Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:17954


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Full Text

AMO Uill..... JDIfiltO 141
P.lil.% A CAPITAL K ILl'CAItKSI OIMS lO SE PAtA PORTE
Por tres mezes adiantadoa............... 60000
Por seis ditos idem.......... ...... li^OOO
Por um anno idem................ 23O0
Cada numero avulso, do raesmo dia............ ^100
^m^
DABiA-rtlEA 22 DE JOMO DE 1881
PARA DENTRO ORA DA PRO Fia CA
Por seis mezes adiantadoa...........
Por nove ditos idem.............
Por um anno idem.............
Cada numero avulso, de dias anteriores.......
13^500
200000
270COC
0100
Propriebate l>e Jmoti tprira i>* aria i -ftllj*
Os Nrs. laede S'rlnse C
de Pars, t>& > oa nosaos agentes
exclusivos do anmincJos e pu-
blicacoes na ''rauca e Ingla-
terra


TELERAMMAS
isTiga rnBTic7ua so ozabic
RIO DE JANEIRO, 21 de Junho, s 12
horas e 55 minutos da tarde. (rtccebHo
s 2 horas e 15 minutos, p:lo cabo subma-
rino).
Foram aarurlaiio O Bar-, de Molla Hni cnm o Ululo
de vlsrontle. com grandeza i
<> Dr. Albino tlvarenga rom o lta-
lo de Itai'iin, iii grandeza*
Pelo Ministerio da Fazenila foram
fella* as segalnlos nomeacOe* :
Para a provincia do Amazonas:
Segundo cscrlptararlo da Alfonde-
ga de Manan*. Felizmlno Ranho.
Para a provincia do Par;
Alfandega : eanferriile* : J o u o
Minii.-s Perelra. Eutblculo Hondlm
Pestaa. Leopoldo Henear e Silva
Britlo : prlmeiros escriplararios t
Manoel Silva, Vctor Malheas e Jone
Pedro l.onrnlvcii segundos ditos.
Joo Baptlsta de Mello e Jos Dia*
Perelra: Thesouraria de Fazebda i
primeiro eNcriplarario. .Alberto
Lomba.
Para a provincia do Maraado:
Inspector da Alfandega, Virgilio
Mello.
Para a provincia do Ceara >
Tbeaonrariade Fazenda: contador,
Augusto alonqjulm de Carvalbo i pri-
meiro escrlpturarlo, Francisco Ma-
rnniiao: Airandega: conferente lian
cisco Fontenellet primeiro escriptu.
rarlo. Antonio Cavalcante de trail-
lo i m'shiiii iiiiu : Antonio Pimental
terceiro dito, Francisco Samlco.
Para a provincia da Prabvba i
i in-.nuri.ria de Fazenda : negan-
do escrlpturarlo, Manoel Avellar .
pratlcanie. Francisco Justino Car-
nelro.
Para a provincia de Pernambaco :
Becebedoria de Rendas t.eraen :
lancador. Francisco Canato Eneren.
ciano, Tbesoararla de Fazenda : se-
gando eoenplurario. Joo teman
des Barros terceiro dito, Emygdlo
oavela.
Para a provincia deSerglpe s
Tbesouraria de Fazenda i prlmei-
ro escrlpturarlo. Antonio lerony-
mo de Oliveira.
i'HSTRCCl POPULAR
stzcc la ss-:; 27As
.Especial para o Diario)
BUDA-PE-/IH, 21 de Junho.
As eleicoes qie tiveram lagar.
Im me ni para a .'niara dos Depu-
tados da Uangrin io fatoraveiw aos
liberaos.
PARS, 21 de Junho.
O governo Italiano recaate a to-
mar parte offlclalmente na Exposl-
cmo Universal de Pars de 1SS9.
RIO DE JANEIRO, 21 de Junho, s 5
horas e 30 minutos da tarde.
A commlsso da Cmara dos De-
potados encarregada do exame da
proposta eoncedendo llcenra a s. M.
o Imperador aOm de f trr ama via-
gem a Europa apresentoa o sea pa-
recer que eonclne pela adopcao.
> Caara dos Bepatados conti-
na a diacusso do orcanenlo.
SANTIAGO, 21 de Junho.
Tem cabido n'estes das abundan-
tes chavas em todas as regles do
Cbile.
LIMA, 21 de Junho.
araba de ebegar aqu o Sr. D. Car-
los Buque de Madrid.
BIOLOGA
lExtrahido)
OA BIBUOTHECA DO POVO E DAS ESCOLAS
DlRUniMO
( Continuando )
Mus tard*, por ph nomeno de adaptar}, as
felo'8 loealissm-se i'in certos in. ridioa, ou com-
postos do plastidios, que perderam tolas as suaa
propriedades menos urna, ou que, coucentraram
todas as suas actividades e toJa a sua energa.
Em certoa meridios localiso se a funeco reprodu-
ctora. Estes meridios, reseutindo-se das inodifi -
cacoes de udaptaco que a lrma fr s ffrendo, por
eso que sao jioi parte do organismo, transmitti-
ro esae nove movimento adquirido s molculas
dos plastidica que fortn gerand".
Mas, como n'esses meridios repnduetores esto
accumuladaa as euergias de todos es seus aate-
p issados, a lrma recem-nascida passar por pba-
ses correspondentes ;a formas suaa antecessora".
Aasim ficam resumidamente explicados os doua
tactos eapitaes, que serv. in de fundameuto A theo-
lia da evolucao. Esses factos sao a reprodueco
e a here-ditaredade, Pela primeira assegura-s a
contiuuidade da vida, pela segunda a perpetuado
des caracteres primitivos aucceaaivamente nidi-
ficados pelas eondicoes externas.
Por estas acedes do meie, 08 aerea organisados
tendem a afastar-se do typo primitivo, por novoa
caracteres mais ou menos salientes. Estas par-
ticularidade sao fixadaa pula hereditariedade,
transmittindo se de pas a filhos.
E' asbim que se ti man aa variedades e as ra-
fas. O cao educado para a caca transmute aos
seus descendentes essi aptido adquirida.
1) .'.-tes faetn con le se urna le determinada
por Lyell; a chamada lei da constancia das for
mas. Essa lei pode enunciarse :0a seres t~i>
tanto mais eonatsnt a im forma e na organiaacao,
quanto mua simples a ma estructura.A razo
deate fac'o iacilde riconhecer. 0a a^rea de es-
tructura maia aimpless.-o aquelles em que aa uuc
cues estas menoa kcalisadaa ; n'elles portanto os
plastidios, componentes de urna dada porco do
corpo, nao perderam de talo as faculdadea primi-
tivas, e cstao a tos a readquiril-as quaodo urna
variaeo daa coudi^os de viua, os obrigue a isao.
Entao cada cellula, ou elerceutoa plaatidiario, re-
torrur, por asjiui dizer, a sua vida propria, accu
muan io de novo o ejercicio de todas aa func^oea
vitaes.
Os serea do estructura elevada s) pelo contra
rio aquelles em que se determinaran) completamen-
te os orgos com as fiinzcea localiaaias.
D'ahi prevem quevariando aa condicds do
meio ambiente,oa orgaoa, tenio-ae adaptado ex-
clusivamente ao (xcrciciode urna fuocco physio-
logica, nao podeao reaiiquirir rpidamente aa cou-
difes que perderam, e a forma morrer toevitavel-
mente.
Foi no estudo das formas foaseis dos terrenos
geolgicos que Carlos Lyell re.-onheceu, que o nu-
mero de especies idnticas em todos oa terrenos
maior nos organismos mais atrazados da escala
animal.
A graude base da tbeoria de Dmriu o f*cto
a que elle ligou o nome, tao celebre hoje, de lucta
pela vida.
Todos os serns vivos estao em um permanente
estado de hostilidade uns para com os outroa ; iato
significa que nenbum poderia substituir sem oceu-
par um lugar que mil outros seres precuram rou-
bar-lhe.
Inevitavel se torna a luets pela conservacao da
existencia Esta lucta crava-se, contra os
outros auimaes, ja .ontra as comtices da nature-
za exterior. E' este combate fatal, que comee i
para o ser, logo nos primeiros momentos da vida,
que em Franca recebeu a deuominacjlo de concor-
rencia vital, ao pas o que Daiwin Ihc chama com
ama energa cheia de originalidadelueta pela
vida.
A lucta com o clima tal vez a mais diificil.
Paizea ha, em invernos rigorosos teem originado
a morte de mais de cinco sextos da sua populacho
voltil. Sobreviveram aquelles que acbaram con-
dicoes de resistencia pela po8se de urna carnada
mais eapessa de pennae, ou pea poaaibilidade de
melhor resistir a urna alimentadlo deficiente. O
mesmo se ve ainda hoje na raca humana.
O habitante das re^ioes tropicaes, ou meamo at
o europu, difficilmente pode coneervar a vida naa
regioea geladas dos polos ; para resistir com xito,
necessita, proporcionar ao seu organismo ccudiyoes
de adaptadlo especial, alimentando-se com oleo de
phcc8, a fim do fornecer ao sangue o calor indis-
peosavel.
O contrario succede ao ha i tanto das regies
boreaes, quando transportado a regioea ardenti. -
simas dos trpicos. S o uso de urna alimentar;ao
vegetal, e de vestuarios de la, poder preserval-9
da niorte.
O que se diz do bomem e dos animaes-obaerva
ae igualmente naa plantas.
(Continua)
?ARTE 0FFIC1AI.
QUITO, 21 de Junho.
Tem sido multo agitadas as elel-
cAes paria presidente da repblica
do Eqnador.
BERLIM, 21 de Junho.
Q estado de sade de M. o Inape-
rador iuilhernae melbora rpida-
mente.
Agflncia HavM, filial *m Penuunbuoo,
21 de Junho de 1887.
Governo da Provincia
F.XPEDIEITE DO DIA 2 DE M.VI0 DE 1887
Aet s :
O presidenta da provincia, em virtude de
despacho hoje proferido no requerimento do Dr.
J i j Mara eve, reselve declarar vago e rxttncto
o lugar de medico da Uolcnia Orphanologica Isa-
bel, que era exercido pelo referido doutor e fra
creado pelo art. 2. 75 da lei n. 1,810 de 27 de
Junho de 1884. Ooomiunuou-se ao direeUr da
Colonia Orphanologica Isabel e ao inspector do
Thesouro Provincial.
O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Joo Piuto da Silva, engenbeiro do
4 diatncto d Repartilo das Obras Publicas e,
tendo em vista o attestado medico que exhibi,
resolve eonceder-lhe 60 dias de licenca para tra-
tar de sua saude, com ordenado, a forma da lei.
Officios :
Ao presidente da provincia da Babia.Fico
inteirado do assumpto do officio de V. Exc, de 7
de Fevereiro ultimo, sob n. 103, attinente ao sen-
tenciado de marinha Laurentino Manoel da Silva,
que, tendo se evadido do presidio de Fernando
de Noronha, verificara praca com o uome de Joa-
qun) Jos dos Santoi no 9. batalho de infanta-
ra, estacionado nesa i provincia.
Ao Dr. chefe de polica. Eoi resposta ao
officio n. 407, de 28 de Abril finio, sobre o com
mandante geral da guarda cvica Joo Baptista
Cabral, declaro 4 V. 6. que a suspenso adminis-
trativa cessa com asentenua que jnlgou improce-
dente e f roeesa i, sendo este um dos itFeitos da
referida senlenca confirmada pelo Tribunal da
Relacao em grao de recurso.
Ao inspector da Thesouraria de Fazenda.
Declaro V. S., para sea cunhecimento, que nesta
data snbmetti a deeiso do Ministerio do Imperio
o despacho proferido em junta dessa Thesouraria
na peticao do bachure! Virginio Marqnes Carnei-
ro LeSo, lente interino de philosopnia do curso
annexo Facnldade de Direito, de que tratam
seus orficioB de 1 e 28 de Abril ultimo, as. 208 e
252.
Ao engenbeiro encarregado das obras mili
tares.Tendo silo subm. ttido conaideracao do
Viuisterio da Guerra os orc.mentoa naa irnpor-
tmciaa de 661288 e 19:72371l) daa ieapezas a
fe ser-se eom oa reparos precisos no quartel do 2.a
batalho de intantaria, eumpre aguardar deeiso
do referido ministerio sobre o assumpto.
O que declaro V. S. para seu conhecimento e
em respeeta ao seu officio n. 128 de 28 de Abril
prximo passado.C inmune u se ao brigsdeiro
eommandante das armas.
Ao mesmo.Haja. V S. de dizer se o orca-
rn nto na importancia de 1954'30, que acoinpa-
uhou o 8tu offiiio n 74 de ID de Nivcmbro do
anno pass :do, para e-xceucao do8 reparos precisos
na coberta do deposito daa bimbaa para extineeo
de iuceudio, existente no Arsenal de Liucrra,
ainda uffi.'iente, vieto o tempo decorrido.
Aj director do Ara- nal do Guerra. Auto-
riso Vmc, de aecordo eom a sua ntormieao n.
1,056, de 28 de Abiil ultimo, a mandar fornecer
ao 14." batalho do infautaria, ^00 pares de aapa-
t-3, por conta dos p.diJoa para o corrnte anno.
CommunicoU'Se ao brigudeiro eommandante das
armas.
Ao director do presidio de Femando de No-
ronha. Recommeudo Vmc, em resposta ao
seu tfficio de 19 de Abril fiudo sob u. 174, que
faca n gressar para esta capital o sentenciado
Joa Vicente Fernira 3.", afim de ser posto em
lib rdade.- i", -minuni-.-ou-se ao Dr. juiz de direito
do 2. districto.
Ao tcesmo.Faca Vmc. regressar para esta
capital, conforme requiaita oDr. chefe de polica,
o sentenciado Ba3i!o Luiz da Silva.Conmuni-
cou-se ao gerente da Companhia Pernambucana
de Na vega gao.
Ao mesmo.Tendo a .Santa Casa de Mise-
ricordia do Recite informado que actualmente nao
ha iugar para admiasao de alienados no hospicio
da Tainarineira ; aasim o faco constar a Vine, em
resposta ao seu officio n. 121, do 19 Je Fevereiro
ultimo.
Portaras :
0 Sr. gerente da Companhia Pernambucana
mande transportar gratuitamente a r at Mossor
a Angelo Custodio Rodrigues Franca e sua mu -
Iher.
O Sr. superintendente da estrada de ferro
do Rccife ao Limoeira faca transportar da estucao
do Brucn de Cb do Carpina, por conta da pro-
vincia, 10 pr>-.cas do corpo de polica que para all
seguem em diligencia.
O Sr. superintendente da estrada de ferro do
Recife ao S. Francisco sirva-se de mandar dar
gratuitamente passe de ida e volta cm carro de 1*
el .ase da eatacao das Cinco Pontas de Una ao
capito de polica Samuel do S Montenegro.
O Sr. superiuteniente da estrada d'> ferro do
Recife au S. Francisco sirva-se de providenciar
para que teuham transportes, por conta daa gra-
tuitas a que o governo tem direito, da estaco daa
Cinco Pontas da Eszada, o official e pracis do
14" batalho de infantera, constantes da relaca >
sob n. 1, que vao alli destacar ; providenciando
igualmente para que regressem o official e ir ca
mencionadas na relacao n. 2.
As passagena dos offieiaes e da mulher de um
delles devero aer em carro do Ia classe, e as das
pracas e de suas mulheres cm carro de 3* classo.
Communicou-ae ao brigadeiro eommandante das
armas.
EXPEDIENTE DO DR SECBETAB.I0
Officios :
Ao 1 secretario da Asscmbla L"gialativa
Provincial.Dj ordem do Exm. Sr. presidente da
provincia passo a maoa de V. Exc. em original,
a informacJo h-je prestada pela Repartilo daa
Obras Publicas Provinciaes, sobre a pciii;>, que
devolvo, da The North Brazilian Sugar Factories
Limited, a que alinde o cfficio de V. Exc, sob n.
46, de 28 de Abril ultimo.
A o Dr. juiz de direilo do 2* districto criminal.
De ordem do Exm. Pr. presidente da provincia
commuoico a V. S. que nos seus officios na. 179,
180, 182 e 183, de 29 de Abril findo, proferio-se
boje o despacho seguinte :
Ao director do presidio de Fernando de Nc.ro-
uha pira satiafazer a n quisiea '.
Ao engeuheiro chefe da Repartilo das Obras
Publicas.S. Exc. o Sr. presidente da provincia
ficou inteirado pelo cfficio do 30 de Abril ultimo,
sob u. 96, de baver V. S. mandado lavrar termo
do rccebimenlo provisorio e passar certificado de
pagamento a que tem direito o arrematante da
obra de reconstruccSo do empedramento da cidade
de Jaboatao, na estrada da Victoria, por condu-
elo da mesma obra de aecordo com o respectivo
ornamento.
EXPEDIENTE DO DIA 3 DE MX10 DE 1687
Actos :
O presidente da provincia de conformidadu
com a proposta do Dr. chefe de polica, de hontein,
sob n. 419, resolve nomear Joaquim Tenorio da
Silva e Flix Baptsta dos Santos para os lugares
de 2- e 3' 8upplentes do subdelegado do districto
de S. Joo dos Pombos, do termo de Santo Antao,
em substituidlo de Jos (ornea de Andrade < Fran-
cisco Bernardo da Cunta que ficam exonerados.
O presidente da provincia tendo em vista o
termo de exame, annexo por lpia, do officio do
insptetor do Arsenal de Marinha de hoje datado,
sob n. 57, do qual consta ha ver Ray mundo da
Silva Coutii.ho prestado exame, de conformidade
com o art. 3- do regulamento n. 1324 de 5 de Fe-
vereiro de J854, e obtido a spprovacao dos eli-
minadores para servir de 4- macbinista de barcas
a vapor, ordens que ao examinado se expe5a a com-
petente carta de habilitaco, na forma presjr pta
pelo art. 5' das instrueces que baixaram cem o
decreto n. 2600 de 20 de Jonoo de 1860.Offici-
ou-se ao inspector do Arsenal de Marinha.
O pn sidente da provincia tendo tm vista a
correspondencia (fficial tracada com o juiz de di-
reito da cemerca do Limoeiro, e verifiaudo:
Que at c anno de 1864 existiam no termo da
quelle neme 3 officios de juetica, a saber :
1- Tabellio de notss, esenvo de orpho, au-
sentes, provedoria, capellas e residuos.
2- Tabellio de notas, escrivSo do civel, crime e
execucao eiveis (decreto geral de 30 d< Janeiro de
1834).
Eacrivo do juiy e execucoes enminaes (art. 18
do regulamento n. 122, de 2 de Fevereira de 1842,
e h.tt. 108 da le n. 261. de 3 de Dezembro de
1841).
Naqnelle anno, pi rm, a lei provincial n. 602,
de 13 de Maio, separou urna das serventas vita-
licias, a de 1- tabellio da escnvania oeorpbaose
mais de endencias, annexando-a escrivania do
jury, na qual havia sido prvido por decreto de 27
de Feveniro do metmo anno, Herminio Delfinodo
Naacimento Lima, que asBim ficou acrumulando
os officios de 1 tabellie e escrivo do jury.
Nestas condicoVs, Luiz Francisco Barreto de Al-
meida que por decreto de 2 de Marco de 1863 es-
tava prvido no 1 tabellio, ficou apenas com a
escrivania de orphos e aunexos.
Por decreto de 13 de Novembro de 1867, foi con
sentida a permuta que fea Bsrreto de Almeida do
seu oficio com Jos Polycarpo de Kreitas, escri-
vo dos Feitos da Fazenda Nacional desta pro
vmcia
Em 1877 (port-ria de 17 de Outubrc, de confor-
midnde com o disposto no art. 4' do decreto n.
4668, de 5 de Janeiro de 1871), foi acceita a desis-
tencia, que fez Jos Polycarpo de Freitas da ser-
venta vitalicia de escrivo de orphos e mais an-
nexoa do termo do Limoeiro.
Sendo aberto concurso para este officio a 19 de
Dezembro do dito suno, apresenlon se concorrente
o 1- tabellio e escrivo do jury Hermino Delfn*
do Nascimeoto Lima, qne, por portara-da Presi
dencia de 12 de Marojo de 1878, fcii nomeado para
servir provisoriamente; nomeaco estaque toi con
firmada por decreto de 8 de Junho do me mu
anuo.
Cumpr i, a vista dist}, por em concurso o officio
de 1" tabellio e escrivo io jury, vago p meaco e aecuitas da escrivania do orphioa
pelo respectivo fuoccioa rio, qui n'.o poda aecu-
mular 03 doua officics privativos (ivisort. 230 te
118 de Junho de 1877) a nlo ser que se nullifioasae
a lei que oa separou, n. 602 de 13 de Mao de 1861,
ento e ainda agora em vigor.
Entretanto, a As3embla Legislativa Provincial,
comprehendendo 1330 mesmo, fez subir z SaoccSo
um projecto de lei annexando o officio de 1- tabel-
lio do Limoeiro ao de e3coivio de orphos.
O .'i presidente Dr. Adolpho do Barros Caval-
cante de Liccrda, a 5 d-! Juubo de 1379, n gou,
orm, saneco a eas' pr.jecto, p>r entender que
nao consultiva, e antes prjulicava, oa intereases
da administr fio da justica.
Em 1881 de nivoa Asaembla legislouao mesmo
acntido, e de novo deixoa o projecto de ser sanc-
cioaado pelo ex-presidente deseinbargador Jos
Manoel de Freitas, a 25 de Juuho de 1884, con-
firmando-s a Asaembla com as raides de nao
.anecio, enforme communicaco do respectivo
secretario, de 14 de .Vareo ultimo.
Estando, portanto, lesde 1878, w-igos os offi.'ioa
de Io tabelio de notas e escrivo do jury e execu-
coes erminaes de Limoeiro, oex-preaidente conas-
ihciro Joa Fernn lea da Costa Perera, a 22 de
Fevereiro de 1886 officiou ao juiz de direito do
Limoeiro pira que informasse sobre a data da a-
bertura do concurjo,'ouquaes ea embara^os^ijuejao
cumprimento dess? dever ae tem oppoato iD-er-t
n. 9420 d 28 Je Abril de 1865, arta. 150 e 2o).
Em 3 de Margo segu:nte o juiz reaponleu que
deixou de abrir concurso por entender nao dar-so
a vaga des officios:
Io porque o serventuario Herminio Delfino d >
Naacimeuto Lima prvido por D creto Imperial,
tanto en um como em outro dos oH -i a, senio no
de escrivo do juiy, a que foi depois innexo o 1
tabelionato, por decreto de 27 de Fevi n\rj de 1864,
e ua escrivania de orpbloa por Docreto de 8 de
Junho de 1878.
2 que nao ha imposaibilidade no ejercicio dos
dous officios, porem coaveniencia na accuramulaglo
sen-io a bypothese precisamente a definida no
aviso n. 319 de 5 de Outubro de 1871.
Nao sendo estes motivos procedentes, como foi
declarado a este juiz por cfficio de 18 de Fevereiro
ultimo, por isso que :
1 a nomeaco posterior p ra utro officio de
justica importa renuncia do anterior, seodo ambos
privativos (aviso de 18 da Juuho de 1877) e co-
mente Assemb'a Legislativa compete o direito
de annexaco (acto addicional art. 20 :j 7.
i que nao ss .trata de 3er ou nai incompativesi
as funecoos dos doua uffijios, mas do facta de
estarem separados por lei, no'anJo-se que o aviso
citado n. 319 de 5 de Outubro do 1371, em vz de
favoravel era contrario pertence lo juiz.
Eate aviao auggerc a seguate duvila:
Ss perde e tico o aerventuario vitalicio que
nomeado para aervir outro; e sa polo ser pisto
a concurso o cfficio que assim vagar antes de ser
a nomeaco confirmada pelo governo imperial.
E responde
Qi; o serventuario vitalicio de um oifi.'io nao
perd) pelo.facto de ser nomeadipara exercer/iroi-
aoriamen'c outro,isalvo,o casoide.incompatib.liJade
entre ambos, no qual aceitando, o serventuario a
aomeaco provisoria, renuncia tcitamente mer-
c primitiva.
E' o mesmo que reproduz o Decreto n. 9120 de
28 de Abril de i885, art. 185, csiguifica que n>
basta a nomeago provisoria, deveudo aguardar-
se a definitiva, que justam nte corao ae deu uu
caso em questo, para nto 8er declarada :i vaga ;
Conclue o officio reccmmeulano a affitaco dos
editaes e mais deligeucias do concurso.
Esta ordem|foi reteirada por cfficio Je 9du,Marc/>,
que o juiz reaponleu ai2;jins8tindo em sua re-cusa
porgue dix elle, a faculdade qua temas|Assemblaa
Proyincaes de annexar e desannexar cartones nao
impede que o governo geral os accuinule, nao
sendo aceitavel o aviso de 18 de Junho de 1877,
por lh? parecer ter o i ffeito de derrog%r o art. 18
daa disposigoea proviaori^s ptn H execucao da lei
de 3 de D.sembr de. 1811, que determiuou que o
presidentes daa provinciaa noineariam provioria-
meutu os esenvaea privativos io ju y, pjdendo
recahir a nomeaco, noa lugares meaos pipulor. a
e onde bouvesse pouco expedicute, em aigum dos
escrives existentes, e principalmente no de exe-
eucoes.
Por cfficio do 31 ainda esta presidencia fez sen-
tir aquc-lle juiz nao ser raaoavcl sua desobe-
diencia ;
Que, o governo imperial uo faz acummula-
goes de officios de exclusiva competencia das As-
semblas Provinciaes, reconhecendo ao contrario
que suas resolucoes annexando ou desaunexando
officios jde justica devem ser executadas desde
logo (Decreto de 1885 art. 13) :
Que o art. 18 das dispoaics provisorias, a que
se referi, de 1842, alem de nada ter com o caao
em questo, porquauto, dado mesmi que ainda
hoje os presidentes de provincia uomeassem pro-
visoriamente escrives de jury os de execucoes ou
outros, tstava entendido que urna tal attnbuico
nao importara revogaco do poder de legislar das
Asstmblas Provinciaes sobre o asaumpto, e menos
ainda da lei vigeute n. 602 de 13 de Mao de
1864 ;
Que, demais, nem o presidente fez tal nomeaco ;
o serventuario Delfino do Nascimento Lima, foi
prvido no njcio do escrivo do jury por Decreto
de 27 de Fevereiro de 186 4; a !ei provincial n.
602, que lhe annexou mais o Io tabellionato
desaonexado da escrivania de orphos, que ficou
cem aquelle officfo de menos ;
1 Que a doutrina do aviso citado de 1877, de que
a nomeuco definitiva e cunsequento aceitaco de
um officio privativo por le de sua creaco, impos-
ta ipso fado renuncia do anterior officio vitalicio,
esta de aecordo com a competencia das .'saem-
blas Provinciaes de separar ou reunir os officios,
e nao derroga cousa alguma (aviso n. 16, de 19 de
Janeiro de 1872);
Que estando desannexado por lei posterior 4 no-
mencio d^ Herminio Lima para esenve do jury,
o 1 tabellionato da escrivania de orphos, e dan- |
de-lhe a le, sem concurso, aquelle officio, reser-
vando este que toi seinpre exercido por outro ser
ven'.oario privativamente, deularo ficon a exis-
tencia de duus officios diatinctos ;
Que sua annexauo por uoineaco de um s tune-
c, 'nano, importara nullifichco pelo poder execu-
tivo da le que os quiz separados e priv .tivos.
Nao oostante o juiz de direito da comarca do
Limoeiro couiiuuu a nao querer attender.
Foi quando, por otticio de 16 de Abril, marcou-
se lhe o prnzo de 15 dias para dar cumprimento
4 ordem.
A lato respond u por officio de 21, que desistia
do pr z .; que contina a enter/der, e cita em seu
aux.lio u art. '4 do decret i u 9,420 de 1885, que
o governo iinu uous ollic-ios, quaudo os reudimentos sao tenues,
ndepeudente das Assemblas Provinciaes, e fui o
que tez, diz elle, no casu presente; que nao tendo
a presidencia Ibe indicado disposico legal que ta-
xativamente decrete a renuncia de Herminio Del
rio do N.scimeuto Lima dos officios de escrivo
do jury el" tabellio p>-!o su provimento poste
rur no cartorio de orphos, uu lucoinpatibilidade
ua acuumuiacao dos officios, uo executar o art.
152 e outros do decreto de 185 sobre o con-
curro
E' como com eeU prucedimento o juiz de direi
to da comarca d i Limoeiro, bacbarel Antonio Fer
reir de Souii Pitauga, d sobedeceu e deixoa de
nttenler urna crd.-m legal dosta presidencia, ne-
t'ando-se ao cumprimento do citado decreto do po
der execuiivo e procura privar que produza seus
legtimos iffeitos urna lei provincial, dando fore*
a projectos nao sanecioaados, o presidente da pro-
vincia res.lve, para que nao seja por maia tempo
embaracaio o servico la justica no termo di Li-
m eiro, que sejam affisados pela secretaria edi-
taos, annun : m a vaga ios effiios de escrivo
do jury e 1" tabellio do Limoeiro, c conviddano
es pretendentea a apresentare u oa seus requeri-
mentos no prazo e eom as demais formalidades re-
gulamentares ; s-'ndo, entretant.', este acto su jeito
dihberafao defiuitiva do Exm. Sr. ministro da
juati^a a quem ae remetter, por copia, c:m tod-s
os documentos e leis pro'inciaes a que se refe-
ren), e manda que igual copia S'ja presente ao
deaembargador procurador da corda para oa efif.-i
te 8 legaes.
Offlfcios:
\o Dr. ch fe de polica.Cou7;m que V. S.
providencie no s.'utid de aer ministrado pelo car-
cerciro da cadeia la cidade do L'moeiro cerlido
sobre o compor'.iin nto doa sentenciidoa Irineu
S-imucl de Cirvalho e Jos Edas da Rocha, quo
interpozeram recurso de gra^a da pena de 4 an-
uos de priso com trabilho, a qual Ihea foi impos
ta em 10 de Junho do 1886.
Ao inspector da Thesouraria do Faz nda
Para os fina convenientes tianstnitto a V. S. a
carta imperial pela qual foi agraciado c m o grao
de cavalleiro da ordem de Nosio Senbor Jess
Christo o Rvm. FLriano do Q.i-iroi Coutiuh) vi-
gario da fregueia dos Sautissmis Cosme e Da-
mio de Iguarass.
Ao mesmoTen lo pjr despicho de hoja Je
aecordo com o qui V. S. iulormou d'cdii) que o
inspector de saud; do port) nao precisa para rece-
ber o? seus ven.-im ntos exhibir ai testado do exer-
ccio da cmara municipal assim o declaro i V.
S. em reaposta ao seu officio n. 123 de 30 de
Abril findo.
Ao mesmoRemetto a V. S. para oa devi-
dos fina, a conta junta rra duplcala, relativa a
despeza de 10 )J com o entrrame to do a'feres
secretario d< 14" batalho de infantaria, Jos Ali-
pio Bezerra Cavalcante, fallecido na enf t naria
militar e bem assim copia do avijo do Ministerio
da Guerra de 23 de Abril ultima, concerneute ao
pagamento da mesma despeza.
Ko mesmoCommunico a V. 8. para seu
conhcimeuto e fina couv.nientea que por aviso di
16 da Abril ultimo declarou-me o Exm. Sr. minia-
tro da guerra ficar appravada a deliberaeo que
tomjuesta presidencia de autirsar easa Thesou
raria a p;r a diapoai^Jo do engenbeiro oncarrega
do das ubras militaros a quintia de 1:059 J0S9 pi-
ra occorrer a obras urg intea do qu irtel do lloa
picio, por couta dos crditos concedidos por aviso
de 25 de Outubro do aun> paaaaio piraos repa-
ros da cochera do quartel da companhia de ca-
ndara.
Ao mesmoDeferindo o requerimenti sobre
que versa a infoimacli dessa The3ouraria de 2 do
cirrente n. 260, reommend) a V. S. que mande
abinar, sob a reapmaabilida le data oresideacia,
a ajuda de cuito, na importancia J_ 800 arbitra-
da pelo aviso do Ministerio da Jui'icade 15 de
Abril ultimo junto pir copia bacbarel Joaquim R -
driguea Villares, juiz municipal o de orphos no-
meado para o tenn) de S. Joo Biptisti di Ri i
Verde, n prjviucia de S. Paulo; lov-'nloserop-
pirtunumen'e lvala a despea io crdito que tem
de ser concedido pelo Tbesouro Nacional.
Ao inspector do Thesouro ProvincialMan-
de Vmc. p 'gar a Francisca Mara de Paiva, viu-
va do servente di repartilo dos Obras Pubcaa
Germano Pinto de Paiva, a quantia de SOJt pro
veniente daa diariaa qu^ se ficou a dever ao dito
servente relativas ao periodo decorrid de 1 a 30
de Marco ultim, a quj allu le a iuf.rmae.ao desse
Thesouro de 29 ic Abril fiud) n. 592.
Remetto os documeutos exhibidos pe-la mencio-
nada viuva.
Ao director do Arsenal do GuerraConfor-
me solicita Vmc. .m officio n. 987 do 31 de Mar-
go ultimo, autoriao o a mandar fazer administrati-
vamente pela qubutia de 30 j a gravura de um ji-
nete que esse Arsenal tem de fornecer ao 2 ba-
talho da infantaria.
Aehaodo-3, p.rm, egitado o crdito a verba
complente, secundo d-elara a Thesouraria d
Pazenia em officio n. 251 le 27 de Abril finio,
eumpre aguardar a conceaao de novo crdito pa-
ra a realisacao da deapeza de que se trata. Com
muuicou-se a Thesouraria de Fazenda.
Ao mesmo Autoriso Vmc. conforme solicita
em officio n. 1,005 de 5 de Abril findo, a promo-
ver administrativamente a acquiai;o dos mole
los impres3 s para a escripturago do alm x rifa-
do, constantes do citado officio, deveudo a reapee
tiva despeza, calculada na importancia de 'i) J
aer paga quando vier u crdito que aolicitou a The-
Bouraria de Fazenda, aeguudo consta de officio do
respectivo inapeetor de 27 de Abril proxi i.o pas-
sado sob n. 250.Commuccou-se a Thesouraria
de Fazenda.
Ao Dr. juiz de direito do 2o districto crimi-
nal do Recife.Convrn que V. S. exprca as con-
veuiutes ordens no sentido de aer ministrada ama
certido do processo do reo Joa Antonio de San-
ta Aeria, afim de instruir o recurso por elle in-
terpoato, imp-trando perdo ou cammutaco da
pena de 8 aunoa de galea e malta de 20 por cent:,
que lhe foi imposta pelo jury desta capital em sea-
sao de 6 de Junho de 1882.
Ao juiz de direito da comarca do Li.nieir .
Nao constando da epia do processo dos reos
Jos Elias da Rocha e Irineu Samuel de Carva-
lho, annexa ao seu officio de 21 de Abril fiudo, a
repectiva pronuncia, nem 03 quisitos propoatoa ao
conselho de seutenr;a e as competentes respoatas,
convrn que Vmc. providencie no sentido de serem
traucmittiJaa, por certido, secretaria desta pre-
sidencia aa referidas pecas.
Aojuii municipal em exercicio no termo do
Ex, Manoel Rodrigues de Carvalbo Brito.Con-
sulta Vmc. em officio de 12 de Abril, hontem rece-
bido, como deva proceder quanto a indemnisaco,
da metade do valor ua eacrava Raymunda. per
tencente a um orpho, filho de Thomas Nunes Vi-
anns, tendo es'e, por fallecimento de sua mulher
libertado a outra netade que lhe pertencia, am-i-
aiando-ae com a meama Raymunda da qual tem 4
filhos que uo foram averbadoa.
Em resposta dedaro-lheque o alludido Thomaz
Nunes Vianna deve indemnisar a sua filha usan
do-se para isso dos raeiua judiciarios.
__ A junta classficadora de escravos do muni-
cipio de Garauhuns. Constando das copias da
acta e da clasaiticae;ao suppleurientar, que acom-
panharam o -.ffiji" ele Vmcs., de 26 de Abril, que
o escravo m> nciona lo na classificaco approvad
em 20 de Novembro do anno passado, como filho
de Joaquina, e agora classificado em virtude de
urdi-tn desta presidencia, de 13 do dito mez de
Abril Beuedielo, actualmente com 23 anuos de
idade' deelaru-lues que fica sem effeito a classifi-
caco f.-ta, p ir nao poder ser elle libertado pelo
fundo de eiaanci^acao, como p-rtenceudo fami-
lia de JoaHUiua, a vista do disposto oa regra 6
do aviso ci cul r do ministerio da agricultura,
c m nercio e bras pubhcaa, de 19 de Janeiro de
1883.Remetteu-ae copia ao juiz municipal e de
orpous Jo termo de Garanhuoa.
Puriariae: .
O Sr. agente da companhia brasil' ira de na-
vegaco a vap..r fa?a transportar a rte, no va-
por Manos por orna do ministerio da marintn, o
desertor imperial inarinhiro de 1 classe Manoel
Pacheco, qu- *r all segu a diaposico do quar-
telogen ra Jem.n.ha. ommunicou-ie ao ins-
pector do >ra nal Je Vlannha.
O Sr ren't da comuanhia pernambuena
de nav gac. m .me dar trausporte por cunta do
ministerio Ua lasen la, at a Cidade de Penedo no
primeiro vap r que tiver de seguir para o sul, nao
s ao nspect t da Tneaourana de Fasenda da
proviucia da Parahyba, Joanuim Alonso Moreira
de Almeida, qua vai aquella cidade em commis-
so do referido ministerio, mas tambem as pessoas
de sua familia, co:;3faote3 da relacao juula por
epla.
EXPEDIENTE DO DK. SHCKET RIO
Officios :
Ao inspector do Arsenal de Marinha. De
crdera de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
communico a V. S par i seu conhecimento e fina
convenientes que pela onlem do Thesouro Nacio-
nal d 22 ds Marco ultimo n. 42, i cha-ae habi-
litada a Thet jurara de Fazenda com o crdito
da importancia de 1:151 394, em que foram orea-
dos os concertes uecessarioa na casa ende reside
o patro-u.r desse Arsenal.
Ao agente da Cimpuihia Brasileira de Na-
veg cao a Vapor.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente di provincia nccu-o o recebimeuto do
ffiei", cm que V. Exc participa que o vnpjr
Manns chegou d )3 p.otos do norte, hoje o 6 tu-
ras da manh e seguir para os do sul amaub s
5 la tarde.
Ao inspector Ja Thesouraria de Fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda reme
ter a V. S. a uclusa ordem do Ministerio d.. Guer-
ra Je 21 Je Abril ultimo.
Ao inspector do Thes;uro Provniial.De
ordem do Exm. Sr. providente da provincia com-
munico a V. S. pira oa fina convenientes que
por officio de 30 de Abril, u. 393, participou a
procuradoria do3 Fetoa da Fazenda Provincial
haver entrado nV.quella data e.u exercicio o 2."
solicitador interino di FizenJi hi pouco nom-'ado,
Jos Antonio di Luna Freir.
Ao meamo.O x:n. Sr. presidente la pro-
vincia manda remetter a V. S. para os offeitoa
.le seu iespacbo de h je. na petico de Felippe
F. Ncedham, 03 d cuuvvtos apr s ntados por
D. Josephiua Dubeux, com referencia a pagamen-
to ie alugueis da casa que cm Apipucos serve de
quartel do destacamento de que tratou esse The-
oura em officio de 13 de Marco: ultimo, n. 509
Ao mesmo.O Exin. Sr. presidente da ,ro-
vincia manda declarar a V. S., para 03 dev. ;cs
devidis cffeitoa, que nesta data proferio o seguin-
te despacho no recurso de Cramcv Fr y Ai C, 9
bre o qual esse Thesouro informou cm offici > I
do Abril ultimo, n. 547 :
Confirmo a deeiso da Junta do Thesouro
Provincial >.
Ai inspector geral da InstruccSo Publica.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
transmiti a V. S. quatro exemplares impressos
do programn 1 pira oa eiamea geraes de prepa-
ratorios enviado pela Inapecioria Geral da lustruc-
cs Publica da Corte
Ao engenhiiiro chefe da fteparticao l
tJbras Publicas. -O Exm. Sr. presidente da pi
vincia ficou inteirado de haver se lavra t> termo
de recebimento defi litivo da obra do reparos J.aa
pontos da Luz, T ipacur o Maucs, por ter casa-
do o praso da reap >usabilidade .lo contracto e
achar-3e a dita obra em p rfeito estado de c n-
servaco, p.-.asano-se a favor do arrematante o
devido certificado de pagimento.
Ao eiiireuhero fiscal da via-ferrea lo Li-
mosiro.--Ne":ta data tiveram o c-nveniente desti-
no 03 dicumeutos relativos ao movimeuto dessa
va frrea durante o mez de Marco deste anuo
11100X03 ao effi/io de V. S. u. 844 de .'iO de Abrii
i.:i.n 1.
Ai juiz municipal e de orphos lo terina le
Aguas B-llas.Do ordeno, do Exm Sr. nr si.i nte
da provincia remetto a V. S., em satisfacao di
pedido constante d> acu officio de 27 Je A' ni
uitimi, um exemplar impreeso d) Regulamnto
expedido a 10 de Agosto de 1858 para a arrecaJa
c> dos bens do evento.
Outrosim declaro a V. 3 que deixa de ser en-
vala a copia solicitada no dito officio do Aviso
de 8 de Outubro do 1867, por uo ter sido expli-
cado qual o assumpto deasc Aviso
Eiitil.2." aec?o.Secretaria da presideacia
de Pernambuco em 3 de Mao de 1387.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
fap publico, para oa de vi loa effdtos, que se actta
vag o officio de 1. tabellio do puohe, jud cial
e notas, ao qual est annexo o d escrivo do jury
e ex-cucoes erminaes ci> termo do Lin'eiro, ce
virtudo da lei desta provincia 11. 602 de 13 de
Mao de 1861, que no art 1 lis. o. : > <) officio
Je primeiro tabellio de notas do term do L'moei-
ro e que era annexo ao de escrivo de otphos ti-
cara annexo ao de escrivo do jury e execucoes
criminaes do meamo tetrn.'.
Tendo o serventuario Hermino Delfino do Nas-
cimento Lima, prvido por decreto de 27 de Feve-
reiro daquelle auno, ua escrivania do jury e exe-
cucoes erminaes, renunciad etn vista do que de-
cide o aviso n. ".'30, de 1S de Junho do 1877, essa
uierc vitalicia, per ter aceitado, depois do con-
curso, a que se apresentou, a merc da serventa
dos officios de escrivo de orphos, ausentes, pro-
veioiia de capellas e residuos ('.o misino termo,
por decreto de 3 de Juuhi de 1873, em substitu-
5.ao de Jos Pulicarpo de Freitas, que fez desis -
tencia e foi aceita por portara da presidencia de
17 de Outubro de 1377, de conformidade can o
disp-isto no art. 4." do decret) n. 4,663, de 5 de
Janeiro de 1371 ; e eatand-, por isso vagos 03 ci-
tados officios do 1." Ubellio e eacrivo d, jury, a
presidencia, em 17 de Novembro de 1835, determi-
nou ao actual juiz de direito da comarca do Li
moeiro para proceder se ao respectivo concurso.
Anezar de ter sido reiterado es3a ordsna por di-
versas vezes, o juiz de direito recuaou-se a atteu-
del-a, por entender, Ce"-nforme disse cm sua corres-
pondencia official, nao se acharem vagos d'tos offi-
cios.
E como quer que ainda desobedecesse a ordem
legal, depois de se lhe haver marca Jo, em 16 de
Abril findo, o prazo de quinze dias para cumpril-a.
procurando por esta forma privar que produza
geus legtimos effeitoa urna lei provincial; o mes-
mo Exm. Sr. reaviven, por portara de hoje, pura
que nao seja Dor mais tempo embarazado o servirje
da juatisa do terma do Limoeiro, faer affixar, por
eata secretaria, edital annuneando a vaga dos ci-
tados ofticios do 1. tabellio e eacrivo do jury e
execucoes erminaes, e-envidando oa pretendentea a
apreaenDarem seus requer ments no prazo e com
as deuoaia formalidades reglamentares.
Aununeo, por tanto, a vaga doa referidos offi-
cios e convido os pretendentea a apresentarem
seus requerimentus, instruidos de conformidade
como d.cpeto n. 9,420, de 28 de Abril de 1885, no
prazo de seaaenta dias, a contar da atfiaeo do
prosete edital pelo porteiro d'esta secretara.
O secretario,
Pedr Frano'sco C'orreia de Oliveira.
Certifico que altixei e publiquei o edital oupra,
hoje, 4 de Maio d- 1887.
Pelo porteiro,
Arthur Maehado Freir Cereira da Silva.
DESPACHOS DA PKESIDEN'CIA DO DIA 20 DE
JUNHO DE 1357
Hermogenes Cavalcante da Silva Cabral.De-
ferido can officio desti data ao brigadeiro com-
maudante das armas.
J.iaquitn Martina de Mouri.Deferido com offi-
ci de noje Tu. souraria de Fi'.ienda.
Capito M.um'1 Alcntara de Siuza Cousseiro.
Nesra data me dirijo ao vlnisterio da Guerra
a respeito do que requer o supplicante.
Bacharel Severo Qmfalves Pires.R-queira ao
Ministerio da Jus'isa.
Bacharel Seb istio Ildefonso do Reg Burros.
Defer lo com oGicio desta data i Thesouraria.
de Fasenda.
Jos Joaquim de Siqueira Varejo.Seja apo-
sentado nos temos do art. 9- 3 da 1-i n. 1884
visto contar aiais de trntft aonos de tttcctlvo
servico e ter sido supprimido o seu emprego na.
reforma da Repaitico das Obras Publicas.

