoriaado pelo Conselbo de Satide Public*,
auctoriaacao que se acha reconhecida pelo
Consul geral do Imperio do Brazil.
ITKICO DF.POSI TO EM
Roa lai-fpa do
ri.itwiwBuco
@2 C/
PIANOS.
Acabam de ch.-gar muito bons pianos lortes e de
; i-Tintes modellos, dos mais notaveis e bem co-
ulieeMoa labricautes ; como sejain : Alpbonse Hi
ilmil, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C. : no Vapot
Frances, 4 rua do Baiao da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. aprccos muito commodos.
Mobilia de vinie.
Cadtiras de bahnco. de braeo, de goarnicoes,
lesras, tcdo isto muito bom por serem fortes e
leves, eos mais proprios moveis para saletas e ga
hmetes He rcreio.
No armazem do Vapor Francez, raa do BarSo
la Victoria n. 7. outr oaa Nova,
Perfumarias.
Finoj extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
irilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroi, sabonetes,
crosmeticos, muitos arligo delirados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas p garrafas de differentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
.%rtigos de differentes goston c
phantaclas.
Espelhs, leques, luvas, joiasd'ouro, tesourinhas,
caniveies, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinhas de velludo,
dila.de couro, e cestinhas para bracos de meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos c cigarros, escovas, pentes. carteirinha de
madrpperola, tapete para lanlernas, malas, bolsas
de viagens, vcnesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternat magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de (lamas, de bagatella, quadros coin paisagens
glubos de papel para illuminacdes, machinns de
fazer cafe, espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bercos para crianca*. a
outras muilas quinquilharias".
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes paries
da Europa, para entretimenlcs das criancas, tudo
a prcijos mais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor Francez, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
10
FUNDICAO DO BOWMAN
RUA DO BRUM I. 52
(Passiuido o chafariz)

Pr>
>1 -V-i")
r *-.' fiiMIUipliK
que com a in-
nuismo u (avu; de uuu msiU onjciet qrje abi tem ; send" lodo inperior em qualidade e lorlidio ;
>*".cIo pflgj >ai podeae veriflcar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E H'OAR DE SUA FUNWCAO
7ftnorAi ft rnHaa rf'SUrrifl. doVmais mo'ernoa aystemai a em u
f apuros rUUOO U agUll manhos convenieotes para as divert
trcamataDciai doa lenhorei proprietario* 0 para deacaro^ar algodio.
Moendas de canna de wd0' 0I uanbM- a:nehofe qo aqo
ezistem.
ftodas dentadas p" 'e^r-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
ll&mbiqnes e fundos de alambiques.
Vachinismos
Bombas
para mandioca e algodao,! Podendo todos
e para cerrar madeira. I aer moridoa a mio
/por agaa, vapor,
de patents, garantidaa........ \ ou animaea.
rodaS aS machinaS P*M*qw ww^Dmaprecisar.
de machiaiimo, a preeo mni reanmido
Pa qnalqner concerto
Formas de ferro
tem 11 melborei e mail baritis exiiterttei ao mor
cado.
^nAfiTflTflAn/loa Incombe-ie de mandar vir qualqaer macbioismo i voo
Juut/iuiUDUUilBi U(je db, clientea, lembrando-Ihea a vantagem de haven
nil eomprai por ictermedio de peaaoa entecdida, e qne em qnalqner nec-aiidide pA-4-
via preetar aoxilio.
e inatrnmentoa igricolaa.
Irados americanos
RUA DO BRUM
PASSANDO O
N.
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de.1872
RUA
IMPERATRIZ
N. 82
l. ANDAR.
RUA
DA
24-Ibi i!fl!!aiqi:fi(fc0i^a-i4
i:-.|niiiM dm lirre* l.m :
fanicpi a s<-u> i'r< BJ8M ?(* e ranifos v r : -iu
0 fen -stte!.. in 1 f< .i iHiJn r<- | i > av raa n. Si, .ud* mni n;.ta-m. pm'< 1 ::' -ti*
de rlign s de patent, :eriraiH>. r -i w mt-
sa, dos Diflh.ns *k e qoaMadtt. 1* t*
algilieira, dp 1. .la. s loaMa e, |-|-. &"*,
de (.uro < irsia d gios de iir.>. iam. (tcaraPjeana, 4 H ?;
fatui'-antfs, rdpia de U>ds a> qoalidades, tud.. per pftCw >.on*i fca-
ratos.
loja do nm
DK
frdciro Swims k t
Arabam Riquis>ii;i< rt< s de g ij.iuio 4f scdi &** *
com listras .uh .m.-il- ula
Ditf. de linho jwrit v--111 r iiietd cm- -
te, 0 1100-in. para ten n*Me, coast ..}*
franjas, Ira: ca, i i.-oc-, f.v.-Man, tlr.
Riqnissinw; .*i|p 1 .,!< mi! ,i*o...b.
a mi Primrr.i It M.ir; n. 7 A.
\ ....."'
*

IMPERATRIZ
N. 82
l. ANDAIl.
A 9^
Acabam de reformar 0 seu estabelecimento, collocando-o' nas^melhores con-
licfjoes possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e a"s Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente a" arte de cabelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto' para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trancas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu
mulares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalho imaginavel em cabello.
O estabelecimento acha-se provido do que ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europa, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfei^io no trabalho, agrado, sinceridade e preeo razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como fdra ; vende-se cabdlos em
porpJo e a retalho e todos os utensilios pertencentes k arte de cabelleireiro.
1
Gratifi.-a-se a qnem i"r n%% oafciT!',., 00 d.r
uoticia certa H BMH ircuxa de napa que mnar
parc;eu ) dii ii do .orrent*. da es'acl") a S -
ledade.
Dr. IlurifU.
RUA Ha CRFZ N M, 1- AMAR.
Recpi-. '1 ;;aJo da Eur<-pa, uode fr -
quenti-u M ho*pilaes de Paris t Uairn,
'y pode hj pr^'nrado a qnalqwr kora 4
O dia ouda rj.'ii- para l>"i^cH' e sna pro-
H fiasao.
F\ CuDsnlUi i*> 6 horaj da n.anhi. as I -
t ras, e do mIj dia as d.;* da brd.
Gratis ,. p-.l-. -.
/ ESPECIAL5DADES.
V Moie.-'ia? rfi -.uh"--a, da p. 1 e i
J crianca.

m
Boti nas para homem
Acaham dc chej;ar grandes jacluras de buiinat.
Je bczerro, de cordavao, de pclica. de duraque
com biqucira,dc bezerro com botSes, e com ilho-
zes a 9jj(000 (a cscolher) por ler vindo grande
quantidade por conta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Barlo dc
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Para senhora.
BOTINAS prelas, brancas e de c6res. diflerentes
lisas. enleiladas e bordadas.
SAPATINHOS ae phanlasia com sallo, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados,
SAPAT0S ae tapctes, chariot, ca3tor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS prelas, braucas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
AB0TJNADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de iram.-a portnguezes.
Para ineninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordaao,
JBOTINADOS esapaldes, de bezerro.de deversas
qualidades.
SAPATOS de tranea.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao e a Guilherme, pen.ir
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a rua do Barao
da Victoria n. 7.
Mobilias de aluguel
Aluga-se constantemeute nubilias toropIeUs, ou
qualquer tra te seiindo, c t nibem se aluga
cadeirss, teja qual for a quantidad'-, para festejos
ou officios, e por preeo commodo : na rua d) Ba-
rao da Viet na, srn.azens de mobilias, do Pinto,
ns. 57 e 58.
Offere se uma ponugueza de bons costumes
para casa de familia, lava, ongomma e frisa com
perfeicao : no pateo do Paraizo n. 5.______
Aluga-se 0 terceiro andar do sobrado n. 15
a rua do Barao da Victoria, com grandes com-
modos : a tra tar na loja d* joias do mesmo prp-
dio.
9
DE
JOSE. EI.IAS DE IEOIIR.% &
17Largo do Mercado Publico17
(Antiga ribeira de 9. Iose\)
Acaba de ser aberta e acha se a disposicao do respeitavel publico osta nova phar-
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a urn estabelecimento dessa na-
Inreza, sera excepcao de productos chimicos e medicamenlos preparados no eslran-
irangeiro, tudo novo e o melhor possivel.
As receitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria allenjao,
o sempre sob as vistas do pharmaeeutico que compoe a nossa lirma social.
As pessoas qne se dignarem de bonrar o nosso esatbelecimento com a sua confian-
ca, podem estar certas de que serao constienciosamente servidas, nao sd relativamcnte ao
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos.
REDUCQAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. II
E S Q U I N A DA C A M B 0 A DO C A R M 0
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de cbapeos do sol de to-
das as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducc,fio nos precos dos mesmos,
e acham-se era condicdes de poderem vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direitura, o achar-se um dos socios na Europa,
per^orrendo as priacipaes fabricas.
Ghamam a attencSo dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e a
vista dos prejos e boas qualidades dos artigo, n8o deixarao de comprar.
n Uobrem-se e concertam-se chapeos de sol de todas as qualidades, com promptidao
e a precos modicos.
E\r,ia\M:(i

i mmm i commercial
D
M\\ !* N. 3" u D .r ./ Mm >. J7
Nete ib BMH t m
.com toda piesteza, ail i < rf^ivi*,
desde o msis sivsMf te w mais pn
BSOnwOJ tr?bii'i'- de -time t
Pat-e c rbei-M asaial ?>ar I'vtp*
em bran? i, uulo para j c nimerr^o. cow
p?ra rrparliv publwas, uu*"i- rr, h
vros, e.\icv.'< i -I'-.to creiiil
gainm )gra;ihia
Miranda & lima;. n.nnMoa de !x>as
machina*, bm- ariisUi : excdtaBSai ma
teriaes, tilfaa-M habiiiud s para serrir
satisfactoriamonle as aes? s toe rem trabalhot p ris.\ : corrn rne
vem te esli iSSfil i.
A eomipit>i) n v ada para a wh-i'';i d-
croditos da nla^^a fal'ida de P convida >o* seali res -dores pars apresem>rrr-
os s-os titulos para ,rem >o:ficad do corrente, na raa ). r.-> n. +i,
ro andar.
BARTHOLOMEU et C"
Pliarmaceuticos premiados em diversas expoeicoee
ELIXIR SEDATIVO PEITORAL
ANTI-ASTHMATICO
[ Novo tralft-uenio da Aittma, tout, comulta. deftuxo catarrhaet, todat at molettias dot pufeajft,
qne tem feito importantea cums, e qne d hoje o nnieo acoeito pekw melbores Medicos.
DEFOSITO OHBAL, 34, nut Larga do Rotario, FBRNAMBVCO.
Atnga-ee o terceiro andar e sotao do sobra-
do de azulejo, a rua da Imperalriz n. 14, temcem-
modus para uma grande familia, alen do mais,
como agua encanada, gaz, muito fresca e excel-
lent vis:a, eacha se no mclbor estado de limpeza:
quem a pretender, dirija-se ao primeiro andar do
sobrado rua do Vigario n. I.
Vende-se uma annacao feila para mindezas
ou calcados, e aluga-se a casa a rua de Marcllio
Dias n. 9, em enja esta dita arma^ao : a tratar a
raa Imperial n. S82.
i:\(a;\iio
S. CARLOS
Vende-se on aircnia-=e o engenho S. Carlos, cm
Ipoiuca, moenle e corrente, com todas as obras
em^srfeito estado de sonservacao, e mnito bom
d'agua : a tratar na travessa da rua Duqua de Ca-
xias n. 3, andar, com Gabriel Antonio de Castro
Quin'.aes._________________________
Preto.
Aluga-se um preto ja idoso
yirua do Barao da Victoria n.
para loio aervico:
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
1. ANDAR.
ftjdro Roulier, oflicial de Cabelleireiro e gerente da casa de Gustcve Hervelin, cabel-
leireiro francez; tem a honra dc prcvenir as Exms. Srs. famiiias que acaba de fazer a ac-
quisi$ao de um perito official vindo ha pouco de Paris, o qual esla" b^bilitado a desem-
pentiar qualquer encommenda de sua arte, e se acha & disposicao das pessoas quo de seu
p.eslimo.se queirem ulilisar. Outro sim scientifica que em seu estab lecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos cabelleireirot, onde se aeham descriptos e desenhados todos
os penteados modernos, pnra sotos, casamentos, bailes etc.
Finalmente previne is mesmas c^cellentissimas senhoras, que ro<-fbeii um completo
sortimento de coques, cachepaines, bandos, crescentes, etc., e vende tudo polos precos
abaivo mencionados:
Coque de cabello de iW, tU a 50#000.
inmcas de dito a 10, \U 150 a 20di 0.
Cachepaioe de dito 1W, 20^ a 30^000.
Crescentes de dho 20,$, a 5C5JOUO.
Tdn-bem ercomrario um completo soriinonto rccbido ba p ;U" cabellt- de tolas
as ores e compr'mento.
S. 51.it'ia do Marqoea de C'in.!a*->". 5
0 Sr. Jose aIvp* d-i w**i* Awat'iaas #hx)
de scr caixeiro &: abaixo a~i-jo* Ortf o dia *'
de maio do corr'ure o B-vifc. 1* de )nl
de I87i.
Joio Fljr.'.p'.iH-) 0 d<- Aibn.-rnrqie J*iur
~tOLUSfSE
a casa lerrea n 113, na rna vidal de Sepw
outr'ora Imperial, cwn cxcellmies cnwaiodM* :
Mar na rua affam do Olinda, armazea un-
rr.ero 5S.
Chacon
Aluga-se u :i si!i; no Oanw. [htI" *la *?*
do caminho de ferro, iem jardim. banbo, <-aja r< .
esta limpa eciiadade novo : a tratar fri'H" Garni* o> Inaao, rua da CadMa n. (8.
16S000.
>Aluga se um* caa con sassaaa ** : snu
do Lima, em Santo Amaro : a traur na
rua n. 10, on no Livrameato 3.
A' roa do imperador n
um encaderoadwr.
m, mrtsa-M d-
Arrenda-se Arrenda se ou compra-se am eaftsho, mw V
nha proporcdes para safrejar i,Ot> pies d* **
car, qne-eja obradj e ^ertide algnaa das e-
tacoes da via ferrea ie S. Francisco : itratr:
a rua de Pedr. Affims auiiaa da Pria 1:
venda, das 8 as 10 IMM da manha. o de iJ
da tarde.
0 abaix assignadi, iendo D" l^arit *> fcoi-
um annuncio assagoado pelo Sr HaaeJ Frmi-
co Ferreir*, declaraodu qfl rvav bilidade d-j Bjuiiiaic aig::aM proximo passado, qualquer pease a com quem iivee :iai*iii.d> ;
referenda aos esUbtVeiment,-.* Ma* a raa -
Gervasio Pire- n-. 53 e to i \em dociaiar v r tarn
vex ao mo>mo Sr. que fra valer sea diwi to *
Siualqaer len>p> em referencia a rasd-* n-n
bz do esu eleciaaenUj da raa Jo lierva> Tw+
n. ft.) e a livo em divHas ; assini pr< te4* c-.
Ira o termo qne assig^ci ao* iateressados mt r*--
ferido- ortabetecimf 3t^s em ralae^n a si
Recif-, t d Jniho de Iflt.
PrauciMO Joaquin Grate* i*
N in,. Pun it j tem para i lurar mn ra denoe de W ain -- "
cacraua i\ o^^naw da apt p.ira
di'iiiestid cto ca-a de famila, on da fcea
MMf". ______ ___________
- Tom ri.ma i-s.-ra'a vojar : n>i
d.' Uri w


