Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17959


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Full Text




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t*-r
L 1 "
A1111U ,
^ajgpjV.
PARA A CAPITAL E LlfiABR OXWE AO SE PACA PORTE
Por tres mezes adiantados............ V?^
Por seia ditos dem........ ./.... fiKn
Por um anno dem..................> < ""rfj:
Cada numero avulso, do mesnco da............ pH-u
l

Pli 29 DE JONHO DE 1881

~==
Por seis mezes adiantados..............
Por nove ditos ieai................
Por um anno dem................
Cada numero avulso, do diaa anteriores..........
I
13jJoGC
200000
ICO
Propriebad* ir* ilaiioel /tgucira f Jara & alijos
TELEGRAMMAS
KIO DE JANEIRO, 28 de Junho, s 4
Horas e _'."> minutos da tarde, (xiecebido
s 5 e meia horas, pela liaba terrestre).
Km non o de boje da Cmara don
DeputadoM o Mr. Br Pedro da Cunba
it.in.li>. lendo um lelegrainoia da
i mu larao Commercial Benelieente
de Peroambnro, annuaciou urna in-
terpellarao ao ir ministro da fazen
da. relailvaineule aoaelo do menino
ni i-sir mandando por em eiecu-
ro.eml. de Jnlbo prximo, a nova
tarifa dao alfanilcita*
Voi reeonlierido depulado pelo I.'
U4wtric-iu da provincia do Kio de Ja-
neiro, o Mr. eonnelbeiro Carino Fre-
ilcr cu Canlriolo. minintro da mari-
nha
o Sr Or. JuaoJuvenci Ferrera de
Aguiar. tratando do orcamento do
imperio pronuncloa baje um impor-
tante di*rnro.
Foi reeleilo depalado pelo I din-
'rlcto da provincia de S. Paulo, o Sr.
eonnelbeiro Rodrigo Augnolu da Mil-
va. minintro da agricultura, com-
mercio e obran publican.
-i

VMM i ir"
S. PAULO, 23 de Jiuiho.
" ; 1
O Esm. Mr. Dr. Rodrigo Augusto da
Mil va minintro da agricultura foi ree-
leito deputado por O9 vol*
O oulron candldaton obtiveram i
llraga 3ur, voton e fclycerlo, repu-
blicano, III VOtoN.
KIO DE JANEIRO, *8 de Junho.
On renultadon da elelco nenato-
rlal de Minan Cieraen que acaba de
ter lugar nao on negulnten >
Coonervadoren:
Evarlnto Veiga
Baro de Leopoldina
Uanoel Moaren
l.ileraen :
Cenarlo Alvim
Tiberio Botelbo
Cari .;s lITiinoii
1 .139 voton
1 or
1 .03
1IM voton
Ol ,.
1 059
ROMA, 28 de Junho.
Annevera-ne que Mua Mantldade o
Papa Lc-iu XIII eni aprompiando
urna circular na qual declara que
revendica a cidade de Roma.
Penna ne que nemelbante declara
cao val ner a cauna do adlamento
dan neociacen para conclliaco
entre o <|nii inai e o Vaticano.
PARi--?, -"5 de Junho.
Acbam-ne di\ididon on Jornaen m<>
narebintan e connervadoren a renpei
to da rejeico pe: a Cantara dos De-
palado* da emenda ao projecto.con-
rernente a loeneo do nervlco mili-
tar para on neniinarintan.
I'nn approvam a medida, ontrn
critican! vivamente a decino da C-
mara.
CONSTANTINOPLA, 28 de Junho.
Corre o boato de que urna crine mi
nlnterlal ent Imminente.
taja de loboa, que se creara por selece", possui-
ria, cada vez mais elevado gr>, o vigor e a ro-
bustez.
Foi o quo se realizan nos snntanbas de Catk 1!,
dos Estados Unidos.
Encontrt.m-set.b aa duaa racas da lobos que
cima deixamos a: onta las : un?, e3guios e age3,
que peraeguein os animaos corredores : OUtros, pe-
sados mas vigorosos, que atacam fre entemente
os rebauhos.
D"estes factos podeoios concluir que, da selc
natural, re ulta sempre um aperfeicoamento org-
uico, por sjo que anatureza d a victoria ao que
apreacnta urna organisacao mais bem adaptada s
condieioea do mcio.
Ao paas que o hompx tem apenas em vista pela
seleccao artificial obter a sua propria vantagem,
na uatureza ha sempre tendencias ao equilibrio
Jas forjas e a perpetuacao doa mais b-'in orgsnisa
dos.
A' mais pequea variaco, mai3 nsigoifieante
difieren?* de estructura, ou de constituico, a na-
tureza por meio de seleccao conserva e uvigira o
que conveniente e b m, e deapreza e mata o que
e prejudicial e mo.
Tal o trabalho lento e surJo que se exeeuta
no decorrer dos seclos, preparando na sombra a
trausformacao das especies, o apparecimeuto de
novas orgauisacoca sobre o globo.
Tao curta a vida do homem, e tao mudiveis
os seus caprichos, que os productos da seleccao ar-
tificial nunca consegaem sena) o euinulo ia imper-
fecio quando cotejados ?om os da naturaza^
Nao cons-gimos ver ostff itosdi oeleccao na-
tural as suas progressivas e leo issimas trans-
formai,oj8 senao quand.. ellas nos appacercm em
resultado ultimo. Ento considerando as formas,
apenas apreciamos, simples vista, um fac'o nico :
que ellas sao hoje d;fferentes entre si, e d tfer-Q
tes > que teem sido uas diversas epochas geolo
gicas.
As causas determinantes da seleccao natural sao
muitj variadas, mis podem incluir se aas designa
coes de :accao de clima ou meio ambienteali-
nentacl)habito e exerciciopoaae das femeas
e relacOe.s reciprocas entre todo? os seres.
Nos animaes, a acyao destes diffjrentes agentes
biolgico manifesta se de um modo nao menos evi-
dente e sensivel, Aasim vemos que o trio deaen-
volve a maesa do corpo e cria o temperam. nto
sanguineo : estimula a sensibilidade e a circula-
cao c-ipillar da pelle ; augmenta^ hematose cuta
nea e o Calor periphenco ; frovoca. ao exercicio
muscular ; aguca o appetite e torna mais activas
as iuneeoes digestivas
O calor, dilatando o ar, difficulta a respiracao,
__porque em cada inapiracao forneoe este urna
quantid.de menor de oxygenio.
Os organismos sao deste modo afacadjs pela ac-
cai do meio em que vivera; fbico. Ihes combater
pela vida. E, ou se moiificam por altencSes de
:rma, que mais tarde a hereditaneda Je e o exer-
cicio tornara fixas, cremdo novas racas ; au, im-
potentes na lucta, sao vencidos e m .rrem
E' justamente esta a lei da sclecca > natural c n
qut-sloes ie acclimaao :variar cu morrer.
O seguudo factor da aeleccJo natural a ali-
mentacao.
Vimos como, em resultado das leis edtab.'liicidaa
por Malthua, ae tornava fatal a luc'a originada
pela concorrencia perante oa alimentos.
Os auimaca da mesraa especie sao aquello: que
tivara entre si ura combate mais violento.
Cora eff'ito, a mxima intensidadeda cancorrea-
cia vital, deve dar-se entre os indi'-iduaa que nu-
trem igua 's des-j '3 e neees3dad-3.
Continua
fARTE FFiCUt
Govcroo da ProvlRcla
DESPACQOS DA PBESIDESCIA DO DA 27 DK
JSHO DE 18S7
Dr. Arthur Esperiilia^ de Carvalho Cha-
ves. Informe o r. inspector do arsenal
de marinha.
Tenente Antonio Joaqun Lopes le Car
valbo. Sim, mediante recibo.
Bacharel Diogo Carlos de Almeida e Al-
buquerqu'. -Informe o Sr. regador inte-
rino do gy^nnasio pernambucano.
Bavharel Ignacio de B.rros B.rreto.
Sim.
Tenenta-coronel Jos ilanoel Correia de
Burros.Pa3se portara concedendo a li-
ceoa requerida.
Tenente Joaqum Cordelro FaleSo.In
forme o Sr. juiz municipal dos termos reu
nidos de Oaranhuns e Correntes.
Manoel Jos de Castro Vil.-lla. Iafor-
me o Sr. collector de rendas gerae3 do
municipio de Olind.i.
Manoel Antonia de Souza. Informa o
Sr. inspector do arsenal de Marinha.
Bacharel Manonel Barbosa_de Araujo.
Sim, do exercicio nao liquidad >, j estan-
do o supplicante, em parte, attendido pela
junta do thesouro provincial como allega e
consta da informaco desta reparticao
Secretaria da Presidencia de Pernara-
buco, 28 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chacn.
LONDRES, 28 de Junho.
O governo da Porta oitomana pe-
dio um novo prano at 3 de Juiio
prximo aflu de dar urna renponta
declnl va relativamente a con veneno
anglo-turea.
ROMA, 28 de Junho.
Ciprlanl ltimamente eleito depu
lado per foin dlntricton eleltoraen e
ajan elelcen foram invalldadan
pela Cantara don Deputadon nao foi
de novo eleito deputado pelo dln-
trlcto de Ravenne.
Agincia Havas, lial em Pernambuoo,
28 de Junho de 1887.
4'
IHSTRDCCiO POPDLAR
biologa

(ExtraUdo)
$k BEBUOTHBCA DO POVO ^ DAS ESCOLAS
^5 DIBWINIIIHO
( Continuando )
Se tivesse auccedido pelo contrario que a presa
pcraisten'.e foaae nm animal corpulento e forte, catino.
Kepartico da folela
2.a secjSo.N. 572 Secretaria de Po-
lica de Pernambuco, 27 de Junho de 1887-
111 m. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que foram recolhidoa Caaa de Deten.
cao os seguintes individuos :
No di 25 :
A' miuha ordem, Sebastiao Correia da Rocha,
vindo do termo de Timbaba corao sentenciado
appt-lKdo.
A' ordem do subdelegado do Recife, Manoel
Jos de Santa Anna, por offensas noral publi-
ca ; e Raymundo Jos dos Anjoa por uso de ar
maa defezas.
A' ordem do do 2." diatricto da Boa-Viata,
Fran risco Correia de Olivtira, conhecido por
Chico Sapateiro, cemo desordeira.
A' orden do subdelegado do Recife, Antonio
Daniel, como vagabundo e Senhorioha de tal,
miuba diapoaicao, como alienada, at que tenha o
conveniente destino.
A' ordem do do 2. diatricto de S. Jos, Mara
Amelia da Silva, Mana da Hora Tavares, Joa-
qum Lun Libanio Alvese Joaquim Joa de San-
ta Anna, por disturbios.
A' ordem do do 1. diatricto da Boa-Vista,
Severino Cypriauo Jos de Santa Anna e Mar-
colino Rodngoea dos Santos, por embrisque e
disturbios.
No da 7 do contrate, no lugar denominado
Ltgradouro, do l.# diatrieto de Bezerros, o indi-
viduo de nome Manoel de te! aasassinou com urna
facada ao de nome Joo Braz, pondo-se em fuga
logo spa o enme.
No dia 9 tambera deate mea, no 'ngar Mocos
do 2." diatricto daquelle termo, fo: encontrado
com um laco no pescrco o cadver de Herculano,
escravo do tenente Silvano Rameu Torres Oi-
lindo. O delegado respectivo abri inquento s>
bre ambos os tactos, que ji teve o conveniente
No da 19 do crrente, o subdelegado do ''is-
tricto da Ljz, dj termo da Peo d'Alho. prendeu
os ci: unios is de uries Aatonio Joaquim e Jos
Soart-s, i.niooa pronuuciaiaa no referido termo,
aquello como v.-miuoso de morte e furto de ca-
vall"s e ''ste s A' furto.
No lugar Taquari, do termo J-jCiruar, no dia
19 d'dle mez altereaii'm os individuos de noraes
Francisco Jos da Silva, Alejandre Gomes o
Antoaio J da Silva, resultando disso sabir
eote gravemente feriJo com urna facada ; evadin-
do-se os demaia. O delegado respectivo tomou
conhecimento do faeto e abri o competente in-
querifi, que ja teve dcatiuo.
No dia 24 do coirente tendo o capitao Jos de
Mello Albquerquo Montenegro, que reside no 3"
andar do predio u. 21 ra Viinl de Negreiros,
ido passar o da em casa de um pareute na Ca
pungu, ao renreasar enontrou arrombado um bah
da madeira d'oude subtrahiram diversas j'ias de
ouro no valor de tJOJ'lO e urna pequea carteira
CO.D a quantia de 6000 ra sedulas.
O subdelegado do 2" districto de S. Jo3, t.mdo
conhecimento do faeto para lli se dirigi, fez pro-
ceder a competente vistura e maia diligencias le-
gaes pelas quaes recahiam suspeitaa contra o indi-
viduo de nome Dionisio Jos do Espirito Santo,
Conhecido p>r Car.ina que a titulo de nfihido de
Montenegro ae introduzira em caaa e nella reaidia
polo que foi preso.
Suspcita-se tambem que o ineamo Carana
gal evadida do presidio de Fernando, porque
tendo para all ido era eumprimento de sen tenca
por ciime de homicidio e roubo na comarca de
Uojanni, nao explica satisfactoriamente como ae
acha em liberdade, ora dizendo que concluio a
pena, era que foi perdoado.
Nesta data solicito uformacoes precisas para
conhecimento da verdade.
Hontein a naite os ladroes arrocaburam o telhado
do trapicho de recolaer sito ao largo da Compa-
uhia Pernambucan da freguoza do Recife o per-
ttncente a Fiuza 4 C, e penetrando no armazem
revolveram apenas gavetas e papis, e retira
ram-se sem uada conduzirera por nao terem aberto
as portas do estabclciur'nto e nao poderem sahir
as raercadorias pela abertura que fizeram no te
Ibado.
Verificou se terem elles subido ao telhado pelo
lado posterior, servindo se de urna eacada de mi
que estav i no aaguo do armazem contiguo e por
onde p?netraram.
O subielegado respectivo procedo a respeito nos
termos da lei.
Deus guarde a V. Exc.Ilhn. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevddo, muito
digno presidente da provincia.O chefe
de polica, Antonio Domingos Pinto.
2' seceso. N 573 Secretaria de Po-
lica de Pernambuio, 28 de Junho de 1887.
-Illm. e Exm. Sr. -Participo a V. Exc.
que toram. hontem recolhidos Casa de
DetmcSo o oeguntts iniivJuos:
A' ordem do subelegado da freguzia de Santo
A itonio, Antonio Goucalvs Torrea, Baatmo de
Carvalho Celso Sscupira e Manoel Joiquim dos
Santos, por disturbios.
A' ordem do do l1 districto da Boa-Vista, Vi-
cente Basilio, por disturbios.
Commun2ou-me Jo del alo do termo de Po
d'Alho em officio datado de 22 do corronte ter na
quella data acomp&uhado do promotor publico,
eacrivo e o reppectivo carcereiro, feito a visita
na cadeia publica e neata encontrou 19 preaoa,
aend-15 pr.ioeaaados e 4 aentenciados, e neuhum i
reclamacio fizeram.
I'elo commandaute geral da guarda cvica fo
ram 8eraettidoa a e8ta repartida) 12 facaa de
ponta, 2 estoquea, 2 navalhaa, i compasaoa i
caivetes, tomados a individuos deaordeiros, por
prac* daquella guarda, na freguezia de Santo
Antonio.
Deus guarde a V. Exclllm. e Exm.
Sr. Dr. Pedro Vicente de Azevedo, muito
digno presidente da provincia. O chefe
de pulicia, Antonio Domingos Pinto
Thesooro Provincial
DESPACHOS DO DIA 28 DE JUSOO DE 1887
OfB.ios do Dr. procurador dos feitos,
II rian Lundgren & C, Francisco Cam-
pello Pires Ferrera, Angelo Riphael C.
e Dr. M.noel Ferrera da Silva. Iufor-
me o Sr. contador.
Antonio Joaquim Cselo. Informe o
Sr. Dr. administrador da Recebedoria.
Jjaquira Pires da Silva.- Entregue-se a
quanta em deposito.
ffi.io do Dr procurador dos feitos. -
Informe o contencioso.
Jos /Vives de Olveira. Prove o que
allega, juntando conhecimento com as pre
cisas declaracO:s pelo tabelliao, do modo
authentico.
Gerente da companhia de Santa The
reza. Certifiquase.
Recebedoria Provincial
DESPACHOS DO DIA 25 DE JUNHO DE 1887
Fielden Broth-rsJ empresarios da illuminacao a
eaz.-Em viata da informacao, e art. 19 das
Iuatrucv5*8 de 27 do Julho de 1883, os aupplican
tea uo podem ser attendidos.
27 -
Alfredo Garret, Maria Adelaide de F.gueired0i
Francisco Luiz C^valcante, Herdeiros de Manoel
Antonio de Jess, Josepha Alexandrins Theodora
de Barros e Carolina Carneiro Monteiro.Infor-
me a Ia aeccSo.
pelo rigor logizo da deduccoes a -( i e prestara ;:
as considera55es anteriores do Jornal. Destes
conceitoa o contemporneo destaco i al^-i n p*ra
provocar nos a comprovar a exac.'.idao del I es,
Nao podemos d ixar di aceitar s'-uvlhitu pr >
vocajo.
Dissemos que o Jornal respoiisabilisava o
Sr. Dr. Pedro Vicente pela circumstaniia de nao
ter sido feliz o lancaincnto do pjtacho e ainda
pelo facto de ter sido crtala a mastrsaoSo do
mesmo.
Nao ffirmAraoa uraa inverdide. Era sua dic-
cud de 15 do correute o conteinpor.ineo depjis de
d.'Srever as infelicidades uo Pirapima, o
lancamnto ao mar, a oceurrencia d i mastreaco,
as coudicoea em que fci feita a viagein s Boccaa,
.a arribada ao Cear e ao Rio Grande do Norte,
depois de auggerir a providencia de ser mandad
um vapor em procura do patacho e "de apreciar a
ecou raa que ae projecrou fazer com a viagem do
Pirapaina s Riccas, concluio di' eeguinte
modo :
n Por tudo ato deve haver um resp>nsavel t
o este nao pode aer senao o Sr. pri-sidente da pro-
vine: .. o
Dissemos que em busca de um respeusavol pelo
naufragio, attribuira o Jornal a rcsponsabili-
dade ao Io tenente Rubim. a quera ora chamara
inepto, ora duaera que nao o aecusava.
Em numero de 21 do correute disseo Jornal :
De duas urna : ou o commiodaiite do patacho
o tao inepto, que dev* d-'spir a far la do otliciil
* d.t mirinha, ou as inforuiac d i Sr. luapector
do Arsenal relativaraeniv, as coodicoos de na-
" vegabi'ic'ade nao aa> exactas.
No Jornal de 23 disse o contemporneo : NM o
laucamos culpa 3obre o offijial como^audante do
o patacbo.i
Dissemos que o Jornal" dera patente de inep-
tos aos profasionaes, que affirraaram ser boa a
Coiistruccao do patacho.
Ejtes profissiouaos cram o diversos odiemos de
marinha, que haviam commaniado o patach), o
Inspector do Arsenal, que aasia^o CDn^truccao
do mesmo, os operarios que o const'uiram.
Pubiicmos infjrmajoos olK.'ues qu; compro
vavam ser boj essa construccao e o Jornal as
auas edic'o.'s de 18, 22 e 24 do corrente referin
do-se a estas informacoos diise iue cllaa nao tin-
ham vair. e que apezar del.as raintinha a aua af-
firmacao, i ato que era m a eonstru-cl).
Nao era chamar ineptos aos que firmaram
aquellas informacSes Uina vez que nJo lhes recon-
hecia competencia c aptidao pira firmir o que
aasertavam ?
E'prova do que dizemos a erntestacao formal,
que ao jaiso do contemporneo oppuzerira oa^pera
rios do Arseaal.
Dissemos que o Jor.ikl insinuara qu vinto
menores tinham auccurabiio a foin;, pest1! e tra-
balhos de bordo, quando nenhum tinha ainda pe-
recido.
Sobre este ponto obriga-noa a leal jado a coa -
fesaar o uoaso engao ; nao foi n Jornal" quera
ato disse.
NIo regateamos um coufessar o nosso engao
sobre esto ponto, engao que s tal em relacao
ao Jornal," e assim proedo'i io, darnos de nossa
lealdade maia um* prova, se quo hi necessida le
de comproval-a.
Preferimos isto a recorrer a evasivas.
Procedesae o Jirnal do mesmo modo e nao
cahtria em contradiccao, quando em 1 igar de
coufessar francamente o sen erro a respeito da
mastreaco do Pirapama recorreo allegaco
de nao poder comprovar, que Ja referida mastre-
aco haviam sido cortados aeis ps por lhes esta-
rem vedadas as fjutes oiS;ia:e !
Poia aa fjntes officiaes tam par o contempo
raneo algura valor ? !
Se tem para 'comprovar o facto relativo mas-
treaco, porque deixa de t'.-l-o quando relativas
construyas ?
Beii v o contemporneo que acerca de lealda-
de nSo precisamos contestar, a de que fez tanto
alarde, sao oa seus proprios conceitoa que, urna
vez confrontadoa, denuuciam qoe por l nao ha
tanta como ae aprega.
E jaque o Jornal not >u deslealdade da
uobia parte por auppor que le eraprestavamis o
que nao havia dito, desganarais que noa diaaes-
ae se houve lealdade em empreatar-nos na sua
ediccao de 23 a affirmacao de aer m a construc-
cao do Pirapama ?
Hjuvo lealdade em aa8egurar o contemporneo
na sua edicto de 24 que aa iuforraacris em que
baaeava os aeua conceitoa eram do proprio Dia-
rio e citando, para isto provar, um tr icho da
carta do uosao correaponlente do Natal ?
DIARIO BE PEjHIABBDCO
RECIFE, 29 DE JUNHO DE 1887
\aurraK 1 Pirapama
No debate, que sobre este assumpto temos sus-
tentado u3o nos aecuaa a conaciencia de falta de
lealdade e de consideraco para cem quem quer
que seja e muito menos para com os collegas da
redaccao do Jornal.
Quem nos tiver lido dever ter notado que mo-
deracs/j de nossa linguagem procuramos sempre
juntar a mais escrupulosa deferencia para com
os cavalbeiros dsquella redaccao.
Entretanto em sua ediccSo de hontem o Jor-
nal em .aguagem desabrida e saturada de iro-
niae, nos attribue um procedimiento, que estlonge
de ser o que temoa tido e nos empresta aenumen-
to -, que nSo podemos aceitar.
Poderiamos retaliar no mesmo tom, mas deixa-
os de acompanhar ao contemporneo nesaa tare-
fa, pois que nem a causa publica neao a questo
do naufragio do Pirapama lucrariam eom
qualquer discussSo, que em tal terreno aceitasse-
mos.
I. Nao poicr a importancia lis apolices de-
positadas xceder a dous rooo do c-ipital reali-
sado.
II. Nenhum cmiaso de b.llietes ae au'es ti realisadas 50 p .r o uto das eutr idas las
achoca do bauvo.
III. A UtorisaclD pira rasao de bilhetes nao
ser concedida senao aos banco-, caj j capital s.i-
scriptr) na. atja interior a f OU li'KJDO). Qu.l
\ i, no. n, que seja o capital subscripto le c id
banco, aqu Cidade di8 apolices qu- depostar,
na > exceder d'i valor d 20 00 i:ll)0 .
lv". A impurtan.'ia das ipjliees depJBitadas por
todos us bancos, era cas> n-nhu n exceicri o mi-
ximo de diz :ntos rail coates de is. Pra ncbJ^
a diia soama, c g>verno uto conceder novas au-
C.-r8aCo,a, salvo pelas sooimas co'.respnd utos s
autorisaeoos anteriores qo* 6e*rein annulladas
pela .. |.i. -C b i iijj l'eap .uiiiid 'J'tU.'.s, c Lli .i .
raeute depoia da resgitadoo os bilhetes pir ellos
einittidos.
V*. Os bilhetes emitiiloa em uf rraidaie Jaa
dispo8icots desta lei, ur-\> recibidos e tero car
so uas estaiojs publicad geiaes, piovinciaes e
municipaes. Os bancos eraissores serSo obriga-
os a recber reciprocamente js bilh-tas dos ou-
b pena de liquidaco forfada.
VI. O.- portalores de bilhetes torao privilegio
parasen pagamento, eom txolu.-ao do quaesquer
outr.ia credor'a, seb.e as apili.-ea dep, i.t i.las .:
sobre O vinte por cento em inoj.ii correute q ie
os baucs sao o'or.g;dosa conservar era caixa, se-
guido o i 2" n. 1 deste artigo.
A recusa d pagar vista e e:n moeJa correa-
te os bilhetes, d direito to portador para prcl ia
lar pelo nao pagammlo p-'iaute 0 ufficial do pro
testo de lettrns do lugar e constituir fundamento
legal pira a decretica) da liquidadlo forcida do
banco.
VII. Os bilhetes para emisso se rao fornecidos
pela cdixa da amortisacao, trrenlo as desp 'zas
por onta do banco interessado, e devero couter.
alui da numer.icao e da designic) da serie e es-
tampa :
a) a iuscripcao do valor que representa, pigi-
ve ao portadjr c a vista.
b) O nome do banco emissor ;
c, A deelaracao de que o pagamento se acha
garantido pelas ap dices depositadas, tspecitican-
lo-se o valor e o numero del las ;
d] A asignatura do cinpregudo da caixa da
amortisacao ou do tbesouro nacional, que pan isso
for designado.
c, A rma do director, administrador ou geren-
te do bae-, a quem pelos estatutos compica as-
signar as responsabilidades do estabelecimento ;
/) Lo bilhetes serao do valor de 10, 20, 30, 5 I,
100 eO'o.
VIII. A falsificaoao de bilhetjs a a introdc-
elo de falsificados ser punida com as penas eoa>-
minadas pelo diroito vig uto ao crioja de moeda
fals i.
^ O deposito de que trata este artigo (I";
poler ser reduzido na proporcaoem que dimiuuir
a emissao, e dever ser ret ireado sempre que s.l-
frer quebra ou desfalque por deduccao de multis,
ou por baixa do valoi venal das apulices deposita-
das importancia inferior ao valor da emissao,
deluziios os 20 por cento em raoeda corrente da
que tra a o u. 1 deste paragr.ipho. deve-udo aer e
difforeuca que houTer, coberta pelo deposito de
novas apolie-.'a da divida publici ou por moeda
corrente Nesta ultima hrp)these vencer a quan-
ta depositada o mesmo juro que se achar fixado
pira as I tras do tbesouro nacional.
I. O banco conservar ae npre em caixa 20 por
cento em moeda corrente, do valor doa bilhetes
em circu ico, para acudir ao aeu prorapto paga-
mento.
II. Nos estatutos se incluir a clausula de que
ua hypothese de.corrida dos depositantes ein.conta
correute para retirada imraediata das quantiaa de-
positadas o banco ae reaerva o direito de pagal-aa
por lettras que veucerao o in.'srao juro, divididas
era seis series corresponlentes quanto for posoi-
vel, ordera chronologica da 'requitico dos depo-
sitantes, e aucceaaiamonte resgataveia de 15 em
15 diaa, de modo que ao cabo de 90 d'as volte o
banco ao rgimen ordinario dos pagamentos.
3o O banc- emissor fica sujeito a fiacalisaclo
do governo, especialmente no q ie respeita emis-
so, subititu cao e resgate dos bilhetes.
A fiscalisago ser exercida por um funeciona-
rio do governo, no mea lo pelo ministerio da faz-u
da, o qual perceb r;. uraa gratifica^ao, cujo m-
ximo nao poder exceder de 6:OOOJOOJ aunual-
mente.
4' O excesso da emisso de bilbetea, lra dos
limitea determinados no Io importar:
a) para o banco, a multa de 10 par cento da
suinra-i excedente, e a obrigacao de mmediato res-
gate dos bilhetes que representar ra csae excea-
so;
b) para oa directorea, administradores ou geren-
tes do banco aa penas do art. 124 do cdigo cri-
minal, alera da obrigacao de indemuiaar as perdas
e damn a causados aoa accionistaas;
c) as mesmas penaa incorrer o fiscal que, tr
connivente em tal falta, ou qu tendo della conhe-
cimento ni) a denunciar era terapo ;
d) na reincidencia o bao ser daclarado era
liquidaciio forjad, aera prejuizo do procediraento
criminal contra os culpados e da ndemniaac'o de-
vida.
5 O praz> de duraco d >s hancoa de que trata
esta lei, n> exceder de 20 anuos, podendo toda-
davia ser pr.rogado mediante autoriaacao do go-
verno.
S 0o No caso de liquidaco voluntaria ou for-
jada, sri entregue caixa da amortisaco. por
parte do banco, dentro do prazo de G meza, a con-
tar da data em que fr deliberada ou decretada a
liquidaco, quantia em moeda corrente, correspon-
dente ao valor doa bilhetea eruittido3, e raediaute
Neate trecho nao vio o Jornal que o n033 eita eutrega sero restituidas as apolices depo-
correapondente apenas se referi ao qae Ihe hs-
viam informado s"m entretanto assegurar cousa
alguma aob sua rcaponsabilidade ?
Em taea caaoa e mediante tal procesas a cona-
ciencia do Jornal n5o devia verificar se ha
veria lealdade em conseguir um triumph >, que
seria fcil com tal expediente ?
Parece que sim, maia ato que o Jornal
aconselha aoa outros nao applica a si.
Fraquesaa da humaoidade.
Quem assim procede nao eat no caao de dar
licoe8 de cortezia e na ainda menoa com diapo-
aicoes de acceitar um tal pres3nte, que grande
taita pode fazer ao contemporneo.
INTERIOR
I I \ %io
SES3O EM 17 DE JUNHO DE 1887
(Conclmao)
PBOJECTO DE LEI SOBKE BANCOS DE EMIS
8AO
A asaembla geral legislativa resol ve :
Art. 1' Podero emittir bilhete8 ao portador e
vista, convertiveis em moeda corrente do impe-
rio, precedendo autoriaa^Jo do poder executivo, gs
bancos de deposito e deacontos, que em garanta
do pagamento dos mesmoa bilhetes depositarem na
caixa da amortizaco o vuloi suffieiente em bdo -
tes:
licea da divida publica interna, designadas no ar
MMtan.ni tie 2o desta lei, observadas as disposicoes seguin-
Se no que dissemos em data de 26 o contempo- "8
raneo vio motivos para tffender-se, a verdade
qne nao esta va em nosso proposito molesta! o ; os
conceitoa, que firmemos, foram-noa arrancados
8 1. A emissao dos bilhetes s ser pormettida
na proporco de 90 por cento do valor nominal das
apolices depositadas.
altadas.
Cora esta quantia t-ffectuar a caixa da amir-
tisacao o resgate dos bilhetes.Nc caso do banco
posauir bilhetea reagata-os, oa entregar caixa
da amortiaacao, f.ita a devida dedueco na aomma
com que tiver dt entrar para o resgate.
I. Se a quintia neceasana para o reaga'.e nao
fr eutregue dentro do prazo mencionado, a caixa
da amortiaacao alienar pelos precos correntes aa
apolices dep08itadaa, e cora o aeu producto reali-
aar o resgate dos bilhetes, reatituindo aa so-
bro aos representantea do baneo.
II Oa bilhetea reagatados aerao incinerados.
111. Logo que a caixa da amortisaco estiver de
piase'das quantias destinadas so resgite dos bi-
lhetes, tanto no caso de liquidaco voluntaria, como
no da forcada, far annuuciar por ediaes, publi-
cados pela imprensa, a absrtura do prazo de 6 me
zes da data dos meamos edi:aes, para dentro delle
os portadores de bilhetes trazerem-noa ao troco
por moeda corrente.
Oa bilhetes que deixaiem de s?r apreaentados uo
dito prazo ae reputaro preacriptoa, e a importan-
cia em moeda corrente, destinada ae resgate ser
queimada. ,
S 7o A aut risasopara emittir bilhetea so ser
conesdida aoa bancoa conatituidos ou que ae con-
tituiren pela forma snonyma.
Oa ditoa bancos se regularo p .las disposiSoea
da lei n. 3,150, de 4 da Novembro de 1882, e seu
reguiamento, em tudo que nao forera contrarias a
preaente lei.
8 8 Nos regulamentos ematruccoes que expe-
dir para execu5ao desta lei,ogovernoeatabeleceri
o proceaao para oa servicoa qus ficam i cargo da
caixa da amortisao, sem no entanto poder aug-
mentar o peaaoal deaaa repartilo.
9 O imposto del 1/2 /. "t;te,g. ^l
decreto n. 5,690, de 15 de Julho de 1874, sobre
os dividendos das sociedades anuoymas, ac ele-
vado a 2 0/0 para os baucos que se constituir.
de coijiforini c 'o p.. s ute I i, u aeu in '
lu ser iip icado a n-sgate iu p :p -I
S i) Poir .3 7'rn c .: r -1 en qu.l 1 ;!.:
dos dicoa b ., jos < serviio \ 1 .nio T's .io da i
irid > puh! -a iu ; na fu :.. e lo .e gat do p 1
pel-ip .1 .
Art. 2 g v n iu! -iuJ > emittir op,>ui .
iam rite .10 l.e-.-, iu par. do valor 11 muiU d.
1:0 Oa, .1 j iro i- 1 1| 0,0 .'- rim let ;rm
nn lo 11 1 art. I' 1 -ta lei ; s' .s
ier ser d .: i. i.n r
billetes d.' j\i trata o inmu _-
isa .
0 pro] icio de taos p 1
rapr .-1 :, ir.- .: ]... 1
g :.1 i ni i ; -.: nd' i a
de N v-mi i,- ls;7
O l|2 0.0 1 s I \.
\ er=Jj las ap 1 ices I ." Ot) 1
|ii t -a' i :o 'a -si
1 s us.Vaul-11
j'ir I 5 (1
.
d Estado, sero applicados
rao la, sera pi ej iiz le [ 1 .
. i ..- '. 1 co..
e-p 11 i r pe
'" '.-. !' -
pe ae 1 > :.' em '
lo r .: ite i 1 -pe
, : ;' r .. 9 rain -
.s par 1 este fim.
Art. -i Ficam rev g
trai 1,.
Pac- do S' u-.i 17 i Junho i 1887. J i i-
xeira Jnior. Ijfoitso Ce.'-..'. t'ayette.
V. :a > o S' ii.i I > \, > pr. 'j reto al qual se a -n .
concebido, cootm injitas alterac m 1 i
;'' m r i 110:1 legislacu ii.iu .: .1 la C ".
Ara- r c:in ; mis Prap-ecisi olop'*r "ss.i i g
Inca) s circuiastaueas e c 111 i ," .-per
o sa > paiz.
Po I ri:.i-jp'ie ir .u fundamentar aa .noltipU-
i) s eo -.a do prjec:.: ; mas julga d ver pro,
senado a .; l o uv-o, quan lo a simple
ciacS'j iessts lijp'sijO's substituir ualquer .
raonstricJo qui o orador p J s c faz- i. O ,
acho-se minuciosamente red gid (3 uti :.: .
s disposieo ., r couh 'ce se a razo de cada u.n
li i : .-. I ) ni '3 i 0 pr s n'e pr ij
que, uo c .ao de aer apoiaJ >, ej i elle euviaJ
[Ilustradas eomuiissoes Je faz-ndi g
afioj de sobre elle dar m seu parecer, pn
sead i poss i, c m pin > c mbeciine i to, pr .nunci r
ae anbre o merecimeut 11 :n> ara i pr jet >. i vi i
to b -.n Muito bein !)
O proj ero rica s b.e m s,. .<.: i ser p
mente apoiudo.
HSTRUC^AO PUBLIC \
>lctihhlohm; 1
L'CO DB i.oL'SV>
XIV
18J lOL'ESIA >
A ii i>:eo 1 das 1 co a de coas 13
resultados, relativamente mstruev i
volviraent das faeuldades intellec'u*1
jomjr.il. Exemplo de umi licao s > >n-
ge mtricos :
Relativimeute in t:u ,! >. as .
r.reencherem um irapirtante papel. Insti
aluu-n s sobre obj' t s familiirea
lhes aa ideas que teem, ajuif indo as |ialilal
qu el'.es antea nao tiuham .bservado : i
n'o8 depois sobre obj'-cto deqi-ell-'a naorml--.
tar con'i-1 i ment sena > p -r descripc'") s e deseoh
Sem constituir a sciencia, preparam eatr-tan'
por modo maravilh is>, i espirito pira
cientfico. E' um ui io inais proficu
de geographia, das SClCiC as i: .tur i '3, I .
ra. d lingua 'n terna, etc
Pela noticia que d de art '3, pr ti i
cioa, habilita o alumno c ra
preparara para 88 r.iulidadea da vi la pia-
ra!1 que urna nitiaci rio eusino pi ifl
Isto asa 'gur.am Main. Hippean e Ii usaelot.
Qiamo ao desenv: lv::ie n-) las facullad
tellectuaes, ii resultado das livo.-a de cousae
dente. Conitituinlo una es.-ecie de gyranas'Ka
mental, poni em i-g>, p r diff-n ni -a
as foroas da intelligencia, d Ih-s dcsembara\
prmptido e v'gnr; fortifica-as, esp -ialmen
apurando as que se referen) ob< tvh; "i
parar r ti \ i ejuiz).
Qua ito an senso moral, nao meu ia pr.
s) pa lic'-s dewtsas. [icu'jam p-l
ty=teraa di cada ex-rcici ep !a sene
ideas demetholo e d ur le n que failu
arraigara no espirito e deste pass.m para i pr^
cedimento, p>ir a vida pratica Contribu :n. v -
citando a tbservca -, o raci >cin i s i t\
para tornar o alurauo ura espirit i r. ri c'id ', cal-
mo, pensador e atilado. Depiii", occupin o se d-i
resultadas do trab'ho, I la i-il nfria
das conquistas da s i'nca, faz o alumno
derar o mrito e valia dcada um d'esses ele-
mentos deprogreasoe bera estai g ni; -Ivi-..-.
o espirito, dlbe a oclo -I i solid irind ida
na naa diff-.-r.'ntes mimf-sracos da civil a
Exemplos de urna ligao di ,,.,.. .. *
geometr.cas ha, em i.bundaoc n I. .
cousaa > de C k us, traduzi I I.- Kuy
Barbosa.
XX
19" QCKSi l
Difficuldales das licoea i'- c usa, e an c
ao meatre, eom rel.cio aos alumnos; ra
obvi.l .-.3 :
Exemplo de urna liei acerca i a agua :
N'outra parte tratoe-ae dos incmveniente* i
tar as licos de cousas. Agora encarara se -.
difficuldades que nellas se deparam ai m stre e
no alumno.
Com relaeao ai mestre as dittu-Ul Jadea p>ieriaii:
nascer : -do m.-thodo era ai, d ex cuy i
Ora, aprendido ora-thol-, ana I ir i >. seu=
preceitos. diffieulJadea n) offerecu O que e
iutnicao, auas formas, meio le pol a >-w i
de, processos, direcexo Jeguir, plino la li?
tudo ista deoc ficar bsstante conh-ciJo lo prot-a
sor para h-iver-se elle bem u. .-.M'i-- h '
a applica^o, a r-alisaca prati-a d- saos coui.
eimentua e meioa pedaggica is'ituem a et
cuca', o emprego domestico.
Os exereicios d'mterinidaie bao de tornai per -
to e adestrado o mestre.
No comeco ha de achir--- talvez embaracad
Abandonar o livro uo acto da lico e ti de c nta
s cora aa proprias foro .a para interesa r
var a atteucao do audit.ri >, a pr-meira -lira -ul
dale qu ae ant nh* a quem va- iniciar -
sino. Apraticaha d acabar cun ella
Outra diffi.-uUade guardar a urndade la I:
c>. O mestre, fcita eacn'h* d-) aeu
nao d-ve perder de viata o fim qu elle ae t
o embaraco est na fae'ila'.e q-ie hi da de.xar se
arrastar, as digreasoes, pira assiimpto u:r que
arrebate a atienio dos alunnos de preferencia
ao que especialmente objedo da I cao, de s:
trahido p-las perguntas dos meninos, p -rder se
fieando afinal par um lado O que esseocial.
M- t-nha cuidado o pr feaaor de tracar ei
plan >e delle nao ae apartar, ni) ie alarga; M
que accasona, nao queira u'uraa lico exjlicar
tudo, e das porgantes dos ra-uin^s re--ponla aa
que se referem ao ussumpt.-, as in lispenssveis i
intelligenea d^eile.adiando as demaia.
O objecto da lico p le em geral aer tratado
Bob diff rentes aapoctos ; maa deve proporcionar-
se a lico, c .nforrae o modo de encarar ease ob-
jecto e conforme o designio da lic-, s condie-s
em que te acha h classe quanto a seu adiauta-
meato, quanto a neo s anteriirmente recebida,
e iato) muito fcil, nao devendo o mestre li-
mitar se ao que os alumnos j sabeui, vem guin-
dal-csa altura inacccssivel a ellea, tornando com-
plicada e inintelligivel a lico.
Mas esta diffiouliade se vence, p-rcorrendi o
mestre pouca distancia de cada vez. 'exa*tre