as


Diario fc ernambucoQuarta-feira 22 de Junho de 1887
Secretaria da Presidencia de Pesaara-
fcieo, 21 de Junho de 1887.
O porteiro,
F. Chaoon.
Itepartlfio da Polica
2*8eccao.N 554 -Secretaria de Po-
icia de Pernambuco, 21 de Junho de 1887.
Iilm. e Exm. St. -Participa a V. Exe.
que loram hontem racolhits 4 (!* da
Detenjao os seguate dlidoa :
A' ordem do De. delega* do 1 htri-
cto da capital, Jua Ruesjues da Sita a
Francisca Maria m. Coaeaaja, por oatur
fcoi.
A' ordem do subdalegaio da feagnezia
do Recife, Antonio Francisco da Trioda
ie por disturbios.
A' ordem do da Santo Antonio, Osear
Faudon, Domingos Antunes e Jos da Sil-
va Conrado, por disturbios.
A' ordem do do 2 distriete 4a fregne-
gpazia de S. Jos, j'uvino Henrique de
Oveira, Damiao Cosme de Souza e Fran-
eisco Manoel d* Asis-, por distarte*.
A' ordem do do 1' districto da Boa-Vis-
Ja, Olegaria Gomes da Ol reir, Joao Bap-
tista do Sacramento, Joao Gabriel de Cer
^ueira Porto o Amancio Amaro de Souza,
por embriaguez e disturbios.
A' ordeus do do Io districto do Afoga-
o, Pedro Manoel Salvador, por crime de
Surto.
A' ordem do de B-lem, Jos Caetano
da Silva e Jesuino Pires Baptista, como
vagobundos desordeiros.
No sitio Curuja do termo de Santo Antio
aodia 14 docorrente foram presos osin livi-
anos danomes Joaquim Barbosa da Silva.cri
mdoso na comarca de Pao d'Albo, e Pedro
de tal, conhecido por Catlo ou Pedro Bra
90, indiciado en diversos crimes no termo
d* Pilar da provincia da Parabyba do Nor-
ia, sendo na av-amaoecisiao apprehendidoa
iambem no seu poder, 1 cavallo, 2 relo
em oatrae viagena e especialmnte na das Boceas
conduiiodo a bordo S$ aprendiaea mariuheiros.
A mastreacao. nanea oi alterada depois de eol-
locada.
Anda na ultima viagem s Boceas, com cinco
dias di viagem o patacho aviatou-as, das qnaes
nao poude approximar-sj por causa das correntoa
a da maa tem po.
Allega-se aw aja a teqaolacao ssinva de
eaaa apaaa*zaa> quaado a veidaik que a
rri p aaaV. fa faaaa o sane daa maaobras a*
omptoaaa de-W sapanaes saariaaeisas.
All^u-sa saadm,pe o mom raa desi
dos pslsv fon a pala peste* qaaaa neaum ma*>
seu, aarptaaaao-a os qaa peaawr
no
poa,
1 tianslim e um anelao, com as mi-
aes J. M., objeetos pertencentes a Jos
Maria, morador no referido sitio Curuja.
Communi:ou me o delegado do termo
da Flores, em oficio datado de 4 do cor-
rerte, ter naquelia data acompanbado do
De. promotor publico da comarca, do ea-
erivZo e do respectivo carcereiro, feito a
visita na cadeia publica e encontrado na
aa mesma 31 presos, seud 20 sentencia-
dos, 9 pronunciados e 2 procesados no
xrt. 201 do cdigo criminal, os quaes ne-
aauma reelamac,2.o fizeram.
Ainda no dia 7 tarabem deste mez, o
delegado do termo de Bom Conselho e
a Dr promotor publico, ae-mpanhados do
Mcrivao e carcereiro fizeram a visita na
afectiva cadeia, encontrando 9 presos,
SMdo : 5 sentenciados, 2 pronunciados, 1
apellado Sendo interrogados sobre o tratamento
que recebiam, respondern que eram beo
tratados, e nada tinham a reclamar.
Communicou-me o delegado do termo de
imoeiro em offi io datado de i8 deste
n>?3, ter naquelia data feito remessa ao
Dr. jniz municipal dos inqueritos policiaes
procedidos contra Manoel Bezerra de Jess
s saa mulber e Bernardino Pereira dos
Santos, indiciados aquellos como mandan-
est- como mandatario cm crime de
iomicidio priado na pessoa de Francis-
o de Paula Bezi rra, na noite de 28 para
29 do mez de Maio ultimo.
P.rricipou-ma o cidadao Liberato Ama-
joas do Laccrda, em officio de 1 i do
torrente, ter asaumido o ex- rcieio do car
o de sub elegado do distrioto de Caten-
de, do termo de Palmares na qualidade de
2o aupplente.
0 cidadao Candido Jos Gon;akea da
Fonte, participou-me ter uo dia 8 do cor-
ente reassumido o exereicio do cargo de
c-lagado do termo de Sc-rinhaem.
Deus guarde a V. Exe.-lHm. e Exm.
8r. Dr. "Pedro Vicenta de Azevcdo, muito
Signo presidente da provincia. -O chele
de polica, Antonio Domingos Pinto.
SlilO BE PERMSaC
RECIFE, 22 DE JUNHO DE 1887
.alacho Pirapaoia
T a-i. vivamente preoecupado a imprensa des-
:i tilide cora es ltimos aeontecimento3 rtlativct
o ptacho de guerra Pirapama.
Acompanhando aos noaeos distinctoa collegaa na
elicitude ctm que tcem discutido estes meamos
Moateeiaentos, obnganos a juatica que deilesn'.s
afestfmos, quanto orieatacao de que paitram e
i eonSv-q'iencias que visaran? attiugir.
' certamente lamcntavel, nao s o perecimen-
*i>dedex aprendices marinh^iros, como o naufra-
jJo d'aquelle navio; mas, nao menos lamentav^l
3e ac pr tendi levar conta da administracao da
BTOviucia e dos honrados oflkiaes de aossa mari-
aa"de guerra a_responsabilidade d'estea factos.
""A' agora o conhecimento quettmes de todas aa
;iruu;stancias que antecederam sabida do paca-
So" e das que se foram verificando at o momento
ITaaufragio, habUiU-noa a aseegurar que ioicoc-
cto, o procedimento de S. Exc. o presidente da
ovincia, do ebefe de diviso Picaneo da Cista e
3o diatincto ofticial qu.'-m estava confiado a com
aandj do Pirapama.
8e tactos, que nao conbecemos e provaa que ain-
i nao f jram aposentadas, se produzirem e con-
eneerem-noa de erro n'esta apreciacao, seremos
9 primeiios a modificar o noaso juiao.
E;nquanto isto nao succeder, emquauto os factos
i v. provas nao apparecercm, contrariando o que
un toda exacti lao consta de documentos cfficiars,
lio pratiearemoa a grave iojuatica de msdiante
limpies conjecturaa e informacoes aaoDymas ata-
jar e desconhecer os merecimentoe e aptiddes de
auem, como o Sr. Dr. Pedro Vicente, tem dado in-
equvocas provas do seu aelo e dedicacao pelo ser-
rico publico e proaperidade d'esta provincia, de
auem como o distincto chele de divisio Picando da
Costa encanecen no servico da patria, e como o 1*
lente Babia), contra o qual apenas se pode diaer
at agora, que teve a desventura de achar-se em
ama dessas eventualidades, cujas consequencias
aa antes para deplorar do que para capitulo de
ecusaoaj.
Bespeitamoa devidamente a honra e pericia da
aossa marinha de guerra, para nao conteatarmos
2om um simples traco de penna as habiiitacea dos
distinctos officiaes, que sao comprehendidos as
censuras levantadas pela mprensa.
Precisemos os factos.
Allegon-se que era m a construccio d Pira-
pama e como fundamento aisegurou-se que o lan-
canmento do patache nao foi felis, que a sua nave-
zacao era difficil e que depois de collocada a u>
aiastraacao, reconbeceuse a necessidade de apa-
ral-a.
Os dous tltimoa fun .'amentos alo inexactos a a
grova esta na fcil oavegacao, que fea o patacho
AtBrma se, que o navio fasia constantemente
agua e que os menores estavam exhaustos com o
s erviyo das bombas.
Entretanto o commandante do patacho nunca
fea menjo desta circumstaocia as suas coman-
nicaces a S. Ere, o eapito do porto, nem da
existencia de aranas e entra a eommuneacSes
offietaes e aa anonymas ninguem preferir estas
aquellas.
Accusou-se a presideneia da provincia da ter
pretendido faier economas, mandando o patacho
as Boceas em lugar de fretar um vapor.
Antes de tuds convm notar, qaa se o patacho
tivesse sido feli em sua commisaao, nao era isto
motivos para buvores administracao, maa como
por caso fortuito nao o conseguio, a administra-
cao responsabiiisada pela3 eventualidades dos
elementos !
J sabido que nao foi o Dr. Pedro Vicente
quem ordenou easa economa e quando o fosse nao
merecera, como nao merece o ministro da mari-
nha, que ordenou, as acensares levantadas.
Era muto bem entendida a economa que se
projectou fazer.
Pelo regolamentoapprovado pelo decreto que
den nova organsaco as companh'aa de aprendi-
ses marinheiros es navios escolas tem de farer
viagens de inetruccao de triuta a quareuta dias,
alm doa bordaos as proximidades do porto.
Pois bem, toruando-3e uecessario levar macti-
mentos aos operarios as Boceas, nada mais na-
tural do qua aproveitar a opportunidade, para
cu mpr ment das disposicoas do Kcgulaaeut i ci-
tado e para a prestacao de um serviao publico sem
necessidade de despesa dupla.
Pur torca maior deixou de realisar-se a comaiis-
ao do patacho.
Arribado este no Caar e depoia m Natal e-
quandu se acbava em viagem para este porto sug-
gerio se a providencia de mandar ao encontr do
Pirapama u-n vapor para salva lo ea sua tripcla-
c) dos riscos e sct'rimentos a que estavam ex-
pistos.
Se tal sugesto fjsse acceita, veramos pela pri-
meira vez o aingulai espectculo de um navio de
guerra em estado de navegar e sem preceder pedi-
do de seu comuiandaatc, ser rebocado.
O menos que isto custaria era sem duvida um
protesto qae o commandante e tripola;o se apres-
sariam cm lavrar contra tal violencia cm cumpli-
mento das Icis de marinha e sobre tudo pira sal-
vaguardar a honra o dignidade da ofli.ialidade de
bordo.
E por ootro laio, ser ia bem cabida eatao a cen-
sura, que se fizesd: administracao, se mandado
um vaqor em busca do tirapama, este aportasse
aqu sem o auxilio enviado.
Andou bem avisado S. Exc., o Sr. Dr. Pedro Vi
cinto nSo acceitando o alvitre, quando todas as
inforcnacO'-S eram contrarias ao reconhecimento da
uteessidude de tao grave providencia.
E o ilustre espitao do porto era face das com-
municacoes que havia recebido c da ausencia
de seguran (a as iufuimacoes anonymas, presta-
das imprenta, nao se pedia julgur tutorisado a
solicital-a ou autorisa!-a.
As ultimas apreciacoef? sobre o Pirapama, as
que se oceupam do naufragio, se do como incou-
testaveis as boas quaiidades nuticas do patacho,
pocm em duvida as babilitacoes do commandante,
a qu cm cbamam inepto pelo facto de nao ter con-
seguido chegar ao porto de stu destino, apesar da
furia indomav^l dos elementos, com es quaes lu-
tou com deaio.
Se esta ciicumstaneia autorisasse attribuir-sc
inaptido uo 1 Icni-ntc Bubim, bem poucos st-riam
os nautas que nao lossem.
Quem nao sabe, qu os navios de vela estao au-
jiitos s contiugeneiad cui que se acbou o Pira-
do-se a materia por discutida na generalidad*,
voltou carga, na discusaSo da especialidada a
Sr. Pinheiro Chagas com grande calor e energa
de argtnnentaeSo. Sabio a responder Iba o Sr.
Antonio Mara de Carvalho, que fra muto lig.do
ao Sr. Chagas. Foi dign > de reparo que o Sr.
Navarro, ministro das obras publicas, nao tiesse
tomad; parte neste debate, mostrando-se desinte-
ressado de um projecto de sua iniciativa, princi-
palmente de varios addicionamentos que a propos-
ta do govnaa ti vara na commisaao respectiva.
Usou alada da palavra na especalidade o Sr.
Padro Vicaw da Chata Seqaeira, que havia cace-
aaao o debata M-MMralidde, detendendo diver-
sas cmendha nJaa tiinihiia, no mesmo sentido,
Ir. Avslha iaaado, sustentando emendas a
qaaa todaaoaaatiaa do projecto.
Afiual aaaaarDu saa laagadiseussao deste pta-
jecta^ coa Baada ^scoaMtaiaBato da minucia
qua asada av atas laaas aaaejana asta iinifci a
disaatfsVo.
J principiou a ser discutido, tanto as ses-
soes diurnas como as nocturnas, o projecto da
converso da divida publica. Pretenda o goveroo
obter do parlamento urna autorisacab para conver-
ter a divida externa, que hoje representada em
ttulos consolidados de 3 por cento, em obria-
co s aasorMaas> das typos d 5, 4 t/2 oa par
oenta, e suppondo que a eonvarsao se fas, saads o
juro das novaa obrigacees pago pe > jurj dos bonds
resgarados, destina 1U contos de ris para amor*i-
sacao, que- em Unto avalia as lucros da caixa doa
depsitos.
_Gaa reapeito divida mteraa, o goveroo pro-
noa a Eubstituic4o das aacripcoas por ttulos de
renda vitalicia em nm oa deus anuos.
O debate aa geaeraliJad* ros abarco pelo r. Pi-
ouairo Chagas a quem resp^adsu o aiaistro da
faaaoda. Sgatram se-lhe oa Sr* Sarpa. Piuco e
Arroio, (oppoeicau) sendo o seu discurso elogiado
at meaino peloa orgaos ininiateria-a. Toan-iU de
novo a paiavra e ministro da faz n la, que foi aa
saz laconieo, mas elaro na exposico, como sea -
pre.
Comcciu a fallar o Sr. Fuschini, qae no dia se-
guinte proseguio largaatonte ni auaiyse do pro
jeeto esn discusso, apresentando variaa emeuias ;
mas a maiora votou que a materia esta va saffi-
cientemeate discutida e passou-se espocialidide.
Usou da palabra em primeiro lugar o Sr. Piaaeiro
Chagas, cora o ttn de responder ao que lhe haviam
dito sem querarem esperar pala reapoata.
Afina!, depois da discurso do Sr. C'iagas, que
fui rigoroso, a cmara approvou tuio.
Aiuda nao se concluio oa cmara alta a dis-
cussao da resposta ao discurso da cui. Louc.r
data e mais coucordata, eis o assampto d< que
principalmente se teem oceupado os diversos ora-
dores, e principalmente do proceicr menos legal
do governo em nao a ter apreaeatado ao parlameo-
to antes de ratificada.
Eatreiaram-se neste debate os Srs. Fernaado
Palta e Dr. Senna.
Foi apreseutado n* sesso de sabbado (i) pelo
Sr. Luciano de Giatro ministro do reino e presi-
dente do conseibo, urna serie de proooatas impor-
tantes.
PrimciraA'terao servido do recrutaiucato mi-
litar, estabeleceodo as seguiutes bases :
A bolicao das remasoes e subatituico.'s ;
t'ervico pussoal e obrigatorio, um troco da n-
meros, e substituico entre irmaos ;
Bacrutamentj regional, e licenciainento regular
e inethodico de toda a fcrcadspoaivel do exercito ;
Adiamenlos e dispensas do servicj iffcctivo,
com sujeiyo ao servieo da reserva ;
Voluntariado de um anuo, pennittindo a pass i-
gem primeira reserva depois de um exame pra-
tico dos exercicios militares ;
Creaco de um taxa mil'tar, paga por todja so
que no prestarem servieo do exercito activo ;
Modificacao das juntas de revisa, e do jalga-
ineuto das reclamaco^a ;
Antecipacao de um anuo na idade legal do re-
censcameuto :
A taxa militar de 22500 auuuaes.
SegnudoAugmentando oa vencimeutos doa
profesa )r.>s de eiisim superior, que ficaui teudo o
vcucimcuto fixo, que o actual o o vencimeuco c
ventual ou de exereicio, que consiste n'uma grati-
ficacao de 450^000 por anno letivo.
Terceira.Estabelece a nova tabella de emolu-
mentos que teem a cobrar os diversos cor os ad
ministrativos. Esta propoata cem por fim melho-
rar as condico.a dos empregados doa governos
civis, Ja dar mclhor rcmunerac;o aos admistrado-
res de conselho e respectivos Becrctarics, e bem
assim de crear receita para as juntas geraej e
juntas de parochia per actos anlogas aos que sao
tsalos com emolumentos para os secretarios das
cmaras.
pama ;
Quantas vezes um navio a; avistar o porto do
seu deslino, levado para muito longe por fora
de mar e ventos?
E s por s-, divein ..s respectivos contn .u iai
tes pedir aoccorres ou cates ser-Ibes enviados?
Ninguem mais que, o brioso oficial, comman-
dante do patacho, deve achar-se acabrunhado pelo
triste aconticimeuto do naufragio.
Nao o perturbemos em sua dr, augmentando a
arUico ao aflicto, levantando lhe aecutacooB, qua
at agora sao fallas de provas.
De tanto bro eiie, que nao recuou ante os pe-
rigos, preferio lutar, embora suecumbisse, morre-
ria sim, mas a sua honra e de sna claese, nao seria
maculada de covarda.
Ser-he lila lacil ficarem Natal, tranquillo, sem
periges, bastara cemmuncar ao seu chete a con
venitucia desta medida, mas preferio a Inta, o que
deve ser comitium acs da suaclasse.
E os menores ? Nao devia o commandante at-
tender ao facto de se aebarem elles a bordo ?
De accordo, se ts p:rigcs e a luta a que o dig-
no oficial ia exp-,1 os nao f osaem supera veis, e
quem pedera assegurar, que seriam nvencivcis r
Deplortmos todos o naufragio, mas respeitemos
caracteres dignes de acatamento e de considera-
(lo.
Nao se pede, nem se deve sem provas formular
acedsaci's de tanta gravidade e que envolvcm
grande respsnsabdidade.
EXTERIOR
Correupondeneia do Diarlo de
Pernambaco
PORTUGAL Lisboa, 7 de Junho de
1887
Aa tempestades parlamentares a que deu lugar
o conflicto Ferreira de Almeida, na scssa de 7 de
Maio, ainda ha pooco serenaran) pelas votacocs
que em ambas aa carairas a proposta da suspen-
sa do referido deputado, assentando-se em que,
nos ttrmcs das leis vigentes, deve ser julgado pela
cmara dos pares, constituida em tribunal, assim
que terminar a actual sessao legislativa.
Na cmara dos pares, na sesaao de 4 do corren-
te, foi lido na mesa um oficio remetiendo o pro-
cesso Ferreira d'Almoida.
E-ta cavalheiro, que 1 tenente da armada,
continuar pois a estar preso at ao jnlgamento e
cera depois o destino que delle resultar.
A discusaao da projecto de lei, relativo con-
struccio da lde de estradas, teve de sar nter-
rompida, por aer necessario tomar uasa resol jca >
sobre o parecer da cainmiaeo qua diz reapeito ao
procesao do deputado Ferreira de Almeida.
Terminad) o assumpto, voltou a proseguir na
cmara o debate sobre as estradas, concluindo eo-
tao o sea discurso o Sr. Jaciatbo Candido, que
nm deputado muito moco e de talento. Seguio se-
lhe o Sr. aiaiianuo da Carvaloo, ministro da fa-
sonda, detendendo o projecto do sea collega das
obras publicas, referiodo-se principalmente a
Quarta.'-estabelece juuto a cada um dos ly-
ceus de Lisboa, Coimbra, Porto e Braga como
instituico parallela u inetependente, um curso de
ensino secundario especial, destiuado a diffundir
ncc;o.'s uteis aos usos da vida e a preparar apti-
rlor.s para as carreiras profissionaes, nome-.da-
mente as aercolas, commerciaea e ndustriaes, e
liara diversos cmprrgca 0a adininistraco publica.
O curso no durar menos de quatro aun .s, ncui
c mprehender menos das seguiutes disciplinas :
Lingua e litteratura pgrtugueza ,
Li ugua frauceza;
L'ugua ingleza ou allem;
llis cria o gevgraphn;
Ai ilbir.t!.'-;, contabilidade, algebra e geome-
tra ;
Historia natural, pliysica e chimica ;
Administracio, >egislavao c icn ma poltica ;
Desenbo.
C-'tno lingua complementar poderit o g verno
intraduzir nu plano de cstudos do curso especial o
ensino do italiano.
Ao novo curso ser opportun'imeate acrescen-
Udo o ensino da gymnastica e do canto coral.
Passados quatro anuos depois de organisado
este curso, a respectiva carta ser hablitacao iu-
dispeosa7el nrs cursos superiores dos msttutoa
industriaes e cuinmerciaes de Lisboa e Porto.
Quinta-Modificando a lei de 24 de Julho de
1885 que regula a eleii;o da parte electiva da
cmara doa pares. Qaarenta e cinco eerao eleitos
peloa circulo* elcitoraes, e cinco pelos estabelec-
mentos scentificos. A importancia do rendimento
fixado pela lei de 1885 reduzida de quatro con-
tos, a 2:400*000. ______
SeztaEetabelece as bases do ensino secun-
dario para o sexo femimno creando institutos es-
pecules as localidades onde se julgarcm conve-
nientes.
As juntas geraes c as cmaras auxiliarlo a fer-
macao deetes institutos cujo ensino comprehen-
der moral e religio, lingua portuguesa e fran-
ceza, geographia e biatoria, matbematicas elemen-
tares e sciencias physicas-naturaee, hygiene e
economa domestica, desenlio, msica, gymnastica
e trabalhos de agulha.
StimaBenovando a iniciativa da propoeta
para ser concedido sociedaie dos asyl s de in-
fancia desvalida o asylo da Santa Quiteria (em
Lisboa).
itavaBenovaudo a iniciativa da proposta
para ser autorisado o governo a applicar urna
verba s obras de construeco de um quartel para
urna compaubia da guarda municipal de Lisboa
em parte da quinta da iJeinposfa,
NonaBatiticando o decreto que creou no Ly-
etu de Braga o ensino das linguas gregas e allem.
DecimaAutorisando o distracto por 7:000*,
a divida de que era eredor Cesar Augusto de Ma-
celo ao extincto convento das treiras, passando o
mearac eredor quitaco de tudo e prescindindo das
accoes que teem transitado em juizo.
Na mesma sesso, o Sr. Barros Gomes, ministro
des negocios estrangeiros apresentou as seguiutes
propostas de lei :
1 Appsovando o protocollc de 26 de Marco, as-
signado cm L'sboa, entre Portugal e a China,
acompauhando o pedido de aatorisaco para ser
desde logo ratificado o tratado que, nos termos do
mesmo protocollo, de ver ser negociado e assigna-
do em Ptktm.
2 Approvando a coovenco entra Portugal e a
Franca relativa delimitaco das possesscs da
frica Occidental (questo da Quin e dos t irri-
tnos portugueses ao norte do Zaire.)
3 Approvando a convenci entre Portugai e a
All-uianha sobre a delimitaco das possestoes que
aa duus nacea possuem na frica Meridional
(questo dos limites de Angola e do norte deMo-
vara ique.)
O mesmo ministro, como interino da marinha,
apreaeutou igualmente duas propostas de lei:
1* Fizando a forca naval para o correte anao
em 3:099 pracas, divididas pelos na /ios do estado.
2< Belevando o secretarlo da junta de fazenda
de Cabo Verde, Proenca Vieira, da falta de tempo
de servio) para os effeitoa da lei.
Na sesaao de 31 de Maio altimo, o Sr. Visconde
de_ S. Jaunarlo ministro da guerra apresentou
cmara des prujectos de lei. Sao os seguintes :
Fizando a torca do exercito, nop do paz,
licenciadas do modo que a media em armas nSo
exceda a 21:000.
Fix ndo o contingente para o exercito, arma-
da e guarda-fiscal na anno de 1887 em 13:032 re-
crutas, sendo 12:000 para o exarcito, 78 para a
armada e 30 J para a guarda-fiscal.
Creando em Maira urna escola pratica de
cavallara e infantera.
Autorisando o goveruo a contractar um em-
prestimo de 2:701 coutos para construccio de
quarteis, hoapitaes e outros edificios militares.
Boorganisando o quadro da atada aaaicr
das pracas de guerra.
Augpseatando os quadresgsraasdos afficiaes
das armas e cavallaaia e mrtuteria, doa cirur-
giea uatstaaas e administracao militar cosa o pea
soal corraapaa Jcntc ao qae dallai 4 mpregadn na
guarda-fiaaal.
E'eaiarro a dotacio paamas_ftsjBacaf*s da
Liaba i, wfriii militar do asaaaBaa^o, act|u<-
sie; > de awpadbiros. e compsa dh artharia paaa
as novas lortificacoes.
Autorisando o governo a organisar os qua-
dros do peasoal, que vence feria em servido oo da-
psito geral do material de guerra estabeleci-
mentos fabtis do commando gcral de artilharia.
Autorisando o goveroo a reorganisar o quadro
da 1.* ceaapanais et* administracao militar.
Bi teu man ia as tarifas de sidos ao exercito,
e as reformas.
J foram distribuido pslaaresp cticos relab-
res estes prejectos.
No sabbado (4) naife reun* a commissao
parlamentar que deve dar parecer sobre o bil de
indemnidad Dedido pelo governo para aer rel-
vade* peloa seua actos dietatoiiaes. Ficaram nai-
to adiantados os trabalhos.
Aa bases geraes do parecer ficauam discutidas
e approvadas.
E' pois ao fiada', o tetceiro mez, isto o prazo
legal da actual seaao legislativa, qua a cmara
se est oceupando effi: izmente de assumptos que
ao pas interessem muito mais do qta os alaridos
vaos da rherorica polemista o por veses atrabilia-
ria cm que lo.-im, quasi exclusivamente consum
dos se primeiroa tres meses.
Temos tido tres coaeerto3 magaficos do pri-
meiro violinista do mundo Pablo Sarasate, qua
esteva em Lisboa bu ver sote anuos.
J foi abert concurso para a npresentacjlo
de projectos para ajaroinamento e oruamonta^io
do parque da Avenida da Lib3rdade.
Uist-i 1er o prospojto para se oonhecor queesse
logradcmro ser um melhoramenta de grande real-
ce para Lisboa, qu-j bom pouco rC' de jardins
pblicos e arvoredos
Tem causado tal impresso no espirito pu-
blic-o a leitura das horrorosos proroeaeros do in-
cendio dj theatro da Opera-Comica de Paria, qu;
o governo semelhanca do qu,- se fizera em 1883
ilep iis de espantoso incendio io Bing-Tbeater de
Vienna d'Aojtria, nomeou logo um* commualo de
eageoheirw paia passar immediata vistoria s
casas de espectculo de Lisboa, nomeando-so en-
tra coinmissio par. desesapenhsr anloga inspec--
cio aos do Porto.
Alli ein cuinam por insuace-ptivcl de quaasqupr
modifics^as que poasam garantir a seguranca do
publico, o theatro Baquat.
Das providencias prp03tas para melhorar as
eondicocs de segurane;a do theatro de S. Carlos
(Lisboa) algumas v) j executar-se; outras so
durante o segundo semestre de 1688, destinando
para essas obras a importancia do subsidio da 25
contos de r s fortes que o estado paga para case
th-atro, nao bavi-ndo uease invern poca lyrica.
Mas se tacs obras e taes despezas sao urgentes,
porque nao se bao de fazer j em 1887 ?
Porque j estlr, assignadas as escripturas dos
artistas que bao de cantar no invern de 1887 o
seria preci >o indemnisar esses artistas.
Enfao os sinistros esperam? Se essas modifica-
coas propjstas pela commissao como urgentissim is
sao indispcnssveis, porque se nao feixa o theatro
lyrico j nt ate invern, porque se nao antecip* so-
bre os futuros subsidios o qu>-> preciso para in
demnisar os artistas escripturados ''
E' o qu^ ninguem sabe explicar.
As providencias em que se assentou em 1883
depois do medooho desastre do R.ng Tbeater de
Vienna, quasi todas fiiram em lettra morta, por-
que a polica nao tem forc pira obrigar os em-
prezaros, autuando-os pelos desleros e abusos fia
grantes qua deixam commetter e commetem eom
o intuito de ganhar muito e dispnJar pouco rela-
tivamente.
Pareca que vai publicar brevemente um relato
rio intare8saute do bravo inspector des incendios
do municipio de Lisboa o Sr. Ci:rloa Jas Bar-
reiro, Cm que responder ao grande numero de
consideracoas que appareceram nos jirnaes poroa-
casio do tra_ic meendio da ra da Bitesga.
O Sr. D. Autonio de Norouba, oficial do
exercito e filho do tallecido conde de Paraty, vai
ser agraciado com o titulo de vbconde do mesme
titulo.
Seu irmao mais ve-lho berdou o ttulo de conde
e o pariato.
O tuturo visconde o offi.-ial s ordens dVI-
rei.
Continua na cmara dos deputa ios a discus-
aao do orcamento reetificado.
O ministro interino da marinha o ultramar
recebeu a 2 deste mez o teL-gramma seguinte :
Lourenco Marques 2 de Junho (via Su z) :
Acaba de inaugurar-se a primcira locemitva
do caminho de ferro, sendo-ihe dado o nome do S.
A. Eea! o principe da Beira D. Luis F-
lippe.
Director das obras publicas .
La
Metilo dologia
LICO DE .COUSAS
XIII
15a qcbsto
Lcjao da cousas com exereicio combinados
de redaecao e de desenho
Ezemplo de urna ligao sobro os orgaos
dos sentidos
O quadro negro, pedra ou taboa de cal-
culos, corno quer que se chame', e que eui
outros exercicios tanta utilidade presta aos
profesaores e aos alumnos, nao lhes de
unos proveito as licSea de cousas.
JN'elle o mestro deve mandar escrever:
1." As palavras novas para os alumnos ;
2. As propriedades o quaiidades do ob
jecto da licu ;
3. As partes componentes desse ob-
jecto. E o mais que entender neies-
saiio.
Mais ainda serve o quadro negro; o
profesor nalle desenLa formas geomtri-
cas, obpctoa de que nao pode por outro
modo exhibir um exeinplar ou copia; pres-
ta-se tambem a esbocos que nelle podara
fazer os alumnos.
Mas ha tambem conveniencia, reconhe-
cida pelos pedagogistas, de se mandar que
os alumnos, aps a liyao, logo em seguida
e como feeho d'ella, redijam um resumo
das ideas principaes que tiverern silo des
envolvidas por elle. No 1.* a 2. grao,
para facilitar, o professor .dicta urna pe
quena serie de perguntas, relembra as o-
co* -s ensinadas, e os meninos vo escrever
abaixo d'aqueas as respostas devidas. No
3. grao, elles, com o que ouviram, redi
girao um resumo do que lhes foi ensinado,
restringindo se ao objecto da licito, sem as
digri'3a5.- que acaso toaba havido.
Alm do qn vai dito ima acerca do
desenho, conveniente consultarse a
< conferencia sobre ligao de coasas f-ita
pelo profeasor Cyrillo Santiago n publi
cada pelo Gremio dos Professoros Pri
marios, o 1881.
Exemplo de urna licfio de coma sobre
os org&os dos sentido encontra-se as Li-
Vfl-'s de cousas de Calhins, versao do Dr.
xvn
16 qusstIo
Quaes osprocessos de ensino qut devem in-
tervir as li xima de cada exereicio ; digressZes
Exemplo de urna lico acerca da pello
Por processo de ensino entendemos com
Mm. L. C baste & d (L'cons de Pedagogie,
Pars 1885) um uto mais ou menos hbil
o racional emprsgado para ajudar a com
prenselo e a memoria de quem aprende.
Quaes silo os meios para iaao empregados
as licZes de comas ?
Basta recordar qaa a lico d& cousas
applicacSo do roatboo intuibw, paca sabor
ai processos qua Ha em prega.
Ora, o rnethodo intuitivo, defiew o Rous-
sdot, consiste na apropria$ao de todos os
processos de ensino natureza das facul-
dardes intellectuaes e a seu desenvolvi-
mentc espontaneo
Mas principalmente o processo euris-
tico ou inventivo quo ello p3e em jogo.
Recorr* Btiticclo, deaperta-a ofifereceodo
lhes coa qua occupar-a; filfo a que
Speocor cbaiaou instincto intellectual, acor
da-o, anima-o, fortica-o. E' uua proces-
so que faz o aramno colaborar no seu en-
sino, em vez de restringirse posijao de
ouvinta do profesaor, archivista e recepta-
culo do que ella diz.
Dos ontros methodos particulares, a li-
cito de cousas toma o qaa loe convm,po
dendo applicar-so lh; o dito de Moliere:
Je prens mon bien ou je le trouve.
Assim, desdo que preciso, cessa o dia-
loga, vem a expoaiya-s directa, seguida do
explicacjSds ; ceasa a analjrse, vem a reca-
pitnlaeSo, vem a synthese ; eessi o exer
oieio oral, vam a composigao escripia.
Pois o qua se teai em vista o traos
mittir certa nocao, com o auxilio da pro-
pina i itelligeneia do menino, e a virtude
oiesti especie de l-So caminhar para seu
un? pulo modo porqu melbor pvler conse-
guir a collaboragao do alumno (selj-instru
ction).
A dwaco mxima ele cada exereicio uilo
se poderia fix ;r de um modo absoluto (*)
o qun neato piato cumpre ter em vista
na> canyar a tttencao dos alumnos. Des-
de qu: estes s; rnostr.imjfatigados, a conti
anaaao contra-indicada; o raestre pode-
r tentar u na digressao qua os interesses e
rar e descobrir as noySes que o mestre
quer inculcar. Dous motivos o embargara :
um o abandono a que so ohega de outras
opera$33s intellectuaes, a observayEo, dis-
Craimento. comparacao, etc.; outro o
dispendio de aturado esforco mental, que
pode exceder a energa cerebral do alum-
no.
Exemplo de urna lisio de eousas acer-
ca do reato > eacontra se as LicSes
de coaaaa de Calkins, trad. pelo Dr
Ruy Barbosa, pag. 537.
HVlSTA DIABIJ
traga variedade aa exereicio; mas si o en
ado contini, si os meninos permaneeem
desittentos, eotSo preciso acabar.
A razio obvia; si neste methodo o
'uenino. oSo paciente, mas agente de su i
propria instruego (confonu: explicad
Spenser, Pape Carpantier e outros auto-
res), desde qui> no podea inanter a atten
gao nec'ssaria, o prose-guim.'n'o do exer-
eicio em pura parda.
Mas a experiencia att-atada por Tro
uillet, inspector do instrucjilo p-im:;ria em
Franca, aconselha que o exereicio nSj ex
ceda de vinte minutos, d'ahi por diante
diffieil conacrc;- attento o auditorio. Char-
le-* Delon e F. Rousselot estabelecem o
mesroo lirait:.
As digressoeS, desde que resultcm dos
perguntas que n> decurso da liyao os me
nios apresentam, so necessarias. E' pre-
ciso esclarecer qmlquer duviia que elles
teuliam, pois do contrario o exereicio, Imi-
tando lhes urna noci-j necessaria, torna so
estril e supervaoan-o; mas n'ellas o m?s
tre restruja-sc ao indispensavel.
A's vezes, porn, suecede.r que o pro-
pro mestre precise de fazer a digresso
sem que esta seja solicitada por perguntas
e duvidas dos alumnos. Tal se d quaudo
lhc parece que o assumpto nao est cap-
tando bem a atiene?. > da classe.E
preciso entaosi nao desviar integramente
a liqao to curiosidade dos meninos, provocar
por alguma saluda para assu.ppto connex),
e at por urna ancdota, um cont adequ;t-
do, ess* attenjao que se ia perdendo.
Tudo isto fica ao criterio do professor,
advertido sempre de qua as digressoes s
se permittem sendo iniispensaveis e par-
cas.
Exemplo de urna liyao de eousas acer-
impognacoes fetas pelo 8r. Pinheiro Chagas. Dan- em 30:0 JO pracas de todas as armas, psdendo ser Ruy Barbosa, pag. 569.
ca da pello o vem as Lisoea de cousas
le Calkins, versao do Dr. Ruy Barbosa,
pag. 58'J.
XVIII
17" qoestIo
Abuso do processo euristico as licdts de
cousas ; at que ponto podem ettas pres-
tarse a exercicios de invencao, exemplo
de urna acerca do vento
processo euristico consista e m fazer o
menino achar em sua intelligencia aquillo
que se lhe expoz, o que elle aprenieu, o
que elle deve saber ou pode saber natural-
mente (J. Paroz.) E' um dos instrumentos
do methodo a^alytico ;abandona as ligues
didcticas e conduz o alumno a descobrir
por si mesmo, por seu esforgo pes3oal, o
que ella capaz de descobrir (G-. Com-
payr.)
Seu emprego na licao de cousas indis-
pensavel, mas seu abuso poJcdesnatural-a.
t abusa se de3se processo as licoes de
cousas :
a) fazeodo perguntas que nao se achara
em relagao com o grao de desenvolvimea-
to do alumno (e o mestre deve estar a par
do que que o alumno j sabe ;)
b) fazendo perguntas que na sao cla-
ras c precisas (alen do trabalho de achar
a resposta, e o alumno ter mais nesse
caso de decifrar a pergunta, e est! ac-
crescimo insuportavel) :
e) fazendo perguntas a que baste em
ruspssta um sim ou um nao (o qua poda
ser um meio de verificar se o alumno est
lembrado de tal ou tal noyao, mas nunca
uu exereicio inventivo) ;
d) fazendo perguntas nicamente pelos
questionarius que costumam vir nos ma-
nuaes, em vez de aproveilar, para noves
perguntas, as respostas dos alumnos e os
ineidentea da ligio.
At que pon'o a ligao de cousas pode
prestar so a exercicios de invengSo ? A
resposta que somonte dentro do que se
po le achar no campo de observagao ou
de actividade dos alumnos; fora dahi, ex-
cede s suas forgas. Mas convm oa licao
de cousas nao seja somonte solicitada a
actividade mental do alumno para procu
(*) A ligao de coasas faz parte do
ensin'o i oral, como diz M. Pape-Car
pantier :
L'enseignemet oral doit tre donn
PAR codbtes LE90N8, souvent repetes,
ea variaat la forme, les exemples et les
applieations, do telle serte qua ce que l'en-
fant no comprendrait pas d'ane maniere, il
e comprenne de l'autre.
aaHatotaesaa S. Exc. o presidente da
provincia, tendo em vista a dispesicio do artigo
1- do regulamento de ante-hontem datado, expe
dido para a repartco de Obras Publicas, resolve
nomear os seguintes empregados do servieo inter-
no e externo da secretaria da dita reparticao.
Empregados internos
Director gcral, engenhairo Francisco Apoligoro
Leal.
Secietaro, engeahero Joaquim Gomes de Ol-
veira e Silva.
Deseuhi8t, Joo Francisco de Amorim Lima.
1 Amanuense, Jos Marcelino da Silva Braga.
2 Amanuense, Antonio Tolentino de Figueiredo
Lima.
Porterro archivista, Ljdio Purmirario Santiago
ele Oliveira.
Coutiuuo, Manoel Uchoa de Barros Campillo.
Um ser rente.
Empregidca externos
Sugeuheiros, Joao Pinto da Silva, Franeelioo
Americo de Albuquerque Mello.
A iuiinistridor oe obras, Jos Simplicio de S
Estoves.
1" Feitor, Manoel Tnoinaz dos Santos.
2' Feitor, Th^m C >rreia de Araujo.
Serventes.
engeaheiro coaductor de 1 classe Francelino
Americo de Albuquerque Mello, tendo preterido
liii dos ex'inctcs eugenheiroi de districtos, era
vista da anciguidade, nao tem direito a perceber
maiores vencimentos do que actualmente, nio ob-
stante a uova tabella.
fiestas nomcdcoja S. Exc. o presidente da pro-
vine: 1 attencrea antiguiade Jos raneetonarios
ek reparticu extincta,menos quanto oaengeubenos
J.-aquim Galleuo (Joelho, em vista do offit-io u. 103,
de > de Maio, do engenheiro chefe da repartco.
AMtocidade* Policiaes Por portara de
O Jo corrate, foi exooerado AFooao de llollanda
de Albuquerque Maranho, do cirgo de 1- sup-
pli:::! i do delegado do trra- de Naaaroth, por ter
*do nomeado escrivao de orphaos do mesmo ter-
mo.
niataaa do ailo-P lo Tbesouro Provin-
cial foi determinado que os Srs. arrematantes da-
quellu iuiposti declarassem ate o fim do crrente
mea, s-i acceitam a eonceasao da lei n. 1888, cum-
prio Ui-lhea ueste caso pro/arcn os prejuizos que
porsentura tenham soffridos, afimdes.r liquidada
a coueesso.
O lnbeu da HaiutaaAssim se intitula
a coinrnemoriicao festiva que a Inglaterra em homc-
nagem e preito sua graciosa soberao 1,* a;rainlm
Victoria, deve ter rcalisado hontem cm toda*a par-
te, een qie o pavilbo ingUs serve de signal de
soberana nacional e de centro protecteT de seus
toblas.
A colouia ingleza uesta provincia nao foi ndil-
ferente :o ejoiuquagesmo anniversario da aseen-
c2o -.j throno de luglatrrr da estremecida ra-
uha que, collscada desde 1837 ua direceo da na-
ci iug!e;za, tein-se dedicedo exclasivamente a
promover a propsridade c felicidade de seus re-
conbeciios vaa-alos.
" cousnlado ingle', embundeirou-se, e bem as-
sim alguna navios ancorados n-- porto e a noutfl
estevs illuminada a fichada do edificio do consu-
iildo.
Outras de-moastraco s de regosijo se realiaro.oa
ioniem no me-smo sentido.
'JingratulauK-nos com a colonia iugteza em
Pei-uaubuco por tio faustoso acontceimeuto.
Encola Jim -mal da *ocied pauatloraI'cruiinHrara se bontem os exames
desta escola, completando o curso normal n=
;iluir:ia-: Aviniuda de Mello, Tnereza de Je.ius
Mello, V. il.a ira Philomena de Katis e Silva, Rita
leCa8=ia Fonsc-a d; Medeiros, Bellarmina J.
crri de Araujo, Aquilina Mana Feruandes.
Guilheriuiua Amelia Fernande.-', Amalia Durva-
liai de Barros Marnlio, Maria Candida Tavares
de Mallo c Cecilia P. de Barros M-trinho.
O Sr. Dr. director convocou urna congregacao
extraordinaria dos lentes para o dia J) uo audau
te, nfin de rejolver-se sobre a entrega dos diplo-
mas e regularisar-se o servifo do anno lectwo.
Cttaco de Crdito BealHojo ao meio
dia, pirante a aduiiniatracao o comniissao fiscal
edificii da As8oca9o Commercial Beueticente
o3-sortcio das ledras bj-polb-.-caris que teem
de ser amortadas d'.ntre as emittidas em 1.
." siries.
Serlo premiadas ns dez primeiras lettras que
'o.-i: 11 sciteadas.
Ao pr.cesso do sorteio poderao aesistir os ic-
eionistaa do biuco que o quizerem.
Fallecioii'iiluVictima deantigo. padec-
mentoa, suecumbio no dia 19 do correte em seo
enge-uho Mameluco, da freguezia da Escada, o
coronel Antonic Marques de Uollanda CSaval-
cante.
Era agricultor abastado, muito estimado e in-
struid;.
|i io de excclleutes quaiidades, sua m.rte
tem sido geralmeote sentida.
A 3cu digno filho Dr. Henrique Marques apo-
sentamos noEsas condolcucias.
OutroNo domingo ultimo falleceu nesta ci-
tlade de urna affecco cardiaca o Dr. Joo Baptista
co Amara! e Mello, nos. o comprovinciano, formado
ein 1857 sai sciencias jurdicas e sociaee pela nossa
Faculdade de Direito.
Era o finado um horneen intelligente e de ideas
adjuntadas, e por duas vezes f ra eleto deputado
provincial, tomando asseato, na 17* e 25" legisla-
turas 1868 a 1869 e 1884 a 1885.
Exerceu o lugar de juiz municipal em divci s
termos o como voluntario da patria, seguio at o
Paraguay, no posto de capito.
Resida na cidade de Nazaretb, onde advogava.
A sua familia presentamos as 11..isas eondo-
I ncias.
OutroHontem falleeeu nosta cidade de ma-
. do coraco o antigo e acreditado negocian-
te de nos3a praca, Aotouio de Moura Rolim. com
cerca de 55 anuos de idade.
O seu enterramento ser feito no cemiterio de
Sa:ito Amaro h je as i horas da tarde em cuja ca-
paila se resaio suffragios por sua alma antes do
enterro.
Era hjmtm honesto e morreu p.-bre.
Paz a su 1 alma.
Theatra Sania lwabelSer hoj.- eau-
t.Ja uesse theatro pela companhia lyrica-italiana
de operas e operetas a popular opereta tBytholo-
gicaOrpheu nos Infernosmsica do festejado
maestro tlenbaeh.
Scudo eeta opereta umt das que mais efteito
Un produzido em todos os lugares onde tem sido
canada, de crer que hoje nao fatarao aprecia-
dores no theatro, tanto m-.3 quanto ha bastante,
tempo que nao vai aqai a scena esta peca.
Pelo progrmeos parece qiv: ser b.jc o Orpheu
nos Infernos apresentado ao publico com todas ap
exigencias co autor.
Tribunal do jury Hontem nio houv
sessio ceate tribunal per falta de numero de jui-
zes defacto. Tendo comparecido l foram s t-
tselos os seguiutes :
Freguezia do Recife
Carlos Barbosa Primo.
Francisco da Cuoha de Anujo Vasconcellos.
Freguezia de Santo Antonio
Antonio Francisco de Asis.
Antonio Joaquim de Oliveira Costa.
Autonio Jos de Castro Araujo.
Jarisio do Reg Barros.
Joaquim Goucalves Lima.
Vicente Bezerra Cavalcante.
Freguezia da Boa- Vista
Dr. Adriao Luis Pereira do Silva.
Alcxandre A. Caldas Brando.
Antonio Jos Moraes Sarment.
Antcoio Floripes Raposo.
A... oiuo Jos Dantas-
G Joaquim Getulio de A. Lima.
Jos Irineu da Silva Antunes.
Jos Joaquim Dias Fernandes.
Joao Francisco de 01 veira.
Dr. J. Nicolao Tolentino de Car va I bo.
Manoel Bruno doo Santos Gouveia.
'.