Oiario' do Psekaaabttco -? Quarta (eira 3 de Junho de liTJ.
CASA DO OURO
los 4:0005000
Bilhetes garantidos
itua do Bar&o da Victoria (oulr'ora Nova
h. 68, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seas
anfto felizes bilhetes a sorte de 200*000 em urn
ntk< bilhete de n. 3390 alem de outras sortes me-
nons de 40*000 e 20*000 da loteria que se
acaboude extrahir (10l-> ; convida aos possuido-
res> a virera receber, que promptamcnte serao
pagos.
0 mesmo abaixo assignado eonvida ao respeiu
vel publico para vir ao sen estabelecimento com
pray os muito felizes bilhetes,qu9 nao deixarao de
tira? qualquer \ remio, como prova pelos me.-mc 8
annoneios
Acbam-se a venda os muiio feliies bilhetes ga-
-Mtfdoa da 4* parte da lateriaia beneficio da
ifreja de S. Pedr do Rtcfe, que seextrahira do
dia 6 do mea de junl o v odour*.
Prefos
Inteiro 4*000
Meio 2/000
e 1UOCOCO paraciom.
Inteiro 3/500
Meio 1*750
ftetife, 29 de main de 1874.
___________Joao Joaqum da Cotta Leiti.
Engenho
Vide-se o engenho S. Pedro, situado na pro-
Tiacia de Alagoas, comarca do Porto Calvp, a
menu.) de nma legoa distante do porto de ma*r do
Gamella, tern oxceilentes terras, matas, e safreja
regulaimente 2,(00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
CONSULTOIDO
I
Aluga-seuma boa casa comexcrllenles com-
modos a rua do Coronel Suasauna n. 169: a tra-
tor na, mesma rua n. 171.
I
| MEDICO-CIRURGICO
-J& DU
*J Dr. Pedro d'Athayde L. Moscoso 2
g PARTEIRO E OPEBADOR
t&itua do Vlsconde tie Aibiiqticr-jaw
que n. 39. tfk
ESPECIALIDADE
9. Molestias de aciiliorag e 9
<(& llHIlillOS.
Oonsultas das 7 as 10 boras da ma-
nha, todos os dias.
m Das 6 as 8 danoite, nas segundas, qnar
tas e seataa-feiras. a
Os doentesquo mandarem os seas cha-
mi mados por escripto at 10 horas da ma-
S nha serao visitados em saas casas.
***** *********
AttenQao.
Na rua do lmperador o. 38, aimaiem do Cam-
pos, '.roc.i so qualquer quautia em cobre por
papel.
0 Sr. Alfonso Jose de Mendoaca Junior e
rogado a 7ir a rua e^treita do Rosario n. 14, a
negocio de particular interesse.
SAQUES
Carra+ho A rfogutfra, na rua do A poll*
a. %9, accam sobne- fiacco Commercial
de Vianna e suas awneitfs eni todas as ci-
dades e villas de Portugal, a vista a prazo ,
por todos os pagtodds.
AGWAS- MMKAAtiB HA^UtlES
DE
A.LTA NOVIMDE
Calfalo para senhora e meaina de Satim lure,
cnfeiiado, com Svella e biqueira, chegado pelo
rtitirao vapor de Euroaa, e veodem baratissimo
na loja da rua do Marquez de Olinda u. 40, a el-
jm intes <;ue se arabem.
Sitio a alugar
Alaga-Sd o sitio em Biberibe, denominado liha,
com excellents baixas de capim, muitos pes de
eeqneiros e outras fructeiras : a tratar na rua do
Bospick), dcfruule do cullegio Bom Conselho.
Aiuga-se para ama uma
parda de mais de 40 annos,
,que sabe engommar, lavar,
cozinhar e eomprar: na rua
doHospicion. 33.
Aluga-se o 1 andar do
sobrado n. 47 da rua da Ini-
peratriz: a tratar no 2 an-
dar do mesmo sobr do.
Sitio para alugar
Aluga-se o sitio do commendador Babello, no
Caldeireiro : ;uem e pretender, dirija-se a rua do
Commercio n. 49, 1 andar.
41 ISiia do Imperailor 41
0 novo proprietario de&te acreditado e bem montado estabelecimf nto, com o fim de
rvar os creditos de unico neste genero, lira roformado e melhorado completamente
mesmo tm ordem a poder s;.tisfazer qualquer pedido para as provincias do norte e in-
tenor desta, grantindo perfeigao em todas as prep^ragoes, aceio e raedicidade nos pre$os,
pativel com este genero de drogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopathica de J.
: <",., ,le Londres, composta de medicamentos, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
as, de Buvom'a, de Arnica e de p6s cspeciacs para dentes.
le*n & disposicao dos amantes da bomeopathia a excell
ili-" do ]>ovo, ja" cm 3.a edi^ao.
Tem carteiras de glolmlos e linturas de 12 medicamentos ate 120, a* escolha do corn-
ier.
bomeopathia a excellente, obra do Dr. Mure nio-
i9C
Ama, pnra mordeiiura de cobras.
x renaj Choiolate homeopathicO.
iParabexigas como preservativo. Cafe homeopathico.
:.a ( ,
MOFINA
Esta encoura-^ado !! !
I ALUGA-SE
o terceiro e quarto andares do predio da rua do
Uari i do Triumpho, autiga do Drum, n. 84.
Aluga te uma escr qnem precisar diriia-se a rua larga do Bosario
n. 34.
Precisa se de urn encadernador
J Aorora n. 20, andar.
na rua da
A^ua mole em pedra dura
Tan to da ate que a fura.
Roga-se ao lllm. Sr. lgnacio Vieira de Mall
dacrivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con
oluir aqnelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada desle jornal, em
fins de deiorabro da 1871, e depois para Janeiro,
passou a fovereiro e abril de 1872, e uada cunoriu;
s por este motivo e de novo chamado para aito :
dm, pois S. S. so deve lembrar que esta negocio os nmiic da travessa dos Expojtoa a. 18 e da
rua de Barreto de Meneres n. 8 (antiga rua da Ca-
ie mais de uto annos, e quando w Sr. seu nlho se
aehava aes'.a aiaade.

cinba), e a casa da rua do Quiabo n. 3 : a tratar
' com o mlniMro da ord*>m terceira de S Francisco,
do eonfistorio da mesma ordem.

10#20O
Nao seja_v< lhaco por uma quanlia Uo diminu-
la, quem aao pode pagar champagne, nao offereee.
A sombra da Paraen^e.
Cozinheira
VMyAftsct
Prefcrlveis as le Vl<4i*f-V por aerem as vnicts rrae coaservaW to'JSs' as suat
propriedaJei dqpuis de transiiorlada*.
rreca fo de uma roriuheira pan east de lit
mUia de 4Mb pe^swis : na rna da UnHo n. 67.
|
Qoeitt ti*r am bom cotnnr6 gift seja de
Jes auis de transuoctada*. i-oondbfta, e quoira Mgaflia'lo -para estft praea,
Foutt S. Hark, e a mais t*k*i na aaJmlaf nl P^da dirl|ir-se em flaMaa P. A. N., ni loja de mln-
albuminaria, na chlorosis, no. empobrecimenvidi|,,*5'ao1)*'lllJ ari* Sflto AoWnlo, dtnortiinla-
tengue, e ns rbrinteitrtle*l>ef. Os r*ha*os |da ;."^ela- __________
obtidos nas diaftetersSffnmfcTfoT&ws. -afhsr,;sa se da nm -fcltor rtoe soja ca'flda, e
Fonle Elisabeth, nip se aftera nuaca tea muis efiteMa ds slflo.THhdp WdAecrnieptb Be sa don-
rica das aynrs tit Vklifttf bXarbonatode $ da
em magnesia e recommendada pelos senhores me-
dicos pela sua efflcacra eftijrfltanWiitOs dd
Bgacfo, do fcaco, nas afreb^Deirao C?tom'ago, doi
rins, da bexiga, nas areias e na goaa.
EXIJASE
o nonie |a futile na cape-nla
Veade-se em caixas e a retalho, no unico de-
positO
fBARMAflJA Afia^AKA
ik'
I'crreim llaha 4 Ceuipnnliia
57^ RUA DUQUE DE CAXlAS-57
mmm
f{io Taj>ado
Alugam-se estas pxopriedade.s situadas passan-
do Oiinda, e aatea dWhegar ao Rio Dgcp : a irao
larcom oset nfonriitario. o commendador Ta%
ATTHTCiO
Prerisa-se eomprar uma negrinha de 9 a
10 jnnos de idade, que seja sadia e sem vi-
cias: |uem tivere quizer vender dirija-se ao
3* andar desta typograpbia para tratar.
Ha para alugar,
. a rua da Aarora n. 65, um
escravo, erioul", niojo, muito robubto e habilita-
do para qualquer rtrvico.
% Consullfirio ?!edico-cirurico %
DE 8 %
A. B. da Siiva Maia. ft
ff\ Una ai
M II, outr'
Hua do Visconde de Albuquer-ijUe n.
bra rua da matriz da Boa-Vi3ta
ducta
n. 157.
tnrtariia6a d Vfce
do Goyanna
Allencilii.
Veade-s'e uma ensa lerrea n. 17, 4 rna de 3. Pe-
dro Martyr, #u Ladeira da Aibeirs, Mn tTftnda,
chao proprio, oitws dobrades, (endo 38 palmos de
freale, fM dilos de fimtio, quiLtal em aberto, em
forma iriangtilar, a Htoaeao e sufllcientemente
vantajosa, para qualquer estabelecimento por ter
tres frentes : o,um pretender pode pro-*arar era
Olinda, na supracitada rua a Luiz Pinto, e no
Recife a Anionio Fraaiscor na bmiw da praca
da Boa-Vwta de JoaqMui Igoaeio fcib-im, jue di-
rao quefn *ei\cha compirteoteiiTente linbilitido pa-
ra effeoidar essa venda.
Sal do Assu
Tem para V6nier Joaquira Jose Gii -.fves Bel-
tr5o A Filho, a bordo do hiale Rival; c para tra-
tar, no sen-e-crjplorio, a rua do Comme"rcio n. ^.
mm is vims.
Jii bolos
Ja logos ? Ja!
9
Chamados : a quaiquer bora.
Gansullaj : Aoa po a es gratis, das J as
4 horas da tarde.
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes.
liiiiia cruzeiro, para inttrmittmtet.
stbyntis, para anginas.
"atendula, para qucimadards.
T.*:;:-.n!ulfl, para paralysia. Jeriio, para rheumatismo.
Hatwa mai d*aroica, para contusSes, cor- Malta matta ou jaboti, para tosses,
k.i, etc.
A CIIEf.ARKM
Espirito
ra.
de IJahereman ou de campho-
:>po 'eldock d'Arnica.
DHodeRbua |
>para rhematismo.
ftHo de Bryonis)
Acha-se constnntemor.to & testa do estabelecimente e
;arac6.s o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello
Cactuc grande fldrus. para pneumonias
molest ias do coracdo.
inspecaonando todas as pre-
A!bga-r,e o"I andar do spbrado a rua Dnque
de Caxias n. 3i, proprio para escriptorlo ou rapa-
res, com 2 salas : a tratar na loja do mesmo.
Perdeuse uma pulseira de coral, com mola
de ouro e quatro passadores pequenos, lambem
de ouro : qnem a liver achado, quereudo resti-
toi-la, love a a rua Duque de Caxias, n. 33, que
receaera gratificacaa.
EMHRfcGAbO PiRA NAVIO.
Offereee se uma pessoa que sabe ler, escrever e
contar, para se empregar em alguni navio, jendo
estrangeiro da- Larangeira n. 29, hotel.
Aluga se uma boa casa cum excellentes com-
modos, a rua (Jo Coronel Suassuna n 169 : a tra -
tar na mesma rua n. 171
Cozinhar e engommar.
Precisa se alugar uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar ; 6 para casa de pequena fami-
lia : na ma do Vigario n. 16, !. andar.
C0I\SULT0RI0 homeopathico
DO
Dr. Santos Mello
Consultas peia manha, e a noite ate 9 horas
Gralis aos pobres.
SMC
f m
PHOTOGRAPHIA
IMPERIAL
i asa para alugar
Na rua Si de Maio, travessa d< Concordia n 16 :
a tratar na rua do Hospicio n. 32. Preco 30^000
por mez.
Um rap.-.z porioguea, chegado In pouoo, dando
liador a sua coiduoia : a tratar na rua do Rangel
n. 1, taverna.
Rua dc Beinflca n. 38, ua J'as-
sagem da Hagdalelia
Uma seuiiora franceia, discipula dos melhores
professores de Paris, deseja oar licdes de piano,
canto e francez : a tratar na sua re.->ideocia aci-
ma iodicada.
m
LOPES &C.
ESTABELECIME\TO DE PRIMEIM ORDEM
Rua do Baro da Victoria n. 14, sofera^
ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposiqao
DO
RIO DE JANEIRO
Acba-se mooudo sob as melhores cor.dicoes Ce arte,.e aberto a
concurrencia pubiica, este estabelecimento, o primeiro, seaiduvida,
desta provincia, no qual se- liram retratos pelos melhores e mais
modemos sjstemas, empregando-se somente material de primeira
qual dade, e gararltindo-se
Semelhanga, nitidez e dura-qao.
Trabalbj-se todos os dias nteis e de guarda, desde as 10 horas
da manha as quatro da tarde, nao prejudicanclo o tempo de chuva
ou nublado a perfeigao dus retratos.
Faz-se toda a qi;i>iidade.de copies, augmtntando-as ou diminuin-
do-as.
8$000
Uma duzia ue retratos. de uraa s6 pessoa, em cart6es para al-
bum.
Para os retratos esmaUados, colloridos, grupos, e augraeutados ha
uma tabella de preros
T.ram-se retratos ate taraanho natural.
EXPOSICAO DE NOITE
I
Advogado
Miguel Jose de Alrnehla Pcrnambuco
Filho, advogado e ajudante do procura-
dor fi-cal da thesouraria provincial, mu-
dou o sea escriptorio para o 1 andar da
casa n. 81, sita a praca de Pedro'II, an-
tigo Largo do Collegio.
0 Sr. major Luiz Paulino Vieira de Mello,
escrivao do Limoeira lenha a bondade de man-
dar ou vir a rua do Cabuga, realisar o negocio
que V. S. f>z em conlianca.
Escravofugido
Fiigio ha dous dtaso escravo Manoel, cabra, ida-
de 15 annos, magro, muito pallido, nio tem dentes
na frente, foi vestido com camlsa branca e ealca
de casemira escura, chapeo de massa cinzenta :
pede-se a todas as autoridades e capiUes de cam-
po a sua apprehensao, e levalo a rua do Impera-
idor n. oi, i aadar, onde si gritificara.
E' somente uma preveocao para o proximo fu-
ruto Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
Sf!!)....
E' na confeiiaria do Campos que se deve pro-
eurar tado quanto e aeceseario para divertir se o
moral e conforlar-se o phystco. Isto e :
O espirito a materia
E sena:) vyam
Alem de termos tado prowptu para que qual-
quer famili* manie nas taes noites acima nomea-
das alii eomprar o necesssario para lestejar
lima Botte inlerra.
?Temos tambem accessorios para o fabrico das
fortes o Uos bolos.
A saber :
Amendoas confeiladas.
Papeis picados com estabs.
Folhas com versalbada nova. .
Mtssa Una, secca e alva, para bolos.
Dozentos mil ovos.
Manteiga lina.
Tudo isto
Na eonfeitaria do Campos
' I-iMiperndoi-- *2 1
N. B. ACGDfeitaria do Tampos fornecera rasos
gratis, a quem eomprar peln menos as arae doas
paia as sortes.
CASA DA FORTiA
Rua 1. de Marco n. 23
Aos 20:000^000.
O abaixo assignado tem sempre exposto a ven-
la bilhetes da loteria do Itio, cuja extraccao an-
aonciara pelos jornaes.
Prejos.
Inteiro 241000
Meio 12*000
Quarto 6*000
___________________Manoel Martins Fiuza.
Prectsa-se de uma carroca, propria para
carregar agua : quem liver dija-so a rua do Ira-
perador n. 27, cockeira.
Empreza do gaz
A empreza do gaz tem a honra de ar.nunciar ao
publico qoe recebeu utlimamente um esplendido
sortimento de lnstres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras estao no escriptorio
a rua do lmperador n. 31, e serao vendidos aos
seus freguezes pelo pr&co mais razoavel possivel.
IACII.1
L, IKSmL'AMOl
Advogado
Ttua do lmperador n. 71.

