Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17961


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Full Text



AAAO L. MIEKO iU
----------------------------------------------------
l-ARA A CAPITAL B LUOAKBS O.I'Da. \AO HE PAG A POBTE
s?or tres mezes adiaotados................ 69000
Por seis ditos idem. ................' 12*000
for urn anno idem........... ... 149000
Cada numero avulso................% 9330
1
PARTE OFFICIAL
Gavcrno da proviueia.
EXPEDIENTS DO DIA 23 DE FEVBilM DE 1874
/" WCfffO.
Actos:
0 presidente da provioeia, te.nio em vista o
Aviso do ministerio da marinha, de 13 do corrente,
resolve nomear Manoel Carneiro Machado Freire
para servir interinaraente o lugar de ap oalador do
arsenal de miriuha. em sub-tilnioio de Mmoel
Jose" de Almeida Soares, que o exercia tambem in-
terinamente e passou a ter oulra commissao.
0 presidente da proviocia, attendenlo a>
qua requereu Aolonio Augusto Pereira da Silva,
resolve coneIer-lhe lieenca para emharcar para o
presidio de Fernanda de Nrcuha, levanio em sua
companhia of- generos constantes da relacao junta,
assigaada pelo secretano da presiiencia, os quaes
nao poderio ser desembarcadossem que por pa te
do commandanle da exame, alim de se verifi-car M ha agnardente ou
oulra. qualquer bebila espirituosa.
0 presidente da prov neia, att mdenlo ao que
reqaereu Joan Ferreira da Silva, resolve cooce-
der-lhe licenca para embarcar para o presidio de
Fernando de Noronha, a serem entrego.es a Anto-
nio Franc! co de Medeiros, os generos consumes da
f>laf,io junta, assigaada pelo secretario da presi
dencia, nao podeoio, p irem, ser daseiubarcados os
-ditos generos, seta que par parte do coinmandante
daqualle presidio se proeeda a exame, aiim de se
verificar se ha aguardente ou outra qualquer be-
bids espirituosa.
Officios :
Ao Exm. brigadeiro commandanle das ar-
mas.Por aviso de 13 do commie o Exm. Sr. mi
nistro da guerr.i, referindo so ao I* sargento do 2
batalhao de infanlaria, Manoel da Ro?a e Souza, e
ao soldado da companhia de caval aria, Jose Auto
nio Pereira, remettidos para a cone pel w motivos
constantes do offlcio de V. Exc, sob n. 41, de 28
de Janeiro, dirigido a repartieao do ajudaute gene-
ral, declara ter mandado transfer este para nin
dos corpos esiaciona los no Paraguay, e quequan
to ao 1* sargento dera ordens uo sentido de rever
ter elle ao batalhao a que perlenee, aflm de proce
der s# ao competente eooseloo de avenguaeao, co-
mo se acha Jeterminado em taes casos, tanio mais
quanto nao conviria que am inferir de mao eom-
portamento fosse servir em qualquer dos corpos
do exercito. 0 que tado commuuico a V. Exc.
para seu conhecimento e devida execucao na par-
te que del la depends.
Ao inspector do arsenal de marinha.De-
torminando o Exm. Sr. ministro da marinha, por
aviso de 13 do corrente, que siga para a Bahia,
aam de auxiliar o< trabalhos das seccoes do aim j-
xarifado do arsenal de marioha daquella provin-
cia, o 3* escripturarie da contadona Antonio
Pedro da Silva, qua devera ser substitaiJo no la-
gar em que actualmeule se acha pelo apontador
i'nterino Manoel Jose de Almeida Soares, ua qua-
lidade de I' escripturario addido a supraditacon-
tadoria, assim o .communico a V. S. para seu
conhjeimento e aflm de o fazer constar ao reiuo-
viJo ; ficando V. S. prevent io de que para servir
intbrinamente o lugar de apontador nomeei nesta
data, nos termos de outro aviso de igual data, a
Manoel Carneiro Machado Freire.
Ao capitao do pjrto. Tendo nesta data fixa-
do provisoriamenie. a foz do riacho Parnameirim
come ponto de limite entre o dominio maritimo e
o flufial" dos tenenos de marinha, que licam a
margem do no Capibaribe; asim o declaro a V. S.,
para sea conhecimento e devido- lins.
Ao director do arsenal deguerra.Em cum-
primonto do aviso do ministerio da gue ra, de 13
do corrente, mande V. S. fornecer a escola regi
mental do 2" batalhaj de infautaria os utensilios
constantes da inclusa nota, organisada pelo quar-
tel-mestre general.
Ao mesrno. Em cumprimento do aviso do
ministerio da guerra, de 13 do corrente, mande V.
S. fornecer a companhia de operarios militares
desse arsenal, para ajastamento de contas ale o
Gm do anno proximo passado, as pe^as do farda-
mento constantes da inclusa nota organisada na
repartiQao do quartelmeslre general ; convindo
que a relatorio da mesma, a respeito das contas de
farda menio da indicada companhia, e que-tambem
junto remetto, seja enviado ao conimandaule della
para seu governo.
2." secgao
Alto? :
0 presidente da provinua, a vista do ofllcio
do Dr. chafe de policia, de 19 Jo corrente, n. 248,
resolve exonerar do cargo de 2* supplente do sub-
delef;ado do districlo de Belem, 2" da freguezia de
Nossa Sanbora da Graca, o cidadao Ravmuodo da
Silva Maia.
0 presidenle da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em offlcio
da 19 do corrente, n. 248, resolve nomear o 3*
.supplente do subdelegado do districto de Belem,
2 da freguezia de Nossa Senbora da Graca, Ma-
noel Antonio Ferreira Gomes para o cargo da 2#
supplente. e para acjuelle, qae uca v.igo, o capitao
Cari3tovao Santiago de Oliveira
0 presidente da provincia, a viola do offlcio
do Dr. chefe de policia, de 18 do corrente, n. 239,
resolve exonerar dos cargos de 2 e 3 ^upplentes
do d.elegado do termo de Triumpho os cidadaos
Balbino Telles de Menezes e Francisco Gomes Villa
Nova, por nao terem prestado juramenlo.
0 presidente da proviocia, de conformidade
com a proposta do Dr. chefe de policia em offlcio
de 18 ao corrente, n. 239, resolve nnnear para os
cargos de 2* e 3* supplentes d i delegado do termo
do Triumpho os cidadaos seguintes na ordem em
que vao collocados : alferes Francisco de Hello
Barbcsa e Manoel Goncalves Ferreira Luatosa.
0 presidente da provincia, a vista do offlcio
uo'Dr. chefe de policia, de 18 do corrente, n. 239,
resolve exonerar dos cargos de subdelegado e dos
raspeclivos 2* e 3* supplentes do lermo de Trium
puo, por nao terem prestado iuramento, os cida-
dios seguintes: alferes Jos6 Kaymundo Pereira,
Manoel Joaquim de Magalhies e Manoel Bibeiro
Granja.
0 presidente da provincia, de couformidaae
com a proposta do Dr. chefe de pjlicia em odbio
de 18 do corrente, n. 239, resolve nomear para os
caruos de subdelegados e dos respectivos 2" e 39
!>npplentes do termo de Triumpho os cidadaos se-
suinte* na ordem em que vio declarados : Josede
Soaza Martins, Tiburtino Mendes de Magalhaes e
Josif Antonio Simoes.
OIBcios: ...
Ao Dr. chef-; de policia.Aguardo a decisa"
do tmcBtsn, qae no districto de Vicenei t. do b-raio
da :Kaxire;h, deve instaurarsfl ao- .iiit.-.;esdo en
raeperp'traJ) n.i pe~soa de Fr.nicisc) J.is: de
Sant'Anna.jegunJo a parte diaria d=a reparti-
c5. de 21 do corrente, n. 2"..
~ Ao mesmo.Remetto os inclusos papeis, que
me serao devolvidos, cencernentes ao soldado do
7* tiattlhio de infantaria, Jose Joaquim de Sant'-
Auiia, allegando ter sido reerutado nesta provin-
' eia. apwar de ser o unico arrimo de sna velha
mi 8 de cineo irraaos menores, afim de que V.
S., em cumprimento do aviso circular do minis-
terio da guerra. de It do corrente, informe cir-
cuiBstanciadamsate so^^ as allegajJes do referido
sollado.
Ao ]uiz de direito das execucoes, Dr. Jo-
se Qaintino de Miranda.Expega V. S. suas or-
dens no sentido de serem enviados para o presidio
de Fernando de Nonmha, no dia 4 domezseguin-
le, us ?eiit 'iici.idos que esiuerem no caso de se-
guir para dito presidio.
Ao com naiidanttf do corp de pvlicia. -Ex-
peja Vmc. saaa nrdeus, afim -it Serem d stacidas
no t-inno de Garauhuus 10 pracas do corpo sob o
seu commando'
Ao mesma. Recommeado a Vmc. que man-
de de.-t.iv ir no termo de Iogazeira'lO praca- do
corpo so j o seu commando, devendo (azer parte
desta i'orc,a as 7 que segmram para o termo de
Flores conduziudo presos.
3- MBOiff
Acto :
0 presidente da provincia resolve exonerar a
seu pedido Antonio Luiz Cat las de agente Gscal
dos generos agncola* desta provincia na de Ala
gdas, e nomear para sub.-titui-lo a Justiao Jose de
Souza e Silva.
OIBcios :
Ao inspector da thesouraria de faxenda. -
Remetto a V. S. as inclusa* coalas, para que man-
de pagar aos emprezarios da illumioavao a gaz
desta cnia ie a imp >rlaneia de 28izi00 provenien-
te do gaz consumido neste palacio, casa da guarda
e cocheira do mesmo, nos mezes de outubro, no-
veuibro e dezembr i do anno proximo passado.
Ao mesmo Declaro a V. S., para cs fins
convenientes, que nesta data fixei provisoriamenie
a foz do riacho Parnimeirim como ponto de limi-
te entre o dominio maritimo e o fluvial dost rmos
que licam a margem do no Capibaribe.
Ai mesmo. Determiuando o Exm. S\ mi-
nistro da marinha, por aviso de 13 do corrente,
que siga para a Bihia, afim de auxiliar os traba-
lhos das seecoes do almoxarifado do arsenal de
marinha daquella provincia, o 3.' escripturario da
contadona, Antonio Pedro da Silva, que devera ser
substituido no lugar em que actualmente se acha
pelo apontador interiuo Manoel Jose de Almeida
Soares, na qualidade 1e 4.* escripturario iddido a
supradita cmtadoria j assim o coramunico a V. S.
para seu conhecimento e direccao.
Ao oiesmo. Tendo por portaria desta dala,
em virtude de autonsacao conferida pelo aviso do
ministerio da marinha de 13 do corrente, nomeado
Manoel Carneiro Machado Freire para servir inte-
rinameat i o lugar de apontador do arsenal de ma-
rinha nesta proriaoia, em sabslituicao de Maaoel
Jose de Almeida Soares, que o exercia tambem in
terinamente e p ssou a ter outra commissao ; as-
sim o commnnico a V. S. para seu conhecimento
e direccao.
Ao mesmo.Devolvendo a V. S. as propos-
tas que vieram juntas ao sea omcio de 21 do cor-
rente, sob n. 75t, serie F, declaro I e que fica ap-
provado o acto d*ssa thesonrana acceitando como
a mais vantajosa a de.Jose Lopes Machado, para
a factura dos concertos de que preoisa o caes em
frente ao Forte do Mattos, posto em praca no dia
18 deste mez.
= Ao mesmo. A' vista do attostado qae in-
cluso remetto, mande V. S. pagar ao padre Jose
llulino Gomes Pacbeco, vigario collado na matriz
do Divino Espirito aanlo da villa de Pao d'Aliio, a
congrua correspoudente ao trimestre do 1.' de
outubro ao ultimo de dezembro proximo pas-
sado.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar ao contrac-
tante da caiadura e pinlura da fortaleza do Brum
a importancia da segunda prestacio a que tern
direito, uma vez que, segundo informa o enge-
nheiro das obras militares em offlcio de 20 do
corrente, o servico esta a concluir-se.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar ao tenenle
quartel-mestra do corpo de policia, Antonie Jo>6
de Souza e Silva, a quaatia de 111520, despendida
pelo delegado do termo de Itambe com a remessa
dos recrutas mencionados na conta junta, remelti-
da pelo Dr. chefe da policia em offlcio dalado de
21 do corrente, sob n. 257.
Ao mesmo. -Transmitto a V. S. para os da
vidos fins o incluso tilulo de nomeaeao da Joaquim
Alonso Moreira de Almeida para o lugar de 2 es-
cripturario dessa thesouraria.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar ao chefe de
seccao da. secretaria desta presidencia, bacharel
Luiz Salazar Moscoso da Veiga Pessoa, os venci-
mentos do lugar de secretario, correspondentes aos
dias 4 a 8 do corrente mez, visto como o ollici.il
maior, bacharel Adolpho Lamenha L ns, entrou
no gozo da licenca no raferido dia 4.
Ao mesmo.Transmitto a V. S. para os de-
vidos lias a* dez inclusas ordens, sendo duas do
tribunal do thesouro, sob ns. 2$ e 29, e oilo em
duplicata da repartieao do ajadante general, ns.
1006 a 1013.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Mande Vmc. entregar ao thesoureiro da repartieao
das obras publijas a importancia de 5604 para
ser applicada a piutura de diversas pontes da es-
trada do norte, mandada executar por administra-
r;ao, na conformidade do que solicitoa o director
daquella repartieao em offlcio datado de 21 do
corrente, sob n. 49.
Ao mesmo. Mande Vmc. pagar ao empre-
sario do Diario de Pernamlmco a quantia de 5O0J,
constante da conta junta, proveniente de impres-
sio, papel e brochuramento de 1,850 exemplares
do regulamento do corpo de policia.
Ao Sr. Raymundo Florencio de Almeida,
procurador do cessionario dos impostos provin-
cials da villa do Granito.Com a inclusa copia
da informacao ministrada pelo inspector da the-
souraria provincial fica respondida a consults
feita por Vmc em offlcio de 28 de setembro ultimo,
relativamente a cohranca de diversos impostos.
4.' see^ao.
Actos :
0 presidente que requereu Maria do Rosario Pinheiro, professo-
ra puhiica de in3truccao primaria da povoacio de
Lagoa dos Gatos, resolve conceder-lhe prorogagao
de licenca por mais dims meze3 para tratar de
sua satide nesta cidade.
0 presidente da provincia, a'tendendo ao
que requereu Heliodoro Cyrino de Oliveira Cora
gem, e em vista da infonnacao do director geral
da insrruccao publica em offlcio de 20 do corren-
te, sob n. 61, resolve nomea-lo para reger mteri-
namente a cadeira de instruccao primaria da po
v'oacao de Angelica.
Offlcios :
Ao 1.* juiz de paz do 1.* districto da fre-
guezia deS. Loureni;o Em resposta ao ofBcio de
20 da Janeiro flado, hoje recebido, que Vmc. me
dirigio, remettendo uma relagao das conciliates
bavidas nesse juizo, the declaro que a circular
desla presidencia, de 25 de agofJo do anno passa-
do, refere-se aos districtos de paz exisleoWs nessa
freguezia, com especiflgacao da data de sua crea-
cao, frnio aos julgameotos havidos.
A' commisan dn roccotos da freguezia de
Timtiaubri.i'emeilo a Vines.o* roipei'lios hoirieo
palhicos nil) pi jir: in em offlcio de 15 Jo corren-
te, dirigida e_-ta presideuci, que assim fica res-
pondido. <
Purlaria :
A' camara municipal da cidade da Victoria.
A camara municipal da cidade da Victoria
mande substituir os cubos, que servem de lim-
p-za aos presos recolhidos na cadeia de Santo An-
tao, visto como acham-se em pessimo estado os
que existera actualmente, segunde informa o res
pectivo delegado de policia por intermedio do Dr.
chefe de policia em offlsio de 2 da Janeiro proximo
pass'do, sobn.2.
5.' ucfao.
Acto: v.
0 presidente da provincia, tendo em vista e
parecer da coramissio nomeada para examinar o
verificar, nos termos do. 4* do art I* do decreto
n. 4,105, de 2J de fevereiro de 1868, o I.mite que
separa o dominio, maritimo do dominio fluvial dos
terrenes de marinha que fleam a margem do rio
Capibaribe, e mais aioda os pareeares da thesou-
raria de fazenJa e capitaui i do porto, resolve fixar
provisoriamenie como omito de limite entre os re-
feridos dominios a foz do riacho Parnamerim.
Portaria :
. Os Srs. agente j da companhia brasihira de
navegacao a vapor roaudem dar passagens para a
cdrte, por conta do ministerio da agricurtura, eom-
mercio e obras publicas, ao engenoei-o Manoel
Buarque de Macedo e a sua familia, conforme de-
termina aquella miaisterio em aviso J; 14 do cor
rente.
KXeEOIEMTK 00 SRCAETARIO
i." secQ&o.
Offlcio:
Ao engenheiro das obras militares.-D.i or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communicoja V S., para o dovidos lins, que foram
expedidas as necessarias ordens a ihesoararia de
fazenda, no sentido de ser paga ao contraclante da
caiadura e piotura da fortaleza do Brum a impir-
tancia da segun'la presla;io a que tern direito, se-
nuuJo a iuformacao da V. S, conlida uo offl:io la-
tado de 20 d) orrente, sob n. 71.
2.' seccao.
Offlcios :
A) Dr. chefe de policia.0 Exm. Sr. presi-
dente d provincia in ml a declarar a V. S. que
expeJio ordens a thesouraria de fazenda no sen-
tido de ser paga a importancia de 11*52), despen-
dida pelo delegado de Itambe ; com a rem-ssa de
recrutas na conformidade do que solicitou V. S.
em seu offlcio datado de 21 do corrente, sob n. 257.
= Ao mesmo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, manda de;larar a V. S. qoe nesta data offl
cou a camara municipal da cidade da Victoria,
afim de que seja attenJida a requi icio feita pelo
respective delegado, a que allude o seu offlcio da-
tado de 2 de Janeiro, sob n. 2.
Ao mesmo -0 Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmitlira V. S. os cinco tiiulos in-
clusos de oomeacao la- au oridades policiaes ns
raeadas para o termo do Triurapio, d- confor-
midade a proposta de V. S. em offlcio de 18 do
corrente, n. 236
Ao mesmo.0 Exm. Sr. presidente da p'ro-
vincia manda transmittir a V. S. os titulos inclusos
de nomeacao do 2 e 3" supplentes do sub lei* ja
do do dislricto di Belem, 2* da freguezia de Nossa
Senhora da Graga. d conformidaJe com a propos-
ta de V. S. em offlcio de 19 do cor ente, sob n
248.
Ao Sr. Hermino D lllno do Nasci nento Lima.
Por esta socretar a se commanica ao Sr. Hermi-
no Delfino do Nascimonto Lim i que nail i se acha
o docret" de sua nom -acao do eserivao do jury
do t rmo do Limoeiro.
3 setqao.
Offlcio:
Ao inspector da thesouraria provincial- De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
commuuico V. S. que por portaria de hoje foi
exonerado a sea pedi Jo Antonio Lins fold as de
agente fhcal dos geuaros agricolas desta provincia
na de Alagdase nomeado para substituil-o Justiao
Jo e de Souza e Silva.
Offlcio :
Ao Exm. pre ideate *a provincia das Ala
goas.De ordem de S. Exc. o Sr. presid?ote da
provincia, commuuico a V. Exc. qui tiveram o
conve uente deslino os offlci s por V. Exc. dirigi
dos aos mi asteri o do im e io e da marioha.
5 $ec$ao.
Offlcios :
Ao engenheiro chefe da repartieao das obras
publicas. -S. Exc. o Sr. president* da provincia
manda declarar a V. S. qne nesta data expelio as
n cessarias ordens a thesouraria provincial, no sen-
tido de ser entregue ao thesoureiro dessa reparti-
eao a importancia de 5604000 para ser applicada
a execucao da pintura de diversas pontes da es
trada do norte ; segundo solicitou V. S. em offl-
cio dalado da 21 do corrente, sob n. 49.
Ao engenheiro encarregado das obras geraes.
-De erdem de S. Exc. o Sr. presidente da pro
vincia, communico a V. s. para seu coahecimen-
to que nesta data foi approvado o acto da thesou-
raria de fazenda de acceitar a pro,>osta de Jose
Lopes Machado, como a mais vantajosa, para a fa-
ctura dos concertos de que precisa o caes em fren-
te ao Forte do Maltoi, po9ta em praca no dia 18 do
corrente.
Aos,agentes da companhia brasileira de na-
vegacao a*vapor. 0 Exm. Sr. presidents da pro-
vincia ficou mteirado, pelo sea offlcio de hontem,
de ter chegado dos porlos do sul o vapor Para-
na, e seguir para os do norte hoje as 5 horas da
tarde.
*~
TERCA FEIRA 2 DE JUAHO DE 1874
P AR A OBMTBO M FOB A DA FROVIACIA
Por tres mezes adianudos..............
Por seis ditos idem...............
Por nove ditos idem ..-..........
Por um bqqo idem. .....<
11

IT*)
PROPRIEDADE DE MANOEL FICUtiRCA DE FARIA FILHOS.
rs. Gerardo Antonio Alvetd Filhos, no Para; Goncalves d Pinto, no Haraubio; Joaquim Jose de Olhreira 4 Filho, no Gears; katoMo de Len.us Braga, no Aracatj ; Joao /ia Julio Gkaves, no Aasd; Antonio Marine* da Silva, no JUtai; Joat
Pereira d"Almeida, em Mamauguape j Carlos Auxeuciu Munteiro da Franca, ms Parahyba ; Antonio Jos^ Gome*, na Villa M Penha; Be.'armino do Santos Bulcio, em Santo Autao ; f^uiiugos Jose da Costa Bnga, emaaaaroti}
Autonio Ferreira de Aguiar, em Gojanna; Joao Antonio Machaeo, no Pilar das AlagM; Aires AC, na Bahia; e Leite, Cerquinho & C. no Rio de Janeiro.
(Assii
Lins.
Confi
Mergnlk
delalhe.
MUHOfl
I O major Jour B -nifacio dis Santos
ajuJauie de onleo- encarregado do
DESPACHOS DA PBESIDENCIA, DO DIA 30 DE UAIO DE
1874.
Augusto Egidioda Castro Jesus.Sim, na forma
da lei.
Or. Felippe Nery Collaco. Em vista da infor-
macao do reaedor interino do gymnasio provincial,
nada ha a deferir, ficando subsisteutes os despa-
chos de 9 e 17 de abril proximo passado.
Francisco Caracciolo de Freilas. Concedo o
abono de faltas, de que trata o supplicauto.
Francisco da Silva Miranda. Oeferido, quanto
a inspeccio, devendo o supplicante apresentar se
ao director da instruccao publica, a quern nesta
data se ofJBcia.
Genuino Gomes Pereira. Xesla data expeco
ordem a thesouraria provincial no sentido de ser
entregue ao supplicante a importancia do benefi
cio, a que se refere, mediante a corapelente
fianca.
Henriqueta Carolina Alves Vianna. Deferido
com ofllcio desta data ao provedor da Santa Casa
de Misericordia.
Juhu Boyle. Ao Sr. director da instruccao pu-
blica para deferir, nos termos de sua informacao
de 27 do corrente, sob n. 160.
Joanna Nepomucena Soares da Malta.Deferido
com offlcio desta data ao proved >r da Santa Casa
de Misericordia.
Jose Pinto da Cunha. Passe portaria.
Joao Pacheco de Medeiros. Recorra o sup-
plicante a autoridade juiiciaria competente.
Joanna Maria da Comeicao. Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Joao Walfrido de Medeiros. De%se.
Joao Pereira de Azevelo. Passe portaria.
Miguel da Fonceca Soares. Deferido com o
ofllcio desta data a thesouraria provincial.
Manoel Henrique Pereira Deferido com o ofB-
cio desta data, dirigido a thesouraria de fazenda.
Sebastian Jose" do Reg Rarritto. Junto certi-
dao de idade djs menores "
Goiumands dat* anuas.
^CARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 1.* DE J> N'HO DE
1874.
Ordem do dia n. 823.
0 brigadeiro commandante das armas faz pu-
blioo para os fins necessarios que o Exm. Sr. bri-
gadeiro director do hospital militar desta provin-
cia, Francisco Joaquim Pereira Lobo, obteve por
portaria do ministerio da gaerra, de 20, proroga-
cao da licenca com que se acha na cdrte por mais
3 mezes, o que constou de aviso d'aquella m-sma
data; a que se referio a presidencia em offlc^, ^
29, tado de maio proximo finde.
IX^p>trtivAa dtt policia. .
2.* seecatTSecretarja de, policia de Pemambuco,
. de juoho de 1874.
N. 661 -lllio. e Exm. Sr.-Participo a V. Exc.
qua se deram as seguintes occurrensias :
Nos dias 30 e 31 de maio ultimo, oao foi reco-
lhido indrriduo algun a casa de deten^So.
No di42 do mez proximo Undo, o oespanhol
Manoel Laiz Blanco, Man .el do Nascimento e Jose
detil, atVombaram a estribaria do eug^nho Una.
do termide Santo Anti), e r-mbaram dous caval-
los, nheeido p>r J.ne Mmino, e approhendidos os ca-
vallos.
Sobre 4ste facto procedea-se ao iniuerito poli-
cial, qua foi remettido ao respec.iv.i Dr. juiz mu-
nicipal.
Ni n >ife do dia 26, no lugar Areia-Grande,
do ri-feri'ki termo, Antonio Mirqiies dt Silva, as
logrando nvadir se ; a autoTidade policial respec-
tiva fax o competente inqnerito. qua ja foi remet-
tido ao Dr. juiz municipal.
Dous guarde a V. Exc. -Illm. e Exm. Sr. com-
nenda lor Henri iu : Pereira de Lncena. digno pre-
nio Francisco Cfreia de Aranjo.
^HAMBUCa
ASSEMBLE* PROVINCIAL
DE MAIO
DE A0UIAII.
SES>AO ORDINABIA EM 4
PaESTMOiCM DJ SK. FKRREIKA
(Conclasio).
1 discussio do art. 11 do projecto
deste anno, esiabalaceudo bases
da instruccao pablica, com as
Coutimia a 2
n. 38 tanjoe.ii
para a reforma
emendas apresentada).
O Sr. Manoel do Rego t Sr. presi-
dente, pedi a palavra para oppor-me ao substitu
tivo Jo art. II, apresentalo pela commissao, na
parte em que determina que em todas as ci lades
e villas da proviocia poderao ser nomeadas pro-
fessoras para reger escolas do sexo masculino.
Segundo as explicates dadas pelo uobre depu-
ta do pelo I* districto, digno relator da commissao,
a razao, porquo foi apresen'.ado esle substitutivo,
foi por ter a commissao aceito uma emenda
do nieii uobre .imiao, deputado pelo 3* dis-
tricto, que raduzia a idade dos alumn queiitassem as escolas do >e\o masculino regida-
por senlioras, a 12 aonos; foi esta a razao justiO-
catoria do suh-titutivo.
0 Sr. Joao Rarbalho: Foi uma das razSes.
0 Sn. Kivaaa do Reo : Ou ao menus a es-
sential.
Desta medida resulta am grav incunvenientr,
como pa-sarei a demonstrar, a vista da latitude do
artigo sub.tiiutivo, que a estende a todas as cida-
des e villas .:o centre da provincia.
Nao sou contrario em priacipio, em these, ao
en;iao por senhoras dos alnmnjs do sexo mascu-
lino ate certa idade, dez ou doze annos; mas qui-
xera que primeiro tizessemos um eusai > nesta ca-
pital someote, para evitar.nos um grave inconve-
niente, que resulta da adopcao do substitutivo tal
qual esta.
Com effeito, so podendo frequentar as escolas
dirigidas por senlioras os alumaos men ires de 12
annos, succedera que em oiuilas localidades da
provincia sera nacessaria uma outra escola do sexo
masculino dirigida por um professor para aquel-
les alumnos, que forem raaiores de 12 aaoos.
(Apoiados.)
Isto e am grave inconvenient;, que vem sobre-
cairegar, extraordinariamente es cofres provin-
ciaes, porque em muitas localidades da provincia
em que existera actualmente apanas uma escola
do sexo masculino, havera necessidade de crear-
se duas escolaa.
Por isso, apresento um substitutivo ao da com-
missao, de tnodo que fique por ora esta medida
adoptada oaicameote nes;a cidade. Asim desap-
parece de certo modo o inconveniente, porque,
sendo os bairros desta cidade maito proximos, e
havendo em cada um delles graude numero de
escolas, nio sera peaoso ao alumno, que liver
mais de 12 annos, e que por isso nio possa fre-
quentar a e*cola dirigida por professora, ir fre-
quenlar a e3cola dirigida por professor em outro
bairro.
0 Sn. TiouRcio de Magalhaes : E quaado to-
das as escolas forem regidas por senhoras f
0 Sr. Ma.vobl do Rego : Isio e uma hypo-
khese gratuita, porque naosequer banir os pro-
fesfores; nao e este o espirito da coramissio.
Qneremos apenas fazer am ensaio.
0 Sa. Tirurcio db Magalhaes : Se o ensaio
der bom resaltado t Desapparecerao os professo-
res publicos.
O Sr. Manoel do Rego : 0 resultado nao
pode ir ao ponto de excluir o sexo masculino,
mesmo porque e iadispensavel que hajam escolas
dirigidas por homens, para aquelles alumnos, qae
forem maiores de 12 annos. Por isso, digo qne
ne.-ta cidade nao ha inconveniente nenhura.
Aquelle que morar n'am bairro, por exemplo,
Santo Antonio, e nelle nao houver escola para
alumnos maiores de 12 annos admittindo a hypo-
these figurada pelo nobre deputado, ira a outro
bairro, S. Jose ou outro qualquer, etera de
transpor uma pequena di tancia, o que nao acon-
tecera no centro, onde sera preciso collocar em
alguns lugares duas escolas, como ja demons-
Uei.
Eis a razio jaslifioativa do substitutivo qae vou
apresentar, restringmdo a idea da commissao a
esta capital, onde melhor se apreciario seus re-
saltados, os quaes, sendo satisfactorios, podera
entao a mesma idea ser ampliada a oulros lugares
da provincia.
E' iida, apoiada e enlra conjuncUmente em dis-
cassio a seguinte emenda sabstitutiva :
a Nesta cidade do Recife poderao ser nomeadas
professoras do sexo masculiao. S. R. Dr. Manoel
do Rego.
O r. tMtBcalvei. Ferreira: br.
presidente, a ausenoia de um amigo e collega nosso,
me forcas vir a tribuna na presente discussao.
A casa assistio a parte, que tomou esse collega
uo debate do projecto de instraccio pablica ; as
suas opiniSes e doulnnas a respeito da reforma
do ensino publico foram por elle largamante ex-
pendidas nesta assemblea, e todos nos vimos que,
no sentido de esclareeer, de aclarar a doutrina do
.srt 11, fe/. 'or esse nobro deputado qae_ minda-
na uma emenda. Mas. como olio hoje nao tenha
compacido a sessiio, o cavalheirisino pede que en
preentna aqui os deveres, que elle prcencheria.
se estivesse presente.
Assim, pois, vou maadar a mesa a emenda, que
elle offereceria.
E' tambem lida, apoiada e entra igualmente em
discussao esta emenda :
t Ao art. 41. Accrescante-se mediante con-
cur8o.S. R.-GirtcolcM Ferreira.
O sr. ^.\mt0 petHoai -Sr. presidente,
?or Cicasilo ds discutir-se o art. 14, muitas emeu
, dis team sido mandadas 4 mesa. Sobre duas del-
I las, uma nie flxa a idade para os meninos fre-
'qaeotarem a) escolas em 10 annos, e outra que
dink i Wanderley a fi vi em 12 annas, ja algsos dos bra. depalados
' teem lido occasiao de pronunciarem-se. En en-
ten lo, porem, qae nem uraa, nem ootra Juisas
emendas, deve ser adopiada.
Com effeito, desde qae o projecto no art 2*
consagra a obriga^ao dos nrsniaos Freouenlarem
as escolas ate- a idade de 15 annos, pareoe-me que
nao ha razao da razir-se no artigo que se disrate
essa excepcao, alti certo ponto odiosa mesmo.
Se os meninos ate a idade de 15 annos sao obri-
gados pelo project! a fraquentarem as sSSolas....
0 Sr. Oltmpio Marques : Entendo qoe os de
15 anuos ja nao sao meninos.
0 Sr. Pinto Pkssoa :'.... nao ha razao para
que se limite a idide a 10 ou 12 annos.
'A commissa> tambem nao enunciou a sua opi-
ina. a este respeito; abstave-se m^smode deter-
miuar alguoia 0 Sk. Pkrbtti : Reconhecea que o projecto
tiaha sido omisso nesta poato, tanto que abrai; .u
a -meiiJa logo que foi apresenlada.
0 Sr. Pinto Prssja : Pode ser mesmo qua
para o futuro toJ is as escolas. tanto da capital,
como das cidades e villas sejam regidas por pro-
fessoras. Neste caso, perguuto en : aquelles, que
sao obrigados a freimentar as escolas ate a idade
de 15 annos, onde irao beher o ensioo, qae Ibes
e" determinado, como nbrigatorin ?
0Sa. Mamoel do Rkgo : Para evitar o in-
couveniente adopU a ininha emenda.
OSr. Pinto Pkssov : Ea qaizera que algum
dos nobres deputados, que se intaressam, ou pela
primeira emenda, qua consagra a idade de o annos,
ou pela segunda, que a determina em 12, me de-
clarassc como p >Jem conciliar estas duas coasas
tao diversas.
0 Sr Olympio Marques : -Restringiodo a capi-
tal, on le In mui'as caleiras.
0 Sr. Pinto Pkssoa :Nao, nio e rest ininlo
a esta capii.d ; esta restriccao nada importa, nada
signiGca,a nem de nenhuni mod) solve a diflicul-
dade, que apresento a aprecia^io dos nobres Je-
putados.
Vozj :Solve.
0 sa. Joao Barbalh : Esta restriccao e mes-
mo odiosa.
0 Sn Pinto Pessoa : E' mesmo oliosa, como
li/. o nobre relatoi da commissao.
0 Sn. Peretti : -Por ora e iadispensavel e ue-
cessana.
0 Sa. Pint) Pessoa : -Sr. presidenle, admira
mesnn que alguns dos nobres depatados se teuham
manife-tailo no sentido de negarem capacidade e
habililacoes as senhoras para regerem cadeiras do
sexo masculino. Isio e extraordmario ; e um ver-
dadeiro auachronismo
0 Sr. Pkrbtti :Qnera negou isso?
0 Sr. Pinto Pkss )a : Penso que o nobre deputa-
do, o Sr. Dr. Rttis, negou.
0 Sr. Ratis k Silva : -Eu nao neguei a capa-
cidade, tiue ellas teem.
O Sr. Pinto Pkssoa :Nao negou a capacidade,
mas a convenienr-ia.
0 Sn. Ratis b Silva : Ah a conveniencia
neguei
0 Sr. Pinto Pessoa : Bern : negou a conve-
niencia apresenlando algumas razoes de ordem pu-
blica a de moralidale.
0 Sa. Ratis k Silva : Sim, senhor.
0 Sr. Pinto Prssja : -Ora, eu entendo, senbo-
res, que quando se nomea para professora uma
senhora, que tem dado provas exuberaates de sua
illustraca i e de sua moralidada, nao ha receiar
qae ella nao possa transmittir o ensino aquelles,
qua se niatricularam em sua escola.
OSn. Ratis bSilva :Pode transmittir o ensi
no, nao ha duvi.la.
0 Sr. Pinto Picssoa :Nao vejo mesmo nenhu-
ma razio para se contrariar este projecto.
Por conseguinte, se nos adoplassemos as emen-
das quer a que consagra a idade de 10 anuos,
quer a que consagra a de 12, aos leriamos achado
em uma especie de contradicao, porque a obri
gaQao do ensino c at6 15 annos. Se nao se nega
que aqui na cidade possam todas as cadeiras ser
regidas por senlioras ...
0 Sr. Manoel do Rego : -Nao negase isto ;
trata-se por ora de um ensaio.
0 Sr. Pinto Pessoa : Como nega-se t Pois se
as senhoras se raostrarem mais habililaJas do qae
os homens...
0 Sr. Manjel do Rego : Isto e uma hypolhe-
se gratuita.
OSr. Pinto Pessoa:Nao e uma hypothose
gratuita, nio; os nobres deputados nao podem fugir
as hypotheses, quaado ellas lhessao oilerecidas em
uma discussio seria.
0 Sr. Peretti : Eu aceito todas as hypothe
ses, qae sao realisaveis, mas nao as gratuitas.
0 Sr. Pinto Pkssoa :As hypotheses gratuitas
nao trazem se oao ama consequeacia gratuita, e,
conseguintemente, nao podem prejudicar a argu-
mentacao em caso algum. Nao ha alias aenhuma
hypothese gratuita, e sim inteira possibilidade.
Desde que nao ha limites para as senhoras serem
admittidas na- escolas publicas, pode acontecer que
mais tarde, taes sejam os dotes superiores, que
ellas revelem para o magisterio do ensioo publico,
que venhara a ser preferidas aos homens. Neste
caso entende o nobre deputado que ba apenas
uma simples hypoihese gratuita '
0 Sr. Manoel do Rego : Ainda nao se vio isto
em parte algu.na do mundo.
0 Sr. Pinto Pkssoa : 0 que se nio vio ainda
em paiz nenhum do mundo?
0 Sa. Manoel do Rbgj : -Esta superioridade do
sexo t'eminino sobre o masculino.
0 Sn Pinto Pkssoa : E' que o nobre deputado
se persuade de que a superioridade das seuhoras
para o ensino das criancas nao 6 evidente, oao e
reconhecida em toda a parte.
Vozrs : Das criancas, sim.
0 Sr. Pinto Pissoa : -Nioe que esta superio-
ridade seja um facto maito brilhante nos Estados-
Unidos, onde ha prodazido os mais extraordinarios
e efficazes resaltados?
0 Sr. Manoel do Rego : -Superioridade exclu-
siva, como admitte o nobre deputado?
0 Sr. Pinto Pessoa :0 que quer dizer supe-
rioridade exclusiva ?
0 Sr. Manoel do Rego : Excluiado o sexo
masculiao como o nobre depatado admiltio.
0 Sa. Pinto Pessoa : 0 nobre deputado esta
acostumado a in ter romper constantemente os ora
dores nesta casa com interminaveis apartes; e
mais nobre e mais justo que peja a palavra para
discutir as ideas que aqai sao emittidas.
0 Sr. Manoel do Rego :Acabei ha ponco de
fallar; hei de apresentar as idias, que me occorre
rem, quaudo entender conveniente.
0 Sb. Prbsh>imtk :Atlencao Rogo ao nobre
deputado qae oo e-teja interrompendo constante-
mente ao orador.
0 ?r Pinto Pessoa ; -Senhores, eu disse qne e
reconhecido que as senhoras teem mais estimulos,
proprios para transmittirem a educacao a criancas
do sexo masculino.
0 Sn. Oltmpi ) Marques :De que idade ?
0 Sn. Pinto Pessoa :0 nobro depalado far-
me-ha o favor de dizer quaado acaba a puber-
dade?
0 Sa. Olympio Marques : Priutipa aos 1\
annos.
0 Sa. Pinto Pbssoa :Pois eu ns* entendo que
um menino, que tem 15 annos, esteja cmancipado
para o ensino.
OSr. Olympio Marques :-Ja pode caaar, sa-
gundo a nossa lei civil.
0 Sa. Pinto Psssfflt: -Foi por isso^nesmo qua
comraissio entendeu que davia toraar *r,i*
I o ensino para aquelles, que tivessem 45 aonos e
queen chamo- criancs*...
OSr. Otmmm Wmm Cnancw de 15 aa
nos ?
O Sr. Pinto Pkmoa :.....0> 15 ataua; eu chamo criancas. e que o sobre d>patado pmte
etiamar p frfeifomeotc homens, besMsn
to*.
0 Sr Bomingw Pinto :Nem ic4m rt>
cas ; a mor parte sao homens.
0 Sr. Pinto Pessoa : -Por isso, teahsm, qaan
do o ensino e livre e quando e a > asrsnao leaapo
obrigatorio ale certa i-Jade, nie vn*n >>ot*a W
como nos queiramos fazer ama n*triec*o a idade.
em qua se deve fr>oentar as escolas, restricCM.
qua eu acho, como-o meu nobre eora^aalieiro de
commissao, muito odiosa.
Foi simplesmente para fazer este protests, qss
pedi a palavra.
A diseaisao fica adiada por ter de passar-sa 4
segunda parte da ordem da dia.
O Mr. RatiH Silvia, obleado a palarra
pela orJem, reqner e a assembles aprova a ar*
gencia para contionar a discussao do art H'adia-
do, ate >er volado.
Contiaaa, portaato, a discussio do ssessM ar-
tigo.
O Hr. Ralla e Wltai -Sr. presides**, op-
pond-j-me, como me oppnz, a dontrina do art. If,
man lei ama emenda supprimindo-o. Vj qne o
men pensamento foi completaroente repeilido pela
casa, porque reconbeci qae eatava no espirito dlla
a dontrina consagra Ja no art. II.
Por baa, nio preten lia volur a tribana para
fall ir sobre esta materia, ma' agora sou prov .<.*
a dizer algumas palavras erarasposta ao men nobre
amigo, deputado pelo i* circulo. em jo-tinca.-io dt
iotenrio, com qae expendi a minha opinisi acerra
deste assumpto.
Sr. presidnnie. a nobre d>putad> entenden nae
desta levar a qaestao pelo lado odioso ; qnizi
oroinetler me com o betlo sexo, a quern nao
inlencio de ofTender.
0 Sr. Pinto Pkssoa : -Nao, senhor.
O Sr. Olympio Marques : -Foi uma iniriga.
O Sa. Ratis e Silva ...... qoiz intrirar mm
co no be lo sexo. (Riso.) Nao deejo, Sr. presi-
dente, incur rat no desagrado do bell > MB >. (Risa-
d.n.i Nao irr iguei injuria alganw as sesnoras.
nao live intencao de offende-MMi, o qae ea anas
foi qae me pareria inconveniente dVhaiso do noaa*
da vista la mo "alidade, qae seentregasse a dkffa
sao do ensine priroario As professoras paaacaa
Quando assim me exprimi, nao foi porqqe deaas-
nheceste que as professoras poMi -as tan snlacisa
t s habilitacdes para o magisterio, tanto aaaato
podem tor os professores; nio foi por isto, nao foi
porque eu deix-e de reconhecer em geral na> se-
nhora^, que exercem esta pron**u. moita apadSn,
muita dedicario e maita moralidnde, em alga-
mas rocoohei.-o ale virtudes. Nio, asaaaraa, asas
foi porqne, pot melhores qaalidades moraes ana
possam ter as senhoras. por mais vii
ellas sejam, o moo nobre eoaega sio
de concordar c mjiro em qoe as vases eass nio
iiodam resi.tir as invasdes, qae an eaptnto poanm
fazer as paixoes em tao fresea idado.
0 Sr. Pinto Pbsso* : Nio, ellas sabern rasa-
prir o sea dever.
0 Sn. Ratis e Silva :Uma seaaora, qne easi-
na a urn menin >, como qaalinca o noare d>eata-
do, de 15 annos.....
0 Sr. Peretti Criaora de 13 annos '
0 Sn. Ratis e Silva :-------crian;a de 15 aa-
nos, sendo ella tambem moca, por muito b>Va eas-
cacao qne tenha. o qae su.moiho em i.idas -
ral'mente, pr muita virtude que aaaaas, nio as
dera um dia ser fiscinada Nio podera nss dia
fraquejar ?
OSr. Pinto Pkssoa: Porroe aim ? Ililari-
dale prolongada.l
0 Sa. Presidrntk : -Attescio 1
OSr Ratis e SavA :-Ora, porque ?: illilan-
atas.) O nobre depatado comprehi-nde me par-
feitamente ; hem ve* qoe pelo respeito qne sedere
ao publico nesta casa nio se pose etpeader
simenlo desta ordem com toda a liberJade ;
toda a clareza.
OSr. Pinto Pessoa :Ellas eomprehendeni par-
tamente quaes os seas deveres e qual o sea fotam.
0 Sr. Ratis f. Silva : Por isso, duia ea. ass
nao concordava com a idea de Mr o ensino phan-
rio conflado as senhoras.
Sei que nos Estados-t'nidos ja se aJmiii > o en-
sino primario pelas senhora* aos meninos, mas ate
que idade 1 La se coafia as senhoras o easiao das
criancas e para qoe ? Para o que nos diasssss
aqui desasnar.
0 Sa. Pinto Pessoa : A'severo ao sobre desa-
la lo que nio e exacto.
0 Sa. Ratis e 10 annos ; e e nesu idade soasati qae etas pas-
cisam dos cariauos e das branduras ds nava m-
nhora, que Ibes airva como qoe de mii. Mas ass
rapaz 1' 14 on 15 annos nio precisa aestos eari-
nhoa, destas branduras.
Nos Estados Unidos, como disse, se adaitle isso.
ma i i para desasnar as crian;as de idade tears.
0 Sa. Pinto Pessoa :O nobre deoataaa sao *
capaz de provar me isto.
0 Sr. Ratis eSilva : -Nem o aobre depatado
capaz de provar-me que la se ensina ale a idat>
de 15 annos em escolas regidas por senhoras.
0 Sr Pinto Pkssoa : -Eu aaMvero aae ana #
exacto o qae o nobre depatado diz ; prov
c mtrario.
0 Sn. Ratis e Silva : Sr. presidente, aa .
contimio a dizer mais absolulament
.sar-se as senhoras a ragaresi escolas ae '
desde a idade em qae entrain ate" a de I
qae a lei tuarca como limite para elles
mittid as escolas. d uma iacoaveiiiencia. r assa
impradencia qne poJ* trazer graves males a aw-
ralidade pablica ; e depiis o remedio viva tarae.
OSs Domingi Pinto:-1st> e qae a* t
duvida nenhuma.
0 Sr. Oltupki Marques -Nio I por aai fan
eu receio.
0 Sa. Ratis r Silva : P as e por aai ass
muito rec-io.
0 Sa. Pinto Pk-soa :Entao nao se Asre
lir que o ensino seja obrigatorio para as
ate 15 annos.
0 Sr. Ratb k Silva .Nio teas aaaa o
obrigatorio com o que acabo de dizer ; aaaa l
ensino ohrigat rio ale certa idade.
0 Sr. Pinto Pessoa : -A de 15 anno* esti i
cada na te'.
0 Sa, Ratis e Silva :Mas nio esUatos i
man Jo a lei ? Nao ha ahi emendas
qne seja a idade ale 10 ou 12 ana *,
eu aia' nao concordo ? Como nio se i
mar isto?
Vou eoncluir, Sr. pTMidento. dUeadaaas
tei-me someote para ex(dicar o men paSM^saam,
para arrsdar de mim a idea de sdyisaaaa, aste an
rece que rostra a minha pessoa tom
bre depalado com refereacia as
siira*, a qnem alias moilo acato.
Pretendo acorca desU malaria oao
a tribuna. m .._
Sr. OI> aapla W \r*mrm : Sr. prsssasa-
' 3, mi obrigado a tomar a palavca para rrspoalrr
a aignns argamentos, qoe forsss aqai ataiaitas asto
nobre deputado pelo V districto,
mis io de instruccao publica.
Di-se elle qae aqull*s qa v c
ter conveniente re>tringir a idade
tiveasem de frequeaur as
nboras, negavam a
senlioras, o que era btjostica, eaaw
tem aemonstrado,
em ja
asa>MtW-
j?
1
c ms:


-*------.
**

*-
r '
. '4
M
IPjyiUWJLJtLLi.jlLll /ijflaT^16 de PaBmhwo r ^Ueifa 2 '_A tv.Krn 0/\r.ii< I. .1.- .. : .:_____... .^.. ^ ..
cousi nio 6 a conscquanc._
0 Sr 01*M*Maboues I -0 m.bro tlepnladn de.
moroa se 4^nui|o em. sustpntar que as, senhoras
tem lania MMtep.tra o casino cono os homens",
e se Assinl|3HUiavia'razao pafa qae s6 exigisss
o concurstfpm'fc senh >ras* qi qnizessem dodi-
car-se ao magisteHo do sexo masculino.
0 Sn. Ilxto PK550>;-Afllia|o_4iie nao disse
tal cousa.
0 Sr. Oi.ympio WfciQunS*P#(]6o ; mobe de-
putado impugnoMso ;6 aseufmdas qne rejtrin-
gcm a 10 e 13 annos a idada dos alumoos [Be ii-
verem de frequptafr as escolas regijas pot se-
nhoras.. ..
0 Sb. PiNTo AiisaA : -Sim, ifto 6 ontra dbusa.
Digo que nao so deve reslrlligig a idade.
O Sr. Oliupki MxnouK^: Jl. cobo taiahem
a emenda quB estaaalece consjirso.
0 Sk. Purtt Psssfl*-r-.Nao, serfSarv ao contra,4aa*ft
Wo. As senhoras nao podem ter escolas sem con-
curso, sem corapeiir c in os homens.
0 Sb.Olympr Mabques">Vejo qae o nobre dc-
putado esta enganado ; entao stn em desaccordo
nv> tin'iam iyUe,ptfJ,v> para o entartabaaib*
hqmcn*. l'oado, vido feu urn 4iMqtie*o oppofWAiip
em unu das sGssoe's u'assauas ao eh.-ino das *<-
nnoras" avtrianra* lo*exo mascunno seuFunja
restric^a*, -dow diser que a raitha oppasipW'aaa
e aosorata, mas em termos.
Enteodo quo as senhoras ie* n iguaos aptiduos
(pie os noaaans par* S! ***<'*** todas %i
mater i as'qoe coaslRuc;N o magislarm ; t Uvez
mesmo BBstenuaminriis apiidGes.
.'O Sn. Brat o P8SOA : Apoiado.
0 Sr. ouiirio Mabch h$ : -.. mas que sa deve
oxigir quaue-sas sautmras dncorraoi os reque-
st to* tweenarios auma boa professora.
0 Sn. .ftflro Paso* :-flslo siro, .ccftamaoie.
0 Sn. QtiMi'in Hwiorgs :Ora, a possa'tel. de
mstruceaa atiblica esi;:; que n professor** do
ww mascoHm dWiiuu i am term ru|ULjlwW^e
tornem o individuo perfeitamente habilitado para
magi^terio, o .%>, '-sc" da ;n v wes:
exteusao no pro|f^|ui 4a oa l#rasjfc se
feminino : ahi.se resifTnge o numero das mate
i>Sr. Pinto i'nssoA: Pols en a
jfafti lmnli.iiuir.s cmsidyrafo-s a i
tytWW-k aimja urn pinloseriu para ft-' ,
... .? "35 N?>.*r.- prcJlJcatu; tX[;li(^i,j., ^
so se quer, como o nobre deputado pretende,
ruauter a disposigao do artigo, fazendo permissi-
vcl as senhoras o ensino do sexo mascqlino em
tokH as Mades was eroMaf, dee-se gir qe
estejam habiJitadas convenientementi>. eomo
r!h-
-omais eompteto e pprfeito vmt-m -tern -foifft- -ma p&Hmt-mi+i enjino. -*ef
iineiros de eommissao.
0 Sr. Pinto Pkssoa .Nao ha tal; e se o nobre
xleputado quizer entrar era uma verficacao raais
aeta'sl*r0'eateJj>oiHo, 9omo pele a tonUade-tn
argumentacao, prbvoqae oSr. Dr. Alvaro para que
declare se essa e on Jfl a-irpiniao da commis^h).
0 Sn. I'iiesidkntk :Attencao.
O Sn. Olymp.ci Marques : Von liquidar ji cste
juutu par saii.-tazer ao nobre deputado.
0"TC"f t""ffo projects em alscusssn dlt o srguin-
te: (ie)
Esta e a disposi^ao da qoo se trata. A oofire.
commissao de in Iraecio pub ica, poren, eonfetf .
tconcurs.1, e deu c\wio rao disto, t-?nda sido pro-
vcala pelo Sr. deputado Alvaro I'chda, que olle-
receu a einenda exigindo o concurso, o seguiole :
qu>^ restringiudo-se o eiksino a idado dt 12 ano )s
e Bio a de 15, coiijo |uer o project?, ja nao bavia
iiciv.-siiade de que a professora que tivesse de di-
n/ir eseoia do si*o tnasculioo, fjsse dotada de
t.d >o- reqtiisilos que a lei eommuni e ordinaria
emiM para oma^isterio dessas escoias.
Btst.i e a vordade.
0 an. I'intj I'kssja : -Isto quer dizer uma no-
meacao inPrtaa.
0 3u. Olymi-io -4I.\ruuks : Os nobres membrus
Ja eoinoiiisao, pois, mandaram nest** termos uma
emenda. Se, 6 assim, o nobre depulado nao pe Ie
euntestar o qae e.-Piu diceado.
Um Sp.. Dspui'adu ; 0 nobee deputado tarabem
ismgHttti a emeuda.
0 Sr Oi.ympio Mauoubs : Se o nobre deputado
aseignon a emenda ; se esta ernenda dispeiisa o
i-oiicurso, se a eomuiitsao disse que o eii a M'lili'H-a vai dar e so ao meninj ate iiaaaos,
idade para a qual uao e. oec.-ario qie a profes-
sor.! se balHhlC iwm Uidasas materiaique sefazem
necjsvirias ao profetsar |iutilieo. rn-no e que on)
l>ie deputali diz que ea u#M argumentan-
di e.ii v.'u? Amu esta perfeituoente prova-
d > .jue o iiohre depuiado 6 que em eng;.nado.
O Sn. Pi.nto Pessoa : -Quer utinr o nobre de-
p'lladi) 1
t)Sn ULYAipi>-MAROite:-Pisnrio; ienhomui
11JH-I7IT em o < uvir.
*" O Sn. Pi.n-to I'kssoa : A oineoda nao implica de
fli'iih im hi.do a disposieae do a;t. 3.*.
0 Sn Phi-sideste : A t-:ncio I liogo ao nobre
ideputidi jiie continue o seu ditqoiso.
it Sa. Oi-vjipio UxMubi : -V. Kxc, Sr. presideu-
te, me faz n favor de inanJar a e.menda ? (!' sa-
tUff-ito ) Eu moslrarei ao uohre ilepula.lo quo im-
i !.."..
O mi Pinto Pi:ss a: Ej ja disse ao nobce de
pntii In qoe-ae qu-r que a discussao tome caraeler
in n> seiio...
O Sn. Olvwpiii iVap.uue.s in-Ctao que etou argu
'. HMiltilllihl .-riameiiie e de boa fe. (Ajioiados.)
0 Su. 1'ikto Pewia:-... pi->sj pruvuear ao
Sr. Or. Alvaro para deolarar o seu p nsauieuto.
O S:i. Oi.ympio Mamijijeb : -EHe nao esti pre-en-
tft. Eu posn e-tar-mi erro, mas creio que estou
MfB-oeXaoM ate a ciuoVmo.
Awts Sits. BiitLTAiDS '. Como costuma argu
mtagari
0 Sil Oumpio Mabqubs :-Ora, a nobre com-
is-ao dispon.-ou o eonsursi. desdi que aceitou a
aieeda rostrictajda id;ule, olferecida ptlo nobre
deouialo pelo 3.^ districUi, tanlo que a ^r Alvaro
d'.r-se ipn: bavia deapreseatar uuia oulra emenda
exi.;ili) ii concurso, e nao esiando idle hoje pre
Mate, a nobre deputado o Sr. Ooncalves Ferreira,
a apreseotoa. Logo a contmis^ao 0,'spensou o con-
cur.-,!.
0 Sn. Pinto Pkssoa :-Nai ha tal; a conclusao
efocada.
0 Sit. Olvmpio ManouEs : Vou demonstrar que
elia dispeiisuu. Creio que ja' o deiuonstrei ; mns
nio i a outro geito senio demorar me neste poatu,
a vista da iusi.-tencia do nobre deputado.
A emenda da coinmisao assignada pelo Sr. Dr.
Pork lla, In.io Uarbaiho e Pinto Pessoa, e substitu
iiva. b eomo se oart. II. emdisrussao, nao exi-iis
m Hi !e ii nobre deputado qua e?t-? artigo edge
o concurso ; o substitutivo exelue toda a diiposi-
5i Eis aqni: o substitut i exelue a idea do concur-
s >.
OSa. Pikto Pessoa r-Perdi'io-ma o nobre de-
mii;.iI i; i.'to e um verda.l.iro sopliisma, como hei
e denitfiMlraf. (Ha otttrua aparies.j
<> >:: Oi.vmph. M.M!i.n,s:-Eslao presenter ns
Miirea di us nobres newbroa da commissao, quo
confeccionou o projecto e a emenda ; desaje que
Ss. Iac<. mi- re-pon-lam. vi.-io que o outro mem-
bro ':a eoinmiMM me eont**to, se neste wlistilu-
tico apr.Moit.vJo pela coinmissio oao esta dispen-
Mdo 0 eoncurso.
OSn. .\a-si:im :.vt,)
dispen.-ado.
0 Sis Phrro Pftfeo* : 0 art. 3 niio e.-ta pre-
judir.i Im
^S-i. 'I'liiiiacio dk Ma.su.haes : 0 substitutivo
uerdizr que a profe>S;;ra que tem exame para
a cadeira do sexo femiuiuo, pode ser nomeada para
rrp-r a do sejM masculino.
0 Sr. Oi.ympio M>rolf.s : -Entao vamos liqui-
dar esle punto. OBwbfea atemoros da commissao
acittm esia interpreta.ao?
>Sh.Juao Babbalho .-"E' mediante concurso
uas enndicoes do art. 3."
O Sb. Oi.ympio Maroues :-Eta emenda foi apre-
sentada depois de uma outra qae re-tringio a da-
<1, f rosso estar eoganado, mas lembro me de (|ue
ts nobres memb'rosda oommiwao duclararam (pei;u
a attencio do nobre dfepnt.vte, o'fir. Dr. Pint) Pes-
i v. ponme quero liquilares'e pooto) qu>, restrin-
f.iulo a idade dos alumnos que tern do frequentar
essas escolas, nao setorna aeoeswirio exigir das pro-
t.'s-ora" todas as Iwbilkacoes que -se exigem para
o ensioo das cadeiras do sex > wasoulino.
O Sn. Na.scime.vto Portella : Sim, senhor.
0 Sr. OlympioSabuc'-s: Ora, as tiabiliugties
<:ua sa i exigidai desses professores consistem nas
. prcsUcutu; txpiu^-ij pwo*^iis
Mwrre>*leftMwdo nuc me precederam na p;navr^
a conciliagao que elies suppoem haver pntro o art.
2' e^duajemendas ofTerccidas, re;triucinJo_a
id de,
3e i terfc que o arttjo 2' mate a wmo oHfteii-
no o tnsiaoyira" or^iMninofift se *o qfiartm
menmosjiam o alupnos de 7"t V6 anfos.TT
0 3r. llATts J Silv : iMHf a<, e <-lh\..
O Sfi^PWro Pksso.x :... |>areq| ", a-j
flevenaos ectabelccer uma retirfefao mtfto pe'que-
aa e mesmo odiosa, faiendo deicer a~idaK da
qaelleji qne team de IrequaBtajfr ai sco|as das
sinboras/de 13 a iSaqnos,-dOfe ..
Wlo^^esde-i^^Rm,^*nlttirinus ..
qnena diffcrenca, teremos de encbertar na lei uma
^d^i^BincM-atet
_Jdo considerandittt. em
HJiat > fora possiVel aiute
Jai os 6iUb-,lfceimW(d inaBiados,
tosdias santifia'los se ttuMerfem aberi-.s
s horas da larde, .umu.fF^to sui'Mciqu-
icnca de -S-a 3
estt pw-
, deputa^s fu,
de nsnnum m .do respon
r -Amulet -a hypcMw9e--de -aetaiTni^-Tegi*94'toth! a^mrrxs"^^wVo^^tra'qmImeV'e, w\Trl-
nobres ^eputados cop/essaram que as senjior^s,
Portkli.v --Xao, nao esta
i.iarcrias pmf-issadas na escbla normal, seguado o
itl, l i 6. da lei n. Ijft. Nao ha exame de ha
tKlifacio para estas materias; o exame e prestado
somente em concurso. Se a commissao, pois, de-
clara (jue, restringida a idade, dispeasa essas ba-
biliiagoes, come etige o eoucurso ? ^Po>so em erro, mas o negocio nan esta elaro.) E tao me-
noj -claro. es'.a que, como ditee, um doe nobres de-
putados apresentou uma emenda exigindo expres-
91 liiaate o concurso, eurciiia que tem sido impug-
nai.i.
0*c PintoVkso\:-0 ucbre deputado quer
ft- ler da palavra ?
Ej v..u ezpliear todo o ^ensamento, porque as-
im esta argumenlaudo aeriameate.
0 Su. Oxympio Alaayi:es : Pis nao ; quero ser
'sclarerido. Qaer dar as etplkagSes agora?
0 ^R. fi*rro Pessoa:Se o nobre deputado
.juer rederda palavra...
D S,i. Ouj'mpio Marqdes :-Com muilo
,*r.
O Sr. Presidents : V. Exc. qtieira acabar o
i*"U discurso ; o nobre deputado laUJri depois.
0 Sr. OltmpioMabques:-Mas o nobre dt'pu-
tado pedio para explicar a qneetao em poacas pa-
iavTfS e eu permitto.
0 Sa. PtTo Pesssa : -Esse art. II uao
raesojo ser...
0 En, PnEU)F.NTa;-Acho maito
*?&< interrupgoes em ai discurio.
0 Sr. Pi.vto Pessoa : -0 nubre depatado pede
uma explicaeiio.
OSr Phes-bexts:Ma* V. Exc. tem ainda
' -f.Jito do foliar.
Sn.. PiaTc, Pgim : Bern; eu aJodi ao cha-
pra
podia
irrega!are8
madfl' 4i)Bre dajflilado.
. 0 Sri. Olympio babqees: 0 nobre depuiada
l>?rguntoa fne se eu queria uma explicacao ee
A'spoBdi-lbeqaesim; nao fui eu quern o chal
Mas Ja vejo qua a'e^plieac3 esta burlada : dei-
iemos-eslepont!) para. Jiquidar depois que qual-
quer do. nofcees memory- da commissao vier e
j-Mre-car-nos; virftocomo me "iarece fdra de diivi--
a.i jue o substitutivo do modo p^rqae esta reditri-
c ', nao esia lao claro como rjeve dear.
se t xige q estejam as hidrtiduosfjue *naiim
ao nie-njo sexo.
0 Sb. NASOBtuffro PenrEftH -Admiwidj totfa
Cuu-a, e preciso admittir a outra.
0 Sn. 0i.v.\rno -Maihjces :-Ets a ra7ao porqtre
cntendo que, reslnngindo.se a idade do ensino
pcia sciihora, se pode retrin$ir tambem a exigeu-
cia qiwtito a esaes raqa.-itos uecessarios aos j>rp-
fessores publicos
Sr. pecsidonte, nao me prcoccupa a idea de
irali'iade nesta queslao ; penso qoe nao deve
luirer reeeio, tan to quanta so pole receiar nate
caso, do ensino prestado ao sexo masculiuo ,>ior
^enhl>ras. Nao lendo a profeswra boa inorali-
da.ie.-e indiileronte quo ella oosiue a meninos ou
a meuioas.
0 Sit. IUtis e Silv.v : N.lo ajiaiado.
0 Sr. Olympio Mabuues : E' perfaitameale
ia liiferenie ; e entre nos nao ha raz.io para nos
tomorisar, porque, faca se justi^. as nossas pa-
iricias, as senhoras que se dedicain ao magiste-
rio publico tem dado provas plenas (eu uao co-
nheco taivez uimi exeeptjao) da mais wmyleta e
perfeiti raoralidade. (Muilos apoiiidoij).
Se alguma se transviar deste eaiuinlu), regendo
quer cadeira.de um sexo, quer de. outro, alii
esta a lei para corrigi-la, a a lei qae e appUeavel
nao so a ella, eomo ao proprio professoi puUico,
que tambem pade desmoiilisar se.
Por conseipiencia pao me jireoccHpa a queslao
da meraJidade ; o qae me pro>ccuya a a impos-
sibilidade pbysica e moral, quo le.u as saaliora;
para regor escolas iiequientalas por alumuos do
uma certa idade.
0 Sn. Ratis e Siiaa :Entao ja Ihe preo.cupa
a ilea de moralilade.
0 Sn. Olympio Maiojues :Pordoe-me ; nao e
de moriilidale, e de kmpossibilidade. Aeho niais
facil a oma seohora eceiouar em uma faculdade
de en-ino superior, da que lecciouar a me.uiuos
dc mais Je 10 annos de i lad-, poiqie BJ pri-
meiio easo Q ensiiM ii apepas intelleeiual, tuas no
segundo e nao so intellectual e moral, eoiao tam-
bem discitdinar.
L'm ss_ Depctado :-1sso tamb'iu da se com
os prufessoros.
0 Sb. Oj.ympio Marques : A diflicuMade que
encontro na regencia dessas csdeiras, porttiiho-
ras e quanto a disciplina. Uma stnhora uunca
podc ter a viiilidade, a for^j, que so se icpier
em um houem, para disciplioar enire mis, uma
esci.la do meuores aleiu de 10 annos de idade.
I? precise eoulucer a no.-sa educ.igao.. .
0 Si;. Pi.ntj Pessoa ; E' (iveiso faze-la.
O Sr. Oi.ympio Marques : .Nao se ha do faze-la
na* eseolas, perdu: me Q nobre d putado ; a edu-
caeiio so faz in Inr, uo riciuto da lamilia.
Coropre: eudo que uma seubora discipline com
vantagem um escula dc menuos ate 12 anuos-de
idade, quaulu ella priucipiar a becioja Ids desde
a mais tenra infancia, desde 7 annos de idade ;
entao let a ella adquirilo ein umpos auteiieres so
bre os alumnus una ceita 'fores, uma eertaauto-
ridade, que da o costume-de maadar ear ubeue
cida ; mas iniciar um systetna novo entre nos e
obrigar uma prolessora a recebor alumnus alii 12
auuos de idade em sua escula, e eollocar esta es-
cola na i.npossibilidade de ser regida com vaula
gem para a iu-iruccao publica. (Apuiados).
Entre nus, como disse a pruneira vez quo fdlle:,
a pubetdade se danoivolve muito cedo, e os n.ni-
BDi da classealta aus i2 anflos deixam as e.-colas
primarias e v5o frequentir as secund.irias, os tb
cfessepobne aos 12aunos leniiambom.bei.i ou m.i|,
a.nnpletado os sens estudos e van se dedicar as ar
tes e olUcios, as m lustriaes. Por coi^eguiate a-
escolas enire nos atV) muito pouco frequenladits
por alumnos depois de 12 annos de idade, so o sto
por aquolles cujos pais ?*o mais rcmissos na odu-
caeao de seus filhos.
Se e arsim;- ?e a regra geral e que so ati'; ns li
anaos os meninos frequentaui a* eacnkn publicas,
se depois OeBta idade etles se retiram ddlis. 6 k]
gico que a emenda, mifc reslriug.j a idade apena<
a Wannos, nao preenehe o lim q ie se tem em vis-
ta, por |Ue a Made eommuni dos alumuos qua fro
qucatam a escula e ate 12 aunus, d'ahi pr diante
muitos poucos as frequentam.
(Ila um aparte).
0 Sr. Olympio Marques :Uto serve para mos
irar qaa as mesmas razoes que existem -para se
Impugnar a disposicao do artigo que pernlitte a
frequeucia at/; liiarmos, tambem setvem para im-
poguar so a emenda que restringe essa (requeneia
aos 12 annos. Insisto, portanto, na minha emen-
da que restringe a idade a 10 annos; e a i.-to quo
quero I'liegar.
Eiitendo quo aid a ilade ue 10 annos, ao menus
como experiencia do systema, se pode admltiir a
ionova;ao sc; n menrr incxinveniente ; dr.hi por
diante so descubio ine uiveiiientes.
Exerco ha muitos annos um c. rgo de delegadu
litterario ; estou alguma cuusa liabilitado para
ajui-zar qnanto a idada dos meninos (jue no nral
ireqneatam as oieolas, e vejo nao so por mim,como:
pelas infermaeoes qae me daj os protossores, que
os meninos de iyaalquer das classes, dug-ados a
i 1 ole do 12 annos, -seus paii os retiram da escola.
O Sr. ArriCij: Nao acontece as>im no seriilo.
0 Sr. Olymiio Marques :La taivez muito an
tes.
0 Sr. Attico :Nao, senhor ; lenho silo mm
bem delegalo liid-rario: 6 muito eommuni qne
com 16 annos se apresentem ainda nlumnos Mra
freqnentar a escota.
0 Sr. Olympio Mabques : Bnta lanto pelor
para a idea ; e a razao porque nio quero meninos
dc 10 annos.
0 Sr. Manuel no R*co : Por isso quero res-
tringir a medida a capital.
0 8. Olympio Marques : 0 nobre deptrtado
contesta aiuda a restriccao apresentada pelo Sr.
deputado pelo 1 distrieto, quaato as Ibc.ilidades;
creio que o nobre deputado nfio quer hrnitaeao,
quer qua seja nas eidades e villas. Nao aeho'ra-
zao no nobre deputado, penso para isso tenho sae obvlas, alem de nue o rt^bre
deputado pelo distrieto as desenvofven, i|oan-
do fundamentou a sua emenda.
Nas eidades ha muitas escolas, e enUo ha ampla
hculdade aos interessados.para oscolhemm a es-
cula do professor on da prufessora, quer relaiiva-
mente a idale do alnmno, quer relattvamente a
eonfianc/a qwpossa ter no professir ou oa pru-
fessora ; mas uas loealidades do interior nSo sera
assim.
Se em uma villa fiouver uma escola do sexo
masculino regida por um profesBor, sera hecVssa-
rio e&tabeleeer ncna regida por nma prcfesora, e
entao duplicarse-ha o Tiumero das escolas de um
modo fcdefp,nido.
0 Sn. 4oao BxRBAtno : NSo ha neeessidadp de
erear tantas quantas (rareftem neeessanas au uo
bre deputado; em quast todas as vilas ha mais de
uma cadeira para o sexo masculino.
0 Sb. Oltmpio MarquEs : -Em muito patJe.as vil-
las o nobro depatado ha de ver mars de uma ca
deira para ambos os sexos.
0 Sfl Jo.vo Oapjialiio da Om'aj/arte.
O'Sr. Olym.'Io Marques :Nao pesso nrnis d.>
morar-me. Creio que demonslrei ns vatifsgetw
nao so .da emenda reslrictiva do nobre rfejutado
pelo i distripfo, como tambem da ernenda que
ofiereci, feftringindo a idade dos alumnos ate 10
annos.
O Sr. Peretti (Nao dovolwa stett Ursr'
curso). j
a popnlacao so provor
limeolanio daquelie diaj
a referida peticao seja hdeferida.
rais-iiBiJJJlfl, main de,
alcantc.
vadas scaVuebi
e 39 deslo lunik*
uza i--iar pade
m do dia o projjeto n.
o a eidade a villa do TWamipbo.
oS^l^-eMi.i.-.uctomjira oa devida
deraeaowajdido do n^br* depud<.
0RD8 00 DIA, i
_. Priitiura parte.
h sem debate rejeitrto em V discussao^b"pro
jecto n. 12 deste anno, elevando os vencimentus
ifvfpeia!:
<*o n. Hi desie
provincia o estabelecimen-
e for neccsaa
parecdr q\ie
Sala das com-
sso ihUnminJ
re4aei;oe3 dos
qae seja dado
3$ deste anno,
cousi
deram quauJo eu Uies anno, prohibindo nesta provineia c
sStf per 4entHra-mais *aiilitadas para transmiul
rem o ensino da instrjicfap primari*. ,
a >^Ktttmi r --AVcTian^s. "' '
O :-r. Pisto Pessoa : Ale a. idade de 15 an
nos ett ohanrt erfancas-* 'cbifnle'o noMaJepntrf
do moi^as, ou como Ihe approuver.
0 Sn. renETti: yso, scntiur. 03 Homes c\Si-
silicaartis causas. Mo pcdetnos-invenlar uma na-.
menclatura a nosse bel prazer.
0 Sa. Pinto Pkssoa t -n Mas approirada lei,
ja re .0 nobre deputado rque todos aqttelUxi que
tiverem de 7 a 13 annos hao de ser obrigadtf a
frequentar as escolais quer sejam regidas por
homc(Pi4ir por#efthow. ^.*_
O So. Jfamt: Bo^em q,uaTl*aTuieuldade
que ha nisto ? Uetde qua 'os alfimnos chegarem
aos 12 anaos, terao de'ro escola redda pur professor.
0 St. PuiTu Pfsso.v: 0 nobre deputado deve
ver quamaior dUIiculdide s eslabelecer um termoil
Uxo para 0 ensino publico, de modo que scijk' ne-
cqssirio a .qu.eio qupr ijue t. n'1.1 de rrep-wntar a
esc-ila apreseniar uiq-ducuuenjo que prove a sua
idade,
0 >n. G. Pabent- : E' qjn cmbaracq.
0 Sa. Pi.\to Pi-asu.v: E'-sto um embar'aco,
uma perleifa inutilidade (apohdos ).
seuhjjres, eu uao uompartilho corn 0 nobre da-
putado as, grande, e graves apprelicusoes que. elle
uutri-.i a respeito do ensino publico pr.ilessadn
pelas sqnhoras, como ^e pouyusse algum geande
recojo, algnm vivo tcmor pela uiandleofiH da mo-
rabdije publica.
0 in Peretti : Sq pensava isto a m :u res
piiu, engaoava-^e perfeitamente.
0 Sn. Pinto Pkssoa : Digo que e isto um
M'-rfeito engapo ; a como nos e,*tamos certos em
fazer a.adqi^uislrar o ansmo pelas senhnras nao
vejo razao para quo seja elle restringido desde
que us mbres deputado* sab os primeiios a reco-
il hecer que as professoras quo temos tido, ao mo
nos na profin-ta dcfsraambaco. teem dd< efero
te-teinuiilio de sua daiJicacao e de 3ua superior
UKTalidaV. y i
Um : r. Deputado : -. Qoem contestcu isto ?
0 Sn, Pisto Pessoa : 0 quo qaer dizer essa
exigpnela, que outiaparei a JtSauar pequcna,
essa' rwtriecao de 15 a it airnoV
0 Sa. Oltmpio Mai.ques : Isto vai a commis-
,io 1(110 asMflOB a restriCiiao.
0 Sn Pisto Pessda : (J :e n^eessidade ha de
estaiieleeer-se essa dHTMaaca ? Xao sao os nobres
(kput.ivlos que di elaram qne ordmariameote na
idade del2 annos os meninos deixam de frequea-
tar as escelas ? Pois, porque raziio haveoios dc
crear cih m8iiieaei*i lei i -JiaTo viJoaieinuma
razao.
A i>l,, senbores, eu chamaria antes um perfei-
toenxerto no projecto, porque cuinplataiaentc
di-imnsauel Nao eomprebeiido como se fas larga
quertio, diseussio calorosa, como le.n Jeit) os
nobres deputados...
0 Sa. ( lympio Masques : Calorosa, nao.
0 Sb. Pinto Pessoa : ~.. .pela dilT^ienca de 2
anaos na idade requerida pelo projeeto para os
aiuniiKis frciuentaiem a esoola.
O Sr. Olvmpio Marques: 3 annos alias.
O S".. Pi.vto Pessoa : Fia-la no orineipio dos
13 a comeva no liui Jos 12 ami"- ; 2 a 3 annos.
0 Sn. i-LYMPio Mai.quii; : Eutnu quando se
diz 12 annos, e no lim i
0 Sn. (Jomes PwHENTfl Cmlinue,. 0 seu dis-
enrso, que vai muito bem ; n;o se interrompa.
0 Su. I'into Pessia : Evitada, porlantu, esta
ap[iri annsao de nao poderem ps senhoras trans-
mitiir 0 easino a individ :os do 7 a 16 aonos, pois
quo nma senhora a i(uem 0 couliada a direccao de
nma at !a d menincs, tem etfl si a conviecao de
seus airos devercs, tem coiisciencia de sua mor.i
lidade, de seu futnro, e nfiu ba de qaerer perder
por simples prcoccupacoes, quaes as quo os no-
tires deputadi.s Ihe qnenin attribuir, esse belln
future qua toda a senhora tem em si como um
nobre estimulo digno de ser ciidaJosamente ze-
ladu.
Ja ve, pass, o nobre deputado que esti exigencia
e immensnmente rigorusa e nao tern neuhuuia
expllcarai) possivel.
(ameluiodn, digo que nio ha razao, nem os no-
bres depulados mostrar-ine-hao o cpnlrario, para
rcstringir a obrigai-ao do ensino a 12 annos, quan
do 0 projeeto torna obrigaloria alb a idade de 13
anm s. B mesmo, senhores, se houvesse pcrigo,
lanto haveiiapara os meninos de 13 annos, como
paro os de IX. Esses perigos sao totalmenle ima-
0 Sn. i.'oMES Parinte : PerMtamente.
0 Sr. Pinto Pessoa : Per e.-ws razoes voto
pela adoprao do subslituiiivo npreseuUulo pela
eouiuiissio. 1
Ningnem mais pedindo a palavra, enjerra-se a
di.-eussao, e procedendo-se a vota.eao,e approvado
0 snhstituitivo da comniasio wn a emenda do
Sr. Peretti, sendo rejeitiida-i asoutras emendas.
Segunda parte.
E' sem debate approvaJo em 2' diseussio.0 art.
;> do projecto u.:!.' deste anno, orcando a receila
e lixando a despeza para 0 exercicio de 1874 a
^i*^r*7**^* *****: ~Sr- presidente,
pela_ leitura do projecto y^o 1Ue contem eile mate-
ria impjrtante; mas nao foi distftbuido, nao foi
l.mnrcsso, porque nao hollW Innnn nira uruin.
porque naq bouve tempo para ser estu-
e.neAas, nnrtrmstancias; nXo podendo (Ir-
Kf^a^^da sa m$ m -p
0 Sa. PimswuKrB.:GuMjtfe-me- -dizer que-a
assemble.i mesmo foi qu-m a-sim resblveu.
' .8n,Airis*: Silva :--5im, sanhsr ; dto estou
fizeudo ceosora j go que, pele Kcto de sao ter
ado impresao, nao p5-j ser astudado.
O Sb. Cojai,vs PeaawiiArApoiado; enlre-
lauto a casa appcovou qoe fosse Impresso no jor-
iml qae publica os seas irabaUios nao foi.
**s5--Bat'*:h Sjcva: Aohoime impossibilita-
u) de foroaar rtieu juize acerea esta razao, peeo ao seu nobre autor quose dignc de
mastrar-ma a ewsvtnienoia e utilidado do mesmo
proiecto, porque e certam^nte na l. diseussao que
disto sb tata. .
1873.
Rntra em diseaasla 0 art. .
lie'eonhece-se nao haver numero para a vctaelo,
i flea, portanto a diseussio adiada.
0 9r. prwidedte dosigua a ordenj do dia senim
te a levanta a sessao.
SESSAO ORDIXAltirEM 3 DRMAIO
PESIDECI\ B3 SB. KEflnEIR.V BE AliBIAR.
Aomeio dia.fcita achamadae achando-sepresen-
tes us Srs. Manoel do Rego, Lacarda, Souza Lcite,
Kirmino de Novaes, Ganha Cavalcante, llatis e
Sdva, Tulnntino de f^rvalho, Uclida Cavalcante,
Tibureio de Magalhaes, J. Mello Rego, Alipio
i/ivta, Travasso do Arruda, Agaiar, Goncalves
herreira, soaras, Joaj Rarbalho, Antonio Pauliao,
0. (iondhn, Gomes Pirenle, Goes Cavalcante,
Pinto Pessoa, Nascimeato Portella, Camboira, Pe-
retti, Ohvpira Andrade, Olympio Marques, e Fe-
llppe de PigneirOa, faltando os Srs. Arconcio, Tito,
Auiaral. Gaspar Orummend, Arrnda, Doraingos
Pinto, Vieira do Mello e Oario Cavalcante, abre-
se a sessao
lida e
antecedent
*r. TolfiHino vh qua na inesma acta se dia que 0 projecto n.
M fei dispensailo de impressao, e o qae a assem-
bWa aiiprovoa foi que alle se puhlicasse no jornal
da rasa.
Ninguem mais pedindo a palavra, e" a acta ap-
priivada com essa atteracao.
0 Sr. 1" seeretark* da coota do seguinte
ESPEDiairrB :
Offlcios:
Do secretario do g veno da provintia, reroet-
Tendo araigos Unique. A' commj?sao de-awuira*.
Do mosrao, transmittindp a JrUormacio +> Dc.
juiz de dirtUo db Rio formoso, sobre 0 pro
je-to n. 30 dwte anao. A quern fez a re-
qili-icao.
E* iWo. poslo em disertsdo e flea a9ia*, por
haver pelido a palavra 0 Sr. Haiwel do Rego, 0
sogainte parecer :
it A commissao de legislajio, a qua) fei presente
a ptifao de diversos moradores da eidade do Re-
posta em diseussao a acta da sessao
Cnrvalho obser-
ete. pedindo a revogacao da lei n. i,l20 *> anno
pa?sado, que appfovoti as posturas da ca*ara mu-
niciual da mesma eidade, na pane Mlativa a esfci-
belenmentos de mdllrados e taroTaas nel|a exis-
ts n{es ; coii3iderando que os peticioHarfos nenbum
alnmnos e uma condicao de m ior desenVdfvfmem
, to da instrtid#*o pnbwea.b
.Sli^siiL!M!'lPjWam/!?H'ap:^*nfai".1TnB 1*0*1. a rtte de .T8".110 assim, taoalrado. quo -0 aM. t3dopro-
O Sr. Pi.no PPNNOIl s ...
parece me e^TaT reconeniado eom oi Wobrts Seuuj-
lador.'
0 Sa. Pereti ; Nao ba tal.
0 Sr. Pixto Pes-oa : Eu me 'esplico. Parn-
ce-me estar reconciliado cdm os ndbres depubdofe
ao metres na parte qae foroft 0 obje'eto rrrais'deriO
de nftssa diseussao. -
O-Sn: PErrtti .- ffao me referi a e= porque ji foi bnlhanwraente respondida pelo no- obsiaqie ler per principal f.tqdjmemr>
O Sr. Tolentiaao dr Camalho : -Sr.
presidents, pussa dispansar'ine de jnstiticar-0 pro-
jecto que so acha-em disaussSo, atleBdendo a que
se este nao foi impresso no jornal da casa, oomo
requeri, nenhuma odIiA'Jtiw o nisso, nem V. Exc.
providenciou a r-spetto,--omo sempre costuma.
Desde, purtan'.o, que nao ha iiipugnacao ao pro
jecto, eu me aguardo-para justilical-o na occas ao
am que elle forimpugnado.ao imiiuguacao hoover.
0 Sn. Narcimbsto Piwbm.v : Apoiado, a ilea
*; muito mil e geralmente aeeita.
ir. UnnralveM {'eiwira: -A' vista,
Sr. presidente, dadeclarneao,- que acaba de fazer
0 nobre deputado, eu aequeiro 0 adiamento do
projtcto, ate que seja satistaiia a exigencia da im-
pressio no juraal da casa.
E'lido, apoiado e entra cojunctamente em dis-
cussao 0 seguinte re |uerimento :
Requeiro qne (ique a diseussao do projecto-)
ailiada atd que seja irnpnergo aojoTnal da casa.
G"iim!ves Ftrreita.
E ta^itoem lido, apoiado e entra igualmente em
discos-a: e^te additameato :
- Sem prejuieo da preenta diseussao.^-Gomes
Pi. rente, n
O Mr. <.on< at van I'wrelra faz algumas
observagoes contra 0 additamento.
O Sr. ttometi rarentc susteata 0 mesmo
additamento.
Niiiguetn mais pedindo a palavra, procede-se a
votacab. Foi apprwa-lo 0 re.iaenmcnto-eom 0 ad-
ditamento.
E'depois tambem approvado 0 projecto p ra
phssar a 2.a discus-ao.
Continua a 2.' diseuss.iodo art. 12 do projecto
n. 38 deste anno, estabelecenlo bases para a re-
forma da instmegao publica.
tt'Hr. Ratis e Silva t -Sf. prosl lente, 0
artigo 12 qae se diseute da traridsdeaa do caso
de vafm das cadeiras de ambas os sexo*, ou no
caso de impedimento dos pnifesjores. Me parece
jue *dispo>ii-andeste artigo naarfeae passar, eomo
se aeha confiMciinala. Diz 0 artigo : (!e)
Daqui se vi; jue sempre que se der vaga am
qualqtier cadeira de inSiricpH primaria, no caso
do impedimento dos professores, (loam os delegadog
litterarios eatorisados a nomear pessoas idoneas
que its subsfjuam Isto sa estende a toda a pro-
vincia, porque artigo nio restringe,
Mas, me parece. Sr. presidente, que nas cadei
ras da capital a provideacia, que 0 projecto estabe-
Ie \ n.io tem lazao de ser, e desnecessaria.
Que aecossidade ha de so re^orrer a um delega-
do litterario para oar essa provideneia, quando te-
nnis na capital a directuria geral da iastruc^io pu-
blica, a quem eorapete mais propriamente este de-
ver?
I'ara providenciar sob ff os impediments qne
se darem nas cadeiras riao, concordo cm quo
se de aos delegados littei ,Vjs esta autorisacao,
este direito ; bias [>ara as da capital, entendo que
isto e tirar attribuiebes-da ihrect^ia geral de ine-
truc.-ao publica para dar aos delejrsdos littorarios
sem neeessidade alguma, sem eoiiveniencia algu-
ma. Por isso, eu redigi um substilntivo, nue vou
maadar a mesa, concehido aestes termos : (Le).
Marco 0 prazo de ciuco dias ate um max, por-
que deve-rc atteuJcr a distaucla, em que se possa
dar essa vaga de cadeira oa ioipidimento do pro-
fessor.
Se ii impedimento ou vaga se der nos lugares
main proximos da eidade, 3 dias sao bastanles, pa-
ra qne tenha 0 director geral conhocimento dessa
occurrencia, e tome as provideneias necessa-
rias.
Se, porem.isto der-se nos lugares mais distan-
tes oh centra, entendo qne um rnez 6 sufficient}
para que a directoi i 1 geral lenlra sclencla da oc
currencia e tome provideneias acercn dellas.
Assim, pois, 8r. presidente, offereco 0 substituti-
vo. A casa he dfird 0 valor que qnlaer.
Sao hdos, opoia los e entram conjanctamente em
diseussao as segulntes emendas :
Depois das palavras recoiiheeidamento idoneo
-acereseeiite se: sendo preferidos para aisas
substittiicSes es alhimws mestas, titulalos pela
escola normal.-(/. Ctivakaiite.o
Artigo suh-titutivo do art. 12.No caso de Im-
pediment do professor oUvjiga dealguma das ca-
deiras deqntriiccao primaria de ambos os senos
das comarcas d > interior por mais 3 dias ate am
mez, podera ser pelo respective delegado litterario
nomeada pessoaiJonc-a, depeilde-ado a nomeacao
sem prejuizo de exercicio, de approvacjio do ins-
peeter geral.
A I* parte fioara como no artigo. MHi
SMev.
9 Hv. .;(* Haiiiaiho.em aome da com-
missao de instruecao pdblica, atltora do projecto,
declara estar pol.is emendas oiferecilas pelos no-
bres depntados pelo 3 distrieto, pois nfio atacando
ellas a idea capital do artigo em diseussao, con-
tem, eotretanta, midilicacoes aeeltnveis e quo eon-
tribuem para er aquella reallsada em melhores
condiedes para 0 servico da instraecao ptlWlea.
Ningoem mais pedindo a palavra, encerra-so a
diseussio. e e approvado 0 art. "13 com as duas
emendas offerccidas.
Segue se a discnssSo do art. 13.
E'lidt e apbiada e enlra conjanctamonle em
diseussao a seguinte emenda :
Apreseuto como snbstitniivo o art. 33 da lei
n. 1,13% do anno passtolo. Dr. Manoel do Rego.
O r. Jo&o iiarballio. -Devo dar a ra
Wo. Sr. presidente, qne levou a commrssSe a re-
digir 0 art. 13 do projeeto que se dfcoute, pela
forma por que.o fez, preferindoo a dlsposioilo do
art. 33 la lei n. 1.134 que 0 nobre deputado pelo
1- distrieto olferece em sub^itnieSo ao do pro-
jecto. .
Esse artijo 33 t^m o rneonveniedte de fcrear um
grande nnmero de feriados, c^om projoko para a
instruccao nas escolas publicas
DO calftdro quo fiz, tendo-o em rista, resnlta qne
durante todo 0 anno os dias fenados somtaam em
cinco mezes, wndo assim ;flo sete metes apenas 0
annoleetiva
A'quelfes dlneo mezes de ferfti9 acereseem ainda
Of dias em qne fallam 0 -profdssor e os alnm-
tttw, e'poMe-se. pbi?, *zer qiie 0 referlBo artigo 33
faz perdere'rtM!o anao, e 8*em reitrttadn apfen-
d^rem -os meninos no lobro do tempo em qne 0
pr.deriam fazer.
Eataadeu por isso a commissao rastringir a
dispoafcflo do artigo da lei-a. l,ltt ferias a reduatr estas a menei tempo, de mauei-
ra queposea raver durante ,0 anno mais aprovei-
tamanto do erisiuo, 0 qua 'ettm beneflfio para os
seu pedidp; considerando qe ft disp^sicSode JdifN^^eae *r pwVridt ao'ari.aidVtiitada'W;
cirja'-rftVogftriSo pedem. cneerra pfineipid muito fa MM' P^na deedira eombeat adCTemsuaiaba-
salutar a nelhanreskwvo tMito coimercio sen- dorfc*.
do 0 prTJcipif ruadanWMn 6Vt dwpaii^o jfefeeit.
aeatanlenti} que devemos a PeMgiae Js^sBtdJ
a cuja observanoiaA} proBsiiee-sSo k^sesaadas '6f
d',mingo_a saptllbwdo* ; coasldssawda' &
tratar nio
0 allegad?
ICtntmua.)
c
4llftAiJaJiJi> i-uim-ii
c
VhswuiSHiS:* proviTii-lnl -llniern a as
Minbiii-i. funci >aou aom-17 irs. lepalad*s, wb
; pijsidqaeia, do5r. eaaaaDlsfra Ajpiv.
Aparova la a acu da sessi 1 a itece lente, 0 Sr.
1* secretario leu b seguinte expedience :
Um offleio do secretario do gov- rno da provin
cia, veuie'.iemJw^im -\ ""jruMirr'f Mir il 1 ]li i 11
passiva da proviaaia.-A* cammissio deoreamen
to provincial.
Puraui appr iv.dai as sedac.oei das projecto.' de
circamento municipal, refarma da iastruccio pu-
blica, poaturas addicionaas da camara municipal de
liezerros* dos de ns. 43 e 50 deste anno.
Em segahla f>>raoi tunoera apatuvad is os a:re-
ceres da comuii.-sio Ac urcamento provincial ; um
mandaudo gue sepi a peupw de Joaqai n iose Per.
reira da Rocha Junior remettida ao JExm. .Sr pre-
sidente da prdvmcia para toma-Ia na oisidera^o
qua merecer ; outro inlef rindo' a peti.'.io de'E.
**, \ce ejwiul da Prjnca; eoutro sdicitando
a>n aajam auvtdaa as reparti^ujs das obras pu-
blicas e thesouraria provincial, arerca da petic'io
de Ifenflqiie" "XUgusTo "Millet, e bom assim um 'da
commissio de ordenados, concluindo por um pro
jecto, que vai a imprimir, deferindo a petici) de
Guilherm^a Basilissa de Obveira e Silva. ,,
0 Sr. Tolentiao de Carvalho redamou contra a
lUribuicao quo lha Coi feita no resunw dos traba-
Inos de sabbado, publicado no Dim-to de hontem,
rela^yAmeajta .ae, requerimento para a publicagto
uas-emeiHias apresenudas ao o camenlo provin-
cial, qae ati foi feita pelo Sr. Drummond.
Passando a uruem do dip, cutianou a 3' discus
sao-do oreamento provincial, e send., a.ire-eutadas
oatms t!!rtenda<, ornram sofcre a materta os Sr'
Olympio Marques a Figueiroa, e pela orl.-m, por
oecasrai da vota<;.ao das emenda, os Srs. Pinta
1'iniir, GiBfalves Ferreira, Purtelli Man.el do
R?go e Gaspar de Drunrmonl, depois do qae fo-
rain approvadas diversas emendas e rcjeltadas ou-
tras, tloando ainda algumas para serem diseulida*
e votadw em outra sessio. E achando e a horn
adiantada, 0 Sr. presidente levantou a se?--ao, Ian-
do para ordem Ho dia de hoje, a continuacio da
anteecdeote.
AsHociiK-iio commercial bouoarr-n
to.-Em conseiuencia da haverem sahido pira
fora ria proviucia, os eavalheiros qoi axerciam
os crrgns d; presidente 0 vice-prosi.lente d.res
pactiva airectona, proeedeusc hontem a l-fi -in
para pmnenl.ivnsn ossas duas vaas, c for.va
escolhidos: presidente, o Sr. Joaquim Lopes Ma-
chado ; vice-presidente o Sr Keller.
Em seguid.i foi tambem eleito thesnuroiro 0 Sr.
Luiz Duprat, em substituicio ao Sr. Layaa Maeua-
do, qne oxercia tal cargo.
FinalmcBto, -daliberou aqn-lla direct iria, qne
ae rapr*>nta tra a impo%i^o de 33 por cento, qne pretende
crear a-asserablea legislativa pro-incial, M>br- 1 -
alugneiSi das casas de commereio ; c auginento M
impnato sohr* viuhos, e a respeito do qae se refe-
re i!o'cor,o de bombeiros, 0 qual aiuda nio M
croado.
Wantit C'asm de ''li-^t-ricoi'rfia. I'e-
Ktnte a jUHti aduiinistrativu desta eorpuracao vai
a nr.-ipa por nrreo lamento a propriedaJe Ilka do
IfojHtir.1,. cam um grande copieiral, vlwiro v
muitas arvor.s tie fruclo, pela modica qoautia de
1:000j000 annualmeute, nlirigando-se 0 arreina-
tante 1 fazer os reparos de qne preciia u viveiro.
As cMiJifoet espjriaes em que se a>:ha esta pro-
priodade, lisa proiima la eidade, taes como M1
0 abinJanto agoa pmavtd, grande lerreno ptra
crkicAo de^?udo, bislantes arrant fractiferas. >in
esUdo de proluzirom, devem animar aquelias qu
desejarem groar uma optima easa de ras>pi. nas
proxiuudades da viaferrea do S. Francisco 0 d->s
carris de ferra dos <>fijgados. A arrematacao sera
feita porlieitaciio no dia 3 d> corwmo (ainanha)
as it hra* la twda.
I'uixiva de tinicmo e lecidos.-|or fc>
da esta atnmna, iaa 7 ns bans da manha a das
i as 6 dn tarde, OantiMara este estabeleciaaenlo
em exposicdo a coucurre-icia das peseaas quo ine-
diante bilhetes de aJmissio oa licenca, qnizerem
visitu lo.
Ndii#iaado hoalem sua inaugur.vfio. esqueeeu
noscamiMiTieiirque aqulla soferanidade eutneenn
pela herif io do editicio e eu machinisina, olii
ciand-a 11a eeiemoah 0 Rvd. Sr. padra Line do
Monte i'.armullii Luna.
'oi;ailiiii,i de faxenda. .\esti repar
licao pagam-sa hoje as seguintes folhas :
Tribunal do < onnierci.', passoal da pidieia, c n-
siguae.jj.nl,-* oliljiaes djexercilo e ontros, juixodns
feito.s. marinbagam e guardas da llfaaaaui
Ki andaraxsa bena. No dia 13 da nvz
proximo dndo, Manoel Luiz Blanco, bospanboi,
Man )! do Nascimento e Jose do tal, aiiou.baram
a estribana da engenho I'na, do Ifcrmo de Sauto
Antao, a .-afaram-se com dous eavdlns ; kram
presos e appreho aiJos os eavallos, coascguiud)
evndir-se. apauas, 0 de nome Ma no d d Nasci-
mento. 'I', = \-i3 I030 0 conviinii ate dostiao 0 Inque-
rito-p.iKcial que tal fasts motivou.
v.-..-ias^itiHtn. No lagaf Areia Grande, do
tormo da ShMo Aotin. Anloaio Marques da Silva,
inatoti a rcetadas a Galdino Gdesriui da S Iva
em 36 do met nlti.no, evadinlo-se em seguida
A autoridade twnou cooheiimento do faeto epro-
cedeu conn e de lei.
TrjtnMfttreucia. A empreza Lima Pe-
nante resdveu transferir para quinta-reira, as 3
Moras da tarde, 0 espeetaeulo annunci.do para
hoje, em consequeecia de nio so aehar perfeita-
rne'ite ensaiado 0 drama e a o-media em que es-
(ream os artiaias D. Rosa Manhouca e seu raarido
0 Sr. Manoel Mauhonco.
Aseueia telegrrapbira Miihiuariiia.
R cebemm hontem a seguinte commnmcacAo :
" Do Hi. Grande do Sal, sahira a II do eorren-
te, um vapor para Montevideo : reecbem-se tale-
grammas quo serao envindos daqaella eidade, ao
seu deslim pelocorreio. "
T<-l<>ci'aniHia conimerrtnl. Um qne
recebemos hontem a tarde, da rerte, diz 0 seguin-
te : Cimbio sobre Londres, de 3i 3,1 a 8i 7|8
baBtrh>, e 83, p Medlar.
Ya)c2T.-i do Pariflco. Por angano da
agencia desta companbia, foi annunciado ter sa-
hido 88 dopassado o vapor Gallicia, devendo aqui ti-
car hoje. 0 vapor que sahio u'aqualla porto a 48
foi 0 .lfoac qua. em direitura para a Buropa.
BlblideeA iin.x f,imliiaK.Aeaha de
ehegar a quarts cademeta dMM interesvanta pa
blieaeio, ifue pole ser assignada em qualqner das
livrnria' desta eidade aos'preeos 4a *W0' p r se
meslre e I3 0) por anno, .'.presente eaderneta
traz a cobtinuaoSo do romance Acaem, de Alfredo
Assolartt. Refeo nmcndanvn o-sa publkranao a*j
das aquellas pessoas qoe desejarem p>suir boos
r.Knances com pooeo dinhiro.
Wcieneiasi. Sob ecta rnbriea poMicamss
hoje em nossa oitava paglna dois olflcios do Sr.
engenheir'o Vintor Pournid, nm soba modirtca*><
por elle teiias no projecki para a construefi.) do
novo mat idonn publico e 0 ontro sobra alguns
mehoransentos a fazer no theatro Santa Isabel e
nos terrenos que Ihe fleam proximos.
Ao- nossos leitores, quese interessam pel'os'me-
Ihoramentos do sen paiz, recommendamos a leitu
ra desses (rabalhos.
Teojfr;mm.A loterla do Rio de Jaaei-
ro (511) oorre hoje. ....
Fif-iiiicst. Hoje (3), effectna 0 aganto Pint 1 0
leilao do fazeodas e chapeu aviriado-, existentcs
em seu escriptjno rua do Bom-Iesus n. 43.
Hoje, elfectua o agente Martia, as 11 horas
do dia, 0 Icilio de eautelas vencidas dadas empe-
nhor, no prlmelro apdar do'sobrado n. 3 da tra-
vessa da rua das Cruses, hoje Duqne de tjaxias.
H0J6 effectua 0 agente Diaso lejlao das fcr-
ragens e mais ortigos existentes no armazam da
rua de Marquez de Olinla n., pertencenles a massa
faliMa de Thomaz Farnaodes la Goaiha 4 C.
ilnspital Pedr* II.-o mnvimento deste
eMabefecimento, de 35 ao dia 31 de maio IW 0 se-
guinte :
Existwm 881), eatraram 31, sahiram 30, falle-
ceram H, existem 3^7, sendo :
Homens 939 e mulheres 138.
stdvertenda.
Foram visitadas 'as enfarmanas nestos dias :
A's 1,3; B 7, 8 8, 8, lit, W, pelo'Or.-Bel-
trfio ; as I 1|*. tj, 3,9, pelo Dr. Sarmonto : as
9 l|i, 9, 9 l|3, 9 1/3, 9. 9 1|3, pelo Dr Mala
quias; a* 9 l|i, 9 1[3, 10,9, pelo Dr. R. Vianna.
Fallecidos.
Jose Antonio de Souza ; variolas confloantes.
Vietorina ; qneimadura.
Joaquim Josd'dw Soiwa ; variolas coaflaenles.
Wcdlao Tok'ntino dos Sa-rtos ; hepatite ctWomaa.
Joao da Silva T^pvs ; tipilepsia
Francisco RamSo ; febre-amKraHav'
Henrique : -fraqswa eongenltal.
Ma'neel Lobm*jo GvalBk ; valbije.
(Jo*iTH.Mirieio CarUoo; d^awia.
Maria Catharina de Mendonca ; Tiambnha#ia.
Faliciana Maria ; taftereulaa pulmonares.
HuNpita? porsugruer. Movimeata da*
enfrnMrifi*a aemaoaile-3i a "SOda maio db
?8S4. I
Ficaram exlslindo il
^PxlatrMtotoiie*
> ihira-n eura-l is
Fai>c.ir
Ficam eai traSJimwiai *
*
!