Diario de fcriuuubiico4uaria~ieira T de Junlio da HH7
$
Graoa
Frequea da
Candido Xavier FnrrniMU
Jos Cordeiro dos Suatos .
Je# Rodrigue* do Paant.
Mantel I' deSousa Bnaga.
Frtgutda do Poco
Frnncieco Siquek-a Carneiro da Cuaba
Freguma de S. Jote
Dr. Asnetto JoaOees Telies.
Geminino I. h Miguis.
Francisco Joaquim Pereira de Castro.
Dr. Jos Presciliano do liego Barros.
Jus Calasans Rufo "uarte.
Manoel Paulo de Albaquerque
Frtguaia de Afoqadoa
Autouio Caldas da Silva.
Antonio Machado ti. da Silva.
Eugenio Marques de Atnorim.
Francisco Borges Leal.
Leoncio Qaintino Castro Leo.
Notician da Baropa Havendo chegado
hontem muito tarde a nussa correspondencia, tra-
zida pelo vapor franeez Vtlle de 'i'crnambuco ape-
nas podemos boje publicar a carta do nosso cor-
respondente de Lisboa.
Amauh publicaremos a reseuha das noticias
dos demais paizes da Europa.
BeuniAen Hostae* lia amauh as segan-
tes:
Do Instituto Archeologico n tiiographico P-.r-
uambucano, em sessao ordinaria, a hora e lugar
do costume.
Do C-.-mit Lit:erario Acadmico, As 10 horas
do dia, em sosso ordinaria, uo lugar do cos-
tume.
Aguan Bella*Debti I c.lidade recebemos
O seguate :
Mais ama vida preciosa acaba de ser ceifsda
pela morte. O Dr. Archimedes Cava'cante de
Albaquerque, qne tao diguauvnte desempenhou as
fonceoes de correspondente dista cooeeituada fo
lha, j nao existe. Moco ainda, quando todas u*
esperanzas Ihe sorriam, e:n vespera de terminar o
curso de engenharia, foi h )je pelas -1 horas da va i-
drugada arrebatado pela uiort?, cedeodo a tern-
vel eofermidade que mmava-o.
Nao lhe era duvidoo nin t) prximo tai ;
mas nem assim aquella grande e generosa alma
modtrou iiu momento de amargura ou desespero.
Estimado por todos, geralmeute, causando o seu
desappareeimento nma dor profuada em cada eo
raco, e aqaelles com quem viveu sempre em con-
tacto nesta comarca nao teera podido oceultar essa
dor, manifestando a pelas lagrimas quo se em
rolar pelas faces; muito principalmente o sju p-
rente o tenente-coronel Constantino ae Albuquer-
que e sua familia, cm coja casa exhalau o ultimo
suspiro e onde encenrreu sempre o verdad" iro ca-
rioho paternal.
Queiram, pois, Vv. Ss. enviar em nomo do
povo de Aguas Bellas, :>.s cudoeneias a familia
do praoteado morto.
Instlalo tcadrrairo Terminuram h >n
tem os exames semestraes a que fo rain submetti-
dos os alumnos deste eat-iblecimonto de educa-
940, se ido o resultado o s guate:
Aula primaria
Examinadores; Dr. Joi 1\ vares c Souz Mar-
tin?, professor da cadeira.
/' turma: Domingos I t Groncalv Mala-
qaias Autouio Guuc alvos Filho, Fornando de Men-
donca Castello Brauco J Vasconcellos, Achules
de Leinoa Fuersferaberg e Alberto dos Santos Ma-
cedo, muito adian'ados ; Virgilio da G'iulri P.:rei-
ra Brando, Quiatiuo Franco da Cunea, Eiuirji
Jorge Pereira e Maurici Bze-ra de Mello, adan-
tados; Amadeu Ferreir Baltar, Marcionillo dos
Santos L.'ssa e Joaquiui Ratis Velloso d- Albu-
querqui-, pouco adiautados.
2' turma: Antonio Fernn lo d; M nloug Vas-
loncellos e Jos Mara Travassos Serrano, aii'in-
tados; Ernesto Alb rt e Carlos Albert, p..ueo
adiantados.
3' turma: Torquato Meades Goncalves e Ar
mando Firreira Baitar, adantados; Francisco dos
Santos Maced >, J Feliciano dos Santos e Chrii-
tiano Bezerrt de Mello, pouej adih.ntados.
Nao comparecern! : Joa etavano de S
Joo Ootaviano de t uzi, -)ao Antonio da Costa
More;ri Jnior, Rodolpho !'i_'u ir do, J ; r Y: ii .
Lima, Viente Ferr i' de Caula Cavalcante de
Albuquerque e Mmo.l Vieira Lima, os seis pri-
maros da 2a turma e <> ultimo da 3*.
Secfo secundaria
Examinadores: l>rs. JeSi de Oliveira, Gabriel
de Araujo, Martina Jnior, Costa Cirue, Muuiz,
Guimaraes e Souza Mirtina.
Foi atisfact .rio o resultado obtido c apresent*
d pelos alumnos desta seccao, em cujas provas
exkibiram os conhecimentos das materias at boje
all explicadas.
E", com effeito, aotijo3J tal systema de examea
semestrae3 nos colegio?, nos quaes procuras os
alumnos desde logo exhibir suas uabiitac,oes nos
respectivos exames a que se sujeCaa).
fcamelleiraNo dia 4 do corrent-; encer-
raram-se nu matriz de-ta freguezia oo exereicios
do Santo Mcz Marianno, que durante t do o mez.
foi bastantemente concurrido por grande numero
de fiis, eatr-' os quaes militas familias da locali-
dade. A's ll do rtenlo da tevo lu.r^r inissa
solemne e cantada, of&ciando o m :j digno e
zeloso vigario da freguezia, padre Gr rita.
A' noite houve consagradlo, teru : .-:do o acto
eain a beucao do Santissimo Sacramento, cantando
neaa ujcsio a orchestra o Tautun-ergo.
> Houv' em tud; muita smplicdade, porm
moito recjlhimcnto e devocao, escrevt ram-nos
d'alli.
Para maior brilhautisino dos actos muito e n-
correu a commissao, que, obedecendo aos seus seu-
timentos religiosos, nao pjupou esforfos para a
Kaiaha ds Ceos, tivfsse o culto quo digno a Sua
Augusta qualidade de Mu de Dcus auxiliadora
dos Christis.
Compoz-se a commissao loa Srs. A'Jstreliano
P. de Almeida Andiade, Jos Carneiro e Severiano
Lyra.
(m arto principesco -D^ser .'vendo o
embarque e des-robarque de Suas Altezas Impe-
riaes na capital da Baha, couL'i e Diario de Noti-
cias dessa cidade a seguate scoaa commovedora,
que devia ter impressitaalo tristemente a serenis
sima princeza, abalando scu generoso comciao :
Mais um facto que attesta significativamente
os altos dotes da princeza imp-nal, mais um rasto
de luz deixado por Sua Alteza em sua paf-sagem
por esta capttal, chfgou hoje ao nisso coaheci-
mento.
" Apenas fundeudo oaaquele Gronde, urna in-
feliz escravisada, de nome Joseohs, prtencente ao
uiaj.r lauoeencio Teixeira Barbosa, arrojara se
aos ps de Sua Altezi, implorando concede.se-lhn
a liberdade.
Sua Alteza o'um rapto de eloqucate amor
fraternal, tel-a immediatamente erguer-se, pro-
metteudo libertal-a.
Quaudo a princeza D. Isabel volt*va para
bordo, aprcseatou-se-Ihe de novo Josepha, e tm
presenca de S. Exe. o Sr. conselbeiro presidecte,
Dr. chefe i< polica e mais pessoas gradas, Sua
Alteza disse-lhe qae fosse ao palacio da presiden-
cia, onde o presidente da provincia fal-a-hia per-
tencer ao gremio do> livres.
sentimentos humanitarios de Sua Alteza Impe-
rial.
Com este facto significativo e caracterstico,
deixcu bem patente que em seu coraco generoso
tamb.'m se aniuh ,a as ideas e sentimentos fra-
ternaes que distingaem o venerando chefe do Es-
tado seu augusto pai. >
Horui-ni.iit'iu ao Duque de Cosan
Do producto da subsenpeo levantada para er-
guer urna estatua ao Duque de Cazias, estao de
positados no Banco do Brasil ceuto e vinte tantos
cantos. Julgada insuffieiente tsta somma para o
projectado fim, pareie que a commissao resol ven
applical a compra da casa e chcara em que o
Duque resida, na ra do Conde do Bomnm, c
crear all um asylo para lhag de militares ou
outro estabelecimeoto po.
O rail lio real de Berg-Este castello.
situado be ira do lsg> Starnberg, tao triste
mente celebre pela morte mystcrosa do re
Lniz II da Baviera, acaba ainda de ser tbeatro de
outro drama.
Doas meninas, irmas, e de orgero aristocrti-
ca, as dnas jovens baionezas de Guttemberg, at-
raram se an lago e afogaram-se no mesmo sitio
onde o re Luiz II 'inha encontrado a morte. As
duaa infelices estavam estretsmente abracadas.
I'ma tinha dezoito e outra vinte annos.
. !Eflect:iar-se-h4o:
- Hoje :
felo agente Martliu, s 11 horas, na ra do
Riachuelo o. 8, de bons e excedentes movis.
Pelo agente GmmSo, s 11 horas, i roa Imperial
n. 151, da armacao, balanca, petos e medida da
tavemn at sita.
Amanbil :
Peto agente Bruto, s 10 1/2 horas, i ro* de S.
Joo n. 5, da armnoio e rteosios da averna ah
tita.
ftfo agente Alfredo Guimaru, as 11 oras,
no armazem do Sr. Atraes, de 30 barricas c;m
cevada germinada.
Wsnan fmseliren. Sero celebradas :
Hoje : ,
A's 7 horas no convento do Oarmo, pela alma de
Jos Mara de Alencar.
Amanhi:
A's 7 hiras, ua Lreja d) S. Jos de Sibi-Mar
pela alma de D. Manoela Ginlhermina de Paiva ;
3 7 horas na igreja da Santa Cruz, pela alma de
Fraacisco Antonio da Silva Gavalcante; s 7
horas na matriz da Boa-Vista, pela alma de D.
Isabel Henriqneta Inglez de Souaa ; s 8 horas,
na matriz de Santo Antonio, pela a'ms de Archi-
inedes Cavalcante de Albuquerqne ; s 7 horas,
na igreja de Penha, pila .alma de Manoel Gonoal
Goncalvea Bineiro ; s 8 horas, na matriz da
Boa-Vista, pala alma de D. Joaquina Freir de
Mendonca.
Panwagelron Chegados da Europa no va-
por allemo Cear:
Elpidio Medeiros, Guslan Israel, Brorius lam
Holfnan, Joao Paulino Medeiros, Mara Isabel da
Kesurreieo, Antonio Alves, Fraz, e Tostor.
Chegado da Europa no vapor francez Ville
de l'ermmbucj :
Madame Mara ]Schaller.
Sahidos para 03 portos do norte no vapor
aguaribe :
Manoel Vieira Bernardo Jnior, sua senhora, 1
enteado e 2 criadss, Joao Olinto do Reg, Joo
Fi.izoia, D. Luiza Mana das Nevos, Manoel Ja-
uuario da Sdva, tenente Francisco Vctor de F.
Silva, Joaquim Leopoldo Dantas, Manoel B. A.
da Costa, B- de Araujo Cesar, sua senhora, 2 fiihos
o 1 criada, Revm. J. Baptista de Lima, L. Mar-
tos e sua senhora, Jos V. Fgueiredo.
Directora dan obran de conserva
cao don portnBoletim meteorolgico do
dii 0 d- Junhode 1887 :
Horas 82 o TtasSo Barmetro ai m_ g0 [do vapor 33 -o -a i 71
6 ;: 9 i.lo-9 24*-6 (jim74 762ml8 17,02 18,73 87 80
1-' 73' 762*71 19,54 71
3 t. 257| 7il"i.',s 20,30, H4
6 217 7tlm25| 1,35 83
Temperatura mxima 7,73.
Dita mnima21,75.
Evaporacio em 24 horca ao sol : 3"\7 ; som-
: 2",4.
Chuva2*,9.
Drecco do vento: SE de meia nte at aos
15 miuutoi ; SSWat 4 horas e 28 minutos (com
iut rvallo de 15 minutos de ->SE) ; SW at 7 h^-
r..s e 35 i'iinutis ; SSW al '.I horas e 10 minutos ;
S e SSW alternados at 10 horas e 30 minutos
da ruauh ; :o e SSE alternad js at 3 horas e 13
minutos da tarde ; S at G horas e 30 minutos ;
variavel entre SE e S at 8 horas 24 minutos ;
S at ll horas c 5 minutos ; SSW at mea noite.
Velocidad media do vento : 2">,26 por segund .
Nebulosidade media: 0,55.
Boletim do porto
52 i-fl Da II, ras Aitur i
1!. 1. 2i) de Junbo 955 da tnanha Qplb
P. M. n 115 da tarJ: l "40
B. '. t a 10 -lt ., . 0,'"49
f. M. 21 de Juuho 441 maub 2, "12
1 auoel Gonoalve Ribeiro, Peraanahuoo, 28 an
nos, casado, Boa-Viata ; hepatite.
Miguel, Pernambaeo, 2 annos, Boa-Vista; lu-
berculoae.
Antonia Mara da Conoeioio, Peraambuen, 16
annos, solteira, Boa-Vista ; caehexia palustre.
Domingas Mara da Conceioao, frica, 70 an-
nos, solteira, Baa-Vista ; caehexia seail.
Galdino Paes Barreto de Albuquerque, Pernam-
baeo, 49 annos, solteiro, Boa-Vista ; darrha.
Isidro, frica, 60 anuos, solteira, Boa-Vista ;
ttano espontaneo.
Um fets, Pi-rnambuco, Boa-Vis'a.
Zsefaarias, frica, G5 annos, aulteiro, Boa-Vis-
ta ; herpes.
Joaquim Goncaives da Luz, Pennmbaeo. 35 an-
uos, casado, Grata ; beriberi.
- 19
Odlon Rodolpho de Carvalno Fonseca, Per-
nambuco, 21 anooSj casado, Santo Antonio ; tu-
brculos galopantes.
Adelia, Peroambueo, 6 meses, Boa-Vista; ath-
nepsia.
Antonia Mara da Soledad.', Pernambaeo, 80
anuos, viuvo. Boa-Vista ; apopKxia cerebral.
Cypriauo Paulo Jos de Brito, Pernambuco, 12
annos, solteiro, Boa-Vista ; diarrha.
Francisca Paula de Alencar, Pcruambaco, 38
annos, viuva, Boa-Vista ; caehexia palustre.
Joo Luiz Vieira ce Carvalho, Alagoas, 45 an-
nos, casado, Graca; diarrha.
Joao, I'crnambuco, 8 das, Boa-Vista ; tetano dos
recemaascidos.
Bernardina Baptista de Olvcira, Pernambuio,
28 annos, solteira, S. Jos ; lesao cardiaca.
Vctor Angelo Qmgorio d'Almeida Res, Per -
nambuco, 50 snnos, casado, Santo Antonio ; l ure
typhoide.
20
Francisco Joao Alves, Pernambueo, 60 auna,
vuvo, Recife; epilepsia.
Dr. Joao Baptista do Amirale Mello, Pernara-
buco, 54 anuos, casado, Recife; leso cardiaca.
Jos Anselmo, Pernambuco, 37 annos, casado,
Boa-Vista : tubrculos pulmonares.
Antonio Lourenco da Silva, Rio Groado do Nor-
te, 20 annos, solteiro, Boa-Vista; erysipela.
Manoel Florencio de Torres Bandeira, Pernam-
buco, 22 annos, solteiro, Grac ; beriberi.
Rosa Mara Antones Dantas, .-"ortugal, 44 an -
nos, casado, Boa-Vista; carciuoma do tero.
Georgias, Pernambuco, 6 meze3, Sauto Aatouio;
albupsia.
Luiz Roberto ds Costa, Pornambuco, 35 unuos,
solteiro, Boa-Vista ; syph'ls visceral.
Ao Sr. desembargador Delfino Cavalcante :
De Macei Rocorrente o Jaiio, recorrido Jo-
vino Moyss do Rio Mangaba e outro.
Ao Sr. desembargador Oliveira Maciel :
De Bom Conselho Recorren te s junio, recorri-
do Antonio Vieira Dantas.
Ao Sr. desembargador Pires Ferreira :
repartilo extracta, ficando os empregados que
exoedessem do qoadro addidos a mesma Rece-
edoria^ at que fossem aproveirados em oatrse
reparticoas, ende bauveasem vagas, nadende ser
aposentados aquelles que a isao tivessem direito.
Todas estas prescripcoes foram fielmente ese-
cutadas, e de suppor qae, aqaelle qne tambem
i a p Ke!53rrei,te J"130' recorrido Frao- compreh inden o pensamento do lqgis4ador, c mti -
cisco Jos Goncalves.
Ao Sr. desembargador Monteiro de Andrade :
Do PenedoRecorrente o juizo, recorrido o
subdelegado Fraocisco Perf ira Lima.
Aggravo de peticao
Ao Sr. desemaargadar Alves Rrbeira :
Do RecifeAggravantes Joao Melicuaiek e ou-
'ro> aggravado o juizo do commurcio.
Appellacoes crimes
Ao Sr. desembargador Delfino Cava'cante :
De Borburema Appeliante o juizo, appellada
Antonia Bertulna da Conceico.
Ao Sr. desembargador Oveira Maciel :
De Gravat Appellante o juizo, appellado
Sebastio Jos BeziTra.
Ao Sr._ desembargador Pires Ferreira,:
De Bezerrus Appellante o juizo, appellado
Mauoel Quirino Santiago.
Ao Sr. desenbargador Monteiro de Andrade :
Do LimoeiroAppellante o promotor publico,
appellado Manoel Francisco Tavares.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
Do IngaAppellautea Jos Trigueiro Castello
Bianco e outro, appellada a justiga.
Encerrou ss a sessao s 2 1/2 hars da tarde.
PIBLICACOES A PEDIDO
inda o padre L. C. da C. e o en
diMtlncto e digno amigoDr. Den
rique Milet
. Agora eacolha S. S. as duas clasaes que figu-
rei aquella em que lleve csllocar o seu lumem de
bem.
nuara dar plena execojao a lei, aproveitando si
empregadoa exoadentes do qoadro as vagas qu-
se abrrem as demais reparticoes ptovinciaes.
Se a economa resultante da refirma uit se faz
sentir mmediatamente, e senil mais avahada
so devido a le que uSo julgou conveniente, nem
justo que fossem despedidos empregados antigs
alguns dos quaes j atriagiram a idade legal para
urna aposentadoria.
O que qaeriam os eseriptores da columna qae o
presidente asease ?
Demittir os empregados, qae nao commetteram
faltas ?
No os aposentar ?
Seria nao respeitar a le, e cuta o qoe com ra-
zo teria cabimento a censura em termos rasoaveie
e decentes, o nao como se est ah escrevendo.
Nao pa8ou desapercebido ua Assembla Pro-
vincial a sorte desses velhos empregados, e todos,
sem distinecao de cor poltica concordaran) em
qua nao devam ser demttidos.
A disposicao da le vi'.'ute, que foi executada,
nao nova; ella j havia sido consignada no or-
(amento do anuo anterior, que deixou de ser sanc-
cionada, c cntao para ella todos collaboraram e
neuhum deputado a impugnan.
Hontem a columna, pelo seu raucor poltie i.
atacava o presidente por ter saneciouado a lei que
proroga o contrae', i do dizimo, cuj) projecto fra
apresentado iodivi iualuiuute por nu distncto li-
beral e pelo qual todos os deputados liberaes vo-
taram ; hoje remva essss inveetivis p?la fiel exe-
cucao de urna disposicao que mereceu apoo una
nime.
E' sso o que se chimi b,a poltica !
Via frrea de laxaag
Eu poiem, seuhores Milet & Lobato, perteoco
dos primeirosdigo-o sem modestia, mas tam-
bera sem desvaneeim ntco nao tenho receio que Aute-hoatem (20) fom.,8 eorprehcadido na esta-
S. S. ou qu'.m quer que sja veuha contestar-m'o. v^ d Zumb, quaudo fo.nos tomar o trem que
Estabeleciio nesta eidade desde 1861, tendo [^assa ah s 9 1/2 horas du noite, e muito desa-
CHRONCA JBICIRIA
i'niri ,mi mingo 19, f rain 'idos os seguiutes na matriz da
Boa-Vista :
Vicente da Silva Aatunes comPauliui Poggi de
Figueir' do.
Joao Vicente da Silva Costa Jnior c an \\c-
xandrini Bzerra de Menores.
Mano.-I Candido Fernaades Pires com Adelia
?andida de Oiveira.
Paata'eu de Jesu3 L>pes com Mara Hermina
E istaquia da Silva.
Silvestre dos Prazeres com Januaria da C^ii-
ceicao.
Cana de DetcnciioMovimento dos pre-
sos da Casa de Deteucao do Recife no dia 20 de
Junbo :
Existi-tm 348 ; entraram 20 ; sahiram 11; exis
tem 357.
A saber :
Saconaei 326; malhers 8 ; estrangeiros 15;
es'-r-iv i* sentenciados 3 ; dem processados '- ;
dem de eorreccSo 3.Total 357.
Arravoados 307.
Bons 291; doentes 16.Tota! 307.
Movimento da enfermara.
Teve baixa :
Januaro Jos da Silva.
Lotera do CearEsta acreditada lote-
ra rrahida hoje 22 do corrente.
Os bi befes acham-se venda na Roda da For
tuna ru Larga do Rosarie n. 36.
Tambem acham-se a vend na Casa Feliz na
praca da Independencia ns. 37 e 39 e na Casa da
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia No dia
do corrate, s 4 horas da tarde, se extrahir a
l1 loteras, em broeficio da matriz da Boa-Vista
do Recite e, no consistorio dn igreja de Nossa
Senhora da Concaicad dos Militares.
No mesmo coosisroro estarlo expostas as ur-
anp as espberas a aprecaco do publico.
Lotera da corteA 204* loteria da cor-
te, pelo novo plano, cajo premio grande de-----
3v):O00<000 =er extrahida no dia .. do cor-
rate.
Os bilhetcs acham-se venda na praca da In-
dependencia ns. 37 e 39.
Tambem acham-se venda na Casa da For-
tuna ra Primeiro de Marco n. 23, de Martina
Fiuza & C.
Lotera do firao-ParaA 1< seieda 11a
lotera des'a provincia, pelo novo plano, cujo pro-
mo grande 100:1100*000, ser extrahda boje
22 de Juuho.
Bilhetcs venda na Casa do Ouro, ra do Ba-
rao da Victoria n. 40 de Joao Joaquim da Costa
Leite.
Tambem acham-se venda na Casi, da For-
'udb ra Primevo de Marco n. 23, de Mamas
Fiuza & C.
Lotera ta provinciaA 1* loteric. em
benefieio da matriz da Boa-Vista d> Recife, ser
extrahida uo cia .. do corrente, a 4 horas da
tarde.
Os biliiet s garantidos acham-se venda na
Cusa Felia na pr.ca da Independencia ns. 37
e 39.
Tambem acbam se venda na Casa da Fortuna
ra Primeiro de Marco n. 23 de Martis F.u-
za& C.
Lotera da ParaurnaEsta lobera cujo
premio grande de 20:000 ser extrahida ama-
iih 23 de Junho 's 3 horas da tarde.
Os biihetes acham-se venda na Casa do Ouro
ruado Baro da Victoria n. 40 de Joo Joa-
quim da Costa Lei te.
Tambem acham-se venda na Casa da Fortuna
i ra Primeiro de Marco n. 23, de Martins Fiuza
& C.
Lotera do Espirito Santo -Esta lote-
ra cujo premio grande 60:000/000, ser extra-
hida no dia 24 do corrente.
Os biihetes acham-se venda na Roda da For-
tuna ra Larga do Rosario n. 36.
Tombem acham-se venda na Casa Feliz na
praca da Indepeudeneia ns. 37 e 30 e na Casa da
Fortuna ra Primeiro de Marco n. 23.
Lotera da provincia do Paran
A 17a lotera desta provincia,pelo novo plano, cu-
jo premio grande de 15:000/000, se extrahir
no da .. de Junho.
Biihetes a vonda na Casa da Fortuna, ra
Primeiro de Marco numero 23, de Martins Fu-
za & C.
Lolerla deAlagoanA 18a parte desta
lotera, pelo novo plano, cujo premio grande
de 10:000/000, ser extrahda no dia .. do cor-
rente s 11 horas da manh.
Os bilhetcs acham-se venda na Casa Feliz
praca da Independencia ns. 37 t 39.
Tambem acham-se venda na Casa da Forto-
na roa Primeiro de Marco n. 23, Martina,
Fiuza k C, e ua Esmeralda, ra Larga do Roaa-
rio n. 24.
Cemrteno PublicoObituario do dia 18
de Junhj :
Angela, Pernambuco, 8 meses, Boa-Vista; en-
tente.
Tribunal da fielaco
SESSAO ORDINARIA EM 21 DE JUNHO
DE 1887
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
QUINTINO DE MIRANDA
ecretario Dr. Virgilio Coelho
A's horas do costume, presentes os Srs. desem
barija dores em nume.-o legal, foi aberta a sessao,
depois de lida e approvada a acta da antecedente.
Distribuidos e passados o-j foitos deram-se os
Beguintes
JULGAMENT08
Ilabeas Corpus
i 'te.ient, .
Jos Vicente da Silva.Miaiou-se soltar coa-
*ra os votos dos Srs. des.'mbargadores Tavares
de Vasconcellos, Pires Ferreira e Mouteiro de
Andrade.
Antonio Jos de CarvalhoNgou-se a ordein
de babeas Corpus entra 03 votos dos Srs. desem-
bargadores Alves Ribeiro, ".Moateiro deAadiade
e Buarjuo Lima que maniavam ouvir a utorida-
de processaute.
Manoel Materno da Silva e O ympio Theodoro
contado fijamos por termos encontraio fechada a
estaco e naturalmente o chite da mesan j cs-
tava d'biixo de coberta enchuta e 03 passageiros,
que sao menos christdos do ijue ede, pois, fijamos
exposL's chuva, que u'aque la noit^ foi torrencial
e du.ad un, c mo naturalmente foi observad i
pelos habitantes nao s d'alli a3s m, tamb?m ^
por tanto feto trausaeyoes com muita gente diz-
me a conseic-Dcia que oiagnem, com raso, pode-
r enxovahar-mo com a lama dos velhacos.
Autoriso pos Ss. Ss. a percorrerem as mas
desta cidade, enlrarem uas lojas, uliciuas, ven-
das, padarias, refioayoe3, aeougues e perguntarem,
bem como aos preprietarios (.1) das casas em qae
tenho morado e das que tenbo afiancudo para ou- ^a cidaie.
tros morarem, aBsim como ao grande numero de! Ora! Sr. chefe nao seja tao deshumano !
professoies, censores e criados que desde aquella Como que o Sr. gerente (e,n lun empregado de
epocha tenho tido nos m2U3 collegios3e me con- I tal ordem ?
sideram um caloteiro. Pedimos a mesmo Sr. garanto que tora--- t'in eou-
Como hom;m tenho mutas faltas, seuhores sideracio, ao menos, esta reclamaco tao justa
' Milet & Lobato, mas ueohuma, affirmo-lhes, attin- quinto dgua de se por um paradeiro a estes des-
ge a miuha probdade. mantellos repetidos de seus empr-'gades.
Como, porm, nao ha regra sem excepcao, tal- Oaea-nos o ir. gerente I
vez si-j m os nicos que formom hoje opiaiao di- 1 87.
C'oJJeglD \hHim
Acha-se exposto na casa Glace Elegante, i ru
do Oavidor, o rico retrato que os profesaores e
alumnos do Inatitoto Abilio offereceram ao ttx
dedicado director o8r. Dr. Joaqam Abilio 15 sr
ges por occaeio do da annwersarin de Collesir
Abilio da corte.
Tantas e Uo elevadas sao as nwuifesUcees de
eeus discpulos e amigos qne bem vingadas tese
eidoasinjasticas de que foi vietima o emineate
educador, quaado se seus desafectos lhe movsrnsr
guerra desabrida e sem fundamento.
O lbum cootendo as assignaturas dos offertaa-
tes em numero superior > da en tos est expasto na
casa Palais Boyal e uelle se leem as seguntes pa-
lavras muito honrosas para o jovera edueaoioaste
brasileiro, chefe do nosso primeiro inatitoto de
ostruccao primara e secundaria.
Illm. e Exm. Sr. Dr. Joaquim Abilio] Bsr-
ges.
O Gr mo Litterario Joaqnim Abilio, queren-
do de urna m .oeira condigna patentear a estima
que consagra a V. Exc. eonvidou os professaret
< alumnos do Instituto Abi'-e. atim de todos uni-
dos mandaram tirar o seu retrato a oleo para lhe
sur offerecido no dia do hoje. anu versarlo da fon-
dacaodo Csllegio Abilio da corte, que V. Ere
tem dirigido com zelo, pericia, actividode e amo?
iiiexcediveis.
O mesmo Gremio, de ejaudo que V. Exc.
lembre-se se:npre dos seus antigos cooperadores e
alumnos qoe por tl (arma reaolveram manifestar
o alto sp-eoo, em que tem ^s seus ser vicos iu-
cacao da moeidade, jiferoce-vos este lbum, con
tendo as assigaatnrae Los .ff;rtaales.
QuMra, Exm. Sr., acreditar n i do
amia a de e ij nosso eterno agridecimeut. p la le-
licadeza e amabidade com que nos trataes a t>
dos, e sejam urna paluda im.igein deste agr i \>.
mesto .quelle ri"tr to e este altum, que r
smente depositamos om vossas mos.
(Da reJacco das Joindades de 3 d: rrent-.'
Na 9lacc Elegante e-t era exposcSo o retrate
que a.i Sr. Dr Joaquim Abilio foi offereeirlo pe
los alumnos e pelos profesaores d [astitnto Abi
lio.
Herdeiro de um nom.' Ilustra, o Sr. Dr. Jos
quim Abilio t:'m em verdes annos se imposl
sideraco dos homens serios e i p r isso que lol-
gamos de registrar essa prova de aproco ;
merecidamente lhe tii tribtala.
Prosiga o incausavel director lo Collego Abilic
na gloriosa tarefa de educar a moeidade, e '"qut
certo de qu o sea mine ser pronunciad i
respeito que a todos impoj c do b.nemerito B.-.
de Maeahubas.
(Da rei.iuc.lo da izatida Tarde do 3
reot '.)
versa de mim, apezar de comprar ha muios annos
em seu ar.-jateiu.
.Nao i-to urna quena nem aecU3a{ao tacita
que tava, porque aeho que S. S. tveram teda
razio uo proeediraento que s-guiram ateo dit 6
do mez passal>, procurando garaatir os sus ia
teresses por meio de embargis.
'ahi por diaute, porm, s predomimu o ca-
pricho, compromettedor a i ios, do Sr. procura-
curador Coostautiuo Mello, a ambica) ignosil lo
padre 'Lobato e 03 congelis escrupulosos do Sr.
Dr. Milet.
Alguas djs m irryres,
SOS do
Ss. Ss., reu.ii ios em a noite de <> de Maio na
casa do proprio Sr. Milet fjrmaram um triumvi
rato heterogneo e pouco airoso a cavalheiros
pelo fim qoe tinham em vista, ua. eonro: mi
como d zia depois o mais iugeauo d)3 '. rumviros,
a bem dos seus interesses... e da gloria de S. Luiz
Gouzaga tambem, accresconto eu.
O que ee p-.ssou nessa migai scsso, presid la
^ofictl i-.lc Rccreatifa fii-
?c atilde
O poeta farrug-i... tAbrieatite Ja ver-
copeiro Z>cuias e veadeJor 1
eiestii ;o3 candteiros ; ulti n .utito d
bro-3a elle dj oavolver-sa ai qu -tu> j.or-
nulistica i. Jubentude rabis;anlo uns t'o-
guetiahos proprios da poja
sitaoo charla tao, n 10 sabo :i qua
ha ile agarr-ir. aa la a? apalpalellaa ..t
"l 11 I L
;m emporcalliar a cara uo sau salo s.faao.
As pilherias d; De. Pheria, clcat. vez
a3o 'ai chiste algutn.
Os frades, A/uia t Mendonca.
porem o lu-
rade su
Rodrigues Pinto. Exigram-se novas aforma- enrgicamente pelo mais Hgigautado dos triumvi-
coes, coutra es votos dos Srs. deserabargadores i rs, maaifi'etou-o com todo eynismo e leviandade
coaselheiro presidente, Moateiro de Aadrade, Pi-
res Ferreri e Deiliao Cavalcante que negavam
a ordem de so'tura.
Recursos crimes
.De PalmaresRecorrente Miguel Rodolpho de
Barro3, recorrido o juizo. Relator o Sr. conse-
ibo ro Qaeiroz Barros. Adjuntos 03 Srs. des
embargaiores Deluo Cavalcante e Alves Ribeiro.
Deu-s; provimento, unnimemente, para se an-
nullar todo o processo.
Do RecifeRecorrente Joaquim Teixeira Go-
mes, recorrido o juizo. Relator n Sr. desembar-
gador Buarq ie Lima. Adjuntos os Srs. detem-
baigadores Moateiro de Andrade e Pires Ferrei-
ra.Negou-3e provimento, contra o voto do rela-
tor.
Di Alagas Recorrente Lucio Joaquim de
Araujo, recorrido o juizo. Relator o Sr. desem-
bargador Alves Ribeiro. Adjuutos os Srs. des-
embargadores Tavares de Vasconcellos e Buar-
que Lima.Deu-se provimento, unnimemente,
para se annullar o processo com advertencia ao
juiz municipal Bernardina de Senua Ribeiro.
_^ Aggravo de petyo
De JaboataoAggravante Luiz Cesar Pinto de
Fariu, aggravado o Baro de Limoeiro. Relator
o Sr. desembargador Monteiro de Andrade. Ad-
juntos os Sra. desembargadores Tavares de Vas.
csncellos e Pires Ferreira.Negou-se provimen-
to, unnimemente.
PASSAGKNS
Do Sr. conselheiro Queiroz Barros ao Sr. des-
embargador Buarque Lima :
Appellacao crime
Da .ludepoudeacia Appellante Joo Gomes
Pereira, apoelladi ajustica.
Appellacao civel
Do RecifeAppellante Jos Soares do Amaral,
appellados os herdeiros de Francisco ,do Reg
Pontea,
Do Sr. desembargador Pires Ferreira ao Sr.
desembargador Monteiro de Andride : .
Appellacoes crimes
De Alagia NovaAppellaute o juico, appellados
Felismino Men les de Queiroz e outro.
Dd Aguas BellasAppellante o juizo, appellado
Simplicio Antonio da Suva.
Appellacao civel
Do RecifeAppellante Joaqmim Monteiro Gue-
des Uondim, appellado Virginio Horacio de Frei-
tas.
Do Sr. desembargador Monteiro de Andrade ao
Sr. desembargador Pires Goncalves :
Appellacao crime
De Jaboatao Appellante o tencate-coroael
Jeronymo de Souza Leo, appellado Flix Jos
da Silva Gomes.
O Sr. desembargador Pires Goncalves como pro-
curador da cora e promotor da justica deu pa-
recer nos Beguintes teitos :
Appellacoes crimes
Do CaboAppellante o juizo, ^appellado Joo
Serafina dos Santos.
Do PilarAppellante Jos Soares da Costa,
appellada a justica.
De Bananeiras Appellaute Manoel Joo de
Lima, appellada a justica.
De GoyannaAppellante o juizo, appellado
Joaquim Bonifacio Nunes di Penha.
De Palmares'Appellante o promotor publieo,
appellado Antonio Jos do Nasotmnto.
Appellacao civel
Do Rio F..rmosoAppellaate Sdr.ifim Bogea,
appellaioe os herdeiros de Caetano Pereira de
Lisa*.
DoSr. desambargador Alves Ribeiro ao Sr.
desembar.ador Tavares du Vasconcellos :
Appellacao commercial
Da Parahyba Appellante o teneate-corouel
Jos Rufino de Sauza Rangel, appellada D. Flo-
reada Coutinho de Azevedo.
DILIGENCIAS
Com vista s partes :
Appellacoes civeis
Do RecifeAppellante Mathias Lopes da C03-
ta Maia, appellado Antonio Casemiro de Gouvea.
Do CaboAppellante Joaqoim Custodio Duar-
tc de Azevedo e outros, appellado o juizo.
DISTRIBUICOES
Recursos ele toraes
Ao Sr. desembargador Pires Goncalves :
D'AreiaRtfcorreute Joao Lopes Peesoa, recor-
rido Joaquim Gomes da Silva.
Ao Sr. desembargador Alves Ribeiro :
De S. JooRecorrente o juizo, recorrido Ma-
noel de Amorim Frcitas.
Ao Sr. desembargador Tavares de Vasconcellos :
Do OaricuryKsoorrenteo juizo, recorrido Ma-
noel de Freitas Cavalcante.
Ao Sr. eonselhciro Queiros Barros :
Do OaricuryRecorrente Jos de Castro Bar-
ros, recorrido Francisco Pedro da Silva.
Re Tirsos crimes
Ao Sr. desembargador Toscane Barreto :
De RecifeRecorrente o juizo, recorrido Fran
' celino Augusto de Hollanda Chaco a.
Goainrea de lio u Jrilini
Os abaixo asslguaios, tjudo o > npra do
aos censores, estudantes o criados o ambicioso e
traidor padre Lobato aa minh do dia s?guiute,: 0 engeuho denoiinalo Dju Ir.U?.08,
c-)m esta especie de proclamacao tiiumphtl :
no propiie la Fiijjei.-0.33, oid> j erain
conseahor.s, ,ao De. Austerliano Correi:
de Cistro 3 ll.njol Oorr.-u do Castro,
vm declarar ao respjit;vel pablioo quo
d ora om dianle toma o nitrio de
nho Figaeiraes -pira ser mualo ao
thalogo dos ong'oahis I* cora ir'a.
Engenbo Figu:ira^s, 18 de Juaho de
1887.
C>mmuaico a todos quo o Sr. Vianua nao manda
mais nuda aqui Paguei urna grande divida por
elle e me tornei por sso duuo e pjssuidor de
tudo!... J lhe conced alguns das, apenas,
para se retirar.
'-"um me tinha fa lado nem escripto cousa al-
gutn a sjbre o que acabava de aifirmar, e que eu
iguorava aiuda ompletament. Mas c 1 no o ho-
mjm revestido do carcter duplo de sacerdote
nao pode mentir, na opinio do muito pi.'dso
Dr. Milet, v.
Como quer que fosBe certo que o homem de Jse Lpaiaiaondas da Cuaha Azavedo.
bem do Sr. Milet tinha tomado a nuvem por Venus, j Joiio Florc.utiao da Cuaba Azevedo.
Considerando logo o que se havia deliberado na | -----
magua e famosa s sso como fuCto c 11:11 .um ido,
pelo que metteu maos obra a fim de se descartar
quanto antes da miuha intrusa e impertinente
pessoa.
Nao ha duvida, o homem sem mancha quera ter
o gso evanglico de vr o dono da casa que ha
seis mezes o tinha recebido como um mendigo do
batina, sair como 1 lie entrara escoteiro !
Aiuda nao todo, apreeie-se mais o procedi-
meato desso carcter de 6en> no dia da sua ver-
goohosa faga, achando um director 'e collegio
capaz de o comprehender, para tratar com elle a
passagem disfareada dos collegiaes internos de
S. Luiz Gonzaga para o seu, estando os meninos
accommodados e nao correnio risco de natureza
alguma.
Se este facto anmalo nao denota hucura, poe
ma3 em relevo o carcter egosta, vingativo e
perverso do amigo intimo do Sr. Milet. E seno.
vejamos:
Fieando os meninos no collegio c esta ido es
trimestres da maior parte pagos at o fim de Ju
nho, comecava a haver saldos j previstos por nos
do trimestre de Julho em diaute, saldos que subi-
ra m com a mmha dircego, se me resolvesse a
contiauar nesta ingrata vida, e com os quaes
remediara a faltas da sua improbidade e m a 1-
m'nistracao.
Mais aiuia: -Desseacto, quu nao se commenta,
rcsultuu noite do mesmo dia e no seguinte an-
darem muitos meuinos a asmo pelas ras, da casa
dos correspondentes para o collegio e d'ahi para
a casa da engommadeira, cando eu com aquelles
que ao tinham familia nem correspondente aqui,
emquanto seus pas nao Ihes do destiao.
Eesas cranlas ind'gaaram-se iustiactivamente
de os tercm cousiderado fardos que se baldam
no deposito do Sr. Porto Carreiro e declararam
terminantemente que queriam se retirar.
Aida mais : -Moitos pais de alumnos iuternos
como externos ficaram logrados por terem, uns
perdido o tempo pago que ainda se bavia de veu-
cer e outros por mandaren] pagar engommadei-
ra mezes do ornecimeato de roupa lavada de
seus fiihos, que ja tinham pago, porque a seahora
que se eucarrega desse tr.abalho pauprrima e
estava anda no dcs^mbjlso da quantia de 205J
pela mnior parte 'a qual o sacerdote sem mancha
na sua vida se acha creditado pela cinta das des-
bezas que apresentou para os balancetes de 28 de
Fevereiro e 31 de Maio! I
Suge-
Filha do Cea
(Jo Olympio Se i xas)
Nao.i era urna liada carra, i,
Caprichosa, gentil, ebeia do vida.
Tanto que era muito e mui querida,
A menos quaudo estava de vneta.
Seu pap era todo o sea capricho,
A m m na muito 30 cu desp.'ito,
Pcia noite p'ra Ii'Val-a ao leito
Era preciso recordar-ihe o bicho.
Ora aqu, era all, rindo, corra
A cagar borboietas uojirdim,
No descuido iufaatil em que viva ;
T que um dia a *r ivssa, o arl"quim.
De urna queda qae deu. em tropela
Teve urna mortj igual do jasmim.
FlOUBIBA 3oBBUJH0,
\ fls-ma
.Izevetlo
Agora, Sr. Milet, so o fiscal que o publico
notar na immuadcia destas pecas sujas do sea
homem de bem, sem mancha e incapaz de mentir,
Iludir e euganar ao prximo pelo seu carcter
duplo de sacerdote,ser V. S. quem ha de pa-
gar a multa.
Contina.
21 de Juuho Je 1887.
Manoel Alves Via'ina.
.4 reforma do Consulado
A columna liberal o Jornal do Hecife tem- se
oceupado com a reforma do Consulado ltimamen-
te reahsada.
Tem escripto muito sobre o assumpto, mas na-
da tem dito que justifique suas allegaco^s, que e
tranepiram rancor e odio poltico.
Na desenvoltura de liaguagem em que caminham
os eseriptores da columna, tendo tao poucos dias
de existencia, ninguem certamente os acompanba-
r ; neste terreno nao ha discusso poisivel, prin-
cipalmente n) havendo objecto para tanta ira.
a questo de retorna do Coosulado ha urna eaijade.
eoinuiercial
Iruio & C.
O Sr. VV. teoi-ae oceupado em alguns
artiguetea com a firma commercial Azeve-
do Iriaaos & C, e uessa ingloria faiaa
tem tocado aa nome de um negociante
brasileiro, que s por s-u honesto traba-
lho, soube com digaidade adquirir algum
cabedal, e a confianja do^commcrcio desta
praga, e dos do estrangeiros.
Um conselho vamos dar ao Sr. W ou al
guem por elle : nao falle tilo alto, e nem de
tal maneira peraute um publico, que muito
couhece o hr. W.. ou a!guem por elle,
porque sus feilos sao c.miados em prosa,
o em verso aqui, c mosmo em Feraando
de Noronhs.
Pease, e pensn bem, Sr. W. ou algudm
por elle. Quem avisa...
Recife, 21 de Junho d. 1887.
Antn.o Vicente.
Idvogado
(Foro civil c ecclesiastieo)
Bacharel Antonio d- Lellia o Sonza
Ponte 8.
Ruado Imperador n. 37 !. andar.
fallida mora quo putsat
spide pauperum tobern.
Regumque turres.
Q. Horatii.
Deixa de apparecer no seeaario ide nissa socie-
dade o vulto corpreo do uosso Ilustre amifco An-
tonio Marques de Hollauda Cavalcante. Termi-
nou o seu periodo de movimeuto til a beneficio
dos seas coaterraooos.
Durante a sua existencia na profisso uobre da
agricultura que lhe era vocativa, deixa aos poste-
ros exemplos editicativos.
Aos seus successores e amigos deixa a honrosa
I bandeira, uctivo trabalho, progresso, franqueza o
preliminar quo a columna devia resolver antes de
tudo.
Foi eesa reforma 1 fluctuada cm virtude de lei,
que estabeleceu bas -s, restriccoes das quaes o exe-
cator nao padia se afastar.
Per^auta-se: foram ou nao rospeitadas as dis-
posicoes legaes 1
A lei que autorisou essa reforma determinou qae
fosse supprimido o Consulado c creada urna Rece
bedara aproveitaado-se o pessoal necessario da
(1) Devo ao Sr. M. da 8. N. a importancia de
urnas luvas qae me oomproiuetti dar-lhe pela
transferencia do palacete da Poute d'Uch6a, po-
rm doa alugueis nada fique: deveudo.
Recile, 22 de Juuho de 1887.
D. M. de Barios Monteiro.
^Antonio^deJIoiira Holln
D. Celeciua Spmola de Moura Rohm, seas fi-
ihos e genro. feridos do mais doloroso sentimeuto
pelo fallecimento de seu presado marido, pai e
sogro Aatonio de Moura Rolim, convidam s pes
soas de sua amiade para ass6tirem aos suffra-
gios que mandam celebrar por sua alma 3 4 ho-
ras da tarde de hoje, na capaila do Cemiterio de
Santo Amaro das Salinas, e acompanhal-o sus
ultima morada, palo que desde j se coufeaaam
eternamente agradecidos.
Com praz r nitieiam 3 qua s-i acha a a
e; na Glace Elegante o retrato a o\ 1, le sorpe
nteiro, que os alamuos e professorea 1) co
Abilio '.ffeio-e tam ai notavel edueid.r Dr. iz
quim Abilio Borges.
O retrato trabalho lo Sr. T ixoira da Rocha
que revelou verdad-iras qualidades artisti:ia
O joven educador dc.'e estar satisfei'.o p >.
provas de ipr.'co que te roc-'siio e que ni --.-
por sua notavel inteligencia, pir sen car.
pelos servil,'13 prestados instruccao da i r. .
O lbum conteni as assigait ir.iS los
tes est tambem xpos >u> Palais Itiy-il
ie m-se as seguint'-s expresivas a avra
|D> redacci do Diario de_2fotic .
A festaanuiversarla do eo'l ju Ab
talan dia 1S lo c nenie, foi muito attractiva ;
brilhante, reuna lo un escolhi la 3 >ciei 1 le, que
trouxe desse ccrtainu intellectu.1 := .aais :
Vi is impressoes.
Mestres discpulos primar.1.11 em eucaatar ;
assisteutes, uns dando copia ios esfor
gados em bem do casino, c cutros muifestandc
progres (os admiravt is.
A satisfocl era geral, e cada qual por si pro-
prio t'Stemunhava que e^3a 131 t1 el ir' co (
digna das symp ithi .s d qu go .
(Darelac;o da Rtvtsta Ti lustra da.
The 4th anniversiry uf 'he collegio Abilic
t-iok place en thc lth accordinf- to ana acement,
but wing ti the hid weather tn I part
or ou'-door 1 xercises, cousisting 1 mlitary n
irymnastic exercises, etc was p stponed uutil the
lb'h. There was a lane and appreciative atten-
danee, all oi wliom oxpressed lively satisfactiec
tvith the pragress which the school is u ikiag
It is to be notel that the recent tffort to punisk
the director for tryng to gavera his .wn school
has resulted 11 actually iu ig the atteu-
dance, the achoul b.iog i. w mor' prosperons thar
ever.
(Da rodftceo di The Rio Xewa).
O retracto que os alomos c proessores Jo col
'egio Abilio feree> ram ao Sr .Or. Joaq lim Abilio
Burgas est exposto na Glace Mgante, e honra c
artista que o execut.u, o Sr. Teix ira da Ro.'ha.
Com muito prazer noticiamos essa pro va do cor
8d cionista brasileiro, cuja vida tem sido cousegrad
causa da educai.o di moeidade com um fervor
que todos aimiram e applauiem.
Joven, mas perfeitatnen' preparado pira chefe
do nosso mais importante instituto de linmanida-
des, o Sr. Joaquim Abilio, tem revelado o seu bri-
lhante talento e o seu amor .ao tstudo eai scriptoj
diversos e em conferencias publicas, o se tem tor-
nado benemrito pela prodigadaic fidalga com
que sempre ha sabido auxrliar a varias associa-
coes humanitarias, uotavclmente a Associaco Pro-
tectora da Infancia Desamp irada.
Antes de fundar o actual Collegio Abilio de Bo-
tafogo, o Sr. Dr. J mquim Abilio Borges j ha vi*
dado provas de auas aplidoes e extraordinaria act-
vidade, por oceasio de sua ult mi viagam aos Ee-
tados Unidos da America do Norte, onde, junta-
m ntc com o seu irmo Dr. Abilio Cesar, actual
addido na legacao de Berliui, visitou c estuioa,
em commissao do goveruo imperial, es prncipae
estabelecimentos de ensino d'aquelle admiravel
paiz. A imprensa de Washington, a de NeW-York,
do Baltimore, de Philadelphia, de Boston, etc.,
saudaram cjm tffusao aos dous j ,'veus delegado
brasileiri/8 pelo modo por qne procediam aos seus
escudos, no quaes, segundo o New York Herald,
distinguia-sc um seuso pratico admiravel.
Ainda nao tiuha recebido o grao de bacharol em
direiio pela academia de S. Paulo, doude foi um
dos mais distinctos esta lantes, e j auxliava sea
venerando pai a Sr. B iro de Maeahubas, ser-
vndo de seu secretorio, quaado este represeotou o
Brasil 110 Cougres30 Pedaggico Interuacioual de
Buenos Ayres.
Merecidas tem sid ai manifest icoss que o Ilus-
trado Dr. Abilio tem recebido, sobi-.-sahindo a
prova de amsade que lhe deram 03 professore3 e
alumnos do Iustituto Abili ifiereceudo-lhe o sen
retrato e um riquissimo lbum, qae se acba expo3ta
na casa Palais Royal, i ra do uvidor. Els c
que se .a.-ha escripto 110 airium :
Idm. e Exm Sr. Dr. Joaquim Abilio Borges.
O Gremio Litterario Joaquim Abilio, querendo da '
urna maneira condigna patentear a estima que
consagra a V. Exc, couvidou ts pr.fessores e
alumuos do Instituto Abilio, afim de todos uuidoe
mandarem tirar o scu retrato a oleo para lhe 3er
ofterecido no dia de hoje, anniversario da funda-
cao do collegio Abilio da corte, que V. Eve. tem
dirigido com zelo, pericia, actividade e amor inex-
cedives.
< O mesmo gremio, desejaudo que V. Exe. lem-
bre-se sempre des seus antigos cooperadores e
alumnos, que por tal forma resolveram manifestar
o alto aprtco em que tem os seus serviecs educa-
cao da moeidade, orTcre;cm vos este lbum, con
tendo as assignaturaa dos offertantes.
Queira, Exm. Sr., acreditar na nossa sincera
amisade e uo uosso eteruc agradecimeuto pela deli-
cadeza e amabilidadecom que aos tra'ais a tolos:
e sejam urna paluda imagem deste agradecimento
aquelle retrato e este lbum, que re3peit03 imente
depositamos em vossas maos.
(Da redaeco do Rio de Janeiro, de 3 de Junhc
de 1887).
(m die dentsche Colonie
Nachdem wir unsere Aqothuke ciuer volls tan-
digeu Reform uaterworfa habeu, uehnen wir un
die Freiheit unser Etablissement dem hie3gea
deutschen Publicum zu empfehlen.
Wir erhalteu unsere Droguen aus be3en deuts-
chen Hausern direct und was die Ausfhrang
der Recepte oder jeglicher anderer Order aube-
trifft, so vevsichera wir, dasz keine andere Apo-
theke hier mit mehr Sorgfalt und Ernst arbeitet
ais die unsrigc.
Pharmacia Amerieana
A. M. VEBAS & C.
57 Ra Duque de Caxias 57