COMPfiAS.
AVISO
Precisase eomprar ions escravos, pedreiro e
carapioa, paga-se bem : a tratar na thesouraria
das lotenas, a rua Primeiro de Marco n. t.
Compra se um fade meatm do Dr. Sabioo, em
meio oso : nesta typographia se achara com
quem tratar.
CilllPK4-SE
ncsta tvpographia o 2.' folheto dos Quadros
Historicos da guerra do Paraguay, con-
teudo a vista da rendir^ao de Uruguayana.
raw.
.Compra-se uma escrava que saiba lavar e en-
gommar com perfeicao : na rua do respo o. 7
A, loja do Passo.
Compra-e Diariot de Pernambuco a 160 rs.
a lib a : na rm do Coronel Suassuna n. 1, fabrica
de riga'ros,___________________________________
Compra-se um terno de medidas de pao ja
servidas, sen lo meio lecalitro a menor : quem
tiver. diirjase a rua da Imperatriz n. 13.
V:NDAS.
ALERTa
COM 0 BARATEIRO
Sem rival.
Confronte ao arco de Santo
Antonio.
Os proprietarios deste estabelecimento, tendo
adoptado o systema (ainda nao conhecido de ven-
der barato para vender muito) participant a todos
os eeus freguezes em geral, que estao vendendo
stilts fazendas Com 30 per cento tnene-i qoe em
outra qualquer parte, por isso conrida-os a ama
experiencia.
Chapeos de sol.
Grande sortimento de chapeos de sol de seda,
cabi de o-so, Gngindo marlim, para seahora, por
3*000 I
E' grande pecaineha, a alias antes que se aca
bem.
Sortimento de ehapeos de sWda para fcontfm, su-
periores, por 6^300, 7*5C0, 8* e 9* I
Ditos de cabo de marfiui, seda trancada ( Para-
gom) superiures, por 12*, fazenda que em qual-
quer parte custa 18*. So vindu ao barateiro I
Aleassianas.
Cbegou esta nova fazenda para vestidos, o mais
modcrno que ha, tendo bonitos desenhos e cores
flxa?, a 400 rs. o covado.
E' desenganar, so o barateiro I
Cortes iH- flel.ui.
O mais moderno nesta fazenda, coin baraa, tem
o barateiro e vende por 6* o corte, sempre cos
tou 10*. Venham aoreciar.
(.(Mnora.i de cores.
Temos bom 3ortimento desta fazenda, de todas as
cores e de cordao ; assim como, popelinas de co-
res, fazenda qoe custa em qualquer parte 2*800,
nos vtndemos por 1*100 e 1*100 o covado ; nin-
guem deixara de eomprar um vestido de seda por
tao pouco dinheiro ; por certo que nao I Venham
a ellas.
lletins frauceces.
Grande sortimento de metim, qucimamos a 260,
280; 300 e 320 rs. o covado.
Cbitns claras < escuras.
Grande p..rgao de chitas claras e escuras a 210
e 280 rs o covado" I E' exacto ? e, que eu vi.
Brim pardo.
E' boa qualidade e vendemos a 260 rs. o cova-
do. Estao se acaoando.
C'amisjis Dranrezas.
Completo sortuneHto de camisas para 17*, 8*
e 20* a duzia.
D tas de tinho sopcriorcs oualidades a 38*, 10*,
44* e 30*, tendo uma poreao bordadas I
Ditas de cretone superior por 30* a duzia, sem-
pre cu.-tou 40*. Venham apreciar o queima I
Botinas para seuhoras
Temos grande poreao e olTere^emos MM nossos
freguezes por 4* e 5*. (hi que pechineha -es-
tamos convictos de que ninguem deixara de eom-
prar em ratio de preco tao resumido. A ellas !
Laxinbas.
Para aebbar, estamos vendendo por 220 rs. o
covado, tendo de bonitos gostos inteirameute esco-
cezes.
Alem destes artigos temos bom sortimento de
fazendas inglezas, soissas, francezas e allemaes,
como sejam : baptistas c:m barras e matizadas,
granadina, chitas, cretones, metins, alpacas, las,
raaripoza, etc. etc., tudo per pouco dinheiro.
NA
Rua V de Marco n. 1.
Pesos e medidas decimaes.
Vendem-se no armazem de Hawkes 4 C, rua
da Cruz n.4.
v Z I']
lo primeirn qainHilade.
No aflmncn d"e I. Ditnungs du i]2tma t Stlva,
rna do Amrnim n. 41, vende-se em grow a
retalho n melhor keroteoe, da D^m acreJiliti
marca de Hem.;, fontet & C., garantioaa-wa -
lidade e qoantidade certa do liquid". No sttsv
armazem tem para vender oa itpwiltm CMH Mr-
aeiras e muito aaseiados, para ca.u de fasslia, por
1*^.0 cadaum.
Engenho em Scrinhaem.
Vende-ae duas partes do
engenho Novo, &ito na fre-
guezia de Serinhaem, distan-
te daesta 3 iegag, moente e corrente,
que safireja cetca de ^,fWKi
paes, com optimas terras
movido a agtra e bem of>ra-
do, por preco commodo a
tratar com Dr. Felix de Fi-
gueirCa, a rua das Cit^adas
n. 14, ou no arsenal de
gnerra.
Engenhos em Mara am-
guape.
Vefl4e se os sefrftites :
Barra,
Prc^ulcn.
e PntrfHs
A tratar com sens proprietarioa netudjait
e para Ihfwrniaciles corn Jo-afnlm flnto de ilt\
relies Filho na mesma cidade d ManUisgoip*
Tsrn lrni**~*> C
- Vende-ie ou aluga w a cata trrrea tm
frente da matriz do Puco da Panella, em terrea
proprio, dons lados moradn, ->lgaos aivoredae
commodos para grande familia. -er.do tres '-alas.
sole quartos, dous granites ferrates, cozinha fura
e mais dous quartos para esWaros: a fratar em
Olinda, rua do Paco Castelhaao, com Galdin T
C. de Vasconcellos.______________________
Frederico Sodre da Cunha
Motta
estabelecido com armazem de fumos, a rua d -
Mariz & P.arros, outro'ra Cordoniz a. 14, sob sua
Crma individual, offereee aos seus freguezet c-
fu-aios abaixo dfddTados, a s;.i
Govaz. ttio K-wo, Danaf. Mma-
Des<-alMa. Barbaveoa, Virpem,
Pamba,
Parahyba,
Garante se
precos.
S. Pail
as qtalidades
id
em rA*. em latas
e a Mdiridade n
Especialidade
Viiilio piirlleiilar. puro e jre-
nnin*.
Acaba do chegar ao mereado algun* barm de
vfnhn do Aho Douro, eapflrial e unirameaie pre
parado do eltraclo da Ufa isento de iprlpat
confeccao, sendo muito mais bran Jo qne o da Pi-
gueira, o qoe o lorna recomm- ndavd pelo mu,'
qne agrada ao paladar e preiVrivW a tadoo ot on-
tros vinhos de ptsto.
Acha-e a venda nos armsz^n? de J io Jom mo-
drisues Mendes. Souza Ba.-t-j A C e Feraanles da
Cosu 4 C
Bac;ilhao de \ornega.
Acaba de clie.ar om ne uono lo'e de raiza-
desle <5esejadn b ralhan : no caes da alf odffa
arme n de Tasso Irmaos k G,
CAR^ABA.
De qualidade
37. armazem d-
uperior : aa r*aa dn
Ta so I-man <".
o.
Baratissimo!
Ami dp leite
Precisase de uraa sm;. de leite qne .--ja mo^a
e sadia : a tratar na thesouraria das loterias, das
9 horas da manha as 3 da tarde.
- Precisa se de uma ama para eomprar e co-
zinhar para uma peouena tamilia estrangeira : a
rua da Imperatriz n. 26, 1." aadar.
Precisase de uma ama para con prare co-
zinhar, para casa de familia : na rua da Impera-
triz n. 40.
Ama
Precisa se de nma ama para tratar de
:m menino, e engommar para uma pes-
soa : a tratar no Passeio publico, loja q 6-
Precisase de uma ama pa-
ra cozinhar e mais servico
interno para casa de famila
de duas pessoas : a rua do Apollo n. 51, primei
ro andar.
AMA
Casa terrea.
_ Aluga-se a da rua da S. Jolo, defronte do por-
lao do gaz, com 6 quartos, cocinha fora e rrande
quittbl : a tratar a ma de Pedro Affonso d 8
Pane! oitav>, Mso, pan tad >. p.ira !nt
Lindas secretariat, cootendo
50 folhas de papel.
50 eatebpaa.
Preco-1*. on
100 folhas de papel.
100 envelopes.
Preco-?*XX)o
O papel marcido gratis
prador.
_____ Livraria fraticeza.
em a? ioioaet 4> com-
\SHI-on Rowe & C ven Jem to
rua d Commercio n. II :
ver Jadeiro panoo de alg> dio azol
Excellente Ao de vela.
Cognac de 1' qnalidade
Vinho de Bordeaux.
Carvao de Pedra de todas aa if liiliiln
TACB4S TACHAS
BATIDAS FU.NOIDAS
Qualidade super or
Systema novo
outra parte
Mafs barato do quem em qualquer
NA
Fondicdo da Aurora
C. STA8R Gorgorao de seda.
Gorgorao de seJa eta eoriH para otrteaac
peca para vestido', faaeada llnriaiaii Nna t
vnde peln diminuto pre^o de S.iNif) reit o roaada
oa rna do Crespo n Kt. loja das trea {>, rtaf d-
Gnilherm it C, junto a loja da equina
Mobilia
O albaiXo aftigDado daclara lo respeitavel
publico e corn espe:iafiift7B ao corpq do com-
mercio que nesta data comprou a taverna da rua
Imperial n. 6l, pcrtencene aos Srs. Almeida &
Ribeiro, livre e desembaracaaa de qualquer onus
que possa apparecer ; porem se alguem julgar-se
torn direito a mesma apresente sua3 contas no
praso de 8 dias.
Recife, 2 de junho de 1874.
Silvino Juvencio Xavier de Oliveiea Lima
Precfsa se alngar uma ana para eomprar e
ajudar a cozinhar para casa de pouca familia : a
tratar na rua do lmperador n. 30.
Ama Precisa-se de uma ama rorra ou es
xi.ij.iiij crav3i para C5Sa (jg familia : a tratar na
rua de Hortas n. IS, ou na rua Dnque de Caxias
n. HI. ______________
imn Aluga-.'e uma para cozinhar : na rua
Xi-uia Direita n. '93, !. aadar.
Vede-se uma linda mobilia de jacarauda, mas-
sipov entalnada, p^r muito comraodo preco : a
tratar na traveisa da matriz de Santo Antonio,
mareineria d- Joao Caucio.
AMA
zes, n. 8.
Precisase de uma para o servico
de pequena familia ; a tra tar na rua
Duque de Caxias, outr'ora das Cru-
Leiam.
Avlsa-se ao publico que furtarara hontem ( 2
de junho) da eella de frei Jdao dos Martyres,
no convento de S. Francisco, am reloglo de oaro,
patente Inglez, coberto, alguaj tanto usado, n.
23,103. Roga se a quem o apprehender em aao
de iadrao, on sonber quem o possue em boa re,
que o mande entregar ou avisar ao sobredito re-
iigioso, oa aqoi ne-ta typographia, ao terceiro an-
dar.
- j____.__^. .______ -___________A____t_______^j____ -- -__>_____
AMA
gundo andar.
Preci3a-se deuma ptra co-
zinhar, para casa de familia :
na rua do Drum n. 80, se-
Veftde-
Crut u 1.
VWle-se
CroC-4.
ofres de ferro
em cast de Hawkes & C, a roa da
ChVariz dc fcrro
en" eaaa de Hawkes k C, a rua da
Tanques para agua*
de ferro galvanisado e de differentes tamanhos :
oa rua do Barao da Victoria n. 6, precos enro-
nfiudos.
Aluga-se
uma ama que saiba cozinhar e engommar prefe-
rindose escrava : ua rua di Ipiperador n. 28,
armazem do Campoe. I
Videos para vidra^a. bra
co* e d cores.
Na rua do Marquez fl> Clnlda % 4.
f.
Pt>p^ina de seda a U200
ende-se uma casa
Santa Itlta n. 20 : a tratar
Rita nJ*9. ________
Precisa se de uma ama de lerte e outra para
engommado e cozinha : a tratar na rna do Aroo-
rim n. 5, dayp da manha as 4 da tarfle.________
Precisa-sa de uma ama para cozinhar em
casa de rapazes solteirss : a tratar na rua do
Amorim n. 48.
ALUGA-SE
uma escrava mo.a para cozinhar, lavar e engom-
mar, e todo servico de cash fle familia, menos para
a tratar na rua do Vtgano j sahir a rua : quera pracisar, dirija se a rua da
So'edade u. 84, p. ra tra ar com sua seahora.
Aluga-se
o armazem e 3" aBdar com .sotJo, tendo bastantes
commodos, e pintado
auriero 31.
flsttatos
um casal de escravos,
idade de 14 annos, po
HMaPi
*a na rua noya d^ 1 ^ rM up ^e
aa rua. uelha d^tta |^4

Vende-? > ama preta, da 20 aaaoa de idaa>,
pei feita engommadeira ? cozmheira de boa 0w-
ducta, e outra d ''.I annos, cozinheira br*, -
e boa quitandeira e sem vieios, e mtra da 22 aa-
nos dc idade, cm ama fllba livre d' II nraas.
que ja nio mama, mas pelo pre.) de MO* porter
a Olha : ao pateo do S. Pedro n. HL \imx
V.-cente Alves Mereira aos seat fregnezes ase
mudoo-se para o pateo de S. Pelm n. 26, iimt-
podera ser proenrad > para a agenda d" venda I
eseraves.
Popelinas inderias 1806
rs. e IS f\di
P*r t-mtt- pr^co Mb am Najaa mm tar
rira A rua. da laaucn m. f.
i>'f Mi*Mtraa.
I" li.ir;i|.
I'm vestido brauco de cand-raa laa avc 3*.
&Jaa bordalaa a Maaa toi. mfil
Alpacas de linao e la com lutrasaV ga.*. b^aa-
taa. nor flt>ianwdo preco.
Mad. polao francez, baaeri Braaafate tie I tarrnfas. rtratti bo4i t.Wa faa.
coeaa i*a)0a vara.
Crelene francw para fo?^ra. iln4o* dnMke*
cores garantidis', covado 400 rs. r faaeada a>
1*000.
E' ver e eomprar, oa roa do Caaaga a-10, laja
arutos
Grande sorR-mfttJI.-
> 39 Rut
de' ttniii
.bsmbMnlM.
1*2UU o cova
Pio m aatostrai saa paaanr.
Granadin3 a 160
rua do Quaimado q. 43,
da MagnoVia.
oco*