0 Sr. moraVma


Moen'.
piiim
xisfJB
Bftsma
k
Entra de semana
naaiai !a Datta.
ladM-n.ao do 31
fcistia-r, promt 333,
< saber :
?fc.oione> 357, moa>..-a t, ixifarr
s-eraro-- '.s, e*eravs 7. Taaal
Ali.o^nL.laa a citsU di- caarea i-r.Micc -' "
Movirneoto 4a enfenauna aa 4ia II aV
iiwram hates :
Use Faraanlaa de v>uza, e^saaaT-as
Jose I. < ia niiv iri. bars.
PnaaMaa'aa public*. -OaaaaHaaa du
de main da |x7i :
Maria, preta, iVrnamhoen, 3 dias,
tetanj uai rcc-ja g^-i \:n ,.^^^^-
Iriaaa, braaeo, Pernamtiuco, ?l
eaamlssaii.
last G.-nebni d> Almeida, naraa,
U anaos, saJleiro, II a Vafla ;
Felieiana Maria, preta. Peri
soiteira, lioa-Visu, ho-ana I Pears H
l> I 11 .nares.
Jo-i', branc ), I'lTnimbni-o, (9 '
rasa.
fos*. prd, (Vraawbaas,
c onvulioe*.
Ant-isii, araasa, Pafnaatttari, am %-m .
; nsjl4M
aaaaasi p*rd. lasabjaai ki a*a*. aaaa
pai.ilysia.
Mar.a. linn-a.PeraumSoc.Bn aaavaaa-
eaterite.
- 31
Maria C.ulnrini aa Mami.i.a. pirJ raaa-
liuco, :fS ami -, vi iv 1, Bii-VmU, a-.-jM.. .
II; ml -r: 1 -iuaa.
Mr> \Ituri'-i > Carasaa, parsa. laajasa ii a-
no, .-Mid.. Bia-Vit*. hospital iv-ir..; d*-e-
lena.
Mauoet l.iureo.-i i^avaiaantn, pr \
annos s .It iro, R.i-Vi-l., m^ltl P. J |
Ihic-.
Henri pie. pjrdo. IVrnunteiea, 2 ar-
Vista. bo'piul Mn il j Irasueu -
Adelaide, paid*, Paraaintiao, 3 m-i -
Antonio : ir* |mza d.iig 01U.
Sevei-ui 1, IcaTo, P.-rnaiabiK 18 is** -
(a : variolas onll 1 -n><
Marunhu, |ardo, I'erassaaaes, 2 aaaas.
espaMito.
Ui-:, liriuo, IVrnaiubiieo, II aatfsa, ll .
Ji'Uti;..!.
Joanna, parda, IVrnamburn. 3 ase**-. -
ssBsaMaa.
nygdio Jaw d > Reairi >, par la, S*f| ft
aaaos. >0|..,- ,. \\--.,,-, ;ji>orc| pjjmn.
Diizembiraador Maaifc-I turn u Sslva
branco, I'.-ni.iiiiniK., m aaaoa, saaairs, Sbsmv ao
t-iaio; lesao cardura.
^IHM-^AGHfS I nv
Bk
den
MelhnraMcaloa de lei
EsrtuaA ia vh.oiuA 01 caaca'
Mil
Em nosso afflifd r-nieri >c paaav>s .
d]ulhos s iir- ii e.-iitr.-.to reiHJraaVi saaa as*
raa da Naa lade para a rMM>trnraa Ln.
irmda de ferra d-sta ridi'Haj Lwsiaira ewatfaa>
rior Bfalaaaasi 1 a iuWriwr da prvji<-ii
aaaaa foram as cn4Jer.> qae 1.
raspeitii des i-rovtriipw qtic inn dsdn saei^aa.-
d firro om luda j-arte t\ Oraslo s a
ass was ii ;n feito na-een-m rrsaais aa
vclvinieiitos 'W' todi aaaaaa, qua aate-
cooidsn>r asaaa ver is I-iras
um aaarada ellas e;a tudoa ua
tem si u r nstrrndss.
Por o-sa orrasno ttv.-OMa de laatrsisr a.
do as Juas proji etadaa ->araiaj oV Lwainw
toria d, grande- ; ,n<;\*, at* aaja SSI KM ta-
do lenha aetuado para qae se sao trsaas) 1
la do.
Queni cnni.i-frr ainda qaa puo'oa pwsjBS aa> -
graphKM da eidade da Victor a, as saa- srraaM**
a n seu traj. -to atn e-ta rtdnde nao tVaVa am
anaaaato daviaar das graades via4ag<-n< qu :ra
ra uma estrada qoe abra r urn iiBJcsr,ia IbbI a
rapula nun aqui-l'a ndade. e d; iirraajili
ans vii" pro !u to. aos de isnanaerss caa;eai -
aWaa dep-quena lavoura que em aVrred r
exi-lem em graada asaaiaaria, \H.Mnt< qs<
muit.i- v aaa arisaaa ia nm xstvar ao 1 area da -
ta eidade por filu d- traa'p-rt-.
A eidade 'a Virt.na e rrtualm ate sasaara >
um avultado aBsaaaacia para o isbriar. p .-
ahi 6 que se faz a feira da ataiar part -i aai
que e tr..,-ien para 0 mnsu 1,
tro< inuitns povoados: atai c-.ncorr araask ssaa'-
ro de aaccas I.- ;.ic ilao qn<- vrm da l*ar
d 1 aaaaa ssrias : p ra aai asaaaa Jirifir r,-
lavel quanlulaJe dec rf.ie. I.igi m* a 1.1
do transp. rte d ix* aasf algiam luero aa as^r-
cadona ; imrtanlo aht se fu a se lira u .
oa mui vaiiosa de produftus de dirrrsi* qaai<.|.d
Entre esta eidade e a da fieiaria esista a ffSB-
de povoacao de Santo Aroarn da Jab'ata*. aa aa-
co elevada a calhegcria de aids, sates srsa stau
sau laveis sao sraearad n j tetnas r aaaaa ss>
todas as pessoas que des< jam nfocaar s > -f
c as fon-as ou tem nacessidade da sat awn r
dane* de naa para uiiterem nm raMaaet *:
prumpto da saude irruinad.i pir maaaaaas gra*.
pin, apeaar de <-iirada<, ai-i deixaaa IssUvi..
as f.*rdidas f..rcas srjaai resardaaa.
S-jm duvida um dos nun a iraavoia arrsswi i -
desta ridade, nude a ar i nais aars, saws sas<
por coaseguinte mais tunics, sads s visa mn;
dura das imndosa* e ooioasa's arvnras aor
interrompid oada as aeaas rnases e aar>
Pirapama fornecem preeioJs banbos
soas debris, oude a lib r lade la., dr iriaaa aw
bat arrabaid.'s : III e a attribut > da baa*, '-m
leile e as deliciosas Irurtss propria* aa atefso
ealmosa sao en. utrad* em qoaaianaV, a -ifx
de Jaboatan saria uinitii mais freistaotada as sdb-
tancia de mais de Ires leans* e a falls .!
muiiicae.".-. rapila nao fj-.-' n .1.1 leroar. t b-
sajs.
Temos inlo nm folliet 1 era que o Sr. aaajBaatdw
Dr. Manoel do liarros Bar re to fax nm ealaaWaars-
ximad idi, transport a d-i paasajacrsa a earaa s/as
pode fazar a projeztada e-trada da Vtcsarsi a es-
tam M convencidos qae podem a Mr a-sssaeas d
que em p sea tempo 0 duplo se nao aai* i
cal.'ulada sera effectivarncate s qae a caMsa
trsn|iortara.
EatreUnto esUmos aos a tan: 1 ps pnvadM
dessa granie beneftcia, daasa trsaas sMaaacs *.
desenvnlvimanio das nossas aajseas&sa aa tea: ism
da provinria, estio os Bassos asaaraa as)
ra necassidaide encaraoeaau
tindo Ihes a falta, pwqas o traasaarte b'bm
a eu-toso que os lavralor.s iimiuni se a
que \H>to ter facil extraivin na lnrnliaads.B
e amsadfam a um w|aaa cerlo. trarsads s f -
nero a uma grande akaistia it was
pedes.
Annuucia-se, nra t^me vai priaetniar a 1
ora que vii se reformar o roetraso : ssaara -
ni) o espac 1 que vive nma Mas, was saa a do
interregna de nma a isaaalfa a aaaa, a
a mesma ecosa : refarma-ae mitral r
olimite, prolonga-ss a darsran do prsri.
dem-se nov.is favmres, mas sada sssafeaa : sis
passados seia annos e seat ao nvaoa araa saNas
ainda foi assealada.....................
..............Esparmaos pew tetaan qae aa .i
chegar.
.No maio da todoi-t\ poren, srsaaesa araaaa
ao Bxm. Sr. eoniineadador Henriqas aVaain sV
l.ucena de *er a canra dessa atrazn. dessaasasi-
nida deraora, dasse nunca acabar, pasaaaaaas*
tamos loibx eondamaaflos s ais ver ojaa tsal
dessa mat agourada empreza ; sab
duvi I,i tem cansado admiracio, p rqne aa)
joraaes da opposi^ss ais baa cslpaa a
ao mesmo Exm. Sr., iaveatam a, e ei ta a
minado por todoa os acoalecimentas psataalr*.
passados e fatiiros.
S. Kxc, entrementes nan se das raids aa aeaJBBBi
dos negocios que pode ler soaaesjaaBaats aars
futaro e prejudicar os saierasses prvseaSes c t-.-
ta-os com a ma*
Sa dedicvae coracio So
ml sis saa brra.
Mao lends psaiis 1 Baaajai os I'-ilati
trada apaxsr das allsaanWs frdas as
aaavo. a ssado de awiahaa L_
^ovidsaaias m nuaa da aa aa

J
L!*
yatalbai fsrersa--M sttaMT
de mancira que mais depress* te
eorporasao da uma coaiaaasiia
xessa inoitDl.-ir uu aniaassae 0
rio a exeeul* la float eaaiUes
Xesta eoiiicso de pe peahnm
frr


**
-***.
\




l)o*vlioaiiA4^fe o.Exrt>
Lucena e pif dnlsMhidt
:oa> pmiHMtatieauti
irapiMa licit, a* depdfra
o ei
flt&M 4$ foiaafeSfecS ^i$e*$iMr^ %Mt$mii& <& !<.* s:
- -' m^2
Sf. *famndada
utirlgflld S dtfdupar-s
Jor
'-se
ids urn- negQcip,.da .taata
e tfarras conTeTefieus* Hm
:fa',-cfr4^aWac'ebrW emMftoTbrd*
viucia licoo Uv/ do pdsado encargo,de cqitri-
buir eoni'a qOanTirdeunTterftos eoototf fle>rers'rSa-
lieufado nos rn-irnetfos' Cdntratos, e qtHifdV tfao
iossrsenao^la upipa vantagem qutea provin-
cia tlrasse dasntistancras da's. Exc. tfdiftfeViamos
tlar-par sati*feii|y, quarto mais qae ajaupiasfoo-
tras I? al&afiejrrani deride varrtos rallaV.1, '
Nao-e passive! que Uaj*. alguern tine cooieste
c,ue has circurrrstaficias rnelindroSas Vm qofe se
;.eta a previricia a respeilo de suas liaani;a>, a di
iniauieio fle'irfna'dVispfesa: do duzemos -confo*de
ie9,otf sej"a,do ara^de, prdveijo, principalmaflte
uuartao com essa stfntraceio nab se'erea'ram ou-
e, p5r con3e;rtrinro, m* *Jf IA4o e dfc> |a# <#SMMWfcM;%0^)baW t/txte*flW?MJiAbu : F. P. daSHva 3 bafrJcM cn. JW kilos de
o nq/foto a-T|(^ re o%if jwW j*es%jj(^^ttfl^lijplfe|dwte.^W'-*#^w Jsuc
sem quo .a1
ra
Irqstomis a proyjBcja.,..
, E'm seganao lagar rnh
S?
i domicilio,
Ito Kilo re-
iHl_eji'i e n-
B!l hoove pr.'cisao dedar
{arantia-aejnrps a essa lyjrada, uao sdD0Kque
ella tern da sir feita'cjm bftola de nmibwdso-
nente, 0fl*ftl[ku4*3 a>ttru ffCP'r', -tyPJtflj"3"
cessano pan estilraas de aftoh largav eomo'por-
que gratnJo e rireeperidaa'e (|ue da II3 se esp?ra
pela f.'fliliJ i le d is lerrenos quo vai aproximir da, i
^apiftfl1eem
se deve eyasLder-ar de muito a eance. porque a
parantia pwie's'rrTOnWdidf sum rnalor ^teriftcio
a alguma outra eslrada ; (Jaftanto ainda com isso
lauito ganheiy a.arevjpaiai ^ # I J j
Uma outra ?aHtafemflfrWuiia'consMera^io que
redundwr* cm fa*r da nrovJn>'ia foLnaBsarajem-
jreza coia >s':il PKfetlsottiosi sBr pnprled*de da
proviocia no fim do praao, ^up.lhe 6 coneedido
para soa daracao, Uapr esViya anioriisa-Jo o sea
capital, i;icr'ilol fn
\igii..'.m cerunteate ^a aoimara a por eiti d i-
vida que \m o ftjOro uiuiio luwa a ptuviiiL-ia
com a pi*t'i#ao'i*sta e de'oetraS rmt*s d^ ron-
da ccria e inWIiVoi dan qu ms cerlauei)fe hade
na-cei' o su iig*anitiierrtii.
Pelo conlraio priraitivo.cpmo ja disseraos. a bi
tola era de urn metro e vihUj centimetros : na in-
novacld fi'ita por S. Exc. fli-ou cstifuldo quenAo'
tcra ella mais qae um metro delnrgnra.
0 imrremeato quo twtt Bdo ulllmiiileblB'tios E<
lEidos-TJaldot em primeiro iagir, em todos os
ilr-'s paizes da Europa, a estradads bitola tsr
tieiia, v-mii mi abouo da severa aiteu.ao qu-o
'.-Aiu Sr. 'Mui nunlaJ'ir l,tK.i'iia prosta aos nogi
cos importan'.es da provincia, cuja admiai^tra^ij
lhe f;i cunttada
A bitola estri'ijptfiaa osgatfae daiferro e boje
com eiTeiio um #Ao lo gj|Aite dadl para muito
mais e msidi'ravwjfcotnmoltinii'ntos flssse genero,
emqnanto nao sa^resolveflrofttros prohlemas, a es-
tiada de bilola estreila com sen custo quasi a
iBWad: di outi'. ira deuaswrado oUtros desertos,
fazeodo sorgir, p;>mo por cn^aato, noraB eidades,
e aniuund > o hoinern wii;reheadediir a uovas con-
(j llStrlS.
Nos Eslados Uuidos da America do Norte ha
trinta c citoeslradasde tcrro com mil e sete mi-
lhas ja constrcidas sendo o sen futuro total de
raais de qaatro mi! Ynilfras de extensao ; a maior
pr.rte dessiss estrarfas tern trea pes de largura, qua
foi o padraa que se admiltio.
N i Canada jas#cliam quatro esiradas de bi-
tola estreita ova eonstruecao, tendo ja premplas e
era traego 435 milnas. Alum dassas hamuitas
i:.ttas em exploracao, algumas das quae* ja lire-
ram c mieco de obras.
Na -G'-orgla ha oina estrada de bilola eslreita
line commnnii-a Koma a Cilumbrcs; nao 6 a ft)-
raa do papado, coiivouii>abir : carenla se que se
poapara taive/. qu.irenta por cento em relacao dj
cusR) da- d.; bitola co ii'iinm. Qaem letn pouco
capital e ten) necesvidade de altender a muitas
preclsfles, certamenle nao o vai sajrificar em uma
e.-trada dispendio=a, podeado com o mes no dinhei-
ro abrir um ter;o mais de commanica..)5es, o que
i| jer dizer angmentar a pro-ptridade de tins o ou-
ti.)3 e dar animacao e forca a muitas cousas qua
jit falta deltas nao tomam incremento.
Em todos os paiies pjr nos percorridos ultiraa-
menle. tratav^-se com vordideiro afan nao so da
r^daccloda grande despeza qae aearrda a dimi-
naicio da largura das estrad-.s de ferro, oidj de
melnoramentOS de summa imnortancia nas machi-
n.i' e aceeasorios, diode se esperam eeoaomias de
.Hu'.'.alo valor ; a *alro interesses particulares,
j.nr.'-i-i' 11o a conviccao 6ara[ da qua se deve
da abaidonar o systema de bitola larga.
Aindi ha pouco a Austria mandou o Barao de
WeberaPraoca estudar os problemas de trans-
portes in iis baratoi, e elle abi apresentou a socie-
dad-> dos engenheiro* civis uma memoria em que
susciton varias ideas suas.
Muito coaiprazido flcamos ao lermo3 a informa-
'.oes do muito dislkict-o Sr. Fonrnie, director actual
dss obras, publicas, ani que se moslra claramen
te o ssu modo do peosar a respeito das vautageus
d-. bilola estreita, e desojamos qae breve cm nos-
sa provincia se veriflquem os calculos que se hao
feito em todos os paizps mais adiantados que o
n;aSi e dos qu?.es resulta a necessidade de adop-
ta:- aquellas refjrraas quo ja tem merecido a
sanccao da b?ia cstulada experiencia.
.Na) nos demoraremos cm fallar de outras pe-
q'icnas. coavenienews que re.-ultaram da reforraa
do coatrato da estrada de Jaboatao a Caruard, por
quo sao ellas de someaos valia : nem tambem nos
eximiremos de fallar no unico favor de conside-
I que fez o Exm. Sr. Luceaa ao emp'rezario
da estrada da Jaboatao, porque 6 da aosso dever
diztr a vurd.de e nao occultar cousa alguma ain-
.11 que soja ern desabono d*o procedimen'io, ilias,
qaantoa nos, digai a todos os re peitos li maijr
coasideracio, de S. Exc.
Assim o m Sr. comurandador Lucana con-
cedeu ao emprezario a faculJade de poder aug-
:ooaiar a taiila dos trato* ate que ella ceada a
! it cenlu liquidos ; iseo' nesmo acaba de prati
car o goverao geral, quanJo tratou de forraular as
b ndifdes com que bouve de refor^ar a garaotia
dt juros concedidos por algamas provincias do
sal e do norte a estradas do rerro de grande casto.
Nao se concedendo gwaotia de juro ao capital
neeetsario para a coGslruceao da estrada nem al-
gom cutro i"avor, e leado ale sido reliradaa sub
veacao de 200:000^030, concedida no priraeiro
coatrato, parece qae alguma atlencao ss devia ter
c::n o emprezario, para que tambem podesse elle
ar.'iscarse n'uma emoreza de tao subido valor,
cono esta.
Julgamos ter demoastrado em termos simples,
m;.s dictados pela consciencia que o Exm. Sr. com-
m udador Ln-ena, muito digno administrador
d-jsta provincia, proeurou por todos os raodos
sa vaguardar ts principaes interessej delta, ode
sua popalagao, com o que lhe fez grande bene-
ficio.
site, 18 deabrilde 1874.
.; I A.deA.
bqWMo d?
'J|mMw4 otf
St- *"wro do
^Ista'-.ft^Jiuaniildjd**1 cad'
ced5W'ao'^of;p%.m'rOrtr:.*o-gf# iMfy .#
desdeqaeQiJevSiJJr, por1 muito1 livWvoAaO*. de>
mirtro-o de ti, eedendo-o ao eteiW.1' ''
Se, ptdsti-trfrnbeirf 6 um pritifegio eVVncedldo pela^
lei que o devedor resporida a coheHihjao', aew j#e*
paratorio da demand* no foro da jh
ilesde qae o viMor*ouveBndBc>f%l
nuncia de?te%r^pa(P 5PIP<(Hi%d
Ira to, demittio de si tambem esto pnvilegio, e por
conseguinie objigou-se a rfc paratorios da demanla, como o e a 0MtHa^aU^-n
foro do contrato. i ,! t| .-.
A conslituicao polilica d i upcrio uo art. iGf d.z:
t que sem se faier conjta/jiu%8a'tefiha'in(entado
ot meios da recoucilia,4iaD^d fomecara proces-
soalgum... ,,. ., y
bis um prmcipio.iwr.al eon*agr.ub na nossa lei
fundamental quS'snlT/du algumas a1en>;oes por
leis posteriores; as. quaei'estabelecertl casds em
i|uc nao e Mceelarta w coosMb^jUj t)fc|osigao
l>rov)ncial art. ti' pvrt. do>fl3 J aMik>JG de 4 de
.outubro de 183 Vde' 13 d% dkenBJ-e 1813.
Todo o jiiicire umiuro, m arjeiMs: o foro
da comarca, o foro do termo e o faro d* freguesia,
- O 9f.- PSnnntf, a *fra' M>|raMB< ele\im >
dts os dias. como flllrH ^djcjrilo do trabalho, 6
(fcen aos olbn/d^BMideiya aayy, ha um
'no, como truelilrad^rfR aM5f -pl^-flifa denun-
: quees Upavm-, emratan%j,#Sr. Vice,
B sceaa, ewreos o*us.c.ille
nm boFa.idiotay sit-mr.
idteresBe-
OSr. Vjeeato caJoulon
muita gente no tliualro
pdrquerve ^e o publico o applaade s'd
Camlahe, c'aml^l^e''^r,. Vlceule' 6 na po
sen nome ira inclinac sadtarito dis A
i^1&^a*o^n^)arifeaMp!,f t#fV#i* ;
Al M. da S'iva 1 pipa -com 480 fitros de aguar-
Ante.
.locdi
i
tftf
ento
do dS 1.
xK.fifittir

DA kLFANr.RGA
"
rldad^'
i^rdla-f
ftp dial l

M
IHfUf .
I
porque ta.nos, juiz da tfiujft ftuja jurisdicgao se
estende a to.la comarlH|i|topJb.nicipal, cuja ju
risdiccao se limita ao termo, e |uiz de paz, com ju
risdiccao somente na frefa^zia.
l^laifli p.i0iJ3,;da/2Q deasteinbco de- 187,1,.
art. 23,e regutamento h. 4,8Jl'ae, de.ridysmrjrd
do'rtle'smdi attno art: 3,- oHuilfes'ide1-baziu'g*^
na freguezia ou diatriclode sua jurisdiccaoai)-
sas i-iveia de walor -atu 105'it), eojm wppeiticao
para o juiz dt diel|o; >
lira, desde qa* temosmjes paz de com at.iri.uui-
goes de julga'ren'i aenOanuaiS al^ o Valor de ToO'5, e
iacontesl^vel que. o jutfo'de'pai: constitue propria-
me'tile um wrp e'pof wnsegohltei forb zia-bH d,e dlkrrfcto, rfma toz ^ue as reBomfra* i-
trioaltJes re lmrltam ifentro da frgueta cm dia-
tricto
Portante, se d juizo de paz ^ um t*M ; parque',
coipo deflnem os classic'os, foro e o ttrgar- da^uris-
diccioi e. so J.rio quo tioha o privilegio do faro
do seu domicilio, para -poder il*r demandado no
ido eoatral i, fot delle ronntyia, 4 evidwU qae.
4>ara a conciliagui, acte [jienaraloBo da demanda,
eve-sc requercr irqpjiirk |^j*i| d! paz do foro
do contrato, dirigiJa ao oa"freguftz do domicilio
t! Joao, para que, sendo este ritado, veniia con-
liar-se qiim Paulo, peraule'o mesino juiz de paz
do foro do contrato.
Nao me cunsta que haja lei gxpressa qa.e auto-
rlseomnrld coatrtiria a tw. sutteato, antesiw leis
que temoKTclatWrnedte as demanftas e aos aetos
conciliatorios, se barmcmisa'B de tal modo n|ue mc
levam a cqa^iffio d>i qae sAslea!$ |PiD^> segu-
ra e quo nao pole ser com vanUgeuj cemba-
li da.
E nem se diga qae a renuncia do foro,si> tem re-
lacao com o facto daderaanda propriamoate dita,
porque, send) a cdacyiaeao, acid prenaratorio da
demauda, desde q o o deredor renuuria um pnvi-
legio de foro quJHhe 6 cotlcedMo pela lei para po-
der ser demandado em outro foro,' tem renuneiado
ludo o que for de privilegio a elle coneedido, nao
somente comrelacao a deoiaada, maslambem com
relacao aos pteojiritorios da demanda, como e o
aclo conciliator*.
E se nao, vejamos o absurdo a que'sa sejeitam
os que pensam em sentido contrario.
A cit. Old. do L. i' til 6' | 2 e 10 cii. Reg.
Comm. n. 737 art. G^ ,uao fazem a raentr restric
{ao as eoDdicSes do coutraU) pelo qual o devedor
renuacia o foro do domicilio. TaQto uma como
outro lallam em tc.-mos geraes. Ora, se as leis ci-
tadas f ill im em '.jrmos geraes, e se o art. I* da
Disp. Prov. diz que pode intentar-se a conciliacao
perante qualquer juiz do paz onde o reo for obcon-
trado, ainda quo nao seja a freguezia ,do sen do-
micilio, uo se leado eogiudo aqui no cas) dc re-
nuncia do foro, claro.esta que uma vez renunciado
o fjro do domicilio pelo devedor para podor ser
demandado em outro, a runun.'.a a'orange ludo o
que tem reiacio com esta demaada, e qae seja pri-
vilegio coneedido ao devedor, com.ie o acto pre-
paralorio conciliagio.
Alem disto, poJj-se effecUiar um cantrato, com
essa renuacia, com obrigaeao de satisfazcr-sa uma
quantia qualquer que ella seja.
Exemplifico : uma lettra da terra da quantia de
905, na qual o devedor renuncia o foro do domi-
cilio.
Nio e peranle o juiz de paz do foro do contra-
to que, neste caso, o devedor dive sar demanla-
do ? Certamenle que sim, porque esta 6 nraadas
causas que o juiz de paz pode lahnr nos termos
da cit. lei de 20 do setembro de 1871 e cit. Reg.
de 22 de novembro do mesmo anno. E porque
note se fax essa citaijao quando o devedor tem do-
micilio diverge? Nio e pornaeio de doprecalo do
jufz do paz do foro do contrato para o do foro do
diimi.-ilirt '^ NSil nrnl.. nai; nm itii? rta nit rlon^o.
lefctos da arte dramiiica, que 48jnpre dupostos ao
irabalho hodefto^eWirWln'W%rSP dgloria.
Ilecife, 31 do maio dt t74. ''
~ Bin ptrnombttcano
oiicWHfVifJi '>7>T
Besposta.
Nos abaixo assignados, conductores da estrada
de fecrq da Recife a.J/ixanaa, uratestarnqs eouira
oj Mrujniioi. iaseoji^i jJ[od piirtqtue P^ahAW
c de z9 e 30 do correlite,. efli ^s qjjaes ctiam'J ffnt
condaetoF- gar* pao.r ami q'uadtia que lomoa
para compr/r/ dm t>Sleirii^bbma.Wanikeio nao
declara o nome do sobrediloi conductor, os abaixo
assigaadMpadenk f*to**4*Wlvmm*> *m^
tfeVrrc;.** rtralAW>B7*"'-i-'AM .khim^ .Tf
ui tj^ Vlctoriano Del
dlaurentiao A. Tei
Jc aoidn.il I va
cMalMoa.
Arkdpriio O
' Joao- Luia I
QaitiinetfdSade.aMtoi v
A'VKJJosiiFi dosSantns.
Fraaabfco XtVier dos SanAx.
Americo LopBs QuiflntMs
Julio Atves-fiaTrra.--------- -
*>=IJBl*?fl|Wz Fopoaia; ;jii ;g*
eJfJuyeira,
L;'Pilnentel
.jjuarta pona
rl*pich Ccaeoltart
ith|i;iT'
3 181
41
90
208
4. Jvii Affonso R<*u-
m. m
b
-
fnaacwBu &lvn Friho.
Tiwodomiro d.'de Awuqiwrque.
Apalinario Luiz de Carvalii '.
Jos6 Ribeja.Montenegro.
MailHi4./J. djbflliviHW
Jose C. Nobr.ega.
RicardoJ'.'Gataaho^Vasconcellos.
J-^cJ'ifapiel^eCatvalli).
Agna I'lori.Ia le Hurray e I.iin-
inaa. 1
Atfavez de loJa Amerjea h^Jsnaohola.. deide o
oorte do Mexico^te .v Jgstrit.> oa Mag-albaes, este
perfume e tido, e coa^i 1 ;rado ^otao-- a ag.ua aro-
ratfca a mais ftna e delicada Ae senhoritas nes-
o usam n'uma forma de (lifuicao com um excellen-
te mqo;paraar>vjar o consqr.v^if os dentfse dar.'
am suavee-agrAdavePgosta ab-pala4ar.' Servm-'
do de modesta e agradavel alvcrlencia, recom-
mendamas aos senhorea, que a rtfesmi usada de-
baixo desta aie-ma forma, e ha vend o salpi.iad ) seu
facto, isto depois de haverem gozido as deliciosas
fiUflaci? d"ntn "ftflfro "rttsroto TiffHsvstia, ostwoa
presentaveis na prpaaja e sociedade do hello se-
xo. Aquelles do sem b'trbudo e que lem uma
pelle delicada, acaarao com o maio* prazer que
esta agua e uma vcrdad;ira luxuria usada depois
de harerem feitaa barba, pois qua ella faz dissi-
par toda a ardencia do r ; i.
520
*-
HECEBEDORU D&-
. RAES DE
t-.ud::aen'.r> do dia 1
d?uj do did 30
RENDAS 1NT/RNAS6E-
PErWAMW:
. H9UVH
. 6:803 *34
CONSUL A [>tf PlfTfNClAu-
ttendimento do dia 1 4:780*233
l!T0 m
ll lit I 'ih'rt' i.