Diario de Peruambuco-^uarta-feira 22 de Junho de 1387
ijn
Florida de Hirraj e Ltnnian
IS
Inteiramente difF-rento generalidade d'uaaas
intituladas aguas de chairo e extractos de eessn -
cas para o toucador, as qua>s nao sao maia que
meras eaacnciaa aromatisadas; este rico o delica-
do perfume um cosmeti o exe-ellente e ao uamo
teutpo poaaue neieaaaria virtu lo de servir como
um grande remedio externo.
Diluid) n'uuta posea d'agua pura, Urua-se una
exeellente e agradavel lavagem para a pell-, re
movendo tola aspo era da pelle, maculas, erup
eoes, empinge;is, sardas, etc., transmittindo em
seu lugar urna clara compleicao, rosad e linda,
ntacia e formos*. Applicada testa ou fonte3, dis-
Bipa dores de cab -ca, previn desmaios e ve: ti
gens, dando urna nova vitai-dada refrigeradora ao
espirito ; empregada como urna lavagem para os
deatol eo rosto (quando dilu ia coa agua) de
uma aromtica fresquidio sem igual, assim coin i
serve de suavisar e mitigar a ard-ncia da pille de-
pois que se haja f tito a barba.
Como garanta outra as f ilsifi.*;"> '3, observe -
se bem que os nomes de Lanman fc Kemp veuham
estampados em l.ttras transpirantes ni papel do
livrinhj que serve de eSVoltorio a cada g*rr aa.
Ene ntra se venda em todas aa pharinaciua c-
drogaras.
Agentes em P, rnainbaeo, llenry Forster 4c U,
ra do Gom-nercio n. 8.
A FERA
ou
ALMA PEliVEllSA
| Dguo-ae, pois, o nieamo Sr. majar
C u i lino e su carhhosi familia, aceitar,
embira c de longe, d-j Ri> Gra-ide do
Sul, os oissosaias sincere-a votis de gr tidio, pe desvelo pat nial e carinho ex.
tremoB3, que pniigalisou a j infeliz ir.nil >,
na hora suprema de sua aginia e deaeno
E, tanto ma8 intensa se torna tiiSo quando sab^rn que a maledicencia
de ut> d.-s :jnh !.i lo o magoara, rstribuin
do-llie gratuitamente com missraveis ques-
tiuoculas os servais qus a o levara o
p'Jido de su fi!h), ', qu> s a gratidao
et-rna de una familia i'it ira, pole cotn
p-nsar .pents. Cas-, piis, a mahvol in
justica; n sejam cu nprilas aa u!i ias von-
tidcsdon)S3' sempre chora)) iim'o, sa-
cratissiina8 p ira u t, )Oai a ju 111 raes no
respeito o acat intento que coa mereced
8-inpre em vida.
Porto Al.*gM,R:i-Orao1o do Sul, 20
d.: Maio de 1887,
Irineu d > Am.ral.
Et-lvina Olivia do A-uar.1.
II una do Amaral.
I'.-o Ri lrgU3s (Jjrr ia
Ilyli.i do A naral Rjdrigu's Corroa.
o povo perna
cano
rabu
A Imprema e o peltoral de Cam-
bar < )
D'entre as muiis aprecia; s que este impor-
tante meiieamuto t-m continuamente merced)
di j r :alismo de quasi to lo o 'inperio, offeroc ;uos
a"ora ao pub'ieo a opine! iasuspeita de um llus
trado org.ao que v luz d i poblicidade na la-
do do Rto-Gr ii le do Sul.
Lila:
Sabemos de im asthuiatico, diz o Artist ; que
regularmente, uma vez p r mez, era aceommettido
d. ataques que o inu'.ilisavam p>r a'.guns dias.
Entretanto, no esp-co de oi'.o m^zes que tem nsa-
d^ do Peitoral di Cmbara do Sr. Jos Alvares
de Souza Soar-s, o s'-u es'a lo c saie nao tem
continan!) a s )ffrer os rul s g)!p!S diiuclli i:i-
c m:no lativa < uf rmid i le.
Escrevenio e.ta* liuhas, o faz irnos na crenji
de que pr.-stamos um dervic > humiuilaJ: s.i-
fredora.
o Apontamo-'-lh^ o Peiloral de Cambar que
nao contando na eua prepraeio oaaa a'gumi no-
civa, tem proluzid curas alujiraveis.
A^radecimenfc
A t.milia Jo ind tno aiademi o Do-
mingos Elys^u do A oar .1, ferid p -11 mais
acerba ddr, par vel-o cxhda loog dos
seus, o ulti ao suspiro, resta-ll' entretan-
to cono nica consolayao a nolicit i- q;i-
em mtrara no lar domo&ti o do phil intro-
pitio Sr. major Clauliao de Ameila, um
ag>salho verdadeiramente ptternal.
Assim i qu- seus irmSos, abtixo ir.na
d)S, nSo podem deix.r de dar expansS)
ao3 s;nt'moot>3 do ind;lev;l gratiia >, e;n-
bora onvictos de qu-3 vilo off'nler assi n
os elevados lotes moris do ta> conspi :uo
Vario e de sua distmeta familia,
E n tempos de S Joo,
urna mesa ser reputada
incompleta, se cao ti ver
cangica e bolo, mas tu lo
feito p lo Z Mrias.
CiEORGi-: San.).
Ora vivan m^ua senliores,
Mmlias seuiorus ta nbem
E o meu maior anhelo,
Qu todos piss-.isaj n bem.
C p>r mim, s::npre .lente,
Sem voattie de com-r ;
M
gro, tristi, p '.usativo,
iS
II ,-\ 4->]siuiee-eial
Cota(,'5es officiaks da juxta DOS COii-
KECTORE8
Recik 21 < Junho de ISil
Acco s da companhia de seguros Araphytrite, do
valor realizado de 00* a 180*00J cada
uma.
OamWio sobre Londres. 9) d|V. 22 3|t d. poi 1,
do banco.
Descont de letras, 8 0/0 ao anuo, hoatem e boje.
Sa hora da bolsa
\'ead<.raui-ae :
15 acco-s da compauhia Amphy'rite.
_i prcsideute,
Antonia Leonardo Rodrigues.
U secretario,
Lduardo Dubeux.
Hollnenlo banrario
BK.CIFE. 21 DE JLN!W DE 1887
PRACA O RECIFE
H je, s 9 1/2 horas dt manha, a taxa offiei.il
dos bancos, sobre Londres, era de 22 3/4 no I i -
tern .cional, 22 5/8 nj Euglisb Bauk e 22 1/2 no
London.
A' 10 1/2, npresentaram tod>8 os baes no
balea > a taxa de 22 5/8 d.
Esta t xa, p irin, 60 vigorou para o Internacio-
nal e pira o English at s 11 1/2, cm qu udop-
tariim a de 22 3/4, maniendo o Lindon a d; 22
6/8.
Em papel particular Iijuvp pequeas trausac-
coes a 22 7/8 d.
PRAg 00 RIO DE JANEIRO
Os bancos mantiveram b je no balco a taxa de
2 3/4 d. sobre Lonlres.
Nao bouve negocio algom, nem em ,-apcl ban-
cario, ncm no particular.
As taxas expostas aqui fjram estas :
Do Internacional :
L 'ndres .
Pars.
Italia. .
H imburg;
P rtugal
N-.w York
ana gosto ja p r:: vivcr.
Una tliysica fatal,
D.-ssas quT v:m s Carreiras,
Fenetrou sea ma s aquella,
Dntros mia'i .s algib:irae.
S.i qud ni, meus b na leitores,
Possuis remeti tal,
Qu i s t)-oando u n i ios',
'ebellj t.vmanho mal.
F'azei-rae mil en o:n nenias
Dj bolos de ti. Joao,
De cangict, pap>s d'anjos,
E de pastis com cjdrao
Da semedo, fios d'ocos,
De po de l, bont bocado,
Empidas, pastis <). nati,
Toiicinho do ce >. nevado. .
_^IL___1_________^"^i^q;
V apires...... ...
Via-terrea de Ctruar 1 20
Anunaes......1 21
Via -terrea de S. francisco 1 18
Via-frea de Limieiro 1 18
B\.zei-me mil encommendas,
Para qualquer baptisado,
Para bailes, casamentos,
Doce p'ra ser exportado.
' Fazei-me mil encommendaa
P'ra mezas organisar ;
En tudo da minha arte,
Me tratis de procurar ;
E veris que n'uro momento,
Da mais sublime txp.tnsao,
L:vo a thysiea da lgib^ira,
Para ra a ca.hayao I !...
Entrajas
Somma.
Algodao
1 514
70i>
20.51! I
761
42.106
Os iuou tul >b d) nobreza,
Meus liOi 'le fi lalgui'.,
Sao servir da m -lhor tjr na
Minha honrada freguexia.
Eia, pois, rneus boos freguezes !
B>tc a porta S. Juo.
B t-i :oq tambim a ella,
Dai m pois, pste alegr^o.
J uSo sabis onde moro ?
Nj possivel 1 Sabis. .
Ra Augusta (antiga de Hortas)
vio numero ^^r"0tcnta e Seis. ..
Alri, no primeiro a 'dar,
A's ordena das senboras,
Achiris todo inteirinho,
V sso servo
Zacaras
86-RUA DO CORONEL SASSIA--S6
Ao clelor.i Sou dfl no/o apretentado p-'los mcus
r. iliionario8 o amigos, ao lugar vag
na Cmara Municipal, cuja eleiyao se ef-
fectuir no di 7 Ao mez vindmro.
Fraco como sou e sem pr tncSes qu^
me jlli'.un tonar part nessas lulas dos
attlctas do futuro, soneote a disciplina,
que a lei a qu-; se curvam os sida los
la velht guarda, me ubrigaria a entrar
in forma para combater.
S;, p rem, na paleja, fO" venc 'o por
qu->m quer que seja, tenho cu upri lo com o
r, mw na s-r. cortaneute, esse
irio pj
olio.
O : -u fi n, c o des jo ardeote que nu-
tro, contribu r co o o meu diminuto au-
xilio par o prog esao e emb-.-l -s imen'o
d st i :idade, qu^ um sirriso da natureza
liii mu oprecialo.
Cim franqueza e lealdade, Q3pro que
os mcus correligionarios m-, presturSa o
.-.e i v.luso consurso, q:n par vjujer
i me b.sta.
it'e, 20 de Junho do 18S7.
Demetrio de Gusnuo Coalho.
(iazela (asigno nica
Nil > s." realisaiKij cuno se esp-Tava antes do dia
de "-. J a xracco da lotera da provincia
que devia servir de base para a conferencia das
uumcracois desta Gazeia, resolvemos afim de naj
prvjudietrmos aos assignantes, alterar para a lo
teria da Parabyba, qne se extrahirna quinta f-i-
ra 23 do corrate vespera do da de 8. Joio.
Para isso lez-se uma tiragem de mais2003 im-
plares, nao e para completar a numeracSo, rumo
para satiatatbr mas as encommendaa ; sendo que
por falta de tempo casa tiragem foi feita resumi-
damente quauto aos diseres que loceupa smeote
ama pagina.
Furam tambem augmentados mais 17 premios,
ficando es*,es elevados a 142 em vex de 126.
A tabella que vai em seguida explicar perteita-
mente a conferencia que deve ser f- ita, de accordo
com a altcraca Ijs valores da factura.
Tabella dos valores das facturas que ficam alte-
rados :
A factura de 5:';00 corresponde ao premio de
0:0)0/000.
A de 1:'00* ai di- 2:0X!S0 >0.
A de i"0')# ao de 1 :0j0000
As 4 de 100* nos 4 de OOOOO.
As 6 de 50* pasaa a ser 12 .Je 1 0*0 I.
Aa 11 de 3 ijeir dem 20 d. 50t)0)
As 99 de 15* uof 99 de 15*000.
Aa 2 approximaco 'a de 102* as 2 de 120*000
OBSERVACAO
Etiste-a dona premioa de 50 *000 ua lotera da
Piiriibyba, que tero os valores correspondientes
a cdn um d.s 4 Je 100*000 da da provincia cu
300* duqtieH.
EXlRACgAO NO DIA 23 DO CORREN TE
EDITAES
meu d
> moti.'O para fl:-r o tam alv:r
liti o com o olhar repleto d
qu in*.
Re
Dias Suecas
SOd/v vista
223/4 22 1/2
418 422
. . 422
518 523
234 236
2*220
Do Londos Bamk
90 d/u vista
Londres ....
Pana.....
Italia.....
liiiiburgo .
Portugal .
Si w-Y-rk r
Do Enolish Bank :
22 5/8 22 3/8
420 424
424
520 525
235 237
2*23J
Barcacaa.....
Vapores.....
Via-fenea de Caruar .
A luiei.....
Va I nea de 8. Francis.-o
Via-.rrea de LiiOieiro .
2(1
-'(I
20
1
18
1
Somma.
1.27G
3.001
129
3.212
1 884
2.1'Jl
11.699
90 d/v vista
Londres....... 22 3/4 22 1/2
Puris........ 48 422
Italia....... 42
Hauburgo...... 518 23
Lisboa e Porto..... 234 36
Pi ucipaes cidadee de Portu-
gal........ 241
liba dos Acores .... 244
liba da Madeira *. 241
Ncw-York....... 2*220
Mercado de ancar e algndo
SECUTE, 21 DE JUNHO DE 1887
Astucar
A eotajo dcste producto, pira o agricultor,
contina a regular aos algariamoa abaixo, pur 15
kilce :
tranco, os melhorcs que
apparecem no mercado,
regulara de .... 2*200 a 2*400
i. serte boa..... 1*900 a 2*100
i. regalar..... 1*700 a 1*8W
Hmidos e baixos 1*500 a 1*700
jmenos...... 1*300 a 1*400
lliscavado..... 1*040 a 1*100
Bruto....... *9O0 a i*000
BotaaM...... *700 a *80
Algodau
Fj cotado a 6*800 nominal
1* sorte do sertao.
por 15 k los, o de
.
.
Entrada de ansacar e algodo
MEI DE JUNHO
Astucar
Entradas Dias Saceos
'cacas......1 20 18.564
Deopacbos de exportaeo
HEZ DE JUM30
Nos dias 1 20 >rara despachados na Alfande
ga o artigoa seguiules :
Pura fra do Imperio
Aguirdeute..... 24 138 litros
Algodao......1,085.53-2 kilos
Assucar....., 3,073.037 .
Bagos de mamona 52.1.00
Borracha...... 2.3:8
Cajurubeoa..... 50 uaixas
Carofos de algodae. 113.350 kil-.-s
Cocos (tructa) .... 2.020
C .urihos e pellas 106.836
Couros salgados. 1.000
duros verdes .... 55.792
i->oce....... 165 kilos
Parinba de mar.diCca '20 saceos
Ipecacuanba..... 34 kilos
Ouro velho..... 93.564 groi
Prata velha..... 219 160
Qocijo do sertao 16 kl .s
Para dentro do Imperio
A-ianos de palht de car-
nauba ......
Agua medicinal.
Agurdente.....
Algodao ......
Assucar......
Chapeos depalhi de car
uaba ......
Cera de caroaoa .
(JeOS (fructa) ....
Uice.......
Elixir cabeca de negro.
E;paoa Jorca.....
(iraxa......
Milho.......
Oleo de mocot ....
>to de ricino ....
r'alha de uricury
Pennus de emi ....
Pr- parados de jurubeba
Rap.......
Sal.......
sebo.......
So'a.......
Taboas de louro.
Vi.ssouras de palha de car-
nabi ......
Viuho de jurubeba .
BECAPIIOLACA > DO A8SUCAB
Para o exterior 3,073.037 kilos
Para o interior 1,908.737
5. OJO
37 caixas
339.856 litros
129.205 kilos
1,905.737 .
12 fardos
300 kdos
29.250
1.015 kilos
6 caixas
DOkil.a
400 .
-o_ Saceos
60 kilos
1.400 ..
8 .
102
6 volumes
258 e 1/2 kilos
5.COO litros
1.120 k-ios
2.505 meios
24
2 atados
13 volunte*
avio & cariia
Etaj ceodo despachidos os seguiatea :
Barca n >rueguetiae Stanley, assucar, paia Mjii-
treal.
B rea n jiin'gjenic Meros, algodao, para o Bl-
tico.
Barca in^leza ra Liverpoil.
Lugar nacional Pteira, aasucar, para Montevideo
e Rio Graude do Sul.
Li'i.r n cional Zequit ha, assucar e ou'ros arti
gos, para Montevideo e Rio Grande do Sul.
Lf:r mghs Flora, assucar, pira os Estados-
Unidos.
Patacho pirtuues D. Elysa, coures, para Lis-
boa.
Patacho nacional Rival, diversos artigos, para o
Rio Graude do Sul.
Patacho nacional Maria Augusta, assucar, para
Monte v. J i.
Vap;r austraco Z ciiy, usucar, agurdente e al
L-olai, para o Rio de Janeiro e Sautos.
Vapor nacional Aymor, assucar, gara o Rio
Granic do Sul.
Vapor iuglez Jo'i/i Eider, assucar e algod', para
Lisboa-
Vapor ingle Oralor, diversos artigos, para Li-
verpool.
Vapor nacional Jayuaribe, vanos gneros, para o>
portas do sul.
Vapor iuglez Neto, a'godao, para o Bltico.
Navio* & descarga
Brigue allemao Hoffnung, varios gneros.
Parea uaeioaal Mimosa, xarque.
E-'c-unn allema Fritz, xarque.
Escuna norueguense Reftrm, xarque.
Lugar uncional Layo, xarque e gorduras.
Lugar ingles Viola, bacalho.
Lugar norueguense Christina Elysabeth, cirvo.
Lugar allemao Gatelle, trigo.
Lugar nacional Marinho VII, xarque.
Patachi nacionai joven Correia, xarque.
Vapor nacional Principe d Grao fiar, varios
gneros.
Vapor iuglez Osseo, carvao.
Queen's Jrbilee
On T pliuu wiil tte oiiencil nt (lie Londoo
ilcnevoieni Saclely. tiie object of
\\ : icii viii be to ir nil a, i-.ia.i-
lo liattreasied membem or Ibe Bri
lib Rommunilj .
Donationm will be tbankfuMy re-
eelte s and incite wba deMlre lo be-
cume membcrM of ibe Sfocleiy are
reqiietjled kimily. I sent in ibetr
oames lo llie Bank.
Hule are in couroe of prepnrnilon
and a rneeliug vill be called v.-iein
ihy are readv.
Externat
Franjis Angla! s
19 Ra do Hospicio 19
L'cnseigriement compren i :
L- portug is, la lecturo, la ciUigraplo,
Turitlimetique, l'bistoire Sainte, la geopra-
pbie, l'hiatoire, tous 1-8 travaax d'aiguille,
la fraudis et l'anglais 'th-*oriquo et prati-
que.
Lo^ons partcul'i-?s de franjis et d'ao-
glais. On rocoit dos 1 \'l pnsio:in res
Collcgio de Jw,;a Sc-
nhora d#a enha
fiara o sexo fcmtnino
Fu accin a ra da Aurora eiquin. da ma
formosa.
Cliuic.^medlco el r a rea
1)0
Df, Alfredo Gaspar
Sip -e'a'.; la 1 ?axUn, en > 3tias Ij 3 tH: l e
i hch?
Residencia Iiua da Imvnratrlz n I, segand'
andar.
iras hyp thecarias emittidas pelo uiejuio Bae ,
re tivaa 1 e 2* series que teem de s-.r am;rti-
sadas.
A dez primeiras que fjrem sirteaias serSo pie-
miadas
No di 27, ao m^'io da, devein rejoir-se cm .s-
sciubia geral extraordinaria os accionistas da
C>MPAsniA db Edificaba i. afim de prceederem u
elcivo da directora, gereute, presidente e secre-
tario da uss.'uibli geral.
Est nii.rcado o dia Io de Ju h > prox-mo, para
a reumao da aasembla g'ral da Compahhia no
BuuEB'BR, que teai de tomar conheeim uto da geo-
to i.8 n-gocios da me.-ma compauhia no anuo
stc;.i fiado.
O rt-colhiuiento de Notas Dii.ackbadas d i The-
^ouro, faz-se na Thksocraria dk Kaznoa, uaa.ter-
;>,s e sext s-feira, das 10 s 12 lloras da tnanhi.
As notas do Thjsouro de 2^000 da 5. estampa,
5a50;K) da 7.' e OADU da 6.a, scrao subsiituida
na Tims 'uuv::ia dh Kazenda at o ti n do mes de
. unlio com o descont de 2 0/0, o qual ser eleva-
do a 4 0/O a contar do 1. de Julhj a 30 do Se-
zemhro do corrente anno.
De ordem de Ilim. Sr. l)r. in-pector convido
os 8rs. arrematantes do dizinu de gado Jeronymo
Theotoni>da Silva Lmreiro, Augusto ctaviano
de Souza, Joo Nepim iceno da Silva, Jos Cor-
deiro dos Santos, Daro Joar Peixoto, Joio Gui-
lberme & Sobrinbo o Aurelio doa Santos Coimbra
para virem declarar at o uitirai do corrate mez,
perante este Tbesonro, coa "orate ordenou o Exm.
Sr. presidente da provincia pjr oili -io de 17 lo
corrente, so aceitam a coacesso da lei n 18 -8,
cumprindo-lhes neste caao provarem a importan-
cia dos prejuizos, que por ventara leubam soffii-
do, afim de Per liquidada a compensacao.
Secretar-a do Tneaouro Provineiil de Pernam-
buco cm 20 de Juuhi do 18i7 N > impedimeuto
do aecr. tarioO offisial, Lindolphi Campello.
Iviitai n.I7
D'ord-md} Illm. sr. De. in-pec'or aco pu-
b'ieo que no dia 23 di corrate, ir prac pa-
rante a Junta da Psenla Provincial, o forneci
mrito da al'mmtacito aos pres;s pibres d. Casa
de Deteo^o, relativo ao trimestre de Jallu .i S i
tembro prximo viadouro, servindo ie base a diaria
de 420 ris.
Secretaria do Tliasouro Provincial de Periiau-
bnco, 17 de Junho de 1887.
O Lili i i!,
L'uJo'phi Cimpeli.
Eital n. 18
Do or.I-m do I la. Sr. D.-. inspector fic .
co, que no dia 2;! do corrente, i. i prac. i, pera ite
i junta da faz '. i provinci-.l, o f ornee:.a nt-j da
medieamentos o utensilios necessarua a ni ruta-
ra da C^s de DeteucSo, durante o seatesln pr
ximo vindouro de Ju'iio a De;eatbro, servindi de
b-.se os precia dj respectivo formulario.
Secretan-, di Thcsouro Prjviuei il d.-Prnam-
bnco cm 17 d" Junho d- 1887.
O oficial,
Liidolfo Campello.
Edital n. 19 "
De c'.i:'. d 11 I n. Sr. Dr. in p ir tac) publi-
co, ub; no di/. 23 ji corrente ir A prac-t perante
a j mta da f-iz J pr viucial, o aervic i di i lu-
iniuagSo d Ign rresp ndeate ao semes-
tre prximo futuro d- Jiiih> a Dezembro, aerviu-
do d-.- b-'.j o prec > d 77 rs. p ir cada laaip .
Secretaria doTheaouro 1'. vineal di Pcrnt-n
buco im 17 d- Junho de I83
O oficial,
I.inl'j'o Campello.
MitaTlO
De ordem do L m ^r. Dr. inspector fi;o p't-
biic >, qne ni da 23 d > correte ir i ir.iji '
rant a juin". di fize id provincial, u aerv'fD da
i lumi'ti d (' i i .r, fiir";" ei nt I
tre prximo fu'urj d Ju'u aD-zeob s, v'i-
do de b :it o pre, d '.' !. p >r Cid i I impelo
Secretaria d>T!i -neial d .'' :
n I 7 .I J ubi d s-7
l) ffi-ia'.
Lindolfo Campero.
-a iv.-.eo. 'ccretnria da presideucia de l'cr-
umnbuca, em 17 de Jonhi de 18S7.
Por c t .-i see,-. >ria hj ir. publie >, de conf-rmi-
dade com o art. 157 ,1 j r<"g lamctifo annex > ao de-
creto i. 912) e23 ie abril d-188">,o edital abi-
x> 'ranscr p'o lindo e:n concmao com o praz d
GJdiaf .s"..' .o; de eseriv > do jury e i xe.ucoe-
ei i:in s d ; ii V ) term 1 lie C irrentcS.
Pedro Francisco C irrria de Oiiveira.
O D-. Jos i'iim C rdeiro Ccelbo Cintra, juie d-
direifo a. comarca e Gamnhuns, da provincia
d Perin' u por Sua Mag-tade a q-.m
Deus lie .r I ', utc. te.
Faz saber aos que o presente edital virem e del-
le noticia tiverem, e a quem interessar posaa que
acbando-se em concurao es officioa de justica do
novo termo de Correntes, creado pela lei n. 1423
de 28 de Maio de 1879, oa quaes na ausencia da
lei especial sob sua criacao e divisSo eem face do
artigo 108 da lei n. 207 de 3 de Dezembro de 1841
que rege a .materia, sao os de eacrivo do jury e
das execucoas criminaee; eenvido aos pretendentes
aos respectivos oficios a apresentarem seos reque
riments dentro do prhzo de 60 dias a contar da
data do presente edital de accordo com a lei que
regula a materia.
utro sim faz mais saber tambem aos preten-
dentes que seus lequerimentoa devem vir instrui-
dos cent o exaine de suficiencia de conformidade
com c disp.st> do deereti n. 8276 de 15 de utu-
bro de 1881, e maij formalidades sxigiJaa no art.
14 do ciuio d creto, isti do decreto n. 817 da
3 I de Agosto de 1851.
E pira que cheque ao conbecimeuto de todos
man lei paaa r u psente que acra affixaio no lu-
gar mais publ j dicstum- e d-lie se extrahi-
ra copia para ser remitida ao Exm Sr. presi-
dente da provincia, pira o fim indicado no art. 157
do decreto n. 9420 J 2S ie Abril de 1885, c:m
lie.' ir.-co do dia la ilis;co e publiuacSo in
prea ate edital e que ser certifica lo pelo portei-
ri dos auditorios cuno determin ; o urt. 153 do
do citoli deeret i de 28 de Abril de 1885.
Djil i i- p ido n -ta tilli da Co .rentes asa 28
d M i-j de 1887.
Eu Pranciscc du S. L Jnior, i vilo interino
do jury o escrevi.Joiqn m Cordeira Coclhj Cin-
tra,
E oaia ..as- ee.it nhi em dito i lil .'
proprio orijina! ao quilma re rto C
coj iado do
doa te.
Ei Franis de .-' .-.iza L. Jnior escn'vlj iati
rini d ju-y o eacrevi e assign >.
Certifico tuaia que pli p rteiro dos auditorios
m7 foi entregue a cerdo daaffixiclo do eiital
reto, do iheor seguiute :
Jtcintho Alves do M.-llo, porte;ro doa auditorios
det'a villa de Correntes em virtude da lei etc.
Certifica qu affix'-i n puta da cunara munici-
pal desta vil i boj o e lital convi lan i os preten-
; 8oficios de jjtig do ivo termo de
Correntes de que trata o nn-amo Caita!.
O lef rid iei 11 i .
C irreales 28 I Mhj de 1887 -O p rleii
audiiorii.i, J'.cinthi Alves de Mel .
E i a la tn is i co atiaba i m dita e rtida ci-
ma i. p iriginal a qua me reporto
I u t.
Ki Fi.. !.-ci le S izi L-:1o Jnior, oscrivao
. i do juiy o escrevi.
iC :
Scmma
4,981.774
Vapor dcspaiiado
Vapor nacional Jaguaribe, sabido h .ntem, leveu
a carga seguate :
Para Natal:
2 latas com oleo.
Para Camossim :
12 saceos com assucar branco.
16 barricas eom dito dito.
12/2 ditas com dito dito.
30/4 ditas com dito dito.
2 ditas com dito mascavado.
5/j ditas com dito dita.
Para Mossore :
1 barrica co u assucar branco.
40 caixaa cun sab&o.
1 dita com doce.
Para Acarah:
5 barricas com asjucar branco-
4/2 ditas com dito dito.
10,3 ditas com dito dito.
1 dita com dito mascavado.
8/3 ditas com dito dito.
Para o Cear :
50 barricas com aasucar branco.
5 caixas eom velas.
5 barra de quinto com agurdente.
24 taboas de Jouro.
Carregaram diversa.
Paula da Airandesa
SkllANA DE 20 A 25 DE JL'NII 1 DR 1887
Aasucar refinado (kilo) .... 145
Assucar brauco (kilo) .... 126
Assucar mascavado (kilo) ... Otio
A'eool (litro)....... InO
Arroz com casca (kilo)..... 65
Agurdente e...... 056
Alfolio (kilo)...... 400
|i.r.m-.ia (kil.,)...... 12066
Courus seceos salgados (kiloj 460
Couros seceos et pichados (kilo) 58
Couros verdea (kilol..... 275
Cacao (kilo)....... 400
Caf reatolho (kilo)..... 320
Carnauba (kilo)...... 366
Caroe -i da alfodao (kilo) 014
Carvao de pedra de Carel id (to i.) 16 000
Caf bom (kilo)...... 460
Cachaca (litro)...... 707
Farinba de maudioca (litro) 035
Fumo reatolh; em rolo (kilo) 400
Fumo reatolho em lata (kilo) 5 0
Fumi bom (kilo)...... 720
Fumo em folha bom (kilo) 70
Fumo ero folha ordinario (kilo) 400
(Jeneora (litro)...... 200
Me! (iitro)........ 040
Mimo (kilo)....... 400
Taboados de amareo (duia) 10U 00
Ulvldeudoa
Esto aenlo pagos oa aeguiutea :
O 1. do Bakco de Cbedito Kbal, razo de 4
por accSo ou 10 0Q do valor realizado de cada
uma.
O pagamento faz-se na sede do banco, das 10
horas da manha s 4 horas da tarde dos das
uteis.
O 78." da Companhia do Bebbbibb, na p-opircao
de 5*000 por accao ou 10 0/0.
Os inters jados devem ir aoescriptorio da com-
panhia, das 10 horas da manhS 1 da tarde, sos
sabbados
A 16.a distribuico das cau'ellas de juros cor
reapondentea ao semestre findo em 31 de Dezem-
bro do anno passado, da companhia Grbat Web
tern or Brasil Uailway.
E' no eacriptorio eentral da companhia, das 10
horas s 3 da tarde, que ae effec'.ua o pagamento.
Memorial
Uije, 22, ao meto dia e nt uma daa salas
da Ansociaco Commercial Beneficente, procede-
ro a aduiioiatraco e comniioeo fiscal do Han
co de Crdito Real ao terceiro aorteio das let-
iBiiporl;:', fiii
Vapor nacional Cantillo, ctrado dis portos do
tul cm 19 do corrente e consignado ao Visc-jnde
do Itaqui do Norte, maoif,stoii :
Carga do li'.i de Janeiro
Azeitonas 5 caixas a Arauj i Castro S C., 5 a
Paiva VaUnte & C.
Chapos 1 caixi a Francisco Ktin-s da Silva
& C
Cat 180 saecos a Mandes L'ina & C, 61 a
Ferr ira R >drigues Se C, 50 a Joaquim Ferreira
de Carvalho 4 C 50 Doniug-u Cruz & C
Fazeiid-is 1 caixn orlem.
Fumo 267 volumes a *4altar Irmiis & C, 117
ordein, iO a Jio V. Alves Matheus 4 C, 5 a
Joaquim B ruardo dos Reis & C-, dito em toiha
30 lardos a Esnuty Bai.-k'.
L;vros 2 caixas a AnJr Sanios.
Mauteiga 4 cuixas a Pereira Carneiro & C.
Mcreadorias diversas 2 caixas a Borstelmann
i & C 6 a Machado oc Pereira.
Macuiuas de cistura 10 volumes a fhe Singer.
i Peiteaces para bilbar 2 voluntes a Pmt A'ves
& C
Q icijos 2 caixaa crdem.
Vermouth 2o caixas ordem.
Vinho 10 barris ordem.
Xirope mediciual 1 caixt a Faria Sobriuho
& C.
Xarque 214 malas a Joaquirr 'a Silva Carnei
ro, 99 a Pereira Carueiio
Carga da Babia
Chapeos 14 eaixoes a A P. C da Silva.
C'iirutos 1 eaixo a Sulzcr K-.ufFinann 4C, 2
Joi Autouio doa Santos.
Fio de algodao 35 baccos a Ferreira Guimi-
res 4 C, 86 a Joo FraLciseo Leite.
F.tzendas 1 caixa a Beruet 4 C, 1 ordem.
Fumo em folha 50 fardos a EBoaly Bauk-i, 3 a
An'on. > Jos Pereira.
Panno de algodao iO f..rdos a Luiz Antonio Se-
qaetrs, 58 a Machado 4 l'ereira, 20 a Alves de
Britto 4 C, 12 a Ferreira ./c LuiSo, 5 a Loureiro
Maia 4 C, 6 a Olinto Jardim 4C, 10 a Andrade
Lo. es 4 C 6 a Agostinho Sautos 4 C
relies de cabra 26 fardos a Hermn Lindg-re
4 C, 43 ordem.
t'ruductos chimicos 1 caixa a Pereira Carnei-
ro C.
Prego8 1 barrica ordem.
Ta bjas 31 ao Inspector da Arsenal de Ma-
rinba.
Lujar nacioaal Loyo, entrado do Rio-Grande do
Sul cm 20 do corrente e consignado a Jos da
Silva Lyo 4 Filho, maaifestou :
G.-..xa 110 pipas.
Beba 363 bairicaa.
Xarque 100 fardos ordem.
Vi.pjr nacional Aymor, cutrado do Rio-Grande
do Sul e escala em 20 do corrente e consignado
a Pereira Carneiro Se C, maoifestou :
Fumo em folha 50 fardos a H. Petersen 4.C.
Liuguaa 1 caixa ordem.
Merca lorias diversas 6 volumes a Bttar Ir-
inos 4 C, 1 erdem.
Panno de algodao 12 fardos a Pereira Car-
n ir i 4 C.
Xuque 1820 fardos a Pereira Carneiro 4 C,
1000 a Maia & Rezende, 900 a Jos da Silva
Loyo 4 Filho, 400 ordena, 240 a Joaquim da
Silva Carneiro, 170 a Amorim IrmSoa 4 C, 150 a
Baltar liveira Ce C.
Ivxtr eo
RtlCIPil. '-0 oE JUNHO DE 1837
/< ni o exterior
No vapt.r iugl.z Orator, carregou :
Para Liveipiol, C. Baile 1,000 sacos com
75,000 kilos de assucar mascavado.
Nj vapor i aglez I. Eider, carregou :
Para Lisbie, C. Bjrli 100 sacos com 7,.00
k o de assucar branco e 200 ditos eoin 15,0!JO
ditos de dito tnsseavaao.
Na barca portugueza Eliza, carrega-
ram :
Para Liab>a, Pohlman 4 C. 72 ouro: ealgados
com 1,000 kh-.
No lg- nacional Vtelra, carregaram :
Para Mo Uevidi, Anorim rmSos & C. 1,600
barricas com 16J,74 kilos de :,ssuc.ir branco.
No patacho nacional Rival, carregaram :
Para Artigas, Amorim IrnSis 4 C. 30 pipa?
com 14,400 lima de agurdente.
No lugar nacional Ziquinha, carregou :
Para Montevideo, J. L. de Azcvedo 2,0 Wcoco?,
fiucta.
Para o interior
No pat.icbo naciona Rival, carregaram :
Para o Rio Grande do Sul, Amorim Irinaos &
C 85 pipas corr 40,301 litros de agurdente, 270
barricas com 24,369 kilos de as-ucar branco e 25
ditas com 2,892 1,8j2 1/2 ditos de dito masca-
vado ; T. de Azevedo Souza 300 barricas com
26,520 k los de assucar bruuco.
No lugar nacional Zequinlta, carregaram :
Para o Rio Grande do bul, J. S. Loyo 4 Fiiho
60) barricas com 61,148 kilos de ssucir brancoe
No vapor austraco Ztchy, carregaram :
Para Santos, P. Pinto & C. 30 pipas e 10)
barris com 24,uU0 i:ros de ag lrdente ; C. Burle
7 .0 saceos com 45,000 kilos d assucar branco e
l,OC0 dit b com 60,0 K) dicoa de dito mascavado.
Para o Rio de Janeiro, II. Burle 4 C. 1,00)
aaccas com 76,192 kilos de algodao.
No vapor nacioual Aymor, carregaram :
Para o Rj Grande do Sul, S. G Brito 2')
bar. icas co.n 24,200 k-los de assucar branco e 150
saceos om 11,250 ditos de dito: P. Carneiro .e C.
8(;0 volum:s com 51,2 '5 kilos de assuca masca-
va .i 1.300 saceos com 82,!0'i dit03 de dito
br
to-Alegre, viuva de Manoel F. Mar-
ques 6 iibo 500 barricas com 41,219 kilos de
assucar branco
No vapor nacional Jaguaribe, carregaram :
Para Camoasim, J. de Aibuquerque 12 saceos
coa 900 kilos de aaaucar branco ; Fernandes 4
Iimao 5 barricas eom 40) kilos de assuear branco.
Para o Cear, F. de Morara 2 barris com 180
litros de agurdente ; M. dos Santoa 24 taboas
de louro.
No hiate nacional Correio de Natal, carre -
Sa '
Para Muri, J. Baptista 3 barricas com 210
kilis de assucar refinado.
Na barcaea Divina Providencia, carregou :
Para Macei, F. Xavier da Silva Guimarea
5,030 litros de sal.
Dinhetro
EXPEDIDO
Pelo vapor nacional Jaguaribe, para :
Parabyba 2:222,3300
Mossjr 3:OOJCO0
Iteudiineatos pblicos
HEZ DE J UN IIO
Aljan lega
Arsenal de Guerra
A i.o.'i i opraa deste Arsenal precisa
iiC'rc .1 :. t an i i, ni forma dos
.' 95 .; i do iv.;.- n uto Ce vigjr. !.' 33-
Lttiinte :
Ai i: p ira ni i lar
Are s de ferro. u:n.
Alg ravz, um,
ii to a g'and a de < 38 j branca, finos, ura.
ti ai) ; no le taso branco, G i ., um.
i t s gri.it s e i >a do es.o preto, fiaos,
um.
lo fes do in idrtpci da, nin.
IJ.in -iras imperi-afs de filolle com 2, 3, 1. 5, 6, 7 e
8 p .nu.s. urna.
Brochas de difFjrcntes nmeros, urna.
Bandejas pequenaa pan copos, urna.
I5j.cia de louea, uma.
Bai'.ia de ferro estunh.'l ., uma.
Balanza de eun dj inez-i do rv-1 at 10, 15, 20,
25 e 30 ki! s, utna.
Balanca decimal de f rea at 50 e 200 kilo?,
urna.
Herccxlo c.Su;>selpal -ie *. los
i vtovimeul deste Mercado ao iia 21 d.' Jinho
foi o sejuinre :
Hnraram :
36 boia pisanlo 5,342 kilos, seudo de Oiivei-
ra Castro, 21 ditos de Ia quidade, 1 de
dito i- i' o 11 ditos partieulares.
252 kilos le peixe 20 ris 5f040
182 cargas de furinba a 200 ris 36*400
24 ditas de Iruetas diversas a
30) rs. 7200
9 taboleirca a 200 ria 1*800
12 Sumos a 200 ris 2*400
''"urinn occu:iados :
24 columnas h 600 ria 14*400
22 compartimentos de fariuha
500 res. 11*000
23 ditos de comida a 500 ria 11*500
'JO ditos do legumes a 400 ris 36*000
19 ditos de suino a 700 ris 13*300
11 ditos de !rea8Uras a 600 ria 6*600
10 talhoa a 2 20*000
9 ditos a 1 9*000
A Oiiveira Castro 4 C.:
54 talhoa s lj 54*000
Ocve ter sido arrecadada uea'es dias
a quantia de 228*640
Reudimento dos dias 1 a 19 4:193*460
Foi arrecadado liquido at beje 4:422*100
Preeoe do dia :
Renda geral
L) 1 a 20
dem ce V
Renda provincial
De 1 a 20
dem de 21
486.387.88:
20.015*661
69-481*433
3.855; 111
506:303 .'.550
73:336 '547
e 1 a 20
dem de 21
De 1 a 20
dem de 21
el a 20
lie a d: 21
Recebedoria geral
579.74>j!0J7
6.793*987
1:492*382
ecebedoria p,jjinciat
Recite Drainage
28:286*36!)
58:203^379
5:812249
61:045.623
5:80596o
193*311
5:999*277
Carne verde de 2C0 a 480 ria o kilo.
Carneiro de 720 a 80') ris idern.
Sainos de 561) a 640 ris dem.
farinba de 2)0 a 24') ria a cuia *
Milho de 26) a 320 ria idern.
r'eijo de 640 a 1*00-0 idern.
Haiadonro Puliiro
Foram abatidas no Matadouro da Cabanga 90
rez.'s para o eonsurco dj dia 22 de Junho.
VapnreN ;i sniiir
Cear, boje, tarde, para o sul do imperio.
Principe d Grao Para, hoje, s 4 horas da tarde,
para a BabJH, cem pscala por Macei, Villa
Nova, Peuein, Ara caj e Estansia.
Mandohu', boje, s 5 borus da tarde, para Macei.
Pnelo e Aracaj
John Eider, h je, ao meio dia, para a Europa.
Vaporen e navios esperado*
VAPORES
John Eiderdo aul hoje.
Manosdo norte arn inha.
Nevada Europa a 24.
Autorde Liverpool a 25.
Parado sul a 27.
Tagusdo sul a 29.
Aovanccdo aul a 30.
Julho
Financede New-Port-News a 8.
KA V IOS
Armidade Londres
Anne Mariedo Rio Grande do Sul.
Blanchc-de Terra Nova.
Claudinado Rio de Janeiro.
Camoeslo Porto.
Erutede Hamburgo.
Guadianade Lisboa.
J. G. Fichie-de Montcvidi.
Katalinale Terra Nova.
Leandcrde Terra Nova
Maria-de Terra Nova.
Marinho I- do Rio Grande do Sul.
Marinho IXdo R'O Grande do Sul.
Meta Sophiade Hamburgo.
Meteorde Terra Nova.
Oaciirde Santos
Petuniade Terra Nova.
Peggyde Terra Nova.
Poaitivedo Rio Grande do Su!.
Withelminede Hamburgo.
Movitnento do porto
Navios entrados no dia 21
Hamburgo e escala25 dias, vapor allemao Cea-
r de 1,471 toneladas, commandanteG. Healn-
sobilos, equipagem 40, carga varios gneros ; a
Borstemann 4 C Q
Havre e escala18 dias. vapor francs Ville
do Pernambueo de 1,395 toneladas, commandan-
tc A. Chance-el, equipagem38, carga vanos g-
neros ; a Augusto Labille.
Navios sahdos no mesmo da #
MacoVapor ingles Orator commandante 3.
G. Jonea, carga vtrioa generoa.
Camossim e escalaVapor nacional Jaguaribe
commandante Antonio Maria Ferreira Baptista'
carga varios gneros.