J*-JHifcVS-WW laV
feita fBQik} Ml fepnwU' para vaatiaSaTa Ha
ai an




uSkrio- 44:ftnittnbuM i&ra*ta teiy^^'W^ifnfi^ (MH&H.
is
#





r-
Aft
(azendas finas
"Rua Primer o doMajtfio n. 7 A
DE
Cordeiro Simoes & C.
K" esta uma a.azia offerecer aos aeaa fraguezes am variacuasi-
o csorlimenlo de fazeudas Unas para grande toi-
lette, e bem assim para uso ordinario de todaa as
classes, e por precos vantajosos, das quaes faz am
wqueno rescmo.
Maadam fazeudas as casts dos pretendentas,
para o que tem pessoal necessario, e dio amostras
tnediaflte peuhor.
Cortes de seda dd Hilda? c5re*. '
Grosdenaplea de todas as cores.
ijOEgorfto brauco, lizo. do listras, preto, etc.
Sjlim Macao, preto e dc cores.
Grosdenafiles prcto.
Velludo preto.
Graaadiue de seda, preta e-,de cores.
Popelinas de Iindos padroes.
Fi!o de soda, braneu e preto.
^icas basquinas de seJa.
fHsacos' dc mfrir.6 de cores, 15, ete.
Idantas brasileiras.
'>itos com cambraia hranca com luid.,s borda-
liicas capeUas e mamas para noivas.
rtiquissimo sortimeato de 12s com listras de
teda.
Cambraiae de CeYes.
Mitaa maripom, brancas, lizas e bordadac.
.. NaJHuque.-; dc liados padroes.
Uaptislas, padroes deiicados.
fercal.TJw do quadros, pretos e brancos, listras,
etc., etc.
Brins de linho de cdr, proorinc oara vestidos,
win barra e listras.
IUwOs cortes du vestido de linho. c piles da
mesma cor, ultima mod?
Ritos de cambraia de cotes.
Fuatae de lirtdas cores.
.Saias bordaJa* para senhoras.
Camisas bordadas para senhoras, de linho e al-
lOOSrt.
SoMtmento do lims da verJafleira fabrha de
/oavio, para liemcoa e scnl ora*.
Vesraa*: cm* meniih/a.
ui? para J^iptiuii >.
Chapeos para cmo.
Toairns < gaardanapos afiama.cados de linho de
> para mesa.
Cokhas de la.
Cortioados bordados,
Grande eorlimeoto de camisas de liiiho, Ji?.as e
bnTaatras, para lwmens.
Meias de cures para homerrs, meuinos e moni-

Oi'.is esGo^z.'i".
Cootnllti sj,(irnepu> de chapeos de sol iiara ho-
ne,:: t Seidfcrss.
Merino d ">i. ;i;ra vestidos.
Pito preta, Papfada e dito de rarao.
: Moalhada pardo.
Damasco clo la.
Brim flelWio, bronco de cores.* preto.
Setim is *mlas cores com Mm,
Cbatea da merino do coree e prom.
Ditos de.ca-eiuira.
Ditcs de seda preta e de cCros.
%.is detnnqnim.
Camisae h omem.
Ditas de fliaella.
Ceroulas ds linho e algodao.
Pannos de crochet para ?ofa, cadeiras c coaso-
I.engos bord^dos e dc la^vriniho.
''olehas do crochet.
Tarlatana de todas as cores.
Hicos cortes de vestidos do tarlatana bordados
ara c6rtes.
V.Espartifho? Hsos, bordados.
RFoulard de seda, IRidas edres.
t; Meias de seda para 5iihorae ejaeniDas.
Ricas fachns de seda e la jara seDhoras.
Ri'^o sortimento de lequea de madroperolas e
st .
Damasco de feda.
Casemira preta e de cores.
Chitas, -Hiadapolio panno fiao preto e azul, eol-
.rinhos, puphos de linho e algodao, gravatas, lu-
vis de fio de E>co=eia, 'i a petes de todos os tama-
nh^s, bolsas de vlipem; petlbs bflrdados paratio*
oiens, latQN dfttinho branco e de cures, toalhas.
ItnardMiaii'is. etc., oic.
E'baralo.
Von l^-se una pequono ?': io perto ila esta-
r'ao do .^al^alnthu, tsodo dc frente 150
l^luius, o in; ("uiiJus mais dt qnatrocenu>g,
;i>-:i iima etagaote casa d -, taipa, acabada de
pruxiin o 1'ii.ii assoiada, (eadd -'-sal s, 2
quartos ecvzinha fdrn. 0 tcrrcno e pro-
I no ii Ivnii !! plnmif;6tis, bwU) al^mmis
irvufes do ;ru;^n, a^ua de beliw e todo cer-
aado.
Pats vet c mais eiplicagfte^, no toosmo si-
lio.a qua tjn.jrbena a eutciil-er-se com Tris-
tao h'raiioiico i'-.rres, e para tratar, na tbe-
soiicajM '1 S IwtePias, rua I de Alaroo
a. 6.
Ciiapeos de seffa.
Chapeos ch; seda para homeai. [ r^prios de pas-
- -, furinas niojernas e hem arrosdos, com um
peqaeao dtfeltn a 8*500 o .''3000. e pechincha e
esta -e acabando : na rsa do Crespo n. 20, loja
das 3 portas, dSGuiiherme 4 C junto a loja da
M|jiiia.
VENDM
oroa ca na illa de Barreiros, na rua do Com-
oercio, por pre^o roc.iiico : a k.iiar coin Taaw
'roaos a r ,
Salsaparrilha de Ayer
PARA PUKIFIOAR O SASC.rE.
O rtnoine de qnc goat ste ea-
Cellento remedio 6 devido a milha-
re de cures que tem opcrado, m>-
ius das qusun sao verdadehamente
marav:lhosas. Innumeros sao os
easos em que o systhema, parecen-
do saturado da podridekt de eufer-
midadus ecrofulosas, tem sldo
prompcanieBte festituklo a saude.
As ancccocs e desordens, aggraTa-
daspelacontamina^ao escrofulosa,
ati1 predunrem dorcs mortlflcaiites,
tem sido tarn radical e tam gwalmeote curadas por clle, em
lodos os pentos do Imperio, que o publico mal precisa de ler
infennmlo das suas virtudes e do modo de usal-o.
O yeneno oscrofuloso e um dos mais destruidorcs inimigoj
do nosso organismo e aeixa-o (rato inenne ooatra moleitiu
lataes. Ora, patenteia a mfecfic de que eorrampeu o coipo
a entio, em momento opportuno, Invra raprdamente sob rtlgu-
'ma de suas andionaas lbrmas, j4 na cutis ja nos orjarm
vitaes. Neste ultimo caso depoaita, muitas vezes, tuberculos
o pulmoe*. in) f!gado, no cota^fto, etc., quando nfto se mao-
:ifeata-em .-_ .f'6 A iniro,, i [an: porigoso e tam perfido nunca se deve dar
jruaridn, e |>. : ., (i sempre inelhor do qua combattel-o.
AsaiiQ, antes u' api...recerem os yropjrioe ti/nij/'Jionwg Odin*,
n usa da SALSA I^AB/IH^BE A.TEB podera evitar
i-VMltadne fmitoe.
As pessuaa que softr^m de Erft^efcn, jlogo 4e S. Jk~
tonio, Jiartroi.. Xmpfgms, llheumalUmo, Tumont,
PtevrtM, senslkilriade doloroia nos onvldos, olhea, he.;
slornos osaos; VypqpU* ou Indioftofm; Uydropesta,
MalestiaM 4* Coracao e do Figado, KpyUpUa, Xtv-
>'ta jiervoso, achadia seguro allivio usando iesta s a t.s j r> *pr.
KTZBA DB ATXB.
A %ftkilii JMmMo* Peataran ** euaadaa eora o
im uso, posto que seja necessario mais dilitado espaco da
tempo psua subjugar tam impertioentes enfermidadee.
A Letttorrhtfa, u J-'lare* Branca*, as alcexaeoes uteri-
nas e em gertil ts malestias das n.ulheres saotambem alliTia-
ilgorativo.
0 Itluumalttmo es Gotta, quando caus&ios por accu-
laulacoe); da-.naterias ejtwnhas m saogae, ceilon-lhe factl-
loentt-, da nes modo Mat 'nflnmmacmo do Figad; leterlMa, quando sao oritmdas
<.e maoa reaidara no aangne.
A Halaapanillia c no excellent* reetaurador i
forca a vlf^or do sjsthema.
Aiajm, todos < que soOrerem languor, Fhlegma,
tiaios, Insomnia o que sao ln:ommodados com Appre-
lensoe* e Tetnore* Xerroion <>u qualquer outra anfeccao
prorenieata de DeMUdade, aehaiao do seu podcr rerjovador
v mais seguro expedient* de prompta cura.
PEEPARADA POB
J. C. Ayer & Ca^ Lowell, Mass., E. V,
CMmieos Practices e Analytic*!.
1 VENT5E SJE -POH