Joao constitulo se devedor de Paulo por
contrato firruado em lettras da terra, e nesse
contrato renunciou, nos termos da Ord.
do L. 3" Tit. 6- 2 e do decreto n. 737 de
25 de novembro de 18oO, an. 62, o foro do
domicilio para poder ser demandado no
do contrato.
Paulo pretafde accioaar Joao, e a acgao
qut lem de aeapor e uma daquellas em que
- indispensavel a concniacao.
Parguntese
Era que juizo se devera tentar essa con-
conciBafcao Sera no juizo de paz da fre-
guezla do'domicllfo flfc Joao?
Ou, no juizo do foro do contrato, raqKe-
reado-se precatoria afim de que, sendo ci-
tado Joao, venbacosciljar-se no mesmo foro
do contrato ?
A especie me parece nova, isto e, pelo menos ain-
da nao vi agitar-se essa quastao, e, por isso peco
uma respostawfketidae firmada em lei clara e
positiva.
Resposta
Em regra Hhl*iem pode ser demandado seoad
no foro do sen domicilio atttor sequitur forum
ra. Ord. L. 8* Tit. 44 pr. e f 5* e 6--Ass. de
23 de novembro de 1769, e, pelo direito
em Roma, noelse" diria pairia comirmm, podiam
-or d-mandados todos os que nella fossem encoa-
tr^dos, disposicio esta que, como diz Paula Bap-
tista em sua obra de Prat. 54 not. 1 pag. 53 da
c Edic, pasMU para as Ords. do L. 1* Tit. 29 e
L. 3* Tit. 3 qae se acham revogadas palaautori-
dade irresisuvel dos tempos.
Mas, a regra acima de que ninguem node ser
demandado aeniio ne foro do sea domicilio, e mo
difieada pela propria Ord. do L. 3 Tit. 6* k f e
pe* decreto n. 737 de 95 do novembro de 1856
art. 62, qae permittem a renuncia do foiya do do-
mmiho para poder o devedor ser deeaMdado no
fdrw do contrato.
A demanda no foro do domicilio do rao e uma-
wigacio enunada dopriilegi8 coneedido ao rdo
para que melhor se posaa defender ; mas, este,
reottneiando o foro do domicilio para poder aerde
maddado no foro do eentralo, oemo lhe e permit- j
tido, implicitamente tarn reoonciado a todos os pri- [
domicilio? Nao pode, pois, umjuiz de paz depre-
car para outro juiz u: paz ?
Logo, tauloa citigao para a tentalfva de conci-
liacao, como aqaelfc que se tornjd^ fizer para a
propositura da accao, podem ser feitas por meio de
deprecado. E do mesmo mo.'o que se pode de-
preoar para que o devedor, sjndo cilado, venu*
responder a demanda no foro do contrato, pu le-so
tambem faze lo para que vonha conciliar-se com o
credor no mesmo foro do coairaU, desda qae re-
uunciou o privilegio da ser demandado no foro do
domicilio, pelo principio deque: quen pole o
mais pode o menos; alem de que seria uma ano-
malia da lei couaeder quea renuacia tenha so ef-
feiio para ama cousa e m > para a outra, perfeita-
mente connexa.
Niovejo, pois, raza> plaasivel para tjue se eo-
lenda que a teotaiiva da conciliacao, no caso da
prupo^la, deva ter lugar peranle o juli de paz da
freguezia do dewdor,- aorque o ubi lex non dislin-
guit,nemo dislingueiv po'esl.n
Nao trata-se de um iateresse de ordera social,
trala-seuaicameote de urrrprivilegia coneedido pe-
la lei, que pode set renunelado no todo; e, o facto
da renuncia do foro para a demanda, imporla
a mes ma renuncia para os acto3 preparatories
dolla.
Em conclusao, son de parecer: que, sendo os
privilegios facultativos e nao obrigatorios, e que
tendo JoSo renunciado o foro do seu domicilio para
poder ser demandado no foro do contrato, pode
Paulo promover a tentativa de conciliacao perane
o juiz de paz do mesmo foro do contrata, reque-
rendo, a este, precatoria para que seja Joao cltado
pelo juizo de paz da freguezia de sen domi-
cilio.
Opino deste modo, e, com prazer, snbmetto o
men pensar a apreciacao e juizo dos mah doutos.
Goyanna, 14 de maio de 4874.
Lydio Mariatmo de Albuquerque.
fl
mm-.
JUNTA DOS COllHKtOHES
Pra^a de 4894.
A3 3 HORAS DA TARDE.
cotaCobs officues.
Cambio sobre Londres a 90 dj.v. 23 l|8 d por
12009. sabbado e hoie.
B. de Vasconceilos
Presidente.
A P. de Latnos
Secretari'i
Reudimenio
\lfa\dK';a.
no di? i ,
45:208*179
Descarregam hoj 2 de janho de 1874.
Barca portugueza Arabella carvao ja despa-
chado para o caes do Apollo.
Galera portugueza Ew-jpa generos naeio-
naes para o trapiche dacompanhia.
Barca americana Aiyos Eye feno para o
trapiche ConceijSo, para despachar.
No sabbado ultimo deu-se no theatro Santo An-
tonio o mais revoltaote escaodalo. A arte drama-
tica vio-se mais uma vez sadrificada no sordido
e vil interesse especalativo, onde tudo tinba do
menoscabo aos artistas, a sociedade peraambu-
cana e ao publico qae assislio tal escaadale
Estreoa o BodeBo de Escama, e o emprezario
Sr. Vicente Pontes de Ohveira tanta conseiencia
teve de sen acto, qae nao e publicoa pela impren-
sa jornalistiea e sim por meio de avulso^.
Pode ser qae o Sr. Vicente tivesse em vista 1
curar o bomem mentecapto e torna-lo entre os
seas collegas um homem de sizo,parabens ao
Sr. Vicente; mas nee duvidamos da seriedada
desse acto, quando no tal programma sedizia-
novidade oomica; depois de uma novidade seria.
Sr. Vicente, o theatro e o altar onde se dobra o
joelho do vicio e do crime, e o templo onde a il-
lustracao eleva-se ale as snmidades da gloria, e
inqaestionavelmente onde se convoca o povo a re-
receber luz, ins piraodo se na pratica dos boas
costumes que alii a arte* desenvolve pela capaci-
dade do-arthta. ,.l ,g
Trncidar a arte, escacsa^a/ do
acolue, nao e dever da' qaem ja
grato, e qae) de m%is a maisTe pernambacaafl a .
Elsve-st pw meio daraath f*M44 # nio
carve a especnla<;oes reprevavdts>(}aea% dTs-
meios comtanto qae coasigam os lias.
Ainda ha bem pouco tempo disseram os jor-
naes: o theatro Santa Aatoaio e o mais digno da
concurreriera das fararilas, e hoje o Sc. -fUentd
se encarrega de desgpsta-los com os rneios.jjae
emprega para-'tended bllhetes I
Quer uma outra novidade Sr. Vicente'? : Yeja
se consegue fazer a estrea de ama certa ihfeliz
que por ahi anda jdando em espectaculo snu in-
fortirm'o, e vao Sr. mesmo para a platea cSa-
la pelo appellido, que, decididamente, tera ama
scena ben agra&avel
Amnnncie ao puniieoaste succeuo, e vera one o
resurtado talvez tfaga htt bbm beneficio-J-'asaa
ambifiao.
Quando o ador Peoante, canca-ae dMo ttelho-
ramento da arte, o Sr. Vicente sacrifica-a a suc-
cesses daqaelia natureza.
E' Josto.
Ao Sr. Penarrte o poMeo parece qtw ate'olha
VLTER\gAO NA PA0T.V BOS r8F,gO DOS GRNEROS
SfJKITOS A UBiaiTOS OR J'6TAdAO, NA SEMANA
DE 1 A 6 DE iFVHO DE 1874.
Algodao em rama ou IJ..498 rs. o kilo.
Assucar mascavado Isrfs. o kilo.
Carrao de pedra estfange'lro, toheiada metrica
20000.
Garoco de algodio 20 rs. o kilo. ^
Crina-animal em bruto 300 rs. o kilo.
Alfandegade PerharabucoJO do oraio 3eil974.
0 1 conferente J. A. Wafaderley.
0 1 conferente-A. C. de Piano Borges.
Approva. Atlaadega de-Peraambacq; 30 de
maio de 1874.
0 inspector
Fabio A. de CarvaUio Heis
fmpnrtacffo.
Galera porHtgueza Europa, entrada do Rio de
Janeiro em 31 do passadp e-coasigna'da a J. da
Silva Loyo & Filho, manifest ju :
Cate 60 saceos a J. J. Aives 4 C, 40 a J. odri-
gues de Faria.
Farinha de tfigodo Chile 400/:!' saccos a Jose
Duarte das Neves.
Brigue nacional Princeba, entrado do Rio Gran-
de do Sul na aiesma data e consianado a Ohveira
Filhos & C, maD]fftilpu/:i ,
A-teite de rrfcebte 41 Harris c#rr> 68f> litres.
Cebolas 500 resteas. Courps de refugo 60.
Graxa em bexigas 1,845 kilos.
Sebo coado 40 barricas com 3,819 kilos.
Xarque 141,443 kilos a ordm
Barca nacional S. Jose, entrada na mesma data
de Buenos-Ayres e consigoada a Josd da 8,rva
Loyo & Pilho, maBifesroU:
Coaros de refugo 90.
Xarque 213,206 kilos a ordem.
W 1.
kilos
iiltint I
Wr"l
Nalto' entraildi no dia 31.
uenos-Ayres15 dias, barca americana Aram
Ege, d- 397 tonete>tlpffi|fi|-J, Mock, equi-
pagem 13, cargJIaji)! 1 Pltirl Carneiro &C.
Hio de Janeiro IBflM, T)-*rft4)i%sileira S. Jose,
de 2f8 toneladas. capitaoAlos; de 0-J.essa, equ4-1
rjm0rT#kWffr,v*
Adtuos saluios no mesmo dia.
Rio-Grande dtf ulfa- C)r.fr> tinMMriBduviro(.i.
capita M. t: de SjbTAnna, cargk aaaacar a uu-
Tfljiuax TOtafflo alrcrrfro *Eft, Wpitlfj A.
Breekwold ; em la-tro.
Rioida Prifc iPaHeho^ueet Qirdp, fapjbfc,<:.
n-)!ingrijt,>earga assucar e oiilros ireneros.
A'a'^f*'* faxftditefs ii Ota T*
io-Grande do Sul *4Vay^)atacho brasileiro
Fmmmin, de- 230 toneladas, capitao Joio R.
' dos Santos, equipagem 9, carga 190,500 kilos
de earmy; a Amofi$i Irmao &C.
RiodOfcd"** d-i ,3l 2-' aUspatacbe brasil
mifli'i/a.'. flVMndiadas. capfirj Manoel '
ra d** Neves, equipagem 9, j^rga 1*6,225 ki-
los de carne ; a Araonm Irmao & C.
Rio-&ande do Sul 2i dias, nalliahote, porlu-
fakfSyjnpaMii, de 438 lonnfadas, capkjo.Bli
wrjp..Jo*e Correia, equipagen 8,cr$a l3S^95
kilos de carne ; a Amorim Irmio & C.
Montevideo 19 dias, polaca heswnbolailgginia,
de 178 toaaladas. caprtao J. Sen*t, eiaipag^m
13, carga 180,999 kilos de carne ; a Ueltrio 4
Filho.
Bahia 3 dia.?, barca brasileira JMarinho IP, de
321 toneladas capitao Jose Soares de Mesquita,
eqaipasem 12, 'carga varios generos ; a A. F.
de Oliveira & C.
Rio de Jaosjro .- 22 dias, barca portagaeza .4 mirare', de 292 tonul ida<. caoitao Jose Jiaquim
J. Ciui.n.ra:-, epiipagem 10, carga varios ge
iions ; a Loyj i- F,Hi i
Baliia 4 dtias, -brigao inglea 'Crush/, de 105 to
neladas, c*pft|.i-Klioe, equipagem 9^em iastro ;
a Sauudars Brothers & C. Arribou para tfeixar
o cadaver, dJcjipitao, que faljeoeu no dia 31 de
maio proximo tia-io. por volta da m.'i i no!
proveniente de febfe amarella; seu desfino era
Terra-Nova
Ninos saliidoi no mesmo dia.
X\v-Y-fk iifataako ingiea Beltt. capita) \V
Mul.-aiid caaga aaaUcar.
Aracaty Hiate brasileiro Deus le Guanle, ca-
pit-oManiei F. Jalles, carga varies generos.
taraogolrai
dim*
Dita n. 46. Joao Pedro Bianehin
Trincheira n- I- J^aqoim Bernar-
db da Costa Reis
Estreita do Hjsario n, 3. Joao Fa-
cnado de Castro Menezes
1:055/494 Dil ** Jose Martins Dias
> Dita n. f>. Jose Bmebio MarqaW
Gcelho
Dita u.3l. JosaMorairada-Siiaa
Largo do Paraizo n. 10. Jose Joa-
quim 1'crroira da Brilo* e Silva
Joio do R"go n. 2. Joao Ldiz Vian-
na Junior
Roda n. 31. Jose Gra:iaao da Pai-
xao
Santo Amaro n. 5. Joao Gomaa No-
brega
Paulino Camara n. 3. Jose Migoei
Iterbosd Ramos
Viaaoade de Inhauraan. 1. Jose
Tavarei de Gouveia
Traves*a do Arsenal n, 7. Jose Pin-
to da Costa Scares /
Kjwmerra travessa da Praia ns. 2 A
e 2 It Jose Marliniano da Silva
Pedro Affonso n. 70. Joao Domin-
go s Alves Morgjn
Dita a 57. Julio Pires Ferreira.
Nova da Praia n. 40, Jose CaoUao
'de Medeiros
Marcrlio Dias ri. 22. Joaqaim Ni-
feplao Ferreipa-
Dita n. 40. Jp*d Lfiisde Sousa
reaaaya
Dita n. 15. J aquim da Ponies
M:ilo-
Dita n. 45. Joao H. de Souza
Dita a. 8a. Jose Boudmx
Dita n. 76. Jose Aotuaes da Silva
Dita u. 88. Joaqaim Rodrignes
Cutias
Laroo tie S. Pedro b. I. Joaquim
d,e Bnlo de VaseonceH'
toronei :uas fieira Coetho da Spya
Winaa Valenthus n. 78. Joio de
4>eas piiveira Santos.
Mai'iuez do U-.Tval a. 27. Joao da
Silva Soaza
Dita a. il. Joaquim Pinto da Ro-
Dita n 35. Joaquim Ft.ruandes da
Rosa
CaleiaNovan 7. Joaquim Fer-
nandez de Gusmao
Vid il de Negreiros n. 24. Joaquim
Ribciro de Albaquerque
Dita n. 52. Joaqaim Felippe da
Veig.v '
Dita n. 151. Josii de MeHo Trin-
dade ,'-
Travessa do Prato d. 7. Jos4 Pa-
tricio de Siqueira V'arejao
Nova dflanta Rita n. 41.
Rrito Corrfia
Dita n. 17. Jo;6 Ferreira Coelho
t
-' vw-r/jwBaig>3imitoj
V
, Barca arnqriteana Ariiis Ege, eatraJa
nos-Ayres na rne=rna data e consig'aa'da
Carneiro & C, minifeston :
Feno 694 fardps aos coasigaatarios.
de B ue-
a Pereira
Polaca hespanhola
Ayres em 1 do flpita
Filho, maaifestoa!
Xarque 180,999 kilos a ordem.
de Buenos-
a Beltrao &
roatano, 9e
n cutemos
DSPACHOS DE EXPORTACAO NO DIA 30 M
MAIO DE 1674*.
Para os vortos do exterior.
No brigue francez Intrtptde Corse, para Li
verpool, carregou : R. Sch'aoettau 4 C. 44 saccas
com 3,096 4(2 kilos de algodao.
No vapor laglez Glaiihor, para Liverpool,
carregou : J. Pater & C. 95 saccas com 8,029 silos
de algodao.
Na barca ingleza DplpMm, nifa o Baltico,
povo qae o tarrejaa : Plate Nfeeseh & C. 189 saccas com
sa coaXesaou-43,431 kilos de algodio.
Na pjlacaAesianhdl* lotenB Eliza,
Barcellona, carranajiJ.P. iafiew MC 175
Cas com 12,886 IJhf 7^- JgfJjJ"
Na barca ingleza 'Belle, para o Canal, car-
fegou_: S. Brothers^ C. 4:000 saccos-com 75,000
.9 iBjocu/ador fiscal da taesouraria proA'inci*
de Parnartbu<5j deelara aos coniribuinies do iml
posto de 55O0O sobre estabelecimenros, nj exer-
cicio de 1872 a 1873, a cargo do consulado
provincial, que Ihes fica marcado o prazo impro-
nrgavol dc 30 dias, a coalar da;publicacao deste na
conforraidade -da lei n. 891, art. 53, para solicita-
rein da secc.iodo conteueioso as rospectivas g ; ;-
para pagamento de seus debitos, certos de que se
nio o fizerem deniro do prazo marcado, proce-
der-se ha a cobraa-ja judxiahnente, publicando-sc
para isto a relacao dos devedores abaixo trans-
cripta.
Secciu do coatencioso provia;ial de Pernambu-
co, 16 de maio de 1874.
0 procurador fiscal,
Cypiiano Fenelon G. AKoforaio.
Relacao dos devedores do irapdsto de 5*")00 por
estabelecimentos commerciaes. que deixaram de
pagar sens dafcitos no exeroicio da 4872 a 1873.
Visconde de Inhauma n. 36. Joa-
quim, !ga%eio do Eipiril.) Saul i, :ly\%
Bom Visas n. 43 A. Jo.-e Ferreira
de Fontes. 5,'i50
Dita rr. 59. Jose A4ve3 Barbosa 5,450
Largo 'O'oCorpo Santo n. 19. Jose
da Silva Loyo Filho 4 C. S.450
Vigario Thenorib h. 3. Jose Janna-
rio da Silva 3,430
Di a n. 7. Joaquim Jbse Gome3 Bel-
irao 5,450
Dita n.'it. Jose Maria Pestana 8,450
Bispo do'Sardiaha n. 1. Jose" Igna-
cio de Medeiro:
Amorim n. 20. Jose Fer eira Pinto
Magalhaes 5,450
DUajLoG. 0 mesmo 5^50
Oitan. 1 Jesuioj da Costa Albu-
querque Hello 5,450
Dita n. ^3. Joj |i1ix de Mf?fTo 5,430
M*ian.l. Jo se Gabriel Carnei-
ro da Cunha 5,450
Companhi.i Pernambucana a. 6.
Joaqaim da Costa Ribeiro 5,450
Dita n. 22. Jose Gomea Rogutf 3,450
D.ta n. 30. Jesuino Augusio dos
Santos. Fragoso 5,450
Dita n. 26. Joaquim Custodio do
OJiveira. 5,450
Praga da Assemblea ns. 2. Joao
Martins do Rio Junior 5,450
Dita a. 4. Jose Fraaeisco do Rego
iiello 5,450
Dita n. 9. Jose Luiz Guaiaco 5,450
Domingos Jfe Martina n. JRB. JatofT
Roberto AugnsTo aa Silva 5,450
D. Maria Cesar n. 14. Joao Jose
Mendes 5,450
Visconde de Itapariea us. 34 e 36.
Joao^pereira daSouza 5,450
Barao do Tiiumpao n. 74. Jos(5
Francisco Martins & c. .",45>
Imperador n. 26. Jose Gomes de
Fwitas 5,430
Ha ft. t3,- e 13. Jbadtfaa *se darfr, x^t
5,450
Joiode
Travessa de S. Jose n. 22. Jose
Joaquim Soares
Pescadores n. 1. Jose Goncalves
Hespanli ol
Imperial n. 122. Jose Adriano de
Mello Dutra
Dita rr. 151. Joio Cardoso Ra-
hello
Dita n. 182. Jose Emygdio Ferreira
Lima
Dita n. 211. 0 mesmo
Cabuga n. 12. Jose Francisco de
Souzri Lima
[mpecatris n. 80. Joaquim Ferrei-
ra Lobo
Ditt n. 86. Jose Bernardo da
Molla
Dita u. 13 A. Joao Benigno Pe-
reira'do Lago
Dita u. 17. Jacques 'Victor Quare
Dita n 31. Jose Antonio de Brito
Monteiro
Dita n. 35. Jeronymo Joaqpim da
Silva Braga
Dila u. 41 Joio de Barres Simoes
Praca d) Conde d'Eu n. 32. Jose
Narciso 4 C.
Dita a. 3. Joao Jose de Magalhaes
Visconde de Pelolas n. 47. Jose
Duarte Coutinno
Viscuude de Albuquerque n 54.
Jose Carpiateiro da Silva
Cipibaribea. 44 Jose Caraeiroda
Cunha
Dita n. 87. Jacintho Fernandes da
Silva
Paleo d 1 Santa Cruz n. 12. Joao
Marquee Fernandes
Dita n. 16. Joaquim Luiz Fer-
reira Leal
Aurora n. 9. Jose Lopes de Oh-
veira
C&rsarao n. 13. Joio Maria Cor-
deiro Lima
Lima n. 18. Jose Antonio Fernan-
des Velloso
Socego n. 53. Joao D"i;rs*Martin>
Pernambncanas n. 54. Jose Joa-
uiin Dias Peceira
Dita n. 38. Jpaguim Martins de
Altheida
Marquez de Olinda n. I. Lemos c\
Gnimaraes.
Commercio OS. 13 e 4f>. Luiz
Vernet
Tuyuti n. 15. Lopes 4 Pinto
Caes da Oooipanhia n. 8. Lem0-
4 Cruz
Duque de Caxias n. 32. Luiz de
Freitas Victoria
tin
para
sac-
kilos de assi
Para os portal dp interior.
Para 0 Rio Grande ao>3bl, no patacho por-
taguez Judilh, earrejoa ; P. Viaana & Q, 15 bar-
ris com 1,440 iitroa de alcooi. e aiBO'barricas com
29,859 kilos de.asflBcar braaao,
Para 0 Rio Grande do Sul, ao patacho por-
tuguez Rocha, carregou: Amorim Irmaos 4 C.
50 pipas com 24,000 litros de aguardente.
Para 0 Pari, ao navio portuguez Soberano,
carragou: P. ft. Piflta Gulmaraea 100 barricas
aom 1,998 kilos de assucar fcraaco, e 800 drtaa
00m 14,068 ditos de dita; J. CtdaHago Pontes 1
pipas eom 5,760 litros de.agn&rdente;
Pawo Rio de Juairo, no pacno portuguez
Kapa, carreioa : J. de Olivetra Maia 4.D00 cocos
(WWW.
Para Mksq; par baroaga Karanwa, carre
Santos Junior Ami
Dita n. 17. Justino Francisco de
Assis
DUa n. 23. 0 mesmo t
uila n. 47. Joaquim da Costa Ra-
mos
Difa.b.65 Jose Fernandes da-Amo-
rim '
Caes Vinte Dous de NovenaacD a.
C.Q mesmo
Daqde de Caxias n. 34. J aodaSil-
fra Gaimaraes.
Dita n. 68: 'Jcaqnim de Sonza Mi-
panda Couto
Ditan. 109 Jose Joaquim .Ferreira
5,450
5.450
5,450
5,450
5,450
5,450
5.4*50
tvim u. iui> jsse joaquim.rerreira
osa Fonceca 5,450
Dita do Queiopflo a, 5. Jose Gon-
calves da SilvaTreir"
Praca da Independent ns. 23, e 21
Jose Joaqaim Barbosa da Silva fl
Bite ns. J7, e 29. Joio Garpinteiro f
Otn*4ra4CL
Caang* n. 48 A. Joio Ferraira Vil-
Iela d
Barao da Victoria n. JO:' Jose
Francisco Bittencourt
Dita n. 56. doaquiaV Ferreira fti
Costa
ETfa a. 51. Jo4 da Cruz Santos
1 Dita i 55. load Goraea Je Almeida
Dita n. 83. Jose Joaquim da Costa
Dita n. 6$. Joio Remigio de Albu-
/querqaej
5,450
5,450
,45Q
5,450
5,450
5,450
5,450
OS
150
5,450
5,460
Praca da ladepeudeoc'a n. 21 Ly-
dio Albano Bindeira Mello
Trincheiras n. 48. Lniz de S. S.
Travessa da Matriz n. 4. Libanio
Lopes Moreira
Visconde de 'nhauma n. 77. Laa-
riada Graciana da Silva
Dita n. 29 A. Luiz Rodrigues de
Oliveira & C.
Marcilio Dias n. 32. Ladiilao Ro-
dolpho de Abren Cezar
Dita a. 69. Luiz EI07 de Miran-
da Dnrao
Coronet Saassuaa n. 2, Luiz Anto-
nio dos Santos Pereira
Marquez do Herval n. 94. Lopes &
Oliveira
Vidal de Negreiros n- 11. Lobo &
Irmaos
Iraperatriz n. 16. Luiz de Fa-
ria & C.
Dita n. 7. Viuva Lecomte
Riachaello n. 67. Lucas Antonio
Evangelista
Marquez de Olinda a 24. Marcos
de Almeida Lima
Imperador n. 27. 0 mesmo
Pedro U n 2. 0 mesmo.
Marcilio Dias n. 114. 0 mesmo
Moeda n. 35. Moreira" Monteiro
4 C.
Ma Ire de Dens n. 4. 0 aiesma
Marquez de Olinda n. 25. Manoel
Antonio Vieira
Bom Jesus n. 13. Miguel Ferreira
Pinto
Dita n. 44. MaxirManno Jose de
Andrade
Commercio n. 20. Manoel Marques
de Abren Porlo
TaomdeSodEa n. 5. Manoel Ben*-
vides C.
Maris e Barros n 44. Manoel da
Sauza C. 8im5es Juaior
Gaarapraes tt. 61. Manoel jnwJ
de FaTia
Domingos Jose Martins n. ft, Ma-
noel Moreira Esteve's
i Caes 22 de Novembro n. 31 Ma-
noel Jose Rodrignes
Dito n. B. Marques dos Santos 4 C.
; 4.* de Marco a 44. Motfceiro'Tbr-
res 4 C.
r Daqne de Caxias fl. 50. Mareolino
pornellas Camara
* Dita n. 25. Manoel da Costa Axe-
vedo Napoleio
1 Dita n. 61. Morsira Pant
! Dita n. 444. Manoel Gon
Lot.
, Praca da Independence ns.38e
10. Mattos Lemcl jJt C.
Dita as 19-elt ttatofll Josd
Santos
Cabuga a. 42. Mauritio Jos6
Santos Ribsiro
Dita n. 18. Manoel #te ferreira