Diario de Pernarabocotyiarta-fcira 22 e Jimho de 1887
Temos de pesos de lalo de 1 gramm at 1 kilo-
gratnma, um.
Tornos de pe s de for.j do 50 grimams at 10
k'logrin'aas, um.
Badamez sortijas, um
Bilha de barro, urna.
Costad.) de amar, lio, um.
Coetado de louro, um.
CjcUd) da pi-carga, um.
Costadiuhj de amarello, um.
Costadioho de lauro, am.
Costadiuho de paj carga, um.
Castado de sicupirj, uin.
Costadiuho de sieupira, um.
Carvo de p-dra para forja, kilo.
Cirvo C k k 1 >.
Clchete* para c a de calvas, par.
C pj8 de vi Ira para agua, um.
Comp -.ss,s s rti I... un.
D bra lis l ,u t-::' d-' craz do diff rentea Um'~
nhuo, par.
Dabradiyas de ferro, qu drad .s, par.
Dibra lij is d-- /.'. \
E ax !:8 < IICj'l.. I is.
Er.\ iaS 6 III C .' '8, U'iia.
Enx di- fuzil, uui .
Eixii. de -n.i-.r; do qu: ida lo, uuj.
Fia d a'.: ilS-i di tei ra, k i
Fio de ved-, k lo.
FeoW.duraS ue forro p.r.i gav,Us e armiriis,
urna.
Fechaduias de f-.rro de diversas ta.-nanh.s para
p rtaj, umi.
. ia ... .a o armario?,
U::: '..
| i i I .mulls, um.
Fer. iltiiH Jo l-.';1 I nv raas taoi mitos, u n.
. v r 11. p-ru
an
.-. '.
u ni. i
i r.i c :' .-...
. g .i! ?, talht i.
Pi.d i ..- -. ii. i .
Formo_ '._ i:\ sonidos, um.
.- i .n ; s eom '.i
'- comp. irr. uta, 0,O larg'irs
u.
Feri ii p ara p aiu .:. mu.
i' coin H buracos,com 0m,b5 de comprim
i ii laigur. eOm/5 de altura, am.
Fe ru e ni .,/. p'.' plaioas, um.
11 : io, um.
Gr ?ti in..' cana?, ecrt 'as, urna.
Grr-as grandes e pequen a para lerralor, una.
Ja. ra de louca, um.
L: n .s triar.g-i'ares i.glezas e diflceatea tama-
.ni i,
i ompanhia de edifica^
Asaembii geral extraordinaria
Cjnvida-se aos senbores accionistas u te reuni-
rem em aaaemb'a geral extiaordinaria, ni da 27
de Junho 'orrente, ho meio dia, na sede social, ao
largo de Pedro II n. 77, afitn do proceder-se a
eleica da directora, gerente, presidente e secre-
tarios da assembUa geni, de eantormidadfl com
os estatuios ltimamente approvad>s.
Recife. it de Juuho de 1887.
Gustavo Antunes,
Director secretario
Eogifsi Bil of Rio 38 Jiniro
Capital -Jo Ban o....... 1.000,0 0
500,000
JO.OOP
ult-rior reso-
de dous por
>wp
Ciital realisad-j.........
Funio de reserva.......
A cuitar desta d-.ta e t-t
i, conccJer-se-h juros
ao eodo, sobre os sal os de dinheiro
ep sitado em conta corren'e de iDOvimerj-
to no mesmo Binco.
Recebe-so t.nb':i dinhjiro om iepositi
a uros p >r p rio ios rlet:raiinados, ou su-
j ito ao avie i p'i do trinta dias para ser
r. tirado, mediante as eondig3s d. que se
d r canhetimonto aos i itaressadoa.
P.rnauu-u >. 23 de Maio de 1887
Wenry A' Gregory,
(j i nte.
THEATRO
SANTA ISABEL
EMPREZA L NAGHEL
DIRECCAO DE LUIZ MILONE
Grande xiovidade
Qurla-fir, 22
ULTIMO SCCESSO DE
Lawn Tennis
tos ; a roupa lavada e en^ommada e banhos por
semana, cabelleireiro e luz.
Os meio pensionistas se apresentara) no esta
The fiual tio cf th'? May M^ndicap will take | belecimento nos dias lectivos, ahora em que se
!ace, wather permit.ng, on Mr. Felltwi court abrirem as nulas, e desde ento at eerem encer-
t'ARIS
xsfo,va
ten.-i. 1'
,40 de
de bl-
\n ingl i- Jo.ua i' dili len'es tam.nh) ,
o .1
L i te e . L'tn.s iu^leis ba-tardis, chatas, de difftrrentcs
taro :nh i?, um'.
Liio.i i ig'czas bistbrdas. meiaa canas de diffo
ri:.' s rain iuh un.
Limiai:i2 :-. trUngalirai dedifferei-
t 11 1 -, 'lili.
Limas inglezu murcus chatas do diff trentes ta-
ir. rb ''. urna.
i.i.-lzas miirc^s n-ins canas i'e diffc.-enrcs
fac u.li urna.
Linutojs inglotes bist.rl.s redondos de differen-
toa tiimauh e, um.
Lmalo s ingieres bastardos, qnadrados de diflo-
rentes tamucb s, um.
L y..t rio de tirio, un.
Martellos eom cubo do diff-rentes tamanhos, um,
Uaehadinhas encabadas, un.
Machado encabad um.
PKrafus s d" latso de d ffoientes tamauhos, Um.
Parafusos de ferro c".m porcK, um.
Parafijso d ferro p.ra mideiri drt dirent-s ta-
niauh,3. e n'o.
P.n 'os de pinbo, diveisis, um.
Pra i choca de amarell um.
Pi..:icho a de p-li carga, un:..
Pran.ho a de si :Upira, '.m.
Ptoa de laii >, lerni.
Pin a de d'ffer atea uum': s, um.
Paa de ferro, uin.
Saba, k lo
Serrjtes de pontas sortidoa, um.
S.'rra brusa -a, urna
Ssrras de volta surtidas, urna
Sorras de desdobrar, urna.
Serntea xi' sortidos. um
Tornoj de mito de differen'es tamauhos, um.
Tijolios para I impar tacas, um
Travadeira8 de ac, urna,
Tabjts de piuh i da Su -ca de diversas dim -nsoes,
nmi.
Taboas de piuh americano de diversas dimenso;s.
urna.
T*b .as de pinh Riga d" diversas dimnaoes, urna.
Tu loas de amarello de assoalho de 0,in3i) a 0,-n40
de largura, e de 5 in a 6 ra de comprimento,
una
Tab ias de amarello Com 0,-n3J a 0,m40 d largura
e d> 5 m a 6 m de compriment.i e com 0,is027
de g-issura, nmi.
Taboas de an mallo do forro com 0,iii3j a O.iniO
de largura e de 5 m a 6 m de comprimento,
UH>a.
Taboas de louro de assoalho do 0 m3 i. 0,m3o ae
largura ed 5ma6m de compnmeoto, urna.
Taboas de louro de forro eom 0,m2 a 0,m30 de
largara e de 5 m a C in de comprinento, urna.
Taboas de pao carga com 0,027 de grossura d
0,.30 a 0,35 de hrgurt e de 5m a 6m de com-
primento, urna.
Velas de carnauba, urna.
Vass urinb;? de piassava para vasilhame, una.
Vaas'uraa do T.mb ou matto, nena;
Varrumas soriidas, urna.
O f jrnjcimcnto dos artigos acim ser teito pjr
pedidos parciaea eooform: as exigencias do serv-
jo, deveado sel o de prompto.
Previne-se que na) serio tomadas em couside-
racSoas p:epoatas |cpw nao t irem feitaa na f-rma
do art. 64 do r^gaamento aeimn, em duplicata,
com rct-roneii a um ; irtgn mencionando o nom>
do prapjnente, inlieicJ ia caaa commereial, o
pres) de cad ; artigi.o nan-r e marca das amos-
tras finalinuite e deelMacXo expresa de sujetar-
se a multa de 5 /o no ciso de recar assignar 0
resp'et.-vo contracto e na dem.ia de q te tratam os
arts. 87 e 8S do rogu'.ra into devendo ditas pro-
postaa c ara-atriss.r apresentadis nsta secreta-
ria as 11 horas da m-.nhi do dia 25 do crrente
mez e ann;.
Seoretaria d Arsenal da Gaerra de Peruamba-
o, 21 Jontao de 1887.
O secretario,
Jos Franchco Ribtiro Machado.
Pniwmti ia estfaa ii far-
ra (o PeriamoucG 8
8 ferr 88 Recife a Gtrutl
D- rrdem do lni Sr. iiroc r, favo pablico que
a paitir do 1" J J i'uj prexim^, vigoraro n
cstrad s as seguiatea dispoaic.'j riativas ao s--
guro e indomnia-s) de merca daras, bigagens,
auime?, etc.
Os fxpeditoroa e viajantes tem a fatuldade de
declarar, no acto di despacho, o valor, tegundo o
qaal, querem ser ndcinuisdos, em caso de perda
ou a\aria de sua mirc-.dorit baga; -n e an raei.
No.-se c .so cobrar-se h i, alm di ircte e do-
mis tax^ 1/2 0/0 io valor declarad i para as ex-
I o','- de me:< diras em geral : 5 0/0 p ra as
b .gagens e 2 0.0 pira anim
A impMtaneia do va'or declarad) ser ptgoem
lu ruda tota! O somentc urna quota prop;r
porcinal a p ra, ee cita for ape as parcial.
Do mesroo modo, em caso de avaria, a indemni-
.-ai.i i si r paga pr por;i malmente a importancia
da av .ria verifica ia.
Em nei.lium caso a ind mnisaC-o pode ixoeler
no damn > e re:il.nente soffrido pelo expeditor, e;n
eoiipeqirncia do perda ou avaria e ser, neste ca
s >, r -ducida i.xp .rfnoca do d .mno.
Quanto aos objeetos cao seguro.', a estrada nao
responsavel seuao a' a importi.ncin de 5i() .'is
por kil jgramrca de mercad.ira e 1000 por ko-
gramma de bagagena ou encommenda perdida ou
av.riada, sem que em nenhum caso, a indemnisa-
V i pesa ser sup-'rior ao valor da ii.ccador :, ba-
gngem ou enommonda pr lida ou araada.
\ paso em qu urna mereadorU, etc., desenca
miuhada for adiada, a estrada dura aviso ao des-
tn.' rio, que ter, durante 15 das, o direita de
relimar a entrega, devendo restituir os 3,'4 da
ii.i.inuiiapao. que Ihe tiver silo p-.ga
A in rcadoria, ec, av.riada ficar pertonceado
a estrada.
Quandfl a merend ria formar um toda tal, que a
avaria de urna parte u depreci ou inutilise, a in-
demnisavao a pagar ser calculada por arbitra-
mento.
As clausul s de rreeponsabiliiade cu limitafao
de responaabidade estabei^cidas nestas condicoes
regulamentares nao poderai ser invocadas pela
estrada ti se provar culpa ou io por parte do
pess< al da estrada ou defeito de seu servig^
Neste caso, as indemmsaso-s a pagar serao re-
guladas pelo Cdigo Commereial.
A diCameS. do valor das m-rcadorias, as no
tas de expedivo nenhum i significaco tem detde
que nao lor pnga a tixa do s-guro.
Secretaria do Prolongamento da Estrada de
Ferro do RdCife ao ;. Francisco e Estrada do
Ferro do Recife a Cruar, 13 de Junho de 1887.
O secretario,
Manoel Juvcncio de aboya.
NO INMUNO
Grandi so. e phantastica opereta em quatro actos e oito quad -jb, msica do
G. OFFLNBACII, representada pe-la ptimrira vez em Paris coi 1H5S no theatro
BOUFFKS e presentemente oto grande fanatismo no theatro LA GAITF. tendo j
t'ei'o pocla em 187', quando foi representada n> mcsn;o theatro depois de reforra:;d.'i
p. lo oa'.or.
AiDX.
/'rpliu Sr. C. Cristot'oli
Jpiter L. Milone
Plutao Migliizi
John Stix Ficarra
-Mut- )i R-possi
Vuler.no S. Pecci
Ba.lius Riffari
1. licteur :> Giani
Cerbero Fritz
Hi r ules o Orlandini
Juiz de tribuna! R-possi
Dito i lem i) Peeci
Dilo ideui ii Pultroinirc
Eurilece Sra. IJ. llegran i
Venus Si a. Dola Porta
OpDiao Publica ii Garbini
Cupido i> Naghel
Jun nc ii Regina Durand
Diana i Corto
Apollo Mercurio ii Detti Bohnida
T.-rpsi ore 1. Poli jera u'ainore Teragna Nicoliuo
2. dito, iicoa " El.
3. diti, iiem s Durand
t. ditii, idem 5. dito, idem t Terragna Bolmida
Dooses, demonios, anjos, furias, policiraens do ninor, povo, gu&rdas, b chantes, etc
at 4^pin on juiio 24'th.
A General Meetiog will be held at tbe Staff
Quartors, at 8 pm on June 25'ih to fram tb^
club regnlhtioiis and for otber buainess.
A. W. Stnchewer Bird.
Hon Sec*
Capitana do Porto
Do crdem do Exm. Sr. ehefe de divisa>, Jos
Mano 1 Picaneo da C'Sta, capitn do pvro desta
provincia, fajo publico pira int. iro oinhecimento
de qu-m interessar possa, que o Exm. Sr. mi iis-
tro da marinba em aviso n. 637, do 28 do Maio
prximo fii:dj, deelaiou que fossem observados e
eumpridos os avifos abaixo ti anseript s :
N. TO.Marinba.Aviso de 12 de Fove iro
de 1881 :
Declara que o r.rt. 13 do R*g. de 11 de Abril
de 1874 nao revogou o art. M da de 1S) do Maio
de 1846.
Para resolver as duridas que me forano spre-
sentadas, tendo por fim reconhec^r si o art. 13 iR'gulamenti de 11 de Abril de 1874 abrogou o
i art. 6') o >io 19 de -M uo de 1845. declaro a V.
j S. para s'ia mtelligencia o d-vidos i ffeif03, qu- o
primeir.) doa citados artigia confere aos capites
ou mitra das rmbarca<;oes mercantes o dircito
pe livn mente contractar a equipiger qw. Ihe eon-
vier, derivando es'a concesao a sua responsabili-
dade nos casos cui que d va ser effoetiva ; quanto
c. 60,dispo e mi io :u.. fici sem coLtesta-
V*.) ii loa la a pro\ aathentica do contracto.
Os dous artigos, portanto, lubststem para oz
fins resp ctivos, q>ie veera s r :: liberdade dr
contractar marinheiros, dependente apenas dac n-
dicao exposta no art. 60. Assim, para a boa mar-
cha rio servigo, conveniente, como est deterini-
nado, que o rol de equ'pagem oriranisad) em vista
de urna nota, que ficar archivada na Capitana,
soja presentada pelo capito caja pericia e pra-
tica d' navegacao s?r eomprovada por docuracn'o
c inferido por alguma das capitanas de portes rio
rio, ou r>ir iitt- stad ia pata idos por propri" ^-
rio? o", coipignatanoi de navios mercantes.
" E-tc procodiaieuto ter lugar tratando-se de
organisar nova matricula nos tarnos do art. 59 do
mesmi Regiilair.e'uto de 19 d- Maio eo decreta n.
1630, d 16 de Agosto de 1855, Gcando aos pro-
prietarioi salvo o dirtito de escolh rem capites
de sua confian'.-1.
Finalmente, com r. lava a e pre que V. S. fsa observar as dispoa;v''S dos
avises do 13 de Outubro d : 1862, 1 14 de Marvo
e 24 de Novembro de 1S64
radas tarde, sao eqiiparados aos internes, tendo
como estes os meamos direitos jua ito ajestaio,
jantar e reereio
Os externes s t r direito s licjs e explica-
Voes das rrat-rias ensiladas n i cuso, quaesquer
que ellas sejam.
As pensoes sorSo pagus na secretarii do insti-
tuto, por trimestres adianUdos, sendo a dos in-
terno, ta razo i e 3:>." por anno, nos termis da
ultima parte do 2- do art. 9- da le n. 1884 de
30 de Abril do corrento anno, as pal.vras-no
podenrlo exceder de 25 a iiiensalidade dos alum-
nos intern is, e a dos mi io p^rifi mistas na razio
de 240/ por anno, paga do mesm i mod ) por tri-
mestres adiantade-s.
Os externos, porn, pagaro apenas no acto e.a
matricula a ti.xa igual aqup pagam osalumn
colleg o dba artes
Anda de or lem do m smo Dr regedor se de-
clara que o o 'al> lorn nto acba-sc diariamente
ab.rto desde as ;.l horas da m inb at' 9 d i
para o fin de cda u-n dos intereaeades eooh
por si, e : a por iufo masos, tu !) qu
so dispensa S -i-vii- '.- s Cario.
Marcicnil i Machado 'aCunha Pe Ir i
PRIMtIR ACTO
1 rr.) de past res
2.("Oro de gusrdas municipaes
o. Coopl'ts de Opiniao Publica
4." ("Gro de bruxaa
5." -Couplets de Opiniao Publica
G.Vals:; des Pettites orpheonisUs
7.Final
iVE,\OMlNVC\t>
TERCEI1O ACTO
1. Aria de Euridico
2.- Quintetlc do tribunal
3." Couplets guardas de a.or
4.Coupl-ls dos beijos
-Coro do Les Jonks Stix
BOS \CTOS
o.
V poros nadonaes
'.NORTE E SUL)
rttttii '^BioGraiil o Snl. Pelotase Pofto
t. i'i do Kegulamcnt > de 19 de M.-.io de lsl'i ,
1. ActoRapto de Euridico
2" Dito-Oiympo
3. DitoMetamorphose de Giovc.
4. Dito -Inferno Triumpho de Baccho.
DESGRIP5A0 DDSCSKAHia
Campanil t d-i Ttiebas co:n um templo ao tundo, fnzendo mutagao
pari
Presl-
I de
I-
Cu
Quinta-feira, 21 do eorrente, horado c stume
haver sessao ordinaria.
Secretoria do Instituto Archeologico e Geogra-
phico Pernambocano, 21 de Junho de 1887.
Baptiata Regueira,
1 secretario.
AssociapaoCommer-
cia1 B^neficcnic
Concert i'e predi i
A directora desta associavao recebo propostis
para a factura dos concertos de qac precisa o
predio em que ella tem sua sede, cuj >s concertos
constara da planta que se exhibir aos pretenden-
tes. As propostas serao feitas em carta^fechada
e deverao ser enviadas raesraa asseiaco i.t o
meio dia de 30 do eorrente mez. Recife, 21 de
Junho de 1887.O secretario
Joaquina Alves da Ponaeca.
Banco de Crdito Real de Per
nambuco
De contormidade com oa srtf. 47 e 48 dos esta-
tutos d'este Banco, a adminiatraso e commissao
fiscal procederao, n dia 22 do eorrente, ao maio
dia em urna das salas d'Associaso Commeicial
Beeficente, ao terceiro sorteio das letras hypo-
thecarias emittidaa pela Banco, que teem de ser
amortisadas, e relativas a 1 o 2' series.
O Banco deliberon premiar as 10 pnmeiraa le-
tras d'aqoellas qne forem sorteadas.
O local franqueado a quaiqner accionista.
l'emambuco, 18 de Jnnho de 1887.
Os administradores,
Manoel Joto de Amorim.
Jos da Silva Layo Jnior.
Lu* Duprat.
t' seeco. Secrelana da
dendla ce l'ernambaco. em
Jn.iii de issJ
Por esta secretaria se faz publico, de cont-irmi-
da>ie com o avisi da ministerio do imperio de 10
de Fevereiro d'- 1861, que, nos termos dos arts.
52e53d) Decretan. 3,069 de 17 de Abril de
1863, fui registrado boj -, neata reparti, o titulo
de nomeasao de Joao Bautista de Lun, para o
caigo de ministro da igr-ja Presby'eriana, desta
provincia.
O secretan i.
Pedro Francisca Ctrreia de Olivara
Carta de ordenando ao Sigrado Ministerio do
Eoanaelho
Esta carta para certifiear a toiB que jnteres-
sar poasi, qui, eu abiix) assignai), Min3tro_do
Evang.lho e Meinbro do Presbyterio de West
L^xingt-'m da Ig: tj Preabyt riaua nos Eatado-:-
Uaidos da Am rica, e^mo representante do dito
Pie sby torio no Iinjier o di Brasi', fjidado pelo
Rvd. A. L Blakt'ird, D. D. da B.lua, o Rvd. de
Lacey VVardl av lo Cear, e Mr. ;. W. C. Partar
Prosby e-o da Igrcja Presbiteriana do Recife,
depois de cximei considera l..s satisf ictonos, na
dia 2 de Maio do auno de 1887, en reuna) pu-
b'ica da Igreja Presby'.eriana no Recife, e com a
approvacao da mesm i igrej, ordene: o Sr. Joao
Baptista de Liara, in'mbro da dita igreja do li-
cite, ao bffieio do Santo Ministerio do^Evangelho
d~. Jess Christo, segn io aCoaatituivao da Igreja
Presbyteriana.
O ditc Sr. Je.So Buptista de Lima, portanto, tem
o direito de ser recebilo e reconheeido em toda a
parte com Ministro do Sauto Evangelho, devida-
dtmente ordenado, e de exercer todas as faocQoes
do Sagrado Ministerio.
Em f de que pasao esta carta.
Eslava urna cstampilha inntilisada do seguate
modo: Recife, 14 de Junho de 1887J. Rjckw II
Smitb, Ministrado Evaneollio. R o Tiheco ver-
dadoira '. rirn i retro Recif-i 17 de Juuho de
1887 Em tcstemunh d; verdade Antonio Bor-
ges da Silveira kLoba. Pagnu 6JH25 de em lu-
mentos e imposto addi.'ional do 5 ,0 Secretaria
di Piisideneia de Pernaunbuco, em 17 de Ju.h
do 1887.Cbacon. Visto. Designa o 2o officii'l
ila 4* seecio psre registrar. Secretaria da Presi-
dencia de Perntmbue ', 17 de Junhi de 1887. Pelo
secretarioE. Tambjrim.
I VISO
O London recebe dinheiro em corita eorrente simples
com es juros de 2|0 f.o anno, capitulisa-
dos de 6 cm 6 mezosJun.ho e Dezem-
bro.
R-ceb tambera dinheiro em deposito.
com aviso previo de 30 dia*, ou fixo a pra-
zo de 3, 4, 6, 9 e 12 mezes, as tuxas de
uros, que forem conveucionadas entre as
partes.
As ce ntas j existentes, vencendo juros
por differentes taxas, ficam sera alterado.
Recife, 24 de Maio de 1887.
W. II. Bilton.
Gabinete c!a Loitura inMniiiita c
Rern-aiiia Uaini-llelrense
De ordem do eonselho desta sociedade, convido
aos senbores socios para c imparec -. em na sede
da meama soc'edade oa primeira dominga da mes
de Julbo prximo vindonre, afim do proceder se a
elei'vao da nova directora sjue tem de faoccionar
na ar.no social de 1887 1883.
O 2- secretario,
Joao Fe'ix Cavaleante.
de Euridice ; mutacao
1. A.-to
Inferno.
2. Acto Oly upo ; erro de Apollo.
3. Acto H '.bitaco de PlutSo ; mutafo para Buduoir
para jar lira de borbuletas.
4. Acto Inferno grua de gigantes, mutacao apotheose, jardim phantastio.
O importante s enano desta opereta foi pintado pelos celebres scenographos
italianos Fontana, Reocantini, Tito Giovani e commendador Magoaoi.
Vistuario completamente novo, confeccionado pira esta opereta pela casa Vici
uelli de Milo, f>mecedores do theatro SCALA
Aderezo riquissimos fabricados pela casa Corbella de. Milano.
80 pessoas cm secna
Luz elctrica, fogos cambiantes, transforraa^ies, etc.
Or;hestra original de OFFENBACH
MISE EN SCENE PELO ACTOR LU HII.O\i;
Prepara se as seguiotes operetas para os ltimos espectculos :
N. 11. Em 25 de Sel mbto de 18S1 :
" Torna extensivas s canoas le um 6 pao as
idspoa:soea dos nrts. 61.73, 71 75 e 76 do Regu-
; amento de 19 de Maio de 1846.
Im. e Esin. Sr.S -ndo ouvida a seevao de
guerra e marii'ha do conselbo de i s! ido sobre o
roque
outres
no art. n do Ke'g
s peqnenas canoas de sua propri-d de, S. M.o
imperador bou ve porb-m. eonformando-se com o
parecer da dita s eva >, ir.audar que ae observe o
seguinte :
1" A applicaelo dj art. 76 do Regulameuto
da3 capitanas das portos extens:va s canoas de
uao s pi, porque se empregaoi de tacto no tr i-
fego do parto e rios adjacentes, e como taes esto
sujeitas juntamente eom os seus tripofan es aos
arta. 64, 73, 71, e 75 do referido R gulamento;
2 Para no reproiiuir-s-1 o abuso de cobrar-
se irais do urna vez emolumentos devidos p'la ma-
triculas de qualquer das citadas embarcncoe.s, e
______
'aciOe Seam Navigation Companv
STRAITS O? MAGEL1 A: LE
Paquete John Eider
Eapera-se dos portos de
su I at odia 22 de Ju-
nho seguindo
a Europa d"peis da
demora do cos
Eslepaqnele e os que d'oia
cm diante segniren. tocaro era
Plyniouth, o que facilitar che-
garem os passageiros cora mai
brevidade a Londres.
Para carga, passagens, eneomm a i...- c din-
heiro a froto tracta-seeom os
AGENTES
Wlison Moas %fc C, Limited
N. 14 RA DO COMMERCIO N 14
itere
por Aymo
(Fresado)
(k
Recebe
carga, ene
em duplicata as custa' do procedo do intimavo, | c3 mesmas portos : a tratar ee
Este vapor sahi-
r para os portes
cima indicados,
epois da indis-
peusavel demora
ondas e passageiros para
NITA
ne
V1AGEM A' LIJA
Trera para Apipucos e bonds para todas as linbas.
N'este espectculo haver tambera ura esplendido INTERMEDIO CONCERT
ero qu-; tomam parte os novos artistas lyricos.
As encommetidas s s*. r'spiitara at o meio-dia.
Principiar s 8 horas
cumpre que se torne offeetivo o disposto no avisa
de 14 de Marco de 1864 relativamente averba-
{ae e, em geral, em todos os pip-ia ou documentos
expedidos ou entregues pe s secretarios das capi-
tanas dos portos, so esp'cifique quantum e 8
providencias dos emolu.ueutoa cobrados. O que --------------------------------~~-----~T"
declaro a V. S. para providencial na parte que i I HlA^ S'fll !1^ iV RP9 \\ I fl. S v^.
le diz lesp.ito, e dar eonheci ment aprecia-'
mants -
PEREIRA CARXEIRO 4 C.
N. G.RA DO COMMERCIO N. 6
1- andar
Thesouraria de Per-
nambuco
D orden dillm. Sr. inspector, faso publico
que no da 22 do eorrente, pelas 11 hars da ma-
uba, peranto a sess da junta, se receb-m pro-
p islas para o toroecimento dos artigos abaixo es
peeificado?, necossarioj ao expediente do Arsenal
de Guerra, no seuieBtrc do Janeiro Junho de
1887, a saber :
Cad.meta cm bra neo de pape! fiume. pautado Cim
50, 100 e 150 folhas, urna.
Cacetas finas, duzia, urna.
Ditas entre finas, idem idem.
Caivetes finos, um.
Env.-lLpea para otieios timbrado', um.
Esptulas de os..o, urna.
Grampos pera prender papel, e-tixi.
Gamma arbica em fraseo, frasco.
Lepis Faber, um.
Dito de duaa cores nm.
Ditos de borracha, um.
Lacre encarnad), paos.
Livros em branco de penol fiuin" pautado eam
100 150 e 200 folbas, m.
Ditos em bran-o de papel hollanda pautado, for-
mato Corom co-n 50, lO, l'iO e 00 folhas, idem.
Ditos dit >8 tE-. eom 50, 100 150 e 200 folhas,
idem.
Ditos ditos, formato Carre cou 0, 100, 150 o
200 folhas, idem.
iiisiin cm 5), 100, 150 e
..Jes. eom 50,. 100, 150, 2(0
Oolombicr eom 203, 250 o
Ditos ditos, formato
200 fo'hss, idem
Ditos ditos, formato
e 25" to'has, idem.
Ditos ditas, formato
300 folbas, idem.
Ditos ditas (io me3Tio formato c com os mesmas
nmeros de folhas, com en-adernajao inteira de
couro, idem.
Papel fiume pautado, res mi.
Dito dito liso, ilem.
Dito inglez rosado branco pura offijios, idem.
Dito dito dito dita timbrado, dem.
Dito hollanda, formato Carret, Ee, Corme,
Ruisia, Jes e C)lomb:er caderno.
Papel mata-borro, tolha.
Papel dito carto, idem.
Peonas de aqo Perry, eaixa.
Pastas oleadas do diversos tamanhos, urna.
Raspad, iras para pape', idem. _
Tinta ingleza pira eserever, boioes.
Dita brasilrira Sardinha, idem.
Dita preta para o msim fim, garrafa.
Dita earmiD, frasco.
Coni'ooej
1' Todos os artigos devero spr de 1 quali-
dade.
2* Os concurre .t s sao obrigados a apresenta-
rem as amostras de todos os artigos.
3" As propostas sero por duplicata e selladas.
4 S poderao concorrer ao fornecimento os can-
didatos qui se habilitarem na forma do art. 18 do
decreto n 7035, de 6 de Marca de 1880.
Thesouraria de Fazenda de Pereambueo, 1 < de
Junho de 1887.O secretaria,
Luiz Emydio P. da Cmara.
km
DO
BRASIL
Capital 30,000:000$
dem realisado S,000:000
A eaixa filial d'es'e Banco fuaccioaaado tem
poranamente ra do Coaimercio n. 38, saca,
vista ou a prazo, contri oa sguiates correspon-
d otes no estrangeira :
L ludrea......... s/N. M. Rithschil & Sona.
P ris.......... De Rothschild Frres.
fiinrcirgo.......\
^erlim..........( Deutsche Bank.
Brem.:ntc........I
Frankt'urts/ Main)
Antuerpia....... Baoque d'Anvers.
Roma..
Genova
aples.........! Bae: Genrale e
Miiao e maia 349^ agencias.
cidades de Ita-
lia...........
Madr.d..........
Barcelona.......I
Cdiz...........I
Malaga.........I Banco Hyp>tc:ario de
Turragan?......1 Espaa e suas agen-
Valcncia e outrae cas.
.i.la les da II--. I
p-.'iaa e ilbas 1
Can trias......I
Lisboa.........\
Porto e mais ci-f B..cco de Portugal e
dudes de P^r- suas agencias.
tugal e ilhas... )
Buenos-Ayres... ) Engsh Bank of the Ri-
Mont- video..... ) ver Pate, Limited.
Nova York...... G. Amsirk & C.
Compra saques sobre qualquer prava do impe-
rio e do estraDgeiro.
Recebe dinheiro em canta correute de mavi-
mento cem juros a lazao de 2% ao anno e por le-
tras a prazo a juros convencionadoa.
O gerente,
William M. Webster
N. 4. Aviso de 19 de Setembro de 1885 :
o Declara que os arts. 70 e 74 da Regulamento
arts. 460 e 465 do C'digo C mmercial.
Em vista da duvida apresentaia por V. S ,
em offieio n. 40 de 15 do eorrente, declaro-Ihe para
08 devidos effeites e de accord) cim a imperial
resoluto de 21 d Agosto de 1331, tomada sobre
o parecer da secvaa de guerra e marmita do eon-
selho de estado, rmktido em consulta de 22 de
Junho do mesmo anno, que nenhuma contradicho
ou repugnancia existe entre as dispiaivo-s dos
arta. 70 e 71 do r-giilamonto de 19 de Maio de
1816 e os arta. 400 a 464 di le n. 556 de 25 de
Junho de 1850 ; porquanto o registro das erabar-
easoes, prescripto pelo cdigo commorcial, e ter-
mos e para fias diversos, uo dispensa nem a
lista do arrolamento na capitana do porto.
Nj h i inc mpatibilidade de dous registros,
como as hypothecas commerciaes exige o art. 63
do regulamcnto n. 718 de 25 de Novembro de
1860.
Domis, os aviaos du Miuisterio da Juatica
ns. 94 e 109 de l e 19 de Abril de 1852, de ae-
cardo com ellos a ordem do Thcsouro n 1?3 de 7
de Maio do mesmo anno. longe de deelararem
abolido pelo cidigo do eommercio o arrolnmento
de taes embareaco s as capitanas dos poitjs,
maodam que aos capites de navios se dem ex-
cilicio eertidos das arqueajoes feitas na coufor- j
mdale do art. 70 lo regulamento de 19 de Maio
de 1816 para serem apresentadas as mesmas ca-
pitanias.
Esaas certidoes sao necasarles pare o arrola-
mento de que trata o art. 70 e uo para a matri-
cula daa equipagein de que tr itam os arts. 59
e60.
N. 11.Aviso de 27 de Dezembro de 1886.
Declara que os capites de portos nao teem com-
petencia para fiscalisar a lotacJ das cquipagens
dos navios mercantes nacioaa-s.
" Por imin.-diata reBoluvao de 21 do corrate
Sua Magestade o Imperador, c-cfarmando-sc com
o parecer da se:vo de guerra e marinba do eon-
selho de estad) de 3 de Oatubro prximo tiudo,
sobre o offieio n. 227 d; 8 de Maio do an.-.o pas-
sado. cm qu-a V. S. consulta se tem eompetoucia
para fixsr as lotasuas ou equipagens dasembar-
cae;o s sujeitaB sua fiacalisavao, h uve por bom
mandar declarar-lhe, que o art. 2- 3- do regu-
lamento annexa ao decreto ti. 5,585 de 11 do Abril
de 1874 dupensou as embarcas.-s brasilciras qu-'
se empregam no commercio das formaliladea de
entrada e sahida, de que tratam oa arts 18 e 19
do regulamento de 19 di Maio di 1846 ; que o
art J- daquelle mesmo regulamento autorisou aos
capites ou mesfres a ccn'ratarcm li/rem'nte os
individuas que devara ompor :is espectivas tri-
polares ; e diep.ndo o or. 4- que o rol de equi-
pagem seja enviado pelo cffioial 00 registro do
porto s capitanas par.i os dcv:dos eff it s, nao
seria razoavcl que a issas reparts).'3 competsse
a attribuivao de fixar lotaco-'s aos navios, dfficui-
tando assim o expediente para teu fcil movimen-
to ; sendo eerto que nem o regulamento daa ca-
pitanas, nem :;lguiu antro acto ffieial Ihea con
fere tal attribuivao ; o que a V. S. communico
para sea conh..cimento e fina contenientes.
Capitana do porto de Pernamhjco, 11 de Ju-
nho d 1887.
O secretario,
An'onio da Silva Azeveio.
vapor Advanee
E' esperado dos portos do
eul at o dia 30 de Junho
depois da demora necessaria
seguir para
flarauhio. Para. Barbados. H.
tiloma/ c Xew-York
Para carga, passage.na.e o- m n-'ndaa idnheiro
frete, traeta-se com o
0 paquete Finance
Espera-ee de \ -. News, at o dia fe Julho
o qual seguir:! Jep d i
demora nec 'a "' n 'i
Baha ellio de Janeiro
Para carga, passagens, e encommendas ti .-
ie com os
AGENTES
Hcnrv Forsler & C.
51 8 -- RA -'O COMMERCIO N.
1 andar
POYAL MAIL STEAI PACKET
COIPAN
0 paquete Neva
E' esperado da Europa no dia
24 do eorrente, seguinds
depois da demora necessaa
ria para
Companhia do Bebe-
ribe
Convda-se aos senbores accionistas desta com-
panhia a reunir'to -M em assembla geral ordina-
ria, no dia 1 de Julho prximo vindouro, como
dispoem os est-., tutos, a ti n de tomar conhecimento
da geitao dos negocios da companhia no anno
social prxima fin dr. A reuiiao ter lugar no 1
andar da casa n. 71 da ra do Imucrador.
Recife, 15 de Juuho de 1887.
Ceciliano Mamede A. Ferreira,
Director gerente.
Jas Eustaquio Ferreira Jacobina,
Director secretario.
Bahia. Bio
video c
de Janeiro Hone
Buenos Arres
t'ara passagens, fretes, etc., traeta-9e e i- -a
Consignatarios
idanisonlowic &
S. 3- RIJA DO COMMERCIO
1- andar
N. 3
uiuiiiniiiu PernambursDo em II de
lanh de 1S89
Pela secretaria do Gyaouasio Pernambucano e
de ordem do Sr. i.'r regeior, re declara a.-s pais
de familia e a quem maia intjressar possa a edu-
cacao e iustruccao da moeidade, que o instituto
cootini a lauccionar regularmente, dispensando
aoa seus alama-is b m tratameato e o ensino
completo de tadas as discipliuas exigidas para a
matricula nos cursas sup-riores do iapertn.
O corpo docente do instituto comp sto le 19
profesores, cecupa-ado-se cada am smente com
o unaino da disciplina qu professa na respeetiva
cadei'a, e sempre na altura de sua nobre o iai-
porr te nii?8ao.
O alumnos sao admittidos em tres categirias :
pcnti iiiatas ou internos, meio-pensionistaS c ex-
ternos.
Oa pensionistas residiro no estabelecimento,
tend dirrito de estudar as materias de que se
campoe o curso, ensilladas segundo o programla
estabclccido ; a alimentaso suffi.iente e sadia ;
a trataraento em suaa p> quenas entermidades pelo
medica do instituto, farnecendo este medieamen-
comp t:\iii t riiuvivur'. a\a
DE
Navegaeo coscira por vapor
fORTOS DO SUL
Sacei, Penedo e Aracaj
0 vapor Mandahu
Commandanto Estoves
Segu no dia 22 de
Junho, a 5 horas da
tarde.
Recebe careta at o
'dia 21.
Encimmendi'.s, passagens e dnbeiras frete at
\ 3 horas da tarde do dia 22.
ESCRIPTORIO
Ao Caes da Companhia Pernambucana
n. 12
P?