.1'A
PAVAO
NA
Rua da lmperatriz n. ()0
Granadina
'PAR\ LIQUIDAR
preta a 500 rs. o
covado.
0 Pav3o vende granadina preta e lavrada
pelo barato prejo de 500 rs o covado.
Hadapolao enfestado a S^OOO
a pcoa.
0 Pavio vende petjas de madapolao eu-
festado, polo barato prer;o de 3?000 a pe?a.
: Ditas sem ser enfestado, com 2d jardas, a
59000. Ditas com 2*- jardas muito boa
fazenda, a 6JJ000, 65600 e 79000.
ALPACAS PRETAS A 500, 610 E 800 RS.
O PaSo tem um grande ^sortimento de
alpacas pretas, que vende a 5)0, 640 e 800
' rs. 0 covado, assim como gran Jo sorti-
mento de cantdes, bombazmas, princezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
' proprias para luto.
Sedlnhas a I?OttO.
0 Pavao vende sedas com listrinhas de
. cores a 15600 0 covado. Ditas com pal-
minhas a 29000. Dttas com toque de mofo
a 19000 e 15400.
I CAM BRA'IA VICTORIA A 49000, 49500,
09000 E 79000.
0 Pavao vende um grande sortimento de
cambraia Victoria e transparente com
j 8 1/2 varas cada peca, pelos baratos precos
jde 490 JO, 4950'J, 59000, 69000 e 7:000
a pec.a, assim como, ditas de salpico bran-
co, a 7#000, 6 pechincha.
CAM'SAS I'UA.NCr/AS A -JjSOOO,
39000 K 3,"500.
95fK-
NOVAS LAZtNHAS ,A SCO
RS.
vapor u u
0 PavSo recebeu pelo ultimo
elegante s rt mento das raak linlaslaiznhas
para vestidos, sendo trausparentes com as
< mais delicadas cores, e modcrn ! drous, que vende pelo barato preco de 560
i rs. 0 covado, a rua da lmperatriz n 60.
:UQUIDAQAO DEROUPA TAR\ U0MENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para bomens, sendo palitots saccas,
ditos fraks, tauto decasemira preta e de co-
res comode panno ; assim como um avul-1 veiide peloTaraTo""preco do 490"
tade soniraento dacalcas de ca G0 JJ
1 de Felix Pereira da Silva.
KSMKRAI.DINA A 800 RS. .
de cor, do brim de cor e branco, e um
grande sortimento de colletes de todas as
qualidades.
Tendo tambom um Iwm sortimento de
camisas inglezas e francezas ; assim como
de ceroulas de litilio e de algodao e vende
todas as roupas atima mencionadas pelo ba-
ratissimo preco, por q-ierer liquidar, na loja
0 Pavio recebeu um b.onito sortiincntc
das mais 11 gaotes esmeraltlinas com listras
de seda, sendo em cores e padroes as amis
novas que tem vindo ao mercado, proprias
para vestidos, e vende pelo baratissio:o pro-
da ma da lmperatriz n. CO, de Felix Perei-jgo de 800 rs. 0 covado^ rua da Imperatrh
ra da Silva. : u. 60.
Aclia se constantement aberto < j. .;,n 0 do'PAVAO. das 6 horas da msnl
&s$ de noite.
11
A' rua do CabHg& ii 1 A.
Os proprietaries da Predilecta, no iotnito dt
:oaservar 0 bora concetto que teem merecido ae
respeitavei publico, (ttstiagnrndo 0 seu estabeleci-
mento dos mais que negociaru no roesBio generc
veem scientificar aos seus bons freguezes que pre-
veniram aos seus correspondentes nas diversas par-
jas d'Europa para \tm enviarem por todos os pa-
^utes os objectot de hixo 0 bom gosto, qiie se- j
j*in mats bem aceitos pelas sociedades elegante.-'
Jaquellos paiies, visto aproximar se 0 tempo de
festa, em que 0 bello sexo desta linda Veneza
atais ostcnia a rtqucza de suas toiHettes ; e co-
aio ja reoebessem pele paquete francez diverso
Arligcs da ultima moda, veem patentear alguns
d'entre ellcs qae se tornam mais recommendaveis.
esperando do respeitavel publico a costumada
concurrencia.
Aderecos de tartaraga os mais linJos que teen*,
vindo ao mercado.
Albuns com ricas capas de rar.dreperola a de
velludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
os
Aaerecos corapletos de borracha pr< prios pars
Icto, tam bem se venckni meios aderecos muito bo-
at tos.
Botoes de setim preto e de cores para ornato de
stidos de serJwra ; tambem tem par* oollete
palitot.
Bolsas para senhoras, existe um bello sortimen
de seda, de palha, de chagrim, etc., etc., por
harato preco.
Bonecas de todos os tamanhos, taato do louts
eomo de eera, de borracha e de mass a ; chama-
uos a aitenf.ao das Exmas. Sras. para este artigo,
pois as vezes tornam-se as criangas um pouco im-
pertinent es per falta de um obieclo que as en-
ireteaham.
Camisas de linho lisas e com peitos bordadot
ara bomem, vendem-se por preco commodo.
Ceroulat de linho e de algodac, de diversos pre-
os.
Caixinlras com mesica, 0 que ha de mais lindo,
00m disticos nas tampas e proprios para presen
la
Coques os mais modernos e de diversos forma
s.
Cliapeospara senbora. Beceberam um sortimentt
aa ultima moda, unto para senbora, como pars
menioas.
Capellas simples e com veo para noivas.
Calcas bonladas para meninas.
Eniromeios estampados e bordados, de linden
i*s*:iibo8.
Escovas electricas para dentes, tem a proprie
tade de evitar a carie dos dentes.
Pranjas de seda pretas de cores, exi.-te um
<_.inde sortimento de divercas larguras e baratc-
oreco.
Fitas de saria, *ln*e, de diversas larguras e fconius cores.
Fachas de gorgurao mnito Hndas.
Fi Kaa artuiciai's. A Predilecta prima em con-
ervar empre am bello e grande sortimento des-
as flores, nao so para enfeile dos cbellos, come
tambem para orcato dc vestido de noivas.
. QaJdes de algodio, ae la e de seda, brancos, pre
tos e de diversas cores.
Gravatas da seda para bomem e senheras.
Lacos de cambraia e de seda de diversas core*
para sen n ora.
Ligas de seda tie cores e brancas bordadas pan
autva. 1
Livros para ouvir miss?., com capas de madre
perola, marfim, os-o e velludo, tudo que ha dt
bom.
Rentes de tartarnga e marfim para alisar os ca
el'as ; teem tambem para tirar eaapap.
Port bouquet Um bello sortimealo de madre-
perola. martim, 6sso e dourados por barato preco.
Perfumarias. Neste artigo esta a Predilecta bem
prorMa, nao so am estractos, eatae am oleos t
baahas dos melbores odoree, dos mais atamado-
tabricantee, Loufein, Piver, Sociedade Hjgienica
Goudray, Gosuel e Rimel; sao indispensavels para
t festa.
Safas bordadas para senhora, por commode
orefo.
Sapatinhos de la e de setim bordados ,para bap
lisados.
Tapetes. Receben a Predilecta tun bonito sorti-
mento de diversos tamanhos, tanto para sofa co-
me para enlrada de salts.
\estimentas para, baptisado 0 que ha de melhoi
gosto e os mais moderno i recebeu a Predilecta
de or ar;to preco, para Hear ao alcance
ijualquer bolsa.
Rua do .Cabugd n. 1
em camisas de
Vendc-se camisas in?lezas de linho, muito fi-
ns, para bomem, pelo baratissimo preco de 35J
a duzia ; quem duvidar venlia ver e comprar :
na rua do Duque de i"axias n. 88, loja de De-
mctrki Basics.
Arma^ao deamarello
Vcnde-'e uraa aratacao de amarelio envidraoa
da, com balcao, por commodo .preco : a tratar na
do Cresoo n. 20. loia das tres Dortas
ra
BAM u
Wn do BarHo da Victoria d. It
DE
Carnciro Viaiiiia.
A' ste grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os auto res mais acredita-
dos ukimarnente na Europa, cujas machinas
sfio. garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despeudio a'gum do comprador.
Haste estabelecimento tambem ha pprtenjas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer peca que seja necessario. Estas ma-
chinas trabalham com toda a perfeicoo de
um e dous pospontos, franze e" borda toda
qualquer costura por flra que sfja, sens
precos s8o da seguinte quahdade : para tra-
balhar a m3o de 30*000, 4JW>0*, 46ra00
e 505000, para tra&alhar com 0 pe" sao de^l
80tooe, 90*000, loojwoo, liojoeoo,
120*000, 1309000, 150*000, 2009000 e
2509000, emquanto aos autores nlo ha al-
teratjfio de pregos, eos corapradores poderio
visitar este estabeiecimento, qne muito d-
verao gostar pela -variedade de objectof qae
ha semprs para tender, como sejam : oadei-
ras para vtagem, malas para riagera, cadei-
ras para salas, ditas de balan^o, ditas para
criamja (altas), ditas para eacolas, ooeturei-
ras riqoissifnas, para senhora, de^ensevek
para crianc;as, dc todas asquriidadw, amas
de ferro para hotntrri e crianeas, apaoho9,
espelhos dourados para sala, grandes epe-
quenos, apparelhos de metal para chrf, fa-
trueiros coin caho de metal e de marfim,
ditos avufeos, corheres de metal fico, coridiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
arame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas.lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mm-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto desde as 6 boras dp ma-
nhi atd as 9 boras da noute i
Eua do Barao da Victoria n.
22.
DA BOA-VISiA
Rua da ImperatFiz n. 72
O Pavio vendo um bout to sortimento dt
camisas fnanceias com peilode alg'dao,
2700* o 29500. Ditas oom peito de linbe
de 3900') a 69000. Ditas bordadas muito
Tinas de 69000 a 1090001 assim como
grande sortimento de ceroulas de linho e dt
algodao, por precos baratos, e tambem tem
complete sortimento dc punhos e collarinhos
tanto de linho como de nlgodao, por precos
em conta.
EApartilhos u r500. 4~0O0 c
5JOOD.
0 Pavao vende um bonito sortimento dt
espartilbos modernos. a 3950 ', *#000 e
55000, assim como um bonito sort mento
desaias brai>cas, bordadas, a 59000 e 69000,
e ditas de laiifiha dc cOres a 39000 i e pe-
chincha.
COUT1NADOS BORDADOS PARA CAM.A I
JANE!.LAS, DE 79 ATE' -259000 0 PAR
O Pavao^ende urn grands sortimento dt
cortina janellas, pelo barato pre^o de 79-000,89000.
lOjJ'OUO atC ^59000, afsim como : colxa
de dimascodo la muito fina de 109000
1^9000 cada uma.
BRAMANTES A 19^00, 29000 E 29500
O Pavao vende braraantes para locoes,
tendo 10 palmos tie largura, sendo o d
algodfio a 19800 o 2*000 a varn, e de linlu
a i9*00, 29800 e 39000 a vara: e pecKin
cha.
Grande pechincha a 4#000
e 5^000
CiJR'IES DE CASEM RA. |
O Pavao recebeu uma praude porcao de
cortes do casimeras de cores para calCHS, e
DE
MBNDES GUlMARiES t IKMA0S
Acabam de fazer um grande abatimento nos precos de suas fazendas atten-
dendp a grande falta que ha boie de dinheiro,^ por isso creio q'u> o preco que vai men
ciqnadj agradara" ao respeitivel publico.
pa rente a 39, 49, e 59, dita Victoria tapada
CHAPEOS DE SOL DE SEDA A 49000. {a 39, 49, e 59.
Vende-se chapeos do sol do seda para so-1 'ROCHES A 19500.
nboras e meninas a 49, ditos de alpaca fi- Vende-se croches para cadeiras a l500
nos com 12 asles a 49, ditos dc nerin6 de cda um.
dun? cores a 59, ditos de seda para homem' LAZINHAS A 200 REIS.
a 09, ditos inglezes com 12 asles a 89 e 99. | Vende se lazinhas para vestido a 200,
BRIM PARD0 A 400 rs. 32.', 400, e 500 rs. o covado.
Vend -se brim pardo escuro a 400 rs. o' ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
covado, dito de cores com quadnnhos a! Vende se alpacas de cores a 500, 640. 5
500 rs o covado 800 rs. o covado.
CORTES DE CASEMIRA A 59- GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 49.
Vende-se cortes de casernira do cores para Vende-se grande sortimento de tapetes para
colga a 59* e 69, ditos de dita preta para todosos tamanhos a 49, 49500, 59, e 69
JA2IG0.
Arn azem pintado de prtto
confronte a alfandcgs
Vende se a rclallio e a dinlw iro, dhmW ka-
rat >, para liquklar.
Fugo chinez com lindas vistas para qiMaaar flB
saias.
Caixas com io c rus de traqu*^ supiri'tm.
Batatas por armb.
Caixas c. n. lata* d 5 patt 4e isi fi
Manleiga I ranee P L (i aV- s.
Arroz. cafe cha, e mais geaer,* d |
cessidade, pr os ncos e p4>n*. cuuw ja
ram, fatendo cin-jra aoadiai*irador-C.
Asunicas verdadeiras
Rich?? hambargata* mr- ve a nr Maraaez de olaib a. St
calca a 49, 59, 69. e 7p.
BRIM DE ANGOLA A 29 0 C.0RTE.
Vende-se cortes de brim de Angola para
calca a 29, dito muito finos a 39.
ABERTirUS PARA CAMISAS A 20} REIS
Vende-se aberturiis paracami;is a 200 rs,
ditas mais finas a 400 e 50ii rs. ditas de
esguiSoa 19, ditas bordachs a 29.
CHITAS A 240.
Vende-se chitas para vestidos a 240, 280
le 320 rs o covado, tem escuras e Claris.
3LV.DAP0LA0 A 39.
Vende-se pejjas de mad poh'io cnf>.-stado a
3U, ditas de dito inglez'a 43500. 5iJ, e 69,
djtasde dito francez lino a 79 79-00, 89,
!teuf.
CASSAS A 39.
Vende-se cortes de casja para vestidos a
39000.
CIIITAS PARA COBERTA A 280.
Vende-se chita para cobsria a 280 e 360
rs. o covado.
ALGODAOZINHO A 3?.
Vende-so pecas de algodaozinho a 39000,
33510, 49, 49500, 59.
BHAMANTE A 1900O.
VendeTse bramante com 10 palmos de
largura a 1&60Q o metro, dito de linho fino
a 29500 o metro.
ALUODAO ESfESTADO a 900 RUS.
Vende-se agodao enf stado a 900 rs. o
naet-0, gravatas pretas a 400 c 500 rs. cada
uma.
CHALKS DE LA A 800 REIS.
Vende se ch ales do la de quadros a 800
rs, d-ilos de merino a 39, 39, 49- 59'
C.OBMVTAS DE CHITA A 19800.
Vtn :e so ouber.us fcitasde cliita a 19800,
29, e 49-
CORTIWDOS PARA IANEIJ.A A 79.
Vende-se co;liiiads para janella a 7 e
*9 onar.
COLCHAS DE CORKS A 29-
Vende-so cok-Uas de cores para cama a
29, e 39500, ditas de oroxti a (>:.
CORTLNADOS PARA CAMA A 14^.
Vende se cortinnckis bordados para cama
a l'., lWe 209.
C08ERT0RES DE PEUO A 1*200.
Vende-se cobertores de pellj a 19200,
ditos soperiores a LriO^O.
cambraia branca a 39.
Vonde-se pecas de cambraia braaca trans-
cada um.
GRANDE SORTIMENTO DE ROUPA FEITA
NAC10NAL.
Caljas de riscado para traba'ho a 1)5000
e 194O0.
Calcas de brim pardo a 19900, 29, 28500.
Calgt s de brim de Angola de ores a 29
e 39.
Caixas de casernira de cores a 59500, 69
e 79-
Wr
Magnolia
Na loja da Magnolia, a raa Duqne de '^axiaa a.
45, encontrara sempre o respeiUu! ,'tbja
completo sortimento de perfuma'
de phantasia. Invas de J< avio, artif- de
miudezas lioas, as-.m >om mudicidale mm pre
'.-us, agrad < esinctrtdade.
Aimeis o!ectricoR
A Magnolia a rua r>ui|ue d OkIm n iS, aea-
ba de rrct-bcr os verdadcffM aBSRs v<4tM eta*-
tricas. profrfM para os nerroaoa.
Meios aderecos
A Magnolia, a rna T'nqne de Caxus r.. VS. re-
ceben nm MffipJcto sortiuienti de
Meios aderecus d>; Uriaroga.
Meios aderecos de madreperola.
M'ios adcrec/< d< da t> rda4os, (aUteaaiaaa
e de muit.is ontras qualidad^.
Botoes dc aco
A llagnoBa, a rua Lvique d tiaxias n. 15, MB
Calcas de casernira preta a 39500, 59500 P"* V""JV m*""> '' '
' Palitots de riscado a 19. GolmhaS C pUnht*
Paletots de alpaca de cores a 29. ^:i-~ mais moderns! que ha co i ; a eRaa .
Paletots dc a paca preta a 39, 39".00, 49 n:i iIaSl,,llia. rua "P .'"' r- w-
e 59. Lenoos ehniezcs
Paletots de panno prcto a 59, 69, 89, e a Magnolia, a rua Duque da CaHaa a. '.-". ra
109000. j cebcu uma pequena ipjinii].
Pal tots de casernira de cores sem defeito c,lineirf- com ''dis--imos desealws (i-aeadan
I ramente nova.
Lequos
ditas de bra
a 49.
Ceroulos dc algodao a 19
mant a 19500.
Camisas de ch ta de cores a lr>280, e
10400.
Ditas brancas com peito de cores a 29.
Ditas brancas finas a 2c>, 27500, 39 e 49.
Ditas finas de riscadinho francez a 39.
Ditas de cretone a 39500.
Colletes de cssemira deeoresa29, 2950{,
39e49-
Toda esta roupa se vende assim barato
para liquidar.
BRIM BRANCO A 19.
Vende-se brim branco a 19 a vara, dito
fino a 19400 e 29.
ESGL'IAO FINO A 29.
Vende-se csguiao de liuh j fino a 29000,
2500 e 39 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA LUTO.
Merin6 preto fino a 2-551:0 o covado.
Bunib.ziiici preta fina a 19600 e 29o
covado.
La preta fina a 500 rs. o covado.
Chita preta lisa e com flores a 240 e 320
rs.J|o covado.
Alpaca preta a 500, 640 e 800 rs. o
vado.
Cantao preto para luto a 192 0 o covado.
Sarja de la preta propria para calgas a
640, 800 e 1<200 o covado.
Outras muitas fazeudas pretas qui n ven-
d?m barato, no Bazar National, rua da lm-
peratriz n. 72.
i< m :Ji pi P-la '' I
c de mnitas -iitra- >,
Machinas de descarocar
algodao.
Machinas de cortar fumo.
Machinas a vapor.
Machinas para limpar fa-
cas.
Deposito de ferro para
garrafas.
Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
Cemento Portland.
Salitre.
Limalha de ferro fran-
ceza.
Esses artigos vendem-se
na rua da Cruz n. 4, arma-
zem de Hawkes & C.
A polices a juro
Vende se ao eseriptorin de
AraQjo, na obra do it era 1"
las Srs. fogueteiros
Para os fogos de S. Antonio
S. Joao e
S. Pedro.
Limalha de aco.
Limalha ue aco d'agulha.
Limalha de ferro.
Limalha de cobre.
Limalha de zinco.
Salitre reflnado, barbante e enxofre.
Artigos todos de prtmeira qualidade.
Vende-se muito barato
I'iiaruaacia e drognriu
DE
BARTU0LOMEU & C.
34 -ftua Larga do Rosario34.
-' 'ii i .....'-------
Vendem
Wilson, Rowe & O.
Em sen armazem a rua do Trapicbe n. 14, o se-
guinte :
Algodao azul americano.
Fio de vela.
Carvlo de pedra de todas as qualidades.
Tudo muito barato.
GRANADINAS
Gr8nadinas de seda pura, preta com listras
de cores e padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e que se vende pelo di-
minuto preco de 500 rs. o covado, por ter
um pequeno toque de mofo, e fazenda de,
29000 0 covado; c pechincha. DSo se. afreguetada,
amostras. 'na mesma.
Ci'iii; Lraaco
Rrim brenco muito fino, fazenda de
29500 a vara, que se vende por 19400 a
vara, por estar com um pequeno defeito ;
pechincha.
. Ulelins francezes
nietins francezes, fazenda muito fina, pa-
droes modernos, fczenda que ji se vendeu
por 500 rs, a 80rs. 0 covado; e pechin-
cha. Dfio se amostras.
Oretones de listrns
Cretocesde listras, fazenda acolchoada, pa-
droes muito Iindos a 400 rs. 0 covado ; dao-
se amostras.
Madapoloes
Madapoloes com um pequeno toque de
avaria, de 3*500 a 59000 a peca ; e pe-
chincha.
CHITAS PERCALES
Chitas percales avanadas a 240 rs. 0 co
vado; e pechincba.
SO' 0
IV. SO da rua do Crespo
Loja das 3 portas
DE
(JulherBe &C.
Junto a loja da eaquina
I.indi-s le.|r.' -
martin*, de ".--".
recebtu ?. Mapn^ia. a rua Duqae de'Caxias
mero 4a.
Attencao.
A loja da Msgn 'lia. a rua T)ujn d' '
45,acabade HMmW f > Manual da madr 'perfla. ur;.on,. t marfa.
llicos albun- com raj a d< t Ire;
grs-n, niadi-ira. ve ludr. euaro. etc.
Linda? raixa? c m fini siu.i-
l.>gas de sed. br >nc.-.< c d# c
Voltas dc madreperola.
Pc'iajrai de nadreperola.
Itica? caixas para costura.
Vestuaries para hapalsado.
Toaeaa e sapaliiifca de setim
ModerDos chapeos de sol de (dda para utrntins
Lindos port b. pai i>.
Gravalinhas Ji v.Hud.,
Ultima mo
A MagKoiis. a ma lluque k Caxi
cetoeu tun lind >orliinuto ii> li gaijara
de cores, apropri.id ? aos vtstnV rh aa* da ae-
tnalidade.______________________ ^______
Para as uoitcs de Santo An-
tonio e S. Joao.
Aruaral, Nabnc; -V l". acabsr.i
plet = rtim< rtt.i de > n franc ia t mat"
para brinquc i das n- ii de S al A.it-aia a 8.
Joao ; e o que m r -n'leee de mais fgritida a
apn-priad'i fan hraatat H aa i .
Aosdi^nos macons
An aid. Xahocn A ''"'' "* f'iwi--
e MaaMM laata <)ii'- ham oa di*-n iar padroeiro dt-sta-ie.-|'eitav<-! c r i I I f >
8. Joao, participam a^- iavaaa Srs. aaafnas qaa
acabam de rc-tber iasigvias d> JiTf*a an
vendem n< litar Virt.ria, rna da I';.-* 4a VteV>-
ria n.*._______________________________
Salsa parrilha.
Niv.i remessa, exctlknt'
na rua do Vipari i n. I. I* .-.r
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I pt^asanmita
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Ihor. -fiizadoadaa
qua-1 ae extraaw
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da Ten* J
I1"'
cal; leaaBfC saaa
cains
dadaV i
das com todo o
cui ofr.^ooeearaB-
te perfni
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Ecta niaa icau
aid<> aadaaMdaio
ameiaaaaaajau-
to vptw. pelo
cLimico de rr.ais
taleiiio, on $o-
venrr* he^rwntiol
tm Cuba loi
pmnwauiaiu
lie a conter
MAIOh I^KQAO 1'IODINA
lo ape outro qualquer oleo, qe HI* MB
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lOtMKO ECMPODtRSALVADOa.
Em todo o ateo de figaii,. de bacalhio, e ua-
quelle no qual contem a mai-ir por;io Vaa
tnvaluavel propriedade, e n uoioo aaeio fan
corar todas as d* eo^as de
GARGANTA, mTO, BOFr>, HGA0.
Witysica, JartMacWaara, asthma, nlawilu,
toaee, rasfriaiaentos, etc.
Ins poucOs fraaooa di canies ao aaoiao
maajro oae swja, ckrea a vista, e 4i mam
a todo o corpo. Nenhum outro arigo oav
nhecido na medicina ou srmoria,
nutimento aosystema e iur
nada o estomago.
' As peaaoas cuja organisat Ao tea
truida pelas affeccdes daa
ESCROFL'LAS OS RIIEI'MATISIO
e todas aquellas, cuja diajoatio ae adaa cya
pleUmente desarranjada, doaeaa tnaaar
OGLEO DEI if. A DO Dt UCALml*
LA5VAR A H