5,450
5,450
5,430
5,450
5,450
5450
MM
3,450
5,450
o.tiO
5450
3,450
3.430
5,450
5,4-
5,450
5,450
5,450
,450
3,450
i.430
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5,450
5,450
5,450
3.430J
-5,450
i 450
t,4:o
5,4:i<
5,W
da Cro
Dita a. '4. Manaai Antonio Goat-
Slv^
Dita a. 3 Mowlr*. 4 C.
Dila n. 7. Moreira ft > ^_
B.irao da v'ic orta 39. ^"M<0
Aj Silva
Dita n 40. M our a A C
Dita 0. 48. M.nfmo Smtifaaa 4C
DiUn. S3. Mamrl A I.
Uranjeira n fi Maaoei Jo-r da
Nascimento
Larga do Rosario a 37 A. HaaoH
Garrido 4 C
K-treiU do Knsario a. A. M?ia 4
Lamleiaaa
Livr.-mcnto n. 32. Monteiro 4 Ri-
beiro
Pcnha a. 4. Maaael Aatoni* Pt-
nheiro
Dita a. 14. Manoel Cecnfino a>
Pre i las
Travessa de Arsenal a. %. U raes
4 LaaMa
Pedro Alfonso a. 58. MmoH Sna-
res de OliVH.ira
Nova ,la Prau. n. i. Muart 4 Pi
gueindo
Dita n. 30 larchnn IcMnm*
Madre de Dens a. Macrr> &
Silva
Dita n 5 tfanoe! r>ia da fXa
Diu n. 65. Miguel Beraardo Qaia-
telro
Dila o 71 Vaaoc-I Venaacio a
8ilva
Coronet Suasaaaa a. 13 ttaatxi
Marlins Gomes
MrquM de Mervai a. 7
ItauKi- Garreia
Vila! de Near ie a. 17.
Luvariao de Otiveira
5.450
5,4H
5,459
5450
MM
MM
MM
i.v.o
MM
MM
3.450
5,450
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5.450
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5,450
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5,450
5,450
5,450
5,450
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5,450
5,450
3,450
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5,450
3,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,430
5,450
5.450
5^50
5.450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,450
5,480
5,400
5,450
5,450
5,405
5,450
5,150
5,(M
Vidal de Ncgreir > n. 5f Ma
noel dos Santos Araoj" MHIa
Dita a. 61 Miooe* Pedro 4* *m
rooha
Dita n. 137. MigniH !&* da On-
ta Haaa
Dita n 141. Mare-'mo M.>rt.as I*
Luz
Dila n.143. M.u-jei Goaa-s Fr-
reira d-; Sa Leiiao
imoerial 11. 15u. Maaoei Aataaia
PMHlaaa
Dita n. 135. Manoel Pereira Ma
galhius Junior
DiU n. 437. Manoel Anloauo dws
Sant..s
ImperatrU a. iJ. MaU k ir-
mfiD
Dila a. 4ii. Meades di Crva*a
Dita a. 61. Maaoei Alves d.- 44U-
aaia
Dita n. 63 A Maaoei Dias F. Ja
uior
Prar;a la Cja-le d Ea a. MA. Mi-
nm'l de Christo Pacbeco.
Visconde de PeloUs n 6 Majaal
Anionio Coelho if. AlntaMa
Capibaribe n. 12. Maaoei JoafCflB
Lohato d. C
Ponte Velha n. 03. M-rtinl. < lo-
so de Saai'Aana
Coode da Boa Vista a 53 Maria
Candida MbaiN e outro
D.ta 11. 7:'. M.inoel Ferr^ra' (x>e
llio
Rasa 1 n. 42. Marcelino Fran-
ciscj Alves da Silva
P.v-andun. 12. Manoel inme*
Manias
11 ira 11. 0. MeUd< A \iint-i4a
Laraoda Triu.-&utio 11. 41. Noatcs
da Sdva
I opera Jor n. 31 A. N-goeiri 4
Irmi-i
Marailio D.asa li JSaaaa, Oaal-
r z iV C.
I' traves-a de Joao de Barro< a.
1 N. Mdaa Toleatiaj do Sacruua! >
Bisoo SirJialu u. 11. Oliveira Mi-
randa di C.
B^rau da Victoria a 2i. Oiivetra
Carneiro & C.
Livramcnto a 14. Oh'mpio a*
mes Rosa & Cruz
Marquez de Olinda n. 42. Pint > da
Silva Lascio
Caes 25 de Novembro a. SO Po-
lycarpo Jose Laymc
Duiuede Caxias n. 29 Pacbeo
de Azcvedo
Barao da Victoria n. S3. Peiro
Maurcr A. C.
Ereit do Maaarie a. SO. PeJru
Augusio da silva
Dita a. 29. MM A Ma>
zaga
Livramento n 31. Paulino Onofr-
Haaasa
! travessa da Praia a. 2 E. Pau-
la 6l Irmao
Vidai de Nefreiros n. 12. Pedr.>
Auroliane da Crui Muni,
Nova de Santa R.ta a !> Paa'o
Jiise Gomes A; C M 1
I neeratriz n. 4 P*aio F-rrctra
de Meilo Guimaries
Giroael Ltmcnha a 18. Pereira
& irmao
Marque; de Oliada a. 8. Roehi
Commercio a. 43. Robert 1 Wail-
lez & C.
Vigario T.eaori a. 10 Rosa
Adour
Amarim n. 31. Rasmunio J Tavares
Primeiro de Marco n 14 A. licir-
do 4 C
Duque de Caxias a. 77. Rocba
Silva &C.
Barao da Victoria a. 48 A. Ro
cha Pinto 4 C.
Diu n. 27. Rodrigo pinto Me-
re ira
Dila n. 37. Rodrigues Ferreira
&c
Joao do iiago t. s4. Moaua Bs-
teves
Largo do Carmo a. 9. Ribeiro &.
Irmuj
Visconde de Inhauraa n S Ray-
mucdo Pereira de Siqueira
Marcilio Dias n. 4*. Reis 4 Nae-
cimento
Vidal de Negreiros n. 113. Ray-
mundo Lasver
Imperador n. 14'> Rieard) 4ao-
reira da Cunha
ViscoBde de Albo^uerqae a. M.
Rainond & C.
Travessa da Madre 4Vn* a. tO.
Santos 4 Araufo-
Amorim n. 33. *rra Schafre 4 C.
Domingos Jose Manias n 440.
Silva Alves 4 C
Caes do Ap-dlo n. 64 e 63. Sanders
Brothers 4 C
Domiagos Jose Marlins a. Hi. Saa-
za A irmSo
Imperador n. 46. Silva 4 Irmio
Duque de Caxias n. 15. SO Lei-
tao, Foaceea 4 C
Laraageiras n. 30. Silvaao 4 Car-
OaaW
Larga do Rosarlo n. 34 Saatoa *
Araujo
Livramento a. 30. Silrerio 4k k-
mlo
Visconde de Inhauma n SO. Son-
za Gomes 4 C.
DiU a. S3. Santas fluflaTlo
Marcilio Dias a. 72. IcdiaiHii
Jose Bererra CavalcaOae
wu n. i ft. Saraiva4C.
Birio da S.'BoTji a. J3. SiMm
Juvendo
Largo da Aaaeaaajea n. II. Tava-
res 4 C. ____
Laraageiras a. IS. tavarai 4
Joao do Rego a. 3. Taiteta 4
Irmio
,Madre de Dens a. 61. Tr
no Caadido da Silva
. Diu n. 93. Temittaclee Caajaaa Oa
nM
Imperil; n. 104. TnfaOl JaaOdV
raiia
Marauez de OJiaH n. 4. 3 e3.Ur
bano VioaMe Ferraira
Daqne de Caxias a. 115. Tiaaau
5.450 CaatwTdTc
I CabnM a 14. Valaatiw 4f Val-
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V
OUrio cfo Prainbida fefljfc feira 2 4* = Junto 4* IW*
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leL.
P?r?a Ja Vktsfe d. 29.
Ferreira Soaza Rets
Vwconde da Inhauma a.
rialo de Freilas Tavares
Coronel Bnassu/ia a. *
Moreira da Silva
.,^r.fa,Pr*eU n. 9. Vicente
reiTeiraae llDaf.ner(.0#, yjacjraen-0
ComtP.ercio n. 18. Zeferlno Car-
Viwate
** v',.
Vicente
-,,50
3.430
Sba|v-
t>*'.'o do Almeida
Vtecrade de Itaparica n.
(iam Vorjtou
lmperador n. VI \V. H.
man
Seecio do centencfoso nroVineiat de Pernambu-
co, 16 de inuio d* IWV.
(5 1? official,
Hiracfo Wiflttrfc. rWgrino da Silva.
,430
3\456
X.0
8,i50
5,430
5,430
qnm poderto os pretendentes entonder-se a res
pel o, ueveodo as propostaa serem eotregues em I
eartas fechadas, no oonsistor o da igreja, fcs 7 ho-
s da unite, no dia 3 de j"nho Y-ndour>.
K'elfe, 30 de-maio d 1874.
- O seereta to,
Leopolds
Emilio XaMer Sobreira #e Melio, iuspecwr 4a
thesowaria de fazehd* desta pro-vincia, etc.
Faco saber a todos qu&ntos se acharnu na pos-
s por'qualquer litolo >oe seja, de terrenes sitos a
margem do no Capibsnbe da Toz do mcho Par-
name Mm para cii.a, e comprehendidos na zona
f eseTvada para servidao poblica,qoe (ties fica mar
ctdo o prazo de'W dias, eontados da data deste,
Y>ira reclamarem perante n Exm. Sr. presttenie da
"provincia o qua enlenderem a berade sett* direi-
tos, sob pena Oa prda da pretereneia garantida
pefo artig j 16 do itocreio u. V,K5 de 12 de feve
'reiro de t8OT.
Thesouraria de fazenda de Pernambuco, 30 de
Emilio Xavier Sc-Drefra de Mello.
Bdital n. 169.
Pur'dsta inspectoria se mtima, de euofonnidade
com o- art. 74d do regulamento das alfaodegas,
iluoo de 30 Gamma* de flaneMa, appreheudidas na
pontcda alfaudega, as "8 horas da noite de 54 de
corrente, para deairo do pzo de 15 dias impro-
rogavei.>, produiir sea defeza ne processo de a-
prehensaodas rekndas'camisas. ^^
WfanJega de rVrnafflbuco, 30 de maio de W7V
"0 inspector,
Tuhto A. de Curcullio Rets.
Edital n. 170.
Pela inspectoria 'da alfandega de Pemarobuco,
se faz publics qocw 11 horas *a mairlia do dia 3.
do eorrente.aeh* >le arrematac Jivres de direitos
e sujeius ac imposto da capalacia, as mercadoriw
abaixo dealarada*.
198 lilduziss-de facase g***os avawados, sen-,
do : 75 *nzis,tte cabo de sso 123 4|2 ditas de
cabo de ferro, .pertencentes barricas da mar ja
diamante HB4N, ns. 33 54., abadonadas a<
direitos porBnga Son 4 '-, avalidas por I00ia*4.
MarcaHT-W caixinhw de fogodaChina ava-
riados, pesan navio al)eit> Catharine, destfairegadas em -26 de
maio proxinw Undo, abaedonadas aos direitJSipor
Costt Cudo* 4 a, avalidas por :*9*&zo.
AifandegA de Pernamkuco, H dejunho de 174.
0 inspector,
Fabio A.-de CarvaliioReis
Edital n. 171.
Peiaiispectoria da alfandega, se faz puWkio qne
nio tendo 9ido arrematadas astnercadorias'abaixo
declarada por falta de lieitante?, annanciadas a
letlao por edital n. t6, se transfers a mesma ar-
remata^io para as lU horas da manna do dia 3 do
eoTFeute, a porta desta repartijao, livres as merca-
deriasde direito e sujeibts ao imposto da capata-
zi*.
Armazemja.6.
Marca CAS MA C.3 cixas n3.,l4 e 6,142,
vindas de Bordiwux no vapor francez Mendoza,
desearregadas em 42 de marco de !873,^onsigna-
das a C A. Sodre da Moua, can tendo 26 garratas
com cognac, medindo de alcool puro-8 litres, ava
Jiados por 1872.
Bita triangulo M N e C;H-1 barril vasio, viodo
de Bordeaux no -vaporfraocez Rw Grande, des-
carregado em 7 de junho do 1873. consignado a
D. P. Wild & C, avaliado por 2*333.
Atfandega de Pernambnco, 1.* de jUBho de 1874.
0 inspector,
iFubio A. -de Carvalko Reis._____
Faco saber que em meu cartorio exi9te nma
lettra da quantia de 1134. raoeda brasileira, saca-
da -em Castro Daire em 9 de maio dete anno, a
dez dias de vi,:a por Joaqnim Simoss de Olivei
ra a ordem do) portadores Carvalho & Nogueira,
desta pratja, ageotes do banco commercial de
Vianna, contra Manoel Alre- Jacintho, passageiro
do vapor Luzitania, da carreira do Pacitico. E
tendo-se ansentado para lagar incerto o sacado,
segando disse-o portad>r, pelo presente o notilico
para aceita-li ou dar a razio norquo o nio t'az,
Scaodo desde ja nutilicado do competante prjtesto,
se a nao aceitar.
Recife, 1 de junho de 1874.
0 e*orivao dos protestor,
Antonio Jose Alves de Brito.
SANTA CASA. DA MlSEhfCOHLlA DO
RECIFE.
A Hlma. jnt adraifiisirativa aa sauu ^as* t
M'eTi<*.urd *> ^^fe, manda fazer public aa safe de snas sessdes, no dia 2l de main pe
ia& A kens da tarde, (em, de ser arremaudas t
mem mais vantagens offerecer, pelo tempo de uir
i tn-i annos, ;is rendas dos predtoa m seguida
tedaados.
ESTABELECIMENtX) Dfi CAR I BADE.
Travessa de S. Jotd.
Glasa terrea n. 11.......JMjuoo
Rua de Santa Rita.
Idem n. 32....... 150|OW
0TSCy Pontas.
asaterrea n. Ill .... 362ni0
Rw da V*rc*o
Idemn 71 .......*!000
Poote Velta.
Idem n. 31. ...... 136*000
Raa de Antonio Henrijoes.
idem n. 26........99#00fl
Rtia doVrgario.
I." anrtar da sobrado n,17. 3254000
Eoiaidem. ........ 3754000
PATR1MON10 DOS OBPHAOS.
Rna '9k Senzath velha.
Gasa terrea n. 16.......y*tm
'Boeco das -Boias.
Sobrado n. 18....... 42!#Q0X
Beta da Cruz
SotraQe n. 14 (fecbado).....<:00e#09i
Roa do Pilar.
Caia ttrrea n. 100......KUOOt
Rua do Amerim.
Idem n. 34........f22*00(
:Rna da Guia.
Idem n. 29........20l*00fc
Rna das Larangrtras.
Gam'terrea n. 17 ... 361400(
arrematacao as 'siras ttancas, oo empareeeren.
scorapanhados dos respectivos Uadores, devend(
uagar alem da renda, o premio dn quantia en
pie for seforo o prwiio qua contiver estabeleci
mento commercial, assim como o scrvico da lira
peza e prec<>s dos apparelhos.
Secretaria da sia casa da m* ife, 17 de marvo c da 1874.
0 eserr?ao
Pvdru Rodrigxtes de Souza.
Sob a direc^Xo do -actor
jril/IOXtAIEH
Sexltfciw |Sde.jonhi).
KsTt'a ilos iutisfis
D. Kwna dit> Mello Muiilutii<-:i c Ma
Mcl G*iue* Hanhonra.
Pruneira rei>reseuiac.io ne*w iheatM, Jo ini>
pio-tiiuie drama em 3 actos, original fran.ez de
M. M. K. tiirardiu e A. Uumas Pilho :
0 su'ijilicb (Ii1 [\m nmlber.
Distril Mathilde Diimont D. Rosa.
Sra. Larcey D. Cecilia.
Juanua loven Rosina.
Dninoiit Sr. Manhon^a.
Alvar*8 Sr. Bernardino.
Urn erSado Sr. brnga.
A ac.au pa-a-e -/n Paris.
T>rmio.ir* o '.sp^cucul.' ctun a primeira rejre^
seirtacao J* comedy;, eiu 1 a>:U S
Piwisa-sfc duniii mulkcr para
vitjar.
Personagens.
Archibaldo Sr. Maittonca.
Lanlair. professor ""<". CunUa. --
Francisco, criado Sr. Ayresa.
Marqoette, eostnreira >D. Ro#a.
Pelicidade, mulber d irchifealdo D. Cecilia
Principiara as 5 i\l buns
TBEATRO
Santo Antonio
KMPBKXJl
seclTmcoes.'
ssafw
Irmandacle mento de Santo Antonio
Vao podendo ter lngar a festa solemne de Cor-
pus Christi, em consequencia de nao quererera os
padres funccionar com a irmandade do SS. -Sacra-
mento, embora ja esteja levantada a interdiccio,
que iujustamente lhe foi lancada, com ludoaroesa
regedora, querendo dar urn publico testemnnho
de ana dedicacao e res,peito ao culto divino, fran-
queara a respecttva igreja a adorajao dos fieis,
de-de 3 horas da nanha m as 10 da coitedo dia
4 do corrente, apresentando um paco em allego-
ria da ins'.itnicao da Euchiristia, e fazendo cantar
a noite per musiea de orchestra dons psalmos e
nma ladamha ao SS. Sacramento.
Os devotos que comparecerem, lucrarao a iadul
gencia conoedida por bnlla especial do SS. Padre
I.eaj XII, tm 16 de Janeiro de 1824.
Consistorio, I* de janho de 1874.
0 eserivSo,
Alexandre Americo de Caldas Brandio
I, HOtRKS*.,, M AttlTlMO DO PORTO
BmprS Dortuense de aaietacao m
umpmr. enire forlDKal c o Bra Mil
0 VAPOR
jciao wmi
Oemmandante Camien to
Rsperado do sal
Jt^
pv f^^|f,lg?
em 8 on 9 do proxi
mo mez de junho, de
peis d* indlpensavel
demota dentro deste
pxA-to seguira para
Lisboa e Porto com escala pft S. Thlago.
Passagens e fn-tes de cargas, encommendas e
valores, vratam-se torn pa
AtSENTES
IB. U. Rabell* A C.
\9 Hna do Coininercio 48
4793, T7, 1807, 2820,
2853, 1858, 2859, 2861,
2890, 2894, 2896, 2899,
2927, 2936, 2937, 2954,
2973, 2978, 2373, 2988,
3016, 3023, 3026, 3032,
3059, 3050, 3065, 3084,
3108. 3112, 3117, 3121.
3142, 3134, 3163, 3166,
e 74.7, cujas cautelas p>
resgatadas ate o baler do
2822, 2828, 2833, l&f.
2864, 2865, 2869, SSTli
2900, 2909, 2916. 2918,
2939, 2969, 2955, 2972,
2993, 2998, 3009, 3013,
3041, 3045, 3049, 3035,
3087, 3099, 3101, 3103.
3136. 3128, 3129. 3132,
3 68, 3171, 3176, 3033.
d-.'in ser rt-f'.rmadas oo
martello.
Companhia Fidelidade
?insuroi* waruim(t < terreatres
A agencia dexta companbia toma segnros ma
ritimos e terreatres, a premios raz iaveis, dando wjs
altinvis o solo ferro, e o setimo anno gratullo ao
segurado.
Peliciano Jnse Gomes
Agente.
at Rna do Apollo 51 ______
Olinda
Por este juizj vao ser arreraatados corao bens
de eveaio, Undo o prazo legal, os cavalloe appre-
bendidos pelas antoridades policiaes desta comar
ca, enjos signaes sao os semiBtes : urn castanho
rosilho, |M-i(')eno, de 8 aaaos. ponco nuis ou
men is, com o pe direit > branco. ferrado no quar-
to e bwtaote magro, por 204000; ontro russo aca,
bastante pequeno e magro, ja errado, com olbos
pretos e ferrado n quarto direito, por 104000 ;
ontro rosilho, de born tamanh >, com uma orelha
troncha, carnudo, i or 604 ; ontro hnalmente pe-
drez, magreirao, bom tamanho, por 404 : quern
se julgar com direito a taes animaes, compareca
no prazo de 15 dias, a reclama-los perante este
mesmo juizo. Olinda, 27 de maio de 1874.
0 escrivao da provedoria,
Baebarei T. S. Caldas.
Consulado provincial
Pcla administrp^ao do consulado provincial se
faz publico aos respectivos -ontribuintes, que do
d de jnnho vindouro por diante comeca a correr
o pmo de 30 dias uteis, marcados no artigo 21
do wgnlamento de 16 de abril do 1842 para a
cobranca a bocca do cofre. do 2 semestre dos ira-
postis da decima urbana, 5 0|0 sobre bens de mao
morta, e 60 rs. por litro de aguardente consumida
na provmcia, no corrente exercicio de 1873 a
1874, incorrendo na mulu de 6 0/0 aquelies dos
contribuintes que oi nao satisfizerem nesse praz.
Cansulado provia^al de Pernambuco, 27 de
maio de 1874.
0 administrador,
Antonio Carneiro Machado Bios.
4>ia\-ao Portagnexa de Betted-
cencla dom Knaprcaaaon do Cona-
aerclo e Inrtuslria em Pernam-
buco.
Pe ordem daSr. vice directorjwrticipo ars >e-
nbores membros desta corporacao, quo em sessao
ds direct ria do dia 28 d,i corrente toi transferida
a reimiao das tesiSes crdinanas para as quintas-
feirai, as 8 horas da noite. Recife, 28 de maio de
1874.
0 secret rb.
_______Jose" Piudencio dos Santos.
Innandnde de V 9. da Concei-
9A0 dos IIilitares
A nesa regedora da referida irmandade precna
contratar as obf as do assoalho do pavimento terreo
do corpo da igreja, que Jevera ser de amarello, de
primeira qulidade, c enforme 0 orcamento que
pa'a em poder do Sr. lenen'e Manorl Jannario de
Arruda, a rm do Bario da Victoria n. 4J, com
SANTA CASA DA MlSEKICORMA DO
RECIFE.
A'lllma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
perante i, em ses?ao do dia 3 de junho proximo,
tern de ser arrematada a renda da propriedade
Bha do Nogueira com-grande cnqueiral e vivei
re, pela quantia de 1:0^)04000 por anno, ohrigan-
de-se o arrematante afazer os reparos de que
preeisa 0 memo viveiro ; para 0 que deverio
examinar previamenta.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia
do Recife, 29 de maio de 1874.
0 eserivSo
Pedro Uodrigues de Sauza.
TlieMouraria de lazenda
Declara-se, para conhecimenlo dos interessados,
que em cumpnmento da portaria do lllm. Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda desta provincia,
firmada em data de 22 do corrente, de hoje em
diante, os attestados de viuvez, a vista dos quaes
se fazem os pagamentos de meio soldo, nao devem
mais ser passados pelas antoridades policiaes, e
sim pelos parochos em exercicio legal e juizes do
paz, conforme a circular do BiioMerfo da fazenda
n. 132 de 30 de maio de 1835, citada na referida
portaria ; sendo apenas permittido aos inspectores
de quarteirao passar attestados de vida, preceden-
do despacho do subdelegado resiectivo, em face
da disp s;cAo contida no aviso de ii d- maio de
18 inhibidos de os passar tambem os parochos e jui-
zas de paz, como declara a citada portaria.
Pagadoria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 23 de maio de 1874.
0 escrivao,
Cyriaco Antonio des Santos e Silva.
Estrada de ferro do Recife a
S. Francisco.
AVISO
Pelo presente sio convidados os senhores accio-
nistas desta companhia para receberera 0 21* di
videndo, concernente aosemestre de julho a dezem-
bro de 1873. Villa do Cabo, 30 d maio de 4874.
G. O. Mann,
Superintendents.
Luso-Brasileira
0 Exm. Sr. presidente do conselho fiscal accor-
dou que as sessdes crdinarias se faeam'm. primei-
ra sextafeira de cada mez, deliberacao esta que
levo aa conheclmento dos senhores conselheiros, e
os convoco para a primeira sessio, na sede da
nossa sociedade, as 6 horas da tarde do dia 5 do
andante.
Secretaria do consel 0 fiscal da sociedade Be-
neficente Luso-Brasilpira em Pernambuco, 1 de
junho de 1874.
Andre M. Pinheiro,
_______________________1* secretario.
Armazensda companhia per
nambucana.
Hegurom contra o logo
A companhia pernambucana, disponao de ex
:ellentes e vastos armazens em seu predio ao for
te do Mattos, offerece-os ao commercio em geral
para deposito de generos, garantindo a maior con-
servaeao das raercidorias depositadas, service
prompto, precos modicos, etc.
Tambem recolhera, mediante pre\io accordo, ex
:lusivamente os generos de uma so pessOa.
Bstes armazens, alem de arejados e commodos.
sao inteiramente novos e upbaltados, isentos df
Mipim, rates, etc., etc.
As pessoas gue quizerem ntilisar-se destes ar-
mazens, pederao dirigir-se ao escriptono da com-
panhia pernambucana, que acharao com -icerr
tratar.
ADMINISTRACAO DOS COBBEIOS IE PER-
NAMBUCO, 1DE JUNHO DE 1874
Rela^So da correspondencia registrada (sem
valor) recebidn de diversas proceJencias
ate esta data, e que nao tem sido cntre-
gue por ignorar-se as resideocias dos des-
tinatarios.
Amancio Olympio de Andrade Barros, Angelo
Ribeiro Scares, Charles Bachelery, Cassiano Telkt
de Argollo, Francisco Pereira de Assis, Francisco
Marques da Cunha, Francisco da Silva Rego,
Fructuoso ftoDcaives Teixeira, Guilhermina Lfns
Soriano, Genoveva Francisca dos Reis, Joaqnim
da Costa Ribeiro, Jacintho Abreu daa Neves, Jo-
vino Bandeira, Jose Bernardino da Rosa, Jerony-
mo Jose Tells*, Joao de Barros Silva, Jose Henri-
Jues de Salles Abreu, Jose Gomes Barros Lobo,
ose Antonio da Fonaeea e Silva, Jose Cruz, Jose
Antonio de Soaza, Joao Francisco de Arrnda Fal
cao, Joao Baptista Ferreira Graca, Joao Nepnmo-
eeno Torres, Luiz Baptista de Soaza, Manoel Pes-
soa de Siqueira Campos, Manoel Francisco de
Arruda Falcae, Manoel Muniz Falcao Benevides,
Manoel de Carvalbo a Silva, Manuel Julio da Silva,
Maria Candida de Axevedo.
0 official encarregado do registro,
Jose" Candido de Barros
a=nefW?
THEATRO
.EMPREZALIMA PERANTE
Qu^rta-feira 3 -de junho.
Beaeflci* do actor
RUM1
Comedia drama em 3 actos, original l>r**ileiro
do beneikiado:
Duas paginal d'mn IKro.
Pelo actor Gamara, a muito popular aria-co-
mica :
Simplicio Bieudo d aPaixao.
Trrminaa -e espectaculo com a oporeta em um
acto :
Sem Talo e sem noiva.
0 beaefi'^ado pede ao illustra'.o oablico desta
capital a contiouagao de sua estima.
O re?to dos bilhetes pode ser procurado era
inio do beneficiado, ou no dia de espectaculo no
lugar do costume.
Havera trem.para Apipucos.
I'riucipiara a-8 \\i horas.
THEATRO
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
Quinta-feira 4 de junho.
Primeira represontaeao do importante drama
em 5 actos, original bra-ileiro. do Dr. Carneiro
Villela :
Os mapis e os jesuitas
0 ultimo nHo representa um teraplo majonico
em sessSo magna no dia de S. Joao, e e pintado
a capricho pelo babil scenographo Leon ChapeHn.
Priucipiaraas-8 horas da noie.
Aracaty em direitura.
Sahe impretenvelm-nte no dia 4 de junho o
hiate naciuiial Leonitia dv Cruz, capitao e prati:o
Manoel Caetano da Costa : para carga e passa-
geiros, trata-se com Antonio Alberto de Souza
AgJiar, a rua do Amorim n. 60.
COMPANHIA PKRNAMBLCANA 7
DE
WavegacSo eosteira a vapor.
MACEl'6, F.SCAI.AS, PENEDO E ARACAJU'.
0 vapor Jaguoribe', com-
mandante Julio, segui-
ra para os portos acima
no dia 15 df Junho proxi-
mo as "i horas da tarde. .
Becebe carga ate o dia
13, encommendas, passa-
geiros e diaheiro a frete ate as 3 horas da tarde
do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mat-
toi a. 12.___________________________________
nvAiuu
.lESSAGERIES HARIT1HES.
I.iaha iiiensal
Kiode Janeiro
Varae Indicado pculo spgue- (4n poncos dias
tp demora a oarca poitngnera Frliz Uniilo pot
ter a lnaio't ptYte de sen c'nrreg.imi-ntu engajado,
para o resto que lhe falta, traiase com os con-
eig&ataiios Joa^ulm Jose oncalves Beltrlo & P\-
iho, a r^a do Commercio n. o._______________
COMPANHIA PERNAMrU CAN*
DE
Wavegaf fta ?osrIra a vapor.
ARAITYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA-
TT, CF.ARA, MANDAHU, ACARACU' B GRANJA.
O vapor Pirapama
commandante Si va.
seguira para os por
tos acima no dia 6
do proximo mez, is 5
horas da tarde.
Recebe carga ale oaendzs, dinheiro a freM e passagens, ate as 3 ho-
ras da tarde do dia da sahida : tscriptorio
no Forte de Marias n. 12.____________________
ranii; Meam >avlgaiiH lompjio)
ROYAL' MAIL STEAMER
Espera-se dos portoe do sal ate o dia 2 de junho
e segutra pars Liverpool, toeando em Lisboa e Bor-
deos, paranaoe recebera passageiros, encommen-
da., carga e dinheiro a frets.
S. B. Mo sahira antes das tres boras da tar
de do dia da sua chrgada.
OS A11ENTES
Wilson Rove a C.
____14RUA DO TOMMERCIO14______
Rio Grande do Sul
Seguira em poacos dias o p,.tacho portngnez
Judith : para o resto da carga, trata seem Pe-
reira Vianna & C, a rna do vigario n. 7.
Libra- estcrlinas.
Vendem Augusto F. d'Oli-
veira & C.
Rua do Commercio a. 42.
LEILOES.
LEILlO
DE
moveis, lougas e mais artigos, como sejam :
1 salva de prata, 1 mi-bilia estufada, 1
machina electrica, oculos, brincos, ade
regos, anneis e volt3s.
leilAo
DE
mad|v Ides, brins psrdos, algodSo rise do,
cbapoos de la e ditos de s*U (tudii com
nvaria d',igua &nTg>d;<)
HOJa
'6 do corronle
.!' I> ij* aw*aa.
Por ilt.:rv.!in;':i. ili>Boate Pmlo
RUA DO BOM JESUS S. 43.
Agente Pestana
Segania e wit!ama
Leilao
DE
19 barriscom postas de cavalla em s.ilmou-
ra e 4 ditos de pargos, tudo em p.-r f.-ito
estado
QUARTA FEIRA 3 DO CORRENTE
AS 11 HORAS EM PORTO.
No armazem do Sr. Artnes, defronte da al-
fand- ga.
0 preposto do agents Pe?tana fari letlao, por
conta e risco de quem pertencer, ds 19 bar ris c >m
postas de cavalla em sal noura e 4 ditos ds par-
gos, tambem em salmoora.
0 mesmo preposto prevme aos Srs. vendtll oes
qne tudo i sia em perteito estado.
No armazem do Sr. Amies, defroonte da al-
fandega.
leilao
ra advogados, relogios de
parede, ditos de cima de
mesa, ditos de algibeh*,
de ouro e prata, garfos, c.>
Iheres. galhcteiros de elec-
tro-plat., i;ic; scorn cabos
de marfira, pares delanter-
uas, objectos de ouro epra-
ta, grande cmantidade de
trastes eobjectos douao
domes- ico, que serio ven-
didos por conta de diver-
sos (ainda que chova)
AO CORRER DO MARTEI.I.O
Quarta-feira 3 do corrente
as 11 ho-as da manhX
a
FEI!!A SEftlANAL
IG -Rh;i 4d luiprrador-16
4RMAZEM.
pelo agente Martins.
M
tavcrna do paleo <| i Santa Cmz n 12, trt-
guezia da Roa Vi-l
SEXTA-FEIRA R DO .mRENTF
as 10 !|2 horas aa ponio
0 aitsnte %1-irtin- fara WilAo. p-* nuooaa* di
lllm St. Dr. ,uiz Haaaa do emMwm-1, i'nrmx
can e gen to* d<> pateo da Santa Gnu a. 12, an
d s hra acima.
DE
9 farJ-.i< coin fumo d-> 3.' sorts, vindo da Bahia
no ultimo paquete
QUARTA-FEfRA 3 DO CORRENTE
no armazem da companhia de paquetes,
largo do Corpo ^anto n. 25
as f 1 Kara* em panta.
0 prepo>to do agente Pestaua fara leilao, por
conta e risco de qu>*m pertencer, de 9 fardos Dim
fumo da Bahia.
Terca-feira 2 de junho
no armazem da companhia de paqnetes, no largo
do Corpo Santo n. 25
A's 11 horas em ponto
LEILAO "
DA
arma-,ao, generos e mais p'-iii-ni.;.^ da ta-
verna d. 81 da rua do R rta da Victo-
ria, antiga rua Nova
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
0 agente Marlins fara leilao da annacao e ze-!
neros ila antiga e afreguezada taverna da rua X'-1
va n. 61, sendn o proJucto apphcado ao pagamen
to dos credores de dita tsverna.
LEIL\0
DE
soleiras, arcadns. pxtrudas e outras p*- ira-
SEXTA-FKIKA 5 DO CORRKXTE
is I I hi horas da manlia
No armazi>m n i\, da companhia pernanv
hucana.
0 agecte Piniii' B-rge levari a leilao a* referi-
das pelras. i>-r r ato e ri-o de qo- n peraacer
Os Srs. preien i- i.ies p<>d-: ao ja eiaaaaar.
H(jc
Leilao
No primeiro andar do sobrado da rua do
Bom Jesus n. 50.
Moveis, a saber:
Um piano, 1 mobilia de faia, completa, 1 cama
de jacaranda, toilette, lavatorio, maiquezao, mesa
elastica, apara lores de mogno, guarda-louca, 1
jogo de bagaiella, t litro paraagua,cadeiras avul
sas, ditas de braro-, mesas, t rica mobi'ia c-tufa-
da de marroquim, jarros para flores, compoteiras,
copos, calices, garratas, espelhos, p.irta-fructeiras,
objectos de electro-plate, formas para podins, I
cama de ferro, 1 dita de amarello, I mobilia de
jacaranda e outros muitos artigos.
0 agente Pinho Borges levara a leilao os moveis
acima mencionados, por eonta e ordem de umn fa-
milia i|ue se retira para fora desta provincia.
Agente Pestana
LEILAO
D4S
mercadorias pertoncentesi massa fallida de
Thomaz Fernandes da Cunha & C, exis-
tentes em o estabelecimento da rua do
Marquoz de Olinda n. 44
e
Hoj(
A's II horas ra mnoha
0 agente Dias, compelentemente autorisado.
por maniado do lllm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio desta cidade, levara a leilao, no dia e ho-
ra acima designailos, a armacao, todas as ferra-
gens e mais artigos existentea em dito estabeleci-
mento.
0 inventario que se acha em poder de referido
agente, & rna do Marqnez de Olinda n. 37, pri-
meiro andar, pode desde ja ser examinado.____
>pera-se da Eu
ropa ale o dia 7 do
corrente, s e g u i n do
depois da demora do
costume para Rue-
nos Ayres, toeando na
Bahia, Rio de Janeiro t Montevideo.
Para fretes, encommendas e passageiros : a tra-
tar com
OS AGENTES
Harlsmendy a Lahflle.
9 Rua do Commercio 9
O
Rio de Janeiro
pretende seguir com mnita brevidade o brigae na-
cional Itabel, tem parte de scu carregamenio en-
gajado ; e para o resto que lbe falta, trata-se com
o seu consignalario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, rua do Bom Jesus n 57.
Conapanltia de navejracaa a va-
por bahlana, limitnda
Maceio, Penedo, Aracaju e Bahia
E' esperado dos portos
do sul ate o dia 8 do
corrente o vapor Penedo,
u qua! sahira para os
portos acima no dia se-
guinte ao da sua che-
gada.
Re'cebe-se carga, passageiros e diobeiro a.frete
Agentes.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
37Rna do Bom Jesus67
COMP4^1111 A BRtilLEIKt
DE
VAVET.ACAOA VAPOR
Porlot* do Mill.
E' esperado dos portoi
do norte ate o dia 2 de
jnnho, e seguira para
os do sul, depois da de-
_________ rogra do costume. > &<
ara carga. encommendas, valores e jia^agens,
tra!a-e no escriptorio.
7 RUA 00 VIGARIO 7
Pereira Vianna A C.
Patacho Arroyo Grande
Para este navio re'?-ebe-s carga a frefo para o
Rio de Janeiro e Rio Grande in ,Sul: trata se com
Silva & Cascao, a rua do Marauez de Olinda nrj-
mero 60,
Leilao
DE
lazendas avariadas
Hoje
as fO l|t haras
0 agente Pinto levara a leilao, por autorisagao
do Sr. consul da Belgica, e por conta e risco de
i|uem pertencer, um fardo com fazendas, marca
diamante G P, n. 93, avariado a burdo do vapor
inglez Oberon ; as 11 horss do dia acima dito, em
o vscrlptorio do referido agente, rua do Bom fesus
n. 43.
Em continua^ao
vendera o mesmo agente outras fazends inglezas
tambem avariadas.
DE
200saccoscom arroz em ptffcito fstalo
QUART4-FEIRA 1 DO CORRENTE
a s 11 haras em pante
Ni armazem lo Sr. Annes defronte da al-
fandega
0 prepostj do agente Pestana fan leilao por
coma e risco de qnem pertencer, de J00 saccos
com arroz, em um ou mais kites, a vootade dos
Sr. compradores.
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
As II horas em ponto
No armazem do Sr. Anne", defronte d'alfandega.
0 mesmo preposto conviJa os Srs. vendflh.lesa
comparecerem ao referido leilao, puis o air>>z sera
vendido ao correr do martello.
LEILAO ~
DE
2 carros de i rodaa para passeio, com os eompe-
tentes arr-Mos e >-av Ilos; msw t do atfm
quasi novo
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE.
as 1 i horas
FE[KASEVt\N\L
10 Bua do ImpiM-ad-ir 16.
M
varandas defcrro. gra-les quadrwlr- j.ara
peit iris In j n las, i>itoris de S'larm-
00, ptahi pjsaaaaj para pwitorts, graat-
pos H final Im, b.iii.-iras grand*-, c p<-
quenas. columnas de farm, e m is ohjectiw.
nCTTAFT.IHA 5 fK) CORRENTE
If II asm da nianhi
No 3 naze n n. i'i.da c-ioarMiiliia perr.am-
ttucana.
O agente I'm < avajsj b-rara a l los acima m*n .<->ni t p pertencer
Os Srs ataaadiatea aalw desdr ja M Grande
LEILAO
H
mov-is, lctuc'. \idms, crvst,>s,fr>r..
ro, etc.
!ABKUK) ti DO CORRE' I
lana du laaperatrisa IS. t
aadar
as 11 horas em |mni 0 preposto do agoote Pestana. coavi-n'-
te antorisado p ra a Bsroaa, fara i> ila-i de I mobilia jacaran-
da, com lamp-'- de pedra, I d-ta de amareN'- I
piann ingl-z. 1c jaearanda, I faardi-rapa, I
iiuarta Hap, -1'"' d<* 'acaraata, I me*a .
tica, I i;i|i.. .' .j;. i .i.ir, I dito para al i
obras de aar iMaia i murtos entr. (? -
'U-: se lor.u -.'ira TMCA-FE1RA 2 IK) COR RENT!
\a rua i" Irperatnx ii. 4a, 2" witi.
V*. 11 horas eaa aaada.
'SO^Of BSOS
Agente Pestana
Grande e importante
Leilao
Bom negocto.
DE
Vende se tj arrwv'a-ae grnV pr ie um anJ.i- < soilo, situ na rua ki Bisp
j Coutinho, pr. v'mii da igreja da Misericorjw,
' na cidade hc Mlinda. Mtai duas i as sai..s
! ie frente, run *alio no soUo. seia quart
m.veis, lu.;as, vidros, crysUes, i uro. nia-ft p fr-s. "> rna eM*eira,
ta, brilhaute, miudezas, pcfumaria*, a> V' tc,fl(1 m" IK",' > "> Jitr-
zeo^as, 1 bilbar inglez el cylhdro pa- sos arvoredos. vm* boa font* dagnt, *
ra padaria. tend.; az can^lisado. Acliand"-e prepa-
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRE.ME { do com tod ns moveis indispensav< is .1
A's 12 horas em ponto. uraa **"? ? ^ira iihi'\
r Issoios moveis: a tratar araU tvpngrapL a
aO COrrer dO Wartetto !n* "> da rnilo n. *, sohnnin, atn
No
rua
! iv-.n dr ass^mhlea.
:
armarem de ageocia do leiloas dd
do Vigario Thenorio d. 11.
0 preposto do agente Pestana fara Mian porj nOOraUO Daia allll^ar.
conta e risco deqnem perten:er, de I mobilia do; ajaaa e o sOrado da trawaa aa t-f^-
jacaranda, a Luiz XV, com tamp de p-dra, L ,, muito fr,,^ t de ^u agradarrf r.r
dita dejunco, tambem com lamjos de pedra, I ^^ grxa^ u .! Iicnio J saha, 1 gaoiaea- 2
Leilao
DE
uma mclii com roupa nova o usada, pertea-
setite ao espolio do subdito francez Lery
Simora
Hoje
A's 11 horas
Por autorisacao do gerente do consulado de Franca
Por intervengao do agente Pinto
Em seu escriptorio, ma do Rom Jesns n. i3.
LEILAO
DE
Hoje
No dia i de junho, as 11 horas da m?nhs, Julio
Izaac, com casa de penhoros a traveasa do Doqoe
de Caxias n i, por intervon.;ao do agente Martins,
fara leilto d >s penhores conslantes das cautelas
abaixo declaradas, vencida? e tlao reformadas, a
saber:
Cantelas.
Ns. 1502, 1803, 1863, 1604, 1673, 1803. 1835,
1896, 1923, 1936, S038, 2080, 2H3, 2192, 2254,
2236, 2269. S282, 2303, 2333, 2339, 2342, 2345,
2397. 2448; 2M, 2VJ3, 2339, 2562, 2603, 2607,
2609. 2612, 261t, 2317, 2617, 2638, 2652, 2676,
26*16, 2687, 2001, 2693, 2700, 2703, 2712, 2713,
2718, 2724, 2729, 2730. 27.13, 2734, 2736, 2750,
275J, *7.60, 2763, t;66, 2772, 2775, 2779, 2780,'
ms mesmas condi^js. 1 goarda rou-1 quartoi e J grnnle n lia e
i lou^a, 1 toilette de jacaranda, 1 se-1 Jara nmv* e cvrinba
liti, 2mrquez6es de amarel1", camis; j,r8{a pars w. n,, pfcTIIBe
tambem com lamjos
dita de faia nas mesmas Condi^es.
pa, 1 guarda
cretaria de dit
para casal, marqnezas, cabides, quartmhe.ras, apa
raaores, me>as eiastlcas de 3, 4 e 6 taboa<, cocso-
los, mesas redondas, e muitos outros artigos rela-
tivos a meveis, diversas miudezas, como sejam :
cartes de vestidos, thaaiai para raeninas, peca-
de franja da seda, leques, comas, 'srleiras para
conductores. oaixas de pecas detrancas, espelhos
de mao. de cryital, 1 porc^o de galheteiras e gar-1
rafas, duzias de copos, ditas de calices, uma f.ieta-
ra de ouro ie uma loja qua se acabou, e aor
conta de sens credores e sen done, como sejam :
vollas, botdes para pnnho e abertura, cassoletas,
correnies, pares de brincos, rosetas, anoeis com
salas e
coa 2
Mra
paviiueotii terreo.
1 faan
ag- a
(USA IM mmk.
AOS 4:000,1000.
9ILHETES GARANTIDO^.
t rua Privtairo de Morpo (mttr mr* rum *
Cresjto' r. tS e c**a d*ct*mt.
Acham-se rerda os teHte* baaaka gar^r. -
- la 4* jiarte das l<4eras a beaatdo da itra
pedra ditos de c?bello, e muitos outros artigos i reiativoa. a moveis, ouro, Iowa, (azeodas raiude- ^btadr 0 ri :> -iod mrw.
zas, etc.
ao correr do martello
Pela preposto da agente Pea-
tana.
Grande feira

DE
PRECOS,
Bithetc inteirti
rir riihete
en -c,K~.\r- vt 1009000 fk%k Ciata -
KNrta mteiro 3#Mt
Maio liilhete 1#7JQ
:,la*o*i Marlins Kmm.
pianos, camas francezas,com-! ~
FesU de Corpo de Deo*
Atnanha, a irmandade d* SS. Sa*ranav<.
^anto Antrai .l^sta cidade, em c<*M*a**r;
nao qnerarwm os resrerenilos padre*
modas, guarda louea; Cfr&t&fj^TttJB
bides, copos paagaa,l|ai^!Srrft^
ao dos teis lesdc S horaa da i
grande aparador, nnosv.^a ra.
crystaesj 1 album para re-
tratos, com musica, cartei-
goria i iattitai.-ao da EocaarHtu,
sicio a nagem ds S. Jorf"
A noi onairci Coaa
1 orchestra, com ^s melhores caat re*.
ras para escriptorio, thear!s,Jafi3. !?B?
para bordar, qaadros com:n,SUeie0 'SSffSStt,
fi as gravuras, mesas pa- ] f
I

J


*
-<
IXario de Pernambuco Ter^a feira 2 de Junho de 1871
=2=
FUNDICAO DE
rua do Barfio do Triumph^ (Nn^Rnim) hs. lOAa M
r
AllDltoU Upi4v.
AVtStM oos senhores de eugenics e uuiiva ;>gricult res e a publico u..i g..ri qu
continuant a receber dp Inglaterra, Franca e America, todas as Terrains, e machina 8 ne-
ces&arias aos esUbereeimentos agrieolas, as ranis mode oas e melhor obra qne tem vindo
30 raeruaiio
apOreo de forca de 4, 6,8e 10 cavalloe, os rcelhores que tem undo <> m- ra to
LaldeiraS de sobrpsaleiite par* vapores.
AloeUCiaS lnteiraS meia* moeudas, obra como nance aqni two.
TaixaS fuildidaS e batidas, do melhorea fabricanteg.
tvOdaS d agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
RodaS deDtadaS de todoi o> tamanhos e qualidades.
Relogios e apitos ptra T.Dores.
oOmbaS de ferro, derepucho.
AradoS de diversas qualidadej.
Formas para assucar,graBdes a paquena*.
Varandas de ferro fundido, francem dedi
FogdeS francezes para lenba e aarvao, ebra saperior.
Ditosditos p,ragas.
Jarros de ferro fundido p.ra ardim.
res de terro para mesa e banco.
Machina para g*.ar ,gua.
ValVllIaS par, bomba e banheiro.
Correias inglezas p.,. machinismo.
15anCOS e SOtaS com tiras de madeira, para jardim.
OoilCertOS concert',m com prompudio qualquer obra on machina, para o qnu teea
soa fabrics bem montada, com grande e bom pessoal.
13nCOmmendaS man('a'n T'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondent com uma respeitavel casa de Londres
com um dos melbores engenbeiros de Inglaterra ; incombera-se de mandar assentar
iitas machiuas, e se responsabilisam pelo bom trabalbo das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (raa do Brum) ns. 100 a 104
PUNDICAO DE CARDOSO d IRMAO.
iversos e bonitos gostas.
ENGOMAOEIjJU.
Lava se, e onjjoma sa, cam per? -igSo a
ruadn N(godr rt. 18.
-\il|il:li. IttttfM Af'M'll l.lll-, pllnjllllo llO
dl'f |ip|.l Wli'-prHnl lllllltu dp M'ti -I'lU'-H- |i'N)
Ura do ainfgo e c: mpi.lre l"i-> Cavakaitffl l<- U-
bBlfntllUI IIIMnt.t dizer MlgHtlM* titissas artn ri -
pnns-i i-ii-m >|,. ,n.i nlmn,' 1K1 di.i .'{ de jniili", N
rafiella .1,1 Vli.nlfr-iri', Ns 7 Wm <1* fiwnn3,4ri-
point-' fu '.!. si !i .Mlpnillii.-litn na -M,:t 'O ill' Pi.*
"- \'t......i" :irti> da can-Jade eoiiviilaiu u p
ft ii! e a ni"< dn mesmo fins do.
Mauoel DiiniliiKucN lu iilva.
[). Marianna de Jesus viann e
Silva, Manuel Dotninifius da Silva
Junior, Franeelino Dmitingaes da
Silva, Jose brnitiogap* do i.armo
p r-'ilva. Domigns Antonio da Silva,
Maria Thomazia de Azevedo Villa
mico, Maria dos Prazeres Silva.
Delflno de Aipvpdo Villarooco, Akxan.lrina Mar
ijiifs de Amorim e Silva, Luzia Cahdi 'a I'opge
e Siva. Le podem deixar desde ja de dar o mais tolpmne
tpsii-muHlio dp tpo. profnndr, e eturnn reconheci
meuto do ioiiiDo de seas corai'des a todos vus
parpnic- e amigos que so dignaram no dia S8 do
corrente, asistirem na capeila do cemiterio, os
ultimos guffra^ios e acompanharem a sepaltura o
cadaver de fpa presadisslmo pspoao, pai e fogro
Manuel Domingiies da Silva; de n vo rogam ain
da a todos sens parentes e amigos o eandoso ob
lequio de assltirem as missas de requiem qne
Eelo des aneo eterzto da ma alma mandam cele-
rar na igreja do convesto de S Ff ncifco, pe-
I. s 7 brras da manna d dia tefga feira 2 de
junho, pelo que desde ja se confessam surr.ma-
raente gratos por mias este acto de v rdadeira
caridade e rynglao.
PUNDICAO DO BOWMAN
RUA'DO BRUM N. 52

i
iQistuo ti favor
omelet qua abi tern
(Passan o
t-i>tun*.i i\- lOgt.Qbun l..> .tTUT-l .irts. e iOlftfttfMl iM de lui> viiu 'a seu eitabeidviUi-Miiw, ptr \ofeiii o xulitUeOU.
seod'i todo loperior en qaaiidade a fortidio: o que om a nt
^t #% ,\
>^cIo pess .i! pode sp verificar.
' ESI'ECIAL ATTENCAO AO NU.MERO E Ll'GAB DE SUA FUNDigAO
apurOK ruaaB a &gU manbos convenientes para as diveraa*
ircnmstaDciai dot aenhorei proprietarioa e part deacarocar algodlo.
tfoendas d6 c&nn& de lod0, 'umanbo'' as>eiQre* existeu

STTI
Maria Arriolt I.Iiim.
Jose Henrique de Salles Abreu,
soa mulber e e s filboe ronvidam
aos seus na rentes e as pessoas de
soa amizaae, a-sim como aos de
>ui sempre chorada sogra, mai e
av6, D. Maria Accioli Ivds para a-
si.iiri'm as missas que mandam
resar no dia 3 do correMe, as 7 horas da man hi.
na capeila do remiterfr) publicn, I* anniversario
de ea passauiento ; pelo que desde ja se c nfes
sain eter amente gratoa.
Joao
Antonio de Hello.
A viuva, fllhos, filhas, mano, gen-
gen
Joac
Sodas ifentadas p*ri~':**t*
raixas de ferro fundido, batido e de cobre.
U&mbiques e fnndos de alambiques.
Vachini8mos
Bombas
J

33
Constructor e alinador de pianos
Rua do Imperador-
e afamadas casas Pleyel & Herz, e antigo director das offlci-
33
Antonio de Mello, tendo de man-
dar etlebrar missas por alma do
mesmo finado, ronvidam aos pa-
rentes e amigos, para assistirem as
mesma, qne se hao de celebr r na
igreja de !fntsa Senhora do Terco, pelas 6 l|2 ho-
ras da manha do dia 3 de corrente, trigesimo dia
de sen pa >am e em; inente gratos. ________________^^
Exafinador das antigas
a casa Alphonse Blonde).
Tem a honra de declarar ao respeitavel pnblico desta cidade, qne tem aberto sna casa de
%ncertos e afinacdes de pianos, qualquer que seja o estado do iiutromento.
A mesma casa acaba de receber um grande sortimento de pianos dos melbores fabricantes
de Pans, como Rrard Pleyel, Benri Herz e Alphonse Blondet) todos os pianos sahidos da
Dhibaut sao garantidos.
Compra-se e recebe-se em troca os pianos usado*.
casa
49 Rua do Imperador 49
Ha neste estabelecimento o melhor sortimento de pianos dos mais afamados antores,
ccmo siio : Herz, Pleyel, Plap, etc. Offerece-se tambem uma qualidade de pianos supe-
riores, mandados expressamente construir para este clima, o qual os amadores dos
bom pianos so encontrarSo nesta casa.
Aecebem-se pianos usados em troca.
Concertam-se e afinam-se pianos.
Tambem visa-s aos Srs.
concertadores de pianos
qne ha sempre o msis completo sortimento de materials para coiicorlar pianos, como
sJo: cepos, folha para os mesraos, cnvelbos, parnfusos, castor, camursa, cordas,
marfira, etc., etc.
RUA llOIlflPEltlHOR 49
[w;
m
lJiWlI
i**+no Bxcv-C^
IAB0P1 PBITOSAL JAMBS
>;.k OPTIMO REMED10 CONTRA
TOSSES, 101MIAS se PEITO i PHTTSIGAS
enMiado e approvado nos bospitaee de Lisboa,
legalmente auctorisado pelo Conselho de Satide Public*,
auctoriisacao que se acha reconhecida pelo
CohbuI geral do Imperio do Brazil.
DNICV BEPOSITO EM
laajrgj-a do
& 0/
PIANOS.
Acabain de chrgar muito bons pianos fortes e de
legantes modellos, dos mais notaveis e bem co
nhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse Bi
donel, Henry Hers e Pleyel Wolff 4 C. : no Vapor
Francez, a rua do Baiao da Victoria, outr'ora No-
va n. 7. aprecos muito comniodos.
Mobilia de vime.
Cadeiras de bah nco, de braco, de goarniQ5es,
sofas, jardineiras, mes.-s, conversadeiras e costo-
reiras, tcdo isto muito bom por serem fortes e
leves, eos mais proprios moveis para saletas e ga-
binetes de recreio.
No arraazem do Vapor Francez, raa do BarSo
da Victoria n. 7. ontr oaa Nova,
Perfumarias.
Finoi extractos, banhas, oleos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
crosmeticos, mnitos artigo delicados em perfnma-
ria para presentes em frascos de extractos, caixi-
nhas sortidas e garrafas de diflerentes tamanhos
d'agua de Cologne, tudo de primeira qualidade
dos bem conhecidos fabricantes Piver e Coudray,
No armazem do Vapor Francez, a ma do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
lrti^oM de different ex go* to* e
phautaziaai.
Espelhs s, leques, luvas, joias d'ouro, tesourinhas,
caniyetes, caixinhas de costura, albuns, quadros,
e caixinhas para retratos, bolsinbas de velludo,
dita.de couro, e cestinbas parabracosde meninas,
chicotes, bengalas, eculo, pencinez, ponteiras para
charutos e cigarros, eacovas, pentes. carteirinba de
madreperola, lapete para lanternas, malas, bolsas
de viagens, vi-nesianas para janellas, esterioco-
pos, lanternas magicas.cosmoramas, jogos da gloria,
de damas, de bagatella, quadros com paisageua
f;iobos de papcl para illuminacoes, machinas de
azer cafe., espanadores de palhas, realejos de veio,
accordaos, carrinhos, e bergos para criancas, a
outras muitas quinquilharias.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se node desejar de to
dos os brinquedos fabricados em differntes partes
da Eurcpa, para entretimentos das crlancas, tudo
a precos tiiais resumidos que e possivel : no ar-
mazem do Vapor France*, rua do Barao da Vic-
toria outr'ora Nova n. 7.
Calcado francez
A 9$
Botinas para homem
Acabam de chegar grandes ja>turas de botinat
de bezerro, de cordavao, de pelica. de duraqut
com biqueira, de bezerro com botdes, e com ilho-
zes a 9^000 (a escolher) por ter vindo grande
quantidade por eonta e ordem dos fabricantes;
ao armazem do Vapor Francez, a rua do Bario it
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Piara senhora.
BOTINAS pre las, brancas e de cores, diflerentes
lisas, enleitadas c bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancoi,
nretos e de cdres differentes, bordados,
SAPAT<>S de tapetes, chariot, castor e de tranca.
Para meninaa.
BOTINAS pretas, braneas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranga portaguezes. .
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao,
> BOTINADOS e sapatdes, de bezerro, de deversas
qualidade?.
SAPATOS de tranga.
Botas de montaria.
Botas a Napoleao o a Guilherme, pf-n.r
meias perneiras para homens, e meias perneira
para meninos.
No armazem do Vapor Francez, a roa do Barao
da Victoria n. 7.
para mandioca e algodlo,! Podeodo todoi
e para terrar madeira. fer mofidoe a mio
(por agaa, vapor,
de patente, garantidee........ foa animaes.
rodas as machinas p*MMoeeoitnipr-ittr.
?ae qualquer concerto de m,chifliMno' pm mai '*'
Fontl Ail dfi ffirrO tem OM^or6> e mail D,r*tas exlstentea ao mer
^71 ComTTI ATI/In a locombe-ae de mandar vir qoalqoer machioiimo i von
'uwuauutouuas. ude do$ ciiaatot> lembrindo-lhea a vaotagem de fatereir,
au compreipor intermedlo fe petsoa enteodtda, e qoe em qnalqoer nect alidade pod*
tee preetar anxilio.
lridos amerieancs e iD,trQB,eniM rico1"-
RUA DO BRUM N. '
PASSAINDO O CHAFARiZ
ODILON DUARTE k IRMAO
CABELLEIREIROS
Premiados na exposicao de 1872
RUA
IMPERATRIZ
N. 83
!. ANDAR.
-KMlQ
N

RUA
DA
^

msr?
T% *'
IMPERATRIZ
N. 82
1." ANDAR.
Acabam de reformer o seu estabelecimento, collocando-o'"nas'"melbores con-
diegfles possiveis de bem servir ao publico desta illustre capital, e as Exmas. Sras. n'a-
quillo que for tendente a arte de caoelleireiro.
Fazem-se cabelleiras tanto para homens como para senhoras, tupete, chignon,
coques modernissimos, trangas, cachepeign, tecidos, desenhos em cabellos, quadros tu
mnlares, flores, bouquets e todo e qualquer trabalbo imaginavel em cabello.
0 estabelecimento acha-se provido do qne ha de melhor nos mercados estran-
geiros, recebe directamente por todos os vapores da Europe, as suas encommendas e figu-
rinos de modas, e por isso pode vender 20 / menos que outro qualquer, garantindo
perfeicao no trabalho, agrado, sinceridade e prego razoavel.
Penteam senhoras, tanto no estabelecimento como f6ra ; vende-se cabellos em
porgio e a retalho e todos os utensilios pertencentes i arte de cabelleireiro.
24-Roa d Iii^Efz dr 0b^24
Rqufna 4* lt era Larer*
Pariiripa a seus tinnu t an.ifot qnt o..kN
o ?en estabelecin.pMo d.- n In* p ro par* > r -n^
rua n. Ik. code tmcmnnthf phi f raode ..j.to
de relcgus de ptrc4e, i r: ericsaw, e cm*. M me-
sa, dos melborei gusto* e vjt.a iJadis, tr (.--^ 4a
algibeira, de lodat > i;ualidi e, pam,i< .-. .am,
de ooro p |.rata iatkia4a, M. ado 'p!aqo.i, ate
gio* de onro. iiigtez, it.i .,bprto, iai n. ll~ ubrleaBtas, cad-ia de < nr-\ pi |>iH p paal t" deM? as qualidades, MKBlffmM auaili
ratos.
loji do nm
Gf-rdciro Sim>s C.