MUTILADO

i
MELHOR EXEMPIAR ENCONTRADO
1


rBifti




Diaria de eraaroboco---Quarta-feira 2l
.
Bain ensina como remeuio um iieanfcaou q*
ierie de lines seja combinada por modo que cada
mma d'ellas prepare a seguate, guiando-se, alm
disso, o professor medida que prosegue, pelo
que j est aprendido e sabido polos alomaos.
Exacto conhecimeato do methodo e tacto para
nao compremcttel o, ea o meio capital de vencer
todas as diffieuldadea.
Com relacio aos alumnos ja fica mais ou menos
dicto quaes as difficoldades que podem oceorrer.
Entretel-08 com o que lies ja sabum,eom o que
ell. a nao podem entender anda por falta de us-
eoes que devem preceder Ueio,com aoaompto
ou por modo que nao Ibes offert ca ioterusae e nao
despert o instincto o> aprender, sacrificar o
roethodo e gastar o tempo. Depende isso dt> m
escolha do assumpto, ou do modo incurial de tra-
talo, oo de ambas as cousas, e o remedio o que
fica cima dicto,cmgir-se o raeatre as lea do
methodo e esmerar-se em apphool-as com tacto e
dBcernimento.
Exemplo de uma ticao de corsas acerca d'agua
v-ae as Ligues decousas de Ca kins, trad.
do Dr. Kuy Barbosa, pag. 522.
20* O.CESTAO
Noticia do que sobre lices de cousaa precei
tuam as diaposieoea legaes entra nos. Exemplo
de urna lieao acerca da Diz o art. 67 do regiment da escola normal,
de 31 de Julno de 18S0, approvado por acto da
presidencia da provincia de 17 de Seteuibro do
meamc amo : (1)
Os procesaos do metbodo intu-
livo, eusino pelo aspecto >' lito s
de cjusaa devem ser lecciooados
- em toda a sua extensao t desenvol
pintento. .
E' disposcio salutar, mandando habilitar os fu-
tnroa mapires no grande methodo que hoje a al-
ma do ensirjo. Na escola normal, de le,de-
vem os alumnos-meatres aprender, "n toda a sua
extensao e desenmlvimento, o enaino pelo ov.thodo
intuito* >, e senhores deese methodo que elles de-
vem d'ahi sahir para a regencia das escolas pu-
blicas.
O regulamento de t de Fevereiro de 1885, em
seu art. 22, manda que naa escolas primana8 se
enainem nieves de comas, e no art. 54 declar > o n-
gatoriaa adopeo dos processo* intuitivos. E com
bina la* aa duas disposieiiea v-se que o regala-
meato quer um curso de lice de cousas para dar
os conhecimentus que geralmente sob essa deno-
minavo se oonprehendem, e quer tambera que no
ensino das diversas materias do prograrnma esco-
ld"- predomine o methodo intuitivo.
N) art. 65 desse mesmo regulaineato, trata-se
de museos escolares, cootendo pequeas eollec-
coes para o enaino das sciencUs pbyaicas e na-
torses e para as lices de cousas, com o fia de
habilitar os alumnos observaco, a faz l-os rc-
ti ctir sobre a natureza, forma, fim ou utilidade
- .e cada cousa.
O regiment das escolas pubcns, de 10 de Se-
tembro de 1885, no art 21, u. I, e o.i plano ^gra-
dual do ensino (art. 23), oceupa se da licSo de
tousas, distribuidas pelos tres graos como ramo
especial de ensino.
No art. 26 preceitua esse regiment que :
< Na escolha dos uietboios devem
ser preferidos, a juixo dos proles-
sores, os que roais prompto adan-
tamento produzem noa alumnos e
melhot lites di senvolvam as facul-
dudes.
E nao contente a com eata crterioaa determi-
naci, aiuda no ait. 29 diz o aeguiute :
iiecommendam se pela aua effi-
cacia para a acquiaieo de conbe-
cimentoa, e pira habituar os alura-
.. nos i observaco e desenvolver
Ihes a refluxiu e o juiso, os pre-
cessos intuitivos, em gerai, e es-
pecialuo lite o exercicio das Itgiies
de causas quo tanto captivam a
attenco dos alumnos, penetr*u)
Ihes o espirito e a um tempo os
in9truem e moralisam.
U reirimcnto dos conoursos, de 28 de Setcmbro
de 1885, mandando, no art. 12, que as provas
nos concuraos versem sobre as materias de ensino
naa seolas primarias e no art. 52, n. Vil, decla-
rando ser formaudade substancial a prodcelo de
pruvas em cada uma das materias do programla
ese ilar, d lugar exigencia de una serie de pon-
tos, no programla dos concura >s, sobre lires de
tongas E a falta de proVi proluzda em coucurao
sobre esta materia, traz a nuliidade d'elle (R-g-
dos eoneursos art. 5, n. VII cit.)
"Jal > f**> legiol? o V'gente esrabelece so-
bre eata materia.
O exemplo exigido no ponto ae que nos oceu-
pamos dos que sao maia faceis.de dar, e em vista
dos muitoa ex'inplos j dado9, deixamis de figurar
este.
(1) Eata disposieo vem na aecgio que ae in-
screve Do pr ogramma daa licoea e exercicios do
turso pedaggico. distincti do seguiute capitulo
que tem por epigraphe Do ensino as escolas an-
acas. De onde claraun me se inte-e que oa
prf asores daa diveraaa cadeiras d'a^uelle curso
drvem enainar aos acua alumina a applica^ao das
1/coes de comas mat ra leccionada. E iato est
de accordo com o que se no art. 3 S 3 do mes m i
regiment : Explicar e demonstrar theorica e
praticamente os processos adoptado8 e prefer-
veis para o easiao das materias de aua ca-
deira. E realmente >e nao devesse ser asaim.
a Eacola. nao poderia ser normal; quando muito
sria ama especie de escola de ensino primario
complementar ou superior.
P3*?*,-**.
,--
lamboed
Os meua illustres adversarios, portauto. que
coastitoem a maioria desto casa, dotados de seo-
limeotos monai chicos, qo vivem^ alegre e satis-
teitos oom o patera*l goveroo de S. M. Imperador
approvaro este requerimento, concorreado assim
mais nma ve para demonstrar o sea amor s in-
stituicoes que nos regem.
Sim, porque tem perfeita ligaco urna cousa
com outra : o nascmeoto de uji prncipe com as
inBtitaico-2: inonarchicas.
Ditas estas piucas palavras, no intuito de con-
venoor os norea deputados de que.oio devem
rejeitar o roquerimento, aomente porque parte de
um membro da oppoaicao, eu, esperando ser desta
vez mais telix do que das ootras, termina aguar-
dando me para agradecer a Ss Excs. a prova de
consideraco, que necessariameute darao ao autor
do requerimento, apprevando -o.
O r. Jos fiarlaNao tem rsoAoo nobre
deputado que acaba de sentar-BC, porquacto a
Provincia dase uma verdade.
S. Exc. afirmou perante nos que o Sr. Dr.
Telesphoij tiuha-se transportado a bordo do vapor
por conta da provincia, solicitando esse favor do
presidente. Entretanto isso nao se deu. O br.
Dr. Teletphoro parti para tomar conta do seu
novo juixado municipal, mas foi e, eacoteiro, como
se diz l na trra onle me criei, ueixando aqn a
loa lamila.
O Sr. Praxedea PUngaElla est na Parahy-
ba em eaaa do Sr. Barros Reg.
Um Sr. Deputado E como V. Exc. sabe
disto V
O Sr. Prxedes PiUnga=Sei disto porque sou
medico da casa.
O Sr. Jos MaraS. S. nao parti em vapor
daompanha Pernambucaaa, maa fez a viagem
por trra. .
O Sr. Gaspar de DrummondIsso nao altera o
que eu dase.
O Sr. Joa MaraElle nao foi a conta dos co-
fres da provincia, por quanto pelo contracto que
tem a estrada de ferro de S. Francisco com o go-
veroo, obrigada a foruecer om certo nomero de
passes gratuitos para terem essa applicacao, isto
, para sedar transpirte nos carros da empreza
aos empregados do governo, o que nao succede
sempre, porquauto es8ea paaaes sao dados par os
amir >3 viajarem.
E' nece88ario, poim, que eu declare ao nobre
deputado com aquella franqueza qae me caracteri-
aa : acbo que o Sr. Dr. rdespboro proceded mal,
sou o prmeiroaconfessal-o. Eu uao procedera co-
mo S. S. ; eu nao pedera no d minio do meu par-
tido um paaae para delle me servir, para eom elle
transp3rtar-me ua estrada de ferro, quanto mais
no dominio de um outro partido e digo isto sem
orgulho e batendo na bocea, porqu j quem ost co n
os pea s bre a trra est sujeito tulo.
At hoje tenho vivido assim, e peco a Ueua
que neate firme proposito me conserve. .
fortanto, nio justifico o meu amigo o Sr. Dr
Tdesphoro; S. S. nao estava em condices de
pedir paaae ua eatrada de ferro, principalmente a
um governo adveraano ; maa tendo-ofeto, nao era
iato motivo para se trazer a tela da discussao,
tauto mais quanto viajam diariamente u'aquelle
mesmo trem cidadaos que se acham as condices
do Sr. Dr. Teleaphoro. como por exemplo, o filho
do Sr. Joao Alfredo (apartea) e muitos collegas
.. _J>. x ssonooo n u'Tnrnn principalmeut por
'manter no carga de aotor'dade a um individo qae
justamente oa nao se acha proceisado por crime
de roubo e com mandado de prisa1 >. Creto que a
aecutacao principal-ve rou sobre este ponto. Picoa
plenam- nte demonatrado, Sr. presidente, qae o
subdelegado do. Tres Ladeiras est sendo procos-
sado por crime de roubo, tendo s io exp di do o
competente mandado de priso. Entretanto este
meimo indvido acba-se em exercicio 1
E neatas condcoeo que o nobre deputado
autor do reqaerimanto, anda t. m a ingeouiadade
de acreditar naafbo* intencoea de governador geral
docta capitana.
O Sr. Amaral da ooo aparte.
O Sr. J_;Maria-K.'Eic. ooderia ignorar ofactj
ot o da ean qae o aofare deputado o denunciou.
Mas desde qae cthio-Bo dominio publico ; desde
q e fie foi contratado, daoe que S. Exc. exhibi
a prora de saaaccuaacao, orna n presideute da
provineia o derer, oertJ. Ekc. auerta *r aa odmi
nistrador de moralidad", oooftth^MMMdiaMineate
essa autoridade policial.
O Sr. Gaspar de DrummondDuraute a admi-
niatraco do Sr. Freitas, eu exhib uoata Assem-
bla documentos inreca-aveis, pro van lo que ama
autoridade policial era criminosa e ella continuou
no exercieio Je suas func^coes.
O br. Baro de ItapisaumaMas iaeo na- meio
de defeza.
O Sr. Joa MaraQuaudo seja verdico o qoe
vem de dizer o nobre deputado pelo 1' districto,
comprehende S. Exc. que nao este o meio de
defender-se o presidente da provincia. Eato por-
que o Sr desembargador Freitas procedeu mal,
eommetteu algum erro, s 'gue-ae que est justifi-
eado o actual presidente da provincia pjrque
eommetteu a mesma falta ?
Que ayatema este de defeza ?
Depois, Sr. presidente, o facto nio o msmo ;
e eu formo to elevado conceito do Sr. desembar-
gador Freitas que estou convencido de que se o
facto fosse idntico, S. JEic. nao tena recuado,
gorque nao recuou quando se tratou de factrs
menos .mportantea, de faltas muto menos graves.
Mas quaudo aasim nao fra, nao se p?de justi-
fi?ar o br. Pedro Vicente, porque eago idntico se
deu na situacao paasada.
O Sr. AmaralO procegso consta apenas da
denuncia e despacho ; nao foram nqoeridas teste-
mu'ibai.
O '. Jos MaraEngana-se perteitamente o
aobre deputado que me honra om o a u aparte, 5
leatemunhas foram inqueridas e o competente
mandado de priso foi >xp*l ii.
O individuo de que se trata'pode ser um cidado
muto bouesto, um cidado incapaz de commetter
qualquer acto mo; pode ser um cidado multo
bom e virtuoso, mis pesa aobre sua cabeca urna
grave aecusacao, est sendo procesaado, foi aecu-
oado e nio pode decentemente exereer o cargo de
autoridade policial.
O Sr. Amaral Deve deixar o exercicio e defen-
der-se.
O Sr. Jos MariaMas, at hoje, nao deixou o
exercicio e nem s' defendeu.
O Sr AmaralS<5 tive conhecmento desae
facto no sabbado passado.
O Sr. JosMariaPermtta-me que eu demonstre
o contraro
Disse V. Exc. que t teve noticia dse facto
n'eata casa p,r occasiao de denuneial-o o meu
ilustro amigo ; entretanto, no enthuaiasmo com
nossos, hachareis comu ua, que nao exercem em- que V. Exc. o coutestou, decan u que j tinha
prego algum, que vodvertir-ae ou a negocio seu,
e que nao pagain as pasaagens nao s na estrada
de f^rro de S. Francisco, como na de Caxang e
na Ferro-Carril.
conhecmento deBae ficto anteriormente, porquanto
narrou que casa autoridale policial lhe eacrevera
as vesperas da eleic?, communicando-lhe que
nao contaaae cora o seu voto no cemicio eleitoral,
Por consequencia o orgo do partido liberal nao i por isso que tiuha sido ameacado pelo mcuillusire
deve fazer rectificacio da sua noticia, que ver- amigo de ser preso na occaaio, em viata desse
PERNAMBUCG
Assembla Provincial
MCCBSOS PRONUNCIADOS PELO SR. DEPU-
TADO JOS MARA, NA SESCAO DE 23 DE
MARCO OE 1887
o Mr Jime Hara (pela ordem)Sr. pre-
sidente eu nao posss d-ixar de oceupar a tribuna
para requerer casa se digne de felicitar o duque
de Braganca, peio feliz suceeaso de sua virtuosa
esposa, facto Ique deve ser para iia motivo de
grande satsfaco e que noa foi annunciado por
telegjamma do Diario de Pernambuco.
V. Exc. sabe que Suas Altezas oa duques de
Braganca, sao parentes prximos do actual impe-
rante e todos nos, os brasileiroa, devemo n' s ale-
brar por um motivo como -ate. V. Exc. com-
prehende, a illustre eatirpe que noa d a v- utura
de dirigir os destn 8 desta patria, com este fa-
cto, augmenta e traz a esperanca e a gar. ntia de
nao xtinguir-se com facilidade, de sorte que a
ventura que boj experimentamos se prolongar.
Da mesma forma que noa apraz que S. M. o Sr.
D. Pedro II e maia quatorze o .mea, se reatabelec*
do grave incommodo d-) que fci atacado, desta
mesma forma, digo, deve-nos causar grande satis
faco o facto notavel de ter dado a luz um pimpo
lho a senhora de Uragaoca, sem accidente algum.
Eu. portanto, propinh casa que por interme-
dio da mesa, sejain felicitados os duqu s de Bra-
ganca pelo feliz succesao da duqueaa
O Sr. Joi MartaFolgo de recouhejer,
Sr- preaidente, que V. Exc. deixando de acoeitar
o meu primeiro requ-rimento, mar jh u de accordo
eom o Regiment. Anda bem que o Regiment
seive para occasoea d'eatas, porqu.uto, se elle
ermitfissc a acceitacaT do m'O prim'ro requer-
muuto e V. Exc. podesse sophismal-o, empregaria
recurso de que ae tem servido por diversas vzes;
maia anda bem que nesta cccaaio V. Exc. este-
re perfeitamente escudado m 0 Regiment.
o eatanto os nvus sintimeotos monarchicos
nofieam por isto preju licados, porquanto e utenho
O recurso de felicitar, seno o Sr. duque e a du-
ijU.-'a de Braganca, ao menos, b. M. o Impera-
dor. Felicitemos quelles que tiveram a ventara
de d itar o mundo com um filho que ha de tal-
rez no futuro, trazer a felicidade minha patria
a de um paiz amigo ; mas coma o Regiment
isto nos pr hibe, enviemos nossas telicitacoas por
intermedio do muto alto e muito poderoso seohor
oeste vasto pas.
Eatou convencido de qae este requerimento, ao
meaos ser approvado, porquanto, se nao o fr,
darao quelles que o rejeitarem a demonstrar;io
mais cabal de que, longe de desejarem a eterni-
gaco da familia par excelleocia, que tem o dom
de dirigir hereditraiameute esta ncao, ao contra-
rio desejam a sua exrinceo, sem duvida alguma
ara qae se transforme este paiz em uma repbli-
ca, qae concorrer certamente para a nossa inte-
licidade. Nos vivemos to felizes, nos gosamos
de tantos liberdadeo, de tantas garantas com o
sTStema qae felizmente nos rege; a casa de Bra -
naca tem felicitado tanto este paiz, qae um tacto
omo este nio dere pactar desapercibido i este
dadeira.
O conceito externado pelo m?u iiiust'e amigo
deputado p>do 1" districto que nao verdadeiro :
o Sr. Dr. Telespboro nao parti em 7apor, nao fu
acompanhado por aua senhora e tambera nao foi a
casta dos cofres da provincia. (Apartes).
O Sr. Dr. Telespboro pedio o paase,3 presi-
dente deu-o, e elle parti ; mas isto nao demous-
tra que o Sr. Dr. Teleaphoro se tivesse conforma-
do com o alaqueque Sjtfreu, demonstra apenas que
S. S. acreditou na promesaa e as palavias do
Sr. Pedro Vicente que como a de todos oa preai-
dente., ao palavraa fallazes, sao o canto da se-
rea. i
Acho que o Sr. Dr. Tele phoro procedeu mal,
nao devia ter solicitado opasse ; ao contrario io-
via collocar-ae em pusico de nao dar motivo a que
Be allegasse que um adversario da situacao tran-
sitou pela estrada de ferro com passe dado pelo
presidente da provincia depoia de ter soffrido o
ataque de que foi victima.
Um Sr. D putadoMas o tacto deu-se.
O Sr. Jos MaraAcho que se deu propisital
mente, tanto iniia que foi por meio de uma porta-
ria, o que nao commum.
Sr. Gaspar de DrummondNao apoiado, d-
p r meio de portara.
Euto que agora o syatema outro: que .
Exc. comprehendeu que se devia evitar oabuao
do uao desaas cuoceasoes na sua phrase, e adop-
tou o i-ystema de elle proprio assiguar ospasaea.
Feita a rectificaco do nobre deputado, perinit
fir m- ha V. Exc, Sr. preaidente, qu eu respon
da ao meu nobre amigo, d.-claraudo que effectiva-
mente ua devemos muitospaases.
Eu mesmo ped muitoapasses na secretaria do
governo, maa fi^ue certo o nobre deputado de qu
teuho viajado, quer por mar, quer por trra, mas
in;>re minha cuata.
Tenbo pedidopasses para amigos meus, quer
polticos, quer particulares ; a muit .a correligio-
n ros do uohre deputado tenhn dadopasses, e
para dizer a verdade na situauo actual tnho ob-
tido muitia.
Um Sr. D;put* lo Eu anda nao consegu
obter.
O Sr. Joa ManaE' para que V. Exe. veja!
lia c-usas a-si-n Nem sempre quem est ton do
governo deixa de ter forca, e eu recoaheco que ef
fectivamente as vezes obtenho muita cousa mais
fcilmente do que os propri- s couaerradares (Ri-
so) .
Mas o que querem Vs. Exea. ?
Os governistas gostam muito de |.. t dcstes
atrraioa ao adversario. (Kiso).
(uantas vezes tambera, estando no governo o
meu partid >, nao fui desattendido para ser attec-
dido um coaservad'>r ?
Chegou agora a minha epocha, hei de tirar par-
tido d ella, v por isso tenho obtdopasses da si-
tuacao actual.
E creio que pelo facto desta declaracao nao per
co o direito de obter outros ; de sorte que, ae al-
gum doa iiobrea deputados da bancada oppista, a
despeito do seu prestigio o influencia junto do go-
verno, pretenderem algum da umoaase, e nao
lhe ter p.'Osivel obtel-o, cu lereco os meas peque-
os prestimos. (Riso).
Nao tcuh.m uiato o menor constrnngimento. E'
um offerecimento que taco nao para depois alle-
gar que prestei este servico, mas para satisfazer
:i|>enas ura sentimento de colle^uiamo e amisade.
(Riso).
Tenho concluid!.
DISCURSOS DO SR. DEPDTADO JOS MARA
PRONUNCIADOS NA SESSAO DE 24 DE
MARCO
O Hr. Jnof MaraEu tinha, Sr. presiden-
te, tomada urnas notas, por occasio de oceupar-ae
desta materia o illustre deputado pelo 3* districto,
porque desejava tambem, como sjoipre acontece
com outros negocios, tomar parte neste debate.
Infelizmente as notas por mim tomadas estra-
viaram se. de modo qae dire muito pooco, refe-
rindo-me apenas aos tpicos do discurso do nobre
deputado que por ventara nao se me varr rain da
memoria.
ABrino ao nobre deputado que nao tenho o in-
tuito de offender a S. Exc. J em uma occasio
disse aqu na sua auaeacia que tinha moti.og bas
tantea para respeitar o considerar o meu illustre
adversario.
O Sr. Amaral Muito agradecido a V. Exc.
O Sr. Jos MariaE se nao focse o dever de
hornero poltico, de certo eu nao me oceupana de
negocios de Igaarass, porque S. Exc. incommo-
da-ce sempre que se toca naquella localidade de
que muito digno donatario._E para que o nobre
deputado nao me supponha pouco generoso pelo
facto de ocoupar-me de uma materia sobre a naal
segando diz nao pode mam tillar; embora mais
m ti do que 8. Exc, j na idade e j aa qoali-
dade de membro desta casa lembrar-fhe-hei um
meio, que maadar u na emenda.
S. Exc. formulando ama emenda, ter dreito,
segando o regiment de voltar a tribuna, se assim
ih aprouver, para responder ao mea discurso.
Censeguintemente nao me poder acoimar de pooco
leal e generoso.
De tudo quanto se dase, Ir. presidente, ficoa
demonatrado qoe ^us arguicea lovantada pelo
meu nobre amigo que deixoa a tribuna, o br. Ba-
rio de Itapissama, permanecem de pe.
documento de que S. Exc. e-tava de pjsso, e que
vmba a ser um mandado de priso, expedido pela
autoridade competente.
O Sr. AmaralNa carta dizia-me o subdelega-
do que nao tinha conhecmento deaae proceseo.
O Sr. Joa Maria Acredita V. Exc. que esse
subdelegado, se nao tivesse conhecimeato desse
processo tena receio da ameaoa dos seus adversa-
rios, principalmente sondo elle autoridade poli-
cial V
De certo que nao. Elle tinha sciencia e cons-
cieucia desse processo, e, declarando o contrario,
faz crer que o facto de que aecusado verda-
deiro, porque, se o nao tora elle dira com toda so-
brancera :Existe effectivamente esse processo,
mas um processo adrede eogendrado e calum-
nioso.
Ease facto vem demonstrar que elle faltou tam-
bera verdade, quando declarou qus era calumnio-
sa a imputacao, porque nao se pode acreditar na
asseveravo de um ndividio que j faltou uma
vez verdade.
Ficou, portauto, de p a ccuaaco mais seria, a
uv.is grave, aquella que faz propriamente objecto
do requerimento em diecusso.
O meu illuatre adversario nao coutestou o tacto
e, por consequencia o Sr. presidente da provincia
commette um verdadeiro escndalo, manteado no
cargo de subdelegado um individuo n'estas con-
dices.
O Sr. Amaral V. Exc. sabe se elie j deu al-
gumaa porvideucias uease seatdo :
O Sr. Jo3 MariaCrea que nao deu. Nos vi-
vemos em um paiz de pubiicidade ; se S. Exc. ti-
vesse dado qualquu< providencia, o orgao official
j n >s teria dado das* couhecimeno.
O ~r. Fcrreira JacobinaTer-se-ha at apres-
sado om dar noticia.
O Sr. Jos MariaDesde que o orgo i facial
nao deu conhecmento do acto de S. Exc, que
S. Exc. nao temou providencias.
O Sr. Bario de ItapiosunaO orgo offijial s
vezea nao d conta le todos os actos da presiden-
ca ; nao noticin, por exemplo, a visita ao quartcl
de polica.
O Sr. Costa iRiberaO presidente deu avu de-
iniaso muito justa, a do commaudante da guarda
da cvica c dej'is fizeram-n'o cassar a porta-
ra.
O Sr. Jos MaraE' exacto ; elie demittio o
commandante da guarda cvica, o Sr. Cabral, poi
catar s ndo processado ptr alguna tactos que se
ieram entre a guarda cvica e a tropa de liana,
tendi-ae cnegado evidencia de que tora esse
commandante o autor le todo o escndalo e at da
morte de um s ildado
O Sr. Costa RibeiroQie fra eapancado em
presenca d'elle.
O Sr. Jo8 MaraEntretanto, S. Exc. poste-
riormente csison a demisso mant"ndo apenas a
suapenso deaae funecionario, suspenso que j
data tal-ez de um anno. Entretanto, uingoem
sabe em que para o processo que parece uo ter
fim.
Azrador;o ao nobre deputado a lembranei que
teve e o haver-me furn-cido objecto para apresen
tar e justificar um requerimeato n'esse sentido.
Nao sei at onde ir essa suspenso, que fim le-
vou o proceeso, se nao tem termo, se uao se
acaba.
Ni i ha duvida. Sr. preaidente, que est fra da
lei comarca de l_'oarns-ii.
Nio era preciso que eu tivesae particularmente
conhecmento dos factos que all se do con'inna-
raente e que isso lemonstrara ; bastara a dscus-
so que se tem levantado nesta casa para conven-
eer-rne disso, eomo devero estar convencidos todos
os njbres deputados.
O meu illustre amigo, o Sr. Baro de Itapissuma,
digno repreaentiate d'aquclle districto, tem por
vezes esta tribuna profligado OS attautadus all
commettidos.
O nobre deputado, director da potica conser-
vadora do m-'smo districto...
O Sr. Prxedes PitangaDonatario, succesaor
de Duarte Codho.
O Sr. Jos Maria. .. tem-ae levantado para
contestar o meu illustre amigo, mas, nada ha
conseguido ao contrario, cada vez mais embru-
Iha aa cousas, cada vez mais complica os seus ami-
gos.
b. Exc. disse, por exemplo, que o Sr. Pedrosa,
que fra victima de uma violencia do subdelegado
de N v i Cruz, havia sido preso de accordo eom a
le, e que o acto do aubdt legado que o praticra,
nao no c raeier de autoridade policial, maa no de
capataz, tinha sido approvado pelo eapitio do
porto.
b. Exc. affirmou-o.
O Sr. AmaralNem poda deixar de ser ap-
provado, porque ella procedeu firmado ae art. t9
do Regulamento da Capitana.
O br. Jos Mana-Eu contestei-o, disse que
nao era verdade, qae ao contrario, o eapitio do
porto tioba reprovado o acto arbitrario e violento
da autoridade.
Eu perguntei ao nobre deputado se o que asir
mar ora com conhecimen'o pleno de que tinha
havido essa aprovecho por parte do eapitio do
porto ; S. Exc. deciarou ento qoe nao poda af-
rmar bem, orque eu sabia qae o eapitio do
porto, longe de approvar, cenaurou O teto.
O br. AmaralApprovou ; vi o ofBcio.
O Sr. Jos MariaPois a noticia que eu tenho,
e que me foi dada por pesaoa huo^.,. H*a
eapitio do porto, longe de o approvar, censurou-o.
O Sr-AmaralNao poda deixar de approvar,
porque o capotas exerceu urna attribuic'.o que a
lei lhe co'.fere
O 8r. Jos MariaTddas as autoridad s poli-
ciaes de I^uarasa em exercicio tem commettido
o eoutiauam a commetter actos da violencia. Ver-
dade que nio sao somente estes actos, mas to-
dos os dos demait comarcas. E" este o estado
normal da actual situacao.
Entre ns meamos vra-se todos os das, Sr. pre-
sidente, prisoos arbitrarias, violencias descomiou-
naes, verdodoiros attentados ; o cidado ao tem
maja garanta*. Por qualquer eousa, pelo acto
mais uoi'gaflsjOante, espanca-ae no meio daa ras o
cidado, (jooso ae nos estiveescmoa n'um pas
barbariaado.
O Sr. Aaeoaio Vctor V. Esa. nio se esisnca
do moldease da ra do Cresa.
O Sr. Jwao'MariaEu nao su a qae ae quer re-
*rr o nobre deputado.
O Sr. Antonio VctorE ah nio foi a polica...
O Sr. Jo.- MaraV. Exc. diga o facto da ra
do Crespo a que allude to cautelosamente.
O Sr. Antonio VctorAo facto da ra do Cres-
po em que V. Exc. figurn.
O Sr. Jos MariaE para que V. Exc. vem tra-
zer isso tela da diacusBio ?
Eu estou i.ccaaando aa autoridades policiaes de
arbitrariedade e violencias : cousa muita diffe-
reate do desaggravo tomado por um cidado, que
o fes nicamente por si, sem auxilio da autoridade
policial. Para que vem V. Exc. trazer tela
da discusso este facto, que antes deveria callar ?
Aqu, eu cenauro oa actos de violencia pratica-
do8 pelas autoridadea policiaes. Nao tem iaao
termo de eomparaco com o castigo merecido que
inflmgi ao indvduo, que me havia ofrendido.
I'.', portanto, o cidado que por s se desaggiava
da o (Tensa rece bi da,
All, a autoridade exorbitando da forca de
que inveatida; all o cidado que foi incum-
bido da vigilancia, da guarda doa direitoa doa ci-
dados, abusando deasa fjrca, para longe de pra -
tiear o bem, commetter violencias e arbitrario-
dados.
Nao ha, pois, termo de eomparaco entre a vio-
lencia, o arbitrio praticado pela autoridade poli-
cial e o desaggravo de um li mam de bem que ae
sent len i j j nos seus brio.; feito por si, no meio
da ra, luz do sal. *
O Sr. Gouoolves FerreiraMal iremos, ae V,
Exc. quizer enthroniaar esta doutrina.
O Sr. Jos MaraEm deaggravo da honra,
ca'la um faz o que os seus estmulos de li iraem
lhe acsnselham, ficando aos tribUnacs o dreito de
proeederem como for de justica. Eata a miuha
lei. (Apartea).
O Sr. PresidenteObservo ao nobre deputado
que a hora est a lindar.
O Sr. Joa Maria=Vou terminar, Sr. Preaid uto,
em vista da observaco de V. Exc.
Ficoa evidentemente demonstrado, nao foi c n
testado e uem poder ael-o, que o subdelegado
em exercicio de Tres Ladeiras est sendo pro-
cesssado, teodo sido contra elle expedido o man-
dado de priso. O preaid nte da provincia nio
tomou a menor providencia a este respeito ; man
tm, dande forca, conservando oprestigio ollical,
esse individuo, sobre quem pesa uma aecu3ac>j
desta natureza. P-,r eouaequencia, o admiuiatra-
dor da provincia, longe d- querer a morahdade,
longe de esforcar-se por imprimir aos negocios,
puolicos o oi:nli i da juatica, da verdade, ao con
truno, elle proprio coacorre part o dominio do
cabos, da confuao em que nos vivemos.
O que se pie mais esperar de um estado 'ea-
toa ? E anda ba quem, como o meu illustre ami-
go, deputado pelo 3." diatrict), acredite noa sent
mentoa de justica e de moralidada de um admi-
nistrador deabragado, de um adminiatiador desa-
busado como este.
O Sr. Baro de r .pissumiTenho e3ta crenca
por alguna actos que vejo.
U Sr. Joo Mara Maa a que actos sa refere
V. Exc. ?
O Sr. Baro de ItapiaaumaCital-oa- oppor
tunamente, atu de uo iucorrer no pescado de
fazer agora um discurso em aparte.
O br. Joa MaraV. Exc. citar apenas um
tacto: .i't-iii. o quartcl de pilicia, s 1U
horas da uoute, o Sr. presidente da provincia,
para verificar o que havia de irregular n'aquelo
xstabelecimento. Mas quaes as consequaucias
desta aua visita ?
V. Ec acnou as couaas em catado regular ou
uao? Deacobrio por ventura alguma nuianba ?
(riso). V. Exc. recouheccu que a* c maaa corriam
muito i e,-;i ir:n [!.- id corpo de polica ou nV
No caao atiirraativo, que providencias tomou ?
O Sr. Gonoalves FerreiraNao poda tomar
neuhuma, ae achou tudo regular : o caso af-
firmativo.
O Sr.J os MariaSe achcu que oe negocies
corriam multo b 'in perqu o orgo oflicial nao pu-
blicou o resultado d'eate exame feito por V. Exc ,
quando deacreve as visita* fetas ligoirameate,
luz do da, e sea este iatu'to?
O Sr. liarii de Itapissuma E' que o orgo of-
ficial muito cauteloso.
O Sr. Joa MaraMas, ao co itraro, o que
me consta que S. Exc. nao est muito satisfeito
com o actual commandante do coiiio da polica,
com quem, alias, preciso dizernio entreve-
aho relavos de amizade, maa de quem formo
ju'.ao Uvoravel quauto a sua b)ueatidade, pois
que at hoje nao chegoa ao me) conhecimeato
tacto a.guui que o desabone.
Entretanto, ouco uaa rumores, unaa meas p i-
lavras demouitratiiras dejjuo uocatiu do br.
{.reaideute da provincia oa negocios uo quartel da
polica uo audam l para quo digamos.
O Sr. Gonyalves FerreiraNo rotatorio diz-se
qae elle exerce o su logar com i.itellii^aacia e
activido.de.
O r. Joa Mana -Nao ha uovidade no aparte
do nobre deputado, e ae V. Exc. uo prestou at-
teneo. a culpa nao miuha, pjrque eu disse que
tormava da probuiade d'este tuuceionario um
juiso favoravel.
O Sr. Augusto Frauklin Faz-lh; jastica.
Com effeito muito houeato.
O Srt Joa MariaEu declarei que uo mau-
tiuba com elle relacsa amiatoaas, porque na nao
noa coinpriineutaraoa, maa uo ten Jo motivo para
mauitestar-me contra elie, porque nunca chegou
ao meo conhecim'nto cousa alguma a este res-
peito, declaro que form o melhor concato de sua
iionusii la i embra recouheca que um espirito
exc aoivaucute partidario.
Porm o que me consta, o que ouco dizer por
ineaa palavraa e phraaes ambiguas que ni)
este o Juibo que d'ease funccijnario forma o pr-'-
sid inte da provincia. ..
O Sr. Baro de Itapissama E u prova est na
visita que b. Exc. tez iaexperadarnontc ao quartel
a eaaa b ira da noite.
O Sr. Joi Mana...e que ao contrario tota
grande prevenco a 8eu respeito.
.... ,.i:r uc suppicute uo auodelegado do
2 districto da fra una da Boa-Viata deaia cida-
de, o cidado Mauoel Xiver Carneiro Campello
em aubatitnico de Jos Al ves Barbosa, que pas-
sou a 1* anppleote.
Por portara da presidencia da provincia de
25 o pmpoetd do Dr. chefe de policio de 23 dj
corrente, foi nomeado 3* anppleute do delegado do
termo de Ipojuca, o cidado Herminio Laurentino
de Andrade, em aubstituico de Tbeotonio da Sil
va Vieira, qoe nao aceitou.
I.tberlacde. -O Sr. Joa Luiz Alvea Vilella
oauamulher D. Franciaca Illuminata Alvea Vilelal
alferiaram ta escraviaadoa Luiz de 35 anuos,
aom onus algum, e Hypolta e Vicenoia com a
clausula de Ibes prestaren) servieos por 3 annos.
A carta do Luis foi pascada no mes da Fevereiro
do corrate anuo e as daa a'timas no da 23 do
cadente.
Halos librtamete* Rseebemoa non tem a
aeguiute declaracao :
Reunindo meua ooeravoa em numero de vinte
e cin-o, diaae-lhes que a todoa que ae conservas
sem ao meu engenho e nio se e va disaera at 31
de Dezembro de 1889, Ibes concedera liberdade
sem outro qualquer onua ; hoje faco publico aquel-
la minha promesaa e torno extensiva aos meus os-
era vos que eato fgidos, e*so oe recolliara ao en-
genho no praeo de triuta das, a contar desta da-
ta, e guardem a c judelo de perrasoecerem at
aquella data no servco de meu eegenho.
Faco-o sem alarde e aomeute para provar
que nao sou infenso tendencia d i progresso ae
meu paiz. Recife, 28 de Junho de 1887.FJrncsto
de Barros Franco.
Mari y rio e bonru O Sr. acadmico do
3o anuo da Faeuldade de Dreito, Viririlio Lar-
doso de Olivera acaba de publica.' com o titulo
cima nm poeraeto seu, bem escripto.
Agradecemos lhe a offerta qae nos fez de um
exemplar.
Tribunal do Jury-Tendo runtem com-
parecido 28 juizes de facto ua saladas sessoea nao
pule falta de numero legal haver sesao. lie
eorrendo-se urna dos jurados suppleatoa foram
sorteados os seguutea Srs. :
Fregiiezu de Santo Antonio
Autouio Bazilio da Silva Guimares.
Antonio Burgos Ponce de L-on.
Autonio Venancio da Silveira.
Joaquim B-rnardiuo da Costa Ros.
Jlo Baptista Goncalvea Lima.
Manoel Caetanc de Albuquerque Mella.
Miguel Archangelo Pereira do Reg.
Preguea da ioa- Vista
Dr. Antonio Witruvio r'into Uandeira e Aceioli
de Vascoucellos.
Augusto Cesar Rocha Falcoo.
Antmio Heurique Mafra.
Francisco L'opol lo M. de Souza.
Dr. Joo Augostj de Barros liego.
Walfndo liarreto de Mello Reg.
Fregiiezia da Graca
Galdiu) Cicero le Miranda.
Jos Duarte das Nevjs Jnior.
Dr. Jos Francisco P. Machado.
Frtgueaji do Poco
Aff)nso Ferreira Baltar.
Mauoel Lipes Vieira.
Fregneza de Jos
Manoel Joaquim de Castro Madeira.
Fregiiezia de Afoqados
Flix liibeiro do Amaral.
>s!ssi nato No da 7 do ctrente e no
lugar L>gradouro, Io dUtrieto da Bezeiros, o in-
dividuo de uoine Mauoel da tal, travaodj ae de ra-
zies com Jol) Braz, paaaarain a vas de facto,
Sando este ultimo f ndo com uma facada que o
riecou da numero dos vivos.
O cuiinoao, co no aiuda mu vez. poz-se a>
fresco; a polica, prm, segue-lln: o paaao.
tian Moca do "J- districto criminal daquelle termo foi
encontrado com um laco no peecoco o cadver de
Herculino, escravo do teueute Silvano liimeu
Tirres Gallndo.
O .delegado respectivo procede de acord
com a lei a ti n le deacobrir a causa.
Hajor Manuel Tilomas. '. mimu uc ain-
iij- o aeguiute :
P t uicoiamiioa de aade aegui) em procura
de melhiraa do seu engenho Maranh i para a fa-
zenda do Gado Bravo, do Sr. inajor L 27 do crrante, o llira. e Ex.-n. Sr. major Mauoel
Thomaz de Souza Leio. Um grauie uumero de
amigos dedcalos acompanhou aquelle illustre ca-
valhero at a estaoto de Tirab-ast ; aendo que
da dita catacao at S. Beuto, acompauh iram-no
aiuda os Srs. Dra. Jo^c Mauoel de Barros Waii-
derley e aeu irmij Manoel de B irros Wauderley,
commendador Autiuio da Silva Girio, oa majares
F.I x Joa da Cmara Pioieutcl, Sautuo do lU'go
Barros, padre Mano I Pereira da Cruz, seu illus
tre rmao Joao de Souza Le> e Antonio Alvea de
Olvcira.
" E' grato ver-se assim um cavalheiro reunir
em torno de si verdadeiroa aaiigos e sinceras af-
fecoee, quandj t os leve s auas virtudes e in-
ores qualidadcs.
n Fazeiuos siuceroa votos para que encontr
aquelle illuasre cavjilbeiro o prompto reatabeleci-
ment, que projura aua aaude, aeu lo em breve
reat tuido aos amigos e a extreoisa familia, o
OITt'rla.l^insta. nos que Tai ser ulf 'recido ao
CongreBao Dramtico Beneficente o drama em
cinco actis, denominado Sergi Panino, xtrahiio
do romance d'este nome pelo Sr. Joo lavares
Ferreira.
litreja de Liliana Wenhora da (loria
Na sexta-feira, 1.* de Julho, s 7 1-2 horas da
manila, fiaVer uma missa c Hitada cm louvor ao
Sagrado C.raco de Jess; e s 5 horaa da tarde,
tora lugar o Te-Deum Lmdamus con. aerrao, pre-
gando o Rvdra. Sr. ConegO Dr. Ananias Corre'a
do Amoral ; terminando cora a beuco do Sautia-
sirao Sacramento.
' Vapor Ta cia aabe-se que este vapor sabio ante-bontem da
Baha e deve amanhecer hoje neste porto.
E, como muito bem diz o meu nobre amigo, o
denota cabalmente a visita feita inexperadamente
ao quartel, a eaaa hora da noite; quaudo S. Exc
aasira uo tetr. procedida em relayo a outraa re
patticea e eatab -leciineut >s pblicos, sobre cujoa
clic'* recabara accuaacea aerias multas daa
quaes fuudadaa em documedtua que tem sido pu-
blicados.
O Sr. i'reaiJeutcLeirabro ao uobre deputado
que a h)ra est dada.
O .ir. Jjo Mura -O uobr.-a depura!)3 por-
tamo, uo podem contestar que paira aobre o es-
pirito do Sr. presidente da provincia alguma
cousa de duvidoso contra a probidad desse func-
ciouano, que us nobrea deputados sao aecordea
em adirmar que muito honeato, o que ao con-
testo, como j diaae.
Si. preaiacute, obedeoendo ordem de V. Exe.
termino aqu, tornando mais urna vez saliente, e
quantaa o puder fazer nao sero bastantes, que o
preaidente da provincia uo um hornera mora-
isado ; e o demonstra cabalmente o tacto de nao
tomar a menor providencia em uma emergeuciu
grave como esta. (Muito bem da opposico;.
JitviSTA DIARIA
Autoridades poltciaePor portara da
presidencia da provincia de 27 e proposta do Dr.
chefe de polica de 25 do corrtnte foram nomca-
uoa :
Delegado do termo de Correales, o cidado Ma-
noel Marques de Olivera, em subatituioio do al-
ie res Ignacio Vespasiano Augusto Ferreira, que
foi exonerado.
Para o lugar vago de 2* supplente do subdele-
gado do Io districto do referido termo, o cidado
Deodato Augusto de M Uo.
Para os lugares de subdelegado e 1' supplente
do districto de Lagoa do Emjrgdio, do mesmo ter-
mo, os cidadios Vicente Ferreira de So usa o Lino
Evangelista dos Rea, em aubstituico de Iziano
Pires.da Carvalho e Antonio Teixeira de Carvalho,
que foram exouerudos.
UiitunnaDeata cidade recebem :s bontem a
Gazeta de Goyanna, at 22 deate mez.
Exrahimos della aa seg'iinteS noticias :
E' voz publica, que a eseravsada Rita mor
reu (em 17) do brbaro a;oife que lhe infligi sua
aeuhora D Mariana Clara Pereira Vianaa, e como
existam diversas circumstancias que de algum
sorte corroboran) a opinio do povo, de justica
que o Sr. Dr. promotor mande desenterrar o ca
u-.v r a infeliz victima para o devido exame me
dco.
i D'entre as ciicumatancias que deroonatram
ter raorrido Rita do immoderadj foite que reee-
bera de sua senhora, notain-se as seguutes :
1. Qie o Sr. pharmaceutico Fraucelino Crespo
alrm m ter sido Rita accomm 'ttida de um ataque
lijotenco (ups o boato que correu de achar-ae
ella doeute em consequencia doa aceites que aot-
freraj constando do talio da licenc, passada pelo
procurador da Cmara que elle, fallecer de pleuriz.
Ent i, uma p-saoa accommettida de febre palus-
tre e murre ele um d> iuxo !
i N'eata contralllo est o primeiro vestigio do
crime.
2 Si Rita era escrava, com consta da col"
lectora geral, pjrque uo ae fez d'isto isenca ". e
se a cuterrou como piss ia livre? !
Ainda mais, pira que augmentou se o nomo-
de Rita com i o aobre-nome de Mana da Conce-
co, como conota aiuda da licenja para a iuhuina-
cSo ?!
3.a Porque mitvo tendo Rita 37 annos (com
vo-se de sua matricula) e na referida I cenca est
como a idade de 50 anuos ?!
Tudo st env jlve um mysterio !
Tudo iato siguifica a existencia de um crime
iiie se procura i.fiatar da ac( j da justica !
Tudo iato determina a possibilidaie de um
fucto cnuii loso que ni) deve escapar ao gladio da
justica publica!
Justina! Juatica! Justica!
At a data de boje (22) anda
autopsia no cadver da infeliz Rita.
lato cada vez mais enrobustecs a
de um assasaina'o commeltido pela
vctima.
Nos que uo temos trauaaccea polticaa, e
quo nos corapromettemos a defender o dreito dos
traeos coatra a oppresse dos fortes, havemos de
substituir o silencio do tmulo da desgracada Rita
pela voz estridente da justica.
S noa cal iremoa quando chagarmoa ao conhe-
cmento da verdade
De Goyanninha escreveram o seguate:
No da 9 de Maio tiudo, no engenho Mineiro
deste districto, foi ferido por am tiro, ua occasio
nm que se recolhia eaaa, noite. o Sr. Manoel
Sailes, empregado do mesmo engenho.
o da Ll deste mes, noite, evadi se da pri-
eiouin individuo que l estava reeolbdo,,por causa
de dei jran ento que praticra.
Contina a ser m ll serviia esta psvoaco, no
que ae refere 4 polica.
O Sr. sabde'egado entretem-ee em espingar-
1 dear as gallinhas alheiaa que vio pastar ao aeu
ao se fes
oresumpeo
senhora da
quintal, que nem cercado e eaquece seus de-
veres.
Oa soldados dormem, dvertem-se, pouco se
importaodo que os oreaos lujara, e at facilitaudo-
Ihes a evaso, como tem acn, ccido.
Os malfazejos velam, e pem por obra seus
mos intentos.
O pot.re e pacifico p-.ysaao s o que soflre,
sem ao meaos se poder queixar.
Quera providenciar? >
Kt-uaie cjoelaea Hoje ha a aegunte :
D j Monte Po doa Typograph)s de Pernambuco,
a 11 horaa do da, em aua sede ra do Noguei-
ra n. 47, em sesso.de aaaembla geral, para elei-
Vo e pooce da nova directora.
A nanha:
Do Comit Litterario Acadmico, em sesso ex
traordmaria s 10 horaa do da no lagar do cos-
ame paro se proceder a eleico da nova directo-
ra.
D) Club Recreativo Brasileiro, s t> horas da
tarde em sua sede.
Cabo submarino Em comuiunicaco da
respectiva compauhia soubemos achar se restake-
lecido o cabo submarino entre Pernambuco e Ba-
ha.
Denuncia de contrabandoNo The-
souro Nacional est depositada a quantia de...
.'j. 1121^. afim de ser entregue pessoa que em
Napolea denunciou ao vice-conaul do Braail o eon-
trabaajd de pedras preciosas oceultasera taces de
b)taa o aqui appreheiididaa a um paasageiro d)
paquete Adria.
Poltica liberal L-se ao Jornal do < om-
tnercio :
' So Club Liberal bouve reunilo aendo o consc-
iheiro Octaviado de parecer que se tratasae da re-
organisa^o do partido, elegendo os cloirores de
cada seccio, um delegade e catea um directori,
muuicipaL
Eata opuo foi aceita e vai ser posta em rie-
cuco.
Tratando-ae da eleico senatorial foi resolvido
que o partido nao orgauisasse chapa, podeado,
porm, apresentar-ae qualquer caudidato simples-
loeut pjr ai.
Sabe-se que o Sr. commaniiador Malvino R-ua
declarou que ae abstcneOca sao sempre fatauc e
que elle coutinuar a aer candidato.
t> imperador fjiallberma A proposito
doe SO anuos du idade do imperador Guiiboriue.
pablicou o Tima o aeguiute :
Sua Mag-staic sobreviveu a nao uieucs de ~c
soberauoa reinantes que foram eeus ciutempora-
neos, a saber : 52 reia ou raiuhas, eito imperadores,
aeia sul ose seis papas.
esteatrea foram rea da Prussia, Frederieo Gui
iherioe I. II c III ; dona foram res i Hauover,
lona de Wurtcmberg, quatro da Bav ra, trea da
Saxoma, um d<: Wcaifala (Jerony.-no Bouaparte),
um da Cien i, um da Blgica, (rea da llollauda,
tri'S le Inglaterra, tros da Franca, cinco da Suecia.
quatro di Diuamarca, uatro de Portugal, cinco
dt lleapanli i, cinc; da Sird -uUa, a 'is de Niiioi^a,
dous imperadores li Austria (ura loa qaaes foi
o ulfim d.t pnmeira liuba doa i-nperador- a alie-
rules), lous imperadoras da F. auca e quatro czares.
Sibreviveu tambem 21 presidentes doa Esta-
dos Unidos da America.
BalatSMlio* criminalNoa anuos trana-
eorridos d.-s le 18SI a ISSli, comm tteram-ac ua
capital da ii'publica Arg nti ia t 750 crime: e de-
Uc'os. asaun isa ficadoa ; desacato da autorida-
le 4-0 ou 5,5 i asaassiu-itoa 122 ou il
iggr< as i peasuas ',111 ou '.l" ; roubes e
turt la 5,187 uu 59, I ,, ; dolidos coutra a bonea-
tidade &' oa O, 7 ., netos diversos l:tou 2, 2 ,.
N ia ii!nmos cine aunoa augmentou a oriniu ili la-
de Ue m ido CoUSdcraVel.
Ni som.na ios deliuqu-utes iippreheodidis li^-u
ram os eatraugeiros com umipriporc.i) Je 5.S, 9*
ou m us de ni ti le, o dcstes representara os italia-
nos 320r8. No iuuo paaaado teve .ic lutervir a
polica em (0,953 casos ae ebriedade, quanlo no
anuo anterior a sua uitci venlo apenas se deu
em 28,447 casos.
ll'Hivo, portanto, no auno trausacto, ura augmen-
to de 12,'iO prisja ;. ir ubriedado.
Hedida ubre o elemento ii'rill-
E' da redacco do Diario Popular de S. Paulo
t seguate iuipjrtaute noticia ;
S ibera iaque est seriamente eutaboia la cutre
oa agricultores da pr vincia uma comuiuavo no
iutui'o de chegarera a um tnodus vivendi a res
to dos eacravos.
O plauo bascia-ac em accordo expressa
lamuc oom o abolicioiiiamo, que, por seu 'alo vol'
tara seus esforcia uo seutido do garantir o \<.
A idea iomiuante entre os agricultores uui-
rem se co combinaci 1 Collectiva e darem aos es-
cravna libeidade, cora a cundiciu de a rvic.s at
31 de Dezembro de 1889
Consta-nos que a idea camiuha, senJo franco
e sincero eutre agricultores c abolicionistas o ar-
dente dcaejo de solvere) na provincia a que
aervil, eom dependeucia de lei geral c sem inter-
venca 1 do governo.
A a spiracio uobissma para a D.ovincia,
particularmente para a classe agrcola pauliata.
Ha na questao servil tica interessea captaes,
distiuctos e om va de regra divergentes : o
tereese do escravo, o iuteresae do seuhor e o 111-
teresse social. Parece-nos que a solucao de ae
se trata c afinai um centro deiquilibrio eotri
eliea.
riealisado que soja, t< r a provincia de S
Paulo solvid 1 o temeroso problema da cmaucipa-
..io, cabeudo-lh: maia a gloria de baver pr
do com coragem e criterio excepcin, 1 s
K111I10Deata localidade pedera-noa a pu-
blicarlo do aeguiute :
Quaudo a descre.e. 1 o as .n'is subversivas
lavrara cora io'euaidade, quai.o uiu>. falsa philo-
aophia-antithese do vcrdadeiio progresso intcl-
lectual e moial se ostenta caprichosa, guerrean-
do a felicidade di a individuos, eom das soc eda-
des ; quando o espirito ruligioao se acha amor-
tecido, e o indifferentismo n is bate ae portas,
louvavel, at meamo ntcoasario divulgar aos
ventos da publicidade os servieos que :i religio e
igreja catholca tem prestado o Rvdin. padre
Viceute ae Mo.ura e Vasconcellos, digno pamrbo
da fr.guezia do Altiuho.
Alm da missa conventual, que sempre
muito concorrida, e onde o virtuoso L vita, faz
ouvir a ana palavia iuaiiiuante e eloquent acerca
da Homila da m s^a, alm de n) ae poupar a dis-
tribuir caridcsarneute o pasto espiritual a t)Jaa
as suaa orcinas que leclamain a sua asaia
tem o zel '31 paroeho c neorrido efficazraente para
o melhoramento material da nossa matriz, ja
doaudo-a de paramentos novos, j'i melb rondo e
asseando a interinamente.
Pela pica da Cuaresma, o exercicio p
da Va-Sacra foi muito coucorrdo pelos fiis uo
faltando a neuhum dos exercicioa o vigaro Vicente
do Mouraiucaocavel cultor da vinba do Senil 1,
creou nesta fregU3zia ympath'ca devocao do
Sagrado Coraco do Jess to conbecido j em
todo mundo chnsto, peo a ptimos tractos de
salvatio, explicando em -odas as occasies a ue-
ueasdade e excedencia de to impon..nte devo-
o; assim como o catbecismo aos domingoa ten
aido feito com mxima proficieucia ao pavo |Ue
temculh'd) rxeelleutcs resultados.
Qjur o anno passado, quer n'este, o livduj.
rigario Vicente de Mjura e Vaseouc. los fez a
exercicio do mez dedicado Excelsa Senboia da
C me- el com poupa e brilhantiamo, que exce-
deram espectativa nao 60 dos altir.e isos, como
tambera doa habitantes d'outras paroe'iias. Pria-
eipalmeiite este auno, tedas s noit-a do mez Ma-
riano, havia grande concurrencia de neis que lam
renJ-r oculto deodo a Excelsa Mu do Ro.lcraptor,
e para oavir a palavra auto.-isada de seu digno
pastor, qu<", naa arroubos desua eloqueoi.i, pintara
com creo bem vivas aa peregrinas virtudes do
Mana e o aeu patrocinio grandioso diaut- de sea
filho Jess ; no ultimo da, alis da miaaa da con-
sagraeo o procissi 1, bouve o ofiereoimonto, que
esrve magnifico, j pela lida copiosa illum-
naco aimetricameute disposta, que dava um realce
maraviihoso ao eapectador, e j pela profusio d is
Qires e harmona da Philarmonica, qu fasiais da
igreja matriz a raagem symbolica da igreja
triumphante !
Ecameomo bello e surprehendente admirar-te
aquelle festivo espectculo Concluidos os exer-
cicas religiooas, foi o mesmo astiaavel padre Vi-
cente de Mouia alvo de uma muito significativa
manifeataC/o.
> Os cidadios, in.-.is qualificados.desta frego-
sla, precedidos de urna bauda d: musici manual,
forom a casa do vigaro cumpriraental-j polo modo
porque tem exereMo seu8 deverea como paroeho,
e como solador a propagador do Evangelho, por
parte dos aitiuensos, iallaram o prufeasor Juven-
cio de Barros Corris, e o esorivia Pedro Alves da
Costa C)uto, o padre Tteente de Monr, em phra-
ses emocionadas, ajrrodecausio oig ifieativa monstracio de apreso, e coicluio levantando vivas
i religio catholica aonstolica loinaiia, a Sua Sau-
tidhde o papa Leio XIII, ao digno prelado d'esta
1
/
r
MUTILADO
i