navi

CumpatsMa lirasllelra de .\"ave-
;a<'5o a Vapor
PORTOS DO SUL
0 vapor Manos
Commandante tenente Guilhernw Wad-
dington
E' esperado dos rtos do
norte ate o .i Junho
e depois da dem i indis-
pensavel, seguir! -a os
pr-tns i"; =s!. (Ioclusive o
da Victorii.)
Recebe tambem carga para S-.nt is. Barita Ca-
tbarina, Pelotas, Porta Alegro e Rio Gi aeie da
Sul, frete modie .
Para carga, passgens, eneommendas a valares
trata-se na agencia
PRACA DO CORPO SANTN 9.



.


Diario de Fcruaaibuco(Juarta-icira 22 de Junho de 1887
i onpanhla Bahlana de navega
ca a Vapor
Macei, Villa Nova, tee*), Aracaj,
Estancia e Bahia
O VAPOR
Prncipe do Gro-Par
Commandante J. F. Teixeira
.Segu impreterivel -
mente para o a por tos
cima no da 22 de
-Junho, ai 4 horas da
tarde. Receba carga
luuicacente at ao 1(2
cncoinmendas e dmbei-
dia do da 22.
Para carga, passagens,
ro a frete, trata-se na
AGENCIA
7ua do Vigar7
Domingos Aires Malheus
LELOES.
Quinta feira 23 de ve ter lugar pelo agente Pin
to o leilo do lugar alleino Gazelle tal qual se
aeha ancorado n'este porto.
Agente Pestaa
Leilo
De ama importante caaa terrea eita ra
de Lomas Valentinas n. 34, outr ora do
Fogo, pertencente ao inventario de Ro-
eiolpho Matilde do Amaral.
O agente Pertana, autoriaado por mande do do
Exin. sr. Dr. juiz de orphos, com assiatencia do
mesmo, ea requerimento de Valeriana Jos Vi-
tal, vender a excediente casa terrea cima men-
cionada.
Quartajaira, 22 do torrente
A'S 11 HORAS
No armazem ra do Vigario Tenorio
n. 12
Na mesma occosio vender o mesmo agente s
duas casas terreas sitas xesma ra ns. 2S e
'\, tendo cada urna os commodos seguintes : 2 ga-
las, 2 quartos, cesiuha c quintal, rendendo cada
urna 14iM)0 meusar-s.
Francisco Enstaquio Rodrigues qt retira-
para o tul do imper, venae-r em leilo, ao
correr do martillo, os boas netos movis ex-
istentes no referido sabrao, tsado urna bonita e
elegante mobilia completa de Jacaranda toda
eotalhada, tu piano aovo e bom, ama mobilia
completa de judco, cadeiras e sof de junco,
guarda vestido, mesa elstica com 5 taboas e Tal,
toilet de Jacaranda, cama francesa de Jacaranda,
lavatorio, guarda Iones, aparadores com pedra,
armarios, bancos para jardim, cadeiras de vime e
espreguicadeira, orna commoda com pedra, louca
para jantar e aliceo, vidros, ciystaeg, tapetes,
jarros, cortinas, candieiroe, livros de medicina e
litteratura t muitos outros artigos que estaro a
vista dos Srs. conec-rentes.
Leilo
Le'lao
Da armado, utencilioa e gneros do depo-
teiros, un cofre, urna grade de ferro
para porta, candieiros, encan*mcnto
de gaz, existentes na taverna bita ra
Imperial n. 151, pertencente a massa
fallida de Jun Benito Rodrigues.
I liar i.s f eir 99 de Inulto
A's 11 horas
O agente Gusuoao, autonsado por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito do eomniercio ea
requerimento do Dr. curador fiscal da massu falli-
da de Juan Benito Rodrigues, far leilo da ar-
macao e uoais objecios t>eima descripto.
Em nta ou mais lotes.
Leilo
De bons e importantes movis e um piano
Sendo :
L'ma importante o elegante mobilia de jaca-
randa tendo 12 cadeiras t gna^nicao, 2 ditas de
bracos, 2 di'as de batawca, 1 sota e 2 canslos
c.m pedra marmor-.
Um piano de armario, 2 cadeiras americanas
(de fantasa), 2 pares de farros fin ?, 2 poltronas
estufadas, 1 toillet, de Jacaranda, 1 dito de noguei-
ra, 1 lavatorio de dito, 1 importante caica trn-
cela de Jacaranda, 1 dita de amarello, 1 guarda-
vestidos de amarello, 1 guarda-roups. 1 cabide de
columna, 2 ditos de parede, 1 toiliet de mogno,
1 columna com pedra, 2 bonitos etagers e 1 can-
toneira.
Urna banca com estante para escripterio, 1 os-
Unte aberta com 2 gavetas, 2 espheras para es-
tudo de geographia, 6 cadeiras, urna meia mobilia
de carvalbo, eotalhada constando de G cadeiras.
1 sef e 2 bancas.
Urna mesa elstica de amarello, 2 lindoa apara-
dores de atrarello. 1 guarda-buya, cadeiras avul-
sas, 1 dita de braceo, de Jacaranda, 1 sof dejuu-
i-o, 12 cadeiras de dito 1 mesa quadrada de ama-
rello, 1 importante relogio de parede, 1 sof c!e
mogno, 4 quadros grandes com molduras doura-
das, ijarnineiras pendentes para flores, 2 frue-
teiras, 4 garrafas de crystal, bandejas, garios e
colheres de metal n muitos outros movtis e objec-
tos de uso de urna familia.
Qnarta feira 9 do oorreufe
A'S II HORAS
Na casa d.; roa (do jRiachuello c. 9, junto
a casa de moradia do senador Alvaro
Barbalho Ucha Cavalcante.
O agente Martina far leilo por eonta de urna
Ilustre familia que se retiran d.'sta provincia,
dos importantes movis e mais objeetos asisten-
tea em dita casa, os quuea se toriiam recomtneu
daveis pelo bom estado rm que se acham.
De 2 casas terreas sitas ra des Guararapcs ns.
10 e 12, fregnezia do Recite, tendo cada urna
3 portas de frente e mediudo 27 1/2 palmos de
frente e 80 ditos de fundo com accommooacoes,
grande quintal, cacimba o esto alugadaa.
Terca-feira 28 do crvente
\'s li horas
No armazem da ra do Mrquez de
Olinda n. 19
O agente Guamil autoriaado par mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commer-
cio e a requerimento de Antonio Luiz Baptista,
curador de D. Francisca Bernardina da Conceicao
Carvalbo, far leilo com assistencia do mesmo
juiz, das casas cima mencionadas, podendo os
Srs. compradores irem examnal-as.
liCilao
O AGENTE JOSNLNES
competente mente auterisado por al vara de 6 do
corrente mez, do Dr. juiz manicipal e do commer-
cio do termo de Tri.hiry, na Cesr, Jacome Cunha
Freir, far leilo no da 29 do corrente, a 10 ho-
ras da manca, ua i nseada du Par-Gur do mesmo
termo e em pre.-enca do dito juiz, do casco e mais
pertcnces do vapor Cear, da Compauhia Brusi-
leira de Navegacao Vapor, naufragado naqnelle
lugar e abandonado pela me'ma companhia-
Uear, 10 de Junho de 18b7.
O EXTRACTO COMPOSTO DE
Salsaparrilha
do Dr. Ayer,
E' um altera. >o Mta effica que extirpa completa-
mente i!" syslenia a Ksi-rofula Hereditaria, e as
affecfScs e,ue tem amoldada cora as mfereiidades
contagiosas, c as oocasioondas pelo mercurio. Ao
mesmo tenipo vilaliaa c enriquece o sanjac com-
municando urna accao saada?el ao organismo e
rej u\ Bnesce&do o systema intero. .sla grande
Medeeina Regeneradora,
romposta com a v, nladeira Salsaparrilha de
Honduras, dos Iodos de Potasslo e de FTT, e
outros ingredientes de grande potencia e virtudes
curativas, cuidadosa e tcteutincameute preparados.
A fannala 4 (eiaJnie^lo cowheeid d profisso
me.li.-. c os Melbores ineiHcae reoelcao a Salsa-
rAitwi.riA io tSk AMni como nrm
Reiaedio Absoluto
para as ciiferiH>ndes ocoasioaadas pelo estado
v*eioo ncentrado ao grao mate alto prnelicavel.
malta nab q qualaaer outra prciair.-ieSo da soa
. :.i-si que pretende proporcionar iguaes effeitos. e
por tanto a mefleciim mais barata, ashu como a
nielnor p:ira parificar o sangue.
PEErAKADO PELO
DR. J. C. AYER E CA
Lowcil, Mass.. E. U. A.
A" venda u.*^ | i.harmaoias c drogarin.
AVISOS DIVERSOS I
Aiug .- a SOOO
hos, junto de S. Goncatlo :
Imperatriz c. 56.
no becco dos Coe
a tratar ne ra di
Os abano aseignados mudaran) o seu
ptorio de advogado c solicitador, da casa n. 38 a
ra do lmpjrador ;.ara a de n. 69 mesma ra,
sala da frente.
Man-.e! Jcaquim Silveira.
Jeo Uaetano de Abreu.
Aluga-se a casa n. H Psssagem da Mag-
dalena, passando a ponte grande, com muito bons
commodos internos e externos, e.m agua encana-
da e sitio com alguns ur< oredos, cuja casa aeha-
se concertada, calada e pintada ; a tratar com o
commendador Albino Jos da Silva, ou na ra
velba de Santa Hita n. 14, sobrade.
__Recebe-se cncoamendae de bolos c cangica
para os dias de S. Jou e S. Pedro, e vende-se ex-
cellente massa para bolos, por preco muito m-
dico : ra Matriz da Boa-Vista n. 3.
Pillas purgativas e depurativas
de Campanha
Estas i lulas, cuj;. preparaco purameute ve
getal, tei'-m sido por mais de 2 aunos aproreitadat
eom os melhores resultados as seguintes moles-
tias : aff'eccoes da ,>elle e do figado, syphilis, bou
bes, escrfulas, chagas inveteradas, erysipelas e
gonorrhas-
Hoilo de nal n
Como purgativas: tome-se de 3 a 6 por dia, be-
t>endo-se aps eada dse um pouco d'agua adoca-
da, cha ou caldo.
Como reguladoras: tome-se um pilula ao jantar
Estas pilulas, de inveneio dos pbarmaceuticos
escri-^ Alrreida Andratle A: Pilhos, teem vridietum dos
Srs. mdicos para sna melhor garanta, tornande-
se mais rceommendaveis, por acrein um seguro
purgativo e de pouca dieta, pelo que podem ser
osadas em viagem.
AUHAM-SE A' VENDA
a drogara de Farla Sobrlube A
41- RHA DO MRQUEZ DE OLINDA 41
Tnio.
Oriental.


a 400 rs. a arroba
Cheguii a primeira reaessa do precioso fsrello
de caroso de algodo, o mais barato de todos os
alkentoB para asimaes de rsca cavaltar. vac;um
euinBj etc. O earoco de algodo dep^is de es-
trahida a caaes e todo o oleo-, o mais rico ali -
ment que se pode dar aos animues para os forta-
lecer e engordar com admiravel rapidez.
Nos Estados-Unidos da America do Norte e na
Inglaterra elle empregado (com o mais feliz re-
sultado) de preferencia ao milho e outros farclbs
que sao muito mais caro c nao sao de tanta sus-
tancia.
A tratar no HecireO Largo do Cor-
pa Santo, i andar
Massa para bolos
No largo do Carmo n. 2, s B00 rs. o kilo.
Semeotes h carrapato
Uonipra-se grandes e pequeiif.s quantidaics :
aa drogara de Pnncisco M. da Silva &. C, ra
do Mrquez de Olinla u. 23.
Allclll'llll
9
Voe me quer
Por nao se realisi.r cosao se erpcrars, antes do
dia de S. Joio a extrac^io da rotera da provin-
cia que d.:vi% servir de base para a conferencia
das nutBerteoos dos bilbetes com o titulo cima,
resolveu-se, afim de nao prejudicar s>os tenhores
compradores, alterar para lotera da Purahyba
que se extr*hir no da 23 do corrente, vespera
ds dia de 9. Jeo.
Para isso fez-se ama tir*gem de mais 1.C00
exemplares (por trr cada bilhete dous nun,eros).
Foram tctnbom aogmontados mais oito nume
ros.
A tabella que vai em seguida explica perfeita-
mente a conferencra que deve ser feta de accordo
com a alteraco dos valores d'estes bilbetes.
Tabella dos valores que ficam alterados
O bilhete de 5:(X.0j crresponde ao de 20:0005000
O .. 1:000* 2:( 00*000
O 200* 1:000*000
Os 4 100* > .os 4 de 20-'*000
Os .. 50* passsm a ser 12 de 100*01)0
A's 2 aproximacaes de 102 as 2 di 1255000
Observaco
Existen 2 premios do 500* da lotera da Para-
byba que terao es valores correspondentes a cada
nm dos 4 do 100* du da provincia ou 200*000
d'aquella.
Extrseeao no dia 23 do corrente.
Caixciro
k>>
r>t>
as
rr
rs
=3
fiC
J55
as
f^
PASTILHAS
De ANGEL MENTRIIZ

O Remedio mais effica e
Seguro que se tem descoberto ale
haje para upe.'/ir as ion trigas.
KOOl'AYROL FUERES
=
9