Acabam do r-r-heT pel*. -
Riiiuisfiino* .rUs de f. u
coin lislras arhatnaMadas.
Ditos de linho para ve.-ii I. '-.-trtrndo ca?a ct*-
te, o nerps>ario p*ra ten i n'riUJ, coaaa seia
franjas, trarcas, totoe-. ii\vii..> |p.
Riqnissimo* chape.* para nh. ra, ultima moia,
a rua Prim-iro dp Marcn n. 7 A.
Gonsolfario f?rdiri
mm
DE
m
JOSE mLIAS BE MOlJBi &
17Largo do Mercado Publico-
(Antiga riheira de 9. Jose,)
Na rua larga do Ik^ario IC atagaaa-M
duas escravas, pardas. quo sat-pni eaaafear c aa-
gommar e na mesma casa .* um raaat fee *e
propoe a ser criado.
DO
MuriiU.
RUA DA CRI'Z N S6, ANDAR.
Recem-chpgadn da Et:rvpa, oode ff-
irupnlon os h.spilai' :1p Pi.ri p |/drp>,
pode ser pn-rnradt- qnr.lqupr bora do
dia ouda noiip para \.y-\- dp fissao
Consultas das 6 haaai I -nanbi a hp-
ras, e do meio dia .> Ja tarAe.
Gratia aos p.hr--
EsreaAun.-i es
Moie>rias d<- asalMn* la pfia e de
crianca.
AVISO
Gratitica-se aquem ievr nt* aflaaaa% on fr
noticia ci-rla 1e uma tmuxa it raoaa qne *V
pareseu no dia Si do ronrn: d Ura-) da v_-
ledade.
(.onduet^i
A pessoa que tatrt > og-r a* iuacfci ,.-
bomba do Cachanga, e qne para ::;upa U pej..
um dinheiro eaipre*tatn a m aSaar-
ranj-'u o einprego, ha .-. de r<-;:.-:. :.>. *rMu rr
honralo.e lembrind)->e qo<: f--i ;>ira H U>-l :
com que anda. Em ra<> taatraria pi^'icarcc
o eu r.ome, pois nao son aaa pi i! n>m jv.^
sustenu-lo eaan :h*g>u a suf; r.
17
BARTHOLOMEU et C"
Pharmaceutiooe premiados em divereas expOsiQoee
ELIXIR SEDATIVO PEIMAL
ANTI-ASTHMATICO
E8PECIALIDADE

Now tratamenlo da Aritota, tout, cenvuUa. defluxo catarrhoes, e todos as vwltstias dot pulgptti
qv* ten feita imporUntes curia, qui e fcoje o anice acceito pelos malhoraa Medicoi.
DBPOtlTO OBRAL, 34, rua larga do Rosario, PEBNAHBUCO.
A
Molrilias de aluguel
Aluga se constantemeute mjbilias fomplet.s, ou
qualquer tra te sejir-lo, e umbem se alua
cadtiras, seja qual for a quantidade, para festejo*
ou offlcios, e por prego conucodo : na rua dj Ba-
rao da Viet na, irxaiens de mobilias, do Piolo,
ns. 57 e 58.
Offere se uma portugueza de bons costumes
para casa de familia, lava, engomma e frisa com
perfeicao : no paten da Paraito n. 5.
Alnga-se o terceiro andar do sobrado n. 45
a rua do Barao da Victoria, com grandes com-
modos : a tratar na loja de joias do mesmo pre-
dio.
Acaba de ser aberta e acha se a disposigao do respeitavel publico esta nova phar- IP
macia e drogaria, completamente provida do indispensavel a nm estabelecimento dessa na- A
tareza, sem excepgao de productos cbimicos e medicamentos preparados no estran- '5Sr
trangeiro, tudo novo e o melhor possfvel. a
As reccitas dos Srs. medicos serao sempre despachadas com a mais seria attencao, e sempre sob as vistas do pharmacentico que compde a nossa firma social. /jjjfj
As pessoas que se dignarem de honrar o nosso esatbelecimento com a sua confian- $V>
ca, podrm estar certas de que serao conseienciosamente servidas, nao so relativamente ao ijgk
que pedirem, como tambem a modicidade dos precos. Wz
REOUCCAO DE PRECOS
FABRICAS DE CHAPEOS DE SOL
DE
MANUEL & MAESTRALI
Rua do Barao da Victoria n. 23
E S Q U I N A DA C A M B 0 A DO C A R M 0
E
Rua Duque de Caxias n. 64.
Os proprietaries destes estabelecimentos participam ao rspeitavel publico, e a seus
freguezes, que teem sempre um completo e variado sortimento de chapeos de sol de to-
dos as qualidades e tamanhos ; tendo resolvido fazer reducgao nos precos dos mesmos,
o acham-se em condiooes de poderom vender mais barato que em outra qualquer parte,
visto receberem todos oe seus artigos em direituro, e achar-se um dos socios na Europa,
percorrendo as principaes fabricas.
Cbamam a attengao dos senhores logistas para visitarem seus estabelecimentos, e &
vista dos pregos a boas qualidades dos artigo, nao deixarao de comprar.
n Cobrem-se e eoncertam-se chapeos de sol de todasas qualidades, com promptidio
e a precos modicos.
Alnga-se
o sobrado dc um andnr corn MM
Hcspicio n. Cj, com buiaan i
Ur na rua do Vigario n. R.
mm > a
. -no a raa 6
r. nidoa : a f-
%1
gas
do de azulejo, a rua da Irnperalriz n. 44, tem coo
modos para-'uma grande familia, alen do maisi
como agua encanada, gaz, muito fresca e exvi-
lente vista, e acha se no melhor estado dc limpezi;
quem a pretender, dirija-se ao primeiro ndar do
sobrado a rua do Vigario n. 1.
Sitio a alugar
Alaga-se o sitio em Beberibe, denominad" nh?;
cra excellent** baixas de capim, muitos pee 11
kpqneiroa e nutria fructeiras: a trata.- na r\-f. ir> 1lls *ores e compnmento.
Cabelleireiro francez
Rua do Marquez de Olinda n. 51
l." ANDAR.
'. .
Podro Iloutier, official de cabelleireiro e gerente da casa de r.ustave Hervetto, cabel-
leireiro france/.; tem a hourp de m-evenir as Exms. Sri. familias qae acaba de fazer a ac-
qufsigSO de um perito dfllclil yindd ha pcuco de Paris, o qnal estd htbilitado a desem-
pentisr qualql/er encoromenla 'le sna arte, e so. acha a disposigao das pessoas quo do sen
p bsttmo^Se queiram ulilisar. Outro sim scienlifica que em seu estabelecimento encon-
trarao sempre a Monitor dos caMleifairoa, ondeseacham descriptos odesenhados todos
os nenleados modernos, para so;p s, casamentos^ bailes etc.
i'inoimerjto prarioe.^ nat&mas cvcellentiasimaH aenhoras, que reccben ura completo
.oriimento de coques, cacrtepaines, handosr cresoentea, etc., e vende tudo pelos precos
ab&ho mencionidos: '
: J Coque do cabtllo de 1T, ijW a 50^000.
Trangas do dito 105T, 12^9 *tMP a 20^O('O.
, % Cachepaine de dito i$t, 20(jl a 30^000.
Crescentes de dito, i Mj, a 508000.
arr.bam ercontrarao um compWsortirrjanto recebido baf ouo. de cabellos de todas
E\(ARFRMJlO
AMMOGRAPHI COMMERCIAL
DP.
Miranda \ Irwifio
9l. 37fiua Dui;imV OnxUt >. S7v
Neste artaWaaaaaaa ccij-raa at
cm toda (restcza. aMMn i p*rleivio,
desde c maij sin-nlpj .{' ^ mais pri-
morosos trabalho-< d- spfinv I rrlladn.
P.inta-se e risca-se pap^i para livros
pin branch, tnk para o riimtiMreio, rnma
p*ra rrpariici> pubJicas, ciniera-sp. K-
vrot, execnta e tado qoao'o c- reiathru a
Rimmographia.
Miranda dc Irmio, roun.J.s de boas
D machinas, bons artisUs e p.\re!lebte* an
teriaes, jnlgam-se hahiliiaii para servir
satisfactorianvnte as es.)as qne qoize-
rem trabalho- !a> pprfeit. .mo o qae
vem do estrange in.
J >a> Tavares C rtri'O tendo de faaer nr -.
viagem a Lisboa, deixa po- sens bastaates pr ex,-
radores: ao I* lugar a seu av Jos* loaqnia Du-
FernanJes, eern a seu tio iaa# Joaquim Dii-
Fernandes Jnn or. Pel* b evidade de soa 'iagrt ,
enao tendo tempo de djsppdir-se dp seas aBif**,
ofazpelo presppte. R.-ife. t'.< \ ^iaio it l87<
Augnsto F. da OiiM'ira tendc de sogair ao:-
para Europa, sem poder ter p prazer
se pessoalruente da maior parti' de seas
pessoat a qutm deve flatus e ot>< quios, o faz p-..
muio do present*, e a todoa oflerece o tea aimta
to prestime em qoalqupr parte ond s- achar
A commiisio nomeada para a verifeaffc. *-
creditos da massa fallida de ppn in de "
convida os scnhi.res -redores para apr
os sens tiiulos para erem veviheados ate dia
do corrente, na rua do <> mmercio a. 32,
ro andar.
0 Sr. Jose Alvps U Ctsu Ainaznax om>
dc ser caixeiro de aha x aaaajaaaa desde o dia
de roaio do corrente anno Rccifo, I' oa Jae.'. >
de 1874.
JoAo Fl&rentin > C de Abuijur- j.w mm
ALUGA-SE
a casa terrea a 133, na raa vidal de Mefrair? ,
outr'ora laperial, com excellpntr- eiiaa*a : *
traur na rua Marquez Se 0!icilr> -Jawzea i
mem 82.
Chacon
Alaga-se am sitio ao Chacon, perto 4a rau^.
do caminoo dc ferro, lem/ardim. banho, eaia an
esti limpa ecjiada de novo : a tratar earn A.
fredo Garcia A Irmio, raa da Udeia n. 4fl.
Hospicio, defronte do collegio Bom Consclho.

*. KI.-Rus do Marquez de OlindaN. 5i
10S000
Aluga uma ea>a com peqoeao aWa : m i
do Lima, em Santo Aaaaro : a "alar aa mm
rua n. 10, ou no Livrameato n. 8.
A' raa do Imperador a Su, araaap
um encadernx '-r.
T< m n !.-. en r va para aiupar
do Cari' :a 6 7
a.
mm
I


M&k ide Jfontekmefc imoTer#ft>lfeira 2 iki itfmilM db kfcSIL
^ i"--------------
casa do oimo
Aos 1:000,000 >
Bilhetes garantidos
Boa do flarao da Victoria (yutr'ora Nova
n. M, t casa do costume.
0 abaixo assignado acaba de vender nos sens
muito felizes bilhetes a sorte de 200*000 era um
meio bilhele de n. 3390 alem de outras sorles me-
nores. de 403080 e 203000 da ioteria que se
acaboudcextrahir.(101'> ; eonvida aos possuido-
res a virca receber, que promptaniente serau
pagos.
0 mesmo abaixo assignado eonvida ao reapeiu
vel publico para vir ao sen eslabeleciinente com
prar os muito felizes bilhetes.que nlo deixarao de
tirar qualquer j-remio, como prova pelos mejmcs
ancuncioa
Acham-se a venda os muito felizes bilhetes ga-
"antidos da 4* parte da loteriaja beeeficio da
igreja de S. Pedn do R'cfe, que se extrahira no
dia 6 do niiz de juu'o v niour .
Prolog
Inteiro 4/000
Meio 2/000
De COO^OOO paracimM
Inteiro '33500' 0"'
Meio 1*730 ... |
Recife, 29 de maio de 1874.
Joao Joaqmni da Costd LeitJt.
Alnga-se uma boa ean com excellrntes com-1
morfos a rua do Coruiu-I Suassana ri. 1CJ : a Ira
tar na mesma rua n 171
* -* AJuga-sJ hisalai/alcoWda* ^onte W te>-
ceiro andar do sobrado n. 70, a rna Duque de La-
xias : a tratar rfhloii
J
Engenho
Vende-sc o engsnho S. Pedro, situado na pro-
viccia de Magoas, comarca do Porto Galvp, a
menos ilc uina Tsgoa dispute do porto de maY do
GameHa, tern oxcellentes terras, mates," e safreja
regul.iniieo'.e 2,( 00 paes : a tratar na rua do Vi-
gario n. 31.
Casa para atugar
Aluga sea casa terrea da rua Imperial n. 227
com commodos para grande familia, e a da rua
do NascuDte que flea por detraz da meama casa
acini; mencionada : a tratar na mesma.
ALTA JNOVIVA-DE
Cal;ado para senhora e menina de Sntim turc,
enfoila io, com fivella e liijueira, chegado pelo
ullin;j vapor de Europn, e veodem baratissiino
ja da rua do Marquez d3 Olinda n. 40, a el-
!es antes que se acabem.
emy_
Attencad7'"1
0 sLa xo assignado declare ao publico e com
especia idade a > rejpeilave' corpi d j commercio,
que oada tfeve nesti r rara e r,em ton d:lla; rr as
cezlguen ,'e julgar sen end r, queiri apresentar
sens titulos oa rua do Barao d^ S. Borj i n. 54,
para serem verificadoi e pagos, isto noprazode
tres di-s, a eontir da dita deste, do contraro cai
att nd -ra reelamaelo slgutm depo 8 do prazo m&a
cado ; assim cdito declara nao tor responsatilidf*
de de qualidade r.lguma desde o i 12 do cptfao
tj em diapte, quer com o comprador on Cflar
qnJquer pes-ba com qoerh liveSse trirnaccoesTern
referenda aos estabelecimentos s;tos a rua #J*
Gervasio Pires as. 53 e 40.
1874.
H noel F.ancisco Ferreira
ft
ft
ft
ft DO
Z Dr. Pedro d'Athayi^t. AWsjcoso
).
Est4 AiicQiifa^aflo !! I
:;m iuoi<-em pedrn dura
TaifldtA at*
ummtnra
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vioira de Mell
^scrivSo na ciditde de Nazareth desta provincia,
favor de vir a rua Duque de Caxias n. 36, a con-
jluir aqnelle negocio qne S. S. se comprometteu a
realisar, pela tercoira clutmada deste jornal, am
one de dezembro de 1871. e depois para Janeiro,
passon a fevereiro e abril qe .1872, e nada cumprio; M^WHt ff*, 1* aiiiTgr.
s por este motlvo 6 Jq novp'.chamado part ditc'-
dra, pois S.' S. se devo lembrar qne esta negocio
da mais Ojb oito anios, equando o Sr. eu uibo a-
UM nMtaiad. O ,Jr-
n terceiro e quarto andares do predlo da rua do
toljjA' Tfium^lio, iuttiga, do Uruip, n. 4. .^ -..
Aluga se uma eserava para Mo servico :
quern precisar dirija-se a rua larga do Rosarib
n. 34. '
CAS.%.
Alupa-se a casa n. 113 da raa da Goncordia,
com andar, pavimento terreo e quintal: a tratar
no Recife, rua da Gadeia p. 3.
-- l acisa. se rfcjjyn encadernador : na~rua da
. ___
Reeir^'tdBiiiods .:i.aO, ixcjm. *ciLr
de Vianna e^oa>
cufoi
MEDIC0^OBiJilGl;0!
PABTE1HO E OPERADOR
Wnua do Vii*c(niilt' io i linKiiui -
que n. 39.
ESPECIABIDADE
MoicNiiax de woiiiiora* e
meninos. ,
Consultas das 7 as 10 noras da ma-
nha, Mos os dias.
Das 6 as 6 da noiie, nas segundas, quar-
tas e wxtas-feiras.
Os doentesque mandarem os seus cha-
mados por escripto at 10 horas da ma-
nha sera visitados em suas casas.
ft
ft
ft
ft
ft
ft
Prefcrivcis us de V
nor sereon as Doic.is qua cower
ft
mwmm maw******
Atten^ao*
Na rua do Imperalor n. 28, armaaem'' dq CaM- i
pos, troct-se qnalquer qdantia era cobre por
pa pel.
0 Sr. Affmso
rogado a Tir a rua
negocio de particular

Jos6 de Mendonca Junior e
estreita do Rosario n. 14, a
1 inteVess'e.
.....
(flartftAd
oTiyapnni
DE r #
as
mpobrecimento do
' restiltados
albuminaria, na chlorosis, no
ftaKu^ e b*9 febres inter;
em magnesia e rccorrmenaada pelos senhores me-
figado, do'baco, nas 'it!4effifMf^m!t(n; dos
,/ins, da bexigas naparAjasie na, gotia). ..,
Fiij.^E Z
o no3ii<- Vende-sc em caixas e a retailio, no unieo de-
positor *- '1**
\ m> BHAUMACIA MWaMANA
57-RUA DUQUE DE GAXIAS-U7
E
41 Rua do Imperador 41
0 n.ivo proprietario deste acreditado e bem montado eslabelecimento, com o fim dp
coii:.rv;ir os creditos de uuico neste genero, tem refirmado e melhorado completamente
o mesmo rm ordem a poder satisfazerqualquer pedido para as provincias do norte e in-
terior deMa, g^rantindo perfoicftt) em todssasprop'ragoos, aceio e medicidade nos prer;os,
comrative! com estc gencro dodrogas.
Espera a todo momento uma grande remessa de pharmacia homeopalkica de J.
<'., de Londres, compost' de medicamenios, carteiras, pocolotes, Opodeldock de
^. de ikivnnia, de Arnica e do p6s cspeciacs para dentes.
;i disposi^So dos amantes da homeopathia a exccllente, obra do Dr. Mure me-
:i;.: do |iovo,jii em 3.* cdigao.
Turn carteiras de globulos e tinturas de 12 medicamenios ate 120, & escolha do com-
Blo/tipado
Alugam-se eslas propriedade?, situadas passan-
do 01irnfi,'e afrks do'iegar ao Hio Doce : a irao
tar coin o sen praprjetari^. o commendador Ta%
ATTEITGSO
Precisa-se com prar uma ncgrinba de 9 a
10 snnos dc idade, que seja sadfTe scm vi-
~~i tiver o quizer vend.:r dirija-se ao
desia typ'ograpliia paVa tratar.
cios: quern
3. andar
Ha para alirgafj; a rua da Unfarxn. 65, um
escravo, crioalo. mprJ- muito robusto e habilita-
do para qaafotttr
ico.
:or.
Kl VVSC^V A.^"B.Bi^-*B"E.S
meria, para morde itira de cobras
{Para
u
I
bexigas como preservativo.
cruzeiro, para intermittentes.
SchyQUS, ]>ara anginas.
alendulfl, para qiieimadnras.
Tarantula, para paralysia.
Tinlura mai d'arnica, para contusGcs, cor-
let, etc.
A CUKf.ARLM
Chocolate homeopathico.
Cafe homeopathico.
Elor d'araruta.
P6s para dentes, inglezes. I
Jeric6, para rheumatismo.
Matta mattaou jaboti, para tosses.
i j
% Couslillorin medico-cirurgico jJj
I -DE f<5
g A. B. da Silva Maia.
! 'de' 'Albuquerque n.' Wf
matri!: da Boa-Vista Jf
I
'ff; Rua do Visconde
J(. H.'outr'ora rua da
5j- n. II.
J. Charaado^ : a quaiguer :hora.
hi
oa'^rmawns da t.-.-i.ya^a.dpp Epo>ips n 18, e da
run do Barasto.-dc Menjezesm. 8 (aniifiYtraffa'Ca-
ciaJba), e aca
com C uiioislro da ord in terceir. de S Francisco,
rfco 44ow ^oflas js1^- noijcoasistorw da mesma ordem.
Mirs^a'v.lliaco por uma qdantia tao dirninn-
ta, J^deWnlbpode pa?ar charhpagrte.'nrio offerece.
A! sttmbra da Pafa"
irheira
na,j-ni}.fla.Uniaoa. &?,
nfiba,4e duas pesfoaa,^jia, -
wmmAM
m
' I
nSfif "n'jfeocia-'ro 'para Je Jafpjipa,
de
pode didgir-sa-aaaxartt jlJ. A- Tv, ui loja de'mUi-
i ar'6o de Santo Aatonio, d-'nomlna-
deza da.Viulefi.
it
"feller qt
ur
Pireclsa"so"- denm TnMV'tjnd' sBfcaVndo, e
enteada de sHiO, dahtfo coirtieeimentrt de sua cpn-
dlicta a tratar na rua do Visconde de'Goyanna
n. 157.
ATtencaoT
:
Vendese uma cisa.lerrea p. 17, axua de S. Pe-
dro Martyr, ou Ladeira da Ribeira, em Oliada,
chjo proprio. oitCes d frentc, 50.dlioi.tie fiina\i^.fUiuiil mri-oftfru, em
forma triangular, a situajao e suuicienteraenie
vantaJQga, para qnalqOer estabelecidHto' potter
tres frentes : quem pfcteader podeBScurar em
Olinda, na sunracitada rua a LnlSint >, e no
Recife a Antonio Francisco, na hojJ>-./da praca
da Boa-Vista da Joaquim Ignacio Bil^ ^up di-
rao qnem se acha compctentempnte n*- rnoo pa-
Fa effecmar. essa venda......
Sal db Assfi
3 para.vcjilcr Joaqufm
,- Fifhrt, a bordo do hiate H r,i
Tem para, venict Joagufm Jose Gons^lves BJ-
tr5o c\- Fflnn', a bordo do hiate H-'ril; e para tra-
tar, nosenff?cj;iptorio. arnadui Ci.mmcrcio n. ."i.
Jii bolos ?
Cl
hi
Jii fogtis^ J*dsrtes?
Espirito
ra.
Opodeldock d'Arnica.
Mtode lihus 1
>para
i
de Hahereman *ou de cairtphe-

Cactuc grande florus. para pneumonias
molestias do coracdo.
rbematismo.
Diio de IJ'yoniaJ
Acha-se constantomente d testa do estal)elocimente e inspeccionando todas
'ir.ico.s o Sr. Dr. Jesuino Augusto dos Santos Hello.
as pro-
GONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
Dr. Santos
Consultas peia manha, e a noite ate 9 horas
aos pobres.
ft dEiiStjioessci .?:OQK*QQC^e^B
Aluga-se 6 1* anitf do sobrado A rua Duq'ne
de Caxiasn.34, pri>prii paraesoriptorld ou rapa-
zes, com 2 sala^ : a tratar na loja do mesmo.
Perdeuse uma pulseira_de coral, com mola
de ouro e qualro passadoref pequenos, tambem
de ouro : quern a tiver achado, querendo resti-
tuila, levea a rua Dujue de Caxias, n.53, que
recebera graiifkacao;, _____________
^~ EMPRIWABO PARA NAVIO.
Offerece se uma pessoa que sabe ler, escrever:*
contar, para se erqnrecar em algum navio, sendo
.etlrangeiro da-se prefetencia, a tratar a rua da
Larangeira'in. 20, liotel.
Aluga sea2> an4ar do> sobrado sito a nia
de Loaaa Valeetuiaa m. 86, com os commodes se-
guintes : 2 salai baitaute grandes e frescas, 3
quartos, cozinha f6ra, qujntar com portao para-a
rua de Hortas e caeimba c^m boa agua ; bem
crtmo-o 2 andar do sobrado sjto a rua dos Expoa-
tosn. 28, com 2 salas, 1 alcova,, cozinha fora a
sola:.' qucui pretender, dirija-se a rua Nova n
IT, que achara'.Qom quern tratar.
m
ET'somehtfS uma preveiicSo para o proximo fu-
Tuto Santo Antonio, S. Joao" e S. Pedro-.
Sik...
E' na confeitarli do Campbs que se deve pro-
cufar tudo quanto e necessario para divertirse o
moral c confortar-se b. physko. I*m e :
O osiiiiito e u Jiiatcii;..
E scbS) vejam
Alem de termos tudo prompto para que qual-
quer famili i roaode nas laes noites acima noraea-
das alii com prar o necesssario para festejar
liira noite inleira.
ETemos tambem accesldrlos para,' o fabrico das
Sorti-k iloK ttntton.
fu^J*
Fngio ha dous dias o escravo Uanoel, cabra, ida
de 15 annos, magro, muito pallido, nio lem dentes
na frerite, foi vestido com camisa branea a ralca
de casemira escura, chapeo de massa cinxenla :
pede-se a tolas as autorjdades c capitaes de cam
po a sua .lpiirehi a-Tici, e levl-lo a rua do Impera-
dor n. Si, i andar, onde se gntiGcara.
m #&.-# m0*i<*#
BACHAREL MIGUEL AMODIM W
Advofcado
Preto.
Aluga-se um
a rua do Barao
preto ja idoso para todo service:
da Victoria n. 22.
COMMMfc
AVISO
Precisa se comprar lous escravos, pedreiro e
carapina, paga se bem : a tratar na thc-ouraria
das lotcnas, a rua Primeiro de Margo n. 6.'
Comprasanm Vade tweum do Dr. Sabino, em
meio uso : nesta typographia se achara com
quem tratar.
CWRBE.
nesti tvpogr8n.hia o 2. folhelo dos tyuadros
Historicos da guerra do Paraguay, con-
tendo a vista d3 rendicad'de Urugaayans.
rava.
Compra-se uma eserava que saiba lavar e en-
gommar com perfeieao : na rua do urespo n. 7
A, loja do Passo.
cw
jprit4lif> taipAH>
I
>j armazeii dej.l>(.n..ng.t d-. r^rioo e Slva,
rna do Amorim n. 41, veode-e em frono
reullio o melhor k.-rozeae, ia hrm mmMi
marra da Hmry FatsI-t A C, f arantindWHea lidade e quantidadf certa do liqaido. Ho w
armazem tcm para vender ot drpositoo eoa KT-
nairas e mnito asseiados, para cata. de faMtia, Mr
tfiflO cadaom. ________________
Engenho em Serinhai
^rende-se dnas paries do
engeuho Novo, &ito lia fre-
gtie*ia de Serinhaem, distan
te da esta^Jlo de GaTnelhi^ra
3 legmu?, moentc c corrente,
que sTtfreja cCfila de ^.0fH3
paes, cortt optimas fcrtas,
rtiofido & agi'm c tidth obra
da, pot pteco cdntnibdb a
tratar ckwir Dr. Fctix de Fi-
gueiro^,' a ma das CaTcadas
ftt. 14? ou nd arsenal de
gtferra\ _____^_______
os em Mamom-
Compra-je Diarios de I'ernambuco a 160 rs.
a lib*a : na rni do Coronel Suassunan. 1, fabrica
de re
V

A saber
Amendoas
confeitadas.

Aluga e uma boa casa own exceMente com-
modoa, a rua do Gorone) Suassuna a 169 : a tra i
Ur na mesma rua n. 171
Aluga-se para ama uma
parda de mais de 40 annos,
que sab* engpmeij&r, lavar,
cozinhar e comprar-: na rua
do Hospicio n. 33,.
Altif^i-se o 1 andar do
sobrado n. 47 da rua da Im-
petatriz :, a trfitar^ no 2 an-
dirdo nMSfn*sobt>*d&
i^.%
PHOTOGRAPHIA HH IMPERIAL
DE
LOPES & C.
. ESTABELECIMEATO DE PRIMEfflA ORDEM
ISna df> l!';,rao da Victoria n. li sokado
(ANTIGA RUA NOVA)
Trabalhos premiados na ultima exposi^ao
DO
RIO DE JANEIRO
Acha-se montido sob as melhores condicoes de arte, e aberto a"
concurrencia pubiica, este estabetacimento, o prirAeiro, srH duvtdai
di'Sti provincia, no qual so liram retratos pelos melhores e mais
modernos system as, errrpregando-se somente material de primeira
qual.dade, e garantiodo-sc
Semelhan^a, nitidez e duracao.
Trabalh?-se todos os dias nteis e de guarda, desde as 10 horas
da manha ds quatro da tarde, n9o prejudicaaido o tempo de chuva
ou nublado a perfeicSo dos retratos.
Faz-se todaa qdilidade^de copias, augmeptando-as ou dirmnuin-
do-as.
S8IMI0
Uma duzia de retratos de uroa s6 pessoa, em cartdes para al-
bu.
Para os retratoSfesmaTtados, colloridos, grupos,'e augraentados ha
uma taltella de t**As.
T.ram-se retratos ltd tamanho natural.
EXPOSICAO DE NOITE
m
iffar
no
SJCo^arftjaJt^
Aluga-se o sitio do commendador Rabello
Caldeireiro : quom 0 preUnder, dirlja-se a rua do
Commercio n. 48, 1 andar.
CoajnHar e/^ngommar.
Precisa-se alogap uma eserava. que saiba cozi-
nbar e engommar ; a,para casa de pequena famj-
ya : na roa.Tdo \igarj,o.n,.16, !. andar.
( asa para akigar
'' Na rua ifcdfr Malo.'traressa da Concbrdia n. 16 :
Prejo SOyOOO
a tratar na rtla doHlospiciiJ a
por mes.
3J
F'apeis picados com "estalos.
Folhas com versalhaia nova.
Massa flna, secca e alva, para boles.
Duzentos mil ovos.
Manteiga linn.
Tmlo is'n
Na confeitaria do Campos
2 4itiperaddr24
. N. B.A confeitaria do Campos fomecera vasos
gratis, a quem cojuprar pela m.mos as amendoas
para as sortes._
Mi Dl FORTH
Rua 1. de Marco n. 23
0 abaixo assignado tem.sempre exposto a ven-
la bilhetes da Ioteria do Rio, cuja extraccao an-
aunciara pelos jornaes.,
Meio 12000
Quaftqf 64000
__________________Manoel Martins Fiuza.
Precisa-se de uma carroca, propria para
carregar agua : quem tiver dija-se a rua do, Im-
perador n. J7, cocheira-
Bmpreza do gaz
K i-iiipreza do gaz tem honra do annunciar ao
publieo ijue recebeu lilliraamonte um esplendido
sortimento de lustres de vidro, candieiros, aran-
delas e globos, cujas amostras eslao no escriptorio
a rua do Imperador n. 31, e serao vendidos aos
aeus freguezes pelapretomais raxaavcl possivel.
Preci nhar, para eaa de familia : a tratar
na rua do Hospicio D.1'6, casa terrea
de bolas amarellas na cornija.
AMA
cornija
Aw*. ,tute leiU?
Precisa-se de nma arm. de leite que seja moca
e sadia : a tratar na thesouram das loterias, das
9 horas da manha as 3 da tarde.
Precisa se de uma ama para_cjfsa'de ho-
mem solteiro, para botfatntf1 e%oMprr : na rua
da Praia n. 23.
Precisa-se de urba ama
I
II. I
Perdeu-se no dla 29 do corrente o biihete intei-
ro deste numero, da lateria 512' a beneficio da
Bibliotheca Flurainense, comprado ao Sr Manoel
,/ose da Cpsta (9 Uoras) ; crevina-se ao Sr. the-
souroiro on a ootite qualqjer pessok no caso aue
^atoPRaiM, ,nto*a||Ta|>la,ccaf algoma com
dito biffiele, Recife, 30 <}e. maio de 1874. .
j_________ Francisco Jo^ Alves Gama.
comprar e co-
zinhar para uma pequena familia estrangeira : a
rua da Impenatriz n. 26, 1. andar.
Preoisa-se deuma
rua da Viracao n. 38. .
anda
ma'-'-pari' coiinba :
na
COPEIRO.
Lm rapaz ponuguez, chegado ha pouco, daodo
fiador a sua cocducta : a tratar na rua do Rangel
D- 1, taverna.
Itua de BemBfca n. *8, na
sa^ein da Hagdaleaa
senhora francez,a, discipula dos melhores
PreWsa-se de umB Sma paVa comprar e ed-
ziniiar. para casa de familia : na rua da rmpera-
trie n.40. ___ -' '
Precisa-se de uma. ama para tratar de
um menjno, e engonjmar para\p.ma pes-
soa; atraur no Passeio publico, loja' n. 6.
COM 0. BARATEIRO
Sem rival.
Confronte ao arco de Santo
Antonio.
Oi proprietarios deste estapelecimento, tendu
adoptado o systeraa (aiii(J> n.ift conhecijo de ven-
der barato para vender rnuiioj paniciplnt a todos
os seus freguezes cm geraf, rfhe ejtaV vemlendo
suas fazendas com 30 por cento menos que em
outra qualquer parte, por isso convida os a umi
experiencia.
CiJ!lIH-OS llf H(ll
Grande sortimento de chapels de sol de seda,
cabf de,o?so, fingindo marum, para senhora, por
331000 !
JT yande pecUiucSa, a elll>s:ante qiwse aca-
Sortimenio de chap?.;s de seda para homed), su-
perfores, por 6500, 7350O, 8* e 93 1
Ditos de cabo, de marfim, seda trancada ( Para-
gom) superlc-res, por 125, fazenda que em qual-
quer parte. cusia 18^. So vindo ao barateiro !
Att-ixfi9\nnn*.
Chegon esta nova fatenda para vestidos, o mais
moderno que ha, tendo bonitos desenhos e cores
fixas, a 400 rs. o covado.
E' desenganar, so o barateiro I.
Cortes de elelou.
0 mais moderno nesta fazenda, com barra, tem
o barateiro o vende por 63 o corle, sempre cus
tou 103. Veuham aoreciar.
torsoriirt I de coreB.
Temos bom sortimento dasta fazenia, de todas a
cores o de cordao ; assim como, popelinas de co-
res, fazenda que custa ein quJljuer parte 238*i,
nos vendemos por t3?(W'e ljtw o covado; nin-
guem deixara de comprar um wsiido de soda por
tao pouco drnheiro ; por certo que nio 1 Venham
a el las.
Meting franceae*.
Grande sorliinenlo de metira, queimamos a 260,
280, 300'e 3*0 rs. o covado.
< iii(a clnras e esenras.
Grande p.rcao de chitas Claras e escuras a 240
e 280 rs o covado 1 E" exacto ? e, que eu vi.
Brim pnrflo.
E' boa qualidade e vendemos a 260 rs o cova-
do. Estao se acahando.
Camitias rranccias.
Complete sortimcuto de camisas para 173, !83
e 203 a duzia.
Dit:is_de lioho superiores qualidades a 363, 403,
443 e 0O3, tendo urr.a portao bordadas I
Ditas de cretooe superior por 303 a duzia, sem-
pre CUU01HO3. Venham apreciar 0 queima !
KotiiisiM para Beuhoran
Temos grande porjao e offere^emos aos nossos
freguezes por 43 e 53. Oh I qne pechincha I es-
tamos convictos de qne ninguem deixara de com-
prar em razao de prec/> tao resumido. A ellas !
Pai-a acahar,' estamos veideado por 210 rs. 0
covado, tendo de bonitos gostos inteiramente esco-
eezes.
Alem destes artigos temos bom sortimento de
fazendas iaglezas, suissas, francezas e allem^es,
coraosejam : baptiatas com barras e matiiadas,
granadina, cliitaa, cret^nes, metins, alpacas, las,
marj^oza. etc. etc., tuda por pouco dinheiro.
&ua 1. de- Marco n. L
P^fesos e medidas decimaes.
VVrfdem-se no armazem de Hawkes & C.,
da Ciaz n. 4.
^uape.
VeMa se os weWtAk :
Barra, .
I^rrcafea.
e ratrtrlo
A tratar com sens prcpri(Uri nesta ci4aJ*
para tnforrracoVs com Joaqnin Frtto d* He -
lies Filho na niesma. cidade Mamamfaap*
______________ TVso frmtnaA C. ______
Vepda-se ou aluga-sa a can tcrrca eo>
frente da mafrh' do P&co da Panel I.-., em terreB'.
proprio, dus ladns mnrado*. algaaa arrorud
comntodot para grande familia, en1> trw sab*.
sale quartos, duus gnudo* tqrra^ t, ct-zinha fora,
e mais dous quart-x para eaeravos: a rrfctur tm
Olinda, rua do Pa:^ Castelhaa-. com r.aldir 1
C de Vaconeellos.
Frederico Sodrc da Cunha
Motta
estalmlecido i-om armazem de fu.r 11 ..
Mariz& Barros oatw'ra C/irdonlz n. 14. r-b na
firma individual om-rece a<-< mm frefneaw oa
fuaos ataiko d'%hrd<)s, a sab'-r
Ooyaz Rio NiiTO. D- Po(|ba, Brali-al-r Larl-r. r.-:, V:rgr,
I'arahxba, S. I*auR, em rola r:: latas.
Garante le as qrililslM e a rMi-1 tad? bos
prf*t?.
Especial idade
\HnHo partfetriar. puro e -e-
nuino.
Acaba de chegar ao mercado algnn- I-arris de
vilho do Alto It uro, espeAair unicamnM nf*
pafadci do exlracta da uva i-*fc. 4^ qa-ipfcr
confe&;ao, setiao mflifu'ViaW bfand> qne 0 da Ft
gueira. 0 que 0 toroa recommi-ndavci pek' mail
qne agrada ao paladar e preferivel a todns os ou-
tros vinhos de pasto.
Acha -I- a fends n^s irnfrazeoi i- J v j -, Ro-
driimes Mrodes. Sooza Ba.-n 4- r. 0 F>rnanles da
Costa c\ C.
ItiinlbiiiMle \m\tp\.
Acaba de clie ar um pe ncno l>' de caixa-
deste desojade bcalhao : no caes da all ndefa.
arm up d- Tas=rr Frm3 & C.
DC
( ABS>AIA
Do qnalidad"
37. armazem d
upon -r : na ma do
T.i I i:umm *-C
Aori3 n
Baratissimo!
Papc'. oitav>, liio, pautado e Bata
Liudas secretariat, contend i
.'iO folhas de papcl.
.*>() envelopes.
Preco-lj-mr
100 folhas de pap I.
100 envelopes.
Prec>-i*00a
0 papel marcido gratis c rj
and or.
__________Livraria fra m : -.
CiMZ 11.
- Vein
rua
-----
ende-se tambem a loja de funileiro, bem
afreguezada, da rUa da Imparatriz n. 91: a traur
na mesma. ^
Casa terrea.
ga-se a da rua de S. Joao, defronte do por-
tao gaz,comAquaxtu_cQx|nha fora,tgraade
quiajftl : Ujla^rmje J?oflro Affaaso t
TtCHAS TACHAS
3ATIDAS FUNDIDAS
Qualidade superior
ma novo
m em qnalquer outra parte
Wilson Rowe 4 C. veodem 00 ?*u
rna de Commercio n. 14 :
verdadeiro panno de alg>dao /;, aav.-i'M
G^ceUuute oo da vU.
Cognac da 1* qaliia V'inho de Bordeaux,
t^arvao de Pedra de todas as qy-i
Gorgorao de seda.
Gorgorao do seda em cortes para eol^te e aai
peca para vestidos, fazenda iateir.imi-nte flaa e te
vende pale dimiouto preri 4t 3. na rua m Crespo n 90, loja das trea p rtaade
Guilhemj A C. junto a loja da etqoina
umi preta, de 20 auaoa d-* ilaJn.
e cozinheira de b a eat-
e zinheira e l?i
VenJe-s
perfeita engommadeira
ducta, e outra d 3."> annos, connneira e
e boa quitandelra e sent vieiaa, e oaM d^
nos de idade, com uma filtta livre de II
que ja nao mama, mas pelo pr<
a fllha : > pateo de S. Peiro n. 26.
Ama
Precisa-se de uma ama pa-
ra cozinhar e mats serviCo
inierno para ca9a de famila
de dua3 pessoas : a rua do Apollo n. 51, prlraei
ro andar.
AMA
>o.-
>se
. 1 ;
uma ama que saiba cozinhar e engommar prefe-
| rindose eserava : na rua d> Jraperador n 28,
la Aqjjjra
EPML.(,
Venae se uma linda mobilia^de jacaranda, mas-
sico, entalhada, por muito commodo preco : a
tratar na travessa da matrix de Santo Antonio
marci
Vicente Alves Moreira aas tea* fregifzes
muaou-se para 0 pateo de S. Pe fro n. *fi, 1
podera ser procurad > para a ag->ncia de venda"
estravos.
Popelinas mderiu a 8M
rs. ^ ls# c eat* pre^o m l
rlea a ma da abut
aa mt nm<>.
K iianil
I'm vestido branco de can.br,
ftMN,IWiha a Wa<-
Alpacas de linho e li conn lislras
Mad.1 poiao yancez, aar
cores garantidas, covado 400 rs o
I3OOO.
E' ver e comprar,
faanaa de
na rua do Caboga a. 10. I^a
>p>as- armazem do Campos.
Urna
professores de Paris, deseja dar licSes de piano,
canto e francez : a tratar na saa residencia aci-
ma iodicada.
Advogado.
Miguel Jose de Almeida Pernambuco
1 Filho, advogado a ajudante do procura- Q
- dor^aalda theaourariaprovincial, ma- O
dou 0 sea escriptorio para 0 1? andar da
casa n. 81, sita a praca de Pedro II, an-
tigo Largo da Gollegio.
Precisa se de uma ama do ieUe e outra para
engommado e cozinha : a tratar na rua do Amo-
riinq 57, das 9 da manha as 4 da tarde.,
Prectsarae 'de una ana paxai eqziobaj em
caaa de rapaie* aottairas: a tratar na- rua do
Amorini n. 48.
-----------'
ofres de fwro? 1 tMweHtfa! db^^da a 14200
em-csa da Ha*las-& C, a raa da fit .
+ mveAo
Chafariz
casa de H
em
ALUGA-f
11
nma eserava moja para cozinhar, lavar e epgora
mar, e todo servico dt casa de family, meaos
sahir i ma : >q|efi ^ptacis^n, di
Soledade'rxf $t, paraTti'&T corn s
*ifoal
sehtfort.
0 8r. major Luii Paulino Vjeira de Mello,
; escrivao do Limoeiro tenh'a a bondade de man-
da r ou vir a rua do Cabuga, realtear o negocio
que V. S. 'fax em conianca.
iSBt?
de ferf
na rua
raodos
^ tara agua q;
ilvanisado e de differentes tamanhos
Barao da Victoria n. 6.