1
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


' .

m
Diario te PoraamiHin^arttt-feim W de Junho de 1887



diocaae, e ao devoto povo altio*us#, vivas que fo-
ram carrosamente correspondidos. Como com-
plemento, e para dar oaa pro de sea. espirito
oaridoso, o padre Vicente de Moura fe entrega
nessa occaaio de urna carta de liberdads i um
sea escrav > moco, demonstrando d'esta sorte os
senj seatimentos humanitarios.
Oala qae o uosso digno parocho fo3se collado
porque certamente aregio e a sociedade alti-
nense teriam milito a ganhsr. a
uiri'Horia dai obras de conserva
tio don porto*Boletim meteorolgico do
i. 27 d Junho de 1887 :
de Joo Joa-
Hora-. a- o 3 -X Harometro a O Teaso do vapor -a m i a M
6 m. 240 _2 761%| 18,58 81
9 2''3 7tS2't8 19,69 77
12 281 762";*>' 19,90 68
3 t. 27'9 7>il'"3- 19,71 70
6 2 Temperatura mxima*.8,7
Dita mi liini23*,75.
SvaporHeo em 2i horca ac sol: ~>-",b ; soin-
bra: 2,6
Chuva2IU,3.
Direccao a o vento : SE de meia u.,itr at 8
horas e l~i minutos da inauhi ; E (eom interrupco a
de 1." minutos ESE e 3 minutos SE) at meia
noite.
Calmara .las ID horas e 30 minutos da tarde at
meia noite.
VeIocida.de media do vento
idade media: 0,26
lioletim do porto
4 ra do Hario da Victoria n. 40
qnim da Costa Leite.
Tambem acham-se venda na Gasa da Fortuna
ra Primeiro de.-Marco n. 23, de Martina Fiuza
Ceasiterlo Publleo Obituario do dia i7
de Junho :
Loisa Rosa, P rnambuco, 1 anno, Santo Anto-
nio ; gastro interite.
Jos Francisco Narciso, Portugal, 73 annos, ca
sado, Eecife ; iusofficieucia mitral.
Maria do Bosario (eeerava), Pernambuco, 50
annos, solteira, S. Jos ; dyarrhi.
Augusto Pereira da Cunha, Pernambuco, bl
anuas, solteiro, Boa-Vista ; dyarrha.
Candida Maria da Conceco, Pernambuco, 42
aunas, viuva, Boa Vista ; lesao cardiaca
Felicidad Maria.Torres, Pernambuco, 70 annos,
viuva, Boa-Vitst ; cachexia senil.
Adalberto, Pernambuco, 2 m>zes, 3. Jos ; en-
terite ngnda. ,
Antonio Lopes P. reir de Mello, Portugal, lib
anuos, vinvo, Boa-Vista ; encephslite.
CHRONCA JUDICIARIA
lm,62 por 8eu:. i
32 -
Z = -3- e Di. lloras Altara
-, -
o
P. M. 'i de Junho '.' 1 da inauh 2, -33
B. M. a n 324 da tard 0,,nr>
P. M .1 V 935 2, "17
B. . 28 le Junho 4 0 da manila 0,"'81
Pruiliniia de catamentu r'.rsiu li-
dos no domingo 26 do correute na matriz da Boa-
Vista os seguales :
Pedro Antonio X ivier Ferreira com Claudeni-
na Brasilina de Castro.
Joa i Franeiscj dos Sautjs com .Mana Isabel da
Coneeicis.
Antiui Joaquim da Costa com Aielia Amelia
(i Miranda Castr .
l Sexta-feira :
Pelo agente Pinto, As 10 horas, ra d> Mr-
quez 1 i1 in i n 52. de movis, eryataca e vasos.
Pe/o agente Bnrlamaqm, As 11 1|2 horas, no
Caes do Kamos, da barcaca Jou i Alfredo.
Pelo agente tepple, a 11 h iras, ra do Im-
perad r u. 30, de um sobrado de 2 andares.
Pe/v agente Brltto, :is 10 1 2 horas, ra de
S, Joao a. 5, da armacaj e utensilios da tuverna
abi sita.
Sabbado:
'IPelo agente Modesto Baptista, s 11 horas,
rur do L o Coroado n. 24, de movis louca e vi-
dros.
Mi*an fuicbp'cv. Serio celebradas :
Ainauh :
A's 7 frontil, na matriz de S. Jos, por alia de
D. Auna Amalia Barbisa da Silva; s 7 1|2 ho-
ras, na ma'riz da Boa-Vista, por alma de D. Cla-
resse de Aguiar Gesteira: s 7 1 2 horas, na ma
triz da Boa-Vista, pela alma de D. Isabel Mari
da Conceico Mattos.
Sexta-feira :
A's 8 horas, na matriz da Boa-Vista, pela al-
ma de I). Vlaria Jorge de Meuezes.
Sabbado :
A's S horas, na igreja da Sdedad', p la alma
do major Joaquim Appridio liosa da Costa.
Paft*ageiroi Sabidos paraos p ortos do
norte do vapor nacional Para :
Fr. Jos de Santa Julia Botelho, D. abbade Fr.
Manoel do Espirito Santo, II-rmegildo de Britto
Cunha, C. B Bauk:r, S. Namorte, S. Emilie, Ma
re S beller, De Laigi Francisco Minricio Siflone,
Dnate L->on, An^usto dos Santos Fonseca. Ma-
no"! Cerqueira de Magulha-.'s, Joaquim E. do Es-
pirito bauto, Jos Freir, capitao Bruno da Costa
Pereira. Laurindo Pereira, O, liutino Rodrigues,
Francisco Joaquim de Mello Cah e Bonifacio de
A. Bento.
Cana d* WelenraeMovimento 'los pre-
sos da Casa de Dctencao do Recife no dia 27 de
Juaho :
Existiam 362 entraram 5 ; sahiram 10 : exis-
tom 357.
A saber :
Nacionaes 323 ; mulberes 9 ; estrangeiros 14 :
escravos sentenciados 5 ; idem proceseados 5 ;
idem de carrecgo 4.Total 367.
Arracoados 325.
Bous 303 ; doentes 22.Total 32.6
Movimeato da enfermara.
Teve baixa :
Jos Manciubo do Nascimeato.
Tiveram alta :
JoB Januario da Silva.
Man Manoel Djlfino do Sascimeuto.
i.merin do CearEsta acreditada lote-
ra eujo premio m*>or de 15:000000 ser et-
trahida boje 29 do corrente.
Os bi het.es acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Lirga do Rtsarie'n. 36.
Tambem acham-se a venda na Casa Feliz na
praua da Iudependencia us. 37 e 39 e na Casa da
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia No dia ..
do corrente, 3 4 horas da tarde, se extrahir a
7 loteras, em beneficio da matriz da Boa-Vista
do Recife e, no consistorio do igreja de Nossa
Senhora da Couccicao dos Militares.
No mesmo cousisrorio estarlo expostas as ur
ane as espheras a apreciadlo do publico.
Lotera da corteA 204* lotera da cor-
te, pelo novo plano, cujo premio grande de....
30:0004000 ser extrahida no dia .. do cor-
rente.
Os bilhetcs acham-se venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera do Grao-Para-A 3 seiedalO
lotera desta provincia, pelo novo plano, cujo pre-
mio grande 120:000^000, ser extrahida no dia
2 de Juliio.
Bilhetcs venda na Casa do Our a d" Ba-
rio da Victoria n. 40 de Joo Joaquim aa ~osta
Le te,
Tambem acham-se venda na Casa d& For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C. bra.
Lotera do Espirito Manto Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000^000, ser extra-
hida no dia 1 de Julho.
Os bilhetea acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acbam se venda na Casa Felic n
prava da Iudependeneia ns. 37 e 30 e na Casa da
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia do Paran
A 18|loteria desta provincia,pelo novo plano, cu
jo premio grande de 15:000^000, se extrahir
no da 5 de Julho.
B:lhtes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martius Fiu
a & C.
Lolerla de 4laoa A 18' parte d-sta
lotera, pelo novo plano, cujo premie grande
de {0:000030, ser extrabidalamanha 30 do cor-
rente s 11 horas da manha.
Os bilhetea acham-se venda na Cas Feliz
praca da Independeucia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortu
na ra Primeiro de Mareo n. 23, Martina,
Fiuza S C, e na Esmeralda, ra Larga do Rosa-
rio n. 34.
batera da provinciaA 7> loterL em
beneficio da matriz da Boa-Vista di Recife, ser
extrahida no da .. do corrente, s 4 horas d
tarde.
Os bilbetes garantidos acham-se venda na
Casia Felis na pr..ca da Independencia us. 37
e 39i
Tambem acbam ge venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Margo n. 23 de Martis F.u-
a&C.
Lotera 4a Parabybaesta loleria cojo
p: nio graode de 20:0001 ser extrahida ama-
nhl 30 de Junho 's 3 horas da tarde
Os bilbetes acham-se renda na Casa do Ouro
Tribunal da Rela^o
SESSO ORDINARIA EM 28 DE JUNHO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. SK. COJSELHEIRO
QOINTINO DE MIKASDA
Secretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem-
bargadores em nume o legal, foi aberta a sesso,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e pascados oj feitos deram-se os
aegaintes
,1 L GAMESTOS
Ualoeas eorpu3
Pacientes .
Joo Fru :tuoso da K icha ManJ tu-se ouvir o
jniz d; dire.t i Jo Bonito.
Manoel Materno d. Silva.Negiu-se a ordem,
unnimemente.
Recursos ele'toraes
Do Ouricjry B irrente o iuizo, recorrido
Francisco Pedro da Silva. R lator o Sr. conse-
Ihoin Quetroi Barros.Dea-se provimento, una-
uiineuie>.ce.
De Bom JardimK^corrente Antonio Francis
co do Rogo, recirrid-, o juizo. Re'ator o Sr. des- j
embargador Buar jue Liuoa. Negou-se provi-
meuto, uuauimemen ti
De BezesroaRecorrente S vino Martina de
Moraes, recorrido o juizo Relator o Sr. des-'m-
bargador Oliveira Maeiel. D. u-se provimenro,
uuanimeinenre.
De lagazeiraReeorrente o promotor publico,
recorrido Silviuo Ayres dt Aluquerque Cava -
cante. Rela'or o Sr. uesein'utrgad ^r Toscano
Barrete- Negou-se provimento, uuanim 'mente.
Oe B)in JaidimRecjrrente iysses Olindense
da Cuuha, recorrido o juizo. .ie.ator o Sr. des-
embargador Toscano (JarretoNegou-se provi
ment, unnimemente.
D'AreaRecrrante Rodolpho Pires de M. lio,
recorrido o juizo. Relator o Sr. deseuibargador
Moutciro de Audiade.Nao se toaiou conbeci-
mento, uuaninemen'e.
D'AieiaRecorreute o bacharel Joao Lopes
Pessoa da C ='a, recorrido Joaquim (ornes da
Silva. Kelator o Sr. deseuoburgador Pires Gon-
yaives.Deu-se provimento u recurso, unnime
mente, cum urna advertencia .j uii de direito
Jos Jacintho de So za.
Do OuricuryR-corrente M i >el de Fre tas
Cavaleante, recorrido o juiz .i :ia:or o Sr. des-
embargador Tvares de Vasconcellos. Negou-se
provimento, unnimemente.
Recursos crimes
Do R'cife -Recorr-nte o juizo, recorrido Fran-
celino Augusto de 11 landa Chacn. Relator o
Sr. deseuibargador Toscano Barrete. Adjuntos
os Srs. di-sembargadores Alves Ribeiroe Tavares
de Vasconcellos.Negou-se provimento, unni-
memente.
De Bom CouselhoRecorrente o juizo, recorri-
do Antonio Vieira Dantas. Relator o Sr. deseui-
bargador O.iveira Maciel. Aljuntos os Sis. des-
embargadores M. nteiro de Audrade e Toscano
arruto.Segou se provimento. unnimemente.
De PinedoRecorrente o juizo, recorrido Fran-
cisco Pereira Lima. Relator o Sr. deseuibargador
Mouteiro de AnJradc. Adjuutoa os Srs. desem-
bargadores Pires Ferreira e conaeiheiro Queiroz
Barros.Negou-se provimento, uoanimemeatc.
Aggravo de petiyo
Do commercio do RecifeAggravantes Santos
& C, aggrovadoa Azevedo t C Relator o Sr.
deseuibargador Buarqie Lima. Adjuntos os Srs.
desembargadores Deltiuo Cavalcaute e Toscane
Barrete.Negou ae provimanto, unnimemente.
Prorogayo de inventario
Inveotarianle D. Felicia Augusta Marques da
Fonseea.Ciaccdeu-ae o prazo pediio.
Habilitando
Appeliacao civel
Do ReciteAppellante JoaSoares Jo Amaral,
appellados os herdeiroa de Francisco do Re_-o Pon-
tes. Relator o Sr. desembargador Tavares de
Vascon^eiloa. Revisores :s Srs. conselheiro Quei-
roe Barros e desembargador Buarque Lima.Fo-
ram des: rezados os embargos, unnimemente.
Appellacea crimes
Do TrsipAppellaute o juizo, appellaJo Joao
Alvos dos Santos. Relator o Sr. conaeiheiro Quei-
roz Barros.Aunullou-se o procegso de fl. 28 em
diaute, contra os votos dos Srs. desemDargadores
Pires Ferreira, Buarque Limae Toscano B >rreto.
De Jaboato Appellaute o juizo, appellado
Herculano Pereira Oas. Relator o Sr. conselhei-
ro Queiroz Barros.MandU-se a novo jury, una-
nimemeute.
De OuricuryAppellaute o promotor publico,
appellados Alexandre Jos de Oliveira, seu filho e
outros. Relator o Sr. conaeiheiro Queiroz Barros.
Nao se tomou conhcciin uto, unaaimemente.
De BezerroaAppellaute o juizo, appellado
Antonio Mariauuo da Silva. Relator o Sr. des-
embargador Buarque Liima Mandou se a novo
jury, unnimemente.
Do PiancAppeilante Jos Themoteo Rodri -
gues, apoellada a justica. R lator o Sr. desem-
bargador Buarque Lima.Confirmsu-se a senten-
cia, uuanimemente
De MaceiAppeilante Joo Feiix Cabrinha,
appellada a justiya. R-lator o Sr. desembarga-
dor Buarque Lima.Mandou-se em diligencia.
PASSAOES8
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appeliacao crime
Appeilante o juizo, appellado Joo Seraphim
dos Santos.
Do Sr. desembargador Buarque Lima ao Sr.
desembargador Toscano Barrete :
Appeliacao commercial
Do ReciteAppellantea Ernesto a Leopoldo,
appellada a maaaa fallida de Flix Uomes Coiin-
seneordiado Recife, embargada Jos Alves da
Silva Gofmar>S;
DILIGENCIAS
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica as seguintes
Appellacoes Crimea
Do 1' larAppeilante o promotor publico, ap-
pellado Manoel Joaquim Alexandre.
De Becerros Appeilante o juizu, appellado
Manoel Quirino Santiago.
Com vista s partes :
Appeliacao commercial
Do RecifeAppfllautes Gomes pellado Manoel Soarea de Oliveira.
DISTBIBiyOES
Aggravoa de petico
Ao Sr. desembargador Tavares de Vasconceljoa :
De Iguarassaggravaute Vicente Antonio
Novelino, aggravado Dr. Lycurgo de Albuquer-
que Nascimento.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do RecifeAggravante Florencio Domiognes
da Silva, aggravado o juizo dos feitos da faienda.
Aggravo de instrumento
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel:
De Pao d'AlboAgravan*e Jos Pinte Lapa,
aggravados Dr. Marcolino Ferreira Lima e ou-
tros.
Appellacoes crimea
Ao Sr desembargador Tavares de Vasconcellos :
De Alg.t do Mouteiro Aopellaute o juizo,
appellado Jos Pedro de Alcntara.
Ao Sr. conselheiro Queiroz Barros :
Do Brejo da Madre de Deus Apoellaate Cae-
tauo Jos de Oliveira Cobra, appellada a justica.
Ao Sr. desembargador Buarque Lima :
De QiebranguloAppeilante o juizo, appella-
do Manoel Limeira da Silva.
Ao Sr. desembargador Toscano Barrete :
De Bom ConseiboAppeilante o juizio, appel-
lado Antonio Luiz da Silva.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
De AtalaiaApp.'llante Joaquim Vieira da Sil-
va, appellada a justica.
Ao Sr. desembargado- Oliveira Maciel :
Ds PilarApp liante o juizo, appellado Joo
Joiquirc Cavalcante Ramos.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
Dj PilarApp liante o juizo, appellados Jos
Antonio Rodrigues e outros.
Ao Sr. desenoargador Mouteiro de Andrade :
D: Macelo Appellaute Bernardino Antonio
Bsserra, appellada a justica.
Encerrou se a oesso s 2 1|2 horas da tarde.
empenho destes, alea de anas obrigac s restric-
tas; qoe.o annpiicante collocou o Matalouro e os
servioos respectivos ng melhoras ooadicaes de re-
gularidadc e-aoeio; qa a experieaeia e pratiea do
sapplicante n1) aeriam fcilmente substituidas
sem tentiitivas e oo.hm eonttsirioi orlem e des-
empeaho do lervico: se digne conceder como um
acto de juatica e de reconhecimento do ?elo, acti-
vidade e boa f do supplieante a prorogacao do
prazo requerido do Bobredito contracto ; pelo que
pede deferimente.B. R. Me.Recife, 9 de Fe-
vereirode 1886. -Jos E de Azeved
Neasa minha petico que abi deixo transcripta,
a Cmara lancou o deapacho seguinte:
Dele-ido, de confoxmidade com a propoata do
Sr. verealor Dr. Jos Osorio, approvada nest d
outra; isto tanto mata eleicio, como em todas
aa o arras.
?*rt. 65. A sdala que for escripta fra destas
cbndicoea, ser considerada como asaignalada,
SBaioD com> a que for escripta em papel que nio for
o fornecido pela masa ou recolhida em differente
involucro.
Art. 66. A sedula que contiver maioi quauti-
dade de votos do que acuelles que se ti ver de dar,
nao ser apurada, sendo conaervada para ser pre-
sente ao poder oompatente.
Art. 67. Qualquer cidado ten o direito do re-
pellir qualquer tentativa eontra a ana* e seus pa-
pis Jete leudo-os por todoa os meios a ,seu alcance
at matando se for o perigo eminente e este raeio
for iudispens ivel, reapondendo solt ao proceaso
te. Paco da Caovra Municipal daRecife, 10 de mesms depois da. pronuncia,
revereiro de 1886. Dr. Rirnnra H f'nnhu nro I irt KS inn,iu ,., -..-
vereiro de 1886.Dr. Carneiro da Cunha, pre-
sidente.Joo TorresoOctaviano de Souza. A.
Neves.Cuaay. Augusto Vaz.J. P. Neves.
Gea Cavalcante.Padre Mello.
^ A proposta a que so refere esta deliberacao da
Cmara, a seguinte inserta na acta da sesso do
referido dia :
Conceda.se apror.gici de ju > s trata s-
mento por 3 annoa, aem nenhuma van'agem alm
das eontida u i contracto, noioe.ii lo-se uipaoim-
miaso para entrar em accordo sobre oa melhira-
mentos de qu.-falla o contractaute. E:n 10 Je F_-
vereiro de 1886. Jos. Osorio.
Basta ler 08 documentos transcriptos, para qual-
quer convencer-se de que a proregacio fui sim-
pleamente concedida sem condicocs, deponiendo
smente de accordo eommigo os meboramentos a
que alludi na petico cima"publicada.
O parecer reconheceu que a primeira commisso
Art. 68. Aquelle que responder a chamada em
oa vencimeotos que deixou de recebar, e,. anda
mesmo que tenha cabido em exercicio fiado, pela
verbaeventuaes.
Art. 95. Sople ser legalmente domittiJo c
embregado publico remunerado pela quinta falta
das nio previstas.com pena de deaissio pelas an-
teriores disposicoes em vig'r, depois de adinoeste
dos duaa vezes pelaB primeiras, e suspenso pala
terceira por tempo at Jous mezea e pela quacta
at seis ; ou por facto tal da vida privada, que
prodazam "scaulalo ou desmoralisem o emprega -
do a tal ponto que elle nio possa m iralmeute exer
cer as funecoes de seu cargo.
Art. 96. A suppresso de qualqner cargo re
munerado, geral, provincial ou municipal, n>
prejulica o respectivo fun gama de seui voncimentos, oa quaes continua *
nom^. do eleitor cujo diploma exhiba, h.vendo re- ^^ "t "" noB,f,ldo pa" clamaco contra o facto por qualqner oteitor, in WMM provmcia, enibora de differente
u..;na n* .~k... a. .___?,..?<_....._a. genero e cathegona e por differente D.der. t
clusive os membroa da mesa, aera preao em lli-
grante e conduzido pelos eleitores que a isto se
quizerem prestar, .. autoridade mais prxima,
quand for poasivel, lavranio-se um termo breve
do facte, pela mosa ou por dous ou mais eleit res,
quando esta o nao fiz-r, com a disenpeo dos sig
naos do individuo e iodicaco de seu verdedeiro
nome quando for conhecido por qualquer eleitor
presente, e remotrida c,iia autoridade eompe-
tente para ser instaurado o competente proeeiao e
se I he
por dinerente p ider, e
para outra provincia se o funeciooano mato
convier.
Art. 97. So os vene m Mitos di novo cargo fo
rem iuf-rior.-'s ais do anterior, a diff-renca ueri
preenchida pelos cutres, plosquies enmante
nrmente pagos, assim como as d-spozas de seu
transporte e le sua familia e i> priui'ir.
K cimento.
Art. 98. Os lugares qae vagarem lo estilo.
da provincia ou da muoiuipaliiade nao pojem ser
Ihe impor a peua de doua a quatro annos de .,. ,_.u!i
,, e inhabihtacao perpetua para ser qualifi- KrfaSSi? ? '" "" "W ''
pris
cado eleitor.
No caso de insistencia at cotieco a que a
mesa nao poaaa resistir, ser a aedula deese iu
viluo recehida, temida voto em sepralo com aa
iri; em Iisp mibi ida le, ealvo baven-
falta de habnitaco i >r a-.....er ".
nomeada nao a resentou trabalho algum, e que eu competeutes notas.
em 17 de Novembro de 1886, indiqu a os uiein ira- Art. 69. O que araacar meaa ou qualquer de
meutoa que propuz, sendo nomeada outra commis-! seus membios, ou le qualquer modo atacal-os
sao, da qual fazendo parte o Sr vereador Dr. Jos po,- causa da deliberacao que tiver olla tomado
Osorio, este dera a reapeito s u parecer.
Eaaa petico a seguate :
sera preso pe.os eleitores, e conduzido a autori-
dade mais prxima, e acorrer ni p^.ii de djU: a
INDICARES ATIS
Mdico a
O Dr. Lobo Moscoso, de volt?, de su0
viagern ao Rio de Janeiro, conntia nB
oxerciuio Je sua profissio. Consltuas da
10 s 12 horas da manha. Eapeciaidadeg
eperayoes, parto e molestias de sen horas e
'neniaos. Kua da Gloria n. 39.
Dr. Barreto jampaio d consultas de
aieio-dia s 3 horas no 1. andar da casa
i ra \-> Barito da Victoria, n. 51. Resi-
dencia ra Sete de Setembro ?. 34, en-
trada pela ra da Saudade n. 25.
O Dr. Castro Jess tem o seu consul-
torio mlico, ra do Bom-Jesus n. 23,
soorado.
Dr. Gama Lobo medico operador e par-
teiro, residencia ra do B. de S. Borj i n. 2.
Consultorio : ra Larga do Rosario n. 'A A.
Consultas das 1 horas da manhS s 2 da
tarde. Especialidade : molestias e opera-
coes dos orgaos genito-urinarios do hornero
e da mulher.
Dr. Joaqa'nn Loureiro medico e parteiro
Consultorio na ra do Cabug n. 14, 1.-
and-\r, de 12 s 2 da tarde ; residencia no
Monteiro.
Connullorlo Homueopattco
O Dr Miguel Themudo, medi ;o ho-
moeopatico, tem o seu consultorio ra do
Barao da Victoria n. 1, 1." andar, onde
d consultas diariamente das 12 s 3 ho-
ras. Chafados por escripto a qualquer
hora do dia ou ta noite.
O Dr. Barro* diulmarue*
Pode ser procurado no essriptoro deste
Diario da? 11 horas da manha s 5 d a
tarde, todos os dias.
O Dr. Milet mudou seu esjriptorio de
advocada para ra do Duque de Casias
n. 50, 1. andar.
Drogara
Francisco Manoel da Silva & C dspo.
ltanos de todas as especialidades pharmn
:eutii-as, tintas, drogas, productos chimico
;Jmedicamentos homoeopaticos, ra do Mar
juez de Olinda n 23.
Drogara
Faria Sobrinho & C. droguista por atta-
cado, ra Mrquez de Olinda n. 40.
errarla a Vapor
Serrara a vapor e ojficina de carapina
de Francisco dos Santos Macado, caes
de Capibaribe n. 23. N'este grande esta
belecimento, o primeiro da provincia neste
genero, compra-se e vende-se madeiras
de todas as qualidades, serra-se madeiras
de conta alheia, assim como se preparara
obras de carapina por machinas e por pre
yo sem competencia Pernambuco.
^ Illma. Srs. Presidente e mais vereadiresda oito anuos de pris'o.
Cmara Muni pal.Jos E euterio d Azeve.lo, I Se o ataque ou ameaca for apoiado por arma de
qualquer genero, ser a peua de quatro a J ize
tendo esta Illma. Cmara deliberado a prorogica
do contracto do aupplicinte para o aervico do Mi-
tadouro da Cabanga, depois de diferentes diligea-
eias e exames procedidis pelos respectivas verea
dores no intuito de se assentar as eliusulaa espe-
cia s do terin i de prorogacio do ditj contradi,
vem ante esta Mina. Cmara propor para o r fe-
ini is de priso
Q'iaudo nao puder ser preso, ser lavrado um
termo breve pla mesa ou por q'ialquer uuaeri le
eleitores excedente de um, quando a m oa ni i o
f'iea, tomauio-se uota das tescemunhas do facto.
Este termo ser remettido ao juiz le direito, i
rido fim o seguinte: obrigar-se a todas aa despe qual dar recibo.
zas de conservacio do edificio, obras e material do I Art. 70. Tilo aque.ll.; que soltar, ou 'entar sol-
Matadouroduraate o prazo da prorogacao de modo \ tar ou p >r voleneia, ou p ir engao, o preso por
a manter o aervico naa melhores eondicoes de re crim de e'MVa i. acorre as m-smaa p'naa a que
gulandade e aceo. Melhirar a galera do esg ot o. elle for su jeito.
de modo a satiafazer as eondicoes 1^ saneamento Art. 71. T Jo aquella que entrar ui secca
e completa limpeza do estabelecimento. Substituir trazendo ccete ou bengala, ser retirado p in-
por novas as taxas existentes para o prep iro das timacao da meaa ou de qu i qn -r eleitor.
fressuras. C instruir urna coberta e coilocar um Se nio atten ler ser preao e canduzdo a auto-
coxo no curral, se esta Illma. Cmara determinar ridade policial maia proxim iucorrenlo na pea
que o gado faca estada no Matadouro durante o | de um a r-e anuos de priaao : lavranlo-se t-nn i
diu. Concertar o Udrlho do lugar da matanca,' do facto se nio tor pjjsivel cu ctuar a prisio.
suostituiudo as pedras iuu:ilisadas por no.as e to- Art 72. Aquello que pjch ir arma de fogo ou
mando com cimeuto os intersticios onde for neees- parfurante ou exhibir bomba de q-alquer gener .
sano, raz-r no lugjr onde desemboc cano de que possa explisi.-. s-'r dora'sm> modo preso e
esgoto um pejueno caes para o fim de im -dir a sofi' era a pena de dous a >if, anuos de priso.
entrada de aias. Asaim conforme as mencionadas Art. 73. Nio s.....iteude esta disposiy) com
eondicoes, que a prorogaci que Ihe foi conceud aquella |ue. para defeza da mesa e respectivos
aeja reduzda a termo ; pelo que pede deterim-nt i papis e urna ou em defeza propna, usarem de
por men. Kecifc, 17 de Novembrode 1886.
Jos Eleut to de Azeuedo.
E' visto, p lia, que o accordo vera iva sobre og
melhoramentoa, objecto de clausulas especiaes, que
fsito elle deviam ser reduzidaa a t rmo; e nio da
qualquer genero de arma, nao eeni
explosivas.
T1TCL0 VIH
as boa)o i-,
do nelle
lugar.
A-i. '.<'.<. Exeeprua-se o caso en | i ,. .
lug.-r o aecesaj ur mpregado |ii
accessode-x' vag j-lo menis lugar I i; i -
vencimentoa pira o e.npr.-g 111 n ln..inibtl-
d ile.
Arl. 1U. O agente lo po ler >u i i aul
que fizer uomeacao a proposta p ra iiom-'aeio le
novos funecionarios em juaut ho v. r einon-g 1 i
em disp .'oibilnlade, ou em |Ua:U os cilrei i> -
tado, da provincia u na mnuieioali la I
i'erem eom elles, tic i obrigaii i i:!uiisi- is
resp'ctivn cofr.ia m nsalmenl
Art. il. >* lus tU'iec'ionaros "in dispiui
bilidado quau io forem n lineal oa pira in'roa iu
gar s uao Iiro desp :. ilguna, nem I)
litu'o de 3 I provimento.
Art. ii:. Se > funeci nano em lisponib lila-
j de requrer ap/Srutadorn, ella lli
p ir imposiioilid ide piy-.c. >u ooral, issimcim
la lata d i pi- enlgicao i .' i le l i i i ipirn-
i I ira f f"i '. ser c mee lida p ir im i issioili lade
phy.iic i ou mar il, s-ji tual i >r o a mer i i naoi
i a 'i-vie i '|ii e .ote o empreg.i lo
Art. ni,, i) en k- g.ilo |Ue |ii talo I
;e il id i tivor triut i san is de s i. lee
! sel-o-hi e un Milu; oa vencimenl
Art. loj. ti mpr juin ip seul ado a Xj
exercei fun ;.i pib taalgum i r.inuuerafa, ainia
mesmi de eleicio pipil i late gsuer
lera ej reer -.. -. respectiva reaiuu -ni-
ca i ou oa vencimenl is i > carg i em | le i i
' i I lar inte i lem i i em \ exere- r e irg
el'ii, i .
Art li).">. i > i ineci m ir o aposenta I
restab 1" -r d i ui i ,| deu causa a sua api
i senta ion i, aei cbamido i acrvici c pide. i
requerer, d-ix :i:l > de p 'rceber os /eucimenl
| apiaenjaioria, desie que entrar era
FLBLIC4C0ESAPEUIB0
Mcrvlco do Matadouro
Do Sr. desembargador Toscano Barreto ao Sr.
iesembargador Deltiuo Cavalcante :
Appeliacao crime
De I eaqueraAppellantea Antonio Delmiro de
Queiroz e ontro, appellada a juatica.
Do Sr. deaembargador Mouteiro de Andrade ao
Sr. desembargador firea (oncalvea :
Appeliacao civel
Do Recife -Appeilante Joaquim Monteiro Gue-
des tiondim, appellado Virginio Horacio de Fre-
tas.
Ao Sr. desembargador Alva Kibeiro :
Appeliacao crime
De Alagda NovaAppeilante o juizo, appella-
do Felismino Meudes de Queiroz.
Appeliacao civel
De PalmaresAppellantea oa menores filhis de
Joio Manoel da Fonseca L ns, appellados Ferrei-
ra (Jasca i & Filho-
O Sr. desembargador Prea Goncalves como pro-
carador da cora e promotor da justica deu pa-
recer no seguinte feito :
Appellacoes crimes
Do IngaAppallantes Jos Trigueiro Castello
Branca e outro, appellada a justica.
De TaquaretingaAppeilante o juizo, appella-
do Galdino Gomes de Souza,
Do Sr. desembargador Alves Kibeiro ao Sr.
deatembar.adorTavares de Vasconcelloa:
Appeliacao civel
Oo Sio Formoao Appeilante Serafim Bogea,
appellado o juizo.
Appellacoes crimes
Di VerteatesAppeilante Jos Manoel Beaer-
ra, appellada a justica.
De Macei Appeilante Joa< Lopes de Moraei,
appellada a justica.
Ao ir. conaeiheiro Queiroz Barros :
Appeliacao civel
Do Recif.Embargante a Santa Casa de Mi-
O parecer que j apreciei, considerou a questo
do Matadouro como se estivesse ainda pendente de
deliberacao da Cmara a conceaao ou denegaco
da prorogacao que me foi conced ia.
E porque tambem em juizo foi exhibido o pare-
cer como fundamento do direito qae a Cmara se
arrogou, de romper o contracto e anda no mesmo
parecer se allude vagamente proregaco, como
urna cu asa inexistente, um -ero projecto ou aim
pica promessa feita pela outra parte, devo publicar
oa documentos concernentes prorogacio-
m 9 de Fevereiro de 1886, dirig Can ira a
seguiute peticio:
lllms. Sis. Pi-esidente e mais vereadore da
Cmara Municipal. Jote Eleoterio de Azevedo,
eontractante do servico do Matadouro da Cabanga,
vem ante Vv. Sa., solicitar a prorogacao do praz >
do aeu contracto por maia 5 annoa, attentaa as ra-
zoes ponderosas que passa a expr.
O snpolicaute fez all durante o temoo do seu
contracto cerca de 1 >:0 K) de obras, sendo.....
1U:UU0 no ultimo anno
Entretanto as vantagena auferidas pelo sup-
plieante, no servico contractado nao correspondeos
proporeionslmente ao capital diapendido, atien-
den io principalmente ao prazo relativamente cur-
to do seu contracto, que lhe causou prejuizos.
Basta considerar que os coatractaotes ante-
riores ao auppcante nunca fizeram obras aprecia
veis no estabeleciurento, cajo servico ficava muito
a quem do modo vantajoso porque ora feito; e os
.Iludidos contractantea percebiam toda renda do
Matadouro, que urna imprtante verba ds receila
aunualm -nte.
n C >mo quer que seja, tratando-se de um esta-
belecimento e de servicos que devem ser incessan-
temente melhorados e nio simplesmente conserva-
do?, elles exigen algomas obras novas e augmento
e reoovaco de material, que nio sio nicamente
concertos, reparos e simples substituirlo de uten-
s's existentes.
O supplieante sem outras vantagena mais do
que as do seu contracto actual, se propoe a faier as
obras necesaarias e o maia que preciso para o
desempeobo do serviy naa conuco -s as mais di -
sejaveis, que forem reclamadas pela natureza do
servico, inclusive aa impostas pela hygiene.
O sapplicante abrigar se-ha por termo a cum
prr fiel e pontualmrate o que ora propoe, de intei-
ro accordo com as eondicoes determinadas por esta
Illma. Cmara.
Nestes termos o supplieante confia que esta
Illma. Cmara, considerando qae o aupplfeante tem
sempre cumprido os ceas ajustes, indo ate no des-
Art. 71. As provincias sern divididas em tan-
prorogaco concedida, com cima ae vio, com as tos districtos de memoro Ja ass;mbla privineial,
quantos forem ajuelles de que se campos a res-
pectiva aaseinbla.
Estes districtos s rao formados como ou dis-
trictos djs depilados, contando cada um igual
numero de eleitores.
rtTL'B l\
Das eleiedes municipaex
Art. 7i. As muuicipaiiJadea serio da mesma
forma divididas em tantos districtos eleitoraea
para a eleicio dos respectivoa vereadorea, quanios
sao os raembros de que cada urna se deve compor.
Art. 70. Da mesma lrma que os districtos ge
raes e previuciaea, oa districtos municipaee cons
taro da parte do territorio que contenha o quo-
ciente de numero de eleitores do municipio dividido
pelo numero de vereadorea que deve couattuir o
senado de cada cmara.
Dispjst'fes genes
Art. 77. Os vereadorea s podein substituir os
juizes muuic paes ou substitutos, quando esgota-
da a lista dos aupplentea, para fuuccionar as
causas em que ellea forem impelidos ou suapei- I
tos, mas nunca aasumiuii a vara respectiva
aovo ui do inesm i cu,", se.n preiuizj
Oaeleicao dos membros das assembkjnwman A,- lu. !' m >- I ,. ,,
clausulas do contracto prorogado e ex.-orimuido iaao
mesmo a palavrapruragaeo onf irme se rc-
quercu e foi concedido pela Cmara.
No caso o accordo sobre obras era cousa secun-
darla, e delle nao po.lia ficar dependente a proro-
gacio incondicional deliberada em todoa oa outros
pontos, de cooformidade com as clausulas do con-
tracto prorogado. Proseguirei.
Recife, 28 de Junho de 1887.
Jos Eleulerio de Azevedo.
Aditamento e reforma da lei
eleitoral
Offereco Aaaembla Geral Legislativa a se-
guinte reforma eleitoral.
Recife, 7 de Junho de 1887.
A_ffonso de Albuqiterque Mello.
(Contiouacao do n. 145)
titulo vi
Las incompati ilidades
Art. 48. Sao iucompativeia para ex-'rcer qual-
quer cargo de eleico popular os preaidentea de n* usando privados do exeicicio da vereayo.
provincia, chefes de polica, os otficiaea dos corpoa
de polica, as autoridades judiciarias, nao compre-
hendidoa os juizes de paz, os ministros de qual-
quer religio.
Art. 49. Nao podem tambem nenbum destes
faze.* parte de qualquer souiedaie com fius politi-
Art. 79 Ni caso de falta de aupoleutes que
exorcam aa ditas varas, o presidente da provin-
cia deve nomear novos auppleutea que inmedia-
tamente prestem juramento e dos quaes entre im-
mediatamente um em exercicio.
Art. 80. Quandi f; inutilisala a eleicio de
eos, constituidaa sob qualquer denominaco, nem qualquer seceo. por atteutalo, ou auuullida pelo
frequental-aa, nem aaaistir a aeus trabalhoa e pa- P-"1" competente, ae proceder a niva eleicio em
lestras, sob pena de p-rda do cargo e inhabilita- tudo o diatricto, ae a votaco de tal aeceo puder
cao por aeis mezes para ser /ir outro ou o m -amo ; prejudicar o veucimeuto resaltante das outras sec-
e quanto aos ministros religiosos, sob pena de C multa de 20 por cada acto de seu ministerio que Art. 81. Us autores, incluaive oa man lante3,
praticarem emquanto infringirem este prec ito. \ ou os qae de qualquer modo forem eausadorea da
Art. 50. O magistrados eos juizea municipaea inutilisaco ou annullaco de urna eleico, iucor-
e oa substitutos nao podem votar, nem se mostrar I roin na Peaa de 2 a 4 annos de priso, e sao ao
adhereutes a qualquer partido poltico, sob peoa de lidariamente reaponsaveis pelaa deapezas que aa
suapenao do cargo por um mez e o dobro na rein- municipalidades fizerem com a nova clci.o, co-
cidencia. e a de perda do cargo ua segunda rein- bradaa no dobro pela Thesouraria de Fazenda da
cidencia, uo podendo aer nomeado para o:itrn ou respectiva provincia, sendo metade para a Fazen-
para o ineamo cargo durante um auno. u* puolica e metade em favor da mesma muuici -
Art. 51. Nao ae comprehende nestas disposi- pabdade.
r;oes a manitestaco de opinoea ou ideas quaes- i Art- A qualquer daa camaraa legislativas,
quer ou principios aobre qualquer questo que ae a3 aaaembieaa provm^iaea, como a qualquer pea-
agite no paiz ou fora delle, ou sobre qualquer i sja do Povoi c*Qe uteutar ou mandar intentar
aciencia ou doutrina, aalvas as disposico-a respe- ac?ao reac3ona contra qualquer qualificacli de
ctivaa do'Cod. Crim. eleitor fundada em documentia ou prova illegil ou
Art. 52. Nao sao incompati veis para aerem falsa,
eleitos por qualquer datrcto, os profeaaorea e len- Art. 83. Esta acfo quanlo intentada por pea-
tea de inatrueco publica ou particular de qual- 80a ou corpsraeo de carcter particular, est
quer grao. sujeita s cuataa ordioariaa, maa nao do aello,
Art. 53. Qualquer que exercendo cargo publi- a'm as dos documentos foruccidos pelas repart
co, for eleito deputado ou membro de asaembla
provincial ou senador e nao pide continuar a
ex-'rcel o durante o tempo das aeaao a das respe
ctivaa aaaemblas.
TITULO VII
Do processo eleitoral
Art. 54. Dentro 1o recinto eleitoral de cada
aeceo haver um camarim, tendo urna s porta e
para o recinto, conteni urna mesa e uui-t cadeira,
ao qual o eleitor se recolha, fechando a porta para
escrever aeu voto, oeculto a todaa aa vistas.
Art. 55. llavera aobre a mesado recinto pap-l
de urna s qualidade e envoltorios do mesmo for-
mato e qualidade e sufficiente quantidude de lapis
de cor aparado pelo lado azul.
Art. 5t>. O papel, que ser o mais ".ommum,
dever estar cortado em oitavo de foiha, e eada
urna destas aedulas com a marca de duas dobraa
que se cruzem no cent1*, estando, porm, ab-rta
i] urnas sobre outras forman lo um ou mais masaos
Art. 57. Dever estar afHtada na aala em que
os eleitores eaperam pela chamada, urna liata doa
eandidatoa do datrcto, por ordem di numero que
a cada um compete, sendo escriptoesse numero em
algarismo na frente de cada nome, aeu lo tudo es-
cnpto em caracteres to grandes que com faciii-
dade se pissa ler.
Art. 58. Outro affixocom este dever estar no ;
recinto, e um terceiro no carairim.
coos publicas. Afinal, ae o autor nio for venci-
do, aero pagas pelo qualificadi, quando nao tr
conhecido quem forneceu os documentos falsos e
falsas provaa.
Art. til. Todo o genero de falaificaco em ma-
teria eleitoral, aujeita o delinquate pena de 2
a 8 annoa de prisa;.
Art. 85 Todo o genero de ardil, cilada ou pre- I
texto pelo qual se consiga que o eleitor deixe de |
dar o aeu voto, ou aimpleamente o pedido Dar nio '
votar, aujeita o delinquente pena de 2 a t me- I
zea de priao e multa d lOiJJJ a 1:00':000.
Se o meio empregado for a violencia, eataa pa-
nas sero de 2 a 8 anuos de priso.
Art. 8t. E' nuMa a eleico do candidato quan-
do a cmara verificadora de seus poderes chegar
convieco de que nterveio ou influ;) para o
cabe ;i ua familia O vencim 'ntos que or m rt !
dos militare; p-rceb m as lam :
mesmos casos e segundo as m amas ciniic:a s
leis e disousices militares.
Todas is p.-uaa ommiuadaa ntra os d'lictoa
eleitoraea s preacrevem em de. anuo.-, que
linquentt- esteja presente, quer ausente em qual-
quer parte.
Todas estas displaico a se applicam. sempr : i-
forem applic iveis, as eleicoes de sena i ir,
broa da.; assemolas proviuciaes, v read resi
Z'S ie paz.
Todoa ia editaes e avisos ia computenti
ridade respectivoa a eleicoo, ieade o pi
qualitcaco, sero atExados ua salla ia.s
cas, s'o a guurda reapousabilidade do p rl
aujeite : pena Je um auno de priao quem arraii
car ou de qualquer outro m ido o mutila ir
T. las as multas impostas por esta lei S
bradaa executivameute p-.-lo prjinotor pubiic I a
tro do 8eis oezea de julgada a eleico pe
competente, em beneficio da fazenda publica e :
reapec'.iva municipaiidade, dcpiis u
20 o da arrecadaco liquida para o prom it r
Se c promotor, piasidos oa aeis mezes nao pr
mover a cobranca, qualquer cidadio ou =
particular nodel o ha fazer, sendo o a u interesse
de 40 /.-
Nenhuma gazeta diaria ou semanal pi
excusar impresso de qualquer das pul
de que fallam as leis eleitoraes. mediante o paja
mente regular adiantado, sob pena d
immediato da otcina typigraphica, anda m -
que a excusa suja pretextada pela aa
folha.
Vizconde de Campo liebre
Nao desejo Maquear
Seus bondosos acutimuntos j
S tenbo por ti a louvar
A quem nao d detrimentos.
N 'ste campo florescente
Alegre por t-r pomar ;
S innu espirito nao mente
Jamis o devo explorar.
Nao obsta meu dezar,
Firme cumpro a lei do tado ;
Hci de se upro menorar
O seu valor denodado.
U m da cidade do a b
Guararapes
E' urna tipoia este patacho ?
Sua construc^o roa .'
Responda o respectivo constructor.
Gilva.
Casamento
Entre os escravos que foram libertados
pelo seu seobor, o con'go Simao de Aze
vedo Campos, vigirio da freguezia da Es
cada, contase os de nome Jos e Vitalina,
a couvicuau uc que iuiki '-iio ou iuiuu uaia v l j .
vencimento qualquer das pessoas que nao podem que tendo vindo para esta cidade, aqu,
apreseutar ou apoiar a candidatura, devendo a
dita cmara mi idar proceder nova eleico.
Art. 87. Toda a ameaca de violen ia contra a
meaa ser punida com a pena de 2 a 8 annoa da
priao.
Se a ameaca tr apoiada com a exhibieo d"
armas dos aineae idorea ou de outroa que os sus -
tentem, sero as peuaa de 3 a 12 auu:s de
priso.
Art. 88. Todo aquelle que simp'ejment exbi
i bir qualquer arm-i, uo acto da eleic>, sem st
ligaram-se pelo U90 matrimonial, cujo
acto teve lugar na matriz da freguezia le
S. Jos, na noite de 21 io corrente, sen-
do celebrante, o R-vm. conego Ribeiro,
que desi-.iteressa laueuto se prestou em
favor dos contrahentes.
Oadc esta o gato
O qudam que forinulou odiffivil problema
-^:irC=o^iTZ^eUcproPo^^Zl da meaa ou empropria defeza ou de J^^j^ZZ^SrZ
urna aedula e um lapis e envoltorio e mostrar a terceiro, aas.m como o que fizer qualquer aggres- o '?a uj lhe prometemos, por-
aedula e o envoltorio par um e outro lado aos me- sao contra a meaa, aera punid, coi a pen, de 1 "te*s.r rP300ndeu ,,Jal era o attnbuto do ver-
sarlos e ae recolher ao camarim.
Art.. 60. Ahi escrever o eleitor o numero que
cimpele ao candidato de sua eacolha sobre urna
daa dobraa da sedula, dobral-a-hii pelaa mesmaa
dobras, e recolhend 1 a ao envoltorio o o fechando,
abrir a porta do camarim, apreaentar a eua ae-
dula ao presidente, o qual depois de examnala
asaim como os msanos e fiscaes que o quizerem,
estituil-a ha ao eleitor para este a tancar na urna,
se acharem que ella nao contm algum aignal por
mini 1,0 que aeja.
Art. 6i. No caso contrario o presidente que-
mar a aedula mesmo techada e o eleitor voltar
ao camarim para escrever aovo voto, se pagar io-
continente 5000 de multa.
Art. 62. Se trouxer anda a outra sedula de
quaiitieae perpetuamente.
Ar 63. Quando se tiver de vitar em mais de
urna sedula, o eleitor se recolher ao camarim
tantas vezes quau tus forem as aedulas em que ti-
ver de votir.
Art. 64. Quando for a eleici) para senador o
eleitor escrever 03 tres nmeros doa candidatos
de sua eacolha todoa na mesma linha, prximos
um do outro e separado8 por duas virgulas, com
caracteres todos de tamanho e forma ordinarias,
de modo que nao se poseam tomar por signal par-
ticular, nio exeedenda o tamanho doa algarismos
e das virgulas mais do que o espado de urna pauta
a 3 annos de priao.
Art. 8?. Q lando a meaa nao quizer escrever
qualquer protesto, o proteatante podel-o-ha fazer
aaair-nado pelo maior numero de eleitores que o
quizerem, ficaado asaim com o me8m 1 valor que
teria se fra aceito pela mesa, e nao o podando
ser se nao tiver sido off-recido e rejeitadi por
ella.
Art. 90. Na verificac" de poderes quando o
voto ou votos julgados nullos poderem decidir do
resultado da eleico se proceder nova eleico
no datrcto, ou na provincia quand 1 for a eleico
de sead r.
Art. 91. Nao podem aer contra vontade remo-
vidos nem promovidoa oa magatradoa, de qual-
quer cathegoria que aejam, aaaim como 03 juizea
ii.
cu contra
qualquer modo assigoalada, ser ella queimada e j muoicipaes e aubatitutoa em caso algum.
o eleit-r se retirar aem votar e ser eliminado da Art. 92. Nao ple aer demitt.do o
vonrade remov.de o empregado publico reioune- | "PP^^ ue nJ COIltinlle a brincar m
do, geral, provincial, Vad.-WMSMU.ita ^ o preven^ q ^ ihe pode dar n. ca.
que nao respondeu : qual
bo__propor, ou em outros termos ; onde tstavm
o gato ; mesmo porque isto seria to ditflcil quan-
to achai- a qttadratura do c reulo .'
E em ves de faz-1- '. veio no Jornil de houtera
com verdadeira8 saudices. capazes de fa'erem nr
aa pedras
Poia nao encherg^u o biltre, que, na oraco
qae transcreveu do dijicil probl- mapublicado
no Diario de 21 do correte, apenas houve erre
de impressio, e nao de grammatica !
Nao vio que l estsi. em vez de-2'., as-
aim cono est/uz naoem lugar defaz sa
nao o que fcilmente ae comp ehende e depre-
hende da leitura da mesma orace !
Realmente mais asno do que pensavamo*
Agora a Ihe podemos offerecerpomada em ca-
nudos para aa auas carapinhas.
Suppomos j conhecel o (ex dgito giqant) e por
muitaa" pedraa, porque 1 ie pode
falta de confianca, por auas opinioes ou actoa pe- ipnroa.
liticoa, anda meamo que ellas ae manifestis por beca ; e m p c0n8e,Q0 n5o se ha dg
ataques de qualquer genero ao governo ou a qual-
quer de seus membros, ou por qualquer motivo
que nao seja falta de cumprimento dos deveres de






que nao seja taita ue cumprn
seu carga
Art. 93. Ao empregado remunerado demittiao
cabe recarao para a Relacs do datrcto.
Art. 94. Tendo provimento o recurso, ser o
recorrente inmediatamente reintegrado no aeu em-
prego e indemnisado pelos coffes pblicos de todos

dar mal.
Nao formule maia problemas e nunca mais es-
creva urna linha, para nao diser asneiraa, alm
daa eargalhadaa eatrepitoaas que provoca.
Ni procure sabir da obscundade que lau-
cn -o a natureza.
Reqaiescat in pace, pobre de espirito.
Dr. >.