I llflWR
-


8
Diario de Pernambuco Quarta feira 3 de Junho'dfi 1S74.
rrojccto do mclhornat'nM porfo
de Cfrnarabaoi, r*>iaaIo
l>.i liarcl Jane Tlbnrrio IN>relr M<*K>ilhW4>s. capitwo enm'nhciraR.
PAIITE I
C A P 1 I U L 0 1
A questao do mclhorninento do porto de
Peroambuco ogita-se desde os tempos colo-
nises, e tem subido tanto de importancia e
de mWesse, a proporgao que o commercio
se des-nvulve, qUe no estado h -di- rno de
progr,s demorar por mais tempo a sua solugao.
Estu los mais ou -nenos completes teem
sido kites desde liiO, e ate" o presente coo-
tnm-s", em reUeao aesse melhorameato, 17
projectos, os quaes poJera ser assim c'assi-
BcaubS:
1.* Os qua teem por fim conservar a foz
doyio Capibaribe, fazenlo afyereeous em
seuV^'i rien e augioent.indo sua vefoci-lade,
2." Os qui; teem por lim mu Jar a sua foz,
transf .raiando a existente eaj um porto do
abrtgo oa d6 a, pela auseucia da corrent za
do mesin.> rio.
No primeiro caso e tao 16 projectos de
meUw>ramea*t) do porto, que procuram a
soluga) do problem* no aug.&eoto .la velo-
cidade das aguas dos rio. Capibaribe e Be-
berib<', e em algumas obras d'nrte, cm o
fim de secundar essa velocidade.
Esses projects sio >is seguiutes: 1% do
b tra i i'e Caspar a ; 2, do cbefe do divisao
Jorge de BriM ; 3", do engeulieiro francez
Boyer ; i, do engenheiro da mesma aacio-
nalidade Wau bier ; 5\ do brigadeiro Mo-
rats Aucora ; 0", da commissao composta
dos Srs. Kodrigo Theodore de 1'reitas, Eli-
siorio Antonio dos Santos e !)r. Jose Na-
med* .lives I'erreira ; 7, do Sr. Neate;
8, d.)s Srs. Law & Blount; 9*. do Sr. Pe
accdos das vagi* e ressacas proiu idis o>
aaeoralouro da Barra Granle, aotuido-se
qua i proporcaa quj a curva da* oseillagoes
das ressacas diutin join, as areias vao e accu-
raulando gralualmoaie ale a formagio com-
plete das cordas q.ie fieam deseob irtas aas
acgao das vagas e ressacas. ellas se deposi- gtieira exlsWjn 1**1 igrejas, a saber : a de.Graa !e, ve se qua a forma de esoiza auo to
tame dab origem a formacao deum banco N. S. da Bta-Yls'n> a da Piedade, as das mini as cardas de areia e proveutenv das
deareia. Osdepositosde areia saocommuns Can leias e S. Antonio ,: as duas primeiras
na fix de todos os rios mats ou menos cau- sao de construct m dalosos: em priucipio formam cordas, que a sao de epacas mais romotsa, pOi's si \i [a-
pouco e pouco se vio accumulando-ale" a dicalas na carta la costa que aonpaniia a
formacao completa do uma ilba, que pela historic da revolucSo hollandezi por Bir
sua for na toma o nom'e de Delta. lew. Nesta carta ostes temple estdo Hi
lima pr .va bem evideote dessas accumu- proxi mos a" liaha do espraiamento das {vasantes J is mares.
lacAas estd na diminuiQao do fundo do rio aguas do mar, qie nSose pdlo supp .r que 0 porto de Suape e p.-otegilo pelo recife,
l-apibaribe. t.onsta da biston'a da invasao tiles fosse n cmUruidos mais proiimos;
MlandojB-que caravellas carregadas de ar- pelo contraro, hi mais razfo de suppor sj
tilbaria deman la*am o Gapibaribe ate pro-'que o mar tinha abi produzido excavacdos,
ximo do Caxanga*. porem mui limiladas.
Para ain la corroborar esso fac o, accres- 0 raes no se observi nos fortes do Pi)
vntarei quo por occasiao da collocajlo das Amarell Il.imjr.tei, Giibii e Tamandare.
column is da poata d i dxangd, encontrou- Quern ain la c >mprar o trab dh de Bar-
se a 3 metros abaixo doniveldo le>t do lew reli'.ivtnente k carla by\ ographica tla
no, fragmentos de pdos de mangue e mui- costa de i'ornimbuo cxn os trabilhos fei-
tas cas.-asde ost.-asdVgraudes dimensdas. tos pelo fillecilo t-ipitao de fragatj Vita1 de
Tudo istoprova que em tempos bem re- Olivoira, wrificanf queo mar nao tem crea-
motos o leito do no Capibaribe era mais do bj^Cos alom do recifes, quer dos qu >
profunlo que hoje e que essa moJificagao es'ao submewos. quer dos qoeseconservam
n^'! lA 8radual, que umagMragSo nao f6ra d'ag.ia. Notase apenas n-* foz das
rios que ii :i protegi la pelos r ci^ts, maiores
dopositoj de cord- s de arei i : o- que ve n
ain la robust)cer ,,s ideas- emittiiis-,. de qu
Ibe podo apreciar a difforenca
Se. dep is de uma grande encbente, per-
correr-se as margetis do Capibarib". sem
gran le trabalho se observari, nos lugares
em quo o rio se espraia, ora um deposito
de areia, ora a mudanca do curso do rio
em pequena 'listancia, segundo a velocida-
de com que do^ceu a enchjnte e oobstacu
lo que encontrou-.
J;i se ve. pois, que nao 6" para se por em
duvida que esses deposito se accumuiando
gradualment! em muitos seculos teoham
altorado complttamente o leito do rio e seu
regirneu.
Como mais um exemplo eitarei as ilbas do
Nogueira o do Pina, que hoje se acbam li-
gadas & costa; ellas s3o provenientes dh) an-
t:g is depositos de areias acarreiadas pela
correnteza do bra^o direito do Capibaribe ;
eombimdo com as aguas do rio Tigipi6;
Diston : 10*, do Sr. Lawden ; 11", da com- que passa pila ponte do Motocolomb6 efaz
missio composta do chefe de csquadra Frei-
tas. coronel Dr Jardim e o brigad^iro Dr.
Francisco Antonio Raposo ; 12\d >sSrs. Law
& Blnint (2 projectoj ; 13", dos Srs. Scale
(2 priijecto) ; 14, do toesmo Sr. Seate,
com m idificaQdes feitas p"lo Sr. Hiwskcbaw
o approvado p-.do governo ; 15", do Sr. Dr.
Barros Barreto; 16% do Sr. Dr. Raphael
Arciiinj > Galvao Filho.
N-i sgundo caso, apenas exile o projecto
do Sr. Dr.Liais, no oual propoe a inudauca
dafozdo Capibaribe e algum.is obras d'arte
eaci-es-:orios com o fim de proteger o regimen
do mi'smo rio assim desviado.
Antes de eotrar na apreciacao de alguns
destes projectos, tralo de examinar pnmei-
ramente, n3o s6 a config araca do porto,
como as causas que coucorrem para a sua
obstrucgao, e se ellas sao perraaaedtes.
CAI'ITULO II
0 porto de Pernambuco e formado pela
junccao dos rios Beberibe e Gapibaribe e li-
mitado pela praia e par uma muralha natu-
ral ile pelras que sedenomina recifu.
Este recife tem a f6rma quasi rectilinea e
59 estende d.jsde o sul da povo g3o da Boa-
Tiagem ate o puarol ; a sua largura varia de
22 a 06 metros.
Ao norte do pbarol, na distaucia de 70
metros, esta a pedra denomiaada Tartai u-
-ga, d'onde comeca a barra pequena ou do
Picdo, tendo de 3a 4 metros de profundi-
dado e cerca de 110 de largura.
A partir deste ponto o recife elova-se na
exteoiio de o)0 metros ate o extremo sul da
Barra Grande, porem sompre coberto por 2
a 3 rretros d'agua.
F6rma a barra grande a depressao que o
recife apres^ata na extensao de 880 metros,
pouco mais ou menos ; o seu fun lo varia
de 7 a 9 metros nas mais baixas mares, n
melade do sul, e de 5 a 6 metros na metade
do norte.
No meio da barra do sul existe uma ro-
cha indicada por uma boia. a qual divide
era duas a barra do sul.
Ao norte da barra grande, o recife elova-
se, po:-em sempre sub nerso, e segue em H-
nha recta ate os baixos de Olinda.
Do pharol para o sul o recife se conserve
f6r i d'agua ate o sot da Baa-Viagem, tendo
algumas aberturas em diversos lugares, sen-
i'.o a mais importaute a denominada Barre-
ta, que fica cerca de 3,000 metros distante
do pharol, e tem pauco muis ou menos 66
metros de abertura.
F6ra do recife o mar apresenta um anco-
radnuro desabrigado chamado Lameirdo,
cajo fundo, formado de areia grossa, varia a"
proporgaoque so afasta do tnesmo recife.
Na distancia de 1 kilometro e parallelo ao
recife estd o baixo de pedra deaominado
Banco Inglez ; a sua posicfio e frontoira a
barra do picao e ao recife submergido, que
a esta se segue.
Era toda a extensao de recife a parte iu-
teroa 6 quasi a prurao, mesmo naquella qae
fica sobmergida.
0 fundo do porto e de areia ; a sua pro-
fun lidade cresce a medida que se afasta da
praia; e e variavel no sentido longitudinal
s^gundoo canal que forma o porto, 6 mais
ou menos estreito.
Em frente & barra grande e do recife sub-
merse a profuadidade do porto e de 7 a 9
metros o forma um bom ancoradouro qae se
cbama Pdpo, apezar da agitato das ondas
provenientes da submersao do mesmo re-
cife.
Tendo assim feito a descripc,ao do porto,
paaso a demoastrar as causas que coacor-
r .ta pi.ra a sua obstrucgao.
CAP1TULO HI
0 rio Capibaribe bifurca-se antes de che-
%i r i sua foz; o brago direito contorna a
.ilba Santo Antonio, e depois de passar
pela ponte dos Afogados, recebe o rio Tigi-
pio, "o^ eia a ilha do Nogueira, e busca o
porto ; o oulro braco pnssa pela ponte da
Boa-Vista e da de Sete de Setembro, onde
recebe o rio Beberibe e reune-se ao braco
dir.-ito em frente ao caes do Ramos, e jun-
ts f.tom a sua foz em frente ao forte do
P.ru.n.
A junccao dos dous bracks do Capibaribe
e o hsarde sau maior espraiamento, epor-
tanto o lugar do maior deposito das areias
atiirrotadas nao s6 pelas enghentes, como
pela v I icidade diaria das mares.
As coroas de areia formadas por este de
posilo denominam Cordas dos Passari-
nhos.
As't,.hontes dos rios Gapibaribee Beberi-
1)0 eo r-fluxo dos mesmos rios acarretam
para o porto as areias e os detritos que a
corYenteza encontra era seu leito, prodtizin-
do cor6asdo areia nos lugares en; que a volo-
cidade do rio per le de forga pel a espraia-
mento de suas aguas.
Por spu lurno as areias alo levadss pela
correnteza ate a foz d i rio, e ahi Jiminuin-
do a veluciilade das agua< pelo esprai m n
t" que se observa em freate ai pharol o u 11
a su i junccao em frente 3 ilna do Nogueira.
Assim, pois, fica lira io a linpo que to-
dis essas formagOes de corf>s e ilhas ba-
nhadas pelos rios Capibaribe, Beberibe e Ti-
^ipi6, s5o originalai das areias- conduzidas
pelas aguas dos mesmos rios, e que oio ea-
contran lo ellas facil sibida para o mar pela
dilFiculdade que offerecem as vagas, as res-
sacas e os ventos reinantes da- costa, for-
mam essas accumulafoas que sfio tao com-
muns nas fozes dos rios. Observa se ain-
da que a massa d'agua dessos tres rios faz a
sua embocadura por" dous pontos : o maior
volume sab) polo porto e o raenor costeia ae
ilhas do Nogueira e Pina, e toda a praia a*e
cerca de 8J0 metros ao sul da povoagio de
Boa-Viagem, lugar ffnttir inrmmn o rro'afi,
que em alguns 'pontos Pica subraerso era
meias mares de vasante.
Protegida assim a sahida das aguae,
tmto das enchentes dos rios-como prove-
nientes do fluxo e r^fluxo das aguas, aeon-
toce que a velocidade que tern, estabelece
oanal nos lugares mais estreito* de saa pes-
sagem : e onde tormina ou diminue a aeg$o
das vagas e ressacas, combinada com
pouca correnteza dos rios, observa-se uma
accumulagao de areia que cresce no sentido
em que diminue a curva das-osciUag6e*ds
mesmas ressacas.
Observa se mais que por occasiao d.fluxo
as aguas do mar galgam o recife e se preci-
pitdm no p>rto pelo lalo interior do-mes-
mo recife ; e esse moviaiento periodico,
produz no fundo do porto, junto a essa mu-
ralha naturnl uma tel correnteza, que faz
conservar ahi um fandoconstante.
Uma parte das areias arrastadas pelas en-
chentes e pelo refluxo do iaar e depositida,
tanto no leito dos mesmos rios, como no
porto; a outra parte e levada barra fora e
disseminaia pela grande correnteza do mat.
Tendo assim explicado as causas das ac-
cumulagdes d'areia no leito do rio, passo 4
examinar se o banco que existe junto ao
pharol, e tambemt provenience de areias tra-
zidas pelos rios ou vin las do mar.
Coocordando com as ileas do illastrado
astronomo o Dr. Liais, expendidas no eu
interassante retitorio sobre o melboramon-
to do porto de Pernambuco, eitarei um tre-
cho em que elle explica exuberantemente
que os bancos de areia do porto n3o sSo
produzidos por ensemblement. maritimo.
CxaraLnaado a causa e a aatureza dos baa-
cos d areia, elle a isso examinemos primoiramente se 6 mar
eutra por qualquer causa neste pbenomeno ;
visto a intervengao dos rios ser, & prinieira
vista, o motor, sen5o na totalidade, ao me-
nos em uma grande parte.
Primeiramonta e muito de admirar como
ao largo do recife nSo tenha oaiar formado
uma praia arenosa, attingindo d parte su-
perior dessa muralha natural, como teria
aecessariamente acontecido no caso de um
ensemblement maritimo notavel. Eu posso
citar um exemplo deste eff;ito no dique de
Cherbourg, muralha artificial de construc-
gao recente, ondejd se ve uma grande quan-
tidade de areia do lado do largo do mar,
tendondo a formar uma especie de praia com
seixinhos igualmente transportados.
Nada de sem^lhanle tem lugar no recife,