fh amstras. gopr pepkv.
rranadine a 160 rs.
I
na rua do Ocmm
le-se no escriptorio
na obra do mercadl
Lrma9ao de
Venie-swntna.amr *
da, coa balcao, por ci
rni doCrespo n. 20, ti
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ptrrtat.
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i do Quoioiado n.
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^3)Mio*ijdt,iiWia^b&air^ $*$ teirftoadj^q3%lh^>J^"W4.
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,4 M&fSSfi
DE *]","
ft) R^UeiillM' Jtfc
iazendasimas
*Vp n. A
0!
.-.:. {} j
uayw
Cordeiro Simoes c& C.
E' e3t2i uma (As c.isas fjuo ttoje pode com' pri-
aratfa ofTereeer'aes sens 'fregaeze* um variadttsl-
raortimaKo de femla Anas ,p.iia grauikMoi-
lette, e beta as*im #ara u.-o ordiaario de udas as
classes, e por precos vaulajosos, das auaes faz inn
peqtoeho re&mo.
Mandarn fatendas as eaws idos pretendeutes,
.paaao qua tcinpessoal necasjario, e-dSo amottras
-tDediaotc^peobor.
Cortes Grosde&aples de todas as core?.
iJorgurao branch, lizo, de listras, preto, etc.
Setim Macao, preto e de cores.
Sreatkqaples preto.
Vellud'> preto.
Grahadtne de seda, preta e-,de cores.
ftipelin'as 'de lindos padroes.
Filode ssda, braoeo epveto.
"cas bagqaiHas to aeja.
Ptsacqsde merino de cores, )a, etc.
Santas br.'^ileiras.
'Mrtecem catiibratn brane* com Hndos borda.
Ricas capellas'.BTOanus para noivas.
HiquissiiPo sortimento de las com listras de
uambraias de cores.
Mtas marfporaj,'brancas, fizas e bordadas.
NarrauqUesaVdindns padrfies.
b.iplisiac, padroea Jeiicaum".
(VreaLra* u* quadrus, pretos e branoos, listras,
etc., etc.
Brins de llnho de cor, pro&rinc Dara vestidos,
cottihfirra listras.
lii^os cartes devestido de ISqIio, < eitesda
mesou cor,,ultima muda
Oitos de cambraia de cores.
Fusta-i de Itnrlas Cores.
Soias bordadavpara serififlras'.
Camisas iburdiitaa para 6eub gndan.
Sortimento de luv.-.s da verdadeira fabrics de
Jojivia, pc.r* heiiiens e senbuias.
venfia*' ".a-a ffltninos.
'Me."10wa f^;it:;.,i<'\
'Chipewpara aim.
ToainflS.e.guardaiiapos adamaicados de liaho de
?.para mesa.
Gulchaa de 13.
'-ortmr.dns -bordados.
Qrundo sortimento de eamisas do li:.ho, luae e
oordac';-,. pay-a hotnens.
-deias de cores para homens, menihos e meni-
Ui'as e-copezn".
Uonn'eia s.i.niiiepto de chapcos de ?ol para ho-
sSericc e '.< ;* psra Yesuaos.
t)i!o preto, Irancliao e dito de VerSo.
'ftifrndo ;!e HtHiO e algodao ptta tt.al
Moalhado pstflo.
Oamiifco de la.
B^in* de liriho, I ranto de Cf'res e preto.
Setim A Rndas rofea com listrrfr.-
".hales >le merino de cures c pretos.
Ditos de ca-emira.
Dibit de sftin pnaa e de cOies.
Djl ,i d- ti.ui,':ii:ii.
Camisas do chila para ffbrnfeas.
Ditas de flabelb.
<".ernras de linbo c. algoiKo.
Pannos de broqbflt pott sofa, oadoirag
Lencos bi-rdadjw o -de Jab;rintt:o.
1 '"k-has de crochet.
Tnrlataha d iir'tas s cfTes.
P.icos cortes de ve^idw de tartatana bordados
ara oories.
'.; I'-p.intithos Msm, bordados.
f* Pulard de seda, liddas cores.
(SMeias de seda para senhoras e meninas.
RittB tanttas deseda elA para senhnras. *
Hi>"o s^rlim?nto Je luques isso.
Damasco de seda.
'Jasemtfa preta e dccoY^s.
Chilas, madapolao panno flno'preto e.aznl, tl-
larinhos, punbds delinho e algodao, pravaias, lu-
as de io de Eseossia, 'apeteg de todos os t.-ima-
aU"s, bolsas de viagcio. p^qs hordrvdoi para lio-
mctts, lenpa de liuJto bnanco e de cCees, ti^lhas,
goardkUDoa, etc., <,-c.
e coaso-
m
IforM,
Vcn i '- = : rn ppojuenb si i,-. perto 'la osta-
:"io il.)'Stilg.i.lin'lui, ten !o . ('rente 150
palrnos, o ire'funrJos in;ns .it quatrocCTitos,
oo'n uma elegante easa da taipa, acnbmla nim < e bin asseind*, tendo dsal s, -2
lunrtos i.' c'-ziiiha f6rn. 0 torrono epro-
pri'j u bum -\. piaiifujdds, tenao alKiim;s
arvures de sructo, ii^ua cle bolter e todo cer-
efldo.
rar.i vcr a mais WTfftflHOflh no luesino st-
ii'. a (iiuupiLi iitua i e.i.iri. Ici-se com Tr*s-
tao fntuutsco ifchtras, <- pra tr*itar, na tbe-
M0M0)0 -i s ItH-rins, ima 1 ft. 0.
Ciiapeos k mk.
Chapeos de seda p;ira homrm. rroprios de pas*
seios, fonaas moJemas e4fm flimaOos, eom urn
peqaeno d.feilo a 2^S00 e 3*000, e pechincha e
esta-e acatoaiido : tia rua do Cresp> n. 20, lnj
das 3 pWta*, de Ouilherme 4 C junto a loja da
esquina.
-SE
uma casa na villa de Barreiros, na rua do Gom-
errio, por pro? modico: a trjitar com Tasio
Salsaparrilha de Ayer
PARA riHIFICAR O SAXGt'E.
O r*nome cellente remedio 4-devido a milha-
res de cures que tem operado, mu
R9 dasqnaes sio verdadeiremsnta
maravUhosas. Innnmeros sio os
ida
promptamente restitirtdo a saiide.
As nneceoei t fstrden?, afrpaTa-
des pela couMuninai^o escrotulosa,
at^ produzirem dores mortiflcantee,
)AS BA84TAS U

'i
0 M WA-VKIA
:Ra du Impe ra'tri z 72
" iiiiMii
'
ARAKS UrnnadSna
PARA LIQUID.Vit
preta a r. o
covn.Io.
O'PaVao verlde gYanadina preta e lvraUa
pelo barato prc^o de 500 rs o cov'ado.
Madapolao enrestiulo a S3i0
a pec a.
I.
0 Pav5o tende pegas de madapolao en-'
festado, pelo^barato prejo de 8U0O0 a.pega.
Ditas sem ser enfestado, efdn 20 jardas, a
'55000. DMas com 2i 'jnrd,s muito boa-
fazenda, a 65000, 65500 e 75000.
I ALPACAS'PRETAS A S60, (J'0 E 00 RS.
0 PavSo tem um grande sortimento de
alpacas pretas, que vendea 500, 640 e 800
rs. 0 covado. assim eomo grande sorti-
mento de eantoes, bombasinas, prmcezas
pretas, merin6s, e outras muitas fazendas
proprias para luto.
Sedinltas a 1^ 0 Pavao veude sedas com listriubas de
cores a 15600 0 covado. Ditas com pal-
.rainhas a 2500P. Ditas com toque de raofo
;a 15000 e 1C400.
CAMBtUIA VICTORIA A 45000, 45500,
OrOOO E 7500U.
0 Pavao yeuJe um grande sortimento de
cambraia Vi6toria e transparente com
8 1/2 varas.cada pepa.pelos baratos proges
110 45000,4540'.'., 55000, 65000 e tVoOO
a.peca. assim como. ditas de salpico bran-
co, a 7-5000, pechiucha.
.NOVAS LAZ1MIAS ,A 560 RS.
0 I'avao recebeu pelo ultimo vapor .uti
elegante s rt mento das mok lindaslaiznhas
vpara vestidos,, tendo transparentes com as
! mais delicadas cores, e modern'ssimos pa-
droes, quo veade,pelo barato prego de 560.
rs. 0 covado, A rua da Imperatriz n 60.
LIQUIDACAO DEROITA PARA IIOMENS.
0 Pavao vende um grande sortimento de
roupas para uomens, sendo palitots saccos,
ditos fraks, Um'.o decasemira preta e de co-
res, como de panno ; assim como uia avul-
tado sortimento da calas de ca:emjra,preta,
de cor, de brim de cor e branco, e um
grande sortimento de colletcs de todas as
qualidades.
Tendo tambem um bonj sortimento de
camisas ioglezas e francezas; assim como
0 Pa-vao venJe um bflnito axjrtituwrto dt
caffiisns'fratioezas com-peilO'do alg*lad, 1
9rdO e 2580O. DUas cotH
de 8*00H'6|?e00. Drtas borda
fines de 65010 a 105000-: assim mmo
grande ^rtimento de cwoulas de li^ho e d* :av;((J dJ d quadrwhos a
algodao, por preos baratos, e tambem tern ;-5(w Q covaJo
AUiopla-'UiMtXiincuto de punhose collariuho*
tanto de 'inUo cguiOjdt* aigodio, por pre^oi
CA.M'SAS "HKHREMH 'A-2^ttr0, '-.fWir


35000 E3?500.
"ARAK,
Acabam de fazer um grande abaCmento nos prcgosdo suas f. dendoagnanHje falta que ha'hojc He dinheiro,^ por isso crcio quy 0 pre^o que vai raen-
cif nad) agradord ao respeitvel publico.
., parente a 35, 45, e 55, dita Victoria tapada
ClIA'pftlS VV. SOT. DtTSEDA A 4'5000. "'a 35, 45, e 55.
VerrJe se 6b(>peos do sol do seda para se- 1 ROGUES A 18500.
VenJe-se croches para cadeiras a 1^500
c;da um.
nhoraS;fl me/iinaa a 45, ditos do alpaca fi-
nos com 12 astes a V9, ditos de T.erin6 de
^L^aTui'.hr !(luas cor<^ a &> ^fes^e seda para horcem LAZISHAS A 200 RE1S.
1 i,t m m ,a Cf' ''il^'ioglms com 12 asles a 8? e 9f. Vende se lazinbas para vest*
. .im ?,!! I ^ BWM PARD0 A 40 t9' 32('- 40. e 500 ts. o covado.
Vn 1--se brim pardo escuro a 400 rs. 0
slido a 200,
Am azem pintado confronte 6alfndega
Vende se a relalho e a diotVim, mmm to-
rato, para liquidr.
Prgo chinez com liodas tMm pa
sum.
Caixas com iO c rtas de Ira^aaa
Bataiaj por r.rrub*.
Caixas o n. Iata de 5 rakVt da n
Manieiaa (ranee a P L G dt MM.
Arroz, cafe, cbi, e roai< aiaarna de
ccasidade, para ot nros e p-brea,
ram, fiitndo cen>ura ao
em conta. 1
450 ,

0 Pavao vende um bonito surtimento dt
espartilbos ttiod'irtios a 3550 ', 4^000 t >
SfOOOj assim como um bonito sort memo I
desa-iasbrancas.'b'Tdiidas, a'55000 e65000, I
e ditas de'lhinha dfi cores a 35000 ; i pe I
chjncha.
CA.MA1 j
(JORTES DE C'SEMIRA A 55.
Vemle-so cortos de ensemira de con'Spara
cali^a a 55, e 05, ditos de dita preta para
calga a 45. 55, ;C5, e 72).
RR1.M pB ANf.OI.A A 25 0 CORTE.
Vende'se co'tcs de brim de Angola para
ca'ltja a 25, dito muito finosa 35-
ABERTUn.AS TARA CAMLSAS A 200 REIS c
Vende-se a'berluras para earoisas a 200 rs, j
ditas mats fittas a 400 e 50!i rs. ditas t)e!
esgui5oa J5, ditas bordadcS a 25. ,Q
CHITAS A :\o.
ALPACAS DE CORES A 500 REIS.
Vende se alpacas de cores a 500, 640,
800 rs. 0 covado.
GRANDE SORTIMENTO DE TAPETES A 4*. j
Vende-se'grande sortimento de tapetes para j
todos os tamanhos a 45, 45500, 55, e 65
cada um.
Asuuioas vertlaueifM
Richas hair.Lnrctnna* nr.<- vn a **\e mtK
ma UaraDrz der
Panno de algodao da B:ih.JL
V nde de todas a* ipailiiaii-i Joi, Radngaaa de
Faria : na rua do Anwrrra a. 33.
Fumos
Da Bab a e do no, vende J. m> fWi'*r;{re'
a a, rua do /Oionoi n. 33
COHTlNAOfrS uOMVADOS PARA la.i.a r | V,nJ s chjUiS n..r.( l,sli... 2l0 9^. 7
II Vl"i r vj fii-'T*.i-n.".i!?'-sn(iri Afun >tujt, so tunas para vestiges a \\), am e i$>.
Siff A e 3"20 rs cova'10- ,,S;n fS(Uras e c1ar?s.
U I'avao voode u;n gratvle snrtimento < j >! YD A Pol YO Y *
Masnolia
Na l'>ja da Wagcolia, a ras Itaejoe dr 1
io. <-iM-i>nlrara een>fre > ifuptitx. | Mir- mt
GRANDE SORTIMENTO DE HOLPA FEITA de piiabtatia. luva> d.-1 uv, >>!
NACIQNAL, iodeias Unas, aciro rom, m.-^,:-di > .- p
Caixas de riscado para traba bo a 1(5000 r-'^ #* r ^raeeridad^.
!54oo. Annas electrico*
Cal5as.de brim pardo a 15900,25, 2J500.! a Hafaaia, 4 rua Im < *a a-
Cafft s de brim de Angola de cores a 25 u de rectbrr us vtrdaawiw aaaoai a *JMaetee-
35. ;trieas pr- pii.s para grrvoyi f
Mcios adcro *os
Calgas de caseniira de cores a EC500, 65
Cillers decasemira preta a 35500, 55500
coftinadas'bordados, vpnos, para catnap Ver.de-sc peras de mad pulao <
janellas. peiu -barafo precoje
lO^ODO ate* 255000, atsirn como : colsas
e'e (Umasto do U muito fina de 105000
15:5000 cada uina.
BRAMAiNPES A l*Ho, 25000 E 23500
0 Pavao vende bramanies para logons,
tendo 10 pabnos de largura, 6endo 0 dt
algodao a 15800 e 2000O a vara, e de linbe
a 75400, 2ar8O0 e 35000 a vara: e pectin-
cha.
Grande pechincha a 4|?000
e 5#000
CORTES DE CASEM RA. g
'0 Pavao recebeu uma prande porrao de
corles de oasimeras de cores para BA'hjAs, e
vende pelo baralo preco de '4-50 0 e 55000
cadaeorte, na rua da ImpeiMtriz ii: 60, loja
de Felix Pereira dn Silva.
ES.MERALDINA A 800 RS.
O Pavao receljeu um bonito sortimento
das mais 11< gantes esmeraldinas com listras
de ceroulas de lioboe de algodao, e vende | de seda, sendo am c< res e padroes as mais
todas as roupasaeima menoionadas pelo ba-\novas que tem vindo no morcado, proprias
ral8simo.pre<;e,:pirq'ierer,liquidar, na loja'para tesi4w, a -vendo polo baratissbrb pre-
da rea da I{)eralriz'D. 60, de Felk Pcrei- CO de 800 rs. 0 covado, a rua da Impera-tru
ra da Silva. n. 6*.
Acha-seconstantement aberto < HOlMo d) PAVAft. das 6-horas da ;manht
a"s de noite.
km. Aam
stitmdo & s
eoci e aeserleiu, aarav*.
Juli
tm sido taut mdioal tam. ge'ralmtate curadaa" por "aUe, em
todos os pantos do Imperio, que o publico mal precisa da ser
lnformado das suas virtudes e do modo de usal-o.
O raoeao esorofuloso e am dos mais destniidores iiiimlgos
da raca umana. Ora, sefltaorSa-ee occnlta e trai9eeiramtnW
do nossoorganlsmoe deixa-o fraeo e menae contra mdlejtiaa
fataes. Ora, patesteia-a mfearfo de que corrompea o cftrpo
e enlao, eni moment opportuno, lavra rapiaameute s'ob algu-
ma de mas bedibndas format, ia na cutfs jftlnos oMuns
ritaej. Neite ultimo caso0poita, raultaa ve*j, tubaroulos
nos pulmoe. do figado, no coracSo, etc., qaando nSo se man-
ifesta em .-. *oo., tomores, etc.
A inim., >,.,.: pcrigoso-ia tam.perfido nunca ae d*ve- dnr
p.'vi. o 2 sempre melhor do qne combattBl-o.
rios tymptomai actives,
' A.YHR podera efitar
Assim, antes '.i ;"iFj:rt3cerem og--
o usa da SALSA ''thRZLBA'D.
tesultados funestos.
As psMoa* qua soBr*m da Ert/tiptitu, JF*fo 4a 8. An-
Vteera; e semrtBltMade dolores^nta oS*^-
doraos tossosj Byptmiin on 7.fa(m ;
Moltttiaa do Coraeao e do figado, J-'
ralgtm e dc varias outras nfRec8e^TysUiema moioulan*
nervoso, acharao seguro allivio usaado delta
Hydrop^Ka,
MILUA VB ATEM.
hilit on STore*
S.ILSABAB-
A SjfphVit on "XotaHai Teneremn s6o curadas coJboi J
tempo pata tybjugar tam imperUneates enfermida^es.
A I.eweoT+Ma, on Xlorea JSratHem, as ulcere^Ces vttdr <
nas e era ffrti aa iBletia daa muihartB m* tambem alll via-'
das e tfiteriormente curadaa por sea effeito purificadpr e
vigorativo.
O lihrumatitmo e a Oolla, qu:
Dwlacocs de materias extranhaa ao
Jlhrumalitmo e a Oolla, quando cauaadoa por acco--
I'.ocs de materias extranhas ao sangue, cedem-lhe fkail-
meote, de' rnesmo mdo o Mmt do Jiff***, Oonfeilaa oa
In^iimmmjpom t*o JFiftd; XeUriMa, qnando sio oriutdaj
de raaus residnos no auiguo.
A hl*parriUia i am excellente rcatMusdor da
forca e vlcrnr do lyithema. '
PRE3MLECTA
X' rust do Calmsii n. 1 \.
Os proprietaries da Predileeta, no Intuito di
;on3ervar o bom concetto que teem roerecido do
respeitarcl publico, dtstieguindo o aeu estabeleci-
mento des mais que negociam no mesmo geaere
veem suientulcar aos seus bons frcguezea que pre-
tniratn aos ?-eus correspondentes nas diversas p*r-
{aa d'Europa para lhes etvriarem por jnetes es objeeto; de luxo e bom goeto, que se-
jam mais bem aoeites peias seeiedades elegante*
Jaquellos paiaes, visto aproximar se o tempo de
,'esta, em que o bello ?exo desta Ifn'da Yeneza
mais o^tcnta a riqueza de suas toillertes ; e co-
mo ja recebessem peN paquete francei 4ttverao
;rtigos da nltima moda, veem patentear aJgiin^ i
J'entre elles quo .e tornarn mais recomrnendaveis,
s?perando do respeitavel publico a coslumada
-roncurreneta.
Adere^os de tartarnga 09 'mais lindos qoe teem
indo ao morcado.
AltouBS jm ricas capas de madreperola e d
^eiludo, sendo diversos tamanhos e baratos pre-
oa
Adere^os completes de borraeha prrprios para
;oto, tambem se vendem meios adere^os muito bo-
oitos.
Bc'.Ses de setim preto e de cures para ornato dt
estidos de sethora ; tambem tem para colrele
patttot
Bolsas para senboras, existe mm beHo stTliaMD-
de seda, de palaa, de shagrim, etc, etc, por
^arato pi ego.
Bonecas de todos os tamantros, tanto de louca
omo decera, de borracha e deimata ; etiama-
:ii03-a aitenpio das Exrcas. Sras. para este artigo.
poi* as veie* t<*rnatn-;-e as crianeas ura poueo iro-
pertmtntes por falta de udj obiecto que as ;eo-
tretenbam.
Camisas de ltaho Iteas' e mm peitos berdados
arahoniem, vendem-?e por preeo:commodo.
Ceroulas de Hnho e de algodao, de diversos pre'
ca.
Caixinbas com musica, o qne ba de maia lindo.
'.ora eisticos oas tainpae e proprios para presen
te
Coques os mais' modernos e de diversos forma
'OS.
Chapeos-paraaenhGra. Receberam um sorumenu
da uttina moda, tanto para aenbora, como para
menraa*.
("apellaa simples e com ve"o para noivas.
Calfas Dordadas para merdnas.
'CMremeios eeiampados e borda do*, de liadoi
Socows electricas para denies, ten a proprie
4ade ie evitar a carie dos denjes.
Franjas de seda' prtWsre de cores, -MitAe-um
<-5nde BMtMBMlH diverjai latiguras e-bara*:
orego.
Fitas de saria. do gcigvrSo. de setim e de eba
"aln'e, de diversas largnras e bopitas cores. '
Fatftas de gorgurao um)Ho lindas.
Fl. rut artiflcia.a. A Predileeta prima em oon-.
errar sempre um bello e grande sortimento des-
89 fior es, nao so para enfeile dos c^bellos, cbmfi
tambem para orcato dc vestido de noivaa.
Qaldes de algodao, de Ii e de seda, brancos, pre
to* e da alwarau -tar**. .
Gravatas de seda para homem e senhoras.
- JUases da cambraia e de seda de-djyersas cpre?
para scan ora.
[JrgasdeMda deeeres e braoeas fcorduaas tan
aOPFa.
Urros para eaTir.-rnMsa, com canas de maflre
p^rola, marflm, os'o e vefludo, ttufo que ha, it
bom. *""
Pevtea de tarlarnga e marnm para alitur o* ca
im mu
|alc
ern camisas de Ymho.
Vecde-se camisas htglezas de lrahc, muito fi-
Tias, para hnmem, pelo liaralissfmo preco de 36*
a duiia ; quern dnvilar venha ver e eomprar :
na rua do Duqiie 4e i asvas n. 88, k.iade De-
mctrio Bastos.
Tinta preta para escrever
Vende-se tinta preta (mgleza) para escrever, eu
potfs grandes e pcquenos : Ba rna do C. mrrertio
dk i&. arniazem.
Am4* "flaritft ik YH< ria. 22.
DE
Garueiro Viamra.
A'-cste granVJe estalrelecrmento tem ehe-
gado tim'bom sortimento Vie rrractrinasipara
costura, de todos os ail tores mais acreatta-
dos rrltimamentena Europa, cujas ntachirias
sao garantidas por um aniir), e tendo. ufn
perfoito artista para ensinar as nresiaas, em
qualqtier parte 'desta cidade, eomo bem as-
sini concerta-Ias pelo tempo'tambem (I'um
anno seni despeudio ajgtrm do coropratJoY.'
Neste estabeiecimento tambem ba pertenQas
para as rriesrrras maenmas e se-soppre' pqner pec,a due seja newssarto. Ettas ma-
cbinas trA'baffiatn com toda n perrei rira e tlotre po^pontos, franeo e" borda toda
qtralqjieT tostura por fira cjne 'seja, seas
prdQDS'tary'ia seguinte dtfafcd.wte : papa Itra-
b^Biar: a nrao de SOHJO60, *0d, -MO0W
e SH)fma, dSra^ trabalhar cem o -.pi so de
80J00.0, 908000, lOeijWOO, tiGHOGO,
1205000, 190)[pOOO, l;80jf000, i0B>00
1250800, emejaanto a<.a*itore5 nSohaal-
tera^ao de precos, eosfcimprafdorespodDrtid
tf^itar este estabelecimfentd, ^uenttitoi dftJ
vefSd gostar pela tariedade-de ,objd6f |que
ha sempis para vender, como sejant: -eadeH
ras' pa+a riagem, mafdi fe'arti fiagent, cajdei-
ras^para safas, ditas de'baiaiv^o, ditas pwa
cfidn$a (alWs)-, ditas ^ara'Aseelas, costdrei-
enae -f ,ea Uttbam ^ara fear-caw. -, ^^Sffift': -despens^is
Port bouquet. Um belli) sprtimanio de wadre-., para cnattr^s,'detouaaaSHrwalidades), caaiaa
8e fetro para bomtm&t'ftaTir.as, cafat*3det
Aeslm, todos ,os qpe soffrerera ^
maloiSlniomnia e que'Mo me>
hentoet e Temoret Nervoso* ou
proveuieate de Debilidade, aeharfio __
o mais aeguro expedient de prompta cm*.
,'uor, Phlegma^
mouadot com A\
,uer outra
qualqi
do teu poder renovadsr
r
PBEPABADA POB
J. C. Ayer & Cs Ix>weU, Mass, 23, U.
Cliimiooi Practice* e Analytic**. '<
vejsti>k se poa
perpla, marnm. 6>o e do.urados por Ijaraio prbco.*
T*erramarias^ Neste arrigo e^ta a Predileeta bett
prevlda. Bio s6 em i extraeto*, emo em oleos i
banhai'das meihores adores,-dos mais afa4def j
(abriqpteB, toubin, Piver>, ,^ciedade JiygiuDica,
floudray, Gosnef e Himel; sao apdifpensayel*. fan
i festa.
Salas bordadas palm senbora, per commode
preto.
Sapatinhos de la e de setim bordados .para bap-
tisados.
Tapetes. Recebeu a Predileeta um bonito syrti-
mento de di versos -tamanhos, taato para sofa co-
ma para entrada de salaa.
YeMimeatas para, bapu>ado o que ba de melhor
gpstp e fls mais moderno 5 recebeu a Predileeta
5)5, e 63,
ditas de dito francez Uno 7$ T-3. 00, 83,
steooo.
CASSAS A 3?.
Vende-se cortes de cassa para vestidos a
35000.
CHITAS l'ARA COBERTA A 280.
Vende-se cbila para r oberia a 280 e 360
rs. b covado.
ALG'ODAO'/IMIO A 33.
Vende-se pecas de a!godae>zhiho a 35000,
3*51 0. 4 j?, 45300, "55.
BRAMANTK A 15GC0.
Vende-sa bramante com 10 palmos de
largura a ltfOOQ 0 metro, dito de linho Goo
a 27500 0 metro.
ALGODAO E.NFKSTADO a 990 H IS.
Vende-se a godiio enf- stado a 900 rs. o
meUo, gravatas pretas a 400 c 500 rs. cada
uma.
CH.YLFS DE LA A 800 REIS.
Vende ae cbales de la de quadros a 800
rs, ditts de mei>ii;6 a .25, 35, 45. 55.
C0J5:;UTAS HE CITITA A J5800.
ven'Ie se cober:as fcius de cbita a 1580.
25, e 40.
CORTIN'.DOS PARA FAXEI.T.A A 73.
Vcnde-se co:linad'^s ,para jaoelaa7^e
5 o,par.
COIXHAS DE CORES A 25-
Vendc-se coK-hasde cores para cama a
25, e 33501'., dibs de croxe a 05.
CORXLNADuS l'ARA CAMA A 14.
Vende-se eortinados borda>ios para caraa
a 1A3. IQ e 205-
COBLrU'ORES OE BELLO A t3i>00.
Veod^-so c*berti ires de pellj a 13200,
ditos sup"riores a 1 (J6< 0.
CiMBRAlA BRA>'CAA 33.
Vonde-se pecas tie cambraia .branca trans-
o'73.
Palitots de riscado -a !5.
Paletots de alpaca de cures a 25.
1'aleU ts do a paca preta a 35, 33^00, 43
6 33.
Paletots de panno preto a oi?, 65, 85, e
10COOO.
Pal< tots de cascmira de cores sem defeito
a 45.
CerouliS de algodao a 15. ditas de bra-
mant- a J55C0.
Camisas de cli ta de cores a 15280, e
1,5400.
Ditas brancas ccm peito dc cons a 25.
Ditas brancas Boas a 2, 2*300, 35 e 4.
D.tas finas de ristadinbb fraricez a 35^
Ditas de cretone a "5500.
Colk-tes de cascmira decoresa25, 255\'.'0,
35e43-
Toda esta roupa se vende assim barato
para liquidar.
BRIM BRA>TO A 15.
Vende-se brim branco a 13 a vara, dito,
fino a 15400 0 25.
ESGLIAO FINO A 25.
Vende-se esguiao de linbj fino a 2300 3,
2^500 e 35 a vara.
FAZENDAS PRETAS PARA I.LTO.
.Merino preto fino a 2;S300 0 covado.
Bomb;zina prtta lina a 15600 e 25 o
covado.
I.a preta fina a 500 rs. 0 covado.
Chita preta lisa e com (lores a 240 e 320
rs.,0 covado.
Alpaca preta a 300, 640 e 800 rs. o
vado.
A Magaciia, a rua (>o<|ue >l- > ,',.-- 1 a*.
eebi u um n pktu iimieut.* or.
I 'I s adaTCfaa A* urtarura.
IMm adcrec,!^ de madfaycr4a
Ueioa ;. ::.,* de tcda I .:i 4i
e de afaataa ei.tfas uualaiaac*.
Botdes de i
A Mapn-ilia. a rna D V- MM
para vender at modem* iMivt >.*, niphaa
paia vefud s.
Golinhas e prnlioa
da? mais modernas 'ftw ba jm. iwr''.> :
na Magnolia, a tua li. <)- ae < UL
lencos chinez
A Magnolia. .1 rua Dii'ffi" V -. a. IS. ft
relieu nma ( i|waa nawtiaaae i'-e kmf* dc --4*
j chineies, mm badi*-iiai rr.itecte nova.
Leques
i.indos lequrt de madrVpt-nila, it lMiaa- de
nurlitr. de >, e tie n.t 1
recebeu a Mj^B'lia, a rw
mi ro i"i
Attcncao.
A loja da Mafni !ia, a ma Bbpjbi de 'isia*C
al. aeaha de rt e (u.ui.
Manual d' n
Uie"< aitmn- H fap:i at *"a
prei, madeira. v Indo. n.ar...
I.rndas raixa* cuaa
L gas de Ma*, brancas e de
Votes de rtda.
Pn s-iras de
liicas nix%'. pa-a r.virea.
Votuarios | ara baamyado.
Tuiieas e .^apatinhos de ava.
Me-dern J.- -. j -
l.indns port I; t C.ravaanhas d Uad->. tie, i-ao.
Ultima mo
A Magnolia, a rna Po'fai
Cantao preto para luto a 132'Oocovado. j^1"!' -sw
Sarja de la preta propria para calces a J,^ ftrof'r"*"" *
-.' 1 a>
d* p,
'- -
40, 800 0 1^200 o covado.
Outras nauitasfazendas pretas qut se ven-. X HT<1 as liO.IO- den barato, no Bazar Maciooal
peratriz n. 72.
rua da Im-

mra
inypaT fa-
ferro para
Machiaas de descarocar
algodao.
Machinas-de^cortar funao.
Macli'uas a va^ior.
Maehirras
cas.
Deposito de
gnirafks.
^Macaco de estivar ou le-
vantar pesos.
demento ikwtland.
Salitre.
Iimalha de ferro frati-
ceza.
Esses artigos veudem-se
na rua da Cruz n. 4, aima-
zem de Hawkes & C
-lUs Srs. fogueteiros
Pai*a os fogos de S. Antonio
'S. Joao e
S. iPedro.
Limal! a de aco.
Limalhai Limal! a de ferro.
-LimaJha de Cp'bre.
Li m alb a de zinco.
?aliire reBnado, bafbante e enxofre.
Artigos todo* de prinieira qualidade.
'Veode-ee muito barato
MA.
PUarmacia e tlro^arla
BARTH0L0MEU & C.
3t-RnaLarga do Rosarro34.
ORANADINAS
Granadinas de seda pura, preta com '.istras
de cdrese padroes os mais bonitos que tem
vindo ao mercado e que se veude pelo di-
uio An-
tunio e 8. -J i\o.
Am.-r,' N;.buro i I :n >)e r*r*h*T C^f>
jpleto awtiaieaaa 4a ami akmaV".
para brin-|iiei!o das at ire* a> R-1: Aal'-aio e S.
loia ; e o qne h eaafcn
aprrpiladn | rs linnrar-Ve
Aosdignos in. n>
An.aral, Nabcco 4 r- tendo
e ;emp-s> (ota qne fax-m m-. n m*rmt.
minuto preco de 500 rs. o covado, por ter padt( ir drsll ,^^,^1 r ,., v,
um pequeno toque de mofo, e fazenda in '" liiin, |i mi i| a aai w C*> 1*a
?50b0 o covado ; c pechincba. Do se' aeabaoi de rwfcer maigMas <
amostras.
Brim branco
Rrim brjnco muito fino, fazenda de
23500 a vara, que se vende por 13400 a
vara, por estar com um peqaeno defeito ;
pechincha.
Jlellos Enhmh
Metins Franceses, fazenda muito fina, pa-
il roes modernos, fazenda que ja se vendeu
por 500 rs, a 800rs. o covado; e pechin-
cha. Dfio se amostras.
Cretones de listrf s
Cretonesde listras, fazenda actlcboada, pa-
droes muito lindos a 400 rs. o covado ; dao-
se amostras.
Madapoloes
MadapolOes com um pequeno toque de
araria, de 3(J500 a HjoOO a pe$a ; e pc
chincha.
CHITAS PERCALES
Gbitas percales avanadas a 240 rs. o co-
vado; e pecbincba.
SO' 0
\. 0 da rua do Oeatpo
Loja das 3 portas
DE
(.ullu'rne iC.
Junto h loja da eaquiaa
! vendem n< ta'ar Virti-na. rua d>! ma
ria n. 2.
Salsa parrilha.
Seta real I c;t i
na m d.. Vicarion l. I- -adai
:>
i tm4
Vendem
Wilson, Rowe & ty.
Em eeu aroaaiem a. ma do Trapiche n. 14, o se-'
gttinte :
AlgodSo azul araericano.
Tiode'vela.
Carvao dc pedra de todas as ijualidades.
T-udo muito barato.
i&v
espelhos douradbs para sala", grandest pe-
qtienos, Spparefties de metal para chi, fa-
querrOs com -cabo de metal e de martini,
'mtbs'aTtilsos.'cdWierfes de metallflno>mdiei-
rosjiara sala, jarrbs, guarda^^omidaB de
arapie, Pampas para cobrir pratos, esteiras
para -fbrYaT sdas, latatorios completos, ditos
simples/objectos para toirette, e outros mni-
tos artigos que muito deyemagradar a tpdos
que 'visitarem este grande eataberecimento
que se act* aberto desdea's 8'horasdaima-
nha-ateas9 UorasSda noutea
v Rua do- abnga n. 1 | 22,
as eslfeiidirit'iilo -d'uretra
pela facil applios'.io das
SONDAS 0LIVAES
DE
Nao duvidem.
SO o 43
Rua do Qticimtitlo n. A9, defron
te da praca da Indcpeacla
Yenham ver como* se queima
Caabraia transparente, lina, a t#o00 a peea.
Wta Victoria, lina, a ;t idem.
Baptistas de licho muito larga a 400 rs. o co-
vado.
Chitas pretas oom ,alpicos a 100 rs. Mem.
Ditas de cores, bonilas, a iiO r idem
Cambiaias de cores, miudinhas, a 240 rs. idem.
Drlm pardo flno a 360 e 400 rs. idem.
F.en?oe'de bramabte a Sg om.
OdaeMas de^hita adama.'cadas a 3*500 e 44OO0
Ypnde-fe algna* i^jfi- '
riea : a fraUr na rr.a da Orta
0 LNEXn!MULlVZL
rHofcri
1