Diario de Pernambaco^uarta-feira 29 de Junho de 1SS
As aiihriil.i es e ao pabilo
A carta do Sr Hcnrique Francisco de M r*
eacrivio do subdelgido da Turre a p ib ..-. .aa
na Gaietilha do J ni I do Rccf de
h Qtem, com referenc a a aiuha ind ridu i .J
nSo me merece urna resoosta pr>x-<, o i-. "*' "
ficaria bem patate qu- j stu si_;:i tario ir.v irt a
muito de industria t do o crc.rri lo entre mira
elle, na mauhJ de 23 naqa lio i ovoado o.iJa me
aehava em tr itamento de s 'i le, e d.i qual, e urna ou oatra discrepa ic'i, j se referi aqueile
mesmo Jornal do dia 24, s-na q'i' fiase, po.-
informaces minhas.
Basta Je explieaco'd e 'i-j-i 'rm' o tinto maia
e principalmente pirque eatoi ceno que dito in
eidente nao foi mais do que uin pros igui ment
das tantas perseguicoes de qua bei silo <-ictima
de certos lempos par* c, sem qae par* ell is
tenba dado a mnima causa.
Eu me''xplicarei opportaiiam nte abo todo
isto.
Reeife, 29 de Junbo de 1887.
O brigadeiro, Francisco loaqnm I'ererj Lobo.
ii'irn .n do Recift* a Caruar
X. :n r .i.*.; ii i lustre re lacea > di Jornal
d> Re efe soVe > que diss< hont' m n.-m relacS i
ao imoiato dw 30 'o cob-alo nns trns d-sta e<
fada.
A't' J-" s lo,yo!o di e ir, irguuei laettn. la-
rifa je pissi;; iros, c Jopt i de ,. fjrejeM s
tarifas I ff.Teueiaes, p>- adrar, a aei ver, as m
lhores que eoobec', aft;ui"nio a unifirmi-Jil
i -ilas. i'ubtieada ooa j iroaea, bouve reelara^ci i
do T-gipi e Jabni.t) p r cauaa .1 un pequ m
aecreacim", e livor l m a directora par. e i-
s-'rvar *<& iqu lias v i ;o-"j a tarifa a itiga.
Replique! ao director qae isto vina quebrar a
base de minba tarifa e, portando, a su a amf rmi
isoumlj un ve'Jateiio dispirite e >t
ferecenlo margen? a qae os pas I lsem, comprando bhetes de estaco en estaca .
porque fieava maia bira'o > pis-wgeTi nr. qual
qoer pjn'.o aeirua de .iabo.tio.
Para ib-t.r .-te incouve .:eot i-.
i .-.- ina
do imp st; d 30 "|0- na) foi n tnbum i --ii cao
: --que ern outraa estradas di governo, na P
II por exemp' i, cobra-ae at 50 0- A pMh'b;-
ci da veiua Je b lu-t i uaa dtatoei > n.initta
antes i4 part'jj.i, d)s treus, priX" .:guila e:e
qu isi lo las :s estrada*, e eat tambem 11 reg a-
me"ti di Caruar ; ae 1S0 foi cumplida at hoj
aquella dispsicSo do r-'^ulam-ut 1, toi na'nral
mente porque ,,0 mena antecessores p- icuravaui
ser mij, nunca quizeram exe.-ural-a
A vista do xp ut i, p Tguot i eu : onde a xtor-
sao que a-' qu -r faz t ai publico ?
Nao aSo as tantas I' Oiru-M- asmiia baxas d
il undo iiiteirj ?
8-687.
A da Pire< Perreira.
a-cite, 28 le ioihj le 1S87.
lllm. Sr.Apresetital > candidato vagaabertii
n>Cmara Municipal pe, t.llecimenuido ver i io
\ tou; > 'i > > iv.. R i'ri;- Nev.a,'-uinrr.' n a luil
a V. S a- a v t 1 :-i \ .. i v i';a 1 eu
favor Je minha candidatura.
A estreiteta do tempo t>rna imposiv-.l que m
dirija, |it como era in<-u ilesej por aso eaper 1 q ie, in I -
Dendente diseo, V. S. relevando me tu 1 juatit 1
jo tai'a, naj dcixar de hourar-me com seu v
1- ap^io ctH-ax.
Sefir eleito, asseguro que fin-i t..> l.< -.f.irc'
para bem servir o municipio, a caiin il prtil 1
e a do ab-Jiciouiam>, trubilhiuJo pa.;. q-io ni
nais breve tempo o nvinic'pi.) d) R c fe sej 1 u:n
territorio livre.
E acreditando que V. S. aceitar a ni'ih- cau-
JiJatura, mAifeatJ Ihe iesde ji ra 'U or .fjn 1 re-
conheeimento
De V. S. att'utoamig) eeorrehghnirii.
Al'Xanire Americo de Caldas Piiba.
Cirandc premio!
Qu< m encontrar por ah, pistando, u c im so-
v. *{Jornal du Rafe de i 1 de Juub'; reforma
do consulado, linba 511) ou o-bob ess* (forwit
do Reeife, de 28 de Juub.- d'fficH problema lint.
1) favor levar ao quaricl de cavallaria, poi-
que sei4 bem recompensado.
Advogado
O bacharel J So.Piea Barret. Lins, tem eu
eacriptorio de adTogacia na Villa de Gimelleira ;
pooendo ser procurado cm caaa de seu pai, 0 Ta-
b.liiaj Baixa Ld.
Man icl Rodrig es M Mriajj renJo de et.'rar-se
f'mjorariimeute p4ra a Europa e nao poJendo
pe'a pr. itexa d- sui v: >gem, despedir se de toda"
s ps. s de sua a'niz la, especialmeit-- d, a seus
comtiudrea e atlu io o fz pelo presente, off-
0 tudosea preanmoa a toda* estas pessoaa, em
qia'quer l"gar on la o d-'*iu> o c induzi-.
Cidade da Victoria, Junho dV 18S7.
Lanman & Kcmp
Prtvinem o publico que cxistem nesta pra>;a immi-
lucdes fraudulentas J'. seu OLEO PUR > DE FI
GtAOO E BACALHA > contra as quaes ae d;-
r.*m cautelar 08 coisumidorea, pir i-o que o oso
1 laaea LEOS FALSOS ser -in prejuiso d>s do-
1 nt.-s.
Eutre tssaa fa'sifi-aco<-a ha urna que- aim da
. a r,-uC4 in puruj dj lijuili qu _a pode apre-
ci ir-ee comparando o leo veriaJeiro eom o falso
- encana fcilmente os incautos, e por aso apre-
aeutamos as diff ren;ia que existem n a fraacos e
involucras :
A, circular q-ic aeomp'.nrH r '. trHfc i .
ser aaaigoada 3 LACHAS \c KtMt' C uJo
Lenmnn Kemp, como ua ti., cacjlo.
.1 OS NOSSOS FRASCO.S Sos trea lados deseo
i)eitia truzem ein relevo no m-'sm 1 vilro as se
guiutea paUvraa- COD LIVEROIL, LAN MAN"
i KE.MP, NEW-Y )RK em qn.nto que 03 i
vidrost.un : REFISEO COL LIv*SiiOILSE
YORK
N .- n 'asas capsulas in talie- ; K'inp, Droguistas Naenit York, pm qua-ito na
falsas ae Cod Liver Ou, HeP-ie l Sueva Yo
Rjcominendam s p > a^adoentea, q -e quiteiem
uaar d i nosso OLB' *. retirar f idos ma
raviliiosoa pelos qu-.iM a cein ac "editad) tn ti 1
1 muudo, teuh :m t ido ) co I. i 1 m 1 x imiuar O
frascoa que cuDpr,i m p&ia u seiem engaad ^
p ir iiif.tin a fal^ific i;0'4.
Ta nl.m li 1 u..nti- falaifi-acOi a -.< nos-> AGl \
i LORIDA DE M17RKAY LAN.lAN, e 10-
SIG ORIENTAL DE KE1P,faia.ficacoes -ssaa
p epara 1-.S geraluient,' cora tuo rancias pnjul -
ei.es peliu o cabello j exijan pita J o. nautu
d ires oe Verdadeiroa e nao recbun outr ;p.
Oaicnilo rt'ii;>*r'aJo neme Impe-
rio iimIu* ai noajviia mara-a Indut-
1 iai', e ruiiiln*. pretininio* Imi-
(adoren e falniflcadoreo. que prore
(leremoa cuntra ellew no* irlbumic>
:t prolecro de nimaoi illredun
Pernambacj 28 de Junh. de 1887.
Lanman fe Ker*p
tjrua i'M.ida de Iij-ray e Lanma
S1
Mil aabe.n aquellas seuhoria, que fazem tre-
qi-nte uso desai'a iutitul ido 1 mpirie 9 afjrmosea
dores do dii, qe e'l-aa eiau lenta s girau. ufe
deofruinlo e ar. uinmli sui j'e c ina^a qu
ludo, asua delicada e >mjleie 1. D.-ale o unmein -
ravel te.upo d .3 |{ irgias .,i o present da, t
s'inp'e p'iteitament a.bido pelos bem iniciados,
que a pura esa n< ia Je f...sr.s e fragr.utes rl r -
pr m itora da I. rinosuri.
N* lh >riosa pr pirarlo e delicada c>inpisica>
a'esta afmala e deliciosa agu de chairo, uo '-,
emp*ega 1 u usa outro alcmn e-mposto mais, d 1
que aromticos bolocs Je fl.res c cena) fulhaa i
urna natur ta a!ta:nnt: sauJaVcia. Em al lica ,
poi i su xellcnei 1 c :m ura perfnme prim ir su
-lia encerra em ai a virtu le de purificar o V'jn
1 compleici, removendo ila pille iod a s.jceic
de tbulli^ s, erupces ou macula*, toruan lo
ro^tj inacio a mimoso, daiilj-ilie urna :iiii ti .113
1 irencia lustros?, e elaati : 1.a I o 1' i 1
C0M0 OABASTIA C <:itr 1 as falsili :ayo -, 10- :
.ctampajjs e j 1 ttraa'riiiapreillca :i pip 1 lo
'ivrinhj que aorve de ej. i'.or.j a cJa garr .ia.
Ene ntra ae 4 venda en tod-ia aa phannac as
irog^rias.
Ageutes em P.rnamliuo, Henry Porster it C,
ra Uii Commerciu n 8.
Errata
Em artigo aab a epigraphe Agradecimento *
ra da Impratriz n. 4, publicado no Diario de
bontem, no segundo eriodo, na 8* linha onde ae diz
atienta leia-aeattento. Na 14 linha onde se
u z-~c m mai forea de sus grandiosa prutec^ao,
lea se com maior or9a de sua grandiosa,pro-
teecS 1.
,S fim des'te artigo, onde ae dixeatabeleci-
ineiiio roa'sua da Iuiooratriz n. 4 -leia aeei-
tabelceimeato r.un da Imperatriz o. 4.
PODEMOS ASSEQRAR (2)
Cullegio Prytaneu
Travesta da na da Concordia
p. t, i andar
Do dia 15 do correte em diaote ayha-
ae aberta urna casa de educajSo e ensoj
sob a denominado doCollegio Pryt^rio
travessa da ra da Concordia n. 13,'
Io andar.
Nclla s&o ensinadae as priraeiras letras,
todas as materias que conBtituo.ru o curso
Infeiznentee betn commum nesta pro-1 atorio arnatrScula noa P8 b vmeui, u na ..ok-atia. ternvel, oonhecida cimentos de instrueyao superior do I np -
p os noraaa da. Jysica, ConsumpQclo Doen
qi do peito, etc.
Nao pretendemos fiffirmar que o Peito.
ral de Cambar cure todas as fysicas, por-
que at haje tem sirio impossivel curar a
ty> a, quatido che^a.ia ao ultimo perio loj
por.u, podemos assegurar que todos os do-
entes que u-:arem do Peitoral de Cambar
n primeiro e segundo periodo, log") acha-
r;1.>, com toda a csrteza, grande allivio
o depila a sua cura completa, por meio de
u ii tr.lamento prolongado e persistente.
O Peit ral de Cambar n2o limita a
ii i aeojao beoefi-a, s doenyas de peite :
r. ra, tamb'tp, muitos defluxos, bronchites
c toas -a que, as mais das vezs, quando
despresadas s.ao a causa desaffeccoes pul-
monarQS.
O Veitoral dd Cambar acha-se a venda
na igmoii a cargo dos Srs. Francisc>
Manad da Sdva & C. ra Mrquez de
Olina n 23.
Fr.s.;o 2)500, meia duzia 15^000 e du-
zi 243000.
A Kgnca alivia quem pedir eondigSte
i r.pre ss piara.' vendas por atacado.
Cal de laguaribe e 8. Bcnli e
cai vrjein
O ..baix) Mssignado avisa aos Srs. con-
su lores a c^l de Jagu.rib; e S. Bento,
qu o Sr. Vicente do Nascimento contina
- r < ui'i'i qu recebe a veHadetra cal
i- J.guaribe "i S Bent>, e as tem expos-
f'- v-nda nos s'us praiaz; s d* trate
rit's i Pr 19 i da Concordia es. 11, 13 e
15 ; e toia a cal que no fr vendida por
intermedio do mesmo senhor, nilj ser
ver iad'iir.
Assim como : que a cal virgfm, de. que
c.iur..tint! e receb'dor o mesmo Sr. Vi
c.'Dt contina a ser vendida pelo Sr. Si-
i.ati .0 B-zerra ra do Bom Je su 8 n ,
23, a 6^000 a barrica.
Jos da Costa Pereira.
superior do 1 np
rio, e mais aquelles que eat&o vulgarisa-
do3, como allem3o, italiano, sciemias natu-
raes, etc.
Haver tamben urna aula de csriptura-
qSo commercial, sob a directo de uin h-
bil guarda-livros dest* capital, pelo que o
director chama a attenclo dos Srs. pais
de familias que queirara seus fillios para o
commercio.
Os estatutos admittem quatro clas3es de
alumnos : internos, seroi internos, externos
e semi-ext'Tnos.
O professorado foi es:olhiin dentre os
rrais habis e conhecidos professores dcata
cidade, cujos nomos vao abaixo inii-a-
dos.
A casa tfferecs oj cammodos precisos
para um estabelecimento deste genero, e
o director convida ao r sp?itavel publi o
para dar-llie a honra de a visitar.
Professores
Portugu^z Dr. Jote Diniz Barreta.
Latin e francez -F'rcderico Ulyases d'Al-
meida e Albupuerq ,e.
Gaometria e historia. Dr. Ayres de Al-
buquerque Gama.
Rhetorica.Dr. Maooel Jos Rodrigues
Pinh"iro.
Philosophia Dr. Arthur Orlando da Sil-
va.
Inglez, geographia e arithmetica O direc-
tor.
Curso sp'-ci'al
AtUm3o e italianoDr. Ayres Gama.
S;ienciaa naturaes -O diretor.
Escripturarao commercial Fredorico U. ]
de Almeida Alliuqucrque.
Reeife, 10 de Junho de 1887.-0 di-1 {
rector, o acadmico, Tranqiiillino Gradan- \
no de XI elloLitao. I
Consultorio medico-
cirargico
O Or Castro Jess, contando maia de V annot
Je escrupulosa obaervaco, reabre conaaltorio nea-
ta cidade, a ra do Bom Jeaus (antiga da Crui
a. 2, i. andar.
Doras de coasaltas
De dia : das 11 a 2 da tarde.
Oc noite : das 7 a 8
as dem'aia horas da noite ser encontrado n*.
aitio traveaaa doe Remedios n. 7, primeiro por-
t&a i i; pierda, alm o porco do Or. Coame.
Collegio de Jos.sa Se-
nhora da enha
Pava o sexo femimtta
Funcoiona
Pormcsa.
ra da Aurora esquina da roa
Oculista
Dr. rJarretu Sampaio, medica ocu-
lista, ex-chefe Je c! i nica do Dr. de
Wecker, d consultas de meio dia a
i horas da tarde, no 1. andar da casa
u. 51 ra do Burilo da Victoria, ex-
cepto noa domingos c dia3 a intificadoa.
Kesideneia ra Seto de Sefcmbro n.
34. Entrada pela ra da Saudade n. 25.
}l
II
II
i i
11
Medico
Dr. Silva Ferreira, de volta de sua viagcm
Europ, com pratiea nos hospitaes de Paria, Vi
cuna e Londres, onde deJicou-se a estulos d--
pirt'8, molestias de euh ira e da pelle, ofterecc
..a aeue servicos medie .s ao rrspeitav 1 publico
acata capital eora l'-.li, p'l iiIist ori.'U'adi
do seu consultorio"u da Cade1 a i. 53, de 1 s
3 horas da .'arde, ou em sua resiJeueia lempira
ia Punte d'Ucha 55.
MEDICO HOMEOPATHA
)r. Bailhazar da Sllveira
Eapeciali dadesfebrea, molestias das
4
H
enancas, i '3
euhoras.
Prcsta-S" a
for4 :i ca; '' '
.3 respiratorios e das
juei ch ornado para
?;
n. > i
M
I!
\ l cua
() K-JM
alista
Dr. h\rc-ica da Silva, consultas
las t) *> meio dia. Residencia e
usultnri, n. 20 ra Larga do
isario.
Dr i-r,;cs Pessoa
Medie e operador
Residencia Ru i L rgi do Risario
38 Io andar.
Consultorio Ru^4 do B un Jess
1 andar.
C insultas Das 12 i 2 horas da tir
de.
Chamados A qn>ljuT
cripto.
Todos h va > .: ilcvetn
fl 3 phar:nH'!S Ji ior.
.-r
lirifi- t
Di. Goeliio Leite
t'cJii ii. pnrieiro e operador
Hdivleucia roa Jardo da Victoria n. 15, 1- anda
iiaultorio ra Duque de Casias o. 59.
).i consultas da^ 11 horas da manha 4s ? i
li ir i
por
e-
{ nao ii
Vi -i ira n. 4'i,
i : i
hio, ra da
de r % indicar
h
kt -
^AM^iV^ri
W'JililixJtOJ
I
il ~ > cooinierctal
OTA',KS OPFICIAE8 DA.IUN'Ti DOS COV-
hECTOBES
Reeife, 28 de Junho de 1867
ambn sobre Lionlres. itO d|v. .-' 0,1 1. pvi 1,
de banco.
Dito aobre dito, vista, 2 1,2 J. por I 00), do
banco.
Jaioiu sobre Paria, 9i> d/v. 418 rs. o franco, do
bau.o, hontcm.
Dito sobre dito, :i vista, 4^2 rs. o franco, da banco,
bontem < boje,
"ambio sobre Lisboa e Porto, vista, 136 0|0 de
premio, do banco, hr.ntem.
Oam'uo aobre o forto, G div. 133 0/0 de preruto,
particular, bontem.
Descont ae letras, t 0/0 ao anuo.
i > nresinenr-,
Auloaio L-OiiarJo ttuJri^uea.
O seeroiarij.
Eduardo Du:..ui
.fiitlnieiilii llamar: >
RKCIFE, 28 DK JUNHO 1>E 1H87
PRAQA DO RECIFE
Oe bancos estabeieccram h je a tasa de 22 3/4
d. sobre Londres.
Em papel particular fizeram transacco;a a 22
15/16.
PRACV DO RIO DE JANEIRO
Os bancoa ingleses uiant vc-ram a t&xa d; 22 3/4
d. sobre Londres?
O Internacional adqptou a de 22 7/8 J.
Oa Dossuidorea de caf pe lem prceos altos de
maia.
Ae tabellas expostas a ini foram estaa :
Do Intebnacional :
H) dio vista
Lndrea....... 22 3,4 22 1/2
Paria........ 418 Ml
Italia. ......... 422
Himburgs ....... 5l8 523
Purtueal...... 23 i 236
New-York...... 2*220
Do Lohdos Bahk :
!fO dv vista
Londres...... 22 3,4 22 1 2
Pana........ 418 ii
Italia. ....... 422
llarnburgo...... 518 523
Portugal...... 234
New-York ...... 221
.'o Eholish Bank :
90 djc vista
Londres...... 22 3/4 22 1/2
Paria.....: 418 42!
Italia........ 422
Hamburgo...... ft 18 i 3
Lisboa e Porto.. .... 34 -36
Principaes cidades de Porta-
g>.......... *
liba dos Acores .... 244
liba da Madeira .... -41
New-York...... 2/220
Mercado de mmacar e alcodao
EKCIPE, 28 O: JCHHO OB J'l- i
Astucar
A cotaco deste producto, para y^ agriisu tur.
contina a regular aos algarismos seguate*, por
15 kilo. :
Bianco, oa melhoree que
apparecem no mercado,
rcgulam de .. ,2200 a 24400
i. aerte boa '. 19'M) a 2*100
i regular...... 1*700 a 1*8'
do ni loa e baix.a .... 1 500 i **1
Vo-nenoa..... 1*3J0 a I 400
aacavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... 'OJ a 1* Rtame...... *^00 a *8HI
Algodau
Nio conatoa vendas hoje.
Contina a ser cotado a 6*900 par 15 kilos, o
de Ptrnambuco e boas procedencias, em trra.
Hnirmsa d- Minear e arroda*!
y.s.z iE JUNHO
Astucar
Entradas
Ircacaa .....
V'apires.....
Via-lerrea de C'i^Uar
\nnnae8.....
Via t-rr.-a de S Frftueijco
Vi fsrrea Je Lim.cir^ .
Da8
1 A 27
Snec >h
18 93')
a 2
a i'8
i. >:>
X 25
i ii;2
74-i
22.57W
871
Somma.
A Igodao
Entra l.is
Bir?acas...... 1
Vapores...... 1
Via-ferrea de Caruar 1
Ammaed...... 1
Via-f-nea de S. Fraacisjo 1
V*ia f ir a Je Lim eiro 1
somioa.
Das
1 27
A ll
25
:8
25
% 2
44.7.")'.
Sacca-
1.9:6
4.5't)
l.ol
4 064
A 219
2.575
16.533
Deaparho do eiporlano
MY. DE JUNHO
Nos dias 1 27 luram liespacbadoa na Alfanje
ga os artigog seguiuti s :
Pura Jora do Imperio
72.138 litroa
1,1 6.134 kilo^
A--ucar...... 3,981.477
ISagoa de mamona . 52.tOO .
2.3.8 .
;>0 ca xa;
l'arocoB de algodau. 113.3--NJ kil.a
Cocos (fructa) .... i.o a
C urinb'os e pelles . 106.83b
Couros espichados . 93
>', uros salgados. 2.516
C uros verdea .... &.792
1-0 kilos
Fannba de maldices . .'O saceos
34 kdoa
93.:')64 i;raoi
219 160 .
Queijo do sertao 16 k los
Para dentro do Imperio
Aoanos de palha J- car.
Iiab...... 0 1
Agua medicinal. . 37 caixas
Agurdente..... 406 'U-5 litros
Vt;ojo ..'... 171.979 kilos
Asaucar...... 2.304 738 .
A it*; de coco .... 110 litros
Cajurubea..... 50 ,-aix.a
Carvo animal .... 480 ki! ijhauoa de palba de car
12 f^rJ-s
Ce-a Je carnauba . 4*5 kdoa
C (fructa) . 52.750
'J Ur.a salgados. . 50
1.255 kil is
Eiixir cabeca de negro. ' CaiXai
Empana Jjrea. .... 1 SO kilos
Farntia de mandioca . l.i 100 saceos
(iraxa..... i M kilos
Milho....... 232 aaccoa
Obran de marciueria 22 v i no: -
Oleo de moeot .... 60 ivii i,
.'Ico d>' rieiuo .... 1.920 .
Palba de uncury >50 .
!' iiu .a de em . 102 .
l'r-pa'aJos de jurubeba 6 volumen
'reparados meduiuaes 71 Caixas
Qieijo do scrt;) 100 kd s
Kai....... 58 e 1/2 .
,Sal ,..... 20.(00 litroa
1.120 kdo-.
Sola....... 2.505 meioa .
Tabn- de louro. 24
Vaaa^uras de palba de car-
2 atados
Vmb. de jurubeba . '8 Totumea
\\Vi-ni-
ieoh"iic
para
149
os chamados a qualji'.cr tior
llr. Joo Paulo
BBOICO
ls.iecialista em partas, in deslas de aouh.ira? e
de crianvas, eom pratiea uas pnnci] aea ent rm-
dades e hospitaes de Paria e de Vieana d'Auairiu
far todas as operaers obsttricas e eirurgicu-
concernentes aa suas eupeciahdadea.
Consultorio e resideuea na ra do Baro >ia
I Victoria (antiga ra Nova) n. 18, 1- audar.
Coiiaultaa das 12 a 3 boma ip tarde
T -lepninie n. 467.
Dr. Carpir Laito
eacriptorio ra Duque o
Caxias
lloras da tarde, e deata h ra
ro-.idc.icia ru i da Santa
Tem o
u. 74, d^s 12 a 2
em dianfe cin su
i Cruz n 1.
E-p'C'alid.i lesnpw da s"nboras e crian
| cas. Toleph uie o. 326.
! Dr. Costa Gomes
1313 O ICO
M irqucz d 0 inda 34
34 Ru-
4
ao
Primeiro andar
Ceusu'aa de m-i Jia s 3 horas da tard
2.600
v'<
Pal:
G-an-1
.'- ou :i-'ii),r, c w 'catino ii Vfnnte-
7 1/2 real-.o.
bo ingles Fuvourite para carregar nn Rio
do Nort-, com destino a Liverp iol, 1.000
saccas com algolo, a 7/16 e 5 0/0.
I lunas COtacCft de fri'lami'iilii'
PARA C.VBREOAK AQl
A -ii ar, para Liverp iOl, 15/ (nominal).
klgoJiXo, para L veroool. a 5/16.
A-a o-ar, para oa Estados U-iidoa, a 17/6 e 5 0,0.
.Vriif, p ira Santos, a 140 rs.
A'-u -ar, pra o Kio Grande do Sul. a 330 rs.
SO RIO ORASDE DO NORTE
A'g dao, para Liverpool, a 3/8 e 5 0/0.
NA 1'AllAHViH
\ ; .da para Liveipool, a 3/8 e 5 0/0.
Assuear, para oa Estados-Unidos, 20/ (uouvnal).
Vapor e nuim deapacbado
Vip,r nacional 'ar, sabido hontem, levou u
carg i beguinte :
Para o Cear :
b.rrii de quinto com aguldente.
2 cai xas com calcado nacional.
Para Maranhao :
10 U'a8 com oleo de ricino.
4 eatx is com velaa de cera.
2 ditas ciin calcado nacional.
Para o Para :
25 b irrieas com asiucar branco.
236/2 Jitas com dito dito.
418 4 dita3 com dito dito.
33/3 Jitai com dito dito.
'.tO birriquinhaa com dito dito.
15 cnxa8 com oleo de ricino.
I d ta com doce.
5 pipas com agurdente.
Para Manoa :
41/2 barricas com assuear branco.
130/4 ditas com dito dito.
9 latas com dito lito.
20 f-rJos com xarque.
230 bairis de quinta cjm aguar lente.
C .r.-.'garam diversos.
Patacho portugu;3 D. Elysa, sabir nes'es
dias, leva a carera seguinte :
I', i .i Lisboa :
1.7 / o.iccoo com assuear brai'Cj.
720 ditoa com dito maacavado.
Pai a o Porto :
132 couros aeccra.
501 saceos com farinha de mandioca.
I 34 saccas com al^od).
C.r.esararo diversas.
Patacho nacin I Rival, sabir, condui para o
It Grande do Sul a seguin'e carg> :
960 barricas com assuear branco.
l../o dites eom dito dito.
19 i/4 ditas com dito dito.
144 pipas com agurdente.
ijarregariim div *pos.
RECAPIIUI.ACAO DO A83UCAB
Par* o .xterijr 3,9St .4.77 kilos
Para o interior 2,304.738
*j.mma .
6,286.215
fe i toa
Irilumonln
No e.ufso de 16 a 28 de Junbo foram
os ceguiutea :
I.^ar noruegu-nse Christian EXisabelh, para
earregar aqu, com destino ao Canal, 420 tonela-
das de trig", g 40.
Brigoe ailema Hofnung, para earregar aqui ,Vapor ingle Osseo, carvio.
Pauu da i fu iittt-Ka
StH'NA DB 27 DB MAIO A 2 DE JL'.NUO DB 188
A-8Ucar retinado (kilo) ....
Assuear branco (kilo) ....
Asaucar maacavado (ktluj
A'c-ool (litro)......
Arroz com casca (kilo)
Agurdente e .
Algodu (kilo).....
Borracha (kilo)......
Couros seceos salgados (kil'1
Couros seceos es pictiados (kiloj .
Couros verdea (kilo).....
Cacao (kilo).....
Caf r. stolho (kilo) .
Carnauba (kilo)......
Carjcoa de alrodo (kiim
Carvo de pedra de Carditi (to i.|
Caf bum (kilo)......
Cachaca (litro)......
Farinba de mandioca (litro) .
Fumo restolho um rolo (kilo)
Fumo reatolbo em lata (kilo)
Fum- hom (kilo)......
Fumo .o: toba l) ni (kilo)
Fumo em folba ordinario (kil>) .
Geneora (litro)......
SI el (litro).....
Milbo (kilo).......
Taboadoa de amarcllo (duiiaj
145
126|
066
Of-6
4i'0
1 066
460
5X5
275
rtftaa-lii ; P. \iv.-s & 0. 6') latas com 9 '0 k los
Je assuear refiuado, 38 briicas com 1,510 ditos
de dito branco e 12 birris con 1,152 litros de
agurdenle.
Pura M -ranhilo, J. C. de Mella 5 cias com
120 kilos ie oleo de ricino.
L'Oj Para o r'ar, M. J. AI vea 1 caixa com 60 kilos
65 de doce e 6 barricas com 403 ditos de assu"ar
refinado ; F. X- de Azevedo 150 barricas com
10 2-0 kilos de asnear branco; V. da Silveira
150 barricas com 10/ 91 kilos de assuear branco ;
J. S. da Costa Morcira 51 barricas com 2,194 kilos
de assuear branco; Ainorim I mos & C- 1^0
barricas co'o 11,941 kilos de assuear brinco ; S.
4001 G. Biito 69 barricas com 2,700 kilos de assuear
320 branc i ; A. K da Costa 5'i barricas com 4,219
366 kilos de assuear refinado ; E. C. Beltrao 4 Irmao
"14 j 50 bariicas com 1,426 kilos de assu'ar refinado ;
l6000 Biliar limaos & C. 5 pipas com 2,400 litros de
J agurdente ; F. M. da Silva A C 15 caixas com
400 kdoa de oleo de ricino e 12 ditas com 140
ditos de :n-dicatnento;
No hiate nacion-il Crrelo de Miedo, carre-
garam :
Para Moaaer, E C. Beltrio & Irma) 25 volu-
720] mes cun 1,409 kilos d.' assuear r. tinado.
Na barcaca Rainha do Sul, carregaram :
Para o Natal, E. C. B-ifrao A Irmao 12 bar
ricas c im 703 kilos de assuear branco e 7 ditas
com 40 ditoa de dito refiuado.
70
037
4l'5
5:0
7201
400
200
040
400
U)0/0J0
^aviOM a carica
Entilo sendo despachados os aeguintes :
a88ucar, paia
Mon-
Barc-a norueguenae Stanley,
tr a'.
Barca uoruegaeuse Meros, algodo, para oB.I-
tico.
Barca iagleza J. B. D., carofos de algodao, pa-
ra Liverpool.
Lugar nac.nal Vieira, assuear, para Montevideo
e Rio Grande do Sul.
Layar ingiei Flora, aasucar, para oa Eatudoa- ccm 75^00 kilos' de aaaucar maacavado.
Unidos. i No vapor inglez Orator, carregaram :
Patacho nacional Mara Augusta, asaucar, para J para r^iverpool, N. Cab & C 150 sacct
I 13,279 kilos de algodao.
Memorial
Eat marcado o dia 1 de Jo h 1 pr nmo, para
a rcuniao da aseembla g'ral da Companuia d i
Bebbbibr, que tem de tomar conheciuv nto da ges-
to Jos negocios da metma compaiibia no auno
social findo.
Aa notas do Thesouro de 2000 Ja 5.a estampa,
5*000 da 7." e 10*000 da 6., aerao substituidas
na Thesocbabia db Fazenda at o fim do mea de
Junho com o descont de 2 u/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/0 a contar do 1." de Julho a 30 de Se-
zembro do correte r.nno.
Importaco
Lngre Dglez Blanchc, entrado de Ter-
ra Nova, em 21 do correne e consignado
a SaunderB Brothers & C, inanifestou 1
Bacalbo 2,470 barricas e 1,460 meias
ditas sos corifignatarios.
Brigue ingltz William. entrad > dn Ter-
ra Nova am 28 do orrente e consignado
a Saunders Prothers & C-, naanifestou :
Bacalbo 2,570 barricas c 003 meias
ditas aos consig.i 'tarios.
Patacho inglez SUzer Sea, entrado de
Terra Nova na mesma data e consignado
a Johnston Pater & C, manifest: :
Bacalho 2,753 barricas e 500 meias
(titas a ordem.
Ulnhelro
BECBB1D0
Pelo vapor nacional Guahy, de Macei, para :
Martina Finia 4 C. 611*000
EXPEDIDO
Pelo vapor n cioual Para, para :
Parahyba 16:400*000
Ueaduicalo<> pblicos
HEZ DE JC.YHO
ALfaniega
Exportar
BHCirB, 27 DB JUNHO DE 1887
tara o exterior
Na barca norueguenae Stanley,
carrega-
ram
Para M. Real, J. S. Loyo & Filho 1000 saceos
Montevideo,
vapor ingl.i As'ibrooke, assuear, para Liverpool.
Vapir inglez Orator, asaucar, para Liverpool.
\aloa- 6 descarga
Par-.a uaclooal Mimosa, xarque.
Eicuna alterna Fritt, xarque.
Escuna Doru-'guenae Reform, xarque.
Brigue ingles Wdiam, bacalhao.
Lugar inglez Ssver-Seu, bacalbo
L^c.r nncioual Loyo, xarque e gorduras.
Lugar ingle Viola, bacalbo.
L^ar noru.-guense Ohristina Elysabeth, carvo.
Lar nacional Marinho Vil, xarque.
Lugar iugicz Blanchc, bacalhao.
Patacho uacionai joven Correia, xarque.
Vapar lugiez Autor, varios goneros.
Vapor nacional Ipojuca, varios gneros.
aaccoa eom
No vapor inglez Athbrooke, carregou :
Para Liverpoo1, J. H. Boxweil 6,000 eaccoa com
450 OJO kiloa de aanacar mascavado.
No patacho portuguez 1J. Eliza, carregou :
Para o Porto, A C. da Silva 34 saccas com
2,179 kilos de algodo.
' = No lugar ingle hlora, carregaram :
Pai New-Y-ik, J. S. Loyo & Filho 1,000 aac-
coa com 75,000 kilos de asaucar maacavadn.
Piira o inttrior
__ No vapor nacional Para, carregaram :
P..ra Manoa, H. Oliveira 40 barra com 3,840
litros de agurdente ; P. Piot t C. 110 barra
com 10,560 litros de agurdente ; Amorim Irmoa
& O. 80 barris com 7,680 litroa de agurdente ;
F. A. de Aaevedo 71 barricaa com 4,320 kilos de
a-buc r branco e 32 latas com 480 ditoa de dito
Renda geral
L) 1 a 27 dem e 8 630.040fO7 39:267,611 669:308:118
lleuda provincial .
Oe 1 a 27 1 de ai de 28 89 9o0 G62 5:905 372 95-866/034
765.174*152
l'e 1 a '7 dem e 28 Heceb'-doria geral 32.5224467 4:011*158
36:563*625
i i>e 1 a 27 Id-::. : 28 ecebedoria p, wt?;ai 91:4385G8 8:856*540
10):295018
v 1 a 27 Ider o* 28 lircif' Drainage 509457 51i885 1:028*312
Sfaiadonro Pubfilco
Foraiu a atidae no Mutsdouro da Cabanga 92
rezes para o consumo do da 29 de Junho.
riendo: 67 reze8 pertenceutea Oliveira Castra,
V O, e 25 a diversoa.
ilcn do ISutflrlpa! de S. Jone
O movimento diste Mercado nca dia 28 de J jnho
toi o aeguinte :
Entraram :
36 boia pesanJo 5,478 kilos sendo de Olivei-
ra Castro, 25 dos de 1 qualidade e 10
ditoa particulares.
563 kiloa de peixe a 20 ris
102 cargas de furiuba a 200 ris
* 31 ditas de fructaa diversas a
300 ra.
7 taboleros a 200 ris
14 Suinos a 200 ris
Foram oceupados :
24 columnas a 600 rea
21 compartimentos de farinha a
500 rea.
21 ditoa-de comida a 500 ris
11*260
20*400
9*300
1*400
2*800
14440)
Consultorio medico
O Dr. Silverio Lagreca tem aberto de
novo o seu consultorio medico, ra do
Imperador n. 14, Io andar, onde ser en-
contrado para os misteres de sua prossSo
e dar consultas das 12 horas da manh
at s 2 horas da tarde em todos 03 dias.
Leonor Porto
Rita do Imperador a. 45
Primeiro andar
Contina a ejecutar os mais difficeis
figurinos recebidos de Londres, Parij,
Lisboa e Rio de Janeiro.
Prima em pcrfeieode coatura, em bre-
vidade, modicidad*] em precoa e fin.:
i g oato.
Clnica medico-cirurgica
DO
Dr. Fernandes Barros
Mlico nggregado ao hospital
' Pedro II
Consult s de 1 s 3 horas da tarde, ra do
Bom Jess (autiga da Cruz) n. 30 Residencia
ra da Aurora n. 127
Telephone n. 450
advocado
(Foro civil c ccclesiastleo;
Bacharcl Antonio d; Lellis o Saoza
Poutts.
Ruado Imperador n. 37 Ir andar.
ii:s!ca3Siedieo clrarca
DO
Dr, Ufredo Gaspar
tie;i:ili i j ; 'arios, iO) li'ii li i: i n. n
riancas.
Residencia Ra da Imperatris n._4. segundo
an iar.

fl
O Dr. Hisb dio Florentino Cjrreia de Mello
juiz ie direito nesta villa e comarca es-
p' ci .1 de [gu raS por S. II. I. a quem
Deus guard \ etc. etc.
Faz sabir qae o presente elital viren* ou
dille niticia tiver i: qu'-no dia 30 do eorreute inez
pelas II horas da in i!.lia ua casi da Cunara Mu-
nicipal desti vi a, depoia Joa pregues Jo estylo, se
ha Je. arreu. ..r, a quem mais d r. Je reuda
trienual o m. nho ling^ary desta comarca,
eujo eogenho foi avahado na quantia de l.5O)*00J
Je renda amiual e vai a prnca a requenmento doa
einsenbor- s Vicente Perrcir ie Albuquerque Nas-
eimeuto e outr'3, s ib aa conJ coej ee^uiutea :
de ser o arrematante obii jalo a conservar os edi.
ticii'S e iresta do ineainu i*ngenbo c Jar titdor
il lie) ao pi'(,'ode renda, de eouforinidade eom
petico inicial Jos Jicoa consenhoree.
E pira que chegue a u iticia a todos mandn
passar o presente, que aera alxado no lugar mais
publico e publicado p la nnprensa.
Eu Lniz Ferreira fluid-ra de M Ib, cscrivo
do civcl o eacrevi.
Villa de Iguaraaa, 6 de Junho de 1887.
H-sb-iilo F'oreatino Correia de Mello.
Kdital n. <)-
O administrad r Ja R eebeJoria Praviocial, em
cumprime'ito lo despacli i 14 lilin i. juur i Jo The-
souro, proferido em 9 do crrante, sobre reCiama-
1 ._UL_S
93 ditoa dele;uinc8 a 400 ria 374200
19 ditos de suino a 700 ris 13*200
10 ditos de tresaaras a 600 ris 6," 000
M talhos a 2* C0*000
9 ditos a 1* 9*000
A Oliveira Castro &. C.:
51 talhis a 1* 514000
Jeve ter 3do arrecadada ues'es Ji- a
a quantia de 220*060
(ieudim. nto Jes dias 1 : 27 5:627*460
Foi arrecadado liquido nt hoje 5:847*520
Precos do dia :
Carne verde de 24') a aOO ris o kilo.
Carueiro de 720 a 800 res dem.
Su moa de 560 a 610 ris ideu*.
farinha de 20 > a 240 'is a cuia
Milito de 26 l a 32 I ris idem.
Feijo de 64" a 1*000 dem.
!2j ------------------------'---------1
Vaporen wniiir
Tagus h je, a 11 horas, para Lisboa e Sou-
tb-impton.
Guahy amauh, s 4 horas da tarde, para
Baha, tocando em Macei, Villa Nova, PeneJo,
Araeuj e Estancia.
(Jiquiamanha, ao amanheccr, para Tamanda-
r e Rio Furuoos'*.
AdvaneeJepois de amanha, s 3 horas da tar-
de, para New York, com escala por Maranhao,
Para, Birbados e S. Thom.z.
laiiiiie* e ua io* eaperadoa
VAPORES
Elston de Luidres hoje.
Tagusdo sul beje.
Advancedo sul amanha.
Julho
Argentinado su! a 2.
Pernambucodo norte a 3.
Britanmada Euro?a a 3.
Nigerda Europa a 4.
Ville de lahiado sul a 5.
Ville de S4ntosdo Havre a 6.
Espirito Santodo sul a 7.
Financede New-Port-Niwa a 8.
Trent da Europa a 10.
Camill ido norte a 13.
Tnrcardo sul a 14.
ManosJo sul a 16.
Pant'Bde Harr>*)Urgo a 16.
Congodo tul a 19.
Parado norte a 23.
La Platada Europa a 24.
Pernambuco do sul a 27.
Neva do sul a 29.
NAVIOS
Armidade Londrea.
Anne Mariedo Rio Grande do Snl.
Claudina do Rio de Janeiro.
Camoesdo Porto.
Erutede Hamburgo.
Guadiauade Lisboa.
J. G. Fichte de Montevideo.
Katalina ie Terra Nova.
Leanderde Terra Nova
Maria-de Terra Nova.
Marinbo Ido Rio Grande do Sul.
Marinho IX-do Rio Grande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
Osearde Santos .
Moviiucufo. do porto
Navios entrados no dia 28
Terra Nova-2J dias, brigue inglez Wil-
liam a, de 198 toneladas, capitao Ores-
tes Foote, equipagem 8, carga baca-
lbo ; a Saunders Brothers & C
Torra Nova -45 dias, lugar inglez Sil-
ver Sea de 177 toneladas, capitSo
James D*y, cquipsgera 9. carga baca-
llao ; a Johnston Pater & C.
Navios sahidos no mesmo dia
Manos e escalaVapor nacional i Para
cominandunte Antonio Ferreira da Sil-
va, carga varios gneros.
Barbados Lugar inglez Viola capi-
tSo James Jolliffc, em lastro.
! Babia-Brigue inglez Williarn cap.to
:S5il n.t.. Punte, carera bacalbo.
10*500'


Oeste 8 Foote, carga
1 MIUU0 (
< HEGiVEl
i


*
f
)