muralha natural que tem resistido & gcgao
dos seculos.
as areias saa trarid'as pefiis atHmolas dos
rios.
O mesmo Dr. Liais, depois de eserever o
pirt) goologica da proviucia, assim se-ex-pri-
me aoerca da exteusAo do deposito li aroias
da c>sta : Apezar de sue1 oiterasexi; o
deposit.* maneir. alguma o emetnblemeitt moderno ;
pelo* que naose deve contar com o emeu*-
bktwent maritimo nEvlerno, vto que- os
factos, p'>r mim citaiie, no principle desta
que>tao provam q .e eM n5o existe setisi*
velmente na epoca actual.
Sand^e^tabelecido este pinto- essenosai1;.
p6de-se anirnar que oenlulho do porto d<>
Recife e- uiteira neute derido aos- rios que
este recebe. e que S9 Hvrassem este porto- as areias oetntosy. dlo aSMM> origam
cuji distancia varia de 300 a 1:20) metros
da praia, asndo a m dor largurj a quo fica
junta ao Cabj.
A barra esta situdda aj sul d-> Cab > do
Santo Agoslinho, e onde oils tormina, prio-
cipia o recife, qua se eaten!*? a mais de
unit legua fora d'agui
Este porta tem umigraado area, a raiior
part.' ob Iruida pilas areias arrastadas pelos
rios Su ipe e faludca, que reunidos fazem
uuij so foz, o polos rios Ipajuoa e Merepe,
os- (jui-s juntos fazem tunbem uma so
foz.
Seau barra deste porto muil* estreito,
u*o-c ten-do ain o sar inlluentia algu uir, ha dif~
QoukJu le ua sabida das areias, e i-!o con-
corre |!ra iv gradual obsUuc-ao da bar-
ra.
Tendo- o porto u na granle b3ia, as
areias- os detritus dos rros sao d iposita-
dos iias-l'ozes destes, com a*ii se obsirva ;
0 que muito caacorre pan aao ser cansido-
rado coma boin poiio.
No tempo da invasao hollaw ieza este por-
to deu eaa'rada ;i i'foi.i b illan ieaK* u o seu a cor.douro era exteaso e profulo, com/ se
ve" pela i.rla hydrograpliica do Btrlew.
Actual Monte, apernsdci eatrada a barca*-
fis por laa'pequerw-csnnl.
Nos pMieos exempfra* que atib-a do ci
tar. ve-se- que as mares, as isorrsotezas e as
enciientes-dosfios acarreiam paravoe porto*
Sobre a praia de Olioda existem dous for-
tes que por sua forma estraaba So systema
de fortificagSo moderna e por seu estado de
ruina indicam uma coustrucgao jd antiga e
pouco posterior ao descobrimento do paiz.
Ora estes fortes distam algumas bragas do
limite das altas mare's (um delle;, 10 bragas
apenas) e no entanto estao a uma distancia
em quo forgosamente se os devia colloccr
oa sua coustrucgao. Se houvesse, porem,
grandes ensemblement maritimos, como so-
bre uma parte das costas da Fraoca, da Bel-
gica e la Hollanda, nao se os faria assim.
Estes dous factos indicam, pois, .que o
mar nao da*-lugar a ensemblements notaveis
sobre a costa do recifu e que por conseguin-
te nSo nos devemos preoccupar do ensem-
blement maritimo, facto muito importante
para o futuro de Pernambuco, porque pode-
se dizer que todo o porto que o mar teode
a entulhar, -tarde ou cedo acabari, apezar
dos trabalhos dos engeuheiros, por dasap-
parecer completameate.
As costas da provincia s8o entretantra are-
nosas. e ate' mesmo cobertas de pequeaos
com ros d'areia ; e este facto, d primeira
vista, poderia dar algumas suspeitas acerca
dos ense'iiblements miritiios; porem, um
olhar sobre a geologia da provincia nos 6r-
mara completameote sobre isso.
Alem d-?sses dous f -ctos iwima ci -a los,
dbs ensembtormnti fluvias, elles*o.JQ erva-
ria definitivariyHre no estado en* qae se e-
collocasse pelos trabilhos d'arte. Result*
da descripgaosummari* qge temos-da lo AjA \
portj do Recifa, qua sua profundi Jade e pou
co mais ou> menos propoccional .i sa largu
ra; sendoistO'prT>venient*>dis intensaecarroii-j
tczasqu" atravessam n'o era cadi are. Nw
lug-ir era qae o caoal sa-estreita; a veloci-
dade cresce, ao passo queo deposito-le areia
cessa ; ao^contracio, ood ha mais largura^
dd se a redoegao da Teloetttade, era* qaanto
'que as granies particular d aroia se depo-
sitam ao fondo elevan 1om> ao OMsawp tem-
po. E' esta. u-aa lei geral: das correntezas-
que acarretam areias e seixinhos que i
muito onhecida dos geologos e eugenhei-
roa; assi-ra torabem como-ea ciuaa-da for-
raaeao dos deltas sobre a foz dos rios.
Para dar. mais forga a este argument a
com exemplo* tirades de-diversos. portos d.
litoral, passo em re vista alguns portos da
costa, descrevendo e demon strand*- as cau.
sas de suas obfttrucgdes, tiradas da proprta
configaragao da costa, dos recifes que us-
cercam e-do* rios qua nellea desagoam..
Em 1 lugar trato do porto deaominad
Caixoosl* Una, o qual e formado por unv-
grande-e-belto easeada- e prote,gdo pelos
recifes, ao sul do qual faz o rio- Uaa a sua
foz, bem em freate a am ramal do- mesmo
recife que a este fica- parallelo-, o qual ser-
ve do-ancoradouro. Em freate a esta ea-
seada o recife desapparece na extansao
quasi, de 3,000 metros, formando assim
uma- longa barra para depois. reapparecer a
paolongar-se na distancia da 40 kilometros
ate a Barra iron le. Por braz do Recife,
tanto ao norte como ao sul, observa-s*) al-
guns bancos de pedras, e de areia,: ahi a
profuadidade do porto varia de 2-a 4 me-
tros, era quantoque em frente barra, ella
e de 11 a 15. metros. Explicam-se estos
bancos pelas areias acarretadas ao sul pelo
rio Una, ao norte pelo riacho dasllbetas e do
Breio.
Ha poucos annos, por occasiAo de uma
grande enehente, a forga da correnteza do
rio arrombou o istbmo proximo ao vao de
Una e ao sul da Pedra do Conde, occasio-
nando esse rompimento a obstrucgao io ca-
nal do mesmo rio e tarabem a sua foz pela
duple sahida das aguis ; pirera o mar, ao
lugar arrombado, foi a pouco e pouco obs-
truiado, como succedeu ao istbmi de
Olinda.
Em frente & barra o fundo do porto aug-
menta ate f6ra do recife, son-do isso devido
a entrada das aguas do mar pela grande
depressao que ahi faz o recife. A agitagao
das ondas e das ressacas e profunda, o que
muito concorre para con-;ervar um fundo
invariavel. Este porto 6 susceptivel de me-
lhoramento, mudando-se a sabida das aguas
dos rios para o lado da oosta que fica ao
3ul, no lugar denominado Gravatd.
No porto de Tamandare', observase que
nSo desembocando em sua enseada um rio,
como o de Una e sim pequeno riacho, as
accumulagoos de are a nao sao em t8o gran-
de escala, e portanto o fuudo do porto 6
muito menos (obstruido. A sua profuadi-
dade varia de 8 a 10 metros em frente a
barra, notando-so qne mui proximo & praia
o fundo do porto varia de 5 a 7 metros, e
que alem do recife, a profundida le do mar
se augmenta a proporgao que Idle se
afasta.
O rio Uaa, oujo curso 6 (goal ao do Ca-
pibaribe, faz a sua foz na distancia de 10
kilometros ao sul da barra de Tamandare',
notando se que as areias acarretadas por
este rio nao tem de manei-a algumi altora-
do a p-ofundidado daquella barra, e nao ha
receio que para o futuro ellas ahi se depo-
sitem, visto a acg3o euergicas das vagas
e ressacas nac- s6 da barra do Caixao de Una
como da le Tamandare'.
A partir da barra do Caixao de Una, para
o sul, o recife estd sempre fora d'agua aW
a Barra Grande e se afasta gradualmente da
praia de maneira que em frente a esta barra
elle mede 3 kilometros.
Deste pant j em diante, ora elle esta sub-
merso, ora esta fora d'agua, ate a barra
do Porto de Pedras.
Desde a foz do rio Uaa ate o ancoradou-
ro da Barra Grande, o espago compreheu-
dido eatre o recife e a praia e
aos b-tucos- e coroas de aroia, quo,- de ordi-
iwrio se observa aae-bavras e nos portos on-
de dese. lufteeara rios-.
Dito istoy vou provar a necessidia^e da
lamlanga d foz dos rios Ctpibaribee Bebo-
.jibe, ad lueiikdo obiorvngo'.'* e e>tad. fei-
to* sobre o litoral sobre o regumai das
qorreute> qa^ binlu.n a c>s*a sob a. iu-tiuou-
ei dos vent as peril licos ;: comparand;* estos
estudos cofik-o (jttd so torn- osv>riplo acerca do
/eHi araioentw do porto
CAMIOMi IT
Collojada a quosta > tiesto pouto, aiorem
laaauiiuar: 1'", so mu Ida io-sw a foz do rio,
que alter igoos po loin- s-ibrevir ao regifaon
a praia e todo semea-
do de pequenos bancos de pedra e de co-|que os portos que servem
rOas formadas de areias arrasiad is p?los
rios Persiounga, Una eriacha do Cruz.
. As aguas do mar qua bmhara esta praia
eatram em grande qumtidade pcdi Barra
Grande, CaixSo de Una e por algu is pontos
de depressao do recife. Obs.Tva- ,<. j i.it i a >
recife, que esti fora d'agua. c.rta profun-
dilflde que diminue a medida que se ap o-
xim.i da praia. Conven que nao passe des
poderia ap mtar m iilns ; p ircm, apenas li- aporcebido a forma do espigique tomam as
mil.ir m -liui a in'icar maaa win pln imeut-j c^rrobarar as -ideas j pendicular d praia.
daSr, lr Liais. Pela posiclo que occupa o recife em re
i sul da ilha do No- Iscflo d praia em frente ao porto da Barra
do porto pal* ainenciaxla grande correateza
dtana das-raares; i'. -n as areias levadas
pelo rio i- saUi-ias por rtov-a foz nao for.a -
rao bau:ov qo pos>*.n p.n-a o futuro- pre-
jurtirir O actual an ;vn luuro, vis to desap-
parocer dieeto a su i actual; correnteza^
A idea d.; mu laa., i Ki f jz do rio tem
abalado o-foito vacillar a mats de us. espi-
rito forte -acerca do rtOaltoAai de seiaelhante
tentativa..
Na vordade, e uma-questio esta, qat nao
deve ser-Fealisada sein.sor previa^oeato elu-
cidada e eocarada debai^o Je todos- os pon-
tos de VKSia, Cm que a-scieuoia e a prat tea,
pode.u,. como vordtodeiros aux liares, c m-
correr para um folk exito.
Nesse intuito apreseato alguns pootos,
que, ektcidados e eomparadoi com-a ques-
tao deque se trata,.poierao ooncorrer para
resolvel-a convenienteoieule.
Ouanto ao primeiro ponto diroi. quo ton-
do provado que a obstrucgao do. porto de
Pernambuco ( R.jcjI'o ) e Uevida s6:aente a
accuraulagoes do areias ti-azi.las polos rios
aci.ua menciouados, segue-se qpe toda e
qualquer moduicagao que se fizer no senti-
do de desviar as aguas dessos rios, concor-
reca tambem.para dosviar as- accu aulagoos
de areia do fondo do parto, porque, tirada
a causa cassarA o effoito.
Effoctuada a laulanga da foz|lo rio, como
igualmente opiaa o illustraAi l>r. Liais, cu-
jas judiciosas observacdes me serviram de-
apoio aa confecgio n'estetrabalho, cessarao
tamb-ira as accumulagoas de areias no porto
e, assim d'-sappapecora essa correnteza, que
tao prejudicial c ao> navies ahi aucora-
dos.
Muladaa foz do rio, a correntaza do ftuxo
e refluxo das aguas do porto. diminuira consi-
deravelmente, e isso dwri logar a que se ob-
jecte dizendo que, cessando a grande cor-
renteza que hoje elle tem, acooteceni que o
ancoradouro e a barra se obstruLrao pila
f Ua dessa corn-uto constante.
Essa objecgao so desfaz por si mesma,
visto como j foi claramante demanstrado
que as accumulagoas de areia a5o s&o trazi-
das pelo mar.
Nao obstanto islo, passo ain la a provar
que nenhum3 altoragao pole sobrevir no re-
gimen do porto pela ausencia da correnteza
dos rios e das mares.
Para fundamental- esta assergao, apresen-
to como exemplo os portos das Candeias,
de Gaiba. de Gallinhas, Pdo Amarello e ou-
tros, nos quaes nSo deserabocam rios, nem
ba grande corronteza.
Estes portos conservam uma profundida-
de invariavel e de longa data, e sao consi-
derados como b ans portos, desde os tempos
da invasao hollandeza.
Ora, nao tendo estes portos rios que nel-
les desagoem, ou que d'elles fagam parte,
e, por conseguinte, nao havendo tambem
correote d'agua senflo das mares, fica bem
patente e demonstrado que a ausencia de
uma forte corrent) no porto seja para so re-
cei.r uma futura obstrucgao.
Se, pela acga i dos tempos, era dous secu-
los, o mar, com as variadas correntes do
vento nSo tem altorado a configuragJo da
costa, nem produzido mudanga sensivelna-
profundidade dos portos aci na menci a-
oados, aos quaes, a mao do houiem nao
tem conoorrido para a sua conservacao, por-
que razao se ha de por em Duvida a per-
manoncia deum bo n aucora louro pelafal-
ta de grande correnteza, suppondo-se que,
pela sua ausencia, para o futuro, olio liqu
obstruid i, s6 pelo facto de que em alguns
portos da Europa se tem observado este re-
sultado? Sobre este ponto estabaleceroi
argumentos que de nonstrarao cabalmente
de camparagao
para delles so tirar argumentos favoraveis,
nao estao em couligoas identicas is do
porto de Pernambuco. nem debaixo do pon-
to de vista xla configurag3o da costa, nem
do regimon a .ii dos ventos reinaates. e nem, final-
m^nt*, do outraf circumstaacias locaes.
CAPITDLO V