S
Preeiia-se de um menino cjm pratica de mo-
lhados ; na ra de Hortas n. 17.
Aluga-se a casa do pateo de S. 'edro-nvvo
em Olinda, muo fresca e grande ; a tratar na
ra do Mrquez do Herval n. 23. Na mesma casa
(.erec -se urna professora para prmeras lettras,
flores, msica e piano.
A o eomniercio
Santo?, Filho & C. fazem publico que compra-
ran) Kvre e descubaracada de todo e qualquer
ouua, a taverna sita ra da Conceicao n. 11,
pertencente a Joo Francisco Ramos da Silva ;
quem ce julgar, pois, eredor, queira hpresentar se
dentro de prazo de 3 dia a contar da data deste
na referida taverna.
Recife. 21 do Junbo de lb&7.
Santos Filho A C.
Joo Francisca Ramos da Silva.
ie S. Pedro
Precisa-se de una ama para casa de pouca
familia, e tarnbe-m na mesma casa tem paia alu-
gar-se um eseravo pardo, de 17 aunos, muito pro-
prio para criado ; trafa-se na ra Nova n. 14,
collegio de Santa Lucia, 2- andar.
Precisase ds urna ama ; na ra Bella nu-
mero 35.
Na engenboca Bemtu-H precisa-se de empre-
gados ; a tratar n.. mesna, rea Real da Torre
numero 21.
D-se trra
tencao n. 81.
para attrros ; na ra da De
Do
casco, mastros reaes, vergas,, masta-
roa ancoras, correntes, cabos, velss, moi-
tes, phaTes, sgulhas de marear, botes
e.niais pertcnces do
Lagar alleaio Oazeilc
QuinU-ieira, 23 do corrente
Xa AsaoclacSo (onmerdal
A's 11 hovas em powo
Agente Pinto
W. Korff, capitn do lugar allemao Ocuelk. an-
corado n'este porto, onde foi legaliB.-nte condem-
nado na sua ultima viagecr. do psrto do Diamante
para Falmontb, far leilo com autorsacio e em
presenca do coneul do imperio allemao, com liceo
ca do Sr. inspector da Alfandega, com assistencia
do empreaado da mesma repartida para este fim
nomeado, por intimacao do agente Pinto e por
conta e risco de qnem nertencer, do lugar allemao
Gazetle, tal qual ee acha ancorado neste porto e de
conformidade com o inventario existente em poder
do mesmo agente, ra Mrquez le Olinda n. 52,
bem como 50 saceos com trigo em grao (varredura
do carregamento).
Leilo
Agente Brito
Da armac&o e utensilios, 1 pipa arqueada, ba-
tanes, relogio, 1 fiteiro e bons gneros, a saber :
loucaa, bebida?, agurdente de canna, pbospborcs,
sartinhss, traques, srtese outras artigos constan-
tes no estabelccimeaco sito a ra de S. Joo n. 5.
Ao correr do snartello
Quinta feira 23 do crvente
A's 10 1,2 horas
Leilo
De 30 barricas com cevadas germinadas
Quinta -feira 23 do covvente
A's 11 horas
POR INTt-.RVENgO DO AGENTE
Alfredo .maraes
No armazem do Sv. Annes confronte a
_______ Alfandega
Agente Burlainaqui
Aluga-se ana casa na travessa de Joo Fer-
nandes Vieira n 47, com nm peqneno sitio ; a
tratar na ra da Aurora n. b, das 10 s 11 ho-
ras.
= Na ra do Imperador n. 81, andar, prc-
cisa-se fallar com as Srs. Drs. Paulo Uaetano de
Albuquerque e A. Vctor S Barrete
= Preeisa-se de am criado de 10 a 12 annos de
ida je, pata casa de familia ; a tratar na ra rio
Baro da Victoria n. 39, luja.
_ Vende-se a taverna da ra da Detenco n.
35, livre e iesembaraeada de qualqHer onus :
quem quizer dirija-se ao mesmo estabelecimento,
que -.chara com quem tratar.
L. r. R. *',
Tinturara franeeza no largo
numero 6.
Tinge se e mpa se com a maior perfeico toda
- quLliJadc de estofo e tajeadas em pregos ou em
obras, chapeos de feltro cu de palha, tira-se o
mofo das fazendas, e todo o 'rabalho feito por
meiij de aporfic >ado machiDsrr,o.
Phar.acia ceulral
Ra do Imperador n. ;s
Jos Francisco Bittencourt, antigo pharmp.cen
tico da pharmaca francesa ra do Baro da
Victoria u. 25, avisa a seu3 amigos e freguezes,
que se acha na pharmacia cima, onde espera
continuar a merecer a confianza que felizmente
depositaran) ein scus trabalhoa protesaionaes.
Repblica
Pede-se ao Illm. Sr. Dr. engeuheiro do trafego
que teuha a b. nlade Je b^tar um carro de ter-
ci ira visto si r um pouco cara a segunda c'asse.
Esperamos ser atteodidos.
Victoria, IB de Junho de 1887.
A pobreza que anda a p.
Semenies e arrpalo
Compra-se na fabrica Apollo ra do Hospicio
numero 70.
Precisa-se de ama ama para lavar e en-
gornmar em casa de familia : na ra do
Riachuelo n. 13 se dir.
\ma
Preeisa-se de tusa ama boa cosmheira para
casa de puncas pseos* ; na ra larga do Rosa-
rio n. 10, 2- andar.
Gazetilha da vespera
de S. Joo
Nao se extrahindo, corro era esperado, antes do
dia de S. Joo, a lotera da provincia, que devia
servir de base s a-coes cima, resolvemos trans-
ferl-a para a lotera da Parabyba, que se extra-
hir no dia 23 de rnte, vespera de S. Joao.
Convem notnr rae izemos urna tiragem de mais
2,000 exemplares para completar a nnmeraco
equivalente lote:. i da Parahyba.
utrosim. communicamos aos nossos assignau-
te que tica por esse motivo alterado o programma
dos premios.
A accao correspondente 5:000* equivaler a
de 20:000*, a de 1.000* corresponde de 2:000*,
a de 200* com a de 1:000*, as qoatro de 100*
com as quatro de 200J, ns seis de 50* com as
seis primeiras de 100*.
Oiicni nao ciiii rara'/
Em lugar da provincia de Pe-rnarabHCO com
a da Parahyba, de 23 de Junhj do corrente. Re-
c.fe, 21 de Jnuh.i de 1887.
Extra cto de Malta Se Kleper
Preparado
DE
Biitoi'Ciii* \%i:i.i.< oni; & t
CHI.MICOS DE LONDRES
Um podei oso agente digestivo e acimilativo ; um
alimento nutritivo, especialmente adoptado para
os c>:f>rmos c uo; um grande suceedaneo do
ateite de figado de bacalbo.
O Extracto de Malta de Kepler um alimento
perfeito em si mesmo c contem todos os principios
digestivos e nutritivos da cevada, isto phosphm-
tos, maltosa, destrina, albmina e o importante
quanto poderoso acceisorio digestivo chamado
Diastase,pedendo-se assim dizer que cem a n
trodueco do Extracto de Malta, como agente the-
rapeutico, se ha produzic urna revoluco no trac-
tamento de .'ertas ufersaidaJcs da nutricjlo, ope-
rando ecjieealiii.j.te na yspepsia, uieeraco do
estomago, cancres do tstomago, debilidades, con-
vale-seencas de e.ifermidades xgudas, vmitos e
gastro-ententes das criaocas, marasmos, affce;oes
serofulcsas, tuberculosas, etc.
I ni ii di-posilii
34 Roa d Rosario 34
Pharmacia e Drogara
B \RTIIOLOMEU & C. SUCCESSORES
^Aluga-se barato o 1* andar da casa n. 9 ra
lo Hospital Pedro II (lu jar dos Cotlhos) com 5
; quaitos, 3 salas e cosinhs, cuja casa prestase
para numerosa familia ou para estudantes, muito
. fresca, vista magnifica e prexima dos banhos sal-
gados ; a tratar na casa immediata,
Xarope de cambar guaco e M-
samo k Tol
reparado pelo pharmaceutico Jos Francisco
Bittencourt
E' um poderoso preparado para todas ss affec-
;5es dos orgos respiratorios, como eatarrho pul-
monar, asthma, coqueluche, bronchite, p cumo
oa, tsica, etc., etc.
Cela frasco 1000
Deposito na Pharmacia Central, ra do Impera-
dor n. 38. Pernambuco.
Arrendante uto decn-
genho
Arrsnda-se o importanto engeaho Santo Andr,
sito na freguezia de Una, comarca do Kio Formo-
so, quatre Ipgoas de Barreiros, perto de embar-
3ne ; esse engenho, que um ptimo eugenho
'agua, e um des melhores da provincia, alem de
outras vantagens que offerece, recsaamenda-se
pela fertilidade e extensao de suas trras, que tem
eapacidade para' sarejar ir.ais de 4,000 pes, e
pelas suas excedentes obras de pedra e cal, inclu-
sive urna magnifica ca>a de vvenda : quem qui-
zer dirija-se ra do Imperador u. 40, armazem
de mcrcearia.
Na pbaimacia e drogara o A. Caiumby,
apromptam-se quaesquer medicamentos e recei-
tuarios cem todo o asseia, perfeicio, actividade e
modicidade de precos. .'^ ~-
Pegue este
Nao sa realisaado, como se eeperava entes do
dia de S. Jeo, a extraeco da loterie da provin-
cia que devia servir de base para a conferencia
das numeradora desta rifa, resolveu-ae alterar para
a loteria da Parahyba, que se extrahirna quinta-
feira, 23 do corrente, vespera do dia de S. Para isso tes s> urna tiragem de m.s 200) b-
Ihetes, para completar a numeraco.
Foram tarebem augmentadas mais 17 premios.
A tabella que vai em seguida explicar perteita-
mentc a contercucia que devs ser feta de accordo
com a alteraco.
A sorte de 5:000000 corresponde ar premio de
20:GOO3000.
A de 1:000*000 :.o de 2:0 000.
A de 200*000 ao de 1:000*0HO.
As 4 de KO^O.'U :os 4 de ^00*0C0 c m lia a s
2 de 500*000.
As t de 50*000 pasa a ser 12 de 100i 00.
As 11 'iu 30*000 idem ii,m 20 a.- 5(1*000.
4o conimerco
Oabai;o aasignado declara que liqidou o seu
negocio sito ra de S. Joo u. 5, e que ten I <
pagosui'.t c niaa integralmente, julga nada dever
a pessoa ilguma, c convida a qualquer um que se
julgar seu credor a apreaentar suas contas le^al-
mente para serem p.igas na ra Je S. Jote nu-
mero 48. Recite, 21 de Junho de 1887.
Mauoel B-. cerra dos Santos.
Peitoral de cambar
Agentes e depositarios geraes n sta provincia
FRANCISCO M. DA SILVA & C.
No armazem de droga* ra do Mrquez de >
01 inda n. 23.
Pre9os : Frasco 2580, 1,2 Juzia
13000 e duzia 24*000 I
Frnuriwro Juao AltCM
Francisco Joo Alvea Filho, e sui ora agrade-
cem do intimo d'alma a todos os amigos, cornpa-
uheiroa e parentes que acompanbaram os restos
mortaes de seu semprc lembradopai esogro Fran-
cisco Joo Al ves, ao cemitero publico, con^idam
| de novo para aasistir. m a missa, sabbado, 25 do
| corrente na S de Oliod, si timo dia d seu falle-
cimento, declarando desde j oeu intimo ar. le-
; cimento.
Mesli'p (I msica
2 anniTeksrio
Joaquina Freir de .Heu^t j a
Candida de Meneies de Drumm n 1 da Ou iha
suas fhis e g>nros convidara a tolas os parentes
e amigos para aseistircm missa, que mam! im re-
labrar na matriz da Boa Vista, no dia 23 do cor-
rente, d 8 horas da uianh, pelo repouso eterno da
alma de sua estremecida mi e av.
Desde j sgradecem B:nceratn< ne aquel!e?, que
comparecer, m a este acto do ca dale chri t.
^HHHIMaH^HEB^HSDvaBSiBBafl^BaBHsaasds^Bi
!retiline[e>i C i klean tt- de Alba-
qnerqae
Zulmira Cavalcant de Alb;wiuerque Routreau,
Alcebiades C. de Albuquerque (ausciite), PlatSo
C. de Albuquerqie (ausente), Arthitnis> C. de
Albuquerque (ausente), Mara de O. Cava'oate
Guimar s, JoSo Francisco de Mello 'avalcaate,
Francisco P. Boulitrean, Anin o l. nardo de
Meoezes Amoriuo, Mara Alexmdria-t Cavalcante
A.norim, Auna A. '.avalcunte de Albuquerque,
Joo Francisco de .Mello Cavaicaut,-, Joaquim
F'aiicseo de Mello Cavalcante, Aponario Fio-
r ntino de Albuquerqu.; Maranh i i ": !pho
Pessoa, Herculano BauJ ira de Me!I ,;.;fe-
li_l>pe Cavalcante de Albuquerque, Bironezade
Vera Cruz, Anea ('.. Bandeiru de. Mello, irmos,
cunhado, primas o tias de Arcbitnedes Cavalcan-
te de Albuqje.rque, convidam a todos os parentes
e amigos do finado para assistirem aa inissas, que
pelo seu i temo ripous1, min.lam re-ja:- iu lia 23
do Carente, na matriz de Santo Ant -ro, :':a S
horas dn ininh, c dt=de j se eoufeasain summa-
mente agradecidos
Hanot-l Honfalvoa lilbciru
^s empregaoa da secrt h.ria 'la polica mandara
re-sar urna n.i.-.-a n dia "3 do correute, a 7 boras
'< nha, por a'mi
Pessoa bastaute hubiiitada, or' r Ci se para
Jecciopar qualquer sociedad- marcial, dentro ou da manb, na igreja de N. S. da
fora da capital, obngando-se a sahir com a mes- de Mauoel Oancalves Ribeiro, e convidam aos pa-
ma, conform.-o toutrato qu convencional-: quem re,,ts e amigas do finai-, .fim de .ss'stirern a
precisar dinja-se casa do r.rofessor Marcelino esae acto de religiio e cridade.
Cleto, & ra do Jardim n. 19. ^r.^^^sjy.^ .-.y.;..-,; -_ ~yr$gl-
Cosinheira
Sabbado 2& do corrate
AS 11 HORAS
? andar do sobrado roa do Bario
da Victoria n. 32
De bons e novo moieit, espelko oval r jotas.
O agente cima, autoriaado pelo 8r. "teoente
No
Viva S. Joo
N- PREgO 20 RS.
Nao se realisando *omc se esperava antes do da
ds S. rio, a extraeco da loteria da provincia
que devia servir de base para a conferencia das
numeracoes desta rita, resolveu-se alterar para a
lotera da Parahyba que e extrahir na quinta-
fera 23 do eorrente vespera do dia de 8. Joao.
Para isso tirou-se mais 2000 para completar a
aomeraco.
Tambem sugmeutou-se mais 8 premios.
A tabella que vai esi seguida explicar perfei
tameate a conferenia que deve ser feita de accordo
com a alteraco.
20A(mT dC 5:<*' cc;rreiPon(J o premio de
A de 1:000* ao de 2:000*.
A de 00* ao de 1:000*.
Ae 4 de 100* ar>s 4 d^ 200 e fambem acs 2 de
Ae 6 ie 50^ paeaatp a ser bi 12 c 100.
\> 4Roa i Imperalriz-N. i
Fogos e sones
Grande e variado sortimento de fogos nacionses
e eatrsageiros, anim como grande variedade de
hvros de sortea eso ttulos e precos e lindas sortes
propna para presente, e vende-se per menos do
que em entra qualquer parte.
Prec'sa-se de um" coBnheira pera ca;a de pe-
quenr familia, em Olinda, paga se com geoerosi-
dade ; a tratar no Recife, na estaco da ra da
Aurora, ecao oSr Brito bilheteiro, ou em Olinda
com o Sr. Mareolino na estacc do Carmo.
Maduro
Vinho puro da uva sem confeicao, proprio para
mesa, nma especialidade.
Lindos cartes .
com rrarmelada crystalissda e nmendoas confei
cadas, proprics para presente.
Grande sortimento de brasde
vime, codio cejara:
Cestas para cempras.
Balaos para papel.
Faqueiros.
Ccndecas.
Costureias.
Bala'os para roupa soja.
Bercos.
Cadeiras pira bom- m e eriasga.
Tamancos do Porto
para homem e senbora.
Senient's novas
de hortalizas e flores.
Pocas Mendes & C ra estreita do Rosario
n. 9, junto a igreja.
? iDOEnsrg^LS
ESTOMAGO, FIGAOO e INTEST1
VHHO E XAROPE DE JURUBEB
BARTHOLOPJEO & C
PRAU. 1ERNAMBI.-CO
Ualcos preparados de Turabeba apprcvados pela Academia de Mcdic
I recommendados pelos Mdicos contra as Molestias do Estomago, Perda de Appi
ti:e, Digestes difflceis. D-spepsia e telas as Molestias do figado c do Be e
na Diarrhea chronica, na Hydrooesia, etc.
CUIDADO COK A.S FALSIFTCAgESI
IBIQUUiKi Z.am------ i
i riincUco Antonio da Mlva Ca-
valcante
Alaria Rita do Livramento Cavalcante, seus ti-
Ihas, genros e netos, rendendo culto memoria do
seu semprc chorado esposo, pai, sogro e av,
Francisco Antonio da Silva Cavalcante, mandam
celebrar urna missa pelo eterno descanco do mes-
mo^ na igreja da Santa Crus, s 7 horas da ma-
nh de quinta-feira 23 do corrente, trigsimo dia
de to infausto acontecimento, mostrando-se desde
j reconhecidos para com os parentes e amigos
que se dignarem assistr a este acto de candade
thrist.
Declarado
Isabel llenriqueln Inglec de
Nonia
O desembargador Marcos Antonio Rodrigu< 8
de Sousa ausente) e Domingos A. Alves Ribeiro,
sua mulher, .rma e irmos, mandam resar urna
misia na matriz d*. Boa Vista, no dih 23 do cor-
rente, s 7 horas da manb, stimo dia do falle-
cimento de sua presada tilha cunbada e irm.
Agradecem dead j todos os fiis que se digna-
rem assistr a esse acto de caridade regiesa.
A MELHOR PERFUMARA INGLEZA
'PREMIADA COM SETE MEDALUAS
TANGLEWOOD. MATHIOLA, WH1TE-ROSE. OPOPONAX
WHITE HELIOTROPE Ess. BOUQUET,
CRAB-APPLE-BLOSSOMS. o mais novo Perfume.
Esses Perfumes sao os melhores que existi, e sao vendidos
em vidros com tapa patentada.
finest enolish, eau de COLOGNE. a mais refrigerante .-m
vlclros de 2, i c 8 oncas.
agua de florida. Para o baulio, qualidade extra.
OPALINE p de toilette. inocua einvisivcl.
CHERRY tooth paste irasta paraos dente- Conserva <>s e torna-os pcrfeitanionte brancos.
O MELHOR SABO INGLEZ TRANSPARENTE. Sem ser perfumado,
ou com delicioso perfume, em lageas, Ixilas ou pao pam a barba.
O MELHOR SABo INGLEZ. Com allaz.nia ou opala, em pao.
opalina soap. Sabao para a tez o a cor do rosto.
COAL TAR SOAP. Sabao de alcatrao. Carbolic Soap. Saboes
superiores para a toilette. Deliciosamente perfumador, quali-
dade non plus-ultra. Od Brown Windsor. Honey, Eider Flower,
Rose. Glycerina e Amendao. Escovas de dentes afamadas da
Corda.
Todos os artigos ariraa levo a nossa marca de fabrica aqu junta,
e pdem ser procurados casa dos prin-linie-'s negociantes da
America do Sul e da America central, e tambem pelo intermedio-
de qualquer negociante Inglez.
O Catlogo alustrado envia-se gratuitamente quem pedir
Sianie oa raaqcixaor di 2ox<;a,
OOK A TAPA DA OOR0a.
Uio ''^ite pica o Br-.zil:
The CROWN PERFUMERY Gs
177, Neiv-Botu Street, 177 LOXDRE8
F. AI. Brandon no Rio de Janeiro.
PHARMACIA PIMO
E
Declaro que a casa do 8r. Emilio Soares acha-
se exclusiva' ente cargo de sua curadora e que
por modo algnm intervirei as queates que se
euscitarcm, devendo quaesquer reclamscoes serem
apresemtadas mesma curadora ou ao Dr. juiz de
erphoe. Recife, 18 de Juuho de 1887.
A. Ducasble.
osinheira
precisa se : ra de S, Jorge n. 139, 2o andar.
Nao baja duvida
As acedes com o tituloViva S. JoSoIntrana-
ferivel com a cetims loteria da provincia, c qne
do direito a am carneiro, um per e mais premios,
deixam de correr cem a lotera da provincia em
virtude da mesma lotera so correr depois do dia
de S. Joo, ficando porm para correr com a lo-
tera da Parabyba qne se extrae no dia 23 do J
corrente, servindo de base as novas accoes emit- ] rem a ste acto de 'ieUgiie caridad^
tldas para utnbuico dos|preniei.
lott Hara de Aleacar
Mauricia Mara da Conceicao, Jos Mauricio
de Alencar, f andido Mauricio de Alencar, Domin-
gas de Sillos Ferreira de Alencar, Plcrencio
Mauricio de. Alencar, Luis de Drummond e Auna
de Alencar Drumjiond, mulher, filhos, ora e g<-n-
ro de Jos Maris de Alencar, convidam a todos
os parentes e i.migos do finado para assistireui as I rcodieidado' d" precos.
missas qne pelo seu eterno rep uso mandam ce-|
lebrar no dia 22 do corrente mes, no convento de
N. S. do Carmo, pelas 7 horas da manb, 1- an-
iversario de seu infausto passamento, e desde j
ae onfessam summamente agradecidos.
s. pznso 51Ra do Baro da Victoria51
c.
Esta pbarrucia recentemente esUbelecda acba-se em con !i(,'8ea de sntiafazer
coiri promi.iiiio e escrupulosa fidjlidadc as exigencias dos Srs. mdicos e do publico
em geral, oue; enconirar n'ella ara completo c novo sortimento de drogas, roedisa-
mentos, e proo'ue-tos e4ii.nicos, pbar.-naueuticos nacionaes e estrangeir.s, garan'indo-80
endo a meca regedora da irmauiade do loin
Jess dos Afflictos, na igreja de S. Jos de Riba-
Mar, de mandar celebrar urna missa pgr alma de
D. Manoella Gnilbermina de Paiva, esposa do
nosso irmo definidor. Manoel Gomes de Paiva,
trigsimo dia de seu falleemento, quinta-eifra 23
do corrente, pelas 7 horhs ds manh*, convida a
irmandade e a familia da fallecida para assisti-
PHARMACIA CENTRAL
38Km do Imperador38
Tendo paseado por urna completa reforma acba-se montada a satisfazer
promptidSo as indicscoes medicas, tendo para esse tioa medicamentos de primeira
lidade e especialidades pharmacei*' ^os primeiroa fabrieantoa.
com
qua-



!
>
>
f


Diario de Perinunboco-- Quarta-feira 22 de Jouba de 1887
Aluga-se barato
Ba Visconde de Itaparica n. 43, armasen.
Ru Coronel Suasauna n. 141, quarto.
Ra de Santo Amaro n. 14, loja
Boa da Tambia u. 5.
Ra do diablico n. 4, loja.
Trata-ae na a do ommereio n. 5, 1 andar
il^lio de Silva (iuimsries & C.
Aluga-sc
AMAS
urna can Boa sotilo, edificada a moderna, eom
accommodacSo para familia, sitio pequeo, entra
a* duaa estacoaa Jaqueira e Ta marineara.
OITH 4
Urna casa nova em frente do Sr. Thom, propiia
para pequea familia, entre Jaqueira a Taman-
neira ; a tratar na rua Primeiro de Marco o. >,
loja da joias.________________________
Preciaa-aa da duai urna para coainhar ,'e ontra
para larar e engommar : na rua da Uniio nome-
ro!3._____________________________________
"SHA
Precisa-te de urna ama de meia idade e de bons
entornes, para eoaiabar e lavar pora duaa pes-
soaa ; quem pretender dir-ja-ae rua do Apollo
n 43, andar._____________________________
Ama
Preciaa-se de urna ama para cosinhar e enaa*
boar ; a tratar na rua da Ponte Velha n. 16.
Ama
Aluga-se
O grande sitio Tacaruna, no Salgadinho, com baa-
tantes terraa para plantacoeae muitos arvoredes :
Siem pretender dirija-ae fabrica A>oilo, rua do
ospick).
Precisase de urna ansa que saiba eoaiabar ; a
a tratar na rua da Amizada n. 10, Capuog,
Ama
Aluga-se
o armaren, do sobrade n 16 da rua do Bom Je-
ss, freguesas do Kecife, e a casa terreo n. 12,
na trav> sao da rua da Concordia, fregueaia de
Santo Antonio ; a tratar na rua de Marcio Dias
D. 32, loja de mimiesas. ____
Alisa-se
um sitio prximo a estacao do Caldeireiro, com
casa e commodos para grande familia, j-.rdim e
muitcs fructos, agua e eocbeira ; a tratar na rua
do Livi amento n. i2, loja.____________________
Engenho Gulandy
Arrenda se por cinco annoa o engenbo cima
situado na comarca do Uonito, atente e correte.
cem todas as suas perleras, pode safrjax para
eb&s de 1,500 pues, dista da estacao de Catende
leg-.t emeia ; a tratar na rua do Imperador n. 61,
segundo andar. _________
Precisa-se de urna ama para todo servios de
casa de familia : a tratar na rua do Bario da
Victoria n. 7, 2- andar.
Ama
Precisa-se do urna ama para tomar conta de um
menino de 18 rozee, nao mama e no tem mi, s
tem pai ; a tratar di. rua velha de Santa Rita nu-
mero 76.__________^_________________^__
Amas
Prefija-se de dos amas pora servico de quar-
tes e engommar, dormindo em casa ; na Ponte de
UcL ., sit.o de Luis de Moraes Gomes Ferreira,
em frente a estacao.______________^^^^
Cosinheira cscrava
Precisa-se de um cosiohro escravo, para urna
casa de pequea familia ; a tratar no caes da
Companhia n. 2, escripforio.
Capun
ga
Alug^-sc a caBa d rua da Amiaade n. 32, ecm
poucoo cummodoa, e barato, tem quintal grande e
cscimba a tratai na rua vilh. de Santa Rifa u.
14. sobrado, das 8 horas da uianh ao mcio dia,
e das 4 horas as 6 da tarde.
Prepara se comidas
com t&do o asseio e por menos 20 0/0 do que em
ontra qualqiur parte ; no pateo de S Pedio n. 6,
primeiro andar.
Precita se de um criado escravo, pora urna taa
de pequea familia ; a tratar no caes da C'ompa-
nhiu n. 2, escriptorn.
A. quem interessar
possa
Prev:ne-Ee a quem se julgar credor de Francis-
co do Souxa Du'irte por qualquer titulo, para que
no praso de 30 dias, a contar da data ueste, apr-
sente suas contaa rua da Unio n. 54, para
serem cenferidas. Becife, 11 de Junho de 1887f
Antonio S. Duarte Ferreira.


LIXIR&VINH0
TROUETTE-PERRET
de PAPAINA (Pepsina vegetal)
sSo os mais poderosos digestivos conhecidos at agora, para combater as
AFFECgES DO ESTOMAGO: GASTRITES, GASTRALGIAS
- DIARREAS, VMITOS, PFSO NO ESTOMAGO, MA DIGESTO. ETC., ETC.
UM CLICE LOGO DEPOIS DA COMIDA BASTA I'ARA CURAR OS CASOS MAIS REBELDES
A venda as principaes Pharmacias e Drogaras.
Venda em grosso em Pars :TROUETTE-PERET, boulecurd Vvliaire, id
tare se exigir o Sello U Ull'AO sos FABRICAJTES sobre os Frascos para evitar as Falslic3cr>M.
Depsitos em Pemamtuco : FRAN* M. da silva e c- e as principaes pharmacias.
CllA^A^AAAA/MVMVV LOTERA DO CEARA
15:000^000
BXTRACgii INSTRkNSFBRIVEL DO 12; SORTfilO DA 3." LOTERA
tjaarta-feira, %l 4o crrante
Os billietes tiesta acreditada lotera
acham-se venda as seguintes casas: Roda
da Fortuna, rua Larga do liosario n. 36;
Casa da Fortuna, rua Primeiro de Marco
n. 23; Casa Feliz, praca da Independencia
ns. 37 e 39.
Tetegraiuma e lisia do dia da extneelo
Licenciado pela Inspectora Oeral de Rygine do Imperio do Braxt
Dores do Estomago, I>yspepsia8,
Anemia, Febres, etc.
Medalhaa
de 16,600 fr ^**^^ WJT de ou'i0
i em LAROCHE PnarmaceuticcHE^^ PARS, VIENNE NICE etc.
: O Ouina-Laroche nao i um qualquer preparado, portm resultado ae trabalbosqm
grangearo w su wtor turnis altas recompensas do Estado. O mesmo ter,uytno*>
Futa. 2* fc i*, twm DrML Pbunuela*.
Lotera da Provincia
Ser breve aununciado <> dia da extraerlo
a V lotera em beneficio da matriz da Boa Boa
Vista do Rceife, no consistorio da igreja de N
S. da Conccif o dos Militares, onde se achara
e expostas asnrnas easespheras arrumadas
en? ordem numrica a apreciafo do publico.
mwwmmmmMmmfitmmmmfifimimmffiMifiMffim
POS DE ARROZ SIMN
3abonete reme Sirxion.
prr .arados com glycerina, para a toilette diaria, contra
as influencias perniciosas da atmosphera e para dar ao
rostro : Frescura, Mocidade e Macieza.
FRUSTRL AS NUMEROSAS IMITAfOlS.
J. SIMN, 36, Ru de Provence, PARS
I PRINCIPAES PHARIACIAS, PERFUMERAS ET LOJAS DE CABALLEREIROS. _-
Massa para bolos
O que ha de melhor neste genero; veadem Bra-
ga Gumei mero 60.
ndame I ireiuon ou a Chave
do futuro
Este engranado e espirituoso hvro de sortea
para os tres festivos dias de Santo Antonio, S.
joao e 8. Pedro, veide_se na Livraria Parisiense
rua do Imperador n. 75.
Por 200 rs. encontraro os que se quiserem di-
vertir um livro para dar boas gargalbadas.
E bniato, em Olinda
Passsgens em carros para Iguaraw, Goyanna,
Itamb e Pelras de Fogo, na provincia da Para-
byba, nos dias de sabbado ; e em ootro qualquer
dia ou noite a quem fretar ; nos imbbadoa segae
o carro o aais tardar a* 5 heraa da tarde, na co-
cheira da rua de S. Sebastiio n. s-A, lio Vara-
douro. junta a loja dos Srs. italianos Francisco
Kigro & C. ; serao bem servidos os passageiros e
tem commodos para peinoitarem ou guardaren as
suas bagagens como segurauca. Olinda, 14 de
Junho de 1887.
Jos Goncalves de Andrade.
Fabrico de assucar
Apparelhcb econmicos para o cozimen
te e cura. Proprio para engenhos peque-
nos, sendo mdico em preeo e ef
fectlro em operacio.
Pdese ajuntar aos engenhos existentes
do systema velho, melhorando muito a
qualidade do assucar e augmentando a
quantidade.
OPERA^AO MUITO SIMPLES
Uzinas grandes ou engenhos centraes,
ma^hinismo ap^rfeicoado, systema moder-
no. Plantas completas ou machinismo
separado.
EspecificacSss e informarles com
Browns C
5-RUA DO OOMMERCIO-5
Tinta pela
IN ALTERAVEL
' ohhi \ir tl'IVI \
PHARMACIA CENTRA l}
38 Rua do Imperador 38
IVrnainhuro
%
'
Serve para cscripturacao mercantil e d tres ou
quatro copia3 de umavz
Garante-se a chave
Liquida-ee o resto de calvados e brinquedos da
loja n. 16 da rua do Baro da Victoria, e garan-
te-se a chave a quem c-nnprar os fiteiros.
triado
Precisa-se de um criado : a tratar na rua do
Paysand n. 19. Paasagern da Magdalena.
Perdeu-se
urna pulseira de ouro com eadeado, presume-se
ter sido ao saltar do bnnd da Magdalena, na rua
do Imperador, ou d'abi at o mercado de S. Jos ;
gratifica-se a quem a tiver achado e leval-a rua
do Imperador n. 83, 1 andar.
Telegramiua
O Sr. M. T. de A. S. venha dar cumprimento
eua palavra na rn i do Imperador n. 55, do con
trario o publico ver seu nome por extenso nos
ornaes desta cidade, e a razao por que.
Canclla
Compra-se em grande ou pequea por;jj; na
ua larga do Rosario n. 31.
o publico
auaixo assignado declara ao Illm. Sr. Dr.
juiz e. dire't da comarca de Olinda e ao publico
que contina a asaigaar se Jacintho Dicnizio Go-
mes do Reg e nao Jaciutho Gomes do Reg, como
ii qualiearam jurado. Olinda, 18 de Junho de
187.

%

9* vi S
5" gf- zr'
S a.
9 C

Z
i ^
5C S
VENDAS
Vcnde-se
na Camb* do Carmo n. 10, especial massa para
b lo. ecea emolhada.
WHISKI
ROYAL BLEND marca V1ADO
Sste excellente Whisky Escasees erivi
so cognac ou agurdenle de canoa, para fortifica
> corpo.
Vende-se a retalho nos h> Iheres armasen
oolbados.
Pede ROYAL BLEND marca VIADOcujon.
oe e emblema sao registrados para todo o Bras)
BBOWN8 & C, agentes
Cabriolets
Vende-se dona cabriolets, sendo usa dwoobert.
e antro coberto, em perfeito estado, para, oro ou
ous cavallos; tratar 4 rua Duque de Ca m
n.47___________________ __________
Grande sorlimeiilo
itg
DE
os e sorles
s.
araos festejos das noites de Sioto Antonio,
Jone e S. P<"lro.
Ultima noviflafle
Vende-se por preeos muito rasoaveia e fax-se
grande dierenc* em poreo.
i.itiiniio im. A. da victoria 61
Loja do Souza
Livramento & C.
vendem cimento port'and, marca Robins, de 1*
qualidade ; no caes do Apollo n. 45.
Terreno
Vende-se nm terreno confronte a estacao do
Principe, estrada de Joo de Batros, com 90 pal-
mos de frente e bastantes fundos, e com alicorees
para 3 casas; tratar na rua d'Apollo n. 30, pri-
eiro andar.
Leitnra para senhoras
Broches nikelados e doarados a 2JO0O.
B-initas graropos dourados a 500 ris o maco.
Esplendido sortimento de gales de vidrilho.
Grande variedade de leques de setim, a 45IK 0.
Frisadores americanos para cabello a 3003 o
maco.
Setas de pbantasia para cabello.
Bonita collec^So de plisss a 400 ri'.
Brincos, imitacao de brilbante, a 500 ris.
Aventaes bordados para enancas a 2000.
Chapeos de fustao e setim para criancae.
Sapatos de meriu e setim dem, idem.
Metas brancas e de cores, fio de Escocia.
Pomada de vaselina de diversas quar. Jades.
Sabcnetes fiaos de vaselina e alface.
Extractos finos de Pinaud, Guerlain e Lubin.
Lindas bolsas de couro e velludo.
Ficbs de 13 para senhora a 18<)0.
Sapatee de casemira preta a 24000.
Tesouras para costura, de 400 ris a 3000.
Pacotea de p de arroz a 300 ris.
Fitas de todas as qualidades o cores.
Immensa variedade de boto-.-s de pbantasia.
E milhares de objectos propnos para tornar urna
senhora elegante, e muitos outros indispensaveis
para uso das familias, tudo por preeos admiravel-
mente mdicos.
Na Graciosa
RUA DO CRESPO N. 7
_________Pilarte A C._________
Sobrado a vender-se
Vende-se o sobrado n. 87 rua da Aurora, em
frente a ponte de Santa Isabel ; quem pretender,
pode entender-se com o corrector Pedro Jos Pin
to, na praca do Commereio.
Peciiiiichas!!!
SSo as seguintes que ss liquidam na anti-
g.i casa
CARNEIRO DA CU-'HA
CACHEMIR \S au>manas, lindas fa-
zendas para vestidos a 400 e480o covado.
MERINO'S de cores liudissimas, duas
larguras a 800.
FUSTi'.S brancos e de cor?s a 240,
320 e 400 rs.
ETAMI^ES co-n palmas de seda a
800 e 900 rs,
SETIN maco de todas as cores a
800 ( J000,
CRETONES tinos a 240, 320 e 3G0 ti.
Ex diente eaeolba.
FAILES modernos a 400 e 44" rs.
PANNOS para mesa, novos desenhos, a
10200, 40400 c 10800 o covado.
SARGELINS diagonal, todas as cores,
a 240 rs.
BRAMANTES de 4 larguras a 90 0
10200 o metro.
DEM de linho puro, 4 largura?, 2*000.
BORDADOS de cambraia a lOOO a
peja.
MADAPOLES pelle de ovo e ameri-
canos a 60200 e 605CO.
ESGUIES para oasaquinhos, 12 jardas
40000 e 40500.
CASEMIRAS para roupas de enancas
a 800 rs. o covado.
DEM diagoual e de cores, 2 larguras,
a 20 e 20500.
CORTES de fustao para coletes a 10 e
10800.
DEM de casemira a 20500 e 30000.
CAMISAS iDglezas a 360000 a duzia.
GUARDAN A POS de linho a 30000
a duzia.
LENCOS de setinctas, finos, a 20oOO
a duzia.
MEIAS eruas para homen3 a 20500, 45500
e 60000 a duzia
CEROULAS bordadas a 120 o 180000
a duzia
CROCHETS, gurnicSo para cadeiraa e
sof 85000
GRINALD.\S o v-js para noivas a 90
e 120000.
CAMISAS para senhoras a 360 e 480
a duzia,
Sortimento completo de todas X3 fazen-
das proprias para uso domestico.
D3o amostras.
As rendas em grosso tem o descont da
PraSa>
4(J Rua Duque de O Casias -59
Vende-se
massa para bolo a 600 rs. o kilo ; na rua do Bom
Jess das Crionlas, Uverua do ('.rus n. 21.______
Espada
Vende-se urna importante espada para official
de guarda nacional ; na iua do Mrquez da n. 19;__________________________________.
Assucar refinado
Vende se na refinaria da rua do Coronel Suas-
suua n. 7, em arrobas por preco commodo, e em
kilos, 1' sorte a 240 rs, 2' 200 rs. e 31 160 rs.
Tcleqhiine348.______________
Panorama de Lisboa
Em .640
Vende-se na Livraria Economice roa do
Crespo, e na lytbographia de Manoel Joaquim de
Miranda rua Duque de Caxias.
Precs-2000.
CONTRA
Iijlu".;; GippSk Bronohitss,
fcrltacSesdoPeito...XAROPEeaPASTA k=.~ ,
de N AF .le DELANGRENIER sin de nmaeE acia oorta I
e Teriflcada por Uembroi da keuiam* de Ue "dclna da Franca. I
Sem Opto. Uorphina nem Codena J-oe feai receto ai
iihsisi arfectadaa de Toase on Coqueluche.
PARS, rua VivieHHe, *
TODAS AS PHAAk
DO MDHDO.
OPPREpO
uiasuiT-pSliai
ASTHMA
7EVRALGIIT
CURA
Tti* CKOlsS Uflt
j*jsplra.-e a f!im".> (jue penetra no peito acalma o kymptoma nfxyss*.facillU
a xpector&caO Srortsa as fuaccoss dos orgads respiratorios.
H csm ISSSSSH esa caas> S. ssMHC i 4), iu l.l.ssf. esa PsjtJ
SAUDE PARA TODOS.
PILULAS HOLLOWAY
As PHulu purlflcb o Singue, corrgem todas as dessrdems de Estomago fe
dos ntettiim.
Fcrtalecem a saude das constitucoes delicadas, e sao peculiares ao sexo feminino em todas as edades. Para os meninos assim como tamben para as
pessoas de idade armicsda a sua efficacia e incontestavei
Ettas medicinas sao preparadas sement no Kstabelecimento do Profesor HollowaVV
78, NEW OXFORD STREET (antes 583, Oxtted SUreet), LOHDKSS,
E vendemse em t^das a> pnarmacia* do universo.
ft/Q compradores sao convidados respeiiosamente a examinar o rtulos de cada caixa e Pote se nSo tetra
direcsao, 533, Oxford Street, sao falsincaCMfc.