. ;.
Diario de PernambucHoarta-feira 29 e Jnnho de 1887
ci de Manoel Jos Pereira, chama palo presente
ao Sr. Luis Berm.rdino de Franca, para, no pra-
10 de oito das, coctados desta data, recalh.-r aos
cofres desta repartico a importsnsia (fe 24100 do
imposto de 1 0/0 e respectivos addicionaes, cobra
do em dobro, conformo, a lei n. 1499, em eone-
quencia do nao ter avsrbado a escriptura de com-
pra, que em 17 de Fevereiro de 1881 fiea ao
dito Pereir, da casa u. 8 sita roa da Espera
ca, frcguezia de Afogados, sob pena de proceder-
se essa cobranza ejecutivamente.
Reccbedoria de Pernambuco, 21 de Junho de
1887.-0 administrador,
FranciseoA.i>ynth de C. Moun.
I>c ord-m de Illm. Sr. I>r. io'pector convido
os Srs. ar:<.inatantes do dizinio de gado Jeronymo
Theotuni) ia Silva Liurein, Augusto Octavian
de S'iuz.i. JoS> Nepomnceno da Silva, Jos Cor
deiro dos Sant-i>, Dario Jos Peixoto, Jo-jo Gui-
Iherme & Sobnnho, Aurelio dos Santos Coim-
bra e Antonio de Vasconeellos Florencio para
virem declarar at o ultimo do correu. mi z,
perante este Thesouro, coa'orme ordenou o Exm. '
Sr. presilente da provincia por officio de i'
corrente, se aceitam a coneesso da lei n 18 o,
cumprmd^-lhes ueste caso provarem a importan-
cia dos pr. juicos, que por ventara tenhara soffri-
do, afim de si r liquidada a compen3acao.
Secretar-a lo Tbesouro Provincial de Pernam-
buco eu. -JO de Junho de 8S7.Nj impedimeuro
do secr. lario') official, Lindolpho Campello.
Lernas Valentinas n. 73
Dita n. 49
Coronel Suassuoa c. 138
Uita n. 184
Dita o. 296
Dita n. 69
Palman. 73
Boceo da ra da Palma n. 22
Marque* do Herval n. 143
24 de Maio n. 52
Dias Cardoeo n. 2
:> -a n. 12
Dita n. 46
Dila n. 66
Padre Nobrega n. 38
Vidal de Negueirosn. 62.
Dita o 60
Diqe u. 12
As.iumpco n. 8
Di-mingos Theotonio n. 26
Forte u. 44
Dita n. 50
Dita n. 58
Nogaeira n. 19
' Dita n. 25
21640! -1 npco> Secretarla da
CES
Huta-Po
D-j jrlem do Sr. presidente sao convidados to-
dos os Srn. so ios a se reuniem em sessae de s-
semb' geral para eleieo e pnsse da nova direc-
tora, na do Noguera n. 47. pelas 11 botas da
manha 1 quarta-teira -.'i do eorrent.
Sacretana rtn Monte PiodoaTyp'gr h i '.-
Pernambuco, 1 de Junh> de 1887.
O secretario,
Alpiniano de Miranda.
Recife Drainag-e
Rehao dos concertj3 feitos nos appar- nos
no m z de Maio do corrente. anno,
cont:-.nida-te con o art. 10 do contra
to e 2" do art. 15 do rpgulamento de
\2 de. Janeiro ie 1872.
Recife
Rui J Mrquez Je Olinda n. 2
B>m l' fus n 10
Dita n 12
Dir n. 16
Dita n. 22
Dita ii. 12
Dita n J
Commereio 8
ispo Sardinha n. 12
ThoUl de Sjuz i D. 2
Dir n. 4
Dita n. 14
Viga-i i Tenorio n 1(1
Dita i.. 14
Dita u. 3
Mariz e Barros n. 16
Amonio n 15
Dita n. 25
Tuyuty n. 6
Madre de D.-ns n.3
Doming s Jo Martios "22
Di-a n. 44
Dita o. 1J6
Travessa do Campello o. 1
Dita pira o C rpo-Saoto i). 4
R-staarav-i > ". 'i-'
Dita n. 13
D. Mari Cesar o. 28
Visconde df I'aparica n 36
Poarol n 10
S. J .rg n '.'8
Dita u. '00
Dita o. 114
Dita d. 37
Dita o. 83
Dita o. 121
Dita n. 143
Travessa para a Fuidlo n. l'J
Guararap s n. 30
Dita n. 96
Travessa dss (iuararapes ? 3
Travessa da Praca de pedro I n. "2
Hiri doTiiuinpho u. 7(1
Dita n. 61
Dita n. 73
Santo Antonio
Imperador o. 12
Dita o. 44
Dita n. 54
Dita ii.. 19
Imperador n. 25
Dita o. 47
Dltan. 55
Dita n. 65
OaeB "22 Novembro o. 30
P.aca de Pedro II o. 6
Dita o. 1
Primeiro de Marco o. 10
Dita o. 13
Duque df Casias n. 14
Dita o. 30
Dita o. 36
Dita o. 83
Bario da Victoria o. 16
Dita o. 3
Dita n. 59
Trin;heiras n 10
Dita o. 46
Dita o. 7
Dita n. 9
Larangeiras o. 26
Travessa Jas Cruses o. 2
Largo do Saraiva n. 8
Dita n. 10
Dita n. 29
Larga d i Rosario n. 8
Dita o. 16
Ditan. 34
Dita n. 1
Dita n. 27
Dita n. 29
Dita n. 33
Dita n. 37
Estreita do Rozario o. 10
Dita o. 18
Dita o. 20
Dita n. 31
S. Francisco u. 41
Una do Carvalho n. 11
Dita n. H
Dita n. 29
Roda o. 2
Patos n. 8
Calabouco Yelhou. 35
Travessa da Matriz u. 4
Par n. 24
2o Beeeo da Caunl i n. 4
Largo do Carmo n. 25
Travessa do Carmo n. o
Travessa da H mba n. 4
Fogo n. 12
Travessa do Livramento n. !0
Livram'to n. 22
Ditan. 30
Penha o. 9
Visconde Iohauma n. 18
Dita n. v6
Pedro Alfonso o. 33
Ditan. 49
Travessa do Arsenal n. 7
Travessa do Carcereiro o. 17
Nova da Praia o. 4
Marcilio Dias o. 4
Dita o. 5
Dita o. 7 ,
Dita n. 27
Marcilio Dias o. 32
Dita o. 85
Corooel Suassuoa n. 24
Travessa do neceo do Falcao o. 10
Palma n. 11
Ditan. 23
Marqu- .; do Herval o. 44
Diton. 31
Palacio da presidencia
Arsenal de Guerra
Nova da Praia (apparelho publico)
Caes 22 de Novembro (dem)
8. Jos
Marcilio Dias o. 90
Ditan. 127
?390
4640
lliv.20
13 S-il
1114900
"-0
I 6 (J
jiiio
?4640
24640
52u!
549.0
-.'610
4610
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340t0
174380
2f61'l
24610
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24640
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6460 i
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2464 l
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2464 i
34280
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3 '.Mil)
24610
2-i0
24(>0
124V2 l
24610
34960
124070
4l0
34960
24640
Santa Rita n. 10
Di-a u 40
Diri; n Z6
D.i .o. 49
S. Jos n. 25
Dita ii 47.
Travessa do Lirca ii. 'i
Dita n. 9
Fortaleza das Cinco Pontas
tcrcado Publico
boa-Vista
[ Dita u. 23
Dita n 67
'-iie i do Conde d*Eu n. 14
Dita n. 9
Viseen ie 'ie Pelotas o. 14
Dita n. 1
Visconde v Albnqu rqnen. 18
Dita u. 23
Dita o. 125
A .ir. ra n. 7
Dita ii. "''
Dita n. 55
C-.pibaribe n. 36 C
Ponte Velba u. 12
Dita o. 72
Dita o. 9*
Di'a i: 9^
:j nde .i>r*ff..i Vi
r i n 13
Se: de Seteinbro o.
H spicio n. 18
Dita n. l"7
Risario n. 25
D'ta o. 27
Gervasio Pires n. 47
Dita n. 53
Dita i:. 67
Dita n. .Sil
I Dita ii. 36
D'ta n. 56 _
! Scelo n 70
S int > Cruz n. 15
i Ce Ihos n. 15
I'rav ssa do Veras n. 5
Dita n. 7
ji lado o. 12
Bario ie S. B rja n 2ii
Visconde de Goyanna n. 2
Dita u. 48
D ta n. 2~i
Dita n 71
Reeit ,20 de Junhi de 1867
K Brotherhood,
Gerente.
.24640
1462^
12*32^
i 16
2464U
396^
2464
24640
y 4640
6820
4640
7o;o
44620
2610
7|460
34960
li92(i
2#640
24610
44460
193360
(54i a i
24640
54*80
2 640
24640
2610
74S10
24')40
24610
2 610
Ptenl-
I do
deadla le Pernambuco. em
liiiitin de ISI>9>
Por esta secretaria se f*z publico, de ont uini-
dade com o aviso do miui-terio do imperio de 10
de Fevereiro de 1864, que, nos termos dos arts.
52 e 53 do Decreto o. 3,069 de 17 de Abril de
1863, f ii registrado boje, nest repartico, o titulo
de norneacao de Joao Buptista de Lima, para o
cargo de ministro 2a igreja Presby'enana, desta
provincia.
O secretario.
Pedro Francisc Correia de Olivara.
a. 33
13
24680
204680
34^60
34080
34960
34960
-2-640
:\j 160
44400
34960
.,.;.-,.;
1964610
14360
24510
3'J6(I
104760
34960
104980
34960
4 456 )
24640
4860
34960
354990
34140
34960
44360
144741
24640
8' 4120
54780
24640
84460
24640
7 i 0
64180
4420
14620
34 60
24640
Carta de ordenando ao Sagrado Ministerio do
Evangelho
Esta carta para cirtifiear a todos que inters-
Sur possa, qu, eu ab-iixo assigoaJo, Ministro do
Evang-Io e Membrn do Presbyterio de West
Lexiogton da Igrtja Presbyteriana nos Estados-
Uuidos da America, c ino representante do dito
IV. sbyrerio no Imperio do Brasi', ejudado pelo
Rvd. A L Bla.ktord, D. D. da Baha, o Rvd. de
La. y WarJl.w do Ceari, e Mi. vVV. C. Parter
Pn s1 yero da Ign ja Presbiteriana do Recife,
depom de examea con3:deral(8 satisfactorios, no
lia 2! de Malo do auno de 1887. en nuniai pu-
b i_-; j i Igreja Pr:;..by:eria:i>. n Recife, e em a
ipprovacio da mesm i igrej^, crdenei o Sr. Jlo
','<. iota do Lima, uifinbr.i i'. di'a igrrj* uo i -
cife, ao offieio dj Santo >l < i Evangelho
de Jcsiis Christo, segundo a Constituicio da Ign ja
Presby enana.
O dit., Sr. J<-io l .utisi d Lina, portanto, tem
o direito d?. ser reeebi lo e ueonbecido em toda a
parte COm-j Ministro do Sauto EvangelhD, devida-
dtinente rdeuado. e de exercer todas as fuar^oes
uj Sagrado Ministerio.
Km f de que p^sso esta carta.
Estava urna estampilh inutilisada do seguiota
m i : Reeife, 14 de Junho de 1887.J. Rx-kw.-ll
Smith, Ministro do Evangelho. R-c nhepo ver-
d iilena a lirrna rttro Recif; 17 de Juubi de
1887.-Em teotemunbi di verdadeAntonio Bor-
ges da Silv.'ira Lobo Pagou 64825 de emolu-
mciit.'s e imposto addicional de 5 '0 Secretaria
da Presidencia de Pernamb'ico, em 17 de Juuh i
j'- 1--S7 Cli-c n. Visto. Designo o 2o cfSciul
da 4* scc5a p.n reg;str-ir. Secnifacja 'la Presi-
den lia de P'rn imbu'ji, 17 de Juuho Je 1887. Pelo
secretarioK. Tainbonm.
JCO IMAM
. DO
BRA.SI-L
Capital 20.000:000^
dem realisado ,000:000^
A caixa filial d'es'e Banco funecionando tem
porarismente roa do Commercio n. 38, saca,
vista ou a prazo, contra 09 seguintes corre spon-
denies no estranger : _
-N. M. Rothsehil & Sonj.
De Rotbsehild Frrcs.
ilii feniMco
Loudres.
P-ris..........
Harcburgo.......
Berlim..........
Brmente........
Frankt'ui- ;; M ,.n
Antuerpia.......
Roma...........
Geuava.........
aples.........
Milito e mais 340
cidades de Ita-
lia............
Madr ..........
Barcelona.......1
Cdiz...........1
Malaga.........I
Tarragonp......I
Valencia e cutrasf
-idades da Hes I
panha e ilhas I
Canarias......1
Lisboa.........\
Porto e mais ci- f
dades de Por-)
tugal e ilbas... )
Buenos-Ayres.... )
Montevideo......)
Nova York......
-;-
Dcutscbe B..nk.
Banque o'Anvers.
Bauc Genrale c
agencias.
Banco Hypotecario
E-ipana e suas aj
cas.
A directora fas sciente aos Srs. subscriptores
da nova emissao de accoes para o levantam nto
da fabrica na Turre, qne fica marcado o prazo de
30 dias desta data, para pagamento da primeira
prestar;:!.) de 10 por cento, e aotorisado o Sr. 'Ii-
soureiro Jcs Jo5o de Amorim Jnior, para ore-
cebimento.
Recite, 27 de Juuho de 1887.
Os directores,
Manoel Jos da Silva Guimaraes.
Henrique Sareiva,
Secretario.
Jos J( ao de Amorim Jnior,
Thesonreiro.
________5
MUtl '
de
en-
Bineo de Portugal
suas agencias.
English Bank of the Ri-
ver Pate, Limited.
G. Am8irk & C.
Compra taques sobre qunlquer praea do impe-
rio e do estrangeiro.
R'iccbe dinheiro em conta correute de movi-
mento com juros a azao do 2% ao anno e por le-
tras a [razo a juros convencionados.
O gerente,
William M Webster
Recife a Mi t Mhe
14620
2640
54280
24460
24640 j
55780 i
24640
24640
64520
54 ICO
24 80
349 0
44790
24640
'4640
24640
35960
24640
24640
44600
3/960
14520
234910
84640
25640
24640
25610
94900
4640
25640
4640
26i0
920
2576'
25640
24640
25640
24640
2*640
25640
24640
24640
25640
24640
15100
24640
25040
2i-l20
25640
45620
256 JO
25640
185390
25640
94550
305760
45860
65380
205660
2- 640
24640
25640
35960
25640
35940
25640
25640
25640
25640
54160
26lo
25<;40
-5640
45120
44620
24640
24640
25640
24610
3 4080
23640
24640
44620
25640
Serie-, meii s :i-s de mili la^em
de Ida e olta na I elasjae
Semelhantes scri-a, que cnstituem uin novo
ir.cio de vi'j ir nos carros da Com;.'&nhia c que p;r
; consepu'.n'c em nada alteraram os bilhe'es de as-
signatura hije em vior, esto sujei'as n segua-
les condicoes especiats hs quaes tomara 1 o com-
I prouiisso de obedecer tolos aquellas pess as que
1 aeeeitrem lie preferencia tal classe de bhees :
1 Corgtarao as series de um talo com 28 ou
2.1. 30 ou 31 paginas, conforme o mez para o qual
for emittido. Ter ese talao a'capa impresas, ten-
do na frente o nomedo portador a design.cio do
1 mes a iiidicau2o dus pontos entre os quues ser
feita a viagem, c preco pago e a rubrica do ge-
rente. Ser cada p .gina carimbada com a data
do da e do m z e dividida em quatro hilhetes,
caso seja entre es extremos da linha, ou em oous,
caso s ja p*ra urna f de suas p.eecoes. O carina
l)i apanhar tolos os bilh tes de cala p.giua.
2.6 O portador da srrie nao ter o direito de
r.v iisminil a a ter.eiro para dla f.ir-r us non
tio p upo poier pereuder s-rvir-se de bllhete
de d.ta ant n r ao da em qr.e viajar, devendo
considerar perdido aquelle do qual nao se servir
nas c indicoes nelle estipuladas, s >h peua de per-
dr o direito de usar d; ceiuclbantes series.
3" Deveri o portador de semejantes ta!oes
trasel-o sempre eomsigo qu indo viajar, cisfiando-
0 quando Ihe fr pedilo ao eoiduct >r do trem que
Ihe extrahir em eda seegao da liuha o bilhet;
eorresp >ndent-.
4 Cu=tarao taf 8 serie- 165000, pe t. de. 50 "I.
sobre o preco dos bilhetes avulos, se forem entre
os extremos da linha, e terao Valor tanto entre
Recife a Olinda, com- entre n Recife e Beberibe,
ou entre Ol 111.1 e Beb-rib;, sob a nica condicao
de s 8' r feita 110 dia indicado urna viagem do ida
< volta entre os pontos pref 85 l'Kl, u idnticamente Valerio, se fo-em entre
cada extremo da linh e a est^cio da Encruz Iha-
dn, fim da primeira secfio, e viae-versa.
5.6 O portator de s^melhautes seri.-s, su"cessiva
e nomin-.lineiite, durante 11 mez 3 ter direito &e
viajar nas mesuaa coudi^es o mez seguinte de
gr>.ya recebendd para isso gratuitam ate o respe-
ctivo tnlao. Equivale isto a ficar a viagem aimu
almente por 17640 0 ou cada roes a 114666; e
importa n'um abate superior a 50 "l0 sobre os pre-
sos das passagens avule.u.
66 lienticamcute aos nssi." .ntes de bilhetes
de periodo, letermiusdos segundo a forma estipu-
lada n> contracto da Companhia, e que portal
razio lo fi.aio euppriiniias e continuario a vi-
gorar, ter o portador das senes de talio o go6o
de isd-s as eincestos espontaneas que a re.-peito
dos 111. sm>s ha) sido feita pela d'rectoria.
Escriptorin da C mpanhia dos Trilhos Urbnno3
d; Re^it- a Oiinda e B -b ribe, 27 de Juubo de
1887.
O direet. r gerente.
Thesourariade Fa-
zenda
De ordem do Illm. Sr. inspector, convido aos
Srs. Manoel Pedro Goncalves da Silva, Mar.oel
Joaquim Alves da Costa, Manoel Paulo de Albu-
querque, Joaquim Nicolao Ferr-ira, J0S0 Ignacu
Ribeiro Roma, Francisco Pinto de Magalhes,
Antonio Soares Raposo e Joao Francisco Pere-
griuo, para eomparecer-m nis-a (hesouraria at o
iia 3) do correte, 6fira de assignarem o coutrato
para o tornecimeDto d; vveres, iorragens e fer-
rageas aos corpos da guarmcao uo semestre de
Julho Dezembro deste anno.
Thesouraria de Fazcnda de Percambueo, 27 de
Junho de 1887.O secretario,
Luiz Emydio P. daCamar.
Imperial socledadT
DOS
Artista* Mechanicos c
Liberaos
De oidem d> irmao director, convido a todos os
irmS s que se acham uo ir so de seos dircitos, a
reanime se em nossa sede sexta feira 1 de ju-
Ibo, pelas 6 horas da tarde, afim de ter lngar a
aesembla geral do m;i prximo passado, qne
deixou de funecionar. por taita de numero, deven-
do estater lugar com o numero qoe comparecer.
Secretaria da Imperial 8ociedade dos Artistas
Meehauieos e Liberaes do Pernambuco, em 29 de
Junho de 1187.-0 1 secretario,
Paterniauo Barroso.
(.Tmnamo Pernamburanii em 11 de
Jnnho iie issi
:>ela secretaria di Gyaanasio Pernambucano e
de ordem do Sr. 1 r regedor, fe declara aos pais
de fami:;a e a quein mais int ressar possa a edu-
caiao e iustruecSo da uucidade, que o instituto
contina a funceionar p,!fulrment.,) dispensando
aos seas t.lurmos b.m tratameuto e o easino
. mpleto c i Jas as disciplinas exigidas para u
matricula nos cursos superiores do ixperio.
O corpo d rente do instituto A comp sto le 1 ^*
pro'essores, i'ccupando-se cada um smente com
o maino da disciplina qu profesia na respectiva
culi i 11. e sempre na altun. de sua nobre c im-
portante inifsi).
O.- :ilnmn03 sao adraittid s em tr"s categoras :
i .nistas OU int' roes, meii-pensiinistas c ex-
ternos
O: pensionistas residiro no estabelecimento,
t-ni. dirito de estudar as materias di que se
Compoe o curso, ensilladas segn li o programma
e.-t'ibelecido ; a alimentario sul dente e sadia ;
a t;atamP!ito 'm suas p quenas entennidades pelo
medico d 1 ins'itut 1, toriiecendo este medicamen-
tos ; a roupa lavada e en_-otnuiada e binbis pur
eemana, cabelleirairo e luz.
Os meio peuaion's'as se npresentarSo no esta
belecimento nos di^s lectivos, hora em que se
abrirem as aulas, e desde entio at screin encer-
rada! tarde, sao equiparados aos iuteru s, ti ndo
como estes os mesmos direit s qna-ito a 1 estudo,
juntar e reereio
Os externos s too direito s lico.'S e explica-
50CS das 11 ateras ensilladas uo curso, quaesqU'r
que ellas sijam.
As peuses serSo pfgis ni s cr*taria do insti-
tuto, por trimestres adiantados, sendo a dos in-
terno ia razio 'e 3-K'4 por -.nn", nos termos da
ultima parte do 2" do ari. i- da le 11. 1 S84 de
30 de Abr! d> crrente an'iro, nas pal vras -nao
podendo exceder de 254 a meosalidade dos alum-
nos intorn ^8, e a d )8 meio p 'nsionistas na raza i
.!- ^40 por auno, paga do mesmo modo p ir tri-
III' ,-t.-' 8 a i i a litad -s.
Os ex'ernos, por n, pagirio apenas no acto a
matricula a ti.xa igual a que pairam o? alumnos no
colleg o das artes
Aiuda de ordem do m su,o Dr. regedor se de
clara que o estibelec'nvuto acba-se diariamente
ab.rto desde as 6 horas da manha at 9 da noite,
para o fim de cada um dos interessados eonhecer
por si, e nao p?r iufo maeoi/s, tudo quanto ne.le
se dispensa =Servindo de secretario,
Marciouillo Machado da Cunha Pedroea.
BngHsJi BasR; or liiii ae Janeiro ^
' Rec.fe
Liled
Aviso
O Loti')on & Brasilian Banck, raited,
receba dinheiro eao corita corrente simples
cora os juros de 2'
?,o anno,
6 era G mezi'sJuiho
capitalisa-
e Dezera-
das <
bro.
R<-cat>4 tambara dinheiro em deposito.
com aviso previo de 30 dias, ou tixo a pra-
zi de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as taxas de
juros, qus forero convencionadas entre a3
partes.
As cintas j existentes, vencendo juros
por differeutes taxas, ti --.a m sera alterajao.
Recife, 24 de
Maio do 1887.
W. II. Billn.
Estrada de Ierro de Ribe rao ao
Benito
Helo presente faco saber aos Sr3. accionistas
d'eeta empresa, qu-.- apenas realisarain a Ia e 1-
trada de 10 0/o de suas acedes, constantes das
cautellls ns. 16, 28, 32, 47, 59, 64, 66 e 69, 68,
70, 75, 77, 86, 101, 118, 10, 125, 126. e 127, que,
em face do ditposto no n. 1 do art. 9" dos estatu-
tos fiea-lbes marcado o praso de 30 das, a contar
de hoje, para realisarem a a entrada eom a multa
de 20 o/0.
Outrosim, o accionista que nao realisar suas en-
tradas na forma di-tertniuada. perder cm bene-
ficio da finpri za as entradas que j:i tenha feto.
Uecife, 15 de Junho de 1887.
O secretari'ida directora,
Jos DeUarmino Pereira de MeJlo.

Estrada de ferro
Capital ') BlD-0
Capital realisad 1.....
Fundo de reserva.. .
A c ntar d -s.i data
Iuf2n, cunceder-se-ha
at
juros
1.000.0C0
500,000
200,00c
ulterior reso-
de dous por

cento ao anno, sobre ns sal los de dinheiro
iepositado em conta corrente de roovimen-
to no raesnio Bineo.
Receb'-s' tainbJ! a dinheiro era deposito
a juros por puriolo8 detoroiinados, oa su-
jeito so aviso pivio de triota dus para ser
retirado, mediante as eoodieS's d.-. que se
(tT* onheciraento aos i teressados.
P. rnamcu-o, 23 de Maio de 1887.
llenry K, Oregory,
G r nte.
Companhia do Bebe-
ribe
Convida-se aos senhores accionistas d?sta c m-
panhia a reunir o se em aes- mbla geral ordina
na, no dia 1 de Jub> prximo vindouro, como
dispoem os estatutos, afn de tomar conbecimento
da ge tio dos neij cios da c mpanhia no anno
social prximo findr. A reuiiio ter lugar no l
andar da casa n. 71 da ra do Imperador.
R. cife, 15 de Junho de 1887.
Cecilinuo Mamede A. Fcrreira,
Director gerente.
Jos Eustaquio Femara Jacobina,
Director secretario.
Jnizo dos Feilos da Fazend..
Nalenal
Enicritao Reg Barro
Perante o ism. Sr. desembartt-.doi juiz dos fei-
tos da fnzenda, Jos Man el de Freitas, so ven-
der em praca publica, no ,di:i 1- de Julho pr-
ximo viudeuro, peina 11 h iras da manha, depois
da audieuc 1, os bens Regmntea :
A casa terrea ao tijd e cal, sita ra do
Tambi u. 25, treguesia da Boa-Vista, tendo a
mesma porta e janea na frente, 2 salas, 2 quar-
tos, cosinha tora, quiutal murado, e mais 1 qua to
contiguo a casa, e cacimba meieira, avahada por
1:2004000.
Urna outra casa terrea de tijolo e cal, sita rus
Imperial n. 292, freguezia de S. Jos, com porta
e janella na frente, 2 salas, 2 qu-*rtos, cosinha
fra, e mais 1 quarto contiguo, quiutal eoi aberto,
avaliada por 1:200000, todas perkncentes
massa f-llid* de Jefto Francisco Paredes Porto, e
penboradas para pae>;mer.to de impostos devidos
fazend;i n-cional pelo mesmo fallido e cusas-
Recite, 18 d Junho de 1887.
O solicitador da fozeoda nacional.
Luiz Machado Butolh >.
DE
ibeiro ao iionto
Per delib 'rsoSi da directora, sao ch9mados os
senhores accionistas desta empreza, para no prazo
de 60 dias. a contar de hoje, reo lhen>m a 6* en-
10 / de suus accoes, nes termos do ar?.
dos estatutos.
4 de Junho de 1887.
O secretario,
Jos Bellarrrino Pereira do Mello.
Hunco de Crdito Real de
Pernambuco
N > sorteio a que se procedeu u'este Banco em
data de hontem (22), para o resgate d-; 164 letras
hypothecarias das qu-1 xisfem em circulado (1.a
e 2* serie.-.), designou a sirte ts d-: nmeros se-
guintes :
/ Serie (149 letras)
Nmeros
31
1,7
92
208
242
332
366
372
400
416
421
i-.;
492
538
543
546
560
671
780
825
847
864
909
932
963
971
1.007
I .35
1.178
1.234
1.241
1.298
1.351
1.358
1.398
1.439
1.445
I 104
1.533
I 553
I .3
1 660
1 726
741
1 74
1.843
1.968
2.021
9.030
2.050
2.069
2.146
2.213
2 '273
2 293
2.4(i2
2.456
2.487
2.622
2.656
2.816
2.835
2.887
2.897
2.906
2.941
3.012
3.(113
3.014
3.059
3 233
3 267
3 281
3.299
3.410
3.463
3 484
3.526
3.669
3.836
3.850
3.918
3.935
3.UOO
I OI5
4.127
4.170
4.207
4.243
4 301
4 317
4 420
4.478
4.530
4.737
4.820
4.831
4.869
1.895
4.952
5.044
5 052
5.119
5.170
5326
5 341
5.348
5.417
5.430
5.705
5.733
5.745
5.833
5.844
5.889
5.996
6.090
6.118
6 203
6.220
6.224
6 354
0.441
6.441
6 453
6.515
6.633
6991
6.791
6.800
7 MI9
7.110
7.228
7.240
7.340
7.389
7.416
7.715
7.733
7.783
7.830
7.880
7.912
8.085
8.156
8.312
8.379
8.480
AssociafoCommer-
cia1 B^ncficcnie
Concert de predio
A directora desta associacao recebe propoetas
para a factura dos concertos d-i que precisa o
predio em que ella tem Ba sede, cuj >s concertos
constam da planta que se exhibir aos pretenden-