BaM
hi
boat

As
. jBNQU mSTICA
mats mode.rpas e aperfeigoadas de todas
as co.nhecidas
V
-se
NA
tuna.
Culchas de cores a.2* uma.
Mov'ulina bran?a a 280 rs. 0 covado.
Percales flnas de jnadrns a ."f0 rs idem
Madapolao fino a 4* e Si a peea.
Diio rraacer, fino, a 64 idem.
AlKedio T a 3*300 e i*3C0 idem.
E tambem outros objectcs, por precos qne ad-
mlra, 6 para apnrar dinheiro 'Sa 0 M.
Cerveja
. I Vende-se cerveja preta de superior qualidide,
Na rua do Marqueilde .Olinda a. 33, se di- marca Barclay & C, e umbem branca, marca
ra quern vende uma Inja, muito bem lucalisada, Bass, ambas vindas de Londres : na rua do Com-
com uma armajio muito boS. mercio a. ii, araazem de Edward Beaton.
PHARMACIA E DROGARIA
DB
Bartholoniou O.
... 3j^ Rua larga ,q> (jqsrio a4
DE
Ml RRAV MVin
L'ma pura ditillarao da
res dos tmpicos. Contem, ; ra aavir.i -
zer, quasi o oddr udoraero das !*;>
tropiooda America, esoa fracarHia 4
iuexhausta ainda mesmo p... cm.
e/aporacao e diffnsao. >' r
i icomparavel a qualqui-r MM
qne ba de venda para :
OESMAiOS, ATAXIES MI^OMpL
PE CAB1XA, HFBI'
HTSTERICOS.
E um certo e bgeiro allivi-v i
.m, tem ronservado sua in Hi;
Icima de vmte e cinco annos -
i/erfumes, nas Indias ArrilfTiai. GaAa,
dexico, America Central, e 4a M e ait
ami toda a eonfianca o reroaHaca-iatavs
como um artigo, pelo seu amma nwito da-
Hrado, riqueza dp r>lor e p-rmaaearii. afta
pode ser igualado. Tambmn faz rwl t
da pelle:
A8PE1IEZA9, FMPOI.AS,
OtEIMAniRAS DO SOI.
SARDAS, t BORBI'I HAS.
Sendo roduzida com aeua, sp
excefliTTte mrstma para fwnbar a r-< Ila,
dando um aroseado e cdr clara a cowtpW-
cao nublada, sendo applica barbear, evita a irrita^ao qoe aeraftaneaal
occorre, assim como tambem aaraaateaada*
se, o cbeiro do dgarro desappareco, e ma>
Ihora a condi^aa dos denies e
Como ba rntjitas imitac^es, as
nuem nenhntnas d'estas pi
i-se tomar cuidado e coatar
o famoso perfume j cosoieticn do sal
America, cham
lf.ll FL0I1IA
HIRRAV4
Si acha i *n4a e* todos
ptrfamari as da moda.
.
L
i



8
j.J^rip de PenialSabuco Jenjft feita 2 de Junho di lfiS&
AGRiqPLTORA.
Colonlus n^rfcolxR para meao-
ra.
SUISSA.
Colonia de Serix -( Yaud.)
. Em 10 de junho de 1874 o Jornalde
Genebra publicou sabre esla c-jlonia, o ar-
iigo seguinte :
A colenia de Serix s>cb" pe conrlui-o
seu exercicio ; c o conselho geral deste es-
tabelecimento se reunira quaita f ira, 12
do conente, is II boras da raarihi, para
ouvir ler o rdatorio da comnissao direc-
tora.
Por esla oceasiie e costume convidar-se
as pessoas qua tomam ioteresse pela colo-
nia.
Dos C utoefl de V,ud, Neuchat-h e Gene-
bra concorreiu muitas pessoas part assisti-
rem esta reuniao
Os conselhos d'oslado d >s canloes da Su-
issa ro naua consideram como um dovor o
fazerem-se alii represents r.
0 caracler lodo especial da colonia de
Serix mercce hem esta prova de inte-
resse.
0 m desta instituicao e evitar, o qumto
possive1 for a esta la dos wmin is vic.osjs,
nas prh >e, oftY-re cendo-lhes um asylo,
aonde per um systema de e1ucar>io fir'me,
p r6ia affectuesa, por trabalhos industriaes
e agricolas possara elles ser reformados mo-
ralraente, e nAo mais inquietar a socie-
dade.
No dia 12 de junho, is 6 boras da ma-
Custa-se a acreditar que era dez annos o
custo das risitas do medico e dos reraedios
nao pissou de seis francos I
Erara onze horas. '****
Fin lo o lanch, a assembles geral ia co-
mtur.
visoes uia eraoa erroneas.
Cumpre nao esquecer que a nossa proprie-
dade, bom como ted'as deste paiz, foipreju-
dica lapala s6ca, bem como pela falta quasi
absolute de paste* : a plantacAo nio dcu so-
nio inui pequena colbei.a por estas razoes.
Os meninos enlraram acompanhados do apezar da diminuicAo, que fomos obrigados
director e sob-director. j a fazer em nossa cavallarica, foi preciso
Execularara um choro de modo a prowl comprar palha, e f*J0..... .
que, se a arte do cinto nSo lhes tinha oom-' Nossas pl4.ntac.des neste anno apresentara
raunicado todos os seus segredos, 89 mends bella apparencia, e nos dio esper-nca de
faziam eHes progress e tomavara gbsto por que a nossa propriodade terd bom resulta lo
um estudo, que e tambem uma recreacio.
Terminado 0 canto, 0 antigo pastor Mr.
Germond, qnedirige olle raesmo um asylo
anslogo na Suissa, dirigio aos meninos al
gumjs palavras de aniraacao, simples, po-
rem parti las do corarjio.
Fioda a allocucio de Mr. Germond, os
meninos se retircaam em boa ordem, e entao
coraecou a sessio propriaraeute dita, sob a
presidencia de Mr. A dries Le Cointe.
Ha muitos annos que Mr. Le Cointe, au-
xiliado por sua familia, se consagra a Serix.
Preside & commissao executive cm muita
intelligencia e dedica^So.
Mr. Aloyi C'Xivreu, secretario, louo oita-
vo refatono da c-ionia sgricola e professio-
nal da Suissa.
0 g ivernador do cantao de Vaud era re-
prosentado pjlos coneelbeiros d'estadb Ber-
noy e Bonjour.
A divisiu adoptaJa em nossos relatorioe,
escreveu Mr. Le Cointe, tern si do a de tra-
nnanceiro.
Durant-: os quiuzo mezes passados os nis-
sos colouos consagravam 30:446 hJras aos
trabalh >s agricolas, 0 qu & razSo de cinco
centimoi par hra, dd uinasooi'na de 1:522
francos e 30 centimes, prodll ilds pel jS bra -
js do ujjSos meninos.
Uma pilavra aiuda sobre as ofDcinas
K dam ranjos nellas por falta de um mestro.' f-Aut
mente pouco depiis encontram>s um qae
reune to-Jas as aptidfi-s dosejavwis : morali-
sedo, sa!)ond> bem guir os meninos, tio
htbil s bre a madeira como sobre 0 ferro,
horaeiii de csperiencia, soubi imprimir aos
trabalhos ama salutar acfividade. Supe-
rinleade ao mesmo tempo os que se em-
pregim nas f>rjas, e os que estao na mar-
cencriav 0 to edticandos estau constante-
mentt occnpados- nas offieinas*, e fibricam
ou utensSios de qjue t:mos precisAo, cj.no
carrinhos-d'} m3o, cabos para instrumento^
tar succeisiv.'.-nent" das- finangas, da pro- etc., etc., elc., ou parle dis mobdias das ca
nhfi, pertimos do Genebra para Serix^apeza
do ma\> tempo
Em Oron des enos chia de muitas pess as quo para 0 mesmo
iim tinham vindo de differentes pirtes da
Suissa.
Ch-via a cantaros, mis felizmente pouo
flepois da nossa cbegada cuS5)u a chu-
va.
A pe e cm m.ia bora gauhamos Serix, si-
tuada entre Oron 0 Pdezieai n fronteira
do cantfio de FribMrg.
. Os ediQcios da r. Ionia estao encostadis a
Uma colina ccborta de mattas, ao pe da
qul se entendera a propriedade rusal da
coloj.ia.
Uma casa para enipregados superiores c im
jardim, um gra de edificio para esc la,
uma quints, enrraes, e uma cavallari tao s parados ic:--alojamcntos dos edooan-
dos pur um pitco rectangular, csreado por
uma bahaustrada dp madeira, e bastante es-
paij -so para servir de lugar de recreio.
Uma s6 cousa ins pareceu digno de cen-
sura, a falta de appparethos para gymnas-
tics.
Mas os educundus, me disseram, traba-
Iham oilo horas por dia, sobre tudo no
campo: ficam muito fatigados, para poder
nas horas vegas eotregarem-so aos exercicios
da gymuastica.
Muito born : mas ndia sos de chuva ?
NSo se poderia, semgrandes despezas, for
mar um paten coberto para estes exerci-
cios.
Cinco vaccas, doos bois, um cavallo, pou-
cos e gallinas, eocontram empr go e nu-
trifao naquella proprielade. em cuja cultu-
re e amanhe se empregam cincoenta e am
meninos.
As' dez boras um pequeno lanch provou-
nos que em Serix se fabric 1 bous queijos
e excellente npnttfea.
Os educandos usamdeuuiformeblusas, cal-
q,ss, com 1 strao encarnado, e bonet com ga-
lao da nre3ma cor.
Quando elles roarcham por classes, pre-
cedidos de uma fanfarra, tocada por elles
mesmos, com bandeira federal desfraldada,
parce um batalhao da manceb)S.
Na Suissa, um paiz em que todo 0 cida-
dao ileve ser soldado, 0 exerci io mi'itar e
uma honra, estimulaos meninos, e recrean-
do-os ao mesmo tempo, eusina-lh'-s que te-
rao um dia ''ireitos a exercer e deveres a
impor-se.
Alem destas vantagens, 0 uniforme provi-
ng as evasoes, tanto mais faceis, qoa&to Se-
rix e complttamente aherta e nS.) tem
nenhuma apparencia de prisSo : nem mes-
rnj as cellulas de punicaoforam ainda cons-
truilas.
Os estatutos desta colonia determinam
quaes as condir;6es para 0 recebimento dos
menores. Para ser admittido & colonia 6
preciso :
i. Ser suisso. Somente poderaose'admit
tides estrangeiros, nos casos em que 0 lu-
gar n9o fc-a falta ao nacional.
2/ Ser prolestante, ou ao raenos ser edu-
cado segund) os desejos de seus pais ou pa-
rentes na religiao protfstante.
3." Ter sete annos completes.
4.* Terumdesenvolviraento pbysico e in-
tellectual capaz de poder ser submettido ao
regimen do estabelecimento.
5 Os menores vindos dos cantdes da
Suissa Allema devem fallar francez.
0 art. 9.* Dos estatutos e assim conco-
bido:
Tndo 0 pedido de admissfto deve ser di-
rigido a um dos membros da commmissao
ou ao direct )r, e ser| acompanhado :
1. Certidao de baptismo;
2. lertidSo do registro do nascimen-
te;
3 Certificado de boa saude, e de ter si-
do vaccinado, passado por um medico de-
i.gnado pela commissao.
Ser i assignado pelo pai ou tutor (cuja as-
signirtara sera reconhecida) um documente
cont^ndo as seguintes declarac/ies :
0 pai ou tutor transmitte a" commissao
directera da colonia sua autoridade sobre 0
moaor durante todo 0 tempo que elle nella
estivr.
a Adhere aos estatutos e regulamentos do
estabelecimento.
Nao retirara 0 menor da colonia sem 0
cciHintimnto da comiaiss&o, sob pena de
pagar 10 francos por cada mez de est^da do
men >r na colonia.
Pagari por trimestre, e adianta, a im-
portincia da pensao que for ajustada com a
comHiissao-
Serix estd dividida em quatro families, ca-
da uma com seucbefe.
Quito edificios unidos por officinas, for-
ias, su vem para moradia destas fami-
lias.
Sd anlar terreo estao os refeitorios, que
servem tambem de salxs de recreio quando
o tempo e aiao.
No andar superior estao os dormitorios,
divididos per famiiias.
0 sub-professor dorme em urc gabinet
envidracado.
A-; camas sao'de madeira, e fabricadas po-
les menores.
Seb o ponto de fista da 9aude, 0 trabalh >
U-m produzilo jeus effeitos Silutares.
priedade das oificinas, e, finalmente, da-
parlej'relativa ueducacSe e* i moral.
sas das famiiias da eolboia, come- armarios,
mesis, banc-os, 'amboret'es, camas ew., etc ,
Seguiremos esta m'sma classificacSo que letc. Finalmente temos- em u n armazem
i.1
pcrmitteencarar a nossa emprezeem todos
os seus delalhes.
Entretnto esta divisio nfio'dere fazer per-
der de vista oconjuncto da> obra, a* qual
cada uma parte se adapta perfeitarawite na
outra.
Assim a proprielade, eonsiderada s6men-
te como ren limento agricol,. se pre9taria a
muitas critic is, entra ella, porem, com'uma
boa parte no systema d'elucacao; eaiuito
tem soffndo pela nossa inoxperienciar pelos
mios obreiros que empregamos, (oseolo-
n)sj,pelas despezis occasionadas com a de-
teriorate do material confiad* ai m3os de
meninos : 0 mesmo se da coal 0 paseoel
le empreg'dos, que gravam as nossas-lj-
uangas, mais do que e razoavef,' devido isto
as circumstanciasem que nos temos achad*
Em um recolhimento ~>a collegio de orphaos,
por exemple, um director e um sab-diree*
tor seriam sufficientes para dirigirem urorm-
mere Iimitado de meninos, mas-a vigilanem
necessaria, que devercos exarcri nos obriga
;i divisao em famiiias, e a testa? de cada u>
destes grupos 6 preciso um sb>director.
Assim nao estibelecemos comparacdes *
outro qualqucr estabelecimento : estadam>-
la em si mesma, e procuramos- aproximal a
de um outro estabelecimento da mesma na
reza.
Infelizmente vemos que esta colonia, qua-
si que 6 a unica em seu genero na Suissa :
deve a sua existencia semenie a iniciativ*
particular, sem nenhuma intervencao do es-
tado, 0 que um dos seus canicteres essen-
ciae; : n3o e um estabelecimeato unicamenr-
te de cari lade : n8o recebe os- meninos po-
bres, orphaos ou nbandonados, para o
que 88o proprios Echichens- no cantao die
Vaud, Bachtelen em Berne, e Sonnenbcg
em Lucema.
Dedicamo-nos a procurer os perdidos-,
totalmente perdidos : reunistos os meninos
que, por seus maos instinstos, por sua mi
educac3o ou frequencia de mtt>companhias,
inspiram series temores peip seu futuro.
Para ser admittido <,mi Serix, e preciso
ter todos os caractereresque fariam necu*
sar-lhes a entrada na familia, ou em qual-
quer outro estabelecimento.
Nao hi send-y uma itostituifao, a- que
queremos fazer concwrencia; e a gris8o.
Persuadidos, como estaraos de qua- a pri-
sao, tal como se acha organisada, com suas
cellulas em que 0 detente esta a sos com
sigo mesmo, saas officinas em que elle nao,
recebe sen8o educacao incompleta, 4 antes
uma escola de desmoralisacao do que de
rehabilitaijao, quecomos evitar a entrada
nella aos menuos, cujas almas sao ainda
susceptiveis de receber impressflessalutares,
cujos coracjies podem ainda abrir-se abe-
netica influeucia d'afTeicao.
A* vida entre quatro paredes oppomos a
vida em pleno ar, 0 trabalbo. livre, a vista
da natureza, com todos os. beueficos f ffeitos
sobre. ocorpo e sobre 0 espirito.
Aos meninos que tem resistido a acgSo da
familia, assim como aos que tem comraet-
tido um delicto, que as tribunaes devem
punir, abrimos as nossas portas como um
rofugio, d'onde elles sahirao, sen8o rege-
nerados, ao menos com a intelligencia es-
clarecida sobre o bem, e a moral,
Ha tempos nos hzeram propostas, para
que as autoridades cantonaes, que nao tem
a sua disposioao os recursos que n6s lhes
ollerecemos, podessem se utilisar desta colo-
nia : demos o melhor acolhimento a estas
propostas, esperande que uma ou outra vez
0 legislator estudara com cuidado esta ques-
tao : ate" la nao cessareraos, a exemplo do
que se faz em outros paizes, de occupar-
nos activamente de uma casa de correcf.ao
baseada sobre os principios religiosos, uni-
cos capazes de retirar as criangas da perdi-
580 em que estao mergulhadas.
0 relatorio accrescenta : 0 anno co-
mega com uma caixa vazia.
Perspectiva desconsoladora, que na) a-
medrontou ninguem, n8o desanimoa nnhum
doador, e nem perturbou a tranquillidade e
bom humor do thesoureiro de Serix.
A relacio dos donativos e legados nao
faz mencao senao de sommas recebidas em
dinheiro, entietanto de vemos testemunhar
tambem 0 nosso reconhecimento a diversas
pessoas, que nos tem enviado provisoes e
outras cousas sempre bem vindas a ista
casa. Assim recebemos algumas vezes, uma
remessa de doze duzias de pares de meias,
alguns carros com batatas, duas charruas,
e maa novilba.
Dcpois de encerradas as nossas contas, ft
uma cert- quantidade decelhas e ootros ob-
jectos, que vendemes Sf properc8> que o
seu numere da-para urna carrada
Os eduoandes- recolhidOs- & colonia- s8o
era-.numere de 46 ( heje; existera 54^), a
saber : *
Tfcturaes de Vaud 13
Neuchatel 1 !
Geneve 18
Berne 1
Arjorie 1
Esttangeiros 3
Os antecedentes-,-e opresenteios oducan*
dos, provam que elles gestammenos da ins-
trucc^o'do qua dos-trabalhos industriaes-e
agrico'ae.- A escripta aborrece os depres-
sa, e atuun pouco-a leitura, aiwla mesmo
no inverno.
0 eume, a que foram submattklos, pro-
vou, courtedo, quo-em Serix a rnstruccao
naoe inferior a dos estabeleciaaentos pura-
mente dfe educacao: pfoblemas elementares*
d'arithnietica, oparafoes sobre nomeros in-
teiros e* fraecoes foram resolvidles. Na > ba
falta de- intelligencia -: somente e- preciso o
exercicio da memoria :
Nad* se deve disskuular. No final do
relatorio se deu naticia de um dol-jroso a-
contocJmento, que em' o anno passado eo-
tristeoeo-a colonia.
Em am sabbado ( 18 de agosto] um doe-l
educandos, por uma desobodiencia sendo
chamackr a ordem pelo eontra-raeetre, pu.
xoudaiaca e 0 ferio por fOrma tal, que
em pocos minutes expirou 0 ia&liz con-
tra-mes tre 1
Est triste accidente impressioaeu viva-
raento todo 0 pessoal da colonia?, assim eo-
mo a commissao..
Desde a funda^ao da colonia n&o nos ti-
nha tocado a infclicidade. .Nao tinhamos
tido accidente algum grave, e nem moles*
tias de cuidado.
O educando era de natural aspero, e in-
subordinado : era,, porem, dotado de talen-
to pelo que a-jguravamos bem da sua esta-
da entre nds-.
yuanto ao contra-mestre, era estima-
Mr. I^e Cointe aproveitou 0 incidente pa-
ra lor muitas cartas de antiges co onus, que
quizeram atlestar que Seiix esta sempre em
sua le.nbranca, e que niiica esqueceraj os
sous baneQcies.
Em seguida 0 cooselneiro d'estade Bar-
ney tomou a palavra. L uvou oa instiluicao
da colonia, n8e sdmentit 0 fun,, mas tam-
bt-m os moios : a sogurju 0 cencurso e a
sympathia dasauteridades, apoiaudo-se prin
cipalmente sobre a circumstancia, de que
Serve levo tu lo ainiciativa particular.
U oa carta du Mr. Nick-T, dictada por
Uin befn pensamento, anuuncieu que a fesla
scria cemple a : 0 lilhe do sobrintio do mi-
nistre das Saauces de Luiz XVI manJara
de presente um foge de artificij.
E.n Oron fo nos inierrempidoi no janlar
p-do sem dos ta nliores e d urns fanfarra :
erain 0* menores qua idesfilavara aoilitar-
menti. Seguiram-ues ate a esta$ao do ca-
minho de ferro, executaram pedages de- ipus
sicas, sepraulo bem soffmelraenteem su^-
corneiaa a piston. Ae partir o trei,- tira-
ram os lrenets e n is cunp>r>iiientara>?ni do-
sejandi-uos bin Tiagem.
SCIEWCI4S
do dos discipulos, religiose e dedicado ao
seu officio :. julgava-se feliz na. colonia, 0
qae causava a alegria de sua- familia.
A justica. humana cumprio-o seu dever.
Um inquerito- minucioso, dirigido pela
autoridade competente, seguiorse ao assas-
sinate. Serix foi bem examinada em todos
os seas detalhes : vio-se de perto 0. que po
dia servir de base i critica ou &, censura :
A colonia sahio victoriosa desse- inquerito
e recebeu a approvacio db. oonselho de es-
tado,
Quanto ao culpado, foi condemnado so
mente em attoncao & sua idede, a tres an-
nos de trabalhos fercados pelo tribunal
d'Oron, e foi cumprir a penana penitencia-
ria de Lausanne.
0 relatorio lido por Mr. Lochmaon Pai.
deu a conhecer ao- auditorio 0 estado finan"
ceiro de Serix, por um modo lucklo e hu-
moristico, que por vezes fez rir.
Mr. Lochmaon e um thesoureiro precio-
so : sabe dar attractivo e ate gra$a, a aridez
das cifras : o saldo em caixa de 33 francos
e 49 centimes para comecar oauuo, deu-lhe
assumpto a alegres commentarios.
Nao e preciso dizer, que a commissao de
contas, oomposta dos Srs. Bobois-Dubois, e
de Montmollin, de Neuchatel, declarou-se
satisfeita plenamente e que, approvando
dilas contas, propoz um voto de agradeoi-
mento ao digno thesoureiro.
Finda a exposig3e financeira, foi dada a
palavra a quern quizesse fazer qualquer con-
sideracao, eu dirigir qualquer observacdo
ou recommendacao.
0 aspecto d'assemblea era agradabelissi-
mo. Aoschristaos sinceros e convencidos
se tinham juntado alguns livres-pnesadores
no pensamento commum do bem da huma-
nidade, e do Qm a attingir a preco de no-
bres esforgos.
Tomando a palavra 0 antigo pastor, Mr.
Barde, exprimio o desejo, de que os edu-
candos, ao deixarem a colonia, fossem se-
guidos mais directamente do que d'antes :
que os cuidados da commissao por mais
esclarecida que ella fosse, n3o bastavam,
para preencher uma verdadeira protec-
c8o.
Esta quesUo ja- tinha silo tratida na ses-
sao anterior
De cinco em cinco annos a vida dos anti-
gos colonos, sua posic,8o material e moral,
seus modos de vida devem ser relatados e
commentados, embora as difficuldades para
zeram-nos cessao detres consignagOes hypo'obt-fr informacdes sobre elles : mas, 0 que
tbecarias. Este donativo 6 de muita impoK constitue verdadeiao oriterio, disse 00m-
tancia para n6s. Em Qm nos ssja permit- j missio, e, que nao cessa a confianca que se
tido pedir alguns livros. j4 lidos, para aug-j deposits neste estabelecimento. .la s8o em
mentar a pequena bibliotbeca. da colonia. grande numero 03 menores sahidos desta
Em nossa ulti;na exposiclo deixamos en- colonia, para que se possa bem julgar de
trover que adireccao dos trabalhos agrico-' seus Tesultados ; ora, 6* evidente que, se
la deixava alguma cousa a desejar, por cau-! elles nao correspondessem a espectuiiva^ os
sa da inexperiencia do novo director : como pedidos para admissao nella teriam diici-
quando assim fallavamos estavamos no mez nuido, 0 que nao acon'.eceu.
de setembre, e ja a mior parte Ji olhei-; Mr. Lechmann insistio neste ponto : dis-
ta es^y.^ fita, i.-h-'jiMin.U podemos dizer se que todas as informacdes possivas ti-
de certe a est respeiie; pouco dirt-i sobre nham sido obtidas sobre 140 educandos
esto capitulo. sabides da colonia, e que destas; 95 segui-
A Viossas c iiu^ ;> vi, pelosmseus resul- ram uma excellente vida, e tornaram-se
tades pouco sutiifjuturios, que nossas pre- bons cidada^s.
^CiTlM'ia.
MATADOUKO-PUBUCO.
N. |5 obras put)licas, em 2'i do maio de-tB74.
Him. -Ex-m. Sr. Incluso tenhe a honra
db passa 1 as maos de V. Eic. 0 termo de al-
teracfies 1 modificac5as fritas nas ohres do
edificio le mntadouro publico desta cJd;de,
le conf.rmid&de com o '.3^' de art. ^*do
centrate eleb'k> em 4 de-Janeiro do'cor-
rente anuo co-rvos conoessiooarios Augist
C>sar Fernandas- Eiras e Evariste Julianude
Sa. I>Mls guarde a IT. Exc Illm; e
Exm. Sr. Dr Henrique Pereira de Lucena,
presiaVnite da previncia. T, Fournii, n-
genheip) chefe.
A s quinze dia do mz de- maio de rwif
oitoceniw eseteet* e quatro-,- qoinquagesf-
mo lereotn) da Midependenc' e do i.nperio
do Bras-!; n> repartiieae das obras publif.is
e perapto o IllmSr. engenheiro ebefe Victer
Fournie. compareceu o ceneessioaario Aj*
gusto C*r Feruandes Eirasr por si ecoi.O'
procura>!*r de Ev-ariste) Julian assentar aas modifieatoes e altera^ies pro-
postas pell repartifao das obras publicasn
de eoDioMaidade eom 0 2.do at. 1." do
con t rate eelebradoena9 de ^aeiro do cor-
rento anrtv, para a construecfio die- edificic
destin ado-para 0 matodouro publwo desta
ctdade, e-com asuecessarias-aceonmoda-
508S, o qual, aleniadasdisposinges-estabsle-
cidas no respective contra .0, conovdou nas
seguintes- crio lificao^es :
, l.1 A eetrada do matadcufo mvi fech 1-
d por uoki grade- de ferro- de cerca de se-
tenta e cioee metros-de extessao e oV>ze me-
trospelo aaenos de-alters.
2.* To-ia a parte do terrano qi( nao for
occupad;.-.- .polos e-bdeios, pf.ieos de servico e
pelo j^rdsm annexeAcasa daadecinistracao,.
servir^ die pequeno logradiure para as boia-
das Tue vierem do granda logradoure.
0 pequeno logsadouro cumpre hendera, nao
so 0 terreno do P*iitnho>que b&'j foiorcu-
pado pelos edifceios, como ttmbem 0 da
margeraoppestav partencente ao pAutanode
Olinda. Em .todo esse terreno os concessio-
naries censer varao as awores quo alii ext
istom, assim como uma pequea* casa, e es-
tabeleeerao nbrigos destin jdos a protegee 0
gado eontraas-intemperiese o calor exces*
sivo.
3.a Os concessioDacios reservarao uroa
peqnena parte deste terreno para logradou-
ro doscarneiros, a qual ser.4. fechada eom'-
plotamente, com entcada .particular para 0
caminho da accesso, e estabelecera um pe-
tyieno abrigo.
4,1 Todos os edificios do raatadouro se-
rSo construidos na parte mais elevada do
terreno Peixioho. Estes-edificios, bem como
os pateos de servico,. estarao no mesmo ni-
vel e de maneira. a Qca* livre de qualquer
inundacao. Os pateos de servico. que fo-
rem percorridos. someoie pelas vLas ferreas,
serao erapedrados cuidadosamente, e os
que penetrarem os carros ordinarios deve-
rao ser calcados.
5.a Tanto os empedramentes. como os
calcamentos. ser&o feitos do modo a dar
perfeito escoamente as aguas, tendo em to-
dos os pontos baixos canos de esguto, que
ir8o ter ao cano geral.
6/ A disposioao geral do matadouro sera
a seguinte ; a porte da eutrada principal:
1. Em frente da etvrada collocar-se ha
a casa da mstanga, sendo separada da en-
trada, por um pateo quadrado de 35 me-
tros de lado. Esta casa tera 35 ,m 40 so-
bre 51 de (undo e II Jo altura, medidosda
linha da comieira.
2 A facnada deste ediQcio serd cous-
truida com particular cuidado.
3. A cob rta sera sustentada por doze
columnas de ferro fundido, de cinco metros
de allura, ligadas por traves de ferro bati-
do, que sustenttrae as roldanas do servico.
I." 0 trav.'j lment) do telhado sera de
ferro batido, com cobertura de telhas.
5. 0 ladrilho serd de pedra de gra-
nite, com as juntas tomadasabetume.
6. A alvenaria a empregar-se neste e-
dificio sera de pedras de granito de boa
qualidade, semelhantes as que sao empre-
gadas exteriormente no Recife, sem rebeco,
e dispostas segundo 0 systema conhecido por
optts incortwn.
7. 0 revestimente vertical interior da
maianca sera de azalejo ate a altura pelo
menos de l,m 30.
$ 8. As portadas, nio so das portas,
como dasjanellas, serio de pedras de can-
taria.
$ 9." A parte posterior do edificio com-
prehendera duas salas, uma P>ra 0 depo-
sito das rezes esquartejadas, e a outra para
a balanca do peso.
7.* A'direita da casa da matanca haveia
um pateo fechado, correspoudente ao pe-
queno logradouro, 0 que serviri para se
ferrar os bois, e d'ahi serio conduzidos di-
rectamente para a casa da matanca. Em
seguimenlo a esse pateo e em communica-
um pateo pequeno para a recepc8jdos mes-
mos, daudo mitraJa para um matailouro
especial de I2e metres quadrados.
8.' A' esquerla da cast da matanca ha-
vera um pateo, de service, para 0 qual lara
a casa da admiuistraQao, que contera 20
metros sobre 11 pelo menos. Esta casa
comprehendera um escriptorio para 0 me-
dico inspector, outro para 0 agents fiscal da
municipaliJade, e been assim os oposente^g
escrtplerios necessarios ao use dos conjes-
sionaries, e constara pelo menos de am pa-
vimento terreo e de um primeiro andar. A
cohorti sera de telhas.
9.a 0 pateo doservico cout>rnari a casa
da matanca e ser4 otilisado p-dos edificios
industnaes, que serio cobstruidos era um
alinbamento parallelo & grade da entrada.
10.' Estes edificios inlustriaes serio
construidos, pulo menos com as seguintes
dimensdes
l..Uma fabrics de derretef sabe, 20"
sobr! 12".
1 2 Duas salas pora preparar as tripas,
contendo arnbas 32" sobre 12",
3. Um seccador aberto lateralmeute
para seccamento di s fressuras e sebe, iOm
S'.bre 20"
4.* trn pequeue depositu para 0 MD-
guo, 3" s /bre 4~.
5. Um pequeno depoaito para cbifres
e uuhas, 4" sobre 5m.
% l>. Um arrnazem de s-a! para a pre-
paramo dos ceurt.10" sobre 12".
7." Una sala para salgar os- couros.
30- sobre 12.
8." Um armazem para os co-ares pre-
parados.IO" sobre 12".
9." Finalmente, um ar jiazeiu de car-
vao, etc.
11/ 0 revistemeuto- vertical interior das
;oilk-iaas do derretimento do sebo e depesi-
jtO das tripas seri de az'rfejo ate a cltura
[nnnmafja
12%*" Os ladrilbos dos- edificios indus-
triaes serio de lages-de graoito ou de as-
phalto. Estes edlfi'wM dererio ser cur
truidos de maneira a- lornarenvse bastaate
areja'los, sendo cobertos com>teJhas.
KJ.*' O^ travejamente das oobsrtas do to-
dos- os edifiaios, qie estd projectado par*
ser feite' de lerro batido, cewsri, p>ra on
adiheios secundarios, no caso de pod ire. n
>s coneessionarios na execucioda obra, ser
subsdtuido peto iravej^mento- Jo madeira,
comtantoque as madeiras a empregar-se
sejam* de prwamr* qualidade- e de va-
lor, qpe s3e as-qae garante, ne-pootom de
vista de duragao> da coberta ; porem, de
in 11 ira alguma se cansenlird que seja sub
stituida a coberta rnetallica da east* da ma
tanca per outra qualq ler.
14.* iVo pateo o service, entre a casa
da matanca e os edifieio; industrial., s^.rae
eonstruidos t-mqrjws de pedras de eantaria
ou de timwnto Portland, para a lavagera
das tripue; bem como os deposit >s-para re-
sidues e sets latrinasw
15* As calcadas- eonstnii-las a derre-
dor dos e-lrfiei is sera>o dispostas de maueira
a dar perfeito eseoat&ento aVaguis-. alim
de haver o necessecio*sseio e ternar-se in>-
doro.
16.a Urn reservatione d'agoa seri coos-
truido para 0 abastecimsnto de tedo o esta-
belecimento, deveado a distribeicio ser fei-
te de modo-a permiuir jerro d'agiaa i dis
uncia, nao sd para o asseie do estobeleci-
meiito, como para-os- incendios. Para esse
fin serd.. ollocaio ua numero sflfeieate
de tornekas unifoanvas, de systema de para-
fuses a^sopriados a- applicacao dee jorros
d'agua.
17.* As aguas-que vierem dos dversos
edificios-e dos pateos de se*vi$i> deverio
reunir-seem um oano de esgoto, que ter-
rainarfeno rio Beberibe, no peato inteira-
mente abaixo da propriedade.
lft/- No pateo-de entrada o-terrene que
ficar dos lados e na frente ua. grade seri
occupado pelos desvios das estradas de fer-
ro, e a parte que ftcar livre sera, arbensada
conveuientemeute, assim como os arredo
res da casa da adroinistracio.
1ft.* Seri reservado i esquerda di en-
trada do estabelecimento um terreno sudli-
ciente para nelle se estaoelecer um mata-
dooro de porcos, quaudo o. governo eiigir
dos coneessionarios a oxecucio desta parte
de seu coutrato. As dimensdes deste ma-
tadouro de porcos serao determinalas pelo
governo, sob- proposta da reparticno das
obras publicas.
20.* Oiescoamento do sangue seri ga-
rantido por uma das disposicoes empregadas
nos novos matadeuros, que os coneessiona-
rios proporao, e que sera submettido ao
exame da reparticio dis obras publicas,
com 0 iim de tirar uuior proveilo indus-
trial.
21.* Os transportes no interior do esta-
beleeunento, a saber : 0 transporte da car-
ne, da said da mantenga para 0 deposito da
carne esquartejada* e desta a porta da sabi
da ; 0 transporte das tripas, gorduras e pel-
los, da casa da matanca, para as solas das
preparagdes industrians, e o transporte dos
productos preparados neste sala para a por-
ta da sahida, serao feitos por raeio de uma
pequena via ferrea de 0",50 a 0",60 de
bitola e psquenos wagons.
E tendo declarado o dito conoessionano
Augusto Cesar Feruandes Eiras, por si e co-
mo procurador de Evaristo Juliano de Si,
que aceitava as modifioaooes feitas pela re-
partisio das obras publicas na planta do
matadouro publico desta cidade, sob as con-
diodes acima mencionadas, 0 obrigaodo-se a
dar inteiro oumprimento, mandou 0 mesmo
illm. Sr. engenheiro chefe, em virtude da
ordem do governo da provincia, de 11 do
corrente, Irvrar a presente termo, |em que
com elte assignou, inutilisando uma estam-
pilha de mil reis. Eu, 0 primeiro escriptu-
rario, Joio Joaquim de Siqueira Varejio, 0
escrevi e assignei. Joio Joaquim do Si-
queira Varejao.
Victor Fournie", engenheiro chefe.Au-
gusto Cesar Fernandas Eiras.
ri coucurreutoa sequiana 4a pc
eeis.
Heceio muito sta voiubanca para
tro de Santa Isabel.
A pro viocia fea fax ainda a'Me aw
0 grand* sacrificios para nwdil
'bello edirjcio a abrd-o de noro ao
E sem do vida pjrque ella vie uaa into-
resse social na rue nistru -5*0 Aej*r a-liioae
consagra Jo is brflas alegriaa da aapmio
do gusto arti-tico, que polee deve ser aaa
centre de reuuiio das ptssnas qae si* H-
trabidas pelos prazerrs superiores.
E' preciso que 0 Hit tro offtreCa elew-
tos- de attra^ao e conforto de aaodv fM t*vr-
ue-K um passa-tempe entre t>los prafa
rido.
E' preciso sobre tudo, que not inter rail w
das pecas ou dos act>s, rsp"Ctad.ras ces-
^pecladutvs- peasant K-zar d froar* -la u&Hrn
mm p oprios arrtortf> do Uiuatrj e wilir w
assina 0 qimerein, no buff t cH a lo a<-. 1
verdura, uma sala brdnautem.n*- illan
da. be.n arranjada e bein servidt.
Se este buffet; acccssorio in lisp-T*jra
um ili.:..tru. nao for coitocado sob-a
rio do mesmo smpr.-zario i quem M
pessoahnnite a pro>peri-la ta saL*(. deve se praver que freqn
de bein di\ersa nrdffiu eicontrar-a
coiislaiitfcinfii.e, e qae a rupuguaucn
tacte com elles afugeiitar* do eUabe 1
to as pess>s <| in frequeMani o tfeeatro,
que pole ser para este ultimo on* cmm
grave de abaulono pai parte de tailoa
d'aquell-js. q le pelo coutrariu, impertaat-
trahir.
Se n emprezarie de- tbeaaro f ir io nsea-
n>' temp) o encarregado do servico- 4a>
iKiiT-t, as cufBas s- pasaarao de outra *-
tteira, e disso s>;ri snguro g^raiila o aaa pro-
prio interesse.
Ao depois.na eon^essie ins-jrir-se .i fa-
edmente a ciawula de qnn e>a eaao
aHe poderi dar n sala recroto, repre;-nit*t6es draatira oa |\ i-
taede qialquer g*n:ro q/ii seja.
Se ootros pret^tfientes \iro^-mrim aa a
crear etfes, conewtos o ar lirre, pareee-aa*
q'. nao ha moiwo algu n para erape-lir e.i
industria perfeitammite 1-^itMaa.
EUa nio po-teria. p in-ra, 6mr pstor eal-
loaada do que ao la lo da tamtro Santa
Isabel.


I boa tro Sataaiax Isabel
N. 147. Pernambuco Repartifc&o das
obras publicas em 15 de maio de 1874.
Illm. Exm. Sr.Venho pedir permissao
para submetter a apreciacae de V. Exc. ama
observacae que sahe sem du vida alguma dos
limites de minbas attribuicOes, mas que li-
ga-se estreitameute aoacabamento do thea-
tro de Santa Isabel.
Tenbo razoes para crer que um ou mais
pretendentes estlo dispestos a requerer a V.
Exc. a coneessio do terreno devolut) que
fica entre o theatro e os trilhos da estrada
de ferro do Caxangi.
0 ftm que tem em vista e coostruir neste
local uma sala de relrseos para as pessoas
que frequentare-n 0"theatro, assim como um
cafe co n bilhires, jardioa e bosquetes para
todas as CUtras pe>s. as.
Nao obstara a que e>to estabelecimento,pa-
ra atlrahir coucurrencia chame uma compa-
nhia de suppostos artistas de canto e torne-
se d'este modo uma especie de cafe concer-
to qu do alegar, qu> proyavelmeote attralij.
P6de-se in bear nviitos lagaras, no
de serere cence
  • ios para tet ftra, sob a tri-
    plrce coodicio do pagimeate de aaa
    da a provincia oa i cidade ;. do
    men to ile uma plaatacao depois eooservada com roidado, a da eoaa
    truce ao espleikblaraente iUainin^da.
    Deste modo 4ir-se-ha vida e alegria a
    grandes pracas qae sio triaaiaaaMs i aai-
    la>
    Creio no entratauto, qaa -nio i conranasa
    te faear uma seraemante comaarie para o
    carapO' das Princezas, nan. raesmo para o
    espacn que esta actualmente occupadu p do
    theatro provisoria.
    Este local e p reciosissimo para a eaastrar-
    cno de algum edificio publico, qae aearia
    adrairavelmente collocado entre o paiaoo
    presidencial, ea camara municipal 1 coiao
    seja por exemplo, a tonstruccio de aaaa
    gr.-Mvle sala pablica, provincial e awnicifal.
    qae sirva para as eipoaicuca iadaatriaaa a
    art isticas ; para as eleigaes, destribuacoa*. da
    premios, conlerencias concertos.de caaida-
    it? etc. etc.
    Uma seraelhante sala e sempre alii aat
    uma srran le cidade, sob as vistas da
    municipal.
    A construccao pndaria pravav
    feita sem oner a r muito os cofres da
    cia e da municipabdade, ad nittida a h\po-
    Uiese denm primeiro andar occu<|alo par
    uma sociedade, club, oa aaaaaaa
    outro estabelecimento do geneva da do '
    binete Pertuguez de leitura ; aa>
    exigencies da vida coafortavel, aaa e,
    de restauroutes e outras depeadeias.
    O/ialquer que seja. porem, 0 futuro ra-
    servado i uma combinarjio deste gaacra, o
    local de que se trata. deve ear cui ialaaa-
    mente reservado. e so utilisado ao caso de
    necessidade, e quando o theatre proviaono
    houver desapparecido na furaxacio de aaa
    passeio regular e arborisado.
    Sem afastar-me mais do
    diato do presente ollicie, lir
    seguintes reflexoes que tomo a liberdale
    de submetter a dlastrada coawleracia da
    V. Exc.
    Opino que, quando V. Exc. julgar ataa-
    gado o memento opportano de coneadaT a
    explorecao do theatro deS. Isabel,
    concedar ao mesmo tempo, a
    o espaco disponivel do lad) ao
    com a ohrigacae de fecbar todo o 1
    tro com um gradil, da ajardmafe e de
    construir uma sala bem illuauaadi e pra-
    pria para o servico dos rafiaaeoa.
    Convira prohibir. por ama claaJaia tx-
    pressa, n'esta sala oa no recinto do raatia
    rant, toda a qualqu r renreintacio lyrtca
    ou dramatic*, a concertos vocaea; penait-
    tindo-se pelo contrario a exacaran da ava-
    sica exclusivamento instnaaaatal par ar-
    chestras civis oa militares, ton das boras
    de represenUcoes no theatro.
    Os desenhes d aaaa da refreacoa, aa pra-
    jectos dc gradis, e de jardins am toraa do
    theatro, deverio aer submilbdos i
    cjio da presidcia.
    Nestes projectos deverio aer co
    didos os acosssorioa neoanariaa.
    mente as latrinas e os ourioatonos ao a-
    tabeleci mente e naa visinaancaa iaasaaliataa
    do theatro.
    A disposicio das calcadas ou paaasio la-
    geado, que circnmdara a taaatia, asaara
    tambem ser comprehenlida n'estrs profac-
    toS. D.eus Guarde a V. Exc IHan. Exm.
    Sr. Dc,. Heoreque Pereira de Lucen*. pra-
    sidente da Provincia..1 iff or ftunvte.
    engenheiro chefe.
    tT;\ 5 D'ARIO. -;.L'A DUQl^d I* t&Z*
    I
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