O illuare Dr. Gdvjo, ua soo minucioso
ostudo jobro o tuoiboramento deste porto,
opiaa pela cousarvagao da toz do rio Capi-
baribe, porem reoonhecendo que a obstruc-
gao do porto e devi-la is accumulagdos de
areias Iraiidis pelos qwstjos rios; propOe
aug-neuto de velocidade das aguas dentro
do porto, a lim de que elle coaserve fundo
sempre constante.
O mesmo Dr., na apreciacao dos projec-
tos para o molhoramento do porto em ques
tao, diz que, o quo Ihe parece mais racio-
ual, e o que tiver por idei funlameotal o
seguinte axioma : obeieccr ds lets da na-
turezaparapoder dominal-a.
Sem querer di .cordar com o axiom t ci
tido, entondo que ella seria mais geral se
se dissesseestu lar as lt,is da aatureza pira
polor dominal-a, porque, e deum estu-
fo refloctiJo dessas leis que setira elemen-
tos para domin,il-a, obodocenlo ou contra-
riao 1 i-as, segundo for aiais convenicato ao
caso de applicagiro.
A3m de fuuJamentar o axioma citado,
elle ropjrta-o aos trabalhos foitos ao por-
to do Clyde e ao do Vire.
Eis como se exprhae:
Se bem que na; se possa generalism*
a applicagau ifoste principio a to los o> por-
tos s.tuados a foz dos rios, e que em cada
uaio particu'ar convoulra a- appiicigai de
reirtudios adeqoados ; tooWt podur-si hia
evooai" em abouo do systoma que se devu
adoptar com relag3o ao mulbonimeiito do
porto- de Poruaubuco e mai bello exemplo
fue otTerecea Inglaterra ardspeitoda ques-
tao'dosmdhorameufos d is rios indloencia
dos- pelas mares.
Refiromd ao mcllioramc.-jt-.i-do Cly-J .
Este rio, segundo o Smoaton. Golboriie
Waltr estava de tal m nieira obstru do por
banco* de areia, que sp?nas hateloos calm-
da tres pus d: agua poliam ser cmpregitos
no c immereio da importante eiitode d:
Glasgow ; e era necessario remetter os pro
duct os das raonufacturas a Por:-Glas^aAi ou
a Grsenook- pra d'abi exportal-os-; e os
froduotos de importagSo--ei am da> mesma
irma bal leados, para poderem sertrans-
'rxartados A.iuella idado ( relatorio dirigido
'* Hi Til. Lo-PfcardeJ. Rood*aui;.
0 projettD apresenta lo par G tlbonw p>ira
maelhorar o parto* de Glasgov tinha por idea
capital augmentar a profuadidade du-rio,
qae antes era- de 5 a 17 pes de agua, fazea-
coa*ergir asagua* espalbadas noleito-irre-
gaiar do rio- par* o canal destina Jo -:i na-
vega-jao, por meio de espigoe*colloca'ios do
uma a outra inargeia do rio, de mu lo arc-
glar asecgaVadH mala, e a- .naoter po-!.
acc,5c-propriif d'is eorreates- das cheia*, >
pelas- a das mares- a permaneneta da profou
h'lado adquorida pelo trabalba das bwreas
de escavagao.
A execugii dBssc projecto-tendo tido -fe-
liz exito, foi eoafif-aada por Ik. Tetterd- e
por Mr. Ronnie, e posteriomtente aaplia
la pelo eminente euganheiro-Mr James
Walker iunlando-.se- este ultimo rn-idea
original de Golborne.
h Mr. Walker sustentou briihanteoaanfoa
sua i.)+iniai iios-inqaiaritias a qae respondea
porante-uma eommassio do aarla-ueato-ia-
glez; em 7 de maio- de 18'i-tfj e em M da
juntia de 18'^.i, eiwgando iconclusaode
que- nes aumeroso* easos da-melharanvw-
tos dos portos-d i iugUtirra,.que raeebom
rios- sujeitos a- mares, os raeios efffcaaes
para.obterem^e rosultados, como o que- of
ferecia o porto- de Glasgow,, consistiam em
destruir os bancos e as corOas forma-
das aos lei tos doe rios 'por- mei i de exca-
va^oas, e uaifonaar a secgao de vasao com
o tonga men to do diquus paralellos. atim 1-"
faaer convergir as corr-ntes dos rkas. e a-
qutllas |oe pcovem das oscillagoas- das raa
r-'.s p ira o leito do canal navegavet, de for-
ma que os- detritos acarretados. por tas
ageutes nao- fossera eicbaragados ao seu
transporte aie o mar.
((RolevaaoUr que aaoseodo absoluto este
principio sustentado por WWIkec, como nao
sao todas. as ideas ale hoje apresentadas pata
resolver a quastio dosmelhoramontos dos
rios, pois que ellas divergora om cada caso
particutir, e corlo que elle nao doixa de ser
racioual.
a Relativamente a'Pernambuco, accresce
que as ciruumstancias locaes e a onergu das
acgues bydraulicas iyo sao puraraeate as
raesmas quo as do. exemplo citado, asseiae-
lbando-S) apenas no quetoca a irrogulari-
dade com que circulam as corroutes das
mares e as das cheias dos rios, irregulari-
dade proveniente da forma do leito dos mes-
mos rios dentro do porto.
A< mares em Glasgow, que estA situa-
do a algumas milbas da foz do Clyde, nao ex-
cedera do 1 pe e 9 pollegadas. (o"53), quaa-
do era Pernambuco ellas attingem, a altura
de 9 pes 2,25 pollegaias (i"',8; resultando
que as acgoes devidas ao refluxo das mares
devem ser muito mais eaergicas nesta do
quo uaquella cidado : tal resultado, porem,
era vez de desvirtuar o principio, apoia a
sua appltcagao ; porque tenda-so veritica-
do em Pernambuco que as areias que obs-
truent o porto vera aa sua mixima parte
dos rios, quanto mais energicas forem as
acgoes provenientes das mares, tanto mais
probabilidades haverd do que ellas serao
arrastadas para fora durante a vasante, sa
por effeito das obras que se fizerera nao ti-
rar diminuilo o periraetro molhalo pelas
suas aguas, e se ao caatrario forem obri-
gadas a seguir um camiuho invariavel e
uniforme.
Quaato ao principio aci in onuaciado,
reconhece o Dr. Gil vao que elle na> a
absoluto ; porem que aao daixa de ser ra-
cioual.
Quaato ao porto de Pernambuco, diz
que apenas esto se assemelha ao citado, no
que toca a" irre^ulridade com que circulam
as correntes das mares e das cheias dos
rios ; e somparando a altura das mares
dos'.e porto com o de Glasgow, conclue que
asacgoas das mares devem ser muito mais
energicas naquolle do que neste porto.
Apresenta mais o exemplo dos diques
langetudinaes no rio Vire em Franca,'e bem
assim os trabalhos realisados no Sena, com
o fim de augoiontar a profundidade do ca-
nal nsvegavel.
Quanto ao bom exito destas obras, cila
ainda o seguinte trecho de Mr. Dumond :
Pour approfunder une reviere i mar^s
qui charrie des sables come la Saiae, il
faut laisser entrer en tout liberte" la plus
grande masse d'eau possible, et forcer au
c mtraire les eaux du jusaat a passer daas
un s ul cbeval assez etroit pour q e le cou-
rant cr^use lo lit Cost le couraot du flot que euco.nbre l.-s
rivieres a mare:, e'est le'jiisinl qua les
nettoio.
Kntretauio u i ap-eciagfto d ste tnvbo,
conve-.n dizer q;io ca la p rto esta sujeko
a eerlJS lois e que se dove *ttonior ii se
guintos condigoes : 1 i aogio das correntes
do rnar eseellas produzom ou aa > accumula-
g6es maritimas; 2", i altura das mares e a
sua yelocl-iado; V. aos voatos roiua:'.
- i
4\ finalmento, i coafigura^la #4 iVt o 4o
rio, v tie ua toz e mat* ctrraartamiM lo-
caes.
Ora, no trecho actraa citoao, Mr. Ito-
mood diz do Baal : Cast Wenrrnt aa
tl -t qui eacoabre tos rifiaras 4 aaaraa, e'aat
le jusaat qui oettoie. Daqui at
que aoa portos do Clyde do Vira a
do fluxo concorre la'mbem para a
gao da foz desses rios, pela
areias que o iu>r ahi arrwaaaia.
Esse facto nao s affre contestacalo.
como ji aqui licou demoostrado q
muralh.is dos Jiquea dr Ciin-boarg m
formanio uun praia, prtramaati3 4
cumirljroes maritimas.
Para que se pusaa estobtdeeer a
ragao vnire os podM a Gl.i^nr V'n
c mu o de Pernambuco, e precMo aae
noustro qlte os phnnnmmw, qor
d,lo, sao ma todo idimtieoi a diata, pare ,
nao e islo <* quu se olnerva. e*aav paaw a
provar :
Quanti> i priui-rira coalicao, flcoa ae-
n n-.trail i qu u oil** d Hn p uMos a> cor-
rmit-is do mar prolu/.-tiu aceoiauh
ritimas, em quauto que licou
vado que n porto d PeraaMabae* aav w
Observa essas acTurmilagoes.
fjii.intia 2' eoniicao ve-ar quoaaltMa
d-.-unrr, no porto do (ilasgow ** axceaa
da i>.,M.:|. quan solOido d'uso maor veloctda'it ao flaia V
ntlluxo das ai^uas. visto como a *;* aaar-
gioa das minis, coreorr^i lo para'-tor aaait-
liio.'o ao porto. tem o gran le ia wuawian6
de ahi estabelecer un profawla aavtoraa,
moriali eatreitaoda ao ajaas a saaarcrlo
to vasao, em quanto ipac u aquelfoa aartoa
essa H.Httencia e mui-UMaiwiU, pnaoo pa-
de alterar o regonew o> rio. O qpa a'a-
qmdl'-s portos Sflrve par* regular o ragiaaoa
dos rios que nVllos excess,;, t-rrua-sf projudicwi ao au^iriaaa-
ro. porqaa enlm nos teiiaoi do loafbora-
mento- do porto a maior tvas^'iilliitoaa aao
aguas de saa bacia.
Quaato a 3* condicio, abaarra sa faa,
aqui, os ventos reinantes. saa taui regctoras
e tnodbra toe e nio se dao v ak-matiaaa a
que esto ? sajettos canae* ) Vaocaa 4e
Inglaterra-, wm quaes, os veatu* prxicaaa
correntes liversas, quo- toranaaai por obs-
truir a foz dos rios, t-uja oorrrr*aa oao -rae
acrao angoroaa.
Quanto a 4* couligao. taMHawnte, direi
que foz'e a oxiiiuri,. n do bailo du rio -
mais circutostauvMS lnca. sh a'ostt porto
mui dtversas das dos p artas aaiai ertada* ;
e ImsU- am sa> exompl para wajuUr cata
verdade, e e- quo o p >rto -do tifaaaaabaeo r
prologi lo por am diqpa da- podra natu-
ral, caja direccao recubnoa o qaaai paral-
lela a praia, rooito ..hieorrepara qae o aaa-
mo parto siy consideraio ooakt am boa
fundoa en ire os quouVaotas do N. JL a S\ E.
Me-par ice, por tanto.. lor pruvalo quo os
arguAsuios- tirados da compaaacaa do por-
io de-Pernaiabaen com o de-Ctodi 0 Vire
pelo Sf. Dr. Galvio nao saa peace lent>
visto c^mo aao sao iieuUcas-o*pmiiosdo
comparacao- eia qte so bastouaoro tirar tao
favoraveis de.uccoes.
CAMTUjO-VI
Iratando- do segundo poak>v soaparafei
est norto com alguns porto* da east* do
Pertiambuc >. que estia oaa Wtoaticas air-
cumst ncia-. afim de molbor atucidar osta
questjo, p..is cad", mais ual intoraaae. e
a mais aoolroverluto pelo receio que teat
inspirado-a algous eaaenbeiros. a aulanca
da foz ilo Capibanbo, e saas conswqoaii-
cias.
t' recoobecid a por todos. que feita a mu
dauca da foz do Gapibaribe, o porto ficara
tranquillo. otforecendo ass-n u.n motboi
ancoradour nao sujeito as diarias e imp*
tuosas correntes, mormonte por occasiao das
mares de syzigias.o pelas grandes eucboatos
do. rio.
A ques tao do desviar as aguas do Gapi
baribe, dan lo-'.ne sabida uma legua ao sul
da actual barra., tem levautadogrande objec-
cio, por suppor-se. que as areias acarreta-
das po lent vir a ser deposiladas na actual
birra e ancoradouro do Mo-queiro. lorman-
lo, assim, bancos de aroia para o futuro,
o qn >, necessariamonte, ba do riv a preju
dicar o mesmo porto.
Eis aqui o ponlp de controversia, q te
passarei, com cuidado, a desonvolv<*r, moc-
trando qie esso receio nao tenMun latooci
to algum, b-isoando-rae do estu io quo to
a ho feito dos portos desta oosta; os qua*-
descreverei miauciosamento, de maneira
que nSo deixe no espirilo dos mais prera-
nidos o menor veUigio do semelhaato ob-
jecgao.
0 emineote engouheiro, o Sr. ioba Ha* -
kshaw, presidaute do lastituto dos oogo
aheiros civis em Lon e aaalyse sobre as obras "do melborameu
to do porto de Pernambuco, expen to a sua
opini&o relativa.noiito a divorsas obras qaa
teem sido propostas para o inelh .raaaaoto
do mesmo porto.
Nio o acorapaaharoi em sua analyse so
bre todos os projectos aprasaatados, pot
ora apenas me referirei ao que dissar rea-
peito as objecgoes apresentadas acerca do
projecto do Dr. Liais. que pretonde dasriar
as aguas do Capibaribe, dando lua outra
foz.
0 Sr. Uawkshaw, depois do deecrerer
as obras apresentadas pelo Sr. Dr. Liais,
analysa assim a idea da mudanca da foz
do rio : Admitliodo que a opioiao do {Jr.
Liais fossa fuudada quauto i origem das
raaterias deposiladas no fundo do porto,
ainda assim nada obslaria a que as mate
toria s trazidas pelas aguas dos rios ao Urn
go do recife, se deposittsseaa oa entrada do
porlo e ahi for jiassem um banco. Islo se-
ria o que mais provavelmente toria de i
tecer, porque as correntes alem do I
sao durante a maior parto du anno, do sal
para o norle. L' claro qua a aaaca^ao do
piano do Sr. Liais, alteraria intairaaaeato o
actual estado de coasts e daria lugar a
muitos prejuizas. Nio ma arrisoo a alfir-
mar positivameute que assim acoatoeasaa,
mas e' impossivol prever quaas soriaa oa
otTeitos de Uo completa mudaaca. Caw-
do o caso a exparieocia e por if email aa-
rigosa para ser teatada a
Pe o exposlo se v# qua o illustrado eafa-
oheiro receia que as areias trazidas aetas
aguas do rio ao loiigo do recife, te dapo
sitoiu ua eulra la do porto e alt( form HB
bancos.
(Contin**r-$e Aa.)
f iT. DO. DU"!9. -SUA ill'liV* t CaJOaJ


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