tes. As propostas serio fritas em carta fechada
e deverao sr enviadas, mesma asaciaco at o
meio da de 30 1*0 correte mes. Recife, 21 Je
Junho de 1887.O secretario,
Joaquim Alves da Fonseca.

8.541
9.334
9.717
2 a Sene(15 Letras)
9.745 10.353 II.MO
10.095 10.628 11.149
10.260 10-918 11.326
11.525
11.576
11.631
Estas letras serio pugaa pelo Banco a contar
do pr:meiru aia til 00 mez de Jn ho prximo
vind'.uro, e, qner s 'jam u nao presentadas, nao
vencer'! mais juros !i-pois do ii.i 30 do corrente
mez.
Em virtudc da deliberavi ) do Banco serio pa-
gas : com o premio de OOJWOO a de n.o 1.623,
com o de 503000 a de n. 3.960,c-m o de 3n000
a de n. 1.468,e cem o d 10*0 H) cada urna-
as de ns. 1 553, 2.030, 6 771, 1.035, 6.47^, 11.019
e 4.015.
Recife, 23 de Junho de 1887.
U Gerente.
Joau Fernanda Lopes
Arsenal de Guerra
De orden do Illm. Sr. major director, distribue-
ae costuras nos dias 27, 28 e 30 do corrente mez,
s costureiras de ns. 452 a 5C7, de contormidade
com as disposi^oes dos annuncios anteriores.
Seccio de costuras do Arsenal de Guerra de
Pernambuco, 25 de Junho de 1887.
Flix Antonio de Alear tara,
Alteres adjunto
ASSOCIAQAO-
Medieo-Pharmaceutica
Pernambueana
Sao convidados es ernh' res medico e (.harrea
ceuticos que quizerem fazer parte da Associacao
Medico-PhsrmaceBtica Pernambueana a assigna-
rem os estatutos que se acham na pharmaea rran-
ceza do Sr. Alfreda Ferr.'ira ra do Bario da
Victoria, e a compareeerem no da 1 de Julho, s
7 hons da noito e na ede da inspectora de Hi-
giene Publica ra do Bario Oa Vietonaa n 32,
afim dVeleger-se a administracao. Recife, Junho de 1887. -* O secretario interino.
Dr. J. M. Curio.

Arsenal de Guerra
A eommissio de compras deste arsenal precisa
pira o 2 semestre do corrente anoo, na forma
dos arts. 95 e 96 do r'galamento em vigor, do se
guite :
Aris para moldar.
Argavio, um.
Botes grandes e pequeos de osso braneo, finos,
um.
Ditos grandes e pequeos de osso preto, finos,
um.
Ditos de maireperola, um.
Baodeiras imperiaes de filelle com 2, 3, 4, 5, 6, 7
e 8 panno.-, urna.
Brochas de difTerentes nmeros, urna.
Bandejas pequeas para copos, urna
Bacia de louca, urna.
Baca de ferro estanhda, urna.
Badames sortidos, um.
Bilha de barro, urna.
Catado de amirello. um.
Dito de louro, um.
Dito de po-carga, um.
Costadiutio de umarello, um.
Dito do louro, um.
Dito dfl j carga, um.
Costado de sicupira, um.
CoStadi ho de sicup'ra, no,
Carvio de pedra p*ra forja, kilo-
Carvo cok, idem.
C lebetes para coz de calcas, par
Copos de vidro pira agua, um.
Compasaos surtides um.
Dobradi^ss de ferro, qitdradas, par.
DobraJig 3 de lati, par
Enxadas encabadas, urna.
Enchadas sem cabos, urna.
Enxes de fusil, urna.
Ensarnes de m.deira de qualidade, um.
Fi) de lgodio da trra, kilo.
Feehaduras de ferio pora gavetas e armari.s, urna.
Ditas de dito de diversos tamanhis pira portas,
dem.
Ditas de lata 1 para g.vetas earmariis, idem
F rrolhos pedreiros de diversos tamanhos, um.
Ditos de lati de diversos tamanh.s, um.
F:velas de metal grandes e pequ nas, pretas, pa-
ra arriatas, urna.
Ditas de metal grandes e pequeas, brancas, pa-
ra arriatas, dem.
Fucio para co.-.iulia um.
Kouces encabidas, urna.
Fajas c garios, talber.
Fita de cadac;, metro.
Formoes de neo, sortidos, um.
Ferro cora capa pira pininas, um.
Ferro sem capa para p'aioa, um.
Gxivus sortidos, um.
Grozas meias canas, sortijas, urna.
crozas gran les e pequeas para forrador, urna.
Jarro de louca. urna
Laminas de ac para serras, urna.
Lavatorio de ferro, um.
Martellos com cab s de dulcientes tamanhos,
um.
Machadiuhns encabadas, urna.
Machado encabado, um.
Pt-rafusos de lati de ditf rentes .maiihos, um.
Paaatusos de frrro com p reas, um.
l'.irafusos do ferro pira mad-ira de Jiffercntes
tamanhos, cento.
Prancboes de amarello, um.
Prane.oes de pao esrga, um
Pranohoes de si -1.j ira, um
Pinceis de dfferentes nmeros, um.
Serrotes de p ntas, sortidos, um.
Serras bragaes, urna.
Serras de volts, errtidas, urna.
Serras de desdobrar, urna,
Serrotes fixos sortidos, um.
Tornes de mao de diffjrentes tamauhos, um.
Truvadeira9 de ac, urna.
Tuboas de amartillo de 0m,35 0,m10 le largura
de o"1 a 6'" decoinpnmeiito, urna
Toboas de amarillo com 0,m'J5 a O.^l de largura
e d.! 5'" a 6 de empriment e com 0,n27 de
gressura, urna.
Taboas de amarello de forro c m O.35 0,m40 de
largura e de 5 a 610 de comprimeoto, urna.
Taboas de louro de assoaiho de 0,m30 a 0,m)5 de
largura e de 5 a 6 de comprimento, urna.
T-.boas de louro de forro com 0,<25 a 0,ni30 de
larguia e de 5 a 6' de compriment urna.
Tabeas de pao carga com0,'027 de gru36ura, de
0,m30 a 0n,3b de largura e de 5m a 6'n ne com -
primento, urna.
Vi.saourinliHs de piass'.va para vasilhame, urna.
Vaasourinhas de Timb ou matto, urna.
Varriimt.8 sortidas, urna.
0 fornecim'uto dos rticos cima ser feita por
pedidos parcacs conformo as exigencias do ser
vico, devendo si l-o de prompto.
Previne se que nio serio tomadas em conside-
raco ai prnpostas que nio forem feitas na forma
do art. 64 do Keg. cima, em duplicata, com re-
ferencia a um s artigo mencionando o uome do
f roponente, ndicacio da casa comoi'-rcial, o preco
de cada artigo, o numero e marca das amostras
fiualmente a declaracio expressa de sujeitar-sc
multa de 5 /0 uo caso de recusar assignar o con
tracto e as demais de que tratam os arts. 87 e 88
do Reg devendo ditas propoafas e amostras e-
rem presentadas cesta secretaria s 11 horas da
inauh do dia 30 do corrente mez e anno.
Secretara do Arsenal de Guerra de Pernam-
buco, 25 de Junho de 1887.
O secretario,
Jos Franciso Ribeiro Machad)
CHARCOS RFA Vis
C o mpanhia Fra aceza de Xa vega-
cao a Vapor
. Linha quinzenal entre o Hvre, L1
boa, Pernambuco, Baha, Rio de Janeiro e
Santos
0 mor ViJIb le Santos
Commandante Ilenry
' esperado da Europa
at o dia 6 d. Julho, se-
guindo depois da indispen-
savel demora para a lia
liia. Ki le Janeiro
e tinnie -
Roga-se aos Srs. importadores ae carga lus
vapores desta linha,queir*in apresentar dentro de 6
iias a contar do da descarg ireng
quer rcclam&cJo concernente volumes, que po-
vi'ufu..-. teahaii seguido para os p^rv,3 do sul.ufim
dse poderem dar a *'mposs provid :i >ces-
sarias
Expirado o referido pras a c mpanhicH 3 se
' sponsahiliaa por eitravi
Para carga, pt: sagena, encomm-ndas e dinh. iro
a frete : trata-se com o
0 vapor ille de Baha
Comroandanto Sebire
Espera-se dos noito* de
sul at o dia 3 de Julho.
seguindo depois da indis-
; demora para o Ha
ir.
Conduz medico a bordo,
marcha rpida
eonerece ezccllentcs commodos e ptimo passa-
dio.
As passagens podero ser tomadaa -i", -ntem.i .
Recebe carga encommemle- e pacsageiros p"ra
03 quaes tem eseellentes aci ominod .
Pan cargn, paesagers, encommendas e linheir;
a fr> te: trata se com >
AGENTE
Angoste Labilie
9 BA DO COMMhitClO -9
BOVAL MIL STIA1 PACSP1
GOlPAffi
0 paquete Ta^us
K esperado
Jo s:\[ no di :
depois da
necessana
Lisboa e Southamplon
i'iiiu oassagens, fretes, etc., traca-se
Consignatarios
kdamsonHowieC.
. 3- RITA DO OOMMERCIO N.
DO
1-
(X)MMERCIO
andar
Yjporcs nacionaes
(NORTE E 3UL)
Rio Brande flo Sul. Pelotas b Poito
Alegre
Vapor Aymor
Prelado)
Este vapor sahi-
r.i para os p-rtoa
cima indicados,
'ep is da indis-
peosav 1 demora
Recebe carga, enccmmendas e passageiros para
os mesmos portos : a tratar cos
PEREIRA CARNEIRO & C.
N. 6.RUA DO COMMERCIO S.
/ andar
C
THEATRO
IS.il
Hli LYRCA ITLliN
OE OPERAS [ nPEREFAS
EMPREZA. NAGHEL
iiiri'cfo-1.1 iz miliim:
AMANIIA
Qninla-feira, i do .limbo
A grandiosa opera em 4 actos, msica do maes-
tro Gf. Verdi :
Unaed SUit9 A Brasil 8.8-
O vapor Advanee
E' esperado dos portos do
sul at o dia 30 de Junho
depois da demora neerssaria
seguir para
Haranho, Para. Barbados. *
Thouiaz e Xew-1'ork
r*aracarga, passagens,ene inn.-ndas -i.r^e'ro
frete, tracia se com o o
0 paquete Finance
Esoera-ee de \
News, at o dia 11 i Julho
o qual seguir .:ep i a da
demora aecessari n i i
Baha e Rio de Janeiro
Para carga, passagens, e encoir.rnendas tracta-
e com os
AGENTES
Ilcflrv f oreler C.
- R1J- \i > OMMERCIO2i. -
/ anda)
N
-. 'IP4\IIIi: DE MI-:*Mt.K
RE .IIAKITIHF
LINHA MENSAL
0 paquete Niger
C'oiuniandante Raule
Espera-se d.i Eu-
ropa at o dia i de
Julho, seguin-
do depois da de-
mora do coitume
para Rio de Ja-
neiro, tocando na
Babia
Lembi-a-se >o3 senhores passageirr.a ie todas
as classes que ha lugares reservados pra esta
agencia, que podem tomar em qualquer tempo,
Previnese aos senhore3 recebedores de merca-
dorias que s se attender as reclamav'ies por fal-
tas nos rolumes que forein reconhtcidas na occa-
siao da descarga.
Para carga, passagens, eacommendas e dinheiro
afrete: tract^-se com o
AGENTE
Augosfe Labille
Ii RA DO COM MERCK i 9
PERSONAGENS
Carlos V, Sr. L. tJartolnl. I" bartono.
Ruis Gomes da Silva, Sr. V. Cldrl. Io baixo.
Elvira, sua esposa, Sra. T. Raolelll. Io sopra-
no.ERNANI, bandido, Sr. V. Braacbl, 1
tenor. lago, escudeiro de Silva. Sr. al fciianl.
Ricardo, escudeiro do lei, Sr. S. Penr.-
Igner, Sra. A. Holmlil*.
Coros de damas, convidado^ soldados, povo,
bandidos, etc., etc.
A'* S horas.
Rorlds para todas as linhas e trem para
Apipucos.
DampfschilTfahrts-tesellseh'jlt
O vapor Argentina
E". sperado dos por-
tos do sul at o dia 2
de Julho e seguir de-
pois da debiora neces-
saria para
Lisboa e Ilambnrgo
Para pasagens. traeta-se com os
CONSIGNATARIOS
Borstelmann & C.
RA DO COMMERCIO N. S
/ andar

MUTILADO '

fl


8
Diario < ompanhia Haitiana de naves-
cao a Vapor
Mac^i, Villa Nova, heuedo, Aracaj,
Estancia e Baha
O
vapor
Conimandante
Guahy
Martins
Ciegue nnpreteri v.l -
rente para os portos
cima no (lia 30 de
-Junho, ai 4 horas da
tarde. Recebe carga
Pnicamente at ao 1 \2
dia do dia 30.
Para caiga, passagens, encommcudas e dinheiro
a frute tracta-se na agencia
7liua do Vigario7
bonitos Altes Matheus
DE
Vieia-;"u ilelra por Vapor
PORTOS DO SUL
Rio Foron so e Tamandar
0 vapor Griqui
Coman Jante Lobo
Setrue no da 3 J de
Junho, pelas 4 ho-
ras ti manha.
Recebe carga at o
ldial'8.
Eucominendas, passagens e dinheiros a (rite
ate s 4 horas da tarde do da l'^-.
ESCKiPTORIO
t da tompanhia ^etr-ir-m^a
cana u. I *
Paeiflc Steam fiavigaon Company
STRA1TS OF MAELLAN LINE '
Paquete Britannia
-*
E' esperado da Euro
pa at o dia 3 de
Julho. seguir de-
poij da demora d
'turne para Valparaso
com escala por
Ilahia. Rio de Janeiro e Monte-
video
ira carga, s. encon m c diu-
i frete < un os
AGENTES
nilMn *ons C, Limiied
N. 14 RIJA DO COMMERCIO-N 14
1 quarto
Um santunrio. 1 comsaoda par o mesmo, 4 cas
tieact de dito e i otomo para lamparas, 1 corre
de ferr.
2 qearto
Um* cama casal 4* p> carga, 1 toillet,
1.cpula, 1 tapete -.rande, i quadio, l cummoda,
2 jarios, 1 lanterua, 2 eterivaninbas, vkm de ro-
mance, 1 revolver, i porta cigarros.
3* qnarto
Tres camas para meninos, 1 lavatorio, 1 moinfco
com gxveta, 1 esprtho, 1 quadreu
Sala de jantar
i mesa par jaotar, 2 apparadjres simples, 1
dito com portas, 1 guarda-comida, 1 mesa de
abas, ti cadeiras de junco, 6 ditas assento de
madeira, 2 espreguicadeiras, 2 machos, 1 quar-
tinheira, 1 etager, 1 relogio, de parede, 1 can-
dideiro de metal, 1 dito de parede, 2 vistas
(escolares), 9 quadros, 1 resfriadeira, 2 fruteiras
de metal, louca para almuco e jaotar, doceiras,
garrafas para vinho, copos, clices para cham-
pagne, vinho e Hor, 2 bandejas, talheres, colhe-
res para hopa e cha.
Costaba
Trein de cosinha e outr.is rticos proprios de
casa de familia.
Terraco
Dezoito vas-is cosa crotoos e outias diversas rio-
res, 2 aguadores e I balde.
texta-Jeira 1 de Jidho
A'S 11 HORAS-
O ageule Modesto Baptista, aatorisado pelo
Sr. I- tenente E nes.o Leal que s retira com
sua Eima. familia para o sul do imperi i, far
leilao ao correr do martell) do que cima se deca
ra, faz-'iido entrega dc;s objctog e o respectivo
r.'cabimento, logo depuis d i li.. i > o leilao.
ti.
Lisboa e Porto
Lugre portuguez
Jos Eslcvo
<"hegar brevemente do Rio de Janeiro, e rece-
ber carga a frete para os referidos portos sahin-
do dentro de poneos dias : a tratar com Amorim
lrmaos & C.
Aviso rprimo
O capilao I. Korfi do Lugar Allemo (ia-
zille. i uTimamcnte arribado a este porto com
agua aberta, vindo de Diamante com destino ao
Canal, ordem, preciso tomar emprstalo a risco
martimo seis coutos de ris, pouco mais ou me-
nos, quantia gasta ueste porto com a d-carga.
aruiazcuagein e etmbarque dj oeu cai'iegamen
to, cous8tindo em 4StjO saceos de trigo em grao,
o qual vai ser conduzido ao porto de seu destiu
pelo lugar Norueguense Christina Elizabeth.
('Sertas, em cartas .fechadas, serao recebidas
no consulado do imperio germnico at o meio dia
do da 1 de julho.
LrJiLUr;,*
Sexta-foira, 1 de Julho, deve ter lugar o
primeiro leilao no armazem darui do Marques
de Olinda n. 5:.', constaudo de u vanado orti-
meuue muvoi, yiuro. jarros, candieiros a gaz
e outros artigosque estaro patentes ao ex&me do?
concurr otes.
Agente Burlamaqui
5" leilao
Quinto feira 30 do corrente
De um sobrado de dous andares ra do
Marcilio Dias n. 121
AS II HORAS
\o armazem amado Imperador
n.
O agente cima por mandauo e assistencia do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito de orphaos, a re^ue-
rimento do inventariante dos bens deixados por
seu pai Candido Tbomaz Pereira Dutra, vender
o sabrado cima pelo maior preco que for possivel
obter independente de avaliacai.
Leilao
Do
vapor Baha e seu carregamento, no
estado e lugar em que se acba
Quinta feira 3 de funho
A's 11 horas
A'o salao da Asiocia^ao Comniercial Bene-
ficente
O agente Gusuiao, autorisado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commer-
eio, e a requeriinento do Dr. curador de ausentes,
no processo de ratificado de protesto martimo e
abandono do vapor Baha, por parte da compa-
nbia de paquetes brazileiros a vapor, far leilao
com assistencia do- mesino juiz, do referido vapor
e seu carregamento no lugar em que se acha.
De movis, crystaes, qualros, vasos para
flores, lustres gaz, pianos, mobilias,
bilhar, oratorio, cofres, arandelas e mui-
toy outros movis.
A saber :
l.'m lindo lustre de crystal com t bicos, 1 mo-
bilia de jacareud com 1 sof, "2 consolos, 2 ca-
deiras de bracos c 12 de guarnieao com tarapos
de pedra, 1 piano -n meia cauda, 4 casticaes e
mangas, 6 jarros para ti ues, 1 candelabro de
crystal, 12 arandelas de bronze com mangas
para vela, 1 relogio, 4 redomas, 2 rel'gics de
mesa.
Qua'.ro lindos (juadros dourados, 1 niubilia de
gabinete, 1 piano de armario, 1 caixa com inn-
sica, 1 eadeira para piano, 1 estante para mnsiea,
i cantoneiras, 1 estrado para piaao, 1 relogio,
2 cadeiras de biianjo de Jacaranda, 2 eandieiros
gaz, castir es e mangas.
Um bilhar pertences, 1 caixa de msica,
1 lufre, 1 m.iuilia de junco, 1 estante para livr-...
l.'ma cama franceza de Jacaranda, 2 foiletts,
1 lavatorio, 1 guarda-vestido, 1 guarda-roupa,
I i mmoda de Jacaranda, I oratorio de Jacaranda
(obrado Porto), -' marquezoes, 2 coiumodas, 1
banco de abrir, camas de ferro para meninos, i
berco,
Urna mi a elstica, 1 guarda-rt upa. 1 appara-
dor grande, 1 relogio de parede, 21 cadeiras.
1 sota, 1 guarda-comida, 1 moiuuo, compoteiras,
Cjpis, diversos objeetos d<> electro piate, talb res
colheres, I misa cemabas, quartmhas com ternei-
ras, filtros, jarros, machinas de costura, pegoes
de ferro seuQo um novo e b k lado, depsitos para
gaz, rodelas para mesa e inuitos outros artigos
existentes n.> armazem do ru. ao Marqu z de
Olinda n "i2
He\i% feira I de Julho
U agente l'iuto tari leilao por eonta e ordem
Je diversos, de amitos e difl'ereates movis e ou-
tres artiiris existentes cm sru n. oua di* Mrquez de Olinda a. onde espera a
joncurrencit' dr eeus freguezes < an g
O leilao eomejar s 10 horas em ]ionto
Em cuutiuuvo veudei.i o mesmo agente um
fre pr iva de f g>, I caixa d.' ierro, I baleao,
I repar'im ni i d sei >! irio, pap I pautado, pa-
pel foi i: -a .2 aimari s-fiteiros, 1 mesa para
tazen-..5. 1 -.liii.va; tagli'Ca e 7 pares de botiuas
para meuini s.
Leilao
I Hiniu e definitivo
Da armacao e utensilio e resto de gen-ros da ven-
da sita ra de S. Joo n. 0
(Ao correr do marte 1 loJ
Agente Britto
Sexta reir 1" de Juilio
A's 10 1|2 horas
AVISOS DIVERSOS
Ama
Precisa se para cas* de pequea familia, de
urna ama que lave e cosinha bem, dando flanea
sua conducta ; a tratar no patap do Collegto ou
praca de Pedro II n. 6, 1' andar, das 12 s 3
horas da tarde, nos dias uteis,
Vina
Precisa-se de nma ama que saiba cosinha r na
ra das Ouzes n. oti, 1 andar.
Aviso
O abaixo assignado scientifica ao respeitavel
corpo commercial desta praca e a quem mais ros-
sa interessar, que desde o da 14 deste mez dis-
solveu a socidd-ide que havia dado em seu fsta-
belecimento de molhadot sito ra de Marcilio
Das.n 23, de canta a mei-i une luerot, eu prejui-
z i que podesse haver, ao Sr. Luia Maria Kibi:o
Guimaraes, cuja sociedade gyrou nesta prai;a
sob a razo social de Mauoel Pernandes Masca-
renhas ii C, ficando a cargo do predito socio
Mase .reubas todo o activo e passivo tendente
toesma extincta firma, conforme consta do res-
p-ctivo balaii) rocedido e encerrado em 14 do
referido mez, por acto de dissolu^ao social.
Recife, 27 de Junho d1 1887.
Manuel Pernandi-s Mascannhas.
Importiiitissim-i revista de direito theorico
pratico, estrangeiro e patri.-.
Pr gr'.mma
Traduzir os o idig s mala notaveis do mundo.
Traduzir as mais proluudas obras do direito.
Traduccee artuaes
Tratado de direito romano, de Savigny, cdigo
penal allemo (resumo de oito legislacoes).
Assignaturas, 20000 mt anno
Assigna-s na Livraria Francesa, de J \\". Je
Mcdpiros, ra 1" de Marco n. 9.
P
liar acia central
Le!lo
Do sobrado de dous andares, ra de
Santa Rita Velba n. 40, em solo foreiro
Sexta fiara 1 de Julho
No armazem da ra do Imperador n. 30
A's 11 horas
O agente Stepple, competentemente autorisado
pelo cnsul de l'ortugai levar a leilao o sobrado
cima, pertenceute ao espolio de Jos ticucalvcs
da Cruz.
Desde j os Srs. pretndeos ondem examinar
o dito sobrado o qual rende 54(HHJ mensaes.
Leilao
Da urna bareaca denominada Joo AIJredo
a qual se acba no caes do Ramos
Nexta feira 1 de Julho
Ra do Imperador n. 30
A's 11 1/2 horas
O agente Burlamaqui, por mandado e assisten-
tencia do Illm. Sr. Dr. juiz substituto do commer-
cio, levar a leilao a dita bareaca tal qual se acha
no caes do Ramos, execucao que inove D. Julia
Apolinaria Pereira da Costa, contra Antonio Ma-
chado dos Santos.
Os Srs. preti-ndentes desde j podem examinar.
De 1 piano, bons movis, langa, vidros,
crjstaes, etc.
No sobrado n. 24 ra do Leao Coroado,
. artiga Maugueira, na Boa-Vista
Sala da frente
Urna mobilia de junco preto, 1 bom piano com
cauda, e cana, 1 ansa i.d. i..;-. 2 cadeiras de ba
lanco de june., 1 di'., dta para menino, 3 can-
dieiros pira keroseue, 4 pares de jarros, 4 qua-
dros, 4 escarradeiras, 1 tapete grande para sota,
1 dito menor para piano, 6 ditos para portas, 1
relogio, i jarras com. palmeiras, 1 egpertador, 15
guarnieres de estopa para sof' e cadeiras, 10 ta-
petes de estopa para jarros.
Aluga-se casas a 80O0 no becco dos C e
Ims. junto de S. Gonfa'lo : a tratar na ra t
luij'i ratric n. n>>.
Os abaixo assignados mudaram o seu eecri-
ptorio de advogado e solicitador, da casa ti. 38
ra do Imperador para a de n. 6'J ^inesma ra,
sala da frente.
Man. el J.aquim Silveira.
Ji o Ca tao de Abicu.
= Precisa-se de um criado de 10 a 12 anuos de
ilade, para cas de familia ; a tratar na ra do
liaia" da Victoria u. '>'.'. luja.
Eu abaixo assignado declara que nao sj en
t- nde com migo e sim com cutro de igual nomo,
o un nuncio que na parte da pjlicia sabio no Dia
rio d u. 143 de 24 de JuuIm do correute anuo,
como preso por disturbios, pois ba viute e um an
nos que eu tenho estado em negocio nunca fui
preso e seu muito conhecido nesta capital ; e em
vista de haver outro de igual uome, nao me res-
ponsabiliso por debito algum feito em meu nome
por qualquer pessoa que seja, b sendo comprado
e assignado por meu proprio punbe. Rita nova de
ban[a Rita n 61, 26 de Junbo de 1887.
Jos Maria da Costa.
O abaixu assignado, procurador da Cmara
Municipal da cidade de Olinda, eonvida aes pro-
pietarios das tuas August;; 'h'je Coronel Suassu
na) c Imperial da cidade do Recife, cujos socios
sao foreiros a e.ita me ma Cmara, para no prazo
de 60 dias virem pagar oa foros devidos, bem
como declararen! as numeraces que actaalmente
ttem suas propriedades. Olinda, 25 de Juuho de
1887.
Francisco Velloso A de Lins.
Precisa-se de urna ama para cosinhar ; na
ra do Mrquez de Oiiuda n. 50.
Hua lo Imperador ti. :ts
Jos Francisco Bitteee-eirt, antigo pharmaceu-
tico da pharuiaciu trauceaa a ra do Baro da
Vieron o. 25, avisa a sen.- amigos e fregueses,
que se acha na pharmacia cima, oude espera
continuar a merecer a confianca qu felizmente
depositaraui em seus trabalhjs protessionaes
\ov\ mm
(Cidre Mousseux de ^ormaiidie)
E!.; ii iva bebi la, feita puiairen'e n majaes -
que ni jiramente iiff-re la cidra commum, alm
de ser a primeira vez qus vem a este men
rceoiiimenda-se esp cialmente pelas suas quali la-
des tnica, hygieniea e rfrigeraite
Achi-se ven ia em ciSR Paulino de O'iveira Maia, ru i de Imperador.
! li,ules Plnyni -Y i., Caes da Ling li
Joi Joaquim Alv.s i C, na do Bar* d i \ ic-
fui ia
Alheiro. Oliveira & C, ra la Imp'-ratnz.
eferinn Valeufe & ('.. (,'acs 22 de Novemb?'"
Neves Ptdrosa &C, largo du VI
Precisase
de lama senhor:. (pie saiba rnsin r portuguez e
piano, para era Tig'nli') que dista quatto leguas
da estaco de Una ; a fritar na ra do Apollo n.
28, 1- a dar. escriptorio.
"i ;* <
0 Remedio do Dr. Ayer
CONTA sKZKS.
Y.' um i iiiii-o forle puramente vcgi tal, e.
p 'l-> i-onliei I .....i i li seilS Bi i-
l">. (aha.n llKu i-iiiiiu r .ii-ii;.....rio para
: febre- maliirn i. K-Im< < -i 11 ile-
\i-in :i -na (iriireui :i mti \i,neiio iiti.'-nr.'i" i
li i liel .ii.o-:,. .liten
.-. s il.
i''i:iiieeiii:i> p i Terciaras e
Quatrenarias, Insernas, de Fri,
MalU ...--':- tes, i?emit-
h iide.
ii Ii:mii)Hi .
. ii i. >
i '>|1
1