20:0008000
NAO HA SERIES
LOTERA DA PARAIIVBt
T
!ir,A
iejosila 11 Banco le Brasil c r\ He seas premios
ExliLccao no dia 23 do correle
PLANO
1 premio
1
1 I
2
4
12 o
20 u
. 5006
. 200;)
. 100$
. 50o
2 approximajjs pura os
nmeros anteriores c
posteriores ao 1." pre-
mio 12-")
TEUDEM-S
20:OUO;>000
2:000*000
1:0000000
1:0000.....>
8000
1:2005000
1:0000000
2 'litas idem, dem ao 2."
premio 1005 2000000
2 ditas idem, idern ao B."
premio .4(0 800000
',".) premios para a centena
em que sabir o primeiro
premio 55 1:485000*
99 ditos para a idem do
segundo premio 100 9905000
999 ditos para o liual d.i
ultima lettra em que sa-
bir o o primeiro premio 50 4:9950000
r.SS SEGUIUIES:
2500000
VAS t
Jos Joaquim da Costa L-ite, rua do Barao da Victoria n. 40
Lopes Alheiro, rua Larga do Rosario n. 36 j Martius Fiuza & C, rua
Marco n. 23 ; Joaqui n Pires da Silva, rua do Cabug n. 16 ; Antonio .
Santos Porto, prac i da Independencia ns. .'17 e /i'.'.
; B-rnardino
Primeiro de
Augusto dos
VERDADEIRO
:lixlr o'
LLi
Tnico Anti-Catarrhal v Anti-Iiilioso
Preparado por PAUL GAGE, ittaraiaceiitico ae !dasse. demor emj
mOLESTItS
00 FIGAD0
DIGESTES
difficeis
Hr-UmAJISmt
G0T7A
orneo paoPRrETABio de este medicamento
fiElS. 9, ru de GreoeKe- S-hl iohi ? AtM
M de trsaenti anros : nuccsso iem rrovade aeffi:ac:i
iuco:ileuvel i'j Elixir de Gu:lhe este me.ln amento o ni.!*
econmico e o mus i ommodo jar^ ser empref ailo qaer como Por-
gante ou Depurativo.
/"*>-oii/lar mu fatutfarSes
bigir o imuis Elixir e Goillie re t Ir Paul 6AGE
''oda garrafa dfpc $er accom pon hada com o
TRATADO SOBIIK A OBIOBH DO (-.AKRHO [PXTDITA]
SipwlUrin ta Pmmbtteo Fr" M.ia SflV Ir D\ I
FEBRES
CONTAGIOSAS
Fluxes
00 PEITO
MOLESTIAS
das fulheres
e das Mangas
****
cada una icira de uiua tor lirciei
So PARZZ, Pbarmacla LEOT
Dfpsitos un teias as irincipaes Pharmaclai
60:000^000
Em beneficio da Instrucc^ h\m da provincia
Esta lotera e dividida em partes
Exlracfoda i" parle da V lotera
Sexta feira 1 \ do corrente
Bilhetes venda na Casa Feliz praca da
Independencia ns. 36 e 37; Casa da Fortuna,
rua 1. de Marco n. 23; Roda da Fortuna, rua
Larga do Eosario n 36.
VINHO e GRAGEAS do VIVIEN
Extracto natural de Figado de Sacalhao
PREMIADO COI MEDALHAS DE OURO E RRATA
isela. Academia Nacional
Ordenados nos Hospitaes de Franca, America, Inglaterra. Russia, etc., etc.
administrar so* forma mu facile agrada v>- lodos os elemcnlos curaliTos do oleo CTltanrlo
sabor nauseosos d'cslc: alom d'isso esta preciosa preparacao lem urna
assm o cheiro
aurjeriorldade ineonleslavel sobre o Ol/n porque pode ser usada durar.le os grandes ratores
cni MiiaiilD o uso daquelle (: impossivel. tal e o eminente servico prestado pelo Doutor
vxviei: a experienoia tem corjfirmad o bom xito d'este producto
Exigir a firma do inventor B. viviBif em duas cores ao redor do gargalo de cada
garrafa com j sello ua L'nl.> dos Fabricantes.
PARS SO, Roulrvnrit lie Straabourg, SO PARS
Em casa de todos os Perfumistas e Cabelleireiros
da Franca e do Extrangeirc
13 A T5TPS C3 T?,ii ^
^rji dt ::it Arroz especial
PRBPARADO COM BISMLTHO
Por OH. S"A1T, Perfumista
FABIS, 9, ^a de la. Faiac, 9. PABIS



8
Diario de Pcrnambaco(tuarta-feira 22 (Je Junho de 1857


ASSEMBLEA GERAL
C liRtDOS BPIIADOS
DISCURSO PRONUNDIADO NA SES-
SAO DE 27 DE MAIO DE 1887
ADMINISTRADO LOCAL. REORGANISA DAS CMARAS MUNICIPAES
(Conclusao)
Nao me pareceui procedontes as csu-
ras dirigidas ao projecto pilos nobres de-
putados qua se lbo tm oppo^to ; s;po
dem proceder i.lguinaB, feitas sobro m po-
de ordeui seeunlaria, sle iut ira-
%gse difficil problema ; mas estes exemploa
nao podera ser imitados, no n transplanta-
das essas instituigSas, por que reBultam das
condigSea espeeaea daquellea paizes, e do
espirito nacional, n -los desenvolvido, qua
Ibes permite o gozo de tao ampias liber-
dades.
O Brazil nao pide aspirar realizado
desse idealismo ; ncm elle produziria entre
nos os mesmos b n'etco3 resultados, o an
tes, pelo contrario, anarchisaria a marcha
do Estado.
O projecto, qua ora se disjute, organi-
sando a parocbii como corporeg) adrai
uutrativa e coustituiudo a basa da organi-
tos carJeaes do seu m echaiiisiro. Espiro
poder provar o que acabo Je dizer, respon-
dendo aos discursos dos nobres deputados.
Fal-o-hei de modo perFuncturio, porque nao
de'jo demorarme na triuuua.
Nao preciso encarecer a importancia do
assujipto quo ora so debato: o municipio
a eelluU elementar dos gian los e< rpos
polticos, e a liberdade municipal o gor-
men do systecua representativo a Ja lber-
da io constitucional.
Para a organisago da \ ida social, con-
correm varios factores o individula fa-
mi:.i, a parocnie, o municipio, a provincia,
o Estado. Todos sao los de urna so ca-
de : vipprimir um d-lles quebrar os la-
de solidariedade que prendein o indi-
viduo sociedade, destruir aeu-rgia das
forga.< soeiaes.
individuo tem a sua autonomia na es-
phera lo direito, mas essa liberdade indi-
vidual sentimento paramento egosta. E'
iga mente o egosmo, posto que j sob a
sigues ae oraoiu seeunlaria
mente injustas as que se ro rem aos pon j aimoistrativa do Iuperio, o ao mis-
ino lempo re.Tganisando as cmaras mu-
nicipaea sobre principios mais autnomos,
abre nova era s nossas municipalidades,
e, emenlado em um ou outro ponto, alar
g*r por corto os horiaontes da vida muni
cipal o facilitar ao cidado iutorvir mais
positivamente na direegilo dos negocios lo
caes.
Os municipios n3o se pren lem no Bra
sil a largas tradigo\'3; no tiverara a ra-
zio politiza d) muuiopio romano, usm
a orgem historia das co.nrauna3 da ida-
de media- Foram simplesmento o resul
tadu de deeretagoes do pjder competente
na forma das leis da raetropole.
O Sr. RitisDona : Foram constituidos
como todos os da metrop;le portugueza.
O Sr. Cunha Leitao : -E' exactamente
o que eu estou dizendo.
Eotretanto, alguns muuieipio3, e nilo
pouos,
tivoram origen differente ; nao
emaoaram smplesmonte de um acto admi
, nistrativo J03 poderes pblicos ; naseerara
forma collectiva, o que prepondera nata-1 pei0 caforgo da iniciativa particular. Co-
Smente na paroebia a no municipio j ra0 a8 pr ntya3 muni palidades portugue-
.tase o alarga so aquella sentimento za8j nem sempro t'oram clles o effeito de
de solidariedade, ooraegando a converter ordeD8 da au(0rdade central.
efi interesse ger. 1 o interesse p.ricul.r. A agglomeragao de familias era um pon-
E' este o embrido das icstituicoes soeiaes. t0 j0 territorio, as riquezas naturaes abi
E' ua parochia c no municipio que se en- Jescobertas, a fertilidad* do solo ou quaes-
centram os lagos que mais preniem o no- qUer outros attractiros que para ahi faziam
mea sociedade o conchsgo da farai- CDnvergil-as ; o desanvolvimento gradual
lia, as alegras da infancia, as recordagSes ja papulaySo nessa localidade ; 03 perigos
ininice e da mocidade; na paroebia resultantes dos ataqu?s dos indigin is; a
o no municipio que o bomem sent pola n3C233Jdade de garantir a ordem interna^;
primeira. vez bater o seo coragao por um 1 a coavcnieneia do reciproco ap >io para a
oentimeuto mais elevado do que o egosmo appljCacao da actividade ao trabalho ; tu
individual, c comprebende a .xistencia de j0 emfi,n qUanto caracterisa urna socieda-
uma patria ouju centro para ello aquelle ;je qU3 sa organisa, despertava uesse nu
cleo nascente o desjo de urna admuistra-
ciao local. Forte pela energa do proprio
e
torrSo que lhe servio de bergo.
O municipio 6, portanto, nao smente,
na phrase de Tocquevill'', a escola da li- carcter, essa p>pula5.ao ile3prendia-3e do
berdade onde os povos aprendem a ser li- municipio a que devia obediencia, procla-
vros, mas tambem por p.ssion dizer, a mava a sua cmaocipagao administrativa,
pequea patria onde primeiro brota a idea, eonstituia-se em municipio e levantava no
o sentiuiento e o ainur da grande patria ,ue0 j4 piaya 0 pelourinho que era entilo
qae a nayao. (Muito bem). symbolo da independencia municipal.
Assim como ao individuo garantida. Estes factos, porm, erara e deviam ser
na= relagSes soeiaes, toda a liberdade a a exjopga.
u ponto onde confina com a liberdade de Q gr> Ratisbona:Foram regulados des-
outro individuo, firmando se assim o limite je qUe apresentavam condiyGes do exs-
do direito j do mesmo mo lo dever se-hia toncia.
tranquear, tanto quanto fosse possivel, a q Sr. Cunha Leitao : -Nem sempre ;
autonoma das parochias en relagao ao alguns dos municipios constituidos pela
municipio, a dos municipios em relagSo energ4 das populares, n3o obtivera n ae-
provincia, e a das provincias em relajo ao t0 eXpresso de conrirmayao, foram confir-
Estado. mados por tcito onsentimento.
Este desidertum assume, porm, as x r.egra Jizia tu, era a creajao dos rau-
propor^es de urna utopia; o mais das ve- ni^pios por actos do poder central,
zes cedo espago a considerayC^s de outra Apezar, entretanto, dtsta molesta ori-
ordem, e conveniencias mais elevadas do gem, as municipalidades brasileiras escre-
Estado exig.em a intervengao deste, j para vera.Tj paginas brilhantes nos fastos da nos-
restringir aquella liberdade, j para insti 8a historia. Longo seria enumerad as.
luir a tutela govornainenUl sobre as insti- j' assim que", sem pretender canjar a
tuiyes locaes. attenyo des nobres diputados com a escu-
Eotretanto, o typo do qual se devem sada narrativa de acontecimentos por tolos
:>pproximar us leis, e para o qual deve ca- 1 etnhecidos, rememorarei apenas que as
minhar a huraanidade as evolugSes do seu j muni ipaliiade encheram de luz os tres se-
progra sivo desenvolvincnto, o da liber- culos do periodo colonial e a aurora da
dade das instituicoe3 loaaes, sem a qual o nossa independencia pelitica.
rgimen parlamentar apenas ple dar urna [ D^pois da pro.Uwac.To da indapendan-
.pparencia de liberdade polica. Essa seria,, cia do Imperio, as camaraa municipaes nSo
na phrase de Shelling, o mais bello ideal tiveram mais a importancia de que tinham
da vida publica. gozado na >ooa 0 selt nooernment da Inglaterra, princi-, deram arrogarse attr:buic3e3 polticas; e,
plmente em relagao s parochias e com- reduzdas a corporales puramente admi
aunas ruraes, e as townships dos Estados nistrativas, como por sua ndole e nature-
L'nidos, que sao pequeas repblicas den- za n3o podem deixar de ser, perderam o
tro da UniJo, resolveram de algum modo prestigio e a inflnn Je outros teropos
Era issp o rosul'alo da nova ordem de
cousas ferea la pala nossa emancipajSo e
pelo estbele draento do rgimen constitu-
cional representativo.
A le de 1 de Outubro de 1828, qua
orge.nisou as municipalidades e accommodou-
as aos principios fuadamentaes consagra-
dos na nossa ConstituicSo, foi iaiubitavel-
mente, para o seu tempt), urna lei do gran-
de alcance social ; aiaJa boje se recouhe
ca a sabedoria que a inspirou e quanto
ella satisfazla s aspirogoos democrticas
d.iquvlla poca.
Pi ivando as cmaras das attribuiyScs
judiciarias que as ordenares lhe3 confe-
riam, dando Ibes origem puramente demo-
crtica, toinando-as eleitas pelo voto direc-
to da nayito manifestado por suffragio
qaasi universal, e r-vestiodo de todo o va-
lor o Buffragio popular independente de
qualquer confirmadlo, a lai do Io do Ou-
tubro foi, e ainda hoje no fim de mais
do incio sceulo, Urna lei sabia o liberal.
O acto addicional, sem ter sido esse o
intuito do seus legisladores, ha opposto s
rio embarayo ao desenvolvirnonto da vida
muuieipal; nullificou de algum modo as
municipalidades ; e pretendendo inaugurar,
a exemplo da Blgica, um systema de des-
ee 'tralisacio administrativa em favor das
provinci is, desprestigiou 03 municipios tor-
nando-os dependentes das assemblas pro-
vinciaes. Por amor liberdade municipal,
preciso interpretar o acto audicimal de
1834, de modo a nao ficarem a3 cambras
rjunieipaes comoletamonte es3ravisadas -
qti'llis assemblas. Sou dos que enten-
dein que, apezar das peas dessa reforica
constitucional, podo-se .nuito fazer em prol
do desenvolvimiento e do progresso dasnos-
s is instituiyoes municipaes.
A lei do Io de Outubro do 1828 tem de-
feitos, como nao poderia doixar de os ter.
Quasi GO annos hao passado sobre ella ; e
ilitfijil depois de rneio aculo, nao estar
una lei orgnica, por mais sabia e raadi-
tada, e3'ranha ao movimento de ideas ope-
rado nesse longo ciclo. Locko diz que ne-
nhuma lei orgnica pode perdurar mais
Je 50 annos sam ficar atrasada. A neces
sidade de sua reforma tamb.em geralmen-
te reconheeida ; todos a reclamara ; de
ha muito empenham-so em levalaa effeito
ambos os partidos.
Os defeitos da lei de 1- de Outubro sao
conheci los o apontados por quantos tm es
tudado o assumpto; os principaes sao a
excessiva dependencia para os actos mais
insignificantes da administradlo local, a
exiguidado da renda municipal ea falta da
patrimonio, a nao diserirainasao das attri
bui<;3es puramente municipaes e a confusao
das faculdades deliberativas com as execu-
tivas. Estes dafeitos tm por certo impedi-
do o natural desenvolvimento e progresso
do elemento municipal entre nos ; mas, a
meu ver, as causas principaes da decaden-
cia das municipalidades esto fura daquella
lei, e sao a indifferenca com que, em al-
guns municipios, o especialmente no da ca-
pital do Imperio, os cidadaos mais aptos
abandonam os ioteresses municipaes e re-
cusam-se a pleitear as eleieoes e fazer par-
te das respectivas cmara* ; o, principal
menta as municipalidades do iotirior, a
tendencia muito accentuada das cmaras
municipaes da se toraarem corporayoes po-
lticas, e procurarem por todos os meios
ntervir Da direceao poltica dos municipios
e das provincias.
Estes e aquelles vicios so as causas do
definhamento das instituiyoes municipaes-
A todos elles deve applicar as suas vistas
o legislador. Alguns desses males foram
attendidos pelo projecto; outros nao o fo-
ram, nem poderiam ter sido por este pro-
jecto nem por uenhum outro, porque sao
males que s piderao 6mcontrar remedio
na aeyao lenta do tempo e no aperfeijoa-
nento da educarlo politica do povo.
Antes de entrar na iadagayo do meca-
nismo do projecto e dos pontos epitaes so-
bre os quaes ella assenta, permitta-ma V.
Exc, Sr. presideute, apreciar as censuras
feitaa ao projecto pelos nobras deputados
F0LHET1M
JSLARONZA
POR
dictado por um sentimento que todo o ca-
valheiro ieve respeitar o amor.
O cunselheiro qus cstava direita da
hesp-,nhola, estreme ;ei ao ouvir essas pa
lavraa.
Sa Carmen tivesse visto a cbanma qu^
suas pupl as despediram, teria comprelun
dido que a revelajSo eita por* L^\ris Jubb
o sentimento de
odio. E se tivosse reconhecdo esse ha-
JACQUES DI FLOT F. PEDUO MAEL mem, teria compreheulido que esse odio
era mortal.
- Sim, gentlemm, respectaremos esse
amor. Os senhores tinham condemnado o
meu competidor ; mas bao de perdoal-o,
hilo de deixal-o viver. Eu mesmo interce-
do por elle, por que a sua vida necessa-
I ria felicidade da seuhora.
Carmen pensen qae Jubb mofara:
Os seus tenantes porque s5o seus
tenentes, nao s3o 7 sabem o que vale o
C t B T A PARTE
PE RSEC i i<; lo
(Continuativo do n. 140^
III
perdao que o ser.ho: concede. Sao mais
; proprios para ominan Jar o roubo e o as-
Deslumbrada, a hespanhola entrou ma- 3assinato do que para servir de conselhei-
ro3 em as3ii-nptos d:.ta ordem. Nao Ibes
faco a honra de suppl-03 capazes de des-
chinalmente. Mas ella cstava habituada a
essas sorprezss.
Sempra a mesma ea3cena;lo, sir L--
' is Jubb. Segundo mo dizia anda ba
pouco, nao devenios ser os unios a .lores-
Parece qae quer reunir um conselln.
que me preeederara, o especialmente pelo
nobre deputado pelo 20 districto de Minas,
que com tanto brilhantismo oceupou a tri-
buna na ultima sessSo.
Creio poder resurfeir todas as censuras
em tres grupos- aecusam os cobres dipu-
tados o projeeto de ser atrazado, de ser
complicadissimo e por isso inexaquivel, e
finalmanta da ser inconstitucional.
Apreciarei cada urna dellas de per ai.
Kute-ndera os nobres deputados que o
pr jecto atrazado porquo nilo acompanh i
as i !as do progr.-sso e da civilisaySo mo-
derna ; e nao satisfaz as aspirado ;s da
nossa sociedade.
Mis, seuborea, como podo dizer-se atra-
zado um prometo que 3e inspira na lijao
dos povos mais adiantalos da Europa ?
um projecto que procura accIimaUr ntre-
nos principios e instituiyrJea at hoje nilo
postos em pratica e que em outros paizes
tem dado o rnelhor resultado?
Longo fra especificar s tpicos do pro-
jacto aos quaes me retiro. E' assim, por
exemplo, que o projocto imitando a legis-
laco ingleza e as idis predominantes n-
Blgica, nos Estados-Uuidos e cm outros
paizes, estabelece a parochia eomobase da
organisaylo administrativa do Imperio. E'
assim que alarga a autonoma das munici-
palidades, estatuindo os casos em que el-
las podem ter urna resoluyao propria. E'
assim que, iniciando a assombla munici-
pal, procura, imitadlo dos povos mais
adiantados, interessar os cidadaos nos ne-
gocios da sua localidade. E' assim, final-
melte, qu^ separando as funches executi-
vas das deliberativas, realiza um preceito
reeoinmenJado pela sciencia moderna e
adoptado em todas as organisagoes munici-
paes.
Ora, um projecto que por este modo rom
pe com o systoraa at hoje em vigor para
approximar-nos das legislarles mais aper-
feioadas, pode ser tido como atrazado ?
Quaes s3o as aspirayoes da sociedade
brazleira que o projecto deixa do satisfa-
zer? Nio foram opontada3.
Eu poderia ainda responder aos nobres
deputados, repetinlo a observadlo foita
pelo nobre deputado pelo IIo districto do
Rio do Janeiro, meu Ilustre collega le de-
putagao. O nobre deputado a quem me re-
tiro, e que tambem oppoo-se ao projecto,
julga-o adiantado de mais, muito alm da3
exigencias da nossa sociedade, e ulo po-
dendo ser posto am pratica senao daqui a
muitos annos. E' urna opiniMo autorisada
e insuspeitapor ser de adversario do pro-
jecto. E' um3 opinio autorisada e in-
suspeiti pos ser de adversario do projecto.
Eis o projecto combatido por un3 como
atrazad3simo, por outros como muito adi-
antado ; a vordade nao est era nenhum
dos dous extremos.
O principal argumento invocado para
provar o atrazo das ideas do projecto a
circumstancia de ter elle sido apresentado
em 1S69, ha 18 annos. Este facto, entre-
tanto, smente pode comprovar, quando
muito, ter sido elle adiantadissimo para a
poca da sua aprasentacao ; sendo este tai-
vez o motivo pelo qu 1 deixiu do ter du-
rante esso tempo o andamento, que a ca
mar dos deputa lo lhe est dando.
Censurarara os nobres deputados o pro-
jecto como complicadissimo e por is3o n-
exequivel.
Onde est, porem, essa oomplicacao que
tanto perturbou os espiritos dos nobres de-
putados a ponto de declararen nao lhes
ser possivel comprehender o mochanismo
do projecto? Eu alo a vejo.
O projacto estabelece dous typo3 primor-
dial, aparojhia e o municipio; oivida as
parochias era ruraes e urbanas, fazando
neslas a variante de ser paroehii uniea de
ura municipio; subordina os municipios a
dous typos, um geral a todos os munici-
pios, outro especial ao municipio era que
se acha a capital do Imperio. As emendas
do governo raodificiram apaas o typo ge-
ral a todos os municipios sub livi lindo-o
em tres especies, que sao os municipios de
culpar o amor de urna pobre como eu.
- Diga, a fraquoza, rainha senhora.
Fraqueza, 33 qu'zer. O.-a, a minh.i
fra jueza nao en ra nos seus calcu'os. E'
- Justamente, minua senlnra. Os ac-j prudencia que oe aeonselha a nao matar
torea espera va m a sua chegada. -I ... 0 i): Arband. Diga aos seus tenente qu*.,
rluas pancadas nesse ijmg e ser apparc- morto '!!, h.1) de todos ser enforcado3 as
corem os nossos conselhciros. Antes, p> verga; los navios ce Saa Magestade, por-
icja, quero avisal.a que o assumpto da ... qB9 ha le hav:r algu^ra que os ha de de-
ven* que vamos ter muito a interesa. muneiar c arrancar Th' a mascara. Diga-
'Joraprehcnde que tratas--, j no ia vid--, lns que css; mp:ric je s senhor editcou
mas da sorte do Sr. Maximiliano Arbaod. lo pelo \ ia! :. ,ta- v is c-xpuzerara a vida,
Asertado doutor es'. -. .. .. beas > ha" de <*sbiroar s?, DO.-qaa o senhor quer
mos. Estimarei que o ser amo.- a guie ejaogiaotar com raair seis railhSes a sua
que as suas recordado;s a sirvam. rtortuua sonatrui crime. De Ibes a
Carmen bateu duas pancadas soccas. ; esco'ha entre 11c;, se^ jranga relativa para
De cada lado da sala abrio-se urna p; :. j futuro, % Jespeito de tantos crimes, e a
Por cada porta ehtrarara dous homous. Igravata do iioho, o eateu certa de que elles
Os quatro recem-ebegados rasponderilo qua I cz nlo bao de oxe-
ante a amazona e sentaram-so mesa, ...- ., ....., _.. ;
de modo que Carmene L wis Jubb dcaram
Os
A moc flU i 'oe:
na firmeza que
ca i um direita, outro esq jarda. Oa admirar a L Nao previo que
qu.tro MtftTain mascar.dj?. 'J bandido ella '. -2 sua presenga, da
nao quera que a sua amasia couheeese as tentar intimidar .enentes.
figuras. Ponsava que ella j sabia segre-. Felizmen:-:, ello :iaha p'.ena confianja uo
dos de mais o por isso reelveu impOr-he siepticismo deo). Sabia que, habituados
pelo mystero :
Sem mais prembulo dirigo-se aos seas
u'lytos :
Gentlcnan, a pesaos que est senta-
da a seu lado digna sa de ntereaaar-ae pelo
Dr. Laximiliano Arband, que, como sa
ae crim?, n?m ai .jppnsis nem as amea-
as oa iDprsaaioaavaoi
Do.inis ..'11 > '.'; Carmen, quando
ella o iutsrroBgoUj qc3 por emquanto n3o
dea-JAva amorto j Mas era a primeira ve^ que tinha sido obri-
bem, tenta apoderr-se de urna fortuna que gdo a rSTogar &j iostrucsSes dadaa, nao
mo pertence de direito. Esse interesse i quera qae o seas cmplices auspetassem
que era impellido p do me Jo, que cedia
sua amasia a vida do doutor. O bandido
preferio fazer crer que tinha commettido
um erro. Era essa um motivo meaos cora-
promettedor do seu prestigio.
As suas considerases, rainha senbo-
n, respondeu elle framente, nem cornmo-
vem aos senhores nem a mira. Permita
que lhe diga que nao sao ellas qua hao de
influir na sua decisao nem na minha. Re-
conhecemos que nao ba necessidade de ti-
rar-lhe o seu brinquedo. Pode usal-o
sua vontade. Nao nos ha de incommodar.
Nao assim, Nad ?
Lewis Jubb, muito intenconalmente, ap-
pellava para a opinio do conselheiro, cuja
attitude pareceu singularmente perturbada
quando se fallou no amor da hespanhola
pelo franeez.
- Oh I respondeu Ned, porque era elle
mesTOO. Nao vejo em que esse ruira boti-
cario pode incommodar nos. Mas os seus
milliocs tambem nao bao de incommodar
ao senhor Se nao o mandar para o outro
mundo, como ba de o senhor apoderar-ae
delles ''
A diffieuldade nilo grand, Ned. A
senhora conversar a sos com elle. E' in-
til dizer que e'la saber empregar argu-
mentos que farilo o hornera entregar-nos a
sua fortuna.
O inmediato de L wis Jubb fez ura ges
to que o banquero notou, como tiuha no-
tado o primeiro.
A manifestado de ;iume de Ned era evi-
dente.
Carmen tambem comprehendeu o que
se passava na alma do vizinho. Quiz de-
clarar ao banqueiro que era urna eovardia
insultal-a assim em presenca da sua gente,
mas conteve-se. O que a sua perspicacia
revelou-lhe, era talvez urna aniraaco, tiraa
probabilida le de salvagao para Maximilia
no. So ella nilo fosse indifferente ao ame-
ricano, este talvez consentisse em tirar o
doutor das garras de Lewis Jubb.
Por isso, ella respondeu simpleamente :
Para conseguir qua o Sr. Maximilia-
no Arband desista dos seas milh3;s era
proveito dos senhores, eu nao poderei em-
pregar senao os argumentos que os seaho
res empregariam. Oa senhores sabam o
caso que a sua viujjina faz do meu amor.
Nao esta va o senhor com o Sr. Nod Hob
son na strada de jiogapo ir 1
Era recortar ao feroz tenente, que ae
ella amava ao francez, este nao a amara.
Era chamar Ned Hobson a si. Era dei-
xal-o acreditar qu<", urna vez livre o dou-
renda inferior a 40:000'), oa do renda su
parlar a essa quautii, e aa capitaes das
provincias.
Estranharara os nobres deputados crear
o projecto diferentes typo3 de parochias o
municipios. Me.s as legislag3as de todos os
povos apresentam as organisagSe3 muni-
cipaes a mesraa diveraidade de typos, e
at em algun3 p.dzes diveraidade maior do
que a consignada no projecto e nasemen
das. Bastara recordar a coraplicadissima
variedade offerecida pela Irglaterra, Prus
sia e outros p.izes.
O Sr. Ratisbona :Paizes de costumes
locaes.
O Sr. Cunha Leitito :Sci bem que en
tro nos ha costuraos locaes, mas o nobre
deputado pelo Cear nao poler contestar
a diversidade das circunstancias das dife-
rentes localidades.
O Sr. Eufrasio Correra: -Nem pode
haver duvida sobre isso.
O Sr. Cunha Leitao: A pequea villa
do interior lo sertilo de nossas provinci s
nao est as mesmas condigoes administra-
tivas de um municipio mais rico e populo-
so, da capital de urna provincia e ranos
<'a capital do imperio.
O Sr. Alfonso Celso Jnior: E' argu-
mento eontra a uniformidade do projecto
quanto s parochias.
<) Sr. Cunha Leitao:A respeito das
parochias, que outras distincgoe3 quera o
nobre deputado que o proje to tizesse ?
Nem existe til uniformidade, pois ha ru-
raes, urbanas e ,/s que por si s constituem
municipio Que outros typos quer o no-
bre deputado para parochias ?
Esta oomplieogao, portanto, vista pelos
Ilustres opposicionistas na diversidade de
typos para parochias e municipios, nao
s o resultado Jas circumstancias do nos-
so paiz, como at um aproveitamento da
ligo das leis dos povos mais aJiantados.
Existe em todas as erganisagoes munici-
paes.
Tcm sido timbera o projecto largamen-
te combatido por inconstitucioual. esse
o argumento AohilIc3 do3 Ilustres oppo
sicionistas.
Dcvo dizer antes de tudo que ainda nao
vi o parlamento discutir um s projecto do
lei de certa importancia e alcance poltico,
aera se lhe acoimar a oensura de inconsti-
tucionalidade. E' o argumento logo esco-
gitado pela opposigao, por ella esmirilhado
em todas as faces, pretexto para serio era-
barago, recurso para desmoralizar a lei an-
tes de executada. ToJas a3 nossas leis,
quo ligara-se a interesses polticos, passa-
rara por esta prova.
A propria lei de Io de Outubro de 1828
tem sido censurada como inconstitucional.
Aiuda ltimamente li em um livro irapor-
tantissimo intitulado O Municipio, escripto
pelo Ilustrado Dr. Carneiro Maia...
O Sr. Almeida Nogueira :Escriptor
muito distincto.
O Sr. Cunha Leitao : ... numerosas
paginas, em que desenvolve a demonstra-
go da nconstitueionalidade da lei de 1 de
Outubro.
E' essa, ontre nos, urna tendencia gs-
ral; tendo-se Je impugnar um projecto, ar-
gue-se-o logo da inconstitucional ; nenhuma
lei de certa ordem escapou a essa censura.
Tenho constantemente observado este
facto as discussoes desta cmara ; parece
j ser um vicio do nosso parlamentarismo.
O Sr. Maciel d um aparto.
O Sr. Cunha Lei'.So : -Mas ontlo do
feito de todos os governos, da todos os
partidos.
Sob tres pontos de vista tem sido enea
rada a nconstitueionalidade do projecto.
O nobre deputado pelo 3o districto do Rio
Grande do Sul considerou-o inconstitucio-
nal, porque ere* no vos ompregos munici-
paes, que s as assorablas provmciaes
poderiam crear. Vio o nobre deputado
pelo 1 districto do municipio neutro a io
constitucionalidade do projecto e das eraen
das, por passarem as funegoes executivas
a agentes cstranhos s municipalidades,
quando a Constituigo expressamente con-
fiou s cmaras municipaes o governo das
villas e cidades, e na expressib governo
tanto se comprehende a deliberago como
a acgXo. Finalmente, o nobre deputado
pelo 20" districto de Minas-Qeraes acoi-
raou o projecto de nconstitueionalidade
porque, determinando certas conii,3es
para a creago de novas parochias e muni-
cipios, restringa e limita essa attribuig3o
constitucional da3 assemblas proviucaes.
Apreciarei cala urna destas observa-
res.
O nobre diputado pelo Rio-Grande 'o
Sul, aecusando a inc>ust;tucion.,lda le do
projecto por crear novas empregos muni-
cipaes referia-se crdacSs dos prefeitos ;
mas antes de tudo cumpro notar que o
prefeito nao um erapr gido municipal no
sentida restricto da palavra, 'ura ene-prega-
do do categora igual ao secretario, ao
procurador, ;.os fiscaes.
O prefeito, qual o crea o projecto, a
qual nilo pode deixar de s~r pela propria
natureza do corgo, um funecionario mu-
nicipal de categora igual ao vareador e ao
presidente da cmara ; exerce funegoes
municipaes co.no estes a exercem ; e i'o
mesmo modo que ninguem dir serem
competentes as assemblas provinciaes para
legislar 3obre 6s verea.loroi e presidentes
de cmaras, augmentando ou diminuindo o
numero dos vereadores, alterando as sua3
funcgSes, determinando quera deva ser o
presidente da cmara ou o modo de sua
eleigilo, ampliando ou restringindo suas
attribuigoes, confiando ao presidente as
executivas ou entreg^ndo-as a um ou m is
vereadores, assim tambem nao so peder
contestar a incompetencia das aasomiilaa
provinciaes para separaren! o exeecitivo
do deliberativo as cmaras municipaes,
p.ra crearen um funcionario que exerca
a parte executiva e para determinareiu as
suas attribuigo -s.
Com a ereaglo do prefeito nao se trata,
como pretende o nobro deputa lo, simples-
menta de mais um erapregj municipal.
O prefeito ser urna nova roda nesse
mecanismo ; oin a sua creaco a!tera-se
radicalmente a pliysionomia das nossss
municipalidades o d-se-lhes nova organi-
actualmente
para con-
tor e em viagem para a Fraoga, ella pode-
ria mostrar-se reconheoida.
Por isso accrescentou, com a mesma fir
raeza :
Nilo pois, o meu amor que ha de
guiarme. Eu soube que 03 senhores que
riam matar a esse horaem, vira pedir-Ibes
que o poupassera, nao querendo ser seu
cumplice. O senhor jurou que o faria.
Quando eu o julgar era seguranga, ticarei
tranquilla. Mas at l ha de encontrar-roe
entre o senhor e elle.
Sim, verdade, respondeu o banque-
ro, jurei poupar a vida de Maximiliano
Arband. Cumprirei a palavra, tomo estes
senhores por testemunhas, mas com a con-
digno de a senhora executar pontualmente
as iostruegoas que vamos formular aqu.
Eu prevpjo essas instrurgoes. Quer
obrigar-me a pedir ao doutor que desista
da sua reclaraago O senhor, que tantas
vezes dsse-nn : Eu te amo antepoe o
seu dinheiro ao seu amor e quer que aquel-
la que fci 8ua amasia venda as suas cari-
cias por seis milhoes a um cavalheiro,
quando este j as repellio. Sa esta ainda
a sua opinio, prefiro morre a obedeeer-
lbe.
Nao exageremos, senhora ; pJe ficar
certa de que sou seu amigo o nlo pretendo
matal-a. Francamente, como a senhora ha
pouco dizia, a oceasilo teria sido boa para
una vinganga, quando em Singapoor a se-
nhora tentou apoderar sa do corago do
doutor, se eu nao tives3e pensado qua a
senhora representava uuaa comedia. Mas
peco que continua a representar at ao
fim. E' to simples I
Carmen absteve-se de nterromper o seu
tyrauno. Este chamando a de cmica,
apagiva todas as suspeitasde Ned Hobson.
Ella aorrio e fez um gesto de mofa.
Lewis Jubb contiouou :
Estes 8enhores 8er3o da rai.iha opi
nio. E' intil exigir do meu compet mr
um documento de desistencia. Basta que
ella assigne um cheque autorisando ura de
nos, o amigo Ned, por exemplo, a receber
os seis .'iiil'.o's. Ootida a as3guatura,dei
xareraos partir o francez, e todos tcaro
satisfeitos, tanto a senhjra corao nos.
A hespanhola nao quiz parecer ce r :
- E conta obter essa assignatura, quer
ameagando de morte o Sr. Arband, quer
tazendo-mc desempenhar para com elle u ,.
papfl infame ?
Sim. Primeramente trataremos de
intimidal o. Por esse lado provavel que
oa nossos esforgoa nao aejara bem succedi-
dos, porque o Sr. Arband dotado de
energa. Entilo empregaremos 03 seus
meio*, que sero 03 melhores. O seu he
roo raa;s fcilmente ceder a urna raulhier
do que ao punhal dos meus malaioi. J
sefez a experiencia-
Mas, emfim, insinuou Ned Hobson,
se elle nao assignar, que far desse doutor
do diabo.
Meu caro Ned, ser preciso deixal-o
socegado. Sabes que nunca comraettemos
assessinatos improductivos. Portanto, ae
nao tens alguma conta particular a liquidar
com o nosso prisiooeiro, acho que nao se-
ria prudente despachal-o. R"tUct sobre
esse negocio. Foi mal coraegado. O dou-
tor tomou .s suas precaugoes. Sem a sua
assign.tura, nada podemos fazer. E, se
elle desapparecessa tcariam os berdeiros,
e talvez a volta s gales para alguns de vo
cj.
Lembrando se de que poderiam voltar
s gales, tres des conselheiros fizeram um
signal de assentimento. S Ned nao pa-
receu convencido :
Se o francez assignar um cheque em
meu nome, quando for solt ha de denuu-
ciar-me a raim, que elle conhece. V, pois,
que impossivcl largal-o. Arranquemos
delle a assignatura. .Eu conhego a arte de
torturar e encarrego-me de ceder. Depois
de obter o qua desejo, perraitta-nos mo-
Ihar lhe o cadver no mar, a tres railhas dj
distancia. Nesse tmulo tereajos certeza
de que elle nao ha de fallar.
L"w3 Jubb nao admitta contradi >gio;3.
Estaua habituado as circumstincias criti-
cas a consultar os seus tenentes. Raras
vezes era irapressionado pelas sua3 ooi-
nioes : mas, se est.s tomavam a forma de
opposigito, o p .trao apparecia e impuoha a
sua vontade, mosmo a Ned Hobson, sen
brago direito, serapre que era necessario
recorrer aos processos trgicos.
Nunca ters milo, meu pobre Ned.
Peralte mais urna oceasio de te calares.
Como se alguem te obrigasse a dar o teu
bello nome de Hibson ao Sr. Arband. Tu
tens outro. O de Hobson nilo conhecdo
nos tribunaes. Por esta vez ta chamars
pelo nome que tuhas na mantilla do Es
i.-dos Unidos, quando eu te recebi. Con-
servaremos o doutor prisioneiro, at que
receba* o dinheiro Ser solt quando o
meu yceht tiver chegado altura de Ora
Singa. Est resolvido. Nao ha nada mais
a discutir.
Nao bavia mais discusso possivel. Ned
Hobaon fingi submetter-se. Ourvou a ca
boga. Seus ollios, porm, atravs da mas-
cara, nSo se desviavam da hespanhola. Es-
sago, muito diversa da qua
tm. Bastara estas r- flexoe
vencerem de qua s ser competente para
crear prefeito o marcar as suas attribui-
goes o poder competente para legislar so-
bro a oigauisagilo das cmaras municipaes.
Ora, Sr. presidente, ninguem se anirar.r
a affirruar a competencia das assemblas
provinciaes sobre tal assumpto ; smente
ao poier legislativo geral cabe a attribui-
go do legislar sobro a organisagao das
nossas municipalidades.
Menos prevalece o argumento a Iduzidu
pelo nobre deputado pelo Io districto da
cit", invocando o artigo da constituigao
que entrega s cmaras municipaes o go-
verno das villas e cidades, o d. hi inferin-
do a inconstitu ionalidade da separagao do
executivo para ser confiado a agentes cs-
tranhos s cmaras. O parlamento, disse
S. Exc, applicando o simle ao caso, nao
governa o paiz, porque delibera e faz a3
leis, nem o poder ex*cutivo por si s gD-
verna, porque as escuta ; o governo est
uo conjuncto da aceito e da deliberago.
Muitas r< flexiles despertam em meu es-
pirito estas obs^rvago s do nobre deputa-
do ; longo seria desenvolvel-as Limitar-
mc-hci a dizer quo esse texto constitucio-
nal nao susceptivel de uterprctago
aeientifica, nelle nao bove preoecupagao de
principies de direito publico ; o se phra-
se governo dris villas e cidades quiz rmoa
dar o sentido rigoroso e seientitieo, que o
nobre deputado lhe attribue, iremos che-
gar ao3 maiores absurdos.
(Conttnu'g)
ta, resignada, quanto ao que lhe dizia res-
peito, tinha assistido, nao sem ostensiva
satisfagan, ultima parte da conversa.
Amante de un bandido, do continuo em
contacto com tratantes, ella tinha adquiri-
do urna experiencia que naquelle momento
lhe dizia que o americano tinha resenti-
mento contra seu chefe por havel-o humi-
lhado na presenga della, e smente cogitan-
do na salvagao de Maximiliano, julgava-se
por isso feliz. Via approximar-se a ocea-
sio em que, mere da sua habilidade, o
chefe e o seu iramediato abririam luta ura
contra o outro. Por isso, naquelle momen-
to a sua physionomia tinha urna expressSo
nsonha que nao agradava ao tenente de
Lewis Jubb.
Entilo, dirigindo se positivamente a ella,
disse estas palavras em tom amavel :
Entilo, a senhora consente era ser dos
nossos ?
Carmen encarou-o tixamente :
Sim, Sr. Ned, acompanhal-oshei.
Fiearei com os senhores.
Ouvio-se entilo soar urna campainha elc-
trica.
Era o signal convencionado para annun-
ciar que o carro que Maximiliano Arband
tomara ao desembarcar tiuha chegado em
frente da primeira cerca da ca3a de cam-
po.
Lawis Jubb levantou-se sem mostrar a
menor eraogo, e disse framente :
Ora, pois, meus senhores, sao horas.
Cuidemos dos nossos negocios.
E icterpellando pela ultima vez o seu
immediato :
Confio Iha o cuidado de levar a se-
nhora.
Dito isto, o banquero fez signal aos ou-
tros tres conselheiros para o acompanha-
rera.
Calcou era um boto : um pedage da pa-
re de gyrou, deixando ver urna escada da
caracol, seaoelhauta quoll pela qual Car-
men tiuha chegado plataforma.
da momento depois. o pedago da pare-
te voltou ao seu lugar, o Ned, ainda mas-
carado, levava Carmen para o seu apo-
sento.
Ao deixal a, nelinou-se ao seu ouvido e
coraos denles cerrados, fez lhe esta terri-
vel declaragao :
A senhora ama ao Dr. Maximiliano
Arband. Succeda o qae suceoder, hei de
matar esse hornera.
(Continuar-se-ha)

Tjp. do Diario ra Uaqua de Catias n. 42.




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# I


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