\ vi": i:-:.,::- i n
-i iln -i -I' mi.
i. :.,_'! i 1. a I -
lia m- -
ir i c lim i ;i".
ii.ln
<
. C. AYF, H k CA..
F.i.rtfl!. Mass., i:. 5 A.
\ :: la lias prineipaes plnirmucias e
Sementes e arrpalo
Comprase ua labrica Apo'lo ra do Hospicio
numero 79.
Ao comnicrcio
Jos da Silva I'enia, cstabelecido ra do
Imperador n. 14, attindindo a have outro de
igual nome, di -libera desta dala em diante fir-
mal-se Jos da Silva Ptreir Lisboa.
Caixeiro
Pr*>parnilo
DE
iti iso .ais \vi:i.i.roni s <
CUIMICOS DE LOSDRI 8
Um podi'iosoagpiifi" digestivo e acimilalivo; um
alimento nutritivo, especialmente d >pt;.d i
os enf-rmos e nao; un grande succedunej do
azeitp de fijado de bacalb".
O Extracto de Malta de Kepler mn alimento
perfeito em si mesmo e c utem t i"- >s principios
digestivos e nutritivos da cevada, is'o ph -
tos, maltosa, diBtrina, albuit.iua e o importante
quanto poderoso accesorio dig stivo chamado
DiaBta8",piidcnd'-s" assim dizer que c i. i in
troducci do Extracto de Malta, como agente the-
rapeutico, se ha produzidc urna ri-voluyao no trac-
tami-nto de iertas infermidid-s da nufrica ope
raudo especialment- ua oyspepsia, uieera^ao do
estomag-i, caen s do estomago, debilidades, eon-
valescencias de eafermida les gud'.s, v mil e
gastro-eutei tes das crianzas, ma; asm.:, al
BCrofuieoas, tuberculosas, etc.
I nlio ilepoiiln 4,
34Ra *o Rosario mT'
Pharmacia e Drogarira '"
BARTIIOLOMEi; ,V C. SCCESSORES
LEITE NATURAL
(Selva)
' DE
ALVELOZ
CNSEBVAUO LIQUIDO SEM ALTEEAB-8E
O ALVELOZ, planta da familia das euphorbia-
ceas, que habita os nossas ser toes, hoj-; recoohe-
cido como um verdadeiro especifico para di stroii
as i'pitheiiomai ou cancroides, facili'.audo a reuo-
vacao dos tecidos atacados, e trazendo afinM urna
cura completa, sem outro tratameuto que a a poli-
CHcau topiea du suaseiva (vulgarmente iei'i come
CHU8tiCO.
Sao numerosos os casos de cara, alguns dos
quaes j levad' s ao ccnhecimsnto do publico, em
diversas publica?'*, pelos illustradus clnicos
desta capital o no estrangeiro, os Sri. Drs. Alci
biades Velloso e Randeira, e ptimos resultados,
tambem foiam obtidos as leudas c as ulcera*
ihronicas de carcter syphilitlcas.
DEPOSITO GERAL
PlKiniiacia e Drogara de Bartho
lomeo X C. Siiecessores
34, Ra Larga do Rosario Peroauabu i
l.f caroco fle aigoflao
a W rs. a arrolla
Cheg n a primeira rem l : .relio
de i ii i. i de hhjii la i, n mais baral
aliment .- para animis de rn^a eavallar,
ruin-i, etc. O careco di alg da le ex
tialii la a Cajea i -.: i
ment que se pode dar aos anim n s para us I .r'.i
lecer e engordar c m admu ivel ra
N Estados I 'nidos da Amen S .. :
i .: 'i ra i lio em i :_- -. i- m j mais I
i d<' preferene mi
|U< sao iiiUi' mais caro e ;l i
.
i irai'ti no Recife Lftfxo
lio saiiiii. i andar


( Coi
Ala-
se
i siibr ido i'c u.'i hii
. ': i ''-''
bju.- i
n. -i i. b


i
Precisa-se de um menino de 12 a 11 annos. paia i
praticar ; na fabrica Martiua, tua da Imperatriz !
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Liquida-se a leja n. 10 da ra i'o liatuo da
Victoria, e garante-se a cli .ve a quem comprar
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CINTURAS PARA A BARRIGA E 0 lUbH
MILLERET, LE GONIDEC. Successor. 49. ra J.-J. Rousseau. PAJ/5
DEPSITOS KM rODAS \S PRINCll'AI IABMAC!\S
Hajor Joaqulm tpiiritlio Ko*a
da cosa
A viuva, sogro, sogra, eunhadoa c concunba-
das do finado mnjor do corpo de polica, Joaquim
Appridlo Rosa da Costa, agradecrm peuheradis-
= iino? aquellas pcs9oa; residentes na cidade do
Limceiro, que acompunliaram os seus despojos
sua ultima morada. Sa igreja matriz da mesma
cidade e na igreja da >o!edade (Ilocifej celebra-
so-bacc sabbado, de Julio, stimo dia da seu
passaineuto, s 8 horas da manhii, missas pelo
eterno repouso de sua alma. Kogam, pois, aos
amigos e mais paren'es do mesmo finado em am-
bas as localidades, o si u bondaso compareci-
mento.
Repblica
Aluga-se barato 0 l- andar da casa ) i ra
do ll.spital Pedro II (lu :ar dos Ceilhos) com fi
quaitos, 3 talas e cosinl. cuja caEa presta-se
para numerosa familia ou para estudantcs, muit
fresca, vista magnifica e prczlma dos banhos sal-
gados ; a tratar na casa immediata.
AH Precisa-pe di- ama, para casa de fa-
milia, para cosinhar e ontros ser\ico9 internos :
na ra do Cabug n. 2-1'..
O proprietano do estabelecimeoto de mo-
Ibados sito na de Luir do Reg n. 1'.', < n Santo
Amaro, tendo de retirar-se para o mato, dest-ja
vende! o ; quem pretender dirija-se ao mesmo
est abe leci uie uto.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
seceos e raolbados ; na ra do Visconde de G> y-
anna n. 60 a tratar na mesma eos ..
Precisa-se de urna ama para cceiuhar e
comprar ; na ra do II .spicio n. 29.
AMA
Pr*cisa-ae ce urna ama para lavar e en-
gommar cm casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
Engcnhciro Ricardo de Minczc- au inte),
Jaciutho Pereira do Rcgo e Mara Albertina Pe-
reira do Reg convidan aos s.us par-utes e ami-
gos para assietirem as miss is que mandarn cele-
brar por alma de sua espos*
Jorge de Menczes, ua matriz
dia 1 ri( Julho, s 8 h.ras da manb.l.
sario de eu passamento.
la
ftfflrt
D. Anna Amalla Barbosa
lita
Joa Crispianno di. Silva, Mariu Mirandolina
de Moraes e Silva i Jos Elias Barbosa da Silva
convidam a todas as pessoas de sua amizade e
parantes da fini-.da professora Anna Amalia Bar-
bosa da Silva, para assistirem as missas do ti ige
simo dia, que terao lugar no da 30 do nti
pelas 7 horas da manli. nas igrejas inariz de S.
Jos desta cidade e da cidade de Grava', ante-
cipandc-lhes desde ia seu9 n^radi'ciineiitos.
Ges-
para
em
iide as mi
APHKAfOES
'iitIUtOM,
ne..i raspar o pello.
ann'GNEAU,i75.RuaSt-HcD;i,PARIS
IA8 *- P'-IARMAC
Tinturara franeeza no lurgo de S. l'edro
numero 6.
'linge se o limpa se eom a maior perfeico toda
. qualidade de estofo e tuzendas em presos ou em
obras, chapeos de feltro ou de paiha, tira-se o
mofo das fazendas, e todo o 'rabalho feito por
meio de aperfeicoado machinismo.
8. 1
Roga-se pela segunda vez ao Dr. Paulo Caeta-
no de Albuquerque apparecer ra do Impera-
dor n 81, 1* andar, afim de dar soluc ao nu-
me o cima.
MUTILADO
"H

Compras por atacado
O l'iiiinal de Cambar
tem precos especiaes para a ptelles que compra-
rem grandes porcoes. Distriboem se im presaos m
qui ni os pedir, contend! as eondicoes de vendas :
na na do Mrquez de Olinda 3 drogara dos
nicos gentes e depositarios S,
Fraucisco M. .: silva \ C.
Emulso k kz\\kf
Preparado de Burongh \tiil
come & c.
CHIMICOS DE LONDRES
Aceite puro c fresco de figad > de bacalho da
Noruega ia ouiuco com o Extracto de Malta de
Keplor.
Esta i. mais p> rfi ita Emu/so al hoj, con he-
rida.
Fj inlrodusida na pratica medica a alguns
atinas c desde ento o s-u consumo tem mado
um incremento ta i i xtraotdiL rio i le u2o ha um
6 dia im que sej i ri-ceitada o; maia abalisa
dos m-diC'.s do inando, com preferenci- sobre
todas ao demais pri-parieoi't- de ig'ial naturfza, pela
certeza de sua tole anein u i ismag) cao sodas
errauea- c ano dos a u.: .-. rebeldes muitas vezes
ao oleo de bacalho e a umitas emulO-s mal pre-
paradas.
Assim, pois, a nossa Emulsao se reeomm-nda
com prel' rencia p-.ra o tratamento da tsica em
todas as suas mo'tiplieadas manifest-.^Ces e em
todas aflec^oesdusoigoe retpirati tus, como bron
chites, raqnitism enlermidades escr. tulosas, tu-
mori o brauens. pi'ucedimeuto supurativo e na u-.-n
ticu das creancas, na cax-xia syp.iiitica, na
perda do appetitte e debilidade dos orgaos diges
tives e em gersl im todos os casos cm que se faz
preciso o levantan nlo na nutricio.
- nico ilei>ojio
34 Ba Larga do Kie^rio34
Pharmacia
BAffTHOLOMEU C: SUGCESORL

ClarHone de Aa;iiiar i.eiielrn
Antcnio Jos Gesteira e Maria Antuncs
teira convidam aos seus parentcs e amigos
assistirem a missa qui' maudam resar na matriz
da Boa-Vista no dia 3(1 do corrente, s 7 1,2 ho-
ras, por alma de sua presada mi e sogra, Cla-
nsse de Aguiar Gesteira, fallecida na Babia no
dia 23 do corrente.
20 RA PRIMEIRO DE MARCO 20
(.1 into ao Lonvrej
Merinos de cores com duas larguras, ;i S Cachemires de listras para vestidos, alta novi : e. 400 rs i >\
Percales de cores, a 240 rs., o covado.
Esguiao pardo de linho, a 380 rs., o covado
Cambraia bordada, a F>$500, a pega.
Cretones de cores, de 280 a 400 rs., o invado.
Zepbyres de core-, a 200, 240 e 320 rs. o covado.
Setinetas lisas e lavradas, a 3t0, 4''l e 440 rs., o covad .
Alpacas de cores, lisas, a 280 rs., o covado.
Grande sortimnto de 15b para vestidos, por barato preco.
Bramante de linho, com 10 palmos, a 1-5'JOO, o metro
Bramantes de algodlo, a 800 e 1510(). o metro.
Pao da Costa, a ].->lO, o covado.
e mai. I). Maria Velbutinas de cores, a 800 rs., o covado.
Pecliinchas em madapolSes, aproveitem !
Atoalbad > branco, muito largo, a loOO, o metro.
L-ques trausparent's, ultima novidade, a 2>00, um.
Espartilbos para senhora, a ;">:>000, um.
Bordados tapados, finos, de 500 a 2^000, a peja.
Cortinados bordados, a UiJOO e 8500O, o par.
Lene jes de bramante de linho, muito encorpidos, a '.\-y< 10, irn
Cobertas do ganga, forradas, a 3^000, urna.
Chambres para bomem, a 5;$000 e 6l000, um.
Toalbai felpudas p;.ra banhos, a lfib'M, nina.
Ditas ditas p.ra rosto, a 3:jo00 c b&QOQ, a duzia.
Lindi s luis, de renda de linho, a 2;)0L e 2:>( 0, um.
Ditos, d-' la, completo sorti ment.
Camisas d- linliu para borueiu, sem punho e sera collarinhos, oque -. ...
melhor a est m rcado, a 546OO0, a duzia,
Ditas de la, a f)-S0(H', urna.
Colletes d- anella com meia manga, 3j5")UO, um.
Ditos le dita sem mangas, a -'J.)000 um.
Completo sortimenti) de croulas, collarinhos, grvala-, meias p ra bou
crianzas e senhoms, por menos presos que em outrt qualqu t parte.
_ PARA 08 SENHOBES AutilCilLTORES
Algod's do Rio, de 1.a qualidad'-, a 320 rs., o metro, em por^-ao faz se
! desmonto.
Ditos da Babia, bran-os, a 320 rs., o raeiro.
Ditos branoos, lisos, a 35000, 4.)000, 4^600 e 5.)000. a peca.
PARA ACABAR
Mallas Mi-'rii'nn^s rara viagem, a 105'JOO e 15 KJ '. u c \ ; baratiss Paf.i tamil do mr
Tenente-roronol Antonio ture
llano Iiopew CoutlnnO
Dr. Ermiria Coutinhu manda resar urna missa
pelo eteruo repouso do seu presadissimo pai, na
igreja da ordem tercena de S Francisco, s 8
horas da inanh do dia 1- de julho, trigsimo de
seu passameHto. _________.__________________^^
Costumes para bomeus, a 8^000, um.
Ditos para senhora, a lOfiOOO um
Ditos para meninos, a OriOUil, um.
Sapatos e beleas para o mesmo tim.
Te'ephone n .08
AMARAL & C.
Jos Daciano Vieira de \morim, Manoel Au-
gusto Vieira de Amuim, Adelaide Candida de
Amorim Burlamaqui, Mauoel do Nascimento Ce-
sar Burlamaqui e Marianna Augusta Dias de
Amorim, convidam seus parentes e amigos para
assistirem as missas qu mandam celebrar no da
quiuta-feira 30 do corrente, pelas 7 112 horas da
ir.aiih.i, na igreja matriz da Boa-Vista, pelo in-
fausto fallecimento de D. Isabel Maria da 'oncei-
?o Mattos, sogra do Dr. Miguel Bernardo Vieira
de Amorim (aU9"n'i).
i -tiiealdr de 'ostro Heneze*
Joaquim des Castr ; e Silva e sua mulber D.
Josepbina de Castro Bandi ira ausentes, paes da
finada l). Adflaide de Castro Menezes, fallecida
em 23 de Junho corrent-, mandam celebrar urna
missa por alma da dita finada, no dia 30 do cor
rente mez, na matriz do Corpo Santo, s 7 Loras
da mauba.
Para este acto de piedude convidam a todos os
par lites e amigos.
Agradecem as pessoas que c mduzram os des-
pojos da dita finada, a cim ultima morada. ',
LOTERA DO CEARA
15:000^000
BllACviO INSTR&NSFERIVEL DO 11 SORTEIODA 3.a LOTERA
Qaarta-fcira, 29 do corrent*
DIA DE S. PEDRO
Os bilhetes desta acreditada lotera
acham-se venda nas seg-uintes casas: Roda
da Fortuna, ra Larga do Rosario n. 36;
Casa da Fortuna, ra Primeiro de Marco
n. 23; Casa Feliz, praca da Independencia
ns. 37 e 39.
Telegramaia e lisia m dia da exlracca

f
v.
IIEGIH
<


I




.

T


{Biaio de Pernambnco-- (Jnaria-feira 29 de Junho de 1&87
*
*



^^m*'i^j

/


Aluga-sc barato
Bn Viaooade de ltaparic 4Sr&>er.
ftua Coronel Suassno Ui,<|orto.
Ra de Santo Amaro n. 14,4oi
Rtra do Rorio ir 39 w* '
Roa do CaU&ouyo n. 4, oja.
Prnth-ae na ra do Comnaeroio n. 5, 1 andar
criptorio de Silva tfuitaarSe & C.
O
Alu^i
Preciaa-ie de 4uaa uiaa par coliobar fe outra
para lavar e eogminar : na nva da Cuito naoae-
ro 13. .
Amas
Precisa-se de doas amas para serrieo da.qnar-
108 e engommar, dormindo em casa ; Wa Ponte de
UchSa, sit.o de Luia dt Mpraea Gomes Ferreira.
ein frente a estatu. _____________________
ase
na casa cr>m sotio,, edificada a moderna. co
jcommo ? doas estacos Juqueira e Tamarineira.
UTBA Preeisa-se de nona ana para o servico interno
Urna casa nova e frente do Sr. Thoai, propria j de uma eaga dg p0UC& familia ; a tratar na roa
ra pequea familia, entre Jaqaeira^ e Tamart- Vc|ha n ?5
ira ; a tratar na ra Primeiro
a de joias.
de Marco d. 25,
Aluga-se
Ama
Ama
grande Bitio Tacarnos, no Salgadinho, com bae-
rtee trras para plantacees e moitos arvoredos :
en pretender dirjate fabrica Apollo, ra do
spicio. .______^
Aluera-se
1 andar da ra do Visco:.de de Inbsma n. 7 3
m bons commodos pana familia, perto d o mer-
oo e com rxcellcnte vista
sa, roa do CabupA.
a tratar na Venfu-
> 1' andar da ra
a da Iu.pcrat.-iz n.
Ilnga-se
Vo.
,-onel
Misa terrea da tua do O
do Pbgo n. 'ib :
10, 1-
Suaasuna n. 57
a tratar na
andar.
Precisa-Be de urna ama em casa de pouca fa-
milia, para lavar e cosinbar ; na ra da Aurora
n. 139._______________________________________
Ama
Prccisa-se de urna ama para cosinbar e ensa-
boar ; oa ra da Ponte Velha n. 16._____________
Ama de lcite
Precisa-se He urna ama
novo, c nao traen filhos ;
perador n. 52, 1- andar.
que tenha lcite botn e
a tratar u t ra do Im-
Cosinheira cscrava
Precisa-se de um c>8nheiro eseravo, para urna
casa de pequea familia; a tratar no caes da
Companhia n. 2, escriptono.
Engeuho Gulandy
Arrenda se por cinco anuos cngenlio cima
nado na comarca do Bonito, rotete e crrente,
tn todas as suas pertencas, pode safr.jhr para
lia de l,6tU piles, dista da estacSo de Calende
Baa e meiu : a tratar na ra do Imperador n. 61,
undo andar. ____________
Prepara-se comidas
m todo o asscio o per menos 20 0/0 do que om
'tra qualqui r parte ; no pateo de S Pedro n. *>,
imeir andar.
Cosinheira
Precita se de um criado eseravo, para urna casa
de pequea familia ; a tratar u.i caes da Compa-
nhia n. 2, eserintjrio. _____.^___
A quem ineressar
;JS; possa
PrevfSese a quem se julgar credor de Francis-
co de Sousa Duarts por qualqu>r titulo, para que
no praio de 30 das, a contar da data deste, apr-
sente suas contas ra da Uoio n. 54, para
seren enf>ridns. Recite, 11 de Junho de 1887#
Antonio S. Duarte Ferreira.
Precisa-se de um cosinheira pora ca;a de pe-
en? familia, em Diinda, paga se com gooerosi-
;de ; atratai no Recite, na eetacSo da ra da
Jrora, cem o Sr. Brito bilheteiro, ou em Oliuda
m o Sr. Marcolino na estacao do Carmo.
Semenles le carrapalo
C rupra-se grandes e pequeas quantidades :
na drogara de Fn neisco M- da Silva & C ra
do Mrquez de Oliufa n. 23.
PO
PURGATIVO
OE
ROG
PODRE PRGATIVE DE ROG
APPROVA^A DA ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS
NenJium purgativo tem gosto tdo agradavel nem produ\
effeito mais certo. Numerosas observaos nos hospitales de Parts
demonstrara/ que os seo < effeitos sao cotistantes.
Com o P DE ROGqualquerpessa
pode preparar urna bebida purgativa,
laxante e refrigerante. Conservase e trans-
portase fcilmente.
O P DE ROG un co e autbetico 6
vendida em vidros envolvidos em pape! coy
de laranja tra\ a assignatura /J?'*"^,
e o sinete do inventor em frente : v^j^-0
Lotera da Provincia
Ser breve annunciado o dia da extraerlo
7.a lotera em beneficio da matriz da Boa
lista do Reife, no consistorio da igrejade K
. da oneeifao dos Militares, onde se adiar
expostas as urnas c as espheras arrumadas
n> i.rdem numrica a apreciadlo do publico.
Vifty0tftt)f*l)0tti0i**0if**A*****Afifi*++*+**+******AtNMlfi
VINHO MAF.IANI
DE COCA DO PER
o vTNHO mabiani que f'i experimentado nos lio>pitaes de Parlz,
e proscripto diariamente onu xito para combale a Anemia, Chiorose,
D)|[.st6.s ms. Molestias das vias respiratorias 0 Eniraquecl-
mento do orgo vocal
O itedwot recommemdam-no ai Penott/raca.' e delira lat. exhautUu feiamoiOa.
ri._>.* Velkos e Crianpas.
E' o Reparador da; Perturbafle dtq&BtlYa
o FORTIFICANTE por BXCEL1.ENOIA
O VINHO MARiANI SR P.NCONTKA Ey CASA DB
Sur.MA*IAri,FL~Parlx, 41,bulftardB>u mana: New-York,II,lul. Em Pemambuco rraixcisco m. da six,va *. cu.
)Vv^^W^^v^^M^***'*>***>v*************^**
kiam-ye evpostos veula os billiclej da
lotera das \lauoas
NOTO DPDCJ^J^O
Sorte grande
!|0:000H>00
DIVIDIDOS EM DECIMOS
as (^asas a. 2S.
Casa Feliz, praga da Independencia
>s. C e 39 e na ra larj^a do Rosario
O dia da extracto ser a 30
t
PAR.
AUMIN1STKACAO :
8,Bouleard Montmartra, PABIZ
B S' JK FASTTLHAB DIGESTIVAS fabricadas rn,
K4 jfl m ^*i M Wt S3 Vishy coicos Sasscxlrab los las Pona. Gao
M M\ bV de gosto naaa v.-l ca:a accAo C ,crta con-
i ra a A zia e as DigestSes dtf/iceii.
[ SES K VICHT PMU BAHHOS. Um rolo para um Wanbo, para ai pessoas que nao pote Ir tTtooy
p*ra evitar as tmttafiu emitir em todot ot producto!
MARCA. X>A OOMP. x>x: VICHV A
m nitlllm <-"' 'Mo-O -m de RARISMEWriT LAB1UX, %, na *
t 6UI.ZER A H O'XH' -S. X. -l I Cruz.

i P-*
n

Fabrico ye assucar
Apparelbob ionomiiHe para u ouziiuen-
ts e cura. Proprio para 'ngenbos peque-
nos, sendo iodfco em preco e cf
feetivo em operacao.
Pdese ajuntar aos engenbos existentes
do syste.ma velho, me]dorando muito a
quadade do assucar augtientando a
quantidade.
OPERAgO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenbos centraes,
ma:hinisroo aperfeicoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinisiuo
separado.
Especifica95es e nformacSes com
Browns C.
5-RUA DO COMMERCIO-5
Precisa-se
de urna menina de 10 12 annoa de idadf, para
andar com urna crianeinba de 2 anuos, trata-se
bem e d-se de veutir ; pncisa-se tambero de urna
senhera idosu que pocisa prestar leves servicos de
casa, mediante um pequeo ordenado, ambas para
casa de familia : a tratar na roa Velha n 36,
collegio.
MISTO-
Cabriolis
Vende* dou* cabriolta, mjh lo um -,| #e(*ei
e uutro eoSerto, em. perfeito astado, | un. i
os cavalis; a tratar ra Duque de Oam
n. 47. '*..
Grande sorlimenlo
DE
Fogos e sortes
para os festejos das uoites de Santo Antonio, 8.
Joio e S. Pedro.
Vende-se por precos muito rasoaveis e fas-se
grande differenca em portan.
61. Baa do iiarii. da Victoria el
Loja do Souza
PARA ALGODAO
Grande deposito na
casa inportadora de
Ferreira Guimares
&C.
86-RA DUQUE DE CAX1AS-86
Tima |ireia
IN ALTERAVEL
R
COM1HMC.4TIV
PHARMACIA. CENTEA. Li
38 Ruu do Imperador 3b
'i'riinmliiK'o
Serve para escripturacilo mercantil e d tres ou
quatro copias de nma Ves
Canda
Compra-se em grande ou pequea poreao ; na
ra larga do Rosurio n. 34.
s&r*
->
PO ,;
?i;
' Chiii-.ill, .iiii.r ia icwcc-bt* i lia:'
ir iade- c-irativ* 'ii" ''.' "^p!-oa-
il'.i.'-S 'ci tral r: -- ''i" '*",
jin a honra de participar ao.i sek ollem^j
medico. os nicos Kyp-pnopu|t?
ireconhc'.J-3 c recomme fe'o* ,ioi eii..
ko os jue repav^ o 8f tswanu. piar-
'tnaceui'o. U. ra C:.sligl\one, Par.
Os Xiropea de Hypophoephitos de
llSoft l'al e Ferro v nidem-M em frascos
Iqtiadra'oa to..d., a mmc io D' Cliupcbli*
". vicrri, sua an4(inalura ao en .(.'torio ej
'na ira dt- papel6BC-trnad Cada raacc verdadeirt i^va a!em d'iatoaf
aaroatU fabncada Pbarmacia Swasn.
i o
..:rr>-

5 T 3c ^ .,
g-g 8*sr&S
f-E s ^^
^ 5S 32___________
Varope de ramlt.tr guaco e bal-
same de lol
re parado pelo pharmaceutico Jos Franciseo
Bittencoart
E' um poderoso preparado para todas as affi'C-
;6es dos orgaos respiatorios, como catarrho pul
oonar, asthma, coqueluche, brunchite. pneumo-
na, tisiea, etc.. etc.
Cada frasco 1*000
Opposito naPhaimaeia Central, rui i Impera-
doru. 3t> !' rnambuco.
VENDAS
Vende-se por 80*' 00, na ra Imperial, urna
armacao completa e em perfeito < s'ado, parH ta-
verna, com balanza Rimao e prso, gaz encanado
e canteiros, ptima para quem se qui?er e=tabe-
leer r all ou mesmo mudal a para qualqu* r outra
parte, est istnta de qua'quer imp isto que a casa
esteja a dever ; a tratar uestes tres das na ra
do Imperador n. 31, urmasem do gsi.
Vende-se
na Camta do Caimo n. 10, especisl massa para
b< I', secca emolbaa.
MUTILADO

WHISKI
')YAL BL.END marea VIAl;.
- ate exilente 'Vhisky '.f- i'%
jl, oognac ou a^.'i-.: .. e de uui, paiii oriih
i curpo.
Vende-Re a r>taii"i n.= tu lbreajtrniii
aoihadoe.
Pede ROYAL BLhNU marca V IAl< cujc c
w embl< ma .1 registrados ura todv o '>'
BP'WNS t C, gentes
Livranento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Terreno
Vende-se um terreno confronte a estaco do
Principe, entrada de Joio de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicerces
para 3 casas; tratar na ra d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Leitura para senhoras
Broches mkelados e dourados a 2*000.
Bonitas grampos dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de galoes de vidrilho.
Grande variedade de leques de setiin. a 40(0.
Frisadores americanos para cabello a 3*000 o
maco.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita celleccao de plisss a 400 ri-.
Brincos, imitacao de brilhante, a 500 ris.
Aventaes bordados para criancas a 2*000.
Chupos de fustao o setim para criansaf.
Sapatos de merino e setim idem, idem.
Meias brancas e de cores, fio de Escr.cia.
Pomada de vazelinade diversas quahdades.
Sabonetes finos de vazelina e altaee.
Extractos finos de Pinaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas de cauro e velludo.
Fichus de l para senhora a 1*81)0
Sapates de casemira preta a 2*00A.
Tesoura8 para costura, de 400 ris a 3*000.
Pacotes de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades e cores.
Immensa variedade de botes de pbantasia.
E milhares de objectos proprios para tornar urna
senhora elegante, e muitos outrns indispensaveis
para uso dae familias, tudo por precos admiravel-
monte mdicos.
Na Graciosa
BA CRESPO N. 7
Uarte & C.
hobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 ra da Aurora, em
frente a ponte de Sania Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin
to, na prava do Commercio.
Pecliinclias!!!
Sao as seguiutes que se liquida'ii na anti-
ga casa
CARN'EIRO D\ CUMIA
CACHEMIR \S au^omanas, lindas fa-
zeadas para vestidos a 400 e480o covado.
MERINO'S de cores lindissimas, duas
larguras a ^ FUSTKS bracios c de cores a 240,
320 e 400 rs.
El AMIMES cot palmas de seda a
S00 e 900 r*,
SKTIN ni a cao de todas as cores a
800 < IdOO,
CRETONES tinos a 240, 320 e 360 rs.
Ex ellente ejcolha.
FAILES modernos a 400 e 440 rs.
PANNOS para mesa, novos desenhos, a
1200, U400e ljJSOO o covado.
SAROELINS diagonal, todas as cores,
a 240 rs.
BRAMANTES de 4 larguras a 'JO 0
1)200 o metro.
IDEM de linho puro, 4 larguras, 2#000.
BORDADOS de cambraia a 000 a
peya.
MAAPOLOES pelle de ovo e ameri-
canos a 6(55iOO e. 6>5(,0.
ESGUIES para casaquinhos, 12 jardas
45000 e 4)5500.
CASEMIRA3 para roupas de criauys
a 800 rs. o covado.
IDEM diagonal e de cores, 2 larguras,
a 2J e 2500.
CORTES de fustao para coletes a 15 e
15-00.
DEM de -asentir a 25OO e 35000.
CAMISAS iogkzaa a 365000 a duzia.
OU ARDAN APOS de linho a 35000
a duzia.
LENQOS de setinctas, finos, a 255"X)
a duzia.
MEIAS eruas para homens a 2)00, 45500
e 65000 a duzia
CEROULAS bordadas a 125 e 185000
a duzi.>
CROCHETS, guroiyao para cadeiras e
sof 84000
GRINALD\S e veos para noivas a 95
e 126000.
CAMISAS para senhoras a 365 '' 485
a duzin,
Sorlimentn completo de I- las as fazen-
das prnprias parauso- doa;. .-tico.
Dao amostras.
As ffendaa em gros30 tem o descont d*
praya.
4',JRa Duque de Cr; Casias59
Assucar refinado
Vende se na retinara da ra do Coronel Suas-
suna u. 7, em arrobas pnr preco comuiodo, e em
kilos, 1* sorte a 240 rs., 2 200 rs. e 3' 100 rs.
Ti leqhone348.
Piano
Vende-se um piano de tres cordas, cem pouco
usu : na ra dos Pires n. 83.
a^a para vender
V-quena casa c ntinido salase
2 quartos, ra do Al''crim n. 9 ; a tratar n i>a
do Boro Jess n, 38, 1- miar, ou ca trav.s.-a 4*
Ptixoto n. 55.
&TKINS0N
PERFUMARA INGLEZA
afamaila ha mais om "* Dlo;oxcodfl t<".aa
asoolrasp*'!''si*'; --f-: Hicad.....s
Trk/. Mi daiiu' m triio
PARIZ 1 ', CAL' CTI 1"!
pela axtn fin i n qoi I Vi le.
EssEsc' ti ;r '^t
franoipat; i i
STEPHilOTl ''.
o ouiris mu lo- 11 -ur
qualidad? ce
AGUA BE CO" ,;
incomparavrlp.'I i .
tup.*rK>r a'S pr- .
ipb i
buitn- Can d U
i. A E. "fv,lf%0 '
24, QJd Bond : -. i.
KlfttleFBbrAfa R it'iaac"
obre tuna I- j ra Uuro.'

ORIZA LflCTf CRtME 0RI7I1 DRIZA VE! OUTF
aos Consummidores
PERFUMARA ORIZA
PARS 207, Ra Saint-Honor, 207 PARS
OS PRODUCTOS OA PERFUMARA ORIZA L.LEGRANO
l* Ae nliido Kanpoliio eam |M i 2- A sua qualidade inalteravel i
sao latrlcadM. i Envidada do sea perlume.
MAS SE IMITA OS PRODUCTOS D PERFUMARA ORIZA
em atttngtr ao aeu gru de dellcadeu e perfelco.
Q| A avparencia exterior iestas wutardrs sendo vl-,itic.aos Verta- dW
F^k aeiro 1'rtnlurtom Orixa, os coiisummi lores dever&o se V
"~l precaver contra este commercio tUtcito e considerar como TI*
#. contrafaccao qualquer producto de qimiidade inferior J&tr
^ vendido por casas pouco honradas. ^T*
4 *GSMMMtt!BSMm* O
Remea do Catalogo llluitrado a pedido franqueado.
00:000^000
Em beneficio da iMnecfe Publica da provincia
Esta lotera dividida em partes
Extracfo da l* parte da 1.a loleria
Sexta (eir l de jullio
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
ra l. de Mareo n. 23: Roda da Fortuna, ra
Larga do Rosario n. 36,
aiS. WlAS DORES de OEw^
|4^v# Elixir, Po e Pasta dentifricios G$ ,
RR. PP. BENEDICTINOS
o.. Abbadia de SOULAC Giiumlf)
D0M MAGEL0NNE. Prior
2 J^ESEALA-S IDE OURO
- ; : i
,l.s irrtis i'lermltis ri'fo'it/t^nstis.
'-'i f^-i^S Peo p-
M%9 i O PierreBOURSAUD
i Elixir
PentitMclo dos RR. PP.Be-
neoli :i:-.o... o ni ilii-c '!'' algu-
: Has Cun 3
ilcnti's, eni-
..-..:. .)< inr-
j- i erfciUt-
III lili' -
ii l'rv-tai:x>- um verdadoiru
> rviro., ^>i^'iialatioaii'no!ss
i 1-slC l.'l IlliliS-llllll
iiieiicirailu, u i<-//ioi- eiirti-
ti-o i iiii Affecfoea dvutarins. >
Canad iuaaada em 10 7
Agente dE a? C* I 11 M 3 RUE BC6DERIE. 3
Geral : 9CUUI1 BORDEAUX
Achj-se em toditas Coas Perfurne'3S, Ph. -r.ms
e D'ogar'is.
II I
20:0008000
NAO HA SERIES
L0TERI4 DA PARAIIYBt
Ob irioti oo tan i Brasil c ?altr de mi premios
xlrscfilo no dia 30 do ltenle
PLANO

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premio K>05 2OO5OOO
2 dil iili'ig, : '-ni ao )."
pivtnf 4(5 805000
',".' pr itnios par a centena
em premio !.">5 1:4855000
9l ditos para a idem io
spgunlo premio l'-> 9905000
999 ditos para o ti nal da
ultima lettra em que sa-
hir o opriraeiro premio bc>
4:9955000
2 r.ppn xiTyues p.ra os
Dumcrus anteriores e
posteriores ao 1." pre-
.......todess m css,;e&ot;is:
Jos Joaqiii n u (.'osla L ::., ra do :i rao 1.1 Victuru 11. 40
Lopes AlLciro, ra Largado Rosario n. -''j; Martins Fiuza C, pa Piimeiro de
Margo n. > ; Joaquim Pires l.i Silva, ra do Uabug ti. 1(3 : Antonio Augusto loa
Santos Porte, praga da In; pon-lenuia ns. 37 e 39.
IJ.'rnardin
umatismo, Dores
Doutor Clin I
GOTTA, E.HEUMATISMO, DORES
SOLGO do
Laureado da Faculdade de Medicina de Pars. Premio Mon:yon.
-
A Verdadeira Solupo CLIN ao Salicylato de Sotia empri a-se para curar:
As Affec?6es Rheumatismaes agudas chronicas, o Rhenmatismo gottoso,
as Dores articulares e tausculares, e (odas as vezes que necessario calmar os
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Exigir a Verdadeira Solucao de CLIN & C,e, de PARS, que e encontr em '
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PH0SPH ATOME. 0SUTN0S0
de E. LEB0Y, Farmacutico de t" Classe, 2, roa Oanno, PARS
KOOKXEO parj o fcjWHUlBHito l a Dtutlfa *u ermtas, Mitra acliitae 11 Mtlut im
ommecdamos este Xarope a. ,s Mdicos e aos DceDtes^ de urn sabor agradavel ."
lacao fcil e mil vezo- superior a todos os.xaroi'cs de 'a?.^V'in^.ran o*^
OaTBOGENEO lara .
. Recommendamos este Xarop a,sMediws.e aosDceotes^ de im, sabor apadavej,^^-

VINHO raOSPHTADO DE LERQV mVmm]
Anemia, Caaumpeio, oncif: .;:,-on:c,3Vsi'ca, FraqmzaorguiH*. .on^.oscened.
D-Posi-v.ios em Per- ~'b*C'- : TRAM M. da SILVA ^.
sdrftMK.

P






8

II M i Hf

Diario de Petnambaco%frrtv-feifa 8> de Jmho de 187

VARIEDADES
O incendio da Opera Cmica
(Concluso)
.
Um bombeiro qua sabia pelos camarotes
cae asphixiado ; apaahado ms bragos
dos seus collegas c retirado d'alli.
JVoi-e horas e vinte minutos. Pnncipiam
montarse as escadas da salvagao. Os
moradores da viziohanga aterrados pelo
desenvolvimento do incendio, abandonam
as suas casas.
No sexto andar d'uma casa inmediata
ao theatro ha urna aechora entrevada qua
salva pelos bombeiros..
o telhado dessa raesraa casa, ura era
do, coi fraldas de canaisa e buco de ter
roa, grita por socorro Essa desgragado,
gritando 0 b'racejando, destacando 3e como
um phantasroa. negro n'uin fundo de fogo,
produza uraa ropre3o borrivel.
As chararaas sao enormes. O tecto do
thaatro abatendo, com raadonho estampi-
do, doixou subir as labaradas a mais da
50 metros de altura.
A multidao qua anche os passeios pade
aos bombeiros a salvagao do pobra creado
que, lou -o com o susto, paresia querer ati
rar-se d'alli a baixo. Dous bombeiros so
bem pelas escadas chrochtt e descem o
desbragado, amarrado por urna corda.
Nove horas e meia. Um machinista do
tbeatra apparece dcbruuado do peitorial de
urna janella que d para a ra Marivaux.
Chegam-lhe urna eseada mas o desgranado,
meio aspbyxiado, nio teio torca para se
aguentar e desp 'nha se ra. Ficou com
o crneo completamente esmigalhado e o
celebro, espirrand>, foi salpicar a tarda e
& rosto de um polica que eslava parto.
Um comparsa deacido por urna janella,
asphyxado. Cbegando pharmacia Mia-
Ihe, morre.
A esta mesma pbarraacia sao eonduz-
dos, no espago de cinco minutos, seis ca-
dveres.
Um empregado do commercio, que pas-
sava quando o incen lio se desenvolva,
entra no theatro, sobe por urna eseada de
onda partiam gritos da .soccorro, garra
urna mulber que estava de joelhos, raen
aspbjjKiada, deita-a s costas e salva-a.
Chegado, porm, ra, aeeom nettido
por um ataque de ervos tao violento,
que meia noite ainda estava 3endo soc-
corrido n'umacasa prxima.
Duas mulheres que sa precipitara de
urna janella para a ra Marivaux, ficara
horrivelmente mutiladas.
Um empregado da casa salva urna mu
Iber, mas fiea horrivelrnante queimadj as
maos e braos.
A's Horas e 25 minutas, principiara a
funecionar as agulbetas da tres grandes
bombas a vapor-
Sao salvas, pelas duas janellas, costur-i-
ras, bastante queimadaa.
Do lado da ra Favart, eerc* de 30 es-
pectadores da 31 galera, quebraram as
portas o sahirain para o terr co. Apezar
da multidao Ibes gritar qua nao saltasse a,
um delles atirou-se, morrendo instaotaua -
mente com o crneo fracturado.
Mais sete ssltaram ainda. Nenbura mor
reu, mas ficaram todos ferdos e alguns
gravemente. Todos os outros forana sal-
vos por meio de escadas e mangueiras.
Nove horas e quarenta. Outra bomba
a vapor principia a funecionar do lado do
boulevard dos Italianos. Urna mullidlo
enorme, cerca de 10,000 pesaoas, se api-
nha no boulevard. A polica v so grega
para conter essa massa de povo.
As sas do boulavard, do lado do3 n-
meros pares, estao Iluminadas pelas chara-
mas, que sa elevam a grande altura O
reflexo nos vidos, a gante 3 janelas e
nos telhalo3, produzem ara effaito phan-
tastico.
O calor produziio pelo faga tanto qua
a mais de ceno metros do foco se torna
ainda insupportavel.
Urna chuva do fogo est caindo sobre
as casas vizinhas, augmentando cada vez
roa3 o pnico dos moradores.
Chegao prefeito da polica e as autori-
dades declaram-lhe que a maiur parte das
espectadores das plateas, camarotes e ga-
leras de 1' e 2* ordem se salvarain. Mas
qua das ordena superiores e pessoal da ca-
sa nao se pode avahar ainda bem, mas
a ge reacia muito tanhu fijado l dentro
r
A cada
comecar o rescaldo^ Estavara sanhores do
fogo.

qu
o ma;or numero
A cpula ost toda em faga.
momento ha desabamentos, com medonho
estampido e quo faz-.n orguer nu/ens de
fumo e subir ao ar destrocas oda minados.
U repente o paiol, qu) estava as
aguas furtadaa..-inco'ideia se ; milhSes de
larapejos de vivas cores saera lo meio da
espess cbaroma, como qua formando um
bnluante mas sinistra bouquet qudle si-
nistro quadro I
Onze horas.A cpula abateu cam
enorme ruido : um fumo abrazador se es-
palha entao pelo boulevard, a multidao re-
cua espavorida; julgau-sa que havam aba-
t Jo as quatro fafs da Opera Cmica.
03 creados do predio n. 11 do boule-
vard, presantinia as primeir^s amaneas,
descera ofFeg internante as escadas, depo's
de haverem deitado mi raup', rao vais
e at utensilios de cosiaha.
Urna creada, que apenas teve te rapo
para se cobrr com um Iancol, atirou pela
eseada um gran le embrulho envolvido era
roupa. Ura bornea, em mangas do carai
sa, desee rapidauvnie cinco andares cora
uta quadro deb.iiso da braco a um cai-
vete na- raj. E aqu e alli, na ra, cor-
real, myos us, comparsas e coristas qua
es'.aparan ao sinistra, e qua, urna vez a
salvo, tentara proeurar, chorando as rau
Iheres e os tlhos. Junte-se a isso os pa-
rentes dos espectadores, que a.orJara a
pedir noticias a detalhes aerca dos salva-
meatos. Interr gara quaai toda a ganta ;
A's duas, hora8 cora effaito, coraacau o
rescaldo, considerando se abofado *o fo"o.
Dininaira o numero de curiosos, pois a
chuva cahia com grande abundancia.
Tiveram lug >r, porm, ainda bastantes
aceas pungantes: algumas pessaas qua ti
nham parentss ou amigos p rteaaeotas' ao
p;aso.il o thaatro, viobam*ae intjrraar do
nom das vi ati as, e, orno par se iga^rar,
nSo sa pjlia sdiautar 'uisa algu na a tal
respeito, o sau desesp -ro raauf stava so
de ura modo :.ffli tuvo.
Djs rai! curiosas esta .ioiiavam ain!an:>
boulevzrd, apezar da chuva qua cahia in-
cessan te mente.
As bambas a vapor continuavam a lan
car torrentes d'agua
Tinham-se apag.tdo todos os bicos de
gaz na? ras Favart, Marivaux, e ni pra-
ca da Opera Cmica. O clarao do ieaen-
dio, rebsatanla por iustanta, nj aeio da
e8euridS'>, os arehotas dos b->nab;iro3 que
agitavara de todos os lados, produziara um
effaito verdaderamente sin3tro.
De momento a moment, pidacos da
cornija cahiam no ojeio iaqualle enorme
braziro, fazanio brotar milhare3 de fais-
cas.
SALVADORES E SALVADOS
M. M. Ohartran, pintor, Hirsch, pro-
prietario do caf do Pars, a Eduardo Pbi
lipp ', penetraram no vestbulo em figa pa-
ra lavaran soccorros s victiraas.
O capataz Floch da caserna das bombas,
da ra Rasseau, e o agente Fieurtot, do
segunlo b^irro, salvaram, com sangue
assisteotes vmulher chg>u l o calva
I baixo, aos braga^de um bambira, bem
junti do s?b compaaheiro.
O QDE COSTAM OS DA 6ASA
Mademoisolle Mergaillier, a aven artis-
ta qua esteva n> terraja quando sahiram
s primeiras fiulhas em saena.
u estava em saena cam Soulicroix,
Maie.Qoisolle Si.riouet e todos os coristas,
qaaodo o inceadio priaaipiou. Tinln aca-
bado de cantar con Soulasroix o do: il
taut savuir quando est;, la cantando os
ollu8, iu9 dissa brusca uente :
Olhr-, fogo l emeima!
Ohi. 1 tamb-ra, e vi que alga s
raeutos da decoragao sa uespegavam
manta.
Mas nao, respond eu, n^u
urna tela velha que s esfarrapa.
Mas no mes uo instunta innura:ras fau-
llias alastravam a scena.
ti-. g-
lanta-
fogo ;
Fuja salve-ae gri'.ou Soulaoc
[ag'i, nao ha duvida nenhutna.
Immadiatamsata abaudonei a
saena a
correr, reaneando os olhos p-la sal,
onJe o rcboiiyo era enorme. Tala a gante
procurava salvar-se, tamban lo eadeiras,
deacendo das c.iraarotas, atropellando so
uns aos outros, e soltando gritos, de ter-
ror.
Sera hesit-.r, precipitai-ma no ftyer os
.artistas, on la esperaVa encontrar os meas
collegas, para Ibes imitar o exainplo e
seguir coui ell.a ; mas o foyer estava de-
serto, cada uai sa tinha escapado por onle
lhe tai
pOSS
iV.
Aterrada, sam saber p >r que lado pole-
iia salvar-me, ]U' um ma nento parple-
xa; mas recuperando 03 sentidos recordei-
larjar sa da janella do me de qua o corredor do la lo da ra Ma
fri e caragara extraordinaria, uraa actriz
anda nova.
A rapari
mas ninguam Ihes d urai re8posta satista-prJalJro aa(iar ja rua pdVart> qUaQd0 es-i rivaux ia dar a uraa porta destinada ao
tona.
Mr. Gablet e o general Toibaudin aca-
bara de chegar.
Un dos locatarios do predio n. 23 da
ra de Gnmraont ticou por tal forma affl -
;to com o incendio qua se detou pela ja-
nella fra.
A caixa forte do theatro tai par M.
Edouar Noel, aecratario geral da Opera-
Gomiea, e posta em seguranja n'uma casa
do boulevard dos italianos.
Onza horas e vinte e cinco minutos.
Alguns socios do Club postados n'uma
janella qua d sobra a ra Marivaux, v o
a gran di altura, ura machinista que est
pedindo soccorro. Os br-beiros chegara
com una es-a'a, sib?ra, amarra a o ho-
maro a una corda e desaam-n'o assi n, sao
e salvo.
Ao ae3rao terap encontrara n'fssa altu-
ra gente morta e asphyxiada, qua igual
mente descida amarrada com cordas.
Carc de 20 p :33a s pertencantas ao
theatio estavara alli, algu mas j raortas
outras meio aaphixyadas.
A multidao applaule cora enthusiasra
os act>3 da herosmo pratieados pelos bara-
beiro3.
Djs maehioista3, encontrados no meia
dos escombras n'ura corredor do 6o andar
sia descidos para a ra. U o expira, quan-
do principiara a s-r-lhe applieados os 800-
corros; o outro esperase salval o.
Uraa brasserie que est no angula da
ra Marivaux transformada em hospital
de sangue. O adicos instalavara-sa alli;
a e.n poucos minutos a casa est cheia de
ferdos e... martos.
Mr. "arvalho encontra e faz desear pa-
ra a ra um cadver. E' o do ehefa-ma
chinista, Giras. Est completamente car-
boneado.
O filho d" Mr. Carralho, um bravo of-
tidal de a?vallara, salvou quatro pessoas.
DE MADRUGADA
Foi as onza horas qie o foga ebegou
su* maiar int?nsidade. Ne3ta momento, as
cliammas attingram urna altitude de raui-
tas dezanas de metros.
Os bombeiros cantinuavam o sau peri-
goso e sub'ne trabalho, desonvolven lo
una actividade oollossal.
Pono a jauca, a intansidade do clara
diminuiu.
tas dous corajosaa salvadores a agarra ] pessoal da admioiatracaa.
ram. En dous segundas encontrei-me era
Esta infeliz, que recebara j rauitas frente dessa parta, mus achei-a fecluda.
qu maduras, desceu por raeio da urna Bati cam violencia, mas intilmente,
carda no momento enque a cornija aba- Neste mora auto critico a rainha agonia tai
t'U. Foi immediatamente transportada | horrival : sa eu n5o pudesse sabir, estava
pharmacia Mialhe, onde se constatan que j inemediavelma^ta perdila ; atraz de Eira
tinha as duas pernas partidas. estava o desconheaido, o fogo, a inerte.
M. Sea, 8arg30to-rar da 79.a aecjo. Eu nao sabia a quera havia da pdir
de eatado raaior, na Algeria, destinguiu-ae soccorro, o corredor est-va desarto, e j
igualmente aalvando muias peasoas. Race o fumo eia ta intenao qua ameacava suf-
beu tamba.n alguraas queimaduras era dif- focar-me.
fentea partes de carpo. Impeilida palo desespero e pela t ;rror,
AcaOiva-8e de por uraa das eacadas, ne lanc i ma sb:a a part, bati deudamente
boulevard dos Italianos, encostada casa cora os punlios ^errados e cora os pes e
visinha da scena da Opera Cmica, quan-' gritei coin quautai farcas tinha.
do os bamb'iros fCrara chara idos iraraedia-
tamente a outro servido, de moda que a
eseada ticau abandonada.
Era seguida, ura caixeiro, chamado Cat-
teaux, laocou-ss tobre a eseada, e subiu
rpidamente at ao teata, d'ondo salvou e eu estava salva.
tres artistas (que alli sa tinhara refugiado. Transpartarara-rae para ura caf da ra
Mas, loga qua ebegou a baixo, dorai- Marivaux, oade pude reanimarme ura
Inou-o uraa violenta crisa da ervos, que s pouao, emquanto que o incendio augmeo-
passadas duas hora que poude entrar tava de intansidade. As chararaas cabiara
era casa. sobre todas as casas visinhas, tazando re-
Mais tarda, pelas dez horas, viu se na 03->r um incendio g-ral.
ai :oa da orchestra que se salvavam gritan-
do : Fogo fogo !
E Carvalho ?
M. Carvalho nao estava no theatro.
Mas foi prevenido loga, e acudi. Em me
nos de dez minutos a sala e o thoatro es-
tavara em eammas.
Como que pagou o fogo, na sua
opiniSo ?
Urna garabiarra pegau fago tes pan-
nos do funda.
E como que o publi;o foi avisa-
do ?
Pelos actores que estavan em 3eena,
e qua derara prova da inaior cor<.gera
MM Taekin e idernard dlssarara aos es-
pectadores :
- Siara eom ordem e tranquillaraente.
Nao ha pergo aenhura.
Todava o pnico estabeleceu 89 na pu
blico
E os actores ?
As dansainas acabavam de sabir
da sc<>ua e entravara nos saus. camarns.
abe-sa agora qua uraa dellas, Mara As-
sailly, fra horrivelmente queimada e tran
sportala para casa do pliarmaceutico Mia-
lhe. Est em perigj de vi Ja. A desgrana-
da foi arrastada para fara quaai nua.
Outra, mad.i.me Varnon, nulher do ma-
chinista, inorreu. O marido ficou queima-
da as maos o na cab?a.
Salvou-se alguraa cousa do escrip-
torio ?
- O cofre poie ser salvo e depositado
no Gaulois. Muitos papis la administra
cao e desgnadamente a3 escrpturas dos
artis:as, foraua levados para o caf Riche.
O QDE DIZ OH ESPE TADOR
Dous corapasitures, Ptit e Baaux, do
jornal parisiense a Lanterna, qua assisti-
tiram representacSo, fiz'ram do modo
seguinte a narracao dest t cata3tropJe :
o Estavamos na platea; tinha-'clj'nega-
do o pri neira'acto da Migrton. D repen-
te ura pedaca do panno infla ornado, mu
to grosao, cahia sobro a acea, salpicando
do cora fais;as todo o soalho.
M. Tatkin npparaceu logo no palco e
gritou :
Una voz de fra respondeu-rae :
; nlo tenha medo,
' La vai, l vai
eu
aoro.
E coro effaito, dous s -guddos depois,
urna lufada de ar tresco bateu rae na cara
cornija superior]
no ngulo
da ra Mari- Na rae julg indo segura taa porto do
theatro, reuni todaa aa minis f.>rc*s al-
quebradaa e parti para minha caaa a pe,
acorapanhada por u na multidao ayrapathi-
co qua rae tinha reeonhecido pelo raeu
costurae de Philina.
M. Tastin. Eu estava em scena quan-
de ura
vaux, duaa pessoaa, ura homem e uraa mu
lhar. Impeilida pala venta a chararaa en
volveu eat.-.s daus iofelizea e as sua silhou-
ettes desenhavam-ae, de33sparados, sibre o
fundo brilhante daJ ahammas qua devora
vara tudc, fazando saltar oa vidros.
Ura grito de espanto aahiu de todos os do o fogo sa manifesteu. Dapois
paitos. A eseada desalvacao achava se do aviso ao publico o panno deaceu
lado da ra Favart, presa palas lufadas de Do repante, sem ter terapo para subir
fumo, negro corao carvo. ao m-u camarira, precipitai-ma no gbino-
Da praca, padiara soccorros para os dos te de M. Cavalho. As chararaas irrompiara
desafortunados. i com tal violencia qu, no estreto corre
A mulher, cornetamente suffjjada, h- dor que conduz ao gabinete do director,
vantava 03 bracas ao cu inclinando se julguei que i suffocar-me. Cora ura en
orna para se precipitar ra ; o hornera contrao violento quasi que deitei abaixo a
su3tinha-a e pare-ia tranquillisal-a. | porta que para o grande corredor, e
Arabos, por fien, d lado da ra Favart, I pude emfira chegar ao gabinete da direc-
viram os capacetes dos borabiiros, que se Sao- Chegado all, estava quasi salvo, e
achavam junto da eseada de ferro. Lan ajudei M. Carvalho a tirar .do seu gabine-
caram se n'uraa carreira louca e vertigna- : te 03 objectas que elle estiraava mais e
sa para eate soccorro inesperado, e ch-ga- entra elles o busto da madame Carvalho
! rara ao ngulo do tecto. secretario geral. Coma e qu
Mas a parte suparior da oseada nao cha
gou ao ponto em que elles se achavam.
Naa se assustem, declarou se um ip-
cendio, mas nSo tem gravidade ; aban lo-
nera a sala com socego o
Toda a gente fugio para os corr.'dores,
o publico dos camarotes sabio iinracdiafa-
meute, e todos laucos do medo procuravam
verse nos corredora.
Eu, e o raeu amigo Beaux, subimos aos
ca narotes e arrancamos as armaces para
iinpedirmos qua o fogo se Ibes apegasse.
Em cinco minutos, porem, o fogo havia
completamente invadido a scena, a dentro
d'um quart > de hora a sala estava toda
em fogo.
A maior parte do publico tinha conse-
guido escapar-sa pelas escadas, mas entilo
o fumo que se accumulava aparte supe-
rior da sala asptiyxiou os ispectalores qua
nao havam podido fugir e ganhar o ar.
Entao, passarara-so scenas horriveis.
Subi cora o raeu amigo a eseada, e a
cada pisso encontravamos corpas, mulh '
res descaalas, o .tras derrubadas pelos
encontr-s da multidao, e eapasinhadas
p do publico aterrorisado.
Ghagamos mesmo a pisar criaojas.
Urna mulher, anda em estertores, le-
No posto da Bibliotheca tres moitoa es
tao deitados no lcita de campanha : doi
coristas vestidos para a scena, asphyxiado
e urna mulber vestida de saia e corpete d
la preta, os bracos us o a face para assii
dizur esmagada. As feicoes desappareca
sob urna enorme c ratusao. Alguns rig ir-
les que estavam no stimo and..r, quac
coraeyou o incendio qua conaeguiram sa
var-su sem podarera dizar coma, julga
reoonhecer nest; deagracala urna das cu
tureiras do theatro.
O procurador d3 Rapublicu, que procec
u.n interrogatorio summari, nao p i
apesar da tua insistencia, obter inform
roas precisas das testeraanhas prese:.:
Todos sa achara absolutamente desvairadr
O nico ponto era que esto ih accor
oque o fogo comeyou n'uraa bambalina p
U'ua das gambiarras.
Foi para a Bbliatheca que se transp
tou um certo numero de vfttimas, e o 1
pectaculo ueste ponto, que inuito estrei'
de horrorisar.
Na nica sala, estenderara sa colcho ;s
sobre elles s; deitam os mortos transp r
doa em carros.
Veem-so alli cinco horaens e quatro re
lhares horrivelraente destiguradoa ; tre 1
tes desgracadoa eatao com oa fatos da s'
na. Ignora-se o noine deatas victima; ^
nao ter anda chegado ningucra do theati
S um figurante que pouda, saltando
scena para a orchestra, salvarse Bem
c.dente, fez o seu depairaento ao corara
sario, mas nao reconh^ce nmbura dos
Javeres.
No posto da ra de Choiseul est
dido nuraa m3ca um machinista que a pr
cpio pareca mu'ta gravemente ferido. '
ma e queixava-se da vivas dures. Os U
Roussel e Montior reeonheceram por
pelo seu exime, que o pobra homem c
principalmente daenta de medo. Na
nenhum 1 tractura, e recebeu urna
contuao no lado dircito.
Em vista do seu estado de pr
mora!, que o torna incapaz da responde:
qU'Iquer pargunta, niio fo: possivel s.r
conhecida a sua dentidada.
O procurador da Repblica deu ar i
de o transportarem para o hospital Ja
Luz.
Aqui ainda verificamos a una
los depoimentos sobre a origera da o
no, que foi ovideuteman'o o mau est
da'garabiarra.
Incidentes
Uraa lacatorio da caaa qua na ru 1
Saint-Marc tem o n. '2^, entrin heir u
no telhado para ver o incendia,
tantas perdeu o equilibrio e caiu rui
queda produziu lhe raorte instantnea
Ha a applaudir muto especialme
o procadimento do guarda municipal
o se-
nhor teve onhaciraento do sinistro
A representacao da Mignon
Eu
tinha
estava
FOLHETIM

JOS LA RONZA

POR
JAtS D FLOT E PEDRO MIEL
A' meia noitfl, tadj o perigj para as ha-j Foi pieciso ir buscar urna paquena ea- coraoyado havia dez minutos
bitacas viainhas estava conjurado. cada volante, e alguns minutos depois- no raeu gabinete. Ouco ura alando medo-
O, borabairos esforsivara-se entao por i minutos que paraceram seculo a todos os.nho. Sio precipitadamente. Eram 03 rau
vantamol-a ; estava toda esmagada, con-1 theatro, subiu aa pavimento sup-r.
th, que, acbando sa de servjo as _
ras do amphitheitro, nao abandonou o
lugar, seno depoia de havr posto a .s
o ultimo espectador.
Aproveitando so do pnico qua re
va na casa do bouleaard dos Italian 1-
11, varios malfetora8 introduzram i
predio, pretendenda arrombar algumaa
tas. Foram presos.
Um caixeiro da 1 'ja do modas '
teauxp.x, pas3avano boulevard quando r
peu o incendio. Entrou immedatament
srvando ainda o loque na mao ; eneosta-
mol-a parede para corrermos quelles
que ainda podara ser salvas.
Cbegamos aos andares superiores e con-
seguimos fazer descer una dezena de mu-
lheres.
O fumo espesso, cada vez augraentava
mais tornando se impossivel subir aos ou-
tros andares, tapando a bocea cora um
lenco, chegamos ao p da eseada e g rita-
mos cora toda a forca dos nos30s pulmoes:
Corram para a eseada! Daixem-se
cahir !... Recebel-oa-hemos ..
Escorregaram alguns corpos; receba-
mol os ; mas o fumo cada vez mais espes
so obrigou nos por nosso turno a abando-
nar o posto.
' Testemunho de Mr. Richard
Mr. Richard, que ura dos vereadores
da cmaras de Pars, relata o seguinte :
Na o melhor raeio de o preve-
mr


v



Cl'IBt* I 1 B T E
A PBBlBfil'H'AO
(Gantinuacao dj n. 145)
Vi
Ella dispoz-se a sabir. Estando ella
porta, ella a chamou.
A partir desse momento, a sencora
quera ordena.
Se assira lhe aprover.
- E quera escolbe da miaha gente ?
O que tem de raelbor.
.Mas emfira \.
-* Indique voe nesmo, rasu caro Jos.
Nao, prefiro deixar-lbe ajeacolha. Por
ordo comt-Qa '
Comecarei por Ned Hobson, se d
h'cenCa
O pirata nao pode reprimir ura estreme-
c ment.
-Ned Hobson? Reflactia bea, C-r
men ?
Perfeitamente. Faco questi desse
-homem.
__Mas. sabe qae elle urna fra ?
Sempre lis delle easa opiniSo:
Ainda ha outro obataeulo.
Quai 6r Lawis Jubb ? *
- Ned a ama, ama louearaente, a seu
!Bodo,*-coma um tigre.
Ella deu urna verdadeira risada de
oria
O bindido rflacti) ura instante; depois
eatendmdo a mao a m 51 :
Bj:d, saja fdiz, Carmen. NSo sa es-
qu c: o np! tamente de mira. Lerabre-
se de que o f indo do coracSo do homem
s cont 2'ioaiir ver ladairo. Eu a araei.
Voc bigura Jia suapaz ssa ?
Naa, respandeu ella descaradameuta.
Caua 4 singular! N.-ssa momento de s ;-
paraco, as frico '6 do bandido cofftrahi-
rara-se iolorosamea;;. O seu rosto reve-
lou algu ro temara. P.-U priran'ra vez o
seu olhar raostrou sa sincero.
Sim, ea a araei, Carmen. Talvez
anda a ame, disse elle em tom penetrante,
que parta da mais i'atiuo d'alma.
Separara.a-sa.
Quando ella ia sahindo, ella gritau lhe :
Dig a Ned, que venha j fallar-me.
Entrou o tente, qua esperaVa no cor-
redor.
Ned, disse-lha Laronza, eu parto.
De boje era diante r cebar as ordena de
Carmen, lis lhe traesraittir as rainhas
instrueces e 03 33U3 desejes. O raeu
que voe obedeca cagmente s ordena que
ella lhe der. E' quest&o do futuro danos
sa obra, direi mesmo da nossa seguranca.
Mas cam um piscado de olhos significa-
tivo, accrescentou A' a cansecugao do
resultado.
Obedecer la, responden o yan-
kae.
Coraprehendeu qae essse olhar conceda
toda a liberdade aa sea odio a Arband.
E p9rguntou :
- Que taramoh dos dous homens que o
franc-ez matou ?
A mr va.. Atire-os no mar.
O lente coraiirimenxou e sabio.
Dez m.nnto depois, Lwis Jubb voltou
praia e taraouu narro oua levara Arband.
Mas, em vez loa policiaca do priraeiro tra
jecto, eram ura mchairo e um criado de
libr qua espar.. .'1 u^: ahnofada.
Vil
Dapoia qic Laronaa parti, Ned Hobson,
dos convictos.
previamente consultar Carmen, foi procu- mai* adoravelraente paludo, quando ella
ra'-a, posto quo de m vontade e annun approxiraou se, no meio dessa luz viva e
ciou-lhe qua ia ter com o doutor. i ao mesrao lampo trmula.
Nesse caso, queira esparar-me, res- Nao a2o oarraacos, pensou elle. Esta
pondeu a hespanhola. Desojo acompa-, gente ser dedicada h-spanhola e virao
ubal-o. .soltar, ou talvaz arrebatar rae ?
Serapra desconfiada, senhora E por Nesse momento o yai.kae avancou, e
que? Saib* que, gracas ana promessa, pando se defroote da Arband, que dous
a vida desse rapaz me mais cara do qua malaios tinhara l-.vantado, oonvenceu-o de
a mnba propri qne o seu juzo era, palo ramos, teraera-
Estou carto dsso, Sr. Ned... Voulrio.
buscar urna manta. As noites aao fres-1 E' coramigo, disse elle sem preambu-
ca3 lo, que da ora em diaute o senhorter que
,dizer frias.... Poia j enteud r se.
de encontrarme em Qucm o senhor, nterrorapu o dou-
tor bruscamente.
Tenha paciancia! Vou dizer-lhe.
E tirou da ura de um dos bolsos um pa-
p.d que Maximiliano raconheceu ser um
chique semelhante aquella que tinha ras-
Pode raesrao
bem, a senhora ha
baixo.
O yanke coraprimentou, o ura rao nento
depoia Carmen ouvio-o desear a eseada.
Ella, entilo, munio-se de ura lindo revol-
ver e matteu no seio o estyleta de que se
tinha servido para cortar os eordeis que j gado,
prendiara a raordac de Maximiliano. Ella O yank-e tirou tambera uraa penna e
previa o que ia acontecer. A' recusa de tinteirj de viagem.
Maximiliano, Ned podia responder por um Djpois, deu oriera a un dos malaios,
acto de violeocia. Era melhor estar praJ-seropro em lingua tamul, que desatasse o
parada para "tuda. braco direito do moco. E avangando um
Aoal foi ter com o tenente, que estava passo :
passeiando em baixo. S>u o r^prasentinte de Jos Laron-
V qua uao o dz esperar, Sr. Ned. Iza.
Agora, 39 quizar, podemos entrar. Pela seguida vaz, Maximiliano o inter-
O americano assobiou. Quatro horaens i rorapeu :
re^ponderara ao chamado. Estavam todos Ah Muto bem l E como est o Sr.
armados, e cada um trazia na mo ura ar- i Jos Laronza? Entao elle demasiada
menta tidalo para vir tratar comraigo ?
I euto penaa qua ainda naa per- ^ue p^gg a. ser o chote
. entrou na palheca.
O raatd je Laranzn exprimi um espan-
to que nao era fingido.
. E-sabendo isso, o e?.olheu, faz. ours-
So de o V-t a sea lado ?
Devia zar una nhima tentativa com
M*Xmi:iaoo. e p'rt.aen'.ar-lbe para ser as
signado, segundo 'xemplar do cheque.
Mas, como tinh; ordem e nada ta/er sem


cbote.
Carmen adrairoa-ae de tal raanifistacao
de forya.
Entretanto, como era preciso tratar bem
o yankae, ella oSo protestou ; alera disso,
oa quatro colytoa erara malaios, menos te
mivaia naquella occasiao do que os convic-
tos.
Ned Hobson disae alguraas palavras em
tamul a ea8es homen8. Sam duvida erara
ordens que dava.
Depoia, abri a porta e tez a moja en-
trar antas delle, bem como tres malaios,
emquanto o quarto licava de guarda
porta. -
Os archotes lancarara repentinamente
urna luz viva no interior. Maximiliano fi-
cou deslumhrado. A principio s distin-
gui as Caras o6r de cobre dos bandidos
e peusou que era ebegada a sua ultima
hora. '
Quando* os seus olhos habituiam-ae
luz, vio Carmen, cujo rosto pareca ainda

' HimEMio
para
Manda-rae ura representante.... um....
criado.. talvez ?
O compriraeuto era um pouco duro de
dirigir ; entretanto, Ned Hobson refraon
os seus instinct08 de fra.
Representante ou criado, como o so
nhor quizar. Seja isso como for, eis o
que tenho a padr-lhe...
Arband fl-o parar cora um gesto :
Ssi o que vai dizar. Vera da parte
de Jos Laronza, chefe de bandidos tae3
como vot, convidar-me para assignar eaae
papel. Parece que elle gosta de bons bo-
cados. Quer aa8m coll >car-se testa de
urna heranga de seia milhSea. Entretanto,
ha de co-feasar que essa bagatela valia
bem a pena do urna visita a mira.
Jos Laronza nao mea chefe. De
ora em diante eato negocio raeu, e tenba a
faeuldade da tirar-lhe a vida, se nao ass'g
nar a desistencia dessa fbrtuna a meu ta-'
vor; e fiqoo certo d* que usar-i dessa fa-
euldade. Resignase, pois, sa nao quer
morrer j.
i Arbs.nd olhou para Carmen. A moga
pseou os olbos, o que significava que o
yai kje nao exacutaria a sua ameaga. Mas
isso pouco importava ao doutor ; estava
resolvido a nao ceder. Teria sido urna
fraqueza, quas urna covardia. Raspon-
deu, pos, mofando :
E corao se chama o representante de
Sua Sanhoria ? Porque, quando sa repre-
senta alguero. co3tuine declinar, nao s-
mente a qualdada, mas tarabem o noma.
- O representante de Sua S rahora cha-
raa-se Joao Harletf.
Ao ouvir esse norae, Carmen teve um
sobresalto. Maximiliano o notou. Julgou
ainda qua a hespanhala quizessa indicar-
lhe que o enganavara. Nao foi, porm isso
qua fez a moga estremecr. Tinha ouvido
Jos Laronza umitas veza3 contaf os faitos
de ura ex-marnheiro da marinha de guer-
ra dos Estados Unidos, que se chamava
John Harlett, e esse3 feitos erara os cri-
mes mais atrozes, as vngaogas mais terr-
ves. Tinha matado rauitas raulheres, apu-
nhalado criangas nos bragos das mais.
Quando Laronza preparava ura assassina-
to, no qual receiava que o coraga> do tra-
tanta mais endurecido ae enterneces3e, cha-
mava Jaho Harlett e confiava-lhe a tarefa.
E John Harlett nunca recuou. Coaceba-
se o effeito fulminante que esse norae pro-
duzio no espirito de Carmen.
Entretanto, Maximiliano tornou, dissi-
raulaudo como p le a sua perplexidade :
Voc chama-se, realmente, John Har-
lette ? Que prova tenho eu disso ? Antea
de assigjar essa cheque, natural que eu
queira ter certeza da sua identidade. Des-
cube os raeua escrpulos, meu caro se-
nhor. Mas neste raeio parecem-me justifi-
cados.
O araericano fi:ou alguns segundos sem
fallar ; depoia, resolvendo sa a prestar ura
juramento :
Pelo tmulo da minha ama
Voc matou-a ? perguntou irnica-
menta o doutor.
O y.nkee bateu o p. A sua colera
cresol a.
Nao matei a minha ama. Foi ella
quem me eriou, pirque eu nunca conhsc^
minha mSi.
Mms cumprinentos aua ama, meu
caro senhor. Ella fez de voc un homem





i
vendo um machinista j sufiScado, tr
o s costas, para lugar seguro. )
tinha perdido os sentidos-
Uraa figurante rapariga nova,
precipitara de urna j mella, que neit.
a ra Mariaux, ficou suspensa palo v
do, salvando se assira de morrer desa-
damenta.
Mademoisella Siraonnet, qua
sido prevenida para fugir a tempo sa
para urna rede qua estava na ra.
Urna senhora teve a coragem de
perar no urdimento a dragada dos bom:
ros, que a soccorreram.
Um tenante de sapadores bomb
quando pretenda salvar um individuo, 1
da altura de dez metros nos bragos
seu3 soldados. Nao Iha aconteceu mal
gum.
de truz. E' intil concluir o seu juram
to. Declaro que nao assigoo o cheque
seu favor.
Ned Hobson atirou com violencia o
teiro e a penna, e ponda o punho fech
era baixo do nariz da Maximiliano :
E' a tua ultima pdavra, cao..
Arband pansou qua o bandido ia b.
lhe.
S tinha o brago direito livre, mas e
brago era temivel. Segurou o punho
tenente de Laronza. Os seus rauscu.
condemnados durante algunas hars
acgo, e nos qua s entao o sangaa cir
lava, tinha uaaa forga extraordinarii. 1
xau irresistivelraante p.ra si o y'r.ke,
rao teria feto a urna crianca ; depoia, c
a mesma violencia o eoapurrou. Ned p
deu o equilibrio e foi cahir por trra arr
tando comsigo um malaio)que encontrou
camnho, ti a forte foi o rapuls > qua a
bsva de re:eber.
O americano, por n, j [o diaaamos.
da n*ga doa tigres. Nem bam cabio, lev
tou-se como uraa mola, tendo passado
mao era urna faca, e aosim armado, r
gendo os dente3, langou se sobre o dou
ind feso.
No seu furor, o tenante esq'ueceu 03 c >
proraisaos que tinha tomado con o patr
e com Cirmen.
Ia matar Maximiliano.
A hespanhola nao pardeu a cabaga, n
ten sa entre Arband e o yankae e toa
urna attitude que sustou o ataque desi
Com o revolver era urna mi e o eayl-
na outra araeagiva Ned Habaon.
Arreda, John Harlett. Son ea que
manda aqui. Arreda, se ainda nao q
expiar os seas criraes.
Essaa palavras impressionar,.m o b
dido.
Coraprehendeu entio que tinha feito r
revelando o s -u aotigo norae, o de J.
Harlett, cora o qual tinha coramettido '
tos criraes. Vio que se resistase, p>
ria completamente a partida, resigno
pois, a submetter se.
Perda-me, minha senhora, roas
nunca consent que me trataasem asaim
Como a senhora quero manda aqui, ct
dene, eu obedecerei.
(Continuar te-ha)
Trp. do Diario raa Uaqao de Catira o. 4i


Full Text
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